Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09294


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Full Text
V. *
un xxxrii ionio 117
PwlresttMesadiaiUrios 58008
Por tres meies yencidos 6000
ODIRTi FHHA 22 BE IAIO II Itfl
PoraonoadiuUdtl9$000
Ptrte franc* para subscriptor.
NCARRIGADOS DI SBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, Jar. Antonio Alejandrino de Lima ;
Natal, o Sr. Aotooioniarques da Silva; Araca-
ty, o Sr. A, de Lomos Braga; Ceara o Sr. J. Jos
de Olireira; Maraoho, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimaraes; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAttllUAS U LUMIfilUS.
Olinda todos os diaa as 9 1/3 horas do da.
Ignarasa, Goianna Parahiba as segundas
sexus-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Ciraar, Altinho e
Garanhuns oas tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazaretb, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fi as quartas (eiras.
Cabo, Seriohaem, Rio Formoso, Uoa, Barreiros
| Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas eiras. '
I (Todos os correios partem as 10 horas da manha)
Lasaa. bbbbbbbbbi bbbbbbbbbbi *
EPERNAM
SPHEMERIDES DO ME? DK MAIO. '^ AmUA uos TiniumraTg
irtO minruanta aa S hnraa 4 (_<.. j. niltm Itui., TriKnnal a m...__!. __
EPHEMERIDES DO HEZ DE MAIO.
1 Quarto minguante aa 5 horas 1S minutos da
tarde.
9 La ora as 8 horas 48 minutos da tarde.
17 Quarto crescenta a 1 hora a 48 minutos da
tarde.
2i La cheia as 3 horas 46 minutoa da man.
ol Quarto ming. as 8 horas e 6 minutos da man
PBEAMAR DE HOJE.
Primeiro as 3 horas a 18 minutos da manhia.
Segundo as 2 horas e 54 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL.
DIASDASEaUlA.
20 Segunda. S. Berna rd i no de Sena f.
1 Terca. S. Mareos b. m.; S. Theopompo.
52 Qoarta. S. lita de Cassia viav.; S. Quitara:
23 Quinta. S. ftazilio are. ; S. Deziderio b. m.
24 Sexta. Ss. Afra, Pe ag a e Suzana mro.
25 Sabbado. S. Gregorio VIL p ; S. Mara Magd.
26 Domingo da S. Trindade. S. Felippe Nery f.
AUWiKNClAS UOS IKtBtiNAK UA uaPTaLT
Tribunal do eommercio ; aeguodasearuiaus.'
Relaco: tercas, qalntaa s.bb.do. .. m h*o;..
Fazenda: tercra, quintas e sabi-adoa as 10 horas
Juizo do eommercio : quartaa ao mel dia:
Dito de orphos: tercas e aaztas as 10 horas.
Primeira rara do eirel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do eivel
hora da tarde:
quartaa a aabbados a 1
ENCABsUGADOS DA SUBSCRlPgAo" DO 8U.
Alagoaa, o Sr. Claudino Faleio Dias B.M.
loo Pareira Martina. **' J
EM PEBNAMBCO.
I O propriet.no do !mo Manoel Figueiroa da
F.ria.n. .. li-rarta preSa da Independencia n.
loas.
ministerio do imerio.
Decreto n. 2.786 de 27 de abril de 1861.
iorna extensivas aos empregados do ministerio
do4m,p?no'"disposices do art. 65 do decreto
n. 7J6de 20 de noverobro de 1850 e do art 5
do decreto n. 1,073 de 30 de oovembro de 1852
que marcara adata em que os empregados
de fazenda comejam a perceber os respectivos
vencimentos.
Attendendoa necessidade de determinsr a po-
ca em que devem comear a perceber seus ven-
cimentos o empregados subordinados ao minis-
terio do imperio, flei por bem declarar extensi-
vas a estes empregados ss disposices do art. 65 do
decreto n 735 de 20 de novembro de 1850 e do
art. 5 do decreto n. 1,073 de 30 de novembro de
na, que marcara a data era que os empregados
de ueoda adquirem direilo percepcao dos res-
pectivos vencimentos.
Jos Antonio Saraiva, do meu conselho, mi-
nistro e secretario de estado dos negocios do im-
perio, assim o tenhs entendido e faca exe-
cutar. *
r'jS.0.?0- R} d0JJaneir. e 27 de abril de
lSbl, 40 da independencia e do imperio.Cora a
rubrica doS. M. o Imperador.Jos Antonio Sa-
roiva.
Quanlo publicagao do Jornal do Commereio,
de que s a nota de S Exc. rae revelou a existen-
cia, nada ah ha de verdadeiro. Tenho alguns
porlugue'.es a bordo, engajados porm pela in-
tendencia da marioha, e que pagam ura tanto
raansalmente, para indemoisar a fazenda nacio-
nal daguillo que ella lhes havia adiantado. m
deses individuos, porm, requereu desembarque,
e em ordem do dia n. 47 de 2 de julho de 1860,
se mandou desembarca-lo, logo que satisfizesse
a fazenda nacional: como, porm, ero elle, nem
pessoa alguma por elle, fizesie tslindemnisacao,
continuou-80 a descontar, segundo o contrato.
Nada mais tenho a informar. A copia junta mos-
tr exuberantemente a verdade da queslo.
Dos guude a V. S.Bordo do vapor Amazo-
nas no Rio de Janeiro, em 1 de maio de 1861.
Illm. Sr. Antonio Affoojo Lima, capilo-tenente
e ajudanle do quartel-general da marinha.Theo-
lomo faymundo de Brito,
mandante.
capitao-tenente cora-
Ministerio aa fazenda.
Decreto n. 2,783 de 24 de abril de 1861.
torna extensivo o banco Rural e Hypothecario
o decreto n. 2.776, que prorogou o prazo para
a substttuicao das notas do banco Commercial e
Agrcola.
Altendendo ao que me represnlou a directo-
ra do banco Rural e Hypothecario, estabelecido
Beata corte, hei por bem tornar extensiva ao mes-
mo banco a disposigo do decreto n. 2.776, de 20
do correte, que prorogou at 20 de junho prxi-
mo tuturo o prazo para a substituto, sem des-
cont, das notas do baoco Commercial e Agrcola
de valores inferiores a 50$.
Jos Mara da Silva Paranhos, do roeu conse-
ino, ministro, e secretario de estado dos nego-
cios da fazenda, e presidente do tribunal do the-
souro nacional, assim o tenha entendido e faca
v Arl/U lu*
<8ei8l3/no0Hd Rj de,Janefro- em 2* de sbl de
r.ih i h d"'".^Pendencia e do imperio.-Com a
Sufas ," ln>P<"'or.-Jos Maria da
axlva Paranhos.
Decreto n. 2.78o de de abril de 1861.
ro/K Por mais seis mezes o novo prazo conce-
dido por decreto n. 2.656 de 29 de selembro de
tow, para a nscnpco do banco Industrial e
Hypothecario.
AlleDld/?Ddo..8<>u.e me. represantou Antonio h
ocha Miranda e Silva, instituidor do banco In-
dustrial e Hypolhfcario..hei por bem prorogar
por mais seis mezes o novo prazo concedido por
decreto n. 2.656 de 29 de seterabro de 1860 para
a incorporado e comeco de operaces do mesmo
banco.
Jos Maria da Silva Paranhos, ministro e se-
cretario de estado dos negocios da fazenda e pre-
sidente do tribunal do thesouro nacional, assim
o tenha entendido e faga executar.
4oflaiC? do-R, de ,aneir. em 24 de abril de
icol, 40* da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o imperador.Jos Maria da
Silva Paranhos.
Ministerio da agricultura, eommer-
cio e obras publicas.
Decreto n. 2,789 de 1 de maio de 1861.
Declara quaes as verbas da lei do orjamento vi-
gente quo paasam integralmente para o minis-
terio dos negocios da agricultura, eommercio e
obras publica, e quaes as quantiasque devera
perlencer-lhe das verbas cummuns com os mi-
nisterios do iirperio e da juslica.
Convindo regularisar as despezas dos differen-
tes servaos que, na ccnformidsde do art. 5 do
decreto n. 2,747 de 16 de fevereiro deste anno
passaram para o ministerio da agricultura, eom-
mercio e obras publicas, e declarar quass as ver-
basdo orgamento vigente que pertencem inte-
gralmente ao dito ministerio, e quaes as sommas
que pap o servijo dos ltimos quatro mezes do
exercicio correte Ihe tocam das verbas votadas
aosorcomenios das repanic8es do imperio e da
juslica para as despezas que Ihe sao comamos, e
tendo ouvido o meu conselho de ministros, hei
por bom decretar o seguinte:
,ALl- *" As Terbas voladas nos 88 25. 26 %
28 35. 36 43. 45 47. 50, e 51 do .% 8 i
SU do art. 3 da le do ornamento n. 1,040 de 14 de
selembro de 1859. e que vigorara no actual exer-
cieio em vutude do que dispoz a lei n. 1,041 da
mesraadata. pertencero excluaivamente ao mi-
nisterio dos negocios da agricultura, eommercio
e obras publicas, e por ellas sero feitas as despe-
zas do servigo de que tratam.
Art. 2. Na verbasecretaria de estadovola-
da para a respectiva despeza do ministerio do im-
perio ser annullada a quantia del5.000000
que ca perlenceodo ao da agricultura, eommer-
cio e obras publicas, para satisfazer as despezas
dos semeos ideoticoa.
Ait. 3. Fieam-lhe tambera perlenceodo as
sommas de 20:000000 e de 12:0O00O0, quese-
rao annulladas as rubricassecretara do estado
e corpo policialvotadas nos 1 e 17 do ait, 3
da mencionada lei, para as competentes despezas
do ministerio da juslica, sendo as ultimas das di-
tas quantias destinadas a satisfazer os encargos
com o corpo de bombeiros.
Arl. 4." Ficam revogadas ai disposices em
contrario.
Manoel Felisardo de Sonza e Mello, conselhei-
ro de eslado, ministro e secretario de estado dos
negocios da agricultura, eommercio e obras pu-
blicas, assim o tenha entendido e faca exe-
cutar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 1 de maio de
1861, 40 da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o imperador.Manoel Felizardo
de Souza e Mello.
Directora geral.1.a seceo.Rio de Janeiro.
Ministerio dos negocios da agricultura, eom-
mercio e obras publicas, em 23 de abril de 1861.
Illm. etxm. SrConcordando com a opiniao
de V. fcxc., constante do aviso de 16 deale mez,
sobre o direilo que os empregados devem ler aos
seus vencimentos, tenho a honra de communicar
a V. Exc. em resposta ao dito aviso, que nesta
data expeco as ordena necesarias aim de que as
reparlioes subordinadas ao minutario a meu
cargo seja adoptada a disposigio de que o indi-
iriduB comeado para qualquer emprego s tem
flireito percepcao do vencimento respectivo a
contar do dia em que toma posse e entra no exer-1
icio dasauas fuoccoes.
Dos guarde a V. Exc.-3/anoaJ Felizardo de
Souza e Mello.-Sr. Jos Maris da Silra Para-
nhos.
Ministerio da marinha.
Ulm. Sr.Devolveodo a V. S. a nota de S. Exc.
o Sr. ministro e secretario de estado dos neg-
cios da narinhs, cumpre-me informar que nao
existe a bordo estraogeiro algum recrutada; os
que existen tsto todos engajados, conforme as
oraens.
Governo da provincia.
Expediente do dia 18 de maio de 1861.
Officio ao commaodante das armas.Mande
v. b. por em liberdade, ainda mesmo estando
com prbea, o recruta Manoel Joaquim de Santa
Anna, que tem sengo legal em seu favor, como
provou sua miAlexandrioa Mara da Luz.Com-
municou-se ao chefe de polica.
Dito so mesmo. Fica approvada a nomeaco
lena por V. S do raajor reformado Antonio Jos
de Oliveira Fragata para commandar interina-
mente a fortaleza de Tamandar, fleando des-
pensadoi desta commisso para a qual havia sido
designado, o tenente reformado Francisco de
laua S Peixoto, que passra a servir o lugar de
ajudante da fortaleza do Brum em subslituico do
2 lente do 4o batalbo de artilharia a p Ho-
racio Alves da Silva, que acaba de aer exonera-
do era virtude o disposto no aviso da guerra
de 4 do corrente. Tenho assim respondido o o-
ncio de V. S. de honlem datado, sobn. 729.
Communicou-se ao inspector da thesouraria de
fazenda.
Dito ao mesmo. Urna vez que. segundo de-
H em 88u mcio de hontem datado, sob
n, 725, foi julgado incapaz para o servico do
exercito o guarda do 4o batalbo- de infantera
Manoel Jos Teixeira, a que se refere o raeu of-
Oco de 15 do correnle, srrva-se V. S. de mandar
apresenla-lo ao commandante superior interino
acata municipio aflm de dar-lhe o conveniente
destino.Communicou-se ao commaodante su-
perior do Recife.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de, mandar
sobrestar no assentamento de praca do recruta
Pedro Gomes da Silva Mala, ioformar-me sobre
o que pede no requerimento incluso mi do
mesmo recruta Anna Maria do Sacrameu!o.____
por em liberdade os recrutas Joo Jos de Dos
e Januario Manoel dos Sanios, visto serem : o Io
matriculado na capitania do porto, e o 2o guarda
nacional prompto para o servico.Fizeram-se as
necessarias coramunicaces.
Dito ao mesmo.Mande V. S. apresentar a-
manhaa as 6 horas da manh ao Dr. chefe de
palicia que assim o requisita em offlcio de hoje
sob n. 431,12 pracas e um inferior de cavallaria
aflm de escollaren para o termo de Iguarass o
reo Augusto Vieira da Cunha.Communicou-se
ao mesmo chefe.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S.de ordenar aos
oiciaes encarregados do recrutamento nesta ci-
dade que apresentem de hoje em diante os re-
crutas por elles capturados ao c.befe de polica a
cuja disp'jsicao devem flcar para terem o conve-
niente destino.Communicou-se ao ehefe de po-
lica. r
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
De conforraidade com o que informa V. S. em
seu offlcio de 16 do corrente, sob n. 397, mande
V. S. adiantar ao padre Joo Lopes Dias de Car-
valho, capello contralado para o presidio de
temando de Norooba um mez de seus venci-
mentos |para ser descontado integralmente no
pnmeuo pagamento que se lbe fizer, inclusa
encontrsr V. S. a copia do contrato feilo com o
referido padre, e que V. S. solicita no final do
supradito ofcio. Communicou-se ao comman-
le das armas.
Dito ao mesmo.Tendo o alferes Francisco
do Reg Barros setisfeito a requisico de V. S.
conlida em offlcio de 15 do correnle. sob n. 394
como se v do pret junto em duplcala, mande
V. S. pagar a quantia de 1300 rs. em que im-
portam os seis dias de etape que aagou o mesmo
alferes a coco pragas do 9o balalho de infama-
ra que conduzlram presos da comarca de Ta-
caralu para esta capital.Communicou-se ao
commaodante das armas.
Dilo ao mesmo.Pode V. S. conforme indics
* informago de 16 do corrente, sob n
J99. mandar adiantar ao alferes Julio Pompeo
deuros Lima o sold simples do correte e
do proxiao viodouro mez para Ihe aer descon-
tado integralmente nos vencimentos futuros
visto ter elle de destacar para o proaidio de Fer-
nando como allega no incluso requerimento.
Lommunicoa-seao commandante das armas.
Dito ao mesmo. Mande V. S. adiantar ao
i !!! d0 h0,P'tal mil" quantia de
i.uuuguou rs. constante do pedido junto em du-
plcala, que me foi remetiido pelo coronel com-
maodante das armas com offlcio de 11 do cor-
rente, sob n. 684, am de poder o mesmo al-
mojarife occorrer as despesas d'aquelle eslabe-
lecimento na segunda quinzena do presente mez,
visto nao haver inconveniente nesse adianta-
mento segundo consta da informaco ministrada
por V. S. em 16 do andante, sob n. 400.lntei-
rou-se ao commandante das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Tendo em vista as suas ioforma55esdel3de abril
ultimo el7 do corrente.sob ns.136 e 180,resolvi,
por portara da hoje, abrir om crdito supplemeo-
tarna importancia de 348$960 ra para pagamento
de igual quanlia proveniente de ferragens e ou-
tros objectoa fornecldos por Jos Lopes da Silra
Guimaraes como se v a conta que devolvo,
para as obras do raio do sul da casa de detenco
e sso, por V. S. mandar effectuar esse paga-
mento contarme indica aa ultima das citadas
informacoes.Lavrou-ao a competente portara
e despacbou-se o requerimento.
Dito ao mesmo.Com a inclusa copia da por-
tara de hoja, pela qual resolv abrir um crdito
supplemeotar na importancia de 1:9000000 rs.
para aa despesas com a conservado das estra-
das do oorte e sul, fica salisfeila a requisico
contida aua informacio da 11 do corrente,
aob n. 168, e por sso mande V. S. entregar
comurgecta ao thesnureiro pagador das obras
publicas, conforme reqoisitou o respectivo di-
rector era offleio de 2 deste mez, n. 108, a quan-
lia de 12:3469800 rs. constante do pedido junto
para aa obras por adminislracao a cargo d'aquel-
la repartico.Lavrou-so a compatente portara
ecemmunicou-se ao director das obras publi-
cas.
Dito ao director do arsenal de guerra.Appro-
vo o contracto que aeguodo o termo por copia
nexo ao sen offlcio da honlem datado aob a.
ldl, fez Vane, com o frotador da bares nacional.
trmnda Miguel Jos da. Motta Juoior para a
conduelo de pasaafeiros a diversos artigos qoe
aa destinara ap preaiaio Fernando.Comiau-
nicoit-M a Uiesouratia de fazenda.
Dito ao commaodante superior da guarda na-
cional do municipio de Nazareth.Devolvo i V.
S. o pret em duplcala das pragas destacadas
uessa cidade, que acompanhou o seu offlcio o.
111 de 2 do corrate, aflm de ser assigoado pelo
respectivo commandante do batalhao, conforme
exige o inspector da thesouraria de fazenda.
Dito ao director das obras militares.Compre
que Vmc. examinando os concertosde que care-
ce o hospital militar, me aprsente o orcamento
aa despeza a fazer-se com elles.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. com urgencia
collocar duas fechaduras, sendo urna no porto
e outra no quarto do porteiro do hospital militar.'
conforme solicita o coronel commandante das
armas em offlcio de hontem datado sob n. 733.
Fizeram-se as necessarias communicaedes.
Dito a associaco commercial benefleente.__
airva-se a direcgo da associago commercial be-
ndceme de informar acerca do que se pede no
incluso abaixo assigoado dos proprieta ros e mo-
radores da rus do Vigario. Praca e Travessa do
Corpo Santo, o qual vai ceberto com informa-
qoos do engenheiro Martineau e do inspector do
arsenal de marinha.
Dito ao agente da companhia brasileirs de pa-
quetes a^apor.-Pde Vmc. fazer seguir para o
sul o vapor Oyapock amaoha indicada em seu
uilicio de hoje.
Dito a cmara municipal do Limoeiro.Remel-
lo por copia a cmara municipal do Limoeiro o '
oficio do Io secretario da asserabla
do qual consta ter a
tanto
como eu, e mesmo mais do
de fazer
que eu.
m hrA? P" de uma vez DOr lodas 1ue eDlre
eftado a qUe mwe .'. encontrareis um em
.l.ru me 8ubt'tuir perfeitamente, se eu vies-
so i Hilar-Tos.
Somos todos mortaes, e de um momento para
o oulro posso deixar de existir se uma baila inimi-
ga chegar a alcar-me.
Pensae pcis que nao eramos mais de mil ao
lodo, quando comegamos a nossa obra de re-
aeropcao, e qie dentro em pouco milharesse nos
juoiaram.
100 rail, e oaumero augmentar sempre ns pro-
porcao geomtrica, Ocae certos. A felicidade ds
vossa ralean Italia foi sempre o lira principal da
minna vida.
Nao pexo um nico instante de vista que vi-
vemos semire cm estado de guerra, o momento
podei estar prximo, e pela minha parte, oh I
acreaitae- bem ; quera antes que fosse hoje em
vez de amanhaa.
qual-
Muilos individuos que compdem o oarlamen-
to cprreapoDdem pouco dignamente attenco. cuao"r m^d"^n.Tl".BquellC1 se.nhor Pr-
uma lei.de um decreto imperial, ou de
auer outro acto da autoridade publica.
Nos termos do artigo 204 do cdigo, todo o
escripto que contiver instrueges pastorees de
VTXZ!***" 8eja- e no *abl um mini-
iro do culto procurar censurar, quero governo.
2 L"lBa m act0 d8 u" ..M \ e er Damd0 "ioiatro que o houver
publicado.
..^- laDcias presentes motram a sabia prevenco. tem
deixado de ser applicadas, porque at estes l-
timos lempos a altitude do clero foi geralmeflle
respeitosa e reservada ; tambera porquo o gp-
J0"' ,n! soa. iolelligencia preerio tolerar os abu-
sos uolados do que perseguir perante os tribu-
*,ZZJ*&"*,J talvez- dProP" reli-
giao, os padres Imprudentes. Mas elles nada per-
deram da sua autoridade, e o governo faltara ao
eZ .."' Dao emPre"se contra a hostilida-
de systematica que conlra elle se dirigi, as ar-
ordem18* d" P"* maD'er p" e a boa
Eocarrego-vos por consequencia, senhor pro-
nn! ATt-.6- Qlqoer convite para tomar parla
amx8rUn?e?109 Prohibid" Pelo arl. V, K
^ I P",'U,?. moascriptos ou impressos e
6 raees a'5!?6886' H*"' a Sd
ou^idnt ol 9 Da casa de co"eccao. Sero
punidos cora a mesma pena os que liverem re-
Suelle"Ben0e6raphAd0 0U iP"o eSripo" dll
quelie genero. O que conduzir esses
ser punido cora 8 a 20 dii
corae^tid7o^.--"0,-.iUnl,
traccoes que houverem de produzir-se i
vosso diatncto, e quando os. factos liverem sido
judicialmente contestados, deferir os seus auto-
provincial
mesma assembla deliberado
em vista do parecer da commisso de posturas e '' sabe oque
negocios de cmaras que fosse remettida essa accordo
p.r,.H,i0. s,.8.g',;r,.c.n,pb,. b.zr-szg? asar? 'rsmss:
.-------------------------,----------._....V. ..u DO
, ^f8 o povo geralmeme bom por toda a
parte,tanto em Marselba como em Turin A
Recebei, senbor procurador geral. a sesuranca
esqueda, devem reflectir um pouco melhor. Nao
desgoae pessoa alguma; a naco est to
completa como o deve eslr, e todo o mundo
se pode esperar da Italia unida e de
sileira de paquetes a vapor mandera dar com pre-
ferencia tres passageus de Estado no vapor
Oyapock ao juiz municipal bacharel Maximiano
Francisco Duarte que segu para o Rio de Janei-
ro, sendo uma de r o duas de convez icando
sera elTeilo a portarla de 8 do corrente.
Dita.O Sr. gerente da companhia Pernam-
bucana mande dar transporte para o Cear, em
qualquer das viagens que para all fizerem os va-
pores dessa companhia a Luiz Antonio Gomes
vianna, emum dos lugares destinados para oas-
sageiros de estado. v "
Dita.OSr. gerente da companhia Pernambu-
cana mande dar transporte para o Rio Grande do
Norte no primeiro rapor que para all seguir, ao
capitao do exercito reformado, Jos Bento Alva-
res, sua mulher e qmlro fllhos menores em lu-
gares destinados para passageiros de estado.
Dita.o#Sr. gerente da companhia Pernambu-
e destruir
que comecamos a edificar
elementos
a obra da unifleaco
quiz-se dividir dous
motor publico da capital daq'uella provincia!
Expediente do secretario do governo.
Offlcio ao primeiro aecrelario da assembla le-
gislativa provincial. S Exc. o Sr. presdeme da
provincia, a quem fiz presente o offlcio que"V.
i>. me dirigi honlem, sob numero 28, manda
(leclarar-lhe, aflm de fazer constar a assembla
legislativa provincial, que no dia
por 'wraeri^M^j^^^^, oluua AW_.
aquei, vosenvitararo.'prav polerei recom-
mendar-volo sufflciontemente. E' a concordia,
ao sou orador, mas posso assegurar-vos que lu-
v.o quanto vos igo nasce-me do coracSo. Sabis
ludoem que a nossa historia se differenca da de
qualquer outro povo da trra. Com Roma e con-
coraia, a Italia foi grande e poderosa. Na idade
."J'JSSft 522-^J*it'k".'. 2?
aa minha multo distincta considerado.
t Delanglek
?nesl'"tho1 lrcu! dirigido pelo ministro dos
negocios estrangeiros russiano s legaces irope-
naes nos ditTerentes paizes, a respeito das con-
cessoes que ltimamente se flzeram Polooia.
S Petersburgo, 20 de marco de 1861.
uemento. que as circuronst.ncias actuaes sao H^S^SS^JS^'^C^tS^
lao preciosos e necessarios. Mas uao fallemos, nia deve ter-vosfe.tn TrZJ? "' d" Pol"
nem nos oceupemos roais disto.... Sao pontos l "--'- --- -- e,to.co?hecera opioiaodo nosso
queseevLam de locar pelo respeito a si mesmo
e que per mais forte razo, nao poderiam man-
char a saita causa da Italia.
o Nao esquegamos nunca que a Italia deve ura
profundo e eteroo reconhecimento a Vctor Em-
manuel; lembremo-nos sempre de que elle tem
sido a aandeira sob a qual nos agrupamos, e com
a qual iemos podido fazer ludo quinto se tem
E' infelizmente verdade que elle respira um
mo aromas a falta da atmosphera corrompida
que o c.rca ; tambero esperamos que tratar de
entrar dapressa n'um bom caminho___Tem feito
muito. verdsde; mas tambera verdade, que
nao tem feito todo o bem que podia fazer; pode
deputacio que tem de apresentar alguns actos
legislativos aancgo de S. Exc.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda transmittir V. S., para serem
presentes assembla legislativa provincial, as
inrormagoes do director das obras publicas acer-
oa f.Dlra, Mamede, exigidas em ofcio de V.
S. de 17 de corrente, sob numero 26.
Na idade
pratican-
do-se grandes cousas, cahio sob o jugoestrangei-
-:iida. Pois, lima vez que
de temer-nos; mas ja nos
adqairido as sympathias da grandes
unidos, e a Italia
ro porque eslava dividida. Pois, urna vez que
eslejamos unidos, ho
reeeiam.
< Temos
naedes.
Aioda uma vez, sejamos
existir.
despachos do Bu 18 db maio db 1861. O projecto de Ici do general Garibaldi para o
a. ., ?^nno. armamenlo nacional, a que se refere um luna.
tJSSf\fT** d;9'B"8- 5 "'ros.- eho dos que transcre^mVe que foi tomado era
Inforrae o Sr. eogeoheiro fiscal da illumiaaco conrder.co e distribuido s seccoes da cama a
1 do theor seguinte : '
Hnn '"a "" lr',d L.-Naata data man- Arl. |. Sertrganisada' a guarda nacional em
Fr".rP.e? !1nberdadeDlh?d*supplicaDte. todo o reino, conforme as prescripcoes das le
iosneetnrd, !^2 do Amaral-Informe o Sr. em vigor as antigs provincias, com as modifi-
lospector da theaourana de fazenda. caces marcadas nos artigos seguimos.
-Inforra srnC.5f.,er ** d8 Alba1ue,',lU8- Ar, 8 corP8 "parados para o servico de
ie o ar. inspector da thesouraria provin- campanba tomaro o nomo deguarda movel.
Esta ser formada em divisos segundo os reguia-
cial.
Francisco Caetano de Assis. Iaforme o Sr.
Dr. chefe de polica.
Francisco Ferreira de Paula. Informe o Sr.
r. chefe de polica.
Ignacio Xavier da Coste. loforme o Sr. en-
genheiro director da repartico das obras pu-
blicas. r
Csrneiro Mouleiro. Selle e
Jos Polycsrpo de Freitas.Indeferido em vis-
ta dos uodameotos das ioforroaedea doextiocto
conselho administrativo do patrimonio dos or-
pnaos e da contadoria proviocial que sao proce-
Jos Lopes da Silva Guimaraes. Dirlia-se
lliesouraria proviocial.
Jos Francisco
volte, querendo.
Jos Polycarpo de Freitas. Deferido com o
despacho desla data.
Joaquim Jos Ferreira da Penha.Informe o
sr. inspector da thesouraria de fazenda, ouriodo
o da.alfandega.
Mara da Cooceicso.Selle e volte.
Manoel Jerooymo da Costa Uchoa.-Informe o
Sr. commandante do cerpo de polica.
Padre Jos Lopes Dias de Garvalho.Dirlja-se
MvZi '^Pec'o'd" theaouraria de fazenda. na sua falta 01 netos
Pedro Paulo de Almeida e Albuquerque.lo- de idade :
melos do exercito permanente.
Art. J. Pertencero a guarda movel todos os
habitamos que liverem 18 annos de idade com-
pletos e que nao passarem dos 35 annos.
Arl. 1. As armas, fardamenlo, equipamento,
cavallos, e lodo o material de guerra oecessario
a guarda movel sero inteiramente a cargo do es-
tado.
Art. J. O contingente da guarda movel repar-
tido por provincias, circuios e eommunas na pro-
porco da populacho. Os militares que a com-
poem a chamadoa ao servirlo conformo a lei do
reciutaoeoto do exercito e as outras leis exis-
tentes. A dursco do lempo de servico regu
lada pelo artigo 8 da lei de 27 de fevereiro de
1859.
Arl. 6. Sero exemtos da guarda movel so-
mente :
1. Os q*,e pertencerem ao exercito de mar e de
trra ;
2. Os retonhecidos iohabilitados para o servi-
(o militar per uma lei especial;
3.* Os fllhos uoicos ou primogeDitos, ou a falta
desles, os netos de viuva ou de av6 viuva ; e
mbem os Cilios nicos ou os primognitos', e
de pai ou avft de 70 annos
augusto amo a respeito dos ltimos acontecimen-
tos de Varsovia.
Na consciencia da sua forca e dos seus senti-
mentos de afTeico pelos seus subditos, sua roa-
gestado imperial nao quiz ver mais do que um
arrebatameoto, que, em face das desordens di
ra, mereca com juslica, uma apreciaco mais
severa. r
N'esle arrebatamento deixou-se uma parle
larga as medidas de represso, que a autoridade
nnha o poder e o direilo de exercer, aflm de dei-
xar lempo para que a agitaco se calmasse.
Has sua magestade o imperador nao quiz res-
tringir a sua indulgencia a estes nicos limites.
Oaclo solemne de eroancipaco, .inaugurado
pelo manifest de 19 de fevereiro. atiesta a pro-
iunda soiiuiue que o nosso augusto amo professa
pelo bem estar dos potos q*H providencia. Ihe
connoo. a Kussia e a Eu/opa virara a prova, de
que, longe deaffastarou addiar as reformas recla-
madas pelo progresso das ideas e dos interesses.
sua magestade imperial loma a iniciativa e pro-
aegue com peraeveranca.
O nosso augusto amo entende a mesma soli-
citude aos seus membros do reino da Polonia, e
nao quiz que uma impresso penosa suspendesse
a marcha das suas inlences benvolas.
O ukase de que recebis um exemplar, tos
ura conhecer um alcance dis inslituicoes que a
vontade do imperador acaba de introduzir na Po-
lonia.
A primeira a de um conselho de Estado,
onde o elemento indgena est amplamenle acei-
te pela admisso de notabilidades tiradas mesmo
de tora da hierarchia offlcial ou revislidos de fuoc-
Qoes electivas. Esta providencia d ao psiz os
metos de concorrer para a adminislracao dos ne-
gocios oa razo dos seus proprios interesses.
A creacap do cooselho de governo e de dis-
Jncto, e de conselhos municipaes, baseada no
principio electivo assegura aos interesses locaes
a laculdade de so administraren! por si proprios
e Finalmente, os negocios ecclesiasticos o a
insiruccao publica sao confiados a uma commisso
administrativa especial, separada de futuro da
commisso para os negocios internos. Ter a au-
toridade de submetler ao governo as medidas ne-
cessarias para desenvolvimento da educaro pu-
Por meio d'eslas differentes inslituicoes, os
interesses materiaes e rooraes do paiz recebem
novas garantas, e sssegura-se uma expresso le-
gal aos seus desejos e s suas necessidades: e
deixa-se finalmente margem aos melhoramenlos
que a experiencia sugerir, obtendo-se semprein-
forms5oes no limite do possivel e do justo.
Os resoltado praticos d'estas medidas depen-
de de futuro da maneira porque os subditos do
imperador souberem Justificara conflanca deque
a magestade lhes deu uma prova.
pasquins
as de priso.
ajuntameotos se tiverem
outros delictos aqui nao esoerinV-
%T .UndVegU0d0 ,eis ""oarfas
hin. M 0uaDdo os ajuntameotos ou dialnr-
cal e nBD,0|'anem fre1uentemen.e no raesrao lo-
cal, e que all fizerem exeitaco, sero presos e
transpoitados a uma fortaleza d reino onde sa
proceder judicialmente contra elles.
iiiii^. director eral do interior e da
juslica fica cncarregado da presente ordenanca
que dever ser Inserida no Boletim das /"" S "
de0186e ) ^ Va"0Ta "? de m"So(8 de abril
O lugar-tenente do reino
principe Gortschakoff.
O director geral da commisso de polica
IFbfowssi Karniki.
Aioda que o estado de sitio nao tenha desda
logo sido promulgado, cora tudo tomaran.me-
didas para o restabelecer. O director interinada
polica, publicou o seguinte : 'merino de
..F0r 0.rdeB s- Exc. o principe lugar-le-
nente. se faz saber o seguinte : 8
l n^'prh'b!id0xazer uso de Pos ferrados;
1rn. o a p0dneiL PPrecer na ra sem lan-
terna depois das 10 horas da noite
as raasf prohibido a09 erid03 Presentarem-sa
Assignado, o director superior da polica.^.
Rozwadotodonski.
v1-"1""?10 0Hc-,al diriida aos hbilantes da
^ anona pelo principe logar-tenenle :
Habitantes de Varsovia:
Os numerosos convites que vos tenho dirigi-
i/SELT, A96"0' dia de h0,en ^brio-
rnL m:.1 T6ae >. m consequencia dos
acontecimentos occorridos.
Desde ante-hentem, que houve rauitas de-
monstracoes em mana, que deixaram de ouvk
as minhas propnas palavras. Honlem. s seis
horas meu da tarde, reunio-se uma cnsidera-
vel moltidao na praSa Sigismundo. Para por ter-
mo demonstracao, uma companhia de infama-
ra sustentada por gendarmes nos flancos e por
cosacos oa reserva, recebeu ordem para intervir,
mas era precedida por um funecionario de poli-
ca que. ao rufo do tambor, inlimou ao ajunta-
mui.,,,M di,paaso. ooporsae er feno a
""" n,""""i-lntimaSao. aquella funecionario tei
..h^TV *5 m|nolos oepoi, e a tercelra paa-
sados outros dez minutos.
Tinha-se dado ordem para que o ajuntameo-
to fosse dispersado pelos gendarmes a cavallo.
sem que se empregassem as armas, e a infanta-
LtSL!?6Tn 1Dt",ir- "lT0 s tropas fossem
atacadas. Duas descargas dos gendarmes pde-
la m dispersas-o ajuotamento sem que resultasse
desgnea alguma; mas os mais atrevidos do bao-
ilTuoo?grande nun,ro e rumtmm
rirrmC.?.m,aianda0,eud,S ***** 0Bervou nestas
c curostaneus um hornero de grande estatura,
que pareca ser o chefe da multido, e f-lo
grande luU? P ^^t" d"P03 de Ulna
hnmNeSte m,omeDto uma forca guiada por um
elo .Kt7mi. thegou cantando
pelo lado do fauburgo da Crocovia. Meia com-
panhia dispersou esta gente sem em pregar as ar-
mas. Entao uma mana compacta approximou-
se embocadura da ra dos Senadores, e entoou
um cntico. Os cosacos que deviam dispersa-lo
tiveram ordem expressa para nao fazerem uso das
faVUa
.m in^H1'8, aJunj8,nento dispersou de principio
sem incidente. Mas quando os cosacos retirara!
na retaguarda da iofanlaria, a multido
atacouos cosacos, e agredio-os com
IB
voltou,
pos e pe-
drs. Tornava-se ao mesmo lempo evidente que
VL ,r.m o"/ p,re,'S10 de embaracar a passagen.
da rus Padwall e da ra dos Senadores, aecu-
^11Ddolcarroerroagens. e de reunir pela
parte detraz, de maneira que o commandante
militar foiobngado a fazer fogo, depois do se ve-
nucar um novo ataque com pedras contra as tro-
pas. Para impedir a influencia ds multido, qua
nao quena recuar, fez fogo tres vezes.
Segundo as ioformajoes at agora oblidas.
mH0rrea.2V1?.habilanles e a militares, sendo le-
ndos 108 habitantes e 10 militares, foram presos
/u dos amolinadores. Por meio de semelhaotes
actos, homens allucinados e incorngiveis, incom-
formeoSr. Dr. chefe de polica.
EXTERIOR.
r A../n'00t/0'*<,na' Pub,ie resposta dada por
uaribaidi denuta^o da associaco geral dos
operarios railanezes. que se dirigi a Caprera
para ofTerecer-lhe as homensgens cm nome da as-
sociaco.
Amigos 1
Agrade^o-vos ; ha alguma cousa de verdade
no que dizeis sobre a
julgo que os vossos
dara oecessario atteoder a tudo. Devemos
estar persuadidos de flue se enganam extraordi-
nariamente aquellos que julgam poder fazer
retrogradar o nosso paiz, e submetle-lo ao antigo
reijimen; vivera em um erro. Nos somos muito
mus fories do que se soppoe.
t Naoi vos fallo aqui nem dos 500,000, nem do
milhao de bayonetas qtfe a Italia podia fornecer
oo caso de neceuidade, oa hora do perigo, mas
urgencia da siluaco, mas
receios sao exagerados; to-
-4. Os primognitos em familia de orphos de
psi e m, ou de irmos nicos habis para o
trabalbo na familia ; entre os irmos aptos para o
trabalho nao sero contados os j Inscriptos no
exercito ou* na guarda movel.
A falta de estatura nao e causa de exempeo.
Art. 7. A guarda movel em servico tubmet-
ttda as leis e disciplina militares.
Art. 8. Faculta-se ao ministerio do interior
um crdito de 30 milhes de francos para pro-
ver ao armamento da guarda nacional em lodo o
reino.
0 guarda-sellos, ministro da juslica em Franca,
dirigi a seguate circular aos procuradores ge-
raes junto doa tribuales do imperio :
a Senhor procurador geral.
Ha algum lempo que se me apontam alguna
membros do elero catholico, que, verbalmente ou
por eserteto, tratara publicamente e no exercicio
das suas funesoes, das materias que a lei expres-
samente lhes prohibe discutir.
outros, cedendo ao
K^r.ans da.Touma
el. minha parte agradeco sincerameole ao. br-l7de SluSS^ S?2Z ^S^'
r>s..l. I.4.. a----- ---------- F"Mia aiiraiur su ura a poltica 00
to n6d iM". ? Pa"; 1ipeMr e lud0 1uan- flaDca ou a reprovaco ; os
inoi.m J. Zur 'aier .l0ucur' *! lu ipulao de um zelo ceg
ful!:"eve exlsti! m0BS,rB0M- "U-ncion.l. a proprU peno, do'soberfni
op'erfrlo. ^^^f^S?" '" ^ ^^ %?
nltUmtawlm^lct ^Sn&S1* de" ra7e" de e8p,ri, credulidade, aprax-lhes
2 l.h.nSaffdSS. T."rfi.n"?a?n0J C0Cac,ent aocund. desgr.ca. ima-
- porm, que os
engae!, e podem estar certos de qoe nunca os
engaoare: cornudo o paiz tem muita difflcuidade
SL!?,rfn f// em um a6 nomem ; d6Te Primeiro
qoe indo ter conflanca em al, deve acreditar que
se a Previdencia qojz escolher um hornera, um
pobre hornera como eu. para fazer pouco, nlo dei-
xem de ae encontrar iad> astio muiloi cipazes
abusos esli previnidos pela
ginarus
Semelhanies
lei.
' P .artg0 *l do cdigo penal pune com pri-
sao de 8 mezes a 8 aonoa, os ministros do cul-
lo que pronunciarem.no exeraicio das suas func-
a gdes.e em assembla publica, um discurso que
a corHeatu a critica oa a ceasura do goverao, de
O imperador quer que o que elle concede i
seu uma verdade. Sua magestade julga ter cura- Z"SCaE'"0" ?onen,osoiemnes consagrados
prido ura deverde conscieciosa solicitude abrin- 'rabalho e aode.evnlvim.n.,
do no reino da Polonia, um caminho de progresso
regular O seu mais vivo desejo ver que elle se
mantenha ali e prospere. Tem a firme conflanca
de que se ha de chegar a este resultado, se as
suas intencoes forem apreciadas e secundadas pela
sabedoru do paiz.
Recebei, etc.
Gortschakoff.
A ordenaoga do cooselho de administraran
concebida oestes termos:
Em nome de S. M. o Imperador Alexaodre
II, autcrata de todas as Russias, rei da Polonia,
o conselho de administrado ordeoa o seguinte,
por determinacao de S. M. visto que ot repetidos
ajuntamentoa perlurbam a ordem publica, e im-
pedem o livre desenvolvimento das inslituicoes
coocedidas>por S M. por ordem :
c Art. 1. Todos os disturbios ou ajuntamen-
tos nao autorisados pelo governo as ras ou as
estradas publicas, ficam prohibidos.
Quando um disturbio oa qualquer ajunta-
mento tiver lugar naa ras ou estradas publicas,
o presidente, o burgo-meitre, o chefe da comar-
ca ou o sea representante, o comuinario de po-
lica ou qualquer outre funecionario dever diri-
gir-se ao logar do ajuoUmeoto. Intimar o ajuo-
tamento para que disperse.
< Se esta primeira intimaco fr infructfera,
ser repetida por duas vezea depois do rufar do
tambor. Depois da terceira intimaco, se a mul-
tido se olo dissipsr, empregar a forgs armada.
Est podar intervir depois da primeira ou da
segunda iatimaco se as outras se toroarem io-
fructiferas.
Arl. 3.' Todos aquellos que nao abandooarem
o posto depois da intimaco, aero immediata-
mente presos A-mandados para uma fortaleza do
reino para all serem apresentados perante o tri-
bunal competente.
Arl. 4." Aquelles que nao abandooarem a
praca depois da primeira intimaco, sero puni-
dos com priso de 8 a 20 dias ; depois de segun-
da iutimicio, com priso na casa da correceo
por espaco de 3 a.6 mezes ; depois.da terceira
iolimacao.com a mesma pena por lempo de 6
meses a 2 annos. Todos aquelles que reaialiroaa
de uma maneira qualquer a forca armada serio
punidos de 3 5 aonoi de orUleza.
Art. 5.* Aquella* que provoearem de uma
maoeira qualquer 'desobediencia ou resistencia
contra a autoridade, serio punidos com o duplo
da pena que pesar sobre os que lirerea obedec
ao 6 sua provocaco.
ao desenvolvimento das inslituicoes
concedidas com benevolencia por S. M: ao paiz.
Em consequencia destas desordens, o cdo-
selho de adminislracao promulgou uma ordo-
nanga que eu publico.
Nao submello ao rigor da guerra as pessoaa
presas hoje, mas sero julgadas segundo a or-
denanc* de hoje, que deve ser liberalmente exe-
cuUda.
Em nome de Deus, em nome do respeito da-
ndo ao soberano, ordera publica, ao direilo a
a felicidade e honra do paiz, peSo-vos que re-
llilaes, por que se esta aova lei ainda nao bastar
para (raoquilisar o furor dsquelles que vM COu-
duzem vossa ruina, ver-me-hei obrlgado. ae.
pois de haver por muito tempo mostrado pacien-
cia, a proclamar o estado de sitio, e as desgracas
que poderem occorrer depois cahirSo sobre as.
cabecas dos facciosos.
O lugar-tenente do reino
priocipe Gorcnoko/; n
[Jornal do Commereio, de Lisboa.
INTERIOR.
BIO DE .! WKIHO
CMARA DOS SRS DEPUTADOS.
QARTA SBSSO PREPARATORIA EM 18
DE ABRIL DE 1861.
Preiideneia do Sr. viscondede Camaragibe.
A*s 11 horas da manhia, leita a chamada, a
achando-se presente numero legal de Sn. depu-
rados, abre-ae a sesso.
L-se eapprova-ae a acta da antecedente.
O Sr. V secretario d conta do seguinte
EXPEDIENTE.
Um offlcio do Sr. desembargador Francisco da
Paula de Negreiros Sayo Lobato, communicand
que por decreto de 3 de marco ultimo S. M. o
Imperador houve por bem nomea-lo ministro a
secretario de estado interino dos nogocios do im-
peno. Inleirada.
Oulro do ministerio do imperio, enviando a ac-
ta da eleicto de diputados do collegio do Re-
cife. A' respectiva commino de poderes
Outro do mesmo ministerio, eoviaodo o offlcio.
em que o presidente da provincia de S. Paul
expoe que vista do do art. 1 da lei de 19
d* MUsabro de 18 e 5 13 e 14 do art. f da
de 18 de agosto de 1880, nao podia ser eleilo de-
r *~rrr


