Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09273


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Full Text
w
----------


*r-
Y
lili XXZTII IDIIM 96
Prlriezes4iantedos 5$000
Por tres mezes vencidts 6$000

Ptranao tdiantad f-9f00
Porte fraaet para sibscriBUr.
BNCAMIGADOS A Si8CaUPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino da Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra; Araca-
ty, o Sr. A, do Lomo* Braga; Cear o Sr. J. Jos
da Oliveira; Maralo, o.Sr. Manoel Jos Mar-
lias Ribeiio Guimares-, Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS DOS LUKKKlU.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas
sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e
Garaohuns oas tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Pxu as quartas (eiras.
Cabo, Serlnhem, Rio Forraoso, Uoa.Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem aa 10 horas da manha)
JE
Lfallll
KPHEMERIDES DO MIZ DE ABRIL.
t Quarto minguaote as 4 horas a 4 minutos da
manha.
10 La ora as 4 horas e 39 minutos da man.
18 Quarto crescenta as 4 horss e 26 horas da
manha.
24 La cheia aa 8 horas e 4 minutos da tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 5 horas a 18 minutos da manhaa.
Segundo as 5 horas e 42 minutos da tarde.
* jAUtMKMGlAS 1>GJ> XR1BUNA&6 1>A UAPaTT
MAS DA SENARA. [Tribunal do eommercio ; segundas e quintas.
Relaco: tercas, quintas sahbados as 10 horas.
mm.;S.SenhorinhslPazenda. ter?f quintas e sahbados as 10 horas.
Juizo do eommercio : quartas ao meio dia:
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira Tara do cirel: tergas e sextas ao meio
23 Terga. S. Jorge m. ; S. Adalberto b. m.
24 Quarta. S. Fideles de Slgmaringa m. f.
25 Quinta. S. Marcos Evangelista ; S. Hermino.
26 Sexta. S. Pedro de Ratis b. m.; S. Cleto p. m.
27 Sabbado. S. Tertuliano b.; S. Turibio are.
28 Domingo. A fgida de N. Senhora ; S. Vidal^
dia.
Segunda vara do cirel
hora da tarde:
quartas sabbados a 1
ENGaRREGADOS DA SUBSCRIPCA DO 8L^
Alagoas, o Sr. Claudino FakaoDiaa; Baha,
Sr. Jos Msrllns Alvos; Rio tiM.iro; o Sr
Joo Pereira Martina.
EM PERNAM1UCO.
O proprietario do sumo Manoel Figwiroa de
Faria.na sus livraria praga da Independencia na
Be 8.
PARTE OFFICIAL.
a Jesuino Domiogues Carneico para exercer in-
teiramente o cargo de promotor publico, no im-
pedimento do Dr. Jos Mara Ribeiro Paraguass.
Fizeram-se as necesarias communicages.
Dito ao 1 secretario da assembla legislativa
provincial. S. Exc., o Sr. vice-presideote da
provincia, manda trsnsmiltir V. S., para ser
presente a assembla legislativa proviocial 'copia
nsA or rio mn-itaml.^, J <'^_i__ _i_ a*S__.ai
Governo da provincia.
Expediente do dia 23 de abril de 1861.
OfBcio ao Exm. presidente de Santa Catharina.
No requerimeoto quo paseo s mos de V. Exc.
o teoeote reformado do exercilo Francisco de Da0 0 da repreaentagao de Carlos Luiz Cambrn-
Paula S Peixoto allega nao ter recebido os seus I ne- niprezario da limpesa das ras pedindo pro-
solJos deide o Io de jaDeiro al o presente em "deocias para que se lorue eTectivo o seu sys-
conaequencia da falta ds competente gdtpassa- | J,*?,", deJimPlsa.em. ^103,03, ca??s_ comprehen-
da pela tbesouraria de fazenda dessa Provincia,
didos oo*perimelro inoicado no plano respectivo
e da informagao ministrada a este respeito pela
cmara municipal do Recife, mas tambera do
officio com que o mesmo Exm. Sr. remetiendo a
aquella cmara a citada representacao, recom-
mendu-lhe quo sondo aemelhaute objecto de
privativa atlribugo das cmaras municipaes em
vista do que dispoe o 1 do art. 66da lei de Io
do outubro de 1828, formulasse quanto antes um
projecto de posturas naquelle sentido para a boa
execugo do art. 44 do contrato feito com o refe-
rido emprezario.
DESPACHOS DO DA 23 DE ABRIL DI 1861.
Requerimintos.
A Associacao Popular de Soccorros Mutuos.
Informe o Sr. Dr. chefe de'polica.
Antonio Malaquias de Macedo.Requeira ao
obras pu-
de
em que resida.
Aoouindo ao pedido que me faz o mesmo l-
ente, vou solicitar de V. Exc. a expedigo de
suas ordens para que com brovidade seja para
aqu reraeiiida a guia, a que alludo.Offlciou-se
ao com mandante das armas para fazer constar
isto mesmo quelle lente.
Dito ao coronel commandante das armas.
Sirva-se V. S. de informar quantos individuos
teem sido recrutados para o exercito a contar do
dia 6 do crrante at hoja e quantos apurados.
OIiciou-se igualmente ao capito do porto relati-
vamente aos recrutados para a armada.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de mandar so-
brestar, se ainda o nao fez, na requisicao da pre-
sidencia contida em officio de 18 de marco ulti- .
rao, aflea de que o soldado do 9 batalbao de in- : engeoheiro director da repartido das
fantaria Jos Leopoldo dos Santos Lins nao se-' "' as*
guisse para o destacamento do presidio de Fer-
nando, visto lerem eessado os motivos que deram ,
lugar a essa requisito, segundo me declarou o
juiz municipal da segunda vara desta capital em \
oflcio de 20 do correte.Communicou-se ao
supradito juiz municipal.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de expedir'
suas ordens para que os offlciaes superiores no- '
Binados em virtude do meu officio de 15 do cor-
rente slrvsm igualmente de vogaes da junta que eugenheiro da repartigao das obraa publicas,
no Io de maio prximo viodouro, s 11 horas da Pedro de Alcntara dos Gumires Peixoto.
manhaa deve jular em ultima instancia o pro-|lnforQie .Sr," commandante superior do munici-
cesso do soldado do corpo de policia Manoel Si- P10 da capital.
moes Jnior, que nesta data c remettido ao res-
pectivo relator.Remetteu-se o processo e com-
municou-se ao commandante do corpo de po-
lica.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de expedir !
suas ordens para que urna escolta de cavallaria \
seis pregas e om inferior se aprsente ao Dr.
chefe de policia no dia 27 do correnle, aQm de |
D. Cordolina Rozalina de Lima, entregue-se
a supplicante a precaloria e certidao inclusas.
Jos Paz Barboza.Opportunamente ser at-
tendido.
Juveoclc Manoel dos Passos.Opportunamen-
te ser deferido.
Jos Hygiuo de Miranda.Informe o Sr. ins-
pector da tbesouraria de fazenda.
Joo Hypolilo de Meira Lima.Requeira ao
Iteparticao especial das trras pu-
blicas.
Relaorio (presentado pelo delegado conselheiro
Jos fenlo da Cunha e Figueiredo, em 20 de
mareo prximo passado, ao Exm. Sr. presi-
dente da provincia.
Illm. e.Exm. Sr.Em cumprimento do que me
ae cooduzr um reo que val responder o jury no foi ordenado em officio de 21 de fevereiro do cor-
termo de Iguarass.Commuoicou-se ab chefe
de polica.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de, ouvindo o
director do hospital militar, informar com o que
rente anno, tenho a honra de Wvar ao conheci-
mento de V. Exc. o relatorio dos diversos servi-
dos cargo da reparticao especial das Ierras pu-
blicas, trabalho que nao pode deixar de ser mui
lhe occorrer sobre a informagao em original, que dilliciente, Dos por causa da superflcialidade
me ser devolvida, do conselho administrativo das informages at hoje ministradas pelas diver-
dada com referencia representago daquelle di- sas autoridades a quem a lei manda recorrer,
rector que me for enviada com o officio fle V. S. como por que, nao tendo-se ainda lindado o ler-
cero prazo marcado para o registro das trras
possuidas, nem effecluada a nomeago de lodos
es juizes rommissarios, inspectores geraes de me-
luate Serotpano, e seja posto disposigo do juiz \ digo. e mais funeciouarios encarregados de ex-
muncipal da primeira vara, que o requisitou, o Iremar os limites das trras publicas, e possesdos
sentenciado Joaquim, escravo de Manoel Jos Fer-' particulares, obrio, que em Ul tirocinio, nao
Gusmo, vindo do presidio de Fernando. posso anda contar com os dados necessarios para
- organisar uraacfeformacao que me satisfaga, quan-
de 8 deste mez.^ob n. 490.
Dito ao Dr. c
de expedir suas ordens para que desembarque do
V*
Dito ao Dr. cnefe de policia.Sirva-se V. S.
Officiou-se ao referido juiz, e communicou-se ao
commandante do presidio.
Dito ao commandante superior do Bonito.
Devolvo V. S. as folhas em duplcala dos veu-
cimentos do alferes commandante do destaca-
mento dessa villa, que acompanharam o officio
do Io do corrente, aQm de seren suppridas as
fallas indicadas pelo inspector da thesouraria de
fazenda no officio junto por copia.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
to mais a V. Exc.
Creada a reparticao especial das trras publicas
desta proviucia por decreto de 9 de fevereiro de
1856, s'pde ser installada em 8 de margo de
1858, e desde ento tem ella funecionado com a
possivel regularidad?. O seu pessoal compe-se :
do delegado, 1 official, 1 amanuense, 1 porteiro,
que tambem archivista.
Depois de installada a reparticao foi nomeado,
Transmiti V. S para o fim conveniente, a pri- \ por portara da presidencia da provincia de 23 de
meira via do conhecimento em forma do qual | novembro de 1858, um amanuense addido para
consta lerem sido recolhidos ao almoxarifado dojcoadjuvar nos trabalhos do expediente ; mas sen-
presidio de Fernando os objectos para all envia- \ do elle nomeado juiz municipal de Ingazeira, fl-
dos no hiate Sergipano. I cou a reparticao desde 14 de agosto do anno pro-
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. para o fim ximo passado at o presente, cora o numero de
conveniente, a inclusa copia da acta da sessao do empregados de sua installago ; numero qua sen-
conselho administrativo para fornecimento do ar- do por ora sufficiente em presenga do servigo ae-
senal de guerra, datado de 15 do corrente. lual, nao se-lo-hs em breve quando comegar o
Dito ao mesmo.Attendcndo ao que allegou o movimento das medigoes e mais servgos a cargo
mui falliveis os dados que tenho para saber quaes
as posses ou sesmariaa sugeitas a rivalidagio ou
legitimagao ; porque das informages existentes
oa reparticao, todas incompletissimas, apenas se
pode conhecer, que existem com effeito diversas
sesmarias e posses no caso de serem rivalidadas
ou legitimadas ; mas quaes sejam os seus limites
quaes os seus possuidores, porque titulo as hou-
veram, nenhuma destas circumatancias foram
suficientemente declaradas ; porque os infor-
mantes nao empregaram outra formula se nao a
segointe:
No meu dstricto ou comarca existem diversas
posses e sesmarias no caso de serem rivalidadas
ou legitimadas.
Nao deixarei, poia, de repetir, que se aa auto-
ridades, que o regulamenlo de 30 de Janeiro de
1854 encarregou de dislringar as Ierres, nao cui-
daren) deste assumpto.com o interesse especial,
que resulta do seu officio, debalde se esperar
pelo auxilio precario de autoridades extranbas,
que procuraram serapre furtsr-se a comprometti-
mentos, de que nao lem a relirar a menor van-
tagem.
Accresce ainda que ellas acbam desculpa na
falla de raeios para entrarem ns iuquirigo de
negocio que consideram odioso, e alheio de suas
habilitagdes.
Assim o ho declarado em suas confusas in-
formages.
Registro das Ierras possuidas.
Findando-se no ultimo de juoho do corrente
anno o lerceiro praso marcado para o registro das
Ierras possuidas, nao chegou ainda a occasiao do
serem remettidos pelos respectivos vigarios os li-
vros dos registros, como determina o att. 107 do
regulamenlo de 30 de Janeiro de 1854.
Todava consta das diversas informages que
existem nesta repartigao, terem-se feito na pro-
vincia 16,075 registros.
Este servigo nao tem sido feito como era de de-
sejar-se, porque quasi todos os vigarios queixam-
se de falta de meios para conhecerem quaes os
possuidores que tem deixado de dar o registro as
suas trras em tempe competente ; e por lano na
imposigiio das multas tem-se elles limitado a
mullaretn somente aquellos que do o registro as
suas Ierras depois de Ando o primeiro praso. A
continuar esta pratica infundada, de someote se-
rem multados os que fizerem registros no segun-
do praso, dar-se-ha necessariamente o abuso de
nunca soffrerem pena alguma os mais remissos ;
porque deixaro de dar as suas trras o registro
contra o que dispoe a lei.
Devo finalmente notar que muitos vigarios nao
deram ainda as informages relativas ao registro
de que sao incumbidos, e por mim foram solicita-
das em officio de 26 de novembro prximo pas-
sado.
Emigraco.
Depois de nomeada a commisso deque falla o
artigo 27 do regulamenlo do Io de maio de 1856,
foi que esta repartigao principiou a ter conheci-
mento do numero de emigrantes, que dos diver-
sos potitos do mundo tem vindo residir nesta
provincia; Do mappa abaixo ver V. Exc. qual
o numero delles, suas procedencias e naciona-
lidades. Todos estes emigrantes, como V. Exc.
conhecer do dito mappa, sao alguna portugue-
zes que s se empregam ou no servigo de feito-
res de sitio ou no eommercio como caixeiros, e
os outroi sao belgas ou fcancezes, mandados
buscar exclusivamente ou para a empreza da
limpeza da cidade, de que agente Mr. Cam-
brone, ou para o servigo da estrada de ferro.
J v pois, V. Exc. que nestes dous ou tres
anoos esta provincia nao recebeu um s colono ou
emigrante, que seja destinado agricultura 1
Permittir-me-ha V. Exc. quo de novo reclame a
sua attengo para o que tive a honra de expen-
der em meu officio de 16 de fevereiro de 1859,
em relagao a este objecto, digno sem duvida de
lodos os bons exforgos do governo.
Mappa demonslralivo do numero de emigrantes
que tem vindo dos diversos pontos da Europa
residir nesta provincia.
ANNO DE 1858.
1
1
1-5
Dr. Francisco Pinto Pessoa no requerimeoto so-
bre que versa a nformago ministrada por V. S.
em 27 de dezembro ultimo, e considerando que
neohuma disposigo de lei posterior ao art. 274'
do decreto n. 1134 de 30 de margo de 1853, que i
marcou os vencimentos dos lentes substitutos das
aulas preparatorias do collegio das artes, funda-
menta a deciso dessa thesouraria pela qual ne-
lentes
da mesma repartigao.
O estado da escriplurago dos negocios da re-
partigao satisfactorio. Os empregados vo cum-
prindo bem os seus deveres.
Os registros acham-se em dia ; e esl conclui-
do o nao pequeo trabalho syooplico de todas as
escripturas, ou concesses de sesmarias, que
constam dos livros existentes na thesouraria de
fazenda, que foram confiadas a repartigao das
da pre-
ga-se a pagar aos mesmos lentes a gratificago
pela regencia das cideiras. quandosubstituem os; torras, a requisigio minha, e por ordei
professores effectivos, a que lhes d direito o ci- sidencia.
lado art. 274 do decreto n. 113, pelo qual alias Archivo da reparticao.
S H^Yr^M'Sa Kqta.Dt.0 ao.mais p8ga_ A 6U<1 boa ordem do archivo, confiada pelo
ment dos referidos substitutos, determino a V. regulamenlo de 24 de abril do 1854 ao porteiro
S. que mande pagar quelle Dr. Pinto Pessoa a ter oecoasariamenle de soffrer a nao se dar a re-
gratificacao que lhe cabe por ter regido a cadeira I partigao um continuo, ou servente, que seincum-
ae inglez do collegio das artes depois do fallec- ba da entrega dos papis que sahem da reparti-
mento do respectivo proprietario, continuando a gao, com diversos deslinos ; servigo este que ora
ooservar esta decisao em cases idnticos, como 6 feito pelo porteiro e archivista, que alm de ser
"{&:., ;., a .u ... Ilambem chamado ao trabalho de escriplurago,
Jilo ao inspector da thesouraria provincial. |convm muito que seja conservado no archivo em
Ao pharmaceutico Leocadio Jos de Figueiredo
mande V. S. pagar, conforme requsilou o chefe
de polica em officio de hontem, sob n. 320, a
quanlia de 1149580 ris, despendida, como so v
da coota e documentos juntos, com o curativo dos
presos pobres da cadeia de Goianna no semestre
de julho a dezembro do anuo prximo passado.
Communicou-so ao chefe de policia.
Dito ao commandante de Fernando.Dei o
conveniente deslino aos autos de vistoria quo
acompanharam o seu officio de 8 do corrente, sob
n. 17, e pelos quaes se verificou a identidade de
pessoa dos sentenciados escravos Benedicto da
ECia^sE".. -ssa-Esr-i. .acMssyaKaacsaBE
todas as horas do expediente.
Juizes commissarios.
Em officio de 27 de outubro deste anno, tive a
honra de ponderar a V. Exc. anecessidade urgen-
te de serem nomeados juizes commissarios, ao
menos naquelles municipios, onde conslavam ha-
verem posses sujeilas a legitimago ou rivalida-
go, afim de que podessem essas autoridades dar
as necessarias informages, de que se tem tido
muita necessidade, ficando logo predispostas e ha-
bilitadas para entrar as diligencias das medi-
goes.
Em razo de haver V. Exc. se dignado attender
esta, que falleceram na enfermara desse presi-
dio, seguedo consta do citado officio, que fica
assim respondido. Fez-se a respeito o expedi-
ente preciso.
Dito ao director geral interino da instrticcio
publica.A' vista da sua ioformacao e da do re-
gedor do gymnasio mande Vmc. admillir no mes-
mo estabelecimento, como meio pensionista gra-
tuito, o menor Eduardo Frederico Banks, fllho
de Eduardo Frederico Banks, a que se refere o
requerimeoto e mais papis inalusos.
Dito ao promotor publico interino do Rio For-
mseSolvendo a duvida por Vmc. proposta
em officio de 2 do corrente tenho a dizer-lhe que
a cargo dos promotores pblicos interinos esto
as attribulges dojeffectivos, e conseguinlemenle
a fiscalisagao das rendas que se arrecadam pelas
collectorias, na forma do art. 77 3 do regula-
menlo de 3 de agosto de 1852.
Dito ao juiz de paz mais votado do 1 deslricto
de S. Lourengo de Tijucupspo.Respondendo o
officio de Vmc. de 10 do corrente, no qual me
participa nao ter reunido a junta de qualificaco
dessa provincia no dia 3 de margo ultimo, como
^"determinadopor officio desta presidencia de
i de janeiro deste anno pelos motivos que me
declara em seu citado officio tenho a recommen-
dar-lhe que rena a referida junta no dia 2 de
lU,0.prCUI20 o.,oro> <>ue P"s "> designo e
K.fmM,rtoemais l?rmo8 da qualtficago, de
conformidade com a lei.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao jui de direito da" Pao dAlbo -S.
Exc, o Sr. viee-presidente da provincia manda
aecusar recebido o officio de n do corrente em
que V S. communica que por ter Manoel Lou-
rengo de M.Uoj dado parte de doente, nomeara
mente nomeados os seguinles juizes commissa-
rios para Agua-Preta, Alexandrino Olimpio de
Hollanda Chacn ; para Rio-Formozo, Jos An-
tonio Lopes; para Escada. Manoel da Rocha
Lins ; para Cimbres, Pantaleo de Siqueira C-
valcanti; para Sorinhaem, Dr. Sebaslio Antonio
Accioly Lins; para Bonito, Vicente Ferreira Pa-
dilha Calumby.
Inspectora geral.
Nada consta nesta repartigao, seno que por
aviso de 4 de Janeiro de 1858, foi determinado
que se procedesse a medigo de um terreno no
termo d'Agua-Preta, para nelle fundar-se urna
colonia agrcola pelos religiosos denominados
Trapistas.
- Desta medigao foi incumbido pela presidencia
da provincia o capilao Basilio de Amorim Bizer-
ra, actual director da colonia militar de Pimen-
teiras, mediante a gratificago de 100S0OO meo-
S&6S*
Nada, porm, consla nesla repartigao acerca dos
trabalhos executados pelo dito capito.
. .Trros devolutas.
Das informages que tenho a vista couclue-se
apenas queexislem trras devolutas em cinco co-
marcas.
Estou. porm, persuadido de que na provincia
ba maior porgo de trras devolutas, do que a
que se acba indicada as ditas informages o
que somente poder ser bem averiguado quando
forem nomeadas as autoridades encarregadas das
medigoes, que por forga de suas obrigages fagarn
todas as diligencias tendentes a extremar o domi-
nio publico do particular.
Postes sesmarias, ou outras concesses sugeitas a
legitimago ou rivalidaco.
Como disse anteriormente sao incompletos e
IVo dos
Aapes tfomes dos navios. Procedencia. passa-leiros
Blgica. Joannette Marie Anvers. 123
Franga. Sime. ANNO DE 1859. Marseille. 16
Portugal Flor da Maia. Porto. 41
Promptido. 40
S. Manoel I. 48
0 Rainha dos Acores. S. Miguel. 44
'Harmona. Porto. 48
Di amar ca. Amanda. Anvers. 32
Portugal Esperanza. Porto. 34
Promptido, 39
Blgica. Emroa. ANNO DE 1860. Antuerpia, 15
Portugal Amalia I. Porto. 21
a Harmonia. 91
Rainha dos Ago-res. S. Miguel. 46
Flor da Maia. Porto. 42
S. Manoel 1. 29
Boa F. 26
Amalia I. 34
Promptido. 25
Sympathia. 36
Esperanga 29
Colonia militar de Pimenteiras.
A colonia militar de Pimenteiras est situada
a margem esquerda da ribeira do Pyrangy, na
confluencia do riacho Fervedor, e sobre a cha-
pada de urna colina, que fica quasi circundada
pelos dous nachos, e na proximidade da serra
do Espelho. Fica 10 legoas ao S O da villa do
Bonito, 7 ao N. da colonia Leopoldina as Ala-
goas, 20 do litoral, e 9 de Agua-Preta.
Pelo queme informa o director nao exisleldo-
cumento algum pelo qual se conhega o dia de
sua creagao ; por que nao foram satisfeitas as
disposiges dos artigos 32 e 33 do regulamenlo
que baixou com o decreto de 12 de setembro de
1851, para a colonia Leopoldina ; e mandado
igualmente adoptar para a fundago da de Pi-
menteiras, por officio da presidencia do 23 de
margo de 1852.
Segundo as informsges mais recentes o esta-
do da colonia o seguinte :
Habitam odistricto da colonia 3145 pesssoas.
Sendo:
Homens
Mulherts
Casaes
Solteiros e viuros
Destes sao:
Brasileiros
Portuguezes
Africanos
Sao pregas colonos
Filhos destes
Mulheres dos colonos
Filhas de3les
Ligados em matrimonio
dem sem elle
Pragas solleiras
Ditas viuvas
Pedreiros
Carapina
Filhos dos artistas
Mulheres dos ditos
1714
14343145
719
1707
3136
2
73145
29
23 52 homens.
26
1844 mulheres.
20
626 cssaes.
7
2-9
1
12 artistas.
3horneo s;
2
Filhos dos ditos 13 mulheres.
Ligados em matrimonio 2casaes.
A edificagio da colonia marcha com sensivel
morozidade eomo abaixo se ver.
Igreja dealvenaria 1
Quartel dito 1
Emfermaria dilo 13
Esta tres obras de summa importancia esli
paradas, e em andamento as seguinles :
Casa de officina sobre esteios 1
Capella e muro do cemiterlb 12
Existe j construido e em sofrivel estado, ne-
cessitando pequeoos reparos:
Capella provisoria de taipa com cruzeiro 1
Cemiterio de pao apique com frente de
lijlo l
Officina de ferreiro, de lijlo 1
Otaria sobre esteios 1
Casa de farinha 1
Ditas de taipa emvidragadas 1116
O pessoal dos empregados da colonia o
seguinte :
Director o capito Brazilio de Amorim
Bizerra i
Ajudante lente Manoel Caroeiro Ma-
chado Freir 1
Facultativo eirurgio Francisco Mariano
de Araujo Lima
Capelo Fr. Jos de S. Thomaz
Escririio sargento Francisco Eduardo
Benjamn)
O estado deste tio til estabelecimento nao
certo salisfactorio, com fra de desejar: mas
atteodendo-se ao pequeo numero de colonos
propriamente ditos, e effectivamente emprega-
dos nos diversos servicos, nao se poder ne-
gar, que ella lem tido algum inciimento.
O meu humilde parecer : que se o governo
nao quizer dispender o dinheiro, que fra dis-
pendido com a colonia Leopoldina, at serem
concluidas todas as obras necessarias, que o res-
pectivo regulamenlo recommenda, ser o rae-
Ihor recurso uzar do expediente, que ousei in-
dicar no meu j citado officio de 16 de fevereiro
de 1859, isto : converte-la em urna povoago
livre, por meio de urna colonisago mixta.
Aldeias.
Em 20 de novembro do anno prximo passado
officiciei ao director geral dos Indios, solicitan-
do informages exactas das aldeias desta pro-
vincia, para poder curaprir o) que me foi orde-
nado em officio da repartigao geral das trras
publicas de 5 de outubro tambem do anno pr-
ximo passado.
Por officio de 7 de novembro do anno findo,
e de 9 de Janeiro do corrente, que acornpanhou
o aviso circular de 13 de dezembro, do mesmo
annodeu-mo V. Exc. as mesmas ordens. O di-
rector dos Indios respondeu-me, em data de 26
de novembro, dizendo que hia dar ao governo da
provincia ss informagdes, que eu lhe havia re-
?[uisitado, julgando lalvez que a sua autoridade
cava rebanada dirigiodo-se directamente ao
delegado do director geral das Ierras publicas.
Em 29 do mes.mo mez de novembro ped a V.
Etc. houvesse de dar suas ordens ao dito director
dos Indios, de modo que elle me minisirassem
a informages que aolicitei : e V. Exc. em of-
ficio de 14 de Janeiro do crrela anno me fez a
honra de communicar, que bavla ordenado ao
director no sentido de me remetter directamente
as informages por mim solicitadas.
Al o presente ainda nao se digoou elle dar
cumprimento a ordem de V. Exc. Acho-me
pois em difficuldade para alguma cousa dizer
com exactido sobie este ramo de servigo da re-
partigao a meu cargo. Com os fracos meios de
que posso dispor, e lendo a vista urna aotiga in-
formago de ex director geral, passo a dar a V.
Exc. urna incompleta noticia das aldeias da pro-
vincia. Oito sao ellas ; mas nem todas se a-
eham habitadas por Iodios as circunstancias do
regulamenlo de 24 de julho de 1845.
A aldeia da Escada ; acha-se situada na co-
marca de Sanio Anlo, a margem occidental do
rio Ipojuca : dista da cidade do Recife 12 leguas.
Era habitada por 212 individuos, que se intitu-
lavam Iodios, dos quaes poucos ou nenhuns sao
os que conservam bragos da raga primitiva : nao
viviam sob a administrago de um maioral,
mas sim confundidos na massa geral da popu-
lacho, com os mesmos uzos e costumes. Algu-
mas questoes se tem levantado entre diversos
proprietarios, e o director geni dos Indios ; mas
nao lendo, como me parece devia ter, esta re-
partigao conhecimento de como ellas se passam,
limitar-me-hei a ponderar : que muito conviria
por-lhes algum termo ; e outro remedio me nao
occorre se nao o que por vezes tenho lembrado
ao governo, como V. S. poder conhecer dos
officios, e informages minhas, que se acham na
secretaria da presidencia, em data de 16 de fe-
vereiro e 1 e 6 de margo do anno de 1859.
Os Indios da Escada tireram por carta regia de
28 de Janeiro de 1698, qualro leguas de trras,
em remunerago dos servigos por elles prestados
oas guerras dos Palmares.
Quasi todo esse terreno lem sido destribuido
em lotes maiores ou menores titulo de arren-
damento, pelo director geral, e de cesso de pos-
ses pelos proprios Indios, diversos agricultores,
muitos dos quaes tm levantado engenhos de fa-
bricar assucar, nao havendo divisao alguma re-
gular que bem os limite. Por este fado, e do
mais mais pela creago da villa da Escada. em
torras da aldeia, pde-se dizer que esta j nao
existe mais; porque, alm de achar-se j mui
confundida a raga indica, de modo que nao se
pode mais conhecer quaes os verdadeiros Indios,
accresce que os que se reputam taes se ho qua-
si despojado do usu-fructo, que liobam as ditas
Ierras, procurando alguna emigrarem para ou-
tros lugares, como por exemplo para o riacho do
mallo, as proximidades da colonia de Pimenloi-
ras. N'estas circumstancias, e em vista do de-
creto de 2* de julho de 1845, tenho constante-
mente opinado pela conveniencia de se conside-
rar exmela aquella aldeia, e proceder-se me-
digao de seus terrenos, para effeito de serem el-
les vendidos ou aforados, como pertencentes ao
estado na forma das leis das trras dando-se
destino em ontrss aldeias aos Indios ou semi-In-
dios, que por ah vagam, como que sem ubi cer-
to ; e essegurando-se a posse daquelles, que por
ventura liverem alguma cultura e rancho pro-
prio. E ser este tambem o meio nico de diri-
mir as questoes que hoje se agitara entre es cha-
mados Indios, e os agricultores j possantes da
aldeia da Escsda.
Nao poderei informar acerca dos rendimsntos
desta aldeia, porque os seus directores me nao
ha o querido dar os esclarecimentos que tenho
pedido.
Afasia de Barreiros.
E situad* margem do rio Una, oa comarca
do Rio-Formoso ; dista do Recife 23 leguas.
Consla que fra habitada por 460 individuos,
que se diziam descendentea de Indios.
?9{* i 5 e9,a nss mesmas condiges da al-
deia da Escada. Os foreiros, que outr'osa paga-
vam foro, hoje declaram de sua propriedade os
terrenos que oceupam, Meando os poucos Indios,
que restara, acantoados n'uma porgao de terreno
muito insignificante, e de pesaima produego.
ao sei se esta aldeia tem director parcial: o que
me consta que existem diversas questoes pen-
dentes entre algn dos foreiros e os Indios,
tambem concedida igual porgao de
gos por elle prestados as guerras dos Palmares.
Aldeia de Cimbres.
Situada na serra de Urub oa comarca do Bre-
jo da Madre de Deus, 61 leguas da capital: era
habitada por 789 Indios, divididos em 238 fa-
milias.
Nao consta que'fossem medidas aas terrs do
seu patrimonio; mas, estendendo-se ellas at
s aguas de Ipojuca. deve ter tres leguas, pouco
mais ou menos, de derreno de ptima produe-
go, e mu proprio para ctiagao de gado. Urna
lula continuada existe entre estes Indios e a c-
mara municipal de Cimbres sobre limites, do que
por mais de urna vez tenho dado informages
esta presidencia.
Aldeia d'Aguas-Bellas.
Situadas na comarca de Garaohuns, margem
do rio Panema, 59 eguaa da capital. Sua po-
pulago compunha-se de 96 familias com 382
pessoas. Consla que as trras desta aldeia fo-
ram amigamente medidas; o que nao tem obsta-
do que os hroes procurem confundir os limi-
tes tragados para eslenderem as suas possesses
custa dos terrenos da aldeia, de modo que ser
hoje' difcil reconhecer os marcos da antiga me-
digo. Consta que estes Indios sao laboriosos,
e enlregam-se lavoura ; mas nao aei que lu-
cro auferem elles dos aforamentos feitos em suas
Ierras.
Aldeia do Brejo dos Padres.
Est situada na comarca de Tacarat. distante
do Recife 120 leleguas pouco mais ou menos.
Esta aldeia nao posse demarcac3o de seu terre-
no, era oceupada por 98 familias, lendo 290 In-
dios. Acbam-se ali estabelecldas varias enge-
nhocas e plantages ; urnas pertencentes aos In-
dios, outras particulares, que nada pagam de
foro. A posigo deste aldeiaroento excellente,
j pela sua produego, j pela sua salubridade.
Mdeia da Ascenso.
Na comarca de Bda-Vists, situada em urna
grande ilha oo rio de S. Francisco, distante da
capilall53 leguas ; contava 64 familias com 177
Indios. De urna informago que tive a honra de
dar um dos antecessores de V. Exc, se v que
a cmara municipal esl de posse de quasi lodos
os terrenos desla aldeia, que era de cinco leguas.
Os Indios que a habitam do-se pesca e pres-
tam-se como remadores.
Aldeia de Santa Maria.
Na comarca da Boa-Vista, situada em tres ilhas
do ro de S. Francisco 130 leguas da capital.
Nada se sabe deste aldeiamento.
Outro sim, o mesmo commandante desarmas
approvou o eogajamento que em data de hontem
contrahio o Sr. V cadete 2o sargento da coropa-
nhia fu de cavallaria desta provincia l"">nel
Jos de Oliveira, para servir por mais 6 anno.
com o premio de 4001000 rs. na forma do decre-
to e regulamenlo do Io de maio de 1858.
Assignado.Josi Antonio da Fonseca Galvo.
Conforme.4nonio Eneas Gustavo Galvo.
alteres ajudante de ordens interino do com-
mando.
18
ORDEM DO DIA N. 92.
O coronel commandante das armas faz publico,
para conhecimento da guarnicao a copia do aviso
circular de 5 do corrate, expedida pelo ministro
da guerra, no qual se declare o modo porque se
?^VDterprelar a disPs'5o facultativa do art.
25 re*ulmeQ, que taixou com o decreto
n. 2677 de 27 de oulubro do anno passado.
Copia.-Circular.1 secgo.Ministerio dos ne-
gocios da guerra.2" directora geral em 5 do
abril de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Podendo resultar da dispo-
sigo facultativa do art. 109 do regulamenlo ap-
provado por decreto n. 2677 de 27 de outubro-
de 1860. que sejam enviadas para esta corte pe-
las presidencias das provincias, as pragas de pret
de mo comportamenlo que existirem nos cor-
pos estacionados na mesma provincia, declaro
a V. Exc. aquella medida, relerindo-se mais
particularmente a qualquer official, cuja presen-
ga na provincia se torne inconveniente, nao de-
ve ter applicago s pragas de prel, seno quan-
do ellas se acharem nosse caso, o que raras ve-
zes poder acontecer, deveudo-se a respeito dos
de mo procedlmen'o preferir os meios ordina-
rios de correcgo a remessa para esla corte.
Dos guardo a V. ExcMrquez de Caxias.
Sr. presdante ds provincia de Pernambuco.__
Cumpra-se.Palacio do governo de Pernambu-
co 15 do abril de 1861. Joaquim Pires Machado
Portella.
Assignado.Jos Antonio da Fonseca Galvo.
Conforme----Antonio Eneas Gustavo Galvo,
Alferes ajudanle de ordens interino do com-
mando.
EXTERIOR.
Em parte nenhuma gosa a igreja catholica de
prorogalivas polticas, comparaveis aquellas de
ja essa, no entanto, lo longo de reunir todos os
Inglezes sob suas leis : nao ha um s lugar no
mundo, em que se possa censurar igreja roma-
na de possuir sem direito e sem motivos rendas
mmensas, como as possue a igreja anglicana na
catholica Irlanda.
, senao que os
Indios que a habilavam, perseguidos pelos seus i hereos, fugiram para o gentio, que dizem ain-':"
da existir na Serra-Negra.
Aldeia da Baixa-Verde.
Situada na comarca de Flores. Deste aldeia-
ment apenas consta a memoria.
Nao concluirei este artigo sem arriscar urna
proposigao que ojio julgo temeraria. j Entre muitos povos a igreja catholica a igreja
u decreto de 24 de julho de 1845, concebido da grande maioria, entre alguna da quasi totali-
com as mais pias intenges, nao me parece haver dado; mc^ira-se ella em parte alguma illogica-
produzdo os bens, que delles se esperava. O mante intolerante, como os protestantes na Sue-
facto e que actualmente vemos vegetar na igno- ca e em cerlos principados do norte da Allema-
rancia, no ocio, e quasi no gentilismo esses po- nha ? Na Kussia todos os povos sao para os or-
ates Indios, quem se enlregou '.apenas urna thodoxos; os catholicos sao opprimidos e muitas
porgo de Ierras ; e para que? Sem pastor espe- I ezes perseguidos. No Piemonie e nos paizes an-
cral, que dirija a sua consciencia ; sem meslre, nexados, onde al esles ltimos lempos a podu-
que Ibes ensiue as regras da vida social, sem ca- lagfio inleira pertencia igreja catholica. onde
pillo que os chsme disciplina, e ao trabalho anda hoje as seilas separadas contam um numero-
anas tao pouco atlractivo nos climas tropicaes, e 'o pequeoo de adeplos, quem goza de urna plena,
isto por uma-obrigago, e por um interesse per- .liberdade, quem soffre perseguico ?....
manenie. e nao por mera devogo e philantropia,' Entretanto, escutai; ouvis acaso do seio da
o que se poder esperar de tal gente, entregue imprensa, quer decididamente revolucionaria
si mesma em urna commnnho de madragana ? quer simplesmente liberal, erguer-se urna voz*
s directores geraes e parciaes nao podem ser que reclame em favor dos direitos evidentes d
esses homens, que eu julgo necessarios. Podem, igreja catholica tantas vezes desconhecidos ? Ella
com eueito, prestar alguns servigos aos Indios ; deixa a igreja auglicana gozar tranqulliamente da
e te-io-hao prestado ; mas sao servigos geraes, seus ttulos e de suas riquezas ; nada tem a dizer
occasionaes, passsageiros quasi de caridade; contra o carcter oppressor dessa mesma igreja
porque elles lm as suas oceupages pessoaes o na Irlanda ; nao seiocommoda com a intoleran-
domeslicas, que raras vezes podero preterir pa- cia allemo e suec ; dir-se-hia que ignora a con-
racuidarem no bem-estar quotidisno dos In- digo imposta tantos milhes de catholicos so-
dios. Depois que desappareceram das nossas bre os quaes pesa o sceplro do czar. O Piemonie
plagas os padres da companhia de Jess, creio merece toda a sua sympathia ; ella v3xmptomes
que ser mu raro encontrar quem tonha tanto de regenerago para Italia no esbulho das isreias
amor aos Iodios, que toque as rayas da abne- n suppresso das ordens religiosas, no encer-
gaa0- ramento e desterro dos sacerdotes e dos bispos.
rarece-me, porlanto, mais conveniente, que As vezes impellida pela imprensa catholica ar-
as aldeias existentes sejam fundidas em mui pou- nada da evidencia dos factos, a imprensa libe-
cas, para que possam estas ser bem providas de "1 e revolucionaria deixa escapar algumas pa-
elementos, que assegurem aos Indios urna edu- lavras de censura ; mas em breve reapparece o
cagao laboriosa, artstica e morigerada. Seria o silencio, nao todava sem ter devotamente affir-
modo de termos colonias nacionaes ; e de serem "do que a igreja catholica muilo mais culpa-
melnor aproveitados os terrenos das aldeias ex- da e a causa de todo o mal.
telas, com grande vanlagem para o estado. A igreja, dizem esses jornaes, riquissima doc
Serta tambem urna justa restiluigo, feita por toda a parte, e mesmo naquelles lugares onda
raaos generosas dos descendentes dos conquista- seus recursos sao mais restrictos e mais preca-
dores do noro mundo, que hoje se ufanara de ". onde urna legislago desconfiada e closa lera
possuir um grande imperio. multiplicado osembaragosde modo a encadeiare
Reparligaa especial das trras publicas, 20 de Palysar sua aego. Ataca-se seus dogmas, cen-
margo de 1861.
Jos Bento da Cunha e Figueiredo.
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel do eommando das ara
de Pernambuco, na cidade
ltecife, O de abril de 1861.
ORDEM DO DIA N. 91.
O coronel commandante das armas faz publi-
sura-se sua disciplina, procura-se esligmalisar
, seus ministros; criminam-se as instituiges, mas
. forgoso respeitar seus actos.
Para citar um facto nico, mas que pode as-
I semelhar-se muitos outros,que clamores nao
[ originou a concordata austraca ? Entretanto.
. de queso Irata?.... Um principe generoso e lea!
do fez cahir urna parte das cadeias, de que um pre-
decessor inhbil e caprichoso carregra a igreja,
e firmou-a na posse de urna parte de seus p>ms
sagrados direitos. Opprime elle por isso > ;.-
subditos catholicos, alias em to Iraca miouua
era seus estados vastos? De maneira nenhuma.
co para conhecimento da guarnigo o resultado Garanle-lhes libertades, de que os catholicos s-
frente foi, riam felizes de gozar to plenamente, nao digo
saude, nos na Suecia, na Russis, em cerlos principados do
da inspecgo de saude, que a 5 do correte foi! sm felizes de gozar
procedida pela commisso militar de
Srs. officiaes e pragas dos corpos abaixo mencio-
nados.
Companhia de artfices.
Soldado.Jos Baplisla do Nascimenlo.Moles-
lia.Nenhuma.Prompto para todo o servigo
do exercito.
Soldado.Trajano Victorino da Silva.Molestia.
Angeobucile.Incuravel.Incapaz do aer-
vigo activo do exercito. Esta praga esl oo
qnartel do 2 batalbao de infantera.
Anspegada. Joo Paulo de Araujo.Molestia.
organnica do corago. Incuravel. Incapaz
do servigo activo do exercito. Esla praga est
no quartel.
9 Batalbao de infanlaria.
Soldado.Frederico Carlos de Araujo. Moles-
tia, Defeito physico proveniente de fractura
da mandbula inferior, com perda de substan-
cia e de denles, trazendo difficuldade na mas-
tigago pela falta de relago das duas mand-
bulas. O mal irremediavel, e por isso o tor-
na incapaz do servigo activo do exercito. Esta
praga est no quartel.
10 Batalho de infanlaria.
lente.Joaquim Cardoso dos Santos. Moles-
lia. Bronchites chronica. Curavel em 30
das em qualquer parte.
2o sargento.Hermenegildo Henriques Teixei-
ra.MolestiaGastrite chronica.Incuravel.
Incapaz do servigo activo do exercito. Esta
praga est no quartel.
Recruta.-Jos Soares de Araujo.Molestia.
Ulcera proncaCuravel.Pode assentar pra-
ga no exercito. Dove ser tratado.
Pharmaceutico civil.Braz Marcellino do Sacra-
mento.Molestia.Nenhuma.Prompto para
todo servigo do exercito.
Os Srs. commandantes de corpos remelterio
esta secretaria militar a certidao de assenlamen-
tos dos pragas que fram julgadas iocapazes do
I terrena m.i ~ZY!> rTTT ,B,"', ""v"" "" "S9"i?o activo do exercilo, assim como faro re-
"V119 aM da ?ada, pela mesma caria re- colher ao hospital militar as que nc
gia, a q me reten, m rem.unerac.ao, dos setTi-igou a mesma commisso de Hade,
norte da Allemanha, mas na Prussia, nessa Prus-
sia liberal, onde formam um tergo da populago.
Ha emlim um facto, que deve ferir os olbos
menos ltenlos; desde que um governo moslra
tendencias verdaderamente catfaolieas e paree
disposto a reconhecer os direitos da igreja e a
cooceder-lbe a parte de iofleocia e autoridada
que Iho pertence, desde logo esse governo vic-
tima dos ataques da imprensa revolucionaria o
liberal, e dever precavar-se contra os tramas da
revolugao. Os obstculos se multiplicado sobra
seucaminho, todos os dias haver novas difflcul-
dades, a opioio ser incitada contra elle ; por
?"!f ?,ue elle raca> S9B>P "r* ml. Desgraga-
do delle se pensa em discutir com taes inimigos.
se tenia satisfaz-los : a apostasiaou a morte sao
os nicos meios de contenta-Ios.
Assim, os governos que em geral tem urna f>
bem fraca se deixam fcilmente levar pelo pensa-
mento de que as mximas da igreja e as mximas
da poltica sao duas cousss, que nao podem mar-
char juntas, e se concedem que a igrejas tem di-
reito e favor para as cousas eelestes, pretendis
que as eousas deste mundo sio sea domiuio ex-
clusivo.
Conservam, pois, a igreja affastada de tudo
quanto poderia fazer-lhe exercer nina influencia
seria sobre a marcha dos negocios; temem sem
pre que se ella nelles tocar, seja para embaragac
todo o progresso e absorver tudo em seu prove
lo, e_ pouco se lhes d de suas censuras e recla-
mages. Homens de curta vista, que despeito
de tantas experiencias nao veem ainda que ella
a arca nica, 4 cujo abrigo povos e governos
devem procurar um refugio contra as ondas des-
te mar de corrupgo, quo cresce sem easar.
inunda e submerge tudo.
Sem duvida pde-se dar mais de urna explica-
cao, quer dessa guerra sea tregua, que a revo-
lugao faz igreja, e oa qual ella tem tantas veze
Ipor cmplices aquellas mesmos, que teem um in-
teresse to grande em impedir-lhe os progresso.
quer destes reipeitos, que ella prodiga, ou qjae>


