Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09297


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Full Text
/ ;

AH XXXTil IDIE10 120
Pr tres mezes adiantados
Por tres nezes vencidos
5$000
6J000
SABBADO 25 IIIAI0 H lili
Por amo adiMUdo 199000
Porte franco para o sibscriptor.
BXCARRBGADOS DA SOBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra; Araca-
\j, o Sr. A, de Lemos Braga; Cear o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeiro GuimarSes ; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
A
An
PAHl'lUAa Uu MJKHK1U&.
Olinda todos os dias as 9jl/l horas do dia.
Iguaraasu, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Ciraar, AUinho e
Garanhuns as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Liraoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx nas'quartaa feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
I Agoa Preta^Timenteiras e Natal quintas feiras.
I (Todos os correiospartem as 10 horas da manhaa)
EPHEMKUDBS DO IIKZ DB MAIO.
1 Qoarto minguante as 5 horas 12 minuto da
tarde.
9 La ora as 8 horas e 48 minutos da tarde.
17 Quarto crescente a 1 hora 48 minutos da
tarde.
24 La chela as 3 horas 46 minlos da man.
31 Qaarto ming. as 8 horas e 6 minutos da man.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 5 horas e 18 minutos da manhaa.
Segundo as 5 horas e 42 minutos da tarda.
DAS DA SEM Al A.
20 Segunda. S. Bernardino de Sena f.
SI Te^a. S. Marcos b.m.; S. Theopompo.
22 Quarta. S. Rita de Cassia vlav.; S. Quilerla:
23 Quinta. S. Bazilio are. ; S. Deziderio b. m.
24 Sexta. Ss. Afra. Pelagia e Suzana mm.
25 Sabbado. S.Gregorio VII. p S. MariaMagd.
26 Domingo da S. Trindade. S. Felippe Nery f.
AUUltmUAS UU6 TRIBUNas DA CAPITAL."
Tribunal do commercio; segundas a quintas.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DQ SU
Relacao: tercas, quintas a sabbados as 10 horas.l AliM Sr- Clandino Faleo Dias; Baha.
Fazenda: tercas, quintase sabbados as 10horas!W' '"'* UtItla' Al *"> da Janeiro, o 8r
JuZO do commnrrin nii.rt.a *n >.i. ai.. I Joao Pereira Martina.
dia.
Segunda Tare do eivel:
da tarde:
Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
PARTE 0FFICIAL
Juizo do commercio : quartas ao mel dia:
Dito de orphos: tergas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas a sextasao meii
O propietario do bukio Manoel Figaelroa
quartas a sabbados a l|Faria,na sus limria prsca da Independencia
6 a 8.
hora
U
na
Governo da pro viada.
Expediente do dia 22 de maio de 1861.
Officio ao Exm. presidente do Maranho.De-
clarando-me o coronel commsndante das armas,
em officio numero 712 de 15 do correte, haver
probabilidade de ser desertor do extincto batalha
provisorio que msrchou desta para essa provin-
cia, Antonio Fragoso da Paz, de que trata o oCTi-
cio dessa presidencia de 19 de marco em respos-
ta ao do raeu antecessor de 18 de fevereiro, ludo
do crreme anno, rogo V. Exc. se sirva de
mandar proceder as necessarias averigusgdes,
afim de conhecei-se se cem effeito elle desertor
do batalha que alludo.
Dito ao Exm. presidente das Alagdas. Para
poder realisar-se o pagamento de diversas pas-
sagens concedidas de Macei Penedo, e vice-
versa, a bordo dos vapores da companhia Ba-
hianna, un official e tres pregas do exercito,
pertencentes ao corpo em guarnino neata provin-
cia, e bem assim ao promotor publico de Tacara-
t, bacharel Eugenio Augusto do Couto Belmont,
como se v do processo que devolvo. e que a-
companhou o officio de V. Exc, de 21 de marco
ultimo, faz-se preciso queseja satisfeita a requi-
m si.;o da thesouraria de fazenda, constante da in-
formago junti por copia.
Sirva-se, pois, V. Exc. de darsuas ordens nes-
te sentido.
Dito ao coronel commandaote das ar.mas.Sir-
va-se V. Exc. de mandar por em liberdade os re-
crutas Jovino Igcacio da Paixo, Manoel dos
Santos Costa, Pedro Doroellas dos Santos, e Can-
dido Jos dos Santos, visto terem isengoes le-
gaes.Communicoa-se ao commandante superior
que solicitara a soltura delles.
Dito ao mesmo. Concedo a aatorisaco que
solicita V. S em seu ofQcio de bontem datado,
sob numero 756, para mandar proceder a venda
dos cavados da companhia fixa de cavallaria des-
la provincia, que se acham incapazes do servico,
e constara da relacao annexa ao citado officio
Communicou-se ao inspector da thesouraria de
fazenda.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de mandar por
em liberdade o recruta Manoel Carlos, visto ter a
seu favor isengo legal.
Dito ao Dr. chefe de polica.Aonuiodo ao que
pondera V. S. em seu officio sob numero 439, de
hnlen? datado, teoho diz'er em resposta, que
pode V. S. ajustar com o negociaole Joo Jos de
Oouvea, de que trata em seu officio, a remessa
para o termo do Ex, am de serem deslribuidos
pelos pobres desvalidos do mesmo termo 150 pe-
cas de atgodozioho denominado sucupira
pela quantia deSOOjJOOO, que lbe ser paga aqui
cora a apresentago do recibo de entrega.
Nomeou-se urna commisso para encarregar-se
da respectiva deslribuicao, composla do delega-
do, do vigario, e do presidente da cmara da-
quelle termo.
Dito ao capito do porto. Allendendo ao que
solicitou os agentes da compaohia brasileira de
paquetes a vapor, em officio de 25 de abril ndo,
e em vista da informago ministrada pelo inspec-
tor da sade do porto, resolv que ficassem isen-
tos das medidas sanitarias, que esto sugeitos
os navios procedentes da Baha, onde reina a
febro amarella, os vapores da mesma companbia,
ficiodo revogada nessa parle a ordem desia pre-
sidencia de 26 de margo deste anno : o que com-
munico V.S. para seu conhecimento e flm con-
veniente.Communicou-se sos referidos agentes
e ao inspector da sade do porto.
Dito ao mesmo.Pago apreseotar V. S., pa-
ra serem inspeccionados, os recrutas Manoel Luiz
de Franga e Cyriaco Bispo dos Santos.
Dito ao commandante superior de Olinda.De
confornndade com o que solicitou o chefe de po-
lica, em officio n. 43 a, de 10 do correle, re-
commendo V. S. a expedigo de suas ordens
para que se nao expega e fique sem effeito qual-
quer ordem de priso contra o guarda nacional do
dcimo batalha de infanlaria sob seu comman-
do superior, Antonio Elias de Moura, que ins-
pector de quarteirao, e por officio desta presiden-
cia, de 27 de abril ultimo, se mindou dispensar
do servico do guarda nacional emquanto servisse
aquello cargo.Communicou-se ao Dr. chefe de
polica.
Dito ao commandante superior de Garanhuns.
Remeti por copia V. S. o officio que em 26 de
margo ultimo dirigi esta presidencia o tenen-
te-coronel commandante do batalha numero 28
Oe niantaria da guarda nacional, solicitando o
pagamento dos vencimentos de urna forga de 17
pregas que escollou sentenciados para esta capi-
tal para que mande orgaoisar os respectivos
prets, conforme exigi o inspector da thesouraria
provincial, no officio numero 183 de 18 do cor-
rente, junto por copia, am de ter lugar o paga-
mento, e faga sentir ao referido commandante
que se deve dirigir presidencia por intermedio
08 V j,
Dito ao conselhode compras navaes.Pode o
conseibo de compras navaes effectuar a compra
dos objectos do material da armada, constantes
da relago annexa ao seu officio de 20 do corren-
te, bem como de 85 travs de quahdade de 30
45 palmos de comprimento, e 8 9 polegadas de
face, offerecidas prego de 9*000 cada urna, urna
vez que ha indispensavel preciso deltas, contor-
na declara esse conselho no final do citado offi-
cio, cumpnndo, porm, quesejam remedidos
thesouraria de fazenda, copias do termo que as'-
gntram os vendedores desses objectos.Com-
municou-se ao inspector da thesouraria de fa-
zenda,
Dito o inspector da thesouraria de fazenda
Certo do contedo de seu officio de hoje, sob nu-
mero1 411, tenho dizer em resposta, que visto
nao havercredilo para esse pagamento, da quan-
ta de 2:000fr000 que se est dever a compa-
nhia Pernajbucana de navegacao costeira, por
ter um dos v^ores da mesma companhia rebo-
cado a escuna lindoya, do Rio Grande do Norte
para o porto des* capital, mande V. S. effectuar
esse pagamento 8tJ> minha responsabilidade, nos
termos do decreto le 7 de maio de 1842.
Dito ao mesmo. Recommendo V. S. que
estando nos termos *>gaes os inclusos documen-
tos, mande pagar 01 vencimentos dos guardes
nacionaes destacados na villa do Garanhuns e
povoagao de Correntes, durante o mez de abril
ultimo, devendo a importancia de taes vencimen-
tos ser entregue aos negociantes Maia Mondes,
procuradores do capiUo querld-meslr^ geral d
S!l?aC!,-5ali,aCSmirca de G-ranhuns, R.y-
^^ivaoDdld0 d0 P""W. conforme requisita o
7 ?Zl c,omn5dle superior, em officio de
7 do correte, ob numero 39.
Dito ao mesmo.-De conformidade com a ana
informagaodehontem datada, mande V. 8. pa-
gY v s8] a ?e- 800 termos do
1854, os ordenados vencidos e que or vaneando
o bacherel Jpaquim Theotonio Soaree de Aval-
lar, no exercicio do lugar dejis municipal do
termo da Ingazeira, para o qual nao foi anda
marcado ordeoado, serrindo-lhe de titulo provi-
sorio o officio desta presidencia que o madou
entrar interinamente |em exercicio de seu dito
cargo.
Dito ao mesmo.Estando nos termos Iegaes a
folha e pret junios, mande V. S. pegar osrenci-
mentos relativos ao mez de abril ultimo dos of-
Ociaes de primeira linha, tambores, clarins e cor-
netas empregados nos corpos da guarda nacio-
nal deste municipio, visto assim me haver requi-
sitado o respectivo commandante superior inte-
rino em officio de bontem, sob n. n. 55.Com-
municou-se ao commandante superior do Recife.
Dito ao mesmo.Respondendo o officio que
V. S. me dirigi bontem, sob n. 414, tenho a
dizer-lbe que os 4 recrutas, que vieram de Ga-
ranhuns e a que se refere o citado officio, foram
destinados para o servigo do exercito, segundo
declarou o chefe de policia em soa informago
de hoje, n. 445.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Conviodo pdr termo as reiteradas reclamagdes,.
que chegan ao conhecimento da presidencia, de
arrematantes de obras publicas e de outros quaes-
quer individuos que se proponham contratar com
a fazenda provincial, pedindo indemnisago de
suppostos prejuizos que dizem soffrer na execu-
go dos respectivos contratos e cuja veriQcago
sempre difficil pelas circumstancias especiaos de
tempo e lugar que para isso concorrem, tem se
feito de uma maneira irregular, tumultuaria e
lesiva dos inleresses da fazenda publica, tenho ,
deliberado que d'ora em diante nos contratos que vendo inconveniente,
secelebrarem peranle essa repartigao, de qual-
quer obra projectada seja expressa a clausula
de que em caso algum e por qualquer motiro,
serio atlendidas reclamagdes e indemnisages de
qualquer natureza e por prejuizos ainda prova-
dos, curaprindo que as partes contratantes cal-
culem bem os inleresses e vantagens que lhes
podem provir, atim de evitar esse resultado ; o
que commuoico V. S. para sua sciencla e de-
vida execuglo.
Dito ao mesmo.Altenlendo ao que me re-
quereu Manoel Figueiroa de Faria proprietario I interessantes, e
d typographia do Diario de Pernambuco, re-! nhecimento dos leitores.
commendo V. S. que renov com as mes mas
condieges e mediante a mesma paga de 2:800j>
o contrato feito com o supplicote no anno pas-
sado para a publicago do expediente da secre-
taria do goveroo e impressoes que se fizerem
precisas a mesma secretaria, a da assembla pro-
vincial, obras publicas, directora geral e gim-
nasio, devendo porm ser posta em arrematagao
a impressio que foi
Joao Baplista Soares, vigario da freguezia de
Barreiros.Neo sendo permiltido pelo aviso n.
n. 116 de 19 de margo de 1858 licenga a parti-
culares para cortarem madeiras seno em suas
maltas, nem se provando que oenhum uso se fez
da portara a que se refere o supplicante, nio
tom lugar o que requer.
Commandante superior Joaqoim Cavalcanti de
Albuquerque.Nao tem lugar o que requer por
ser contra le expressa.
mo olSldn 8pterei cnmP"d o a>eu dever co-
isionri? f^0.0"", Pomo tambera Ocar
pnsioneiro. verdade. mas os principes devem
aasco I foi prisioneiro. Elle
saber morrer.
hUtori.Mr dlSS0 os 8eus contemporneos e a
" .'ia refereni 1uto elle expoz a sua nessoa
equ.es foram osVeuV.oirVrmen'JoI VSJBSR
>a exltagao pissageira que me inspira
Nao
MMgrS.. Mercji Gordo.-Neat. I & V.TquV SSSV3tSf&
SSffSZtSE**** reCfUU de i'iKi-.?.-"^-. ha de cSPhtnder
data
que trata o supplicante.
Jos Justino do Nascimento.Providenciou-se
no sentido que requer.
Luiz Aotonio Vieira.Deferido de conformida-
de com o parecer do procurador fiscal escripto no
no verso.
Manoel Figueiroa de Paria.Expedio-se ordem
a thesouraria provincial no sentido que requer o
supplicante.
Manoel Gongalves Telles.Informe o- senhor
director das obras publicas.
Manoel Jernimo da Costa Uchoa.Remedido
ao senhor commaodandante do corpo de policia
para mandar psssar a ceatidao requerida nao ha-
EXTERIOR.
melhordoque qualquer outra pessoa os senti-
mentos que me animam.
ulSVf Pis ,uUr con'r,, a correte das minhas
d. ti meS 8e.nl,ment09 primeiro que mude
resolugao. Permitli-me que fem algum tem-
aPn?a refl<,,ir- e .se "Me- meio tempo.
spnar dos meas deiejos, des minhssesperan-
m.1ki S-d,l6"l0'dM mnh" ""PPUcaS, 03
raeu inleresses e a poltica de V. M. vos obria a
retirara vossa esquadra. heie sem duvida sen-
L"f m" arei 8empre justiga aos motivos que
vos juiam, e superior a todo conservarei pro-
tundimeote gravada no meu corago a prova de ,
symfathia que me tendes dado e a lembranca do
servuo que rae haveis prestado assegurando-me !
por ejpago de tanto teropo, a liberdade dos ma- '
res, nascircumstsncias em que nenhuma poten-,1
ca o* Europa poda vir em meu auxilio. E se'
lbagSoP.re8denle 8uslenlou Primeira de-
nhrSL' "- 5oIa orden)) n quera fallar ia
sobre a eleigao do Sr. Peixoto, mas como existe
va? TeS,eDla?a desse senhor obre raes !
aTV""di8c&^s.^feS ^ *"-'*;
4S^"m tedepuudos s6 p-
que se
. e.em uma corresponden-
S S "Pw2uM Jrna,e8 da corle eassignada pe-
ar a reSle,C0DC,ue *^3 para fal-
len fe! P C0USM em occas'o compo-
JLSu Barros Pimeotel diz que se procura des-
arai/o. "m- 0t-'l0t peranle a "*EF sTus
wSBm2ES&mm correPondencias dzendo
S?colaSS .m" Pfoce"os criraes contra
poder8er d?a7nrar0na-|0DU!iI aQm de nao
cuuer ser votado. Entra era alzumaa rimim.
lazas3 faO7PPndCeSS0 nSlaUr8d O Sr "i
cas ?raKS3- va*!0* prome"eem out"oc-
n t r ,r da vallda'Je da sua eleigo.
susnend n^aDS (pels, ordem) roa cmara que
n, P, 1usI1uer o sobre o orador
Se0?edeomqu0eCCs8eS1haa0prdPoe.ten,e ta-W Ca
or. uarros Plmentel ;
dada
---------------------------- ~- ^ --.^i.j -j v ^U||
vossa esquadra, pedirei sinceramente
O Morning Herald publica a carta que o im-
perador Napolso dirigi a S. M. el-reide Napo-J vetde'um efliado ^eonherid* 1
les. que foi eotregue pelo almirante Tman'no treis uma revoLgioTsliS m \S^SSS:\fSSrSf^.9^ o procLo d
Deu, par. que V. M. nao soffrs. jpJySTa pega ao governo : 1-, infor-
dia 11 de dezembro de 1860, bem como a respos-
1 por este soberano ao imperador. Soi cumstanefas
1 soberano ingrato. I lidade
Qualquer que seja-am-in-haldsTo" 'SER cZul o'elpromot DuDlfi"^".^^
1sreiardaaosrroarqurjuVgamos'c^c=^
quejamos reproduz.r para co- par. manifestar mal. urna vez a V. M o raeu /e- SZZS^^ ** Ser8pe deu e*-P>-
Eis s carta do imperador :
a Nao tenho escripto ha mais tempo a V. M.,
porque desejava ver seos acontecimentcs tomari
am um carcter sufficien tara en te claro e preciso que
me permitlisse expressar a V. M. a minha opi-
niao com verdadeiro conhecimento de causa.
Quando a injusta aggresso do Piemonte era
auxilio da revolucao nos
ccasiao
conhecimento pelo vosso'apoio, e' "cnselbos^e i
principalmente pelo interesse que vos digoastes
testemunhar-me.
Pego a v. M. etc.
{Jornal do Commercio de Lisboa ]
com-
- vossos estados voaobri-
contratada dos baiangos e gou a retirar para Gaeta, resolv embaracar o blo-
INTERIOR.
a V. M. urna prova da minha
sympathla, e evitar Europa o aflictivo espect-
culo de uma lula extrema entre dous soberanos ASSEMBLA
adiados, lula na qual o direito e a juslica esta- nm
vam do lado daquelle que devia suecumbir. Mas tAMARA DOS SRS. DEPL'T-VDOS
deuando. por meio-da minha esquadra. o mar5. sesso preparatoria em 19 de
nao poda entrar na minha poltica
livre aV. M.
ergamentos dessa thesouraria, bem como o rea-1 queio, afim de dar
lorio do respectivo inspector com todos os docu-
mentos que o acompanham.
Dito ao mesmo.Pode V. S., conforme indica
em sua informago de 18 do corrente sob n. 184,
mandar adiantar ao director do collegio dos or-
phos a quantia do 574^860 para a compra dos
objectos constantes da inclusa relsgo.Commu-
nicou-se ao director da ioslrucgo publica.
Dito ao juiz de direito da primeira vara.De-
signando nesta data o dia 4 de juoho prximo
vindouro para reuniao da junta, que tem de jul-
gar em ultima instancia as pragas do corpo de
polica, constantes da inclusa relago, e cujos
processos lhe foram remedidos com officios desta
presidencia de 11, 12, 14. 19 e 21 de dezembro
ultimo, assim o commuoico Vmc, afim de que
comparece nesle palecio s 11 hores do indicado I liiagio nao "pode d"wfartM^TrnaS
serla, creio, eu, no interesse bem entendido efe
intervir na contenda. Foi por isso que o almiran4
te do Tinan recebeu ordem para observar a maii
stncta neutralidade entre os dous adversarios.
_ Os incidentes da guerra complicam a sita
cao da minha esquadra em Gaeta ; algum as veze
esta e ponto de obrar contra os Piemonlezes, cu
jos ateques ameegam a sua segurauga : outras
obngade, afim de manler a sua neutralidade I
impedir que os navios de V. M. exergam justa
represslias contra os navios piemonlezes. Est
Relago a que se refere o officio supra.
Soldado Jos Francisco Vieira.
Marcolino Pires Campello.
Manoel Victoriano da Silva.
Genuino Francisco Nuoes.
Celerino Marques das Chagas.
Francisco Ribeiro Jac
Jos Justino do Nascimento.
Cleudino Antonio.
Corneta Manoel Antonio dos Pasaos.Officiou-se
ao coronel commandante das armas para mandar
avisar os tres officiaes superiores que devem fa-
zer parte da referida junta.
Dito ao director do arsenal de guerra.Em
vista des razes expendidas pelo coronel com -
mandante das armes na informago junta por co-
pia, convem que Vmc. mande satisfszer o pedido
do commendante da companhia fixa de cavalleria
a que se refere o seu officio de 17 do corrente'
sob n. 133.
Dito ao director das obras militares.Pica ap-
provado o ajuste feito por Smc. com Jos Perei-
ra do Alcntara de O' para a factura dos concer-
tos do telhado do quartel do 10 batalha de in-
fanlaria, pela quantia de 407>500, menos 6J000
da indicada no orgamento aonexo ao seu officio
de 3 do corrente, sob n. 34, a que tenho assim
V. M., que se retirasse com as honras da juern
porque ser obligado a faz-lo, uma vez ote a'
catastrophe inevitavel. Tendes dado prvas da
uma louvavel firmeza. Emquanto havia pra ve
probabilidade de retomar o throno, o vossodeves
era sustentar o vosso direito por meio das rmasr
mes agora, digo-o com sentimento, o sango que
corre intilmente derramado; o vosso leve-
como homem e como soberano por tormoi sur
effusao. Nao sei o que o futuro pode reserva paa
o M" mas estou Persuadido de que a Uia -
a Europa vero como perteilas tanto a enrgie
que tendes desenvolvido, e a deciso que idi toa
mar para evitar as grandes desgrages que hoj af-
fligem o vosso povo. 1
Pego-vos que acreditis que a lioguagei de
que uso para com V. M. me dictada oelo oior
desinteresse entre as duas partes, e pelo anti-
monio que teria, se as circumstancias, tornado-
se mais graves, me nao permitlam coolinvr a
manler a minha esquadra n'uma posicao eoque
a estreita neutralidade i___--?-
a Pego a V. M. etc.
RIO DE .1 V MI HO
GERAL LEGISLATIVA
OTADOS.
ABRIL DE 1861.
Presidencia do Sr. veonde de Camaragibe.
Bidente daquella.
ORDEM DO DIA.
I mssnaddm discussao o P"ecer da 3 ,
Era soh?9 Pod"e8-aPrentado sesso de hoo-
1 ci^ ffmu ?le'oes d0 3 dis,ric, d Provin-
L ,'- "!aDO,ro' ? Sr: T- Ottoni manda
ZSlSStlSE&r* 1e considerado
;SS8mo0daaOPareeer-aPUdOe P8t0
1 relaiftaq efrlS 'I^fi a Prime" concluso
relativa freguezia da Bemposta. se exija do sa-
caes acaeVraSdDca55e3 fe" P utoridaes lo-
da ?lrard" ocurrencias havidas na eleico
se SiiT9"'' 6- no,"'"nete o relatorio!
, n cP x >uz mun'cPal do termo.
na discussao m.a I"'0/10 Dao con,ava eD,r
EXPEDIENTE ciencioso nabilitem a dar um voto cons-
tricto da mesm
collegio sepa
pectiva commissio de poderes
,0-lro do mesmo ministro, reraettendo os offi- 9^^^^0^i^^' S
DaqUe'radPr aclar drr Da eD"^or!nfe.lmenedenJeamei
aclaMa freguezia, nem documentos valiosos
Ou.ro do mesmo "ministro, enviando as acta, O"Ju \SKFSlSnU mmmlm^
da ele gao primaria das parochias do municipio da minori? oeasa [de algU08 merabros
da cflrte.Igual deslino. F resnnndirtn !? f reuezia. convenientemente
Outro do mesrao ministro, cobrindo um officio 5. maioria Ecomoo Z S! con,r;-prolesto
do presidente das Alagdas relativamente qua- los taes valiosos nfra -J n ",^"? docu'nen-
iificagao de votantes da parochia do Porto de'po- visto que>fjMLC,ao dessa ordem.
dras.-lgual destino. mi,A a Sf "A* ,a:?,rM ?.PPOstas,a com-
2ST {ac,,a,eDte verificara se com ef-
fello hav,a na urna cedolasde mais, e no caso de
nao haver caba a secusago. {?]
sohrnJ"f ,'Dembro da C(>>io, discorrendo
SSZS&SS!!* auPena8 di8sera constar da acta
?erifir.a ,dn ha"a declarado ter feito essa
fei o em?; 1" qU,6 comD"'> "So o tinha
OStitF* -"d-dado Par6atmTr
Que a eleigao toha sidofeita sob a presso da
violencia das autoridades locaes, subdelego
or"n%iUm Sem P-2Sea d0 i "icipal que*
por ordem da presidencia assistiu eleico a
aadnTJ1 T"-f 8Ua P" leriam'cau!
sado graves desordeos, o que a minora e maiorii
reciprocameote se aecusavam da subtraeco da
chamad.:0*016' **** i!5S3SS
,JPZV.m considf"C.ao o relatorio do ex-pre-
tSft/JZZ acerca.do processeie-
lo ni. o,\a declarou que s tinha conhecimen-
to pela citadacao que o nobre membro da com-
Sesidene" I".'" ul (f- Eslraohou """
rproi Vi i ", ba1l>9e a emittirseu juizo -
cerca de legahdade de eleigoes, arvorsodo-se
o ZnrnC0nSuh0r 0Bc,0S0 da mar dos de-
gP.Ur,adde0sSs,.qvUae.edraVe.Ue,a T** ^ Jul'
DuEm L .P6.rig0 deVM juiws o'iclpados que
punham era tal ou qual constrangimento os ami-
gos do referido ex-presidente. quando llveiaem
de interpor seu uizo na cmara. Admirou-se da
que o referido ex-presideni, qj,e era algnsca-
ex-presidente.
dente declara aberta a
Lida e approvada a
o Sr. 1 secretario d
razoes que ioduziram os eleitores trata de esb har a aUons S.T T*- 8e
lo Salgue.ro, perlencente ao 5" dia- polticos, materia meodroa 5 seu JlT*
sma provincia, renoirem-se em e que deve de ser anreciad"Vn,"aJu 0,lender>
radona villa do Cabrob.A'res- peegao. apreciada com toda a circums-
cos erepresentagdes que existem
partigo sobre as ultimas eleges.Igual
'ministro, enviando
coraran ,3maDha imP^ci.?oVrelao8rios 0
commissnios que mandara assislir s eleices
ornando o trabalho de exlr.cta-los. bem qal sd
ja acensado de haver feito com pouca exaclidao
os exatractos de algum. no ST7SSS
suppnmisse o relatorio que lhe devra ter feilo o
Wf^Wl' ""o dissea impreo a ha-
via assistido aquella eleigo. '
Era taes circumstancias o orador propde que
^r"da % eUiao Beral d0 dislrictoqoe^
pode ser affectad. pela da Bemposta, se ade a
1.a concluso ralaliva esta freguezia at rirem
do goverdo as informagoes existentes sobre a^ ^.
U.r;anCI"'.qu.6 ahi ,ennam ,Wo luar, e especial-
meJ1ie o relatorio do juix municipal.
.0 Sr. Barboza da Cunha comega dar exolica-
CoesaoSr.Sald.oha Marinho, respeito aciffi-
IJSuL Ta a. commisso concluir pedindo
a nullidade da eleigo da freguezia da Bemposta
A acta o instrumento que offerece'
nhecer das razes que a
para se co-
comraisso tem para
se tornara imposirel.
Respo8,a dada,Pr S. M. el-rei Francisco [ ao
imperador Napoleo:
| cre*veAr.CVque" &&S'Ti.n me "en&ou"
confesso que me deixou no maior embarac? A
fazeoda.
Dito ao commandante do presidio de Fernan-
do.Em vista do exposto' em seu officio n. 4
datado de 30 de Janeiro, ultimo, tenho a deca-
rar-lhe que deve Vm. continuar a comprar nesse
presidio, porem pelo prego de 4*500 o alqueire.
medida velha, a farioha que for necessaria para
fornecimento do respectivo almoxaritado, requi-
sitando somente no caso de falta desse
ahi fabricado.
genero
Fica assim respondido igualmente o seu officio
de 11 de abril Dudo, sob n. 18.
Dito ao juiz municipal da primeira vsra.De-
volvo a Vmc. as guias e relagoea que a acompa-
nharam o seu officio de 18 do corrente, afim de
que com urgencia ministre os esclarecimentos
constantes da inclusa nota, relativamente aos sen-
tenciados que teem de seguir brevemente para o
presidio de Fernando na barca nacional Atrevida
e informe se j foram requisitadas as guias dos
que as nao tem, ese poderiam estar promptas a
lempo de serem remedidas por aquella barca
Dito ao juiz de paz mais votado do Io dislncto
da freguezia da Boa-vista desta cidade.Em vis-
la do que coramonica-me Vmc. em seu officio
de honlem, relativamente a impossibilidade de
reunir-se araanh a junta qualificadora dessa
freguezia para funecionar durante os cinco dias
nos seus trabalhos de reviso por falta de publi-
cago des editaes de sua convocago, o que s
leve lugar hoje ; nao podando por conseguinte
dar-se o prazo, que na forma do artigo 22 da lei
de 19 de agosto de 1846, deve decorrer entre a
convocago e a reuniao das juntas de qualifica-
goes, designo novamente o dia 2-5 de janho pr-
ximo vindouro para a reuniao da juma revisora
dessa freguezia.
Dito ao director geral dos Indios.Com a in-
clusa copia da informago do inspector da tbe-
fazenda respondo ao officio
souraria de lazenaa respondo ao officio que V.
S. me dirigi em 3 de Janeiro prximo findo. re-
solv providenciar para o agrimensor Alexandre
Von Bally ser enesrregado da demarcago dos
terrenosjuntos ao novo povoado da 2a aecgao da
via frrea e pago de sua graiificago.
Expediente do secretario do governo
Officio ae director das obras publicas.S. Exc.
o Sr. presidente da provincia manda remoller a
V. S., para seu conhecimento, a inclusa copia do
officio que nesta data dirigi ao inspector da the-
souraria provincial, providenciando contra rei-
teradas reclamagdes que pedem arrematantea de
obras publicas, por prejuizos que dizem soffreretn
a exeengo dos respectivos contratos.
MSfACHOS 00 DU 22 01 AIO DI 18oi.
. fieonertmantoi.
O bacharel Affbnao de Albuquerque" Mello.
Nao ha que deferir a vista da informago.
,* IMA11**'"^ Pr?Pu d0 ^Pilcantes
ser attendda quando se llrer de proceder a nova
arrematagao dos predios de que tratara.
Firratno Berculauo BapUsta Ribeiro.-Informe
o Sr. inspector da thesouraria provincial
i
minha intengao era resistir e garantir a ]nha
honra cusa dos maiores sacrificios, se cir-
cumstancias me impedissem de salvar osneus
estados contra urna injusta aggresso. hs os
conselhos affectuosos que V. M. rae d, e pers-
pectiva da retirada da vossa esquadra impessio-
nam-me e fazem-me hesitar.
c Neata situago, V. M. nao mostrar srpreza
nem o (Tensa se eu tomar o tempo para eflectir
antes de adoptar uma resolugao definiliv( An-
da que eu soubesse qne a esquadra franeza nao
devia permanecer indefinidamente nestagolpho
as minhas oformagoes officiaes, e aseurancas
particulares que se me davam, lazian-ne espe-
rar a prolongago da sua permanerek ou pelo
menos a presenga do pavilho fracs em um
navio da mannha imperial. Aprecalo os mo-
tivos que conduzem a V. M e conbeando a vos-
i J!2!l 8VmPathla n*ao posso deixrde deplorar
a retirada de uma esquadra que dele o mar livre
l03JT* Inim,08' aggriva cooderavelmente
J- 81lU8ao- Ser-me-ha neosario exarai-
so, afimalma,0ir all8"ao quaes cmeus recur-
sos, afim de saber se ser possivel sera aouelle
apoio. oppdr uraa longa resistenci, O que sin-
. m h dMe,A\6 eTtar dou8es.lhosqem que
d m.I P,.e S0880brar. ou Imero brilho
do meu nome: a temeridsde e a fqueza.
nLf!hrJiLTh,0T' que -08 rei8 1 abandonara
os^ainS d.0/eilomanj difficilmenta menos que
osra os da gloria oao tenham dondo os seus
inforUntoae. sua queda. Sei ce depois d.
ufmffT-6 Um tr,umPhodevidantes pusy-
H ;di0tV",5io dos ugener.V.o
qua ao poder dos usurpadores do eu reino es-
tes encontraro muit. difficuldade. conse"guir
que os meus subditos adootem iaA n JLT.r
nam tanto aos seus
dieges.
am TrD"do.se na Europa cada z maiores as
diQiculdades, a vossa alta c.pacidie. e a uto"
da lef ded.eL'T dia em Ia os P"cipio
!aL' d0 deve,r o da justiga deixiode ser al-
eado aos ps pelo Piemonte. Se estesperancas sao
nio' 2K"0' e'8te K*i0 aeDOS "Pon" "Se
*fD ife"ce dcusso, que ombateodo pelo
Mnd(die"0auCcumbind0Cln gem,
hindo cora honra, eu serei digno nome que te-
vehrde S^2r!MBpl0 a p0Cpe h-
Ji'ns^l'll0' d.e diteit0' n>eneral defacto.
J nao teoho estado, possuosmnleumafortae
ri^r *Xecc,t0 .fieU D8re aera fe de pe-
It> ^VaV* Pe' "cur8 d"ffu8ao de sin-
S 'l i?Me, e?A18' todo abandonar
nm exercilo que pdemanter ahonr. da sua ban-
'Jntr0a..Udm,,mttalea> para c,J'a detMa o* "
ant passadoi erapregiram Untos esorgos. con-
iderando-a eomo o mico htluarte da monarchia?
m'Jir^L^? oUooie juiz em semelhante
mi!.";P^dedecldl '"'rdo qne ninguem se.
rttiraado-me sem esar cero da iosafflcieocia dos
tStsTSSb 2-anttf* asfearar? >
do
------_ ^autullta da commisso
que lhe fornegara na tribuna os dados que tiveram
- provincia do Rio-Grande u
Kari^u^ffio^ e,e,feS da P"'ha da hSSSSS *
Outro do raesrao ministro, cobrindo dous offi- derramS. SJS ntido !C'5l de P0"
eios dos presidentes das provincias do Maranho de raoral. eranara SS5 ?" UBla q'ie8lao
e Malto-Grosso era que do informages acerca nesse mod ,Z1H corapaohado
das ultimas eleigoes.Igual destino. misso An, ,PJBnsar P*> merabros da com-
puso do raesmo minislro. satisfazendo a re- rS oIJ.V&"?mt" 8eo,e-89 de8e>ba-
quisigo desta cmara acerc; da eleigo ultima- .uraploqoj oTfwtt^,,IIIW 8obree88e as-
mente feila na provincia do ParaX* quem fez ciencia lem d" voto de cons-
a requisigo. rn.i" a
Outro Oo mesmo ministro, satisfazendo tambera 0"dr
pensa que nao faltavara
requisico feita por esta camara'sobrVa'"ereca da EtLdlTa&,para Chegar ao conhecimento
do 2" districto da provincia das AlagoasSual segur firmar-3e e Jo iraparcial e
destino. Ala0MIl 8o.
Uma representago da cmara municipal da' *mflSSsZi?5*fZ2* u?3 eie,5oe
villa de Itabaianinha. provincia deSergipe. con- aVtnTgSS'Jf^.1? ira a eleico clandestina que alli se pro. ^h-"." ?.._,as_de.JBM' Pen8a o orador que s
para eleiloresA' respectiva
deres.
das eleigoes
Achando-se na acta especificado
Outra da cmara municipal da villa do Legar-
lo, da mesma proviocia, contra a validado dos
diplomas expedidos aos Srs. Barros Pimentel e
Uiltencourt Sampaio. Igual destino. I.in ....
Oulro de Antoiio PeixSto de Azevedo contra JfZSStZSeTZ** ao orador. vto
o numero de
adoptem id) que repug-
nteresses con s suas tra-
votaotes que compareceram. compa
canadidSanto0.COa, DUmer0 dVoto, rlce^dos PS
esse raeio KSS^OS^JTJ
--ote, privadlse^'dS^0
.oes ue poieres os seguintes diplomas: I O orad fS?ao'
Do sr. Jos Aotonio Saraiva, eleito pelo 4 dis-' esperando al f S SS!2M reflex5es e 8eota-8e
trelo da Baha. v !'P"f,nd0 que a commisso o esclarega a esse
Do Sr. Francisco de Paula Santos, pelo 1 de
concluir pela nudidade da eleigo desta fregue-
zia. Apont diversas outras considerares, com
informagoePda presidencia e os escriptos pub-
cados nosjornaes. r rm
nn?u. SaIdanha Marinho volla .ao assumpto.
"10 1ue "plicagdese documentos novos fo-
ram aprosentados na discussao, os quaes o obri-
gam a algumas observages. Collocado era uma
pos cao um tanto desventajosa pelo seu carcter
de liberal, de merabro de uraa rainoria su .pe ta
tabaZ,\T V e -elIa- JU|8U Puente es-
abelece um cordao sanitario, aniraa-se entre-
laolo pela coosciencla de seu dever e pela e.oe-
ranga que nutre de que se faga justiga a suas in-
tencoes. tanto ra.is imperiaes, quinto que nao
e?eS!o 0em mplC'm COm "55* JJS
O seu Ilustre collega o Sr. Ottoni, diz o ora-
dor, reclamando tambera esclarecimentos edu-
cumeotos entendeu necessario eiperar por elles
asssBrsfoffic,ai l WA-
lh?,adfr' coa,-,luan,o leha desse juiz as me-
m2n? lnfor?agoes. com quanlo acate devida-
com rriaWde 6 in>parcialidade.julga
n. v J" d8C,arar que as ioformacoes que
poma vir desse magistrado nao tero em p-
nufml?aU,r0:al0,r' al,B d0 de un testemunho
puramente particular.
rE.DQnm.ale"a-dar ^'coe o orador nao reconhe-
eia ^?h5a0H0ffic'al' de qual1u9r "te* Soa
rJr'rC? 5as ie Pareceres legislativos sobro a
vencagao de poderes. *
ri.m !" wal* eo9'. ainda menos pode-
oreLSE!' 'nforma5oe8 Prevalecer, vialo Jue o
J da Provincia do Rio de Janel?o fox?
eJ'"S'oie e parcialmente interessada no
processo eleitoral. E' assim que o orador julga
dever responder autoridade do presidente
invocada para a solugo das dovidasi qoe apr.
Sr.
respeito.
ao?esSert?dr.b.9a..da Cunha !n88,e nas observages
nmT,0 "' falla D0 relatorio do presidente
n Ohln,C C0IDP8lenle Para informar cama-'
Sul 2ZS! S" 0JU" mucipal da Parahiba do
dente Km.""0 ne8,a parochfi' diriio ao Prcsi-
Zl- ?ei 'ue robustecen a opioio da
oa??ri.?,S-toria a eleiao da freguezia ed
e io.ab.7.Vel*" da CmmSSa 80bre esla 8lei5ao
de Minas-Geraes.
L-ae e Oca adiado por pedir a palavra o
Theophilo Ottoni, o seguiote parecer:
Foi presente a terceira commisso de pode-
res um requerimeoto em que o Dr. Manoel Joa-
quimda Silva, reclamando contra a apurago fei-
ta pela cmara municipal do Pirahy, sede do 4o
districto do Rio de Janeiro, pede lhe seja per-
miltido o ingresso nests cmara e a faculdade de O Sr T ruinn;
tomar parle na discussao da eleigo do dito dis-' tara noV I0nmfome5"i por declar queabun-
incto pelo qual elle se julga legalmente eleito.' pe edrta ThZ?a 88U colleK? deput.do
Sea concesso dalicenca impetrada depen-' actos Mr.!i.B. / em cons'dera?ao os
desse nicamente do arbitrio desta ariToo* nolM,. J2S?^5.pr0,l,hS-a do Ro de Ja-
da boa vonf.de dos merabros que compe a vos-1 vinu m ? B0S d,Veraos d8lctos da provin-
sa 3a commisso nao hesitara ella em ropor-vos voto de ir?"8.'.8 ^""V" par? a disc<"-'ao do
uma solugo na forma pedida. iZn'.Si. porvenlura algum dos diplo-
Masa commisso atteodendo: Io, que tal li-
cenga nao pode ser concedida em quanto vigorar
o precedo estatuido no art. 4o do regiment 2
mas que depositava sobre a mesa fosse approvado
pea cmara : que. por agora, mesmo para con-
> de juiz, se havia de oceupar ex-
m nenhuma disposigo regimeu^d"8. { mesmrnao'itta06^ *&* t""5**' '
pensada, alterada ou revogada no periodo das'
sessoes preparatorias de uma cmara ainda nao
constituida ; 3o. que em idnticas circumstancias
a cmara, por votago quasi unnime, denesou
em sessao de 21 de abril de 1857 igual licenga
ao Dr. Jos Aotonio de Magalhes Castro : 4, que
nao conveniente firmar-se um precedente em
sentido contrario de parecer :
t Que se nao coaceda a licenga pedida ficando
a recjamago de que trata a primeira parte da
petigo, em poder da commisso para ser devi-
damente apreciada quando se tratar da eleico
do 4 districto. *
c Sala das commissoes, 19 de abril de 1861__
A. G. Bsrbosa da CunhaJ. de AlencarLean-
dro Bezerra R. F. de Araojo Lims.
Entrando em discussao o parecer da 3a discus-
sao dos pareceres acerca da representago do Dr.
Manoel Joaquina da Silva.
0 Sr. T. Ottoni obtem a palavra a fax algumas
consideragoes. D
O Sr. presldeote ada a discussao.
O Sr. Barbosa da Conha (pela ordem] diz que
entenda, fundado nos precedente! da casa o no
regiment, se o artigo respectivo oo foi rovoga^
do, que se polla continuar na discussio. acezar
de se ter pedido a palavra contra.
resolido a levantarquestes
novas e sement a pedir explicages sobre aquel-
las que suscitassem as commissoes. Eslava cer-
to que nenhuma das commissoes de poderes del-
xana desentranhar dos autos todas as dovidas
que ah existissem.
Feitas estas coosiderages geraes, entra na qaes-
ao declarando que nao tendo tido os documen-
tos para estuda-los, esperav. que o nobre mem-
oro da commisso qoe acabara de tallar lbe des-
so algumas informages que o esclarecessem para
volar conscienciosamente. Expoe a duvida que
navis suscitado o seu collega acerca da questao.
A eleigao da freguezia da Bemposta era declara-
da oulta, segundo o parecer da commisso, por-
que se dizis haverem sido laucadas na urna ma-
gos de cdulas, e no entender da commissio es-
lava provado o fado, porque a mesa nao accede-
r as exigencias da minora para a contagem das
cdulas, na occasio em que a minora exigid
essa contagem, e nem haviam sido mencionados
3a chna'dl0"1168 d8 indT'idu08 1rfB fallaram
O orador concorda que isto uma irregulari-
dado, mas nao bastante para annullar a eficad
se acaso por qualquer modo constar da acta qu
foi o numero total dos votaotes, porque nesse ca-
so, somatados toaos os roto mencionados na i
senlou.
O orador nao se eslende sobre esse ponto para
^JStS: ^amara e "no porque co"
ta poder discutir mais tarde todas estas questes
ampia e vigorosamente.
Isso acontecer, se a maioria da cmara enten-
der que o diploma que lbe foi conferido muito le-
gtimamente pelos eleitores da corle, vale al-
gumacousa, o orador oo diz isto porque suppo-
nha que a maioria ou a respectiva commisso es-
leja prevenida contra essas eleigoes, mas por-
que em todos os corpos polticos daquella ordem
as maionas sao soberanas...
O Sr. Barbosa da Cunha pede licenga para rei-
teirar a sua emenda no caso de se considerar co-
mo substantiva do Sr. Ottoni.
do S^uSi AdiCU9,ao. rejeitou-se a emenda
ao sr. ottoni. Approvou-se o parecer em suas
conclusoes. Foram declarados depulados os Srs
Teixeira Jnior e Pereira da Silva, nao sendo o
&r, say.o por aceitar o cargo de ministro.
mSa 8m d,8C,ussao o parecer da mesma com-
"orincia0. 8leiS d 3"' dUlrC, da mes"
n. ff.' .'t0ni eclara que apezar de ter muito
que discutir sobre o procedimento do governo o
do -presiden!, da provincia do Rio de Janei'ro
na eleigao do 3. districto desia provincia. Ge, va
oil- Proraniaia que j annnncira acerca dx
eleigao do 2. districto. e nao pretenda tomar
palavra sobre o parecer que en Ira va era discus-
sao. No enlanlo, ao vir para a cmara recebera
um memorial sobre a eleigao da freguezia do
Santa Rita do Rio-Negro do collegio de CanU-
gal|o em cuja freguezia houvera duplcala do
eeigao. a cmara opina va pela annuilacoda
-sscot:.18 deianeito- peia ';s
Do memorial que leu coostava, e se anouncia.
va estar provado com os documentos"nnexs
que effectivamente era nuil, a eleico de 13 di
Janeiro, porque alm de outros motivos o jut
de paz presidente da eleigo nem eslava juJra.
mentado e julgara poder aupprir esta falta ju-
ramentando-ae parante o secretario da cmara
municipal. ,a
Pensa que tambem a primeira eleigao nao pa-
reca poder ser approvada. porque apezar de ter
a acta em que se baseou a commissio todos os
signaos externos que parecaos provar a sua lega-
hdade. nao obstante, era o propriojuiz de na*
presidente da eleico ora ua officio ao preaidl"
le da provincia quem informara que lal eleico.
uao se havia acabado, e qne retirando-se o refe-
rido juiz, a pretexto de doente, depois de feita
apurago, veio em outro dia, e arguiudo de vi-
( ) Somos informados deqaeem um dos pro-
testos inseridos na acta est mencionado o nu-
mero de vouotos qde compareceu has ires cha-
,Ti'd.?8:2.p0,rtanl0' "rifleago indicade pelo
Alustre deputado era possivel.
(d redocao.)


