Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09274


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Full Text

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1110 IXXTII IDIEKO 97
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Pw (re* tu
Por tres
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SABIA DO 27 IE ABRIL DE Itll n
mm
Pop armo adianado 19$000
Pwte franco para o subscriptor.
BMCARRBGADOS DA SUBSCUPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino do Lima ;
Natal, o Sr/Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemo's Braga; Cear'o Sr. J. Jos
da Oliveira; Maranho, o Sr. M a noel* Jos Mar-
tina Ribeiro Guimares ;Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAKrilMS DS UURKKIO.
Olinda todos os din as 9 1/i horas do dia.
Igaarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sexus-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Ciruar, AUinho e
Garanhuos as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pea-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Px as quarlas (eiraa.
Cabo, Serinhaem, RioFormoso, Una.Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas eiras.
(Todos os correios parlem as 10 horas da manha)
EPHEMBRIDES DO HEZ DE ABRIL.
2 Quarto minguanie as 4 horas e 4 minutos da
manha.
10 La ora as 4 horas a 39 minutos da man.
18 Quarto crescente s 4 horas e 26 horas da
manha.
|24 La cheia as 8 horas e 4 minutos da tarde.
PREAMAR DE HOJE. .
Primeiro as 6 horas e 6 minutos da manha.
ISegundo as 6 horas e 30 minutos da tarde.
22
23
24
25
26
27
23
das da semana.
Segunda. Ss. Soter e Caio mm.; S.Senhorinha
Terga. S. Jorge m. ; S. Adalberto b. m.
Quarto. S. Fideles de Sigmaringa m f.
Quinta. S. Marcos Evangelista ; S. Hermino.
Sexta. S. Tedro da Ratis b. m.; S. Cleto p. m.
Sabbado. S. Tertuliano b.; S. Turibio are.
Domingo. A fgida de N. Senhora ; S. Vidal
AUUiKiuiAS DOS TRlBNAtSa 1>A CAHlAL.'TN
Tribunal do commercio ; aegundas e quintas.
Relaco: torgas, quintas e sabbadoa as 10 horas.
Fazeoda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas
luizo do commercio : quartas ao mel dia;
Dito de orphios: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas, e sextasio meio
Segunda Tara do civel
hora da tarde:
quartas sabbados a 1
PARTE OFFICIAL.
Governo da provincia.
Expediente do dia 24 de abril de 1861.
ullicio ao Exm. presidente do Rio Grande do
Norte.Bogo a V. Exc. que se digne de provi-
denciar para que o corpo de polica desta pro-
viacia seja indemnisado da quantia de7^000abo-
nada ao soldado do corpo de polica dessa pro-
vincia Nicolao Dias de Andrade, conforme solici-
ta o respectivo commandanle no offlcio n. 179 de
23 do correte, junto por copia.Communicou-se
ao commandanlo do corpo de polica.
Dito ao Exm. presidente doCear.Com o of-
-ficio que V. Exc. me dirigi em 9 do correte,
sob n. 12, recebi copia da correspondencia dirigi-
da essa presidencia pela commisso eocarrega-
da na cidade do Cratoda compra dos gneros ali-
menticios, aQm de serem enviados para a comar-
ca da Boa-Vista, de conformidade com as ordens
do meu antecessor Kemetteu-se thesouraria
de fazenda.
Dito ao ommandante das armas.Devolvo j
despachado, afim de ser rubricado por V. S. o
pedido feito pelo commandanle da fortaleza do
Brum, a que se refere o officio de V. S. de hon-
tem, sob n. 582.
Dito ao mesmo.Pela informado constante da
copia junta ministrada pelo director do arsenal de
guerra, ver V. S. os motivos porque nao foram
anda foroecidos ao hospital militar os lences,
toalhas e outros objectos de que trata o director
daquelle estabelecimento no officio que veio an-
nexo ao de V. S. de 17 do corrento, n. 539.
Dito ao mesmo.Para que possa ter lugar o
pagamento que V. S. solicita em seu officio de 13
do correle, sob n. 518, da quantia de 4O9O00 des-
pendida com o enterro do alteres do 2a batalho
do infamarla Francisco Rodrigues da Costa Doria,
faz-se preciso que V. S. remeta urna conta des-
sa despezs, afim do ser enviada ao inspector
da thesouraria de fazenda, que a solicita em sua
iuformaco de hontem sob n. 316.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de expedir as
suas ordens para que se recolham a esta capital
as vinte pracas de primeira linha, que se echara
destacadas no termo de Barreiros.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de manjar
por em liberdade o recruta Manoel Alexandre
dos Santos, que provou isenco legal.
Dito ao inspector do arsenal oe marinba.
thesouraria de fazeodo acabo de recommendar
que promova pelos meios a seu alcance a co-
branza da quantia com que devem indemnisar a
fazenda publica os individuos mencionados na
relaco annexa ao officio de V. S. de hontem, sob
n. 114, pela feitura da parte do caes desse arsenal
ao Forte do Mallos, compre.hendida nos termos
de suas propriedades.
O que commuoico V. S. em resposta ao seu
citado officio.Remetteu-se thesouraria de fa-
zenda.
Dito ao conselho de compras navaes.Podem
Vv. Ss. effectuar a compra dos materiaes men-
cionados na relacao annexa ao offlcio desso con-
selho de 10 do corrente, visto que sao precisos
para provimento do almoxarifado de marinha,
devendo Vv.Ss. remetler thesouraria de fazen-
da copias dos termos que assignarem os vende-
dores de ditos objectos.
Dito ao mesmo.Podem Vv. Ss. promover,
nos termos dos arts. 9 a 11 do regulameoto de
20 de fevereiro de 1858 a acquisico dos objectos
do material ua armaunjudi&doo ua icia^au auue-
a ao officio desse conselho de 20 do corrente,
os quaes sao necesssrios para provimento do al-
moxarifado de marinha.
Dito ao mesmo.Approvo a compra que Vv.
Ss. contrataram com diversas pessoasdos objectos
de material mencionados na relaco annexa ao
seu officio de 20 do corrente, devendo transmit-
tir-se thesouraria de fazenda copias dos termos
que assignarem os vendedores de taes objectos.
Outro sim, autoriso esse conselho a promover
a compra dos 150 paos de sicupira precisos para
a corveta em construeco, e que foram offereci-
dos por Antonio Ramos de Olireira a prego arbi-
trado, segundo o que valerem, conforme Vv. Ss.
declarara no Anal de seu citado officio.
Dito ao commandanle do corpo de polica.A'
vista do quo expoz V. S. em officio de hontem,
sob n. 178, mande dar baixa ao soldado do cor-
po sob seu commando Manoel Tavares Bezerra.
Dito ao mesmo.Expega V. S. as suas ordens
para que sejam postos disposigo do promotor
publico desta capital duas pragas do corpo sob
seu commando.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tendo em considerago o que expe o inspector
do arsenal de marinha em officio de 19 deste mez
sobre que versa a informagao de V. S., sob n.
312, de 22 do corrente, e altendendo que subsis-
ten ainda os justo fundamentos da ordem desta
presidencia de 11 de levereiro ultimo determino
V. S. que mande pagar sob minha responsabi-
lidade, na falta de crdito, como consta de sua ci-
tada informagao, nao s a feria dos operarios em-
pregados as obras do melhoramento do porto
desta cidade, relativa a primeira quinzena deste
mez, como tambem o que forem elles veocendo
at que o governo imperial, a quem tfesta data
me dirijo a semelhante respeito, note o accres-
cimo de crdito indispensavcl para satisfagao des-
cas despeza?.
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. para seu
conheeimento os inclusos exemplares dos decre-
tos ns. 2685 e 2686 de norembro e 2711 de
19 de dezembro do anno passado, contendo di-
versas disposiges acerca dos baocos, companhias,
sociedades anonymas e oulras caixas flliaes e
agencias, cuja execugo foi recommendada por
aviso do ministerio da fazenda de 14 denovembro
o 14 e 31 de dezembro daquelle anno Remeite-
ram-se tambem dos mesmos exemplares a todos
os juizes municipaes ao tribunal do commercio,
-ao juiz do commercio e aos bancos da pro-
vincia.
Dito ao mesmo. Mande V. S. pagar a Joao
Marcell) Calado os vencimentos relativos ao mez
de novembro do anno prximo passado, dos guar-
das naciooaes destacados no districlo Duas Bar-
ras, termo de Serinhaem, urna vez que esteja nos
termos lgaos o pret em duplcala, que me foi
remettido pelo commandanle superior interino
da comarca do Rio Formoso, com officio de 2 do
corrente.
Dilo ao mesmo.Nao obstante o que pondera
V. S. em sua informagao, sob numero 275, do
12 deste mez, dada com referencia ao officio do
director das obras publicas, solicitando o paga-
mento da quantia de 2:28a370 rs que se de-
pendeu com os reparos da ponte Tena do Recife,
e em vista do aviso junto por copia, expedido
pelo ministerio dos npgocios da agricultura, com-
mercio e obras publicas, em 23 de margo findo.
mande V. S. realisar esse pagamento nos termos
da ordem do meu antecessor, de 2 de fevereiro
ultimo. Communicou-se ao director das obras
publicas.
Dito ao mesmo. Logo que houver crdito,
mande V. S. pagar ao baro do Livramenlo a
Juanlia de 4009000 porque foi cedido ao arsenal
e marinha um batelo de ferro para afundar-so
cheio de argamasas na barreta do su), como se
v|da conta junta, que me foi remettida pelo ins-
pector daquelle arsenal, com officio de hontem,
sob numero 115.Communicou-se ao inspector
do arsenal de marinha.
Dito ao commandanle superior do Rio Formo-
so.Devolvo V. S. as folhas dos vencimentos do
destacamento dessa cidade, que acoropaobou o
seu officio de 6 do corrente, am de serem sup-
pridas as faltas indicadas pelo inspector da the-
souraria de fazenda, no officio numero 308 de 22
do corrente, junto por copia.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Estando nos termos legaes as inclusas coalas,que
me foram remettidas pelo chefe de polica com
officios de honterr, sob nmeros 329 e 330, man-
de V. S. pagar ao negocianlo Joaquim Antunes
da Silva a quantia de 285,200 rs., e a Estevao dos
AnjosMa Porciuncula a de 91,400 rs., a primeira
despendida no mez de margo ultimo com o sus-
tento dos presos pobres da cadeia de Garanhuns
e a segunda com o dos da cadeia do Cabo, no ci-
tado mes de margo.
Dito ao director do arsenal de guerra. Haja
Vmc. desatisfazer a exigencia do inspector da
thesouraria de fazeoda contida no officio junto em
original, que me ser devolvida, cobrindo o re-
querimenio de Miguel JosdaMotts Jnior.
Dito ao director das obras militares.Pica ap-
provado o juste que fez Vmc. com Rufino Ma-
noel da Cruz Cousseiro para a construego da
mangedoura e estivas da cavallariga do quarlel
do Campo das Princens, pela quantia de 375$
rs., constante do orgamento annexo ao officio de
Vmc, de 22 do corrente, sob numero 30, que
respondo.Communiccu-se Iheiouraria de fa-
zenda. ^
Dito ao commandante de Fernando.Com offi-
cio que Vmc. me dirigi em 16 do corrente, sob
numero 25, recebi e dei o conveniente deslino, a
guia do sentenciado Antonio ThomazPereira, que
regressou desse presidio por lhe haver sido per-
doado, por decreto de 21 de dezembro prximo
passado, o resto do lempo que lhe faltava para
cumprir a pena que lhe foi imposta pelo jury da
comarca de Pao d'Alho.Officiou-se ao chefe de
polica para o fazer desembarcar do hiato Stryi-
pano, e pd-lo disposigo do juizo municipal da
primeira vara : communicou-se a este, e ao juiz
de dlreito da comarca em que foi julgarJo.
Portara.O vice-presidenle da provincia, al-
tendendo ao que requereu o Dr. Francisco de
Paula Salles, chefe do seceo da secretaria do go-
verno, resolve prorogar "por mais um mez a li-
cenga em cujo goso se acha.
Expediente do secretario do governo.
Offlcio ao primeiro secretario da assembla
provincial.Ordenou-me o Exm. Sr. vice-presi-
dente da provincia que eu enviasse V. S. para
sersubmettida a considerago da assembla le-
gislativa provincial a tibelli inclusa de emolu-
mentos que devem ser cobrados -as secretarias
da instruego publica e do Gymnasio Provincial e
que foi apresentada pelo respectivo director geral
com a informagao junta por copia cobrindo um
requeriraento em original do secretario do mesmo
Gymnasio.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. vice-presidente
da provincia manda remetler V. S. a copia do
contrato feito para a concluso da obra do hos-
pital Pedro H que V. S. em virtude de delibera-
gao da assembla provincial solicitou era seu offi-
cio de 20 do corrente, sob n. 15.
DESPACHOS DO DIA 24 DE ABRIL DE 1861.
Itequerimtntos.
Bellarmino Ferreira Lima.Informe o Sr. com-
mandante do corpo de polica.
Dr. Francisco Pinto Pessoa. Dirija-ae the-
souraria do fazenda.
Jpo Miguel dos Anjos. Informe o Sr. Dr.
Mila fia polios*.
A junla administrativa da irmandade da'Santa
Casa da Misericordia do Recife. Remettido ao
juiz municipal do termo de Santo Anlo para at-
tender com toda a urgencia.
Manoel de Souza Tavares.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Ramos* Lima.-Informe o Sr. commandante
do corpo de polica.
DIRECTORA GERAL DA INSTRUCCAO'
PUBLICA.
Relatorio apresentado ao director ge-
ral pelo professor de instrucc pri-
maria de Fora de Portas Antonio
Rufino de Andrade Luna, em 30 de
Janeiro prximo passado.
Illm. Sr.Em satisfagao ao que V. Exc. recom-
mendou-me, quando mandou adoptar na escola
que est sob a minha direcgo, o systema calli-
graphico de Mr. Scully, por em pratica as Instruc-
goes de 11 de junho de 1859, na parte relativa
destnbuigao das horas do ensino primario, e dar
aula das nove horas da manha s duas da tarde,
tenho a honra de levar illustrada considerago
de V. Exc. o resultado da minha experieecia e
observago, adquiridas na pratica desles diffe-
renies misteres, cujas vantsgens e inconvenien-
tes procure attenta e cuidadosamente cstudar no
tempo decorrido de sua adopgo ; o qualj bas-
tante para poder-se formar um juizo a tal res-
peito.
Julgo tsmbem conveniente ( psra o que pego
Iiceoga a V. Exc.) apontar algumas medidas, ten-
dentes a msnter a boa ordem e regularidade es-
colar, e fazer algumas reflexes em geral, que
me parecem assisadas.
Systema calligraphico de Mr. Scully.
Devo repetir anda o que j disso em resposta
ao officio de V. Exc, em que consultava a mi-
nha humilde opinio a respeito do systema cal-
ligraphico de Mr. Scully, qnando quer manda-lo
adoptar as escolas: c A excepluar-se a posigo
do corpo, o modo de pegar na pena e certas le-
gagoes, usadas somente na escripia rpida, e
que, por assim dizer, sao urna parte accidental
do modo (verdaderamente) de Mr. Scully, nao
haver um systema propriamenle dito como
elle o domina, porm sim o modo pratico de
escrever, j conhecido e ensinado pelos meios
ordinarios.
Sendo o systema a reunio de principios e re-
gras, que nos levam ao conheeimento de qual-
quer cousa que se quer ensinar, nao se deve pro-
priamenle assim chamar a um modo do ensino,
que s se distingue de outro por cenas disposi-
ges do corpo ; meios estes, que nao psssam de
auxiliares para a escripia, e que por forma algu-
ma podero coostiluir um systema.
Com Uto nao tenho por flm dizer que Mr.
Scully nao seja um bom professor pratico de es-
cripta : ensina pelos meios ordinarios, procu-
rando ora sea favor que sua classe concorram
pessoas, que como professores, j sabem escre-
ver, ou pelo menos o fazem soffrivelmente. Nao
me consta que elle aqu ensinasse pessoas aual-
phabetas; com catas queso deve mostrar a
superioridade de um a outro systema, e rao
com o ensino d'aquellas, cujo estimulo e gosto
nicamente as levam a conseguir apenas algum
melhoramento na lettra.
Essa considerago foi o resultado da propria
experiencia, quando fez parte do seu curso de
cailigrapnia ; ao qual frequentei, para satisfazer
ao convite que V. Exc. fez-me qnando aqu este-
ve Mr. Scully.
Segundo porera cumptis-me em satisfagao ao
officio de V. Exc, mandando adoptar o referido
systema, por ter sido elle spprovado por essa di-
rectora, immediatamente pu-lo em pratica, fa-
zeodo at com que. os alumnos, j habituados a
pegar na penna.como d'anles o faziam, passassem
escrover pelo modo recommendado por Mr. Scul-
ly. Fui observando porem que para a maior psr-
te era impossivel conseguir que escrevessem por
um diflerente modo do usual.
Isto Ihes nao estranhavel, porquanto eu mes-
mo com muilo constrangimento, e s por urna
torga superior de vootadn assim escrevi por al-
guna dias somente, e quando linha de faze-lo
em presengs dos meus alumnos, a quem era, e
ainda sou obrigado a ensinar por este modo.
Coohecendo pola que assim retardara para os
principiados o progreiso deste ramo do ensino
j
primario, entend deixa-los continuar como
d'anles, exgiindo somenle dos principiante* o es-
creverem por este modo ; para os quaes tem-nie
sido fcil consegui-lo, porque nesle caso ao se
tem de lutar contra o habito, que difficil e rara-
mente se parde, quando ha muito se est na posse
delle.
Assim procedendo, s tive em vista a maior
vanlagem para o adiantamento dos meus alum-
nos ; o que sempre interessadamente procuro
promover pelos meios mais facis e razoaveis,
e de harmona com as iostrueces em vigor.
Presumo assim nao ser ido de encontr deter-
minago de V. Exc.
As consideragdes que levo ditas, Glhas nica-
mente das minhas convcgdes, nao teem por fim
negar a superioridade quer em relicao ao cora-
modo, quer escripta, que tem sobre o usual es-
te modo de escrever, nao proprio de Mr. Scully,
e sim ha muito seguido e usado nos colleglos da
Europa, e mesmo entre nos por muitos guarda-
livros especialmente. Por meio delle porem nem
todos podero escrever bem ; porque, como se
sabe, nao condiego indispensavel para conse-
guir-se boa lettra o modo de pegar na penna :
muitos escrevem bem pegando mal na penna e
vice-versa. De qualquer forma se escrever bem
ou mal, segundo is tendencias, gosto o applica-
go de cada um : este o verdadeiro systema,
que faz de Mr. Scully e de outro qualquer um
bom professor de escripta.
Distribuigao do tempo e das materias do ensino
pelas dtversas classes de urna escola do pri-
mexro grao.
i." Seccao. Escripta.
A primeira, segunda e terceira classes desta
secgao comprehendem linhas rectas, ou hastes
siogelas, ditas curvas em baixo, curxas em cima,
e curvas em baixo e em cima, e leltras solas do
alphabeto maiusculo e minsculo em bastardo,
ludo escripto em ardosias.
A experiencia tem mostrado que o uso de ar-
dosias para o ensino d"escripta contrario ao seu
progresso; e bem fcil comprehende-lo.indepen-
dente mesmo de conhecimentos praticos da ma-
teria, sabendo-se que a aspereza e rigidez pro-
pnas deste modo de escrever deve dilficultar a
flexibilidade dos dedos to necessariamente in-
dispensavel para a execugo da boa lettra.
Os que principiam por esse modo adquirem o
habito de escrever com muita forga, tornando-
se-lhes a mo conseguintemente muilo pesada,
de modo, que quando vo a escrever por penna
e papel, longo de prem em pralica o que j ti-
verem aprendido, mal saberlo formar ah nm
trago. Tero por tanto de principiar de no-
vo a escrever pelos riscos, para acostumar a mo
ao uso do papel e peona ; provendo d'ahi para o
professor urna desvsntngera dupla ; porque, alem
f0 ,8mP perdido sem proveito algum, tero
trabaiho de fazer com que se deixe o habito ad-
quirido na pratica dos exercicios comprehendidos
.Pr....,lJC6uUaS lerceira classes.-s-j,. <-
zem uso da ardosia. Jr
Acho pois conveniente, avista destas/consde-
rggoes que os meninos, em vaotagein propria
pnncipiem logo a escrever pelo systama que de-
ve permanecer. H
A comparago na pralica dos oTbus systemas,
me levaram ao conheeimento d/b quo venho de
dizer ; e as poucas razes aprimadas em seu
apoio parecem-me bastantes nafra sustentar esta
opiniao, que tambem a de/aiguns collegas, a
quem lenho ouvido fallar a tfal respeito; a qual
s me obnga a levar considerago de V. Exc. o
desejo que tenho de concemer com alguma cou-
sa em favor da instruyo que me est con-
liada.
l.secgo.Arilhmetica.
Derer-se-ha chamar Verceira seceo, porque os
exercicios escolares passaro a ser consecutivos
deixando de haver escola duas vezes ao dia como
d antes.
1.a classe.Conheeimento e formago dos nme-
ros dgitos e seus valores.
E' impraticavel a inteira execugo do que faz ob-
jecto desta clasa*. O alumno que principia a fa-
zer riscos, quando dever tambem achar-se nes-
ta classe, norpoder formar os caracteres nume
ricos, cuja eecugo demanda conhecimentos de
escripia superiores factura de rectas; o queso
se poder bbler da terceira classe de escripia por
diante. *
A primeira classe de arilhmetica dever pois
comprehender o conheeimento dos nmeros d-
gVtos e seus valores : a formago dever ser ob-
jecto da terceira classe, porque ento o alumno
estando provavelmente na terceira ou quarta de
escripia, j poder fornece-los.
Segunda classe. Conheeimento de nmeros
compostos de dous algarismos e taboada de
sommar
Esta classe dever principiar pela leitura da ta-
boada de somma, em seguida decorada e depois
salteada.
Nao podeodo o alumno formar ainda nella os
caracteres numricos, adquirir o conheeimento
por meio da taboada de sommar de nmeros
compostos de dous algarismos para a seu lempo
escreve-los.
3* classe.Conheeimento de nmeros compos-
tos de tres e quatro algarismos, pratica da ad-
dicgao e taboada de somma.
Nesta classe j podero os meninos aprender
a formago dos algarismos, escrevend ao os
nmeros de que tomarn -'ci.imemo na clas-
se precedente. aprendendo a representar ou-
if<*> de ires e mais algarismos. Seguir-se-ha
mais um exercicio de somma grande, que servi-
r de preparago para a pratiaa da respectiva
operado que ser objecto da classe segointe.
Esta pequea demora na pratica da addigo
nao iraz atrazo algum para os alumnos como
talvez nao parega ; antes, preparados assim com
melhodo, achar-se-ho aptos psra depois, em
pouco, realisarem-na.
Nesle processo da arithmetica a difflculdade
para os meninos nao consiste simplesmente no
modo de praticar a operago ; mas no escrever
os nmeros com porfoso, sabendo conhecer e
distinguir nao as diversss secges de leltras em
que elles se dividem, como as differentes espe-
cies de unidades que dever comprehender cada
urna dostas secges ; no ioteiro desenvolvimen -
lo da respectiva;taboada quo est justamente toda
e difflculdade, o que.de ante-mo vencid?. fa-
cilitar o resto.
E' a minha opinio.
4a classe.-Somma de nmeros compostos de
muttas parcella* com a prova do nove e taboada
de multiplicar.
Esta classe poder flear no que a comprehende,
sendo a taboada de quo falla decorada e depois
salteada.
Acho eohYeniente que os que frequetam esta
e as classes seguiotes, entrem diariamente no
exercicio das taboadas que j tiverem dado, por-
que assim nao s cada vez ficaro mais desem-
Daracados nellas, como so conservaro oceupa-
dos fra das horas daliego.
O perfeito conheeimento de qualquer materia,
que faz parte do ensino primario, s se coosegue
fcilmente por meio de repelidos exercicios;
pelo que se nao dever pere-los de vista as
escolas: ser mesmo bom que a cada materia
acompanhe um exercicto, sempre que fdr pos-
sivel. '- K
.^ 2a aecgo.Leitura.
Na pomea desia secgo nada eocontrei. que
conveusJ,|ier modificado: as suas materias es-
lao distri'JJidas convenientemente. A falla po-
rm de cartas suspensas parede, absolutamente
indispeBsaveis a primeira, segunda e terceira
classes, tem feito com que deltas nao se possa
tirar o proveito desejado.
Para se guardar a perfeita simultaneidade do
ensino, de accordo com a lei. nao se pode pres-
cindir do seu uso, muito principalmente para o
exercicio das duas primeiras classes.
O estimulo que resulta do modo simultaneo
urna das suas mais reconhecidas vantagens ; e a
falta de eartes para os exercicios destas classes
traz a ausencia desse estimulo, visto como ento
os alumnos tero de estudar as licgdes isolada-
mente em face de urna caria que para elles nao
passar de um instrumento ou trinchelra de sua
inapplicago.
Tenho sempre observado que o uso de carias
para os principiantes, alm de despendioso,
prejudicial ao proveito do ensino ; e muito prin-
cipslmeote se os meninos fra d'aula nao teem
quera com elles se oceupe. O que ainda assim
nem sempre Ihes proveitoso; pois por este
meio ordinariamente adquirem erros e vicios de
pronuncia, cuja correceo toma-se depois sobre-
maneira difficil ao professor.
Por mais expedito que seja um professor, cuja
escola tenha de cincoenta-alumnos para gima,
nao conseguir ensinar, e toma todas as lieges
dos principiantes individualmente, no limitado
tempo do exercicio das escolas, em que o nume-
ro de materias a ensinar lhe superior; sem
fallar ainda das escolas em que se comprehende
mais o segundo grao, muito acrescentado em
materias, e estando todas a cargo de um s pro-
1 fessor. Por meio, porm, dos exercicios, avista
de eartes suspensos parede, um alumno mes-
rao, que tenha conhecimentos de leitura, poder
ser encarregado de fazer os exercicios destas
classes, que serao coropostas de lautos alumnos
quantos estejam no caso de ser nellas compre-
hendidos.
Para que, porm, dos exercicios destas classes
ou de outra qualquer, so tiro todo o proveito
possivel, cumpre ao professor chamar para ah a
atlengao dos alumnos que a compem; para
Uto bastar exigir-Ihes inesperadamente pergun-
tas relativas ao mesmo exercicio. Elles na in-
certeza de quando ser-lhes-ha dirigida a per-
gunia, n5o se entregaro distraeco, que lhe3
tao comraum.
Eroquanto nao fr satisfeita a necessidade de
que fallo, o ensino destas duas classes principal-
mente nao poder ser simultaneo; o professor
sera obrigado a langar mo do modo individual
que, se bem que tenha algumas vanlageos,
todava contrario a economa de tempo, to ne-
cessanoa urna escola muito frequentada, em
que pelo seu grande proveito, convm o uso do
modo simultaneo, adoptado justamente pela lei.
2a secgoDoutrina christa.
Pela mearas razoj indicada quando tralei
da secgao de arilhmetica, dever esta charaar-se
quarta e nao segunda.
A falta de um compendio mais adaptado a
esta secgao, do que presentemente, seguido as
escolas, faz com que nao possa ella ter urna exe-
cuso mais perfeita ; todava procurei quanto me
ro possivel, guardar a ordem de sua diviso,
relativamente aos alumnos em geral, e ao grao
de instruego de cada um em particular.
rara dar aos principlantes qne ainda nao sai-
pam ler o conheeimento dessa materis, compa-
Uve com o seu estado, comprehendo-os logo na
primeira classe, que praticada pelo seguinto
modo: um alumoo mais adiantado, ou mesmo
o professor, l pausadamente a orago que se
quer ensinar-lhes, e elles por sua vez repetem-
na. at quer, pela conlinuago deste exercicio
[que dever ser feito em ultimo lugar por* ser
objecto da 4a seceo), cheguem a decorar asora-
oes pnncipaes.
A segunda, terceira e quarta classes ainda sao
oceupadas pelos principiantes, que eram passan-
ao de urna outra, segundo o seu aproveita-
mento ; iicando, porm, a cargo da professor a
explicagao das orages j decoradas, de que tra-
tara a terceira e quarta classes.
Quando os alumnos j leem soflrivelmente,
passo-os entao para a quinta classe, que consiste
oo estado do caihecisrao.
Nao tratando o compendio adoptado .da ins-
truego moral, propriameote dita, que exigida
pea sexta e stima classes, tenho supprido esta
taita por meio de explicages oraes, que Ihes dou
nesle sentido.
Tenho assim conseguido da melhor forma, que
me parece possivel, por em pralica esta seceo,
de modo que todos os alumnos estejam nella
comprehendidos, como em todas as otras, logo
que entrem na escola.ainda quando analphabetos.
Parece-me que, estando todas as secges dividi-
das em oito classes, dever sem duvida a primei-
ra de cada urna ser oceupada pelos que princi-
piara a aprender. A enteBder-ae differenlemen-
ie, resultar que a maior parte dos alumnos fi-
cara privada por muito tempo do ensino da dou-
trina christa, que faz parte essenclal da sua
educagao ; pelo que se dever ensina-la sem de-
mora alguma ; e fcil s-lo-ha conseguir polo
meio indicado.
Nao por demais exigir-se como talvez para-
ca decrianga de 5 annos (menor idade admitli-
ao p... _w.,ula ua8 escoiasj, a decoragau da
pequeas orsges; como bem : a saudag an-
glica, a orago dominical, etc., e justamente
o que ae dever ensinar aos alumnos da primei-
ra classe desta secgo, para quem nao aind
possivel o estudo do csthecismo, que demanda
conhecimentos superiores; aos da segunda ora-
ges maiores, etc.
Estas observages sao o rosultado. quo no de-
curso de mais de um anno pude colher na prali-
ca da destribugo das materias do ensino, com-
prehendida na tabellaA, annexa s inslruc-
ges en vigor.
De conformidade com as observages que te-
nho feito, organisei urna tabella pelo mesmo mo-
delo daquella em que vo notadas as alterages
que m parecem convenientes, j em proveito do
ensino, j para a regularidade dos exercicios es-
colares,
Apraentando considerago de V. Exc. este
tosco eimperfeilo trabado, nao tenho a vaidosa
pretendo de esperar a subida honra de sua
approvigo ; mas se pcrvenlura V. Exc. encon-
trar ne le alguma utildade com isto ficar satis-
feito o meu desejo.
Da aula urna s vez ao anno.
0 exrcicio nao tnterrompldo dos trabalhos es-
colares segundo a resolugSo ltimamente toma-
da por^sse director e posta em pratica, como
ensaio' em algumas escolas, no numero das quaes
se comprehendeu a qua est soXri minha- dtrec-
?.u;. "i., ,eirameDla "ti8r' minha expec-
?.,. "f T\nU^n9 1e ae">Pre contei re-
sultassem desta benfica medida que se basa
principalmente na economa de tempo e de meios
oo consideiavel aproveitameoto para os alum-
nos, e no bom resultado que delle ainda se tirim
pelo Udo da hygiene.
O trabaiho. que nesle sentido foi publicado no
i k-S* Ptrnambuco pelo illuslrado professor
jubilado, e hoje digno secretario interino da ins-
irucgao publica, o Sr. Salvador Henrique de Al-
buquerque. nao dispensa fundamentar esta mi-
nha opiniao: apresentarei apenas lizeiras consi-
deragoes.
Logo nos primeiros dias, segundo a adopgo
desta medida, observel que a frequeocia d'aula
crescia notavelmenle ; e, querendo-se explicar o
motivo disto julgo faze-lo pelo modo seguinte :
As escolas publicas, como se sabe, sao na
maior parte frequenUdas pela gente pobre, cojos
recursos sao insufficientes para pagarem a quem
Ihes sirva, e faga os compras de suas casas : d'ahi
oasce a necessidade de lsngarem mo dos fllhos,
que, frequentando ao mesmo tempo a escola,
leem de attender de preferencia a taes deveres
que sujs necessidades reclamara.
Quando os trabalhos escolares principiavam s
oilo horas da msnha, nao Ihes restava tempo
bastante para islo, de forma que podessem estar
na escola aquella hora : succedia pois com-
melterem repelidas faltas: porque nem sempre
podiam acabar esses afazeres a tempo de almo-
j garem c propararem-se para a escola. Alm
. disso o menino, que ordinariamente aborrece a
, escola, para furlar-se a ella, de proposito demo-
rava-se nesses servigos, procurando sempre um
pretexto para faze-lo.
Essas considerages anda sao corroboradas
pelo geral acolhimento que dos pas de familias
tem merecido a pralica desta medida ; principal-
| mente para aquellos, cuja residencia distando
muito da escola, sujeitavam-se, dando preferen-
cia ao ensino deste ou daquelle professor, a dei-
xa-los, ficar na escola durante todo o dia ; a des-
peito mesmo do encommodo de mandarem-lhe
ah o jantar, aQm deque poupassem-lhes as re-
petidas viagens, prejudiciaes quer saude, quer
economa.
Depois que a escola priocipiou a funecionar
a DuV^u manhaa s duas I tarde, a marcha
do trabaiho sem comparago mais regular e
menos acelerada do que dantes porque ha mais
economa de lempo, nunca inferior a urna e meia
hora, como fcilmente passo a provar.
Na dstribuico de tempo da tabellaAdas
instruccoes em vigor d-se pela manha, entra-
da da escola, meia hora para trabalhos prepara-
torios e recitago da respectiva orago, eum quar-
to para a termiaago dos mesmos trabalhos, reci-
tagao da orago c sahida por classes; pela larde
para deslnbuigio de ardosias e collocago dos
alumnos, em seus respectivos lugares um quarto,
e para terminago dos trabalhos do outro, fazen-
du ludo o total de urna hora e um quarto. Sup-
pondo-se pois que o oxercicio urna s vez ao dia
gaste-se tresquarlos de hora com a entrada e sa-
hida, temos por tanto meia hora de economa que
e aproveitada no ensino.
Resultara porm somente este tempo de eco-
noma, contando-se qua os alumnos se achassem
presentes s horas marcadas para os dous exer-
cicios danos ; como porm s oito horas em pon-
to pela manha e s ires pela tarde raro era o
alumno que se achava na escola, e sim um quar-
asUs?rDe0duzd^men,e DCanJ "*-*!*
Principiando porm o exercicio escolar as no-
ve notas, como se d presentemente, cinco rai-
nutos, se tanto, depois dessa hora, todos os a-
lumnos estao presentes. Ento a perda de tem-
ril d,m,u,u,a I"" e pode dizer serem as
cinco horas de exercicio aproveitadas in limine:
do que resulta haver acrescimo de tempo, como
disse, e supponho provado, sem ser misterdes-
cer a mais explicages.
Antes de concluir estas considerages om sus-
tentagao das vantagens para o ensino, resultan-
es da escola urna s vez ao dia, julgo convenien-
te declarar que no' qualquer proveito que des-
ta medida possa resultar ao professor o que me
leva a fallar em favor della; pelo contrario pode-
rla mostrar que elle com isto mais perde do que
ganha, se attendermos a que assim fica privado
oo espago do dia mais conveniente para tratar de
qualquer negocio particular. E' ioconteslavel
I que as horas decorridas de onze da manha s
tresdat3rde sao mais aproveitaveis do que as
i decorridas das duas da tarde por diante, seja
, quai ror o negocio que o professor tenha a tratar.
j ao se pode pois com razo dizer que o pro-
, lessor na adopgo de tal medida, melhora a con-
I digao dos seus negocios particulares; d-se jus-
lamente o contrario : priva-se do lempo mais
proprio para isto. Mas o consideravel proveito
que d ah resulta para o ensino, compensa bem a
taita que o professor pos sentir no emprego
dessas horas. r
Observages geraes.
Necessidade de adjunctos.
yualquer escola do Io grao, cuja frequencia
seja maior de 50 alumnos, tem necessidade de
um adjunci ; e se por ventura fr a escola de
grao, em que se consuma accumulativa e im-
propriamente ensinar as materias de um e outro,
esta necessidade torna-se impresceodivel, sob
pena de llcar prejudicada grande parle do ensi-
no, visto ser absolutamente impossivel que um
s professor, por mais expedito hbil que seja,
possa com inleiro proveito leccionar o grande
numero de classses, qua coostilue todo o ensino
de um o de outro grao, no espago de cinco horas
de exercicio.
A lei da instruego publica n. 369, compene-
trando-se desta verdade, desse que cada escola
devenajer um ou mais adjunctos. Al o pre-
sente esta disposigo da le. cujo alcance anecia
tao directamente os interesses do ensino publico
primono. nao tem podido ter a devida execu-
fn!Q gUndo me p,rece Pel fll < concur-
rentes ou aspirantes ao profesiorado. tir.do.
aas escola, o oonrVIU.aade com a referida
le.
Urna providencia qualquer ser indispensavel
tomar-se nesle sentido a bem do ensino prima-
no; quando nao seja a creago de adjunctos
escolha do Exm. Sr. presidente da provincia
por ser contraro ao peossmento di lei, extre-
mem-se os graos de instruego, limite-se o nume-
ro da matricula das escolas ecreem-se duas, tres
e mais cadeiras aas freguezias. cujas necessidades
o reclamem. Assim caro harmonisados o In-
terese e vantagens do ensino com as disposices
da le, cujo penssmento nao foi oulro, qnando
disse que em cada reguezia haveria pelo menoi
urna cadetra do Io grao.
O limite da matricula as antas urna das oo-
cessidades mais palpitantes, e reclamadas por
looas as conveniencias do ensino primario. Pc~
der-ae-ha rasoavelmeole conceder que os profes-
sores sejam obrigados a recebar em sms escolas
&0. 60, e at 200 alumnos, sem que se tome na
considerago de vida se elles por sisdispade
torgas bastantes, para com proveito ensinar tio
crescido numero de alumnos?)
S por meio do ensino mutuo ( que reconhe-
cidamente desvantajoso pela principal razao, alem
de ootras, do que nao s os alamaoa deiiam de
ECARREGADOS DA SUBSCR1PCA DO SU-*
Alagoaa, o Sr. Claudino Faleo Das Baha
Sr. Jos Martina AWes; Rio de Jan.lro, o Srt
Joao Pareira Martina.
EM PERNAMBLCO.
O proprietarlo do bumo Manoel Figneroa do.
Faria.na sua livraria praga da Independencia nr
I w 6 8.""
do* ?n .?.eUVec8ber educa5o alguma, confia-
ahi nv? l0S ait,BU- como Pr1ue in&ucgao
SLo? 1 nnH0BM*lKd,reatam^,e re"bida d P"-
soMprider"S6"ha ,dmUr 1ua so profes-
oque o"elma"Ter d,e alumnos "imitado ;
oque e proprio d'este modo, aue conUio om
m7roSdSBrenSO?rdrecUn,ente um cer,0emnu.
mero de discpulos mais adanUdos. os quaes do-
sPeua'co0ndL8,LaiCa d prowor. tnsraqitlem o.
aprenda P0,68Se en8 que delle '"
Se o professor nao dispuzer de um numero de
monitores compativel com as forg.s de sua aula
impraticavel ser semelhante modo. *
m^l0dT^P-Tem- de eii8i0 si>""aoeo tudo
ESM,i,adSHSft
numero de alumnos n.turezad. materia f s ca"
p.c.dade ter o professor de oceupar-se com to-
das. Auxiliado por um ou mais adjuntos ,1
sempre dever ser na razo de um para tncoema
TT ficarao s"*fetas as condfcoes d'esll
luUr cmD,S,D C" C0DtMri0 o Professor
lutar com as inconvenienciss do iudividusl
de.app.reeera por tanto o simultaneo. O que ma-
lhor se explicar pelo modo seguinte :
Quanto maior for o numero de alumnos, no
modo simultaneo, maior ser o numero de clas-
ses em que a escola dividir-se-ha : d'ahi a re
prodcelo de todos os inconvemenies. que torl
a ^P^aHl!Ca;el,na, escols muito freqnentadas
d m?,Hn,dmdUa'' que' 1uand0 se P3e dispor
de muito tempo. e tem-se de leccionar um pe-
queo numero de alumnos, preferivel a qual-
2,!,M.UH'AV1Sl0fCon,0P?r e8,e modo a atlencao
e cuidado do professor s se empregam no alum-
no de que se oceupa.
Pode tambem succeder em disvantagem do
modo simultaneo que o professor empregue a sua
atlencao, era grandejparte do tempo, com os alum-
nos de maior forga deintelligencia, em pura per-
da dos mais ; alem de que, despresando os meios
qus convem empregar para dispertar a atlencao
dos alumnos em geral, em quanto algum 15 parta
da Iicgao, que faz objecto da classe respectiva
venha a distraco, to propria d'elles, tornar ina-
proveitavel toda ou grande parte da lceo dada
por um, ou explicada pelo professor.
Em outro lugar indiquel o meio de obter (oda
a attengao possivel dos alumnos durante as lic-
'l'J*0,"' de. forma a Pdero P'o.essor descan-
carn ests parle muito recommendavel, quando
se rala de ensinar pelo modo simultaneo espe-
cialmente. "
vnnialU,-po9deadiunt09' como tenho pro-
n5 mei0S I"6*!"50 Poto"" contestar, sem
,"Tn. mr-98-'s C0Dd'ces deste modo de ensino.
T,311 'SSima e ?obrmaneira prejadicl para
n f,J 5" qUe lDS,?-m Primeiro grao somento
Sal nd.fler"ie"h d,ler P"a que comprehen-
? d in!?Und gf0' CUJ" materias ja fazem par-
s nocgdU'Xs?rUDt,",a'ae bemqU9 86meDt9
decidir do bom ou mo resudado do en!'o PDri
mano; e. descamando esta minha opiniao no zato
?amrd83e q,U8 V= ElC- 8be diPooPsa em an!
f r?.H JDSlrUCa,> aP"z-me pensar que nao se-
rao baldadas essis miohas considerages.
Necessiiadt de um relogio.
Nao posso deixar de apresentar anda a V. Exc
a necessidade de um relogio as emolas para
"a Wa"dade dos us trabalhos ; os!
fn h!!, "kV-,Exc- t,sUoo "oras do exerci-
cio destnbuidas pelas diversas materias do
fabill." Pfra P'o^der-aede conformidad" com a
tabella-Adas instrucges em vigor, que marca
a hora dos exercicios de cada secgo. bem n "
vel se torna semelhante falta. Acho preferivel o
relogio ao uso da ampulheta, pola inconveniencia
do cuidado que esta reclama. "r'w
Modelos para a destribuigo do lempo e apura-
goo de faltas dos alumnos*
rn^A0hecend0 eu D Ptica do ensino. de con-
orm.dadecom a tabella-A- .ltimamente adop-
d?Sm !h.ik,m re8,a,en e9C0lar' necessidade
da vUti t^l- em qUe PdesM ler de>aixo
trAla.,0d0 movimenlo escolar; no qual
grao de instruego dos alumnos em cada urna das
classes respectivas se schasse determinido. de
*r!JJnderem-8e fzer as alterages precisas
do B 3CU progreM0' organisei o mo-
Na apreciago delle ver-se-ha que, nao sendo
outra cousa mais do que a tabella A appli-
cada escola em forma de mappa, resulla d'ahi
a grande vaotagem de poder o professor precisa
e tacamente determinar o grao de instruego d
cada alumno em suas diversas secges e classes
respectivas, muito principalmante na confecco
do mappa, que com este auxilio poder ser feito-
sem grande trabaiho, e na ausencia mesmo dos
A cruz, que se nota as casas relativas s clas-
ses de cada secgao, indica pertencer-lhes o alum-
no que se l na linha correspondente ; passando,
a de urna para outra proporgo de seu adianta-
mento.
Como por este trabaiho ainda se nao possa ter
sob a vista todos os alumnos reunidamente que
compoem cada classe, o que indispensavel na
veriflcacao do comparecimentu de todos elles
respectivas ligues sirvo-me para isto do model
fTih a\ de c<,dernos ao comprido da
pndd!i?"pe1, em que se declara ecgo, ob!
cotpehindc" daMeS 6 male"M que cada *
EvmHCada uma das eUsses d'Mt9 caderno, com
se v do mesmo modelo, esto declarados os
dLU?ln?8 3ue Pie Pelo numero correspoa-
. Chtm:aAmannC?la' Pel qaal "codem. luan
!:hamad08' O alumno, sendo conhecido pelo
i.-SSi? / ma,"cul". dispensa ao professor o.
raoatho demorado de procurar o seu nome d'en-
ira cera e mais, todas as vezes que queira consul-
tar qaalqoer um dos dizeres da matrcula, ou
mesmo no modelo -B o sao grao de instruc-
O modeloD tem por fim facilitar a orga-
nisagao do mappa trimensal no que respeka as
faltas dos alomnos. D'elle se v que no fim da
cada mez lova-ae para ah o resumo d'essas fal-
tas, que sendo reunidas no fim do trimestre ha-
ver* n'elle ama casa propria para esta somma a
assim por diante. *
i.no ento ser levada para a ol-
asa direila a somma total das faltas da
cada um.

