Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09296


This item is only available as the following downloads:


Full Text
~~ XXXTII IIEIO 119
--
,lbll II WAM
f aif.^f JG OMAJ
_

Por tres MMtdiMtads
Ptr trta tes vencidos
S0v}0
68000
DIARIO
ncarrbgados a sumcupcao do norte
Parahiba, o Sr. Aotoao Meiandrino da Lina ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva Araca-
tj, o Sr. A, da Lemos Braga; Cear o Sr. J. Joa
da Oliveira; Maraoho, o Sr. Slanoel Jos Mar
tos Ribeiro Guimares ; Para, o Sr. Justino
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
Olinda todos oa dias as 9,1/5 horas do da.
Iguarass, Goianna Parahiba as segundas e
sextas-eiras.
S. Aolo, Bezerros, Boniio, Ciraar, Altinho e
Garanhuns oa,s tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
EPHKMERIDES DO MIZ DE MAIO.
1 Quarto minguante as 5 horas o 12 asiaiattes da
ft Urde. ...
9 La nova as 8 horas e 48 minutos da tarde.
17 Quarto crescente a i hora 48 minutos, da
tarde.
3 horas a 46 minutos da man.
aa 8 horas e 6 minutos da man.
PREAMAR DE HOJE.
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas taras. Primeiro as 4.horas a 54 minutos da aaihia.
(Todos oacorreios partera ai 10 horas da manhajlSegundo as 4 horas e 30 minutos da tarde.
r_ queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista, 24 La eheia as 3
Ouricury e Pz as queras (airas. 31 Quarto ming.
| Cabo, Serlnhiem, Rio Formoso, Una, Barreiros.l PR1
DAS DA SEMANA.
' W Segunda. S. Bernardino de Sena f.
11 Terga. S. Marcos b. m.; S. Theopompo.
22 Quarta. S. Rila deCassis vlv.; S. Quileria:
23 Quintal. S. Basilio are. ; S. Desiderio b. m.
24 Sexta. Ss. Afta, Pelsgia e Suzana mm.
25 Sabbade. S. Gregorio Vil. p ; S. Mara Magd.
26 Dominga da S. Trndade. S. Felippe Nery f.
AUUl&AUAS UOa lUlBUAta DA CPll AA.
Tribunal do eommercio: segundas'e quintas.
Relacao: torgas, quintas sabbadoa as 10 horas.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados aa 10 horas.
Juizo do eommercio : quartas ao meio dia:
Dito de orphaos : tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do Tal: tergas a sextas ao meio
da.
Segunda rara do eivel
hora da tarde:
quartas a sabbados
ENCARBEGADOS DA SUBSCR1PCAO DO SU*
Alagoas, o Sr. Clsudino Falco Dias; Bahia,
Sr. Jos Martina AWaa ; Rio da Janeiro, o Sr
Joio Pareira Martina.
EM FERNAMBUCO.
O proprietario do iums Manoel Figneiroa da
Paria.na aua livraria praga da Independencia os
16 a 8.
PARTE 0FFICIAL.
overno da provincia.
Expediente do dia 21 de mato de 1861.
Offlcio ao Exd). presidente da provincia do Ma-
raoho.Em resposta ao officio de V. Exc, de 12
do correte, tenho dizer-lheque nao tendo se-
guido no vapor Forana os artigas de armamento
Sertencentes provincia do Plauhy, que se re-
ere o officio desta presidencia de 18 de abril ul-
timo, effecluou-se a remessa delles no vapor
Cruzeiro do Sul, que parti deste porto no dia 14
deste mez.
Dito ao Exm. vice-presidente do Piauhy.Dei
o conveniente deslino & relacao das alteraces oc-
corridas no mez do marco ultimo, cora os alteres
do docimo batalhio deinfantaria Domingos Pe-
reira da Silva e Carlos Cesar Maciel Aracha, bem
como a f de officio do primeiro destes officiaes,
as quaes acompanharam os dous oflicios que V.
Exc. me dirigi em data de 19 de abril ultimo.
Remetteram-se ao coronel commandante das ar-
mas.
Dito ao Exm. presidente do Maranhio.Ac-
cusando recebido o officio de V. Exc. de 10 do
correte, em que declara, ter ebegado 5 essa pro-
vincia no cter Emtna, 75 parris com plvora, te-
nho dizer-lhe que a remessa foi com efTeito da-
quelle numero e nao de 76, como se v do ter-
mo do contrato junto ao meu officio de 3 deste
mez.
Dito ao Exm. presidente do Para,De confor-
midadecom o officio de V. Exc. de 8 do corren-
te, acabo de expedir as convenientes ordeos para
que a thesouraria de rendas dessa provincia seja
indemnisada da quantia de 119J092 rs., em que
importara os objectos remeltidos por essa presi-
dencia ao professor Louis Jscques Bruoet, em
commissao no Amazonas, como se v di conta,
que acompaohou o citado officio que flea assim
respondido. Expedio-se a ordem de que se
trata.
Dito ao coronel commandante das armas.Sir-
Ta-se V. S de mandar inspeccionar, assentando-
lhe praga se for considerado apto para isso, o
paisano Joaquina Augusto Xavier da Haia, que se
offerece voluntariamente para o serco do exer-
cito.
Dito ao mesmo.Queira V. S. mandar per em
liberdade o recrula Lino Gomes da Silva Maia,
visto ser Qlho nico de viara.
Dito ao chefe de polica. Beprsentando o
presidente do conselho de qualificagoo da guarda
nacional da (reguezia de S. Frei Pedro Gongalves
que o respectivo subdelegado nao remettou a re-
lacao nominal, de que trata o 4 do artigo 10 do
decreto numero 1130, de 12 de marco de 1853,
conforme foi recommendado por circular desta
presidencia de 10 deste mez, convrn que V. S.
espega suas ordens no sentido de ser aquelle de-
ver cumprido quanto antes, eannualmeote por
todos os subdelegados, a quem competir, inde-
pendente de ordem superior, afim de que o ser-
vico da qualiicacao se faca com a regularldade
que se faz mister. fficiou-se tambero ao juiz
de paz mais votado do primeiro dislricto de S.
Frei Pedro Goncalves para a remessa dos cida-
daos ltimamente incluidos e eliminados da lista
dos votantes.
Dito ao mesmoPara que possa ter lugar o
pagamento dos vencimenlos da escolta de guar-
das nacionaes que conduzio quatro recrutas da
comarca de Garanhuns para esta capital, e sobre
que V. S. ioformou em officio de hontem, sob
numero 437, faz-se preciso que me declare que
destino tiveram esses recrutas, se para o exercito
ou armada.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Ao
seu officio de 9 de abril, aob numero 98, respondo
dizendo que, segundo informa o inspector da the-
souraria de azeoda em data de 23 daquelle mez,
sob numero 314, i se demenstrou ao governo
imperial a defficiencia do crdito votado para as
obras do melhorameoto do porto, pedindo-se o
augmento indispensarel para sua continuaco que
convrn aguardar. *
Dito ao mesmo. Sirva-se V. S. de mandar
apresentar ao provedor da Santa Casa da Miseri-
cordia dous africanos e duas africanas livres para
seren empregados no servico do hospital Pe-
dro II.Communicou-se aosupradito provedor.
Dito ao mesmo. Aonuindo ao que solicita o
commandante da estaco naval no officio junto
por copia, e para poder resolver acerca do objec-
lo do officio de V. S. de 15 deste mez, recom-
mendo-lhe que mande proceder com brevidade a
um novo exame no brigue-eacuna Xing, em que
se deve declarar de um modo claro e positivo, se
esse navio, no estado em que se acha depois dos
coocertos ltimamente feitos, pode com seguran-
za seguir para a corte, teodo-ae em altenco o
que pondera no tiosl do citado officio o comman-
dante da estagio naval.
Dito ao cooselho de compras navaes.Autori-
80 o conselho de compras navaes a promover,
nos termos do regulamento de 20 de fevereiro de
1858, a compra de 15 arrobas e 12 libras de pl-
vora grossa, bem como de 400 folhas de lixa de
vidro, com destino, o primeiro desses objectos
nos navios da armada, e o segundo ao arsenal de
marinha.Communicou-se so inspector da the-
souraria de fazenda.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmiti V. S., para o fim conveniente, co-
pias das actas das compras efectuadas pelo con-
selho administrativo para fornecimento do arse-
nal de guerra nos dias 10 e 13 do correte.
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes os
inclusos documentos, mande V. S. pagar ao cabo
de esquadra, Joa Correa da Silva, conforme re-
quisitou o commandante auperior da comarca de
Garanhuos em officio de 2 do correte, sob n. 36,
os vencimentos de orna escolta de guardas na-
cionaes, que conduzio quatro recrutas do termo
do Bom Conselho para esta capital, pois que taes
recrutas vieram e foram recebidos, segundo cons-
ta da informaco do chefe de polica, junta por
copia.Communicou-se ao commandante aupe-
rior respectiro.
Dito ao commandante do presidio de Fernan-
do.Respondo ao que consulta Vmc. em seu of-
ficio de 4 de abril ultimo, dizendo-lhe que deve
Vmc. formular instruccoes para a boa execuco
da proposta, que fez Manoel Thomaz dos Santos,
de fornecer gratoilamente a farinha de mandioca
precisa para o consumo.desse' presidio, medanle
as condices indicadas em seu requerimento, que
acompaohou o meu offlcio de 7 de fevereiro ul-
timo, tendo em altengo: 1 que convindo res-
peitsr a f dos contratos e poderlo ser concedi-
das ao preponerte as 48:016 bragas quadradasde
terreno arrendado a difierentes particulares por
espaco de um aono depois d Ando esse arrenda-
nte nio e de 31" de dezembro viudouro em diante :
z que lhe ser porm entregue qualquer dos ter-
reos que estao seodo cultivados gratuitamente
., ? officiaes e empregados de presidio, e a que
allude Vmc. em seu citado officio: 3* que em ca-
so nen.hum sero derribadas as maltas, cuja con-
seryagao necessaria para evitar que sequem as
ontes e vertenies dessa ilha : finalmente, que
?aa-,M" aUenaid no contrato a condicao de
omecer-se ao preponente tarros, armeotio etc.,
que elle nao previne em seu requerimento.
Dito ao director d.s obra, public.-. Cntrate
Vmc. com a poss.vet brevidade a conducho na a
o lugar de seo destino da gu.rit. feit, nWra-
particio para a cadeia da cidade de Neth, e
apresente-me a respectiva conta.Communicou-
se ao Dr. chefe de policia.
Dito aos Srs. eocarregsdos da illuminaco a
gaz. Informen) Vmcs. sobre oque reflexioca o
inspector da thesouraria de fatenda no officio em
original, e mais papis inclusos, que me sero
devolvidos, com referencia a impugnagoo feita
pelo commandante do 9 batalhao de infantera e
director do hospital militar, s contas do consu-
mo de gaz nos respectivos edificios.
Portara. O presidente da provincia, confor-
mndole com a proposta do Dr. chefe de policia
datada de 17 do correte, sob n 426, resolve no-
mear a Jos Thomaz Pires Machado Portella, e o
Dr. Francisco do Bego Barros de Lacerda, es-
te para 3o, e aquelle para 1 supplentes do sub-
delegado de policia do 2 dialriclo da freguezia
de Muribeca. Communicou-se ao chefe de po-
lica.
Dita. O presidente da provincia, alteodendo
ao que lhe requereu Manoel Ambrozio da Concei -
Cao Padilba, resolve coceder-lhe permissao para
ir ao presidio de Fernando de Noronha, na barca
nacional Atrevida.
Expediente do secretario do governo.
Offlcio ao inspector da thesouraria, de fazenda,
Tendo S. Exc o Sr. presidente da provincia
approvado hontem a nomeaco que em 16 de
abril ultimo foz o director do arsenal de guerra,
de Jos Francisco Marioho, para exercer o lugar
de mestre da offlcioa da 4a classe daquelle arse-
nal ; assim o communico V. S., de ordem do
mesmo Exm. Sr.
Dito do Io secretario da assembla legislativa
provincial.S. Exc, o Sr. presidente da provin-
cia, manda transmittir por copia V. S., para ser
presente assembla legislativa provincial, os
actos do presidente de 18 do corrente, abrindo
crditos supplementares nos termos do art. 33 da
lei u. 488 de 16 de maio do aono passado.
DESPACHOS DO DU 21 DE MAIO DI 1861.
Requerimentoe.
Anna Mara do Sacramento. Ficam expendi-
das as ordens para a soltura do recruta de que
trata a supplicanle.
Bailar & Oliveira.Sellado volte.
Joaquim Augusto Xavier da Maia. Apreseo-
te-se ao Sr. coronel commandante das armas para
ser inspecionado.
Joaquim Gilseoo de Mesquits. Requeira o
supplicaote ao inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Josepha Amelia de Godoy e Vasconcellos.
Nao tem lugar em vista da ioformago.
Jos Cesar de Albuquerque e outros.Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Verediana Mara Amelia. Informe o Sr. Dr.
chefe de policia.
Teixeira, bario de Muritiba, Candido Borgea, Car-
oeiro de Campos, Souza Ramos, Penetra Penna,
visconde de Albuquerque o visconde de Itabo-
rahy.
Lida a acta da anterior approvada.
O Sr. 1. secretario d conta do seguiste
EXPEDIENTE.
Um sviao do ministerio dos negocios do impe-
rio, participando que S. M. o Imperador se digna
de receber boje, urna hora da tarde, do paco da
cidade, a deputacao do senado que deve ir pedir
ao mesmo augusto senhor que se digne de desig-
nar o dia, hora e lugar para a misaa do Espirito-
Santo, ssaim como a hora e lugar para a aesso
imperial da abertura da assembla geral.
Um offlcio do 1. secretario da cmara dos de-
pulados, communicando que a mesma cmara po-
de comegar os seus trabalhos por j ter numero
sufficiente de membros para formar casa.
Em seguida o Sr. presidente convida a deputa-
cao para se dirigir ao pago da cidade, edesempe-
nbar sua missao.
. Voltando a deputagio hora e meia da tarde,
o Sr. visconde de Maraoguape, como orador, diz
que tendo sido introduzida a mesma deputacao
preseoga de S. M. o Imperador, e cumprido a
missao de que fdra encarregada, o mesmo augusto
senhor se dignara de responder que a missa do
Espirito-Santo teria lugar no dia 3 s dez horas
da manha na capella imperial; o que a sessao
imperial da abertura da assembla geral serie no
mesmo dia, urna hora da tarde no paco do se-
nado.
O Sr. Presidente declara que a resposta de S.
M. o Imperador recebida com muito especial
agrado, e depois de convidar os Srs. senadores
para se reunirem no dia seguinle ao meio dia, le-
vanta a sesso.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO |
SJTAD0.
PRIMEIRA SESSAO PREPARATORIA EM 27
DE ABRIL DE 1861.
Presidencia do Sr. bardo de Pirapama.
As 11 e meia horas da manhaa o Sr. presiden-
te abre a sessio, estando presentes os Srs. sena-
dores Moniz, Ferraz, Souza Franco, Baptista de
Oliveira, Candido Borges. Carneiro de Campos,
Ferreira Penna, Araujo Ribeiro, Jobim, Mafra,
Souza e Mello, Vallasques, marquez de branles,
visconde de Itaborahy, visconde de Sapucany e
visconde de Uruguay.
O Sr. 1." secretario participa que os Srs. sena-
dores Vasconcellos, Dantas, Dias de Carvalho,
Vieira, Silveira da Molla, bario de Muritiba e
visconde de Abael acham-se promptos para com-
parecer no dia da abertura da assembla goral.
Nao constando haver anda numero sufficiente
de membros psra formar casa, o Sr. presidente
convida os Srs. senadores para se reunirem de
novo no dia 29 deste mez, e levanta a sesso.
SEGUNDA SESSO PREPARATORIA EM 29 DE
ABRIL DE 1861.
Presidencia do Sr. barSo de Pirapama.
As 11 horas da manhia o Sr. presidente abri
a sessio, estando presentes os Srs. Mendes dos
Santos, Souza Ramos, Mafra, Araujo Ribeiro,
Baptista de Oliveira, Vallasques, Souza e Mello,
marquez de Casias, marquez de Itanhaem, mar-
quez de Olinda e visconde de Maranguape.
Lida a acta da anterior, foi approvada.
O Sr. 1. secretario deu parte de achar-se
prompto para comparecer o Sr. senador D. Ma-
noel de Assis Mascarenhas.
O S. Presidente disse que havendo numero
sufficiente de senadores para formar casa, ia offi-
ciar-se neste sentido tanto cmara dos deputa-
dos como ao ministro dos negocios do imperio,
pedindo a este dia, hora e lugar em que S. M. o
Imperador se dignar de receber a deputagio que
deve ir pedir respeilosamente ao mesmo augusto
senhor que se digne de designar o dia, hora e lu-
gar para a missa do Espirito-Santo, assim eomo
-a hora e lugar para a sesso imperial da abertura
da assembla geral.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente
convidou os Srs. senadores para se tornarem a
reunir no dia seguate, elevantou a aesso.
TERCEIRA SESSO PREPARATORIA EM 30 DE
ABRIL DE 1861.
Presidencia do Sr. bario de Pirapama.
A's onze horas da manha o Sr. presidente
sbre a sessio, estando presentes os Srs. Souza
Ramos, Dias de Carvalho, Vallasques e marquez
de Itanhaem.
O Sr. 1. secretario participa que os Srs. sena-
dores Vianna e Pimenta Bueno tinham dado par-
te de promptos para oa trabalhos do senado.
O Sr. Presidente diz que Tai proceder no-
meago da deputacao que tem de ir pedir respei-
losamente a S. M. o Imperador que se digne de
designar o dia, hora e lugsr para a missa do Es-
pa to-Sso lo, assim como a hora e lugar para
a sesso imperial da abertura da assembla
geral.
Em seguida sao sorteados para a mesma depu-
tagio os Srs. visconde de Maranguape, bario ele
Muritiba, Silveira da Motta, visconde da Itabora-
hy, marquez de Olinda, visconde de Uruguay e
Carneiro de Campos.
Nada mais havendo a tratar, o Sr. presidente
convida os Srs. senadores a se reuoirem de novo
no da seguinle, e levanta a sesso.
QUABTA SESSO PREPARATORIA EM 1 DE
MAIO DE 1861.
Pretxdeneia do Sr. bardo de Pirapama.
A s 11 horas da manha o Sr. presidente abre
a sesso estando prsenles os Srs. Vallasques.
Mendos dos Santos, Mafra e visconde de Uru-
guay.
Lida a acta da anterior approvada.
Nada havendo a tratar, o Sr. presidente convida
os Srs. senadoretqparaae tornarem a reunir no dia
seguinle, e levanta a sessap.
QUINTA SESSo7rEPARATORIA EM 2 DE
MAIO DE 1861.
Presidencia do Sr. bardo de Pirapama.
Ao meio dia o Sr. presidente abre a sesso, es-
tando preseote os Srs. Vallasques, Moniz,*Mffa,
SESSAO EM 4 DE MAIO DE 1861.
Presidencia do Sr. bardo de Virapama.
A's dez horas e tres quartos da manha, o Sr.
presidente abre a sesso, estando presentes 31
Srs. senadores.
Lidas as actas de 10, 11 e 12 de selembro do
anno passado, e a de 2 do corrente mez, sao todas
approvadas.
O Sr. 1. secretario l as cartas imperiaes que
nomeiam senadores do imperio aos Srs. Firmioo
Rodrigues Silvs pela provincia de Minas-Geraes,
e Joio Pedro Dias Vieira pela do Maraoho.
Sio remeltidos commissio de constituigo com
urgencia;
O mesmo Sr. 1. secretario participa que o Sr.
visconde de Sapucahy lhe havia communicado
achar-se enojado em coosequencia do fallecimen-
to de urna sua filba.Mandau-se desenojar.
O Sr. Presidente declara que se vai proceder
eleigo da mesa, comegando-ae pela do presiden-
te, e depois daa respectivas commisses.
Corrido o escrutinio, sabe eleito presidente o
Sr. bario de Pirapama com a maioria absoluta de
24 votos, tendo vindo mesa 32 cdulas.
O Sr. bario de Pirapama :Agradego muito ao
senado as provaa de coosideraga.0 que me tem da-
do, nomeaodo-me seu presidente oito vezes ;
maa pego-Iba agora que me dispense de urna
honra que motivos que fazem muito peso no meu
espirito me levan a resignar; o que j teria fei-
to desde o anno passado, a nio se darem graves
C3Dsideragoes-~ que actuaram sobro mim. Vou,
pois, consultar a casa se me concede a dispensa
pedida.
O Sr. marquez de Olinda:Nunca o vi tio bom
como agora.
O Sr. bario de Pirapama :Senhores, eu tenho
exercido este lugsr durante sele annos : se
bom, toque a todos ; se mi, nio justo que
pese sempre sobre mim. Eu tenho consciencia
de minha dignidade, e conhego que nao devo
continuar.
Os senhores que sao de opioio que se conceda
a dispensa que pedi, queiram levantar-ae.
O senado concede a dispensa.
Procedendo-se por coosequencia a nova elei-
go de presidente eleito o Sr. visconde de Abie-
te com a maioria absoluta de 20 votos, tendo
vindo mesa 32 cdulas.
O Sr. Presidente convida o Sr. vice-presiden-
te para oceupar a cadeira, visto nao estar presen-
te o Sr. visconde de Abaet
Segue-se a eleigo de vice-presidente, e sahe
eleito o Sr. Gabriel Mendes dos Santos com 18
votos, tendo vindo mesa 34 cdulas.
O Sr. Vice-presidente convida o Sr. Mendes
dos Santos a tomar a cadeira.
Para 1." secretario sabe eleito o Sr. Manoel
dos Santos Maitins Vallasques com 20 votos, 3.
o Sr. Jos da Silva Mafra com 13 ; 2.a o Sr. Jo-
s Martins da Cruz Jobim com 27, e 4. o Sr.
Frederco de Almeida Albuquerque com 9, por
desempate com o Sr. Jos Joaquim Fernandes
Torrea ; Picando 1. supplenle o mesmo Sr. Fer-
nandes Torres, el' o Sr. Jos de Araujo Ri-
beiro com 6 votos.
Passa-se nomeago das commisses e sao
eleitoa para a de
Resposta falla do throno.
Os Srs. marquez de branles com 27 votos, ba-
rio de Muritiba com 12, e Carneiro de Campos
com 12.
Constituido e diplomacia.
Os Srs. marquez de Olinda com 28 votos, vis-
conde de Sapucahy com 26, e visconde de Uru-
guay com 25.
Fazenda.
Os Srs. visconde de Itaborahy com 26 votos,
marquez de Abraotes com 22, e Bernardo de
Souza Franco com 14, por desempate com o Sr.
Joaquim Francisco Vianna.
Procedendo-se a eleigo da commissao de le-
gislado, Tem a mPSa 29 cdulas ; avista do que
o Sr. vice-preaidente declara nio haver casa, e
addiada a nomeaco das commisses ; d para
ordem do dia a continuaco da meama eleico,
commisses e trabalhos de commisses.
Levanta a sessio urna hora da tarde.
SESSO E 6 DE MAIO DE 1861.
Presidencia do Sr. visconde de Abaeli.
A's 11 horas da manhia, o Sr. presidente abre
a sessio, estando presentes 31 Srs. senadores.
Lida a acta da anterior approvada.
O Sr. Io secretario menciona o seguiote :
EXPEDIENTE.
Quatro officios dos Srs. senador marquez de
Canas, wnselheiro Joaquim Jos Ignacio, desem-
bargadFFranclaco de Paula de Negreiros Sayao
Lobato e conselheiro Jos Mara da Silva Pra-
nnos, participando que S. M. o imperador hou-
ve por bem, por decreto de 3 de margo deste an-
no, nomear : o primeiro, para o cargo de minia-
tro e aecretario de estado dos negocios da guer-
ra e de presidente do conselho de ministros ; o
segundo, para o de ministro e secretario de es-
tado dos negocios da marinha e interinamen-
te dos negocios ds agricultura, eommercio e
obras publicas; o lerceiro, para o de ministro e
secretario de estado dos nojpcios da justlga, e o
quarto, para o de ministro e secretario de estado
dos negocios da fazenda.
Um officio do Sr. .senador Manoel Felizardo de
Souza e Mello, participando qu por decreto de
2t de abril ultimo houve por bem S. M. o impe-
rador nomea-lo ministro secretario de estado
dos negocios de agricultor, comme'Cjo e obras
publicas. \r
'' / '
Ootro o Sr. Antonio Coelho de Si e Albu-
querque, communicando que por decreto da re-
ferida dala houve por bem S, M. o imperador no-
mea-lo ministro e secretario de estado dos ne-
gocios estrangeiros.
Ootro do Sr. conselheiro Jos Antonio Saraiva,
participsDdo que S. M. o imperador houve por
bem, por decreto da dita data, nomea-lo minis-
tro e secretario de estado dos negocios do im-
peri*""r' ,0<," Bc* seBB'*0 inteiredo.
Um aviso do ministerio dos negocios do impe-
rio, reaontieodo os actos legislativos da assem-
bla provincial de Matlo-Grosso, promulgados
no anno passado.A' commissao de assemblas
provincises.
Dez avisos do mesmo ministerio, remetiendo
um dos autographos de cada urna das seguintes
rosolugoes da assembla geral: primeira segunda
e terceirAapprovando aa pensos de 400000 an-
nuBes *ncedda a Pedro Joa Cerdoso ; de
480JW00anuuaes, concedida a D. Mara Carlota
Leitao Hsndeira, e de 128000 mensaes, concedi-
da a Paulino Gomes da Paixio : quarta, quinta
e sexta, aulorisando o governo para mandar sa-
lisfazer ao padre Guilherme Paulo Tilbury, o
ordenad* correspondente ao lempo em que este-
ve privado do exercicio da cadeira de lingua in-
gleza ; a. mandar matricular as faculdadea do
imperio fcente Jansen Pereira e outros, e a fa-
zer extensiva ao bacharel Jos da Motta de Aze-
vedo Correa a disposico do art. 1. do decreto
n. 23 da 30 de agosto de 1834 ; stima, appro-
vando o decreto n. 2,184 de 5 de junho de 1858,
que appsovou os estatutos da companhia de na-
vegacao a vapor na bahia do Rio de Janeiro, de
que esprezario o Dr. Clinton Van Tuyl; oi-
tava, approvando o decreto n. 2,196 de 23 de
junho da 1858, e o contrato a que o mesmo se
refere, celebrad o com Jos Antonio Soares para
a ""eSfCa a *por entre Montevideo e a cida-
de de Cuyeb; nona, decima e decima primeira,
aulorisando o governo a aposentar Silvano Fran-
cisco Alves com o ordenado que percebe na qua-
lidade e membro da juota vaccnica da corte: a
mandar matricular e admillir a exame as fa-
culdades de medicina e de direito do imperio a
Jos Mariano da Silva Ponles e outros, e a man-
dar passar carta de naturalisagio de cidadio bra-
sileiro aos subditos portuguezes Serafina Fran-
cisco de Carvalho outros ; e decima segunda,
recooheceado eidado brasileiro o padre Flix
Mara de Freilas Albuquerque, as quaes resolu-
gees S. M. o imperador conseole.Pica o senado
inleirado e-manda se communicar i cmara dos
deputados.
Oulro viso do mesmo ministerio, remetiendo
as copias authenticas das acias da eleigo de elei-
lores especiaes de senador a que se procedeu na
provincia do Maranho,as parochias de S. Fran-
cisco Xavier de-Moogio, S. Sebasliio da Vargem
Grande, e S. Bento dos Perises por terem sido
annulladas pelo senado ao que tiveram lugar as
ditas parochias no dia 9 de Janeiro de 1869.A'
commissaft de coostituicao.
Outro Miso do mesmo ministerio, remetiendo
*jPPJJoofficio de 2T de Janeiro deste anno,
ffl^S^spreeidente da provincia do Maranho
exptje asrvazSss que o*-4nduziram a prorogar at
p da g da fevereiro ultimo o praao marcado na
le para a apuraco geral dos votos dados nos
collegios eleitoraes para a eleico de um senador.
A commissao de conslituigo.
Um aviso dp ministerio dos negocios da fazen-
da, remetiendo um dos autographos da resolu-
gio da assembla geral, aulorisando o governo
para mandar admittir a despacho livre de direito
lodos os utensilios e objectos precisos empreza
incumbida do esgoto das aguas e asseio publico
da cidade do Recite, na qual S. M. o imperador
consente.
Um aviso do ministerio dos negocios da guer-
ra, remetiendo um dos autographos do decreto
da assembla geral, que fiza aa torcas de trra
para o anno Onanceiro de 1861 a 1862, no qual
decreto S. M. o imperador consente.
Outro do mesmo ministerio, envisndo um dos
autographos da resoluco da assembla geral,
mandando admiltir matricula na escola central
a Joio Alves Pinheiro de Carvalho e outros ;
na qual resolugao S M. o imperador consente.
Oulro do ministerio dos negocios da marinha,
remetiendo um dos autographos do decreto da
assembla goral, que fiza a forga naval para o
aono deanceiro de 1861 a 1862 : no qual S. M.
o imperador consente.De todos fica o senado
inleirado, e manda-secommunicar acamara dos
deputados.
Dous officios do primeiro secretario da sobre-
dita cmara, participando haverem sido sanecio-
nadas as resoluges da assembla geral, marcan-
do penas para os que ommettem furtos de gado
vaceum e cavallar ; e regulando os direitos pro-
venientes da residencia, de que trata o art. 6."
1.* da conslituigo do imperio.Fica o senado
inleirado.
Nove officios dos presidentes das provincias,
Bahia, Maranho, Espirito-Santo, Alagoas, Para-
hyba, Minas-Geraes, S. Paulo, e Santa-Catbarina,
remetiendo as lea provinciaes.A' commissio
de assemblas provinciaes.
Dez officios dos presidentes da Bahia, Mara-
nho, S. Paulo, Minas-Geraes, S. Pedro, Ro
Grande do Norte, Espirito Santo, Alagoas, Piau-
hy, e Par, remetiendo os seus relatnos.Ao
archivo.
Urna representado da assembla provincial de
Mioas-Geiaes, pedindo a creagiode urna relacao
na mesma provincia.A' commissao de legts-
lacio.
Um reqnerimeoto do Sr. senador Baptista de
Oliveira, pedindo licenga para ir tratar de sua sau-
de na Europa.A' commissio de constituigio.
O mesmo Sr. primeiro secretario participa que
o Sr. senador Joaquim Francisco Vianna nio
compareca por incommodade, o que fara logo
que lhe fosse possivel.Fica o senado inlei-
rado.
Comparecer durante a sesso mais dous se-
nhores senadores.
ORDEM DO DIA.
Continua a eleigo das commisses e sahem
oomeados para a de legislagio os Sr. Sonsa Ra-
mos com 24 votos, Pereira de Vasconcellos com
23, e Silveira da Motta com 22.
Marinha e guerra.Os Srs. visconde de Albu-
querque com 30 votos, Miranda com 24. o bario
de Muritiba com 22. .
Commercio, agricultura, industria e artes.Os
Srs. Cansansao de Sioimb cpm 20 voioe, Car-
neiro de Campos com 17, 4 Moniz com 15.
Emprezas previgiadas e obras publicas.Os
SrsjfADias de brvalho com 23 vptos, Borges
Moofeiro com 17, e Ferreira Penna com 15,
Iostrucgao publica e negocios ecclesiastcos.
Os Srs. Araujo Ribeiro com 23 votos, Nabuco de
Araujo com 23, e Vieira com 10 por desempate
com o Sr. Mattoso Cmara. Passa-se eleigo
da commissio de saude publica, e viado mesa
26 cdulas, o Sr. presidente declara adiada a
continuaco da nomeaco das commisses, e d
psra ordem do dia da seguiote sessio :
Cootiouagio da nomeagio das commisses ; 1*
e 2a discussao : Ia, da resolugio d cmara dos
deputados aulorisando o governo a conceder
carta de naturalisagio de cidadio brazileiro ao
subdito Napolitano Pr. Jos de Castanizeta, e a
outros com o parecer da commissio de negocios
ecclesiastcos do senado ; V, da resolu^lq da
cmara dos deputados, mandando de nsturslisaqio a tartos subditos, portuguezes e
allemies; 3*. da resolugio da mesma cmara
mandando reconhecer como cidadio brazileiro a
Jos Gougalves da Silva ; la e 2a discussao da
resolugio da mesma cmara autorisaodo o gover-
no para aposentar com o ordenado correspon-
dente aos vencimentos que percebe o encarro-
ado da enfermara da marinha de Pernambuco
Joaquim Jos Alves de Albuquerque ; Ia e 2a
discussao da resolugao da mesma cmara, auto-
risaodo o governo a mandar pagar a Frederco
Sauver Bronn o ordenado correspondente con-
grua que percebem os parocbos do imperio.
Levanta-se a sesso aos quarenla minutos de-
pois do meio-dia.
SESSO DE 7 DE MAIO DE 1861.
Presidencia do Sr. visconde de Abast.
A s 11 horas da manhia o Sr. presidente abre
a sessio, estando presentes 30 senhores sena-
dores.
Lida a acta da anterior approvada.
O Sr. 1* secretario d conta do seguinle
EXPEDIENTE.
Um aviso do ministerio dos negocios do im-
perio psnicipaudo que S. M. o Imperador tica
inteirado das pessoas que compem a mesa que
deve servir no senado na presente sessio.
Um officio do Io secretario da cmara dos de-
putados participando a eleicio da mesa que deve
servir na mesma cmara no- correle mez. De
ambos fica o sensdo inleirado.
O mesmo Sr. Io secretario partecipa que o Sr.
senador bario de S. Loureogo lhe havia com-
municado nio ter anda comparecido por iocom-
raodo de sade, o que fara logo que lhe fosse
possivel.Pica o senado inleirado.
ORDEM DO DIA.
Contina a nomeagio das commisses, e sio
eleitos para a de
Sade publica. Os Srs. Candido Borges com
27 votos, visconde de Jequitiohonha com 25. e
Dantas com 22.
Redagio das leis. taMn. visconde de Sapu-
cahy com 30 votos, Mendes dos Santos com 20,
e Pimenia Bueno com 17.
Estalistics, catechese ecolooisagao. Os Srs.
marquez de branles com 19 votos, Araujo Ri-
beiro com 15, e Teixeira de Sousa com 10.
Assemblas provinciaes. Os Srs. visconde de
Uruguay com 27 votos, Dantas com 24, e Nabu-
co com 23.
Entra em Io discussao a resolugio da cmara
dos deputados autorisaodo o governo para con-
ceder carta de naturalisagio de cidadio brazilei-
ro a Fr. Jos de Castanizeta e a outros.
O Sr._ Souza Franco, tomando a palavra, nio
leve eu vistas discutir a resolugio, mas preva-
lecer-se da occasiio para lembrar ao gabinete a
conveniencia de dar explicages, seoo j, ao
menos quando lhe parecer mais proprio, sobre
a retirada do anterior e orgaoisago do novo
ministerio, declarando os motivos que concor-
reram para isso.
O Sr. presidente entende que a occasiio nao
azada para semelhante discussao, e convida o
nobre senador a reservar qualquer mogo sobre
este assumpto para a sesso seguiote, ou algu-
ma outra, na hora destinada aos requerimen-
tos.
O Sr. Souza Franco acredita que nio precisa-
r formular requerimento algura para que o ga-
binete d todas as explicaces acerca do objeclo
em questo, embora escolha para isso melhor
ensejo, se pensar que o actual nao conve-
niente.
O Sr. Jobim observa que junto com os papis
que vieram da outra cmara informando a reso-
lugao que est ero discussao acha-se um officio
do commissario geral dos missionarios capuchi-
obos, ao nioistro da justlga, mostrando os in-
convenientes de sua adopgo quanto ao missio-
nario Fr. Jos de Castanizeta, e embaragosque
traria no futuro ; seodo que em consideragio de
opposigio foi que a commissio ecclesiastica do
senado deu o parecer que esti sobre a mesa,
para que se distaque da resolugao o que diz res-
peito aquelle misionario, afim de ser com mais
vagar considerada a questo cannica suscitada
sobre a sua preteogo. Achaodo procedentes as
rszoes da commissao, ha de votar pelo que ella
prope.
Sem mais debate approva-sea resolugio, para
passar 2* discussao, na qual entra immedia-
tamente, com a emenda da commissio ecclesi-
astica, offerecida em seu parecer, propondo que
se destaque o que diz respeito a Fr. Jos de Cas-
tanizeta.
O Sr. Nabuco pondera que a commissao nao
deu parecer sobre a questo cannica que foi
submetlida ae seu exame ; propoz apenas que,
para nio demorar a naturalisagio dos outros
preteodentes, se separasse a parte relativa ao
missionario capuchioho. O orador pois deseja
saber se, approvada aquella emenda, volta a
commissio a parte destacada, aflm de que veoha
com parecer que resolva a duvida, como foi de-
sejo do senado quando mandou ouvir a commis-
sao.
O Sr. presidente nio est autorisado para dar
mais explicaces do que as que constam do pa-
recer1, se passar a emenda com que elle con-
clue, o senado resolver depois o que melhor
entender a respeito da parte destacada.
O Sr. Candido Borges, vendo que a commissio
nio prope nenhum expediente a respeito da
solugo da duvida levantada pela preteogo de
Fr. Jos de Castanizeta, est resolvido a mandar
urna sub-emenda para que, s fr destacada essa
parte da resolugao, volte commissio afim de
que emita seu parecer a lal respeito.
O Sr. Dantas faz ver a necessidade de obter-se
um parecer da commissao que esclarega a ques-
ao, visto quo pela disscnsso do anno pasaado
mostrou-sa que, nio sendo a frades napolitanos
considerados cidados pela egislagao do seu paiz,
pareca que nao podiam ser naturalisados cida-
dos brazileiros:
O Sr, presidente entende que depois da vota-
Sao ser approvada a emenda da commissio,
poder o Sr. Candido Borges requerer que volte
commissao a parte dealacada.
D-se por finda a 2a discussao. Approva-se a
emenda da commissio, e passa i 3a discussao
i resolugao assim emendada.
O Sr. visconde de Jequitiohonha de opioio
3ue o que diz respeito ao missionario e que foi
estacado da resolugio que acaba de passar fica
formando um projecto especial, de conformidaJe
com o que o senado tem sempre praticado qirtn-
do faz separagio.de urna parte de qwskjuer pro-
posigiQ.
O Sr. presidente j disse que nio est auto-
risado para dar mais explicaces do que as que
constam do parecer. O que o senado deliberou
foi que seaupprimissem na resolugio as palavras
relativas ao missionario. Se alguma cousa mais
se deve fazer sobre este assumpto, o senado as-
sim o decidir.
Eolra em Ia discussao a resoluco da ontra
cmara mandando dar carta de naturalisacio a
vanos subditos portuguezes e allemies.
Recoohece-se que nio ha casa para votar-se.
u Sr. visconde de Jequitiohonha Aeolara que
em occaslao opportuna far' observarles sobre a
maneira por que o regiment tem aido e seri
d ora em dianle exesutado. O Sr. bario de Pira-
pama, quando presidio a casa, entendeu o regi-
ment de urna maneira: o achual Sr. presidente
o entendeu de outra I Qnixera o orador, saber se
i, Ex. adopta, agora, a wHjligencit dada pelo
l
Sr. ex-presidente aos artigos do regiment
e emendas approvadas, on se continua a pensar
como pensava quando discutio esta materia. E'
bom que o senado saiba em que lei tem de viver,
e acba oocessario que. nio hoje, roas em tempo
competente, sejsm dados sobre este objeclo es-
clarecimentos completos. Previne, pois, aoSr
presidente de que na primeira sesso, ou assJm
que puder, far reflexes acerca de3ta ma-
tena.j
O Sr. Presidente declara que, visto nao haver
casa fica encerrada a primeira discussao da reso-
ugao que foi lida ; e d para ordem do dia : 1"
a 2a discussao das proposigas da ramsra dos de-
putados autorsando o governoIo, para conce-
der ao vigario Francisco Jorge de Souza tres an-
nos e meio de licenga, com lodos os vencimentos
da respectiva congrua, para aosentar-se de sua
freguezia, frequentando i faculdade de direito do
Recite ; 2, para conceder dous annos de licenga,
com lodosos vencimentos, ao conselheiro procu-
rador fiscal do thesouro Jos Carlos de Almeida
reas para ir Europa tratar de sua saude: e as
mais materias j designadas
Levanta-se a sesso aos tres quartos depois do
mjeio da.
SESSAO DE 8 DE MAIO DE 1861.
Presidencia do Sr. visconde de Abael.
A's onze horas da mrnha o Sr. presidenta
abre a sesso, estando presentes trinta Srs. se-
nadores.
Lida a acta da anterior approvada.
EXPEDIENTE.
0 Sr. I" secretario le um aviso do ministerio
dos negocios da guerra remetiendo um exem-
plar impresso da proposta que apresentou na c-
mara dos deputados para a fixago das forgas de
ierra par o anno Onanceiro de 1862 a 1863.A'
commissao de marinha e guerra.
O mesmo Sr. Io secretario participa que o Sr:
senador Francisco Diogo Pereira de Vascocellos
lhe havia communicado achar-se enfermo.Fica
o senado inteirsdo.
O Sr. Marquez de Caxias (presidente do conse-
lne :Sr. presidente, o nobre senador pelo Para
mosirou hontem vontade de que fosse explicada
a retirada do ministerio de 10 da agosto e a en-
trada do actual. Eu vou satisfazer ao nobre se-
nador.
Creio que nio compele ao gabinete actual ex-
plicar a retirada dos cavalbeiros nossos i Ilustres
antecessores. A outros pertence essa tarefa. Sa-
tisfarei pois a ioterpellago do nobre senador to
somente no que toca organisago do gabinete a
que tenho a honra de preaidir.
_No dia 2 de margo fui chamado a S. Christo-
vio, o recebi ordem de S. M. o Imperador para
eocarregar-me da tarefa de organiaar o novo mi-
nisterio. E' escusado declarar ao senado que nio
aceitei tio grande honra sem teslemunhar a S.
M. o Imperador quanlo conhego a mioha insuffi-
ciencia ; mas, nao sendo adanuidas as minhas es-
cusas, aceilei essa ardua larefa, e tire a fortuna
de achar para collegas os cavalbeiros que hoje
me acompanbam, ficando assim precnohido o
meu primeiro dever para com o monarcha e para
com o paiz.
Os-principios do gabinete esli bem indicados
pelos precedentes das pessoas que delle fazem
parte. Os meus collegas e eu somos conheci-
dos, e por isso peoso que me posso dispensar
de dizer qual o sentido em qoe dirigiremos os
negocios da governanga.
Entendemos que presentemente o paiz quer so-
bretudo rigorosa observancia da coostituicao e das
loise a mais severa e discreta economa dos di-
nheiros pblicos, atientas as circumstanctas do
nosso actual estado fiaanceiro.
Os actos, senhores, devem valer mais que as
palavras : pego a lodos que nos jilguera por
nossos actos.
O Sr. Ferraz, nio querendo recusar-se, no que
respeita manifestagao das causas que deram lu-
gar dissolugio do gabinete de 10 de agosto a
satisfazer os desejos manifestados pelo nobre se-
nador do Para, dir algumas palavras para decla-
rar quaes foram essas cauaas.
Depois da agitago que se deu durante o perio-
do eleitoral, alguna dos menbrosdo gabinete en-
lenderam que nao convinha persistir na poltica
que o governo adoptara e a que havia sido fiel, e
que era indispensavel mudar de poltica em vista
da situaco do paiz, que, a ssu ver, apresentava-
se debauo do aspecto o mais melindroso. A a-
preciago nestes termos nao foi adoptada por to-
dos os ministros, houve divergencia : havendo-a,
era possivel a mudanga de poltica indignada, o
os que enleaderam que essa mudanga era indis-
pensavel quizeram retirar-ae.
A principio assentou-se que devia continuar o
ministerio alea abertura das camaraa; um dos
ministros porm insisti decididamente por sua
escusa, outro sonando-se doente nao poda con-
tinuar, um oulro enlendeu acompaoha-lo, e es-
tando na mesma occaaio a preencher-se a nova
pasta creada entenderam todos que nao podiam
mais ficar.
Era evidente que, nao havendo unidade de pen-
smenlo e nao a podeodo haver, o ministerio de-
via pedir a sua demisso. Foi o que se fez.
O Sr. Souza Franco agradece ao Sr. presidente
do cooselho, assim como ao Sr. ex-presiden te do
cooselho, aa informages que tiveram a bondade
de dar; mas seote que comegassem ambos por de-
cla/arque as da va m para satisfasa ao orador, por-
que laso poder querer dizer que as nao dariam se
nao fossem pedidas, e que permittido sabir
um gabinete e entrar outro sem que se apresse
em declarar s cmaras legislativas quaes as cau-
sas que deram lugar dissolugio de um, qual a
poltica que o eutro pretende seguir. Nos pases
representativos o governo que vire de cooflanga, _
nao pode prescindir desta pratica, tendente a pro-
curar ao ministerio essaa conlianga aem a qual
nao pode existir.
Senle, por tanto, que nio se comegasae por di-
zer que as expiiceges erara dadas, nao por mera
deferencia, mas em cumprimento de um dever
reconbecido; -tanto mais que o orador havia de-
clarado hontem que aguardara que o gaboete
desse taes explieages quando melhor lhe pare-
cesse; do o provocara que o fizesse indecli-
navelmente boje.
O senado vio ajtt o anno passado, quando fo- -
ram encerrados os Seus trabalhos, fleava no po-
der um ministerio pe obteve da assembla geral
todas quautas medidas liaba desejado.
O Sr. Presidente nao pode admittir larga dis- -
cussfto sobre este assumpto. O oobra senador-
pelo Para pedio que fossast dadas as explieages.
a respeito.da dissolugio do geoete de 10 da
agosto e formago do actual misterio; estas-
qxplicages estao dadas. Nio sabe pois que so-
bre este objeclo possa agora estabelecer-se urna
larga discussao, quando para isso restara natritas.
outras occasies mais propriss..
O Sr. Sousa Franco ignora o quo o Sr. presi-
dente considera urna larga discussao; se um.
discurso de horss, desde j declara que nao o>
pretende fazer, nem o far neata occasiio ; mas.
se 8. Exc. entende que deve se recusar dos esly-
los aotigos, que nio licito a quem formula urna
ioterpellago deslas mostrar que nio est salis-
feito com as explicaces dadas, que deseja ou-
tras, eolio obedecer ao Sr. presidente e ae ca-
lar, mas com o protesto de que S. Eic. nJb.se-
gue a este respeito os melhores esiylos.
Nao. se trata agora da oppoic*a aa gabiMit,
*

