Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09268


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Full Text
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SU d 01.1 Al
SABBifiO 20 DE AB1IL D Il 1

PraDnt,a.H.a4tmm
rol fraic* purastWeripUr.
ElfliA
BNCARRRGADOS DIIOMCIIKAO 90 KORTB

Parahiba, o Sr. AotaataAlexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques daSijva ; Arana
tj, o Sr. i,, de Lomo Praga; Cetra o Sr. J os
da OUVeira; Maranho, o Sr. Manoel Jos llar-
fias Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo di Costa,
PARTIDAS DOS cunutlu.
Olioda todos os dias as 91/2 horas do dia.
Igurass, Goianna e Paraauba as segundas
sextas-Teiraa.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Csruar, Allinho a
Garanhuns oas tergas-feir.as.
Po d'AIho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, T*es-
ueira, Ingazeira. Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
uricury e Fx oas quartas (airas.
Cabo, Serlohaem, RioFormoso, l'na.Barreiros,
Agua Preta, Pimeoleiras a Natal quintas feiras.
'Todos os correiosparlem as 10 horas da manha
II
EPHEMERIDES DO HEZ DE ABRIL.
i Cuarto minguante as 4 horas a 4 minutos da
manhaa.
10 La oora as 4 horas a 39 minutos da man.
18 Quarto crescente as 4 horas a 26 horas da
manhaa.
24 Lu cheia as 8 horas a 4 minutos da tarda.
PREAHAR DE BOJE.
Primeiro aos 54 minutos da manha.
Segando aos 30 minutos da tarda.
DI Al DA SEMANA.
IAUttlaMUUa uu a/KlBUNAlta OA l^pJA
Tribunal do commercio : segundas quintai.
Relagao: torgas, quintas a sabbades as ID horas.
TerCB -.Fazenda: terg.s. quintase sabbado, .. lOho".
7 fW,u a SkF":Cta0TO arc- Mio do commercio quartas ao meio dia
! S ss: S: C ^-k*^^^; p \ g- ,..
19 Sexta. S. Hbvmogeos m. ; S. Scrates m. dta "' d dT61: ler5M M,tM me
20 Sabbado. S. Igoez do monte Policiano. kffimd *. ^.i ..t
segunda tara do dvel: quartas aabbados a
hora da Urde;
SI Domingo. O Patrocinio de S. Jos.
PARTE OFFICIAL.
ENCaRREGADOs DA SUBSGRIPCA DO SU I*
Alagoa*. o Sr. Claudino r a Icio Diaa; Bahi.
Sr. Jos Martina Alraa; Rio 4a Janeiro, o ar*
Joo Pereira Martina. 'u
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do sumo Manoel Figneiroa da
Parala sus liTraria prega da Independencia B#.
6 a 8.
Governo da provincia.
Expediente do dia 17 de abril de 1861. -
Oflicio ao presidente da Psrahyba. Satiifa-
zendo a requisicao de S. Exc. contida em leu of-
ficio de 15 do crrante, remetto-lhe urna eeixi-
nhacora tubos capilares de pus raccinico.
Dito ao presidente da Rio Grande do Norte.
Remetiendo a S. Etc. urna calxinha, eontendo
tubos espillares de pus Taccinico, Oca assitn sa-
tisfeita a requisicao qua S. Eic. faz em seu offl-
cio de 11 do correte.
Dito ao bispo.Na oonformidade da resolugo
da sssembla legislativa provincial, sirva-se V.
Exc. Rvdra. de dar seu parecer acerca do incluso
compromisso da iraiandade de Sant'Aona da po-
voigo da Vicencla da freguezia de Nazareth, re-
lativamente i parte religiosa.
Dito ao comiuandaote das armas. Transmiti
a V. S. os incluos procesaos do 2o sargento do 9o
batalho de artilharia a pe. Urbano de SantAnna
Pinto, a dos soldadoa do 2o batalho de iofanta-
ria, Jos Marianoo Candido da Silva, do 9 Luiz
Antonio Gomes a do 10. ds mesma arma, Anto-
nio Francisco de Salles a Angelo Anglico, que
me oram enviados pelo ministerio da guerra em
aviso de 2 do crrente, am de que aejam cura-
pridas as senlengas proferidas nos meamos pro-
cesaos pelo conselbo supremo militar de jus-
tiga.
Dito ao mesmo.Passo s raaos de V. S para
os tins convenientes, as inclusas relagoes de al-
teragoea occorridas com militares da guarnigo
desia provincia, que se acham fra dellas, as
qmes me foram transmiltidas pela secretaria de
estado dos negocios da guerra.
Dito ao mesmo. No aviso, junto por copia,
datado de 26 do margo ultimo, o Eim. Sr. mi-
nistro da guerra, referindo-se ao ofileio, em que
V. S. solicitou mais um ajudante de ordens para
esse commando e augmento do pessoal da res-
pectiva secretaria, declara, quo quando se tomar
urna medida geral a seu respeilo, se attender a
semelhante requisicao. O que commnico a V. S.,
para seu conhecimeoto.
Dito ao mesmo. Transmuto a V. S., para o
flm conveniente, as inclusas copias que me foram
reraeiiidas pelo Exm. presidente do Cear com
oflicio de 19 de marco ultimo, das senlengas pro-
feridas contra o reo militar, Theotonio Bispo de
Oliveira, que vo daquella provincia no vapor
Paran, com destino Hha de Fernando, onde
tem de cumprir dez annos de prtso, recororaen-
do lhe que me informe o que feito das tres
pregas do corpo de guarnigo da mesma provin-
cia, que vierara escollando o mencionado reo.
Dito ao mesmo.Em vista do que V. S ponde-
ra no Gosl do seu oflicio de honlem, sob n. 534,
Mea som effeito a miuha ordem de 12 do corren-
te, para que o Dr. Manoel Aires da Cosa Bran-
cante continu no servigo da enfermara dos me-
nores do arsenal de guerra ; o que communico a
V. S., para seu conhecimento edireego.
Dito ao mesmo. Transmiti a V. S., para o
Jim conveniente, a inclusa guia de soccorrimen-
to das duas pragas, que vieram da provincia do
Cear, ne vapor Cruzeiro do Sul, escollando um
criminoso ; o por essa occasio recommendo-lhe
que faga regressar para aquella provincia as
referidas pragas amanha no vapor que segu pa-
ra o norte, conforme requisitou o respectivo pre-
sidente em officio de 14 do correnle.
Dito ao mesmo.Mande 178. pdr om liberda-
de, embora j se acbem com praga, os recrutas
Manoel Correa de Oliveira e Alberto Bispo Qua-
Tesma, visto terera provado isengo legal;Com-
municou-se ao chefe de polica quanto ao se-
gundo.
Dito ao mesmo.Expega V. S. as suas ordens,
para quo amanha s 4 horas da tarde esteja pos-
tada no caes de Vinte Dous de Novembro, urna
guarda de honra aQm de fazer as honras devidas
ao Exm. presidente nomeadopara a provincia do
Maranho.
Dilo ao mesmo.Sirva-se V: S. de satisfazer a
exigencia do inspector da thesourara de fazenda,
contida no incluso officio que vai cobriodo os pa-
pis do 2.* cadete do 2." batalho de iofantaria,
Joo Wanderley Navarro Lins, que pretende dar
baixa do servigo, tfcolhendo aos cofres da mes-
ma thesouraria a quantia correspondente ao lem-
po que anda lhe falta.
Dito ao mesmo.Devolvo V. S. o pedido de
utensilios para a escola do 2." batalho de iofan-
taria, a que vai annexo o oflicio de V. S. de 4 de
margo ultimo, afim de que sejam salisfeitas as
observages da thesouraria de fazenda, constan-
tes do officio junto poropia.
Dilo ao mesmo.Sirva-se V. S. de informar-
me sobre o que pede Joaquim Mara dos Prazeres
no requerimento junto.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmiti V. S., para o fim conveniente, os
dous inclusos requerimentos documentados, que
me foram enviados pelo Exm. presidente das Ala-
goas com oflicio de 12 do correte, nos quaes
Joo deAlmeida Monteiro pede pagamento a essa
thesouraria de diversas pasMgens, mandadas dar
por conta do ministerio da guerra bordo da va-
pores da companbia Bahiana de navegago cos-
teira. Comoiunicou-se ao presidente daquella
provincia.
Dito ao mesmo.Devolvo i V. S., j rubrica-
da pelo director da Faculdade de Direito, a conta
que acompanhou o officio de V. S. de 15 do cor-
rente, sob n. 290, aQm de que mande pagar, con-
forme se ordenou em 13 deste mez, a quantia de
I9358OO, em que importara os objectos fornecidos
por Guimares & Oliveira para a secretaria da
mesma Facullade de Direito.
Dito ao mesmo.Tendo o eogenheiro fiscal da
estrada de ferro concluido o exame das contas da
mesma estrada, pertencentes ao exercicio Ando:
assim o communico V. S. afim de que mande
verificar as referidas contas pelo empregado deasa
thesouraria j designado.
Dito ao mesmo. Transmiti i V. S. os dous
inclusos exeroplares da ordem do dia n. 251, que
me foram remettidos pela secretaria de estado dos
negocios da guerra com destino i essa repar-
tido.
Dito ao mesmo. Transmiti i V. S., para o
fim conveniente, o incluso aviso de ledra, na im-
portancia de 2009, siccada pela thesourara de
rendas da provincia do Rio Grande do Norte so-
bre essa, e a favor do Jos Josquim do Lima ou i
sua ordem. Commnnicon-se ao presidente da-
quella provincia.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em vista das contas juntas, estando ellas nos ter-
mos legaes, mande V. S. pagar a Plorismundo
Marques da Silva, conforme requisitou o chefe de
polica em officio dehontem, sob n. 294, a quan-
tia de 232)200, dispendida com o sustento dos
presos pobres da cadeia da villa da Escada, nos
mezes de setembro a dezembro do anno prximo
passado.Communicou-sa ao chefe de polica.
Dito ao commandante da estago naval.Com-
munico V. S. que o Exm. Sr. ministro da mi-
.xinha declarou-me em aviso de 27 de margo l-
timo, nao poder ser attendido o requerimento, em
qoe Candida Mara da Cruz, pede passagem de
seu Olho, Rodopiano Manoel da Cruz, do vapor
Tedro II para um dos avos da eatsgae desta
provincia, o que V. S. (ara constar peticio-
naria.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Pro-
I4W* Xi S. Mtfalflfl.WABfeH M:WlW bu-
rea da tarde eateja postada no caes de 22 da No-
vembro a galeota, afim de transportar jara bordo
do vapor Paran o Exm. Sr. presidente, Hornea-
do para a provincia do Maranho.
Dilo ao mesmo.O provedor da santa casa de
misericordia pede a substituido da africana livre
de nome Domingas, allegaodo ser ella de mo
comportamento e por isso mande V. S effectuar
essa substituigo, remetiendo outra que melhor
sirva naquelleestabelecimento.Coramunicou-se
ao referido provedor.
Dilo ao commandante do corpo de polica.
Pode V. S. mandar engajar no carpo, sob seu
commando, o paisano Deodato Correia de Arau-
jo. de que trata o seu officio, o. 169, desta data.
Dito ao director do arsenal do guerra.Remel-
la Vmc. para a provincia do Rio Grande do Norte,
conforme requisitou o respectivo presidente em
oflicio de 3 do correte, quaesquer aftigos exis-
tentes nesse arsenal, com destino aquella provin-
cia. Communicou-se ao supracitado presidente.
Dito ao director geral interino da Instruceao
publica.Devolvo a Vmc. o incluso requerimen-
to e papis, relativos pratengo de Miguel Car-
los de Parias, barbeiro do collegio dos orphaos, a
que se refere a sua oformago de 16 do correte,
sob u. 109, afim de que declare Vmc. quanto ga-
nhavs o supplicante por cada mez, que exereia a
sua arte naquelle collegio, e bem assim que o
respectivo director, ouvindo o mlico, propooha
a quantia, que se lhe poder arbitrar.
Dito ao mesmo.Respondo ao officio, que
Vme. me dirigi em 16 do correnle, sob n. 110,
declarando-lhe que, designo os professores Miguel
Archsnjo Mindello e Antonio RuQuo de Andrade
Luna, para eomporem a commisso, de que trata
o seu citado officio.
Dilo ao delegado interino da repartigo espe-
cial das Ierras publicas.Em vista de sua infor-
magao de 12 do corrente, resolv absolver o prior
do convento do Carmo de Goianna da multa, em
que incorreu, por nao ter dado o registro dentro
do prazo marcado das trras do patrimonio do
mesmo convento, denominadas agua branca
na freguezia de Nazaretb.
Dito aos agentes da companhia brasileira de
paquetes a vapor.Podem Vmcs. fazer seguir
para o seu destino o vapor Crnseiro do Sul hora
indicada no seu officio de boje.
Dito ao mesmo.Podem Vmcs. fzer seguir
para o norte o vapor Paran hora iodicada em
seu officio de hoje. x
Poitaria. O Sr. agente da companhia brasi-
leira de paquetes a vapor, mande dar urna pas-
sagem de estado para as Alsgoas no vapor que
segu para o sul ao Dr. Eugenio Augusto doCou-
to Belmonte, juiz municipal do termo de Traip
oa mesma provincia.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor, mande dar urna passagem
de pida para o Rio de Janeiro, no vapor que se-
gu para o sul a Sabino de Abreu Barros, em lu-
gar destinado para passageiro de eslado.
Dita.Oa Srs. agontes da companhia brasilei-
ra de piquetes a vapor, mandem dar transporte
no vapor Paran para o Rio Grande do Norte, ao
soldado do corpo de polica daquella provincia,
Nicolao Dias de Andrade, e para o Cear a duas
pragss que para all regressam e lb.es sero apo-
sentadas por parte do Dr. chefe de polica.
Communicou-se ao chefe de pslicia.
Dita.O Srs. agentes da companhia braaileira
de paquetes a rapor, mandem dar urna passa-
gem de proa para o Rio de Janeiro no vapor que
segu para o sul a Antonio Pereira da Silva, em
lugar destinado para passageiro de estado.
Expedinle do secretario do governo.
Officio ao commandante das armas.S. Exc. o
Sr. vice-presidenle da provincia manda declarar
a V. S. para sus intelligencia que nesta data
coocedeu ao recruta Rolento do Espirito Santo,
o prazo de 15 dias para provar iseogo legal que
allega em seu favor o referido recruta.
Dito ao primeiro secretario da assembia pro-
vincial. S. Exc. oSr. vice-prsilente da provin-
cia manda transmiltr a V. S. afim de que seja
lomado em considerago pela assembla provin-
cial o offiejo junto por copia, informado pelo
Exm. presidente da relajo, em que a cmara
municipal desta capital expe os embaragos que
lhe est causando o pleito que contra ella move
Basilio Alvesde Miranda Varejo.
Dito ao mesmo.Manda S. Exc. o Sr. Tice-pre-
sidente da provincia transmittira V. S. para que
sejam presentes assembla legislativa provin-
cial 40 exemplares do relatorio apresen!ido pelo
inspector da thesouraria provincial.
DESPACHOS DO DA 19 DE ABRIL DE 1861.
Requerimentoi.
Adolpho Ferreira da Silva.J fpi prvido o
logar. *
Carlos Jos Gomes de Oliveira.Prove o sup-
plicante o que allega.
Bacharel Francisco Teixeira de .S.Volte ao
Sr. inspector da thesouraria de faz'enda.
Joaquim Jos de Serqueira Varejo.*-Passe
portara concedendo a licenca pedida com venci-
mentos.
Jos Vicente Los.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
Joaquina Mara do Bspirito Santo.Declare a
supplicante o dia em que foi preso o seu filho,
para onde remettido eo nome de seu marido.
Joo Francisco Alves.Informe o Sr. Dr. che-
fe de polica.
Joanna Mara da Conceigo.Informe o Sr
commandante da eslago naval.
Manoel Joaquim do Espirito Santo.Requeira
a thesouraria de fazenda lquidago do que lhe
fr devido, visto pertencer a exercicio fiado.
Msjor Pantaleo de Siqneira Gavalcanti.-In-
forme o Sr. delegado da repartigo das trras pu-
blicas. r
Pedro Leiu de Albuquerque.Selle o presen-
te requerimento.
Rosa Mara das Mercs.Seja posto em liber-
dade.
Rosa Candida Goncalves Ferreira.Saliera os
supplicantes esta e a inelusa petigo e juntem o
titulo de aforameato do terreno que alludem;
Roberto do Espirito Santo.Concedo o orazo
de 15 dias.
Rita Mara de Jess da Annunciago.Seja
posto m liberdade.
Bepartifo das trras pub'ieas.
EXPEDIENTE.
Oflleio ao. delegado das trras publicas da pro-
vincia das Alagoas. Communico a V. S. que
tendo offlciado ao juiz de direito da comarca do
Bonito, para fazer notificar aos possuidores de
terrea, constantes ao officio da V. S. n. 442 de 27
de julho do correte anuo, a moradores na refe-
rida comarca, leve em reaposta, de (carera s-
menle entendidos, o padre Jos Vicente Ferreira
e Jos Antonio da Costa Cabral, visto nao ee sa-
ber onde sao residentes os outroa possuidores.
Officio ao cnsul da pranga para poder cumprir
as ortiens do governo imperial, rogo ao Sr. cn-
sul, da Franca, ae digne enviar a esta repartigo
urna lisia dos passageiros, viada na barca Sirena
procedente de Marseille. Aproveito a occasilo
para apreseotar ao Sr. cnsul os meus respeilos
e consideragee.
Officio ao Exm. Sr. presidente. Em obser-
vancia o despacho de V. Exc. exarado no officio
dii eaman.municipal da, Tilla da Boa-Vista, sou
a duex a, V. Exc. que em faca da cnpia do termo
da arrendamanto da liba de que falla a supra-
cUadi caau \M im q^^jg-aj m tlfcjrjapo,.
tas no seu officio de 7 de outubro de 1858, estn
plena e claramente resolvidas no parecer dado a
esta presidencia era dala de 27 de novembro de
1858, pelo que me parece que assim tenho sa-
tifoito o que por V. Exc. me fui ordenado. En-
tretanto V. Exc. acceder a quato como julgar
mais acertada.
Officio ao mesmo. Em observancia o despa-
cho de V. Exc. exado no oflicio do director ge-
ral dos indios, sou a diier a V. Etc. que tendo
mandado ouvir por intermedio do fiscal desta re-
partigo os rendeiros de que falla o supra-citado
director, sobre as rendas dos terrenos que elles
esto de posse, elles responderam com os officios
originaos que junto V. Exc. achara, me parecen-
do assim ter cumprido o que por V. Exc. me foi
ordenado : no entretanto me parece que nao po-
dem bem ser conhecidos os valores dos terrenos
postos em quesles, antes de ser demarcada toda
a Aldeia. NSo obstante porm, V. Exc. sendo
que ache justo, mandar fazer o arbitramento pa-
ra o fim de se regular o quantum devem pagar
de arrendamento ditos proprietario*.
Officio ao delegado das trras publicas da pro-
vincia das Alagoas. Accuso receido o oflicio
de V. S. de 29 do mez prximo passado no qual
me communica a multa em que tncorreram por
falta de registro das trras que possuem em S
Bento, os cidadaos, Manoel Jorge do Nascimento,
e seu irmo Joo Galdino ; eumpre-me declarar
a V.S. que sendo me desconhecida a residencia
dos multados, visto V. S. nao a declarar em seu
officio, nao me possirel fazer constar ditas mul-
tas : por tanto digne-se V. S. indicar-me a resi-
dencia dos mesmos a fim de eu poder dar cum-
primento o comido no officio de V. S.
Officio ao Sr. cnsul de aples. Para poder
cumprir com as ordens do governo imperial, ro-
go aa cnsul de aples, se digne enviar a esta
repartigo ama lisia dos passageiros napolitanos
vindos na barca Sirene procedente de Marseille.
Aproveito a occasio para apreseotar aoSr. cn-
sul os meus respeilos e constderages.
Officio ao delegado das trras publicas da pro-
vincia das Alagoas.Tenho a honra de coramu-
nicar a V. Exc. ^ue tendo offiuiado ao juiz de di-
reilo da comarca de Santo Anto. para fazer no-
tificar ao proprietario Antonio de S Csvalcaoti
ahi morador acerca da multa em queincorrera,
por nao ter registrado no Io e 2o praso as suas
trras denominadas Giquiasinho.Uve em respos-
la icar o dito proprietario deludo entendido.
Oflicio ao Sr. inspector da thesourara de fa-
zenda. Enderego a V. S. as contas dasdespe-
zas feitas edm a colonia militar de Piraentelras,
nos mezes de julho agosto e setembro prximo
passado.
Officio ao Exm. Sr. presidente. Em cum-
primento ao respeitavel despacho de S. Exc. exa-
rado no roquerimento do Domingos da Cunha e
Silva, sou a dicer a V. Exc. que estando o sup-
plicante de posse, como provou dos terrenos em
questo e tendo nelles feito bemfeitorias, e sendo
tambera a sua posse anterior ao regulamento de
30 de Janeiro de 1854, sou de opinio que elle nao
pode perder dita posse antea queso proceda a me-
digo e demarcago dos terrenos nacionaes. Este
o meu parecer, V. Exc. porm far o que lhe
parecer justo.
Officio ao mesmo. Respondo ao oflicio de V.
Exc. de 16 de setembro ultimo, ao que acompa-
nhou por copia o aviso circular, do ministerio do
imperio, expedido pela repartigo geral das Ier-
ras publicas, sou a dizer que as informages al
agora existentes n'esta repartigo, relativas a
terrenos devolulos, acham-se comidas no roappa
que junto a este tenho a satisfago de fazer chegar
as roaos de V. Exc. Quanto porm, a extengo de
cada freguezia, qualidade do solo, genero de cul-
tura a que se presta, e sua distancia dos povoa-
dos e estradas, deixo com o maior pesar de sa-
tisfazer a exigencia de V. Exc. por Dio ter esta
repartigo da dos seguros, pelos quaes possa ao
menos com probabilidade de acertar, responder
os differeotes quisitos propostos por V. Exc.
Officio ao mesmo. Tenho a satisfago de res-
ponder ao officio de V. Evc. datado de 19 de se-
tembro ultimo, acompanhanio por copia o aviso
circular do ministerio do imperio, expedido pela
repartigo geral das trras publicas em 6 do mes-
mo mez, exigiodo informages acerca do registro
de trras desta provincia, com designago das
posses registradas em cada freguezia, bem como
das multas impostas aos mesmos possuidores, e
das cobradas e relevadas, e juntamente do pro-
cedimento dos Vigarios quanto a remessa dos lt-
vros. Nao se achando concluido o 1 praso para
o registro de trras, o qual so Qoda no ultimo de
dezembro, s depois desse lempo que posso sa-
tisfazer as requisiges contidas cm dita circular,
e em referencia as multas observo a V. Exc. que
sendo ellas impostas quelles que deixaram de
registrar dentro do referido praso seus terrenos,
so depois de expirado o praso que esta repar-
tigo pode terseiencia dellas, e informar sobre a
materia de que trata a supracitada circular do mi-
nisterio do imperio.
Officio ao mesmo. Em observancia ao res-
peitavel despacho de V. Exc. exarado no officio
do director geral dos Indios ; sou a dizer que a
vista da permisso que tem o director geral of-
flcianle de tomar informages sobre o comporta-
mento e posses dos que pretenderen) arrendaras
torras dos Indios, e do direito que lhe faculta o
13 do art. Io do decreto n. 426 de 24 de julho
de 1854, sou de opinio que elle que compete
fazer os arrendamientos das mesraas trras. Cum-
pre porm, que, atlendendo elle ao eslado fiores-
cenle em que se acha a villa da Escada, exiga
pregos mais raotajozos nos arrendaraentos que
?r ;,.tist0 coeDO excessivamente mdico o de
100 ris de aforamento por um palmo de frente
com cem de fundo, em lugar de tanta vida com-
mercial, e que se acha to prximo da estrada de
ferro. Enlendo afinal que as despezas feitas pe-
lo mesmo director com a Aldeia, e com os lu-
dios, precisara de documentos eomprobativos
para que possam ser-lhe abonados. Eotrelant
\' ^ecl(^'r cotn ff de razo e justiga.
Officio ao director geral das trras. Achando-
mo de posse do oflicio de V. Exc. de 19 de agos-
to do correte anno, no qual faz sentir necessi-
daae que lera de esclarecimentos acercada execu-
gao do regulamento do Io de maio de 1858, que
regula o transporte de emigrantes: apresso-me
em declarar a V. Exc. que esta repartigo desde
que funcciona, e tem sob sua guarda tal ramo
de servigo, apenas tem de fazer mengo de nove
navios de diversas nagoes com passageiros emi-
grantes vindos para eata prvida, como ver V
Exc. da nota junta que techo a honra de re-
melter.
Quanto a infraego do supracitado regula-
mento nenhuma tem apparecido, nem to pouco
duvtdaalguma na exscogao-do meamo regula-
mento. Houve apenas urna queixa que foi des-
presada por falta de bons fundamentos, e urna
reclamagao qua nao poda ser averiguada e defe-
rida por j ter detxado o porto o navio que a mo-
tivara na occasio em que foi ella dirigida ao- de-
legado que achava-se entao em exercicio. .
Officio ao Exm. presideote.-Em satisfago ao
oracio d>. 4 de outubro, que acompaahou ao avi-
so circular do ministerio do imperio, expedido
pela repartigo garal daa trras publicas, em 5 da
aeteabro, tenho a honra de responder a S. Eic.
que aa lofounagom da que trata o mismo.viso
circular, sobre a existencia de posses a sesmarias
ou eoncassoes sugeitas a legitimago de revalHa-
jao, acham-se jumamente contidas no aappa
que remettl a V. Exc, am data da
tratar elle ao mesmo-tempo de terrenos devolu-
los. Observo, porm, a V. Exc. que nao posso
satislazerao queexigem as outras partes do raeo-
ciouado officio de V. Exc ji por anda nao tr havido
demarcago, e j por nao ter expirado o primei-
ro praso, e nem estarem oomeadoa at esta dala
osjuizcscommissdrios, escrivaes a agrimensores,
do que falla V. Exc. oa quaes somente aodem
subministrar a esla repartigo os dados que oha-
biliteni a cumprir satisfactoriamente as ordens
de V. Exc.
Oflicio ao mesmo. Em observancia do res-
peitavel despacho de V. Exc. de 8 de outubro
do crrante anno, passo observar V Exo.
que julgo de mais urgente necessidade a med-
gao e demarcago das trras da aldeia dos In-
dl0Ji como expressamente o determina o aviso
de 17 de margo de 1856, tendo para mim razo
sufllcienle os frequentes conflictos, que se do
entre os mesmos Indios e os Heros confinantes
de suas trras, que chegam derrubar aa mal-
las de suas aldeias para se apossarem de suas
ierras por meio da violencia e da usurpago. E'
este o meu fraco parecer. V. Exc, porm, deci-
dir segundo os rectos dictamos de sua cons-
ciencia.
Officio ao Sr. cnsul da Blgica. Para cum-
primento de ordens do governo imperial, rogo
ao Sr. cnsul da Blgica se digne enviar esta
repartigo urna lista dos ptasageiros vindoa na
galeota belga Joannetle Mirie procedente de An-
vres. Aproveito a occasio para apresentar ao
Sr. cnsul protostos de minba estima e conside-
rago.
Officio ao aecralario do gorerno. Respon-
diendo ao officio de V. S., datado de 6 de dezem-
bro. tenho dizer-lhe que de nenhum valor a
duvida a presentada pelo juiz municipal do Boni-
to, por isso que clarissimas sao as disposiges do
regulamento de 30 de Janeiro de 1854, quando
determina os casos em que devem sor as posses
respailadas ; pelo que sou de parecer qua o juiz
municipal do que fallo, sera perda de lempo, de-
ve prohibir que se fagam derrubamentos em
maltas do governo, impondo aos infractores as
penas indicadas no mesmo regulamento.
Officio ao guarla-mr da alfandega. Receb
o oflicio de V. S. datado de hoje, ho qual me
participa a entrada do briguo Promptido, pro-
cedente do Porto, trazando seu bordo 39 pas-
sageiros emigrantes, haveodo V. S., na qualidade
de um dos commissarios deliberantes, visitado o
supracitido brigue, o qual o deu por desembara-
zado. Convem que V. S. exija do capto do re-
ferido brigue a relagio dos passageiros, e mnde-
me, conforme determina o art. 25 1." do regu-
lamento dos emigrantes, afim de ser archivado
o esta repartigo.
Omcio ao director geral das Ierras publicas.
Era rirtude do officio de V. Exc. de 19 de agosto
do anno prximo passado, 'tenho a satisfago de
remetter V. Exc o mappa incluso constante
dos navios entrados n'esle porto eom emigrantes
ne mez de dezembro do anno prximo passado.
Officio ao Exm. Sr. presidente. Sobre o io-
cl'Mo oflicio do vigario de S. Jos de Ipojuca,
Fumino Jos de Figueiredo, tenho a dizer V.
Exc. que, era vista do disposto na lei n. 601 de
18 de setembro de 1850, sao todos os vigarios os
designados para procederem ao registro das tr-
ras en suas freguezias, e que, em vista do que
se acha preceitado na referida lei, nao podem os
vigarios ter escusa daquillo que hoje lhes impor-
ta em urna obrgago, e que nao descubro n'ella
nada de odioso, como seja de cumprir e fazer
cumprir a lei. Este o meu parecer. V. Exc,
porm, far o que melhor entender em sua sabe-
dona.
Officio ao juiz de direito da Victoria. Haven-
do-me o delegado da repartigo especial das tr-
ras publicis das Alagoas requisitado, para fazer
constar Antonio de S Cavalcante e Leodegario
de S Cavalcante, moradores na cidade da Victo-
ria, a multa de 100#000 em que incorreram, por
deixarem de registrar as trras que possuem em
iqm, freguezia de Anadia, e que dra pelo Exm.
presidente daquella provincia designado o termo
de 60 dias para esses proprietarios fsalisazerem
cada um a referida quanlia de 1009 rs., da tercei-
ra multa ; rogo, pols, V. S. que se digno fazer-
lbes constar o referido, certoa de que nao entran-
do elles com a dita quantia para os cofres da
thesouraria daquella provincia, no termo assig-
nado, sero executadoa por parle da mesma the-
sourara. Rogo V. S. que me d sciencia de
Qcarem elles entendidos, afim de eu poder avi-
sar quem me fez a requisigo.
Igual ao juiz de direito da 2* vara, communi-
cando outras mullas.
Officio ao Eim. Sr. presidente. Em obser-
vancia do despacho de V. Exc de 11 do corren-
te, exarado no officio do Tigaro da freguezia da
Variea, Feliciano Pereira de Lyra, propondo tres
duvidas, sou dizer V. Exc, quanto prmei-
, que em face do art. 91 do regulimento de 30
de.janeiro de 1854, e do aviso n. 33 de 18 de se-
tembro de 1850. os registros devem ser feitos
sem interrupgo at expirar o terceiro prazo, sera
prejuizo, porm, das multas correspondentes:
quanto segunda que os vigarios sao restricta-
mente obrigados langar os nomes dos multados
as relagoes que devem remoller aos inspectores
das thesoursrias, isto por Torga do art. 29 do ci-
tado regulamento ; quanto, finalmente tercei-
ra, nao acho inconveniente alguna, que oa viga-
ros levem tambem ao conhecimento dos multa-
dos as penas em que incorreram por falta do
competente registro. Este o meu parecer;
V. Exc, porm, far o que melhor entender.
Officio ao Dr. fiscal. Sirva-se V. S. de dar o
seu parecer sobre a materia do requerimento in-
cluso dirigido i S. M. o Imperador.
Officio ao Exm. Sr. presidente. Em obser-
vancia ao respeitavel despacho de V. Exc, lan-
gado no officio do vigario dos Afogados, sou & di-
zer que, em vista d j parecer do fiscal desta re-
psrtigo, me parece reaolvida a duvida proposta
pelo mesmo vigario em seu dito officio.
Officio ao Exm. director geral das trras publi-
cas. Tenho o honra de remoller V. Exc a
inclusa demonstrago das despezas feitas pela
colonia militar de Pimenteiras e esta repartigo.
Officio ao delegado das trras publicas da pro-
vincia das Alagoas. Tendo offlciado ao jniz de
deireilo da comarca da Santo Anto, afim de fa-
zer constar i Antonio de Si Cavalcante e Leode-
gario de S Cavalcante a multa de 1009 rs. em
que incorreram por falta de registro das trras,
que possuem em Giqui, freguezia da Anadia, ti-
vo, em reaposta do mesmo juiz de direito, acha-
rem-ae os referidos multados entendidos.
Officio ao Exm. Sr. presidente. Em obser-
vado ao despacho de V. Exc, exarado no officio
do director eral doa Indioa, sou i dizer que em
fce dos arta. 72 4 78 do regulamento de 30 de
Janeiro de 1854, nad ae poder fazer a respeito
do qua propoz o meamo director retal, seno de-
pois que ao livorem feito aa medigoes doa terre-
nos devolutos, para anto serem determinados
quaes os terrenos reservados para aldeamentos.
Esta o meu parecer. V. Eic, porm, far o
que melhor en leader.
Officio ao Exm. Sr. presidan te. Cumprindo o
respailare! daapacho da V. Etc., exarado no offi-
cio do vigario acidado da Victoria, sou de opi-
nio que oo vigarios registran as ierras doa mu 1-
Udos, quando kao fr por ellas pedido, urna vez
qo elles tenham aalisfeite na eetagao cumpe-i
tata reapwtir* malla, conforme da termina o
hontero. por aviso n. 11 da 10 de fevereiro de 1858
meu parecer. V. Exc, porm, far o
1
Ihor entender.
Este
que me-
INTERIOR.
S. Paulo.
31 de margo de 1861.
Parece que a opposigo perdeu inleiramente a
cabeca; a correspondencia offical do CorreioMer-
cann, demonstra bem que o nico plano combina-
do desmoralizar com falsas noticias a auloridade
superior da provincia, embora a refutago seja
prompta e efficaz; prentende-se que sempre
vanlajoso o effeito de momento, quando sabi-
do que na corte se presta attengo de mais a urna
imprensa licenciosa e prompta para conspurcar
caricleres por mais honestos que sejam.
A opposigo de S. Paulo tem provado que nao
recua antes os meios, todos sao bons com tanto
que fagam attingir o flm. Ora. com a pratica de
taei tneorias, ludo se consegue, a menos que nao
naja caracteres que se oppooham ao fcil ira-
jecto desse prestito immoral ; caracteres rromp-
tos para o soflrimento e fortes pela consciencia
de sua misso aloriosa aos olhos de Dos.
Pelo correio honlem chegado a esta capital vie-
ran jornaes dessa corle at 28 e causou verda-
deira sorpresa a serio de invengea que para ahi
remelteu a opposigo ; o correspondente do Cor-
reio Mercantil levou as lampas aos seus coropa-
nheiros de campanha, e eu creio que nao se te-
" rengado tanto se houvesse conversado com
o Sr. Dr. Carro sobre a questo da justiQcago
com cxlacao do presidente da provincia, e jul-
gada afinal por sentenga 1
Pens que o proprio correspondente flearia sor-
?Uri.Mion,ra M "bridas testemuohas e o pre-
?.mew/e .,n Prov,DC!a- P? o no dia aprazado.
im xlluttrado auditorio foi *u .-I..
- ... prorapto ao convite,
d. "tw r- Dr- Pau, do Valle esleTe cheia
de patriotas de toda a especie,
acto solemne I
propria para o
E eq,U Vr.eC? P.0deria ter Sr >"e>beiro Hen-
ea do depoimento de pessoas
a.U-VJare?. P?*mOTos da admiuistrago", sobre o
fiques do
depoimento de pessoas importantes
prestrnosos da admiuistraco sobro 2
mOtSaarrt.'CUlad0,,na Jcio. UcToa' ?"
E?aJ5?2 i C8,,umn,00 ? E para isso demons-
mhr"16 ,S -b89,m laragoes feitas na as-
iSu Dr PP?n.'?" -em W8*a0 de ** "l0 PP:
em Lnha rirr01"0'' 2 deueia lhe Hei coma
mnTe o Sr n- rP"*id8; (Se>meato completa-
n c.rri I' Ca,rao em ProPri ce, e o Sr.
Dr. Carreo nada respondeu 1 '
Ex raancX ''SS!?*' i M qUe diz 1u8 S-
modi? dn k h-e,r2 para srecab por inter-
moaio do Sr. barao de Iguap Onde buscou a
5u;evTb.Pe:hC81 dlDhe'reP"a efeigoes? Da
- A?ndS n,.Se,algaa,a C0UM Mi,t respeito?
W.f?i e correP Mercantil en sua carta publicada a 28 em de-
oS !iJnZT*adenT30d0St-ioiocios
viiva, Mmoxanfe da casa de correceo o ornnrm
adiarne0en,leD-te- eBcarre8 ''=-
de desmentir mais
sua mesma carta 1 Nao tendo fados
nventam; taren muito fcil.
COM do.B r?'J "I "n'fi," fal9aS d" <""-
Porfiri df V-Paul DelflD0 da Fomeca *s
preso coma leitura da publicago pedido, aHfMtM? 111 J^Ua2\ quaea' teDdo "clamado
signada pelo Sr. Dr. Carro, e estampida no/or-' gji;"LfJ"ffS*!* *? ac, "o Sr. Lopes da
nal do Commercio de 28 ; porque, apezar das o s MCL .1 BBI1| de seus respectivos cargos,
consideragOes e commentarioa entrelinhados, a aue .?. Henri1ue despachou, dizendo
publicagao das pegas da to celebrisada justifica- al 3?u P1 assembl legislativa provin-
gao j bastante para demonstrar quo exacto rin.t,1 }-Iim! ""Miando de seus raque
a verdadairr. f.. ~ _;_i____.. .1- memos O referido rlum.k *
e verdadeiro fui em minha caita publicada tam-
bera no referido Jornal do Commercio de 28
Nao oceultei fado algum ; e venlilei a questo
jurdica sem pretender a infallibilidade.
tos o referido despacho.
,"> HCOn!?lhe-i.ro, Henriquea nao reintregou
S]* doa de*'Mo. e apenas nomeou dele-
E& de, Phc,a da caP Hoje apaz-me dizer que poucos sao os que nao riJrhipK rp0ide-pVm,ow,lM Sr- Jo> M-
nsao assim ; e o promotor publico Dr. Fre- I.S J' el08lad n ioformago que sobra
derico Brotero, aesba de opinar do mesmo modo !!!*" i ProPrio actual commandante
sendo que esle parecer insuspeito por vir de noro"do P8'" ^-Lopes de Leo !
quem vero. E' verdade que o correspondente do -JL2SI e,U.r Sr' conselheiro Henriques
Correw Mercantil j o denominou dcil certa- I DorTentura a sustentar lodosos actos de
por ser carcter honesto, e por isso indo- .^":9-cessor! or,Iund<> muitas vezes de infr-
mente
cil ao freio do espirito de partido ; roas o certa BEST11ille"e1,,T
que idntica opinio eompartilhada por illus- j5nJ r.q.'. ?,lei na *uPPOSla demisso do Sr.
tradoshberaes. que nao esto sob a preso do ~F-- -' "T* dizer. que ae S. Exc o
preso do qU:esSe demiltir.
nao consentirla que disfructas-
estao aob
nteressa proprio. --------.....,--
Pretender a cilaglo dos presidentes de provin- .J".D lemPoa ^oa licenga dada por sea
ca per despacho de um juiz municidal I O sim- l\ f ,com a clau"l de ficar outro empre-
ples enunciado da questo revela o absurdo f.S'"enj0*suas vezes ; e sendo esse empre-
de semelhante proposigo ; a trabalho desneces- ..?;. i n,esn, .estabelecimento, essa circuras-
sario dUculi-la, ancia eonvencena o governo da inutilidade do
No; enlamo devo conteatar algumaa proposig5es i" qiU,em0CC(up<>u 01.lYa-
erguidas pelo Sr. Dr. Carro, em sua referida pu- nnLv!menl a 80Fle do systemalica
bhcagao a pedido, para que nao passem por ver- Sm S S fem mo.lir3 legtimos para ter a con-
dadeiras.sd pelo tacto de estarem amparadas por "i"Iq=ue l.emP<> que a tajara, o insulto e a
nome tao conbecido dentro e fra da provincia "iUi na !ao ar8umentos seno para os ca-
Nao exacto que o Dr. Frederico Brotero fosse 1.1 c.ob"des- .
nomeado de proposito para responder como ',PnVi63 ""Wucionaes, especialmente nos
promotor publico na justiflesgo, e seus leitores 2"!,"!-.111 um.a le8'slao de imprensa tal como
.. ------ ,-.,., ,VuU, c SDU3 lauures .: An r..:i i ----ir--- wvinw ni tomo
comprehenderao a importancia da accu- .," ?."" nomens honestas jamis oceupa-
do Sr.Dr. Carro, verificando no Jornal 5?rg03 Pub,'cos sa a diffamagao e o libello
nmerexo de 23 a noticia da nomeago da- ,amsofoss,em..SUBc'ei>tea para abater e desani-
quelle cidadio, quando anda nao constava cousa m" seu >f.l"otiamo; e nao cidado digno do
alguma acerca de tal justificago. seno vagos ru-; Cf" Si qi'e nao ,em corem para affron-
mores com que a opposigo costuma predispdr! I!,,,i- ca d01 1ue TTen de prodigalisar in-
para algum acto irregular. sunca, como tctica poltica propria a arredar
E falso tambero qua a suspensao do vereador' H.!5!^!a"0, que lhes fen> hente por aua probi-
o Sr.Dr. Leandro de Toledo fosse eom o fim apon.,dadepamora,.Pa,na-
lado pelo Sr. Dr. Carro, porque, para assim pen-' K77^.m a cheada de mais dous deputados li-
sar, fra preciso provar que o fado argido Efi f fm es" Prcialidade um de maioria so-
quelle vereador nao fosse verdadeiro e apenas '
inventado para a occasio.
Quanto questo da iocompatibilidade do Sr
Dr. Paulo do Valle, original a jurisprudencia
a que se soccorrem seus amigos para demonstrar
egal o acto do governo
sagao
do Commercio
O aviso n. 69 de 7 de outubro de 1843, decla-
ra ocompativel o cargo de juiz municipal com
o de professor de geometra pela razo de que o
exercicio de um impede exercicio de outro, pe-
las obngages inherentes a ambos. Ora, fcil
de ver que incoropallbilidade de exercer duoa
cargos imposta incompalibilidade dos mesmos
cargos, e isso por forga da doutrina estableci-
da no aviso de 4 de junho de 1847; e tambem
lacil de ver que. tendo um juiz municipal ou juiz
de orphaos, embora supplenle, porque fallo em
relagao ao exercicio, de sabir muitas vezes para
rara da sede do termo, ji para inventarios, j pa-
ra vistoria, j para diligencias diversas de sua
vanada competencia, nao pode ao mesmo tempo
servir o cargo permanente e fixo de professor.
amda que substituto, porque necessario eslar
sempre na localidade prompta para o servigo do
magisterio, E foi nessas vistas que o governo
imperial expedio um aviso em 1856 prohibindo
que os lentes das [acuidades de direito fossem
distrarndos de suas funcgdes naluraes para serem
ao mesmo tempo incumbidos de commisses di-
versas ; e essa doutrina ampliavel ou exten-
siva mesmo aos professores de preparatorios por
dentidade de razo, porque o governo imperial
quer que elles mais se aperfeigoem no esludo de
materias que leem de ensinar, nao distrahin-
do intelligencia e attengo para objectos diversos
retnbuindo-os por isso anda que em nao eflec-
lividade.
eARflai,raillenle 4 "PS30 de que trata o aviso n.
otf de 7 de outubro de 1843, ridiculo argumen-
to pretende-la para a especie em queatao. Op-
tara o Sr.Dr. Paulo do Valle pelo cargo de
supplenle de juiz municipal, cargo nao retribui-
do, temporario, nao sendo alera disao um doa
prlmeiros da lista ? Rejeitaiia por catonico pa-
triotismo o cargo de professor substituto de neo-
metna retribuido, vitalicio, com acceaso a effec-
tivo (independeole de concurso), cargo que obte-
ve por um simples decreta ? absurda pois a
pretendida opgao : accrescendo que ae no aviso
n. 69 da 7 de outubro de 1843, o governo impe-
nal recommendon e exigi a opeo, foi para o
caso ento vertenle nao estando anda decretada
a iocoropatibilidade, e sendo ambos os cargos ef-
fectivos e retribuidos. Comprehender o aviso ci-
tado de outro modo entender mal a especie :
em 1843 (nao estando atada decretada a incom-
palibilidade) nao quiz o governo imperial deixar
mare e arbitrio do presidente da proviocia do
rara a aorta do empregado que na boa f exer-
eia dous cargos igualmente retribuidoa, e que que*
reria fazer carreira em um ou em outro confor-
me lhe parecesse, o quo ae nao d com o Sr. Dr.
Paulo do Valle, simples sapplenta de juiz "muni-
cipal, nao aendo acreditavel que quizesse fazer
carreira coro, sabslitaigoes.
^Prepsito dessas questiunculas relativas i
justificaclo, dero dtzer-lbe que o Sr. Dr. Carro
renga mala urna assergo, que nao exacta
quando diz que ae faz parar a justificacao pelo'
raecta que o Sr. presidente Henriques oha do
depoimento das testemuahas, allAa nreeminn(ei
no partido conservador. I
niLt*bk0 qua.M P8"0" oiud" P"*a dpdiy
fin dojuetificacaoora promover mito escnda-
lo q ao mesmo lempo dar oocatio iasoltos e
bre a outra ; e por isso tem passado mais atrus
n2.U?rMmentK0Sde Df<""Coe, sobre objecto3gg"
raes! Mas hoje ou amanha chegam mais tres
deputados conservadores e assim de e pear
SWJf*2MM ""'20 aos seus eixos. Divido
...mro20eI. Presidente da provincia satisfaca
?.ffiqoM' Por- que ^Poriaria reconhecr
ta.i Tm li ESSH Prieiro poder do es-
tado, com ingerencia sobre tudo.
s.M. rJe/iegou Da.S Csll>edral o Rv. conego
Santa Candida e ero boa hora o fez, por que pro-
fl.gou o mo habita que algn, sacerdotes leem
adquirido-de levarem para a tribuna sagrada
seus rancores politices, conduziodo para o des-
respeitoautondade constituida e s leis almas
ptedosas, porm ignorantes para poderem dis-
cernir o bom do mo principio, accrescendo a
crenga em que esto de que os sacerdotes sabem
comprehender sua misso de pase de religio.
Rv. conego Santa Candida declarou com a elo-
quencia do costumeque, respeitador da lei e das
autoridades constituidas, nao abosara do pulpi-
to para explorar as ms paixoes. Sirva sua hon-
rosa conducta de go a outros que se teern des-
vairado 1
JCarlas particulares.)
o Commercio, do Rio.)
DIARIO DE PERNAMBUCO.
A assembla provincial oceupou-se honlem :
1 .cora um parecer da commisso de constitu-
gao e poderes, opinando pela chamada do sup-
plenle Lavenre, pelo 10 districto, o qual ap-
provado, depois de orarem os Srs. Gilirana e
roeodoro Silva, e ser regeitada urna emenda do
primeiro ; 2, com a leitura e approvago de
dous requerimentos da commisso de orgamento
provincial, pedindo informages sobre os contra-
tos Mamede e do Hospital Pedro II; 3o, cora a 3
discussao do projecto de reforma do regiment da
casa, que approvado, juntamente com urna
emenda de suppresso do Sr. Souza Deis; 4,
com a 2* do de n. 2 deste anno, concedendo qua-
tro loteras de 120 conloa de ris cada urna para
a cantinuago das obras do Gympasio, que jp-
provado sem debate ; 5, com a 3* do de n. 22 da
1859. creando Iugarasde partidores, que tambem
approvado sem debate; &>, com a 1* do de n.
55 de 1860, marcando urna gratificaco ao pro-
fessor Jos Nicacioda Silva, que approvado de-
pois de orar o Sr. Pereira de Brito: e 7\ final-
mente, com aa posturas da cmara de Olind*.
sendo approvados os arts. 37, 38, 39 o 40 e re-
geitado o 36.
A ordem do dia : cootinuago da anteceden-
te e mais do projecto n. 6 do correle anno-
PERNAMBUCO.
A
ASSEMBLA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL
Sess&o em 18 d aftril de 1861^ .^
Presidencia do Sr. Manoel Portilla,
( C/O nefata o. )|
O Sr. Affonso de Albuquerque manifeda-secoa-
tra o projecto, por talga-lo incpovec"'
gal, itrettiteshrotororqu bebeficid o
seaia, e assim ir augmentar o co<