tURIO DI fERBUWUCO. c SEXTA FEHJLS6 01 ABB1L BB 1161,

JfciicWMeitos'riTeres: p4e-se dizer qde arevo-1 Its .como que Deus deixa* seu adversario
.e*s negago de todo o< djwrito, ei Umoi-< eMtcs* utotasetiotio ampio eeo funesto 7 Ah3
pheda torga bruta, actia-um ponto de apoio oas ; justiga. da la parte. X) excelso do orgulho devo
mHm separadas, eegicoee lamber o mais^-t ser pueido pelo'excesso da humhacio.-e aper-
nados direiros ; pode-ta" acresceotar que essas vidio a mera rereeohpsa justo castigo da re-
falaos igrej as, > existencia tfwmii w;1Wr
meato sai De'us, teem- necessidade dos' apoios
. 1MMM*. esaonaasalito testrsenos e das
lacree instrumento* de reinado.maia flerivsis e
saaisceramodos, do que jimars peder s-loa
igrato athoUpn, ese* hjrcja je*" o*oarda do di-
. ito,#rea igceja, que desligada dos reoorso ho-
aasoea vene* o colosso roaaaso, a eujoa funda-
aaeaiKrs-a'saentados pk teo aa Dan alio seai-
oherlQs -dos fragmentos e toa ruina* le todo o
psdter que o'uso atsca-lee quiz escravisa-ls.
Non, potm,.creaos qaa ss eataa razaa sao
erdtfdeiro, todava nioseo o principio primario
da solugo do problema. Pensamos que se se
- quizar ter a explicabas oestes Cactos to geraei,
sn cosaos dras, coevsa remontar maia cimas
invocar sera temor principios muilo esquecidirs,.
-'a sem os quaes impossivel ver claramente no
lundo da mor parte des questoes que se agitara.
Nao, homem nao feito smenle para possuir
esta trra, para gota-la e auferir delfa o melhor
partido possivel. O homem tem mais elevados
destinos, e por menor que seja o silencio que el-
le queira imporeo bamlhe das (estas s das ma-
chinas, elle ouve em breve no fondo de seu cora-
. $o uoia voz qse lhe diz pie a felicidade de um
ser que nao acaba nao poderia encectrar-se as
coasas que passam e que, amaobia tul vez orcoso
lhe ser derxar para sempre.
Digamo-lo, pois, o horzem feito pera Dsus,
Deus, seu principio e seu tira ; so Deus pode en-
her 38 capacidades de sua alma.
Ora, Deus quer dar-se ao homem de um modo
* -^erior tudo quanto a natureza poderia pre-
tender, e cora maioiia de razio obter por si mes-
ma. Mas Ueus leo sabio come bom ; se elle
quer o flm, quer tambem os meios : por conse-
guir! te preparou um todo de soccorros proporcio-
nados s necessidades impostas ao homem pela
necessidade e pelo dever de teoder um flm so-
brenatural ; e como a unidade c a condicgio da
ordem e a natureza da verdade, esse grande Deus
quiz que o mesmo corpo de pastores sob um cj= -
le nico e-soberano fosse encarregado de rege
eu rebiinho iel, e com a mesma doutrioa dlstrir
tiuir e ofterecer a cada um os mesmos soccorros.
Mas lano Deus quer o besa e a felicidade do
homem, quanto quer aya ruina e sua perda o ad-
versario de Deus, esso inimigo que desde sua
queda votou um odio implacevel ao Deus, que o
unio, e nao perdoou, nem perdoar nunca ao
omem escollado para oceupar o lugar que elle
perdeu e possuir os thrones que elle deixou-os
vastas.
tem o sel, alguns admirar-se-hao de vr-me
invocar urna tal causa, e crero respirar urna das
znais mephyticas exhalacoes da idade-mdia. Mas
passemos hoje sobre essas trevas, que nao impe-
dirn) os Thomaz de Aquino, os Boaveoturas e
tantos oulros, de ver ciar*mente, e talvez tanto
quanto muita gente assaz feliz, comludo para vi-
ver no meio das olluscantes luzes de nossosdiaa,
luzes verdaderamente maravilhosas, que tantas
vezes nao deixam ver ao homem nem sua origen),
sem seus destinos.
Quanto ao demonio, urna vez que forcoso
chama-lo pelo nome, nao concederemos que a
idade-mdia possa reivindica-lo com mais ttulos
do que nossos lempos de civilisaco e de progres-
so. Cerlamente, se Salan tivesse hoje na reali-
dade tao pouco imperio como alguns prcteadem,
encontraramos muilo menos incredulidadeem
sua existencia e em suaacco ; porquanlo fazer-
se negar para elle to vanlajoso quanlo ne-
cessaro para Deus ser conhecido : o bem tende
a manifeslar-se, o mal tem todo o inleresse em
disfargar-se.
O demonio, Salan, quer, pois, a perda do ho-
mem. Impedir que o homem chegue posse
dessa felicidade que lhe eslava reservada, e que
elle perdeu por seu orgulho, eis o flm supremo
de seus esforcos Tudo The bom para ter bom
resultado ; a as'ucia e a violencia, o mal, o pro-
prio bem, tudo elle sabe empregar ; seu genio
poderoso multiplica ascombioaedes e sabe do-
brar-se todas as exigencias ; elle sabe restrin-
gir ou desenvolver sua aegao, segundo as neces-
sidades e proposito dos lempos. Sea f reina,
lese oceulta, Qnge-se morto; reconhe:-lo-
hiam, e para elle ser reconhebido ser vencido.
Pelo contrario, sea f est fraca, se a increduli-
dade domina as almas, elle nao teme obrar, bem
cabe que o. m poder reconhec-lo. Ai forcas da natureza, os
poderes da materia erdo celebrados, o orgulho
pessoal ser exaltado, Deus e sui Providencia se-
rio tanto mais desprezados. Presentemente esta
Jei de todos os lempos recebe innmeras e pode-
rosas confirmacoes.
Ora, qual ser o objeclo principal dos ataques
desse infatigavel inimigo ? Ser a igreja, a igreja
que tem o encarga e o poder de guiar os horneas
& felicidade, a igreja que tem o deposito da ver-
dade e a administra^o dos meios de salvadlo.
Mas elle sabe que as massas teem necessidade
de urna religiao que thes fle mister um culto ;
poucos espiritos sao capazes do erro total. Por
aonseguinte poupa-se de envolver tudas aslgre-
jas, tudos os cultos em seu odio e de persegu-los
com seus ataques. Emfim, nao sao obra sua as
falsas igreja?, os cultos falsos? Pouco lhe im-
porta que as falsas igrejassejam por accidente um
meio de salvacao para alguns, elle como o
logo, ellas sao urna causa de ruina para um
tao grande numero 1
Assim, como hbil tctico, elle inspirar a seus
agentes de toda a condicao e de lolo o grao, mil
Tespeilos, mil deferencias por essas seitas des-
garradas ; perdoar-se-lhes-ha tudo, nao se nota-
rao nem seas excessos, nem suas inconsequen-
cias.
Quanto igreja catholica, pelo contrario, sa-
ber-se-ha encontrar queixas al em seus mais in-
contestaveis beneficios, e, se a obra escapa
critica, saber-se-ha tomar urna larga compensa-
do pelo lado das inlencdes.
Nao tememos reconhec-lo, nio tememos diz-
lo aioda, na inflaencia de Satn e dos nu-
merosos espiritos, que o reconhecem por chele;
em sua aeco que nos devemos procurar princi-
palmente a explicacao do espectculo que temos
sobos olhos.
A constancia, o todo dos ataques dirigidos con-
tra a verdade, o sacrificio dos mais evidentes n-
ter esses pelo triurrpho do mal, odesprezo di vi-
da do prximo e de sua propria vid, praticado
em urna escala to ampia, o odio immediato e
directo Deus e ludo que oceupa seu lugar e o
representa, nao eslao na natureza e poder do ho-
mem entregue si proprio. Os homens por si
mesmos nao podem ser to firmemente unidos no
erro, resistir lio constantemente ecom tanta uni-
formidade s mais claras luzes da evidencia, a-
bracar o mal com tanta forca e muitas vezes con-
tra lodo o inleresse actual; elles nao podem dee-
prezar to constantemente e sacrificar com tanto
sangue-frio a vida de seus semelhantes.
Sem duvida o-homem tem paixes, paixdes
vilenlas, paixoes capazes de todos os excessos ;
mas que diversidtde em suas paixes I queop-
posico 1
Como disciplina-las, excita-las, modera-lasa
proposito e faz-las leader um mesmo flm ? e
isto nao so entre alguns individuos escolhidos,
mas entre mullidoes e em mil lugares diversos ?
Como, entre estes horneas, cuja vida se passa a
conspirar, cujo elemento a rsvolta, como esta-
beleser urna obediencia, que nao discuta, urna
submissao que nao hesite, urna dedicacao que v
at a mmolaco ? Como concentrar todas essas
diversidades, essas opposicoes, e reduzi-as um
unidade ormidavel, q*e4 destruindo todos os pre-
textos postos em frente, segu por toda a parte e
sempre um mesmo flm, e muitas vezes em pre-
mio dos mais dolorosos sacrificios f
Nao duvidaraoa, devemos aqu reconbecer a
obra poderosa desses espiritos confirmados no
mal, cuja vida a mentira, que se aprazem oo
sangue ; desses espiritos, que seo vigor nativo e
sua experiencia, tao iotelligente e tao langa, pee
tambem em estada de comprehender e fazer va-
ler os diversos meios capazes de unir e se ligar
juntamente Isaas caracteres e ulereases lio op-
postos.
Ei-los os orgiaisadores funestos dessas socie-
dades, onde, eom urna constancia lio espantosa e
orna uauo-ao tsmivsl, conspira-ss eontr* tudo
que pode reverter en- gloria de Deus s na verds-
wri felicidade do homem. Macacos de Deus, s
copiando para ruina da homem o que Deui esta-
w^euf"Kawu Ml.'5*>. lies tesa sea ssesr-
QUilDt08 oa,en. Uivos de sua independeaeia
orgulboosde ana libardada, sao MoL/S
iros desses espiritas mo, t0 habis em impdr
ana influencia efaz-iasoffrer da mansira a mais
^complots aquelles mesmos polos quaes elle* f-
zem negar toa existencia I
ergonhpsa justo castigo
volta a mate criminosa. ?ovt s Rovernss, indi-
viduos ^sociedades retiraram-ae de Deus, saco-r
dirae sasvrago. rsMtarsm o guia ose ella
'---"- ,-r li, nfjfcpsias i is iiil tuialar
, Art.. 8.a O presidente da provinciaJogo que asa-
teja promptoelgam tomo (kfar imptimir a custs
dos cofres provioclsete spor des, exemajares
como- julgar melhor s convoniencUs. dr *ro-
rinflis. 3-^.
'< Art. A." ficam reoogedas as leis e dispoti-
e%es^^.rsawMa prostauM^aVde abril de
-r-
iI3.*! un til.
settsi
1fi61,-*taacisca Josa F
das conserenciaiv pata tonso daJHbusjaarqss M
GiUranaaAf-
d vaidade.
a qaizerasaV qns
m-samais sabios,
aasa fazers-osait
a asmar amamn-sa e^asamfs^laaaasBes^ samba-
ram darsaas adverlamcias,dtaprazscsm inispil
-------gf minas. ceesmraraaa-4be lasathil^sstrr
fa'llatssB dasua cesjaeira ;s entao, Deui7iaBrou-
se simplesmente cheiode respeilo por sua obra,
ella nio quiz. eacasaiar sssa- agais, niBirdsri
que renegava seu autor e seu restaurador, que
renegara sua masa'segaras garsotiao. l'o-
rem ao passo que Ueus se retirou. repellido pero legislatura acerca dessa
horneo, deisou o lugar llvre seu adrersaaio,
esse implacavel inimigo do homem eis ahi co-
mo esso espirito desatan desenvoheu-se etn um
gru, qus espanta, e que fas.com qae se indague
8e aioda pode haver urna restauracao da ordem
e do direito.
NSo julgamos esta restauracao impossrvet, p-
de-se at dizer em um certo sentido que ella
fcil, por quanto desde que as origerra e es prin-
cipios do mal sao coobeeises, faetl indicar o
remedios ; mas, para quem coohece a sluaco
actual dos espiritos, ella deve parecer bem dis-
tante, menos que Dens em sua misericordia
nao toque alguem com esses golpes brilhanies e
ter ri veis, que nio permiltem que sua aceao seja
desprezada, que esclarecem os olhos mais obs-
curecidos, e abalara os mais obstinados coraces
Com effeito, para escapar 4 esse imperio de-
sastroso do principe das trevasv, sera de mister
accekar plenamente o reinado de Deus ; seria
necessaria a bumilhaco dos coraces, a submis-
ss dos espiritos, o reconhecimento completo e
pralico da soberana de Deus; a acceitaco sem
reserva dos meios instituidos pora communicar
ao homem as luzes e as forcas, sem as quaes elle
nio poder nem escapar aos engaos desses es-
piritos ebeios de astucia, em resistir aos ata-
ques desses seres to fortes.
Seria pois necessaria urna simples e inteiraac-
ceitaco da direcao da igreja, e essa acceitacio
deveria ser to completa da parte dos governos
como da dos individuos. Por quanto se o poder
temporal dietinelo do poder espiritual, nao dei-
xa todava de estar com elle em rela;5es neces-
sarias.e sua natureza e flm lhe impe urna subor-
dinaco, do que elle nao poderia prescindir sem
seear para si as foetes da vida.
Cortamente, nada maisdislmclo do que a al-
ma e o corpo, no entanto que nada menos estra-
nho e deve ser intimamente unido. A alma,
verdade, conserva sua existencia, sus vida, suas
faculdades, anda mesmo quando separada ao cor-
po ; porm o que vem a ser esse corpo, separa-
do dessa alma que o rege e o conlem ?....
Abr esse tmulo de quatro dias, e vos o sabe-
reis: entretanto elle era o primor d'obra das
mos de Deus, e de todos os corpos o mais per-
feito e o mais bello.
De certo, nao procuramos diminuir a magesta-
de do poder temporal e suas legitimas grande-
zas; quem jamis o cercou jde mais respeilo do
que a igreja ? Porem ponde de parte o elemen-
to espiritual, o principio moral, o que que res-
la ? a forca bruta, e em breve a anarchia, o ca-
dver, a corrupeo. Ora, o que resta de verda-
deramente espiritual, de verdadeiramente moral,
entre 08 poderes que fazem abstraccao da igreja,
que rejeilam sua influencia, que prelendem ir ao
encontr de suas decisoes, eescipara autoridade
de seus julgameniosNada, nada : porque lodo
o acto moral essencialmente do dominio daquel-
la, que tem o encargo, o direito e o dever de in-
terpretar, de manler e de defender todo o direito
divino, quer positivo, quer natural.
To cegos quio culpados por conseguinte,
esses poderes se destruem por suas proprias
mos.E' possivel que o poder to inferior dos
governos temporaes seja respeilado onde fr
desprezado o poder tao superior do governo das
almas ?
Em face de urna tal situadlo parece-nos traca-
do o dever dos verdadeiros calholicos.
Elles devem, cada um segundo sua posico, ap-
plicsr-se a expargir as luzes, que o ensino da
igreja pe sua disposigao ; elles deTem con-
firmar suas licoes pelos exemplosOella, e reunin-
do-se em torno da igreja, sua mi, manifestar
sua dedicacao pela fidelidade de sua obediencia ;
emflm e principalmente devem recorrer prece,
devem orar ao Deus das misericordias que se
apiade de tantos pobres cegos, e que restrinja a
aeco desses espiritos de malicia, que zombam
to cruamenle desses infelizes desgarrados.
Blaviel, vig.-cer.
(Le MondeS. Filho.)
DIARIO DE PERNAMBUCO-
DepoaadsMsc sido ap&asa iao mi jslgado ob*-
F lia a pasto asa di:
da da caamMasia*gBfe(sli| w eivii orimia
m *ra*Bretonc tstMBao de netas de S
.BlllMI. ^B afKfBk (BflSJSj
OSr. OlUrana >-lr. nisiiiL.is.aavo
qaa a razio que aetaeu ee mes animo para as-
signar-me vencido na parecer da commissio
- tmi nrtfW$rf,-- iTirA prnaan^ p j^fo yfi
fooso Rigueira, foi a do que a maioria da commis-
sio opinoj para queso ouvisss a commissio de
pretenjo, enlendo eu,
A assembla provincial ouvio hontem os Srs.
Pereira de Brilo, Souza Reia e Lucena, acerca do
projecto de forca policial, fleando com a palavra
os Srs. Rufino de Almeida, Theodoro da Silva,
Feuelon, Gitirana e Loiz Felippe.
A ordem do dia de hoje : continuaco da an-
tecedente e mais primeira dos projectos os. 7, 12
e 13 do crreme anno.
Sr. presidenta, qse omito bem dirigida foi a pe-
lico deiJoao Alfooso commisso de jastiQa ci-
vil e criminal, e que ella podia entrar na apre-
ciado do que pretende esse peticionario, d pois
oppuz-ms i essa delonga, a essa declinato de
competencia, meamo porque se a pratica mostra
que esses negocios que dizem respeilo preten-
coei de escrivaes e tahrllies tenham sido sem-
pre mandados commissio de juslica civil e cri-
minal, ledavia acereseea-isso ma outra cir-
cunstancia e argumento em favor do meu pro-
cedimiento, e que tendode dbtribuir-se as com-
missoes desta assembla quaesquer pretenges
que venham casa, qualquer commissio s quem
for submeltido o conhecimento de qualquer re-
quetimento, habilitado i dar sobre elle o seu
parecer, por isso mesmo que o parecer da com-
misso nao induz ipto fado a decisio do objectt
que lhe submeltido, o que fica reservado a as-
sembla.
Por estas considerares entendi quo me devia
oppor i esse procedimento da commissio de jus-
tica civil e criminal que pertenco, e conservan-
do-rae firme nos meus principios de querer sem-
pre, como membro desta cisa, poupar-lhe tra-
balho e lempo, porquanto-a mim muito precio-
so, concluo remetiendo meta urna emenda ao
parecer da commissio.
Vai mesa, lida, apoiada e entra em discus-
s&o a seguate emenda :
E' de parecer que seja deferido o supplican-
te no que requer, para o quo se deve adoptar o
seguinte projecto :
Art nico. Os cargos de escrivio do crime,
ausentes, capellas e residuos ficam separados do
cargo de tabelliao de notas do termo de Seri-
nhem, que exercido por Joo Affonso Re-
gueira.S. R.Gitirana.
O Sr. Affonso de Albuiuerque pedindo o adia-
mento da discussao remelle a mesa o seguinte
requer melo :
Requeiro o attiamento por tres dias.Affon-
so de Albuquerque.
Apoiado entra em discussio.
Julia-se a materia discutida e posta a votos o
requerimenlo de adiamento approvado.
Entra em segunda dheussi o projecto n. 3
deste anno.
Art. Io A forfa policial para o anno fioan-
ceiro de 1861 1862 se compota de quinhentas
pracas. a
E' approvado sem debate.
Art. 2e O presidente da provincia organisa-
r e distribuir do seguinte modo:
Io Dividir a free-em duas secjes, sendo
a primeira, que se denominarurbanacom-
posta de 150 praess, e a segunda, que se deno-
minarvolantecomposta de 350 pracas.
) 2o A sec$ourbanaser armada e far-
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
SESSAO EM 24 DE ABRIL DE 1861.
i'mirfencia do Sr. bardo de Vera-Cruz.
( Conclu&ao.)
Foi lido o seguinte parecer:
A commissio de constituico e poderes a cu-
jo conhf cimento foi trazido o projecto de Ici de
lldejulho de 1858, que por inconstitucional,
deixou do ser sanecionado pela presidencia da
provincia, visto determinar seu art. 2o que o pro-
ducto das loteras concedidas ao convento de
Nossa Senhora do Carmo desta cidade, gozasse
da isengo do imposto geral oulorgado pela lei
geral n. 586 de 6 de setembro de 1850; de pa-
recer que seja mudiflcado nsquelle projecto,
adoptando-se o seu arl. Io e supprimindo-se o
sobredilo arl. 2o.
Opina assim a commissio, por que a disposi-
gao deste artigo ou interpretativa de urna lei
geral sobre imposlos geraes, ou diz respeilo a
sua execucio o pelo acto addicional as assem-
blas provinciaes nao tem competencia para
nenhuro desles dous casos.
Saladas commisses, 23de abril de 1861.
Luiz Felippe, Theodoro da Silva o Ignacio Leo.
O Sr. Presidente :Em 11 de junho de 1858
decrelou esta assembla o seguinte (lendo):
c Art. 1. O producto das loteras concedidas
ao convento de Nossi Senhora do Carmo desta
cidade pelas leis provinciaes n. 370 de 15 de
maio de 1855, e n. 402 de 6 do abril de 1857,
deveri ser applicado nio so para o concert do
convento, propriameote dito, como tambem para
reedificado das obras da igreja parte integrante
do respectivo convento.
Arl. 2. Estas loteras gozaro do indulto,
concedido pela lei geral n. 586 de 6 de setembro
de 1850.
Bem v a casa que o primeiro artigo podia esta
assembla decretar, mas nao podia decretar o 2o
que materia nicamente da attribuico da as-
sembla geral, em consequencia disto o presiden-
te da provincia nio sanecionou essa lei, e a ten-
do devolvido a assembla foi convenientemente
remettida commissio de constituico, qus deu
o parecer que ora esl submeltido a apreciaco
da assembla, e no qual propdem a commissio
que seja adoptado o primeiro artigo rogoitaodo-
se o segundo como inconstitucional; est pois o
parecer em discussio.
Julga-se a materia discutida e posto a vetos o
parecer approvado, seguindo-ae logo a votaco
do Io artigo do projecto quo igualmente appro-
vado teodo-se excluido o seguinte projecto :
a A assembla legislativa provincial de Per-
nambuco resolve:
Art. 1. Fica concedido desde j ao cidado
Antonio Joaquim de Mello o subsidio annual de
2:4001000, para continuar a adquirir documentos
e escrever sobre a provincia de Pernambuco,
como j o tem- feito com os (res tomos publica-
dos, sob o titulo de Biographias de alguns poe-
tas ehomeni illuitres da provincia de Pernam-
buco.
Arl. 2. Bate subsidio ser pago mensa-
mente, e ao mesmo tempo que se pagarem os or-
denados dos empregados provinciaes.
dada, de modo que mais conveniente fdr ao ser-
vico de ronias e vigilancia da cidade e seus su-
burbios, e ficar inteiramente disposico do
chefe de polica.
3o A seccao velanteser armada, como
o actualmente o corpo de polica, e conservar
i mesma orgsnisacao.
como fr mais conveniente, de modo que jamis
seja destacada.
5o A secQovolantefar o servigo dos
destacamentos.
6o A src;ourbanaformar tres com-
panhiascom tres sargentos cada urna, sujeitas
seceo volante.
E' lida, apoiada e entra em discussio urna
emenda dos Srs. Penna Jnior e Rufino de Al-
meida.
O Sr. Fenelon sustentou o projecto da com-
misso, manifestando-se contra a emenda.
OSr. Penna Jnior:Sr. presidente, como um
dos signatarios da emenda, que foi ofierecida ao
6o do artigo 2o do projecto que on se discute,
ped a palavra com o lim principal de sustenta-la
e de ver se consigo, que ella se livre das argui-
ces que lhe foram feitas pelo nobre deputado o
Sr. Dr. Fenelon, membro da commissio que for-
mulou o mesmo projecto. Antes porm Sr. pre-
sidente, de entrar na enunciaco dos dados que
me decediram a offerecer a emenda a esse 6
do artigo 2o do projecto, permita V. Exe. que
eu desea considerarles de outra especie, para as
quaes tendo sido provocado....
Um Sr. Deputado:Convidado.
O Sr. Penna Jnior:Aceito a correccio :
para as quaes tendo sido convidado e me pare-
ceodo que a occasiio mais propria para ellas se-
ria esta, protostei que nella o faria.
Quando Sr. presidente vinle e tantos diases-
ta respeitavl assembla se dignou e confirmar o
mandato que me foi conferido, dando-rae a hon-
ra de oceupar urna de suas cadeiras, fui surpre-
hendido por um convite directo e especial, que
rae dirigi o nobre deputado que se assenta em
frente a mim, o Sr. Dr. Brillo....
0 Sr. Presidente :O regiment prohibe pro-
nunciar-so na discussio o nomo dos depulados.
O Sr. Sebaslao Lacerda:Aponte se quizer
mas nao falle no nome.
0 Sr. Penna Jnior':0 que eu nio quiz foi
que o autor desse convite ficasse em duvida.
O Sr. Pereira de Brillo :Advertindo, que hei
de dansar conforme me tocarem. Se o nobre de-
putado tem calor, eu tenho tambem muito calor.
0 Sr. Penua Jnior:Eu serei um daquelles
que com o maior respeilo ecom a maior conside-
rado tratam ao nobre deputado, como tem sido
sempre tratado, na esperance de que serei retri-
buido nesse tratamento ; pelo que muito me ale-
gra o ter ouvido ao nobre deputado, que dansar
na razio que lhe tocarem.
O Sr. Presidente:O que est em discussio,
o artigo 2o do projecto com a emenda ; rogo
encarecidamente ao nobre deputado que faca ver-
sar a discussio sobre este ponto.
O Sr. Penna Jnior:V. Exc. v, que se tra-
ta da forga publica, em cuja discussio me parece
ter sido estylo da casa emittlrem-seconsideraces
em relaco 30 procedimento das autoridades po-
liciaes, para as quaes mais de urna vez fui con-
vidado.
O Sr. Souza Reis:Na primeira discussio.
O Sr. Penna Jnior:Sr. presidente, eu me
vejo em um verdadeiro embaraco : quando foi
submeltido a primeira discussio este projecto,
se me disse, que nessi discussio. nio se deven-
do tratar seno da ulilidade delle, eram intem-
pestivas, fora de proposito, as consideracGes ge-
raes acerca do procedimento das autoridades, qna
por mais de urna vez teem sido aqu convidadas
a defender-se; hoje que pens ser occasiio op-
porluna, que pens poder entrar nessa discussio,
diz-me o nobre deputado que se assenta minha
esquerda, que as minhas observarles deviam ter
sido feitas na primeira discussio I
Desconhecendo os estylos da casa, sou obri-
gado a acreditar, V. Exc. bem o v, as asse-
veraces que me fazem os nobres collegas ; en-
tretanto prometi a V. Exc. que nio eutrarei
nessas consideraces para que fui convidado sa-
nio no ponto em que ellas forem necessarias
para deduzir argumentos em prol da emenda que
assignei.
O.Sr. Presidente .-Esses que sao os eslylos.
O Sr. Penna Jnior:Dzia eu Sr. presidente,
que quando oceupei urna das cadeiras desta res-
peilavel assembla, o nobre deputado que se
assenta em frente a mim, pedindo casa infor-
maces a respeilo de um individuo que foi recru-
tsdo "palo Eiro. presidente da provincia, dirigi-
se especialmeate a mim, dizeodo, que me acha-
va muilo carregado, porque entenda o nobre
deputado que quando exerci o cargo de delegado
de polica do primeiro deslricto deste termo, co-
mo um dos sicarios que na phrase do nobre de-
putado tinham sido mandados para a eleicio da
Boa-Vista, tinbs[lomado urna parto directa na
fraude que naqaella aleicose commetteu....
0 Sr. Pereira de Brillo:O que ai pode
On Sr. deputado .Sao apoiada,
' 0 Sr. Pereira de Brillo :Apoiadjimo.
0 Sr. NasciaMotr> Portella :Parte na fraude ?
Sr. Pereicmda Brito :Parte na eleicio.
Sesea.Kais.:Isso outra cousa.
Se..PejiBa.Janior iSr. presidente, eu pro-
*''enligado, segundos estylos da casa,
> ravjaaa agostar da discussio senio nos pontos
ndTspensaveis s concluso
manda sjaAaattamsi ; poris^_________________
saguate-ves.nio saja interrompido pelo nobre de-
^do^,qma-gs>.aoha i minha rreotewdesde j vou-
1 ras^mmdendar na parte que ma. attribue nos
om oraottias na eleicio da. Boa-Vista, sr.
oto. Vstizmenle par da palavra para
m .resasitosai do nobre deputado ; par de
anas declaracoaa feitas nesla respeilavel assem-
bla, eu me posse authonsar, na palavra tambem
a mim valiosa o insuspeisav da um distincto
embeo do partido literal, o Sr: Dr. Aprigio Jua-
tiniadm da Silva Guimaraes, que como membro
da mesa cJeitoxai U Boa-vW, nao toviett,
fallan Jo com verada, com a alnceridade qua
lhe propria declarar, que as autoridades en-
carregadas de manler a ordem por occasiio do
processo eleitoral, nao intervieram directa ou
indirectamente as questoes politices que por
mais de urna vez allis esuscilaram e em muitas
das quaes o mesmo Sr. Dr. Aprigio Guimares
tomou parta.
Mi a minha palavra, Sr. presidente, que eu
quero fazer acreditar nesta assembla, a decla-
raco franca do Sr. Dr. Aprigio que eu apresento
considerarlo dos nobres depulados. Consinta
portante V. Exc. que eu me sirva do documento
que me outorgou o Sr. Dr. Aprigio Guimares
para convencer ao nobre deputado que se assenta
em face mim, de que o que ello disse, de que
suas increpaces a mim feitas, nio teem oulros
fundamentos, como nio liveram outros motivos,
senio a satisfaco do um desabafo, senio a sa-
tisfacao de urna vinganca contra urna autoridade
que nio qufz talver. proteger um triumpho eleito-
ral ; contra urna autoridade que nio quiz susten-
tado nesta ou naquella exigencia, e que todava
muitas vezes foi procurada pelo nobre deputado
como garanlidora de sua existencia.
O Sr. Pereira de Bnto :Mal eslava eu se'es-
perasse garantas de existencia do nobre deputa-
do I Devo essas garantas a minha pessoa e aos
meus amigos.
O Sr. Presidente:Pego ao nobre deputado
que se cinja discussio. *
O Sr. Ponna Jnior :Sr. presidente, V. Exc.
v que sio os apartes que me affaslam um pouco
do objecto da discussio.
O Sr. Pereira de rilo :Fique certo que eu
responderei conforme me parecer.
OSr. Penna Jnior:Dizia eu, que o nobre
deputado entao nio pensava, que a autoridade
encarregada da garanta da ordem, fosse instru-
mento e incapaz de dar-lhe garantasindtviduaes;
e tanto nio pensava assim, que o nobre deputado
peJiu forga e foi em commissio do partido a
cujos principios adhere, presidencia exigirrdo
com urna relagio na qual se achava nao s o
seu nome como o de muitos seus correligionarios
torca, e accreicenlando que todos elies tinham
sido apontados como victimas do assassinio mons-
truoso que se praticaria na eleigo.
O Sr. Pereira de Brito :Isso exacto, mas
pedir forca, nao.
0 Sr. Penna Jnior:Agora, Sr. presidente,
cumpiiodo a promessa que fiz de authenticar a
minha declaracio com a palavra insuspeita do
Sr. Dr. Aprigio, peco licenca casa para 1er urna
arta por mim dirigida ao mesmo Sr. Dr. Aprigio
e a resposta que elle se dignou dar-me.
Illm. Sr. Dr. Aprigio Justiniano da Silva Gui-
mares.Animado pela certeza que tenho do
amor que V. &. vola verdade, rogo-lhe que se
sirva de dizer-me ao p desta o seguinte :
Se por occasiio da eleico de juizes de paz,
a que se procedeu na freguezia da Boa-Vista, e
de cuja mesa fez V. S. parte, como membro res-
peilavel do partido liberal, notou V. S., que eu,
que como autoridade rae achava presente, tivesse
intervindo alguma vez, ou em algum dos dias,
nasdiscussoes de interesses politicos, que alli se
suscilaram, e em muitas das quaes V. S. tomou
parte.
Se durante todos os dias, era que foram fei-
los os trabalhos, daquella eleico, eu me conser-
veisempre no lugar, que urna vez toraava, ou se
o deixava algumas vezes, entrando ou sahindo,
para occorrer aos disturbios que dentro ou fra
da igreja, neste ou naquelle lugar, se Iravavam :
Finalmente se no dia em que leve lugar a
fraude commettida naquella eleicio, eu oceu-
pei sempre a cadeira collocada prxima da mesa,
ou se muitas vezes e a deixel, e isto se desde
comecados- os trabalhos. ou se no fim delles; e
bem assim se era algumas dessas vezes, conver-
sando com V. S. e outras pessoas, eu estive ou
nao fumando charutos ao lado do correlor da sa-
christia daquelle templo.
Certo de que V. S., por considerado alguma
se recusai a declaraco da verdade, de j me
apressoera agradecer-lhe este servlco, e pedindo
licenca para usar de sua resposta, como me con-
vier, me assigno de V. S. aliento obrigado e ve-
nerador e criado.
Recife.lOde abril de 1861.
Francisco Jos Martins Penna Jnior.
Respoadeu o Sr. Dr. Aprigio :
. Illm. Sr. Dr. Francisco Jos Martins Penna.
Ao primeiro ponto da carta de V. S., respondo:
Que nao observei, que V. S. tomasse parte as
discussoes polticas, que na eleicio se suscilaram.
Quanto ao segundo : Que V. S. nao costu-
mava a guardar lugar certo, e muitas vezes de-
sapparecia das proximidades da mesa, e al da
igreja.
Finalmente, quanto ao lerceiro : Que no dia
em que deu-se a fraude, V. S. oceupou pela pri-
meira vez urna cadeira entre mim e o juiz de paz.
Lembro-me, que V. S. levantou-se mais de urna
vez, sendo que ouvi V. S. dizen Jo, nao sei a quem,
que nio oceupasse a cadeira, pois dentro em pou-
co voltaria. O que certo que V. S. nao
eslava presente, quando a fraudo se deu, o que
foi pelo inlervallo por V. S. deixado enlre mim
e o juiz de paz, que Senna arrojou-se para inu-
lilisar a eleico. Quanto ao que V. S. fazia neste
ultimo da, quando deixava a mesa nada sei, pois
guardei o meu lugar desde o coraoco da apuraco
ale o momento em qua a fraude se"deu.
Pode V. S. fazer desta o uso que lhe convier.
Sua casa.11 de abril de 1861. De V. S.
collega amigo e obrigado. AprigibGoiraaraes
O Sr. Pereira de Brilo :Pela primeira vez ob-
serve o nobre deputado.
O Sr. Penna Jnior: verdade, foi a primei-
ra vez, nos outros dias ocenpava lugares diversos,
e sabe o nobre deputado que nao podia guardar
o lugar urna vez tomado.
O Sr. Theodoro Silva :E inacredilarel que o
nobre deputado fosse alli como autoridade garan-
tir a fraude. [Apoiados.)
O Sr. Pereira de Brilo :Se quer enlre na dis-
cussio.
O Sr. Penna Jnior:Sr. presidente, nao so-
mente por deferencia ao nobre deputado que ho-
je me aproveilo da occasiio para cumprir a minha
promessa feita ao nobre depntado, quando como
disse, oceupando pela primeira vez urna cadeira
nesta respeitavel assembla, foi por elle provo-
cado; senhor presidente, e principalmente
por deferencia opino publica petante a
qual a minha individualidade por muitas vezes
abslrahida da qualidade de autoridade, foi atada
um poste de cruxificacio ; senhor presiden-
te, por deferencia a opioiio publica, que ouvindo
meus detractores, em suas publicares anonymas,
vio igualmente que provocadas por mim, para
que apreaentassem os faotos que por ventura de-
sabonassem minha replselo, aulheotcando suas
arguices com seus nomes, elles detractores,
apezar de verem meu seaviteduas vezes firmado
com meu nome, aioda assim entenderam qne nao
ptssova elle de um convite anonymo. E' por tan-
to e principalmente pelo respeito que tributo
opioio publica, que hoje me prevaleco da occa-
sio para anda abrir: as feridas, que pelo nico
principio da calumnia, pelo nico e baixo espi-
rito de vinganca, abriram em mim essas coutinoa-
das detrataccoes a que, como disse, por mais de
urna vez fui exposto.
Eu conlinuarei na apreciaco da carta doSr. Dr.
Aprigio e conlinuarei um tempo apreciando o
fundamento das aecusagoes que me foram feitas
com relaco ao cargo, que exercia.
O Sr. Apriglu principia assim : (l)
Alm, senhor presidente, da carta do Sr. Apri-
gio, eu tenho outras respostas de pessoas para
mim de toda a consideraco e respeito, que con-
firma m a moderacio com qne eu me portei du-
rante todo o processo eleitoral da Boa-Vista ; e
se no nobre deputado nio descobrisse o grao de
suspeico a que se tem elevado, eu o ioterpella-
ria, pedir-lhe-hla urna declaraco, sincera, livre
dos interesses politicos que elle nutre, dizen-
do-se;se alguma ret vio que eu interviesse em
questoes polticas.
Entretanto, senhor presidente, poderia o no-
bre deputado tilrez dizer v6s siuUutavtis ot actos
da mesa, a mesa era de politica contrario, assim
pactuaveiscom ella.
O Sr.Pereira de Brillo :Havia outra autori-
dade superior li.
O Sr. Penna Jnnior :Eu eslava l na quajida
de de chefe de polica interino, porque infeliz
O Sr. Pereira da BriJto:E em que carcter
estova l o juiz rauniefcpal ?
0 Sr. Rufino de Almeida :-Com autoridad
criminal.
(Cruzam-sa outros apartes).
O Sr. Penna Jnior:As aecusaees sao todas
de igual oaiurcz*.?
O Sr. Presidenta;Nio duvido, mas nio Uso
que sti em diseassio.
OSb Peana Jnior:Eu entro Da discussio.
Nio sio, Sr. presidente, senio consideraces,
'* 1111 a djxam raspeili? maneirs por que as aulori-
.- dades sio aqu aecusadas.
Usa Sr. deaaads : lasa muUr, llfJHS
O Sr. presidente: Nao poseo msi CommoUr
qus a discussio coatiouenessa terreno.
O Sr. Peana Jueior: Cbsgando ao objecto
dadiscussas. Sr. presideete. vejo que o projecto
que ora se di sanie foi altanado no 6* do art. 2*
por orna orneada da qual sea um dos signata-
rios. Diz-seoessaemenda, que a seeco urbana
forma um* cosansahia cajos offleises
ssSir.hu oo^vo?^16' ^ -T^-inameadoToaSScl sSpVpo^docS
as aosiranir dos motivos polticos que nutre o a6 polica
L^d!PuUd^e0..con'idari-,he Pieria que 0 nobre autor do projecto, combatendo a
esclarecesse, se efTeclivamenle me vio alguma
ve* nlervir em questoes polilicas.
E' verdade que fazia respeitar as decisoes da
mesa, em cumprimento da lei, e porque na qua-
lidade de autoridade policial, como V. Exc. e to-
da casa sabe, devia fazer que ellas fossem
sempre obedecidas ; dest'arte e jamis pode-
ria isso autorisar alguem dizer que effcliva-
mente patrocinava aa autoridades, pactuavam
com essa mesa compartilhando de seu procedi-
mento poltico? Por ventora o nobre deputado
vio-me alguma vez emittiropiniio poltica?..
0 Sr. Pereira de Brito :Vio-rae alguma vez
desrespeitar as decicoes da mesa ?
OSr. Peona Jnior?Eu vi por mais de urna
vez u nobre deputado aos gritos dentro da i-
greja....
O Sr. Pereira de Brilo :Estou salisfei'.o.
OSr. Penna Jnior:....e lembro-me bem que
em urna das vezes em que o nobre deputado ex-
citara o povo a desrespeitar as decisoes da mesa
e s autoridades, o nobre deputado em vez de to-
mar parle no expectacnlo, que preparara com
suas excitaebes, vi digo, o nobre deputado tre-
pado sobre urna cadeira vendo impassivelo que
se passava....
O Sr. Pereira de Brito :Se eu exeitava o po-
vo admira que o nobre deputado nio cumprisse
com suas obrigaces.
O Sr. Penna Jnior:Foi desla forma, queeu
vi queno domingo 13 de fevereiro passido, por
occasiio de concluirem-se os Irabalhos da apu-
rajio e quando se conduzia a urna da meza para
ser depositada dentro do cofre que a devia guar-
dar, um individuo que perteocia ao partido do
nobre deputado, Umbelino de tal Farreira e que
se achava em estado de completa embriaguez,
por ser-lhe vedada a entrada na igreja, ati-
rar-se sobre a sentinella, arrancar-lhe a bayo-
neta, de cujo golpe esteve prestes a ser victima ;
quando felizmente aproximou-se o Dr. juiz mu-
nicipal da primeira vara que ordenou, du as pra-
cas de cavallariaque ali eslavam, que o prendes-
sem sendo isto bstanle Sr. presidente para o no-
bre deputado dizer que os soldados espalderavam
o povo, que as autoridades Dio linham outrofim
senSo provocar derramamenlo de sangue.
Entretanto Sr. presidente socegaram os ni-
mos e para oque muito concorrr nessa oca-
sio, e digo-o, nio na qualidade de autoridade,
mas na de amigo at daquelles que hoje sio meus
adversarios, procurando evitar maiores desas-
tres ; e antevendo mesmo que alguma vez a oppo-
sicio poderia dizer que as autoridades en:arre-
gadas de manler a ordem, promoviam a desor-
dem no collogio eleitoral.
Edepois levei minha condescendencia a ponto
de vestoriar ao proprio insultara as autoridades
e a forca publica, que todava era apresentado
pelo partido liberal como victima de espan-
camentos, desse deramamento de sangue que
disse o oobro deputado ter havidona Boa-Vista.
Vestoriado o homem, vestoria de que foram pe-
ritos dous mdicos tambem insuspeilos porque
eram e sao liberaes, segundo me foi dito, teve
em resultado, que o homem fugindo da per-
seguico que lhe faziam os soldados, dera urna
queda, na qual batendo com os peitos no chao
resultaram della algumas offensas, curaveis em
15 dias, avallado o damno causado em 508 ou
6l)j> reis.
Depois de tudo isto, como a quadre era de
eleicoes, como ludo eram preocupaedes eleito-
raes e politices, cm nome do partido liberal nio
s o nobre deputado como muitos oulros da mes-
ma poltica do nobre deputado, vieram-me pedir
a priso dos soldados que em cumprimento da
ordem recebida linham ido realisar a priso de
Umbelino.
O Sr. Pereira de Brito d um aparte.
O Sr. Penna Jnior:V. Exc, o Sr. Dr. Jos
dos Aojos, o Sr. Antonio de Vasconcellos Mene-
zes de Drummond e muitos oulros, a esses que
pedia ni a priso desses soldados, que dizia eu
vos que" claraaes pela execuci da lei, que-
ris que_ ella seja transgredida em vosso fa-
vor? Nio vedes que o crime affiaocavel, que
os soldados nio foram presos em flagrante, que
elles esli muito distantes do lugar do facto. para
que sejam agora presos como em flagrante ? Co-
mo queris que eu prenda esses soldados?
Accrescenta ainda isto, Sr. presidente, com re-
laQo semelhanle pedido que alienta a natureza
loda politica do facto argido aos soldados, eu ira
consultar o presidente da provincia a quem com-
municaria o occorrido e que conforme sua opiniio
eu procedera como a lei me autorisasse. Nio
salisfeiios com isto, do dia seguinte diziara-se,que
o delegado ostentava tanta immoralidade, zom-
bava lauto da lei, que tendo prendido um hornera
o vendo esse homem maltratado pela for^a pu-
blica, queresdo fazer garbo da immoralidade, nio
prendera os soldados que o tinham querido
prender.
O Sr. Pereira de Brilo :Porque nio respoodeu
a isso ? r
OSr. Penna Jnior:Eu nao respond a esses
que assim diziam, porque elles nio liveram a co-
ragem de sacudir mascara que os cobria discu-
tiodo com lealdade ; nao respond porque nao me
conveio descer a discussio com um lesta de ferro
com mero instrumento.
O Sr. Pereira de Brito :Chamasse-as res-
ponsabilidade que talvez a apresentasso algum lio
bem como o nobre deputado.
O Sr. Penna Jnior:Qual o prszer da vin-
ganca que eu tomasse tendo sido offendido por
um grande, e vendo ella recahir sobro um mise-
ravel que talvez para ganhar 20J tomara a pa-
ternidade dos escriptos ?
O Sr. Pereira de Brito :Quem sabe. Talvez
apparecasse algum digno do nobre deputado.
OSr. Penna Jnior:Felizmente o Diario
bastante lido e por ahi corre o meu convite ao
Sr. Dr. Feitosa, ou a qualquer dos seus redacores
a qualquerque estivesse as condiges de entrar
em discussio comigo e que honrando-me, leal-
mente exibisse as provas das arguices, que de-
sabonavam autoridade.
(Cruzam-se apartes.)
O Sr. Penna Jnior:Estavam seguros da
verdade dos fados, porque nio se apresentararo
publicamente? porque nio assignaram as suas
publicaces.
Entretanto, Sr. presidente, a despeito de tudo,
dizia o Liberal Pemambucanoo delegado de
polica foi comparsa na fraude, teve noticia della,
porque urnas vezes eslava sentado, outras sahia
dizia aiodao delegado comparsa de manejo
eleitoral, porque muitas vezes arregazara o ca-
bello com as mios, dando mostras de desespera-
gao pela perda da eleicio. As aecusagoes, Sr.
presidente, eram sempre desta natureza ; nem um
documento, nem um facto, nem urna causa, nem
um motivo serio que levasse a pensar que existia
esse accordo entre a autoridade e a mesa eleito-
ral para o veocimento da eleicio, eram todas as
aecusagoes semelhantes s que acabo de enu-
merar I
verdade, Sr. presidente, que por mais de
urna vez me levantei da cadeira que oceupava
prxima da mesa, mas a causa disto, Sr. presi-
dente, ser por ventora desconhecida a cada um
dos nobres depulados? Cada um dos nobres de-
pulados nio sabe, que urna autoridade nio pode
permanecer no mesmo lugar que urna vez oceu-
pa, por isso que tem obrigagao de occorrer s dif-
ferenles questoes que se agitam j dentro da
igreja, j na porta, j fra della ; que tem de
apresentar-se nos lugares em que se davam esses
conflictos, para preveni-los e providenciar, como
fosse mister; pelo que nao poderia oceupar sempre
o mesmo lugar ? E pelo facto de occorrer a esses
conflictos,de sahir para prevenir desordens. se
deve suppr que essa autoridade o fazia para dar
occasiio aque a fraude se commettesso?
O Sr. Presidente:Ora diga-me o nobre depu-
tado em sua consciencia, se estivesse nesta ca-
deira diria que isto convergente para a discus-
sio ? Eu sei que o nobre deputado foi sggredido
e que algum desabafo devia ter, mas rogo-lhe
que se restrinja o mais possivel materia, por
que assim a diseussio se descarreia completa-
mente.
O Sr. Pereira de Brito :Eu rejo tao. claramen-
te o fiad* discussio.
emenda disco, que nao baria necessidade de que
essa companhia tivesse urna organissclo pom-
posa de majores, capites. lenles e alferes,
sendo que bastar que ella fosse dirigida ou
commandada por umas pessoa, que ao mesmo
tempo, se encarregaase da sua direccao, disci-
plina e at economa, pelo que nao va ne-
cessidade de ofciaes proprio para essa com-
panhia e que por tanto parecia-lhe, que a idea
considerada no projecto devia ser recebida e nio
a que consigna a emenda.
Mas me parcee Sr. presidente, quo a idea
da emenda justamente aquella que se depre-
hende do 6o do arl. %" do projeclo, e que ella
se liga jusUmsots i da emenda.
O espirito do projecto que, o corno de poli-
ca se componha de urna parte volante que se
eocarreguedo servigo dos destacamentos e deh-
gencias fra da capital e urna parle urbana, des-
tinada positiva e especialmente para a polica
administrativa da cidade e seus suburbios.
O nobre deputado autor do projecto, ainda
aecrescentouo chefe de polica tem o direito de
empregar as deligeocias a forga de linha 0
que se a forga urbana nio destinada senio para
a polica da cidade e seus suburbios, nao va
necessidade de outra direegio que nio aquella
que comorehendesse urna s pessoa, com o nome
que se quizesse dar sendo todava esta a ideaSr.
presidente, a emenda de hontem nio exclae a
idea de ser a companhia dirigida por urna s
pessoa, a emenda nio quer urna organisagio
pomposa, nao quer dar forga urbana urna orga-
nisagio de luxo, nio quer com ella onerar os
cofres publico com a nomeagio de ofciaes, a
emenda o que quer que segundo a disposico
do 6o do art. 2" que consigna que essa forga
fique disposigao mmedieta do chefe de polica,
lenha elle urna garaotia de confianga as pessoas
que teem de dirigir essa forga.
Diz o nobre deputado que ser um elemento
de dosordem, que no corpo de polica najara
ofciaes de nomeagio por proposti do comman-
danle do corpo e oulros por proposta do chefe
de polica, sendo certo que estes ltimos por isso
que nio se acham em dependencia immediata do
commandaote do corpo, jamis lerio a subordi-
narlo e desciplina, ismais lhe testemunharo
aquelle respeito,que lhe votario aquelles que sio
nomeados por proposta sua.
Me parece Sr. presidente, que a consequencia
das nomeages serem feitas sob proposta do che-
fe de polica, nio sio o afrouxamento da descipli-
na, da obdiencl e do respeilo que os ofciaes
devem ter ao commandanle, porque se verdado
que a nomeagio ou deraissao do ofcial encafre-
gado de dirigir a polica urbana, nao feita sob
proposta do commandanle do corpo, nio me-
nos verdade, que elle tica sejeito desciplina ;
que elle tem de sujoitar-se s regras que o re-
gulamenlo eslabelece para todos os ofciaes.
Se por ventura prevalecesse essa razo.ella de-
vera prevalecer tambem a respeto de ontros
muitos funcionarios pblicos, que nem por serem
de nomeagio do presidente da provincia, deixam
de obedecer seus immediatos superiores ; se o
nico facto de nao ser a nomeagio feita sob pro-
posta do commandanle do corpo, bastante para
autorisar o desrespeito, digo eu, seriamos obri-
gados a convir que o mesmo facto se dara a
respeilo dos ofciaes nomeados sob proposta do
commandanle para com o chefe de polica, quan-
do alias tambem podem ser empregados por
elle como a polica urbana.
Sr. presidente dentro mesmo da cidade e seus
suburbios muitas veses appareco necessidade de
se fazerem deligencias s quaes tambem muitas
vezes as autoridades nio podem* comparecer, a
assim se o ofcial eucarregado da direccao da
polica urbana merecer inteira confianga do che-
fe, em algumas dessas deligencias que nio possa
comparecer a autoridade, serio os ofciaes en-
carregados dellas.
Dspensa-se assim a autoridade de desviar sua
attengio de servigos que por ventura importem.
maia ; se tem evitado o sacrificio de deixar tra-
balhos que podem reclamar toda a urgencia,
para se oceupar de outras, que se bem de im-
portancia, com ludo de menor urgencia.
Entretanto sendo a nomeagio do ofcial sob
proposta do commandanle do corpo, esto que
nio tem|deviver em contacto senio com seu com-
mandanle, nao offerece garanta de confianga ao
chefe de polica...
. Um Sr. deputado.Isso Dio prova a favor da
idee. Loto os ofciaes actuaes nio merecer
confianga ?
O Sr. Penna Jnior.Us actuaes ofciaes do
corpo, que nio vivem em immediatas relages
com o chefe de polica, que nio sio por elle co-
nhecidos, por ventura estario as condiegoes da-
quelles, a que conhecendo, proponha para serem
nomeados ? Nio certamente.
Um Sr. deputado : Isso prova de mais ; en-
tao sejam lodos os ofciaes da nomeagio do che-
fe de polica.
O Sr. Penna Jnior: Os ofciaes que tem da
ser empregados em destacamentos uom a forga
volante, nio.
Um Sr. deputaio: A confianga nio nasce da
proposta.
O Sr. Penna Jnior:Ao menos urna garan-
ta para o bom comprimenlo dos deveres ; o re-
ceto da demissio como que os obrigar a procu-
rar continuar a merecer confianga.
Depois, Sr. presidente, o projecto consigna a
idea de se dividir a secgio urbana em 3 secges
cada urna das quaes constar de 50 pracas, que
ser commandada por um ofcial inferior....
(Cruzam-se apartes.)
O Sr. Penna:Perdi, nio o mesmo. 0 sar-
geuto que vire em contacto com o soldado, que
mora com elle na mesma companhia, nao esl
as condigea de um ofcial que nio s pelo car-
go que exerce, como pelas garantas que lhe sio
outorgadas, inspira mais respeito ao soldado, a
assim entendo que essa divisio do companhia em
tres secges commandadas por sargentos, nao of-
ferece motivos para suppr-se que a desciplina
ser bem maolida...
O Sr. Fenelon :-Oh I senhor I.
O Sr. Penna Jnior:As aitribuigos se con-
fundirlo.
(Cruzam-se apartes.)
O Sr. Peona Jnior:Foi, Sr. presidente, por
forga destas coosiderages, por entender que um.
sargento por si nao pode dirigir o servigo de urna
companhia, foi considerando que o projeclo no
6 do art. 2 consignou especialmente a idea da
que a forga urbana esteja a cargo do chafo de po-
lica, e allendendo principalmente a que o chefe
de polica jamis poderia usar livremealo dessa
forga se por ventora nio tivesse urna garaotia da
confianga, de respeito que lhe votassem os of-
ciaes, que eu assignei a emenda, que me parece
se conformar com a idea do projeclo, afora as pe-
quenas differengas que mencionei.
O Sr. Pereira de Brito :(Nio devolyeu o seu
discurso.)
As 2 e meia da tarde, tendo-se dado urna dis-
cussio renhida entre dous Srs. depulados, o Sr.
presidente levanta a sessio.
Sessao em SS de abril de 1861.
Presidencia do Sr. Bardo dt Vera-Cruz.
Ao meio dia, feita a chamada, verifica-se ha-
ver numero legal de Srs. depulados.
Abre-se a sessio.
L-see approva-sea acta da antecedente.
Achando-se na ante-sala o Sr. Dr. Sycnpronio
Cesar de Oliveira Coutinho, inlroduzido com as
formalidades do estylo, presta juramento e toma
assento.
O Sr. 1* secretario d conla do seguinte
EXPEDIENTE.
Umoflido do secretario da presidencia remet-
iendo copia do contrato feito para a cooclusio da
obra do hospital Pedro II.A" quem fez a requi-
81S0e
Oolro do mesmo, remetiendo a tabella dos
emolumentos que devem ser cabrados as secre-
tarias da instruccio publica e do Gymnasio Pro-
vinetal.A' commissio de lagislacio.
Um reqoerimeato da Tome* Jet da Silva
uusmio, thesoureiro da thssouraria provincial,