/

1 I I i *+\ l\T-


LAMO DI
ente ohsctuqai
ciar a
Tcwt ccompanhi
O Sr. f residente ohserS/iqae r-prQrio
senador quem declara q IS aS*S fala,, G<
;a*asias*satt%fdae itsjwthai
lomedto iinyapijoylsar
n {trena** iscsave
quiis na formn
^Sr.gtadjDadsaact
* Be'
ea-
t
adato
dtdtaaou fe
stdsata 4 avisaras 4w
solacio aa mioistetia
^^ correspondente os
K^F encarregado a en-
ra 4a marinht de rernesibuco locquim
Abre de Albuquerqui
Verinvjasdo-se nao. haver ca, oSr. sreiidente
declara socarrada disctalo, d a rdem do
iado
1
0 Sr. Kirana :. Nao aa pronaaaa V a
capaz deas pronunciar em caaa. "
O Sr. Braulio : Nio s sou capai 4t M atasf
aqu como em qualquer parle, P0Rrs)^^HH|
ms audlciente e provas para jvrtHM**.
O Sr. Gllinni :Has nao capaz dVfNiW.
"*lS!;te,u?V.'
tipuar acata.
O Sr. lautas ;-l
Clavrn, Mftorcui
U*M, .*. tacki
a esciena, afta (Mf tai
i resstate esa* Me
O Sr. asssari Gacel
***
SEXTA FCI1A M Dt MAM 1 1M1,
---_____
prosegate. Nm detija, asta concorsr
onsenlimento ara que ete precedeole e outros
emelhaa-te teji tllondo'i incoa vantaatamente.
O Sr. Souaa Frasco aceita as ebecrvacoca do
Sr. presidente, porm dir mais algumas pill-
ar, semcomtuio fazer um tongo discurso.
Meo pode deixar da notar, posto que coritaas
otar aaiiafeiio com a franquea cara a franqueza
com que ae exprimi o Sr. ex-presidente do con-
seibo, que sendo as eleigeyo active- da retirada
<3o ministerio [dtnegaes do Sr. Ftrrax). nao
yeduse aste laja a ama desusis, a demorass
asa deliberadlo a ponto ial qua deixou os seus
cuecetsores quasi aem tempo de colherent dado*
suficiente* para escrever os relslorios das res-
pectivas raaarUcose 4- a metra qus pwdeaien
servir de pleno esclareacimeoto s cmaras legti-
lativai.
E tanto menos as coaaprebende icmelhtnte pro-
ediaenlo dos. aenhorea ex-minislroi quando
ieuegavel que todos os seus actos denuaciavio
decidida disposigao para continuaren no gover-
oo. Bisla, para eenvaneer-se da verdade deata
asiergo, considerar qae lora feitas norneagoes
fe notos presidentas para a maior parta das pro-
staciai.
Ao actual Sr. presidente do conselho dir tam-
bera que, embora uomes signifiquen! alguma cou-
a, todava leo observado tanta mudtngas de
piniu que orgado a pensar que nem sempre
se pode descobiir o que tara um ministerio pelo
pie anteriormente teem (eiio os membros que o
smpem.
A taita do throoo a propria que considera
grave a siluagao....
O Sr. Presidente sent qte o nobre senador
outiue, poia recaa que este precedente venha
a ser prejudicial. Havendo tantas outras ocea-
sioes em que S. Exe. peder dar toda a exuao-
sk s suas ideas a este respeito, torna a pedir-
ihe que se sirva de Qaar o seu discurso, aguar-
dando melhor enaejo para preaeguir as obser-
vares, que lhe ttem suggeridas por este as-
sumplo, Pensa que e regiment nao autorisi
nem tolera urna discusso destas, e nao quer to-
mar sobre si deixar assim infringir o regiment.
O Sr. Souza Frrnro, ia simplemente accres-
centar que em sua opioiao o Sr: presidente do
conseibo devia ser mais explcito, para isso pon-
lerava que a falla do throno a propria que pin-
ta a situsco como grave.
Ora, quando a falla do throno pinta a situayo
orno grave, o Sr. presidente do conselho limita-
so a dizer o nosso passado responde pelo nosso fu-
lure. Isio, na opioiao do orador, nao basta, nao
pode silisfazer ao senado. Quando se assegura
m tao grande proposito como o de faier frente
siluacao actual, presentada como grave na falla
do tnrouo. era de esperar que s declarasse s
cajnaras e ao paiz de que meios se pretende lao-
^BT mo para,chegar-se a esse flm que o ora-
dor faz votos ao co para que o novo gabinete
consiga, mas que quizera saber como o preten-
de alcanzar.
O Sr. Presidente, de novo pede o nobre sena-
dor que nao entre agora em mais largas conside-
rares sobre esta materia, que aguarde algum
cusejo proprio par islo.
O Sr. Souza Franco, para nao incommodar
mai9 o Sr. presidente, cooclue declarando que
protesto contra o novo estylo que'se quer esta-
fcelecer dut-ndo-se em orna occasiao destao
cosso passadof responde pelo nosso futuro.
Mais de espago voltar questo.
O Sr. Cansanso de Sinimb, pergunta ao Sr.
presidente se pode entrar em algumas conside-
rages acerca da discussao que acaba de ter
lugar.
O Sr. Presidente declara ao nobre senador que
se S. Exc. quer dar algumas explicages sobre a
dissolugo do gabinete de que fez parte, tem a
patarra.
O Sr. Cansansio de Sinimb, pedio a pnlavra
firirrefpalmente para observar que o Sr. ex-pre-
j-ideriie do conseibo nao diese que o gabinete f-
ra dissolvido por causa de el*-igoes o qie disse
foi que por motivo da luta eleitoral a sociedade
apresentou uro aspecto, constituio-se de manei-
r tal que deu lugar a que alguns dos ministros
encarassem a poltica do goveroo sob um novo
ponto de vista, julgassem conveniente a sua mo-
diOcagao. Sobre este assumpto nao se chegou
a um accordo, e nao se chegando.a dissolugo do
gabinete lornou-se irremediavel.
Convert anda que acretceotasse algumas pa-
lavras a respeito oa inconveniencia que o nobre
senador pelo Para quiz notar no fado de ter o
goveroo feilo nomeacSo de muitos presidentes,
retirando -se loge em seguida ; mas, para nao
contrariar o_Sr. presidente, reservar para me-
lhor occasiao essas observac.de., que desde j
comprornette-se a apresentar ao senado.
Urna voz :E est encerrada a discussio.
O Sr. Somza Franco :lsto sabemos que ha
novo ministerio : a novidade do di.
_0 Sr. D. Manoel considera que nada ha que
dizer sobre o discurso do Sr. presidente do con-
selho. Cumprimento severo da Constituigo e
-das leis, rigorosa economa dos dinheiros pbli-
cos sao palavras tio bellas que naomerecem se-
nao applausos, mas nao siobastantes nem podem
ser consideradas um programma de govVbo.
O Sr. presidente do conselho disse :Importai-
wos pouco com palavras, aguardai os nossos ac-
*tos ; os tactos bao de pro va r que nao desmenti-
mos o nosso passado. Pota bero, aguardem-se os
actos. Porem o paiz tinha o direito de saber mais
alguma cousa, ltenlas as circorestancias graves
ro que se vft e que sao recorihecidas oa circular
de um dos Srs. ministros aos eleitores ; o paiz de-
via esperar que a par da declaracao da gravidade
de suas circumstancias vieste a menifestago dos
ineios, das medidas de que se pretende langar
para conjurar e vencer as difliculdaides existentes.
Eutretanto pedir aos seus amigos que espe-
lem ; nao porque todos os ministros lhe merecam
conftanca ; alguns nao lhe inspiram nenhuma :
talvez que venbsm agora conqiiista-ls, se Irilha-
iem outio caroinho : mas, a Jolgar pelo seu pas-
sado, desde ja dataria fazer-ihes guerra.
As circumstancias do pata to Uo ditfieeis cotno
talvez nunca foram ; e dirige, eomn o nobre se-
nador pelo Pai, fervorosos votos ao co ara
que aos actuaes Sr*. ministros caiba a glora de
airar o Brasil do estado desanimador em que se
cha, e afastar um futrir que ao orador se anlo-
Jha o mata estregado que pessivel.
Aguarda os aciosdo Sr. presidente do conselho,
convencido de que S. Exc. fem ardentes desejos
de bem servir e pan, nem outra eousa se devia
esperar de en militar distiseto, rio nltimoquartel
da vida tepdo chegvdo a todo quanto 9e podo
chegar no Brasil. Repele pois que aguarda os
Tactos.
Mas, quando ouvio com atiengao o que se disse
a respeito da retirada do gabinete de 10 de agos-
te, reBectindo as -ochadas cama da dissolucae
desse mwisterio, nao p64e deixar de sisar a reda
de ai, e psreeeu-ihe 1er no semblante de todas
estas palavras : Ne hs urna s expressao
exacta em ludo aqnillo que se esl dlzendo. -
N6o pede ser boje mais extajtso, mas promette
presentar So senado as venlaftots cansas da re-
luads do gabinete, que estsfa sjais que muito
gasto e que era execrado pelanaroiotewa.
OMDKM DO DA.
Sabmeitida votacs, por ter fleado eocerrada
na sesaao asMWdente, I pTimeira discussao da
proposicao d fmaa des diputados que manda
isssar carta t naturalissgSo de cidado brasi-
eiro a varios subditos portugoeies e sllemees,
passa a dita proposicao para a segunda discussao,
na qual aira tego, e pases igualmetrta para ter-
ceira discussao.
Eotr era pnmeira discusslo e pama para a se-
cunda, e desta para a tarcelra, sem debate, a pro-
toaigio da mesma camera autorlssndo o goveroo
ara conceder ao paraebo Pedro Pirantoni dous
nnoa de ceoca, com as vencimento da reapec-
*** ;, para ir 1 Europa tratar de sua
auastedaus annor de lieenca Icarn todos es
jeoeimentse ao cooselheiro procurador fiscal do
t^ua-sVapitaHlrs diteutso i proposicie
dtepatanta mar. .utartatnie a taren, para
Slapartaiql I
asta aurma-a* e
isaitEi wmpmk nw-
BEfflAo EM 96 M HAIO DE tfiii.
PPatlilHna alo Sr ardo de ViraCrm.
Ao 1/2 da, feiu a chimada, verica-ie nlo
Estar cas, ptu tall* se numero lagal Sis.
4eputdos. O Sr. presidente declara nao haver
setsio, e 4s*olve a rsuniao.
SESSO EM 23 DE MAIO DE 1661,
Trisidmcia do Sr. bario de Yer+-Crux.
Ai fl 1/2 horas feita a chamada, verifica-ie
havar numere legal de Srs deputados. Abre-as
a sessao, l-se appro?a-e a acta da antece-
dente.
O Sr. 1* secretario d costa do aeguiole
EXPEDIENTE.
Ura oflicio do secretario da presidencia remet-
10 II rt H iii Ifrmn imaa ^ 4a ^ m I ^. SSW tlVra _
av^a^r^ ao inivllltaioVB p^r^rawirw ICVIfUltO Oo vuu
Iralo Hamede.A' quero taz a requisito.
Outro de mesmo acorapanhando a copia dos
actos da presidencia de 18 de eorrente, abrindo
crditos supplcmenlares nos termos do artigo 33
da tai n. 488 de 16 de meio do afino prximo
passado A commisso de tazendas e oreaanen-
to provincial.
Outro de mesmo, remetiendo urna informa-
cao do Exm. bispo diocesano acerca do reque-
rimenlo do vrgario collado da freguezia de Una.
K' commisseo de estatistica.
Ostro do mesmo, participando que no dia 20
do correte, recebar a desanelo que tem de a-
presentar-lhe alguos actos legislativos que lo-
bero a sango,Inteirada.
Um requerimento da cmara municipal da
tilla do Bom-conselho, aeerea de eonllnuarem
ser cobrados Os impostos municipaes desle ter-
mo, por Garaohnns.A commisso de orcamen-
to municipal.
U requerimento de Francisco Franco Ferrei-
ra Lisboa, e Jos Manoel da Costa Gamito J-
nior, propondo-se a levantar no campo do Hos-
pio desta cidade um jardim, imitago doi que
existem na Europa, com 1,500 palmos de ex-
lengo e 440 de larga, para o que pede o terreno
designado, 60 cootos de res pagos em prestages
annuaes, pelo es?aco da 20 anuos.A' commis<
sao de obras publicas.
E' lido e a prvido o seguinte requerimento :
a Bequeiro que, com urgencia so pega pre
sidenciada provincia, informa se o ultimo tango
da estrada provisoria de Tamandar j foi recebi-
do, se provisorio ou definitivamente, se estra-
da presta-s ao transito publico e em que estado
de conservagaose acha. Tanibem requeiro igail
informagao a respeito da navegabilidade dos ca-
naes de Areqnind e Mangabeira. e se sua
conservarlo se faz de modo satisfactorio.Thec-
doro da Silva.
Sio lidos e julgados objectos de difiberacSo e
mandados a imprimiros seguintes projectos :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
Art. nico. Fica o presidente da provincia
auiorisado a mandar restituir ao thesoureiroda
thesouraria provincial a quantia que foi descon-
tada dos seus ordenados,durante o tempo em que
e,sleve com licenga por motivo de molestia, bem
como a qual quer outro empregado da mesma
reparligao. que por igual motivo, tenha gosado
licenga, fra da capital ; revogadas as disposi-
ges em contrario.
Pago da assembla provincial de Pernambuco.
20 de maio de 1861. Buflno de Almeida.J.
Mello Reg.Francisco Pedro.
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco resolve :
Art. 1." Fica desmembrada di freguezia de N.
S. da Pedra da Serra Talhada e erecta na ma-
triz, a capella filial da S. Jos do Bello-monte,
sob a nvocaglo do mesmo Senhor.
Art. 2. Ficam desmembrados da freguezia da
Serra-Talhada, e annexos a nova freguezia do
Bello-monte, todos os terrenos de que trata a
divij-o seguinte : da fazenda denomiuadaBu-
queiresioho pera o norte todas as aguas do
riacho Boqueiro, comprehendendo a serra do
Catle e dahi cortando rumo direito ate encon-
trar com a provincia da Parahiba; e do Buquei-
rosinlfo para o sul as fazenda* Gameleira, S.
Googalo, Caruar, Caldeira da lagoa de S.
Gongslo, e todas as aguas do riacho Terra-
Novs.
Art. 3.* Ficam igualmente, desmembradas,
da freguezia do Slgueiro e annexas a nova fre-
guezia do Bello-Munle as fazendas Imburana-
Grande, Mamoeiro, S. Joaquim, Encantados, e
Ipacira.
Art. 4.* Fica desmembrada da freguezia de
Fazenda Grande, e annexos a nova freguezih do
Bello-monte a Sena do___
Revogadas as disposigoes em contrario.
Pago da assembla provincial de Pernambucv,
20 de maio de 1861. Livino Lopes de Barros.
O Sr. Giliraoa (pela ordero) :Lovanto-me para
fazer urna observacao, que julgo-a indispensavel
a bem da veracidade da discussao havida na casa
no dia 11 do eorrente. Quando orsvs o nobre de-
putaflo o Sr. Baulio e Silva, mostrando que eu dos juros, o seu:"iaeraii"co"o" principa ""aceta-
ndo poda tratar da eleigao do Bonito, pwa jnsti- nista nio deve ser esquecido
i A
AI i
l*
>
-"
4nnefP
(rdaaa): MemI lam os agentes
l*a-,Sr.
sate, pan aprattalir aa asasidaala
eta os actas tegtalaUvos jas devaas t
dot, S. Exc respondeu-me que o tomara em
CT>rudriv8u. ~____..
O Sr. Souza Reis (ordem):^r. presidente, re-
conhecendo a necestidade de raelhorar-se a ad-
ministragao dbs diversos establecimentos de ca-
ridade que hoja correa por anta da tamaadaaa
da Santa Casa da Misericordia desta cidade, a
aproveitando a idea consignada no reiatorio do
ex-administrador deta provincia, qnarrib em res-
Direm-sa-lba taals os coHegiot de orpaiet or-
pbaas, etaborei uta projecto de comptorsisaa pa-
ra essa irmandade, o qual submetlo considera-
gao da casa, e requeiro a V. Exc. que te digne
manda-Io a duas eommis5es reunidas de (gis
tatao-aaegeaiea eealaaiattieet, afta de qs aa-
tudando-o pona dar o leu parecer a respeito, e
pasa* entio entrar aa ordem* dos trabarnos da
casa.
O Sr. Presidenta;Ser satmfeito.
E' remettido mesa o projecto de cempromis-
to de que cima se trata, e recebe a direcgo pe-
did*.
O Sr. Martina Pereira (srdam):Sr. presiden-
te chegou as rr.eu conhecimento que st procura
na freguezia de Altioho perseguir a alguns cida-
doa o'aquella localidade e o tacto oifgTU.iTio o
tita* que tolreu o subdelegado d'alli, o cidado
Joaquim Pereira da Silva Duro ; este tacto den-
se depota das eletaoei ds se tem oro, to decorri-
dos mais de 6 mezes e a autoridade policial res-
pectiva anda nao procedeu como lhe cumprta
acerca detse tacto. Um official do corpo de poli-
ca, fulano Miranda, que tem s posto de alteres,
havia ali exercido as funeges de delegado e fora
depois retirado e estlvera aesta cidade, e depois
da volts desse official para all, que vvjTteu anda
na quilldade rfe delegado ; espnlhou-se que ia
ser instaurado o processo contra certos e deter-
minados cidados, acerca dos quaes a opioiao
publica nao se havia manifestado em retscio a
esse tacto e outros idnticos. Conhego estas pea-
soas que se acham indigiladas, nao peta opiniio
publica, porque o procedimento desses cidados
digno de respeito, se pessoas de coosiderago,
de fortuna e de posigo n'aqueila localidade, mas
siro pelo delegado de polica do termo de Carua-
r, que anteado sahir desta eidade declarara que
vollava para alli como delegado com recommen-
dago expressa do Sr. Dr. chefe de polica para
instaurar o processo a esses cidados por esse
faci.
Repito. Essas pesseas, que a polica indigita
como autores desse facto sao incapazes de o te-
jero praticado, ou leretn para elle concorrido, e
pois eotendo, que preciso fazer chegar ae co-
nhecimento da priraeira autoridade da provin-
cia, que a polica em vez de garantir ao cidado
honesto, e respeiladorda lei, e a primeira a pro-
vocar, a estabelectT a desharmonia as localida-
des sem proveito algum para o servico publico,
e para conseguir esse- fim qns confeccionei o
requerimento que mando mesa, e que espero
ser approvado pela case.
_ Vai mesa, lido, apoiado e entra em discus-
sao o seguinte requerimento:
Bequeiro que por intermedio do Exm. Sr.
presidente da provincia seja esta assembla in-
formada do resultado das invesligages policiaes
acerca do tiro que soTreu Joaquim Pereira da
Silva Duro, oa freguezia do Allioh. Martins
Pereira.
O Sr. Gilirana declara que volar contra o re-
querimento por entender que a apresentago
delta bastante para chamar a attengao do pre-
sidente da provincia e do chefe de polica sobre
esse facto, e presupoem satisfeito o objecto prin-
cipal.
Julga-se a materia discutida e o requerimen-
to posto votos regeitado.
(Continuar-te-ha.)
u-------
Dscopso do Sr. epatado ITaa&I #or-
tella pronunciad* na sessao de 18 do
correnle.
nhia e Uve ai basas detta contrato, depoia delta
realitado. por mata de quinte das cas aaau po- n. ^"P*?".. j6m as o^roa que nottm
der, para red'gir aa oudigoet.
/Cruzm-se oulrot apartas.)
O Sr. N. Porlella Fallando daste contrato,
a sem que me propeaba a analysa-lo, devo dizer
daa via-
:O lastro de areia fina, qss
considerado prejudicial, ata-
do; os dormeniei de madeira
oda lubfittem: ai cercas e
i nao concluidos, aquellet pelo
"a arbustos plantados em
ia do
desde
compro
iluig5o, ainda
4t forga da
Ara das matas: as cha
arria, pelas quaes sasssre r
as goveroo,
tadas ligando as cariis em i
|ua e meia. SI clrn disto a taaer-aios
Indo dit estagit*Itrminaes JMZ&Zll ??.Tl--0u^"^^'PJJD^^,C-b-'^-Se -- V-" Pone por aoui.
'"f!j*iy UWMWI aTTBflg;-B 6rrqBE m--|Ues.aa>a&-aXM_ aikia i riM do dono rfn
------as
^ Assi.m nota-se pelo reiatorio da presi-
le nao esl
rias que,
O Iran
Sr. Souzi
_ s que ao
Sr. N. Por
O sabr depuladta
rasasttem assucar
K apenas che,
logo para o
estaaaa ds astro asatjaffl
s Gasao-PoDass taja aaaMi-
ser vsasldoproaip-
-_ iaspotta ao contrataste a
aatifacao de fazer eeata saaiero ds vtagssa da-
las, pode hiver demora ao transporte por dous.
taanenie.
e, nao
O Sr. Nascimento Portella : Sr. presidente,
ainda urna vez tenho de tratar, dos negocios da
estrada de ferro na occasiao em que a assembla
provincial vota a quantia correspondente aos ju-
ros garantidos pela provincia, addicionats quel-
les que foram garaotidos pelo governo geral. Se
nos annos anteriores tenho julgado necessaiio fa-
zer sentir a assembla- qual a direcgo que tem
lido os negocios da estrada de ferro quer no que
respeita sua constregao e conservagao, quer
no que respeita*ao seu trafego, me parece que ho-
ja anda com mais fundamento devo chamar a at-
tengao da assembla para essa importante obra
da provincia, porque hoje em consequencia da
conversao promovida pelo governo geral, tem es-
te um tergo das aeges da estrada, e assim par
do ioteresse que deve ter pela regularidade dos
trabalhos da estrada em consequencia da garanta
lermedlts a as do-as- terminses das Cinco-pontas
e ds Cabo, taitas de taadelra asa oftarecem a ga-
ranta neceasaria.umai icbam-ae arruidas, ostras
precisas de prompta isstitaiea.
Esta sitado ds tmperfeite Ota obras da pri-
meira teego, apeztr de nao pequeo prazo da
tras auno, tem coocorrtdo para que a despeza da
cooeasvagle tenha tido progreswvo ment;
de aorte que sio obstante a segmento tambero
progrsaaivo da receita tem sido pega integral-
mente a garanta prestada compenhia, e tato
em detrimento dos- i*ofrtt atril e provincial.
Ora, se isto se tem dado com a obra da primei-
ra aeccao, quanto te nao deve recetar tambeto
pela eencloso definitiva das obras da segunda
seccio, seas duvida maii difflceis e trabalhosas do
que ti da primeira ?....
O Sr. Theodoro .o presidente diz que al ju-
oho estars concluidos todoa ot traballoa.
O Sr. N. Portada :Set que isto diz o preii-
dente er seu reiatorio, e que a companhia se o-
brigou concluir ai obras at o dia 1* do eorren-
te, ou, havesdo caso Imprevisto eu forga maior,
at o dio t* de junes; mes sei Umbem que, se-
gundo o reiatorio do engenheiro Bical datado de
20 de deaembro, o por tasto posterior abertura
da segunda seceo, muito ainda havia fazer na
poca em que foi aserta ao transito publico. Os
atierros e cortes atada estavam incompletos, tem
a largura e inclioacie necessaria ; algumas cur-
vas precisa va m ser rec tilica as ; o ltiro era in-
sufucienta e nem bulara mesmo para cobrir ou
garantir oa dormentea: poseas eram as valse a-
bertae e com as diaeoides necessarias; duasdas
bombas construidas, urna havia abatido, por nao
ser a sua fundacao sufiicientemente profunda, e
outra nao esta va em bear estado, tambem por fal-
ta de boa diaposigo em tus constregao, dando
lugar a que sobre ella se eottocassem travs de
ferro para que podesse exittir ao peso dos trena,:
a ettagio da Escada era a nica construida, es-
tando as intermedias ainda em coostruccao.
Tedo isto levt-toe a erar que nao haver a
maior inspeccao e Bacaliiago nessas obras,
nao haver a exigencia constante por pirle do go-
veroo, a companhia continuar ter o procedi-
mento que tem tido respeito da coocloso das
obras da primeira secgao. e os corres geral s pro-
viucial conlinuarao soffrer.
._B' certo que a oonvengo havida por occa-
siao da abertura da segunda secgo bastante
6xpressa e minuciosa respeito das obras que se
deve coocluir, e estabetaceu que a recerta da
estrada neisa secgo nao poderia ser app'licada
sanio para a conservacio das obras j conclui-
das, ou recebidaa na mesma serco; mas certo
tambem que a companhia nao cncluio as obras
at o dia M do eorrente legundo se bavia obri-
gado na convengo, e allegando frga maior ter
de conclui-las at o dia primeiro do mez de
junho.
Passo, Sr. prndente, a tratar de outros ob-
jectos.
Designado como ponto de partida da estrada de
ferrs o lugar das Cinco-Pontas, desde entio se
tem reconhecido a necessidade de transferir a
eslagio ahi estabelecida para um ponto mais
central, havendo para isto prolongamento da es-
trada.
A companhia sendo obrigada fazer seguir a
estrada na quarla sessao at as margens do Pi-
rangy e encontrando as ultimas milhas diffl-
culdade na constregao, propoz ao governo fazer
o prolongamento da estrada para um ponto cen-
tral da cidade, fleaodo em eompensaco despen-
sada da obrigsgao de construir as cinco ultimas
millins da quarla seccio.
Felizmente,seohores, o governo tendo ouvidoo
engenheiro fiscal, nao aceitou semelhante pro-
posla, e foi o engenheiro fiscal encarregado do
esludo das obras do prolongamento. Na sitoa-
gao em que se aclia a eslago daa Cinco-Pontas,
eertameute grandes inconvenientes resultara para
a estrada em seu trafego, e a sua receita nao
augmentar como se a eslago estiver em ponto
mais central.
D'abi resulla que, nao estando definitivamen-
te designado o ponto da eslacao permanente, as
constroeges ds estsgio das Cinco-Pontas nao
pdem satisfazer as necessidades do servigo da
estrada, e nao correspondis a importancia des
transportes de passageiros e de gneros, mr-
mente sttendendo-se ao augmento que esses
transportes tem lido com a abertura da segun-
da seccio, angmento qoe tem feito treplicar a
receita da estrada.
Ha portanto necessidade de quanto antes de-
signar-ge e ponto da estagio permanente para
quo a companhia faga os edificios neoessa-
nos.
." ar" ep.!?? Tnu *ranP0rte por essa
trra a neo obligatorio.
en<
O ir. Souza Res:Entio aonde asta
o 1B-
nobre depo-
porque esla-
Reta : Nio; estiva muito t-
conveniente T___
O Sr. N. Porlella :Creio que o
tado nio rae entendeu, cerlamenle
va bastante dittrahido.
O Sr. Soma
lento.
O Sr. N. Portelja :O contratante tem obri-
gagio de transportar para o armazem do caes do
Apollo oa generes cosduaidoa peta estrada de
ferro, sil>o aquelles cujoi donos quizerem trans-
portar por iua canta; mas os donos ds mercado-
rias, que nio liverem fcil meio de por sua costa
face-loa transportar, cerlamenle estaro na de-
pendencia de contratante deade que este, pela
talla d'aquella oMfjagio, quizer demorar o trans-
porte por dous, tres ou mais das....
(Cruzam-ee tpartes.)
O Sr. Souza Reis :Ougemos. U nobre depu-
tado quera que se determinaste o numero de
viagens que o contratador devia fazer para a cos-
uegao da todos ot gneros ?...
O Sr. Fenelon :-Seo nobre denotado lase
primeirameete a contrato, eaclareceria muito a
discussao.
O Sr. 1*. Porlella :-Eu li o contrato sei o
que elle contm : qualquer dos nebros depu-
tados- pede l-lo e ver se tenho razio oo que
acabo de dizer.
Cabe-me ainda observar, Sr: presidente, que
raconhecida a necessidade de transferencia da
eslago das Cisco Pontos para lugar mais cen-
tral a devendo-se proceder estudos sobre o
proloogamento da linha nao era conveniente que
se ttvesse feito o contrato por tres annos, dndo-
se ao contratante o direito de, no caso de ser mu-
dada a estagio dentro desse prazo, ser iudemni-
sado pelos prejuizosque soffrer.
Apezar de ver, Sr. presidente, que a hora est
bailante adiantada, devo fazer outras censidera-
ges sobre a estrada de ferro.
O modo por que a companhia prestou suas
contas, at a poca em que como engenheiro fis-
cal leve de examiua-las o Sr. Buarque de Mace-
do, era por demata irregular, era mesmo iocora-
prebenaiveh A escripturagio da despeza que
devia correr por conta do capital da que corra
por conta da receita era meilo mal feita, e d'ahi
resultara que se inclua na conta de despeza de
conservagiofl costeio, e que corre por conta da
receita, despeaas que nem ao menos se poda in-
cluir ns conta do captol. Assim, Sr. presiden-
te, repelindo-se o tacto, por mais de urna vez
j referido nesta assembla, de nm Irem especial
sarao ministro protestante ir villa do Cabo aos
domiogos, a despeza feita com esse trem especial
contina correr por coota ds conservagao e eos-
teio, e portanto ser deduzida ds receita da es-
trada em detrimento dos cofres geraas e provin-
ciaes.
_,------_ i pniu iibiir irar
pala cairas* as tows por estrete tormi
**. "toda a sa-ama aa can
aa uto taac qaa o esssata da t-asiu
de putado :Cem mil ris por via-
ticar esta assergio contou urna historia de um
subdelegado que para soltar criminosos percebe-
ra dinheiro em aparte perguntei ao nobre de-
putadoselhe consliva que eu houvesse tido par-
te nesses fados, serem elles verdadeiros. Tran-
quillo em minha consciencia aguardavado nobre
depuledo uraa respost, que me fosse saptisfac-
o
a
esquecido.
A assembla provincial, pois mepermittir que
roube por algum lempo a sua attengao. expoodo
algumas consideragoes deduzidas das informagoes
que, requerimento meo, foram requisitadas pe-
la assembla por intermedio da presidencia da
provincia.
Havia en pedido, Sr. presidente, copia dos re-
torta. Interpretei o seu silencio, untca resposta latorios mensaes teitos pelo agente fiscal do so-
que Uve como a que era por mim almejada, verno, copia da convenglo pela qual foi aborta ao
mas vendo, que na publicacao do seu discurso o transito poblico a segunda seego da estrada, e
copia do contrato celebrado pela companhia aara
nobre deputado disse, ou exprimi aquillo que-a-
pezar mesmo de ser por mim perguntado, nao o
disse nesta case, corre-me o deverde reclamar
contra o procedimento do nobre deputado : assim,
Sr. presidente, lendo o discorso do nobre depu-
tado vi que nelie se achavg o seguinte :
... este subdelegado que soltou um preso por
705. e que o provo eom documentos, soltou Ma-
noel Joao, como cmplice no assassinalo d* Joo
Guilherme, segundo um processo tambem
nheiro e leve-o em sua casi.
Q Sr. Gilirana :Consta ao nobre deputado que
eu tivesse parte nesses fictos?
0 Sr. Braulio :De alguma forma, e bem sen-
sivel.
E, Sr. pretidente, flquer admirado de 1er no
discurso do nobre deputado essas palavras, por-
que nio as ouvi, porque nio foram proferidas na
casa, como veriflqoei, indo typographia, em
companhia dos nossos distinctos collegas os Srs.
Penna e Manoel de Figueira, examinando d au-
tographo entregue pelo Sr. Uchigrapho, e no
qual nio extatiamaaes palavras I Nao posso. por-
taalo, embora recoahega nisso urna aecusagode
palavras, deixar d interpeHar ao nobre deputado
para que aprsente nesta casa, oo ao menos nos
Jornaes que se publican hesia capital, as prva
que tlver para basear essa sua assergio.
O Sr. presidente : Perdoe-me o nobre depu-
tado ; se reclama sobre publicagio por nio ter
sido fiel io quo se passou na casa, pode continuar
o tea discurso, mis se affastsMo-se deste ponto
quer provocar urna discussao com qualquer no-
bre deputado acerca de dma outra cousa, nio
po?so permiltir que contine.
O Sr. Gilirana :Eitou fazendo uraa rectama-
co aera restabelecer a verdade da discussao.
O St. Presidente : Mas est tambem lnler-
pellando*! um Sr. deputado, e nisto nao posso
consentir.
O Sr. Gilirans :Entretanto, como no discurso
do sobro deputado est I verdade alterada...
O Sr. Presidente :-.Sa reclamadlo est feita,
mais adianto, nio devo en consentir que v.
Pels bem, sento-me satisfeito com o que disse.
O Sr. Braulio (pala ordem): Sr. presidente,
verdade que quando me foi epresentado o au-
thogripho nio continha elle algumas palavras
que squi profer...
OSr. Gilirana :Nao apoiado.
O 8r. Braulio : ... restabetoci-as porque aa
praooaciei, e porque tinha prorat bastantes parV
nttenti-tas...
O Sr. Precente : lato
urna ditcasso.
OSr. Braulio : Eu estoo declarando que aa
patarras que ven no raeu dicono, enotida
pelo nobre dtputadd, foram por mim proferidit,
aa apto badas pata Sr. tacbignpho,..
tambem provocar
a conduego dos gneros da estagao das Cinco-
Pontas para o mer;ado, alm de informagoes so-
bre as duvidas solvidas pela presidencia do accor-
do com o governo geral pela prorogagio do prazo
aotqrisado pela le do ornamento vigente, e sobre
a transferencia nao s da estagao das Cinco-pon-
tas para lugar mais central da cid-de, como da
eslago terminal da terceira seego. Tendo feita
rdi-;ptiiura, postoque rpida, dessas Informagoes c
documentos devo fazer algumas coniderages,
nio para que a assembla tome alguma delibera-
gao, pois nao isto de sua competencia, mas pa-
ra que se saiba que a assembla nao indefflcen-
te e nem se conserva silenciosa sobre esta impor-
tante obra da provincia, cujo faturo ser lison-
geiro desde que toda ella estiver concluida com
a solidez necessaria e houver a indispensavel eco-
noma emsua conservagao e costeio.
Sr. presidente, desde que se observa que, aber-
ta a primeira secgao da estrada de ferro em prin-
cipio do anno de 1858 em consequencia do rece-
bimento provisorio enlao havitfo, inceisantes tem
sido as duvidas empostas pela companhia res-
peito das obras necesssrias para ser considerada
definitivamente concluida e reconhecida a primei-
ra seceso, e apezar de promessas formaes feitas
pelos agentes da companhia aos do governo as
obra3 dessa secgitr ainda nao esiao concluidas,
dando isto lugar que ainda no expediente do
governo publicado no Diario de hoje se encontr
um aviso do ministerio das obras publicas recom-
meodando ao engenheiro fiscal que indique pro-
videncias que convenha tomar-se para evitar-se
a moTosfdade e rnterrrupgo reiterada qde tem
havido nos trabalhos desta teCgio, nio se pode
deixar de ter em muita consideragio o lacto do
receb'imenlo provtjhto da segunda leccio e la
abertura ao transid'pv blico, mormente alteaden-
do-te io estado de imperfeigao em que se^acha-
vam as obras, segundo se collrgb oSo s R ter-
mos da convengo havida por essa occasio, co-
mo dos relalorios entortares do engenheiro fis-
cal.
O Sr Souza Res :E tibe i o nobre deputa-
do a prelenco qoe tem a companhia?...
O Sr. N. Portella :No sei.
0 9r, Souza Reii :-Pretebde que ns'paguo-
mos ainda juros de dous por cento sobre ludo quo
ella tem de despender...
O Sr. Ff. Porlella:-Logo tratare! disto.
*- O que temos visto, Sr. presidente, as obras de
primeira seego, apezar do decurso do lempo de
tres anuos? As pontea recoohecidts como pouco
solidas anda nao oftarecem a necessaria ganntii,
a tinto qu em algumas sq etilo collocmdo co-
lumnat lupplemeoiiret.
Um Sr. Deputado:E depoii de urna imeaea
formal de se suspender o transito.
0 Sr. Souza Reis:Mas este ponto i foi de-
terminado.
O Sr. N. Porlella :Nao.
Eotendo pois que conveniente para o futuro
da estrada que quanto anles o governo lome
alguma providencia de sorte que a estagio cor-
responda importancia do trafego......
O Sr. Ferielon:A censura do nobre depu-
todo recahe agota sobr o governo : nao depen-
de isso de accordo ; a companhia nio obrigada
estender a linha.
O Sr. N. Portella :Aproveilo o aparto do no-
bre deputado. Nao sei, Sr. presidente, se a
companhia est ou nao obrigada a prolongar a
estrada de ferro uui ponto mais central da ci-
dade ; o que, porm, parece-me que desde
que nao foi designado como ponto de partida
definitivo o lugar das Cinco-Pontas, a companhia
esl obrigada a aceitar como definitivo aquel-
je que o governo desiguar dentro da cidade,
[Apoiado.)
O governo, Sr. presidente, reconbecendo a
aecessidade de facilitar o transporte d gneros,
autorisou a companhia contratar com algum
particular o servigo de transporte dos gneros
couduzidos pela estrada de ferro das Cinco-Pon-
tas para lugar proxiato so mercado, e a compa-
nhia fez ess contrato devendo ser o gneros
couduzidos por mar em alvarengas e canoas.
Um Si\ reputado:Ilou ve concurrencia'?....
O Sr. N. Portella : i em-se dito que nao boa-
re coocurrencia......
Um Sr. deputado :Isso quo nlo exacta.
O Sr. N. Portella:Mea sa-fne nao sou da-
quelle que se deixam levar por simples iofor-
mages, e desojando chegar ao conhecimento
da verdade, dei-me ao trabalho de procurar nos
jornaes publicados em pocas anteriores ao
contrato, s pode chegar ao sadheciments da ver-
dade.
Assim, Sr. presidenta, no Diario de 22 de
novembro (chamo a afleogo do nobre deputado
para este ponto para qoe seo* 0ixe levar por
informagoes que lhe deram) vem na parte da
Revista Diaria o seguinte. 0] :
Desta publicagio segue-se que na provincia
devia-se saber que a companhia trilava de con-
tratar o servigo do transporte dos gneros, por-
que em um jornal lido como o Diario de Per-
nambuco se fez declaracao disto e se desigooo
at o dia em que terminara o praso para apre-
sentago das propostas. Nao obstante tem-se
dito que a concurrencia posto qae pusneada uo
foi permittida. (Apoiados.)
Um Sr. deputado:lsto nio um verdaaelro
annuncio como elles costumam ser taitas.
(Cruzam-se outros apartes.)
. O Sr. N. Portella : Parece que a forma nao
regular. Noto poim no proprio contrato sm
facto que pira mim ne tem explicacao. No
mesmo dia (6 de abril), em que ella devia ser
executado foi a*signado patas contraanles e ip-
provado pela presidente da provincia.
Um Sr. deputado:E no mesmo dia deixou
elle a admioislrafH.
O Sr. N. Porlella :Accreacenta o nobre de-
potado que na racimo dia o presidente deixou
a adminislragio. *
Lm Sr. deputado :Jilo 6 explicado pata tai
das coincidedjetoa.
O Sr. N. Portella ;Bes.cajee* 4c .tanta is>^
portancia neceuirio muito exame e rittaxio.
O Sr. Fenelon:Eu sou drogado da compa-
Um Sr.
gem ?...
O Sr. N. Portella :Nao me record agora do
quanto se despende em urna vtagem. Apezar da
declaragio muito formal do actual engenheiro
fiscal do governo de que desde o dia 1. de agos-
to em diaule nio consentira em aomelhanle abu-
so, creio que esse abuso ainda nio lerminou.
Assim que, Sr. presidente, um empregado da
companhia tendo subtrahWo dos cofres da mes-
ma companhia a quantia de i:800# rs., e nao
lendo a companhia ouaeus directores ou agentes
outra verba escolher que nao fosse a da con-
servacao ou coaleio da estrada, entendern) que
devia correr por conta da conservagao, e alli a
incluiram...,
Cm Sr. deputado :Bella conservagao 1
OSr. N. Portella :Outro empregado havendo
comprado urna mobilia por 900,000 rs., foi essa
quanua considerada despeza de conservagao e
o superintendente, ou outro cujo nome rae nao
lembra, entendendo que devia pralicar um acto
de caridade dando a quantia de 500,000 rs. para
o asylo de mendicidade desta cidade, nao encon-
trou para esta despeza outra verba que nio fosee
a da cooservigo. e oella s inoluio....
Um Sr. deputado :Islo extraordinario I
Outro Sr. deputado :E o que fez o engenhei-
ro fiscal?
O Sr. N, Porlella :Reclamou e representou
ao goveruo. e deu assim lugar que fosse expe-
dido pelo ministerio do imperio o aviso de 8 de
oulubro extrauhando o procedmeuto dos agentes
da companhia. A' esto respeito o engenheiro
fiscal digno de todo o elogio, pois tem dado
provas de zeta e independencia profligando esses
abusos da companhia.
O Sr. Fenelon .-Eu entendo que tem feito cen-
suras ao engenheiro fiscal.
O Sr. N. Portella :E" assim, Sr. pretidente,
qu a companhia recebendo os presdanles da
proviocia, quando iam at o Cabo ver a estrada e
suas obras, e nlo tendo verba em que devesse iu-
cluir tal despeza, accommodou-a na da conser-
vagao.
OSr. Lucena :Dizem-me que at com a as-
sembla provincial.
Um Sr. deputado .Com a assembla nao, que
ella l nao foi.
O Sr. Lucena :Masconsla-me que as contas
reaiettidas para Londres foi essa verba.
O Sr. N. Portella :E' certa que raaisde uraa
pessoa tenho ouvido dizer que nessa coala lora
incluida a quantia de dez cuotos de ris eomo
despeza feita com a assembla provincial por oc-
casiao da autorisago de prorogago do piazo
pira conduso das obras da estrada, que a as-
sembla tao generosa, patritica e espontanea-
mento concede.
(Apoiados, reclamages.}
Mas, Sr. presidente, procurei informar-mi do
engenheiro fiscal do governo, e elle me asseverou
que as contas oflicialmente remellidas para
Londres Daa estova semelhante verba.
O Sr. Souza Reis: Eoto para sus falla
nisso ?
O Sr. Fenelon : Para que o nobre deputa-
do lauc,a urna, proposigo d'esta ordem na
casa ?
(Cruzam-se outros apartes.)
O Sr. N. Portella :Teoham paciencia os no-
bres deputados.
Uo Sr. deputado : Mas isso nao se deve
dizer.
O Sr. Machado Portella '.Eu juleo do utilida-
de que se diga.
O Sr. N. Portella :Sr presidenta, os sobres
deputados persaadem-se de que cu tive proposito
de fallar nesse laclo ; enganam-se : se eu o ti-
vesse estara em meu direito. Deveodo apreciar
o aparta dado peloSr. Dr. Lucena, quiz fazer ver
que esse (acto por ella mencionado nao era real,
uto que oflicialmenle nao consta ter-ss dado.
Portanlo nao ha por mim emitlida urna s pro-
posigo que posea offender a aesembla, e que
possa lutonsar crer-se na reilidade do facto
conUdo.no aparte, que respondo.
Nao para ahi, porm, Sr. presidente, o modo
porque a companhia tem procedido em suas con-
Ui. Lomo em eensequescia da iiibtraccio feita
por um empregado a companhia recelando que
outros empregidos seaifizessem o mesmo, exi-
gi d elles urna fianza confenle m deposito de
!^.,0, *,e- TeJ,ce Juro 2 por cenlo ;
f.w,Ur-S M dedinid receita da estrada
considerados assim como dpe,i de eonserva-
fegjgg "Keeade tom um lucro era de-
-S? a da T6"*' ">n*guiota ees detri-
mento dot cofres pblicos.
0 Sr. Souza Reis : isso
vado ?
enejada provincia que o augmento progresitvo
que tai tensas taceiti nasasezes de jaoswa, fe-
?a-etco. oawca abril tai acompasado pelo
"jpaenlo pugrasaivo da deepesa as esoaerva-
a s costara, tanda qua dsssis dtaaiauida a re-
II* nos esas aa m saco asaser 4 transportado
" as
nscassflo,
seila sastreI-
9,}amSZ Tmt oi* **** fw* ea des-
assa das tras ultusaa mizas, danda tata lugar
que a utaapiuhia peista em enteoder que deve
fazer correr por coota de um mez a receita pro-
veaienle ds sutro para fazer lace k despeza del-
tas e repila.... o facto por ella j praticado no
asno passado da baver iberio urna conta de 500
libras sobre a a receita futura, repetigio que ha
da ter tonta ais onerosa e prejudicial 4 garanta
dos juizos ojasnto 4 certo que a dficit da receita
em relagao a despeza j monta i 28:0009000 ris.
Contra esse facto o engenheiro fiscal tem re>
*7l"**Udo, preeM01 e'1* c nao reprodusa
a um de que o governo qss garanti as juros
possa aprovcitar-te da ctatumiiaocia do aagmen-
to do trafego da estrada cuja receita, como disse,
tem treplicado depois da abertura da segunda
A assembla, Sr. prndenle, parece-me deae-
josa de qua eu couelua, pois j tenho abusado
muito de asa attengao.
O Sr. Souza Reis:Porm mais desejosa an-
da de ouvir estas coaaas.
Um Sr. Deputado:Hoje nio.
O Sr. N. Portella:Eotretan to nao posso pres-
cindir de fazer outns eonsiderages. Na jesso
do anno passado a assembla, eltendendo um
pedido da companhia respeito da prorogago do
prazo qoe tenha de vencer-se em dezembro do
mesmo anno, e vencido o qoal sem estarem con-
cluidas as obras das quatro secces tinha de de-
saparecer a responsabilidade da provincia res-
peito dos juros addicionaes por ella garantidos,
autorisou a presidencia conceder a prorogago,
devendo a presidencia de accordo eom o governo-
geral sabr os pontos de duvidas que esttvessem
pendentes enire o governo e a companhia. Es-
tando concedida a prorogago, como consta ge-
ralmente, nao sei que no acto ds presidencia,
que a concede, se tenha ieilo raoslo das duvi-
das cujas solugo devia ser accordada como con-
drgao preliminar da mesma coocessio : parece-
me que semelhante designagio devia ser feita no
acto pelo qual a presidencia julgou dever uzar
da autorisago dada por esta assembla. Dessa
falta resulto que para sibermos das duvidas sa-
bidas devems atteoder i informagio que res-
peito ministrou-oos o engenheiro tiscal, e que
a seguinte (l.) Nao obstante a solugo das du-
vidas cooslantes desta informarlo, talvez fosse
conveniente qne por occasiao da coocessio so
sujeilasse a companhia prolongara linha tarrea
das Cinco Pontos para lugar mais central, sendo
reconhecida como a necessidade de prolnga-
la, tanto mais quaoto a companhia eslava entao
dependente do governo geral pela garanta que
este, seu pedido, linha de prestar para o em-
prestimo que ella tinha de cootrahir.
Hoje, Sr. presideute, a companhia pede ao
governo que garanta os juros nao s da quantia
fizada no cootracto cjojo de toda e qualquer
quantia que houver de despender cora a cons-
tregao da estrada. Ser possirel que o governo
atte'nda semelhante pedido? Duvido. e cons-
ta-me mesmo que nao o atienden, ou nao esl
disposto altender; nao deve faz-lo desde que
atteoder ao modo pouco econmico por que a
companhia lera procedido em seus trabalhos, e
ao facto de importar a despea da cooslrugio da
segunda secgio na quautia de tres mil e seto ce-
ios contos, nio* estando ainda concluidas as suas
obras. J
Lamento, Sr. presidente, que a eslago da Es-
cada esleja collocada quem do Bio Ipojuca:
seria preferivel que fosse constiuida na margem
opposta ds mesmo rio, nlo s por que ahi seria
mais fcil a communicago com o vasto territo-
rio da freguezia da Escada e com outros pontos
ao sul, como por que a posigo do terreno mais
favoravel para a futura edificago da nova villa
da Escada. Tambem nlo posso deixar de obser-
var que a estagio terminal da terceira seeco
converia ser collocaia em Duas Barras e nao em
Gamelleira ; poslo que neste segundo ponto, em
coosequencia de achar-se entre dous declives,
seja mais fcil o servigo da iraegao, como obser-
va o engenbefro, fiscal, cerlo que o primeiro
prestase melhor s edificages que se houver de
fazer e promette melhor futuro.
Agora, Sr. presdeme, nao posso concluir sem
dizer duas palavras em resposta ao aparta do
nobre deputado, que j nao se acha presenta,
era que disse que as proposigoes por mim emiiti-
das serviam de aecusagao ao engenheiro fiscal.
Seria preciso, Sr. presidente, que eu nio tivessa
lido os relatorios feilos pelo engenheiro fiscal
para que podesse fazer aecusagoes esse empre-
gado. Na sessao do anno passado, tratando eu
da estrada de ferro, disse que da intelligencia,
zelo e actividade desse funecionario esperava qua
os negocios da estrada de ferro teriam outra re-
gularidade, e felizmente, Sr. presidente, nao se
podo contestar que boje ha mais regularidade da
que dantes.
O engenheiro fiscal, Sr. presidente, tem re-
clamado por melbor distribuigao da despeza a
pela regularidade das contas economa as des-
pezas.da conservagao e costeio: nio se tem es-
quecido da substituigio das estagoes e dos dor-
menies ; tem constantemente reclamado pela col-
locagio das chapas de coonexio, e pelo melho-
rameoto das pontos. E' anda por causa da fis-
calisago do engenheiro fiscal que o governo tem
podido saber dus abusos da companhia em suas
coalas, e feito sentir a necessidade de nao serena
elles reproduzidos.
Nao seria eu portante, Sr. presidenta, que
reconhego os eslorgos feitos pelo Srs. Buarque do
Macedo, quem havia de fazer-lhe aecnsages, era
que nao posso deixar de dizer que elle merece
elogios. (Apoiados.)
Nao deseonhego que por mais inteligente, acti-
vle zeloso do cumprimento de seus deveres'quo
seja o engenheiro fiscal nao possivel que elle
possa ao mesmo lempo atteoder todos os tra-
balhos da constregao da estrada, sua conser-
vagao e trafego, e ao exame das contas, que
exige a combinago de documentos apresentados
pela companhia: entendo que necessario que
o governo atienda ao desenvolvimento que nao
tendo as obras da estrada e ao augmento de tra-
fego fira de designar outro engenheiro que au-
xilie ao fiscal, como este tem pedido.
(Ha um aparte.)
Felizmente, em resposta ao aparte do nobre
deputado, pode-se dizer que o governo tem pro-
curado manter a forga e prestigio do engenheiro
fis:al: o Sr. Almeida Pereira reconheceu essa
necessidade e attendeu-a devidamente.
Pego desculpa a assembla por haver abusado
de sua attengao e agradego aos nobres deputados,
que ainda se dignam de ouvir-me, a bondade qua
tlveram.
Tenho concluido.
tambem est pro-
i.SSr N' Prt*lta --Estnis c pela repreten-
tgio do esgenheirs fiscal, assao pelo ivrso ds 8
de oulubro j citado. (LL
OSr; Lucena :Lembra ainda as Innomeraa
arrobas do ferro aubroergido por culpa da com-
nnia, e que tiltsz ia porte em mata de cea
1-dODtoa de ris.
O Sr. Ignacio Leso :Se o tan rsastaMe j
flaMaas bou aattai delta.
OSr. N.
Portella:Estes fictas ss que me te-
REVISTA DIARIA-
Com aschuvas que tem cabido dessbou na ra
do Brum a trapeira de um sobrado d'ali, na tor-
ga pira o amanhecer da qnarta-feire ; mas feliz-
mente neohum sinistro occasionou esse desnioro-
namento.
Foram nomeados os Srs. Jos Ihomaz Ma-
chado Portella e Dr. Francisca de Reg Barros da
Lacerda para suppleetes do subdelegado do 2
disiricto de Muribeca, sendo o primeiro para i9
sopplenta, s o segundo para 3o.
Temot noticiaa de Giranhuns at 7 do cor-
rete mez.
1 Encerraram-se o trabalhos da sessao judicia-
ria da jury d'ali, tando-se dado dezeseis julga-
raentot, que eomprehendenm dezoho reos, cujos
nemes, criares e resaltado do julgamento to. os
seguintes : "_
Belarmino Perreira Callado, frimepto lere,
abselvide ; appelloo e joii ^-, r^^^~>
Rosendo Jet Pisto, 'tarto de eseravos ; csa-
deranado 4 annos e 6 mezes de galsi. j/
Jos Nuaes de Figueira, furto de anlm! ea-
villar; ibsolvido.
Antonio Carlos e Agotar, estellionalo ; coo-
demnado 3 annes e S mezes de prisao eom toa-
balboa multa.
Pedro Joaquim de Sant'Anna, estelitonata ;
consemnado 98 mezes ds prisas eom trabalho
asalta.
Manoel Pinheiro Dantas, tantalira de homic-
V.
1 t J I I
II A%