"W


f

> mi m mu irr mma
ii i
1UR10 DI rSAlAUUQO. SABBADO 27 J ABaiL 11 1161,
Sea que o professor do fim dos trimestres d-
e no penoso trabalbo, na eonro<*3o do mippa,
de recorrer cada poni e per al, "par* t panhar
reauKo de faltas, trabalbo st par aiaaf aatt aa
gironcia-aaaoa, ter atn anlecpadaaefte no-
cita aitianiiildaatnaaa m cantar por tai
fiar.
A dicacao tfestfs melM *>o rae jaigo a re-
aaaaitidt vaatogem para o boa rgimen ereolar
a) si rctica adquirida oe parque qoclra dar ama
forana acia aparatoaa m aaa aecaaisao.
EU peis, Exm. Sr. o resultado da esludo e ob-
sro$*o qot fiz na pratica dos meua devares ns-
eolares, de conformidade como ja di&te, com o
4m V. Bxc. me tem recommendado por diversas
mentos, Iroptssiveis com os poneos recarsos de
sua administrajao, pode o minutario c*U-sa con
alguma conflanea de que a sua etcolha, desda que
recahir em mogo de carcter alzado, oem onm-
prometiera o seu crdito, nem expot a awts da
provincia. Has s vexes, especialmente em nlgo-
vezes. Esperando que .Kxc tomar este traba- maa proviaciaes, ha compiicajoes. ha enredos, ha
laaaanensiderajaqna possa merecer-lhe, con-
t laabea cara a datid* desealpa para o a aafai-
tos e erras qaa sea davida encontrar4 n'ella.
Illa, a Era. Sr. director geral da instrucjio
publica.Recife 80 a Janeiro da 1861.intento
Rufino de Andrade na.
TABELLA A.
Da distribulcao do tempo e das materias do ensiao pelas
diversas classes de urna escola do l9 grao.
o
o.
as
*-
o
o
Q.
-
O*
"o
as
Ia SECCAO.
I'Ha WORA E % ESCRIPTA.
Formajo de linhas rectas ou hastes
em papel.
-a
o
-a
S
o
9
s
o
Formajo de hastes corvas em balxo
e era cia, em papel.
Leltras soltas do alphabeto maiusculo
e minsculo em bastardo.
Alphabeto ligado era bastardo, e pa
fims no mesmo carcter, e bem
assim o ilphabeto maiusculo.
Pequeas oraedes ou mximas escrip-
ias era bastardinho, e na ultima li-
aba o alphabeto maiusculo em bas-
tardinho.
Cursivo grosso por
traslado.
pauta a vista do
Cursivo fino
traslados.
por pauta vista dos
Cursivo floo dictado.
3a SECCAO.
SHA HORA E
AR1T1IMET1CA.
Conhecimento dos menores dgitos
seus valores.
2* Leitura da tabosda de sarama; a mes-
ma decorada e depois salteada.
Formacao de nmeros de 2 e 3 alga-
* rismos exercicio de somma grande.
Pratica da addicao e provas. Taboada
de multiplicar decorada e salteada.
Pratica da sublracjo e provas.
linuaco das taboadas.
Con
Pratica da mulliplicajao e provas.
boadas.
Ta
Dirisao e provas. Taboadas.
Applicacao das operajoes em solujocs
de problemas systema de pesos
medidas.
Conhecimento dos diversos caracteres
por meio de carles suspensos pa-
rede.
7
2a
2a SECCAO.
IBA HORA E X LEITtRA.
Conhecimento do sylabario pelo mes-
mo modo.
Composico e decomposijo de nomes
de 2, 3, e mais sylabas pelo mesmo
modo.
Leitura de pequeas mximas tolelra-
daa e depois pronunciadas.
Pequeos contossem soletrar.
Leitura corrente.
Leitura em manuscripto liejdes deco-
radas de grammalica com exercicios.
Leitura de poesia. Aoalyse gramma
lical.
4a SECC.O.
MEIA HORA DOCTRINA CHRISTA.
Decoradlo das principaes orajoes do
chrislianismo.
Mais desenvolvimento da Ia classe.
Explicajo de oraedes mais facis.
Maia desenvolvimento da 3 classe.
Estudo do cathecismo.
Explicaco dos deveres para com Deus
comsigo e com o prximo.
<
se
o
a
M
a
Mais desenvolvimento da classe 6a.
A mesraa e elementos de civilidade.
ja
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'vwuiog [2 I"? I 1*
'osoy \n Io* | | o
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I I
deienvel n, q |0
Um uapresiaaaaaaali|aervnaaxi|em oaVad
mioislraaaraaanata feria, 4e raeoahecida eir-
eamspaeeia a flraea ; aaatto o ainlatetio v abrigano aeaitar, a revolear aeaea e noatw, a
Suando emflm em um deliw tea atentado, Oes-
te nsenasriamante a tataatacta : era eu afte
acertado 1
Anda outr'ora, quaode os partido*estavam baa
extremados, e te compwhaadia aan>aa pssshlsa
das erara cargos polticos que deviam ser confia-
dos a homens polticos, poda o ministerio achar
na Uoba 4*it** opinloea homaaa qm. propotlf*
todas as coDsideraces decommodos e vantagena
pessoaes, aceitaasem urna presidencia, para cor-
responder conianca do governo, para auxilia-la
na sua.misso, para completar o desenvolvimento
benfico de sua ccao poltica.
Infelizmente veio um dia em que o espirito de
cegueira entendeu dever, antes de tudo, excluir
da governanca poltica, apenas ooosenlindo que
se aproveilassem oaa presidencias alguna homens
polticos, que no passado houvessem sido adver-
sarios da poltica seguida pelo ministerio, e que
todavi, nao sendo dos mais intractaveis, se re-
solvessem a aceitar a cooperacao s que o minis-
terio o convidava, como por exemplo o Sr. Fer-
oandes Torres em S. Paulo, o Sr. Anto no Rio
Grande, o Sr. Costa Pinto na Baha.
Para remediar a esses inconvenientes, o mi-
nisterio passado procurou, com um projecto de
lei, que uo bouve tempo de ser discutido e vota-
do, crear a carreira administrativa, distiocta da
poltica, e bastante honorfica, bastante galardoa-
da paraatlrahir ambicoes, graduando todavia a
promoco e o accesso, para evitar os inconve-
nientes dos improvisos.
Infelizmente esse projecto ainds nao lei ; e
mesmo quaodo ja fosse lei, mesmo quaodo tenha
elle de dar os resultados que del le esperara os
seus autores, lentos serao esses resultas, e exi-
girao pelo menos tres annos, depoi. dos quaes
secomecem asentir os seus beneficios.
*E entretanto continuara todas as difllculdades.
O conhecimento della nos impoe a lei de nao
sermos muito exigentes, quando vemos nomeado
um presidente de provincia ; uo nos dispomos a
censurar ou a elogiar de improviso ; e dos mi-
oistros smente desejamos que nao nomoeiem
presidente algum.sem terem conhecimento pes-
soal e directo delle ; nao se fiando smente em
informaroes prazenteiras, em abonos irresponsa-
veis, ou em opinides antecipadas, destituidas de
lodo fundamento.
Se elles assim Qzerem, de cerlo preservar-se-
ho de grandes dissabores e de tristes arrependi-
raentos. Assim nao o fez o ministerio transacto,
e vimes os desgostos por que leve de passar
com alguns presidentes que to mal com-
prehenderam, tao mal desempenharam a po-
ltica ministerial, que sacrificaran) elles proprios
os interesses e os direitos dos amigos do governo
sos dos seus mais extremos adversarios.
Nao ha quem se uo afflja pela sorte do rgi-
men representativo em nossa ierra, ao ver as bal-
burdias eleitoraes que se multiplicara .. Reflic-
ta-sebem, e ver-se-ha que essas balburdias to-
das nascem das incertezas das presidencias, do
pouco acert que determinou a sua escolha. Pre-
sidentes novatos, desconhecidos, sem terem mos-
trado em manifestado alguma seu criterio, seu
espirito de applicago e deperse;eran;a, sua fir-
meza, eivando alguma capacidade intellectual que
possam ter por exquesilices, e pretencoes ridicu-
las, apenas serviam para estragar o prestigio da
alta autoridade que Ibes eslava confiada, e estra-
gado esse prestigio, as ambi;oesinhas as mais sin-
gulares e desregradas tomaram campo. '
Nao de repente que o miaislerio poder evi-
tar esse mal ; nao de repente que achara elle
20 presidentes de sua intima e completa confianza
seus delegados em quem possa elle de iodo des-
cancar : mascumpre que lentamente o v procu-
rando conseguir, e isso elle o conseguir desde
que se capacitar de que as presidencias sao car-
eos polticos, e carges polticos querem homens
peliticos.
(Do Regenerador. )
DIARIO DE PERNAMBUCO-
A assembla provincial approvoy hontem, de-
pois de ouvir os Sis. Rufino de Almeida, Theo-
doro Silva, Fenelon e Gilirana, o projecto de tor-
ca policial, menos o art. 6o que foi supprimido ;
em Ia discusso o de n. 7 deste anno ; e passao-
do-se a 3a do de n. 2 tambem desle anno, veri-
fica se nao haver casa, pelo que levaota-se a
sesso.
A ordem do dia a continuaco da do dia de
......' l-JM ''! i
0 M Mann? B"10 :~E*li d* meu diCurso
O Sr. Sania Eeis :.... o o nobre deputado
continana semare sem me dizer consa algum "
nunca ana diste queia pedir garantias.
O Sr.-Pererra de Brito :Est no man d
que sabio publicado; o Boata depula
lau?
0 Sr.ataaaa lab :-0 nobre naan
er o qaa qitaar.
Hontaa pora, Sr. presidente,
are apaado que linha ido pedir
garantias para que ? Pois o
91 HlfiX. Olti
dos planos
" preciajlo
al.
. Iis
utaflono
forca
otamos I 5i I ct I I
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PERNAMBUCO.
0U3R1M
, ,*, | |
MOEELO d.
SEGUNDA SECQO.
LEITURA.
Casie 1."
Leilra do alphabeto seguido e salteado em di-
versos caracteres maiusculos e minsculos ara
carles suspensos parede.
R.cs
55 Manoel da Silva.
51 Irino.
52 Clino.
67 Sergio.
70 Costa.
N. BEstes caJemos devero conter oito fa-
inas porquanto sao tambem oito as classes de ca-
da scc;o.
Cada seccao deverft ter o seu aderno, pelo
modelo que se v.
INTERIOR.
* residencias.
Cada dia vai-se lomando mais diuica a esco-
lha de presidentes : esses altos cargos adminis-
trativos que exigem, para serem bem desempe-
nhados, tantas habilitarles, tantos estudos, to
consumada experiencia, por sinistra coosequen-
cia de causas nao completamente estudadas para
serem devidamente apreciadas, sao to pouco de-
sejados, to pouco solicitados ( sem embargo de
smbicto que boje domina todos os espirilos ) que
o ministerio d-se por feliz quando tem achado
algum moco de estudo, e do carcter anda escoi-
mado de censuras graves de fraquezi a de le-
vlsndade, que se preste a aceitar um nomeago.
Anda outr'ora, quando o governo podia esco-
lber es seus presidentes na cmara temporaria,
alargava-se um tanto o ireulo em que se linham
de fazer as suas escolhas ; mas agora que tem
firevalecido o reconhecimento dos inconvenientes
^separareis das interinidades presideneaes, re-
sultado neeessario de ser presidente o deputado
que tem de vir as seises legislativas, a peslco
do ministerio difflcillma.
Anda quando a provincia 6 fcil de governar,
nao apresenta grandes coroplicaces da interes-
ses, grandes enredos de influencias locaes, nem
grandes exigencias de progreso e de melhora-
ASSEMBLEA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
SESSAO EM 25 DE ABRIL DE 1861.
Presidencia do Sr. bardo de Vera-Cruz.
( Concluso. )
O Sr. Pereira de Brito : (Nao devolveu o seu
discurso.)
O Sr. Souza Res: Sr. presidente, bem Ion-
ge estava ej de entrar na discusso do projecto
que fxa a forca policial, e assim o digo, por que
adoptando a idea capital do projecto, sabendo
mesmo que alguem se propunha emenda-lo no
sentido em que eu entenda que elle precisava
se-lo, mejulgava dispensado de discuti-lo. En-
tretanto, senhor presidente, um nobre collega
avancou nesta casa urna proposico, a resneito
da qual eu lhe dei um aparte e logo ped a pa-
la vra ; por tanto esta a raso principal por que
eu agora oceupo a allenco da casa : retiro-me,
Sr. presidente, o ter dito o nobre deputado que
se assenta em minha frente e que agora toma
notas (apontando para o Sr. Dr. Brito), que o
digno chefe de polica nao linba sido indiferen-
te maneira por que se linba calcado aos ps a
lei com o recrutamento de um individuo de cu jo
nome me nao record. Eu disse nessa occasio,
chamando bem a altenco da casa, que afirma-
va ao nobre deputado, que o Dr. chefe de po-
lica nao podia ter tido intervengo nesse acto,
calcando aos ps a lei, e felizmente, Sr. presi-
dente, eu fui apoiado pela casa em geral. Nes-
te sentido pretenda eu discutir entrando na de-
monstrado do que avangava, mas um nosso
nobre collega disse-me boje, que pretenda apre-
ciar esse fado de modo a nao deixar duvida al-
guma, e reconhecendo, que mais do que eu est
elle habilitado para faz-lo. ..
O Sr. Pereira de Brito : Ainda depois de
ver o termo de inspeceo ?
O Sr. Souza Res : .... que mais do que
eu est elle habilitado para sallsfazer a casa a
esse respeito plenamente, limito-me ao que aca-
bo de dizer e espero quo a casa ser devidamen-
te satisfeila quando ouvi esse nobre collega, que
creio, tem a palavra depois de mira.
Tambem, Sr. presidente, ouvi ao nobre de-
putado a quem hontem dei esse aparte dizer,
que linha ouvido do ex-admidslrador da pro-
vine.' "' ..I-,:. ..4I.U., Ha
parcialidade poltica denominada comervadora,
quando por mais de urna vez leve de ir em com-
misso ao palacio do governo, accrescentando
tambem que nessas occasides linho ido pedir
garantas como tiolia declarado a um nosso no-
bre collega que se cha ausente e que o inter-
pelara a este respeito.
Eu, Sr. presidente, desojara nao enlrar na
discusso destes factot, principalmente desde
que lenho visto que essa discusso se tem des-
carreado, mas esse dito aioda do nobre deputa-
do se faz tirar do proposiio em que estava
para lembrar ao nobre deputado, que nao hara
elle respondido uestes termos a esse nobre col-
lega que se acha ausente, quando este o inter-
pellou. O nobre deputado se ha de recordar bem,
que a ioterpellaco foi nestes termos: oque
ia o nobre deputado fazer em palacio ? o nobre
deputado sem respooder-lhe, continiara por
diaute, tratando de fazer aecusagoes va.as.
O Sr. Pereira da Brite : Eu at chamei
discusso.
O Sr. Souza Res : Eu disse entao ao nobre
deputado depois de o ter ouvido fallar jor avilo
tempo ...
O Sr; Pereira de Beito : Respond, ine linba
ido pedir garantas.
O Sr. Souza Res rDisse eu ao noble deputa-
do ; mis ainda nlo nos disse o que foi fazer em
palacio I
as para qi
i aa coaarteao pedir forca....
O Sr. Pereira da Brito -.Nao pi
faado.
O Sr. Souza Rtis .AdmWfc qe diga o qua
quizer. < ~"
Fui pedir forca....
O Sr. Pereka d.Brito : E u dige que nao.
O Sr. Souza Res:Diz auilo bem.
Foi pedir forca para que a eleico se fizesse de
um modo que elle soppunha q\ie era preciso para
que vencesse o seu partido.
O Sr. Pereira de Brito :Vencer 1 venceu por
duas vezes. Eu admiro a coragem do nobre de-
putado!
O Sr. Sonza Res:Admire o que quizer.
O nobre deputado rio qua em virtude dessa re-
quisico, o governo praatou urna forja, creio que
superior a 300 pracas e ainda nos vera dizer que
tinha ido em rommisso pedir garantias 1 Por
ventura Sr. presidente, referir-se-hia o nobre de-
putado aos sicarios de que fallou quando apre-
sentou a esta casa nm requerimento pedindo in-
formaedes sobre esse homem recrutado, deno-
minado que o nobre deputado deu sem excep-
tuar mesmo o respeitavel corpo doexercito Bra-
sileiro ?
O Sr. Pereira de Brito:Os que se portaram
como sicarios, esto incluidos.
O Sr Souza Reis:Denominado que elle deu
quando teve do tratar da maneira porque o Sr.
major Livramento proceden na eleico da Boa-
Vista.
O Sr. Pereira de Brito:Ora, foi um pos-
sesso.
O Sr. Souza Reis :Denominacio "que deu
quando Iratou da maneira porque piocedeu o Sr.
capitao Firmioo da Cunha Reg na eleico da Boa-
Vista I
O Pereira de Brito :Foi outro possesso.
O Sr. Souza Reis:Sr. presidente, permuta
V. Exc. que eu lqa. estas tonsideraces, porque
eu entenJo, que nos temos obrigao d' fazer
ama maoifestaco muito contraria ao pensamen-
to que o robre deputado tem a respeitd da dis-
tiocta corporaco militar. (Apoiados.) E' preciso
que se nao deixe passar assim urna iojuria feila a
urna classe to respeitavel. [Apoiados.)
O Sr. Pereira de Brilo:O corpo do exercito
nao estava alli.
O Sr. Souza Reis E' smente este, Sr. pre-
sidente, o fim que eu live em vista apreciando o
aparte do nobre deputado e espero que o nobre
deputado nao se levante mais nesta casa para fa-
zer iocrepaedes to vagas como as que fez.
O Sr. Pereira de Brilo :o esteja inven-
tando.
O Sr. Souza Reis .Pode dizer o que quizer.
O Sr. Simphronio:Dous ou tres que se por-
taram mal, nao comprehendeu o corpo do exer-
cito.
O Sr. Souza Reis :Dous ou tres que eslavam 9
testa de duzentos o tantos homens. (Apoiados.)
(Ha um aparte.)
O Sr. Souza Reis :E* portanlo um protesto
contra esse modo de proceder do nobre deputado
o que eu fago agora, Sr. presidente, entrando na
materia do projecto, eu direi casa como j dis-
se, que adhiro idea capital do projecte, isto ,
a divso da forja em volante e urbana, acba-o
mesmo neeessario ; creio, porm, que reduzindo-
se o numero de pracas de forca volante, nos sa-
tisfazemos as necesstdades d provincia, isto ,
as necessidades mais palpitantes ; e iremos por
este modo diminuir um pouco as despezas em
um tempo em que muito se faz isto preciso. Eu
portanto offerecerei neste sentido urna emenda
casa reduzindo a 250 pracas a forca volante, dei-
xando a forca urbana com o numero de 150 pra-
cas. Quanlo organisaco, nada alterando ao
quo consta do projecto em relajo forja volan-
te, pens que urna modifcaj&o se pode fazer no
quo diz respeito forja urbana, mas nao no que
c essencial, isto eotendo, que se nao dere dar
a deneminajo de sargentos a esses individuos
que segundo pens fui a mente da commisso fa-
zer directores ou chefes de.-ta forca.
E nisto, Sr. presidente, eu vou mesmo de ac-
cordo de alguma forma com a commisso no seu
pensamento principal, qual o de tirar dessa forja
a organisaco militar. Niuguem dir que o no-
me de sargentos dado a esses chefes, nao traga
logo a idea de capites, lenles e alferes, emfim
de orgaoisajo militar ; creio portanto que de-
nominando-os chefes propriamente, nos teremos
urna organisaco mais perfeita ; e me parece que
mais essencial se torna isto, reflectindo-se que
os uires uessa torja nao uevina ser iuii-u..
de esphera daquellesajquem de ordinario se d o
nome de sargentos, devem ser individuos habili-
tados a dar direejao a essa forja, que melhor ga-
rantan] a sua disciplina.
Emendando por tanto o projecto nesta parte e
tendo-me explicado quanto s razots que tive
para oceupar boje a allenco da casa, eu asseo-
to-me pedindo desculpa do tempo porque oc-
cupei.
O Sr. Lucena:(Nao devolveu seu discurso )
Dada a hora, licou a discusso adiada.
O Sr. presidente designa a ordem do dia e le-
vanta a sesso. >
Sessao em 86 de abril de 1861.
Presidencia do Sr.'Baro de Vera-Cruz.
Ao meio dia, feita a chamada, veriQca-se ha-
ver numero legal de Srs.depulados.
Abre-se a sesso. \
L-se e approva-se a acta da antecedente.
O Sr. 1 secretario d coala do seguinte
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario da presidencia, remet-
iendo o orjamenlo da receita o despeza do aneo
flnancelro de 1859 a 1860, que remelteu a cma-
ra municipal da villa de Flores. A' commisso
do orjamenlo municipal.
Uro requerimento de Claudio Dubanx e ou-
tros, em que protestara contra um requerimento
de Joao Falque e Antonio Hachado Gomes da
Silveira, em que pediram um privilegio por 30
annos para podercm usar de carros de transpor
te. A' commisso de petijoes.
E' lida e definitivamente adoptada, para subir
discusso a redaejo do projecto quo concede
loteras para o concert da igreja e convento do
Carino. f
[Continuar-se-ha.)
REVISTA DIARIA-
As audiencias do joiz de paz do primeiro dis-
tricto desta freguezia de Santo Antonio tem lugar
as terjas e sextas feiras de cada semana, na sala
publica das audiencias desta cidade, pelas 2 horas
da tarde.
A licenja em cujo gozo se achava o ch6fe
de seceo da secretaria do governo, Dr. Francis-
co de Paula Sales, foi prorogada por mais um mez,
por portara de 24 do corrente.
A arrematadlo da locajo dos predios do
patrimonio dos orphos, que devera realisar-se
V.n=?0$?.' PeraDte a thesouraria provincial, foi
nn~';;knKdia 2 d0 fuluro mez de maio.
O processo da habanavv nriflndfintP da
se us fiadores conclue-se no dia S&a"?" .!,! de
O Sr. Duprat enva-nos a coocluso dos seus
artigos relativos aos ramos que enlendem eom a
gesto do novo ministerio ; o qual aqu consigna-
mos ao conhecimento do publico.
Ministerio da agricultura, commer-
clo e obras publicas.
(Continuaco.)
111 ARTIGO.
OBRAS PUBLICAS.
Do recam creado mi-
nisterio da agricultura
commercio e obras pu-
blicas ha de aascer a
idade de ouro para o Bra-
sil.
A agricultura hade ser
a forja vital d'este exten-
so e esperanjoso impe-
rio.
Este o tereeiro ramo da administrajao publi-
ca ao cargo do ministerio especial da agricultura,
imercio e obras publicas, .que como os dous
da fortuna privada, do pn
de productos
elhoramentos
concursa das
organisados na c
ib leradd^an couhr
leo agronm!"
biremos agora
elhoramentosaaaarUes mera**, qae
iniroduzir nos ana* de eoraauntaajao, qaahou-
verera de ligar o Mttoral ou centro de cenaamo
eaa os divessos fastos da prodcelo, embranba-
dos nos immensas desertos campos do interior
aa aatremidadeadaa provioeias d'otta exMaaasi-
aa a quasi inculto imperio, em rtlajo a sua di-
minuta populadla a a divereidade de suas classes
a condicoes.
Nao havendo carias topographieas das pro-
vincias do Brasil, que possam guiar os passoa dos
eseripte-ree,-qae nao sihendoa seus gabinetes, o
fazer-lhes cenhecer exacta mente a verdadeira si-
luajo das pcvoacoe, arraiaes, villas, cidade?,
collinas, serras, rios, alagados, etc. etc., do in-
terior nao s d'ellas como de todo o imperio; vou
todavia ensaiar de demonstrar os meos de abrir
vias de communicajio com o interior d'esta pro-
vincia de Pernambuco que a nalureza nao dotou
de vias naturaes como d-se com aquellas do Rio
de Jaaeiro Baha e outras.
. Desde 1835 que o governo da provincia com-
penetrado da necessidado absoluta de melhorar
as vias de commuoicajo da capital para os di-
versos pontos do centro, cuida na abertura de
estradas de rodagem ; porm os poucos recursos
pecuniarios de que ella dispon, nao lhe tem per-
mitido dsr at o presente a extenso quo deve-
riam ter boje as differentes estradas abertas e
construidas da capital para os principaes pontos
da provincia. Ha cerca de 6 annos que urna del-
las chegou a villa do Cebo, com a extenso de 6
a 7 leguas ; a segunda vai a Santo Anio ou Vic-
toria, tendo 10 a 12 leguas; a terceira chega per-
to de Pao d'Alho, faltando para tocar nessa villa
que a ponte principiada em 1851 ou taWez antes
seja construida, e sendo este espajo de 9 a 10 le-
guas ; o a quarta denominada du norte, que de-
ver um dia chegar Pedras de Fogo, feira prin-
cipal do gado que abastece esta cidade, apenas
esta ero Iguarass.6 leguas distante d'aqui, fal-
taudo ainda 15 leguas para completar ou chegar
ao seu termo. Ora existindo grande extenso de
planicies de Iguarass a Goianna e ntesmo at
Pedras de Fogo essas 15 legua* que restara a fa-
zer nao tero grande costeio ; porrfl qualquer que
seja elle, a provincia nao se acha em circums
tsncias de continuar estas estradas, nSo obstante
a necessidade que ha dellas ; visto a falta de di-
nheiro ou de rendimentos provicciaes, que se
possam empregar na factura de estradas por ora.
O resto dos camiohos do interior e extremos
da provincia que communicam com os pontos que
acabamos de designar, sao camiohos, trilhos ou
estradas onde s podem passar viajantes cavallo
ou cargas de gneros em costas de animaes : el-
les se tornara alm disto intransilaveir nos lem-
pos de churas e de invern. 9
Grajas aos favores dos poderes do estado es-
ta provincia do Pernambuco foi a primeira que
oblere privilegio para a factura de urna estrada
de ferro que partisso daqui doRecife ao S. Fran-
cisco cima da grande cachoeira de Paulo Alfon-
so. O governo garanti coropanhia uro juro
de 7 0|0 sobre o capital de 1,200,000 & impor-
tancia oreada do custo de 20 leguas que devem
acabar em Agua Prela,
Por ora pode-se ir daqui Escada pelo trem
da estrada de ferro em duas horas ou duas
horas e meia ; sao dez leguas de distan-
cia do Recite. Da Escada ao ponto terminus de
Agua Preta, ha a 3a e 4a sec<;o que acham-se
em bora andamento ; e que se nao houver falta
de dinheiro, ambas acabar se-ho al o fim de de-
zembro prximo futuro.
Voltando agora aos pontos extremos ;onde
at hoje chegou a estrada de rodagem sahindoda
capital, procuraremos o modo de melhorar os
camiohos bons ou ruins que actualmente ligam
os pontos do interior ao Cabo, Santo Anto, i
Pao d'Alho o Iguarass, e sobre isto daremos
o nosso parecer.'
Reconhecendo que os caminhos do interior
o extremos da provincia nao do transito aos via-
jantes Cavallo e aos cavallos de carga, senao
muito mal e 'com diflicil accesso ; reconhecendo
igualmente a impossibilidade do governo, em
principio, mandar construir estradas de ferro pa-
ra os differentes pontos do interior e extremos da
provincia, por causa do costeio excessivo dessas
estradas e de sua onerosa conservajo, resta-nos
a escolher por ora o modo de commuoicajo por
meio de estradas de rodagem, at que o desen-
volvimento da populajo e da cultura dos pontos
do interior sejam um molo de transporte mais
acelerado que o de rodagem ordinario.
As faltas de estudo dos tracados ou picadas
das estradas de ferro que eslo em coostruejo
neste imperio, sendo a origem des seus defeitos
principaes (pelo que dizem os entendidos na ma-
teria) acoDselhamos ao governo que evite de ser
->>j .vtiuu catu fultw, \. ou piuiiua LUuliti ua
que polerem sobrevir, formando na capital um
corpo especial de engenheiros de conhecimentos
theoricos e praticos adquiridos na Europa, parti-
cularmente em Franja, onde existem as melho-
res escolas, o onde tem-se construido e conti-
nan) a construir-se todos os dias estradas de
ferro coro mais perfeijo e elegancia do que as
de lughtrra. Isto provm tambem, devemos de-
clarado, destas terem sido fetas ha annos antes
das Francesas. Neste ramo de industria como
em qoalquer outro os melhoramentos sao conti-
nuo) e progressivos.
Dirigindo as vistas para o futuro, e desejando
lembrar ao governo o meio melhor e mais eco-
nmico de ter d'aqui 50 annos 7 rarnaes de es-
tradas de ferro que liguera as provincias entre si.
indicaremos que se tone para cada turma de 3
engenheiros praticos daquelle corpo de engenhei-
ro especial, formando no Rio engenheiros vindos
da Europa, eom,documentos comprobatorios de
suas obras na Europa. Nos 3 haver pelo me-
nos 1 de primeira classe. Estes engenheiros se-
rao mandados com os ajudanles necessarios para
as provincias, em que se queira abrir estradas, e
nellas estudaro 03 tracados ou picadas, levan-
tando as plantas necessarias de modo tal como se
fossem destinadas j receber os trilhos.
Se o governo quizer fazer um cnsaio nesta
provincia de estudos de tragados de estradas de
ferro, que em principio sejam destinadas a estra-
das do rodagem, islo lhe ser fcil pois tem aio-
da seu servijo no Rio de Janeiro ou em S. Pau-
lo um hbil engenheiro austraco de nome Eroest
Denis Street, autor de nroa brochurs de mereci-
mento sobre os estudos de tracados das estradas
de ferro. Esse senhor tem todas as habilitajoes
para ser chefe de urna commisso desta ordem ;
e havendo sido engenheiro fiscal ad tnertm de
1859 a 1860 nesta provincia, conhece na estrada
de ferro um engenheiro pratico que hoje traba-
Iba na 4a seccao, muito aprovoitavel para caso ;
e assim estes dous com mais alguns ajudantes
brasileiros e o pessoal neeessario de trabajado-
res. Ser preciso tambem que o governo alm
do ordenado fixo, Ibes mandasse pagar gralifica-
jdes retribuilivas das grandes despezas de pro-
visoes e mantimenlos de bocea, transportes etc.,
de que neceseilam nestas excursdes.
Depois dos estudos feitos sobre os terrenos
em que as estradas houvessem de passar e das
plantas estarem organisadas, assim como os or-
namentos, o governo poder incumbir os mesraos
engenheiros da factura dos trabalbos de atierros,
pontes, aqueductos etc.: estamos persuadidos que
vista da boa execujo dos trabalbos e do costeio
total das abras, ellas toraar-se-hiam relativa-
mente baratas, e que o governo ganharia em con-
tinuar a ompregaros ditos engenheiros na factu-
ra de outras estradas, sendo bom comejar o en-
sato pela estrada de Iguarass Pedras de Fogo,
urna das mais olis da provinciv
a A falta de brajos para a agricultura conti-
nuando a fer-se sentir cada ve* mais, lalvez
fosse proposito qu o governo destacasse do
quadro dos batalhoes do exercito algumas compa-
nhiaspara emprega-las na faetura ao estradas
debaixo das ordens dos seus officiaes e Inferiores
porum lempo determinado.
Durante a permanencia deste sarvico felto em
beneficio immediato do paiz, i tropa receberia
paga de campanha a alguma gralifleajo mais.se
fosse preciso ; e assim mesmo o costeio das es-
tradas tornar-se-hia mais barato, nao se distra-
biam tantos brajos da agricultura e os trabalhos
teriam melhor e mais prompta execujo pelos
soldados mandados por seus superiores, debaixo
da direceo doa engenheiros das estradas.
Ainda existem na Europa central e raeridio
nal ailas obras dos Romanos, particularmente
vias-oq estradas romanas, o mesmo tem-se
tto.il?Ji!plJad0? "* UcluP iradas a forti-
1 fro-, taajttaa tnairopaS como naquella
co-
ESft i P..thoji;ii,.nTo-re3do;reVcY-
procaaente vanUjosos-
ictura das estradas adiaramos acertado
que fossem construidos ranchas para oslrabaiha-
nano catatad* cada** dt Uaaa*^aim
jfljio que o tnlMliadorea aaSaistan^ i
naaa arratetaaaa em naraaranchos male-
an* de distoaanado primeiro twe fiaaak hago oc-
apado pocaaaradores quagriestaa eatabotoeer-
a* pero da aatraa ; e desta modoaaenas otun-
S?* !***"*+. **dos m estradas ettarUm
sanea pea radas mondares ; of*e contribui-
ra auitnia osas anais taoctteratoaVaa. cnovas
estrada! dtiat acuaiajao aMsitaaaate. quer do
nuaara doa^ngaalatiros oajudaitai ata 'ndia as
classes, qoar a numerosos obreiros a trabelha-
dnrea.
P. M. Duprat.
< Pernambuco 21 de abril de 1861.
Informa-nos alguem da ra dos Pescadores-,
que ahi ha urna porco de meninos, que tomara
por brinqoedo o darem gritos pelas portas daa ca-
sas, com incommodo dos respectivos moradores,
e consenso sem duvida dos proprios paes; vista
qun elles pao vedara semelbante proceder.
E preciso, pois, que desappareja urna tal to-
lerancia, que repugna %l com a critjo ainda
mais rasteira.
Publicamos em oulra parte deste Diaria
um relalorio apresentado ao director geral da
Inslrucjo publica, pelo professor de Forado
i orlas, acerca do qual se l o seguinte trecho nr>
relatorio do mesmo director :
a Com satisfajo vejo que, se professores con-
ta a provincia que se mostram pouco cumprido-
resdeseus deveres, outrosse tornam merecedo-
res de todo o elogio, pela sua moralidade, appli-
cajao e esforcos que empregam no exercicio de
sua importante e melindrosa proflseo.
Urna prova do rstndo que alguns, principal-
mente, vo fazeododo magisterio, est no relato-
rio que esta directora apresentou o de Pora da
Portas, Antonio Rufino de Andrade Luna, o que
junto submelto consideraco de V. Exc. Tive
de ouvir do director geral interino o mesmo fa-
voravel conceito que sempre formei deste digno
professor.
Poram recolhidos casa de delenjo no dia
25 do corrente, 1 homem e 1 mullfer. todos li-
vres ; a ordem do subdelegado do Recife 1, a or-
dem do de Santo Antonio 3.
Mataooubo rusLico. Mataram-se no dia
26 do corrente, para o consumo desta cidade 76
rezes.
MORTALIDAPE 00 DA 26.
Joaquina Violanda Velloso de Azevedo, branca,
solteira, 70 annos, congesto.
Ignacia, preta, escrava, solteira, 40 annos, tubr-
culos pulmonares.
Luiz, preto, escraro, 7 annos.
Manoel, preto, escravo, 4 mezes, inlerite.
Joo, pardo, escravo, 3 mezes, gastro inlerite.
Joo, branco, 10 mezes, dentijo.
Antonio Joaquim da Silva, branco, viuvo, 50 an-
nos, gastro interite.
Albino, preto, 1 anno. dentijo.
.Pn.h tJ^J le / que deP""e o boa gas (egidas dos Cesares; e a Franca temaUnWg..
aulUdo do incremento das rendas do estado e do tambara eom vantagem em ts^ SaSfos
CACARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO EXTAORDINARIA AOS 8 DE ABRIL
DE 1861.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Presentes os Srs. Reg, Reg e Albuquerque'
Barata, Ueorijues da Silva, e Maia, fallando sem
causa participada os mais senbores, abrio-se a
sosso, e foi lida e approvada a acta da an-
tecedente.
Foi lido o seguinte
EXPEDIENTE :
Um aviso expedido polo ministerio do imperio
era data de 22 de fevereiro ultimo,communican-
doque por decreto de 20 do mesmo mez houve por
bem Sua Mageslade o Imperador conceder ao ba-
charel Ambrosio Leilo da Cunha a demisso qua
pedir do cargo de presidente desta provincia.
Inteirada.
Um officio da presidencia da provincia, trans-
mitlindo um exemplar impresso do decreto nu-
mero 2,756, estabelecendo regras para a coos-
truejo decurraes de peixes as costas, portos a
outras aguas navegaveis desta provincia ; e re-
coinmeadando lhe dsie a cmara publicidade,
providenciando ao mesmo tempo, para que sejam
escrupulosamente observadas as disposijes nella
contidasInteirada.
Outro do bacharel Francisco Leopoldino de
Gusrno Lobo, communicando que havia sido no-
meado por proviso do xm. presidente da pro-
vincia, de 4 do correle, promotor publico do
termo, e que continuara no exercicio do referido
cargo, que j servia interinamente desde 27 da
fevereiro de 1860.Inteirada.
Oulro do fiscal da Boa-Vista, informando sobra
a petijo de Jos da Silva Mayer, que pede 11-
feriQa para construir no fundo do oilo da sua
casa, na travesea da Baixa-Verde dous quartos da
lijlo e cal, vindo estes ticar na estrada que vai
r>" ma An Acnuaii. .*ui '" do avaocar 50
a 60 palmos da cordeajo existente, pelo quu u.
nhuma duvida so lheofferecia respeito.Man-
dou-se ouvir ao engenheiro. -
Foi approvado um parecer da commisso da
ediaacoes, no sentido de te conceder Ignacio
de S Lopes Fernandes a licenja que pede para
construir urna meiagua nos fundos da sua casa da
ra da Roda n. 25, que deitam para a ma dos
Patos.Mandou-se cordear, guardando-se o ali-
nhamento existente.
A' requerimento do Sr. Reg e Albuquerque,
resolveu-se o seguinte : Que se officiasse pre-
sidencia da provincia, para providenciar de modo
que a coropanhia da va-frrea faja atterrar o va-
cuo que iicou em frente da casa do cidado An-
tonio da Silva Gusmo. na ra Imperial, entre o
aterro da mesraa estrada, e a dita ra, no qual
vacuo estagnara as aguas pluviaes, e nao leodo
sahida por nenhum dos lados, tomara urna cor es-
verdinhada, e nao podem deixar de produzir
exhalajes que offendam a sade dos moradores
vizinho8.Que se adverlisse ao fiscal deS. Jos,,
para fazer remover o entulho de lixo que exista
proxime ao chafariz d'aquella ra Imperial, a
arrear a varanda de madeira, que ameaja desa-
bar, do sobrado junto da igreja do Terjo.
A' requerimento do Sr. Barata, mandou-se es-
tranhar ao mesmo fiscal de S. Jcs o nao ter
obrigado ao proprietario do terreno do viveiro da
menciona ia ra Imperial, fazer muro na frente
do mesmo.
Mandou-se expedir ordem ao fiscal da Boa-
Vista para substituir por outro, que teuha algu-
ma allusao histrica, o nome deDesengao
dado urna ra Nova laquella freguezia.
Despacharam-se as petijoes de Antonio Car-
neiro da Cunha, Augusto Jos Teixeira, Domin-
gos Anlunes Villa ja, Francisco Jos da Silva
Mayer, Felippe Menna Callado da Fonseca, Igna-
cio Firmo Xavier, Ignacio de S Lopes Fernan-
des, Jos Jacome Tasso, Jos Fernandes Lima,
Jos d'Araujo da Silva, Manoel Figueira da Fa-
ria, Manoel Antonio Simoes do Amaral, e levan-
lou-se a sesso.
u Manoel Ferreira Accioli, secretario, a es-
crevi.Ileuriques da Silva, p. p.Reg.Bara-
ta d'Almeida. Mello. Reg; Maia. Leal
Seve.
Communicados.
Thcatro-.
Nestes ltimos diaa o aasumpto qae tem oceu-
pado columnas ioteiras do Diario dt Pernam-
buco e mesmo do;>iario do Recife, o thcatro
de Santa Isabel, a tmprexa Germano, a es-
Ireta da sua eontpanhia, seus defeitos (se os ha ;)
no drama a Probidad*, sendo o alvo de to-
das essas dissertajoes, o actor empresario, o Sr.
Germano Francisco d'Oliveira:
Estando orno est na ordem do dia o Ihea-
Iro, pesso licenja aos entendedores, para tara-
bea dizer alguma consa a respeito, e concedida,
esta ou mesmo sem alia, aquellos dentre os lei-
inres, e interessados, que me quiserem a coapa-
nbar, tontiam paciencia ; porque tou fazer os
relogradar. isto leva-tos ao theatro de Santa
Isabel no lempo de sua inaugurajo.
Aii primeicas representajoes dadas neaa thea-
tro do qual era o Sr. Germano empresario, dei-
xon tao gratas recordajes a aquelles qae ofre-
quentavam. qne nada aais tara extinguir de seus
corajoes o nome do telar, emprezerio G. F. dQli-
veira que cheio de gloria, a o publico saliaeits-
aimo, fiodo o seu primeiro cootractaentre aplau-
sos. reoonheeiraento geral, pois qua alm de jum-
prir lodos os seus encargos, Uvrou-nos do en-
carnijamtnto que entre nos lavrava, pela dts-
gracada retoluoo de 2 de fevereiro, lazendo-nos
atqueeer odios e vinganjas para s cuidamos
aa* J)eJlezas.do thatlro que acabara de abrir as
portas aos amadores de to uUi direrUaaato, a