=
rmuo o nwmw *mu *m m *mm\<
v
pedindo < reparasio de um acto menas justa que
sohrtHlo su, prsjsmcaodo o em mu intsres-
"t'doX" mSoM tt? Ifat**> U~
a, nadiado. hulos de transporte e da couiucio per roco de
ms de ferro, denle i rus de Imperador J
ApumuemA' WlMllda csaasreto, iadaa-
tria e arles.
* IMoTldlwdo dMsefo de deliberado e man-
dado laspcimir para facer parte! dea trabalhua da
asa o seguate projecto :
A assemWa teglaativa provincial do Teraam-
buco, resol? :
Art. 1. A cadeira de m a th emticas doGym-
masio Pernambucano dividjr-se-ha am dual.
5 nico. Na primeira cadeira ensinar-w-ha
nmethicae geornstota plsoa.i'ena seguoda geo-
metra soltda, algetra, e trignometria recte-
iinfa.
Art. 2. fice o presidente da provincia au-
domado 6 ornear o professor, que deve preen-
-cher una des cadetras, flcando a outra preenchida
nnlo actual.
Art. 3. Fioam revogadas as disposic5es em
contrario.
Paco da asserabla provincial de Pernambu-
so 15 de abril de 1801. Heurique Pereira de
Lucena.
E' lide e approvada a redacco do prajecto de
atura da cmara municipal de ffifi- Bella.
E' igualmente lida e entra em discasso a re-,
daeco do projeclo n. 34 de 1858, que crea em
todos os termos ds provincia lugares de Talla-
dores, etc. etc.
O Sr. Theodoro : Sr. presidente, parece-me
qae o_ projecto cuja redacgo ae acaba de ouvir
ler, nao est de conformidad com o vencido.
A miaba duvida nao respeito de segundo
artigo do projtcto, porquanto est rcdtgido con-
forme o venc Jo na nasa, o que nao acontece com
o art 1*. A casa ba de leeabrar-ee de que,quan-
do se tratava de discutir esse art. i*, ama emen-
da foi offerfcida pelo meu nebre collega o Sr.
Souza Reis, tambera assignsda por mim, e nella
determina va-se que acreaco dos lugares de par-
tidores, distribuidores e contadores, nao era ef-
fensiva aos direitos adquiridos pelos actuaes ser-
?onluarios ; e entretanto essa emenda nao foi
incluida na redacco do projeeio...
O Sr. Lucena : O nobre deputado est enga-
ado, a emenda versa sobre o art. 2.
O Sr. Theodoro :Nao, senhores; duas emen-
das foram offerecides, urna ao art. Io, oulra so
art. 2....
O Sr. Penelon :O que consta do original re-
sneltide commissio e o que se acha na redac-
co.
O Sr. Theodoro :Pode bem ser que houvesse
qualquer engao, quilquer falta da secretaria, e
sao inculpo a nobre coruinisso de redacco ; mas
o que certo e o que se pode verificar pela acta
respectiva, que duas emendas, como ha pouco
disse, foram oflerecidas aos artigos do projecto ;
bro essa omisso casa, e espero que a nobre
commi't'^le redacco aceite a emenda que tou
mandar a., esa.
Val mesa, llda, apoiada e en'.ra em discus-
o a*seguiole emenda :
Acresceate-se ao art. Iodepois da palavra
contadoro seuintesalvo o direilo adqueri-
do peles actuaes serventuarios. Theodoro da
Silva.
O Sr. Feneloo, como membro da commissio de
redacco, doclara que se nao foi incluida quando
e reJigio o projecto, a emenda, cuja omisso
apontou o antecedente orador, foi por nao constar
do autographo remettido pela secretara com-
misso.
Julgi-se a materia discutida, e a redacco foi
approvada conjunctamente com a emenda.
Slo lido* e approvados os seguintes requeri-
meotos:
t Requeiro que ao Exm. presidente da provin-
cia se pe;a que nos informe porque nao foi anda
levada a effeito a estrada de ierro eontratada eom
David William Bowinan, entre esta cidade e a de
Olinda, se as cendices que o mesmo Bowmao
se sugeitou pelo art. 7 do contrato, vigwam j e
desde quando.Souza Reis.
Requeiro que ao Eim. presidente da provin-
cia se pega copia da proposta da directora da
companhia de Beberibe, em virtude da qual foi a
mesma companhia autorisada pelo governo, por
portara de 16 de outubro de 1854, a construir
cesta cidade mais 15 cbafarizes, e bem assim que
se nos informe quantos chafarizes se tem cons-
truido oesta cidade depois dessa data. Souza
Beis.
Contina a 2" discusso, hootem interrumpi-
da, do art. 2e e aeus do projecto que Gxa a
-torca policial para o auno de 1862.
O Sr. Presidente:Tem a palavra o Sr. Brilo,
{Conlinuar-sc- ha.)
i REVISTA DIARIA.
Acha-se designado o dia 4 do futuro mez para
a inauguradlo do Cassino Militar Pernambucano.
Este acto solemnisado por um baile offereci-
do aos Exms. ministros da guerra e marinha, em
demonstrarlo publica do jubilo da respectiva so-
ciedade pela asceric.au dos dous generaes, que oc-
cupam essas pastas, do poder governalivo do es-
tado.
As cartas retrdalas na reparlico do cr-
relo, relativas ao raez do abril do anno (indo, de-
vem ser consumidas no dia 3 de maio vindouro,
segundo as disposicoes legaes que regem a ma-
teria.
A lista dessas cartas existe exposta sciencia
do publico na mesma reparticao.
Terminou-e o concurso, a que se procodia
na faculdafo do direito, para o preenchimenlo
da sub-lituic.au vaga, sendo approvado apenas o
opposilor Dr. Hanoel Moreira Guerra.
Sobre o estado da estrada do Cachang, re-
mettem-nos os seguintes linhas:
Sr. redactor da Revista. Sirva-se Vmc,
por meio de sua Revista, fazer constar, a quera
competir, que a estrada do Cachang acha-se
cheia de buracos e atoleiros desde as primeiras
chuvas de Janeiro, com grande daino dos carros
que por ella transitara, e que nenhum reparo tem
apparecido, nao obstante despenderem os cofres
1:000/ por mz com taes reparos.
O abandono do respectivo conservador tem
chegado ao ponto de faltar actualmente com urna
carrosa de areia, que liuha por costume deitar
urna vez por oulra all, parecend indicar isto
que muito cara a areia comprada pelo governo.
Pedem-no a publicacao do seguinte :
E' digno de apreciaos o e louvor o estado de
verdadeira bygieoe a que a companhia deillumi-
naco a gaz desta cidade reduzio os seus habi-
tantes, com especialidade os bem-aventurados da
ra Nora 1
Se o tal estado de coasas continuar, haver
sem duvida, abundancia de saude para o goso de
to afortunadas crealuras, restando ainda avul-
tadas sobras, que, em vez de ficarem por ahi
inutilisadas, podem mui bem ser exportadas para
aquellos lugares, que porventura se resentem da
falla desta mercadoria.
E' pena que ha mais lempo nao tivesse ap-
parecido to humanitaria companhia 1
O Sr. uprat remette-nos a continuaco
dos seus escriptos.
Ministerio da agricultura, commer
co c obras publicas.
II ARTIGO.
COMMERCIO.
Do recem creado ministe-
rio da agricultura cbmmer-
cio e obras publicas ha de
nascer a idade de ouro pa-
ra o Brasil.
A agricultura hade ser a
forga vital desle extenso e
esperanzoso imperio.
D.
Em nosso precedente artigo, publicado na
Revista Diaria de 19 do coTreote, tratamos assaz
largamente dos melhoramentoa rmteiiaes e mo-
raes. que o paiz lem direilo a espetar da pater-
nal aollicitude do governa de S. f. I. na parle
^ue toca a agricultura, principal ramo da admi-
nwtracao do ministro efleclivo da agricultura,
comniercio e-obras publicas; vamos agora con-
tarme o prometamos, tratar do segando ramo o
Com m relo.
a Se desdo a deseoberta dos seus portos ge-
neralidad* das nacoes do globo, o commercio do
Bcasil tem qnasi todo ardo feito pelos estrangei-
rosale hoje, nao urna raz&o para que de ora em
diaote o governo nao concorra com a sua valiosa
lalsrvoocao por meio de premios, subvenedes e
iseaedosde direitos, a mesmo cora direitos diUe-
iaes para a ereaeo do augmento da poeca
ao e pouco commercio nacional existente
nsda. Todos sabem fae os navita brasleiros sai
pregara, como os.pofrujue|ss, tripolares maio-
n$ do que os de qualquer outro paiz ; d'ahi pro-
alo mator, que imaassrbilUa es navios
aasailaijosde tomarem carga pelo mesmo preco
qoa os navios inglezes, francezes e outros do nef-
te da Europa.
Se o Brasil que Um direito de entrar no nume-
ro das naeoer da primeira ordem, eseoulro sin
qeer yiumeott oceupar o verdadeiro lugar que
lhecomptle no hemispbero sul da Amrica, de-
ve cuidar desde j em dar e sus aavegaca a
comanercio o desenvoivimento que lhes falte.
O nodo propoato nastas ukimos viata annos
de nacionaliaar e commercio nao podia alcaneat
os melhouraaotoi que cima aponamos ; visto
que elle consists nicamente em excluir os ea-
trangeires dar tojas armazans, isto em ex-
clu-los do negocio a retalho, .queso deveria ser
feito pelos Brasleiros.
Cremos pamente qae os que fallavam e si-
creviam ento naquelle sentido, nao linham ara-
tica nem conhecimento do commercio a retaiho,
dos djMgoelos, dos aborrecimeatoa a dos prejuios
que muitas vezes sobresahem nos estabelecimen-
tos a retalho; inveiavam-se os pouco* que pros-
peravam e nao se fazia meogo do grande nume-
ro daquelles que saecumbiam ou levaram usaa
existencia precaria. Tendo paasado toda a nos-
sa vida no commercio antes de vir ao Brasil,
desde ls34 que aqu residimos, haremos obser-
vado nao s neata cidade, como na da Baha e na
do Rio Janeiro, que de todos os commerciantes
das differentes nagdes existentes no Brasil os
Dais proprios para o commercio a retalho, e que
supportam com longanimidade as impertinencias
e as exigencias dos compradores neste paiz, eram
os Portuguezes : nem BrasUeiro, nem Francez,
nem nenhum nutro teria a paciencia necessaria
para este meio de negocio.
a Julgamoa ser ell a principal razo que le-
vou os Francezes a abandonaren pouco a pouco
as fojas da ra Nova, que n'outros lempos eram
oceupados quasi todas por elles, quando o sao bo-
je por Portuguezes e Brasleiros. O mesmo tero
acontecido na Baha e no Rio de Janeiro ; e se
ainda nessa capital ha algumas lojas francezas,
isto devido existencia all de moitos estrangei-
ros, assim como ao costume das seohoras irem
de da ou de noite effectuar. por si mesmas suas
compras, na ra do Ourdor. Sem embargo,
porii, na proporco da populajo da capital, o
numero das lojas francezas c muito pequeo com-
parativamente ao grande numero das lojas por-
tuguezas e brasileiras existentes no Rio de Ja-
neiro.
c A vista do que acabamos de expender, adia-
mos muito curial e muito justo o deixar-se a ca-
da um a liberdade de commerciar do modo que
melhor entender, e que suas posses e crdito Ihe
permittirem, seja nacional, seja estrangelro, logo
que se conformar-se com as leis e costumes do
paiz.
a O modo praticavel, e que nos julgamos me-
lhor para o andamento e crescimente do commer-
cio brasileo, consiste :
1 em o governo empregar todo oseu valio-
so e poderoso auxilio a favor da definbada e a tra-
zada agricultura, creando o mais breve possivol
escolas normaes ou institutos agrcolas no Rio de
Janeiro, Bahia e Peroambuco, conforme o plano
detalhado em nosso art. 2 (agricultura) publicado
na Revista Diaria de 3 do correte ; de uaneira
que assim, no ira de poucos annos, o augmento
consideravel dos productos agrcolas vira succes-
sivamente augmentar o alimento do commercio
nacional;
Segundo, em que as casas nacionaes, que car-
regarem para outros porlosdo imperio para por-
tos eslrangeiros gneros nacionaes em navios bra-
sleiros, sejam exemptas de pagar direitos de ex-
portarlo ;
Terceiro, em que os negociantes nacionaos.
que carregarem e mandarem navios brasleiros
paizes eslrangeiros e no regresso tragam gneros
e merca dorias estrangeiras, por sua propria coa-
la, gozem as alfandegas do imperio de um di-
reito diferencial de 10, 15 e 20 ou mais por cento
de menos do que pagam essas fazendas importa-
das em navios eslrangeiros. Se por exemplo um
despacho de varios volumes de fazendas e gene-
ros eslrangeiros eleva-se conforme a tarifa uro
total de 1:0009000 ; as mesmas fazendas vindas
em navio brasileiro negociante brasileiro, aba-
tido o direito diferencial de 10 por cento sobra
1:OOOJ>000, o que vem a ser iOOJOOO, o negocian- ,
te nacional ter a pagar 900^000 ; do mesmo mo- le,a-
do praticar-se-ha para as dillerengas de 15 a 20 !. Appeanle,
por cento
Quarto, em deverem gozar os navios braslei-
ros do cabolagem ou de longo curso do abalimen
te pelo menos de metade dos direitos de ancora-
gem, pagos pelos navios eslrangeiros ;
Quinto, em havorem do governo os navios.bra-
sileiros, que navegaren! ao sul do cabo Horn, as-
sim como os qae forera destinados para os portns
da Europa, na sua volta um premio ou subvengo
de por tonelada ;
Sexto, em perceber igualmente o dono do na-
vio brasileiro de longo curso um premio de....
por marinheiro nacional, excedendo a metade da
tripolacao ou o numero mnimo exigido pela lei.
O governo dever provocar a creacao da
grande pesca as costas do littoral, pagando ao
dono do barco na valla da mesma, em premio
de.... por homem pescador, trpolando o barco
de pesca quando este (rouxer um numero de___
quintaes ou arrobas de peixe, conforme a lotacao
do barco.
Tanto os marinheiros dos barcos de pesca,
como os dos navios de cabotagem, formar&o um
corpo de reserva de grande utilidade, que servir
como que de um viveiro de excellentes marinhei-
ros para a marinha mercante e para a de guerra.
Estes marinheiros deverao ser classiucados,
como se usa em Franca, e estar s ordens do go-
verno sempre que forem precisos para tripolar os
navios de guerra.
O Ilustrado governo de Sua Magestade Im-
perial tendo instituido as capitaes das principaes
provincias escolas gratuitas do primero e segun-
do grao, c mesmo institutos commerciaes onde a
mocidade brasileira tem a foculdade de frequentar
os cursos e habilitar-se as linguas franceza, in-
gleza e allema, com o conhecimento e pratica
das quaes os jovens brasleiros que se destinarem
ao commercio (carao habilitados serem admit-
lidos, e mesmo procurados, como caixeiros s ca-
sas estrangeiros e ganharem muito bons orde-
nados.
Se at esta data os negociantes estrangeiros
mandavam sempre vir de sem paizes caixeiros
para suas casas, era pela razao de nao acharem
no Brasil caixeiros que soubessem linguas estran-
geiras, e tivessem as habilitares e pratica com-
mercial exigivel deumeaixeiro que pretende o
grande ordenado, que ellas costumam dar um
bom caixeiro de suas nacoes.
At agora pde-se dlzer que o'caixeiro bra-
sileiro n procurava estudar ling'ua estrangeira
alguma, portanlo a sua posicao fleava muilo su-
balterna e nao podia esperar obter ordenados
maiores de 400 6O00O0, no entretanto que os
que sabem fallar e escrever inglez e francez ob-
ten ordenados de 1:500 3:0008000 por anno.
commercio e njvegaeo nacional, muitos caixei-
ros de primeira ordem, depois de ter praticado
um ceito numero de annos as casas estrangeiras
ou nacionaes, ficarao habilitados tornar-se pa-
tres, sendo admittidos como socios as mesmas
casas onde serviram, ou formando casas suas.
Estes factos cada vez se mulliplicaro mais
se o governo ajudar a nacionahsar o commercio
pelos modos quesebamos de indicar-lhe, e que
julgamos os mais curiaes para conserrar a esle
ramo de industria a maior e a mais completa li-
berdado deaecio, sera a qual nao poderia attiogr
o grande augmento que em poneos annos o des-
envolvimenlo da agricultura aperfeicoada pro-
porcionar ao commercio nacional e estrangeiro.
F. M. uprat.
< Poco 21 de abril de 1861.
Foram reeolhidos casa da detenco nos
das 23 e 24 do eorreole, 7 homens e urna mti-
lher, sendo 4 livres e 4 escravos ; a ordem do
Dr. chefe de polica 3, inclusive o africano Jos,
escravo do Dr. Antonio Ignacio de Souza Leo;
a ordem do juz muuicipal da Ia rara 2, a ordem
do subdelegado de Santo Antonio 2 que sao :
Ivo, eseravo do capito Augusto de tal e Hara es-
crava de Mara da Coneeicio; a ordem do da
Boa-Vista 1, que o africano Antonio, escravo
de Antonio de taL
0 patacho brasileiro S. Jeaneiro, sabido
para o Rio de Janeiro, coqduzio a seu bordo os
passageiros aeguinlefi :
Late Leerenco Tarros e 9 escravos a entregar.
MATADOURO MIBUCO :
MeUrara-ae no dia 25 do correte para o con-
sumo desta cidade 55 rezea.
CHRORttAJUDlttMM.
TBIBUIIJIL DI RCUCIO.
SESSAO EM 23 DE ABRIL DE 1861.
raisiDEHcu ao a. a; coksklhiiro srbxlbto
. OKLBiO.
As 10 horas da manha, achando-se presan-
tes os Srs. desembaugadores Cela no Saatiago,
Silreira, Gitrana, Bastes deOliveira, Uareaco
Matiego, Silva Gomes e Costa aloita, faltando o
r. dessmbergadpr Guerra, procurador decoros,
foi aberta a sesao.
Passsdos os feitos e entregues os distribui-
dos, procedeu-se aos seguintes
JULGAMCNTOS
AOOHV DE FET1IJ0.
Aggravante, Luis Francisco Barbslhe; aggra-
vado, o juizo.
Relatero Sr. deserabargador SiVveirs.
Sorteados os Srs. desemb^rgadores Louren-
co Santiago, a Ctiraaa.
Negaram provimento.
Aggravante, Manoel Lopes da Silva ; sggrave-
da, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Gitrana.
Sorteados os Srs. desembargadoces Silva Go-
mes e Lmenos Santiago.
Dera.ni prorimenlo.
Aggravaate, a irraandade do Senhor Bom Jess
das Portas ; aggravado, o juito.
Relator o Sr. desembargador Silva Gomas.
Sorteados os Srs. desembargadores Lourenco
Santiago e Gitrana.
Negaram provimento.
RECURSOS CRIMF.S.
Recerrente, LourenQo de Preitas Guimares ;!
recorrido, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Silva Gomas.
Sortoados os Srs. desembargadores Sllveira,
Lourenco Santiago e Bastos de Oliveira.
Improcedente.
Recurrentes, Jorge Francisco da Souza e ou-
tros ; recorrido, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Motta.
Sorteados os Srs. desembargadores Silva Go-
mes, Silveira e Bastos de Oliveira.
Deu-se provimento.
APPELLACOES eiUMES.
Appellante, o juizo ; appellado, o coronel Jos
Severo Granja e outros.
Aonullou-se o procesan.
Appellante, Ignacio Jo& Joaqun ; appellado,
o juizo.
Improcedente.
Appellante, Palalioo Augusto Barbalho Uchda;
appellado, o juizo.
A novo jury.
Appellante, o promotor; appellado, Francisco
Antonio das Cbagas.
Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Hanoel
Vieira.
Improcedente.
APPELLACOES CITIS.
Appellante, Joaquim Manoel do Reg Barreto;
appellados, Paulo Pereira Simes.
Desprezaram-se os embargos.
Appellant'', Guilhermina Cordeiro da Silva ;
appellado, Antonio Jos Hachado.
Reformada a sentenca.
Apsellante, Hanoel Jeronrmo Barreiros Ran-
gel ; appellados, Andr Dias de Araujo.
Com vista ao Sr. Dr. curador geral
HABEAS-CORPCS.
Negou-se a soltura pedida em habeas-corpus
por Silvestre Francisco Lourenco.
Concedeu-se a soltura pedida por Lourenco Ca
lisio de Souza, em habeas-corpus.
Negou-se soltura que pedio Joaquim Fernn-
desde Azevedo, em habeas-corpus.
DESIGSAC.XO DE DIA.
Assignou-se dia para julgamcnto das seguintes
appellaccs crimes:
Appcflanle, o juizo : appellado, Manoel Joa-
quim.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos, es-
cravo
Appellante, o juizo ; appellado, Leo Papa de
Santiago.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco Ma-
noel Coelho
Appellante, o juizo ; appellado, Gonzalo Men-
dos da Silva.
Appellaule, o juizo ; appellado, Harcolino Vil-
SrraOm Pereira Baptista ; appel-
dado para julgar siguas feitos, e os Srs. desem-
bargsdores ViBarega Iva Guin*>es, eossa-
n horca deputgt1)>l||sg>,.. Xamas, fastos e Sll-
veira.
Lida, fei approvada a acta da aeaaao da 18 do
samte.
SASSACE!S.
Appellante, Salustiano Augosto Pimenta de
Souza Peres ; appellado. e padra Jos Leito Pi-
la Ortigueira e o herdeiro de Joo Leite Pitia
Orgueira.
Do Sr. desembargador Silva Guimsraes ao Sr.
desembargador Silva Gomes por impedimento do
Sr desembargador Villares.
Appellante; Joo Antonio Gomes Guimares ;
appellado, Hanoel Sss Goncalves Braga.
Do Sr. desembargador iva Guimares ao Sr.
desembargador Villero.
Appellante, Claudino Benicio Hachado ; ap-
pellados, Mililaa Borges Uchda e outros.
vo Sr. desembargador Villares ao Sr. desem-
bargader Silva Guimares.
Appellante, Lua Rodrigues Samico ; appella-
kr,noel Prancico da Silva Albane.
Da Sr. desembargador Villares ae Sr. desem-
bargador Silva Gomes, por impedimento de Sr.
desembargador Silva Guimares.
DI9TRIBUICES.
Appellante, o bacharel Antonio de Vascooeello*
Menezes de Drummond; sppelldos, os herdeiros
de Joo Henriques da Silva.
Ao Sr. desembargador Villares
Appeilanto, Augusto Muniz Machado ; appel-
lado, Andr de Abreu Porto.
Ao Sr. desembargador Silva Guimares.
DILIGENCIAS.
Appellante, Francisco Jos da Silva Harieira ;
appellados, Tassoi Irmos, curadores scaes ds
massa fallida de Novaes 4 Companhia.
Vista as partes.
Appellante, Bento Jos da Costa ; appellados,
os administradores da massa fallida de Andrade
4 Leal.
Vista as partes.
AGGRAVO.
Aggravante, aviara de Antonio Laiz Vieira,
D._ Senhorinhs Francisca Vieira ; aggravado,
Joo Pinto Regs de Souza.
Nao tere provimento.
ap-
Conimunieados.
lado, o juizo
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Fran
cisco Pereira Jnior.
Appellantes, Bento Jos Correia e outros
pellado, o juizo.
DILIGENCIAS CHIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellacoes crimes :
Appellante, Jos francisco Nunes ; appellado,
Alvaro Jorge Loureiro.
Appellaole, Jos Luiz Gallot ; appellado,
juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Vc-
tor de S Barreto.
DISTRIBUICES.
Ao Sr. deserabargador Caetano Santiago, o
recurso crime :
Recrreme, o juizo commercial ; recorrido, Mi-
guel Gomes da Silva e Joaquim Alves Barbosa.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, as
appellagdes civeis :
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Bro-
chado Soares Guimares.
As appellacoes crimes :
Appellante, Thereza Hara de Barros ; appella-
do, Franc seo Xavier Falco.
Ao Sr. desembargador Costa Molla, as appella-
des civeis :
Appellante, Manoel Jaciotho Pereira e outros
appellado, Leopoldo do Reg Barros.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, as appel-
lacoes crimes :
Appellante, D. Mara Teixeira da Silva ; appel-
lado, Joaquim Jos de Brilo.
As 2>j horas encerrou-se a sesso.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 25 DE ABRIL
DE 1861.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
F. A. DE SOUZA.
s 10 horas da manha, reunidos os Srs. depu-
tados Reg, Basto, Lemos eSilveirs, o Sr. presi-
dente declarou aberta a sesso.
Foi lida e approvada a acta da antecedente.
DESPACHOS.
Um requermento de Joaquim Ferreira de
Araujo Guimares, pedindo o registro da procu-
rado que ajunta.Como requer.
Outro de Joo Quirino de Aguilar, pedindo o
registro da procurarlo que ajunta. O mesmo
despacho.
Outro de Hanoel do Amparo Caj e Manoel do
Nasciraenlo Vianna, pedindo o registro do seu
distrato social.Vista ao senhor desembargador
fiscal.
Outro de Sacavem Barbosa & Companhia, o
Joaquim Jos da Silva, satisfazendo o despacho
de 4 de margo, adra de ser registrado seu con-
trato de sociedad?.O mesmo despacho.
Outro de Hara Florinda de Castro Carricn, por
seu procurador, recolheudo a carta de registro do
brigue Sagitario que se perdeu na costa de Ma-
cei, e que se fagam a respeito as competentes
annotacoes ; bem como a respeito da barca Jleci-
fe, que vendeu a Hanoel Gongalves da Silva, o
qual j recolheo a respectiva carta como lh fura
exigido.O mesmo despacho.
Outro de Epiphaoio de Souia Leao e Agosfinho
Ferreira Jnior, pedindo registrar seu contrato
de sociedade.O mesmo despacho.
Outro de Gabriel Alcides Raposo da Cmara,
pedindo o registro de urna procuraco que ajun-
ta.Registre-se.
Outro de Francisco Alves de Moraes Pires, pe-
diodo patente de administrador dearmazemde
deposito.Satisfaga o parecer fiscal.
Outro de Roben Singlehurst e outros, pedindo
o registro de seu contrato social.Determinen! a
quota, parle.com que cada socio entra para o ca-
pital da sociedade. r
Oiilro de Deoker & Barroso, pedindo o regis-
tro do seu contrato social. Como requerem.
Outro de F.'Souvage 4 Companhia, pedindo o
registro de sea contrato social.Vista ao senhor
desembargador fiscal.
Nada mais houve.
SESSAO JUD1CIARIA EH 25 DE ABRIL.
rRESIDENCIA DO SU. SR. DESEMBARGADOS
SOUZA.
Secretario, Julio Guimares.
A meia hora depois do melo-dia, o Exm. Sr.
presidente abri a sesso, acbando-se presentes
o Sr. desembargador Silva Gomes, que foi conti-
Theatro.
Julgavamos que o Sr. W convensdo de que
com os seus escriptos virulentos, nao tirara a
companhia Germano o prestigio e o bom acolhi-
ment'> que aqu tem ldo, tratara de recolher-se
ao silencio, nao porque as nossas patarras tives-
sem o podei de faze-lo calar, ms porque, mo
grado as suas criticas, o publico nao trepida em
applaudir o genio, e mesmo porque ha occasides
em que para maior realoe do talento necessa-
rio que a raediocridade se procure exaltar.
Mas assim nao aconteceu.
Quando peonas mais bem aparadas que a nos-
sa, se oceuparam do Mosteiro de Sant lago, e
nada acharam que merecesso censura, a lem de
urna ou outra personagem mais frouxa no des-
empenho de papis secundarios.o Sr. Weurgindo
como qoe por encanto, das ruiaas de alguma em-
preza malograda, eucuntrou a la encamada, a
cruz mal collocada e at a loa remendada 1
Na verdide 1 preciso muita perspicacia, mui-
to conhecimento artstico para nao deixar esca-
par faltas to comesnhas.
O Sr. W diz que infelizmente as classes arts-
ticas esto ainda collocadas nos embridas das
trevas, porque, quando a crtica apparece re-
cetada coin estupidez I Oh cortamente nao
esperramos que o Sr. W dsse to deoressa um
desmentido a si mesmo 1
S apenas agora que o Sr. W p5de aquillatar
todo o desprezo com que entre nos se tratam as
classes artsticas, nos d ha muito que o senti-
mos, e nao ha ainda muito tempo que o Sr. W
poreste mesmo Diario provou ser um desses
donos da Ierra que despreza o artista,- s porque
o hornera que trabalha, e trabslha ao para si
mas para os seus, que mais directamente concor-
re para a civiliaco e o progresso de seu paiz,
o artista, e o artista nao tem o sangos azuL
Esquece se o Sr. W de com o maior cynismo
ler dito por esle Diarto que nao entretinhs, nem
quera entreter relaces com cmicos I
Pois essas palavras, que parecen) ter sihido da
bocea de algum potentado, mas que, taires per-
tengam algum apologista de um ou outro actor
nao contralado, esto ainda bem patentes ao pu-
blico desta capital.
Concordamos com oSr. Wque a crtici ne-
cessaria, que um incentivo para maior aperei-
Qoameuto do trabalho ; mas fallamos da critica
merecida, e nao di despertada por baixezas e
ambigoes.
Por mais de urna vez diz o Sr. W que as nossas
respostas lem silo estupidas, que protesta nao
responder etc. etc.
Agora, pergantaremos ao Sr. W, se quando
pela primeira vez nos oceupemos da empreza
Germano, usemos se quer de urna pahvra que o
podesse molestar ; quem foi que primeramente
se lembrou dos regabotesda Siberiae da Guayan-
na franceza?
Seriamos nos?
Se os nossos escriptos at hoje merecem o tra-
tamento que lhes do Sr. W, nao sabemos on-
de encontrar um nome apropriado aos do Sr. W.
Nao nos occuoareraos agora do Mosteiro de
Sant lago, nem do Sr. Germano; para confundir
nessa parte aoSr. W, nao mister mais do que
appellar para os dous communicados dos Sr.
A.* e Inosseb, ou antes para os espectadores do
Mosteiro de Sant lago, que por certo dirao com-
nosco, que o Sr. W, nao passa de alguma mani-
vela movida para fins particulares.
Relribniade, como nos cumpre, ao Sr. w o
bello Iralameoto que nos leu, esperamos que
quando liver de censurar esta ou aquella parte
mal interpetrada de algum estapeclaculo, seja
mais positivo, determiue os pontos que merecem
ser criticados, e nao diga to vagamente esle dra-
ma foi mal d ese m pea hado I
Nao, nao essa a critica que serve; nao assim
que o Sr. W ha de chegar aos seus desejos.
Nos o desafiamos que, apreciando as parles
e sua estribuicao diga,esta parte de um cen-
tro, e quem a desempenhou era um galn. Se as-
sim Qzer nos aceitamos suas criticas, e eom toda
acalma discutiremos com S. S at provar que
al hojo, a empreza Germano tem bem compre-
hendido o seu dever.
Quanto aosapplausos de que falla o Sr. W, o
emprezario 6 sua companhia, os aceita com su ra-
mo prazor: essa gloria que S. S. julga epheme-
ra, mais duradoura e proveitosa, do que um elo-
gio deS. S. nunca o sera. Ahi um povo in-
teiroque applaude, aqui um homem despeitado
que falla sem motivo.
M. S. J. P.
8 pocas a 1 cala machinismo ; t Bv W. Bow-
tnan.
3 celias e 8 fardos tecldodealgodlo: Adem-
on Howie 4A
4 caixas roupa, 9 ditas e 11 fardos tecido desl-
gedao; a Jenston Pater & C.
10 tonel.das do cirvo da podra ; a C. SUrr
a C.
-1 eaixa machinisno ; a T. Cloi.
39 fardos elOcaixas tecidos dealgodo; a H.
Gibson.
9 fardos o 1 caixa tecido ds algodid: a C. i.
Astley & C
8 barris vidros, 5 btrris femgens, 9 caixas bis-
coulo, 4 ditas miudezas; a Isidoro Halliday & C
2 canas tecidos de aigodo e laia ; a ioio Kfll-
ler 4 C
5 caixas phosphoros; a Alnteide. Gomes Alves
& C.
50 barris raanteiga ; a PWpp Brothers 4 C.
80 caixas e 26 barricas cerveja, 1 caixa cha ; a
Saunders Brothers 4 C.
1 caixa tecido de algodio ; a A. C. de Abreu.
7 caixas e 4 fardos tecidos da aigodo ; a Bar-
roca & il edeiros.
5 fardos tecide dealgodo ; a James Cablree&C.
50 fardos o 4 caixas tecido de aigodo, 2 ditas
dito de la, 2 ditas chapeos de sol de algodio ; a
James Ryder C
2 barrica ferragem; a Prente Vianna &
Companhia.
12 caixaa Discanto. 6 ditas miadezas, 20 saceos
pimenta, 5 eslas phosphoree. 4 fardos tecido de
la, 75 ditos e 3 caixas tecido de aigodo ; a Sou-
thall Hellors & C.
2 caixas e 2 barra presunto. 2 barris vinho
Xerez, 1 barril agurdente, 6 jarros passas, 6 cai-
xas conserva, 2 barricas sal, 1 caixa pos ; a M. J.
Gongalves da Ponte.
Brigue inglez Greyhound, vindo de Doulmonlh
consignado a Krabbe Wately & C-, manifestou o
seguiote:
2.950 barricas hacalho ; aos mesmos.
Brigue inglez Tirana, vindo de Terra-Nova,
consignado a Johoston Pater 4 C, manifestou o
seguinte :
2,850 barricas bacalhe ; aos mesmos.
Hiato nacional Beberibe, vindo do Ass, con-
signado a Pedro B. de Cerqueira, manifestou o
seguinte:
130 alqueires sal, 18 molhos de palha de car-
nauba. 56 ditos courinhos curtidos, 1 sacco 234
chapeos de palha de carnauba ; a ordem.
Exporta^&o.
Dia 24 de abril.
Brigue francez Amone, para o Havre, carre-
garam :
Kalkmann Irmaos & C, 1,300 couros verdes
com 53,755 libras.
Tisset Frres, 200 saceos com 1,000 arrobas de
assucar.
Feliciano Jos Gomes, 200 saceos com 1,000
arrobas de dito.
Barca franceza Ville de Bohgne, para Harseil-
le, carregou :
Tisct Frres, 300 saceos com 1,500 arrobas de
assucar.
Brigue sueco Ferdnand, para Falmoilh, carre-
garam :
Krabbe Whately & C, 800 saceos com 4,000
arrobas de assucar.
Brigue inglez Jfiniafion, para Liverpool, car-
regara m :
Southall Mellors &C, 56saceos com294 arro-
bas e 12 libras de aigodo.
James Ryder & C.,131 sccas com 740 arrobas
e 26 libras de dito.
Barca americana Salem, para Liverpool, car-
regaram :
Saunders Brothers & C, 1,400 saceos com 7,000
arrobas de assucar.
Bevcberlorla de rendas Internas
geraes de Pernambaco.
^
pelo Sr. L. A.
Luiz do Carnosa, Casa"*
SSaSStf'^--
0 MOSTEIRO
SAliTtACO
Mompto da opera do maestro Donizelti
CaaUlt1340.
O ceros aso m asm os da opera
-
Olcensno do primero eqaiato actos aio ao-
vo, pialados ne Rio de Jaueiro e aqu retacadas
pelo hbil pintor o Sr. Francisco Dornellas.
O primero acto representa unta galera de con.
vento de Santiago de Compotteila ; alen dan-
lena v-se a arvorese sepultura do claustro.
O quinto acto.o claustro do mosteiro da Saatie-
go. Noite de luar, cruzes, sepultuWb, etc., etc.
de um magnifico effeito esta sceaa, e a empre-
ada paspar para quesea completa.
za ni
Terminar o espectculo
em um acto,
com a bella comedia
FEIO DO CORPOE BONITO D\LI4
Comecar s 7 M horas:
w
G4SSIK0 POPULAR
NO
MAGESTOSO SALO
00
PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Sabbado, 27 do corren te.
O bailo annunciado para o dia 13 ter lugar
sabbado 27 do correle, o qual ser com pompa
e brilhanlismo, envidando-se para isso es meioa
possiveis.
Serao observadas as disposices do regularoea-
to interno approvado pelo lllm. Sr. Dr. ebefe de
polica.
Entrada para damas gratis, cavalheiros 2.
Aysos martimos.
Rendimento do dia 1
dem da dia 25.
a 21.
25:883J591
929985
268I3J576
Consulado provincial.
endimento do dia 1 a 24. 51:768689
dem do dia 25...... 97871
52747J160
MoYimeato do porto.
Navios entrados no dia ib.
HarborGrace49 dias, barca iogleza Speriloflhe
Times, de 231 toneladas, capito John Martin,
equipagem 13, carga 2927 barricas com baca-
Iho, Saunders Brothers & C.
Ass16 dias, hiate nacional Beberibe, de 31 to-
nelladas, capito Bernardino Jos Bandeira,
equipagem 5, carga sal, P. B. de Siqueira.
Terra Nova 31 dias, barca ingleza Norval, de
245 toneladas, capito David Currie. equipa-
gem..., carga 2,800 barricas com bacalho, a
Johnston Pater & C.
Lisboa31 dias, brigue porluguez Margarida, de
de 308 toneladas, capito Jos E. Ribeiro, equi-
pagem 14, carga btalas, vinho, ceblas, e mais
genocos, a Amorm & Diaos.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio de JaneiroPatacho brasileiro S. Januario,
capito Felippe Nery de Oliveira, carga assu-
car.
Dio da PrataPatacho hamburguez Botild, capi-
to W. W*. Peterson, carga assucar.
raja
Rio de Janeiro
A veleira barca nacional Rio de Janeiro pre-
tende seguir com muila brevidade, tem parte da
seu carregamento prompto : para o resto que lho
falta, passageiros e escravos a frete, trata-se com
os seu consignatarios Azevedo & Hendes, no seu
escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para o Rio de Ja-
neiro
pretende seguir nestes oito dias o veleiro e bem
conhecido brigue nacional 'Almiranteo ; para o
resto da carga que lhe falta, passageiros e escra-
vos a frete, para os quaes tem excellentes com-
modos, trata-se com os seus consignatarios Aze-
vedo & Hendes, no seu escriptorio ra da Crus
numero 1.
Para a Babia.
A sumaca nacional Hortencia pretende se-
guir com muila brevidade. tem parte do seu car-
regamenio prompto : para o resto que lhe falta,
trata-se com os seus consignatarios Azevedo Hendes, no seu escriptorio ra da Cruz n 1.
e en
a.
Bl
COMMERCIO.
Ufandega.
Rendimento do da 1 a 24. 338:187*911
dem do dia 25. ..... 14:7305287
352:918*198
Hoviuiento da alfaudera.
Volumes entrados com fazendas..
com gneros..
Volumes
a
sahidos