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IAR10 DI ffE&UMggCQ. SOBADO 25. DE. MAM M 1M1.
ciada a veta que algons mesarioa haviam feito
toavocou novamente os votaeie' pata estelse
do da 13, mas que oeste caminos, como diziam
os documentos annexos o memerisl" aneoymo
ue reeebra, depon da variai teatativas para
arrasjo de urna aova acta, rejeitadaa ditersas
Iranssccee, chegira o juis de paz a um aceordo,
coai alguos ou todos c-s neeerles, e pirspararsn
a acto qae ah appstwis
Em taes cireumstaneias lhe pareca que urna e
otra eleicao deviam ser rejeitada, mas que nao
lea do examinado os nuraereee* doeinoantosque
estavam juntes-ao memorial, liada se aninsava a
ppoper, roas julgava de seu) d**r*r- da ludo dar
conheci ment ca8tev-rj>*v>dodo,docuof ti-
tos I mesa-, porque sea tfsnftntssse jnlgeeso qae
as novas informagesf podiarn infirmar as cooclu-
des do parecer, poderla propr o adiamanto- da
eleijo de Santa Rita, quo alies em nada preju-
4kava eteicao geral do varelo.
Em seguida Qzeram diversas observages sobre
e objecto os Sr. Aleocar, T. Ottooi e Paulino, e
final posto votos O perecer foi approvado.
Fatlaraea lambem em seguida os Srs. Paulino
Alencar, que sustentaran o parecer.
Di-se por discutido-a parecer que posto a vo-
tos approrado em todas as cuas cvncluaoes, seo-
do regeilada a emenda do Sr. T. Ottoni.
Eoi conaequenci o Sr. presidente declara de-
Sutaeos pelo referido districto oa Srs. Jeronyme
os Teiieira Juntar e Joo Manuel Pereira da
"Silva.
Entra depois esa discusso o pareeer da mesa
ccmraisso de poderes' sobre os fcicoes do 2o
districto da provincia do Rio de Janeiro (presen-
tado em sessae dohootem.
Encerrada a discusso, posto a votos e appro-
Tsdo eco tudas as-stias ronclusoes.
O Sr. presidente declara depulados pele rete-
jido distlicte aos Srs. Joo de Alrceida Pereira
Filho, Paulino Jos Soares de Souza e Luis Pe-
reira doCouto Ferraz.
Sr. presidente d para ordera do dia : dis-
cusso do parecer adiado sobre -a rupreseotago
do Dr. Manuel Joaquim da Silva. Contiouaco
dos trabalhos das sesses preparatorias
JLeranta-se a sessao as 3 horas da tarde.
PERNAMBUCO.
ASSEMBtEA LEGISLATIVA
YlRGlft.
PRO-
SESSAO EM 23 DE MAIO DE 1861.
Presidencia do Sr. bardo de Vera-Crut.
( C o n el us o )
ORDhM DO DIA.
Entra em primeira discusso o projecto n. 24
dcsie anuo que concede Francisco Cavalcanli
"2,500 re, por cabeca do gado vacum consumido
do n uuicipio de Recife e Goianna, o abale de
"25 por cenle sobre o preso letal da arremataba
que elle fez do mencionado imposto no trienoio
de 1857 a 1860.^
O Sr. Pena declara que sendo asstgnalario do
projecto retira a sua assgnalura, e que mesoio
volar contra elle, porquanto parcce-lhe hoje
que semelhante favor nao se pode fazer a esse
arrematante, em vista da penuria dos cofres da
.provincia.
O Sr. Gilirana :Sr. presidente, quando ouco
na casa urna voz geral de que o estado de finan-
ca da provir ca nao liscngeiro, e nao posso
pela maneira franca porque coirem esses boatos,
e exames que teoho feito nos diversos ornamentos
de receita e balangos de despeza da provincia
deixar de os ler como reaes, admira-me que tra-
tando-se de um projecto que d urna concesso,
ou um abale que importa em sommas avuliadas,
a casa procure silenciosa vnta-lo. Eu pois le-
vanto-me para provocara discusso, e pedir que
fe declare se o peticionario lem ou nao juslica
bo que pede...
O Sr. Lucena :Jnstica nao pode ter.
O Sr. Gilirana:Eslou fallando em hypo-
these.
O Sr. Lucena :Nao ha hypothese possivel.
O Sr. (jitirana .-Quero saber se ao menos ha
equidade pela qual deva ou possa o peticionario
ser attendido por esta casa, embora se reeonheca
que o estado dos cofres nao permute presente-
mente esse favor. Isto raesmo, me parece, deve
ser esclarecido com a discusso...
. Um Sr. depulado :J o foi com a discusso
iavida o auno passado sobre esse mesmo ob-
ecto.
O Sr. Gilirana :Da discusso de que falla o
sobre depulado nao vi senSo motivos para a casa
v>tr como volou eru favor do peticionario, mas
hoje que mililam essas mesmas razdes nao sei
Como ella poder;'* vutir de modo diTereote. En-
tretanto como existe a grave circuraslaneia do
estado dos cofres pblicos, que nao comportan),
como o favor que se pede, como que se quer
em discusso votar este projecto ; sem mesmo
procurarmos harmonisar os actos da casa hoje,
com os de oulr'ora, se subsislem os mesmos mo-
tivos, que oulr'ora acerca desta pretenco?!
^Declaro, Sr. presidente, que o meu discurso
nao para oulro firu seno para provocar a dis-
cusso, e ver se por ella se esclarece o que ha de
equidade ou de jutiga oa pretenco do peticiona-
rio, aura de que assim se justifiquen) os nossos
votos quaesquer que sejam.
Sei, Sr. Presidente, que a Ihesouraria nao foi
contraria a preteneso do peticionario, sei tam-
bem.que se elle nao conseguo realisar sua pre-
tenco foi porque a presidencia recusou fazer ef-
ecluar a autonsata qte lbe foi dada netta casa
para conceder tal abale ; ora, do parecer da Ihe-
souraria, da discusso havida na casa o anno pes-
iado, de ludo isto sou forcado a crer que se nao
juslica ao menos minia equidade existe na
me dida que o projecto em discusso prope;
mas, embora tudo isso, eu desejo a discnsso,
porque preciso ver toda a justica, toda a equi-
dade plenamente reconhecida, e assim dar o meu
voto conscienciosaraenle lendo sempre mais em
? islas os interessesda provincia, que os do peti-
cionario. Declaro entretanto que este meu zelo
pelos interessesda provincia nao chegar a pon-
to de me levar a fazer urna injustica a quera li-
ver direilo de exigir o contrario.
Senhores, se verdade que a provincia nao
pode actualmente fazer abates daordemdoque
ee solicita, pelo estado da deficiencia dos cofres
pblicos, isto nao autorisa a negar-se urna me-
dida que assente em jusliga, quero dizer, nao
possivel que diaote d consideraco dessa ordem
esta casa recuse a um acto de Justina a quem a
xnereca porque seolharmos para a provincia ve-
remos que ella tem elementos de prosperidades
que nao nos permilte-esmorecer ; veremos at
que se o seu presente pouco favorarel o seu
futuro muilo lisongelro ; precisamos apenas dos
meios de desenvolve-los....
Um Sr deputado:E esse meio concede-
rem-se abates de dezenas e dezenas de contos
de res!
O Sr. Gilirana :Eu nao disse semelhante cou-
*a, a rainha conclusao outra, o meu pensa-
tnento que se nao podem os cofres pblicos
Aupportar boje essa despeza p.or se acbarem ex-
haustos, se essa despeza 6 de juslica, nao negue-
mos essa justica, procuremos sim um meio de
Conciliar o estado dos cofres com a justica da
parte....
(Ha um aparte.)
O Sr. Gilirana:Ja disse que deviamos for-
mular o nosso voto a vista da discusso que ep-
parecesse na Casa sobro este projecto, mas eomo
ella o8o appareceu, enlendo que devenios rece-
be-lo como se acha concebido mostrando assim
coherencia em nossos actos. Feitas estas coosi-
deracoes sen lo-roe.
Vozes;Votos votos !
OSr. Reg Barros pede explicaQoes sobre ooc-
Carrido a rospeito de urna medidalgual votada pela
-casa o anno passad se ella foi ou nao sanecio-
nada pela pfeaidencia.e se oio foi sanccionada.se
uardaram-ge os Iramites proscriptos pela consti-
luico.
Termina declarando, que como lhe asseveram
em apartes, que apenas o que houve foi o presi-
dente nSo osar de roa autorisac.o que lhe deu
a casa para conceder est abale, nada mais dir
sobre a materia.
O Sr. Livino- :p"r. presidente, nao ped a pa-
lavra para iustrflcaf jtSJiclo ota discusso, mas
pera justificar mea reto e a minha sssigoatura
*st projecto.
Disee, Sr. pregidente, qiie nao para joaliBcar
yrojaer p^a^e n be que o tirewe astgoa-
quem tem os docomtotoi qoe provam a jasile*
^t**.M1>t o peUcionario. e mesmo nao eatou
ufflcienteniente habilitado jusliflear o que U>-
?* aS e8t*a encarregados de fazer.
yuinao o ano pissaifoapreienioo-ielneiU
caa um projecto idntico te, eu paz as m-
nbaa dvidam dar-lhe CK'UM ,0to, porque oio
conhecendo esse indivi(iUOi &< sabia -se elle
realmente haaia soffri ^0 a pr(}a que allegar*,
mas tendo varias periW88 d9 eonsideraco, mui-
tos das quaes memb,fos tAti CiBa) m esclareci-
do e mostrado quf, WM individuo lioha perdido
que ata d ju%tic* ov equilalife o que pedia,
eu cooclur afta *1 por prestar o meu voto paYa o
abaiav
Ora sab. casa ew tende este projecto sido
approvado, o ediro passado e* $ dirousse; so-
bidei-* constderoco dw presidente da provincia
parador saoccKHaar, e nao tendo elle concedido o
favor'que lite fe i dewado ao seu arbitrio, apre-
snttndo-sc wftta cata um projecto ideiitieV, sw
cautradi^e parece-me que nao devia deiar de
ser approvado, porque eoieodo que os deparados
i que por -esaa idea votaram o anno passado esto I
na obr^racao de votar boje.
Um Sr. deputado :B o principio de tapitntia
ttt mwtre conlium nao'justificar qem nao
quizer votar hoje ?
O Sr. Livino :S>e o projecto o anne passado
era de juslica, este anno anda o deve ser, a jus-
tica- sempre a meema em lodosos tempos.
Eu votei pof esse projecto o anco passado,
porque entend que era de justica essa preleu-
ge, e votarei ainda este auno, porque entendo
que o fado dn presidente nao haver saoccionado
nao faz mudar a juslica que ass'rste ao peticio-
nario.
(fia um aparte).
U Sr. Livino :Se o projecto era injusto e a
assembla volou favor deile-, cnlie deixou de
ser essa corporac.o conscieocioa e justa, que
s deve votar com calma e rectido [aparlesl :
esta a consequencia,
Eu pois, Sr. presidente, usando da paUvra
apenes precoro justificar o meu voto pela mauei-
ra por qae o tenho feito ; e se nio justifico o
projecto pelo motivo j declarado de me falta-
rom os documealos respectivos.
Julga-se a materia discutida.
O Sr. Tbeodoro da Silva requr qae a votaco
seja nominal, e logo depois rera o seu requeri-
meoto.
O |Sr. Oliveira Andrade pede quo a volajo se-
ja nominal.
Entrando em discusso esle reqderimento
sem debate regeitado.
O projecto posto votas regeitado.
O Sr. Maritns Pereira requer qae se declare
na acta ter volado contra o projecto.
Contina a discusso do ari. 12 do orcamento
provincial.
O Sr. Souza Reis : (Nao devolveu seu dis-
curso.)
O Sr. Nascimenlo Porteila :(Nao devolveu
sea discurso.)
Encerrada a discusso, o artigo posto a votos
e approvado.
Ait, 13. Com a repartico :
1. Empregados........... 22:320^000
2. Expediente e aceio da
casa........................... 2:116S000
tem muita razio quando impugno *e domis
emendas.
O Sr. Souza Reis :Eu tou satisfazer ao nobre
deputado.
O Sr. Reg Barros: Bm, cerno espare pete
ioformacoea do nobre deputado, que creio me
hio de satisfazer, nada mais direi.
O Sr. Theodoro Silva :(Nio devolveu sea d-
eerso.)
O Sr. Sooii lleia, Ai que te os aoferes colle-
ga, que Ifre t*Am exptieaedes se satisfazenj
Com as que promarte dar na3* dietfavsfto, ceded*
palivra, oera satisfazer o desejo ojee a casa a*a-
nifesta de foiar.
Encerrarse a discusso, e posto i votos o arti-
go approvado com as emendas doeSn. Franeta-
co Pedro, Joo Cervalcanti, Martina Pereira, re-
culadas todas as dentis.
Entra em discusso o art. 15.
jot. 15: tJfdeTriars" d" aamriF
'dor............................ 1:8009000
Nao havendo casa tica a discusso adiada.
O Sr. Presidente desigoa a ordem do dia e le-
vanta a sessao.
r&ri&K,
des virtuosos capuchiohos
e que delle pode conse-
dies, e o arrependimento pelo
qae o levara a tentar contra a
REUNIO EM -2 DE MAIO DE 1861.
Presidencia de Sr. bario de Vera- Crux.
Ao meio dia, feit a chamada, veriuca-se nio
baver nuaiero legal de Srs. deputadaS para a as-
sembla funecionar.
O gr. presidente declara nao haver sessao e
dissolve a reunio.
E' approrado sem debate.
Arl. 14. Com as obras :
l. Estradas do norte e do
Pao u'rtlho, na couformidade do
art. 49 desla lei................
2. Cal;amento da cidade
do Recife, oa conformidade do
artigo 50 dcsta lei, sendo......
30.(J(JOUO para se ralcarem as
ras do Sebo e da Tre'mpe at
encontrar a do Mondego : repa-
ros e conservado, inclusive
29:000SCOO para subsiituirem-se
por pon es de ferro as que ac-
tualmente existem na ra da
Aurora prxima fuodieso do
Starr e sobre e rio Pirapama
as contra aguas................
3." Estados graphicos, sen-
do 12:0009000 especialmente ap-
plicadus tiiangulacao da pro-
vincia ..........................
4." Obras das mttrizes, sen-
do I6.OOO5OOO, especiaimeole
applicados da malriz de S. Jo-
s da cioarte do Recife..........
5. Obra do Gymmsio......
2*:4363000
111. OOO9OOO
179:0flOO0O
15:000*000
20:000g000
20:000000
mesa
345:0005800
e apoiam-se as seguintes emen-
REVISTA DIARIA.
Enlre os actos legislativos apreseotados ha
quatrodias sancejo presidencial, acha-seoque
concede um privilegio por 20 anns para a en-
corporac.ao de urna companhia de canos, contie-
ndes porcarros de praga. Nos que havemos
dito alguma cousa em favor dessa empreza, quan-
do se discuta na assernbta provincial, nao po-
demos furtar-oos ao dever de acompachar a sua
marcha, e me*ino pracurar dissolver algumas du-
vidas que, nos dizem, se devera suscitar ne fazi-
raento do contrato, e vem ser ellas: Ia o direi-
to salvo aos actuaes proprietarios de cocheiras.
de terem, em seus esiabelecimentos, carros
promptos para fAerem o mesmo serrico que aos
privilegiados incumbido como e quando lhs
aprover: 2o o direite igualmente salvo de faze-
rem passeiar pelas ras e pravas da cidade carros
de todas as cualidades, com o lirn de tomaren e
conduzirem passageiros de urnas para outras loca-
lidades; 3o o estabelecimente desde j, em di-
versas ras e pravas, de carros de praca, ctmo
que para crearem os acluaes proprietarios de co-
cheiras um direilo continuaren], quando os
privilegiados encetarem seu trabalho.
O privilegio exliague a concurrencia no urao
de industria que elle coocedido, e nestecaso
se acham as actuaes cocheiras, depois da coacea-
so da assembla ; era de ouira forma po lia is-
to ter lugar, por que sendo perraitlido aoscochei-
ros terna, carros preparados dentro deseos eslt-
belecimeoto?, seria criar em vea de oito pracas
de carros 40 ou 50, contra as quaes eo poderia
lutar companhia que se eocorporar ; alm de
atoa*
_
vachfvee doas cartas escriptaa dous
amigos, com data de 21 ; as qnaea explicara a
dansa de Mt ertreeia reaolucaa, apar do trdn*
sompte 4tmmf commercial, de amor paterno e
do sentlMente retlfioso.
Una eeiastrcphe tio impensada, sepel ana
familia 00 datado de mainr consternaeio possivel,
e abre entre os seus concidades especo em
tentimento doleveae pelo desappareeimento de
em pai extremte, de um amigo dedicado, de usa
Ramera verdadeiremeole bom, qee assim qaa-
lificado por todos, eo pelo fasto de haver raor-
rMo, mas porque conquistara ste qoalificativo
porsnas qualidades pessoaes. ___
h eotrstgnand'a s trttet Jsta dolfa emergen-
cia, nao podemos deixar de aproveitar a occasio
para offercer os nossos pesamos ao ftlho queri-
do, coj eora;o sangra de dr pef um motivo to
justo.
Amigo particular como somos do Sr. Dr. Buar-
qee, nio podanos sopitar esta expaneio dos nos-
sos sentirnentos enfpresenca da dr que o alfli-
ge, da perda que solTreu, da ausencia a que se
achara Condemnado d'ora avante, e que s ter
por lenitivo esse aroma de honradez proverbial,
que sempre se insinuar em suas filiaes recor-
daces.
N sessao da assembla- provincial de 23 foi
regeitado em 1* discussio o projecto n. 24 deste
anno, que conceda um abate aos arrematantes
do imposto de 2$500 sobre gado vaecura, desto
municipio do Recife, ao trienoio passado.
Informam-nes que para os Bairros Baixos
hs urna tasea, em qae dio-so barulhos efectiva-
mente nejo emprestimo qae muitos dos freguezes
fazem Apatrida. Convm portanto qoe isto seja
verificado, e sendo exacto, d-se providencia,
que acautele algum crirae, que possa ter lugar
pela embriaguez reinante all.
Foram recolhidos casa dedetencio no dia
23 do correte 7 homens e i mulher ; 7 livres e
1 escravo ; a ordem do Dr. chefe de polica 5, in-
clusive o africano de nome Gatraio, escravo do
Manuel Martins ; a ordem do subdelegado do Re-
cife 1 ; i ordom do da Capunga 2.
Passageiros da barca nacional Castro III,
sabida para o Rio de Janeiro :Victorino da Sil-
va Leito. Luiza Francisca des Santos, Eloy Fran-
cisco de Campos, Fernando, preto liberto e 6 es-
cravos a entregar.
MOUTAUIIADE DO DIA 2*.
Manoel Buarque de Macedo Lima, Alagos, 51 au-
nes, casado, Afogades} entoxicaco.
Domingos Francisco da Silva Braga, Portugal, 22
sones, soltciro, Bca-Visla; phtysica syphh-
tica.
Diniz, Pernambuco, 34 annos, solteiro, escravo,
34 aonss, S. Jos ; congrsto pulmonar.
Francisco. frica, 40 annos, solteiro. Boa-Vista ;
phtysica.
Maria, Pernambuco, 1 da, Boa-Visla ; espasmo.
Fraocelina Alaria da Canceico, Santo Amaro de
Jaboatio, 19 annos, solteira, Boa-Vista ; tubr-
culos pulmonares.
Lucas, frica, 50 annos, solteiro, escravo, Boa-
sado, Recife ; tubrculos pulmonares.
"*^aasaaasaasaBMi|aa>aj^4^aaaa.wa^*iiiappataK^arte^aaBBaaaBta^aa^aaaaiiaai^M
DIARIO DE PERNAMBUCO-
Reforma clcitoral, Eleicao
directa
Vo
das:
Ao ait. 14. Diga-se tres contos de riscora os
concertos e reparos do ac,ude doOuricury, predio
provincial:
S. R,Francisco Pedro.Mello Reg.
a Ao art. 14 4. :Depois das palavrs ci-
dade do Recite, accrescente-sesendo um cont
de ris para continuado das obras do recolhi-
menlo do Santiisimo Coraco de Jess de Igua-
rass.
a S. R.J. Cavalcanti.Salazar Moscoso.a
Ao art. 14 iccrescente-se :Ccfti urna casa de
cmara que sirva igualmente decadeia na villa
de Cabrob, irts contos do ris. .Livino de
Barros*
Ao2 do art. 14.
Com a casa da radeia de Serinhem, dous
contos de ris.
S. R.J. J. de Souza Leo.
Ao art. 14. Para os reparos da matriz de
Flores, um cont de ris.Margal.
Emenda ao arl. 14.
Ficando o presidente autorisado a mandar
continuar a rawilicacao da estrada do sul junio
as oflicinas da estradade ferro.
S. R.Reg Barros.
Pica o governo autorisado contratar com
Joo Hypolito de Meira Lima o rebaixamento das
ladeiras do Timb, Tapera e Tamoat-merirn, na
estrada da Victoria, pelo prego por que fra or-
eado o dito servido pela repartico competente.
S. R.Luiz Felippfi)
Emenda substitutiva.
Art. 14 3o.
Estudos graphicos, ficando em viger as dispo-
si^oes dssleis anteriores, que manda proceder as
oecessarias para a mudanza do leito do rio Boni-
to Grande e o dessguamenio do ura dos bracos do
rio Taquara no rio Una prximo a povoaco do
Altlnho.S. R.Martins Pereira.
Ao final do 1 arl. 14 acrescente-senao sen-
do approvado as alteracoes feitas pela presidencia
ao contrato Mamede.Theodoro da Silva.
O Sr. Francisco Pedro, justifica a sua emenda.
O Sr. Souza Reis, combate as emendas e sus-
tenta as emendas do projecto.
O Sr. Reg Barros : Acabei de ouvir o meu
Ilustre collega merabro da coramisso de fazen-
da e ornamento, o nao posso deixar d louvar o
ulerease que elle toma pelos cofres pblicos, a
boa applicaco que quer dar s rendas da provin-
cia ; mas nesse mesmo artigo em qae o nobre
deputado pede 345 contos de ris, eu entendo que
podem ser incluidas algumas obras que lambem
ha lodo o interesse em que sejam feitas. Nesta
conformidade eu apresentei urna emenda, que
autorisa o presidente da provincia a mandar con-
linar a ramificado da estrada do sul, isto a
que parte da villa do Cabo e segu para o centro,
porque est em um lugar margem da estaco,
de forma que para o lado esqaerdo se nio pod
andar, porque Acara os edificios e casas, accres-
eendo que existe ahi o rio que neste lempo in-
transilavel e os cavalleiros e homens que Irazem
sitas cargas nao podem passar, sendo que militas
vezes tenbo visto os cavalleiros que veem esco-
teiros apeiarem e mandarem puchar seus caval-
los, muitaa vezes com risco, porque nem sempre
se l'vram dos atoleiros.
Um Sr. Deputado :Hontem e hoje, nio se pou-
de passar porque o rio est de nado.
O Sr. Reg Barros : Muitas vezes vi o son
passado algumas peesoas apearem-se, e ao de-
pois era preciso pedir auxilio para tirrem os ca-
vailot.
Um Sr. Depulado :*-Faria malor s;rio se pe-
dase ao gorerno para obrigar a companhia a fa-
zer essa obra que lhe perleoce.
O Sr. Reg Barroa: Eu nio sei, peco provi-
dencies, e se cosspate companhia fazer isso, o
gorereo qae a obrigae.
Gomo tambera o mea nobroeollega se oio tem
negado a dar as explicaedes que lhe sao pedidas,
eu osejava envilo sobre o 1* que consigna a
verba delllrtOOf para as estradaa do norte e Pao
d'Albo. Desejo saber te isto um aeerescimo ao
con trato, ae ere naver augmento de deepeza. Se
asna agora que seftem dito qae preciso eco-
nessisar, que a provincia ni* pode satisfazer seas
eompromissos, nio leas podido pegar as primei-
ras prestaces deste contrato, como faaerem-se
na dertesas ? Creio que isto ole ama des-
pesa de 10 ea 19 sontos, lento nafa quaoto creio
que a commissie quer ponte de ferro.
Anda pea ostia parte me acbo em embara-
ce, s qser-aee pareeer qne o ndbrf deputado alo
que os carrosa passeiarem pelas ras e pragas Visi iv.rrho
obteriaro os passageiros que houressero, impossi- ,.,.' oyarrnea.
bililando os privilegiados de exercerem o direilo |Msri" ,0fl1".,a d" Ref8 p'"'. Pernambuco, 22
que Ihes concedeu o privilegio. .anDos, solteira, Recife ; l^berculos pulmonares.
A companhia de carros de pra5a deve eropre- Isldo.ro F-reT? deJ.esus-. P'Hogal. 67 anoos. ca-
gar para encelar seus trabalhos quantia nunca
menor de 120 150 cootos de ris, oa compra de
40 C3rros, como determina a lei, e cavallos pre-
cisos, assim como com a vioda de operarios ne-
cessarios, e fuodaeo dos diversos esiabelecimen-
tos iodispensaveis emprezas desla ordem. On-
de haveria urna garanta para seus associados,
quando tem de lutar com 40 cocheiras j monta-
das e as quaes nenhum mal faz a perda de 10 ou I V
12 contos de rw, do prejuizo pela baixa des pre- i Chegamos finalmente ao ponto mais espinheso
ges nos transpones, com tanto que assim nullifl-da questo. ao processo operatorio, lei pela
que-se o privilegio? qual se ha de converler essa actual eleicao indi-
Acamara municipal oio pode absolutamente tecla ensanguentada e desmeralsadora em elei-
conceder liceuca. as circumslancias presentes, o directa censuara, qae pooha termo lanos
lerreres.
Fcil e bem fcil a tarefa dos que propdem
eformas, emquaoto sao mwros crticos do que
'liste, parlicularmeole quando o que se critica
o manifestamente mu, como a eleigo indirec-
a no Brasil.
Bem facis eram porera as eloquentes criticas
e Rousseau coulra a organisa;o social do seu
empo, mas quando da critica passou reforma,
lahiu na ideologa plMonlca, ioaplicavel, equa-
i ridicula do celebre contrato social, cujas ideas
ransferidaspara o projecto de consliiuicso, que
l\e peJiram dos Estados-Unidos, foram julgadas
pilo bm senso, e razio pratica da raes aoglo-
skovi, como outras tantas utopias ioefilcazes,
o inspicaveis ao governo dos homens.
Beafaceis eram tambera as criticas demasa-
dmete satyricss e exageradas dos encyclope-
disUssontra os abusos do clero, mas elles e seus
disciplos passarara d'ahi perseguido, e i ex-
tincgh do culto, e um delles, o famoso Robes-
pirele sanguinaria me&orid nao enconlrou meio
de norma mais racional do que personificar a
dividade na densa da razo representada por
uma?rosit(uia de Pars.
Aliscordia dos inleresses, e o antagonismo
dos (Testos oas sociedades humanas fundadas~no
casnento e no direilo de propriedade foi admi-
ravanente provado pelo celebre Foturier, mas
qmdo de critico passou creador, sahiu-se com
o se phalasihero, utopia em que o ridiculo e o
impsiivel se acham de mos dadas.
Uhoeraann foi admiravel na dialctica, e na
robita vehemencia da linguagem, emquanlo
conlateu o hyppocralismo, mas assim que do pa-
pel e crilieo passou ao de inventer, veio com os
inllitamonte pequeos, e avangou o tremendo
partoxo que as forcas da materia estavam na ra-
zohversa da sua quanlidade.
J> o leitor que nos nao fazemos illuses,
oenignoramos lotalmenleos escolhos, que vo
parado ordinario os reformadores.
Naquesto, em que nos erapeuhmos, suppos-
to n tenha ella o alcance das reformas aponta-
das, (istem realmente difllculdades de ardua so-
luQceor causa da forma, ou para melhor dizer,
dos dfeitos do nosso systema de imposto?, e de
outratoodicoes sociaes, em que nos echamos.
Tantosto verdade, que em nosso fraco enten-
der nehuma das leis eleitoraes das nages que
adpiaioi a eleicao directa, ceositaria % limita-
da, se de adoptar s circunstancias do nosso
paiz. Dssts leis s pocemos extrahir o espirito,
a intenso benfica, porm os meios prlicos de
encarna,tsse espirito, e essa inteugao benfica
entre n, i forcusu que nos mesmos os adiemos,
os desculrinos, os inventemos.
Nao u'ui artigo de jornal qae nos, nem tai-
vez cdadounais habis e mais habilitados, po-
deriamos ten presump^o de ponderar por todos
os lados as dculdades da queslo, e de chegar
melhor soigo possivel do intrincado pro-
blema.
S a mais i lima, e desioteressada convieco
da necessdat, em que nos acharaos, de adoptar
a eleicao dirda, nos levarla ao desejp de facili-
tar essa dilBi solucao, juntando, maneira dos
pedreiros, ahns maleriaes, de que possam ser-
vir-se os fufos architectos, e que vio mostran-
do ao leitor rasalo, e verdadeiramente patriota,
que possiv cooslruir-se com elles o magnilico
edificio da eicio directa, nico, onde ainda pe-
der abrigare a prosperidade do Brasil.
Sendo a Focsa naci, onlo as formas elei-
toraes lem sb mais claramente definidas, ser a
sua legisla5aem relago nossa these o nosso
ponto de pama. Esta na;o parece destinada
preceder as tras no bem e[no mal.
Observoratem primeiro lugar que em Franca
nunca houveleiges indirectas, como as nossas,
nao s porquesse processo irracional, mas tam-
bera porqus legisladores fraocezes nio ignora-
vam as terriiis coosequencias, que aemelhanle
systema bavi de produzir em Franja.
Tendo, poi sido sempre directa a eleicao em
Franca, os paidos s Um questionado para sa-
ber se deve s- universal, sem coadi^io de cen-
so, nem de ilelligencis, ou sensiiaria e limi-
tada.
Ambos os aslemas tem fuoccionado em Fran-
ca muitos anos, e por isso poderemos julgar da
sua bOodade ilativa pelos seus effeitos.
Desde 1792 t 1815 a eleicao foi universal,
sem condico >e censo, sem de inlolligeneia.
Ninguem ignoo que esa universalidad* elei-
toral prodmiu Franca. Deo-lhe ella em pri-
meiro logar a berrenda anarchia capitaneada por
monslros ferozes laes come Danton, Robespire,
e Uaral, e depoUde alagadi em sangue, e ia-
mersa em mortifa miseria, deu-lhe o despotis-
mo militar, 4 qne o voto itversal se agarren,
eomo ao doico oitiode aal'ar o paiz da peior
das desgranas sociaes da anirchia.
Verdadeiramente dirante te primeiro perio-
do do reinado do vota uoivjrsal 10 houve ea
Fringa um gorerno, c goveoo do despotismo,
qoem quer que seja, para tercarros de praga,
visto como seria exhorbitar de auas atlribuiges,
delerminando era seniido contrario quelle legis-
lado pela asembla provincial principalmente an-
tes que a lei seja sanecionada, e que os privilegia-
dos resignem o privilegio.
Como sabido ha oa lei a condico de quo,
abandonando os privilegiados a execueso do tra-
balho de que se incumbirem, em qualquer po-
ca, ficam sujeitos i urna multa do lU'-OOOg ; como,
pois, impr penas estas e aquelles permiltir-
Ihes o nullificarem o privilegio, azeudo correr
as ras da cidade carros, pregos semelhaotes
inferiores, aos fixos pela companhia, impelliodo
os privilegiados abandonarem o privilegio?
Era lodos os paites ciilisados ha dous servi-
gos bem distinctos que os .'rancezes chamam
Carros de remisee canos de praga,cada um
delles nao podendo fazer o servigo do outro se-
no em certas e determinadas occasies e 4 pre-
cos mu diversos. Os primeiros sao carros quo
apenis podem ser alugados por mez, semana, dia.
meio e quarto de dia, mas nunca hora nem
carreira, como os segundos, e mesmo por prego
convencienado pelas partes previamente.
Ninguem ha que ignore que, em um clima como
o nosso os carros de praga, que devem viver ex-
postos s intemperies daseslages, se damnifi-
carn mais rpidamente do que aquelles que se
acharem sob coberta e resguardados do sol e da
chuva. Aioda mais os cavallos que- passam o
dia e parte da noite arreiados e atados aos varaes
de um carro, nao podem ter o mesmo (ratamen-
to qne aquelles que se acham em suas cocheiras,
livres do peto dos arreios, e que podera comer e
beber mais folgadamente do que os que esto
o'uma praga ou ra, e que, em numero limitado
como devem ser nos primeiros mezes, sero obri-
gados quasi que nao lcarem nem um minuto
parados.
Admira que haja quem procure Iludir a boa f
de alguem, fim de se nao realizar semelhante
idea to til populago, e de que tanto se re-
senta a nossa cidide, sujeita as exigencias bru-
tees de meia duzia de monopolisadores, que se
lcupletavam com os enormes pregos, por quo
alugavam seus carros.
Cremos que nao se querer admitlir a nullifl-
cago do privilegio, sopor que isso pode daraui-
fiaar os inleresses de 30 cocheiros. Nao estar,
porventura, cima do inlereSse particular, o ge-
ral da populago? Por cerlo que sim ; logo, des-
preze-se a opinio daquelles que, s procurando
seu intoresse ou o de seus protegidos, olvidara e
calcara aos peso geral da nossa cidade.
Nao novo o actual privilegio, por queja no
Rio houve a concesso de dous: um para os
caps e outro para os carros chamados andori-
nhas, com restrieges taes como as pedidas ac-
tualmente para os carros de praga.
Nem e diga que le semelhante j foi regeila-
da pelo conselho de estado por qae nao mililam
contra esta companhia as mesmas circunstan-
cias que na da Baha. Ali a assembla exorbitou
de suas altribuiges, confeccionando urna lei com
todas as coudiges pro e contra para o contrato,
de sorte que o presidente da provincia, aps
sanecionar a le, tornou-se procurador da assem-
bla, incumbido de assignar o contrato; e aqui
derara-se apenas algumas bases para a confecgo
do contrato.
E' verdade qae no Para existem carros de pra-
ga, cora pregos fixos e determinados, sem privi-
legio e companhia, o que at hoje nao se pode
conseguir ntrenos.ou por que a nossa cmara
municipal ha negligenciado esse ramo de suasat-
tnbuigoes, ou por que nao conviesse aos interes-
ses dos nossos Cocheiros urna tal creago ; mas,
por que ali assim se pratica, segue-se que nio se
possi conceder um privilegio enlre nos, para a
incorporado de urna companhia que >ae exercer
ama iodustria nova.
D'onde nasce o direilo deque se jujgam esbu-
lhados os actuaes proprietarios ? Do deleixo em
que se ha deixado o interesse geral da populago.
da rotina velha damnificante desse interesse,
em banetlcio dos donos de carros. E poder
continuar haver direito quando urna lei o ex-
tingue, eu quando se prove que isso que se
chama direito nao mais do que urna usurpa-
go ? na verdade ninguem o dir.
No dia 23 do corrente suecumbio victima
da teneno, que se propinara a si proprlotTSr
Hanol Buarque de Macdo Lima, um dos Dossos
mais respailareis Compatriotas e amigo I
Arrastrado pelo sentimento da honra que pre-
dominara em sois aeges, vendo-ae sob a pres-
so dacrise commercial, que affecta a nossa prs-
ga actualmente, queja tem feilo varias victimas,
e que talrez nio pare ahi, o Sr. Buarque cedeo s
leotages da razio alucinada, e por obra das 5
beraa da manbia do dia referido lomoa urna
[rande porgio de arsnico misturado cOm flor de
arda, rinde a fallecer pelas 10 1/2 horas apetar
dos esforgoa feitos para rouba-io i morte lie
cruel, esforeoa empregados quer pelo filho eslre-
com a differenca que durante a chamada primei-
ra repblica foi elle exercido entre continuas con-
vulsoes sociaes por monslros abominareis, cuja
memoria ser eternamente execrada, e durante o
primeiro Imperio um capitio illuatre exerceu des-
potismo illustrado e glorioso. Apoiado nesse des-
pAga>0' "occie-nado pelo voto universal, qulz e
tde esse capitio Ilustre representar o papel de
aeree, maneira se Aleaandre, de Cesar e de
Canos Magno, sacrificando a Franga e seas he-
roicos exercitosesM ambicio loucs, para dei-
xar a Franga afina! mais peqsena de qae a tinha
deixado o re martyr, quando subi ao patibule,
e mais humilhadado que nunca lioha sido tt
remado algum dos seas ciwoeota Unios *o-
narebas.
Eis-ahi o saldo qae o voto universal deisoo
Franga neste primeiro periodo do sea reinado.
Principiou em Franca o segundo periodo do
voto universal em im, a coao ainda dura, na-
da podemos dizer dos resultadoa finaes, que elle
dar.
E' cerlo, porm, que o primeiro effelto da sua
resurreicio em Franga foi a tremenda caraiflei-
na da grande batalha travada durante trea das
entre a plebe e o exercito, da qual dizem qae se
occulira o numero dos morios por exceder cem
mil, eotre elles muitos generis, innmeros offl-
ciaes, e o veneravel arcebispo de Paris.
Felizmente o sobrioho do soldado-heroe, que
nos flns do secuto passado salvara a Franga das
garras da anarchia, assumiu logo a dictadura, e
voto universal prochmou-o imperador, quasi
sera discrepancia, porque o instincto da conser-
vagao mala forte do que as theorias dos dema-
gogos, e as utopias dos socialistas, e a Franca
preferlu o absolutismo illustrado de um principe
aos horrores de coolinuas guerras civls.
Gragas ao lino poltico de Napoleo III, e sua
ranssima sagacidade diplomtica, a Franga couso-
guiu al agora a tranquiliidade publica, e esta
lhe lem dado espantosa prosperidade, reassumia-
do assim a influencia, que sempre leve direito
nos negocios do mundo. Como conseguiu, porm
a Franga esses beoj? a' custa da liberdade pol-
tica, qual foi quasi totalmente sacrificada pelo
voto universal com facilidade e indiflerenca in-
criveis. *
Eis-ahi, pois, os irados al hoje conhecidos do
voto universal em Franga, despotismo ou anar-
cnia.
Certamenle nao sao muilo para invejar seme-
lhaotes resultados. Estamos, porm, convencidos,
que, dada a hypothese de so realisar entre nos a
eleigao directa e censilaria, os futuros aspiran-
tes influencia indebita, os fuluros demagogos,
ou charletes_ polticos, ho de fundar em decla-
rares oratoria?, mais ou menos incendiarias
favor de vol universal a esperanga de realisa-
rem suas espirages. Lembre-se o leitor, que
viver nesss 6pos, desta nossa fcil prophecia,
pois as ligoesda hislona, mesmo da historia con-
tempornea, nada influem no animo de ambicio-
sos corruptos, cujos coragess balem pelos seus
inleresses, e nunca pelos da patria.
Se, pois, o voto fosse universal na nossa futura
eleigao directa, em vez de melhorar, peioraria-
mos muiio, e nesse caso antes flear, como esli-
los, e ir morrendo pouco pouen do molestia
ehronica incuravel, do que abragar loucamente e
com certeza, como se fra remedio urna morte
violenta, e quasi repentina entre horrendas con-
vulsoes.
Nao provavel que entre nos apparecessem
Napolees, tio e sobrinho, ou Cromwells, pae e
filho, que nos salvassera, como aquelles salvarara
a Franga e a Inglaterra das medonhas garras da
anarchia. Teriamos com toda a probabilidade a
sorte do Mxico, e oulros estados da America,
que ahi esto bem perto para nosservirde exem-
plo, e para nos mostrar que o voto universal ain-
da ali proluziu peiores elfeitos do que em Fran-
ga, porque cora elle reinarara sempre ao mesmo
lempo naquellas infelizes nagoes o despotismo e
a anarchia.
Admiltda, pois, a eleigao censuara e limita-
da, como o nico meio do haver no Brasil repre-
sentago realmente nacional, e de por ao mes-
mo lempo termo s hediondas bacchaoaes da
eleicao primara, vejamos o qae deleraiinou a lei
franceza, qoe regeu esta forma de eleiges du-
rante trila e lanos annos, periodo nico da his-
toria daquella oagio de quatorze seculos, em que
a Franga gozoii ao mesmo tempo de muita liber-
dade reunida muila prosperidade e riqueza.
Duas sao as leis que exislirara em Franga.
acerca da eleigao directa censitaria e limitada. A
le de 5 de fevereiro de 1817, e a lei de 19 de
abril de 1831.
Embora as uo julguemosapplicaveis na maior
parte das saas disposiges s nossas circumsta-
cias. desejandoque os nossos leitores forrnem por
si (mesmos juizo exacto do espirito e inlengo
dessasleis, podimos-lhes que se nao deixem do-
minar pelo espirito egosta dos partidos quasi
sempre desarrazoados, e meditem desapaixooa-
damente/as disposiges dessas leis, concluiremos
este artigo, traduziodo pura e simplesmeote os
artigos, que tem relago mais directa com a nos-
sa these, e alguma analoga cora as formas da
nossa administrago publica, deixando para o
seguiole artigo as eoosiderages, que a nossa
fraca razo nos dictar, ceres d'essa legislagio.
Art. 1 Todo o Francez que gozar dos direi-
tos civis e polticos, liver viole e cinco annos
completos, e pagar duzenlos francos de contri-
buiges directas, eleitor, se preeoGher as outras
condiqes determinadas por esta lei.
Art. 2 Se o numero doseleitores de ura dis-
tricto eleitoral nao chegar cento e cincoeota,
ser completado esse numero pelos cidsdos
que pagarem mais impostos abaixo deduzenios
francos.
Quando por effeito do paragrapho precedente
os cidadaos, que pagarem egual somma de im-
postos, forem chamados conjunctamente para
completar a lista dos eleitores, tero preferencia
os mais velhos para completar o numero deter-
minado pelo dito artigo.
Art. 3," Sero tambera eleitores, pagando
cem francos de conlribuiges directas:
I. Os membros e correspondentes do insti-
tuto.
2. Os officiaes dos exercitos de trra e mar,
que forem reformados com mil e duzenlos fran-
cos de sold pelo menos, e tiverem domicilio
real de tres annos no districto eleitoral.
Os officiaes reformados podero contar para
completar os mil e duzeotos francos supra, a
teosa, que receberem, como membros da Legio
de Honra.
Art. 4. As eoQtribuiges directas, que con-
ferem o direito eleitoral,' sao a contribulgo dos
bens de raz, as conlribuiges pessoal, a de bens
movis, a contribuigo das portas ejanellas, os
foros fixos e proporciooaes das minas, o impos-
to das prolisses, e os supplemenlos de imposto
de toda e quslquer.natureza.conhecido pelo nome
de centesimos addicionaes.
Os proprietarios dbeos de raz temporaria-
mente isentos de impostos podero faze-los
avahar contradictoriamente, e sua custa para
determinar o seu valor, e se reconhecer o im-
posto que pagariam, imposto que Ihes ser leva-
do em conla para gozarem dos direitos elei-
toraes.
O imposto de profisso ser contado todo o
medico, ou cirurgio empregado n'om hospital,
ou ligado um eslabelecimento de oaridade, e
exercendo gratuitamente suas fuooges, ainda
quando por eausa 'essas mesmas funeges es-
teja dispensado de pagar o dito imposto.
Art. 5." O total do direito anaual de diploma
estabelecido pelo artigo 29 do decreto de 17 de
eetembro de 1808 ser contado no censo eleito-
ral aos chefesde collegios e escolas, em quan-
to es orgamenloa annuaes continuaren auto-
rizar o seu recebimento.
Art. 6." Para formar a massa das conlribui-
ges oecessariss qualidade de eleitor, cootar-
se-ho cada Fraocei as coutnbuigea direc-
taa, que pagar em todo o reino ; aos pasa, as
conlribuiges dos bens de seus filhos menores,
de que liver a administrago, a ao marido aa de
sea mulher, aioda que nio seja meieira, com
tasto que nio baja separagio de corpo.
O imposto das portas e janellas daa propieda-
des alugadaa contado, para a formaco de
censo eleitoral, aos aquilinos ou reudeiros.
As conlribuiges dos bens de raiz, das portas
e jaoellas, e do proGades pagas pet ama casa
de com mercio coaposta de varios socios serio,
para o censo eleitoral, divididas ea partea eguaes
eotre oa socios, sea ouira juatificagao mais do
que um certificado do presidente do tribunal do
commercio/ declarando os nomes dos socios.
Caso um dos socios reclamen parte naior por
aer nico proprietario dos besa de raiz, ou por
qaalquer entro Ululo, Seri adnittido justificar
a sua preteaoio perasle o prereite, ethibtude
seus ttulos:
At. 7* As conlribuiges pessoal, de seas de
raiz e movis, e de perlas jaaellas nie se cen-
ism se nio quando a propriedade fr possuida,
ou o arrendarsento feito anteriormenle s pri-
roeiras operagoea da revisan anoual das lista
eleitoraes,
Arl. 8." As centribuiges directas pagas por
urna viura, ou por urna mulher separada de cor-
po, ou divorciada, serio coaladas quelle de-
seas filhos, netos, georos, eugenros dosgearos
qne Sita designar.
Art. 20. Se heever meos da cento e cincoen-
t eteitores alistados, o prefeilo ajeniar 4 list
qoepublicsiae dia 15 de agoste es cidadio,
que pagarse menas de duientm francos, qne
everae caespletar e numere do cenlo e cioco-
enU, confefma o paragrapho Io do srl. 2.*
Tedas fs tesas qae o o uero das leitores aio
esceder 4 eente e cineoenia, o prefeo publica-
r ea segninenle i lisia eleitoral .aira lista
coraptementar com os nomes dos deeldados
susceptiveis de ser chamados para completar o
onmero dos cento e etneoents.
Art.' 39. Cada collegio elege um s debi-
tado.
Art. 40. Os collegios eleitoraes sao convoca-
dos pelo re. S se reanem na cidade de distric-
to eleitoral, ou administrativo qe o rei desig-
nar. Nao podem tratar de outro3 objectos mais
de que a eleicao dos depulados : -lhes prohi-
bida toda e qualquer discusso, toda e qualquer
deliber*cao.
,A'a1:^- !,i8aem 8r legivel paras cama-
rade, depulados. se no dia da eleigao nao liver
rinta annos de ed.de 8e nop.g.r quinhen-
los francos de conlribuiges directas, salvo o
caso previsto pelo arligo irlnta e tres da carta
As disposiges do artigo 7 sao applcaveis ao
censo da elegibilidade.
Arl. 60. As delegiges e atlribuigoes de con-
lribuiges aulonsadas para os direitos eleitoraes
pelos arligos 4, 5, 6, 8 e 9. sao egualmente
autonsados para o direito de elegibilidade.
Art. 61. A cmara dos depulados o unico-
juiz das coadiges da elegibilidade.
Art. 67. Os depuladcs nio receben nem or-
denado, nem inderonidade.
Communicados.
Ao gyeriio eaos homens ilustrados
do paiz.
O mea collega Dr. Francisco Pinto Pessoa cha-
ma-me a contra-gosto a oceupar a imprensa e a
eiitrar na discusso dos fictos do concurso, quo
ultimaroente tivera lugar na faculdade dedi-
d reito para preenchimento de ama cadeira vaga
.e lente substituto, e em qae fomos oddos-
ores. KK
Sempre fugi de descutir pela imprensa assump-
los ou causas, qoe teohara qualquer cousa do in-
timo com o meu rrome ou eom os meos inleres-
ses ; e demais, de ha muilo que me havia ira-
posto urna reserva absoluta era relago s oc-
currencias do concurso ; e firmado mesmo a se-
gura resolugo de nao emitlir urna s palavra a
respeito, antes que o governo imperial, em sua
sabedona, houvesse deliberado sobre a proposU
da faculdade, que lhe foi aflecta. Nutrindo pois o
systema consentaneo cm minha dgndsd6 pes-
soal de nao me constituir ioi'z dos meus colle-
gas, regeitades pelo escrutinio do concurso, eu
havia revelado certamente, que dplorava-o o seu
nio xito, e que nao houvessem elles consegui-
do fazer valer os seus talentos e aptides scienii-
llcas, na altura em que a faculdade as exigir :
Nao leve ainda a forge de demover-me deste
proposito o plano insidioso de malsinago. que
desde o momento em que foi conhecido ejulga-
mento do concurso se ha urdido mos largas
contra mira, em ordem a por em duvida a legiti-
midade do meu triumpho, ea fazer desmerecer a
minha causa aos elhos do governo imperial e ao
publico, dos quaes sempre esperei e ainda hoje
espero justica :
J se v qoe os meus collegas contrastar
perfeitaraente o meu procedimento, cuja gravida-
de nao pode ser contradita:
E assim, postos em campo e desencadeadas
contra mim, em luta a mais frentica, as paixes
dos meus adversarios, em cuja derru eu nao
podera ter tido parte ; erapregada deslealmente
a subverso mais formal e premeditada de lodos
os factos e ciscumstanciss do coocurso, as intri-
gas mais finas e odiosas,.e at meios polticos, sa-
bidos de directorios do partidos, e enderecados a
pessoas altamente collocsdas, que hoje se'achara
na corte ; e as quaes ainda confio que me faro
justiga; apezar mesmo de um calculo to obsti-
nado dedespeito contra mira, eu tive pois urna f
lao robusta na inlegridade do meu direito, que
desaprecie! o valor de todas essts machiaages
pequeas e odenlas, incitadas por um pensaraen-
to de desabafo pessoal e dessa sene de expedien-
tes manejados contra mim por aquelles que at
as vesperasda conclusao do concurso oslentaram-
se para comigo oa mais fraoc cordialidade.
Anda mais, chegou a este porto o vapor Cru-
zeiro do Sul, o ante-penltimo que aqui passa-
ra procedente da corte, e nesse dia fui casual-
mente advertido por um amigo de que e Correio
da Tarde folha queso publica no Rio de Janeiro,
em correspondenciamissivadaqui, havia feilo
urna apreciago apaixonada, inrerdica e sobre-
manera injusta das privas do concurso que me
eram coucementes; procurci ver essa folha e em
face della convenci-me do que j muitos das an-
tes me haviam comntuncado outros amigos, isto
que o Dr. Francisco de Araujo Birros, juiz mu-
nicipal desta capial, e primo e amigo do Dr.
Paula Salles, um dos meas collegas doconcurso,
havia publicamente declarado na sala das sesses
do jury desta cidade. depois de muilo invectivar-
me, e em presenta de pessoas circunspectas que
elle Dr. Barros era o correspondente desta pro-
vincia para o Correio da Tarde e que para este
havia j enviado a sua missiva em desabono meu
e d faculdade, arguindo a injustiga da regeigo
do seu primo. Nao conseguo aiuda este revez
triumphar de minha resigoago e desarmar o
meu proposito e sangue fri.
Lia correspondencia, vio quanto a verdade
dos factos era atrozmente deturpada, o quanto
minjia reputagio Iliteraria era acintemente ames-
quinhada e compaJeci-me da fraqaeza e da pu-
silanimidade do mea detractor I Eslava disposto,
a nao deixar escapar um gemido no correr dessa
serie de prova;es, porque se prepunhara a fa-
zer-me passar os meus adversarios; e bem ao
contrario a deixar apenas amparado o meu di-
reito, sob. a egide da justica do governo impe-
rial, mas a todo o alcanco, da aeco Ja intriga
e da subverso dos factos, urdidos como qq?r qoe
fosse e anda com laacidade e firmeza em desfa-
vor da minha causa e suphismagio de lodo o seu
mrito.
O meu collega Dr. Pinto Pessoa associando os
seus esforgos e dos seus protectores aos do nosso
collega Dr. Salles, tornaram reciproca e eommum
a causa que desde o momento da votigiolhe?
pareceu sua, islo a de profligar o julgamento
do concurso, e impotar a faculdade de direi.'o,
vistas menos nobres e pensameolos, de que lia
por sua honra, e pela elevada dlgnidade que to-
dos lhe reconhecem seria sempre incapaz de pro-
fessar.
O Dr. Piolo Pessos, vindo pois hontem s co-
lumnas deste Diario com o seu manifest ao go-
verno e sos homeos llustres do paiz, tinlou un
ultimo esforco em prol de sua causa (ue a meu
ver nao nobilita o peosamenlo que n/U> se em*
penha; e leve assim o valor de irrancar-ma
por simples alieogo a sua assignaurs, ao silen-
cio resignado que me havia imposo.
Em extremo penalisado de qur os desvos do
urna magoa profunda, tenham collocado o colle-
ga en posigo tio falsa en rebgo a mim, cuja
franqueza e lealdade at hoje nio ter motivos
para por em duvida, eeedendo presso de urna
serie de circomstancias, que dio mais importan-
cia do que se|pde crer peo eseripto as eooside-
rages do seu commuoicado, eu vejo-me assim
coagido a vencer minha prspria voatade para nao
deixar sea reparo algunas iosinuages o propo-
siges de segundas vistas, que o collega en seu
arrasoado parece dirigir a aciaar no espirito do
governo inperisl, no sentido, que aqui de pu-
blico j se ostenta, isto de que o coneurso ser
annullado, por que nisso se empeohan pessoas
elevadas ds corte, coa eujos esforgos cootara os
collegas Ilimitadamente, no aeolido deste deside-
raiur. Nio podero ea om taes circunstancias
prescindir deste protesto, dada a situaco que os
collegas procuraban crear; devi sempre o meu
testarauane 4 verdade e creio dev-lo aiuda mes-
mo em uaa causa ea que possa ser interessido
quando fallo com es tactos, sem recorrer a im-
pressio de declamicoes puras, e quando sobre
ludo nao precisa appoltar senio para o terne do
votagaodo concurso com o qual repulo poder au-
niquar o easlello que se procura erguer.
O Dr. Pialo Pessoa affedando ao governo o Sos
hoaeaa iilostres do pai, aoao declara a sano*
quo j ao primeiro destes se acha aflecta o a cuja
-----,------