SApBAfiQ Sft DI ABAIL M 1M1,
e
=
SE
Olllfl T1IX QIIA
pwiBcU. teei pf^esaidade forem ach.d.s moras, serio multados em 303 ;
----------------TOar:pa-;; aiir.t.mraggras^fr y ym Th-pTinT j
||-*^*lkeavadaito testos ae 'PWio*Mo,^f>dUrTKde^BSf 8(-
calraa Ciwiiwnmti arlifo.
Apfrnvani-ae sera d*lto ca-aito. 39 e 40,
aforeos possireis para que estas tntorniacdes a-
!"?". -tarta eeltooerde aeseettfta
J"81 ANVeNMam inderiieavel de ettonde.toa
u'ortvtJmmtt, lendo que o projecto traz tambera
m resultado privara awemMa desses meies di-
latorios de -que ella por veaea im, e que sao em!
eeoeflcio das rendas pubKcas.
Desenvulvendo etaa ideas, o honrado memero,.
termina e seu discurso, declarando que espera,
l0* naisbubta, pesando maduramente esseus
argumentos, rolar centra a projecto, que oetu
entender, ter de ataj-retoi gratlttfmnsraalfaA.
0 Sr. Ignacio de Barco* aluda insisto asa ideas
^ue j e jpoz i casa em wsleniacao 4o projecto,
'acrescen lando que, so tu pensar, o airar do
1761 que o #wl me tangen do Sr. Aflost-i
aro de Albuquerque, so acha em parle rehogado;
oio s pelos reiterados actos da ..sembl, pro-
vincial, approradoe peto assentinieulo do poder
legslatiro do Imperio, coacedendo abates e in-
etamnisaces, cese porque gaxaatiado aijoas-
~jfl^ ^o largarlo o direilo de, policio i todoa os
rL 39. O maladouro aera lavado e llmpo
todos os dias depois da matonea, pelos campias
ou pesadas que matarem as retes : os infractores
serie rn.lt.de. asnal e a*horas de prisa*.
Art 40. Aquello, que usurera alema re*
caneada ou corrida, seoao depois de 8 dias de des-
canso, serio multados os dorios em 20f, o os exe-
catares eetAetio 3 dias de pfrsao.
Art. 41. Os marchantes serio obrigados
mandar cantea sa asaca em caralln, aada as
cangalhas "forradas com encerados, e cocerlas as
carties coa os mesmoa r oe infractores serlo mu -
lados em 10J.
Verifica-se nao harer casa, pelo qae
o Sr. I'resiilBatfl.dBMaB^t nraaa dad
?anta a sessao. -. ,., ^ ,f .
lIp-
omm
REVISTA Di ARIA-
Na passageaa da Magdalena, em urna padaria
de Joaquim Carneiro Harlins, deu-se um desies
uiiimos dias Um. furto de importancia; o qual
-, claro'fue quanioesse al'ar pruhi-
indemuiavoes. flttm.vaojehegando ao conhecimento do Or. dele.'doFon-
eidadio
"fcrsee pe
^toEZ \. ,ec Albaqueraue. deu te to acrtalas j
o o rtn ,h^T .f *#f ebr..*> *- dencias e empregou tal solicitude. qua Itgroue-
V~ tSZ.*? c?ac.*futo Mem.toaa pro- \ g I0 roubador. um 1.1 Jo.qun Luil, asslm
lenialarem.aapamfiiiane- comorealrsar a apprehenso dos objeclos sublra-
*re as rendas prorinciaes, 6 obvio, que ellas po-
dem conceder abajes o iodemnisacoee, sempre
jue jalgarem que elles sao.equitativa, o que por
censegointe legal e muito iegal ca. acto da as-
etnbla, detreminando qoe as pelicoes pedindo
'abates, renham instruidos de semelhanlea infor-
-nragdfs.
Oillustredepulado diz finalmente, ^uo conti-
nuar prestar o geu roto ao projecte, per ao
que elle tem por ra prevenir o asaodamento com
"qneesses pedidos desbates e indemnisacoes alo
iBuitas Teres votados na casa, com graves pre-
^uizos das rendas publicas.
Uncerra-se a discusso e posto i votes e art.
V.4 regeitado, bem orno o %'.
Continuando a discusso adiada, sobre o art.
-36 das posturas da cmara de Oliuda, veritica-se
io ha ver casa, pelo que
O Sr. presidente designa a ordem do da e la-
tanta a sena.
ha-
SESSAO ESI 19 DE ABRIL DE 1861.
frestrfencia do Sr. Bario de'Vera-Cmz.
Ao meio, di. feita a chamada, eriHca-se
ntr numero legal de Srs. deputados.
Abre-se a sesso.
Le-seeapprwva-sea acta da antecedente.
O Sr. 1. secretario dcon.a do eguinte Jrefienda o quanlo a modestia se otTende com
o-rtP^^^
-14 doe 0 acercapd0 projec. Lt&:;jBST^\l7&u$
te praticou V. S. em minha casa.
No dia 8 do margo fiodo, s 8 horas da noite,
nidos, que achavam-se oceultos na" ra da am-
boa do Crrmo.
O roubo consta va de 110 patacoe?, 18 raoedas
velhss, llibra esterlina, 1 moeda 4e OO rs, 1
?ale de 360$, 2 relogios, sendo um dhe ouro e'ou-
Ho de prara, 1 trancelitn de ourq, roupa, cha-
peas, etr. etc existindo lulo em um Ijbu, que,
depois de appreheudido, fui condurldo ,para a se-
cretarla da polica, onde no dia subsecuente (oi
j examinado poj dous carajpinas, aQm de vejilicax
a exisienria da forga empregada, e por conseguin-
; te aquella do roubo, que assim foj recenhe-
cido.
O delinquente conessou allnal o crime, que
commeiiera ; e por isso est sendo processado de-
vidamcnte.
j Nao podemos omittir nesta oecasio a expres-
sao de um elogio ao r. delegado pela s.ua dili-
gencia no descobrimento do delinquente e na ap-
; prehenso dos objectos roubados n'um pequeo
( espado de horas, provando asslm o empenho que
. liga ao cumprimento dos seus deveres.
' Falleceu ante-hontem o Sr. JoSo Francisco
Basto, empregado aposentado da tbesouraria de
fazenda.
Pedem-nos a publicaclo do seguinle :
Sr. Dr. J. B. Casanova.Se bem que eu com-
prehenda
o n. id oo mesmo armo.A commisso de es-
tatistica.
Om requerimedto de Francisco Caralcanti de
Ibaquerque, .arrematante do imposto do 2*500
por esbega de gado raecum do municipio do Re-
cite e Goianoa, pedindo o abale de 25 por cento.
' commisso de orcameoto provincial.
Outro de Henrique Augusto llilet, pedindo urna
xademnisacio de 'O por cento sobre a importan-
cia das prestacoes quelhe nio foram pagas em
ai' A me9ma commisso.
Ostro de Luizde Azevedo Souza, segundo es-
criturario do consulado provincial, pedindo um
uno de licenes para tratar de sua saude.A'
commisso de pelices.
Outro da Antonio Jos Rodrigues de Souza,
tbesoureiro das lolerias, pedindo urna lei no sen-
tido de se exlrahirem as loteras, por ponto do the-
eeuro provincial.A' mesma commisso.
Outro de Marcelino Jos Lopes, pedindo que se
Jne mande restituir 1506v)0 qoe a thesooraria
provincial Jhe exigi pelo calcaaiento em frente
de sua casa, nio estando determinado por lei.
A commissio de orcameoto provincial.
ORDEM DO DIA.
E lido, apoiado, e entra em discusso o se-
tguinte parecer :
A commissio de constituico e poderos de
parecer que, visto como nao consta ofllcialmenle
que o Sr. depulado pelo 10." districto, Luiz de
Alburquerque Martins Pereira.deixe de vir tomar
asenlo na caa, seja indeferida a indicaco do
ir. deputado Gitirana, no qual solicita o chama-
menio do 1." supplente daquelle districto, JuslI-
ao Lavenr*.
fot minha mulher accommetlida de dores de par-
to ; foi chamada a parteirs, e s 9 horas rompe-
rn) as aguas ; passoo toda a noite com dores sem
poder dar i luz ; s 4 horas da madrugada pedio
a parteira um medico, allegando que a posigo da
enanca nio Ihe pareca favoravet: V. 9. apenas
chamado, promptamente prestou-se, e depois de
examinar a doente, declarou que esta se acbava
pejada de duas cnausas, e que era de urgencia
tirar a primeira ferro, que com qiialquer demo-
ra resultara a morle da enanca por ser a sua po-
sicio no lodo desfavoravel.
Nio consentimos na operaco por julgarmos
que dala resultara a morte da mi e das crian-
cas
ap-
nsistimos quo applnasse remedios para
pressar o parto, ao que V. S. annnio.
a A'e 3 horas da tarde, sendo V. S. chamado,
e depeis de novo exame, declaroo ser indispen-
*avel a operaco, e que no caso de ser desprezado
esie meio, se retirara para que cnamassemos ou-
tro medico.
Ouvindo esta determinagio, consultamos em
familia e consentimos nella, apezar da repugnan-
cia e receio?.
Depeis de preparada a doente, com a minba
assistencia e de duas parteiras tirou V. S. i ferro
a primeira cranos, e depois a plcente com bs-
tanle trabalho, nascendo dita erianea vira, a qual
foi logo baptisada e morrea urna hora depois.
Meia hora depois de-extrahida a primeira, rom-
peram as aguas da segunda, a qual as primelras
contraccoes apresentou um braco ; V. S. procorou
ir essa posicio, e novas contraccoes fuera m
nesto caso determi-
frer" pVaiafl.8?!. Jl*0" 'M- -V*0 8W''er o mesmo braco ; nesto cas
[lio e luiz I V'I8KIO,"lSou-i.IloB^ev. 8. fazer i verao tirando a cranSa
O Sr. Gitirna anal.'-* ..- ,-' ?elos D,emDros inferiores muito custo, verda-
a prec^Srn^s 6 casa desde que^ll'e I' t^T Cm '-o tanto para a mi como
v;ssr di,ri.daotpp.rs 'ssas'z ^.a *" B! .w s nosS.!
Jeolo, sea qoe .uvesse parlicipaco de impe-! '
tmeuto da parlados efTectivos, I ,. a ueus conserve por muitos annos a vida ao Sr.
Oepois de mais algumas reOexoes termina por' c"Mno*i Qm de prestar seus benficos ser-
flerecer a seuinle emenda : y tantos infeiizos, o permita que seja sem-
Emenda conclusao ao parecer.E' de pa-' ETe l* eliz em SUBB opera{5es como o foi nesta.
fner a commissio que seja convidado osup- E 1ue d.e ,od coragao deseja quem vene-
4>-Ote de que se trata para lomar parte nos tra- i rador e cnado.
Jtaitxo ds casa. S. R.Gitirna. Antonio dos Santos Pereira.
Appoiado, entra em discusso. ecife 10 de abril de 1861.
O Sr. Tbeodoro, sustenta o parecer, e as'e-'j, TT UoDte'n. pela urna hora da tarde, Raymun-
gura que o deputado Martins Pereira, havia com- i f,0- de.Albu1uerque, soldado addido ao 10 bala-
inunicado por caria particular que no proximo : de infantana, e em deposito no quartel do
por do norte vera tomar parte nos trabalhos I HosP'cl. deu um talho bastante profundo na
t cata. i garganta, de que se suppoe nio escapar, apezar
Julga-e a aateiia discutida. A emenda do ', er s.,,do Inmediatamente levado para o hospi-
>r. iura ta o parecer regeilada, sendo este W' e '" medicado.
appoiados, postos
approvadosos se-
jpprosado.
Sao successivmente lidos,
m discusso e sem dbale
guiles requerimentos.
A commisso de orjamento provincialrquer
jueao Exm.Sr. presidente jla provincia.se peca
copia do< opotrat kilo para eonekisno da obra
do hospital Pedro H.I. de Barros.Souza
Res.
< 'Requeramos que ao Exm. Sr. presidente so
peca eopia das alterarles feitas no contratoMa-
inde.Theodoro da Silva.Souza Res.
Entra em terceira discussio o projecto de re-
formas oa additiro ao regiment da casa.
vai mesa, llda, aoprovada e entra em 4u-
cussao a seguiute emenda :
Suprimam-se as palavraao que tenham si-
no propostas pelas respectivas commissoee de
neamento, nos prefectos que otferecere ou
o mais como no projecto.Souza Res. >
O Sr.^lanoel Porlella faz ligeiras observacoes,
conclna declarando que espera explicacoes do
autor da emenda para resolver a maneira de vo-
tar nella.
O Sr. Souza Reis justiCea a,emenda que aere-
entou. ~
Julga-se a materia discutida e posta a utos a
emenda tpprovada, auim como o projecto que
eua de sor adoptado por ter a emenda, segua-
o ? regimenta, de soffirar anda uma dis-
^issao.
este'anno1? *e,Uld* "J^ato ,a nxojecto 2
< Att. 1." Fieam concedidas A lotorias da can-
to e vmte contos de res cada ama para a nonti.
teao das obras ds cssado'Gyranasio Pernm-
PV0Wa Ti
' pprojwd* aaa .rMto.
Entra eo^^g^aaalal. ptojrcto d; 22
doplado.
Entra em primei4iaWMan> o projecto o. 55
&0 ^?* oe* -"dcaado,
s "Sr- B'o pede commisso autora do pro-
d2S.,M "P*1" ca*."faa- razoet de uU-
prtfjactoOBTemenci* 4U* "*** a^pra*a-ar
^Jifom a zas;
le rfttw'
dUcuUdt, s> onrojado pot-
edicado.
As averiguares i que proceden a mu digno
commandante desse batalho, o Sr. tenente-coro-
nel Kellj, deram em resultado que, sendo esse
soldado escravo, e havendo sabido que seu se-
uhor, Carlos Joo Gomes de Oliveira, ao acbava
nesta cidade, e que pretenda dar-lhe baixa, at-
tentou contra seus dias, dando o golpe de que
tratamos.
. Consta-uos, que os membros do C*ssi*o
Militar Pernambucano, pretendem inaugurar a
suasociedade com um baile offerecldo aot'Ezms
Srs. ministros da marinha e guerra.
E' mu louvavel este procedimenlo dos disnc-
tos oiciaes. que se acham nesta provincia, por-
que elle indica- o jubilo de que estio possuidos,
por terem como efaefes da corporacio dous Ilus-
tres ajenarse, qaer petos ser vicos prestados ao
paiz, quor pelo conhecimento pratico das neces-
atdadee que raclama'a classe militar.
~ Foram recolhiJos et* de detenco no dia
W da corante 4 horneoj e 1 mulheres, sendo 5
iivres e 1 escravo, a saber: a ordem do Dr. dele-
gado do 1'dialricto 1; a crdem do subdelegado
de Santo Antonio 1, qae o preto Benedicto, es-
cravo da viuva Lacerda-, a ordem do de S. Jos
i ) orden 6o da Boa-Viata 1; a rdem do dos
Aogados 2.
^
Communcados>
""^taaia-^v^^^^^^+mm^^m^^*w*m*m
Ante a respailael aaembli pt*Mial de er>
nambuco sa acha ma prelenea de ura pernaa-
bunano, oaLurai dea*, nidada, que > em sai no-
adUo iem-se tornado,pela, brithanfe prora*de
seu elevado Ulanlo na atok central do Rio da
Janeiro, digno da cansioeracao de aeus atan*
Tintianos. ^
,Orfl*ao d* Kti, mi datado dem. forca de
Tflt*da iacflmnvav.ei. A ama tenaidade a toda
a provj, .eUa-te -dada, jo cuUo das ietra, dappis
de muito tempo lutar cea a M(eancM,viiia qae
de-watam.
NAO antea cedo na napinhta totau dos Uvroa,
pnrBACoharnnle de qua.nuarwttpodar, am kna-
re voowdifflGudadea. ar saoriaVtofi.Aappio-
radn ptoaaanaUa m fawtdad. do Air*to d Ra-
die em aograpi, luotxx pboaapait n riato.
rica. f.arawi* iM
.KBHo daejava Jle tlietar-a no enercilo de
aarva^por que taada dispaodtoao te torBa*a,
ji.4jua.tud. ara aapijoa, tafloctjido aajrn a oe-
cuita iBlBQp*ij toHta,
geographo, e mais para na do que ludo lato, o
tral, pela sua intelligencia, pela sua morigerasao,
a pelo alto concailode lentes. \
. laioi.-atal*. hyperbofc sea lisonja o
segundo lente Jgs Iiburfiia Jewira de M#a-'
lhes.
Mree*o Treftrfptos vigilia., trie de aracler
saudoe de nio recatar um avlce no cutaprimea-
to da obxigaco a que se tiver iiapasla.
Este noo conclue o sea curse, e pretenda bu-
rilar por dous annos, sua Inlelfjgncia j lo es-
clarecida, em horisonte mais dilatado na Eu-
Em uma s
ata. ,.,,,;,, ^. 11,,..,. jmfXSSF- j^ff.? fP^MS^j^ #* d^idld 1abVios7 cl.ae mj! ,;mo tra^Mnh,,
A la prerenjio ante a assembla provincial
simples, bateado em documentos te irrefragaveis
come ae que se acham acostados no seu reqaerl-
evrto, documentos nio gratuitos, porque nao se
barateam, elle pede uma subvengo para ir a Eu-
ropa canefuir os srus estados de engenharra.
Ha pouca acaba a nossa digna asesmbla de
ftzer um seto de juetica, Tsca agora outro. aim
de justo, de ttlidade futura e bem seguro por-
que segunda lente agaihes rrto xi peuoa
somenot.
Conlrbu* a provincia de sua parte fart alimen-
tar lio nobre esforco e anhelo, que se ha de dar
por muilo bem paga com osservicos que depois
Ihe toreas prodigaliaades, nao Ihe causando rf ceii
qo. seja-esta vea uma meto, em que teora orea-
sjaode vrfrustadee os boneliotos esperados por
quesera errare sem querer (Tender podemos a-
ran?r, m nem um dos que j obtiveram igual
coooeai. se chavara as condices do segundo
leante Jos Trburcio Pereira de Magalhes.
Eaperamos que a digna assemMa provincial,
se queira anda mais uma vez..tornar credra de
encomios, deferiudo favuravelmente o requeri-
menlo sujeilo a sua considerarse
Um ptrnambucano.
O Constitucional apanhado em flagrante.
O Constitucional, qae oo artigo edicWial do
dia 18 lonvbetoou doe ZZ.-W, YY, como se um
nome dsse valoreo que nao lem, traosererea no
dia 19 um comntunicado assignado por (Y) que
julgar pela correnteza e familiaridade de lin-
ttageni, peseoa da imimldade de familia. J
rS, pois, o contemporneo que a raca maldita
desses insonriveis crevinhedores iusnuo-re em
oda perte enre os abus.das casacas dos Titans da
\mprensa.
Comecau o domo Y por allegir que, morando
tora da cidede, apenas pftde ier hoetem o com-
muncade do Diario, cerno para disfarcar o pa-
pel que representou de levar tantos dias rumi-
nar tao desnisada publicacio. Deixendo um
lado a originalissima interpretacBo que d o com-
municanie lelira Z, eomeeriedade Ihe promette-
mos que o trait d'tspril ir em carta segura re-
daccio do Comi Mercantil.
VoKou, porm, o correspondente justificara
proposito que emitiira no dia 6, e de misler
fixar bem a queslo.
O Exm. Sr. Dr. Ambrezio Leitio da Gunha offe-
recera distiacta assembla provincial o seu ro-
tatorio annual, que geralmente reputado como
Mm excellente e bem pensado trabalho. Dando
conta da estatistica criminal, faz o Sr. Dr. Leitio
da Cuoha a eiassificaco dos delictos segando a
urdem eslabeiecida peto cdigo criminal na 2a 3*
e 4a partes.
Comecando por mencionar os crimes pblicos
que Tazem o objecto da parte II, enumerou em
seguida os crimes particulares, que sao a mate-
na da parte III. Ora, sendo ocriraede homicidio
um crime portteuiar, nio poda ser classilicado
seno entre estes. E assim fot feito, i exemplo
de todos os trabalhos de estatistica criminal co-
ohecidos no Brasil. O contrario importara des-
conhecer, j os rudimentos do direito crmiual
ja a classitlcaco eslabelecida e fixada por lei.
Appareceu, entretanto, um espirito constitu-
cional que, smente em odio ao nosso Arecena
pretendeu denunciara ignorancia do ex-adminls-
irador. E depois de muito 1er e reler o relatorio
escreveu emphaticamente estas menorandas pa-
lavras : Tal a estupidez do Sr. Dr. Leitao da
Cunha que em seu relatorio inscreveu o criine
de homicidio entre os crimes particulares.
Se o nosso jurista se presarse de possuir as pri-
meiras nocoes do direito criminal, certo nao to-
na sua llustraco aquolle dourado epilaphio.
Bastar-ihe-hia reflectir sobre a sigoificaco das
palavras crtme publico ou particular, pa'ra que
se conveoceese para logo que o crime contra a
se*uran?a pessoal nao podra ser senio um cri-
me particular. ,
' erdade que o crime em .eral, qualiuer
que Baje e aua natureta e gravidade offende sem-
pce mais ou menos a inleresse publico. Mas,
no modo porque se dirige a oflensa ao inleresse
social, que se funda a referida distioccio.
Se o crtme ofieode directamente ao corpo so-
cial, um crime,publico; se offende indirecta-
mente ordem e particularmente determinada
pessoa, e um crime particular. E" o Sr. Dr
Braz Florentino tteuriques de Souea, quem o vai
duer com sua pelavra autorisada : Sio cri-
mes/juWico aquelles que atacam directamen-
te o edihcio S.cial em seos tundimentos; sao
crimes particulares aquelles que indirectamen-
te perturbara a ordem social.
Ora, se o Y pooderasse que o homicidio ata-
ca directamente uma pessaa, e indiresUmente
ordem social, nao entrara ea duvida sobre a
qualificacao que nos oceupa. Se revolvesse mui-
lo heiramente as paginas do cdigo criminal,
UcUmente deparara com o riae de homicidio
entre os crimes particulares. Portanto, ae o Y
nos quer perdoar a alouteza. Ihe juramos oue
errou contra o espirito ee lettra da le.
Nao temos, verdade, procurado do Sr. Or.
i-eitao da Cunha para am seu nome devolver o
insulto que Ihe alira o commuicante. Se foMe
0 noaoi proposito fazer a defea do Sr. Dr. Leito
da Gunha, leriamosagama raio em devolver o
inuModo corresponienle.eraprestando-lhe aquel-
la patarra prinica que cima ra subliohada
Loone esli, porm, de nossa olenco oles-
lar a quem quer que seje. S" discutimos ideas
e pnncipjns, svern queslo de pessoalidades Na-
ta terreno nao nvejamos o espirito do noao s-
timativel contendor. E, pois, prosigamos.
Nao contente de o haver .(firmado, o Y aioda
persiste em xtraataa*- a qoaliaoa?io de crime
particular dada ao crime de homicidio. E' asaaa
que elle se exprime, dando copia de eslylista :
Extranhamos por certo que o Sr. Dr. Leitio
da Cunha assim considerase* aquella crime quan-
do ehem sabidoquoa.ua qualificaci mais ra-
turil e coaaawm de inaffiaocavel e de acco
publica, oa conforraidade do art. 74 8 Io do ced.
de, proc. crinj., come otra todos praticar, e se
torna da mais fcil com preen sao para os que
uao sao nroAaaioa.es na materia, e que tambem
querem, emboca uao tenh*m oa laanafitivaa co-
nnncuaojito., ter gasto de Ier o apreciar derr-
mente, uma pf^a noticiosa d. impailancia de
um relatorio, sem buscar assessor, ou incommo-
d quem iba explique agella disiincco >uri-
Denois de baver tracado este bello periodo, em
que a pnxeia de lioguagem di m maos urna
aova e ongtnal orthpgraphie, o aosse Ycensura o
relatorio par um eetylo erco etngulkoto. Uasa-
ptedado Y Pois, um relatorio distingue-a por
beltezas de lioguagera e faraaspoUdg de tifia
Porventura, podem todos esorever pertodoa tio
anaaoa ota cato que )traeaerevaa#a- *v
lianana/aca o j-up 4a. *erldiro puriato S
in%M*%-fji*m ao" WHtottanto disca-M
1 !?i ** ft tjtale m que cabe
R.W-* a*'Mbi. K teda o Sr. Dt*
Bme Sauu quem o vai dar:
A punicio dot arimes Mrlkutera at&mo
m reg* da>qnei de ttodiSoTSSra^ os
Wt.rMUW do joya, nutuc A
guiotetcircuiaatonala :-iaer o.
ido oaaaoa
outra .-ditlancn^BAte crimes .Quaesveis e,
nafflancavelj. Regula-s a primeira pela nata-
reza do ficto-; e segnta pelo gro da pena.
J v o Y que nio ha aqu pma questao de pa-
labras : eerfta, voces, iraHereaque mhil.
C.BvMa-nos o Y a discussio de faclcs que
apona, e que seu juizo desdouram a passada
adBoiittecio. Aceitamos a lula, e faremoi pro-.
va da sem-razo do comaunicante. J
E' lempo de acabar. 0 Y reaega a solidaria-
dade com a redaejio do ConTtueionaJ. E' urna
tctica j sedifa Mas como quor que seja, aoli-
- -derto -eu aa, eapraeeaete Y:
Z.
Correspondencias.
E' o proprio Sr.
que iraz essa pertii
co, no Diario de \T
Comparecando o Si. Jo
investigaco, ah declarou que
astucia dessa testemunba, que
lea ei
urna d
Jo
man
r; mas
*r. cadete aave
daanao um ea om
Be, porm.ato a Sr. Vaaaoaceaat, de
cima daqurflaej ao tem aacupuaaa de
o punhal a eabaaaia coaaaa a hawa do
commandante, cima do inis>iiro deaieai~e
da Silva Lobato
cimeniadojpub-
lera viciimH
imatando'lutF?
JBJI
|ptt
quajaaam pnatw
a Sr. f aeoncoU
&
de dezoito annos pouco
eacsavo vendo como ao
faenar
em moeda do la-
to dito senhor pa-
duranle
Recife, 17 de tJocil.de 18.
Americus.
t Q* Diario do ectfe acaba de publicar um
a communicado assignado peloArlilheirofa-
zendo acres accusaQes ao capilao Manoel Por-
a lirio de Castro Araujo. commandante da com-
panhia fu de cavaaiiade linha. O anonymo
a de que se prevalecen o communicante, e mais
que Ludo o modo capcioso e dubio porque se
a exprimi, revelara falsamente falsldade de
suas assercej. .
O capito Torfirio um militar brioso t in-
capaz -e manchar as insignias que o or-1
nam. Emquanto oirltiAetronio me con- -
?igerto prior.
' Peaoa.
Pedro Fraocitco Alves Pegino.
aaaejui- Jas daaiMain.
Est sellado, e junto o conhecimento da siza.
'i'. IHW.hi
se dio esles tactos neste mundo
Santo Anto.
Gidade dt Victoria, 15 de abril de 1861.
Srs. redactores. espantoso o numero de
pessoaa que nio sabem lr e escrever na nossi
provincia. Este mal assim eremosl oio pode ter
nutra orlgem que nao seja a mesquiohez com que
se tem distribuido a instrucc.io elementar. Tor
exemilo nesta cidade, onde necesariamente de-
reriam ser creadas duas cadenas para essa
classe de ensino, ha sement uma, onde nio
possivel que os discpulos obtenham o spprorei-
tamonto desejavel; porquanio alm de ser o seu
numero excessivo de sorte que nao resta tempo
ao professor para os instruir devidamenle, acres-
ce a pouca capacidade do edificio para os cojlo-
car em ordem tal, que estejam debsixo da sua
immediata Inspeccio.
Portanto indeclinarel a falta de oulra cadei-
ra, que podesse concorrer ainda maior numero'
de alumnos, e coja localidade deveria ser no
bairro da igreja do Livramento.
A provincia em vez de resentir-se da despeza
com semelhantes creagoes, antes e ainda mesmo
cojn algum sacrificio nio deveria recitar desse
intent proveitoso : porque tanto melhores cida-
dios lera, quanto maior fr o numero daquelles,
que receberem as aulas, uma educacao moral e
religiosa.
E, porm, de necessidade que as differenies
localidades baja pessoa interessada na instruccio
e moralidade, que vesite repetidas vezes essas
aulas, e Ibes d o conveniente impulso.
Nadanosdeve merecer mais aitencio, que a
educacao daquelles, que nos ho de succeder;
pois ser um espelho, em que os nossos vio-
douros inirardo o estado da nossa civilisaco ac-
tual.
Aproveltamos esta oecasio para fallar sobre a
aula do bello sexo, cuja preceptora a Sr. D.
Anna Mara da Conceico Nepomuceno, que se
tem dedicado com lodo zeio ao ensino das nossas
lhas.
No aooo proximo panado deu exame qualro
discipulas.aa Sras. D. Mara Cnrisna da Concei-
co Quciroz, D. Josepba Liberata Caralcanti de
Almeida, D. Mara da Couceicio Peesoa Caralcsn-
ti e D. Francisca da Silva Nunes; as duas pri-
meras forera approradas com distioccio, e as
segundas plenamente, sobre as materias do ensi-
no, leitura,,contabilid.de, grammatrea, regencia,
doulrina christia, escripturaceo e costura.
Sao bem merecidos os lourores Sra. D. Anna
Mara da Cooceicin Nepomuceno pelo esmero
com que se tem dedicado ao magisterio : o que
de certo Ihe deve attrahir a aitencio publica.
Deixando o objecto de que nos temos oceupado,
passamos a outros.
0 despeito lera mullas vezes o hornera prati-
car acedes que somante revelara a maldade de
seu corag*. invectivando infamias e mentiras
contra o seu semelbaalo.
E qun doloroso e miseravel nio aqoelle qua-
dro, em que o vemos pintado, como vil instru-
mento daquelles, quo sem coragem, pcocuram
indirectamente ferir a honra e a probidade do
hornera honesto ? Offender aquelto de quem nun-
ca recebesles offeasa, por sem duvida o re-
quinte da perversidade de um coracio degene-
Infelizmenle
de miserias.
Uns Irabalham incessantemente para ganhar o
renome exrcendo accoes generosas ; oulros, no-
rem, praticaado accoes iotaraes.
o que fazer ? Sao gostos ; e cada um se sacia
da ignorancia, de que mais gosta.
Nos, porm, acooselimiaraos eses gulosos
a paretmonta para evitar alguma indigesto.
Esl designado o dia 22 desle mez para a .aber-
tura da primeira sessio do Jury no presente anno.
Os actos em que preside a justica, chamara so-
bre aquelles que os praticam, o respeilo devdo e
louvores bem merecidos.
Fallamos da nomeaco que acaba de fazer so-
bre proposta do muito digno Io secretario as-
sembla legislativa provincial do otficial maior e
maisempregados da respectiva secretaria.
A nao proceder-se assim, qual o incentivo para
servir-ee bem?
Coraquanto a lei ou regiment interno (como
nos parece) nio dsse preferencia aos emprega-
dos da casa qualquer outro de fra ; todava a
ba razio aconselha qae sejam atteadidos aquel-
les e nio ala, mxime quaodo se lornam
merecedores do accesso. Triumphe, portanto, a
justica e nio certas considerarles.
Eaie termo resente-se da falla do em prego de
contador, distribuidor e partidor. Depende, pois,
a sua creaco de um acto legislativo de nossa as-
tembli provincial, o qual seria certamente bem
acolhido.
Descobrio-se no dia sabbadol3 do correle mez
ser o ladro que por veces lem furtado saceos do
feijo de um deposito no pateo da feira do Sr.
tenenle Francisco Xavier Cavaloanti de Almeida,
o cabra Manoel, escravo da Sra. D. Theceza Bo-
zerra Cavakauti Ponce de Len: o que muilo
estimou o dono para crdito de seu despeito. 0
facto esl bem verificado altelas as exuberantes
provas aposentadas i polica, presente o ladrio.
Cumpre que os ofleedidos denunciara, e que ha-
jam de sua senhora a paga do feijo, se qui-
zerem.
Concorreram feira de 400 a 500 cabecas de
Sado vaceum, que foram vendidas ao calculo de
a 5 mil ris por arroba, 30 cabeces foram con-
summidas no acougue publico, vendendo-se a
melhor carne a 65400 por arroba.
As felras tem sido abundantes. A farinha de
mandioca lem sido vendida de 120 .200 por cuia,
o feijo a 1000, o milho de 200 a 240 rs., a car-
ne secca do Rio Grande a 240 por libra, o baca-
iho ,al40 rs. Nao ha anda abundancia de quei-
jos do serlio.
A Mlubridade oio vai boa, porque mormente
por ra ainda continuara as febres. Todas liml-
mente se queixam da falta de dinbeiro.
Basta por boje.
i
Srs. Redactores.Lendo a Ordem de 16 do
correnle, deparamos cora algumas linhas em re-
ferencia ao Sr. aspilio Manoel Porfirio de Castro
Araujo, digno commandante da companhia fixa
de cavallaria de linha, as quaet extrahimos fiel-
mente e remellemos a Vane, psra que nos facam
o obsequio de publicar nss paginas do seu acre-
ditado jornal.
E tais ura brado que se levanta -ararte ako,
abaodoaando a eaaerteao puwiaaeases detracio-
ra, fue aa acuites se aforcaa tm denegrir a
rapulaeio do iileetre aUiur.
Oa .daauiai^ gr.tepitoo Pervjrro notre-
Pidam era ae anda cnaia aajecte, da mata in-
fama.
Uaa tateaaabe, que depaz prtale o canie-
lho de invaatiaaoba a qaa ate ratpoodando o
nora.de anana adtlaaca' aaaaja at atarazo
ateo ata ea araBM^eaaaar-'aae Irrtaaraval m.
aaaato a tal aaearacioati aa eaaptea dea-
1-Mtania tcmejqmm -a ata dtiocto ^atifo