MO-MI mWMHCQl PLUMADO* 4Mt U UrtJ
*
-j 'j

^SWBD-M 4 segendo n
Jttto homens ambicos
M *WNW^, Mancarse* I
Pplwsootjem sreeiflos,rinvr oone artista traer
Aaaim pois foi o 8f. Cermeo Francisco d'Oli-
veira, quem fez resaurgir eotre nos a arle dra-
nahea elevando-a ao que derla ser, e satista-
*** 1i necesstrtade, e flm para que fora criada.
i GwB,W0 adate dous annoa da empreza,
nao ao d-ooo cornpanhia dramtica cempeeta
aoa melnorea artiataa, que aqu teca vindo, poia
01 elle quosa nos trooxe a primeira actriz do pal-
co braeiteirea Sra. D. Maooela e tontas ou-
woa de> mericimeoto toi elle quem nos trouxe os
Sr. Reta, Bizerra, Monteiro, Ribetro, e outros que
zae escapa a memoria seus nomes, e que o publi-
co sem duvlda delles se recorda ; (01 elle quem
aoa trouxe anda principlantes, e iniciou-os na
arte os Srs. Coimbra, SiNestre, Raymondo, e ou-
tros, que hoje flguram no monde theatral ; foi
elle pois (como j disae) qum nao s nos du
oompanhia dramtica como tambera aa primei-
la partea de urna oompanhia lyrka, offorendo-
nos entre actos de drama, bellas arias, cava-
unaa.dueloa, tercetos, e quateltoa pelas Sras. Can-
ciani. Lauda, e Carmela, e pelos Sra. Taty, pai e
filho, Capurri, Ekerlin, a Naaco ; foi aiada elle
o Sr. Germano,|quem nos du parte dejara cor-
po de baile, composlo das Sras. Baderna, Traba-
tone, e Mauveau des Srs. Deveckt e Finart.
Finalmente foi anda o Sr. Germano Francisco
' Olivcira, quem as suas primeiras empresas
forneceu o theatro de todo o scenario e vestua-
rio e bsm assitn dos nicos moris que anda bo-
je possue.
Parece que um emprendo que (ez tudo quan-
to levo dito, oque ninguem contestar, digno
<3e toda agratidao publica.
Diro os seu8 desafectos ; elle que nos deu
tudo isso^porque nao continua a dar-nos ? E' o
que vou aeraoMstrar.
O Sr. Germano naa suas primeiras emprezas fez
1. Porque tinha um subsidio de 20:0008000 :
2. Porque era extraordinaria a concurrencia
eos espectculos; e [contara elle com o reudi-
mento avallado para fazer fce despeza dessa
trplice companbia ;
3. Porque os artistas contrataram-se entao
por metade, sanio um terfo, dos ordenados que
hoje roncea ;
4. Porque tendo renascido a arte dramtica
resta cidade, todos' os artistas queriam rir a Per-
nambuco [colher mais um luro para suas co-
roaaj
5 Finalmente porque a despeza de luzss,
msica, machiistas, e mais empregadas, e tra-
bajadores oescessarios aos espectculos, era
znuito menor do que hoje : por conseguinle o Sr.
Germano, tinha lucros para as desperas, e por
isso du-nos, o que hoje nao lhe possirel dar-
nos com o pequeo subsidio de 12:0000000,
e com a incerteza do rendimentb dos espect-
culos.
E toiaviajind ninguem fez mais do que elle,
e a prora esli no contrato de empreza que fez o
Exm. Sr. Dr. Carralbo, que em muito melbores
condicoos do que o actual do Sr. Germano, ba-
queou por nao poder cumpri-lo ; est a prora no
contrato do Sr. Agr, que igualmente naufragou;
est a prora em anoes ioleiros que tem estado o
xjosso bello theatro feizado, sem ter quera nelle
queira trabalhar, e nos d o nico derertimento
que ha nesta cidade; est a prora naa emprezas
de actores em sociedade, que tomaram o theatro
para nelle trabalharem, o que s tem servido
para desmoralisa-lo, porque ltimamente eva-
ram espectculos to rediculos (permita -se-me a
expresjaojquenao lembra-me no reino theatro,
terem harido ignaes.
Quando o Sr. Germano depois de 4 ou 5 annos
tornou a tomar a empreza do theatro, o que nelle
encontrou de tudo que deisoo, e que os aeus
successores deriam ter feito? trapos, em lugar
de ricos restuarios deixado por elle: bastidores,
e panos quasi inutilisados, em logar das mui'aa
vistas, por elle mandadas fazer.
Sempre que o Sr. Germano tem estado, ou
entra na empreza, monta o theatro conforme as
necessidades sceoicas; relira-se Godo o seu
tempo, rem outros, que nao s aproreitam o
deixado, se nao quando necessitam de algum
bastidor, looge de os mandar fazer, inulilisam
alguns dos existentes com novas pinturas, dei-
xando por esta forma a ristainutilisada, faltando
esta ou aquella pessa, as rezes de muito valor :
volta o Sr. Germano, noros trabalhos, oras des-
pezas, como sempre o tem feito, como agora
mesmo o est fazendo.
Ei8 o que tem feito o Sr. Germano, como em-
prezario do Sania Isabel: e eis o Sr. Germano
sempre pobre, nao obstante essas emprezas, que
tanto d em vista dos ambiciosos: empreza to
desejada quando o Sr. Germano a deixa, e to
abandonada quando outros tem desfrnctado, e
que detxam o theatro, pde-se dizer, em com-
pleto destrono.
O Sr. Germano linda agora o seu contrato com
o goreroo, est montando o theatro ; tirapo
por conseguinle de agredi-b pela empreza, e eis
qu j priucipiam, como estamos rendo, homens
sem cunhecmento da arta, serrindo de instru-
mento aseus desafectos, rabiscaodo artigos con-
tra o empresario Germano : por outro lado cer-
tas pretencoes a que nao pode annuir o empre-
sario, serv'indo de motivo para contra elle escre-
verem artigos tao nogentos como os que rao
apareeendo.
Est o Sr. Germano entre dous fogos : um para
lhe tirarem a empreza, pois que como j disse, o
theatro est sendo fornecido de scenario e ves-
tuario, outros por nao poderem obter certos fa-
vores, e admisses, o querem desmoralisar! E'
muita miseria I
O Sr. Germano Francisco de Otiveirs, o
nico empresario que tem cumprido com seus
dereres, se nao bido alera de seu contrato : o Sr.
Germano o nico que offerece todas as garan-
tas, que se requer para emprezas dessa ordem ;
o Sr. Germano o nico que tem aatisfeito o
publico.
I.utando com muilas dieuldades, como de-
monstre! ; assim mosme o Sr. Germano confiado
na protegi publica, (e digamos aquo que tem
direilo) nos trouxe urna compaohia dramtica,
cora a forca necessaria para satisfazer aa publico
em aeus trabalhos scenicos: rejamos o peasoal
da compaohia.
O pessoal da compaohia compoera-se do Sr.
.Germano, cojo nome bom conhecilo entre nos,
e oa looros que elle tem conquistado na corte, e
prorincias deate imperio, assim como em alguna
thealros da Europa onde trabalhou, dispeosa-me
da oizer alguma cousa, mesmo perqu nada
mais faria que repetir, ser o echo do que geral-
menle se tem dito, do que sabido, e reconbe-
cilo, inda mesmo por aquelles qne nao tem peijo
de fabricaren! artigos em seu desabono, por
invej, resaentimentos pessoaes, ioteresses, e
mesquinhas intrigas etc. etc.
OSr. Nunes, que na empreza, do anno passado
agradou, e que agora mesmo o Sr. W o classica,
actor de primeira ordem.
O Sr. Mondes, que sempre que tem estado
entre nos, tem sido muito aplaudido, e geral-
meme reconhecido, actor de merecimenlo.
O Sr. Valle, que na empreza passada tanto
agradou, e que bastantes louros conquistou no
desemperno das partes de que se encarregou nos
dramasJocclem, Casa maldita, Anjo Mara,e
outros.
O Sr. Thomaz, que igualmente se fezdestioguir
em diversas partes que as desempeuhou, e que
para o recommeadar come actor de merecimenlo
basta aparte que fez no dramaLaiz de Ca-
ndes.
O Sr. Raymundo, eotre nos toconhecido de
muito, e'que mesmo agora ninguem contesta
seo nereeimento.
A actriz D. Manoeia, que tanto aqui como
nonio de Janeiro, no Rio-Grande do Sal, e ob-
tras ,ro'inciss, onde tem trabalhado. sempre
leconhecia como rain ha do paleo.
A Sra. D. h.poela dispensa meas elogios; e
Juo podara eu tfw,.eetarmoa usara, que
ores escolheria pa^ ihe tecer urea cor6a : eu
nao profane* seee>lovc.a)eiiM j4e taearei.
Sim aeehofea, lar parW d eoaafanUa a Sra.
DwMatoaaa.
A Sra. D. Carmella, qne ae |0
r*o4e forcj tem desecapeaawo
ouuu tem afjfaaada.
" !*" J?* ,J*,ai,,' raeto, efriraU
==
m
porn
niopf
rioro &
rea que, mlu._.
Germano flea sempre
cl4
ab
Raodiaaoto do da 1 a 2i. ai8tSf57
de da 99. 1:874*297
Publicares a pedido.
SCI8MAND0.
Seja embora moa fado adverso.
Mentirosos meus sonhos de amor.
Ha de sempre rirer em meu peito
Quem um da me fez trovador.
Seja embora meu fado adverso,
Minha sina infeliz como for.
Que me importa qne a turba insensata
Me appellide de louco ao pasan.
Pobre e triste, de amor peregrino.
Os meus sonhos na lyra a cantar ?
Que me importa que a tarda insensata
Minha historia nao queira escular ? I ....
Seguirei mea caminho.... no en tanto -
Sempre a imagem no peito trarai
Dessa virgem gentil e mimosa,
Que minha harpa anou, que adorei 1 ..,.
Seguirei mea caminho.... no entanto
Em meus sonhos constante a vetoi I....
Nao me abalam da sorte os rigores....
Como poeta me affiz ao aoffrer 1
Ilei de ama-la inda mesmo na morte,
E esse amor ha de o mundo saber I
Nao me abalam da sorte os rigores....
Possa a rirgem gentil me entender I ....
Seja embora meu fado adverso.
Mentirosos meus sonhos de amor.
Hade aempre viver em meu peito
Quem um dia me fez trovador.
Seja embora meu fado adverso,
Minha ana infeliz como for.
M
20 de abril de 1861.
38:187#873
<*9 re>rtart*l.
1 ai. ... 52.'
ato do dia la XI. 52.747*180
dia tu...... 1:220#480
53:967*640
Movimenlo do porto.
Navio entradas no dia 26.
S. Thomaz pelo Cear a Rie Graade do Norte26
das do primeiro porto e 6 daa do segunde e
terceiro, rapor americano Primeira, da 331 to-
neladas, capitSo Thomaz Thompson, equipa-
gom 16, em lastro ; a Henry Foraler 4 Cam-
pnula.
Nao houreram sahidas.
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metrica.
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Franetx.
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4 MORTE DE AMELIA
OfTereeida aos seos consterna-
dos pais e amigos o lllm. Sr.
Ulanoel Ignacio de Torres
Bandeira e a Exm,1 Sr.* D
Oioelecla Carolina de Torres
Bandeira.
A morte acaba de arrebatar do seio de
ama familia cariohosa, d'entre os bracos de
pais temos e extremosissimos, urna Alba
adorada, que fazia as suss delicias no pr-
seme e que era a sua esperanca a a aua
gloria no futuro I
Queremos fallar do golpe que to desa-
bridamente soffreram o lllm. Sr. Manoel
Ignacio de Torres Bandeira e a Exm.* Sr.*
D. Dioclecia Carolina de Torres Bandeira,
rendo desprender-se do involucro terreno
o espirito anglico de sua filba Amelia,
que se finir aos seis mezes e doze das
de sua existencia no mando.
Foi um lindo botao de rosa, que, ferldo
pelo tufo, moreboa quando principiara a
exhahr o doce aroma, que seos saudosos
pais aiada hoje presenten), atrarez mesmo
da lousa que o cobrenao obstante o sello
de nedra que a morte imprimio-lhe
Choremos, sim, que a lagrima o bal-
samo que cicatrisa as chagas do coraco;
o orralho que refresca esuarisa as grandes
dores da misera humanidade.
Mas depois, por entre as peroles de sau-
dade que nossos olhos esto verlendo.
ajzrdeamos a Dos, como urna merc
ineffarel, o ter preparado ao anjo, cujoro
para as regies ethereas pranteamos agn
um futuro no cd, em lugar do futuro con-
tingente que a trra poda oferecer-lhe, e
porrentura lhe reservara.
E facam estas poucas patarras, que
aqui deixamos, o mister de urnas poucas
de violetas, derramadas sobre osepulchro
da candida Amelia, & quem aquelle que as
eserere to rendida effeico consagrara na
trra.
J. H. de S. G.
o
3
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Inglet.
O
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si
^ s
r
t-
i
A ooite clsra com alguna neroniros, cahindo
ao amanhecer um aguaceiro rento SE regular.
0SC1LACX0 DA ARB'.
Preamar as 4 h. e 30' da tarde, altura 7,4 p.
Bairamar as 10 h. e 18' da manhaa, altura 0,7 p.
Obserratorio do arsenal de marinha, 26 de
abril de 1861.
Romano Stepple,
1* tenesnte.
Editaes.
I para constar ae mando affliM o presente
pehllear pele Ario.
Osdraterlo
. F; daAnnvntiac&o.
O lllm. Sr. inspector de thesouraria provin-
cial meada fazar patuca, para eaaheeruaMo dos
rendetros e toreiroa de propriedadea perteoceetea
ao tatrimonie doa erpiloa daat Idade, e*e> de*
I vem pagar seos dbitos directamente nesta tbe-
aoerirla, certa de que, ae o ais flzerem, serlo
eaaaaaaaea dbitos remelltdos pata luizo, afim de
ere cobrado judicialmente.
E para constar, se mandn afflxar o presente e
puWicer pelo Oiorfo. Secretaria da thesouraria
praviucial de Pernimbuco, 5 da warr}e de 1861.
O ecratario
A. F. d'AnnunciaQSo.
O lllm. gf. inspector da thesouraria prorin-
cial, em cumprimanto ao art. 7* do regulamento
do ollegto doa orphaos de Santa Thereza e or-
dem do Exm. Sr. presidente Ja prortnca de 5 de
crrante, manda fazer publico, qne no dia 16 do
maio prximo Juturo, parante a junta da fazenda
da mesma thesouraria, vio pra$a para serem
arrematadas i quem mala der a rendados pre-
dios abaixo declarados pertencentes ao patrimo-
nio dos ditos orphaos.
Ra da Cacimba.
V. .
Quem quizar oooarjaar taea genaroa aprsenle
a suas propostas em carta fechada aa secretaria
do conselho, s 10 horas da aanhlaoo dia 29 do
correte mez.
Sala das aesseea do raterido coaselW, 19 de
abril de 1861.
Bemlo Jote Lamtmhm Lint,
Coronel praaidenle.
i le xandrt Augusto deFrias Tilhr,
Major rofal aervindo de secretario.
loja,
66 Casa terrea, por anno. .
67 Casa terrea, dem dem .
._ Ra dos Burgos.
68 Lasa terrea, por anoo. .
69 Casa terrea, dem dem .
, a *u doVigario.
71 Sobrado da dous andares a
por anno. ..... .
Ra da Senzala Velha.
7 Sobrado de dous andares e Urja,
por anno........
0 Sobrado de doua aadarea o loja,
a* i, Pr ann........
si Casa terrea> por anno. ; .
8? Caaa terrea> dem dem .
83 Casa terrea, idem dem .
lllm. Sr. eommendador Antonio Joaquim de
Mello.S. M. o Imperador lembrou-se de V. S.
como pessoa competente para colligir na'thesou-
raria de fazenda os documentos antigos, e mais
importantes que all existem.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia me in-
cumbe de prevenir dsso a V. S., rogaodo-lhe o
favor de entender-se com elle a este respeito.
Sou com a mais perfeita estima e considera-
gao, de V. S., atiento amigo, e serr obrga-
dissimo.
Jos Benlo da Cunha Figueiredo Jnior.
20 de norembro de 1859.
. B.O presidente de ento, o Sr. Fiusa, na-
da resolreu, dizendo ao conrocado, que emquan-
to Sua Magostado aqui estivesse, elle nao tinha
lempo ; era depois, at hoje, nada combinou a
presidencia, e se executou al hoje ; salvo al-
guns exames e copias, qne o individuo honrado
por Sua Mageslade com a sua imperial designa-
cao j tem feito, e extrahido, e em que prose-
guira, e insiriria no proseguimento da publica-
cao das biographias dos homeus illuslres da pro-
vincia, se fosse posto fra da oecessidade de em-
pregar o lempo em adquirir o pao quotidiano por
outra ria.
COMMERCIO.
VI f andes.
Rendimento do dia 1 a 25. 352:918*198
dem do dia 26.......22 041 065
374:959*263
Movintenio da alfandega.
Volumes entrados com fazeodas..
> com gneros.
Volumes
a
sabidos