MttUO DttJHlftltKU. ~ ftABBADO *6 M MfO M W8:

alia apreciacio e espiilto.de juslica alo escapa-
ran quaequer eircurastaneias que potessem tra-
duatr urna injostica irrogad* aos direitos do col-
lega ; o Dr. Pinto Pesso, dando a ata lla eo-
mo o pensamento predominante de sua publica-
gao,, nao consegtfio justiRca-la bastaole, e com
tal felicidade que nao deixiase em relevo aa vis-
tas intirxns que formara o transempto do sea es-
coplo. Por nossa parte somos o primeiro con-
fessar, que reputerlamos o collega no oxercicio
de que por muitos titules credor o governo Im-
perial e a cania da latirs patrian, mes sim,
verdade, a de outra sorte, somante quaodo o
collega fazeodo-o como rerdadeiro apostlo e
Cultor esmerado da scieocia do direitoobrasse
nessa empeaho francamente e com o respeto e a
juslica devidas ao direito alheio; e tem que pelo
Culto exagerado do seu direito irrogaste lezio
profunda, aquillo que ouiros e eu oeste caso,
temos tambern por invielavel e defeso de qualquer
aggresso desleal e infundada, isto aquillo que
eu e OHtroa chamaramos no mesmo caso quic
com melhor razo o ooaao direito.
O Dr. Piolo Pessoa nos pontos do seu com mu-
nicsdo em qua fere a faculdade da direito, quin-
to a inlegridade do julgaraenlo do coucurso e na
pessoa dos Drs. Braz, e Tarquino, quesuperiores
como se acham natureza do ataque, o repelli-
ram como Ibes parecer acertado ; pondo em con-
tribuico todo o sau eaferco, fa-lo com arta e
com urna subtilea admiravel, mas que ea nunca
poderia esperar de um earacter grave, como o
que sempre lhe cooheci, e por mais palpitante
que lhe perecease a necesaidade em queaejulgon
de justificar-se como homem da aciencia O Dr.
Pinto porm, ajor faltar afea i lealdade de
cavalheiro, injusto e sobre ludo inexoravel-
menle incoaTenienie para com as pessoas i qoem
tere de julgar no seu escripto, e de tal modo
que Ocou realmente na imposaibilidade de ser
acreditado por espalos sensatos, qua olhem de's-
previnidamente para as lionas que escreveu, po-
de-se oiz-lo inspirado por si mesmo e para si
mesmo.
Quem 1er o tpico do commuoicado do Dr-
Pinto Pessoa, em que elle laz sobresahir o facto
de haver concurrido por quatro vezes como com-
petidor com os Drs. Bandeira Qlho, Aprigio, Pin-
to Jnior Tarquino ; e o ve concluir d'ahi que
esta sua persistencia e esforz pela conquista da
sciencia, longe de lhe servir de padro de gloris
lhe ao contrario levada em culpa, e traduz a
causa predominante do sea infortunionos con-
cursos, nao poder deixar de exclamar, que ou
esses caracteres nomeados nao tem o mrito que
e opioio publica justamente lhes attribue, em
honra do que sao e do que valem; ou alias o
collega, Dr. Pinto Pessoa, muito infeliz ou so-
bre maneira parcial a exagerado quaodo toma
si a misso diffi.il de julgar-se em face de ou-
trosl Puis ha espirito reflectlo e justo que acre-
dite nesto motivo que o collega attribue o seu
infortunio??
Por nossa parle eremos que nol
Nao menos injusto e parcial ainda o collega,
quaodo pareeenJo isolar-se na apreciaco do jul-
gamento do coocurso, attribu- todavia'a sua der-
rota a urna causa to geral, como a que substan-
ciou de um artigado Constitucional, e que de-
vendo referir-se a todo o julgamento e a todos
os oppositores ao direito de lodos se refere,
despeito da reserva ou malicia com que no seu
espirito se callaran) os seus nomes.
Pois a congregarlo votou segundo o ponsa-
menlo poltico, que antecipadameole se soubera
e mais tarde calara da peom dos redactores do
Constitucional, sem que estes o previssem, e s
este resultado affectou a pessoa do collega e nao
os oulros?
Pois s o collega que tem ideas polticas co-
nhecidas?
Eu por ventura nao as tenhoso por que nao
cont allianca descriminada e efectiva com 01
partidos polticos desta provincia? Eu nao sou
conhecido no paiz como sectario da opiniao con-
servadora?? Ni corta, ha mu\to quem o saiba,
e quem fique pela seguridade de minhas.coo-
vieces polticas?
Parece poig, que este manejo empregado,
tanto mais inconveniente e sem valor com rea-
Sao ao meu collega, quanto sem pro, elle fui aqu
conhecido como republicano exaltado ; opiniao
esta que foi roo lili jando lalvez depoisque a gra-
vidade de sua posico fol urgiodo por opinies
mais circumspectas e nao sei anda hoje qual
soja a poltica do collega.E pois os liberaesno
regeitariam o ultra liberal 1
Mas fallemos com os documento} do concurso :
ignora o collega, o que se passou no acto do jul-
gamento o votaco desle? Esqueceu o collega
lo celo, que o Dr. Paula Biptista seu amigo
dedicado, que vive em estrellas relaQoes com o
collega, que, diz-se que lhe deu o seu vol e
que alias em meu desfavor arge a irregularida-
de do segundo e terceiro escrutinio, ainda que o
-n.M sem conviccao, como sou justo em acre-
ditar, nao sabe ou capaz de contestar que o Dr.
Paula Baplista liberal e 6 um dos conspicuos
redactores do Constitucional, em cujo fronlispi-
' ci se acha inscripto o seu oome nesso carcter ?!
Com que boa t e lealdade ergue pois o collega
que sua rejeigo, impulavel a um trecho do
Constitucional e quer fazer-se martyr de um so-
Dhado espirito de faejao poltica??
Como ainda pode o collega confiar em ser acre-
ditado sobre este assumplo, nesta provincia, eso-
bre todo nesta cidade e quaodo alarma que anie-
cipadamenle soubera a opiniao e deciso da fa-
culdade quanto ao concurso?
Que espirito recto pode jamis conceber que o
meu collega soubesse cora certeza previa de sua
rejeico e a fosse receber com a man si lo de um
cordeiro, s portas da faculdade ? A exploso do
seu coraraunicado d bem coohecer que o col-
lega nesse caso usara de oulro expediente mais
proficuo e mais formal 1
Essa increpado pois por demais odiosa I Que
factos, qua provas, ou que appreheosoes discreas
e graves poderiam aulorisar o meu collega a re-
ceber sil-caramente em seu espirito a conviccao
desse assrtii.
os o ignoramos perfeitamente e o Dr. Pinto
Pessoa nao o declara, e parece que deixa adrede
envolto em sombras o seu pensamento, e nessa
especie de mysterio urna como que razo insi-
nuante na qual lora cerlamenle falta de bom
senso o nao enxergar um calculo reservado de
lancar a imputaco de injustica e de parcialidade
sobre o julgamento do concurso, sem que facto
algum o legitime ou possa fundar esse juizo an-
tecipado.
O Dr. Pinlo Pessoa, eu o acredito, chegou
este excesso no delirio de urna magoa profunda
que o afflige, e que faz desviar o seu espirito na-
turalmente recio e incapaz de desabafos exage-
rados, eu o deploro bastante ; mas forcoso cou-
vir que alm de faltar a urna tal arguico tao gra-
vemente offeosiva dos bros e da honra da facul-
dade de direito, todo o criterio e qualquer som-
bra de proc-idencia, que seriam misier para oau-
torisar aventura-la ; semelhanle idea sobre
modo e tanto mais inconveniente quanto affecta
mesmo e pem em falso o estado de relaces in-
timas, que o collega eotretm com o Sr. conse-
lheiro Pedro Autran da Malta e Albuquerque e
Dr. Francisco de Paula Baplista, respeitaveis lu-
minares da faculdade dedireilo, que frequeotam-
se de rela;6es eslreitas com o collega, que visi-
tam-n'o com intimidado em sua casa, e que mes-
mo nos das do concurso eram ahi vistos ; e pois,
.que urna ll affirmagao de sciencia previa quanto
ao resultado do concurso, pode mu bem induzir
espirilos traeos e levianos a crfirem na possibili-
dade e urna indiscripo, que traria de algum
modo comprometlimento alta digidade desees
cavalheiros, quem nunca fallaramos com a Jus-
tina que lhes assisle para os suppormos capazes
de revelar urna palavra sequer que podsse ha-
ver escapado aos seus collegas, no seio da corpo-
ra;o de que sao orna meo lo. Mas a proposico
do collega nao previo seno a sua propria pessoa
e esqueceu talvez mesmo os vultos respeitaveis
que tinha em lome de si 1 1
Insistiodo na idea aventada pelo collega, de
-que a votaco do concurso fra determinada pelo
-orgo do partido liberal perroilia-uos o Dr.
Pinto Pessoa, que ainda ointerpetlemos : Desco-
* nhecou o collega, quanto uso aCfirmou avanlura-
damente.que foram juizes no concurso nove lea-
les, que desle, tres sao, conhecidos como con-
servadores ; que o nosso collega Dr. .Salles, ape-
nas obtivera um voto seu favor em primeiro e
terceiro escrutinio, e qua a concluir lgicamente
destes dados de urna exactido a*themaiiaa, dous
lentes couservjdore, rejeiiaram O Dr. Salles?!
Nao v o meu collega que esta considerago nao
capar anda aquellos qoawi os collegas que-
*ea) coBveueer da qua a coocurso foi julgado pela.
poltica liberal??
Para que, pois, dar proporjoes to exlranhai i
um facto que est explicado por si mesmo ? A
faculdade teta a missao de veriOear a capacidad*
professioual doi que aspiram ao magistana, *p-
prora a quem julga que o dee eonscienciosa-
mente fazer e regeila aquatfes s qaom julga deve-
lo tamb'em fazer; lito- da sua competencia le-
gal a ella o fax, como sempre se pede presumir,
conicienciosa a imparcialmeote, como acontece
em tedaa aa parles do orondo civilisado I
Isto o que natural, o mais preciso pro-
var-se a concludeolemaota, qua nao com ajino-
lidades a subversio completa dos fados.
Por rniuha paria creio que a faculdade fsc-me
a justica que eolendeu em ana illuatracio, a disao
muito me compreso ; pode ser qua eu esteja em
erro, mas tambera restar sos nieus adversarios
eslabelece-lo de modo efficiente.
Ea 1857 a faculdade rejeitou o Dr. Aprigio
Guimaraes a dea sua approvasio ao Dr. Machado
Portella; o governo nao desapprovou o juzo da
conaregagao, nem o Dr. Aprigio, carcter elevado
allegou nullidades e nem preconceitos polticos,
a o Dr. Portella foi nomeado lente 1
E creio qua o timiles nao perfeilo,
porque os meus collegas nao seguiram a sua li-
nha de conducta, alias digna de louvores.
Quizera concluir j, mas nao o farei, per mais
que deseje nao ser prolito neste assumplo, sem
apreciar o texto final do commuoicado do meu
collega, em qua este declina do juizo da faculda-
de para o juizo do auditorio ; e psra que o meu
collega Oque desde logo sabendo o quanto ha de
perigo em recorrer a esse expodienle e quanto
elle pode ser fatal devo exhibir o juizo de um dos
espectadores do concurso, qne nao pode ser sus-
peilo ao collaga, isto o do Dr. Barros primo e
orgao do Dr. Salles, que as columnas do Comi
di Tarde desabona as provas do mea collega e
poem sua aptido litleraria abaixo do nivel qae
ella oceupa 1
Eis o juizo do correspondente do Comi da
Tard$.
a O Sr. Dr. Francisco Pinto Pessoa mellou-se
em to profundas abstraeces, em urna metaphy-
sica lio Iranscedenlal sobre direitos naturaes
absolutos, que ninguem, ou muito poucas pes-
soas o comprehenderam.
Algunas ficaram al esperando, que elle
concluisse assuas argumentarles, para ver onde
ia em seu vdo; mas debalde o espera a m ; o
lempo, que debaixo de certas relscoes, o maior
dos inimigos da humanidade, nao permiltio que
se expandisse mais por ter expirado s aua meia
hora.
c O Dr. Piolo Pessoa foi argido de preferen-
cia pelo Dr. Salles em suas theses de direito ro-
mano ; mas consumindo urna grande parte do
lempo em I5r os textos e leis romanas em que se
apoiavs, esespou com bastante felicidade de ser
argido em varias theses, que sao geralmente
lidas como falsas.
< Quero citar-lhe algumas dessas, para qua
Vmc. forme sobre ellas tambem o seu illustrado
juizo.
t.A deciso dos poderes politicos pode ser
prejudicial a conciliacao da ordem com a li-
berdade.
As naces leem o direito de restabelectr no
throno o imperante, que o povo injustamente
privou de sua autoridade.
Nao deve ter lugar a reparaco do damno
causado por crime, que foi amnysliado.
a Alera dessas ha eutras, que estabelecem
urna verdadeira contradicho entre si.
Por exemplo : o Dr. Pinto Pessoa sustenta
em direito natural que o direito de testar um
effeito do direito de propriedade, e entretanto
sustenta ao mesmo temqo que a desigualdade de
partilha entre os filhos contraria ao mesmo di-
reito natural.
J v portanto o Dr. Pinlo Pessoa, que o or-
go do Dr. Paula Salles, que se lhe associa no
peosaraenlo de imputar a rejeicio de ambos i
espirito de partido o mesmo que legitima em
relagao ao collega o juizo da congregarlo e pem
era falso a proposis&o de que o auditorio lhe fra
favoravel I
Nao trato aqu de fazer profissao de f politici
mas de desarmar e confundir luz da verdade
urna serie de intrigas que se hao urdido contra
mim.A faculdada de direito nao exigi de
uiim protestac1) de f poltica para honrar-me
com o seu juizoeu o proclamo solemnemente
e desafio a quem ouse estabelecer prova em
contrario; o governo imperial que me tem de
julgar tambem nao o exigir, e tem ainda bas-
tante moralidade para ser superior a to mesqui-
nho manejo.
Tenho dito quanto julgo necessario para escla-
recimiento do governo e do paiz.
Recife 18 de raaio de 1861.
Dr. Uanoel Moreira Guerra.
Rio de Janeiro17 dias, barca ioglez* Emilia,
de m\ toneladas, capillo Jantes Candlish,
equipaje 11,. em lastro; a Saunders Bro-
thers C.
Navio tmhido no metme rfia.
Rio de Janeiro Barca nacia>n*l Castro III,
cap tao Antonio Goocalves Torrea, carga as-
suca r.
como drama; por nm aml^o qve travau conheei-
mento com elle em Taris, w'nts nao suppunhaque
fosse ana eooeepcio com propereftes tao agigan-
tadas, e com desenvolviraenU,' to brilhanle.
Creio quo na medo de errar podemos di?er.
que o UUrage um desses grandes dramas que
rivalisam cora o que de malhor se tem seripio
oe sea genero. Drama da apparalo aenico, to-
do cheio de ioierease, jogaado cos todas aa fi-
bras do eoracio, elle parees lar agolado todo a
alma do poeta que lbt de o ser. De faca, o
diversos lypoi creados pelo autor, couiervara-se
em todo o correr do drama lo firmas, camo os
traeos vigorosos e seguros das estatuas grogas.
Eu dra alguna anuos de minha vida para lar a
felicidade de o haver eaeripto.
A execusao desse drama foi maravilhosi, foi
como igual poucas tenho visto ; parees que toda
a eompaohia se achav enthusiasmada ; notamos
at urna cousa : todos, sim, todos tinliam seus
papis bem estudados, at mesmo aquellas que
sem receio da deiiaram perigar aua reputaco
esquecera-so multas vetes de decorar a parle.
Espera va que a Sra. D. Maoosla fosae nessa
noite o que i sempre, mas noesperava ve-la ex-
ceder-se tal ponto.
Obrigado, sen hora, mil vetes obrigado por ba-
verdes no da seguiote ao da publicacao do meu
pobre artigo, vos mostrada sobra o palco do San-
ta Isabel to alta, quinto vos tinha enllocado.
Sois grande artista, quem o ontesta ? Nao aabis
porm que erais recoudecida. Nao espera va que
me deixasseis mal; o vosso talento congenito,
mas, acreditas-ru, sorprendeu-me mui agrada-
velmente ver-vosalevar mesmo alem do elogio
que acabava de vos tecer.
Tudo netsa noite correa as mil maravilhas, e
a nao ser urna mascarada de um certo yacth, que
seja levado em conla dos pescados do sea pintar
e do ensaiador do Santa Izabel, ou do maquinis-
ta, poderia affirmar-se que o espectculo tinha
sido perfeilo.
Aproveito a oecasio e fsco os meus cumpri-
mentos a Sra. Gobert, nao s porque mosira-se
mui interessada em criar-sa urna reputaco ar-
tstica como por sua belleza. Nao vo gritar porj Preamaras 3 h. 54' da tarde, altura 7, p.
O O* k r r s- s- Horma.
V * B Athmospher* i pi
2 B 9 Direeeio. a e
w -1 ~J -1 w en o 3 Fahrtnhtit. ' H m u o m 9 o * p: II e-O c
K5 Mi [0 ce ce 3 00 00 a, M M i* Centgrado.
00 OB OB" OD 22 Hygrotnetro.
* "-* en f* po S *o 'o "o 00 o O Cisterna hydre-metrica.
- -J -J en en cu 4n K o> M 3 en 3 Francez. > s n <* 5
.8 8 i o o nglei.
A noite nubllada at as 11 h. e depois d'agoa-
ceiros, vento benanga t 1[2 noite e depois E
fresco.
oscilacao Da har.
isto... Tenho o mesmo direito que oulro qualquer
para achar bella urna dama, e depois se grilarem,
responlerei como Eduardo III depois de apanhsr
a liga da coodessa de Salisbury:ionny soil
qui mal y pense 1
Igualmente. Sr. Nuoes, lhe dirijo os meus com-
prmanlos. Creio j lhe tar dito pessoalmeote
que o considera um dos melhores actores da
actual companhia do Santa Izabel, pois bem, re-
pito oalra vez esse mesmo juizo. Quer que seja
lisongeiro ? Nao posso. Goslo muito de carcter
do personasen) qae o senhor representoc ne VI-
trage.
Termino hoje a qui.
J. Paulo Jtnnes.
P. S Esse meu amigo de que acim fallei,
me acaba de dizer que o UUrage sollreu alguna
cortes. Quera seria o desalmado que lhe os deu,
o traductor ou o empresario ?
PublicaQes a pedido.
Baixamar as 9 h. 42' da manha, altura 1 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 24 de maio
de 1861.
ROHASO STErPLE,
1 lente.
Editaes.
Assi>ciai/t> Typ:>;riiphiea
nambueana.
Per-
POST-SCRIPTUM.
Agora mesmo (18 de maio s 8 horas da ma-
nha), acaba de me chegar as mos o Diario de
Pernambuco, onde vejo officiosa.nenie publicada
a minha prova escripia, foita na faculdade de
direito, por occasiSo do ullirno concurso, e ven-
do-a cora graves alteracoes e erros orlhographi
eos e typographicos, que nao eslo no original,
apresso-me em declarar solemnemente haverem
sem duvda escapado laes erros e adulterarles
ao em pregado ou pessoa que paasou a certido
publicada, pois que se nao acham no texto do
original; e isto a despeito mesmo da benevolen-
cia e sollicitude com que o Exm. Sr. coose-
Iheiro director interino se prestara (como afrma
urna nota a mesma publicaejio) a confrontar
e corregir a cerlilao: E a despeito desle cuidado
mesmo ainda de observar que passou para a
dita certido urna Iransposico que occorrra
oas rneias-folhas soltas, da dita minha prova, na
oecasio de passar-lhe a lioha o Sr. secretario,
como deparei no momelo de sua leilura e com-
muniquei aos meus dous collegas, no mesmo da
em que li na faculdade a sobredita pruva.
Traoquillisa-me a certeza de que a apreciaco
do governo imperial quanto ao meu escripto,
tem de verfiear-se em face do original; c. para
esclarecimento do publico que me far a devida
ju-liga aqui consagro estas lianas. Recife era
ul supra.
Dr. M. M. Guerra.
TEATRO.
Sou feliz, muito fsliz, e ainda mais por acredi-
ta-lo.
Trazia perdida a tramontana com receios do
meu amigo A... E' verdade que a minha causa
era boa, mas nao s minha fraqueza para entrar
era profundas questdes de esthelica, como a mi-
nha preguica, que para mim o mesmo que a
alma do Sr. Ricardo, de que tanto se temiam os
pobres camponezes do Simo de Nantua, me at-
lerravam.
O Sr. A... leve compaixo de mim, deixou-me
6sgrimindo com os moinhos.
Abencoado sejas, meu A..., que me deixastes
livre dessa entalladella, s nao vos perdo vir
to tarde o descanco.
Agora um cavaquinho aos que tiveram a bon-
dade de ler o raeu artigo de aote-hontem.
Constou-me por um dos meus camaradas, tes-
temunha da disputs e do desafio bavido entre
mim e o Sr. A..., que esse cavalleirose lhequei-
xra de que eu houvesse tomado tanto ao serio,
ecumprido tanto risca um corapromellimento
arrancado em um instante de exallacao, e que ti--
vesse corrido assodado para a imprensa, ajuntan-
do, que se eu quera brilhar, bem poda faze-Io
sem ser sua costa (I)
Ora essa 1
O que hei de dizer?
Primeiramente, direi :
Mea culpa.Nao me tinha prevenido o Sr. A...
de que deixa os seus comprojaaJBM, anda mesmo
lomados dianle de testemunirW, com a mesma
sem ceremonia com que eu deixo os conhecidos
de urna viagem de mnibus.
Em segundo lugar :
Mea culpa. Sou spressado em tudo, quando
atiro com a preguica peda janella a fora.
Em terceiro Jugar:
Mea mxima culpapelo meu brilho de lan-
ternas.
E fiquemos ahi quanto ao Sr. A...
Urna vez quo ertoa com a panna na mi, v
mais algums consa...
O que querem ? Sou assim... E' verdade que
cuelo, mas quaodo me resolvo, adeus O cheiro
da tinta produz eos mim o mesmo effeito que o
cheiro da plvora no soldado valute. Quaodo
sinto o cheiro do sulfato de ferro curvo-me sobra
a mess e engulo papel que um louvar Deus.
Quem quizar ler qne lea, quera sao quitar paa-
ae adianto : o meu amor proprio mui compl-
ceme.
J diase, est dito : samas dame, e isto com,
tanta satitfaco quanto estou todo derrengado1
om o drama o UUrage, com a execucao que te-
re no thealro *1 Santa Isabel.
Como lodos astea, o UUrage subi seena aa
quinta-feira, esta*saos prevenidos do que elle
[Conlinuacao dos documentos a que se refere a
publicacao feita de ordem do conselho director
no Diario n. 103.)
N. 3.lllms. Srs. presidente e mais tierna ros
do Conselho Director da Associaco Typojraphica
Pernambucana De posse do fflcio de Vv. Ss.
cora data de hontem, e conscio do seu contedlo,
tenho a respan ler-lhes que, vista da justesa
dellas.calaram-me no espirito as consideracoes que
serviram-su exp nder-me a proposito 4o aceres-
cimo que eu reclamara psra o numero aosexem-
plares que me cedem, peU publicacao da minha
obra, cuja propriedade, na primeira edico, re-
nuncie! em proveito da nobre Associaco, de que
Vv. Ss. fazern parle.
Oulro sim, lendo examinado o patel de ma-
china, formato colombier, a que alludem no seu
rilado officio, vira ao cooheciraenlo da quslidade
delle, que seno superior, todava, como poo-
deram boa para o publico. Pelo que, e como
Vv. Ss. de alguma sorte tem direito a um assen-
timenlo inteiro da minha parte, allerta a gene-
rosa aceitacao da minha raesquinha ollera, con-
forrao-me ainda a que sejam impressos es Enle-
vos no dito papel colombier ; devendo o de for-
mato couronne, como resolveram ser ap-
plicado apenas impresso dos 200 exemphres
que, de principio, mo foram liberalisados Fiou
inleirado de que desses 200 tambem se presura a
dar-me 10 brochados e encaderoados.
O que resta i que Vv. Ss. eocelem a impresso
cora a actividade e promptidao, que ella exige.
De novo cabe-u;o roanifeslar-lhes o desejoque
alimento de que a empreza a que vo se aventu-
rar pro Juta os mais felizes resultados em favor da
distiocla. A-sociacao de Vv. Ss e ao mesmo
lempo a minha gratido pelo acolhimento que
prestaiam a meu livro ; acolhimento tanlo mais
honroso, quanto fallam-me por ora ttulos que o
tornera recommendavel.
Erabora pretenda dize-lo em oecasio mais op-
portuna, e que nao est lonze, com lulo seja-me
permillido anticipar as minhas ideas. Vv. Ss, so-
ban), nesta provincia, de facilitar esse proveitoso
pacto da alliaDca que deve existir entre o escrip-
lor e o irnpressor, pacto cuja benfica influencia
se faz sentir subre tudo em um paiz, em que as
leltras ainda eslo na infancia, e que porlanlo,
precisan) de encontrar era sua lnguida marcha o
menor numero de difculdades posslvel, para que
se elevem trumphanles ao grao de supeiiorida-
de, que lhe abona o nosso destino. Vv. Ss. aca-
bara de ensaiar um passo largo para o progresso
das ledras patrias. O exemplo de que a publica-
cao da minha obra. lisoojeio-me disso, foi
oecasio, e que estou certo oe que se empeoha-
ram em multiplicar d'ora avante, grandemente
animador ; animador para essa plyade laboriosa
de artistas, fadados a assimilhar-se o pensamento
ephemero do autor, e a fixa-lo no papel por meio
dos milagrosos instrumentos da sua arte ; anima-
dor para a nossa mocidade que, pela mor parte,
deixa de escrever, prevenida e desanimada pelo
triste receio de gastar inlructiferamente o seu
lempo eo sen cabedal, abalanzando-se a urna pu-
blicacao litleraria.
Protesto a Vv. Ss. que o acto que praticaram ha
de sempre merecer urna enthusiastica mengo da
minha bocea e de todos quantos souberem digna-
mente aprecia-lo.
Dos guarde a Vv. Ss.Recife 14 de abril de
1859. Franklin Doria.
De ordem do Illm. Sr. inspector da alfaa-
dega se.faz publico, que no da 25 do crreme se
ha de arrematar em hasta publica, depois do
meio dia porta desla repartico, de aonformi-
dade eom a disposico do art. 204 2 do regula-
menlo, 1 caixa da mirca C & G I n. 122, conten-
do agua forte L, por acrescimo ao manifest da
barca franceza Sphere, entrada em 7 do cor-
rele, sendo a arrematago livre de direitos ao
arrematante
Alfindega de Pernambuco, 22 de maio de 1861.
O 4. escripturario,
Joaquim Albino de Gusmo.
Alexandre Augusto de Fras Villar.official da im-
perial ordena da Rosa, major commadanle inte-
rine dn primeiro batalho de artilharia da guar-
da nacional do municipio do Recife, e presi-
dente do couselho de quaGcaco ds parochia
de S. Frei Pedro Goncalves, por Sua Magesla-
de Imperial, etc.
Faco saber a quem interesstr possa, que de
conformidade cono o disposto no artigo \* parte
2* do artigo 9 do decreto numero 1,130 de 12 de
marco de 1853, a artigo 8o das in3truc;es de 25
de outubro de 1850, se tem de reunir, na terceira
dominga da maio, o conselho de qualificago pa-
ra reviso e qualificacao da guarda nacional da
referida parochia, no consistorio da igreja matriz
do Corpo Sauto.
E psra que chegue ao conhecimentn de todos
mantel passar edilaes que sero publicados pela
imprewsa e affixados nos lugares desigoados na
lei. Cidade do Recife, 11 de maio de 1861.
lo nos logares maio pblicos desla freguezia e
publica-lo pela rmpm138-
i Recife- em o 1." dist rielo da freguezia de S.
Antonio, 18 de maio de 1861.Eu Joaquim t
Silva Reg, escri.vo qua o orcrevi.
Jos Lu t Pereira Jnior,
0 Dr. Anselmo Francisco Peret, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Christo, e
juiz especial do commercio desta cidade do
Recife de Pernambuco e seu termo por S. M.
Imperial, que Deus guarde, ele.
Faco saber aos que o presente edilal viren e
delle noticia tiverem, que no dia 5 de junho do
correte anpe se hao de arrematar em praca pu-
blica deste juizo per venda a quem mais dar oa
objectos e dividas seguiotee, que forsm penho-
rsdss a Joao Ignacio Soareo de AveHar oor exe-
cagao que a este raovem D. P. Wild i C. aoc-
cessoree de Momsea & Vinassa : 1 piano de ja-
caranda avallado por 20Ug, 1 sof de emarello
por 30$, 1 mesa redonda per ltt, 2 consoles ds
amarello por 20$, 12 cadeiras de dita por 48,
Sdilasde dita por 24|, 1 cama franceta de dito
por 505.1 lavatorio por 4$, 1 guarda roupa de
madeira de pinho por 25$, 1 marqueta com a
parha estragada por 10$, 7 letras na importancia
de5:938$442rs. avaliadas por 2 009. 3- reeibus
de prestaco da flaco no valor de 60$ avallados
por 40$, i relaco de diverses devedores na im-
portancia de 8;z22{jl0 rs. avahada por 2.000$,
1 mesa de abas por 10$, os objectos e dividas