ti)
UaW DI f ERlaJICO. 6 QUARTA FBtta. 51 DI MAK) 11 ttet,
A?
<
*^
putsdo i assembla geni o bacharel Flemimo
Anlonio do Nascimento Lessa, a que.a amera
municipal da cidade de Taubet expedio diploma
Je diputado pelo 3 dislrid eleltortl provincia, por isso que, lendo elle sido uomeado
1* supliente de juii municipal do icrmo de Cua-
ratinguel, asaumio a iariadiccio dcsse cargo do
lia ti de novembro de etwe passado. A.' re-
festiva? com mtasio da podaras.
Outro do ateame ministerio, enriando a neta
1 eleicao de depulados pete wllegio de Macai-
baa. perteneeate ao S ditte*o da provincia a
Babia. V respectiva commisaao de podera.
Outro do mesmo aainitteno, enviaaso as aUe
la eleigo da deputados pela Sf districto da pre-
vineia da Sergipe. A* reaafctira rammiseio de
poderes.
Outro do merao ministerio, enviando o aOeio
con que o presidente da provincia da Baha
trenemilte a que lhe dirig o juiz do pa, presi-
dente da roestna parochia da Saoi'Aona 4o Pem-
bal, remettendo-lhe copias lulhenticas da acia
IMi&aa *mmiAlm'efcf.?noi'fii,3;
convocago que a dita parochia devia dar S7
eleitores, embora menor numera houvesse sido
Diado pela presidencia, a quem nao tenham sido
presentes todos os dadosypara que (osse marcado
o oumero de eleitorea correspondentes i quafl-
ago do anno da 1859. A* respectiva ommis-
no do poderes.
Ostro do mesmo ministerio, enviando as actas
da eleicao primaria daa parocfct* de Sania Ao-
to e S. Beato, pertencentes ao 8* digirilo elei-
toral da provincia de Peroambeco. A' respec-
tiva commissio de poderes,
Outro do meamo ministerio, enviando a actas
da eleigio primaria da provincia de Sergipe.
A' respectiva eommisso de po teres.
Outro do meamo mioiaterie, enviando as actas
da eleicao primaria da Mloas-Gerees. A' res-
pectiva commissio de poderes.
Outro do mesmo ministerio, enviando os rala-
torios que o presidente da provincia de Sergipe
traosmiitio sobra as occarrencias que tiversm
lugar durante as ultimas eteiges. A' respec-
tiva commissio de rderes
lima repreeeolac.au do Francisco Gomes Virira
e Silva e outrus, reclamando pelo seu dimito da
leilores, que iui descoohecido pelo collegio elei-
loral de Piodameuhaugaba. A1 respectiva eom-
misso de poderes.
Outro do Dr. ilaooel Joaquim da Silva, recla-
mando aontra a apnrage da cmara municipal
de Pirahy. que privn ao supplicante do lugar
jue lhe compete, como deputado do 4 districlo
eleitoral da provincia do Rio de Janeiro, e pe-
diodo para que seja admittido a sustentar a sua
eleigo no recinto da cmara. A' respectiva
eommisso da poderes.
Acham-se aobre a mesa e sao remettidos i
respectiva commiasao de poderes varios docu-
meotos a presen lados peo Sr. Fialbo seerca da
eleicao na provincia do l'iauhy.
Acham-se tambem sobre a mesa, e vo s res-
pectivas commisees de poderes os diplomas dos
Srs. Manoel Pinto d Souza Dantas, depulado pe-
Jo 4 dictricto eleitoral da provincia da Bahu ; do
Sr. Joaquim Iguacio Silveira da Molla, depotado
pela provincia do Paran; do Sr. Benevuto Au-
gusto de Magalhes Taquea, deputado pelo 3
dislricto da provincia da Bahia ; do Sr. Silrine
Cavslcanli de Aibuquerque, deputado pelo 2* dis-
triclo da provincia de Pernamburo; e do Sr.
Jos de Barros Finiente!, deputado pelo 2 dis-
triclo da provincia da Sergipe ( 2a turma
Eleicoes de S. Paulo.
O Sr. Lessa : Sr. presidente, toodo-sa aca-
bado de ler um otlicio do Sr. ministro do impe-
llo, em que se da que eu futecionavs, como juiz
municipal tuppleole dentro de tres mezes antea
da mihha eleicao, julgo ceaveniente declarar, pa-
ra esclarecimento da cmara e da eommisso de
.poderes, que nao esacto que eu exercesse a
jurisdieco de juiz municipal desde o da 21 de
aaoveaibro em oante, como ao meamo ministre
iuformou o presidente de minha provincia; o
fado deu-ae do eeguinte modo:
Sendo-nie iransmitlida a jurisdicQo da juiz
municipal, logo que se terminou o qualrieonio
do juiz da cidade de (iuaratinguel, o que (oi no
insume s mces do dito cargo.. *
N'eele aaaoanpio proeedi com --lf *' -j t'f.
que mesmo antes da poca marcada pela lei
transmit! a jurisdiego que devia exercer em al-
guos processos pendentes em que o juiz munici-
pal etTictivo era suspeito. J se pof, que
nleiraoueule Talgo que de 21 de novembro prxi-
mo paseado em diante estivera em exercicio das
unc;es de juiz municipal, e quepor esse mo-
tivo fosse incompalivel.
Julguei dever dar desde ja estes esclarecimeo-
toa cmara e eommisso de poderes, para
que nao passe desapercebida essa assereo de
que sao allos os votos que recebi, por ser ento
incompalivel...
(Ha um aparte.)
Poderia n'esta occasio eslrsnhar o procedi-
mento do Sr. conselheiro Antonio Jos Heori-
ques, que rom tanta facilidade ssseverou ao go-
verso central que eu era incompalivel ao lempo
em que se procedeu eleicao; mas julgo con-
gruente deixar issu para occasio mais oppor-
tuna.
ilei de exhibir documentos em lempo compe-
tente, os quaes nao de ser apreciados pela c-
mara e eommisso de poderes, e a elles daro o
apre:o devido. Limilo-me por ora a estas bre-
ves coosidera(es.
O Sr. Martin Francisco : Sr. presidente, ten-
do de iazer algumas considerares cmara u'ea-
ta occasio, em primeiro lugar leoho em mente
flirigir a V. Exc. um requerimeolo que ser con-
siderado valiosamente pela eommisso respectiva
que tem de emilllr o seu parecer subre a eleicao
a provincia de S. Paulo, em relaco ao Io dis-
triclo.
A elercio do f dislricto da provincia de S.
Paulo lalvez a mais complicada do imperio,
porgue offeroce otoou dez hypotheses diversas
que devem ser apreciadas.
Para que a cmara possa resumidamente com-
prehender quaes as difllculdades com que Inta a
comraissfio para poder dar um parecer justo e
conscieucioso, eu farei urna resenha dessas dif-
ficuldadea.
Tem a eommisso de consiJerar as tres elei-
ces que houveram na parochia de Mogy das
Cruze?, e decidir qual dellas ple ser a legal.
Tem a eommisso de considerar se justo e
curial que um delegado de polica e um juiz de
paz se apossassem de urna urna e queimassem
as cdulas da eleicia.
Um Sr. deputado :Isso ojo est em dis-
eusso.
O Sr. Ifartim Francisco :-Eu declare! que,
para fundamentar o meu requerimeolo, que tem
de ser presente respectiva eommisso de pode-
res, era neeessario que a cmara avaliasse as
Micuidades com que a eommisso tem de lutar
fra dar um parecer sobre a eleigo do 1. dis-
triclo de S. Paulo : o que estou fazendo ; e se
o nobre deputado me quer contrartar, faca o
mesmo, porque estou certo que a cmara lh'o ha
de permittir.
Continuando, diri, senhores, que tem a eom-
misso da considerar se liento na delegado
de polica e um juiz de paz lanzar mo de urna
urna no acto da votaco e queimar as cdulas que
n'ella existiam, segundo ae v ala declaracao do
1. juiz de paz, a ir o jaiz de paz jrmo do l.0
clandestinamente para urna casi azer urna cousa
que denominaran eleicao.
Tem a cemmisso de decidir se entre as dupl-
calas, iste a cu feiU aa igrajado Baaario e a
leirao fela por ordem da presidencia, eleicao
fetta na igreja matriz o presidida pelo juiz de p
mais votado : entra estas daas eleicoes tem
eommisso de resolver queaa sao os deputad
pelo primeiro dislricto da minha provincia, se
que obtiverem diplomis da cmara da capilar,
os dignos cavalheiros que coolesUm a eleicao
rom os nobre depulados que boje lecas aseeaMe
nesta aasembli.
Este (acto e o depoimento jtto dos hmeos
que praticaram esses abasos, como o juiz de paz
e o delegado de policia, sao de summa gravida-
Em relaco eleicao deSoracabt, tem a eom-
umiasae de decidir se os el ai totea continuara a ser
eleitos pelo pora on a ser nomvasos pelos pre-
sidentes de provincia....
(Ha um apsrte.) '
Pew deixa-aa do aparar viste e tres cdulas
tfdl ItrlnaaB J k. l^^I 1.' ^ -^aSsst .. _
paz

os
os
se
?, ,inb" ;< *eeiHr Hadjieicio, fto como
tima nareahdade pmi Hoki tras a qualro
-wetaw mau qae a outra. o maada-ae pastar di-
i.ut!i!r?g i*,"ri"<> 7tat atia ota a eoaamurto jalear as
proras com qae se impugna o excesso de eleito-
res de urna outra parortiia ; a de Igusps.
(Ha um aparte).
Para provar a nullidade da elelce da Soroca-
ba, serve a acta da masma eleicao, erre a or-
dem expedida pola presidencia da provincia para
a expedijo da diploma* aos mais votados.
Teta a commisslo de decidir se ou nao vli-
da a elaieie da parochia da CeMticto de Iu-
nbaa, em que a eleiclo fdi feita sem urea, coi
laeaeee-se as edutss aobre ama osa, sem se-
ren reeethidaa devidamearte oa urna, come
coasta de teatemunne jurada de diversas peesoae.
Tam a eeasskissae de decidir se ata viUeees
veles de iadividuee que de tacto nao podism aer
ererlore* m prestaca da lei. porque oio tioham
a idade legal pan e arate. Sao immenaaaas
difflcnldades com que a eommisso tem de
Ntar.
Todas asas queetes quo eu acabo da aponUr
em resemo, enlend, qu devem ae* "lecididas
com soda a prudencia e por meiode um minu-
cioso exame. da rAnaiaiaaaa respectiva, para poder
aer justo e luminojo o seu parecer.
Eu julgo que a eleicao do primeiro dislricto da
provincia de S. Paulo nio pede ser disentida
seno quande a cmara dos Srs. depuUdos esti-
ver constituida ; eCerece etse alntre maior ga-
ranta de aceerto do que aquella que podia aar
tomado pela cmara oto constituida, porque
muitos aeohores que se acham com asseoto nes-
ta casa podero ser reco onecidos de potados e
podero deixar da o ser ; eu aaesaae cae etio
nestss circttmsUnelaa, visto que nao escapei i
proUcgao entrolente da presidencia da prorin-
cia ; nio tai possivel que spparecesse neste re-
cinto um airea eleicao do partido liberal em S.
Paulo quo nao tenha em contrario urna duplcala.
ao passo qae no Rio-Caro, onde e partido con-
servador eslava em maioria, nos nie ficemos urna
ooiea duplicis. Alm destes fados que aponto ha
oulros gravissimos que com a demora de algnns
das pdom chegar authenticaraenle ao cooheci-
mento desta assembla. O presidente da assem-
bla de S. Paulo o Sr. ftarao do Rio-Claro, que
nao podo ser suspeito aos membros conservado-
res, parque tem opinides conservadora muilo
definidas, claras e patentes, porque a sua vida
poltica d serias garantas de impareialidade,
ne, mas pelo menos de dedicaco is ideas con-
servadoras : n'uma eesso da assembla provin-
cial acaba de declarar terminantemente que no
palaeis da presidencia se ti era ni clubs diiigi-los
pelo presidente para se desigoarem os candidatos
que deviem merecer o apoto do governo, e em
segundo lugar se proceden i um sorteio dos lu-
gares da depulacao entre diversos individuos, en-
tregndole ao asar da sorte a represenlac.o da
provincia de S. Psulo.
Estes declaraces foram feitss pelo mesmo in-
dividuo que mereceu os votos do sobra deputado
para presideolo da assembla, por um homem
dos mais importantes do seu partido, por um
dos membros do directorio conservador. Nestes
cinco dias ha de vir publicada sera duvida al-
goma Ues declararles no jornal encarregado da
publicarlo dos debates, e ellas podero produzir
grave e nokaVet impressao no animo dos meaa-
bros da eommisso. Eu, pois. insisto em pedir
V. Etc., ser possivel, inlerpoaba seu poderoso
valimeeto para que a eommisso de poderes s
d sea parecer sobre a eleicao do primeiro dis-
tiicto depois de constituida acamara.
Tenho acora, Sr. presideote de presentar
urna indicarlo pediuoo que por intermedio do
poterna geral se soliciten] da presidencia de S.
Paulo certas informacoes que pdem servir para
esclarecer a eleicao do |. dislricto. Recorro
este meio, e vou explicar porque o faco ; com
um presidente para quem as leisfra um bice
sos desmandos era simples, o meio de obter taes
ieorroae.oe8 : era o meio requere las presiden-
cia. Infelizmente esgotamos atea ultima golla o
calis da amargura ; a resignaco est Iluda, e re-
mo-nos obligados recorrer ao patrocinio da
assembla geral para obter taes informales.
Quande pedamos oa requeramos urna informa-
gao, S. Exc. nos despachavaque ae passssse ;
quaudo iamos duas, tres e quatro vetes procura-
las, os officiaes da secretaria nos declararan) que
era impoesivel passar ascertidoes pedidas, por-
que o presidente guardara os doeumvntos em
seu ooler. Eu nao commeoto o facto, narre-o ;
a cmara avahe o orocedimonto do um presiden-
e. qe mandando lu^^, a,iJa._ulMihiUi
que taes cerlidocs sejam passadas.
Um documeuto dos que peco, durante dous
mezes, o Sr. Dr. Carro pedio e nao poda ble-
lo, alias tendo lido despacito favatavel, porque
se lhe oppunlia a trica qae acabo de narrar. A'
respeito de outro documento a que me reporto
no meu requerimeolo, istu a reclamago feita
contra a qualitlcico da villa da Cotia, parochia
cuja votaco pertence capital, deu-se o seguin-
le : Houve reclamafcs ; a junta nao attendeu a
taes reclatnaces, ou nao lhe deu a devida deci-
so ; foram levadas, presidencia, allegando-ai
essa illegaldade praticada peU junta ; mas nao
tendo S. Exc. dado solugo alguma, requererara-
se-lhe taes documentos ; nao os quiz entregar de
moda algum. Ora, como as duvidas que se
apresentarem relativamente quelldcaco do an-
no passado da parochia da Cotia pdem influir
sobremodo no juizo que a eommisso de poderes
tenaa de fazer sobre a legalidade da eleicao dessa
parochia, visto como a qualiflcacS a base da
eleicao, eu julgo conveniente pedir a presidencia'
de S. Paulo todas as reclamages que houverom
relativamente qualificaco da Cotia.
Tenho terminado o meu pedido,Sr. presidente.
Eu entrego, quer a causa do segundo dislricto,
quer a causa do primeiro justiga e impareiali-
dade da cmara ; e quaesquerque sejam os boa-
tos que se espalham, eu creio que Ues senli-
meDtos ho de influir poderosamente no animo
da cmara dos Srs. depuUdos, e acredito que
ella sabea compreheoder bem seus deveres, co-
nhecendo que nao se traU de fazer dono de di-
plomas lacs ou Ues individuos; que i ella
cumpre reconbecer quem sao ou nao os deputa-
dos porS. Paulo.
O Sr. presidente:A eommisso ourioasob-
servacesque o nobre deputado acabado azer,
e as lomar na devida cooeidersQo ; mas se ella
entender que deve apresenUr o parecer sobre as
eleicoes do Io dislricto, a casa pode addialose
julgar conveniente, e o nobre depulado mesmo,
na occasio da discusso, pode propor oadi-
meoto.
O Sr. Marlim Francisco:Aceito o alvilre por
V. Exc. lembrado; mas para desculpar o meu
cemoortamento direi em poucas paUrras que se
recorr a este meio foi por me lembrar de urna
disposico regimenUl que pede o apoiamento por
urna terrea parle da casa, com a qual nao sei se
posso contar.
O Sr. presidente:A disposico do regiment
um pouco diversa. Diz: (LO }
L-se e eneja em discusso o seguate reaue-
nmeme: *
Requeiro que por intermedio do gorerno
central se pegam presidencia da provincia de S.
Paulo as seguintes iuformacoes :
1". Se houve redaraices contra a qualifica-
co do correte auno da parochia da Colla, e so
o cidado Maooel Vieira reclamou contra a mes-
ma qualificaco;
2\ Que sepessa mesma presidencia por co-
pia amhentica a ordem por ella expedida em vir-
tudeda qualse proceleu no dta 6 de Janeiro a
eleigao primaria na igreja matriz de Megy das
Lrutes.Rxbeiro de ndrada.
O Sr. Rodrigo Silva:Ped a palavra, nao
para impugnar o requerimento do nobre depu-
tado, mas para lhe fazer um adiamento. u no-
bre deputado discutindo previamente as eleicoes
do primeiro rustrido de S. Paulo quiz embarafar
a commiasao de poderes on prevenir o juizo desta
cmara a respeito desta eleicao. Eu tiosegui-
re o exemplo do nobre depnldd; quan io a eom-
misso apreseotar o sen parecer a respeito dessa
eleigao, nao recuaremos antea discusso; hare-
mos de mostrar de que lado est a justifa e a ra-
zo, e quaes roram os perturbadores do primeiro
dislricto, e nessa mesma occasio o preaideote ha
de ser deffenddo.
O Sr. Nenias (com energa):Haremos de de-
fende-to.
OSr. Rodrigo da Silva:-Havemos de defeo-
de-Io, porque o presidente de S. Paulo procedeu
com toda a impareialidade ; seu rime consisti
nicamente em nao consentir que aquellos que
costumavam interrir as eleicoes inlervieseem
nesta
O Sr; Martim Francisco :-*lio disse o Sr. pa-
rto do Blo-ClarO.
**; *<>"rtg Silva rNle pretendo disentir as
AfferMvM elelooes das paroehtag do primeiro
distncro; reservo-me para quando se discutir o
P**wd*>eritriesaB, nobre deputado deu ioformaedes menos exactas
otraellas e trae pelo contrario juslica e a r-|
z*e atBo'ga nossa parte.
que o nobre deputado ji. vai deacuroeasude da
sua
O nobre deputado pode informaedet sobre dif-
o nobre deputado pode mtormagoaa sobre dif- reguiandade doa trabalhos; se este facto se re-
ferentes parochias com o nm de fazer a emmis- pradsair, ttA de per pertubada a discusso de
sao de poderea demorar o seu parecer. Parece materias mase importantes, eomo teja i dos pa-
qua o nobre deoutado i vai detacrroeoaiiJa de recerca aerees atados obra Aleicea. me o or
*. causa (risc), qner adla-la para mais tarde,
quem tem a justiga de seu lado nao recue.'s'pf e-
aenU-se do bracas abertos, aceita a discusso lo-
go que alia ae offeraca. Mu o atebra deptfUse
leer adiar diseajeaie. adseaidooparaeer; espe-
ra do tempe e remedio per* e mal; nao confia
oo presoau. e j desespera de ra m causa.. em qtae e i
O Sr. Martim Francisco:-PeltaaaeaH. o DoWe admiaiaracAa.
deputado nio sia ser juiz em causa proaria. Urna Ul da*
O Sr. Badrife Silva :Felisas en te aaioha elei-
a> nao est lujeite a esees duptkeias, poste
lar coa rsnquea, nio depende aellas para
sesteotar o mau direite.
O Sr. Martim Francisco:Annullado o eterei-
de eleiteret de Iguape nio assim?
te
O Sr. Rodrigo Silva :Ora, pos nio T annul-
uJu-sr 4 roiiiade do nobre deputado, nenhum
reeerea apreaaetados sobre eleicoes, que sio por
-M ojivas argentes.
Aguardando para occasio opportaua discutir
eom o pobre deputado esta ooaiaxu, Ujiito-me
a dizer-lke preaentemente que as de sua psrU
pooco eeoelbeiitosse pouco geaeraeidade em k-
gredir proaldaeU de S. Paulo n'tai eecasile
permittido entrar ne turna de sus
das eleicoes de segando distrieto?" O nobre de-
putado, que manifesta tanto amer i jaslicae que
disse querer nesia casa sement dscisoes contor-
me a verdade e juslica....
O Sr. Martim Francisco Aprsente um re-
querimento sobre essas eleigoes, e cont com e
meu voto.
O Sr. Rodrigo da Silva :----- nobre deputa- ^.
docomegon o seu discurso trstando em geral das
eleicoes da nrovincia h <; p..i.T V. -.I- r' warum francisco:be a cmara julgar o
ESSSEttbS deot'a'do- unicatr ?.'JJ lLWt! "" d *
procedimento do nobro deputado nicamente o
desejo de, em nome da justiga e da razio, cla-
recer a casa a respeito dos (actos que oceorreram
as eleir,oes dessa provincia, para ser coherente
com os seus principios dereria igualmente eeli-
citar infbrmaoees relativas sn segundo dislricto.
Urna vez que o nobre deputado nao procedeu
assim, eu, querendo acompaoha-lo no terreno
da justiga e da razio, e desejando que aqu se-
jam todas as questrs discutidas com impareia-
lidade, vou em nome deesas mesmo principios,
ofTerecsr um adiamento pedindo informages
acerca das eleigoes de segundo diilricto, oude.
em verdide.se deram (actos escandilosos. Mas
alo trato especialmente de semelharte assumplo
por neo ser opportuna a occasio, eeu nao jul-
gar conveniente perturbar a ordem los nossos
trabalhos. Em occasio prepria examinaremos
com cuidado esses negocios.
(Ha um aparte.)
Uto questo de futuro ; a see tenpo a dis-
cutiremos com toda a calma, com tota a frao-
queza.
Eu vou oflerecer considerado da tasa o a-
Jumento, pedalo a V. Exc que sujeite a vota-
co, adra de que venham juntamente con esses
documentos o relatorio da presidencia store as
eleigoes da provincia de S. Paulo e todos cios anoexos, os quaes nao foram envalos at
aoje nossa eommisso.
Pense que esse relatorio a mais belladefeza
do preaidente da provincia de S. Paulo, teque-
rendo a sua remessa, desejo quo tambem sejam
presentes cmara tolos os documentas que
existirem na secretara do imperio.
Adopto o requerimento do nobre depurado e
dou-lhe o meu voto para que seja appravado.
O Sr. Martim Francisco :E eu vetarei pelo
adiamento.
O Sr. Rodrigo Silra :Mas como pide haver
alguma demora oa vioda das informages, eu en-
feudo que a eommisso nao deve adiar o seu pa-
recer.
Na discusso se ver se ellas sao ot nao ne-
cessarias.
O Sr. Marlim Francisco :Se quizer adiar eu
concordo.
OSr. Rodrigo Silva :E, portanto, i commis-
sae s julgar conveniente poderi dsr o set pare-
cer antes de virem os esrlarecimentos que ora
se pedem. Na discusso veremos se sao ossen-
ciaes e driles depende o juizo que tem de profe-
rir a cmara.
Assim espero que o meu adiamento bt de ser
, Jiaeuseio agora em campo lio estrello
federa tomen dar lugar a animosidades depar-
te a parte ; o que cumpre remover: eapere es-
pero o nobre deputado que a commisaao spreaeo-
te o sea parecer ; abi eolio ioetituamos com al-
ma o devido exame, a indaguemoa de que lado
est a verdade.
15u nio eslou lio intvirada da miras adml
nistrativa do presidente de S. Paulo, como ou-
lros Qobres depulados por essa provincia, mas

---------r------------- \s\.t iti iiiuyuLJ, VU I qutj
mostra-se muito aptixonado, parece despeitado...
O Sr. Martim Francisco :E V. Exc. est sa-
tisfeito. (Risadas.)
O Sr. Pacheco:Estou, e por isso minha. razio
esi mais calma. Pego-lhe que seja menos so-
freg ; espere um pouco, e abra em campo mais
vasto para a dtscnssio, para o exame dos fac-
O Sr. Martim Francisco:Sea cmara julgar o
aqni com o Sr. Heoriques.
O Sr. Pacheco :O presideote de S. Paulo, por
occasio da eleigio, como em lempo competente
se mostrar nao fez a mais pequea reaegao ; to-
mou algumas medidas iodispensaveis, e que nao
podia deixar de tomar a bem da ordem publica.
Se o presidente Jaquel la provincia deu demis-
soes, como o nobre deputado diz, foi depois da
eleigo, e a culpa toda do sobre deputado e de
seus amigos, que Ibe deelarram urna guerra
de exterminio, que se puzeram em hoslilidade
a berta.
O Sr. Martim Francisco :Ne costumamos dar
bregos a quem nos guerrea.
O Sr. Pacheco :E' singular que o nobre de-
putado censure o presideote da provincia porque
demittio empregadosque lhe faziam guerra aber-
U, subatituindo-os por outrosde sua conflanca I
Como se pode sustentar semelhanle principio ?
Quer-se que o presidente sirva com em pregados
do coofianga, que lhe faltam to respailo, e que
virem de mos dadas com aquelles que lhe fazem
as mais inslitas aggresses I lato seria urna ano-
mala em materia de adminislriclo.
E' s o que tenho a dizer, nao me.oppon-
do ao requerimento, (porque estou persuadido
que a respectiva eommisso ha de ler o bom
senso, de nao demorar os pareceres que
obrigada a dar por causa de taes ioformaedes que
sio pedidas como tctica para o fim de protelar
a dec8o do primeiro dislricto eleitoral de S.
Paulo.
Se a eommisso se achar em serias difllculda-
des para dar pareceres, ella exigir as informa-
ges convenientes. Fra deste caso ella nio pre-
terir o seu dever por causa de informages e bem
de pretendentes, que devero vir preparados, e
que tiveram muito lempo para isto.
D se por concluida a aiscusso do requerimen
to, que approvado, assim come o addilameuto
do Sr. Rodrigo Silva.
ORDEM DO DA.
Entra em discusso o parecer da eommisso de
poderes sobre as eleigoes do 1* dislricto do Cear.
O Sr. Silveira Lobo comees fazendo algumas
considerages sobre a sitoago actual do Cear,
ende a compresso a mais deseofreada ubriga
os cearenses a renunciarem al seus direitos po-
lticos I
O orador nao deseja que se invalide a eleigo
doseletos pelo 1 dislricto, porque nessa provin-
cia, pela poeigo em que ella se acha, impossi-
vel que a opioiio liberal mande representantes
Depois de examinar as acciisages do prece-
dente orador, dir que no Cear houve lula elei-
toral, vencedores e vencidos, lendo estes se su-
Contra as informages que exig em relago s jeitade decisao das urnas, sem fazerem oro-
leiCOes iln 1 dialrn-ln iliruia n ih. rf...a. i.l. r
eleigoes do I dislricto dirigi o nobre deputa- testos.
do o seu pedido de informages quaoto s'elei-
goes do 2.".
Felizmente, Sr. presidente, eu nao receio a
----------....... ... H,iu.c, cu uau ieieio a coueuj aviaaaamenie, e lemDra-ltes o cont do
remessa de taes informages : nao venho a este homem medroso que lauto pedio soccorro contra
reciuto pedir favor cmara dos Srs. denutados. os lobo* impnri,. ,.... n r, r .h.j.-.j.
recinto pedir favor cmara dos Srs. depulados.
(Apoiados.) Nao tem ella o direito de o fazer,
e eu por minha parte tenho bstanle dignidade
para nao descer a ped -lo. A questo para mim
e de justiga. Se sou deputado pela provincia de
S. Paulo, como tal devo ser declarado ; se nao
sou, quaetquer que sejo es considerages que
os membrosdela rasa tenho para comido, de-
vem tambem declarar o seu pensamentocom to
da a franqueza. Esperarci ento oulros quatre
annose me preparei para regressar aqu.
Devo porm dizer que as informages pedidas
pelo nobre deputado leem evidentemente um ca-
rcter muilo claro e muito manifest de parcia-
lidade.
Quo influencia pode ter no aino dos nobres
depuUdos o relatorio do presidente da paovincia
de S. Paulo, to conhecido como o lypo tos pre-
sidentes mais interventores nesta poca m que
vivemos ?
Que influencia pode ter a informago do pre-
sidente da provincia de S. Paulo, que lersu s in-
tervengao ao ponto de julgar neeessario iemiltir
al erupregados de iostruego publica ; que lem
feito urna petfeila raziia eos funeciosarios da
minha provincia ? Que influencia podem ler es-
sas informages, quando V. Exc. nao ignora a
guerra aberla feita a esse presidente pelos re-
presentantes da opioio liberal que o tem com-
balido, quer oa tribuna provincial, quer na im-
prensa, quando corto que elle vive em perfei-
ta inteligencia eom os nobres depuUdos repre-
sentantes das ideas ultra-conservadas na pro-
viaeia de S. Paulo ? I
Eu entend que devia exqr em breve resumo
a sttuacae da proviod de S. Paulo, para que os
nobres depulados membros da eommisso de po-
deres se .habilitassem a dar s informacoes do
presidente da provincia de S. Paul aquello peso
que ellas merecem e nao mais.
Pega pois o nobre deputado todos os esclare-
cimentos qua quizer relativamente ao 1.* distric-
lo. Ha de ter o meu voto assim como tambem
espero contar com o voto do nobre deputado
quanteps informages relativas s eleigoes dol*
diairico, allm de que a eommisso e a cmara
dos Srs. depuUdos possa ser competentemente
esclarecida.
Ero estas as palavras que cu tiohafie eflere-
eer em opposigo s ditas pelo nobre deputado ;
e aqu termino o meu breve discurso.
O Sr. Pacheco :Nunca (ui inimigo da discus-
so. e sempre a aceitei, principalmente em ma-
terias importantes, como a de qus se trata. Es-
tou prompto a aceita-la, e a responder ao nobre
deputado. Maa tudo tem seu lempo, e sua oc-
caiao: nao convem aotecipar um debate que tem
o seu lugar proprte, para que delle nos oceupe-
mos, guardando toda aquella regularidade que
recommeoda o regiment da cmara.
A discusso encelada pelo nobre deputado pelo
2." disclncto de S. Paulo nio poda ter lugar bo-
je, sem que elle pedisse urgencia e a cmara a
contedesse ; a bem da ordem de nossos traba-
tos ea pocos V. Exc. Sr. presidenta, que nio da eleigo.
consinta se repita este tacto, porque se se repe-
lir, a assembla geral nio se constituir no dia
3 de malo.
Assim infalllvelmente succeder se a cunara
todos os das se ocenpar corp a discusso de re
do regiment, tomo actualmente leve logar
Pelo nos regiment o nobre deputado nao po-
da justrOcar o seu Teqnerimerrto, derla manda-lo
i mesa para ser rotado sem discusso a pe al-
guem pedisse a palarra flearia ipto facto adiado
para entrar na ordem dos Irstalhos. PiM M in
Wte raquoimenl, mas fo pelo que respeita i
Admira que urna eleigo to simples excite as
Iras dos depuUdos liberaes. Parece que nao pro-
cedem avisadamente, elembra-Ibes o cont do
os lobos imaginarios que por m foi abandonado
dos lobos reses quando estos o accommetteraio.
Interrompe-se a discusso par lerem-se os se-
guales pareceres da 3a eommisso de poderes
que vo a imprimir uo jornal da casa para entra-
rem na ordem dos trabalhos : 1* (sobre as ele-
goea do 2o dislricto da provincia do Rio de Ja-
neiro), que couclie di seguiote maneira :
* 1. Que seja anoullada a 2" eleigo da fre-
guezia de Santa Rita do Rio Negro ;
2. Que se annulle o diploma do eleitor de
S. Fidelis vigario Joaquim Francisco de Cruz
Paula, sujeilando-o ao sorteio com os dous pri-
meiros supplentes ;
3. Que se approvem as eleigoes das fregue-
zias do dislricto, visto que as irregularidades
apontadas nao sao de natureza a ioduzir nulli-
dade s :
4. Que sejam recoaheddos depuUdos os
Srs, coDselheiro Joo de Almeida Pereira Filho,
Paulino Jos Soares e Souza e Luiz Pedreira d
Ceuto Ferraz.
2. (Sobre tt eleigoes do 3o districto da mes-
ma provincia) que eonclue da aeguiole maneira :
1." Que seja declarada nulla a eleicao de
eleitores da parochia d Beroposta ;
2. Que sejam approradaa as eleicoes de to-
das as ou iras parochias deste crculo eleitoral ;
3." Que sejam declarados e reconhecidos de-
pulados por este dislricto os Drs: Jeronymo Jos
Teixeira Juoior e Joo Manoel Pereira da Silra ;
A." Que leudo o 3o deputado eteito coose-
Iheiro Francisco de Paula de Negreiros Sayo
Lobato sido nomeado ministro e secretario de es-
tado dos negocios da justiga. se commuoique ao
governo que j se acham verificados os poderes
conferidos pela eleicao deste districto.
O Sr. Alencar acredita que o Sr. Silveira Lobo,
cujo carcter honeste e leal apreciado por to-
dos, foi illudido por informages pouco exactas.
A eleicao do Cear correu placida e regalar, e
nem all existe essa compresso que eutr'ora rei-
nou. Como conciliar-se a idea de compresso oa
provincia, quando era um dos dislrictos o chee
da opposigo a pode pleitear de tal modo que s
nao tevo um diploma pela perda de ama fregue-
zia ? Como conciliar a idea de compresso eom
os votos que oo outro districto ttve o Dr. Libe-
rato, que por pouco nao foi tambem deputado,
devendo obserrar-se que esse candidato liberal
leve at votos de um collegio conservador, o que
oio denota a irrilacao dos partidos, que natu-
ral quando ha compresso ?
O orador observa que, se houve desanimo eu
abstencio dos opposicionisias em algumas paro-
chias, foi porque tinham reconhecide na eleigio
municipal a sua impossibilldade de triumpho. A
eleigio municipal uo thermometro da torca
dos partidos para a eleigo de eleitores.
O partido victorioso na eleigo de deputadoa
tambem o havia sido oa eleigo municipal: por
ahi se pode julgar que io foi pola compresso
que elleserelirou da luta em alguus logares.
0 orador faz oulras considerages sobre (actos
1 alaipn
_._.-------- ri T "'scussao ae re- u parecer e approvado e o Sr. nreaidpnta nr-
S -f* ,0e 88 ?re>r,d" formul, ctmk deputados oa Sr% }i^iZMuE
do regiment, romo actualmente \.a i.......* ti.V^i x?-.._ a' "'u aieia,Aipa-
0 Sr. presidente da a palavra ao Sr. Carlos
Lobo ; mas este senhor, cedendo ees desejos
da cmara que mostrara querer rotar, desiste
deas.
O parecer approvado e o Sr. presidente pro-
car e Manoel Fernandas.
E'approvado sem discusso o parecer sobra o
V dustrWdo Caen ; ,io procCmadoe SepSu!
I- do oa Srs. Miguel f araande e Arau jo Lima,
o O Sr. presidente d paca ordem do dia: discus-
- sao do pareceres da 3* commissio de padeces
"""""''" H"> auiameoio m ae ser vei que a opioiao liberal mande represenlanies :
approvado pela cmara juntamente com a raque- tomando a palavra o az apenas como um protes-
rimenio do nobre deputado. (Muilo bem.) lo. para que as arbitrariedades all praticadas
vem a mesa, lide, apoiado e entra cenjunc- nao sejam saneciooadas com o seu silencio e nao
lamenta em discussio o seguate adiamento; formem precedente oa historia eleitoral do paiz.
siril.u" VV6i?* ,'8u,Jmente o relalerio do pre- O parecer da eommisso nio respeita as leis do
tTo.iucia? cooi vjl'ii5^Ai-sle,09*nd,","!iii"a' psl- E1e-n^M^!y:"fIie.t"0-a.8. "JL'-Isi^^giig
rn O Sr, Martim Francisco :O nobre deputado; O orador indica aigumas dessas fallas epromet-
que aolepoz algumas >bservacoes s ideas que : te que em lempo competente ha de discutir essa
uve a honra de submeller consijerago da ca- poltica corruptora e violenta que nos leva para
sa nao respondeu ao argumento ?or mira esta- osdias do antigo saquaremismo.
belecido. o deieraun de um exame mais cal- O Sr. Pereira da Silva nao acha molivo para se
mo di materia por parte da eommisso do pode- discutir esta eleicto, nem para aecusar-se a com-
res em relagao s eleigoes do l. dislricto da mi- miasio.
nba provincia. O nobre deputado limitou-se a
apreseotar e como que a antepr urna machina
de guerra a outra machina de guerra.
PERHIMBUCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL
BEUNIAO EM 21 M MA10 M 18l.
Pretidencia do 9r. atareo dt Fem-Cru.
Ae meio dls feita a etumada veriftea se nio
haver numero legal de deputados para a asesta -
bles peder funccieawff.
O ir. Presidenta declara Ja haver sessle a
dissalve a reunio.
Kseirs do Sr. tfepittuU Hachado 9w-
tea, na sesso 4e 17 do corres te.
O Sr. Machado Portella diz : que sent bastante
ter ohegado um aooeo tardo, pefqaa teecieaava
tomar parle na discusso que se aventaste aobre
alguos dos dos artigos >eS do projecto. Que
ja encontrando em discusso o artigo 7*, e tra-
tando-se da conservagio ou nie conservagio dos
professores de lattm das cadeiras tAulsas, enten-
de dever lembrar que as anterioras tais de orca-
mento lem-se autorisado o presideote da provin-
cia a supprimir as cadeiras de lstim de (ora da
capital, podeodo dar destino aos respectivos pro-
fessores. Que sempre entendeu, e o tem declara-
do em seus relatorias, qne taes cadeiras nio pres-
tare a utilidade que se leve em vista quando fo-
ram elUs creadas; e que assim tem votado peta
suppresso. Que tendo sido chamado o profesior
de Iguarass para o Gymnasio, e jubilados o do
Limeeiro e o da Victoria, flearam supprimidas as
respectivas cadeiras, restando apenas tras, a da
freguezia de-S. Jos desta cidade, que foi o anno
passado frequeotada por 19 alumnos, a da cidade
de Goianna, que foi frequeotada por 9, e de Naza-
reth per 2. Que parece-lhe que o governoanio as
supprimem porque nem tinha autorisagio ex-
pressa para jubilar os respectivos professores,
nem era fcil achar deslino para elles, atientas as
razoes ha pouco expendidas por um nebre depu-
tado. Enlende que da jubitacSo desses professores
de latin pouca ou nenhuma economia resultar
para os cofres pblicos : pois que a jubilago de-
vera ser eom ordenado proporcional aos snnos de
servigo, e elles conlam ja bastantes annos, e que
nem mesmo haveria a economia do aluguel da
casas, porque para tal fim elles oads recebem,
como pode teetemanhar o nobre deputado, que
foi erapregado da thesoararia.
Um Sr. depulado :O de S. Jos tem 2O0;ftOOO.
O Sr. Machado Portella diz : que o de S. Jos,
cuja cadeira, como ja dedarou, (o o anno passado
frequentada por 19 alumnos, tem essa gratifica-
do, mas que os oulros dous ao a recebem ; que
conseguoiemente a economa que poder resul-
tar, ser mu insignificante. Que a dfsnecessaria
accumulicao de professores de latm no Gym-
nasio serveria de traostornar o respectivo plano
de estudoe.
Que por tanto jalga melhor que esses professo-
res continuem como 6sto, apezar da pouca utili-
dade de suas aulas, do que sejam jubilados, ou
sejam chamados para o Gymnasio. Que entre-
Unto passa a aventar urna idea, que lhe parece
adoptavel a reapeito de um deltas, e 4, que pre-
cisando a repartigio de instrueco publica de
mais um empregado, a vista do trabalho que all
ha, poderia ser chamado o de Nazareth para ama-
nuense ou eseripturirio com o mesmo ordenado
que ora percebe, e mais urna gratiQcago.
( Ha um aparte. ) .
O Sr. Machado Portella diz : que propondo isto
esse professor, cujas habilitages reconhece,
rcspoodeu-lhe elle que nao teria duvida em acei-
tar, mas que nao lhe era possivel viver na capital
com OOjmjOO, ordenado que percebe como profes-
sor de latim em Nazareth. Que se a assembla
est dispona a votar urna pequea gratiucego
para que esse professor veoba empregar-se na se-
cretaria da iustrucgo publica, tirar vaotagem ;
porque sendo de necessldide que com mais ou
menos demora se cree mais um empregado para
aquella repartigoo......
Um Sr. deputado :E flea o collaborador que
existe?
O Sr. Machado Portella:Que dissera ha pouco
que senta haver ehegsdo tardo porque pretenda
fallar, e votar contra algumas disposigoes, que
segundo lhe informaran!, ja foram approvadas; e
ar--------------------------......M.,,j vibiu uppivrauo
ti'ia'.n?.J[<.t.*rSft.S9ntr.1.0 Iu"r de collaborador. que
o projerTo crerra ;-qua nafl na tai lugai, miai'uj.e
ser creado. Que crescendo de dia em dia os tra-
balhos da repartigo da iostruego publica, e
muito mais depois que ltimamente Acarara os
collegios de orpbios sajeilos directora da ins-
Irucgao publica leve de Qcar atrazade o expe-
diente porque nao era possivel que o uoico em-
pregado de escripia que all ha o secretario
desse vencimento a tudo ; e que ento, em vir-
tude de represenUgao do director geral interino,
elle orador achando-se na admimsiragao da pro-
vincia, aulorisou a admissodeum collaborador
pele lempo indespensavel para per em dia os tra-
balhos medanle a gralificago de 50SO00 por
mez ; que logo que se consiga por em da esses
trabalhos, ser conseguintemonte dispensado o
collaborador ; que per tanto nio se creou tal lu-
g-
Declara que como director da instruegao pu-
blica indicou no seu lelalorio a necessidade do
um amanuense para a sua repartigo ; mas que
agora aqu como deputado v-se em embaragos
vista do estado financeiro da provincia, e confian-
do na boa vontade do secretario ; e nos seus es-
forgos. esperara por melhor occasio para satis-
fagao de semelhanle necessidade, e que assim
votara contra.
O Sr. Souza Res :Era preciso consignar quo-
ta psra o collaborador.
OSr. Machado Portella diz : que essa despeza
devia correr pela verba do expedieole da repar-
tigo, ou pela das eventuaes. que todos os anuos
aqu se consigna para com ella poder o presidente
occorrer s despezas semdhantes, propriameute
eventuaes.
Que lendo dado esta explicago ao aparte do
nobre deputado acerca do collaborador. volts a
materia principal, e repete que visto nao resul-
tar economia da jubilago desses professores,
nem haver conveniencia em accuruula-los no
Gymnasio, e visto nao poderem flear privados de
seus ordenados, preferivel que antes continuem
era suas cadeiras do que vio para suas casas per-
ceber vencimentos sem trabalho : e que como o
de Nszarelh tom aptido para escrever na secre-
taria, e a isto se sujeita dando se-lhe urna grati-
Qcago, este alvitre de que se deve langar mi,
porque assim poupa o ordenado que se ter de
dar um amanuense, que ou mais hoja ou mais
amanha lem de crear-so necessariamenle na re-
ferida repartigo.
(Ha um aparte.)
O Sr. Machado Portella : Mas o de S. Jos
teve a sula (requemada o anno passado por 19
alumnos.
( Ha um aparte. )
O Sr. Machado Portella responde que nao obs-
tante haver na capital as aulas de laiim do Gym-
nasio, do collegio das Artes, e oolrss particula-
res, a de S. Jos foi frequentada por 19 alumnos;
e que sssim nao est no caso de ser supprimida
como as outras. Que resta a de Goianna, cujo
professor ja conla muitos annos de servigo nao
mogo, e difficilmente se sujeilara vir para a ca-
pital para qualquer emprego; que nio resultando
economa da sua jubilago, pois pouco tempo
deve-Ihe fallar para sua aposentadoria, melhor
quev continuando a ensinar o seus poucos
alumnos.
O Sr. Theodoro Silva :-Acho melhor flear o
projecto como est.
.....T_.i.\L------ i, raes mo- sao aos pareceres da 3* commissio da nodM
huL ^""t'* CUID,,rU que nobr ^epatado sobre es eleigoes do Sf d*aSaaa da o^
P Se? m-^*4Cn?ra *" Rio de Jaaeiro. e eati3 aftat
Lerania-se a sesso as S i\i da Urde.
REVISTA DIARIA.