c'tj fazendas..
cou\ gneros:
12
202
-----214
111
231
-----3
actriz
partee, ajes
Descarregam hoje 27 de abril.
Brigue inglezGreyhnoudbacalho.
Brigue portuguezMargaridafarinha, batatas e
ceblas.
Barca portuguezaCor;amercadorias.
Patacho brasileiro Beberibediversos gneros.
Patacho inglezMary Bloikferrageu.--..
Barca americana Imperador farinha e bola-
chinhas.
Im
O brigue inglez rjeerlss. viudo de Terra No-
va, consignado a Sninders.Brothers & C, mani-
feston o seguinte:
2,110 barricas bacalho ; aos mesmos.
O brigue inglez Spiril 01 the Tinas, rindo de
Terra Nora, consignado a Saunders Brothers &
C, aoanifestou o seguate :
2,927 barricas de bacalho ; sos mesmos.
Exportaeao.,
Dia 25 de abril.
t tPairy, para Liverpool ear-
ingU
Brigue
rege:
James Ryder 138 saceos com 741 arrobas e 14
fibras de algodao.
Brigue inglez Minatillau. para Liverpool car-
regaram :
Jame* Ryder & C, 99 saceos eom*161 arrobas
e 2 Itbraa ae algodio.
Bogue iagtez Elizabtth, para o Canal, car-
regaran :
Saunders Brothers A ., 70 aacces com 356ar-
de rohaa a aesoear.
BalajueeeeeocFercTroaed, para Falmouth, car'
ceajeraram :
Krabbe Whetrty 4 C, 150 saceos CO 73C ar-
robas de asaucar.
O capitao Jas Luiz Pereira Jnior, eaval-
leiro da imperial ordem da Rosa ejuiz de paz do
terceiro anno com exercicio no primeiro, do pri-
meiro districto da freguezia de Santo Antonio do
Recite, etc.
Fago saber a quem conrier, que as audiencias
deate juizo cooiinoam a ser as 2 horas da tarde
de todos os da tergas e sextas-feiraa que olo
forem santos ou feriados, na sala publica de au-
diencias, na ra do Imperador ,-e que despacha
das 9 horas da manhaa em diante, na casa de sua
residencia na ra Nova n. 7, segundo andar, du
aonde for encontrado. Eu Joaquim da Silra Re-
g, escrirlo que o escreri.
O lllm, Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em rirtude de deciso da juntx da fazenda
da mesma thesouraria, manda fazer publico que
a arrematarlo dos predios perlencenies ao pitri-
monio dos orphlos, annunciada para hoje, foi
transferida para o dia 2 de maio prximo futuro,
devendo os prelendentes apresentar os seus re-
querimentos para sua habilitaco, e de seus fia-
dores at 29 do correte.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretoria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 25 de abril de 1861. O offlcial da se-
cretaria, Miguel Affonso Ferreira.
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, eommendador
da imperial ordem da Rosa e da de Cbristo, e
juiz de direilo especial do coramereio desta ci-
dade do Recite e seu termo, capital da provin-
cia de Pernambaco, por Sua Magestade Impe-
rial e Constitucional o Sr. D. Pedro II, que
Deus guarde, etc.
Faco saber pelo presente, que no dia 22 de
maio do correte anno se ho de arrematar em
prace publica deste juizo a quem mais der, depois
da audiencia respectira, as duas tercas parles,
isto alerce parte de cada urna das casas se-
guales :
A casa terrea sita na ra da Senzalla Velha nu-
mero 118, em mo estado, sem repartimento al-
gara, com umajenells e porta, avahada no todo
em 1:5000$ rs.
A casa terrea da traressa do Veras n. 14, com
janella e porta, quintal murado.com um peque-
o sollo, araliada no todo em 2:0003 ; cujos pre-
dios foram penhorados Domingos Jos Soares,
por execucao de Jlo do Cooto Aires da Silra ; e
serlo arrematadas aquellas partes, que deduzidas
do tolal das avaliaces. que importam em ris
1:1663666, pelo prejo d adjudiclo com o abali-
mentoda le, na falta de licitantes.
E para que chegue noticia a todos mandei pas-
sar editaes qUe serlo afxados nos lugares do
coslume e publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, aos 25 das do mez
de abril do 1861.
Eu Manoel de Carralho Paes de Aodrade, es-
crirlo do juizo especial do commercio o fiz es-
crerer. -
Anselmo Francisco Peretli.
De ordem ao lllm. Sr. inspector da alfande-
ga se faz publico, que no dia 29 do corente depois
do mcio dia, se hlo de arramatar porta da mes-
ma repartidlo de conTormidade com a disposiclo
do 2o do art. 20 do regulamento, 10 barra com
a marca VlB de os. 1 10, contendo salitre vin-
dos de Londres no brigue sueco Ferdinand, sen-
do a arrematando livre de direitos so arrema-
tante.
Alfandega de Ternambuco, 26 de abril de 1861.
O 4. escriturario, Joaquim. Albino de Gua-
rni.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimelo do artigo 7o do regu-
lameulo do collegio dos orphlos de Santa The-
reza, e ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, de 5 do correnle, manda fazor publico
qne no dia 6 de junho prximo rindouro, peran-
te a junta da fazenda da mesma thesouraria,
rio a praca, para serem arrematadas a quem
mais der a renda dos predios abaixo declarados
pertencentes ao patrimonio dos ditos orphaos.
N. 1.Largo de Pedio II,
salla do Io andar........ 180,000 por anno.
N. 95.Roa do Pilar, casa
terrea.................... 236,000 o
N. 96.Ra do Pilar, casa
terrea.................... 157,000
N. 97.Ru do Pilar, casa
terrea.................... 161,000 o
N. 9e.-Rus do Pilar, caaa
le"aa.................... 224.000 a
N. 99.Ra do Pilar, casa
terrea.................... 167,000
N. 100.Ra do Pilar, casa
terrea.................... 162,000 a
N. 101. Ra do Pilar,
casa terrea............ 191,000
N. 102. Raa do' Pilar,
caaa terree.............. 169,000 a
N. 103. Ra do Pilar,
case terrea.............. 181,000
N. 104. Raa do Pilar,
caaa terrea.............. 172,000
N. 105.- Ra do Pilar.
easa terrea.............. 170,06o
N. 1.Estrada do Fama- merim, sitio............ 500,000
N. 2.Estrada de Pama-
aeria>. alio............ 110,080
N. 3.Estrada da Roaari-
abo, ailio .............. 321,000-
N. 4.Estrada- da Miruei-
re/avtte.................. 211,000
N. 5Porao de Cal, sitio 351,000
As arremata^dea serio feitaa por lempo de
1221000
818000
2O3$000
125)1000
6028O00
8753*000
753000
1915000
2008000
162*000
Ra da Guia.
84 Caaa terrea, por anno .... 168J0O0
.. Roa do Pilar.
91 Casa terrea, por anno. .... 162fiO0e
92 Casa terrea, idem idem .... 16IJOO0
9d Casa terrea, idem idem .... 172*000
94 Casa terrea, idem idem : 253JO00
As arrematacoes serio feitas por tempo de 3
annos a coDtar do 1 de julho de 1861 a 30 de
junho de 1861 e sob as condicoes constantes do
edital de 9 do correnle.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria prorinciat de Per-
nambuco, 11 de abril de 1861.O aecretario, A.
F. da Annuociiclo.
. O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cumpriraento do artigo 7." do regulamen-
to do collegio dos orphlos de Santa Thereza e
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia de 5
do correnle, manda fazer publico, que no dia 25
do mesmo mez, perante a junta da fazenda da
mesma thesouraria, rio a praca, para serem ar-
rematadas aquem mais der a renda dos predios
abaixo declarados, pertencentes ao patrimonio
dos ditos orphlos.
N. 1.Largo de Pedro II, se-
gundo andar............... 482,000 por anno
N. 1. Ra do Queimado,
loj........................ 331,500 por anno
N. 2.Ra do Imperador, so-
brado dedoiisandareseloj. 1:601,000 por anno
N. 4.Largo do Paraizo, so-
brado de dous andar e loja. 901,000 por ann
N. 5.Roa das larsngeiras,
casa terrea................. 204,000 por anno
N.8.Ra Velha, casa terrea. 202,000 por anno
N. 9.Ra da Gloria, sobra-
do de um andar e loja.....1:001,100 por anno
N. 10.Ra deS. Gonsalo,
casa terrea................. 182,000 por anno
N. 11.Ra de S. Gon$alo,
casa terrea................. 182,000 por anno
N. 12.Ra do Sebo, casa
_ ea...................... 160,000 por anno
R. 13.Ra dos Pires, casa
errea...................... 103,000 por anno
N. 14.Ra do Rosario da
Boa-vista, casa terrea..... 201,000 por anno
N. 40.Ra da Lapa, casa
'erra...................... 152,000 por anno
N. 41.Ra da Lapa, casa
'errea...................... 182,000 por anno
N. 61.Ra da Cacimba, casa
terrea...................... 300,000 por anno
As arrematacoes serio feitas por tempo de tres
annos a contar do Io de julho de 1861 a 30 d)
junbo de 1864.
Aa pesaoaa que se propusorem a estas arrema-
tarles comparecam na sala das sesses da mesma
junta no dia cima declarado pelo raeio dia com-
petentemente habilitados na forma dos artigos
abaixo.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 9 de abril de 1861.
O secretario
Antonio F. d'Annunciaco.
Art. 75 do regulamento da thesouraria.Os
contractos de arrematadlo de renda, que impor-
tam em mais de 2:000*000 res, sero effectuados
sob a garanta de dous fiadores, idneos, que te-
nham bens de raz na cidade do Recife, ao me-
nos um delles urna vez que o outro seja notoria-
mente abonado.
Artigos do regulamento ioterno da thesouraria.
Art. 16. Os documentos comprobatorios das ha-
litaces dos arrematantes, e os que derem prorar
a idoneidade dos fiadores serio apresentados na
sessio da junta anteriora de arrematadlo, para
serem tomados em consideradlo, resolrer-se so-
bre afian;a e admitlir-se o licitante.
Art. 17. Aslicitacdes serio offerecidas em car-
tas feichadas com o sobscripo proposta para a
arrematadlo tal. Estas cartas serio com a pre-
cisa antecedencia bogadas pelos licitantes na
caixa do correio, e recebidas na occasiio da arre-
matadlo, do administralor desta reparticio, por
um empregado da thesouraria para serem alertas
em junta na presenta de todos os licitantes.
Conforma O secretario
A. F. d'Annunciao.
BAUS
CAS POPULAR
IW
NOVO BANCO
DE
Pernambuco,
O novo banco de Pernambuco conti-
nua a substituir ou a resgalar as notas
de sua emissao de 10$ e 20 zo dos possuidores por mais dous mezes
que hao de lindar em 9 de maio do cor-
rente anno, em conformidade do aviso
do ministerio da fazenda de 31 de Ja-
neiro ultimo e lindo este pravo s po-
dera' ter lugar a substituicao ou res-
gate com o descont mental e progresi-
vo de lOporcento por eada mez.
Recife 9 de marco de 1861. Os di-
rectores gerentes, Luis Antonio Vieira,
Joo Ignacio de Medeiros Reg.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
Por ordem da directora e em cum-
pr i ment do disposto no art. 4 do de-
creto n. 2685 de 10 de novembro do
anno lindo, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezes a contar desta data, a
substituicao das notas de 20$ da emissao
da mesma caixa.
Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
co de 1861.O secretario da directora
Francisco Joao de Barros.
Novo Banco de Pernambuco,
O novo banco paga o 6- dividendo
de 12#500 por acc5o.
Pela subdelegada do Recife se faz publico
que se acha depositado um cavallo que vagava
na ra no dia 18 do correte : quem for seu do-
no, comparece na dita subdelegada, que provan-
do pertencer-lhe, lhe ser entregue.
Recife 22 de abril de 1861.Miranda Leal, sub-
delegado.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguintes :
Para provimento dos armazens do almoxarifado
do arsenal de guerra.
10 duzias de limas meias cannas de 14 polle-
gadas.
10 toneladas de carvo de pedra.
20 quiutaes de ferro inglez em barra de 11|2
pollegada.
15 quiotaes de ferro inglez quadrado de 5(8.
16 quiotaes de ferro em vergas de varanda.
10 duzias de limas chatas de 14 pollegadas.
6 ditas de limates de 10 pollegadas.
2 ditas de limates de 8 pollegadas.
2 ditas de limates de 6 pollegadas.
10 caadas de azeite doce.
4 libras de potassa.
6 arrobas de rame sortido.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 3 de
maio prximo futuro.
Sala das sesses do referido conselho, 24 de
sbril de 1861.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de Frias Filiar,
Major vogal servindo de secretario.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes:
Para osrecrutas do 9o batalhao deinfantaris.
16 booets.
Para o fardamento da msica do 8 batalhio de
infantaria.
135 covados de panno alvadio.
Para a enfermara dos aprendizes menores do
arsenal de guerra.
1 chaleira n. 5.
1 chacolateira grande.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manhaa do dia 8 de
maio prximo vindouro.
Sala das sesses do referido consettio, 26 de
abril de 1861.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de Frias Villar,
Major vogal servindo de secretario.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZA GERMANO.
4/ Recita da assignatura,
GRANDE ESPECTCULO.
Sabbade 27 do correnle.
MAGMSTOSV SALO
DO
PALACETE HA RA DA PRA1A
. 27 dteorreifo.
?%. b*,l_aJlnnciauo para o dia 13 ter lufr
sabbado 27 do correato, o qual ser com pompa
e brilhantismo, enridaado-se para isso ca oos
possireis.
Sarto observadas aa disposices do regulamen-
to interno approrado pelo lllm. Sr. Dr. chafed
polica.
Entrada para damas gratis, cavalheiros 2.
Atsos martimos.
Rio de Janeiro .
A veleira barca nacional Rio de Janeiro pre-
tende seguir com malta bravidade, tem parte de
seu carregarnento prorapto : para o resto que Iba
falta, passageiros e escravos a frete. Ira la-se com.
os seus-consignatarios Azevedo & Mondes, ao seu
esenptorio ra da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro
pretende seguir nestes oito das o veleiro e beaa
coohecido brigue nacional Almirante ; para o
resto da carga que lhe falta, passageiros e escra-
vos a frele, para os quaes tem excedentes com-
modos, trata-se com oa seos consignatarios Aze-
vedo Si Mendes, no seu escriptorio ra da Crur
numero 1.
Para a Baha.
A sumaca nadonal Hortenda pretende ae-
guircom muila brevidade, tem parte do seu car-
regarnento prompto : para o resto que lhe falto,
trata-se com os seus consignatarios Azevedo &
Mendes, no seu escriptorio ra da Cruz a 1.
PJUUL
o Rio de Janeiro
O muito veleiro brigue nacional Felicidade.
cujo carregarnento se acha prompto, segu para.
o Rio de Janeiro at o dia 3 de maio prximo fu-
turo impreterivelmenle, recebe escravos a frete a
passageiros, para os quaes tem excellentes com-
modos ; a tratar com os seus consignatarios Jos
Veloso Soares & Filho, no largo do Corpo Santo,
trapiche da compaohia.
3 annos a contar do 1* de julho de 188 a*30 de
joorio d IW4, e sob a condicoes constantes
'do edilal de 9 do correte.
Declarares.
Tribunal do commercio
Pela secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz publico que nes
ta data fra inscripto na competente matricula o
Sr. Manoel Firmino da Silva, cidadio brasileiro,
de 44 annos de idade, natural do Rio Grande do
Norte, e domiciliado na sidade da Parahiba, onde
commercia em molhados por grosso.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 26 de abril de 1861.
Julio Guimaraes Ofucial-maior.
Pela admioiatracao do correio sa faz pudli-
co, que em virtade da convenci postal celebra-
da pelos governos brasileiro e francez, serio ex-
pedidas malas para a Europa no dia 1." de maio
prximo, da conformidade com o anouncio deste
correio, publicado no Diario de 29 de Janeiro
deste anuo. Aa cartas serio recebidas ate 2 ho-
ras antes da que for marcada para a aahida do
rapor, e os jornaes at 4 horas antes.
Correio de Pernambuco 26 de abril de 1861.
O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Pela capitana do porto se declara que echa-
se na doca prxima a mesma capitana um hiate
em mo estado, que foi achado na corda dos Pas-
sarinhos, abandonado: quem sejulgar com di-
reilo ao referido hiate naja de appirecer na mes-
ma capitana, coa documento que provo aa*
legiliraidade, que lhe ser entregue, pagando as
despezas ; e nao appareeeodo no Qm de trea das
ser vendido ou desmanchado.
Capitana do Porto de Pernambuco 19 de abril
de 1861.
Joa Kepomuceno Alvos Maciel,
Servino da aecretario.
ConaeMaaj adusUsalstraoCivo.
O conselho administrativo, para forneciroealo
do arsenal de guerra, tem de contratar os genero*
alimeoSMoa pasa a cornpanhia doa menores do
arsenal, degaerr, durante oa asazos do maee ju-
cho prximos vindoaroo:
Pi de 4 oncu, bolaaha, caf em grao, asaucar
refinado de segundo serte, manttlga fraacota, cha
ayssoo. carne rttit, dtta aece, toutnho do Lis-
to* ferjio mulatfal ou prrto, arrtz do Mara-
ohio, bacalho, ofrro doce de Lisboa, vinagra
da dita, farinha (re meruHooe.
Subir scena pela segunda vez neste theatro
o magnifico drama em 5 actos, escripto em verso
pelo Sr. L. A. Bourgain, autor do Pedro-Seos,
Luiz de Camoes, Casa-Maldicta e outros,
0 M0STE1R0
M
SaNTIMO
assumpto da opera do maestro Donizelti
\YYtmiT\.
Castella1340.
Os coros sio os mesmos da opera
O scenario do primeiro e quinto actos sio no-
vos, pintados no Rio de Janeiro e aqui retocados
pelo babil pintor o Sr. Francisco Dornellas.
O primeiro acto representa urna galera do con-
vento de Santiago de Compostella ; alm da ga-
lera ve-aa aa arvores e sepulturas do claustro.
O quinto acto,o claustro do mosleiro de Santia-
go. Noite de luar, cruzes, sepulturas, etc., etc.
E' de um magnifico effeito esta scena, e a empre-
za nada poupar para qne seja completa.
Terminar o espectculo con bella comedia
aa> asa acto,
fiudv fioare e bonito bal
Causeas! i7 yi horas;
Ro de Janeiro
Sahira' bremente a linda e veleira
barca nacional IRIS, a qual recebe
passageiros e escravos tendo muito
bons commodos em separado para estet
ltimos : a tratar com os consignata-
cios Aranaga Hijo & C, ra do Trapi-
rbe Novon. 6.
REAL COIIPVMIIV
DE
Paquetes inglezes a vapor.
At o dia 29 do correlo espera-se da Europa
um dos vapores desta cornpanhia, o qual depois*
da demora do costme seguir para o Rio da
Janeiro tocando na Baha: para passagens etc.,
trata-se com os agentes Adamson, Howie & C.r
ra do Trapiche Novo n. 42.
COSPAmi PERKAMBUCAIU
DE
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao. Aracaty, Cea- a', Acaracu' e Granja.
0 vapor Persinuaga, commandante Moura.
sahir para os portoa do norte al a Granja no
dia 7 de maio s 4 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 6 ao meio dia. Eocommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia da aahida
as 2 horas: escriptorio no Porte do Mattos n. 1.
(WANHIA PEUUMBUCAIVA
/ BE
Navegar costeira a vapor
O vapor Jaguaribe. commandante Lobato*,
sahir para os portos do sul no dia 4 de maio
s 4 horas da tarde. Recebe carga at o dia 3
ao meio da. Passageiros e dinheiro a frete at
o dia da sahida s 2 horas: escriptorio no Forte
do Mattos n. 1.
uFi1bM6 XfMt 11W IR8fCSa
tosos sa loes do Caes de
Apollo.
Domingo 28docrrente, ser* cumprido fiat-
mtt* o roguramonto III. Sr. Dr. cliefe do
folela,
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
apiris & %kfm.
0 vapor Oyapock, commandante o capitao
tenente Santa Barbara, esperado dos portos do
snl at o dia 30 do crrente o qual depois da
demora do cosime seguir para os do norte.
Desde j. recebem-se passageiros e eofaia-so)
a carga que o vapor poder conduzlr, a qeal do-
ver eer esabarcada no dia de ma chegads ;
agencia ra a Croa n. t, escripaorio do Azeve-
do & Mendes.
Para a Baha
. Sajsjae oa ponaos das o- palhefcot naeioaa*
cDoas Amigos, para alguma carga que lhe falta,
a passageiros trata-se com Francisco L. O. Azeve-
do, 1 ra da Madre do Deus a. 12.
Lisboa e Porto
Vai sahir catSV* ttaior brevidade paro os portoa
Nm indioadoeaBOfolaarcaportagueu Corca=
quem fra meaaea quisa eartegar o rosto ano too
falta eu ir de passagem, poder enteader-ee com
o ctraMpsatarto Thoaai de Ae/iioo JWWti la-


w

dumo mnmmmL^<*mn*mmmmm>*-mu
nior, tat da Cacimba d. 1, primeito andar,
com o capio Rodrigo Josqaim Correia,
praca.
i i-ni
ou
D
Leiloes.
taberna.
Sabbado 27 do corrente.
Costa Carvalho autorisado pelo Sr- Jos Fran-
cisco Ferreira lar leilio no dia cima s 11 ho-
ras em ponto, da armario e gneros da taberna
ra Nova d. 50, era um s lute ou a retalho a
vontade dos compradores. mfc
ICIM0.
Segunda-feira 29 doorrente.
O agente Evaristo {ara leilio de porcao de tras-
tes para acabar em reserva de preco. consisti-
lo em guarda vestidos, guarda roupa, commo-
as, consolos, marqaezas, carteiras, mesas e
muitos outras objeclos ludo de amarello : no dia
cima s 10 horas do dia na ra do Vigario nu-
mero 2.
Consulado de Franca
LEILAO
A requerimento de Flix Souvage &
C. por autorsaco do Sr. visconde de
Lemont cnsul de Franca e em tua
presenca e por conta e risco de quetn
pertencer, o agente Hyppolito vender'
em leilao urna caixa marca JAIC e RPM
n. 575, contendo objectos para seleiro
e sapateiro araados a bordo do navio
francez oParabiba, capitao Garay:
sabbado 27 do corrente as 11 horas em
ponto no armazera d'aquelle Senhor,
na ra da Cruz do Recife em /rente ao
chafariz.
AosSrs. litteraos
e acadmicos
degado no Forte do Mattos denominado
barao do Livramento. ^
LElLO
VE
Farinha do Chili.
B. G. Bendixeocapitao da galera di-
namarqueza Hmalaya, arribada a
este porto na sua recente viagem de
Valparaizo e Tome para Cork, fara' lei-
lao por nter ven cao do agente Hyppo-
lito, em presenta do Sr. cnsul da Di-
namarca e com licenca do Sr inspector
da alfandega o por conta e risco de
quem pertencer de cerca de 5 a 6,(r00
saceos com farinha do Chili avariada,
de 100 libras hespanholas cada urna-:
segunda-feira 29 do corrente ao meio
dia em ponto, so armazem alfandegado
do Exm. Sr. bardo do Livramento no
caes d'A pollo.
Avisos diversos.
grande sortimento.
45 Ra Direita 45
,Qualser a joven e linda pecnambocana. que
naoprocure animar este eslabelecimento man-
dando comprar urna botina de gosto Qual a
mai de familia, prudente e econmica que Ibe
nao d preferencia pela qualidadee preco? Oual
o cavalheiro ou rapaz do positifo. que nao quei-
re comprar por 8.9 e 10. o calcado que em outr.
parle nao 6 vendido se nao por 10 12 on 11?
atiendan ;
Senhoras.
Manee! Ignacio da ;Silfa Teixef ra:fsz publt-
S?J-.Brf,Ba 1* ^u* fcul n dioheiro
algum a sea ex-irfcwiro (Augusto) que eslava en-
tregue-da padarmhsflmeMs. o qual indo o abai-
xo^aalf nado a dar balaneo, a rendo orna grand
differenca no estado da pidarii, e sera aqu '"
dar cootas, se evadi de noiie em quanto o
balhadores dormas, deixando nicamente
pequeo baba aberto. sem oda ter dentro, como
tesleniunhou com pessoas da visinhanes; assim
cX a, dlfferen5 qe encontrn part mais de
ouua, no artigo bolacha, alem do que anda
nao pode examinar e protesta perseguir um tal
; atientado. e por isso nSo levar em conta qual-
quer quantia que ao mesmo ex-caixeiro for en-
tregue.
Furto.
Hontem desappareceu da casa sita na ra da
Cadea do Recife n.46, primeiro andar, um relo-
Botinas com lago (Jolj) e brilhaolina. 5*500 "\de o" palele ingle n. 9979 do fabricante
rfina). 5*500 i foa' de l,verPol. com um passador
5*500 I" "T"*' "vorpooi, com um passador lam-
g^ bem de ouro, e cravadas neste duas pedras de
5*000 Ckrea* b *"? encarnd. tendo-se perdido a
com lajo, de lustre (superQn
com lago um pouco menor
sem laco superiores. .
sem lago nmeros baixos. SEoo 'fj1"6 "cando nicamente um canudinho que es-
sem laso de edr..... Svfict susPeso "a argola do mesmo passador. Pro-
Sapatos de lustre. ; .
Meninas.



49000
ij>ooo
Bolinas com laco.
Leilao
O agente Hyppolito da Silva autori-
sado por urna pessoa que se retira para
fora da cidade, fara' leilSo de urna ex-
plendida Iivraria, consistindo em livros
de direito, ditos classicos, htorias de
diversos paizes e multas outras obras
que se tornara enfadonho mencionar.
O que se affianca que os referidos li
vros sao completamente novos e que se
rao vendidos ao toque do martello e pa
ra isto o agente cima convida aos Sis.
hachareis, htteratos e acadmicos para
que aproveitem a occasiao pois nem
sempre dellas havera': eFectuando se o
leilao qutnta-feira 2 de maio as 11 ho-
ras em ponto em seu escriptorio na ra
da Cadeia do Recife n. 48, primeiro
andar
Os livros poderao ser examinados.
LEILAO
O agente Hyppolito fara' leilao por
conta e risco de quem pertencer e para
fechar contas, de urna porcao de vinhos
engarrafados eem barris comoBordeaux,
Santern, Kirsch, e bem assim de algu-
mas fructas em conservas : sabbado 27
do corrente ao meio di em ponto na
ra do Trapiche n. 13, armazem.
LEILAO
DE
ALNAO
Terca-feira 30 do corrente
O agente Pinto fara' leilao por conta
de quem pertencer e sem reserva de
preco de 600 barricas com bacalhao de
boa qualidade marca WBH&C, ultma-
me mente chegado no brigue inglez
Reinder, no armazem do Sr. Vicente
Ferreira da Co ta na escadinha.
LEILAO
A 29 do corrente.
Izidoro Halliday & C. continuaro por ioler-
venQSto do agente Oliveira, o sea leilao de gran-
de sortimento de errageDS e cutilerias em bom
slido, e na mesma occasiao apresentaro ven-
da, por conta e risco de quem pertencer, anilla-
da porcao de linuas diversas, atas, lonas e culi-
leria avariadae, cuja venda nao pode realisar-se
esa eu ultimo leilao por falla de lempo : segun-
da-feira 29 do crrante, s JO horas da maeriaa
amiento, no sea armazem ra da Cruz do Kecife.
UBILie
Bernardo Jos Pereira vai Europa.
Maravilhosa cura.
lamer no braco
Sr. redactor.Vou por meio de sua acreditada
folha agradecer publicamente a maravilhosa cura
que o Sr. Ricardo Kirk, com escriptorio ns ra
do Parto o. 119, acaba de operar em meu filhe,
de pouco mais de anno e meio de idade, ao qual
spbreveio um tumor no braco direito junto ao
hombro, em cujo lugar os a'enhores facultativos
julgarama dilitagao difficil e perig03i ; e sendo
eu aconselhado a recorrer ao sobredilo Sr. Kirk
este senhor applieou-lhe urna das suas chapas
rnedicmaes, e ella s. em menos de 15 dias, fez
pparecer a supuracao, quasi sem soffrimentos, e
actualmente (gragas Dos em primeiro lugar,
e em segundo ao Sr. Ricardo Kirk), acha-se meu
innocente filho perfeitamente sao :Teoha, pois
a bondade, Sr. redactor, de ioserir estas liohas!
dando por esta maneira um sincero e publico
testemunho de minha gralidao ao Sr. Ricardo
Kirk.
Ra da Assembla o. 8, Rio de Janeiro.
_ Jos da Silva Mello.
Reconhecida verdadeira a assignalura supra
pelo labellio. Y
Pedro Jos de Castro.
Jos Antonio de Souza faz sciente ao res-
peitovel publico que por haver outro de ig.ial no-
me do hoje em diante assignar-se-ha por Jos
Antonio do Souza e Mello.
Quem precisar de ensino de primeiras le-
tras, msica e piano, para principiante lora da
praga ou engenho, annuncie, ou tratar na ra de
Hortas n. 27.
_ Yoou da C88a D- 60 da ru J Gloria um
Lsniod, desappareceudo pelos telhadosdas casas
vizinhas ; pede-se a quem o lenha pegado, de o
levar na sobredta casa, que ser generosamente
recompensado.
Precisa-se de um homem habilitado para
fetorde um engenho perto da praga ; para tra-
tar, na ra do Imperador n 17, segundo andar.
Desappareceu hontem, pelas 4 horas da tar-
de, indo dos Quatro Cantos para o convento do
Carmo, um preto ganhador com um bah de
flandres oleado de vermelho, dentro do qual le-
vou urna eamisa franceza e lOfl em papel ; o no-
me do dito preto igoora-se, elle de Angola, lem
pouca barba e lem de idade 40 anns. pouco mais
*u menos : quem descobrir este roubo, queira
participar no convento do Carmo a seu dono na
sela n. 19, que ser recompensado.
Caxi?iro.
Na loja de fazendas da ra da Imperalriz n. 6
est um rapaz com dous annos de pratica de fa-
zendas para se arrumar.
Aviso.
Joaquim JosTavares, com casa de negocio na
ra Imperial n. 215, declara ao respeitavel pu-
blico, que havendo oulros de igual nome, de hoje
em diaole se assignar por Joaquim Jos deOliu-
da Tarares.

4S400
-42000
3500
sem lago.
para criaogas de 18 a"o!
Homem.
(Nantes) lustre. .;..., lOflOOO
8l9S
9$00O
9JW00
vine-se. pois, a quem for ouerecfdo dito relogio,
(Fanienj bezerro muito frescaes
diversos fabricantes (lustre).
ioglezas inteirissas. .
gaspeadas.
prova d'agua.
Sapa toes.
Nantes, sola dupla.....;
urna sola......
para menino i$ e .
Meio borzeguins lustre.....
Sopatoes lustre.......
89500
89500
5*500
5$0p
33500
63000
55000
prego
armazem de
a Conceigo
ASSOCIAQAO
DE
CHARUTOS
O agente Hyppolito autorisado pelos
Sr$. Antunes GuimarSet k C fara'leilao
por eonta e ruco de quem pertencer de
15,000 charutos fabrica* no Bio de
Janeiro, os quaes s3o de excellentes
qualidade, e serio vendidos sem limite
algum : segunda-feira 1 do correne ai
I horas em ponto, ao trapiche alian*
DE
Soccorros Mutuos
E
Lenta Emancipaco dos Captivos.
De ordem do Sr. vice-presidente se faz publi-
co para execussao, que em sesso geral de 22 do
corrente, foi sancionado o projecto additivo ao
ait. 51 do cap. 11 dos estatutos, offerecido e ap-
provado peloconselho, no qual impe a pena de
eliminagao igualmente aos socios que deverem
mais de seis mensalidades.
Em vista dessa disposicao e do que foi resolvi-
do em a mesma assembla geral, flea marcado o
prazo de 90 dias aos senhores socios que esloo
devendo mais de seis mensalidades, sob pena, de
lindo o prazo, serem eliminados na forma do 7
do citado additivo.
A direcgo anda por esta vez deixa de mencio-
nar os nomesdos socios que estao coraprehendi-
dos nessa disposigo, esperando que a isso nao
deem lugar.
Secretaria da Associago de Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipago dos Captivos 25 de abril
de lool.
Galdino Jos Pares Csmpello.
1. secretario.
0 bacharel Joo da Costa Ribeiro Machado
tem escriptorio de advocaciana ra do Queimado
n. 26, onde pode ser procurado das 9 s 3 horas
da tarde.
P. Eduardo Bourgeois vende sua cocheira,
sita na tua Nova n. 59, com 23 cavallos. 2 cabrio-
lis e 5 carros bons, os quaes sendo postos na ra,
poderao servir para carros de praga, sendo do
mesmo feilio : para tratar, das 10 horas da ma-
nha s 2 da tarde.
Precisa se de urna ama, preferindo-se es-
crava ; no pateo do Tergo n. 26.
Aluga se um segundo andar na ra da Pe-
nha n. 29: a fallar na mesma ra n. 5.
Sociedade
V3nuio RcncliceiUe dos Co-
cheiros em Peaambuco.
Por ordem da directora, em assembla geral
foram expulsos os seus socios os Srs. Jos Vieira
da Rocha e Jos Antonio de Sales, em cumpri-
menlo da le de 19 de abril de 1860, que marca
os nossos estatuios, dos arls. 53, 54. 55 e seus
2 e 3; por isso faco o presente annuncio para os
meamos senhores ncarem scientes.
Secrettria da sociedade Unio Beoeficonte dos
Cocheiros em Pernambuco 20 de abril de 1861.
Wenceslao de C. Madureira.
2. secretario.
Atheneu Pemambu- j
S
cano,
A presidencia da sociedade, man-
da declarar pelo presente que no
sabbado as 4 horas, ter lugar sem
falta a sesso de posse da nova me-
sa, que nao pode celebrar-se boje,
e roga jos Srs.socios queiram compa-
recer.
Attencao.
Na ra 4a Imperatrl, loja n. 20. vende-ae
ganga adamascada mais larga quo chita fraoceza,
ptima fazenda para fazer colchas e outro* mis-
teres, polo diminuto prego de 240 n. o covado :
neste mesmo estabelecimsolo anda leo> alguos
pbertorss de ISa escaros sl#900.
Sapatos de tranca.
Portuguezes de Lisboa Uno......23000
Francezes muito bem feitos. .... 1500
Alem dissoum completo soslimento do legiti-
mo couro de porco edo verdadeiro cordavao para
bolinas de homem ; muilo couro de lustre, be-
ierro irancoz, marroquim, vaquetas, couros pre-
parados e em bruto, sola, fio, taixas etc., ludo
em grande quantidade e por pregos inferiores aos
ue ouireiD.
Chapeos
de sol de seda a 4#500.
fhf!26 ch.e*?r uma raDde quantidade de
chapeos de sol de seda superior que se vende
pelo diminuto prego de 43500. ditos muito gran-
des com cabos de canna a 6$500. ditos inalezes
superiores tanto em seda como em armagao pelo
diminuto prego de 8, assim como grande sorti-
mento de sobretudo de paooo pello de pelucia
de difrerentes modolos, uniformes de casemi a
decdr a 21g, grande quantidade de calcas de ca-
semira preta a 65 e de cor a 65O0, paletots sac-
eos de casemira preta a 8. chapeos de castor
branco a 5g, ditos de seda preta superior a 7
assim como grande quantidade de camisas de es-
loi, ondl!?rsos mo(,elos de collariohos a 268
5 e dO, ditas com peitos de linho pregas lar-
Es0f Pre8S '"'asadas pelo diminuto
de 36 e de 38g a duzia : no novo
Bastos & Rpgo, na ra Nova junto
dos Militares n. 47.
Vendo-se um sitio e dous terrenos por de-
Tnn RCa" Forle ; a1lral ^a do Caldeirei-
ro n. 68 ou no quarlel do corpo do polica com
oquarlel-meslre do mesmo corpo
m,7tV.e5de'Se utn cavall nov. castanho, e
mallo srdigo, por preco muito commodo ; no pa-
teo de S.Pedro n. 4. .
i.ZL Vende-e uma perfeita cozinheira, sabendo
ruTbd?sn^sabDef0nmrr'efaZCrCOmpr8S : "a
Calungas baratos.
Calungas de porcelana, pequeos, proprios pj-
ra cima de mesa a 6t0 rs. cada um : na ra lar-
ga do Rosario o. 36, loja do leo de prata.
Vende-se a Liogoeta n. 5, o
seguinte:
Manteiga ingleza flor iisi libra, franceza a
/UO rs., cha preto a 1J400, passas novas a 560,
concervas fnncezas e portuguezas a 700 rs. o
irasco, toucinho de Lisboa novo a 320 a libra,
Pr a 480 a libra, latas com peixe de posta de diver-
sas quahdades a 1*400. charutos suspiros a 4S a
caixa, toucinho de Santos a 240 a libra, vinho do
2^ en8"rafado, superiores marcas, de lo a
IpX), rap Gasse da Bah a Ijj o bote, cognac a
rS a 7:lir1Ade 8arrafas. cerveja a 500 rs. a garra-
ta, e 5S500a duzia, cha hysson a 2*500 a libra,
vinho de Lisboa a 560 a garrafa, ervilhas rance-
zas e portuguezas a 720 a lata, e outros muitos
gneros em proporgo.
Vendem-se tres casas em Olinda, sendo
uma na ra do Amparo n. 45, no largo da igreja
com quartro quartos, duas salas e um gabinete ao
lado e coznha assobradada para traz, e duas na
rus do Jogo da Bola ns. 16 e 17 cada uma com
dous quartos e duas salas, todas em chaos pro-
190*21 "* Pr8Ca da IndePendencia D-e-
A 36,000.
Vende-se cerca de oito milheiros de lelhas e
lijlos de ladrilho de priraeira qualidade a 36*000
o milheiro : na ra do Apollo n. 39.
Nobilia com pouco oso,
Vende-se um sof, doze cadeiras, dous ponso-
los, uma cama com colchao novo, tudo muito ba-
rato, por tero propietario de retirar-se para fra
da cidade : na ra da Cadea do Recife n.46
Rival sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas,
esl queimando os seguintes arligos abaixo de-
clarados, todas as miudezas esto perfeitag. e o
prego convida : '
Caixas de clcheles a 40 rs.
Cartoes de ditos a 20 rs.
Croza de peonas de ago muito finas a500 rs.
Chantos muito finos, caixa com 002*500.
Groza de botoes de louca a 120 rs.
Carretel de linha com 00 jardas a 30 rs.
Bules com banha muito fina a 320 rs
Dito dito dito a 500 rs.
Banha em lata com i\2 libra a 500 rst
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
Cuitas com obreias muito novas a 40 rs.
Ditas com phcsphoroe especiaes e melhor que
na a 160 rs.
Pares de meias cruas pera homem a 160 rs
Ditos de ditas muito finas a 200 rs.
Pegas de franja de laa muilo bonitas cores a
800 rs.
Duzia de sabonetes muito finos a 600 rs.
Iscas para acender charutos a 60 rs.
Phosphoros em caixa de folha a 100 rs
Cartas de alfinetes finos a 100 rs.
Caixas de agulhas fnncezas a 120 rs.
Pares de sapatos de tranga de algodo IX.
Ditos de lia para meninos a 800 rs. "
Frascos de macass perola a 200 rs.
Ditos de leo a 120 rs.
Duzia de facas e garlos de cabo preto a 31.
Pares de lu vas de fio de Escocia a 326.
Hassos de grampas finos a 40 rs.
Caivetes de aparar penara 80 rs.
Tesouras para uahas e costura muilo finas a
ovu rs.
Pegas de tranga de lis com 10 varas
Escovas para denles muito finas a
Cordio imperial fino a 40rs.
Dito groiso a 80 rs.
CordSes para espartano 80rs.
Caicas para rape muito finas a 1|,
Prese!* meias de cores pHkaieninsijrifiOts.
Linha -de msrcsr (noT*]lol&. ^"
Gross de Bjreaj para cobrii a o i,
o favor.de se dirigir ra doAmorim, armaz<
de Antonio Jos Pires & C, que ser generosa-
mente recompensado.
AMA
Offerece-se uma mulher porlugueza para ama
de urna casa de homem solteiro para lodo o ser-
vigo de poiUs dentro : na ra do Cotovello
numero 4.
Aluga-se a casa de um andar e soto, sita
na ra Imperial n. 87, com commodos para uma
grande familia : a trataras ru da Cadea do lle-
cife o. 62, segundo andar.
_ Precisa-se de feilor para um sitio no Mon-
teiro : a tratar na ra da Cruz n. 49
Arrenda-se o excellente engenho S. Gas-
par, sito na fregueza de Serinhaem, com parti-
n^SaTnRr-I,m08,ou. roda da respectiva casa
para z.ooo paes annualmente, embarque na por-
ta, e mangues para a lenha precisa, alem de ou-
tjas vanlagens que oferece ; a tratar na ra do
Hospicio n. 17.
CUR4 completa
DE CHA
lnflamiiia Eu abaixo assigoado declaro em como uma so-
Drinna minha, tendo padecido de uma ioflamma-
gao e dores de peito. que lhe tomava toda a res-
piragao, slo de muito tempo. sem que podesse
obler melhora alguma ; ultimamenle resolv a
mandar applicar uma das chapas medicinaes do
Sr Ricardo Knk, escriptorio na ra do Parto n
lia e posso asseverar que no pequeo espago de
15 das Uve a satisfagao de a ver ioleiramente
boa. e por ser verdade assignei o presente. Ra
da Alfandega n. 225, Rio de Janeiro.
Anna Rosa do Espirito Santo.
frecisa-se alugar um moleque para todo o
servigo externo de uma padaria, paga se bem
no-paleo do Tergo n. 40.
a "7o senh0/1." annuncion vinho engarrafado
de 68 ancos de idade a 800 rs. a garrafa, queira
levar toda a quantidade que tiver, detraz da ma-
triz de S. Jos, ra do Forno n. 3. E' verdade
que quando o senhor o engarrafou no Para, eu
tambem eslava l. *
O proprietario do estabelecimento lypoKra-
phico da ra do Imperador n. 15, defronte de S.
francisco, faz sciente ao publico, e principalmen-
te aos seus freguezes, que d'ora em diante at
outro annuncio. o seu estabelecimento abrir-se-
na as 9 hars da manhaa e fechar-se-ha as 4 da
tarde.
FJpMyrO. ma pessoa e Portugal, deseja sa-
ed#umboia fomdro para.ber6eamdaenste oDr. Jos Coellio
: a tratar com Jos Duarte das I de Oliveira, qae outr'ora residia 110
> Cabo on Eseada, em m engenho, aim
Atten(jaO. "* comtt*jiear aoticias de urna he-
,J.??0'>Dias de castro, arrenutante* *$* qoe lhe pode tocar pormorte de
^&^oJ%V^*^Z ?.! :eiiar explieacoesna
-Manoel
Precisa-se de uma ama para o servigo de
uma casa ; na ra Nova n. 48.
dore* das ditas exmelas firmas, que no prazo de
30dias venh.m satisfazer seus dbitos na mesmS
oja. fiados os quaes usar dos meios que a lei
lhe. faculta. Recife 22 de afirll de 1861
. AOSSENHORES
abaixo declarados pede-se favor de se diriai-
iereate. ? "P "" D# '' Deg0C0 de e8
Antonio Francisco da Cunha.
Antonio Jos alendes.
Antonio Pereira da Rocha.
Balbino Simdes do Amaral Camillo Pessos.
Francisco Gongalves Guimaries.
Francisco Pereira de Barros e Silva.
Frederico Augusto de Lemos.
Dr. Felippe da Hulla Azevedo.
Jacinlho Luiz Guerreiro.
Joo Cancio Gomes da Silva.
JooMarioho Cavalcante de Albuquerque.
Jos Mana de Souza Araujo.
Jos do Hollanda Cavalcante.
Joaquim Fedro do Reg Cavalcante.
Joaquim da Fonceca Soares de Figueredo Mello.
Manoel Cavalcante de Albuquerque Lins.
Manoel Correia de Brito.
Maooei Malheus Cavalcante.
UlicesCokles Cavalcante de Mello.
Vicenle Ferreira da Silva,
Nova cariha.
,,m.Ca,^de2ah-r dos pre,os desta ypographia
uma nova edigao da cartilha ou compendio de
?0m m" chn8laa' a mais completa dequantas se
inr wPresso-Por cuanto abrange ludo quanto
conlinha a antiga cartilha do .bbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescentando-se muitas
oragoes que aquellas nao tinham ; modo de a-
companhar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das testas muiaveis
e eclypses desde o corrente anno at o de 1903*
seguida da folhinha ou kalendario para os mes-
mos annos. A bondade do papel e excellencia da
impressao, dao a esta edigo da cartilha uma
preferencia asss importante: vende-se unica-
aanda li?"ri* DS"6 e 8 d" P"Sa da Idepen-
M. J. Leite, roga a seus deve- &
dores que se dignem mandar pa-
gar seus dbitos na sua loja da 8
H ra do Queimado n. 10, enten- U
tendo-se pai a esse lm com o seu
procurador o Sr. Manoel Gomes !
- Aluga-se o primeiro andar e loja
do sobrado de andares no becco da
Boia :
to n.
Iivraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, com o subscripto Alpha.
Calvicie.
A utilidade da pomada in-
diana nao s de faser as-
ceros cabellos mais tambem
de dar-lhes forga para evi-
tar a calvicie e nao deixa-
los enfranquecer to cedo
como quando ella nao for
apphcada ; alem disto, sen-
do sua composgao formada
de substancias alimentares
a absopgio pelos poros n
i. S^eruaTcrp'oTf8' "" d Ia,Perador
Pede-se
ao Sr. Franklin Peixoto que compareca
na ra do Cabuga' n. 1 B, a negocio
que nao ignora.
i 7" E,m um eD6enbo distante desta ci-
dade 7 leguas precisa-se de uma senho-
ra que saiba ensinar pjjmeiras letras e
tranceza duas meninas, e se sbuber
pode ser
a tratar na praca do Corpo San-
Vi
Para uma casa
franceza.
8
3-Rna estreita do Rosario-3
Francisco Pinto Ozorio continua a col- S
locar dentes artificiaos tanto por meio de 1
molas como pela prsala do ar, nao re- 1
cebe paga alguma sem que as obras nao tf
Bquein a vontade de seus donos, tem pos a
e outras preparages as mais acreditadas
q para conservagio da bocea.
Aluga-se
a loja com armagao da casa da ra Direita n 87
propria para qualquer estabelecimento, nao se
mido n y"5": trat" D" l0ja da rua d0 Qaei"
Uma pessoa habilitada para es-
cnpturar por partidas dobladas ecom
boa letra se offerece para fazer qual-
quer escripturacao commercial e mes-
mo para fora/'desta cidade : quem qui-
zer dinja-se a Boa-Vista rua Velha nu-
mero 73. -
3
_ Cassino Militar
Pernambucauo.
direcloria J" 8dente aos Srs. socios I
m que, em assembla geral foi marcado o dia 1
4 de timo futuro, para ter lugsr a inaugu- tf
1 Tc^nJ!r0ma^ Cgm um baile ffere- 1
cido aos Exms. minislros da guerra e raa- a
W nnha, em demonstrago do regosijo que se A
J acham possu.dos pela elevaco dos mes- S
W mos Exms. generaes raarquez de Caxias e
| Joaquim Jos Ignacio do cargo de minis- n
9 tros de estado.
9 A mesma directora previne a lodos os 1
m socios que se devero reunir em assembla 1
2 rSk sexta-feira (26 do corrente] pelas I
1 aJ* .? da l,rde- na residencia do Sr. tt
m director do arsenal de guerra aflm de pres-
9 tarem suas assignaturas as felicilagoes I
9 que teem de ser dirigidas aos Exms. mi- a
W mstros de raaroha e guerra, em nome da sf
referida sociedade. !
Finalmente roga a todos os Srs. socios *
que, apreseutem as suas proposlas de con-
9 vites al o da 28 do correle, no sobrado
i 9Q n^'a-"0." "U46-1 Prin,ciro d. e de
i H Pe ,di,Dle P?derao Procura-Ios em casa
da^oa-vLT/6"0' Da,raves8a "-
Antonio Viltlla,
-._ lu secretario.
e$u*-tsei**ess&A*i
Precisa-se do um homem -
trabalho para tomar
casado melh<
Pu0lico n. 7.
Precisa-se de uma escrava que saiba engom-
mar, coser, e fazer todo o servigo de uma casa
de pouca familia, e que seja Del e diligente. Na
mesma casa precisa-se de um escravo para oser-
TTgo de coiinha : quem tiver pode dirigir-se
rua do InJOerador n. 27 confronte a ordem ter-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manha s 4 da tarde.
. iinicii.
Fernando Garzolli, relojoeiro da rua do Rangel
n. v, roga as pessoas que liverem em sua mo
retogios para concertar muito tempo. o favor
[ de virem busca-los dentro do prazo de 30 dias. a
contar desta data, prevenindo tambem s pessoas
que teem felo troca de relogios, deixando sig-
nal, que. se no prazo referido os nao forem bus-
car, ser reputado nullo qualquer negocio feito.
e nenhum direito haver de reclamaren!: roga
juntamente s pessoas que tiverem objectos de"
oaro em sua mao sem juro algum. o favor de.vi-
rom reura-ios no prazo cima indicado, do con-
trario serao vendidos pela importancia do que se
acharem a dever. Recife 10 de abril de 1861.
Mudanza de esta-
belecimento.
IflJos Moreira Lopes avisa aos Seus amigse
freguezes desta e de outras provincias, que mu-
dou o seu estabelecimento de fazendas euetinha
no sobrado amarello da rua do Queimado; para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim.
onde tem o mais completo e variado sortimento
de fazendas de todas as qualidades para vender
em grosso e a retalho por pregos muito baratos;
rua do Crespo, sobrado de 4 andares n. 13, erua
do Imperador.outr'ora ruado Collegio, sobrado
ae um andar n. 36.
mu-
sica e piano maior sera' o honorario :
na ruado Imperador n. 73, primeiro
andar.
Pede-se toda attenco.
Custodi Jos lves Guimaraes & C,
pedem encarecidamente aos seus deve-
dores que lhe venham saldar suas con-
tas no prazo de 15 dias, e quando as-
sim o nao izerem serao entregues a
eu procurador para cobrar judicial-
mente, fazemos esta observacao para
que ninguem se chame a ignorancia.
A SOCIEDADE BANCARIA-
Amonm, Fragoso Santos
Os senhores socios commanditarios sao convi-
Sf aAM6" 8e8und0 dvidendo na ra-
llo!. l a anno- Recife 22 de abril de
Sendo presentemente
Santos Vieira o nico garanti-
dor de bilhetes de lotera, os
quaes sao rubricados ctlm tin-
ta de i aprensa, os que nao
forem vendidos com a sua
firma devem ser considerados
como um laco armado a boa
f dos incautos.
c*Z n,0C.,'g". guarda-livros de uma
Sf... ffercia1, d,sPnao de a'gum8S h"s,
mi8!nf-.ereCe,para fazertoma escriptaraca
mercant,! de qualquer estabelecimento, seja qual
r estad : qem necessitar. deixar car-
ta, fechada nesta typographia sob as inicia es D.
Dentista de Paris,
15Rua Nova15
Frederic 6auter,cirurgiaodeniisla, faz
todas as operacoes da sua arte e colloca
dentes artificiaos, tudo com a supenori-
dade e perfeijo que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem,
Tem agua e pos dentifricios etc.
Furto.
sobrado
a tratar
da
na
Aluga-se a loja do
rua da Imperatriz n. 58 :
mesma rua n. 40.
D-se800a juros sobre penhoresdeouro
ou prata ; na rua da Florentina, casa da esquina
que volta para a rua de Santa Isabel.
Precisa-se de um caixeiro para uma padaria,
que lenha pratica ou mesmo sem ella, com Unto
que d fiador a sua conducta : a tratar na pada-
ria do pateo da Santa Cruz ns. 6 e 8.
Aluga-se um terceiro andar e soto n'uma
das melhores las do bairro do Recife ; a tratar
na rua da Cadeia n. 33, loja.
de se
t abo-
No da 20 de abril na occasiao
estar butando um vidro em uma
Jeta, furtaram rima cadeia de ouro de
lagran para relogio, com uma borlota
em cada lado e no meio um chicote e
um estribo,
Coslureiras.
Precisa-se de coslureiras para obras de carre-
gagao e para obras mais finas ; na rua ib Cres-
po, lojan. 10.
kWk>
Precisa-se de uma ama para o servigo le pouca
familia ; quem quizer ser. dirija-se a tua das
Larangeiras n. 5. segundo andar.
acostumado ao
. conta de um sitio, sendo
casado melhor ser; procure na loja do Passeio
Claudio Dubeax vista do projecto n. 6 desle
anno. que j passou em primeira discusso na
assembla provincial, vende muito em conta
a sua cocheira da rua do Imperador, com 6 car-
ros muito bons e com 24 cavallos ou sem elles,
10 assim convler ao comprador: quera pretender
dirija-se ao respectivo escriptorio a tratar.
meio um chicote
e por isso pede-se aos Srs.
ourivese mais pessoas a quem esta for
olerecida para vender, ter a bondade
de segurar a pessoa e levarcm rua da
cadeia do Recife n. 55, loja de Figue-
redo & Irmao que ser recempensado.
Os administradores da massa de
Manoel Antonio dos Passos Oliveira &.
C, loja de trastes na rua* Nora n. 21
pela ultima vez cernvbdam
iulgar credo( da dita loja
seus ttulos no escriptorio da" adminis-
tracao, rua da Cruz n 40, at o di 50
do corrente mez, se quizer ser contem-
plado no rateio de somma importante
ao qual vat proceder-se sem mais de-
mora. Recite 24 de abril de 1860.
n.
a quem se
a apresentar
CASA
DE
LOTERA.
Acbam-se a' venda os novos bilhetes
e meios da terceira. parte da quinta lo-
tera a beneficio da igreja de Nossa Se-
nhora do Guadalupe de Olinda, a tho-
sonrana das loteras rua do Queimado
n. 12, primeiro andar, e as casas com-
missionadas na praca da Independencia
loja n. 22 do Sr. Santos Vieira, na rua
Direita n. 5 bobea do Sr. Chagai, na
rua da Cadeia do Recife n. 45 loja dotj
Srs. Porto & Irmao.-O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
^Precisa-se de um caiseiro pxra taberna : ns
pa do Mondego n. 97. "
commisao de escravos,
pateo do Paraizo n. i 6,
sobrado que foi do fal-
lecido Nicolao..
inraAdU C" fo ,ransfe"do oaatigo escrip-
torio de commisso de escravos. qae se achava
estabelecido na rua larga do Rosario n. 20, e ah
da mesma maneira se contina s receber sscra-
vos para serem vendidos por commisso, ,e*por
conta de seus senhores. nao ge poupando esforcas
P-V-" quIos mMmo> itn vendidpscom. pten^V
lidao, aflm de que seus senhores nao sofTrjm em-
pate comva venda delles. Neste tne\mo estabe-
lecimeato ha sempre paraSender escravos de
ambos os sexos, velhos e mocos.
Precisa-se alugar uma ama forra ou capti-
va, qu lenha bom e abundante leite para ama-
Dentar uma crianza de um mes, cuja ana dveJ
flrrffInmMC' ;/ '"i" D ru* CfldW o
necife v, 51, sogindo andar.
Trocase
por moeda> corrente as notas geraes
dos padroes seguintes :
Brancas de 1J> com urna figura.
Dilas de 5 com uma dita.
Rxas de 50V -,
Brancas de 500jj.
Verdes de 500.
? .lL' : U'f do banco da Bhi
de lug rs. e 20J> rs. dilas da caix.
filial da dita de 20 : na rua da Cro*
do bairro do Recife, armaiem o. 27.
--I
Relira-se
Cleff.
Relira-se
Gibbs.
Retira-te
Fisher.
Deseja-se
14
para Inglaterra o Sr. Thomaz
para Inglaterra o Sr. Thomaz
para Inglaterra o Sr. James
8scrava criouh da
comprar uma
a 18 annos de idade que seja prendada e
vicios, prefrnndo-se que teoha estado em casa
de familia : a tratar no escrlplbrio de Amorim Ir-
maos.narua4aCruzn.Sk,
Precisa-se de orna ama
Ifc^5.4--
forra ou cautiva
para todo o serviSo de uma casi de pouca fami-
rmazem [* da Cadeia do Recie
Precisa-se de uma ama para lodo o ser-ico
casa de pouca familia : na rua da Aod*
de uma
J. Hundsr, alfaiate, ajuaNova n. 69, avi-
sa ao publico progresivo e aos amantes das
modas do bello twjo, que enconlrar um bom
sortimento de fczendas novas e modernas, pro-
Kias para chacas, calcas e colletes, com os me-
dres etkiaes, qae se pode' servir aos freguezes
coa p/ossplidio; e uau mtcnin* 4 tur.
?
i