aqui relacionadas sero arrematadas na falta de
licitantes pelo prego da adjudicado cora o res-
pectivo abatimento da lei.
E para que chegue ao coohecimento dos lici-
taetes mandei passar edilaes que sero afiliados
nos lugares do eostume e publicados pela im-
prensa.
Dado e passtdo nesta cidade do Recife de Per-
nambuco aos 17 dias do met de maio de 1861
40 da indepeuieocia e do imperio do Brasil.
Eu Maooel de Cuvalho Paes de Andrade, escri-
vo o fiz escrever.
Anselmo Francisco Peretli.
edarac-'*.
Companhia do Beberibe.
O Sr. caixa da- companhia Manoel
Goncalves da Silva acha-se autorizado
a pagar o 26 dividendo na afio de
3$200 rs. por apolice, conforme foi de-
liberado em assembla geral dos Srs
accionistas.
Escriptorio da companhia 17 de maio
del861.O secretario, Manoel Gentil
da Costa Alves.
SOCIEDADE BA\C Uil i
Amorim, Fragoso Santos
Sacam e toruam saques sobre as pracas do Rio
de Janeiro e Para.
Caixa lial do banco em Pernambuco.
Por ordem da directora e em curo-
primento do disposto no an. 4 do de-
creto n. 2685 de 10 de novembro do
anno lindo, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezes a contar desta data, a
CoB9Ili de cMsfra nayaes.
Tende de ser promovida a comprs do material
da armada absiio declarado, se* as coodieces do
eslylo ja ha aoito publicadas, ssanda o conselho
tazer eoostar que leso ter lugar os sesso pr-
xima- a-90 do correte met eu vista de propdstan
entregase nesse disaf as 11 horas da manhaa
aeompanhadas das amostras dos objectos que
esifce no possivel epresentarem-se.
P*ra os navios.
arrobas e 12 libras de plvora grossa e 50
vergonieas de pinho de 4 a 8 polegadas de b-
ion. .L ..pa" wnal.
wJEZ!!* 'a de riro *2 pecles de es-
peao baeta 00 feltro. r
mfin rff 4^?Selil0 de eom?"s n"ee em W ae
Tl^e1fn~ ec>. Alexandr Rodri-
gues dos Aojos.
Coilectoria provincial de O-
linda.
Pelo preseute se faz publico a quem convier.
que do primeira- de junho prosimo vindensr>
prlneipiam-sea conlar-ee os SOdiaauteis para*
cobrance do 2o aemeslre do crreme anno Bnan-
ceiro de 1860 61, do dcima urbana a cargo da
mesma directora, e q*e findo esse praao incorre-
rao ns multa de 30 porcento os que deixireto
de pagar a referida deeraa.
Coilectoria provincial de Olinda, 20 de miiod
1861.
O escrtvao,
J0S0 Gongalves- Rodrigues Franca.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecmeato
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectoo
seguiutes :
Para provimento dos armazens do arsenal dar
guerra
10 duzias de laboas de louro de assoalho de 1*
a 14 pollegadas de largura e26 a 27 de compri-
12 duzias de folhas de papel lixa.
6 dunas de lapis Unos.
Para a capelU do hospital militar.
i panno preto para esquife com cruz.
Quem quizer vender taes objectos aprsente a
sua? propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 29 da
correte mez.
Sala das sesses do conselho administrativo^
para fbrnecimento do arsenal de guerra. 22 de
maio de 1S61.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo;
Coronel vogal secretario interino.
Ceaselho administrativo
O conselho administrativo, para fornecimeoto
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguinles :
Para o fabrico de diversas obras.
2,000 varas de brim.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
toas propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 24 do
correle mez.
Sala das sesses do conseibo administrativo
par fornecimento do arsenal de guerra, 3 do
maio de 1S61.
Btnlt Josi Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos proprietarios dos predios urbanos dae
freguezias desla cidade e da dos Alagados, que
! os 30 dias uleis para o pagamento bocea do
cofre do segn lo semestre da dcima do anno fi-
substituicao das notas de 20A da emissao nanceiro de 180 a 1861, ee principiara a contar
* .Ir, Ai* 4 O t. ;.,.v .* ..;_.<..... c_____1. ...;.:._
COHMKRCIO.
alfandeiga,
Rendimento do dia 1 a 23. .' 2847619212
dem do dia 24.......872I&694
293:4865l3g
Movimento da alfandega,
Volumes entrados com fazendas..
> > com gneros..
Volumes
sahidos
com
com
fazendas..
gneros:
54
540
------594
Descarregam hoje 25 de maio
Brigue iogletZiskfazendas.
Brigue ingtezNautelusidem.
Barca inglezaWellengtonplvora.
Brigue hamburguet George genebra e gar-
rafes.
Barca ingletaTravellerfarinha de trigo.
Patacho ftaraburguezAune Helene mercado-
ras.
Beccbedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 23. 21:549*129
dem do dia 24....... 524*030
2273JM59
Consalado provincial.
Rendimento do dia 1 a 23. 47:594*918
Idea do dia 24.......1 0300799
48.625*7i7
'III II UIIIIC3gKHSeSCsC=nBB-3gggHB
MoTtmsDto do porto.
Navios entrados no dia 14.
Terra-Nova38 dtas, brigue iaglez aMelina,
da 150 toneladas, capillo C. liolmweod J-
nior, equipagem 10, carga 2113 barricas coa
bacalh&o ; a Johoslou Pater fC-
O capilo Jos Luiz Pereira Jnior, cavalheiro
da imperial ordem da Rosa, e juiz de paz do
terceiro anno com exercicio no primeiro, do
primeiro districto da freguezia de Santo Anto-
nio da cidade do Recife, ele.
Fago saber, que em virtude do cfficio da pre-
sidencia de 13 de maio do correle aooo, foi dis-
solvioo, nos termos do Io e 2 do aviso o. 2 de
5 de Janeiro de 1848, a junta de qoaliGcacao des-
ea freguezia que se achava fuoccionaodo com os
eleitores da legislatura passads, cujos poderes
caducaran): e de conformidade com a lei e offi-
cio supracitado, convoco os eleitores e supplen-
tes da parochia desta freguezia de Santo Antonio,
que vo abaixe desigoados por aeus nomes, para
que comparecam uo dia 16 do met dejunho vin-
douro, no'corpo da igreja matriz da dita parochia,
pelas 9 horas da manha, afim de que se ergaui-
se a junta de qualicaco que tem de rever a do
anno antecedente dos cidados que lera direito
de votar na eleigo de eleitores, juizes de paz c
vereadores da cmara municipal; fcando scientes
os referidos eleitores e suppleotes abaixo declara-
dos, que soffrerao a mulla de 400 a 609 se nao
comparecerem, ou leodo comparecido deixarem
de assignar a acia :
/efores.
Os Srs. :
Antonio Augusto da Fonsec.
Joo da Cunta Soares Guimaraes.
Adriano Xavier Pereira de Brito.
Antonio Jos da Costa Ribeiro.
Joo Francisco Teixeira.
Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce do Len.
Caetano Pinlo de Veras.
Francisco Antonio de Brito.
Luiz Cesario do Reg.
Augusto Carneiro Monteiro da Silva Sintos.
Jos Flix de Brito Macedo.
Antonio Jos Alves Ferreira.
Manoel Antonio Viegas.
Jos Francisco Carneiro.
Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira Cavalcanti.
Floriano Correia de Brito.
Cietano Silverio da Silva.
Flix Francisco Souxa Magalhes.
Jos de Aqoiuo Fooseca.
Boodoro Ulpiano Coelho Coutinho.
Carolino Fraocis:o de Lima Sanios.
Joo Baplista do Reg.
Luiz Jos Pereira Siraoes.
Pedro Antonio Cesar.
Francisco de Souta Reg Monteiro.
Claudino do Reg Lima.
Severiano Jos de Moura.
Miguel Candido de Medeiros Pinto.
Joaquim.Milito Alves Lima.
Jes Antonio Pinto.
Sebaslio Paes de Souza.
Innoceocio Rodrigues de Miranda.
Francisco Jos Correia de Queiroga.
Maooel Antonio Pereira.
Paulino Jos Tarares de Lyra.
Lauriane Jos de Birros.
Jos da Fonseca e Silva.
Supplenles de eleitores.
Os Srs.:
Domingos Alfonso Nery Ferreira.
Ignacio Nery da Fonseca.
Antonio Rangel de Torres Bandeira.
Claudino Beoicio Machado.
Joaquim Antonio Carneiro.
Francisco de Araujo Barros.
Juvino Carneiro Machado Rios.
Joaquim Francisco de Torres Gallindo.
Sebaslio Lopes Guimaraes.
Jos Luiz Pereira Jnior.
Ignacio Firmo Xavier.
Firmiuo Jos de Oliveira.
Antonio Bernardo Quinleiro.
Trislo de Alencar Araripe.
Ignacio Beato de Loyolla.
Angelo Henriques da Silva.
Jos Candido de Souza Castro.
Jos Joaauim de Moraea Sarment.
Agoslinho Jos de Oliveira.
Antonio Joaquim de Mello.
Luiz Goncalves Agr Jnior.
Camillo Augusto Ferreira da Silva.
Marcolino dos Santos Pinheiro.
Virgilio Jos da Moita.
Jos Firmo Xavier.
Bernardo Luiz Ferreira Cesar de Loureiro.
Mancel Jos Domiogues Codecelra.
Joaquim Jos de Abreu Jnior.
Manoel Jos de Oliveira.
Bartholomeo Guedes de Merlo.
Joaquim da Silva Reg.
Joo Luiz de Carmino.
Joso Lins Cavalcanii de Albuquerque.
Augusto Xavier de Souza Ponceea.
Bernardino do Soura Barros.
Francisco Jos do Sacramento e Silva.
11 para constar mandei fftzei este edtal, effia-
da mesma caixa.
Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
co de 1861.O secretario da directora
Francisco Joao de Barros.
A arrematado de 63 volumes de barris
abatidos, viudos da ilha de S. Miguel, no pa-
tacho porluzuHZ Lima, annunciada para o dia
24 do correte, depois de meio dia, fica transfe-
rida por ordem do Sr. inspector da alfandega
para o da 28 do mesmo met.
Alfandega de Pernambuco 24 de maio de
1861.
O terceiro escriplurarij,
Godofredo Henriques de Miranda.
Companhia (iva de cavall&ria
Tendo de serem arrematados em hasta pu-
blica, no dia 30 do corrente, pelas 10 horas da
manha, dez cavlos da mesma eompaohia
julgados ncapazes do servico do exercito, o
lenlo coramandante interine da referida com-
panhia convida as pessoas que interessam-se.
acharem-se no mesmo quartel no dia cima.
Quartel da companhia de cavallaria no campo
das Princezas 24 de maio de 1861.
Manoel Joaquim Machado.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria dj tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz publiro que nes-
ta data foi reg'slraloo papel que em 17 de abril
ultimo firmaran) Manoel do Amparo Caj e Ma-
noel do Nascimeato Vianna, dissolvendo a socie-
dade que lioham na loja n 18, sita na ra Nova
desta cidade, no qual estabelecerarn que o acti-
vo e passivo da sociedad* flrava a cargo do so-
cio Cijde quem receberia o socio Vianna o lu-
cro que lhe-coubesse, caso houvesse, tendo di-
reito osobredito socio Caj haver desle a iodem-
nisaco da parle dn prejuizo que lhe locar.
Secretaria do tribunal do commercio de Por-
nambuco 24 de maio de 1861.
Julio Guimaraes.Officisl-maior.
Pela subdelegacia da freguezia de Santo
Antonio foi apprehendido ura presunto e urna
pequea porco de bacalho : quem for seu dono
comprela neste juizo. que prevalido pertencer-
lheser entregue.Villaca, subdelegado.
do dia 1." dejunho vindouro, ficaodo sujeitos
multa de 3 0/0 os que pagarem depois de findo
os ditos 30 dias.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
21 de maio de 1861.
Antonio Carneiro Machado Rios.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZAGERMANO.
l" RECITA DA ASS1GNATRA.
Sabbado 2o do correte.
Subir scena o excellente drama em 5 actos,
original francez,
Conselho administrativo
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, lera de comprar os objectos
seguinles :
Para a guarda da fortaleza do Brum.
1 laboratorio com bacia e jarro.
1 jarra de barro.
1 copo de vidro.
1 bandeja pequea para o dito.
1 caslical com manga.
Para a enfrmaria do hospital militar.
40 facas grandes de mesa.
40 garfos dito de dita.
24 colheres dita de metal do principe.
12 bacas grandes de louca para rosto.
80 pratos de folha fundos e rasos.
30 ligellas defolha.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
assuas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 29 do
crreme mez.
Sala das sesses do cooselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 24 de
maio de 1861.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
fel administracao do correio desla cidade
se faz publico, que em virtude da convenci-pos-
tal celebrada pelos governos brasileiro e francez
sero expedidas malas para a Europa no dia 31
do corrente met, de conformidade com oannun-
cio desle correio publicado no Diario de 29 da Ja-
neiro prximo Ando As cartas sero recebidas at
i boras antes da que tur marcada para a sabida dos
vapores, eosjornaes at 4 horas antes. Correio
de Pernambuco, 24 de maio de 1861 .O adminis-
trador, Domingos.dos Pasaos Miranda.
Capitana do porto.
De ordem do Sr. chele de diviaao capitao do
f'orto se fat publico que sao chamados todos os
ndividuos matriculados nesta cspilania, a com-
parecerem na mesma coa suas matriculas pes-
soaes na ordem seguiote : do dia 1 a 8 do mez
de junho futuro cooiparcceto os calafates e car-
pinteros, de 9 a t do mesmo mez os pescadores
e estivadores, de 17 a 25 todos os mais indivi-
duos empregadosno trauco do parlo erios nave,
ga-veis, e do da 26 ao fim de mez os que se em-
pregam oa pequea e grande cabotagem, Ando
esae'prazo aereo eliminados os que nao compa-
recerem -seus nomes publicados pos jornaes
ceas oio perteoceodo mais a eata eapiania, fi-
caodo sugeitos ao recrutamento e lo service da
guarda nacional
Capitana do porto de Pernambuco *. 9S. 27,
28, 30 e 31 de maio de 1861.Joo- Nepoaueeno
Alves Matiel, serrinio de secretado.
ULTRIGE.
Terminar o espectculo com a nova ct media
em um acto, ornada de msica,
DI
\I\TE E 01ATR0 SOLDOS.
PERSONAGENS.
Samuel Itigot, americano...... Thomaz.
Lndyniinn de La-Souche...... Vicente.
Andr Salifet.................. Itavmundo.
Jos Poirier.................... Campos.
Pedrinbo, joveu camponez.... Teixeira.
Claudioa Camuroi, joven cam-
poneta....................... D. Carmela.
Celeste Rigot.................. I). Jesuina.
Badolira, tabelliao............ Nunes.
Um negro que nao falla........ N. N.
A scena passa-se no csleilo de Rigot, nos ar-
redores de Paris.
Comecar s 7 >' bares;
CAS POPULAR
NO
MAGESTOSOSALO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Previne-se aos amadores do Csssino, que o
baile que hoje devia ter lugar. Oca transferido
para aabbsdo 1 de junho, o qual ser minucio-
samente annuaciado.
Avisos martimos.
COMPANHUJRASILEIRA
PAPf?!S f APM.
E' Bsyatto al o dia 30 do corrente dos portos
do sul o vapor nacional Paran, coramandante o
capilo lente Jos Leopoldo de Noronha Tor-
rezo, o qual depois da demora do eostume se-
guir para os4o surte-
Desde j rece*em-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir a qual dever
ser embarcada no dia de sua ebegada al as 2
boras da tarde, eocommendas, passageiros edi-
nheir a frete at o dia da sahia as 3 horas:
geatcia rus da Gru B. 1, escripterio de Ams*p
do& hiendes.
*


"!~
(!)
OIAHODK
- SUBIDO tliX Hilo DE lUl.
G0MPANHAEBRASIL1RA
MOTSTTKS 1L TJUPffilR.
At o dia 31 do correte esperado dos portos
do norte o ?apor Crvztiro do Sul, commandan-
te o capilo de mar e guerra Gervazio Mancebo,
o qual depois da demora do cosiurae seguir pa-
ra os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e eogaja-se
a carga aue o vapor poder coodazir a qual de-
ver ser ambareada no dia de sua chegada at as
2 horas da tarde e encommendas, passageiros e
dinheiro a frete at o dia da sahida as 3 horas :
agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azeve-
do & Hendes.
Para Parabiba
segu com brevidade o hiate nacional Santa Lu-
zia por j ter parte de seu carregamento ; para
o resto e passageiros, trata-se com Msooel Lopes
Machado na rus da Cadeia do Recife n. 56, ou
cotn o mestre Jos Francisco Maranhao, ra da
tiuia n. 33, primeiro andar. Adverte-se a todas
as pessoas que quizerem dar suas cargas que este
hit te se acha forrado de aovo de cobre bem se-
guro e bom veleiro.
Para o Pendo.
Segu at o fim da presente semana, o hiate
Ileberibe, por j ter seu carregamento quasi todo
a bordo: para o resto trata-se na ra do Vigario
o. 5.
Para o As su'.
Segu com brevidade o hiate Camaragibe, por
j ter parte do seu carregamento : para o resto
e pasageiro trata-se na ra do Vigario n. 5, com
Luiz Ro-Res de Cerqueir.
Para o Aracaty e Assu'.
A baroca Maria Amelia, mestre Francisco
Thomaz de Assis, pretende sahir at 28 do cor-
rente : para o resto da carga trata-se com Paren-
te Vianna & G.
ltimos : a tratar com
cios Aranaga Hijo & C-,
rhe Novo.n. S.
o consignata-
rua do Trapi-
COIPANHIA PERNAIWJCA1U
DR
avegaco costeira a vapor
O vapor Persinunga, commandante Moura,
sahir para os portos do sul no dia 8 de iu-
nho as 4 horas da tarde. Recebe carga at
o dia7aomeio dia. Encommendas, passagei-
ros e dinheiro a frete at o dia da sabida t ho-
ra : escriptorio no Forte do Hattos n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegado costeira a vapor.
ParaLiba, Rio Grande do Norte,
Maca o, Aracaty Ceara' e Acaracu.
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os portos do norte at o Acerac no
dia 7 de junho s 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dio 6 ao meio da. Encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida
as 2 horas : escriptorio no Forte do Hattos n. 1.
Para o Ass
> ass e portos
termedios
in-
REAL MMPANHLV
DE
Paquetes inglezes a vapor.
At o dia 28 do corrente mez espera-se da
Europa o vapor Oneida, commandante Bevis,
o qual depsis da demora do costme seguir pa-
ra o Rio de Janeiro tocando na Baha : para pas-
sageos ele,, dever-se-ha tratar com os agentes
Adamson, Howie & C, ^rua do Trapiche Novo
n. 42.
a lancha aFlor do Rio Grande, mestre Antonio
Jos da Costa ; quem quizer carregar ou ir de
passagem, dirja-se a ra da Cadeia do Recife
loja do Sr. Joo da Cunha Magalhes.
Para em direitura.
O patacho brasileiro Paulino segu em pou-
cos dias, pode receber alguma carga muida ; tra-
ta-se com os consignelarios Marques, Barros k C.
LOTERA.
Acbam-se a'venda os bilhetes e meios
da primeira parte da primeira lotera a
beneficio do collegio do Bom Conseibo
de Papacaca na thesouraria das loteras
ra do Queimado n. 12, primeiro an-
dar, as casas commissionadas do eos-
turne. O thesoureiro (bem a seu pe-
zar) forcado a nao designar ja o dia
mpreterivl da- extraccao, visto como
sua commisso tao insignificante como
e', nao o abriga dos grandes prejuizos
conforme os que tem tido, e pois, logo
que tenha vendido boa parte annun-
ciara' o dia mpreterivl, o qual sera'
tanto mais breve quanto mais breve fr
a compra dos bilhetes.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Lorurii
Segunda parte da Dona lotera
da matriz da Boa-Vista.
Nos felizes bilhetes vendidos com a chancella
do abaixo asignado venderam-se as seguinles
sortes nos seguinles nmeros :
Attenco.
resoltido a veader o
oa freguezia de Santo
O abaixo aesignado est
seu engenho Velho, silo n-----------
Amaro de Jaboato, tres legoas distante desta pra-
?; faz esse negocio recebendo em pagamento, ou
permuta por predios nesta cidade, aceita igual-
mente em pagamento acedes do baoco, dinheiro
e letras com Drma acreditada ; o engenho est
mocle e corrente Hvre e desembarazado de
qualquer duvida em seus terrenos com os eros
commarces, assim como livre de qualquer ooui
ou dividas, trabalha com agua, possue terrenos
Ao commercio.
Urea pessoa habiUda em eacripluracao mer-
cantil, Unto em psrtidas dobradas como simples,
propoe-se a tomar conta de algunas escriptas : a
Iratar na ra das Flores n. 9.
Rft7Ama.nh?a ,e"*.* proceder na matrix de
IRfi .^2ni2 elei5> da me" regedora de
on >V.. re8PectiTa irmandade: pede-se
Mranri.i I?*."" irmandade seja excluida a
si5 ni C-ab"U 1ue alli d ne" <-
"'p,"'s?J8,tt,lar rdlcn, ** "hirem os
pos se observa ; pois tima irmandade to nume-
rosa todos os irmaos devem correr na obSio
de se prestarem, e nao -' "--- -
2455
275
2589
1359
1598
2121
12S
e oulros de 409,
pagas /inclusive
Leudes.
LEILO
DE
Rio Grande do Sul
pelo Rio de Janeiro
segu al o fim do corrente mez o brigue nacio-
nal Maria Thereza por se achar engajada sua
carga para ambos es portos: recebe escravos a
frete, e trata-se com Baltar & Qliveira, na ra
da Cadeia do Recite n. 12, ou com o capillo a
bordo.
Urna taberna.
corrente.
por mandado
Maranhao
segu por estes dias o palhabote Garibaldi,
tem a maior parte do carga prompta ; a tratar
com Tasso Irmaos.
IPJSM
o Rio de Janeiro
A veleira e bem conhecida barca nacional A-
melta pretende seguir com muita brevidade, tem
parte de seu carregamento promplo ; para o res-
to que Ihe falta, trata-se com os seus consigna-
tarios Azevedo &. Mendes no seu escriptorio ra
da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro
pretende seguir com muita brevidade o veleiro e
bem coohecido brigue nacional Damo>, tem
parle de seu carregamento promplo: para o res-
to que lhe falta, trata-se com os seus consigna-
tarios Azevedo Mendes no seu escriptorio ra
da Cruz n. 1.
ILUA DE S. MIGUEL.
O pala-ho portuguez Lima, de primeira mar-
cha segu at o dia 10 de junho, ji tem o seu
carregamento promplo ; e para passageiros, pa-
ra o que tem excellenles commodos, trata-se
com os seus consignatarios Joo do Reg Lima
& Irmo.
Para o Aracaty
Recebe carga e passageiros o hiate Exalacoo.
a iratar com Gurgel Irmaos na ra da Cadeia do
Recife d. 28.
Para Lisboa.
Sahe no dia 26 do corrente
a muito veleira e bem conhe-
cida barca
Quartd teira 29 do
Costa Carvalho far leilo por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz especial do commercio e a re-
querimento de Antonio da Silva Barbosa Ferro,
da armaco egneros da taberna do paleo do
Terco de Henrique Amante Chaves, a vontade
dos compradores.
UlUO.
Segunda-feira 27 do corrente.
Costa Carvalho fara' leilao por despa-
cho do Exm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio a requerimento dos curado-
res iscaes e depositarios da massa falli-
da de Antonio Joaquim Vidal, de mer-
cadorias, movis, escravos, dividas e
urna casa de um andar e sotao na ra
Imperial n. 79, no dia cima as 11 ho-
ras da manhaa, na ra Direita n. 103, e
tambem se rece bem propostas a pra-o
com garantas : os movis os pretenden
tes podem examinar em poder do de-
positario Joaquim da Silva Castro
ruado Crespo.
na
5:000 Meio bilhete.
800 Bilhete inteiro.
4O0S Dito dito.
200 Mtio bilhete.
lOOfi Dito dito.
100 Bilhete inteiro.
100 Meio bilhete.
20 e 10. Estas sortes sao
os 12 por cento geraes e 2
provinciaes) na praca da Independencia n 22
junto aoreojoeiro aonda se acham a venda e
as mais lojas do costume os bilhetes e meios
da primeira parte da primeira lotera do Bom
Conselho de Papacaca, aos pregos jaannunciados.
Santos Vieira,
Precisa-se alugar urna ama, forra eu escra-
va. para casa de pequea familia, com tanto q.ue
tenha boa conducta : na ra da Santa Cruz n. 52
-- Por detras da ra da Concordia anda se
vendera dous terrenos de 30 palmos de frente e
170 de fuodo.com frente para o rio CapiOaribe
e traspaca-se muito em conta: quem pretender
sigan ou todos, pode entender-se com Manoel
Autonio de Jess, morador na ra do Rosario
Larga oadaria n. 18.
O mesmo precisa de um ou dous
forros ou captiros, para trabalhar em condcelo
de lijlos, pagos por mez ou por viagem.
Urna escrava.
Precisa-se comprar urna boa escrava que en-
gomme e saiba coser: na ra da Cadeia n 57
_. Offerece-se um homem vindo pouco" de
Portugal, para ensinar em qualquer engenho a
ter, escrever e contar, grammalica portugueza e
e traduzr franrtz, tambem loma conta da caixa-
na : a tratar na ra larga do Rosario o. 26.
Aviso
Aos irmaos da irmandade do
Santissimo Sacramento da
Recife.
Domingo 26 do corrente, pelas 11 horas da
de pl.nt.cao de cano, para sVefwaonu^ Wr,LIo,U\rle,B um Prie-
to psra mais de 3,000 pies, tem matas virgen., l J .1.l*?.1A a e8colh cahi' tambem
alem de bastantes capoeres ; as obras do enge-
nho era ptimo estado, com excellente casa de
vivenda, produz muito boas cannas e de grande
rendimento de assucar ; vende igualmente o ga-
do do servigo do engenho, como o de criar, e
bem assim as cannas para a nova safra prxima
futura : quem pois lhe convier effectuar to
tajo.o negocio, dirija-se ao mesmo
tratar com o seu proprieta rio.
Jos Francisco Pereira da Silva.
van-
engenho para
2! la8 re,cu09. P" que de mistura com os
2m%^.%a,,enh,"D^P.OS9,m leT"a "D.ndade
em vas de prospendade. como asss recommen?
compromisso. Isto declara quem
Leiam todos.
Sabbado 25 do corrente es-
pira o prazo que a -viuva Dias
Pereira A C.marcaram a seus
devedores para que lhes fos-
sem pagar e como o nao que-
rem fazer participa-lhes que
de segunda-feira 27emdiante
se proceder essas cobranc*s
judicialmente sem excepeo
de pessoa, e para que nenhum
dos Srs. devedores se julguem
offendido faz o presente para
4ue chegue ao conhecimento
de todos.
- r /'e",e aos Srs Francsco Jos do Ama ral
e Jos Honorato de Medeiros. moradores fora
desta p:a5a que queiram dirigir-se a ra do Cres-
po, loja n. 8, ou declaro sua morada para serem

al-
rua
pri-
DE
Urna taberna.
Quinta-feira 28 do corrente
Silveira & Mello far leilo por iolerveocodo
agenle Cosa Carvalho, da armaco e gneros da
taberna da ra Direita n. 31, em ura s lote a
vontade dos compradores.
- --.--", >im .. nula, ua ma
nna. no consistorio da nossa igreja matriz
proceder-se-ha eleico do juiz e mais mesarioi
que lem de reger a irmandade no anno compro-
missal de 1861-1862, Tpara o que roga-se a to-
dos os irmaos de comparecercm pontualmente a
essa obngaCao impost pelo cap. 10 do compro-
Recife, 22 de maio de 1861.
O escrivSo,
_ LoureoQo Luiz das Nev..
Na adminislrago do correio desla cidade
existe um officio vindo do Rio de Janeiro para a
Exma. Sra. D. Hermelina Barata.
Joaquim da Silva Moreira retira-se para o
Rio de Janeiro.
Precisa-se de 400 a juros por quatro me-
zes, pagando 3 0i0 ao mez, e dando em garanta
um piano novo e as seguales obras de Dallor:
Junsprudence du royaume. 12 vols.. Recaeil pe-
nodique, 32 vols., desde 1825 al 1856, riquissi-
ma encadernago; tambem se vendera, sendo
que o piano novo e de excellentes vozes cuslou
SJ, e a obra est no valor de 200J : convenci
nar-se-ha porm. Se taes garantas nao forera
sulcienles. dar-se-ha dous escravos mocos, su-
jeitaodo um delles a retro, caso haja falta : a
quem convier. deixe carta nesta lypographia com
subscripto a RR. para ser procurado.
Precisa-se de urna ama boa cozinheira
que compre para dous mogos solteiros : na
do Crespo n. 18.
oo Correta de Carvalho,
faiite, participa aos seus nume-
rosos freguezes e amigos que mu-
don a sua residencia da ra da
9 Madre de Dos n. 56 para a
da Cadeia do Recife n. 38,
^ mero andar, aonde o encontra-
rao prompto para desempenhar
g qnalquer obra tendente a sua
9 arte.
Euro OBUIg08 Correia do Rezende Reg vai a
Dr. Debroy. dentista, successordo Sr. Pau-
lo Uaignotr, avisa ao respeitavel publico quo che-
gr em ernambuco no mez de abril ou at
junho.
. "7 Fraaco Tavares da Silva. tesUmenteiro
do fallecido Antonio Pires de Oliveira. roga aos
oradores dquel e fallecido se dignem apresen-
tar-lhe suai contas correles o mais breve pos-
m