Com relagao ao que dissemos honiem acerca
do oigoo e humano procedimento da Santa Casa
da Misericordia desta eidade, inormam-nos ago-
ra que nao a primeira ordem de habeos-corput
que ella lem impetrado a favor de individuos mi-
seraveis qua jazem deudos na aasa da dateogao
desta cidade ; visto que por esse meio j foram
alto e esta gozando de plena libardas* Do-
minga* Miguel dos Sanios e o menor Joo frao.
grtala de Castro liare oblo ; a primeiro reca bi-
d ptito em 21 da jaaeira o aaao panado
pelo sopsoeto cria de armas defezaa, o se-
gundo em o 1.* da setembro do atesmo anno par
crlma da resistencia.
Alm desaas ordens de fiabeai-Corpus, nutras
malta diligencias tea resuerido a mesma Santa
Casa favor do presos pobres, a sempre coa boa
resuUadsM
Laaeorea, paie. avam dados aa dignos mim-
aros da jsala adntaiatraaiva da Santa Casa Oa
Mueriaaraia do SeaMe a aa sane emprefsdos.
Aswaca detloiUva para arama*aoie da
obra do aterra' da aletada ato saetadauree>esto
ser amanha, visto que ao dia 20 nio honre
aaaala da meta municipal. 9
Carra boj a lotera aanuaelada, nrinci-
piando o procesio ds extracglo s 9 Ij2 horas da
rasabas,
Sio-nos dirigidas as segua tes palavras, so-
bre coja malasia solictame* alguma MavUaaeia
qa acautela qualquer sioulre? P^*,w
e^lV2JE!I ""a %*! de
ataa-se aeftjm dasgraca. para ajjjteja de
praanpto reparada a lelhada da a 0. da
rao de Qtataaada( aarte do qual aati prestas
BftaaaaW
*
JT Io i*4 frfnt* w *'**< eaai de
deaeato pata tammrtaio aandada pala assem-
bla provincial coa a fim de examinar respec-
tivo estado, demoraade-se a mesma eommisso
aluda* 10 horas da m aohis s 3 da tarda na o b -
aer vaga o de todo quanto diz respeito iquelle esta-
belecimente.
E' de suppr qae a resultado dassa commissio
seja de utilidade publica, sssim como sirva de
documento regularidade da reterida casa de de-
tengio. .
De Balurit, oa provincia do Cear, e do
Calote do Rocha, naquella da Parahiba, recebe-
mos as duas cartas que aqu estampamos come
'u* ."anta podemos dizer sobre a subtraegio
doa Otmios, que enviamos aos nossos assignan-
les; pois que todas as reclamages tera sido
nefBcazes, parecendo at que o deleixp cresce na
razio directa dellas.
No entretanto devemos esses dous nossos as-
slgosntes a assoveragio de que temos enviado os
seus Diarios constantemente e com a pontuali-
dade que nos propru ne morimento da nossa
empreza, sendo qua para a Parahiba havemo-lo
feito ao s por todos os vapores como s se-
gundas e sexlas-feiras de todas as semanas pelos
correios terrestres, e para o Cear pelos vapores
e com direccio respectiva capital.
lllm. senhor.
a Cidade de Balurit, 7 de maio de 1861
Assigoante, contar do 1. de Janeiro do
correte anno, do seu inleressante jornalDia -
rio de Pernambuco,vejo-me lio eedo orcado
a Uzer-lhe reda macote acerca da nao pontuali-
dade de seu recebimento.
Pelo correio ultimo (12 de abril deste anno)
falUram-me ama infiaidade de eumeros, cujos
algansmos deixo de mencionar por nem valer
pena, e nem querer cobra-Ios de V. S. Ora, certo
como ealeja, de que por parta da sdmioiitrago
deste jornal nao partem as irregularidades que
venho de notar, que, se nao comprometiera
empreza, cerceam-lhe necessariamenle os lucros
pelo mcensivei desgosto, que causa sos assig-
nantes verem truncadas as suas folhas ele.
anda assim entendo dever fazer disto setenta
y. 8., para, na posigo que oceupa, e vivamente
interessado na ordem, e bom expediente dos
crrelos, tudo empenhar, quanto esteja ao seu
alcance, pan trszer essas repartiges melhores
hbitos e garantas*: redamando dos poderes
competentes es devidos e efficaxes meios para
se por cobre a to feies, e detastaveis abusos,
que alm de prejuizes to reaes, do urna idea
em extremo desventajosa de nos no exlerier.
Nao cansare! por dar V, S. conhecimento
do modo por que fdr servido d'ora em vante
certo deque assim lhe presto, e mim, algum
servigo ; e muito folgarei de s ter a registrar o
Qelcumprimentodo correio, como assigoante do
seu muito estimavel jornal.
Prevalego-me etc. >
lllm. senhor.
Com esta, que pretendo seja a ultima, terei
perfeito o numero de tres reclamages a V. S
enviadas por cartas, t quaes nao posso ter a
certeza de haver chegsdo s mos do editor pro-
pietario da empreza typographica o Diario d
Pernamouco.
Pois somos j pelo segundo periodo mensal
do anno 1861 (d'assignatura elle corresponden-
te, e oT) live anda, se quorum oumero daquelle
jornal) posso, por esta ultima vez, como dito
rica, declarar V. S. que do anno precedente-
mente findo, segundo as notas, que hei tomado.
Uve nao recebido maiaproximsdomeate um ter-
co dos nmeros de sua folhi diaria.
a Affiige-me e experimento na verdade algum
desconlenlamento por este dficit, do qual tenho
sido constantemente victima, durante os poucos
aonos que me constilui directamente assienanto
00 rea z>tB7TOiTrorenr nem uve amaa o pensa-
mento injusto e nao cabido de langar conta do
trabalho de seu estabelecimenlo o transvia dn
jornaes, nao chegados meu poder ; to pouco
serei levado tpso facto coosiderago de despe-
dir-meda subscripgio assignada, pois aprecios
estimo em mais que tudo isto a luilura da
folha.
Sem mais que dizer concluo por tributar-lho
considerages de merecido respeito assienaodo-
me etc.
Catle do Rocha 25 de fevereiro de 1861.
j-~LF?r,m rcoInias a cast de detenco no
da 20 do correte 6 homens, sendo 5 livres e 1
escravo, saber : ordem do Dr. chefe de poli-
ca l, qae s o Africano Joo, escravo de Francis-
co Botelho de Andrado: ordem do subdelegado
da Boa-vista 1 ; ordem do de Munbeca 4.
Passageiros do vapor Jajuorifte sahido para
Hacei e portas intermedios :D. Francisca Xa-
vier de Mello, Antonio dos Santos Vital. Dr. Mi-
guel Felicio Bastos da Silva e 1 criado, Mara
francisca l.ins e 1 criada. Manoel Fortunato de
ra va, Antonio Cavalcanti de Albuquerque, An-
lonio Joaquim Freir, Aotonio de Souza Jnior
Joao Anlonio de Mello, tenenta-corooel Jos
Antonio Lopes e 2 criados, Maooel Fernandes
Kolemberq, Laurentino Jos de Miranda e 1
criado, Joaquim Francisco de Mello Cavalcanti,
Adelo Jos de Mattos, Joio Flix Teixeira da
Costa, flr. Manoel Mara de Moraes e Accoly e
1 criado, Fraudseo de Paula Brrelo Chave3,
"r- rr!c,c<> de Araujo Barros. Antonio da
Rocha Wanderley, 1 irmis, 1 filho e 1 criado,
t 1. cadele e 19 pragas commanadas por 11,
sargento. r
Matadolro publico.
Malarain-se oo dia 18 do correte para o con-
sumo desta cidade 118 reres;
No dia 19 do mesmo, 110.
No nia 20 do mesmo. 107.
No dia 21 do mesmo, 101.
Gommunicados.
Heforma eleitoral, Eleieo
diroeta
111
Provamos no precedente artigo que a eleigo
indirecta era incompalivel com a natureza, prin-
cipio e condiges do governo representativo ; e
mostramos que era irracional e impossivel o con-
sorcio entrea incapacidade do votante prima-
rio, e a capucidade superior do representante ; e
que chamar os volantes primarios iocapazes de
nomearem por si e directamente os representan-
tas do paiz, afim de escolher o eorpo -eleitoral,
fM .m'8IB0 *"e falsear o systema representa-
tivo, deste a sua orgem ; porque esse eorpo elei-
toral seria to incapaz de escolher os represen-
tantes, como os votantes primarios, os quaes
jamis poderiam, escolher um bom eorpo eleito-
ral, sem conhecerera as condiges dos represen-
tantes, e tarem a neeessaria independencia.
Na verdade se o vetantes primarios lem a in-
dependencia e conbecimentos precisos para esco-
lher oa deputados, porqae complicar a eleigo
com um segando grao de eleitores ? Se os vo-
tantes primarios sao destituidos daquelles requisi-
tos porque entio chama-Ios ? E' urna inutilida-
de.pois, eslabelecerdous graos de eleigo para fa-
sar o deputado : e sobre ser intil, perigoso
chamar urna escolht Uo seria, cidados inca-
pazes de taze-la.
Entretanto, nio obstante ludo o qne temos di-
to, a aioda .diremoa, em artigos subsequeates,
contra eteieie indirecta, orga confessar, que
lio prejudicial systema de eleigio conta em sua
defeaa ardentes patronos ; e, a qoe para nos
sobra modo admira vel, sao seus defensores aquel-
lo que se dizem Oeis e exclusivos sectarios do
principio a"auor, e amigos da ordem.
Vejamos, porem, como discorrem os que tem
explorado em seu beneficio o systema das elei-
50a indirectas, at s anas ultimas e fataes con-
sequencias.
A etaieao indirecta, direm elle, eonfere
.aaaior aamerol de ddados o exercldo do
direr poltico, mais imporUnlee do voto
E pela eleigo primarla, que a grande massa do
cidados Mt^ra iiMraear os aeads pblicos,
^-4 exoepcio doa eetraogeiros, des condemna-
do, dea menores Alba Jaaalrtas, criado de ser-
viva frada, todos oa cldadae, qaa liverem de
randa, em mil reta, pedem votar.A allelo in-
directa o voto unrrarsal fla cas maxtata am-
plilude.


BUWO Df fgllAttlOOD. OUAftT #E1K4 I DS tfO DI ittft
m
Querer a eleicio directa querer o moko-
Vo dos.lUr 4 austa de eered* dw rota-
protejis*
c Em ata palwr o rato primario a inlerren-
$ao do pero, do elemunio democrtico, ao go-
verno do paiz interessaodo a quasi totalidade
dos cidados na escolha dos representantes. >
Bis aa expreises, que, por mais da urna ves,
tema eaailo ao* amigos da ordtm e do princi-
pio da Koridade. Tamban demos coito i
(ao autos prlatipios; parea, ih isso mesme
Sae cahimes daa uuveas, qcando oorimac seme-
taavesexpressees.ea bocea que se dererfsm ter
patarras de condemnago contra quem as profe-
risse. Mas a neiso assoaabro sobe de ponto ao
lermos aa Mus. ose combaten) a toUrani
do povo eetas outras proposigoe :
< Nada de eleigo directa ; porque ella impor-
taa egualdade da direitos politicoe e iete
da essencia da democracta.
c Queremos a eleicio com dous graos ; porque
ella importa duaa reodas dirersas, por coose-
quinte desigualJade do direitos polticos.
Em summa queremos a eleicio indirecta, por-
que ella aproxima-ae da mooarcbi ; nao que-
remos a directa porque democrtica I
E nos, que queremos a eleigo directa nao
obstantes sermos monarchislas, como dos har-
remos? I Neate pouto aso temos ouiro meio de
lirrar-nos do embarazo, seoo chamando au~-
(oria os nossos (alaos guias, Cuiaot, Ventura, a
outros muitos. Quisot, monarchista toflel.quan-
porque nos illuaistes? 1 Porque oes flzestea
emigos dedicados da eleicao directa, da eleigo
de sin t grao, qaando somos inimigos da elei-
go indirecta, da eleicao de dout grot2 Para
que ensinaste nos, que, se te orejamos o ta-
lento e o siber, nao le orejamos a adheaio
monarchia, para que eusinaaie-noeqoe a elei-
go indirecta era contraria ao principio do
governo representativo, urna impostura e adula -
cao soberana do nvinero. sobe'ania do povo,
tomada no tentiio pingoso e material tal qual
a considerava Rousseau 11
Mas, aao, nao nos iltudistes: astim como nao
dos illudiram os bomens da soberana das mesas,
da soberana do numero, da soberana dos vo-
tantes prirnar^f,t de quaotas soberanas houre-
rem desta quandade.
Sim, sabemos par domis o que queren os
amizos da eleigo indirecta : querem-a:
Por que desejam o voto pulrerisado, sem tor-
ga, sem dignidad, sem conscieocia; ao passo
que a eleigo directa, coocetrando o roto nos ci
calaos capazos de eleger por si mesmo os depu-
tados, lhe daria a energa e independencia que
elle nunca tere, e nem ter naseleigde prima-
rias.
Querem a eleigo directa, por que ella tendea
afastar das assemblas primarias todos os cida-
dos honestos, Ilustrados, independentes, os
qusesjulgara pouco digno de si, intil ou peri-
goso semelhante acto.
Na Franca onde a eleigo directa, escreria
Berrial em 1851 estas patarras: c Hoje a lerga
ou a quarta parte dos cidados abstem-se de ro-
tar ; o que seria se elles fossem nicamente cha-
mados para escolher eleilores?!
Succederia o mesmo que entre nos succede :
isto a maioria dos cidados, capazes do roto
nao rao s urnas, o lodaria ellas ficam abarro-
tadas de sedulas, gragas soberana da mesa,
que nao pode perder eleicao, e a soberana do
inutsiuets, sempre prompta parasupprir as (altas
dos que dererism rotar.
Com effeito, prescindido das riolencias e frau-
de*, inseparareis das elelgdes primarias, poucos
cidados honestos se animam & ir ellas : mui-
to diflieil aos homens que tem consiencia de si
edo que ralem, resignarem-sc ao papel nulio
que os condemoa a eleigo primaria. E' por isso
que elles (ogem de concorrer para um acto, cujo
resultado, por ataslado, incerto, sugeito nu-
meras contingencias, ae Ibes figura como pouco
digno ae atteoge. Elles que concorrarism, se
a eleigo (osse directa, com a riracidade e inle-
resse que cos'.uma produzir em uosio animo tudo
quanto immediatamente nos toca, mostram-se
frouxos ou omissos em ir s assemblas paro-
chiaei, j por que sabem que a nuvem negra
abaari seus rotos, j por que lemem as tempes-
tades, que as acompanham, e nao querem ser
testepunhas impassireis das fraudes e crimes,
<|uol OOMffo oiitj^rlaidiio .nint.fin. j>aU mdu
nidade.
Sim, urna rerdade reconhecida]por todos os
que nao sao dominados pelo espirito de partido
que na mxima parte das freguezias da prorincia
nao ha eleigo: ha sim urna larga eleitoral, im-
ruoral, sacrilega e mullas rezea ensangueotada
como bera o disse a redaego do Diario de Per- i
tambuco no n. 111 de 15 do corrente, que descre-
vendo as nossas eleiges, quer as freguezias nao
disputadas, quer Das disputadas, se xprimiu do
modo seguinte:
as freguezias oode a eleigo nao era disp-
tala, ou a matriz eslava fechada, e os mandes
da localilade, julgaudo desnecessario o incora
modo de l ir estaram destribuindo mansamente
os suppostos rolos da freguezia em suas casas,
ou se pro formula a matriz estar aberla, e o via-
jante tinlia a curiosidade de ae apear, e eolrar
na egreja, achara-a rasia, e apenas enchergava
custo l perto do altar mor meia duzia de indi-
viduos, que estaram parodiando a eleigo, cha-
mando por individuos, manifoslamente ausentes,
respondendo por todos elles naquelle deserto um
s e nico guerrilheiro eleitoral, cuja resposta
constante de presente, cyaicamente aceita pelos
suppostos mesarios. converta o solitario guerri-
lheiro em rotante universal da freguezii.
Concluida a palinodia eleitoral, ordinaria-
mente em poucas horas, procediam os mandes
destribuigo daquelles honrados rotos pelos
seus parales, amigos, moradores, mestres de as-
sucar, feitores, etc., e dara-se por concluida a
firca, farga ridicula e ao mesmo lempo profun-
damente mmoral, nociva sociedade e at sa-
crilega por ser feita Da egreja.
as freguezias ondeara disputada a eleigo....
Congregados finalmeote os diversos grupos em
torno da matriz, trarara-se desde logo, verdadei-
ro combate de rozeria e terrircis imprecagdes e
de ordinario, se a parcialidade mais iraca, mais
honesta ou mais tmida se nao submeltia hu-
mildemente s injusligas ou infamias da mais
forte ou da mais audaz, ferria o pao desapieda-
damente, e nao raraa rezea ao ccete succedia o
punhalou o bacamarte. Caocluida a batalha, os
chefes dos vencedores dispunham seu talante da
upposta eleicao, e l iam para eleilores os p-
renles, os amigos, moradoros, feitores e mais
empregados dos caralleiros fulanos e cicranos,
que triumpharam do combate, em rez dos p-
reme?, amigos, moradores, feitores e mais em-
pregados dos caralleiros fuimos e cicranos, que
por fraqueza ficaram vencidos, ou por humanida-
de nao quizetnoi vencer I cttsta do sangue de
aeus semelhantes.
Lis, pois, o rerdadeiro quadro das nossas elei-
.oes primarias: nellas ou a frauda ou a rioleocia
triumpha, e como ums o outra sao detestadas
pelos cidados honestos e pacficos, a melhor
tente nao rae s eleicoas na mxima parte das
reguezias.
Em face do que levamos dito o que entre nos
a eleigo primaria, este suffragio universal e to
universal, que s nao rotam os escraros, os me-
nores e os mendigos?! Nada mais do que urna
impostura o nauseabunda adulagao ao poro
quem se quer cortejar, fragmentando o roto e re-
duiindo-o quaotidades impalpareis, para caber
- cada um sea bocadinho do direito poltico, qu
s aos capazes deve ser conferido.
A eleigo indirecta portanto, a mutilago, a
restriegu, o eofraquecimeoto do direito de rotar,
que leri todo o valor o energa m fosso eoofta-
do is pessoas capases do sen exercieio, mas que
nada vale, dissemiaado por todos, sendo o maior
numero, incapaz de exorce-Io.
Conferir diieitos polticos aos incapazas, ma-
tar a vida poltica da nago : direitos polticos,
que nao podem ser mentidos e defendidos por
aquel I es quem sao concedidos, um mal para
a sociedade ; e para o poro nao passs de-ompve
sent grego; o poro recusando a euffiaai uni-
versal, proceder como aquello a*isado Troyano
quaodo disae :Timeo Daaos el ttiam dona ft-
rtnter.
F. *
brafos arutsot, temos visto i ram asando pelea
ribaaeeiras aa campe*ea fue se tem batido pro e
contra essa aaraaoWa. Modesta a particular-
mente fszeoaV-lnoa i ao|aeia temos jnlgado qua
uns qoerem, b> Ha pooBi; otras podem
mas.... mas sacnOcam-se no sitar das exigen*
cas, ao capricho, ao tudo ou nada. Em resul-
tado actores de mrito real tem sido abocanha-
dos e fleado seas defeza, ou com defeza tal qua
antas nao existas, ara qejanlo que outros adates,
que parecen tor nacido para tudo renos para
aclares, tem sido elevados aa ureas. Temos
ainda repasado mata urna caaes, e qn o es
pucho, as exigencias, o tudo ou nada, tem dado
lagar a elogios tao bombsticos quaolo ridiculos.
Wa gesto do muito a nem do sauala poeco, isto
; nao sou da escola do lado oa aada; nao te-
nho portanto gostado dessasaconsas, valsodo-me,
porm, sempre a preguige de destulpa, quando
iateressj Jos por em ou outro artaial me pediam
um tiro, ou urna cutilada.
Domis, nunca tira tendencias para amargurar
os das da pessoa alguna, sem a isso ser apel-
lido por motivos que me parecessem justos e ra-
zuareis, tambero nunca tira queda para conjugar
a verbo kravar em todos oa aeus lampos, modos e
vozes.
Resist, pois, longo lempo a todas ss tenlafas
e aquellos que me coaridam a dizer alguma cau-
sa sobre a companhia de Santa Isabel. Enten-
da, oeotendo, que nao sou eu quem poderia ti-
rar as cousas dos seus deridos eixa, oa collo-
ca-l'as em seu lugar, para que em tal caso, sahir
do mo dolcefar niente ? Paca expor-me a des
sos talentos e eanheoimecWs na arta drama-
tica.
Vestioda a mioha antiga roadar com alia
tome o mal sino nomo de guerra.
/. fanh Jones.
Correspondencias.
SemkeWet redactores.^Lendo ao Diewio de
hontem 90 do corrente, urna correspondencia
contra mea caobado e amigo o|Dr. JoaQuintino
de Castro Lcio, assigoada por Joaqun) Apelioa-
rio Pe*oir de irito; a maaeira aaqeatesa com
qae oato taageSor do boiadaada convaree do Sari-
d ousoa atacara illibada conducta de em magis-
trado, cuja integridade proverbial; ebrisou-me
a laacar mi da peana e pedir to respviierei pu-
blico a suspeosada sea jaizo at que mea cu-
ohado responda aatisfaclorlamente a este ener-
gmeno.
De Vmes., obligado a criado.Jos da Barro
Correa Setie.
Recite de maio de 1861.
Fublicagoes a pertido.
Sr$. reiaotort*. Na Imprenta Caxiense de 1*
do corrente vem transcripto do n. 11 dalmprao-
sa do Uaraahao urna correspondencia do Sr. Dr.
Antonio Borges Leal Caslelle Bronco, em que de
compostaras 'de quem se iulgasso'offendido com velta com ama violenta diatriba contra oa
minbas patarras, e liresse meios de comprar am
lugarzinho n'um joroal eualqeer? Para aipor-
me a que alguem suppozesse que o humilde lu-
gar que oceupo no aalo do theatre am quasi
todas as noiles de espectculo era a pega de in-
ceosos ris ?
Nada.... nao sirvo para essas cousas.
A. fatalidade, porm, collocou-me em calcas
pardas.
Paciencia 1
Era urna neile de espectculo.... catramos
reunidos alguna camarades. .. houro urna on-
rersa, e quando euidoi em mim oslara compr-
me ttido at aos olhos.
E' o mesmo.
Pago para nao entrar, depois.... depois pago
dobrado para nao sahir.
Mal sama a Sr.* D. Manoela Lueci que no mo-
mento em que talrez esliresse bem descansada
em seu camarim, estara alguem em suorea no
vestbulo do iheatro por sen respetto.
Sao ceusas de mundo o destemperos de cama-
radas pouco indulgentes para a preguiga alheia.
Espicacaram essa nobre actria exactamente pe-
lo que ella mereca louvores, e o que me rerol-
tou fui partir essa injustiga de um mogo, que
sempre tire por eutendedor da materia.
Tinha acabado de Aecutar-se o quarto acto do
drama Pedro, a critica mordaz e injusta (eria a
actriz, que oesse quarto acto tinha moslrsdo
mais urna rez que artista, isto 4; que sent-,
comprehende o bello, e sabe elerar-se al elle.
Sahi do meu serio. Disse nessa occasuo e
sustento agora na imprensa, coma o promelti:
Sois injusto Sr. A., e vossas patarras, estou
certo nao partem de rossa rabeen, ahi anda poi
demais o corago.Sois cruel porque (eris desa-
piedadamente sem motivo, e creioque sem offen-
sa. Emprazo-vos para que acompanheis comigo
pela imprensa a exoeuge da todas as partes que
forera distribuidas a Sra. U. Manoela, e desde j
vos asseguro, que nem mesmo a fraqueza do cam-
peo vos dar a victoria.
O desafio foi sceito. Estou no campo.
Eosioaram-me que as lutas da iotelligeocia
nunca deixasse o contrario ser o primeiro a das-
cobrir-ae.
Vejamos o que enlendo, o que julgo da Sra. D.
Manoela.
Nesles ltimos tempos a arte dramtica tem-se
cercado dos maiores espiohos, os actores oo tem
escolas normaes e nem mesmo ellas lhe poderiam
servir de muito ; as exigencias de publico cres-
cem e deseorolrem-se com proporces espan-
tosas.
Os modernos poetas dramticos esquecidos in-
teiramente da sala de tratos do theatro reg, or-
ganisada por Eschylo, Sophocles e Eurpides, e
da vara de ferro de Aristteles, entregaram-se de
Sorpo e alma a Shakespeare, Lope da Vega e Cal-
1UU, flblllUUV uiui>. iu.au mv vw.l^.- J. a..
molte, aperar dos sarcasmos de Voliaira e da
mansuetude de Pedro Corneillo, e ei-los que rea-
do-se lirres das eoferrujadas molas dos mane-
quios classicos, tendo um raslo horisonte diaote
de si, atiraram-se no espago, com a nica busso-
la do seu talento.
Qual o resultado dessa regenerarlo ?
O drama, propriameote dito, depois de algu-
nas oscillages, fitou-se era nossos das nos ees-
turnes, metleu-se pelo lar domestico, as scenss
dos sales, oj myslerios do toucador ou do gabi-
nete sabiram para a ra e foram-se installar no
theatro ; oa verdadeiros lances das paizes reaes
da existencia, da rida de todos, entrou para a
scena. Vctor DucSge,'Vctor Hugo, A. Dumase
mil outros realisaram no theatro francez o que
comprehendido, seno sderinhado pelo Garret,
assentou elle no theatro portuguez, com o im-
menso vulto di seu Fr. Luiz deSoaza de que O
Pedro sem mais nada de Mendes Leal o Qlho
primognito.
Nao mais as escolas normaes, as escolas de
declamago e de mmica, que o actor tem de ir
estuiar; elle precisa, tem necessidado urgente
de concentrar-se, apalpar-se, olhsr-se ao espe-
lho, espreltar a todos, correr aos hospilaes, aos
esreeres, as pragas, aos tumultos, emfim a toda
a parte aonde ha vida, aonde ha morlmeolo e jo-
go de paix~es para agarrar o natural, assenho-
rear-se dello, estuda-lo repeti-lo e esperar soc-
corro da propria oatureza. Eiso atroootlo em que
se veem os artistas modernos, ahi est o que mui-
ta gente nao comprehende.
Nesses tristes roysterios da familia, nessa? mi-
serias da rida em commum, qn se pateara de-
baixo dos tectos de nossas habsges, nessas la-
grimas obscuras e dores ignoradas aonde os poe-
tas modernos acompanbande o goslo da poca
rao buscar iospiraces para os seus dramas,
preciso, absolutamente preciso, que o pobre actor
se eotarinhe, preciso que abi eslude, e anda
mais, que aderinhe, que ache em seu corago
aquillo para que lhe faltar modelo. Ora. dizei-
me, Sr. A. : Ser justo que por um mero ca-
pricho, por anta raidade ridicula, por querermos
passar por sabtehes, neguemos so actor os seus
sacrificios, quando elles os tem feito, quando tero
subido a rocha lgreme do estado, quando de-
pois de tantas hdes, cheio de caneasso, mas com
o prazer do semblante, se fr preciso, nos vem
offerecer o resultado penoso de seus trabalhos, e
revellarmos o seu talento ?
Foi por isso, Sr. A., que me reroltei qaando
ros ouri censurar a choradeira da ara. D. Ma-
nopla no 4a acto de Pedro. Choradeira na rossa
phrase, mas que quanto a mim era a naturalida-
de. Naquellas lagrimas estara bem patente a rtr
que fazia estallar o desgranado corago de ums
mulher infeliz, triste filha de um rethe prodigo e
louco. E nao reparaste, senhor, que a actriz nao
s oas lagrimas, msate no menor gesto mos-
trara o quaolo se tinha identificado com o pen-
samento do autor do drama ? E' bem possirel
que nao reparasseis, nao me attrero a suppr, que
nao coraprehendesseis.
Goohego como vos todas as actrizes distinctas
que exislem no Brasil. Conhego muito a Sra. D.
Gabrielle de Yechy, a Sra. D. Loduvina, a Sra.
D. Maris Leopoldina, creio que de todas essas
Ilustres damas, a nica que se pode comparar no
genero com a Sra. D. Manoela, a Sra. De Vechy
As duas outras pertcncem a genero difireme,
embora ambas nao sejam trgicas.
Ora,"a Sra. De Vechy ser por ventura, como
pretendis,superior a Sra. D. Manoela ? Em que?
Aarfeas sao actrires roui drsrmclas ; as>0astiem
compreheoder aeus papis, ambas brilham como
rerdadeiros talentos.
A Sra B. Manela aune am st ando o que
conveniente e neceasario paca distinguir uara ac-
triz: bella semblaale, delicadas formas, moci-
dade, e sobreUdo isto am tateoto provado em
mil aecasioaa. Acabaia de ver na Torre de oa>-
{drtt a orgullo a glacial ingleza; no Paatco a
menina do grande rauodo, insolente o cruel da-
bos humilde a resignada coma ama victima da
desgrece ; ao Uotteiro d Sanio lato a mulher
romntica e phantastiea, e at em BariAa a colla
giaJ iravessa caprichosa. De boa f n podar
contestar que cada um desses typos nao foi ex-
callantemente interpretado, senao ereado ?
Contredizei-rflay, agora Sr. A... e contliratmos :
asquecamos, de que tratarea de um lefceire.
f sem que sos vontade seja ourida ; essa terctdro
Exms. Srs. coaaeiheiro Paranagu, Drfc Duarte
d'Azeredo e Farias Lemos, e outros caralheiros,
cojos nomes bastaran para confundir o Sr. Bor-
ges, apparece tambem o mea, desta vez honrado
com to illualres parceiro, e cuja infeliz lembran-
ga dereria por ai a onrergooha-lo, porque sabe
mui bem esse senhor, que nao chegam to altos
seas malerelos tiras, e que nunca deisei do re-
dargir-lhe com vanlagem asimputages que me
tem sssacado, nata da conreaeer i olhos ristos,
que S. S. troca grosseirameote os papis, quan-
do ma faz representar aquello que s a si da res-
peito.
Sem tomar co a encarga de defender s pessoa
do Exm. Sr. miaiatroda jeetig, torpemente mal
tratado no pasquim do Sr. Itorges, e a quem elle
derra profundamente acatar, por lhe ser inferior
em todas as relagoes moraes, sociaea e polticas;
airei sement que, apzar do dasespero do Sr.
Borges o Ilustrado Sr. coost-lheiro Paranagu
ser aempra a prmeira o a mais real o teaifatna
influencia do Piauhy ; o assim o acaba de confir-
mar a provincia inteira, reelegeado-o por unani-
midade de retos, e sem lula de partidos, qua ao
adeaa acata ponto nao estio dispostos a ouriro
pi smistro e rouqueahode qualquar are a-
goureira ou de arribagao...
O Exm. Sr. Dr. Daarte d'Azeredo, para quem
comdr de eooseiencio Sr. Borgesse con-
fessaingrato, nao carece de meus encomios para
jutiticar-se das aecusages do Sr. deCastillo
Branca desengranadas e miserias, que nao pas-
cara de aleirosias.
A provincia testemunha de seus serrigos em
urna Ilustrada administrago de 8 mtzes, emba-
razada eoastantemenie pela iotolerancia dos par-
tidos, pela crise eleitoral e finaoceira, pela secca
e fome em quasi toda provincia, pelo propiio Sr.
Borges, a por outras pestes e obstculos, a que
lera resistido com sua energa e tino, e com os
recursos de sua cultirada iolelligeDcia.
Porm o Sr. Borges como que a seu pezar to-J,
do isto confessou; porque enchergar como nicas
nodoss da admioialrago do Exm. Sr. Duarte de
Azeredo, os tactosrerollantesde insudar para
as Barras meia duzia de pragas, e de prender e
mandar processar iraiudiviauoque o hara
desacatado em sua pessoa e autoridade ; e emer-
ger s iaso em ama adminiatrace da 8 mozos
entrarada de aase lula eleitoral, de que o Sr.
Borges e seus amigos sahi ram vencidos e despei-
tados, realmente fzer o elogio da administra-
gao do Sr. Dr. Daarte d'Azeredo.
Quaolo ao Exm. Sr. Dr. Farias Lemot, lem-
bre-se o Sr. Borges, que este um dos magistra-
dos que mais tem honrado a veneranda toga, to
conspurcada por outros; lembre-se que mais de
urna provincia d ere-1 he relevantes sor vicos, e que
sobre tudo nesta, onde sao pateles ss altas qua-
lidades que ornara a pessoa do Sr. Dr. Lemos,
!S<.aleIal "fiS..0 Sr Rnr.t^K.r llenes- nao
que srsrhaae conseguir desconcertua^ior rooj
accuiagoes to iofundadas, quaes as que a male-
dicencia, a inveja e o despeito podem produzir.
A oomeagao do Sr. Laureotno Gomes da Silva
Rebollo para delegado > pelicia das Barras foi
muito anterior a poca oas eleiges muniripaes ;
e essa Dumeagao, bem longe de serrc a manejos
eleiioraes; oa obstara grandemente, porque mu-
guen ignora o modo juslicciro, imparcial e paci-
fico com que tem procedido aquelle cidado, que
(o poralgumamigo doSr. Burgas appellidado
delegado de saia.
E tao falsa como a arguigo de se nos harer
daJo am delegado a proposito, a aleirosia es-
candalosa de haverem sido demittidos todos os
inspectores de quarleiro, quando um s o nao
foi 1 E assim que se escreve a historia !1I Porm
de tudo se esquece o Sr. Borges. e sem recordar-
se aioda de que ero 1856 foi a eleigo daa Barras
disputada em seu firor por urna torga de 85 baio-
oetas, quer allribuir inlervengo do Exm. Sr.
presdeme da provincia, e do Sr. Dr. chefe de
polica, o trinmphe dos conservadores naquella
villa na ultima pugna eleitoral, insinuando mali-
ciosamente quo aofacciosodo abaixo assigna-
do foi para esse fimreproradissimoprestado o
apoio official III
Aotes de tudo perguntareisiquatro baione-
tas do gorerno conquistaran] a eleigo as Barras,
onde segundo a opiato sempre errnea do Sr. de
Castello-Branco, era infallirel e d'anta mao co-
ohecido o triompho do partido liberal, como o
nao lueram 40 baionetas na Parnahiba, 30 e tan-
tas em Oeiras, e 10 na villa dos Picos ? ser que
ogorerno quiz ter a velleidade de voncer elei-
ges no maia arduo da batalha e na posigo mais
difficultoss, inda que fosse menor o despojo da
victoria ? o bom seoso que responda.
E' publico e notorio, e alguem com verdade di-
r o contrario, que a eleigo primaria das Birras
correu valida e regulvmeute, sen> o menor der-
ramamenlo de sangue, a nao serem os arranhes
quecom o manejo da propria urna solTreram
algn desalmados,que pretendan) lera-la pa-
ra a casa do coronel Jos Carralho, afim de faze-
rem a apurago a seu goslo, proposito burlado
com justica pela autoridade publica, e de que o
Sr. Borges quiz deduzir o seu libello de sandi-
ces...
ei-juiz municipal de Campo maior, a actual luiz
de direito de Oeiras.
Deus lourado, nu oca foi criminoso; abe-o per-
feitamenle o Sr. Bargas, a sabem-no oa seas
prenles dss Barras, quo tem meta eabal conbe-
cimento, epdem talrez depr de riatajsobre os
aasas8uios do promotor publica Jmbate, de Cos-
me Damlio dos Reis, da escrava Felicia, de pre-
se Domlcfione, Delgado Pelit Gualaarto, e oa-
ttas, tonda intelizmente seas autores at o pre-
saste, escarnecido da acgo da juscica III O feote
qua meus gratuitos inimigos ma aasacam esta mil
eeass pulrerisado; rendi ama eacravinha que
rainha mulher recebeu em inventario, oode foi
avahada pelo supposto padrioho e altorriador
delja, como exhuberanteAente prove com eer-
tidoes aulheaticaa do inventario, s quaes sem
durida srelsgio nao prestou a costumada atten-
co.... Desta verdadaacta convencido o Exm.
Sr. presidente da provincia, perante quem me
justifique! cabalmente, e quem devo o ar mais
puro que respiro; e por esse acto de sua prover-
bial jusiica, permitta-me S. Exc, qae eu lbe
renda este testemuDha publico da minha grati-
dao, porquegragasaoe meus iaimigos, tech-
me viste na necessidado de agradecer de lagrl-
mas aos olhos a justiga qua me fazem I
Todo meu crime tem consistido pira meus de-
tractores, em serem elles sempre derrotados por
mim, em toda a queiquer luta eleitoral que tra-
ramos; a o Sr. Tiberio, o Sr. Candido Gil e o
proprio Sr. Borges, que jurern si nunca me ro-
pularam com forga de lhes fazer favores com.
meus triumpbos.
Par tudo q janto trnho dito, e pelo muito mais
que heide de dizor, se me contiouarem a provo-
car, deve estar bem patente que ofaccioso-
das Barras nao o abaixo assigoado; e que o
motivo que afasia o Sr. Subricio Antonio Borges
Leal do Piauhj,oade nao pode vi vernao o
que instaos no eecaeco da sao phytpica.... Per
outra vez serel mais extenso, e lallerei eom_do-
comentos.Therezina 5 de marg.a de 1861*
Joaqun Fcrreira de Mella.
[Do Conservador de\Therczii\a.)
Tributo de perennal saudade
dedicado memoria d rada ntorte de minha filha Mara Mazimilla
Viein de morim, fallecida no infausto dia
22 de maio de 1860.
Dislrbuc com eqaMcda t -
A paixo nio te domina
Na tu'alma predomina
0 amor da libardada.
Da teu Dome o grato brilbo
Se levanta asss gentil,
Parabens ao nobre Bino
Que tanto honra ae Brasil I
E' tea nomo am astro ero.
Que deste recinto o pvo
Gasta tanto proferi-lo I
Sa tao doce nos labios
Que aos nomes dehroes o sabios
Se prender o d'Hermillo
Perds, se ao qae ea sinto
Ne sei dar outra expansio.
Si ao esbogo quo pialo
Hourer eiagerago ;
Achei um typo asss bello.
Dos juizes o modllo,
Chcio de smor e prudencia ;
Nio morro tea memoria
Qae teas per padro degloria.
A justiga e a intelligoaeia.
Agoc-preta, SO de abril de 1861.
P. E. 0. DredtroSes.
COMMEIICIO
CAIXA FILIAL
DO
BANCO DO BRASIL.
DE 1861.
10 */ sendo as de
EM 21 DE MAIO
A caixa deseonta letras a
sea aceite a 9 "/ toma saques sobre a praca do
Rio de Janeiro, e recebe dinheiro ao premio
de 8 Y.
Allaadega,
Rendimento do dia 1 a 20. .
dem do dia 21.....
236:885J6T6
13.6361915
250:511J59I
lovtm .aiiio ala al fandejsa.
Volamos entrados com facendas..
> a com gneros.
Repousa l no co eternamente,
E vira eu c na trra sempre triste.
(Umoes.)
O relogio do lempo, que nao pira,
Um anuo marca boje, em que a morte.
Destechando cruel seu fatal corte,
Minha to querida filha me roubra I
Que transe I O' meu Deus, e como pude
Deixarque de meus bragos desprendida
F>sse ella, j morta, j sem rida,
Collocada no fnebre alade ? I
E depois, v-la sahir psra no templo,
Por horaenagem pa, ter os cantos,
Que o levita sagrado em hymnos santos
Enls cheio de ungo, cheio de exemplo I
Ai de mim 1.... Como pude tanto ver?
Tanta dr, tanta sanlade supportar?
Angustiado o corago querer saltar
De meu peito j partido de soffrer 1
Ei-la qae segu.... j l val sombra
No fretro inseneivel que a conduz
Para o final jazigo, onde, sem luz,
Yai para sempre oscond-la a campa fra I
Eera to ora, to candida, to bella,
To cheia de virtude, pudor e graridade....
Como to cedo roou eternidade,
DeixaDdo-me em pranlo, em ais por ella ? I
Bem quizera, ao ver passares, ir comtigo,
Para comtigo estar eternamente ;
Pots viver sem li em dr plangente,
E' para mim s ler rida por castigo.
Mas qua? Perdi----perdo, Senhor,
-" uiii pa>, que cheio de tristeza
Lamenta a perda de seu maior amor I
Nao Masphemo, Senhor, ros o sabis :
Eu to crente jamis possa clamar
Contra o sabio preceito, salotar
Estatuido por vos em vossas leis.
Se deploro de minha filha a morte,
E' por tributo pagar ao corago,
Recouhecendo quedos justos na manso
Dos anjos ter ella a feliz sorte.
Sim, minhs filha, ao ce voaste,
Para teres junto Deus a recompensa
Das viitudes celestes, que por crenca
Neste mundo tu'alma sempre ornaste.
Vivelnesse descango permanente,
Nessa paz do Senhor, nao te esiuecendo
De orares por teu pai, que so gemendo
Tua perda carpir eternamente !
Adeus a par da orago, recebe um ai,
Que saudoso te d teu terno pai.
Jos dos Anjos Yieitt oTAmorim.
Maio 22 de 1861.
Totumes
sahidos