m------------1---------
_
^yr-
\


_
DURIO DE tllfttfStJCO, '- &A&BADO W^ IUl DI tsl

()

CONSULTORIO
MEDICO fARTEUtE 0PERAB6R.
3 RA D VQIOR1A. C I^AIIO Fl \nl03
Clnica por ambos os sy atenas.
0 Dr. Lobo Moseoso di consultas todos os dias pela manhaa, e de tardedepos de 4
horas. Contrata partidos para curar annualmen te, nao sopara acidado, como para o engenhos
u outras propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos i sua casa at i 10 horas da manhaa e em caso
de urgencia i outra qualquer hora do dia ou da noite, sendo por escriptoem qne se declare
o norae da pessoa, o da ra e o numero da easa.
Nos casos qne nao forem da urgencia, as pessoas residentes no bairro doRecife po-
dero reraettar seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & C na ra da Cruz, ou i loja de
jivros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annuncianieachar-le-ha constantemente os melhores medica-
menios homeopathieos ja bom conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de \2 tubos grandes...........10000
Dita de 24 ditos........;........159000
Dita da 36 ditos................. 209000
Dita da 48 ditos................. 359000
Dita de60 ditos................. 809000
Tubos avulsoscada um.........: 1*000
Frascos da tinturas. : j............29000
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
ducido em portugus, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. etc........205000
Medicina domesticado Dr. Hering, com diccionario. 109000
Repertorio do Dr. Mello Maraes.......k 69000
ARMAZEN PROGRESSO
DE
Largo daPeulia
O proprietario deste armazem par-
ticipa aos seus numerosos (reguezes assim como aos Srs. amigos do bom e barato que se acha com
um grande sortimento de gneros os melhores que tem viudo a este mercado e por ser parte delles
Tinaos por cont propria, vende-os por menos do que em outra qualquer parte.
Manteiga \ug\exa perf eUamen-te flor ,,., ata,. em bar-
mi se far algam abatimento.
tiameiga Tranceza n Mais Bon que ha no mercad0 yende-e a 720 rs. a wm.
GW! J?1***' ^S011 e P**t0 os melhores que ha ueste genero a 2500, 2$ e
ljKOO rs. a libra.
yu\|OS nameilgOS cbegados ueste ultimo fapor de Europe 19600 rs., em por-
cso se ara algum abatimento.
" J sMllSSO recenlement* chegado e de superior qualidade vende-se a 6*0 rs. o
^ -: os melhores que tem viudo a este mercado por serem muito frescaes e de
boa quihdadea 640 rs. a libra e inteiro se far algum abatimento.
al?",?a* ?* U1Iia dMSU1W*S elegantemente enfeitadas contendo
ditierentes quahdadesde cooeitoc, amendoas cobertas, pastilhas etc., etc., o qu*vha mais
propne para mimo a 1| cada urna,
IPaSSaS muVVo llOVaS em caiia8 com u a K libra8 vende-se nicamente no Pro-
gresso a 2fl cada urna.
S ^ a mais nova que ha no mercado, vende-se nicamente no ar-
mazem progresso a 33000 a barrica -e a retalho a 3,0 rs. a libra.
iYmeiXaS IraUeeZaS a 80ts iibraem porcose far algum abamento.
^*ar!**a? imP*iai d0 afama(l0 Ab e de outro, muitos abricantet de
Lisboa a 800 rs. a libra.
Latas com boYaeuinuas de soda T6BdM B nm r, cada UBla com
d-.Setentes quahdades.
~ o mais superior que tem vindo a este mercado a 900 rs. a libra.
Nla^a 4e tomate em iatasde, librBi a mals D07a ha no W6Ictd0 a 900
hbw.
PeraS SeCCaS em C0Dde5as de g libras por 3500 a retalho a 480 rs. a libra.
Conservas francezts e Vnglezas mak novas que ha por serem vin.
das em direitura a 800 rs. o frasco.
Aletoa, macarra e talharim a 400r, hi)ra e em uSut de UBM tr_
roba sor 8#.
Palitos de dente laxados eBiMlhoacoao.enho..orJoo,fc
T oneinno de Lisboa 0 ^ novo qtte ha no meroada a 320r c libra em b8rril
a arroba a 9g.
Sr reSUAlO mvi|l0 n0T0.rende.se pare acabar a 400 rs. a libra.
,., ""v**5* c |A1AS 0 que h*-de bom nte genero poroerem muito novos a 560 ra.
a libra.
ftanhade porcorenada amaisalwquepodehtfW no mercado veDdese,
480 rs. a libra e em barnl a 400 rs.
lalas eom peixe de posta Drepar8d0 da melhor mMiera iSl dasmelh0.
res quahdades de pene queba em Portugal a l50Ccada urna, assim como -tem salmo e
legustinha em latas menores a 900 rs., verdadeiros charutos suspiros e de outras muitas
quahdades dos melhores fabricantes de Sao Flix, ehampanhe das mais acreditadas marcas,
-cerveja de ditas, marrasquino de zara, licor francez de todas as qua'.idades, azeite doce pu-
riscado a 1$ agarrafa, nozesa 320 rs. a libra, ervilhas francezas, trueta em calda, azeitonas
____Pacata e outros muitos gneros que encootrarao ludo de superior qualidade.
Cura certa das hjdropesias.
as miofaas viagens pelo centrlas provincias de fernambaco, de Sergipe e Alagoas ora
cmpregado pelogoverno em pocas epidmicas, e ora exercendo a medicina em diversas localida-
des, fui experimentando .as plantas do paizem muitas molestias, administrando-as em dses ho-
meopathicas com mais ou menos proveito, porm sempre com certeza de que no pjejudicava aos
meus doentes.
D'entreo numero de molestias, que tive de tratar, uma.classe me merecen muita attenco
tanto pel frequeocia com q^ie apparece, ecmo pela mortalidade que apresenta. Esta classe de
molestia a hydropesia.
Tive de tratar de muilaebydropesias, por todos os meios^onhecidos, mas os resultados nao
corrafif ondiam a cninha espectattiva ; tendo perm conhecimeoto de urna planta, que havia produ-
duzdo boos resuludo em algur.s casos, tratei de esludar os seus Taitas 4 na verdade tive o pra-
zer d *er que e ella vm especifico poderoso no curativo das hydrepesiss.
Sendo poisas hyaropesias, qur activas, qur passivas do numero das molestias mais terriveis
que affeedam a nossa poputa^io a ^ne grande numero de victimas fea eito em todos os lempos
julgoler prestado um grande servico a homanidade com a descoberta de um agente lao poderoso'
que nenhama so vez me tem falhado, anda mesmo nos casos mais desesperados.
Na aecilfs hydropesia -de venir-e) costumam ex'.rahir o liquido por meio da puoceo ; mas o
liquido que se eitrahe nao a causa da hydropesia, elle a constitue; a experiencia tem mostrado
que a extraceao do liquido que constitue a ascilis um meio pallialivo com o qual d-se em verda-
de algum allifio ao doente, mas eem pe ora o seu estado ; por quanto sempre ou quasi sempre o
liquido se reproduz com muito maior rapidez, na razo directa das operaedes que se repetem pare
o *itrhir.
Quasi sempre a ascitis symptoma da leso de urna sicera do ventre particularmente do bago.
F tao seguro o tratamento das hydropesias pelo novo agente, que nao receio em offerecer-me
para applica-lo com a condiego de nada receber D" caso de uao flear o doente curado, seia qual
A- o aeu estado ; e .como desejo que a eHcacia deste remedio aeja comprovado pelos mdicos ped
Ilinl' _f' ?J' Sabiai0 01ogar.io ^ud8e.r? Pinho. para se prestara inspeccionar os meus doentes,
[COIPAlvHIA DA YIAIFEBIEA
DO
Recife a Sao Francisco.
luimitads.
At outro aviso a partida dos trens ser reeu-
lada pela tabella seguate :
fr
ao
ao que nonio, e por cujo motivo Ihe tributo o meu sincero agradecimeolo.
Assn pois queo se quizeraproveitar dos meus traeos servicos se digne de procurar-me em
miaa caca, ra da Roda a. 47, primeiro andar, ou no consultorio do Illm. Sr. Dr. Sabino.
Juti loe Tenorio.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retrato por, 3#
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo receido um sortimento de cai-
xinhss novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. \V. Usborn, o retratista america.
no tem recentemente recebido um gran
Hotel Trovador,
ra larga do Rosario a. 44.
O dono deste eslabetecimenlo contina a for-
necer comidas para fra-
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver& Baker.
Machinas de coser: em casad e Sarauef P.
Johston & C, ra da Senzalla Neva n. 52.
Arrenia-se o engenho Jscir, situado no
termo de Serinhem, moentee corrente.com ca-
sa de vivenda de sobrado com bastantes commo-
dos por ter outra casa terrea contigua com com-
municacao para o mesmo sobrado, estribara para
quatro enimses, otaria e seu respectivo forno.rasa
de engenho com urna moeoda que produz calda,
para cincoenta a sessenta pues por tarefa com um
parol de cobre sulcientemente grande, com
picadeiros para receber para mais de cento e cin-
coenta carros de canas, casa de caldeira com dous
completos assentamentos, tendo a casa sufficien-
te capacidade, urna deslilaco completamente
montada contigua a casa de caldeira, com um
alambique de cobre de continuidade, com suas
respectivas garapeiras que produz urna pipa de
agurdenle por dia de vinle e dous graos pelo
ariometro de Carlier, casa de purgar para rece-
ber mil pues completamente arraojada, com dous
tanques para deposito de mel (de madeira de ama-
relio], com dous couxos lambem de amarello ;
casa de encaixamento com quatro balces, sna
respectiva estufa e caixoes para deposito do as-
surar, casa do fazer fariuha com um grande forno
e completo aviamenlo; grande armazem para de-
posito de gneros por baixo da casa de vivenda ;
senzalla para habitar trinta casaes ; sendo o seu
locomotivo agua, que nunca falla seja qual fr o
verao ; copeiro, com urna roda de ferro com qua-
renta palmos de dimetro : todas as obras referi-
das de pedra e cal, e com ptimo madeiramento
Sendo o embarque dos gneros que exporta den-
tro do mesmo engenho por estar a beira rio e a
beira mar. Os partidos sao a roda do engenho,
todos lavradios e do melhor massap que se po-
de desejar para a produceo de cana ; assim co-
mo todas as ladeiras, por serem compostas de
barro moriquipi e gomoso, com matas tambem a
roda do engenho de sufficiente capacidade para
dar estacas para cercar e lenhas para uso dos tor-
nos e casa de caldeira, e madeira para carros e
reparos que fr mister fazer-se nos edificios rs-
ticos. Os partidos tanto de varzea como os de
ladeiras com capacidade de produzir de quatro a
cinco mil paos sem nunca ser preciso plantar na
palha ; com um ptimo cercado para animaes, e
extraordinariamente grande e urna grande parle
em
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22,
Pernambuco.
O bacbarel em direito Juvencio
Salgado de Castro Accioli transferio a
sua residencia da ra Velha para o bair-
ro de Santo Antonio, ra n. 50, primeiro andar, onde advoga
para o tribunal da relarao mais audi-
torios desta cidade. No jury desta ca-
pital e comarcas visinhas, encarrega se
de qualquer deieza mediante razoavel
ajuste. Promette a todas as pesaias que
o honrarem com a sua conianca tomar
todo interesse as questes que forem
confiadas ao seu patrocinio.
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, primeiro andar, continua-se a
tingir com toda a perfeico para qualquer cor, e
ornis baratopossirel.
LOTIB11
Quarta parte da quarta e pri-
meira da quinta de S. Pe-
dro Martyr de Olioda.
Nos bilhetes rubricados com a chancella do
abaixo assignado foram vendidos os seguate
nmeros com as seguintes sortes
de e variado sortimento de Caixas.qua. coberta com capim milhan. Com trras por abrir
dros, aparatos chimicos, e um grande ^nfhoU Tlmete90'0 m8SS8p'
numero de objectos relativos a arte-
Como tambem um grande fornecimen-
id
O
-

. o
o
o
3
.9 n
AssignadoB. H. Bramah,
Suoerintendenle.
Attenco.
D. Mara Bernardina da Conceicao
Lima, vende psra pagamento dos ere-
dores de seu afinado marido Antonio Ro-
drigues lima, os predios : Um obra-
do de 3 andares e sotao n. 34 sito na
ra da Cruz, um dito de 2.andares e so-
tao n. 42 sito na ra da Sen/.a la-Velha,
um dito de 2 andar-es e sotao n. 8 *ito
na tiavetsa da Madre de Dos., um oito
de 1 andar e sotao R. 2i sito .no largo
do Para i o, duas casas terreas ns. 51
53 sita na ra da Queimado, urna dita
terrea n. 4 sita na rna da Lu'-angeira
Os pertendentes podem dirigir se ao Sr. 6"'""== '<" mcuitaaienios que s
padre Jos Leite Pitta Ortigueira, ou ao! *. **"***"%?* *? 1?varen> eae impresso
c 4 n'L t- ni i w' assim marcado, embora lenham na lampa o no-
hr. Augusto Kibejro Lima Clialaqa. | me do Dr. Sabino sao falsos.-
Alugam-se dous grandes armazens Mmm&mm m WiS&mm&m
na ra da Concordia, com proporc/ies
sufficientcs para um grande estabeleci-
mento de qualquer qualidade que seja :
a tratar com Almeida Gomes, Alves &
C, ra da Cruz.
to de caixas para retratos de 3#000 rs
cada um, as pessoas que desejarem ad-
qnirir conhecimentos pratices na artr
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condiQOes muito
razoaveis.
Os cavalheirosesenboras s5oconvida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra^ examinarem os specimens do que
ncima ica anunciado.
i
1 STAHL *C.
Iretratistade s. m. o imperador.
2 Rea ta Im$eratriz numero 14
(Ontr'ora Aterro da Boa-Vista.)
| Retrates em todos es-
| t}\& e lamaii\ios.
| Pintura ao natural em
g \ e aquareUa.
g Copias de dagaerreo-
g typo e outros arte-
tactos.
| Ajubrotyps.
Pasageus.
genho finalmente um dos de primeira escala
que Um esta provincia. Arrenda-se vendendo a
safra que existe fundada para a colheita de IS61,
a indar-seem 1862,'sendo avaliada por peritos,
assim como o prego dos paes. As coudic,es e
lempo do arrendamenlo se combinar com quem
o pretender, que dever procurar seu proprie-
tario o coronel Gaspar de Menezes Vasconcellos
de Drummond no sitio de sua residencia no Man-
guinho, que se acha a casa de vivenda no princi-
pio das duas estradas e que vai para a ponte de
Uehoa.e dos Affliclos, de manhaa at 1 hora da
tarde.
mvoV^BVIwvenV WvQSvVof VSSV avsow
I Consullas medicas. |
S Sero dadas lodos os dias pelo Dr. Cos- o
E me de S Pereica no seu escriptorio, ra J
* da Cruz n. 53, desde s 6 al s 10 horas g
|g da manhaa menos aos domingos sobre:
g> 1. Molestias de olhos.
2. Molestias de corago e de peilo.
3. Molestias dos orgaos da gersc,o e
do anus.
H O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suss entradas, come^ando-se po-
S rm por aquelles que soffrerem dos
55 olhos.
1 meio bilhete.
Bilhete inteiro.
Dito dito.
1 meio bilhete.
1 dito dito.
1 dito dito.
1 dito dito.
Bilhete inteiro.
Meio Dilhete.
Bilhete inteiro.
2 meios bilhetes.
1 meio bilhete.
1920 5:0008
855 800g
687 8008
1073 400S
1126 100
384 100
1721 100
89 40
1 40
2014 40S
1962 40
1139 40jt
e oukos de 10 e*20. A sorte paga inclusive
a garanta (de 12 por cento geraes e 2 provin-
ciaes) na praga da Independencia n. 22 aonde se
achara expostos venda assim como as mais
lojas do costume, os bilhetes e meios da terceira
parte da quinta lotera de Nossa Seohora do
Guadalupe rubricados por
Santos Vieira.
Bilheta inteiro 65000
Meio bilhete 3000
Em porcoes de 50,000 para cima.
Bilhete 5$500
Meio 2750
V-'.v-;.'
C01PANHUDA VIA FRREA
Recife
OD
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHICO
DO DOCTOR
m SABINO O.L PINHO.
Ruade Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguintes molestias :
molestias das mulheres, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos oihos, mo-
lestias syphiliticas, todas as especies de febres
fcres intermitientes e suas consequencias,
PHA&HACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathieos pre-
parados som todas as cautelas necessatias, in-
fallsveis em-scus effeitos, tanlo em tintura, como
em glbulos, pelos presos mois commodos pos-
sivei.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o arem fra dell sao falsas.
Todas as carteires sao acompaohedas de um
impresas com um emblema em relevo, leudo ao
redor ae seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasiteiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
Aluga-aa um molecole de 28 annos de ida-
de, auesabe bolear eserre pera todsservigo de
qualquer casa de familia ; aluga-se tambem urna
escrava que sabe cozinbar e vender na ra, serve
para todo aervico de qualquer casa de familia :
para tratar,dirija-se a ra da Imperalriz n. 47.
Na liraria n. 6 e 8 praca da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
UliMej CoJile Cavacanti de Mello.
Na lirraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia precisa se fallar ao Sr.
Jos Rufino de Mendooca.
Aluga-aa- urna casa em F6ra de Porta, con-
ronde ao pharol da barra ; trata-ao no becco do
Cajopalia n, 4.
Cozinheiro.
Precisa-se de um bom cozinheiro para o hotel
da villa da Escada : a tratar ni ra Direita desta
cidade n. 76.
Gasa de campo.
Aluga-se orna boa casa com quintal grande, no
Monteiro junto ao sobrado : a tratar na ra es-
trellado Rosario n. 28.
Aluga-se urna padaria bem afreguezada pa-
ra a trra e para o mato ; a tratar na ra Impe-
rial n. 51.
Adelaida Sbofgi com suas duas filhag Edwi-
ge o Gitdilfa, subditos italianos, relrm-se para
Europa,
% -CONSULTORIO ESPECIAL
HOMEOPATHICO
DO
DB. CASAXOVi,
30-Rna das Cruzes-30
Neste consultorio tem sempre os mais
novse acreditados medicamentos pre-
parados em Paria (astinturas) por Ca-
tellan e Weber.por precos razoaveis.
Os elementos dehomeopathia obra.re-
commendada intelligeneia de qualquer
pessoa.
Maiaaieais-
annvcRSWRTV
0 bacharel WITRV10 pode se"*
procurado na ra Nova n. 23, primeiro
andar, do sobrado da esquina qne volla
para a Camboa do Carino.
[eKaeeeeMS enees mva&mmn
Medico.
O Dr. Amerlco Alvares Guimares faz
publico 'que est residindo na ra da Cruz
n. 21, onde d consnltas e pode a qual-
Juer hora ser procurado para o exercicio
e sua proflsso medica.
rrecisa-se de nm caizeiro que d conheci-
meoto de sua conducta, para tomar urna taberna
por balango, nao se duvida dar interesse a quem
titeralguna fundos; na ra da Imperalriz n. 34,
se dir quem qw.
O abaio assignado az sciente
8 a iodo os aeus amigos e aquelles &
que oquizerem honrar com a sua S
coafianqa.que elle tem estabeleci-
do o seu escriptorio de advogado
arua do Queimado d. 26, l.
andar, onde pode ser procura-
rado desde as 10 horas da manhaa
ateas 3 da tarde dos'dias uteis.
Eduardo de Barros FalcSo de
Lacerda Cavacanti de Albuquer-
que.
Attenco.
Nao tendo osdevedores do casal do finado Joo
Tavares Cordeiro prestado altenco ao annuncio
3ue em data de 12 de novembro prximo passado
zeram os administradores do dilo casal, e tendo
o Illa. Sr. Dr. juizdo orphos concedido gmen-
te mais tres mezes para a liquidacao, os meamos
administradores previnem aos devedores do ca-
sal, que aquelles, que no prazo de 8 dias nao
realisarem seus dbitos, serao coagidos a faze-lo
pelos meios que s tei faculta. Recife 20 de abril
de 1861.
JOIAS.
. Joaquim Monteiro de Oliveira Guimares coto
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seas amigos freguezes e ao publico em
geral, que se acha sortida itt mais bailas a deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo acabar
com o negocio, est reaohido a vender mais ba-
rato do que em outra parte, garantindo as ditas
obras, paseando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obraa velhaa, pa-
gando o ouro por mais do que em ostra parte,
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos serlo em pregados em suas consul-
tares e proceder com lodo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, nalureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o pbno
de tratamento que deve deslrui-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeira qualidade,
promptido em seus effeitos, e a necessi-
dade do seu emprego urgente que se usar
delles.
Praticat ahi mesmo, ou em casa dos
doentes loda e qualquer oper;co que
julgar conveniente para c restabeleci-
| ment dos mesmos, para cujo fia se scha
f$ prvido de urna completa collerco de
instrumentos indispensavel ao medico
operador.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAY
Milhares de individuos de todas as nacoes
podem testemunhar as virtudes desie remedio
incomparavele provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu >rpo e
membros inteiramente saos depois de havor em-
pregado intilmente outros trataraenlos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, que lh'as
relatam todos os dias ha muitos annos; e a
maior parte deltas sao to sor prendentes que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uao de seus bracos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospiaes, o tee
deviam soffrer a amputado 1 Dellas ha mui-
cas que havendo deixado esses, asylos de pade-
limenios, para se nao submeterem a essa ope-
racao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimento declararam esles resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenliearem sua a firma-
ti?a.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivessebastante confianga para encinar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo a
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar inconlestavelmente.'
Que ludo cura.
O ungento be til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabera.
-das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutit
em geral.
Ditas de anus.
Erupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflainmacao do ligado
ao Sao Francisco.
(limitada.)
Roga-se a quera liver de fazer alguma reda-
ra aco o u queina sobre perda, demora ou avaha
em gneros transportados pela va frrea queira
dirigir-se immediatamenle ao Sr. James Kirk-
ham inspector do Irafego na estacao das Cinco.
Ponas ou na do Cabo, por escriplo ou pessoal-
menie.
Tetido-se dado alguns engaos na entrega do
assucar em consequencia de todos os saceos nao
serem marcados roga-se aos Srs. agriculiores
que es queiram fazer marear distinclaaenle com
o rume do engenho a que pertencem por ex-
terno.
Assignado-E. H. Bramah,
Superintendente.
No dia 27 do correle mez,'depois da au-
diencia do Sr. Dr. juiz municipal da segunda va-
ra, s 2 horas da tardo, se nao de arrematar em
praja publica, na sala das audiencias, por ven-
da, as Ierras da propriedade denominada Passo
do Giqui, contendo o antigo trapiche, viveiros,
forno de olaria, cassoles e trras annezas, coiu
urna casa em estado de ruina ; e o dominio di-
reito de diversos terrenos da mesma propriedade
aforados a diTerentes pessoas, conforme o escrip-
ia em mo do porleiro do juizo, por execuo de
Manool Joaquim Baptisla coolra Jos Florencia
de Oliveira e Silva, proveniente de duas letras de
parle da compra que este fez da predita proprie-
dade que flcou especialmente hypothecada ao seu
integral pagamento.
Precisa-se da quantia de 3:OOO;&000 a pre-
mio, dando-se por hypotheca um dos melhores
predios siluados no Poqo da Paoclla : a pessoa a
quem convier fazer este negocio, queira dirigir-
se ao Sr. Manoel Jos da Silva Cabral, na rja
Bella n. 6.
Attenco.
Inflammaco ja bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelis.
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor da ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veas torcidas oo no-
das as pernas.
Vende-se este ungento no esubetecimenlo
garal de Londres n. i44, Strand, e na loja
de lodos os boticarios droguista e outras pes-
soas eocarregadas de sua venda em loda -a
America do sul, Havanae Bespanha.
Vende-se a 800 rs cada boeatinha conim
urna nstruc58o em portuguer pira explicar o
modo" de fizar uso deste nnguenio.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
Aluga-se era urna das melhores ras da fresas,
zia de S. Jos urna melade de um sobrador'p'or
.?m .pr?0' S^D- afamilaou Pessoa capaz-
quera pretender, dirna-se a ra Direita, taberna
n. 76, que dir onde s
Ulrio Keller vai ao Maranho.
tratard^nm H6-f Uma Sehra dSa Ue "i
tratar de um doenteie uma-pessoa s : a tratar
na ra Direita n. 14, esquina de S. Pedro
Aluga-se uma escrava ou mulher forra pa-
ra ama de uma casa de pouca familia ; na ra
das Cruzes, sobrado d. 2. primeiro andar.
*B7*P den>rgador J. U. Figueira de Mello
vende palo preco do cusi em Londres, com o
frote e dinheiro pagos, um carro de 4 rodas para
duas pessoas e um criado, o qual ainda nao fo'
servido .quera o pretender, pode examina-lo na
cocheira do Dr. Fernando Affonso de Mello, na
ra da Aurora n. 46.
Precisa-se de um caixeiro portuguez, de 12
a 14 annos. que d fiador a sua conducta ; no
paleo do Terco n. 12.
iOcviiAinhucAUA
DomiDgo,28docorrente,sl0horasdamanh
naver sessao extraordinaria doconselho director!
becreana da Associago Typographica Per-
nimbucana 25 de abril de 1861.
J. Cesar,
_ 1. secretario;
frecisa-se singar um prelo que saiba al-
guma cousa de tratar de sitio : na ra do Viga-
Dr. Dobroy. dentista, successordo Sr. Pau-
L.r* .m o anSl' resPeil*el Publico quo che-
unho C D m" de abri' ou al
^^^^^
V advogado Innocencio Serfico de
Assis Carvalho declara que para os miste- S
res do sua proflsso s pode ser encon- Z
irado em seu escriptorio, roa do Oueima- S
do n 14, das 10 1|S horas da manhaa at Z
as da tarde, nao podeodo ser antes S
S f.?.r J?" 0CCUPad0. n8 trabalhos de 1
# sua cadeira no collego das arte a
!
Aluga-se na Capunga nova, quasi ma
gem do Capibaribe, um aillo cora uma bella caa
^armaiZ'" iaf>t> na da Cruz o"
3d, armazem aonde ae vende sebo do Porlo e v*-
las de composico, a compram libras aleriioaa."
Offerece-se uma mulher para lodo servir-
de ama seca : a tratar na ra da Roda n. 2-.
Compras.
"""omprwn*8? escr< do sexo masculino de
12 a 20 annoa, cabras ou negros oa ra da Impe-
ratni n. It loja. F
Compram-se es-
era vos
de ambos os setos e de toda dade, tanto nara
exportar para fra da provincia como para a ci-
dade : no esenplorio de Francisco Mathias Pe-
reira da Costa, ra Direita n. 66. T" re
n.rN^rra*3?Boetf8s urie
ra .Nova n. 28, loja.