convencer "do contrario, precisando os tactos
o allegados centra o referido capito, e assig-
nando o seu verdadeiro nome, hei de sempre
considera-lo como umCALUMNIADOR. (Ex-
trahido da Ordem de 16 do corrate.)
0 abaiio assignado declara que tendo o Sr.
cadete Vaseoncellos da companhia de cavallaria
Ihe pedido ha tempo om documento de um cavallo
3ue vendeu a mesma companhia por 160^000
izeodo-lhe que o Sr. capitio Porfirio Ihe man-
dava pedir que declarasse quo dito cavallo fora
vendido por 12J>, ao que consentio, mas tendo
boje certeza que o Sr. cadete Vaseoncellos obrara
com malicia contra o digno Sr. capito, declara
solemnemente o ebsixo assignado que fica de
nenham effeiio tal documento e protesta contra
o criminoso procedimenlo do Sr. cadete
Recito 15 de abril de 1861.
Jos Flix da Silva Lobato.
fExtrehid-o do otario de Pernambuco de 17do
corrente.j
Pubica^oes a pedido.
A PENHA.AO PUBLICO.
A misso apostlica da Penha.
Devendo eu seguir para a corle bem das ais-
soes, e nao me tendo sido possivel despedir-me
dos innmeros amigos e devotos da Penha, que
por tantas vezes me tem honrado com suas visi-
tas, o taco pelo meio destas humildes e sinceras
lionas, certo de que merecerei desculpa e indul-
gencia.
Aos mesmos, pois, ofiereco os meus pequeos
presumes no Rio de Janeiro.
Na minha ausencia fleo certo de que o incaosa-
sarel e zeloso Rrd. prefeito frei Sebasiiio (lie
conhecido e querido nesta capital e diocese) con-
tinuar prestar-se como sempre, ao deserape-
nho dos pesadissimos trabalhos do puhito ean-
fessionario etc., tc da Penha.
Assim, pois, os terrorosos derotos e devotas d.
Penha (espero em Dos) que hio de perseverar,
frequenlando o cathecismo, a confisso.exercicios
mananos e todas as testas e devoces, quo a Pe-
nha eosluma iocessantemenle praticar. alm da
moral e da doulrina de Nosso Senhor Jess
Christo.
Hospkio da Penha em Pernambuco aos 20 de
abril de 1861.
Frei Caetano da Messina,
Commtssario apostlico dos misionarios caou-
chinhoa.
A' MORTE.
DE
GaUJicrmiaaClenieiitiDa da Silva.
Ouando ausenlei-me do meu patrio solo.
Onde, mulher. o brillio do leu col
Euchia-te de luz e greca e amor.
Oh I eu vi leu olhar oa despedida,
E d:sse para mimtao pouca vida
Nio pode, nao, sofirer tamanha dor.
Parti para um exilio triste e lento,
E as horas de febre e desalent
Lamentava, cranla, a tua sina......
Pobre I ainda to moca e tantas magoas,
Escoadas de fel, por entre as fragoas
De amargura sem fim, mulher divina 1
Lembro-me aiodapallida que eras 1
Estatua do sepulchroa fronte enrolla
Em veo de languidez !
Suarento pallor de morle breve
Ionundava-te o corpo frgil, leve,
E o olhar de morbidez.
Ah i quantos sonhos na cabeca ardente,
Que tallas ao luar de amor nascente
Comtigo eu cooversei I
Quem veio derribar os teus coste/tos.
Branca pomba de amor, o'olhos lio bellos,
To lindos que nem seirl
Foi s morte, mulher, esse veneao
Que murena as flores e decepa a vida
Na trono que sonhava;
Foi esse rento horrsono e sombro,
Que apagou de um s golpe furibundo,
A luz que se acordara.
E raorreste por fim, e eu tia longe,
Sem poder te dizeradeus, meu anjo,
Descanca l no Co,
Sem onrirtliora extrema da agona
Um suspiro, um s ai, por mira ainda
Escapo ao seio tea I
Agora o que njais resta ?-Onde os leus sonhos.
Mariposa do amer?Ah jazem todos
Desfeitoa pelo chio.
Talvez que l ao Co te eraballem cantos:
Derme pois 1 j que a morle te ha roubado
as aaaa da tufio 1
Rio de Janeiro 10 de fevereire de 1861.
G. M. D.
O abaixo assignado como herdeiro e inven-
tarame dos bene de seu finado pai e coronel Jos
Uaudioo Leite, declara ao Sr. Fr. Luiz da Pure-
za Machado, prior do convento do Carmo de Olio-
da, em resposta ao eu annuocio publicado no
Owno de Pernambuco, que o escravo Elyseu,
que S. S. diz ter fgido de seu poder suppondo
que voltara para ca da familia do dito coronel,
onde diz que estere escondido por espaco de 12
annos i titulo de corapra-lo, portonee realmente
ao dito coronel, o hoje aos seus herdeiro*, era
virlude de Ululo hbil abaixo transcripto, por
meto do qual sempre o possuio e depois os seus
Aerdetroe, -tendo apena herido uma pequea n-
tertupcao de alg.ns meaes, isla de ouluaro do
anno paseado para c, durante os quees esleve
escondido em poder de S. S. a ae obrigou o Or.
curador geral a reqaerer ao Sr. Dr. futz de or-
pMoa, como consta des respectivos autos, que
por intermedio do Sr. Dr. chele de palela eorlt-
cilasse a apprebemo do dito escravo, que foi
descrpto por seu fallecido pai no inventarte de
sua mai, e attimameate petoabarxo assignado no
inventario do mesara seu pai: sem que nunca
S. S. Izesae-reelamacioelgum. tal reepefto.
nem usam de meios j.drraes pan Chamar ao se
poder a mesma eacravo, se por "rentara ae iulaas-
aecoa direMoaelle. ^
Da- asoste *e-e qua S. 8. quem capaz de
esconder escravos, que la* n0 perteneein, eno
o abaixo aaslgoado, aera membros de soa fami-
lia que tem bastante dignidad, paro nio se locn-
pletarcm de baoa alheios.
8aSba mato S* B. a a dito escravo ja aif-
uou ara pattilhas, befe prtante aos legatarios
da terca ito'aaraaal.
E *qe* certo qoe se ao toteo e raepaito que se
eoaseara Dio i si a pessoa, ais a seu carcter
aaeerdatal ha verte de raspee* oo tribunal com-
petarte pal. iajaria as .caba da ir rogar a fa-
milia do dito coronal Jat Claudia, Leite.
Aufusto Coetto Leitt.
ecife. t* da abril ae 4861.
DOCUMENTO.
aVvgo^eu a*tUa aatigaado, qae-eatee oa mato
baaqua aaaaaaoa 4ta amia a paaffl... >
mmsmH' %-Mki^vata 1
Docwnent** fwtoioeilesircoprcsprjR-
dcncia 4o Sr. f rmeisco Pereira da
Silva Noves, do laraflkao, pHbli-
Cada ha dias.
[Contiou3io.)
K
> f m>#dftai Tal n >tfHiai a.
Senhor juu Ceneaba .por paito dos rfrphlos
meus litetelot.fHfco^id* aafplioante.NDo que
esta requer, po3 aticf que deve ser de ihteresso
para os meamos orpbios.
M a rao bao 1 de agosto de 1856.O tutor, Lo-
saro Moreira de Sonsa. Fiat justilia. ~ Ta-
raras.
Despacha.
Marco o dia 23 do crrante, pela 10 horas da
manhs.oas casa de leao do eorreter Coorado,
que fice .orneada e prestar juramento.
MaranhJo SO de agosto de lb>6.Brandio da
Souz*. -
Sflto.
>umero7.-R8 380. Psgou 320 res. Mars-
nbao 80 de agosto de 1856.Sabino.tiarcta.
L.
Auto de fl. 12.Auto de arrematacio que por
ste juuo d orphaes fez Prancirco'Pereira da
Silva Nor.e8. do escravo Benedicto do casal do
fioado major Josfi Domioguee Castro, peta qoan-
rta^0oJoOO0' 0*000 r*8' UD 347*00
Anna do cabimento de Noao Senhor Jess
Cbrtsto, de 1856, aos 23 das do mez da agosto
do dito anno, nesta cidade do Maranhao, em Jei-
io mercantil do corretor Jos Joaquim da Silva
Conrado, onde foi vindoojuiz de orphaos Fran-
cisco Jos Brandao de Souza, eommigo escrivao
de seu cargo, e ahi sendo presente o mesma
corrector, o juiz Ihe erdenou que mettesse
prego de venda e arrematado o escravo Be-
nedicto, marioheiro, perlencente ao casal inven-
tbante du major Jos Domiogues Castro, avalla-
do em 8003000 res.
O qaw curnprido, o referido corrector, e de-
pois de varios laucos, appareceu Francisco Pe-
reira da Silva Nevaes, que offereceu mais 317$
res sobre a avahacio, e nao havendo quem mais
dsse e por ter-ee pralicado as diligencias do es-
lylo, houve o juiz por arrematado o dito escra-
vo Benedicto pela quantia total de Ir1l7jjr000 rs.
em moeda corrento, que o arrematante Francis-
co Pereira da Silva Novaes. eontou e foi entre-
gue a Joo Manoel Bolelho de Magalhes, procu-
rador geral do inventariante do mesmo casal D.
Mara Clara de Saltos e Castro.
E para tudo constar mandou o juiz lavrar este
auto, onde assiguou com o arrematante procura-
dar e corrector.
Eu Joo Ferreira de Soua, escrivao ioterino,
o escrevi.Brando de Souza.Francisco Pereira
da Silva Novaos.Joo Manoel Botelho de Ma-
galhes.Jos Joaquim da Silva Conrado.
M. *
Auto de fl. 14.Auto de arrematado que por
esto juizo dos orphios, fez Francisco Pereira da
Silva Novaes, do escravo Leonel, do casal do fi-
nado Jos Damingues de Castro, pela quanlia de
avaliaco, 5000000 ris. 8008000 rs.
Anno do uascimeoio de Nosso Senhor Jess
Christo de 1856, aos 23 dias do mez de agosto do
dito anno, era leilao mercantil do corretor Jos
Joaquim da Silva Conrado, onda foi vindo o
juiz de orphaos supplente, Freeci.co Jos Bran-
do de Sousa, eommigo escrivao de seu cargle
alu era presente o mesmo corrector, a quem o
juiz ordenou que mettesse a prego de venda e
arrematacio, o escravo Leonel, perlencente a
casal do finado mjor Jos Domiogues Castro,
avallado no inventario na quanlia de 500a00O
ris.
Cumprindo o referido corretor o ordenado
pelo juiz e depois de alguns leos offereceu
Francisco Pereira da Silva Novaes, mais 3008000
res sobre a avaliaco. e nao havendo quem mais
dsse, e ter-se pralicado as diligencias do estvlo,
houve o juiz por arrematado o dito escravo
Leonel pela quantia total de 8003000 ris. que o
dito arrematante Francisco Pereira da Silva No-
vaes eontou e foi entregue a Ju3o Manoel Bote-
lho do Magalhes, procurador geral e bastante
da inveularianle D. Maris Clara de Salles e
Castro.
E para de lado constar mandou o juiz lavrar
este auto, que assgnou com o arrematante, pro-
curador e corretor.
Eu Joo Ferreira de Souza, escrivao interino,
o escrevi.Bandeira de Souza Francisco Pe-
reira da Silva Novaes.Joo Manoel Botelho
de Magalbies. Jos Joaquim da Silva Con-
rado.
N.
Auto de fl. 16.Auto de arrematado quo por
este juizo de orphios fez Francisco Pereira da
Silva Novaes, do escravo Adriio, do casal do fi-
nado major Jos Domiogues de Castro, pete
quantiada avaliaco, 5009000 ris, tonco 1008000-
ris.
Anno do nascimento de Nosso Senhor Jesua
Christo, de 1850, aos 23 dias do mez de agosto
do dito anno, netla cidade do Maranhao em lei-
lao mercantil do corretor Conrado, ende foi viu-
do o juiz de orphaos supplente Fraocitco Jos
Brandio de Souza, eommigo escrivao de seu car-
go, e all era presente o mesmo corretera quem
o juiz ordenou que mettesse pregan de vend.
e arrematacio o escravo Adrin perleBcento ao
casal do Ruado major Jos Domigues de
Caslro.
O que cumprindo o corredor e depois de va-
rios toncos, appareceu Francisco Pereira da Sil-
va Novaes, que offereceu mai* a quantia de
100&000 ris sobre a de OOqOOO, valor do diio-
escravo, e porque nio houvesse quem mais
dsse, e ter-se pralicado sus deligeucias do eos-
fume, houv. o juiz o escravo por arrematado, e
o arrematante, dito Francisco Pereira da Silv*
Novaes, eontou o diuheiro de 600a000 tais, que
entregou a Joo Manoel Botelho de Msgalbaes,
procurador da inveularianle JX Maria Clara de
Salles e Catiro.
E para de ludo constar mandou o juiz lavrar o
te auto, em que assgnou com o arrematante
e o corretor.
Eu Joao Ferreira de Souza, escrivao interino
o escrevi.Brando de Souza.Francisco Pe-
reira da Silva Novaes.Joo Manoel Botelho
de Magalhes. Jos Joaquim da Silva Con-
rado.
O.
Auto de 18.Auto da arrematacio qua por
este juizo de orphios foz Francisco Pereira da Sil-
va Novaes, do escravo Joaquim perlencente ao
casal de finado major Jos Domingues Castro pela
onangde avaliaco, 3OOJW0O, tonco WO50OO,
Anno do naacinKato de Nosso Senhor Jess
Christo de rail oitecetrto! e cincuenta o seis, aos
tinte e tres dias do mez de agoste do dito anno,
nesta cidade do Maranhao, am leilio mercantil do
corrector Jos Joaquim da Silva Conrado, onda
foi rindo ojurz de orpbios Francisco" Jos Bran-
dio de Soaza, comigo oscrtrlo rfeaea cargo, a
ahi era presente o mesmo .crrector, a cnern a
Jt ardeaoa que mettesse a prego d >enda
feJm!**j0 e8cr,T0 Joaquim petteneente ao ca-
rjaprtado o cerractor a ordenado pelo jal*, e
steSs,rtet^co pe-
a avaliacSo,
recendo lOaOOO sobra
aavaltacSo. e portiao fiaver quem mais desse a
ar-aa pratcado aa rhjenras do estylp, jhtrntvj
o jnil por arrematado o dito etera vq Jrqa pela
qoantta total de WOJOOO, que o arrematante Fran-
cia rererra da Sirva Novaes. con too e entrerm
loprotoradoT feral da favenaTiate. ti. Hara
^eSw C-tro, Jop Manoel Botelljo Aa
trte cao-r, aanvJau a ja' limt -te
K*ttfc



I lili--'