com fazendas..
com gneros:
-----743
429
Descarregam hoje 22 de maio.
Barca inglezaJohn Martinfazendas.
Brigue inglezGoirardlouga e fazenda.
Brigue inglezZiskmercadoriaa.
Barca americana Elf farinha de trigo.
Barca inglezaTravelleridem.
Brigue hamburguezGeorgeqarrafo.
Exportai.'o.
dia 20 de maio.
Ijigue nacional Damo para Montevideo, car-
regaram :
Carvalho Nogueira & C, 60 pipas com 11,040
medidas de agurdente.
Patacho inglez Emily, para Liverpool, cerre-
garam :
N. O. Bieber & C. 300 saceos com 1,500 arrobas
de assucar.
Barca fraceza Sphere, para o Havre, carrrega-
ram :
Tisset freros & C 1509 couros salgados com
29,930 libras.
Beccbedoria de rendas Internas
geraes de Pernambaco.
Rendimento do dia 1 a 20. 19774*591
dem do dia 21....... 5149144
20:288*735
Consulado pro viudal.
Rendimento do dia 1 a 20. 43.1893447
dem do dia 21.......1:878*139
4:068586
Movimento do porto.,_
JVaw'o entrados no dia 21.
Parahiba4 dias, barca ingleza forval, de 303
tonellas, capito David Currie, equipagem 13,
em lastro, aJohnston Pater A C. Veio receber
ordens e seguto para Macet.
Rio de Jaoeiro11 dias, galera ingleza Jfargarith,
de 423 toneladas, capito Joseph Tregoring,
equipagem 18, em lastro, a Saunders Brothers
& c.
Navio sahido no mesmo dia.
Macei e porios intermedios Vapor nacional
Jaguaribe, commandante Manoet Joaquim Lo-
bato.
Observage.
Bordeja no lamaro urna barca francezs, e ap-
parece ao norte um patacho._________________
o ce ~ a S

0
o.
5'
a.
B
Horas.
THEATRO.
Atd hoje lemos guardado silencio sobre a eeitr-
panhia dramtica que so acta no taeaan a San-
ta Isabel, nao qua amigos por demais indulgen-
tes pera easanosse ac nio teaaaaa convidado,
pedido e at provocado a dizermos alguma couse
sobre essa companhia. Naturalmenteprego^oso.feotreguu-rros soa vW "puDiHc*, acreditai que
preguigoso por ndole e por syaatoM j-to saca- ao podw oovir miores svasatrorias do que tem
modo nao fazer nada) temos deixado correr a ea- ltimamente ouvrtfn do zoifos peaxaenfaoa r isto
oda agua aballo, descamados oa remos e de ao> deacalpari, e podweis ftret brittrar oTTOd-
O abaixo assignado foi admittido a organisago
da mesa parochial, porque sendo eleitor sapplen-
le liaba esse direito na forma do art. 4 da le
de 19 de agosto de 1846, e maiedisposiges ; e se
o presidente da mesa nao convocoa, bera proce-
den elle comparecer independente de convocago,
como o decidi o Exm. presidente da provincia,
de accordo com varias decises do gorerno im-
perial, urna rez que oo liresse impedimento
legal; seodo falso que S. Exr. determinasse ex-
pressamente que fosse em todo caso admittido.
O abaixo assignado foi ainda admittido, por-
que com quanto o houvesse a relago pro-
nuaciado por supposto crime, nao foi o respec-
tivo accordam apresentado no juizoa quoden-
tro d"o prazo marcado no art. 77 da le de 3 de
dezembro de 1841, pormnove mezes depois
do prorimento injusto, anasresperas da elei-
go,o que denota asss qual o fim com que foi
apresentado,repetindo-se desta mameira a
farga que o Sr. Borges. e seos burlescos com-
paraos haran j representado em 1856. Nao foi
portante am pretexto, mas aos acto de otdieocia
a le a recusa do integerrioao Sr. Dr. chefe de
policio em dar eumprimento a semelhante accor-
dsm, faeto qaw o Sr. Antonio Borges Leal Cas-
lellcr trance extrarrha, porqire respeito da lei
pera eR'e objeeto deinsignificanteimportancia.
B nao aadmira disso, porque j honre um juic
que negociou com es bens de um casal em que
esistiaa erbaos, cnrnaaetten to no act. 140 do cdigo eriminal, pera qae foi
responsabilisado; que coocedea soltura a uas
"iadrrtdoos pronaneiadoa em erima graviaeimiT no
ip provincia do Cear. at maulloo a praeaa-
ao 11 que dello toro sai enca por precatona do
*iiz que os baria- pronunciado ; qav erdenoa qwe
'ata individuo fosse- eonduzidopresa orto
sua preseeca, e o foi.... porm mortoflf que
deixou de appellar da iaiaala abaolrigio de uas
reo confesso de Ice rodtuuido a escravido pessoa
lirre, occorrendam asmcaafaaVia mui attendivel
oara quaiquer .uiz honesto, de ser seu ennhado
o advogado do reo f e de tudo isto sem fallar
em ossadas. e chifresde gados, em uat pobre
horneo que aear a pistola aee-paUas aeceitou o
lagar de carcereiro, e outras V0^"* des**
ortteCBr tac este juta- nao i aw carro a Sr.
bacharel Antonia .Borfas Leal Caataflo "
AO ILLM. SR. DR. JOS DOS AX.I0S
VIEIRADEAMORIM.
Serait-il de rritable booheur
sans le sou venir des persoaoes
qui nons furent chre, san l'es-
poir de les roir se reunir
nous ? Les plus hereux, cra-
me les plus grands saints ; sont
ceuz qui ont le plus am.
[Chateaubriand).
0 relogio da fatalidade marca hoje am anno de
martyrio oa rida de nosso amigo, o Sr. Dr. Jos
A. V. de Amorim !
Sim, faz hoje um anno que um futuro de flores
para o nosso amigo, foi substituido por am bos-
que de cyprestes 1 ... No meio desse bosque f-
nebre existe um tmulo I e nesse tmulo repou-
sa para sempre o corpo inanimado de sua preza-
di filha D. Mara Manmilla V. de Amorim !
0 dia 22 de maio do anno passado esmsgou o
corago do pai extremoso 1 Amor, amisade, re-
pouso, ft-lieidade lhe faltara I
Quando todos se embalan em doces illuses,
pata elle nada de esperanga, eso a triste roalida-
de 1.... Consols-te amigo, a morte doce, qaan-
do os coragoes sao innocentes. 0> immortal Edn
s deve ser habitado por almas anglicas..... l
onde existe a verdadeira sciencia, e onde os an-
jos bebem i grandes tragos o calix da virtude....
e s elles o podem bebsr 11 E' talv6z torturar mais
o corago de nosso amigo, abriodo de novo as fe -
ridas...... Mas, nao, enganamo-oos, porque sao
feridas que jamis cicatrisaro, sao feridas qae
destruir m as mais bellas illuses, e essas feridas
sempre est o sbertas 1
Urna esperanga te resta, e rem a ser j um dia
te reunirs a elle na manso dosjustos a em do-
ces xtasis saborears asdelicis immateriaes do
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Francez.


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nglei.
A noite chavosa, rento raravel de intensidade
e assim amanheceu.
oscilaqa5 d* har.
Preamsr as 1 h. 30' da tarde, altura 6, p.
Baixsmar as 7 h. 18' da manha, altura 1,4 p.
Obserratorio do arsenal de marinha, -21 de maio
de 1861.
RoHAiro Stepple,
1* lente.
Editaes.
paranzo.
Aceite o nosso amigo esta lgubre e amargo
festejo que fazemos no dia 2E de maio.
Recife 22 de maio de 1861.
Aolllm. Sr. Hermillo Peregrioo Da-
> id Madeira, actual subdelegado de
polica da villa de Agoa-preta.
Quizera aecer am canta
Ea ajoaaa do cidado,
Ak! soa voz diasera Unto
Qoaato diz o corago I
Nao, ne diz, nao poda a lyra
Que nao mancBoua mentira
Loara arate, apraaVacia,
Pensar diaaincaa de quem
Par padraada>ria tem
AjcHcspr-a a insaKigaocia.
Ifobre-ttardailip, a teu rwrama
Do baca ea* boca nst,
9tas, t Homila o grato cunta
fias acaa da Utm coa:
Camelar waaaaadaaaa
*.' aa a paaateaiMBMtir.
0 capito Jos Luiz Pereira Jnior, caralheiro
da imperial ordem da Rosa, e juiz de paz do
tereeiro anno com exercieio no primeiro, d
primeiro districlo da fregneza de Santo Anto-
nio da cidade do Recife, etc.
Fago saber, que em rirtude do offlcio da pre-
sidencia de 13 de maio do corrate sano, foi dia-
solvido, nos termos do 1 e 2o do aviso n. 2 de
5 de Janeiro de 1848, a junta de qualificago des-
la freguezia que se achara funecionando com os
eleitores da legislatura paseada, cojos podere
caducaram : e de conformidade com a lei a ofi-
cio supracitado, convoco os eleitores e supplen-
tes da parochia desta freguezia de Santo Antonio,
que veo abaixo designados por seas nomes, para
que coraparegara no dia 16 do mez de juoho vin-
douro, no corpo da igreja matriz da dita parochia,.
pelas 9 horas da manha, afim de que se organi-
ce a junta de quaiiBcago qae tem de rever a do-
auno antecedente dos cidados que lera direito
de rotar aa eleigo da eleitores, jaitas de paz o
Vareadores da cmara manteipaf; ficando sai ou asa
es referidos efettrrres e snppfezftes abaixo declara
dos, qen oflrero a multa da 40f a 60 aa alo
oomparecerom, ou tendo comparecido tferxrreuj
de assignar a acta :
0 Srs. : -
Anaoaia Aa^aslo da Fooase.
Joo da Cunra Socres Galmares.
1 AaViaoa Xaai ar Pereisa aa Brito.
" Aatonie Jeei da Coato Rinaico.
Joo Praociaaa Teiaera.
J Aataoio Caria* Peraira do Burgo* Poace dio,L
tCsetooa Phrta da Varas,
'Francisco Antonio da Brito.
Luiz Cesario do Reg.
Augusto Carnetro Montolro da Silva Santos
Jos Flix de Brito Macedo.
Antonio Jos Aires Ferreira.
Maaoel Antonio Viegss.
Jos Francisco Carneire.
Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira CaTakantf^-
Flonaoo Correta de Brito.
Castao Silvano da Sila.
Flix Francisco Seuzs ttagalhies.
Jos de Aqulno Fonseca.
Doodoro Ulpiano Coelho Coatiaho.
Larolioo Francisco de Lima Sanios
Joao Bapiiata do Rege.
Luiz Jos Pereira Simes.
Pedro Antonio Cesar.
Francisco de Souza Beso Monteiro.
Claudino do Reg Lima.
Severiano Jos de Maura.
Miguel Candido de liedeiroa Pinto.
Joaquim Mililo Aires Lima.
Jes Antonio Pinto.
Sebastto Paes de Souza.
Innocencio Rodrigues de Miranda.
Francisco Jo Crrela de Queiroga.
Mauuol Antonio l'crcira.
Paulino Jos Tarares de Lyri.
Lauriano Jos da Barros.
Jos da Fonsecs e Silva.
Supplenlea de eleitores.
Os Srs.:
Domingos Alfonso Nery Ferreira.
Igoacio Nery da Fonseca.
Aotooio Rangel de Torres Baodeira.
Claudino Beoicio Machado. """
Joaquim Antooie Carneiro.
Francisco de Araujo Barros.
Jorino Carneiro Machado Rios.
Joaquim Francisco de Torres Gallindo. i
Sebastin Lopes Guimares.
Jos Luiz Pereira Jnior.
Igoacio Firmo Xavier. <
Firmino Jos de Olireirs.
Antonio Bernardo Quinleire.
Tristo de Alencar Araripe. ,
Ignacio Beoto do Luyolla.
Angelo Ilenriqaes da Silva.
Jos Candido de Souza Castra.
Jos Joaquim de Moraes Sarment.
Agostnho Jos de Olveir.
Antonio Joaquim de Mello.
Luiz Gongalres Agr Jnior.
Camllo Augusto Ferreira da Silra.
Marcolinu dos Santos Pinheiro.
Virgilio Jos da Motta.
Jos Firmo Xavier.
Bernardo Luiz Ferreira Cesar de Loureiro.
Manoel Jos Domingues Codeceira.
Joaquim Jos de Abren Jnior.
Manoel Jos de Olireirs.
Bartholomeo Guedes de Mello.
Joaquim da Silva Reg.
Joo Luiz de Carralho.
Joo Lins Caraleaoti de Albnquerque.
Augusto Xavier de Souza Fonceca.
Bernardino de Souza Barros.
Francisco Jos do Sacramento e Silra.
E para constar mandei fazer este edital, afila-
lo nos lugares mais pblicos desti freguezia e-
publica-lo pela imprensa.
Recife em o !. districto da freguezia de S.
Antonio, 18 de maio de 1861.Eu Joaquim da
Silra Rege, escrivo que o ercrerj.
Jote Luiz Pereira Jnior.
0 tenente-coronel Antonio Carneiro Machad
Ros, commendador da imperial ordem da no-
sa, juiz de puz do primeiro districlo da fregue-
zia do* Sanlissimo Sacramento do bairro da
Boa-Vista, termo da cidade do Recife de Per-
nambuco, em rirtude da leir etc.
Fago saber aos eleitores e supplentcs abaiio
declarados, para qae comparecam no dia 23 do
correte mez, pe-s 9 horas da manha, no corpo-
da igreja matriz, para a formago da junta que
tem de funecioaar durante os cinco dias, nos ter-
mos do art. 22 da le de 19 de agosto de 1846
como rae fui determinado por portara do Exm.
presidente da proviucia, abaixo transcripta :
Quarta secgo.Palacio do gorerno da Per-
nambuco, 13 da maio de 1861.
Tenao j sido approrada pela cmara dos de-
purados a eleigo primaria do primeiro districto
eleitoral desta prorincia, segundo consta do avi-
so expedido pelo ministerio do imperio em 26
de abril prximo fi-^i-, rfiri>giiin Znai* i-
para a juma que lera de funecionar nessa fre
guezia duraote oa cinco dias nos lermos do art.
22 da lei de 19 de agosto de 1846. convoque no-
ros eleilores, rislo que nao podem mais fune-
cionar os da legislatura passada, cujos poderes
caducaran), devendo Vmc. proceder nessa cen-
rocago de accordo com a lei e mais disposiges
em viaor.
De guarde a Vmc.Antonio Marcellino Nu-
iles GoDcalves.
Sr. juiz de paz mais volsdo do primeiro dis-
ricto da freguezia da Boa-Vista.
I Eleilores.
Os sen h o res:
Manoel Coelho Cintra.
Tenente-coronel Antonio Carlos de Pinho Borges.
Tenente-coronel Antonio Carneiro Machado Rios.
Dr. Luiz de Carralho Paes de Andrade.
Major Jos Joaquim ABtunes.
Capito Amaro de Barros Correa.
Desembargador Lourengo Jos da Silra San-
tiago.
Empregado publico Manoel Luiz Vires.
Desembargador Caelano Jos da Silra San-
tiago.
Major Gustavo Jos do Reg.
Tenente-coronel Theodoro Machado Freir Pe-
reira da silva.
Empregado publico Manoel Carneiro de Souza
Laceida.
Empregado publico Hypolito Cassiano Vascoa-
concellos de Albuquerque Maranho.
Empregado publico Joaquim da Gusmo CoClho.
Empregado publico Pedro Alexandriuo de Barros
Caralcanfi.
Padre Francisco Aires de branles.
Empregado publico Anlouio Csrdoso de Queyoz
Fonseca.
Jos Cicilio Carneiro Mioteiro.
Empregado publico Francisco de Lemos Duarte.
Dito Jos Antonio dos Santos e Silra.
Proprietario Thom Carlos Peretli.
Dito Evaristo alendes da Cunha Azeredo.
Empregado publico/ Porfirio da Cunha Moreir
Alves.
Escrivo Francisco Ignacio de Altahyde.
Nicolao Toleutino de Carvalho.
Major Francisco Marlins Raposo.
Francisco Joaquim de Mello Tavares.
Empregado publico Simplicio Jos de Mello.
Dito Joaquim Jos Ferreira da Penha.
Dr. Nabor Carneiro Bezerra Caralcanti.
Augusto Rufino de Almeida.
Empregado publico Francisco Jos Aires de Al-
bnquerque.
Escrivo Francisco de Barros Correa.
Christovo Santiago do Nascimenlo.
Empregado publico Joo Francisco de Olireirs e
Silra.
Proprietario Rento dos Santos Ramos.
Dito Alexaaere dos Santos Barros.
Empregado publico Jos Affonso dos Santo
Bastos.
Proprietario Manoel Antonio Teixeira de Albu-
qnerqae.
Francisco Joaquim da Coala Fialho Jnior.
Tenente-coronel Francisco de Miranda e Leal
Ser.
Manoel do Nasciaaenlo Vianaa.
Dr. Rento Jos da Costa.
Juslioiaeo Cavalcanti de Albuquerque Bello.
Manoel Rodrigues do O'.
Empregado publico Joaquim Mileto Mariz.
Dito Francolino Augusto de Hollanda Chacn.
Benjamirn Vires Dutra.
Proprietario Antooio da Costa Rosal.
Capaleo Jos Uaria Freir Gameiro.
Dito Joo da Stlvetra Borges Tavora.
Empregado publico Francisco Antonio Caralcanti
Cousseiro.
Alteres Manoel Marques da Abroa Porto.
Atexandrada Silraira Lima Veneno.
Picpnatao Jas Carneiro da Cunha.
Sanasen fel
Ofl MMaMaMc* J
Teaeatc Basle da Aqoieo Feaseca.
Major Maaoel do Nascimento Costa Monteiro.
Dr. Caataoo Xavier Pereira de Brito.
D*. Leereaco Tris da Loureiro.
Dr. Silvio f arquioio Villas-Boas.
OesembarRador Antonio Joaquim da Silva Comes'.
-Oato AaostiarM Maaeira Guerra.
Proprietario Ceeieno da Silva Azorado.
Capito Antonio Jos da Costa e Silva.
Propriatario Thooaaz de Aquino Fonseca.
Clarindo Ferreira Cateo.
rgador Firmino Antonio de Souaa.
omaz Gsrretl.
Dr. Joaquim de OUralra a Souaa;
ne