sivel.
Ama
e
ra
Leilao
para o resto da carga e passa-
geiros, tra-a-se com os con
signatarios Carvalho, Noguei-
ra A C na ra do Vigario n
0, primeiro andar, ou com o
capito Borges Pesaoa.
Para o Aracaty.
Para o Aracaty seguir brevemente o hiate
baota Anoa : para carga e passageiros trata-se
com Gurgel Si Irmo, na ra da Cadeia n. 82.
Transferido por causa dachu-
va para 27 do corrente.
I.eteller & C. faro leilo por intervenco do
agente Oliveira, do mais completo sortimeoto de
ferragens e miudezas e de varias fazeodas para
fechar contas
Segunda-feira 27
do correle, as 10 horas da manha, no seu ar-
mazem, na ra da Cadeia do Recife.
Avisos diversos.
m&
Rio de Janeiro
segu cora a maior brevidade o patacho nacional
Social por ter j engajado roeUde de seu car-
regamento e para o resto trata-se com seu con-
signatario Manoel Aires Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14, primeiro andar.
Rio de Janeiro
Sahir'bremente a
barca nacional IRIS
passageiros e escravos ,
bons commodos em separado pora estes
linda e
i a qual
veleira
recebe
O abaixo assignado, leodo chamado con-
ciliacSo a Victorino de Almeida Rabello, para
amigavelmente ajuslarem suas contas da socieda-
de quo tiveram na taberna da ra da Roda n. 48
o qual nao tendo comparecido aflm de nao ser
obligado a apresenlar os livros e contas dos g-
neros, que na qualidade de ceixa, com prava para
a mencionada taberna ; por isso o annunciante
previne a todas as pessoas que sao devedoras a
dita taberna; de nao pagarem ao dito Victorino
quantia alguma de seus dbitos, porque o anoun-
ciaote protesta pelos meios legaes fazer dita co-
branca ; e para que nao possam allegar-ignoran-
cia, taz-se o presente annuncio.
Manoel Jos da Silva Pimentel.
3**0*AA0 &gp00VA|lfcfcA
IktruamliucatM
Domingo, 26 do correle, s 10 horas da ma-
nhaa, haver sesso extraordinaria do conselho
director.
Secretaria da Associacio Typographica Per-
nambucaoa 22 de maio de 1861.
J. Cesar,
1* secretario.
- Aluga-se a loja da casa n. 86 da
ra da Imperatm : a tratar no segun-
do andar da mesma casa.
"~ por 25 aloga-se urna escrava que sabe en-
gommar, lavar, coser e de excellente conducta :
l.,tl"Ji0a"^."em de Jqatm escadinha da alfandega. '
Preclsa-se de um Ir.balhador de masieira
quesalbabem o officio desusarte: a tratar na
padana do pateo da Santa Cros n. 6.
t$sr ',L,""I" -"*te2,
Precua-se de urna ama da leite : a traUr
roa ImperUl n. 10. na ru. du Gr U o"aS
u, la ma desama Rita, deposito n. 87.
Pedido,
Os encarregados da missa em S. Jos do Man-
gumho pedem encarecidamente as pessoas que
concorrem para este acto religioso, e que se
acham atrasadas com as s-ias mensalidades, ha-
jam de ver se a podem psgar, para por este meio
poder continuar a mesma missa.
AMA.
e faca
87, e
o en-
Precisa-se de urna ama que cozinhe
compras ; na ra do Amorira n. 56.
ik"7 precisa-se da un moco cora pralica de mo-
inados e capaz de lomar conta de una taberna,
dando-se-lhe sociedade: a tratar na ra da ma-
triz da Boa-Vista n. 35, primeiro andar, ou na
ra do Nogueira taberna n. 1, das 5 as 8 horas
de noite.
noga-se ao Sr. que no dia 23 do corrente
oceupou a cadeira n. 86 no theatro de Santa
Isabel, que tenha a boodade de mandar entre-
gar na travessa da ra das Cruzes n. 2A, lo-
ja de calcado, o binculo que pedio a pessoa
que lhe flcava esquerda a cadeira n.
que Ondo o ultimo acto sahi sem
tregar.
Antonio Joaquim Vidal, tem a responder
ao annuncio do Sr. Joo Baplisia da Rocha, exa-
rado no Diario do 2i do correte, quenada tem
com o que lhe devedor Thiago da Cosa Fer-
reira Estrella, pois delle que deve cobrar, e nao
dizer que o annunciame juntou a conta do Sr
Rocha, para augmentar o numero de devedo-
res: quandoa sua divida e outrss no valor de
qualro conloa- e tanto, foram-lhe adjudicadas em
hasia publica de 19 de dezembro de 1860 com
o abate da le como poder ver no cartorio do
p*ese.Ao vros de Thiago; por isso ser bom que o Sr.
Kocna fa<;a raelhor conceilo dos outros
seu proceder a tanto nao o autorisoo.
Recife 24 de maio de 1861.
Antonio Joaquim Vidal.
Precisa-se de urna ama para fazer as compras
e coznhar para pouca familia : na ra do Cabu-
g n. 3. segundo andar.
oi7^Jo? e- 01ive'ra Travasso retira-se para o
ttio de Janeiro. r
"- O Commercial Pernambucano
sahira duas vezes por semana as ter-
<^$ e sextas feiras. Subscreve-se a 3k
por serie de 24 nmeros pagos ao re-
ceber o primeiro numero. Avulso
vndese a 200 rs. cada exemplar.
Qualquer pessoa que quizer assignar, e
mesmo comprar avulso, dirjase a ra
do Imperador, livraria popular n. 67
ou ao escriptorio da mesma typogra-
phia Pernambucuna largo do Forte das
Cinco Pontas n. i9.
Ghegaram no estabeleci ment
photographico de Stahl & C, tua da
Imperatrizn. 14, os albuns para car-
tSes de visita e grande sorttmento de
molduras doura Jas.
Santo Antonio.
Acha-se venda a trezena de Santo Antonio,
nova edicao correcta e ntidamente irapressa:
na ra do Imperador n. 15.
Precisa-.e do urna ama que saiba engommar
e coznhar: na ra Nova n. 33.
Benedicto Bruno, subdito italiano, vi ao
norte.
- Offerece-so um rapaz portuguez para cai-
xeiro de qualquer estabelecimento, com habilila-
coes sufficientes : a tralar na ra do Livramen-
to o. 28.
da o respectivo
pode assignarO irmao.
OfTerece-se um rapaz de boa conducta.vo-
do do Aracaty. para criado de qualquer pessoa
decente : annuncio ou dirija-se a lypograhia
Universal, ra do Imperador n. 52. w*iani*
Precisa-se de um caixeiro de 16 annos com
pralica de taberna e oiligeule, dando ador de
sua conducta; na ra das Cruzes n. 22.
A quem tocar.
Chorai, chorai, almas pequeas, almas de galo
Pingado, que por muilo que choris, jamis as
vossas lagrimas podero embaciar a gloria que
merecidamente pertence a essa pessoa a quem
alludiz na humanitaria fundacao do tal humani-
tario estabelecimento. r. \
Era praca publica do juizo de orphos des-
fa cidade e seu termo, que ha de ter lugar no
da H do correle mez, se ho de arrematar a
quem maior preco offerecer, os bens seguiotes, a
S0D6r I
Por arrendamento triennal, o engenho Brum
cora exclusao da baixa de capim, e iocluso dos
ediucios e bemfeilorias que tem nelle o casal do
tinado Bernardo Antonio de Miranda, avaliado a
renda anoual do mesmo engenho em 3:000 e
em 420 as dos referidos edificios e bemfeitons
que sao os que se seguem :
Urna casa de vivenda com estribara.
Um curral para gado com telheiro unido ca-
sa de purgar.
Um pequeo quarlo onde houve padana.
Outro contiguo a estes.
Outro quo servio de cocheira.
Outro em que assentava urna lenda de erreiro.
Urna casa de respaldo.
Um telheiro em seguimento casa de arinha.
A coberla da capeila.
Ojio casas de laipa coberlas de telh, qualro
em bom stado e outras tantas em mo estado
sendo que o arrendamento ha de ser feito com as
seguinles coodicoes :
Primeira, que durar por tres annos, a come-
car em malo do anno corrente de 1861, e a ren-
da ser paga annualmente no mez de maio de
cada um dos annos de 1862,1863 e 1864, compe-
l n do a o rendeiro o dreito de colher al maio de
1865 (em que devora entregar o engenho e suas
pettencas no mesmo estado em que lhe tirerem
sido entregues) a safra que houver fundado no
ultimo anno do triennio do arrendamento.
Segunda, que na dita airemalago sero com-
prehendidos os beneficios e bemfeilorias cima
declaradas.
Terceira, que somonte ser admettdo a laucar
na dila arrematacao quem so houver habilitado
peraote o mesmo juizo de orphos a si e ao sea
fiador (que dever ser chao e abonado) com do-
cumentos que provem que um e outro nada de-
vem fazenda nacional e provincial, e que seus
bens nao esto sujeitos flangas nem a hypoihe-
cas, qur convencionaes, qur legaes, e piincipal-
mente para com a fazenda nacional ou provin-
cial, ou para com orphos.
Quarla, que o rendeiro nao poder fazer carvo
as matas do engenho, nem tirar dellas madeira
de qualidade alguma, nem mesmo estacas, aind_
que sej para obras que pretenda fazer as trras
do mesmo engenho ssm liconca do mesmo juizo
de orphos com previo conhecimento da justica e
urgencia do m, e qualidade dar obrjs a fazer, e
da quaolidade da madeira ou estacas para ellas
Decentarlas.
Quinta e ultima, que a arrematacao nao pode-
r transferir o arrendamento durante o lempo
delle a qualquer outra pessoa.
Tambem se ho de arrematar na mesma praca
por venda um esoravo de naco com 40 annos do
idade, e urna escrava de Angola de idade de 30
annos; assim como tambem varias obras de ouro
e algumas destas com brilhantcs, e ouiras com
diamantes, etc., cujos presos conslam do escrip-
to em mao do porteiro, sendo esla a ultima pra-
ca. Recite 24 do maio de 1861. Pela Sra. D
Tneieza Carneiro Lins de Miranda,
Jos Rodrigues Selte.
Farello de Monti-
vido
^^^^^&^
lTtrp?ch^rftiv7.mXdaAMemblaB-
Cera de carnauba,
Cebo coado do
Rio Grande,
muito alvo : no largo da Assembla n. 15, trapi-
cne uarao do Livramento.
Candieiros
econmicos.
Chegou um riquisslmo sorlimenlo de ondiei-
ros econmicos a gaz idrogenio, os quaes eslo
j muito approv.dos pe, su. verd.deira econo-
ma sendo os mais baratos a 5g cada um, e ou-
tros de multas quahdades que derero agradar
com a vista do comprador, e todos os mais l
dT VlaPn"a 8 mesmos : Ba rua No'a D- 2<>. loja
Vende se por todo preco um car-
roe boi : na rua da Cruz n. 21, con-
eitaria.
Ferragens e miudezas.
53Rua Direita53.
O proprietano do esUbelecimento cima acaba
de receber um primoroso e rico sortimento de
bandejas para S. Joo, que por sua baraleza e
nem acabado gosto. er nao ter rival nesia praca
rico sortimento de facas, garios e colheres de to-
das as quahdades. e precos. meias finas, espin-
gardas ferro da Suecla, camas de vento, e mui-
tos outros gneros que por sua baraleza est dis-
posto a dar um a quem comprar oulro.
Novoscinteiros
com fivelas esmaltadas.
A loja d'aguia branca recebeu tambem pelo va-
por francez novos cinteiros com bonitas fitas e
livela. esmaltadas, moldes inteiramente novos e
agradaveis, e os est vendendo como seu costu-
me pelo diminuto preco de 49 ; em dita loja d'a-
guia branca, rua do Queimado n. 16.
Delicadas
gravatinhas de seda bordadas
para meninas e senhoras.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo
vapor francez urna pequea porco de ruin boni-
tas e delicadas gravatinhas de seda bordadas, ul-
timo gosio, para meninas e senhoras, e as est
vendendo a 1500 cada urna ; a ellas, antes que
se acabem, pois s as ha na loja d'aguia branca,
rua do Queimado n. 16.
Atteneo
Vend6-seuraa prela cora bom leite por estar
criando um filhinho de 9 mezes, boa cozinhei-
ra at de forno, engomma bem, faz doces, cose e
'abyriotho, com 26 annos de idade, tambem
faz
oque
Barros, brasileiro, vai
pois que
Aluga-se
urna casa terrea na rua da Calcada : a tratar ni
rus do Queimado n. 53.
Offerece-se um caixeiro com pralica de
qualquer negocio, ou para chapeos de sol, ou pa-
ra molhados, saben jo fallar francez, dando fia-
dora sua conducta : quera quizer, dirija-se a rua
Direita n. 95, para l se tratar.
O Sr. Joaquim Jos de SanfAnna queira
apparecer no quartel do corpo de policia a en-
tender-se com o major do mesmo, sobre
Smr. nao ignora.
Adrilino Ribeiro
Europa.
O abaixo asslgoado traspassa a posse que
le en> dez terrenos com 30 palmos do freote
e 170 de Tundo, com frente para o rio Capibaribo
e traspacam-se muito em conta : quem os pre-
tender entend.-se com o mesmo abaixo assigoa-
do na rua do Rosario larga n. 18.
Manoel Antonio de Jess.
Aluga-se um grande sobrado no caes do
Hamos com as acorumodaedes proprias para um
collegio, onde esleve o collegio do finado Silvano
e tambem aluga-se urna cas. terrea na prava do
Caideireiro : a tratar com Jos Hygino de Mi-
randa.
Precisa-se de urna ama de meiaidadana
rua das Cruzes taberna n. 24.
AttenQo.
Precisa-se alugar um sitio perto-desta cidade
que tenha commudidades para familia, baixa d
capim, arvoredos, e que tenha extenso para po-
der trabalhar seis escravos : quem ver e quizer
alugar dirija- rua do Queimado n. 21.
4encao.
Os administradores da massa fallida do com-
mercuote Miguel Gomes da Silva fazem publico
aoscredoresda dila massa. que por despacho do
Exm Sr. Dr. Juit de dreito do commercio em
22 do corrente. foi marcad o dia 29 do mesmo
mez p.r. a verificacio e classiflcacao de crditos
d dita massa: por isso convidan Vtodos os ere-
dores do precitado fallido pira al o dif 28da
corrente apresentarem seas crditos
m, nos
casas n
56 rua do Amorim.
pan dito
u estabelecimeotos dos administradores,
.16da travessa da Madre de Dos, en
-.""_Jo^Cassemlro de Gouveia
t Rio de Jjuuro.
retira-se para
Antonio Rodrigues Vieira, Portuguez, vai
para fora do imperio.
A pessoa que annunciou desejar comprar
urna casa com soffriveis commodos em algumas
das ru.s dos bairros de S. Jos ou da Boa-Vista,
servindo lhe a casa n. 61, sita na travessa de
Joao Francisco da freguezia da Boa-Vista, dirja-
se a estrada do Chora-menino, casa n. 1, que
achara com quem tratar.
Procissodo santissimo corpo
de Dos.
Tendo o Cabido de f.zer percorrer no dia 30 do
corrente, as 4 horas da tarde, a procisso do san-
tissimo corpo de Dos, pelas ras Nova, Amparo.
Quatro-eantos. l.deir. da R.beira, S. Bento.aco
Gastolhano, pateo de S. Pedro Apostlo e ldeira
da S, roga a todos os moradores de taes russ te-
nnam a hondada lirap.r as frentes de sois resi-
dencias e gu.rnece-las com colchas para mais
decencia do alto.
Aluga-se urna escrava sem habilidades para
o aervico de casa : a Iratar no principio da es-
trada de Joo Fernandes Vieira a. 36, ou na rua
da Madre de Dos, armaiem n. 31. """
Vende-se um burro novo e muito manso, an-
da com duas mudas por fazer, e por preco com-
modo : para ver tratar na cocheira do porto do
capim por detraz da casa em que mora o Dr. Sa-
bino.
Em casa de i\9 O. Bieber
C. successores, rua
da Cruz n. i, vende-se
Vinho Bordeaux em qusrtolas.
Dito Xerez.
Cognac em caixss de 1 duzia.
Vinagre.
Lonas, brinzos e brins da Russia.
Cerveja escosseza (Edioburgh Ale.)
Pedrasde marmore braoco para consolos e mesas.
Plvora em barris.
Enxofre em canudo.
Brilhantes
de todos os tamaohos : veodem-se em casa de
N. O. Bieber&C. successores, rua da Cruz n. 4.
Vende-se um formidavel terreno proprio
na rua Imperial, lado da sombra e da mar pe-
quea, com 318 palmos de frente e mil e tantos
de fundo, alm de qunze bracas de marinha;
tem capacid.de para una boa olaria ou sillo,
ou mesmo para ser edificado especialmente'
na frente da rua para o que j lera urna gran-
de emboa para condueco dos raateriaes; a
nao poder ser vendido no todo, retalha-se, dan-
do-se-lhes fundos de accordo cora as ru-s pro-
jectadas que tem no futuro de atravessar o pre-
dilo terreno : para es-e fim dirijamse a rua da
Concordia n. 35.
Leite puro.
Na rua do Sebo n. 37, primeiro portio de fer-
ro, vende-se leite tirado ao p da vacca, e man-
da-se levar a quem tiver freguezia.
Nova fabrica
DE
Velas de carnauba.
Vendem-se em porgoes e a relelho velas de
carnauba de boa qualidade, e por prego commo-
do, o tambem se recebe encommendas de fra
da cidade, que serio com brevidade satisfeitas:
na rua da Imporatriz n. 47, segundo andar.
Venda
Vende-se a casa de dous andares n. 66 da rua
daii Aguas-Verdea ; procuren na rua da Moeda
d. 15, segundo andar.
Farinha a 1:600 a
sacca,
fazendo-se dlfferenga neste prego a quem com-
prar de 100 si cea para cima.chegada ha poneos
das Rio de JaMiro> : no largo da Assembltf
n. 15, trapiche Bario do Lirramenlo.
tem urna mulatinha de 9 annos, que j cose o
faz labyrhilho por ter um anno de escola, um
preto bom esiivador com 30 annos de idade. e
ura mulato bom offlcjal de pedreiro at de cor-
uija ; na rua das Cruzes n. 18.
Avariado.
Madapolo largo e fino cora pequeo toque de
avaria a 3|00 e 4#, dito muito fino a 5$ a peca :
na rua do Crespo n. 8, loja de 4 porlas.
I Para a chuva. 1
Vende-se muito barato artigos de gut-
ta-perche (borracha) : na rua Nova nu-
mero 43.
SYSTE MA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILLASHOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteirt
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a complei?mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na coropleiso mais robusta ;
enteiraraen te innocente em suas operacoese ef-
feitos ; pois busca e remove as doenjas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e tenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavamas porlas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forjas, depois dehaver tenta-
do inuliimente todos os outros remedios.
As mais afDictas nao devem entregar-se a des-
esperago ; fagam um competente ensaio dose
efficazes effeitos desta assombrosa medicina,
prestes reeuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de).
Asthma.
Clicas.
Gonvulses.
Debidadeou extenua-
dlo.
Debilidade on falta de
torgas para qualquer
eousa.
Desinteria.
Dor degarganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Ditas ao figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto intermitente.
Febretedaespecie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indgestes.
InflammsQes. .
Irregularidades
menstruagao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abstrucgao de ventre.
Phtysica ou consump-
pnlmonar.
Retengao deourina.
Rbeumasmo.
Symptomassecundarios.
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venreo(mal).
Vende-se estas pilulas no estabeleeimenlo ge-
ral de Londres n. 224, .Strand, e na loja df'
todos os boticarios droguistaeoutrasnessoss ed
carregadas de sua venda em toda a America a-
aul, Bavana a Hspanba.
Veadma^a as bocetinhas a 800 rs. cada
urna dellas, conten ama instruegio em portu-
Se para explicar o modo de se usar destas pi-
. las.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22 em P-
namjmeo.
- .------




DlAtI09p MftNantJGO. SABBADO fi M KtfO M 1M1

()
Urna naaeoa fu* tea ensinado com felii resul-
tado a fallar, escrevere traduzir as linguas ingle-
sa e franceza com exercicio de conversado mo-
ctdade de ambos os sexos, tanto do Rio como na
Babia e aqu mesmo em Percambuco, offerece
de novo o seu preatimo aquellas pessoas que qui-
zerem-se applcar em qualquer d estes idiomas,
para o que devem informar-ie na ra da Cruz n.
52, ou na ra da Cadeia Velha pT61.
Julio & Conrado continan) a receber
obras por medida a vootade de seus nu-
merosos freguezes e rer.ebe.n toda obra
que nao Qcara vontide do freguez, tem
sempre porc.5o.de gurinos a escolher o
gosto e commodo das pessoas, debaxo
da direcc&o de seu mestre alfsiate que
j bem conhecida a sua tesoura, rece-
bem-OguriDos por lodos os vaporee.
Aluga-se um terceiro andar e sotao, com
excellenles commodos e bastante fresco, no bair-
ro do Recife, ra do Amorim n. 27: quem o pre-
tender, dirija-se a mesmarua n. 46, que achara
com quem tratar.
commiso de escravos,
pateo do Paraizo n. 16,
sobrado que foi do fal-
lecido Nicolao.
Para a dita casa foi transferido o antigo escrip-
torio de commisaio de escravos, que se achava
estabelecido na ra larga do Rosario n. 20, e abi
da mesma maneira se contina a receber *scra-
vos para seren Tendidos por commissio, e por
conta de seus senhores, nao se poupaodo esforcos
para que os mesmos sejam vendidos com promp-
lido, afim de que seus senhores nio soffram em-
pate com a venda delles. Neste mesmo eslabe-
lecimcnto*ha sempre pira vender escravos de
ambos os sexos, velbos e mogos.
Precisa-se de urna mulher que se preste ao
serviQo ordinario de urna casa, e queira acompa-
nbar a urna familia provincia da Parahiba ; a
tratar na ra da UniSo n. 50.
Industria.
Sida-se qualquer peca de louca ordinaria,
porcelana, vidro e barro, seja qual for a qualida-
de do objecto : na ra do Livramento n. 31, loja
de calcado.
Modista de Lisboa
Na roa das Cruzes n. 24, primeiro andar, fa-
zem-se vestidos, manteletes, chapeos de seda,
enfeites de cabera, tambem se lavam e enteitam
chapeos de patha de senhora, ludo com promp-
tidao e pelo gosto de Patis, para o que recebe 55SL^^JfL'5!?poma.
gurinos por lodos os vapotes que vem da Enropa
Deseja-te saber quem o corres-
pondente doSnr. JDr. Joaquina Antonio
Alves Ribeiro, residente na provincia do
Cear : na livrana da praca"ibIndepen.
cian.OeJiV,
ARMZEM PROGRESSO
DE
os melhores que ha neste genero a 2J500, 2J e
Maivnrl Pereira assignar-se-ha desta data
data em diante por Manoel Gomes Pereira, visto
O artista americano
O artista americano
O artista americano /
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por*5$
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo recebido um sortimenlo de ca-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Toado recebido um sortimento de cai-
xinkas novas
Vendo recebido um sortimento de cai-
xiafaas aovas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas aovas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
Nogrande-talao da ra do Imperador
Nograude*alaoda ra do Imperador
No grande salaoda ra do Imperador
So grande salao da ra do Imperador
No grande salaoda ra do Imperador
Nc grande salao da ra do Imperador
A.. W. Osborn, o retratista america.
no tem recentementerecebido um gran-
de e-variado sortimento de caixas.qua.
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos a -arte-
Como tambem um grande fornecimen-
to de caixas para retratos de 3$000 rs-
cadaum.as pessoas que desejaremd-
qnirir conbecimentos pratiecs na arte
de retratar acharan o abaixo assigndo
sempre prompto sob condicoes muito
razoaveis.
Os cavalk-eirose sen horas sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra^ exammarem os epecimens do que
cima fica anunciado.
T "W BU "al" t BB *** Maa irriTT
O Dr. Joaquim da-Silva Gusmo pode **
ser procurado para o exercicio de sua
prefissao medica a qualquer hora o dia
ou da noite no largo do Carmo n. 5, pri-
meiro andar:
Trocase
por moeda corrente as notas geraes
dos padroes seguintes:
Brancas de 10 com urna figura.
Ditas de 55 com urna dita.
Rdxas de 50J.
Brancas de 500?.
Verdes de 500$.
E mais : notas do banco da Baha
de 10$ rs. e 20$ rs. ditas a caixa
filial da dita de 209 na ra da Cruz
do tairro do Recite, armazem n. 27.
&
5S
Cdulas,
u m asa* m&G &esmmv8m,
O Senhor
Ceatanc Aureliaco de Carvalho Couto, queira ir
a fabric Sebastopol, a negocio que lbe diz r-cs-
peito.
Convite.
Attenco e muita attenco.
Sodr .& C. convida a todas as familia* que
quizerem honrar com suas presentas a salla de
primeiro andar da ra Bstreita do Rozario n. ti
por cima do seu eslabelecimento a virem tomar
sorsele e outros gneros tendentes a coofeitorta
para o quetem com tedo o aceio preparado com
rica mobilia, mesas de marmore e illumiaado
a .gai; adverlindo que erao servidos com toda a
promntidao, e presos mdicos.
Attenco.
beifja-se stber se anda existe neeta provincia
ou se j fallecido Jos Antonio de Souza Frei-
tas, euidilo porluguez, para se fazer sciente a
Sessoa desua familia ; roga-se a quem delle sou-
er, o asor de dar noticias no escriperio do P.
S. Rabillo & Pilho, que selhe ficar agradecido.
Aluga-se a toja do sobrado n. 37, silo na
ra do I/aperador : a tratar no Mondego, casa do
fallecido eommendador Luiz Carnes Ferreira.
Precisa-se de urna boacozinheira, lwre ou
cscrava ; na ra da Santa Cruzo. 66.
Precisa-se comprar ama roseta de brilban-
tae : a tratar na ra estrella do Rosario n. 4.
ASSOMCiO POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
Domiogo 25 do corrente ter lugar na igreja
do Paraizo, pelas 81 [2 horas da manbia, a missa
solemne em honra da palroeira desta associa;o,
conforme determina o art. 87 dos respectivos es-
tatutos. O Sr. director recommenda aos senho-
res socios efectivos que hajam de comparecer na
sala das sessoes pelas 8 1|2 horas da manha,
afim de reuoidos, seguirem para a mencionada
igreja assistirem, como Ihes compre, ao dito
acto. Convida tambem aos senhores socios ho-
norarios para que se dignem abrilhantar com
oas presentas a oossa festa social.
Secretaria da Associaco Popular de Soccorros
Mutuos 23 de maio de 1861.
Joao Francisco Marques.
1.* secretario.
Aos incautos.
Privine-ae s pessoas que foram pagar o imposto
decaa aberta na cmara municipal desta cidade,
que a mesma cmara nao tem direito de cobrar
o imposto do actual possuidor de um estabeleci-
mento, a divida de seu antecessor. Este direito
s compete a fazenda publica e esta mesma s
pode cobrar quando odevador pasta o albele-
cimento a outro, e nao quando despeje a casa, e
nella seestabelege differente negocio; por ex-
empto, se Antonio fieou devendo o imposto de
um arraazem de carne, a flodou seu negocio des-
pajando a casa, nada deve pagar Joio por ler
estabeleeido na mesma loja urna taberna, ou ou-
tro qualquer mister.
0 inirnifo das exorbitancias.
Trocam-se com mdico descont as notes ge-
raes do thesouro, que se -estao recolheedo, e
bem assim de diversos bancos do Rio de iaoei-
ro e Baha e da caixa filial desta ultima cidade ;
oa livraria, econmica, ao p do arco de Santo
Antonio.
Dentes arteficiaes.
9
A viuva Jane, dentista, achande-se restabele-
cida dos seus longos encommodos de saude vai
continuar a trabalhar poraua arle, e desde j of-
ferece ao respeilavel publico os seus servigos
a qual quer flora do dia, em sua residencia na ra
de Santa Rila n. 61, cora a perfeico bem conhe-
cida dos seus numerosos freguezes ; nao rece-
bendo paga alguma de qual quer trabalho tenden-
te a sua arte, sm que ffquem plenamente satis-
feitos, Eespecialmente das senhoras. de quem
espera prc-tec^ao-e preferencia, pela fraoqueza e
menos a canhameato que devem Ict com o trato
delicada de urna pessoa de ignal sexo.
Atteiieao.
Furtarsm do- engenho Santos Mendes, na co-
marca de Nazareth, do abaixo assigndo, ao ama-
nhecer do dia 25 de abril prximo passado, um
poltro castanho de bom corpo, bonito, cem algu-
mas mareas de chicote na anca do lado direito
proveniente da moagem de canas, com marca d
peitoral, j muito mango de roda por moer a tres
annos, talvez lenha.feito a ultima muda.com fer-
ro no quario a maneira de um Q manuscribo pou-
co mais ou menos. Sem duvida foi furtado por
um individuo de ntme Manoel Joaquim, simi-
branco ou pardo, edr de laraoja, de corpo e altu-
ra regular, pouca barba, ladino, l -e escreve
bem, e eonta, foicadete e deu baixa. anda aceia-
do ; o qual fra o anno passado da cidade do Re-
cife para o mencionado engenho trabalhar, depoia
de pouco lempo passou-se d'ahi para o engenho
Oral, em Pao do Alho ; por ter elle pernoitado
com um pardo cheio do corpo, que ia em sua com-
panhia, no dia 24 de abril, em Ierras do engenho
Timbosioho tambem do aonunciaote, em casa de
um morador, cujo engeRho limitrophe daquel-
le era que furiou-se o animal; e lerem ambos de-
sapparecido na madrugada do dia 25, justamen-
te quando furtaram o.anioial, e dizem que nesta
manhaa passaram ambos-era Pao do Alho, OBde
quizeram trocare poltro, indo um puxando o pol-
tro e outro montado era um cavallo pedrez ma-
.gro. Consta que o Manoel Joaquim esisera
amansando o poltro em Olinda na estrada, e que
o poltro dera urna queda em um rapaz, afiitiado
do Or. Lobo, que eslava ajudaodo a amansa-lo.
O Manoel Joaquim tem prenles era Olinda, po-
rm antes de subir o anno passado a procurar
servico assstio no Recife na roa do Pires em um
dos casebres que ha no paleo, onde se concertara
carcinhos de alfandega, em compauhia do outro,
que fui preso no fim do anno passado por suspei-
las de ladro de cavallo, porm assim que foi sol-
lo mudou-se. O Manoel Joaquim costuma mu-
dar o nome, tanto assim que eenhecido em
Olinda por Jos Francisco.
Roga-se is autoridades policiaes, o a qualquer
pesaos em particular a apprehenso do dito ani-
mal, assim conioa prisao dos individuos, e lera-lo
no dito engenho ou no Recite, aos Srs. Manoel Ig-
nacio de Oliveira e Filho.Laurentioo Gomes da
Cunha Beltro.
STAHL C. I
RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR.!
Roa da Imperatriz numero 14
(Ontr'cra Aterro da Boa-Vista.)
letratos em te ios es- |
tyloft e lainssa\vos.
| Pintura ao na lurt\\ em
| o e aquareUa.
| Copias de dagnerreo-
5 tyno e ontros arte-
i Celos. I
% ^.mbrolypos,
IPaisagens.
Sendo preseatemente
Santos Vieira o nico garanti-
dor de bilhetes de lotera, os
quaes sao rubricados com tin-
ta de ii*prensa, os que nao
forem vendidos com a sua
firma devem ser considerados
como um laco armado ^a boa
f dos incautos.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic Gaulier, cirurgiao dentista, faz
todas as operaces da sua arte e colloca
denles artificiaos, ludo com a superiori-
dades per fec,o que as pessoas entend- *
das lhe reconhecem. |
Tea agua e pos dentrfricios etc.
Agencia dos fabricantes americanos
Machinas de coser: em casad Samuel P.
Johston & C, ra da Senzafla Nova n. 52.
% CONSULTORIO ESPECIAL %
HOUEOPATHICO S
DO A
IB. CASANOVA,
30-Rua das Crazes-SO %
Nesleconoultoriotem sempre os mais 3
botos e acreditados medicamentos pre- ti
parados em Pars (aslinturas) por Ca-
tellan e Weber.por presos razoaveis.
Os elementos dehomeopathia obra.re-
eommendada intelligencia de qualquer
| neesoa.
LargodaPenlia
O proprietario deste armazem par-
ticipa aos seus numerosos freguezes assim como aos Srs. amigos do bom e barato que se acha com
um grande sortimento de gneros os melhores que tem vindo a este mercado e por ser parte delles
vindos por conta propria, vende-os por menos do que em oulra qualquer paite.
Nlanteiga ingleza perteitamente fio?.r... u*,. m bar-
rril se fari algum abalimento.
nlanteiga Iraneeia a mais n0Ta que ha no mercad0 Tende-se a 710 rs. a libra.
CU petla, nyson e preto
1^00 rs. a libra.
^JUeiJOS UamengOS chegados neste ultimo vapor de Europa i 1#600 rs., em por-
;ao se fari algum abalimento.
" *'5J" SUMISO recentemente chegado e de superior qualidade vende-se a 640 rs. a
libra.
^* "**" os melhoresque tem vindo a este mercado por serem muito frescaes e de
boa qualidade a 640 rs. a libra e inteiro se far algum abalimento.
DOllO lTaneeZ a OOO T8. 0 carla0 elegantemente enfeilados proprios para mi-
mo, vende-se por este preco nicamente no Progresso.
DOee Ua eaSCa de gOiaba em calxoes com 3 li? libraa vende-se a lacada um.
noiaeninna nglea a mas nova qUe na n0 mercado, vende-se unicamenta no ar-
mazem progresso a 3$000 a barrica e a retalho a 240 rs. a libra.
Vmevxas Iraucezas a 480 r8 a libra em por5ao 8e 1^ aigum batimento.
la^Mielada imperial d0 a{ama(io Abreu, e de outros muitos fabricantes da
Lisboa a 800 rs. a libra.
Latas eom bolaehinhas de soda
diffcrentes qualidades.
CnocoVale
vende-se a 1#600 rs. cada urna com
o mais novo que ha no mercado a 320 rs. a libra em barril
o mais superior que tem vindo a este mercado a 900 rs. a libra.
Nl.ava libra.
tretas SeCCaS em con(i<5as de 8 libras por 3500 a retalho a 480 rs. a libra.
Conservas francex* s e ingiexas mai9 n0Tag que ha por gerem vin.
das em direitura a 800 rs. o (rasco.
\leuia, maeaTrao e talnarim 400 r ubra em mu de nm. .r-
roba por 8$.
Palitos de dente lixados em molhos com 20 maemho. Por 200 rs.
T oneinho de LAsboa
a arroba a 9$.
"reSUnlO mujto n0T0 T6nde-se para acabar a 400 rs. a libra.
~nonTlCaS e paiOS 0 que ba de bom neste genero por serem muito novos a 560 rs.
a libra.
Banh de poreo refinada a m
480 rs. a libra e em barril a 400 rs.
LiataS Com pelXe e pOSta preparado da melhor maneira possivel das melho-
res qualidades de peiie que lia em Portugal a l$500cada urna, assim como tem salmo e
lagustinha*m latas menores a '900 rs., verdadeiros charutos suspiros e de outras muilas
qualidades dos melhores fabricantes de Sao Flix, champanhe das mais acreditadas marcas,
cerveja de ditas, marrasquino de zara, licor francez de todas as qualidades, azeile doce pu-
rificado alga garrafa, nozesa 320 rs. a libra, ervilhas francezas, tructa em calda, azeitonas
baratas e outros muilos seeros que encontrarlo ludo de superior aualidade.
jais alva que pode haver no mercado vende-se a
Msicas e pianos.
i. LAUMONN1ER. na rus da Imperatriz n. 23,
acaba de receber pelo ultimo vapor da Europa
urna bella collecgao de msicas para piano e can-
to, dos melhores autores e muilo escolhidas ;
igualmente se encentra em seu estabelecimento
ptimos pianos ; assim como faz todos os con-
certos e afina os mesmos instrumentos em pouco
lempo e por precos commodos,
O actual escrivo da irmandade do Senhor
Bom Jess das Portas, erecta na igreja da Madre
de Dos, convida a lodos os seus irmos a com-
parecerem domiogo 26 do corrente, pelas 10 ho-
raa do dia, no consistorio da referida igreja, afim
de reunidos em mesa geral, deliberarem sobre
negocios tendentes mesma irmandade.
Joaquim Francisco da Silva Jnior.
EscrvSo.
Aluga-se o 2 andar do sobrado da ra das
Cruzes n. 35; a tratar na Praga da Independen-
cia o. 34.
O Sr. Joio Antonio de Barros queira ter a
bondade de dirigir-se a repartido do correio,
afim de salistszer o importe do seguro que fez
para o Rio de Janeiro em 16 de abril ultimo.
Aluga-se o armazem n. 15 na ra da Cruz
por pre;o commodo : a tratar no segundo andar
do mesmo.
Consultorio medico-cirurgico
.V-Ri:vi,\GLttM\ CASA. HO \3NB\0-S
Consulta por ambos os sistemas,
Em consequencia da mud-aoca para a sue nova residencia, o proprietario deste estabeleci-
mento acaba de fazer urna reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimento nao se confundam com os de
nenhum outro, visto o grande-crdito de que-eempre gozaram e gozara ;o proprietario tem tomado
a precauco de ioscrevero seu nome em todos os rtulos, devende ser considerados como falsifica-
dos todos aquelles que forem aptesentados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza aoempanhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel marcado com o seu nome.
Outro- sim : acaba de receber de Franca grande porco de lindura de acnito e belladona, re-
medios estes de summa importancia e cujas pr-epriedades sao tao coohecidas que OS mesmos Srs.
mdicos allopathas empregam-as constantemente.
Os medicamentos avulsosqur em tubos quer em linduras custaro a 1# o vidro.
O proprietario deste estabelecimento annuncia a seus clientes e amigos que tem commodos
jsufficieotes para receber alguna escravos de um e outro sexo doeotes ou que precisem de alguma
operaco, affiaog.-iodo que sero tratados com todo o disvelo e promplido, como sabem todos
aquelles que j tem ttdo escravos na casa do annunftiante.
A siluaoo magnifica da casa, a commodidade dos banhos salgados sao outras tantas vanla-
gens para o prompto restabelecimento dos doentes.
As pessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lo de manha al 11 horas
o de tarde da9 5 m diante, e fora destas horas acharo em casa pessoa com quem se podero en
tender : ra da Gloria n. 3 casa do Fundi.
Dr. Lobo Moscoso.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
(UEITUHA.
Por ordem do Illm. Sr. presidente do conselho
deliberativo do Gabinete Porluguez de Leitura,
convido aos lllms. Srs. conselheiros a reuntrem-
se em sessao extraordinaria do mesmo, segunda-
feira 27 do corrente, pelas 5 1|2 horas da tarde,
na sala das sessoes do referido Gabinete, afim de
dcutirem o projectb de estatutos.
Secretaria do conselho aos 23 de maio de 1861
Francisco Ignacio Ferreira.
1. secretario.
Hotel Trovador,
ra larga do Rosario n. 44.
O dono deste eslabelecimento contina a for-
necer comidas para tora
CONSULTORIO ESPECIAL H0HE0PATHICO
DO DOUTOR
n SABINO O.L. PINHO.
Ruado Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguintes molestias :
molestias das mulheres, molestias das crian
cas, molestias da ptlle, molestias dos olhos, mo-
lestias syphililicas, todas as especies de febres,
febres intermitientes e suas consequencias,
P1IARBACIA ESPECIAL 110MEOPATH1CA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in -
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos presos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fia della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompaohadas de um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
r6dor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto-
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Arrenda-se o engenho Jacir, situado no
termo de Serinh.*m, moentee corrente.com ca-
sa de vivenda de sobrado com bastantes commo-
dos por ler outra casa terrea contigua com com-
municacao para o mesmo sobrado, estribara para
quatro animaes, olaria e seu respectivo forno.casa
de engenho com urna moenda que produz calda,
para cincoenta a sessenta paes por tarefa com um
parol de cobre sufflcientemente grande, com
picadeiros para receber para mais de cento e cin-
coenta carros de canas, casa de caldeira com dojs
completos assent8mentos, lendo a casa suEGcien-
te capacidade, urna destilacao completamente
montada contigua a casa de caldeira, com um
alambique de cobre de continudade, com suis
respectivas garapeiras que produz urna pipa de
agurdente por dia de vinte e dous graos pelo
ariouietro de Cartier, casa de purgar para rece-
ber mil pies completamente arranjada, com dous
tanques para deposito de mel (de madeira de ama-
relio), com dous couxos tambem de amarello ;
casa de encaixamento com quatro balces, sna
respectiva estufa e caixoes para deposito do as-
sucar, casa do fazer farinhacom um grande torno
e completo aviamento; grande armazem para de-
posito de gneros por baixo da casa de vivenda ;
seozslla para habitar trinla casaes ; sendo o seu
locomotivo agua, que nunca falta seja qual fr o
verSo ; copeiro, com urna roda de ferro com qua-
renta palmos de dimetro : todas as obras referi-
das de pedra e cal, e com ptimo madeiramento.
Sendo o embarque dos gneros que exporta den-
tro do mesmo engenho por estar a beira rio e a
beira mar. Os partidos sao a roda do engenho,
todos lavradios e do melhor massap que se po-
de desejar para a producto de cana ; assim co-
mo todas as ladeiras, por serem compostas de
barro moriquipi e gomoso, com matas tambem a
roda do engenho de sufRciente capacidade para
dar estacas para cercar elenhss para uso dos tor-
nos e casa de caldeira, e madeira para carros e
reparos que fr mister f*zer-se nos edificios rs-
ticos. Os partidos tanto de varzea como os de
ladeiras com capacidade de produzir de quatro a
cinco mil paes sem nunca ser preciso plantar na
palha ; com um ptimo cercado para animaes, e
extraordinariamente grande e urna grande parte
coberta com capim milhan. Com Ierras poratirir
de fcil esgoto cujo solo de massape. Esle en-
genho finalmente um dos de primeira escala
que tem esta provincia. Arrenda-se vendendo a
safra que existe fundada para a colheila de 186!,
a findar-seem 1h62, sendo avaliada por peritos,
assim como o preco dos paes. As coodiqes e
lempo do arrendamento se combinar com quem
o pretender, que devera procurar seu proprie-
tario o coronel Gaspar de Henezes Vasconcellos
de Drummond no sitio de sua residencia no Man-
guinho, que se acha a casa de vivenda no princi-
pio das duas estradas e que vai para a ponte de
Uchoa, e dos AfBiclos, de manha at 1 hora da
tarde.
C*5
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re
A agencia do va-
por de reboque.
Acha-se.estabelecida no escriptorio da compa-
nhia Pernam-bucana no Forte do Mallos n. 1, on-
de se rece bom avisos para qualquer servico .ten-
dente ao moamo vapor.
Precisa-se alugar urna ama que saiba en-
gommar e roziahar: a tratar na ra da Seuzslla
Velha n. 112, segundo andar.
Preci&a-se em itn engenho dis-
tante desta cidade 7 leguas e prximo a
estrada de ferro, de urna senhora para
ensinar.a dual meninas grammatica na-
cional e francez. e se souber msica e
piarb melhor sera' o estipendio: quem
quizer annuncie ou dirija-se a ra do
Imperador n. 73. primeiro andar.
Os abati assignados fazem sciente ao res-
peilavel corpo do commercio, senhores de en-
genho, e mais pessoas, que Domingos Correia de
Rezeode Bogo deixou de fazer parte da firma que
gyrava sob a razao de Correia & Irmos, desde o
dia 20 do corrente, ficando a cargo dos dous so-
cios Joaquim Correia de Rezendo Reg, e Ber-
nardino Correia de Bezende Bego todo o activo
e passivo. Becife 21 de maio de 1861. Joa-
quim Correia de Bezende Bego.Domingos Cor-
reia de Bezende Reg. Besnardino Correia de
Rezende Reg.
O Sr. Antonio Juvenci da Fonseca que re-
cebeu da secretaria do governo o requerimento
da gerente do recolhimento de Ignarass, des-
pachado em 12 de.fevereiro do corrente anno,
queira vir enlregar na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8, visto nio o ler feito ateo
presente.
Attenco.
Quem precisar de um mogo porluguez deidad
de 14 a 15 annos, chegado de protimo, para caie
xeiro de taberna ou de oulro qualquer negocio-
dinjs-se a ra da Praie, taberna n. 43.
Ensiiio particular.
O acadmico Menelio dos Santos da Fonsec,
Lins, professor particular das linguas latina a
franceza. autorisado pelo governo, tem aberto e
curso das ditas linguas na ra de Santa Rita no
| 15, primeiro andar.
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Compras.
Compra-se ou aluga-se n'uma das ras re-
tiradas dos bairrosde S. Jos ou da Boa-Vista,
urna casa terrea com quintal e cemmodos soTri-
veis; annunciem neste Diario.
Compram-se escravos do sexo masculino de
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra da Impe-
ratriz i-.. 12 loja.
Vendas.
Attenco
O abaixo assigndo vende a armacao
e um pequeo resto de calcado francez
da sua loja da ra larga do' Rosario n.
32, ja bem afreguezada, dando com
bom abate, tanto em urna cousa como
em outra, afim de liquidar antes do fim
do mez corrente : a tratar- na mesma a
qualquer hora.
Joaquim Bernardo dos Reis,
Lencos1 e loalhaa de labyriuthos ; venda
na ra da Cadeia do Recife n. 28, primeiro andar
[Aguapara tiogir cabellos.g
Esta excellente agua o a melhor sem O
duvida que tem apparecido no mercado, S
por nio ter a inconveniente de tornar os |
cabellos russos eu verdes e sim prelos
imitando aos naturaes, continua-se a ven-
der no estabelecimento de cabelleireiro
da ra do Queimado n. 6, primeiro andar,
onde tambem eicontraro sempre os
-freguezes a excellente agua imperial para
lavar os cabellos, limpir as caspas e pre-
serva-tos da queda.
i
?
Vende-se um casal de escravos'de bonitas
figuras: quem quizer,dirija-se a ruado Seve nu-
mero 3.
Agua balsmica para
dentes.
A loja da agula branca avisa as diversas pes-
soas que haviajn procurado tal agua, e as que de
novo se quizerem utilisarde lo necessam agua
balsmica, que ella acaba de chegar em dita loja
ondesomente a encontrarlo. Quem tem usado
dessa agua sabe peritamente das virtudes della,
e quem de novo comprar achara que duas a tres
gotas della em meio copo d'agua pura, e com ella
esfregando-se os dentes, e lavando-se a bocea, os
aUeja, livra-oa da carie, fortifica as gengivas, e
acaba o mo cheiro quando ha dentes turados : o
preco continua a ser a L} o frasquioho : na loja
da aguia branca, na do Queimado n. 16.
Caivetes fixos para abrir
latas.
Vende-ae finos caivetes fixos proprios para
abrir latas de sardioha, bolaehinhas, doces etc. a
1* cada'um r na ra do Queimado, loja da aguia
blanca, n.l*