uto em que assigaa c<
dor e corredor..,
Braodi^H
flor e correcloi
Dr. juiz dos orpl
Novaes, constan
?la Loba lo, se i
jes Ca-l
i
BS
m
ftffW.
guiaVa,
Tfa aJQi
adose i_________
jaoerjilara (Jaetana, Joo_ JpmajeV a Mari
romoa, sem pessoa alguna qoe d'elles quizes-
*e.ra cuidar jqtooseu lio. Df. Jola Igna-
cio lloielrio de MMmaei, a1 quemestavam entre-
gues, por oljfi urgentes, teve" de s' retirar
*Srl.*f (a d ellfs rio primeiro dd marco, e levarido-ospara
ana'casa" com a su a escrava Ddlfra,.sm al. hoja
Rara as.despeas d'elles haver recebid um nico
tal, Ins tero feito dar o eocioo precita da aua
idade e qualidade, sustentando-os, vestindo-os e
algando-os, emm d'andd-lhstoddo neeessario,
Jim como dita eser'ava que tem urna fllha nas-
tat eln 14 de outubro ultimo.
,0 qoe'se gastn com estascrianrjii os colle-
tfios d'ohde lem estado, coaita da oOnta numero
3, o at o dia 30 do crtenle mez, sobe a 61&332,
os quaes o supplicante requer que este juize lhe
mande pagar, podndo ser nesta soisma eacon-
trada a que o suplicante tem a pagar so mesmo
casal. Qiianto as restantes dspezas, isto as de
roupa, calcado, sustento e etc. oab sendo possi-
?el ao supplicante formar um CBlculoexaclod'ellas
nem apresentar recibos de tudo o que se despen-
deu ( quanio aos pagamentos feitos nos collegios,
o supplicante tem os recibos ) requer que se sirva
V. S. mandar pessoa quearbitrem qahio se deve
pagar ao supplicante pela despeza mensal feito
C3'm as mesmas criangas. Sirva-se V. S. mandar
na forma requerida.E para receber mere*.
Marauho, 21 de Janeiro di 1859.'Francisco
Pereira da Silra Novaos.
Despacho.
Authoaio.Respondan) os supplicadoj.Ma-
ranho 25 de junho de 1859.Baradas Juoior.
Deciso d fi. 55 v.
Appense-se os presentes aotos ao respectivo
inventario para em lempo opporluno ser o pedido
do supplicante tomado na consideraco divida.
Quaolo porm ao arbitramento requerido as l. 2
verso, para as pequeas dspezas feitas com os
orphaos, de que o supplicante declara nao terre-
cibos, tratando-se de faclos positivos e Ja- con-
sumados, nao o meio propoato pela mesmo
supplicante o competente para o Ora que preten-
de, por que, como judiciosamente observa o tu-
tor, o arbitramento so pode ler lugar, ou para o
futuro, ou para o caso de nao vir conveniente-
mente organisada a conta, use pois osuppliccnte
quanto a essas dspezas; dos meics regulares. Pa-
gas seoslas a final.
Maranho, 20 de d'ezembro 1859.Joaquim da
Costa Barradas Jnior.
Primeiro.Certifica mais qaeo quinhlo de ca-
da um dos Qlhos d'aquelle finado Jos Domingues
Castre, da quantia de 1:0385831, e tres sti-
mos.
Segundo.Nao consla dos autos que o suppli-
cante fosse salisfeilo da quantia de 6:015g632 que
despendeu com a eJucaco dos orphSos, D. Hara
Car-tana, D. Mara Jenuioa e Joao Domingues.
Terceiro Que da senlenca que julgou as par-
tllhas nao houve recurso algum.
Quarto.Que quaado se proferios mesma sen-
tenca, a viuva meeira D. Hara Ciar* de Salles e
Castro tieha por seu procurador, constituido em
forma, nos autos, a Daniel Joaquim Ribeiro.
Quinto finalmente.Que o patacho Patrila
foi arromatadoem leilo mercantil de 23 Je agos-
to de 1356, por Clemente Jos da Silva Nuaes,
como procurador de Jos Pinlo Nunes, pela quan-
tia de 2:210}000, em moeda correle.
E' o quantus6 continha em ditas pegas,.que i
aqu fielmente tfanscrever.
Maranho, 1 de fevereiro do 1861.
E'eu Honorato S, eecrivo, subscrovi e assig-
no.C. e C. por mim escrivao, H. S.
Um. Sr. Joao Hanoel Botelho de Magalhles.
Ss#*ttl46"URC",,0r'e
_-to'rip%ira stiAWfc' carta' de vrote d frtdMrVr pWtfAb1
daSWW;' q^p'aqt'utra fifrb eStripto a1
V. S., qWj# eVeVcr te mo', e cttJo'prltrcijJaf1
Principiatrdo por manifestar a V. 9. os rffeus'
ttoi&dt afto\t*n(Mo*pito* MftWM itMitO*
qWcM a sV generosa BtddVsetetti digoaW
pWsrar-ini* ptotegeriflo com a sua acerVada e to
dttirtvel edmntsir'a'eSo' os negOdc d'mtnha'
casa, qde, gragas Deu, o a b ptUrrinl
dtdtoafSo .vejo qssi desembaracads; e vdu
responder & cada Um' dos artigos que me dl-
rrkbrm-m%'V. S: fftti ja s lem p'ago arjs cre-
dores do-met casal deienove contos e oito cetros
e quarenta o quatro mil duzentoan vinte um ris
(b) e que apenas fallan pagar otta cornos de ris
para sallar todos o#debrios, sendo para isso
iodispensavel vender*algurrs uWniiM, ou remet-
ter d'aqui qAnto resultasse do seguro de Per-
nimbuco, no primeiro caso eu j mencionei na
minha ultima i V. S. tres escravos que para esta-
urgencia se podum dupr, esa lftnoel Lui
e Benedicto.
No segundo, que o dinheiro do segur.) do Pa-
rahibano est agora em liquidag&o amigavelcom
a companhia.e sendo objecto de alguma demora,
era miuha opioio que o producto dos escravos
indicados' so applique a Us pagamentos, sestil
como o que resultar, e possa perteneer so casal;
dos escravos IgAaeio e Joao, reunindo somma
resultante destes a que cabe ao casal da pretinha
Raymunda, que o Sr. Novaes diz dar um cont
doris; e mais alguns reeebimentos de dividas
calculo que poder tudo faztr face ao saldo a
pagar sem dependencia de remessa do aparado-
do seguro do ParHahibano, deiio pois tudo isto
a judelos deliberagao de V. S..................
Quanto porm ao mea inventarlo dere elle ser
ahi concluido com os haveres que ahi tem o
casal, mas aqui me obrigam lambem a fazer in-
ventario do que aqui nha, *e que est depen-
dente de conlas do Sr. Franco que prometto-dar
em breve, e sem as quaes nao posso considerar
de positivos quaes os haveres do casal aqui-......
N. 3.
Petigo.
Illm. Sr. Dr. juiz dos orphSos.Francisco Pe-
reira da Silva Novaes neeessita que V. S. ordena
ao escrivao Honorato S que, revendo o inventario
db Jos Domingues Castro, lhe certifique: pri-
meiro, em que dia foi nomeado o iovenlariante dos
bens do mesmo Castro, equalo motivo desaa ao-
meagio, havendo urna viuva, cabega do casal, e
estando presente o seu procurador Daniel Joa-
quim Ribeiro, segundo, se o suplicante se apre-
sentou comu credor' do mesmo casal, porque
quantia. e do que procedia.
Sirva-se V. S. mandar certificar e espera receber
merc.
Maranho, trinU e um de Janeiro de mil oito
centos esessema e um.
Despacho.
Certique. Maranho, primeiro de fevereiro de
mil oito centos e sessenta e um.Francisco Pe-
reira da Silva Novaes.
Cerlido.
Honorato S, escrivao interino do juiz de or-
phaos eauzentes da capital do Maranho, por
fiomeago legal ele.
Cerinico a vista dos autos de que se trata, que
deixando a viuva. de Jos Domingues de Castro,
de proseguir no inventario a que dou principio,
erdenou o juiz que se procedosse a aequestro e
deposito dos bens do casal, serviodo o deposita-
rio de inventarenle, em cumprlmenlo pois de
tal determinaco recauio o deposito uo suppli-
-cante e conseguinlemente tambem a nomeacao
de inrentariante, em cuja qualidade preslou ju-
rameato em quatorze de jultio de mil oito centes
e cmcoenla e nove.
CertiQco mais que das contas que prestou a
viuva invenUriante por seu procurador Joao Ha-
noel Botelho de Magalhea, consta ter siJo pago
o suppltcante da quantia doze contos de ris pro-
veniente de letras que lhedavia o casal.
O referido veraado, e aos proprios autos de
inveB*a*io me repollo.- v
Maftfnho, onze de fevereiro de mil oit cntus
c Sf-ssenta e um. __
Eu Haiiorajp S* owrivio qo* tubicrevi e
assigstf,O escrivao Honorato Sv
Illm. Sr.Sirva-sp \.S. ain*a mandar que o
dito escriroo Honorato S certIQque : se as or-
phas Oilias de Jos Domingues Caslrojyirafoies
^e doze ano os, foranr citadas em lUafcooi para o
inveotuio que aqui se estar fazendo : segundo,
se esses, orphaos nomearam procurador, e quem
foi e"ttfciiro so esse procurador respondeu por
clles os antosv jt -
Espera receber mare.
Maranfcao, treze defveTeiro'derntl oito eentos
e sosseuta e usa.Francisco Pereira da Silva
Hovaes.
Despocho.
Sim.Maranho, trez*de fevereiro da mil oito
contos c sessenta e um.- Barradas Junios.
Certifico em-visla dos-eutor de que se tr3U que
os orphaos filiios do fallecido Jos Domingues
Castro nao oiam citados esa Lisboa por sao ser
cumprida ali a precalotia que para essu Dm foi
dirigida, no entaoo os ditos intereisados consti-
tuirn! a Joaquim. Ribeiro da Cosa por ser pro-
curador, que subslabelocendo os poderes no Dr.
Antonio Joaquim Tavares, fallou esto que j era
curador delles tambem como seu advogalo no
mesmo inventario
O referido
foporto.
Marsoho, quiozode fevereiro de mil oito ce-
ios o sessenta e um. E en Honorato S; escrivao,
sobsetevi % a*3goe. O escririO. Honorato
S.
N. -4.'
instrumento dado e paosne em pubiiea foram
Recommendo-memaito a toda a sua resperta-
vel familia, da quem me assigno e deV. S. muito
okrigada e muito affeicoada amiga.Marta Clara'
de Salles e Cislro.
Numero nula o um, ris seis centos.
Pagou seis centos ris.
Maranho, desesseis de fevereiro de mil oito
centos e sessenta e um.Garca.
H
Carta n. 2335.
Maffaaho>6 de outobro de 1856.--II!mai fra.
D. Maria Clara de Salles e Castro.Lisboa.O
favor de V. Ese. de 13 de agosto, hoje detle Reo
de posse, e por elle vejo que V. Exc. passi sem
novidade eseus Qlhos, o que muito estimo e que
Ibes continusernpre um tal bem, par de todas
as felicidades.
Fleo orto do que me diz acerca das instruc-
ces que deu a seu mano para elle m'as trunsmit-
tir. e como elle nao esteja nesta oidade e sim na
Therezina, deverei esperar as suasordens a res-
pailo para serbm executadas ou por elle mesmo
ou por quem elle o ordenar, segundo a declara-
cao sua. Eunasmiohas cutas que lhe escrevi
pedi a V. Exc. que viesse quanto antes para ver
sua casa e cuidar nos inleresses do seu casal e de
seus lilhos, e que lhes prestara todos os mais
pequeos servigos quo podesse,; porm V. Exc.
aiola se nao digoou responder-ma e devo crer sem
duvida alguma quej deve estar de viagem para
esta cidade, salvo a querer tomar alguns nios
conselhos, de quem, pelo que vejo, muito inle-
ressa na su estada ahi, e nao se importa do
seu bem estar,, nem de seus filhos, pois a quere-
rem prestar-lhe servigos e seu finado marido
j deviam ter feito com que V. Exc. aqui estiba-
se e aecudisse s precisos urgentes de seu ca-
sal, para evitar as grandes despezss que se est
fazendo l e c,
O inventario do seu casal j est principiado,
j veadi a sumaca Parnahiba e a parte do pata-
cho Patriota e quatro escravos marinheiros, e
com o producto dessa venda e alguns reeebimen-
tos que se tem feito j se pagaram mais de dez
contos de ris que venciam juros de um e meio
por cont ao mez, porm nao posso continuar
na liquidaco de descripgao de tudo porque me
falta a sua presenga para ultimar estes negocios,
e mesmo para \r se conven man vefder os es-
cravos lodos que ainda existem, ou dar dinheiro
para pagamento dos credores do casal, .pois j
querera principiar a demanda-lo, porque j esto
pastados seis mezes dopos- do fallecimento de
sen marido, e nao querera esperar mais lempo
pelo seu embolso, eento j V. Exc. v que se
vo augmentando os sacrificios e entra ves que se
queriam evitar, e que tanto convlnha acabar com
difficuldades : dero dizer-lhe para' seu governo
que as vendas que fl foi de accordo com seu ma-
no, o tutor e o curador dos orphioi, e por isso
com a regularidade precisa em taes actos, appro-
vadas pelo juiz de orphaos. Devo dizer-lhe mais
qoe supposto eu muito resperte meu bom ami-
go e digno mano de V. Exc, o Illm. Sr. Dr. Sal-
les, esuasluzes, e saber que elle deposita ero
mim sua conQanga, e sf u mui digno pat; comtu-
do muito sent qaesujettasse raeus actos a suas
instrucges, porque assim deu-me Y. Exc, urna
prova do pouco conceilo que de mim faz, e que
sem duvida meus pasaos devoro ser vigiados, e
estoja o panno de amostra e o bom pagamento
dos pontos*ervigos j pbr mim prestados, e mui-
to peco a V. Exe. que se digne dispensar-me de
coiliuar a tratar de seus negoeios, pois en son: o
primeiro a confessar a minha inhabilidades para
bem delles cuidar, o sim devo entrega-Ios pes-
io a* mais habis e menos oceupadtrs'do que eu,
qeesou baslaWe pensionado com os meas mui-
los afazeres, e agora que eu vou eonhecendo o
motivos que tivetam of leve- campadre e amigos
deten marido, pata-nao aceitarem qvalquer
encargo que V. Eme. IheeqHiiettem confiar.
Sou com todo o respeito e considerago de V.
Exc.
G
Carian. 2361'
Maranho 20 de fevereiro de 1857.Ulrna. e
Exrua. Sra. D. Mria Clara de Salles e CaMro.
Muito respeilavel e presada senhora.Estimarei,
V. Etc. e seus dignos filhos gozem' perfit sau-
dee prosperas felicidados, pois o uxte cordeal-
mente iHe apefco.
A carta de v.ExO. por segunda via, (sem que
at hoj chegasse a primeira) de 18 de dezertbro
de 1856, recebida em 10 do correte pela Flor do
Mar; eslou de'posso della ; e'certo do todos os
seus comeados, vejo que ge-od digna toltsr to
cedo a'esta cidade, e por'isso quer qoe eu con-
lioue na gerencia de sua cas; e tambem que lhe
mande um esbogo db que- at Moj se tem prati-
cado nella, porcm nao mesetidb posslret cumprir
Barca nac
"fr^ltiWm: *ci-
ffSS*
ro que est eHlrofl Tfr'apromplaoao a escrip-
ia do casal, sem o qual neo- so pode pasear, eite
vence quiohento mil ris por anob, e tem par*
comida seisoeotos a quarenta ris por dia.
E\ poi, sdtaante est despeta que hoje posa
em sua casa > quanto ao isrveatario ella deve ser
acabado aqui, pels visto que onde o fallecido
eradomkilrario e to ha sua casa de eomnreroio, e
por-isso se faz necatsario qoe todas aUquidac6es
sejam feitas pelo juiz de orphios daata cidade,
aflra de dar-se pbr ultimo parlilhas a V. Exc,
como meeira e i seos lhos, o bom mandar di-
zarqoaes sao os escravos que quer paca sanqoi-
nho, assim coma para cada um de seus Qlhos.
Sua mana e meu fitho Joao Igoicio' chegaram
esta cidade 6 10 do correte, e flcaa-eons, assim
como os seos tres filhos e os ef ere vos ano ledos
aqui se acham tambem no gozo de1 be* dando e
s suas disposlgoes.
c rorno outra ved pedir a V.. Esc. que se
digne tomar alguma deliberagao para que *-
gocios- de sua casa passef para outra pessoa,
pois a mim me iraposeival cootiouar nelle, e
seu cunhado e irmao tambem dizem que neo se
podem ene irrogar delles.
Vejo que V. Exc. ainda contina desaffecta ao
Sr. Nevaos : este senhor mereca de V. Esc.
grandes agradecmentos, so V.Eie. nao esllvesse
to devotamente contra elle, poi crea que os
servigos qoe sempr prestou e est prestando sin
da ao seu casal mereca certa me o te grande lou-
vor da parte de V. Exo.,. q nao em recompensa
o odio deaabrido ; cerlaiiionte grande iafelioi-
dade que temos em sem pro desacatarmos os boos
e que nos prestad sCrtigbd-reaes, para incensar-
mos os*que sement nos qugrem deefniJlar, e
multas vezes fazem.a nossa completa desgfags ;
emfim mundo e vamos com elle : anda nuis,
seus filhos perderam um pai, pois se outro loase
o procedimento d V. Exc. para com este verda-
dero amigo, elles achariam outro que com 03
mesmos extremos de verda'deira amizade que
anda se lhe devota s cinzas'do seu bom amigo.
Sou com respeito de V. Exc.
Est conforme, e quanto se continha as di-
tas canjs pedidas por publica forma, que para
aqu fielmente fiz extrahir, e vai sem cousk que
duvida faga ou possa fazer.
Maranho 18 de fevereiro de 1861.
Est conforme e declaro que a carta de D. Ma-
ria Clara de Salles Castro ocha -se a sua assigna-
tura por mim tabellio reconhecid.
Maranho 18 de fevereiro de 1861.
E eu Jos Nunes de Souza Relford. tabellio
que o subscrovi e assigno em publico e razo.
Eslava o signal publico.
Em testemunho de ver Jado conferida e concer-
tada por mim tabellio Jos Nunes de Souza Bel-
fordC. escrfvo.Francisco Barroso ae Souza.
Eslava O sello.
ir. 5.
Instrumento dado e passado em publica forma
do oflicio de mim tabellio com o theor do que
abaizo se declara.
Carta.
Illm. Sr. Jo Maneel Botelho de Magalhies.
Lisboa 19 de malo de 1857.
Bespeitavel e illuslrissimo senhor.Depois da
minha ultima V. S. com dsta de.... do prximo
passado, rocebi a su prezada de 20 d" fevereiro
qual respondo.
No ere para esperar meaos lisongelrss as no-
tieias que to particularmente V. S. tem a bon-
dade dar dos meuj negocios, urna vez que a tenho
a graade fortuna de serem per V. 9. dirigidos.
Tejo com bastante prater que at aquella data
se haviam pago desoito contos oitocenlos o qua-
rente equatro mil duenlose vlnte e um reis, a
diversos credores o casal, e que apenas resta-
vam pagar, reis oilu contos pelo que V. S. diz
qae a nao remeltor d'aqui dinheiro ou o liquido
do seguro do Parnahiba no, ser necessario ven-
der alguns escravos. Al agora ainda nao foi
poseivel liquidar a indembisaga do segur, e
nem' mesmo fazer eu aqui o inventarlo do qoe
c tenho 1 1 Ora se isto instando eo quasi todos
os dias o estando presente que menos devo es-
quecer, quando se ultimariam taes liquidarles se
para ah fosse sem que as deixasse reguladas 1
Os afazeres do Sr. Franco oecupam-no por tal
forma- que nao possivel dar atteogo para estas
cousas
Eu j disso as minhas ultimas V. S. que en-
tenda se deviam vender para taes urgencias os
escravos, Manoel, Luiz, Benedicto, e agora acres-
cenlo a estes anda Izidoro-e Raymunda-.....
867
flrjr m
_tc*o.
_. Wa'PdedWl.
Polaca Rpimbta Ctili, fif* M&rseill, caVre'*1
d*T M
JtM ValM-, 500 satfcbs ,800 arrobad'dS *!.'
suoar.
Patacho dinamarquet Botilde, para o Rioda
Prota, cirregaTatt:
Amolim lr5os &C, 4S'betHcasco i.fWQ
e 23 Ibs. de assucar.
Brigue portuguez Relmpago-, pt Lisboa, caY-
CarvathoNofraelmiftC, rnelo de sola.
Brigoe ingles fayti, para Liverpool, carie'-'
garam :
Jaymes Ryder 4 C, 1,600 saceos 8,000 arroba*
de atsueaV.
Da.
Brigue inglez A/irtattt/ou, pera Liverpool, car
roMhif:
Patn Nash & C, 22 sacca, 133 arrobas rftflfr
bras de al goda o.
Brigoe portogeez Relmpago, para Lisboa1, ca*
renaram t
T. de Afqu je F., 20 sancas, 100 arrobas de as-
socar.
Jos"d Silva Loyo, 100' saceos; 500 arrobas de
atswoar
Brigue ingles Fairy, para Liverpool, oarre-
garam 1
/mesUyaer 4 C, 400 saceos com 2,000 arro-
bas assucar.
Barca americana Vtla-Franca, para o Canal,
carrgaram :
James Ryder 4 C, 630 saceos, 3,150 arrobas de
sesucar.
Beccbedoria de rendas ateraas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 t 18. 18:4HS88
dem do dia 19. ...... l:43o350
Pela aminirag.io'
. S ebkdc div
Porto.
sao e capitiodo*
proceder quanto
19:8499838
Consolado provincial.
ondtmento do dial a t8i 36 >56b7S
dem do dia 19....... 5-.641&469
42:1969744
a
MoYimento do porto.
................ i '
Nav'ws entrados no dia 19.
Rio de Janeiro20 dias, barca nacional Iris, de
309 toneladas caprto Jos Joaquim da Silva,
eqnipagem 14, em lastro ; a Arsoaga Hijo
4 C.
Liverpool83 d1as patacho inglez STary Block,
de 146 toneladas, capitn W. Roberlson, equi-
pagem 9, carga fazendas; a Southal Uellors
4C.
Navios sahidos no mesmo dia.
CanalBrigue siseo Salamander, capitoJ. N.
Holra. carga assucar.
demB^rca Bnernfense Malvina, capilo Philippe
Ide, carga assacar.
de'ef pr^vicia
te.?SoWK^w,ft8l!
. /+ Pet eat*#n se na doea prxima a mosma capitana am hiale
erimo eetadof, qu fot aclwde na eerOadotr Pas--
sarinhojj abandonado; quem sejulgar com di-
rert ao rMerido hiate hija de apdareer da mes-
ma capitana, com documento que prove sua
legitimidade, que Ihe'tr entregue, pagando as
dspezas ; e na jspparecendo no fim de tres das
ser vendflWouo|ismaO)chado.
Capitana do Porto de Pernamburo t*de abril
de 18617^
Joto rvepnwiceno Aires* Maciel,
Servlirdo de secretario.
Conaelho adnrinlstratlTo.
O conselhb admalstrativo, pira ferneofraento
do arsenal de guerra, tem de contratar os gneros
alimenticios para a companhia dos menores do
arsenal de guerra, durante os mezes de meio e ju-
trtio prximos vindouros
Pao de 4 oogas, bolacha, caf em grao, assucar
refinado de segando1 serte, maritelgs franceza.ch
hysson, carne verde, dita secca, teueinbo de Lis-
boa, feijao rfiulatinho ou preto, arroz do Mara-
nho, bacalho, aserte doce de Lisboa, vinagre
de dita; farinha de mandioca.
Quem qttfaer aefllratar taes gneros aereante
assuae pfopeetM eok carta fechada na secretaria
dO coaselho, s tO rora* da manhaa do dia 29 db
correte mea.
Sala das seseoet do referido coaselho, 19 de
abril de 1881.
z?eiio Josi Lamenha Lins,
Coronel presidente.
a/a-ondre gusto de Friai Tillar,
Mejor vogal serviodo de secrelatio.
Conselho administrativo.
O conselho ar>mini9trativi>, pata fornocimenlo
do arsenal de guerra, tem do comprar os objec-
los seguinles :
Para o fardamento do corpo de guarnigo da pro-
vincia da Parahiba.
1211 balees grandes lisos de metal amsrello.
383 ditos pequeos dte de dito.
84grosas de botos preto de osso.
153 pares de clcheles pretos.
600 varas* de brim da Russia.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente ai
suas pro postas esd carta foehada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manhaa do dia23 do
correte mez.
Sala das sossoea do conseibo administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 15 de
abril de 1881.
liento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de Friat Villar,
Major vogal serviodo de secretario.
G*ixa filial do banco do Brasil
Recife 15 de abril fe>UU. Antonio Coi
Miranda Leal.
Capitj
De orde:r
Porto se faz pub
atajea ao Upauealo da b ett dad jangadas, para
ae pravbae nao nava*, aaaMMa lugar ata m>-
badas os .atwdas para em barcario algas-.
Capitanndo Porte da Perneabuea 15 de abrnt
de 1861.Jlo Nepomuceno A. Maciel, samad
de secretarlo.
Novo Bauc de PrJrnarmbuca,
O novo lSBCOpegs, o dvidcndo
de 12&00 rjp&daoquo.
NOVO BANCO
a s s
| Cisterna hydro-
mtrica.
O nwo banco de Pernambuco centr>
mi a substituir ou a resgatar a nota*
de tu emiao de 10| e 20$ sem preju-
zo dos pc-Muidores poi* man dous meae
que bao de ndar em 9 de bwuo ero cor*
rente armo, em confornJrdrrJe do a riso
do ministerio da fazeuda de 51 de Ja-
neiro jrrimo e findo ette' pra^r> j po-
der' ter lugar a substituicao ou rel-
gate com odfeacotito nenlal e progreai-
?o de 10 por ceato por eada .mes.
Recife 9 de mareo de 1861. Os di-
rectores gerentes, Luiz Antonio Vreira,
Joao Ignacio de 'Medeiros Reg.
Pela wbdelegneia de polieia da freguezis de
Santo Antonio ienam-se recolhldos presos un
casa de detengo desde 7 do mez corrente por se-
rem encontrado as mas desta freguezia fra da-
hora, os pretos : Benedicto, que diz ser escravo
de Luiz Cario Coelho da Silva ; e Germapo, quo
diz ser escravo de Joo de tal Rallar : quem for
seus donos, queiram comparecer neste juizo para
o fim de pagaren) a respectiva multa municipal,
depois do que serem sollos. Recife 12 de abril
de 186l.-,Yillaga, subdelegado.
u n
o
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if
aS
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-> -J ~i m -a
si 9i S 3 s
K> -r=* -2o- oo i-
I
Francez,
S
ce
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inglez.
esfe sea mandado minuciosamente para que seo
digno procnradorahi'possa estar'sofaeto dalles-,
verdade eaoe proprios antosme-j e*a.faW-co a maionbrevidade:emutra-o*ca:
sio, podendo por&r qdanlo cerlilicar-lhe que
comoi recibironlos quetenho feito-dos devedo-
res do casal, a com a venda somonte da sumaca,
a metido-do patacho Patriota* e qbatro escravos
marinheiros, lenboj pago desoit contse qui-
renta e quatro mil duzetea e vfnt e um ris. e
fico contiuuiado a cuidar em satfazer os credo--
^:?e" 21^1? ** <* M'*yV* res com que ff recebend0, e.,pUr!nido mais, sen,,
de.ettsstari* pare salisraindmali'de oilb cona-
tos de ris, tutfena vier d'ahi dinheiro, ouo
abis se dertam.
Barbm-qirarrtttr este pntlic instrument do
publica forma viren, que no aunada Nascimen-
to de Nosso Seklrfor'rietate|hojhte mil oito
ceios e cinceenrV *^e,%e84cro do Mara-
otjao em. meu caite rio compareeem ps*4enle,
francisco Tereira da Silva Novaos,,qiaAseeeabe-
co e dou fu ser o proprio,e B0*eilae foi apra- 1856:
sentada urna carU.da.Dt Msria^GlaiUde-Salea e enviada 7xW
Castro, pedindo-me jue lha dsse ea publica* vtwnjala? Jfle
forma o theor da.mesma,.a bem assim-pela mes- eetr'pWeuYan'&r
mo. me foi apraaenudo o livro dacopjadois,4# O erro tabeu. i
castas, Bwueio onze dofatlecido Jo#, Do miagues cartas da Sd^^MH
Qaatro, podiudo-raa que Urna** lhedss*. esn curado por mim
RuUica. forma as caitas, estrictas, i. viuva- de l_W Aqui-,
opf*oju: Jo-TOo|iof uea,giiko, 4), J*arti7laraJ
iiAjf,",tr,r!lfv fv .videntomeote est-
ranV, deVenWsyt'trulr'o debrt1 db rfl'oito
centos eciucoenla e sete.
r O Sr. Jos Domingues fa;.
o UJl
Nao tenho a lamentar a entrega porque bem
vejo que foram para os celosos cuidados de um
amigo de seu pai, o meu resenlimenlo apenas
do medo e mais nada, porque nem urna carta me
diriga a tal respeito O Sr. Novaes me diz que
os dout mais velhas nao conhecem as letras I
Esta'informago me reselveu a fallar aqui com o
Sr. Franco e o capilo do Lusitana, para que de
accordo com V. S. e odar. Nevaos, tralar dos meios
de trazer tojos tres na volla do Lusitana, para
que eu osdeixe aqu n'um colteaio. Peco;, pois.
muite encarreciddmente a'V.'S d tornar effVc-
t&ro este-meu desojo, vindo com ellos urna mu-
lher que servir para vollar commigo. Eu es-
cravo igualmente ao meu compadre Gnimaraes
Caldas para me eslabelecer urna passagem m-
dica.
Confio, pois, que mereeerei de V. SI este era-
penho, sendo mais um grande obsequio que terei
de juntar a tantos que jA-sou devedera -suawa.-.
liosa dmiradb.
?...............................................al
De V, S., altala, muito abrigada e. venera-
dora, Marfa-eiafarde Salles Castro.
Post-Seriptum.Na caita de V. S. va urnas
lembranges para nien man, com distiaego daf.
no me. |
Lisboa. 22 de mao de 1857.
Reconhego a as9igoaturasupra.Marane 19
de Janeiro de 1861.
Eslava o sigoal publico.
Em testemunho de verdide.O tatielllso, Jos*
Nonos de Souri Belfort.
Est conforme ao proprio qrigioal que com es-
te entreguei ao apreaentaate.
Maranho, 19 de Janeiro de 1861.
Eu Jos Niiea de Souz Idlfosl,-. taitejlio que
o escrevi o oesigno em publico e raso.
Eslava o slgnal publico.
Em testemunho de verdade, conferido e con-
certado por mim tabellio,. Jos Nunes de Saoza
Belfort,
Eslava o seltd.
N. 6.
r. r '.. A-iivuncie.,
reloj.uizo. de orphaos desta cidade safar pu-
blico quo do drs 14, pelas 1 hora** drtnanha,
no leilo mercantil da cortetor Jos Joaquim da
Silva Conrado, e ba de arrematar, por quem mais
der e offerecer, urna sumaca denominada Par-
nahib.*, pertencente a o casal do tinado Jos Do-
raingues Cstroj de que geral e bastante procu-
rador ioo Manoel-Botelho de llagalhas, a qual
se acha encalliada na praia do Desterro, desta ci-
dade; oude pede ser vista por quem- a pretender.
AS'pesseaS' que nellv quirereni lancar podero
fazer comparecende para isso no lugar, da e hora
designados. j
Maranho, 8 de agosto de 1851.O socirao de
orphma, loo Perreu-a d*'Soaza.
(No Pblicait itaranhense a. 181 de 11' de
agosto dnlri;- pag-. 4f
n;7.
Annuncdo.-
Pelo juiro dos orphaos- desW- cidade, e com a
ag-gnaWir-ydo senborjulr, no leMbo-do agenie'f
Cooralrfltsade'aTPenieiar,1 dia sa%*bade
dveonreote'mea d*gstor depok dlrW hora*
da manh, o'palflWo*PatHaraiii e etguo e#era-'
vsjasmMriltetlitseMWBSDa^lMmo', BeoHeT, Jtra-
qalm) e Barwolcto, pertelfewits .a casal do flni'-
A noite clara, vento SE fresco e assim ama-
nbeceui.
0SC1LAC.VO DA HAR'.
Preamar as 1 i h. e 6' da manhaa, altura 5,6 p.
Baixamar as5 b. e 18' da tarde, altura 2,2 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 19 de
abril de 1891.
Romano STtrppL,
1" leneEnte.
Editaes.
id
32
482,000 por anno
331,500 por anno
204,009 por
202,000 por
atino
anne
d-Wd*
Domingues fallecen'KjKb abril de" ** Jas*BotWBa>#|g|W* .
H j,#< Ibt eat-ddtan a peaeuracao tuiliMaf Marat.neme n 191 d
ttflfo^d-lragitner.logt) a senhora i^******?**** -.
^P*W<*dor-u*n*k**m'M* mirftt4k idoneidade dos^adoreaiei
terrente anno.) "~ fe89So da junta jj*
oaibinando as
cam ar*tfo seu pro-
ia|jpna
_aVnbsut aatt* imtQtstt fteidtftflato dbdi
declara pafgot8:8)jat., e Idjem, do di. \9.
como' esc rere- seutotar T
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cumprimento do artigo 7. do regulameo-
to do coliegio dos orphaos de Sania Thereza e
ordem da Eim. Sr: presidente da provincia de 5
do corrente, manda fazer publico, que no dia 25
do mesmo mez, peraute a junta da fazenda da
mesma thesouraria, vo a praga, para serem r-
rematadae aquenf mais der a- renda dos precios
abaizo declarados, pertencentes ao patrimonio
dos ditos orphaos.
N. 1.Largo de Pedro II, se-
gundo andar...............
N. 1. Ra do Queimado,
loj........'................
N. 2.Ra do Imperador, so-
brado de dous andares eloja. 1:601,000 por anno
N. 4.Largo do Paraizo, so-
brado de dus andar e loj. 901,000 por ann
N. casa terrea.................
N.8.Ra Velha.casa terrea.
N. 9.Ra da Gloria, sobra-
do de um andar e leda.....1.001,000 por anno
N. 10.Ra daS. Goncale,
casa terrea....*.^.-.;......
N. 11.-*Ifta de .'- Gimo>tt
casa frrea................."
N. 12.Ra do Sebo, casa
terrea......................
N. 13.Ra dos Pires, casa
terree .,........___
N. 14 Ruar do Rbnrio da
Boa-vista, casa terrea, ....
N. 40.Roa ta Lapa,- 'casl>
terrea.,.......tii.......
N. 41.-"Rbad* Lapa, Casa
terrea...................... 182,000 por anno
N. 61.Ra da Cacimba, casa
terrea...................... 300,000 por anno
As arrematages sro feitas pot terrino de tres
anuos a contar do Io de julhfl- de 1861 a 30 da
junbo de 1864.
A* pessoasque se propusotem a estas arrema-
tages comparegam na sala das sessoes da mesma
jan*1 no dia acimadfeclaradb pelo mio di com-
petontemente habilitados na forma dos artigos
abaixo.
E part Wtsfar se rnrdD afiliar o presente e
publicar pWb Dinri;
SeerelTla da thesouraria provincial de Per-
nambuco^ dB^aBrlldfe"1891
O secretarlo
i rt-dmo- F d'A nmmeiof ao.
Art. 75 do regalamento da tbetouraria.Os
contractos de arremaiacode' renda, que impor-
tara em nrftnVSHlMinMPreis, ser* effcluadbe
ob a garanlidbaljusOadores, idneos, que' -
pham-Wnfil riritnrt"aicfaidedo Reclfg,'ao' n*-
nbs^W'd^leVntnl'V^'tlri^o-oulro sej noTb'rft-
mente abonado.
Artigos1 de'rtdiaitCni'interno da thesouraria.
AWift Os-fldtiafeentOt'cOrdproBatorios.das ha-
Wat^'tfo^aWerfirlanles.'eiJs qu5 n-vem^prbvt
aoreaenudpt os
181,008 pot anno
18.000 por anno
160,000 por anno
103,000 por anno
201,000 por anno
152,000 por anno
rgmgsprFTrTr
iiiaanegv,
i'dir*i8l .
em Pernaiiibuco.
Por ordem da directora e em cum-
primento do disposto no an. 4 do de
creto n. 2685 de 10 de novembro do
arinofiodo, vai -se proceder dentro de
prazo de 4 mezes a contar desta data, a
substituidlo das notas de 20$ da emissao
da mesma caxa.
Gaixa filial no Recie aos 20 de mar-
co de f8til.O secretario da directora
francisco Joao de Barros.
Conselhos de compras navaes.
Tendo de ser promovida a compra do material
da armada abaizo declarado, manda o conselho
facer publico, quo lera isso lugar em sessao de
28 do andante mez, mediante propostas receta-
das at as 14 horas da manhaa do mencionado
dia, acompanhadas das amostras dos objectos:
Pra os navios e arsenal.
Alvaiade 6 arrobas.
Para os navios.
Cascas de coco 100. cabo de manilha do 5, 6
e 7 pollegadas 3 pegas, lona ingleza estrella
pegas, piassava 60 molaos.
Para o arsenal.
Cebra de 8/0 em folha 4 lencoes.
Para-a companhia de apreudizes artfices.
Ta Hieres 6 duzias.
As condigoes para effectuar-se a compra sao
ha muito conhecidas pela pdbiicago.
Sala do conseibo de compras navaes de Per-
nambuco, em 17 de abril de 1861.
O secretario,
Afiandre Rodrigues dot Anjos.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguales :
Para a botica da colonia militar de Pimenteiras.
4 libras de gomma arbica em p.
16 libras de oevada limpa.
4 arrobas de assucar refinado.
16 libras* de flores de borragem.
8 garrafas de xarope de gomma arbica.
2 garrafas de xaropes de chicoria composlo.
6 garrafas de espirito de viriho.
4 Horas de agua de flor de larangeira.
2 ongas deextraeto gommoso de opis.
2 llbrttf do ether surphurico.
2 libras de ludano liquido de Sedrnham.
6 garrafas de violto Madeira branco.
6 ongas deuiniura de nosvomica.
6 fideos de magnesia d Henry.
12 caixas (fe seuafites.
12 garrafade oteo de Ruine.
6 garrafas de oleo de aniendoa doce.
2 ongas do'oleo de crolon tegliam.
1 libra de mercurio doce.
4 libras de ungento rosado compoeto.
2 libras de camphora*
4 garrafas-de' rob- ant-ty pliitilico de LiTecteur.
1 libra de tintura digenciana.
1 libra de tintura de mirra.
1 libra de-tintura de beijaim.
12" libras delinhaga em p.
1 libra de alcairo.
4 libras de ungento Eleme.
4 libras de bantta de porco.
8 libras de polpa de tamarindo.
12 vidrts de oppo-deldoch.
Cubras de lithar;a em gfo.
8 libras de pomruada de saturno.
4 libras de pommada alvissinia.
6 seringas de gomma elstica grandes com pipos
8 seringas dte gottma elstica pequeas com
pipos.
2 libras de flores de rosis.
' 8 libras de ios de linho.
6 ongas de chloroforao.
2 libras de sabao branco.
; 6 covados de flanella.
1 pedra de aliar.
1 sacca-rolha.
12 pennas de lapis. ,
1 grosa de pennas d'ago.
Tmts vasXlcas'malor emenor.
12 libras dt moslirda em p.
2 libras de pommada mercurial.
Pata acolbnia:de Pimenteiras'.-'
1 bsndeira graade'de Alele com armas impe-
rtaea.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPKEZ4 GERMANO.
3.* lterita da nssiarnatnra.
Sabbado 20 do correte.
CRANDE ESPECTCULO.
Subir scena peln primdira vez oeste theatro*
o magnifico drama em 5 actos, escripto em verso
pelo Sr. L. A. Bourgain, autor do Pedro-Seas,
Luiz de Gamoes, Casa-Maldicla e outros,
(HIOSTEIRO
Di
1
assumpto da opera do maestro Donizelti
DENOMINACAO DOS ACTOS.
1.O novi^o eo pogem.
2."O praio dado.
3.-A maldgo !
4.O Ihrtmo e o altar. -s
5."A expiago.
PERSONAGENS.
D. Alfonso I, rei de Castella... Thomaz.
Fernando, novigo.............. Germano.
Baltliazar, superior............ Nones.
D. Gaspar, valido............... Raymundo.
Primeiro fidaigo................ Vicente.
Segundo dte................... Valle.
iD. Leonor de Gusmao, a Pavo*-
rita........................... D. Manela.
Ignez, sua confidente......i..... D. Carmela.
Um pagem..................... Leite.
Darnaa, oavalleiros, pageos, guardas; fraire-
peregrinos.
Castella1340.
Os coros sao os mesmos da opera
8fc
brVtnrntg o 11
Afti' r/As 11
_______
8*01; wrrH
tagao, do aVHMI^^WHr^a^^i^or fW
HHB*s em car-
ra a
1 adriea para a mesma.
t'prfotaode'crdzparii esquife.
1 lampead depraga.
2 esorivajiioha. de Uto sendo, tuna grande e
oura pequea.
2-castigaee de latBo.
1 osodieiroOe cebra;ip*ra quarte),
_fiinnfM*ih ou cAttfi ifp
Quem qoiMpxMdMMes objactol apnesente ai
Suas propealM^ek^Irla5 fecMdl' fca secretarii
eihe, s i huas da inatilraa tfudla Wdn
O scenario do priffleirrr e qahito actos sao ne-
vos, pintados no Rio de Janeiro e aqui retocados
pelo hbil pintor oSr. Francisco Dortiellas.
O primeiro acto renresenta urna galera do con-
venio de Santiago de Compostella ; alcm da ga-
lera v-se as arvores e sepulturas db claustro.
O quinto acto,o claustro do mosleiro de Santia-
go. Noite deluar, cruzes, sepliuras, etc., etc.
V de um magnifico elTeito esta aceda, e a empre-
|za nada poupar para que aeja completa.
Terminar o espectculo com a nova comedia
eUTO acto.
feto tro Mitro e twrrffiniii
PfeRSONAGENS.
Antonio........................
Francisco......................
Ccispim......... <......,.*..,.
Marisnno
Sargento Cutilada,......;.......
Bernab..,.. .v.; '*.. .i..........
Isabel..........................
Bernarda, adela................
Coro de foirelroo, etc.
Comegar s 7 )4 horas.
Cimpos.
>alle.
Mendes.
Vicente.
Raymundo.
Lfite,
I). Aana Chave?.
D. Jesuiaa.
Domingo, 21 de abril de 1861-
kteclta cvtraavdinaria livre de as-
signatura.
Para satisfacer o pedido d grande
trttrrerO ctcpUsl^rt.
Subir fi scena a iclenle comedia-drama em
dous actos e um prologo martimo
Teraunir o eipectatulo com o espiriraojo en-
tre atto, executado pela Sra. D. Maaoela, D.Car-
mela e Sr1." Ray rtfotdu,,
1MB M (EArafits
I
I
.tlriti, ckriit dVia^k ingtez
of te Saltan,
viagem de
precisa
de eoase
pera- ^^^^&V^ir\
abril de 186. '
(llar

em carlai
*ofr%-
la raet .-,
i'fcitoe olfMfcpegOlr^lie irj^doteri^lMittala
natario Thomaz de A^uino Fonseca,


fft
=

i i
oimDmwMMWwmiuutmmmmootmu

]'sa, tioosolos d pedra, um
outra dita, megas elsticas,
O btine na.-' I e sigue pa-
ri oRIO^ftiAiflHpB|lprtvcliBntQ no da
20do crrante, rec i'os lsenle ees-
eraros: treli-se na rea da Croz n. 45 ou coa o
cariti a bordo.
Navegaco costeira a vapor.
Parabiba, Ao Grande do Nortaf"
rJHBMrf***?e Geara
>p*risgiaras, gnrimandante Moreira,
nnV^psttPdB ponos do norte at o Cear no
dia 22 do correnle rnez. Recebe carga at o dia
SO ao meto da. Eocommendas, passageiros e
dioheiro a frete si o dia da sabida aa 2 horas
escriptorio rto Forte do Mlto n. i.
I Passageiros para Marselha.
RSegue para Marselha" at o fim do corrente mez
a veteira barca francea Franklin, s recebe
passageiros, para o quaes lera excelientea com-
modos.: a tratar com Basto & Lemos, ra do
Trapicha n. 15, ou com o espltao A. Bernard, rio
armezcados Srs. i. Mendibour, ra do Trapiche
Noto.
o velejro e bem conhecido migue nacional Con-
ceicio pretende seguir com muila brevidade, s
recebe passageiros e escravos a frete, para os
quaes tem excelientea commodos : traia-se com
os spus consignatarios Azevedo & Mendes, no seu
escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para a Baha. *
A sumaca nacional a Hortencia pretende se-
guir com muila brevidade. tero parte do seu car-
regamento prompto : para o resto que lhe falta,
trata-se com os seus consignatarios Azevedo &
Vendes, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
rERNAMBUGANA
M
Navegado costeira a vapw
O vapor Persinunga, eommandtnte Moura,
segu para os portos do sul de aua escala no dia
0 do corrente mez a 4 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 19 ao meio dia. Pas-
sageiros e dioheiro i frete at o dia da sahida s
2 horas. Escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
Rio de Janeiro
Sahira* bremente a linda e veleira
barca nacional IRIS, recebe carga a
frete e passageiros : a tratar com os
consignatarios Ai anaga Hijo & C, ra
do Trapiche n. 6.
Leiloes.
LEILAO
DE
2 casas terreas.
Terca-fera 23 do corrente.
Antuoes far leitie-em seu armazem na ra
do Imperador n. 75. de 2 casas terreas, urna sita
na ra do Padre Florisno n. 14 com 2 salas, 2
quarlos, cosinha, quintal murado e cacimba, e
outra sita na ra do Jardim o. 9, com os mes-
mos commodos e com porlo'para o fondo, no
.dia cima s 11 horas esa ponto.
LEILAO
Ao correr do martel lo.
DE
Dous cavallos e urna car-
roca da alfandega.
O agente Camargo fara' leilao per
corita e risco de quem pertencer dos ob-
jectos mencionados cima declarado, no
seu armazem na rui do Vigario n. 19,
as 11 horas em ponto: ^
lEUAO.
Seguda-feira 22 do corrente
s 11 horas em ponto.
O agente Cimargo fara' leilao por
mandado do Exm. Sr. Dr juiz* especial
do commercio, dosobjectos arrematados
por Ernesto Celestino de Mendonca,
eJ&S Flix da Rosa, na taberna da ra
do Rangel, dos objectos arrestados por
Ferreira t Martins a Antonio Bento de
Campos, que irao a leilao na mesma ta-
berna por conta dos mesmos arrema-
tantes.
<;reta-
rias> i appare&tofe de mesa,
obras de metal principe, pis-
tolas d revolver, un fico re
logto om msica, um pianftt,
cadeiras avulsas e muitosob-
jeetos que estaro patentes no
acto do leilao, na ra do Tra-
piche n. 4 segundo andar, as
10 horas em ponto.

do iKUtitt homeoia-
ta do Brasil.
Ouinta-feira 25 do corrente
ao correr do marte)lo com
lunch.
PELO AGENTE
awAiteo.
_ O agente Lamargo far ley
lao com autorisaco de unta
pessoa que i^ftnoif para
Eursjpa, |de urna excellente
moMlia d Jacaranda comme-
Quarta-feira 24 do corrente
as 11 horas em ponto.
DE
Urna casa el negro
em seu armazem
na ra do Vigario numero 19y
PELO AGENTE
O agente Camargo far lei-
lao por mandado do Exm. Sr
Dr. juiz do commercio e a re-
quer ment dos depositarios
e curadores da massa fallida
deJoaquim Luiz dos Santos
Villa-verde, de urna casa ter-
rea na ra Imperial n. 201,
com 25 palmos de frente e um
telheiro no fundo, com um
forno de padaria e soto, e
um escravo de nome Joaquina
pertncente tudo ao mesmo
fallido, que iro no menciona-
do dia s 11 horas em ponto,
no armazem cima indicado
miM
Segunda-feira 22 do corrente.
O agente Camargo fara' leilao na ra
do Rangel, por mandado do Exm. Sr.
Dr. juiz especial do commercio e a re-
querimento de Ferreira & Martins, da
armaco da taberna e mais pertences
pertencenfe a Antonio Bento de Cam-
pos, as 11 horas do dia em ponto.
Transferencia
DE
Leilao de carros.
Segunda-feira 22 do corrente
Costa Carvalho far leilao oo dia cima as 11
horas em ponto de dous carros promptos com ca-
vallos na cocheira da roa de Santo Amaro de-
fronte da casa do Sr. Dr. Sabino.
LSIUlB
Segunda-feira 22 do corrente.
O agente Camargo fara' leilao por
mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio a requerimento do cura-
dor fiscal e depositario do fallido Anto-
nio Jacmtho Pacheco, das dividas do
mesmo fallido, em seu armazem na ra
do Vigario n. 19, as 11 horas em ponto.
Os Srs. pretendentes poderSo entender-
se com o agente cima afirn de saberem
quaes o devedores e suas moradias.
LEILAO
Ao correr do martello.
Terca-foira 23 do corrente as
11 horas em ponto.
Com lunch.
O agente Camargo fara' leilao no dia
cima mencionado na tua Nova n. 36,
dos artigos seguintes englobado ou are-
talho, a vontade dos compradores, vist
serem de um fabrica de chapeos de sol
que o seu dono quer liquidar, indo tudo
sem limite, pelo seu dono querer re-'
rar-se no fim do corrente mez.
Chapeos de sol de seda para humem.
Dito de panno para dito.
Dito de seda para senhora.
Dito de panno para dita.
Perfumaras diversas da melhor que
existe no mercado.
Bengalas,chicotes e artigos de miudezas
e o melhor que ha.
O agente cima pede aos seus amigos
e fregutzes e aos paes de familia que
nao deixem de Tr a grande pichincha
no dia terca-feira aa 11 horas do dia.
Na mesma occasiSo ira' urna excellente
burra para guardar dinheiro; assim co-
mo o appaielho do gazexistente nadita
casa com o sea competente registro,
podendo sercollocado em qualquer es-
tabelecimento sendoelleda companhia.
Avisos diversos.
Domingo, docorrent tas da m*>hi.!
ham sanio extraordinario* esusalho director.
Secretaria-da Asaaeiaci,o,Typograpbic* Per-
am bu cana 17 de'abril de 18*4.
J. Cesas*
1/ Secretario.
L -", Ar,D8 Bijo &C. taif tiente ao respei-
tarel corpo de commercio que desie oV do
corrente abril, associaram a aua casa commer-
cisl desla praca aos Sra. Maooel Onely, e Miauel
Valle, Ocaado este ultimo na gerencia da casa.
Aluga-se na Capooga Nw, quasi 4 nu.
gem do Capibaribe, um sitio eom urna bella ca-
sa e jardim : para Infermasoes na ra da Crujo.
33, armazem onde se rende sebo do Porto e rel-
ias de coroposico.
Roga-se ao Sr. Antonio do Rosario Padilha,
da Baha da Traigao, que ltimamente hegou
esta cidade no vapor Cruzeiro do Sul de vir
ruada Praia n. 29, a neg.o que lhe diz rea-
Deito.
Na ra da Imperatriz, padaria n. 41, existe
urna barrica com bacalho desde a semam pas-
sada : quem se julgar com directo i mesma, ap-
pareca que dando os signaes o pagando as deape-
zastbeaer eotregua.
:-$**
babriel Soares Rapozo da Cmara da- Si
Srante aua ausencia desta provioci tem #
coosliluido seu procurador para tratar de #
seus negocios ao Sr. Dr. Gabriel Alcldes f
9 Rapozo da Camr*,na ra da Aurora n. 78 O
*a
Anda existe um resto de barricas
de farinba de milho que se vende por
mdico preeo : no armazem de Mtheus
Aostin & C ra da Sanzala Velha nu-
mero 106.
f^Fugio no dia 2 demarco do cor-
rente auno, um escravo cabra de nome
Luiz, natural do Ico, provincia do Cea-
ra\ tendb os signaes seguintes : altura
regular, pouca barba, cheio do corpo,
ps grandes, com algumas cicatrizes no
rosto, e e' muito palavriidor : rogase a
todas as autoridades policiaes ou pessoas
particulares a aprehencSo do dito escra-
vo a entregar a seu senhor na ra do
Queimado n. 13, que sera* bem recom-
pensado,
Da-se pequeas quanlias sobre penhores de
ouro e prata, veuceodo cada pataca 40 rs. de ju-
ros por mez ; na Ponte Velha n. 10. ahi achara
com quem tratar, at a quanlia de lOff ou mais.
Hotel Trovador,
ra larga do Rosario n. 44.
O dono deste estabelecimento contina a for-
necer comidas para fra
Amorim Irmos fazem saber que Joo Hen-
riques de Freitas nao mais eopregdo de sua
casa desde o dia 9 de abril.
SOCIEDADE
IMIO BENEFICENTE
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
Em Pernumbuco.
Domingo 21 do correte havera scsso de as-
sembla geral para tratar de negocios urgentes,
por iseo convido os seohores socios a compare-
cerem na sala das sessoes is 10 toras da manha.
Secretaria da sociedade UnioBeneficenle dos
Artistas Selleiros em Pernamfcuco 17 de abril
de 1861.
Joao Jos Leite Guimarles.
1. secretario.
Fugio no dia 2 de setembro do
anno p. passado, o escravo Francisco,
mulato claro, com ida de de 30 annos
pouco mais ou menos, barbado, cabel-
los pretos aoellados, conduzio urna ma-
ca de ovelha etnVjue levou a roupa e
algum dinheiro, assim como um chapeo
de couro, e natural da villa do lpu'
provincia do Ceara' : roga-se aos capi-
tSes de campo, autoridades policiaes e
a qualquer pessoa a aprehensao do dito
escravo a entregar a seu senhor JoSo JO'
se de Carvalho Moraes Filho, na ra do
Queimado n. 13, que sera' bem recom-
pensado.
Cassino militar
Pernambucano.
A directora convida a todos os Srs.
socios para se reunir no arsenal de guer-
ra no domingo 21 do corrente as 11*
horas da manhaa, para negocio muito
urgente, resol vendo a directora com o
numero de socios que se reunirem.
Recite 20 de abril de 1861.Antonio
Villeia de C. Tavares, primeiro secre-
tario.
Na livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia piecisa-se fallar ao Sr.
Antonio Henriques de Miranda.
Pede-aa o senhor qoe indo a una loja na
ra do Crespo, larou por engao un* .panela que
estar em cima do balcao da mesma loja, bcJu-
aive o titulo de ora terreno de anarinha, parton-
ceoieaoSr. Pedro de Alcntara dos Guauciaa
WlWrnatarta dirigida ao-gr. syartndo
iWrallaia, podando entregar nesta typogra-
^>Wd.
Na ra Direita o. 76. vende-se
proprio para riagem, por terbom passo e
de bsixo a meio, tambern ae troca por ot
fizer conta.
o ca vallo
andar
outro, se
Liquidado
DE
miudezas baratas*
Ra larga do Rosario n. 36,
primeira loja junto da
botica.
Caixas de pos para denles a 100 rs.
Sabonetes bons a 160 rs. um.
Ditos ingiezes a 400 ra. um.
Mastos degrampas a 40 rs.
Carreteia de linha de 100 jardas, de cor e bran-
ca a 30 rs.
Carreteis de linha de 200 jardas, Alexanders, a
ou n
Luvas de seda perfeiUs a 500 ra.
DiU8 de seda com toque de mofo a 900 rs
Sapatiohoa de lia a 320, 400,500 e 600 rs
Groza de botoea para calca (de osso) a 240 rs.
Dita de ditos para dita (de ac) a 860 ra.
Dita de ditos de sellm para paleto! a 2}.
Bnfeites imperatriz de fita moho args a
39500.
Ditos de vidrilho a 38.
Pares de raeus para senhora a 240 rs.
Duzia de ditas para dita, finas, a 49. ,
Cartas de alflnetes, cabeca chata, a 240 rs.
Apparelhos de louca pintados para menina
I5OOO.
Ditos de dita dourados e praliados a 1|800.
Groza de botdes de louca para camisa a 200 rs
Dita de ditos de madreperola para camisa
Paran 4e iarros donrados a 2#. W. E
Ufj natra tordar a BfSOO s libra.
Eoafas mais miudezas como seiam : franjas,
fitas. Wcos, peotea, trancas, galoes, aaMlhos, e
oatr* muilos objtctoa que so Tenderlo barato
pus aeabar.
, Precisa-se de umeaixeiro que anteada d*
tabana, e que d fiador 1 aua conducta %m
v
DICCIONARIO POPULAR
PE
MEDICINA HOMEOPATHICA
Obra Indlspensiatvel dt soslfta as
pCSMoas qae ejaiEreatt curar ho-
meopatblcameate,
COHTSNbO?
i de/inio olara atoa Urmos de medicina: a
causas mait frequentet das molestias : os tymp-
tomas, porque tetas te fazem conhteer : ot me-
dieamentot ana melkor Ihts corrtspondem : a
quantidade das dses $ cada medicamento e
seut respectivos intervalos nos molestias agu-
das e chronicas: a hora da dia ou da noite,
em que os medicamentos desenvolvem melhor
saa aceda : a maneira de alternar ot medica-
mento! : a maneira de curar ot ncenenamen-
tos, as mordeduras de cobrat, focadas, tiros,
quedas, pancadas e fracturas t todas as mo-
lestia! conhecidoi, principalmente ai que gras-
lam no Brasil', qir nai pessoas livre, qur
nal escravas: ot toccorrot que te devem prei-
tar d mulher durante a prenket, na occasiao
do parto e depoii delle: ol euCiadoi que a
crianca reclama, quir logo depoit do nasci-
mento, qur durante a infancia: ot perigot d
que etlo sujeitot lodos os que tomam reme-
dio! allopalhicos: e muitoe outrot artigot de
vital intereses ; bem como urna deteripeo con-
cita, e em linguagem acommodada intelli-
gencia das pessoas etttranhae medicina, dos
orgot mais importantes, que entram na com-
posico do corpo humano, etc., efe., com duas
estampa!, urna mostrando qaanto pottivel lo-
dos os orgos internos, com a sua ezplicacao
phitiologica e outra mostrando as diffrenles
regioel abdomivaes. (A primeira colorida pa-
ra os senhores aitignanles.)
PE1.0 DOUTOR
SABINO OLEGARIO LUDGER0 PIMO.
O Diccionario Popular de medicina homeopa-
thica urna obra completa de homeopalbia, o
resultado da pratica dos homeopathas europeos,
americanos, particularmente dos Brasileiros, e
da minha propria experiencia ; ella satisfaz intei-
ramente os mdicos, que quizerem experimentar
ou exercer a nossa medicina ; e muito mais an-
da aos paes de familias, qur das cidades, qur
do campo, chefes de estabelecimento, capites de
navio, curas d'almas, etc., que por si mesmos
quizerem conhecer os prodigiosos effeitos da ho-
meopathia.
N. B. Tencionando o autor, aproveitando sua
viagem Europa,fazer imprimir all o Dicciona-
rio Popular tal qual o haria feito, aconleceu
que antea de acetar a publicado visse elle obras
mui modernas de medicina, abundantes de ideas
novas, e entlo resolreu mudar inteiramente o
pjand que haria concebido, e dar toda a expan-
sio e clareza a essa obra, de modo que tanto os
horneas versados na sciencia, como os que o do
sao, podessem tirar della o mximo proveito pos-
sivel, sem embargo de trazer-lhe isso um accres-
cirao de despeza de dous tercos mais do que gas-
tara, se publicasse a obra, como a principio li-
nha organisado.
O Diccionario Popular de Medicina Homeopa-
thica, como agora est composto ser sem duvi-
da a obra mais til de todas que se tem publica-
do. Ella constar de 3 volumes com 1,500 pa-
ginas pouco mais ou menos.
A assigoatura 15-5, pagos na occasiao de assig-
nar. (Depois de impresso custar 259.}
Acha-se igualmente em via de pnblica-
co a segunda edieco do
THESOURO HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha.
Esta nova ediccao em tudo superior pri-
meira, tanto no que diz respeilo disposigo das
materias, como no que relativo ao modo de ad-
ministrar as dses, ao estudo dos temperamentos,
s molestias hereditarias e contagiosas, a hygieo-
ne pratica, etc., etc. Com urna estampa demons-
trativa da continuidade do tubo intestinal deade
a bocea at o recto.
A asaigoatura de 88 pagos na occasiao de as-
signar, (depois de impresso custar 12$ pelo
menos.)
As pessoas que quizerem assignar urna e ou-
tra obra pagaro apenas 20$ em lugar de 23.
N. B. A assigoatura, qua nao for acompanhada
da reapectiva importancia, nao ser considerad!
como tal.
Assigna-se em casa do autor, roa de Santo A-
maro, Mundo NovoJ n. 6.
STAHL c.
RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR.
r Ra da Imperatriz numero 1 \
m (Outr'ora Aterro da Boa-Vista.)
| Retratos em todos es-
2 tyloa e taannos.
| Pintura ao natural em
1 oleo e aquarela.
Copias A daguerreo-
typo e outros arte-
factos.
2 \mbTotynos,
gPaisagens.