w
DIARIO DI PKfiAiBMOOO. QUARTA FEIRA 12 MAK) DE 1861.
-2-
Brigadeiro Aleixo Jos de Oliveira.
Desembargador Dom Francisco Balthazar da Sil-
veira.
Proprietario Wenceslao Machado Freir Pereira
da Silva.
Flavio Ferreia Clao.
Proprietario Jos Prancisco Lavra.
Cirurgio Jos Francisco Piolo Guimaries.
Tenente-corouel Feliciano Joaquim dos Santos.
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina.
Hanoel Joaquim Pernandes de Azevedo.
Proprietario Joo Pacheco de Queirogj.
Joo Bartholomeu Goncalves da Silva
Capitao Joaquim Francisco Franco.
Desembargador Manoel Rodrigues Villares.
Proprietario Antonio Pires Ferreira.
Jos Nunes de Oliveira.
Proprietario Miguel Archanjo Fernandes Vi-
anna.
Dr. Luiz Carlos de Magalhles Bretes.
Proprietario Francisco Jos Arantes.
Empregado publico Joaquim Elias de Moura
Goninv
Tenente Symphronio Olympio de Queiroga.
Proprietario Francisco Rufloo Correia de Mello.
Dito Ignacio Jos Pinto.
rcueuie Joaquim Jorge de Mello.
Antonio Machado Gomes da Silva.
Firmino da Silra Amorim.
Ovidio Ferreira da Silva.
Jos da Costa Brando Cordeiro.
Pedro de Alcntara e Silva.
Proprietario Antonio Jorge Guerra.
Dito Manoel Antonio de Santiago Lessa.
Dito Manoel do Nascimento da Silva Bastos:
Luiz de Franca Lins de Albuquerqoe.
Jos Rodopiano dos Santos.
Proprietario Francisco Accioli de Gouveia Lins.
Francisco Mendes Martina.
Jos Joaquim Ramos e Silra.
Leopoldo Ferreira Martina Ribeiro.
Manoel Francisco Honorato.
Francisco Antonio de Meuezes.
Dr. Antonio de Vasconcellos Menezes de Drum-
mond.
Oulro sim, os eleitores e supplentes que dei-
xarem de comparecer no dia e hora designado,
sem motivo justificado, soffrero a multa na lei
designada.
E para que o presente chegue ao conbeci-
znento de iodos ser o presente afxsdo no lu-
gar mais publico e publicado pela impreosa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de
Pernambuco aos 14 das do mez de maio de
1861.
Eu Francisco de Barros Correa, escrivo que o
escreri.
entonto Carneiro Machado Jlios.
Por orden do Sr. inspector da alfandega
se faz publico, que no dia 24 do correte, depois
do meio dia, na porta da mesma repartido, de
conformididecorn o disposlo no 4." do art. 300
do regulamento e a requerimento dos consigns-
tsrios Carralho, Nogueira & C se levar hasta
publica para serem arrematados por quem mais
der 63 rolumes de bsrris abatidos, viudos da ilha
de S. Miguel no patacho portuguez Lima, entrado
nesle porto no dia 13 do crrente.
4." secgao da alfandega de Pernambuco 21 de
maio de 1861.O esoriptorio,
Joo Jos Pereira de Paria.
Aexandre Augusto de Fiias Villar.official da i m-
penal ordem da Rosa, majorcommadanle inte-
rino do primeiro balalhao de artilharia da guar-
da nacional do municipio do Becife, e presi-
dente do couselho de qualiflcaco da parochia
de S. Fre Pedro Goocalves, porSua Magesla-
de Imperial, etc.
Fac.o saber a quem ioteressar posa, que de
conformidade com o disposto no artigo Io parte
2a do artigo 9 do decreto numero 1,130 de 12 de
marco de 1853, e artigo 8o das ioatrucges de 25
de oulubro de 1850, se tem de reunir, na lerceira
dominga de maio, o conselho de qualiicaco pa-
ra revisao e qualiflcaco da guarda nacional da
referida parochia, no coosislorio da igreja matriz
do Corpo Santo.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandel passar editaes que serao publicados pela
impreusa e aflixados nos lugares designados na
lei. Cidade do Recife, 11 de maio de 1861.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento da resoluco da junta da
fazenda, manda fazer publico que no dia 29 do
crreme, perante a mesma junta, se ha de arre-
hucui mais aer os Impostos abaixo de-
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
Por ordem ca directora e em cum-
pr ment do disposto no ari. 4 do de
creto n. 2685 de 10 de novembro do
armo fiado, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 metet a contar desta data, a
substituicao das notas de 20$ da emissao
da mesma caixa.
Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
co de 1861.O secretario da directora
Francisco Jo8o de Barros.
SOCIEDAOE BANCARU.
Amorim, Fragoso Santos
Companhia
Sacam e lomam saques sobra as pracas do Rio
do Janeiro e Para.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZA-GERMANO.
10* RECITA DA ASSIGNATURA.
"
--
Rio de Janeiro
segu com a maio r brevidade o patacho naci na
Social por ter ji engajado metade de sen car-
regamento. e para o resto irala-se com sen coa
signatario Manoel A Wes Guerra, na ra do Tra-
piche n. 14, primeiro andar.
LE1LA0
DE
Urna taberna.
ARMAZEM PRO
Quarta-feira, 22 de maio de \ 861.
Subir scena pela primeira vez neste theatro
lente e magnifico drama em 5 actos, ori-
e pontes
uialai
clarados.
Taxas das barreras das estradas
seguinte.
Magdalena por anno___6:ll0a000
Giqui.idem............. 5:3505000
Jaboaiae, idem.......... 3:887*500
Cachaog, idem.......... 3:4504000
Motocolomb, idem...... I:o05a00to
Bujary, idem............ 550g Tacaruna.idem.......... 552000
Ponte dos Carvalho, dem 905O0O
Tapacur. idem.......... 1:206*000
nnle por cento sobre o consumo da aguardeutlr
Municipio do Recife, por anno..... 13:008*000
As arrematares sero feilas por lempo de tres
annos a conlar do Io de julho do corrente anno a
30 de junho de 1864.
As pessoas que se propozerem a estas arrema-
tares comparecam na sala das sessoes da mes-
ma junta no dia cima declarado pelo meio dia
competentemente habilitados.
E para constar se maudou aflixar
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 6 de maio de 1861.
O secretario,
Antonio Ferreira da Aonunciagao.
O Ulm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimeoto da resolugao da junta
da fazenda, manda fazer publico, que no da 23
do corrente, se ha de arrematar a quem per me-
nos fizcr, o fornecimonto dos medicameHtos e
uencilios para enfermara da casa de detencao
nesla cidade, por tempo de um anno, a contar
Io Lie Julho Proxino vindouro a 30 de juoho
de 1862. '
As pessoas que se propozerem a esta arrrema-
tacao, comparecam na sala das sessoes da mesma
junta no dia cima declarado, pelo meio dia,
competentemente habilitadas, que ahi lhe sero
presentes u formulario e condicoes da arrema-
taco.
ginal france?,
ULTRGE.
PERSONAGENS.
Jacques d'Albert................ Germano.
De Brives, juiz inquisidor...... Nunes.
Raymundo de Brives........... Vicente.
Ral de Brives................. Valle.
Lalrade, negociante............ Thomaz.
O Dr. Lemarchant.............. Raymundo.
DeBessires.................... Campos.
/os, creado de Latrade........ Leite.
Um creado..................... Santa Rosa.
A Sra. Lalrade................. n. Julia Gobert.
Helena Latrade, sua Alba...... D. Maaoela
inna 'Ai-berl................ D.Anna Chaves
A Sra. deSivry................ D.Julia Rosa.
A Sra. de Corney.............. D. Carmela.
Urna creada.................... D. Jesuina.
Convidados, creados, msica,ele.
poca actualidade.
A eropreza nao tendo por costume leoer elo-
.8'0S os dramas que tem feito representar, nao
P nf mludo deixar de PreTenr ao publico que
o ULTRAUE talvez urna das melhores compo-
sicoes modernas de autor francez, que possue em
eu repertorio.
O publico apreciador e julgar com o bom cos-
to, imparcialidade e justica, que tanto o distin-
guen].
Terminar o espectculo com a interessante
comedia em um aelo, ornada de couplets,
Os bi lhe les de lotera.
Tomam parte os Srs. Raymundo, Vicente e D.
(-rmela.
Rio de Janeiro
Sahira' bremente a linda e veleira
barca nacional IRIS, a qual recebe
passageiros e escravos tendo muit
bons commodos em separado para estes
ltimos : a tratar com o consignata-
rios Aranaga Hijo &C, ra doTrapi-
rheNovon. 6:
Para o Rio de Ja-
neiro
pretende seguir com muila brevidade o veleiro e
bem coohecido brigue nacional Damo, tem
parle deseu carregamento prompto: para o res-
to pe lhe falla, trata-se com os seus consigna-
tarios Azevedo & alendes no seu esetiptorio ra
da Cruz n. 1.
corrente.
por mandado
Quarta-teira 22 do
Costa Carvalho far leilio por i
Exm. Sr. Dr. juiz especial do commercio e a .re-
querimento de Antonio da Silva Barbosa Ferro,
da taberna de pateo do Terco n. 88 da Henrique
Amante Chaves, no dia cima aa 11 horas em
ponto a vontade dos compradores
UiUO.
A 22 do corrente.
I.etei|ier & C. faro leilio por iotervencio do
agente Oliveira, do mais completo sortimento de
erragens e miudezas e de varias fazeodas para
fechar cootaa
Quarta-feira 22
do corrente, aslO.horas da manha. no seu ar-
mazem, na ra da Cadeia do Recife.
Largo da Peulia
O proprietario deste armazem par-
acha com
parte dellea
COMPANHIA PERNAMBUCAVA
DE
Navegaco costeira a vapor.
Parahiba, Rio Grande do Norte,
Macao, Aracaty Ceara' e Granja.
0 vapor Iguarass, commandante Moreira,
sahira para os portos do norte at a Granja no
da 22 do corrente mez s 5 horas da tarde. Re-
cebe carga al o dia 21 ao meio dia. Eocommtn-
das, passageiros e dinheiro a frete at o dia da
sabida as 2 horas : escriptorio no Forte do Ma-
tos n. 1.
ticipa aos sena numerosos freguezes assim como aos Srs. amigos do bom e barato que se
um grande sortimeulo de gneros os melhores que tem vindo a este mercado e por ser Dar
viudos porconla propria, vende-os por menos do que em outra qualquer parte.
Manteig* inglea perfeitamente fio? .m\ libra em hlr
rril se far lgum abatimento. hbri em b,r"
__ CCZa mai8 noT, que ha no mercado Tende-ae a 720 rs. a libra.
C^!!0^r.lly80,l ^ ^et -* >' <> ^00. 2, .
Cafar aJgu1m1?b!i?fn?o.Chegad0S "^ UW" *** d6 Ear0P" ,6 "- em Pr"
,ib,a# recentemente chegado e de aaperior qualidade vende-se a 640 rs. a
bofluLd. tnS ^elhres noa quilidade a 640 rs. a libra e inteiro se far algum abatimento.
Bollo francez a 500 rs.
mo anna CQ ,>. c"Uo eleEntemente enfeitados proprios para mi-
mo, venae-se por este preco nicamente no Progresso.
uoce da casca de soialm
n.vlV a. &1M em caxes com 3 Ii2 libras vende-se a lacada um.
._ d azem progresso a 3S000 a^.rric. e a rneX0<,^ersh.aan?ib,?.e.rCad0' Tede'8e UDameDl9 D ""
0 referido agente autorisado pelo Sr. Joaquim AmeiWiS fraUCezaS Jan ,-u ,
-----/... j_ A. a 480 rs. a libra em porcaose far algum abatimento.
do afamado Abren, e de outroa muitos fabricantea da
Leilo
Quinta -feira
PELO
23 do corrente.
A.GENTE
Leiles.
Comegar s 8 horas:
Avisos ioritimo^av-
LEIL&O
Quinta-feira 23 do corrente.
Costa Carvalho fara' leilSo no dia acis
ma as 11 horas em ponto no armazem
alfandegado dos Srs. Antunes Guimataes
& C, no Forte do Mattos
DE
16 fardos com fumo de superior qua-
lidade.
112 caixs com tinta em massa.
o preseente
Rio Grande do Sul
pelo Rio de Janeiro
segu al o fim do corrente mez o brigue nacio-
nal Mara Thereza por se achar engajada sua
carga para ambos os portos: recebe escravos a
rrete, e trata-se com Baltar & Qlivera, na ra
da Cadeia do Recite n. 12, ou com o capitao a
bordo. r
aluzar o presente e
E para constar se mandou
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 6 de maio de 1861.-0 secretario A.
t. da Atuiunciacao. '
Declaraees.
Por esta subdelegacia se faz publico que se
acba recolhido casa de detencao um preto de
oome Paulo, que foi preso por suspeita de estar
fgido, diz ser escravo de Miguel Nunes ; assim
como existem depositados alguns cavallos que
fram apprehendidos como furlados, e teodo-se
ja ai-nunciado nio tem apparecido reclamacao
alguma, e logo que seja concluido os dias da lei
8erao remetudos auloridade competente para
serem arrematados : portanto. quem se julgar
com direito ao prelo e cavallos. compareca, que
provaodo legalmeote. lhe sero entregues
Subdelegacia do l. districlo da treguezia dos
Afogados 21 de maio de 1861 O subdelegado.
Jos Francisco Carneiro Monleiro.
Conselho adiuiuistrativo.
O conselho administrativo, para
co srsenal de guerra,
los seguioles:
Maranho
segu por estes dias o palhabote Garibaldi,
tem a maior parte do carga prompta : a tratar
com Tasso rmeos.
Para Lisboa.
Sahe no dia 26 do corrente
a muito veleira e bem conhe-
cida barca
o
No armazem alfandegado do Sr. ba-
rao do Livramento, o agente Hyppolito
vender'algumas barricas com farinha
defn>r! quinta-feira 23 as 11 horas
em ponto. ISa mesma occsiair-ov -.
dera' urna grande porcao de caixas com'
garrafas de vinho do Porto muito su-
perior.
LEILO
A 23 do corrente.
O agente Oliveira far leilSo por ordem de
Joao Raplista Horner, capitao da barca belga
Mara Thereza, e em presenta do lllm. Sr. con-
sol da Blgica, precedida a competente auorisa-
cao do lllm. Sr. inspector da alfandega, com
a sis ten ca de um empregado desta reparlico
para o effeito nomeado e da do Sr. agente do se-
guro de Ifamburgo nesla praca e por conta e ris-
co de quem pertencer de cerca 300 saceos de caf
no estado em que se acha, sendo parte do carre-
gamento da dita barca, arribada por forct maior
a esto porto, onde foi legalmente condemnada
Quinta-feira 23
do corrente ac meio dia em ponto, no armazem
alfandegado do baro do Livramento sito no
Forte do Mallos.
LEILAO
Alves Barbosa, que se retira para fora da praca
far leilao no dia cima designado e pelas 10 ho-
ras da manha da
Officina de marcineiria, mo-
vis e utenciiios da casa
particular do dito
ao caes do Capibaribe, casa n. 16, com entrada
pela ra da Imperatriz casa n. 29.
CONSTANDO DE
mobilus de Jacaranda com lampos de marmore/p^**,, caa>oao
guarda roupas.commodas, mesas elsticas, apa- *5**-1 CVA,.8
radores, camas, marquezas e muitos objectos' C,OTi proprios para casas particulares e outros para : UUM5rVaS aHCeZ*S C lglezaS
officina como bancos, tornos e diversidade de das em direitura a 800 rs. o frasco
ferramenlas.o que ludo ser vendido sem reser-
"dePre0- roba-po^
Mamelada imperial
Lisboa a 800 rs. a libra.
Latas com bwlacniuhas de soda ,
diflerentes qualidades. TeDd6'Sa 1|60 "' cad um eom
opn hnr'CittOCOlatlj
mar ma8 suPerior 1 em vindo a este mercado a 900 ra. a libra.
n&aea de tomate
libra em lal" de llbr"' a ma,s D0T !" ha no mercado a 900 rs. a
LEILAO
DE
3 vaccas (urinas, 2 no-
villias e 1 cavallo.
a libra e em caixas de urna ar-
em molhos com 20 macinhos por SOOrs.
o mais novo que ha no mercado a 320 ra. a libra em barril
As 10 horas em ponto.
O agenje Pinto far leilo de 3 vaccas turinas
ltimamente chegadas, 2 novilhas e 1 cavallo
proprio para carro, as 11 horas do dia cima
mencionado, na pra$a do commercio em frente a
casa dos Srs. Sauoders Brothers & C.
em condesas de 8 libras por 3J1500 t retalho a 480*rs. a libra.
as mais novas que ha por serem vin-
AletTia, mac&rrao e taUatim .
roba por 8#.
Palitos de dente \ixados
T oucinno de Lisboa
; a arroba a 9$.
_, mull noyo vende-se para acabar a 400 rs. a libra.
i ChouTicas e paios n K a v
a libra. nes genero Por ,ereni muito novos a 560 rs.
i Banua de poreo re alnada ..,,
480 rs. a libr e em barril a 400 '" q"6 Pde bmr mtU0 Tend,-Se '
Latas com peixe de posta A ,L
rP'*-- preparado da melhor maneira possivel das melho-
SSBS^&SlSZ*^**^*!?*9**1'** "sim como temsalmoe
mM^^SSS^^^'Z^W charutos eusPir08 de outras muitas
S^A?*u.i2E?,bricfntoa?0 F,elix' champanhe das mais acreditadas marcas,
rifirX ia marrraS(lulD0 d0ea"". h,cor frneez de todas as qualidades, azeite doce pu-
barat i 11J*"*-?' nozesa 320 ". a libra, ervilhas francesas, tructa em calda, azeitonaa
oarataa e outroa muitos gneros que encontraro ludo de superior qualidade.
A M do jrrente.
Francisco Severiano Kabello & Filho faro lei-
lo por intervengao do ageste Oliveira, de 50
barris de quinto de ptimo vinho branco da mar-
ca B&F, ltimamente chegado a este porto em lo-
tes a vontade dos compradores
Sexta-feira 24
do corrente as 11 horas da manha em posto,'
no trapiche alfandegado do baro do Livramento,
no Forte do Mattos. ,
Avisos diversos.
;orto oredtecF-cirurgico
3--B\3A.B^ GLORIA. CASA BO VMA.O--3
Consulta por ambos os* syslemas,
com os de
; o proprietario tem tomado
LOTERA.
a Precauco de inscrever o seu nome em dM"^!-^^^^^^
P^S^%S^tSJ^mVnkUt UmaCDta 8S,g0ada pel Dr- L^ Mosaozo e em pa-
' afln.iUliL0 Aim : acabade ceber de Franca grande porco de tincturs de acnito e belladona re-
n'e 'Cam "'i" ."U'?u 1ur em ,ubos I"*' em 'cluras cuslaro a 1 o vidro.
fornecimento
tem de comprar os objec-
~ Pari faDric de diversas obras.
2,000 varas de brim.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, a 10 horas da manha do dia 24 do
correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
par fornecimento do arsenal de guerra 3 de'
maio de 1861.
Btnlo Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francitco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Companhia do Beberibe.
O Sr. caixa da compnhi Manoel
Goncalves da Silva acha-se autorisado
a pagar o 26 dividendo na razSo de
3J200 rs. por apolice, conforme foi de-
liberado em assembla geral dos Srs.
accionistas.
Escriptorio da companhia 17 de maio
de 1861.O secretario, Manoel Gentil
da Costa Alves.
para o resto da carga e passa-
geiros, tra-a-se coin os con
.sigoatarios Carvalho, Noguei-
ra A C na ra do Vigario n
9, primeiro andar, ou com o
capitao Borges Pesana.
Porto.
Segu al o dia 31 do correnle a veleira e bem
conhecida barca portugueza aSympathia, por ter
j engajada sua carga ; recebe passageiros so-
mente, para o que tem commodos excellentes
para tratar, com Baltar & Oliveira, na ra d
Qadea do Recife n. 12.
Rio de Janeiro
.
sahe imprelerivelmenle no dia 23 do corrente o
brigue nacional Seis Irmoss, recebe escravos a
frete ; m tratar com Azevedo & Mendes, ou com
o capitao na praca.
Para o Aracaty.
Para o Aracaty seguir brevemente o hiate
Santa Anna : para carga e passageiros trata-se
com Gurgel & Irmio, na ra da Cadeia n. 88.
ILHA DE S. MIGUEL.
0 pata-ho portuguez Lima, de primeira mar-
cha segu at o dia 10 de juoho, j tem o aeu
carregamento prompto ; e para passageiros, pi-
ra o que tem excellentes commodos, trata-se
com os seus consignatarios Joao do Reg Lima
& lrmio.
PJURA
o Rio de Janeiro
A veleira e besa conhedda baroa nacional A-
melia pretende seguir com muita brevidade, tem
parte de sea carregamento prompto ; para o res-
to que lhe falta, trata-se eom oa seos conigna-
aros Azevedo & Mendes no sen escriptorio ra
da Cruz n. 1
Quarta-feira 22 do corrente
as 11 horas em 'ponto.
DE
Urna taberna.
Jos Francisco Ferreira fara' leilao da
sua taberna na ra Nova n. 50, por in-
tervencao do agente Camargo, consis-
ttndo da armacao, balanca, gneros,
candieiros de gaz, registro e outros ar-
tigosque existem na mencionada taber-
na : no mencionado dia as 11 horas em
ponto, a qual ira' a retalho ou englo-
bado a vontade dos compradores.
outras tantas vanta-
nartp a1uellef 1ue i.lem tld escravos na casa do annunciante.
V 8,luacao magniOca da casa, a commodidade dos banhos salgados sao
matriz gens para o prompto restabelecimento dos doentes
e de tardVdfXm Sffi6?? fa" annunciante devem procura-lode manha at 11 horaa
lA^^BGi&V0?lTSSo^no eD c,sapes83a COffl quem epoderao'
irao em casa pessoa com quem
Dr. Lobo Moscozo.
en-
Sexta-feira 24 do corrente.
Costa Catvalho fara' leilo por des-
pacho do Exm. Sr. Dr. juiz especial do
commercio a requerimento dos curado-
res fscaes e depositarios da massa fallida
de Antonio Joaquim Vidal, de merca-
dorias, movis, escravos, dividas e urna
casa de um andar e sotao na ra Impe-
rial n. 79, no dia cima as 11 horas da
manha na ra Direita n. 103, e tam-
bem se recebera' propostas a prazo com
garantas.
LEILAO
DE
MOVIS.
Sexta-feira 24 do corrente.
Antunes far leilo em sea armazem na ra
do imperador o, 75, de muilos movaia atara casa
de familia qoe.wria enradonho mencionar, assim :
como vender na meama occaslao um cabrloet
m bom estido, u 11 boras m ponto.
"da igreja de N. S. do Rosario de Santo! fperaco, afflaocando que serao tratados con todo c
Antonio se extrahira' a segunda
da nona loteria a beneficio da
da Boa-Vista.
O thesoureiro.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Precisa-se alugar urna ama que saiba en-'
gommar e cozinhar: a tratar na ra da Seuzalla i
Velhan. 112, segundo andar.
Precisa-se em um engenho dis-
tante desta cidade 7 leguas e prximo a
estrada de ferro, de urna senhora para
casinar a duas meninas grammatica na-
cional e francez, e se souber msica e
piano maior sera' o estipendio: quem
quizer annuncie ou dirija-se a ra do
Imperador n. 73. primeiro andar.
Tomam-se saques para o Porto e
Lisboa e para o Rio de Janeiro : no es-
criptorio de Thomaz de Faria, ra do
Trapiche n. 4-0-
Os abaixo assignados fazem scienle ao res-
peilavel corpo do commercio, senhores de en-
geuho, e mais pessoas, que Domingos Correia de
Precisa-se de um homem portuguez para feitor
com pratica ou sem ella, e d-se bom ordenado :
no engenho Mega de baixo da comarca de Goi-
anna, ou nesta praca a entender-se na ra do
Apollo.
Collares medicinaos anodinos.
Para as dores e facilitar a dentico e con-
tra os accessos, convulcdes. febres, e ou-
tras enjermidades das criancas.
DO DR. JANNEI (INVENTOR).
O Ulm. Sr. Burchell, filho successor e nico
proprietario em Londres do collar medicinal ano-
dino, tendo tido a honra de ser o nico que pre-
parou e forneceu os collares que foram necessa-
j rios para os augustos (linos do S. M. Victoria,
< parlamento feilo no 23." anno do reinado de S.
M. Jorge III.
Antonio Cabral, subdito portuguez, retira-
se para o Rio de Janeiro.
Quem precisar de urna ama de leite para
criar, vinda do malo, dirija-se a ra larga do Ro-
sario n. 32, a tratar na loja de miudezas, que
achara prompta a servir.
Sal do Ass.
nardino Correia de Rezende Reg todo o activo
e passivo. Recife 2t de maio de 1861. Joa-
quim Correia de Rezende Reg.Domingos Cor-
reia de Rezende Reg. Bernardino Correia de
Rezende Reg.
Aviso.
Contina a eslar fgido o escravo do coronel
Joo Francisco de Chaby, de nome Simo, criou-
lo, baixo, feio e magro, cabeca grande, denles
limados, pea pequeos, sapateiro e boleeiro,
toca violo e canta modinhas, consta estar de
dia na freguezia do bairro de Santo Antonio, e de
noite tarde passa para a Boa-Vista, onde dorme,
e de madrugada torna a voltar para onde diz que
est acoitado : quem prender o mencionado es-
cravo, leve-o a ra da Imperatriz n. 46, que ser
generosamente recompensado.
Lava-se e engomma-se com toda a perfei-
co, e tambem cose-secom perfeico : no larso
da ribeira n. 17.
Est para alugar-se o segundo audar do so-
brado da ra do Rosario da Boa-Vista, quasi no
pateo da Santa Cruz, em frente do sobrado de um
andar qu deita a frente para a igreja da San:a
Cruz, eaquina : quem pretender, falle na taberna
do meamo sobrado.
ML
Precisa-se de urna ama na ra Nova nu-
mero 5.
Collegio de Bemfica.
Neste estabelecimenlo precisa-ae de duas
gonmadeiraj e de orna sostnraira.
O pai do Ulm. Sr. Burchell leve a honra de
fornecer por decreto especial assignado pelo lord
de alta reputado Dr. P. Chamberloo no 1." de
junho de 1792, a SS. UM. el-ret Jorge III e a
rainha Carlota os coliares medicinaes anodinos
para uso dos meninos da casa real da Inglaterra,
durante o tempo da dentico. O Sr. Burchell
pai leve tambem a honra de aer previlegiado por
S. H. re Guilherme IV, e de fornecer estes col-
lares medicinaes anodinos a todos os fllhos de S.
M. el-rei Osear da Suecia, e de S. A. R. o grao-
duque Leopoldo da Toscana, (preco flxo 8a.)
DEPOSITO GERAL, RA DO PARTO
NUMERO 119.
Rio de Janeiro.
Pede-ge a pessoa que por engao levou o re-
logiodeouro aabonele patente suiuo.sendo a ma-
china de poDtas com os aeguintes signaes: caixa
revrada, tendo na lampa da dobra caixa.pelo lado
exterior a rma de Adolpho di Rocha feita 4 pon-
a de buril, com os denles do rochedo quebrados,
que quetendo dar corda soltava, tendo a mola do
roebedo estragada com marcas de pieos da lima,
o qual previno a todos relojoeiros eslabelecidos
e particulares o obsequio de o preoder, no caso
que sejs offcrecido para concertar oa vender.
O actual escrivo da frmandads do SS. Sa-
cramento da freguezia de Santo Antonio, convi-
da a todos os irmos queiram comparecer no dia
J6 4oTorrente, as 11 noras,-no consistorio 4a
referida igreja, aflm dei se proceder a elei;o da
en- nova mesa que tem de funecionar no anno de 1861
l 1891.-F. da Silra Reg.
Vende-se a bordo do hiate Camaragibe: a
tratar com o mestre a bordo, ou na ra do Viga-
rio n. 5.
Vende:se urna esersva em conta e bonita
figura, com idade de 30 annos, pouco mais ou
menos: na ra larga do Rosario n. 36, primeiro
andar.
Vende-se a taberna da ra eelreita do Ro-
sario n.40 : a tratar na mesma.
Vende-se urna mulata de Idade de 40 a 45
annos, ptima para lodo o servico de urna casa
nos Remedios, olaria de Manoel Ignacio Avila.
Arroz.
das Alagoas por prego muilo
al ;'
Vende-se arroz
commodo : na travesa do arsenal d guerra nu-
mero 9.
Vinho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmos & C, ra d*
Cruz n. 10 enoontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenbtirg Freres e
dos Srs. ldekop Mareilac & C, em Bordeaux.
. Tem as seguales qualidades:
De Brandenburg f reres.
Su Estph.
St. Julien.
Margaux.
La rose.
Cha tea u Loville
Cha tea u Margaux.
DeOidekop A Mareilhac.
St, Julien. ,; '
Su Julien Mdoc. -tiji_
Chateau Loville.
Cognac em barris qualidade fina.
Cogtac em caitas qualidade inferior.
Na mesma
vender:
Skerry em barris.
Madeira em barril,
casa ha para
mu.


'

DURIO OK PJERNAMCCO. QUARTA FEIRA 22 DE M4IO DI 1861
------------------------- I..,,.____________________________!__________________________.
l
tJma peiios que lem ensinado com felia resul-
tado a tallar, escrever e traduzir a Maguas ingle-
za e francesa com exercicio de conversacao mo-
cidade de ambos os sexos, lalo no Rio como na
Bahia e aqui meimo em Percambueo, ollerece
de novo o sea presumo aquellas pessoas que qui-
zerem-se applicar era qtnlqaer desles Miomas,
Eara o que devem inarniar-se oa ra da Crui n.
2, ou na ra da Cadeia Velha u. 1.
Aos Srs, cocheiros.
' Em Sanio Amaro ao p da fundtco taberna de
Jos Jacinlho de Carvalho se contrata urna fre-
guezia ou mais, conforme fdr a porco de capim
qne tomar, com a condico de se botar na co-
cneira de quera este negocio quizer fazer, sendo
O capim da melhor qualidade.
T"
()
Julio Si Conrado continuara a receber
obras por medida avontade de seus nu-
merosos freguezes e recebe.n toda obra
que nao Acara vootade do freguez, lera
sempre porcao de Ogurnos a escolber o
goslo e commodo das pessoas, debaizo
da direccao de sea mestre alfsiate que
j bem conhecida a sua tesoura, rece-
bem Qgurinos por todos os vapores.
Existe na Ponte dos Carvalho*, em casa de
Mariano da Silva, capito de campo, um moleque
de 12 aonos de idade, com ferro ao pescoco e com
um signal de carne no peilo, o qual nao quer di-
zer quera seu senhor, cujo senhor pode diri-
gir-se ao annunciante.
Aluga-se urna sala com 2 quartos, oa ra
do Imperador : quem pretender, dirija-se i ty-
pographia do Constitucional.
Aluga-se um terceiro andar e sotao, com
excellentes com modos e bastante fresco, no bair-
ro do Recife, ra d Amorim n. 27 : quem o pre-
tender, dinja-se a mesma ra n. 46, que achara
com quem tratar.
O abaixo assignado faz sciente aos seus de-
vedores que tenham a bondade de ir saldar seus
dbitos na taberna sita na ra da Imperalriz n.
4 al o dia 15 de junho, do contrario terso de
pagar a um procurador judicialmente sem mais
demora.
Francisco Fernandes de Farias.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos porj^
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido iim-inrtinunto Js <.;.
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Jendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
No grande salo da ra do Imperador
No grande salaoda ra do Imperador
No grande salaoda ruado Imperador
No grande salao da rturdo Imperador
No grande salaoda ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. W. Usborn, o retratista america.
notem recentementerecebido um gran-
de e variado sortimento de caixas, qua.
dros, aparatos cbimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte-
Como tambem um grande f ornecimen-
to de caixas para retratos de 3#000 rs-
cada um, as pessoas que desejarem ad-
quirir conhecimentos praticos na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condicoes muito
razoaveis.
Os cavalheirosesenhoras sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima tica anunciado.
Aluga-se um sitio com boa casa na Capun-
ga ; quem o pretender, dirija-se a ra do Vigario
numero 31.
ma o r. Joaquim da Silva Gusmo pode O
ser procurado para o exercicio de sua profissao medica a" qualquer hora do dia SQ
ou da noite no largo do Carino n. 5, pri- S
meiro andar:
Bratfttfe atme mtmm^
O Senhor
Ceatano Aureliano de Carvalho Coulo, queira ir
a fabrica Sebastopol, a negocio que lhe diz res-
peilo
commiso de escravos;
pateo do Paraizo n. 16,
sobrado que foi do fal-
lecido Nicolao.
Para a dita casa foi transferido o aetigo escrip-
tono de commisso de escravos, que se achava
estabelecido na ra larga do Rosario n. 20, e abi
da mesma maneira se contina a receber rscra-
vos para serem vendidos por commisso, e por
conta de seus senhores, nao se poupando esforcos
para queosmesmos sejam vendidos com promp-
lido, aflm de que seus senhores nao soffram em-
pate com a venda delles. Neste mesmo eslabe-
lecimento ha sempre pira vender escravos de
ambos os sexos, velbos e mocos.
Precisa-se de urna mulher que se preste ao
servico ordinario de urna casa, e queira acompa-
nhar a urna familia a provincia da Parahiba ; a
tratar na ra da Unio n. 50.
Industria.
Sida-se qualquer peca de louca ordinaria,
porcelana, vidro e barro, seja qual for a qualida-
de do objecto : na ra do Livramento n. 31, loja
de calcado.
Modista de Lisboa
Na roa das Cruzes n. 24, primeiro andar, fa-
zem-se vestidos, manteletes, chapeos de seda,]
enfeites de cabera, tambem se lavara e eufeitam
chapeos de palha de senhora, tudo com promp-
tido e pelo goslo de Paris, para o que rec-be Q-
gurioos por todos os vapores que vem da Eoropa.
Trocase
por moeda corrente as notas geraes
dos padroes seguintes:
Brancas de 1$ com urna figura.
Ditas de 59 com urna dita.
R6xas de 50g.
Brancas de 5000.
Verdes de 500#. ^
E mais: notas do banco da Bahia
de 10$ ri. e 200 rs. ditas da caixa
filial da dita de 20$ : na ra da Cruz
do bairro do Recife, armazem n. 27.
Cdulas,
Trocam-se com mdico descontoas notas ge-
raes do thesouro, que se esto recolhendo, e
bem assim de diversos bancos do Rio de Janei-
ro e Bahia e da caixa filial desta ultima cidade :
na hvraria, econmica, ao p do arco de Santo
Antonio-
Dentes arteficiaes.
A viuva Jane, dentista, achando-se reslabele-
cida dos seus longos encommodos de saude vai
continuar a trabalhar por sua arle, e desde j of-
ferece ao respeilavel publico os seus serviros
a qual quer hora do dia, em sua residencia na ra
de Santa Rila n. 61, com a perfeicao bem conhe-
cida dos seus numerosos freguezes ; nao rece-
bendo paga alguma de qual quer trabalho tenden-
te a sua arte, sem que ffquem plenamente satis-
fetos, E especialmente das enhoras, de quem
espera proteccao e preferencia, pela franqueza e
menos a canhareento que devem ter com o trato
delicado de urna pessoa de ignal sexo.
Jos Epifanio Durao por si e co-
mo procurador de mais herdeiros de
seu pai Francisco Antonio Durao, par-
ticipan! ao publico que ninguem faca
transaccao alguma acerca das casas n.
37 e 45 da ra da Cruz (outr'ora n. 18
e 22), ilha do Nogueira, fazendas de
gado, escravos e mais bens que foram
de Jos Bento Fernandes, e que estao
na individa posse da junta administrati-
va da Santa Casa da Misericordia do
Recife, de Flix da Cunha Teixeirs e
mais herdeiros de D. Antonia Felicia
de Amorim, pois que sobre ditos bens
teem os annunciantes accaoque cor-
re pela primeira vara do civelEscri-
vao Baptista.
Recife de Pernambuco 18 de
de 1861.
Deseja-ie saber quem o corres-
Cear : na Hvraria da praca da Indepen
ca n. 6 e 8.
..-HfffffffHffflfL..
Precisa-sa alugar duas pretas para vender
i ra : a trstir na ra de Santa Rita n. 27, se-
gundo andar.
f
STAHL C. I
IRETMTISTA DE S. H. 0 IMPERADOR.
inaio




8
:~Rua estreila do Rosario-3
Francisco Pinto Uzorio continua a col-
locar dentes artificiaos tanto por meio de
molas como pela presslo do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obra* nio
fiquem a vontade de seas donos, tem pd _
e oulras preparajes as mais acreditadas j
para conserva^io da bocea.
.*
Quem tiver cootaa contra a galera dioamar-
queza Himalaya. capito B. G.Bendixeo, far
o favor de as entregar nestes tres dias, da data
de boje 20 de maio, no consulado da Dinamarca
ra do Trapiche n. 18, ficando certos que depois
deste tempo nenhuma reclamacta ser altendida.
_ Aluga-se o terceiro e quarlo andar.om so-
tao e cozinha da ra do Trapiche n. 18, junto ou
em separado, se convier; tambem se poder* ven-
der a mobilia e trem de cozinha; a fallar no ei-
criptono da me;ma casa.
Escripturaco
mercantii.
Urna pessoa competentemente habilitada e em-
pregada no commercio, deseja encarregar-se de
trabalhos de escriplurago mercantil, por qual-
quer das formas (siogella ou dobrada] lomando
sobre si a respoosabilidade de todo o trabalho
que lhe for confiado : para informagdes, na pra-
5a da Independencia n. 34, onde se poder dei-
xar carta fechada com as iniciaes T. H.. ou auem
pretender, annuncie por este jornal.
Para quem servir
a carapu Roga-se a pessoa que nesta praca re-
cebe cartas vindas pelos paquetes da
Europa para fazer entrega a seus do-
nos e amigos que perca o costume de
abri-las antes de fazer entrega a seus do-
nos, do contrario podera' dar em re-
saltado algum prejuizo ao mesmo
senhor.
Atten^o.
Perdeu-se domingo no convento de
S. Francisco por occasiao da testa do
Espirito Santo, um anel de oui-o tendo
urna pedra de bnlhante, e ao redor
desta outras pedras menores : pede-se a
quem o achuo'ou a quem elle fr ofFe-
recido que tenha a bondade de dirigir-
se a ra do Crespo loja n. 20 B, que
sera' generosamente recompensado.
Aluga-se a loja da casa o. 86 da roa da Im-
peralriz ; a tratar no segando andar da mesma.
Aluga-se urna crioula para urna caa de fa
mar e cozinhar, e qual
quem preciiar, dirija-
Aluga-ie o primeiro andar do iobrado-da
ra fio Argio b. 26, e urna mei-agua na ra do
Caldeireiro d. 9 : A traUrn fWBMriwapo n'. 7,
loja de Guiaarae & Lima.
Precisa-se de urna ama que saiba engommar
e coier; na ra Nova n. 33. ^
Sem excepto.
Quem me avisa meu amigo e.
Joo Gasemiro da Silva Hachado avisa a seas
devedores qae nao lhes vindo pagar al 20 do
correte, o far judicialmente, desta data em
diante.
Publicaccs do instituto homeopa-
llia do Brasil.
DICCIONARIO POPULAR
OE
MEDICINA nOHEOPATHlCA
Obra indispensavel 6 todas as
pessoas que quizerem curar ho-
meopatliicomenfe,
CONTENOO:
A definigo .c/aro dos termos de medicina : tu
causas mais frequentes das molestias: os symp-
tomas, porque estas se faxem conhecer : os me-
dicamentos que melhor lhes correspondem : a
quantidade as dase* de cada- medicamento e
seus respectivos intervalos nos molestias agu-
das e chronicas: a hora do dia ou da noite,
em que os medicamentos desenvolvem melhor
saa acedo : a maneira de alternar os medica-
mentos : a maneira de curar os envennamen-
os, as mordeduras de cobras, focadas, tiros,
uedas, pancadas e fracturas e todas as mo-
eslias conhecidas, principalmente as que gras-
sam no Brasil, qur as pessoas livres, qur \
as escravas: os soccorros que se devem pres-
tar mulher durante a prenhez, na occasiao
do parto e depois delle: os cuidados que a
crianca reclama^, qur logo depois do nasci-
mento, qur durante a infancia: os perigos
que eslo sujeitos todos os que tomam reme-
dios allopalhicos: e muitos outros artigos de
vital interesse ; bem como urna descripeo con-
cisa, e em linguagem acommodada intelli-
gencia das pessoas extranhas medicina, dos
orgaos mais importantes, que entram na com-
posigo do corpo humano, etc., etc., com duas
estampas, urna mostrando qaanto possivel to- '<
dos os orgaos internos, com a sua explicaco '. ."j. k*u j. v i.m muin
pAtiio/oyica e oura mostrando as differentes Ra da Imperalriz numero i 4
regxoes abdomwaes. (A prxmexra colorida pa- w
ra os senhores assignanles.)
PELO DOUTOR
SABINO OLEGARIO LlDGERO PIMO.
O Diccionario Popular de medicina homeopa-
tbica urna obra completa de homeopatbia, o
resultado da pralica dos hoaieopalhas europeos,
americanos, particularmente dos Brasileiros, e
da mioha propria experiencia ; ella satisfaz inlei-
ramele os mdicos, que quizerem experimentar
ou exercer a nossa medicina ; e muito mais an-
da aos paes de familias, qur das cidades, qur
do campo, chefes de estabelecimenlo, capites dt
navio, curas d'almas, etc., quo por si mesmos
quizerem conhecer os prodigiosos effeitos da ho-
meopathia.
N. B. Tencionando o autor, aproveitaodo sua
viagem Europa,fazer imprimir all o Dicciona-
rio Popular tal qual o havia feilo, aconleceu
que antes de incetar a publicaco visse elle obras
mui modernas de medicina, abundantes de ideas
novas, e ento resolveu mudar inteiramente o
plano que havia concebido, e dar toda a expan-
so e clareza a essa obra, de modo que tanto os
homens versados na sciencia, como os que o nao
sao. podessem tirar delta o mximo proveito pos-
sivel, -
cirao
taria, se publicasse a obra, como a principiejli-
nba orgaoisado.
O Diccionario Popular de Medicina Homeopa-
thica, como agora est composto ser sem duvi-
da a obra mais til de todas que se tem publica-
do. Ella constar de 3 volumes com 1,500 pa-
ginas pouco mais ou menos.
iar. JDepois de impresso custar 25$.]
Ach-se igualmente em va de pnblica-
co a segunda edffbo do
THESOURO HOMEOPATH1CO
oo
Vade-mecum do homeopatha.
Esta nova ediccao em tudo superior pri-
meira, tanto no que diz respeito disposicao da
materias, como no que relativo ao modo de ad
ministraras dses, ao esludo dos temperamentos
s molestias hereditarias e contagiosas, a hygien
ne pratica, etc., etc. Com urna estampa demouse
Ira ti va da continuidade do lubo intestinal desd-
a bocea at o recto.
A assignstura de 8$ pagos na occasiao de as-
sigoar. [depois de impresso custar 12 pelo
menos.)
As pessoas que quizerem assignar urna e ou-
tra obra pagaro apenas 20 em lugar de 23.
N. B. A assignalura, qua nao for acompanhada
d respectiva importancia, nao ser considerad
como tal.
Assigna-se em casa do autor, ra de Santo A-
maro, [Mundo NovoJ n. 6.
&wmm-mmmm mmmm
Dentista de Paris.
15Ra Nova15 8
Prederic Gautier, crnrguo dentista, faz S
todas as operacoes da sua arte e colloca *
dentes artificiaos, tudo cora a superior!- o
dade e perfe$o que as pessoas entend- II
das lhe reconbecem. S
Tem agua e pos dentifricios etc. o
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casad a Samuel P.
Johston & C, ra da Senzalla Neva n. 52.
Ha para alugar-se um bom terceito andar
e sotao com cosioha etc., etc., era urna ds ras
tratar na ra da Cadeia n. 33, loja
pondente do Snr. Dr. Joaquim Antonio ^iu.dio. Agostinh""de Barros, junto a capella de
Alvo. R.k:__ j Jose d0 sanguiaho, naooite de 13 do corren-
Alves Ribeiro, residente na provtncia do te. ara cavilo oe ttl. eastanho, grande, con
larn ; no I.,,.-.. J_ _._. J_ I_J_:___ urna eclroll. h..-..__t .--.- j "*
e
(Outr'ora Aterro da Boa-Vista.)
|l\etralos cm todos es-
telos e lamhnlios.
Pintura ao natural em
| o\o eaquareWa.
| Cofias de daguerreo- |
i tjBo e outros arte
| tactos.
| \mbrotypos.
Pttisagens
u
Sendo preseutemente
Satos Vieira ounicogaranti-
dor de bilhetes de l>teria, os
sera embargo de trazer-lheissoum aceres- '.
de despeza de dous tercos mais do que gas- QUaeS SaO TUDriCaaOS C0U1 tin-
Se Oublicasse a nhra rnmn a nrincinia !!_<.. 1
ta de i-oprensa, os que nao
forem vendidos com a sua
firma devem ser considerados
como um laco apiado a boa
*" dos inooutwc. -
Hotel Trovador,
ra larga do Rosario n. 44.
O dono deste estabelecimenlo contina a for-
necer comidas para fra,
CONSULTORIO ESPECIAL
IIOMEOPATUICO
DO
DR. CASAXOVA,
30-Hua das Crnzes~30
Nesleconsultoriotem sempre os mais
novse acreditados medicamentos pre-
parados em Paria (astinturas) por Ca-
tellan e Weber, por pregos razoaveis.
, Os elementos dehomeopatbia obra.re-
i commendada intelligencia de qualquer
1 pessoa.
Joao Correa de Carvalho, al- ,
| faiate, participa aos seus nume-
rosos freguezes e amigos que mu- @
dou a sua residencia da ra da
Madre de Dos n. 56 para a ra
da Cadeia do Recife n. 38, pri-
a) metro andar, aonde o encontra- S
9 rao prompto para desempenhar @
8 qualquer obra tendente a sua
arte. g
Leiam todos.
Sabbado 25 do corrente es-
pira o prazo que a viuva Dias
Pereira A C.marcaram a seus
devedores para que lhes fos-
sem pagar e como o nao que-
rem fazer rarticipa-lhes que
de segunda-feira 27 em diante
se proceder essas cbranos
judicialmente sem excepeo
de pessoa, e para que nenhum
dos Srs. devedores se julguem
offendido faz o presente para
.fue chegue ao conhecimento
de todos.
Portarlo do sitio da viuva do commendador.
A viuva e administradores do casal
de Joao Tarares Cordeiro tendo por
duas vezes por este jornal pedido aos de-
vedores ao dito casal para que saldas-
sem suas contas, tem passado pelo dissa-
bor de nao serem attendidos, sengo por
muito piucos e por isso com bastante
repugnancia se resolveram a entregar
aoseu procurador o Sr. Miguel Jos de
Almeida Pernambuco os ttulos de di vi
ansT vrBh.vrV^ promov daecobr0fl,^d0 ^p61^
qaer arraojo domestico : quem preciaar. dirija- PromOTer a cobranca, o que previne
se a ra do Nogueira n. 19. a0 mesmos devedores para seu soverno
nK^tr86. "*nli de 5^ auro" "bre "e- Recift ,8 de maio de 1861.
^^spp:.:r: *^&%*?*
S=a -HSPS^
GABINETE
Medico-cirurgico S
DO i
Dr. Americo Alvares Guimares,*
A* ra Nova n. 21,1-andar, pro-
Sumo i entrada da Camboa do Carmo.2
a) Ahi se o achar prompto acudir a <
^ quaesquer chamados, quer cara o curativo Z
tde molestias concernentes medicina ou j
cirurgia, quer para proceder a exames me- 2
$ dico-legaes.
As pessoas que por acaso rrno acharem
deverao ahi deixar bilhetes em que de-
clarem os seus nomes, ra e numero de
cass, afim de serem devidamente salis-
te! tas.
Os indigentes enfermos serlo igualmen-
te attendidos e medicados sem paga do
I menor honorario.
Precisa-se comprar urna rsela de brilhan-
tes a tratar na ra eatreita do osario n. 4.
Antonio Cabral, subdito poiluguez, retira-se
para o Rio de Janeiro.
9
m