T---------
---------
_
5*r




w
OUWO 0* tiiWIMOw fi*BADO i7 I A1ML O* lt.
Escravo.
Compra-m ib eseravo cazinheiro que teja mo-
fo."; d nu da Cadeia, laja o. 13.
Vendas.
Vende-se urna preta perfetta eozinheirre
fue lava hora de sabio, de bonita figura sem vi-
os e detritos: na ra das Cruzes n. 18.
Contina a liqui-
daco
da loja de fazendas
DA
Ra do Cabug n. 8.
A' dioheiro.
3? Burgos Poaee de Len, Hquidatario da
xlincta firma de Almeida & Burgos, (endo de
acabar com este estabelecimento, para de seu li-
quido pagar a os credores da massa, ha decidida-
mente resolvido a faxer urna verdadeira Califor-
nia de todas as fazendas com grande abatimento
de seu cusi, sendo que, alm das que restam j
annunciadas, expe mais as seguintes:
Chapeos francezes finos para senhora, nao
o de fil como de seda, de lindas cores, enlejia-
dos com filas e flores (loas, bicos de Blond e vi-
drilho, dando-se para os chapeos seus respecti-
tos veos de fil de seda, bordados Que se ven-
den os que cuslavam I29OOO por 59000, os de
ligOOO por 69OOO, os de I89OOO por 89000, os
de 259000 por 139000 I!!
Sahidas de baile, forradas al de seda, para
senhora, que se vendiam por 309000, vende-se
por 6^400 e 10*0001
Brim setim ou brim de puro linho e seda
rangado flnissimo, de lislras e de quadriohos de
eores seguras, ptimo e de muito gosto para cai-
gas, colletes e palitos, que geralmente se venda
1600 cada corado, vende-se a .
Cortes de colletes de fusilo a 5o e a
tiazp de seda pura, de lindissimas co-
res para vestido de senhora o co-
vado a ......
Jiscados escossezes de cores lixi.s para
vestido de senhora, o covado a .
Brimzioho de linho para paletos e cal-
gas, para andar por casa, como para
roupa de meninos, o covado s .
Organdis ou cambraias muito finas, de
riquissimos padres, para vestidos
de senhora, o corado a 280 e a .
Tafet de cores, o covado a .
Fusto de muito bonilos padrdes miu-
dos para vestido de senhora, o co-
vado a ; .......
Justao alcochoado de riscadinhos para
paletos e caigas, o covado a .
Casaveques, capas e jaquetinhjs de la
para menino, sobre ludo para a pre-
sente estaco invernosa, a 1:600,
2:OC0. 2:500, 3 000. a .... .
Cortes de caigas de meia caseroira, e de
casemira de cores claras e escuras,
cada corle a 2 880, 3:200, 4:000.
5:000, 6:000. 7:000 e .
Corles de caigas de casemira preta a
7:500 e a.........
Chapeos pretos francezes para homem,
de mullo fina massa, e da< ultima
moda que se vende geralmente a lOg
por............
Chapeos de palha para homem a Tam-
berlick a..........
Chapeos de palha pjra artistas a .
Calcas feitas de casemira preta e de cores, colle-
tes de todas as qualidades, paletos francezes,
de casemira e de outras qualidades, seroulas,
camisas de moias, de linho, gravatas de seda,
velludos, sedas, pannos finos azues, verdes,
pretos ; setim de Macau prelo, meias para ho-
mem, senhora e menino, o mil outras fazendas
baratissiraas, que se nao
urna vez.
E' aproveilarem-se, antes
erise crmmercial
800
600
880
180
200
560
500
400
480
4g0C0
83000
11$000
8J000
3S50O
800
Queijos.
pode annunciar de
que desappareca a
baratissimas.
Na loja de fazendas que se est
liquidando.
Ra do Cabug n 8.
fc^* Burgos Ponce de Len, Hquidatario da
extincta firma de Almeida & Dttrgos. vendendo
ioaas as fazendas existentes na loja da ra do
Laoug n. 8, por muito menos de seu cusi, para
pagamento de seus credores. vende ainda por
menos as miudezas em razao de nao serem ellas
proprias de urna loja de fszendas :
illas de seda sirjada de bonitas cores para cin-
tos, enfeites de chapeos para senhora e para
cinleiros de meninos de peito, que geralmente
se vende a 2 a vaa, vende agora a vara a
oUO rs.
Bitas da mesma qualidade estreilas a vara a
120 rs.
rr.as de seda pretas como do cores a vara a
60 rs.
'egas de bico francpz muilo fino cada peca a 800
1. 1?200,19600. 2, 2*400, 39, 3*200 e muito
largo a 49, 4.">00 e a 5.
Bicos de seda branca para enfeites de chapeos
para senhura, como para vestidos de noivas a
200 e 240 rs. a vara.
Aberturas para camisas com punhos e colaritho
a 400 rs.
Sapatinhos para meninos de merino bordados
a 1*280 rs.
Tocis ouvados para menino a 1*600.
Bonets francezes pretos para menino, muito fi-
nos a 2*560 e a 3*.
Infeites de flores e com fitas francezas para se-
nhora a 3*. 4* e 5*.
Infeites pretos de vidrilho para senhora a 2)! a
a 2&500.
luvas de pelica de Jovin para senhora a 800 rs
o par.
Toucas de la para menino de peito ranceza
.a 800 rs.
Sitas de fil de linho para dito, francezes al*
Ditas francezas de la para senhora parida a 2j>500
Duzias de meias grossas do Porto para homem
a lc600.
Bitas de meias ciuas para homem a 2*500.
Bitas de meias brancas finas para homem a 3*. i
Ditas-de meias pintadas para dito encornadas a
2J500 e a 3*.
Ditas de meias pintadas para meninas a 3*.
Ditas de meiss brancas finas para meninas a 4*.
Ditas de meias brancas para senhora a 3*500
4* e a 5*. '
Ueias prelas para senhora a 200 e a 400 rs.
cada par.
Meias de laa preta para padres a 3* cada par.
Ditas de seda prela para homem a 2*560 e a 3*
cada par.
Ditas de seda preta para senhora a 2* e a 3g
cada par.
Ditas de seda branca para senhora a 2*500 e a
4* cada par.
luvas brancas de algodao encorpadas e finas a
210 e a 300 rs. cada par, comprando-se a du-
zia a 2*500 e a 3*.
Penles de tartaruga muito finos a imperatriz a 8*.
Caixos de flores francezes a 5O0 rs. e a 2* cada
caixo.
Carteiras com charuteiras que por abi se vende
por 4* a 2*.
Bonets francezes para homem a 1*.
Gravatas de cassa de cores seguras a 240 rs.
Camisinhasde cambraia para senhora a 1*.
Sinturao de borracha para segurar as calcas a
200 rs.
Chicotts para montara a 640rs.
Bengalinhasa 700 rs.
Thesouras a 60 e a 80 rs. cada urna.
Saboneles a 60 rs. cada sabo.
Comeslique eu pomada franceza para alisar ca-
bellos a 60 rs.cadape.
lotoes de vidro lapidado para casueques a 100
rs. a duzia. !
lanha [rancea. easeoeiaae-eeeiritos e ludo mais
quanto de perfumara, par pronos desgnrca-
dos, como uutros muitos objeutos que. nao
posstvel annunciar-se de uma ver.
Queijos muito novos e o melhor que ha
ueste genero a 10 cada um, noanllgo estabeleci-
mento junto ao sobrado ovo do Sr. Fiajueiroa ;
issim como no estabelecimento de Joaquim da
Silva Costa & Irmo, na esquina quo volta para
a ra estrella do Rosarlo n. 50.
. Venda de si lio.
Vende-se ou permuta-se por predios na cidade
um dos saoLhores sitios dos Atnictos, com as ac-
commodegOes seguintes: grande casa de vlven-
da, com 5 salas, 8 quartos, grande cozinha, es
tribaria para mais de 6 cavallos, coeheira para 3
carros, solio, etc., etc., sitio com 1,000 palmos
de frente, e perto de 2.000 de fundo, grande bai-
le de espim, emais de 3,000 arvoredos de fruc-
io ; quera quizer fazer este negocio, dirja-se ao
sitio fronteiro igreja, ou ruu do Queimado le-
ja o. 33,que achara com quem tratar.
Para ratos.
Nos armazeos de Ferreira & Marlins, travesea
da Madre de Dos ns. 9 e 16, vende-se por m-
dico prego a verdadeira e nica preparago para
matar ratos e baratas, em potes de barro vidrado,
chegada recentemente de Londres.
Na ra de Domingos Pires n. 15, vende-se
uma escrave de 40 annos ; das 9 horas da ma-
nhaa em diante.
Vendem-se ps de larangeiras de umbigo e
da china, ps de sapoti, pagote, fructa-pao, lima
para cerca, e outras qnalidades de fructos : na
Ponte de Ucha, sitio da viuva Carroll ; e lam-
bem vendo-se no mesmo sitio um boi de raga
ingleza.
Anda existe um resto de barricas
de farinha de milho que se vende por
mdico preco no armazem de Matheui
Austin & C, ra da Senzala Yelha nu-
mero 106.
_Vendm-se velas de composico, tanto em
porces como a retalho, garantindo-se a boa qua-
lidade, mais baratu do que em outra qualquer
parte: na fabrica da ra do Livramento n. 27.
4 PRIMAYEtU
16-Raa da Cadeia do Recife--1<
LOJA DE MIUDEZAS
DE
|Fonseca( Silva.!
Saias bordadas para senhora a 2*
uma, peitos para camisas a 2* a duda,
uentes de tartaruga a imperatriz de 5J,
pg, 7$ e 8$ um, enfeites de vidrilhos
pretos e de cores para senhora a 1*800
um, pegas de froco com rame a 200
rs. a pega, fitas de velludo preti a 800
1* e 1*200 a pega, essencia de sabo a
1*. superior oleo para tirar caspas a
1*280, espelhos dourados a 800 rs. a
duzia e a 80 rs. cada um, pentes para
atar cabellos a 1500 a duzia, cartas
francezas finas a 3J a duzia e a 320 rs.
o baralho, ditas portuguezas a 1*800 a
duzia e a 200 rs. o baralho, caivetes
grandes para fructas de 3* a 8* a duzia i
e de 320 a 800 rs. cada um, ricas caiii-
DMS com espelhos coalen do perfuma- I
ras proprias para toilete de senhoras a
5d, 6*e7* cada uma. argolas douradas
i ljOO a duzia e a 200 rs. o par, dados
a 1S600 a bala, pentes finos para barba
a 400 rs., agulheiros com penas de ago j
a 80 rs. colheres de metal principe para i
terrina a 2* cada urna, para cha a 2* a j
duzia e para sopa a 4*500, pentes de
bfalo amarellos para alisar a 400 rs.
cada um, ditos para bichos de 240 a 320
| rs. cada um. Dvelas pal caiga a 800 rs.
\ a duzia e a 80 rs. cada uma, botes de i
madreperola para abertura a 480 rs. a
duzia e a 60 rs. cada um, ditos de osso
j a 240 rs. a duzia e a 40 rs. cada um, di-
tos de louca a 160 rs. a duzia e a 20 rs.
cada um, ditos de phantasia a 320 rs. a
) duzia e a 40 rs. cada um. alfinetes de
canaca chata a 100 e 120 rs. a carta,
suspensorios finos a 5C0 rs. o par, pin-
ceis para barba a 400 rs. a duzia e a 40
i rs. cada um, tesouras para costura em i
carteiras a 1* a duzia, si otos de borra-
I cha a 320 rs. cada um, caixas de bfalo [
\ para rap a 900 rs. cada uma, tranca de t
carocol a 60 rs. a pega e a 600 rs. o (
masfo, agulheiros de osso a 40 rs cada \
um, pentes de baleia a 240 rs., sabone- i
tes para barba de 60 a 200 rs. cada um. i
linha fina para marcar a 30O rs. a cai- c
xa, colheres para cha de 320 a 400 rs. a
duzia, filas de linho de todas as larguras
a 480 rs.o masso, e muitos outros ob-
jectos por pregos os mais baratos do que
em outra qualquer parte.
Relogios.
Vende- mees | Abastan Peter 4 C,
ra do Vigsria n. 3 um Mo sortiraeoto de
relogios deour, palete iagles, de ara dos mais
afamados fsMtsmtes de LrWrpool; tambera
ama variedade de bonitos
mesaos.
pera
os
Para casamentos.
Botinas de setim breoeepara senhoras ,- na lo-
ja do vapor, n Nove n. 7.
Feijao amarelo.
Vende-se na roa dos Pires n. 42, a 400 rs a
cuta para acabar.
g:iesi*ie tteaeteaiB ern****
feli'
4 fama triumpha.
Os barateiros da loja
Encyclopedica'
DE
Guimares & Villar.
[Ra do Crespo numero 17.
Vendem riquissimos chapeos de seda
braceos para senhora a 15|, admiravel
a pechincha.
Riquissimos chapeode palha da Ita-
lia ricamente enfeitados a 28* e 358.
Paraaquaresma.
Superiores cortes de seda preta borda-
dados a velludo de 2 saias e outros de 7
babados por pregos baratissimos.
Gros pretos de todas as qualidades pe-
los pregos de 1*900, 2#, 2fl00, 2*700 o
covado affiangaodo-se ser estes pregos
menos 400 rs. em covado do que se pode
comprar em outra parte;
Ricos enfeites imperatriz o melhor
que tem vindo a provincia.
Cortes de colletes de velludo prelo
bordado a 5$, o corte, iocrivel so se
vendo.
A 280 rs, o covado.
Organdizes de ricas cores e desenhos
\ pelo baralissimo prego de 280 rs. o co-
vado, affianga-se serem to boas fazendas
que muito se tem vendido s primeiras
pessoas da provincia.
Cambraias da China bordadas a mo
comi 9 varas a pega por 6*500, ricos cor-
tes de cambraia bordadas com 7 e 9 ba-
bados por 35S, cortes de lias a Garlbaldi
a 10* com 25 cavados, baldes de 30 ar-
cos e outros de musselina a 5*.
Saias bordadas a 2*200 cada uma.
Ditas bordadas a 4* com 4 pannos.
Manteletes pretos compridos bordados
a 305, sahidas de baile o que ha de me-
lhor, espartilhos de todas as qnalidades.
Grande sortimenio de
roupas feitas, sobrecasacas. pjletots, col-
letes, caigas, camisas, seroulas, meias,
m gravatas etc.
Calcado Meli
K* ltimamente chegado de Paris, incrivel
so se vendo.
Attenco
E' barato.
Cimas de ferro de todos ostamanhos e quali-
dades, as mais modernas que tem vindo a este
morcado ; na loja de ferragens, ra da Cadeia do
Recife n. 56 A, de Vidal & Bastos.
* T Ve"*s-,e loja. de funileiro da ra estrella
do Rosarlo n. 10, com poneos fundos, ou s ar-
magao ; a trteme paseo do Terco n. 18.
Peehincnaa3000.
Vende-e keiadtinha ingleza amito note, bar-
ricas com 14 libras; no armazem do Aoaeev con-
fronte eatfsadaia a. 7 B.
Ultima iBftdi, d Park
Enfeilesdecabeca para as se-
nhoras de bom gosto.
S na loja d'aguia de,ouro, ra do Cabug n.
1 B. sonde as senhoras acharao um completo
sor limen (o de enieites de cabega, tanto pretos
oomo de lindas cores, de ultima moda de Paris,
recebidos no dia 16 pelo vapor frtncez, peje as
senhoras que desejarem ver poderio mandar pe-
dir, feepreeaptemeeto selhe mandaran as amos-
tras, pota estamos bem convencidos que em vista
de ricos que o ninguem deixarfi de comprar :
isto s naloja d'aguia de ouro, ra do Cabug
n. 1 B. ^
Cascarrilhas de seda de todas
as cores.
A loja d'aguia hranea recebeu com -as demais
eousas viudas pelo ultimo vapor francez, mui eo-
vas e bonitas cascarrilhas de seda para enfeites
de vestido. O sortimenio das corea 6 Relente
inclusive a preta, que tem de- diversas larguras,
e obra de tanto gosto, s se encontra na loja
d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Proprio para mimo.
S na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n
IB, chegado um completo sortimenio de oai-
liahas pare costara de todos os tamanhos, orna-
das com preparos muito finos e ricameqte enfei-
tada, proprias para qualquer mimo de senhora
ou menina : isto s na loja d'aguia de ouro, ra
do Cabug a. 1 B.
ULOfilOSL
cera de carnauba,
Vende-se a 13* a arroba, e a 440 rs. a libra ; na
ra da Boda u. 48, sobrado.
Armazem de fazenda
DA
Ra do Queimado n. 19.
Cobertas de chita, gosto chinez, a 1*800.
Lences.
Lengesde panno de linho fino a tg90O.
Cortes de casemira.
Cortes de casemira de cor muito fioa, pelo ba-
rato prego de 5*.
Ta ra tana.
Tarlatana branca para forro de vestido, pelo
baratissimo prego de 260 rs. a vara.
Cambraia de cor.
Cambraia matizada fina a 240 rs. o covado.
Chita franceza.
Chitas francezas pelo barato prego de 220 rs. o
covado.
Esteira da Iridia,
de 4,5 a 6 palmos de largo, propria para forrar
sala e camas.
Cortes de collete.
Corles de velludo preto bordados a 6*.
Mantas de Llonde.
Mantas de bloade pretas de todas as qualidades
Cambraia branca.
JfN*B cambraia branca fina a 2*800, 3*000 e
Toalhas.
Toalhas de fusta a 600 rs. cada uma.
Superiores manteletes.
Vendem-se superiores manteletes pretos rice
mente bordados, pelolwratissimo preco dt 35
na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Calcado de Mils.
Borzeguios de Melis todo de bezerro e de cor*
davao, recebado pelo ultimo navio do Havre ; ne
loja de Burle Jnior & Martina, ra do Cebug
numero 16.
Farioha de Santa Golha-
Acaba de
chegar
novo armazem
DE
BASTOS & REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
lio grande e variado sortimento de
roupas feitas, calgados e fazendas e todos
estes sa vendem por pregos muito modi-
ficados como de seu costme,assira como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
26*. 28*, 30* e a 35*. paletots dos meamos
pannos preto a 16J, 18J. 20* e a 2i,
ditos de casemira de cor mesclado e de
, novos padroes a 14*. 16*. 18. 20* e 24,
! ditos saceos das mesmas casemiras de co-
; res a 9, 10, 12 e a 14, ditos pretos pe-
lo dimiouto preg de 8, 10, e 12$, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 12,
ditos de merino de cordo a 12$, ditos
| de merino chinez de apurado gosto a 15,
i ditos de alpaca preta a 7, 8, 9 e a 10,
1 ditos saceos pretos a 4, ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 4500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3*500, 4*
e a 4*500, ditos de fustao branco a 4*.
grande quanlidade de. caigas de casemira
preta e de cores a 7, 8, 9 e a 10, ditas
pardas a 3 e a 4, ditas de brim de cores
finas a 2g500, 3. 3500 e a 4$, ditas de
brim brancos finas a 4*500, 5$. 5*500 e a
6#, ditas de brim lona a 5* e a 6J. colletes
de gorgurao prelo e de cores a 5fl e a 6J,
ditos de casemira de cor e pretos a 4f500
6 ,*& d'tos de uslao branco e de brim
a 3* e a 3*500, ditos de brim lona a 4J,
ditos de merino para luto a 4* e a 4*500,
caigas de merino para lulo a 4S500 e a 5S,
capas de borracha a 9. Para meninos
de todos os tamanhos : caigas de casemira
prea eda coi a 5$, 6 e a 7, ditas ditas
de brim a 2, 3* e a 3*500. paletots sac-
eos ae casemira preta a 6 e a 7, ditos
deeor a 6* ea-7J, ditos de alpaca a 3,
sobrecasacos de panno preto a 12 e a
14, ditos de alpaca preta a 5*. bonets
para menino de todas as qualidades, ca-
misas para meninos de todos os tamanhos
meios neos vestidos de cambraia feitos
para meninas de 5 a 8 anuos com cinco
babados lisos a 8* e a 12J. ditos de gorau -
rao de cor e de laa a 5* e a 6, ditos de
brim a 3*, ditos de cimbraia ricamente
bordados para baplisados.e muitaa outras
azendas e roupas feitas que deixam de
ser mencionadas pela sua grande quanli-
dade ; assira como recebe-se toda e qual-
quer encommenda de roupas para so
mandar manufacturar e que para este fim
lemos um completo sortimento de fazen-
das de gosto e uma grande officina de al-
faiate dirigid* por um hbil mestre que
pela aua promptidao e perfeigao nada dei-
xa a desejar.
rauta nova, torrad, e de encllente gosto, igual
ade.Muripeaa,,- a bordo dn atracado ao trapiche-Bario do Lirrameato-a.
argo da Assemblga n, 15.
lata.
Vende-se no armazem amarello da ra da ala-
dre de Dos, confronto ao consulado.
Vende-se em casa de Saundres Brothers & C
praca do Corpa Santo, relogios do afamado a-
bricauta ttoskell, por procos commodos e tam-
bem trancellins e cadeias paraos raesmos de
excellente gosto.
Luvas de torzal
com vidrilho a 1#000 o par.
A loja d'aguia branca, firme no seu proposito
de barateira, est vendendo mui novas e bonitas
luvas pretas de torgal com vidrilho a 1* o par ;
a ellas, antes que se cabera : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
SEDLAS
de le 5*000.
Conlinua-se a trocar sedulas de uma s figura
por metade do descont qie exige a thesouraria
desta provincia, e as notas das mais pragas do
imperio com o abate de 5 por cento: no escrip-
torio de Azevedo & Meados, ra da Cruzo
o. 1.
Vidrilhos de todas as
cores.
Na loja da aguia de ouro,' ra do Cabug n. 1
B, vende-se vidrilho preto, azul e branco asse-
tinado, que se vende por baratissimo prego de
2,500 rs. a libra s na aguia branca.
Asverdadeiras lu-
vas de Jouvin.
A loja d'aguia branca recebeu pelo vapor fran-
cez uma nova remessa das verdadeiras luvas de
Jouvin, cuja superioridade j bem conhecida
por quaotos as.tem comprado, e ser mais por
aquelles que se dirigirem ra do Queimado,
loja d'aguia branca n. 16, asseverando que sao as
melhores e mais novas no mercado. Tem sorti-
mento de todas as cores tanto para homem como
para senhora.
Gaz para candioiros.
J chegou este gaz to procurado, bem como
um completo sortimento dos candieiros proprios
que se vendem por muito baixos pregos : na ra
da Imperalriz n. 12, loja de Raimundo Carlos
Leile & Irmo.
Ra do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S, vendem-
se por pregos baratissimos, para fechar contas:
chapeosdo Chille para homem e menino a 3*500,
cortes de casemira de cores 3*500, pegas de ba-
bados largse transparentes a 3, pegas de cam-
braia lisa fina a 3*, sedas de quadrinhos miudos
de cores escuras e gostos novos a 800 rs. o cova-
do, chitas largas cores escaras e claras a 240 rs.,
cassas de cores de bons gostos a 240, organdys
muito fino e padrdes novos a 500 rs. o covado,
pecas de eolremeios bordados finos a 1*500. ba-
bados bordados a 320 a vara, golinhas bordadas
a 640, manguitos de cambraia e fil i 2, bra-
mante de algodao com 9 palmos de largura a
18280 a vara, sobrecasacas de panno fino a 20 e
25, paletots do panno e casemira de 16 a 20J,
dita de alpaca pretos de 3*500 a 7$. ditos de
brim de 3 a 5*. caigas de casemira preta e de co-
res para todos os pregos, dita3 de brim de cores e
brancas de 2*500 a 5, colletes de casemira de
cores e pretos, ditos de setim preto, tudo a 5*.
cortes de cassa de corea a 2, pegas de madapo-
lo flnoa45O0, assim como outras muitas fa-
zendas que se vendero por menos do seu valor
nara acabar.
E afeites de grade.
A loja d'aguia branc recebeu novos e bonitos
enfeites de grade para senhoras, e os est ven-
dendo a 4 cada um ; na ra do Queimado, loja
d aguia branca n. 16,
Laa fina para bordar.
A loja d'aguia branca recebeu um novo sorti-
mento de laa de bonitas e diversas, cores, e para
commodidade de sua boa freguezia est venden-
do a 7 a libra,o que em outra parte se nao acha,
sendo assim fina : s na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Bonitas caixinhas com pos "de
arroz, e boneca.
A loja d'aguia branca recebsu mui bonitas cai-
xinhas com fino pos de arroz, e a competente bo-
neca, cujos pos sao acertadamente applicados pa-
ra bertoejas, e mesmo as senhoras usam delles
quando leem de sahir, como para theatro, baile,
etc., custa cada caixinha 2J.ee barato pela su-
perioridade da qualidade, alero de serem mui
novos como sao, o que os torna preferiris : ven-
dem-se na loja d'aguia branca, ra do Queima-
do n. 16.
Superiores fitas de velludo
e de seda.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug o. IB
acaba-se de receber de-sua propria encommenda"
pelo vapor francez fitas de velludo de todas as
largures pretas e de cores,, sendo lisss, abenas e
lavradas. de liados padres, que se vende por
preco muito em conta, assim como filas de cha-
malote de todas as cores, proprias para cintos
cintos com flvela preta proprios para luto, luvas
da torgal com vidrilho muito novase l200o nar
ditas sem vidrilho a 800 ra., ditas de seda enfei-
tadks com bico'e vidrllha a 2 : isto s se vende
na aguia de ouro n. 18.
Remedio: dios meninos.
Vendem-se garrafas de mel de po a 720 rs -
^v*8."10 deAojparo & Helio, na ra da Li-
Hlilios eirgarnlta^
Termo*
Collares.
Lavradio.
Madeira.
Carcavellos.
Arintho.
Bucellas.
Malvaaia, em caixae de rima duzia de garrafas :
na ra do Yigario n. 19, primeiro andar.
Novas e bonitos
enfeites de velludo.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo ul-
timo vapor francez nma pequea quantidade de
enfeites de velludo os mais modernos e bonitos
que aqui tem vindo, e de seu coslume est ven-
dendo mu baratos a 10* cada um ; por isso di-
njam-se logo a dita-loja d'aguia branca,- raa dtr
Queimado n. 16, antea que se acabem.
Bonets de gorgurao avel-
ludado.
Vendem-se mui bonitos bonets iiglezes de gor-
gurao e velludo, meaclados e de mui bonitos pa-
dres a 1S500. Esses bonets por suas boas qua-
lidades e muita durago tornam-se mui proprios
para os meninos do escola, e mesmo para pas-
elo ; assim como outros bonets de palha e pan-
no fino, etc.. etc. e mui bonitos a 2$50O, 3 e
4, o melhor possivel: na roa do Queimado n.
16, loja d'aguia branca:
Na ra larga do Rosario, passando a boti-
ca, a segunda loja de miudezas n. 38, tem para
vender em conta seda frouxa para bordar a 120
rs. a meada, retroz de todas as cores, botes de
seda pretos para casaca a 20 rs. e muilo finos a
40 rs., capachos compridos pare boira de porta,
ditos redondos para meio de sala, caixinhas com
apparelhos de chumbo para almogo proprios para
meninos brincar, peonas de ayo pona de langa a
500 rs. a caixa muito finas, lionas de peso de de-
ferentes grossuras a 120 rs. a meada, gravatas de
seda muito finas e muito estreitas a 1*400 cada
uma, alfinetes de roda a 40 rs. cada uma roda,
cartas do mesmo. cabega chata a 160 rs. cada uma
carta, lonetas deumedous vidros muito finos
arcos e muito barato?, las para bordar a 6* a
libra, botes pretos de linha para paletot a 1$500
a groza, ditos a lg200, ditos muito finos a4JOO0
de roda de velludo, pentes de tartaruga a 5,
12*, 16* e 24* cada um muito finos, froco de to-
das as cores a 500 a pega.
Uvas.
Chegaram as bellas uvas da ilha de Kamarac,
ao deposito da ra estreita do Rosario n. 11.
Queijos do Sirid.
Chegaram os frescaes queijus do Sirid, ao de-
posito da ra estreita do Rosario n. 11, o vende-
se em conta.
Remedio pro
O verdadeiro especifico para a cura completa
das feridas antigs e recentes, ulceras, fstulas,
pisaduras, deslocages, enchagos, tumores, ery3i-
pella e quasi todas as molestias da pelle : acha-se
venda no Bazar Pernambucano ds ra do Im-
perador e sa praga da Independencia n. 22.
Prego dos frasco...... 2J000
de meio dito___1*000
de 1/4 3
Em casa de Mills Latham & C. na ra O
da Cadeia do Recife n.52, vende-se : @
Vinho do Porto. 0
Dito Xerez engarrafado da muito supe- @
riot- qualidade. Q
Oleo de linhaga. g
Alvaiade. ft
Secante. g^
Azarco. ^
Encarnado veneriano em p.
Levas de Jouvin.
Vendem-se as melhores e mais frescas luvas
de pellica-de Job vin qoe se poden desefar. por
terem sido recebidas pelo vapor francs sendo
brancas, pre(#s e de coree, tanto pava homem
como para senhora : na rus do Queimado a 22
loja da boa f.
Vende-se confronte ao porteo da fortaleza
das Cinco Pontas tr seguinte : carroess para bois
e cavallos, cavrinhos de trebelhar na albndega
ditos de mo, torradores de caf com fegao, do-
bradigas de chumbar de todos os tamanhos, e
bem assim rodas de earroeea e earrinfaos, eixos
Sara os meamos, e quaesquer outra obras tea-
entes s officina de ferreiro e carapina, e alu-
gam-se tambem carrocas.
Banba fina em copos grandes.
A loja d'aguia branca acaba de receber um novo
e grande sortimento de banhas, estrados, leos
para cabello, opiata, sabonetes, ec, etc., e com
isso a estimada banha, fluido napolitain, em bo-
nitos e grandes eopos de vidro opeeo com lampa
de metal. Essa banba por sua superioridade e
activos cheiros de rosa e flor de laranja, j bo-
je bem conhecida e apreciada, e contina a ser
rendida a2*500 cada copo,- naloja d'aguia bran-
ca n. 16.
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Moendas decanna.
a> Taixaa.
% Rodas dentadas.
J) Bronzes e aguilhes. X
) Alambiques de (erro. Z
Crivos, padres etc./ete: S
Nafundifiode ferro de D. W. Bovmi
ruado Brum passando "o etafariz. m
m
Relogios
Suissos.
A
Attenco.
Na ra do Trapiche n. 46, em casa de Roslron
Rooker & C, existe um bom sortimento de li-
nhas de cores e brancas em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem por
pregos mui razoaveis.
A loja da ba-f
na ra do Queimado u. 12,
est muito sortida,
e vende muito barato :
EmeasadeSehafleitlIndiCruada Cruz n;
38, vende-se um grande e variado sortimento
de relogios de algibeira horisontaos, patentes,
chronomelros.meioschronometrosdeouro'pra-
ta dourada e loteados a ouro, sendo estes relo-
giosdos primeiros fabricantes da Suiasa, que se
vendero por pregos razoaveis
Caes do Hamos armazem
n 24.
Vendem-se taboas de amarello, louro e pinho
por pregos razoaveis.
Loja das 0 portas
EM
Em frente do Livramente
taran de tercal a 800 rs, o par.
Chitas escuras francezas, tintas seguras, a 220
rs. o covado, ditos estreitos com muito bom pan-
no a 160 rs. o covado, cassas de cores segaras a
200 rs. o covado, pegas de btetanha de rolo a 2$,
brimzioho de quadrinhos a 160 o covado, musse-
lina encarnada fina a 320 o covado, algodao de
duaa larguras a 640 a vara, lengos de cassa pin-
tados a 120 rs. cada um, seda preta de ramagem
a 800 rs. o covado. fil de linho preto com sal-
P'co a 15400 a vara, luvas de torgal multo Unas a
00 rs o par : a loja est aberta das 6 horas da
manha s 9 da noite.
FraDj'as de torgal para mante-
letes.
Yeode-se mui largas e bonitas franjas de tor-
gal, proprias para enfeites de manteletes, corpos
de vestidos etc., etc., e mesmo para pannos li-
nos era lugar de relo : os pregos sao baratissi-
mos, vista das larguras e bom gosto, de taes
franjas sao de 1S200 a 38000 a vara ; na ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 10.
Franjas de seda com vidrilhos
e sem elles.
Na loja d'aguia branca se encontra um bello e
vanado sortimento de franjas de seda de differen-
"i I"Buras cores, inclusive a preta, tanto com
yidnlhos como sem elles, e daa larguras de um
r-nn n,e, Pa,m. aos .pregos de 5O0 rs. a
zoOU a vara ; vista do comprador todo nego-
cio se ar para apurar dinheiro : na ra do Ouei-
mado n. 16, loja d'aguia branca.
Ra largado Rosario
n. 38,pas8ando a botica do Sr.
Bartholomeu, a segunda lo-
ja de miudezas.
Linhas brancas de Pedro V e carlao de 50jar-
das a 20 rs., de 20O jardas a 60 rs., linhas de
carreteis a 360 rs.
Brim branco de puro linho trangado a IjJOOO e
19400 rs. a vara ; dito pardo muito superior a
1J200 a vara; gangas francezas muito finas de
padres escuro s 500 rs.; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : cortes de caiga de meia casimira a 1(600;
ditos de brim de linho de cores a 29 rs.; breta-
nha de linho muito fina a 209, 229 e a 249 rs. a
pega com 30 jardas ; atoalhado d'algodao muito
superior a 19400 rs. a vara; bramante de linho
com 2 varas de largara a 29400 a vara ; lengos
de cambraia brancos para algibeira a 29400 a
duzia; ditos maiores a 3 de linho a 69, 79 e 8$ rs. a duzia; ditos borda-
dos muito finos n 89 rs. cada um ; ditos de cam-
braia de algodao com bico largo de linho em
rolla a 19280; ditos com renda, bico e labyrin-
lo a29000; e alm disto, outras muitas fazen-
das que se vendem muito barato a dinheiro a
vista: na ra do Queimado n.22, loja da Boa .
Cheguem ao barato
O Preguica est queimando, em sualoja na
ra do Queimado n. 2.
Pecas de bretanha de rolo cora 10 varea a
2$, casemira escura infestada propria para cai-
ga, collete e palitots a 960 rs. o covado. cam-
braia orgaady de muito bom gosto a 480, rs.
vara, dita liza transparente muito fina a 3&,
4*. 59, e69 a peca, dita tapada, com 10 vara
a 59 e 69 a pesa,chitas largas de modernos, e
escollados padresa 240, 26Oe280 rs. o cova-
do, riquissimos chales de merino estampado a
T e 8, ditos bordados com duas palmas, fa-
zeada muito delicada a 0 cada um, ditoscom
uma s pslma, maito fiaos a 89500, dhotlisos
eom franjas de seda a 59, leacoi de cassas com
barras 100, 120 e 160 cade um, meias rauito
finas para senhora a 49 a duzia,. ditas de boa
qnalidadee 3 e 89500 a duzia, chitas fraa-
oerea de ricos desenhos, para coberta a 280 rs.
o covado, ehitaseseuras ingieras a #900 a
peca, a 160 rs. o covado, brim branco de puro
linho a 19, 19200 o 19600 a vara, dito preto
muito encorpado a 19500 avara./brilhantin
aiul a 400rs. o covado, alpacas de diflerentes
notes a 300 rs. o covado, casemiras pretas
finesa 29500, 39 e 390ro cavado, cambraia
. avara, e outras
vremeato n. 39. No mesmo ha p*ra render-8e[sMtaajatanjie que se far patente ao compra-
dor, a da todas se darlo amostras coa peabe,
a duzia, o carrinho a 30 rs..
.inhas de carrinho finas do n. 80 a n. 200, de 100
jardas, carrinhos de 200 jardas, com pequea
averia, a 60 rs o carrinho, dita fina de 200 jardas
de n. 120 a n. 200, a 80 rs. o carrinho, linha
muito boa, luvas de seda para senhora com pou-
co mofo a 500 rs. o par, e a 49800 a duzia, ba-
laios proprios para compras a 39 e 3&500 cada
um, linha do gsz de todas as coree, botes de
louga para camisa a 240 a grosa, e a 30 rs. a du-
zia, ditos de madreperola a 60 re. a duzia, a gro-
sa a 600rs., ditos muito finos a 120 e a 160 rs. a
duzia, baralhos de cartas a 320, 400 e 500 rs o
baralho, muito finas, franjaa de cores para cor-
tinados, ditas de seda para vestidos, ditas pretas
com vidrilho, tudo muito em conta, e s i vista
dos compradores se dir o prego dcslas franjas,
por ter grande porgo de varias qualidades.
A 200 rs.
Gravatinhas de froco para meninas: na ra do
Crespo n. 16.
te
o
I
SO
H
O
os
2

8-
?