3
AUenco.
D. Mara Bernardina da Conceicao
Lima, vende psra pagamento dos ere-
dores de seu finado marido Antonio Ro-
drigue/*Linia, os predios : Um sobra-
d de 3 andares e sot5o n. 34 sito na
ra da Cruz, um dito de 2 andares e so-
t&o n. 42 sito na ra da Senzala-Velha,
um dito de 2 andares e sotao n. 8 sito
na travessa da Madre de Dos, um dito
de 1 andar e sotSo n. 24 sito no largo
dp Paraizo, duas casas terreas ns. 51 e
53 sita na ra da Queimado, urna dita
terrea n. 4 sita na rna da La^angera :
Os per tendentes podem dirigir-se ao Sr.
padre Jos Leite Pitta Ortigueira, ou ao
Sr. Augusto Ribeiro Lima Chalaca.
Arrenda-se o engeoho Ibura, distante do
Recite urna legoa e um qua rto, com boa casa de
vivenda, etc., veade-ae a safra criada, assim co-
mo boiada, vaccaa de leite, novilhoa e burros :
pessoa que pretender eala negocio se pWer di-
rigir a ra da Aurora, aobrado n. 82, primeiro
andar, onde encontrar com quem tratar.
. Um moco Portaguez, guarda-livros de una
casa commercial, disponOo de algum a a horas,
nellaase offerece para fazer alguma escripturacao
mercantil de qualquer eatabelecimento, aeja qaal
for o seu estado : quem necesaitar, deizar car-
U fachada nesta typographia sob as iniciaes D.
11. 35-Roa larga do Ragario-N. 35.
Acba-se reoentaroeote-'chegado nesta cidade
Francisco Jorge da Silva Paranhoa. dentista de
Lisboa, (discpulo do celebre Destrabada] lea a
honra de offerecer aos Ilustrados habitante! des-
ta cidade e seus suburbios os trabalhoa concer-
nenles & saa arte, que executa cora a maior de-
licadeza e perfeicb, limpa os denles anda os
3ue ae acham coa o taitaro mais inveterado, dan-
o-lhes alvura primitiva sem lho alterar o es-
malte, asaim como os Qstulados, aioda aquellas
desprezados por outros sem o maior soffrmeolo
do paciente, chumba com as maesas mais acre-
ditadas al hoje, colloca os artiOciaes tarrdmeta-
licos, incorruptiveis, e diaphanoa, assim como
acera e indireila os disformes, e separa os caria-
dos dos saos afirn de evitar-lhes o contagio.
Ama
Aluga-se urna preta que f$a todo o aervico de
urna pequea familia, tambera ae compra se con-
vier : a tratar na taberna grande da Soledad*.
Precisa-so saber onde existe nesta provin-
cia Mara Thereza, natural da ilba de S. Miguel,
freguezia de S. Vicente Ferreira, para negocio de
seu interesse, aonunciando oor este Diario.
Notice to members of the Br-
tish Cierks Prevident asso-
ciation.
A meeling of the above aseociation will be held
at lhe Rooums of the British library on mondey
22 inslant. '
By order,
Erd: In Recey Seck.
. Aluga-se a loja com arma co da casa da ra
Direita n. 87, propria para qualquer estabeleci-
mento, nao se olhando o prego : a tratar na loja
da ra do Queimado n. 46.
Offerece-ae um menino porluguez de 13 an-
nos deidade, para caixeiro de loja de fazeodas, o
qual j tsai pralica do negocio e dd Dador sua
conducta : quem precisar dirija-se qo becco Lar-
go n. 6.
-- Aluga-se duas casas novamente acabadas
em armazem coro grandes quintaes com telheiros,
tendo urna camboa no fundo, para commodidade
de qualquer ofllcioa ou padaria, sita na ra Im-
perial ns. 160 e 162 : a tratar na ra Direita nu-
mero 84.
Precisa-se de urna ama para casa de pe-
quea familia : na ra do Hospicio n. 62.
Ama de leite.
Aluga-se urna escrava com excellente leite :
na ra da Cadeia do Recite n. 46.
Jop Hentijues de Freitas, subdito porlu-
guez, retira-se para Lisboa no primeiro navio.
Protesto.
D. Anna Mara Theodora Pereira Duro, vuva
do flnado Luiz Eloy Duro, seus filhos e georo.
previnem ao publico de que protestara contra
qualquer venda ou hypotheca as casas sitas na
ra da Cruz ns. 37 e 45, por se acharem as mes-
mas em litigio contra os herdeiros da fallecida
Felicia Antonia de Amorim e outros, e islo desde
1824, sendo que a causa corre pela 1.a varado
civel desta mesma cidade (escrivao Baplista) e
pelo que sem seu consentimento e mais herdei-
ros se faca negocio algum sob pena de nullidade.
Alugam-se effectivamente pretas para ven-
der na ra ; a tratar na ra da Senzala Velha n.
36, primeiro andar.
Precisa-se de um criado bom para o servi-
co de casa de hornera solleiro ; paga-se bem : na
ra das Cruzes n. 2, esquina.
Precisa-se de um menino de 14 a 15 annos
e mais, que d fiador a sua conducta : na loja de
chapeos da ra Direita n. 61.
Quem liver para vender duas escravas mo-
cas de bonitas figuras, que saibam bem pregar
urna senhora, cosereengommar; dirjase a ra
do Queimado n. 31.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite, preerindo-se
urna que seja desempedida ; na ra Augusta, ca-
sa terrea n. 84.
E'chegado praca da Boa-Vista, loja de
cera n. 9, vindo de Lisboa pelo brigue Relm-
pago, um completo sortimento de bogias das
melbores que vem a este mercado.
Hoje sxta-feira, 19 de abril, pelaa 11 ho-
ras da manhia, na casa da audiencia do juizo de
orphos, ser a ultima praca da arrematacao do
sobrado da rna da Guia n. 53, no estado era que
se achar, por 5.200, por execuco contra Joao
Alhanasio Dias.
Quem tiver urna casa terrea ou sobrado de
um andar com bom> quintal e commodos para
urna familia, que nao pequea, para vender,
pode procurar no caes do Ramos n. 32, que se
dir quem compra.
Precisa-se de urna mulher nortugueza para
ama de ama casa de pouca familia, que saiba co-
ziohsr eengommar ; a tratar na ra de Apollo
n. 1, primeiro andar.
Joo Duarte de Macedo, Portuguez, vai
Europa.
Hudnca.
Mana Joaquir/a de Sant'Anna, florista, mora-
dora na ra do Queimado n. 2, terceiro andar,
faz sciente aos senhores armadores e ao publico,
que se acha morando na ra da Roda n. 48, so-
brado de um andar, onde contina em seus tra-
balhos de flores, bolos e adornos para aa se-
nhoras.
Pede-se ao Sr. J. M. de A. L, esludante do
5. aono, que leoha a bondade de vir pagar o que
deve na ra dos Pires n. 34, do contrario ver
seu nome por extenso.
Na ra das Aguas-Verdes n. 100, engom-
ma-se com toda a perfeicio ; adverte-ae pes-
soas que quizerem mandar engommar na dita
casa, que s se recebe roupa lavada.
PILLAS PAULISTANAS
Em duas caixat i. 1 e 2.
A facilidade com que esta maravilhosa medi-
cina effectua prodigiosos curativos em quasi
todas as especies de enfermidades (vejam at
felicitacts publicadas pelos jornaesj a fazer
recommendavel e preferivel a todas e quaesquer
outras.
Pode-so viajar exposto as inclemencias do
lempo, pode-se trabalhar e comer o que se ape-
tecer, sem que por isso se siota seus efficazes
effeitos.
A composico de minhas pHuas nicamente
de plantas e raizes colhidas nos campea e mattos
da provincia de S. Paulo, nio entra mercurio
(que faz a base de muilas outros punas) e nio
exijo oem dieta nem resguardo.
Para informaedes ou encommendas pode-se
dirigir meu correspondente, ra do Parto n.
19, Rio de JaneiroC. P. Etcheiom.
Sendo presentemente
Santos Vieira o nico garanti-
do!" de bilhetes de Iberia, os
quaes sao rubricados com tin-
ta de i to prensa, os que nao
forem vendidos com a sua
firma devem ser considerados
como um taco armado a boa
fe dos Incautos.
SOOIDAK BANCABU
iiihcacees e compra de
terrenos.
O abaixo asaigado tendo distribuido bom nu-
mero de prospectos MAfJ^B socledade nestes
ltimos dous metes-, oiga qe aa pessois que os
tem recibido tiveram tempe suficiente de os lr,
e poder aprelar aa vanta^na diversas nelles ex-
peodidas coro a devfda clareza que1 o asSumpto
exhje; portento convida as numerosas pessoas
qne lhe disseram desejarem coadjuva-lo com suaa
iubscrpeoes, levar a effeito e por em andamen-
to esta grande e benfica empreza, at remetie-
ren) ot ttulos de subscripto da maneira indica-
da na circular, que junta ao dito Ululo acompa-
eha cada prospecto.
DeverSo dirigir-lhe debaxo de subscripto, ra
do Crespo n. 4 loja, do l* de abril em diante.
Tendo-se a presentado rauilos danos de Ierre-
nos para, com o valor d'elles entrar na formaco
do capital da sociedade, torna-se necessario que
os socios que querem entrar com dinheiro na for-
maco do capital, mandem o mais breve possivel
seus ttulos de subacripeo na indicada forma,
fim de se poder fazor os devidosassenlameotos.
Assim como J o dissemos no prospecto, nao
ha qnem nao possa subscrever para to til em-
preza, vista da facilidade que ella d para rea-
lisar o pagamento das dez prestares, que forma-
ro o total daa subscripcoes de cada socio. Basta
pagar dez mil res todos os dous raezes para com-
pletar em vinte mezes urna subscripto de cem
mil ris.
Qrjalriuer artista, carpina, pedreiro, ferreiro,
carroceiro, ou outro emprego, dexaodo de parte
um dia de servico por semana de 2$500, em 40
semanas completa o pagamento d'uma subscrp-
Qo de 100a, e em 80 semanas urna subscripto
ae 2005. Este pequeo capital formado de eco-
, nomias e sem se sentir ser um fundo de previ-
I dencia que n'um caso de acdente ou de molestia
poder-Ihes- ha ser o'um grande soccorro.
O abaixo assignado tem ouvido muita gente boa
1 louvsr e gabar o projecto da empreza, mas que
era apreaentada em m occasiao, visto o mo es-
tado dos negocios em geral e a falta que se sent
de dinbeiro na praca. Tudo isto verdade, mas
a crine actual ha de (er seu termo, o lado ha do
tornar ao seu estado normal. O resultado das
transaceoes desesperadas com jaros del 1)2 a 3
por centu ao mer, ha de ser o reactivo que ha de
precipitar a volta do equilibrio geral.
No entretanto de interesse capital da socie-
dade por elle projectada, que os que querem fa-
zer parte della e reconhecem as vaotagans que a
mesma poder offerecer, se apressem subscre-
ver aliro de que, depois de fundada e m exerci-
cio, possa aproveitar aioda a occasiao de comprar
terrenos, madeiras, materiaes de toda especie,
mesmo casas, por precos muito abaixo dos valo-
res pagos em tempos de regalar andamento do
negocio em geral; podendo comprar aos precos
actuaes, desde j os socios tem a certeza de que
seus capites poderio dar grandes benicios so-
ciedade, se ella liver predios promptos a vender
ou a alugar, logo que a crise houver passado, e
que tudo lome a seu estado normal.
Para apromptar tudo o que a empreza precisa
para se por em plena aeco e andamento sao pre-
cisos 9 a 12 mezes ; portaoto ha urgencia em rea-
lisar qaanto antes os primeiros 250 contos de ris
do seu capital.
As subscripcei qoe o abaixo assignado pede
sao para formar urna sociedade que todos reco-
nhecem offerecer grandes vantagens a seus socios
e ao paiz; portaoto ella nao precisa d'oulra re-
commendaco alm dessaa.
Se fosse urna subscripto em favor d'este ou
d'aquelle estabelecimento pi ou decaridade pu-
blica, o abaixo assignado reconhece que tanto
aqu como em qualquer outra parto do mundo,
muito importa para o bom exilo que as subscrip-
coes sejam pessoalmente apresentadas pelaa pes-
sosa mais influentes, mais consideradas e mais
elevadas da localidade. N'este ultimo caso, o
amor proprio estimulado; tal que teccionava
subscrever lOg, -20$, 309, por lhe ser pedido por
urna commisso composla d'este, d'aquelle e
d'aquelle outro grande da trra ou capitalista,
subscreve logo 100$, 200$, 300$, no caso de subs-
cripro para urna sociedade commercial ou in-
dustrial, o caso mui differeote s se subscreve
para esta, com toda a circumspecco, calma e re-
flexo, e sobretudo com a f de receber bons di-
videndos, s assim que o. abaixo assignado
espera ver realisar a sua grande empreza que pro-
raette Irabalho cerlo e continuo a muitaa cente-
nas de psis de familia artistas, operarios, obrei-
ros e aprendizes de todos.os ramos de oficinas,
que deilaro na circulaco commercial d'esta
Draga muitas centenas de cootos de ris no cor-
rer do anno, que a nao ser esta empreza dormi-
ran! aferrolhados ou empregados em outros ne-
gocios, que nao atliogem as classes dos artistas
o operarios ou obreiros diversos que a empreza
occuoar diariamente.
E' com a alavanca poderosa da unio e asso-
ciago do pequeo ao grande capital que esta e
outras grandes emprezas de utilidade publica e
privada podero realiaar-ae nesta praca, sem ser
preciso o soccorro dos amestradoa capitalistas
das outras pracas do imperio, sem o qual nao se
realisaria cm 1852 ou o primeiro banco em Per-
nambuco. E' verdade que de 1853 para c tem
apparecido e tem feito algum progresso o espiri-
to d'associaco, porra nicamente para transac-
<5es bancanaa e de descontos. Estas nao tslen-
dem sua benfica influencia s classes mecnica*
e laboriosas, como a eslender a sociedade em
commandita para compra de terrenos e edica-
coes de casas, etc.
F. M. Uuprat.
Peroambuco, 30 de margo de 1861.
ti
itocasn-se ateos grandes armaeens
narua> Cqscardia, com propendes
offiacntes para um grande estabeleci-
monto de qualquer qualidade que seja:
a tratar-com Almeida Gomes, Alvet A
C.,jraidaCruz.
Companhia
Os senhores socios commanditarios sao convi-
dados* comparecer aabbadoSOdo crrante is 11
hars do da, na sala da Aasociacito Commercial,
praca do Corpo Sanio, afirn de lh<* aerto piten,
ios1 taWrabalhoe das dous. semestre* detorridos.
Re*ifslde*riidel8M.
l2
LU
\sAeS\
fgfi^\ <^r^ aasasjK
* )kW HsV vm
(mobio) ^
&*> w^^ai*!
o ...... o o
'^^^a^^Hmanr
i
3~Roa estreita do Rosario3
Francisco Pinto Uxorio continua a col-
locar denles arlificiaea tanto por meio de
molas como pela prsalo do ar, nao re-
cebe paga alguma sea que aa obras nao
tiquea a ventado de se is donos, tem pos
e outras preparaooes aa maia acreditadas
para conservaco da bocea.
999
fiTTiTBHWlffi.
Fernando Garzolli, relojoeiro da ra do Rangel
n. 20, rege a* peasoaa que tiverem em sua mo-
relogioa para concertar muito lempo, o favor
de virem buaca-los dentro do prazo de 30 dias, a
contar desta data, prevenindo tambera a pessoas
que teern feito troca de relogios, deixaado sig-
nal, que. se no prazo referido oa nio forem bus-
car, ser reputado nullo qualquer negocio feito.
e nenbom direito haver d reclamarem: rog*
junUmente, s pessoas que. tiverem objecloa de'
ouro em.sua nao sem juro alguna, o favor de vi-
rom relira-loa no prazo cima indicado, do con-
trario serio vendidos pela importancia do que se
acharem a dever. Recite 10 de abril de 1861.
AUenco.
Na ra do Rnnl n. 73," ha ama pesio
fe
ue se
o. ou-
offereee par tirar qualquer copia, tra
feter qualq*er'eertaMcio, por mais Jftfcil e-
Amorim, Frago^SatttO!sJ^-"-'*^,-*,'5," ""rtM*-
lnaneiore correspondencSas, qualquer que
sea objecto reqorimeOtei para o presl-
danU da provincia, p%rk,9M? olro^rador, as-
aeakMas geral e prtMStrav, iheaoorarirt. e fi-
nalmente srs qnalflfiwr- reprtteio oa stacjio
pobhca ; premettendo-se todo fogredoqe por
ventura emande natareza do negocio, e nio s
levando a enar paga pelo reactivo .trabkftio.
se liHlo.ti*o f Wpttmado coa fceviasde*


d*nm HmKtnv^niMmtM&im** vm**

m
i?.
A
w

' Hoscoso da consultas todos os das pe maihaa.'e de lardedepois de 4
horas. Conlrau partidos para curar annnalmente, nao sopara acidado, como para o engenhos
u outras propiedades ruraes.
amados devam ser dirigidos i sua casa at s 10 horas da manhaa e em caso
de urgencia outra qutlquer horado da ou da noite, sendo por escriptoem que se declare)
o ooxm da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Moa caios que nao orem da urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recite po-
dero remetter saus Mneles botica do Sr. J. Sounn & C. na -na da Cruz, oh i leja da
aivros do Sr. Jos Nogueira de Soasa lia ra do Crespo ao p da poete velha.
Nessa loja e na casa do annuncianteachar-s^-n constantemente os melhores medica-
mattlos homeopathieos j bom conhocidos e pelos presos segnintes:
Botica de ii tabos grandes....., .
Dita de 24 ditos........:.......,
Dita de 16 ditos......'......., .
Dita da 48 dttbs. ,............... 25*000
Dita de ditos. .IL .*> ......... 305000
Tubos avulsos cada ajm.........: ;
Fraseos de tinturas. ; :....._ ..... .
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
ducido m portuguez, eom o diccionario dos termos
de medicina, erurgia etc.. etc........20*000
Medicina domesticado Dr. Hering, com diccionario. 109000
Rpartorio do Dr. Mello Meraes......... 6900
5fi
CH.
10O0
159000
209000
11000
2000
i* ai 10 horas
38S I
mokttiai das muimm, metolUt itu erian-
fias, molesHt da pille, mofe ateas dos oi/uw, o-
erffai syphiUtieai, todas at mpeiu d, febres,
febre intermitientes i suas consequeneias,
PHAKMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA.
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
Earados som todas as cautelas necessarias. in-
illiTeis em seus edeiios, tanto em tintara, como
em glbulos, pelos presos maia commodos pos-
sItTs.
. N..B. Os medicamentos do Dr. Sabino alo
nicamente Tendidos em sua pharmacia ; todos
qu o forem lora della sio falsas.
Todas as cirteirss sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavraa : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico braaileiro. Este emblema posto
igualmente na lista doa medicamentos que se pe-
de. As carteiras que Dio levarem esse impresso
aasim marcado, embora tenham na tampa o no-
mo do Dr. Sabino sao falsos.

M
ARMAZEM PROGRESSO
DE

em caiaa com 14 a 15 libras vende-se nicamente no Pro-
Largo da Penlta
O proprietario deste armazem par-
ticipa aos seus numerosos (reguezes assim como aos Sr?. amigos do bom e barato que se acha com
um grande sortimeuto de gneros os melhores que tem rindo a este mercado e por ser parte delles
vindos porconta propria, vende-os por menos do que em outra qualquer parte.
Manteiga ingVexa perleUamenle flor. soo nbr., e m b-
rril se far algum abatimento.
lattteiga raiieeia a mais nova que na no melado vende-se a 720 rs. a libra.
Cha pe rola. \vy son e preto 08 melhores ha neste genero a 29500,25 e
1#600 rs. a libra.
\| Ti CIJOS uameilgOS chegados neste ultimo vapor de Europa 1600 rs., em por-
cao se far algum abatimento.
"*"J 18SJ recentemente chegado e de superior qualidade vende-se a 640 rs. a
libra.
^* l?*a oa melhores que tem vindo a este mercado por serem muito frescaes e de
boa qualidade a 640 rs. a libra e inteiro se far algum abatimento.
CaixAllhaS eOlkl UHia e AuaS WbraS elegantemente enfeitad.. contendo
diSerentes qualidadesde confeitos, amendoas cobertas, paslilnas etc., etc., o que ba mais
proprio para mimo a 19 cada urna,
Passas multo novas
gresso a 2$ cada urna.
l>OiaCUluua lnglClA a ma8 nova nUe ha no mercado, vende-se nicamente no ar-
mazem progresso a 39000 a barrica e a retalho a 240 rs. a libra.
iYmeiXaS raneezaS a 8Qn a ubraem porjose far lgum abaUmento.
wfcsMrBsatlfcda mpCTial d0 afamad0 Abreu, e de outros muitos fabricantes
Lisboa a 800 rs. a libra.
Latas eom bolaeulauas de soda vende.se
differentes qualidades. .
ViH Masa de tomate
libra.
PeTa8 SeeeaS em COndesas de 8 libras por 39500 a
Conservas franeezts e Inglezas
das em direitura a 800 rs. e frasco.
Metria, maearrao e talaarlm a m a 1bra e em as de um. .r-
roba por 89.
Palitos de dente UxaAos
Touelnno de Lisboa
e arroba a 9g.
rreSulllO muno novo vende-se para acabar a 400 rs. a libra.
%luOari^aS e paiOS 0 que ha de bom neste genero por serem muito novos a 560 rs.
a libra.
Banna de poreo retinada a mai8aiva,w pode haTer no mercado vend-.e.
480 rs. a libra e embarrila 400 ra.
Latas eom peixe de posta Drepmoe fla melh0T maMira-p088We, d..meiho-
res. qualidades de peiie que ha em Portugal a 19500 cada urna, assim como tem salmo e
laguslinha em latas menores a 900 rs., verdadeiros charutos suspiros e de outras muilaa
qualidades doa melhores fabricantes de Sao Feliz, ctiampaohe da* mais acreditadas marcas,
cerveja de ditas, marrasquino de zara, licor trance* de toda* as qualidades, azeite doce pu-
rificado a lg agarrafa, uozeea 320rs. a libra, ervilhas francezas, trocta em calda, azeitonaa
baratas e outros amito* (eneros que encontrarlo ludo de snoerior qualidade.
K
Dentista de Pars.
15 Ra Nova15
Frederic Gautier, cirurgiiodentista, faz
todas as operacoes da sna arla e colloea
dentes artificiaos, ludo eom a superiori-
dade e perfeico que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentifricios etc.
Aluga-se urna camarinhi na ra das Cru-
rea a. 4, por prac multocommedo : quem a pre-
tender, dirija-ie misma.
Luiz Connives Agr (a* ver a todos aspes*
aoa qu* sio devedoree coctvsira de carros f-
nebres que exiitio na ra do Imperador em um
armazem peiteneeate ao convento de S. Francis-
co, que tem utorisado aaSf.^ Leopord Bi artint Bibein ageoCtar cobra oca de ditas di-
vidas, qur araigavel, quer judicial ; e para que
naoaa chaloom a ignorancia,faz o presente avise.
Recife
Sao Francisco.
Limitada.
Al*; ow Mise a partid* doa trena ser rega-
lada pela
segurle
URO M39K9K *WCa_
Consultas medicas.
Instruccao particular.
O abalzo assignado legalmente habilitado ensi-
na latim e fiancez, em sua casa, a ultima da ra
da Santa Cruz voltando para a ra da Gloria. Na
mesma casa acha-se aberta... urna aula de geogrs-
phia, j bem freqoontada : o lente pessoa legal
e con veniente meo le habilitada, o aproveilamento
ser conseqnencia da frequeocia. \s pessoas que
se quizerem preparar para prestar ezame lo Cm
do anno corram matricular-se.
Luiz Emigdio Rodrigues Vianna.
de
cai-
cai-
em latas de 1 libra, a mais nova que ba no mercado a 900 rs. a
as mais novas que ha por serem vin-
em molhos com 20 macinhos por 200 rs.
o mais novo que ha no mercado a 320 rs. a libra em barril
deca
Gura certa das hydropesias.
as minbaa viagans pele centro das provincias de Veraambuco, de Sergipe e Alagoaa ora
empreado pelogoverno em pocas epidmicas, e ora wercendo a medicina em diversas localida-
des, fui experimentando as plastas do pato em muilaa molestias, administrando-aa em dses ho-
meopathicas com mais ou menos proveito, porm empre com certeza de que nao pjeiudtcava aos
moue doentes.
D'eotreo numero de molestias, que (tve de tratar, urna classe me mereceu muiU attenco
tanto pela frequeocia com que apparece, -cerno pela moUalidade que aprsenla. Esta Usae de
moleaUa a bydropeaU.
Tive de tratar de militas hydropesias, por todos os veioa conhocidos, mas os resultados nao
correas-ondiam a minhaespeotactiva; tendo porm conhecimeuto de ama planta, que havia produ-
duzido ooos resultados en alguna casos, tratei de esludar os seus effeitos e na verdade tive o pra-
zer de ver que ella usa especifico poderos* no curativo das hydropesiss.
Sendo pois as hydropesias, qur aetivae, qur pasias do numero das molestias mais terriveis
que affectam a nossa papulaco e q/ie grande numero de victimas ha feito em lodos os lempos,
julgo ter prestado um grande servico a humanidade com > descoberta de um agente tao poderoso,
qau neiAuma s vez me tem falhado, atada meamo nos caeos mais desesperados.
Ma ascitls [hydropeeia de ventre] coatumam extrabk o liquido por meio da puocgo ; mas o
liquido que se extrahe nao a causa da bydropesia, elle a coostitue ; a experiencia tem mostrado
3im a earaccio do liquido que eoaatitue a asciis um meio palliativo com o qual d-se em verda-
e altaos sllivio ao doente, mas a* empoiora o seu estado ; por quanto serapre ou quasi sempre o
liquido se roproduz com moflo maior rapidez, a razo directa das operacoes que ae repetem para
o extrahir.
Ouasi seeapre rascltl^ symptoaa da leseo de urna vicera do ventre particularmente do bs^o.
E* tao seguro o tratasaento das hy para appliea-lo com a coodtecio de nada rearopo caso de nao ficar doente carado, soja qual
fr o as estado; e como desojo -mee a efcacla deste remedio seje comprovado peto* mdicos ped
eo Illas. Sr. Dr. Sabino Olegario Ladgero Pinho, parsse prestar a inspeccionar os meus doentes.
ao que aonuio, e por cujo motivo lhe tributo o meu aiocero agradecimento.
Aasim sois quem se quizeraproveitar dos meoa fracos servias e digne de procurar-me em
miaba casa, ra da Roda n, 47, primeiro andar, oa no coosuilorio do Illm. Sr. Dr. Sabino.
JvU.Afau Tenorio.
'- I
to da* manufacturas ImpeTtaes de Vrauca,
ilenie funw acha-se depositado dirntame* W^^Ki
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por, 3^
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo receido um sortimento
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de ca-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de c ai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento
xinhas novas
No grande salSo da ra do Imperador
No grande salSo da ra do Imperador
No grande salaoda ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salaoda ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A.. W. Osborn, o retratista america.
no tem recentemente recebido um gran-
de e variado sortimento de caixas,qua.
dros, aparatos chinacos, e um grande
numero de objectos relativos a arte-
Como tambem um grande fornecimen-
to de caxas para retratos de 3j|000 rs-
cada um, as pessoas que desejarem ad-
quirir conhecimentos praticos na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condicoes muito
razoaveis.
Os cavallieirose sen horas sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem, os specimens do que
cima (lea anunciado.
Mudanza de esta-
belecimento.
Jos Horeira Lopes avisa aos seus amigos e
fregueses deela e de outras provincias, que mu-
deu o seu estabelecimento de fazendas que linha
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
leja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde tem o-mais completo e variado sortimento
de fazendas de todas aa qualidades para vender
em grosio e a retalho por presos muito baratos:
ra do Crespo, sobrado de 4 andares n. 13, e rus
do Imperador, oalr'ora rae do Collegio, sobrado
de nm andar n. 80.
J chegou o prompto al-
livio.
Bem como oa outros mediesmentos dos cele-
bres Dr. Radwey di C. de New-York. Acham-se
vend na ra da Imperatriz n. 12. Tambem
chegarem inslruccoes completos para se usarem
eatea romadisa contendo um indico onde se po-
de procurar a molestia que so deseia eurar os
quaes ae vendem a 1,000.
Agencia dos fabricantes americanos '
Grouver & Baker.
Machinas de coser : em casad a Samuel P.
Jobtton & C., ra da Senzalla Nova n. 52.
-.-Na livraria n. 6 e 8 da pra^a da
Independencia precisa-se fallar o Sr.
Ulissex Cokles Cavalcanti de Helio.
N'um engenho diatanta do Recite 6 legoss,
precisa-se de um moco aolteiro que tenha aa ha-
bilitscoes psra easinar com perfeicio aa linguas
portagaesa, fraacexa e launa ; e se a estes co-
nhedaasAtos lesoir os de musiese de piano, pa-
ra enainar; maior sari e asteando p quem o pre-
tender, dirija-ae ao ascrlptorio do Sr. OcUviano
de Soaza f rsaca, ma do Apollo a. 80, que acha-
ra cosa quem tratar.
- Precias-so de orna ame para coziahar para
asa psjasoa ; na ra do Trapicho n. 0, segund
Serioslsdas todos os dis pelo Dr. Cos-
me de S Pferelra no sea escriptorio, ras
da Cruz n. 53^desde s 6 at As 10 horas
da manhaa menos sos domingos sobre:
1." Molestias de olhos.
2." Molestias de corscioe de paito.
8.* Molestias dos orgaos da geracao e
do ahds.
O exame dos doentes ser feito na or-
dcmde suU entradas, comecando-se po-
rm por aquelles que soffrerem dos
olhos.
Ioslramentos chimicos, acsticos e p-
ticos serio empregados em auss consul-
ta;es e proceder com lodo rigor e pru-
dencia para obter certeza, oa ao menos
probabilidade sobre a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tfatamento que deve deslrui-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de aoa verdadeiraqualidade,
promptido em seus effeitos, e a necessi-
dade do seu emprego urgente que se usar
delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes todo e qualquer oper.-eso que
julgar conveniente para o restabeleci-
mento dos mesmos, para cujo flm se acha
prvido de urna completa coUec^ao de
instrumentos indispensavel ao medico
operador.
T*f rwmf rWi a***u-* raa rtift riiai r-aii ntrn t*t
r. Vllli.re esas' Imperial,
rm seu eslabslecirento ta ra do fcabug n. 18,
enmeiro andar, entrada p.elo pate" da matriz,
pem lindos alfinat de ouro de lei para colloca-
tem-se retratos. WoURmo estabelecimento ti-
rani-se letratos por
Ambrotypoe por melatnotypo
Sobre panno encerado, propTidf pata remette-
reav-fo deutfDde cartas.
Sobre malacachela ou talco, especises para a!-
flneies ou casaolelas.
o mesmo
es
CARMO, o qual se vaode por macos 4o g b^eloframos a 11000, e m porfi da ff
o sTdadoiTo papel de Jinlu para eigarrot.
tSZ-*-33s&._'
escravo proprio para todo o
------Jja>
a. U, esquina que volla para Podro.
b&m 5 Z o.S
w h o S> = &. e- eo < o
'AssignadoE. B. Braman,
Sunerintendente.
CONSULTORIO ESPECIAL
U0ME0PATUIC0
DO
DR. CASAAOVA,
30--Rna das Cruzcs-30
Neste consultorio tem sempre os mais
novse acreditados medicamentos pre-
parados em Paria (astinturas) por Ca-
te Han e Weber, por pregos razoaveis.
Os elemento dehomeopatbia obra.re-
commeadada intelligencia de qualquer
pessoa.
BaiSift{i6-aieftifiaic^-aiaBftaii3xi
O bacharel Joio Vicente da Silva Costa tem
o seu escriptorio do advogacia na ra do Raogel
n. 73, ultimo, sobrado esquerda, ao voltar para
ojpaieo da Penha.
A luga se a loja do sobrado da
ra da Imperatriz n. 38 : a tratar na
mesma ra n. 40.
Joaquim de Souza Ferreira retira-se para
Macei.
de um criado para servico de
; na ra da Matriz da Roa-Vista
Precisa-se
casa de familia
numero 24.
A mesa regedora
da irmaadade do Senhor Rom Jess das Dores,
em S.on;alo, do bairro da Boa-Vista, convida
a lodos os seus amadoa irmos por segunda vez
para compareceris no domingo 21 do correte
mes, pelas 9 horas da manhaa, que ter lugar a
eleicao da nova mesa que ha de reger em o an-
no de 1861 a 1862 : porlaoto roga a Vs. Ss. que
nio baja falta.O eacrivo actual,
Bento Franciscoda Cuoha.
_ Roga-se ao Sr. Iheaoureiro das loteras que
do pague o premio que por sorte sabir no meio
bilhete n. 1804 da quarta parte da quarta e pri-
meira da quinta lotera a beneficio da matriz de
'5. Pedro Marlyr da cidade de Olinda.
Pretende-se saber aoticis de Manoel Joa-
quim da Silva, lho de Joo Luiz da Silva, nas-
cidona fregaexia de Travancs, logar de Ortigosa,
bispado de Lsmego. em Portugal, foi estabeleci-
do na cidade do Recife por muitos annos eom
negocio de molhados. o consta que ba 10 ou 12
annos se retirou para o serlo, e que de nova-
saeate viera para esta cidade : roga-se a quem
poder dar alguma ioformacic, dirigir-so a Joa-
quim da Silva Castro, na ra do Crespo n. 8.
Jos Fernando de Almeida segu parea-
Europa com seu filbo Anselmo Femando de Al-
melde.
- Precisa-se de um menino de 14 a 16 annos i
para caiieiro, f oitaguaz oa Brasileiro, que d
Dador a sa conducta ; na ra do Rangel n. 9.
Vende-se urna preta de meia idade com
lodaa as habilidades neoeaaarisa para urna casa
de familia : quem pretender, diriia-se a ru Im-
penal n. 187.
Sevados gordos.
Vendem-ae sevados gordos; do Cbora-mtfni-
no, sitio da capel la n. 2.
Deaeja-se arrendar urna boa baixadeca-
pim ; ntfrua da Florentina, casa da esquina qu
volta para a ra de Santa Isabel.
A nadara do leao do norte, na rtta do Co-
Vof ello, precisa la um bom orneixo.
A SEMANA
IJLLISTRAIIA
J chegou at o n. 12
deste interessante jornal ra do Imperador n.
12, aonde se continua a receber assignaturas.
Precos trimestre...... 6$000
Semestre.............. 118000
Anno................. 18jf000
Os elogios que a .Semana Ilustrada, o pri-
meiro jornal illustrado do Brasil, tem merecido
de todos os jornaes da corle, sao a prova mais
cabal de seu merecimento.
Diz o Diario do Rio de Janeiro, de 20 de Ja-
neiro de 1861:
O ridendo castigat mores contina a ser obser-
vado com verdadeiro chiste pela Semana alus-
trada que tomou aquella seuleoija por maioris.
O n. 6 que acaba de publicar-se traz bonitos
arligos e espirituosas caricaturas, algumas de
applicaQio eleitoral.
Diz o Comi Mercantil, de 20 de Janeiro de
1861 :
Publicase fui. 6 da Semana Ilustrada; cuja
boa escolha dTartigos facetos e de espirituosas
caricaturas vai tornando esse pequeo peridico
muito bem aceito pelo publico.
Diz o Correioda Tarde, de 20 de Janeiro de
1861:
Comecou a ser deslribuido hoje o n. 6 da Se-
mana lllusirada contendo os seguintes artigos :
Escurso, Contos do Rio de Janeiro, Wagn,
Transparencias e a interessante novellaAs Faias
do Ouro de Paulo Feval.
Sabio adornado este numero de oito caricatu-
ras, cujo chiste e escolha as tornam dignas de
suas irmas nos nmeros antecedentes. Ha um
capitulo na vida fluminense, ou antes dous ca-
ptulosos theatros e aa modasda aleada im-
mediata da Semana alustrada, e que ella anda
nao quiz dar a 1er a seus assignanles.
Diz o Jornal do Commercio de 24 de fevereiro
de 1861 :
Nao me enganei quando em urna das minhas
primeiras chronicas, ao registrar o apparecimen-
to da Semana [Ilustrada, manifestei a confian-
za que me iospiravam os seus redactores, e as
animadoras esperanzas com que se recommenda-
va a dovb publicaco.
A Semana alustrada vai seguindo excellente
caminho, dirigida pelo bom gosto, pelo atticis-
mo, pela muito louvavel habilidade que a tem
feito e ha de faz-la escapar do mais perigoso
escolho que ameaca as publicares desse genero,
a afTenaa pessoal.
Nao ha um s numero da Semana alustrada
que deixe de mostrar-se interessante por algu-
ma ou algumas caricaturas espirituosas e bem
concebidas, que provocando o riso castigara abu-
sos que todos esto sentindo, vendo e lamen-
tando.
Artigos bem escriptos e bonitas poesas acom-
panham ss caricaturas, e augmentam o valor e
fazem avullar o merecimento dessa publicaco
hebdomadaria.
Abundam all as carapuras, isso verdade ; e
ha carapuras que servem a nuiles cabecas, que
o publico sua vontade tscolhe e designa ; cer-
to porm que a Semana alustrada anda nao
talhou manilesta e positivamente umascarapu-
ga para algum individuo em particular, e tem
portanlo sabido respeitar todas as consideraces.
Mas um peridico da ordem da Semana /7/us-
Irada exige grandes despezas. e coovm por coa-
sequencia que o publico o anime, e o arrime de
recursos concorrendo para elle com as suas as-
signaturas. .
Consta-me que a Semana alustrada tem tido
nm acolhimenio muito favoravel; mas preciso
que nao esfrie este ardor, que importa ao mea-
mo tempo um auxilio material e um auxilio mo-
ral, porque por um lado coacorre muito para li-
bertar os redactores do peridico de repelidos
sacrificios pecuniarios, e por outro os anima a
proseguir nesse trabalho com a certeza de ve-lo
apreciado e applaudido.
Aluga-se o primeiro andar e loja
do sobrado de 4 andares no be eco da
Boia ; a tratar na praca do Corpo San-
to n. 5.
Para urna casa
Retratos transparentes, offerecendo
retrato duas vistas,
urna em cores outra em prato o braaco.
Retratos a [oleo, de todos os lmannos at o
poni natural.
J. Praeger & C. mudaram seu
armasem da ra da Crus n. 17, para
a mesma ra n. 11.
LOTERA
A"ham se a venda os bilhetes e meios
da quarta parte da quarta e primeira
da quinta lotera a beneficio da matriz
de S. Pedro Martyr de Olinda, na the-
souraria das loteras ra do Queimado
numero 12, primeiro andar, e as to-
jas commissionadas na praca da Inde-
pendencia n. 22 do Sr. Santos Vieira,
ra Direita n. 3 botica do Sr.
Chagas, no Recife ra da Gadeia loja n.
45 dos Srs. Porto limaos. As rodas an-
darao impreteriveimente no dia 24 do
corrente e os premios serao pagos de-
pois da entreea das listas. O thesou-
reiro, Antonio Jos Rodrigues de Souza
JOIAS,
Joaquim Monleiro de Oliveira Guimares com
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos freguezes e ao publico em
geral.que se acha sortida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo acabar
com e negocio, est resolvido a vender mais ba-
rato do que em outra parte, garantindo as dites
obras, passando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obras velha?, pa-
gando o ouro por mais do que em outra parte, j
- Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, primeiro andar, continua-se a
Ungir com toda a perfeico para qualquer edr, e
o mais barato possivel.
Scolt Wilson & C., ra da Cmz n. 21, teem
para vender 200 folhas de cobre de 22 arrobas, e -
os pregos correspondentes.
Nova carlilha.
franceza.
Precisa-se de urna escrava que saiba engom-
mar, coser, e fazer todo o servido de urna casa
de pouca familia, e que seja fiel e diligente. Na
mesma casa preeisa-se de um eScravo para o ser-
vico do ceaioha : quem tirer pode dirigir-se
ra do Imperador n. 27 confronte a ordem ter-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, daa 9 horas da manhaa s 4 da tarde.
U. i. Leite, roga a seus deve-
dores que se dignem mandar pa-
gar seus dbitos na sua loja da*
ra do Queimado n. 10, en ten-
indose pata esse fim com o seu
procurador o Sr. Manoel Gomes
Leal.
-~0 bacharel WITRliVlO pode ser
procurado na ra Nova n. 23,primeiro
andar, do sobrado da esoaina jue volta
para a Gamboa do Carme.
Medico.
O Dr. Aosorko Alvares Guimares fax
publico que est residino na ra daCiiu
n. 2!, onde d consultas O pode a qual-
quer hora ser procurado para o eiercicio
de sua proOssao medica^j
CrvUo, p*"~*0
C, sacam qnal^ner ^lantia
sobre Lisboa, Port tlia de
SfMiguel: aanaSfloligara
n. 9, primeiro andar.
Acaba de sabir dos prelos desta typographia
urna nova edicio da carlilha ou compendio de-
doutrina christa, a mais completa dequantas se
tem impresso, por quanto abrange ludo quanto
contioha a antiga carlilha do tbbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescentando-se muitas-
oraces que aquellas nio tinham ; modo de a-
companhar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das testas mudaveis,
e eclypses desde o corrente anno at o de 1903,
seguida da folhinha ou Calendario para os mes--
mos annos. A bondade do papel e excellencia da
impresso, dio a esta edi;o da carlilha una
preferencia asss importante: vende-se nica-
mente na livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Aluga-se o terciro andar da casa da ra
da Imperatriz n. 47 ; a fallar no mesmo, das 9
h s da manhaa & 3 da larde.
ASSOCIACSO POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
Domingo 21 do correle haversessao ordina-
ria da assembla ge'al, os senhores socios cm dia
sao convidados a comparecer na sala das sesses,
pelas 10 lj2 horas da manhaa do referido dia,
afim de conhecerem como Ibes cumpre dos tra-
balhos do trimestre lindo.
Secretaria da Associaco Popular de Soccorrcs
Mutuos 15 de abril de 1861.
Joo Francisco Marques.
1." secretario.
Offerece-se um criado portuguez para todo
servico de urna casa ; a tratar na travessa do -
Peixoto n. 24.
Na audiensia do juizo de paz do 1." distric-
to da freguezia de Santo Aolooio no dia 19 do
corrente mez bao de ir sus praca para serem
arrematadas, a quem mais dj, 18 cadeiras, 2
bancas e urna mesa de meio de sala de abas, tu-
do de Jacaranda, e2 espelhos de parede, penho-
rados a Joaquim Theodoro Alves.
Na ra do Mondego n. 33. lava-se e en-
gomma-se com perfeijo e prego muito commo-
do, e alem deste com toda brevidade possivel.
Heias de linlio, finas, do
Porto.
Vendem-se na loja de ferragena da ra da Ca-
deia n. 44, por preQO favoravel.
Yende-se urna casa terrea com os commo-
dos seguintes : 4 quarlos, cozioha fra, boa ca-
cimba, porlao ao lado, com 300 palmos de fun-
do, uo fundo 4 mei-aguas fazendo frente em dua
ras; quem pretender, dirija-se ao lugar do
Campo Verde, ra do Socego n. 50, que se dir
quem vende.
Vendem-se ps de larangeiras de umligo e
da China, ps de sspoli, pagote, fructa-pio, lio:a
para cerca, e Outras qualidades de fructas; na
Ponte de L'cba, aitio da viuva Carroll; e tam-
bem vende-ae no mesmo sitio um boi de ra;a ia-
gleaa. r ;
E quasi degraca!
Vestidos brancos de cambraia bordados com 2
e 3 babados, fazeada muito superior, a 65 cada
um ; na roa Nova fl. 42, loja de Tertuliano Can-
dido Ramos dt C.
Aos amantes da moda.
Rico sortimento de oilarinhos de lioho dos
mais modernos goslos a 640 rs. cada um ; na ra
Nova n. 42, loja de Tertuliano Candido Ramos A
Companhia.
Vende-se urna escrava parda, de idade de
18 a 20 annos, bonita figura, a corjoleota, pti-
ma para o servico de casa, e tambem de ra ; o
motivo da venda se dir ao comprador : na ra
do Arago n. 15.
AMOrs.
o corado de lazinhas de quadros para vestidos,tuo
sempre vendeu-se a lj} ; na loja de Adriano &
Castro, ra do Crespo n. SO.
En abaiio assignado comprei o casco da co-
cheira da ra da Boda n. 45, Hvre e desembara-
zada, com todoa oa pertences, a mais 5 carallos
aelladoH : quem se achar direUo a mesmar
fcaja de snnunciar no prazc 1 tres das, a con-
tar da daU des
Joao da Cuoha Soares Guimares.
Jos Garrido Ferreira doa Santos vai ao Rio
de Janeiro. .
4tten#o.
Um 1 apaz solteiro precisa alugar ama sala, in-
dependente, ao bairro de Santo Antonio ; qaeaa
tiver o quior alagar, annuncie per oto jornal.