com fazendas..
com gneros..
92
106
-----198
184
156
340
Descarregam hoje 26 de abril.
Patacho inglez Mary Block-fazendas.
Barca americana Imperador mercadorias.
Barca portuguezaCoreadem.
Brigue inglezTitaniabacalho:
Brigue inglezGreyhnoud-bacalho.
Brigue inglezElisabethbacalho
Patacho brasileiroBeberibediversos gneros.
Barca inglezaSpirit of lhe Tamesbacalho.
Brigue inglozBreelessbacalho.
n Importaeao.
Patacho inglez Jfary Block, vindo de Liverpool,
consignado a Saunders Brothers & C, manifestou
o seguinte:
15 cilindros, 15 rodetes e 5caixas com perlen-
ces, 40 barricas barrilha ; a S. P Johnstou & C.
343 barras de ferro ; a I. H. Harrissoo.
130 barricas cerveja, 1 caix piano ; a ordem.
4 lardos estopa; a Rostron Booker & C
18 fardos.e 5 caiias tecidos de aigodo ; a N. O.
Biebr.
0 barricas tintas, 23 ditas manteiga, 1 caita
miadezas. 1 dita lacre e cutelera, 1 dita tecld
elstico. 37 ditas e 30 fardo dito do aigodo, 20
barris salitre; a Mills Latham &C
3 canas tecido de aigodo q laia ;iD.P. Wild
C.
Horas.
VI
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inglez.
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r-
c
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v
A noite clara com alguns aguaceiros, vento
fresco de E e assim amanheceu.
OSCILAQAO DA HAR*.
Preamar as 3 h. e 54' da tarde, altura 7, p.
Baixamar as9 h. e 42" da manha, altura 1, p.
Observatorio do arsenal de marinha. 25 de
abril de 1861.
Romano Steppl,
1" teneante.
Editaes.
O capito Jas Luiz Pereira Jnior, caval-
leiro da imperial ordem da Rosa ejaiz de pac do
terceiro anno com exercicio no primeiro, do pri-
mero districto da rreguezia de Santo Antonio do
Recite, etc.
Fajo saber a quem convier, que as audiencias
deste juizo coniinuam a ser as 2 horas da tarde
de todos os dias tercas e sextas-feiras que nao
forem santos ou feriados, na sala publica de au-
diencias, na ra do Imperador; e que despacha
das 9 horas da manha em diante, na caa de ana
residencie na ra Nova n. 7, stgundo andar, ou
aonde for encontrado. Eu Joaquim da Silva Re-
g, escrivo que o escrevi.
THEATRO
DE
Sania Isabel.
EMPREZA GERMANO.
4.a Beelta da asslcnatnra.
GRANDE ESPECTCULO.
Sabbado 7 do correte.
Subir scena pela segunda vez neste' tbealre
o magnifico drama a & actos, escripto en rano
o Rio de Janeiro
O muito veleiro brigue nacional Felicidade,
cujo carregamento se acba prompto, segu para
o Rio de Janeiro at o dia 3 de maio prximo fu-
turo impreterivelmente, recebe escravos a frete o
passageiros, para os quaes tem excellentes com-
modos ; a tratar com os seus consignatarios Jos
Veloso Soares & Filho, no largo do Corpo Santo
trapiche da companhia.
Rio de Janeiro
Sahira' bremeote a linda e veleira
barca nacional IRIS a qual recebe
passageiros e escravos tendo muita
bons commodos em separado para estes
ltimos : a tratar com os consignata-
rios Aranaga Hijo & C, ra doTrapi-
rhe Novon. 6.
REAL COMPANHIA
DE
Paquetes inglezes a vapor.
At o dia 29 do correte espera-se da Europa
um dos vaporea desta companhia, o qual depois
da demora do costume seguir para o Rio de
Janeiro tocando na Baha : para passagens etc.,
trata-se com os agentes Adamson, Howie & G.m
ra do Trapiche Novo n. 42.
COMPAMIA PERNAMBIJCAM
os
Navegado costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte, Ma-
cao. Aracaty, Cea- a', Acaracu' e Granja.
O vapor 'cPerainungaa, comranndante Moura,
sahir para os portos do oorte at a Granja ne
da 7 de maio s 4 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 6 ae meio dia. Eocommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia di sabida
as 2 horas: escriptorio no Forte do Maltas n. .
na
Navegado costeira a vapor
O vapor lagoaribe, commandante Lobato,
sahir para as portos do sul oo dia 4 de reatar
as 4 horas da tards. Recebe carga at o dia 5
ao meio da. Tassagoiro a dinheiro a frets at
a dia da sabida s t horas; escriptorio no fa
ds Mallo n. t.




"

(
DhllO DI WlWABMCO. SEXTA FBIU M M ABRIL DE l6l.
Para a Babia
Segu en poucos dias o palhabote nacional
Dous Amiga*, para algneae carga que lbe (alta,
e paaaageiros irata-ae coa Francisco L. O. Azare-
do, ra da Madre de Deas n 12.
COPMHlAJRASiLEIRA
nwtfu k um.
O vapor Oyapock, eamtaai'dante o eapto
tenente Sania Barbara, esperado dos portosdo
sal at o dia 30 do correrrte o qual depois da
demora do cosiume seguir para os do norle.
Desde j recebem-se passageirea e 6ngaia-s
a carga que o vapor peder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada na dia de sua chegada ;
agencia ra d Cruz o. 1, escriptorio de Azeve-
do Hen"
? dea*
Lisboa
e Porto
Vai sahir com a maior brevidade para oa poiioa
cima indicados a nova barca portugueza Corea:
quero na mesma quizer carregar o resto que lhe
falta ou ir de passsgem, poder enlender-se eom
o consignatario Themaz de Aqoino Fonseca J-
nior, ra da Cacimba o. 1, primeiro andar, ou
coaa o capitao Rodrigo Joaquim Corris, na
praca.
Leiloes.
LEiLAO
DE
ACAMA
HOJE
s *) horas em ponto.
O agente Pinto fara* leilao por conta
de quem pertencer e era reserva de
preco de 600 barricas com bacalhao de
boa qualidade marca WBHSC, ultima-
memente chegado no brigue inglez
Reinder, no armazem do Sr. Vicente
Ferreira da Costa na escadinha.
LEILAO
Sexta-feira 26 do correte
s 10 horas..
Almeida Gomes, Alies & C. farao leilao por in-
tervencao do agente Pinto, em seu armazem na
ra da Cruz n. 27, dos seguales objectos que
serio vendidos sem reserva de prego por que-
reres fechar con tas, a saber:
Chapeos do Chili, sorlidos.
Ditos de feltro pretos e pardos;
Charutos do Rio de Janeiro.
Relroz do Porto sortido.
Pelicss brancas.
Toalbas de linho e muitosoutros objectos.
Nesta mesma occasio
expor venda a prazo ou a dinheiro as seguio-
tes fazendas inglezas, chitas de differentes qua-
idades nos estreitas como largas, damascos,
casemiras e pannos de differentes cores, baelo,
princezas, grvalas de differentes qualidades,
chapeos de sol nao s do seda como de panno, e
outras fazendas que estao eipostas no dia e
liora cima mencionados.
LEILAO
DE
Urna armaco.
Sexta-feira 27 do corrente.
Costa Carvalho far leilao por mandado do
Eim. Sr. Dr. juiz de direito especial do com-
znercio e a requerimenlo de Antonio Alberto de
Souta Aguiar e oulros da armacio da taberna da
ra de Borlas de Antonio Pereira Vianna. a qual
ser vendida sem reserva de preco para licar ou
ser arrancada no dia cima s 11 horas em ponto.
LEILAO
DE
Urna taberna,
Sabbado 27 do corrente.
Costa Carvalho autorisado pelo Sr. Jos Fran-
cisco Ferreira fura leilao no dia cima s 11 ho-
ras em ponto, da armacio e gneros da taberna
da ra Nova n. 50, em um s lote ou a retalho a
vonlade dos compradores.
e sapateiro a variados a bordo do navio
franca Parahiba, capitao Garay:
sabbado 27 do corrente as 11 horas em
ponto no armazem d'aquel le icnhor,
na ra da Cruz do Recife em frente
cbafariz.
LEILAO
A 26 do corrente.
Ramo.*, Duprat & C. nao tende tido lempo de
expr venda em leilao de hontem, todo o sor-
liment de bellas fazendas de seda, la, linho e
algodo, conlinuaro o mismo
SE
Costure iras.
Precisa-se de eos tu reiras para obras de carre-
gacao e para obraa mais finas ; na ra do Cres-
po, loja n. 10.
MSLk,
sexta-feira 26 do correte, s 10 horas da ma-
nhia, no seu armazem, ra da Cruz do Recife,
na esperanca que continuarlo a dever a seus fre-
guezes o favor da concurrencia.
LEILAO
DE
Hoje
filos.
Frecisa-se de urna ama para o servico de pouca
familia ; quem quier ser, dirija-te a ra daa
Larangeiraso. 5. segundo andar.
26 do correte.
Antunes far leilao em seu armazem na ra do
Imperador n. 75. de urna casa terrea sita na ra
do Alecrim n 26, com 2 salas, 4 quartos, cosi-
nha, quintal etc., assim como de urna grande meia
agua sita na mesma ra n. 13, a qual tem urna
sala, dous quartos o urna pequea saleta. Prin-
cipiar s 11 horas em ponto.
Aos Srs. litterafos
e acadmicos,
Leilao
Claudio Dubeai vista do projeclo o. 6 deste
anno, que j passou em piimeira disctelo na
assembla provincial, vende moito em conta
a ana coebeira da ra do Imperador, com 6 car-
ros muito bons e com 24 cavados ou sem elles,
se assim eonvler ao comprador: quem pretender
dirija-se ao respectivo escriptorio a tratar.
Ainda existe um resto de barricas
de farinha de milho que se vend por
mdico preco no armazem de Mttlieus
Austin & C, ra da Senzala Velha nu-
mero 106.
Manoel Ignacio da Silva Teixeira faz publi-
co que nenhum doa seua freguzea deem dinheiro
algum a seu ex-caixeiro (Augusto) que eslava en-
tregue da padaria ha 9 mezes, o qual indo o abai-
xo atsignado a dar balanco, e vendo urna grande
differenca no estado da pidarii, e aem aquelle
dar con tas, se evadi de noite em quanto oa tra-
cal hadores dormisro, deixando nicamente um
pequeo bab aberto, sem nada ter dentro, como
| lestemunhou com pessoas da visionaria ; assim
cn^ d,u"ereDa 1ue encontrn para mais de
6OO9, s no artigo bolacha, alem do que anda
nao pode examinar e protesta peraeguir um tal
altentado, e por isso nao levar em conta qual-
querquantia que ao mesmo ex-caixeiro for en-
tregue.
O agente Hyppohto da Silva autori-
sado por urna pessoa que se retira para
fora da cidade, fara' leilSo de urna ex-
plendida livraria, consistindo em livros
de direito, ditos classicos, historias de
diversos paizes e multas outras obras
que se tornara enfadonho mencionar.
O que se alianca e que os referidos li-
vros sao completamente novos e que se-
r5o vendidos ao toqueado martello e pa
r isto o agente cima convida aos Sis,
hachareis, htteratos e acadmicos para
que aproveitem a occasio pois nem
sempre dellas ha vera': eFectuando se o
leilao quinta-feira 2 de maio as ti ho-
ras em ponto em seu escriptorio na ra
da Cadeia do Recife n. 48, primeiro
andar
Os livros poderao ser examinados.
LEILAO
Furto.
LSILjHl
DE
600 a 700 barri-
cas de bacalhao.
Ao correr do martello.
Sexta-feira 26 de corrente as
10 horas.
O agente Camargo fara' leilao por
conta e risco de quem pertencer, mar
ca bem acreditada W&H Thomaz & G ,
no armazem da escadinha da alfandega
do Sr. Paula Lopes. _^
IE1U0.
Segunda-feira 29 do corrente.
O agente Evaristo fari leilao de porgo de tras-
tes para acabar aem reserva de pre$o; consistin-
do em guarda vettidos, guarda roupa, comrao-
das, consolos, marquezas, carteiras, mesas e
tnuitos oulros objectos ludo de amarello : no dia
cima s 10 horas do dia na roa do Vigario nu-
mero 22.
Consolado de Franca
LEILAO
A requerimento de Flix Souvage A
C. por autorisaco do Sr. visconde de
Lemont cnsul" de Franca e -em sua
praenca e por conta e risco de quem
pertencer, o agente Hyppolito vender'
em leilao urna caixa marca JMC e RPM
. 575, contendo objectos para eleiro
O agente Hyppohto fara' leilSo por
conta e risco de quem pertencer e para
fechar contas, de urna porcao de vinhos
engarrafadoseem barris comoBordeaux,
Santern, Kirsch, e bem assim de algu-
mas fructas em conservas : sabbado 27
do corrente ao meio di em ponto
ra do Trapiche n. 13, armazem.
na
Hontem dessppareceu da casa sita na ra da
Cadeia do Recife o. 46, primeiro andar, um relo-
gio de ouro palele inglez n. 9979 do fabricante
Jackoson, de Liverpool, com um passador tam-
bem de ouro, e cravadas neste duas pedras de
cores, branca e encarnada, tendo-se perdido a
chave, ficando nicamente um canudinho que es-
t suspenso na argola do mesmo passador. Pro-
vine-se. pois, a quem for offerecido dito relogio,
o favor de se dirigir ra do Amorim, armazem
de Antonio Jos Pires i C, que ser generosa-
mente recompensado.
AMA
Offerece-se urna mulher portugueza para ama
de urna casa de homem solteiro para todo o ser-
vico de portas dentro : na ra do Cotovello
numero 4.
Aluga-se a casa de um andar e sotao, sita
na ra Imperial n. 87, com commodos para urna
grande familia : a tratar na ra da Cadeia do Re-
cite n. 62, segundo andar.
Precisa-ae alugar urna ama forra ou capti-
va, que tenba bom e abundante leite para ama-
mentar urna crianza de um mez, cuja ama deve
ser desembalada ; a tratar na ra da Cadeia do
Hecife n. 51, sogundo andar.
. Precisa-se de feitor para um sitio no Mon-
teiro : a tratar na ra da Cruz n. 49.
Arrenda-se o excellente engenho S. Gas-
par, sito na freguezia de Serinhaem, com parti-
dos mu prximos, ou roda da respectiva casa
para 2,000 paes annualmenle, embarque na por-
ta, e mangues para a lenha precisa, alem de ou-
tras vsntagena que offerece ; a tratar na ra do
Hospicio n. 17.
CURA COMPLETA
DE l'MA
lnflaminaco e dores de yeito.
Eu abaixo assigoado declaro em como urna so-
brinha minha, tendo padecido de urna inflamma-
co e dores de peito, que lhe tomava toda a res-
pirado, isto de muite tempo, sem que podesse
obter melhora alguma ; ltimamente resolv a
mandar applicar urna das chapas medicinaos do
Sr. Ricardo Kiik, escriptorio na ra do Parto n.
119, e posso asseverar que no pequeo espseo de
.15 das tive a satisfaco de a ver inteiramente
boa, e por aer rerdade assignei o presente. Ra
da Alfandega n. 225, Rio de Janeiro.
Anna Rosa do Espirito Santo.
Precisa-se alugar um moleque para todo o
servico externo de urna padaria, paga-se bem :
no pateo do Terco n. 40.
O senhorque anounciou vinho engarrafado
de 68 ancos de idade a 800 rs. a garrafa, quelra
levar toda a quantidade que tiver, delraz da ma-
triz de S. Jos, ra do romo n. 3. E' verdade
que quando o senhor o engarrafou no Para,
tambem eslava l.
Dr. Befcrpy. dentista, succeosordo Sr. Pau-
lo bafgnour, avisa ao respeitavel publico quo che-
gar em. Pernambuco no mez dt abril ou al
junho.
W y advogado Innocencio Serfico de ^
SAsiu Carvalho declara que para os miste-
_ res de ana proQssao s pode ser encon-
trado esa seu escriptorio, ra do Queima-
do n. 14, das 10 lit horas da manhia at
s 3 da Urde, nao podeodo aer antes
por estar oceupado nos trabalhos de
sua cadeira no collegio das artes;
8
Oa abaixo assignados scientifleam aos seus
devedores que oSr. Antonio de Fariaa de Bran-
dao Cordeiro, o encarregado e nico autorisado
para receber contas de soa casa.
Camargo 4 Silva.
Aluga-se na Capunga nova, quasi mar-
gem do Capibaribe, um sitio com urna bella casa
ejardim: para informacoes, na ra da Cruz n.
33, armazem aoode se vendo sebo do Porto, e ve-
las de composico, e comprara libras aterli'nas.
Jos Garrido terreira dos Santos vai ao Rio
de Janeiro.
Aluga-se ama grande casa de um andar
com commodos para um collegio, defronte da
fundigio do Sr. Starr em Santo Amaro ; a fallar
com (juilhrme Pursell,defronte da igreja de Be-
lem, ou com Manoel Joaquim Gomes, ra do Im-
perador n, 26.
Aluga-se um molecote de 22 anoos de ida-
de, que sabe bolear e serve para todo servico de
qualquer casa de familia ; aluga-se tambem urna
escra?a que sabe cozinbar e vender na ra, serve
para todo serv$o de qualquer casa de familia :
para tratar, dirija-se a ra da Imperatriz n. 47.
Aluga-se um prelo moco, que esl acostu-
mado ao servido de padaria ; na ra do Ouro nu-
mero 23
A. Harismeody, cidadao francez, retira-se
para Europa.
Na livraria n. 6 e 8 da praqa da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Ulisse* Cok les Cavalcanti de Mello.
dolerj^t 26e *" Uma ama """' : P'le0
Na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Jos Rufino de Mendonca.
CASA
DE
CHARUTOS
O agente Hyppolito autorisado pelos
Srs. Antunes Guimaraes por eonta e risco de quem pertencer de
15,000 charutos fabricados no Rio de
Janeiro, os quaes sao de excellentes
qualidade, e serao vendidos sem limite
algum : segunda-fcira 28 do corrente as
11 horas em ponto, no trapiche alfan-
dega do no Fot te do Mattos denominado
barao do Livramento.
Lilia M
DE
Farinha do Chili.
B. G. Bendixen capitao da galera di-
namarquesa Himalaya, arribada a
estepoito. na sua recente viagem de
Valparaizo e Tom para Cork, fara' lei-
lao por intervencSo do agente Hyppo-
lito, em presenca do Sr. cnsul da Di-
namarca e com licenca do Sr inspector
da alfandega e por cota e risco de
quem pertencer de cerca de 5 a 6,< 00
saceos com farinha do Chili avariada,
de 100 libras hespanholas cada urna :
segunda-feira 29 do corrente ao meio
dia em ponto, no armazem alfandegado
do Exm. Sr. baryo do Livramento no
caes d'Apollo.
eu
J. Hunder, alfaiate, na ra Nova n. 69, avi-
sa ao publico progressivo e aos amantes das
modas do bello trajo, que encootrar um bom
sortimento de fazendas novas e modernas, pro-
prias para casacas, calcas e colletes, com os me-
hores offlciaes, que se pode servir aos freguezes
com promptido; e urna machina de costura.
Precisa-sede um caixeiropara urna padaria,
que tenha pralica ou mesmo sem ella, rom tanto
que d fiador a sua conducta : a tratar na pada-
ria do paleo da Santa Cruz ns. 6 e 8.
Aloga-se um terceiro andar e solo n'uma
das melhores ras do bairro do Recife ; a tratar
na ra da Cadeia n. 33, loja.
_Vendem-se velas de composico, tanto em
porgoes como a retalho, garaotindo-se a boa qua-
lidade, mais barato do que em outra qualquer
parte: na fabrica da ra do Livramento o. 27.
Vende-se urna preta perfeita cozioheira e
que lava bem desabo, de bonita figura sem vi-
cios e dbitos: na ra das Cruzes n. 18.
Vende-se um prelo moco sem defeitos e vi-
cios, proprio para todo e qualquer servico : na
ra das Cruzes n. 1S.
Quem perdeu um annel no dia 12 do cor-
sete queira dirigir-se ra dos Pires n. 33, que
dando ossignaes se lh'o entregar.
Relira-se para Inglaterra o Sr. Thomaz
DE
commuso de escra vos,
pateo do Paraizo n. 16,
sobrado que fo do fal-
lecido Nicolao.
Para a dita casa foi transferido o antigo escrip-
torio de commissao de escravos, que se achava
estabelecido na ra larga do Rosario n. 20, o ahi
da mesma maneira se contina a receber escra-
vos para serem vendidos por commissao, e por
conta de seus senhores, nao se poupando esforcos
para que os mesmos sejam vendidos com promp-
tido, afim de que seus senhores nao sorara em-
pate com a venda delles. Neste mesmo estabe-
leciraento ha sempre para vender escravos de
ambos os sexos, velhos e mogos.
O proprietario do estabelecimeoto lypogra-
phico da ra do Imperador n. 15, defronl- de S.
Francisco, faz scienteao publico, e principalmen-
te aos seus freguezes, que d'ora em diaote at
outro annuncio, o seu estabelecimeoto abrir-se-
ha as 9 hars da manha e fechar-se-ha as 4 da
tarde.
Precisa-se de urna ama para o servico de
urna casa ; na ra Nova n. 48.
Aluga-se urna padaria bem afreguezada pa-
ra a Ierra e para o mato ; a tratar na ra Impe-
rial n. 51. v
Atten No hotel inglez collocam-se dentes artificiaes.
Adelaida Sborgi com suas duas (lirias Edwi-
ge o Giudilta, subditos italianos, retiram-se para
Europa. v
Foraeiro.
Precisa-se de um bom forneiro para
Goianna : a tratar com Jos Darte das
Nevei.
Attenc.o.
Manoel Joaquim Dias de Caalro, arrematante
Urna Mssoa de Portugal, deseja sa-
W uife existe o Dr. Jos Coelho
WiTeift, que ontr'ora resida m
abj on Escada, em um engeuho, afim
de ibeeommiiiear leticias de ama he-
nn& que toe pode toar bop morle d
da maesa fallida de Joaquim Antonio Dias de Cas- WB prente I 0 deUar Pxnliracpa no
tro. e depois Castro 4 Amorim. avisa aos deve- HvmV na fiaO A '! ,S*M H8
ditas extinctas Armas, que no prsiode "vra* b e 8 da praCa da Iodepen-
para Inglaterra o Sr. Thomaz
para Inglaterra o Sr. James
Avisos diversos.
O desembargador J. M. Figueira de Mello
vende palo preco do custo em Londres, com o
frete e dinheiro pagos, um carro de 4 rodas para
duas pessoas e um criado, o qual ainda nao foi
servido ; quem o pretender, pode examina-lo na
cocheira do Dr. Fernando Aflonso de Mello, na
ra da Aurora n. 46.
Precisa-se de um caixeiro portuguez, de 12
a 14 anoos, que d fiador a sua conducta ; no
paleo do Terco n. 12.
JttrnAmhucAtm
Domingo, 28 do corrente,s 10 horas da manha,
haver sesso extraordinaria do conselho director.
Secretaria da Associacao Typographca Per-
nimbucaoa 25 de abril de 1861.
J. Cesah,
1*. secretario:
Precisa-se alugar um preto que saiba al-
guma coasa de tratar de sitio : na ra do Viga-
ra n. 2.
Cleff.
Retira-se
Gibbs.
Relira-se
Fisher.
Deseja-se comprar urna escrava crioula de
1* a 18 annos de idade que seja prendada e sem
vicios, preferindo-se que tenha estado em casa
de familia : a tratar no escriptorio de Amorim Ir-
maos, na ra da Cruz n. 3.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para todo o servico de urna cass de pnuca fami-
lia : a tratar na ra da Cadeia do Recife n. 19,
armazem.
Precisa-se de urna ama para todo o servico
de urna casa de pouca familia : na ra da Roda
n. 54.
Aluga-se urna casa em Fra de Portas, con-
fronde ao pharol da barra : Irata-ae no becco do
Campello n. 4.
Fscravo fgido.
Pugio no dia 18 do corrente mez, da ra da
Mooda o moleque Eugenio.de 13 annos de idade,
com os signaes seguintes : olhos brancos, gran-
des, um signal viiivel no feito, foi vestido com
camisa de algodio de listras, chapeo de palha com
fita preta : quem o achar, leve-o mesma ra,
quo ser recompensado.
J ehegou o prompto
alivio,
bem como os oulros medicamentos dos celebres
Drs. Radway 4C, de New-York Acharo-se
venda na roa da Imperatriz n. 19. Tambem che-
garam as inalruccoes completaa para se usarem
estes remedios, contendo um ndice onde se po-
de procurar a molestia Que se deseja curar, os
quaes se veoem a 1JO0O.
Na ra de Domingos Pires n. 15, rende-se
urna escrava de 40 annos ; das 9 horas da ma-
nha em diante.
Vendem-se ps de larangeiraa de umblgo e
da china, ps de sapoti, pagote, frucla-po, lima
para cerca, e outras qualidades de tractos : n
Ponte de Uchoa, sitio da viuva Carrol!; e tam-
bem vend*-se no mesmo sitio um boi de raca
Ingleza.
Precisa-se de um bom cozlnheiro para o hotel
da villa da Escada : a tratar ni ra Direila desta
cidade n. 76.
sita na tra-
propria para
Vende-se a taberna
J eessa do Queimado n. 7,
qualquer principiante por tr poucos
fundos, a dinheiro ou a prazo: a tratar
na mesma ou na ra da Senzala Velha
n. 48.
Viulio de Bordeaux
em barris e em caixas : vende-se em
casa de J. Praeger & C, na ra da
Cruz n. 11.
Uvas
de Itamaraca': vndese na ra da
Cruzn. 21.
Palitos do gaz.
O deposito dos palitos do gaz contina a estar
supprido e vendem-se em porces e a retalho,
por mdico prego : na travessa da Madre de
Dos, rmazem ns. 9 e 16. de Ferreira & Martfns.
Para ratos.
Nos armazens de Ferreira & Martins, travessa
da Madre de Dos ns. 9 e 16, vende-se por m-
dico prego a verdadeira e nica preparadlo para
matar ratos e baratas, em potes de barro vidrado,
chegada recentemente de Londres.
Vende-se a loja de tunileiro da ra estreita
do Rosario n. 10, com poucos fundos, ou s ar-
macao ; a tratar no pateo do Terco n. 16.
Casa de campo.
Aluga-se nma boa casa com quintal grande, no
Honteiro junto ao sobrado : a tratar na rus es-
trella do Rosario n. 28.
Mara Thereza, da ilha de S. Miguel, echa-
se na ra nova de Santa Rita n. 65.
O Sr. Eliziario Gomes de Lima tem urna
carta na ra Nova n. 7.
Lotera
Pede-se aos senhores Ihesoureiro e cautelistas
das loteras da provincia, que nao paguem qual-
quer premio que poasa sahir no bilhete inteiro de
n. 2791 da 4.a parte da 4.', e l.\.da 5.a lotera
de s. Pedro Martyr da cidade de Olinda, que cor-
re hoje 24, aeoo ao abaixo assignado, cujo bi-
lhete foi perdido.
Diogo Jos da Costa Pontea.
Offerece-se urna mulher para lodo servico
de;ama seca : a tratar na ra da Boda n.25.
Vende-se a dinheiro vista ou a prazo urna
taberna com poucos fundos, propria para princi-
plante, na ra Direila n. 51 : a tratar na mesma.
Vende-se urna taberna muito afreguezada
para a Ierra, e com poucos fundos, muito pro-
pria para principiante : vende-se por seu dono
ter de ir a Europa : a tratar na mesma.
Pechincha a 3#000.
Vende-se bolacbinha ingleza muito nova, bar-
ricas com 24 libras ; no armazem do Aones, con-
fronte a alfandega n. 7 B.
Atteaco ao Carioca.
Na ra estreita do Rosario n. 25, loja de funi-
leiro, existe um grande sortimento de obras de
landres de todas as qualidades, .corno seja babs
de todos os lmannos com fundos* de madeira e
fechaduras, eaizas para conduzir. comidas", baciaa
e banheiros de formas elegantes; 'formas para
bolos e pudins, assadeirae, urnaa grandes e pe-
queuaa, emfim ludo quanto deaeiar ae posas em
Oaodres, sendo todas estas obras do melhor gosto.
e bem acabadas, que s a vista animarlo ao com-
prador, e por mais mdicos procos do que em
outra qualquer parte ; recebem-se encommedas
e se garante a promptido.
das venham satisfazerseus dbitos oa mesma
loja, lindos os quaes usar dos meios que a lei
lhe faculta. Recife 22 de abril de 1861.
AOSSENHORES
abaizo declarados pede-se favor de se dirigi-
rem a ra do Crespo casa o. 1, a negocio de seus
inleresses :
Antonio Francisco da Cucha.
Antonio Jos Meodes.
Antonio Pereira da Rocha.
Balbioo Simea doAmaral Camillo Pessoa.
Francisco Goncalres Guimaries.
Francisco Pereira de Barros e Silva.
Frederico Augusto de Lemos.
Dr. Felippe da Molla Azevedo.
Jacinlho Luiz Guerreiro.
Joo Cancio Gomes da Silva.
JoaoMarinho Cavalcanle de Albuquerque.
Jos Mara de Souza Araujo.
Jos do Hollanda Cavalcanle.
Joaquim Pedro do Reg Cavalcanle.
Joaquim da Fonceca Soaresde Figueiredo Mello.
Manoel Cavatcaote de Albuquerque Lins.
Manoel Correia de Brito.
Manoei Malheus Cavalcanle.
UlicesCokles Cavalcanle de Mello.
Vicente Ferreira da Silva,
Nova carlillia.
Acaba de sahir dos prelos desta typographia
urna nova edinao da cartilba ou compendio de
doutrina chrisla, a mais completa dequantas ee
tem impresso, por quanto abrange tudo quanto
continha a antiga cartilba do abbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescentando-se muitas
orages que aquellas -nlo lioham modo de a-
companhar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das festas mudaveis,
e eclypses desde o corrente anno at o de 1903,
seguida da folhioha ou kalendario para os mes-
mos annos. A bondade do papel e excellencia da
impresso, do a esta ejli;o da cartilba urna
preferencia asss importante: vende-se nica-
mente na livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia;
gdiKiefl& ase eiesieasassie
II AI. J. Le te, roga a seus deve- m
m dores que se dignem mandar pa- a
g gar seus dbitos na sua loja da
|| ra do Queimado n. 10, enten- M
tendo-se pai a esse fim com o seu fi
procurador o Sr. Manoel Gomes !
Aluga-se o primeiro andar e loja
do sobrado de 4-andares no becco da
Boia ; a tratar na praca do Corpo San-
to n. 5.
Para urna casa
franceza.
Precisa-se de ima escrava que saiba engom-
mar, coser, e fazer todo o servico de urna casa
de pouca familia, e que seja fiel e diligente. Na
mesma casa precisa-se de um escravo para oser-
vigo de cozioha : quem tiver pode dirigir-se
ra do Imperador n. 27 confronte a ordem ter-
cera de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manha s 4 da tarde.
Fernando Garzolli, relojoeiro da ra do Rangel
n. 20, roga as pessoas que tiverem em sua mo
relogios para concertar muito lempo, o favor
de virem busca-Ios dentro do*prazo de 30 dias, a
contar desta data, prevenindo tambem s pessoas
que teem feito troca de relogios, deixando sig-
nal, que. se no prazo referido os nao forem bus-
car, ser reputado nullo qualquer negocio feito,
e nenhum direito haver de reclamaren): roga
juntamente s pessoas que tiverem objectos de
ouro em sua mo sem juro algum, o favor de vi-
rem retira-loa no prazo cima indicado, do con-
trario sero vendidos pela importancia do que se
acharem a dever. Recife 10 de abril de 1861.
Mudanca de esta-
belecimento.
SJos Moreira Lopes avisa aos seus amigse
iguezes desta e de outras provincias, que mu-
dou o seu estabelecimento de fazendas quetinha
no sobrado amarello da ra do Queimado para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & 'Rolim
onde tem o mais completo e variado sortimeoto'
de fazendas de todas as qualidades para vender
em grosso e a retalho por precos muito baratos
ra do Crespo, sobrado de 4 indares n. 13, erua'
do Imperador,outr'ora ruado Collegio, sobrado
de um andar n. 36.
Aluga-se a loja do sobrado da
ra da Imperatriz n. 38 : a tratar na
mesma ra n. 40.
Attenco.
Precisa-se alugar urna casa com eommodos
par familia, perlo da praca ; quem tiver, pode
procurar informacoes na pra$a do Corpo Santo,
no escriptorio da commandila.
LOTERA.
Acham-se venda os novos bilhetes e meios
da terceira parte da quinta lotera a beneficio da
igreja de Nossa Senhora do Guadelupe de Olin-
da, na thesouraria das loterias ra do Queimado
n. 12 primeiro andar e as casas commissiona-
das na praca da Independencia loja b. 22 do Sr.
Santos Viefra, na roa Direila n. 3 botica do Sr.
Chagas, na ra da Cadeia do Recife o. 45 loja
dos Srs. Porto & Irmo.
As rodas, andarlo impreterivelmente no dia 4
de maio prximo. As sortes serlo de prompto
pagas a entrega das listas. Abaixo vai publicado
o plano que o Exm. Sr. vice-presidente da pro-
vincia se dignou approvar para a extraerlo das
loteras, o qual supposto que menor cm capital
offerece todava em proporgo mais premios que
o transacto. O Ihesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
PLANO.
2600 bilhetes a 59.............. 13:000*000
Beneficio e sello de 20 por cenlo. 2:6OO$0O0
dencia, cm o subscripto "Alpha
Calvicie.
A utilidade da pomada in-
diana nao s de fazer nas-
Sra.8C?ell0.nia8 traben
fit"-h-8-orSPa evi-
tar a calvicie e nao deixa-
los embranquecer to cedo
como quando ella nao for
applicada ; alem disto, sen-
do \ia composijao formada
de substancias alimentares
a absopgao pelos poros nl
Depsitos, ra do Imperador
n. 59. e ra do Crespo n. 3. '
No dia 1 de maio do corrente.as 10 Jiorss do
da na sal. das. audiencias, se b. de aVrematar
perante o Dr. juiz interino dos feilos da fazenda
nacional, urna casa terrea de pedra e cal, sita na
ra do Queimado n. o7, pertencente ao executa-
A.ntomo de Oliveira, por si e por otros,
tendo a dita casa 12 palmos de frente e 36 de fun-
do, com pequeo quintal murado, com 48 palmos
?i?U2iaT8i,d.a por 2:500>- fe 21 de
abril de 1861-Caetano Pereira de Brilo, solici-
tador interino.
pode ser nociva.
Pede-se
ao Sr. Franklin Peixoto que compareca
na ra do Cabuga' n. 1 B, a negocio
que nSo ignora.
7" Eim umeDgenlloditante desta ci-
dade 7 leguas precisa-se de urna senho-
ra que saiba ensinar primeiras letras e
franceza duas meninas, e se souber m-
sica e piano maior sera' o honorario :
na ruado Imperador n. 73, primeiro
andar.
Pede-se toda atteocao.
Custodio Jos Alves Guimaraes pedem encarecidamente aos seus deve-
dores que lhe venham saldar suas con-
tas no prazo de 15 dias, quando as-
sim o nao fizerem seao entregues a
seu procurador para cobrar judicial-
mente, azemos esta observacao para
que ninguem se chame a ignorancia.
SOCIEDADE BA5C4MA.
Amorim, Fragoso Santost
& Companhia
Os senhores socios commanditarios slo convi-
dados a receberem o segundo dividendo na ra-
zao de 15 OO ao anno. Recife 22 de abril de
1001.
Sendo presentemente
Santos Vieira o nico garanti-
dor de bilhetes de lotera, os
quaes sao rubricados com tin-
ta de iiiprensa, os que nao
forem vendidos com a sua
firma devem ser considerados
como um laco armado a boa
f dos incautos.
Um moco Portuguez, guarda-livros de urna
casa commercial, dispondo de algumas horas,
nellasse offerece para fazw alguma escripturaclp
mercantil de qualquer estaelecimento, seja qual
for o seu estado : quem necessitar, deixar car-
la techada nesta typographia aob as iniciaes D.
vT 11
Precisa-se de dous ou
tres offlciaes tamanqueiros ; na ra larga do Ro-
sario n. 22.
Dentista de Pars.
15Ra Nova--15
Liquido.
lOMOOgOOO
1
1
1
1
3
6 Ditos
15 Ditos
30 Ditos
572 Ditos
Premio de............
Dito de............
Dito de................
Dito de ............
Ditos de 100$........
de 408........
de 209........
de 105........
de 5.
630
1W0
Premiados.
Brancos.
5:0009
8008
400
2008
300$
2408
3009
3008
2:860
----------10:4008000
8600 Bilhetes.
N B. As sortes maiores de 1:000 eallo su-
geitasaos descontos da'lei.O ihesoureiro, An-
tonio Jos Rodrigues de Souza.
Approvo: Palacio do governo de Pernambuco
22 de abril de 1861,-Portella.
Conferido.Francisco Lucio de Castro.
D-se 800 a juros sobre penborea de ouro
ou prata ; na ra da Florentina, easa da esquina
que volts para a roa de Santa Isabel.
Precisa-se de um caixeiro que de conheci-
mento de sua conducta, para tomar urna taberna
por bataneo, nlo se duvida dar intereese a quem
tiver alguna fuodoa; na tua da Imperatriz n. 34,
se dir quem quer.
Frederic Gautier, cirurgiiodentista, faz
todas as operacas da sua arte e colloca
dentes artificiaes, ludo eom a superiori-
dade e perfei^o que as pessoas en tendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentifricios etc.
A pessoa que perdeu um relogio nos Pra-
zeres, sem corrente, dirija-se a ra das Cruzes n.
35, que lhe ser entregue, dando o signal do dito
relogio, pagando o achado e as despezas do an-
nuncio.
Perdeu-se desde a ra do Vigario al ao
armazem do Sr. Tasso & Irmos, urna conta cor-
rente com o recibo de saldo de contas: a pessoa
que achou, sendo a queira levar a seu dono Joac-
Duarte Maginario, ra do Rangel n. 10, seta re-
compensada.
Furto.
No da 20 de abril na occasio de se
estar butando um vidro em urna tabo-
leta, furtaram nma cadeia de ouro de
llagran para relogio, com urna borlota
em cada lado e no meio um chicote e
um estribo, e por isso pede-se aos Srs.
ourives e mais pessoas a quem esta r
oli'erecida para vender, ter a bondade
de segurar a pessoa e levarcm a ra da
cadeia do Recife n. 55, loja de Figuei-
redo & Irmao que ser recompensado.
0$ administradores da massa de
Manoel Antonio dos Passos Oliveira &
C, loja de trastes na ra Nova n. 24
pela ultima vez convidara a quem se
julgar credor da dita loja a apresentar
seus titulos no escriptorio da adminis-
tracSe, ra da Cruz n 40, at o dia 30
do corrente mez, se quizer ser contem-
plado no rateio de somma importante
ao qual vai proceder-se sem mais de-
mora. Recife 24 de abril de 1860.
Trocase
por moeda corrente as notas geraes
[dos padrees seguintes:
Brancas de 1 eom urna figura.
Ditas de 3 com ama dita.
Rozas de 50.
Braqcaa de 500.
Verdea de 500.
B mais : notaa do 1
r
*,.