v_^ -
COD-
de bo-
do. bso!o en o primeiro iulgamea lo; con-
demnado 4 aoaes e 8
Antonio
detonado
Manoel
micidio como mandante: abeolvdo
Manoel Pru*eto 4a Silva^rc*ziciado era de
lavoeeica de 1839 a preso *w tanaca de 1880
como autor de uo hoaiddla; aajotvido por at-
lelto da prescripcio.
Manoel Franciaco de AlbuqaerqM, terimoalos
grave*, condenioado i 4 auno* e 6 mezas de an-
sio com tajballxo e alia appellu orto.
Maooel Aftooio Ptreiu Charea, ofensa Mti-
ca leve ; absoWida.
Pedro Ignacio do Mcneot, se rundo iulga-
niODto, homicidio; absolviJo.
Antonio Joa4 J?erreira. s mascas ; absolvido.
Maooel Ferraira de Azevedo, omUadio ; sea-
demnado & 7 anuos de prisao.
aUlaquia Aaurico de Azsvado.idom.abselrido;
appellou o Juta.
Lauroutiao de Azevedo Bello, idea, idem ;
dem.
Christovio da Rocha Wanderley, offensa phi-
ic4oe ; abeoWida.
Maooel Cordeiro de Oliveira, idem: idem.
Como v-se do exposto, houve aeia criminoeos
de homicidio, dona de (arto, doua de estelliooato,
dous de tentativa de homicidio, um de ferimentos
graves, quatro de ditos de oftansas phyaicsa le-
ves e um de ameacas.
Alemdisto, Oeram cute Asdlvicoee e seta con-
demnacoes,sendo duas dealaa por homicidios, um
por tentativa deste crime, urna por (orto, duas
por estelliooato, e uma por ferimeoto grave.
Dos coudemuados, quatro forara priaie con
trabalhes, dous prisao simples toa gales.
Tiverem logar dnes appellaooea ex-officio e urna
pela parte arcosa dora.
Forana recolhidos casa de delenco no dia
22 do crranle 5 hornera, sendo 4 livrea e 1 ea-
cravo, a saber: a a orden do Dt. chafe de polica,
inclusive o Africano Carlos, escravo de -Gandido
Torres, 3 a ordem do subdelegado de Murioeca.
ese a
todos
em-
pl-
omo
MS^g.le^am
od*
dte sufficientas

WXfiUfl K imlu
por productos; o preco
taeawespr.
*H>: aagat
dons
oo
O-8.' erro, merlo grave, rappot o epft1
au^raVoud-aia. .Irt cido em Economa Politice, nunca teie lugar, e
Jmafs o tef. r .
ArresosadodetJMle crata, eSr.Dr.Sales cee-
elue,: Corapreheade-s*, pota, que a concur-
rencia entre os capitalistas pi poda deizar de
tmer como conseqaeficia necessaria a diminui-
o ou a baita do lucro deseuscafjita.es. Como
poderia assim acontecer ?
Se os capitaes abundam, as despezis se des-
eovalvew n raesma proporco, e os productos de
Uera orntrnato, eiaa eyHAl..
raer i per ,u ase masas 1 iteran eos ae acor-
pera ae> eeailel stnaaitive, astuaee pee na vez,
N*t*e4
seja urna
todaa as industrias fecundara o mercado, lacro' porciooalmente.
As razoes, qudehi^aT.0, oelrastam as deam-
niaBtoeaeoakBBnbakroe de concurso.
do capitalista jamis pode.diminuir ; isto im-
possivel. A fecundidade da proJucco estende
os seus salutares effeitos em beneficio do traba-
lhador, como do capitalista. Todos gosam pro-
porciopalmente.
Im lempos de calamidade publica, porm, o
effello contrario se verifica, aquella e este pade-
cer igualmente. E* preciso er a preponer em
face do consumidor ; a exiguidade de pregelos
em um caso e a abastanga em ontro, (az operar
as trocas em igualdade correspondente. E' uro
engao portele acreditar qde o prego sobe ou
desee em seraelhaote siluace.
Vejamos portanto como 0 Sr. Dr. Sales desen-
volv e programma.
e Mas-como essa baiw do lucro do capital nao
tem por effeito perorar a conflicto do capitalista,
qoando elle aurere menor rantagem pelo capital,
que empresta?
< Se cooeideTasseroos tmenle o lucro, que o
capitalista attfea i
principio, antes que o pro-
gresso ioduetrisl'bouveose concorrido para forma -
Ilontem salreu trra e foi correspondido,I sao de Boros capitaes, com o que temagora com
o brigue de.guerra'iraucez Beaumanoir, entrado j o msrao capital ento empregado, poderiamos
no dia antecedente do Rio de Janeiro, tundeando \ a (firmar que a sua cenoigao ilnha peiorado: mas
depois no moaqueiro. | ge i rerdade que o lacro dimiouio oa baizou com
Passageiros do hiate brasileiro Invencwti, \ .concurrencia, nao menos ezacto que essa
sahido para o Aracatr : Leonardo Augusto da
Silva e Jos dsLna Penante
Passngeiro do brigue portuguez Jforyarido,
sahido para Lisboa :Antonio Tarares Soares.
---- MonTALlDADE OO DA 23.
Fernando Antonio dos Pea, Portugal, 20 annos,
solteiro, Boa-Vista ; gastro-interile.
Alaria da Purificagao Yiinna de Souza, Pernem-
buco, 32 annos, viura, Boa-Vista ; phtyjca.
Hazimina, Pernambuco, 45 das, S. Jos; he-
moptisa.
Candida Mara da CoBceigie, AlsgAas, 44 annos,
casada, S. Jos ; eclampsia.
concurrencia Toi a consequencia da grande afu-
encia de capitaes, resultado tambem dos progres-
sos industriaes, e que se o capitalista agora por-
cebe menor vantagem sob aquella relagio, essa
rantagem eogmenla rom a maior somma de ca-
pitaes, de que actualmente pode elle dispor.
Eiemplillquemds.
Pedro com um capital de um cont de ris
percebia -o lucro na razo de seis por cento ao
anno, maso desenrolvimentoda industria,fazen-
do augmentar os capitaes destinados a produego
estabelecendo entre elles a concurrencia, ez bai-
lare luere na razo de tres por cento.
Ora, se Pedro neste xaso ttresse o mesmo
capital, eridentemente estatii em peior condi-
cao; mas se o progresso industrial trouxe tam-
1 bem o desenrolvimento dos seus capitaes, claro
; que se perdeu com a baixa do lucro, esta perda
', mais que compensada na razo do augmento do
seu capital. Se a principio s poda dispor de
. um cont de ris, agoA oterece o triplo ou o
: quadruplo dessa quanlia i especulacao ilos em-
1 prezarios.
J Na Iranscripcao. que ahi se r, est toda a dou-
. reunidos osSrs. depu- ,rioa que o Sr. Dr. Sales sustenta,
tados Reg, Basto, Leaos eSlveira, o Sr. presi- .Se a industria progrede, o lucro do capital di-
dente declarou auerla a sesao. m.inue i 6e dimioue, o lucro augmenta : a con-
Foi lda e approrada a acta da antecedente. d'<'50 do capitalista porm nao peiera no prmei-
xpediente. -ro .ca9. Pr que o capitalista pode dispor de
Forara presentes as cotacesofficiaes dos pre- B,ai(>r somma de capitaes; o contrario seria se
CHR0N1C* JUUICI48IA.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 23 DE MAIO
OT186I.
PRESIDENCIA *0 EZSI. SR. DBSEMBARGADOR
. V- A. DE SOUZA.
As 10 horas da maoha.
elle empregasse sempre o mesmo capital em ra-
bas as hypotheses, e exempliflea :
Pedro, com um capital de um cont de ris
percebia o lucro aa razio de 6 por cento ao anno,
mas o desenvolvimiento da industria, fazendo
augmentar os capitaes dislinados a produego,
estabelecendo entre elles a concurrencia, fez bai-
lar o lucro na razo de 3 por cento.
Pois bem, firmemos a altengo sobre o que diz
Outrode Souvage &Corapanhia, pedindo o re- 6m ciiiiuago :
gistro do contrato de sua; sociedade. Regs- ." 0ra se Fedro neste caso tivesse o mesmo ca-
tre-se. pital, evidentemente estara em peior condicao
Oulro de Jos Ribeiro Brlto e Jos LuizGuaa- Ma8- Pergunlanioa nos ao Sr. Dr. Sales, onde foi
co, pedindo o rt-gislro do sen contrato social por Pedro descobrir outros capitaes, elle, que a poa-
gos'.correntes da praga, relativas as semanas n-
i.Archive-se.
despachos.
Com informago do Sr. desembargador fiscal,
os segunles requerimeulos :
Um de Manoel do Amparo Cij e Manoel do
Nascimento Vanos, pediqdo o registro do pa-
pel de dissdlugo de sua sociedade. Regis-
tre-se.
elles feito. Como requer. I
Outro do Brito i Jos Luiz, estabelecidos com
prensa de algodo, pedindo que sejam admiti-
dos prestar o competente termo de responsa-
biiidade.Como requer.
Scm informago, osseguiules :
Um de Antonio Martins de Carvalho Azevedo e
Daniel Tavares Coelho,pedindo o registro do coo-
tral > de sua sociedade em um estabelectmenlo da
moldados nesta cidade.Vista ao seuhor desem-
bargaeor fiscal.
Outro de Jos Baptisla da Fonseca Jnior, pe-
dindo que fosse registrada a nomeago dada ao
u guarda-livros Clemente de Aranjo' Lima Ju-
sui, e que s diapuuha de um coolo de ris? E
logo responde: o progresso industrial trouxe
tambera o deseovolvimento dos capitaes de Pe-
dro, o assim clare, que, se perJeu com a bai-
xa do lucro, esta perda mais que compensada
na razo do augmento do seu capital. Ora, isto
cortamente urna chimera. Se Pedro, como con -
essa o meu oobre companheiro, s poda a prin-
cipio dispor de um cont de ris, que deu a ju-
ros Da rato de 3 por cento (motivo da concur-
rencia de outros espitaes), como que agora
olTerece o triplo ou o quadruplo dess>i quanlia
especulago dos emprezarios ? E' um milagro, que
s a revelago poderia explicar.
"o^trodriutedeSeli.. Corris, commercianle !aUfli^tZXS Zl!ZLZ%? de
^Z^^^^ata. fe oVoir' tt&iSSS N
Outro de Augusto CaorVe Maooe Alr'es Bar- K"?"" f,,(!;-dl? qU6 lufro au8". 1
bosa, pedindo tambem que fosse registrada a"- D0 8e8anJ d.ra.nue : ora este raesmo lucro
criptura particular que'ajiuntam. Vista ao Sr.
desembargador liscal.
Outro do Robert Susglelursl e outros. replican-
do do despacho proferido no requerlmeoto em
que pedem o registro do contrato que offerecem.
Paguem o sello do capital. .
Outro de Jos Joaquim Das Fernandos Jnior,
Jo o registro "
tam.Regisire-se.
que por sua vez assume o carcter de capital com
tanto que o desiinem s novas produeges; logo
o capital nao pode augmentar com a dimiouico
do lucro e diminuir este com o seu augmento. O
Sr. Dr. Sales seria lgico, se aceitasse antes a
doutrina da escola materialista
o capital, como dissemos
em
segundo a qual
nossa prora es-
DIARIO OE PERNAMBUCO.
o contlnuago da discussao do orgamento provin-
cia'
A ordem do dia de ho e a continuaco da do
antecedente.
pela troca quer no
de diminuigo das
Coiimunicados.
vu.iu uc jujc uaquiui uias remauues jnior. rrni* !>. .num...sn ji-------r.---
f.Sii7S,',.r.de uma procurao que i-B:S.uda.EBp&^^^ Ne8,e sen-
Oulro de Francisco Antonio Correia Cardoso, L|,6s:8SPe;.mIV!ZS?'^St"* *""*" de'" -S'
pedindo moratoriaNomeiam os credores Bar' jj,'* *,""fldo c.ota?l0rSLn.e" dS .onI cSao-
roca&Msdeiros. e Amorim. Fragoso. Santos*.! fTlSSf!JS'SSim r"a0 d,recta
Companhia, para vericarem o bllanco apresen- ^olnve'sa Fnt tJ P ^V .*'
tado, sendo a peligo previamente remettido ao' "aL Sr v* uti i W que 8U8t,eo,e'-
juizo especial do commercio para proceder na '?'.] 5. ?!' *aJ" hd uma differenga real e de
rma do artigo 899 do cdigo do commercio. i *,rtSne.q J .' ..
E nada mais havendo a tratar, o Exm. Sr. pre- S? nr ~L"U l0.-UQa0 e,,plica :.-6 Por
stdenle levantou a sesso. : tenio, a por cento. acreditamos que o lucro do
__^________________ primeiro o duplo do segundo, como se o valor
-nouvessem materialmente passado para os cor-
pos, como se os productos multiplicados por e'f-
j feito da concurrencia dos capitaes na produego
- se nao houvessem de trocar em raaiores propor-
A assemblea provincial, oceupou-se honlem com oes, e se o lucro do capital representado pela
expresso de 6 por cento, 3 por cento nao esti-
vesse em relaeu com o fruclo que o mesmo lu-
cro do capital pode realisar
caso de augmento, quer no
industrias productoras.
E' uma verdade que o prego dos productos nao
augmenta ou dimioue, quando prosperam ou de-
fiuham todas as industrias; conseguioteraente
quaodo os capitaes abundam ou dimiouem. O
phenomeno da baraleza ou caresta dos produc-
tos so pode ter lugar, quando escasseia algum
dos ramos da produego. Este encarece ento
era relaco da sua exiguidade e da abundancia
de outros, porque neste caso menor quantidade
de um se troca por maior quantidade de outro.
Quaodo ha abundancia de capitaes empregados
na produego, os diversos capitalistas, que os
emprestara, lucram oa proporgo do progresso
industrial, que se transforma e se traduz tam-
bem por sua vez em progresso 4e capitaes.
snecede que, quando os capitaes fallecem, os
proprietanos nao possam colher melhores lucros
por que ellescapital e lucroapresentam uma'
porgao de riqueza trocavel em proporgo da de-
cadencia das industrias.
Se, porm, os capitaes rao progredindo com o
progresso industrial, de toda a certeza o capita-
lista aufere lucros considerareis sempre em rela-
go da abastanca produzida.
Se a raesma quantidade de capital empregado
na primeira hyootheae lucra como 5, lucrar na
segunda como 20, sempre pela razo de que o lu-
cro como 5 ou como 20 realiza a troca de pro-
ductos na mesma proporgo.
A riqueza socia tem augmentado, e pois pouco
importa que por melnymia se diga, que o capita-
lista lucrara, por exemplo 6 por cont por falta
de concurrencia, e que Ada esta decresce o seu
lucro na razao de 3 por cento.
^SU-5*0 d c,mtal'sla Peiorariacerlamente,
se. dado o progresso do capital, e portanlo da in-
?.,'a, dU" ,daa c?"eli*. o lucro do capi-
tal dirainuisse na razao do seu progresso
Esta toda a rerdadje. ""so.
Diz-se ; o lucro diminue com a abundancia de
capitaes; e entretanto a condigu do capitalista
Bao peiora. Como pretende ter o Sr Dr Sales
explicado esse phenomeno? Dizendo qua bem
que o lucro teoha dimimltdo, esta (alta ibais
que compensada com o augmento triplo ou qua-
druplo, de que pode ento dispor o capitalista o
que um resultado do progresso industrial '
0 Sr. Dr. Satw esqoece, fue o augmento do
capital emprestado est somente no lucro, que do
seu emprestimo reedita. E pois por que si
O Diarto de Pernambuco de 18 do correnle
publica as provis escripias dos Srs. Drs. Francis-
co de Piula Sales e Manoel Moreira Guerra, meus
estimareis companheiros no coocirso a que l-
timamente se procedeu na Faculdade de Direito
do Recite.
Nao pretenda dizerema p.lavra a respeilo das
imperfeigoesquenestas proras encontr. Desde
porm que ellas sao ofterecidas a apreciago do
publico, vejo-me 'oreado a romper o silencio e
contestar nao s algumas proposiges destacadas
como a falsa doutrina que ohi se acha consa-
grada.
E'este um derer oue me irapuz, quaodo fa-
zendo publicar a mioha dissertagao, convidei os
entendidos a que me apootassem enlre os prin-
cipios economioos, que all ficavam expendidos
quaes os que podessem ter justicado a minha'
reprovago. Entretanto se acham publicadas es-
tas proras, cojas ideas contrastara perfeilamenle
com as que acabo de sustentar peraote a Facul-
dade e o poblico. Ni) me leva pois outro in-
lento que o de cumprir minha patarra. Fa-lo-
hei.
Amantes da sciencia os Srs. Drs. Sales e Mo-
reira Guerra acolheram de bora grado as obser-
vagoes que paseo a expeoder; principelmente
quando to convencidos se acham da verdade de
sitas opinies, que oq duridarem traze-las luz
4a publicidade.|
OSr. Dr. Sales diz:
a Esse interesse, esf rantagem, ou econmi-
camente faltando, o aero offerecido ao capital
ser sempre estipulado ou llxado por aquelie que
o possue. uto pelo capitalista, emquaoto or
le insufflcieote para ^tisf.zer a todos, que o
desejam para su.g emprezas. Mas como o des-
oroInoieDU) de industiia tem como coasefaeo-
cianocessartauaugmoto do___s.V "TEzL
U inaufflcente "^n!
o lucro, que elle tem de
gora eniputado unica-
procuram, o oteresse
aufetir, nao ser ma
mente pelo capitalista.
Neste periodo ha dous
ros : o n
que a iasufficienci* de capitaes '*e4m.'o u"
rea-
Ja
^BB^BBBSnl
con diga o
como Oca dito,
ama i!
eouiM
P
lisa o i
Maltas na^rasWrie5 pare'
se, diz o Sr. Dr. Sales, peiora a
pitaliai. E' um engallo I Nao
R te menor, do qee no segundo, que multiplica na
razao dos progresso* iodustrijes. A razio ,que
Pwaro eosa>a jaro de 6 per ceelo ato pode reanV
sar os mesaras aesos.
QumIo Mis mnsmmb oa dapl a se, m asase 4e-
finnsrm M iadoslsias, menor 6 a uceo de capita-
lista ; ao contrario, se abuadam s capitaes e
florescem as industrias,, o lucro augmenta pro-
bos os meus illastsee eoetaanhairos de concurso.
Ellas sero aprectsrfas por todos, que amam a
discusso calma e inoffensira.
4jf4fdo,a peoaaiB de eluoMar aajs raooa-
mMrtb sle ioteressante problema, se alguera se
digoar de pasTar-sies cero as suas obaervagoes.
QuDto a prora do Sr. Dr. Moreir* Cuerea, meu
excedente compantreiro e amigo, direi anda pou-
co, posto que raejulgue at certo ponto dispen-
saJo de o fazer, depois do que perfuucloimenle
pude dizerpara responder de prompto i publi-
cago, que ao^tario de honlem, Qieram trns-
ele vec
Recife, 19 de maio de 1661.
r. Franciaco Pinto Peuoa.
Ha mullo que ama terrirel lata se ka trarado
enlre miohi coosciencta e o pejo,; aquella apon-
tando-me um erro quecommetti, e exigiodo de
mim a cooflsso e o arrepeodimento ; este op-
pondo-se a que publicamente declarasse minha
culpa ; mas, finalmente, a consciencia, mais po-
derosa, vencen: e eis-me haje dizendo o pu-
blico que peqnel, mas por boa f e nimia credu-
lidade : que offendi os interesses de terceiro, nao
com intengo de fazer. mal, mas sim porque me
deixei arrestar pela opinio e ditos de homena,
que. apesar de pensarem pouco, se julgara sem-
pre habilitados a (altar em qualquer assumplo,
dizendo terem delle o devido conhecimento. *
Oucam o aso.
Sendo negociante, e tendo frequentes encom-
mendas de'freguezes meus, procuro, sempre que
possivel, remelle-las em barcos; parque., para
onde nao 'ha risa frreas, o transporte por agua
o mais econmico.
Apenas se orgwnrsou conrpanMa pernambu-
cana de vapores, concorri com o meo contingente
para auxiliar ama empreza to til, quao neces-
saria : porm a incerteza e irregularidede das
viagens de eus vapores fez arreiecer meas bous
desejos, e esquecer-rne de sua existencia.
Tendo ella ha cerca de um anno temado nova
face, tornando suas viagens em extremo pon-
tuaes : levamou-se tal celeuma a respeilo da ca-
resta das passageos e (retes, que continuci a
nao ultlisar-me de seus rasos; e sera jnslrea e
equidade, que de>vedirigir quem censura, flz cd-
ro com os ralladores, e affirmei muilss rezes, que
nao convioha rabercar nos vapores da compa-
nhia pernambucana pela caresta dos (retes e paa-
sagens.
Eis-o pescado, de qee tanto me aecusou a cons-
ciencia, e do qual eslou profundo mente arre pen-
dido. Um incidente veio mostrar-me o erro em
que eo laborara, e a ieviandode com que me li-
ona deixedo lerar pelos ditos dos mal infor-
mados,
A contrariedad* dos elementos, que s abs va-
pores dado vencer, me forgou a embarcar
em um dos vapores desta companhia algumas
encommendas: e depois de admirar a rapidez
cora que so cumpriram as formalidades exigidas
para se embarcar qualquer volunte, pasmei ao
ver pedir-so-me menos de melada do que eu
contava pagar, e vista a.perauaso em que eu es-
lava do grande prego dos (retes, julguei que ti-
riha havido erro do calculista.*
Das depois, por igual motivo fui obligado a
recorrer mesma companhia psra embarcar um
numero muito maior de voluntes: forgava-me a
necessidade ; -nao Urina para onde recorrer, sem
offender com a demora os meus freguezes, se
fbsse a esperar por rentos propicios; encami-
nhei-me receioso para a agencia, esperando pa-
gar um enorme (rete, e a differenga do primeiro
em que eu a valia va ter havido engao : porm,
grande foi a mioha admirago., quando me pedi-
ram um prego diminuto.
Oh meu Deus 11 exclamei ento, como viva eu
engaado pela loquacidade de homens levianoa,
que na falta de outro thema, propala rara a noti-
cia prejudicial para uma empreza to importante
para o commercio, verdadeiro systeraa muscular
de uaaa naco, de que nao se poda embarcar ob-
jecir nos vapores desta companhia pela enormi-
dado dos pregos !!
Arrependido de me ter deixado arrastar pela
opinio de homens, que de ludo fallara, sem de
nada terem o devido oonhecimento, procurei sa-
ber em que se firmava esta creoca falsa e preju-
dicial ; e enlrei no estudo do objecto.
Vi enlo que alguus augmentas tinha havido
as passagens, mas que mesmo assim Dcaram
sendo ineriores as dos vapores da Companhia
do Rio : que emquanto sos (retes smente se pro-
curou harmonisa-los de modo que se em alguns
houve augmento, em outros houve redueco : e
veriquei finalmente que a celeuma de que fal-
lei. nascera de se haver estabelecido a medigo
para os voluraes de (azendas seccas : de sorte que
aquillo que de melhor grado devera ser abragado
por esses, que levantaram o^rimeirO grito, oi
injustamente a origem do ala'rma pelo qual' me
deixei levar.
Assim hoje ningueme' lesado : o volume me-
dido com a assistencia do negociante, ou de seu
preposto, e o sea (rete sempre o mesmo, isto
, tanto por palmo cubico, ou tanto por volume
com relagSo ao verdadeiro spago, que elle oc-
cupa, e nao olho, como era d'anles, e como
anda hoje se (az nos navios de vela, o que nao
poder derxar de prejudicar uma dis partes.
Seguodo fui informado, tomou-se por base para
o prego do palmo cubico o que ento se pagava
por uma caixa regular de 50 pegas de chitas in-
glezas : oque sem duvida neo'poda ser mais
exacto nem mais razone!.
O certo que eu mesmo que receiava os (retes
da companhia, e que no animo do meus fregue-
zes havia incutido medo, tenho hoje o prazer de
confessar, que rae achava engaado, e que delles
tenho recebido ordens para nao embarcar suas
fazendas so nao nos vapores da companhia, on-
de apar de opltmo acondicionamento e garanta,
sajacham de raaos dadas a pontualidade com
coramodidade dos fretes.
Assim coocluida minha conissao, e manifes-
tado meu arrependimpato, protesto hoje-qom pro-
fundo conhecimento da materia, que sem fun-
damento lulo quanto por ahi disseram da cares-
ta dos fretes e passageos dos vapores da Compa-
nhia Pernambucana, e com minha consciencia
tranquilla dou gragas a Deus por me havor dado
forgas para vencer mea aaal entendido pudor.
O arrependido.
Proeursem baldetafcasotar oprocedimenlo me-
f ttl fltaTlUra llimaila taprnaensirai qjulere
jpnmeira autoridad^ ds provincia, e decidindo
lo j por
rre, pod
e Injusta
que. um c
tentada p
duzido a
parte da
E' que ess deciso pircia
flm -odllecaf aa raesa iaslrcneote eofl capaz
de com metter os maiores dasatiaose sacular os
mais abemioavets ptapos, com tanto que ana
maioria compacta e decisiva osse suplantada,
como (oi, pelas cambioaedes da raude, do crime
e da desordem.
Felizmeejaa caraira os senaeres deputados
acaba de futmiaar essa serie de desmandos, an-
nullandoessearlecasda prepolenci, 4o arbi-
trio e da llegaldade. ,
Hooesta 'ruatiodko o Bt, Dr. Borsjes ostusaa
loiponur asmprfl m seus actos o cunbo da lega-
lidade e da reflexo, e dotado como de prover-
bial prudencia sebera despresar es u>le aesrei-
radeede uta ente, que por seas aiicaotiaas e
gentesas tem ineorrido aa justa maldico dos
bons Plauhyenses.
Os homena honestos doo dlllereatea credos po-
litices saberlo discriminar o carcter probo e oir-
cunspacto, a intelligeocia robusta, o ctdadio pres-
tante o wagstrado integerrinro fo sceleralo,
do eorgmeao, da reetiginosa poli tico e da ItaU
sario.
E' esse o protesto que sprssentsmos ao aggre-
jrado de'farSidedes, meoliras e lerpezas. que por
(elicidade rem subscripto pelo iogenuo atolla-
do torio da infeliz villa das Barras.
Recife 23 de maio de 18*1.
Um piuuhytnse.
repugnante e areivoso evento, souber que em
mus torpes calcjrro 4f Ijfafajfa esqueeer os
prlpcplpejp^ustig para arreraesaar-se furioso
oBiente e (oaesto dos convicloj
da protervia, nio admfrarl,
a esta ret hsja esclhido para
Tea^cornr^f
pin.
fm4
9 w ai-1
(UStinsUl.
Correspondencias.
Srt. redactor ti.fio seu conceitoado Diario
de hontem rem transcripta do Conservador
de Theresxna uma asquerosa (arragem sob a
assignaturado bem con herido-Joaquim Ferreira
de Mello, que perdido no conceilo publico pela
enormidade de seus feitos, pela, irregularida'de de
sua conducta ptlitica a si um dos caracteres mais puroFe illibados do
norte do imperio o beneme*rt\o t)r, Antonio Bor-
ges Leal Caslello Brenc, digno juiz de direito da
comarca de Oeiras.
Escriptos, ha, senhores rededores, que Delina-
le Iraosudem o mesquinho e vertiginoso espirito,
de partido, e que pela sus virulencia desafian*' *
mais soberano desprezo.
Seria a nica resposta ai aranzel de q%e nos
oceupamos, se por ventura elle se circumscre-
vesse do Piauhy, onde essa tiro-dVyLe rao goslo
nao lera (orga de abalar o vaiitajossV couceito de
que goza o Sr. Dr. Borges entre os seus conter-
rneos.
Calumniosas e destituidas de fundaaaeate ao
odssoaajs acrimooiosas alluses feilai .*o 8r.
Iprges, bem o prora a etaneire lapciosa
porqaa sa exprimi, recatando ser chamado a
juizo para prorar o qua o usaste avaocar centra a
Publicagoet a pedido.
X" memoria de anlnsaa sobrisatia.
gwmUn, afllessaala
era *4 de abril passado.
CAWfrj m intimo avpccto e saudabe.
Dedicado a meu prezado xrmdo Manoel Ignacio
de Torra Uandeira, e sua esposa, a Exma.
Sra. D. Oioeltcia Carotina dt Turres Bandeira.
Etl? uil do ce nonde ou les plus bellas koses
Onl lo pire destn :
El, roee, elle a tcu ce que vivent let roses
-L'espaee d'n aauin.
MiLuaiE.
7
Bem se ssemettai a infancia
A' delicada Ror:
Envarabas ha mysterio
De abeogoado amor.
N'uma, ao surgir singla,
Com rara gentileza
Vem realgar-Ihe o brilho
Celestial pureza.
A' outra, melindrosa,
Abre-lhe a Providencia,
N'um eonho de delicias,
A vida de innocencia.
E em ludo semelhantes
Passam no mundo assim :
E aps alguns momentos
Breve Ihes chega o fin.
Mas s enlo difieren...
Da morte sobe vu.
Oras decohe, e a outra
S'eleva para o cu.
A flor pendida n'hastea
J lnguida emmurcheee;
E i primavera o incauto
O lempo Ihe amortece.
E a infancia, n'um deliquio
De gozo sem igual,
Resurge, loda eolevos,
Na vida angelical.
II
Assim, a linda Amelia,
Ionoceotinha e pura.
Troca o viver d'um dia
Pela maior ventura.
N'um adejar sereno
Deixando a Ierra ingrata.
Ella que anjo em ludo.
Da Ierra se desata.
E inda mais doce e bella,
N'um mar de eterna luz,
Onde so espalha a iraagem
Da veneranda cruz ;
Onda-lhe a existencia
N'um candido arrebol,
Sob o suave influxo
Do sempiterno sol.
Poi-se n'um rir fsgueiro,
Longe dos patrios lares,
Para a mansito esplendida.
Onde nao ha pezares.
Se era uma flor oo mundo
A s'entreabrir rigosa,
E Ihe apontaram mimos,
-Como fragrant rosa :
N'outro jardim mais ampio
Reverdeoeu mais viva;
E o precioso aroma
Exhala mais festiva.
Era do cu, e a sorte
Lh deparou alm
Perenne primavera,
Que o mundo nao conlm.
L, -tomo casto anginho,
Eolre oa angiahos seus.
Para existir sem mancha,
Quiz collocal'-a Deus.
E a collocou... Bem dito
O suspirar extremo.
Do espirito qoe sobe
Ante o Seuhor Supremo.
III
Lei deshumana aos olhos
Da ra philceophia,
Que nio comprehende arcanos
De summa economa:
Has, para a (robusta,
Lei de conforto e gloria.
Que mostra ao fim da senda
As palmas da victoria.
Se a natureza exprime
Em copioso pranto
A perennal saudade,
Que a dilacera tanto :
E' um geral tributo.
Que nao dosmente a creoga':
Pode existir ventura,
E a magoa ser intensa.
IV
Vos qne a gentil Olhfnha
To cedo haveis perdido,
Sabis o prego falta
D'ese penhor querido:
Era o primeiro tracto
De placida uniio,
Mas hoje Deus a guarda
Ma sua habitagio.
Na ierra, nms lembragca,
No eu, a felicidade:
Aqu, um passamento.
All, a eternidade.
Flores sobre o sepulcro
Onde o seu corpohsl
Que ella, ao cantar no empyreo,
Se lembra re seus paes.
Recife, 24 de maio, 1861.
A. R.deTorret Bantir*.
a S* CrsBn e
.wile.cXH.
Os 1(1 sai.. Srs. :
Fre Norberto da FurrBcaelo Paire,
Betmrde Quinteiro.
Lopes QuirzMia.ee,
Commendador, Usa* Rtaaaet Olireira.
Joizes poc ptajelo.
Os III ms. 8. :
Capillo Paulo Censares da 8Hvs.
Dr. Anselma F/aoci*ca Peretti.
Beroardino Jas Meniefre.
Francisco Jos de Campes.
Escrives por eleico.
C+tma ligael Bernarda Quiateiro.
Antonio Ramea.
Mejor aeeel do Nascimento da Coaxa Menteiro.
Francisco de Paula e Silva Lias.
'' ^. Esctiriespor devoco.
Romo Sera pito Comes.
Joaquim Lopes Goimaries.
Jaao Baptista da Silva.
Bento dos Santos Ramos.
Juizas por eleieeo.
Ae Illmas. e Bxcoas. Sras. :
D. Theress de Jess Salgado.Cavalcanti.
D. rsula Uartinho das jlrazeres.
D. Anea Trifona das Chagas.
: Juizaa por devogao.
As illmas. fiamas. Sras. :
D. Mara Gezaria Bandeira de Mello.
D. alaria Joaquina de Macada.
Escrivas poreleigo.
As Illmas. e Exmas. Sras. :
D. Maris do Espirito Santo Costa Vlente, mu-
lher do Sr. Bernardo da Costa Valente.
D. Maris da Cruz Pereira.
Eerivaas por devogo.
As Illmas. e Ex mas. Sras. :
D. Felippa Francisca Carduzo de Mesquita.
D. Josepha Marta da Ceaeaigae.
Moldeaos.
Os Illms. Srs.
Antonio Jos Das da Silra.
Alferes Amento Pedro da Alcntara.
Joo Chrysostomo Pereira Soares.
Joaqoim Ramos e Silra.
Manuel Severfno Telis ds Crur;
Luiz Cyriaco da Silva.
Alexandrino dos Santos Pereira.
Antonio Francisco daa Chagas.
Joo Gomes de Oliveira.
Joe Fernanes da Cruz.
Mordomas.
As Illmas. e Exmas. Sras.:
D. I'riscilla M>ria do Bomfim.
1). Romana Amata do BomQm.
O- Rosalina da Silra e Mello.
D. Romana Mara de Cenceigio.
D. Joaona Mara do Rosario.
fr. Uanoel de Sanl'Anna, prior.
lo
2t:SSta.
Cealado praviWtai
endtntento do. di, 1 2t. ;' .-0 48316
. 1131438
dem lo dU..
[oTime]
iodo porto.
n frsUios trntnu no dia 13.
As 21 dias patacho naeionat Paulino de tT to-
neladaa capitao Aotonio Maris da Costa e Sii
aaaipagem 11 earga sal, a Marques Barre
BaUiasere 31 atas barca amerieaoa Fanny Grena-
Aap. de 871 toneladas capitao Samuel afertsaer..
equipagam li arga330 barcas com fartam*
delngo, a Phihppe Brothers 6 C
Fhiladelpbia 40 diaa brigua americano Brandyioi-
,,* 907 toneladas, capitao Luiz C. Uarmen
equipageoi 10 earga 1508 barricas com fannhal
de trigo, a Restron Rooker & C. seguio aat
os portos do sul.
'.*,* <"* *>'>* < nnm Scott,
zuu toneladas, capitao Charles oweH,
r. **?*2 ***** csrvao de pedra a erdem.
Gardiff 52 das briguo ingles Sptcimen, de
toneladas, capitao John Bale, eaupagem
carga uilbos de (reo, a ordem.
omN.Ma.*'[tfiabarca "gleza Constare da
24a toneladas capitao Joseph E. N. j'arve
equipagera 15 carga 3500 barricas com b-
Iho, a Johnston Pater 4 C.
Falmouth 51 das brigue inglez Wellington VN
234 toneladas capitao Welleam Xall, equipa-
gem 10 carga plvora e mercadoiias : a Rota
Btdjulac.
Cardff 34 das barca (ranceza Conta Roger de 21A
toneladas capitao Petil, equipagem 14 carga
carvo do pedra, a Tisiet Frere 4 C.
Himburgo 37 dias brigue hamburguez Buenos-
Ayres, de 160 tooeladas capitao E. N. Ahreos-,
equipagem 9 carga fazendas e mata gneros, a
KalkmsH 4C.
iVacio sahido no mesmo dia.
Aracaly hiate brasireiro Invencivel capitSo JoSo>
Joaquim Aires ds Silra carga difieren tes g-
neros. *
Rio Grande do Sul palhabote nacional Jorge ca-
pitao Francisco Aires dos Santos carga vatio
gneros.
Lisboa brigue porlngoez Margarida capillo Jos
Rodrigues Ribeiro carga assucar.
O DIGNO DE CHDRAR-SE TODOS CHOREM.
Chorai povos 1 chorei portuguezes 1 chorai fl-
Ihos de Jerusalera I chorai commadres I chorai
discipulas amadas tamanha desventura 1 la se vai
'O nosso protector, a nossa consolaco ; ja nao
-habita entre dos o criador do quantos eslabeleci-
mentos exislem ho de existir ; chorai gentes
do campo Verde 1 vs qoe por tanto lempo fostes
testemunhas dos altos feitos de to preclaro
hroe, digno de ser cantado pelos Gerandios,
onde nociereis achar um oulro amparo s rossas
necessidades I chorai filhosde Esculapio a ausen-
cia do mimoso collega, que tanto se vos avanla-
java na inveslgago dos segredos da natureza 1 o
que ser da sciencia sem o seu nico e legitimo
apoto ? Portuguezes I cobri o rosto, estaos or-
phos, ja nao lendes quera vos represente, quem
vos proteja I deja pota o pesado luto a demons-
trago'do vosso vivo sootimento da profunda dor,
que dilacera peitos leaes ; chorai lhos da des-
ventura 1 ja nao acharis quem mitigue os hor-
rores da mizeria, quem trale de rossas enfermi-
dades, pois o aojo tutelar, a quem o co dolou
de tanta .abe loria e de uma candade proverbial,
ja l rai sulcando os verdes mares.
E' rerdade que, qual oulro Vicente, ahi vos
deixuu dous monumentos dignos do mais sincero
respeito, onde pederis achar prompto soccorro
s uecossidades do corpo e alimento do espirito,
se mos larapias ligadas com a ignorancia ; nao
tivessem combinado a sua ruina. Depois de ter
osgotado -os seus haveres com os indigentas, per-
dido a saude no (ratamento continuo de seus se-
melhantes, s com o inleresse de servir a huraa-
nidade afilela ; ei lo que vai, tragando o fel da
negra iogralido, procurar allivio no seio da mi
patria ; eseonder a vergonha, e chorar as miserias
daquelles de eus irmos ; qoe nao souberam
coojprehender a sublimidade de suas intengoes
O xal, que a grande e invicta cidade, cujas
bellezas s podem ser cantadas pelos grandes ge-
nios, coohecedora desde muito lempo dos eitos
maraviihosos do nosso dislinclo amigo possa
suavisar os seus desgostos exaltando o verdadeiro
mrito.
Boa viagem.
Adelo.
OHMr.itGIO.
4klfanda$;a,
Rendimento do dia 1 a 22. .
dem do dia 23.....
- 277:241*914
. 7:522328
284:761*212
Hovlmeato da aMandega.
Volumes entrados com fazendas.. 478
> com gneros.
Volumes
a
sahidos