Despedida.
0 coronel Trajano Cesar Builamaque, feodo de
relirar-se para a ilha de Femando de Noronba,
para onde vai na qualidade de commanlante in-
terino, e nao podeodo despedir-.se dos seus ami-
gos e pessoas com quem lea releedea em cooie-
quencirda rapidex desua viagem, pede desculpa
de o nao fazer e offwece alii sea preatimo.
Aluga-se o primeiro andar da ra da Cru
ddRecle, proprio para escriplorio ou homem
soiteiro, ou de pouca familia : a tratar no ar-
mazem do mesmo o. 31.
urna estrella branca na' tesla, e sigoa! tambera
branco redondo na taboa do pescoeo do lado es-
querdo ; o cavallo est carnudo, anda de batxo a
meio spero, e tendo a clioa e cauda compridas,
chou-se do baixo de um arvoredo no sitio de-
fioote, cabellos do mesmo cavallo que corlaram
para o disflgurar : quem o levar ao mesmo sillo
cad delle'8er generosamente gratifl-
A agencia do va-
por de reboque.
Acha-se estabelecida no escriplorio da compa-
nhia Peroambucana no Forte do Mallos n. 1, on-
de se recebem avisos para qualquer servico ten-
dente ao mesmo vapor.
CONSULTORIO ESPECIAL HOHEOPATBICO
no DOUTOR
SABINO O.LPINHO.
lua de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
al meio dia, acerca das seguintes molestias :
loiestiaa das mulheres, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias syphililicas, todas as especies de febres
febres intermitientes e suas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA .
Verdadeiroa medicamentos homeopalhicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias. in-
lalhveis em seus effeitos, Unto em tintura, como
em glbulos, pelos precos mais commodos dos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia : todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteirat sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carleiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Arren Ja-se o engenho Jacir, situado no
termo de Serinh^m, moente e correnle.com ca-
sa de vivenda de sobrado com bastantes commo-
dos por ter outra casa terrea contigua com com-
municacao para o mesmo sobrado, estribara para
quatro aniraaes, olaria e seu respectivo forno.casa
de engenho com urna raoenda que produz calda,
para cincoenta a sessenla pes por larefa com um
parol de cobre sufticientenieote grande, cora
picadeiros para receber para mais de cenlo e cin-
coenta carros de canas, casa de caldeira com dous
completos assentamentos, tendo a casa suficien-
te capacidade, urna destilado completamente
montada contigua a casa de caldeira, cora um
alambique de cobre de continuidade, com suas
respectivas garapeiras que produz urna pipa de
agurdente por dia.de vinle e dous graos pelo
arioaietro_ de Cartier, casa de purgar para rece-
ber mil pies completamente arraojada, com dous
tanques para deposito de mel (de madeira de ama-
relio], com dous couxos tambem de amarello ;
casa de encaixamento com quatro balcoes, sna
respectiva estufa e caixoes para deposito do as-
sucar, casa do fazer farinhacom um grande foroo
e completo aviamento; grande armazem para de-
posito de gneros por baixo da casa de vivenda ;
senzalla para habitar trinla casses ; sendo o seu
locomotivo agua, que nunca falla seja qual fdr o
verlo ; copeiro, com urna roda de ferro com qua-
renta palmos de dimetro : todas as obras referi-
das de pedra e cal, e com ptimo madeiramento
Sendo o embarque dos gneros que exporta den-
tro do mesmo engenho por estar a beira rio e a
beira mar. Os partidos sao a roda do engenho,
todos lavradios e do melhor massap que se po-
de desejar para a prodcelo de casa ; assim co-
mo todas as ladeiras, por" serem composlas de
barro moriquipi e gomoso, com matas tambem a
roda do engenho de sufficiente capacidade para
dar estArae niri Aarjta a Unbu o.- .i-*\ dtxm fos-
os e casa de caldeira, e madeira para carros e
reparos que fdr mister fazer-se nos edificios rus--
ticos. Os partidos tanto de varzea como os de
ladeiras com capacidade de produzir de quatro a
cinco mil paes sem nunca ser preciso plantar na
palha ; com um ptimo cercado para animaes, e
extraordinariamente grande e urna grande parte
coberta com capim milhan. Com trras por abrir
de fcil esgoto cujo solo de massap. Esle en-
genho finalmente um dos de primeira escala
que tem esta provincia. Arrenda-se vendendo a
safra que existe fundada para a colheila de 1361,
a findar-se em 1862, sendo avaliada por peritos,
assim como o prego dos paes. As condices e
tempo do arrendamento se combinar com quem
o pretender, que dever procurar i seu propie-
tario o coronel Gaspar de Menezes Vasconcellos
de Drummond no sitio de sua residencia no Man-
guinho, que se acha a casa de vivenda no princi-
pio das duas estradas e que vai para a ponte de
Uchoa.e dos Aflictos. de manbaat 1 hora da
tarde.
Aluga-se urna casa com 4 quartos 2 salas,
copiar fora e cozinha, agua de beber, bom quin-
'a' com Iructeires. no principio da estrada dos
AIlictos ; a tratar no silio do Chora-meninos.
Precisa-se de urna casa lerrea ou ura pri-
meiro, segundo ou terceiro andar, nos bairros de
Santo Antonio. S. Jos ou Boa-Vista : na ra de
norias n. 90.
. ~ Precisa-se de urna preta escrava para o ser-
vico interno e externo de urna casa de pouca fa-
milia ; a tratar na ra da Cadeia do Recife n. 22
primeiro andar.
1 Attenco. |
g .. francisco Xavier Pereira de Brilo, so- '
|| licitador da fazenda geral. tendo exercido
por espago de 8 aonos o officio de solicita-
dor de,causas na cidade de Porto-Alegre,
adquirindo por isso urna grande pratica,
pretende aqui encarregar-se do andamen-
to de qualquer C3usa nos differUles jui-
zos, despachar escravos e tirar passapor-
les na polica, e promover cobrancas. E
como tem na corle sua disposigo um
habilitado procurador tambem se encar-
rega de mauder agitar l o andamento de
qualquer prelencao perante as secreta-
rias de estado e thesouro, e de qualquer
causa que tenha de seguir por meio de
recurso para o supremo conselho.
Qualquer pessoa que se queira utilisar
de seu prestimo pode o procurar das 9
i horas da manha al as 2 da tarde na ra
X das Trncheiras u. 13, o fora destas horas
m na ra de S. Praucisco, sobrado n. 72.
-O abaixo assignado comprou ao Sr. Manoel
Florencio Alves de Horaes a sua loja de fazeodas
sita Da ra do Queimado n. 41 ; se alguem se iul-
gar com direito a mesma, baja de roclamar no
espato de 4 dias, a contar da presente data. Re-
cife 20 de maio de 1861.
Jos Joaquim de Pinho Mendonca.
Pede-se aos Sis. Francisco Jos do Amaral
e Jo Honorato de Medeiros, moradores fora
desta praca, que queiram dirigir-se a ra do Cres-
po, loja n. 8, ou declare sua morada para serem
procurado.
Arrendase a propriedade da ilha da Lame-
nha, situado entre a barra de Serinhem e a Ga-
mella,com casa de vivenda, salioas,bastantes co-
queiros, e eateoso terreno para todas as quali-
dades de planiagoes: na ra do Cabug. loja nu-
mero 19.
Joaquim Ferreira Valente, subdito portu-
guez, vai fazer urna viagem a Europa, levando
em sua companhia duas irmlas, o que az pu-
blico em cu m primelo a lei.
Convite.
Attenco e muita atteoco.
^' ^ C" ""d* odas as familias que
quiaerem honrarxom suas presencas a salla do
primeiro andar da ra Estrella do Rozario n. 11
Zr,ma feu esab*lecimento a virem lomar
sorvete e outros gneros tendenlea a confeitoria
?? Jl-viea com l^ acei0 Preparado com
rica mob.lia rnesis de marmore o Iluminado
a gaz, advettiDdo que serao servidos com toda a
promptldao, e preso* mdicos.
\
Sorvetes
Sodr 4 C. avisa ao respeilavel publico e com
particulandade aos senhores scademicos que qui-
zerem honrar o seu estabelecimenlo na ra Es-
trella do Rozario n. U a virem lomar sorvete
pM o qua estar pramplo lodos os dUa das p
horas da tarde era dianle advertindo que de do-
mingo (9, em diante haver tambem ao meio
010.j
Armand Pedro Luiz Massy. subdito francez
empregado na via-ferrea do Recite S. Francis-
co, vai Franca tratar de negocio de seu parti-
cular interesse. v
Joaquim de Albuquerque e Mello embarca
para o Maranbo o orphao menor Joaquim para
casa do to do mesmo menor, Antonio Jos de
ssouza Mximo, residente em dita provincia.
Precisa-se de urna ama para todo o servico ;
a tratar na ra das Larangeiras, primeiro andar
numero 14.
AGBADEMMENTO
Forte inflamimacao do baco
Irrpellidopela gratido a mais sincera, e em
abono da pura verdade, vou agradecer ao Sr. Ri-
cardo Kuk. escriplorio ra do Parlo o. 119, pelo
feliz curativo que acabo de receber por meio do
suas chapas raedicinaes, ficando perfeilamente
bom em menos de 40 das, de urna forte inflam-
macao do bago, de que ha mnito tempo padeca,
eda qual eslava j desengaado de alcaocar me-
Ihoras.
Aceite, pois, o mesmo senhor meus fracos elo-
gios, sendo certo que a to precioso remedio de-
vo boje a miobasiude.
Joaquim Caetano da Silva Campolina.
Queluz, provincia de Minas-Geraes.
Attenco.
Furtaram do engenho Santos Mendes, na co-
marca de Nazareth, do abaixo assignado, ao ama-
nhecer do dia 25 de abril prximo passadq, um
poltro castanho de bom corpo, bonito, com lbu-
mes mircas de chicle na anca do lado di reto
proveniente da moagem de canas, com marca d
peitoral, j muito mango de roda por moer a Ires
annos, lavez tenha feilo a ultima muda.com fer-
ro no quarlo a maneira de um Q manuscriplo pou-
co mais ou menos. Sem duvida foi furtado por
um individuo de nome Hanoel Joaquim, simi-
branco ou pardo, cor delaraoja, de corpo e altu-
ra regular, pouca barba, ladino, l e escreve
bem, e conta, foi cadete e deu baixa. anda aceia-
do ; o qual fra o anno passado da cidade do Re-
cife para o mencionado engenho trabalhar, depois
de pouco tempo passou-se d'ahi para o engenho
Oral, era Pao do Alho ; por ter elle pernoitado
com um pardo cheio do corpo, que ia em sua com-
panhia, no dia 24 de abril, em tenas do engenho
Timbosioho tambem do annunciante, em casa de
um morador, cujo engenho lirailrophe daquel-
le emquefurtou-se o anima); e terem ambos de-
sapparecido na madrugada do dia 25, justamen-
te quando furtaram o animal, e dizero que nesta
manha passaram ambos em Pao do Alho, onde
quizeram trocar o poltro, indo um puxaodo 0 poi
w* A fiilfilmonlado aax um cavallo pudtaz m*.
gro. Consta que o Manoel Joaquim eslivera
amansando o poltro em Olioda na estrada, e que
o poltro dera urna queda em um rapaz, alunado
do Dr. Lobo, que eslava ajudando a amaosa-lo.-
O Manoel Joaquim lem parentes era Olioda po-
rra antes de iubir o anno passado a procurar
servigo assistW no Recife na ra do Pires em um
dos casebres que ha no pateo, onde se concertara
carrinhos de alfandega, em companhia do outro
que foi oreso nofim do anno passado por suspei-
las de Idflro de cavallo, porm assim que foi sol-
lo mudou-se. O Manoel Joaquim costuma mu-
dar o nome, tanto assim que conhecido em
unoda por Jose Francisco.
Roga-se sautoridados policiaes, o a qualquer
pessoa em particular a apprehenso do dito ani-
mal, assim comoa prisao dos individuos, e leva-lo
no dito engenho ou no Recite, aos Srs. Manoel Ig-
nacio de Ohveira e Filho.Laurentino Gomes da
Cunha Beltro.
ma> mm
Compras.
Compra-se um par de meias de borracha,
que esteja era bom estado; na ma da Madre de
Deus n. 36 A.
Compra-se ou aluga-se n'uma das ras re-
tiradas dos bairros de S.Jos ou da Boa-Vista
urna casa terrea com quintal e commodos soffri-
veis; annunciem neste Diario.
Compram-se escravos do sexo masculino de
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra dalmpe-
ratriz e. 12 loja.
Vendas.
Mobilia.
Urna pessoa que sahe da cidade, vende urna
rica mobiliii de Jacaranda; na ra nova de San-
ta Rita n. 47.
Vende-se
farinhs da trra, saceos de alqueire, medida ve-
lha a 4, dita de Santa Ctharina, alqueires de
bordo a 2#600 : na ra da Praia. armazem de
carne secca e farinha, contiguo a ribeira do pei-
xe numero 34.
Attenco.
Deseja-se saber se ainda existe nesta provincia
ou se j fallecido Jos Antonio de Soaza Fiei-
las. Subdito portuguer, para se fazer scieote a
pessoa desua familia ; roga-ae a quem deHe*ou-
oer, o favor de dar noticias no escriplorio de P.
5. Rabello & Filho, que se lhe ficar agradecide!
Aloga-se a loja do sobrado n. 37,-|cmm
ra do Imperador: a tratar no Mondejo, casa 4o
latleciflo commendador Luiz Gomes Pwreira.
.rT. 8Clsa"se ie "r.10*.bat ^'.Mo txe OH
escrava ; na ra da Santa Cruz d. 66.
~ Precisa-se d urna ama de idade para cozi-
nhar efaxer companhia a urna pessoa: ao Reci-
fe, ra dos Tanoeiros, sobrado de doua andares
no segundo se dir quem precisa.
Vende-se um moleque peca para pagem ; quem
o quizer comprar, dirija-se a ra do Cabug nu-
mero 8.
Avariado.
Fioissimo e muito largo madapolio com pe-
queo defeito a 5 a pega ; vende-se na ra No-
va n. 42, loja de Tertuliano Candido Ramos & C.
Livro do mez marianc a 1$.
Acaba de sahir dos prelos desta lypographia
urna nova edijo do mez marisno, segundo se
celebra no hospicio de Nossa Senhora da Penha
seguida de vatio cnticos, e da novena da Se-
nhora da Conceijo, modo de visitar o lauspere-
ne.J antissimo rosario ; vende-se unicamenlo
a lg da hvraria os. 6 e 8 da praca da ludepen-
e#e$ #$* mmmmm
Para bailes e passios. m
Ricos corts de vestido de fil bordado
a matiz de 3 a 4 folhaa e 2 saias a 12* .' X
em casa de Julio t Conrado.
Attenco.
Vende-se urna grande casa terrea oo lugar de-
nooriflado Caldeireiro da freguezia do Poco da
Paneil, coa 4 quartos. paredes dobradas, trras
proprias, com om grande quintal plantado de
novaa e excellentes arvores fructferas: quem
pretender, dirija-se I mesma, que achara com
quem tratar a qualquer hora do ola.





mamo di nmminw. tUatT* FMAU K MAIO DI IBM.
Baoha fina eui copos grandes.
A loja d'guia branca acata de recebar un doto
e grande aortimeoto de hanhaa, eateectos, teos
para caballo, opiata, sabonetas, ec, te., com
isso a estimada banha, fluid* aapolitain. ees bo-
nitos e grandes copos de vidr opaco caos lampa
da metal. Essa banha por aua superioridad e
activos cheiros de ros e flor da lamia, ja bo-
je bao cooheeida a apreciada, e eontiai a ser
vendida a2a>500 cada copa; ai laja d'aguia bran-
ca n. 16.
9*
a} Machinas de rapar.
9 Rodas d'agua.
Moeudas decanna.
aj) Taixas.
a) Rodas dentadas.
g Bronzes e aguilhes.
q Alambiques de (erro.
) Criros, padres etc.,"ete.
a Nafundicode ferro de D. W. Bovfmana
jfc ruado Brum passando o chalari.

Venderse una preta croula, de idsde de 24
a 25 annos, cozinha, lava, engomma bem, e fas
todo o servijo de orna casa de familia : na ra
do Cabng n. 1 A.
Luvas de pellica enfeita-
das para noivas.
A loja d'Aguia Branca acaba de receber pelo
vapor francs, as finas, a bonitas luvas da pellica
onfeitadas, propriss para noivas, a contina a
rend-las pelo antigo e baralissirno preco de 5*000
o par: na dita lula de Aguia Branca ra do Quei-
mado u. 16
. i
ARMAZEM
ROUPA FEITA
Joaquim Francisco dos Santos.
40 MJ4 DO QUEMADO 40
Defronte do becco da Gongregaco letreiro verde.
Neme astabeleciment ha sempre um sorlimento completo de roupa feita da todas, aa
qualidade, a tambem se manda execuUr por medida, i Tontada dos freguezei, para o
aue tem um dos melbores professores.
I
4 PRINAVER1
16-Ria da Cadeia do Recife-t6
LOJA DE HIUDEZAS
M
FonsecadL Silva.!
Sabao inglez o melhor que ha no mer-
cado de 200 a 800 rs., aljofares bonitos
gustos a 600 rs., espelhos pequeosdou-
rados a 800 rs. a duxis, apparelho* pa-
ra brloquedos de enancas a 1$, 2$ e 3J
cada um, escoras para unhas de 800 a
15 Cuda urna, ditas para denles de 400 a
500 rs., baodeijas pequeoas de 1* a
1 1500 cada ama, peotes de tartaruga
virados a 5*, 69, 7$ e 8S cada um, en-
feites de vidrilho a 1J800 cada um, bar-
retes de dito a 1)200, froco de cores a
200 rs. a peca, fitas de velludo com 10
varas a 800,ijj e 1)200 a pega, esceocia
de sabo para tirar no loas a 1$ o vidro,
pooles para alir cabellos a 19400 a du-
zia, caixas do raiz sorlidas a 1)400 a
duzia, cartas fraocezas finas a 'S a du-
zia, ditas portuguesas a 1)800, caniretes
para fructas 4g a duzia, ricas caizas
cora espelhos conteodo perfumaras pro-
prias para tallis de senhoras a 6J e 8J
cada urna, bahuziohos de ditos a 5),
caixinhas de vidros com ditas a 2)500
2 caa uma, argolas douradas a 1)500 a
'%j oos para barba a 400 cada um, agulhei-
j.-.S ros cora pennas de ac a 800 rs. a du-
j zia, colheres de metal prncipe para- ti-
01 rar sopa a 2 cada uma, ditas pequeas
fi?5 Para cn^ a 2) a duzia e para sopa a ,
Wj 45500. pentes de hualos amarellos a ;
>"|j 4500 a duzia e a 400 rs. cada uro, di- i
,,*5 tos para bichos a 280 rs. cada um e a
/& 2(500 a duzia, botdes de madreperola
fj para abertura a 480 rs. a duzia, ditos de
f* osso a 3z0 rs., ditos de louca bonitos
*x3 ^rj ta sortidos a 120 rs, a carta e a 240 rs.
',-ft o masso, pinceis para brba a 400 rs. a
f) duzia, tesouras em carteira a 1) a du-
?{?? zia, caixas finas para rap a 800 rs. cada
^H uma, tranca de caracol a 600 rs. o mas-
*'ii si sapalos de tapete para homem e se-
^,3 nhnra algo par, ditos de peluda a
1)500, aparelho de porcelana para duas
(api pessoas a 6), jarros com pomada a 3$
&5 o par, escovas finas com espelhos para
VP cabellos a 19 cada urna, agua do Orieo-
^ le a 1$280 a garrafa, dita de cologoe a
K*j 2)800 e 4), bengalas superiores de 1) a
/ lj>800 cada uma, e muitos outros arli-
^5 gos que seria enfadonho enumera-los,
Q& os quaes se rendem por presos os maia
V3 baratos do que em outra qualquer parte.
Apolices
Vendem-se 82 apolices da divida pro-
vincial (Ia serie) : a tratar no eicriptorio
da viuva Amorim & Filho, ra da Ca-
deia n. 4-5.
SEDULAS
delJeSfOOO.
Gontinua-se a trocar sedulas de uma s figura
por metale lo descont que exige a thesouraria
desta provincia, e as notas das mais tracas do
imperio com o 'bate de 5 por cerno: no escrip-
& alendes, ra da Cruze
torio de
n. 1.
o
Azevedo
asacas de panno preto, 40), 35) e 30)000
Sobrecasaca de dito, 35) a 30)00
Palitots de dito decores, 35), 30),
25*000 a ^' ''aOlOOO
Dito da casimira da corea, 22)000,
15), 19) o oyooe
Ditos da alpaka preta golla da vel-
ludo, llgOOO
Dito de merin-sitim pretos o da
cores, 9.J000 8)000
Ditos de alpaka da corea, 5) a 3)500
Ditos de dita preta, 9*. 7). 5) o 3)500
Ditos de brim de cores, 5), 4)500.
4*000 a "* ~ 3)600
Ditos de bramante da linho branco.
6S000, 5)000 e 41000
Ditos de merino de cordSo preto.
15)000 a 8)000
Calas de casimira preta e de cores.
12). 10). 9) e 65000
Ditas de princeza e marin de cor-
dio pretos, 5) a 4)500
Ditas de brim branco a de cores.
5$000, 4)500 e 2*500
Ditas de ganga de cores 34000
a Golletes de velludo preto e de co-
\"*4 "" Usos e bordados, 129, 9| e 8)000
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados. 6), 5)500,5) e 2)500
Ditos da setim preto 5)000
Ditos da seda e setim branco, 69 a 5)000
Ditos da gurguro de seda pretos e
de cores, 7JJ00O, 6)000 e 5)000
Ditos de brim a fusto branco,
8)500e 8)000
Seroulas de brim de linho 2)209 i
Ditas de algodio, 1*900 e 1J280
Camisas de peito de fustSo branco
a de cores, 2)500 a 2)300
Ditas da peito de linho 6* e 3)000
Ditas de madapolo branca a di
corea, 3), 5500, 2) e 1)800
Camisas de meias ljOOO
Chapeos pretoa de massa,francezes,
formas da ultima moda 10$,8)500 e 7)000
Ditos de feltro, 6), 5g, 4) e 2)000
Ditos de sol de seda, ingleses e
franceses, 14). 12*. 11 a 7)000
Collarinhos de linbo multo finos,
bovos feitios. da adunia moda )800
Ditos de algodio 5500
Relogios de ouro, patentes borl-
sootaes, 100). 90), 80) e 70000
Ditos de rala galranisadot, pa-
tente boaontaes, 40* 30)000
Obras de ouro, aderecos e meios
adereco, pulseiras. rozetai a
anneis e
Toalhas de linho. duzia 12)000 a 10)009
EAMINERALE
NATRALLEDE VICHY
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n. 22
mm
Calcado barato na ra larga do Rosario r 52.
O dono deste estabeleciment nao lhe sendo possivel
acabar com todo o calcado at o fim de marco, como preten-
b^e a7qiidr|coVe VeDder Pr S^uMe acabar mais
Para homem, senhora e menino.
Extractos, banhas^ cosrae-
tiqaes, e leos, de Lubin
para lencas, e cabellos.
Na loja a'Ageia Branca M ancontra as per-
fumarias cima do bem eonhecido fabrieanta Lu-
bin ; bem aaaim Anea extractos, banhas & &
da outros fabricante* tambem da fama como Cen-
dra y, T'xrtt 4. Bmfim quem se quizer proer de
boa perfuroaria dirigir-se a ra do Queimado
n. 16 loja d'Aguia Braoca.
fez para candiriros.
J cbegou eate gaz tao procurado, bem como
um completo sorlimento dos caodieitos proprios
que se vaadam par muito baos preco : na ros
da Imperatriz n. 12, loja de Raimundo Garlos
Leite jlrmio.
Toalhas para raaos
a 6* a duzia : aa ra do Queimado n. 22. na loja
da Boa f.
Extremadura
Vinho puro de uva
fabricado axpressamento par Jos Anto-
nio da Silva Jnior : vsode-ae a retallio
em cas de Antonia Lopes Braca, ra da-
Cruz n. 36.
Aviso s senhoras
Gama & Silva com loja de fazendas na ra da
Imoeratrz n 60, vendem :
Modernissima seda tarrada cor de canna muito
incorpada, Corado, 2).
Dita branca para vestido de noira, maito in-
corpada, corado, 2*400.
Dita encarnada adamascada para colchas ou
cortinas a 2).
Tarlatanas multo finas de todas as cores, a
rara, 809 rs.
Visitas da cores e pretas muito finas a )
Cambraias brancas e de cores, lavor eslufido.
Tara, 400 rs.
Ditas estampadas muito finas, rara, 500 rs.
Liaziohas de cores muito finas, rara, 360 rs.
Pegas decambria de salpico muito (loa a 49500.
Ditas lisas muito finas com 10 raras 6).
Ditas com 8 lv2 varas 3)200.
Ditas com 6 1|2 varas 23)500.
Chai v de seda chegado pelo ultimo vapor, co-
rado 1).
Um grande sorlimento de liras bordadas e en-
trera eio3 )
Cintos pretos e de
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra
do Cabuga n. 1B
chegado os lindos cintos, tanto pretos com
enfeites de continba, como dourados, e de lindas
fitas e fi velas, o maia fino que se pode encontrar;
isto na loja Aguia de Ouro, ra do Cabugi n. 1 B.
Relogios.
Vende-se aa cata t MuulM Pater d C,
roa do Vigario n. 3 nn bailo tortinento de
relogios de ouro, patento tnglez, de um dos mais
taiHdos fabricante de Liverpool; tantea
UM Tariedede de bonitos irancelins para os
es saos.
Bonets.
Vendem-se superiores benet da merrefoim
para meninos, pelo modioo preco de 25500 cada
ont : na ra do Queimado n. 23, aa lea da
boa f.
Chapeos de sol de sed a 6$.
Vendem-se mnito boas chapeos de sol da seda
com cabo de canna, pelo baratiasimo prego de 6)
cada om : na ra do Queimado n. 22, loja da
boa f.
Guardanapos para mesa
a 35 rs. a duzia ; na ra do Queimado n. 82, na
loja da bea f.
Potassa.
Borzeguios deNantes sola patenta a 8 e 8,500
Dito de ditos sola fina a 7 e 8,000
Ditos inglezes prora d'agui 7,500
Botas de bezerro 7,000
Borzeguins de lustre a 6, 7 e 8,000
Ditos todos de duraque 60O0
Ditos todos de pellica 8,000
Ditos de lustre pespontados 8,000
Sapatoes de lustre de 4, 5 e 6,000
Ditos de lustre de 2 solas 4,500
Ditos entrada baixa de 1 sola com salto 3,000
Ditos de dito sem salto para dansa 2.500
Ditos de bezerro de 2 solas 3,500
Ditos de urna sola com salto
Ditos de uma sola sem salto
Borzeguios de lustre para rapazea a
Sapalespara ditos a 3 e
Ditos de bezerro para ditos a 2 e
Bnrzeguins de setim branco para senhora
Ditos de duraque branco
Ditos de ditos decores
Ditos de cores com gaspeas
Ditos de ditosa
Ditos de dito dito
Ditos de ditos para menino
Chnelos de couro de cabrito
2,800
2,400
5.000
4,000
3,000
5,000
4,500
3,500
4,000
3,500
2.500
2,500
3,000
Fleur d'harlebek e borba.
Becebeu-se o verdadeiro tabaco fleur d'harlebek e o superior tabaco de borba do Para em
Recife"' 15"o" "" amaDteS SUDenorfuma5a Para 1ue "enham munir-se na ra da Cadeia do
dentro Commercial.
VA
coberlos e Jescobertosr pequeos e grandes, da
ouro patente inglez, para homem e senhora de
um dos melbores fabricantes de Liverpool, viu-
dos pelo u'timo paquete ingtez : em casa da
Sonthall Mellor & C.
Rala Senzala Novan.42
Vende-se em casada S. P. Jonhston A C.
sellinse silhes nglezes, candeeiros e casticae
brenzeados, tonas nglezes, fio de vera, chicote
para carros, e moniaria, arreios para carro da
uot a lous cvalos relogios de ouro paienit
.nglaz.
Potassa da Bussia e cal de
Lisboa.
No bem eonhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potasaa da Russia, nova e de superior
qualidade, alsim como tambem cal virgem em
pedra ; ludo por precos mais baratos do que em
outra qualquer parle.
A 200 rs. o covado
Vendem-se ricas e finas casas de cores, esco-
Ihldos padres : no armazTn de fazendas de Joio
Jo de Gouveia, ra do Queimado n. 29 ou-
tr'ora 27.
Atiendo
lina canoa,
Kaf-Oh quef
1 pechincha I
Attenco
O abaixo assignado vende a arnacao
e um pequeo resto de calcado rancez
da sua loja da ra larga do Rosario n.
k2' a bem afreguezada, 'dando cora
bom abate, tanto em uma cousa como
em outra, afim de liquidar antes do fim
da mez correte : a tratar na mesma a
qualquer hora.
Joaquim Bernardo dos Re,
Vendem se dous ton adores de Jacaranda, 18
cadeiras a 1 lavatorio, 6 quadros dourados com
estampas, tudo em bom estado e por mdico pre-
go ; n rus o Cadeia do Recife, armazem n. 63,
confronte ao arco da Conceicao.
GAZ.
A 120000.
Chapeos de seda para sonriera nraito
bonitos para acabar vende-se por eate
preco.
A. 400 rs. o covado.
Mimos de sinhazinha fazenda proaria
para vestidos de saohovss.
A 6^500 o corte.
Cortes de cambrai* braveo com to-
bados bordados.
A 280 rs. o covado.
Cambraias organdys padres liodis-
mos: na ra do Crespo n- 17.
%
_______ t
Farello a 3,ooo ris
e cana a 240.
Vende-se faraUo a 3,000-riso sacco.cana en-
garrafada a 240 a garrafa, oa travesea do pateo
do Va raizo n. 16 casa pialada de amarello.
Pede-ae a todas os asslgnantes dos caodieiros
econmicos que hajam de vir aortir-ae de gaz por
ter chegado grande porcao no deposito da roo-
Nora n. 20. do Visnoa.
Agua balsmica para
denles.
A loja da aguia branca avisa as diversas pes-
soas qua nansa procurado tal agaa, e as que de
novo aequuerem utilisw da lio naeaaaari agua
balsmica, que ella acaba o cbagar em dita loja
ondesomenlea enconlrario. Quern tem uaado
dessa aguasaba perfitamente das virludes delta
e quern de novo comprar achara que duas a tres
gotas della em meio copo d'agua pues, e com ella
esfregando .se os denles, e lavando-se a bocea oa
alveja.fivra-oa da carie, fortifica as gengivas e
acaba o mo cheiro quando ha denles turados o
praco continua a ser i |J o frasqaiamo : lea
djt a|nU branca, roa do Queimado n. l. '
Cm veles fixos Dar abrir
para
latas.
Vende-se fiau caivetes fioa propvies pora
abnr latas de Mtdioha. bolachinbas, doces etc. a
Icoda mn na ras do Queimado, toja de aguia
banear. 16: ^
|Thoai Lopes de Sena.
I Ra Nova n. 32.
Recebeu em direitura de Franca pelo
I ultimo paquete bons abjectes de modaa
| como sejam erjfeltes de cabeca para se-
nhora, pretos e de cores-
Vende-se uma excellente canoa quasi nova,
que carrega 450 feizes Oe capim : a tratar na loja
de fazendas ao p do arco de Santo Antonio.
Gurgel & Perdiga
Ra da Cadeia loja n. 23.
[Completo sorlimento de fazendas/!
Receberam vestidos de blonde com
manta, cappllae saia de setim.
Siotos e tilas para eofeitar vestidos de
cassmentos e enfeites modernos para ca-
beca.
Luvas de Joutin preco fixo a 2,500 rs.
Chapeos de seda de cores para senho-
ra, ditos de palha da Italia, ditos de di-
to a Garibatdi, veos tocados para os
meamos.
, *** d eda de todas a larguras e"
de difirenos cores e quaUdades, ditas
decascarnllias.
Fil de seda
com salpica.
branco, dito de linho
Ri
mos de flures de taranja para noiva.
Toquinhas para menino se baplisar de
diversas cores, meias a sapatinho para
os mesmos.
Ricos vestidos de blondo com 2 salas
o 3 babados na prfmeira saia, ditos de
seda preto de 7 babados, e aintos com
Bvells par senhora. ,
Recooe-se Hgurinoa todos os raezei e
A taa-ae vestidos cena maiU perfeijao.mia-
telele, capas, vestuarios para meartaoo
se bapuaaaeos inda maja quanto per-
^B tence ao teilet de ama seniora.
Galanteras.
V Mm d'Aguia
uta beWo aorthaeirto de bonita
9^l#t>aS|elliUf da dr*tras; os esti van-
STSJ^S225l" t&SJW******0. .s-
7ZZ? 22"?*" dondis oom 6 frasquinhos
a 1$50US>, oWvTnti.s com cheirosaa pastilhaa para
f*r r**" .ote. k 4 aOO ua:e
OH to}a d'Aguia Branca ra do Queimado
lo.
Vestidos snperior de seda de cor.
Vestidos de cambraia branca bordados
e de phaolasia modernos, lencos de labe-
ryntho.
Manteletes, taima, visitas d fil, ca-
pas degorguro lisos e bordados.
Sedas de quadrinhos, grosdenaples de
cores moreaotique e fil de linho liso.
Vende-se a bem conhecida e acreditada potasa
do Rio de Janeiro-, por mano preco do que em
eutra qualquer parte : no armazem da ra de
Apollo n. 24, de A. i. T. Bastos & C.
Attenco.
Na roa do Trapiche n. 46, em casa de Rostron
Rooker & C, existe um bom sorlimento de H-
nhas de cores e brancaa em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem por
precos mui rszoaveis.
Caes do Hamos armazem
n 24.
Vendem-se tabeas de amarello, louro e piaho
por precos razeaveis.
Casemiras
Vendem-se casemira proprias para forrar car-
ros : na ra da Imperatrir, outr'ora aterro da Boa
Vista, loja n. 20.
Banha transparente e
oleo philocome.
A loja d'Aguia Branca acaba de receber a bem
conhecida e apreciada bnhs transparente a qual
por sua frescura e bornade ae tem tornado esti-
mada e preferivel; assim como o fino e chei-
roso oleo philocome. Estes e outros objectos que
dita loja recebe a sua propria encommenda sao
sempre de primeira qualidade, e para que elles
se nao confundam os os falsificados que por ahi
ha, todos os irascos teem um rotulo dourado que
diz loja de Aguia Branca ra do Queimado n. 16.
Vendem-se tres escravos bonita
figura, do ser tao : a tratar na ra Im-
perial n. 37.
Na ra do Crespo n. 18, loja de Dlogo & Fer-
nandos, vendem-se as seguinles fazendas, por
barato prego golliohas a 400 rs.. chitas largas
a 220 rs. o corado, toalhas para rosto a 400 rs.
uma, chales de merino, ponta redonda, a 89, cor-
tes de brim miudioho a I520O o corte, 'pecas de
cambraia de salpicos com 8 li2 varas a 4$500,
fil de linbo liso a 800 rs avara, gravatinbas a
200 rs., gravatas de rede para homem a 800 rs.,
lencos de seda para homem a 1#, colletee da vel-
ludo muito fino a 6;, e muitas ootras fazendas
que se vende por barato preco.
gs&fieeiesK ores smt&9mmii&
H Vende-se a metade do engenbo
SArariha riAhaixr. situado na CO
marca do Cabo, uma legua dis-
[ tante da estaca o da via-frrea,
denominada Olinda. A respeito
da fertilidade de seus terrenos e
das immensas vantagens que del'
le se pode colher, em attenco &s
excellente qualidades que o dis-
tinguen!, escusado dizer, por
ser uma propriedade muito co-
nhecida nessa provincia : os pre-
tendentes dirijam-se a ra Au-
gusta, casa n 43, segundo an-
dar, que achara' com quern tra-
l tar.
Armazem de fa-
zendas.
N. i9~Rna do Qaeimado-. 19.
Coberlas de chita, gosto a chineza, 1*800.
Lences de panno de linho fino a 1J900.
Lencos de cambraia para homem.duzia a 1*600
e 2&400.
Ditos para meninas e meninos com nomo a
160 rs.
Toalhas de fusto. >
,I0,lbas de fusla0 com 5[4 pelo barato preco de
500 rs., chales de merino estampados a2509.
Algodo monstro
a 600 r.
Algodo com 8 palmos de largo a 600 rs. a
vara.
Bramante de linho
Bramante de linho a 1*100 e 2J300 a vara.
ChaaZZOrs.
Chita frauceza escura a 220 rs. o covado.
210 rs. o covado.
Cambraia do cor miudinha fina a 240 rs. o co-
vado.
Saiaa balo de todas as qualidades e
tamanhopara senhoras e meninas
Camisas de linho para senhora e de al-
godio para meanoa da toda a idades.
Pentes de tartaruga das mais acredi-
tado fabricantes de 10* a 3*.
Pulceiras, leques e extrato de sndalo.
Casias orfaadys, diamantina, laasinhas,
chitas francesas e inglesa.
Roupa feita.
Completo sorlimento de sobrecasacaa,
paletots, calesa e colletes de casemira de
pauso, dao-se aa amostras : aa ra da
Cadeia loja d 23, da Gurgel Perdiga.),
8
45
grande sortimento.
Ra Diretta'" 45
Qual seri a joven e linda peruambocana, que
nao procure animar osle estabelecimento man-
dando comprar um botina de gosto? Qual a
mil de familia, prudente o econmica que lbe
nio d preferencia pela qualidade e proco r Qual
o cavalheiro ou rapaz do positivo, que nio quei-
e compra por 8. 9 a 10, o calcado que em outra
pirte nao vendido se nao por 10, 12 ou 14 ?
attenda
Senhoras.
Botinas com laco (Jolj) e brilhanlina.
copa lago, de lustre (superfina).
com taco am pouco menor. .
sem Ufo superiores. .
sem laco nmeros baixos. .
sem laco de cOr.......4*000
Sepatto da lustre. : 1*009
- Meninas.
Botinas com Uqo. .. ......
5*500
5*500
59000
59000
49560


40400
sem lace.
para enanca do 18 a 20.
Homem.
(Nantes) lustre. .:.... 10SO0O
(Fanien) couro de porco inteirissas 102000
(Faaienj bezerro muito frescaes. 9j}500
diversos fabricantes (lustre),
inglezas inteirissas. .
gaspeadas. .
nrova d'agua.
Sapatoes.
Nantes, seta dupla.....;
um sola...... .
para menino 4J e .
Meio borzeguios.lustre.....
Sapatoes lustre..... .



D


4*000
3*500
9J00O
9*000
8*500
8*500
5*500
5*G09
33500
6*000
5*008
Sapatos de tranca.
2*000
1*500
Portuguezes de Lisboa finos ....
Franceses muito bem feitos. .
Alem disso um completo sorlimento do legiti-
mo couro de porco e do verdadeiro cordavo para
botinas de homem ; muito couro de lustre, be-
zerro francez, marroquim, vaquetas, couros pre-
parados e em bruto, sola, fio, taixas etc., tudo
em grande quantidade e por precos inferiores aos
de outrem.
Pechiocha
sem igual. .
Superiores efaales de merino estampados, fines,
de muito lindas cores, pelo baratissimo preco de
55, ditos de merm liso muito finos a 4*. lindas
cansas organdys matizadas a 240 rs. o covado,
cortes de chita fraoceza com 11 corados a 29500
o corte, cambraias brancas de 10* a peca, com
pequeo toque de mofo a 3* ; na loja do*sobrado
de quatro andares na ra do Crespo n. 13, de Jo-
s Moreira Lopes.
Nova cartilfaa.
Acaba de sahir dos prelos desta tvpographia
urna nova edicao da cartilha ou compendio de
doutrina christa, a mais completa de quantas se
tem impresso, por quanto abrange tudo quanto
conlinha a antiga cartilha do ebbade Salomonde
e padre mostr Ignacio, acrescentando-se muitas
oraces que aquellas nao tioham ; modo de a-
companhar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella daa feslas mudaveis,
e eclypses desde o corrente anno at o de 1903,
' *- flkiW ou it.lood.rio para os mea-
mos annos. A bondade do papel e excellencia da
impresso, do a esta edicao da cartilha uma
preferencia asss importante: vende-se nica-
mente na livrsria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia:
Cheguem ao barato
O Preguica est queimando, em sualoja na
ra do Queimado n. 3.
Pecas de bretanha de rolo coro 10 varas a
28, casemira escura infestada propria para cal-
ca, collete o palitots a 960 rs. o covado, cam-
braia organdy de muito bom gosto a 480, rs.
o vara, dita Iizarfransprente mnito fina a 39,
4*, 59, e6* a pega, dita tapada, com 10 varas
a 59 e 69 a peca,chitas largas de modernos o
escolhidos padres a 240, 260e280rs. o cova-
do, rirjuissimos chales de marin estanpado a
7*o8*, ditos bordados coa duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 9* eada om, ditos com
urna s palma, muito finos a 8*500, diteslisos
com franjas de seda a 59, lencos de cassas con
barra a 100, 120 o 160 eada um, meias muito
fioa para senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3* e 89500 a duzia, chitas fran-
cezas de ricos desenos, para eoberta a S80 r$.
o corado, chitasascuras inglezas a 5*900 a
peca, a 160 rs. o eovado, brim braneode puro
linbo a 19, 19200 e 1*600 avara, dito preto
muito encorpado a 19500 avara, brillantina
aznl a 400 rs, o covade, alpacas de differentes
cores a 360 rs. o covado, casemiras pretas
finas a 2*506, 39 a 3*500 o covado, cambraia
preta e*de salpicos a 500 rs. a vara, o ontrag
muitas fazendas que sa fari patente ao compra.
dor, o de todas s dario amostras com penhor.
1
l
*?
Bales
Branca receben novamente
1 bahuziohos coa
Seraphini k Irno
loja sis ourives na rnn de> Cm-
**- s. 11,
parttelpaa a todoa os seus fragate a amiga,
qoe por toreos grande soxlitacato do o*ss joia
mano delicada a mai em moda, continuara a
odor mais om cent* peosivel. e ae responsa-
btlisam pelas qualidades do.enr, prata, diaanar>-
tes, bnlbante. etc., paasando. canta srantin-
dt-as; os me deixe iliudir por indUiAuo quo aadaa vendan-
do obras por tora deata ptaca, dizeuao aaaam da
n. caaa do mesmos, pois nuuca tiveram aem toara
pessoa algama encarregada da vandr jaias soas.
de musselina e madapolo.
Riscadiohos muito finos largos proprios para
roupo. pala barato preco de 280 ra. o cavado.
Cortes de riscado francez com 14 covados a 2$.
Vende-se uma eacrara de idade de 18 an-
nos, muito robusta ; na ra do Vigario n. 29.
Vendem-se travs do qualidade muito superio-
res, oa estsco das Cinco Pontas da estrada de
ferro: a tratar defronte da mesma n. 144 com
Antonio Jos Pereira Ermide.
Veode-se urna ohria sits na Iravessa dos
Coulhos n. 1. chao proprio, livre e deseaabanra-
da: a tratar na roa do Msriyrios n. 36.
Leite puro.
No pateo da Fanha, defronte da igreia. a 280 rs.
a gatrafa, das 7 horas eos dirnte. "
ittencao.
Ra Nova n. 4.
Tendam-a maito boa abra* do altilat por
benaiasiiTiiaasaa,aaa{aJ>ae: aaaeat de pane
fia* atuila Um a 30*. aobrscaaecasde diso a 30,
paletots do dito a 20*, diUe d atenea preta to
eoaoe 4 6 8*. "* eaaeoalra d oat* de
at*emoT abatida* 7*Sfc ditaaVfwatM at e>ttfc
ditas de brim. branco d* liad a 3 5*. entras'
uitas eras que ae vendem om cent. H, mes-
ma laj Mima Catearse okras a tajtio per preco
com modo, e otra mui lo boa feita, com toda
perfeicao.
O



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O

^^SmTTrwTmvXXrSo^, bonus t
*n muito bom lete, propria para eriar meot-
MapT ser maito ump, a tea alguaaa habili-
dndam, ^*
Cascarrilha.
Na loja da agota de ouro, ra
doCabogn 1 B
acaba de chegar, de sua propria enoonuaoda,
a liadas fitas de caacarrifha de lindas coras nro-
a pras para enfeite de vestido, que s. Tandea pos
- baratissimo prego de 2*000 a pega.