DIARIO OS fNAlBCO. SEXTA FURA 16 M ABRIL Di 1861.

W
l
GON#eiirfORIO ^
DO
ML S>, 'A, Wl M>GDi9
MEDICO rilTllltl OPERADOR.
3 RADAGLORIA.C A* VDO11 \D03
Clnica por ambos os syalemas.
O Dr. Lobo Hoscoso di consultas todos os das pela manhaa, e da tardedepois de 4
horas. Contrata partidos para curar annualmente, nao sopara acidade, como para o engenhos
a outras propriedades ruraes.
O chamadosdevem ser dirigidos sua casa at is 10 horas da manhaa e em caso
de urgencia i outra qualquer hora do dia ou da noile, sendo por escriptoem que se declare
o nomo da pessoa, o da ra e o numero da easa.
Nos casos que nlo forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
dero rernetter seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & G. na ra da Cruz, ou i loja de
livros do Sr. Jos Nogueira do Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nesga loja e na easa do. annuncianteachar-se-ha constantemente os melhores aediea-
mentos homeopalhicos ja bora conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de ti tobos grandes. ,.....10*000
Dita de 24 ditos........;........159000
Dita de 36 dito............., 209000
Dita de 48 ditos................. 357000
Dita de 60 ditos...............- 309000
Tubos avulsos cada uro.........: ,19000
Frascos de tinturas. : ; ............21000
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
dur ido m porluguez, com o diccionario dos termos
de medicina, eirnrgia etc.. ete....... 205000
Medicina domesticado Dr. Hering, com diccionario. 109000
Repertorio do Dr. Mello Meraes. ........ 6900O
.C01PANHIA DA VIA FRREA
DO
Recife a Sao Francisco.
LAmitadft.
At outro ariso a partida dos trens ser rtgu-
lda pela tabella seguinte :
e em bar-
ARNAZEH PROGRESSO
DE
largo daPeijJia
O proprietario deste arfHazem par-
lltipaaos seus numerosos freguezes assim como aos Srs. amigos do bom a barato que se acha com
um grande sortimento de gneros os melhores que tem viodo a este mercado efoor ser parle delles
Vindes porconta propria, vende-os por menos do que em outra, qualquer pail
Mautelga lugleza per eameiUe flor a
rril se far algum batimento.
llaiUCIga raueeza a mais n0Ta quo ha no mercad0 vende-se a 70 rs, a libra.
Clia parola, Yiyson e preto 08 melhore8 ,ue h, neste 0 a ^r* n e
1JSWO rs. a libra.
Qliei JOS AamengOS cnegados oeste ultimo vapor de Europa ItfOO rs.,
cao se far algum abatimento.
Qneijo suisso recenten
libra.
^* JM pm.ijJ 08 melhores que tem vindo a este mercado por serem muito frescaes e de
boa quilidadea 640 rs. a libra e inteiro se far algum abatimento.
CaiXabaS COm ama e duaS llTaS elegantemente eofeitada. contendo
differentes qualidades de confeitos, amendoas cobertas, pastilhas etc., etc., o que ba mais
proprio para mimo a 1# cada urna,
IraSSaS mUltO UO\aS em caix com u a 15 Ubrag Tende_9e nicamente no Pro-
gresso a 2$ cada urna.
Bolaelialva ingleza mais nova
mazem progresso a 3JKW0 a barrica e a retalho a 240 rs. a libra.
VmeiXaS IraneeZaS a 480rs a iDraem porgose far algum abatimento.
^*aif***a*a mpOTial 0 afamad0 Abreu e de outros muitos fabricantes de
Lisboa a 800 rs. a libra.
L,atas com bolacVnaaas Ac soda vende_8e c.d. m com
dmerentes qualidades.
1-iUOCOiavC 0 mai8 8uperjor que tem Tindo a e8te mercado a 900 rs. a libra.
nH.a$a libra.
IreYaS SeCCaS ta condegas de 8 libras por 3&500 a retalho a 480 rs. a libra.
Conservas franeen s e iaglezas as maa n0T que ha por 8erem viD.
das em direitura a 800 rs. o frasco.
MeVria, macanao e UUiarim m r8. libra t em caixa9 de unia .
roba por 80.
Palitos de dente Usados
X oacinao de Lisboa
a arroba a 9g.
r reSUatO mult0 n0To vende-se para acabar a 400 rs. a libra.
LnoMi^as e palos 0 que a ^ bom Beste ReDero p0T Mrem mut0 MT0, a 550 rs.
a libra.
Banba de porco retinada a ,..,, ^, pode haw no mercad* *<,.
480 rs. a libra e em barril a 400 rs. '
Latas com peixe de posta reparad0 da melhor mla p099iW5l 4u melh0.
res qualidades de peixe queba em Portugal a l$50O cada urna, assim como tem salmo e
lagustinha em latas menores a 900 rs., verdadeiros charutos suspiros e de outras muitas
qualidades dos melhores fabricantes de Sao Feliz, champanhe das mais acreditadas marcas,
cerveja de ditas, marrasquino de zara, licor francec de todas as qualidades, azeite doce pu-
riscado a 18 agarrafa, nozesa 320 rs. a libra, ervilhas francezas, lructa em calda, azeitonas
baratas e outros muitos gneros que etonlraro tudo de superior ualidade.
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a que ha no mercado, vende-se unicament no ar-
240 rs.
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em molhos com 20 macinhos por 200 rs.
o mais novo que ha no mercado a 320 rs. a libra em barril
Gura certa das hydropesias.
as minhas viageos pelo centro das provincias de Pernambuco, de Sergipe e Alagoas ora
empregado pelogorerno em pocas epidmicas, e ora etercendo a medicina em diversas localida-
des, fui experimentando as plantas do paic em muitas molestias, administrando-as em dses ho-
meopathicas com mais ou meaos proveito, porm sempre com certeza de que nao pjejudicave aos
rneus doeotea.
D'eotre o tornero de molestias, que Uve de tratar, urna classe me merecen moita attenco
tanto neta frequencia com que apparece, como pela morialidade que apresenta. Esta classe de
molestia a hydropeeia.
Tiv* de tratar de muitas hydropesias, por todos os meios conhecidos, mas os resaltados nao
correspondan! a minha eapectactiva; tendo porm conhecimeoto de ama planta, que havia produ-
duzido beoa resultado* em alguna casos, tralei de estudar os ceus erTeitos e na verdade Uve o pra-
zer de ver fue ella uet especifico poderoso no curativo das hydropess.
Sendo peis as bydropesias, qur activas, qur passivas do numero das molestias mais terriveis
que auectam a nossa pepulaco e qe grande numero de victimas ba feito em todos os lempos
julgoter prestado um grande servico a humanidade com a descoberta de om agonte to poderoso'
que nenhuma s vez me tem falhado4 ainda mesmo nos casos mais desesperados.
o
Na ascitis ibydropeaia de ventre] costumam extrahir o liquido por meio da pncelo ; mas
o que se ettrabe nao a causa da bydropeaia, elle a consume; a experiencia tem mostr._.
tue a extraceao do liquide que constrie a ascitis um meio palliativo com o qual d-se em verda
3ue a extraceao do liquido que coostrtue a ascitis um meio palliativo com o qual d-se em verda-
e algum allivio ao doeote^ mas se empeiora o seu estado ; por quaoto sempre ou qussi sempre o
liquido se reproduz com muito maior rapidez, na razio directa das operaces que se repetem para
i) extrahir.
Ouasi sempre a ascitis aymptoma da lesao de urna vicera do ventre particularmente do baco.
E" to seguro o tralamento das hydropesias pelo aovo agente, que nao receioemofferecer-me
Jiara applica-lo coa condiejo de nada recebar no caso de nao flear o doente curado, seia qual
ora seu estado; a como desejo que a efcacia desle remedio seja comprovado pelos mdicos pedi
jo IRm. Sr. Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho, para se prestar a inspeccionar os rneus doentee,
ao que annuio, e por cujomotivo Ihe tributo o meu sincero agradecimento.
Aasim pois quem se quizeraproveitar dos rneus traeos servidos se digne de procurar-me em
jaiaJia casa, ra da Roda o. 47, primeiro andar, ou no consultorio do Ulm. Sr. Or. Sabino.
JoU lvtt Tenorio.
TABAC CAPORAL
Deposito das manaf aclaras imperiaes dcFraa^a.
Esto excelente fumo acha-se depositado direumeate na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
CAMBOA DO CARMO, o qaal se vende por macos de 3 haetogramos a 1000, e em poreio de
P cinu eom cconto de 25 por cento; no mesmo HUJbelaeimenlo cb-ie wmbem
10
vtitAmo papel de Itabo para cigarros.*
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AssignadoB. H. Bramah,
Superintendente.
Attenco.
D. Mara Bernardina da Conccicao
Lima, vende psra pagamento dos ere-
dores de seu finado marido Antonio Ro-
drigues Linea, 08 predios : Um sobra-
do de 3 andares e sotao n. 54 sito na
ra da Cruz, um dito de 2 andares e so-
tao n. 42 sito na ra da Senzala-VeHw,
um dito de 2 andares e sotao n. 8 sito
na tiavetsa da Madi e de Dos, um dito
de 1 andar e soto n. 24 tito no largo
do Paraizo, duas casas terreas ns. 51 e
53 sita na ra da Queimado, urna dita
terrea n. 4 sita na rna da Larangeira 8
Os pertendentes podem dirigir se ao Sr.
padre Jos Leite Pitta Ortigueira, ou ao
Sr. Augusto Ribeiro Lima Ckaiaca.
Alugara se dous grandes armazens
na ra da Concordia, com proporc/>es
sudlcientes para um grande estabeleci
ment de qualquer qualidade que seja :
a tratar com Almeida Gomes, A Ivs &
C, ra da Cruz.
CONSULTORIO ESPECIAL
H0HE0PATHIC0
DO
DR. CASAXOVA,
30-Rna das Crozes--30
Neste consultorio tem sempre os mais
novse acredilados medicamentos pre-
parados em Paria (aatinturas) por Ca-
tellan e Weber, por presos razosveis.
Os elementos dehomeopatbia obra.re-
commendada intelligencia de qualquer
pessoa.
0 bacharel WITRli VIO pode ser
procurado na roa Nova n. 23, primeiro
andar, do sobrado da esquina que volta
para a Camboa do Carmo.
IWQR9K9K 9KCIQ W&QmGK&Rm
Medico. ?
O Dr. Ajnerico Alvares Guimares taz
publico que est residindo na ra da Cruz
r n. 21, onde d consultas e pode a qual-
Squer hora ser procurado para o exercicio
de sua profisao medica.
O artista americano
O artista americano
O artista ameriepno
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por, 3/f
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3 ,
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo recebido um sortimento de
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
No grande salo da ra do Imperador
No grande salo da ra fio Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salSo da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salo da ra do Imperador
A. W. Usborn, o retratista america.
no tem recentementerecebido um gran-
de e variado sortimento de caixas.qua.
dros, aparatos ch i micos, e um grande
numero de objectos relativos a arte-
Como tambem um grande fornecimen-
to de caixas para retratos de 3#000 rs-
cada um, as pessoas que desejarem ad-
qnirir conhecimentos pratices na arto
de retratar acharao o abaixo assigndo
sempre prompto sob condi^Ces muito
razoaveis.
Os cavalheirosesenboras sao convida-
dos a visitar estesestabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima Cica anunciado.

1 STAHL C. I
RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR.!
2 Ra da Imperalriz numero 14 %
(Outr'era Aterro da Boa-Vista.) 6
IVtralos em lodos es-
lylos e lamanVvos.
Pinluraaoiialuralem 1
| o\o ea|uaTe\\a.
g Copias de daguerreo-
typo e outros aTte-
Caetos.
8 \mi>Totypos#
|Pavsagens.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHICO
DO DOUTOH
SABINO 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
-- Precisa-se 3e urna ama que saiba faier o
diario de urna casa ; a tratar na rus larga do Ro-
sario n. 18, no segundo andar. Na mesma casa
tem para lugar um negro moco proprio para
qwlquer seniso.
at meio dia, acerca das seguintes molestias :
molestias das mulheres, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias syphiliticas, todas as especies de febres,
febres intermitientes e suas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA.
Verdadeiros medicamentos homeopalhicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliTeism seus erTeitos, tanto em tintura, como
em globalus. pelos precos mais commodos pos-
sireis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente rendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem (ora dola sao falsas.
Todas as carteirss sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na lampa o no-
mo do Dr. Sabino sao falsos.
tt6S)lftlieai6 13 *5*2a2,M^*
O abaiKO assigndo taz sciente
a todos os seus amigos e aquelles
que oquizerem bonrar com a sua
H conijnca.que elle tem estabeieci-
S doo seu escriptorio de advogado
| arua do Queimado n. 26, 1.-
B andar, onde pode ser procuia-
II rado desde as 10 horas da manhaa
ate' as 3 da tarde dos dias uteis.
Eduardo de Barros FalcSo de
Lacerda Gavalcanti de Albuquer-
que.
Attenco.
Nao tendo os deredores do cual do finado Joio
Tarares Cordeiro prestado attenco ao annuncio
3ue em data de 12 de novembro prozimo passado
zeram os administradores do dito casal, e tendo
o I Uro. Sr. Dr. juizde orphos concedido Borne-
te mais tres mezes para a liquidaco, os mesmos
administradores previnem aos devedores do ca-
sal, que aquelles, qua no prazo de 8 dias nao
realiaarem seus dbitos, sero coagidos a faze-lo
pelos meios que s le faculta. Recife 20 de abril
de 1861,
OAS.
Joaquim Mouteiro de Oliveira Guimares eom
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A. partici-
pa aos seus amigos freguezes e ao publico em
geral, que se acha sorlida das mais bellas e deli-
cadas obras de oqro e prata, e querendo acabar
eom o negocio, est resolvido a reoder mais ba-
rato do que em outra parte, garanlindo as ditas
obras, plisando coate com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troea obras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em outra parte,
Hotel Trovador,
ru larga do Rosario n. 44.
O dono desle estabelecimento contina a for-
necer comidas para lora.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casad e Samuel P.
Johston & C, ra da Somalia Nova n. 52.
ArrenJa-se o engenho Jacir, situado no
termo de Serinhem, moentee corrente.com ca-
sa de vivenda de sobrado com bastantes commo-
dos por ter outra casa terrea contigua com rom-
municago para o mesmo sobrado, estribara para
quatro animaes, olana e seu resp de engenho com urna moeoda que produz calda,
para cincoenta a sessenta paespor tarefa com um
parol de cobre sufQcientemente grande, coro
picadeiros para receber para mais de cento e cin-
coenta carros de canas, casa de caldeira com dous
completos ssentemcntrs, tendo a casa sufficien-
te capacidade, urna destilscto completamente
montada contigua a casa de caldeira, com um
alambique de cobre de continuidad, com fui?
respectivas garapeiras que produz urna pipa de
agurdente por dia de vinte e dous graos pelo
arioaietro de Carlier, casa de purgar psra rece-
ber mil pes completamente arranjada, com dous
tanques para deposito de mel (de madeira de ama-
relio), com dous couxos tambem de amarello ;
casa de encaizamento com quatro balcoes, sna
respectiva estufa e caixdes para deposito do as-
surar, casa do fazer fatinha com um grande (orno
e completo aviacnenlo; grande armazempara de-
posito de generoa por baixo da casa de vivenda ;
senzalla para habitar trinta casaes ; sendo o seu
locomotivo agua, que nunca falta seja qual fr o
verao ; copeiro, com urna roda de ferro com qua-
renta palmos de dimetro : todas as obraa referi-
dla de pedra e cal, e com ptimo madeirameoto
Sendo o embarque dos geoeros que exporta den-
tro do mesmo engenho pur estar a beira rio e a
beira mar. Os partidos sao a roda do eogeuho,
todos lavradios e do melhor massap que se po-
de desejar para a produrco de cana ; assim co-
mo todas as ladeiras, por serem compostas de
barro moriquipi e gomoso, com matas tambem a
roda do engenho de suficiente capacidade para
dar estacas para cercar e lenhas para uso dos tor-
nos e casa de caldeira, e madeira para carros e
reparos que fr mister fazer-se nos edificios rs-
ticos. Os partidos tanto de varzea como os de
ladeiras com capacidade de prodozir de quatro a
cinco mil pies sem nunca ser preciso plantar na
palha ; com um ptimo cercado para animaes, e
extraordinariamente grande e urna grande parte
coberta com capim milhan. Com trras por abrir
de fcil esgoto cujo solo de massap. Este en-
genho finalmente um *dos de pnmeira escala
que t> m esta provincia. Arrenda-se vendendo a
safra que existe fundada para a colheita de 1861,
a findar-se era 1862, sendo avaliada por pontos,
assim como o pre?o dos pe?. As condic,cs e
tempo do arrendameoto se combinar com quem
o pretender, que dever procurar seu proprie-
tario o coronel Gaspar de Menezes Vascoorellos
de Drummond no sitio de sua residencia no Man-
guind, que se acha a casa de vivenda no princi-
pio das duas estradas e que vai para a ponte de
Uchoa.e dos Afflicios, de manhaa al 1 hora da
tarde.
BC6MftiftS6 a*siai i*d?iC4ift
K^S^mwSmMwSMm vt&m WSSm VSM BMSM WBW*^*WBw
Consultas medicas. I
Se rao dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, ra |l
da Cruz n. 53, desde s 6 at s 10 horas 2
da manhaa menos aos domingos sobre: 0
1. Molestias de olhos.
2. Molestias de coraco e de peito.
3." Molestias dos orgaos da geracao e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suas entradas, comegando-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos sero empregados em suas consul-
tares e proceder rom todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratamento que deve destrui-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeira qualidade,
promptido em seus effeitos, e a neceesi-
dade do seu era e reg urgente que se usar
delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer oper.-c.5o que
julgar conveniente para c restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo fim se scha
prvido de urna completa collec(io de
instrumentos indispensavel ao medico
operador. Jfj
KdKSgflg Mssft-SKSt&iesKeiejK
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nafdes
podem tesiemunhar as virtudes deste remedio
ncomparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu arpo e
membros inteiramente saos depois de havor em-
pregado intilmente outros tratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, que Ih'as
relatara lodos os dias ha muitos annos; e a
maior parle deltas sao to sor prndenles que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois dedur
permanecido longo tempo nos hospitaes, o lee
deviam soffrer a amputarlo 1 Deltas ha mui-
cas quehavendo deixado esses, asylos de pade-
limenios, para se nao submeterem a essa ope-
rario dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gum as das taes pessoa na enfuso de sea reco-
Dhecimento declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenlicarem sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado de saude s
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
tratamento que necesslasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar inconteslavelmente.
Que tudo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
pharrmceutico, na ra de Cruz n. 22, em
Pernambueo.
O bacharel em direito Juvencio
Salgado de Castro Accioli transferio a
sua residenciada ra Velha para o bair-
ro de Santo Antonio, ra do Queimado
n, 30, primeiro andar, onde advoga
para o tribunal da relacSo e mais audi-
torios detta cidade. No jury desta ca-
pital e comarcas visinbas, encarrega se
de qualquer deeza mediante rezoavel
ajuste. Promette a todas as pessoas que
o honrarem com a sua conuanca tomar
todo interesse as questOes que forem
confiadas ao seu patrocinio.
Na travessa da ra
das Cruzesn. 2, primeiro andar, continua-se a
ungir com toda a perfeico para qualquer cor, e
o mais barato possirel.
LOTIKH
Quarta parte da quarta e pri-
meira da quinta de S. Pe-
dro Martyr deOlioda.
Nos bilhetes rubricados com a chancella do
abaixo assigndo foram vendidos os seguintes
nmeros com as seguintes sortea
1 meio bilhete.
Bilhele inteiro.
Dito dito.
1 meio bilhete.
t dito dito.
1 dito dito.
1 dito dito.
Bilhete inteiro.
Meio oilhele.
Bilhete inteiro.
2 meios bilhetes.
1 meio bilhete.
1920 5:000g
855 800S
687 8008
1073 400J
1126 100
381 100
1721 100
489 40
1 40
2014 i0$
1962 40
1139 40S
e outros de 10 e 20. A sorte paga inclusive
a garanta (de 12 por cento geraes e 2 provin-
ciaes) ni praca da Independencia n. 22 aoode se
acham expostos venda assim como as mais
lojas do costume, os bilhetes e meios da terceira
parte da quinta lotera de Nossa Senhora do
Guadalupe rubricados por
Santos Vieira.
Bilheto inteiro 65OOO
Meio bilhete 3#000
Em porpes de 50,000 para cima.
Bilhete. 5S50O
Meio 2750
CMPANHUDA Vi
Recife
0D
ao Sao Francisco.
(limitada.)
Roga-so a quera tiverde fazer alguma rccla-
maqo cu queixa sobre perda, demora ou avaria
em gneros transportados pela via frrea queira
dirigirse immediatamente ao Sr. James Kirk-
ham inspector do trafego na estaco das Cinco
Ponas ou na do Cabo, por escripto ou pessoal-
mente.
Teudo-se dado alguns engaos na entrega do
assucar em ronsequencia de todos os saceos nao
serem marcados roga-se aos Srs. agriculiores
que os queiram fazer marcar distipclamente com
o ame do engenho a que pertencem por ex-
terno.
Assigndo-E. H. Bramah,
Superintendente.
No dia 27 do correte mez, depois da au-
diencia do Sr. Dr. juiz municipal da segunda va-
ra, s 2 horas da tarde, se bao de arrematar em
praca publica, na sala das audiencias, por ven-
da, as Ierras da propriedade denominada Passo
do Giqui, contendo o antigo trapiche, viveiros,
forno de olaria, cassotes e trras annexas, com
urna casa em estado de ruina ; e o dominio di-
reito de diversos terrenos da mesma propriedade
aforados a differentes pessoas, conforme o escrip-
to em mo do porleiro do juio, por execujo de
Manoel Joaquim Baptisla contra Jos Florencio
de Oliveira e Silv, proveniente de duas letras de
parle da compra que este fez da predita proprie-
dade queflcouespecialmente hypothecadaao seu
integral pagamento.
Precisa-se da quantia de 3:000000 a pre-
mio, dando-se por hypolheca um dos melhores
predios situados 00 Pogo da Paoella : a pessoa a
qutm convier fazer este negocio, queira dirigir-
se ao Sr. Manoel Jos da Silva Cabral, na ra
Bella n. 6.
Attenco.
Aluga-se era urna das melhores ras da fregue-
zia de S. Jos urna metade de um sobrado por
commodo prego, sendo a familia ou pessoa apaz:
quem pretender, dirjase a ra Direila, taberna
n. 76, que dir onde .
IJirio Keller vai ao Maranho.
Precisa-se de um caixeiro para padaria que
abone sua capacidade. e boa conducta; na peda-
na do pateo da Santa Cruz n. 1.
Precisa-se de urna senhora idosa que saiba
tratar de um doente e urna pessoa s: a tratar
na ra Direita n. 14, esquina de S. Pedro.
Aluga-se urna escrava ou mulher forra pa-
ra ama de urna casa de pouca familia ; na ru3
das C'uzes, sobrado n. 2. primeiro andar.
Compras.
Compra-se os
da Calgada n. 22.
Mysterios de Paris: na ra
Inflammacao da bexiga
-da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelis.
Sarna.
Supuiagoes ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das ariiculacoes.
Veas torcidas aa no-
Escravo.
Compra-se um escravo cozioheiro que seja mo-
go"; na ra da Cadeia, loja n. 23.
~~ompraiD"se escraT0S Jo sex masculino de-
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra dalmpe-
ratnz n. 12 loja.
Compram-se es-
eravos
de ambos os sexos e de toda idade, tanto para
exportar para fra da provincia como para a ci-
dade : no escriptorio de Francisco Mathias Pe-
reira da Costa, ra Direita n. 66.
Compram-se moedas de ouro de 20 ; na
ra Nova o. 23. loja.
Vendas.
AlpOKM
Gaimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabega.
das costas.
dos membros.
En tenuidades da culi;
em geral.
Ditas de anus.
Eru pepes escorbticas.
Fistolas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchaces.
Inflammacao do ligado das as pamas
Yende-se este ungento a estabelecimento
geral de Londres n. 244, tStran', e na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas eoearregadas de sua ve*da em loda a
America do, sul, Havana e Brpanha.
Vende-se a 800 rs cad> boeetinha contera
urna instrucepo em portiguez para explicar o
modo de fazer uso dtsf nngueto.
O (teposilo geraj ^emeasa do Sr. Sou,fiTZSS^ltl.lPco^uYmhlu?.
Quejos. -
Queijos muito novos e o melhor que ha
neste genero a 2 cada um, no antigo eilabeleci-
menlo junto ao sobrado novo do Sr. Figueirda ;
assim como no estabelecimento de Joaquim d
bilva Costa & Irmo, na esquina quo volta para
a ra estreita do Rosario n. 50.
E qaasidegraca!
a ei?twci brt?cos de c"bfi bordados com2
e a babados, fazenda muito superior, a 6S cada
um ; na roa Nova n. loja de Tertuliano Can-
dido Ramos & C.
Venda de sitio.
Vende-se ou permula-se por predios na cidade
um dos melhores sitios dos Afflictos, com as ac-
coomodagaes seguintes: grande casa de viven-
da, com 5 salas, 8 quartoa, grande cozioha, es-
tribara para mita de 6 cavados, oocheira para 3
csrroa, soto, ele., etc., sitio com 1,000 palmos
de frente, e perto de 2.000 de fundo, grande bai-
w xad8eapim.emaisde3.000 arvoredos de fruc-
lo; quem qulzer aaer este negocio, dirija-se ao
sitio tronteiro igreja, ou ruu do Queimado le-