com
com
(azendas..
gneros:
290
135
400
768
------535
Descarregam hoje 24 de maio
Barca americana Et (arinha de Irigo.
Barca ingleza Travelleridera.
Barca inglezaOlindabacalho.
Barca ingiezaNethonidem.
Brigue uglez^sk(azendas.
Brigue ingtezN*ulelusidem.
Barca inglezaCoostsncebacalho.
Brigue hamburguez George genebra e gar-
rafes.
mportaftao.
Barca ioglcza Travellers vinda de New-Or-
leans, consignada a Phipps Brothers & C, mani-
festou o seguate:
2,811 barricas farioha de trigo ; aos raesra os
Barca iogleza Olinda, vinds de Terra Nova,
consignada a Saunders Brothers & C maoifeslou
o seguiote:
2,675 barricas bacalho ; aos mesmos.
Exporta^ao.
Do dia 21 de maio.
Barcapprtugueza Gralido para Lisboa, car-
regara m :
Aranaga Hyjo & C. 25 pipas H.550 medidas
agurdente. I
Carvalho Nogueira & C. 300 saccase 4 bariqui-
nhas coral.5081/2 anobas de assucar.
Feliciano Jos Gomes 100 saceos com 500 ar-
robas de assucar.
Barca (ranceza Sphere para o Havre car-
rega .
Tisset (reres 400 saceos com 2,000 arrobas de
assucar e 883 couros rdea com 47:933 libras,
dem do dia 22.
Barca portugueza Gralidoa para Lisboa, car-
regara m :
Bailar & Oliveira 300 saccas com 1,500 arrobas
de assucar.
Carvalho Nogueira & C. 300 saccas
ditas de dito.
Feliciano los Gomes 800 saccas cora 1,500 di-
tas de dito.
Barea (ranceza Sphere para o .Havre, carre-
garam :
Baro do Livrdmeelo 301 couros espichados
com 4,130 libras.
Cals Irmos 450 saccas com 2,250 arrobas de
floSUOt*
Escuna ingleza Jamy Jones para o Canal
carregaram: *
Ademson Howie k C. f^O s ecos com 3,000 ar-
robas de assucar.
B*tacho inglez Ernj- para Liverpool,.ca*
regaram :
Palea Nask 4 C: 222 saceos com 1,237 arrobas
de ftlgodio.
Raree portugueza Sympalhia par o Porto,
carregaram :
Beltar & Oliveira 400 saceos com .0O9 arrobas,
dt aeMMr.
oa ce *
a
ao
&
ai
o.
w -
Horas.
z
B'
kthmosphera
en n en pj 1 | Dirtcco. *
ss e w a o o w | o m a Intensidad*. a o
1 ~l *"4 --4 C Fahrenheit. O
as co ce .^ 9 Centigrado. H -I m o
s Jk. o o QP O- | Hygrom*tro.
M o | Cisterna hydro-0 mtrica.
-4
oo
-i
en
00
S
5
-i
en
O
Franca*.
30 00
o
ce
CO
o
co
o
o
cu
O
CO
o
Inglei.
t A noile clara al as 3 h 45' da manh e depois
d'agoaceiros, vento SE variavel de intensidad*
at ao amanhecer que rondou para o terral.
OSC1LACA da mau.
Preamar as 3 h. 6' da tarde, altura 6,6 p.
Baixsroar as 8 h. 54" da manha, altura 1 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 23 de mata
Romano Stkpple,
Io lente.
Edita es.
com.lt,500
De ordem do lllm. Sr. inspector da alfan-
dega se faz publico, que no dia 25 do crreme se
ha de arrematar em basta publica, depois do>
meio dia porta desta reparlico, de conformi-
dade com a disposico do art. 204 2o do regula-
mento, 1 caixa da marca C & G I o. 122, conten-
do agua (orle L, por acrescimo ao manifest da
barca franceza Sphere, entrada em 7- do cor-
renle, sendo a arremalaco lvre de direilos aa
arrematante.
Alfandega de Pernambuco, 22 do maio de 1861.
O 4. escriplurario,
Joaquim Albino de Gusmao.
Por ordem do Sr. inspector da alfandega
se faz publico, que no dia 24 do correte, depois
do meio dia, na porta da mesma repartico, da
conformidide com o disposlo no 4." do art. 30tt
do regulamenlo e a requerimeoto dos consigna-
tarios Carvalho, Nogueira 4 C se levar baste
[iiibii -a para serem arrematados por quem oais
der 63 volumes de barris abatidos, viudos da ilha
de S.Miguel no patacho portuguez Lima, entrado-
neste porto oo dia 13 do correnle.
4.a seceo da alfaudega de Pernambuco 21 da
maio de 1861.O esariptorie,
Joo Jos Pereira de Paria.
Aexandre Augusto de Fras Villar.official da im-
perial ordem da Rosa, mejor commadante inte-
rino do primeiro batalhode arlilharia da guar-
da nacional do municipio do Recite, e presi-
dente do couselho de qualiGcaco ds parochia
de S. Fre Pedro Goncalves, por Sua Magesta-
de Imperial, ele.
Faco saber a quem ioteressar possa, que da
conformidide com o disposlo no artigo Ia parla
i* do artigo 9 do decreto numero 1,130 de 12 de
marco de 1853, e arligo 8o das iotruc;es de 25
de outubro de 1850, se lem de reunir, na terceira
domioga de maio, o conselho de qualif:cac,o pa-
ra reviso e qualiQcecle da guarda nacional da
referida parochia, no consistorio da igreja matriz,
do Corpo Sanio.
E parfe que chegue ao conhecimento de lodos
mandel passar editaes que serio publicados pela
imprensa e aflixados aos lugares designados na
lei. Cidade do Recife, 11 de maio de 1861.
O Htm. Sr. inspector da thesourarto pro-
vincial, em cumprimento da resoluco da junta
da (azeoda, manda fazer publico, que no da 3
de correnle, se ha de arrematar a quem por me-
nos fuer, o (ornecimonto dos medicamentos o
utencilios para enfermara da casa de detenga
nesta cidade, por tempo de um anno, a contar
do Io de julho prximo vindouro a 30 de iuuha
de 1862.
As pessess qoe se prfjpozerem a esta arrrema-
taco, comparegam na sala dassesses da mesma
junta no dia a cima declarado, pelo meio dia
competentemente -habilitadas, que-ahi Ihe sero
presentes o formulario e condiedes da arrema-
laco.
E para constar se aand publicar pelo Diario,
Secretaria da- thesouraria provincial de Per-
nambuco, 6 de maio de 1861.-O secretaria. A.
F. da Annunctocao.
IM I -
i>eclara$ae.
---
Pela administraco do correio desta cidada
se (az publico, qu'e virtud* daeenveteepoe--
tal celebrada peles ovemos brsseiro e francez
sero expedidas "" P/w ; Europa no dia 31
d UmMuta'matr ale aaatarmtdaSe ten cmrorr-
ci deste correio publicado no Diario de 29de Ja-
neiro prximo ieee Ai cartas seraorecebdas at
2 lleras antas de quefr mateada para a sabida eos
vapor*, eoejoraee al 4 horas entes. Correio
de Pernambuco, s4 de mato de 1661.O sdeusis-
trador, Domiogoi dos Passos Miranda.
C|iUia 4o Brt.
De ordem do Sr. che/e de divisa o capilo do
port se tal poblico que sao chamados todos oa
individuos matriculados nesta capitana, a com-
m

KA\l IXlll AHO


f
DIiOifitlBflUniti *. SEItt fEUtk 14 M MAK> K 184U
iras, da a a 16 flojnndk.
e tstfvaaeres.de 17 a 15 todos os .
. dos enfptegados_.ru' trafico do porto e]
gaveis,' lo 3a 21} ulm do mez os '
aeaeemr
. pregara-i^pequeu4 e, grande, cebolagpnv finito 1
etse'paio-SfTao eliihiados'os aie nao.comp-
'recexe'nV e;seui" noms' publicados,no*orates
corno nao pertenceodo nuis i esta pitani, fl-
eindo sjueitoitorcru-Unaenio e So serrig da
guarda.nacional.
/ te, 30 e. M deroai ^ iatlv-Jol^^ttiiceDO
Alte Msciel, servindo de secretario. _:,
. ~ Couscibo d coaipras navaes.
T enri de ser promovida a compra do material
da armada baito declarado, soba* condieges do
esiylo ja ba ni alto, publicadas, manda o cooselho
' fazer cooslar que isso teri lugar na sesso pr-
xima a 29 do correle mez em vista de propdstas
entregues nesse dia at as 11 horas da manhaa,
acpvpanhadas das amostras dos objectos que
caiba no possivel apresentarem-se.
Para os navios.
15 arrobas e 12 libras de plvora grossa e 50
vergonteaa de pinhode 4 a 8 polegadas de di-
metro.
Para o arsenal.
400 folhas de lita de vidro e 12 pacotes de pa-
pelao baela ou feltro.
Sala do conselho de compras navaes em 23 de
maio de 1861.O secretario, Alexandre Rodri-
gues doa Aujos.
Collectoria provincial de 0-
linda.
Pelo presente se faz publico a quera convier,
que do primeiio de junho prximo vindouro
prlncipiam-se a contar-se os 30 das uteis para a
cobranga do 2o semestre do correle anuo Dnao-
ceiro de,1860 61, da decima urbana a cargo da
mesma directora, e que fiado esse prezo incorro-
ro ns multa de 30 porcento os que deixarem
de pagar a referida decima.
Collectoria prorincial de Olinda, 20 de maio de
1861.
O escrlvao,
JoioGongalves Rodrigues Franca.
Conselbo administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimeato
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguiules :
Para provimento dos armszens do arsenal de
guerra.
10 duzias de taboas de louro de assoalho de 12
a 14 pollegadas de largura e 26 a 27 de compri-
mento.
12 duzias de folhas de papel lixa.
6 duziaa de lpis finos.
Para a capella do hospital militar.
1 panno preto para esquife com crui.
Quem quizer vender laes objectos aprsente ai
suas propostas em carta fechada na secretaria
do cooselho, s 10 horas da manhaa do dia 29 do
correte mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 22 de
maio de 1861.
liento Jos Lamenha Un*,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pertira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Por esta subdelegada se faz publico que se
cha recolhido i casa de deteocao um preto de
nome Paulo, que foi preso por suspeita de estar
fgido, diz ser escravo de Miguel Muoes ; assim
como existem depositados alguoa cavados que
foram apprehendidos como furtados, e tendo-se
j aonuociado nao tem apparecido reclamacao.
alguma, e logo que seja coocluido os das da loi
serao remettidos autoridade competente para
serem arrematados : porlaoto, quem se julgar
com direilo ao preto e cavallos, comprela, que
provaodo legalmeote, Ihe sero entregues.
Subdelegada do 1. districlo da freguezia dos
Afogadus 21 de maio de 18610 subdelegado.
Jos Francisco Carneiro Monleiro.
Conselho administrativo.
O cooselho administrativo, para fornecimento
tos seguales:
Para o fabrico de diversas obras.
2.000 varas de brim.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manhaa do dia 24 do
correte mez.
Sala das sesses do conseibo administrativo,
par fornecimento do arsenal de guerra, 3 de
maio de 1861.
Sent Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pertira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico aos proprietarios dos predios urbanos das
freguezias desta cidade e da dos Afogados, que
os 30 das uleis para o pagamento bocea do
cofre do segundo semestre da decima do anno fi-
nanceiro de 1860 a 1861, se principiam a contar
do dia 1. de junho viodouro, Meando sujeitos a
multa de 3 0/0 os que pagarem depois de fiado
os ditos 30 das.
Mes do consulado provincial de Pernambuco
21 de maio de 1861.
Antonio Carneiro Machado Rios.
| Uz Bo rjese
i}\ Para o Aracaty e Assu'.
iqqiv-I A barcaca Mari imatto. ntstre Francisco
a nave- Triomaz d Asajs, preleHfiJeeBJIr al 28 do jor-
rete :. para.o reato da carga trata-se com Pren-
te Vanna & G.
me******.** Para o Ass e portos in-
termedios
m
Paquetes Dglezes a vapor.
Al o dia 28 do correte vez espera-sa da
Europa o vapor Oneida, commandante Bevis,
o qual depsis da demora do coelume seguir pa-
ra o'Rio de Janeiro tocando na Baha : para pas-
sageoa ele,, dever-se-ha.tratar com os agentes
Adamson, Ifowie A C, [ni do Trapicha Noto
n. 42.
a lancha Flor do Rio Grande, rae&tre Antonio
Jas da Costa; quem quizer carregar ou ir de
passagem, dirija-s a ra da Cade do Recife,
loja do Sr. Joao da Cunha Magalhiea.
Lefe*.
i I '
LEILAO
Sexta-feira 24 do corrente
haver leilo porta da tlfandega de 63 volu-
mea de barra abatidos, viodos da ilha de
Miguel.
S.
qm0 ha no mercadkve que muito deve cotwir aaa
Srs. boticarios, pelo que ae espera nao faitean
a to boa ecoaslao que se lhes proporciona para
ae aortirem deata droga medicinal.
lima taberna.
Quinta-feira 28 do correte
Silveira & Mello far leilo por ioterveocao do
agente Coala Carvalho, da araogo a gneros da
taberna da ra Direita o. 31, em um s Iota a
vontade doa compradores.
":
Rio Grande do Sul
*.
pelo Rio de Janeiro
segu at o fim do correte mez o brigue nacio-
nal Mara Thereza por se achar engajada sua
carga para ambos es portos: recebe escravos a
rete, e trala-se com Baltar & Qliveira, na ra
da Cadeia do Recite n. 12, ou com o capitao a
bordo.
MIJL
Maranho
segu por estes dias o palhabote Garibaldi,
tem a maior parte do carga prompta ; tratar
com Tasso Irmaos.
IPffiA
o Rio de Janeiro
A veleira e bem cenhecida barca nacional melia pretende seguir com muilabrevidade, tem
parte de seu carregamento prompto ; para o rea-
to que lhe falla, trata-se com os seos consigna-
tarios Azevedo Sl Mendes no seu escriptorio ra
da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro
pretende seguir com muita brevidade o veleiro e
bem coohecido brigue nacioaal Damoa, tem
parte de seu carregamento prompto: para o res-
to que lhe falla, trata-se com os seus consigna-
tarios Azevedo & Mendes no seu escriptorio ra
da Cruz n. 1.
ILHA DE S. MIGUEL.
O pata-ho portuguez Lima, de primeira mar-
cha segu at o dia 10 de junho, ji tem o seu
carregamento prompto ; e para passageiros, pa-
ra o que tem excelleotes commodos, trata-se
com os seus consignatarios Joao do Reg Lima
& Irmo.
Para o Aracaty
Recebe carga e passageiros o hiate Exalacoa,
a tratar com Gurgel Irmaos na ra da Cadeia do
Recife n. 28.
Para Lisboa.
Sahe no dia 26 do corrente
a muito veleira e bem conhe-
cida barca
Sexta-feira 24 do corrate.
Costa Ca valho fara' leilao por des-
pacho do Exra. Sr. Dr. juiz especial do
commercio a requerimento do curado-
res fiscaes e depositarios da maua fallida
de Antonio Joaquim Vidal, de merca-
dorias, movis, escravos, dividas e urna
casa de um andar e sotSo na ra. Impe-
nal n. 79, no dia cima as i i horas da
manhaa na ra Direita n. 103, e tam-
bera se recebera' propostas a praxo com
garantas.