twopim^mvm^MBmmjmm* nmm.
Calcado barato la roa larga de fosarlo 3
O dono deste estabelecimento nao Ihe sendo possivel
acabar com todo o ealcido al o fim de marco, como preten-
da, por ssoresolve vender por menos, afim de acabar mais
breve a liquidaco.
Para homem, senhora e menino.
Bomcutea deN.ntes olla patente a 8 e
Dito de ditos sola flo a 7 o
Ditos ingieres prova d'agua
Botas de bezerro
Boraawiina de lustre a 6, 7 o
Ditos todos de duraque
Ditos todos de pellica
Ditos de lustre pespuntados
Sapates de lustre de 4, 5 e
Ditos de lustre de 2 solas
Ditos entrada baixa de 1 sola con salto
Ditos de dito sem salto para dsiisa
wtoa de bezerro de 2 solas
8,500
8.000
7.500
7,000
8,000
6.000
8.000
8,000
6,000
4,500
3,000
2.500
Ditos de urna sola com sallo
Ditos de urna sola seo salto
Borzeguina de lustre para rapazea a
Sapates tur* ditos a 3 e
Ditas de bezerro para ditos i2i
Borzeguins de sttim branco para senhora
Ditoa de duraque branco
Ditos de ditos de cores
Ditos de cores coia gaspeas
Ditos de ditos a
Ditos de dito dito
Ditos de ditos para menino
3,500 IChioelos de couro de cabrito
2,800
2,400
5.000
4,000
3,000
5.000
4,500
3.500
4,000
3,500
1.500
2.500
3,000
Grosdenaples baratis-
simos.
Veaiea-se rasdeaaples a ra o apelo tewtisair
Farinha de mandioca de su-
perior qualidade.
Vende-se a bordo do brigue cHaria Rosa, tun-
deado defronte do caes do Ramos, por prego conir
modo : a traUr con o capilao a bordo, ou coa
o consignatario Minoel Aires Guerra, na rus dp
Trapiche d. 14. Y
A15009.
., Gr,ta! Pr,Ul! d**U : M IM do Queima-
do n. 22, loja da boa t.
ARMAZEM
DE
Sobrecasaca de dito, 35$ e
Palitots de dito e de cores, 35$, 30$,
30JKXK)
30900
tSIOOOe
Dito de casimira de cores, 225000.
159, 12 e
Ditoa de alpaka preta golla de vel-
ludo,
Ditos de raerio-sitim pretoa e de
cores, 9SO0O
Ditos de alpaka de cores, 59 e
Ditoa de dita preta, 99, 79, 59 e
Ditos de brim de eores, 5$, 49500,
4JO0O e
Ditoa de bramante de linho branco.
.6S0O0, 59000 e '
Ditos de merino de cordo preto.
159000 e F *
Ca'"s ^e casimira preta e de cores,
29,109, 99 e
Ditas de princeza e merino de cor-
do pretos, 59 e
D5S(^?&B0ObeanCO 6 <* C0r6S'
Ditas de ganga de cores
Colletea de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 12J, 9* e
ifos de casemira preta e de cores,
liaos e bordados, 69, 5*500, 59 e
2O9OOO
99000
liSOOO
89000
39500
39000
39500
4J0OO
89000
65000
49500
29500
3fi000
89OOO
39500
59OOO
59OOO
59000
39000
29200
1J280
29300
39OOO
19800
I9OOO
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco, 69 e
Ditos de gurgurao de seda pretos e
decores, 7SO0O,6O0Oe
Ditos de brim e fusto branco.
39500 e
Seroulas de brim de linho
Ditas de algodao, 1J6O0 e
Camisas de peito de fusto branco
e de cores, 29500 e
Ditas de peito de linho 65 e
Ditas de madapolo branco e de
corea, 39,29500, 29 e
Camisas de meias
Chapeos pretos de massa, franceses,
formas da ultima moda 10S,89500e 7000
ES elr2 6'i*>4e ooo
Ditos de sol de seda, inglezes e
franceses, 149.12$, 11J e 7000
Collannhos de linho muito finos,
novos felios, da ultima moda 98OO
Ditos de algodo $500
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes, IOO9. 909, 8O9 e 709OOO
Ditoa de prata galvanisadoa, pa-
tente hoaontaes, 40J 309000
Obras de ouro, aderecos e meios
aderecos, pulseiras, rozetaa e
anoea
Toalhas de linho, duzia 129OOO e IO9OOO
Sevados gordos.
o!r3Sd^s: i.ordos; no --
Vendem-se
Na ra das Cruzes n. 38,
segundo andar,
por mui barato preco os movis seguin-
tes : urna cama de casal, embutida e
um porta-serviior ; um colxao de mo-
las ; urna commoda : um espelbo gran-
de ; um armario com outro espelho ;
um apparador ; urna mesa para doze
pessoas; um porta-licores ; servicp de
porcelana para jantar; um relogio de
marmore negro, representando Miguel
Angelo ; duas bellas gravuras (Apollo e
as musas, Moliere em casa de Ninon de
l'Enclos), em duas ricas molduras. Ten-
do seu dono de retirar-se para o campo,
por so desfaz-se destes objectos, man-
dados vil expresamente de Pars, aon-
de foram confeccionados com pereicao
3 apurado gosto.
Vende-se azeite de peixe a 400 rs. a na-
fa, caadas a 2tf800, toucinho de Lisboa a 320 rs
chounsas a 400 rs.; na ra Direita n. 14.
Capellas finas para noivas.
A loja d'aguia branca recebeu oras e delica-
das capellas de flores finas para as noivas. e as
est vendendo a 69 e a 89, conforme o seu pro-
posito de barateira loja d'agua branca, ra do
Queimado n. 16.
Loja das seis portas em
frente do Livrameno.
Roupa feita para acabar,
Palelota de panno preto a 229, faxenda fina,
alsa de casemira pretas e de cores, ditas de
bnm e de ganga ditas de brim branco. paletots
de bramante a 49, ditos de fusto de cores a
ditos de estamenha a 4J, ditos de brim pardo
*Mjt0 a'wca preta saceos e aokrecasacos,
xoltetoa de velludo pretos e de cores, ditos de
gorgurao de seda, grvalas de linho aa maia mo-
pernas a 200 rs. cada urna, collannhos de linho
da ultima moda, todas estaa fazendas se vende
arate para acabar; a loja est aborta dad 6 ho-
ras da manha at u 9 da noite.
Sapatinhos de setim
meias de seda para bap-
iisados.
Alojadaaguia branca recebeu de sna oronri
encommeoda, delicado "p'^nos ae setim. pri-
m....cuw oordados, os auaes est rendendo
L ^"t,SSUD? preco de (De8" genero nao
S?.?u2f ,darKma,s Pefeitos).assm como outro. Se
merino tambem bordados a I96OO e 29. Recebeu
igualmente mu finaa e bonitas meias de seda de
diversos lamanhos, tendo at, proprias para os
meninos e meninas que servem de anjos as pro-
citooes.; tem brancas, de listas, de florzinhas, e
nS'"1; ? borrscha, o mais engrapado
possivel : todo isso na ra ra do Queimado lo-
a da aguia branca n. 16. iuouo 10
Para vestidos.
Vendem-se cassas francezss decores a dous
tustoes o covado. chalys decores a 640 rs. "na
"if JgWMUfa o. 60. loja de Gama & Silva.
Na loja de Nabuco & C. n
n. 2, veste-se um homem dos
cabeca por difieren tes pregos.
ra Nova
ps at a
- Vende-se urna mulejinhade loTSosTaiuT!
lo linda e esperta, assim como urna ngrinha de
8 annos, proprios para dar-se de mimo a urna
En. '.mareU? d P""lz ,6' por cima
Calcado barato.
ru Vnde"8e i* loJa de Nabuco & C. na
Borzeguins de duraque gaspeados de lus-
tre para senhora a 29.
Ditos ditos paja meninos a 29.
Ditos de pellica com salto para senhora
Ditos de setim com salto a 69.
Ditos de pellica sem salto a 4g.
Ditos de setim sem salto a 59.
Ditoa todos de duraque com salto e sem
salto a 39.
Borzeguina de bezerro para meninos a 59.
fcapates de lustre e bezerro a 29.
Manteiga iogleza
a barris de rinte e tantas libras: no armazeo
J Tasso Irmos.
Bolachinha iogleza
armazem pro-
a 3W0 a .barrica ; vende-se n
gresst, no largo da Penha n. 8
Fil preto.
Venle-se fil de linho preto liso pelo baratis-
simo peco de 800 rs. a rara : na ra do Ouel-
mado 1.22, loja da boa t.
Vendem-setrocan-se
escraFo.de ambos os sexos: no escriptorio de
FramaseoM. p. da Coata, roa Direita a.61.
Vendfc-se urna mulata com u habilidades
aeengommr ecozinhar, efarer todo o ser vico
oe ama casa.e da melhor conducta que se posea
fjgj^ffiaatoul**. 16..por.cM da
VNDESE EM CASA"
DE
Adamson Howie
Ku.os POrl' de XOrM COgMC-
Ralbas.
Lona e flele.
Fio de vela.
Tinta de todas as cores.
Sellins, silhes, arreios e chicotes:
Ra do Trapiche n. A%
Sabao.
.J,l 5-lm Br"asM d ""o Santos avisa aos
!t^regtueies.d*^?-I>r,c de fra, que tem
ESfae,,at "iMo,!f '" *rica denominada
-Recife-no armazem dosSrs. Trarassos Jnior
4 C, na roa do Amonta a. 58; maaaa amarella
casunha. preto entras qualidade. por S
prego que de outras fabricas. No meamo arma-
zem tea eito o seu deposito de,ralas de carnau-
ba simples sem mistura alguma, como as de
com posicio.
Charutos de Havana
a 8,000
Superiores chantos de Havana,
ofOOO o cealo, no
\GRCI\
aa
ROUPA FSITA
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40RHADO01EIMADO4
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
,.Mrt!!fJ9Ui>eJeCmentoha"empr*uln 80"nento completo de roupa feita de todas aa
sisa fSK sstsr"p" di" *do' *~+*a
Casacas de panno preto, 409, 359 e
Importante
Aviso
Na loja de4 portaa da ra do Queimado n. 39
acha-se um grande armazem com todo o aorti-
mentode roupaa feiUs. para cojo fim tem mon-
tado urna officina de alfaiate, esUndo encarrega-
do delta um perfeito mestre vindo de Lisboa, pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que ae lhe
encorn)ende ; por iaso que 11
az um convite espe-
-.-. a todas as pessoaa com especialidade os
lllms. Srs. officiaes Unto da armada como do
exercito.
Faz-se fardas, fardes com superiores prepsros
e multo bem feitas, tambem trata-se azer o far-
damenlo todo completo conforme ae usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os figuraos que de
l vieram ; alm disso fjz-se mais casaquiohas
para monlaria, fardetaa ou jaqueles, bem como
coleles a militar para os Srs. ajudaotes de esta
do maior e de cavallaria, quer seja singelos ou
Cordados a espequilha de ouro ou prala, ludo ao
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
desembargadorea e de qualquer juiz segundo o
estylo de Coimbra aonde se fazem as melhores
conhecidas at hojo, assim como tem muito ricos
desenhos a matiz de todas as cores proprios para
fardamenlo de pageos ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na meama casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
iranceza bordadas ao mesmo gosto. Afliancaodo
que por tudo ae fica responaavel como seja boas
fazendas, bem feito e bom corte, nlo se falta no
da que se prometter, segundo o systema d'onde
veio o mestre. pois esptra a honrosa visita dos
dignos senhores visto que nada perdem em es-
perimentar.
Ruada Senzala Noya n.42
Vende-se em casada S. P.JoahstoB 4C.
sellinse silhes nglezes, etndeeiros e castigaes
bronzeados, lonas nglezes, fio de vela, chicote
para carros, enlomara, arreios para carro de
um e dous eavalos relogios de ouro
inglez.
HJNWC10 LOW-MOW,
Rui*aSeiulltH6TaM2.
este esubelecimento contina a haver um
completo sor liman to da moendasemeias moen-
das para engenbo, machinas da vapor e taixas
te farro batido e coado, da todos os tamanaos
para dito,
Tachas e moeodas
Braga Silva & C, tem semara no sea depo-
sito da roa da Moeda n. 9 A,lrm grandesor-
mento de tachas e moeodas para engenbo, de
muito acreditado fabricante Edwin Mawa wa-
tor ao mesmo deposito on na ra do Trapiche
n. 6.
As verdadeiras luvas de pelli-
ca Jouvin.
S na loja d'aguia de ouro. ra do Cabug n.
1 B, recebera-se um completo sortimento das
verdadeiras luvas de pellica Jouvin, sendo das
cores seguintes : pretas, cor de canna, amarellas
e brancas, sortimento completo, tanto para ho-
mem como para senhora, pois afianzamos a boa
qualidade e freaquido, poia se recebeu em di-
reiiura pelo vaper francez: s aa loja d'aguia de
ouro, ra do Cabug n. i B.
Cheguem aloja da Boa f
Paletos.
li .* : dltoa de tiaeta escaro. IgedO,
U? W0! lTaitem : na roa 4o Quaima-
n. M, laja da Boa ti.
10WA MITA ANDA lAlSBAIATAS.
SORTIMENTO COMPLETO |
Fazeidas "obras feitasj
tartos edescobartosr paqaaoas e grandes, da
ouro patate mglas, para homem o senhora da
jm dos melhores fabricantes de Liverpool, vin-
aa
inn francesas muito finas de edres fizss a
880 ra. o covado; cambraias francezaa muito fia
as a 640 rs. a vara ; idem lisa muito fina a
49500 e a 6J00O a peca com 8 1 ;2 varas ; di-
muito superior a 8(K)0 a pe;acom 10 varasj;
dita fina com sal picos a 4$800 a pega com 8 1 [2
varas; fil de linho liso muito fino a 800 rs. a
vara; larlatana branca e de corea a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitaa fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muito baratea: na ruado
Queimado n. 22. na loja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muito finos proprios para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fixas a
WtOOO a duzia: na ra do Queimado n.S2, al
toja da Boa .
Sortimento de chapeos
o /ua do Queimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chapeos pretos francezes de superior qualida-
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
Ditos de castor pretos e brancos a lty.
Chapeos lisos para senhora a 25$.
Ditoa de velludo cor azul a 16a.
Ditoa de seda para meninas ricamente enfeita-
dos a Sf.
Ditos ditos para menino a 50.
Lindos gorros para meninos a 3J.
Bonets de velludo a 55.
Ditos depalha muito bem enfeitados a 4$.
Chapeos de sol francezes de seda a 75.
Ditos inglezes de 10, 12 e 13 para um.
Arados americanos e machina-
par a lavar roupa: em casa de S.P. Jos
hnston & C. ra daSenzala n.42.
LOJA E ARMAZEM
Ges & Basto!
NA
patento
Novas sementes de horta-
liza.
Dinheiro a' vista,
Vendem-se sementes de hortaliQa muito novas
viudas da Europa pelo ullimo vapor inglez Ty-
ne; na loja de ferragens de Vidal 4 Bastos ra
da Cadea do Recite n. 56 A.
Pecliinclia
sem igual.
Superiores chales de merino eslampados, finos,
de muito lindas cores, pelo bsralissimo preco de
o, aitos de merm liso muito finos a 4, lindas
rnMSHrg?dys,maUz,das a **0 rs. o covado,
cortes de chita fraoceza com 11 covados a 2500
o corte, cambraias brancas de 10 a peca, com
pequeo toque de mofo a 3 ; na loja do sobrado
U quatro andares na ra do Crespo n. 13, de Jo-
s Moreira Lopes.
Manguitos e golla.
Vendem-se guarnicoes de cambraia muito fina
e muito bem bordadas, pelo baralissimo preco de
na ra do Queimado n. 22, loja
5 cada urna
da boaf.
Tinta azul que fica preta.
Vendem-se botijas com a superior tinta ingle-
za. azul ao escrever-se, e preta quando secca, a
500 rs. a botija ; na roa do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
|E' barato que
admira.
NA LOJA DO
grande fabrica
detamancos da ra
Direiia, esquina da tra-
vessa de S. Pedro
n. 16.
Achara o llustrado publico desta cidade e de
lora um completo e riquissimo sortimento de ta-
mancos de todas as qualidades, que se vende tan-
to a ret.lho como em pequeas e grandes por-
?oes, por menos do que em outra qualquer parte
assim como um nvo sormento de tamancos
moda do Porto.
{Guardanapos de linho
muito barato.
Vendem-se guardanapos de linho de ores com
pequeos defeitos a 3 a duzia. ptimos pelo pre-
co e qualidade, para oservico diario de qualquer
- d'aguia branca
Riia do Queimado
a. 46, frente amarella.
Constantemente temes um grande eva-
bIo sortimento de sobrecasacaa pretas
30P!n -AS 2?eP"efll0!Si,d08me8mo, H3
*oj, 2s e 24S, ditos saceos prelos dos
02X3 ESC;14'1 18s. s-
cas pretasmuitobem feitas edesuperior
P"B0. m e 35. sobrecasacaa de
casemira de core muito finos a 15, 16|
*ii !accos da8 mesmas casemi-
casemira fina para homem a 8, 99, lo#
fl 'ini*V, Cas.emira dec<>"a a 7J.8,
e 10J5f l*' de brim brancoa alto
3. 3500, 4 e 4500, ditaa de meia ca-
semira de ricas cores a 4f e 4J500, col-
P'etoa de casemira a 5 e 6, ditoa
de ditoa decores a 4J500 e 5, ditos
torancoade seda paracaaamento a 5.
anos de-69, eolletos de brim branco e de
yjlo a 3, 3500 e 4. ditos de cores a
aoaOOe 3$, paletotspretosde merino de
cordo sacco e sobrecasaco a 7f, 8 e 9
colletea pretos para lulo a 4S50O e 5'
cas pretas de merino a 4*500 e 5J, pa-
letota de alpaca preta a 3500 e 4$, ditoa
sobrecasaco a 6, 7 e 8J, muito fino col-
letea de gorgurao de seda de cores muito
boa fazenda a 38800-e48, colletes de vel-
ludo de coree e pretos a 7 e 8$, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14*. f5# e 16, ditos de
casemira sacco para os meamos a6500 e
'55, ditos de alpaca pretos saceos a 3JJ e
3J500, ditos sobrecasacos a 5g e 5J500,
calcarde casemira pretas e decores a 6,
6JJ500[e 7, camisas para menino a 2C
a duzia, camisas inglezaa pregas largas
muito superior a 32 a duzia para acabar.
Assim como temos urna officina de al-
faiate onde mandamos ezecutar todas as
obraacom brevidade.
Ray mundo
Carlos Leite &
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Clarisas viu-
da ltimamen-
te de Nevr-
York.um com-
pleto so r ti-
Pianos
eaa
a8a\m2sBr?.hera S'twn P,r Tend'
mmmm
de Bordeaux.
Tem as seguintes qualidades:
fc^'^^targfrere..
St. Julien.
Margaus.
La rose.
Cha tea 11 Leo villa
Chteau Margaux.
DeOldekopAMareilhac.
di. Julien.
St. Julien Mdoc.
Chaleau LovilJe.
Cognac em barris qualidade fina.
Cognac em canas qualidade inferior.
Na mesma
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
casa ha
para
Polassa da Bussia e cal de
Lisboa.
dadeira poUssa da Russia,
Ra do Crespo numero 8.
Baloes de 30 arcos de madapolo e de
crochet a 4500.
Collannhos de linho muito finos a duzia
5 e 6.
Saias bordadas de 3 pannos a 2 e 2J5C0.
Ditas de 4 pannos a 3 e 3J500.
Gollinh'aa bordadas muito finas al.
Pecas de babadinhos muito finas com 3
e lavaras a 1600 e 2.
Enlremeioa (a tira; a 160 rs.
S*daa de quadros o covado a 1600.
Manguitos de cambraia bordada al500.
Manguitos e urna gola bordada por 5
thaiys malisados a 500 rs. o covado.
Lanzinbas auito finas a 40 rs. o covado.
Chapeos de seda para senhora a 151 e 253
Dos de palha Ooiasimos a 28g.
Chales de toaquim branco bordado a 203.
Chapeos de sol de seda inglezes a 12.
Cortea de vestidos de seda muito ricos
por pregos muito razoaveis.
Luvas de pellica a 2500.
as de cozer
dos mais afa-
mados autores
me Inora dos
com novos
aperfeicoa-
mentos, fazendo pespento igual pelos dous lados
da costura, moslram-se na na da Imperatriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas, re-
trozes em cairiteis, linha de todas aa corea tudo
latineado expressamente para as mesmas ma-
chinas.
Para homem.
Pechineha sem igual.
mesclado,
qualidade .asi 'mmSC cal 'vlrgerfea!
Paiose chouricas
muito boas, ltimamente chegadas de LLboa
vendem-se em barris sonidos de 32 al.8 libra"'
andarcn|P,'no'"<' Rwgel n. 43. prime" a
. rniS comch<'^e de baunilha e cae -
deSVeUSaVa^,.^9de8 ,ibr"' fe-
Jogo de damas e gamo.
Veodem-se bonitas caixinhas com moldura a
os quadros de cores estampados em erosso vidr'o
obra delicada, pelos baratsimos pKJos de 3 4
a o, assim como outras caixinhas mejores cm
d.m..d,?5e fraD1et89. toado em cima ofoVd"
fio?a ioA"! fl6 g,B-i!0 C?m seus *ec!ssa!
Os lindos cintos tanto para
KSStSJE senhoras como para meninas.
1 IfXXA agaiaude our.-"i do Cabug iu
tant'o"i 8enhoras ch5o os lindos cintel
tanto para senhora como para menina, os mais ri-
eornn dfnP?de eDconl"r. fnto dolado fin"
como de outras cores, que em vista do tii
MaisqnePechiflcha!!!
Aletria. talharim e macarro a 400 rs a lihr. -
vaada o Braado. na Lingoetan 5 "
de
Paletots saceos de casemira
de core preto a 12g.
Ditos sobrecasacos golla da mesma
zenda e de velludo 20.
fa-
Ditosde brim de linho branco a 4.
Chapeo preto muito fino a 8J.
t. esquadro
cavallaria.
Na loja de GnimarSes & Lima,
I do Crespo, tem para vender c-,
mesclada, propria para calcas das
cas do 1- esquadro de cavalaria.
C
casa ; na ra do Queimado,'
numero 16.
loja
Vifilio de Bordeaux
em barris e em caixas : vende-se em
casa de J. Praeger & C, na ra da
Cruz n. 11.
Calcas de casemira.
foiue.D.de^^i?aiQ!58d^.ca8Je,nira prett BQUil ben>
tenas a 10f, ditas de dita de cor muito superior a
;iTd-boac*fando: na rua d0 **
Farinha de mandioca
a 2S500 a sacca, chegada ha dous dias de Santa
Ssemffi Sff110 ba qUaldade ; D 1,rg da
Prelo muito fino,
saccas grandes : no largo da Assembla n. 15;
Cera de carnauba
da Granja e de oulros lngsres, qualidades muito
boas ; no largo da Assembla d. 15.
Sebo coado,
em barricas, muito boa qualidade
Assembla n. 15.
g
Cortea de casemira superior a 4500.
Brim de linho trancado liso e de cor
covado 640 ra.
Grvalas de seda e gorgurao a 500 e lfl.
Camisas brancas e de cores muito ti-
nas a 2.
na rua
casemira
prai
Escravos fgidos.
Para senhora.
Recebeu-se leqoes, pulceiras de sanda-
Io novo modelo para ^e 5$.
Recebeu-se extractos, essencia de san-
Fugto no dia 2 de setembro do
anno p. passado, o escravo Francisco,
mulato claro, com idade de 30 annos
pouco mais ou menos, barbado, cabel-
los pretos anellados, conduzio
j ca de ovelha em que levou a
algum dinheiro, assim como um chapeo
urna ma-
roupa e
| dalo, banhaa preparada com sndalo.
Saiaa balo de musselina e
para senhora a 4 e menina a
madapolo
3.
Chitas francezaa claras e escuras cor f-
xa, padrees modernos covado 280 rs.
Vende-se na rua da~Cadeia confronte o
becco largo loja n. 23 de Gurgel & Per-
digao.
da villa do lpu~
J chegon o prompo
alivio,
venda na rua da Imperatriz n. 12. Tambem che-
garam as nslruccoes completas para se usarem
estes remedios, corriendo um ndice onde se on-
de procurar a molestia que se deseja curar os
quaes se venem a 1*000. '
no largo da
s
vende-se por Ipria para
Uvas
de Itamaraca': vndese na rua da
Cruzn. 21.
Palitos do gaz.
.-A0'.it0 i05 pa,Uos d0 *az tina a estar
usprido e vendem-se em porcoes e a reUlho.
por mdico proco : na traveasa da Madre &
' ''v^9" ** 9l.deFerreUa & Martrni?
n. ,Vende-M uma t*erna muito afreguezada
para, ^.cornpoaco. fondos, muitoTro-
pnnepUnte : vende-se por aeu dt
www o cealo, no armazem de Francisco L. itardair *.:. 19aae-^ V" "u dono
1 Aievedo, roa da adrad? v 2T 1 SY, }t p": *,r,Ur na mnM ru" do Cw-
Atten^o.
Vende-se na loja de Nabuco & C, na
rua Nova n. S, inalgnias massonicas por
preQo commodo.
# !
Vende-so uma preta crioula, propria para o
Cana e milho.
Vende-se cana engarrafada 240 ris, e milho a
2 res acuia ; na traveasa do pateo do Paraso
3 1818 casa pintada de aomello.
Vende-se um preto 01050 sem defeitos e vi-
cios, proprlo para todo e qualquer servico : aa
rua das Cruzes. 1S. *
Vejide-se a taberna sita na tra-
?essa do Queimado n. 7, propria para
qualquer principiante por ter poucos
fundos, a dinheiro ou a praz: a tratar,
na mesma ou na rua da Senzala Vlha
In. 48.
1?
Rua do Crespo nft 8, loja
de 4 portas.
Com pequeo toque de a varia.
Pesas de cambraia lisa com81i2 varas a 2A500
fr*,.,.de 'Kodozioho americano com 14
16 e 20 jardas a 2, 2g500 e 3500 limpo, chitas
trsncezas. lindos desenhos e corea fixas de 240 e
w rs., cambraias miudinhas a 240 rs. corado.
Oh que pechiocha
Paletots de finissimas easemiras de lindas co-
res, claras e escuras, forrados de seda a 189 cada
uro, calcas de caaemira preta fina a 99, e ditas
de casemira de cor a 8 : vende-se na rua Nova
n. 42, defronte da Conceicao dos Militares.
A 300 rs. o par
i* ^Ij e fio_de eK^> proprias para monta-
Concei-
------------, prop
;7"^tK n*^u No". defronle da
SAO dos Militares.
Parece intrivel chapelinas de seda para
senhoras de melhor gosto possivel ala
para acabar : na loja de Guimataes &
Villar, rua do Crespo a. 17.
SS53S333S SS'S&HS
de couro, natural
provincia do Ceara' : roga-se m.
taesde campo, autoridades policiaes e
a qualquer pessoa a aprehensao do dito
escravo a entregar a seu senhor Joao Jo'
se de Carvalho Moraes Filho, na rua do
Queimado n. 13, que sera' bem recom-
pensado.
Fugio no dia 2 demarco do cor-
rente anno, um escravo cabra de nome
Luiz, natural do Ico, provincia do Cea-
ra', tendo os signaes seguintes: altura
regular, noucatarba, cheio do corpo,
pes grandes, com algumas cicatrizes no
rosto, e e muito palavriidor : rogase a
todas as autoridades policiaes ou pessoas
particulares a aprehendo do ditoescra-
vo a entregar a seu senhor na rua do
Queimado n. 13, que sera* bem recom-
pensado,
Fagio da cidade do Aracaty, no mez de se-
tembro prximo pissado, nm escravo do com-
maBdante superior Manoal Jos Penna Pacheco.
que ha pouco o havia comprado ao Sr, Bento
Lourenco Collares, do nome Joaquim, de ida*
de emeoenta a tantos annos, fulo, alto, magro,
denles grandes, e eon falta de alguns na freniel-
queao fiao, ps grandes, e com os dedos gran-
des dos pos bom abortos, muito palavriador, in-
culca-se forro, e tem signaos do ter sido surradof
lansu quo esto escravo apparecera no dia 6 da
crrante, vindo do lado das CincoPontas, e sen-
do ealenogado por um pareceiro sea eonhecido,
disse que tinha sido vendida por aeu senber para
Gonninha: qualquer pessoa que o pegar o po-
dar* levar em Pernambuco aos Srs. Basto Le-
aos, qaa gratificario geaaroaamanie.
Fsoravo fgido.
Fugio no dia 18 de correnle mas, da rua da
Moeda o molequo Eogenio.de 18 sanos da iede
con os signaea aeguiatoa: lhoa braacos, a
,feS,!, S..no fe!l. foi vaatidogcom
,00
quesera reoomponaadoT' wj