<*
Alug*-so 4ojf do sebeado di ra da Aurora,
a. 66; a tratar ro massaav ou na rua db*fibug
.11, lo* ^*

mam Mr m*tmi#.i*%uwwHm #i m*
Comprarse aewmaseulino de
12 a SO annos, cabras ou negros na ra da Impe- Jr/jS,
ratrix n. 11 t. ciBMtlamo,
lOBpfMHe
notas de lp e 5J relhas, com deeont dico do que em oulra qualquer paria: na praga
da Indepeadencia n. 21.
Compratn-se es-
cravos
da ambos os sexos, o de toda idade, tanto para
exportacpecafra d*proriocia como para a ci-
dade.: no eseriptorio de Francisco Mathias Pe-
reira da Costa, ra Direita n. 86.
Compram-se moodas de oaro de 203 ; na
rea Nora n. 88; toja.-
--------Ve53
Arcos para saiasabalao.
A 160 rs a rata ; na roa- do Queimodo n. 29,
albora S7.
grande fabrica
letamancos da ra
Direiia, esquina da tra-
vessa de Si Pedro
41.16.
Achara o lustrado pablico desta cidadoe de
ra ora completo e riquissimo sortimento de ta-
mancos detodasasqualidades, que se rende tan-
to a retalho como em pequeas e grandes por-
gues, por menos do que enr outra qualquer parte,
assim como um novo sortimento de (amneos a
moda do Porto.
Joatffeiiehwo Pew eX? Uauto de te re*fi*p*ATz 4LCasC* OVO SaCCaS
ra) (ora, vende sua taberna da-ru* Nota o. 3*4
co r**!(* fregute* taa** par
o mato : quem pretenda* dtrija-se i tvteam
laborea.
Vende-se ama erccHoote propHtdad mBP
arnoazw', bem construida coas travJatt>aoto
lay ajnaOH>iHMi
na ra do Cees d'Ap
retar na ru* do Imperador, outr'oTe- Xollegtoy
numet 46.
Rival sem segure.
ira ruadoQaeimado loja d anudezas,
est qiwiroanda os seguintes arligos abaixo de
clarado, todas as miudezaa esto perfeito, e o
prego convida :
Caixas de clcheles a 40 rs.
Cartes da ditos a 20 rs.
Groza de pennas de ac muito fian 500 rs.
Charutos muito finos, caixa com 002*500.
Groza de botes de lauca a ISO rs.
Carretel de linha com 100 jardas afBO rs.
Bules com banha muito fina a 310 rs.
Dito dito dito a 500 rs.
Banha em lata cena 1(2 libra a 500 rs.
Frasco de oleo de babosa, a 400 rs.
Caixas com obreias muito oras a 40 ra.
Ditas com ph> sphoroa especiaes a melhor qu
ha a 160 ra.
Pares de meias cruas pera homem a 160 rs.
Ditos de ditas muito finan a 300 re.
Pecas de franja de I3a muito bonitas cores
800 rs.
Duzia de sabonetes muito fios a 660 re.
Iscae para acender charutos a 60tb.
Phosphoros em caixa de folha a 100 rs.
Cartas de elfioetes finos a 160 re.
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares desapatos de Irania de algodao a lj.
Ditos de la para meninos a 206 rs.
Frascos de macass perola a 200 rs.
Dito de oleo a 120 ra.
Duzia de facas e garios de cabo preto a 32.
Pares de turas de fio de Escocia a 320.
Masaos de grampas finos a 40 ra.
Oaniretes de aparar penna a 80 rs.
Tesouras para unhas e costura muito finas a
500 ra.
Pegas de tranca de la com 10 raras a 320
Escoras para dentea muito fina* a 200 rs,
Cordo imperial fino a 40 rs.
Dito grosso a 80 rs.
Cordes para espartilho a 80 rs
Caixas para rap moito finas a 13.
Pares de meias de cores prra meninas a 160 ra.
Linha de marcar (norello) 20 ra..
Groza de marcas para cobrir a 60 rs.
Na
Blando Outidor.
ou. T?,
q*ir.l#>. AhhM(r
carne, bacalho, e todos os mais gneros tenden-
tes a molhados. do # teev snprf grande sor-
timento, afiancando a boa quafidade.
Fazendas de todas as qualidades.
HA IUI1MMSM
DE
Joaquim F. dos Santos.
40---MJA 0 0HEIM4D0 -4ft
Defronte do beeco da
Grosdonaple ereto o covado a 33
28500, 2S rf ijcoO
Seda larrada prela e branca o co-
rado 3 .2*500 e
Selim preto superior o corado a
Cortes de vestidos de gorgurao de
seda preto de 2 saias a 80$ e
Mantas de blonde pretas e brancas
para senhora a 12} o
Lencos de gorgurao de seda preto a
Ditos do seda roxos para seuhora
a 2g e
Tafet preto e rxo a IjJ e
Mantas de fil de linho pretas a
Sedas de cores o covado a 11500
. l*900e
Dirersas fazendas de l e seda.
Cambraia e seda o corado a 500,
640, 800, 1* e
Velludo preto muito superior o co-
rado a
Panno e casemira prela e de cores
de todas as qualidades
Casemira preta de cores de 2 largu-
ras corado
Organdys muito fino e de noros de-
senos rara
Veos de cores para cabeca de se-
nhora a
Tiras e enlremeios
Sargelim de cores pratiado corado
Congregaco letreiro verde.
Merino setim preto e de cores pro-
prio at para resluarios de
2*000
49OOO
709000
8jJ000
29OOO
1$600
500
16g000
800
19200
59000
1
20O0
1$000
35000

320
me-
ninas o corado 1JJO0O
Eofeites para cabeca de senhora $
Saiasbalode madapolo, de mus-
selina e de 30 arcos a 39500,
4$, 49500, 59 e 69000
Setim preto azul e encarnado pro-
prio para forros 4 palmos de
largura o corado 1&G00
Lura preta de seda de todas as
qualidades para senhoras, ho-
roens e meninos 9
Mantas para graratas o graratas de
seda de todas as qualidades 9
Chales de merino bardados, lisos e
eslampados de todas as quali-
dades y
Ditos de louquim branco muito fi-
no* 5
Cortes de vestido de gaze de seda
e phaotafia y
Peosde cambraia de linho para
camisa lisos e bordados S
Ditos de madapolo brancos e de
cores 3
Chitas francezas a 260, 280, 300 e 320
Cansas francezas preta e cor de
rosa a 600 e 500
Lencos bordados e lisos de cam-
braia de linho e de algodao 5
4 fama trijuapha.
Os barafairos da loja
Eaey^lopedici
DE
Guimares &' ViUar.
Ra do CrespirifameroT7]
Vndern riqMssimos-chapeos de seda',
brancos para senhora a 5J admirarel
a pechincha.
Riquissimos chapeos de pslha da Ita-
lia ricamente eofeitadoa a 289 e 35g.
Para a < juaresma.
Superiores cortes de seda preta borda-
dados a velludo de 2 saias e outfoi do 7
baba dos por procos bsratissimos.
Gros pretbs de todas as qoalidadps "pe-
los precos de 1&900, 2$, 2SO0. 29700 o'
corTJr afanfandd-se ser estes pracos'
menos 400 rs. em covado do que se pode
comprar em outra parte.
Ricos enfeites imperalrii o melhor
que lem rindo a provincia.
Cortes de colletes de velludo preto
bordado a 5$' o- corte, incrirel s se
vendo.
A 280 rs, o covado;
Orgaodizes de ricas cores e desenos
;peIo baratissimo prego de 280 rs. o co-
rado, afflanca-se sereui to boas fazendas
que muito se tem rendido s primeiras
pessoas da provincia.
Carobraias da-China bordadas a mo
com 9 varas a pega por 6J500, ricos cor- '
les de cambraia bordadas com 7 o 9 ba-
- hados por 35g, cortes de lias a Garibaldi
a 109 com 25 corados, baldes de 30 ar-
cos e outros de musselina a 59.
Saias bordadas a 29200 cada urna.
Ditas bordadas a 49 com 4 pannos.
Manteletes pretos compridos bordados
a 30$, sahidas de baile o que ha de me-
lhor, espartilhos de (odas as qualidades.
Grande sortimenio de
roupas feitas, sobrecasatas. paletots, col-
letes, caigas, camisas, seroulas, meias,
grvalas etc.
Calcado Meli
ltimamente chegado ds Pars, incrivel
s se vendo.
8
Attenco
E' barato.
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Camas de ferro de todos ostamanhos e quali-
dades, as mais modernas que tem rindo a este
mercado ; na loja deferragens, ra-da Cadeiado
Recife n. 56 A, de Vidal & Bastos.
avuiw UT% Wl ro gTTWWfW
cabade
chegar
ao novo armazem
DE
BASTOS & RECIO
Na ra Nova junt a Con-
ceico dos Milita-
res nt.47.
Um erande e variado sortimento de
roupas feitas, calgados e fazendas e todos
^ estes se vendem por precos muito modi-
ficados como do costme, -assim como
sejam sobrecasacos de superiores pannos
e casacos feitos pelos ltimos figurinos a
26{J, 289. 309 e a 35J, paletots dos meemos
pannos preto a 16J, 18J. 209 e a 249,
ditos de casemira de cor msela do e de
noros padrees a 149. 16; 18*. 20 e 249,
E ditos saceos das mesmas casemiras de co-
res a.99. 109,12 e a 149, ditos pretos pe-
Mu dimiouto prego de 89, 109, el2J, ditos
F de sarja de seda a sobrecasacados a I29,
I ditos de merino de cordao a 12J,, ditos
ES-de merino ehinez de apurado gosto a 159,
ditos de alpaca preta a 79. 89, 9 e a 109,
ditos secos pretos a 49, ditos de palha do
i seda fazenda muito superior a 49580, di-
I tos de brim pardo e de fustao a 3^500, 49-'
i e a 49500| ditos de fustao branco a 49,
, grande quanlidade de calcas de casemira
} preta e de ores a 79, 89, 99 e a 10, ditas
pardas a 39 e a 49. ditas de brim decores
\ Anas a 2g500, 39. 39500 e a 4g. ditas do
> brim brancos finas a *9500. 5$, 59>00 e a
69, ditas de brim lona a 59 e a 6$, colletes
de gorgurao preto e de cores a 5fl e a 6J.
ditos de casemira de cor e pretos a 4$500
e a 59, ditos de fusilo branco e de brim
a 39 e a 3500, ditos da brim lona a 4
dilot demerip para lulo a 49 e a 49500',
cajgaa de merino para luto a<4J300 e a 5$,
capas de borracha a 99. Para meninos
de loJos os lmannos : calgasde^asvetBira
I prefa e de. cjr a5J|r 6 o a 79dtt** ditas
de bnma.2j.39 e a 39500, paletots sac-
eos ae casemira,preta a;6j[,e a 7,. ditos
. de cor a 69 e a 7j, ditos de alpaca a 39,
sobrecasaqos da panno preto a 129 e a 1
14, ditos de. alpaca preta a 55, booetsj
[ para menino de todas, aaqualidades, es-
1.lisas para menino de todos os tamaolos,
mains ricos rostido de cambraia fritos
para meninas, da 5 a 8 annos coa cinco ,
. balados lisos a 89 e a 123. ditos de gorgu '
rao de cor e de lia a 5j e a 6, ditos de .'
brim, a39, ditos de c.imbraia ricam^nie
. bordadoa para baptisados.e muitas outras
fazendas e coupa feitas que. deizam de
ser mencionadas pela sua grandequanli-
dade ;. assim como recebe-ae toda e qual-
quer enommeada de roujiaai para se
mandar manufaclurar o que paraieate fita
temo um completo sortimento da fazen- !
das. de gasto e-uma^grande officina de al-
faiata dirigida por um hbil mostr que.
pela sua promplido e perfeigao nada dei-.'
l.xaa daaajar.'
Enfeiw uvoaoaQa para a* se-
nhoras de born-gesto.
I^ilfi^f1*-.*6 00r' rua
lf'Mi^y -* *?.I2iirM,??f5' Mn completo
j$ de cabeca, tabte pretos
. da UTlima moda de Fari,
e ente:
cmodtliB'das cores', d
recbid 00 di lo pel vapor fraboez, poja as
senHoa qjft dsejsrem rr poffer manftr p'e-
r.queprdmptamente selhe mandarlo as amos-
iras, pois estamos bem convencidos que em visto
de ricos qu slo olnguem deixar de comprar
tito s na loja d'aguta d ouro, rua d Cabug
a. 1 B.
* Escrava venda,
g jVendd-se urna ecraVa ctoaa de 25 a at
~ an-
nos de idade, cozlnha e engomma algama cou-
sa, comprae rende mdilo bem na roa; a tratar
na rua de Agoas-Verdes n. 26.
CasearriHTs5 de seda de tod as
as cores.
A loja d*agoia Hranca retAetl com as demais
lOOusas rindas pelo ultimo rtfpor francez, mui no -
raa e bonitas cascarrilhas de seda para enfeites
derestMo. O serlimenlo das cores excellente
inclusive a preta, que tem de dirersas larguras,
e obra de tasto gesto, s se encontra na loja
d'aguia branca, rua doQueimado o. 16.
Proprio para mimo.
S na Ibjrd'agara'de ourd, roa' do Cabug n
1 B, chegado um completo sortimento de cai-
zinbas paT* coslnrade todos o tannos, orna-
das com preparo* muito finos e ricamente enfei-
tadas, proprias para qualquer mimo de senhora
ou menina : isto s na loja d'aguia de ouro. rua
do Cabug n. IB.
iKLOGIOS.
Vende-se em casa de Saundres Brothers & C
praga do Coreo Santo, relogios de asraido fa-
bricaute Hoskell, por pregoi cora modos e tara-
bieti trancellins e cadeias paraos mesmos de
excelleme gtste.
Luvas de torcai
com vidrlho a 1^)00 o par,
A loja d'aguia branca, firme no sea proposito
ae barateirs, esta vendendo mui oras e bonitas
loras pretas de torgal com ridrilho a I9 o par;
a ellas, antes que se ac bem : na rua doQuei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Continua-se a trocar sdalas de urna s figura
por metade do descont que exige a thesouraria
desta provincia, e as notas das mais pregas do
imperio com o abate de 5 por cento: no escrip-
torio de Azeredo & Mendes, roa da Cruzo
n. 1.
Vidrilhos de todas as
cores.
Na loja da aguia de ouro, raa do Cabug n. 1
B, rende-se vidrilho prelo, azul e branco asse-
tinado, que se rende por baratissimo prego de
2.500 rs. a libra s na aguia branca.
As verdadeiras lu-
vas de Joirvin.
A loja d'aguia branca recebeu pelo vapor fran-
cez urna ora remessa das verdadeiras luras de
Joorin, cuja superioridade j bem conbecida
por quanlos as tem comprado, e ser mais por
aquellos que se dirigirem rua do Queimado,
loja d'aguia branca n. 16! assererandoque sao as
melhores e mais oras no mercado. Tem sorti-
mento de todas as cores tanto para homem como
para senhora.
Gaz para candieiros.
J chegou este gaz lio procurado, bem como
um completo sortimento dos candieiros proprios
que se rendem por muito baixos pregos : na rua
da Imperatriz n. 12, loja de Raimundo Carlos
Leite & Irmao.
Kua do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S, rendem-
se por pregos baralissimos, para fechar comas:
chapeos do Chille para homem e menino a 39J0O,
cortes de casemira de cores a 39500, pegas de ba-
bados largos e transparentes a 39; pega de cam-
braia lisa fina a 39, sedas de quadrnhos miudos
de cores escuras e gostos noros a 800 rs. o cora-
do, chitas largas cores escaras e claras a 240 rs.,
cassas de cores de bous gostos a 24'J, organdys
muito fino e padroes novos a 500 rs. o corado,
pecas de enlremeios bordados fios a 19-500. ba-
bados bordados a 320 a vara, golloras bordadas
a 6iQ, manguitos de cambraia e fil a 29, bra-
mante de algodao com 9 palmos de largura a
11280 a rara, sobreeasaoss de panno fine a 20 e
29. paletots do panno e casemira de 16 a 20j,
dita de lpica pretos de 39500 a 7$, ditos d
brim de 3 a 59. calgasde casemira preta e de co-
res para todos os precos, ditas de brim de cores e
brancas de 29S00 a 5, colletes, de casemira de
cores e pretos, ditos de setim preto, tudo a 59,
cortes de casia de cores a tf, pegas de madapo-
lo fino a 49500, assim como outras omitas fa-
zendas que se renderaooor menos do seu valor
oara acabar
GIRGEL & PERDIG.iO.
FAZENDAS BOAS E BARATAS.
Rua da Cadeia loja n. 23.
Vestidos superiores de blonde com
manta, capell; flores e mais perteoces.
bfffres.
Larradio.
Madeira.
Carcarellos.
'Ajrintho.
Encella.
Mal rabia, em caitas de urna us.:.i de grrrafas
nb ruedo Vigarlo n. 19, primeiro andar.
Navos e bonitos
enfeites de velludo;
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo ul-
timo rapor fraocez irm'a' pequea-quanlidade de
enfeites de relludo os maib moderaos e bonitos
qbe aqui tem rindo; e de seu costa me est r en-
deudo mui baratos a lOftada um ; por isso di-
rijam-selogo a dita lojb d'gni branca, raa do'
'Queimado n. 16, antes-que se acabem.
Bonets degorgure avel-
ludado.
Vendem-se mui benitos bonets iaglezes de gor-
gurao e velludo, mesclados e de mui bonitos pa-
droes a 1JJ500. Esses bonets or suas beas qua-
lidades e muita duracio toroam-se mui propries
para os meninos do escola, e mesmo para .pas-
seio ; assim como outros bonets de pama e pan-
no fino, etc.. ete.j o mui bonitos a 2$500, 39 e
49, o melhor possbrel: na rua do Queimado n.
16, loja d'aguia branca:
Chapeos de sol
de seda e de paano*o5e todos
os tmaatios,) jierfmarias
bengalas, chicotes, etc. etc.
/t*lquidag8o da loja na rua Nora o. 36, conti-
nuar sement at o dia 20 do correte mez, e
com abales importantes nos objectos cima men-
cionados : rende-se em porgio e a rarejo.
- Vende-se urna mobilia de Jacaranda : na
roa de Agoas-Verdes n. 42.
Vende-se 011 permuta-se por predios na ci-
dade um dos melhores sitios dos Afilelos, com
as acommodagdes seguintes : grande casa de vi-
venda, com 5 salas, 8 quartos, grande cozioha,
estribara para mais de 6 carallos, cocheir para
3 carros, soto, etc., etc., sitio com 1,000 palmos
de frente, e perlo de 2,000 de fundos, grande bai-
xa de capim, e mais de 3.000 arroredos de di-
rersas f rudas : quem quizer negociar, dirija-se
ao sitio fronteiro igrejt, que achara com quem
tratar, das 3 horas da tarde em diante.
Fil preto.
Vende-se fil de linho preto liso pelo baralis-
9
9
simo prego de 800 rs. a rara : na raa do Quei-
mado o. 22, loja da boa f.
Vendem-se e trocam-se
eacraros de ambos os sexos : no escriplorio de
Francisco M. P. da Costa, rua Direita n. 66.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Paler & C.,
roa do Vigario n. 3 um bello sortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambera
urna variedade de bonitos irancelins para os
mesmos.
9999999 99999 899^9 9999
Em casa de Mills Latham A C. na rua
da Cadela do Recife n.52, rende-se :
Vinho do Porto. f|
Dito Xerez engarrafado da muito supe- Q-
rior qualidade. 9
Oleo de linhaga. f
Alraiade. @
Secante. 9
Azarcao. @
Encarnado reneriano em p. &
9999999 "
Attenco.
Na rua do Trapiche n. 46, em casa de Rostron
Rooker & C, existe um bom sortimento de li-
nbas de cores e brancas em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se rendem po
precos mui razoareis.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e decores flxa;
a doze rintenso carado, mais barato do qn
chita, approreitem em quanto nao se acabara
na rua do Queimado n. 22, na bem conbecida lo-
ja da Boa F.
A loja da ba-f
na rua do Q neimado 11. 22.
est muito sortida,
vende muito barato :.
terem sido recebrdw pelo" rapor friinc setado
branas-, ^rafra'eito obxwj tanto para 'homem
como para senhora : na ru do Queimado n. S.
loja da boa fe.
Vetide-d otfffonCy'ab pOrtVo'dafbrftfitear
dasCinooPottaSidiaelgolBle': eawoglrt pan bois
e caralloff, carriobos de trabalhar na alfandega,
ditos de mao, lorradores de gaf com fogao do-
bradigas de chumbar de todos os tamanhos, e
bem assim rodas d cfrbcj e carrinhos", eixos
para os mesmos, e quaekqSer outras obra ten-
dentes s officida da ferrerro e carapina, e alu-
gam-se tambem carrocas.
Ha pechincha.
i
I
Vestidos de seda de cores e de mo-
reantique.
Vestidos de cambraia brancos borda-
\, dos e de phantasa superior.
Manteletes, taimas, risitas de l, de
gorgurao liso e bordados.
Sedas de quadrnhos, grosdenaples de
todas as cores e moreantique.
Saias balao de todas-ag qualidades e"
tamanhos para senhoras e meninas.
Camisas de. linho para sephoxa,. de
algoiao para menlnosjde tedat Males,
Sako.
aos
Joaquim Francisco de Mello Santos .aria,
ieus freguezes dorta.praga e.oaite fra, que tein
exposto raadjsi4)ied>suCltkiladeooaiinada
RacifeT-aQ *rmem,dbs&s. Trrsas Jnior;
4 C, na rm dt) Amorim n. 5;, masa ama relia '
Caitanha, preia e nutras qualidadea '-
--------- por maior
Prego que.de_putras.ahrfcaft. No maamo.arma^
^m.tem f^*-os*ud^oit,de>re^^ecAiiuur
Ta simples sem. mistura, algum, como as da
.oomposigSo.
Peotesde tartaruga modernos e dos
mais acreditados fabneantesde 10 a 30.
Lurag dts/r>vin e errfett' de'cabeca.
Cassas. organd, diamantina, chitas
claras c escuras, francezas 9 ingleza
Neeta.loja s se rende a dinheiro o
por isso roais barato que en qualquer ou-
tra, seu sortimento completo de faien-
daa de moda, ditas inferiores e reupa (ei- \
ta e seus precos muito conbecidos: na
gg rua da Cadete loja n. 23; do-se as
X amoatra.
Superiopes Olas de veliiufo:
Na,loj*d'aguU de ouro rua de Cabag o. 1 B,
acaba-se de reeebekda.soa praprta.eacomaneada
pelo ranor ranceL lie, d* rallada, den todaornt'
largura, pretas e-dcoiw.adoliaia( abertal*,
Iarradao, de,lindos, padrdns qM m.sadMN* mUo flneor
prego muito em coot, assim coa fttw dnctea- Ml---------
malote de-toda^iatfaflj^cime pafwoiatbsr cores
e
Brim branco de puro linho trangado a 1JOO0 e
13400 rs. a rara; dito pardo muito superior a
19,200 a rara; gangas francezaa muito fina de
padroes escuros a 500 rs.; risoadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
rado : cortes de caiga de meia casimira a 1(600 ;
ditos de brim de linho de cores a 29 rs.; breta-
nba de linho muito fina a 20$, 22* e a 24 rs. a
pura com 30 jar*das; aloaibado d'algadao muito.
superior a 19400 rs. arar; bramante de linho
com 2 rasas de largura a 2#400 a raya ; lencos
de cambraia brancos para algtbeira a 2$40U a
duzia ; ditos maiores a-3J ; ditos de 'cambraia
de linho a 6, 75 e 8jj rs. a duzia ; ditos borda-
dos muito finos a 8J rs. cada um ; ditos de cam-
braia de algodao cora Meo largo de linho em
rolta a 10280; ditos com renda, bico e labyrin-
loaSjOOO; e alm disto, outras muitas fazen-
das que se rendem- muito barato a dinheiro
vista: na rua do Queimado n.22, loja a Boa .
Gheguem ao barato
O P reguiga est queimaodo, ara sualoja na
rua do Queimado n. 2.
Pegas de bretanha de rolo com 10 raras a
28, casemira escur* infestada propjia.par cal-
ca collete e palitots a 960 rs. o covado, cam-
braia organdy de muito bom gosto a 480, rs.
avara, dita Ii7a.transparentemait0.fiba a 39,
4*. 59, e6 a pega, dita tapada, com 10 varas
a 59 e 69 a pega,chitas largas de modernos e
oscolhidos padroes a 240, 260e280 rs. o cova-
do, riquissimos chales de marin estanpado a
7f e 8#, ditos bordados com duas palmas, fa-
zanda.muito delicada a 9 cada um, ditoscom
umas palma, muito finos a 8|50U, ditoslisos
com franjas de seda a 59, leago de cassas eom
barra a 100, 120 9 160 cada um, meias muito
abas para senhora a 4?dnriay dita* de boa
qualidadea 3 e 39500 a duzia, chitas fran-
,0018 de ricos dapeabu, p^vMoawru a- MO as.
o covado, chitsjbsatavas 1 aflataM 5>0
peca,. a 160 rato ajftdc brim bae*
m\ a iQO. o,ei4djD,iJgaM^,^ffi!iuea
castnrajr prdrn '
Na rua do Citesjyo n 8, loja de
qruatro portas.
Cambraias decer miudinhas; cores fixas, com
pequeo toque de ararla, pelo baratissimo oreco
de 200 rs. o corado
Machinas de vapor.
# Rodas d'agua.
ajrMoendas de canna.
a>.-Taixs.
% Rodas dentadas*.
#B-onzeseaguilh6e8.
fj" Alambiques d ferro.
SCriros, padroes etc., etc.'
Na fundigo de ferro de D. W. Bowmanaj
8 raa do Brum passando "o chafariz. a
9999999#9>o Me?
lelogios jft
^ai^aaB^ Suissos.
Em easade Schafleltlln rC,ruada Cruz n."
38, rende-se um grande e variado sortimento
de relogios de algibeira horisontaea, patentes,
chronometrog, meioschronometrosde ouro pra-
ta dourada e feleados a ouro,-sendo estes relo-
goados-priraeirosfabricantes da Suisw, que ae
rondero por pregos razoaveis
Caes do Hamos armazem
n M.
Vendem-se taboas de amarello, louro e piaho
por pregos razoaveis.
Loja das $ portas
EM
Em frente do Livrameiite
Lnvas de torcal a 800 rs, o par.
Chitas escuras francezas, tintas seguras, a-220
ra. o-<.-orado, ditosstreitoscom muito bem pa-
D a 160 rs. o corada, cassaade cores seguras a
200 rs. o corado, pegas de bretanha de rolo a 2$,
brimzinho de quadrnhos a 160 o corado, musse-
lina encarnada fina a 820 o corado, algodao de
duas larguras a 640 a vara, lencos de cassa pin-
tados a 120 rs. cada-um, seda preta de ramagem
a 800 rs. o corado,-fil de>linho- preto com sil*
pico a l$400rara, lurasde-torcal muito Gnasa
00 rs o par : a loja est abortadas 6 horas da
manhas 9 da noite.
Fraujas de.torcal para mante-
letes.
Vende-se mui largas e bonitas franjas de tor-
cal, proprias para enfeites de manteletes, corpos
de vestidas etc., etc.. o mesmo para pannos fi-
nos em lugar de relo:os pregos sao baratiaaf-
roos, rista das larguras e bom gosto, de taes
franjas sao de 18200 a 3JO0Oarara; na rua do
Queimado, loja d'aguia branca n". 16.
Franjas de seda com vidrilhos
e sem elles.
Na loja d'aguia branca se eneontra um bello e
ranado sortimento de franjas de seda de difieren-
tes largaras e cores, inclusire a creta, tanto com
vidrilhos como sem ehea, e da largaras de-uu
f-nn mei0 Palmo> aos pregos- de 500 rs a
29500 a rara ; avistado comprador todo nego-
cio ae far para apurar dinheiro: na rus doQuei-
mado n. 16, loja d'aguia branca.
Ba largado Rosario
n. 38,passaudo a botica do Sr.
Bartholomeu, a segunda lo-
ja de miudezas.
Ltnhas branca de Pedro V e eartode 50 ar-
das a 20 rs., de 200 jardas a 60 rs.. linbas de
carreteis a 360 rs. a duzia, o carrinho a 30 rs
linbas de car rio ho finas do n. 80 a n. 200, de 100
jardas, carrinhos de 200 jardas, com pequea
ararla, a 60 rs o arrinbo, dita fina de 200 jardas
den. .120 a n. 200, a 8'r; o catrinho, linha
muito boa, luras de seda para senhora com pou-
eo mofo a 500 ts. par, e a 4800 a dura ba-
laras proprios para compras a 3 e 3j500 cada
um, linha do- gaz de rodas as cores, botoes de
lougaara camisa a 240 a grosa, e a 30 rs. a du-
zia, dHos de madrapetola a-60 rs. a duzia. a^ro-w
ssa 60ftfs., ojtos ituito finos-a 120 e a 160ts a
dazie, baialboc da-carias a 32f, 40 e 600 rs. o
baralfio, muifo finas, franjas de cores para cor-
tinados, ditas de seda para vestidos., dilas pretas
com ridnlbo, todo muito em cotila, e s rlsta
dos compradorra se dir o prego dstas franja-
por ter grande porgao de rarias qualidades. *
-- Vende-se vinho bom da~Figneira e hespa-
uhol, a garrafa a 440 rs., e em caadas a 3*360
na rua da-Senzala Velba, taberna n. 102, quina
do beeco Largo.
ciatofccpm>flrt frni^ptf",
pettorgal com.sidnlho^iaalo aova a IfiOOo oitt'r Tr?. 9l**VXrtMVUmj)immnmi V
ditasem vidilbo^W.r^j^aaidb^fca^^ fum HaljloB iOt. a virtr-, e-oitrn
tadMiMaa.bko vidsiUiaualab: iai^*),,,***! iM^tfikVfe- a*^llMMl^ifaTt.
magua de bw* .,-.. ^ ^ da todaa ."dario amosco panhor?