w
wiaio di iiaRiMCo. sEiik nm iG m a*ml di un.
Vende-se ana escrava parda, de idade 30
annos, habilitada em todos o trabalhoa de una1
eaaa de familia, com 3 fllhos, 1 de 4 anuos, e ou-
tro de 10, sea Deahuaejaefee, o que m garan-
te 10 comprador, a quem dir-sa-ha o motivo da
venda: a fallar na roa do Hospicio n. 3.
Contina a liqui-
dado
da loja de fazendas
DA
Ra do Cabug n. 8.
A' dlolaelro.
^p* Burgos Ponce de Len, liquidaUrio da
exmela firma de Almeida & Burgos, tendo de
acabar com este estabelecimento, para de ten li-
quido pagar aos credores da massa, ha decidida-
mente resolvido a fazer urna verdadeira Califor-
nia de todas as fazendas con grande abatimento
de seu cusi, senda que, alm das que restam j
aonuDciadas, expoe mais as seguinles :
Chapeos francezes finos para senhora, nio
s6 de fil como da seda, de lindas cores, enfeita-
dos coro fitas e flores unas, bicns de Blond e vi-
drilho, daodo-se para oa chapeos seus respecti-
vos veos de fil de seda, bordados -que se ven-
den os que cuslaram 12*000 por 5*00J, os da
14J0OO por 6*000. os de 18*000 por 8*000, os
de 25*000 por 13*0001! I ^^
Sahidag de baila, forradas aj de seda, para
senhora, que se vendiam por 30*000, vende-se
por 6*400 e 10*000!
Brim setim ou brim de puro linho e sela
trancado fintssimo, de listras e de quadrinhos de
cores seguras, ptimo e de mnito gasto para cal-
Cas, colleles e palitos, que geralmente se vendia
a 1*600 cada corado, vende-se a .
Cortes de colletes de fusto a 500 e a
baze de seda pura, de lindissimas co-
res para vestido de senhora o co-
vaJo a .-......
Riscados escossezes de cores fita para
vestido de senhora, o corado a .
Brimzinho de lioho para paletos e cal-
gas, para andar por casa, como para
roupa de meninos, o covado s .
Organdis ou cimbraias muito finas, de
riquissimos padroes, para vestidos
de senhora, o covado a 280 e a .
Tafel de cores, o covado a .
Fusto de muito bonitos padroes mie-
dos para vestido de senhora, o co-
vado a -........
Fustao alcocboado de rscadinhos para
paletos e caigas, o covado a .
Casaveques, capas e jaquetinhss de la
para menino, sobre tuda para a pre-
sente estago invernosa, a 1:600,
2:0C0, 2:500, 3000. a.....
Corles de caigas de meia caseraira, e de
casemira de cores claras e escuras,
cada corte a 2880, 3:200, 4:000.
5:000. 6:000. 7:000. e .
Cortes de caigas de casemira preta a
7:500 e a.........
Chapeos pretos francezes para homem,
de muito fina massa, e da ultima
moda que se vende geralmente IOS
Por ........... .
Chapeos depalha para homem a Tam-
berlick a..........
Chapeos de palha para artistas a .
Caigas feitas de casemira preta e de cores, colle-
tes de todas as qualidades, paletos francezes,
de casemira e de outras qualidades, seroules,
camisas de meias, de linho, grvalas de seda,
velludos, sedas, pannos finos azues, verdes,
pretos ; setim de ifacau preto, meias para ho-
mem, seohora e menino, e mil outras fazendas
baratsimas, que se nao pode annunciar de
urna vez.
E' aproveilarera-se,
crise commercial
800
600
880
180
200
560
500
Rival sem segarte.
Na ra de Queimado n. 55, loja de miudezas,
est queimando os seguintes artigos abaixo de-
tlarados, todas as miudezas estio perfeitas, o
prego convida : '
Cairas de clchete* a 40 rs.
Carldes de ditos a 20 rs.
Croza da peonas de ago muito finas a 500 ra.
Charutos muito fino*, caixa com 002*500.
Croza de botes de louca a 120 rs.
Carretel de linha eom 100 jardas a 80 rs.
Bules com banha muito fina a 330 rs.
Dito dito dito a 500 rs.
Banha em lata com 1(2 libra a 500 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
Caixas eom brelas mnito novas a 40 rs.
Ditas com pht sphoros especiaos e melhor qus
ha a 160 rs.
Pares de meias croas pera homem a 100 rs.
Ditos de ditas muilo finas a 200 rs.
Pegas de franja de laa mnito bonitas cores a
800 rs.
Duzia de sabonetes muito finos a 600 rs.
Incas para acender charutos a 60 rs.
Phosphoros em caixa de folha a 100 rs.
Cartas de alfinetes finos a 100 rs.
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de espatos de tranca de algodo a 1*.
Ditos de lia para meninos a 200 rs.
Frascos de macass perola a 200 rs.
Ditos de oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garfos de cabo preto a 35.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320.
Massos de grampas finos a 40 rs.
Caivetes de aparar penna a 80 rs.
Tesouras para unhas e costura mnito finas a
500 rs.
Pegas de tranga de la com 10 varas a 320
Escovas para dentes muito finas a 200 rs,
Cordo imperial fino a 40 rs.
Dito grosso a 80 rs.
Cordes para espartilho aSOrs
Caixas para rap muito finas a 1*.
Pares de meias de cores prra meninas a 160 rs.
Linha de marcar (novello) 20 rs.
Groza de marcas para cobrir a 00 rs.
4g0C0
8S000
11*000
8*000
3S500
800
antes que desappareca a
A 240 rs.
0 covado de laazinhas de quadros para vestidos.que
sempre vendeu-se a 1* ; na loja de Adriano &
Castro, ra do Crespo n. 20.
AS
baratissimas.
Na loja de fazendas que se est
liquidando.
Ra do Cabug n 8.
f^* Burgos Ponce de Len, liquidatario da
exmela firma de Almeida & Burgos, vendendo
todas as fazendas existentes na loja da ra do
Cabug d. 8, por muito menos de seu cusi, para
pagamento de seus credores. vende ainda por
menos as miudezas em razao de nao serem ellas
proprias de urna loja de fazendas :
Fijas de seda sarjada de bonitas cores para cin-
tos, enfeites de chapeos para senhora e para
cinleiros dejneninos de peilo, que geralmente
a vara, vende agora a vara a
mesma qualidade estrellas a vara a
cores a vara a
se vende a
800 rs
Ditas da
120 rs.
Franjas de seda prelas como do
60 rs.
Pecas de bico francez muito fino cada peca a 800,
1. 1*200, 1*600. 2. 2*ifJ0. 3*. 3*200 e muito
largo a 4, 4*500 e a 5.
Bicos de seda branca para enfeites de chapeos
para seuliora, como para vestidos de noivas a
200 e 240 rs a rara.
Aberturas para camisas com punhos e colaricho
a 400 rs.
Sapatiohos para meninos de merino bordados
a 1*280 rs.
Bonets ouvados para menino a 1*600.
Bonets francezes pretos para menino, muito fi-
nos a 2*560 e a 3*.
Enfeites de flores e com filas francezas para se-
nhora a 3, 4* e 5*.
Enfeites pretos de vidrilho para senhora a 2a 9
a 2*500.
Luvas de pelica de Jovin para senhora a 800 rs
o par.
Toucas de la para menino de peito franceza
a 800 rs.
Ditas de Ci de linho para dito, francezes a 1*
Ditas francezas de la para senhora parida a 2*500
Duzias de metas grossas do Porto para homem
a 1*600.
Ditas de meias ciuas para homem a 2*500.
Bitas de meias brancas fio ;s para homem a 3$.
Ditas de meias pintadas para dito encornadas a
2JS00 e a 3.
Ditas de meias pintadas para meninas a 3*.
Ditas de meias brancas finas para meninas a 4*.
Ditas de meias brancas para senhora j 3&500.
4* e a 5.
Meias pretas, para senhora a 200 e a 400 rs.
cada par.
Meias de la preta para padres a 3* cada par.
Ditas de seda preta para homem a 2*560 e a 3*
cada par.
Ditas de seda preta para senhora a 2* e a 3g
cada par.
Ditas de seda branca para senhora a 2*500 e a
4* cada par.
Luvas brancas de algodo encorpadas e finas a
240 ea 300 rs. cada par, comprando-ae a du-
zia a 2*500 e a 3*.
Pentes de tartaruga muito finos a imperatriza8*.
Caixos de flores francezes a 500 rs. e a 2* cada
caixo.
Carteiras com charuleiras que por ahi se vende
por 4* a 2*.
Bonets francezes para homem a 1*.
Grvalas de cassa de corea seguras a 240 rs.
Camisinhqs de cambraia para senhora a t*.
Sinturo de borracha para segurar aa caigas a
200 rs.
Chicotts para montara a 640rs.
Bengalinhasa 700 r$.
T Uesouras a 60 e a 80 rs. cada urna.
Sabonetes a 60 rs. cada sabio.
Corneal.que ou pomada franesaa naca alisar ca-
bellos a 60 rs. eada pao.
Bolees de vidro lapidado para casaveqnes a
rs. a duiis.
Banha franceza, essenciaae espirites ludo mais
quanto de perfumaras por pregos desgraga-
dos, como oulros muitos objeelos que nao
possivel annuociar-se do urna vez.
A PMXAYERt
[16-Raa da Cadeia do Recife16i
LOJA DE MIUDEZAS
DE
[Fonseca&Silva.i
Saias bordadas para senhora a 2*
urna, peitos para camisas a 2* a duzia,
uentes de tartaruga a imperalriz de 5J,
e$, 73 e 8$ um, enfeites de vidrilhos
pretos e de cores para senhora a 1*800
um, pegas de froco com rame a 200
rs. a pega, fitas de velludo preta a 800
1* e 1*200 a pega, essencia de sabio a
1*. superior oleo para tirar caspas s
1*280, espelhos deurados a 800 rs. a
duzia e a 80 rs. cade um, pentes para
atar cabellos a 19500 a duzia. cartas
francezas finas a 3$ a duzia e a 320 rs.
o baralho, ditas portuguezas a 1*800 a
duzia e a 200 rs. o baralho, caivetes
grandes para fructas de 3* a 8* a duzia
ede 320 a 800 rs. cada um, ricas caixi- '
nhas com espelhos conteni perfuma- ral
ras proprias para toilete de sen horas a
50, 6*e7* cada urna, argolas douradas W>
a 1*500 a duzia e a 200 rs. o par, dados Wk
1 a lg600 a tala, pentes finos para barba r*^
2 a 400 rs., agulheiros com penas de ago gj
I a 80 rs. colheres de metal principe para fif
i terrina a 2* cada urna, para cha a 2* a S
L duzia e para sopa a 4*500. pentes de
J bfalo amarellos para alisar a 400 rs. (?<
cada um, ditos para bichos de 240 a 320 a
i rs. cada um. fivelos para caiga a 800 rs. j&
\ a duzia e a 80 rs. cada urna, botdes de |5)
l madreperola para abertura a 480 rs. a
| duzia e a 60 rs. cada um, ditos de osso
] a 240 rs. a duzia e a 40 rs. cada um, di -
tos de louca a 160 rs. a duzia e a 20 rs.
| cada um, ditos de phantasia a 320 rs. a
\ duzia e a 40 rs. cada um, alfinetes de
i cabega chata a 100 e 120 rs. a carta,
5 suspensorios finos a 5C0 rs. o par, pin-
| ceis para barba a 400 rs. a duzia e a 40
rs. cada uro, tesouras para costura em
carteiras a 1* a duzia, talos de borra-
cha a 320 rs. cada um, caixas de bfalo
para rap a 900 rs. cada um, tranga de
carocol a 60 rs. a pega e a 600 rs. o
masso, agulheiros de osso a 40 rs cada
| um, pentes de baleia a 240 rs., sabone-
> tes para barba de 60 a 200 rs. cada um,
i linha fina para marcar a 300 rs. a cai-
xa, colheres para cha de 320 a 400 rs. a
duzia, Qtas de lioho de todas as larguras
a 480 rs. o masso, e muitos outros ob-
jeelos por pregos os mais baratos do que
em outra qualquer parte.
VEUS
DE
cera de carnauba,
Vende-se a 13* a arroba, e a 440 rs. a libra ; na
ra da Boda n. 48, sobrado.
Relogios.
Vande-sa smeasa de Jobnston Pater C.,
rus do Vigtri* n. 3 um bailo sortimeoto da
xelogiof daouip, patente ingas, da um dos mais
*tmmit fatoante* da Uwpool; tambera
orna vanadade da bonitos Iraacelins para os
mesaos. ,
Para casamentas.
, Bolinas da setim braco para senhoraj,- na lo-
ja do vapor, roa Nova n. J.
Fejo amarelo.
Vende-se ns rus dos Pires a. 41. a 400 rs
cuta para acabar.
ii
100
Armazeui de fazenda
DA
Ra do Queimado n. 19.
Cobertaa de chila. gosto chinez, a 1*800.
Lenqes.
Lengesde panno de linho fino a IflOOO.
Cortes de casemira.
Cortes de casemira de cor muito fina. Dlo ba-
rato prego de 5*.
Ta ra tana.
Tarlalana branca para forro de vestido, pelo
baratissimo prego de 260 rs. a vara.
Gambraia de cor.
Cambraia matizada fina a 240 rs. o covado.
Chita franceza.
Chitas francezas pelo barato prego de 220 rs. o
covado.
Esteira da India,
de 4,5 a 6 palmos de largo, propria para forrar
sala e camas.
Cortes de collele.
Cortes de velludo preto bordados a 6*.
Mantas de Llonde.
Mantas de blondo pretas de todas as qualidadea
Cambraia branca.
sJiOo" de cambraia branca flna a 2S80. 8e0 e
Toalhas.
Toalhas de fusto a 600 rs. cada urna.
Superiores manteletes.
Vendem-se superiores manteletes pretos rica
mente bordados, pelo baratissimo prego de 35*
na ra do Queimado n. 22, loja da boa f.
Calcado de Milis.
Boiieguinsde Melistodo debezerro e de eef-
aavao, recebido pelo ultimo navio do Havre : oa
loja de Burle Jnior & Martina, ra do Cabug
numero \%, .
Earrahi k Salta Cotha-
fina, j
atracado ao trapiche u.*- Ji i_i"-_l J.Z\
largo da Assembla n. t.rl o L"'*nK>-fl
A fama triumpha.
Os oarateiros da loja
Encyclopedica
DE
Guimares & Villar.
Rua do Crespo numero 17.!
. Vendem riquissimos chapeos de seda
brancos para senhora a 15S, admiravel
a pecbincha.
Riquissimos chapeos de palha da Ita-
lia ricamente enfeitados a 23* e 35j.
Paraaquaresma.
Superiores cortes de seda preta borda-
dados a velludo de 2 aaias e outros de 7
babados por pregos baretissimos.
Gres pretos de todas as qualidades pe-
los pregos de 1*900, 28, 25100.2*700 o
covado affiangando-se ser estes pregos
menos 400 rs. em covado do que se pode
comprar em outra parte.-
Ricos enfeites imperatriz o melhor
que tem vindo a provincia.
Cortes de colletes de velludo preto
bordado a 5$ o corte, incrivel sd se
vendo.
A 280 rs, o covado.
Organdizes de ricas cores e desenhos
pelo baralissimo prego de 280 rs. o co-
rado, afuaoga-se serem lio boas fazendas
que muito se tem vendido s primeiras
pessoas da provincia.
Cambraias da China bordadas a mo
com 9 varas a pega por 6*500, ricos cor-
tes de cambraia bordadas com 7 e 9 ba-
bados por 35$, cortes de lias a Garlbaldi
a 10* com 25 corados, baldes de 30 ar-
cos e outros de musselina a 5*.
Saias bordadas a 2*200 cada urna.
Ditas bordadas a 4* com 4 pannos.
Manteletes pretos compridos bordados
a 30j, sahidas de baile o que ha de me-
lhor, espartilhos de todas as qualidades.
Grande sortimenio de
roupas feitas, sobrecasacas. psletots, col-
letes, caigas, camisas, seroulas, meias,
grvalas etc.
Calcado Meli
j ltimamente chegado de Paris, incrivel
jK so se vendo.
Attenco
E' barato.
Csmas de ferro de todos ostamaohos e quali-
dades, as mais modernas que tem viudo a este
mercado ; na loja de ferragens, ra da Cadeia do
Recie n. 56 A. de Vidal & Bastos.
I^Meawai^NeM-MaWNSjNe
acaba de
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOSk REG
Na ra Nova junto a Con-
ceico dos Milita-
res n. 47.
m grande e variado sortimenio de
roupas feitas, calgados e fazendas e todos
estes sa veodem por pregos muito modi-
ficados como de seu costume.assim como
sejam sobrecuacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
26*. 28*. 30* e a 358, paletots dos mesmos
pannos preto a 16j, 18J. 20* e a 24*,
ditos de casemira de cor mesclade e de
novos padroes a 14*. 16*. 18*. 20* e 24*.
ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a 9*. 10*. 12* e a 14. ditos prelos pe-
lo dimiouto prego de 8*. 10*, e 12, ditos
de sarja de seda a sobrecasacados a 12*.
ditos de merino de cordo a 12$, ditos
de merino chinez de apurado gosto a 15*,
ditos de alpaca preta a 7*. 8*. 9* e a 10*,
ditos saceos pretos a 4*. ditos de palha de
seda fazenda muito superior a 4*500, di-
tos de brim pardo e de fusto a 3*500, 4*
e a 4*500, ditos de fusto branco a 4*.
grande quantidade de caigas de casemira
prela e de cores a 7, 8*. 9* e a 10, ditas
pardas a 9$ o a 4*. ditas de brim de cores
finas a 2rj00, 3*. 3*500 e a 4$. ditas de
brim brancos finas a 4*500. 5$. 5*500 e a
6*, ditas de brim lona a5*e a 6$, colletes
de gorgurao preto e de coras a 5 e a 6g
ditos de casemira de cor e pretos a 4J500
*** ditos de fusto branco e de brim
a 3* e a 3*500, ditos de brim lona a 4*
ditos de merino para luto a 4* e a 4*500
caigas de merino para luto a 4JB00 e a 5&
capas de borracha a 9. Para meninos
de todos os lmannos: caigas de casemira
prefa e da cJr a 55. 6* e a 7*. ditas ditas
de brim a 2J. 3 e a 3*500. paletots sac-
eos de casemira preta a 6$ e a 7 ditos
de cor a 6 ea 7|, ditos de alpaca a 3*.
sobrecasaeoa de panno preto a 12* e a
14, ditos de alpaca preta a 5*. bonets
para menino de todas as qualidades ca-
misas pera meninos de todos os tamanhos
melos neos vestidos de cambraia feitos
cara meninas de 5 a 8 annos com cinco
babados Usos a 8* e a 12g. ditos de gorau-
brim a 3*. ditos de ctmbraia ricamente ;
bordadoa para baptiaados.s multas oolras
fazendas e roupas feitas que deisam de
ser mencionadas pela sus grande quanti-
dade ; assim como recebe-se teda equal-
qner encommenda de roupas para se
mandar manufacturare que para este fim
lemos um completo sorlimento de fazen-
das de gosto e urna grande offlcina da al-
iiate dirigida por um hbil mestre one
pela aua prompladio e perfeicao nada dei-
xaa desojar.
Ultima moda de Pars
Enfeites de caneca para as se-
ntaras de bom gosto.
Snarejad*at 1 B.e sonde as senhoras senaria um completo
sortiajento de entalles de cabega, '?">" pealas
como e lindas cores, da ultima moda de Paris,
recebidos no dia 16 nele vapor francez, pois as
aenhorasque desejarem ver podero mandar pe-
dir, que prom pamente selha mandarlo aa amos-
tr. PPia estamos bem convencidos qge am vista
de ricos que ti* oinguem deixar de comprar :
listo so na loja d'aguia de ouro. ra do Gabug
in. 1 B.
Aos amantes da moda.
Rico sortimenio de collarinhos de Hnbo dos
mais modernos gostos a 640 rs. eada um ; na ra
'Nova n. 42, laja de Tertuliano Candido Ramos &
Compaohia.
iCascarrilhas de seda de todas
as cores.
A loja d'agujahranca recebeu com as demais
cousas vindas pelo ultimo-vapor francez, mui.no-
va* boniUs cascacrilhas de seda pera enfeites
de vestido. O sorlimento das cores excelleole
inclusive a preta, que tem da diversas larguras,
e obra de tanto gosto, s se encontra na ioja
d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Propriopara mimo.
S na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n
IB, chegado um completo sortimento de cai-
xinhas para costura de todos os tamanhos, orna-
das com preparas muito fios e ricamente enfei-
tadas, proprias para qualquer mimo de senhora
ou menina : isto s na loja d'aguia de ouro7*rua
do Cabug n. 1 B.
RELOGIOS.
Yende-seem casa de Saundres Broihers praca do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
bricaute Koskell, por prosea coramodos e tam-
be m trancellins e cadeias para os meamos de
excellante gosto.
Luvas de torcal
com vidrilho a 1^000 o par.
A loja d'aguia branca, firme no sen proposito
ue borateira, est vendendo mui novaa e bonitas
luvas pretas de torgal com vidrilho a 1* o par;
a ellas, antes que se acabem : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
SEDULAS
de l$e 5#000.
Continua-se a trocar sedulas de urna s figura
por metade do descont que exige a thesouraria
desta provincia, e as notas das mais pregas do
imperio com o abate de 5 por cenio: no escrip-
torio de Azevedo & MeBdes, ra da Cruzo
n. i;
Vidrilhos de todas as
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. 1
B, vende-se vidrilho preto, azul e branco aase-
tinado, que se vende por baratissimo prego de
2.500 rs. a libra s na aguia branca.
As verdadeiras lu-
vas de Jouvin.
A loja d'aguia branca recebeu pelo vapor fran-
cez urna nova remessa das verdadeiras luvas de
Jouvin, cuja superioridade j bem conhecida
por quantos as tem comprado, e ser mais por
aquellos que se dirigirem ra do Queimado,
loja d'aguia branca n. 16, aseverando que sao as
melhores e mais novas no mercado. Tem sorli-
mento do todas as cores tanto para homem como
para senhora.
fluz para candieiros.
J chegou este gaz to procurado, bem como
um completo sortimento dos candieiros proprios
que se vendem por muito baixos pregos : na rus
da Imperatriz n. 12, loja de Rayoaundo Carlos
Leile &Irmo.
Ba do Crespo,
loja n. 25, deJoaquim Ferreira de S, vendem-
se por pregos baratissimos, para fechar contas:
chapeos do Chille para hornera e menino a 3*500,
cortes de casemira de cores a 3*500, pegas de ba-
bados largos e transparentes a 3*. pegas de cam-
braia lisa fina a 3*, sedas de quadrinhos miudos
de cores escuras e gostos novos a 800 rs. o cova-
do. chitas largas cores escuras e claras a 210 rs.,
cassas de cores de bons gostos a 240, organdys
muito fino e padroes novos a 500 rs. o covado,
pecas de entremeios bordados finos a 1*500. ba-
bados bordados a 320 a vara, golinhas bordadas
a 640, manguitos de cambraia e fil a 2*. bra-
mante de algodao com 9 palmos de largura a
1J280 a vara, sobrecasacas de panno fino a 20 e
25*. paletots do panno e casemira de 16 a 20J,
dita de alpaca pretos de 3*500 a 7$, ditos d
brim de 3 a 5*. caigas de casemira preta e de co-
res para todos os pregos, ditas de brim de cores e
brancas de 2*500 a 5J, colleles de casemira de
crese pretos, ditos de setim preto, lado a 5*.
corles de cassa de cores a 2*, pegas de madapo-
lo fino a 4*500, assim como outras muitas fa-
zendas que se vendero por menos do seu valor
para acabar
iohos engarrafados
Termo*
Collares.
Mvradio.
Madeirs.
Carcavellos.
Arintho.
Bucellas.
Malvasia, em caixas de nma duzia da garrafas :
na ra do Vigario o. 19, primeiro andar.
Novos e bonitos
enfeites de velludo.
A loja d'aguia branca acaba de recebar pelo ul-
timo vapor francs urna pequea quantidade de
enfeites de velludo os mais modernos e bonitos
que aqui tem vindo, a da seu costme est ven-
dendo mui baratos a 10* cada um ; por issa di-
rijam-se logo a dita loja d'aguia branca, rna do
Queimado n. 16, aales que se acabem.
Bonets de gorgurao avel-
ludado.
Veodem -se mui bonitos bonets iaglezes de gor-
gurao e velludo, mesclsdos e do mui bonitos pa-
droes a I55OO. Eases bonets por suas boas qua-
lidades e muita durago tornam-se mui proprios
para os meninos de escola, e mesmo para pas-
seio ; assim como outros bonets de palha e pan-
no fino, etc. etc. e mui boniloa a 2J500, 3* e
4*, o melhor possivel: na ra do Queimado a
16, loja d'aguia branca.'
Na rna larga do Rosario, passando a boti-
ca, a segunda loja de miudezas n. 38, tem para
vender em conta seda frouxa para bordar a 120
rs. a meada, retroz de todas as cores, botes de
seda pretos para casaca a 20 rs. e oapto Onoa a
40 r=., capachos compridos para boira de porta,
ditos redondos para meio desala, caixinbas com
apparelhos de Chumbo psra almogo proprios para
menioos brincar, peonas de ayo ponta de langa a
500 rs. a caixa muito finas, linhas de peso de dif-
ieren les grossuras a 120 rs. a meada, grvalas de
seda muito finas e muilo estreitaa a 1*400 cada
urna, alfinetes de roda a 40 a*, cada urna roda,
cartas do mesmo. cabega chs%ail60 rs, cada urna
carta, lonetas de um e doua> vidro fcuilo finos
arcos e muito barato?, laa>para%ordr a 6* a
libra, botes pretos de linha para paletot a 1J500
a groza, ditos a 15200, ditos muito finos a 4OO0
de roda de velludo, peales de tartaruga a 5*,
12*, 169 e 24* cada> am muilo finos, froco de to-
das as cores a 5QfJ^ega.
silvas.
Chegaram as bellas uvas da ilha de Itamarac,
ao deposito da ra estreita do Rosario n. 11.
Jloeijos do Sirid.
Gngaram os frescaes quijos do Sirid, ao de-
oasitdlda ra estreita do Rosario n. 11, c vende-
aar%W conta.
Remedio pro-
digioso!!!!
O verdadeira especifico para a cura completa
das feridas antigs e recentes, ulceras, fstulas,
pisaduras, deslocages, enchagos, tumores, erv3i-
pella e quasi lodaa as molestias da pelle : acba-se
venda no Bazar Pernambucano da ra do Im-
perador e na praga da Independencia n. 22.
Prego dos frasco...... 2$000
de meio dito___1*000
de 1/4 de dito... 500
W Em casa de Mills Latham & C. na ra 9
# da Cadeia do Recife n.52, vende-se :
Vinbo do Porto.
% Dito Xerez engarrafado da muito supe-
9 or qualidade.
9 Oleo de linhaga.
9 Alvaiade.
9 Secante.
9 Azarco.
% Encarnado veneriano em p. m
9999999 9999 9999999999
I0DY10 a
s
Farinha ba-
rata.
Vende-se no armazem amarello da ra da Ma-
dre de Dees, confronta ao consolado.
Eafeites de grade.
A loja d'aguia branc* recebeu novos a bonitos
enfeites do grade para senhoras, e os est ven-
dendo a 4* cada um ; na ra do Queimado. loja
d aguia branca n. 16,
La fina para bordar.
A loja d'aguia branca recebeu un novo sorti-
menio de la de bonitas e diversas cores, e para
commodidade de aua boa fieguezia est venden-
do a 7* a libra, o que em outra parte se nao acha.
sendo assim flna ; s na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Bonitas caixiohas com pos de
arroz, e boneca.
Aloja d'aguia branca recebeu mui bonitas cai-
xtnhas com fino pos de arroz, e a competante bo-
neca, cujos pos sao acertadamente applicados pa-
ra bertoejas, e mesmo as senhoras usam delles
quando teem de aahir, como para theatro, baile
etc., costa cada caixinha Sg, e barato pela su-
perioridade da qualidade, alem de serem mui
novos cerno sao, o que os torna prefer veis : ven-
dem-se oa laja d'aguia branca, rna do Queima-
do n. 10.
Superiores filas de velludo
e de seda.
Na loja d'aguia de ouro, roa do Cabug n. IB
acaba-se de receber da sna propria encommenda
pelo vapor francez fitas de velludo de todas ai
larguras pretas e de cores, sendo liis, abenas e
lavradas. de lindos padroes. uue se vende por
prego muito em cont, assim como fitas de cha-
malote de todas aa cores, proprias para cintos
cintos com fivela preta proprios para luto, luvas
de torcal com vidrilho muito novas a 1fi-200o par
tas sam vidrilboa 800 rs., ditas de seda enfei-
tidas com bu vidrilho a t* : Wo s se vende
aa aguia de onro n. 18. ,
Remedio dos meninos.
Veadem-ae garrafas da mel de pao a 71* ea.
no deposito de Amparo & Mello, na ra do Li-
vramento n. 30. No mesmo ha para vsoder-se
smente de coentro.
Attenco. *
Na ra do Trapiche n. 46, em casa de Roslron
Rooker & C, existe um bom sortimento de li-
nhas de cores e brancas em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem por
pregos mui razoaveis.
A loja da ba-f
na rna do Queimado n. 23.
est muito sorda,
vende muito barato ;
Vendem-se as raelhores e mais frescas lavas
de pellica de Jouvin que se podem desdar por
terem sido recebidas peto vapor francez, sendo
braacaa. pretas decoras, tanto para homem
como para senhora : na ra do Queimado n 22
loja da boaf. *
Vende-se confronte ao porto da fortaleza
das Cinco Ponas o seguiote : cereocas para bois
e cavalles, carrinhos de Irabalhar na alfandega
ditos de mo, torrsdores da caf com foglo, do-
eradic de chumbar de todos os tamanhos, e
bem assim rodas, de earroces e carrinhos, eixos
para os meemos, e euaesquer outras abras ten-
denles s offlcinaa de ferrairo e carapina, e ala-
gam-se tamfeem carracas.
Baoha fina em copos grandes.
A loja d'aguia branca acaba de receber nm novo
e grande sortimento de banhas, estrados, leos
paca cabello, opiata, sabonetes, ec, etc., o com
iso a estimada banha, fluide napolitain, em bo-
nitos e grandes copos de vidro opaco com tampa
de metal. Essa banha por sus .superioridade e
activos chefroa de rosa e flor de laranja, j bo-
je bem conhecida e apreciada, e contina a ser
vendida a 2300 cada copo; na loja d'aguia bran-
ca n. 16.
999999999
9 Machinas de vapor.
9
Rodasd'agua.
Moendas decaen.
Taixaa.
Rodaadentadas.
Bronzes e aguilhoes.
Alambiques de ferro.
Crivos, padroes etc., ele;
Nafundigode ferro de D. W. Bowmanl
ra do Brum passando o chafariz.
lelogios jfit
Suissos.
Em casade Sehafleitlln C.rua da Cruz n."
38, vende-se um grande e variado sortimento
de relogios de algibeira honaontaes, patentes,
chronometros.meioschronometrnsdeouro'pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
gios dos primeiras fabricantes da Suissa, qae ss
vsndero por pregos razoaveis
Caes do Hamos armazem
n 24.
Vendem-se taboas de amarello, louro a piano
por pregos razoaveis.
Loja das 0 portas
e
Brim branco de poro Hnbo trangado a IJOOO e
1*400 rs. a vara ; dito pardo muito superior a
18200 a vara; gangas francezas muito finas de
padroes escuras s 500 rs.; rscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : cortes de caiga de meia casimira a 1600;
ditos de brim de linho de cores a 2* rs.; breta-
nha de linho muito flna a 20*. 22* e a 24* rs. a
peca com 80 jardas; atoalhado d'algodo muito
superior a 1*400 rs. a vara; bramante de linho
com 2 varaa de largara a 2*400 a vara ; lengos
de cambraia brancos para algibeira a 2*400 a
duzia; ditos maiores a 35; ditos de cambraia
de linho a *, 7* e 88 rs. a duzia ; ditos borda-
dos mnito fios a 83 rs. cada nm; ditos de cam-
braia de algodo com bico largo de linho em
volta a 1*280; ditos com renda, bico e labyrin-
lo a 2*000; e alm disto, outras muitas fazen-
das que se vendem muito barato a dinheiro a
vista: na ra do Queimado n.22, loja da Boa .
Cheguem ao barato
O P reguiga est queimando, am su a loja na
ra do Queimado n. 2.
Pegas de bretanha de rolo com 10 varas a
28, casemira escura infestada propria para cal-
ca, collete o palitois a 960 rs. o covado, cam-
brfila organdy de mnito bom gosto a 480, rs.
avara, dita liza transparente mnito fina a 3$,
4, 59, a 69 a paca, dita tapada, com 10 vara*
a 59 e 69 a pega, chitas largas de moderaos a
ascolhidos padroes a 340, 260e 280 rs. o cova-
do, riquissimos chalas de marin estanpado a
7 a 8*, ditos bordados coa duas palmas, fa-
lcada mnito delicada c 99 eada um, ditos com
ama se palma, mnito finos a 8*500, ditoslisos
com franjas de seda a 59, lenco* de caicas eom
barra a 100, 120 a 160 eada ora, metas muito
finas para senhora a adnria, ditas de boa
qualidadea 3 a 39500 a duzia, chitas fran-
cezas de ricos4we|os,#ra ooberta a 280 rs.
o eovado, chiusesauras inglesas a 5*900 a
peca, e al 60 o evade, brim branco de paro
linho a 1, 19100 e 19600 a va, dito .seto
ttuito encornado a 19500 avara, brilhantin
l! 4S2lf" '0 *>* ** diffeTeoiesJ
Ores a 360 rs.o eovsdo, casemiras pretas
finesa 99800, 39e 3*500 o corado, eembrilJ
preta a de salpicos alPDO w. a rara, a outras
uta Uzeadas que te fer* patente eo eotnpra-
der, de toda! m itrio amostras eom penkor,
EM
Em frente do Livrament
Lavas de torcal a 800 rs, o "par.
Chitas escuras francezas, tintas seguras, a 220
rs. o covado, ditas estreitos com muilo bom pan-
no a 160 rs. o covado, cassas de cores seguras a
200 rs. o covado, pegas de bretanha de rolo a 2S,
brimzinho de quadrinhos a 160 o covado, musse-
lina encarnada fina a 320 o covado, algodo de
duas larguras a 640 a vara, lencos de cassa pin-
tados a 120 rs. cada um, seda prela de ramagem
a 800 rs. o covado, fila de linho preto com sal-
pico a 18<00a vara, luvas de torgal muito (nasa
00 rs o par : a loja est aberta das 6 huras da
manhaa s 9 da noite.
Franjas de torcal para mante-
letes.
Tende-se mui largas e bonitas franjas de tor-
cal, proprias para enfeites de manteletes, corpos
de vestidos etc., etc., e mesmo para pannos fi-
nos em lugar de relo : os pregos sao baratissi-
mos, vista das larguras e bom gosto. de taes
franjas sao de 18200 a 38000 a vara ; na ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Franjas de seda'com vidrilhos
e sem elles.
Na loja d'aguia branca se encontra um bello e
variado sortimento de franjas de seda de differen-
les larguras e cores, inclusive a preta, tanto com
vidrilhos como sem ellea, e das larguras de um
dedo at meio palmo, aos procos de 500 rs. a
z*oU a vara ; vista do comprador lodo nego-
cio se lar para apurar dinheiro: na ra do Ouei-
mado n. 16, loja d'aguia branca.
Ra largado Rosario
n. 38, passando a botica do Sr.
Bartholomeu, a segunda lo-
ja de miudezas.
Linhas brancas de Pedro V e eerlo de 50 ar-
das a 20 rs., de 200 jardas a 60 rs.. linhas de
carreteis s 360 rs. a duzia, o carrinho a 30 rs
linhas de carrinho finas do n. 80 a n. 2C0 de 100
jardas, carrinhos de 200 jardas, com pequea
avaria, 11 60 rs o carrinho, dita fina de 200 jardas
de n. 120 a n. 200, a 80 rs. o carrinho, linha
mnito boa, luvas de seda para senhora com pou-
co mofo a 500 rs. o par, e a 4*800 a duzia, ba-
laios proprios para compras a 3* e 3*500 cada
tim, linha do gaz de todas as cores, botes de
louga para camisa a 240 a groas, e a 30 rs. a du-
zia, ditos de madreperola a 60 rs. a duzia, a gro-
ss a 600 rs., ditoa muito finos a 120 e a 160 rs a
duzia, baralbos de cartas a 820, 400 e 500 rs* o
baralho, muito finas, franjas de cores para cor-
tinados, ditas de seda para vestidos, ditas pretas
eom vidrilho, tudo muito em coca, e s vista
dos compradores se dir o prego destas franjas
por ter grande porgo de varias qualidades. '
A 200 rs.
Gravctinbaa de froco para meninas; na ra do
Crespo n. 16.
'i
l