(8)
-ser-
MAMO 01 XMUIHIUCO. SABBADO 17 DE Altlt ftfi i!|f.'
Litteratura.
*
Doas patarras sabr a&ieccas d Cear
feto Dr. Tfte&erj.
Eslon bem ce !o quanto se poder di
/cr theoricamenii Jo cenhun eftfilo
u sera resultado i porque ftica em hotuens
materiaes nao se derruba com palavras, mas sim
tora exemplo e faclus patentase palpareis; mas
'imfim necerserio principiar e avmlitar a? ques-,
lu.s, e as Iheoras que *a devem resolver em
factos.
Otro meio hernia mis muilo mais dispendio-
so e de um resultado tnuito mais lento e demo-
rado, mis muilo mais seguro, seria creacao
n'um poulo dos sertoes de ama fazenda modelo
para a qual seriam chamados hornens creadores,
da Europa, pralicos nu industrias l usadas na
creacao do gado, habis veterinarios, e tambem
creadores inteligentes do Brasil, que todos juntos
tentaran) os meios que indiquei e outros que pa-
recessem de uiilidade. fiella se educara um
certo numero de Albos de fazendeiros destinados
a continuar a sua industria. Ensioar-se-lhes-
hia todas as sciencias que podem ter relago com
a creago, e entre ello a medicina veterinaria
lo necessaria para a sua proflsso. Elles lo
mariam parle em lodos us Irabalhus da fazenda
aos quars se adestraran!. Estes mogos vollaodo
s suas casas promoveriam as reformas mais uteis
tornar-se-hiam homens Ilustrados, capazes de
adrogar um da os intoresses da agricultura mul-
to melhor do que os barbareis, que vo invsdindo
cada vez mais as assemblas.
Nao se persuadan) que estas ideas sejam ocio-
sas. A creacao sendo a primeira e principal in-
dustria da provincia, d'onde depende a sua sor-
te. e prosperidade, bem merece que se olhe para
ella com alguma allencao e que se fagam sacri-
ficios para promover os seus melhoramentos.
Acho tambem omito conveniente que ss anime
o favorece a agricultura, mas deve se altender
que nao se Ihe deve sacrificar a creacao. pois a
agricultura nunca poder chegar ao grao de im-
portancia que tem nesta provincia e est destina-
do a adquirir a creagao. Os terrenos que admit-
tero a primeira sao mui limitados e pouco se po-
dero augmentar, ao passo que os terrenos de
crear consliluem mais dos nove decimos da pro-
vincia.
Deveriam os governos e os depulados pdr-se
bem ao par des'as industrias para Ihes poder pres-
Nio (albn earriptor.es que neguem que o ho-
rnera tenue (ido em sua origem nenhuma noces-
sidade de recebar ligea por quem querquesej.
E' assim que a iapiedade do dia o racionalismo
philonpktto pretende explicar o bomem intelli-
gente, 1> homem moral, o homem religxoto, o ho-
mem social, o homem artista, o homem ,nilio-
pho, o homem tal como nos o vemos. Pan
esses descendentes em liona recta de Epicuro o
homem tiio.tcm.. sida sanio um ser selvagem,
urna besta-feroz, andando sobre ai mos' e os p3
como sobre as palas ; nada possuia que o dis-
linguisae dos brutos, aos quaes disputava os ali-
mentos, e dos quaes partilhava a felicidade imi-
tando sua vid. Nesse estado primitivo nao ti-
olia ideas, conhecimentos intelleetuaes, razio,
seiilimetito, linguagem, viriude.religiio, scieoeia
arte, industria ; nada do que constitue o homem.
Levara ocyuismo de sua incrcdulidade ao ponto
mesmo da abracar aa collussaes extravagancias do
velho Horacio sobre a origern da sociedade eda
Cicero, quando diz ( de xnventione, i ) < que hou-
ve um lempo em que os homens viviam nos cam-
pos inteirameote maneira de brutos que s an-
davam segundo os instinclos do corpo, e nao se-
gundo os dictemes da razio ; que nao se profes-
sava nenhuma religio divina : que nao se obser-
va va nenhuma le moral, oenhum dever, etc..
Como se ve nos jardins de Epicuro que esses
philosophos foram beber o fundamento de sua
philosophia ; e isto acontece a lodos quaolos
nao leem querido tomar por gula senio a razo
humana, embora caiam nos erros os mais gros-
seiros sobre a origem do ser intelligente e sobre
a religio, como atiesta a historia de seus desva-
rios. Mas Epicuro. como seus sectarios, eram
mos raciocioadores. como teremos de ver.
Na origem da sociedade, como na origem do
poder se levantara duas opinies extremas, que,
por serem extremas, sao inquinadas de folsidade,
o que occasio de dizer com Cicero, pertur-
bal nos opinionum varietas, hominumque dis-
sensio.
Pretenden) uns que o homem vive naturalmen-
te na sociedade, que ahi enconlra sua perfeigo,
que para ahi o impelle sua ioclinago, a por coo-
sequencia Ihe natural; querem outros, ao con-
trario, que os homens san naturalmente eguaea ;
que esta agualdado se perde na sociedade ; que
ao menos a sociedade civil um faci do horaem
e nao a obra da uatureza, a qual lem quendo
muito necessidade da sociedade domestica ; an-
da o homem urna vez formado livre della.se
retirar, e d'abi vem o dizer Rousseau que a so-
ciedade a priso da liberdade humaos : l'hom-
tos, percebe devere, experimenta affeicta ; I
proporcao que la razio se desenvolve, a voz do
dever se faz tanto meUior ourlr quanto ella mo-
nos abafada pelo grito de, suas necesaidadea, e
vendo aa eojraquecerem suas forjas, aeniir mais
que nunca a imperiosa necessidade da ocie
ainda mesmo que suaeffeigio para seus ascenden-
tes nio lera bastante forga para Ihe fater dese-
ja-la.
E' aphoriamo de bom senso que quando o mal
ae faz sentir as nossas torgas se pOem emmovi-
menlo para velar em nossa cbnservago. Um ho-
mem solado reconhece sua fraqueza, sente-se
menos forte para resistir ao rigor das intempe-
ries, s enfermidades de sua natureza aos ataques
dos ouiros seres vivos e aos perigos que ameacam
sus existencia.
Por tan lo, ae a sociedade decorre da natureza
rcesraa do homem, evidente que o selvagem
que habita a caverna e parlilha o alimento dos
animaes, nao ser aos olhosdo homem seno um
ser degradado, incompleto. O que dissemos da
ordem physica tambem verdade na ordem mo-
ral, e eis a razo porque o desejo da conaervaco
lo natural ao homem, lbe faz procurar o estado
de sociedade, estado que Ihe perm'tte nnir suas
forgas s de seus -semelhantes, e crear dcst'arte
cada um urna forga egual de lodos.
O homem poisue efiectiramente urna qualida*
de que Ihe propria ; por ella aecivilisa e man-
da a natureza. A razo sendo o carcter essen-
cial do homem, o desenvolvimeolo da vida ra-
cional, tambem sua necessidade a
riosa.
=^n
mais impe-
le
4 de fevereiro de 1861.
Dr. Pudro Theberge.
Direito publico.
i me est n libre, et partout il est dan les fers .
lar os auxilios que merecem' e favorece-las com I ? effeilMto escriplor pensa que a sociedade
discernimeolo. mas infelizmente succede que uns : u "a d0 coenuraento e convengao do horaem ;
a outros despresam este estudo, lo alheio s suas I avanSa esoio que os bomeos anies do estabele-
especialidades, e nada fazem a favor dellas quan-!cimenl? da sociedade, viveram em um estado da
do nao as embaragam com medidas desacerta- na ""<
das. Os homens de lettras sao a meu ver os!, u noD)em fetura semelhanca de Deus. cra-
menos habilitados da provincia para legislar so- i ,lvre e inteligente, tendo um destino eum-
bre a creago, porque estas materias reclamara prir* r' la"a.do trra nudus m nudo humo para
mais pratica e observagio, do que bellos dis- Per.nianecer isolado da sociedade! uu antes a
cursos oratorios. A materia muito abaixo das sociedade fot concebida, como dissolvida em
suas doutas locubragoes, muilo embora seia del- iseus derradeiros aloraos, e reconstruid pelo li-
la que depende o engrandecimento e prosperida- : Te artri ou convengao dos individuos [ Eslra-
de do povo ccareuse. i J con'dicgao Rousseau mesmo quem Se
Nada fazem que Ihe aproveitc, por isso est, desn)enlf' a proprio dizendo algu-res que a pa-
e ficar longos lempos entregue rotina e ao sta i ,ra Parece ,ef 'do necessaria para inventar a
do estacionario em que ella se acha desde muos PalaT" > ao 1"* acrescentamos com ura philo-
anno?. sopno alleraao, que a sociedade parece ter sido
Concluo este aranzel j demasiadamente ex- mui, necessaria instituigoda sociedade.
(enso fazendo votos sinceros para que assim nao Ao.uel|es esenptores, pois, em suas afllrmagoes
soja. commettem um erro defacto e de direito: esta
j origem da sociedade assignada por elles con-
; traria historia, contraria razo que nos dir
' que o horaem nao poderia subsistir em estado do
perfeilo isolamento.
Nao nos demoraremos em refular as loucas as-
serges dsquelle publicista tristemente celebre,,
por quanto tal o abandono e discredito do seu
systema, que seu romance, como Ihe chama d'Aie-
glio, nao tem mais era philosophia seno u-m cer-
to valor histrico, como sua hypothese sobre a
soberana foi relegada s poticas regies da f-
bula.
I
O hornera nunca livre seno-
quando ellesugeita suaspaii^es-
razo.
[Montesquieu)
O dever mais essencial do homem fra de du-
vida o aperfeigoamento de sua inlelligencia e de
sua vontade ; mas o homem nao sendo um puro
espirito, e sim um ser raysto e composto, sua
perfeigo deve repoiaar sobre o composto todo in-
teiro.
E' mister, por'tanto, aperfeigoar o composlo;e
por isso c dever conserva-lo, regula-lo, facilitar-
Ihc a execugo daquillo que a inlelligencia a a
vonlade decidiram.
Ora, se eremos que na sociedade e pela so-
ciedade que o hornera se forma homem raciona-
dor, e attinge ao desenvolvimento completo da
sua razo ; e se por oulro lado verdade que a
inlelligencia nao pode attingir seu iuteiro e inte-
gral desenvolvimento seno id seio da sociedade-,
chegaremos esta magnifica concluso que o ver-
; dadeiro estado natural do homem a sociedade;
porque so ahi pode elle encontrar o desenvolvi-
mento integral de todas as suas faculdades, s
ahi pode conhecer Deus, principio e fim de tu-
das as suas forgas naturaes, fonte de todo bem e
de loda sabedoria, e de que a scieocia humana
nao seno um paludo reflexo : o por isso dizia
Spinosa Deo parere summa libertas est.
Mas, diziamos nos que o homem um ser com-
posto de corpo e espirito, e por consequencia a
perfeigo de um implica a de outro. No que diz
respeito ao dever de sua conservaco, onde seno
estado social pode elle encontrar meios aptos
satisfazer a lodo esse cortejo da necessidades
physicas to urgentes e imperiosas, que o asstl-
tam e o cercam desde o bergo?
A natureza diz sabiamenteS. Thomaz pre-
parou aos outros animaes alimento, pello para
vestidos, meios de defeza, etc. nao doutou o ho-
mem de nenhuma dessas qua lidades, mas em com-
pensago deu-lhe a razo com que pode adquirir
aquillo de que precisa: Mas um homem s nao
basta a si mesmo para conservar sua propria vi-
da : logo est oa natureza;do homem o viversem
sociedade.
As leis que presidem gerago e ao desenvol-
A sociedade mostrando-so ao homem como o
nico meio de salisfazer suas necessidades physi-
cas e moraes, toraa-se a mais imperiosa dessa3
necessidades a urna condigo essencial de sua ex-
istencia. Se o homem superior ao animal, se
elle goza de urna liberdade mais exteDs, se tem
deveres e direitos, procedo isto de sua perfectibi-
lidade, cujo desenvolvimento nao se pode produ-
ztr Tora do estado social.
Qual a origem da scieocia
civil ou do estado ? Qual
a origem do poder publi-
co e o modo de sua trans-
j misso ?
Alelius est esse dos, quam
unum. Habeut enim emo-
umenum muluce societalis.
{Sal tn Ecc.)
O/iiiiis potestas a Deo est:
qui poteslali resistit Dei or-
dinalioni resistit.
( Rom., XIII)
O fim que nos propomos procurar o principio
da soberana ; mas como nada se pode demons-
trar seno parliodo d'ura principio que se nao
demonstra, que se admilte sem demonstrago co
moum facto de que se ignora sua razo intrnseca,
em urna palavra, como ura principio de f, pro-
curaremos primeiro a origem da sociedade, a fim
de que a consideremos como oosso ponto depar-
tida para boa solugo de nossa these. Antes,
pois, de abordarmos a queslo da soberana em
particular nos seja licito passar em revista os mais
valentes argumentos que provara a instiluigo da
sociedade civil oudo estado ; porquanto de sua
origem, natureza e fim, que pretendemos fazer
tieccorrer o poder publico, como urna consequen-
cia do seu principio.
No campo das scieocias philosophicas quasi
que nao temos ainda urna questo, um problema,
por assim dizer resolvidodo modo a ficar iber-
io das innmeras controversias, que surgem de
todos os lados, que nascem incessantemente a
cada dia se diffundem pelos operarios das scien-
cias sem nunca terminaren) seno para surgirem
de novo com mais ardor, mas iuquinadas sempre
do subtil sophisma e da sagacidade astuta de pre-
tenciosos philosophos. Este fado se acha con-
firmado d'uma maneira peremptoria e fra de toda
contestaco pelo voto formal que tem feito esses
mesmos soi disant descubridores da verdade. En-
tretanto esquecem-se que conhecer urna verdade
d'uma maneira incerta e sem poder expurg-la
dos sophismas a dislingui-la do erro, certamen-
te nao coohec-la toda. Todas as sciencias sao
obra do espirito humano, e basta para que todas
ellas tenhaiu o cunho da imperfeigo coogeoita
com a natureza do homem.
O ponto de partida d'umaphilosophiaja o disse
que est autorisadonao est
genero humano aria ineviUvelmente destruido :
logo ella de insituigo daquelle que creou o
hornea, logo dafiuem divina.
Isto posto, proalgamos em deduzir da origem,
natureza e fim da sociedade to bem origem do
poder pabltep, comecando por tazar aobresahir a
necessidade deas* poder em toda sociedad, a nu
sociedades constituidas tambem um poder cons-
tituido.
Toda sociedade nos aoslrn urna certa unidade,
um centro de acgo que a resume, um poder
mais ou menos central, uma auloridade simples
ou collectiva. A necetidadej deste principio de
unidade se faz to imperiosamente sentir que
lodos os homens devem reconhecer uma aulori-
dade qualquer, al nos negocios os mais insig-
nificantes, e nos diverlimentos os mais frivolos;
e por isso diz bellamente o abbade Bautain :
se nos considrennos uma mullidlo de homens
solados, nos veremos graos de areias que o
sopro do vento vai agitar a dispersar, por que
nada ha que os uoa. Efectivamente nesse
estado, ninguem tem outro motivod'acgo seno
seus inatinctos, son pensamento, aua vontade.
Para que se constitua) em sociedade mister
alguma cousa que os aproxime, os ligue uns
aos outros, o lodos um ponto eommum, que
torne-ae o centro attrativo dessas vontades di-
vergiles, junte-os, e forme lago com ellas, de
sorie que desses membros esparsos se forme uma
unidade collectiva, um corpo moral, um estado cn.ia d" fatuidades do mesmo hornera, e mostra-
social. Onde falta o eatabelecmento de uma |re' como a educago christa o engrndete sob
auloridade superior, falta a essencia desse corpo i todaa a? formas, dando a essss faculdades o mais
social, por que, o estado social seria mais fu- perfeilo desenvolvimento.
nesto do que o estado de isolamento' absoluto, v -
sem uma torga que dirija as aeges dos- cidados | .. 1ualHuer obra cumpre antes"qm tudo con-
para um objecto eommum, que imponha uta f. e"r"8e *9ua. !>a8e- OVa, no homem apresen-
ao6re o progretso
com quanto p
naeu assumpto
sua essencia pr___
de, por assim dizer.1
Tenho j eitabelecido a relacio necesaaria que
prende esse objecto particular ao Oeamo easump-
lo Mrrt, mostrando como de um lado o prgreieo
se liga educacao, e de outro Como a educago
se liga ao christianlsmo. O progresso se liga
educago porque o verdadeiro progresso nao
mais do que o engrandecimento do valor huma-
no ; e o que imprime ao horaem, com o se valor
nlime, o caraclerquo o distingue na hnmanida-
deT~. a.8ua educago. A educago se liga ao
chrstianismo porque para ser progressiva ella
deve ser imminenlemente religiosa a christa ;
porquanto s a educago, propagando a vida d
Chrislo de gerago em gerago, marca com a cruz
"no espago e no tempo a fronleira gloriosa, que a
separa de loda a barbaria.
Tratarei agora de entrar no conhecimento inti-
mo das cousas para mostrar mais detalladamen-
te a maneira porque o verdadeiro chrstianismo
resolve o problema difficil da educago progres-
siva.
Nao sendo a educago mais do que o deaeovol-
vfmento da vida humana, e a elavagso do bomem,
no plano, que me hei tragado, seguir! a hierir-
senao na maneira
porque so couhece a origem do homem e seu de-1 .As ',el3 f e Presioem a gerago e ao aesenvo,.
Lnvolvimeoto. E'assim que mullos escriptores, T,rae,nl PhyslC0,e moral do homem' e' "a:
representantes das velhas ideas sobre as diversas menle 0*e*0lr/m- Em,8ua ***&**
condigoes do homem. e imbruidos d'esse paganis- S81S?^T!?SE!?E Zl
tenor formagao da sociedade, e que Ihe seria
inteiramenle opposto, d'ahi o engao do dito do
autor do espirito das leis c que para reconhecer.
as leis da natureza humana mister esludar o
que chamamos conjugal. Apenas vem ao mun-
do, lem uma necessidade indeclioavel dos cuida-
dos a da sociedade de sua me ; elle morrena
homem antes da formaco das sociedades Pa-lre8 dia 'J??de D"Cd Sem SW" ni"U"
ra fallar assim seria preciso desconhecer inleira- \rai aa 80Cieaaue-
Assim, para nascer, viver ese propagar, o no-
menos, de uma
mente a verdadeira origem do homem, mentir a
historia e aberrar-se de toda crenca religiosa e christa. i sociedade domestica, na qual elle cootraho hab-
As necessidades physicas ou moraes da sm ter
perfectivel por sua natureza sao- neceaaariamento
progressivas.
O homem nao tem, como o animal, uma ma-
neira de ser determinada, elle progride sempre,.
porque a iocessante actividade de seu'espirito en-
grandece a cada instante o circulo de sua exis-
tencia moral. Novas ideas suscitara novos dese-
jos, cream novas necessidades, e, para satisfa-
z-las, pe em jogo todas as forgas de sua natu-
reza.
Alm disso a necessidade de communicacio to
natural ao espirito humano, a principal razo
da approximago dos homens entre si O espirito
humano nao pode Srsuffieiente para si >nesmo,
porque o homem atormentado de ura desejo de
expango que o impuxa incessantemente a-eom-
municsr a seus semelhanles os sentimentes de
que animado; o eis porque a sociedade lo
necessaria vida iutellectiwr e moral, como- os
alimentos sua existencia- pbysica.
Desl'arte, pois, questo resolvida que as ne-
cessidades do espirito, mais extensas a mais im-
periosas que as necessidades physicas p#r si nves-
mas, nao podem ser satisfeitas- seno no estado
social.
Fra do estado-social, cora effeito, o homem nao
lem linguagem. U respeito deste ponto pergunta-
um cscriptor moderno :
Para quo lira Deus teria dado-do homem *
faculdade de pensar, se nao devesse encontrar
nella um meio de-obrar sobre os-sres de sua es-
pecie? Porque razo o homem s teria o previ-
legio de exprimir suas ideas por sigoaes, se o
Creador nao quizesse que esses sigoaes, princi-
pios espontaneos-e involuntarios-, avaieUrde con-
vencionaes, servissem aos homens para transmit-
iera seus pensamenlos, conceriarem-se enlre si
e prestarem-se reciprocamente socoorro a coose-
Ihos em suas communs miserias- Porque eneoo-
Irariamo nos no espirito humane- este senlimen-
to que revela-nos-as ideas de ordem e harmona,
e faz-nos amar o bello mesmo antes- de lar podi-
do admira-lo no mundo exterior?- Porque emfim,
seriamos nos animados de paixoes to diversas
que ser-nos-hia impossivel salisiaz-las-no isola-
mento.
A palavra, moeda da idos, este precioso instru-
mento natural ao.homem, de ad. Ihe poderia
servir menos que nao tivesse alguma quem po-
desse dirig-la. A natureza fez o bomem para
fallardiz d'Azeglio, e o hornera que possua a
palavra deseja naturalmente a sociedade, de sor-
te que esta facuWado meio- de communica-
go parecem encadeisr o bomem asuciedado a o
forgara moralmenle a se unir aoa-ouiros homens ;
porquanto a contmunicago do pensamento entre
os homens uma necessidade moral, e por con-
seguinte a sociedade moraluieote necessaria.
De mais, feliz influencia exerce a sociedade na
formagao moral do homem, tanto que se se tiras-
se ao homem-o freioda educago,.Beando somon-
te entregue todas as paixoes que se estrebucham
no seu interno, elle tornar-se-bla mil vezes peior
do que naoraro o vemos ainda to desenfreado,
to brutal, to criminoso, Uio-ascravo de suas pai-
xoes, no meio da sociedade,. com tantos meios-de
aperfeigoamento moral.
Desta sorte, como diz Oudob, o .sentimento.uni-
versal lem mostrado ao homem a sociedadcomo
necessaria a sua vida intelligente, tanto quanto o
ar necessario sua respiagifb.
Parece-eos ter feito resaltar o vacuo,o.absurdo
o a insolencia das razes pelas quaes a. espirito
impa e sophistko tem pretendido justificar suas
ionovagdes funestas sobre a origem do Estado ou
da sociedade civil, Convm que repulamos as
phrases uanaes, que representara nos-3a Uberdado
como restricta no estado social: pelo contrario,
inda Oudot quem falla : o estado.sooial nos-
sa liberdade realisads, esteodida, augmentada,
garantida ; e nao podaramos contradizer a voca-
go que nos chama a sociedade, sem, commetler
um abuso monstruoso desta liberdade, sean fazer
respeito do oosso ser perfectivel, o que suicidio
para nosso ser physico.
III
Ubinon eagubtrnator.
dissipabilur populas.
(SiXOMO,)
Em os precedentes paragraphos deste nosso hu-
milde artigo pretendemos ter demonstrado, senao
com evidencia, ao monos com boas razes e sen-
tmenlo unnime e universal, que a sociedade nao
depende do conseatimenlo do homem, que nao
obra sua; e ao contrario uma necessidade imp-
trelo violencia privada o que proteja a liberda-
de de todos ; sem isso, a aproximado de ho-
men. que nao sao mais encadeiados por um
mesmo lago eommum, eque nao conspiran) mais
para o mesmo fim, neo produzir senao- um
meio de multiplicar as-aegees de lula e de guer-
ra, a aggregago nao peder, por conseguinte
durar muito tempo.
Uma sociedad era gerar u>ma reunio de ho-
mens que se propoem a um fim, ora impossi-
vel, como prova a experiencia de cada dia, que
se encontr sempre entre ellas uma constante
uniformidade de vistas-, de ideas, de interessea;
os- mesmos pensamenlos, as- mesmas tenden-
cias ;* por tanto preciso uma vontade que-
faga a le e d unidade mullida. Sem a exis-
tencia dessa vontade urna simples ou collec-
tiva', acconteceria de duas uma : ou todos obra-
vanrowno obravam ; no primeiro-caso a fal-
ta do poder directivo, quebrando a uni-
dade, cada um nao obedecendo seno aos. seus
instinctos e a seus pensamenlos, seguirla uma
direccao contraria ao fim ; no segundo a inac-
go seria-a ruina mesma da sociedade, porque,
como dirPascoal < o repens eterno a morte.
A s existencia de um ser, e particularmente a
desse ser que se dirige parlis de uma eausali-
dade livre; indica movimento e aegao.- O ho-
rnero abrigado a obrar ; e se Ihe quebrara o
coracao antee de se Ihe extirpar essa imperiosa
necessidade ; por quinto seno conheeemos o
homem seno social, evidente que nossa mis-
so terrestre nao oceultar eterna e acetosa-
mente nosso pensamento : elle obra, porque nao
ha equilibrio as aeges humanas; eada acgo
eontem eosi elementos de mais que s'vanti-
jam outra, sem o que dizLeroux, o espirito
do horaem est no vacuo, nao existe. Seria o
easo de uzarmos da bella metaphora de Oudot-:
Quando es-ventos sopram ao mesmo lempo de
lodos os pontos do horisoote, o navio neo a-
zanga: redemonha, ou sessobra.>E oVaqui
vem a verdade- d diclo da Epicuro, que as
peiores leis sao tam necessarras,- que, sem ellas,
os homens se devorariam. Isto quer dieer que
sea a forga directora de que fallamos-aeima,
ainda mesma- sendo m, iodo o edificio social
desaba. AqjueUes que despresam os lago sagra-
dos das leis- e que procuran quebra-lo, nao
3:epercebeo que trabalhaia para su* propria
servtdo, pelos-e&torgos mesmo que fazo, nu-
trindo vans esporancas com a idea de serem in-
teiramenle li". res-.
Os principio- expostos aeste cenduzem a
asia conclusOf que, a creaoao e consarvacao do
poder civil ou da autoridad superior de qoe fal-
lamos, sao um dever a una direito natural, por
que sao indispeosaveis reatisaco da ordem so-
cial, assim como a orden, social, vista, como
indispensavel i reasagce- da ordem moral,
do mesmo um dever e uov direito naUi tal. Ese
a auloridade- um elemento essencial da conser-
vagoda aglomerago do-hornea proaeguindo
um fim cooheeido e querido por todo, de ma-
neira que w u* poca riftceber a sociedade sem
uma autonoade, segue-sequa en.-.. k<"<> > ciedade o que a alma para-o corpo, e elemento
para o foge ; a san vida mesma. Pela loi>
mesma da-natureza, eos virtuda das leis da or-
gauisago-que sao as raeamas em todos os reinos,
desde que um corpo vivo se consltue, uma ca-
bega, ou alguma coatsa que sua vezes faga,
apparee para dirigir o complexo e dominas as
partes. < Bautain supracilado, em toda sociedade, logo
< que ella se constUue, tem necessidade ntu-
ral ; para que viva, que apparega um poder
director, um chale, uma cabega, um principa-
le ou princept, em urna palavra, uma sobe-
raaia para governa-la, isto para fazer a lei,
velar em sua execugo, e punir as infraegoes.
Nao ha sociedade to barbara, se persiste como
sociedade, que nao tcaha. ae menos urna ima-
< gem desse poder.
Com efloito a historia. bem fecunda- em ex-
emplos de cheles qu teem dirigido dirigem
ainda tribu sem estado permanente, sem terri-
torio certo, obdocendn ao mesmo peder, e isto
oo seria assim, se evidentemente o poder oo
fosse uma parta essencial do ser social, e o ,
porque -impossivel que muitos seres livres con-
corra m a um mesmo fim sem serena forgados por
um principio de unidade.
F.. Licinio.
a base e o ponto de
esta facuPdade a
ta-se uma faculdade que
epoio de toda a sua vida ;
inlelligencia.
A inlelligencia um reflexo da verdade intima.
A alma se colloca em face do verdadeiro, eocara-
o, eoncebe-o, apodera-se delto, e com1 elle ae
identifica flnalraenle: em ludo isto ratrea um
acto de inlelligencia.
A inlelligencia como que um consorcio indis-
solu'vel entre a alma e a verdade ; e quanto mais"
se rae buscar no intimo das couses a dos seus
elementos a verdade a que a alma se identifica,
tanto mais perfeita a inlelligencia; porque esta,
como o proprio termo parece revelar, a alma
que le oa essencia dos seres com a sua propria
luz.
V-se, neis, qual dore sera rerdadeirs riassi-
floego das indiligencias: o homens nocivos sao
aquelles que nao sabem 1er senao na superficie
das cousas ; os homens mediocres sao aquellos
que penetrara um pouco no amago dellas; os ho-
mens superiores sao aquelles-que chegane ao seu
exacto e intimo conhecimentot chamam-se tam-
bem profundos porque elles penetrara no feoda-
naento das coases, ou pelo menos del le se apro-
xim-am mais que o vulgar dos homens.
Til a inlelligencia humana. Trata-so agora
da indagar qual o segredo corte do seu desen-
volvimento, e da sua educago: porquanto ainda
que o desenvolvimento dessa fecnldade parece
sobreludo constituir o que chamemos instrnogo
e seteiicia, cora tudo depende de-ama certa for-
magao primaria, que faz parte essencial da edu-
cago, e sem a qual o homem nao- ehega mesmo
a oosoeber. O bomem pode deixar de ser ins-
truido, mas nao pode deixar de ser intelligente.
Qoerondo Du ajudar-me, e abrir as vossa
almas pura irradtage da verdade, espero mos-
trarlos claramente nesta cooferencia que o
chrstianismo, sobre todo o calhoticisao planta
na-alma humana os verdadeirosalieerees daedu*-
caco, porque ^s que realisa as condigoes pri-
meries da verdadeira formagao da -iatelligeneia.
[Continuar-se-ha.)
i o ni: i >
n
OBATEDORDEESTRADA
Conferencias de Xossa Sen hora rs pelo R. Pv. Flix.
Segunda.
Uma vez constituida a familia nos seus elemen-
tos essenciaes, coube-Ihe urna funegio, eommum
pateroidade e mateaoidade, que a educago
do filho. Esse mioisterio sublimo, que tem por
fim completar o homem, e engrandecer a auraa-
riosa exige que exista a sociedade, sem o que o oidade, nao poda ser omittido na minha predica
roa
PAULO DUPLESSIS.
PRIMEIRA PARTE.
(Continuago.)
Uma nova mudenca ae affactuou naa feigftea de
Joaquina ; aeu olhar o abateu ;
smente inclinada para traz,
peito, e com voz arrastada e montona respon-
deu ao joven:
Senhor D. Henrique, penao que este o
vosso nome, vos eslaes completamente engaado
A respeito de meus sentimentos ; allribuisies i
generosidade o que nao era de minha parle se-
no ura escrpulo! Devia sustentar aos olhos de
um estrangeiro a honra de meas compaoheiros 1
E pois, que vos mesmo de muito livre vonta-
de insists sobre a questo de dinheiro, nao serei
to insensato que regeito vossa proposta I Nio
vos encubrirei que n'este mundo estimo o dinhei-
ro mais que tudo I
Pois bem, a quanlia?
O batedor de Estrada rafloctiu nm momento
antes de responder.
Na verdade, Boohor disse elle, a altirez que
() Vide Diario n. 96. '
acabaes de mostrar ros granga toda a minha es-
! tima 1 Recusar tralar-me como egual, como cora-
I panheiro, quando vossa sorte est quasi as mi-
I nlias mos, acgo do ura cavalleiro da nasci-
! ment e decoragem. Ninguem mais que eu apre-
1 cia os homens 'alantes I Devo-me mostrar dig-
' no da lealdade da vossos elevados sentimen-
!' tos.
Terminemos, Sr. Joaquim I
Minha intengo, quando vos encoulrei esta
tarde, era de ir mesmo Guarnas I Escoltar-vos,
ou se prefers, acompaohar-vos al essa cidade,
nio me causa desarraojo algum ; nao se trata
pois de pagar meus incommodos, mas sim de sa-
ber em quanto avaliaes vossa vida... Hesitaes?..
calae-vos ? A' f, senhor, seja qual fr o damno
que me cause minha franqueza, eu nao duvido
ser o proprio que responda pergunta que acabo
de fazer-vos. Vosso temperamento irrascivel,
vossa odomavel altivez, e alm de tudo vossa ex-
trema temeridade vos condemnam fatalmente i
voltou-se sobre o "n>m Prematuro. Salvar-vos hoje apenas
prolongar por mais uns dias vossa existencia. Vos
me daris vinte piastras (canr francos) quando en-
traos em Guaymas, e ainda me considerarei
rosso devedor.
Eis-aqui um negocio feito.
Uma palavra mais. Exijo ainda ama cou-
sa
O que ?
Que me deixeis ampia liberdade de proce-
der ; que nao me pegaes nunca explicages
D. Henrique eslava perplexo, quando Graud-
jean, que desde o apparecimento do.Batedor de
Estrada tinha guardado rigoroso silencio, tomn
a palavra seo (orno :
Senhor, exclamou elle dirigindo-se D.
Henrique, o encontr de Joaquim Dick para nos
um verdadeiro favor da Providencia. Coahego
muito o Sr. Joaquim Dick, de fama, e vos afilan-
co que nio s ervlrei de muito boa vontade com
Avrerdsdeir frmete da inlelligencia, senbo-
res> e bem-differente de que pensar muitos ho-
mens do nosse lempo. Ensina-se ao -meninos
um pouco de historia, ura pbuco de geographia,
um pouco de mathematieas, um pouco de grego,
e um pouco de alim ; era summa de tudo ensi-
ne-se um pouco : e com essa forme de ensino
prelende-se formar-Ibes uma pequea bagagem
Iliteraria e scicntifice, Mais tarde, quando esse
meninos chegara edade de horneo, taz-se deltas
especialidades da sciaecia ou illustrages da 1H-
teralara : pobres sabios que BraM vezes n
nao possuera o vulgar thesouro de--senso eom-
mum I Tristes illuatrages que nao conservara
a gloria do homem 1
Fazer depender a intolligencia e-o progresso do-
homem da reunio da tantas cousas- mais ou me-
2S r^8Mar",-T ^."Jlido do uma s mai
ou menos profundada, e desconhecer na vj.
ges raals elementares da educago humana ;
confundir o ornamento da inteligencia com a
propria toltlngenrta ; tomar o que certo autor
chamou .muito bem oformoseameMos do komm
pela sua verdadeira architectura..
O homem euro edificio vivo construido, pelo
archilecto divino, e a base desse edificio, como
j eu disse, a inlelligencia. N*. inteliigeaeia
que se basa a vida humana : mas .como se ella
sustenta a si propria, em que bases tambem se
fundamenta para ebegar um dia a o seu completo
desenvolvimento ?
Sanhores, o que firma e metm. a.inlelligencia
sao os principios : para firmar a vida o mante-la
na plenitude da sua altura, deve ella apolar-se
no seu fundamento inabalavel, e esse fundamen-
to sao 03 principios, isto t o proprio fundamento
das eousas. < A razo, disse um sabio escriptor,
o habito dos principios, e a. possessao das gran-
des leis.
Por consaguinte o primeiros elementos da
vida intelectual, moral,, religiosa, e social, em
uma palavra a possesse certa do grandes prin-
cipios e das grandes leis.eis aqu a trra fecun-
da em que a inlelligencia deve eetender as suas
raiies profundas para mais tardechegar sua al-
tura, e plenitude do seu desenvolvimento.
Eu disse que o bomem um edificio vivo, di-
rei melhor : o homem uma arrore viva, e da
mesma forma que toda a arvore, e toda a planta,
tem necessidade de enraizar-se no slo que a aup-
porta e a nutre. Assim como o carvalho na flo-
resta para crescer a chegar grande altura, para
desabrochar os seu ramos em toda a sua torga e
belleza, comega por eatenderdebaixo da trra vi-
gorosas raizes, assim tambem o homem deve li-
gar-se por suaa convieges, quesio as suas viras
o fortes raizes, trra das verdades primordiaes
que a educago primaria ensina i sua. infancia.
elle, mas tambem que Ihe obedecorei se elle o
exigir....
D. Henrique em vez de responder ao Ganaden-
se, valtou-se para o Batedor de Estrada :
Estamos entendidos : conu-ma mleiranien-
to vossa lealdade.... nao vos pedirei coritas de
vossas aeges.
Joaquim Dick tirou entio um cigarro do bolso
da Jaquela e chegou-se a fogueira, porm de re-
pente saltando com o impelo de um tigie, lan-
cou-se sobre o Indio Traga-Mescal, sempre dor-
mitar.
Um relmpago luziu na sombra e ouviu-se um
grito de dr e de raiva, logo suffocado por um
estertor.
Que fazeia i gritou D. Henrique, langando
machinajmenlo mo da carabina.
Entro no meu emprago, reapondeu framen-
te o Balodor de Estrada. Pun um pslife que
esta noite mesmo devia entregar vos e vossos
asseclas uma horda de Seris..., Oh I amigo,
continuou Joaquim voltando-se para randjean,
se vossa corsgem egual ao vosso tamaoho, se-
ris um companheiro que nao se deve desprezar I
Pegae na vosea arma e rinde contigo.... E' pre-
ciso ir reconhecer a posigo do inimigo.
O Canadense deu-se presea em aceitar o con-
vite do Batedor de Estrada.
Alguna momentos depois os dous aventureiroa
enlravam e dessppareciam no interior da malla.
Joaquim Dick lal impeto tinha tido em sua san-
grenta execugo, a mora do Seria tinha sido fei-
ta de maneira to sbita e inesperada, que D.
Henrique, sorprezo, apeaar de sua rara pre&enga
de espirito, pela rapidez do aconteeimento, dei-
xou ir o Batedor de Estrada sem Ihe exigir outra
explicago, que a que elle havia didode seu mo-
ta proprio.
Os Mexicanos, esles, em roda do cadver de
Traga-Mescal como aves do rapia, extesUvem-
jnvm que ao redor dessas verdades funda-
oiMiaes, da mu anas fesna que ao redor de um
irattfcflnolofrucirrel, a inlelligencia se prenda e
m fl*** ??**$* q** e entao somente o homem pode elevar-se, e ua
na aua elevagio dtsafiar as tempestades.
[es ao carvalho um tronco su-
blime, aoberboa ftimos, esplendida folhegeab, se
elle se nio achasse firmado na trra por fortes
raizos ?O ler.e sopro do vento bastara para der-
riba-lo com esees bellos ornatos. E o que seria
do bonrem, fosee elle o mala elevado per aeu
nasciraenio, o mais fecundo por seu genio, e o
mais forte por todas suas patencias, ae a vid sa
nao baseasse, so nao enraizasse na certeza, e na
verdade? De que ros servira aos vinte ocioso
annos essa bagagem de conhecimentos, til na
verdade, mas que podereis absolutamente dis-
pensar, se a educago ros deisse ignaro das
verdades necessarias, em que se basca a vida ha-
mana ? E, no ponto de vista de destino e pro-
resso da mesma vida, de que utilidade ve ser
tanta philosophia, mathematieas, astronoma, e
esse fardo de tantos systemas, que excede vos-
ea inlelligencia, se o apoio das verdades-prima-
rias se oceultar aos vossos olbos, se fordes coo-
demnado pelo vicio da vossa educago a marchare
toda a vida sobre abramos de durida ?
Mancebo", o qae tendee ros locrado Qjaerendo
esquadrinhar com dolorosa obstinago mVSIerios.
de que a vida se compoe, se ap tantas fafligas
ignoraes ainda qual o principio, qoal o Osrroe,
e qual a regra obrigaloria da mesma vida ? Se
perante estas questr-s, que procuraes afastar da
vossa imsginaco, mas que tudo ahi despert:'
De onde vinde? para onde idea? a vossa in-
lelligencia sem dogma definido, sem um ponto
cerlo de apoio, se-acha redezida a responder :
Nao sei ?
O que ser um dia dessa irrtelligeneia aera sym-
bolo, dessa alma sem crenga, dessa seiencia sem
bassola ? Como semelhante vida, a quem falta
eslabilidade, poder sem perigo- por i mesma
elavar-se e engrandecer?' Come o menino, a
quem fallam as raizes fbdameattaes, pderi tor-
nar-se um homem, poder coroar-se por suas
virtudes com a digoidade propria da natureza
humana? Como conseguir elle refrear as suas
paixoes, vencer em si a forca refregada ? Em que
se fundar para resistir s-suas- inalieagoes, do-
mar suas violencias, se nio sent nouedo da sua
inlelligencia a base das verdades ncootestavei,
se o pae que formou-lhe a-edueagao,. e se o pre-
ceptor que a dirigi neo lbeensinarsm raais que
sus dividas, nao Ihe deranrmais que problemas
de phylosephia para reselrer praticao>ente o
enigma da vida ?
Aesrm pe, senhoros, aperar o menino sobre
uma base eterna de principies, sobre uma certeza
inabalavel, a condiego fundamental para for-
mar-se a indiligencia, e par-asaentar cesde vida.
Mas porque meio os principios se eirraiaaro
na infelliganei* ? A resposta a esta pergunta nao
pode ser dovidosa. O que firma os principios no
intimo da alma de menino a-affirmacn. Aqui
a exactido das eousas se revela na philosophia,
das patarras. Trala-se de dar i alma- os- seus
primeiros-alicorees ; trata-sede fortatooe-la na
regiodo verdadeiro : ora, isseo que faz aaffir-
mago verbo-fundador que colloca no intimo da
alma a bs3 de ledo o edificio, pralavreou ensino
da auloridade;
A auloridade a essencia da-educago- huma-
na : a auloridade do pae se revela e se completa
pela edueagao do filho, e o seu primeiro acto se
exerce sobre a inlelligencia desta. A' necessida-
de que tem e fithe de crer o pee responde cora o
poder de 3irmar: esta uma das melhere bel-
lezas prodigalisadas por Deus ao homem.. O que
firma e baeeia a inteHigencia sobre a verdade
esse aclo mystecioso do verku-affirmador,. a au-
toridade ojie- peta voz do pae grita' ao menino
apenas sabido do seu somno ::Eu te chamo res-
pondes-me ; que eu son o amor, que seu incapaz
de engaar, te digo : eis aqui a verdade E a
verdade responde do fundo da alma do-menino
voz que o chama ; porque a intelligenota, mes-
mo nessa pricaeiras fundaroes do paosamanto,
nao puremeele passiva ; ella tem ume.ac4ivida-
de intima que responde ao echo da ulavra ex-
terior.

Tal o meie simples, porm- profondo, que a
Providencia permute na formagao primaria do
homem. Ai.vida ioleira se funda na inlelligencia;
a intellgeooia se funda uospriBcipios, o oa prin-
cipios lngara n'alma os sen primeiro funda-
mentos por mato da affirraecao. Bioae sabendo,
senhores, que vos nao pdete raudenesaa ordena
de formagao intellectual no-homem,. aseian como
nao podis -mudar na natureza as- base da ierra
e os fundamentos da ordem material.
Alm desee meio s ha dous malherios imagi-
naveis para adaptar o menino vidoiolellectual-
a abstengo o a discussoa abstenne de lodo o
ensino, ou. a discusso sobre tudo- oque se ensi-
na. O primeiro o nihilismo, q. segundo o sep-
ticismo, e ambos a suppresso de teda a base da
educago humana. J. 1. Rousseau, que fazia uma
loria do seu systema da conlcadizer a Daus e ao
genero humano, levando o parados at extra-
vagancia, imaginoo, como ideal de formagao do
homem, um methods.de educece, em que a vi-
dai intellectuai moral, esabro todas a vid religiosa
foi subtrahida inuencia deulriaal edagmatica.
Sob a.reserva de um. certo desearolvimento in-
tellectuai, inteiramenle exUanho conscienci, e
vida moral, o corpo sedxnittido al quatcuie
annes ao beneficio da educago se desenvolve ao
sopro da natureza, ao passo que a alma e a cona-
ciancia dormem somno profuudo, esperando
a hora de um accordar, espontaneo e tardo..
At qaatorz*. annos. nao fallar ao menino
nem d alma, nem de Beus, nem de virtutm, era
de religio ; o*da perguoUr-lhe-em nomede una
idea moral eu religiosa, para que um diielle es-
colha livro de todo optejuzo a moral, douiriua,
religio e divindade. porque se qu aira, reglar
na sua. vida :. tal oa e novo aegredo patentando
ao mundo para a educago da homem. e easian-
decimenlo da humanidade.
Citemos, alguna pontos para aquelto m nao os
leram :.
Nos, diz I. J. Rosseau, que nao queremos
ensinar ao nosso Emilio aquillo que elle por si
mesmo poder aprender em qualquer paiz__era.
qua religio o educaremos? Ponhamo-lo em es-
lado de escolher aquella a quo-de va conduai-lo o
melhor uso de sua razio.
se com a 6e!/e:a de ferida que Ihe havia causado
a morto.
Que magnifica facada, dizia una d'elles, cru-
zando as mos com ar de profunda admrago I
Aposto, que o coragio foi tendo no centro e nem
uma gotta desangue sahiu fra > Deve-se confes-
sar que ha pessoas quem a natureza dotou com
muita felicidade I O Sr. Joaquim nio roubou a
reputago que tem I Que exactido 1... Que cor-
teza de mao 1
Emquanto assim se fazia justiga seu mrito,
o Batedor de Estrada, acompanhado de Grandjean
avangava com passo seguro e rpido atravz da
indesmaraohavet e vigorosa vegetago da malta.
O andar macio e silencioso de Joaquim, pareca,
conforme os obstculos que havia a vencer com
o serpear da vbora, ou com os fogosos saltos do
tigre ; o Canadense com sua pesada carabina em
uma das roaos e o seu largo facu em outra, que-
brara os feixes de lianas e os montes de ramos
que se oppunham sua passagem ; por fim, ape-
sar de seu grando habito n'estaa especies de ex-
curses, nio era senio com immenso trabalho o
cusa de grandes esforgos que elle consegua
andar parto de seu extranho companheiro.
Dopois de harer andado quasi dnas milhas, o
Batedor de Estrada paron, e depois dando um as-
sovio mais longo que forte, pareceu prestar o
ouvido; pouco depois o pequea distancia ou-
viu-se nm rincho.
Tudo rae bem ; diste Joaquim, meu valon-
la Gaviln mo diz que nada sofireu da iroporlo-
nago dos tigres, c mo pede licenga para acabar
de ceiar. Pois bem ; nao temos pressa.... pode-
mos esperar.... assenlemo-nos.
O batedor de Estrada bateu por diversas vezes
com a coronha da espingarda uma mouta que ro-
deara o p de uma arrore, o depois deixou-se
cahir preguigoaamenle sobre este asseuto feilo
pressa
[Gontinuar-t-ha.)
seu lado, minha con (langa em vos cortamente
ilimitada; todava, perrnitli-me qae vos observe
que, assoviar ou conversar, quando se esta ro-
deado de iniroigos o mesmo queeham.ar a morte I
-v Nao ha um Indio i dez leguas de rcumfe-
rencia, meu pobre Grandjean, interronipeu Joa-
quim com um tom levemente mofador. Servi-me
deste pretexto m presengado leu amo, para que
elle nao achasse mallo a nossa demora ; tenho
muito que conversar comtigo.
O Canadense recebeu com total indifferenga a
certeza de quo nao havia perigo algum ; masem
componsago causou-lhe nio s emocao, como
sorpreza o annuncio que lbe fazia o Batedor de
Estrada de ter muilo que conversar com elle.
Sr. Joaquim, disse elle com uma voz qae
contraslava singularmente com sua maneira or-
dinariamente lenta e montona de se exprimir,
deixae-roe, senhor Joaquim, antes antes de
entrar na cenversa que vos declare logo ama
cousa...... que minha vida, meu corago
o meu refle esto i rossa disposigo 1 Eu vos
digo isto, afim de nao perderdes o tempo em me
explicar vossas intengoes___ Eu vos pertenco,
Sr. Joaquim, de corpo e alma I Para contigo nio
tendea precisio de motivar vossas aeges: uma
s palavra se tendes alguma ordem dar-me:
um signal se tendes uma victima desgnar-me.
e seris obedecido. Tio verdade como que t
ha um Deas, i excepgio de vos eu nio amo a viva
alma na America ; porm tambem I vos amo em
excesso I Por favor nio me interrumpis, sou
muito desusado e muito tmido em materia de
sentimentos, e se perco esta occasio para vos
exprimir todo o meu reconhecimento, nio terei
mais nunca a coragem de tornar i tocar emae-
melhanle objecto.
Tu' fes mal em fallar em leu. reconheci-
mento. Grandjean, interrompeu o Qittodor de Es.-.
Meu odio, vos que me salvaste a vida por
duas vezes.
Pobre inlelligencia, rjuem ni comprehen-
do que o viver soSrer,#murmorou Joaquim;
Dick pensativo I
E de que maana ainda I continuo o ca-
nadense avivando eada vez mais suas lemhran-
gas : da maneira a mais nobre, a mai heroica,
porque ha mil raaueiras de salvar um hornea !
A sede me tinha denubado delirante o seu tor-
gas sobre o selaardente do deserto___Os urubs,
calculando, em seu feroz e infallivel nstaselo a
curta duragao de minha agona, cemegavaa j
chicotar com suas grandes azas negras minha
testa bandada de suor quando a Providencia vos
trouxe em meu soccorro. Vossa cabera estara
quasi vazia. A pouca agua qae linha a gaalasles
ero lavar meu rosto, em humedecer minha guela
que ardia em brasas.... Ora no deseito uma gotta
d'agua val um brilhanle 1 Mas isto nao foi
ludo.... Quando a agua acabou-se, e qae sup-
pliquei-vos que mo_deis,asseis i minha dfsgraca-
da sorte, e que oo vos perdesseis intilmente
comigo, dual foi vossa resposta ? Neo tpjhes me-
do, mo dizieis vos rindo, tereia sempi que be-
ber, uma luz brilbante e rpida como um re-
lmpago, passou-me pela viste. Nao CAaprehen-
di vosso generoso e estouvado proposito, seno
ao ver vosso brago esquerdo ostendidq para mim
e sahindo delle um fi desangue. Tbheis aca-
bado de abrir vossa velas com a poma de vosso
punhal. Eia aqu, Sr. Joaquim, eu mo sou ter-
no nem sensivel, e posstvel mesmo que nao
seja bom ; pois bem, quando me.embrodiste
aconteeimento do deserto, tico desesperado, por-
que pens que em toda a minha vida nunca terei
occasio de dar uma prora de mm grande reco-
nhecimeoto.
(Conti%*ar-te-ha.)
Senhor, disse o Canadense, iMnloadO'ie'lrada, merece antesoteu odio
B4PN.- TYP. DI P. DS FaRIA, -1881.
1


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