mwnhftinwmwwfcw mmmiumatm
Aos
aro r 32.
tabele cimento nao lhe sendo possivel
do t o fina de mareo, como preten-
vender por menos, afim de acabar mais
O doaoj
acabar eoa*
ala, porisso^ei
brevealiquflaco.
Parafiomem,scribara e-a
Bonegulns flNantes sola ptenle a 8
da tito sol fina a7
filloa iagleteafrota d'agua
Seta de bezerro fcjttw rt
Boriegoinsdelulrea6..7
mtos todos de duraquo
Ditos todos de pellica
Ditos de lustra awspoatados
Sapates de lastre de 4, 5 e
Ditos de huir de 1 soUi
Vites otrada baix de 1 sola cona salto
Ditos de dito sem salto para dsRsa
Ditos de bezerro de 2 solas
8,500||Ulto de ama sola com salto
8,900 Ditos de urna sola sen alio
7,5001 Borseguine de lustro pare rapases a
7,00 Sapates para ditos a So
8.000! Dte de besara para titos -a 8 e
S-ffl 0*rBalD8 de Mtra (bronco para senhora
9,o0 Oitos de daraqae branco
8,000 Ditos de>ditos decores
6,000 nitos de coree ooua gaiMis
4,500 Ditos de ditos a
3.000 Ditos de dito dito
2,500 Hitos de ditos para menino
3,500, Chnelos de couro de cabrito
,800
2,4*
6.000
4,000
3,000
5.W0
4yS*J
8,500
4.000
3,500
.500
2,500
3,000
go desuperior quBdaSe oomM varas,
pequeo toque de avaria por 3|200: oa
roa doCreapo teja n. SOA.
Grosdenaples barat-
simos.
ROtaTPA
DI
Joaquim Francisco dos Santos,
Vendem-se grosdenaples arelo pelo baratissi-
mo prego de 1S600 o 29 o covado: aa cus do
mimado a. 2L|loja fia boa f.
arinha de mandioca de su-
perior qualidade.
Vende-aaabordo do brigae Mari* Roe, fun-
etoaaodefcento do caes do Ramos, por ereeoeom-
modo: a tratar com o capitio o bordo, oh com
o cooaittatario Maaoe) Alaes tioerra, as ru do
Trapiche d. 14.
Attenco.
Vende-se orna taberna maito afreguezada para
a Ierre, em murta bote local, e propria para am
principlante por ter poneos fundos ; a tratar na
reo do Codorniz n. 11.
"Tende-se o engenho Cete' ttua-
do em Mar cota fregueria de Iguarassu':
a tratar eom Jos Azeredo de Andrade,
ra do Crespo o. 20 A, ou como Sr.
Francisco Ignacio da Cruz e Mello, o
G quita'.
^-^ende-seuma porco de barra asios, sen-
do de 4. e 5. que foram de azeite doce e vinho:
no palep de S. Pedro a. 6.
Cassas de cores.
Anda ee vendem casia a de cores fl xas, padrees
muilo bonitos, pelo baratiasimo prego de 240 rs.
o covjdo, o oais batato que chita: nema do
Queimado a. S. na bem coDhecida lojo da
Boa f.
Gariballi.
Defronte do beooo da Congregado letreiro verde.
,..Hati?ttf,labe!C2.<,Dt0 ha "!5pLe um sorlimeirto completo de roupa eita de todas i
jsisa oiss sas?* *ot ****> "**.. PMa
Casacas de panno .preto. 400, 35$T 3ttj000
Sobrecasaca de dito, 358 e \ 30$00
Patittsde dito e de cores,
25g000e
Dito de casimira de cores. 5t2nOOO.
15*. 13 e ^^
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo.
Ditos de raerin-sitim pretos e de
cores, 9000
Ditos de alpaka de cores, 5 o
Ditos de dita preta, v, 7. 5 e
Ditos de brisa do corea, 5, 4*500,
4$000 e
Ditos de bramante de linho branco.
OgOOO, 5*000 e
Ditos de merino de eordio preto.
15000 e '
Calsas de casimira preta e de cores.
.12*. 10, 9 e
Ditas de princeza e merino de cor-
do pretos, 5 e
Ditas de brim branco e de cores.
.5g000. 4*500 e '
Ditas de ganga de cores
Colletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 12J, 9S e
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 6, 5*500, 5 e
20*000
9*000
ngooo
8*000
3*500
8500
3*500
4J000
88000
6$000
4500
2500
3J000
8*000
3*500
5*060
5*000
5*000
3*000
2*200
15280
2J300
38000
1*800
1*000
Ditos de setim preto
Ditos do seda e etim branco, 6* o
Ditos de gurgurio de seda pretos e
de cores, 7fl000, e#000 e
Ditos de brim e fustio tranco.
3*500 e
Seroulas de brim de linho
Ditas de algodo, l|6O0 e
Camisas de peito de fusto branco
e de cores, 2*500 e
Ditas de peito de linho 6$ e
Ditas de madapolo branco o da
cores, 3, 2JS0O, 2* e
Camisas de meias
Chapeos pretos de massa.francezes,
formas da ultima moda 10S,8*500 e 7S0OO
Ditos de fellro, 6, 5J, 4 2*000
Ditos de sol de seda, inglezes e
rancezes, 14, 12$, US o- 7*000
tollanahos de linho amito finos,
novos feitios, da ultima moda *800
Ditos de algodaa %5qq
Relogios de ouro, patentes aori-
sontaes, 100*. 90*. 80 e 70*000
Ditos de prata galvanisados, pa-
tente hosontaes, 40S 30*000
UDras de ouro, aderemos e meios
aderecos, pulseiraa, rosetas o
anneis e
Toalhas de linho, duzia 12*000 e 10*000
Gravatinhas de goslo-a 200 rs. cada urna : na
ra do Crespo n. 18 leja de Diogo & Fernandez.
Ammst*
(T
Vendem-$e toalhas de linho ada-!
mascadas para mesa, ao mdico preco
de 3g :_na_rua do Crespo n 20 A.
i
E9 barato que]
admira.
NA LOJA DO
Ra do Crespo numeeo 8.
Saias bordadas
de 3 pannos a 2, de 4 a 3 e 3i500.
Golliohas bordadas muilo finas al*.
Pecas de babadiooos muilo finas com 3
e 1 [2 varas a 1*600 e 2*.
Entremeios de cambraia fina a 160 rs. a
tira.
Grosdenaple do cores a 1*600 o covado.
Manguitos de cambraia bordada al500.
Manguitos bordados e gola por 5
Chalys malissdos a 500 rs. o covado.
Laoziohas auito finas a 4C0 rs. o corado.
Chapeos de seda para senhora a 15 e25
Ditos de palha da Italia a 2M. *
Chales de touqaim a 20$.
Chapeos de sol de seda inglezes a 12.
E outras multas fazendas que s se ren-
de por pregos multo baratisslmos.
Luvas de pellica a 0500.
Capellas fina* para noivas.
A Toja d'aguia branca receben novas e delica-
das capellas de flores finas para as noivas, as
est vendando a figo a 8, conforme o seu pro-
posito de barateira lojo d'agua araes, ra do
Queimado n. 16.
Loja das seis portas em
frente do Livrameilo.
Roupa feita para acatar,
Paletots de panno preto a 22, fazenda fina,
calcas de caseora pretas o de cores, ditas do
brim e de ganga, ditas de brim branco, paletots
de bramante a 4, ditos do fusto de cores a A,
ditos de estameas a 4j, ditos de brim pardos
"S, ditos de alpaca preta saceos e sobrecasacos,
colWes de velludo pretos e de cores, ditos de
gorgutao de seda, grvalas de linho as mais mo-
peroaa a 200 rs. cads urna, collarinhos de linho
da uliima boda, todas estas {azoadas so rende
barato para aeabar; a loja est abarte das 6" ho-
ras da manhaa at as 9 da noile.
QiSSaaSaiS Paf i "KilTi1ii"B~riflTI
uiLauuniaoM www WBViOMrMWVW
Potassa.
Sapatinhos de setim e
meias de seda para bap-
tisados.
Alojadaaguia ranea receheu de sua nronria
encommenda, delicados sapatichos de setim. pri-
morosamente bordados, os auaea est vendendo
s ,"'a ssun? pre0 de ^ (nease &*"<> nao
n!QPHe.d"vma,ilpeieUos)ass'01 co"> "ros de
merm tambera bordados a 1600 e 2. Recebeu
igualmente mui finas e bonitas meias de seda de
diversos lmannos, teado at, proprias para os
meninos e memnas que servem de aojos as oro-
cuuoes; lera brancas, de listas, de orzinhas. e
o bocal tocido de borracha, o mala engracado
possivel : ludo sso na ra roa do fiueiaaado lo-
a da aguia branca n. 16.
SYSTE MA MEDICO DE HOLLOWAY.
PI LULAS HOUWOYA.
Este tnestimavelespecifico, composto inteira,
mente de hervas medicinaes, ojo contm mercu-
rio era alga roa outra substancia deiecteria. Bo-
nigao mais tenra infancia, e acompleijmais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compleijo mais robusta ;
enteiramente innocente em suas operasoese ef-
feuos; pois busca eremove as doencas de qual-
quer especie e grao por antis antigs e tenazes
quo sejam.
Entre mimares de pessoas curadas com este
remedio, multas que j es Uva mas portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn!
recobrar a saude e forjas, depois de ha ver tenta-
do inultimente todos osoutrosremedios.
As mais afictas nao davem entregar-se a des-
esperago ; fagam um, competente ensaio dote
meare* effeitos- desta assombrosa medicina,
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se aerea totopo ota tomar osle remedio
para qualquer das seguate* etifermidades:
Accidentesopilopticos. IFebrolo dse speeie.
Vende-te a 244) r. a libra, a
superior e al^a potassa do acredi-
tado fabricante Joao Cata-nova ,
cuja qualidade e reconbecido ef-
feito goal ou tuperior a de
lamburgo, feralmente conheci-
da como da flauta : no depatito,
ruada Cadeia n, 47, esenptorio
de Leal fiis.
Maoteiga ingleza
ota harria do aiato o
de Tasto limaos.
Unas llhrat
m
Alporcas.
Am polas.
Areias (mal de).
Astli ma.
Clicas.
Gonvulses.
Debilidadeoa eitenua-
cao.
Dbilidade ou falta de
forcas para qualquer
eousa.
Desinteria.
Dor degarganta.
de barriga.
not rins.
Dureza ao entro.
Eafarrmdides no ven tre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Gottt.
Hemorrhoidts.
Hjdropesia.
Ictericia.
Indigestos.
iDlammaQoes.
Irregularidades
menstraaeio.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis.
Abslrueeio do ventre.
Phtysiea on censomp-
pulmonar.
Retencjo deourina.
Rheumatismo.
Symptomassecundarios.
Tumores.
Tieo doloroso,
Ulceras.
Venoreo(otl).
Febretomtei mi tente.
Ven" t-te estas p ilulas no esUbeleeimen t ge-
xal do Londres n. 224, Strand, e na loja d
todos oa boticarios droguistaeoutras postoas edo
carregadatdo tuavoadatm toda a America n-
&ul, Havaoa e Htptnha.
Veadetn-ie as boeetobas a 800 rs. cada
uma dallas, conten ama intirnc$lo em portu-
f poja explicar o modo de te otar destat p-
lalas. Laff^J
O deposito garal em ata tloSr.Soum
plunaaoeatmo#aaa i tnxz* 22 em Per-
nambuco.
Importante
iTiSO
Na loja de.4 portas da ra do Queimado n. 39
acha-se um grande armazem com lodo o sorti-
mfoto de roupas feitas, para cujo flm tem mon-
tado uma cfflcina de alfaiate, estando encarreoa-
do della um perfeito meslre rindo de Lisboa pa-
ra desempeDhartoda e qualquer obra que se lhe
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade aos
lllms. Srs. oHiciaes tanto da armada como da
eiercito.
Faz-se fardas, farddee com superiores preparos
e muito bem feitas, lambem trata-se fazer o far-
damento todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, Uoio que tem oa figurines que de
14 vieram ; alm dieso faz-se mais casaquinhas
para montara, frdelas ou jaquelaa, bem como
colletes a militar pera os Srs. ajudantes de eeU-
do maiore de cavallaria, quer saja aiogelos ou
bordados a eapequilha de ouro ou prai, ludo ao
goslo da Europa, Umbem prepara-ee becas para
desembargadores e de qualquer juiz segundo o
eaiylo de Coimbra aonde se atem as melhores
conhecidas at hoje, assim como tem muito ricos
desenos o matiz de todas as cores proprios para
fardamento de pagens ou criados de libr quo se
ara pelo gosto fraoceza. Na meama casa en-
carrega-ae de azer para meninos jaquetas a
franceza bordadas ao mesmo gosto. Afliancando
que por tudo se ca responsavel como seja boas
fazendas, bem feilo e bom corte, nao se falta no
da qne se prometter, segundo o systema d'onde
veio o meslre, pois espfra a honrosa visita dos
digoos senhores visto que nada perdem em es-
perimentar.
Armazem de fazenda
DA
Ra do Queimado n. 19.
Co bertas de chita, gosto niez, a 1*800.
Lencet.
Lenres de panno de linho fino a Ig900.
Cortes de casemira.
Cortes de casemira de cor muito fina, pelo ba-
rato prego de 5*.
Tarlatana.
Tarlatana branca para forro de vestido, pelo
baratiasimo prego de 200 rs. a vara.
Cambraia de cor.
Cambraia matizada fina a 240 rs. o corado.
Chita franceza.
Chitas francezas pelo barato preco de 220 rs. o
covado.
Esteira da India,
dei 4,5 e 6 palmos de largo, propria para forrar
sala e camas.
Cortes de collete.
Corteo de velludo preto bordados a 6$.
Mantas de Lloude.
Mantas do blondo pretas de todas as qualidades
Cambraia branca.
Pecas de cambraia branca fino a 2*800, 3*000 a
Toalhas.
Toalhas de fustio a 600 rs. cada orna.
Ruada Seiizala Nova n.42
Jende-e em casada S.P. Joabstoa 4C.
ellinse tilbes nglezos, candeeiros o casticaas
bromeados, lonas nglezes, 8o devela, chteou
para carros, o momaria, arreios para carro de
a e dous cvalos relogios de ouro patela
ingles. "*^
Novas sementes de horta-
liza.
Dinheiro a' Tista,
Vendem-se sementes de horlalica muito novas
vindas da Europa pelo.ultimo vapor inalex Tv-
l*i*lf ? ^rrrage?2 deTidal 4 Bastos. tL
da Ladea do Reafe n. A.
Superioresflfltanteletes.
Vendem-se superiores manteletes prelee rica
rS^Sl^' ^^"mo peesoX^p J
ifcZJr^Ftt TJ*P*.Wf dt um dotme,
laotoa auiaa om Jtobonbe do baixo, t uma di tal
ota umaetto dopedjaooal, Ba aotMcioiloJito
Bebonbe } a tratar na ra da I^uttan/m.
A*000.
etu eatabereeimenio eoatina a ha ver um
wopTaw tor limen te de moeadaa oaacias moen-
das para engenbo, machinas de vapor o laixaa,
te ferro batido e toado, de tedot'oi ttmanhot
tomtio.
Tachas e moendas
Brtga Silva & C, tem seropre no seu depo-
sito da roa YHoedi D.3A, am randa aer-
ente de tachas e moendas para engenbo, de
auito acreditado fabrieaote Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na rus do Trapitbej
A'B verdadtiras luvas de pelli-
ca Jouvin.
So na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n.
1, recebera-se um completo sorlimento das
verdadeiras luvas de pellica Jouvin, sendo das
cores segtiintes: pretas, cor de canoa, amarelhs
e bramas, sortinrento completo, tanto para bo-
mem como para senhora, pola afiaocamos a boa
qualidade e fresquido, pois se receben em di-
reitura pelo vapor Trance* : s na roja d'aguia de'
ouro, ra do Cabug n. 1 B.
Chegaem aloja da Boa f
-.Chitas fraocecas muito Das de cores fixas a
aoOre.o covado ; cambraias francesas muito fia
* a 640 n. a vara; dem lisa muito fina a
4*500 e a 6J000 a peca com 81 \t raras; di-
muito superior a 6000 -a pera com 10 varasj;
dita floa cera aalpicos a 4*800* peca com U ti*
varos; fil de lioho liso multo fino a 800 re. a
?ara ; tarlatana branca e decores a 800 rs. a va-1
ra ; e outras miritaa fazendas que, sendo di- i
nheiro, vendem-se muito 'baratas: oa ruado'
Queimado n. 22. na toja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muito finos proprios para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fixas a
55000 a duzia: Da ruadoQueimadon.S2.nl
oja da Boa f. |
Sorlimento de chapeos
/ua ^0 Queimado n. 39
Loja de qnatro portas.
Chapeos pretos francezes de superior qualida-
de a 7.
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
a 95-
Ditos de castor pretos e brancos a 16$.
Chapeos liaos para senhora a 258.
Ditos de velludo cor azul a 18.
Ditos de seda para meninas ricamente enfeita-
dos a 8a.
Ditos ditos para menino a 5a.
Lindos gorros para meninos a 3g.
Bonets de velludo a 5{*.
Ditos de palha muito bem enfeitados a 4f.
Chapees de sol francezes de seda a 7$.
Ditos inglezes de 108,12} e 13$ para um.
Arados americanos e machina-
para lavar roupa: em casa de S.P. Jos
hnston & C. ra daSenzala n.42.
Manguitos e golla.
Vendem-se guarnieres de cambraia muito fina
e muito bem bardadas, pelo baralissimo prego de
50 cada uma: na ra do Queimado o. 22. loja
da boaf.
Tinta azul que fica preta.
Vendem-se botijas com a superior tima ingle-
za, azul ao escrever-se, e preta quando secca, a
500 rs. a botija ; na ra do Queimado, loja d'a-
guia branca n.1.
Vende-se em casa de Adamaon Hovrie &
Compinhia : -
Vinho do Porto, de Xorez e cognac.
Biscoutoe.
Bolita.
Lona e fille.
Fio de vela.
Tiota de todas as cores.
Sellins, silhoes, arreios e chicotes.
Boa do Trapiche n. 42.
Vende-se uma casa terrea, na ma das Crq-
zes n. 8 : a tratar na meema ra n. 12.
Paiose chouricas
muito boas, ltimamente chegadas de Lisboa,
veodem-se em barris sonidos de 32 at 8 libras,
no escriptorio da ra do Bangel n. 43, primeiro
andar, bem como chocolate de bauoilha e cand-
a mullo superior, em latas de 8 libras, formas
de quarta e meia aoarta.
Vendfcm-se4 caixoes envidracados, proprios
para padaria ou taberna ; na ra das Cruzes nu-
mero 86.
Remedio pro-
digioso!!!!
Vendem-te paletos derramo preto nao,* aurlto4
^Wj fa.- ilrtof de otro orneo de
da***,; dltee deaeUaeta eseorototSOO,
' loMsUojbotalo, aprovertem 1 aa rua do QMaa-
* a, 21, )ja da Boa f.
Paletos.
W TA AINDAMIS I ATASJ
SORTIMENTO COMPLETO
DI
azeadas e obras fritad
HA
LOJA E ARMAZEM
DE
Ges k Basto!
NA
Kuai do Qneimad
n. 46, trente amarella.!
Constantemente temes um grande eTa-
riado sorlimento de sobrecasacas pretas
SSJ" o110 e 'de corea Bttl0 fino a 28,
. 2 $J P*,etols dos meemos pannos
a zS,Z2g e 24S, ditos saceos pretos dos
meamos pannos a 14. 16 e 184, casa-
cas pretasmuitobem feitas edesuperior
panno a 28, 30$ e 35. sobrecasacas de
Casemira de core muito finos a 15, 161
e 185, ditos saceos das mesmascasemi-
ras a 1QJ, 12 e 14J, caigas pretas de
casemira fina para homem a 8, 9, 101
e 12, ditas de casemira de cores a 7$, 8,
9 e 10, ditas de brim brancoa muit
UBa a 5S e 6, ditas de ditoa de cores a
3, 3500, 4 e 4500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4 J500, col-
letes pretos de casemira a 5 e 6, ditos
de ditoa de corea a 4J500 e 5, ditos
brancos de seda para catan esto a 5$
ditos de 6, colletes de brim branco e d
i fusto a 3, 3*500 e 4, ditos de cores a
2500 e 3, paletots pretos de merino de
corda o sacco e sobrecasaco a 7t, 8 e 9
colletes pretos para lulo a 4S50O e 5'
cas pretas de merino a 4EC0 e 5, pa-
letots de alpaca preta a 3j>500 e 4$, ditos
sobrecasaco a 6, 7 e 85, m uito fino col-
letes de gorguro de seda de cores muito
boa fazenda a 3800 e 45. colletes de vel-
ludo de crese pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14, 15 e 16, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 65500 e
7, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
3500, ditos sobrecasacos a 55 e S$500,
calrasde casemira pretas edecores a 6,
6g500 e 7, camisas para menino a 20 A
a uzia, camisas inglezas pregas largas jf
i muito superior a 32 a duzia para acabar, g
Assim como temos uma officina de al-
faiate onde mandamos executar todas aa
I obras com brevidade.
CALCADO.
43 RuaMea 45
seVhSa'Sn&,! V&*^ ^Mi d>
veram o de 25 ii oia-H"em ^ue 'Peni>8 -
ceoaem uma bete n'iM'r* qoe e,la ,r0"
aflm de obslar que oaiaSSl0*?_???. Tro?.
10 B31-
mo^ d ,b.H-qaero.,m1r,n e comoaEK. P-^Vs^aK-eoT
fiorze^ims para senhora.
Joly (oona brilhantina). .
Dito (com laco e fivella). .
Aqttriaco (tem.aqi>).. .
ioly (gaspa baixa). .
Para menina.
De 23 a 30. .
De 18 a 22.. .' *
6ooe
ofoba
5^(000
4^500
Para homem.
Nantet (2 bateriat). .
Francezes (di*ewce autores. '.
Inglezes de bezerro, nteirlco,
Ditot (cano de pellica). .
Dito* vaqueta da fiutsia
Ditot Dernambucanot '.
Sapates para homem^
bateriat (Nantet). .
4$000
3#M0
10^000
95000
95000
8$ 00
85510
6000
5600
5^200
5^000
65OOO
5500O
1 batera )Suzer).'
Soladebater(Suzer). *.
Meios borzegins (lustre)^ ]
Sapates (com elstico).
Ditos para menino.
m^^iB^
e muito
O verdadeiro especifico para a cura completa
das feridas antigs e recentes, ulceras, fstulas,
pisaduras, des!ocac.des, eoehacos, tumores, ery3i-
ella e quasi todas as molestias da pelle : acba-se
venda no Bazar Peraambacano da rua do Im-
perador e aa praga da Independencia n. 22.
Preco dos frasco...... 2g000
demeiodito.... t000
de 1/4 do dito... 500
Vende -e o engenbo Triumpban-
te, situado no Vao de Una : a tratar
com Jote Azevedo de Andrade, rua do
Crespn. 20 A.
Pechincha
Com pequeo defeito de
avaria.
Madapolo muito largo e fino, eom alguma pin-
ta de ararla, pelo bawto preco de 48 a peca ; na
rua Nova n. 42, loja de Tertuliano Candido Ra-
mos & c.
Uvas,
Che*aram as bellas uvaa da ilha da Itamarac,
ao deposito.da rua atrofia do Rosario o. 11.
Oueijos do Sirid.
Chegatata oa tcoaeaoa qtn*m do Sirid, ao de-
Ri
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da rua
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potassa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambera cal virgem em
pedra ; tudo por precos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
Raymundo
Carlos Leite &
Irmao recebe-
ram pela bar-
ca Clarissa via-
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto sorli-
mento das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados aulores
melhorados
com novos
a per fe i coa-
mentos, fazendo pespento igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na raa da Imperatiiz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os preparos para as mesmos como agulhas re-
trozes em carriteis, linha de todas as cores 'tudo
fabricado eipressamenle para as mesmas ma-
chinas.
Gua?danapos de linho
muito barato.
Vendem-se guardanapos de linho de flores com
pequeos defeitosa 3 a duzia, ptimos pelo pre-
go e qualidade, para o servido diario de qualquer
casa ; na rua do Queimado, loja d'aguia branca
numero 16.
Rua do Amorim
numero 43.
Vendem-se batatas muito novas, pesadas, pelo
barato preqo Je 2 a arroba : a ellas, que te et-
ilo acabando.
Calcas de casemira.
Vendern-se calcas de casemira preta muito bem
taitas a_ 10, ditas de dita de cor muito superior a
W, fstao-se acabando : na raa do Queimado n.
, loja da boa f.
Farinha de mandioca
a 2(500 a sacca, ehegada ha dona dias de Santa
Laihanna, de muilo boa qualidade ; oo lsrco da
Aosembla n. 15.
Farelo muito fino,
aaccas grandea : no largo da Assembla o. 15.
Cera de carnauba
da Granja o do outros bagares, qualidades muito
boas ; no largo da Assembla o. 15.
Sebo coado,
em barricas, muito boa qualidade
Assembla n. 15.
Jogo de damas e gamo
SSrcS*na ra d0 Qneiniado- Ioia s
Os lindos cintos fanto para
seLhoras como para meninas.
1 IVannT "*^ Ur0- fU n,qUerf6ep?deeilco,,l"r- ,8n,o dourado fino"
daguta de ouro. rua do Cabug n. l
Bolachiaba ingleza
a 3JO0O a barrica ; rende-se
gresso, no largo da Penha n. 8
armazem pro-
Taberna da boa f,
ruaestreita do Rosario n.
18, esquina das Laran-'
geiras.
M&-w:5re.B.^ qeumlqs^r
ingleza a flfB''^ fflWi!T
bra gomma muito boa a 110 rs a libra mBJ "
ga franceza a 580 e 640 ra lii,,. !' mantai-
Mm HKr. V^ a ll"fa, toucinho a
- v.-- 6 em P0rc3 se '* algum abale
18 0,1,1' d mut0 boa conducta, pro-
pria para mucamba de uma casa d familia -
Ea?Meat:
Charutos suspiros.
oiros arU
7? !eDdem-se charutos sus-
piros a 35000 o milheiro, e a retalho a 3$800 0
Vende-se uma mocada de casa
terrea muito bem construida, traveia-
dae parte assoalhada, muito propria
para um tobrado, emboa rua do bir-
ro da Boa-Vista : a tratar na rua da
matriz da Boa-Vista casa n. lo das 6
y da manhaa e das 3 as 6 da tarde.
as
1." esquadro
cavallaria.
de
Na loja de Gnimaraes & Lima
do Crespo, tem para vender _
mesclada, propria para calcas das pra-
casdo 1- esquadro de. rHvllnr.'a
na rua
casemira
Escrayos fgidos.
psito da rua estreita do
ao m costo.
tosario n. 11, e venda-
no largo da
Pechincha de meias.
Meia de coros muito finas, muilo boas o bo-
nitas, para homem a lj)500a duzia a 140 rs. o
par, que s deixar de as comprar quem nio as
ffo ; na roa do Queimado o. 85, Ioia da dili-'
geoda.
Mais que Pechincha!!!
Aletria. talharim e macarrio a 400 rs. a libra -
rende o Brandio. na Lingoetan. 5.
Cbeguem reguezias loja de res portal na
rua do Queimado n. 69 para comprar fazendas
por todo preso, estou torrando para aorlir de ao-
tm lazeadas, para vender mais barato do que em
da qpStaTaP.'o9e.; rU" d Q9,mt0- Ioja
A200rs.
Orara tratas de troco para menmas: aa rua do
crespo d. 16.
- Fogio no dia 22 de feereiro do crreme
52 m.T ?C,r"T0^e nomo Jwquim, de nacao.
do idade de 45 a 50 annos, de estatura regular
doente do p esauerdo, com falto de rarioa de-
uma fendafur *
Para casamentos.
"Botinas de setim iranco_ptra seohorai; na lo-
cera de carnauba,f $&'to&utom*
rua da oda 48, sohrao.
dos, urna tanda funda na sala do mesmo, i tu-
la-se de tarro, por causa daqualle p consta an-
dar pedindo esmolas pela Boa-Vista, Passagem,
Estrada Nora at Cachang, asgim orno cSosta
elle Mr um padnoho que atoravo da Tiua do
Nobre nessa mesma estrada ; qaem o peear le-
Te-o rua das Cruzes n. 28. v s
50^ de gratificacao.
,iaAnre5lou'8e do con?enl<> o Carmo da cidado
de Olinda um escrato do nomo Flizeo. com o.
signaessegmntes: altura regular, cheio do cor!
?,-'a" a. ** P?'^*, tallo de denles na
frente da parte superior, cor nao muito preta a
tem o estomago um pouco saliente ; este escra-
to j estere 12 annos escondido em casa da fa-
milia do finado Joa GUudino Leite, que o tinha
a titulo de comprado. eprorsTel que tornassa
para l ; portante o abaiso assignado protesta
Sc"a.osd," ,nl.dK0?,5qi?,,*rJ1,ul0' C" deOlInda
15 aSlSflof W1- Prf0r' F'- Lttii da Pufe"
. JTFn<> da dd*'ia iJc*^. no mez da se-
teaaVo proiuno pastado, um eteraro do com-
mandante superior Hanoel Joto Peona Pacheco,'
Ei ha poaco o baria eomprtdo ao Sr, Beato
uranco CoDaret, de nomo Joaguia, de idade
de cinceeaia o tontos aaaot, fdo, alto, magro,
utos grandes, e eom afta de ahjuas as froaKv
Wwxoano, ps grandes, o com os dedos gran-
des dos pt btm ahenos, muito patomador, in-
auka-ee oroa, o tom atamaot dolor sido sorrador
Consto que esta escrsTo apparoeera no dia 6 de
trrenle, rindo do Jado das CinaoPonias, e sato-
da entorrogado poraai oaieceiro sw^^hocido,
ditatout unb..ido tadidopor euaeahorwra
ofamiaba: qaatquer pessot OT_pegar o p-
dala lew am Pernaamuco aos Sra. Bisio & u
mar, not gratificar* eaeroupMnto.