DE
Transferido por causa da cha-
va para 27 do corrente.
Letellier & C farao leilao por iotervenco do
agenteOliveira, domis completo sortimento de
ferragens e miudezas e de varias fazeadas para
fechar costas
Segunda-feira 27
do corrente, a 10 horas da manhia, no seu ar-
mazem, na ra da Cadeia do Recife.
Acham-se
da primeira
"beneficio do
la os bilhetes e meios
primeira loteria a
do Bom Conselho
de Papacaca n'thesour aria -das loteras
ra do Queimado n, 12, primeiro an-
dar, e Blas casas commissionadas do cos-
tume. O thesoureiro (bem seu pe-
zar) forjado a nao designar ja o dia
impreterivel da extraccao, visto como
sua commisso tao insignificante como
, nao o abriga dos grandes prejuizos
conforme os que tem tido, e pois, logo
que ten lia vendido boa parte annun-
rciara* o dia impreterivel, o qual sera'
tanto mais breve quanto mais breve fr
a compra dos bilhetes.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
LOTERA
Segunda parte da nona loteria
da matriz da Boa-Vista.
Nos felizes bilhetes vendidos com a chancella
assigoado veqderam-ae as seguintes
Avisos diversos.
do abaixo
sortes nos seguintes
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZA-GERMANO.
lll RECITA DA ASSIGNATURA.
AMNHA
Sabbado 25 da corrente.
Subir scena o excellente drama em 5 actos,
original francez,
para o resto da carga e passa-
geiros, tra-a-se com os con
signatarios Carvalho, Noguei-
ra & C na ra do Vigario n
9, primeiro andar, ou com o
capitao Borges Pesana.
Para o Aracaty.
Para o Aracaty seguir brevemente o hiate
Santa Anna : para carga e passageiros trata-se
com Gurgel & Irmo, na ra da Cadeia n. 82.
m&
Rio de Janeiro
segu com a maior brevidade o patacho nacional
Social por ter j engajado metade de seu car-
regamento. e para o resto trala-se com seu con-
signatario ManoelAlves Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14, primeiro andar.
ULTRIGE.
Sexta-feira 24 do corrente.
Aotunes far leilo em sea armazem na ra
do Imperador n. 75, de muitos movis para casa
de familia que seria enfadonho mencionar, assim
como vender na mesma occasio um cabriolet
em bom estado, aa 11 horas em ponto. *
UiliO.
A 24 do corrente,
O agente Oliveira far leilo em lotes a von-
tade dos preaendentes, de 30 cairas da 24 quei-
jos flamenos cada urna, da acreditada marca
O, chegados prximamente no melhor estado, e
mettidos a despacho na alfandega d'onde devem
sabir na vespera ou no dia do leilo, o qual lera
logar
Sexta-feira 24
do corrente ao meio dia ou logo que concluido o
do vinho dos Srs. F. S. Rabel lo & Filho, porta
da alfandega ou do armazem do Sr. Aones Ja-
come;
LEILAO
No dia sexta-feira 24 do
corrate.
Evaristo de novo leva a leilo a loja de calgado
da ra Nova n. 1, predio e dividas pertencentes
a Francisco Aotonio do Reg e Mello, sendo sob
propostas a'dinheiro ou a prazo : ao meio dia em
ponto do dia cima na mesma loja.
LEILAO
DE
Farinha de mandioca.
O agente Ilyppolito autorissdo pelo
Sr. Manoel Alves Guerra, fara* leilao
por cont e risco de quem pertencer do
resto do carregamento de farinha do
brigue nacional Maria Rosa, vinJo
de Santa Cathanna : sexta-feira 24 do
corrente as i 1 horas em ponto, no ar-
mazem dos Srs. Ferreiai Moreira, na
ra da Madre de Dos n. 4.
LEILO
A 2 do corrente.
Francisco Severiano Rabello <& Filho faro lei-
lo por intervengo do agente. Oliveira, de 50
barris de quinto de ptimo vinho branco da mar-
ca B&F, ltimamente chegado a este porto em lo-
tes a vontade dos compradores
Sexta-feira 24
do corrente as 11 horas da manhaa em ponto,
no trapiche alfandegado do baro do Linimento,
no Forte do Mallos.
Rio de Janeiro
O abaixo assignado, tendo chamado con-
clliacio a Victorino de Almeida Ribeiro, para
amigavelmente ajustarem suas conlaa da socieda-
de que tiveram na taberna da ra da Roda n. 48,
o qual nao tendo comparecido aflm de nlo ser
obrigado a a presentar oa livros e contas dos g-
neros, que oa qualidade de caita, comprava para
a mencionada taberna ; por isso o annuocnte
previne a todas as pessoas- que sao devedoras a
dita taberna, de nao pagarem ao dito Victorino
quantia alguma de seus dbitos, porque o anaun-
ciaote protesta pelos meios legaes fazer dita co-
branca ; e para que nao possam allegar ignoran-
cia, faz-se o presente aonuncio.
Manoel Jos da Silva Pimenlel.
28*0C%*S*0 &gpO0VpIUCA
tJcviiiamuucAUA
Domingo, 26 do corrente, s 10 horas da ma-
nhaa, haver sesso extraordinaria do conselho
director.
Secretaria da Associa^o Typographiea Per-
nambucana 22 de maio de 1861.
J. Cesar,
Io secretario.
Adrilino Ribeiro Barros, brasileiro, rai
Europa.
O abaixo assigoado traspsssa a posse que
tem em dez terrenos com 30 palmos do freote
e 170 de Tundo, com freote para o rio Capibaribe
e traspacam-se muito em coma: quem os pre-
tender eotenda-se com o mesmo abaixo assigna-
do na ra do Rosario larga n. 18.
Manoel Antonio de Jess.
Aluga-se um grande sobrado no caes do
Ramos com as acorumodacoes proprias para um
collegio, onde esteveocoliegiodo finado Silvano,
e tambem aluga-se urna casa terrea na praia do
Caldeireiro : a tratar com Jos Hygino de Mi-
randa.
Precisa-se de urna ama de meiaidadana
ra das Cruzes taberna n. 24.
Atten^o.
Precisa-se alugar um sitio perto desta cidade,
que tenha commodidades para familia, baixa de
capim, arvoredos, e que tenha extenso para po-
der trabalhar seis escravos : quem liver e quizer
alugar dirija- ra do Queimado n. 21.
Manoel (Pereira assignar-se-ha desta data
data em dianto por Manoel Gomes Pereira, vist,o
haver outro de igual nome.
Aos incautos.
Privine-se s pessoas que foram pagar o imposto
de asa aberta na cmara municipal deata cidade,
que a mesma cmara nao tem direilo de cobrar
o imposto do actual possuidor de um estabeleci-
mento, a divida de seu antecessor. Este direilo
s compete a fazenda publica e esta mesma s
pode cobrar quaodo odevedor passe o estabele-
cimento a outro, o nao quaodo despeje a casa, e
nella se estabelece difterente negocio ; por ex-1
empto, se Antonio ficou devendo o imposto de
um armazem de carne, e fiodou seu neaocio des-
pejando a casa, nada deve pagar Joo prter
estabelecido na mesma loja urna taberna, ou ou-
tro qualquer mister.
O inimigo das exorbitancias.
Escravo fgido,
No dia 28 de margo p. p. ausentou-se da casa
de seu senhor o preto de nome Pedro, com os
signaes seguintes : estatura regular, urna stula
meia cicalrisada oo rosto, falla meia dengosa, 35
a 40 annos de idade, foi com a cabera rapada, e
costuma andar calgado e bem vestido, intitulan-
do-se forro, e consta que passara em Riacho
com urna carta dizendo ser mandado : roga-se,
pois, a lodos as autoridades policiaes, capites de
campo e mais pessoas que do dito escravo noti-
cia tiverem, o favor de prende-lo e conduzi-lo
ao Recife, na ra Direita n. 78, ou casa do Sr.
Mendes Bastos, em Garanhuns, que sero gene-
rosamente recompensados.
2455
275
J589
1359
1598
2121
12
e outros de 409,
pagas /inclusive
nmeros
5:000
800
4003
100$
100$
100
20 e 10.
os 12 por
Meio bilhete.
Dilhete iateiro.
Dito dito.
Meio bilhete.
Dito dito.
Bilhete inleiro.
Meio bilbet.
Estas sortes
cento geraes
sao
e 2
0.
provinciaes) oa praga da Independencia n. 22
junto ao relojoeiro aonde se acham a venda e
as mais lo]as do costume os bilhetes e meios
da primeira parte da primeira loteria do Bom
Conselho de Papacara, aos precos jaaoounciados.
Santos Vieirs,
Pede-se ao Sr. Caetano Theodoro da Silva
Villana, queira ter a bondade de dirigir-so a ra
estreita do Rosario n. 41, segundo andar, das 7
s 9 horas da maoha e das 3 em vante, afim de
tratar de um negocio de seu ioteresse.
Precisa-se alugar urna ama, forra ou escra-
va, para casa de pequea familia, com tanto que
tenha boa conducta : oa ra da Santa Cruz n. 52.
Por detras da ra da Concordia aioda se
vendara dous terrenos de 30 palmos de frente e
170 de fundo.com frente para o rio Capibaribe,
e iraspaga-se muito em conta: quera pretender
algum ou lodos, pode eotender-se com Manoel
Antonio de Jess, morador na ra do Rosario
Larga padaria n. 18.
O mesmo precisa da um ou dous canoeiros
forros ou captivos, para trabalhar em condueco
de tijolos, pagos por mez ou por viagem.
Urna escrava.
Precisa-se comprar urna boa escrava que en-
gorme e saiba coser: na ra da Cadeia n. 57.
Offerece-se um hornera vindo pouco de
Portugal, para ensioar em qualquer engenho a
ler, escrever e contar, grammalica portugueza e
e traduzir francez, tambera toma coata da caixa-
ria : a tratar oa ra larga do Rosario o. 26.
Aviso
Sahira' bremente a
barca nacional IRIS
Terminar o espectculo com
em um acto, ornada de msica,
a nova comedia
linda e veleira
a qual. recebe
passageiros e escravos tendo muito
bons commodos em separado para estes
ltimos : a tratar com os consignata-
rios Aranaga Hijo & C., ra doTrapi-
rhe Novo n. 6.
J0
DE
VISTE E OUTRO SOLDOS.
PERSONAGENS.
Samuel Rigol, americano...... Thomaz.
Endyraion de La-Souche...... Vicente.
Andr Salifet.................. Rajmundo.
Jos Poirier.................... Campos.
Fedrinho, joven camponez___ Teixeira.
Claudioa Gamurot, joven cam-
poneza....................... D. Carmela.
Coleste Rigot.................. D. Jesuioa.
Badolim, labellio............ Nunes.
Uffl negro que nio falla........ N. N.
A scena passa-se oo castello de Rigot, dos ar-
xedores de Paria.
Comecar s 7 X horas;
Avisos martimos.
Para o Penedq.
Segu at o fita da preaeote semana, o hiate
eoertbe, por j ter seu carregamento quasi todo
para o resto trata-se na ra do Vigario
bordo
-n.5.
Para o Assu'.
i ?eer* ne.HnLbr*Tdade hi,t Camoragib*. por
jk (er parte de aaa arrecaments : n.n re.m
wregamenta ; para o resto
COMPANHIA PERMMBUCA1U
DI
Navegado costeira a vapor
O vapor Jaguaribe, commandante Moura,
sahir para os portos do sul no dia 8 de iu-
nho as 4 horas da tarde. Recebe carga at
o dia 7ao meio dia. Encommendas, passagei-
ros e dinheiro a frete at o dia da aahida 1 ho-
ra : escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
Navegaco costeira a
Parahiba, Rio Grande do
Macao, Aracaty Ceara' e
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
sahir para os portoa do norte at o Acarac no
dia 7 de junho s 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 6 ao meio dia. Eocommendas, pas-
sageiros e dinheiro a freta at o dia da aahida
as i horas: escriptorio no Forte de Mattos n. 1,
O agente Camargo far leilo de urna porcao
de barricas com bacalho de marca peixe : sex-
ta-feira 24 do correle oo armazem do Sr. Tti-
xeira no caes da alfandega.
LEILAO
DE
Urna taberna.
Ama
corrente.
por mandado
vapor.
Norte,
Acarac.
Quaria-teira 29 do
Costa Carvalho far leilao por mandado do
Exm. Sr. Dr. juiz especial do commercio e a re-
querimento de Aotonio da Silva Barbosa Ferro,
da armadlo egneros da taberna do pateo do
Tergo de Henrique Amante Chaves, a vontade
dos compradores.
UEILO
Segimda-feira 27 do corrente.
Por intervenco do agente
Francisco Alves de Ploho continuar do dia
cima designado e pelas 10 horas da manhaa em
seu armazem da ra do Vigario n. 8, por inter-
TeDclodo agente Pestaa, o leilo
db *
Diversas ferragens, perfumaras, relogios. meias,
escovas, espelbos, quadroa, estampas, franjes,
mantas, manteletes etc., tudo aem limita de
preco para fechar contas de venda.
a mesma occasio
render-Si-nio 8 barris coa jnacella a mais ora
Precisa-se de urna ama para fazer as compras
e coziohar para pouca familia : na ra do Cabu-
g n. 3. segundo andar.
Jos de Oliveira Travasso relira-se para o
Rio de Janeiro.
O Commercial Pernambucano
sahira' duas vezes por semana as ter-
Qas e sextas feiras. Subscreve-se a 5$
por serie de 24 nmeros pagos ao re-
ceber o primeiro numero. Avulso
vende-se a 200 rs. cada exemplar.
Qualquer pessoa que quizer assignar, e
mesmo comprar avulso, dirija-se a ra
do Imperador, livraria popular n. 67
ou ao escriptorio da mesma typogra-
phia Pernambucana largo do Forte das
Cinco Pontas n. 49.
----Jos Cesa rio de Mello pede ao se-
nhor da ra do Queimado n. 75, que
declare o negocio para que chama pe-
las olhas publicas.
Chegaram no estabelecimento
photographico de Stahl & C, la da
Imperatrizn. 14, os albuns para car-
toes de visita e grande' sortimento de
molduras doura jas.
Santo Aotonio.
Acha-se venda a trezena de Sanio Antonio,
nova edijio correcta e ntidamente impressa :
na roa do Imperador n. 15.
Precisa-se de urna ama que saiba engommar
a cozinhar: na ra Nova n. 33.
Benedicto Bruno, subdito italiano, vai ao
norte.
- Offerece-se ora rapaz portuguez para cai-
xeiro de qualquer estabelecimento, com habilita-
coes sudlcientes : a tratar na ra do Livramen-
to n. 28.
O Sr. Joaquim Jos de Sant'Anna queira
apparecer nagouartel do corpo de polica a en-
tender-se com o major do mesmo, sobre o que
Smc. nao ignora.
Aluga-se urna escrava moga que faz todo o
servico interno de urna casa : quem pretender,
dirija-se a ra da f raia p. 47, segundo andar.
Altga-se ama escrava que cozioha a en-
gmala : na ra dfl Queimado, loja n. 33, ou nos
Aflictos, casa eioienta confronte a igreja.
Aos irmaos da irmandade do
Santissimo Sacramento do
Recife.
Domingo 26 do corrente, pelas 11 horas da ma-
nhaa, no consistorio da nossa igreja matriz,
proceder-se-ha eleigao do juiz e mais mesarlos
que tem de reger a irmandade no anno compro-
missal de 18611862, tpara o que roga-se a to-
dos os irmaos de comparecerem pontualmente a
essa obrigaco imposta pelo cap. 10 do compro-
misso.
Recife, 22 de maio de 1861.
O escri5o,
Lourengo Luiz das Neves.
O abaiio assignado faz publico que se de-
sencamiohou de sua carteira urna letra da quan-
tia de rs. 2:858$525, sacada pelo abaixo assigna-
do em dala de 27 de abril do crtente anco,
seis mezes, e aceita por o major Antonio B. Cor-
deiro de Gusrao, propietario do engenho Pur-
gatorio, e garantida por Seraphim Velho Pessoa
Bezerra Cavalcanti de Albuquerque, senhor do
engenho Matary.
Francisco de Miranda Leal Seve.
O Sr. Joo Antonio de Barros queira ter a
bondade de dirigir-se a reparligo do correio,
afim de satisfazer o importe do seguro que fez
para o Rio de Janeiro era 16 de abril ultimo.
Jos Casemiro Gouveia retira-se para o Rio
de Janeiro.
Aluga-se o armazem n. 15 na ra da Cruz
por prego comino Jo : a tratar no segundo andar
do mesmo.
Joaquim da Silva Moreira retira-se para o
Rio de Janeiro.
Precisa-se de 400$ a juros por qualro me-
zes, pagaado 3 0(0 ao mez, e dando em garanta
um piano novo e as seguiotes obras de Dallor :
Jurisprudence du royaume, 12 vols., Recueil pe-
riodique, 32 vols., desde 1825 at 1856, riquissi-
ma encadernago; tambem se vendom, sendo
que o piano novo e de excelleotes vozes custou
800$, e a obra est no valor de 200$ : convenci-
nar-se-ha porm. Se taes garantas nao forera
sulcicntes. dar-se-ha dous escravos mogos, su-
jeitaodo um delles a retro, caso haja falta : a
quem convier, deixe carta nesta typographia com
subscripto a RR. para ser procurado.
Precisa-se de urna ama boa cozinhera e
que compre para dous mogos solleiros : na ra
do Crespo n. 18.
O abaixo assignado asi resolvido a vender o
tea engenho Velho, sito na freguezia de' Santo
Amaro de Jaboato, tres legoaa distante desta pra-
ga ; faz esse negocio recebendo em pagamenio, oa
permuta por'predlos nesta cidade, aceita igual-
mente em pagamento aeges do banco, dinheiro
e letras com firma acreditada ; o engenho eal
?n.i -e*C0'I,BU' lifn e desembarcado de
?!2..~su,,,la em 8eus breos coin os eroa
^wSS ; 8KM.Vm como !*" de qmtquer onua
2 I?t^"ih* t0Ta 08- 'no-
de plantelo de canoa p safrejar aonualmen-
alera de bastantes capoeres; as obras do enge-
nho era ptimo estado, com exeellente cesa de
vivenda, produz muito boas canoas de grande
rendimento de assucar ; vende igualmente o ga-
do do servico do eogenho, como o de criar a
bem assim as canoas para a nova safra prxima
futura : quem pois lhe convier effectuar to van-
tajoso negocio, dirija-se ao mesmo engenho para
tratar eom o seu proprieta rio.
Jos Francisco Pereira da Silva.
Agua para Ungir cabellos. J
Esta excellente agua o a melhor sem 0
duvida que tem apparecido no mercado, o
por nao ter o inconveniente de tornar os I
cabellos russos ou verdea e sim pretos S
imitando aos naluraes,coolinua-se a ven- ft
der no estabelecimento de eabelleireiro S
da ra do Queimado n. 6, primeiro andar, %
onde tambem eicontraro sempre os **
freguezes a excellente agua imperial para Z
lavar os cabellos, limpir as caspas e pre- JE
serva-los da queda. m
Francisco Tavares da Silva, testamenteiro
do fallecido Antonio Pires de Oliveira, roga aos
crodores daquelle fallecido se dignem apresen-
tar-lhe suas contas correles o mais breve oos-
sivel. *
Urna casa.
Vende-se urna excellente casa terrea com so-
tao na cidade do Aracaty, sendo, na melhor ra
de commercio a tratar naquella com os Srs. Gur-
gel & irmo, e nesta na ra doCabugloja
Urna loja.
Vende-se ou aluga-se urna boa armago para
qualquer estabelecimento, na ra Direita n. q4 :
os pretendentes podero se dirigir a ra ova a.
20, que acharao com quem tratar.
Vende-se urna barcaca coostruida de novo
no anno passado : quem a pretender, dirija-se a
ra do Livrameoto, loja n. 8.
Sal do Ass.
Vende-se a bordo do patacho Paulino; tra-
ta-se no escriptorio de Marques Barros & C., no
largo do Corpo Santo n. 6.
Para em direitura.
O patacho brasileiro Paulino segu em pou-
cos dias, pode receber alguma carga miuda ; tra-
la-se com os consignatarios Marques, Barros & C
A 1$000 CADA UM1I
Chapeos deso de panninho muito bem arma-
dos o Ig cada um : na loja n. 2 da ra do Livra-
meoto que volta para o Padre.
Rival sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, tem para ven-
der pelos diminutos precos as seguintes fazeadas
todas era bom estado :
Caixas de ag>ilhas francezas a 120 e 240 rs.
Ditas de alnetes sonidos francezes a 80 rs.
Caixas de clcheles francezes a 40 rs.
Ca toes de clcheles francezes a 20,40. 60
e 80 rs.
Duzia de meias cruas muito finas a 250O.
Dita de ditas a 21rj.
Linhas de carretel brancas e de cores a 300 rs.
Masso de grampas muito boas a 40 rs.
Thesouras. finas para unhas a 400 rs.
Ditas para costura a 160 e 320 rs.
Varas de renda lisa aortida a 60 e 80 rs.
Pares de sapatos de trauga de laa a 1$440.
Ditos de ditus de dita de algodao a 1$.
Pares de sapalnhosde la para meninos a 200 rs.
Cartas de alfinetes finos o grossos a 100 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 e 500 rs.
Frasco de oleo de macass a 100 rs.
Dito de macass perola a 200 rs.
Frascos de baoha muito fina a 320 e 400 rs.
Ditos de extracto muito fioo a 500 e 1J>.
Ditos com muito boa agua de Colonia a 2SOO0 e
2500.
Ditos de Lavande ambriada a 600 rs.
Sabonetes muito finos a 160 rs.
Frascos de oleo Phtlocome a 1*.
Caixa de folha com phosphoros a 100 rs.
Vende-se um excellente escravo moco, de
boa conducta, sem vicios era achaques de qua-
lidade alguma, e ptimo trabalhador do servico
decampo: a tratar na ra da Cadeia do Recife
oumero 61.
Vende-se urna olaria na Camboa dos Reme-
dios, que foi de Luiz Carlos da Costa Campello :
a tratar na mesma olaria.
Vende-se um casal de escravos de bonitas
figuras: quem quizer, dirija-se a ra do Scve nu-
mero 3.
Vendem-se oito casas terreas mei-agua si-
tas na travessa da Palma, e urna casa em caixao
com freote para a ra da Concordia, com as bem-
feitoras nella existentes : a tratar na praga da
Independencia n. 22.
Lengos e toalbas de labyrinthos ; venda
na ra da Cadeia do Recife n. 28, primeiro andar
Pedido,
Os encarregados da missa em S. Jos do Man-
guinho pedem encarecidamente as pessoas que
concorrem para este acto religioso, e que se
acham atrasadas com as S'ias mensalidades, ba-
jara de ver se a podem pagar, para por este meio
poder continuar a mesma missa.
GABINETE PORTUGUEZ
DE
LEITURA.
Por ordem do Illm. Sr- presidente do conselho
deliberativo do Gabinete Portuguez de Leitura,
convido aos Illms. Srs. conselbeiros a reunirem-
se em sesso extraordinaria do mesmo, segunda-
feira 27 do correte, pelas 5 1(2 horas da tarde,
na sala das sesses do referido Gabinete, afim de
disculirem o projecto de estatutos.
Secretaria do conselho aos 23 de maio de 1861
Francisco Ignacio Ferreira.
1. secretario.
MM*
Precisa-se de urna ama que cozinhe e faga
compras ; na ra do Amorim n. 56.
Antonio Rodrigues Vieira, Portuguez, vai
para fora do imperio.
A pessoa que annunciou desejar comprar
urna casa com aoffriveis commodos em algumas
das ras dos bairros de S. Jos ou da-Boa-Vista,
ser vindo-lhe a casa n. 61, sita na travessa de
Joo Francisco da freguezia da Boa-Vista, dirija-
se a estrada do Chora-menino, casa n. 1, que
achara com quem tratar.
Procissodo santissimo corpo
de Dos.
Tendo o Cabido de fazer nercorrer no dia 30 do
corrente, as 4 horas da tarde, a procisso do san-
tissimo corpo de Dos, pelas ras Nova, Amparo,
Quatro-cantos, ladeira da Ribeira, S. Bento, Pago
Castelhano, pateo de S. Pedro Apostlo e ladeira
da S, roga a todos os castradores de taes russ te-
nham a bondade lirapar aa frentes de suas resi-
dencias e guarneee-las com colchas para mais
decencia do acto.
Aluga-ae urna escrava sem habilidades para
o servico de casa : a tratar no principio da es-
trada de Joio Fernandes Vieira n. 36, ou na ra
i da Madre de Dos, armazem n. 32.
gaz.
O deposito dos phosphoros do gaz acaba de re-
ceber novo sortimento pelos ltimos navios, e
contioa a estar muito supprido, vendendo-seem
porges e a retalho por barato prego ; na traves-
sa da Madre de Dos, armazem os. 9 e 16 de Fer-
reira & Martius.
Attenco
Vende-se urna padaria muito afreguezada e
bem montada, com todos os pertences, tudo com
pouco uso, na freguezia da Boa-Vista, faz-se to-
do o negocio pelo dono ter de retirar-se para
fora: quem a pretender, dirija-se nesta livraria
ns. 6 e 8 era carta fechada, com as iniciaos L. C.
A. para ser procurado.
VeDde-se urna casa terrea n. 28, no Man-
guinho defronte da igreja : quera a quizer com-
prar, dirija-se ao armazem n. 6 no largo da As-
sembla. ou na ra da Guia n. 22.
Fazenda econmica.
Lazinhas para vestido a 240 rs. o covado, ou-
tr'ora de 800 rs. : Adriano & Castro, rui do
Crespo n. 20.
UMAPRETA
Vende-ae urna escrava boa lavadea de roupa
e outros servigos para urna casa de grande fami-
lia, de35 a 40 annos, prego muito commodo ; na
ra Nova n. 20.
Vendem-se globos para candielros do gaz,
bombas Japy, mais barato que em oulra qualquer
parte ; na ra larga do Rosario n. 34.
PHl\Cli-BM.raOL0MEO
Ra larga do Rosario n. 36
Rob l'Affecteur.
Pilulas de Ailexou.
Pilulas americanas.
Vermfugo iuglez.
Pillas Holloway.
Ungento Holloway.

/


DUMO DR Ni|IC>. ^ SEX1* FE1R4 H #1 M*K) DE
i--
i
VHiaMrt
tado "laKetTeyer e' tniuiir Hinfjurt ingle-
za e franceza com exeicleit da conftrtacio jar*-
cidade d a mu* os seto, linio fie Rio com's Di
Babia e aqui mesmo em Percambuco, offerece
de doto o sen presumo aquellas pessoas que qui-
lerem-se applicar em qmlquer destes idiomas,
para o que devm informar-se oa ra da Cruz n.
52, ou na ra da Cadeia Velha n. 61.
dfT
Julio & Conrado conllnuam a receber
obras por. medida a vontade de seus nu-
merosos freguezes e recebe.n toda obra
g que nao ficar a vontade do freguez, tem
sempre porfi de gurioos a escolber o
gosto e commodo das pessoas, debaixo
jS& da direcgao de scu mestre alfaiate que
P ji bem condecida a sa tgsoura, rece-
0 bem gurioos (Sor todos os vapores.
Aluga-se n terceiro andar e solao, com
eicellentes commodos o bastate fresco, no bair-
rodo Recite, na do Amorim n. 27 : quem o pre-
tender, dirija-se a mesma ra n. 46, que acbar
com quem tratar. .
cdftimiso de scravos,
pateo do Parado n. 16,
Sobrado que foi do fal-
lecido Nicolao.
Para a dita casa foi transferido o aatigo escrip-
torio de commissao de escravos, que se aeha
estabelecido oa ra larga do Rosario D. 20, e ani
da mesma maneira se contina a receber scra-
tos para serem vendidos por commissao, e por
conta de seus senhores, nio se poopaodo esforgos
para que os meamos aejam vendidos com promp-
tidao, aflm de que seus senhores nao sojftana em-
pale com a venda delles. Neste mesmo eslabe-
leciraenio ha sempre ptra vender escravos de
ambos os sexos, velhos e mogos.
Precisa-se de urna mulber que su preste ao
servic.0 ordinario de urna casa, e queira acompa-
ntaar a urna familia provincia da Parahiba ; a
tratar na ra da Uniao n. 50.
Industria.
. Sida-se qualquer peca de louca ordinaria,
porcelana, vidro e barro, seja qual for a qualida-
de do objecto : na ruado Livrameuto n. 31, loja
de calcado.
Modista de Lisboa
Na ra das Cruzes n. 24, primeiro andar, fa-
zem-se vestidos, manteletes, chapeos de seda,
enfettes de cabera, tambem se lavam e enfeitam
chapeos de palha de senhora, ludo com promp-
tido e pelo gosto de Pars, para o que recebe u-
guriaos por lodos os vapores que vera da Enropa
ppadete dSnr. 6r. Joquita Aotoftio
AW*fl>ife*o, residente n* pro* Moja i Ceac : Ha 1'i.vraria da pi ac
cia-SPV.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por^3
Tira ratratos por 3#
Tira retratos por 5
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendorecebidoum sortimento de cat-
xinhas novas
Tendo recebido un sortimento de cai-
xinhas noves
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebado um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sor ti ment de oai-
xinbas aovas
Tendorecebidoum sortimento decai-
xinhas novas
No grandealao da ra do Imperador
Nogrtmdetalaoda ra do Imperador
No grande salo da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande alao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A.. W. sborn, o retratista america.
no tem receatemente recebido um gran.
de variadosortimento de caixas, qua.
dcos, aparatos chimlcos, e um grande
numero de objectos relativos a arte-
Como tambem um grande f ornecimen-
to de caixas para retratos de 3#000 rs-
cadaum, as pessoas que desejarem u-
qnirir conUecimcntoa pratiecs na artr
de retratar -achanto o abaixo ass'tgndo
sempre prompto sob condi razoaveis.
Os-cavalhoiros esenhoras sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examtnarem os specimens do que
cima (ica anunciado.
nrf raT*ar *m* mm "a-* au *i*ia ?
ODr. 'Joaquim da Silva Gusmo pode j
-ser procurado para o exercicio de-stia
profieso medica a qualquer hora do dia
ou do noite ne largo do Carino n. 5, pri-
meirc andar:
O Senhor
Precisa-se de urna preta escrava para o ser-
vico interno e externo de orna casa de pouea fa-
milia tratar na run da Cadeia do Recite n. 22,
primeiro andar.
por moeda corrente as sotas geraes
dospadres seguintes:
Brancas de 1 com urna figura.
Ditas de 5$ com urna dita.
Rxas de 50$.
Brancas de 500#.
Verdes de 500$.
E mais : notas de banco da Baha
de lOg rs. e 209 rs. ditas da caixa
filial da dte de 28$ : na ra da Cruz
do bairro do flecife, armazem d, ti.
Cdulas.
Trocam-se com mdico descont as notas ge-
raes do tbesoure, que se esto Tecolhendo, _e
bem assim de diversos bancos do Rio de Janei-
ro e Bahia e da caixa filial desteultima cidade ;
na livrada, econmica, ao pe to arco de Santo
Antonio.
Denles arteficiaes.
Ceatano Aureliano de Carvalho
a fabrica Sebastopol, a negocio
peito.
Couto, quena ir
que lhe dit res-
Convite.
Attenao e umita atteno.
Sodr .& C. convida a todas as familias que
qovaorem honrar cora suas presencas a salla do
primeiro andar da ra .Estreita do Rozado o. 11
por cima do seu estabelecimenlo a virem tomar
sorvele e outres gneros tendentes a coofeitoria
para o que tem com todo o aceio preparado com
rica mobilia, esesis de marmore e Iluminado
a gaz ; dvertindo que serio servidos com toda a
ptomplido, epreQos mdicos.
Atten Beeeja-ee aaber e ainda existe nesta provincia
ou se j tallecido Jos Aatonio de Souza Fiei-
tas, subdito porliiRue, para se fazer riente a
pessoadesua familia ; roga-e a quem dfclle sou-
ber, o favor 4e dar.olicias no escriptotio do F.
S. Ilab+llo .& FiHio, ({ue se lhe ficar a^udecido.
Aluga-se a loja do sobrado n. 37, silo na
ra do Imperador : a iratar.no Mondego, casa do
fallecido comaieodador Luiz Gomes Ferreira.
Precisa-se de urna boacoziaheira, livce ou
escrava ; oa ra da Sania Cruz o. 6.
Sorvetes.
Sadr & C. avisa ao resuenavel publico e com
partieularidade aos seohores scademico* que qui-
zerem honrar o seu ettabelecimnto na ra Es-
treita do Rozario n. 11 a virem tomar corvetea,
para o fue estar prompto todos os das das seis
horas da tarde era diaoie advertindo que de do-
mingo (9, em diante haver tambem ao meio
dia.)
Precisa-se comprar urna roseta de brilhao-
tes : a tratar na ra estreita do Itosario o. 4.
Aluga-se o primeiro andar da ra da Cruz
do Recite, proprio para escriplorio ou homem
solteiro, ou de pouca familia : a tratar uo ar-
mazem do mesmo n. 31.
ASSOCUaO POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
Domingo 25 do corrente ter lugar na fgreja
do Paraizo, pelas 8112 horas da maoha, a missa
solemne em honra da palroeira desta associacJo,
conforme determina o art. 87 dos respectivos es-
tatutos. O Sr. director recommenda aos senho-
res socios effeclivos que hajam de comparecer na
sala das sesses pelas 8 1[2 horas da manha,
afim de reunidos, seguirem para a mencionada
igreja assistirem, como Ihes cumpre, ao dito
acto. Convida tambem aos senhores socios ho-
norarios para que se dignem abrillantar com
suas presencas a nossa festa social.
Secretaria da Associago Popular de Soccorros
Mutuo 23 de maio de 1861.
Joio Francisco Marques.
1.a secretario.
Aluga-se o 2 andar do sobrado da ra das
Cruzes n. 35; a tratar na Pracj da Indepeodeo-
A viuva Jane, dentista, achando-se restabele-
cida dos seus longos encommodos de-saude vai
continuar a trabalhar porsua arte, e desde j of-
ferece ao respeitavel publico os seus. servicos
a qual quernora ao om.cm.u. ,..id.ni,, UM
de Santa Rita n. 61, com a perfeico bem conhe-
cida dos seus numerosos freguezes ; nao rece-
bando paga alguma de qual quer trabalho tenden-
te a sua arte, sem que ffquem plenamente satis-
feilos, E especialmente das tenhoras, de quem
espera preteccao e preferencia, pela franqueza e1
menos a canhament que devem ter com o trato
delicado de urna pessoa deignal sexo.
Attencao.
Furtaram do eogenho Santos Mendes, na co-
marca de Nazareth, do abaixo assigoado, ao ama-
nhecer do dia 25 de abril prximo passado, um
poltro caslanho de bom corpo, bonito, com algu-
ois marcas de chicote na anca do lado direito,
proveniente da moagem de canas, com marca de
peitoral, j muito mango de roda por moer a tres
annos, talvez tenha feito a ultima muda, com .fer-
ro no quarto a maneira de um Q manuscripto pou-
co mais ou menos. Sem duvida foi furtado por
um individuo de nome Manoel Joaquim, simi-
branco ou pardo, cor de laraoja, de corpo e altu-
ra regular, pouca barba, ladino, 13 e escreve
bem, e conta, foi cadete e deu baixa. anda aceia-
do ; o qualfra o auno passado da.cidade do Re-
cite para o mencionado engenho trabalhar, depois
de pouco lempo passou-se d'ahi para o engenho
Oral, em Pao .do Alho ; por ter elle perooitado
com um pardo cheio do cerpo, que ia em sua com-
panhia, no dja 24 de abril, em Ierras do engenho
Timbosioho tambem do asnuneiaote, em casa de
um morador, cujo engenho limitrophe daquel-
le em que furtou-se o animal; e lerem ambos de-
8apparecido oa madrugada do dia 25, justamen-
te quando furtaram o animal, e dizem que nesta
manha passaram ambos em Pao do Alho, onde
quizeram trocar o pokro, iodoum puxando o pol-
tro e cutro montado em um cavallo pedrez ma-
gro. Consta que o llanoel Joaquim ettivera
amansando o poltro em Olinda na estrada, e que
o poltro dera urna queda em um rapaz, afihado
do Dr. Lobo, que eslava judando a amansa-lo.
O Manoel Joaquim tem prenles em Olioda, po-
rm antes de subir o anno passado a procurar
servico assistio no Recite na ra do Pires em um
dos casebres que ha no pateo, onde se concertam
carrinhes de alfandega, em companhia do outro,
que foi preso no Gm do armo passado por suspei-
tas de ladro de cavallo, porrn assim que foi sol-
lo mudou-se. O Manoel Joaquim cosluma mu-
dar o nome, tanto assim que contiendo em
Olinda por Jos Francisco.
JAoga-.se sautoridados policiaes, e a qualquer
pesaoa em particular a appreheoso do dito ani-
mal., assim comoajirisao dos individuos, eleva-lo
no dito engenho ou no Recite,aos Srs. Manoel Ig-
nacio de Oliveira e Filho.Laurentino Gomes da
Cuaba Beltro.
Msicas e pianos,
J. L\L'M.\Mi:R, na rus da Imperatriz n. 23,
acaba de receber pelo ultimo vapor da Europa
urna bella collecco de msicas para piano e can-
to, dos melhores autores e muito escolhidas;
igualmente se encontr em seu estabelecimenlo
ptimos pianos ; assim como faz todos os con-
cerlos e alia os mesmos instrumentos em pouco
lempo e por precos commodos.
o actual escrivo da irmandade do Senhor
Bom Jess das Portas, erecta na igreja da Madre
de Dos, convida a todos ns seus irmos a com-
parecerem domingo 26 do corrente, pelas 10 ho-
ras do dia, no consistorio da referida igreja, afim
de reunidos em mesa geral, deliberaren] sobre
negocios tendentes mesma irmandade.
Joaquim Francisco da Silva Jnior.
Escrivo.
S STHHL C. i
RETRATISTA DE S. 1.0 IMPERADOR.
Rita da Imperatriz numero M
(Outr'ora Aterro da Boa-Vista.)
! Retratos em todos es- %
ty\o& e tam&nlios,
| Pintura ao natural cu\
J oleo e a(|aare\\a.
| Conias 4e daguerreo- %
| tyuo e outros arte-
actos. i
| \morotypos. |
fPaisa^ens.
Sendo preseutemente
Santos Vieira o nico garanti-
dor de bilhetes de lotera, quaes sao rubricados com tin-
ta de i aprensa, os que nao
forem vendidos com a sua
firma 4evem ser considerados
como um laco armado a boa
f dos incautos.
CePISlILTOlIO ESPECIAL HOE0PAf mico
0 DOUtO
SABINO 0. L pe.
Ra de Santo AmH|(l
Novo) n.iffi
Consultas todos, os dias uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguiutes molestias :
moiestaa da*Mlh*m, m4tH*M c**, 'moletticuL %pee, wetisn do lh&umo-
tettitu syprtirutcw, todai as eipeoit de -ftlres,
febrt* inttrmttmm Mm IMsfMIbMSi .''
PHARMACIA ESPECIAL HOEOPATHICA .
Vardadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas neceisariaa, in-
falliveis en se effeitos. Unto em tintura, como
em glbulos, pelos prego* mais commodos pos-
siveis. *
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharnaeia ; todos
que o forem fra della sao -falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
rbdor as seguintes palavras l Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteir'as que no levrem esse impresa
assim marcado, embora tenbam na lampa o no-
me do Or. Sabino sao falsos.
ArreaJa-se o engenho Jicirt, situado no
termo de SerinhJiffi, moentee corrente.com ca-
sa de vivenda de sobrado com bastantes commo-
dos por ter outracasa terrea contigua com com-
munica^ao para o mesmo sobrado, estribara para
quatro animaes, olaria e seu respectivo forno.casa
de engenho com urna moeoda que produz calda,
para cincoenta a sessenta pies por tsrefa com oro
parol de eobre sufficientemente grande, com
picadeiros para receber para mais de ceoto e co-
coeota carros d canas, casa de caldeira com doos
completos assentamentos, tendo a casa sufflcien-
te cepacidade, urna deslilsgao completamente
montada contigua a casa de caldeira, com usa
alambique de cobre de continuidad?, com suis
respectivas garapeiras que produi urna pipa de
agurdente por dia de vinte e dotis graos pelo
ariometro de Cartier, casa de purgar para rece-
ber mil paes completamente arranjada, coradous
tanques para deposito de mel (de madeira de ama-
relio), coej dous couxos tambem de amarello ;
casa de encaixamento com qualro balcoes, sua
respectiva estufa e caixoes para deposito do as-
sucar, casa do fazer farinha com um grande forno
e completo aviamento; grande armazem para de-
posito de gneros por baixo da casa de vivenda ;
senzalla para habitar trinta casaes ; sendo o seu
locomotivo agua, que nunca falta seja qual fr o
verao ; copeiro, com urna roda de ferro com qua-
renta palmos de dimetro : todas as obras referi-
das de pedra e cal, e com ptimo madeiramento
Sendo o embarque dos gneros que exporta den-
tro, do mesmo engenho por estar a beira rio e a
beira mar. Os partidos sao a rada do eogenho,
todos lavradios e do melhor massape que se p-
ARMZL.
de desejar para a prodcelo de cana ; assim co-
Dentista de Pris.
15Ra Nova15
a
Frederic Gautier, cirurgio dentista, faz
todas as operaces da sua arte e colloca
dentes artifieiaes, ludo com a superiori-
dade e perfeigo que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tea agua e pos denlifricios etc.
MM
Precisa-se de urna ama ; na ra Nov* nu-
mero 5.
CollegiodeBemfica.
Reste estabelecimenlo
gommadeiras e de urna costureire.
ViM Tfirt B5 eS eff~m rnm ellf c*ST 1BV WK* tfl.V M
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver i Baker.
Machinas de coser: em casad Samuel P.
Johston C, ra da Senzalla Neva n. 52.
laiBasaiift-asMiftflssa^a^fltt^siM
** VW Al 9mW oBWrWwmWiW iWWs>VlOT>R
II CONSULTORIO ESPECIAL
| HOUEOPATHICO $
DR. CVSAVOVA,
S 30-Raa das Cruzes-^0 S
Neste consultoriotem sempre os mais j
novas e acreditados medicamentos pre-
parados em Paris (aslinturas) porCa-
tellan e Weber,por presos razoaveis.
Os elementos dehomeopalbia obra.re-
commendada intelliitencia de qu*lquer
pessoa.
A agencia do va-
prele reboque.
Acha-se estabetecida no esctiplorio da compa-
nhia Pernambucaaa no Forte do Mallos n. l^fn-
dese recebem avisos para qualquer serv.c.o le-
dente ao mesmo vapor.
Precisa-se alugar urna ama que saiba en-
gorme* e cozinhar: a tratar na ra da Senzalla
Velhan. 112, segundo andar.
Precisa-se em um engenho dis-
tante decta cidade 7 leguas e prximo a
estrada de ferro, de urna senhora para
entinar a duas meninas grammaticaNia-
cional e rancez, e se souber msica e
piano maior sera' o estipendio: quem
quizer annuncie ou dirija-se a ra do
Imperador n. 75. primeiro andar.
Tomam-se saques para o Porto e
Lisboa e para o Rio de Janeiro : no es>
criptorio de Thomaz de Faria, ra do
Trapichen. 40
Os abaixo assignados fazem sciente ao res-
peitavel corpo do commercio, senhores de en-
genho, e mais pessoas, que Domingos Corris de
Rezende Reg deixou de fazer parte da firma que
gyrava sob a razio de Correia j& Irmaos, desde o
dia 20 do corrente, ficando a cargo dos dous so-
cios Joaquim Correia de Rezende Reg, e Ber-
nardino Correia de Rezende Reg todo o activo
e passivo. Recite 21 de maio do 1861. Joa-
quim Correia de Rezende Reg.Domingos Cor-
ris de Rezende Reg. Bemardino Correia de
Rezende Reg.
Lava-se e engomma-se com toda a perfei-
cio, e tambem cose-secom perfeiclo : no largo
da ribeira o. 17.
. Est para alugar-se o segundo audar do so-
brado da-rua do Rosario da Boa-Vista, quasi no
pateo da Santa Cruz, em frente do sobrado de um
andar que deita a frente para a igreja da Sao!a
Cruz, esquina : quem pretender, falle na taberna
do mesmo sobrtdo.
i O Sr. Antonio Juvenci da Ponseca que re-
cebeu da secretaria do governo o requerimento
da gerente do racolhimeoto de Iguarass, des-
pachado em 12 de fevereiro do corrente anno,
queira vir entrgsr oa livraria da praca da Inde-
;e de duas en- pandenei os. 6 e 8, vislo p?Q o ter feito at o
presente,
mo todas as ladeiras, por serem composta de
barro moriquipi ejjomoso, com matas tambem a
roda d engenho de sufficinle capacidade para
dar estacas para cercar e lenhas para uso dos tor-
nos e casa de caldeira, e madeira para carros e
reparos que fr mister fajpr-se nos edificios rus-
ticos. Os partidos tanto de vanea como os de
ladeiras com capacidade de produzir de quatro a
cinco mil. paes sem nunca ser preciso plantar na
palha ; com um ptimo cercado para animaes, e
extraordinariamente grande e urna grande parte
coberta com capim milhan. Cosn trras por abrir
de fcil esgelo cujo solo de massape. Este en-
genho finalmente um dos de prlmeira escala
que tem esta provincia. Arrenda-se vendendo a
safra que existe fundada para a colheita de 1S61,
a findar-seem 1862, sendo avallada por peritos,
assim como o pre;o dos pies. As condi(6es e
tempo do arrendameoto se combinar com quem
o pretender, que devera procurar a seu proprie-
tario o coronel Gaspar de Meoezes Vascoocellos
de Drummond no sitio de sua residencia no Man-
guind, que se acha a casa de vivenda no princi-
pio das duas estradas e que vai para a ponte de
Uchoa.e dos Afllictos. de manha al 1 hora da
tarde.
Pede-se aos Srs Francisco Jos de Amaral
e Jos Honorato de Medeiros. moradores fora
desta praga, que queiram dirigir-se a ra do Cres-
po, loja n. 8, ou declaro sua morada para serem
procurado. I
Jotio Correia de Canalho, al- J
faiute, participa aos seus nume- J
rosos freguezes e amigos que mu-
dou a sua residencia da ra da
Madre de Oeos n. t para a ra
da Cadeia do Recite n. 38, pri-
meiro andar, aonde o encentra- g
. rao prompto para desempenhar @
S m tIna'(uer bra tendente a sua g
@ arte. @
O abaixo assignado, vendo na relacao dos
devederes de Antonio Joaduim Vidal e Estrella,
seu nome com a somma de trinta e tantos mil
ris, e nada lhe deseado, antes pelo contrario Es-
trella lhe c devedor, como deve constar pelas
cootas correles que este deve terem seus livros,
e mesmo para evitar duvidas j foi outra conta
apresentada ao Sr. Vidal e junto o Estrella que
lhe disse ser eu credor e nao devedor, mas ainda
apparoce o nome na relaco das divilas para en-
cher numero; isto serve de governo a quem as
queira arrematar. Recite 22 de maio de 1861.
Joao Baptista da Rocha.
Domingos Correia de Rezende Reg vai a
Europa.
3
O proprietario deste armazetftpar-
licin aos seus numerosos freguezes assim como aos Srs. amigos do bom e barato que se acha com
um grande sortimeuto de gneros os melhores que tem vindo a este mercado e por ser parte delles
viudos por conta propria, vende-os por menos do que em outra qualquer parte.
Wanteigti tngleza perfeitatteute flor a goo ri. a fon, a em bar-
mi se tara algum abalimento.
TO.a\\te\ga ira ftCeza mai8nova que ha no mercado vende-se a 710 rs. a libra.
C\\ jetla, \\ySOU e ptetO os raclhores que ha neste genero a 2500, 2J e
1J600 rs. a libra.
QueijOS flameiigOS Chega(j08 ne8te ultimo vapor de Europa 1#600 rs., em por-
(o se far algum abalimento.
V^^*l** S\119SO recenlemente chegado e de superior qualidade vende-se a 640 rs. a
libra.
Q^sLClJO pTft.XO og melhores que tem vindo a este mercado por serem muito frescaes e de
boa qualidade a 640 rs. a libra e inteiro se far algum abalimento.
oOllO lTaUCCX a o)" T8. jy catto elegantemente enfeitados proprios para mi-
mo, vende-se por este preco nicamente no Progresso.
QCe dft CaSCa dC gOaba em Calx5es com 3 li2 libras vende-se a lcada um.
BoVaCtS \Hutt lTlglCXa a mais nova que ha no mercado, vende-se nicamente no ar-
mazem progresso a 3S000 a barrica e a relalho a 240 rs. a libra.
\H\ClXaS raUCCiaS a .gors. a libraem porclose far algum abatimeoto.
Matmelada imperial d0 afamad0 Abreu, a
Lisboa a 800 rs. a libra.
Latas com bolacliiias de sod
differentes qualidades.
VillOeOiaiC 0 mai8 superior que tem vindo a este mercado a 900 rs. a libra.
N.aC,a dC tomate em utas de l libra, a mais nova que ha no mercado a 900 rs. a
libra.
P era SeCCaS eBJ conde?4S de 8 UIkm por 3500 a reUlhe a 480 rs. a libra.
Conservas raiicexs e ngVezas as ma9 DOras que ha por serem rm-
. a das em direilura a 800 rs. o frasco.
YletTia, maCaTraO e taWiar ll\\ a 0o rs. a libra e em caixas de urna ar-
roba por 8#.
Pa\\tOS de deUte \lX.ad0S em m0lhos com 20 macinhos por 200 rs.
X OUCnYi.0 dO VilSifOa 0 mai3 n0vo que ha no mercado a 320 rs. a libra em barril
a arroba a 9$.
rteSIliltO mun,0 novo vende-se para acabar a 400 rs. libra.
iuliOari^aS e "paiOS 0 que ha de bom neste genero por serem muito novos a 560 rs.
a libra.
ftaUUa de porCO resinada a mas aiva que p0de haver oo mercado vende-se a
480 rs. a libra e em barril a 400 rs. .
V^ataS C0O1 peiX.e de pOSta preparado ds melhor maneira possivel das melho-
res qualidades de peixe que ha em Portugal a l500cada urna, assim como tem salmao e
laguslinha em latas menores a 900 rs., verdadeiros charutos suspiros e de outras multas
qualidades dos melhores fabricantes de Sao Flix, champanhe das mais acreditadas marcas,
cerveja de ditas, marrasquino de zara, licor francez de todas as qualidades, azeite doce pu-
rificado a lfl a garrafa, nozes a 320 rs. a libra, ervilhas francezas, tructa em calda, azeilonas
baratas e outros muitos gneros que encontraro tudo de superior qualidade.
de outros muitos fabricantes da
vende-se a 1J600 rs. cada urna coai