lival se*segundo.
' Na tos do Q peinad o % 55, laja
de Jos de Azedo Haia e Silva,
de miudezas
. lem para Ten-
der pelo* diminutos presos a seguiotes faiendas
todas era faom estado :
Cias de agulhas francezas a 120 e 140 rs.
Ditas de aldnetes sorljdoa franceses a 80 rs.
Caias de clcheles francezes a 40 ra.
Cartees de colchetes francezes a 80 40, (JO
e 80 rs.
Daiia de metes eraas muilo finas a 2J50O.
Dita de ditas a 24n-
lionas de carretel brancas e de cores** 300 rs.
Masso de grampas muilo. boas a 40 rs.
Thesourss finas para oohas a 400 rs.
Ditas para costura a 160 e 320 rs.
Varas de renda lisa aorlida a 60 e 80 rs.
Pares de sapatos de tronca de laa a !$440.
D:ius de ditos de dita de algodao a 1J>.
Pares de sapatinhos de laa para meninos a 200 rs.
Crias de alfioetea finos o grossos a 100 ra.
Frasco de oleo de babosa a 400 e 500 rs.
Frasco de oleo de macass a 100 rs.
Dito de macass perola a 200 rs.
Frascos de baoba muito fina a 320 e 400 rs.
Ditos de extracto muito fino a 500 e 1.
Ditos com muito boa agua de Colonia a &SOO0 e
2500.
Ditos de Lavando ambriada a 600 rs.
Sabonetes muito finos a 160 rs.
Frascos de oleo Philocorae a 1#.
iixa de folha com phosphoros a 100 rs.
Vende-se um excelleote escravo moco, de
feo? cooducta, sem vicios era achaques de qua-
lidade alguma, e ptimo trabalhador do servigo
decampo: tratar na ra da Cadeia do Recife
aumero61.
MAMO DI ftMfAMWCO AMADO H I MfO^t Ul.
V
ARMAZEM
DE
ROUPA wmwA
' DI
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RIJA DO QUEMADO 40l
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
,, ^58le 'belecinientohaaemprenm sorlimento completo de roupa feila de todas ai
q e tm nm L ^ M ""r"1 executar Por edida, 4 ventado dos fregueses, par. o
e lem um dos melhores professores.
3U
Ca
gaz.
O deposito dos phosphoros do gaz acaba de re-
ceber novo sortimenlo pelos ltimos navioa, e
contina a estar muilo supprido, vendendo-seem
porcocs e a retalho por barato prego ; na tra?es-
sa da Madre de Dos, armazem ns. 9 e 16 de Fer-
wira & Martina.
Luvas de pellica enfeita-
das para noivas.
X toja d'Aguia Branca acaba de receber pelo
vapor francez, as Quas e bonitas luvas de pellica
eufeitadas, proprijs para noivas, e contina a
vead-las pelo antigo e baralissiroo prego de5#000
o par: na dita Iota de Aguia Branca ra do Quei-
njaio u. 16
4 PRIMAVER1
g!6--RHa da Cadeia do Recifef 62
LOJA DE MIUDEZAS
.asacas de panno preto, 40$, 35 e 3O000
Sobrecasaca de dito, 359 e 30S00
Palilotsde dito ede cores, 35$, 30
MOOOe 20S0O0
Dito de casimira de cores, S2S000,
15, 12 e oaooo
Ditos de alpaka preta golla de vel-
'udo.' llflOOO
Dilus de meno-sitim pretos e de
cores, 9jg000
Ditos de alpaka de cores, 5 e
Ditos de dita preta, 9, 7. 5 e
Ditos de brim de cores, 5, 43500
4JO0O e ^ '
Ditos de bramante de linho braneo.
.6*000, 5*000 e
Ditos de merino de cordo preto,
1Z9, l, a e
Ditas de princeza e merino de cor-
do pretos, 5 e
Ditas de nrim braneo
5JO00, 4500 e
Ditas de ganga de cores
Golletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 12, 93 e
Ditos de casemira preta e de cores
liaos e bordados, 6, 5500, 5 e
de cores,
3S509
3300
3jt00
4J600
8S000
6J000
4JS00
25O0
3f000
8S0O0
3*500
Ditos de setim preto &JO0O
Ditos de seda e setim braneo, 69 e 50u0
Ditos de gurgurao de seda pretos e
de cores, 7|000,69OOO e 59OOO
Ditos de brim e fustio braneo.
e 39500 e 89000
Seroulaa de brim de linho 2200
Ditas de algodao, 15600 e 1J280
Camisas de peilo de fusto braneo
e de cores. S95OO e 29300
Ditas de peito de linho 6$ e 3a000
Ditas de madapolao braneo e de
cores, 39,. J>600, 29 e I98OO
Camisas de meias lfOOO
Chapeos pretos de massa, franceses,
formas da ulma moda 101,89500 e 79OO8
Ditos de feltro, 69, 5g, 4 e 290OO
Ditos de sol de seda, inglezes e
fraacezes, 14, 12J, llg e 79OOO
Collannhos de linho muito finos,
sovos eitios, da ultima moda *800
Ditos de algodao 509
Relogios de ouro, patente* borl-
sontaes, 1009. 909, 8O9 e 70S000
unos de prata galvanisados, pa-
tente hosontaes, 40S 3OS000
Obras de ouro, aderecos e meios
aderegos, pulseiras, rozetaa e
anneis m
Toalhas de linho. duzia 129000 e IO9OOO
DE
SFonseca< Silva.!
Sabo inglez o melhor que ha no mer-
_ cado de 200 a 800 rs., aljofares bonitos
*'} gostos a 600 rs., espelhos pequeos dou-
rados a 800 rs. a diuia, apparelbos pa-
ra brinquedos de criancas a 1, 25 e 3jg |
1j u'ii, escovas para unhas de 800 a j
f* f # eda urna, ditaa para denles de 400 a
jj 500 rs., bandeijas pequeas de 19 a
" I #500 cada urna, pentes de tartaruga t
virados a 5, 6}, 7# e 89 cada um, en- H
feites de vidrilho a 1g800 cada um, bar- fe
tes de dito a 19200, froco de cores s fe
jfifj ^0 rs. a pega, t8s de velludo com 10 m
*".'* varas a 800,1 je 19200 a pega, escencia
**& de sabo pata tirar noloas a 19 o vidro, p
j.,?} pentes para atir cabellos a l#4l)0 a du-
*S r.ia, caixas de raiz sortidas a 19400 a K
efcgjji duzia, cartas francezas Unas a 3g a du- fe
;*"i -i, litas portutuezis a 1S800, esnireles ?%
/gi para fructas a 4g a duzia, ricas caixis *
J4?)^ com espelhns contendo perfumarias pro- fe<
V >Sj cads urna, balmzinhos de ditos a 59, ^
>'g aixinhas de vidros com ditas a 29500 ^
SK cnOBuma, argolas dv>uradas a 19500 a
^ duzia, dados a 19500 a bala, pentes fi- ^
'"j nos para barba a 4o0 cada um, agulhei- ^
ros cora pennas de ac a 800 rs. a du- S
m ca, colheres de metal principe para ti- &
rar snpa a -2H cada urna, ditas pequeas E>
/jjv para cha a 28 a duzia e para sopa a 8
\*5 4b5O0, pentes de bufalos amarellos a ^
>*g -jOO a duzia e a 400 rs. cada um, di- }.'<-
y>1) 'o* para bichos a 280 rs. cada uai e a j
2j00 a duzia, botes de madreperola. S
<<$< para abertura a 480 rs. a duzia, ditos de |g!
7(7 osso a 320 rs., ditos de lou?a bonitos |
A^ potos a2(0 rs., ditos de phantasia a j
J*a 400 rs. a duzia, alGneles de cabera cha- r
-. 2 ta sorlidos a 120 rs, a carta e a 240 rs. {?
jg o masso, pinceis para barba a 400 rs. a |k
^S) duzia, tesouras em carteira a 19 a du- ro
ftgjj eia, caitas finas para rap a 800 rs cada bk
V*^ urna, iranga de caracol a 600 rs. o mas- gj
'*>-$} so, sapatos de tapete para homem e se- W*
yM itfiora a Ig o par, dilo3 de pelucia a
jffij I95OO, aparelho de porcelana para duas
j&j. pessoas a 6, jarros com pomada a 3$
^^ o par, escovas finas com espelhos para
>* cabellos a \9 cada unn, agua do Orien-
**% le a 1580 a garrafa, dita de cologoe a
;,-j 23SOO ; $, bengalas superiores de 19 a
f: 'll800 cada u'jjj, e njuitos outros arti-
8iH g"S que seria enfadonho enumera-los,
^ ?s 1""es. SP ven>)em por pregos os ruis
EAU miNERAL
NATURALLEDE VICHY
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n.22
Extractos, hanhas, cosme-
tiques, e leos, de Lubin
para lencas, e cabellos.
Na leja d'Ageia Branca se encentra as "per-
fumariai cima do bem cooheddo fabrieante Lu-
mn ; e bem assirn finos extractos, banhas Jj 4
qeoutres fabricantes lambem de fama como Con-
ray, Piver &. Emflro quem se quizer prover de
00a perfumara dirigir-se a ra do Queimste
n. 16 roja d'Aguia Branca.
Gaz para candieiros.
J chegou este gaz tao procurado, bem como
um completo sortimenlo dos candieiros proprios
que se vendem por muito baixos precos : na ra
da Imperatriz n. 12. loja de Raymundo Carlos
Leile cclrmio.
Toalhas para raaos
6J a duzia : na ra da Queimado n. 12,na loja
da Bos f. .
Extremadura
Vinho puro de uva
fabricado expressamente para Jos Anto-
nio da Silva Jnior : vende-se a retalho
em casa de Antonio Lopes Brasa, roa da
Cruz n. 36.
Aviso s senhoras
Gama & Silva com loja de fazendas na ra da
Imoeratriz n 60, Tendera :
Modernissima seda lavrada cor de canna muito
incorpada, corado, 29.
Dita branca para Testido de noiva, moito in-
corpada, covado, 25400.
Dita encarnada adamascada para colchas ou
cortinas a 29.
Tarlataoas muito finas de todas as cores a
rara, 800 rs.
Visitas de cores e pretas muito finas a 9
Cambraias brancas e de cores, lavor eslufjdo
Tara, 400 rs.
Ditas estampadas muito finas, Tara, 500 rs.
Laazinhas de cores muilo finas, vara, 360 rs.
Pegas decambria de salpico muito lina a 4?500.
l):tas lisas muilo Boas com 10 varas 69.
Ditas com 8 1[2 Taras 39200.
Ditas com 6 1|2 Taras 29500.
Cbaly de seda chegado pelo ultimo vapor, co-
vado 19.
Um grande sortimenlo de liras bordadas e n-
tremelos 9
Rcjogios.
Vflnde-ae Mmale Jotnslod Pater 4C,
ra do Vigario n. 5 dib bello ^ortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de)nm dosmais
afMMdos fabrieante de LiferpOol; umbem
MM rariedade de benitos trancdlins para os
nteaaos.
Guardanapos para mesa
85 rs. a duzia ; na ra 4o Queimado n 02. na
loja da boa f.
Attenco.
Ma ra do Trapiche n. 46, em casa de Rostroo
nooker & C, existe um bom sorlimento de H-
nhas de cores e brancas em earreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes ae Tendem por
pregos mui razoaveis.
Caes do Hamos armazem
n 24.
Vendem-se taboas de amarello, louro pinho
por precos razeaveis.
Banha transparente e
oleo philocome.
Cintos pretos e de
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra
do Cabuga n. 1B
chegado os lindos cintos, tanto pretos com
eofeites de continha, como dourados, e de lindas
fitas e Celas, o mais fino que se pode encontrar *
isto na loja Aguia de Ouro, ra do Cabug n. 1 b!
Calcaio barato na ra larga do Rosario r 32.
O douo deste estabelecimento nao lhe sendo posslvel
acabar com todo o calcado at o fitn de margo, coToE
da, por issoresolve vender por menos, afim de acaba
breve a liquidacao ^auai
Para homem, senhora e menino.
mais
Borzeguins de Nantes sola patente a 8 e
Dito de ditos sola fina a 7 e
Ditos inglezesprova d'agua
Bolas de bezerro
Borzeguins de lustre a 6, 7 e
Ditos todos de duraquo
Ditos todos de pellica
Ditos de luslre pespontados
Sapatoes de luslre de 4, 5 e
Ditos de lustre de S solas
Ditos ntrale baixa de 1 sola com salto
Ditos de dito sem salto para datvsa
Dilos de bezerro de 2 solas
8,500
8.000
7.500
7.000
8.00
6.000
8.000
8,000
6,000
4,500
3,000
2.500
Ditos de urna sola com salta
Ditos de urna sol* sem salto
Borzeguins de lustre para rapazes a
sapatoes para ditos a 3 e
Ditos de bezerro para ditos a 2 e
iuia.'h.'S* "e "lm braDC0 para senhora
Ditos de duraque braneo
Ditos de dilos de cores
Ditos de cores com gaspeas
Ditos de dilosa
Ditos de dito dito
Ditos de ditos para menino
'c a uo unus para i
d.500 jChinelos de couro d
e cabrito
2,800
2,400
5.000
4,000
3,000
5,000
4,500
3,500
4.000
3,500
2.500
2,500
3,000
Fleur larlebek e borba.
Recebeu-se o verdadeiro tabaco fleur d^harlebek e 0 superior tabaco de
ch.cotes. av.sa-se aos amantes da superior fumaca para que venham
rieciie n. lo, no
muBir-se
borba do Para
na ra da Cadeia do
em
. ._ _.. -_. rva K, v.,;v,j wo mota
baratos do que em oulra qualquer parle.
Apolices
Vendem-se 82 apolices da divida pro
vincial (1 serie): a tratar no eteriptorio
da vi uva Araorim & Filho, ra da Ca-
deia n. 45.
Ruada Seazala Nova n.42
Vende-se em casada S. P. JoshstOB 4C.
3el!ip.se silhSes nglezes, candeeiros e casticaej
briizeados, lonas nglezes, fio devela, chicote
par* carros, emomaria, arraios para carro da
a dous cvalos relogios de ouro
gltz.
Centro Commercial
liiMicloas confeitadas
al^a libra.
Proprias para sortes de S. Joo
vende-se tanto em porpes como a retalho nicamente no
armazem Progresso, largo da Penha n. 8 ,w,menle no
paienu

f^-Oh que|
i pechincha, I
% A 120000.
^ Chapeos de seda para senhora muito #
?&> bonitos para acabar vende-se oor eete m,
g| A 400 n. o covado.
jP Mimos de sinhazinha fazenda prop'ia
*& para vestidos de senhoras. &
# A 6{500 o corte. g
gi Corles de cambraia brancoa com ba- m
.m bados bordados. *-'"
A 280 rs. o covado.
Cambraias organdys padf&es lindissi- #
moa: na ra do Crespo n. 17. A
A loja d Agun Branca acaba de receber a bem
conheerda e apreciada banha transparente a qual
por sua frescura e bendade se lem tornado esli-
mada e preferivel; assirn como o Dno e chei-
roso oleo philocorae. Estes e outros objectos que
dita loja recebe a sua propria encommenda sao
sempre de nrimeira qualidade, e para que elles
se nao confundam os os falsificados que por ahi
na, todos os frascos teem um rotlo dourado que
diz loja de Aguia Branca ra do Queimado n. 16
Na ra do Crespo n. 18, loja de Diogo & Fer-
nandes, vendem-se as seguinles fazendas, por
barato preco golliohas a 400 rs., chitas largas
a ku rs. o covado, toalhas para rosto a 400 rs
urna, chales de merino, pona redonda, a 8#. cor-
tes de brim miudioho a 1200 o corte, pecas de
cambraia de sal picos com 8 1[2 varas a 48500,
fil de linho liso a 800 rs a vara. graTatinhas a
jSW rs., grvalas de rede para homem a 800 rs.
engos de seda para homem a 1$, colleUs de vel-
ludo muito-floo a 6J, e muitas outras fazendas
que se vende por barato prece.
SEDULAS
de \$e 5#000.
Continua-se a trocar sedulas de urna s figura
por metade do descont que exige a thesouraria
desta provincia, e as notas das mais pravas do
imperio com o abate de 5 por cenio: no escrip-
torio de Azevedo & Mendes, ra da Cruze
n. 1.
Bauha fina em copos grandes.
A loja d'aguia branca acaba de receber um novo
e grande sorlimento de banhas, estrados, leos
para cabello, opiata, sabonetes, ec, ele, e com
isso a estimada banha, fluide napolitain, em bo-
nitos grandes copos de vidro opaco com lampa
de metal. Essa banha por sua superioiidade e
activos cheiros de rosa e flor de laranja, j ho-
je bem conhecida e apreciada, e contina a ser
Tendida a2500 cada copo; na loja d'aguia bran-
ca n. 16.
%*$? & !*
# Machinas de Tapor. g
0 Rodasd'agua. a
9 Moendas de canna.
9 Taixas.
^ Rodas dentadas.
^ Bronzes e aguilhoes
H Alambiques de ferro. Z
dj Cr:.vos, padroes etc.,'etc. S
i Nafundicaode ferro de D. W. Bowman
traid0 Brm passando o ehafarz. fi
fififi fififififi A9
grande sorlimento.
43 Ra Direita 45
Oual ser a joven e linda pernambucana, que
nao procura animar este estabelecimento man-
dando comprar ama bolina de gosto? Qual a
rali de familia, prudente o econmica que lhe
nso d prefereicia pela qualidade o preco ? Qual
o caTalheiro ou rapaz do positivo, que nao quei-
' comprar por 8. 9 e 10, o caleado que em outra
parle nao rendido se nao por 10, la oh 14?
atiendan ;
Senhoras.
Botinas com laco (Joljl e brlhaotina.
com lago, de lustre (superfina).
com lago um pouco menor. .
sem lago superiores. .
sem lago nmeros baixoi. .
sem lago de er......
Sapatos do lastre. ; .
Meninas.
Botinas com lago. ,
5500
5500
59000
53000
49500
4JOO0
15000
n

>


4J400
4&000
3*500
lOgOOO
sem lago.
para cnaogas de 18 a 20.
Homem.
Nanlesl lustra. ; .
(ranien) couro de porco inteirissas 10JOOO
93500
900O
9*000
80500
8*500
5so00
55C09
3:500
(Fanlen) bezerro muito frescaes
diversos fabricantes (lustre).
inglezas inteirissas. .
gaapeadas. .
prova d'agua.
Sapatoes.
Nantes, sola dupla.....:
urna sola....., .
u Pra Mino i$ e.....ag.
Meio borzeguins lustre.......6*000
Sapatoes lustre..........5$0QQ
Sapatos de tranca.
Portuguezes de Lisboa finos.....8*000
Francezes muito bem fitos. 1*500
Alem disso um completo sorlimento do legiti-
mo couro de porco e do verdadeiro cordavo para
bolinas de homem ; muito couro de lustre, be-
zerro francez, marroquim, Taquetas, couros pre-
parados e em bruto, sola, fio, taixas etc., ludo
em grande quantidade e por precos inferiores aos
de oulrem.
Pechincha
sem igual.
Superiores chales de merino estampados, finos
de muito lindas cores, pelo bsratissimo prego d
5$. ditos de merm liso muilo fios a 4*. lindas
cassas organdys matizadas a 240 rs. o covado,
cortes de chita franceza com 11 corados a 2*500
o corte, cambraias brancas de 10* a pega, com
pequeo toque de moro a 3* ; na loja do sobrado
de quatro andares na ra do Crespo o. 13, de Jo- -
s Moreira Lopes.
Nova carlillia.
desta typographia
ou compendio de
mmni
h
Potassa daRussia e cal de vxt^^s&r-***"***
Lisboa.
Farello a 3,oo ris
ecana a 20
lisrrafada a 240 a garrafa, na travessa do pateo
16; casa pintada de amarello.
4k Paraizo n.
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender a ver-
dadeira poUssa da Russia, nova e de superior
qualidade, asstm como Umbem cal virgem em
pedra ; tudo por pregos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
UMA PRETA
Vende se urna escrava boa lavadeira de roupa
e u aervicoa para urna casa de grande fami-
lia, de 5 a 40 anuos, prego muito commodo ; na
ra Nova n. 20.
hnm,Ie?dem"*'-glubos P"a andieiros do gaz,
bombas Japy, sais barato que em outra qualquer
parte : na ra larga do Rosario n. 34.
PHARMACIA-BAIITIWLOHfio
Pilulas de Allexou.
IMulas Americanas.
Verm4fao ieglez.
Pilulas Bolloway.
Ungento Hollowsy.
Galanteras.
A loja d'Aguia Branca recaSna novameoto
om bello sorlimehto de bonitos babuziuhos com
9 o 12 rrasquinhoa de cboiros ; e os est ve*-
dendo baratsmente a 2S00, 3*000 44000- a*
SiJ^f* cai*1Dft* com cheirosas pastilhas para
T l0'^ gabioetes & 4 a JODO urna: na
loja d Aguia Branca ra do Queimado n.
a tratar na mesma olaria.
da Costa Campello:
iThoiB Lopes de SenaJ
Ra Nova n. 32. (
Recebeuemdireitura de Franca pelo <
V ""timo paquete bons objeclos de modas I
como tejara enfeites de cabega Pra se- !
g. nhora. prelos e decores- I
ra, ditos de palha da Italia, ditos de di-
tos a Ganbaldi, veos e tocados
meamos.
para os
Fitas de seda de
-. todas as larguras e"
de dinerentes cores e qaalidadea, ditas
decascarnllias.
Fil de seda
cora salpico.
braneo, dilo de linho
, Ramos de flores ae laranja "para noiv?"
I Toquinhas para menino se baptisar de
diversas cores, meias e sapatinho
os mesmos.
para
de
com
Ricos vestidos de blonde com 2 saias
o i babados na primeira saia, ditos
eda prelo de 7 babados, e aiotos
uvella para senhora.
Recebo-se igurmos todos os naezes e"
!l?e ve8Ud08 cem m"'l perfeigao,man-
leletea, capas, vestuarios p.ra menirroo
se baptisarem e todo mais qoanlo oerl
tence ao toilet de urna aenhora. P
Vende-se era casa de Saundres Brothers C.
praga do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
brcame Hoskell, por precos commodos e lam-
bem trancellins e cadeias para os mesmos de
excellente gosto.
Gurgel k Perdigo
Ra da Cadeia loja n. 23.
gCoHipIeto sorlimento de fazendas.S
Receberam vestidos de blondo
manta, capella e saia de setim.
Sinlos e lilas
com
para enCeitar vestidos de
casamentos e enfeites modernos para ca-
_beca.
Luvas de Jouvin prego fixo a 2.500 rs.
Vestidos s Armazem de fa-
zendas.
M9-KM do Qaeimado-?r. 19.
Loberas de chita, gosto a chineza, 1800.
Lenges de panno de linho fino a 18900
e 2SooS de C8mbr8ia para homem.duzia a 13*600
l6o'lS P*r* meninas e meDoos com nome a
Toalhas de fusto.
n0r!lbad.e fu,a0 com 5l4 Del baral P^c de
auu rs., chales de merino estampados a2#50.
Algodao monslro
a 600 rs.
AlgodSo com 8 palmos de largo a 600 rs. a
vara. .
Bramante de linho
Bramante de linho a 1<00 e 85300 a vara
Chita a ^0 rs.
Chita franceza escura a 220 rs. o covado.
240 rs. o covado.
Cambraia de cor miudinha fina a 240 rs. o co-
Bales
de musselina e madapolao.
Riscadinhos muito Anos largos proprios para
roupao, pelo barato prego de 280 rs. o corado
i de riscado francez com 14 covados a 2$.
Acaba de sabir dos prelos
urna nova edigao da cartilha .
doulrina christa, a mais completa dequantas se
lem impresso, por quanto abrange tudo quanto
continha a antiga cartilha do sbbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescentando-se muitas
oragoes que aquellas nao linham ; modo de a-
companhar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das festas mudaveis,
e eclypses desde o correte anno al o de 1903,
seguida da folhinha ou kalendario para os mes-
mos annos. A bondade do papel e excellencia da
impresso, do a esta edigao da cartilha urna
preferencia asss importante : Tende-se nica-
mente na livraria ns. 6 e 8 da praga da Indepen-
dencia. r
Cheguem ao barato
O Preguica est queimando, ni sualoja na
ra do Queimado n. 2.
Pecas de brelanha de rolo com 10 varas a
2g, casemira escura infestada propria para cal-
ca, colleto epalitotsa 960 rs. o covado, cam-
braia organdy de muilo bom gosio a 480, rs,
a vara, dita liza transparente muito fina a 3,
4, 5$, e 69 a pega, dita tapada, com 10 varas
a 59 e 63* a peca,chitas largas de modernos e
oscolhidospadrSesa 240, 260e280 rs. o cova-
do, riqaissimos chales do merino estanpado a
7 e 8, dilos bordados coa duas palmas, fa-
isnda muito delicada a 9f cada nm, ditoscom
urna s palma, muito finos a 8*500, ditoslisos
cora franjas de seda a 59, lencos de cassas com
barra a 100, 120 e 160 cada um, meias muito
fina para senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3 e 3500 a duzia, chitas fran-
cezas de ricos dosdnhos, para eoberta 280 rs
o covado, chilasescuras inglezas a 5*900 t
peca, a 160 rs. o covado, brim braneo de puro
linho a 1, 19200 o 1*600 a yara, dito preto
muito encorpado a 1*500 avara, brilbantin
azul a 400 rs. o covado, alpacas de diferentes
cores a 360 rs. o covado, easemiras pretas
finase 2*500, 39 3*500 o covado, cambraia
preta e de salpicos 500 rs. a vara, e outras
unas fazendas que so fari patente ao compra
dor, o da todas sa dario amostras coi* penbor -
Milis,
Vestidos de cambraia branca bordados
e de phantasia modernos, lencos de labe-
ryotho.
Manteletes, taimas, visitas de fil,
pas degorguro lisos e bordados.
ca-
Sedas de quadrinhos, grosdenaples de
cores moreaolique e Ol de linho liso.
I
e
Saias balo de todas as qualidades
lamanhopara senhoras e meninas.
Camisas de linho para senhora e de al-
godao para meninos de todas as idades.
Pentes de tartaruga dos mais acredi-
tados fabricantes de lOjt a 3*.
Pulceiras, legues e extrato de sndalo.
Cass organdys,_diamaoTiti7aasiuba87
chitas francezas *-------
Vendem-se trares de qualidade muito superio-
res, na estagao das Cinco Ponas da estrada de
Antonio Jos Pereira Ermida.
Graixa n. 97
em barricas de 15
e inglezas.
8
Roupa feita.
Completo sortimenlo de sobrecasacaa
paletois, caigas e colleles de casemira de
panno, dao-se as amostras : oa ra da
Cadeia loja n. 23, de Gurgel & Perdiga^.
Seraphim & Irmo
a ra do Ca-
dila
16.
..~ viendeni-8e oilo casas terreas met-,
rn ? ti"" daPlm. e ima casa em"<
com frente para a ra da Concordia, co
fetonas nella existentes : a tratar
tudependencia n. 22.
-agua si-
r caica o
m as bem-
ua praga da
com loja de oarives
buff n. 11,
parcipam a todos os seos tragueaos e amicos
que por toreo grande sortimenlo de uotsffiS
muito delicadas e ra.is a ^,,4, contnom f
Tender o mais em coota possiveL n ,..1
bilisam petos ,ualidade. do"uro ti?. diK"
tes. brilh..W. etc., p.M.nde"conts grat":
0:*5/,,0?. e"" provinem que ninguem ae
dein lUudv por mdividuoa oue oodoarVinide!
do obras por fora deau praga, dkeado serosa da
casa dos meamos, pois nunca Sivsam nemtoem
pessoa alguma eocarregada de vender joiao mu.
a nica verdadeira
duzia : na casa de
James Crabtree&C., ra da Cruz nu-
mero 42.
Vende-se um carro de 4 rodas
com arreio para 2 cavlos, proprio pa-
ra familia por ser bastante largo e nel-
lepodersentar.se quatro senhoras sem
] machucaren seus vestidos e nem que-
1 brarem seus bales, para ver e exami-
nar na cocheira do Sr. Quinterro na ra
Nova e para tratar com o agente Vicen-
te Camargo na ra do Vigario n. 10.
Urna casa.
i*yt0e~fYm!t celleDte casa terrea cora so-
Oonaeidade do Aracaty. sendo na melhor ra
de commercio a tratar naquella com os Srs. Cor"
5? II. 8 De<"* rua Q0 Cabug loja
Attenco.
iJ?"'"".*8- Uma padaria ttuil freguezada e
So.?c L" 8da,Ct0m lod.oi Penences, todo com
pouco uso, na freguezi. da Boa-Vista, fai-ae lo-
go o negocio pelo doooter de relirar-se ara
n.V0qoe,n,prel?0(!er'airiJ8-8e ne8t l|TMria
na. 6 e 8 em carta fechada, coa as inictaes L. C
A. para ser procurado.
Vende-se orne casa terrea n. 28, no Mao-
guinho defronte da Igre/a: quera a quizer com-
prar, dirija-00 ao armazem o. 6 no largo da Aa-
sembia. ou na roa da Uia ti.
Fazenda econmica.
Uazlnhas para vestido a 940 rs. o covado. ou-
Crre;podne.S0":A,1,Un0li'CaS,^, r" ^
^. .-""" "ma Inula,a de ,da annos, ptima para todo o servigo de urna casa
nos Remedios, olaria de Hanoel Ignacio AvilaT
Cascarrilha.
Na loja da aguia de ouro, rua
do Cabug n 1 B
"Sai.6 ??' de 9"*** *3cosmaodo,
a lindas Alas de caacarnlha do lindas coree ro-
Hoii para enfeite de vestido, que se vendem pot
wrasslmo prego d (0D0 a pega. v