DUiiO Ot tU**MW1*. ~- CUAATA MURA 22 M IJO DI lili.
Eaf ites de grade,
A loja d'aguia bmne tecebeu mw e booHoa
entalle*** grade para eeakoMi, o* ata **u-
dando a 49 cada um ; ai ra do Queimado, loja

d'aguia branca n. 10,
k filia Iriiunpha.
Os barateires da laja
Ecyclopediea
DE
Guimares <& Villar.
[Ra do Crespo numero 17.]
Racebem continuadamente da Europa
sedas, cambraiaa, loas, chapelinaa do pa-
Iha o de aeda para senhoras, .manteletes
pretoa ricamente bordadoa, dilea do co-
res, Mhidas de baile,ssias a balao do di-
f eraaa qualidades. niaa bordadas de to-
da* aa qualidades o precos, chiUa (ran-
elas muilo bonilu e finas, enfeites de,
diversas qualldsdea para cabeca de ae-
nhorae, esparlilhos de molas o muitos
outros objectos que bo mencionamos,
lodos proprios para seahoras.
Para homens
paletols, caigas, colletes, chapeos, cami-
sas, seroulas, meias, grvales, lencos, so-
brecaaacos. calcado Melie o moitea ou-
Iros objectos.
Veodem baratissimo
Vendem baratissimo
Vetdern baratissimo.
Quena duvidar t ver
Quem duridar ver
Queeo duvidar v ver.
Levem diobeiro
Levem diuhairo
Levem diobeiro.
ry
Viohos engarrafados^
Termo
Collares.
Lavradio.
Madeira.
Carcavelloa.
Arintho.
Bucellas.
Malvasia, em caixaa de urna duzia da garrafal :
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Algedao monstro
de duas larguras a 600 rs. a Tara : na ra do
Queimado n. 22, na loja di boa f.
Bramante superior.
Vende-se bramante de linbo bastante incorpa-
do, oom duas varas de largura, pelo baratiasimo
preco de 29400 rs. a rara : na ra do Oueimado
n. 22, na loja da boa f.
Chales de merino
estampados a 2*500; na ra do Quaimado n. 22,
na loja da boa f.
Gravatinhas estreitas.
Vendem-se superiores gravatinhas estreitas do
seda, nao a pretaa como de corea, pelo baratis-
simo preco de lg : na ra do Queimado n. 22,
loja da boa f.
Atoalhado de linho
com duas larguras a 29600 a vara ; na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba o mais superior
que ha nste genero : na ra da Cadeia do Re-
cite, loja n. 50.
Grande e novo
sortimenio de fazendas como
em Paris, e so se vende ba-
rato na loja armazeoada de
Vidas ea oaatrendam-ae es prapriadades
Maria Asa Ferrar, urna parte ato engenho Tea-1
pihe, BMdila noMgaaho A*M-i>via, oaaa dita
no atento Jacii, ata iM no oogenho San-
i Aum.o ama dita m proptio4ade GaaaalU i tam-
be m aa vendem os escravos Jacintbo, Fraaeiaea,
crioala, Prudencio, crioulo, Cirios. Anounciada.
Valeatim, Damiaa. a Theodora. os qeaea perten-
earamao eaaal do Sr. coronel Gaapar de Monesca
Vaaooncelloa da Drommond, em cujo poder an-
da se charo. a tocaran em parlilhoe a aoaarfl-
eiaeto Marquexa do laeife, eom quem oa prole* -
donloa deverio tratar, na ra da Trompe, eaaa
numero 1.
Paletots pretos e de cores es-
curas.
Vendem -ae superiorea paletots do panno preto
e do casomira de corea escuras, obra rancea,
bem forradoa e omito bom acabados, pelo bara-
tiasimo preco do 209 cada um ; na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Tarlatana.
Vende-se tarlatana branca muito una com 11/2
vira de largura propria para vestidos, polo ban-
tisaimo prego de 800 rs. a vara : aa ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Fil de linho superior.
Vende-se superior fil do linho liso muito fino
a 800 rs. a vara : na ra do Queimado n. 22, na
loja da boa f.
Tande-ae um piano inglez de mesa, do boa
conslrucgio, em bom estado : quem o pretender,
dirija-se ao Campo-Verde, na ra do Socego nu-
mero 24.
Tinta azul que fica preta
Vendem-se botijas com a superior tinta ingle-
sa, azul ao escrever-se, e preta quando secca, a
500 ra.a botija ; na roa do Queimado, toja d'a-
guia branca n. 16.
Urna pessoa que se retira para a
Europa vende um excediente piano e
uns trastes : na ra Imperial n. 1.
Queijos do vapor
a 1#800 e 1 500, esperm-
cete a 720 rs.,
o em caixa de 25 libras a 680 rs. ; no largo do
Paraizo. taberna da estrella n. 14.
Laa fina para bordar.
A loja d'aguia branca recebeu um novo sorti-
menio de la de bonitas e diversas corea, o para
commodidade de sua boa freguezia est venden-
do a 79 a libra, o que em outra parte se nao acha,
sendo assim fina : s na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Farello a quatro
mil rs.
Vende-se superior farello chegado recente-
mente a 49 a sirca ; no armazem de Francisco L.
O. Azevedo, na ra da Madre de Dos n. 12.
JVa loja do leo de ouro,
ra do Cabug n. 2 C,
Vendem-se cintos dourados muito rico
senbora, pelo baratissimo preco de 49.
&atciA
na
para
Importante
Aviso
Na laja dd4 portaa da ra do Queimado n. 39,
acha-ae um grande armazem coa todo o aorti-
mento de roupaa (citas, para ojo Gm tem mon-
tado urna officini de alfaiate, estando ncarrega-
do delta ara perfeito meatre viudo de Lisboa, pa-
ra desempennar toda e qualquer obro que ao Iba
eocommendo; por isao que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade aos
III ms. Srs. officiaea tanto da armada como do
ezercilo.
Faz-ae fardaa, farddes com superiores prep a roa
e muito bem feitas, tambem trata-so fazer o far-
dameolo todo completo conforme ae uaa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os flgurinos que de
li vieram ; alm disso (az-se mais casaquiohas
para mentara, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudantea de esta-
do maior a do eavallaria, quer aeja singelos ou
bordadoa a espequilha de ouro ou prata, tudo ao
gosto da Europa, tambem prepara-ae bacas para
desembarsadorea o de qualquer juii segundo o
esty lo de Coimbra aonde so fazem aa melhores
conhecidas at hoje, assim como tem muito ricos
deaeohoa a matiz de todas as cores proprios para
fardamento de pagena ou criados de libr quo so
far pelo gosto francesa. Na meama casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaqueles a
franceza bordadas ao meamo gosto AlTiancmdo
?oo por tudo so fica responsavel como seja boas
azeadaa, bem feito e bom corte, nio ae taita ao
dia que se promelter, segundo o sy-slema d'onde
veio o mostr, pois espira a bonroaa visita doa
dignos senhores visto que nada perder em es-
peri mentar.
E pecbindta.
cortes de riscado francez a 29, covadoa do mea-
mo a 180 rs. ; na ra do Queimado n. 44.
Fitas de grosenaples
em perfeito estado a 800 e 1$
a vara.
trizn 56.
Ra ds lmperztriz, outr'ora aterro da Boa-
Vista, loja de 4 portas u. 56, vendem-se chitas
escuras e claras cores Qxas a 160, 180 e 200 rs. o
covado. ditas francesas escuras e claras a 240,
260 e 280 o covado, chales estampados a 2J600,
pegas de cai-sa para cortinados a 29500, fitae de
cambraias linas para vestidos a 29500, 39 e 39500,
pecas de ntremelos e tiras bordadas, e muitos
objectos para senhora e meninas, que vista do
comprador se dir: crinolina de cores, fazenda
muito larga para vestidos, que eom poucos ce-
vados se faz um vestido pela sua largura, prego
400 e 500 rs- o covado: cheguem freguezes.
Vende-se na Lingoeta n. 5, o
seguinte:
tianteiga ingleza flor a 19 a libra, franceza a
700 rs., cha preto a 15400, passaa novas a 560,
concervaa fro ce zas e portuguezas a 700 rs. o
frasco, toucinho de Lisboa novo a 320 a libra,
presuntos novos a 480, banha de porco refinada
a 480 a libra, latas com paiie de posta de diver-
sas qualidades a 19400, charutos suspiros a 4$ a
caixa, toucinho de Santos a 240 a libra, vioho do
Porto engarrafado, superiores marcas, de 19 a
18500, rap Gasse da Bahis a 19 o bote, cognac a
9 a duzia do garrafas, eerveja a 500 rs. a garra-
fa, e 58500 a duzia. cha hvssou a 29500 a libra,
vinho de Lisboa a 60 a garrafa, ervilhas france-
zas e portuguesas a 720 a lata, o outros muitos
gneros em proporcfco.
8e* -@@@
S Julio Conrado. S
Tem exposlo a venda cortes de casemi- @
0 ra por '$ e 4$, fazenda que sempre se 4)
m vendeu por 79 e 89. 9
Luvas de torcal
T
com vidrilho a 1#000 o par.
A loja d'aguia branca, firme no seu proposito
de barateira, est veadendo mui novas e bonitas
luvas pretas de torcal eom vidrilho a 19 o par;
a ellas, antes que se acabem : aa ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Bonitas caixiohas com pos de
arroz, e boneca.
Aloja d'aguia branca recebeu mui bonitas cai-
xiohas com fino pos de arroz, e a competente bo-
neca, cujos pos sao acertadamente ap pilcados pa-
ra berloejaa, e mesmo as senhoras usam delles
quando team do sahir, como para theatro, baile,
ale, cusa cada caixinfaa 2j, e barato pela au-
perioridade da qualidade, alem de serem mui
botos como sao, o que os torna preferiris : ven-
dem-se na loja d'aguia branca, ra do Queima-
do n. 16.
Os lindos enfeites
para cabera,
Sapatinhos de seiim e
meias de seda para bap-
tisados.
A loja da aguio branca recebeu de sua propria
encommenda, delicados sapstichos de setim. pri-
morosamente bordados, os quees est vendendo
pelo baratiasimo preco de 39, (nesae genero nao
se pode dar mais perfeitos),assim como outros de
merino tambem bordados a I96OO e 29. Recebeu
igualmente mui fioas e bonitas meias de seda de
diversos lmannos, tendo at, proprias para os
meninos e meninas que serven! de anjoa as pro-
eisses; tem brancas, de listas, de florzinhas, e
o bocal tecido de borracha, o mais engracado
possivel: tudo isso na ra ra do Queimado lo-
a da aguia branca n. 16.
Jchegou o prompto
i alivio,
h. POrtaS da ra da ImDera- Dem conao 8 oulros medicamentos dos celebres
Drs. Radway & C-, de New-York Acham-se
venda na ra da Imperatriz n. 12. Tambem che-
garam as inslrucces completas para se usarem
estes remedios, contendo um ndice onde se po-
de procurar a molestia que se deseja curar, os
quaes se vendem a liOOO.
VENDE SE EM CASA
DE
Adamson Howie
Vinho do Porto, de Xerez e cognac.
Biscoutos.
Rolhis.
Lona e fille.
Fio de vela.
Tiota de todas as cores.
Sellins, silhes, arreios e chicotes.
Ra do Trapiche n. 42.
SABAO.
Joaquim Francisco de Melle Sentoa avisa aos
seus freguezes desta praca e os de fra, que tem
exposto venda sabo de sua fabrica denominada
Reciteno armazem doa Srs. Travassos Jnior
& C, na ra do Amorim n. 58 ; massa amarella,
castanha, preta e outras qualidades por menor
preco que de outras fabricas. No mesmo arma-
zem tem feito o seu deposito de velas de carnau-
ba simples sem mistura alguma, como as de
composifio.
Na loja d'aguia branca vendem-se mui bonitas
e largas filas de grosdeoaples de listras, e flore-
zinhas roladas com urna franja estreila que as
torna mui mimosas a 800 e l; i vara, precos
baratissimos vista da boa qualidade e perfeito
estado em que esto. Essas filas aervem para
enfeites de chapeos, cinteiros para criancas, lacos
para cortiaados, fronhas e muitas outras cousas ;l
comprando-se peca se far algum abale : na ra
lo Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Ray mundo
Carlos Leite &
Irmao recebe-
ram pela bar-
ca Carissa viu-
da ltimamen-
te de Nev-
York,um com-
pleto sorti-
menio das me-
lbores machi-
nas de coser
doa mais afa-
mados autores
me 1 hora doa
com novos
aperfe i coa-
mentos, fazendo pispcnto igual peloa dona lados
da costura, mostram-se na ra da Imperatriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparas para as mesmos como agulhas, re-
trozes em carriteis, linha de todas as cores tudo
fabricado expressamente para as mesmas ma-
chinas.
f INDICIO UW-IW.
Rna da Senzalla Km n.42.
Reata astabeiaeiman to eontiia a ha ver un
eornfkt sortiman to de moeada ameias moen-
du para engenho, machinai do vapor a taixas
te farro batido eoado, ck todos os tamanhos
paradit,
Taehas e moendas
Braga Silva & C., tem saropre no mu depo-
sito da roa b IfosWk a. a A, um grande sor-
manto da tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Mav a tra-
tar no meamo depoaito ou na ra do Trapiche
B. 4.
Leja das seis parias em
frente do Livramenlo.
Roupa feita para acabar,
Paletots de panno preto a 229, fazenda fina,
calcaa de caaemira pretaa e de corea, ditas de
brim a de ganga, ditas de brim braceo, paletots
de bramante a 49, ditea de fueteo de eores a 49.
ditos de estamenha a 4|, ditos de brim pardo a
39, ditoa de alpaca preta saceos e sobrecaaacoe,
colletes de velludo pretoa e de eores, dilea de
gorguro de seda, gravataa de linho aa maia mo-
pernas a 200 rs. cada urna, eollarinhos de linho
da uliima moda, todas estas fazendas se vende
barato para acabar; a loja eal aborta daa 6 ho-
ras da manhaa at aa 9 da noite.
Paletots de casemira.
Vendem-se superiores paletots de caaemira
da quadnnhos muito bem feitee, proprios para o
campo a 49 cade um : na roa do Queimado n.
23, na loja da boa f.
Massinhos de coral
a 500 rs.
S na loja da aguia de ouro,
ra do Calug n. 1B.
Vendem-se massinho de coral muito fino a 506
reia o maaao.
Palmatorias
de lalao para velas a 400
ris.
Vendem-se palmatorias de lati para velas a
400 rs. cada urna : na ra do Queimado, loja da
aguia branca n. 16.
Arados americano se machina-
para lavar roupa: em casa deS.P. Jos
hnston & C. ra daSenzala n.42.
mandioca.
Vende-se por menos do aue em outra qual-
quer parle ; no armazem de Moreira & Fcrreira,
ra da aladre de Deoa n. 4.
mtk FUTA ANDA MAIS BARATAS.}
SORTIMENTO COMPLETO

[Fazendas e obras feitas.1
HA
KLOGIO
s
de ouro
na loja da aguia
n. 1B.
sao chegados os lindos enfeites de velludo e vi-
drilho, ultima moda, que se vendem por 69OOO.
rechincha.
Vende-se urna porfi de ps de craveiroa de
fferentea qualidades, tanto grandes, como pe
uenos, a par muilo barato preco : a tratar na
tu do Jardn a. 20.
Charutos de Havana
a 8,000
Superiorea charutos de Havana, veode-se por
89OOO o cenlo, no armazem de Francisco L. O.
Azevedo, i ra da Madre de Deua n. 12.
Loja das ( portas
EM
Em frente do Liv ram ente
Lavas de torcal a 800 rs, o sar.
Chitas escuras francesas, tintas seguras, a J
ra. o covado, ditos eslreitos com muito bom pan-
no a 160 rs. o covado, cassas de cores seguas a
200 rs. o covado, pecas de bretaoha de rolo a 2g,
brimzinho de quadrinhosa 160 o covado, musse-
lioa encarnada fina a 320 o covado, algodo de
duaa larguras a 640a vara, lencos de casas pio-
lados a 1S0 ra. cada um, aeda preta de ramagem
a 800 rs. o covado, fil de linho preto com sal-
pico a 11400a vara, luvaa de torcal muito finesa
800 rs o par : a loja eat aborta daa 6 horas da
manhaa ia 9 da noite.
Attemjo.
Ache-se i venda oa ra de S. Francisco n. 68,
segundo andar, urna cabrinha de 20 annoa, com
tedaa as habilidades, e eom ama cria de 4 asnos.
Vende-se escolente farinba de Porto Ale-
gro, ensaecada, e a preco muilo commodo: a bor-
do do patacho braeiteiro Novo Lima, fondeado
defronle do trapiche do algodao. ou no armazem
i Joo Ignacio de Avilla, no Forte do Mallos.
E' barato.
Sebolaa em resteas a 800 rs. o ceato, ditas tol-
las a M0 is,: na roa da Madre da Deoa n. 16.
Vende-se em casa de Saundres Brothers & G.
praca do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
bricaute Koskell, por precos commodos e tam-
bem trancellins e cadeias para os mesmos de
exeellente gosto.
Agua ingleza
de Lavander a mil ris o
Irasco.
Vende-se na loja d'aguia branca a verdadeira
agua ingleza de Lavander, superior a todas as
outras, a fj o frasco : na loja d'aguia branca,
ra do Oueimado n. 16.
Grava econmica
para lustrar calcados.
Vende-se a superior graza econmica em bar
rilinhoa de louca a 640 e 800 rs. cada um. A su-
perioridade de tal gvaxa j conhecida por quem
tem uaado della, e ser mais por aquelies quo de
nove compraren. Ella serve igualmente para
amaciar e conservar o como, e econmica por-
que o lustro dado eom ella em um dia, conser-
va-s por 3 e 4 sem neeeasidade de nova graza:
acha-se venda na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Graixa n. 97 a nica verdadeira
em barricas de 15 duzias : oa casa de
James Crabtree & C., ra da Cruz nu-
mero 42.
Vende-se um carro de 4 rodas
com arreio para 2 cavlos, proprio pa
ra familia por ser bast&nte largo e nel-
le poder sentar-se quatro senhoras sem
machucarem seus vestidos e nem que-
braren! seus baloes, para ver e exami-
nar na cocheira do Sr. Quinteiro na ra
Nova e para tratar com o agente Vicen-
te Camargo na ra do Vigario n. 10.
Charutos (flor de tabaco) de Ha-
vana.
Chocolate i ancez muito fino : chegou
pelo ultimo vapor em casa de J. Prae-
ger & C, ra da Cruz n. 11.
Guardanapos de linho
muito barato.
vendem-se guardanapos de linho de flores eom
pequeos deferios a 89 a duzia, ptimos pelo pre-
go e qualidade, para o servido diario de qualquer
eaaa; na roa do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
Casa em Olinda para
vender.
Vende-se urna boa casa de pedra e cal, assobra-
dada para traz.com 4 quartoa,S salas e 1 gabine-
te ao lado, bom quintal eom algumaa fructeiras,
na ra do Amparo o. 45 : a tratar na praga da
Independencia na. 19 e SI.
E' de graca.
Ricas chapelinaa de seda para senhora, pelo
baratissimo prego de 169 cada urna : na roa do
Queimado n. 22, na loja da boa f : a ellas que
sao peucia.
Cortes de vestidos bran-
cos bordados.
Vendem-se ricos cortes de vestidos brancos
bordados com 2 e 3 babados a 5f : na ra do
Queimado n. 22, na loja da boa f.
Penes de gomos volteados
para meninas.
A loja d'aguia branca recebeu oa bonitos pon-
tea de gomos volteados para segurar cabello de
meninas, eos es ti vendendo a 1J500 : oa loja
d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
loa do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S, vendem-
se por precos baratissimos, para fechar costas ;
chapeos do Chille para homem e menino a 39500,
cortes de casemira de cores a 3&500, pecas de ba-
bados largos e transparentes a 33, pecas de cam-
braia lisa fina a 3$, aedas de qaadrinfaoa mindos
de cores escuras e gostos novos a 800 rs. o cova-
do, chitaa largas cores escuras a claras a 240 rs.,
cassas de cores de bons gostos a 240, orgaadys
muit fino e padrdea novos a 500 ra. o covado,
pecas de eotremeios bordados finos a 19500. ba-
bados bordadoa a 320 a vara, golinhas bordadas
a 640, manguitos de cambraia e fil i 2$, bra-
mante de algodao com 9 palmoa de largura a
18280 a vara, aobrecasacas de panno fino a 20 e
25J, paletots do panno e caaemira de 16 a 20J,
dita de alpaca pretos de 39500 a 75, ditos de
brim de 3 a 59. calcas de casemira preta e de co-
res para todoa os precos, ditas de brim de cores e
brancas de 29500 a 59, colletes de casemira de
cores e pretos, ditos de setim preto, tudo a 59,
corles de cassa de corea a 29, pecas de madapo-
lao fino a 49500, assim como outras muitaa fa-
zendas que ae vendero por menoa do seu valor
Bara acabar.
A 6#000.
Vaadem-ae chapaos de sol de seda : na ra da
Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silra.
Roupas feitas.
Gama & Silva, ra da Impera-
triz n. 60.
Calcaa de ganga muito fine e bem feitas 39.
Ditas de meia casemira muito fioas 2$500.
Ditas de varas fazendas que nao desboto 29.
Colletes de velludo, gorguro, setim, por pre-
cos que de barato admira 9
Calcas de casemira preta 9
Paletols de merino preto 79.
Ditos de ganga de qvadrinhos 29.
Caixas de tarta-
ruga,
Na loja da aguia de ouro ra
do Cabug n 1B
chegado as lindas caixas de lartaruga para
rap, que se vendem por baratissimo preco de 39,
assim como de bfalo muito finas- a 15000, lfSOO,
na loja Aguia de Ouro, na ra do Cabug.
Capellas finas para noivas.
A loja d'aguia branca recebeu novata e delica-
das capellas de flores finas para as aoivaa, e aa
eat vendendo a 69 e a 89, conforme o seu pro-
posito de barateira loja d'agua branca, ra do
Queimado n. 16.
Velas perleilas
a 680 rs.
Vendem-se velas de esperncele em eaiza de
25 libras a 680 ra. a libra, a retatho a 720 : na
travessa do pateo do Feraizo n. 16-18, casa pin-
tada de amarello.
Fazenda econmica.
Laazinhaa para vestido a 440 rs. o eovado, ou-
tr'ora de 800 rs.: Adriano & Castro, ra do
Crespo n. 2.
LOJA E ARMAZEM
DI
IGes & Basto!
NA
Trina do Queimado
m. 4, trente amaieWa.
Constantemente temos um grande e va-
riado aorlimento de aobrecasacas pretaa
de panno e de cores muito fino s 289,
85*. Pletots doa mesmos pannos
0S, *2J e 24J, ditoa aaccoa pretos dos
mesmos pannos a 149,19 e 18$, casa-
caa pretas muito bem feitas e de superior
panno a 289, 30$ e 359. aobrecasacas de
mira de core muilo finos a 159,16J
o 18$, ditos saceos daa mesmas casemi-
raa a lOf, 129 e 14J, caigas pretas de
casemira fina para homem a 89, 99, 10|
e 12, ditaa de casemira de corea a 7, 89,
* e 109, dilaa de brimbrancoa muito
ftea a 5| a 69, ditas de ditos de cores a
39. 39500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
aemira de ricas corea a 41 e 4J500, col-
letes pr tos de caaemira a 59 e 69, ditos
de ditos de corea a 4|500 e 59, ditos
brancos da aeda para casamento a 59,
ditoa de 69, eolletea de brim branco e de
foatao a 39, 39500 e 49. ditos de cores a
29500 e 39, paletotspretosde merino de
cordo aacco e sobrecasaco a 7f, 89 e 99,
eolletea pretos psra luto a 49500 e 59,'
ca pretas de merino a 49500 e 59, pa-
letots de alpaca preta a 39500 e 48, ditos
sebreessaco a 65, 79 e 8$, muito fino eol-
letea de gorguro de seda de cores muito
boa fazenda a 39800 e 4. colletes de vel-
ludo de cores e pretos a "5 e 89, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos o de cores a 149,159 e I69, ditos de
_ easemirs sacco para os mesmos a 69500 e
7J, ditos de alpaca pretos saceos a 39 e
395OO, ditos sobrecaaacoa a 51 e S9500,
8 calcaade casemira pretas e decores a 69,
*J 6^500 e 79, camisas para menino a 2( 5
I a duzia, camisas ioglezaa pregaa largas
* muito superior a)329 a duzia para acabar.
Assim como temos urna officina de al-
faiate onde mandamoa ezecutar todaa aa
obras com brevidade.
rfflf
U
chgar
REMEDIO INCOMPaRaVEL
UNGENTO HOLLOWAT.
Mithares de individuos de todas as nacoes
podera teslemunhar as virtudes deste remedio
ineomparavele provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram lem seu -arpo e
raembros inteiramente saos depois de havsr em-
pregado intilmente oulros tratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leilura dos peridicos, que lh'as
relatam todos os das ha muitos annos; e a
maior parte dellas sao tao sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran) com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitses, o toe
deviam soffrer a amputado 1 Dellas ha mui-
cas quehavendo deixado esses, asylos de pade-
tiraenios, para se nao submeterem a essa ope-
rario dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reco-
nbeeiraento declararan) estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenlicarem sua a firma-
Uva.
Ninguem desesperara do estado de saude ss
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
tratamente que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado sera provar incontestavelmente.
Que tudo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seapiintes casos.
ao novo armazem
DE
BASTOSk REG
Na ra Nova junto a Con-
ceigo dos Milita-
res n. 47.
Um grande e variado sortimento de
roupas feitas, calcados e fazendas e todos
estes so veadem por precos muito modi-
ficados como de seu costume.assim como
sejam sobr casa eos de superiores pannos
Sr? ?8l108 St,M u'Dios flgurinos a
269,289, 309 e a 359, paletots dos mesmos
pennoa preto a 16J, 18|. 209 e a 249,
ditoa de casf mira de cor mesclado e d
novoa padroes a 149.16, I89,209 e 249
ditos saceos das mesmas casemiras de co'-
rea a 99. 109,129 a 149, dilos pretos pe-
lo diminuto pre;o de 89, t09, el2g, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 159,
ditoa de merino de cordo a 129, ditos
de merm cbinez de apurado gosto a 15
ditos dealpra preta a 79, 89, 99 e a 10,
ditoa aaccoa pretos a 4, dilos de pslha de
seda fazenda muito superior a 4J500. di-
tos de brim pardo e de fuslao a 8js5C0 49
e a 4950O, ditos de fusto branco a'49
grande quaalidade de calcaa de casemira!
preta e de corea a 7, 8f, 99e a 10. dita^l
finas aSS500, 39, 39500 e a 4J, ditas de
br.m brancos finas a 49500, 5J. 5500 e a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6*. colletes
de gorguro preto e de cores a 5 e a 6$,
ditos de casemira de cor e prefbs a 4S500
e a 59, ditos de fustao branco e de brim
a 39 e a 38500, ditoa de brim lona a 4
ditos de merm para luto a 49 e a 45CO"
calcas de merm pata luto a 450O e a 5jt'
capas de borracha a 9#. Paia meninos"
de todos os tamanbos : calcas de casemira a
prefa ed. cor a5|, 69 e a 79, ditas ditas
oe brim a 2$, 39 e a 3950O. paletots sac-
eos oe casemira preta a 6| e a 7, ditos ff
de cor a 69 e a 7J, ditos de alpaca a 3 2
eobrecasacoa de panno preto a 129 e a S
14, ditos de alpaca preta a 59, boets 2
para menino de todas as qualidades ca- *
misas para meninos de lodos os tamaDhos. 5
meios ricos vestidos de cambraia feitos $
M meninas de 5 18 annos coro cinco S
babados lisos a 89 e a 12J, ditos de gortu- II
h'r? Vs AUe 'I* 5* e 6' d,0S de S
brim a39, ditos de cambraia ricamente X
bordadoa para baptisados.e muitas outras O
fazendas e roupas feitas que deixam de fl
ser mencionadas pela sua grande quanli- 2
dade; assim como recebe-se toda e qual- 9
quer encommenda de roupas para se S
maDdar manufacturar e que para este fim 9
temos um completo sortimento de fazen- S
das de gosto e urna grande officina de al- fi
raate dirigida per um hbil meslre que 8
pela sua promplidao e perfeicao nada dei- 2
^ xa a desejar. H
Cera de car-
nauba
da melhor que ha no mercado ; vende-se por S!
a arroba; no aimazem de Moreira & Ferreira.
ra da Madre de Dos d. 4.
Milho novo,
saccas grandes
Vende-se nicamente no armazem de Moreira
& Ferreira, ra da Madre de Dos n. 4.
Vende-se um sitio na estrada de Joao de
Barros ; a tratar na ra da Madre de Dos n. 9.
toja de fazendas.
e s $ d3
O preco convida |
Cortes de casemira do melhor que ha no
O mercado a 4g: na ra do Queimado loja a
9 de Julio & Conrado. 9
Inflammac.o da bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos pe tos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurac5es ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculacoes.
Veas torcidas 011
das as pernas
no-
Alporcas
Gaimbras
Gallos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Eafermidades da cutis
em geral.
Ditas de anus.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacdes.
Inflammaco do ligado.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinha conlm
urna instruccao em pormguez para explicar o
modo de fazer uso deste ungento.
O depoaito- geral em casa do Sr. Soum,
pharmiceutico, na na de Crua n. 22, em
Pernambuco.
A grande
Fabrica de tamancos da
ruaDireita esquinada
travessa de S. Pedro
n. 16.
Est sortida de um novo e riquissimo sortimen-
to de tamancos de todas aa qualidade, que ae
vende Unto a retalho como em pequeas e gran-
des poredea muito em roita, a estacao propria
com urna pequea retribuico, todas podarlo an-
dar eom os pea livres de humidada, pata tio pre-
judicial se torna a saode.
Vende-se um exeellente escravo mogo, de
boa conducta, sem vicios nem achaques de qua-
lidade alguma, e ptimo trabalhador do servico
de campo : a tratar na ra do Sebo n. 20.
Escrayos fgidos.
Atten^o.
Hontem 20 do correte, ao amanhecer, fugio a
eacrava Pordepcia, Babiana, estatura baixa, cheia
do corpo, o p direiloe peroa inchada, cor fula,
idade2B annos, pouco mais ou menos, costuma
trazer toncado na cabera ao uso da Baha, e le-
vou urna trouxa, consistindo em roupa della, des-
confia-se que est oceulta em alguma casa : por-
tento roga-se as autoridades policiaca e aos Srs.
pedestres ecapites de campo, aonde for encon-
trada, o favor de apprehender e trazer na ra
larga do Rosario n. 12, primeiro andar, ou na fa-
brica de cigarros n. 21, que serao generosamente
recompensados.
Fugio da cidade de Macci ao amanhecer
do dia 10 de Janeiro do anno prximo passado,
um cabra de nome Anaxlelo, com os signaes se-
guirles :Baixo, grosso, pooca barba, cabelles
bem carapinhados, e um tanto arruivados, lem
um signal de espinha no nariz, e no pescoco a
cicatriz de um lalho de faca, o dedo grande da
mo dtreita aleijadu de um panarisso, ps gros-
sos e chatos, e quando anda achala os dedos, car-
rancudo, e quando falla com o superior olhao-
do para o chao, sendo de muila forca, e esperto
para todo o servico tanto de campo como de
montana, e de cor clara. Foi comprado na
Cruz de S. Miguel da provincia do Pernambuco,
ao Sr Joaquim Pinto da Silva, tem prenles na
cidade de Caruai de Pernambuco, para onde
tem viajado. Pertence hoje ao capilao Manoel
Pinto de Araujo, da villa de S. Miguel : quem o
pegar e levar all ou em Macei, ao Sr. Manoel
Jos Teixeira de Oliveira, aera bem recompensa-
do, assim como quem delle der noticia exacta,
dizendo-se que assenlara prac,a em um dos cor-
pos djelinba de Pernambuco.
Boa gratifica^o.
Grslrfica-ae generosamente a quem apprehen-
der e levar a seu aenbor no engenho Pilos, fre-
guezia de Jaboalo, ou a ra Augusta n. 3, o es-
cravo Trajano, crioulo, com 40 annoa de idade,
pouco mais ou menos, alto, secco, cabellos gri-
salhos, bailante barbado, e muila regrista. '
carreiro, meslre de- assucar, costuma ioiiiular-se
de livre, e tem, segando consta, feito feira as
comarcas do Santo Anteo e Po-d'Albo, refugian-
do-se ora no lugar denominado Gabaceras em
casa de Joaqumvde tal, ora em Ierras do engenho
Goit em casa de um morador de nome Joao
Francisco.
E..l lucido desde o mez de abril prximo
findo, o moleque Dionizio, crioulo, de 16 annos
de idade, estatura peqaetaa. corpo secco. cor nao
muito preta, um dos denles ds frente quebrado,
lala larga e formando cantos na direcgao daa
fontca, baleos grandea a dobradoa, bem tallante
com grande desembarace, expedito no andar,
muito vivo a inlelligenle ; consta que elle tem
dito a algumas pessoas que 6 forro, e sospeila-se
que como tal nao tenha sido admettido ao servi-
co de alguem : quem o pegar e levar a ra de
Cgmarao o. 5, nesla cidade, sera be recom-
p enzado.
i-aras"