Consultorio medicocirurgico
Consulta por ambos os systemas,
Em consequencia da mudanza para a sua nova residencia, o proprietario deste estabeleci-
menlo acaba de fazer urna reforma completa em todos os seus medicamentos.
O desejo que tem de que os remedios do seu estabelecimenlo nao se confundan) com os de
nenhum outro, visto o grande crdito de que sempre gozaram e gozara ;o proprietario tem tomado
a precauQo de inscrever o seu nome em todos os rtulos, devendo ser considerados como falsifica-
dos lodos aquellea que forem apresentados sem esta marca, e quando a pessoa que os mandar com-
prar queira ter maior certeza acompanhar urna conta assignada pelo Dr. Lobo Mosaozo e em pa-
pel marcado com o seu nome.
Oulro sim : acaba de receber de Franca grande porcao de tinclun de acnito e belladona, re-
medios estes de summa imporUucia e cujas propriedades sao to conhecidas que os mesmos Srs.
mdicos sllopathas eropregam-as constantemente.
Os medicamentos svulsosqur em tubos qur em tinclurascustaro a 13 o vidro.
O proprietario deste estabelecimenlo annuncia a seus clientes e amigos que tem commodos
sufficieoles para receber alguns escravos de um e outro sexo doentes ou que precisera de alguma
operacio, affianc,aodo que sero tratados com todo o disvelo e promptido, como sabem todos
aquelles que i tem ttdo escravos na casa do annunciante.
A situaco magnifica da casa, a commodidadedos banhos salgados sao outras tantas vanla-
gens para o prompto restabelecimento dos doentes. ,
As pessoas que quizerem fallar com o annunciante devem procura-lo de manha alel horas
e de tarde das 5 em diante, e fora destas horas acharo em casa pessoa com quem se podero en-
tender : ra da Gloria n. 3 casa do Fuodo.
Dr. Looo Afoscoro.
Precisa-se de um homem porluguez para feitor
com pratica ou sem ella, e d-se bom ordenado :
no eogenho Mega de baixo da comarca de Goi-
anna, ou nesta praca a enlender-se na ra do
Apello.
Collares medicinaos anodinos.
Para as dores e facilitar a dentico e con-
tra os accessos, convuledes. febres, e ou-
tras enjermidades das criancas.
00 DR. JASSE1 (inventor).
O Illm. Sr. Durrhell, filho successor e uuico
proprietario em Londres do collar medicinal ano-
dino, tendo tido a honra de ser o nico que pre-
parou e foraeceu os collares que forara necessa-
rios para a augustos filho* ao S. M. Victoria,
rainha de Inglatern, os quaes preservou a sua
joven familia de todas as doencas occasionadas
pela dentlgo, concedeu-lhe o privilegio de ven-
der este remedio chamado collar medicinal ano-
dino, rujo previlegio resultado de um acto do
parlamento feito oo 23." anno do reinado de S.
M. Jorge III.
O pal du Illm. Sr. Durrhell teve a honra de
fornecer por decreto especial assigoado pelo lord
de alta reputacao Dr. I*. Chamberloo no 1.a de
juoho de 1792, a SS. HU. el-rei Jorge III e a
rainha Cariota os collares medicimes anodinos
para uso jas meninos da casa real da IoRlaterra,
durante o lempo da dentico. O Sr. Burchell
pai teve tambem a honra de ser previlegiado por
S. M. re Guherme IV, e de fornecer estes col-
lares medieiuaes anodinos a todos 03 filhos de S.
M. el-rei Osear da Suecit, e de S. A. R. o grao-
duque Leopoldo diLToscana, (prego fixo 83.)
DEPOSITO GEfeAL, RA DO PARTO
NUMERO 119.
Rio de Janeiro.
Dr. Debroy. dentista, successor do Sr. Pau-
lo Gaignour, avisa ao respeitavel publico quo che-
gr em Pernambuco no mez de abril ou at
juoho,
Attencao.
Quem precisar de um mogo porluguez de idade
de 14 a 15 annos, chegado de prximo, para ca.
xeiro de taberna ou de oulro qualquer negocio
dirija-8ea ruada Praia, taberna o. 43.
Ensino particular.
O acadmico Mebelo dos Santos da Fonsec,
Lins, professor particular das raguas latina a
franceza. autorisado pelo governo, tem aberto e
curso das ditas lioguas ra de Santa Rita no
15, primeiro andar. C-
Na administrarlo do correiu desla cidade
existe um offlelo vindo do Rio de Janeiro para a
Exma. Sra. D, Hermelioa Barata.
Am ndoas confeitadas
a 1$ a libra.
Proprias para sortes de S. Joao
vende-se tanto em porces como a retalho nicamente
armazem Progresso, largo da Penha n. 8.
no
CONSULTORIO
DO
MEDICO PARTEIRO E OPERADOR. ,
3 Rl JA DAGLOIIIA, CASADO FUMO AOS
tAinica por ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moscoso d coosullas todos os dias pela manhis, e de tardedepois de 4
horss. Contrata partidos para curar annnalmente, nao sopara acidado, como para o engenhos
u outras propiedades ruraes. ,,,. ..
Os chamados devem ser dirigidos i sua casa at as 10 horas da manha e em caso
de urgencia outra qualquer horado dia ou da noite, sendo por escriptoem que se declare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forem d> urgencia, as pessoas residentes no bairro doRecife po-
dero remellar seus bilhetes a botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou loja de
livros do Sr. Jos Nogueira de Souia na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa l oa e na casa do annuncianUaehar-se-ha constantemente os melhores medica-
mentos homeopalhicos j bom conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tobos grandes.....,.....10000
Dita de 24 ditos.................155000
Dita de 36 ditos................. 80*000
Dita de 48 ditos............, 25*000
Dita de60 ditos!..............- 30*000
Tubos avulsoscada um.........:...* lfOOO _,
Frascos de tinturas. : j........... 2*000
Manual de medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr, 1ra-
duzido em porluguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirnrgia ete.. eje........20*000
Medicina domesticado Dr. Hering, com diccionario. 10*000
Bepertorio do Dr. Mallo Moraes. ,..... 6*00t
*
bVjii i-Til a r\r\ ^
1II
i\/n
1


.-e
^p
'' v
DIARIO M KftH4liBCO. 9EXT4 FEIRA f4 M MAIO DE ltfl.
ummmmmmmmm
Sabbado 2 do corrente as-
pira o pt-azo que a viuva Di
Pe reir A C,marcaron a seus
devedors para que Hws fos-
sem pagar e como o nao que-
rem fazer participa-lhas que
de segunda-feira 27 emdiante
se proceder essas cobraocas
judicialmente sem excepco
de pessoa, e-para que nenhum
dos Srs. devedores se julguem
offendido faz o presente para
que chegue ao conhecimento
de todos.
Hotel Trovador,
ra larga do Rosario n. 44.
O dono deste estabelecimento contina a for-
oecer comidas para (ora.
* Compras.______
Compra-se ou aluga-se n'uma das ras re-
tiradas dos bairros de S. Jos ou da Boa-Vista,
urna casa terrea com quintal e commodos soffri-
reis ; aonunciem oeste Diario.
Compram-se escraros do sexo masculino de
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra da Impe-
ratriz b. 12 loja.
" Vendas.
Luvas de pellica enfeita-
das para noivas.
Aloja d'Aguia Branca acaba de receber pelo
vapor francez, as Qoas o bonitas lufas de pellica
onfeiudas, proprias para noivas, e contina a
vend-las pelo antigo e baratissimo preco de 59000
o par: na dita lola de Aguia Branca ra do Quei-
mado u. 16
4 PRIM4VER1
16-Raa da Cadeia do Recife--16j
LOJA DE M1UDEZAS
DE
jFonseca&Silya.j
Sabao inalez o melhor que ha no mer-
( cado de 200 a 800 rs., aljofares bonitos
I goslos a 600 rs., espelhos pequeos dou-
' railos a 800 rs. a duiia, apparelbos pa-
ra brlnquedos de crianzas a 15, 25 e 3J
i rada um, escobas para unhas de 800 a
1 1- Coda urna, ditas para denles de 400 a
i 500 rs., baodeijas pequeas de ljj a
j 1500 cada una, pentes de tartaruga
i Tiridus a 5S, 6j, 1% e 89 cada um, en-
[eitei de vidnlho a ($800 cada um, bar-
) rtes de dito a 15200, Troco de cores a
200 rs. a pega, utas de velludo com 10
j varas a 800,1J e 1J200 a pega, esceocia
j de sabao para tirar no-loas 3 19 o vidro,
j peines para atar cabellos a 19400 a du-
| zia, caix.i de raiz sorlidas a l->0) a
duzia, cartas francezas finas a 3J[a du-
I zia, ditas poiluauezas a 15800, caivetes
f mu fruclas a 4$ a duzia, ricas caixaa
[ cum espelhos conlendo perfumaras pro-
prias para toilets de senhoras a 6$ e 8jj
i'a l.i una, bahuzinbos de ditos a 59,
camuas de vidtoa com ditas a 28300
i CftUa uma, argomas doutadaa a 1&500 a
l duzta, dados a 1$MH> bala, pentes fl-
| nos para tmba a 400 cada um, agulhei-
j ros com pennas de ac a 800 rs. a du-
f zia, rolher^s de metal principe para t-
[ rar sopa a 2? cada urna, ditas pequeas
I para cha a 25 a duzia e para sopa a
! 4s00. peutes de bfalos amarellos a
I 49500 a iluzia e a 400 rs. cada um, di-
tos para bichos a 280 rs. cada um e a
I 25500 a duzia, botoes de madreperola
para abertura a 480 rs. a duzia, ditos de
osso a 320 rs., ditos de louga bonitos
i gn-t'is a 2i0 r., ditos de phantasia a
) 400 rs. a duzia, alfinetes de cabega cha-
ta surtidos a 120 rs, n carta e a 240 rs.
o masso, pioceispara barba a 400 rs. a
duzia, tesouras em carteira a 19 a du-
zia, ranas finas para rap a 800 rs. cada
urna, tranga de caracol a 600 rs. o mas-
so, sapatos de tapete para home.ii e se-
nhora a 1$ o par, ditos de pelueia a
11500, aparelho de porcelana para duas
pttssoas a 69, jarros com pomada a 3$
o par, escovas linas com espelhos para
cabellus a 1 cada uma, agua do Orien-
to a Ig280 a garrafa, dita de cologoe a
29S0O e 45, bengalas superiores de 19 a
I38OO caua u'na, e muitos outros arti-
gos que seria enhdonho enumera-los,
os quaes su vendem por pregos os mai3
baratos do que em outra qualquer parle.
DE
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
140 RA DO QUEMADO
Defronte do becco da Congregado letreiro verde,
Nes.te estabelecimento ha sempre um sortimento completo da roupa Ceila de todas ai
quahdades, e tambem ae manda exocutar por aadida, i vonlede dos freguezea, para o
Sue tem um dos melbores professores.
I
.asacas de panno preto, 409, 35} a 309000
Sobrecasaca de dito, 359 30900
Palitots de dito e de corea, 859, W.
25S000 e 209OOO
Dito de casimira de cores, 22*000.
159,W9e ^^' 99OO8
Ditos de alpaka preta golla da vel-
- ludo, iijooo
Ditos de meriD-sitim pretos e da
cores, 9SO0O 89O4O
Ditos de alpaka da eores, 59 e 39500
Ditos de dita preta, *9, 79. 69 e 39500
Ditos de fcrim da cores, 59, 49900,
4S000e 39500
Ditos de bramante da Hnho branco.
.98000.59080 a 4f90
Ditos de merino de cordio- preto.
159000 e 89OOO
Calsss de casimira preta e de cores.
129109,99 6 9|000
Ditas de priaeeifl e marin de cor
dio pretos, 59 e 49500
Ditas de arirn branco e de cores.
5S000. 4500 e 15500
Ditas de ganga de cores 3JI000
Golletes de velludo preto e de co-
res, Usos e bordados, 129, Qf a 89OOO
Ditos de casemira preta e de cores
lisos e bordados, 69, 59500,59 e 39500
Ditos de setrm preto 59000
Ditos de seda etim brisco, 69 a &9000
Ditos da gurgurio da seda pretos a
decores, 71000, 69OOO e 59000
Ditas de brim a (uetfo branco,
89500 a 39OOO
Seroulas de brim da linho 29200
Ditas de algodao, 1$600 6 1|280
Camisas de peito de fustio branco
a de cores. S950 a 29300
Ditas de peito de linho 63 e 3*000
Ditas da madapolao branca a de
corea, 35, >500, 29 e 19800
Caaaiaaa de meias 19000
Chapeo pretos de maasa, francezea,
formas da ultima moda 101,89500 e 79000
Ditos da feltro, 6#, 5fc 4* e 29000
Ditea de sol da seda, inglezea a
f/ancerea, 149, 1 i$, llf a 79OOO
Gollarinhos de linea aaito fiaos,
ovos faitios, da ultima moda 9800
Ditos de algodo 95O
Relogios de ouro, patentes hori-
aoateea, 1009, 90, 80 a 709000
Dito de prata galvanisadoi, pa-
tete hosootaes, 408 309000
Obras de ouro, aderecos e meios
aderecos, pulseiras, rozelas
anoeis g
Toalhas de linho. duna 12*000 a IO9OOO
EAU MINERALE
NATRAIXEDE VICHY.
Deposito1 na botica francesa ra da Cruz n. 22 *
a
immwm
DE
Calcado barato na ra larga do Rosario r 32.
O dono deste estabelecimento nao lhe sendo possivel
acabar com todo o calcado at o m de marco, como preten-
da, por isso resolve vender por menos, afim de acabar mais
breve a liquidaco.
Extractos, banhas, cosrae-
tkpies, okos, de Lubtn
par kn^os, e cabn.
JU.leje fAgeia ;Btauca ,ae .e^rtconiy^B-
m
f
btej ebem aaaim Viot extractos, banhas J*
deoutroa fsbrisntes tafJbem da fama como Con-
dasj, Prref 4^ Emffrrrtjuem ae quizar prover de
boa perfumara dirttjto se a ra do Quenatto
d."16 l> d'Aguia Bhiu.
Ga para eandidns.
J chegou ste gaz lio procurada, bem-como
um completo sortimcnlo dos candamos proprios
qne se vendam por multe ixos pregas : na roa
d Imperatriz n. 12, loja de Raymando Carlos
Leite&lrmao.
Toalhas fiara mos
a 6| a dozia : na ra io Queimado a. IB,na loja
da loa .
- -h -h -Y
Extremadura
Vinbo pwro de uva
fabricado expressamente para Jos Anto-
nio da Silva Jnior : vende-se a retalho
em casa de Antonia Lopes Draga, -roa da
Cruz n. 36. __. .. '
Aviso s senhoras
Gama & Silva eom loja de (aseadas a na da
Imoeratriz o 60, vendeos :
Modernissima seda tavrada cor de canoa muito
incorpada, corado, 29-
Dita branca para vestido de noiva, maito in-
corpada, covado, 2$400.
Dita encarnada adamascada para colchas ou
cortinas a 2}.
Tarlataoas muito flnis 4a todas as cores, a
vara, 800 rs.
Visitas de cores e pretas moito finas a 9
Cambraias brancas 6 de cores, lavor estufador
vara, 400 rs.
Ditas estampadas muito finas, vara, 500 rs.
Laziohas de cores muito finas, vara, 360 rs.
Pecas de cambria de salpico muito boa a 49600.
Ditas lisas muite finas com 10 varas 69.
Ditas com 8 1]2 Varas 39200.
Ditas cora 6 t|2 vares2500.
Chaly de seda chegado pelo ultimo vapor, co-
vado 19.
Um grande sortimento de tiraa bordadas e n-
tremelos 9
Cintos pretos e de
cores.
Na tajada aguia de ouro, ra
do Cabuga n. 1 B
chegado os lindos cintos, tanto pretos com
enfeites de conlinha, como dourados, e de lindas
fitas e Gvelas, o mais fino que se pode encontrar ;
isto na loja Aguia de Ouro-, roa do Cabogn. 1 B.
Relogios.
?nde-ie siseas* do XArntt Pater C,
l*u do Vigario n. 3 um bollo oniroento do
relogios de ouro, patento rngloj, de um dos mais
afaiawos M>rkaetes de UHfpodl; tartfam
ama variedade de bonitos troBcelios pora os
OMtBBjDS.
Guardanapos rara mesa
a 3J rs. a duzia ; na ra do Queimado n. ti, na
loja da boa t.
Attenco.
Jlamaflo Trapiche n. 46, em casa de Roslron
Rooker & C, existe um bom sortimento de 11-
nbas de cores e brancaa em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, aa quaes te vendem por
procos mu razoaveis.
Caes do Ramos armazem
n 24.
Veodem-se taboes de amotello, looro o pioho
por aveeos mea vela.
Banha transparente e
oleo philocome.
k loja d'Agoia Braoca acaba de receber a bein
conhecida e apreciada banha transparente a qual
por sua frescura e bondade se tem tornado esti-
mada o preferivel; assim como o fino e chei-
roao oleo phikicome. Estes e outros objeetos qoe
dita loja recebe a aua propria encommenda ao
aempre de primelra qualidade, e para que elles
se nao confundam os os falsificados que por ah
ha, todoa os fraacos teem um rotulo dourado que
diz loja de Aguia Branca ra do Queimado n. 16.
Na ra do Crespo n. 18, loja de Biogo & Fer-
nandos, veodem-se as aeguintes hiendas, oot
iSi0 pre5 : 8ol,iohas *D rs., chitas largas
a 220 rs. o covado, toaHias para rosto a 400 rs.
uma, chales de merino, poma redonda, a 89, cor-
tes de brim miudiobo a 19200 o corte, pegas de
cambraia de salplcos eom 8 1|2 varas a 45500,
fil de linbo liso a 800 rs a vara, gravatinhas a
200 rs., gravatas de rede para hornera a 800 rs.,
lencos de seda para homem a 19, colletes de vel-
ludo muito fino a 6$, e omitas outras fazondaa
que ae vende por barato prece.
SEDULAS
de l|e 5^000.
COatinnn-se a trocar sedulas de nma s6 figura
por metade do descont que exige a thesourara
desta provincia, e as notas das mois pravas do
imperio com o abate de 5 por cerno: no escrip-
torio do Azevodo & Mendos, roo da Cruzo
o. 1.
grande sortimento,
45 Roa Direita 45
Qrtl ser* a joven e rinfla pernambicaoa, que
nao procure animar e3to estabelecimento man-
dando comprar uma botina 8e gostof Qual a
mli de familia, prudente a econmica ove lbo
nao d preferencia pela quafldade e prego T Qaal
o cavalheiro ou rapaz do positiva, qoe nao qnoi-
a comprar por 8, 9 e 10, o calcado que om outra
parte nao O vendi se nao por M, 12 oa 141
itteadom ;
Senhoras.
Botinas com lago (Joto o brilbantioa. 5&500
com lago, de lustre (superQoa). 99500
eom lago um pouco menor. 5*006
sem lago superiores..... 5*000
sem lago nmeros baixos. ; 49500
aem lago de cor....... 49000
Spalos de lustre. ljOOO
Meninas.
Botinas com lego. .....
Para homem, senhora
torzegoias de Piante aetla patente a 9 e 8,500
Dito de ditos sola fina a 7 e 8,000
Ditos ingezesprova d'agpii 7^500
Bolas de bezerro 7*^)00
Borzeguios de lustre a &, 7 e &,oo
Ditos iodo de duraque 6,000
Ditos todos de pellica 80OO
Ditos de lustre pespontados 8,000
Sepates de lustre de 4, 5 e 6,000
Ditos de lustre de 2 solas 4,500
Ditos entrada-baixa de 1 sola com salto 3,000
Ditos de dito sem salto paradarisa 2,500
Ditos de bezerro de 2 solas 3,500
e menino.
Ditos de uma sola com salto
Ditos de uma sola sem salto
Borzeguios de lustre para rpa**
Sapalp para ditos a 8 e
ftitos de bezerro para ditos a *e
Borzeguins de setim branco para- senhora
Ditos de duraque branco
Dito*de ditos decores
Dilos de cores com gaspeas
Bitos-de dilosa
Ditos de dito dito
Ditos de ditos para menino
Chinelos de couro de cabrito
2,800
2,400
5.000
4,000
3,000
5,000
4,500
3.500
4,000
3,500
2.500
2,500
3,000
Fleur (Tharlekk e borba.
Recebeu-se o verdadeiro tabsco fleur d'harlebek e o superior tabaco de borba- do ParS Pm
chicotes, avisa-se aos amantes-da superior fumaga para que venham munir-se narua-da Cadeia do
ixeciic n. I** no
tJentro Coniinerciai
Potassa da Bussia e cal de
Allenfo
mmim
Apoli
uces.
Vendera-se 82 a plices da divida pro-
vincial (ll serie) : a tratar noescriptorio
da viuva Amorim &. Filno, ra da Ca-
deia n. 45.
Un aiaSenzala Nova n.42
Yende-se em casada S. P. Jonhston d C.
sdUinse silhes nglezes, candeeiros e castigas
bronzeados, lonas nglezes, fio devela, chicote
para carros, e montara, arreios para carro da
na a ious cvalos relogios de ouro paienli
cglaz.
|-0h quei
S pechiacha, I
A 12,^000. #
w Chapeos de seda para senhora muito $P
q^ bonitos para acabar vende-so por este dj
A 400 rs. o covado. '
* Mimos.de sinhazinha fazenda propria *
'i'& para veilidos de senhora?. 51
{^ A 6,jf500 o corte. fi
a Cortes de cambraia braneos com ba- m
W bados bordados.
A 280 r. o covado.
9 Carabraias organdys padres lindissi- Q
|gj mos: na ra do Crespo n- 17- fj
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potassa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
podra ; tudo por presos mais baratos do que em
outra qualquer porte.
A 200 rs. o covado
Veodem-se ricas e finas casas de cores, esco-
ltados padres : no armazem de fazendas de Joao
Jos de Gouveia, ra do Queimado n. 20, ou-
tr'ora 27.
Farello a 3,ooo-ris
e cana a 240.
"Vende-se farello a 3,060 riso sacco, cana en-
garrafada a 240 a garrafa, na travessa do patee
do Paraizo n. 16; casa pintada deamarello.
Attenco
*
Vendem se dous loufadore3 de Jacaranda, 18
cadeiras e 1 lavatorio, 6 quadros dourados com
estampas, tudo em bom estado e por mdico pre-
go ; na ra da Cadeia do Recite, armazem d. 63,
coufronle ao arco da Conceico.

O abeixo assignado vende a armacao
e um pequeo resto de calcado francez
da sua loja da ra larga do" Rosario n.
32, ja bem afreguezada, dando com
bom abte, tanto em uma eousa com
em outia, afim de liquidar antes do fian
do mez eorrente r a tratar na mesma a
qualquer hora.
Joaquina, Bernardo dos Re,
|Thom Lopes de Sena.S
Ra Nova n. 32. J
g Recebeu ero direitura de Franca pe
& ultimo paquete bons objeetos de modas tt
a como sejam enfeites de cabeca para se- m
- nhora, pretose decores* %5
Vende-seom casa de Soundres Brothers C.
praga do Corpo Santo, relogios do aamado fa-
bricaute Roskell, por precos commodos e tam-
bem traneollins e cadeias para o* mesmos do
excedente gosto.
MBMM-wr-iK BMaawaaaomwmi
3
Gurgel k Pertgo
GAZ.
Pede-se a todos os asslgnantes dos candieiros
econmicos que hajam de virsorlir-se degaz por
ler chegado grande porco no deposito da ra
Nova o. 20, do Vianna.
Agua balsmica para
dentes.
A loja da aguia branca aviaa as diversas pes-
soas que haim procurado tal agua, e as que do
novo se quizerem utilisar de lo necessarii agua
balsmica, que ella acaba de ebegar em dita loja
onde somente a encontraran. Qaem tem usado
dessa agua sabe perf-itamente das virtudes delta,
e quem de novo comprar achar que duas a tres
gotie delta em meio copo d'agua pura, e com ella
esregando-se os dentes, e lavando-se a bocea, os
alveja, livra-os da carie, fortifica as gengivas, e
acaba o mo chairo quando ha dentes fura dos ': o
prego continua a ser 18 o frasquinho : no loja
da aguia branca, ra do Queimado o. 16. '
Caivetes fixos para abrir
latas.
Vende-se finos caivetes fixos proprios para
abrir latas de sardioba, bolachinbas, doces etc. a
14 cada um : aa ra do Queimado, loja da aguia
bsaoca, o. 16:
Chapeos de seda de cores-para senho-
ra, ditos de palba da Italia, -ditos de di-
los a Garibaldi, veos e tocados para
mesmos.
os
Ra da Cadeia loja n. 23.
Conifleto sortiaento de fazendas.j
I Receberam vestidos de blondo com
a oaanta, capilla e saia de setim.
Stntos e fitas para enfeitar vestidos i
casamentes e enfeites moderaos para ca-
beca.
Luvas de Jouvin prego Bis a 2,500 rs.
1|___Vestidos superior de seda de coT
S
cobertos e descobertoor pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, pora homem e senhora de
bis dos melbores fabricantes de Liverpool, viu-
dos pelo u'truo paquete inglez : em cosa de
Soothall Mellor d G.
Banha fina em copos grandes.
A loja d'aguia branca acaba de receber um novo
e grande sortimento de banbas, estrados, leos
para cabello, opiata, sabonetes, ec, etc., e com
isso a estimada banha, iluide napolilaia, em bo-
nitos e grandes copos de vidro opaco com lampa
de metal. Essa banha por sua superioridade e
activos cheiros de rosa o flor de laranja, j ho-
ja bem coohecida e apreciada, e contina a ser
vendida a2V)0 p.d oopo uaioja aaguia bran-
ca n. 16.
% Machinas de vapor.
9 Rudasd'agua. g
Taixas. 0
i Rodas dentadas. a)
Bronses e aguilhes. aa
0 Alambiques de (erro. aj
aftCrivos, padres etc.ratc: %
{ Na f undicao de Jerro de D. W. Bowman*
^ ra do Brum passa-ndo 'o ehafariz. %
Armazem de fa-
zendas.
PH9Una do QueimadoH. 19.
Cobertas de chita, gnsto a chineza,.l800.
Lenjes d6 panno de linho Ono a TJ900.
Lencos de cambraia pera homem.duzia a 13600
e 3400.
Ditos para meninas e meninos com nome a
160 rs.
Toalhas de fusilo.
Toalhas de fustao com 5[4 pelo barato preco de
500 rs., chales de meriu estampados a 20300.
Algodo monstro
a 600 rs.
Algodao com 8 palmos de largo a 600 rs.
vara.
Bramante de linho.
Bramante de linho a lJjlOO e 2$300 a vara.
ChitaaiiOrs:
Chita- franceza escura a 220 rs. o covado.
210 rs o covadov.
Cambraia de cor miudinha fina a 240 rs.
vado.
n




>
4f4O0
sem lago.
para enancas de 18 a 20.
Homem.
Nanteel lostro. .;....,
(Fanicn) couro do oorco inleirisaas 10J000
(Fanien) bezerro maito frescaes. 9$500
diversos fabricantes (lustre!,
ingleao inteirissas. .
> gupeadas. .
prova d'agua.
Sapa toes.
4000
3960O
osooo
9J00O
9^000
SA500
8}500
Naotes, sola dupla.
nma sola. .
> para menino 4g
Meio borzeguins lustre.
Sapates lustre. -
55500
59609
B500
69000
5*000
Sapatos de tranca.
SfOOO
19500
Portuguezes de Lisboa Anos ....
Francezes muito bem feitos. ,
Alem disso um completo sortimento do legiti-
mo couro de porco e do verdadeiro corda vio para
botinas de homem ; muito couro de lastre, be-
zerro francez, marroquim, vaquetas, eenros pre-
parados e em broto, sola, fio, taitas etc., tudo
em grande quantidade e per precos inferieres aos
de outrem.
Pechincha
sem igual.
Superiores chales de merino estampados, finos,
de muito lindas cores, pelo baratissimo preco de
5$, dilos de merm liso muito fines a 49, hadas
cassas organdys matizadas a 240 rs. o covado,
cortes de chita franceza com 11 covados a 29500
o corte, cambraias brancas de 109 a pega, com
peqveoo toque de mofe a 39 ; na loja do sobrado
de quatro andares na ra do Crespo n. 13, de Jo-
s Moreira Lopes.
Nova eartilha.
Acaba da sahir dos prelos desta typegrapbia
uma nova edkao da eartilha ou compendio de
doutrina enrielas, a mais completa dequantas ae
tem impresso, por quanto abrange tudo quanto
conlinha a antiga eartilha do abbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescentando-se multas
oraces que aquellas nao tinbam ; modo de a-
companhar om moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das festas modareia,
e eclypses desde o corrente anoo at o de 1903,
seguida da folhinha ou kalendaro para os mes-
mos annos. A bondade do papel e excelleneia da
impresso, do a esta edicao da eartilha ama
preferencia asss importante: vende-se nica-
mente na livrsria m. 8 8 J pra^a da Indepen-
ueucisr
Cheguem ao barato
O Preguica est queima-ado, em sualoja na
ra do Queimado n. 2.
Pecas de brotanha de rolo eom 10 varos a
2$, casemira escura infestada propria para cal-
a, collete e palitots a 960 rs. o covado, cam-
braia organdy de muito bom gosto a 480, rs,
avara, dita liza transparente muito fina a 39,
4-9, 59, e 69 a pega, dita tapada, com 10 varas
a 59 e 69 a peca,chitas largas de moderno e
oscolhidos padrees a 340, 260e280 rs. o cova-
do, riquigsimos chales de merino estanpado a
79 e 89, ditos bordados com duas palmas, fo-
seada muito delicada a 9| cada um, ditos com
uma s palma, muito finos a 89500, ditoslisos
com franjas de seda a 59, lencos de cassas com
barro a 100, 120 e 160 cada um, meias muito
fina para senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 39 o 39500 a duzia, chitas fran-
cezas de ricos desanos, para eoborta a 280 rs.
o covado, chitasescuras inglezasa 5*900
pega, a a 160 rs. o covado, brim branco de puro
linho a 19, 19200 e 19600 ovara, dito preto
muito encornado a 19500 a-vara, brilbantioa
azul a 400rs. o covade, alpacas de differentes
o&res a 360 rs. o covado, easemiras pretas
finas a 29500, 39 a 39500 e covado, cambraia
prata e de sal picos a 500 r. a vara, e outras
muitas fazendos que se far patente ao compra
dor. e da todos se dorio amostras cosa penbor.'
o so-
Bales
i

Fitas de seda de todas as larguras e"
de differentes cores e qualidades, ditas
decasr.arriilias.
Fil de seda
com salpico.
braceo, dito de linho
Rarooa de flores Pe laranja para noiva.
ffoquinbas para menino se baptisar de
i
diversas cores, meias
os mesmos.
e sapalinho para
Rico vestidos 4a blonda com 2 salas
e 3 babados oa .primeira saia, ditos de
seda preto de 7 babados, e sinlos
flvells para senhora.
com
Recebe-se Ugunnos todos os mezes e
faz-se vestidos cem muita perfeir;ao,man-
teletes, capa, vestuarios para meninos
se baptisarem e Indo mais quanto per-
teace ao tolet de uma senhora.
Galanteras.
A loja d'Agula Branca recebeu novamente
um bello sortimento de bonitos bahuzinhos com
9 e 12 trasquinhos de cheiros; e os est ven
debdo baratamente a 2S000, 39000, e 4*000; as-
sim como caixinhas redondas com 6 frasquinhos
a If50u0, caixinhas com chelrosis paslilhaa para
defumar quartos gabinetes & & a 29000 uma: oa
dita loja d'Aguia Branca rm do Queimado n
lo.
Vestidos de cambraia branca bordados
e de phantasia modernos, lencos de labe-
ryolho.
-Olanteleles, taimas, visites de fil, ca-
pas de gorguro lisos e bordados.
Sedas de quadrinhos,. grosdenaples do
eores morpantiquo e fil de linho liso.
Satas balo de todas as qualidades e
tamanho para senhoras- e meninss.
Camisas de linho para senhora e de al-
godo para meninos de todas as idades.
Pentes de tartaruga, dos mais acredi-
tados fabricantes de 10 a 3. _______
Pulceiras, lequeseexlralo de sndalo.
de musselina e madapolao.
Riscadinhos muito finos largos- proprios para
roupo, pelo barato preco de 280: rs. o covado.
Cortes de riscado francez com 14 covado*a-2$.
TOBMIS.
Cassas organdys, diamantina, laasinhas,
chitas francezas e inglezas.
Roupa feita.
Cempleto sortimento de sobrecasaca,
paletot!, calcas e colletes de casemira de
panno, dao-se as amostras .* na ra da
Cadeia loja o. 23, de Gurgel & Perdiga.).
Serapliim k Irmo
eom loja de ourives na roa do Ca-
buga n. 11,
partielpam a todos os seus freguezea e amigos,
que por terem grande sortimento de novas joias
muito delicadas e mais em moda, continuara a
vender V mais em coota possivel, o so responsa-
bilisam pelas qualidades do ouro, prata, diaman-
tes, brillantes, etc., passando cootas garantin-
do-as : os mesmos previoem que ainguem se
deixe illudir por individuos que andaos venden-
do obras por foro desta praca, dizendo sarem di
casa dos mesmos, pois nunca tiveram nem team
pessoa alguma eacarregada de vender om aua,

Vendem-se travs de qualidade muito superio-
res, na estacan das Cinco Pealas da estrada de
ferro : a tratar defronte da mesma n. 144 com
.Antonio Jos Pereira Ermidav.
Graixa n. 97 a nica verdadeira
;em barricas de 15 duoias : na casa de
James Oabtree&C, ra da Cruz nu-
mero 42-.
Vende-se um carro de 4 rodas
com aireio para 2 cavlos, proprio pa-
ra familia por ser bastante largo e nel-
le poder sentar-se quatro senhoras sen
macbucarem seus vestidos e nem que-
braren! seus baldes, para ver e exami-
nar na cocheira do Sr. Quinteiro na ra
Nova e para tratar com o agente Vicen-
te Camargo na ra do Vigario n. 10.
Aenco.
Ra Nova n. I, i
Veodem-se muito boas obras do alaiate por
baratissimos precos a aaber : casacas de panno
ano muito bom a 30*, sobrecasacas de dito a 309,
paletots de dito a 209, dilos de aloaca preta e de
cores a 4, 6 e 89, calcas de casemira de cores de
superior qualidade a 7 e 99. ditas cretas a 9 e 109,
ditas de brim branco do linho a .1 e5j, e outras
muitas obres que se vendem ecu conta Na mes-
ma loja cima fazem-se obraa a eilio por preco
se uma muan moca ur
com muito bom leite, propria para criar meni-
oos por ser muito limpa, e tem algnmas habili-
dades.
Cascarrilha.
Na loja da aguia de ouro, ra
doCabagn. 1B
acaba de chegar. de aua propria encommenda
r_. r as lindas Otas de cascarrilha de lindas corea oxo-1
S' obra ooUo *" f,lU cam toda SP" P"8 enfeile de lid<. que se ve^SmtS
perteiW. f baratissimo preco de SgOOO a peca. ^mm *m
\
\ MUTILADO
IlLFGVE