"
DimommmmuKmtmtaAMmottmmu *nm*


Enfeites de grade.
ii
4 fama Iriumpha.
Os tnrateirts da laja
Encyclopedica
ni
Guimaraes A Villar.
[Ra do Crespo numero 17.]
Recebem continuadamente da Europa
sedas, cambraiaa, lias, chapelinas de pa-
Iha e de seda para senhoras, manteletes
pretos ricamente bordados, ditos de co-
res, aahidas de baile.saias a balo de di-
versas qualidades, satas bordadas de to-
das as qualidades e precia, chitas fran-
cezas muito bonitas e Unas, enfeites de
diversas qualidades para cabega de ae-
nhora, esparlilhos de molas e muitos
outros objectos que nao mencionamos,
todos proprios para senhoras.
Para homens
palelots, caigas, colletes, chapeos, cami-
sas, seroulas, meias, grvalas, lencos, so-
brecasaces. calcado Melie e muitos ou-
tros objectos.
Vendem baratissimo
Vendem baratissimo
Vendem baratissimo.
Quem duvidar v ver
Ouemduvidar v ver
Quem duvidar vvr.
Levem dinheiro
Levem dinheiro
Levem dinheiro.
^ViDhos eigarrafados
Termo*
Collares.
Lavradio.
Madeira.
Carcavellos.
Arintho.
Bucellas.
Halvasia, em eaixas de urna duzia de garrafas :
na ra do Vigrio n. 19, primeiro andar.
Algedo monstro
de duas largurss a 600 rs. a vara : na ra do
Queimado n. 22, na loja di boa f.
Bramante superior.
Vende-se bramante de linbo bastante incrpa-
do, com duas varas de largura, pelo baratissimo
prego de 2400 rs. a vara : na ra do Oueimado
n. 22, na loja da boa f.
Chales de merino
estampados a 28500 ; na ra do Queimado d. 21
na loja da boa f.
Gravatinhas estreitas.
Vendem-se superiores gravatiohjs estreitas de
seda, nao s pretas como de cores, pelo baratis-
simo preco de i$: na ra do Queimado n. 22,
loja da boa f.
Vendem-se ou arrendwn-se as proprredadte
Varia Ass e Ferraz am fiarla so engenho Tra-
piche, na dita no eViienhe Agu#.Pria, orna dita
no eageaho Jacr, urna dita no engenha Sara-
Anoa, e urna dita na propriedade Gamella t tam-
em se vendem os escravos JaciDtho, Francisca,
crioula, Prudencio, crioulo, Carlos, Aannctada,
Valenlira, DamUna. e Theodora. os quaes perten-
ceram o casal do Sr. coronel Gaspar de Henezea
Vasconcellos de Drummond, em cujo poder an-
da se cham, e tocaram em partilhas a aonun-
ciaote Harqueza do Recite, com quem os preten-
dentes deverao tratar, na roa da Trompe, casa
numero 1.
Tarlatana.
Vende se tarlatana branca muito fina cem 11/2
vara de largura propria para vestidos, pela bara-
tissimo prego de 800 rs. a vara : na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Fil de lioho superior.
Vende-se superior fil de linho liso muito fino
a 800 r. a vara : na ra do Queimado n. 22,
loja da boa f.
? a
**
Atoalhado de linho
com duas larguras a 2*600 a vara
Queimado n. 22, na loja da boa f.
na ra do
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba a mais superior
que ha nesle g?nero : na ra da Cadeia do Re-
cife, loja n. 50.
Vende-se na Lingocla n. 5, o
seguinte:
Manteiga ingleza flor ais a libra, franceza a
700 rs., cha prelo a 1$400, passas novas a 560,
concervaa francezas e portuguezas a 700 rs. o
frasco, toucinho de Lisboa novo a 820 a libra,
presuntos novos a 480, baoha de porco refinada
a 480 a libra, latas com peixe de posta do diver-
sas qualidades a lotOO, charutos suspiros a 48 a
caixa, toucinho de Santos a 240 a libra, vinho do
Porto engarrafado, superiores marcas, de 1 a
lg500, rap Gasse da Bahii a 1$ o bote, cognac a
9fi a duzia de garrafas, cerveja a 500 rs. a garra-
fa, e 58500a duzia. cha hyssou a 29500 a libra,
vinho de Lisboa a 60 a garrafa, ervilhas france-
zas e portuguezas a 720 a lata, e outros muitos
gneros em proporco.
S Julio Conrado, t
Tera exposto a venda cortes de casemi- Q
9 ra por 3$ e 4$, fazenda que sempre se SB
~ vendeu por 7 e 8.
Luvas de torzal
com vidrilho a 1#000 o par.
A loja d'aguia branca, firme no sea proposito
de barateirs, est vendendo mui novas e bonitas
luvas pretas de torgal com vidrilho a 1$ o par ;
a ellas, antes que se acabem : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Bonitas caixinhas com pos de
arroz, e boneca.
Aloja d'aguia branca recebeu mui bonitas cai-
xinhas com fino pos de arroz, e a competente bo-
neca, cajos pos sao acertadamente applicados pa-
ra bertoejas, e mesmo as senhoras usam delles
quando teem de sahir, como para tbeatro, baile,
etc., custa cada caixinha 28, e barato pela su-
perioridad da qualidade, alem de serem mui
novos como sao, o que os torna preferiveis: ven-
dem-se na loja d'aguia branca, ra do Queima-
do n. 16.
Os lindos enfeites
para cabeca,
so^U4 loja da aguia de ouro
n. 1B.
sao chegados os lindos enfeites de velludo e vi-
drilho, ultima, moda, que se vendem por 69000.
Gapellas linas para noivas.
A loja d'aguia branca recebeu novas e delica-
das capellas de florea finas para as noivas, e as
est vendendo a 6 o a 8, conforme o seu pro-
posito de barateira loja d'agua branca, ra do
Queimado n. 16.
tf Vende-se urna barcaca construida do novo
no aaoo paseado : quem a pretender, dirija-ie a
ra do Livramento, loja ?. 8.
Sal do Ass.
Vende-se a bordo do patacho Paulino; tra-
ta-se no escriptorio de Marques Barros ii C no
largo do Corpo Santo n. 6.
A IJOOO CADA UM! 1
Chapeos de sol de panninho muito bem arma
dos a 1J cada um : na loja n. 2 da ra do Livra-
mento que volta para o PaUr. /
Arados amerieao^
e grandes, chegados\utima-
mente.
Vendem-se arados e grades, americanos, do
melhor fabricante da America; no caes do Ra-
mos, armazem de fariaha de Henry Fonter &.
Compaohia.
Vende-se urna crioulinha da idade de lt
jnnos, lioda peca, com habilidades, garaole-se
moralidade, capaz de se presentiar a urna Bxma.:
o* pretaadentes podero ver na ra da Impera-
iris a. 5, onde acbar com quem tratar.
Tinta azul que fica preta
Vendem-se botijas com a superior tinta ingle-
za, azul ao escrever-se, e preta quando teces, a
500 rs. a botija ; na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Urna pessoa que se retira para a
Europa vende um excellente piano e
uns trastes : na ra Imperial n. 1.
Laa fina para bordar.
A loja d'aguia branca recebeu um novo sorli-
mento de Ha de bonitaa a diversas cores, e para
commodidade de sua boa freguezia est venden-
do a 7$ a libra.o que em outra p*rte se nao acha,
sendo assim fina : s na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Farello a quatro
mil rs.
Vende-se superior farello chegado recont-
mente a 4 a saces ; no armazem de Francisco L.
O. Azevedo, na ra da Madre de Dos o. 12.
Hfilho novo.
saccas grandes
Vende-se nicamente no armazem de Moreira
& Ferreira, ra da Madre de Dos n. 4.
a>&*$ & dj99e*dj
O preco convida
9 Cortes de casemirado melhor que ha no
9 mercado a 48.: na ra do Queimado loja $
9 de Julio & Conrado. $
Sapatinhos de setim e
meias de seda para bap-
tizados.
A. loja da aguia branca recebeu de sua propria
encommenda, delicados sapatinhos de setim. pri-
morosamente bordados, os quaes est vendendo
pelo baratissimo preco de 39, (nesse genero nao
se pode dar mais perfeitos),assim como outros de
merino taro bem bordados a I56OO e 2. Recebeu
igualmente mui Gnas e bonitas meias de seda de
diversos tamanbos, tendo at, proprias para os
meninos e meninas que servem de anjos as pro-
cisses; lem brancas, de listas, de florzinhas, e
o bocal tecido de borracha, o mais engranado
possivel: tudo isso na ra ra do Queimado lo-
a da aguia branca n. 16.
J chegou o prompto
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebres
Drs. Radway 4 C., de New-York Acham-se
venda na ra da Imperalriz n. 12. Tambem che-
gara m as instrticQes completas para se usarem
estes remedios, contendo um ndice onde se po-
de procurar a molestia que se deseja curar, os
quaes se vendem a 18000.
VENDE SE EM CASA
DE
Adamson Howie
Vinho do Porto, de Xerez e cogoac.
Biscoutos.
Rolnas.
Lona e flele.
Fio de vela.
Tinta de todas as cores.
Sellins, silhes, arreios e chicotes.
Ra do Trapiche n. 42.
SABAO.
Joaquim Francisco de Mello Santos avisa aos
seus freguezes desta praga e os de tora, que tem
eipusto venda sabao de sua fabrica denominada
Reciteno armazem dos Srs. Travassos Jnior
& C, na ra do Amorim n. 58; massa amarella,
castanha, preta e outras qualidades por menor
preco que de outras fabricas. No mesmo arma-
zem tem feilo o seu deposito de velas de carnau-
ba simples sem mistura alguma, como as de
composicao.
Charutos de Havana
a 8,000
Superiores charutos de Havana, vende-se por
8J000 o cento, no armazem de Francisco L. O.
Azevedo, i roa da Madre de Deus o. 12.
Loja das g portas
EM
Em frente do Livramente
Lavas de tercal a 800 rs, o par.
Chitas escuras francezas, tintas seguras, a 220
rs. o covado, ditos estreitoscom muito bom pan-
no a 160 rs. o covado, cassaa de cores seguras a
200 rs. o covad, pecas de bretanha de rolo a 28,
brimzinho de quadrinhos a 160 o corado, musse-
lina encarnada fina a 320 o covado, algodo de
duas largaras a 640 a vara, lencos de cassa pin-
tados a 120 rs. cada um, seda preta de ramagem
a 800 rs. o covado, fil de linho prelo com sal-
pico a 18400 a rara, luvas de torgal muito finas a
800 rs. o par : a loja est aberta das 6 horas da
manhaa s 9 da noite.
Vende-se excellente farinha de Porto Ale-
gre, ensaccada, e a preco muito commodo: a bor-
de do patacho brasileiro Novo Lima, tundeado
defronte do trapiche do algodo. ou no armazem
de Joo Ignacio de Avilla, no Forte de Mallos.
Gua?danapos de linho
j^r- muito barato.
Vendem-se guardanapos de linho de florea com
pequenoa defeitosa 3 a duzia, optimoa pelo pro-
co e qualidade, para oaervico diario de qualquer
casa ; na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
_ Vende-se um bonito cavello, no-
gf^r, vo, muito ardigo e com todos oa an-
npEL' dares, muito proprio para senbora
dQilpjaimontar, por ser muito manso : na
, ra da Imperalriz loja n. 82,
Machinas de vidro
para ascender luz : vendem-se na ra da Impe-
ralriz loja de miudezas n. 82 ; atajm como che-
gou ama grande porcio de bolas de zinco, es-
ponjas de platina e vid ros para as mesmas.
Vende-se a taberna da ra eilreita do Ro-
larlo o. 40 ; a tratar na mesmi.
Importante
Aviso
Na loja de;4 portas da ra do Oueimado n. 39,
acha-se um grande armazem com todo o sorti-
mentode roupas feilas, para cujo fim tem moo-
tado urna officina de alfaiate, estando encarda-
do della un perfeito mestre vindo de Lisboa, pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que se Ibe
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidad^ ios
Illms. Srs. ufficiaes tasto da armada como do
exercito.
Faz-se fardas, fardes com superiores preparo*
e muito bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tera os flgurinos que de
l vieram ; alm disso faz-se mais casaquiobas
para montara, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudaotes de esta-
do maior e de cavallaria, quer seja siogelos ou
bordados a espequilha de ouro ou prsta, tudo ao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
desembargaderes e de qualquer juiz segunde o
estylode Coimbra aonde se fazem as melhores
conhecidas at hojo, assim como tem mnito ricos
deseohos a matiz de todas as cores proprios para
fardamento de pagens ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na roesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto. Affiancando
que por tudo se fica responsavel como seja boas
fazendas, bem feito e bom corte, nao se falta no
dia que se prometter, segundo o systema d'onde
veio o mestre, pois espera a honrosa visita dos
dignos senhores visto que nada perdem em es-
permentar.
E' pechincha.
corles de riscado francez a 2, covados do mes-
mo a 180 rs. ; na ra do Queimado n. 44.
Fitas de grosdenaples
em perfeito estado a 800 e 1$
a vara.
Na loja d'aguia branca vendem-se mui bonitas
e largas fitas de grosdenaples de listras, e flore-
zinhas roladas com urna franja eetreita que as
torna mui mimosas a 800 e 1# a vara, presos
baratissimos vista da boa qualidade e perfeito
estado em que esto. Essas fitas servem para
enfiles de chapeos, cinteiros para enancas, lacos
para cortiaados, fronhas e muitas outras cousas ;
comprando-se pecase far algum abate : na ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Ray mundo
Carlos Leite &
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Clarissavin-
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto sorli-
mento das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
me Inorados
com novos
a pe r fe i coa-
mentos, fszendo pespooto igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na ma da Imperalriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas, re-
trozes em carrlteis, linha de todas as cores tudo
fabricado expressamenle para as mesmas ma-
chinas.
E' barato.
Sebolas em resteas a 800 rs. o cento, ditas sol-
tas a 640 rs,: na ra da Madre de Dos o. 18.
^ff ryif* ^gf* i*tP^ f%m^ MAM
Allenco, i
No armazem da ra da Cruz n. 21, se S
encontrar um bello sorlimento de pa- X
peis ja com estalos para as sortes de San- 55
to Antonio e S. Joo e ameodoas das mui jjfj
ricas cores pira as mesmas sortes, e pa- |K
peis para enfeites de bolos tanto para pra- tos como para baodeijas tudo viado de |
Pars pelo ultimo vapor francez e por I
commodo prego.
t/Rwxmm se mmzy&w%mu
Vende-se urna fabrica de charutos na ra do
Ango n. 26, notando-se que a armaco serve
para outro qualquer estabelecimeoto ; quem pre-
tender, dirija-se a mesma fabrica.
Vendem-se
velas efe cera de carnauba de superior
qualidade, vindas do Aracaty : a tratar
com Jos Sa' Leitao Jnior.
Graxa econmica
para lustrar calcados.
Vende-se a superior graxa econmica em bar
rilinhos de louca a 640 e 800 rs. cada um. A su-
perioridade de tal graxa j conhecida por quem
tem usado della, e ser mais por aquelles que de
novo comprarem. Ella serve igualmente para
amaciar e conservar o couro, e econmica por-
que o lustro dado com ella em um dia, cooser-
va-se por 8 e 4 sem necessidade de nova graxa :
acha-se venda na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Manteiga ingleza flor
a 800 e 720 rs.,
franceza a 680, de tempero a 320, cha hysson a
2560, espermacete superior a 720 a libra ; do
largo do Paraizo, taberna da estrella n. 14.
A' familias econmicas.
Na ra do Queimado n. 29, armazem de fazen-
das de I. J. de Gouveia, vendem-se lindos e finos
bareges de seda a 600 rs. o covado.
Arcos para saias a balo.
Vendem-se a 160 rs. a rara ; na ra do Quei-
mado d. 29, outr'ora 27.
a 240
carne de porco americana : na roa do Imperador
no bazar.
240 rs. the pound
of superior salid english beef.in the besar per-
nambucano al ra do Imperador.
Vende-se a taberna da ra do Codorniz n.
12 ; vende-se por seo dono ter de relirar-ae para
a Europa : a tratar na mesma.
Vendem-se travs le fundo de superior
qualidade, sendo 6 de 49 palmos, 4-de 50 ditos :
a tratar na roa da Cadeia do Rectfe a. 44, leja de
ferrageos, prego commodo.
6KRCI&
Di
trnmu MMHW,
Roa da Semilla lUva n.42.
rosto estabeleeimento contina a havar um
eompleto sor timan to de moendas emeias moen-
daa para engenho, machiaas de vapor e taixas
te ferro batido a coado, de todos os lmannos
pera dito,
Tachas e moendas
Braga Silva & C., tera sempre no seu depo-
sito da ra da lfoeda n. 3 A, um grande sor-
ment de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Mawe tra-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapiche
n. 4,
Loja das seis portas em
frente do Livrameno.
Roupa feita para acabar,
Paleteta de panno preto a 22, fazenda fina,
caicas de casemira pretas e de cores, ditas de
bnm e de ganga, ditas de brim branco. palelots
de bramante a 4, ditos de fustao de cores a 4$,
S~5.*J estamenha a 4S, ditos de brim pardo a
j9, ditos de alpaca preta saceos e sebrecasacos,
colletes de velludo pretos e de eores, dites del
gorgure de seda, grava tas de linho as maia mo-i
peroas a 200 rs. cada urna, collarinhos de linho!
da uliima moda, todas estas fazendas se vende I
barato para acabar; a loja esta aberta das 6 ho-
ras da manhaa at as 9 da noite.
mandioca.
Veede-se por menos do ene emxoutra qoal-
'V'i'V D0 arn3"m de Moreira & Ferreira,
ra da Madre de Dee? b, 4.
M8SKaKM6i
mu FEITA AINBAUJS BARATAS.
SORTIMENTO COMPLETO
DI
[Fazendas e obras feitas.!
*k
Massinhos de coral
a 500 rs.
S na loja da aguia de ouro,
ruadoCatug n. 1B.
Vendem-se massinho de coral muito fino a 500
res o masso.
Palmatorias
de lato para velas a 400
ris.
Venden-se palmatorias de lati para velas a
400 rs. cada urna : na ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 16.
Arados americano se machina-
para lavar roupa: em casa de S.P. Jos
hnston 4 C. ra daSenzala n.*2.
E' de graca.
Ricas chapelinas de seda para senhora, pelo
baratissimo prego de 16 cada urna : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f : a ellas que
sao poucis.
Cortes de vestidos bran-
eos bordados.
Vendem-se ricos cortes de vestidos braocos
bordados com 2 e 3 babados. a 5J : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Penes de gomos volteados
para meninas.
A loja d'aguia brauca recebeu os bonitos peu-
tes de gomos volteados para segurar cabello de
meninas, eos esti vendendo a 1 500 : na loja
d'aguia branca, ra do Queimado n.16.
A 6000.
Vandem-se chapeos de sol de seda : na ra da
Imperatriz n. 60, loja de Gama & Sil/a.
Sapatos de borra-
cha a d#500!!I!
Sorlimento completo de todos os tamanhos :
na loja do vapor, ra Nova n. 7.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWaV:
Milhares de individuos de todas as na$oes
podera tosteraunhar as virtudes deste remedio
incomparavele provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu oorpo e
membros nieiramente.saos depois de havor em-
pregado intilmente outros tratamenios. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, que Ih'as
relatam todos os dias ha muitos annos; e a
maior parte dellas sao lao sor prndenles que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitaes, o tea
deviara soffrer a amputado I Dellas ha mui-
cas que havendo deixado esses, asylos de pade-
timentos, para se nao submeterem a essa ope-
rario dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuslo de seu reco-
nhecimenlo declararan! estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afira de mais autenticaren! sua a firma-
liva.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivesse basunte confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
tratamento que necesslasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguimos casos.
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Anceres. m
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos. membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas de anus.
Erupjoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
Inflammacao io figado.
Inflainmajo da bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurac/fes ptridas.
Tinba, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das ar^culajoes.
Veas torcidas ou na-
das aas pernas.
Vende-se este ungento do estabeleeimento
geral da Londres n. 244*, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas da sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinhi conten
urna instrueco em pertuguez para explicar a
modo de fazar uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na na de Crui o. 22, em
Pernambuco.
LOJA E ARMAZEM
DE
es k Basto!
NA
Hua do Queimado
i 4ft, frente amarella.
, Constantemente temos um grande e va-
nado sorlimento de sobrecasacaa pretas
IpaDa1 e de cores muIt8 Ano a 56.
Tv! SJS P*1"* os mesmos pannos
a 20J, 22S e z4f, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 14, 16 e 185, casa-
cas pratasmuitobem feitas edesuperior
panno a 28, 30J e 35. sobrecasacas de
casemira de core muilo i.os a 15, 16
e 18J, ditos saceos das mesmas casemi-
, ras a tOJ, 12 e 14J, calcas pretas de
casemira fina para homem a 8, 9, 10
12, ditas de casemira decores a 7J.8,
9 e 10, ditas de brim brancos muilo
a.?V r5S e 6*> ditas de dil de cores a
3. 3500, 4 e 4500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4 J e 4$500, col-
| letes pretos de casemira a 5 e 6, ditos
de ditos de cores a 4J500 e 5, ditos
brancosde seda para casamento a 5
I dilos de 6, colletes de brim branco e d
fusto a 3, 3500 e 4. ditos de cores a
2500 e 3, paletotspretos de merino de
i eordao sacco e sobrcasaco a 1$, 8 e 9
colletes pretos para luto a 43500 e 5'
f Qas pretas de merino a 45C0 e 5, pa-
II etots de alpaca preta a 3500 e 4$, ditos
sobrcasaco a 6, 7 e 88, muito fino col-
leles de gorguro de sedade cores muito
boa fazenda a 3800 e 4g, colletes de vel-
ludo de cores e pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14, 15 e 16, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6500 e
' 7, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
3500, ditos sobrecasacos a 5$ e 5500,
calcas de casemira pretas e decores a 6,
! 6g500 e 7, camisas para menino a 20
a duzia, camisas ioglezaa pregas largas
; muito superior al32 a duzia pan acabar.
| Assim como temos urna officina de al-
i fslate onde mandamos execular todas as
> obras com brevidade.
* ^ a LiJW www BWrWaTimaTrrTaFlJ* jM,
A grande
Fabrica de tamancos da
ruaDireita esquinada
travessa de S. Pedro
n. 16.
Est sortida de um novo e riqnissimo sorlimen-
to de tamancos de todas as qualidades, que se
vendo tanto a retalbo como em pequeas e gran-
des porcoes muito em conta, a estsgao propria
com urna pequea retribuico, todos poderao an-
dar com os pes livres de humidade, pois to pre-
judicial se. torna a saude.
Cera de car-
nauba
da melhor que ha no mercado ; vende-se por 8
a arroba ; no armazem de Moreira & Ferreira,
ra da Madre de Dos n. 4.
Roa do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S, vendem-
se por precos baratiasimos, para fechar contas;
chapeos do Chille para homem e menino a 3500,
cortes de casemira de cores a 3J500, pegas de ba-
bados largse transparentes a 3, pegas de cam-
braia lisa fina a3, sedas de quadrinhos miudos
de cores escuras e gostos novos a 800 rs. o cova-
do, chitas largas cores escuras claras a 240 rs.,
cassasde core3 de bons gostos a 240, organdys
muit fino e padrdes novos a 500 rs. o covado,
pegas de ntremelos bordados finos a 1500. ba-
bados bordados a 320 a vara, golinhas bordadas
a 640, manguitos de cambraia e fil a 2, bra-
mante de algodo com 9 palmos de largura a
1J280 a vara, sobrecasacas de panno fino a 20 e
25, palelots do panno e casemira de 16 a 20$,
dita de alpaca pretos de 3500 a 7g, ditos de
brim de 3 a 5, caigas de casemira preta e de co-
res para lodosos pregos, ditas de brim de crese
brancas de 2500 a 5, colletes de casemira de
cores e pretos, ditos de setim preto, tudo a 5,
corteado cassa de cores a 2, pegas de madapo-
lao floo a 49500, assim como outras muitas fa-
zendas que se venderao por menos do seu valor
para acabar.
Vende-se
iarinha da Ierra, saceos de alqueire, medida ve-
fba a 4, dita de Saota Catharina, alqueires de
bordo a 2600 : na ra da Praia, armazem de
carne secca e farinha, contiguo a ribeira do pei-
xe numero 34.
J]ma loja.
. Vende-se ou aluga-se urna boa irmagao para
qualquer estabeleeimento, na ra Direita o. g4 :
os preteodentes poderlo se dirigir a ra Nova o.
80, que acharo com quem tratar.
Livro do mez marianc a 1$.
Acaba de sahir dos pralos desta lypogrsphia
urna nova edico do mes mariano, segundo se
celebra no hospicio de Nossa Senhora da Penha,
sagida de varios cnticos, e da novena da Se-
nhora da Conceic&o, modo de visitar o laupere-
ne do sanlissimo rosario ; vende-se nicamento
a lMa livraria os. 6 e 8 da praca da iodepen-
deocia.
. oo^oo
^ Para bailes e passeios. #
Ricos cortes de vestido de fil bordado fl|
^ a matiz de 3 a 4 folhas e 2 saias a 12 '
9 em casa de Julio & Conrado. ff
# mmmmm m+*
Sal do Ass.
Vende-se a bordo do. niate Camaragibei: a
tratar com o mestre a bordo, ou na ra do Viga-
rio d. 5.
Acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
| Na ra Nova junto a Con-
ceio dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimenlo de
roupas feitas, calcados e fazendas e lodos
estes so vendem por pregos imito modi-
ficados como de seu costume.essim como
sejam sobrf casacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos fieurifins a
26, 28, 80 e a 35, paleto.* g
pannos preto a 16f, 18j. 20 e a 24
ditos de casfmira de cor mesclado e de
novos paOroes a 14. 16, 18, 20 e 24
ditos saceos das mesmas casemiras de eo-
Jfl.l0l,12..i4,di,o.pr',oSp
lo diminuto prego de 8, 10, e 12, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 1?
ditos de merm de eordao a 12, djif,s
de merino cbinez de apurado posto a 15
ditos de alpaca preta a 7, 8, 9 e a 10
ditos saceos pretos a 4, ditos de palha de
seoa tazenda muito superior a 4J50O di-
tos de brim pardo e de fusto a 8&5C 4
ea4|5CO, ditos de fustao branco a'4
grande quaatidade de calgaa de casemira
preta e de cores a 7, 8, 9e a 1C, ditas
8 L^ e a ** dit8S de bnm de citk
finas a 2J50, 3. 3500 e a 4|. ditas d
br,m brances finas a 45GO, 5|. SjOO "
6, ditas de bnm lona a 5 e a 6. colletes
de gorguro prelo e de cors a 5jJ e a 6
ditos de casemira de cor e pretos a 48500
a 3 e a 3j}5l)0, ditos de brim lona a 4
ditos de merm para lulo a 4 e a 43500
caigas de merm para luto a 48500 e a 5'
StPt'He bTch ** P*a neriJs
de lodos os tamanhos: caigas de casemira
prefa ed* cor a5$. 6 e a 7, ditas oit8S
de bnm a 2J. 3 e a 3500. palelots sar-
cos oe casemira preta a 6$ e a 7, di tus
de cor a 6 e a 78, ditos de alpaca a 8*
sobrecasacos de panno prelo a 12* e
14, ditos de alpaca preta a 5, bonels
para menino de todas as qualidade? ea-
misaa para meninos de todos os tamanhos
meios rices vestidos de cambraia feitos
para men.nas de 5 a 8 annos com cinco
babados .sos a 8 e a 128, ditos de gorsu-
kSLI *' ,0w8 d? mbraia ricamente
bordados para baptisados.e muitas oulias
azendas e roupas feilas que deizam de
ser mencionadas pela sua grandequanli-
dade ; assim como recebe-se toda e qual-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sorlimento de fazen-
das de gosto e urna grande officina de al-
faiate dirigida por um hbil mestre que
pela sua promplidao e perfeigao nada dei-
xa a desejar.
Roupas feitas.
Gama & Silva, ra da Impera-
triz n. 60.
Caigas de ganga muilo fina e bem feilas 3.
Duas de mtia casemira muito-finas 2j500.
Ditos de varias fazendas que nao desbotao 2,
Colletes de velludo, gorguro, setim. por pre-
gos que de barato admira
Caigas de casemira preta
Palelots de merino preto 7.
Ditos de ganga de quadrinhos 2.
Chapeos de sol de seda a 6$.
Vendem-se muilo boos chapeos de sol de seda
comcabodecanna, pelo baratissimo prego de G
cada um : na ra do Queimado n. 22, loja da
boa fe. '
Caixas de tarta-
ruga.
Na loja da aguia de ouro ra
do Cabug n 1B
chegado as lindas caixas de tartaruga para
rap, que se vendem por baratissimo prego de
assim como de bfalo muilo finas a l000,18200*
na loja Aguia de Ouro, na ra do Cabug.
Agua ingleza
de Lavander a mil ris o
Irasco.
Vende-se na loja d'aguia branca a verdadeira
agua ingleza de Lavander. superior a todas ffi
?.rS' ?"8C0 : na ,0a '"ui'1 branca,
ra do Queimado n. 16.
Escra^os fugiaos.
. ^0D,l'Iia a esl fgida a escrava Clara, de
idade de 40 annos, crioula, cor fula, alta e secc,
nariz chato, ps e mos magras, dedos compri-
dos, o furo da orelha esquerda um tanto grande
coznheira, doceira e engommadeira, a qoal cos-
tuma intitular-se por forra : quem a prender,
levando-a Soledade, sitio do abaixo assignado,
receber na mesma occasio da entrega a gratiS-
cagao de 100g.Jos Anlo de Souza Magalhaes.
Hootem fugio o escravo Benedicto, criou-
lo, natural da ribeira de Jaguaribe, de idade d
30 annos, altura regular, corpolento, pouca bar-
ba, tem defeito no olhar, e marca de caustico na
barriga, nao pisa certo com o p direilo e anda
um pouco cxo : quem o prender, levando So-
ledade, sitio do abaiio assignado, ser generosa-
mente gratificado
Jos Antio de Souza Magalhaes.
7" Fd8>o do engenho das Matas, comarca do
Cabo, no dia 19 de maio de 1861, um escravo de
nome Joao, crioulo, que representa ter 40 annos,
nSo muilo preto, de boa estatura, olhos grandes,
muito fallante, j foi preso duas vezes no Recife
trabalnando nos armazem de assucar como forro,
e levou urna peiga em um p: roga-se a todos
os capitles de campo e a todas as autoridades, d
o apprehenderem e o trazerem a este engenho, ou
entregarem na ra Nova, taberna do Sr. Jos
Peruandes Lima, que tanto em urna como ero
outra parte sarao recompensados.
Aviso.
Contina a estar fgido o escravo de- corone
Joao Francisco de Chaby.de nome Simo, erion-
lo, baixo, feio e magro, cabeca grande, denles
limados, pea pequeos, sapateiro e boleeiro,
toca violo e canta modinhas, crrela estai de
da na freguezia do bairro de Sanio Antonio, e de
noite tarde passa para a Boa-Vista, onde dorme,
e de madrugada torna a ,volter para onde diz qae
est acoilado : quem prender o mencionado es-
cravo, leve-o a ma da Imperalriz n. 46, que ser
generosamente recompensado.
Escravo fgido,
. No dia 28 de margo p. p. ausentou-se da casa
de sea senhor o preto de nome Pedro, com es
aignaes seguintes : estatura regular, urna fistola
meia cicatrisada no rosto, falla meia dengosa, 85
a 40 annos de idade, foi com a cabega rapada, e
costuma andar ealgado e bem vestido, iotiiulan-
do-se forro, e consta que paseara em Riachio
com urna carta dizendo ser mandado : roga-se,
pois, a todas as autoridades policiaes, capitoes do
campo e ma! pessoas que do dito escravo noti-
cia tiverem, o favor de prende-lo e coadusi-k
ao Reeife, na roa Direita n. 78, ou casa do Sr.
alendes Bastos, em Gannhuns, que serio gene-
rosamente recompensados.