M
mam di
tumi.
Calcado barato na na larga do Rosario r 51
O dono deste eetabelecimeoto nao lhe sendo possivel
acabar com todo o calado at o fim de marco, como preten-
da, por isso resolve vender por menos, afim de acabar mais
breve a hquidacao.
Para homem, senhora e menino.
BomgujBs de Nantes sola patente a 8 e
Dito de ditos sola fina a 7 e
Wtoeirjgleztapi
Botas de beiei
erro
d'egoa
Borzeguins. de lustre a 7 o
Ditos todos de duraque
Ditos todos de pellica
Ditos de lustre pespon lados *
Sapatoes de lustre de 4, 5
Ditos de lustre de 2 solas
Bjlos entrada baita de 1 sola cora salto
Ditos de dito sem salta para daRsa
Ditos de bezerro de 2 solas
8,500
8.000
7.500
7,000
8,000
6.000
8,000
8,000
6,000
4,509
Ditos de urna sola com salto
Sitos de urna sola sem salto
Borzeguins de lustre para rapases a
Sapatoes para ditos a 3 e
Ditas de be
Dezerro para ditos a 2 a
Borzeguins de setim branco para senhora
Ditos de duraque branco
Ditos de ditos de cores
Ditos de cores com gaspeai
.. Ditos de ditos a
3,0001 Di tos de dito dito
2,500 (Ditos de ditos para menino
3,500 JChinelos de couro de cabrito
2,800
2,400
5.000
4,000
3,000
5.000
4,500
3.500
4.000
3.500
2.500
2.500
3.000
Grosdenaples baratis-
simos.
Veadem-ae grosdenaples ateto spelo baratissi-
--re^aaljKOO e. 0 a Mead*: h rus. do
lado n. 2*|loja da boa fe.
inha de mandioca de su-
perior qualidade.
Vende-se a bordo do brigoe Maria Rosa, fon-
deado defronte do caes do Ramos, por prego com-
modo : a tratar com o capillo a bordo, ou com
o consignatario Manoel Aires Guerra, na ra do
Trapiche d. 14.
A1000.
. G"!***' Pretas de setim : na ra do Queima-
do n. 22. loja da boa f.
A.6SSCU
DA
ARMAZEM
DE
R07PA PBPPA
iim Francisco dos Santos.
PRJAD0QIEIMAD04
Joaqui
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
onuiSJ""kj^mentohasempreum sorlimento completo de roupa feita de todas m
uehtdeamdu8m d'cVnTKrS SS** Pr ""' 5 Ct"
aue tem um dos melhores professores.
asacas de panno preto, 40, 35 e 30*000
Sobrecasaca de dito, 35 e 30800
Palitots de dito e de cores, 35, 30.
*M00a "aoOOO
ito de casimira de cores, 22&000,
15, 12 e gjjOOO
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo.
Ditos de merio-silim pretos e de
cores, 900O
Ditos de alpaka de cores, 5 e
Ditos de dita preta, 9, 7. 5 e
Ditos de brim de cores, 5, 4500,
Ditos de bramante de linho branco.
.63000, 5000 e
Ditos de merino de cordao preto,
Calsss de casimira preta e de cores.
12, 10, 9 e
Ditas de princeza e merino de cor-
dao pretos, 5 e
Ditas de brim branco
.53000, 4500 e
Ditas de ganga de cores
Colletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 128, 9S e
Ditos de casemira preta e dd cores
lisos e bordados, 6, 5*500, 5 e
e de cores.
MJ0OQ
8*000
30500
3500
35500
4S000
8000
65OOO
4500
25500
3$000
8000
3500
Ditos de setim preto
Ditos de seda- setim branco, 6 e
Ditos de gurguro de seda pretos e
de cores, 750OO, 6*000 e
Dl3500ee brD^ fUJl branco
Seroulas de brim de linho
Ditas de algodao, I36OO e
Camisas de peito de fusto branco
e de cores, 2*500 e
Ditas de peito de linho 63 e
Ditas de madapolo branco e de
cores, 3. 2*500, 2 e
Camisas de meiss
Chapeos pretos de massa, franceses,
formas da ultima moda 103,8*500 e
Ditos de feltro, 6, 53, 4* e
Ditos de sol de seda, ingleses e
franceses, 14, 12$. 113 e
tollannnos de linho muito finos,
novos feitios. da ultima moda
Ditos de algodao
Relogios de puro, patentes horl-
5*000
5*000
5*000
3*000
2*200
13280
2*300
3JO00
1*600
1*000
7*000
2*000
7*000
*800
?5O0
pa-
sontaes, 100*. 90, 80 e
Ditos de prata galvanisados,
tente hosontaes, 408
Obras de ouro, aderemos e meios
aderegos, pulseiras, rozetas e
anneis
Toalhas de linho, dazia 12*000 e
70*000
30*000
S
10*000
Importante
Aviso
Na loja de4 portas da ra do Queimado n 39
acha-se um grande armazem com todo o sorti-
mentode roupas fltas, paracujo fim tem mon-
tado urna officina de alfaiate, estando encadena-
do della um perfeito mestre rindo de Lisboa, pa-
ra aesempenhar toda e qualquer obra que se lhe
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade sos
Illms Srs. officiaes Unto da armada como do
cxercilo,
Faz-se fardas, fardoea com superiores preparos
e muito bem feitas, tambera treta.-se fazer o far-
damenlo todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os figuriaos que de
t vieram ; alm dlsso faz-se mais casaquiohas
para montana, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
do maiore de cavallaria, quer seja singelos ou
bordados a espequilha de ouro ou prsla, tudo ao
gosto da Europa, tambera prepara-se becas para
desambaraadores e de qualquer juiz segundo o
estylo de Coimbra aonde se fazem as melhores
contiendas at hojo, assim como tem muito ricos
desenos a matiz de todas as cores proprios para
fardamento de pagens ou criados de libr que se
far pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
iranceza bordadas ao mesmo gosto Affiancaodo
que por tudo se fica responsavel como seja boas
azendas, bem feito e bom corte, nlo se falta no
ota que se prometter, segundo o systema d'onde
yeio o mestre, pois espera a honrosa visita dos
dignos senhores visto que nada perdem em es-
penmentar.
Ruada Senzaia Nova n.42
Vende-se em casada S. P. Joaastoa 4C.
sellinse silbos nglezes, candeeiros e easticaes
broBzeados, lonas ngleies, fio de vela, chicote
pera carros, emomaria.arreios pira carro da
um e dous cvalos relogios de ouro
inglez.
FlNBI(!0 LttW-MOW,
Km tScnulI* fim M.
asta estabeleeimento contina ahaverum
etrapleto sor timen to de moendas emeias moen-
aas para enganho, machinas da vapor e taixas
e ferro batido e coado, da todos os tamaitos
para dte,
Tachas e moendas
Braga Silva & C., tem seropre no seu depo-
sito da ra da Meeda n, 3 A, um grande sr-r
newo d tachas e moendas para enceqho, de
muito acreditado fabricante EdwioMawa tra-
tar no mesmo deposito ou na na do Trapicho
As verdadeiras luvas de pelli-
ca Jouvin.
So na loja d'aguia de ouro. rua do Cabog n.
1 o, recebera-se um completo sorlimento das
verdadeiras luvas de pellica Jouvin, sendo das
cores seguintee : pretes, cor de csnna, amaiellas
e Brancas, sorlimento completo, tanto para bo-
m6f. .con,o para senhora, pois enancamos a boa
quaiiaade e resquido, pois se recebeu em di-
reiiura pei0 Tlpor francez: ,5 ]; ouro, ra do Cabug n. 1 B.
Cheguem aloja da Boa f
Paletos.
.Vendemos
bem feitos a
' 5? "i1 *}* **'bfcodt
.Jmo 5* rs.; ditos desetueta escures s 3*500,
a"-"1 i.hV^i "*: *'" do Qeeiaa-
*9 s. 22. loja da Boa f.
tOUPA FEIT1 ANDA MAIS 1AIATAS.I
SORTIMENTO COMPLETO
Pazeidase obras feitas,!
paletos de pan o o preto fine, muito
dito. '
si
LOJA E ARMAZEM
iGeslBast
01
NA
Chitas rancezaa muito finas de cOres fizas a
rs. o covado ; cambraias francezas muito fia
49500 e a 6S0OO a pega com 8 li2 varas; di-
muito superior a 8J000 a pega com 10 varasf;
dita fina com sal picos a 498OO a peca com 8 Ii2)
varas; fil de linho liso multo fino a 800 rs. a i
vara ; la ra la na branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ;e outras muitas fazendaa que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muito baratas: na ruado
Queimado n. 22, na loja da Boa f.
patenta
Serados gordos.
alila p8eeHaadnS S^ '' D <*"*-
Vendem-se
amadas Cruzes n, 38,
segundo andar,
poi mui barato preco os movis seguin*
tes : urna cama de casal, embutida e
um porta-seivijor ; um colx5o de mo-
las ; urna commoda : um espelho gran-
de ; um armario com outro espelho ;
um apparador; urna mesa para doze
pessoas; um porta-licores; servio de
porcelana para jantar ; um relogio de
marmore negro, representando Miguel
Angelo ; duas bellas gravuras (Apollo e
as musas, Moliere em casa de Ninon de
l'Enclos), em duas ricas molduras. Ten-
do seu dono de retirar-se para o campo,
por isso desfaz-se destes objectos, man-
dados vil expresamente de Pars, aon-
de foram confeccionados com perfeico
8 apurado gosto.
Vende-se azeile de peixe a 400 rs. a girra-
ia. caadas a 2$800, toucinho de Lisboa a 320 rs
, chounjas a 400 ra.; na ra Direita n. 14.
Gapellas finas para noivas.
A loja d'aguia branca recebeu novas e delica-
das capellas de ores finas para as noivas
est vendendo a 69 e a 89, conforme o
Sapatinhos de setim
meas de seda para bap-
tizados.
n^daigaar8nca rebeu de sua propria
encommenda. delicados sapatinhos de setim. pr -
3T2552 bordadVos auaes est vendendo
.P ^ 8/,88,m? Pre de 3- (nee genero nlo
lS*1d,,.!ll'Wi,")'M,lB como outros de
merino tambem bordados a 19600 e 2. Recebeu
igualmente mui finas e bonitas meiafde seda de
d.ve sos tamanhos, tendo at. proprias para os
meninos e meninas que servem de anjos as pro-
cissoes; tem brancas, de listas, de florzinhas". c
o bocal tecido de borracha, o mais
possivel : tudo isso na ra ra do
a da aguia branca n. 16.
engrajado
Queimado lo-
Para vestidos.
Vendem-se cassas francezas decores a dous
tustoes o covado. chalys de cores a 640 rs ni
ra da Impertirla n. 60, loja de Gama 4 SHva.
Na loja de Pabuco 4 C. n
n. 2, veste-se um homem dos
cabega por difieren tes pregos^
ra Nova
ps at a
Vonde-se urna mulatinha de 10 aMoVn-
to linda
.o nuud e esperta, assim como urna ngriba de
8 anuos, proprios para dar-se de mimo a urna
menina
taberna
, no largo do Paraizo n.
amarella.
psito de barateira
Queimado n. 16.
e as
seu pro-
loja d'agua branca, ra do
Loja das seis portas em
frente do Livramenlo.
Roupa feita para acabtr,
Paletots de panno preto a 229, fazenda fina,
calcas de casemira pretas e de cores, 'ditas de
wim e de ganga, ditas de brim branco, paletots
de bramante a 49, ditos de fusto de cores a 4
ditos de estamenha a 4J, ditos de brim pardo a
39, ditos de alpaca preta saceos e sobrecasacos,
colletes de velludo pretos e de cores, ditos de
gorguro Je seda, gravataa de linho as mais mo-
Sornas a 200 rs. cada urna, collarinhos de linho
a uliima moda, todas eslas fazendas se vende
barato para acabar; a loja est aborta das 6 ho-
ras damanhaa at as 9 da noite.
16, por cima da
jHIKaMRH|K MKMiiHMSX
Calcado barato.
Manteiga ingleza
"Tie de vinle e tantas libras: no armazeo
eo Irmaos.
Bolachinha iogleza
em barris de vinle e
de Tasso Irmios.
ruaVNovr!2:,OadeN,baCO& C' na
Borzeguins de duraque gaspeados de lus-
tre para senhora a 29.
Ditos ditos paja meninos a 29.
Ditos de pellica com salto para senhora
a 39.
Ditos de setim com salto a 69.
Ditos de pellica sem salte a 4g.
Ditos de setim sem salto a 59.
Ditos todos de duraque com salto e sem
sai tu a ojf.
Borzeguins de bezerro para meninos a 59.
_bapatoesjteJ_ustre_e bezerro a 29.
Novas sementes de horta-
liza.
Dinheiro a' vista,
.te.n.dSIBB e 8emCBl,e9 de hortalica muito novas,
vinaas da Europa pelo ultimo vapor inglez aTv-
ne ; na loja de ferragens de Vidal 4 Bastos ra
da Cadea do Recite-n. 36 A.
Aviso aos senhores padei-
ros.
Na ra de Apollo n. 34 existe para vender-se
um resto de gigos grandes de madeira vindos do
Porto pelo ultimo navio, obra muito bem feita e
proprios para substituir os panacs, aos quaes
levam grande Materna em durscao, reconhecida
por todos que delles tem usado.
Vende-se a loja de calcado n. 35, na ruado
Livramenlo ; os pretendemos acharo com quem
tratar na mesma casa n. 6.
Pechincha
sem igual.
Superiores chales de merino estampados, finos.
do muito lindas cores, pelo baratissimo preco d
os. ditos de merm liso muito finos a 4. lindas
cassas organdys matizadas a 240 rs. o covado,
cortes de chita fraoceza com 11 corados a 2500
o corte, cambraias braocas de IO9 a peca, com
pequeo toque de mofo a 39 ; na loja do sobrado
de quatro andares na ra do Crespo n. 13. de Jo-
s Moreira Lopes. *-
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muito finos proprios para os
2.a Auut88 por serem de cores escuras e fixas a
09000 a duzia: na ra do Queimado n. 22. na
toja da Boa f.
Sor tmenlo de chapeos
/toa do Queimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chapeos pretos francezes de superior qualida-
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
a 9j-
Ditos de castor pretos ebrancos a I69.
Chapeos lisos para senhora a 259.
Ditos de velludo cor azul I89.
Ditos de seda.para meninas ricamente enfeita-
dos a 89.
Ditos ditos para menino a 59.
Lindos gorros para meninos a 3S.
Bonels de velludo a 59.
Ditos depalha muito bem enfeitadoa a 4j.
Chapeos de sol francezes de seda a 79.
Ditos nglezes de 109,129 e 139 P"a em.
Arados americano5 e machina-
para lavar roupa: em casa deS.P. Jos
hnston & C. ra daSenzala n.42.
Manguitos e golla.
Vendem-se guarnieres de cambraia muito fina
e muito bem bordadas, pelo baratissimo preco de
o cada urna : na ra do Queimado n. 22, loia
da boa f.
Tinta azul que fica preta.
Vendem-se botijas com a superior tinta ingle-
za, azul ao escrever-se, e preta quando secca, a
otx rs. a botija ; na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n. 16.
Kna do Queimado
* 46, frente amatella.
Constantemente temes um grande e va-
d. n0. ln,aen, de ob"""a Jroaa
.i Si ePaecHS,d08 meSm' P" "
*, 2$ e 24S, ditos saceos pretos doa
mesmos pannos a 14. I69 e 18fl, casa-
cas pretasmuitobem feitas ede superior
panno a 289, 30fi e 359. aobrecaaacas de
r?'I-, *core muUo flBoa 159,16S
. 5li Iaccoa das mesmas casemi-
caLm^'fln12* e "* "l?aa Pt.s de
casemira fina para homem a 89, 99, 10/
?!?. caaemi decores a 75.89,
MU e 109, ditas de brimbrancos muito
iAnV tb dilaBse ditos de corea a
J9. 39500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4 e 4J500, col-
letes pretos de casemira a 59 e 69, ditos
de ditos decores a 4J500 e 59, ditos
rancoade seda para casamento a 5.
ditos de 69, colletes de brim branco e d
&!? "o3*' 3!500 e 4- di,os de cores a
z$3U0 e 39, paletots pretos de merino de
cordao sacco e sobrecaaaCo a 7|, 89 e 9
colletes pretos para lulo a 4J500 e 5'
cas pretas de merino a 4*500 e 59, pa-
letots dealpaca preta a 39500 e 4, ditos
sobrecasaco a 69,79e 8J, muito fino col-
letes de gorguro de seda de cores muite
boa fazenda a 39800 e4S, colletes de vel-
ludo de cores e pretos a 79 e 89, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 149.159 e I69, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 69500 e
7J>, ditos de alpaca pretos saceos a 39 e
39500, ditos sobrecasacos a 5g e 59500,
"'cas de casemira pretas ede cores a 69,
j^ 6g500 e 79, camisas para menino a 209
i| a duzia, camisas Dglezas pregas largas
- muito superior a 329 a duzia para acabar. _
Assim como temos urna officina deil- *
faiate onde mandamos ezecutar todas as S
obras com brevidade. f
45 Ra Direita 45
KSJ ffid iT 08 W"4m ps dasnossas
senhora"Sm lacio $?>** boUn"'
filn^V^'f ,8que ""'Mm comWboo :
oso p da bella pernambucana, que'nio ten, h
val as cinco partes do mundo. Mas S. Exc fe'*
Borzeguins para senhora.
5^500
5^000
4|500
Joly (com brlbantina).
Dito (com lacp e fivella). '.
Austraco (sem lecc-). .
Joly (gaspa baixa). ... *
Para menina.
De 23 a 30......\
J>el8.a2......!
Para homem.
Nantes (% bateras). .
Francezes (diversos autores,
Inglezes de bezerro, ntercos
Ditos (cano de pellica). .
Ditos vaqueta da Bussia '.
Ditos Dernambuca nos .
Sapatoes para homem.
Lrer:a.)SuT}.....5I200
SoladebaterSuzer). 5000
Meiosborzegias (lustre). 6?000
SapatSes (com elstico). 51000
itos para menino .^500 e 4$O0O
4^000
3^500
10^000
9^000
9JJ00O
S0 00
85(8
6,$000
in. bLT C0O C0Ur de '". a"o-
b
>ara(o.
ola, fio etc. em abundancia
pre-
e muite
Polassa k Mm e cal de
Lisboa.
- ^*w gasaisaifl efftsf
armazem pro-
a 3J0OO a barrica ; veude-se n
gresso, n largo da Penha o. 8
Fil preto.
.1 In^rt!? ?&Z 1Dh0 Pret0 tit0 V*0 ba"-
Yendcm-se e trocaa-se
escrarot de ambos os sexos : n escriplorio de
Francisco M. P. da Costa, ra Direita n. 66
Vende-se urna mulata com aihabili'dades
de engommar e coziohar, e fazer todo o servicO
de urna casa, e da melhor conducta que se posea
desejar, eom urna cria de 8 mezas, muito linda e
esoeita ; no pateo do Psraizo n. 16, noi cima, da
ataxia ajoaiela.l
VNDESE EM CASA"
DE
Adamson Howie
Vinho do Porto, de Xerez e cognac.
BlSCOUtOS.
Rolhas.
Lona e flele.
Fio de vela.
Tinta de tedas as cores.
Sellins, silhoes, arreios e chicotes.'
Ra do Trapiche n. 42.
Sabo.
Joaquina Francisco de Mello Santos avisa aos
exposto venda sabao de su. fabrica denominada
-Recife-no armazem doa Srs. Travassos Junio"
& C, na roa do Amonm n. 58; massa amareUa
castanba, prela e outras qualidades por menor
preco que de outras fabricas. No mesmo arma-
sem tem feito o sea deposito de velas de carnea-
ba simples sem mistura aguma, como as de
eomposicao.
Charutos de Havaoa
a 8,000
Seneriores charutos de Harona, vende-se por
a*0 c!Bt0' no a'aa*em de Francisco L. 0.
lAaoredo, rna da Madre do Deus n. .
|E'barato que
admira.
NA LOJA DO
l -
Ra do Crespo numero 8.
I Baldea de 30 arcos de madapolo e de
crochet a 4*500.
Collarinhos de linho multo fiaos a duzia
1 5 e 6*.
Saias bordadas de 9 pannos a 2a e 215C0
Ditas de 4 pannos a 3 e 3J500.
bollinhaa bordadas muito finas al#.
Pecas de babadinhos muito finas com 3
e 1|2 varas a I96OO e tf.
Entremeios (a tira; a 160 rs.
Sedea de quadros o covado a I96OO.
Manguitos de eambraia bordada a 1*500.
Manguito* e urna gola bordada por 5
Chalys matiaados a 500 rs. o covado.
Lanziahas muilo finas a 4f 0 rs. o corado.
Chapeos de seda para senhora a 15 e 258
Ditos de palha floissimos a 28S.
Chales de louquim branco bordado a 20fi.
Chapeos de sol de seda inglezes a 12.
Cortes de vestidos de seda muito
por precos muito razoaveis.
Luraa de pellica a SJ50O.
iM*sUWf
E' eapa.
Vende se superior fumo de
para capas de charutos fino,
dos negociantes-Bastosda
2^ arroba e6W a libra-: na 1
treita do Rosario taberna n. 47
r fctM ?"iagos Pire. n. 15." vende-se
das 9 horas 4a ma-
ricos
S. Flix
por er
Babia a
es
grande fabrica
detamancos da ra
Direia, esquina da tra-
vessa de S. Pedro
n. 16.
Achara o Ilustrado publico desla cidade e de
rora um completo e riquissimo sorlimento de ta-
mancos de todas as qualidades, que se vende tan-
to a retalho como em pequeas e grandes por-
coes, por menos do que em outra qualquer parte
mXdTporUto.nOTOSOrlnieDt0 d6 t8n,8nc08
JGuardanapos de linho
muito barato.
.r,!fd^n!rS^U8rd5S8po8delDho de flores com
pequeos defeitos a 3 a duzia, ptimos pelo pre-
go e qualidade paraoMrT5o diario de qualquer
numero 16* Quein",do- IoJ d'8" branca
RuadoAmorim
numero 43.
Vendem-se batatas muilo novas, pesadas, pelo
tRcXndoJe ""0ba: a tU"' 5 /es-
Calgas de casemira.
Vendem-se calcas de casemira preta muito bem
feitas a 10, ditas de dita de cor muito superior"
i;iTd^.carando: na ~ d JBaraj
Farinha de mandioca
^.^!^ s5cca *?* dous dias de Santa
SseS; STboa qua,idade 'D0 brg0 da
Farelo muito fino,
saccas grandes : no largo da Assembla n. 15
Cera de carnauba
da Granja o de outros logares, qualidades muito
boas ; no largo da Assembla n. 15.
Sebo coado,
gMa^y bo qualidade ; no largo da
8 Alten^o.
f1 ,vveodese na loja de Nahuco & C. na
ra Nora n. S, insignias massonicas por
prego commodo. v
mm99
Vende-se urna preta crioola. propria para o
S&tt2,n********* *
Cana e milho.
Vende-se cana engarrafada 240 ris, a milho a
fts ss: '-jasffmsro Pm,
Fazendas#baratas.
Ray mundo
Carlos Leite &
IrmSo recebe-
ram pela bar-
ca Carissa via-
da ltimamen-
te de New-
York.um Com-
pleto s o r I i -
ment das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
melhorados
com novos
aperfe i coa-
mentos, fjzendo pespento igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na roa da Imperattiz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas, re-
trozes em carriteis, linha de todas as cores tudo
norteado eipressamente para as mesmas ma-
chinas.
Para homem.
\Pechincha semigual.\
Paletots saceos de casemira mesclado
decore preto a 12J.
daNCadbee" ffitt 'iTf d dep8.l da ru*
dadeira doMIb ha para ?ender a Ter-
Paiose chouricas
chegadas de Lisboa,
muito boas, ltimamente
ndem-se em barra aordos"Je"S at S^br*
do esenptorio da ruado Rancel n 4S SS, '
de;quarta e meia quarta.
Jogo de damas e gamo.
osauaftrf.l! b0Dlas ""^as com moldura e
nLq a i- e cores es,a"'Pdos em grosso vidro
obra delicada, pelos baratissimoa pfecos de V i
branca 0n8,16 a m d Queimado. loJ ''Z
Os lindos cintos tanto para
senhoras como para meninas.
1 B aond4Bl*gUlde 0ur?' 8 d Cabug n
.;Aao.nde a.8 senhoras acharao os lindos cintos
c'os'Su/Sn Dah0ra COmo *" meDn. os s ri-
^^U^Se.P?de ^cootrar. tanto do'urado fin",
que em vista do ultimo
i *-*vvu
como de outras cores.
Mosto ninguem deixar c
fais que Pechiocha!
ilos sobrecasacos golla da mesma
zenda e de velludo a 20#.
fa-
de
Ditos de brim de linho branco a 4$.
Chapeo preto muito Uno a 8fl.
Cortes de casemira superior a 4500.
Brim de linho trancado liso e de cor
covado 640 rs.
Grvalas de seda e gorguro a 500 o ljj.
Camisas brancas e de cores muito
as a 2J.
II-
i.- esquadro
cavallaria.
Na loja de Gnimaraes & Lima, na ra
do Crespo, tem para vender casemira
mesclada, propria para calcas das pra-
do 1- etquadro de cavallaria.
9 as
Para senhora.
Recebeu-se leques, pulceiras de sanda-
lo novo modelo para 2$e 5g.
Recebeu-se extractos, essencia de sn-
dalo, banhas preparada com sndalo.
Saias balo de musselina e madapolo
para senhora a -ijj e menina a 3$.
Chilasfrancezas claras e escuras cor fi-
xa, padroes^modernos covado 280 rs.
Vende-se na ra diTCadeia confronte o
becco largo loja n. 23 de Gurgel & Per-
digao.
urna sacra va de 40 anuos
nhaa em diante.
tr^?^ ,niernos novamente
para padana, por orejo commoio.
^V1' B tres P0'188 do Queimado n.
69, chitas de cores a t60 rs. o covado, chitas fran-
cezas finas a 9 o covado, cnsas de bonitas ae-
res e finas a 540 a vara, brim branco Ano a 1t#0
S.IarS.ia,S?. branc?' duas lar8oras, a 560 a
** ?."5,.firt,.D.Vhi" "''>
wwwmm
Ra do Crespo ntt 8, loja
de 4 portas.
Com pequeo toque de avaria.
Pegas de cambraia lisa com81i2 varas a 2i500
?*,-l-la*ade al6dozioho americano com 14,
16 e 20 jardas a 2, 2g500 e 3|500 limpo, chitas
iMaeezas. lindoa desenhos e cores fizas de 240 e
00 rs., cambraias miudiohas a 240 rs. o covado.
Ob que pechDcha
Paletots de flnissimas casemiraa de lindas co-
res, claras e escuras, forrados de seda a 18$ cada
uro, caigas de casemira preta fina a 9#, e ditas
de casemira de cor a 80 : vende-se na ra Nova
n. 4S, defronte da Conceigao dos Militares.
4 300 rs. o par.
> luvas de o de escocia, proprias para monla-
"*" '/."8 Da rua Nov,i defronte da Concei-
(ao dos Militares.
Wkmn
Parece inerivel chapeliaas de seda para
aenborss de melhor gosto possivel ul
para acabar : na loja de GuimatSes &
Villar, rua do Crespo n. 17.
,.r.Vd,e.'!a im' cochelT com 6 cavallos e 3
5X i/e 16 D* PMSa dt todeptnpoacia nn-
Escravos fgidos,
Fugio no da 21 do correte mez urna ca-
a g C8Bdda' esl8,ura baia! d^et":
1,1 **?* ">Dao'- Puco mai ou menos ele
cha pejada, levou vesiido de roupo de assento
branco com rodas encarnadas e chales br,n
casa ^nS' C0D-'1" est em alguna
k asa? \z Tss*-s?h
rSeecnohmPennsXdaSe^ ^ ^V-S
Fugio no dia 2 de setembro do
auno p. passado, o escravo Francisco,
mulato claro, com idade de 50 annos
pouco mais ou menos, barbado, cabel-
los pretos anellados, conduzio urna ma-
ca de oyelha em que levou a roupa e
algum dmbeiro, assim como um chapeo
de couro, e natural da villa do lpu-
provincia do Ceara' : roga-se aos capi-
t5es de campo, autoridades policiaes e
a qualquer pessoa a aprehensao do dito
escravo a entregar a seu senhor Joao Jo'
se de Carvalbo Moraes Filho, na rua do
Queimado n. 13, que aera' bem recom-
pensado.
Fugio no dia 2 de margo do cor-
rente anno, um escravo cabra de nome
Luiz, natural do Ico, provincia do Cea-
ra tendo os signaes seguintes : altura
regular, nouca barba, chelo do corpp,
pes grandes, com algumas cicatrizes no
rosto, e e muitopalavriador : rogase a
todas as autoridades policiaes ou pesoas
particulares a aprehencSo do ditoecra-
vo a entregar a seu senhor na rua do
Queimado n. 13, que sera* bem recom-
pensado,
taBr,fUg0 da Cidade d0 r,caty no m de -
tmbro prximo ptssado, xm escravo do com-
maadanle superior Manoel Jos Peona Pacheco,
que ha pouco o havia comprado ao Sr, Bento
Louremjo Collaies, do nome Joaquim, de idade
de eincoenu a mulos aaaos, fulo, alio, magro,
deutes grandes, e eom falta do alguna na frente,-
queixo fino, ps grandes, o eom os dados gran- '
des dos ps bem abertos, muito palavriador, in-
culca-se forro, e tem signaos de lar sido surradof
Consta que este escravo appareeera no dia 6 do
coxrento, viudo do lado das QneoPonUs, e sea-
do entorrogade por um pacwairo sea conhecido,
drsoe que tinba sido vendido por sea aenber para
SoioBoiaba: qualquer pessoa que o posar o eo-
der levar em Pewambueo aos Srs, Basto Le-
^ quograficaro generosamoote,