A
_ +
DUAJO 31 IMHAMMCO. 5WU FEIU H M 41*1* Dft IftW
^f*3r
*"*"
k
i
-i
Enfeites degrade.
A loja d'aguia brajw* sacaba afa bonitos
enfeites de grada pata seahadsv tu asta vaa-
deado a 4cada um;uuw do Quaioude, loja
d'aguia branca n. 16,
- -___^ aj^BA A UM*a4b#
lis'
\ lana Iriumpha.
Os barateros da laja
Encyclopedica
M
Guimares'A Villar.
[ftua do Crespo numero 17.
Recebem continuadamente da Europa
sedas, cambraias, las, caapelinas de pa-
lba e de seda para senhoras, manteletes
pretos ricamente bordados, ditos de co-
res, sahidas de baile,saias a balso de di-
rersas qualidades, saias bordadas de to-
das as qnalidades e precos, chitas fran-
cesas muito bonitas e Anas, enfeites de
diversas qualidades para cabera de se-
ntaras, spartilhos de molas e muitos
outros objeetot que nio mencionamos,
lodos proprios para senhorai.
Para horneas
paletots, calcas, celletes, chapeos, cami-
sas, seroulas, meias, grvalas, lencos, so-
brecasacos, caljado Melie e muitos ou-
tros objectos.
Vender baratissime
Vendem baratissimo
Vendem baratissimo.
Quera duvidar v ver
Ouem duvidar v ver
Quem duvidar vvr.
Levem dinheiro
Levem dinheiro
Levem dinheiro. S
r**WWsTWWcroW^s^ff lSW fWWWWWsTlWWarBBT*^
Viohos engarrafados
&
^9
Termo
Collares.
Lavradio.
Madeira.
Carcavellos.
Arintho.
BucelUs.
Ualvasia, em caitas de urna duzia de garrafas:
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Algedo moostro
de duas larguras a 600 rs. a vara : na ra do
Queimado n. 22, na loja di boa f.
Bramante superior.
Vende-se bramante de linho bastante incorpa-j
do, com duas varas de largura, pele baratissimo
preco de 24O0 rs. a vara : na ra do Qu.ei.mado
n. 22, na loja da boa f.
Chales de merino
estampados a 29500; na ra do Queimado n. 22,
na loja da boa f.
Gravatinhas estreitas.
Vendem-se superiores gravatinhas estreitas de
seda, nao s pretas como de cores, pelo baratis-
simo preco de 1$: na ra do Queimado n. 22,
loja da boa f.
Atoalhado de liaho
com duas larguras a 2600 a vara ; na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba a mais superior
que ha ntsle genero : na ra da Cadeia do Re-
cite, loja n. 50.
Vende-se na Liogoeta n. 5, o
seguate:
Manteiga ingleza flor a 1 a libra, francesa a
700 rs., cha prelo a l&ioO, passas novas a 560.
concervas frncezas e portuguezas a 700 rs. o
frasco, toueiaho de Lisboa novo a 320 a libra,
presuntos noves a 480, banha de porco refinada
a 480 a libra, latas com peixe de posta de diver-
sas qualidades a 1<00, charutos suspiros a 4S a
caiza, toucioho de Santos a 240 a libra, vinho do
Forlo engarrafado, superiores mareas, de 15 a
1$500, rap Gasse da Bahii a 15 o bote, cognac a
9fi a duzia de garrafas, cerveja a 500 rs. a garra-
fa, e 5$500 a duzia, cha hysson a 29500 a libra,
vinho de Lisboa a 60 a garrafa, ervilhas france-
zas e portuguezas a 720 a lata, e outros muitos
gneros em proporco.
Henean sumanansni se aa propiedades
Maa Ast a Fersaiv usa* parte ao agaaho Tra-
pkhtv urna dita naeagtofa AguarFria, mu dita
na engeaao Jeeistv asa iU no afganbo Saa-
l'Ania,e asan dita-aanMeriedade Gamella : tam-
be e vendaaaga anaiaveaJaoiDtbo. Francisca,
crioula, PrudaaoiOvs>Mlo, Carlos, Aaauaeiada,
Valealim, Darai*a*. e Xheodora, oa quaea ooHen-
ceram ao aasal do Sr. coronal Gaspar de Mcese
Vaseoncelloa de Drummond, om cujo podar an-
da ae chaos, e tocara ni eas parlilhaa a aeaun-
ciaate Marquesa do Recite, com quem oa preten-
den tes deverao tratar, na ra dafrempe, aaaa
numero 1.
Tarlatana.
Vende-se tarlatana branca muito una com 11/2
vara de largura propra para vestidos, pelo bara-
tissieao prego de 800 re. a vara : na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Fil de linho superior.
Vende-se superior fil de linho liso muito fino
a 800 rs. a vara : na roa do Queimado n. 22, na
loja da boa f.
Tinta azul que fica preta
Vendem-se botijas com a superior tinta ingle-
sa, azul ao escrever-se, e preta quando secc, a
500 rs. a botija ; na roa do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Urna pessoa que se retir para a
Europa vende utn excellente piano e
una trastes : na ra Imperial n. 1.
La fina para bordar.
A loja d'aguia branca recebeu um novo sorti-
mento de las de bonitas e diversas cores, e para
commodidade de sus boa freguezia est venden-
do a 7$ a libra,o que em outra parte se nio acha,
sendo assim flna : s na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Farelio a quatro
mil rs.
Vende-se superior farelio chegado recente-
mente a 49 a sacca ; no armazem de Francisco L.
O. Azevedo, na ra da Madre de Dos o. 12.
Milho novo
saccas grandes
6
xYfcWtCW
M>
0 L0W-1WW,
Vende-se nicamente no armazem de Moreira
& Ferreira, ra da Madre de Dos n. 4.
O prego convida
i
Julio d Conrado.
Tem exposto a venda cortes de casemi-
ra por 3$ e i$, fazenda que sempre se
vendeu por 73 e 8.
Lavas de torcal
com vidrilho a 1#000 o par.
. A loja d'aguia branca, firme no sen proposito
de barateira, est vendendo mui novas e bonitas
luvas'pretas de torcal com vidrilho a 1$ o par;
a ellas, antes que se acabem : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Bonitas caixinhas com pos de
arroz, e boaeca.
Aloja d'aguia branca recebeu mui bonitas cai-
xinhas com fine pos de arroz, e a competente feo-
neca, cujos pos sao acertadamente applicados pa-
ra bertoejas, e mesmo as senhoras usam delles
quando teem de sabir, como para theatro, baile,
etc., custa cada caixinha 2g, e barato pela su-
perioridade da qualidade, alem de seren mui
novos como sao, o que os torna preferiveis : ven-
dem-se na loja d'aguia branca, ra do Queima-
do n. 16.
Os lindos enfeites
para cabeca,
s na loja da aguia de ouro
n. 1B.
sao chegades oa lindos enfeites de velludo e vi-
drilho, ultima moda,-que se vendem por $000.
Capellas Unas para noivas.
A loja d'aguia branca recebeu aovas e delica-
das capellas de flores finas para ae noivas, a as
est vendendo a &p e a 8, conforme o seu pro-
posito de barateira loja d'agua branca, ra do
Queimado n. 16.
Velas perfeitas
a 680 rs.
Vendem-se velas de espermacete em eaixa de
23 libras a 680 rs. a libra, a retatho a 720*: na
travessa do pateo do Paraizo n. 16-18, casa pin-
tada de amarello.
Arados americanos
e grandes, chegados ltima-
mente.
Vendem-se arados e grades, americanos, do
melhor fabricante da America ; no caes do Ra-
mos, armazem de farinha de Henry Foriter &
Companhia.
Vende-sa urna crioulinha da idade de lt
anuos, linda peca, com habilidades, garante-ee
moralidade, capaz de se presentisr a urna Exma.:
os prelendentes poderlo ver na roa drinrpera-
Iriz n. 5, onde achara com quem tratar.
Cortes de casemira do melhor que ha no
# mercado a 4$: na ra do Queimado loja
9 de Julio A Conrado. Qp
Sapatinhos de setim e
meias de seda para bap-
tisados.
A loja da aguia branca recebeu de sua propria
encommenda, delicados sapatinhos de setim. pri-
morosamente bordados, os auaes est vendendo
pelo baratissimo preco de 3, (oesse genero nao
se pode dar mais perfeilos).assim como outros de
merino tambera bordados a 18600 e 2. Recebeu
igualmente mui finas e bonitas meias de seda de
diversos tamanhos, tendo al, prepriaa para os
meninos e meninas que servem de anjos as pro-
cissdes; tem brancas, de listas, de florzinhas, e
o bocal tecido de borracha, o mais engranado
possivel: ludo isso na ra ra do Queimado lo-
a da aguia branca n. 16.
J cliegou o prompto
alivio,
bem como os outros medicamentos dos celebres
Drs. Radway 4 C-, de New-Yofk Acham-se
venda na ra da Imperatriz n. 12. Tambem che-
garam as inslruccoes completas para se usarem
estes remedios, contando um ndice onde se po-
de procurar a molestia que se deseja curar, os
quaes se vendem a 1S000.
VENDE SE EM CASA
DE
Adamson Howie
Vinho do Porto, de Xerez e cognac.
Biscoutos.
albas.
Lona e flele.
Fio de vela.
Tinta de todas as cores.
Sellins, silhdes, arreios e chicotes.
Ra do Trapiche n. 42.
SABAO.
Joaquim Francisco de Mello Santos avisa aos
seus freguezes desta praca e os de fra, que tem
exposto venda sabo de sua fabrica denominada
Reciteno armazem dos Srs. Traveseos Jnior
& C, na ra do Amorim n. 58 ; massa amarella,
castanha, preta e outras qualidades por menor
prego que de outras fabricas. No mesmo arma-
zem tem feito o seu deposito de velas de carnau-
ba simples aem mistura alguma, coma as de
composicao.
Charutos de Havana
a 8,000
Superiores charutos de Havana, vende-se por
8$000 o cenlo, no armazem de Francisca L. O.
Azevedo, ra u..-'adfe de Deus o. 12.
Loja das 0 portas
EM
Em frente do Livramente
Luvas de lereal a 800 rs, o par.
Chitas escuras francezas, tintas segaras, a 230
rs. ocovado, ditos estreitoscem muito bom pan-
no a 160 rs. e covado, cassas de cores segaras a
200 rs. o covado, pecas de bretanha de rolo a 2g,
brimziuho de quadrinhos a 160 o covado, mnsse-
lina encarnada fina a 390 o covado, algodo de
duas larguras a 40 a vara, longos de cassa pin-
tados a 120 rs. cada um, seda preta de ramagem
a 800 rs. o eovsdo*. fil de liaho prelo com sal-
pico a igiOO a vara, luvas de torcal muito finas a
800 rs. o par : a loja est aborta das 6 horas da
manha s 9 da noite.
Vende-se excellente farinha de Porto Ale-
gre, ensaccada, e a preco muito commodo: a bor-
do do patacho brasileiro Novo Lima, tundeado
defronte do trapiche do algodo, eu no armazem
de Joto Ignacio de Avilla, no Porta do Mallos.
Guardanapos de linho
muito barato.
Vendem-se gaardanapos de linho de flores eom
pequeos deleitosa 3 a duzia, ptimos pelo pre-
qo e qualidade, para o servico diario de quslquer
asa,- na ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
Vende-se um bonito cavallo, no-
vo, muito ardigo e com todos os su-
dares, muito proprio para senhora
montar, por sea muito maneo : na
roa da Imperatriz loja a. 82,
Importante
Aviso
Na loja de^A portas da roa do Queimado n. 39,
aeha-se um grande armazem com lodo o sor ti-
ment de roupas bitas, para cojo um tem mon-
tado ama officina de alfaiate, estando encarroa-
do della um perfito mestre viudo de Lisboa, pa-
ra deaempenhar toda e qualouer obra que sa lhe
eocommende ; por isso que taz um convite espe-
cial a todas as pessoaa eom especialidada ios
Illms. Srs. offioiaes tanta da armada como do
exerclto,
Faz-sa fardas, fardoes com superiores preparo*
e muito bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
damento todo completo conforme sa usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os Oguriaos que de
la vieram ; alm disso faz-se mais casaquiohas
para montaria, tardelaa ou jaquelae, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudaoles de esta-
do maior e de cavallaria, quer seja siogelos ou
bordados a espequilha de ouro ou prala, ludo ao
goslo da Europa, tambem prepara-se becas para
desembsrzadores o de qualquer juiz segundo o
estylode Coimbra aonde se fazem as melhores
conhecidas at hoje, assim como lem muito ricos
desenos a matiz de todas aa cores proprios para
fardamento de pageos ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaqueles a
franceza bordadas ao mesmo gosto. Affiancaodo
que por tudo se fica responsavel como seja boas
fazeadas, bem feito e bom corte, nao se falta no
dia que se promelter, segundo o systema d'oode
veio o mestre, pois espera a honrosa visita dos
dignos senhores visto que nada perdem em es-
perimentar.
E pecbiocba.
cortes de riscado francez a 28, covados do ses-
mo a 180 rs. ; na ra do Queimado n. 44.

Fitas de grosienaples
em perfito estado a 800 e
lna da Senzalla Stva n.4?,
Raitt astabelaeimeaioeontiaa a hadaran
wmpiaa sortimanto da aoeadas eeias noen-
as para engeiho, achinas da vapor a taixas
(a farro batida coado, do todos os umanhos
psradito,
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem serapre no sen depo-
sito da na da Moeda n. 3 A, um graada sor-
mento da tachas a manadas para engenho, da
muito acreditado fabricante Edwin Ma a tra-
tar no mesmo deposito en na ra do Trapiche
B. 1.
Loja das seis portas em
frente do Livramenlo.
Roupa feita para acabar,
Paletots de panno preto a 22), fasenda fina,
talcas de caaemira prelaa o de eorea, ditas de
bnm e de ganga, altas de brim branca, paletots
de bramante a 49, ditos de fustao de cores a 4J.
ditos de estamenha a 4J, ditos da brim pardo s
3, ditos de alpaca preta saceos e sobrecasacoe,
colletes de velludo pretos a da sores, ditos da
gorgurio de seda, gravatas de linho as mais mo-
pernas a 200 rs. cada urna, collarinhos da linho
da uliima moda, todas estas fazeadas sa vende
barato para acabar; a loja est aberta das 6 ho-
ras da manha at as 9 da noite.
Massinhos de coral
a 500 rs.
S na loja da aguia de ouro,
ra do Cabug n. 1B.
Vendem-se massinho de coral muito fino a 500
res o masso.
innae
mandioca.
Veade-se por meaos do que em outra qual-
quer parle ; no armazem de Moreira & Fcrreirs,
ra ds Madre da Dos n. 4.
lit
HIPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.!
.SORTIMENTO COMPLETO
ai
[Fazendas e obras feitasj
A
LOJA
E ARMAZEM
DE
f
Palmatorias
de lato para velas a 400

res.
Vendem-se palmatorias de lato para velas a
400 rs. cada urna : na ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 16.
Arados americanosemachina-
para lavar roupa: em casa de S.P. Jos
hnston 4 C. ra daSeniala n.4a.
a vara.
Na loja d'aguia branca vendem-se mui bonitas
e largas fitas de grosdeoaples de lislras, e flore-
zinhas roladas com urna franja estreita [que as
torna mui mimosas a 800 e \t a vara, precos
baratissimos vista da boa qualidade e perfeilo
estado em que esto. Essas fitas servem para'
enfeites de chapeos, cinteiros para criancas, lagos
para cortiaados, fronhas e muitas outras cousas ;
comprando-se pecase far algum abate : oa ra
do Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Ray mundo
Carlos Leite &
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Clarissa via-
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto sor l-
menlo das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
melhorados
com novos
a per fei coa-
mentos, fazendo pespento igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na ma da Imperatriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas, re-
trozes em carriteis, linha de todas as cores tudo
fabricado eapressamenle para as mesmas ma-
chinas..
E' de graca.
Ricas chepelinas de seda para senhora, pelo
baratissimo preco de 16$ cada urna : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f : a ellas que
sao poucu.
Cortes de vestidos bran-
cos bordados.
Vendem-se ricos cortes de vestidos braneos
bordados com 2 e 3 babados a 5f : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f. _
E' barato.
Sebolas em resteas a 800 rs. o cento, ditas sol-
tas a 640 rs.: na ra da Madre de Dos n. 18.
JStSSW _!' eWV eWW BW**Ve>< VM9 eWtf *S% fn
Alloncao,
No armazem da ra da Cruz n. 21, se
encontrar um bello sorlynento de pa-
pis ja com estalos para assortes de San-
to Antonio e S. Joao e amendoas das mui
ricas cores para as mesmas tortee, e pa-
pis para enfeites de bolos tanta para pra-
tos como para baBdcijas luvJo viado de
Pars ocio ultimo vapor francez e por
commodo preco.
IGes k Basto!
NA
Kna do Queimado
n. 46, frente amareWa.
Constan tem en te temos um grande e va-
riado sortimento de sobrecasacas pretas
de panno e de corea muito fino a 26J>,
deS o 35J, paletots dos mesmos pannos
a 20$, 22$ e 245, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 14, 16$ o 18J, casa-
cas pretasmuitobem feitas edesuperior
panno a 28, 30$ e 35. sobrecasacas de
casemira da core muito finos a 15, 16$
0 18$, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 10$, 12 e 14$, calcas pretas de
casemira fina para homem a 8, 9, lOf
e 12, ditas de casemira de cores a 7$, 8,
9 e 10, ditas de brim braneos muito
fina a 5| e 6, ditas de ditos de cores a
3, 3500, 4 e 4500, ditas de meia ca-
semira de ricas core a 4$ e 4$50O, col-
letes pretos de casemira a 5 e 6, ditos
da ditos de cores a 4J500 e 5, ditos
braneos de seda para casamento a 5,
ditos de 6, colletes de brim branco e de
fusto a 3, 3500 e 4, ditos de cores a
2500 e 3, paletots pretos de merino de
eordo sacco e sobrecasaco a 7, 8 e 9,
colletes pretos para lulo a 4500 e 5,
;as pretas de merino a 4&5G0 e 5, pa-
1 etots de alpaca preta a 3500 e 4$, ditos
sobrecasaco a6,7e 8$, muito fino col-
letes de gorguro desedade cores muito
boa fazenda a 3800 e 4$, colletes de vel-
ludo de crese pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca depanno pre-
tos e de cores a 14, 15 e 16, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6500 e
| 7, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
3500, ditos sobrecasacos a 5$ e 5500,
| caigas de casemira pretas e decores a 6,
6$500 e 7, camisas para menino a 20
a duzia, camisas inglezas pregas largas
muito superior al32 a duzia para acabar.
Assim como temos urna officina de al-
faiate onde mandamos executartodas as
obras com brevidade.
ttSi&ft'SiSMSdiS CKdKdsgMvSiCK
caba d
m
Penes de gomos volteados
para meninas.
A loja dfguia liraucijtccbcu o* hMuifere \iru-
les de gomos volteados para segurar cabello de
meninas,eos estl vendendo a l$50O : na loja
d'aguia branca, ra do Queimado n.16.
A 6000.
Vandem-se chapeos de sol de seda : na ra da
Imperatriz n. 60, loja de Gama & Sil ra.
Sapatos de borra-
chaa d#500!!
Sortimento completo de lodos os tamanhos :
na loja do vapor, ra Nova n. 7.
REMEDIO INCOMPmVEL
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as naedes
poiiern tostemunhar as virtudes deste remedio
incomparavel e pro va r em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem sen Arpo e
pembros inieirameute saos depois de havae em-
pregado intilmente ontros tratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas m-
ravilhosas jela leitura dos peridicos, que lh'as
relatam todos os dias ha muitos annos; a a
maior parte dellas sao tao sor prndenles que
a mirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobrarais com este soberano remedio
&
Machinas de vidro
para ascender luz : vendem-se na ra da Impe-
ratriz loja de miudezas a. 82 ; assim como che-
gou urna grande porco de bolas de ziaco, es-
ponjas da platina e vidros para aa mesmas.
Vende-se a taberna da ra esUaiU do Ro-
sario o. 40 : a talar na mesma.
Vende-se urna fabrica de charutos na ra do
Arago n. 26, notaado-se que a armago serve
para outro qualquer esiabelecimento; quem pre-
tender, dirija-se a mesma fabrica.
Vendem-se
velas de cera de .carnauba
superior
a tratar
de
qualidade, vindas do Aracaty :
com Jos Sa' Leitao Junior.
Atteneo:
Na ra da Cadeia n...., vende-se um escrivo
de 23 para 24 annos de idade, de bonita Agora a
sem defeito algum, offieial de carapioa e bom
tunoeiro : a tratar com Joao Jos de Carvalho
Moraes.
Manteiga ingleza flor
a 800 e720jrs.,
franceza a 680, de tempero a 320. ch hysson a
28560, espermacete superior a 720 a libra ; no
largo do Panizo, taberna da estrellan. 14.
A' familias econmicas.
Na ra do Queimado n. 29, armazem de fazen-
das de J. J. de Gouveia. vendem-se lindse finos
bareges de seda a 600 rs. o covado. *
Arcos para saias a balo.
Vendem-se a 160 rs. a vara ; na ra do Quei-
mado n. 29, outr'ora 27.
a 240
carne de porco americana : na ra do Imperador
no bazar. w
240 rs. the pound
of superior saltd english beef, iu lhe basar per-
nambueano at ra do Imperador.
Vende-se a taberna da ra do Codorniz n.
12 ; vende-se por seu dono ter de retirar-se para
a Europa : a tratar na mesma.
Veadem-se travs de fund de superior
qualidade, sendo 6 de 40 palmos, 4 de 50 altos :
a tratar na ra da Cadeia do Recife n. 44, lojaule
ferragens, preco commodo.
o uso de seus bracos e pernas, depois dedur
MO&mitmftS CIS mmW&V&S&li] Permanecdo longo tempo nos hospiues, o tee
deviam soflrer a amputarlo 1 Dellas ha mui-
cas que ha ven do deixado esses, asylos depade-
timemos, para se nao submeterem a essa ope-
rago rkdorosa foram curadas completamente,
medrante o uso desse precioso remedio. Al-
guruas daff.taes pessoa na enfuso de seu reco-
nbeeimemrf declararam estes resultados jkenefi-
cos dianja* do lord eorregedur e outros magis-
trados. Jim de*mais autenticarem sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivesle bastante confianza para encinar este re-
medio con|tan temen te seguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontesuvelmente.
Que tudo cura.
O ungento he til, mais partieu-
laitnente nos ssuintes casos.
Inflammaco da bexiga
da matriz
Lepra.
Males alas pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura rio mosquitos.
Pulmoes.
Queimadetas,
Sarna.
Supurar58S ptridas.
Tinhaf em qualquer
parle que seja.
Tremor d" ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veas torcidas oa
das as pernas
Arroz.
feade-se arroz das Alagoas por preco muittt
commodo ; na travessa do arsenal de guerra nu-
mero 9.
Alporcaa>4
Caimbras
Callos* *
Ancefta.
Cortaduras.
Dores d.e cabeja.
das costas.
dos raembros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas de anua*
Erup0es escorbticas.
Fistuias no abdomen.
FrialMe ou falta, de
cala as extremida-
des. ..
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflammaco do figado.
Vende-sa este ungento no esiabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
da iodos os boticarios droguista a outras pes-
soaa encarregadas de sua venda em toda a
ArnViea do sul, Havana Hespanba.
Vende-se a 800 rs cada boeasjnha contera
urna BStrucrao em portognee para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra de tCruz n. 22, sm
Pernaobuco.
no-
ao novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceicao dos Milita-
res a. 47.
TJm grande e variado sortimento de
roupas feitas, calcados e fazendas e todos
estes se vendem por presos muito modi- ;
hcidos como de seu costume.assim como
sejam sobrcasacos de superiores pannos
26|, 88, 30 e a 35, paletots dos mesmos
pannos preto a 16f, 18|. 10 e a 24
ditos de casemira de cor mesclado e d
novos padres a 14. 16, 18, 20 e 24,
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 9, 10, 12 e a 14. ditos prelo pe-
lo diminuto preco de 8, 10, el25, ditos
V de sarja de seda a sobrecasacados a 1?,
II ditos de merino de cordio a 12, ditos
S de merino chioez de apurado gosto a 15
U ditos de alpaca preta a 7. 8, 9 e a 10,
g ditos saceos pretos a 4, ditos de palha d
a| seda fazenda muito tuperior a 4}500,di- ft
r tos de brim pardo e de fustao a 350O M S
e a 4*500, ditos de fusto branco a'4 S
grande quaatidade de caifas de casemira 5
preta e de cores a 7, 8, 9 e a 10, ditas X
pardas a 3 e a 4, ditas de brim de crre
finas a 2J,500, 3, 3*500 e a 4, ditas de 8
brim braneos finas a 4500, 5$, 5500 e a S
6, ditas de brim lona a 5e a 6$. colletes 3f
de gorguro preto e de cores a 5$ e a 6JJ. o
di los de casemira de cor e pretos a 45500 f
e a 5, ditos de fusto branco e de brim o
a 3 e a 3500, ditos de brim lona a 4$ X
ditos de merino para lulo a 4 e a 4500', O
calcas de merm para lulo a 4500 e a 58,
capas de borracha a 9. Pao meninos J
de todos os tamanhos : calcas de caaemira
?re" -e d* or 5- 6* e 7. oils O''
de brim a 2J, 3 e a 3500. paletots sac-
eos de casemira preta a C} e a 7, ditos SE
de cor a 6 e a 78, ditos de alpaca a 3
sobrecasacos de panno preto a 12 e a SJ
14, ditos de alpaca reta a 5, bonels X
para nenino de todas as qualidades, ca- I*
misas para meninos de todos os tamanhos 5
meios ricos vestidos de cambraia eitos
para meninas de 5 a 8 annos com cinco &
babados lisos a 8 e a 2J. ditos de gorsu-
rio de cor e de la a 5 e a 6, ditos de S
bnm a 3, ditos de cambraia ricamente X
bordados para baptisados.e muitas outras 9
fazendas e roupas feitas que deixam de II
ser mencionadas pela sua grande quanti- %t
dade; assim eomo recebe-se toda e qual-
quer encommenda de roupas para se
mandar manufacturar e que para este fim
temos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e urna grande officina de al-
faiate dirigida por um hbil mestre que
pela sua promplido e pereico nada dei-
xa a desejar.
Fabrica de tamancos da
ruaDireita esquinada
travessa de S. Pedro
n. 16.
Est sorlida de um novo e riqnissimo sortimen-
to de tamancos de todas as qualidades, que se
vende tanto a retalho como em pequeas e gran-
des porcoes muito em conta, a estarao propria
com urna pequea retribuicao, todos podero an-
dar com os pes livres de humidade, pois to pre-
judicial se torna a saude.
Cera de car-
nauba
da melhor que ha no mercado ; vende-se por 8
a arroba ; no armazem de Moreira & Ferreira,
ra da Madre de Dos n. 4.
Sua do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S, vendem-
se por precos baratissimos, para fechar contas:
chapeos do Chille para homem e menino a 3500,
cortes de casemira de cores a3500, pecas de ba-
bados largos e transparentes a 3, pecas de cam-
braia lisa flna a 3, sedas de quadrinhos miudos
de cores escuras e gostos novos a 800 rs. o cova-
do, chitas largas cores escuras a claras a 240 rs.,
cassas de ores de bons gostos a 240, organdys
muit fino e padrdes novos a 500 rs. o covado,
pecas de eotremeios bordados finos a 1500. ba-
bados bordados a 320 a vara, golinhas bordadas*
a 640, manguitos de cambraia e fil a 2, bra-
mante de algodo' com 9 palmos de largura a
1S280 avara, sobrecasacas de panno fina a 20 e
2.j, paletots do panno e casemira de 16 a 208,
dita de alpaca pretos de 3500 a 78, ditos de
brim de 3 a 5, calcas de casemira preta e de co-
res para todos os precos, ditas de brim de cores e
brancas de 2500 a 5, colletes de casemira de
cores e pretos, ditos de setim prelo, ludo a 5,
cortes de cassa de cores a 2, pegas de madapo-
lo fino a 42)500, assim como outras muitas fa-
zendas que se vendero por menos do seu valor
para acabar, -a
Vende-se
iarinha da Ierra, sacco3 de alqueire, medida ve-
fha a 4, dita de Santa Catharina, alqueires de
bordo a 2600 : na ra da Praia, armazem de
carne secca e farinha, contiguo a ribeira, do pei-
xe numero 34.
Avadado.
Fiaissimo o muilo largo madapolo com pe-
queo defeito a 5 a pees ; vende-se na ra No-
va n. 42, loja de Teviuliano Candido Hamos- & C.
Livro do mez marianc a 1$.
Acaba de sabir dos prelos desta typographia
urna nova edieao do mez mariano, segundo se
celebra fio hospicio de Nossa Senhora da Penha,
seguida de varios cnticos, e da novena da Se-
nhora da Conceico, modo de visitar o lauspere-
ne d* santissimo rosario ; vende-se nicamente
a 1 da livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
ftMI NMMN ***
Para bailes epasseios.-
Ricos cortes de vestido de fil bordado
a matiz de 3 a 4 folhas e 2 saias a 12 .'
erncasa de Julio & Conrado.
Roupas feitas.
Gama & Silva, ra da Impera-
triz n. 60.
Calcas de ganga muito una o bem feitas 3.
Ditas de meia casemira muito finas 2J500.
Ditas de varias fazendas que nao desboto 2.
Colletes de velludo, gorguro, setim, por pre-
cos que de barato admira
falc.a 1- ..mafia ylIM $
aletots de merino preto 7.
Ditos de ganga de quadrinhos 2.
Graxa econmica
para lastrar calcados.
Vende-se a superior graxa econmica em bar
rilinhos de louca a 640 e 800 rs. cada um. Asu-
perioridade de tal graxa jconhecida por quem
tem usado della, eser mais por aquelles que do
novo compraren). Ella serve igualmente para
amaciar e conservar o couro, e econmica por-
que o lustro dado com ella em um dia, conser-
va-se por 3 e 4 sem necessidade de nova graxa :
acha-se venda na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Vende-se urna mulata de idade de 40 a 45
annos, ptima para todo o servico de urna casa ;
nos Remedios, olara de Manoel Ignacio Avila.
Chapeos de sol de seda a 6$.
Vendem-se muri boas chapeos de sol de seda
com cabo de canna, pelo baratissimo prego de 6
cada um : na roa do XJueimado n. 22, loja da
boa f.
Caixas de tarta-
ruga.
Na loja da aguia de ouro ra
do Cabug n 1B
chegado as lindas caixas de tartaruga para
rap, que se vendem por baratissimo preco de 3,
assim como de bfalo muito finas a IgOOO, RSOO,
na loja Aguia de Ouro, na roa do Cabug.
Agua ingleza
de Lavander a mil ris o
Irasco.
Vende-se na loja d'aguia branca a verdadeira
agua ingleza de Lavander, superior a todas as
outras, a 1 o frasco : na loja d'aguia branca,
ra do Queimado n. 16.
Escrayos fgidos.
*
Sal do Ass.
Vende-se a bordo do hiate Camarajribe:
tratar com o mestre a bordo, oa na *rua*do Viga-
rio n. 5.
Vende-se urna esersva em conta e bonita
figura, com idade de 30 annos, pouco mais ou
menos 4 o a ma larga do Rosarlo o. 36,- primeiro
andar.
* T Contina a estar fgida a escrava Clara, do
idade de 40 annos, orioula, corfula, alia e secca,
nariz chato, ps e m8os magras, dedos compra-
dos, o furo da orelha esquerda um tanto grande,
cozinheira, doceira e engommadelra, a qual cos-
luma intitular-se por forra : quem a prender,
levando-a Soledade, sitio do abaixo assignado,
receberi oa mesma oceasio da entrega a eratifi-
C50 de IOO5.Jos Anto de Souza Magalhe9.
Homem fugio o eserevo Benedicto, eriou-
lo, natural da ribeira de Jaguaribe, de Hade de
JO annos, altura regular, corpoleoto, pouca bar-
ba, tem defeito no olhar, e marca de caustico na
barriga, nao pisa cerlo com o p direito e anda
m pouco edxo r quem o prender, levando d So-
ledade, sitio do abaixo assignado, ser generosa-
mente gratificado
Jos Antao de Sooza Magalhes.
Fngio do engenho das Matas, comarca do
Cabo, no dia 19 de malo de 1861, um eseravo do
nome Joo, crioulo, que representa ter 40 aanos,
nao muito preto, de boa estatura, olhos graodes,
muito fallante, j foi preso doas veces no Recife
trabalhando nos rmaseos de^assocar como forro,
e levou urna peiga em um p: roga-se a todos
os cepilles de campo e a todas b autoridades, do
o apprehenderem e o trazerem a*este engenho, ou
entregaren) na roa Nova, taberna do Sr. Jos
Feruandes Lima, que tanto em urna como em
outra parte sarao recompensados.
AVISO*
Contina a estar fgido o eseravo do corone
Joo Francisco je Chaby, da nome Siman, criou-
lo, baixo, feio e magro, cabeca grande, denles
limados, ps pequeos, sapateiro e boleeiro,
toca violan e canta modinbas, consta estar de
dia na freguezia do bairro de Santo Antonio, e de
noite tarde, pasta para a Boa-Vista, onde dorme,
e de madrugada torna a voller para tode diz que
est acollado : quem prender o nftncionado- es-
eravo, leve-o a ra da Imperatrh n. 46, que ser
. generosamente recompensado.
l
V