DIA1I0 DI MtRAHBL'GO. **.GlJAIlTA fttfti SI ft**XK> DE f*,

vJ*
KM.
Os ramos.II. Ocenatul.III. O calvario
IV. A cruz.V. O sepulcro.VI. A resurrei-
goo.VII. A quem recorreremos?
P
ConliDuago.)
Opscs ella a vssa cidade, rei! ao tundo,
pontfice! aos nossos coragoes, pae I Retroce-
dum ondas que chegm al o vosso throno ; sn-
lim ellas por si rriestnas a mi do airo que os
amaina-, eo arcoires, erguido por sobre a cpu-
la de S. Pedro, espalbe-se pelo mundo, traoquil-
lise-se-o e nos penetre con sua luz.
VII
Nao, o papado nao ha de ceder; a base do
edifuio chrisio, que sem elle ha de obrar ;
tambero o seu pinculo. O que sao as pedras
do seu ofTu'io quando lhe tirana os alicerccs ?
Ah tambera files por demaiso quefazem ; que-
ris destronisaro papado ; e se querem destruir
m neale a victima da ngra-
dia jaais rara que por ventura
,Vl "em Mi 1ue ,uU)t e4a*mtle de
Wt aua santidade,- dixendo qae sen corgio
**m sorprendido e entinado por alguns d'aauellea
que o cercan ; mas esta artificio muito vulgar
para abalar a censura de irreverencia quando al-
guem ousa eensarar quelte, que tero Unios t-
tulos ao mais profundo respcito e mais sincera
gratidio e veneraco. Finalmente, todos compre-
hendeni quo urna tal desculpa peior que a ac-
CUSaci.
Mas, seja qual fr a aprciago moral, e, se
quizerem, -politie* desta imputacio, consdere-
mo-la em si raesma e coi aeu valor intrnseco..
A brochura pretende que a obstinado do
santo paJre om nao conceder reforma algum e
en) recusar-se 4 lodos os conselhos e soccorroa
betievolosdo goserno francez a nica e verda-
deira causa de todas as pardas tempanes, que
ora soffre a santa-s. Nao gostando en. pela ral-
nha parle, das generalidades vagas e abstractas,
que somente servem para obscurecer e disargar
a verdade, convido o autor para o terreno dos
tactos particulares a precisos. De que lempo falla
elle e de que eircomstancias? Porga confessar
que se a pretendida ebslioago 6 eoasa real a nao
miagiearia, ella deveria mostrar-sa em um tara-
de soldados. Abstenho-me aqu de proposito de
toda a indagacio sobre aa circumstaocias, que
*"Ma a Austria de o fazer, e direi to ao-
lue.nao se comprehertde, como a Franca
ninguem, visto como ella. 4 o-fae commum da
todoa e representa na terri 'ff fieus da pat. Nao
lhe eslava bem anda menos coqcorrer para a
espoliago do principes, legiroos, visto como elle
tic. SSSo.\25^rttf!teA,j^ ?* deTl ^7d;poTeT.Ver*m.d'oV"pX
55i!?. 50*nM,,,*> **W+milm t>u era to a proteccao do dominio temporal da sania s
abd car de plena .vontade, nem deix.r-ae arran- oobo a probrto kosjbwa mimoTfe a^h-
S?Pr/men,eH9eUS P^P'to^omlme.rporque to. fficc?, pe ramU.prested?su.s
lie nao mais do que o depositario em nme tropas em Rom nao se
da egreja, o fJca obrigado por juramentos solem-
nes e irrcvogaveis a conserval-oa em sua iotre
o papa, para desmantelar a religio ; sin, para po aJ Vm uma C0"junclurs dada.
desterrar o Christo na peasoa de s*u viga ro.
Quando houverdes afeitado o vosso Seohor,
c quando houverdes fechado vossss casas, assim
como depois da hospialidade de uma roorte de
tempestado, poenas mos do peregrine o bordeo
de viagem dizenJo-se-lhe : Ide, a depois de
ter elle abengoado o lar domestico, satisfeilo ao
pae com os seus coritos, acaleulado os Qlhoa com
suas piedosas cangfies; quaodo, pois, o divino
viajante vos tiver deixado, procurando em seu
reservatoriode nacoea ierras novas, portas ines-
peradas abrir-se-ho sua voz, e a quem chama-
reis enlao o povo, para substilui-lo ?
thristo, porm, nao se ha de retirar nunca ; ju-
rqgs> pela necessidade de f que vive com as al-
mas, pelos suspiros dos frvidos, pela timidez do
fracoque cahe e levania-se, pelo coro reoasceute
dosquesoffrem, aos quaes preciso na torra o
seio fraterno para nelle descangarem, a estrella
para os guiar, o anjo para os sustentar.
Pois toda afibra que soffre chama para o Se-
nhor, e inclina-se a seus ouvidos atlendem a lu-
do que supplic*, os ouvidos daquelle que coahe-
ce a infinidade, que quiz ser chamado o homem
da JOr, e que loma aos hombros a ovelha des-
garrada entre os espohos da estrada.
E ond6 enlao est sobre a Ierra aimagem viva
de Cbrislo, seno em o pontifico berdeiro de seu
primeiro apostlo?
Ora, este respeito pode-se distinguir tras
pocas: a primeira estende-se desde os primei-
ros anoosdo pontificado de sua santidade at seu
exilio em Gaela : a segunda compreheode osdez
annos, quo decorreram desde sua volla i Roma
at as ultimas perturb.ic.oea sobreviodas na Italia;
a terceira flnalraenta os dous aonos, nos quaes
se deram estas revolu^es. Seria certamentelou-
cura querer laocar pretendida obslioaco sobre
a primeira destas poca, quando o mundo iolei-
ro saudava no summo pontfice reinante o iui-
ciator espontaneo dessas reformas e desaas liber-
dades, que pdiamptr concedidas sem o temor
de v-ias degeneraf cm culposa licenga para
aquellas, que procuravam abusar d'ellas Islo
to verdade, que ainda ltimamente o ministro
de uma potencia protestante confessou-o em uma
aasembia publica.
E se as generosas e largas concessdes do san-
io padre viram-se recompensadas da parle dos
perlidos instigadores na rerotuc,ao pela mais in-
justa ingratido e deslealdade, islo serviu paro
mostrar deste logo a uoililtdade da conflanca
exagorada que muitos pem em semclhantes re-
medios, ioulilidadp, de que ha poucos lempos
infelizmente lem-se tilo um noto exemplo.
Quando o sanio padre, foi reslabetecido na
posse de seus direilos pelos povos de todas *8 po-
tencias^ pelo coocurso das armas catholicas, no
por sso
E a quem recorroremos, Se-------------------
nhor, se nos tirarem o vosso representante I Co-1<,u, a rranS* ,eve ta,, grande parte que tnereceu
alavras da vida eterna e se ,odo D-osso "conhecimenlo, como o expressa-
mos enlao, e o exprimimos nova mente, quiesfo-
ramos desejos, que testemunharam-lhe as po-
tencias catholicas de commum accordo, compre-
hendido por conseguinte o governo [rancez? Era
a regenerarlo das linancns, arruina Ijs principal-
mente pelas espoliacet da anarchia revolucio-
naria ; era a realiaaco das reformas concordadas
em Gaeta com os plenipotenciarios das princi-
pa, s potencias catholicas ; era Uoalmenle a for-
marlo do um exercito que lhe pertencesae, que
podesse pdr em termo oceupaco temporaria da
Franja e da Austria. Ora, qual desles tres de-
sejus o que nao foi realisadu ?
a Cracss sabodoria e continua sollicitude
de sua santidade, linha-se conseguido nao s
abolir o papel-raoeda, mas ainda obter uma
egualdade perfeila entre as recoltas e aespezas
com algum excedente do lado das receitas, e islo
sem levantar novos imposlos sobre os subditos.
Quanto s reformas, excep;ao de duas. que em
razio das circumstaocias graves e excepciooaes,
que acarretava a altilude hostil e revolucionaria
do Piemonle, ellas foram diTeridas, foram pos-
tas em execusao, como demonslrei em meu offl-
cio precedente, e como j dera um irrccusavel
testemunho o relatorio do Sr. conde de Reyoe-
val, de Ilustre memoria, eotao erabaixador de
Franja junto da saola-s. O exercito, nao obs-
tante a conJic,ao particular do estado pontificio,
em que olle se forma como se sabe por via de
engajamento voluntario, o exercito poda dizer-
sb constituido em numero sufficierte. Assim
quando nos primeiros dias de 1859 procurava-se
achar um pretexto para a guerra italiana|na per-
manencia dos exerclos eslrangeiros no lerritorio
pontificio, sua santidade pode livremente convi-
dar a Franga e a Austria a retirarem
quando quizessem.
mo sos lem elle as pal
nao for elle quem os transmitiir, si o Verbo de
Deus nao passar pelo canal quo elle preparou
para si, ento nao ser mais a fonte viva, ser a
ciiterna engaadora, ser a heresia de aguas tur-
vas e que nao podei mais tornar a brotar.
Mas, dizem elles, o papa, tendo deixado de
ser um re, nao deixar de ser um chefe espiri-
tual. Erro I o papado sem throno
mesmo volado vida errante, ao exilio.
O mesmo sena dizer a estrella do norte que
sshisse do ponto iixo que oceupa nt> abobada ce-
leste. Mas se a estrella do oorle desapparecesse,
como um cometa errante, alravcz das regioes
por onde a vista nao a seguisse, navegadores per'
didos no ocano, como faneis para vos guiar-
para encontrar' um potlo ?
Assim, povo chrisio, recobra animo e eleva
para o cu teu coracao abatido. J que boje sa-
hiodo tmulo leu Salvador, porcertp que ha de
elle impeoir que a sua egroja j entre no tmulo
que lhe esto preparando. Volta teus olhos pa-
ra Jcru-alem chrisla ; em Roma est o estan-
darte vivo que preciso seguir; Roma tmmooifs
saxum, centro imroutavel onde cresce, cercada
e luz, a grande arvore da redempeo.
A. Mazlre.
[Le Monde.H Duperron)
Rcspo
sla de monsenhor Azeglia, minis-
tro da sania s, em Paris, ao folheto
Franca, Roma e Ilalia.
Monsenhor. Sem duvida j lestes a brochu-
ra publicada rerentpmenle om P.ris com o titu-
lo : a Franga, Roma e a Italia. Ella cootm uma
especie de commentario tanto da expnsiQo offi-
cial da siluicao, feita no correr do mez pelo Sr.
Baroche ao senado e ao corpo legislativo de Fran-
ca, como da escolha de documentos publicados
pelo governo francez relativos aos ltimos acon-
tecimenlos da Italia. Tereis sem duvida notado
que o 6m principal deste opsculo lanjar sobre
o sanio padre e sobre seu governo a causa do de-
pioravel estado, quo chegaram as cousas na
Italia, e especialmente nos dominios pontificios
Gonheceis perfeitamente a serie dos fados, que
se teem succedido nestes ltimos tempos; co-
nheceis por ouiro lado os diversos actos emana-
dos de sua santidade, asim como tambem o o lu-
cio enviado por mim ao monsenhor Nuncio em
Pars 29 de fevereiro do anoo passado ; e isto
j vos basta para repellir essa injusta imputarlo.
< Com effeito, se se considerar com alguma at-
tencu os argumentos, sobre os quaes ella se
apoia na brochura, ver-se-ha sem grande diffi-
culdade que nao ha uma nica assercao, que nao
fique victoriosamente refutada pelos actos de que
acabo de fallar-vos. Todava como esta brochura
por meio de vagas generalidades, ou de anedoc-
tas extranhas questo, ou de allegaccs pura-
mente imaginarias, esforca-se por apresenlar os
fados sob um falso especio m de fazer-lh.es di-
zer o contrario do que exprimem, julgue oppor-
tuoo oppor-lhe algumas consideraces para roaior
esclarecimenlo da verdade. Esle molivo, juuto
considerado do carcter official, sob o qual a
brochura prelendeu publicar-se, induzio-me a me
oceupar della na parle que diz respeito mais de
perto santa-s e ao seu governo.
Primeiro que ludo nao me demorarei a qua-
lilicar aqu o acto de um bomem, que ousa lau-
car publicamente uma aecusagao to grave con-
tra o chefe augusto e veneravelda egreja cstho-
lica, e isto no momento em que, poodo de parle
o; cegos e eternos inimigos de toda a ordera, to-
FOLHETI1I
OBATEDORDEESTRADA
ron
PAULO DUPLESSIS.
suas tropas
Era que pois consisti a pretendida obslina-
ao do sDio padro dos dei nnm, de que bita.
moa ? A brochura em quesio, em vez de de-
clamar em termos geracs, teria feito melhor, par-
ticularisaudo e citando fados e documentos, se
dissesse o que quera o governo imperial ou os
outros governos amigos da santa s. Quanto
os, nada encontramos especificado sobre este
ponto, salvo as palavrasseguiutes :
A propria conducta do governo pontificio, sua
presislente recusa de reformas e suas sympalhi-
as declaradas pela Austria, contribuirn) para
augmeutar os alarmas de patriotismo italiano .
D'ahi pretende-se estabelecer duas cousas :
a recusa das reformas e a sympalhia pela Austria.
Mas, quanto ao primeiro ponto, j mostramos seu
fraco com a propria autoridade do representante
da Franca. Quanto ao segundo, cte-se um ni-
co facto no qual S. Santidade lenha mostrado mais
defferencia pelo governo imperial austraco do
que por qualquer ouiro governo catholico, e es-
pecialmente pelo governo imperial francez. Nao
se poderia antes e cem mafs fundamento fazer
uma recriminando contraria ?
Reala pois a terceira poca, a do derradeiro
movimento sobreviodo na Italia, e convm que
nos oceupemos deste mais largamente, visto co-
mo esta poca que parece referir-se especi-
almente a aecusago feita pela brochura. O autor
descreve pagina 21 qual deviasef a atlitudedo
imperador dos francezes em uma tal commoco,
e eis suas palavras :
c A Italia respeitada em sua independencia, o
papado protegido em seu poder temporal, tal era
o duplo m, que devia propor-se a poltica im-
perial .
A' vista desta attitude do imperador qual de-
via ser a do santo padre 1 Seu papel certamen-
te nao era comecar uma guerra offensiva contra
PRIMEIRA PARTE.
(Continuscao.)
Tolerei vossos temores e vossas suspeilss,
Antonia, replicou elle escolhendo por assim dizer
cada uma de suas palavras, mas nao poderia fazer
o mesmo respeito de vossa comiseracio e
desdem... Olhae-me bem... Estou calmo. x-
primo-me com pausa... com tranquilidade... sem
estrondo... nao verdade ? Sabis o que signifi-
ca minba moderarlo ? Qoeserei inexhoravel com-
vosco, sem piedade... que nao podando fazer-vos
pariilhar meu amor, eu vo-lo imporei. Na falta
de sorriso terelvossas lagrimas... Ah 1 pensastes,
miuha bella menina, que eu eraum ouiro Pano-
cha I Tomastes minha reserva por timidez por
desaso ; e vosso pequeo orgulho de rancheira
exallou-ae desmedidamente ao pensar que repel-
liis as homenagens de uma cavalleiro ? Na ver-
dade enganastes-vos completamente I
Meu Deus I quequer esle homem, murmu-
rou Antonia I
D. Heorique contemplou-a durante algum lem-
po com uma admiragao sinistra, se assim se pode
diz6r; depois tomando a palavra, porm sem se
coostraoger, e deixaodo vibrar sua voz livre-
mente :
Menina, como s bella 1 exclamou elle. Ah I
se eu fosse capaz de amar, sinto que flesria dou-
do por ti I...
Ento o joven, por um gesto mais rpido que o
pensameoto, pegou na mo de Antonia, reten-
do-a, apezat dos esforcos da pobre menina para
se hvrar.
De que serve esta iodignacao, disse elle
com meos axaltacao, ella fn mal i la belleza,
sem enfraquecer meu amorL.
gridade. Ora, repito, qual dvia ser sua attitu-
de, fm de mostrar se favoravel 4 independen-
cia italiana sem fallar aos sagrados deveres do
poDficado ? Certamente que oto hacia outraa
nao ser acceltar e-, realisar, quanto lhe foese pos-
sivtl, raia cofotioacia qalqer que lhe fosee
proposla, e que garaulisse a independencia na-
cional sem otrendf Drm aos dl'reitbs de outrm,
nem os principios invwlaveis a freja. Agora
ba no mundo alguam que provequao santo pa-
dre se tinha mostrado sobre este ponto, nao direi
obstinado, mas apenas difflcil em consentir ? Di-
gamos anies a rerdade : qual' a combinaca,
que jamis foi proposta S. Santidade nos limi-
tes que vlmpa de tragar? 86 se conhece uma
nica, a da coDederagao dos difTerenles princi-
pes italianos, tendo sua frente o summo pon-
tiQce'na qualidadeMe presidente honorario. Ora
esla praposta foi algum dia rejeitada pelo santo
padre ? Ao coalrario, nao foi ella formalmente
accella.
< O autor da brochura queixa-se amargamente
que quaodo esla proposla fot feita, foi acollada
com sarcasmos em Roma e em Paris, mas quanto
aos sarcasmos de Romo, se que existiram, olles
nao partiram certamente do governo pontificio.
Nao fallo aqui de ama proposta, que parlia de
um escriptor particular, o qual sem duvida nao
tioha a prelengo de ser considerado como uma
potencia. E' verdade que elle oos diz que es-
crevia como tendo a honra de expor um program-
ma, mas somonte boje que nos faz esta revela-
gao, e a qualidade de seu escripto eslava bem
longe ento de fazer-obs suppol-o. A proposta
official da confederagao e da presidencia s vem
em consequencia dos preliminares de Villa-franca
e do tratado de Zurich. e b santo padre, como eu
j dase, mostrou-se disposto a atceital-a, desde
que suas bases fossera definidas como coovinha.
Entretanto diz o autor que ento nao era mais
lempo, porm muito tarde : mas nao nota que
dizendo islo faz uma grave injuria a seu proprio
principe, como se elle e os outros houvessem pro-
posto por ponto de partida de um tratado solem-
ne o por meio de reconciliago uma cousa, que
nao era mais possivel, nem opporluna. Qomo
quer que seja, s entSo que foi feita a propos-
ta por aquello, que tinha autoridade para fazel-a
e injusto pretender que S. Santidade de vera
preveoil-a de seu motu-proprio. Ora, repito,
uma vez que oao por urna recusa do santo pa-
dre que esta corubinacao nao leve xito, como
poder-se-hia sem uma vergonhosa calumnia ac-
cusal-o de obstinado ?
< Nao harendo mais queslio respeito desta
combinago, que, porum lado correspondera
attitude do Imperador dos Prancezes, respailan-
do a independencia italiana, de maneira a pro-
teger ao mesmo lempo o poder temporal da san-
ia s. que, por outro lado concordata com a at-
lilude conveniente ao summo pontfice, permit-
tindo-lhe concorrer nos limites da justica para a
independencia italiana, sem sacrificar sua propria
autoridade temporal; que outra proposla foi fei-
ta, reuniodo semelhantes condiedes?
Aqui a brochura entra em um triste laby-
nnlho, narrando as propostas, que depois foram
feilas, massou forjado a acompanhal-a por grao-
de que seja a difficuldade que sinto.
Em primeiro lugar cita a carta escripia pelo
imperador, na qual eoosvidava-se o santo padre
a ceder ao Piemonte a posse das Romagoas com
um Ululo de vicariato e a nao differir mais a con-
cesso das reformas reclamadas pela Europa ha
trinta snoss. Ha aqui duas cousas : as refor-
mas j mencionadas e a cesso das Romagoas.
Quanto primeirs, e sorprendedor que se
falle de reformas reclamadas ha trinta annos,
quando dez annos antes foram ellas determina-
das em Gaeta de commum accordo entre a Fran-
ga e as outras potencias catholicas, o que dren-
le tases dez annos ellas fossem postas em exe-
cugSo, como cima dissemos. Entretaolo o
santo padre, comprehendendo que sob estas phra
sesqueria-se expremir o desejo de novas con-
cessoes, o bem que soubesse por outro iado que
o partido revolucionario declarara que ellas se-
riara inuteis ; fim de evitar dar algum pretexto
ceosura de obstinaco, que hoje lhe joga em
roslo com to boa f a dita brochura. prestuu-se
4 novas negociagoes, o com a satisfaco do era-
baixador e do proprio governo francez, determi-
nou quaes deviam ser as ditas reformas. Tendo
em vista todava, nao soque pedia sua propria
dignidade, sobre a qual nem um soberano, era
governo algum pode transigir, mas ainda o bem
das populaces, S. Saolidada reservou apenas
para si o direitode promulgal-as quando as pro-
vincias revoltadas houvessem tornado ordem.
Por tanto sobre esle poolo nao houve obstinago
porm sim uma consciencia temperada por uma
prudente reserva.
Temos o segundo ponto, que o vicariato
das Romagoas. A' isto o santo padre respondeu
com uma recusa corajosa; e vejamos se tinha
razo de taz-lo. Quanto mim, nao sei na ver-
dade como o autor da brochura coociiia em seu es-
pirito o papel, que elle marca ao imperador, que
proteger o poder temporal do summo pontfice
com a cesso das Romagoas, que se lhe aconse-
Iha. E' na verdade uma proteccao singular que
permiti a espoliacio, aioda quando palliada e
parcial, de seu protegido, e que se qneixa que es-
te nao a favoreca com sua propria condescen-
dencia.
A brochura diz que nao se poda fazer de
outro modo, visto como o recobro das Romagoas
torora-se impossivel. Quem o leria feito? A
Austria vencida nao o ousava ; a Franga victo-
riosa nao o devia, afim de nao faltar seus prin-
cipios ; o summo pontfice nao o poda por falta
() Vde otario n. 115.
Por favor, senhor, deixae-me 1 O contacto
de vossa mo me gela o sangue. Parece-me quo
estou comprimida pelo apeito de um reptil vene-
noso.
Esta imprudencia foi a gotta d'agua que fez
transbordar a laca j muito cheia. Todas as ms
e impetuosas paixes do joven desencadea-
ram-se.
Ah I miseravel I exclamou elle apertando
com frentica violencia a mo de Antonia, este
ultimo ultrage excede ludo I A' pouco tu pro-
nuncisstes a pilavra crime... pode muito bem
ser que possuas o dom de adevinhar.
Pheoomenoinexplicavel e extranho 1 propor-
cao que crescia o furor de D. Heorique, vollava a
calma Antonia.
E' uma felicidade para vos, senhor, disse
ella framente, que nao (tajara lestemunhas do
que se passa aqui; porque ficarieis desacreditado
para sempre.
Desacreditado por ter dirigido miuhas vistaa
uma rancheira '.'
Nao, senhor, mas por ter abusado de vossa
for^a contra uma mulher... Olhae para minha
mao I... i
. Uenrique obedeceu : gotliculas de sangue,
semelhantes graos do coral sahiam debaixo das
roseas unhas da pobre menina.
Oh I perdoa-me I Tua belleza mo tinha en-
louquecido exclamou elle passaudo o braco pela
cintura de Antonia.
Seria preciso um delicado pincel e oo uma
penna para descrever a sublimo iodignacao que
illumioou o rosto da menina.
Cora subtileza do gato e uma forca viril que ja-
mis se poderia suppor em uma crealura to
delgada e graciosa, livrou-se do abraco de D.
uenrique I
~ Oh I ys me taris horror I exclamou ella;
porm j nao temo mais... porque agora vejo que
me melareis..; Um perigo desconhecido me ater-
rata... N&o voltarei o rosto roorte!...
O olhar de Antonia era de uma altivez to tri-
umphanle, sua attitude exprima um desdem to
soberbo que fez D. Henrique hesitar.
A admiragao tioha substituido Velle a co-
lGTfl.
Nao., nao afrouxo, murrourou elleemfim
seria uma covardia e uma vergonha I
O joven lanjourse sobre Antonia, e dando de
repente um grito que de humano nada tinha e pa-
reca-se ao rugido do tigre quaodo morlalmente
ferido, caki por Ierra com lodo o corpo.
A queda d D. Henrique descobriu Panocha
descobn razo alguma
porque nao a soTreria em Bolonha.
Arcrescenlarei, emfim, que o, summo ponlr
uce o podis, teodo j um elercilo sufflciente pa-
ra rehaver as Romagnas; e so no-:o fez, o autor
da orochura deve sabe-lo melhor do que nin-
guem, porque impediram-o de orar.
a Mas, sapposto que este conselho dalo podes-
se concllior-se com o ofcio de protector, quem
nao v por outro lado que sua acceilagao nio po-
da combinar-M com a consciencia do susimo
pontfice? Eu masmo mostr! no despacho, mul-
tas vetes citado de 29 de Janeiro de 1860, as ra-
zoes que juatifleavm esta recusa, mas desejo re-
capitula-las aqui. A dita acceitafao :no poda
coociliar-se com a consciencia do lumrao ponti-
Uce, porque o principio apresentado para a ees-
sao mencionada, podendo esleoder-se ao rest
dos Estados-Pontificios, ella acarretava virtual-
meote a abdicagao total desses meemos estados,
tita nao se concillara com a consciencia do sum-
mo pontfice, porque elle obrigado por.jura-
menlos solemnes em face de toda a egreja,
ransroiitir integralmente seu successor esse es-
lado, que perteoce propria egreja, e em cuja
miegridade interessado todo o orbe catholico,
como provam-o as brilhantes manifestagoes da
catholicidade ioleira. Ella oo se conciliava com
a consciencia do summo poolifice, porque
abaodonar o tergo de seus subditos tyraonia de
uma fraegao iramoral e irrellgioaa, que delles te-
na teilo sua victima pelos costomes e pela pieda-
de, como os fados o tm provado sem cooies-
tagao.
m principe leigo mosmo em boa conscien-
cia, com uma tal perspectiva, nao poderia fazer
semelnanta cesso : e como pretender-so que ella
poda ser feita pelo Meslre supremo da moral ea-
inolica Quem nao sabe, alm disso, por diffe-
renies fados da historia, o que succedeu santa
s com semelhantes vicariatos? E o Piemonte
nestes ltimos tempos nao deu disto um novo
exemplo? Illudir-se sobre o valor de uma tal
combioago seria um erro imperdoavel. Islo
apenas uma engregada invengo, que encobre
uma abdicago real sob a apparencia de um no-
mo falso.
E' pois com razo que oo se acolheu ainda a
garanta offerecida ao santo padre para o reslo
de seus estados, desde que elle honvesse acceita-
do a proposta do supradito vicariato ; visto como,
sera fallsr do mais, elle proprio teria accedido
a uma abdicago, que, ainda quando violada, se
conserva sempre ioadmisaivel; entretanto que
por outro lado, nao se poderia eomprehender
como a Europa, que eslava prompla garantir
os dous tergos dos dilos Estados-Pontificios, nao
poda garantt-los em sua totalidade.
Nao havendo mais questo sobro a proposta
do vicariato, que resla ainda para provar a obsti-
nago de S. Santidade? Nao ha mais do que a
proposta de um corpo de exercllo, fornecido pe-
las potencias catholicas para a manulenco da
ordem nos dominios pootificios ; oo-ha mais do
que a de om subsidio pecuniario dado pelas mes-
mas potencias, o o pedido de uma prompia pro-
mulgagao das reformas j convencionadas. Ora
quanto promulgago dessas reformas, j demos
as razoes pelas quaes nao era ella conveniente e
cooseguintemente inulil repeli-las.
Quanto ao corpo de exercito, elle nao foi re-
cusado, mas apenas respondeu-se que Sua Santi-
dade teria acceitado com mais reconhecimento
nao o direiro, como dito na exposigo de qu
tratamos no principio, mas antes a faculdade de
alistar por sua conta nos diversos paizes calholl-
cos os voluntarios, que quizessem servi-lo na de-
fesa do estado. Deroas, fcil qualquer com-
preheoder qual seria mais conveniente, quer pa-
ra evitar as rivalidades entre os corpos depen-
dentes de poteocias difTerentes, quer para conser-
var mais plenamente a independencia pontificia,
quer.emlim, para obviar toda a compllcaco oas
relagoes em
caso de guerra entre as potencias,
quo houvessem fornecido seus contingentes.
Finalmente, em relago acceitago dos sub-
sidios, convem observar'que, sem fallar dos ou-
tros inconvenientes numerosos, que d'ahl resul-
lariam em detrimento da independencia e da
dignidade do summo pontfice, ella teria ainda a
apparencia de um prego dado pela espoliago of-
lerecida. Eis a razo por que o santo padre i,
exemplo de seus Ilustres predecessores, prefer
a oblagao espontanea dos fiis, que quizessem
soccorrer o Christo na pessoa do seu vlgario. O
bolo do pobre era mais honroso ao summo pon-
tfice na condigo, que o tinha reduzido a per-
fidia e a ingratido. do que o ouro que lhe era
onerecido pelas potencias da trra.
Agora reduzamos 6 seus ltimos termos os
pontos pnneipaes da aecusagao. Pondo de parte
as assergoes gratuitas, as calumnias mamfestas,
os fados eslrsohos causa, que recheam a bro-
chura, toda a obstinago que ella censuia- ao
santo padre reduz-se ter recusado uma abdica-
go, que lhe prohiba sua consciencia ; ter de-
ferido at que as provincias revoltadas entrassem
na ordem a promulgago das reformas ulteriores,
as quaes j tioha consentido ; ter proposto
alistar um exercito em lugar das tropas que se
lhe emprestavam ; & ler preferido o soccorro es-
pontaneo dos fiis um subsidio prejudicial
foroecido pelos governos, que nem sao todos,
nem sempre animados de intenges egualmeote
benvolas. E estes actos de firmeza, de nobre
desinteresse, que pareceriam olhos nao preve-
nidos dignos do grandes elogios, que excitaram
e queexcilam aioda a admiragao des proprios
herticos, parecem ao catholico autor da bro-
chura merecer tanta censura, quanta elle nao en-
contrarla se escrevesse contra aquellos, que sao
verdadeiameote responsaveis pelas lamen lavis
desordena da aclualidade.
que appareceu com uma faca ensanguenlada na
mo.
O Mexicano contemplou com ar radiante o ini-
migo atirado no chao 1
bem lisongeiro para mim, disse elle, um
homem que matou seis ursos cinzenlo?... Muito
bem, senhorita, continuou D. Andr Morisco y
Molinchey Nabos adiantaodo-se para a menioa
que linha ficado immovel pela sorpreza e ter-
ror, oo tinha eu razo em repetr-vos constan-
temente que vossas excursoes dariam um dia ou
outro era uma catastrophe ? Vede o que vos acon-
tecera hoje se eu nao livesse lido -a feliz lem-
branga de seguir-vos de longe I
Tu mataste este homem, Andr 1... murmu-
rou Antonia toda trmula.
Espero que sim, senhorita I.. roas descan-
cae... se elle nao esl morto, eu acabarei... A
lula eslava travada entre nos a uma semana. : eu
vos cootarei isto mais Urde... Emfim, eu gaohci
a partida 1...
Ainda oo, Panocha I estamos somente em-
patados I
Andr cabriolou como se livesse sido picado por
uma cascavel.
D. Henrique tinha se levantado ; apoiava-se
sobre.seu braco esquerdo, e tinha a carabina na
mo direita.
Grecas & Deus 1 Elle est vivo 1 exclamou
Antonia levantando seus bellos olhos para o
cu.
' Antonia, sois uma valen te e santa creatura I
disse o ferido com voz fraca. Ha pouco eu vos
cobigava... agora arno-vos...
Depois voltando a cabeca paia o Mexicano que
eslava a tremer como uma vara verde :
Tu flzesle bem, Panocha ; approvo...
D. Henrique depois de ter pronunciado estas
ultimas palavras com uma difficuldade extrema,
deixou cahir a carabina e fechou os olhos ; Anto-
nia correu para elle.
Depressa,' depressa... nio ha um momento
perder, Andr, disse ella, rae ver gente e pre-
parar uma padiola !
. Panocha nao esperou que lhe repetissem a or-
Sfb : sahiu correr; desconfiara elle do des-
aio do seu antagoniata ? I
Oh I murmurou Antonia quando flcou s...
e uma mimosa cor de rosa assumiu-lhe s faces ;
agora comprehendo quanto foi nobre e delicado
D. Luiz para comigo... e conhego quanto o amo..
Ai
A cidade mais curiosa o extraordinaria que ha
no mundo nio nem Pars nem Pekn; e San-
Mas eis justamente o que mais admira, O
governo imperial de Franga dra eooselh'os S.
Santidade dera-oe egualmeote ao governo pie-
monlez. Se o santo padre aecusado de nao ha-
ve-loa aeguido, o governo piemontes oo parece
ter sido mais dcil.
< Convm mesmo notar que se S. Santidade fez
recusas negativas, o governo.piemontez fez recu-
sas positivas. S. Santidade nao julgou bom fazer
anillas cousas, que desejava o governo francer,
mas o Pien.onle fez muilas cousas, que este go-
verpo declarava publicamente nio querer. O go-
verno imperial prohiba que se violassa a neutra-
lidad^ dos estados, pontificios, o o governo pie-
montez responda cupando ai Romagoas. O go-
verno imperial reprovavaasa.onexages, e o go-
verno piemoolez responda' executando-as. O
governo imperial prohiba at com amagas que
fossem invadidas as Marcas e a Ombra, e o go-
veroo piemontez responda metralhando o peque-
no exercito pontificio e bombardeando Ancona
per mar e por Ierra, nao observando mesmo as
lels de guerra reconhecidas por todas as naces
civilisadas.
O governo imperial insista qne fossem res-
petados os preliminares de Villa-franca e o tra-
tado de Zurich, e o governo piemontez responda
zombando dos preliminares e do tratado. E as-
sim poderiamos proseguir neslaenumerago, mas
bastara' estas ndicagoes. Agora, quem o crerla ?
O autor da brochura, que exercita to cruamente
sua peona contra o santo psdre, nao a cha nemas
quer uma palavra de ceosura para o governo pie-
montez I E entretanto todos teriam esperado oo
s palavras de censara contra um alliado to in-
grato e tao compromettedor, mas ainda um con-
vite feito Fraoca para reprimir finalmente e pu-
nir nma tal lemeridade. Nada disso. Quem pode
poia explicar uma tal reserva ?
Entretanto a explicarlo toda natural o a bro-
chura oo-la d emfim na ultima pagina, onde diz
que o imperador dos francezes nao pode sacrifi-
car allaha corte de Roma, nem abandonar o
papado revolucao ; o que o mesmo que dizer
que necessano sacrificar a corte de Roma s
exigencias da pennsula que de mister abaler o
dominio temporal da santa s, porque serve de
obstculo coostiluigo e organisagio da Italia,
e que convm faze-lo afim de que o papado ou o
poder espiritual nao cahia sob os golpes da revo-
lugo. r
c Acaso reflectio o autor da brochura que a
Italia, que necessario sacrificar o dominio
temporal do pootiQce, nao teta outro senhor a
nao ser esse Piemonte, cojo governo qu*rificou-
se si proprio de revolucionario; o Piemonte
que invade os territorios daquelles, que nao s
eotregam elle ; que leva a carnificina e o ferro
por entre os povos que se recusavam ao seu ju-
go; qoe viola nao a f dos tratados os mais
solemnes, ora sob pretexto de aotiguidade, ora
por mero capricho, mas ainda o direilo das gen-
tes ; que emfim foroece armas e dinheiro para
sublevar as maesas, para que ellas se achem de-
pois em estado de consummar o acto de rebellio
contra seus soberanos? E que differenga estabe-
lece o autor entre esse governo possivel, que
al aqui d o noroe de Revolucao e o Piemonte
tal como elle e tal como mostrou-se em quasi
todo o seu proceder? E que maior desgraga po-
deria attingir o papado pelo facto da revolugo,
como elle proprio a chama, que j o papado nao
tenha a soffrer pele facto do- Piemonte ? E' em
noaie do rei da Sardenha e de seus ministros que
os cardeaes e os bispos slo aprisionados, expedi-
dos do sua sede ou forgados a se exilarem. E' em
seu nome que se extinguen) as ordeos religiosas
e que sao impedidas de communicarem com seus
superiores geraes aquellas, que Acaro. E* em seu
nome que por todos os modos- sao inquietados os
ministros do senctuario e que se ebega a ponto de
submetter censura a prediea da palavra divina.
E' sob este governo que se estenio a mo sobre
os bens ecelesiasiieos, que se Ibes confisca uma
grande parte em proveito do estado. E' por elle
que se sola a brida toda a especie de blasphe-
mias nos jornaes e todas as protanaedes das
cousas ssgradas oos theatros, do entanto que fe-
cha-se a bocea aos nicos defensores da verdade
e da justiga. E' emfim sob este governo que, at
as provincias pontificias que elle acaba de usur-
par, nao permittido aos bispos precooisados
pa
las menos que nao coasiotam em submetter-se
condices contrarias aos seus deveres. Privan-
do assim tantas almas de seu legtimos pasture
nada mais se faz do que atacar sempre a religio
cada vez mais.
Sobre cada um destes pontos V. Exc. encon-
trar mais ampio detalhes nos actos pontificios
j citados e nos de meus oflacios precedentes que
ae referem elles.
Entretanto despeilo de todos estes factos e
de tudo que delles julgue o autor da brochura,
uma cousa oos tranqullsav e pensar que elle
lera contra si as repelidas tranquillisagoes de seu
proprio soberano e dos ministros deste, o tratado
de Zurich, no qual sao reconhecidos eadmiltidos
como inconlestados e incontestaveis os direitos do
santo patre e fioalmente a vontade unnime de
todo o orbe catholico.
Com o que vos tenho at aqui exposto em
poucas palavras, V. Exc. pode conceber idea
principal deslo escripto. Tudo quanto elle aecu-
mula alm de relegos na verdade pouco- diplo-
mticas, de ancdota e conversas apachadas as
anle-camaras, de palavres exagerados e de pro-
testos religiosos no momento em quo- vilipendia
e injuria o chefe supremo da egreja,. rudo isto
sem duvida nao merece que eu perca meu tempo
e meu trabalho em traca-lo.
Hs no onlaoto uma allegacao. assaz grave
para que eu a deixe passar sem algumas palavras
de reprorago. Ella consiste em apresenlar como
uma opposigae 4 dynastia que ceina actualmente
em Franga o movimento dos cathoiicos francezes
em favor da santa s. Isto uma injuria que se
fa i magnnima o generosa naci {rancaca, a
d.e ferea em seu sentimento mais .delicado, no
que sea mais bello titulo de gloria e seu im-
mortal herosmo, qaero dizer, aeu impulso reli-
gioso.
..Um pan desmentir esta vergonhosa calumnia
alaria 'erque eale movimento foi favorecido
Franga' pe pesaos- ecclesiasteaa o leigas.
em
Francisco Edificada em um dia pela cobica. des-
truida regularmente todos os mezes pelo incendio,
aprsenla o singular espectculo de uma prospe-
ridade que se deseovolve e se fortifica pelos de-
sastres. As chammas devorara um casebre de
roadeira, no outro dia levanta-so em seu lugar
uma casa de pedra e cal : esta casa preza do
terrivel flagello, apparece logo um palacio de pe-
dras de cantara I Emfim nao ha nada to pitia-
resco nem to encantador como Sao-Francisco,
visto do mar; lougiamente arrimada em forma de
amphiteatro ao declive de uma collioa, ofterece
em suas coostrueges uma diversidade incrivel
de formas e de cores : a madeira, o lijlo, a pe-
dra, misturara suas differenles cores s ordeos de
architectura as mais differenles. A' nao ser o r-
gido e montono allohanvento das ras que dexa
vista sem obstculos, e a iraaginago sem Ira-
balho, nao ae poderia nunca acreditar que se
acha em uma cidade americana, isto sahida
das roaos do povo mais positivo e mouosphantas-
tico do universo.
A animagao que reina na cidade prodigiosa
como a cidade mesma. Umamullido de diver-
sas cores, compacta, azafamada e agitada formi-
ga no meio da lama ftida e denegrida das russ;
acolovelam-se as calgadas de madeira que or-
lara as frentes das casas, assassina-se um pouco
em toda a parte.
O Americano um peo bera desagradavel de
encontrar-se no caminho ; da mesma forma que
o touro, elle.lem singular affelgo pela linha recta,
e nio detests a brutalidad? : se vos lhe parecis
menos robusto que elle, elle apressa-se em
dar comvosco no chao, e contina seu caminho
alegremente, pensando que deu uma prora cabal
de sua independencia. A locomotiva acta da
mesma forma ; ha quem a guie, e seu crneo de
ferro, em lugar de cerebro,' s lem vapor.
Muitos bar, especie de botequinsonde o com-
prador ca de p, provscam de todos os lados a
intemperancia dos que passam e cootribuem pode-
rosamente, pela prodigiosa e nociva venda de seu
brandy e de seu whisky calabreados, a mudar as
sltercages em rizas e estas em mortes.
Em uma palavra como ninguem lem certeza de
amanhecer vivo, cada um faz por viver o melhor
e mais depressa que pode ; entretanto encontra-
se usurarios que enlhesoram I
Escusado acrescentar que a populagio desta
cidade tao excepcional,se compepela maior par-
de gente desviada de todas as nacionalidades; to-
dava ahi se encontram negociantes millionarios
excessiramenle honrados; honrados artista es-
I nao menosHfestres por eaa virtude e scierrcia do
J Por su. aincerid.de > franqueza. A.tnbuir
I h0tDen' t8, "Pita*tV a baix. hypocresia de
^rvirera-se d cap. da religio para cobrir seus
designios politices una accua.go de uma in-
conveniencia t.l, que f.H,B-Be palavras para
exprimir o desprezo que ella merece.
c Entretanto visto como o opsculo associs
principalmente nma parte do clero francez so
santo padre, fazendo-lhe injuria de represnta-
lo como dcil instumento de astutos intrigantes
elle forca-me a confundir (anta audacia com um
s argumento, que salta sos olhos ds lodos.
c O movimento religioso da Franga pela causa
da santa s nie foi realmente diverso daquelle,
que manifestou-se na Blgica, na Allematrha, na
Irlanda e em ontros lugares. Ser pois neces-
sario dizer que toda a Europa traosformou-se era
ima grande Vendea ? Se maltas centena de
bracos vieran de Franca alstar-se sob a baodei-
ra pontificia, dos outros paizes reio um numero
ainda mais considerare!.
t Dir se-ha talvez que a opposigio dyoastica ao
mperador dos francezes impellio 4 essa magn-
nima dedicagio osfilhos generosos dessas difTe-
rentes nages ? Porm quera assim pensasse
seria perder lempo em procurar responder.
E' verdade que em Franga o movimento re-
ligioso para defeza do pontifico atacado produzu-
se com mais vivacidade e ardor, porm o motivo
disso mais nobre do que o pensa o aulor da
brochura. Convem procurar a causa disso na justa
pprehengo, qoe concebeu a Franga catholica da
ver arrancada de sua fronte a mais preciosa au-
reola, qoe a cora, correado o risco de sjudar a
destruigo da obra de Crios Magno. Carlos
Magno foi grande por harer livrado e augmenta-
do os dominios da santa a, sssaltados e invadi-
dos por um rei lombardo, que ambicionar co-
mo hoje aeontece a posse da Italia inteira. Ain-
a mais; elle firmou a soberana pontificia so-
bre a mais solida base, e a fez reconhecer pela
Europa. Ora, hoje faz-se todos os esforcos para
que esta grande obra, que no mundo catholico
a gloria mais invej.da e mais pura da filha mais
velhada egreja,ahia em ruina em menoaprez
das- garaotias multiplicadas, quer pnblicae-quer
privadas, como mais acims indiquei, pelas- quaes
era o imperador dos francezes, ors seus minis-
tros, declararan que o poder temporal oo seria
abalado, mas sim bem consolidado.
E se quizerem encontrar outras censas
para esta appreheneo, poderiam talvez ser enria-
das, quer na famosa proclamarlo imperial dirigi-
da de Mrleo aos Italianos, quer na interpretago
dada commumraente entrevista, que teve lugar
eraChambery entre o imperador dos francezes e
um dos generaes piemontezes, quer na introdu-
cto do principio de nao iotervengo, entendida
de modo a favorecer a rerolla e a impedir que
as potencias catholicas corram 4 defeza do sum-
mo pontfice, quer na opposigo s medidas qu9
houvessem eficazmente determinado a espoliago
sacrilega dos estados da egreja, quer no offere-
cimento de proposta inadmissiveis. Todas es-
tas causas, calando militas outras, se prendem a
lembraoga do que succedeu ao congresso tido
em Paris em 1866.
c Finalisou esta triste discussio, 4 que condu-
ziu-me bem contra vontade a audacia da bro-
chura. Para ooncluir farei observar que se
verdade como se afirma na ultima pagina que a
santa s esto hoje destituida de todo o soccorro
humano (como o autor o sabe melhor que nin-
guem) ella nie est despojada do soccorro da
Deus, e Deus sem duvida mais poderoso do qua
os homens. Succeda o que succeder, o santo-
padre tei a consolacao de tor sido fiel aos de-
veres de sua consciencia, e de haver proclamado
e manlidoace do mondo, em lempa de taco
profundo aviUamento e da to grande perfidia,
os principios eternos da justiga e do dimito. O
triumpbo moral certo e vale mais qate toda
qualquer victoria material.
c Estas poucas considerages, que acabo da
traosmittir-vos, servirio 4 V. Exc. de- ioatrucg
e regra, 4nm de que se for necessario Esc.
tenha o meio de refutar as objeeges que pode
rem tirar contra a santa s da supramencioaada,
e aou, etc.
c /. Cari. Antonelti.
c Roma, 36 de fevereiro de 1861.
{LeMondi.S. Fitho.)
touvados e misanthropos, e boas e valentes fourts-
tas vindos de bem longe terempara o direito de
passar mais tarde por mentirosos, quando volta-
rem para suas casas I
E' para orna das casas da mais bonita ra de
S. Francisco, em Montgoaery-street, que,do ran-
cho da Ventana, transportaremos o leitor. Monl-
gomery o meio termo, na nova Babylonia ame-
ricana, entre nossa ra Vivienne e a ra de la
Paix. E' o bairro das lojas esplendidas, dos ricos
negociantes e dos grandes especuladora. Somen-
te Montgomery-street excede e muito as suas ti-
rajes parisienses pela sua grande extenso ; para-
lella 4 bahia, ella atravessa a cidade no seu maior
comprimento.
Na porta da casa em que estamos esl cravada
uma chapa de metal brilhanie como o ouro, a qnal
lem escripias em grandes letras prelas: Mr.
Shar pa C. E' esse o nome de um dos opu-
lentos negociantes de S. Francisco.
Entremos no parlatorio, que sumptuossmen-
te decorado ; os movis nao custaram muito a
Mr. Sharp : provieram de uma apprehenso feita
pela alfandega e vendidos por uma ridicularia em
loilo.
Uma mocoila, de dezoito annos, Giba nica de
Mr. Sharp, oceupa-se em vigiar e reprehender
uma creada que esl 4 por a mesa. Sao tres
horas.
Miss Mary, nome muito commum, porm lio
bello de ouvir como fcil de pronunciar, a ver-
dadtira Americana de raga pura. Alta, esvelta,
espigada, de uma alvura deslumbradora, bem fei-
ta de corpo, 4 primeira vista toda de agradar.
Se se a observa com mais attenco, v-se que el-
la lera grandes olhos zoes, um nariz muito de-
licado, bocea pequea, fresca e mimosa; aua
testa elevada osla meio occulla por dous magos
de cabellos louros cor de ouro que se vo unir
atraz das orelhjs. Seu cabello (hndante e como
uma seda bem merece um diadema.
Miss Mary eal vestida com maialuxo quegos-
lo ; o vestido, decolado de mais para uma meni-
na, de uma rica seda: tem as grandes mangas
rendas em profuso : as pontas do cinto, que
cabera e se occollam as dobras dos babados, fa-
zem lembrar nma joven collegial. Os ps e raaos
de miss Mary nao tem nada de notavel: nio tem
cortamente, e3t< finara aristocrtica que se acha
o. Europa em certas classes privilegiadas: se nao
sao dignos de elogios, tambem nao merecem cri-
tica.
Miss Mary pois, bonita, muito bonita, e entre-
tanto a admirado que se sent ao re-la pela pri-
meira vez nao espontanea, completo; deixa lu-
gar para a analyse.
Provm isso de que a menina nao tem esse nao
sei que que se poderia chamar a belleza moral: a
alma de miss Mary nao tem reflexes: seu rosto
fica mudo.
Quando a creada lermioou sua trela, a menina
lancou uma vista d'olhoa sobre a mesa.
Meu Deus, Betsy, disse ella uma felicida-
de andar eu sempre prevenida com vossas dis~
traeges Pozesles cincotalheres, entretanto que
somos seis jantar.
Depois desta observsgo to justa e raaoavel,
que a creada nio recebeu bem. por que Betsy, a
brava Americana, estova possuida da idea d ana
independencia e dignidade, miss Mary deixou o
locutorio e subiu para o sali, O sala de Mr,
Sharp oceupava todo o primeiro andar da casa ;
elle se compunha de uma vasto sala e de um ga.
bioete; uma arcada separara as duas pecas, dei-
xaodo fcil comrounicagio.
Os movis deste sali eramda mesma qualida-
de dos do locutorio e provinham de uma auctton,
ou venda em leilo : miss Mary apenas se tinha
assentado quando entrou Mr. Sharp.
Mr. Sharp poda ter de 40 4 45 annos : sua
estatura era de mais de cinco ps e seis polega-
das ; seus grossos bigodes pretos, seu nariz um
pouco avultado, sua bocea bastante grande, da
forma alguma indicavam que elle fra o pae da
miss : nao havia entre elles pretexto algum para
essa parecenga vaga e mui cootostavel que na
Luropa n chama typo de familia pbraseologia
tanto espiritual como profunda que preservou
rouiios amores proprios e prolageu militas posi-
goes I r
Master Sharp, ainda que voltasse naquelle ins-
tante de uma longa excursio as visiohaocas de
S. Francisco, (razia casaos e c*lgi preta, chapeo
redondo e grvala branca : a barba feita de fres-
co, mostrava uma cor azulada que nao contribua
certamente para tornar suas feigoes mais agra-
daveis.
Maister Sharp oo pareceu dar pela presenca
de sus filha ; tomou uma cadeira, sentou-se, o
poz as pernas sobre um divn : tirou do bolso um
jornal de tamanho immenso e impresso em let-
tras microscpicas e poz-se 4 ler em toz baixa.

i
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'l>
(
(Continnor-ie-no).
FKUI.'STYF. M f. M FAsUA,-. MW,
.
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VaVIl ITlT ahaL


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