<>
DMA m nftimmjeo. ~ skxta
6t mi:
iff
Doaajplavra
m
A.
s stcws *Cear
feio Dr.^heberge.
{Conlinuaele.)
Por este moiivo o Car cra doto gado quanlo
pode crear pele melhodo seguido, e mais do que
poie, pois cada anno, sem haver secca notavel,
appareco n'uma on n'oulra parle da provincia
ama mortandade espaciosa, que a mea ver de-
pende da superabundancia do gado. Adund-
se a provincia particularmente no serto aioda no
seu estado primitivo de agricultura, cao se lira
quasi proveilo algum do gado vaccum, seno o
valor da carne e do couro ; apenas alguns bois
se applicam a puchar os poucos carros eroprega-
dos para a conduelo das mercadorias, carros estes
qoe supponho cortado* no modelo dos que No
devia usar para approvisionar a arca. Por Uto
em quaolo a populago brasileira nao chegou a
uro grande ponto de augmento, apezar deste mo
syslema de crear no estado semi-selvagem, (oram
os productos sufilcientes para supprir as necessi-
dades do povo, e a carne, que constitue a slimen-
tago da quasi lotalidade do povo, conservou-se
por um prego diminuto ; mas hoje qu a popu-
lacho tem augmentado n'uma progresso rpida,
e que os melhoramentos maleriaes tem posto
moior numero de pessoas em circumstancia de
usar de carne, nos grandes focos de populacho, a
prodcelo dos sertes vae-se tornando insufi-
ciente para os pedidos.
Os preces do gado de acougue tem augmentado
por tal forma que custa se acreditar; caresta esta
evidentemente devida a falta de producto que se
Tae tornando cada anno mais insuficiente.
Esta insuficiencia um mal, e um mal que re-
clama promplo remedio. J denunciei opinio
publica esta crise ha annos. J fiz ver que ella
merece que para ella lancem suas vistas os go-
Tcrnos e os legisladores: mas que se importara
4a sement, htm sem substancia, a sement cabe e nao aproveita
mais ao irado, que nao a pode apanhar co chao
Juan do mida ; serve rnente para a repro-
ceao oo invern segutote.
. Quando a berta secca ao primeiro periodo, isto
4, entre florarlo e a granago, o capim conser-
va-se excellente e substancial, e o gado conser-
Tase nutrido de um at ao outro invern. Suc-
cede isto quanJo os infernos sao curtos e medio-
cremente hmidos. Sao estes os meihores annos
para a creago. Dizem os fizendeiros, que tedos
unanimente reconliecem o fado, que assim suc-
cede em mao de nao ser o capim lavado pela
chuva depois de maduro, persiudindo-se que ella
dissolve e carrega comsigo os principios nutriti-
vos, mas a meu verengaoara-se na eiplicacodo
fado, que depende de ter o capim secedo no
seu estado mais conveniente a nutricio dos her-
bvoros. Quando pelo contrario os invernos sao
abundantes de churas, e prolongados, o capim do
campo amadurece do mais, perde toda a sua subs-
tancia, Dea duro, lenhoso, e seica oeste pessimo
estado ; torna-se enio pessimo para a creago
do gado, que deflnha eemmagrece muito na sec-
ca subsequente ; e se nestes annos falham as cho-
vas de oulubro, e o invern seguintc demora-se,
costura a morrer muito gado. Quanlo chove em
oulubro coru abundancia suficiente para fazer
brotar a verdura dos arbustos, ento o gado co-
mendo folhaa verdes durante algum lempo con-
serva-se mais robusto e toroa-se capaz de espe-
rar pelo invern seguinte.
Do que precede secollige'que os snnos favora-
vei9 agricultura sao os que menos convrn
criagao ; e reciprocamente, os annos pouco chu-
vosos e curtos sendo mus para a agricultura, sao
os meihores para a prosperdade da criagao de
toda especie de animaos. Triste alternativa, se
a industria nao lhe desse remedio.como o ve-
remos.
O capim no estado em que o deixa o invern,
ou melhor ou peior, que se conserva secco no
campo de um outro invern, hoje o nico re-
e este
ciuus o us icKiBiauuitja ui uug se lujuunarn ,,_ u ..... i,i..; j.__j .
S- '?,- Prosperdade futura /. paf, JSSStU^JSJSS&^S^ petas
fi^sTern'^^ S -' destruicao a que.e.ch.
vinca par. as despezas indispensaveis. e para do- PriinivameDie todos os terrenos nao produ-
n.L0'8Dlhdr0S. e P,ar",,as' qU6 DB8IS l"m ">" capim de boaqu.lid.de ; os serrotes e l.bo-
olhar para o futuro? < leiros pedregosos produzem um capim crescido
O v.ndouros se arran.aro.como poderem ; se dur0 / am/rg0S0iPque 08 gados nSo coxea, se:
os rditos dimtnuuem soffrerao os afllhados. e o na0 quando *hUal2_ihei
paiz ; morrerao as saoguesugas 1 L te avenham
Cada um para si, Deus para todos!
Eis a norma que parece dirigir os nobres re- os ps
quando faltam-lhes as outras especies de
que se sustenta. Os animaes percorrendo inces-
issantemenle os campos, pi3am e destrero com
os ps e os escremenlos pelo menos urna guara
presentantes da provine... Desprezam os inte- *e de8ta camada de h ^ 9ecca %
resses vitaes do Cear, para lerem espoletas de plelamenle Jida q
eleigoes ; e sacrificara o futuro da patria ao inte- \ 0s ventos geraes que soprara ordinariamente
esse momentneo t com urna furia descommunal de um oulro in-
A cnsc existe, pslpavel. e vae em progressq. \ verD0 quebram.estrellara e c.rregam segura-
E todava nao se pode naats contar com o sysle- mente outra quarta parte. As chovas de oulubro
ma de creago hoje seguido para se sanar. Logo ; apodreceiB vezeJ oulra quanlidade nao pe-
necessano adoptar outro. J indiquel os re-, quena. Emflm 0, f d ,. "
sultados obl.dos na Europa, cujo exemplo acho muns ola iDCuria da populaco. e pela apatbia
inais rasoavcl seguir, do que reccorrer expenen- das auoridades que nao casligam como deve-
cias de um resultado duvidoso. ; riam os tulotes'; semelhanle crime.coDsomem
J mostre que en. limitados terrenos as nacoes grande te do qUe resta : qualquer f.isc, de
civii.sadas cnam gado de toda a especie, que che- fogo laD5ada D0 ca im secco Corrmunica-se-lhe e
ga para o consumo e para as precisoes de urna produz m jaccIldio que entrelido e activado
populaco mmensa. i pelo sopro violento dos ventos, caminha as vezes
*%?: t: ssKtsss: *? ...-.p- .uib. de.ir.i.d.
primelo sobre 800 de largara, tem 37 milhes
de habitantes, tria cereaes pars esta populacj
toda, e sobra-lbe para vender ao exterior ; cra
linho, canh.mo m.deir. para seu consumo com
sobras; boje cultiva a batarava para c>nfeic.aodo
assucar, viohos em grande abundancia, e aioda
acha meios de criar gads para sustento desta ira-
roensidade de populagao, e sobra lhe roanteiga e
queijo que exporta ; tem cavallos e bois para os
usos da agricultura e do commercr, e cnlretem
urna cavallaria de mais de 40,000 mil homens, e
os trens ds artilharia e engenharia que nao re-
clamara menos de cincoenta mil cavallos, e ludo
isto sem campos onde so solt esta ienmensidade
de animaes. Cria um numero prodigioso de car-
n. iros, cabras e outros animaes domsticos, para
suslentaco do povo, e aproveitamenlo de suas
lias e couros.
li-tou persuadido que a vista desles resultados
sao haver quem se persuada que todo o Brasil,
com sua vaslissinia exteoso de terreno possua
egual quantidade de animaes domsticos, muito
embora seu territorio tenha quasi 800 leguas de
exlenso sobre outro tanto de largura, e tenha
por conseguinte dezeseis vezes mais superficie do
que a Franca. Todos estes animaes sao tratados
a mao, e alimentados com producios da industria :
com feno e outras materias preparadas, e guar-
.dadas para este raisler.
Quando digo isto a um fazendeiro do Cear, ou
a algum bacharel que campa de ter estudado a
econoB.ia poltica, olhara para mim com riso mo-
fador, e affirmam que spmelhante recurso nao
admissivel no Brasil. Certamente concordo que
nao admissivel semelhanle syslema com urna
populaco lo inimiga do trabalho, e to falU dos
recursos da industria. Que remedio se dar a um
mal to palpitante, e que o reclama imperiosa-
mente 1 Quanlo a mim nao vejo oulro senao a
fabricarlo do feno, e de oulras plantas que po-
dem servir para a sustentarlo dos animaes. Bem
sei que mais Irabalhoso e mais dispendioso do
que o syslema hoje seguido.
O remedio que aprsenlo nao urna utopia,
nao tem resultados incerlos ou duvidosos, um
meio experimentado, seguido e saneciondo por
urna looga serie de seculos, que produz os effei-
tos maravilhosos que j apontei. Pabrica-se feno
mais ff$NFVHB*Bta os pror
bezerros e para P "m etac,o calmosa
e devorando tudo quanto eocontra do seu ca-
minho. Apenas lhe resistero as arvores que nem
sempre morrem, mas ficam muito acanhadas no
seu crescimento.
O paiz por onde passou um fogo desles apr-
senla um aspecto particular de desolucao, que c-
preciso ver para coroprehender.
A porciio diminuta do pasto que escapa estas
e oulras causas de destruigo a quu se aprovei
tacada anno. Beduzindo-se a quarta parte do
pasto que deixa o invern, suppcnho que se ha
engao certamente para mais. Porahi se v
quanto 6 iroperfeilo o melhodo de deixar seccar
o capim em p.
E realmente causa admirbaos quem observa
bem os fados, como que anda se cria tanto ga-
do, com to precarios recursos. J disse e repito
que s resistem os animaes pelo habito que tem
conlrahido desde o seu nascimenlo, de soiTrer e
supportar fumes e irivocoes peridicas de anno
emanno.
O" lempo da fecuodaco das femeas sendo o do
invern, poca em qu os animaes achaodo ali-
mento com fartura, criam forca o robustez. As
vaccas, por conseguinte, vem a parir no (im da
estaQo calmosa, lempo em que se acham redu-
zidas a estado de magrem que frequeotemente as
impossibilila de poder resistir ao trabalho da par-
turicao, por isso em certos annos morrem muitas
vezes nesla occasio, ou quanao parem sera risco,
nao teem substancia bastante para sustentaren! os
filhos com seu leite, esgotaoi-se e merrem com
elles. Annos ha em que esta morUuJ.de eres-
cida.
O bzerrioho nao come capim secco, como o
verde e tenro, quando aschuvas pouco se demo-
rara depois do seu nascimento.
Quando o invern deraora-se depois de urna
secca intensa, ou quando principia com muito ar-
rojo, morrem muitas rezes que cahem sem se
poderem levantar. Estas causas reunidas occa-
sionam de annos em annos mortandades em cer-
! las localidades que deixadas por vezes despovoa-
das de gado, ao passo que n'outras partes circuin-
vi3inhas a criarlo prospera. ladependenlemente
destas,oulras naque lambem levam muito gado.
Morrem muitas vezes do mordiduras de cobras,
muitas rezes de bicho das moscas, que depositam
o tem
prios bezerros
nao dio mais nen'hum, nem mesnio para este.
E na realidade que outra coiis se p4de esperar
de animaes que s ach.m sustento suficiente du-
rante quatro ou cinco mezea do anno, e qus nos
outros aete ou oito mezes penas o acharo tanto
quanlo bastante para nto morrerem de fome,
sustentarem precariamente a existencia at a ap-
parigao do invern seguinte. Anda se fosse isto
una ou outra vez por acaso, transeat, mas nao,
repele-se este pheoomeno peridicamente ceda
anno com mais ou meos rigor.
Est mui palpavel que este genero de vids nao
pode deixar de affectar profundamente a orgaoi-
sacao dastes animaes, e faze-los degenerar de
suas quadades primitivas; por este motivo que
as vaccas da melhor qualidade da Europa, que
do leite em grande* quantidade e durante todo o
decurso do aono, s vezes logo depois do parto na
quantidade de vinte e mais garrafas por dis, e
mais adiante dez e doze garrafas, chegando ao
Brasil, onde lhes fallara os recursos da alimenla-
co conveniente, do apenas quatro oo seis, e ge-
ral mente muito menos ; e so o do durante a es
taco chuvoia, ou emquanto se sustenlam com o
capim verde do cimpo.
Adoptando-se o syslema da criaco que incul-
co, de suppor que as vacos leudo por este meio
pasto suficiente, e de boa qualidade durante
todo o decurso do aono, possam como na Europa
dar leite todo o anno, e quando as daqui nao pos-
sam mais tornar a este estado, em virtude da de-
generescencia que tem loffrido, fcil ser melho-
rar a raga, mandando vir da Europa novilhos e
mesmo vaccas de raga muito leileira. Enloque
recurso immanso nao poder tirar o sertinejo
desl. modificarlo e melboraroento do gado vac-
cum, aproveitando-se o leite para fabrico da
manteiga e dos queijos ? Que importante ramo
de indu-lria e riqueza para os aerloes, qe algum
dia poderiam forrar o Brasil da importadlo da
manteiga europea I
Nao e causa de admiraco que estes ssrles,
cuja uniea industria a cnacodo gado, nao le-
nham manteiga nem mesmo para seu gasto, e a
compren) viada da Fr.nc. ou da Inglaterra, onde
urna lio grande populaco ae acha api-
nhada n'um terreno to limitado ? Maravilloso
efleiio da cvilsago e da industria I
A ri-generaco das ragas dos animaes domsti-
cos urna cousaquese deveter muilo em vista ;-
mas para tentar este grande melhortmento, *
mister ler meros de o favorecer por urna alimen-
taco abundante e de boa qualidade. Sem recor-
rer ao fabrico do fue, ou a algum outro expe-
diente idntico, nada se pode tentar com vaota-
gem.
Nada mais me cabe acrescentar sobre este as-
sumpto, que o distincto sabio Dr. Burlamarque
tem esgotado n'uma excellente memoria, escrip-
ia ha pouco sobre a urgente necessidade de me-
Ihorar a raga cavaMar, e sobre os meios de alcan-
gar este desidertum.
A Europa tem ragas especia es para cada ramo
de servico, que reclama dos animaes- domsti-
cos lem cavallos de rac.aa nobres para a sella,
para a guerra ; tem outras para o servigo dos
carros de luxo, outros para os carros de carregar
pezos; lem outros para a carga e costas.
No gado vaccum ha ragas leileras ha outras
ruis propri.s para foroecer gado de assougue ; e
nao sao duvidosas as vanlagens queresuliam desta
dislincco, eda criagao que se lhes dJ-em rela-
go aos servigos a quV se destinara.
Algum dia quando o Brasil fizer pregressos,
entrar lambem nestas apuracoes que hoje, no
estado prsenle das cousas, parecero mais urna
fiego do que urna realidade.
Vulturnos ao assumpto da fabricagao do feno,
do (jual nos a-rredamos um pouco.
ao
ao
do
nectMBrio, do arado para revolver s Ierra e
prtv-U das plantas nocivas que cria ordWaria-
meute.
Quando os invernos se manifestaren) com re-
gularidade o capim n%Ker e crescer com tanto
mais vico e rapidez que as chovas {oren nal
abaodantes, e esa 80 das pouco asis pouco
nos chegar a sea termo de madurez, qu
fixei no tempo que decorre entre a floragao/
graDago. ^^
Nesie eslaio corta-se, secca-se expondo-o
sol e virando-o por vezes, at que ebegue
ponto conveniente; e guarda-se abrigado
lempo.
Nesle estado converva-se em perfeito estado,
nao s de um para o outro anno, mas al dous e
mais annos, sem perder as suas excedentes pro-
priedades nutritivas, e a experiencia mostra que
ao passo que superior em partes nutritivas,
agrada tanto ao paladar do gado, que o prefere a
toda outra especie de alimeuto, e nao se enfada
com elle.
Este capim assim secco com opportunidade o
meio usado na Europa para sustentar a prodi-
giosa quantidade de animaes domsticos que
disaemos ali serem criados.
A primeira dificuldade que ae nos objecta
do corte, a
Como ae haTe cortar o e'apim de um quarto
ou mesmo de um oitavo de legua em quadro?
Se for com faca ou com facro, como hoje se
usa, eu larnbem considero o trabalho como;
ioexeqoivel, e a tarefa como espantosa.
Mas mister saber-se que esta grande difficul-'
dade desappareee completamente, aubstiluindo |
o uso da faca por um instrumento de urna sim-
plieidade admiravel, de um maneja simples e
pouco pesado, mui pouco dispendios, e que nao
reclama mais do que alguns dias de pratica pira
se amostrar do seu uso. .
(*) Eale instrumento chamado gadanha, com-
pe-se de urna vara on cabo, que tem f ou &
todo de urna fazenda, parque o fazendeir nunca
devercrja* Unto gado que d aonsusa a toda
su. ru-1 Ide feno | ptjp contraria de*ert sato*
urna boaTfersio delle da um anno
cono prevenclo contra um inno cala-'
Baata que todos os annos conserve um
cortes de que fallei cima.
O gado echando comida a bebida certa n'um
ponto dado nunca faltar de vir 4 rac,o ; e qile
vanlagem para o creador de ter todos os dias o
meio de ver, inspeccionar e curar seu gido, sem
grande trabalho? Ser esle um meio de se livrar
dos parsitas, que tem pessuirem Ierras, soliao
(odavia grande porgao de gado que se sustenta
cusa dos proprietarios, e os impossibililam de
tirar das suas (erras o partido que poderiam ti-
rar. Este methodo, e intermediario entre o que
se segu hoje e o lerceiro, que mais labo-
rioso.
Al da despeza da cercado sero oecessarioa
irandes armazens para depositar o feno egusrda-
o convenientemente. Em algumas partes vi con-
servar esle feno no campo, arrumado em m,
muito aperlado e socado, e coberto comcalmo.
Poderia se admittir aqoi o mesmo syslema e cobr-
lo com palhas de carnaubas, o que dispensara a
despeza dos armazens, que todava me parecem
ser auilo preferiveis em razo de preservar me-
lhor o produelo da accio destruidora do lempo.
As despezas do esta bel eci ment urna vez fei-
tas, as annuaes pouco avulltm ; porque dez ga-
danhas por dia, manobradas por homens exp-
rtenles, cortaro urna porgao immensa de herva;
que se paguem a mil ris por dia sao dez muris,
e este numero de trabalhadores oito oo dez dias
cortaro seguramente um oitavo de legua em
quadro, l vo eem mil ris, o trabalho do virar e
seccar o capim muilo leve, e pode ser feito por
mulheres a quinhentos res por dia dez mulheres
do mesmo tempo gasiaro cincoenta mil ris;
eis urna despeza annnai porcada corle de capim
de duzelos mil ria, que certamente aera com-
palmosde cumprimenio, na exlremidade da qual pensada ao decuple, se o fazendeiro dobrar o pro"
armadura se fixa o p de um faco de forma [ docto de sua fazenda.
na Europa, porque nao se poder tambera fabri- ( 8eus 0T0S em qualquer ferida abena.
ca-lo no Brasil, j que existem as materias pri-. Por todos esles principios morre muito gado no
jnas ? J se tem encetado e executado outras em- matt0> por nao haver quem lhe possa dar os soc-
prezas de maior custo, com feliz xito. ( COrros necessarios em tempo opportuno.
Vejamos se os resultados coropensaro o aug- Oulras muitas causas de mortandade trazesle
ment do trabalho e de gastos. I ^gg syslema de criaco, mas nao entra no meu
No syslema de creaco hoje adoptado e segui-l agsuinpto assignala-ls nesle lugar.oode sequero
do nesta provincia, quando as chuvas do invern mostrar a 8ua imperfeico.
apparecem e se succedem com regularidade, o
capim do campo nasce e cresce com urna singu- J fiz ver que, em vtrtudedss mesmas causas,
lar rapidez, e em um mezou pouco mais se poem s ragas de animaes domesticjs tem degenerado,
em estado de maduro, islo adquire todo seu o o degenerando olhos vistos. A raga caval-
crescimento. I l*r tem-se tornado feia e ac mhada, e pouco pro-
Entre a poca da florago e da granago acha- ; P>"' P certos servigos, como seja para a carga
se no estado mais conveniente para a susleniagao ou para puxar carros, e mesmo para a guerra,
dos animaes de toda especie ; contm lodos os apenas se tiram alguns individuos proprios para
suecos da vegetago proprios alimeotago, e
conserva urna certa maciez que convm muilo, e
agrada aos herbvoros. Depois deste periodo os
suecos da planta sao empregados na oganisagao
a sella.
As vaccas do pouco leite, e este somonte du-
rante a estago chu*oss, emquanto o pasto nao
amadurece. Apenas a herva do campo secca nao
Do que Oca dito v- se quo durante o invern,
depois delle at oulubro, os animaes sollos no
campo acham alimento suficiente, e no-soffrem
falta delle, mesmo nos annos os mais escassos
de chuva.
Pde-se perfeitaroente continuar durante este
tempo a deixa-Ios andar sollos no campo,, mas de
oulubro al que principie o invern, sobre tudo
nos annos em que faltara as chuvas nesle mez,
isto durante os quatro mezes de novembro,
dezembro, Janeiro e fevereiro, e de toda necessi-
dade supprillos com pastos seceos e reservados
para este um.
Ser esse meio um passo intermediario, dado
para a passagem do 2" a o 3" syslema que j des-
crevi: picp.rar a adopgo do 3 syslema em
loda sua amphdao, e, se nao me engao, ser
suficiente para previoir os effeilos das seccas
mesmo as mais rigorosas, em relago aogado, e
permiltir aos fazendeiros de duplicar ou mesmo
ireplicar o numero das rezes que p6do criar-so
no mesmo espago de terreno.
Entremos a este respeilo em alguns detalhes,
que esclarecero asduvidaa, e tornaro-palpaveis
os resultados de minhas assergoes.
Que um fazendeiro possua por exemplo, urna
legua de terreno em quadro ; ueste espago nun-
ca poder crear pelo methodo hoje seguido seno
um certo numero de cabegas de gado, numero
que nao determino, porque vari, muito, confor-
me as localidades, as qualidades do terreno e dos
campos circuvizinhos, porque nao pode como fica
dito dispor seno de urna diminuta parle do ca-
pim que o invern deixa em p no campo, e esle
mesmo asmis das vezes de pessima qualidade,
alterado pela exposigo ao tempo, e sem subsis-
tencia.
Que elle cerque urna quarta parte deste terre-
no, aquelle que d melbor qualidade de pasta-
gens, e que o prepare convenientemente para a
fabiicago do feno.
O primeiro custo ser grande, porque esta
preparago reclama que seja o terreno depois de
cercado destocado, limpo de pedias, e nive-
lado.
Se nao poder fazer tudo n'um anno, fac,a-o aos
poucos de anno em anno.
Os servidos que presta um cercado n'uma fa-
zenda, mesmo sem servir para a fabricagao do
fono, compenso bem as cusas que se fazem
com elle, por isso depois de feilo, servir como
serven) os que existem hoj, at que pouco e
pouco se tenha conseguido pd-lo em estado de
servir para a fabricagao do feno.
Depois de prompto o cercado, se o capim que
cria nao da melbor qualidade, poder n'um
anno se colher sementes das meihores, e no
principio do invern seroeia-las, usando, se for
especial, que fica assim alopiado em ngulo
recto sobre o dito cabo, no meio do qual se acha
um cabo pequeo, qe serve para agarrar e-
manobrar o instrumente.
Um hornera pega com a mao direita o cabintlo,-
e com a esqverda a outra exlremidade da vara-, e
inclina a diia vara de maoeira que a fouce esteja
no chao, sua construego tol q.uo nesta posigo-
toda a folha Gcaparalella ao ehao.
O segador leva a folha do instrumento a seu-
lado direito o dirige-a para sua esquerda fazen-
d'o-lhe descrever um movimento de meia cir-
cumvolugao a o redor de si, de tal maneira que o
ferro que est muito amolado certa nesta meia
circumvolugo urna facha de herva de meio pal-
mo de fundo, e de toda a extengc que percorre
a folha da gadanha-;- volla o instrumento a seu
lado direito, d meio passo para diente e com
outro movimento de meia circumvolugo da
direita querda corla outra facha-igual; vai
assim merebando para diante, e a cada passo
corta-outra nova facha-igual que cortou, tendo
de largura o dimetro da meia circunferencia
que percorre a gadanha.
A herva corlada acha-se pelo movimento do
instrumento arrumada em feixe Da parte esquer-
da da circumvolugo que d.
Um bomem amostrado neste manejo corta sem
grande trabalho n'um dia o que nao ooitariam
dez com facas.
Esta herva espalha-se ao sol, o vira-se durante
dous dias,.at que adquira um grao desequido
conveniente, e que a experiencia ensina a con-
hecer.
O feoo est prompto, basta recolhe-lo a um
lugar secco e comprimi-lo de modo que nao se
molhe nem se deixe alterar pela acgo do ar que
o desseccando era demasa lhe faz perder a sua
qualidade..
Neste estado fica macio; muito aromtico, e se
conserva annos.
Cora a gadanha se vende sempre urna bigornea
e um martelo especial para bater o gume de ma-
neira que fique levemente manobrado,, o que
facilita muito o corte.
Yem timbera junto com ella urna pedra
do amolar especial, que serve para avivar de
quando em quando o fio-da gadanha.
O uso de todos estes-instrumentos, reclama
alguma pratica que se adquire em muilo pouco
lempo, vendo obrar quem j est feito a seu uso,
por isto o primeiros cnsaios necessitam que se
mando vir da Europa alguma pessoa pratica neste
oficio.
Apenas se tirn esla camada que a herva que
j tem todos os orgaos-da vegetago bem desen-
volvidos,.cresce oulra vez com urna rapidez ex-
traordinaria, e em 15 ou 20 dias j produzio ou-
tra camada igual primeira, e que como ella se
corta, e se converle em feno.
N'um invern regular de dous tres mezes,
podero se fazer tres cortes iguaes ; e depois do
derradeiro a trra aiada conservar bastante
hmida Je para crear urna quarta camada que se
deixar estar em p no cercado.
Esto por conseguinte quatro carnadas do
capim de excellente qualidade que nem se des-
tros, nem se disperdigo. com as quaesse pone-
r triplicar a quantidade do gado de urna fazenda
porque independentemente de ler a fazenda a
mesma carnada de capim secco sempre no campo
que tem todos os annos, fica com urna reserva
grande de fono que terno a dizer de qualidade
incomparavelaente superior ao do campo..
O gado ficar solt no campo durante o inver-
n, e mesmo ao depois,at que principie a sentir
falla de pasto.
Ento ou se recolher aos cercados, ou se
acostumar a vir a um certo lugar comer lodds
os das urna rago de feoo.
Se esla rago se der pedo da beaila, anda
melhor ser, porque ter dous attrativos a este
poolo : o da comida e da bebida.
Quem nao comprehende que por esta industria
se pode augmentar muilo a populago em gdo
de urna fazenda, e mudar completamente a face
do serto 1 Por esle meio seria muito dificil que
urna secca, por vigorosa que soja, d fim ao gado
FOLHET1M n
OBATEDORDEESTRADA
FOR
PAULO DUPLESSIS.
PRIMEIRA PARTE.
III
(Continuago.)
Fosse dislracgo ou fosse calculo, o Batedor
de Estrada, ao pronunciar estas palavras, se incli-
nou para a fogueira, apanhou um tigo acceso e
poz-se acceoder o cigarro, e nao pede por con-
siguite observar o movimento de sorpresa, qua-
si de espanto que teve D. Henrique ao ouvir fal-
lar oo regato de Jaquesita.
' Agora, seohor, tomou Joaquim, enlremeian-
do suas palavras de grandes baforadas de fuma-
ga, terels a bondadede dizer-me de que qualida-
de sao os servigos que pretendis de mim, e quaes
os inlereises que devo esperar......Nao procuro
dissimular que esta ama conversa que muilo
me agrada.
Depois de urna pequea pausa, D. Henrique
respondeu :
Sr. Joaquim, conheceis bem a liogua fran-
cesa?....
Nao.... Sei algumas palavras do francez
e inglez por ter estado algumas vezes no Canad,
mas nao sei estas linguas de maneira que possa
sustentar ama conversaco, e muito menos para
discutir interesses. Pego-vos que me fallis em
hespaohol.
D. Henrique lancou um olhar d'esguelha sobre
os Mexicanos; e dopois de nova e quasiinsensi-
vel heaitago, disse:
Tenciooo, Joaquim, entreter-me comvosco
em particular, mas^mudeide.resolugo, lembran-
do-me da devotago destes queme acompanham.
A amizade que estes bravos me tem, merece toda
a minha gritidao; e seria urna torpeza pagar sua
lealdade com suspeitss. Assim vou explicar-me
em presenga d'esles estimaveis cavalleiro$.
A Irona d'esta Uoguagem era to flagrante,
{) Yide Diorio n. 95.
to pocco dissimulada, que os Mexicanos a com-
prchenderam perfeitameote; todavia fingirn)
acceitar como reaes os cora primelos de mofado
joven.
Agora, Joaquim, pego-vos que prestis loda
a attengo, e nao me respondaos sem refleclir
muito.....
Fallae, eu vos ougo....
O motivo que mo trono estas longincuas
paragens urna viagem de explorago. Tenho
necessidade, nao vos importe o porque, de eslu-
dar e conhecer fundo o vasto destricto de So-
nora e o immeoso territorio habitado, ou, para
fallar com mais clareza, possuido pela poderosa
tribu dos Iadios Apaches. Julgaes que possa ir
mais adiante com probabilidade de successo ? De-
vo palenlear-vos que os meus asseclas mostram
j grandes temores respeilo de nossa volta
Guaymas, e dizem que eu commelteiia urna gran-
de loucura se (eimasse em seguir este camioho.
Pensnm que perdemos o caminho, e que estamos
em perigo de morrer de fome. Qua me aconse-
lh.es? Que volte alraz covardemeote, ou que
contine meu eannho
A maneira porque acabaes de formular vos-
ea pergunta, indica claramenlo a resposta que
dt-sejaes, disse Joaquim : mas prometti vos fallar
sempre a verdade, nao devo me importar cora
vossos desejos. Se, continuando temerariamente
vosso camioho, inlentaes dobrar o golpho da Ca-
lifornia, ou lambem ioleroar-vos na Apacheria,
entao sim, os vossos asseclas lem razo do op-
pr-se esle projecto insensato, que inexequi-
vol I Telmar n'isso seria expor-se urna morle
certa.
E' com etTeito a Apacheria que eu quero
atravessar.
Neste caso excusado proseguir n'esta con-
versa.
E perqu razio ?
Porque nao poderia sujeilar miohi vontade
aos caprichos de um doudo, responden o Batedor
de Estrada, com tom firme e resoluto.
Pois bem I Concordo por um instante que
mea projecto seja ioexequivel, disse o joven pea-
sativo, que dovo.fazer agora?
Tornar o mais depressa possirel ao ponto
d'one sahistea.
Esquocei-vos, Sr. Joaquim, que estamos
dcsencamtnhados ; e n'ease estado a retirada me
.presenta, e de mais mais com deshonro, os
mesmos perigos que o svaogar para diante.
(') O Sr. Theberge d a configurago por um
desenho deste instrumento, mas nao o podemos
representar.
Todavia elle j condecido Desta cidade, ten-
do-o venda Mr. Dubarry, na ra da lmpe-
ratriz.
Objecta-se ; como que vm fazendeiro que a-
paoha mil bezerros poder mar deste expedien-
te? A isto respondo; augmentando a despeza
annual. A este que approveMari o expediente ;
porque como as despezas- primarias nao augmen-
tan) em proporgao do gadv que pessue, empalar
menos fundos proporcionaimente oo que o pe-
queo fazendeiro.
Resta saber agora se as qualidades de capim
que produz o serto sao preprias-para dar feno,
como succede na Europa. Posso affirmar que
sim, pela experiencia que tenho adquirido To-
dos os capins de talo macio, que vegetam nos
baiiios, oos-taboleiros onde ha bastantes humus,
aas varzeas onde o barro misturado com bas-
tante arei, todos estes capins que os- sertanejos
cha mam capim mimoso, os capins-de rogados,
amilhao, e outros muitos dos quaes nao tenho
maior conhecimento, por me ter pouco entrega-
de-e este estudo, do excellente feno, em nada
inferior ao que se fabrica na Europa.
J o experimental por mim, e omandei expe-
rimentar por pessoas s quem ensiuei o proeesso
da fabricagao, sem se fazer uso da gadanha para
o corle, o que tem sido causa de nao se adoptar
o methodo, por ser mui Isborios/fe longo o pro-
eesso do corle com faca; Em todos estes casos
obseryei um feno de excellente qualidade, eque
os animaes comem com muito prazer, mesmo de-
pois de velho.
Outro meio de auxiliar a susteotago do gado,
e a cultura em grande escala de certas- plantas
que o gado come, secea-las, como o proprio fe-
no, e conserva-las neste estado em armazens pa-
ra usar deltas quando se torna preciso. Ha gran-
de numero de plantas destas, particularmente da
familia das leguminosas, que creseem espont-
neamente nos campos, e que deveriam-se cultivar
em grande escala.
Tire vontade de me entregar ao estudo das
gramioares em relago a sua importancia para a
creago do gado, e lambem das plantas de outras-
familias que poderiam dar resultados favoraveis
para o mesmo fim, mae-reeuei peranle urna tre-
la lo ardua, que nao deixaria nem gloria, nem
interesse, e que tambero nao produziria por ora
resultado albura, e para islo sao necessarios meios-
de fortuna que nao poasuo..
Entre as arvores do serto muitas ha cujas fo-
Ihas, ou fructas servem de sustento-aos herbiva-
ros ; nesta ordem sao o joazeiro, acanafistula, o
umariseiro, e a mulambeira, que o gado vaccum
come muito, o feijo bravo, a f a va brava e outros
muitos que os cavallos procuram com avidez.
Toroar-se-hia muilo interessante para a creago
estas arvores e favorecer a sua culiura em todo o
serto, porque a maior parle dellaa couservam as
folbas durante toda o secca.
A multiplicago dos agudes tanto converia nes-
le syslema como no que hoje c seguido.
Quanto mais se multiplicara as aguadas para o
gado, tanto mais se lhe facilitara os meios de re-
sistir aos estragos da secca, e nos Ierras molhadas
que descobrem as aguas quando minguo, pde-
se cultivar fructas e verduras muilo appreciaveis
no sertio onde os recursos da vegetago sao lo
escagos para a susteotago do hornera.' Estou con-
vencido que na mesma fazenda o creador nao se
deve limitar a um agude mas deve faze-los- em
lodos os lugares onde sao admi-siveis.
Urna medida que julgo urgentemente reclama-
da para animar os proprietarios a memorar as
suas Ierras i seguranga da propriedade. Nunca
vi coofuso igual a das pesses. Todos os- annos
gast.-se na provincia um dioheiro louco em me-
digeS judiciaes.de trra, e o resultado embara-
gar cada vez mais o problema.
As datas antigs j se acham infinitamente sub-
divididas, ellas nunca foram bem determinadas,
e hoje niuguem sabe dos rumos que devem-se a-
doptar, a ponto que no Ic, de rio abaixo, em
urna extenso de meia legua, encontrei dez mar-
cos judicialmente postos, que variam entre si de
30 graos.. Como determinar entre elles o verda-
dero rumo ? Os ros sao geralmentf) muilo cheios
de sinuosidades, as datas foram concedidas cal-
culando urna exlenso determinada no curso del-
les, mas nao pode ser seguindo. as suas voltas,
mas sim urna linha recia, e os rumos dos travs
ses, que direegoes de vem tomar? no.podem ser
as perpendiculares ao rio com suas voltas, devem
ser tiradas sobre urna linha recia que distribua
as sinuosidades em parles iguaes para um e ou-
tro lado, e ser necessario tirar cm todo o curso
do rio, ou n'uma exlenso grande delle urna li-
nha media que sirva de base paca as medigdes, e
ser tiradas por pessoas
i de lei, quando nao,
como stceede hoje, a
que juizar, a a propried.de Dcar sem-
pre no sen estado indeciso, e continuar a trazer
s conseqneneias as mais funestas. Quando algum
fazendeiro faz algum* bemfeitoria na sus fazenda
vem um de seus vislnhos, que por meio de pei-
las, ou_8ubtilezag,inanda dar um rumo tal que
estas bemfeitorias do visinho vem a se acharnas
suis Ierras ; d'ahi se oiignam conlendas inter-
minaveis que arroinam os contendores, e esriam
muri os donos que querem fazer alguma bem-
feioria as suas Ierras. Os juizes advogados,
tumbadores et reliqua ofllciaea da pretendida
josliga sao em geral lo ignorantes nos come os
outros nesta materia da medglo, e por isto em-
brulham de (al modo asquestoes, que ninguem
as pode entender, nem elles a si mesmo oe-
cessarouma medida a este respeilo, e dell. de-
pende em grande parte o futuro da proviacia de
Cear. Sc> acho seguranga as datas de riachos
que comprehendem-as suas duas margens. Nos
nos grandes cojas dalas sao mais artvigas, ha inja
confusio mui drBkH de sanar.
Supponho ter demonstrado que os-resultada*
msis terriveisllas seccas, sao, Io a taita de ali-
mento para os habitantes, c>ntra o qual indiquei
remedios, declarando a minha conviegndecom
morrem raramente ceatenso a falla de lmenlo
lio prodigoa a natureza para quem se dedica a*
sua culiura e preparago i 2 a falla de paslo
para os gados, que coostittrindo a principal fonle
da riqueza desta provincia', cana, a ruina-com-
pleta das forluoas, e por coDsegoioie anniqnilla
o commercio, e obriga os habitantes a principiar
de novo a vida. Tambem teniro demonstrado que
faeil nao somente prevenir estes effeitos, seno
augmentar muito a produgo dos sertes em ga1-'
do, reforma esta que patenleei'ser urgentemente
reclamada pelo estado do pas. Nao foi sobre-
utopias que eslabeleci estes principios, mas sim
sobre meio j experimentados, e cojo resultado
ha muito patente.
Estas ideas- qwe nao me possrvel! desenvolver
n um artigo desta natureza sao summario de
urna obra que ha lempo elaboro sobre esta pro-
vincia, na qtral estudo sua geographiaysuo histo-
ria, seu clima seas productos, seus recursos
suas industrias-, suas seccas, e os meios de pre-
venir e remediar os- seus resultados; por que
como j o disse e prove, s a Deus eempet* fa-
ze-las cessar, reformando a constiluigoclimate-
nca da provincia. Tenho sido demorado na mar-
cha de meu trabalho pela parte historio! que em
principio quera dar debaixo da forma deum n-
dice cbroDologico, mas como duraote a*-minlias
pesquizas sobre esta materia adquir dados e do-
cumentos que julgo nao dever perder, rcsalvi-
me a lhe dar mais extengo. Escrevi u-roa his-
toria completa da provincia, desde o seu deseo-
briroenlo al ao aono de J790, fuDdaado-me so-
bre dadoradqueridos nosarchivos das prineipaes
repartigesda provincia, tonto civis como ecle-
sisticas e judiciaes. Fot inserido as columna
deste conceituado Diario- o primeiro jacto deste
meu trabalho, debaixo do-titulo de Etbo0'his-
trico da provincia do Cear afim de provocar
a discussao das parles que apresenlassem do-vi-
das, desejando por este modo esclarecer-me com
asluzes das pessoas que se dignassem de forae-
cer-m'as, lano vou animado do desejo deche-
garao conhecimento exacto da verdade, que deve
prevalecer em toda a obra histrica. Toda vez
que fdr convencido de algum- erro, far-me-h
um dever sagrado de o emendar. Juntarei a es-
ta obra umaearta chorographica da provincia, na
qual tenho feito urna descripgo minuciosa das-
paicularidades, notando nella at os lugares os-
menos crescidos e principiantes, os limites da
freguezia no seu estado actual/ Pallava-me para
dar a ultima mo a esta caria determinar a silua-
cao geograpkica dos pontos prineipaes da provia-
cia. DispuBfta-me a lomar as-observages as-
tronmicas necessarias para-a solugo destes-
problemas, mas minha nenhuma pratica em tra-
balhos destes me fazia receiar resultados pou:o
exactos, quando o Ilustrado memoro da commis-
sao scientilica, o Sr. Dr Capaaema, a quem com
muoiquei o meu trabalho, dignou-se offerecer-
meos resultados dos seus trabelbos nesta mete-
ra, e autorisar-me
Vos estaes desencaminhados ? repeliu o Ba-
tedor de Estrada, levantando os hombros com ar
de desprezo, enlo quem que entende islo as-
sim?
Meus asseclas.
Vossos asseclas sao uns patitos que querem
explorar a vossa credulidad?, ou ento querem
ver se vos fazem cahir em algum lago, respondeu
tranquilamente Joaquim Dck. Juro vos que el-
les couliecem perfeitamente o camioho, e que ne-
nhuma difRculdado lero em voltar para Uuay-
mas Deus roe perde I proseguu o Batedor
de Estrada, sem fazer caso dos olh.res furiosos e
ao mesmo tempo sobresaltados dos Mexicanos,
nunca vi na minha vida urna collecgSo mais com-
pleta de ms figuras 1 Que idea singular foi essa
de escolher semelhantea ajudantes I Toda es-
ta gente de malvados que a lei de Linch faria
enforcar acm mesmo indagar os seus anteceden-
tos, lo esculpido trazem elles o crime as faces!
Murmurios e ameagas proferidas polos Mexica-
nos, seguiram a audaciosa resposta do Batedor de
Estrada.
Qnem ousa levantar a voz quando fallo eu ?
Continuou Joaquim, impassivel. Esquecestes por
ventura o mea nome, ou nao tendes noticia da
fama de meu ctelo? Calae-vos.... bem.... va-
mos, filhos, tranquillisae-vos.... Nao tenciono
pedir-vos conta do passadol.... Que me importa
o sangue que vos mancha as mo*, os crimes que
pesam sobre vossa consciencia 1 Eu nao sou pal-
matoria do mundo. Pilhae, roubae, assassinae,
tudo me indiferente. Deixao de exigir smenle,
quando trato de negocios que me podem dar al-
gum lucro honesto, que em considerago ban-
didos do vosso jaez, eu use de cautelas prejudi-
ciaes aos meus interesses.
Tanta era a fama do ctelo de Joaquim Dick,
to geralmente conhecida, que ncohum dos Me-
xicanos ousou dar sknaes de vida, apesar de sua
impudencia: partera qua ficaram parslysdos
pela terror.
As fallas que me acabaes de fazer, Joaquim,
tem to grande alcance, disse D. Henrique, de-
pois de refleclir por algum lempo, que quero re-
sum-las e precisa-las, pars nao haver algum
erro.
Podis resumir e precisar, seohor, porque
eu nao tenho preisa.
Sois de opinio, nao que meus asseclas
conhecem bem o caminho, e que se nao eoga-
naram?
a usar delles; com esta fa-
culdade persado-me apresenfcar urna carta muite
superiores qu* j tem havide at hoje, porque
como j o disse durante 12 annos de viagens qua-
si incessanles por toda a pro-vioeia, tenbo adque-
rido um conheeimenlo perfeito das suas localida-
des, dos seus- ros e riachos, da sua orologia, e
mais parlicularides. Nao tenko pretengo de4er
levantado urna earta que tenha toda a exaclido
mathemaiica-sempre desejavelem urna obrajes-
la natureza;. mas persuado-me que ell-j-dar"
urna i lea suficiente da provincia no seu estado
actual, o que nio julgo da pouca importancia,
attendeodo falta de trabalboa desta espesie que
estejam a par do estado presente.
Julgand que um trabalho destes meroee algu- .
ma aceitago da parle da assembla provincial,
como capaz deguar os presidentes e a mesma
8ssembla nos seus trabalbos, que aa-maisas
vezes exeautam sem o menor conheeimenlo das
localidades, apresentei-Ih'o e pedi alguma giati-
ficago em remunerago dos lrabalho3-e-das des-
pezas qe me occasionou. Foi minha preteago
regeitaoa quasi in limine, dando-me a-.enleader
a illusire corporago oa que a maior-parle dos
seus membros nao lesa illustrago snfficieiUe pa-
ra coroprehender a sua importancia, ou q*ie nao
se importa com o que pode aprovaitar provin-
cia Sei que entre elies ha numerosas-o honro-
sas excepges, mas. que nao sao suficientes para
conUabalangar as opinioes. e a. cesueira da
maioria.
Quando submetti ao governo as- miabas ideas
sobre o estabelecimentu da empreza do rodagem,
manifestei lhe a necessidade Cjue hade mudar
syslema de criagao seguido o provincia, e mos-
trei-lbe qae a colina se opporia a teda reforma,
mas que a companhia encairegadua da empreza
necesitando recorrer a fabricagao do tena para a
sastenlago do grande numero, de avallas neces-
sarios para a execugo, visto.que os recursos ae-
tuaes seriam insuficientes para manle-los em es-
tado de prestar servigos aturados, esto eosejo se-
ria urna escola pratica, onde os sertanejos podero
aprender a fabricagao lo- necessaiia. Anda ho-
je estou convencido que seria um dos meios sais
proveitosos para ir esUbelecendo esla reforma.
Vosso resumo, seohor, soffre falta de clare
za desde principio. Eu nao suppuz, afirmei.
Bem, eu contino : a comedia que repre-
sentara em minha presenga estes homens no
vosso pensar ama pro va certa de traigo?
Curtamente.
E que fim pensaes que elles tenbam?
Vossa pergunta, permilti-meque vo-locon-
fesse, me parece das mais simples....
O de me assassinarem ?
Ora essa, s se herdados defunctos. Po-
tm, perdo, seohor, proseguiu o Batedor do
Estrada, nao dando lempo D. Henrique de
lomar a palavra, que vem esla especie de
inquerito? A' urna scena de violeocia? Seria um
erro ; estaes s I A' um severo castigo ? Seria tra-
balho perdido I lutaes coro gente inleiramenle
perdida, de coragoes totalmente gangrensdos.
Nao vejo em ludo isso nada que nao seja muilo
natural I Vos tendes o gosto das aventuras peri-
gosas ; estes bravos rapazes lem a paixo do rou-
bo edo assassinato. Cada hornero tero sua mana
particular, obedece umiostincto differente. Se-
ohor, deixae de parto todas estas recrimioagoes
iouteis, e vamos logo ao nosso negocio.
A calma ioalteravel do Batedor de Estrada du-
rante esla clorosa explicago, a desdenhosa e
egual indifferenga que elle mostrara nao s
traigo dos Mexicanos, como aos perigos que cor-
ra D. Henrique, lhe giangeavam mui natural-
mente o papel de mediador; cada urna das duas
parles, certa de sua ueutralidade, eslava dispos-
ta aceitar sua iotorvengo ; smenle a reserva
dos Mexicanos linha tinto de embaragoss, quaoto
de aggreesiva e provocadora tinha a de D. Henri-
que : os primeiros cediam ao .medo ; o ultimo
reodia-se razo e necessidado.
Com etTeito, Sr. Joaquim, disse emfim D.
Henrique, esta gente indigna da minha colera.
Vamos ao que vos diz respeilo. Eslaes actual-
mente livre do qualquer contrato ?
Inleiramenle livre.
Bem I Quo sold quererieis para entras em
meu servigo?
Entrar em vosso servigo ? repeliu lenta-
mente o Batedor de Estrada acompanhando estas
palavras de um sorriso singular. Que entendis
por isto ? Obrigar-me condescender com vossos
caprichos, loroar-me solidario com vossas aegoes
boasou ms ou sement tomar urna tarefa bem
debatida e determinad a entre nos de anterao 11
Estas perguQtas parece que tos espantara I.. Vos
(Continuar-se~ha.)
vos eoganaes.... Tenho por iovariavel principio,
quando fago um contrato, ter escrupulosa exacli-
do em preenche-lo. E' pois muilo natural que eu
deseje conhecer muito positivamente minhas
obrigagoes. E por tanto o prego varia conforme
o que se exige de mim*....
Nao me admiro tanto das vossas perguntas,
como da maoeira e tom com que as fazeis, Sr.
Joaquim.
Nao vos comprehendo.
Nao vos oceulto, vossa lioguagem me pare-
ce muito superior posigo que oceupses no
mando 1
Vossa admirago, senhor, respondeu Joaquim
Dick, prora bem que vos chegastes 6 pouco ao
Mxico ; por que por pouco que tivesseis vivido
ntrenos, nao vos deverieis sorprender da banal
pureza de minha linguagem. Nesta nossa fants-
tica e turbulenta repblica as posigoes mudam
com tamaaha rapidez, que ha poucos Upiros (I)
qae nao tenhsm lido ou nao esperem ter um da
de poder I Cada qual est promplo criar um mi-
nisterio ou commandar um exercito. A nica dif-
ferenga que ha entre o homem rico e o pobre men-
digo, que o primeiro traja velludo de seda e o
segundo velludo de algodo.... com a dille renga
somente do costume, nos somos todos os mes-
aos., affaveis, crteseos, homens da sociedade, e
muitas vezes mesmo gente espirituosa I Vos rides?
Adevinho vosso pensamento ; vos tomaes minha
franqueza por fatotdade 1 Vosso erro vem de quo
aioda nao estaes muito familiarisado com vossos
costumes Porm, perdo faz-se tardo, c
em vez de tratarmos de descangar, desperdiga-
mos o lempo em pura perda.... Se de vosso
gosto, tomaremos a nossa conversa do ponto em
que a deixamos I Que esperaes de mim, que me
queris.
Que me acompsnheis Guaymas.
E' como guia, codo compaobeiro, ou como
escolta 1
Como credo, respondeu o joven seccaman-
te e como quem comecava se impacientar.
Ora eis um termo bem vago, respondeu fra-
mente o Batedor de Estrada. Ha creados que
asaassinam seu amo e ha daquelles que se sacrifi-
cara para o salvar : ha o creado probo e o creado
ladro ; emfim ha creado que nao rouba nem as-
ssssina, mas consente que os mais o facam.
Ora vos nevis da concordar que o meu salario
deve estir em relago com a caihegoria que hou-
verdes de dar; eis par que pergunto qua queris
de mim.
Urna devatago loda prora I
AhT diabo, entao ser caro. A devotaglo
um seotimenlo que tem tanto da raro quanto
ten de precioso o diamante. Acabemos com
isso I
Vosso prego ?
A esla pergun'la do joven, fez-se ama meta-
morphose horrivel na phvsioEomia do Batedor de
F,strada; seu olhar desf.rgado e sem expresso
lomou ora bri'ho extraordinario ; suasfeigoes uro.
pouco abatidas tomaram ama indeBnivel expres-
so de altivez e de irona, a o desaso de sua po-
sigo foi substituido por um porte de inconcebi-
vel dignidade.
Senhor, disse elle com orna voz cojo timbre
ao mesmo lempo doce e mordaz teria-descoberlo
um vasto campo s coojecturas de um observa-
dor, nao tinheis acaso ainda percebido que eu
graceja va ?.. Nos Batedoresde Estrada nio servi-
mos nem para oreados aem para mercenarios....
Quando entramos em alguma expedigao, parcha-
rnos dos perigos que ella tem e dos lueros que ella
pode dar; mas nunca recebemos um salario de
mo & mo.. Eu accedo de boa vontade ao vosso
pedido; conduzir-vos-hei sao e salvo i Guaymas?
O desioteresse de Joaquim Dirck conlranou de
alguma forma D. Henrique ; seus eobr'olbos se
contrahiram, ao rosto assomou-lhe urna nuvem
de colera.
Batedor de Estrada, disse elle com uro tom
de alvez que tragava urna lioha muilo clara en-
tre elle e o aventureiro, e toda em desoaalsgem
do primeir >, Batedor de Estrada, gracejar com
alguem 4 um signal de egualdade que nao vos
posso permltlir em relago mim. Pedi-vos que
me declarasseis as vossas iolenges, mas de ma-
neira alguma apptllei para rossa generosiiade..
E' um negocio qan roa proponho, e nio im ser-
vigo que solioito.... Um < sim a seguido de urna
qusntia, ou um nao aem commentarios 4 a que
vos pego.
(Continuar-te-ha.)
ERPN.- TYP. DI M. F. DI PARIA. -1861.


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