(8)
DIARIO DE MRHAiBUCO. SABBADO 25 DI MlIO M 1811.
Littertura.
Misso scientifica do Sr. Ernesto Renn
no Oriente.
RELATOR IO AO imperador.
Amschit, perlo de Gebeil, 30 de Janeiro de 1861.
[Continuaco.)
O monumento que eslava em primeiro lugar
designado minha attenco era a torre de Gebeil.
O viajores que della leem [aliado, a lem apre-
sentado sem excopgo, creio eu, como ua) roo-
Duuento phenicio ; e forgoso coofessar que o
tamanho colossal das pedras de que formada
(a tres maiores leem 5 ro 60 c. 4 m. 82 c. de
compriracnto), o aspecto de prodigiosa anligui-
dade que apresentam, a massa espantosa do mo-
numento, fazem della alguma cousa de nico e
como que um reslo de um oulro mundo.
Entretanto lerriveis objecces contra este sen-
timcnto se levantan) quem' reflexiona. Quando
se estuda de perto a grande torre, causa sorpre-
sa encontrar nella nmitos caracteres da architee-
tura militar da edade media. Alm disto esta
grande torre rodeada de urna cinta de torres
menores e de Irincheiras que pertencem certa-
mente edade media [as columnas de granito,
restos da cidade gregorbmana, que se acham as
paredes destas ultimas obras, conforme um uso
extravagante que os cruzados seguiram em toda
a costa da Pheniria (3), nao deixam sobre este ul-
timo ponto duvida alguma).
Ora, as pequeas torres da cinta sao do mesmo
estylo da torre grande ; 83 pedras sao muilo me-
nores, porm seu estado de anliguidade o mes-
mo. Por muilo lempo me deliveram estas difl'i-
culdxdes, e por urna serie de coincidencias sin-
gulares o monumento estranho, que todos os diss
fixava tniahas vistas durante horasinteiras, fluc-de pedras colossaes; em roda, differenlestraba-
tuava para mim em um intervallo de vinle ou Ihos, cujo esludo deixarei aos archilectos ; era-
vinte e quatro seculos, suscepiivel ao mesmo I flm, nos arredores, do edificio urna serie de
lempo de ser considerado como o contemporneo' particularidades, agora fra de seus lugares,
de Saloman ou de S. Luiz. Estas duvidas, devo '. mas que permiltirao recompor em parte o edifi-
dizG-lo, desvaoeceram-se, ou ao menos enfra-telo primitivo ; um capitel de perfil o mais singu-
queceram muilo, desde que novos factos chega- I lar, toda a ornamentagao de urna das iinhas do
ram ao meu coohecimento. E primeiro que tu- j edificio, um baixo-relevo emfim, que eu colloco
do tendo aberto fossos perto do castello de Gebeil' em primeira linha entre os nossos resultados,
achei pedras faceadas, semclhantes s da torre j Ello representa um leo do estylo o mais ciracte-
em grandes profundezas; urna destas pedras en- j risado, e absolutamente deslindo de todos os pro-
con(rou-se baixo de um mosaico da poca ro-J duelos da arte grega e romana. Dir-se-hia urna
mana. ireduego de um dos degrusdo palacio de Ninive.
Porm o que mais conlribuio para fixar minhas Ainda que mutilada, esta pedra, creio eu, ser
ideas foi a vista de ruinas phenicias, ainda exis-. contada como a primeira que flxar a edade e o
temes as alias de Semar-Gebeil e de Aneff. j carcter do estylo phenicio. Mania-la-hei ao
Semar-Gebeil possue os restos de urna antiga'museu do Louvre, bem como toda a linha de or-
cidadeila, contruida de pedras mais pequeas que' nameotago do edificio,
as de Gebeil, porm talhadas exactamente da ]
mesma raaneira. Aqui os Irabalhoi enormes ca-' Usresulladosoblidos nesta escavago tomaram
vados na pedra, as nioedjs gregas antiquismas, i a nossos olhos um alto gru de Importancia e so-
que se encontrara mesmo no amago da ruina, e ; lldezi quando me foi dado ver alguos dias depols
principalmente as esculpturas eslranhas do ro- j|e ua descoberta as grandes ruinas da cidade
chedo, anlogas 3 do Nahr-el-Kelb. nao deixam j de Maschnaka. Ahi enconirei um monumento
duvida alguma sobre a data do monumento. Se-1 absolutamente semelhanle aquelle, que me ofle-
mar-Gebeil evidentemente urna antiga constru- : recra nossa escavago. melhor conservado em
rao sibelila, irma mais moga da torre de Gebeil,;seu toio' mas |endo perdido os ornamentos de
porra tendo conservado seus ttulos de nobreza sua Parle superior. Estas duas construeges se
muilo melhor ao abrigo da suspeita. | esclareceram e eompletaram urna pela oulra.
O mesmo se deve dizer de Aneff. Esta aldeia Concobo-as como um pedestal cercado de colum-
ituadi em um cabo entre Tripoli e Balroun, Das- assenlando sobre urna larga base, e ser-
um antigo porto phenicio. Gigantescos trabalhos *!"d? "? bases um pyramidion. Vemos um e-
cavados no rochedo e de um carcter profunda- difl='.0 inteiramente semelhanle na moeda de
mente original nao permiltem mais alguma du- Magnno, e quando examino o sitio do monumen-
vida sobre sua anliguidade. Ora, na extremida- ,0 V16 descubrimos, a maneira porque domina a
de de um desses trabalhos lalhados no rochedo cidade do lado da entrada, a perspectiva carac-
encontra-se um resto de construego com os Ira- Jenstica que elle devia olerecer, sou levado a
eos de urna extrema anliguidade. estylo des- denliflca-lo com o proprio edificio representado
da de torres absolutamente semelhantes aquella
que nos oceups nest momento e dispostas da
mesma maneira. Aisim, os crusados teriam mes-
mo respeilsdo o plano da anliga fortaleza de Ge-
bal.
A cidadella nao a onica obra de Gebeil, que
se pode fazer remontar poca pheoicia. Dous
restos de torres situadas dos dous lados do porto
urna de pedras grandes e a cutra de pedras se-
melhantej s de Semar Gebeil, urna especiede
caixa-d'agua visinha do porto, partes da capella
de Kadls-Har-Nouhrs, e muitas obras da anliga
collina sagrada de Assouba, sao Irabalhos anti-
quissimos. Urna soberba gruta architeclurada,
situada no valle de Assouba perto da cidade, for-
neceria um excellento modelo ao pintor, que
quizesse representar a Mahphelah de Abraho.
Finalmente alguns trabalhos do porto antigo, ca-
vados no rochedo, esto perfeilamente conserva-
dos. Desenos exactos reproduzem essas obras
extraordinarias, que serio completadas e expli-
cadas pelos irabalhos semelhantes que se encon-
trara em Djouni e principalmente em Anaf.
Todos os monumentos que precedem eram-me
revelados externamente ; naturalmente procurei
fazer sahir ao solo outros monumentos da arte
pheoicia. Byblos me parecer um ponto mais
favoravel do que SidoD neste genero de indaga-
cues. O autor do tratado da Deuia da Syria,
atlribuido Luciano, falla de templos de Byblos
m antigo estylo phenicio. As moedas de By-
blos, urna priucipalmente cunha la no tempo de
Magrioo, moslram-nos esset templos at nos tra-
gos minuciosos de sua pbisionomia. Finalmen-
te Nonus em urna poca muilo mais moderna
no-Ios descreve com bstanles particularidades.
Nao me enganei nesta conjectura. Urna cons-
truego pheoicia de um aliointeresse foi o fruc-
to das escavages, que fizemos execular na col-
lina, onde est a velha caixa-d'agua edificada.
Ella compe-se de urna base quadrada, massiga,
ta velha parede colossal exactamente o da (orre
de Gebeil ; as pedras sao da mesma maneira fa-
ceadas ; o mesmo modo de liga-las por meio
de ouiras pedras pequeas quadradas, mas egual-
roent^ faceadas.
Estas semeihangas pareceram-me do maior
pezo, e bem que reserve meu juizo definitivo pa-
ra o momento em que eu ti ver visto as outras
obras da Syrlu o Kshz-el-Hosn, que dizem-me
que muito se parecem* com as de Gebeil, Mer-
kale e principalmente as mais antigs parles de
Jerusalem, confesso que nem urna objecgo
meus olhos ser possivel i vista de nm com-
plexo de factos lio acordes. Sim, com muilo
fundamento que o Sr. de Saulcy viu nessas pe-
dras faceadas o trago predominante do antigo es-
tylo phenicio. E'com muita razo que osSr.
Wolcott, de Vogu, Vande Valde approximaram
a torre de Gebeil da torre de Uippicus em Jeru-
salem, e notaram que os pedreiros gibelitas, que
construiram as obras de Salomao, deviam ter
traduzdo Jerusalem seu esiylo nacional- Eis
ahi essas grandes pedras, essas pedras quadra-
das, essas pedras de grande prego, de que falla
o historiador dos Irabalhos de Salomao. Essas
pedras enormes dos ngulos aos quaes o archi-
tedo sscrificou a regularidade das primeiras ba-
ses, sao as pedras angulares os cantos lalhados
que representavam um papel to essencial na
architectura hebraica. A torre de Gebeil vem
assim a ser urna das obras mais antigs do mun-
do, posto do parle o Egypto. Foi essa anliga
trincheira de Kronos (El) de que falla Sanchonia-
ni moeda desleimperador.
As sepulturas naturalmente altrahiram em pri-
meiro lugar mlnha attengo. Nenhum povo deu-
lhes mais grandeza e originalidade do que os
Phenicios. As imagens que os poetas hebreus
fizenm do schiol as lindas ficg5es de Ezechiel
para representar a decida aos infernos dos mor-
tos Ilustres, acham aqui, bem como em todas
as sepulturas phenicias, carlhaginezas e judias,
sua justa explicago. Gracas aos nossos iraba-
lhos as sepulturas de Byblos, reduzidas pela co-
biga e pelo inslincto destruidor dos habitantes
um estado de degradago, crivel apenas, sero
completamente restauradas. Quasi sempre ta-
lhadas em rocha, ellas aleclara as formas as mais
variadas. As tumbas principalmente, que eslo
collocadas na entrada do valle de Assouba, es-
pecie de valle de Josaphat da anliga Byblos, sor-
prenden) por seu carcter grandioso e primitivo.
As que eu considero como mais antigs com-
pde-se de receptculos enormes, fechados por
urna lousa espessa, gigantesca, affeclando algu-
beil. S a photographia pode reproduzir estes
engMcados effeitos.
Creio que a collecgo de nossos deaenhos de
sepulturas ser de um grande effeito para o anli-
quario e para o artista. Apenas eoeontrei duas
tumbas, que oio estavam violadas. O habito de
encerrar objectos preciosos com os morios linha
desde anliguidade erigido em industria a pi-
lhagem dos tmulos. Entretanto nao choro os
eaforgos, que me cuita ram os necropolos de Ge-
beil. Nossos Irabalhos revelaran) todas as pila-
ses de urna arle, que foi a primeira entre os Phe-
nicios, e que em Byblos desenvolveu-se com
urna originalidade c variedade nao egualadas em
parte alguma.
Algumas eiculpluras, um leo de estylo origi-
nal, urna Aslartea syria i qual s faltavam os
ornatos d'ouro que decoravam-a, urna Venus
grega de um Irabalho excellente, infelizmente
bastante mutilada, um numere mui grande de
objectos pequeos, bons exemplares de medalhas
raras, algumas com legendas phenicias, comple-
taran os resultados offerecidos pelos monu-
mentos.
Um ficto que resalla evidentemente do estudo
desies objectos a forte influencia egypcia, que
a cidade de Byblos soflrra. Este facto poda j
concluir-se da lelura do tratado da Dettso da
Syria e da obra de Philon de Byblos; olle ser
levado evidencia pelas nossas iodagages. L'ra
lindo espbinge de granito do Egypto s foi des-
truido n estes ltimos lempos; delle restam ain-
da pedagos reconheciveis. As numerosas pedras
gravadas, que aqui se encontrara sao egypcias ou
imitadas do egypcio. Lembrarei urna estatuazi-
nha egypcia de granito negro o o cippo de urna
Ihe Nesepteilis, deusa que me parece da mesma
origem. Eoceniram-se tambem as inscripgoes
nomes egypclos.
A chronologia a queslo capital e a mais f-
cil de resolver para esses productos das artes da
antiga Phenicia e da Palestina. Se se convier
em chamar pbenicios todos os monumentos
adiados na Pheoicia, que nao eslo nem no ge-
nio grego, nem no genio romano, nada mais fcil
do que classificar os monumentos deste paiz.
Has, como a Phenicia guardou mesmo as po-
cas grega e romana seu estylo e seus hbitos pro-
prios; como a religio phenicia em particular
conservou-se sob urna nomenclatura quasi toda
grega al o tempo de Tbeodosio, ninguem est
de modo algum autorsado, porque ura edificio
ou um objecto d'arle se apresenta aqui com urna
phisionomia indgena, acreditar que esse edifi-
cio ou objecto d'arte da poca autnoma da
Phenicia, nem mesmo anterior Alexandre. S
a epigraphia aqui um juizsem appellagao (1).
De certo. a archeologia possue, para determi-
nar a edade dos monumentos criterios intrnse-
cos de_ urna grande seguranga ; mas estes crite-
rios sao todos relativos e suppoem ama taboa
chronologica precedentemente eslabelecida. Ora,
s a epigraphia pode eslabelecer semelhanle ta-
boa. Urna mullido de dados importantes fo-
ram-me fornecidos este respeito pelos monu-
mentos de Byblos. Bifferentes n'islo dos He-
breus, que permaneceram pouco epigraphicos
at o secuto undcimo ou duodcimo de nossa
era, os Gibelilas, partir da poca gregs, escre-
veram muito sobre pedra. D'ahi, um limite que
fornece pontos de partid-a decisivos. Citare! ape-
nas um exemplo.
Um dos lados do elegante baptisterio de Ge-
beil formado de urna pedra enorme, que servio
de frontal monotilha um lempo do u-tylo egyp-
cio -phenicio. Esla pedra um monumento phe-
nicio, Ahi se encontrara rodos-es emblemas com-
muns ao Egyplo e Pheoicia, de que falla Phi-
lon de Byblos ( globo alado, cercado de serpen-
tea, etc.) Bem se poda erer, e realmente tem-se
crido que este monumento era um monumento
antiquissimo. Mas toda- a possibilidade de illu-
so este respeito foi-me roubada no da em que
achei em Edd, aldeia situada perto de Gebeil,
por cima da porta da egreja, urna pedra em ludo
semelhanle do baptisterio, oiTerecendo at um
aspecto mais archaico, e desta vez acompanhado
de urna inscripgo grega, que atiesta que o tem-
plo fui levantado por um certo Diooysio. Pro-
eurarei trazer estes dous monumentos, despelo
de so as dimensdes considera veis ; elles sero,
creio eu, as duas pedras angulares da chronolo-
gia _da arte pheoicia. Ouso dizer que eltes resol-
verlo tambem a questao lo controvertida da
edade do livro, que tem o nome do Saochonia-
ihor. As pessoas que se obsiioam em altribuir
esta obra urna alta anliguidade perdero, eu
creio, sua confianga perante estes dous monu-
mentos, provavelmenle contemporneos de Adria-
-no, que sao de alguma sorte a traduego plstica
da obra confeccionada por Philon de Byblos.
Em resumo, julg que deve-se fazer tres divi-
btlistas tinham um templo porttil, puchado por aa torre de Saturno alo oulra senio a que do-
mas vezes aformadeum prisma triangular. ^g^^SJSSUZSSSSSkZ
sempre brutos, sem Inscripgo e sem ornatos.
Uma s destas grutas offerece em cima de sua
entrada um frontal triangular feito de pedra e
muito semelhanle aos que se encontram em cor-
tos carneiros dos contornos do Jerusalem. Nao
coohego cousa alguma mais frisante do que estas
grutas desoladas, onde a obra lenta das stalacti-
tes lera encoberto as devastagoes dos seculos.
Oulras grutas, ao contrario, forneceram-me
ricos ornatos, sarcophagos de um goslo mais ou
thon, ou Philon de Byblos, que adquino para menos severo, porm sempre de uma grande
Byblos a reputaco da cidade mais antiga do perped(va, modelos excellenles dessa decorago
mundo, e queja na poca de nossa era era um as- vegetal, que parecem ter systematicamente pre-
surapto de legendas. ferido os Phenicios e os Hebreus, tumbas todas
Deixarei ao architecto que fara em breve parte semelhantes aos sarcophagos judeus, de que o
de nossa missao o cuidado de desnguir os re-|gr. de Saulcy deu um specimen ao museu do
toques que soflreu esla construego. Ella chega-1 Louvre. Julgo-as de uma antiquidade menor,
r, pens eu, a suppor que na poca das crusa- Oulras, finalmente, conflnam por todas as es-
das a velha cidadella de Kronos era um montao pecies de iraosicges com todas as formas habi-
do ruinas, no qual ficra s intacta a torre ten-! tuaes das sepulturas da poca romana. Algumas
tral, e que os crusados reeslabeleceram os traba-' catacumbas offerecem uma particularidade estra-
lhos circunvisinhos servindo-se das pedras uti- nha# Numerosas entradas cylindricas, cavadas
usadas que charam espalhadas pelo solo. D0 rochedo com um cuidado extremo, muitas ve-
TVlvez a pequea torre da direila, onde nao zes em grandes espessuras, terminara na abobada
ha columnas agarradas ao muro, podesse egual-1 e trazem ao iuterior o ar e a luz.
mente reivindicar uma alta anliguidade. Com geria longo expor Vossa Magestade os en-
eTeito era Semar-Gebeil a torre central cerca- | saos muilas vezes infructeferos que me indu-
(3) E' sorprehendedor que alguns viajores e'. ziram essas aberturas: limitar-me-hei i dizer
como elles oSr. Kail Riiter, tenham admittido j que repetidas experiencias proraram-me que el-
que um tal uso pode existir desde a poca dos los eram feitas na entrada das catacumbas, e que
Tmanos. Todas as columnas assim agarradas! nem sempre a construego dacatacumba acompa-
s paredes estavam quebradas quando ahi foram j nhava sua perfurago. Estas aberturas redondas,
postas, e por conseguinte seu emprego as pa- semeadas por todos os rochedos, agora cheias
redes posterior s grandes destruiges de que: de trra vegetal, e aecusadas externamente por
oi theatro a Phenicia nos ultimo seculos do ira-!motas d'hervas e flores, sao um dos tragos que
perio. feonstituem a phisionomia dos arredares de Ge-
1.a Os velhos monumentos anteriores toda a.
influencia grega na Phenicia, como por exem-
plo, a torre de Gebeil.
2. Os monumentos mixtos, onde os hbitos,
as ideas e o estylo proprio d Phenicia delxararo
seu trago, mas que sao da poca grega ou roma-
na, e onde a iuflueucia da arte grego-romana
sensivel; tal a pedra do baptisterio de Gebeil.
3.* Os monumentos puramente gregos ou ro-
manos, por exemplo, o theatro de Batrouo.
O numero das inscripgoes por mim colhidas
em Gobeil ou oascircumvisinhaogas immedialas
elera-se 27 o numero total de minhas inscrip-
goes gregas e latinas de 53.)
Tres destas inscripgoes, bem como os ornatos
de um sarcophago parecem referir-se mais ou
menos directamente aos mysterios de Byblos,
que tinham -tanta voga e celebridade. Compara-
das urnas com as outras, nossas inscripgoes tra-
ro uma luz historia religiosa e poltica da ci-
dade, bem como as ragas diversas, que parecem
ahi se lerem succedido.
Byblos em seu todo parece-me cada vez mais
com uma especie de Jerusalem do Lbano, e pa-
rece-me que se verificara asopinides do Sr. Mo-
vers sobre o carcter dos Gibelitas ou Labaoiotas,
encarado como inteiramente distincto do dos
Phenicios de Tyro, de Sidon e de Aradus.
O nome de' Oeus em Byolos era El Adonai, e
palvez Schaddai como entre os judeus. Os Gi-
l) Deve-so fazer uma excepgo pira os tmu-
los de velhas catacumbas amigamente violadas,
os quies foram reparados cas pocas romana e
christa e que n'essas pocas receberam inscrip-
goes, segundo o gosto do tempo.
FOLflETIM
o
OBATEDORDEESTRADA
POR
PAULO DUPLESSIS.
tinuaes assim mais cinco minutos, ides abalar to-
das as minhas conviegoes, e atirar-me n'um chaos
profundo. Na verdade s as estatuas,, quando
se animam, sao capazesde semelhanle ethusias-
mo I.... Has, dizei-me, o conde suspeita j esta
impressao que desperlou em vosso corago?
Nao, Sr. Joaquina.
dous bois, que muito se assemelbara com a arca
do Hebreus.
Byblos era uma cidade aanta e de peregrina-
gao, e de nenhum modo mercantil : o governo
era um governo de ancies e de sacerdotes (pres-
luberoi.) Encontr! esses prcb$yteri fsenadore
sacerdotes) de Byblos em uma inscripgo.
Ura plano exacto de Gebeil e um jornal minu-
cioso de nossas escavages permiltiram seguir
passo passo nossos trabalhos e offereeeram aos
futuros exploradores o raeio.ou'de continuar oque
comegamos, ou de evitar ensaios infructiTeros.
II
Dero agora apresenlar vossa magestade os re-
sultados que oblive na explorsgno do lado da
montaoha, fazendo observar que minhas indaga-
goes leem sido al aqui sobre uma regio liraila-
lada, e que mesmo nesta regio eslo ainda longo
de seu termo.
Quatro localidades, que hoje sao apenas insigfi-
cantes aldeias, offerecem no ponto do vista das
antiguidades phenicias um interesse muito eleva-
do. Estas localidades sao Maschnaka, Aoep,
Semar-Gebeil o Sarba, junto de Djouni.
Maschnaka, que nao figura em carta alguma, e
que nao nomeada na grande obra do Sr. Rilter,
um ponto archeologico de primeira ordem. Si-
tuada era uma regio quasi inaccessivel, cima
dos precipicios que bordara o Nahr-Ibrahim (o
Adonis dos Antigos) esta aldeia desconhecida
conservou os fragmentos os mais importantes de
antiguidades syria ou phenicias, que por ventu-
ra vi neste paiz.
Nao quero anlecipar as impresses que elles
produziram no publico, nem entrar aqui em lon-
gos detalhes sobre monumentos, dos quacs espe-
ro fazer com os meus colaboradores um estuio
mais aprofundado. Direi apenas a impressao de
espanto e de adroirago. queexperimentei' vista
dessa vasta prostrago de ruinas, dessas sepultu-
ras anlogas s do Nahr-el Kelb, desses leraiulos
semelhantes aos mais antigos de Gebeil, porm
construidos aqui sobre a superficie, no cimo dos
rochedos, desse recinto ainda para mira inex-pli-
cado, desses restos de construeges oferecendo o
mais alto carcter de originalidade.
Se acaso om artista serio emprehender, como
hoje se diz, iltuslrar a Homero, em Maschnaka
que elle dever ir buscar a cor architelonica de
um mundo heroico e de uma humaaidade col-
lossal.
O aspecto romntico do valle do rio Adonis, os
contornos eslraohos das moutanha circumvisi-
nhas, dominadas no horrsonte pelos cumes ne-
voentos de Aphaca, fazem sem contradigo deste
ponto um dos mais lindos do- mundo-, e um da-
quelles que devem ser mais instaneamente
designados s pessoas que procurara a uoio rara
da poesia da oalureza e da do passado.
O que Maschnaka, e com que nome antigo
identificaremos uma localidade, que nao- possi-
vel ler deixado de ser nomeada pelos antigos ?
Ai^da o ignoro.
s vezes duvido que seja necessario procurar
lo alto no Liuauo uma cidade phenicia, e qui-
zera ver em Maschnaka uma dessas cidades itu-
rianas, de que falta Slrabon, um resto dessa anti-
ga civilisago da montanha, que nao era a oivili-
sago phenicia ; depois, vista deslas grandes
construeges evidentemente religiosas, desse-cip-
po de Baal ainda bem conservado, do carcter
religioso das esculpturas feitas no rochedo, pens
antes em um templo, em um desses grandes cen-
tros de culto to numerosos no Lbano.
Oulras vezes, semelhanga de um dos edifi-
sios ainda conservados em Maschnaka com o que
descobrimos em Byblos me admira. Este trecho
da Deusa da Syria : Sub de Byblos ao Liba-
no um dia inteiro, porque disseram-me que ahi
havia um velho templo de Venus edificado por
Gyoeiras Vi o templo, e era amigo, parece-
me convir tanto i-Maschnaka como Aphaca.
A falta total de- inscripgoes (traco de uma alta
anliguidade semilica) tomar muidifiicil a soluco
destas duvidas. Ah aqui ainda as grandes de3-
tfuiges datara de alguns annos-. Para edificar
um miseravel Khan destruiu-se os mais formosos
edificios ; em busca de pretendidos thesouros de-
moliram-se sanctuarios, que chegaram intactos
at os nossos dias ; era procura de algumas pe-
gas d'ouro, oflerendas dos ltimos pagaos, que-
braram-se aliares ederribou-se Baal do pedestal,
onde garanliram-me que elle eslava ainda ha
dous ou tres anuos.
Tal como ella Maschnaka pode ser conside-
rado como a mais curiosa ruina do Libano. En-
troga-la-hel sem conjecturas aos artistas e ar-
chiologos, e quasi que temo- roubar-lhe uma par-
te de blicas, dimiouiudo o mysterio que a
cerca.
A aldeia de Anaf en-iro Tripoli e Balroun, em
um pequeo cabo situado ao oorle de Theou-
Prosopon, nao me causou menossorpreza. Oci-
bo inleiro, cornposto de lindos rochedos, offerece
em suas duas faces uma serie de trabalhos phe-
nicios : grutas sepulchraes, casas apoiadas- no
rochedo, piscinas, largas aberturas quadradas ao
nivel domai, especies de banheiros, ondea.ag.ua
domar penetra por canos subterrneos. Avper-
feii'o e o estylo destes Irabalhos singulares ad-
mirara desde o priraeiru laucar d'olhos : elles
preodiam-se construeges de grandes pedras,
das quaes ainda resta uma rie adherente ao ro-
chedo.
J fallei da importancia deste pedago de pare-
de na archeologia phenicia. O resto foi demoli-
do para servir s- construeges de Tripoli. Estes
trabalhos do porto de Byblos comparados com os
de Anaf do urna idea completa do q.ue consti-
tua um porto phenicia : nada difiere mais total-
mente di idea que (azemos de dm porto.
A Phenicia possue apenas um verdadeiro an-
coradouro, que o de Ruad (Aradus). Os portos
phenicios eram situados de preferencia sobre
cabos.
Semar-Gebeil uma oulra preciosa e grandiosa
reliquia da mais antiga arle phenicia. Assema-
ni, nascido nascido neste paiz, e que provavel-
mente o linha visto, ptonuacia-lhe o nome em
sua Bibliolhtca. oriental, e parece identifica-lo
com Palce-Byblos. O Sr. ttovers e a Sr. Rilter
partirn da iodicago vaga dada pelo sabio maro-
nita para fazerem de Semar-Gebeil, cu)a existen-
cia e posico eram-lhes quasi desconhecidos, a
fortaleza do Saturno, que serve de origem By-
blos. E* um erro suppo-lo, porquanto Semar-
Gebeil est quatro horas de Gebeil, e a fabulo-
PR1MEIRA TARTE.
XII
(Continuago.)
O Mexicano ia a levantar-se quando, mudando
de parecer, perguntou :
Estaes bem certa de amar o conde, mis
Mary?
Se estou certa I respondeu a Americana
com tanta paixo e enthusiasmo que no semblan-
te reflectiu-se-lhe uma scentelha de admirares
belleza : Oh I 3im amo-o com todas as forgas
da minha alma I
Sou capaz de apostar o meu valenle Gabilan
contra um cavallo manco em como esta menina
est realmente segura do que diz, murmurou
Joiquim. Demais talvez que muitas mulheres
sejam sinceras na hora em que affirmam que nos
amara : smeote acontece dimniuir-lhes o amor
quando querem por forga fazer acreditar que elle
mais ardeote do que nunca. D'ahi nascem tan-
tos engaos 1.... As mulheres comegam por pren-
der-nos com a sua baa f ; nos com o nosso amor
proprio acabamos a obra por ellas comegada... e
desta sorte nao ha no mundo quem nao seja mais
ou menos feliz 1....
Vos que conbeceis o conde dereis achar-me
bem atrevida, e mesmo culpada, por querer ele-
var to alio o meu pensamento, nao assim, Joa-
qun) ? Mas que queris? a paixo nao racocioa.
E depoisdeclaro-vos perante Deus, que me ouve
sioto a seu respeito uma dedicago lo profun-
da e sobrehumana ; estou to certa de que, se al-
gum dia para elle soar a hora da adrnrsidade, lhe
servrei de valente e conjosa companheira, como
se re escrava Uel e obediente nos seus dias de opu-
lencia, que forte com essas boas e michas glorio-
sas intenges, deixo-me arristar sem remorsos
pelo sentimenlo que me domina.
Caramba I diste Joaquim sorrindo ; se con-
() Vide Diario d. 118.
Ento I preciso confessar-lhe o vosso
amor. Vede que elle capaz de nao preseoli-lo,
e neste caso arrisca-se bem involuntariamente a
perder o brilhante futuro que contaes oflerecer-
Ihe.
Estaes zombaodo, senhor I disse miss Mary
depois de ter um pouco reflectido : nao importa,
seguirei o vosso conselho. Quando se ama, co-
mo eu. deve-se o proclamar bem alio I O meu
amor bastante forte, puro e desinteressado para
que me faga corar 1....
A joven pronunciou estas palavras com uma
digoidide to serena e msgestosa, que fez deaap-
parecer o sorriso que nos labios linha o Batedor
de Estrada : acabou elle por convencer-se de que
se achava em presenca de um sentimenlo since-
ro ; mas, com quanto admiltisse a existencia des-
se seolimeoto, nao poda com ludo acreditar na
sua duraco.
Assim, pois, senhor, posso contar com a
vossa palavra ? repiicou miss Mary. Esse duello
nao lera lugar 1
J vos disse que nao.
Ser imprudencia perguntar-vos os meios
que contaes empregar para conseguir esse resul-
tado ?
O que vos aproveitaria isso, miss Mary ? Na-
da absolutamente. O essencial para vos e que o
conde de Ambroo nao corra o menor perigo.
Mas quero antes que ludo, Sr. Joaquim,
que a sua honra nao seja comproraettida.
Nao esperava ouvir sahir de vosaos labios
semelhanle rceeio. Vamos, j vejo que amaes
sinceramente esse caro d'Amoron. Os vossos
senlimentos nao sao americanossao francezes.
Fice tranquilla a esse respeito : o conde tem no
maior aprego a sua honra, e nao ha um brago,
amigo oa inimigo, que faga arredar desse prin-
cipio.
O Batedor de Estrada levaolou-se, e depois de
ter saudado miss Mary com perfeita cortezia vol-
tou para a sala do jantar.
Mas ter Sharp e seu amigo o>rmador se achavo
entretidos n'uma conrersagio bstanle animada
e calorosa: fallavam de negocios e interesses
mina ainda hoje as ruinas de Byblos.
Semar-Gebeil realmente uma formosa aldea
maldata, com inscripgoes gregas, latioas, syrias
e uma das mais lindas egrejas que vi na Syria.
Tudo prora que este ponto teve muita importan-
cia na anliguidade e na edade-media. A torre de
Semar-Gebeil, como j disse, como uma irmaa
da de Gebeil. Por outro lado, as suturas da cons-
truego com o rochedo lembram exaclsmente o
que se v em Anef, e um medalho engracado
feilo na face escabrosa do rochedo assemelha-se
muito aos de Maschnaka e do Nahr-el-Kelb. As
bases das torres e os fossos feitos no rochedo sao
de um aspecto extraordinario. Semar-Gebeil
sem contradigo uma dessas construeges satur-
nianas, reslo da arte gibelita, que fazia o assump-
to das legendas do paiz.
Ura casiello da edade-media (mardaila ou cru-
sado) assemelha-se, aqui bem como em Gebeil,
com a velha fortaleza gibelila. O lodo est me-
nos bem conservado que em Gebeil; mas a dis-
liocgo das parles antigs e moderna, assim co-
mo o plano da construego anliga, sao aqui mais
facis de conhecer.
O aspecto pittoresco do todo, principalmente do
lado da esculptura as syrias, dar eu o espero,
esla linda ruina om lugar, que ella mereca muito
mais cedo na attengo dos viajores.
Sarba finalmente depois de Djoani certamen-
te uma antiga localidade phenicia. Os trabalhos
em rocha sao ahi numerosos e caracterizados.
Convm citar em primeiro lugar uma construe-
go engragada, qual eneontra-se uma anloga
em Gebeil e Anef, especie de sala ao nivel do
mar, que parece que se ligava alguma supers-
tigo, cuja lembranga os crprhtos e os musulma-
nos egualmeote guardaran).
Os fragmentos sobre a collina de Sarba sao nu-
merosissimos e de um carcter antigo. Os restos
de um velho templ edificado de pedras colossaes
(Kalaat Sarba) lembram as ruinas de Deir-el-
Kala. O templo de Sarba foi edificado na poca
grega ou romana, porm cortamente com um tra-
go visivel do gosio phenicio. Uma inscripgo que
achei em Sarba esUbelece que os cuetos eram ahi
os mesaos que em Byblos. Talvez seja de mister
procurar perto d'ahi; em Djouni, onde certamen-
te houve uma antiga cidade, o sitio de Palce-By-
blos. O textos uus geographos antigos levos-
nos muito mais para este lugar do que para Se-
mar-Gebeil. Por outro lado, a embocadura do
Nahr-el-Kelb, onde alguns quizeram situar esta
cidade desa-pparecida nunca pode olerecer a si-
tuago de um grupo um tanto consideravel de
habi.aces.
Os grandes trabalhos era rocha sao assim o tra-
go caracteristiso da antiga Pheoicia. Elles se
mostrara cada passo sobre a costa e nos arre-
dores de toda a localidade um pouco habitada.
Citarei ainda o-lindo poro de Ai a-Ma bous, os
diversos trabalhos d'El-Bauar e de Har-Glergius
junto-de Amschiu Toda a costa da Phenicia-of-
ferece o aspecto de uma vasta mina, posta ao ni-
vel domar e apresenlando ainda em toda a sua
frescura a marca da serra e do cizel .* ahi cada
pedago de pedra dos velhos monumentos de Hi-
ram e do Salomao deixaram seu traco. Quasi to-
dos os objectos usuaes veem neste "paiz da mais
alta anliguidade.
Nao insisto sobre Khan-el-Chaldi (Heldua),
Eebbi-Younez [Porphtrion,) Kalmoun (Calamus),
onde enconlram-se restos consideraveis de anti-
guidades phenicias, porque o Sr. de Vogii ou o
Sr. de Sauley j virara sufficicnlemente esles tres
pontos. Espero que a terceira deslas localidades
e em geral a regio de Tripoli (Kenz-Amour) for-
oecero, quando eu poder fazer algumas escava-
ges, novos monumentos. Os monumentos ar-
chaicos da regio de Tripoli leem finalmente um
carcter parte, e nao sem razo que elles lera-
brarara ao Sr. de Vogii os dolmen chamados
clticos.
Nao ha esperanga alguma de encontrar uma
inscripgo qualquer nestes restos brutos de uma
anliguidade sem data e sem cunho reflectido. Ahi
nao se encentra a verdadeira Phenicia. E' exclu-
sivamente as grandes cidades da costa, especie
de emporios de uma raca coramercianle, estabe-
lecida no meio de auluchhonos de uma raga in-
ferior, que se deve procurar a arle, e o genio
proprio dos Phenicios.
O que se dere procurar oo Libano, nao tam-
bem a Phenicia ; mas ahi se revelara cada passo
os restos de um ''os raovimentos religiosos mais
interessanles da historia da humanidade. Os cul-
tos do Libano, velhos como o mundo, porm s
vezes transformados e misturados de elementos
de toda a origem, tomaram uma voga extraordi-
naria nos primeiros seculos de nossa era. Nesga
poca Byblos tornou-se uma cidade,toda religio-
sa, e a regio do Lbano, situada cima, reprsen-
le u o papel de uma verdadeira Terra-Santa, onde
chegavam devotos de toda a parte em peregrina-
cao, os tragos desle curioso movimento, ultimo
esforgo do paganismo, que determinou a forma,
sob a qual a idolatra apresentou-se a imaginago
dos autores christos e mesmo da edade-media,
sao numeresissimos. Cada cume do Libano era
coroado de um templo, cujos restos, apresenlan-
do evidentemente o signal de urna destruigo
violenta e levada at s menores cousas se veem
ainda.
O reinado, do christiau-ismo foi assignado na
Syria por numerosas destruiges de temples. O
Libano exercia sobre as imaginages um grande
encanto ; os templos que o coroavam contri-
buan) para torna-lo um paiz delicioso ; um pa-
ganismo perigosissimo e mui difficil de desarrai-
gar defenda se nelle todo transe. J nosescrip-
tos dos antigos Hebreus se encontra cada passo
o horror dos cultos, que se pralcavam bos altos
lugares e sob as verdes arvores. O Lbano apre-
senlava-se imagiBago dos christos como o
ultimo refugio dos crimes de Athalia e de Jesa-
bel; elles Oescoroaram-o syslematicaaaenle. Des-
truir templos passou por uma das obras mais
meritorias ; vemos muitos santos, por exemplo,
S. Marn, consideraren) tal cousa como uma es-
pecie de demisso.
Nada mais informo do quo o aspecto, sob o
qual apresenlam-se estes lugares. Sempre uma
capella substituo o velho templo, e muilas
vezes fcil reconhecer na consagrago da capel-
la, ou na especialidade, que ela destinada
uma lembranga do culto primitivo. A inscripgo
do templo forma de ordinario o alto da porta da
capella.
Os simples e bons sacceidoles msronitas creem
2ue a pedra fundamental de sua egreja. e slo
um erro feliz : porque se elles soubessem que
essas pedras conservan) a lembraoca de uma di-
vindade pagia, te-las-hiam desfruido. O altar
muitas vezes o Bomos antigo com sua inscripgo.
Os cippos e reatos de esculpturas ou ornatos ar-
chitectonicos, que escaparan) destruigo, esto
grupados sobre o altar sem mostra alguma de todo
o sentimenlo d'arte. Um caroubo secular, mul-
tas vezes um pequeo bosque de carvalhos e lou-
reiros, ltimos descendentes do antigo bosque sa-
grado, abriga sempre estes restos. Ao redor,
veem-se pogos, cisternas, piscinas, tmulos fei-
103 no rochedo, ms, tiradas igualmente do ro-
chado vivo, e pedras espalhadas em ura bosque
podado de carvalhos. Emfim, geralmente a ca-
pella tem aqui mais importancia do que a egreja.
Menos velada pelo clrigo, ella abriga quasi
sempre ero seus pobres muros os restos da religio
antiga. S. Jorge e S. Elias, seos patronos habi-
tuaos, o propheta Joas, cujo nome se liga mui-
tos lugares caractersticos a borda do mar, subs-
tituirn] sem duvida o culto popo-lar dasdivinda-
des mais antigs. Estou persuadido que o as-
pecto interno de muitas destas capeUas, a natu-
reza e disposigo das oflerendas, a maneira, por-
que ahi se ora, pouco difiere do que ahi linha
lugar ha 1,600 annos. Muitas vezes estes cultos,
principalmente os que se referem S. Jorge e a
Joas sao communs aos christos e aos* mosul-
manos. Em parle alguma mais do que oeste
paiz verdade dizar que a humanidad*' desde
sue origem orou nos mesmos lugares.
pessoaes. O conde e o marquez Qngiam prestar-
Ihes toda a attengo.
Joaquim Dick se veio collocar junto aos dous
mancebos.
Senhores, lhe disse elle, em quanto estes
dous brutos farlam-sede agurdenle, e atormen-
tara o juizo com algarisraos e contas, queris
permiilir-me que eu comece uma conversaco
que nos interessa a todos tres ?a vos dous como
principaes actores, a mim como amigo de Mon-
sieur d'Ambron.
O marquez e o conde olharam paca Joaquim
com espanto.
Fallae, senhor, responderam ellos.
Deveisamaoha bater-vos em duello ? per-
guntou Iranquillamente o Batedor de Estrada.
E quem vos disse ? aecudio logo o msrquez
de Hallay.
Que vos importa 1 E' ou nao verdade ?
E* a pura verdade, senhor.
Muito bem : como provavel que eu sirva
de teslemunha a um de vos, nao seria fra de
prososito que me dissesseis o motivo que vos coo-
duzio a esse ponto. Dadas essas explicages, na-
da mais restar seno regular o modo e condic-
ges do combate.
O insulto parti de vos, disse o marquez di-
rigindo-se ao conde d'Ambron : compete-vos,
pois, fallar. Alera disto, ainda que a vossa ag-
gresso me teoha deixado o direito de escolher as
armas, eslou prompto a ceder-vo-lo. O ferro
ou o chumbo quaiquer que seja presta -se
egualmenle minha vinganca. Eu s quero uma
cousa ; matar-vos e malar-vos-hei 1
Senhor marquez de Hallay, respondeu o
conde com uma firmeza chela de moderago, pe-
zar-me-ia muito abalar a conviego em que es-
taes ; e por isso nlo buscarei mostrar quanto
tem de hypothetica essa vossa certeza um pouco
prematura ; actresce que uma discusso em se-
raelhante ponto dara ao nosso dialogo a appa-
rencia de uma fanfarrice castelhana, que, muito
para ser apreciada na sceoa de um theatro, seria
de pessimo gosto nos hbitos da vida privada.
N9o andei bem exprimindo-me como o fiz,
conde, repiicou o marquez da Hallay. Reconhe-
go que nao sois um adversario vulgar. Vale a pe-
na crusar as armas comnosco. Em lugar de uma
conviego era um desejo que eu derera ter ma-
nifestado. '
O conde respondeu a esta relractago esponta-
nea inclinando-se lentamente; e dingindo-se ao
Batedor de Estrada, disse :
As inscilpges destes curiosos edificios sao a
parte que para nos tem mais interesse. A extre-
ma benevolencia com que foi acolhida minha
misso pelos habitantes deste paiz, deram-me
para descobri-las muita facililade. Quando eu
disse que Vossa Magestado resolver mandar es1-
crever a historie de lodos os poros antigos, mas-
que tendo notado as chronicas muitas mentiras,,
ordenara que se lomasse o que est escripto sobre
pedras, visto como as pedra nuno mentem, re-
cebi uma mullido de apootaraentos e infurma-
ces respeito das aldeias e gruas, onde ha pe-
dras escripias. Reuuindo esta iu-licares, che-
guei aproa lista de mais de sersenta localidades
da regio de Gebeil e Batrouo, onde me revella-
vam que havia inscripgoes. Nenhuma detas ins-
cripgoes at aqui foi achada completamente em
falta, e s vezes admirci a justeza-, cora que estes
homens simples descobriam tragos-de esculptura
sobre pedras, junto das quaes o oii.o mais exer-
cilado pa.ssaria desapercebido.
J tirei muitos resultados das ioseripgoes, que
assim eolhi, e espero mais consideraveis ainda
no momento em que poder terminar minha cai-
fa. Talvez a epigraphia, que renov a historia
poltica, nao lenha menos graves consecuencias
quando fr applicada historia religiosa. A per-
feita exactido dos apootaraentos, fornecidos por
Philon de Byblos sobre a Phenida de seu lempo,
ficou verificada.
O grao deus destes paizes era Samemuroum ou
Upsouranios (deus que reina no alto do eco) En--
contra-se o designado as inscripgoes por Zeus-
opouranios.Zeus megislosrZeus ouranios, upsis-
tos, saarnaios, epoos ; palavras que correspon-
dera pela maior parte termos sacrameotaes da
lingua phenicia. Julgo que doixarei o Lbano
sem ter encontrado uma s vez o nome de Ado-
nis. Como em Philon de Byblos Adonis se cha'
ma Elioum, o Altissimo (Upsistos), pens que o
Deus Supremo; cujo trago aqni se eocontra a ca-
da passa, nao era outro seuvo Deus que os Gre-
gos-e tmanos designa vara com O nome de Ado-
nis (o Senhor).
As esculpturas que escaparan) destruigo.
sao rarissimas ; entretanto a aldeia de Gharfim,
perto de Amschit, oftereceu-me ora quadro inte-
ressanle para a historia dos cutios Syrios. Nota-
so ahi a mesma mistura de formas egypcias como-
era Edd, sobre a podra do baptisterio de Gebeil
e sobre|os fragmentos descbenos pelo Sr. de
Vogii em Oremm-el-Awamtd.
Em summa a Pheoicia e o Lbano achara-se
em ms condiges, considerados sob a rolago-
da conservarlo de sua alta e media anliguidade.
Sem fallar das maravilh'S de conservadlo archio-
logica taes como Pompei,. o Egypto Ninive,.
quanto Italia, onde cada reino foi objecto de
tira verdadeiro culto,'quanto -Sicilia, quanto
propria Grecia foram melhor aquinhoadas I A
insaciavel barbaria do rabe uomada. a pesada
barbaria do conquistador germnico, foram mui-
to menos funestas aos monumentos, do que o es-
pirito subtil e mesquioho, que nao cessou de rei-
nar nestes paizes. Aa ruinas-conservam-se prin-
cipalmente nos paizes onde ninguem se oceupa
com ellas : na Syria, por su* desgraga, ellas nao
cessaram de altrahir a atteaco dos habitantes e
de inspirar-lhes mil ideas pueris, mil chimeras.
S os cruzados desde a anliguidade fizeram aqui'
grandes construeges ; mas uma especie de ins-
lincto fatal leva o Syrio, mal elle encontra gran-
des pedras, reduzi-las pedras pequeas. Qaa-
si todas as destruiges teera neste paiz um carc-
ter voluntario e intencional. Entretanto tal foi a
actividadedas civilisagdes antigs da Syria e-do
Libano, que seu trago ainda visivel a cada
passo.
Poucos paizes cfferecem em um raio de cuatro-
leguas tres pontos como Gebeil, Semar-Gebeil e
Maschnaka ; poucos offerecem ura numero to
grande de inscripgoes de um ioieresse histrico.
Emfim, a velha. Pheoicia, ainda que muilo apa-
gada, trahe-se por indicios, que forneceram para
reconstrui-la induegoes seguras. Nao. se deve
almdisso esquecer que Tyro e Tortoss,. confor-
me o parecer de todos aquelles que as tem visi-
tado,, sao os pontos, que mais ttferecjm restos.
apparentes. Nao se deve esquecer principal-
mente que na indagago scientifica osresultados
negativos leem seu prego, pois quo representan*
ensaios methodices e necessarios ao conheci-
menio da verdade. Espero pois que.a explorago
da Phenicia trar alguns factos novos ao que no
dado saber do muodo antigo, e que elLrno
ficar interior importancia que Vossa Magsstadej,
justamente lbe deu.
Permilti-me, Senhor, que aprsenle Voosa
Magestade a homenagera do mais profundo res-
peito, com que sou, Senhor, de Vossa Magestade,
o mais humilde e o mais obediente servo.
El\NK.-1.0 RtSAX.
Do Instituto,
[Journal des DebutsS. Filho).
Queris dar-me a honra de servir-me de
teslemunha, Sr. Joaquim ?
Depois que souber a causa desse duello ; e
foi por isso mesmo que exigi de vos explicaees
a respeito.
Em poucas patarras o conde d'Ambron poz
Joaquim ao facto do que se tioha passado. O
marquez confirmou com o seu silencio a narra-
co do adversario.
Joaquim Dick depois de reflectir por alguns
instantes, repiicou :
Consents que vos faga uma peigunta, Sr.
conde ?
Pois nao, senhor I
Recusando a vossa mo ao marquez de
Hallay nao huscastes um pretext para satisfazer
algum resentimento que data de mais tempo ?
Nao, absolutamente. O Sr. marquez me
conhece bem para que seja preciso, accrescentar
que, nao aceitando os seus cu m primen tos, de
sorte alguma tire a intengo de offende-lo. Na-
da mais Qz do que obedecer a esta antiga divi-
sa. Faze o que deve, hja o que houver. Alm
de que nao pensara com isto provocar um duel-
lo. Era summa o Sr. marquez est no seu di-
reito exigindo urna reparago, e a escolha das
armas lhe pertence inteiramente. Valha-me Deus,
senhores I a minha resposla parece causar-vos
admirago, proseguio o conde vendo que o Bate-
dor de Estrada e o marquez o Interrogavam
com o olhar : entretanto a minha conducta
bem simples. Como ha pouco vos declarei, to-
mei por guia iovariavel da minha vida a divisa
da anliga nobreza da Franga. < Faze o que de-
ves, hsja o que houver. Nao ha poder huma-
no que seja capaz de obrigar-me a uma acgo
que ropugoe minha franqueza^ honeslidade :
nunca transig com a minha cpnsciencia. Nao
quero dizer que tenha razo de assim praticar,
nao entro nesta analyse ; digo smeote aquillo
que
Mas ento, porque recusastes apertar a mo
que eu vos oflerecia ?
Por isso que vos m'a offerecestes chaman-
do-me vosso amigo, e eu nio vos tenho em tai
estima que vos baja dado direito minha ami-
zade.
Havia no accento, com que o mancebo pro-
nunciara estas ultimas palavras, tanta nobreza
unida a uma appareocia de tristeza to delicada,
que essa resposta horrirelmenle ultrajante, as-
sim lida, na sus bocea pareca antes ama UsU
ma do que um novo insulto.
O marquez tornou-se horrivelmente paludo.
Oh 1 senhor 1 murmurou elle com a voz
trmula de raiva ; agora posso dizer sem basofia
que vos matarei, porque, tiresse eu o corpo ca-
vado de balas, no meu odio acharia anda forga
bastante para nao suecumbir sem vingar-me !
Amanha cessareis de viver.
Longa pausa seguio-se s palavras do marquez
de Hallay.
Seuhores, disse finalmente o Batedor de
Estrado dirigindo-se aos dous adversarios, in-
til proseguir neste assumpto, pois que elle tor-
nou-se sem interesse : ros nao haveis de ba-
ter-vos.
Nao dos haremos de bater 1 repeli o mar-
quez entre o pasmo e a violencia. E quem nos
impedir ?
Eu, senhor.
Vos. Sr. Joaquim ?
Eu, sim.
O marquez de Hallay ergueu-se um pouco da
cadeira om que se achava sentado : eslava l-
vido : pareca nao ler mais consciencia do que
fazia. O Batedor de Estrada immovel nc-seu lu-
gar contemplava-o fizando sobre elle um olbar
estranho : o marquez tornou a sentar-se.
Com que direito, perguntou elle, e por que
meio impediris esse duello ?
Com o mesmo direito que tem o credor so-
bre a fortuna do seu devedor. Quanto ao meio
infallivel, 9 somento de vos O conCarei.
Perdestes o juizo, Sr. Joaquim I E mais
lonco sou eu em prestar ouvidos s asserges de
uma especie de laca i o !
Por sua vez tambem o Batedor de Estrada er-
gueu-se um pouco de sua cadeira, e approxi-
maudo a bocea ao ourido do marquez, disse-lhe
rpidamente :
Nio podis dispor da vossa vida porque ella
pertence justig : o meio que tenho para im-
pedir-vo-lo, se peccar por pouco engenhoso, nao
Iho (altar energa. Procurae desobedecer-me,
e veris como vos fago eoforcar immediata-
mente.
Joaquim tornou a sentar-se e voltando-se para
0 conde d'Ambron, accrescentou framente :
Q Sr. marquez linha esquecido que nao se
acha em paiz mexicano, mas nos Estados Unidos,
onde a teipremibe o duello. Espero pois que se
nio falle mais desse combate impossiref.
O marque; de Hallay curvou a cabega : una
lagrima de despeilo brilhou sobre a sua palpe-
1 bra, mas o furor fizera-a, para logo se;car,
Senhores, disse gravemente o conde d'Am-
bron, passa-se aqu alguma cousa quo presinto,
e que todava nao posso explicar. A vossa sub-
misso, Sr. marquez, nao natural: pelo con-
trario, para que ros nao. tivesseis j arremessado
contra o Sr. Joaquim, preciso que elle exerga
sobre vos terrivel presso moral I Sabis to bem
como eu, que se a le americana prohibe o duel-
lo, ninguem em S. Francisco faz caso da lei :
uma vez que o negocie nao diga respeito a um
assassinalo, e oao> merega por isso a especial at-
tengo do inexoravel comido de vigilancia pu-
blica, tudo permittido 1 Insultei-vos, devo-vos.
uma reparago e f de cavalleiro te-lar-
heis 1
E' verdade que me insultastes, respondan o
marquez com uma voz que a cusi sahia-lie da
garganta : porem as explicages que me testes
apagaran) esse ultrage. Pens que nao duvU
daris da minha bravura, nao assim 1
Oh I mil vezes nao.
Isto me basla.
Neste caso renunciaes ao duello
O marquez teve de chamar em seu auxilio toda
a forga de sua vontad-: para responder :
Renuncio.
O conde d'Ambron lerantou os hombro em ar
de duvida.
Tudo isto nao natural murmurou elle.
Depois deixando o seu lugar e dirigindo-se pa-
ra Mousieur de Hallay, disse-lhe :
Marquez, aqui lendes a miuha nao : dig-
nae-vos aceita-la com as michos humildes des-
culpas.
O marquez tocou na rro que lhe oflerecia o
conde : mas a exprosso dos seus olhos., que bri-
Ihavam de ferocidade e da colera, desmenta a
sinceridade dessa reconciliago.
O conde d'Ambron bem o comprehendeu, o
por isso continuou abaixando a voz :
Mrquez, as minhas desculpas sao provi-
sorias.
I Obrigado I respondeu o marquez de Hallay
langando um olhar sobre o Batedor de Estrada,
que, ou por delicadeza, ou por indifferenga se ti-
[nba afastado dos dous adversarios, vendo-os a
ponto de concibarem-se, e fra tomar lugar ao
iado de master Sharp, e do armador,
(Continuar'U'ha.)
PKRS.-.TYF. OS *. '. M FAMA-18.


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