mm

<*)
"wo *m*JKi*fr
X
bo
o hotnem bran-
de tui raga, e
Posicao OQcypada
(ilos-Unit
cralica lhe faz
ee-aot Ettados-U<
presumido ds-ei esmo.
Alea de que, ua chegando o* bren tot, e m
nafre* se UiUMrem oo orto d* Uaieo, cano
ae mrtttrtr>to elle sul ? po4a.ee aunaos um
instante, que o americano do Mi, .eeljocade, -
mo atar sempre. entre o hooiem branco com
X
, (Continuagio
' i l0d-WM4j>eriorid
0 norlo nadalinha que temer desto contrato,
porque no Nortees negtus eram multo poucos, e
es braucos.nurrteroeissimos.
Mas,se esta primeira aurora da liberdade ch gasse esclarecer era omi6 tempo dous milhSes
de homena, es oppresseres devanara tremer.
Depoitde haver libertado o filhos deseus es-
tratos, os Europeos do Bul serian) logo obriga-
dos outorgar toda rae.a negra o mesmo bene-
ficio.
No norte, como eu ja o disse, do momento, om
que o captiveiro abolido, e meamo do momen-
to, em que lotna-se provavel, que est prximo
o lempo desaa abolico, faz-so um duplo atn-
denlo ; oa escravos deixam o paii para seren
transportados maia para o sul; os brancos dos
.Estados do Norte, e os emigrantes da Europa af-
fluem em aeu lugar.
Estas duas causas nao podem operar da mesma
maneira nos ltimos Estados do Sul. De urna par-
te a raassa dos escravos ah muito grande, pa-
s que se possa esperar faze-Ios deilar o paiz ; da
outra os Europeus. e os Aoglo-Aroericanos do
norte temem v'lr habitar urna regio, onde anda
se nao rehabililouo trabalho. Demais elles olham
os Estados, em que a proporco dos negros ul-
trapassa.ou eguala a dos brancos,como amoag.i-
do3 de grandes infelicidades, e por isso abstem-
io de levar a sna industria para este lado.
Assim. abollndo o caplifoiro, os homens do
sul nao conseguirlo, cora seus irmios do norte,
fazer chegarern gradualmente os negros lber
dade ; ellas nao diminuiran! sensivelmente o nu-
mero dos negros, e ficariam sos para os conler.
"No decurso de poucos annos ver-se-his um gran-
de poro do negros livres collocados no meio de
una nago, qoaat egual de brancos. Os mesmos
abusos de poder, que conservam hoje em da o
captiveiro, toraar-se-hiam entio no sal a foote
dos mais grandes perigos, que so brancos lives-
sem de temer. Presentemente s o descendente
do europeu quetn possue o solo ; elle senhor
absoluto ds industria; 6 elle o rico, o esclare-
cido, o que esta armado. O aegao nao possue
uma s deslas vantagens; mas pode passar sem
lias, porque escravo.
Livre, encarroado de velar por si mesmo em
su a sorte, pode elle, se morrer, car privado de
todas estas cousat?
O que constitua a Torga do branco, quando
existia o captireiro, xpern-no rail perigos,
depois que elle abolido. Oeixando-se o negro
so captiveiro, pode-se conserva-lo em um estado
Tizinho do bruto ; ficando livre, nao se podeim-
peJi-lo de se instruir, quanlo baste, para apre-
ciar a extensao de seus males, e lobrigar o reme-
fij para elles.
Ha alm disso um singular principio de juslicja
relativa, que se acha mu profundamente inter-
nado no corceo humano.
Os homens sao muito mais sensiveis des-
egualdade, que existe no interior de uma mesma
classe, que s desegualdades, que se observara
entre clssses differenles. -
Comprehende-se o captiveiro ; mas como se
peder conceber a existencia de muitos milhdes
de cidados eternamente esmagados debaixo da
infamia, e abandonadas miserias heredita-
rias?
No norte urna populaco de negros libertos ex-
perimenta estes males, e sent estas injusticia;
mas ella fraca e reduxida; no sul ella seria nu-
merosa e forte.
Do momeuto, em que seadmle, que os bran-
cos e os negros, queja eslo emancipados, este-
jam collocados no mesmo solo, como ppvos ex-
tranhos um ao outro, conhecer-se-ha fcilmente,
que nao ha mais que duas probabilidades no fu-
turo ; ou os negros a" os brancos ho de se con-
fundir ioteiramente, ou separar-se por uma
vez.
Eu j decarei mais cima, qual era a minha
conviego sobre o primeiro meio : nao pens, que
. a raga branca, e a negra venham viver em par-
te alguraa sobre um pe de egualdade.
Mas eu creio, que a difflculdade ser anda mui-
to mais grande nos Estados-Laidos, do que em
qualquer outro lugar. Acontece, que um hornera
se colloca superior aos preconceitos de religio,
de paiz e de raga ; e se eale homem rei, elle
pode operar sorprendentes revoluces na socie-
dade : um povo ioteiro porm nunca se poder
tornar superior si mesmo. Um despota vindo
jungiros Americanos, e seus amigos escravos de-
baixo do mesmo jugo, conseguirla tal vez confun-
d-tos ; mas emqoanto a democracia americana
se mantiver testa dos negocios, ninguem ousa-
r tentar semelhante empreza; e pode-se prever
que quanlo mais livres forem os brancos dos Es-
tados-Udidos, tanto mais elles procuraro iso-
lar-se.
Eu j observei em oulra parto, que o verdadei-
to laco entre o europeu e o indio era o_ mestigo ;
semeihantemente, a verdadeira transigi entre o
branco e o negro o mulato ; por toda parte,
em que se encontrar um muito grande numero de
mulatos, a fuso entre as duas ragas nao impos-
sivel.
Ha parles da America, em que o europeu e o
negro se acham por tal forma cruzadas, que dif-
licil oocontrar um homem, que seja interamen-
te braoco, ou ioteiramente negro; chegando-so
este ponto pode-se realmente dizer, que as ra-
gas esto confundidas; ou antes, que em seu lu-
gar existe uma lerceira, que participando das
duas, nao precisamente nem uma, nem outra.
De todos oa Europeos os Inglezes sao, os que me-
nos hao misturado o seu sangue com o dos ne-
gros.
Veem-se no sul da Uoio mais mulatos, que
no norte ; porm infinitamente menos, que em
nenhuma outra colonia europea ; os mulatos sao
mui pouconumerosos nos Estados-Unidos; el-
les nao tem alguma forra por si mesmo ; e as
trigas de ragas fazern de ordinario causa com-
mum com os brancos : assim que na Europa
vem-se os lacaios dos magnatas affectarem de
cobres para com o povo.
Este crgulho de origem natural ao ioglez,
anda singularmente augmentado no americano
pelo orgulho individual, que a liberdsde demo-
aea
e>bbbbbV ** saaaail
o negro, seu antigo
ao branco seu vi-
lament* prever o fu-
das cousas, a abo-
far crpiper antip-
tempo tirarafFatos paes.
as luzaa da civilisagao no meio
aprender nelle
Bol
otrtri
ram buscal
ptirairo, e dutil
mo o
1?
pena
le ? O amSuia.no do
-Sica, qunHajBstl
i eesorA de parecer-s
escraviYa de car n
nlie. Se H*9preciso
turo segundos curso pro
ligio do1!pTfveiro noTul
lliia, qtj a populacid'- branca etirtf mFpraitm
os negros.
Eu Vdado eta oproio sobrVo que j obser+ei
de anlogo no norte : disse, que os homens bran-
cos do porte afastam-se dos negros com tanto
mais cuidado, quanlo o legislador marca menos
a separagao legal, que deve existir^enfre ollea |
porque nao acontecera o mesmo dsul? No nor-
te, quando os brancos temem desnegar oan-
fundir-se com os negros, elles raceiam muito m
perigo imaginario : no sul, onde o perigo seris
rej|, eu oo posso crer, que o temor fosse me-
nor.
Se de um lado se reconhece (e o fadlo nio en-
tra em duvidaj, que na extromidade aul os ne-
gros s aceummulam incessantemente, e crescem
mais depressa era numero que os brancos ; sa do
outro se concede, que impossivel prever a-po-
ca, em que os negros e os brancos chegaro so
confuadir, e tirar do estado da sociedade as
mesmss vantagens, nao se deve concluir deste
principio, que nos Estados do Sul oi negros e os
braceos acabarao cedo ou tarde por entrarem em
lula? E qusl ser o resultado flnal desta lua?
Comprehende-se sem esforgo, que sobre este pon-
to devemos nos restringir ao vago das conjectu-
xas. O espirito humano consegue, depois de al-
guna trabalho, tragar de ceito modo om grande
circulo em torno do futuro ; deotro deste circulo
porm revolve-se, o que se chama o acaso, que
escapa todos os esforgos. No quadro do futuro
esse acaso forma sempre o ponto obscuro, em
que nao pode penetrar o olho da iutelligencia.
Neste oso o que se pode dizer o seguite :
as Anlilhas quem est destinada sucenm-
bir a raga branca, no Continente a negra.
as Antilhas os brancos acham-se solados no
meio de uma popularlo de negros; na ierra (Ir-
me os negros esto collocados entre o mare um
pnvo innmeravel, que j se desdobra por cima
delles como uma massa compacta desde os gelos
do Canad al as fronteiras da Virginia ; desde as
margens do Missouri at as costas do ocano
atlntico.
Se os brancos da America do Norto se conser-
varen! unidos, difiicil pensar, que os negros
possam escapar destruigo. que os ameaga ; el-
les torao de suecurebir ao ferro, ou i miseria.
< Mas as populagdes negras accummuladas a*
longo do golpho do Mxico tem probabilidades
de salvago, se a luta entre as duas ragas se tra-
var, quando se dissolver a confederaco amerita-
na. Uma vex despedazado o anel federal, os ho-
mans do sul enganar-se bao, se contarem com
um apoto duravel da parte do seus irmos do
norte. Estes ssbem, que o perigo nao pode al-
canga-los nunca ; e se um devr positivo os oio
obrigar marchar em soccorro do sul, pode-so
prever, que assympathias de raga por si s nao
faro esse milagre.
Qualquer que seja, emlini, a poc da luta, e
embora os bracos do Sul sejam abandonados & si
mesmo, em todo o caso elles hao de se presen-
tar na arena com uma mmensa superioridade de
luzes, e de meios ; os oegres, porm, hao de ter
tambem por si o numero, e a energa do deses-
pero ; e estes recursos, como se sabe, sao graodes
quando se pega em armas.
Talvez acontega raga branca do sul, o que se
deu respeito dos Mouros em Hespanha.
Depois de haveroecupado o paiz por alguna s-
culos, ella emflm retirar-se-ha pouco pouco
para a regio, de onde em outro lempo vieram
seus aotepassados, abandonando aos negros a
posse de um paiz, que a Providencia parece desti-
nar para estes, visto que nelle vivem som grande;
sacrificio, e trabalbam com mais faciltdade, que
os brancos.
O perigo mais ou menos remoto, porm inevl-
tavel, de uma luta entre os negros e os brancos,
que povoam o sul da Unio, apresenta-se inces-
santemente como umsonho penivel imaginago
dos Americanos.
Os habitantes do norte conservara todos os das
neste perigo, sem embargo de que elles nada te-
nham que temer directamente delle ; e de balde
procuram descobrir um meio de conjurar as des-
granas, que prevem.
Nos Estados do Sul cada um guarda silencio
este respeito; nao se falla no futuro reservado
aos estrangeiros ; um amigo esquecia-se de ex-
plicar cora o seu amigo nesta materia ; cada um
como que oceulta o perigo si mesmo : entre-
tanto o silencio do sul mais medonho, que o
medo ruidoso do norte.
Esta preoecupago geral dos espirilos fez nascer
uma empreza, quasi ignorada, que entretanto p
de mudar a sorte de uma parte da raga hu-
mana.
Temendo os perigos que acabo de tragar, um
certo numero de cidados Americanos colliga-
ram-se em sociedade no intuito de remetieren)
sua custa para as costas de Guineos negros livres
quequizessem furlar-se tyrsoia, que carrega
sobre elles.
Em 1820 a sociedade, que venho de mencionar,
conseguiu fundar em frica, na altura do 7o gr.
de lat. norie, um estabelecimenlo, que denomi-
nou .iberia.
As ultimas noticias referiam, que dous mil e
quinheotos negros achavam-se j reunidos sobre
este ponto.
Transportados sua antiga patria os negros in-
troduziram nella as inslituiges americanas.
A Liberia, pois, lera um syslema representati-
vo, tribunal de jurados negros, magisatrados ne-
gros, e padres negros; j se ali vem egrejas,
e jornaes ; e por uma singular viravolta das vi-
cissitudes deste mundo prohibido aos brancos
estabelecerem-se na Liberta.
Eis-aqui realmente um jogo exquisito da for-
tuna 1
Dous seculos ha, que o habitante da Europa
empreheudeu arrancar os negros sua familia, e
ao seu paiz para os levar para as plagas da Ame-
rica do Norte ; hoje encontrase esse mesmo eu-
ropeu atarefado em carrear de novo pelo ocano
atlntico os descendentes desses proprios negros
porta
trena
.. Ha, prtanlo, urna kella e grande idea na (un-
L#fia da jLjo/ria. $ jua*- esta U& que pode lor-
nar-se recunda para o mundo antigo, estril
para o novo.
" Em 12 nnos a sociedade de eolonisaco dos
negros transportou para a frica 2.5>OQ dalles ;
em egual espago de tempo nasceram700,0W*os
^Rflda^daridoia Colonia itLibiria s anasserno
auge da poder recebar lodos os annos milaares
de nevos habitantes, e es'.es em estado de serem
utilmente condundos para all ; ainda quando a
mesma Unio se collocasse no lugar da sociedade,
6 empregasae mus thesouros, e seus navios ex-
portando negros para a frica, nem assim ella
podri confrabatogar tmente o progresso na-
tural da populacho entre os negros ; nao tirando
por Uoto cada armo tantas pesaoas, quintas nas-
ciara, ella nunca mais conseguira suspender o
deseovolvimenio d mal, que progride todos oa
das em seu seto,
Em 1830 havis nos Estados-Unidos dous mi-
Ihes, dez mil a trezentos e vinte escravos, e tre-
zentos e deaanov mil qua trocen tos a trila e no-
ve libertos ; ao todo dous milhes trezentos e
vinte nove mil seta centos e seasenta e seis ne-
gros ; o que formava um pouco mais do quinto
da populaco total dos Estados-Unidos nessa
poca.
A raga negra oo deixar mais as praias do con-
tinente americano, para onde a arrastaram as
paixoes e os vielos da Europa ; e s quando dei-
xarde existir ella desapparecer do-novo mundo.
Os habitantes dos Estados-Unidos podem arredar
de ai as desgranas, que elles temem, mas nunca
matar-lhes iuleiramente a canta.
Eu sou obrigado contestar que nao considero
a abolico do captiveiro como om meio de retar-
dar a luta das duas racaa nos Estados do Sul.
Podem os negros conservarem-se por muito
lempo escravos, sem se queixarem disso ; mas
uma vez entrando no numero dos homens livres,
elles ho de indignar-se logo de ae verem priva-
dos de quasi todos os direitos de cidados ; e
nao podando egualar-se aos brancos, nao tardaro
moslrar-se eeus inimigos.
No norte liana todo o lucro libertando-seos
escravos ; por quanto dea va-se assim livre do
captiveiro, sem ter que receiar cousa alguraa dos
negros farros ; por isso que estes eram mui pou-
couumorosos para reclamaren: os seus direitos.
No sul, porm, o Inverso : a questo de cap-
tiveiro no norte era para os seohores uma ques-
to commcrcial, e manufacturen ; no sul uma
questo de vida e de morta ; nao se pode, pois,
confundir uma com a outra.
Deus me defandade procurar, como certos au-
tores americanos, justificar o principio do capti-
veiro dos negros ; digo somonte, que todos os
que almiltiram este principio terrvel daquelle
lempo, nao tem hoje a mesma liberdade de se
desviarem delle.
Conlesso, qua quando considero o estado do
sul, s descubro para a raga branca, que habita
essa regio, dous modos de obrar ; vem a ser,
libertar os negros, e conlundir-se com elles ; ou
entao isolar-se delles, e conserva-Ios no capti-
veiro o maior tempo que for possivel: os meios
termos parece-me que bio de dar mui prxima-
mente na mais borrivel de todas as guerras civis,
e talvez Da ruina de uma das duas ragas.
Os Americanos do sul olham a questo debai-
xo deste ponto de vista, e obram em sua confor-
raidade. Nao querendo contundir-se com os ne-
eros, nao os querem tambem forrar. Nao pro-
vena islo, porque os habitantes do sul olhem o
captiveiro, como necessario riqueza do senhor ;
neste ponto muitos esto de ac:ordo com os ho-
mens do norte, e de boa vontade reconhecem
com estes, que o captiveiro um mal; pensam,
porm, que deve-se conservar este mal para se
poder viver.
Crescendo as luzes no sul, estas tem feilo ver
aos habitantes dessa parle do territorio america-
no, que o captiveiro nocivo ao senhor; e estas
mesmas luzes mostram-lhe msis claramente, do
que elles o nao havam visto at euto, a quasi
impossibilidade de o destruir.
U'aqui nasce um contraste singular ; a escra-
vido, a medida que contestada a sua ulilidade,
cada vez mais se firma as leis: e ao passo que o
seu principio gradualmente abolido no norte,
liram-se no aul desle mesmo principio conse-
cuencias cada vez mais rigorosas.
A legislago dos estados do sul relativa aos es-
cravos, aprsenla em nossos dias uma especie de
atrocidade inaudita, o que por si s revela algu-
ma perlurbago profunda as leis da humanida-
de : basta ter a legislago dos estados do sul para
se conhecera posigo desesperada das duas ragas,
que os habitam.
Nao succede islo, por que os Americannos des-
ta parte da Uoio tinham precisamente aug-
mentado os rigores do captiveiro ; pelo con-
trario elles bao adogado a sorte material dos
escravos. Os antigos s conheciam os ferros, e
amorte para sustentaren! o captiveiro; os Ame-
ricanos do sul da Unio descubrirn) garantas
mais intellectuaes para a cooservago do seu po-
der : (elles ho, se posso (assim exprimr-me,
espiritualisado o despotismo, e a violencia ; na
antiguidade procurava-se impedir o escravo de
quebrar as suas cadias; boje lem-se empre-
FOLEETDI
OBATEDOR DE ESTRADA
hendido de tirar-lhe o desejo de o fazer. Os
amigos amarravam o corpo do escravo ; deixa-
vam-lhe porm livre o espirito, e permilliam-
lhe de se instruir: neste ponto eram elles con-
sequentes com sigo mesmo ; havia ento uma
sabida natural ao captiveiro ; de um dia para o
outro o escravo poda liberta r-se.e tornar-se egual
seu senhor. Os Americanos do sul, que nao
pensara, que em pocha alguma os negros posso
se confundir com elles, ho prohibido, sob pe-
nas severas, de se lhes ensinar lcr, e es-
crever : nao querendo eleva-los ao seu nivel,
elles os cooservaram to prximos, quanto
possivel ; dos brutos. A esperanga da liberda-
de (oi sempre collocada no seio do captiveiro para I
suavisar os rigores d'elle. Os Americanos do
sul comprehenderam, que a alforria, quando o
liberto nao poda chegar nunca egualar-se
seu senhor, offerecia sempre grandes perigos.
Dar um homem a liberdade, o deixa-lo ua mi-
seria, e na ignominia, quo outra cousa seno
fomecer um cuete futuro revolta dos escra-
vos "? Havia-se alm disso observado i muito
tempo, que a presenga do negro livre causava
ll fupprBram aos se-
cm* faeuldade
; -a alforria nio est
bida, om s*sta 4 tasa
tornara difflcil. Encontrei
um velho, que em outro lempo?
havia entfttidO relaces illicitai cora uma de
suas escraras r.'tinrja elle .(ido muitos filhos, que
pelo tacto de seu, nasciraento eram seus escra-
vos : muilas vetas havia o velho imaginado em
outorgar-lhes ao menos a liberdade ; annos po-
rm se haviam pastado sem que podesse vencer
os obstculos, que o legtstador havia opposto
alforria.
A velhice'O spanhou, e elle la morrer; em sua
imaginaco representavam-M-the seua filhos ar-
rutados de leilao em lrilio, e pastando da anc-
loridade paternal para o latego de um estraoho;
estas imsgeas horriveis taziam delirar o seu espi-
rito moribundo. Eu o vi entregue.s angustias
do desesporo, e compreheodi entao como a M-
lureza sabia ae viogar das feridaa, que lhes (a-
ziam aa leis. Estes males aa terriveia, de cer-
to; mas nao sao elles a eoDseqnencianeceaaara,
e prevista do preprio principio da escravido en
tre os moderns?
No momento,em que oa europeos foram bascar
os seus escravos no seio da uma raga dilTerenle
da sua, que muitos cooslderavam como inferior
s outras ragas humanas, e olhavam com hor-
ror a idea de se aasimifharem ella, elles sup-
poseram o captiveiro eterno ; por qu entre a
extrema desigualdade,que nasce do captiveiro,
a completa egualdade, que produz naturalmente
entre os homens a independencia, nao ha esta-
do intermediario, que seja duravel. O* euro-
peus seotiram vsgamento esta verdade, mas nao
na confeasaram : todas as vezes que trata-so de
negros, nos os vemos obedecer ora so seu inta-
resse, ou ao sea orgulho, ora i sua piedade.
Elles violarara para com o negro todos os di-
reitos da humanidade, e depois ento instruiram-
oo sobre o valor, e inviolabilidade desses di-
reitos : abrirsm suas fileiras aos seus escravo i,
e quando estes teotarain penetrar nellas, saco-
diram-not dahi com ignominia. Querendo o
captiveiro deixaram-searrsstar.por gosto ou con
tragosto seu, para a liberdade, sem terem a co-
ragera de ser oo completamente iniquos, ou io-
teiramente justos.
Se impossivel prever uma pocha, em que
os Americanos do sul misturara seo sangue com
o dos negros, podem aquellos, sem ae exporem
morte, permitlir que estes ltimos cheguem
conseguir a liberdade 1 E ae os Americanos do
sul sao obrigados para salvaren) aua propria raga,
cooserva-los nos ferros, nao seos deve descul-
par defazerem uso dos meios os mais efficases
para conseguirem o seu Om ? O que se ptssa
no sul da Unio parece-me ser inteirsmente a
consequeucia mais horrivel, e a msis natural
do captiveiro. Quando eu vejo a ordem da na-
luresa destruida ; quando en ougo a humanida-
de, que brada, e se debate em vio sob o peso
daa leis, coofesso, que nao acho iodigoago
bastante para estigmatisar os homeos de nossos
dias autores destes ultrages ; maseu collijo todo
o meu odio contra aquellos, que depois de mil
annos de egualdade introdusiram de novo o cap-
tiveiro no mundo.
Quaeaquer que sejam em Qm os esforgos dos
Americaonosdo sul para cooservarem o captivei-
ro, alies nao o conseguirm sempre.
A escravido resumida sobre um s ponto do
globo ; atacada pelo chrislianismo como injusta;
pela economia poltica como funesta; a escra-
vido no meio da liberdade democrtica, e das
luzes de nossa edade, oo uma instituico, que
possa durar: ella cessar pelo facto ou do es-
cravo, ou do senhor: em qualquer dos casos
deve-se contar com grandes desgranas.
Se se recusar a liberdade aos negros do sul,
elles acabarlo por. toma-la por suas proprias
mos ; se lh'a concederem, nio tardaro abu-
sar della.
II
Estado actual funro das tres ragas nos Esta-
os-Unidos.
Da existencia da-Unio depende em parto a
conserrago do que existe em cada um dos esta-
dos, que corapem. Mas primeiro qne ludo
bom flxar-nos sobre um ponto : se a confedera-
gao actual viesse a se romper, parece-me incon-
testivel que os estados que fazem parte della nao
tornariam & sua lndivldualidade primitiva: em
vez de uma unio formar-se-iam muitas. Nao
meu proposito indagar sobre que bases viriam
estabelecer-se estas novas unioes : o que quero
somente mostrar, sao as causas que podem pro-
duzir o desmembramento da unio actual. Para
o conseguir, vejo-me na necessidado de percor-
rer de novo algumas das estradas em que prece-
dentemente j andei: deverei expr s vistas mui-
tos objectos que j esto conhecidos.
Sei quo praticando assim arrisco-me s censu-
ras do leitor; tenho porm a minha desculpa na
importancia da materia que aioda me falta tra-
tar : em lodo caso antes quero repetir-me do que
deixar de ser compreheodido, e preilro soffrer
qualquer desgoslo prejudicar o objecto, de que
trato.
Os legisladores que redigiram a constituco de
1789 esforgaram-se por dar ao poder federal uma
forga preponderante. Elles porm eram limitados
pelas proprias condiges do problema que deviam
resolver. Nao estavam encarregados de consti-
tuir o governo de um povo nico, senio de re-
gular a associago de muitos povos ; e quaesquer
que fossem os seus intentos, era preciso, que ro-
partissem o exercicio da soberana. Para se com-
prehender bem quaes foram as consecuencias
desta partilha, deve-se faier uma curta distinego
entre os actos da mesma soberana.
lidades,
--
s aellas a*emaaodt ser conve-
nientemente tratado : tal 4 entre alies o orc*.f w-K,
ment das municipaUtJaes J WA
Finalmente encontratn-se objectos qi.

rinumenie encontrra-se otrjacwt) qpe Sao de *-" w w-iway'w uso ao
natureza mixta; sio nscionaes porque lnteressao lmr for5. Toe estas Ihe recusara.
i todos os individuos, que compoem naci :
pro/inoaes, porque nio ba^tacassidade de que a
^^providencie por si ma frOtpt
tais sao, por exemplf o OrfStos qd r'K|dttH
estado civil e poltico dos cidados.
Sabe-seqne nao existe estado social sem direi-
tos civis o poltico*, eflao s*etlireiws inlr-
sam egualmepte todas os,cidados ; nao po-
rm necessario existencia e a prosperidad da
nago, que sejaru elles nniformes, e por conse-
queucia regulados pelo poder central. Em todas
sociedades bem constituidas, qualquer que seja. a
base sobre que se tenha fundido o estado social',
existera necessariamente duas cathegorias do
objectos com qne se oceupa a soberana. Entre
estes dous pontos extremos acbam-se collocados,
como uma massa flnetuante, os objectos geraes,
mas nio nacionsas, que chamei mixios. Nao sen-
do estes objectos nem exclusivamente nacionaes
eera ioteiramente provinciaes, pode-se encarre-
gar ao governo nacional ou provincial o cuidado
de providenciar sobre elles, oa couformidade das
convences estsbelecidas, esem que por laso dei-
xe-se de conseguir o fim da associago.
Muitas vezes simplices individuos se reuncm
para formar o soberanno e sna reunio compe
um, povo.
tei
j>aeta fracciona na so-
lado de confederago,
l, os hbitos lutam mui-
l dio ao governo central
uanao povos confed
tsmefss
se a Frauga Miptse?
* poyos -confederados ae renen* em
ismajs caasas obram|em
nia dMdft s,-.ju8
- uma repblica confede-
WT*o a dos BaiadoB-UnidosV o geverno ao
Prtncrpip se mostrasse mala enrgico, que o da
tolao; e swptta se conslituitA em noaatchia
como a Frartga, o governo
vara
roa
PAULO DUPLESSIS.
PRIMEIRA PARTE.
No meiado de junho de 1852 uma pequea tro-
pa de seta cavalleiros alravessava com dfflculda-
de e em silencio a malta do Mxico, chamada de
Sania Clara.
Crestados pelo sol, e deflnbados pelas privages
a presenta vara no semblante a estampa de crueis
e recentes sofTrimenlos, ao passo que suas vestes
de couro, dilaceradas pelas gsrgas e cobertos de
p atlestavam por que fadigas acabavam elles de
pasear.
Distemos comnosco : intrpidos viajantes 1 o
nada ha de exagerado neste epilheto: porque
para ter a ousadia de chegar onde se achavam
estes homeos ara precito ter nio s uma coragera,
como uma robustez de corpo toda a prova. Pos-
to que a malta de Santa Clara diste duzootaa le-
guas apenas da cidade de S. Francisco, nenhum
dos temerarios o aveotureiros habitantes da nova
Babylonia americana tinhe peatn p neste slo
ainda virgem do contacto europeu.
Cheia de horriveis precipicios, ingada de*r-
penles, ingada de ongas e tigres, sem recurso al-
gum contra os tormentos da fem e angustias da
sede, a malta de Sania Clara nunca at entao hou-
vera dado guarida senio Indios bravios, cerla-
mele mais ferozes, mais' perversos e temireis
que os venenosos reptis e arruivascadas feras.
Encostada pelo norte a# golpho de California,
limita ao aul, oeste a leste por estas itnmea-
sas virgens solidoes, que os mais afilados geogra-
phos contemporneos conteotam-se em designa-
las na carta por humildes pontos de interrogarlo
e modestos tragos, a malla de Santa Clara est
alm disso ao abrigo dos viajantes europeus pela
difliculdade quasi invencivel de seu itinerario,
quer se parta de S. Francisco, quer de Guaymas.
Costear o quasi inaccessivel golpho de California,
passar o rio Colorado, transpor tres cadeias de
montanhas (I) eu andar de continuo por entre ioi-
migas tribus, tarefa to difiicil que o mais exal-
tado amor do ouro nao pensara mesmo de ven-
cer. A distancia de S. Francisco Santa Clara
de no vcenlas milhasioglezas pouco maisou mo-
nos, ou mil o duzentos kilmetros; porm de
Guayacas, porto mexicano esta malta, o cam\nho
oo nras de iresentas milhas ou cem leguas.
O cavalleiro que vinba na frente da tropa eque
lbe servia de guia moslrava uma mistura singu-
lar de civilisago e barbaria, seu vestuario, me-
tade mexicano, metade indio, nao cooaentiria
que ae recpnheceasc sua naciooalidade, ae a pello
vermelha, a testa chala, suas feicoes bizarras nao
o denuoelassem primeira vista d'olhos como
oriundo da grande familia dos filhos livres do
deserto; e na verdade elle era um Indio Seris de
puro sangue.
Atraz do Iodio, e aproreitando a vereda mo-
mentnea que elle abra em sui carreir, quatro
Mexicanos solida e descuidosamente montando em
magros e incaosaveis cavallos originarios do es-
tado de Sonora, o segniam passo passo : cada
um destes mexicanos, que, aqo para nos, pareca
perlencer mais nfima classe dos aventurciros,
Irazie do argo do sellim um largado, um par de
pistolas um bacamarte ; e alm ditso, uma com-
prida e mastica faca, bem dmolada, e cujo cabo
s apperecia na altura do jotlbo, esteva arada por
um cinto de fio de aloes nes-rugarle suas botas
de raqueiro : esta faca, que maia uma arma
Ha objectos que sao nacionaes por sua nature-
za, quero dizer, que s se referem i nago toma-
da conectivamente, e nao podem ser confiados
seno ao homem ou assembla, que mais com-
pletamente representa a nago inteira: neste nu-
mero assentareia guerra e a diplomacia.
Outros ha que pelo mesmo motivo sio provin-
ciaes, islo que s dizem respeito certas loct-
Abaixo do governo geral que elles estsbelecem,
s se encontram forgas iodividoaes ou poderes
collectivos, cada um dos quaes representa uma
traeca o muito insignifiesnte do soberano. Neste
caso o governo geral o que naturalmente se
chama para regular nos objectos nacionaes por
sua essencia, como tambem a atis grande parte
dos mixtos de que fallei ; e ficam assim as loca-
lidades reduzidas porco de soberana que nao
podem dispensar para fuerera a sua felicidade.
Algumas vezes por um facto anterior associago
o soberano acha-se formado do corpos polticos
j organisados ; acontece entio, que o governo
provincial incumbe-se de provr tanto aos objec-
tos exclusivamente provinciaes por sua natureza
como ao todo ou i parte dos objectos mixtos, de
que acabo da fallar ; porquanto as naces confe-
deradas que forma va m por si mesmo os sobera-
nos antea de sua uoio a que conllouam repre-
sentar uma fraego multo consideravel da sobe-
rana, aioda que se hsjam unido oo entenderam
ceder ao governo geral mais do que o exercicio
dos direitos indispensaveis i Uoio.
Quando o governo nacional, indepcodenlemen-
te das prerogatiras inherentes sua natureza, se
v revestido do direito de regular os objectos mix-
tos da soberana, possue uma forga preponderan-
te ; por quinto nio s tem mullos direitos seus,
como aua disposigo e dependencia todos os
outros que lhe nao pertencem ; de onde se se-
gu que muito para receiar que nao venha i
usurpar aos goveroos provinciaes suas prerogati-
vas naturaes a necessarias.
Quando pelo contrario o governo provincial
que se acha investido do direito de regular os ob-
jectos mixtos reina na sociedade ama tendencia
opposta : a forga preponderante existe entio na
provincia e nao na nago : deve-se por isso te-
mer que o governo nacional nao acabe por ser
despojado dos privilegios necessarios sua exis-
tencia, a Os povos nicos sao naturalmente le-
vados para a centralisago ; e as confederagoes
para a separago* Estabelecidas estas ideas ge-
raes, fagamos agora a applicago dellas Unio
Americana.
Aos estados particulares rigorosamente per-
teneia o direito de regular os objectos puramente
provinciaes. Alm disso elles cooservaro o de
flxar a capacidade civil e poltica dos cidados,
de regular as relaces dos homeos entre -1. e de
lhes fazer justiga ; direitos, que por sus natureza
sao geraes, mas que Dio pertencem necessaria-
mente ao governo nacional.
J vimos, que ao governo da Uoiao foi delega-
do o poder de decretar em nome de toda a nago
nos casos, em que ella devia obrar, como um s
e mesmo individuo. Elle a representa para cora
as demais nages estraDgeires; dirige cootra o
inlmigo as torgas comrauns; emfim oceupa-se
dos objectos, que chamei exclusivamente na-
cionaes.
Nasta partitba|dos direitos da soberana, a parte
que tocou unio parece ao primeiro aspecto
mais grande, que a dos estados; um exame, po-
rm, um pouco profundo demonstra, que de fac-
i ella menor.
O governo da Unio execula emprezas mais
vastas, verdade; porm obra mui poucas
vezes ; o governo provincial desempeos servi-
gos mais pequeos, mas nao descanga nunca, e
revella cada instante a sua existencia.
O governo da Uoio vela sobre os interesses
geraes do paiz; mas os interesses geraes de um
povo s tem uma influencia contestavel sobre a
felicidade individual: os negocios da provincia
pelo contrario influem visivelmeote sobre a feli-
cidade de seus habitantes.
A Unio sssegura a independencia, e a grande-
za da nago, cousas estas, que nao tocam imme-
diaUmente aos particulares.
O estado mantm a liberdade, regula os direi-
tos, garante a fortuna, assegura a vida, e o futuro-
todo ioteiro do cada cidado.
O governo federal est collocado i uma grande
distancia de seus subditos; o governo provincial
prximo a elles.
O governo central tem por si as paixdes de al-
guns homens superiores, que aspirara dirgi-to ;
do lado do governo provincial acha-se o interes-
se dos horneas de segunda ordem, que s espe-
rara coDseguir o poder em seu estado ; e sao es-
tes, os que estabelecidos perto do povo exercem
sobre elle a maior forga do mesmo poder.
a Frartcj o governo americano se conser-
por algura tempo matt'tfeitl, que o nosso.
Quando se creon'a vida nacional enlre os An-
glo-amsriessss, a 4xilencla provincial j ra an-
[ga, e relajos necessarias j estavam fundadas
entre ss coramunas e os individuos dos meamos
eatados; j emflm estava creado o habito de
considerar certas objectos debaixo de uo ponto
de vista commum, e de se oceupar exclusiva-
mente de certas emprezas, como que represen-
tando um certo tnteresse provincial.
A Uoio um corpo immenso, que s offurece
ao patriotismo um objecto vago para esle e a-
bragar.
O estado tem forgas reguladas, e limites cir-
cumscriptos; e representa um certo numero de
cousas conheci Jas e caras aos seos habitantes :
elle confunde-se com a propria lmagem do solo,
identiftea-se tom a propriedade, com a familia,
'-'ora as reoonjaedes do passado, com os trabalbos
do presente con os sonhos do fulsro. O pa-
triotismo, que quasi sempre uma extensao do
egosmo individual, eonserva-se no esla-do, e nao
tem por assim dizer, passado Uoiao.
Deal'arte os interesses, os hbitos, e os- senti-
mentos se reuoem para concentrar a verdadeira
vida poltica no estado e oo na Unio.
Pde-se fcilmente julgar da difTerengs das
forgas dos dous governos, veudo-os mover-se ca-
da um no circulo de seu poder.
Todas as veres, quo o governo de um estado
f e dirige um homem, ou uma associago de
homens sua linguagem clara, e imperativa:
o mesmo acontece com o governo federal, quando
elle falla individuos; desde, porm, que se
acha em frente de um estado, eomega parla-
mentar : explica seus motivos, e justifica sna
conducta ; argumenta, aconselha, mas nio orde-
na cousa alguma. Se suseitam-se dundas so-
bre os limites eonstitucionaes de cada um go-
verno, o governo provincial reclama o sev direito
ousadamente, e toma medidas promptas e ener .
gicas para o sustentar.
Os Americanos, pois, tem m uilo mais que es-
perar, e temer do seu estado, do que da Unio ;
o segundo a marcha natural do corag&o humano
elles devem-se ligar mais vivamente ao primei-
ro, do que segunda.
Nisto os hbitos, e os sentimentos marcham de
acordo com os interesses.
Durante esle tempo o governo a Unio racio'
cia; apella para o bom senso da nago, para,
seus interesses, pa-ra sua gloria ; temporisa, ne-
gocia ; e s depois de reduxido ultima eztre-
midade se determina emfim obrar.
A primeira vista podia-se crer, qae o gover-
no provincial, que est armado com as forga da
toda a naco, e que o coogresso representa um
estado.
O governo federal, nao obstante os esforgos,
que o constituir as, como eu o disse em ou-
tro lugar, por sua propria natureza um governo
fraco, que, mais quo qualquer outro, tem neces-
sidade do concurso livre dos gobernados para
subsistir.
V-se fcilmente, que seu objecto realisar
com facilidade o desejo que tem os estados de
ae conservarem unidos.
Preenchida esta primeira condigo, elle es-
clarecido, forte, e gil. Orgaoisaro-no de ma-
neira nao encontrar habitoalmente diante de si
seno individuos, o vencer fcilmente as resis-
tencias, que se prelendesse oppr vontada
commum. O governo federal, porm, n&o foi es-
tablecido sob aprevo da etrewmsancta de nao
quererem um ou mais estados continuar em r_
ver unidos. Se a soberana da Uniao entrasse
hoje em luta com a dot estados, pode -se fcilmen-
te prever, que ella suecumbiria: eu duvido mes-
mo que se engajasse o combale de urna maneira,
seria: todas as vezee que s opposer uma resie.
tencia opiniosa ao governo federal, hacemos vi-
lo ceder. A experiencia tem provado at agora*,
que quando um estado aueria obstinadamente
uma cousa, e a pedia com tenacidade, nunca dti-
xava de obter ; e quando decididamente se reau
sava fazer qualquer cousa, deixavam-no
obrar, como quizeese. Embora tivesse o governo
da Uoio uma forga, que lhe fosse propria a si-
tuago material o paiz tornar-lhe-hia muito
difiicil o uso della.
Os Estados-Unidos cobrem um immenso terri-
torio ; grandes distancias os separam ; a popu-
jacao rcha-se ahi dispersada no meio de paizes
ainda meio desertos; se a Uoio eraprshendessa
de manter pelas armas os confederados em seu
dever, sua posigo tornar-se-hia anloga^, da
Inglaterra no tempo da guerra ds indepen-
dencia. Alm disso, um governo, fosse elle for-
te, s muito cusi poderia escapar s conse-
cuencias de um principicio, que ella proprio o ad.
minio, como base de direito publico*que o deve
reger. -
11) Na carie mais recente do Mxico, levantada
pe* ordem do senado, Mis o seguite respeit
deslas montanhas: suppoem-se que estas men-
tanhas nio se estendem para o norte mait do que
a vista alcanga: mas por ora nio temos coone-
ctmeotos bastantes para indica-las com preciso.
defensiva do que offensiva serve, para cortar o n
do lago ioimigo que mata n'um aperlo esma-
gador.
O sexto cavalleiro marchava na distancia de
cem metros da guarda avancada. Era homem de
grande altura, assim um gigante espadando, e de
robusta constiluigo : a expresto de apalhica in-
differenga habitual em seu semblante, de feiges
grossairas, pareca iadicar primeira vista uma
falta absoluta de energa e de iniciativa ; cocotu-
do seu olhar Oto e seguro, secco e sem brilho
desenhava dislinctamente a determinaco unida
vontade : fra de duvida que este homem, apa-
zar de sua vulgar e mesquinha apperencis devia
chamar a sllengo de qualquer observador; cha-
ma va-se elle Grandjeao, originario do Canad e
andava por seus cincoenta anuos.
- Ou porqve ello temesse arranhar o rosto as
enredigas suspensas s arvores e agoitadas pelos
ventos, ou porque tivesse peni da sua montana,
0 caso que elle andava p puchando ocavallo
pela redea : emn,m parecia que elle so dava pou-
co dessa accrescimo* de fadiga.
O stimo e ultimo cavalleiro da aventureira
tropa era na verdade o mais notavel de todos :
devit ter de vinte e oito trila annos : seus mo-
dos altanados, seu busto nervoso arrogante, um
certo que da aristocrtico que ae reelava dos
mais pequeos movtmentos, a maneira altiva e
soberba de levantar a caneca; ludo denotava
nelle, ou o habito ou ao menoi o gasto innato de
governar.
Os bragos, demasiadamente grossos e desen-
volvidos em proporco da delitatteza de seu talbe,
denotavam urna forga muscular pouco vulgar :
1 todava, atezar de sna nervosa, tnagrero linba
mos qse fariMs, inveja u.bom eumero de se-
nhoras. AS feiges, de uma belleza real, consi-
deradas cada uma e per si, tiuhsm em seu tolo
alguma cousa d anlipethico. A razio desta des-
agradavel impresso nascia de um olbar singular,
qu deeprsidisin seus elhos de um giisalho es-
verdinbadb. Isla olhar bem semelhante 80 da
cobra quando fascina a presa, exprima na mesma
dse o desd, aMesconfiancae a ferocidsde. Um
lamente evitara a amizade deste desconhecido e
repelliria ana intimidado. Os aveotureiros sob
suas ordens, porque estavam sua soldada, igno-
ravam seu nome de familia e chamavam-o sim-
plesmente el seor Heonque.
No momento de comecar nossa historia, o sol
declioava : a athmosphera pesada durante o dia,
tinha-se tornado um pouco mais fresca : os gri-
tos descompassados de milhares de pasearos de
formas phantaslicas e rutilantes plumagens re-
limara de toda a parte, os cimos das arvores ar-
queados pelo ardor do abl, eodlreitavam branda-
mente seus verdes penachos: era oerto que se
approximava a noite.
Dora Heniique, de sobrancelhas frsnzidas, com
ar pensativo, parecia opprimido de peniveis refle-
xoes: de repente tema a redea, que por distrae-
cao havia deixado sola o cavallo, e dando uma
esportda com toda a forga sobro o pobre e can-
sado animal, poz-se ao p do fleugmatico Cana-
dense.
Grandjean, lhe diz elle de repente, quero
sabir dests malta antes do sol posto. Monta
cavallo e d pressa que minha ordem seja logo
cumprida.
A* f, Sr. Hsorique respondeu o Cana-
dense com uma voz arrattada e_com um assen-
to normando bem dislincto, eis aqu, com o de-
vido respeito, o que eu chamare!fallar sem di-
zer cousa alguma !... Eotendo muito bem que
o aenhor tem muita vontade de passar esta noite
em campo raso : mas como diabo qner que eu
lhe satisfaga esse detejo ? Eu conhego tanto co-
mo o senhor os deserlos do monte Santa Clara:
a primeira vez que me atiro este ocano de
verdura!..
Se tus experiencia da vida do deserto
tal, qne preciso passares cem vezes por
um camioho para oconheceres, nao valia apena
trazer-te soldada : o primeiro ceg mendigar
que encontratseme prestarla os mesmos servi-
gos que t.
A' esta censura, o Csnsdense nio deu por da-
vante e continuou no Seu passo sem, se alterar e
puxando o cavallo pela redes
[Continuarse-ha).
homem prudente s absteria de fazer um juito I Nio me ouviate replicn eom um ten amea-
definiiro baseando-se em indicios taes, as cer-1 gador o til chamado Sr. D. fiemique.
Ouvi, sim senhor.
Entio por que nao me respondes ?
Por que nao gosto de baler a bocea intilmente,
Sr. Henrique.
T ests doudo I esqueces que entre nos
ha uma distancia immensa na educago e no
nasciraento II Taes palavras, que na bocea de
um meu eguaj seriam uma injuria de morte,
sahindo da tu nio tem significagio nem alcan-
ce 1... Podes fallar sem medo.
Nao o medo, mas sim o nojo que me faz
estar calado, Sr. Henrique, respondeu com toda a
pressa o Canadense, eu aborrego as discussdes hi-
tis. Emfim j que o senhor tem tanta vontade de
conversar, conversemos.
Em quanto Grandjean pronunciara estas pala-
vras, rosto de D. Henrique ora envertbelhe-
cia-se de colera e ora ficava paludo de raiva.
Quasi por um instante que se deixava levar pela
violencia de seus sentimentos; porm logo ou
por que elle pesaste s inferioridade moral de um
interlocutor, ou por que nao julgasse opportuno
privar-se de seus servigos, a contraegio de suas
feiges cedeu, o olhar furioso desappareceu, e
elle procurou um tom mais brando para prose-
guir na conversa.
O que to leva pensar, Grandjean, que eu
tenho to grande vontade de acampar esta noite
fra da malta ? perguntou elle.
Essa boa nao preciso ter lido l essas
Srandas educaces para saber que Deus dea sos
omeos e aos animaes um forte iostincto de
conserrago! Todo o sujeito que tem vida lego
da morte.
Eolio meus dias correos perigo r
En o creio!
Un sorriso de soberano despreso passo por
sobre os delicados labios de D. Henrique.
E nesta malta que os inimigos oo traido-
res qne ea llver de punir on ds eombater, t-
peram fazer aua ctruagem I
Ignoro, Senhor.
, Mentes.e s um traidor! gritou o nosso homem
levando a mi aos goldres onde se achavam as
piallas.
O Canadense bierrou este moYirneuto e com-
prehenden-o perfeilamente; eomludo seu sem-
blante nao soffreu a mais pequea emogo.
Senhor Henriqqe, disse elle ainda nsito
calmo, o senhor por mais sabio e mais instruido
que seja nao me pode provar que recommendar
um homem que ainda* acautelado, ser-lha
hostil e mostrar-sa seu ioimigo 1 O senhor
maneja muito bem as armas de fego.... concor-
do.... attim mesmo, apezar da muita certeza
da tua vista, apezar da muita firmeza de aua
mo, o senhor nao passa de um atirador de se-
gunda ordem.... Seu demasiado fogo faz mal
certeza de seus movimenlos.... Antes que o
senhor puchasse pelo seu revolver, eu teria lam-
po de eugatilhar a minha carabina e de lbe man-
dar uma bala em cheio 1... Agora oo v pensar
que uma ameaga que eu lhe fago; apena*
uma refiexo
D. Henrique encolheu os hombros com *t ue
mofa.
Deixa-te de asneiras e vamos ao saso, dis-
se elle; como que saben do t que se tenia con-
tra meus dias, ignoras quem sio os meus inimi-
gos e quaes os projectos que se tenha formado
contra mlm?
O Sr. Henrique me empresta uma lin-
guagem que eu nunca tl eu disse somen-
te, e repito que soppopho os seus dias amee-
ados; mas suppor uma cousa nao aBrma-la...
;' muito possivel que en esteja engaado 11 Quan-
to ao desejo que quanto mim, o senhor deve
ter de se ver fra da malta de Santa Clara, nada
ni ais natural.... Tenho conhecido su jeitos mui-
to animosos, que preferiam andar loda a noite
sem descansar uma hora acampar em urna
matta I Uma cobra escondida em uma moita, e
protegida pele escurido, mais para temer.do
que o ursp saltando furioso na planicie I
Depois desta resposta doCtndense houve uma
loDga pausa. Depois o Sr. Henrique loanou a na.-
lavra-
(Coaiinr-ifl**a.]
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EBPM,- TYP. DI"1I. F, DI FAMA, -18M.


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