um& di rifeftiii*ufl*;\* xfk mu Wwa we mi.
nc3S;de IVossa SiWf
i, pelo fi. Padre.Feiix.
... Quarta.
..... II '.
Assim, pois, o-menino que ereadojpo habito
de ubedecer-sob o ascendente de urna educago
Tcrdajerraroente liberal, se liberta cada dia dos
lace? da ^scraviqo que a revolt* produz; por-
qi3nli) mister que elle obedeca,. boto ou mu
grado ; e nao lhe.resta mais o que scolher en-
tre duas dependencias : depondencia da autori-
dade legitima, a dependencia da autoridade ille-
gitima. Se elle se nao fuer; obediente, far-sc-ha
escravo, condemnando-se toda a sorte de sujei-
c;e.. Querendo conquistar a liberdade correr
a independencia, e do camioho ha de encostrar
todas as tyrannias, que a esperara para cootiicar-
lhe essa liberdade. Nao querendo sujeitar a sua
-vontade um seohor, multiplicar os tyrannos
contra si: oo querendo sujeitar-se urna obe-
diencia, crear quantos captiveiros ha, e com
elles toda a especia de aviltamentos.
Pelo contrario, o menino que obedece seu pie
e sua mSe, o menino que obedece seu tneslre,
que na fronteiraz eslampado o retlexo da auto-
ridade paterna e materna, sobretudo o menino
chrislo, cuja f Ihe faz ver a imagem de Christo
em seu pae, em sua me e no seu preceptor ;
em urna patarra o menino que obedece 6 Deus
curvando se peranle o homem, esse menino, se-
nhores, um menino livre ; o mesmo faci de
obedecer o liberta de tudo aquillo que nao tem o
> direiio de domina-lo ; a sua propria obediencia
a protectora da sua liberdade. Ello livre do
capricho, da impressao, da phantasia, do orgulho,
da pTeguiga, emflm lirrede todas assuas paixoes,
livre de todos os dominios que, cedo ou tarde,
acabam por subjugar os revoltosos qem quer
que elles sejam povos, homens,. ou meninos.
Esse Olho da obediencia mais que livre
soberano: a obediencia nao somente o exerci-
cio da mais generosa de todas as* suas liberta-
des ; tambero o exercicio da mais alia sobera-
na. O homem soberano quaodo domina a oa-
tureza, e mais soberano anda quaodo domina os
outros homeos ; porm o grao supremo de sua
soberana se rereis, quaodo elle domina-se si
mesmo : e justamente o que elle coosegue por
meio da obediencia. O homem o rei da crea-
cao ; a rontade rainha do homem ; e quando
ella obedece a soberana exercendo sobre si
mesma seu mais sublime imperio.
O menino que obedece sabendo o que faz
urna vontado que sobre si exerce o seu dominio
mais viril e glorioso. O habito desse nobre exer-
cicio, bem longe de aviltar e deprimir o menino,
muiio ao contrario lhe imprime, com toda a dig-
nidade do homem, um tal carcter de realeza,
que o torna o soberano mais apto para o dorai-
minio. O homem nunca aprende to bem
mandar, seno quando aprende obedecer; por
quaDto a razo que faz repellira obediencia a
mesma que faz abusar da autoridade.
Nao me digaes que a obediencia faz os homens
escravos: pois eu responder-vos-hei que ella
os faz soberanos. Nao me fallis da escravidao
o do aviltamento da obediencia, da sujeigo vil
do homem peraote o homem 1 Vos nao sabis o
que obediencia ; e se sabis, esqueceisque essa
obediencia nielligenle e generosa, essa obedien-
cia que faz o menino elevar-se *sua altura, nao
urna proslrago ao homem, mas sim Deus I
Por que razo o menino que recebe urna ordem
do preceptor, eacarregado da sua educaco, ha
de recusar-se obedec-la, por partir essa ordem
de um homem?
Meus filhos, olhae para cima : um homem
quom tos manda, bem verdade: mas, quaodo
esse homem se chega vos para dar-vos urna
ordem, cobre-lhe um reflexo divino, e Deus,
e nao elle que obedecis. Oh 1 nao deis ou-
vidosquelles que vos fallam de escravidao, avil-
tamento e degradago. Deus bastante alto e
poderoso para dar-vos ordens, sem que vos jul-
gueis deshonrados! Filhos da-obediencia, disc-
pulos do urna educaco que produz grandes ho-
mens, e christos Ilustres, continuae obedecer
poTs'que, obedewndoT til snno^^S
nao se escravisa, ao contrario rehabilita-se; nao
se rebaixa, eleva-se ; e longe de se deshonrar,
adquire a honra mais sublime e grandiosa que
pode urna vontade humana adquirir a honra
verdaderamente liberal e soberana de saber go-
Ternar-se.
O que mais transmute a educaco vontade
humana? Com a liberdade e a soberana, ella
deve transraiUir-lhe a rectido e a inflexibilida-
de. Ser soberanamente livre a primeira con-
digo a segundi ser invariavelmenle recta.
Tertence vontade altingir ao seu termo, con-
quistar o seu destino; o pois cunpre que ella
marche direilo pelo camioho do bem, da justiga
e da verdade, emQm pelo caminho de Deus;
cumpre que ella possa a reclido, que nica a
pode desvairar dos rodeios. E porque nao basta
s encarar o destino, mas lambem preciso con-
quista-lo; nao basta so comecar, preciso lam-
bem acabar a vonta.de humana para realisaro
seu ideal, e attingir toda a sua grandeza, deve
accrescentar rectido as suas tendencias a
ixidade as suas resoluges e a constancia as
suas execuces
Mulliplicae na humanidade essas vonlades sim-
ples, cuja rectido ioflexivel nao conhece nem os
desvos da mentira, nem as sinuosidades das pai-
xoes, nem as veredas tortuosas da hypocrisia ;
Tontades que marcham direito ao bem, como a
flecha ao seu alvo; e depois dae-lhes, alm da
sua rectido, urna flxidade que nada seja capaz
de abalar, urna firmeza que nada seja capaz de
mover ento lereis homens perfeitos ; ento
veris a humanidade subir, rosigada pela sua
propria grandeza : pois que a marcha da vonta-
de no caminho da rectido, e a perseveraoga
n essa marcha quem faz o progresso do uni-
verso.
iOLULTIM
OBATEDORDE ESTRADA
OR
PAULO DUPLESSIS.
'flaMllJaj duas prerogati-
qne se\ reclamsm e se ooaaplelajp mutua-
te, sera controrersia a ortica dlobedien-
" edueagao, e a sacio na reara. A palavras
exprtmem com (oda aelarea n'este ponto ver-
dade das cousas. A obediencia urna equaco
livremente estabelecida entre una vontade e
urna regra ; a regra representa e lireito, a jue-
tica, a exactdo, em summs, a rectido. Lima
regra, urna lei, um doninio luppe-se ser a ex-
presso da verdade, da justica e da ordem; co
mo que um raio do Terdadeiro, do bem, do pro-
prio Deus, que traca a marcha da vontade nos
ucaminhos rectos de seu destino.
Logo, obedecer regra, lei, autoridade le-
gitima que manda, adquirir direitos dia por
dis, hora por hora, como a mesma regra ; pra-
ticar o justo, fazer-se a propria reclido. As-
sim.senhores, quando um menino tem sido crea-
do no habito de obedecer, a reclido torna-se-
lhe como que natura!, poni de ser-Ihe preciso
um esforco para conhecer o que tortuoso : a
humanidade mal educada encerra no seu curasao
mystenoj, e no seu peruameolo rodeios,que elle
nao chega suspeitar, seeo quando mais larde
Ih'os despena o contacto do mal. Ama o bem,
como os seusolhos a luz ; procura-o, como o seu
peito a respiraco ; e volu-se directamente para
elle, como para o seu polo, dizendo : Vamos con-
quista-lo.
A obediencia que d i vontade do menino essa
rectido que nada capaz de abater, tambem
quem lhe d essa flxidade que nao se abala, e
essa constancia que nunca se dobra. A vontade
que obedece ao capricho, phantasia, impres-
sao, nao pode perpetuar-ae ; como o capricho, a
phantasia e a imoresso ella muda com o so-
pro que passs ella propria se desmente, se con-
tradiz, abate-se, anniquila-se com tal volubilida-
de, ligeirezs, rapidez e incerteza, qoe nao lhe
permita mesmo fundar urna empreza, um desig-
nio, urna execuclo, porque nada, absolutamente
nada, pode garantir que a vontade da hoje seja a
mesma de hontem, que a resoluco de amaohia
seja a mesma de hoje : vontade febril que vae e
vem de resoluco em resolugo, que quer e que
d'ahl pouco nao quer, que se precipita, saltan-
do de urna outra exlremidade: vontade de
enanca que quer aquillo que nao pode ter, re-
jeita o que ji quiz, e pede grandes gritos o
que rejeitou I
O menino, porm, que vive para obedecer, nun-
ca pode deixar de querer hoje aquillo que hon-
tem quiz, e de querer ainda amanha aquillo que
hoje quer : porque aquillo que elle quer o que
manda a regra, e a regra fixa ; ella recebe da
justica e de Deus, de quem emana, alguma
cousa de immutavel. As paixoes, os caprichos, as
impressoeitudo muda : a regra nunca muda ; e
a vontado que lhe obedece, partecipa da sua in-
variabilidade. Termiitindo ainda mesmo que a
regra chegne modiOcar-sesob urna oulra auto-
ridade e dominio, ha todava urna cousa qui no
menino obediente nunca varia esempre a mes-
mua vontade de obedecer : nisto consiste a sua
determinago absoluta, a sua resolugo constan-
te, a sua vontade fixa ; na propria variedade das
suas acedes aprsenla essa vontade de obedecer
seropre idntica e egual, essa vontade que por
si urna regra: na sua reclido se vC a sua cons-
tancia inabalavel, na multiplicaco das suas ac-
edes a unidade invariavel do seu querer.
E' verdade, senhores, mesmo nessa vida de
constante obediencia ha urna regio de inevita-
veis mudancas : ahi mesmo, como em toda a vi-
da humana, a luz e a sombra, o sol o as nuvens,
a calma e a tempestado passam e repassam.
succedem-se e variam, como os phenomenos do
mundo material. Mas, cima dessa regia de vi-
cissitudei, ha um logar eleva Jo e sereno aoode
ellas nao chegam ; um logar em que habita a
vontade, e do qual, dominando todas as agitaces
do seu reino inferior, diz na inalleravel magosta-
de da sua calma, na invariavel determinarlo do
seu querer:
Quero obedecer. E' verdade que a tempesta-
de nao vae longe, e sob o sceptro da minha von-
tade real ouco-a bramir; ouqo as paixoes queme
grilam : Nonserviamnao queremos mais obe-
decer ; a autoridade nos pesa, o dominio nos ve-
xa, a regra coro a sua immobilidade nos fatiga e
anniquila; nos a liberdade, a independencia, a
variedade ; nos a regra do capricho e da phao-
Pois tambera 6 verdade, sem.o.... np n mho
Ha obediencia, anda o mais tiel, do fundo do sea;
ser ouvea vez dessas rebellies que clamam pe-
la variedade: mas elle encara o cu, de onde
lhe vera a autoridade pela palavra de um precep-
tor, oo na formula de urna regra, e diz para as
paixoes agitadas no seu coraco como ragas no
mar:
Podis rebollar-vos, e tornar rebellar-vos;
podis variar ao sopro de todos os ventos: eu
por mim nao mudarei. Fallae, senhor, fallae:
vosso servo tos escuta ; fallao-me pela bocea de
meu pae ou do minha me, fallae-me pela bocea
do sacordote ou do pontfice, fallae-me pela boc-
ea do meu mostr ou do meu rei: quero obedo-
cer-vos minha constante resoluco: e bem
que lulo em mim pote mudar, porque eu sou
raco, todava nao mudar essa vontade invaria-
vel, que o sello da minha rectido, e a garanta
da miuha forga I
A forQa I a torga fecunda e creadora ais a
terceira condico que a educaco deve imprimir
vontade do menino. O que se procura mui espe-
cialmente na forwac.lo do homem ? Procura-se
fazer delle um ente forte. A torca a principal
'rerogativa do homem, o indicio de sua rea-
eza, o sello do seu destino. Ella faz parte to
profunda do carcter do mesmo homem que d-
lhe o nome deturo homem, islo a propria
torga, a energa, a coragem o o poder. A lingua
latina, to simples a philosophica nos seus ter-
mos, abrangeu ludo isso n'uma palavra celebre
tnrlttsa mais bem inventada para exprimir o
Terdadeiro poder e a verdadeira magestade do ho-
mem I Tirae i vida humana a condico da torca
moral, a tereis um simulacro o homem, e nao o
homem; tereis um ente manco, incompleto e
mutilado, um nao sei queque nao tem nome na
PRIMEIRA PARTE.
{Continuaco.}
XII
A apparicao sbita de um conviva com quem
se nao conta mais, especialmente na hora em
que o jaotfr se acha quasi Qodar, causa sempre
cerlo constrangimento em urna reunio : mas o
apparecimento do Batedor de Estrada na aala de
jantar de Mr. Sharp produziu um Terdadeiro es-
panto entre os convidados. O armador (oi o ni-
co sorrir-8B ; esperava sem duvida que o jantar
comecaria de novo. Joaquina Dick saudou cor-
tezmente o amphitryo.
A desculpa da minha demora, lhe disse elle,
est na vossa pontualidade, meu querido Sr.
Sharp. Sabia que a minha ausencia vos nao im-
pedirla de por-vos & mesa s qualro horas em
ponto ; e como um negocio de importancia me
chamva oulra parte.
Os negocios esto antes que tudo, charo se-
nhor, inlerrompou o negociante com vehemen-
cia.
Era preciso que losse bem profunda a convic-
io de mestre Sharp, para que elle a ousasse as-
sim proclamar, sen precede-la de um coiciiiofc
eupponho, ou pretumo.
O conde d'Ambron apenas percebera Joaquim
Dick se linha por um movimenlo espontaneo le-
vantado de sua cadeira ; e quando este ultimo
acabava de dar as suas desculpas ao dono da
casa, j elle se achara seu lado, e apertava-lhe
a mi, dizendo : *
Sr. D. Ramn Romero, o silencio que lendes
guardado para comigo at boje me faz soppor que
nao deseiarieis tornar ver-me : roas eu confes-
so-tos francamente qoe o vosso encontr me cau-
sa o maior prazer.
Joaquim Dick apertou cordealmeote as suas a
mao oo mancebo.
. Eoganao-vos respeito de meus seotimen-
I*.'r.one-pon,leu e.,le- MuU" *"* enho em
7ruiL ?S.'*0D8S jSnhas horas de batimento e de
iii! ?Conl,?V d0 ,ouco ">Mini" me aju-
dava entao fsupportar a humanidade. '
{*) Yide Diario a, H8. "
lingua d? P*f. *10t elosUBCcupa lugar na
hierarchia dos aeree.
E' esta a rasAo, senhores, (digo-o sem amar-
gura e,desprezo) esta, a razioJ grande nite-
p;moral dos pesaos lampos : nttonUsKui-
haaitos deesa ordem. Os hoatela Uli.m so-
cjadete porque a loica talla aoe homens; e a
.lOTfB falta aos homens, porque falta a obediencia
aoasnieninoa. Com elTeilo, o que qa, roduz
vonlades fortes, car6leres firmes, e liorna* po-
derosos ? E' o habito viril de urna obediencia ge-
nerosa e livre. A- independencia ptamatura nio
fortifica o homaro, antes o abala : orgulhosos
com urna soberana precoce, queremos ser ho-
mens antes de lempo, e camos sendo sempre
meninos, E' asaim que a natureza castiga a nos-
sa loucura a vinga a Providencia. Queremos ser
homens aos quinze annos, e somos meninos aos
quarenta velhos meninos e meninos homent I
Eis o (rudo dessa' educacio que se diz liberal,
que faz a virilidada depender da independencia,
islo a forga da fraquea. Semelhante systema
nio urna creacio, um aborto !
O homem forte, aquella que merece o nome
verdadeiro de hornera, nao o que em buscada
urna liberdade selvagem despedace prematura-
mente o jugo de toda a autoridade legitima ; o
que na aua juventude se tem sajeitado i coudi-
go voluntaria de sua obediencia l A condico 1
Eis aqu, senhores. a palavra que explica todo
esse myslerio da orca e da verdade. A obe-
diencia 6 a forga, porque urna coudicgon-
telligeote e livreque se comprime voluntaria-
mente, e por essa livre compressio adquire a
forga da expaosio. No mundo material a expan-
so egual compresaio : e, salva a liberdade
que constitue e deslingoe a forga humana, essa
formula que exprime a forga na materiaexpri-
me com a meama-exaclidioa forga moral no ho-
mem. A ouediencia submelte, a obediencia
comprime; mas submetle voluntariamente, com-
prime livreraente : compressio Viril, submisso
corajosa, que de antamao sappoe a forga, exer-
cendo-a.
Oh I praticae deste modo, senhores: sob aac-
go suave, porm forte, da ruis legitima das au-
toridades, subjugae a vontade dos- vossos filhos,
usando para com ele de um dominio que se
faga respeitar e obedecer: comprimi essa von-
tade docemente, ni para enfraquece-la, mas
para fortifica.la ; se tanto fr preciso, domae-a,
como um fogoso corcel, aerviodo-vos do as-
cendente do vosso carcter, da Iranquillidade da
vossa forga, o da firmeza da vossa aitilude. Que
essa gymnastica moral lodos os dias se reproduza
a dure por muito lempo : pois a infancia assim
prolongada, o desenvolvimiento assim lento, mas
vigoroso, o o progoostico o mais certo de urna
vinliddde poderosa, e de urna madureza fecunda.
E quando soar a hora em que ao menino se deve
tirar ou pelo menos afrouxar esse freio da obe-
diencia para deixa-lo inteiramente entregue ao
governo de ai mesmo ; quando soar a hora era
que a Providencia permute que se deixe franco
o caminho essa vontade, j ambiciosa de se
elevar na esphera de um imperio legitimo ; en-
to, senhores, coohecereis o que ter o homem
aprendido na obediencia governar os outros
homens o as cousas.
A forga, que foi por to longo lempo e to for-
lemente subjogada. rebeolar no esplendor e
grandeza dos seus actos, e se patenleari pode-
rosa e fecunda. O mundo commovido ao espec-
tculo de urna forga que sbitamente e sem ex-
forgo assume a sua posigo na sociedade, con-
templar gom admirago o poder que produz
urna vontade tanto lempo sujeita condigo da
obediencia.
Ento aquelles que nio podem ounio querem
compreheoder o sentido desse mysterio, diro
com sorpresa vendo-o apparecer: Quis est isle ?
Quem esse mancebo que ainda hontem pareca
so ter vida para obedecer, pareca ser a propria
fraqueza, e que hoje se aprsenla como se exis-
tase expressamente para mandar? Queman-
cebo esse que, contando apenas viole annos de
edade,4>oasue j sem pretengoe e sem arrogan-
cia a altitude de consummada virilidade? Quis
est isle qui venir i*Que bomem esse de carcter,
de iniciativa o resolugo, que hornera esse de'
acgo, de coragem, quem nada capaz de in-
timidar, que nada ha que faga esmorecer? Quem
esse hroe, esse gigante que marcha majestoso
e firme na plenitude da sua forga gradiens in
mullitudine forliludinis suce ?
E aquelles que o vira* .t .mo m d-
cil e brando supportar sem murmurar e sem
vergar-se o jugo libertador da obediencia livre e
cooscieuciosa ; sobre tudo aquelles quetrabalha-
ram em aperfeigoar seu carcter, que impose}
ram aos seus desejos impetuosos, mas submissoa
o freio que lhe deu a vontade a coadiego, a ex-
panso e a forga esses responderio : E' um
Qlho da obediencia 1
E' hoje um homem perfeito porque soube sem-
pre obedecer ; e porque obedeceu hoje um ven-
cedor, dominador e triuraphador : vencedor de
suas paixoes, domioador de sua vontade, triura-
phador de si mesmo; de hoje avaote marchar
de conquista em conquista, a contar as suas vic-
torias por milliares : vir obediens loquetur vic-
torias. Nao de agora que elle vence batalhas,
ha j dez annos que coosegue Iriumphos : trium-
phos mais gloriosos, batalhas mais ifSceis
que os Iriumphos a as batalhas de Alexandre por
que ha dez annos que triumpha de si mesmo, ha
dez annos que sabe vencer as suas paixoe. Todas
as vezet que obedeceu, conseguiu urna victoria
em que a sua Vontade se venceu & si mesma.
Ten do sido forte contra si, e contra os inimigos
que interiormente o flagellavam, mais forte ba de
ser ainda contra os outros, e contra os inimigos
exteriores. Aguerrido no mais reunido dos com-
bates deitar por trra todas as resistencias :
sua vida ser urna serie de victorias ; suas victo-
rias attestaro a sua forga ; e sua forga palen-
tear por seus Iriumphos o beneficio de urna e-
ducago viril, a o poder fecundo da obediencia.
Queris que a clareza a a luz do meu discurso
se condensem a se reflictam com o maior brilhan-
tismo n'uma pessos illustre ? Ouvi. lia tres se-
culos Deus preparava o mundo para o cumpri-
aeoto de um graoda designio : ia dar como que
JP0*" *"j,0- calhoHcismo. Ao paseo que
qaebra cera a sua mi enleja algn
es da (renda arvore calhoBes, Deus
[ aauaaeiva sempre 50**lina ex-
parte do oriente : aa India e o Jaao vio
<> contacto da vida catbolica I
1 t alexeeacie desse designio de Deus, um
eewm preciso, ue,hornera come eu vbs aca-
be! de mostrar forte, hroe e gigote. A' quem
enviare ? disse o Senhor Ouemmttam f Um
bomem respoodeu : Aqu estou eu, Senhor ; en-
wae-me.- Ecce ego, mil te me. '
O que pralicou esse homem ? Nao fago aqui,
senhores, mais do-que resumir urna historia to-
da cheia de herosmos. Desda urna exlremidade
do occidente al ontra extrenAdade do oriente,
arremega-se ao caminho como um gigante: Exul-
tavil ut gigans ad crrendam viam. Vae mais
looge que Cyro. mais longe que Alexandre. mais
looge que Pompeo, mais longe finalmente que
lodos os conquistadores.
Deusihe linba predestinado dei annos : e o
que fez elle nesses dez annoa ? J*ercorreu de-
soilo mil leguas, baptisou mais 4e dez roilhes
de pessoas, proalrou na adorago do 6hristo cin-
coenta rei da Ierra : e depois.... roorreu na hu-
mildade, ornado de suas grande conquistas, e
soohando a porta do paraizo, que Deu lhe des-
tinava conquistas ainda maiores. Elle que s
queria a huoildade creou um nome illustre
entre os mais Ilustres nomes : operou milagres
de forga poder, e feundidade, que excedem s
proporgdea humanas I
Eo que linha feito esse homem para adquirir
semelhante forga aobrehumana, semelhante co-
ragem heroica, semelhante expanso apostlica
4 vista da qual o mundo inteiro era um pequeo
alomo? O que tinha feilo, senhores? Tmha
obedecido. Soldado sabido das Qleiras de urna
humilde legio, que por sou turno tambem sa-
tura armada de ponto em branco da fecundidade
sempre vigosa da egreja catholica, elle atlendeu
i voz do seu capitio, que lhe disse : Ida ao
m do mundo : em quanlo um clrigo rebelde
aprsenla com suas paixoes desordenadas o fruc-
lo da independencia idevs, dae egreja uro
novo mundo, e mostree o que pode para glorifi-
car Deus, e salvar a humanidade um homem
armado da forga da obediencia .
E' assim, senhores, que costuma manifestar-
se a torga da obediencia as suas maiores pro-
porgos, as suas maoifeslagoes mais Ilustres :
forga que funda, que salva e regenera. Entre-
tanto a forga que vera da rebelliio apparece em
todas as suas espheras tal qual por natureza :
forga que derriba, que destrue, e quando menos
forga estril.
Por consequencia, se queris que para a socie-
dade se eleve urna geracio viril, forle, fecunda
e creadora, educae vossos filhos na obediencia :
fazei que elles descubram no sentido affecluoso
e inteiligente de vossa autoridade a necessidade
de obedecer-vos, para que a pratica dessa obe-
diencia, que a lei da sua vida e da sua educa-
gao, seja tambem o segredo da sua forga, e a con-
digo do seu poder.
C Le Monde Silveira ).
O louco sublime 1
Esqueceis que era assim que vos eu chama-
va emoulro lempo, quando eslavamos emParis?
0 clima da California ter-vos ha mudado ponto
tal que esse appellido, que antigamente aceita-
veis sorrindo, vos parega hoje urna injuria ?
Nio, D. Ramn, nao I O. mesmo, que me
conhecestes ento, ainda sou hoje, a o mesmo hei
de ser al a raorte.
E' possivel I Molestias ha que sao incura-
veis.
O recoohecimento do Batedor de Estrada e do
conde d'Ambron pareceu causar pouco gesto ao
marquez de Hsllay.
Sr. Joaquim, disse elle, nao vos enganaveis
quando osaseis que cedo ou tarde o acaso nos reu-
' miria outra vez. Acceitse as minhts sinceras fe-
licitages pelo grande e sbito melboramento que
se operou na vossa sorte.
De que' melhoramento fallaes, Sr. D. Hen-
rique ?
Deixei-vos Batedor de Estrada e eocontro-
vos hoje feito gentilhomem e millionario 1
Devieis antes dizerquemedeixastesBateder
de Estsada esfarrapado, ou, se assim vos aprax,
visto com a libr do meu estado, e vindes agora
encootrar-mo mettido em hbitos de caixeiro ou
de um grande fldalgo, islo veatido todo de pre-
lo com luvas brancas... Eis-aqui o que real-
mente. Demais, nunca apregoei a prelengao de
ser por ahi um mendigo, ou um homem mal edu-
cado.
1 Ficae persuadido, D. Ramn Romero, que a
minha observago nao leve por fim fazer-vos
urna critica, mas sim um mero cumprimento.
Este nome de Ramn Romero ves causa al-
guma apprehenso, nao assim ? Meus Deus I
Nada mais fcil de ser explicado. Ha muito lem-
po que eu formara o dosejo de ir gastar M Euro-
pa alguns pedacitos de ouro que se baviam refu-
giado no meu cinto : mas lemendo que a minha
rtputaco me nao fechasse a porta, dos salos on-
de desejava penetrar pois no meu amor pro-
palo de selvagem ignorante suppunha eu que o
Batedor de Estrada era eonhecido d mundo in-
teiro revesti-me de um pseudonymo de pura
phantasia !... Quanlo ao titujo de millionario, que
to generosamente me outhorgaes, oufesso-vos
que nunca o merec.
Meu charo Joaquim. ioterrompen master
Sharp, que pareca tomar pouco interesse nessa
conversaco, suppouho que poderei mandar le-
vantas a mesa, se j tiverdes comido vossa aa
tifacio.
Estou salisfeifo.
O armador americano ouvindo a resposla do
Batedor de Estrada, lancou sobre elto um olhar
de piedade, que pareca dizer : Meu amigo
sois bem pouco comedor t
IttissM scientifica do Sr. Ernesto Renaii
no Oriente.
RELATORIO AO IMPERADOR.
Amschit, perto de Gebeil, 30 de Janeiro de 1861.
Sre:
Quasi tres mezes ho decorrido desde que co-
mecei a desempenhar na Syria a missao, que
Vossa Magestade confion-me, e que lem por ob-
jeclo colher o que resta ainda das inscripcoes e
monumentos da aotiga Phenicia. E' tem'po de
dar contas Vossa Mageslade do que fiz para
cumprir vossas intengoes liberaes, e dos resulta-
dos que me levaram at aqui minhas inda-
gares.
Na poca em que Vossa Magestade concebeu
O orejete de urna explorago scientifica da Phe-
niciae bouve por bem confiar-me a direcgodel-
ls, ainda nao tinham rompido osacontecimenlos,
que cobriram a Syria de sangue ede ruinas Es-
tes acontecimenlos levando ao Orintenme divi-
so do exercilo francs trouxeram facilitados
inesperada; execugo do designio formado por
Vossa Magestade. O Sr. general Ba**iforl, pondo
i minha disposicao urna compaohia de cacadores
o'.-Vrica e um destacamento "de soldados de arti-
Iharis, facilitou-me urna multido de indagages
delicadas, que leriam sido impossiveis com pes-
soas menos intelligeutes. Os Srs ofBciaes e em
particular o Sr. capito Lubriat a o Sr. lente
Ssereste, forano para mim collaboradores cheios
de zelo e de aclividade. Os Srs. sargentos zelaram
os trabalhos com um cuidado.com urna conscien-
cia e com urna exaclido, que adroirei.
At aqui Uve de pedir aos Srs. ofliciaes da ma-
rinhi um concurso menos activo; entretanto nao
posso esquecer a complacencia com que o Sr.
commaudanle da Grandiere leve a bondade de
facilitar-me atguns transportes sobre essas cos-
tas de um accesso difllcil e algumas vezes pe-
rigoso *
Encontrei em tedas as autoridades do paiz um
coocurso sincero e diligente. S. Exc. Puad-Pach
deu-me todos os poderes necessarios para fazer
escavagoes nos terrenos que pertencem ao go-
verno turco. O joven caimacn Yousef Bey Ka-
ram, ajudando-me com sua autoridade no Kea-
rouan e as regides visinhas, preven o todas as
difficuldades, que poder-se-hiam crer inevitaveis
em operaces to complicadas. Sua emiaencia o
patriarcha de Anochia, que reside em Bkerk,
alm dos apontameulos, que forneceu-me, pres-
tou-me grandes servigos, fazendo-me auhar no
clero maronita tim concurso prompi e permit-
tindo-me fazer levantar as paredes das egrejas
algumas pedras de oro alio inlereaae histrico.
O Sr. conde Renhroglio ajudou-me em muitas
circumstancias com seu profundo conhecimenlo
do paiz.
Finalmente a nobre e liberal inlervengio de
lord DutTeiio para com os agentes inglezes, evi-
tando at poisibilltsde desees equvocos ou-
tr ora Uo eommarw so Orieste, oode ludo se tra-
duzia em mcsqoiahas rivalidades nacionaa, aer-
to muito para provar o earcater elevado de nos-
sa empreza e para eslabeleee-la como urna obra
de interesse geral para todos eeeelles, que ligara
importancia i historia da humanidade.
Faltara ao meu dever se omittlsse dizer que
os baaitantes da parle do Lbano cora os quaes
at aqui tive mais telaces empregaram em se-
cundar as intengoes de. Vossa Magestade urna
presteza, urna cordialdade, uro desinteresse ra-
ros. Nem se'quer urna vez encontramos objec-
ges da parte dos proprietarios dos terrenos, nos
quaes eramos obrigados a ecavar. A dedicago
rranga, o sentimenlo de um reconhecimento bem
natural, mas por isso mesmo em um sentido mais
meritorio, conseguiram-nos entre essas popula-
cors patriarchaes, nao alteradas pelo corflacto
aos gregos. do musulmanos e dos orientaes, um
accoiho, que nos deixar uma tonga a chara lem-
oranga.
Em meu pensar a misio que Vossa Magesta-
de confiou-me para ser completa dever com-
por-se de qualro campvnhas. Estas qualro cam-
parines sio, comegando pelo norte : 1." a de luad
(Aradus), Tortosa (Anteradusj, e Amril (Mara-
thus): 2. a de Gebeil (Byblos); 3. a de Saida
(SidonJ; 4.# a de Sour (Tyro). Como appendices
destas qualro campanhas projetei duas viageos
sera escavaces: 1. uma exploragio do Lbano,
especialmente no ponto de vista da epigraphia
grega; 2. uma viagem Palestina, visto como
este paiz na historia da arte o annexo da Phe-
nicia Um estudo atiento de toda a costa era o
preliminar necessario de todas estas investigaces.
Devendo a campanha de Ruad ser feita com o
concurso da marinha, tive de reserva-la para os
mezes em que a costa Syria offerece uma segu-
ranza completa, isto para os mezes d'eslio.
A campanha de Tyrio devendo naturalmente se-
guir i de Sidon, restavn -me escolher a rsira de
meus trabalhos entre Byblos e Sidon. Se come-
cei por Byblos nao por esperar de Sidon resul-
tados menos importantes ; mas sim porque By-
blos eslava mais completamente inexplorada e pa-
reca deyerofferecer algumas difficuldades de me-
n09- Hoje meu trabalho de Gibeil toca a seu termo,
e alm disso terminei o estudo da costa de Trpoli
a sahida.
Emfim a exploragio da parte do Lbano situada
cima de Gibeil, que as nevoas nao lornam inac-
cessivel nesta estagio, esta muito adianlada; a
exploragio das altas regies d'Aphaca, Akura e
Tannourin formar um appendice da campanha
de Ruad.
Como natural, nao pensei que me fosse pos-
sivel esgotar uma materia to nova. Se a Italia,
que teem antiquarios habis ha quatrocenlos an-
uos, d lugar ainda importantes descobertas,
nao em alguns mezes que se podi esperar fazer
dar esla Ierra, que conta 3,000 annos de historia
tudo quanlo ella encerra. Antiquarios de profis-
so seriam mais capazes de conseguir isso do que
eu. Minha larefa devia limitar-so a abrir a serie
das explorages profundas no salo, a verificar e
seguir detalhadamenle o que engenhosos e sabio
viajantes entrevieram, a procurar alguma lei ge-
ral, que sirva de fio para os trabalhos futuros, a
empreheoder principalmente o qriea especulago
privada, suficiente para a indagago das cousas.
Iraosportaveis, nao poderia fazer, quero dizer, a
descoberta dos grandes monumentos e a conti-
nuagio das questes histricas. Sno fim de mi-
nha viagem que poderei exprimir-me sobre to-
dos esles pontos com uma plena seguranga. Bem
pode ser que indagages ulterioresfagam-me mo-
dificar muilas cousas que hoje me seduzem ; mas
pensei que pezar de seu carcter provisorio, e
aOm de que fossem melhor comprehendidos os
meus argumentos, devlam desde j ser expostos
estes pontos de visla.
Em primeiro lugar vou entreter Vossa Mages-
tade com as nossas escavagoes de Byblos. Pou-
cos pontos exercem ao primeico langar d'olhos
uma attracgo to forte sobre o investigador co-
mo Gebeil. Os ionumeraveis fustes de columnas
de marmore e de granito, que esto espalhados
aqu e ali, um slo accidentado, no qual se vem
carnadas sobrepostas de restos de todas ay eda-
des, uro castello que parece obra dos gigantes da
primitiva antiguidade, as legendas que nos mos-
trare Byblos, como a eidade mais antiga do mun-
do, as recordages mythicas de Cinyras, d'.-Vdo-
nis, de Osyris. as recordages mais histricas da
parte que lora arara os Gibelitas (1) as obras de
Salomo, a importancia de Byblos na renascenga
phenicia do lempo dos AntoninosK o papel reli-
gioso de primeira ordem que ella desempeuhou
nessa poca, a obra inapreciavel de Philon de
Byblos ( Sanchoniathor ], de quem esta eidade
foi o bergo e ainda o commentario: tudo se
reuniu para excitar a curiosidade e despertar o
desejo de revolver entulhos qua devero encobrir
tantos segredos. Se algumas decepges sueco-
dem estas primeiras esperangas, estas decep-
ges vem d pesar que se sent ao ver uma to
curiosa antiguidade, feita de tal modo em po-
daros, e se ouso diz-lo, em migalhas.
Nao creio que em oulro ponto do mundo uma
eidade ferida de morte desde uma poca antiga
tenha soffrido mais tristes destinos. E entro de
um paganismo perigoso e obstinado, Byblos leve
de ser quasi demolida, quando estabeleeeu-se o
christianismo; ento sem duvida forano destrui-
dos esses templos sem numero, cujas columnas,
todas quebradas sem excepgo e quebradas de'
proposito, se contam ainda aos milhares. A in-
vaso dos Musulmanos termioou a despovoagao
do paiz, e sem duvida, quando os erusadosapo-
deraram-se de Gibelet, a eidade era um monlo
de ruinas, sob o qual a antiguidade viva ainda
mais em restos coosideraveis.
Os Genovezes, tirando desses restos uma eida-
de feudal, que ainda quasi podra por pedra de
hoje, quebraram-lhe sem duvida suas joias as
preciosas.
Entretanto, Benjamn de Tudelo parece ter vis-
lo ero p um desses antigos santuarios pagaos
Escusado lembrar qui, pois que ninajuem o
ignors, qne as Ioglezas e as Americanas cotu-
mam levantar-se da mesa durante^ ultima co-
berta, delxando assim aos convidados d sexo
masculino a liberdade de se embrrgeienaaua
vontade. 4
Tambem cousa que ninguem iejfora que
as joveos Americanas gozam de udff liberdade
sem limites : essa liberdade fundada no respeito
que ellas inspiram, ou pelo menos queso lhe
tributa, d-lbes prorogativas que na Euflfpa sao
apanagio exclusivo da populago masculina. El-
las tomam a iniciativa em quasi lo distas- cousas:
pedem-vos, por exemplo, que as levis um
jantar no campo ; e quando o- mnibus em quo>
sobem j vam cneio, sentam-se tranquilla-
mente sobre os joethrbs do primeiro viajante com
quem deparara, quaado oo, mandam raviajante
pr-se dep para ceder-lhes o lugar, o"tfae, cum-
pre dizer, mui raras vezes acontece* FJem pensa-
do, as jovens Americanas gozam de (nuilo mais
direitos do que, gragu Deus, os heme? na Eu-
rP'- a,
A' vista disto nenhum dos convidados de Mr.
Sharp se admirou vendo na sobremesa Miss
Mary diriglr-se ao Batedor de Estrada, e di-
zer-lhe:
Sr. Joaquim, pego-vos que mo acompanbeis
ao salo onde desejo fallar-voa.
Uma expresso de enfado e de miu humor, qoe
dissirnureu inclinando.se perante a joven, passou
pelo semblante do Mexicano : todava apressou-
se em obedecer. *.
Apenas sos he salo, o Batedor de Enrada lo-
mou uma cadeta, e sentando-se em frente de
Misa Mary, lhe diste com e maior eaof*ee fri :
Espero que vos dignis explicar-v**, senho-
nta.- w
A moga levantou para elle <*s seus grandes
olhos azues, e pareceu hesitar: o seu olhar ex-
primia 0 embarago.
Sr. D. Joaquim, ha muito lempo que eu re-
cuava peraote a idea de uma conversago i se
cora vosco, e ao mesmo lempo desejava-a ardente-
mente. Foi preciso, porm, urna circumstancia
bem imperiosa para decidir-me.
O Batidor de Estrada licou silencioso : Misa Mary
conlinuou:
A minht intengo, senhor, nio eaVVUar-
vos do passado... Oh 1 muito ao conlrario^T
{U O enligo nome de Byblos era Gebal, idn-
tico ao que ainda hoje tem. Byblos uma alte-
rago grega.
Conheceisha muito o conde d'Ambron r per-
guutou a joven depois de pequea pausa.
-- Ha dous annos.
Interessaes-vos por elle ?
Sim.
Muito?
Joaquim reflecliu antes de responder,
Nao muito, disse final, porm alguma
cousa mais do que por qualquer oulro ente hu-
mano.
Pois jentao vos podis salvar-lhe a vida.
Eu? Ecomo?
Elle deve baler-se amanhia como marquez
de Hallay.
L quem vos deu esta noticia, miss Mary?
perguntou Joaquim sempre com a mesma fleug-
ma.
Ninguem: eu mesma fui teslemunha da sua
desavenga.
Vos 1 Aqui esl uma cousa que me sro-
p rende.
Porque, Sr. Joaquim?
Porque se o marquez de Hallay dotado
de um temperamento asss fogoso para nao po-
der moderar ou dissimular a sua violencia em
certas occasides, o coode d'Ambron pejo contra-
rio muito bem educado, a muito cavalbeiro,
paraenlregar-se aos impetos da sua colera na
presenga de uma senhora. Qual foi o motivo des-
sa desavenga ? Tende a bondade de contar-me
como isso se passou.
-* Ambos elles faliavam em trancez, nada com-
praheudi do que diziam.
Ento foi pela voz e gesto ameagador que
elles vos deram a conhecer que se tratara de uma
provocagio?
Nao, Joaquim ; ao contrario, explicaram-se
com bastante calma, e nada nos gestos indicava
que trocassem entre si palavras injuriosas ; mas.,
anas....
Prosegu, miss MaTy, eu vos esculo.
-r Eu estou-muito certa de nio me ter enga-
ado Elles convencionaram hater-te ama-
nhia..., ^ r
O Batedor de Estrada, poz-se S rir de um mo-
do singular: miss Mary esperava sua resposla
com verdadeira aociedade.
Pois que se batam I exclamou elle tranquil-
lamente. Custa-me multo derramar singue hu-
mano, e a morte do marquez de Hallay, pode
tornar-se-me de um momento para oulro taone-
r^m .. u ------.-.. luiuai-ao-uiB ue um momeuiu paia uuuu uvu-
enpwrazao, senhonta, disse Joaquim :'*essari|, fin fllliann o oari mar.t* PnA.. 4-*.-_ *"_ > ^" .. a.
fallar do paasado geralmente evocar tristes a
pungentes recordages 1 O passado a vida real.
O homem que quizer ser feliz deve filar os olhos
smeoie no futuro... porque o futuro aillusasv
o lonho I... %>rm, duei-me, qual a circutT
tancia imperiosa i que devo a honra de achir-.
me oeste momento aqui & roiso lado r
comeos Molos, jj*oatos come os vemos as
meadas emanas de* lytlos. Tedb nos pro vaque
mesmo ha cees annos Gebeil onerecia ainda, sa-
nio grande edlnelos antigos inteiro, ao menos
montdes de pedras ricas de inscripcoes e de ei-
culpluras, e principalmente preciosos tmulos
oo violados. As construejoes de Beyrouth a
Amschit abiorveram esses restos. Foi de Ge-
beil que sahiram esses armores precosoff, essas
esculpturas aemi-destruidas, essas pedra, sob
cujo polido se l ainda uma inscripcio quasi sal-
gad.
Por uma estranha tatalidade, o oaseimento-tfo
gosto pelas antiguidades phenicia dra-lhe o ul-
timo golpe. Isle gosto a princiTlo dirigio-se pa-
ra os pequeos objetos: pedras gravadas, an-
eis, joias d'ouro ou prata, que se acreditava se-
reno phenicia. O valor dado estes objectes
xeitou a cobija dos habitantes, e rneos de de-
plorareis antiquarios exploraram por espago de
viole annos os tmulos de Byblos. Para achar
um annel do valor de alguns franco deatrni-
ram-se catacumbas admirareis em eslylo e gran-
deza ; por uma pedra gravada da poca romana
quebraram-so dez inscripcoes. Estes objeetes
nham seu valor,, bem que, separados de qual-
quer dada sobre o lugar em que foranj ochados /
sobre a formula do tmulo que os eocerrava.
"" "e P'Mkm > chronologia alguma e tenham
Pn\l Z r8lT 8c,en,iuc 5 *" eertamente eUes
nao vahara os monumentos, cuja destruigao e-
casionaram ; e nunca talvez se viu melhor do
que nesta circumstancia quanlo i pequea cu-
riosidade do amador inimiga da grande curio-
sidade do sabio.
O espirito falso a pequeo dos Syrios aggravou
elas tristes condiges. A idea absurda de the-
souros oceultos, a falta total de gosto pelas artes
plsticas, e mesmo uma verdadeira antipathia pe-
los quadros figurados, emfim, urna completa in-
lelligencia da antiguidade, causaram desvruice9
todas recentes, que me foram confessadas com
uma estupidez simplona.
A explorago de Byblos foi feita cincoenta an-
nos mais tarde ; porm tal era a riqueza dessa
mina de antiguidade, que, mesmo em seu esta-
do de pobreza, ella deu-me resultados quo pon-
tos mais brilhantes ter-me-hiam certamenie re-
servado.
Uma s inscripgo semtica veiu at aqui re-
compensar oossos esforgos, e infelizmente mais
propria para estabelecer problemas do que para
resolve-los. A pedra em que ella se acha est
privada de suas duas extremidades, e esla cir-
cumstancia tornar sempre impossivel a inter-
pretagao. Mas, se nem um interesse traz ella
para a philologia, ella o traz para a paleographa
e para a historia. 5 v
_ E com efieito, os caracteres desla pedra nao
sao do alphabeto phenicio; um alphabeto ana-
logo ao alphabeto samaritaoo e ao antigo alpha-
beto hebreu. Ora, uma serie de tactos cooside-
raveis tende estabelecer a estreita fraternidade
dos Hebreus com os Gibelitas, ou em outros ter-
mos, provar que antes com os Gibelitas do
que com os Caoaneus de Tyro e de Sydon que
os Hebreus tinha parecengas. Quem sabe se esta
pedra mutilada nao o specimen mais aproxi-
mativo, que nos resta da antiga escriplura dos
Hebreus? Convem que paremos n'estas con-
jecturas.
Comprehender-ae-ha sem difllculdade a obsti-
necao que empreguei em descobrir outros-monu-
mentos do mesmo genero o o pezar que tive de
nao encootra-le. Os antigos Gibelitas, ninguem
pode duvidar, escreviam mui pouco em pedr ; os
tmulos de Gebeil, que remontara mais certa-
mente poca canana, sao tem inscripgo al-
guma.
Nao dissimulo que o mesmo acontece respei-
to de lodos os povos phenicios. O habito de p-
rem inscripgees sobre os monumento, tmulos
e*modas nao foi talvez entre esles povos ante-
rior poca,, em que ellescomegaram a imitar
os gregos. Nao certo que a inscripcio de Esch-
munazar seja muito mais anliga. e eso todo o ca-
so o talhe penivel e fastidioso desta inscripgo
est bem longe do talhe simples e firme dos po-
vos, que escrevem muito em pedra. Em vez des-
se grande eslylo lapidario, dessa incomparavel
mancira de fallar ao faturo, que o privilegio
dos Gregos e Romanos-, a nica ioecripco phe-
nicia uro pouco coosideravel, encontrada na Phe-
nicia, nao mais do que uma longa serie de pa-
lavras banaea : nem se quer uro senlimeoto da
historia, nem se quer urna solicitude elevada da
posteridade. Os proprios processos da gravura
damscripgaoprovam os laleamentoedeuma epi-
graphe pouco exercitada.
Certamente impossivel que o- facto de E3ch-
muoazar seja uro faoto absolutamente isolado (2),
e a nica possibilidade de eoeontrar textosde
um interesse to elevado justificar todos os-sa-
cnflcios e todos os esforgos ; mas ninguem deve
conceber esperanzas exagerada*. Como os He-
breus, que nao teem epigraphia alguma, osPhe-
nicios preferirara a escriptura sobre as pedras
preciosas i escriplura monumental; em sum-
masos inventores da escriptura parecem nio ter
esenpto muito. Pde-se ao menos afflrmar que
os monumentos pblicos ntreos Phenicios fica-
ram anepigrapboe al a poca grega.
A existencia e os caracteres da arte phenicia
se me revelaras por tactos muito mais numero-
sos. Espera que quando eativerem reunidos os
monumentos que eu trouxer ou cujos desenhos
publicar, nmguem mais duvidar de qoe os Phe-
nicios tiveram um estylo, e queexempls nume-
rosos desse estylo, ainda que muito mutilados aa
maior parte, chegaram at nos.
(Conftnuar-M-Aoj.
(2) As noticias receatemente dadas por alguns
jornaes sobre um sareophago encontrado em Sai-
da, coberto de ioscripces phonicias, sao com-
pletamente errneas.
bidente que o roube esse mundo, impediodo-
me assim de suecuaobir teotagio de mata-lo eu.
Se me exprimo com tanta franqueza diante de
vos, miss Mary, por estar muito certo e que
nio. devo recelar uma indiscrigib de voisa
parte.
Oh I nao certa mete, Sr. Joaquim, Mas at-
tendei que o marquez de Hallay matar o seu ad-
versario.
Quem vos assegura isso ?
marquez invencivel: sua torga, sua des-
treza, e sua coragem sao inconteslaveis, e nin-
guem em toda a eidade ousa por em duvida. Os
mais terriveis malfeitores de S. Francisco oo
ousariam ataca-lo, ainda mesmo empregandoa
astucia e a sorpreza.
Eis aqu o que eu chamo urna linguagero
de mulher. Sabei, miss Mary, que nio ha ho-
rnero que seja invencivel diante da bocea de uma
espingarda ou de uma pistola. O chumbo lio
brutal, o acaso lio caprichoso, que deatruem
todas as torgas, lludem todas as previses. E
depois, o conde d'Ambron, nao de sorte alguma
inferior ao seu adversario. Vi-o eu na hora mais
solemne da sua vida : elle estar desarmado, e o
cano de uma pistola apoiado sobre sua a testa ;
firme, immovel e altivo,(o seu olhar lmpido ex-
prima a alegra do iriumpho, pots queseconsi-
derava nao uma victima, porm martyr do pun-
donor!.. Sua forga eslava na sua fe 1.. E' um
sublime louco esse mancebo I
Oh 1 sim 1 nio e verdade, Sr. Joaquim Dick,
que o conde a natureza mais nobre e generosa
que o cu lem creado? exclamou miss Mary com
uma forga e eutbusiasmo que parliam do corago.
Oh I vos o salvareis, Joaquim I Vs impediris es-
se duello I
O Batedor de Estrada olhou fixameote para a
joven Ameriotna.que abaixou a cabeca. Seguiu-se
longa pausa.
By God I exclamou Joaquim rindo-se ; poi-
que nao vos explicastes ha sais lempo, miss Ma-
ry? Devieis ter-me dito j que amaveit o conde I
Talvez tos fosse bem penivel e diicil fazer se-
melhaflie confissao i este vosso humilde creado:
pensastes mal. Eu nunca sent i vosso respeito
a mais pequea aeigo ; lambem nio voaachaes
desorle alguma compromettida 6 meu respeito:
despertaste em oulro tempo a mioha curiosidade
e nada mais. Quiz sabereu que nio acreditava
mais na virtude das mu lhe ressepodia confiaua
insensibilldade das estafis. Dtrigi-me aos vos-
sos mus inslinctos, excitei vossas paixoes cri-
minosas! O meu trabalho nao foi perdido 1 Um
successo completo rilo lardou corear os meus
exforcos.... o ma/more estremeceu___o vosso
corago baten 1.. E vossos labios finalmente,
concederam-me usa sorriso !.. A experiencia es-
lava concluida } ^ada me retinba mais junto
vos; part, pois, e me affastei para longe.
O Batedor de Estrada tinha pronunciado estas
palavras sem ironia, e como utra pessoa que es-
tivesse narrando um successo i que era comple-
tamente estranha. A moga com a vetea da fron-
te entumecida peta commogao, com os olhos
cheio de lagrimas esoutar* n'um es/tadode
abatimento, que nio procurava occullar. Dar
penle levantou a cabega, e dirigindo sobre Joit-
qnim um olhar firme, lhe disse :
Vossa crueldade, senhor, bem mostr que
eu vos linha julgado mal 1 Nio ignorava que eris.
um homem sem corago e sem alma ; maasup-
punha-vos um perfeito cavalheiro___
supposestes bem, miss Mary, inierronweu
Joaquim : -esta a nica cousa que me- resta das
mfohas tradieges de familia.... Mas ella passa-
r sem duvida qualquer dia I.. Tenho j esque-
cido tantas oulras I.. O que despertou essa re-
prehenso de vossa parte ? As mjnhaa-altuses
ao passado ? Nao tendea razo. Jaro-vos qe me
parecis to digna de respeito como, qualquer ou-
tra mulher. Nao comprebendeelea a minha in-
tengao : queria sim plsmenle que ealivesseis i
vossa vontade. O homem que insulta uma mu-
lher na minha opinio to vil, tao miseravel
quanlo insensato aquella que a ama I Nada
tenho de que reprehender-.vos, miss Mary ; por
que eu ao vos dei tempo para illudir-me ;e
mesmo quando de mita houvesseis zombado, eu
oo me queixaria de vosea perfidia, mas sir.da
mioha louca credulidade. Presentemente se est
as minhas mios fazer-vos um servigo, eu vo-lo
farei; e podis estar certa do meu empenho em
agradar-vos.
Na fslta de eothuiiasmo e vehemencia, hara
nestas palavras do Batedor de Estrada uma sin-
ceridade real. *
Que homem extraordinario que sois, Joa-
quim exclamou miss Mary. Ha momentos, em
quo recordando-me da fatal e mysteriosa fascioa-
gio que lendes exercido sobre mim, nem mesmo
me sinto com Torgas para odiar-vos 1 E' preciso
que tenhaes soffrido muito para que chegasseis
ser aquillo que boje sois : implacavel quaudo re-
flectis, bono, e humano quando cedis |ao vosso
primeiro movimenlo l
A' esta evocaco feita aos seus sentimentos o
Mexicano roostrou-se impassivel.
Nao me ordenastes, miss Mry, dise elle
que eu faga com-que o conde d'Ambron nao sirva*
de alvo s balas do marquez de Hallay ?
Joaquim, o reconhecimento de luda a minha
vida.... ^
Vos seris obedecida, mas Mary; esses
mancebos nio se hio de bater.
Assimojuraea?
Juro.
Obrigada! obrigada I
(Confinear-se-aa.)
1 ***
11 ir
rilV- tyP. DI M. P. TJI FAMA..- IM!,

1
a


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E3WTBGBHI_1ILB9Z INGEST_TIME 2013-04-30T21:49:57Z PACKAGE AA00011611_09296
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES