Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09260


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Full Text




1110 lilil IDIEIO 82
Par Ires Mezes adiantados 5|000
Pop tres mezes vencidos 6J000
OUTA FEIRA 10 IB ABilL DE ItlI.
PoraBBo adiantado t9|000
Porte franco para o subscriptor.
ENCARRBGAD03 DA 8UBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino da Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Brasa; Cear o Sr. J. Jos
da Oliveira; Maranho, o Sr. Hanoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimares; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS UUS liUKKIllUS.
Olinda todos os diaa as 9 1/2 horas do da.
Iguarass, Goiaana e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e
Garaohuns as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fi as quarlaa feiras.
Cabo, Serinh&em, RioForraoso, Uoa.Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha)
EPHEMERIDES DO HEZ DE ABRIL.
2 Quarto minguante as 4 horas e 4 minutos da
manha.
10 La ora ss 4 hoaas e 39 minutos da man.
18 Quarto crescente as 4 horas e 26 horas da
manha.
24 La cheia as 8 horas e 4 minutos da tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 4 horas e 54 minutos da manha.
Segundo as 4 horas e 30 minutos da tarde.
DAS da semana.
8 Segunda. Nossa Senhora dos Prazeres.
9 Tersa. S. Demetrio b. ; S. Acacio b.
10 Quarta. S. Ezequiel profeta; S. Terencio m.
ti Quinta. Instituido do SS. Sacramento.
12 Sexta. S. Vctor m. ; S. Vessia v.
13 Sabbado. S. Hermenegildo principe.
14 Domingo do Bom Pastor. S. Tiburcio m
AuuidvoiAd uua IKlBUNAfcs iA CAPITAL.
Tribunal do commercio ; segn Jase quintas.
Relacao: tergas, quintas e sabbados as 10 horas.
Pazenda : tergas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quartas ao mel dia:
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira varado civel: tercas e sextas ao meiol
dia.
Segunda Tara do civel: quartas e sabbados a t!
hora da tarde;
ENCaBREGADOS DA SUBSCRIPTO DO SU1*
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Babia
Sr. Jos Martina Alvos; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBCO.
O proprietario do diario Manoel Figoeiroa m
Faria.na sua livraria prega da Independencia na.
6e8.
PARTE OFFICIAL.
ministerio da fazenda.
Expediente do Ia de fevereiro de 1861,
Portara, determinando, en vista da autorisa-
Co concedida no 12 do art. 11 da le n. 1,114'
de 27 de setembro do anno lindo, que o regula-
roento da secretaria de estado dos negocios da fa-
zenda de 21 de dezembro de 1850 se observe d'ora
ero. diante cora as seguinles alleracdes :
Art. 1. A secreta tu sera dividida em quatro
secgde3.
A primeiri tere a seu cargo :
1." O expediente com os outros ministerios,
estaedes de fazenda e autoridades da corte.
2." A exposico e registro das le3, decretos,
regulsroenios e instrueges perteocentes ao mi-
nisterio da fazenda, e sua poblicaco na folha
efBciil.
3. Escrever os termos que tiverem de ser as-
signados na secretaria, e lanzar em livros proprios
a entrada dos avisos e officios das repartiges da
edrte que neila forero entregues.
4.* A dislribuigo dos relatorios, balancos, or-
namentos e collecges de legislago perteocentes
ao ministerio da fazenda, e bem assirn fechar e
dar sahida a todo o espediente da secretaria,-e
laucar no livro da porta os despachos proferidos
nos requerimenlos e mais papis.
A segunda ser incumbida da correspondencia
com as cmaras legislativas e com as legaces,
consulados, e agentes do governo no exterior, e
de todo o expediente relativo aos negocios que
houverem de ser tratados pelo conselho de esta-
do ; e bem assiai da collecgo dos arestos.
A terceira fu todo o expediente relativo aos
negocios de interesse publico ou particular, in-
cluidos os decretos, ttulos ou diplomas que per-
tencerem s proviocias de Sergipe, Alagoas, Per-
nambuco, Parahiba, Rio Grande do .Norto, Cear,
Piauhy, Maranho, Para e Amazonas.
A quarta ser encarregada de todos os negocios
pertencentes s provincias do Rio de Janeiro,
Bahia, Espirito-Santo, S. Paulo, Santa Catharina,
Rio Grande do Sul, Mioas-Geraes, Goyaz, Matto-
Grosso e Parao.
Art. 2." Cada urna dasseccas ser dirigida por
um primeiro oflicial, designado pelo ministro da
fazenda e coadjuvado pelos segundos oficiaes.
conforme a dislribuigo que Dzer o respectivo
oflicial-maior, segundo as necessidades do ser-
vido.
Art. 3. Nos impedimentos repentinos do ch?fe
de alguma das secges, passar a fazer as suas
vezes o segn lo afficial mais antigo, e era todo e
qualquer outro caso ser substituido por quem o
ministro da fazenda designar.
A' directora das rendas, declarando, para o
azer constar recebedoria, que a disposigo do
arl. 56 do regulamento que baixou cora o decreto
n. 2,713 de 26 de dezembro de 1860, relativa
reslitugo do que se houver pago, nicamente
applicavel ao sello inferior que se houver pago
depois da execugo do mesmo regulamento por
engao ou por qual juer outra circunstancia, e
jamis ao de ttulos, que se cobrou de menos em
virtude do regulamento de 1830 por defeito de
lotago ou por outra causa qualquer independen-
te de vontadedas parles ou dos embregados, cum-
pnndo que nos casos em que as laxas pelos mea-
mos regulamenlos se arrecadan) por meio da vor
ba se robre simplesmente a difirenos, observn-
dole iito mesmo as sentengas, sobre sentengas,
traslados e outrus papis forenses, e semelhantes,
nao compreliendidos na di*poai;ao do art. 84,
que se tiverem comegado a escrever antes da
execucao do novo regulamento em papel sellado
o laxa inferior actual, langando-se a verba do
sello da differenca na ultima folha, como se pra-
ttcava antes da existencia do papel sellado.
Outrosim cenvm que ao mesmo passo se re-
-comrnende toda a facifidade e presteza oeste ser-
vico.
4 -
A' thesouraria do Amazonas, declarando, em
resposta ao seu offlcio de 10 de novembro de
1859, que as funeges do amanuense das secre-
tarias das thesourarias de fazenda sao diversas
das do porleiro e cartorario, conforme o art. 6 do
decreto de 14 de outubro de 1857 : comtudo,
serviodo um cartorario na secretaria sao tem direi-
to quinta parte do vencimento do lugar de ama-
nuense, o que somenle pode dar-se em lugares
singulares, cujas funeges sejam diversas das do
empregado substituto ; taes sao oas thesourarias
es de inspectores, contadores, procuradores fls-
caes, chefes de secgo, officiaes-maiores e officiaes
da secretaria.
A' do Para, devolrendo o processo relativo
pretengo do feitor conferente da alfandega An-
tonio Pedro de Velasco, para percepeo da grati-
licagao de que trata o art. 42 do decreto n. 2 343
de 29 de Janeiro de 1859, com a imformago d
respectiva presidencia de 12 de margo do dito
anno, aiirn de que sejam rivalidados os documen-
tos sot) ns. 5 e 6, devendo a Ihesouraria proceder
na forma do novissimo regulamento contra os
empreados jque os aceitaram.
. A' da Bahia, em resposta aoofficio de 30 de
Janeiro prximo passado, sobre a consulta feita
pelo inspector da alfandega, se, nos termos do
arl. 512 o seas paragraphns, e art. 625 1 do re-
gulamento de 19 de setembro ultimo, e circular
n. 68 de 9 de novembro do mesmo anno, somon-
te sao sujeitas aos direitos de expediente as mor-
cadonas comprehendidas nos 11,18, 20 e 32
do referido art. 512 ; dedara-se que na forma
das disposiges do citado regulamento sao sujei-
tas a direitos de expediente as mercadorias es-
trangeiras nao comprehendidas na excepgo do
referido 1 do art. 25 a que for concedido des-
picho livre, e que em taes circumstsnciaa se
acharo as designadas nos mencionados 11,18
e 32 do art. 512, e bem assim as de que trata o
-citado 20 do mesmo artigo ; nio s por se nao
acharem incluidas na referida excepgo, como
porque tazem especial objeclo da disposicao do 8
2 do dito art. 625.
Nos meamos termos se acham as dos 30 e
31 do art. 512, nao havendo razo jurdica que as
sente, vista da dispoaigo do citado art 625
1., e tanto mais quanto antes do referido regula-
mento, e nio obstante gozarem de iseogo de di-
reitos de consumos, sempre esliveram sujeitas aos
direitos de expediente, salva todava qualquer
disposigo especial de lei ou contrato na forma
do mesmo regulamento.
-6
A' thesouraria do Para, commooicando, em
resposta a seu offlcio de 21 de outubro de 1859,
que o tribunal do tbesooro resolveu dar provi-
laento ao recurso ialerposto por Joo Piolo de
Araujo & Filho, da deciso da mesma thesoura-
ria, confirmatoria da da alfandega, que classifi-
cou no art. 741 da aoliga tarifa quatro cunhetes
com forros de cavar, que submetteram a despa-
cho ; visto que pela semelhaoga dos ditos ferros
com as enxadas, e s podendo ser spplcado no
servigo da lavoura, abertura de estradas, etc., de-
viam ser classificados no arl. 652 da tarifa, e como
taes sujeitos taxa de 10 rs. por libra, e d'ora em
diante no art. 1,410, que Ibe correspondente na
nova tarifa de 3 de novembro de 1860. Por esta
occasiao remetle-se i mencionada thesouraria a
amostra da ferrament* que acompaohou o citado
offlcio.
A' mesma, declarando, em resposta a seu
offlcio de 10 do mes fiado, que nos termos di or-
dena n. 2 de 5 do mesmo mez, nao pode ser no-
meado commandante do hiate vela o guarda
Luiz Antonio das Neves, e que o guarda que fr
nomeado escrivo, caso couber este lugar na lo-
lago do mesmo hiate, vista da legislago da ar-
mada, deixar vago o lugar de guarda.
A' de Pernamhuco, declarando, em respos-
ta a seu offlcio de 21 de Janeiro ultimo, que foi
annullado o cnnrnro p gares do praticantes da alfandega, por nao ;tcr
versado sobre todas as materias exigidas pelo re-
gulamento de 19 de setembro de 1860; cumprio-
do-lhe, portanto, abrir novo concurso. E por esta
occasiao se lhe adverle deque o referido regula-
mento com bastante fuodamento requer approva-
gao as materias designadas no art. 74 para a
uomeago dos lugares de Ia e 2a entrancia com a
liraitag.io do art. 76, e que a dispoaigo do art.
73,como claramente sereconhece dess simples
leitura, refere-se ao modo pratico dos concursos
e exames ; final rente, que nada obsta a que se
exijam maiores habililages para os lugares das
alfaodegas do que para os das thesourarias.
Ministerio de agricultura, commer-
elo e obras publicas.
Expediente de 11 de auRgo de 1861.
Segunda directora.
1.* Sccco. Circular s repartiges subordi-
nadas 2a directora, communicando ter sido
iostallada a secretaria de estado dos negocios de
agricultura, commercio e obras publicas, no edi-
ficio em que trabalha a dos negocios do imperio,
onde ficar funecionando provisoriamente ; e re-
metiendo o regulamento da mesma secretaria de
estado, approvado pelo decreto n. 2,748 de 16 do
mez passado.
Terceira directorio.
Circular aos delegados das repartiges espe-
ciaes das trras publicas, directores de indios e de
colonias, communicando ter sido installada a se-
cretaria de estado dos negocios de agricultura,
commercio e obras publicas no edificio em que
trabalha a dos negocios do imperio, onde ficar
funecionando provisoriamente ; e remetiendo o
regulamento da mesma secretaria de estado ap-
provado pelo decreto n. 2,748 de 16 do mez pas-
sado.
Ministerio da guerra.
Expediente de 22 de fevereiro de 1861.
Segunda directora geral.
I Ao presidente da provincia de Pernambuco,
remetiendo o requerimento em que o alteres-
secretario do batjlho de cagadores da Bahia, Fir-
mino Correa de Moraes. pede transferencia para
seu filho, 2o cadete do 2o balalho de infantaria
1 Aurelio Correa de Moraes, para o 7* da mesma
arrai, aflm de que informe sobre tal pretengo.
Ao mesmo, ordenando que informe qual a
razo por que nao tem ti Jo andamento o proces-
so de conseibo de guerra do alferes do 9o bala-
lho de infantaria Francisco Jos Joaquim de Bar-
ros, que se acha preso desde 16 de dezembro
de 1859.
Quarta directora geral.
Ao presidente da Parahiba, para que informe
sobre o objecto do requerimento que se lhe re-
melle do pharmaceutico Cypriano Luiz da Paz.
Ao inspector da thesouraria do Para, para
que, em deferimento s supplicas dos segundos
tenentea Luciano Tcrcira do Cont o Carlos An-
tonip Espindola, mande suspender, a contar do
mez de margo prximo futuro em diante, a con-
siguacao de 28,800 rs. que cada um delles deixa
nesla provincia ; remettendo a competente guia
esta directora geral.
Foram indeferidos os requerimenlos do ma-
jor Antonio da Silva Paranhos, pedindo abono de
. urna quantia sufflciente para fardar-se ; do alfe-
! res Luiz Wanderley, de Alagoas, pedindo indem-
, nisagao de 66,000 rs. que despendeu com medi-
camentos para seu tratamento.
-23-
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia de Pernambuco,
. exigindo o processo de cooselho de direcgo feito
para reconhecer-se a idoneidade do soldado do
dcimo batalho de infantaria. Joo do Reg Bar-
ros, para ser primeiro cadete.
Ao mesmo. remettendo para informar o re-
, quenmento em que os segundos cadetes do quar-
110 b*t.albo de orlilharia a p, Adriano Xavier
de Ohveira Pimentel e Joaquim Xavier de Oli-
, veira Pimentel, pedem ser pagos integralmente
I das prestagea do premio de voluotario Ique ain-
, da teem de receber.
j Ao mesmo, remettendo para o mesmo Om
l os requerimenlos em que o primeiro cadete pri-
meiro sargento Jos Sergio Ferreira Jnior pede
que se lhe mande abonar o premio de voluntario,
por ter completado 18 annos deMade.
Terceira directora geral.
Ao presidente da provincia do Para, remetien-
do a nota dos objectos que deve mandar fornecer
pelo respectivo arsenal de guerra escola ele-
mentar do terceiro batalho de artllharia a p do
correte semestre.
25-
Quarta directora geral.
Ao presidente de Pernambuco, declarando, em
solugao ao seu offlcio numero 101 de 4 do cor-
rente, que nao pode ter lugar o abono solicitado
pelo segundo cirurgio do corpo de sade Dr.
Manoel Alves da Costa Bracante, pelo tratamen-
to dos africaoos livres ao servigo do arsenal de
guerra, porque no carcter de encarregado da en-
fermara dos aprendizes menores corre-lhe o
dever de tratar dos ditos africanos.
27
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Maranho, orde-
nando que mande processar por uro cooselho de
guerra, o soldado da aotiga companhia de pedes-
tres da mesma provincia, Bernab Cyrillo de
Souza, pela evasao do soldado desertor da referi-
da companhia, Manoel Florencio Gomes, servin-
do de corpo de delicio o processo de conselho de
investigago.
28-
Quarta directora geral.
Ao presidente da provincia da Parahiba, de-
clarando que flea approvado o contrato celebrado
com o pharmaceutico Antonio Thomaz Carneiro
da Cunha para o fornecimento de medicamentos
enfermara militar daquella provincia no cor-
rente anno, com a clausula porm de erem no
dito contrato designadas mullas que o arrem-
tame se obngar, o incorrer elle na pena de pagar
peto prego que cuslarem no estabelecimento de
qualquer outro pharmaceutico, os medicamentos
que deixar de fornecer em lempo, ou que lhefo-
rem regeitados por sua m qualidade ou adulle-
ragao.-Communicou-se ao conselheiro cirurgio
mor do corpo de sade.
Io de maree-.
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia de Pernambuco, re-
metiendo para ter destino o processo de conse-
lho de direcgo, que se procedeu para a qusli-
Qcagio de primeiro cadete ao soldado do quarto
batalho de artllharia a p Manoel do Nascimen-
to Ceaar Borlameque.
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Par, remetien-
do, para ter o conveniente destino, o processo de
conselho de averiguacio a que se proceden para
a qualiQcago de 2a cadete, do soldado do 8 6V
talhao de artilharia a p Pedro Jos Pereira.
Ao da do Maranho, idem o de direcgo
para a qualiQcago do loa cadetes, dos paisanos
Marcos Aurelio de Farias Banguim, Maximiano
de Farias Banguim e Joo Cancio de Farias Ban-
guim.
Ao da da Parahyba do Norte, idem, dem do
soldado do corpo de guarnigo da mesma pro-
vincia Braz Ferreira da Frange Velloso.
Quarta directora geral.
Circular. Nao tendo sido bem comprehen-
dido o aviso circular de 10 de maio de 1859, que
regulou os casos em que as msicas dos corpos
da guarda nacional podem perceber veocimenlos
por conta deste ministerio, como se verifica pela
intelligencia que se lhe tem dado ; de ordem de
S. M. o Imperador declaro a V. Exc. que quando
os corpos di guarda nacional forem chamados a
servigo de destacamento e se aquartelarem com
toda a sua forga effectiva, e esta comprehender
msica, devera a sua despeza correr pela repar-
tigo da guerra, como est determinado para os
oficiaes e pragas de pret, nao sendo porm per-
mittido contratar msica por essa occasiao para
sobrecarregar o cofres pblicos com despezas
desnecessarias.
Sr. presidente da provincia....
Ao inspector da thesouraria de Pernambu-
co, declarando, em rasposta ao seu offlcio n. 52
de 1 de outubro Dndo, que fica approvada a des-
peza feita com a msica do 1 batalho de arti-
lharia da guarda nacional que destacara por um
mez, adverliodo porm que nesta data se chama
a attenco para o disposto no aviso de 10 de maio
de 1859, que regula a materia.
Ao da de Pernambuco, para que remelta a
guia da suspenso da consignago de 20# men-
saes que ahi deixra o lente do corpo fixo do
Maranho, Antonio Joaquim Falco.
Primeira directora geral.
I Circular, communicaudo aos presidentes e che-
1 fes de reparligo ler S. M. o Imperador concedi-
do, por decreto de 3 do correte, a demisso que
pediram de presidente do cooselho e ministro da
fazenda o conselheiro Angelo Moniz da Silva Fer-
raz, o de ministro e secretario de estado dos ne-
gocios da guerra o conselheiro Sebastio do Reg
Barros, e nomeado por outro decreto tambem da
mesma data o conselheiro marquez de Caxias pre-
sidente do conselho e ministro e secretario de
estado dos negocios da guerra.
Dita transmiltindo o exemplar da circular
n. 17 de 25 do passado, expedida pelo ministerio
da fazenda, explicando quaes os papis sujeitos
ao sello do t", arl. 58 do regulamento de 26 de
dezembro uliimo, conforme a observago primei-
ra do mesmo paragrapho.
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Para, remetten-
do, para ter o conveniente destino, as guias do 1
lenle Raymundo de Souza Raposo, dos 2o" l-
enles Rogaciano Monteiro de Lima, Nuno Alva-
res Pereira de Souza. Luiz Carlos de Mouro Pi-
nhetro, e dos im cadetes Gamillo Caetano dos
Res e Boaventura Pinto da Silva Valle, todos do
3 batalho de artilharia a p.
Ao da do Maranho, idem a do capito do
corpo de guarnigo da mesma provincia, Felppe
Nery Monteiro. rr
Ao da de Pernambuco, idem a do cabo de
esquadra do 10 batalho de infantaria, Claudino
de Souza.
Ao mesmo, remetiendo por copia, para se-
ren intimadas ao capito do 5 regiment de ca-
vallaria ligeira, Luiz Moniz Brrelo Nelto, que se
acha na mesma provincia, as sentengas proferi-
das pelos conselhos de guerra e supremo tribunal
de justiga, no processo que se lhe fez pelas irre-
gularidades que praticou no commando da com-
panhia de cavallaria da mesma provincia, e de-
terminando que faga regressar ao corpo a que
pertence o mencionado capito
5
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Para, remet-
tendo, para ter o conveniente destino, os autos
do processo verbal de conselho de guerra dos
soldados do 3o batalho de artilharia a p Gerva-
sio Antonio da Silva e Domiciano Joaquim Go-
mes, aiim de serem cumpridas as sentengas pro-
feridas pelo conselho supremo militar de justiga
no mesmo processo.
Ao da de Pernambuco, idem as dos solda-
dos do 2o batalho de infantaria Jos Francisco
dos Santos, Jos Henriques dos Sanios, Domin-
gos Jos Thomaz, Antonio Coutinho do Nasci-
mento. Manoel Francisco do Rosario, Augusto
Teixeita Torres e Marcolino Jos de Andrade.
6
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Maranho, re-
metiendo, para ter o conveniente destino, a f
de offlcios do capito do corpo de estado-maior
de2aclasse Joaquim Ferreira de Souza Jaca-
randa.
Ao mesmo, idem, para o mesmo flm a do
alferes do 5 balalho de infanlaria Honorio Cle-
mentino Martins.
Ao da do Cear, idem, a certido de assen-
tamentos do 2o cadete 2o sargento do corpo de
guarnigo da mesma provincia Canuto Aceioli
Pinheiro de Vasconcellos.
Primeira directora geral.
Ao presidente da provincia do Amazonas, em
resposta ao offlcio n. 12 de 19 de Janeiro ultimo,
declarando que Oca approvada a deliberago que
tomou de mandar pagar a quantia de 9Sf pelo
aluguel mensal da casa que serve de quartel do
corpo de artilharia ltimamente organisado, por
nao haver predio algum nacional na capital da
mesma provincia ; cumprindo que quanto antes
sejam enviados a esta secretaria de estado a
planta e orgamento do quartel a que se refere no
citado offlcio.
Ao presidente da provincia de Pernambuco,
devolvendo o requerimento de Francisco Pereira
Vianna, no qual pede ser reintegrado no lugar
de amanuense do hospital militar da mesma pro-
vincia, afim de que seja sellado o dito requeri-
mento na forma das ordens estibelecidas.
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Par, remet-
iendo para ter o conveniente destino as guias de
assentamenlo8 do alferes do 11 batalho de in-
fantaria Joo Ignacio de Oliveira Cavalleiro, ede
soccorrimento do soldado do 3 batalho de arti-
lharia a p Antonio Jos Baptista de Lun.
Ao da do Maranho, idem, para o mesmo
fim, a f de oTicio do alferes do corpo de guar-
nigo da mesma provincia Francisco Raymun-
do Maciel.
Ao da de Piauhy, communicando ter tido
quatro mezes de licenga, para tratar de sua sa-
de onde lhe convier, o tenente coronel comman-
dante do corpo de guarnigo da mesma provin-
cia Antonio Joaquim de Magathles Castro.
Ao da do Cear, ordenando que faga seguir
para esta corte o capito do corpo de eatado-maior
de Ia classe Elesbo Maria da Silva Bitencourt,
podendo chamar oulro oflicial, afim ds servir in-
terinamente de ajudante de ordens da mesma
presidencia.
Ao da de Pornambuco, ordenando que fag'a
seguir a ir reunir-e ao corpo a que pertence o
soldado Jos Antonio de Almeida, que foi trans-
ferido do 2 batalho de infantaria para o corpo
de guarnigo do Cear.
Quarta directora geral.
Ao presidente da provincia de Alagdas, d-
tii
ra
cliraodo, em resposta ao seu offlcio. n. 6 de 6 de
fevereiro prximo passado, que nao possivel
approvar a deliberaco que tomou sobre o expe-
diente militar a cargo do ajudante de ordens,
porque tendo-se extinguido os lugares de assis-
2 devem os respectivos archivos ser remet-
tidos s secretarias do governo, e funecionarem
all os ajudantes de ordem.Communicou-se ao
nspector da thesouraria.
8
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Para, decla-
ndo que acham-se expedidas as ordens para
que o 1 tenenie do corpo de engenheiros Jos
Cerqueira de Aguiar Lima siga para a mesma
provincia afim de dirigir as obras militares da
capital, devendo continuara dirigir interinaraen-
'e as mesmas obras o capito do 3 batalho de
rtilharia a p Carlos Antonio Pereira de Mace-
lo, at que seja substituido pelo referido 1 te-
nente.
Terceira directora geral.
Ao presidente da provincia do Maranho, au-
torisando a compra dos objectos para uso da esco-
la elementar do 5a batalho de infamara duran-
te o correte semestre, e que constara denota
que se lhe remelle.
Quarta directora geral.
Ao presidente das Alagoas, declarando que nao
pode ter lugar a iodemnisago pelo ministerio da
justiga dos90cartuxos fornecidos para o funeral
do tenente da guarda nacional Jos Antonio Pe-
reira, por ter elle fallecido em servigo de desta-
camento.
9
Primeira directora geral.
Ao presidente do Para, comraunicado que tendo
sido dispensado o cirurgio reformado da armada
Francisco Xavier Pereira de Moraes, do lugar de
encarregado da enfermara do forte de Macap,
por nao ser necessaria a sua conservago neste
servigo, nao pode ter lugar a admisso que pre-
tende no corpo de saode do exeretto.
Segunda directora geral.
Circular aos presidentes das provincias, deter-
minando-lhes que fagam activar o recrutamento
por forma que com pontualidade se complete as
quolas que j foram marcadas s mesmas pro-
vincias no aviso de 25 de fevereiro Qndo.
Ao presidente da provincia do Para, res-
pondendo ao offlcio da mesma presidencia em
que requisita ttulos impresoss devoluntarios para
o 3 batalho de artilharia a p.
Ao da do Cear, declarando qual a maneira
por que deve proceder com o desertor do exerci-
to Raymundo Francisco Barroso, que fugio da
Cda, estando condemnado a seis annos de pri-
so pelo crime de 3a desergo.
Ao mesmo, remetiendo, para ter o conveni-
ente destino, a guia de socoorrimento do 2a ci-
dete 2 sargento do corpo de guarnigo da mesma
provincia Canuto Aceioli Pinheiro de Vascon-
cellos.
Ao mesmo. idem, para o mesmo, a f de
ocio do capito do corpo de guarnigo da mes-
ma provincia, Domingos de Lima Veiga.
Ao da de Pernambuco, idem, as guias de
assentamentos e soccorrimento do soldado da
companhia de cavallaria da mesma provincia,
Joaquim Autonio do M.galhaes.
11
Segunda directora geral
Ao presidente da provincia do Amazonas, re-
metiendo a informsgo dada pela 4a directora
geral desta secretaria de estado sobre as cootas
do conselho econmico do corpo de guarnigo
da mesma provincia, afim do que sejam tomadas
em considerago ao observages da mesma direc-
tora geral.
Aoda da Parahybi, communicando queso
acham expedidas as convenientes ordens para
que o capito do corpo da guarnigo da mesma
provincia Antonio Cabral de Mello Leoncio, que
se acha nesta corte, siga para a da do Rio-Gran-
de do Sul, afim de servir em algum dos corpos
da respectiva guarnigo, at segunda ordem.
Ao da dePernambuco.mandando averbar aos
assentamentos do capito do 10 batalho de in-
fantaria Manoel Luciano da Cmara Guaran, o
elogio constante da ordem do dia da presidencia
da provincia do Rio-Grande do Norte, do 26 de
Janeiro do correnle anno.
Ao mesmo, remettendo a inforraago dada
pela 4a directora geral desta secretaria de esta-
do, sobre as cootas do conselho econmico da
companhia lixa de cavallaria da mesma provin-
cia, afim de que sejam tomadas em considerago
as observages da mesma direcloria geral.
Terceira directora geral.
Ao presidente da provincia de Pernambuco,
mandando fornecer pelo respectivo arsenal de
guerra a escola elomentar do 9 balalho de
infantaria no correnle semestre os objectos cons-
tantes da ola que se lhe remelle.
Quarta directora geral.
A' segunda direcloria geral, determinando que
fiquem sem efteito todos os avisos que teem re-
gulado sobre a gralificago de commando de
companhia, prevalecendo nicamente o de 20 de
julho de 1855, recommendado pela circular de
30 de abril de 1860, que manda pagar as despe-
zas de expediente aos officiaes que commandam
mais de urna companhia, por nao estar isto pre-
visto tanto as disposiges antigs, como na ta-
bella do Io de maio de 1858; guardando-se
porm todo o commedimento na contecgo de
tae contas.
Ao presidente da provincia do Amazonas,
determinando quo se faga a conta de que justa-
mente se estiver devendo ao coronel commao-
dante das armas daquella provincia, Joo Anto-
nio de Oliveira Lobo; de ferragens para cavados
de pessoas que deixaram de ser-lhe abonadas de
agosto de 1859 em diante, tendo-se atteogBo ao
lempo qne tiver estado embarcado; e tendo-se
em vista a disposigo do aviso circular do the-
souro nacional de 6 de agosto de 1847, por per-
lencer esta divida a exercicios findos.
12
Quarta directora geral.
-Ao presidente da provincia do Amazonas, de-
clarando, em resposta ao seu offlcio de 14 de
Janeiro Dndo, sobre a representado da respecti-
va thesouraria de fazenda, para seexpedirem em
duplcala as ordens sutorisando despezas desto
ministerio, que conveniente a continuago da
pralica por elle eatabelecida.
Ao da do Maranho, declarando em respos-
ta ao seuofficto de 11 de fevereiro ultimo, que
foi indeferida a pretengo do alteres Honorio
Ignacio Jos Ferreira, encarregado dosarmazens
de artigos bellicos, do abono do sold de alferes
pela tabella actual.
Ao da do Para, remetiendo a guia do capito
Francisco da Costa Reg Monteiro para lhe man-
dar ajustar coalas, processando-se o que por-
tencer a exercicios fiados nos termos da circu-
lar do Ihesouro de 6 de agosto de 1817.
Requerimentot indeferidos.De Francisco Xa-
vier Torres, coronel de estado maior de segunda
classe, pedindo pagamento da gralificago addi-
cional e elape a que se julga com direito por ter
servido nos conselhos de guerra a que respon-
dern! os coioneis Patricio Antonio de Sepulre-
da Everard e Pedro Maria Xavier de Castro.
De Jos da Silva Souto, ex-soldado de arti-
lharia de Matto-Grosso, pedindo que se lhe
maude pagar a despeza de transporte pela via-
gem que fez daquella provincia corte, a-do
natural da provincia do Espirito Santo.
13
Terceira direcloria geral.
Ao presidente da provincia de Pernambuco,
mandando fornecer pelo respectivo arsenil de
guerra ao corpo de guarnigo da provincia da
Parahyba os artigos de fardamento constantes da
nota'que se lhe remelle, e pelo depoaito de ar-
tigos bellicos as esleir* pedidas tsmbem para
aquelle corpo ; tudo relativo ao correnle anno-
14
. Primeira direcloria geral.
Ao secretario da provincia de Pernambuco, re-
metiendo, afim de ser entregue a Jos Joaquim
do Oliveira Baduem, o titulo pelo qual foi elle
confirmado no lugar de ajudante do pedagogo
ds companhia de aprendizes menores do arsenal
de guerra da provincia.
Terceira direcloria geral.
Ao presidente da provincia de Pernambuco,
declarando, era resposra ao seu offlcio de 19 de
evereiro ultimo, que nao marcando os figurinos
do exercito a edr da fazenda para o forro dos ca-
potes, podo mandar empregar nesse mister a
oaela amarella existente no respectivo arsenal de
guerra, como indica o dirertor do mesmo, tendo
porm em vista que sempre que fr possivel se
lornegam capotes forrados de urna s cor para
maiorregularidade.
15
Segunda directora geral.
Ao presidente do Maranho, remettendo para
ler o conveninte destino, a f do offlcio do to-
nente-coronel commandante do corpo de guar-
nigo da mesma provincia Manoel Lopes Pece-
gueiro.
Quarta direcloria geral.
Ao presidente da provincia de Matto-Grosso,
declarando, em soluco ao seu offlcio de 26 de
dezembro prximo passado, a que acorapanhou a
representago do engenheiro Rodolpho Wach-
neld. que, segundo o seu contrato, nao tem este
engenheiro direito a indemnisagao de qualquer
despera de viagero. para a qual se lhe abonou a
ajuda de custo de 10$ rs. diarios, e que j tendo
recebido da pagadoria este vencimenlo para 90
das,so lera direito ao que corresponder, a maior
numero de dias se a demora tiver sido indepen-
denle do sua vontade; o bem'assim, quecom-
quanto nao teoha o governo rigorosa obrigago
de abonsr-lhe casa para sua residencia se lhe
maIqUK Par* so urna quantia razoavel, que lhe
ser abonada niensalmcnte- em quanto ahi esti-
ver em servigo e nao houver edificio do estado
era que possa residir-Illm. e Exm. Sr. E' re-
gular que o saldo das enfermarias militares re-
ver tara aos cofres publico?, visto que a despeza
desses estabelecimentos nao provra s de suas
rendas internas, isto dos descontos feitos s
pragas que nellas sao tratadas, mas de artigos
fornecidos pelo estado como medicamento e uten-
silios ; nao neces3aro porm, nem conveni-
ente, que esses saldos sejam recolhidos no lira
de cada mez, nem isso o que esl determinado
pelo aviso de 12 de abril do 1854, que manda
fazer sua entrada no fim do semestre. E' con-
sequencia do preceito desse aviso que se no fim
do semestre houver dficit, seja este precnchido
por urna prestaco abonada pela thesouraria de
fazenda por ordem da presidencia, depois de ve-
rificada a existencia do dficit, sendo essa des-
peza levada a verbaCorpo de Saude e Hospi-
taes. A gerencia das enfermarias, assim como
outras quaesquer, a cargo dos conselhos econ-
micos dos corpos, est sujeita a fiscalisago das
inspocgoes militares, e directora geral decon-
labiiidade deste ministerio, e nao das thesoura-
rias de fazenda, porque taes gerencias sao pu-
ramente econmicas e internas. O que tudo, de
ordem de S. M, o Imperador, declaro a V. Exc.
em resposla ao seu offlcio n. 58 de 18 de Janei-
ro ultimo, para que o faga constar a thesouraria
ae razenda dessa provincia para que assim seja
cumprido. Dos guarde a V. Exc.-3/arouer
de Caxias.Sr. presidente do Par.
16
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Para, remet-
iendo os autos do processo verbal de conselho de
guerra dos soldados dol." batalho de infanla-
la In3la1 Anlonio da SiWa, Romualdo Antonio e
Jos Correa da Conceigo, afim de serem execu-
tadas as sentengas nos mesmos autos preferidas
pelo conselho supremo militar de justiga.
Ao da do Maranho, idem para o mesmo fim
os do soldado do 5. batalho da infantaria Luiz
Rodrigues Lima.
Ao da de Pernambuco, idem os soldados do
8. Antonio Joaquim, Francisco Joaquim dos San-
tos, Appolioano de Araujo, Julio Pedro de Lima,
Candido Jos dosReis, Eduardo de Souza Pereira,
Jos Antonio Pereira, Angelo Alves de Lima,
ii?-a0i08 d Ar,uJ0. Manoel Filippe. e do bata-
lho de cagadores da mesma provincia Jos Joa-
quim da Silva e corneta Trajano Francisco Ber-
nardo.
18
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Manroho,
declarando que nao obstante ter requerido troca
de corpo o capito do batalhocagadoiesde Goyaz
Oongalo de Mallos Rocha, devia faze-lo seguir
para o seu deslino.
Ao da de Pernambuco, remetiendo para ser
assignada pelo commandante do 10.a de infanta-
ra a certido de asseolamento do soldado Anto-
nio Joao, que, sendo do referido batalho, foi
transferido para um dos corpos da provincia do
Rio Grande do Sul.
Quarta directora geral.
Ao presidente da provincia do Piaoby, para
ordenar thesouraria respectiva que faga carga
a.V}!2F.3 Crl0, Jos Van Nesda qunlia de
lUgiJyde gralificago addicionsl que lhe foi abo-
nada quando preso para responder a conselho de
guerra.
Ao inspector da thesouraria do Cear, ac-
ensando arecepgo do seu offlcio numero 33 de
27 do mez passado, e dando em solugo so mesmo
alguns esefarecimentos sobre as gratfleages dos
voluntarios e engajados.
19 -
Terceira direcloria geral.
Ao da do Maranho, declarando em respos-
la ao seu offlcio de 6 de fevereiro ultimo, que,
segundo informa o director do arsenal de guerra
da corte, nao lhe foi remettida a materia prima
para fardamento dos msicos do 5 balalho de
infantaria por nao haver na occasiao, e que flcam
dadas as necessarias ordens para que tal remessa
tenha lugar na primeira opporlunidade.
20
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Amazonas,
communicando ter-se concedido ao^coronel Joo
Antonio de Oliveira Lobo a demisso que pedio
do commando das armas da mesma proviucia.
Ao da de Pernambuco, remettendo, para ter
o competente deslino, o processo de conselho de
direcgo a que se procedeu para a qualificago de
primeiro cadete do soldado do 4. batalho de
artilharia a p Bernardo Rabello da Silva Pe-
reira.
Aos do Para, Maranho, Cear, Rio Grande
do Norle, Parahiba, Pernambuco, Alagoas, Ser-
gipe o Bahia. ordenando que os recruja* manda-
dos para a corle nao sejam as provincias inter-
medias trocados por outros. nom fiquem perlen-
ceodo aos corpos nellas estacionados.
Terttira. direcloria geral.
3.8 secgio.Rio do Janeiro.Ministerio dos
negocios da guerra, em 20 de margo de 1861.__
Illm. e Exm. Sr.Accuso a recepgo do offlcio
de V. Exc. numero 39 de 6 de fevereiro ultimo
que acompanhou a copia do que lhe dirigi o te-
nenie-coronel commandante do corpo de guarni-
go dessa provincia em 5 do mesmo mez. o qual
pede expllcagoes sobre a maneira por que deva
abonar, na relacao Modelo A am.exa s
intrucgoes de 12 de Janeiro do correnle anno, o
fardamento vencido pelas pragas no anno a qu a
dita relagao se referir, e o fornecido a vencer nos
posteriores; e em resposta declaro a V. Exc. para
lazer constar ao dito tenente-coronel : 1
sendo muito explcito o titulo da mencionada re-
agao Modelo -A -naodevem ser nella con-
templadas senao as pegas de fardamento venci-
das pelas pragas oaquelle anno ; por quanto a la-
c-ena mandada observar por aviso de 23 de junho
do anno passado nao s leve em vista melhorar.
quanto possivel fosse, a sorte do soldado nest
parte de seus vencimentos. como extinguir de
urna vez esses frequentes adiantamentos que em
alguns corpos ja iam tocando ao abuso ; 2. que-
o fardamento que as pragas individualmente fe-
ceberam durante o anno. pertencenle ao seu res-
pectivo vencimenlo. deve constar da escriplurago
Efi. V C.0rp0 e a,t,,,a seja, por qualquer eventualidade, nao deve alterar
a maneira do abono da relago Modello A
que 6 o complexo do vencimento annual do corpo;
e d. finalmente, que o fardamento recebidolpel
corpo no decurso do anno deve ser abonado na
segunda casa do mappa Modelo D smente
o que perlencer ao seu respectivo vencimento.
Dos guarde a V. Exc. -Marquez de Caxias.
S>r. presidente da provincia da Parahiba.
Quarta directora geral.
. secgao.Rio de Janeiro.-Ministerio dos
negocios da guerra, 20 de margo de 1861Cir-
cular -Illm. e Exm. Sr.-Para obviar todas as
duvidas que costumam occorrer ajustamento de
contas dos oficiaes que passam de urnas para ou-
tras provincias por accesso ou transferencia, de-
lermina Sua Mageslado o Imperador que em am-
bos os casos se lhesaboneagratiflcago addicionsl
e etape sem interrupgo, descontando-lhes ni-
camente a etape correspondente aos dias que es-
tiverem emborcados. se a viagem for em parte ott
no todo por mar e cusa do governo : bem en-
tendido que desta disposigo se excepta o lempo
de licenga que for concedida para a demora no
poni de partida, ou em algum inlermedio, em
cujo caso s se devero abonar os vencimentos
declarados no aviso da licenga. O que communico
a V. Exc. para seu conhecimento e assim o fazer
constar thesouraria de fazenda. para que esta
regule o ajustamento de contas, vista das com-
petentes guias, pelo que tica determinado.
Dos guarde a V. Exc.Marquez de Caxtas.
>r. presidente da provincia de....
21
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Amazonas, re-
metiendo para ter o conveniento deslino, a certi-
do de assentamentos do soldado do corpo da
guarnigo da mesma provincia Manoel Luiz Clau-
dino. i
Ao da do Para, idem idem, o titulo de en-
gajamonto do soldado do 3a batalho de artilharia
a p Januario Anlonio Cardse.
Ao m.esmo, idem idem. a certido de as-
sentamentos do soldado do 3 batalho de artl-
lharia a p Joo Ricardo.
Ao mesmo, idem, os autos de processo ver-
bal de conselho de guerra do soldado do 4o bata-
lho de infantaria Jos Anlonio deMenezes, afim
de que seja cumprida a senteoga proferida no
mesmo processo pelo conselho supremo militar
de justiga.
Ao da do Maranho, idem, para term o-
con\eniente destino, os litulos de engajamento
do cabo de esquadra Jos Izidoro de Lacerda e
do soldado Joaquim Correa de Senna, ambos do
o batalho de infantaria.
Ao da do Cear, idem, os autos de proces-
so verbal do conselho de guerra do soldado do-
corpo da guarnigo da mesma provincia Joo Dio-
nizio Ferreira, afim de que seja cumprida a sen-
tenga nos mesraos autos proferida pelo conselho
supremo militar de justiga.
Ao da do Rio Grande do Norte, idem do
corneta Luiz da Franca Cunha edo soldado Joa-
quim Marques da Silva, ambos da companhia
de cagadores da provincia, para o mesmo fim.
Ao mesmo, idem, para terem o competente
destino, os ttulos de engajamento dos soldados
da companhia de cagadores da dita provincia Leo-
cadio Jos da Silva e Joo Fllippe.
Ao da de Pernambuco, idem idem a certi-
do de assentamenlos do particular 2 sargento do
batalho de artilharia a p Francisco Teixeira Pei-
xoto de Abreu Lima.
~~ Ao mesmo, idem os autos de processo ver-
bal do conselho de guerra do 1 cadete Joo Mau-
ricio de Almeida e Albuquerque, e dos'soldados
Francioco David Borges e Victorioo Ferreira da
Costa, este da companhia de cavallaria da mesma
provincia, e aquelle do 10 balalho de infantaria
afim de que sejam cumpridas as sentengas nos.
mesmos autos proferidas pelo conselho supremo
militar de justiga.
Quarta directora geral.
Ao presideote ds provincia do Amazonas, apro-
vando a tabella das etapes para o corrente se-
mestre de Janeiro a junho, organisada pola res-
pectiva thesouraria de fazenda.
22
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia da Parahiba, remet-
iendo, para ter o conveniente destino, o processo
de conselho de averiguarlo a que se procedeu.
para a qualificago de 2a cadete, do soldado do-
corpo de guarnicao da mesma provincia Miximilio
Augusto Carneiro.
Ministerio da marinha.
expediente de 17 de fevereiro de 1861.
A' presidencia das Alagoas, accusando a re-
cepgo do offlcio com que remettea dou:i exem-
plares das leis da assembla da mesma provin-
cia, promulgadas oa sesso ordioaria do anno
passado.
18 -
A' presidencia de Pernambuco. approvando f>
contrato celebrado com Joaquim Antonio Rodri-
gues para a construegao de um hiate destinado
ao servigo da capitana do porto da provincia do
Maranho, conforme fra communicado em offl-
cio n. 5, de 22 de Janeiro ultimo.Fizeram-se as
convenientes communicaces.
20 -
Ao presidente do Par, aecusando o recebi-
mento do seu offlcio de 11 de Janeiro, com o re-
sultado do exame feito oa escuna Tibacgt, para,
cuja substituigao se esperara as informages exi-
gidas em aviso de 2 do mez passado.
Ao de Pernambuco, mandando que alli s
cooalrua a caldeira do que carece o vapor D. />.
cVo, conforme o desenho que val junto, feito pelo
director da officina de machinas, nao se exceden-
do quantia orgada de 8:0009,
Ao mesmo presideote, mandando que faga
carregar ao almoxarllo do arsenal urna uncora e
trinla bracas de amarra pertencentes ao vapor
Famdo. e qne vieran do Maranho para alli no
vapor Ataj, dando-so a competente despea des-
oes objectos ao mostr daquello vapor.Commu-
nico u-ze i conladoria.


** -^
fi)
'a
UftK> DI fBMUitUCO. QUARTA HI&a 10 DI ABRIL 11 1161,
-11-
3.a seccio.a' presidencia de Peroasnhaco,
nccusando a recepco do offieio qae accompan hou
O mappa do estado da companhia de aprendiz
artfices do arsenal de marlnba da mesma pro-
vincia no mez prximo passado, doaUrando,
ttesBiaeitradi.-Commanicou-seaosuperinten. teem agora uma importaneis retrospectiva, por-1 tira tus questoa tasto de iuterisse moral como no motlmenlo nacional, V. M. pode contar com
(lale. queja teem. nrnriuiidn indas rnt n ><,...,,....- I m.l..l.l A. .;. .... .ji..,. _____ k our tuin
dente.
Portara.Os Srs. agentes da companhia brasi-
lera de paquetes a vapor, manden dar urna pas-
sagem de proa, para o Rio de Janeiro, no vapor
Qf*pock, a Hanoel Comea NeUo, em lugar desti-
para o faier couitar ao inspector do dito arsenal. nado para passageiro de estado.
que oa aptaadizes maorea da K- sanos ficaas Dita.Oa Srs. agentes da compaoaua brasileira
misos, e considerados como operarios, em de paquetes a apar rrfrr dar ama passagem
qoMto nio se orgaoisar lili urna companhia de. de estad* para o Maiaahio. em asa eos vapores,
.artfices militares, dos tersaos do sil 47 do re- que safuitaa para awt, ao Dr. Jos Sergio
gulamento da ti de juta* do anno passado; e
que, nio devendo existir na companhia cofre es-
pecial para aguarda dos dinheiros partencentes
aos arrendires, cumere que se observe o que a
tal respeito determina o arl. 43 do citado regala-
meato.
Goverao da provincia.
Expediento do din 6 de abril de 18M.
Ferreira.
UUa.O viee-preaideute da provincia, tornea-
do a consideris o que Iba expex inspector
da thesouraria provincial, em offieio de 4 lo cor-
rate, sob n. tal, rsol ve, nos termos da art. 33
da lei provincial, n. 488, da 16 de mata do anno
prximo passado, abrir um crdito sopplemeoUr
na importancia de 5905, pare paganrealo das des-
peras com o expediente da mesma thesouraria no
r
c 3
a 4
5*
6o
a 7o
Offieio.Ao Exm. Sr. visconde de Camaragibe,' corrente exercicio. Remelleu-se por copia i
V vice-presidente da provincia. lia vendo -se i thesouraria provin
prov
dignado o-governo imperial conceder-me a exo-
nerado que ped do cargo de presidente desta
provincia, devendo eu partir hoje para a corte
aim de'tomar asnelo na cmara dos senhores
leputados, passo.a adminislracio da provincia i
V. Exc. como aeu Io vico-presidente.
Tendo eu apresentado o mea relalorio sobre os
negocias da provincia & assembla legislativa
provincial, que comecou seus tra'aalhos o cor-
rale anno. apenas neo das nada ha a adnrir
ao que disse aquella respeitavel corporacin; por
isso passando s mies do V. Exc. o presto reia-
torio, julgo ter cumplido o dever que me impdo
a circular de 11 de marco de 1848.
'eerca de Iguns servicos geraes c-je por sea
natureza nao. tiversm exposigo naqw-elle relato-
rio, encontrar V. Etc. detathada iaformacaodc
seus dignos chefes sobre a mesa do gabinete da
presidencia.
Resla-me felicitar V. Exc. por ter marsuraa
occasio de prestsr ua provrncia os servidos
que ella deve esperar de suas luzes e patrio-
tismo.
OlTerec.0 i V. Exc. meu limRado prestimo na
cono do imperio.
Hito ao Dr. Joaquim Pires Hachado Portella,
2* vico-presidente da provincia Havendo-se dig-
nado ogoverno imperial conceder-me aexonera-
go que ped do cargo de presidente desta pro-
vincia, e dev-endo eu partir hojo para a corte am
de tomar assenlo na cmara dos senberes depli-
tados, passo a adminislrago da provincia a V.
Exc. como sea 2" vico-presdeme, por me ter de-
provincial.
UhU.O vico-presidenta da provincia, atlen-
dendo ao que represenlou a thesouraria provin-
cial em offieio de hoje, sob i>. 123, resolve, nos
termos do arl. 33 da lei provincial, o. 488, de 16
de maio do anno prximo passado. abrir um cr-
dito supplemenlar na importancia de 1:792$, para
pagamento das despezascom o expediente da se-
cretaria da presidencia, no corrente exercio.
-Remetleu-se por copia i thesouraria provincial.
Dita.0 vics-presidente da provincia, tendo
m vista o ollicio de 4 do corrente, sob n. 251,
em que o inspector da thesouraria de fazenda
participa ha ver dado parte de doeole Jos Soares
de Azevedo, que Tira nomeado para examinar
em grammtica da liogua nacional no concurse,
a que se tem da proceder naquella thesouraria,
para prnenchimeolo des lugares vagos dessa re-
parligio o da-eifandega, resolve designar o Dr.
Antonio Wilrtmo Pinto Bandeira Accioli de Vas-
concelles, para substituir ao mesmo Jos Soares
no referido concurso, que lera lugar no dia 8 des-
te mez.Frzeram-se as necessarias communi-
caedes.
Dita.Q -tice-presidente da provincia, alten-
deudo ao que lhe requereu o juiz de direito da
comarca do Limoeiro, Lourenro Franscisco de
Almeida-Calaoho, resolve conceder-I he dous nie-
zes de ticeoga com vencimento, para tratar de
sua saude.
Bxpedihxte do secretario do govtrno.
Offieio ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. fixc, o Sr. presidente da provincia, manda
communicar a V. S., para seu couhecimen'.o e
que ja teem, produzido todas as sua* consequen-
cias, ou o tte boje esto substituida por tactos
noros.
2saes documentos foram colligidos com seto
differentes ttulos:
1 Annexaco da Italia Central,
Sueaiio de Niza e Sabaya,
egocios de Roma,
Negocio* da Italia meridional.
Entrevislt da Varsovia.
Negocios da Syria.
Expedicao da China,
a O qua aa refere aoa negocioa da Sytia e I ex-
pedifo da China do dominio do passado, e qua-
si completamente coohecido. Os protocolos que
autorisarara a partida das noaaas tropas para a
Syria foram olttcialmente pubcnos, e a noticia
que acaba de ser dada por lord John Russell na
esmera dos communs em In^aten-a, e o consen-
timento da Turqua para a rcunio da conferen-
cia, afim de deliberar sobre a queato da perma-
nencia de um corpo de oceupaco europi, d ao
negocie urna face inteiramenl nova. As' uoUs
a documentos que teem precedido esla phase s
teem o valor de pegas histricas para archivar.
Outro tanto se pode direr do qae diz respeito
expedicao da China. O tratado que a determinou
toi registrado por lodos osorgos da publicidade,
e elle que encerra o ponto de partida da silua-
cao actual. Tudo quanto a precedeu tambem s
tem um valor histrico.
Nao acontece o mesmo no que se refere a
Niza e Saboya, e aos negocios de Roma, da Ita-
lia central e de reino de aplos. Ali nada ha
determinado, assim como na questao de Niza eda
Saeoya. Aquellas provincias est o definitivamen-
te arinezadas Franga, e ninguem coutesla a le-
galidae doprocesso que auteceden a annexaco,
nem o direiio da parte que cedeu, ou da parte
que acceilou ; todava as obrigaces que tioham
cootraludo a favor de certos districtos da Ssbeya,
as potencias signatarias dos tratados de Vienna
carecem de ser definidas de novo, e a este respei-
a questao ainda est por encelar. No que lo-
to
dea o praso de trala das ao escrivo do arsenal
de guerra, M-inorl Polycarpo More-ira de Azevedo
para a a presen taca o de%eu titulo respectivo.
DESPACHOS DO DU 6 DE ABRIL DE 1861.
Requerimtntot.
Catharlna Teixeira Lopes Cato.Iuforme o di-
rector geral da ioslruc^o publica.
Juvencio Manoel dos Passos.Informe o Sr.
Dr. chele de polica.
Pedro Rodrigues de Souza.Selle o documen-
to que junta.
EXTERIOR.
clarado o 1*, o Exm. visconde de Camaragibe, em direecao, que por despacho desta data se conce-
fficio desla dati, que nao lhe era possivel encar- .
regar-so aquella administraeo por ter de reti-
rar-se tambem hoje para a corle afim de tomar
parte nos-trabalhos da cmara temporaria.
Tende eu apresentado o meu relalorio sobre os
negocios da provincia assembla provincial, que
coineceo seas trabalhos do corrente anno, apenas
cinco diasnada ha a aduzr au que disse aquella
respeitaTel corporasao ; por isso passando s
ruaos de V. Exc. o predito n-Uitorio, julgo ter
cumprido o dever que me impe a circular de ll
de margo de 18V8.
A'cctca de alguns servigos geraes que por sua
natureza nao tiverem exp'usicao naquelle relato-
xio, encontrar V. Exc. detalhada informago de
seus dignos chefes sobre a mesa do gabinete da
presidencia.
Resta-me felicitar i V. Exc. por ter mais urna
occasio de prestar sua provincia os servicos
que ella deve esperar de suas luzes e patrio-
tismo.
OffereQo V. Exc. meu limitado prestimo na
corte do imperio.
Dito ao visconde de Lemont.Em resposla ao
offieio que me dirigi o Sr. visconde de Lemont,
coosul oa .Franca, em 20 de margo prximo fia-
do, cabe-rao dizer- lhe, que nao me sendo licito
intervir no julgamento do tribunal da relaco,
que allude, dando provimeoto so aggravo inler-
posto do despacho pelo qual o juiz de orphos
desta cidade se julgou incompetente para dar tu-
tor aos filhos menores de Mara Celestina Paes
Jarreto, vuva de um cidado francez, vou levar
a questao ao conhecimento do governo imperial
para providenciar corto bem entender em sua sa-
hedoria.
Mais urna vez reitero ao Sr. visconde do Le-
mont os protestos de miaa subida estima e dis-
t:ncla considt racao.
Adminislrago do Exm. Sr. vice presidente Dr.
Joaquim Pirte Machado Portella.
Dia 6 de atril de 1861.
Offieio aos presidentes de provincia.Commu-
nico V. Exc. que na qualidade do V vice-pre-
sidente assumi nesta dala a adminislrago desta
provincia, por a ter deixado hoje o Exm. Sr. Dr.
Ambrozio Leitio da Cwnha.
Serei solicito em cumprir as ordeos de V. Exc,
quer relativas ao servido publico, quer ao parti-
cular de V. Exc.
Dito ao coronel commandante das armas.
Sirva-so Y. S. de expedir suas ordens para que
tola a forga disponivel dos corpos da guarnigo
desta provincia esteja postada no caes de vinte e
dous de Novembro hoje s 4 1/2 horas da tar-
de, afim de fazer as honras do estylo ao Exm.
Sr. Dr. Ambrozi Leitao daCunha, que tem de
embarcar para a corte.
Dito ao inspector do arsenal de msrinha.He-
commendo i Y. S. a expedicao de suas ordens
afim de que a galeota e mais escaleres desse ar-
senal, que se acharem disponiveis. eslejsm pos-
tados no caes de vinte e dous de Novembro hoje
s 4 1/2 horas da tarde, aQm de iransporlarem
para bordo do vapor Oyapock o Exm. Sr. com-
mendador Ambrozio Leito da Cunha, sua fami-
lia e as demais pessoas que teem de o acom-
panhar.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Em vista dos dous incluso* attestados, que mo
foram remullidos pelo coronel commandante das
armas com odicio de hontern, sob n. 474. mande
V. S. pagar ao soldado do 4o batilhSo de ani-
lhirii a p, Jos Francisco Braz, e ao paisano
Antonio Jos do Rosario as gratiflcagdes que lhe
competirem por barrar apprehendido os deserto-
res daquelle batslho Arcelino Jos Marques e
Carlos Manoel Francisca.
Dito ao mesmo.Certo do conteudo de sua in-
formarlo de 4 do corrente, sob n. 250, tenho
dizer em resposla, que pode V. S. mandar pagar
de hoje em diante 4 Francisco Ferreira Dorges
as quanlias que se doverem companhii vigi-
lante, provenientes de reboque que lenha dado
eu dr o vapor da mesma companhia aos bato-
lees do arsenal demarinha, conduzindo ara para
fura da barr do porto desta cidade.Corarnuni
cou-se ao iospector do arsenal de marinha.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tendo tomado hoje posse da administraeso desta
provincia, na qualidde de segundo vice-presi-
dente, assim o communico a V. S., para seu co-
nhecimento e direceo. Igual aos demais chefes
de reparliges c autoridades nesta capital, e bem
assim s cmaras monicipaes, jaizes de direito e
taunicipaes e commanlos superiores.
Dito ao mesmo.Aos negociantes Andrade &
Reg mande V. S. pagar, conforme requisitou o
abete de polica em oflicio de honem, n. 253,
quanlia de 160600, em que importara as diarias
abonadas pelo delegado do termo de Villa-Bella
aos cinco re-rutas, constantes da relago junta,
que re melle o para o sexvigo da armada ; ficando
V. S na ktelligencia deque o de nome Ciernen-
tino da Silva enlouqueceu em camiuha.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. 8, pagar, em vteta do competente cer-
tificado, a importancia da V preslago, a que
tem direito o arrematante das obras do bospitai
Pedro II, Manoel do Naecimento de Araujo, por
haver fello o trabalho correspondente a essa
prestago, segando mo declarou o director das
-obras publicas em offieio de hontern, sob n.82.
Communicou-se a este.
Dito ao mesmo.Mande V. 8. pagar em vista
da inclusa coots, a qoantia de filtfCOO, despendi-
da no mez de fevereiro ultimo com o sustento dos
presos pobres da cadeia de,Villa -Bella, sendo essa
importancia entregue aos negociantes Andrade A
Reg, conforme requisitou o chefe de polica em
offieio de hontern, sob a. 250.
Dito ao mesmo.Em vista das inclusas contas
documentadas, que me foram remettidas pelo che-
fe de polica comofficio dehontem.sob o.248 man-
de V. S. pagar a quanlia de 3:1895360, despen-
dida no mez de mareo ultimo com o gstenlo
-o curativo dos presos p'obres da casa de delenco
Dito ao capito do porto.Sirva-so V. $. de
mandar por em liberdade aoa recrutaa Manoel
GonealTes Caetapo e Valeotim Francisco dos Sao-
tos, os qoaes (Trovaran) iaenrjes legaes. '
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro.
Respondo ao seu oflicio desta data, declarando-
lhe que approvo provisoriamente o contrato C-
Je&rado pela companhia da estrada de ferro com
.Manoel Jos Dantas eJos Velloso Soares para o
transporte, entre a estacan das Cinco Ponas eo
kaiwd o Recite, doi gneros conduzidoi pela
Em seguida publicamos a circular de Mr. de
Thouvenel, relativamente aos negocios do Syria,
de que fallamos u'unia das nossas anteriores
revista :
Pars, 18 de Janeiro.
Senhor.Aproximamo-nos do praso fixado
pelaconvenco de 5 >le setembro ultimo para a
durago da oceupago na Syria. Tenho-vos
fallado rouitas vezes das inteuges do governo
do imperador a este respeito. Investido na
ruisso de execular as decisoes communs, temos
primeiro que tudo de prehencher condicoes cujo
mandato recebemos. Por esta raso* mesmo.
antes de deixar a Syria, julgamos um dever por
as potencias as circumslaucias de examiuar de
accordo.se a partida do corpo expedicionario na
dala convencionada, pode eflectuar-se sem peri-
go para a Iranquilidade do paiz, a parece-nos op-
porluno chamar a allengo para este facto.
As potencias nao se propozeram na Syria
nenhura lim poltico, e o governo do imperador
associou-se inicuamente ao seu pensamenlo. Ti-
rer*m em vista um obra de humanidade ; esta-
r essa obra satisfeita ? Os gabinetes conhecem
como nos o estado das cousas, e sabem quanto
at agora tem sido demorada a pacificac,o. A
commisso europea instituida em Beyrouth tinha
primeiro de prover s mais urgentes necessida-
Jes. provocando de um lado reparagoes, do outro
castigos. Era esla porm s urna parte da sua
trela e nao era a mais importante Devia tam-
bem colber e propor s potencias os elementos
do novo ajuste que se trata do combinar cow o
governo otloraano para a admiaistraco da mon-
tanha. Este trabalho etfectivamento iodispen-
savei de todas as oulras medidas j propostas ou
para tornar de commum accordo com a Porta.
Emquanio nao estiver ultimado, pode dizer-se
que nada est frito, porque no estado de desor-
den] em que oslo todas as cousas na Syria, o
csseocial Gxar as condiges do novo governo
do Lbano, e islo tambem o quo as potencias
tem querido.
Este desejo nao s nao est salisfeilo, mas a
commisso toca apenas o termo das questoes da
represso, e de iademnisago pelo que diz res-
peito ao Lbano ; por outro lado, ainda se nao
chegou a um accordo definitivo para as iudemni-
sagoes que se dizem conceder em Damasco, e a
Porta maoifesta urna representado no sentido de
chamar a Constantioopla a solugo desta questao
Da reorgaoisagao adninistrativa fallou-se ver-
dade, receulenieutc em entrevistas confidencises ;
mas, absorvidos por outros cuidados, os delega-
dos, nao se tem al agora julgado em circums-
tancias de tratar officialmenle, e seria difficil de-
terminar a poca em que elles possam commu-
nicar s potencias o resultado dos seus estudos.
Finalmente, senhor.... a incerteza mes-
es i Italia, ainda se est menos avaogtdo. Os
aconleciraentos que se tem consumido no decurso
do anno passado ainda nao produziram resultados
que leiihan regularmente entrado no direito pu-
blico da Europa ; urna parle daa potencias protes-
tan) contra o que se tem feito ; oulras esperar
sem se pronunciar, e a propria Inglaterra, que
parece estar mais faroravelmente disposta do
que qualquer oulra nacao para reconhecer a au-
toridade dos tactos consumados, nao os saccio-
nou por ora por nenhura acto, nem nenhum do-
cumento official.
Mas o que est quasi completamente desco-
nhecido, e o que alm disso mais Importante,
o que o governo publica a proposito da entre-
vista de Varsovia.
Tendo esta entrevista produzido resoltados ne-
gativos, pelo menos no que diz respeito polili-
lica geral, nada Iranspirou de exacto sobre as
converaages que podem ter havdo entre es so
beranos e os seus ministros. A cousa tinha per-
manecido em estado de segredo absoluto, ecomo
nao tinha podido ser combinado nenhum princi-
cipio de acgaoem relago Europa, nao tinha
havido occasio ou necessidade que forgasse a
.divulgar o segredo. Talvez, como alguns sospei-
laram que se houveese combinado alguma cousa
em Varsovia, relativamente Polonia, entre os
soberauos que conservara os restos daquelle des-
gratado paiz; talvez mesmo, comquanlo islo pa-
reca anda mais duvidoso, se houvesse promelti-
doalguma cousa Austria para a auxiliara man-
ter a sua autoridade abalada na Hungria ; mas o
que hoje certo, que os principes e os homens
de estado reunido/em Varsovia iberam de reti-
rar-se sem ter concluido cousa alguma relativa-
mente Italia e a todas as oulras questoesde po-
ltica geral que estes negocios podem suscitar.
E um facto cuja importancia nao carecemos fazer
sobresahir, nem mesmo a posigo que a Franga
ausente governava em Varsovia, e muito menos
as cousequeocias que podem resultar desta situa-
gao, e da qual a emenda proposla por Mr. de Vin-
cke na cmara dos deputados de Berln, e j um
symptoma muito significativo.
A seguintecomraunicago, dirigida ao primei-
ro ministro em Inglaterra, circulou entro os
membrns liberaes da cmara dos communs, su-
geita sua assigaatura :
Ao muito honrado lord Palmei'ston,
primeiro lord do Ihesouro.
ilylord : Julgamos do nosso
membros do partido liberal na cmara dos com-
muns, e como tendo geralmeute apoiado o vosso
governo, manifestar-vos respeilosamenle a peno-
sa anciedade com que vemos a presente sitiic*
das despezas Dublcas. o chamar este respeito a
seria consideragao do governo quando houver de
preparar o orgameuto da prxima sessao.
Nao podemos deixar de esperar que as des-
pezas enormes do anno finaneciro actual tenbam
sido impostas ao governo contra sua vontade, por
una concurso de circumstaocias infelizes. A sua
cifra eslava efectivamente muilo alm do que se
sabia ter sido quando o paiz nao eslava envolvido
em neohuma guerra europea, e urna grande res-
ponsabilidada cabera ao governo e cmara dos
communs, se a nao reduzir seriamente na prxi-
ma occasio.
As relacoes eslrangeiras do paiz no lim do
anno sao taes que fazem esperar com razoavet
confianga na manutengo da paz. A guerra com
a China est ultimada. A revoluco italiana pa-
rece concluida com o eslabelecimento do poder
constitucional de VctorEmmanuel na pennsula,
emquanlo que a neulralidade que a Inglaterra
tem observado est reconhecida, tanto no interior
como no exterior, como poltica de sabedoria.
A'.ni de tudo, as nossas relagea com a Fran-
ga teem-se tornado decididamente araigaveis, al-
cangando-se a garanta de um tralado commer-
cial favoravel aos interesses dos dous paizes, e
est o tambem mais estreitamenle unidas pela abo-
licao por parte do imperador, do syslema dos pas-
mo aoe estas demoras deixam a respeito da reor- aaporles em Franga principalmente a favor dos
gaoisago do Lbano alimenta o espirito em um subditos de S. M.
material de paiz.
Se ao contrario urna dieta nica para o impe-
rio, um parlamento geral, no qual devesse tomar
parle, tivesse urna influencia decisiva nos nego-
cioa da Gallitzia e da Cracovia e as questes em
que podesse interessar a nossa naciooalidade,
costumes, hbitos, a nossa instroegao publica e
as nossas prosperidades, enlo os flus polticos
deum semelhanle parlamento, em que entraa-
sam elementos germnicos, encontrara sem du-
vida da asea parte a mais enrgica e fandada
resistencia.
Mas no caso mesmo do paiz alcanear aer re-
presentado por nava dieta gailziaoa com voto,
nao hayeria verdadeira autonoma para o paiz,
ae as dignidades ecclesiasticas dos dous paizes e
os empregos pblicos em todos os ramos da ad-
minislrago da jusliga e da inatruccio publica,
nao estivessem confiados aos nossos compatrio-
tas. (D'aqui por dianle a peti;o se oceupa da
questao do uso da lingna polaca.)
c Mr. de Scbmerlin respondeu que tinha oavido
com a maior allengo a memoria que acabara de
lhe ser lida, mas que nao pedia anticipar urna
resposla cathegorica quande decisao que o go-
verno tivesse do 'ornar a este respeito. Mas
desda hoje, accresceotou elle, asseguro-ros que
de vontade do imperador dar ao vosso paiz urna
nica dieta nao dividida, com o direito de inicia-
tiva. Tendes o direito de fazer pedilos, que ho
de ser lidos na dovida conta, como a expresso
do orgo legal do paiz.
< O ministro prometlau qae a questao do uso
da lingoa polaca na instrueco publica havia de
ser resol vida deatroem pouco, e de urna manei-
ra satisfactoria para o paiz, e que todos os outros
pedidos que se conlinbam na memoria seriara
examinados como maior cuidado.
< Espero, disse o ministro eonclnindo, que o
trabalho para a organisago do imperio estar
concluido o mais tardar dentro de dous mezes ;
d'aqui at l, peco-ros, senhores, que empre-
gueis a vosaa influencia para impedir quaesqner
manifestagoes que possam inquietar o paiz. O
meu mais intimo desejo que as novas organi-
sages vos posam salisfazer.
Vamos em spguida suppliear a integra do pro-
jecto de resposla do senado francez ao discurso
do throoo, por nos parecer que um documento
digno de interesse.
Eis o projecto:
Senhor.Quando V. M., pelo seu decreto de
24 de novembro, quiz estreitar as suas relages
com os altos corpos do estado, e as dos altos cor-
pos do estado com o paiz, o senado, depositario
do pacto fundamental, comprehendeu immedia-
tamente que a constituigo ficava intacta, e qae
s se procurava animar por um movimento mais
enrgico. Felicitamo-nos, senhor, da augusta
conQrmago que V. M. deu nossa interpretago.
c A Franga nao ama nem as liberdades, nem os
poderes excessivos, e por isso preude-se, com
confianga constituigo de 1852, cojos prudentes
limites preservara o poder do absolutismo, e que
a liberdade se desenfreie.
V. M., autor desta constituigo cuja base se
estriba no escrutinio nacional, ao mesmo lem-
po o seu mais firme apoio, e nao afastar de si os
seus principios essenciaes. Porque nio afastar
acommoda-la a reformas, que estao na natureza
das inslituicoes duradouras, e que s repugnara
s coustiloigoes sombra das quaes nada ha so-
lido. Saudemos com reconhecimento essas re-
formas, e saberemos assocar-nos a ellas com a
independencia que ha nos nossos corages a nos
nossos desejos, e com a raoJeragao que propria
dos deveres do senado.
< A exposigo da situago interna o externa
do paiz mostrou-nos pelos mais irrecusaveis do-
cumentos a constante solicitude de V. M. pela
prosperidado e grandeza do imperio.
O projecto entra em seguida no exame da situa-
go interna, que acba satisfactoria, approva a re-
forma commercial, compraz-se com a abundan-
cia dos capitaes, que para mover-ses aguardara
quo a situago externa acabe de firmar-se, ap-
plaude que se tenham reuuido as mos do mi-
nistro de estado os diversos servigos perleocen-
tes as sciencias, s letras o s artes, as medidas
adoptadas para favorecer o ensino religioso c Ili-
terario, melhorar a situago do clero e multipli-
j car as parochias nos campos: expressa tambem
{aconfiaoga que tem de que a organisago dada
Argelia, produza fulizes resultados, e, passando
ao exame da situago externa, accrescenta :
No exterior, pela preciso das cemmuuica-
a sua adheio e amor pelo bem publico e da ver-
dad.
que
estado de excitogo exlrema, o as inforraages
que recebemos fazem-nos temer que a partida de
nossas tropas seja seguida de novas desordens, te
eUa tiver lugar antes de se tomarem as disposi-
goes necessarias para garantir a seguranga dos
povo?.
Em presenga de ennsideracoes desta nature-
za todos os gabinetes ho de comprehender que
damos lodo o valor ao descargo da nossa respoo-
sabilidade. Se, por um lado julgamos ficar fiis
as estipular oes concordadas pela conferencia ,
por outro, nao queremos que nunca nos censu-
ren) por nao bavermos assenlado o perigo que
julgavamos antever.
Somos pois levados a pedir s potencias quei-
ram fazer conhecer a este respeito qual o seu
pensamenlo reservando-nos simplesmenle mani-
festar o nosso, as deliberacoes que se tomarem
como signatarios da convenci de 5 de setembro,
isto da mesma maneira que os demais gabi-
netes.
.< Temos provado, as instancias que temos
feito pelos trabalhos da commisso, quanto de-
secarnos poder evacuar a Syria na dala estipula-
da, e ainda agora, ninguem vera com mais com-
pleta satisfago, quo as circumslancias permillis-
sem realisar estes desejos. Se as potencias de-
cidirem que ba motivo para prorogar o prazo de
oceupago, haveodo nos aceitado fornecer o ef-
fectivo do corpo expedicionario, nao recusaremos
sem duvida continuar esse sacrificio que nos iru-
pozemos para prestar ao sulto a cooperado de
nossas tropas ; mas no caso das potencias seren
de opiuiio que convem designar urna ou mais
dentre ellas para tomar parte nesta misso, nos
estiremos promptos a aceitar o seu concurso.
Parece-me senhor.... que o meio mais na-
turalmente indicado para eslabelecer um accordo
sobreests diversos pontos, seria convocar a con-
ferencia. Se esta maneira de ver as cousas ti-
ver o asaenlimento do gabinete de .... pego-vos
que m'o communiqueiso mais depressa possivel-
e eu convocarei a reuaio dos plenipotenciarios
logo que tenha coahocimeato da adheso das dif,
ferentes cortos.
Dignae-vos fazer a leitura, e entregar a Mr
___urna copia desle despacho, que igualmente
dirigaos representantes do imperador em ....
Thouvenel.
h-* no Jeumal dt$ Dthatt:
c O roame de documentos diplomticos que o
governo acaba de fazer diatribuir no senado e no
corpo legislativo, compe-se de 278 paginas em
grande formato ; quer dizer que impussirel pen-
sar em o reproduzir integralmente Aldo disso
nio sabemos sa o teitor lera graada inlereaaa em
examinar todoa asases documentos. Bflaclivanan-
te, todo quanto e governo ialgeadeter fazer en-
trar naquella publicscao ja esta, mais oa menos
conbecide, e eso pule rere-se alectos, que s
Nestas circumslancias, o paiz pode, natural-
mente esperar urna consideravel reduego nos
nossos eslabelecimentos de guerra quanto ex-
traordinaria cifra do anno actual.
Chamamos tambem a allengo para as despe-
zas civis e diversas do paiz, que ha alguns annos
tea lomado um rspido curso de augmento ex-
traordinario, e chegado a um ponto que enrgi-
camente exigem urna revisio e reduego.
Estamos convencidos de que as redueges
serio a mais verdadeira poltica da parte do go-
verno, como nico meio de fazer face s necessi-
dades Uoanceiras do estado, de salisfazer i expec-
tativa do parlamento, de conciliar a opioio fa-
voravel dos interesses commerciaes e monetarios,
de calmar o descontentamente dos contribuidles,
o de prevenir a violenta explosoque inevitavel-
mente se produziria no caso de haver urna nova
collieila m ou de qualquer oulro obstculo
prosperidade publica.
< Somos obrigados a dizer que veramos com
lano sedimento como provaco, se a despeza do
anno seguiote se approximasse do actual; o jul-
gamos que estes seriam os sentimentos dos nos-
sos constituintes e do paiz inieiro.
c Pensamos, pois, que era justo appresentar
estas observages de seotimento amigavel a V.
Exc. e esperamos que nao serio consideradas io-
dignas da cooeiderago do governo.
Somos, mylord, de V. Exc. obedientes crea-
dos.
(Seguem as essignaluras].
Na Preste de Vienna l-se o seguate :
A deputago da Gallitzia eotregou a sua pe-
tigao ao ministro de estado. Eis alguns detalhes
deste documento muilo extenso :
< A Polonia dividida, mas urna para nos tolos,
contina sor a nossa mi patria, e o mesmo san-
gue faz baler os corages desde Waittia al Vilia.
Nao hesitamos em confessar este seulimeoto he-
reditario persnte o ministro deum soberano ca-
tliolico, coja dimnastia conta nove reinedos; seo
nio fizessamos francamente, o mundo dcixaria de
nos conceder a sua estima....
a Tambem somos urna deisas individualidades
histricas c polticas, cujo direito foi reconbecido
no seio do imperio, e se J a imperatriz Mara
Thereza e o imperador Francisco tinbam tengao
de noa conceder um direito o mais perfeito que
podesse ser, a mais completa autonoma, en-
dent que a autnnemia que a circular de V. Eso.
eos pareca conceder, nao poderla aeiisfaier-noa
de maneira alguma.
Das nossas tendencias legitimas para urna or-
ganisago autonmica, resulla que, para o nosso
paiz, a uaica dieta provincial que pode lora-la a
effeito, qua menos urna necessidade iodiapen-
savel, seria urna dieta commum Galhuia e 4
Croacia, q_ue se firmaste em urna verdadeira ra-
preualaoao nacional Jaita, e que nao fosan uni-
eamenle coniulliva, e qae tivesse roto delibsra-
dever, como ces do seu governo, tem V. M. Ilustrado a coo-
1 sciencia publica e firmado a confianga do paiz na
grandeza da Franga, e na eonservago da paz.
Teem-se desvanecido os sustos produzidos pelos
anuuiirins do una poca fatal; as corresponden-
cias diplomticas teem mostrado as boas relages
da Franca, o valor da sua consideragao, a impor-
tancia da sua poltica moderada e conciliadora.
Tendes na Syria inlerpostoa espada de Fran-
ca entre as povoages cbrislas e o pbanalismo
mussulmano. Os asaassinatos dos nossos irmos
calholicos cessaram avista da bandeira franceza.
Ainda mais, o exercito francez, fiel ao vosso
chamamento, foi ao extremo do Oriente levantar
a cruz abatida pela supersligio asitica. Misio-
narios da religio, violadora do interesse fran-
cez, os nossos soldados, unidos aos da Graa-Bre-
tanha, abriram entrada aas ilbas ao coramercio e
a civilisago na capital do celeste imperio. Foi
um formoso dia aquello em que do seio da bas-
lica restaurada se fizeram ouvir o Te-Deum pelo
Senhor, e o Domine Salvum pelo imperador I
i Se dingirmos agora as vistas para a penn-
sula italiana, admiramo-nos, como V. M. dos
acootecimentos de quo aquella paiz tem sido
thealro desde a ultima legislatura. Tm-se deba-
tido dous iuleresses de primeira ordem que o im-
perador Uvera querido conciliar, e a liberdade ita-
liana est era lula com a corte de Rama. Para
evitar e fazer parar esse conflicto, tem o vosso
goverao intentado tudo quanto pode sugerir a ha-
bilidade poltica e a lealdade. A uns haveis mos-
trado o camicho do direito das gentes, aos ou-
tros o das transacgSes. Ali haveis-vos separado
das aggresses injustas ; aqu tendes lamentado
resistencias impolticas ; em toda a parte vos ha-
veis condoido dos nobres infortunios e das ruinas
dolorosas.
Finalmente, lera-so tentado todos os carai-
nhos equitativos, e s vos tendes detido em face
do uso da forga, porque nao por meio das in-
lervenges armadas que se realisam as ideias de
conciliago. V. M. tambera nao esqueceu que
n'outra poca foi urna falla em Franga pretender
regera Italia depoisde a haver libertado, o ten-
des querido atristar da polica franceza o que fora
seu compromisso, acreditando que, assim como
nao fora preciso intervir a favor da Italia oppri-
mida pelo estrangeiro, tambera nao devia inter-
vir para cohibir vontade da Italia emancipada.
Este syslema da nao inlervengo, o melbor para
evitar as conflagragdes geraes, cerrar o campo das
nossas rivalidades seculares com a Austria ; e se,
apesar das sinislras prediccoes, nao rebentar na
primavera urna guerra europea, porque V. M. ,
concentrando.se em urna attitude prudente e fir-
me, resisti aos arrebalamenlos das paixes ar-
dentes, assim como tambem nio cedeu s exigen-
cias das naces.
E essa paz ba de ser um beneficio lio neces-
sario para a Italia como para nos. Porque a Italia
nio podera ser comprehendida do mundo que a
contempla, aenio provando que nio quer agitar
a Europa cora a sua liberdade, depois de a haver
perturbado por tanto lempo com as suas desgra-
nas. Record principalmente que o catbolicismo
coofiou ao chefe da igreja, o representante da
maior forga moral da humanidade. Os interesses
religiosos da Franga pedem-lhe que o nao es-
quega ; os lembrados amigos de Magenta e de
Solferino fazem-nos esperar que saber le-lo em
conta.
Mas a nossa firme esperanga est na mo tu-
tellar e infatigavel de V. M. 0 vosso affeclo filial
para com urna santa causa que nio confunds com
a das intrigas, que se cobre com a mascara d'a-
quella, assigoalou-ee incessantemenle na defaza
e na conservago do poder temporal do Summo
Pontfice, e o senado nao vacilla em dar a sua
completa adhesio a todos os actos ds vossa po-
ltica loal, moderada e perseverante. Para o fu-
turo continuaremos a depositar a nossa confianga
no monsicha que protege o pontificado com s
bandeira franceza, que o tem auxiliido as suas
provaces, e que se cnslituio .quanto a Roma e
ao throno pontificio na mais vigilante e fiel san
liuella.
Senhor, en presenga das queates que pare-
cem querer-se spresentar na Europa, a Franga
talvez o paiz em que menoa ha que fazer, em coo-
sequeocia do queja esti feito. Todava, urna na-
ci como a nossa nao poderia conservar-se inac-
tiva, O trabalho e o prograaso sin oa seos desti-
pos, e de V. M. qae partero, os mais fecundos
impulsos. --
Qualquer que|se a parle reservada o senado
De urna correspondencia de Turin extractamos
os seguinles detalhes acerca da abertura do par-
lameala italiano:
Acabo de aahir a seesio de abertura do
parlamento italiano, a ainda que o discurso do
imperador tenha sido integralmente Iransmittido
para o Pars pelo telegrapho, lereis sem duvida
com interesse alguns detalhes a respeito de urna
sessio quo marca nasa data na historia.
A salla provisoria dos deputados construi-
da coas aimplicidade, sob modello daquella em
que hoje funeciona o corpo legislativo em Paria.
A decoracao tambem muito simples; sobre um
fundo escuro destacan) as armas das prncipaes
cidades da Italia ; pela parte superior i cadeira
do presidente, que boje estar substituida por
um throoo, via-se um retrato, em corpo ioteiro,
de Vctor Emmanuel, esquerda, achaodo-se
inscriptas direita as duaa datas; 4 de marco de
1848, 18 de fevereiro de 1861. Desta maneira
em treze annos o Estatuto promulgado por Caro-
los Alberto conquisten a Italia, e lgou sob a
mesma lei, e em volla do mesmo throno, povos
divididos por muitos seculos, e partidos que pa-
recan) irreconciliaveis. Estas duas dalas sao
efectivamente memorareis. Praza a Deus
nunca se inscreva urna terceira.
Os senadores e os deputados reuniram-se s
dez horas. A assembla era numerosa. Aqu
os membros da legislatura esto coslumados a
trajar do preto.
Quando enlrou o re, foi saudado por accla-
macoes que se pdem dizer unnimes, sem em-
pregar urna expresso do pura convengo. A
unanimdade era real. Em tres occasies se ou-
o o grito de Viva o rei da Italia.
Tendes conhecimeoto do discarao proferido
por Vctor Emmanuel; e ser-vos-ha muito fcil
saber como foram acomidas as piiucipaca pas-
ssgens.
t A allianga franceza foi saudada com vivos
applausos, e a allianga ingleza tambera, mas a
respeito desta foi menor. Os inglezes aqui nao
sao muito populares. Julga-so que as phrases,
de lord John Russell nio valem ocanhao de Sol-
ferino. Aos italianos nao falla o bom seoso.
Mas necessario convirque as honras foram
para a Prussia. O erabaixador da PrusSia Ogu-
rava na tribuna diplomtica. Mr. Brassier de
Saint-Simn e o general Bonin estavam um e
outro com a gria cruz de S. Mauricio, e eram
acompaohados de cinco ou seis officiaes vestidos
de grande uniforme.
A passagem do discurso que produzio mais
effeito. foi aquella em que o re, recommendan-
do prudencia, disse que tinha lido occasio de
arriscar a sua vida e a sua corda. A .estas pala-
vras os grilos e os bravos eram fervorosos. O rei
repeli a sua phrase, e complelou-a dizendo que
nao poda arriscar os destinos de um povo. En-
lo, ainda foi mais applaudido. mas com menos
vehemencia. E' da natureza das cousas sensatas
excitarem menos enlhusiasmo do que as cousas
aventurosas. O discurso-do rei. em summa, nao
mais do que um appello razo o prudencia.
e A alluso fcits a Garibaldi tambem foi ap-
plaudida, mas lgeiramente, como se compre-
hende. Nao em Garibaldi que se pensa quan-
do se trata de encelar o caminho diplomtico, e
de por tormo s aventuras.
O roi i sua sahida, foi calorosamente accla-
raado pela populacho, que se achava aecurau-
lada em volla do palacio da cmara. 0 general
Bonin e o ministro da Prussia foram objeclo de
urna ovago popular na occasio em que sahiram.
Em Turim hoje tudo festa, as lujas esto
lechadas, a populacao duplicou, os habitantes
das cidades visinhas, e principalmente de Milo,
lodos concorreram em mullido.
A Gazela Official dando conta da sesso, diz
que a historia da Italia, por muito lempo inter-
rompida, recomega hoje.
Escrevi-vos quando foi supprida a autono-
ma da Toscana. Esta provincia, comludo, con-
tinuar sob um rgimen nico, difireme das
oulras. Uaver um governador geral, o qual es-
tar investido u'uma parte das allribuigdes que
sao prahibidas aos ministros das outras provin-
cias. A esto respeito publicou-se um regulamen-
lo administrativo muito extenso, e que me pa-
receu muito confuso.
O rei nio fallou das finangas no seu discur-
so, seuo para annunciar indirectamente o em-
preslimo que necessario para pagar os arma-
mentos; porque a paz que nos apresentam
urna paz armada, e por coosequencia muilo cara.
A guarnigo de Gaeta, prisioneira de guer-
ra, acaba de ser mandada para depsitos, se-
gundo as condiges da capilulago. As tropas
eslrangeiras se conduzidas para Genova.
{Jornal do Commercio, de Lisboa.}
Remttem-Dos estas considt rag6es, pedin-
do-ie-nos a respectiva peblieacio.
Reputando-as razosveis em seas enunciados,
e a forma da argumentagio guardando todas as
conveniencias, damos-Ibes espacos nestaa co-
lumnas, mesmo porque ellas lendem ums ex-
plicacao neceaaaria.
< O respeito qae se dere s opioioes alhaias
nio pode aer lio absoluto, qae nao d lugar a
urna cootcslaco; e pensando assim, nao pomo
deixar de oppor-me ao dizer-se, qa o Gywma-
t%o o Curso Commercial eejam na laxo par
nos,
A instrueco publica, por mais dilundida
qne aeja, nunca eabeja para a vida daa nagea ;
as quaes, ae tesa precisos materia*, tambem aa
lem de ama ordem difireme, quaes sao aa do
espirito.
Se fosse
DIARIO DE PERNAMBUCO.
para prevalecer o argumento de
nao carecer-te de urna escola de commercio aqm
onde todo o mundo j commei ciante, chegar-
se-hia ronclusao nesle caso, contrario sensu
de que anda menos se precisa de urna escola di
agricultura aqui onde ninguem sabe agrieultar.
Mas um tal argumento nao pode subsistir, e as-
sentando em um absurdo, com o devido respei-
to, nio deveria trazer oulra coosequencia.
Todava, meu redactor, pens diversamente.
Pens que o Gymnasio nos muito necessa-
rio ; pens que a escola de commercio nao o
menos, pela mesma razo de lodos quererem se-
guir a vida commercial, e por isso deverem ter
conhecimentes do que ella seja; pens, final-
mente, que ainda muito convem a escola de agri-
cullura, mesmo porque ninguem a sabe, e por
meio do ensino que se aprende, assim como se
pulem as nogdes adquiridas por urna pratica ro-
lineira e balda de illustragso.
_ Demais, a coexistencia desses meios de dif
fuso da instrueco publica nos cous repug-
nante. A despeza feita com lies sempre mais
productiva do que aquella com o tbeatro, que to-
SivU acha-se necessaria, para o povo nao bar-
barizarse.
O lempo do panem et circenses j li foi, o
qual era com ludo mais lgico, porque, se o es-
lado pagava os espectculos, eram elles gratuitos
para o publico; e nao apresenUvam o absurdo
de subvencionarem todos para verem somente
alguns e mediante urna oulra esporlula ainda.
O nosso povo nao vive detheatro, nao este
que o lem moralisado, e menos ainda civilisado,
nao s porque povo, pagando para o theatro,
nao tem dioheiro para comprar o bhele de en-
trada, como porque a escola nao muilo orlhe-
doxa em materia de costumes.
Pode ser isto mana de velho; nada oppo-
nho, porque j o sou; mas, quando acha-se
pompa, o Gymnasio e o Curso Commercial, no-
se pode deixar de justificar o luxo do theatro 1
Se a escola de agricultura til, como con-
cordo, seja creada, sem sci.ir-lhe de obstaculos-
o ensino profissiooal que tem sido lberalisado a
ouiros ramos de nossa vida social.
Nao ba iutengo offensiva nestas linhas do-
&& &
O Sr. D'jprat, organisador da sociedade
Ediftca(es e compra de terrenos, o que pede
de sous associados o termo de subscripgSo, co-
mo se acba expedido em seu annuncio que vaa
na quarla pagina deste Diario.
Ainda cootina a forma de fazer os esgoios
das aguas servidas, por meio de tubos de folha
de Flandres, l para o caes 22 de Novembro, por
onde parece que o Sr. fissal nao passeia. Ohl
urna lastima depois de 7 horas da noile.
Informam-nos que, na ra Formoss, bem
se pode viajar em botes de um para o oulro la-
do das casas, entretanto que, com um dispen-
dio diminuto, se evitara isso, fazendo um reg
qne conduzisse as aguas pluviaes at o rio.
Oilerecem-nos o seguiule para ser publi-
cado :
POPULACO DE FRANCA.
Pelo recenseamemo feito em 1851, a popula-
gao da Franga eleva-se a 35,783,179 habitante,
dos quaes 14,318,476 sao agricultores. E' um
pouco menos de metade. Este numero subdi-
vide-se assim:
Proprietarios cultivadores .
Reodeiros (termier) .
Rendeiros proprietarios. .
Rendoiros exerceodo ao
mesmo lempo oulra pro-
fis-ao.......
Meieiros (melayers) .
Meieiros proprietarios .
Meieiros exercendo ao mes-
mo tempo oulra profisso
Jornaleiros agrcolas .
Jornaleiros proprietarios .
Jornaleiros exercendo ao
mesmo tempo oulra pro-
fissio.......
Criados e m p r o gados as
herdades (termes ) 1,902,251
Lenheiros e carvoeiros 166,360
A assembla provincial, depois da leitura do
expediente, ouvio pela ordem, o Sr. Alfonso de
Albuquerque, durante toda a sesso, justifi-
cando urna indicagao que manda mesa, e que
por nao haver casa, deixa de ser apoiada, para
entrar em discussio.
A ordem do dia de hoje a mesma de hon-
tern, e mais os projectos n. 22 de 1859 e 3 de
1860.
PERNAMBUCO.
5.119,151
1,056.375
625,570
135.446
750,904
168,000
69.262
3,247,580
785.815
191,762
Total igual 14,318,476
ASSEMBLA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL
Sess&o em 9 de abril de 1861.
Presidencia do Sr. bardo de Vera-Cruz.
Ao meio dia foila a chamada, verifica-so haver
numere legal de senhores deputados. Abre-se a
sessao, l-se e approva-se a acta da antecdeme.
O Sr. Io Secretario aprsente o seguinte
EXPEDIENTE.
jUm oflicio do secretario da presidencia, remet-
iendo arligos de posturas da cmara municipal do
Brejo.A' commisso de negocios de cmara.
Oulro do mesmo, remetiendo os actos da pre-
sidencia com que se abriram os crditos supple-
raeutares, de accordo com a lei n. 488 de 16 de
maio d anno passado. A' commisso de orca-
mento.
Outro do mesmo, declarando que se deu scien-
cia thesouraria provincial da nomeaco dos em-
pregados da secretaria desta assembla. Intei-
rada.
Oulro do mesmo, partecipando que desde o dia
6 do corrente o Sr. Dr. Joaquim Pires Machado
Portella, assumiu as redeas da admioistraco da
provincia.dem.
Outro do provedor da Sania Casa de Misericor-
dia, remetiendo o relalorio de que traa o art. 31
do compromisso da respectiva irmandade. A'
commisso de negocios ecelesiasticos.
Um requerimento de Patricio Jos Borges de
Frellas, agente do imposto provincial do fumo,
etc., pediudo a sua aposentadora.A' commis-
so de petiges.
Achaudo-se na ante-sala os Srs. Antonio Jos
de Oliveira, Joaquim Jos de Oliveira Andrade e
Luiz Salazar Moscozo da Veiga Pessoa, sio intro-
duzidos com as formalidades do estylo, prestam
juramento, e tomam assenlo.
E' lida, e remettida commisso de polica da
casa a seguinte indicagao:
a Indicamos que ao regiment da casa se ad-
dicione o seguinte artigo :
As emendas sobre abales, iudemolsagoes e
remisso de dividas, nao podero ser admitlidas
as leisdos orgamentos antes de haver passado
por tres discusses, em projectos especiaes.S. R.
Luiz Felippe.Ignacio Leo.C. Fcnelon.J,
M. Reg.Souza Res.Lucena.Penna.
(Confinuar-M-Ao.)
Foram recolhidos casa de detengio, no
dia 8 do correte, 13 homens e 2 mulheres, sen-
do 13 livres e 2 escravos, a saber: ordem do
Dr. chefe de polica 1, que Delfn o, escravo do
Demetrio Acacio de Araujo ; ordem do Dr. de-
legado do Io districto 3, em cujo numero entra
Rufino, escravo de D. Joaquina de tal; ordem
do subdelegado do Recife 3, inclusive a prala
Quiteria, escrava de Bento de tal; ordem do
de Sanio Antonio 4 ; ordem do de S. Jos 2, e
ordem do dos Afogados 2.
HOHTALIDADE 00 DU 9.
Calharina. prela, 70 annos, solteira ; diarrha.
Antonio, preto, solleiro, escravo, 64 annos; he-
patite chronica. f
Scrates, pardo, 1 anno eclampizia.
Luiz preto, escravo, 7 mezes: convulscs.
Luiz da Silva de Jess, pardo, viuvo, 70 annos ;
gastro-interite.
Quintino Jos dos Santos, preto, solleiro, 40 an-
nos ; hydrolhsias.
REVISTA DIARIA.
Acha-se nomeado delegado do termo de Cim-
bres o tenente-coronel Joaquim de Almeide Ca-
tanho.
Sobre proposla do Dr. chefe de policia, foi
considerada vago o lugar de subdelegado do dis-
tricto do Granito, no termo do Bx, seudo no-
meado para preench-lo Menoel Florencio d'A-
lencar.
Para o lugar de 1* supplente do mesmo sub-
delegado fot nomeado Joao Lopes Caminha.
Acha-se eaa exercicio de delegado da repar-
ligio especial daa terral publicas o official da
mesma repartilo, por haver ido tomar assenlo
oa cmara quatriennal o respectivo funecionario,
o Exm. conselheire Jos Beato ds Cunha o Fi-
gueiredo.
Communicados.
Em um dos falsee lembretes do Constitucio-
nal n. 10, assignado A abcale, pergunla-eo
ao Exm. Sr. commendador Ambrozio Leito da
Cunha se psgou o estipendio da educago de seu
filho, ou se enconlrou-o com o favor que fez-me
mandando extrahir urna parte da lotera, con-
cedida ao meu collego.
Em consideragao ao publico, e em abono da
verdade, declaro que S. Exc. pagoj-me todas as
mensalidades pela educago de seu filho. Se
elle mandou extrahir a primeira parte da lotera
beneficio de meu collegio, o fez, por ter en
preenchido quatro lugares com pensionistas po-
bres e orphos.
O Exm. Sr. commendador Ambrozio, assim
procedendo, fez-me justiga, em vista do benefi-
cio qae eu ji prestava quatro orphos ; e ain-
por esta vez revelou o verdadeiro zelo e interes-
se que toma pela educago, animando um es-
labelecimento particular, que vive de seus pro-
prios e minguados recursos, e que, como todos
os outros, lula em seu coraego com serios emba-
razos. O Exm. Sr. commendador Ambrozio pres-
tou-me um servigo, verdade, mas, reaiisando o
pensamenlo de urna assembla illustrtda, pres-
in provincia um servigo mais relevante.
Recite 6 de abril de 1861.
J. Barbosa Lima.
O CONSTITUCIONAL E O EXM.SR. DR. LEI-
TO DA CUNHA.
E lempo de convidar o Ilustre contemporneo
discusso aos actos que se prendem paseada
adminislrago. Agora que ella cabe no dominio
da historia, nio fura de proposito que a estu-
demos com amor da verdade, despindo a ana
lyse, de inventivas e recrminagoes pessoaes im-
proprias de um orgo serlo.
Desde muito arredado do movimento joras
listco, nio vimos i imprensa com o intuito de
fuer a apologa do Exm. Sr, Dr. A. Leito da
Cuaba. Por mais razo que nos sobre para fes-
tejar e applaudir essa adminislrago sabia, nio
trazemos ideia de a reconstruir pelo pensamenlo
pare sobre ella fazer recahir um iuizo critico.
Seria um trabalho muito superior s nossas or-
cas, que nao nos permiti o pooco tempo de
que por ventura podemos dispor.
Entretanto, ao rermos o modo por q*-o rai -
conduzindo o orgo da opposico na aaraciacao
administrativa, nie podemos acabar comaosc
ler-nos em silencio. Nio o criterio histrico
qua inspira o contemporneo ; clara mete trans-
psrece de saa liogoagem o odio mais mpiacavel
contra a pessos do ex-presiden le.
D'aqui se v je que somos provocados i dis-
cusso, como amigo poltico a particular de S.



RIO Di MUU&MHQO. m QVAU VERU 10 Dt ABRIL MI 1M.
*
Sera o nr^'S** M e<*l'e- rewrm.
"'.' Otes do tildo, d-se-oos esos nar
"?"'"tMjrUato .oscilo, "as .Tura dV
aTi ,"U pretisio. s rerd.de
cirLln JT6* *"* ** *"* um largo
?.* ea.lenda i" aumenta a gratidao que hoi
ture. Becenhecido aos beneficias qoe-S. Etc.
nroroo I provincia era os varios ramos d ade-
2SX D" lhe *' o tfor da
miaade com que nos honro.
*lar T-,"^ re,fle"o proposito do sacro-
gos emre aquelles a quem protege. lato poato,
ie"no Pr hoje ao liabalho do aprtciar o
inoao soberanamente0 iniqus eom qus o t-
insire contemporneo insultou ao da 6 pes-
soa de S. Bxc. a aos aais raro* o importantes
arateres d'eaU provincia.
Er* preciso ,os P'anoa sioistros da opposico
V*0 "no ex-presidente, depois de baver re-
lindo na distincta sembles provincial urna
etoquente maniestasao de coufiaoca ; depois de
7!ir recebido- 0BI Pro* de adouraeJo en-
tnusiaamo, um do mais sumptuoso bailes de
pie esta provincia tem noticia, fosse alado no
da 6 a um verdadelro poste ignominioso do
cracincaeao
?*/* este effeil' a aoocit do insulto fui es-
tudada eom proveito. Antes que se podesso emil-
jtr um juno sobre a [esta pomposa do dia 5. fea-
ta de ethusiasno em que se deraos as maos aa
galas do luxo caprichoso com aa mais vivas e
espontaneas manifestacdes de jubilo. tevo o con-
temporneo aagoreotada idea de desmerecer esso
esplendido quadro com o toques de urna arle
grosseira e inhbil.
Havia sido resoivida a idea do deamereciraento,
antes quo o quadro podesse ser posto el exposi-
Co. Atsim fui que, terminando- a fasta pelas 4
horas da roanha do dia 6, lerabrou-ae o Consti-
tucional de referir-seao baile nesse mesmo dia,
qualificando-o de urna verdadeira orgia. J se
v8 que havia o proposito deliberado de por em
conlribui?So contra o ex-presidente o nmmeroso
concurso de familias dUti netas que.honraram a
reuniao.
Foi esse bailo, que comparecern! para
mais de 1,000 pessoas, e entre as quaes as mais
respeitsveisda provincia,, que o orgao da opposi-
co qualiQcou de orgia 1 Esta qualificaco um
insulto s familias que en? tao grande numero coo-
correram honrar o distincto cavalleiro, quem
o baile fora offerecido. Est, por tanto, nos brios
de todos os pas de familia repellirem to grave
insulto langado aos penhores de sua affeic&v.
O nome de orgia exprime urna fasta de louca
sensualidade em que o> licores se derramam com
as paixoes desregradas. Merece este nome aquella
reuniao de homeos de ludas as classes, de lodos
os partidos, de todas A arengas, de varias nacio-
nalidades, que ao par das mais amaveis e.distinc-
tas familias levaram urna bella noite trocaren! -
se provas de affeico, rspeilo o admiracao ?
Quer-sepor ventura saber quaes as pessoas que
frequenlaram durante a noite do dia 5 esse araa-
vel commercio da amizade? Ser preciso soc-
correr-nos memoria, que escapa, a indicir en-
tre muitos outro o nobre visconde de Suassaoa,
que tao generosamente prestou o sea magnifico
palacio para a festa do dia 5, o honrado e vene-
ravel visconde de Cimaragibe, o distincto bsrao
do Lircsmento, o prestante biro do Vera-Cruz,
o eslimavel baro de Ulinga. o Dr. S e Albuqner-
que, o Dr. Bandeira do Mello, o desembargador
Figueira de Mello, o Dr. chefe de polica, o conde
de Lemonl. o digno commandaute das armas, o
inspector do arsenal de marinha, o eommoodador
Pires Falcao, o coronel Hygtno, o Dr. Moraes Sar-
ment, o coronel Limenha Lina, o coronel Leal,
o coronel Pereira Lobo, o Dr. Buarque de Mace-
do, o veterano corone! Menezes de Drumraood, o
major Frias Villar, o Dr. Mamede, Dr. Figueiroa,
Dr. Ramos, Dr. Seve, Dr. Sergio, Dr. Gusmo
Lobo, Dr. Cj-prianolVlcoforado, Dr. l'onles, coro-
nel Pedio AtexaoJrino, tnsate-coronel Finho
Borges, Dr. Soares de Azevedo, Dr. Pert-ira do
Carino, Dr. Joaqun: Portella Dr. Roiriguos Cha-
ves, a brilhanta olcialidale das armadas france-
za e brasileire, nolaveis eommerciantes, lionreos
deletlras, e de todis as classes do funccionalis-
mo ? Se isto aerescentarmos que mor parta
das familias de tao distioctos cavalleiros concor-
reram esse baile, leremos por ventura como
bem merecida a qualificacao de orgia ?
O baile do dia jexcedeu tanto mais em mag-
nificencia esumptosidade expectativa publica,
quando se ssbe que alguem procuro todo
transe desviar a concurrencia, empenhando-se
por familias do sua amizade I
^_____________________________I.
Correspondencias.
Srs. redactoret.Nao posso por mais lempo
sollrer. Perdida a consideraco rompo o silen-
cio, aecusando perante a publico os mees agros-
sores, aos quaes pego que me coniestem para dsr
Jugar a meu completo desabafo.
Por morle de meu pai Joo Jos Tavares, mi-
nha mi Rosa alaria da Conceico nao fez inven-
tario dos poucos bens que hariam nao obstante
carem 5 filhos menores ; poucos lempos depois
fallece mioha dlai, ficando eu e meus irmaos
todos menores em companhia do nosso lio o Sr.
Luiz Candido Ferreira, que para logo desenvol-
veu sua pliilantrop'a dando liberdade a escrava
Rosa pur 250#, que recebeu da mo do outro
philantropico Francisco Maciol de Souza conhe-
cido porChico bexigae para maior seguranza
desla liberdade o depositario desle pipel o Sr.
Maciel, depois deu tambero liberdade ao pardi-
nho Jos, lilho da escrava Jacinlha. nascido de-
pois da morlo de minha mai. Estas generosida-
des feitas no correr de 8 annos deram lugar a
intriga entre nos, e nosso dito lio o qual se que-
xendo descartar nos despedio de sni casa e fez
inventario pelo juizo de orphos, escrivo Brito ;
e sob juramento de inveutariante descreveu co-
mo escrava que era, e a parda Jacinlha cima
dita mtt do menor que elle o havia libertado.
Foi na factura desle inventario que ateou nossa
intriga, mxime por nos faltar os meios para def-
feodermos nosso direito, o que deu lugar ao bos-
so referido tio prometler vingan^a, e para isso
algum lempo depois chamou a escrava Jacinlha,
que havia sido avallada no inventario por 1,000$,
epartilhada por 4 herdeiros e lhe duseests
forra, toma este papel de la liberdade, vai en-
trega-lo ao Maciel para le proteger, que eaj
lhe falleie com effeilo a escrava se lornou de-
sobediente, e nos foi proposta urna aeco comi-
oatoria comate papel a toda luz rrito e simu-
lado, sem estar sellado, nem conter testemunhas
que por falla das quaes mandn o Sr. juiz citar
o inventarame nosso mencionado tio para jurar
a respeilo. Mas o que deporia este seohor?
quando j havia no inventario e sob juramento
descripto a escrava e partilhado por 4 herdeiros ?
quando j a havia conservado como escrava 11
annos alforrandn o lilho como cima se v ?
quando durante 10 annos se nao lembrou desle
papel infernal, escriplo alias por se proprio pu-
nho ? Pois saiba-se, este senhor jurou que eate
papel verdadeiro II! Se minha mii houvesso
feito inventario por morte de meu pao,sua meia-
cao nao ercaderia de 2:000$ ; logo nao poda al-
forrar urna escrava avaliada por 1:000$ metade
do monto de seus bens I Mas infelizmente esta
questo nulIa incontestavelraente continua sob
os auspicios do oul.o nosso tio o Sr. Joaquim
Candido e seacha na,conclusao do juizo munici-
pal da primeira vara, sem se lembrar que nao
por esta acc&o que se pode reformar a sentenra
que julgou as partilhas.
E' pois oeste estado de cousas que um novo
plano se fulmina : no dia 5 do corrento o Sr.
. Francisco Maciel mandou um proprio em casa
de sua protegida, a preta Rosa, levar-lhe um
Sapel para esta procurar a escrava Jacinlha e o
azer (em segredo) assigoar por minha irma r-
sula consenhora da roesma escrava e que padece
desde crianza de frecuentes ataques de gota, o
por isso nao tem juizo perfeito ; e se o Sr Be-
xiga bem o determioou nselhor executaram seus
mandatarios, a assignatora foi obtida de sorpreza
no mesmo aia com circunstancias aggravantes
coras tude. consta dos interrogatorios feitos na
subderegacia do P050 e como se ignora o con -
toado oeste novo papel, apresso-me em contra
elle protestar qualquer que sej sua natureza,
pow minha irma o nao loe e quando o lsse de
Da val em vista desea estado sendo esto se-
gundo papel to nullo quaotoo primeiro que est
m juizo pois que em nenbum Selles centm
Miomuahas, aoivo se nseto segundo appareeo,
rem aaeigoados o sarampo o a escarlatina.
rJtTy*' 9u- r*w>ro, rolan de meus di-
reiws pretendo confundir a osles philantropi-
---------------
eosquo proteodom (gonerosamente) libertare ni
todos os escravos que meas paes deixaram (?-
duzir seus bens i urna uniea e velha casino* na
rus de Santa Rita. A inserta destas linhas tor-
os grato to da V. S. criado relpoitador
Antonio Perreira Taeartt.
Recite, 9 de abril de 1S61.
COUOIERCIO.
CAIXA FILIAL
DO
BANCO DO BRASIL.
. EM DE ABRIL DE 1861.
A caixa descont letras 10 %, sendo u de
se aceite a 9 */., toma saques sobre a praca do
Rjo de Jaioiro, o recobe dinheiro ao premio
*e 8 7o.
AKaodega,
endimento do dia 1 a 8 .
dem do dia 9.....,
Hovlmento da alfa
Volutoos entrados com' fazendas..
> > eom gneros
Valuares saludos

107:3969246
16:2533967
123:660*213
com fazendas..
com gneros..
dfofjra,
117
596
------707
118
645
763
Descarregam boje 10 de abril.
Brigue francezParahibafazendas.
Barca francozaPraoklinvinho e azeite.
Brigue inglezOiemfazendas.
Brigue inglezP.rybacalho.
Drigue suecoFerdenand carreja a ferragens.
Importado.
Barca franceza Franklin, vinda de Marseille,
consignada a N. O. Biebor & C, manifestou o
seguinte:
75 pipas, 25 meias, 465 barris e 125 ancuretae
com vmlios diversos, 100 pipas e 50 barris azei-
te de olivelra, 900 barricas farinha de trigo, 100
fardos papel de embrulho, 20 caixas enchofre, 2
ditas agua de flor de laranja, 1 caixa amostras;
aos consignatarios.
I caixa incens, 1 dita gorarqa lacea, 1 dita
eesencia de canella, 2 ditas senne, 5 ditas man,
400- caixas massa ; a Bartholomeu Francisco de
Souza.
3 caixas chapeos ; a J. Keller & C.
1 dita msicas e diversos objectos ; a Abbiate
Auge.
Patacho brasileiro Barros I, vindo do Rio-
Granda do Sul, ncanifeslou o seguinte :
14,152 arrobas de carne secca, 37 couros vaf-
eos, 23 barris com 5,100 tainhas ; a ortlem.
Exportando.
Escuna ingleza Queen Bslher, para o Rio da
Prata, carregou:
Guilherme Carvslho & C, 300 barricas com
2401 arrobas e 5 libras de assucar.
Brigue portugus Florinda, para Lisboa, car-
regou :
Amonm Irmos, 800 saceos com 4.000 arrobas
de assucar.
Barca franceza Ville da Bologne, para Marseil-
le, carregou :
Tisset Frre & C, 1,500 sjccos com 7,500 ar-
robas de assucar.
Brigue escuna Bremense Malvina, para o Ca-
nal, carregou :
Kalkmaon Irmos & C, 1,200 iaecos com
6,000 arrobas do assucar.
Brigue portuguez Relmpago, para Lisboa,
carregou:
Themaz de Aquino Fonjeca, 4 meias pipas, 75
barril do quinto e 12 ditos de quarto com 3,600
medidas de mel.
Joaquim de A. Queiroz, 10 meias pipas com
990 medidas do mel.
BeccbeJitria de rendas internas
geraes de Pernambueo.
Rendimento do dia 1 a 8 8:882*250
dem do dia 9......; 524534
9:406*784
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 8 16:663*210
dem do dia 9.......4:16I$757
20.824597
MoTimento do porto.
Navios sahidos no dia 9.
Rio de Janeiro15 das, brigue brasileiro Almi-
rante, de 218 toneladas, capitao Antonio da
Silva Santos, equipageur 12, carga caf, vaze-
Ihame e barricas vazias; a Azevedo & alen-
des.
Philadelphia40 dias, barca americana Conrad,
de 37 toneladas, capitao \V. II. Salsbury, equi-
pagem 13, carga 2,500 barricas com farinha de
trigo; a Rostroo Rooker & C Seguio para o
Rio de Janeiro.
Honolul 5 meses, galera americana George
Washington, de 374 toneladas, capitao Brighi-
man. equipagem 33, carga azeite de peixn ; ao
capitao. Veio refrescar e seguio para Ware-
ho.
a.
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j Hora*
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Franeex.
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A noite nublada, com alguns sguaceiros, vento
SE fresco eassim amanheceu.
0SC1LACA0 DA KARK'.
Preamar as 3 h. e 54' da tarde, altura 6,6 p.
Baixamar as9 h. e 42' da manba, altura 1,2 p.
Observatorio do arsenal de marinha. 9 de
abril de 1861.
Romano Stepple,
1" lente.
Editaes.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, em cumprimento da orden do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico que
no dia 11 do correte, perante a junta da fazenda
da mesma ihesouraria, vSo praca para serem
arrematados i quem mais der os movis abaixo
mencionados, que pertenceram ao extincto ron-
selho administrativo do patrimonio dos orphos.
6 cadeiras de Jacaranda com assento de oa-
lhinhs. r
1 dita dito de braco.
8 ditas de pinho pintadas.
1 mesa grande de amarello coa doas ga-
vetas.
I sinele com a paraptente prensa.
t cofre de madeira chapeada de ferro..
t earteira do duas faces arruinada,
1 jarra de barro.
1 coco de folha.
1 bacia de barro.
11 lampeoes arruinados.
As pessoas que se propumem_ aeata trretna-
' tac3o eomparecam aa sala das sesadas da aaessts
>DBla, no da cima declarado, onde encontrarlo
o dito! objectos pata serem laminados.
E para coostar se mandou affliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretarla da Ihesouraria provincial do fazen-
da, 1." de abril de 1861.
O serotarfo
Antonio Perraia o*Anounciaclo.
Deordem d Sr. inspector das la alfaodaga
so faz publico, que exiagodo no quarto do archi-
vo aa mercadorias abaixo designadas, que foram
ochadas na sala da abortar, alm do prazo mar-
eado ao art. 864 do rearo lamento, sao convidados
seus dorios ou consignatarios tirem despcha-
los no prazo de 30 diaacontados deata data, lindo
o qual serio ellas arrematada* em basta publica,
sem que fhes flqne direito de allegar causa algu-
ma contra os effeitos tfesta renda :
2 chapeos de feltro pora hornera.
peca de panno de algodao ero liso.
Alfandega de Pernambaco 0 de abril de 1861.
0 3. escripturario,
Godofredo Henriqnes de Miranda.
De ordeffl da inspeegio da alfandega se faz
m 'ue 't'9*"M,,, no armazens da alfandega
alm do prazo marcado no art: 302 do regla-
melo, as mercadorias abaixo designadas, sao
convidados os seus donas, ou coasignatarios a
virem despacha-las no prazo de 30 dias contados
d esta data, Ando o qual serio sIIt arrematadas
em hasta publica sem que Ihes fique competindo
allegar cousa alguma contra os effeitos desla
venda.
Armstem n. t.
Marea letreiro.2 embrulhos vindo do Havre os
barca franceza Saranilla, entrsda em 15 de se-
tembro de 1858; a H. Brun & C.
Marca diamante B J K.1 dito a. 4|10 vindo
no mesmo navio, entrada na mesma data: a
Gcherondrer.
Marca JBR 4 L.1 caixa vinda deHamburgo
no patacho dinamorquez Hellene, entrado em
24 de setembro de 1858; a J. Praegsr.
Marca letreiro.1 embrulho vindo de Hambnr-
go no brigue hamburguez Thereza, entrado na
masma data ; a Seve Filhos & C.
F'eSeWsUa'r9.6" *mt* ,860 D'T,#
ariSfLnS fli*nlaa no me?sao navio, en-
Pjnn data ;ao mesmo.
rf.1 ***Punas rindas no raesao novia, an-
id "> #,.^re"'""lwMr*taavindas no mesmo David, en-
tradas ni masma data ; ao mesmo.
Macra SF AC.2 pacotas viudos do Hamburgo,
tZrl0* "noreriarro fAflante. entrados em
uI'SS1*0 de ,858: Henriques Santos.
w, B**S c,ixas "* 6.693/95 rindas do
navre na navio france Berth. entradas em 6
tmarsodetmialienoel Joaquim Ramos e
Marca diamante M.-l dito n. f2l8 vindo do Jos dos Santos Callado.
Sem marca.4>erazetss rindas no vapor tlaua-
rde en,rai1" em de 880,, dei8$;#
___ Armazem n. 8.
Marca PGC.5 caixas ns. 541/14 vindss de Li-
verpool na bma Ingleza < Bonita entrada em
5 de agosto de 1860T B. Rooker.
. Z ~3, barric ns. 560, 546 a 547, viudas
agosto de 1860 ; ao mesmo.
Jml?l lV ,rin8u>>1 caiaa n. 74, vinda no
5!t Ro.raalus. entrada em 27 de dezembro
11 Parenle Vianna.
. mAC'.~^0 ce9l'J, yia*<* d* **hia no na-
-asr"' tot"o em 3i de
dem 8.2 caixas ns 10/11 vindas do Porto.
fSJTS? Portuguez S. Manuel I, entrado em
uelra de 1859 ; M*noel da SiUa No"
Plm Bu& M~8 cunh<*es ns. 3/10 vindos do
Porto na barca porlugueza Flor de Mara en-
deirsem *br d ,860 ; B*rroca & Me"
no mesmo na-
jse dos Santos
dem letreiro.-l caixa vinda
vio, entrado na mesma data ; a
Neves. '
dem ._6 ditss ns. 35/40 vindas no mesmo
navio, entradas em II de abril de 1860 ; a Cosme
Jos dos Santos Callado.
dem dem.90 portas vindas no mesmo ns-
vio, entradas em 12 de abril de 1860 : a David
Ferreira Bailar.
dem dem.4 barris ns. 31/34, viudos no mes-
mo novio, entrados na mesma data ; a Cosme
mesmo porto no brigue hollandez Elizabeth Ma-
na, entrado em 19 de oulubro de 1858; a N. O.
Bieber 4 C.
Marca H & C1 dito n. 2927 vindo do mesmo
porto, entrado na mesma data: a Schaileitlem
& C.
Marca letreiro.1 dito vindo do Havre, na bar-
ca franceza Pernambueo, entrada em II do 00-
vembro de 1858; a N. 0. Bieber C.
Marca J J L.1 caixa n. 815 vinda de hambur-
go na escuna hamurguezaCurrler, entrada em
18 de novembro de 1858; a H. Brum.
Marca A H W.2 ditos ns. 1 2 vindas do mes-
mo porto, entrada na masma data : ao mesmo.
Marca X B X.1 pseote n. 177[183 vindo na
escuna dinamarqueza Nanoy, entrada em 4 de
dezembro de 1858; ao mesmo.
Marca letreiro.1 embrulho vindo do Havre na
barca franceza Parahiba, entrada en 10 de de-
zembro de 1858 ; a J. Keller & C.
Marca J P A S & C duas caixas ns. 1323 e
I;-24 vindas do mesmo porto, na galera franceza
Havre, entradas na mesma data ; a J. P. Adaur
Marca diamante 8 K.l embrulho n. 41 (2 viu-
do do mesmo porto na galera franceza Adeleo,
entrada em 9 de dezembro de 1858; a N. O. Bie-
ber 4 C.
Marca H--K.1 dito o. 6 Ij2 vindo do mes-
mo porto, entrada na mesma dala ; ao mesmo.
Marca letreiro.1 dito vindo do mesmo porto,
entrada na mesma data; a J. Keller A C.
Marca N O B.l dito vindo de Hamburgo no
brigue hanoveriano Allante, entrado em 13 de
novembro de 1858; a erdem.
Armszem n. 5.
Marca letreiro1 embrulho vindo no vapor
inglez Avn, entrado em 30 de dezembro de
1857; a Brander a Brandis.
Marca K S & C1 dito vindo no vapor inglez
Petropolis,feuirado em 17 de dezembro de 1857:
a J. Keller & C.
Marca letreiro.1 dito vindo no mesmo navio,
entrado na mesma dala ; a Fox Brolhers.
dem.1 dito vindo no vapor inglez Tyne,
entrado em 30 de abril de 1858 ; a C. Filial.
dem.1 caixa vinda no mesmo navio, entra-
do na mesma data ; a Guimaraes Carvalho & C
dem.1 embrulho viudo no mesmo, entrado
em 30 de abril de 1858; a Bastos & Lemos.
dem.1 dito vindo no vapor, inglez aAvon,
entrado em 30 de junho de 1858; a H. Brum
& C
Ideoi.1 dito vindo no mesmo navio, entrado
em Io de oulubro de 1858; a Isaac Curio & L.
dem.1 dito vindo no vapor inglez Tyne,
entrado em 3 de dezembro de t858; a Psrenle
Vianna & C.
dem.2 ditos vindos no vapor inglez Avon,
entrados em 29 do dezembro de 1858 ; a C. Fi-
lial.
dem.1 dito vindo no mesmo navio, entra-
do na mesma data ; a Rabe Schametlao & C.
dem.1 dito vindo no mesmo navio, entrado
na mesma dala ; a E. H Wyali.
Marca F F M P.1 dito vindo no vapor inglez
Tamar, entrado em 28 ie Janeiro de 1859 ; a
F. J. Marlins Pereira.
Marca letreiro.1 dito vindo no mesmo navio,
entrado na mesma data; ao banco do Brasil.
dem idem.1 dito vindo norapor inglez Ty-
ne, entrado em 28 de maio de 1859; a Bastos 4
Lemos.
Marca JSF. 2 caixas ns. 243 e 244 viudas no
vapor inglez Avon, entradas em 30 de junho
de 1859; a Joo da Silva Faria.
Marca letreiro.1 embrulho vindo no mesmo
navio, entrado na mesma data: Jos J. Gon-
galves Baslos.
dem idem.1 dito vindo no vapor inglez Tas-
maman, entrado em 29 de julho de 1859; s B.
4 Lemos.
dem idem.1 dito vindo no vapor inglez Ty-
ne, entrado em 29 de agosto de 1859; a E. II.
Wyalley.
dem idem.1 dito rindo no mesmo navio,
entrado na mesma dala ; a Baslos 4 Lemos.
dem idem.1 embrulho vindo no vapor in-
glez Oneida, entrado em 31 de outubro de 1859;
a Fox Brothers.
dem idem.1 dito vindo no mesmo navio,
entrado na mesma dala ; a J. Keller 4 C.
dem idem.1 diio vindo no mesmo navio,
entrado na mesma data ; a Baslos 4 Lemos.
dem idem.1 dito vindo no vapor inglez Ty-
ne, entrado em 29 de novembro de 1859; a J. C.
Ayres.
vindo no mesmo navio,
a Bastos 4 Lemos.
vindo no mesmo navio,
a J. E. Robert.
vindo no mesmo navio,
; a F. Souvage 4 C.
vindo no mesmo navio,
entrado na mesma data ; a Ferreira 4 Araujo.
Ilem iiem.1 dito vindo no mesmo navio,
entrado na mesma data ; a Rocha Lima.
dem idem.1 dito viudo no vapor inglez aA-
von, entrado em 30 de dezembro do 1859 ; a
Baslo 4 Lemas.
Marca (JC.1 dito d. 91 vindo no vapor inglez
Tyne, entrado em 28 de fevereiro de 1860; a
C. J. Aslley 4 C.
Marca letreiro.1 dito vindo no mesmo navio,
entrado em 28 de maio de 1860; a Pinto da Silva
Bairio.
Marca VS.2 barris ns. 1 e 5, vindos no vapor
inglez Tyne, entrados em 28 de fevereiro de
1860; a Thomaz de Aquino Fonseca.
Marca letreiro.1 embrulho vindo no mesmo
navio eotaado em 28 de julho de 1858 ; a Ramos
Duprat 4 C.
dem idem.1 dito vindo no mesmo navio,
entrado na mesma data ; a H. Whitley 4 C.
Armazem n. 5.
Marca letreiro.I embrulho vindo no vapor
inglez Tyne, entrado em 28 de fevereiro de
1860; ajames Cablre.
Marca diamante RBBCC 1 dito vindo no mes-
mo navio, entrado na mesma data ; a Kalkman
4 C.
Marca P.1 tina vinda no vapor inglez Onei-
da, entrada em 29 de setembro, de 1860; a J.
Falque.
Armazem n. 6.
Marca triangulo J.25 conhetes* ns 88/116
vindos do Porto no brigue portuguez Boa F,
entrados em 22 da maio de 1860; a Barroca 4
Medeiros. .
Marca JML.4 caixas vindas no mesma aria,
entradas em 23 de maio de 1860 ; a Jos Moreira
Lopes.
Sem marca,166 panellas vindas no mesmo
Uemjidem. I dito
entrado na mesma dala
dem idem.1 dito
entrado na mesma data
dem idem.1 dito
entrado na mesma data
dem idem.1 dito
dem dem,90 grelhas vindas no mesmo na-
vio, entradas na mesma d-ta ; a David Ferreira
Rallar.
dem diamante A.50 caixas vindas de Lisboa
na barca porlugueza Progressista entradas em
11 de maio de 1860 ; a Teixeira Bastos S 4 C.
Armazem n. 9.
Sem marca.1 caixa vinda do Porto na barca
porlugueza Amalia I entrada em 28 de Ja-
neiro de 1859 ; a B-rnardo Siqueira Cavslcanti.
dem M90 ancorlas vindas do Porto no bri-
gue portuguez Constante entradas em 8 de
margo de 1860 ; ao capitn.
Armazem n. 10.
dem letreiro.1 caixo vindo de Macelo no
navio nacional Oliveira II entrado em 30 de
setembro de 1859 ; a ordem.|
dem dem.1 dito vindo de Macei no navio
nacional Daoiao entrado em 14 de novembro
de 1859 ; a ordern.
dem P 4 M.7 ditos vindos do Aracaty no
navio nacional tlratido, entrados em 16 de
junho de 1860; a ordera.
Sem marca.1 sacco vindo de Liverpool no
navio inglez Ear Grey entrado em 29 de no-
vembro de 1859 ; a S. Brothers.
dem MFL.4 caixas ns. 4169/4722 vindas de
Genova na barca sarda Paula enlradas em 25
de agosto de 1859 ; a ordem.
dem MS.2 cunhetes vindos do Porto no bri-
gue nacional S. Jos entrados em 19 de feve-
reiro de 1859 ; a J. Fernandes Frandick.
dem JCS 20 caixes vindos do mesmo Por-
to, no mesmo navio, entrados na mesma data ; a
Jos Carvalho dos Santos.
Sem marca.2 gaiolas vindas no mesmo na-
vio, entradas na mesma data ; a ordem.
Armazem n. 11.
dem CC1 caixa n. 12 vinda de Liverpool na
barca ingleza Caribe entrada em 24 de no-
vembro de 1858 ; a ordem.
dem letreiro.1 dita vinda no mesmo navio,
entrada na mesma data ; a ordem.
dem VAF.1 dita vinda no navio nacional
Artista entrada era 16 do julho de 1860 ; a
ordem.
dem 888.1 caixa vinda de Hamburgo no bri-
gue hanoveriano a Miranda entrada em 12 de
fevereiro de 1859 ; a J. Praeger & C.
dem ACMA.1 sacco vindo da ilha de S. Mi-
guel, na escuna portugneza Rainha dos Aco-
res entrado em 30 de marco de 1860 ; a or-
dem.
dem BC.1 ancoreta vinda no mesmo navio,
enlraaa un mesma data ; a ordem.
dem MOM.1 lata viuda no nngue poringuez
S. Manoel I ,-entrada em 16 de maio de 1860 ;
a Manoel de Oliveira Maia Jnior.
Sem marca.155pessat de cabos de cairo vin-
das de Lisboa, no brigue portuguez Soberano
enlradas em 8 de oulubro de 1859 ; a Carvalho
Nogueira 4 C.
dem dem.1 gaiola vinda de Lisboa no bri-
gue portugaez Tarojo 4 Filho entrada em 18
de julho de 1860 ; a Minoel Joaquim Ramos e
Silva.
dem MJS.60 barris vindos do Porto no bri-
gue portuguez S. Manoel I a, entrados em 22
de novembro de 1860 ; a Jus Antonio da Cunha
Irmos.
dem ARA.1 caixa vinda da ilha de S. 51i-
guel na escuna porlugueza Itainha dos Acores
entrada em 3J de nurco de 1860 ; a ordem.
dem A 4 C4 ditas ns. 44/46 viudas do Ha-
vre na barca Irancezi Berth entradas em 20
de siembro de 1860 ; a J. P. Adoor 4 C-
Alfandega de Pernambueo, 5 de abril de 1861.
O 3o escripturario Joo Jos Pereira de Farias.
_ O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial manda fazer publico, para coohecimento dos
rendeiros e foreiros de propriedades pertencentes
ao patrimonio dos orphos desta cidade, que de-
vem pagar seus dbitos directamente nesta Ihe-
souraria, certos de que, se o nao fuerero, sero
os meamos dbitos remettidos para juizo, aQm de
serem cobrados judicialmente.
E para constar, se mandou affixsr o presente e
publicar pelo Diario. Secretaria da thesouraris
provincial de Pernambueo, 5 de margo de 1861.
O secretario
A. F. d'Annunciago.
O Illm. Sr. inspector da thasouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da protincia de 21 do eorrenle, manda
fazer publico, que no dia 18 de abril prximo vin-
douro, perante a junta do fazenda da mesma Ihe-
souraria so ha de arrematar a quem por lenos
Itera obra do calgamento da ra do Imperador,
a partir da porta do palacio da presidencia at a
praga do Collegie inclusive, pelo systema de pa-
rallepipedos, avallada ero 212:905$.
A arrematacSo ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de Janeiro de 1854 e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas, e com o aba-
tmento da-quantia de 22250$, offerecido pelo
Baro do Li'ramento.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
lago eomparecam na sala das sess5es da mesma
junta, ns da cima declarado, pelo meiodia com-
petentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixsr n presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesouraria provincia! de Pernam-
bueo 24 de marco de 1861.
O secretario,
A. F. d'Annanciago.
Clausulas espteiaes para a arremataco,
1.a A obra ser principiada em dous mezes a
contar da data da arremataco e concluida no
prazo de 10 mezes.
2.' O arrematante ser obrigado a attender as
ebservagoes concernentes boa execugao da obrs
felfa pelo engenheiro encarregado da sua fiscali-
ssafta.
3_." O pagamento ser dividido em quatro pres-
taces iguaes, correspondendo cada urna a um
quarto do valor da obra constante da orcamenio,
sendo em dinheiro ou apolices da divida publica.
4.a Para se proceder ao pagamento aera a obra
avallada em bracas quadradas, Ocando o arrema-
tante sujeHo" pelo prego do orgaraenlo no aug-
mento da obra.se o goveruo asaim o entender.
5.a O arrematadle ser obrigado a seguir in-
teframeute os obrigagdes comidas no art. 36 da
lei n. 286 e nos mais artigos da mesma lei, que
regula as arremalac&e.
6.a A podra dte ser de granito ou attlra pedra
de muito boa qualidade e Igualmente dura.
7.* As podras serio arromada* sobra ama ca-
rnada de argamasas de cal e aris, posta sobre o
terreno bem socado, e depois de sssetitadas sa-
cio pisadas com ua mago pesado.
> 8.a O arremalaDJe sor obligado a bolat om
carnada de argamasas liquida p#r chis dss me-
mas pedras, para lhos encher os intersticio.
9.m O pfeflo aqui mencionado dfrer incluir
qualquer atorro que s preciso latir para levan-
lar o ire! das ras.
Conforme.O secretarlo,
A. F. d'Annnnclago.
O IHm.Sr. inspector da ihesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de SI do Corrate, manda
fazer publico, qu no dia 18 de abril prximo vio-
douro, perante a junta da fazenda da mesms Ihe-
souraria. se ha de arrematar a qoom por menos
zer a obra do escmenlo da ros do Imperador,
a partir da porta do palacio ds presidencia st a
pracs do Cotlegio inclusive, pelo systema de Mac-
Adam. avallada em 8*542.
A arremataclo ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de Janeiro de 1854, o sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessois que se propozerem a esta arrema-
taco eomparecam na sala das sesses da mesma
junta no da cima declarada, pelo meiodia com-
petentemente habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
bueo 24 de marco de 1861.
O secretario,
A. F. d'Annuncisgo.
Clausulas especiaes para a arremalago.
1- A obra ser principiada em dous mezes a
contar da data da arrematago e concluida no
prazo de 10 mezes.
2.a O arrematante serr obrigado s attender as
observacoes concernentes boa execego da obra
lena pelo engenheiro encarregado da sua flscsli-
sagao.
3.a O pagamento ser dividida sm quatro pres-
logoes iguaes, correspondendo cada urna a um
quarto do valor da obra constante ds orgamento.
1* ara ,e Proce<,cr ao pagamento, ser a obra
avalada em bragas quadradas, ficando o arrema-
tte sujeilo pelo prego do orgamento so aB*a-
m =nf.da obr*' *e gT"o assim o entender.
o. O arrematante ser obrigado a seguir res-
inetameDle as obrigages comidas no art. 36 da
le n. 286 e nos mais artigos da mesma lei, que
regula as arrematagoes.
Conforme. O secretario.
Antooio'F. d'Annunciaco.
Declarares.
Directora geral da instrueco
publica.
Por esta reparligo se faz publico que o Illm.
Sr. Dr. Jos Soares de Azevedo, assumio as func-
goes de director geral interino, por haver tomado
assento na assembla legislativa provincial o
Illm. Sr. director geral effectivo Dr. Joaquim Pi-
res Machado Portella.
Secretaria da iostruccio publica de Pernambu-
eo, 1. de abril de 1861.
Salvador Henrique de Albuquerque,
Secretario interino.
Inspeefo do arsenal de marinha.
De ordem do Illm. Sr. inspector fago publico
que nos das 11,13 e 15 do correte mez estar
por venda em praga publica, comegando as 11
horas da manha, na porta do almoxarifado des-
ta reparligo, o casco do hiate Parahibano,
desarmado pelo sen estado de ruina, de 78 ps
docomprimento, 21 de bocea e 7 de pontal, ca-
vilhado e pregado de cobre al a altura de oito
ps, com os seus pertences. avaliado de novo em
2809 rs.
Inspecgo d arsenal de marinha de Pernambu-
eo, em 8 de abril de 1861.
O secretario,
Alexandre Rodrigues-dos sAnjos.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para forneciraento
do arsenal de guerra, tem do comprar os objec-
tos seguinles:
Para o fardamento da msica do 8o batalho de
infantaria.
135 covados de patino alvadio.
338 boles graudes de metal praleado com o
n. 8.
162 ditos pequeos do mesmo metal e n. 8.
27 bonels para os msicos do mesmo batalho.
Para provimento dos armazens do almoxarifado
do arsenal de guerra.
40 resmas de pape lalmago pautado de Ia sorte.
. 2 espanadores.
50 magos de nbreias.
Para arseoal de guerra.
10 duzias de taboas de louro de assoalho de 13
a 16 polkgadas de largura e de 26 a 28 palmos
de compriraento.
1 duzia de costadinhode amarello.
Quom quior vondfir taps nbjertos, aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria ao
conselho, s 10 horas da manba do dia 25 do
correle mez.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra. 8 de
abril de 1861.
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de Frias Villar,
Major vogal serviudo de secretario.
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambueo se faz constar a inscrip-
gao no competente livro. do theor do papel, que
dissolveu a sociedade que existi nesta praga sob
a firma de Machado 4 Souza, feito em dati de 1
de margo p. pretrito, por Antonio Luiz Machado
Antonio Francisco de Souza Magalhaes, no qual
se estabeleceu que a liquidacao do estabelecimen-
to social ficava cargo do sobredito Magalhaes,
e desonerado o outro socio de toda e qualquer
responsabilidade presente e futura.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambueo 6 de abril de 1861.
Julio GuimaraesOfficial-maior.
Santa casa da misericordia do
Recife.
A junta administrativa da santa casa de mise-
ricordia do Recife manda fazer publico, que no
dia 11 do eorrenle, pelas 4 horas da tarde, na sa-
la de suas sesses, ir praga o fornecimento da
carne verde de que precisaren) os estabelecimen-
tos de caridade no tempo que decorrer do dia da
arrematago a 30 de junho do correte anno : os
prelendentos dirijam as suas proposlas em carta
fechada, no dia, hora e lugar aprazados.
Secretaria da santa casa de misericordia do
Recife 5 de abril de 1861.O escrivo,
Francisco Antonio Civalcanti Cousseiro.
Sala das sesses do conselho admioisralTw
KrtSr!Sf!,eBl0 d08rsen'1 de .3&
Jante Jos Lamenha lins,
Coronel presidente.
Alexandre Augusto de Frias Villar.
Jr ?rt aervindo de secretario.
THEATRO
DE
.
Santa Isabel.
EMPREZ.4GERMANO.
Jnita-feira, H e feril ejmtm
." Recita da assa^nator.**
Subir scena s excellenle coraedia-dVIm n
dous actos e um prologa mrMmo
PROBIDADE
lreTac^rr e'peClaeu, com pirituoso ao-
mundo e Sra. D. Carmela.
Comecar s 7 % horas.'
Sr. Rey-
Avisos martimos.
Para a Babia.
.it!"-?aol".,Hortenc,a* Pretende se-
gmr eom muita brevidade. tem parte do sao car-
SESSf?!. "-i afflMC
MaST n 8e"s con"'8lios Azeredo &
Mendes, no seu esenptorio ra da Cruz ni.
Cear.
Segu cora toda a brevidade o cter nacional
Emma>, capitao Joao Anlunes da Silveira pa-
ra a carga que lhe falta, trata-se com os consig-
natarios Moreira & Ferreira. ra da Madre lo
Dos n. 4.
COMPANHIA PERNAMBUCWA
DE
Navegaco costeira a vapor.
Parabiba, Rio Grande do Norte,
Macao, Aracaty e Ceara'.
O vapor Iguarass. commandante Moreira.
sahirn para os portos do norte at o Ceir no
da 22 do corrente mez. Recebe carga at o dia
20 ao meiodia. Encommendas, passaguiros a
dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 horas -
esenptorio no Forte do Mattos n. f.
Para Lisboa segu com muita brevidade.
por ler prompto o seu carregamento. o brigua
portuguez Florioda, de primeira classe, ten
excellenle commodos para paesageiros, os quaes
recebe : a tratar com o capilo Joaquim Augusta
de Souza, no escripterio di ra da Cruz n.3. ou.
na ptaca do commercio.
HfMIIIA
DAS
Messageries imperiales.
Al o dia 14 po corrente espera-se da Europa
o vapor francez firamadare^-commiodanta
Trollier, o qual depois da demoT*. do costme
seguir para o Rio de Janeiro tocando na Baha,
para pissagens etc., a tratar na agencia ra d
Trapiche n. 9.
COMPANHAfBRASILEIRJ*
MLPMI8 &
O vapor Cruzeiro do Sul, esperado dos
portos do norte at o dia 18 do corrente, depois
da demora do costume seguir para os portos
do sul.
Desde j recebera -se passageiros e engaja-s
a carga que o vapor poder cooduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua ehogada ;
agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azeve-
do & Mendes.
B
18
Rio de Janeiro,
Novo Banco de Pernambueo,
O doto banco paga o 6* dividendo! .7(tleiroebem, COB^,cido brigu?.naciOBa *Coi*T
de 12'500 por acrao.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambueo.
Por ordem da directora e em cum-
primento do disposto no ari. 4 do de-
creto n. 2685 de 10 de novembro do
anno Godo, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezes a contar desta data, a
substituirlo das notas de 20$ da emissao
da mesma caixa.
Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
co de 1861.O secretario da directora
Francisco Joao de Barrot.
cei(o pretende seguir com muita brevidade, s4
recebe passigeiros e escravos a frete, para os
quaes tem encllenles commodos : trata-se com
os seus consignatarios Azevedo & Mendes, ao seu
escripterio ra da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro
segu com muita brevidade o brigue nucional
cAlmirante, so recebe carga miuda, passegeiros
e escravos a frete, para os qdaes tem exce lentes
commodos; trata-so com os seus consignatarios
Azevedo & Mendes. do seu escriptorio, raa da
Cruz n. 1.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, lem de comprar os objectos
seguiutos :
Para o corpo da guarnico da provincia da Fara-
biba do Norte.
17 bandas de lis.
293 grvalas de sola de lustre.
203 mantas de lia.
263 bonels.
Para a botica do hospital militar da guarnido da
Pernambueo.
1 libra de extracto molle da alcagus.
8 oocas de iodo.
50 colchas de lia barriguda ou do Aseria com
8 palmos aa comprimento e 3 i/2 palmos de
largara.
SO travesseiros da dita com 3 1/2 palmos de
comprimento.
9 chaleitas d* ferro para 40 prs?a.
Quera quizex vender taes objectos aprsenla as I
suas propostas em carta (echada na secutan l,
Leiles.
LEILAO
Sexta -feira 12 do corrate.
DE
ITS^!
*.
A 11 horai em ponto.
O agente Camargo fara' letl&o por



T*"
O)
BMWD M RRMiBMOGO. iu QCaRTA FEUU 16 DEaBIIL DE 1S41.
mandado do Exm. Sr. Or. juiz speciall
potitarios da massa taluda de JoieTeiv I
nandes Agr no cu armazem da ra
do Vigario n. 19, das divida pe ten-
centes ao mesmo fallido, no menciona
do dia at 11 horas em ponto.
Qnirta-feira 10 do corrente.
DE
Gneros d estiva.
Aniunes por mandado do Eim. Sr. r. juiz es-
pecial do commercio far leilao a requerirnenlo
de Prenle Vianna 4 C. e outros, do gneros e
ijectos arrestados a Maneel Joaquim de
"k C-, nd referido dia s 11 horas em
ra do Cordoniz n. 14.
EILAO
DE
O agente Hvppoto da Silva fara' lei-
lao de alguns barris com presuntos por-
tuguezes para fechar contas, os quaes
serSo vendidos sem limite de, preco
gum : terQa-feira 9 lo corrente as
horas em ponto, no armazem do
Annes em frente da alfandega.
al-
l
Sr.
Leilao
propria
na ra
Quarta-feira 10 do cor-
rente as 11 horas.
Aluga-se
a toja e arm^o da ra Direila n. 49
para qualquer eatabelecimeo.o : a tratar
do Queimado o. 46. loja de Goea & Bastos,
v Augusto Frederico de Oliveira em
conseqaencia de muitos afazere e tendo
Sidoobrigado a seguir aceleradamente-i
viagem para o Rio de Janeiro sem ter
podido despedir-se das pessoas de sua
amzade a quem deve favores e obse-
quios, a todos pede desculpa por esta
falta involuntaria, offerecendo aos seus
mesnjoi amigos seu diminuto presumo
na corte do imperio.
Vendem-setres alvasde laberin-
to novas : quem precisar dinja-se a ra
do Crespo loja n. 12.
Joo dos Santos Ferreira e Antonio Jos
Martins, subditos portuguezes, retiram-se para
Portugal.
Aluga-se para o servico diario de casa urna
preta e um moleque: na ra da Imperatriz
a. 51, primeiro andar.
Muita attencao.
A agencia commercial e particular entre a Til-
la da Escada e o Recife principia a funccionar
quarta eira 10 de abril, o subscreve-se na Esca-
da em casa dos Illros. Srs. capito Jos Lucio
Monteiro da Franca e Thoraaz Rodrigues Pe-
reirs, e nesta praga no paleo do Carmo emcasa
do Illrn. Sr. Joaquim Maooel Ferreira de Souz
ou na eslagao das Cinco Ponas, onde eucontra-
rio o agente na hora das partidas do trem : pela
quantia de tres mil ris mensaesse pode ter um
portador seguro todos 03 dia?. As vantagens que
esta agencia olTerece sao immemas, como se T
dos estatutos que se andam distribuindo impres-
sos e se acham patt>nles nos lugares menciona-
dos ; o ageute respeitosameute convida a lodos
os senhores de engenho para, com suas assigna-
turas e mensalidades promoverem o anda-
mento desta agencia, da qual depende o augmen-
to do commercio e a prosperidade da villa da Es-
cada. t
Bernardo da Silva Cardoso.
Aluga-se um moleque de 14 anuos, pro-
pno para servido de qualquer casa de familia ou
casa de pasto : na ra do Livramento n. 22 ter-
andar.
UE
ceiro
~ Aluga-se um terceiro andar, na roa Nova n.
19 a tratar na loja,
_ Joseph Msnoel, subdito francez, vai a
Europa,-
John Brown, retira-se para Inglaterra.
- Jos Moreira da Silva, eubdilo portuguez,
vai a Portugal a tratar de sua saude.
Joaquim da Costa Campos, subdito portu-
v*
O agente Gamargo fara' leilao por
mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio a requerimento dos cu-
radores liscaes da massa fallida de Joa- -
, c ,.. Ruez Ta' Poringal a tratar de sua saude.
quimLuiZ dOS santos V Uta-verde, de Desapareceu no dis 5 do corrente da porta
uma padaria consistindo em pertences da padaria do paleo da Santa Cruz, n. 6, um ca-
da mesma carmen* nara bois ditos Ir. corJazaoclarocora uma estrella pequea
ua mesraa, carrocas para Dos, aitos na frente bastante velho, levou cangalhae cas-
para csvallos, O Dois, 2 cavallos, umalsoaes vazios de carvoeiros: quem o liver achado
casa terrea na ra Imperial n- 201, uJprr!hendido 'j>ode Ie'ara mesma Pad"a 1"e
~- r u ser recompensado.
com 2-> palmos de frente, um telheiro Offerece-se urna senhora casada para ama-
no fundo com farno de padaria, divi-f men,ar urna creanga ; a pessoa que precisar di-
das, letras, ficas do mesmo fallido, que i "J!ll1rouri1nd0JnFeax8?ndes1 n- 39' L,.,
. ,1 .... 1! t 1 Antonio Jos Gongalves, subdito portuguez,
tera lugar na ra Imperial confronte retira-se para o Rio Grande do-Sul, a tratar d
a fabrica de sabao. fsus de-
occasiao sera"
de narao A
crioulo de 60 annos, movis, consistin. seu primo Jos Domingues da Cost7e Silva.
do o mesmo em um guarda louca, ca-'. ~~ Grales, Aron vai para fora da provincia.
deiras de balando, mesa elstica e outros HriTiaridade de Sata-All-
objectos que estarao patentes no acto!
do leilao.
Na m a ~ Brriardino da Silva Costa, que faz a firma
11 mesm el de Joaqmm da Suva Costa & Irmo durante sua
ra' venaido o preto Joaquim i au8.encia deixa por seus procuradores em primei-
Inmola idade 40 anno< Tose ^Jn5"0 86a, Irma. e90oio' em 8eUDa0 <> seu
kngoia, maae W annos, Jos i10 Domingos da Silva Campos, e em terceiro o
LEILAO
Q
uiuta-feira 11 do corrente.
O agente Camargo fara' leilao po-
mandado do Exm. Sr. Dr. uiz especial
do <-'(imeicio e a requerimenso de
Campiano 4 Cordeiro, da taberna da
ra do Rosario da Boa-Vista, parten-
cente a Francisco Ferreira Fialho, a
na d$ igreja da iMadre
de Deus..
O^ actual escrivaoda irmandnde deSanta-Anna,
da igreja da Madre de Deus, convida a todos os
seus irmos a comparecerem no consistorio da
referida igreja, quarta-feira 10 do corete s 3
horas da tarde a fim de em mesa geral delibera-
ren! sobre negocios de importancia tendente a
mesraa irmandade.
Jos Vicente de Lima
Alenco!!!
A pessoa que no dia 4 do corrente pelas 5 ho-
niial rmd00m ,, "V ?s da larde na loa de brbciro noaterroda Boa-
quat consiste em armacao egenerosetc, Vista n 51. levou ora chapeo de sol novo, dei-
sendo eiectuadj o mesmo na referida"
taberna as 10 horas em ponto.
ArmaKem n. 22 da
ra do Vigario.
LEILAO
ftodialO do correte asH horas.
O agente Evaristo far leilao de uma boa pro-
priedade na estrada de Joo de Barros um pouco
adiante da Soledade, com casa bastante grande,
com 4 salas, 7 quartos, grande cosinha.estiibaria
para 8 cavallos. casa de farinha com seus per-
tences. 2 cacimbas com boa agua, muitas fruc-
teiras de diversas qualidades, 2 viveiros com
518s'nle Peixe, tem a propriedade de 1,300 a
1,400 palmos de frente o tanto ou oais de fundo
sendo 3 partes-do terreno de bana, onde se po-
aerao fazer grandes plantas de capim o que roui-
toproduz por ser barro tendo uma camboa na-
"egavel pelo que offerece vantagem de ediQ-
car-se uma olaria para obra grossa. Os preten-
dentes se enlenderao coro o mesmo agente, no
armazem da ra do Vigario n. 22 onde teo os
esclarecimentos.
DE
Urna taberna.
Quarta-feira 10 docorrente.
Costa Carvalho fari leilao por mandado do
txm.Sr. Dr. juiz do commercio a cf querimento
de Prxedes da Silva Gusmo, da taberna do pa-
teo do Terqo n. 14 de Francisco Oliveira Jnior
a C. no dia cima s 11 hocas era ponto.
Avisos diversos.
Patro.
O patrao que anouociou precisar de um cai-
xeiro de 12 a 14 aunoa. .md&o tenha pai, mai.
irmaoa primos, nem primas, ee Portuguez. po-
de mandar vir de Valooge. e 6 Brasilero mande
>r do *ar, pois assim obter as condiges que
4U6S6Jc?...
Antonio Correia dos Santos faz ver ao res-
peitavel publico que se retira para Portugal a
Iwtar de .sua saude, e deisa por seus procurado-
xtx, em pnaiiro lugar Jos Gomes Loureiro, em
jeguado Antonio Marlios de Cartalho Azevedo.
Prnia ie
ML
-_ de oau ama seccapara casa de
ponca fsmilia ; na loja de lirio ao p do arco
la Santo Autopio.
Arrenda-se o engenho Recreio, Uo na fre-
uezia delluribeca, distante deeta dada 3 le-
5 ;.. ."'le*0 do, PfMfe, com eapacida-
f^,-e,ar ^m P|M- d !finK "' ra8MP nona pas ; a tratar
no engenho Santo Andr com o propriemo, ou
xando ura velho, queira quanlo antes desfazer o
o engao na mesma loja, ao contrario ver seu
nome por extenso nesta folha.
O bacharel em direito, Jeronymo Salgado de
Castro Accioly advoga perante o tribunal da Re-
lago e mais auditorios dest cidade, na ra Ve-
lha do bairro da Boa-Vista, sobrado n. 62, em
quanto nao acha outra casa no bairro de Santo
Antonio. Nojury desta capital e comarcas visi-
nbas encarrega-se de qualquer defesa mediante
razoavel ajuste. Promette a todos que o honraren
com a sua contan^a lomar todo interesse as
quesloes que forem confiadas ao seu patrocinio.
Offerece-se para ama de uma casa de pou-
ca familia uma mulhcr branca : quem a preten-
der, dinja-se a travessa da ra do Queimado
primeiro andar n. 2.
Curso particular de rhe-
* lorica.
O acadmico Maooel da Costa Honorato tem
aberto o seu curso de oratoria e potica nacional,
na ra Direita n. 8, primeiro andar.
Joao Caorio de Bohemio Sampaio, subdito
brasileiro, retira-se para Lisboa.
O abaixo assignado, achando-se bastante in-
commodado de saude, principalmente nos dias
prximos sua parlida para a corte, ficou iotei-
ramente privado de visitar aos seus amigos resi-
dentes dentro e fra di capital, e de receber pes-
soalmente as suas ordens, como muilo deseiava
Pelo meio que agora Ihe possivel, dirige-se a
todos e a cada um em particular, pedindo-lhes
mil desculpas de uma falta lao involuntaria, e
assegurando-lhes que om qualquer parle onde se
achar, estar sempre disposto i cumprir suas de-
terminacoes com a mais sincera eefflcaz dedica-
cao. Jos Bento da Cunha Figueiredo.
Ocapiloda barca americana Villa-Fran-
ca tem para vender 115 onjas mexicanas a
tratar no escriptorio de Seott Wilson & C, ra'da
Cruz n. 21.
Precisa se comprar 4 negras anda mesmo
sem habilidades, com tanto que sejam mocas e
robustas, e que n&o lennam defeitos molestia
ou mesmo moleques com aquellas qualidades at
15 annos ; na ra de Apollo n. 3, casa de An-
tonio Gonjalves Ferreira Casco se dir.
Furto.
Na noite do domingo 7 do corrente furtaraau do
sitio antee da capella de S. Jos do Manguinho
que Oca em frente da eilrada que vai para aCa-
puoga 21 camisas de linho de hornera -e menino
por tanlo toda e quaquer pessoa que noticia o
indicio tiver do referido roubo de dirigir-se ao
mesmo sitio, ou ento na ra da Cruz do Recife
n. O, que sera bem recompensado.
COMPAA DA VIA FRREA
DO
Sociedade .^^
Edificares compra de
terrenos.
O abaixo assignado tendo distribuido bom nu-
mero de prospectos para a dita sociedade nestes
ltimos dous metes, julga que as pessoas que os
tem recebido liveram lempo sufficiente de os lr
e poder apreciar asvantagens diversas nellcs ex-
pendidas com a devida clareza que o assumpto
exige ; portanto convida as numerosas pessoas
que ihe disseram desejarem coadjuva-lo com suas
subscripses, levar a effeilo e por em andamen-
to esta grande e benfica empreza, at remelle-
tero oa ttulos de subscripto da maneira indica-
da na circular, que junta ao dito Ululo acoropa-
nha cada prospecto.
DeverSo dirigir-lhe debaixo de subscripto ra
do Crespo n. 4 loja, do 1 de abril em diaol.
Tendo-se apresentado muilos donos de terre-
nos para, com o valor d'elles entrar na formaco
do capital da sociedade. torna-se necessario que
os socios que querem entrar com dinheiro na for-
maco do capital, mandem o mais breve possivel
seus ttulos de subscripto na indicada forma,
ailm de se poder fazer os devidosassentameotos.
Assim como j o dissemos no prospecto, nao
na quem nao possa subscrever para lao til em-
preza, vista da facilidade que ella d para rea-
usar o pagamento das dez preslacoes, que forma-
rao o total das subscripcoes de cada socio. Basta
pagar dez mil ris lodos os dous roezes para com-
pletar em vinle mezes uma subscripcao de com
mil ris. "
Qualquer artista, carpina, pedreiro, ferreiro,
carroceiro, ou outro eroprego, deixando de parte
um da de servigo por semana de 23500, em 40
semanas completa o pagamento d'uma subscrip-
SanL p' e em 80 seman,ls "" subscripcao
de 2005. Este pequeo capital formado de eco-
nomas e sem se sentir ser um fundo de previ-
dencia que n'um caso de acdenle ou de molestia
poder-Ihes-ha ser d'um grande soccorro.
O abaixo assignado tem ouvido muita genio boa
louvar e gabar o projecto da empreza, mas que
era apreseutada em m occasiao, visto o mo es-
tado dos negocios em geral o a falta que se sent
de diuheiro na pra?a. Tudo isto verdade, mas
a crwe actual ha de ter seu termo, o tudo ha de
tornar ao seu estado normal. O resultado das
transaegoes desesperadas com juros de 1 Ii2 a 3
por cento ao me% ha de ser o reactivo que ha de
precipitar a volta do equilibrio geral.
No entretanto de interesse capital da socie-
dade por elle projectada, que os que querem fa-
zer parte della e reconhecem as vantagens que a
mesma poder offerecer, so apressem subscre-
ver aim de que, depols de fundada e era exerci-
co, possa aproveilar anda a occasiao de comprar
terrenos, madeiras, materiaes de toda especie,
mesmo casas, por progos muito baixo dos valo-
res pagos em tempus de regular andamento do
negocio era gwal ; podendo comprar aos precos
acluaes, desde j os socios tem a certeza de que
s?us Plises poderao dar grandes beniUcios so-
ciedade, se ella tiver predios promplos a yender
ou a alugar, logo que a crise houver passado, e
que ludo torne a seu estado normal.
Para apromptar tudo o que a empreza precisa
para se por om plena accao e andamento sao pre-
cisos 9 a J2 mezes ; portanto ha urgencia em rea-
lisar quanio antes os primeiros 250 contos de ris
do seu capital.
As subscripcoes que o abaixo assignado pede
sao para formar uma sociedade que todos reco-
nhecem ofTerecer grandes vanlagens a seus socios
e ao paiz; portanto ella nu precisa d'oulra re-
commendago alm dessas.
Se fosse uma subscripcao em favor d'este ou
d aquello eslabelecimento pi ou decaridade pu-
blica, o abaixo assignado reconhece que tanto
aqu como ero qualquer oulra parle do mundo,
muito Importa para o bom exilo que as subscrip-
coes sejam pessoalmeote apresentadas pelas pes-
soas mais influentes, mais consideradas e mais
elevadas da localidade. N'esle ultimo caso, o
amor proprio estimulado; tal que tencionava
subscrever 10$, 20J, 30, por Ihe ser pedido por
urna eommisso composla d'este, d'squelle e
d aquello oulro grande da trra ou capitalista,
subscreve logo 100$, 200. 300. no caso de subs-
cripto para uma sociedade commercial ou in-
dustrial, o caso mui diflerente s 80 subscreve
para esta, com toda a circumspecc,o, calma e re-
flexao, e sobretodo com a f de receber bons di-
videndos, s assim que o abaixo assignado
espera ver realisar a sua grande empreza que pro-
melle Irabalho certo e continuo a muitas cente-
nas de pas de familia artistas, operarios, uurel-
roa o aprondicoa do todos OS Mnios de officinas,
que deitaro na circulacao commercial d'esla
Praga muitas centenas de contos de ris no cor-
rer do anno, que a nao ser esta empreza dormi-
nam aferrolhados ou empregados em oulros ne-
gocios, que nao altingem as classes. dos artistas
e operarios ou obreros. diversos que a empreza
occoiiar diariamente.
E' com a alavanca poderosa da onio e asso-
ciagao do pequeo ao grande capital que esta e
oulras grandes emprezas de utilidade publica e
privada poderao realisar-se nesta pra$a, sem ser
preciso o soccorro dos amestrados capitalistas
das oulras pravas do imperio, sem o qual nao se
realisana cm 1852 ou o primeiro banco em Per-
nambuco. E' verdade que de 185: para c tem
apparecido o tem feito algum progresso o espiri-
to d associaejio, porra nicamente para transac-
c,oes bancarias e de descontos. Estas nao esten-
dem1 sua benfica influencia s classes mecnicas
e laboriosas, como a eslender a sociedade em
commandita para compra de terrenos e edica-
Qoes de casas, ele.
/". M. Duprat.
Pernambuco, 30 de margo de 1861.
Publicaces do instituto homeopa-'
tha do Brasil.
DICCIONARIO POPULAR
DE
MEDICINA H0ME0PATH1CA
Obra indispensavel todas as
pessoas que qnizerem curar ho-
meopatMeamente,
COHTESDO:
A aefiniao clara do* termo$ de medicina : a$
causas maxt frequente das molestias: o symp-
tomas, porque estas se faxem conhecer : os me-
dicamentos que melhor Ihes corresponden*: a
quanlidade das dses de cada medicamento e
seus respectivos intervalos as molestias agu-
das e chronicas: a hora do dia ou da noite,
em que os medicamentos desenvolver melhor
taa accao : a maneira de alternar os medica-
mentos : a maneira de curar os enoenenamen-
tos, as mordeduras de cobras, facadas, tiro,
uedas, pancadas e fracturas e todas as mo-
eslias conhecidas, principalmente as quegras-
sam no Brasil, quir as pessoas Iteres, gu>
as escravas: os soccorros que se devem pres-
tar d mulher durante a prenhez, na occasiao
do parto e depois delle: os cuidados que a
crianca reclama, quir logo depois do nasci-
Compram-se netas de I 5 velhas com
mdico deaeonto : na praca d Independencia nu-
mero 22.
Admiracao.
Vende-se na ra Direita n. 90, manleiga in-
gleza a 960 e 800 rs., franceza a 800 w, dita a
I:?Xnqu,eiJos chegados ltimamente a IfOOO e
1*700. aletria a 560 a libra, macarro a 400 rs.,
ceI9*A .Pl0a em ?"* 320 r., em caada
a XfMQ1 t 2, ameixa a 480. vinjio a 560, en-
garrafado a 800 rs, e outro. muilos gneros.
Barato.
S na ra Nova n. 42, defronte
da ConceiQo dos Militares,
aonde se vende um rico sor-
tin ento de fazendas finas e
ASS0C1AQAQ
Soccorros Muaos
m- 'ao sujeitos lodos s que tomL reme- gfjf I'" ""0.fl"" con?,8 "
lopathicos: e muilos*outros arligos de u *V.. S^P' d',amu,l *u
fresa ; bem como uma descripeo con- SS^S. ?. *l mbra.a tapada .
em Itnouaoem acommodada i intelli-lZ'^" ft "fnbr?,a de "lPIC0 b"oC8
daspjsoa! extranhas a medicina, dos .SS .^f" .4" ^ *'
grossas, como sejam:
Chitas francezas largas, claras e escuras, muito
Onas a 220, 2lO; 260,280 e 300 rs. o covado, cs-
eas do cores, padrrs muito delicados a 480 e
rs. a ara, cambaia organdys o mais moder-
vara, pe;as de
que estao sujeitos lodos s que tomm fem- "."1T ^SSS"^' Cm. *,r".e melS Cada
dios allopathicos: e muilos oulros arligos de !5? "-'.5 e *500. .l,a mull Mpenor a 6 cada
vital interesse; bem como uma descripeo con-
cisa, e
genexa das irmuiH
orgos mais importantes, que entram na com-1 2ad2TlS "dJ,na8ca'la, f,m 20 varas P"
poligo ao corpo humano, \tc, etc., com duas' ffid^.^^oST Mm de 8eda aMe-
estampas. urna mostrando qaanto possivel lo- i'0",,0,?"! *J]V ^ rfc,2lrado' sed"h"
dos os orgos internos, com a sua explicacdo flffSS.K"? i" W?- C07ad0 Cfca"
phisiologiga e outra mostrando as differentes "deHJm'"n* e?ampados com lislras de seda,
regida abdomivaes. [kprimeira i colorida va-! ft. ^? "c a *l&* um- d,los de "-
ra os senhores assignanles.) I n so adamascado a 5^500 cada um, e oulras
__7- _-,-- muitas fazendas. como grosdenaples, manteletes.
PELO DOUTOR sedas, fil de lroho liso e bordado, e bem assim
SABINO OLEGARIO LIMERO PINITO. ?.^?.%^^
homeopa- t zas e inglezas. ceroulas. calcas, colleles', paletots
) i de diversjs fazendas. sobrecasacas e casacas aue
O Diccionario Popular de medicina
thica uma obra completa de homeopathia,
resultado da pralica dos homeopathas europeos,
americanos, particularmente dos Brasileiros, e
da mioha propria experiencia ; ella satisfaz intei-
ramele os mdicos, que quizerem experimealar
ou exercer a nossa medicina ; e muito mais an-
da aos paes de familias, qur das cdades, qur
do campo, chefes de eslabelecimento, capilaes de
navio, curas d'almas, etc., que^jjor si mesmos
quizerem conhecer os-prodigiosos ffeitos da ho-
meopathia.
N. B. Tencionando o autor, aprveitando sua
viagem Europa,fazer imprimir all o Dicciona-
rio Popular tal qual o havia feito, aconleceu
que antes de incelar a publicacao visse elle obras
mui modernas de medicina, abundantes de ideas
novas, e enlo resolveu mudar inteiramente o
plano que havia concebido, e dar toda i expan-
so e clareza a essa obra, de modo que tanto os
homens ve/sados na sciencia, como, os que o nao
sao, podessem tirar della o mximo proveito pos-
sivel, sem embargo de trazer-lhe isso um accres-
cirao de despeza de dous tercos mais do que gas-
tara, se publicasse a obra, como a principio li-
ana organisado.
O Diccionario Popular de Medicina Homeopa-
thica, como agora est composto ser sem duvi-
da a obra mais til de todas que se tem publica-
do. Ella constar de 3 volumes com 1,500 pa-
ginas pouco mais ou menos.
A assignalura 15, pagos na occasiao de assig-
nar. [Depois de impresso custsr 25.J
Acha-se igualmente em via de pnblica-
co a segunda edieco do
THESOR HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha.
Esta nova ediccio em tudo superior pri-
meira, tanto no que diz respeito disposioao das
materias, como no que relativo ao modo de ad-
ministrar as dses, ao estudo dos temperamentos,
s molestias hereditarias e contagiosas, a hygien-
ne ortica, etc., ele. Com uma eslampa demons-
trativa da continuidade do tubo intestinal desde
a bocea at o recto.
A assigoatura de 8g pagos na occasiao- de as-
signar, (depois de impresso custar 12 pelo
menos.)
As pessoas que quizerem assignar uma e ou-
tra obra pagarlo apenas 20 em lugar de 23.
N. B. A assignalura, que nao for acompanhada
d- roopecTo importancia, nao ser considerada
como tal.
Assigna-se em casa do autor, ra de Santo A-
maro, [Mundo Novo] n. 6.
tudo se vende por pouco
amostras com penhor.
dinheiro, e do-se as
Chapeos de sol
de seda e de panno de todos
ostamanhos, perfumaras
bengalas, chicotes, etc. etc.
A liquidasao da loja na ra Nova n. 36, Conti-
nuar somente at o dia 20 do correte mez, e
com abates importantes nos objectos cima meu-
vende-seem porgo e a varejo
cionados

i STAHL'*C.
RETRATISTADE S. H. 0 IMPERADOR.
% Roa da Imperatriz numero 14 f
Outr'ora Aterro da Boa-Vista.)
|Hctratos em todos es-
| tjjlos e tama unos. |
| Pintura ao natural em |
8 oUo eaqiiareUa. |
| Copias de dagueneo-
| typo e oulros arte-
2 faetos. g
g iVmbrotypos.
! Paisagens.
&#*
Quem precisar de uma pessoa habilitada
para ensinar meninos fra da cidade, dirija-se
travessa da ra das Cruzes n. 14, segundo andar,
dando conhecimento de sua conducta..
Precisa-se do uma ama secca que faca as
compras dianas, cosinho eengomroe, para o ser-
vido de uma pessoa s : na ra das Aguas Verdes
a. 48, sobrado, entrada pelo becco do Joio Pa-
triota.
RECIFE A SAO FRANCISCO Ir p",ci,.,-se de um c,i' i* ha Prat-
JSass: * ^IcciVuu. rnvtsm Lfa 8ua ^^! -
tas a receberem os juros de 7 por cento m aBoo. n ~
vencidos no semestre indo em 31 de Janeiro ul- QUatrO CalOS da Boa-Vista
.^i0^'^di WBp,sf,i*^c^ numero 1.
Attencao.
Pede-se aos Srs. que arre-
mataran* vapios objectos em
o leilao da ra do Rangel na
taberna que foi de Auionio
Bento de Campos, por manda-
do do Exm Sr. Dr. juiz espe-
cial do commercio e arresta-
dos por Ferreira & Martins,
hajam de no prazo de 2 dias
virem buscar na ra do Viga-
rio n. 19, do contrario sero
vendidos por couta dos mes-
mos senhores, visto que o
agente tem de recolher o pro-
ducto em deposito.
Precisa-sede uma ama para casa de pe-
quena familia ; na ra da Gloria, casa o, 93.
Queijos do va-
por a 1.800 rs;
Vendem-se queijos muito frescaes chegalos no
lttoWTtpoi inglez a lg800, presunto muito no-
vo a 320 rs., bolachinha ingieza a 160 rs., e em
barriquinha deuma arroba a 3: na ra das Cru-
zes n. 2*, esquina da travessa do Ouvidor.
Taberna da boa f.
Rna estreita do Rosario, es-
quina das Larangeiras nu-
mero 18.
em saceos,
Antonio Augusto Fernandes Guimares ,
O declara que mudou o seu nome para An- $
9 nioAlves Guimares. s
9ft93 99 9999999
Joao da Silva Ramos, medico pe-
la universidade de Coimbra, tendo vol-
tado do sitio, da' consultas das 6 as 10
horis da manhaa, e presta-se a soccor-
rer qualquer doente dentro cu fora da
cidade.
Y'eode-se arroz muito bom s 700 rs. a cuia, a
200 e 100 rs. a libra, e em arroba se far algum
abatimento, milho muito bom a 200 rs. a cuia, e
em per;o se far abatimento.
Fumo de Garanliiins.
Aos amantes da boa pitada se faz sciente que
chegado um pouco de fumo de Garanhuns, o me-
lhor que se pode encontrar, e pelo diminuto pre-
go de 1JJ280 a libra, e tambera se vende sement
de coentro muito nova a 320 a garrafa j engar-
rafada ; na ra da Esperanca do Caminho Novo
da Soledade, taberna n. 37.
Mel para vender.
No caes do fiamos n. 10, vende-se bom mel de
furo e por preco commodo.
Ra do Queimado n. 1.
Ha para vender madapoles com toque de ava-
na por diversos presos, chitas para coberta com
dito a 160 rs. o covado.
Vende-se farinha de mandioca
muito barata ; no becco Largo u. 6.
(SUMII)
PECHINCHA
Ra do Crespo n. 8 loja
de 4 portas.
Pecas pe cambraia lisa fina com 8 1|2
varas e pequeo toque de avaria a
2$500 e 3$.
Pecas de madapolao largo com pequeo
toque de avaria a 2$50, 3# e 3#500.
Joo da Rocha Wanderley, agradece Cor-
dialmente aos seus prenles e amigos aue
Ihes fizeram o obsequio assistir o offleto
anniversario do fallecimento de sua presa-
da consorte D. Hara Amalia Lins Barradas
na igreja do Espirito Santo, no dia 9 do cor-
rente.
Lenta Emaneipaco dos Captivos.
Nio tendo sido at boje fielmente observado o
que dispee a segunda parte do art. 12 d, .?
tulos.arr.stando a directo difflculdadeifirrS"
? "nT cun)Pme<"s dos arts. 7, 8 9 ?0 I
!doni?^nrt,Hm8ma <,irerc> necessidade de
fii.hJ"J dldM peD,es SadJ J J., *"*** 1 og.nica da socie-
ici UIV^ eDl!? mem conselho appro-
vou an projecto additivo ao art. 51. dando-lhe
mais extensao de 4 paragr.phos, o qual corre m-
prosso na forma do art. 6i/ h.ienJo 're?n o de
todos os socios domingo 14 do corrente no Iu2ar
da ra Direita*.....as 10 horas da m.nha nfr.
a assembla geral ordinaria, aflm de wnccK!
nado dito projecto, assim como, traUr-se Sobrfl a
decreto n. .ftl de 19 de dezembro dW6,?
S2t g.er'1, Da parl8 ^ue re0,a oU6e.
benefleente, : espera, portanto. oSr. vice-pff!!
aente, o comparecimenlo de todos.
Secretaria da Associaco de Soccorros Mutuo*
de llo Em8DclJ,aS5 dos C8P1s 9 de abril
Galdino Jos Pires Campello.
D 1." secretario.
/I, nfc,sa"8e fa,Ur com Joaqaim Jos Bernar-
furl'ft'1 80br.ioho de J8 Bernardo na-
tural da cidade de Aveiro. em Portugal, a bordo-
do bngue Belampgo.
.!" ?g""8e "'quer dos senhores passagei-
ros vmdos do norte no vapor Oyapocki. a fS-
tiluicto de um bah perteocente a D. Carlota Au-
gusta de Pigueiredo Belford, mandando eotre-
Va?r,~ne.H0,to" F ,04' C8,t0ri0 d0 ""O
ceber U aT,8ando Dara e "-dar re-
v.v7 ini'JL0^ a uma ama 1ue S8iba f4Zflr o ser-
oso interno de uma casa de pequea familia a
tratar na ra da Cadeia n. 24.
e ^r^eCnSa;8e d0 uma raulher de boa conducta
Kommar irX' *** "iba bem C0linhar e en-
hmr:*,i!r f"er es,e ser?iS em casa de um
nr'p ; a iraVar na rua Direit 69.
rni g Pnce de Leoo faz sciente a quem
convier, que despedio de sua loja de fazendas^
seu ca.xe.ro o Sr. Joaquim Ferreira da Suva
traTtf r. S"? Um 8lio em Saot'Aona ao'en-
r!,. "i??" re : quem Pender, dirija-se
a rua do Imperador o. 50. '
*u7a? aX0 8SSi8Dado. estabelecido com depo-
sito de assucar na rua larga do Rosario n 35
Sri" PC88" *u* tem penhorea em seu po^
onar daV.."? T8"1" DO puuo de dias. a
conlardadaa deste. do contrario serao vendidos
para seu,al embolso. Recife 9 de abril de 186T
, Bernardo de Souza Leite Bastos.
d*Zl*M o"/"1"6 de f.rei,as Participa que
desde o da 9 do correle Tleixou de ler caixeiro
tan n AmMJ" Irma8' 6 8Pr0Tela est OCCa-
M.fn" ,8grade,Cuer aos mesm08 senhores o bom
tralamento que Ihe deram emquanto foi seu cai-
Pedido.
n IVa! .a Sr- insPector da rua da Floretina
o favor de lancar suas vistas para urnas mulheres
de m vida que ah moran,, pois comportam"!
ao ma que prohiben, as familias visinhas chega!
rem sua janella. v..C6a
Barroca & Medeiros
e lha de S. Miguel.
O Sr. Alfredo Lopes Gama tenha a bondafle
de apparecer na rua do Rangel n. 20, casa de re-
lojoeiro, a negocio de interesse.
Vctor Caors. subdito francez, relira-se para
a Europa.
Attencao.
Precisa-se alugar uma escrara de boa conduc-
ta, que saiba cozlnhar, para urna casa de pouca
familia ; quem a tiver equizer alugar, dirija-se
a rua do Hospicio n. 35, que se pagar mais de
20$ agradando.
aos
muita attencao
Esta classe de
Assignado -E.'H. Braman,
SpeTintendente.
Mobilia s ..(kf ugiMl.
Alugam-se mobilia computas de todas ai
qualidades e por pre^o muito commodo ; tam-
jBem, se alugam. cadeiras em grande quanlidade
fU c^^vKiTiSSrrSrB^ S offlcio* : na ra Nova? armazem
Wn, n rua do Caes de 23 Xrt%m.lf&t^, io P,flt0 deff0Dtfl d ru d ^anl0
Deaeja-se saber se existe nesta provincia o Sr.
Bernardino Ferreira Alves, natural 4o Portugal
freguezia de Pinheiro de Oliveira de Frades co-
mo este tivesse aahido da cidade da Baha para
Portugal em orna barca que naufragan ha 3 ou *
mezes, e como sua familia ro tinha noticia do
mesmo, faz pelo presente aunando, pedindo en
carecidamente a quem deste souber. annunciar
por Ma folha que aera recompensad o aeu tra-
lotlho. Pedido dt u fiUia e um m amigo.
Cura certa das hydropesias.
as minhas. viagens pelo centro das provincias de Fernambuco, de Sergipe e Alagoas ora
empregado pelogoverno era pocas epidmicas, e ora exercendo a medicina em diversas localida-
des, lu experimentando as plantas do paizem muitas molestias, administrando-as *m dses ho-
meopticas com mais ou menos proveito, porm sempre com certeza de que nao pjejudicava
meus doentee. r -
D'entreo numero de molestias, que Uve de tratar, uma classe me merecen
tanto pela frequencia com que apparece, como pela mortalidade que apresenta.
moleslia a hydropesia. >
Tive de tratar de muita hydropvia, por todos o* meios conhecidos, mas os resultados nao
correspondiam a roinha espectactlva ; tenJo porm conhecimento de ama planta, que havia produ-
duzdo bons resultados em alguns casos, tratei de estudar os seus effeitos e na verdade tive o pra-
zer de ver que ella um especifico poderoso no curativo das hydropesias.
Sendo pois as bydropeaia, qur activa, qur passivas do numeradas molestias mais terrifeis
que affectam a nossa populacao e que grande numero de victimas ha feito ero todos os temos
julgo ter prestado um grande serviso a humanidade com a descoborta de um agoote lio ooderoso'
que nenhuma s vez me tem falhado, ainda mesmo nos casos mais desesperados.
i!nMn aSClUs lhydroP.e,i? dB venlr) costumam extrahir o liquido por meio da punecao i mas o
liquido que se extrahe nao a canta da hydropesia. elle a constitue ; a experiencia lera mostrado
2e.i'.,!r.M?a,?ndlHqU,d,0 qUe C0M,ilue-a ascilis ua mei0 W"teto com o qual d-e em verda-
de algum alhfio m doente, ma. aeempeiora o seu estado ; por quanto sempre ou quasi sempre o
eihr."^ .Cm rapid*Z' n" ra" drecU das PW6 "ete ""para
RMiiSjf *8,C"l* Wt* d. tetio de uma vsceira do ventre particularmente do Co.
n.r. .or.1 uH i"te8.010 da. hydropesias pelo novo agente, que nao receto om offerecer-rae
81 --P. '.*. J?- cond,c?ao de nada receber no caso de nfo flear o doente curadj, seja qual
^iHm c? nr 'e!h,?nmmdMe y*0"" deste remedio seja comprovado.pelos mdicos ped
,n -1 ,^-Sbmo Olegario Uudgero P.nho, para se prestar a inspeccionar os meus doenles,
ao f) annuio, e por cup motivo Ihe tnbuto o meu sincero agradecimeolo.
Assim poni quem te qnizeraproveiUr dos meu fracos trrico e digne de procurar-me em
miaha casa, rua da Roda q. 47, primeiro andar, oa no consultorio doUiaj. Sr, Or. Sabino,
saccam para Portugal
Attencao.
n.?.eSC"l que foi chamado na rua do Apollo
nllo, Donduzir u"8 saos vasios estaco das
Cinco Ponas, e ah se desencontrara do portador
?. .^0aip8D.ha-a' n5 'eado entregado os di-
tos saceos na eaaco, pede-se ao seohor do mes-
mo escravo de os mandar entregar na loja da rua
dolmperadorn 61 que se pagar o treta dot-
%l'2 lh0 ?car obr>gado ; o saceos tem o
maTse8dg0n.efeDh0' qU6 dr a- PrUdor' e os
AnTooior d".Crnu" ,li7nda' mulher de Ar8eni(>
... c C Miranda. av'*a odas as pes-
lTn.U1 "!" "I0?0 Cm Se" mar'd1 Serem
nu los, tanto bens de folego, como de raiz. by-
polhecas ou vendas.
nT N e8CrjP,0o de D. P. Wild &Companhia,
esterlinas P SiDl0"- 13' "odem-se libras
Precisa-se de uma ama livre ou escrava pa-
ra a casa de um homem toll'eiro : a tratar nc-
hospital militar.
Precisa se alugar uma casa terrea, ou de
um andar com quintal, ou pequeo sitio e que
tenha bastantes commodos para familia, sendo
as seguintes localidades rua do Sebo, Trem-
pe, Mondego ou Soledade : quem liver annuncio
ou^iiija-se casa de banhos no pateo do Carmo.
Quem precisar de um caixeiro brasileiro
para olguma taberna, com bastante pratica, pois
seu pai fica responsavel pela sua conducta : pro-
cure na rua Augusta n. 2 ou na rua dos Quarleis
loja de ourives, ou annuncie por esta folha.
Precisa-se de um criado brasileiro ou por-
tuguez, preferindo-se os de idade de 12 a 20 an-
nos: na rua estreita do Rosario, sobrado n. 32.
terceiro andar.
Vende-se um bom escravo moco para todo
o trrica : na rua do Imperado'r n. 50, terceiro
Andar.
~ Charles Sauner, com loja na rua Nova n.
do, tendo no Om do corrente mez do relirar-se
para a Franca, roga a seus devedores tenham a
Dondade de virem satisfazer-lhe seus debilos na
mesma loja al o dia 25 do corrente. Se alguem
se julgar credor do mesmo estabelecimento,
queira apresentar sua conta paia ser paga at o-
mesmo dia 25.
Chirles Saunier, subdito francez, retira-se
para Frange.
.T,Pe.de"se aos Srs- Jos Leonardo Radich
(lllho). Jos Lope8;0aviro, Maooel Alves de Sou-
za. que tenham a boodade de chegar rua Di-
xeita n. 55, loja, a negocio de urgencia.
Tendo meu fallecido pai, o lenente-gcneral
barao da Victoria, oceupado nesta provincia por
diversas vezes o lugar de commandanto das ar-
mas, desejo que o meu tmigo o Sr. capito Ma-
noel Porfirio de Castro Araujo se sirva de decla-
rar se meu pai foi um dos commandantes das ar-
mas que se servirn, de cavallos da compaohia
de seu colimando, aflm de que se nao suppo-
nha achr-se comprehendido no numero desset
que S. S. apona.
Recife 9 de abril de 1861.
Horacio de Gusmo Coilho.
O abaixo assignado, tencionando seguir uo-
prximo vapor para a Europa com sua familia, e
estando persuadido que nada deve nesta praca,
quer por dbitos de sua nica firma, ou sob a
razo de Maia Irmos, convida pelo prsenle a
todas as pessoas que se julgarem suas credoras
por quaesquer das razes cima, quer sejam le-
tras vencidas ou a vencer, endossos, Gangas, ga-
rantas, ou qualquer promessa de pagamento. e>
ojesmo contas de livro. a apresentar-se no seu
estabelecimento no arco de Santo Antonio, aflm
de veriflear-se a exactido ou inexactidao de taes
compromissos, o serem pagos, caso estejam as
circumstanria da primeira hypoihese ; e isto no
prazo de tres dias. Recife lu de abril de 1861.
Jos Joaquim da Costa Maia.
Musa.
Fernando Guolli, relojoeiro da rua do Rangel
n. 20, roga a pessoa que liverem em sua mo
relogios para concertar muito lempo, o favor
de virem busca-Ios dentro do prazo de 30 dias, a
cootar desta data, prevenindo tambero s pesso'as
que leem feito troca de relogios, deixando sig-
nal, que. se no prazo referido os nao forem bus-
car, ser reputado nullo qualquer -negocio feito,
e nenhura direito havera de reclamaren,: roga*
juntamente s pessoas que liverem objectos de
ouro em sua mo sem juro algum, o favor de vi-
rom retira-los oo prazo cima indicado, do con-
trario serio vendidos pela importancia do que se
acharen, a dever. Recife 27 de margo de 1861.
SOCIEDADE
INSTITUTO 1101 LITTERABIO*
Seientlfieo ao senhores tociot que amaohia
quinta-feiraj havpr sesso as 10 hora dama-
i i
[ai
comoarecerem;
Secretara do Instituto Pi e Lilterario aos 10
de abril-de 1861.
Joio B. de Siqueira Cavalcanli.
1. tecertario interino.
nhis, nocollegicda artes, afim do procede
-*1 que foi Iranse-
encarecidamente aos senhores i
a eleico que foi
gamos
transferida" para este dia
k
\


DIARIO 01 fEINAlBDCO. QURTA fElBA 10 AK
CA1XIR0.
Precisa-se de tina "rapaz de 12
i4 anuos, de qualquer nacionalidade,
urna vez que seja desembarazado e wo,
e nSo tenha pai, mai, irmSo, primos
ou primas : dando fiador a sua conduc-
ta ser admittido. estando as condic/fes
cima, na ra Direita n. 45.
. "Precisarse alugH urna preta pan o servico
interno e externo de ulna casa de pequea fami-
lia : d-se pelo aluguel a quantia de 259 : tra-
tar do caes do Apollo n. 17 primeiro andar.
Jos Pedro da Alcntara Lopes, subdito
portugus, retlra-se para tora do imperio.
Aluga-se.
Contina a estar por se alugar a casa terrea,
tem artnacio da loja que existi na mesma cata ;
o propietario s loe convm alugar para algum
estabelecimento, pois a localidade nao poder ser
nfelhor : na ra Direita n. 83, e a fallar na ra
9a Peona o. 5.
Ferrara nacional.
Na ferrara nacional d ra da Praia n. 58, fa-
brica-se e concerla-se tova e qualquer obra de
ferro, com a melhor perfeicao, tanto para a trra
como para o mar, sendo os freguezes satisfeitos
com promplidao-
Hanoel da Silva Santos, vai Europa.
Aluga-se o terceiro andar da casa da ra
da Cruz n. 40: no armazem da mesma casa.
Precisa-se de um cai-
xeiro para a taberna nova da
ra da fundico em Santo
Amaro.
- O Sr. fos Dias da Silva anda tem no Dia-
rio de Pernambuco de 6 do correle, ccm o sen
pela ultima vez em coramunicados 1 Que teima
de S. "S.?"0 que temo respndeme com essa conci-
liacaoeessacoociliaQocomo respndeme?O que
tem essa discussao pelos jornaes com aquillo que
s aos tribunaes do paiz cabe examinar e decidir
segundo o direito, discussao e pnwa, e assim de
confonnidade com a razio e jostica, que lhes
ossistir no negocio ? Pela terceira vez diz o res-
pndeme ao Sr. Dias da Silva, que pro pon ha su a
aceto e cont que o respndanle relia se defen-
der. Assim, continua a chamar a atlencao do
'Sr. Dr. chefe de polica, [cujo no me tem o Sr.
Dias da Silva entendido deveT andar na balha e
(So enconveniente, pois que nada tem com as
quesloes civeis) para o que j disse o respn-
deme em suas respostas dos Diarios de 3 do
corrente e 23 do mez passado. Recite 8 de abril
de 1861.Victorino Pereira Leite.
Urna pessoa por partidas dobradas offerese-se para escriplu-
rar em alguma casa do commercio; quem'de
seu prestimo se qulzer utitisar, annuncie para
ser procurado.
T. de Aqniao Fonseca Jnior, sacca sobre
Lisboa: na rna da 'Cicimba n. 1*, primeiro
andar.
Alheen Peraaniltueano.
Pelo prsenle coovida-se aos senhres sosos
effectivos a comparecerem quinta-feira 11 do cor-
rente s 9 horas dft manhaa, no lugar do costu-
me, para se proceder a eleicao dos funecionarios
e commissoes.
"Sendo presentemente
Santos Vieira o nico garanti-
dor de bilhetes de lotera, os
quaes sao rubricados com tin-
ta de i aprensa, os que nao
forem vendidos com a sua
firma devem ser considerados
como um laco armado a boa
f dos incautos.
Precisa-se fallar com o Sr. Jos Rodrigues,
subdito portugus, na padaria da ra da Matriz
da Boa-Vista o. 6.
Jos Joaquim Fernandez da Rocha Vioana,
subdito portuguez, segu para Portugal a tratar
de sua saude.
LTORIO
1?,
DO
a-..L wm mmm
MEDICO PARTE,R0E OPERADOR.
3 RU DAGLOMIi, AAD0FIIMD03
Clintaa por ambos os syafamas.
0 Dr. Lobo Moscoso di consultas todos os das pela manhaa, e de tardedepois de 4
horas Contrata partidos para curar annualmente, nao sopara acidado, como para o engenhos
u outras propriedades ruraes.
Os chamadosdevem ser dirigidos sua casa at s 10 horas da manhaa e em caso
de urgencia outra qualquer horado dia ou da noite, sendo por escriptoem que.se declare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa;
Nos casos que nao forem da urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recite po-
derao remellar seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & G. na ra da Cruz, ou loja da
jivros do Sr. Jos Nogueira de Soma na ra do Crespo ao p .da ponte velba.
Nessa loja e na casado annunciantaachar-se-ha constantemente os melhores medica-
mentos horneopalhicos j bom conhecidos e pelos presos seguintes: -
Botica de 12 tubos grandes.....,.....10*000
Dita de 24 ditos........;........159000
Dita de 36 ditos................. 209000
Dita de 48 ditos................. 259000
Dita de 60 dito................ 309000
Tubos avulsos cada um.........'....* 19000
Frascos de tinturas. ; j............2)000
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
duzido em portuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. etc. .... 209000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 109000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6900*

<*)
CONSULTORIO ESPECIAL HOIEO
DODOUTOR
SABINO OxL. PINHO. %
Ruatle Santo maro (Mundo
Novo) n. 6V
Consultas todos os dias utels desde as 10 horas
al meio dia, acerca das seguiules molestias :
f molestias das muiheres, molestias das crian-
fas, molestias da pille, molestias dos olhos, mo
lesii
ias stphiliiicas,-todas as. especies de febres,
febres intermitientes esuas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA.
Verdadeiros medicamentos homeopalhicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos presos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fura della sao falsas.
Todas as carteirss sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carteirss que nao levarem esse impresso*
assim marcado, embora lenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos. ,
Dentista de Paris.
15Ra Nova15
C01TAMIA DA NA FRREA
DO
Recil'e a Sao Francisco.
IA mitad*.
Al outro aviso a partida dos trens ser
lada pela tabella seguirle :
regu-
liOTlBli""
A"ham-se a venda os bilhetes e meios
da quarta parte da quarta e primeira
da quinta lotera a beneficio da matriz
de S. Pedro Martyr de Olinda, na the-
souraria das lotera* ra do Queimado
numero 12, primeiro andar, e as lo-
jas commissionadas a praca da Inde-
pendencia n. 22 -do Sr. Santos Vieira,
ra Direita n. 3 botica do Sr.
Chagas, no Recite ra da Gadeia loja n.
45 dos Srs. Porto Irmaos. As rodas an-
darao impreterivelmente no dia 2- do
corrente e os premios serao pagos de-
pois da entrega das listas. O thesou-
reiro, Antonio Jos' Rodrigues de Souza
Carvalho, Nogueira &
C, sacam qnalquer quantia
sobre Lisboa, Porto e Ilha de
S. Miguel: na ra -do Viga-rio
n. 9, primeiro andar.
Mugase a loja do sobrado da
ra da Imperatriz n. 38 : a tratar na
mesma ran. 40.
Pede-se aos Srs. que arremataram no leilao
do agente Vicente Camargo, na ra do Rangel,
liajam de ir buscar os objectos que arremataram,
porque o mesmo agente tem de entregar as cha-
ves da casas liquidar o mesmo.
- Na Iravessa da ra
das Crnzesn. 2, primeiro andar, continua-se a
tingir com toda a perfeicao para qualquer cor, e
o mais barato possivel.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho saccam
sobre Lisboa e Porto ; no largo do Corpo Santo,
escriplorio.
O abaixo assignado roga as pessoas que lhes
sao devedoras dos annos de 1859 e 1860, tanto
os de conta de livro como os que passaram val-
les teham a bondad-e de irera ou mandaren) pa-
gr seus dbitos sem falta, pois vista da neces-
sidade que tem o abaixo assignado do azer pa-
gamentos aos seus credores, forcado a todo o
transe do marcar o prazo de 8 dias para realisa-
c&o de taes dbitos, do contrario o abaixo assig-
nado passar por dissabores que bem deseja evi-
tar.Nicolao Machado Freir.
CUUIRO.
Acaba de sabir dos prelos desta lypographia
urna nova edico da cartilba ou compendio de
doutrina chrislaa, a mais completa de quantas se
tem impresso, por quanto abraoge tudo quanto
continha a antiga catlilha do ebbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescenlando-se muitas
oracoes que aquellas nao linham ; modo de a-
companhar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das (estas mudaveis,
e eclypses desde o corrente anno at o de 1903,
seguida da folhioha ou kalendario para os mes-
mos annos. A bondade do papel e excellencia da
impressio, deo a esta edi;ao -da cartilba urna
preferencia asss importante: vende-se nica-
mente na livreria ns. 6 e 8 da .praca da Indepen-
dencia.
i
Frederic 6autier,cirurgiio dentista, faz
todas as operacoes da sua arte e colloca
detites artificiaos, tudo com a superiori-
dade e perfeicao que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentifricios etc.
A
W
. Narciso Jos Nelto rclira-se para a Europa,
e durante sua ausencia deixa por seus procura-
dores, em !. lugar o seu socio Sr. Manoel An-
tonio Vieira, em 2. lugar o Sr. Marcelino Jos
Gongalves da Ponte, em 3.' lugar o Sr. Caetano
Cyriaco da Costa Moreira.
JOIAS.
L'ra meqo brasileiro, ltimamente ebegade do
Maranbo deseja arrumar-se em urna loja de-cal-
rado, para o que tem pralica sulciente e d fia-
dor sua conducta: a tratar na travessa da Ma-
dre de Beus, armazem n. 12, de Fernandos &
Filhos.
Jio Ceran Smitb, John Bond,Iogleze?, vo
para a Europa. j
Dr. Bebroy. dentista,^s^ccesso;do Sr. Pau-
lo Gaignour, avisa, ao respaiUvel publico quo ebe-
grr em Peraambuco rio mez de abril ou at
junho.
Joaquim "Monteiro de Oliveira Guimaraes com
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos freguezes e ao publico em
geral.que se echa sortida das mais bellas e deli-
cadas obras do ouro e prata, e querendo acabar
com o negocio, est resolvido a vender mais ba-
rato do que cm outra parte, .garantindo as ditas
obras, passando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obras velhas, par-
gando o ouro por mais do que em outra parte."}
CASA
g 3R&a estreita do Rosario3
Francisco Pinto Ozorio continua a col- @
gj locar denles artiQciaes tanto por meio de @
^ cebe paga alguma sem que as obras nao @
q fiquem a vontade de seus donos, tem pos @
e outras preparares as mais acreditadas @
a para conservado da bocea. @
Jlo Alves de
provincia.
Brilo retira-so para fra da
CENTRO COMMERCIAL
15 RuadaCadeiadoRecife 13
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS
DE
Jos Leopoldo Bourgard
CnariltOS SUSpirOS neiro por cunta da grande fabrica dos Srs Domingos A-ives Machado & C, vendendo-se em
porcio e a retalho, alm di6to tem sempre grande sorlhnenlo de charutos manilha, havana,
suissss e hamburgo.
"LnarUlOS SUISSOS a S0| o milheiro, fazenda superior que se venda a 45.
i^lgcirrOS UC papel e palhade milho, de pa^el grosso, de lioho, de seda, arroa, prdo e
hespau.oes sendo d superior tabaco do Rio, veudo-se em olhciros muito barato.
i-OCaeS para CnarutOS cam agarras de metal a lj cada um, ditos para cigarros a
a 320 rs.
I .-ajd pardO niCOt para cigarros a 100 rs. o livriaho de 150 fohas sendo em porcao,
igualmente xisle scrlimento de papel stns nom, sana litre, arroz, vdauras e hespanhof pa-
ra cigarros.
J a&CO Caporal francez; verdadeiro em magos de diversos tamanhos, garante-se a* qua-
lidade.
1 abaCO tUrCO as^ alibrae meia libra por 3$, para cigarros e cachimbos.
1 abaCO Ileur Oe nariebekC em magos de diversos tamanhos, para cigarros e ca-
chimbos, fazendo-se batimento em porcao.
X abaCO americano em latas a 2$, em chapa a 1 a libra e em macinhos embrulhados
em chumbo a 160,240 e 320 e a groza de 17 a 22$, pan cigarros e cachimbos.
CgarrOS de manilha de papel branco pardo a 15# *milheiro.
Machinas e papel para cigarros de manilha.
Rape rOlaO fraaeezem magos de ma libra e ditos de meia libra fazenda superior.
VaSOS de lOUCa et,arro para tabaco e rap.
PhOSphorOS e ifceaS de diversas qualidades para charuto?.
LaCllQlbOS esta eaaa tem sempre sortimento espantoso de cachimbos de gesso, Iouqs, ma-
deira, barro e os verdadeiros e sempre apreclaveis cachimbos de espuma.
TabaCO do RO de Janeiro picado para cachimbo a cigarros a800 rs. a libra.
VenaemSe lOdaS u Pendas mais barato do qua am outra qualquer parte.
vrarante-Se todos os objectos rendidos tornando-se a raceber [incluindo os charutos) quan-
do alo agradem ao comprador,
Apromptain-se encommendas, encaiiolaoj^se e remeitem-se aos seus deslios com bre-
vidade.
Aiem o que ficaexposto tomm variado tortimentod* obiactos proprios para os senhres fu-
^manles.
Recebam-se todos os artigos directameme, mptiTO pelo al IC p'le Tender muito mais
PlTt? 49 8e em outra ?ulquer parte. ;
Vender muito para vender barato
Vender baralo para vender muito.
decommissodeeecravos, pa-
teo do Para izo n 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo
Para a dita casa foi transferido o anligo escrip-
lorio decomm9sao de escravos, que "se achava
estabelecido na ra larga do Rosario n. 20 ; e
ahi da metma maneira se cootna a receber es-
cravos para serem vendidos por commisaao, e
por conta de seus senhres; nao se popaodo es-
forcospara que os mesmos sejam vendidos com
promptido, aQm de que sus senhres nao sof-
fram empates com a venda Melles. Nesle mesmo
estabelecimenlo ha sempre para vender escravos
de ambos os sexos, bellos e mocos.
Aluga-se o primeiro andar e loja
do sobrado de i anclares no be eco da
Boia ; a tratar na praca do Sorpo San-
to n. 5. >-
Para urna casa
franceza.
Preola-se de urna eccrava que saiba eogom-
mar, ceeer, e fazer todo o servico de urna casa
de pouca familia, e que aeja el e diligente. Na
mesma casa precisa-se de um escravo para o ser-
vico de oazinhs : quem tiver pode dirigir-se
ra do Imperador n. 27 confronte a ordem ter-
ceira de S. Francisco, que achara com quem Ira-
lar, das 9 horas da manhaa is 4 da tarde.
Lices.
Leciona-se primeiras letras, lalim, francez e
inKlez em casa* particulares : na ra da matriz
da Boa-Vista n. 34.
Aluga-se um grande sitio com boa casa de
vivenda, bastantes arvoredos de fruclo, boa baixa
para capim de invern a vern, proporces para
ler vaccasde leite, e com boa estribara, no lu-
gar de Casa Forte, siiio da Capella; quem o pre-
tender, dirija-se a ra da Cadeia do Recite n.
48, loja de I>eiie& Irmao.
Aluga-se una das casas da Ilha do Retiro,
ao lado da ponte da Magdalena, com 2 salas, ga-
binete, i quartos e coziuha fra, cora quintal em
aberto, o aluguel barato, e pode-se tratar com
o Sr. LAz Manoel Rodrigues V'alenca, sobrado
junto ao gazometro.
Pianos
Mudanza de domicilio.
Joao Laumonnier transferio seu estabeleci-
menlo da ra da Cdeia do Recite para a da Im-
peratriz n. 23, aonde abri um vasto deposito de
pianos doslnelhores autores da Europa. Encar-
regs-se de afinar e concertar os mesmos instru-
mentos.
t. J. Leite, roga a seus de ve- ]
dores que se dignem mandar pa-
gar seus dbitos na sua loja da i
ra do Queimado n. 10, enten-
tendo-se pata esse fim com o seu
procurador o Sr. Manoel Gomes
Leal.
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= neo
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista ame rica no
Tira retratos port'3#
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 5
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo receido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento decai-
\inhas novas
(Teado recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recibido um sortimento decai-
xinhas novas
Nagrandesalao da ra do Imperador
No grande salaoda ra do Imperador
No,grande salaoda ra do imperador
Nograrrde salao da ra do Imperador
No.gran'de salaoda ra do Imperador
No grande salao da ra do Lnperador
A. W. Osborn,o retratis^kmerica.
no tem recentementerecebliRm gran-
de e-variado sortimento de caixas, tiua.
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero -de objectos relativos a arte-
Como tambem um grande fornecimen-
to de caixas para retratos de 3#000 rs-
cada um, as pessoas que deseja rem ad-
quirir coohecimentos pratiecs na arto
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre proeipto sob condiees muito
razoaveis.
Oseavallieirosesenhoras sSo convida-
dos a visitar estes estabeleciment06, pa-
ra examinaren! os specimens do que
cima fica anunciado.
B
v.
O

o
es
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ce -* "Hftiflie*) t5 o
o
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I 5-Sl? 53 12
ccc-Si-r-
o
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\&9i2X$Se' 15
i s
es
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ti ** jumM **
-= 0
96 a
35Ra larga do Rosario35
Acha-so receolementechegado esta cidade
Francisco Jorge da Silva Parsnhos, dentista de
Lisboa (disripuio dacelebre Desirabode) tem a
honra de offerecer aos alustrados habitsntts desta
cidade e seus suburbios os trabalhos coocerneo
tes a sua arte que executa com a^maior delica-
deza e peifeico, limpa os deutey'alnda os que
so acham com o trtaro mais inveterado dando-
Ihes alvura primitiva sera lbe alterar o esmalte,
extrahe anda os mai difficeis ssim como os fis-
tulados anda aquelles desprezados por^Autros
sem o uiaior sodrimenlo ao pacieole^i
com as massas mais acreditadas at ho|
os atlificiaes terrometallicos, incorrj
diaphanos assim como aceita e endiri
formes, separa os cariados dos saos
tar-lhes o contagio.
Precisa-se de urna pessoa ,que e"Btre com a
quanlia. de 5OO|0O para um negocio^j estabele-
cido em urna das melhores paragens, cujo nego-
cio ffeiece vantagem ; quem pretender, dirja-
se a livraria ns. 6 e 8 da praca da Independen-
pb, em caita fechada, com as ioiciaes A. 1. B.,
indicando sua morada para ser procurado.
I Consultas medicas. |
Serao dadas lodos os dias pelo Dr. Cos- 3>
|g me de S Pereia no seu escriplorio, ra |
> da Cruz n. 53, desde s 6 al s 10 horas o
2i da n:anhaa menos aos domingOB sobre: S
1." Molestias de olhos.
2. Molestias de coracao e de peilo.
* 3." Molestias dos orgaos da geracao e &
(f> do anus. S
H O exame dos doeutes ser feito na or- jj
g dem de su:s entradas, cemegando-so po- jwj
j| tm por aautlles que sofrerem dos S|
gcihos. g
K Ins'.rumcntos chimicos,acsticos e op- j
P lieos serao err pregados em suas cnsul- **
tajoes e proceder com todo rigor e pru- S dencia para obter certeza, ou ao menos
2 probabilidade sobre a sede, nalureza e
W causa da rcoleslia, e dabi deduzir o plano
| de tra'.rnenlo que deve destrui-la ou
V curar.
*! Varios medicamentos serao tambem
*e empregados gratuitamente, pela cer-
* leza que tere ..'e sua verdadeiiaqualidade,
2 promptido em seus effeitos, o a necessi- *
H dade do seu emprego urgente que se usar |t
X delles. S
H Praticar ahi mesmo, ou em casa dos Ib
j, docntes toda e qualquer oper:go que a*
^ julgar conveniente para o restabeleei- II
ment dos mesmos, para cujo fim se acha ^j,
prvido de urna completa collecco de J*
instrumentos indispesavel ao medico \
^ operador. "
Jtvfc c/j; rrerrm ux l'-UW cJJBW ^nom vtVm W lvfll% wWti *?%
A SEMANA
ILLIST A DA
M cheg deste interessante jornal -rua do Imperadjr n.
12, aonde se continua a receber assigaaluras.
Pregos trimestre____ 6^060
w Semestre.............. HJoOfe
Awio................. 18X000
Os elogQs que a Semana Illustrada, o pri-
meiro jornal alustrado do Brasil, tem merecido
de todos os jornaes da corte, sao a prova aiais
cabal de seu merecimento.
de
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Diz o Diario do Rio de Janeiro, de 20
neiro de 1861
AssignadoB. H. bramah,
Superintendente.


'p*
0 bacharel WITRV10 pode ser
procurado na roa Nova n. 23,primeiro
andar, do sobrado da espina que volta
para a Camboa do Carmo.
COMPA^HIADA VIA FRREA
DO
Recife ao Sao Francisco.
LIMITADO. .
Pelo presente faz-se publico que de resoluto
da directora desta companhia, tomada nesta da-
ta lera-so feito urna oulra chamada de duas li-
bras 8terlBas para cada acgo, a qual chamada
ou preslacao dever ser paga at o dia 7 de maio
prximo futuro, no Rio de Janeiro em casa dos
Srs. Mau Mac. Gregor & C, na Babia aos Srs.
S. S. Davenpoit & C, e em Pernambuco no es-
criplorio da thesouraria na mesma via frrea.
Pelo presente Oca tambem entendido que no
caso de nao ser a dita chamada ou prestado sa-
tisfeita no dia marcado para o seu pagamento,
ou antes, o accionista que incorrer nesta falta pa-
gar juros a razao de $ por cenlo ao anno sobre
tal chamada ou preslacao, a contar deste dia at
que seja realisado o pagamento desta chamada
ou prestadlo dentro de 3 mezes a cootar do di-
to dia, fixado para o embolso da mesma, ficario
as acedes que incorrerem em tal falla, sujeilas a
serem confiscadas segundo as disposiedes dos es-
tatutos a este respeito.
Por ordem dos directores.
AssignadoE. 11. Bramah,
Superintendente.
Escriplorio da companhia i de abril de 1861.
Mudaa$a de esta-
belecimento.
Jos Moreira Lopes avisa aos aeua amigos e
freguezes desta e de outras provincias, qne mn-
dou o seu estabelecimento defazendas que linha
no sebrado amarello da roa do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde tem o mais completo e variado sortimento
de fa2endas de todas as qualidades para Tender
em grosso e a retalho por presos muito baratos:
roa do Crespo, sobrado de 4 tndarea n. 13, erua
do Imperador, outr'ora rus do Collegio, sobrado
de um andar B. 36.
commisso de escravos
na ra da Penha, sobrado
numero 2.
Nesta nova casa de commisso de escravos, re-
cebem-se escravos por commisso para serem
vendidos por conta de seus senhres, afianzndo-
se a prompta venda, assim como o bom trala-
mento psra os mesmos, aiim dque os senhres
dos mesmos escravos fiquem satisfeitos com is
diligencias que da paite do commissionado fizer,
para em tudo agradar aquelles senhres que o
quizerem bonrar com a sus confianca, no que es-
pera merecer altengo tanto dos senhres que
Ib'os quizerem confiar para Tender, como aquel-
les que pretendam confiar, pois espera ler sem-
pre para vender escravos de ambos os sexos e
idades.
IMMMBIbVMMM fllBsMMMSMSili i*
CONSULTORIO ESPECIAL
HOHEOPATUICO
DO
DR. CVSA\OVA,
30Una das Cruzes-30
Neste consultoriotem sempre os mais
novse acreditados medicamentos pre-
parados em Paris (astiniuras) por Ca-
tellan e Weber.por prefos razoaveis.
Os elementos dehomeopathia obra.re-
commendada intelligencia de qualquer ^
pessoa. *
K SUS. &ft ftfi fift aieSS di 5kW di **
P. Villela, retratista da aagusta casa imperial,
em seu estabelecimento na ra do Cabug o. IR,
primeiro andar, entrada pelo pateo da matriz,
tem lindos alfinctea de ouro de lei para colloca-
rem-se retratos. No mesmo estabelecimento li-
ram-se retratos por
Ambrotypo e por melainotypo
Sobre panno encerado, proprios para remelle-
.'rem-se dentro de cartas.
Sobre malacachata ou talco, especia es para al-
flnetes ou cassoletas.

Retratos transparentes, offerecendo o mesmo
retrato duas vistas,
urna em cores oulra em preto e branco.
Retratos a oleo, da.todos os tamanhos al o
. ponto natural.
Faz-'se saber so aorpo do commercio l
todos a quem possa ibleraasar, que o consulado
da repblica argentina -se. a cha estabelecido na
ra da Cruz u. 3, aonde* todos que tenham pre-
tenjoas se poderlo dirigir em todos os dias tiait.
J9-
O ridendo casligat mores contina a ser obser-
vado com verdadeiro chiste pela Semana Illus-
trada que lomou aquella enteoa por raaionj
O n. 6 que acab3 de publicar-se Iraz bonitos
artigos e espirituosas caricaturas, algumas de
applicaco eleitoral.
Diz o Correio Mercantil, de 20 de Janeiro ae
1861 :
Publicase o n 6 da Semana Ilustrada; cija
boa escolha de rticos facetes e de espirituosas
caricaturas vai tornando esse pequeo peridico
muito bem aceito pelo publico.
Diz o Correioda Tarde, de 20 Se Janeiro de
1861 :
ComeQou a ser deslribuido boje o n. 6 da Se-
mana Illustrada contendo os seguintes artigos;
Escurso, Contos do Rio de .JanjUo, Wagn,
Transparencias ea inleressante novellaAs Faia
do Ouro de Paule Feval.
Sabio adornado este numero de oilo caricato-
ras, eojo chista e escolha as tornam dignas de
suas irmas nos nmeros antecedentes. Ha um
capitulo na vida fluminense.'ou antes dous ca-
ptulosos theatros e as modasda aleada im-
mediala da Semana Ilustrada, e que ella aioda
nao quiz dar a 1er a seus sssignantes.
Diz o Jornal do Commercio de 24 de fevereiro
de 1861 :
Nao me enganei quando em urna das minhas
primeiras chronicas, ao registrar o apparecimen-
to da Semana \llluslrada, manifest a confian-
za que ae Inspravam os seus redactores, e as
animadoras esperancas com que se recommenda-
va a nova public<-cao.
A Semana Illustrada vai seguindo excellento
caminho, dirigida pelo bom gosio, pelo atticis-
mo, pela muito louvavel habilidade que a tem
feito e ha de faz-la escapar do mais perigoso
escolho que araeaja as publicaresdesse genero,
a affensa pessoa!.
Nao ha um s numero da Semana Illustrada
que deixe de moslrar-se inleressante por algu-
ma ou algumas caricaturas espirituosas e bem
concebidas, que provocando o riso castigara abu-
sos que todos estao sentindo, vendo e lamen-
tando.
Artigos bem escriplos e bonitas poesas acom-
panham as caricaturas, e augmentara o valor e
fazem avullar o merecimento dessa publicarlo
hebdomadaria.
Abundam all as carapugas, isso verdade ; o
ha carapuc,as que servem a muitas cabegas, que
o publico sua vontade (scolho e designa ; cer-
lo porm que a Semana Ilustrada anda nao
talhou manifests e positivamente umascarapu-
ca para algum individuo em particular, e tem -
portanto sabido respeilar todas as consideracoes.
Maj^um peridico da ordem da Semana Ilus-
trada exige grandes despezas, e convm por coa-
sequencia que o publico o anime, e o arrime de
recursos concorrendo para elle com as suas as-
signaturas.
Consta-.me que a Semana Ilustrada tem tido
um acoTfnmenio muito favoravel; mas preciso
que nao esfrie este ardor, que importa ao mes-
mo lempo um auxilio material e um auxilio mo-
ral, porque por um lado coocorre muilo para li-
bertar os redactores do peridico de repetidos
sacrificios pecuniarios, e por outro os anima a
proseguir nesse trabalho com a certeza ce \0-lo
apreciado e applaudido.
Um moco portuguez, guarda-livros de urna
casa comraercial, dispondo de algumas horas,
nellas se oflerece para fazer alguma escripturago
I mercantil de qualquer estabelecimento, seja qual
fdr o seu estado : quem necessilar deixar carta
fechada nesta lypographia sob as ineciaes D.
J chegou o prompto al-
l vio.
Bem como os outros medicamentos do; cele-
bres Dr. Radway & C. de New-York. Ariam-se
venda oa ra da Imperatriz n 12. Tumbem
chegaram instruccoer completas para se usa rem
estes remedios contado um ndice onde se po-
de procurar a malerraxque se deseja curar os
quaea se tendem a 1,000.-,
Agencia dos fabricantes americanos
GrouverA Baker.
Machinas de coser: ep casad a Samuel P.
Johston & C, ra da Senzalla Nova n 52.
- Na livraiia n. d e 8 da praca da
Independencia precisa-se Callar ao Sr.
UKsse Coklet Cavalcanti de Mello. *
f



-t)
D. Hara Bernardina da Conceigo Lima,
vende para paga watt dea eredores de seu li Da-
do marido Antonio Radrigarw Lia, ot predios
seguintes -. un sobrado tfaoua sedares esoiao
a. 42 sito oa ra da Senzala Velha ; um sobrado
de dofls andares e solio a. 8 sito na travesee da
ra da Madre da Dees : ora sobrado da vea an-
dar e sotas a. 24 sito no largo do Paraizo ; urna
cata terrea a. 4 sita na ra das Larangeires ;
vra aWa terrea a. 51 sita na ra do Queimado ;
urna casa tanta n. 53 sita, tamben na ra do
Queimado : os pre tendente podem entender-se
eom o Sr.padre Jos Leite Pila Orligueira, ou
com o Sr. Augusto Eibeiro Lima Chalaba.
Aluga-se um grande armazem na ra da
Moeda n. 7, por prego razoael: a tratar no ar-
anazem de cabos ao lado do Corpo Santo n 23.
Roga-se a pesaos que em a noite do baile
de 5 do crrante, levou por eogano um chales de
touquim bordado, tendo urna das faces redonda,
ue se achata com outros na sala do.loilet das
senhoras, naide ra de Apollo n. 80, segundo
andar, para daafazer o eogano e recebar o que
abi se acha tarabem de touquim.
Urna pessoa que tem todas as habililaces pre-
cisas-ensina a fallar e escrever correctamente a
liogafefranceza e ioglea : quem de seu presumo
utilisar, deve procurar na ra da Ca-
lecife n. 61, ou oa ra Nora, casa do
Compras.
Compram-se escravos do aezo masculino de
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra da Impe-
ra triz n. 12 luja.
Compra-se urna mobilia do Jacaranda ou de
outro melhor gosto, em segunda roo, com pouco
uso : na ra do Rangel n. 5, achara edm quem
tratar.
Compra-se urna casa terrea em qualquer
dos bairros, sendo grande a em perfeito estado :
annuucie.
Compram-se es-
cravos
e ambos os sexos e de toda idade, tanto para
exportar para fra da provincia como para a ci-
dade : no escriplorio de Francisco Mathias Pe-
reira da Costa, rus Direila n. 66.
Vendas.
Rival sem segundo.
Na ruado Queimado n. 55, loja de miudezas,
ssl queimando os segointes arligos abaixo de-
clarados, todas as miudezas esto perfeitas, e o
prego convida.:
Caitas de clcheles a 40 rs.
Carloes de ditos a 20 rs.
Groza de pennas de aro muito finas a 500 rs.
Charulos muito finos, caixa com 0029500.
Groza de botes de louca a 120 rs.
Carretel de liona com 100 jardas a 30 rs.
Bules com banha muito fina a 320 rs.
Dito dito dito a 500 rs.
Banha em lata com l|2 libra a 500 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
Caixas com obreias muito novas a 40 rs.
Ditas com ph sphoros especiaes e melhor que
ha a 160 rs.
Pares de meias cruas pera horaem a 160 rs.
Ditos de ditas muito finas a 200 rs.
Pegas de franja de laa muilo bonitas cores a
. 800 rs.
Duzia desabneles muito finos a 600rs.
lacas para acender charutos a 60 rs.
I'hosphoros em caixa de folha a 100 rs.
Cartas de alfineles finos a 100 rs.
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapatos de (ranga de algodo a 1$.
Ditos de 13a para meninos a 200 rs.
Frascos de mauass perola a 200 rs.
Ditbs de oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garios de cabo preto a 3J.
Pares de luvas de fio de Escoda a 320.
Massos de grampas finos a 40 rs.
Caivetes dn aparar penna a 80 rs.
Tesouras para unhas e costura muito finas i
500 rs.
Pegas de tranga de la com 10 varas a 320
Escovas para denles muito finas a 200 rs.
Cordao imperial fino a 40 rs.
Dito groeso a 80 rs.
Conloes para espartilho a80rs.
Caixas para rap muito finas a 1j.
Pares de meias de cores prra meninas a 160 rs.
Linha de marcar (novello) 20 rs.
Groza de marcas para cobrir a 60 rs.
E' mais que pe-
chincha.
Manas de ga;e (grarataS) a 500 rs.
Ditos do linho a 200 rs.,
Gravalinhas de froco para senhora a 1>.
Gollinhas de cambraia finas bordadas a 1$
Saias bordadas com 3 pannos a 2.
Ditas ditas com 4 pannos a 3$ e 3$50Q.
Luvas de pellica de Jouvin a 2$500.
Laas de cores, bonitos pairos, covado a 400.
Ditas de ditas, covado a 500 rs.
Ditas de ditas, covado a 360 rs.
Organdys cassas, cambraias, sedas, chapeos "e
muitas outras pechiochas que cora a vista das fa-
zendas se hSo de admirar; na ra do Crespo n. 8,
loja do Leandro.
emedio pro-
digioso!!!!
O verdadeiro especifico para a cura completa
das feridas antigs e recentes, ulceras, Fstulas,
pisaduras, deslocages, enchagos, tumores, eryst-
pella e quasi lois as molestias da pelle : acha-se
a veuda no Bazar Pernambucano da ra do Im-
perador e na praga da Independencia n. 22.
Preco dos frasco...... 2S0O0
demeiodito.... 1$000
de 1/4 de dito... 500
CALCADO
45 Ra Direita 45
Por em duvida que o Sr.ex-nrtrfetro da fazenda
n.l... a.^..:>~*-----------*->,.--f... .._ T n.....
ama veis patricias 1 Prova-o bailante augmento
de 160 "( dos direilos que pagara at bolinas de
senhora em relagao s de hornera que apenas ti-
veram o de 25 ( I S.Excdesejava que ellas tro-
cassem orna ben feita bolina Jotv,por algn e|i-
nelo mal anaohido, encostarado de popa i pria,
aflm de obstar a que ostentassem com'garbo o mi-
moso p da bella poma monean a, que nao tem ri-
val as cinco partes do mundo. Has S. Exc. tere
de encontrar urna oppostco firme e enrgica no
proprielario do esta beleci rae oto da ra Direita n.
45, que nao quiz vender as suas botinas a T&OOO
como S Exc pretendeu, e aim pelos precos se-
guintei: r "
Borzeguins para senhora.
ftARTA FEIBi 1 M ABRIL DI |ffi.
Joly (com brilhantina).
Dito (com laco e fivella). .
Austraco (sem lago). .
Joly (gaspa baixa).....
Para menina.
De 23 a 30......
De 18 a 22.......
Para homem.
Nantei (2 bateras). .
Francezes (diversos autores. .
Ioglezes de bezerro, ntericos
Ditos (cano de pellica). .
Ditos vaqueta da Russia .
Ditos nernambucanos .
Sapatoes para homem.
2 bateras (Mants)..... 5^600
1 batera )Suzer).....5$200
Soladebater(Suzer). 5#000
Meos borzegHS (lustre). 6Q00
Sapatoes (com elstico). 5#000
Di tos para menino. ?$500 e 4#000
Muito calgado bem feito nopaiz por pregos ba-
ratsimos: assim como couro de lustre, marro-
quins, bezerro francez, courinhos, vaquetas pre-
paradas, sola, fio etc. em abundancia e muito
barato.
E para acabar.
NA LOJA DO
6J000
50500
50000
40500
40000
30500
100000
90000
90000
80 00
80500
60000
arelo de Lisboa.
Vende Jos Luiz de $B>eira Aievedo, em seu
armazem ns travessa da Uairode Dees n. 5.
Suissos.
Em casa da Schafleitlln & c., r. da Orna a.
W. vende-so na grande e variado sortimento
derelogioa de algibeira horisontaes, prente.,
onometros.meioeehronometroedeourolera-
u dourada e foleados a ouro, sendo eetes relo-
gloados pnmeirosfabricantes da Suissa. qu se
venderao por precos razoaveis
Sabao.
ses"f?,?.,"!C!2C0 de MeUo 8,ntoa
-Kfi-nn d" Mba *S ,a abrica ^nominada
A r nTTJ? '" d08Srs. Travassos Jnior
Mst'anhi TJ A-m!im n-M: m" marella,
n4A T-1" oolr" q>Wdei por menor
Sali.'mwf Blw,,brc"- No moarm-
Sabao do Rio,
bem secco e mais barato que em outra
parte ; a tratar na ra da Cruz n. 27
de Almeida Gomes, Aires 4 C.
qualquer
armazem
Ra do Crespo n. 8.
Saias bordadas de tres pannos a 2-3
Ditas ditas de quatro pannos muito fi-
nas a 3g e 3^500.
Gollinhas bordadas muito finas para
senhora a 1$ cada urna.
Outras muitas pechinchas por baralis-
5 simos pregos que s se vendo.
Vende-se urna loja de fazendas em Goiannajno
becco do Pavo, para pagamento decredorescom
o pequeo fundo de 5:500J sendo 3:200 em a -
zendas e2-300Jera dividas cobrareis, cujo estaj
belecimento proprio para qualquer que queia-
comegar sua vida coraraercial, d-se abatimento
sufficiente na importancia do balango : a tratar
na ra da Cadeia do Recite n. 22, com Joo Pe-
rcira Moutinho & C.
Armazem de fazendaS
DA
Ra do Queimado n. 19.
Cobertas de chita, gosto chioez, a 1J800.
Lences.
Lenges de panno de linho fino a IJ900.
Cortes de casemira.
Cortes de casemira de cor muilo fina, pelo ba-
rato prego de 5$.
Tarlatana.
Tarlatana branca para forro de vestido, pelo
baratissimo prego de 260 rs. a vara.
Gambraia de cor.
Cambraia matizada fina a 240 rs. o corado.
Chita francesa.
Chitas francezas pelo barato prego de 220 rs. o
covado.
Esleir da India,
de 4,5 e 6 palmos de largo, propria para forrar
33a e camas.
Cortes de cotlele.
Cortea de velludo preto bordados a 6a.
Mantas de Monde.
Mantas de blonde prelas deudas as qualidadea
Cambraia branc*.
Pecas de cambraia branca fina a 20600, 30000 e
Toalhas.
Toalhaa de fusilo a 600 rs. cada urna.
Sola do earac.
A tratar com Gouveiai Filhos. ra daCadeii,
do Recite n. 3.
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E barato.
Cimas de ferro de lodos ostamanbos a quali-
dadea, aa mais modernas que tem rindo a este
mercado ; na loja de ferragens, ra da Cadeia do
Recite n 56 A, de Vidal & Bastos.
~. Na,tu,a da Imperatriz n. 4. vende-se supe-
rior toucinho a 240 rs. a libra, queijos suissos a
15, manleiga ingleza a 10 a libra, vinho do Por-
to engarrafado a tfl280, dito Xerez a 1fi400, dito
Bordeaux a 1, dito Moscatel a 1. champaa a
S, vinagre branco a 400 rs. a garrafa, garnte-
se a qualidade.
Quejosa i,i 10. rs.
Ditos do vapor a 1070) e a 2*000 ; na trevessa
do pateo do Paraizo ns. 16 e 18, casa pintada de
amarello.
Milho a 200 rs.
Vende-se milho a 200 rs. a cua, o a 3&500 o
sacco ; na travessa do pateo do Pataizo ns. 16 e
lo, casa pintada de amarello.
Novas sementes de horta-
liza.
Dinheiro a' vista,
Vendem-se sementes de hortalica muito novas
vindas da Europa pelo ultimo vapor ioglez aTy-
ne : na loja de ferragens de Vidal & Bastos,
da Cadeia do Recite n. 56 A.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda
muilo bom estado obra do Porto: na ra
matriz da Boa-Vista n. 22.
Gaz para candieiros.
J chegou este gaz lio procurado, bem como
um completo sortimento dos candieiros proprios
que se vendem por muito baixos precos : na ra
da Imperatriz n. 12, loja. de Rayroundo Carlos
l-eiio & Irmao.
Ra do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S.vendem-
s por precos baratissimos, para fechar contas
chapeos do Chille para homem e menino a 3500
cortos de casemira de cores a 3*500, pecas de ba-
bados largos e transparentes a 3, pegas de cam-
nraia lisa fina a 3*. sedas de quadrinhos miudos
de cores escuras e gostos noros a 800 rs. o cova-
do, chitas largas cores escuras a claras a 240 rs.
cassas de cores de bons gostos a 240, organdys
muito uno e padrdes novos a 500 rs. o covado
pecas de entremeio9 bordados finos a 1*500 ba-
bados bordados a 320 a vara, golirriws bordadas
a 610, manguitos de cambraia e fil a 2*. bra-
TLaoa de a,*ol,So com 9 Plmos de largura a
IJzoO a var^sobrecasacas de panno flno a 20 e
25#, palel^Bo panno e casmira do 16 a 20?
dita de M | pretos de 3*500 a 7, ditos de
onm de dnj, calcas de casemira preta e de co-
res para lodosos pregos, ditas de brim de cores e
brancas de 2*500 a 55, colletes de casemira de
cores epretos, ditos de setim preto, ludo a 5*.
ra
em
da
Calcado francez
barato, a dinheiro vista, na
ra do Cabug n. 16
^ortn" *'Sjro Pleito estado para b-
>J d% t e de bezerro 4* lfaata (Siner) '
95OOO. *
Ditos da lastre com pellica para homem a 6/
Ditos de corea gaspiados para senhora a 3, 4* e
4*500,
Ditos de cores e pretos gaspiados para menina
at*.tt50pe8 ^
Drtoa de lustre e pellica para senhora a i*.
. Sap*es de lustre para homem a 3$, 3*500 e
4S000.
Dito d> dito gaspiados para homem a 4$000,
4*uo e o*.
Ditos de dito gaspiados para menino a 3*000 e
Ditos de dito para dito a 25 e 2*500.
Ditos de bezerro pa dita a 2*.
Cascarrilhas de seda de todas
as cores.
A loja d'aguia branca recebeu com as demais
cousas viudas pelo uliimo vapor francez, mui no-
vas e bonitas cascarrilhas de seda para enfeites
de vestido. O sortimento das cores 6 exeelleote
inclusive a preta, que tea de diversas larguras,
e obra de lardo gosto, s se encontra na loja
d'aguia branca, ra de Queimado n. 16.
Proprio para mimo.
S na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n.
IB, chegado um completo sortimento de cai-
xinhas para costara de todos os tamanhos, orna-
das com preparas muito finos e ricamente enfei-
tadas, proprias para qualquer mimo de senhora
ou menina : isto sna loja d'aguia de ouro, ra
do Cabug n. 1 B.
Para a quaresma.
Ricoa corles de vestidos de grosdenaple preto
bordados a velludo com algumas pintas de mofo,
que mal se conhece, os quaes se tem vendido por
160*. eque se vendem por 80*.
Ditos ditos sem ser bordados a velludo, fazen-
da muilo boa e encorpada por 55* e 60$.
Mantas pretas de lioho bordadas a 8*.
Visitas pretas muito bem enfeitadas a 12g.
Ditas de seda de cores muito lindas a 20*.
Grosdenaple preto superior de 2*200 e 2*. e
muito largo a 2*800.
Sarja preta hespanhola boa a 2*.
Velludo preto liso multo bom a 4g, 5* e 6J.
Cortes de casemira preta bordada para collete
a 5*090. r
Ditos de velludo preto bordado para collete
a 10*000. *
Caigas de casemira preta fina a 10 e 12*.
Casacas esobrecasacas pretas bem feitas a 30*.
Gorguro preto e bordado de cor delicada, o
covado 4*.
Colletes de casemira pretos bordados a 8*.
Paletots de panno preto a 12* e 18*.
Ditos de alpaca preta a 3*. 4, 5 e 63, e muito
flno a 8*000. -..*.
Saias balo a 4*.
Chales de merino bordados, grandes a 5*. 6*
e 7*000.
Ditos de seda pretos grandes a 14*.
Vestidos de seda de cor bordados de du js saias,
fazenda muito boa com algara mofo a 40 e 60*.
Ditos oe phantasia em carlao a 15*.
Caigas de casemira de c,r a 6*. 8, 9 e 10*.
Sacos de tapete de diversos tamanhos para
natram a 5*.
Malas desoa para viagem de 12* a 18*.
Chapeos pretos francezes finos a 8$.
Ditos de castor branco sem pello muilo bons a
12*000. E outras muitas fazendas, que para li-
quidar, vendem-se barato : na loja de fazendas
la ra da Cadeia do Recite n. 50, de Cunha e
Silva.
Vende-se farinha de mandioca muito boa,
fiada de Santa Calharina, a bordo do brigue Ma-
ra Rosa, tundeado em frente ao caes do Colle-
gio ; a tratar com o capito a bordo, ou com
Manuel AlvesGuerra, na ra do Trapiche n. 14,
primeiro andar.
7$ Machinas de vapor. 0
$ Rodas d'agua. 0
% Moendas decanna. m
9 Taixas. *
9 Rodas dentadas. a
A Bronzese aguilhdes. m
Q Alambiques de ferro. %
^ Crivos, padrees etc., ele;
4j| Nafundicaode ferro de D. W. BowmanQ
ruado Brum passando o chafarit. @
SLOGIOS.
corles de cassa de cores a 2*, pe^as de madapo"-
lao fino a 4*500, assim como outras muitas fa-
-eendasque se vendero por menos do seu valor
para acabar
Luvas de Jouvin.
Vendem-se as roelhores e mais frescas luvas
de pellica de Jouvin que se podem desejar, por
terem sido recebldas pelo vapor francez, sendo
brancas, pretas e de cores, tanto para homem
como para senhora : na ra do Queimado n. 22
loja da boa f.
I Potassa. *
S Vende-ge a 240 rs. a libra, a j
superiore aira potassa do acredi- ]
H tado fabricante Joao Casa-nova
I feito igual ou superior a de '
Hamburgo, geralmente conheci- |
da como da Russia : no deposito,
g ruada Cadeia n. 47, escriptorio *
K de Leal ttels. I
D URGEL 4 PERDIGiO. |
FAZENDAS BOAS E BARATAS. S
Roa da Cadeia loja n. 23.
Vestidos superiores de blonde com 8
manta, capella, flores e mais perteuces. S
Vestidos de seda de cores
reantique.
e de mo-
Vende-se em casa de Saundres Brothers & C.
praca do Corpo Santo, relogios do afamado fa-
brieaute Koskell, por-pregos commodos e tam-
bem trancellins e cadeias
excellenie gosto.
para os mesraos de
Vestidos de cambraia brancos borda-
dos e de phantasia superior.
Manteletes, lalmas, visitas de fil, de
gorguro liso e bordados.
Sedas ae quadrinhos, grosdenaples de
todas as cores e moreanlique.
Saias balo de todas as qualidades e~
tamanhos para seohoras e meninas.
Camisas de linho para senhora, de
algodo para meninos de todas as idades.
Pealede tartaruga modernos e dos
mais acreditados fabricantes de 10* a 30*.
Luvas de Jovin e enfeite de~cabeca.
Luvas de torcal
com vickitho a 1#000 o par.
A loja dJguia branca, firme no seu proposito
de barateira, est vendendo mui novas e bonitas
luvas pretas de tor5al com vidrilho a 1* o par:
a ellas antes que se acabera : na ra do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
SEDULAS
de l$e 5#000.
Continua-se a troear sedulas de urna s figura
por matada do descont que exige a thesouraria
desta provincia, e as notas das mais pregas do
imperio com o abate de 5 por cenio: no escrip-
torio de Azevedo & Mondes, ra da Cruzo
o. 1.
Veflem-se
Na ra das Cruzes n. 38,
segundo andar,
por mui barato preep os movis seguin-
tes : urna cama de casal, embutida ;
um porta-serviior ; um col\5o de mo-
las ; urna commoda : um espelho gran
de ; um armario corn^ outro espelbo ;
um apparador; urna mesa para doze
pessoas; um porta-licores ; servico de
porcelana para jantar ; um 'retogio de
marmore negro, representando Miguel
Angelo ; duas bellas gravuraa (Apollo e
as musas, Moliere em casa de runos de
rfinclo), em duas ricas molduras. Tesa-
do seu dono de retirar-separa o campo,
por isa deslaz-se destes- objectos, tosa-
dado vil expressamente de farit, avia-
de foramconfeccionadoslpom perfeic5o
a apurada gosto.
I Cassas. organdys, diamantina, chitas
claras eescurw, francezas einglezas
\ Nesta loja s se vende a dinheiro e
por so mais barato que era qualquer ou-
g Ira, seu sorlimenlo completo de fazen- m
Edas de moda, ditas ioferiores e roupa fei- S
ta e seus presos muito conhecidoa: na WB
i ra da Cadeia loja n. 23, dao-se as S
superiores fitas de velludo
Aletria. talharim e macarrn a 400 rs a libra:
vende o Brando. na Lingoeta n. 5.
Vidrilhosdetodasas
cores.
e de seda.
- K* loja d'aguia de onro, ra do Cabug n B
acaba-. de receber de sua propria encommenda
pelo vapor francez fitas de velludo de loda
arguras pretaa-e de cores, sende lisas. ,beri
lavrada*. de lindos padres, que se
preco muito em coota.
todas as
ae
vendo por
. assim como Utas ii.'rh*
ma ole de todas as core, propri. pJ,X
tS? fl,e'-!. K?! S2?" P" "o. uvas-
de torgalcom vidrilho muito novas a Ifcifbo nr
d.tas sem vidrilho a 800 rs.. ditas de Bm&
?*d!tC.0aiblC0 e V,dr.h0 ** : 8l 8 "de
na aguia de ouro a t8.
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. i
B, vende-se vidrilho preto, azul e branco asse-
tinado, que se vende por baratissimo
.500 rs. a libra s na aguia branca.
pre^o de
As verdadeiras lu-
yas de Jouvin.
A loja d'aguia branca receheu pelo vapor fran-
cez urna nova remessa das verdadeiras luvas de
Jouvin, cuja soperioridade j bem conheclda
por auantoa as tem comprado, e ser mais por
aquellos pese dirigirn ra do Queimado
loja d aguia branca n. 16. assever.ndo que sao as
melhorese mais novas no mercado. Tem sorti-
mento do todas as cores tanto para homem cono
para senhora.
Capellas finas para noivas.
A loja d'aguia branca receben ooraa e delica-
dasi eapellM de florea finas para as noivas, e as
est vendendo a 6*e a 8*. conforme o seu pro-
posito de barateira loja d'agua branca, ra do
yaeimado n. 16.
TABAC CAPORAL
Deposito tas manufacturas imperiaea faranca.
m S .^ ,nal Vta* P0' ""^ bectogramos a ItOOO IiipSSd
^Vdios engarrafados^
Termo*
Collares.
Lavradio.
Madeira.
Carca vellos.
Arintbo.
Bucellas.
Halvasia, em caixas de urna duzia de garrafas :
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Para ratos.
Acaba de chegar de Londres urna preparaQo
chimica para distrai;o de ratos, baratas e outros
insectos que tanto incommodam : vende-se em
potes vidrados por mdico preco, nos armazens
de Perreira & Martina, travessa da Madre de
Dos ns. 9 e 16.
Ra do Crespo n. 8, loja
de 4 portas.
Pechincha que admira.
Chitas francezas corea fitas e lindos desenhos
a 240 ra. o covado do -se amostras com penhor.
Vende-se urna novilha de rara tourioa com
mal i bar, a qual est prenhe, que se julga de 3 a
4 motts : ou Monguinho. no sitio junto a igreja
de S. Jos. _
Vende-se um carro da alfandega com ex-
cellenle boi ; na roa Imperial n. 116.
- Vende-se urna casa terrea com 8 mei-aguas
no fundo, e chaos proprios, na ra do Padre FIo-
riabo; quem pretender, dirijs-se a na da Penha,
sobrado n. 2.
Livros.
Vendem-se diccionarios ioglezes grandes, por
Vieira, ditos francezes por Fonseca, ditos latinos,
Euchdes, Horacios com nterpretacoea e notas,'
curso de vercificasao ingleza por Sadler, brevia-
rios para padre : na ra da matriz da Boa-Vista
numero 34.
Vende-se farinha de mandioca muito boa,
sacco grande, por 5*000, a dinheiro : na ra No-
va n. 33.
Bonets de gorguro avel-
ludado.
Vendem-se nrui bonitos bonets inglezes de gor-
guro e velludo, mesclados e de mui bonitos pa-
dres a 1S500. Esses bonets por suas boas qua-
lidades e muita duraco tornam-se mui proprios
para os meninos do escola, e mesmo para pas-
seio ; assim como outros bonets de palha e pan-
no fino, etc.. etc., e mui bonitos a 2J500, 3* e
4*. o melhor possivel: na ra do Queimado n.
16, loja d'aguia branca:
Attenco.
Em S. Jos do Manguinho vende-se um grande
sitio com bastantes e bons arvoredos de frueto,
grande baixa para capim.casa peragrando fami-
lia, cocheira, estribara, casa para pretos, cozi-
nha com boa agua, bomba e tanque para banho:
quem o pretender, dirija-se a ra da Cruz n. 51,
ou a ra da Praia, serrara n. 59.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Paler A C,
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento de
relogios de ouro, patente ingles, de uro dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos irancelins para os
meamos.
Em casa de Mills Latham & C. n
# da Cadeia do Recite d.52, vende-se
0 Vinho do Porto.
9 Dito Xerez engarrafado da muito
9 rior qualidade.
9 Oleo de Imhaca.
9 Alvaiade.
9 Secante.
0 Azrelo.
9 Encarnado veneriano em p.
9999999
Attenco.
Na ra do Trapiche n. 46, em casa de Rostron
Rooker & C, existe um bom sortimento de li-
anas de cores e brancas em caneteis do melbor
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem por
precos mui razoaveia.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e de cores Ca;
a doze vintenso covado, mais barato do qn
chita, approveitem em quanto nao se acabam
na ra do Queimado n. 22. na bem conhecida lo-
ja da Boa F.
A loja da ba-f
na roa do Queimado n. 2.1
est muito sortida,
e vende mnito barato :
Brim branco de puro linho trancado a lgOOO e
1*100 rs. a vara ; dito pardo muito superior a
15200 a vara ; gangas francezas muito finas de
padres escuras a 500 rs.; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : corles de caiga de meia casimira a 1S600;
ditos de brim de linho de cores a 2* rs.; breta-
nha de linho muito fina a 20*. 22* e a 24* rs. a
peca com 30 jardas; atoalhado d'algodo muito
superior a 1*400 rs. a vara; bramante delinbo
com 2 varas de largura a 2*400 a vara ; Ienfos
de cambraia brancos para algibeira a 2*400 a
duzia; ditos maiores a 35; ditos de cambraia
de linho a 6*. 7* e 85 rs. a duzia ; ditosborda-
dos muito finos n 8* rs. cada um ; ditos de cam-
braia de algodo com bjeo largo de linho em
volta a 19280; ditos com renda, bico e labyria-
lo a 2*000; e alm disto, outras muitas fazen-
das que se vendem muito barato a dinheiro a
vista: na ra do Queimado n.22, loja da Boa .
Cheguem ao barato
O Preguica est queimando, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pecas de bretanh de rolo eom 10 varas a
28, casemira escura infestada propria para cal-
ca, collete e palitots a 960 rs. o covado, cm-
brala organdy de muito bom gojio a 480, rs.
avara, dita liza transparente muito fin* a 39,
<#, 59, e69 a peja, dita tapada, com 10 varas
a 59 e 69 a pec,a,chtas largas de modernos e
escolhidospadroesa 340, 260e 280 rs. o cova-
do, i-iiTuissirnos chales de marin estanpado a
79 e 89, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 9* eada um, ditoscom
urna s palma, muito finos a 8*500, ditoslieos
eom franjas de seda a 59, leacos de cassas eom
barra a 100, 120e 160 eada um, meias muito
fiaas para senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidadea 3 e 89500 a duzia, chitas fran-
eezas de ricos desenhos, para eoberta a 280 rs.
o covado, chitas escuras inglesas a 5*000 a
peca, a a 160 rs. o covado, brim branco de puro
linho a 19, 19200 e 1*600 a vara, dito preto
muita encorpado a 195410 avara, brilhantina
azul a 400rs, o covado, alpaeas de diferentes
corea a 340 rs. o covado, taeemiras pretas
nasa 2*500, 39 e 3*500 a covado, eambraia
preta e de salpicos a-MO ra. a vara, outras
muitas fazendas que aa far patenta aa compra-
dor, di todas s dariq amostras $0 penhor,
Calvfce.
. A utilidade da pomada
m&S 6 e faxer
NXSCER os cabellos, mas
tanmem de dar-lhes forca
para evitar a calvic* e nao
deixa-los enfranquecer lio
cedo como quando ella nlo
fOr applicada; alm disto,
sendo sua eomposicio for-
mada de substancias li-
menlares, aabsorpco pelos poros da cabeqa nao
pode ser nociva. Deposito na roa do Imperador
n. 59 e rna do Crespo n. 3, e em Parts Boule-
vard Bonne Nouvelle. Prego cada frasco 3*.
ra
supe-
Saunders Brothers 4 C. tem para vender em
en armazem, na praca do Corpo Santn.11
alguns pianos do ultimo gosto recentiment
chegados dosbem conhecido e acreditados fa-
bricantes J Broadwood & Sons da Londres e
maito prooriopara este clima
Vendem-se elrocam-se
escravos de ambos os sexos : no escriptorio de
Francisco M. P. da Costa, ra Direila n. 66.
Fil preto.
Vende-se fil de linho preto liso pelo baratis-
simo preco de 800 rs. a vara : na rna do Quei-
mado n. 22, leja da boa V
DE ^
Chapeos na ra larga do
Rosario n. 32.
Finissimos chapeos de castor branco a 12AT
Ditos de dito rapados a 12J.
Ditos pretos com pello a 10*.
Ditos ditos rapados a 9*.
Ditos de massa finos a 7*.
Ditos de dita a 6*.
Ditos de feltro o mais fino neste genero a 4?s
Ditos de palha a 2500. *
Novos e bonitos
enfeites de velludo.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo ul-
timo vapor francez urna pequea quantidade de
enfeites de velludo os mais modernos e bonitos
que aqu tem viudo, e de seu Postuma est ven-
dendo mu baratos a 10* cada um ; por isso di- '
rijam-se logo a dita loja d'aguia branca, rus do
Queimado n. 16, antes que se acabem.
Superiores manteletes.
Vendem-se superiores manteletes pretos rica-
mente bordados, pelo baratissimo preco de 35*
na ra do Oueimado n. 12, loja da boa f.
Ruada Senzala Nova n.42
Vende-se. em casada S. P. JoBhston 4C,
sellins e silhes nglezes, candeeiros e castieees
bronzeados, lonas nglezes, fio devela, chicote
para carros, emoaiara, arreios para carro da
um a dous cvalos relogios de ouro paients
inglez.
Caes do Ramos armazem
n 24.
Vendem-se taboas de amarello, Iouro e pioho
por pregos razoaveis.
Loja das 0 portas
EM
Em frente do Livramente
Lavas de torcal a 800 rs, o par.
Chitas escuras francezas, tintas seguras, a 220
rs- Vi!ado. dilos eatreiloscom muilo bom pan-
oJrt* .C07ado ca8S8S le cores seguras a
w rs. o covado, pegas de btetanha de rolo a 2ff
Drimzinho de quadrinhos a 160 o covado, musse-
lina encarnada fina a 320 o covado, algodo de
duas larguras a 640 a vara, lencos de cassa pin-
tados a 120 rs. cadai om. seda preta de ramagem
800 l?i?0"d0' fll6 de ,,nho P'eto com sal-
pico a 15400 a vara, luvas de torgal muilo finas a
00 re o par : a loja est aberta das 6 horas da
manhaa s 9 da noite.
Franjas de torcal para mante-
letes.
Tende-se mui largas e bonitas franjas de tor-
cal, proprias para enfeites de manteletes, cornos
oe vestidos etc., etc., e mesmo para pannos I-
nos em lugar de relo : os pregos sao barafisi-
rcos, vista das larguras e bom gosto. de taes
franjas sao de 1S200 a 3J00O a vara ; na ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
Franjas de seda com vidrilhos
e sem elles.
Na loja d'aguia branca se encontra um bello e
vanado sortimento do franjas de seda de differen-
les larguras e cores, inclusive a preta, Unto com
vidrilhos como sem ellea, e das larguras de um
"?!?.'tmeio palmo, aos pregos de 500 rs. a
45ju a vara ; vista do comprador lodo nego-
cio se far para apurar dinheiro : na ra do Quei-
mado n. 16, loja d'aguia branca.
Manteiga ingleza
rStaUS1 e tmtas libras: do "aazea
Os lindos cintos tanto para
senhoras como para meninas.
S na loja d'aguia de ouro. ra'do Cabug n.
1 B, aonde as senhoras aa>arao os lindos cintos
tanto para senhora como para menina, os mais ri-
cos que se pode encontrar, tanto dourado fino
como de outras cores, que em vista do ultimo
gosto nieguen deixar de comprar : s oa loia
d agma de ouro, ra do Cabug n. 1 B.
eobenos e descobertoar pequeas a grandes, de
ouro patete ingles, para homem e-sonhora de
um dos melbores fabricantes de Liverpool, vin-
Ultima moda de Pars
Enfeites decabeca para as se-
nhoras de bom gosto.
S na loja d'aguia de ouro, ra do Cabun .
1 B. aonde as senhoras acbaro u.n completo
rZKalnd?c2raes-da ulu moda de Paria,
recetados no da 16 pelo vapor francez, poisaa
senhoras que desejarem ver podero ni, 'pe-
dir, que promptamente se lhe mandarao
pe-
as amos-
I~jy**"*8*86 urna armacSo de loja de louca,
tocia de Iouro, eom 4 caixilhos da.correr, sendo
* "* balcio de amarello ; na ra Nora nu-
mero 52.


t*
OUtIO 3f Mttlf AMWJC6. ^ QUAfcTA FIIlJL la t* AMfllL
(T
. >
aRMaZEM
Grosdenaples baratis-
simos.
> Vendem-ae tToadeeaples preto apelo baratiasl-
o >r( 4* 1 jMOO a 3* o corado: m ra do
Quemado o. 22. loja da boa f.
ROPA FEITA
DE
Joaquina Francisco dos Santos.
O RU4 DO QUEMADO 40
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Neste estabelecimento ha aempra um sorlimeoto completo de roupa (eila de toda* as
qualidades, e Umbem se manda executar por medida, rontade dos freguezes, para o
ue tem um dos melbores professores.
1 que tem um dos melbores professores.
Casacas de panno prelo, 409, 359 e 309000
Sobrecasaca de dito, 359 30900
Palitots de dito e de cores, 359, 309,
25(000 e 209000
Dito de casimira de cores, 22*000,
159. 129 e 99000
Ditos de alpalu preta colla de vel-
ludo, 11J00O
Ditos de merin-sltim pretos e de
cores, 9(000 89000
Ditos de alpak* de cores, 59 e 39500
Ditos de dita preta, 89, 79, 59 e 39500
Ditos de brisa de cores, 5*, 49500,
4SO0Oe 39500
Ditos de bramante de linho branco,
6(000, 59000 e 4J0OO
Ditos de merino de cordao preto.
159000 e 89OOO
Calsss de casimira preta e de cores.
129.109.99 6 6(000
Ditas de princeza e merino de cor-
dao pretos, 59 e 49500
Ditas de brim branco e de cores.
5(000, 49500 e 2*500
Ditas de ganga de cores 3(000
Golletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 129, 9( e 89OOO
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 69, 5*500, 59 e 3*500
Ditos de setim preto 5*000
Ditos de seda e setim branco, 69 e 5*000
Ditos de gurgurao de seda pretos e
decores, 7(000,6*000 5*000
Ditos de brim e fusto braneo,
39500* 89000
Seroulas de brim de linho 2*200
Ditas de algodao, 1(600 e 1(280
Camisas de peito de fusto branco
e de cores. 2*500 e 2*300
Ditas de peito de linho 6( e 3*000
Ditas de madapolao branco de
cores, 39, 2*500, 2* e 1*800
Camisas de meias IjOOO
Chapeos pretos de maesa, fraDcezes,
formasdajiltima moda 10(,89500e 7*000
Ditos de fellro, 6*. 5(, 4* e 2*000
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes, 149,12(, 11( e 7*000
Collarinhos de linho muito finos,
novos feitios, da ultima moda *800
Ditos de algodo j500
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes, 100*. 90*. 80* e 709000
Ditos de praia galvanisados, pa-
tente hosoataes, 40( 30*000
Obras de ouro, aderemos e meios
adereces, pulseiras, rozetas e
anneis f
Toalhas de linho, duzia 12*000 e 10*0C
9 BUSTOS
ARMAZEM PROGRESSO
DE
Largo daPenlia
O proprietario deste armazem par-
Nlanteiga Ingleza perfeitamente flor. Rftfl ,. m.
rril se far algum abalimenlo. a 80 '" a hbr"' e em bar"
Manteiga franceza
-,, a mais D0T ^e ha no mercado vende-se a 720 rs. a libra.
i-iHa petla, uyson e preto ,v
1*600 rs. a libra. melhores que ha neste genero a 2*500, 2( e
**!!* rl .Su^nl?b?tm?n?o.ChegadOS eSle uUm T8p0r de EuroPa ,600 "- effi P""
libra? SU18Srecentemente legado e de superior qualidade vende-se a 6*0 rs. a
hBr..JLi! ^*a9 melhres qne tam vindo a este mercado por serem muito frescaes e de
^ boa qualidade a 640 rs. a libra e inteiro se far algum abatimento.
CaixukUas eom urna e duas libras ,
^^Z^^"^'"^"" lamente
Figos de comadre em caixas de Ubr8 a m a6 no ProgreMo
Ameixas trancezas 480r8- a 1braem porsSose far ab4tlment0.
Marnelada imperial ,,
Lisboa a 800 rs. a libra. d aDUnad AbfeU' e de 0ulroa
lalas com bolaeiklnUas de soda
diferentes qualidades.
m- _a B,i8 superior que tem vindo a este mercado a 900 rs. a libra.
S.. t0,aate em latasde iibra- ""
Peras seeeas em C0Dde5 de 8 libr48por3#500 a retalho a m ja a 1bra<
Conservas raneez'iseinslezas
das em direitura a 800 rs. o frasco. **" n0Ta que h" por
AAetxia, maearrao e talbarim nn ,. .,
roba por 8*. a 40 "' a hbra e em caix" "e urna ar-
Falitos de dente Vivados am ,,.
rwi %_ s -.w^wo emmolhoscom20macinhospor200rs.
T oueinuo de Lisboa
a arroba a 9(.
ifresumo mult0 novo Tende.se para acabtr a 400 rg a libraj
Cboureas e paios
a libra.
Banua de porco reunada
480 rs. a libra e em barril a 400 rs.
lalas eom peixe de posta A
res qualidades^e peixe queh.L IhJOSUSSS. "frgl*!^
?.S?y.'!ir.IaU?KB,6l,0rre1f 5? "- verdadei^ charutos 'suspiros e de outeat uUa,
tfcSZ?2Z!Sftffm*2 Ffe,X> ehanjP"nhe das m.is acreditadas Vareas
ril V* m"ra81uino e ". leor francez de todas as qualidades, azeite doce ou-
nficado a 1( a garrafa, nozesa 320 rs. a libra, ervilhas francezas, lructa em Ida, azeUonas
baratas e oulros muitos gneros que encootraro ludo de superior duadade a"ll0Ba
que ouit'ura tinha loja na roa do yuei-
mado a. 46, que gyrava sob a firma de
Ges & Bastos participa aos seus nume-
rosos freguezes que dissolveu a seciedade
que tinha eom o mesmo Ges tende sido
substituida por um sea mano do mesmo
nosoe, por iaso ficou gyrando a mesma
firma de Ges & Bastos, acsim eomoapro-
veita a occasio para aonunciar abertura
do sea grande armazem na ra Nove jun-
to a CoDceico doa Militares n. 47, que
passa a gyrar sob a Irma
DE
Bastos eom um grande e numeroso sortimento de
roupasfeitas e fazendas de apurado gos-
to, por precos muito modificados como
de seu costme, assim como sejam : ri-
cos sobrecasacosde superior panno fino
preto e de cora 25(, 28( e 30*, casacas
do mesmo panno a 30* e a 35*. paletots
sobrecasacados do mesmo panno a 18*,
20*e a22(, ditos saceos de panno preto a
12* e a 148, ditos de casemira de cor
muito fina modelo inglez a 9(, 10*. 12*
e 149, ditos de estamenha fazeoda de
apurado goslo a 5* e 6(, ditos de alpaca
preta e de cor a 4*. sobrecasacos de me-
rino de cordao a 89, ditos muito superior
a 129, ditos saceos a 59, ditos de esguiao
pardo fino a 4*, 4*500 e5(, ditos de fus-
tao de cor a 3, 3*500 e 4*. ditos bren-
eos a 4*500 e 5*5G0, ditos de brim pardo
fino sacco a 2J800, calcas de brim de cor
Duas a 3*. 3*500,4*e 4(500, ditas de di-
to branco finas a 5( e 6*500, ditas de
princeza proprias para luto a 4(, ditas de
merino de cordao preto fino a 5* e 6*,
ditas de casemira de cor e preta a 8*. 9*
elO, colletes de casemira de cor e pre-
ta a4(500e5*, ditusdoseda branca para
casamento a 59, ditos de brim branco a
39 e 4*. ditos de eora 39,colletes de me-
rino para luto a 4( e 4*500, ricos rob-
chambres de chita para homem a 10*,pa-
letols de panno fino para menino a 12( e
I4*,casaca8 do mesmo panno a 15(,calcag
de brim e de casemira para meninos, pa-
letots de alpaca ede brim para osmesmos, a
sapatos de tranca para homem e senho- X
m 11 ^00-' cerou.las de bramante a If
18* e20 a duzia, camisas francezas fl- S
as de core brancas de novos modelos a
17(. 18*. 20. 241, 28 e ftTS.' 5
ditas de peitos de linho a 30 a duzia di- H
tas para menino a 1|800 cada nma, ricas ft
gravatasbranca3para casamento a 1*800 l
e2 cada urna, ricos uniformes de case- 22
mira decorde muito apurado gosto tanto 1
no modello como na qualidade pele di-
minuto prego de 35(, e s eom avista se
pode recoohecer que barato, ricas capas
de casemira para senbora a 18 e 20*
e muitas outras fazendas de excellen
gosto que se deixam de mencionar que a
por ser grande quantidade se torna en-
fadonho, assim como se recebe teda e
qualquer encommenda de roupas feitas
para o que ha um grande numero de fa-
zendas escolladas e urna grande officina
dealfaiateque pela suapromptidoeper- sj
fei?ao nada deixa a desejar. Wt
Cassas de cores.
Anda se vendem cassas de corea fizas, padroes
muito bonitos, pelo baratissimo preco de 240 rs
o covado, e mais barato que chita: na ra do
Oueimado n. 22, na bem conhecida loja da
Boa fe. "
Vende-se sebo do Porto em caixotesa 1*500
a arroba ; na ra da Cruz, armazem n.33;
Veedem-se 4 armarios unidos, eom chaves
/uranciA
PA
vende-s* a 1(600; rs. cada urna eom
que ha no mercado a 900 rs.
serem vin-
--------------------------_, ton uates ---i|ri .
e portas seguras, que servem para armacao de 1 ClaaltoaJO.
algum a pequea foja de miudezas
fUNDICO LOW-MOW,
Roa da Seizaila Rvt i.42,
Mita) elabeleciment contina haver um
completo sortimenjro,4e moendu emeias moen-
dai ptra engenho, machinas do vapor o latas
te farro batido a coado, da todos os tamanhos
para dito,
Tachas e moendas
Braga Silva & C., temsempre no seu depo-
sito da ra da Ifoeda n. 3 A, um grandesor-
mento de tachas e moendas para engenho, da
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapiche
n. A.
As verdadeiras luvas de pelli-
ca Jouvin.
S na loja d'aguia de ouro. ra do Cabugi o.
1 B, recebera-se um completo sortimEnto das
verdadeiras luvas de pellica Jouvin, sendo daa
cores seguinles : pretas, cor de canoa, aroaiellaa
e brancas, sortimento completo, tanto para ho-
mem como para senhora, pois afkccamos a boa
qualidade e fresquido, pois se receben em di-
reitura pelo vapor francez: s na loja d'aguia de
ouro, iua do Cabug n. 1 B.
Cheguem aloja da Boa f
Chitas francezas muito finas de cores fizas a
80 rs. o covado ; cambraias francezas muito fia
as a 640 rs. a vara ; idem lisa muito fina a
4*500 e a 6(000 a pega eom 8 1 varas ; di-
muito superior a 8(000 a pee.acom 10 varas!;
dita fina eom salpicos a 4*800 a pega eom 8 li2
varas; fil de linho liso multo fino a 800 rs. a
vara ; tarlatana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muito baratas: na ruado
Queimado n. 22. na loja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-8e lencos muito finos proprios para os
'abnao!u"ls por serem de cores escuras e fixas a
5*000 a duzia: na ra do Queimado n. 22. ni
ioja da Boa f.
Sortimento de chapeos
tfua do Queimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chapeos pretos francezes de superior qualida-
de a 79.
Ditos dos mais moderaos que ha no mercado
a 9(.
Ditos de castor pretos e brancos a 16*.
Chapeos lisos para senhora a 259.
Ditos de velludo cor azul a I89.
Ditos de seda para meninas ricamente enfeita-
dos a 8f.
Ditos ditos para menino a 5*.
Lindos orros para menino* a 3(.
Bonets de velludo a 5.
Ditos depalha muito bem enfeitados a 4(.
Chapeos de sol francezes de seda a 79.
Ditos inglezes de 109,129 e 139 Pa um.
Arados americano} e machina-
pata lavar roupa: cm casa deS.P. Jos
hnston & C. ra chSenzala n.42.
Manguitos egolla.
Veadem-se guarnieres de cambraia muito fina
e muito bem bordadas, ftelo baratissimo preco de
5* cada uma: na ra do Queimado n. 22. loia
da boa f.
Deposito da fabrica do
Monteiro.
7?ua de pollo n. 6.
-Ve?i!:*6 assucar refinado desde 3*200,3*600,
j e_4(<0 por cada arroba, e por 5*120 e 6*400
Paletos.
Vendem-se patatos de panno preto fino, muito
bem feitoa a 229 rs.; ditos de brim branco de
lmbo a 5* rs.; dltoa de setineta escaros a 3*500,
* maita barato, aproveitem : na ra do Quema-
da n. 22. loja da Boa f.
R6WAFEITA ANDA MAIS BARATAS.]
SORTIMENTO COMPLETO
O ni
IFazendas e obras feilasj
HA
Carmo n. 9, primeiro andar.
no pateo do
Vende-se a padaria da ra dos Pires n. 50
prompta de ludo para trabalhar, e o deposito na
ra Nova n. 55 eom boa freguezia ; a tratar no
mesmo deposito.
Garibaldi.
Gravalinhas de goslo a. 200 rs. cada uma : na
ra do Crespo n. 18, loja de Diogo & Fernandee.
Cabriolet.
o mais novo que ha no mercado a 320 rs. a libra em barril
que ha de bom neste genero por serem muito novos a 560 rs.
a mais alva que pode haver no mercado vende-se
Loja das seis portas em
frente do Livrameno.
Ropa feita para acabar,
Paletots de panno preto a 22*. fazenda fina,
calcas de casemira pretas e de cores, ditas de
bnm e de ganga; ditas de brim brauco. paletots
de bramante a 4*. ditos de fusto de cores a 4*.
ditos de estamenha a 4(, ditos de brim pardo a
ShiS\ a !8? preU ,acco< e obrecasacoa,
colletes de velludo pretas e de cores, ditos de
SSa.0<2Si8da' 8raTu Hnho as mais mo-
5fniHn?.^I8,Cf,,fa"*'colu"oho e linho
,.fcmoda: tod* *** f*wa Para ama de leite.
Vende-se uma preta robusta a sadia, eom orna
cria de 8 das, tem excellente e abundante leite
e j acostumada a criar duas criancas ra d
Sebo a. 35, sobrado.
Vend-se um armazem na ra do caes n. 7
qaeta qaizer annuncie.
Sapatinhos de setim e
meias de seda para bap-
iisados.
A loja da aguia branca recebeu de sua propria
encommenda, delicados sapatinhos de setim. pri-
morosamente bordados, os auaes est vendeodo
pelo baratissimo preco de 3*. (nesse genero nio
se pode dar mais peifeitosj.assim como outros de
merino tambera bordados a 1*600 e 2*. Recebeu
igualmente mui finas e bonitas meias de seda de
diversos tamanhos, tondo al, proprias para os
meninos a menina, que servem da anjoa .. pra-
euaoea; leas brancas, de liataa. de fiorziahaa
Libras steriinas.
Veodem-ae no sseriptorio de Hanoel Ignacio
da Olivelra & Filne.no largo do Corpo Santo.
Alinelo.
Vende-se urna rada de osla coa parla deseos
perlences, em muito bom astado, na ra do Ito-
fS6tfal Si,
I
Importante
Aviso
Na loja de 4 portas da ra do Queimado n. 39
aclia-se um grande armazem eom todo o sorti-
mento de reupas feitas, para cujo fim tem mon-
tado uma officina de alfaiate, estando encarreaa-
do della um perfeito mestre rindo de Lisboa pa-
ra desempenhar toda e qualquer obra que se Ihe
encommenda ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas eom especialidade os
lllms. Srs. officiaes tanto da armada como do
exercito.
Faz-se fardas, fardoes eom superiores preparos
e muito bem feitas, lambem trata-se fazer e far-
damenlo todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, tanto que tem os flguriaos que de
la vieram ; alm dlsso faz-se mais casaquiohas
para montana, frdelas ou jaquetas, bem como
colletes a militar para os Srs. ajudantes de esta-
do maior e de vallara, quer seja siogelos ou
bordados a cspequilha de ouro ou pnta, tudo ao
goelo da Europa, Umbem prepara-se becas para
desembara.dorea e de qualquer juiz segundo o
estylo da Coimbra aoade se fazem u melhores
conhecidas al hojo, assim como tem muito ticos
desenos a matiz de todas as cores proprios para
ardamenio de pageos ou criados de libr que se
far pelo gasto a francesa. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos jaquetas a
bancaza bordadas ao mesmo gosto. Affiancando
que por tudo se fica responaavol como seja boas
fazendas, bem feto e bom corte, nao se falta no
da que se prometler, segundo o syetema d'onde
veio o meatre. pois escura a naarosa visita doa
dignos senhores vasta que nada pardem em es-
penmentar.
Por menos de seu valor vende-se um cabrio-
let americana, novo, eom 4 rodas e arreios ; na
ra larga do Rosario n. 24, loja de ourives.
Grande sortimen-
to de tamancos.
Na grande fabrica da ra Direita, esquina da
travesse de S. Pedro n. 16, de todas ss qualida-
des, que se vende tanto a retalho como em pe-
quenas e grandes porcOes, muito em conta ; a
casa lem semprepromptos de 1,000 a 2,000 pares
pregados pars qualquer encommenda ; a estacao
propris.
E'muito barato a i$.
Vendem-se potes eom mesinha muito propria
para matar ratos, e baratas, chegados pelo ulti-
mo vapor vindo da Europa ; na ra da Scnzala
Nova n. 1.
* Chapeo.
Vende-se do Chili tanto finos como
grossos grandes e pequeos por ter de
retirar-se para fora a pessoa que os ven-
de : na ra do Trapiche hotel Francisco.
Grande pechincha!
Tecas de riscadiohos eom 38 covados cor fixa a
4800, cambraia lisa transparente muito fina eom
13 varas a 4j800 a pega, ditas eom 8 1|2 varas a
2*800, dita tapada muito fina eom 8 1$ varas a
15000, ditas do cores padroes delicados a 500 rs.
a vara, panno de linho eom duas larguras a 640
a vara, madapolao de jarda muilo fino n. 500 a
a 400 rs. a jarda, brilhsntina de diversos dese-
nhos a 240 rs. o covado, chita estreita cor fiza a
160 rs. o covado, ditas francezas muilo finas a
240, 260 e 280 rs. o covado, panno preto fino a
69. casemira preta fina e 1*600 o covado, ditas
pretas e mescladas de duas larguras a 4*200 o
o covado, ditas de cores padroes novos a 68500
o corte, calca de dito de edr fazenda fina a 79,
alpaca preta fina a 500 rs. o covado, brim branco
trancado de linho 1* a vara, dito pardo muito Gno
a 1 a vara, riscadinhos para calca a 160 o co-
vado, meias cruas para homem a 1*600 a duzia,
ditas muito finas para menina a 2*800, ditas para
senhora a 2*400: na ra da Madie de Deus. lo-
ja n. 7.
Aviso
aos senhores de engenho e a quena mais
convier.
No armazem da roa da Madre de Dos n. 6,
confronte o consulado provincial, vende-se feri-
aba de mandioca ltimamente chegada do GearS,
imitando a farinha denominada Moribeca, por 3*,
2*800 e 2*500 a saecacora 25 cuias. milho de boa
qualidade, saceos con 1*5 libras a 3*600, charu-
tos da Bahia de todas as qualidades, qaeiios do
serlo muito fresco a 149 rroba.
LOJA E ARMAZEM
DE
Ges & Basto!
NA
Una do Queimado
46, frente amarella.
Constantemente temos um grande e va-
nado sortimento de sobreeasacas pretas
SJ"^ de corea muito fin a 2b
!%2 *5-ft Plei0U d08 """> Pannos
20$,22S e 24J, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 14. 16* e 1M, casa-
cas pretasmuitobem feitas ede superior
panno a 28, 30$ e 35*. sobreeasacas de
casemira de core muilo finos a 15*, 168
e 188, ditos saceos das mesmas casemi-
rasal08, 12 e 148, calcas pretas de
casemira fina para homem a 8, 9, lu
e 12, ditas de casemira decores a 7|, 8,
9 e 10, ditas de brim brancos muito
bb a 5j e 6*. ditas de ditos de cores a
3*. 3*500, 4 e 4500, ditas de meiaca-
semira de ricas cores a 48 e 48500, col-
letes pretos de casemira a 5 e 6, ditos
de ditos de cores a 4$500 a 5, ditos
brancos de sede para casamento a 5
ditos de 6, colletes de brim branco e d
fusto a 3, 3*500 e 4*. ditos de cores a
2*500 e 3, paletotspretos de merino de
cordao sacco e sobrecasacoa 7f, 8 e9
colletes pretos para luto a 4*500 e 5*'
^as pretas de merino a 4*5C0 e 5, pa-
letots de alpaca preta a 3*500 e 48, ditos
sobrecasaco a 6*,7*e 88, muito Qdo col-
letes de gorgurao de seda de cores muito
boa fazenda a 3*800 e 48. colletes de vel-
ludo de crese pretos a 7* e 8, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 149.159 o 16*. ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6*500 e
7*, ditos de alpaca pretos saceos a 3* a
g 3*500, ditos sobrecasacos a 5$ e 5*500,
caigas de casemira pretas e decores a 6*,
S 68500 e 7*, camisas para menino a 20*
a duzia, camisas inglezas pregas largas
P2 muito superior a|32* a duzia para acabar.
H Assim como temos uma officina de al-a
S faiate onde mandamos executar todas as ?*
w obras eom brevidade. 1
Sei6i6Qti2a3 etifJftitdaattMK^g
wwm sMPJJsm ^m^ nFBBw aro** sanDW WW waW WWWora VW H*
Potassa da Bassia e cal de
Ra do CFcapo n. 8, loja de 4
portas.
E pechincha
n.**nde CiIBbr,ia. ll*cm 8 lj2 varas e pa-
A fama Iriuaipha.
Os baraleirts da loja
Encyclopedic|
Guimares & Villar:
[Ra do Crespo numero 17/
Vendem riquissimos chapeos de seda''
Riquissimos chapeos de palha da lla-
lla ricamente enfeitados a 28 e 358-
Paraaquaresma.
Superiores cortes de seda preta borda-
dados a velludo de 2 saias e outros de 7
babados por precos baratissimos.
Gros pretos de todas as qualidades ce-
los ptecos de 18900, 2J, 28100, 2*700 o
covado ffincando-se se? este^piecos
menos 400 rs. em eovado do que se pode
comprar em outra parte.
Ricos enfeiles imperatriz o melhor
que tem vindo a provincia.
Cortes de colleles de velludo prelo
bordado a 58 o corle, incrivel s se
vendo.
A 280 rs, o covado.
i.gaD?-iz*8 de riCM cores e desenhos
pelo baratissimo preco de 280 rs. o co-
vado. aflianca-se serem lo boas fazendas
que muito se tem vendido s primeiras
pessoas da proriocie.
Cambraias da China bordadas a mao
eom 9 varas a peca por 6*500, ricos cor-
les de cambraia bordadas eom 7 e 9 ba
**" fr 8. cortes de las a Garibaldi
a 10 eom 25 covados, baloes de 30 ar-
cos e outros de museelina a 5*
Saias bordadas a 2200 cada'uma
Ditas bordadas a 4 eom 4 pannos.
, 5" 1eAeS Pre08.1coP"dos bordados
a Wf, saludas de baile o que ha de me-
lhor, esparlilhosde todas as qualidades
Graude sortimenio de
roupas feitas, sobreeasacas. psletots, col-
letes. calcas, camisas, seroulas, meias.
gravatas ete.
Calcado Meli
ltimamente chegado de Paris, incrivel
so se vendo.
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender a ver-
dadtira potassa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; tudo por precos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
Attengao.
R. 4 Vendem-se saceos grandes eom tresquartas de
farinha de mandioca a 2*500.
Toucinho deJLisboa a 320 rs.
a libra e 9$ a arroba.
Vende-se toucinho de Lisboa a 320 a libra e
98 a arroba, dito de Santos a 280 a libra e 88 a
arroba ; na ra das Cruzes n. 24, esquina da tra-
vessa do Ouvidor.
Para liquidar.
Casemiras inglezas miudinhas de diversos gos-
tos a 1*200 o covado ; na loja de Diogo 4 Fer-
nandes.
Ray mundo
Carlos Leite i
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Clarissa vio-
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto sorti-
mento das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mais afa-
mados autores
me lh ora dus
"eom novos
a pere i coa-
mentos, fszendo pespento igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na rja da Imperatriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
es preparos para as mesmos como agulhas, re-
trozes em carriteis, linha de todas as cores tudo
fabricado ezpressamente para as mesmas ma-
chinas.
Phosphoros do gaz.
O deposito dos afamados palitos do gaz echa-
se completamente supprido, e contina a vendar
por mdico preco em porches e a retalho ; nos
armazens de Ferreira & Martins, travessa da Ma-
dre de Dos ns. 9 el6.
A1#000.
Gravatas pretas de setim : na ra do Queima-
do n. 22, loja da boa f. vucilo
E'baratissimo!
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassas de cores fizas miudinhas a 240 rs o co-
vado, cambraia, organdys lindos desenhos a 400
ry. o covado, e chitas largas finas de 210, 260 e
0 o covado, e outras muitas fazendas por ba-
ratissimo preco : dao-se amostras eom penhor.
Semea.
Semea de superior qualidade ; vende Jos Loia
s.\ahiie.dareAdirSeo0senB.r ~-'~ "' lr"tS"
Fumo de borba do Para
na ra da Cadeia do Reciie n. A5.
n
ra acabar!! I
NA LOJA g
1 Encyclopedica. I
DE f
tGuimaraes Villar.
Ruado Crespo n. 17.
Chaperlnas para senhoras o melhor pos-
sivel brancas e de cores a 12*, temos ven-
dido a 20$ e 25*.
Outras muitas pechinchas ha para ven-
der-se que sosa vendo.
]
Caigas de casemira.
Vandam-sa calcas de casemira aceta muito bem
feitas a 10*, ditas de dita de cor muito superior a
W, eslao-se acabando : na ra do Queimado n.
22, Ipja da boa f.
Atten^o.
Vende-se o encentra Albuqaerque, silo na co-
marca de Nazareth, moente e crrante, am ponto
de se poder lacrar a eom trras de maior pro-
dcelo ; distando da cidade de Goianaa 5 lesnas
por excellente estrada.; entrando na venda do
dita engenho a safra fundada, 8 escravos mocos e
robustos, perfeltoe officiaes de enchada, 12 bois
de carro a 25 anoimaes da roda : qoem preten-
der dirija-se m dito engenho a ara proprietario
Ptnio Augusto Cavalcanti de Albuqaerqaa e nesta
P" Gooveia & Fllho, roa da Cadeia da *e-
wlaV Uff 9a
Escrayos fgidos.
Bn7 5esapp"-eceu dia 26 e marco prximo
findo da propnedade Guarita. da provincia da
Parahiba do Norte, o escravo de Francisco Dks
Araujo por nome Joao Hanoel, eom os signaes
seguinles : cabra, cheio do corpo. idade de 50
annos pouco mais ou menos, calvo, pernas tortas
um p mais torto que oulro. desorte que quando'
pisa imita a papagaio. sahio eom calca de algo-
daoznho azul, e suppe-se que eom g.bo e cha-
peo do couro. Adverle-se que o dito escravn
goal, da se appliear aos serv]Cos de cirpina,"Zl
dreiro. sapateiro carreiro eflueimsr cal. para o
que possue habilidade, e por isto ser fcil ti-
tulo de forro vir trabalhar em qualquer dos ditos
Ofldoa nesta cidade do Recife ou seusarrabaldes
onde existe ura irmo : roga-se, porUoto, s au-
toridades policiaes a captura do mesmo. e aos
capitaea de campo, e qualquer pessoa que o vir
de captura-lo e o conduzir ou mandar conduzi-l
5St3B*sI" Mrc",in Di9 de Araujo, na
cidade de Ohnda ra. do Bom Successo cask o.
6, ou na ra da Mangeira da Boa Vista, nesta ci-
!: ^aS.a,KD' ao Sr- ,enDt0 Fcisco Jos
Alves de Atbuauerque, que se recompensar.
200,000 de gratifi-
caco.
Fugio no dia 2 de Janeiro do correle anno, o
escravo cnoulo de nome lrenio, idade de 28 an-
uos, alto cheio do corpo, sem barba, bem pareci-
do, ar alegre, ps grandes, cicatiizes de chicote
as costas ; sahio montado em cavallo russo sel-
ado, bem vestido e calcado, chapeo preto de fel-
lro eom aba larga falla bem : roga-se as autori-
dades onde elle for encontrado, a captura do
mesmo, e a qualquer pessoa, que o conduza eom
seguranga casa de seu senhor o capilao Anto-
nio Casado da Cunta Lima, ao engenho Hatarca
da comarca de Atalaja, provincia das Alagasque
receber 200*000 de gratificaco.
Fugio da cidade do Iracaty, no mez de se-
tembro prximo passado, um escravo do com-
mandante superior Msnoe) Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o havia comprado ao Sr, Bento
Lourenco Collares, de nome Joaquim, de idado
de cincoenla a tantos annos, fulo, alto, magro,
denles grandes, e eom falta de alguns na frente,
queixo fino, ps grandes, e eom os dedos gran-
des dos ps bem abertos, muito palavriador, in-
culca-se forro, e lem signaes de ler sido surrado:
Consta que este escravo appaieeera no dia 6 da
crreme, vindo do lado das Cinco Pomas, e sen-
do enterrogado por um pareceiro seu conhecido,
disse que tinha sido vendido por seu senbor para
Goianninha : qualquer pessoa que o pegar o po-
dar levar em Pernamboeo aos Srs. Basto Le-
aos, que gratificarao generosamente.
Escravo fgido.
Fugio no dia 6 de fevereiro prximo passada
do engenho S Pedro, districto do Paco de Cama-
ragibe, provincia de Alagoas. o escraro de nome
Jos, cabra, eom os signaes seguinles : estatura
regular, cheio do corpo, desdentado na frente,
cabellos carapinhos. pernea grossas, anda um
pouco zambeiro. ps apalhetados, e tem os de-
dos grandes puchados para dentro, sem barba,
representa 25 a 26 annos pouco mais ou menos,
s muito lao suppe-se ter Wo eom dlreo
cao estrada de ferro, e de suppor que passe
como forro : portante, roga-e s autoridades po-
liciaca e e campo, o aprehendam a lveme sea
dono Antonio Semiao de Ferias Mallos no dito
engenho, ou uesta praga a Jos Josquim de Cas-
tro Moure, ra da Cadeia, que ser bem recom-
pensado.
Fugio em & desoriente a eacrava de nome
Margarida, de nacao, e de meia idade, eom bs-
tanles cibelina branco, levando varias roupas de
samca, como sejam vestidos erc-upoee do chita
de estatura biixa.tem nao costas una calembs'
marca de sua tra, a tem falla de denles: quea
pagara leve-aa ra das Gruzes n. ML


*>

------------------
*mj*m*
(8)
JO DI PEMIAMBUCO; m QUARTA FEA 10 DI ABRIL DE li
Litteratura.
ACADEM FMAKCEZA.
RESflWTA DO SR. GIIZ0T.
(Concluso.)
Este sublime genio mroortalijaria os mais obs-
curo morios so houvesse encarregado-so de pro-
clama'los*. Ningueru, es'oa ptfJiifO- $*doiira
Ja que vs.-sedhW, porquera"iesma tnis-
s^urjf moslrastas seu hbil 'discpulo. E qoe
; >%gfcvos coube>am por sortajH u general
^uTSt o^pais virlulrso.'b mais po, o mais des-
interesada o mais fiel, o mais modisto e so
aesmo leitfyo o mais brae soldado ; Ozavam.
esse modelo do hornero de-leltras christo, dign
e humilde, ardente amigo da sciencia e firme
campead da f, gozando cora ternura dos prazeres
puros da vida e submetdo cora degura longa
espera da morte, roubado s mais santas atiendes
e aos mais nobres trebalhos, muito cedo segundo
e mundo, porm j maduro para o cu a para a
gloria ;O' Conneij, esse patriota infdtigavel.'es-
ae orador indomivel em sua dedicagao ao servido
de seu desgracado paiz, que dignamente recoui-
perradu-o, apellilando-o o Libertador l
A Providencia parece ter escolhido para vos
morlo djgoos da vossa eloquenci, e vossa elo-
quencjer' mostrou-se digna dessas escolhas; ella
foi^d prescnga dos tmulos lo nobre, to bem
regulada, lio casia, quinto fdra abundante e ar-
dente era vossas lulas com o mundo contra as pai-
xoes da Ierra e o esquecimento de Deus.
Permitiir-me-heis, senhor, por occasio de uro
desles nobres nomes. urna lembranga pessoal,
que convero solemnidade desle dia, porquanto
traca um facto e desperta sedimentos anlogos
aqulles de que estamos preoccupados. Ha vinte
annos eu tinba a honra de representar em Lon-
dres a Franga e seu rei. Nunca tioha vistoso Sr.
O Connell. Offereceu-se-me, porm, a occasio
de encootra-lo. Jantaraos juntos com alguna
membros do parlamento e do gabinete ioglez. Elle
dirigiu-se a mim dizendo :
Eisaqui, senhor, um encontr singular eque
faz honra ao nosso lempo : vos, protestante, em-
bajador do rei de Franga ; eu calholico, membro
.da cmara dos coromuns d'Inglalerra.
Se o livcsseis visto, senhor, como eu o vi nesse
dia, cercado doschefes de um goveruo livre, que
procuravjm, nao sem alguro embarago, sua al-
lianga. a qual com altivez lhes conceda, e toda-
va ella mcsmo um pouco embaragado com seu
favor tao novo, se o tivesseis visto, digo eu, nessa
situagao, Ulrez houvesseis acrescenlado ao qua-
dre, quo delle e de sua obra fzestes alguna tra-
gos de mais.
Eis, senhor, o cortejo, eis os solicitadores que
?os apresentarara academia : ella vos viu cer-
cado desses morios Ilustres, quera dignamente
louvasles, dessa joven gerago, que tendes attra-
hido em roda da cadeira chrisla, qual nao ees-
sais de dirigir escrevendo e fallando os mais sa-
lutares conselhos, e qoe agora formaes na pratica
das virtudes, cujos preceitos lhe tendc3 inculcado.
contrariis em vosso caminho. Nao lrepidasts,
nem dobrastes dianle dessas perspectivas do des-
favot popular: obedecestos vossa f e contrates
com o vsso futuro Muita gente julgou ento
ver em vos urna dessa* almas i um lempo ar-
dentes e tracas, dominadas por sua imaginagao,
incapszes de urna conducta certa e previdente, e
que se abandonara todas as suas inclioaces.
Fosles chamado justificar 011 desmeotir essas
Conjecturas : duas vezes, a primeira, na egreja,
s segunda no estado, fustes obrigado a resolver a
Jueelao de saber se eris capaz de resistir depois
e vos haverJes entregado e lerdos tomado um
firme proposito. Em 1831, quando eris um dos
redactores do l'Avenir ; em 1848, quando depoi
da revolugo de fevereiro apparecesles as filei-
ras da asserobla constituinle, fostes posto nesta
lemirel provanca. Em ambos os casos as ideas e
esperangas democrticas encanUram-vos e vos
attrahiram ; em ambos os casos reconhecestes o
perigo e parastes dianle do limite ; em Roma,
despeito dos exemplos e das sedugos de urna il-
lustre amizade, presentisles a voz do chefe da
egreja e vos submettestes ; em Pars, vos seulis-
tes deslocado no meio dos transportes populares
e vos retiraste. Por duas vezes e em duas cir-
cunstancias ogualmenle graves provasles que nao
vos faltara a iotelligeocia das resoluges neces-
sarias mais do que o ardor dos primeiros impul-
sos ; praticastes os dous actos de independencia
os mais difficeis: resististes aos vossos mais
charos amigos e s vossas mais intimas propen-
ses.
Agora mesmo, senhor, acabaos de dar-nos um
lindo exemplo dessa mistura de sympathia e de
independencia, de ternura e de severidade chris-
laa. que constitue o poder eo encanto de vossas
patarras. Rendestes urna brilhante bomenagem
democracia moderna, tal como formou-se e
governada nos Estados-Unidos da America ; e ao
mesmo lempo altamente exprimales vossas jugk-
ciosas apprehensessobreo espirito democrtico,
tal como se maoifesla muitas vezes em nossa Eu-
ropa. Vos consagraos i egreja catholica e ao san-
to pontfice, que preside aos seus destinos urna
dedicagao filial; leudes expandido vossa loque-
te indignago contra a ingralido, que encontrou
esse papa generoso e dcil, que se appressou a
abrir a seus subditos a carreira das graodes espe-
rangas, e que nella te-los-hia felizmente con-
duzido se a bondade das intenges bastasse para
governar o* homens. Eis ahi, senhor, tudo quan-
to vista do que se passa pensaes e sents a res-
peito da situagao da egreja ; e eucaraes por ven-
tura a ingralido popular como a mais dura pro-
va, que seu augusto chefe lera de soffrer? Nao,
cortamente que nao ; mas depois de haverdes to-
cado nesta chaga viva parastes, e lemestes en-
venenar approfundando. Tivesles razo, senhor ;
nao aqu o lugar onde seja possivei e conveni-
ente dizer tudo sobre um tal assumpto. Apenas
lembrarei um facto. que est presente, pens eu,
memoria de muitas pessoas oeste recinto.
O espectculo que oeste momento ajsislimos,
nao novo; j vimos ha mais de meio seculo a
f.ouri.^^
cia, qoo a academia apressou-se fazer justica
chamando-vos para seu seio.
Entretanto, senhor, nao sao estes os nicos t-
tulos vossos, e a academia exige anda outros, que
ella reconhece tambem em vos e aos quaes nao
dens semelhantes as que hoje ahi se do; mas ao
menos ellas appareciam ento com seu verdade-
ro carcter esob sua verdadeira face. Um ho
mera, que gozou de ura grande renome popular,
e que os liberaes chamavam seu publicista, fal-
lando desses actos e de tantos outros seraelhan-
liga menos prego. Nao obstante a variedade de les- quil'ficava-os de espirito de usurpao, e de
seus elementos e as vicissitudes de sua composi-
go, uossa companhia desde sua origem at hoje
offereceu e conservou um grande carcter de
unidade, de dignidado e de harmona interna.
Reunlndo homens mui diversos por sua situagao
no mundo, seu emprego da vida, at mesmo por
suas conviegoes religiosas, moraes e polticas, ella
sempre mostrou-se animada de urna viva sympa-
thia pela aclividade e pela gloria intellecluaes da
Franga, por suas liberdades e seu progresso re-
gulares para o futuro. Ellasempre guardou, para
com todos os goveroos de nossa pairia e mesmo
para com o publico, urna independencia lo firme
quanto medida, nao se deixiodo dominar, nem
pelos desejos do poder, nem pelas paixoes exces-
sivas e movis da opioio mundana ou popular
Seus membros, por mais differentes que sejam e
quatquer que seja o ponto do horisonte d'onde
tenham iodo, sempre viveram entre si em rela-
ges ebeias de equidade, de tolerancia e de con-
veniencia, acceitsndo sem esforgo sua mutua li-
berdade e enlretendo um commercio egualmente
seguro e doce. A academia nada mais pretende
lo que permanecer o que sempre foi, liberal,
inlependenle, eslranha toda a discordia ci-
vil. Em sua escolha ella se preoecupa em manler
suas tradiges. Eis sua honra (ora de seu recin-
to, a seguranga. e a amenidade da vida em seu
seio.
Debaixo de todas estas relages, senhor, a aca-
demia encontra em vos o que deseja e procura
com solicilude, quando tem a chorar perdas crueis
como a do Sr. de Tocqueville. Vos sois na ver-
dade de nosso lempo, um dos filhos dessa so-
ciedade franceza, que ha tres quartos de seculo e
i despeito de tantos defeitos e engaos aspira
liberdade sob a lei. Vos a comprehendeis, vos a
iicnraes, vos armis ; e se as provengas porque
tendes com ella passado vos lm dissipado muitas
illuses, todava conservaes vossas mais charas
esperangas. Tendes aprendido a conhecer vosso
seculo e vossa patria sem vos desviardes de sua
causa, nem desanimar de seu futuro. S assim
se pode sorvi-los. Julgar e amar, a sympathia
sem a complacencia, eis a dupla condigao do pa-
triotismo nobre e til. Porque razo, senhor, nao
appellarei aqui para a autoridade, que excede
todas as autoridades, e perante a qual tos incli-
naos como eu?O sublime carcter do evange-
Iho julgar com severidade e amar com ternura
a humanidade, conhecer-lhe todo o mal develan-
do-se sua cura. Tendes comprehendido e se-
guido, senhor, os preceitos de vosso divino mos-
tr ; nao tendes cessado de crr na Franga, e de
t rabal ha r e esperar por ella tornando-vos um
ebristo severo.
Tendes ao mesmo tempo usado para com ella
de forte e altiva independencia. Quando tomas-
tes o habito que trazeis, nao igooraveis de cerlo
que prejuizos, que desconQangas, que paixoes en-
FOLfflETUI
conquista, escrevia sob este titulo um livro para
fulmina-lo?. Nao merecem raaisos mesmos tac-
tos o mesmo nome? Mudaran elles de natureza
por que nao mais a Franga, que abertameote os
pratica por sua propria cunta e se atlribue os
fructos? Ou antes leriam essas violencias torna-
do-se legitimas, por quinto hoje em nome da
democracia e em vjrtude do que se chama sua
vontade que ellas sao exercidas? A democracia
tem presentemente urna paixo cheia de iniqui-
dade e de perigo ; ella se considera a propria so-
ciedade,a sociedade inteira ; quer dominar so-
sinha, e nao respeila, poderia eu dize-lo, nao re-
conhece nenhuns outros direitosque nao os seus.
Grande e fatal desprezo das leis naturaes e ne-
cessarias das sociedades humanas I Qualquer que
seja sua forma de goveruo e no meio mesmo dos
mais livres. nellas se desenvolvem e co-existem
direilos diversos, uns para a manutengo da or-
dem e do poder social, outros para garantir as li-
berdades publicas e os interesses individuaos,
uns depositados as mos dos principes ou dos
magistrados, outros collocados sob a guarda dos
cidados. O mutuo respeito e a manutengo si-
multanea desses direilos diversos, constiluem a
seguranga, a durago a honra e a propria vida da
sociedade. Quando esse respeito e essa harmo-
na faltara, quando um dos grandes direitos so-
ciaes se apodera s do imperio e desconhece, vio-
la ou mesmo abule os direitos collateraes, quan-
do, por exemplo, a democracia se julga habilita-
da a mudar seu bel prazeras formas do governo
as dynaslias. as relages e os limites dos Estados,
uo a liberdade, nao o progresso ; sim a a-
narchia ou a lyrannia, e talvez tambem a ambi-
cao cstrangeira, que lucrara com taes desordens.
E o mal nunca tao grave como quando ataca ao
mesmo lempo os fundamentos da egreja o os do
Estado, quando leva a perturbago, sconscien-
cias ao mesmo lempo que a fermentago s pai-
xoes e aos Interesses. Eu me detenho, como vos,
senhor: justamente porque minha situagao e mi-
nha crenga me dcixam mais desinteressado ao
que vos neste debate, pretendo deixar penetrar
claramente nello o meu pensamento; mas co-
ohego e respeito os limites, nos quaes devora con-
ler-se minhas palavras.
Em fim, senhor, tudo quanto neste momento
tenho a honra dizer-vos, vosso illuslre prede-
cessor, se ainda vivesse entre nos e se sentasse
aqu em meu lugar, o senhor de Tocqueville,
lenho firme conviego disso, vo-lo dina como
eu. A democracia moderna achou nelle um ob-
servador to livre quanto equitativo, profunda-
mente compenetrado de seus mritos e de seus
direitos, mas esclarecido subte seus defeitos e
perigos: convejicidissimo de su torga, mas bas-
tante altivo para rebanar seu pensamento ante
a torga, qualquer que ella seja Elle era um des-
ses justos e nobres coragdes, que se felecitam,
Uli FAMILIA TRGICA
por
i quando, segando a linda expresso do senhor
| Royer-Collard, < a Providencia chama aos bene-
. fictos da civilisago um numero maior de auaa
creaturas; porm elle sabia para que paixoea
! subalternas e|tirannicai pende o grande numero
quando domina, sem que o contenha um pode-
roso equilibrio, e em que baixezas ou ioiuaticas
I pode elle eulao tancar a sociedade.
O senhorjde Tocqueville considerava, pois, a de-
i mocracia em geral cora sympthia eiDquietaco,
aceitando seu imperio, mas servando com cui-
dado sua propria iadepedcncia, e um tanto es-
tranho ao exercto, cujo estaniarte vencedor
elle saudava. Quando vio de perto 6 estudou
com urna sagacidade admiravel os Estados'-Uni-
dos da America, reconheceu logo que circuns-
tancias singulares tinham perraiitido que ahi se
desenvolvesse urna grande sociedade democrati-
ce escapando muitas de suas uaturaes propen-
soes mas : os vsslos espagos abertos ante ella,
nenhuma sociedade visinha poderosa e rival as
Iradiges inglezas.as fortescrengas christas, tan-
tas causas, materiaes e moraos, que cercaram
o bergo desse grande povo, e nao quizeram que
sua sorte dependesse nicamente de sua sabedo-
ria e virtude. Tocado das semelhangas que no-
tava entre as tendencias do esenvolmenlo so-
cial na Europa e na America, o senhor de Toc-
quiville appressou-se a dizer que nao conclua
do destino americano para o de outros povos,
collocados em con Jiges mui differentes ; e dcs-
crevendo a democracia na America, elle leve
grande cuidado om mostrar claramente as foli-
zos changas, que ella encontrara em urna situa-
gao, at ento sem exemplo, e os perigos que ain-
da em si encerrava no meio dos prodigiosos suc-
cessos, que j tioha obtido. O carcter original
e excellente de sui obra nao ser, nem urna de-
feza em favor da democracia, nem urna requi-
sitoria contra ella, nem urna lemlativa de impor-
tago indiscreta ; o quadro tracado por um ob-
servador generoso e amigo, porm previdenle,
de urna sociedade nova, maior j do que passada
por provangas; evos, senhor, tivesles razo de
lembrar as proprias palavras do senhor de Toc-
queville, que escreveu sou livro, diz elle, c sob
a impresso de urna especie de terror religio-
so, em face desse impulso irresistivel para um
futuro aiuda obscuro.
Assim, senhor, o sucesso dessa obra foi, nao
s to grande como o dissestes, porm mais sin-
gular e mais raro do que dissestes: ella tocou
iguilmenie e encantou os amigos ardentes da
democracia e os espritus, que se inquietara com
seu exclusivo dominio. Uos ficaram tocados e
altivos da vonvicgo lo profunda, com que o se-
nhor de Tocqueville reconhece o poder actual da
democracia, as grandes cousas, que ella j tem
feto na America e os grandes deslios que por
loda a parle ella prepara ; os outros Ocaram-
lbe nfinitameole agradecidos por haver deslin-
dado to bem to francamente, mostrado os vi-
cios 6 os perigos de um rgimen to altamente
acceito par elle. O senhor de Tocqueville era
fisto pelos demcratas como ura amigo verdadei-
ro, e pelos.polnicos mais exigentes como um juiz
da democracia o mats esclarecido.
Dest'arle os partidos e os homens os mais di-
versos, os republicanos de todas as cores na
America, os torys, os whigs e os radicaes em
Inglaterra, o senhor Royer-Collard e o senhor
Mole em Paris, o admiraram e louvaram porfa,
uos por sua liberal sympathia, outros por seus
providentes alarmas. Fortuna lo merecida co-
mo feliz, por que foi o fructo da admiravel e
grave sioceridadu, que roiua em toda obra do
senhor de Tocqueville, que elle renda homena-
gem ao grande facto social que contempla, quer
guardo urna reserva escrupulosa em suas con-
clusoes.
Vos tambem, senhor, tivesles nesta circums-
laucia de vossa vida urna fortuna rara e mereci-
da. Vos vos felicitaos e em vossas primeiras pa-
lavras agradecesles academia o terdes ao se-
nhor de Tocqueville por predecessor. Tivesles
razo de felicitar-vos, por quanto nenhuma ap-
proximago poda fazer resallar com mais bri-
Ihantismo e honra vossos mutuos merecimentos.
Nunca talvez taes contrastes chegaram tanta
harmona. Vos, senhor, por vossa origem, vossa
educago e vossos primeiros passos na vida, per-
tenceis Franga ora; em vossa juvenlude par-
tilhasles de suas impiessoes; gostos, perturba-,
ges paixoes e ideas. O senhor de Tocqueville,
pelo contrario, era um fllho da Franga amiga ;
fdra educado em suas recordages, affeiges, tra-
diges e coslumes. Cuegados ambos idade vi-
ril, vosso bergo nao vos salistez, nem um nem
ao oulro : seniistes ambos outros desejos, outras
oecessidades intellecluaes e moraes ; aspirastes
outros horisonles. O que Qzestes ento um e
outro ? Vos, senhor, vos,o jovem francez do
seculo XIX, langastee-vosseisceotos annos alraz;
idade media, essa poca mais longe de nos
ainda pelos coslumes do que pelos seculos foi
que pedistes as grandes satistages de vossa alma
e que desles voss vida; naia vos delem, nada
vos desanima; de misler que vos tornis mon-
ge para que vossi fecunda natureza se desenvol-
va em loda a sua riqueza, e tomando ao seculo
XIII vosso nome e vosso habito que vos tornaes
no seculo XIX e sobre os vossos contemporneos
um orador poderoso e popular.
Entretanto o que faz o senhor de Tocqueville,
esse filho do amigo rgimen, aristcrata por ori-
gem, pelos exemplos de sua familia o petos h-
bitos de sua mocidade ? Como vos, senhor, sane
da athmosphera em que nasceu, mas nao, como
vos, dirige para o passado seus olhares ; nao pro-
cura ahi seus modelos e suas armas ; affasta-se
da velha Europa ; vai procurar alm dos mares
outras instiluiges, uutros coslumes, urna so-
ciedade inleiramenle nova, sem rei, sem aris-
tocracia, sem egreja do Estado; eo gentilho-
mem francez conslitue-se o testemunho fiel, o
hbil interprete da democracia americana ; e des-
cre ven Jo-a, explicando-a que adquire em sua
patria um lindo renome, urna grande influencia,
e abre anlo si essa carreira poltica que aspirava.
Nunca de certo dous homens mais diversos em
sen ponto de partida lomaram entrando na idade
viril caminhos tambem mais diflerenles. O que
que resultou para um e oulro? Essa dupla e
ES
longa diveraldade acaso separou-os cada vez mais,
e chegaado perto do termino achistes-ros mais
eatraobp um ao eutro do que eris na occasio
da partida? De raineira algoma; pelo contra-
rio, sem o procurar, sem o saber, vos approxi-
mastes e unistes. Vos, senhor, tos dedicastes
reaurreigao da f religiosa, eo senhor de Toc-
queville fundago da liberdade poltica ; porm
ne3tas duas obras, o mesm lacho vos aciara, o
mesmo fogo vos anima ; amis e servs mesma
causa airavez das difllculdades, que ainJa entre'
vos exislem, ninguem poderia langar de um para
o outro seus olhares sem que ficasse locado de
vossa harmona ; e se vos julgaes feliz de ler por
predecessor o senhor de Tocqueville, eu roe in-
clino a crer que elle vos loria de bom gr3do es-
comido por seu successor.
Felictai-vos, pois, senhor: em vossa diversi
dade e era vosso accordo, livestes, vos e o se-
nhor de Tocqueville a honra de ser os represen-
tantes dos mais nobres instinctos e das mais ur-
gentes e mais puras aspirages de nosso tempo.
A sociedade franceza nao tem hoje nenhuma pro-
pensio, nem para tornar-se o que ora na idade
media, nem para tornar-ae o que no Novo
Mundo a repblica americana, nao lhe coBvem
esse passado, nem esse futuro, e ella tem pro-
vado que renegara qualquer que quizesse im-
por-lhe um ou outro. Has deseja, invoca, ora
com estrondo, ora no rundo do coracao e dea-
peitoi das apparencias contrarias, a f religiosa
e a f poltica; sent por instlaclo, sabe por
expeneocia que estes dous poderes sublimes se
necessarios um ao outro, e que sua seguranga
bem como sua dignidade lhes ordenam egual-
mente que se unan;. Que a f seja livre. que a
liberdade seja piedosa, eis, alravez de todas as
revoluges e de todos os regimens, os volos su-
premos da Franga, bem como eulre o senhor de
Tocqueville e vos, e cima de vossas differen-
gas, o Um comraum de vossas almas e de vossos
esforgos.
Eu nao poderia, senhor, dizendo o que vos
digo, poupar-me urna vista relrostectiva sobre
mim mesmo, e na qual ser-rae-ha permittido,
eu o espero, demorar-me um momento O que
desejeva, o que procurava para nossa patria o
senhor de Tocqueville, eu o deaejava, cu o pro-
curava como elle; nos consagravamos, n,lo he-
sito diz-lo, s liberdades publicas e s instilui-
ges que as fundamentara o mesmo amor, ins-
pirado por idase sentimentos aiui semelhantes,
o coudos ou quasi conlidos nos mesmos limites.
Como pois que na vida publica quasi sempre
vivemos em campos oppostos, e pesar de urna
eslima mutua empregamos em combater-nos nos-
so tempo e oossas torgas em quanto parecamos
to naturalmente chamados a ajudarmo-nos e a
nos susteularmos mutuamente ?
Mais de urna vez eu me propuz esla questo
no meio mesmo da arena poltica; ella me loca
ainda mais hoje no reliro em que vivo, e sem-
pre que me record do senhor de Tocqueville,
entrado no repouso eterno.
Sou tentado a crer que a diversidade de nossos
estudos e de nossos trabalhos tora da vida pu-
blica nao foi eslranha de nossas alliangas e de
nossos passos polticos. Muito tempo estudei o
desenvolvimeuto das antigs sociedades europeas
e os elementos diversos, que foram como os au-
tores de sua historia : a realeza, a nobreza, o
clero, a burguezia, o povo, o Eslado, a egreja
e as communhes dissidentes ; segui-os e obser-
vei-os em suas confuses, em suas lutas, em seus
bons resultados e em seus revezes ; adqueri nes-
i* espectculo o habito de encarar esses diversos
elementos como essenciaes s nossas grandes so-
ciedades europeas, compara-los, pesar seus direi-
tos e suas torgas mutuas, e dar cada um na
ordem social seu lugar e sua parle.
O senhor de Tocqueville porm, jovem ainda
dedicou-se todo observago da repblica ame-
ricana; democracia foi o grande, quasi o ni-
co persooajem da sociedade e da historia, que
mereceu ser o objecto particular de seus estudos.
Dest'arle, elle foi naturalmente levado dar ao
elemento democrtico um lugar quasi exclusivo
em seu pensamento poltico, como eu a ler sem-
pre om grande conta os elementos diversos, que
team representado um papel importante na so-
ciedade franceza, ea unir ainda seus estandartes.
Quando foi quebrada sua vida poltica, quan-
do em lugar da sociedade americana foi sobre a
sociedade franceza, tal como sahiu da revolugo
franceza, que o Sr. de Tocqueville dirigiu suas
medilages, elle conheceu a uecessidada de son-
dar as origeos do ser so:ial, que quera compre-
nhedet perfeitamentc ; entrou enlo no estudo,
seoo da anliga Franga, ao menos da Franga do
seculo XIII, e ahi encontrou os diverses elemen-
tos da Franga actual, velhos e vacillantes, mas
aiuda de p e preparando seu bom grado ou
sem o saber a nova sociedade que devia consti-
luir-se em lugar della. D'ahi, esse volume o
amigo regimem e a revolugo, a ultima, no
meu parecer, a obra mais linda, bem qne inaca-
bada desse grande e integro espirito, que em
parle nenhuma desenvolveu em um grao lo alto
as qualidades de sua natieza esclarecida pela
experiencia de sua vida. Os fragmeutos, infeliz-
mente mui curtos, do segundo volume, que a pie-
dade de seus amigos deu ltimamente publici-
dade, sio dignos das primeiras coostrueges do
edificio. Se este Irabalho livesse sido paslo na
entrada, e nao no termo da carreira poltica do
Sr. Tocqueville, talvez que elle houvesse sentido
sua influencia, talvez que elle e eu nos livesse-
mos comprehendido melhor e nos houvessemos
approximadu mais do que o quiz nosso mutuo
destino.
O que, com efteito, domina nesse livro, o que
oinspirou e o vivifica, um sentimenlo profun-
do das dfficuldades, que encontraran), que en-
contra entre ni o eslabelecimenlo da liberdade
poltica, e um virtuoso desejo de bem difini-las
o p-las s claras para ensinar-nos a vence-las.
Durante dez annos posteriores sua entrada na
vida publica, o Sr. de Tocqueville gosou em urna
situagao fcil e doce seus nobres prazeres ; fazia
a poltica dos poderes desse tempo urna opposi-
go leal e moderada ; entregava-se em plena li-
berdade es generosas arabiges de seu pensa-
mento livre de toda a luta contra os obstculos e
^
CHARLES HUGO.
SEGUNDA PARTE.
O Pae.
A BOA NOTICIA.
( Continuago. )
Alina mandou essa carta para o correio, como
todas as oulras que diriga Chrislianopelo fiel
Pedro. Com grande admirago sua passou-se urna
semana sem que recebesse a resposta. Escreveu
de novo queixando-se da demora, e aecusando
seo marido de negligente: esta seguoda carta fi-
eou sem resposta como a primeira. Ento a con-
densa comegou assuslar-se seriamente. Passou-
se um mez, e Christiano nao deu sigoal de si:
no cumulo da inquielacio ella mandou Pedro
JUontpellier tirar informages, e Pedro voltou di-
zendo sua ama que havia um mez no correio
nao era recebida urna caria com o enderego para
a senhora condessa de Cazilhac.
A correspondencia dus dous esposos foi nova-
mente iuterrompida, por urna maneira inespe-
rada e exlranha : porque desta vez a circunstan-
cia toda excepcional do processo entre o Eslado
e a universidade de Monlpellier nao poda ser in-
Tocada.
O que era feto pois de Christiano ?
Alina conheceu ento todas as torturas da se-
parago. No dia em que leve a idea de que algo-
ma desgraga poderia ter acontecido a seu esposo,
i quem talvez nao tornatia a Ter, pois queja nem
elle Iho escrevia mais, nesse diaextrema e pro-
funda anciedade se apoderou della. Esse caatel-
tello, cujas novas maravhss gabara com tanto
gosto Christiano, era-lhe oulra vez odioso. Tor-
xiava-se paluda, emmagrecia & olhos ristos, per-
da insensivelmente o appetite e o stano : e co-
mo se fosse deslino dessa pobre moga ver assim
sua vida escoar-se i merc de continuadas alter-
nativas entre os prazeres e os soffrimentos, ca-
iu de novo nessa sombra melancola que tanto
a hourera molestado logo & sua chegada ao cas-
(] Videflwrw n. 81, '"" '
lello do Ganges. O Sr. do Vissec percebendo a
tristeza de Alina, e vendo a impossibilidade de
distrahi-la do seu justo pezar, voltou tambem
aos seus hbitos de isolamenlo, e nao se apro-
sentava mais dianle della seno mui raras ve-
zes.
O nico recursa que fkava condessa era a
companhia de Brin-de-Mousse: fechava-se das
inteiros com o seu pagemzinho, cootando-lhe
suas magoas, fallaodo-lhe de Christiano, como se
elle o coohecesse, e muitas vezes encontrando
as palavras simples e innocentes desse menino
um conforto, que nao esperava, e de que mesmo
se admirava.
Com effeito Brin-de-Mousse, longe de desespe-
rar-so com o silencio do capito, achava mil pre-
textos para desculpa-lo. Affirmava condessa
que ella se atormentava sem razao, que o capi-
to eslava sSo e salvo, que eicrevia, e talvez mes-
mo que muito breve ella o viste chegar de im-
proviso ; que as mulheros dos militares cram co-
mo as mulheres dos marujos, s quaes levavam
muitas vezea anaos e annos sera ler noticias dos
seus maridoa; finalmente que o bom Deus nao
estava no cu debalde; mas eram tantas as cou-
sas no universo que elle sozioho nha fazer, e
sobre que dev.ia velar, que nao podia ao mesmo
tem'po altender a todas as supplicas, que lhe di-
rigiam, e pois era preciso dar-lhe tempo de des-
cobrir o canto do seu cu azul, sobo qual Alina se
lastimara.
Quando a dor da coniessa era tal que resistia
essas innocentes consolagdes, Brin-de-Mousse
moslrava-se zangado, ficava todo vermelho, e
resmungava : e se a condessa persista em cho-
rar, elle ameagava-a de que havia de rir-se, ede
facto punha-se 4 rir. O' infancia I Dbil torga que
supports todos os pesos 1 Timidez quem nada
desanima 1 Ignorancia que de nada se espanta I
Primeiro claro vacillanle da vida 1
Urna maiiha Alina aenlia-se sem torcas para
lutar cootra o pezar que a consuma. Vet anda
Christiano, chama-lo para junio de si a todo o
prego, fazer-lhe saber que o esperava, que mor-
ria na sua ausoncia, lornara-se-lhe urna necea-
si Ja de to forte, que ella, nio sabendo mais o
que fazer, debilitada por urna dessas longasnoi-
tes de iosomnia que quebram (odas as torgas da
alma, dirigiu-se precipitadamente para o seu ge-
nuflexotio, exclamando:
Meu Deus e Senhor I vos que o vedes, res-
pondei-me : Vive elle ainda? Ser-me-ha acaso
permittido tornar a v-lo? Onde esli elle?
No canlo de Puy-Saint-Martin, perto do rio
de Isere, a trinta leguas d'aqui, respondeu urna
toz por detrae della.
A condessa voltou-se immediatamoote: era
Brin-de-Mousse, Bria-de-Mousse o aojo, a irra-
diaco, o prazer do castello. Na Terdade, se nes-
se caslello alguma sombra aventura se Iramava
contra a condessa, o olho myslerioso que se flxa-
va sobre ella l do fundo das trevas, devera re-
conhecer na presenga do pequeo pagem junto
sua ama nao sel que vaga influencia de protec-
go.
VI
alegra e pezar.
Por mais feliz que fosse a noticia trazlda pelo
menino, o seu semblante todava nao irradiava
com o brilho costumado: lia-se ali que elle psr-
tilhava de dous sentimentos oppostos ao mesmo
tempo, de urna grande alegria, e de um grande
pezar.
Em lugar dos seus bonitos hbitos de setim
trazia as antigs vestes de camponez. Alina na
perturbago, om que a tinham langado as primei-
ras palavrss de Brin-de-Mousse, nao reparou pa-
ra essa mudaoga do seu pagem.
A commogo tornara muda; toi ainda Brin-
do-Mousse quem replicou :
J nao admira a razo por que- elle nao es-
crevia.
Explica-te 1 balbuciou finalmente a con-
dessa.
E' porque eslava com um negocio importan-
te entre mos.
Mas que negocio ?
Urna contenda.
Um duello talvoz! exclamou Alina estre-
mecerlo.
E' verdade, um duello: mas descangae. O
ferido nao foi elle, foi o seu adversario.
E esse duello que proposito veo ? retor-
quiu a condessa sempre palpitante, e sem procu-
rar indagar do seu pagara como se acbava elle
to bem informado.
Eis-aqu a historia, respondeu Brin-de-
Mousse, que sempre comegava as suaa narragOes
com essa especie de exordio proprio dos seus h-
bitos de camponez. Parece-me, que houve um
lempo, hade andar isto para quinze annos, em
que se passaram aqui cousas capazes de arripiar
os cabellos at de um morto I
Ji sei, disse Alina.
Parece-me tambem que o marquez de Gan-
ges fdra condemnado pelos magistrados como
iraidor e culpado de alia responsabilidade.
E depois? perguntou a condesas empallide-
cendo a essa simstra recordacao que lhe desper-
tara (antas idis terriveis e desagradareis.
Depois, continuos Brin-de-Mousse, como
deveis saber, ha pessoas no paiz que affirmam
que o marquez de Ganges era innocente como o
cordeiro da Pascoa, e o capilo tambem desle
parecer, pois chegou & qoeslienar com um offi-
cial que sustentara na tua presenga que o mu-
de toda a responsabilidade dos aeonteclmentos.
Bem contra sua vonlade a revolugo de 1848 mu-
dou de repente sua posigu e seu papel : elle
nem tinha provocado nem desejado a repblica ;
temeu-a e duvidou della rendo-a apparecef po-
rm com urna dedicago patritica e triste, Coi
um daquelles. que seriamente leatatam fnda-
la ; independentemeote de sua acgo as duas
grandes assemblas dessa poca, langou mo do
eme e durante alguns mezes foi um dos minis-
tros do poder. Que differeoga, que distancia,
aenhor nao quero dizer que abysmo entre os dous
horisonles, que em viole annos de ioterrallo
abnram-se ante seus o'hos I Em 1831, elle vira
e estudara como simples espectador as causas,
que tinham garantido nos Estados-Uoidos da
America o resultado feliz da liberdade poltica e
repubhona, de 188 1851, elle lutou debateu-
se, suecumbio como generoso ador sob o peso
das causas, que repelliam entre nos um egual
successo. O primeiro estado de sua alma pro-
duzira a obra sobre a democracia na America ;
do segundo sabio o volume sobre o antigo rgi-
men e a recoluo; livro menos brilhante, menos
coaliado, menos severo do que o primeiro, porm
superior pela clevago e preciso das ideas, pela
firmeza do julgameoto poltico e pela intelligen-
cia das condiges imperiosas da liberdade, livro,
que revela tudo quanto o espirito, j lo alto e
to raro, do Sr. Tocqueville tioha ganho em to
pouco tempo no diflieil Irabalho do poder e sob
o peso da responsabilidade.
Leado a correspondencia, ha pouco publicada
do Sr. de Tocqueville com seus principaes ami-
gos, de 1824 1858, nella encontrei, e o publico
encontrar tambem, pens eu, o trago visivel
desso progresso. E' certamente sempre o mes-
mo hornera serio e virtuosamente liberal, e fiel
a causa que se dedicara desde a mocidade;
mas ao passu que avanga, elle se eleva, sedes-
prende, se desenvolve o v mais aliante na na-
tureza du hornera e das sociedades humanas ; e
nuuca fallou to bem e to dignamente como no
momento em que seus olhos se fecharam c sua
voz extingulo-se. E' o favor supremo, que a
Providencia reserva alguraaa vezes aos amigos
sinceros da verdade e da bumanidade, quem
nao tem sido permittido caminharem sempre
juntse se sustenlarem mutuamente nos traba-
lhos da vida quando repousam e recolhem-se an-
tes de toca-lo, chegado cada um por seu carai-
nho s alturas oude brilha a grande loz, elles se
reconhecem, approximam-se e unem-se em
urna commum esperanga e urna mutua equtdade.
Uuio tarda e talvez inulil para seu proprio tem-
po e para seu destino mundano, porm nao pa-
ra sua gloria e para sua causa ; por que elles
chegara assim juntos, em fileiras completas e
serradas, perante asgeragesque lhes succedem,
poderosos talvez um dia por suas ideas e exem-
plos, esse futuro, de que s Deus sabe o se-
gredo.
( Le Constilutionel. S. Filho ].
O THAKTIR.
Costumes russos.
E' o Traktir um eslabelecimenlo de creago
russa, e em vo procurar-se-hia dar-lhe um no-
me qualquer em urna lingua que nao seja a lin-
Sua russa. Em vez de Traktir, direi estalagem,
ospedaria ou casa de pasto, e haris de desfi-
gurar a idea sem obter um equivalente soffrivel.
O Traktir corresponde s necessidades, aos h-
bitos e aos passatempos da classe operara das
cidades. Para elle afflue todas as lardes um
vulgacho de barbas compridas, desejoso de reu-
nir-se depois do Irabalho longe da visla do se-
nhor.
O Traktir e ao mesmo tempo um club para os
servos, urna bolea de commercio para os merca-
dores, urna especie de conservatorio para os ar-
tistas cantores e bailaroos, urna tabern para os
devotos deBaccho, um ponto de reuniio pata os
libertinos. o nico lugar em que o povo se
ada a gosto, porque o nico lugar onde obra
e Calla como lhe parece ; duracte as poucas horas
que ahi passa, ulga-se livre, e essa illuso pas-
sageira ajuda-o a soffrer a realidade da vespera e
do dia seguinte. No Traktir, esquecera-se da
degradante dislnego entre senhor e escravo ;
nelle s ha irmos ; assim que as campoaezas
so apellidara entre si.
A"noiie, enchem-se as salas de visitantes, to-
das as mezas ficam oceupdas e os criados sao
poucos para o servigo. Paredes catadas, can-
deeiros enfumagados, mezas de ps quebrados,
eis quanto a appareucia ; offlciaes de todos oaef-
Gcios, servos de todas as condiges, mercadores
de todas as classes, eis quanto ao publico. Ao
entrar cada visitante comega por trocar urna pro-
digiosa quanlidade de profundas saudages, de
apertos de mo ou de beijos.
As saudages sao para os velhos ou para os
mercadores ricos, os apertos de mo para os co-
ahecidos de fresca data, os beijos para os ami-
gos que nao sao vistos ha um mea e talvez ha
menos. Gumpridos esses deveres de cortezia,
seula-se o recem-chegado e pe-se a beber cha
at que lhe seja lilteralmenle impossivel engolir
mais urna s gota. A quaotdade varia de qua-
tro a dez copos, segundo as capacidade. E' o
eb para o camponez qual novo filtro que lhe 'az
esquecer todos os males, lodos os sulf.imeatos ;
muitas vezes ajunta-lhe agurdenle. Sem cli a
sem agurdente, nao ha prazor para elle. S se
torna alegre, conversador, e at espirituoso de-
pois de beber bastante.
Ordinariamente os viajantes visitam poucas ve-
zes os Taklires.e fazem mal. A historia de um
paiz, o carcter de seus habitantes s podem ser
comprehendidos sob condigao de tudo ver e de
nada esquecer, e a estada ae duas horas na peior
estalagem, ou na choupana mais arrumada en-
sioa as vezes mais do que a residencia de alguns
annos n'uma capital aristocrtica. O camponez
oo mente ; urna queixa.um elogio vindos de seu
coracao podem ser outras taas informages pa-
ra quem nao receia ir busca-las nessa tonta obs-
cura.
quez de Ganges foi culpado. Razo d'aqui, ra-
zo d'acol, o caso que foram ambos parar ao
bosque, e l o capilo com urna bonita estocada
poz o seu adversario em Ierra. Viva o capito I
accrescentou o menino, cujo semblante perdeu por
um mommenlo a expresso de tristeza que o an-
nuviava. Isto que ser um homem valente I
Eu tambem hei de ler algum dia a minha dorin-
dana, ainda que seja como o espelo de vov Br-
gida, para repellir os ditos grosaeiros dos inso-
lentes: sim, prometto-vos que hei de ser solda-
do do rei quando tirer bigodes.
E como sabes de tudo isto ? perguntou
Alina ainda bastante paluda e coraraovida
Lde : respondeu o pagem tirando da algi-
beira e entregando sua ama um numero da
Gaxeta de Franca.
Alina apoderou-se rpidamente, e derorou
com o olhar a passagem do jornal que noticiava
o duello do capilo Christiano, conde de Cazi-
lhac.
Eu, proseguiu o menino, nao sei lr, mas
sei escutar ; e houtem eslava deilado na cozi-
nha quando vov Brgida leu alto o jornal para
vov Pedro ouvir. Bom 1 disse eu l do meu
canto, eis aqui urna cousa que ioteressa se-
nhora condessa. Esperei, pois, que vov dor-
misse, o que sempre cerlo depois que l a sua
gazeta, e quando ella fechou os olhos, e poz-se
a roncar, lirei devagarzinho o jornal para vos
tratar.
Adoravel menino l exclamou a condessa
apertando-o em seus bracos.
Depois replicou com um desses gestos que
indicara urna deliberado repentina :
Escuta : tenho aecessidade de ver meu ma-
rido 1 quando pens que elle acaba de arriscar a
sua vida, eque poderia morrer morrer, ou-
res t ?sem eu abraga-lo I Oh I depois desse
duello desejo v lo mais que nunca 1.... Se lhe
fosse fielmente entregue urna carta minha, elle
voltaria j.... Vae sellar Cyclope.... depressa :
um cavallo que caminbacomo o rento de-
pois de amanhaa estars no Delphinado.... Vae,
vae, nio te demores: preata mais este servigo,
este grande servigo ao meu pobre coracao 1
Ah I minha nobre senhora I exclamou Brin-
de-Mousse deixando cahir os seus pequeos
bragos em ar d desanimo: impossivel 1
A condesss olhou para o menino com dolorosa
sorpreza.
Recusas?
Eu recesar I Oh I nao; bem sabis que
voaperteogo inleiramenle: mas.... nao posso
Porque?
Nao estaes vendo que j nao trago as rali
nbat reates de pagem t
Com effeito 1 disse Alina reparando : o que
significa isto?
Isto significa que eu vos deixo, respondeu
Brin-de-Mousse, passando pelos seus olhos
hmidos de lagrimas as costas de sua mo-
zinha.
Como?
Vou partir.
E' possivei I
Maodam-me para o meu paiz.
Has quem ?
Os meus prenles.
E eu nao quero que t parlas 1 exclamou
Alina.
Ento vos me tendes algum amor? per-
guntou Brin-de-Mousse desfazendo-so em la-
grimas.
A condessa enchugou as faces do menino com
o seu lencinho de renda.
E t. me amaras tambem?
Obi eu!.... muito.... muito 1 respondeu
elle solugando.
Pois bem ; Oca. Tenho necessidade de ti
hoje mais que nunca l
Oh I Deus do cu I como pois, isto pos-
sivei I murmurou o camponezinho afilelo, e ao
mesmo tempo consolado com estas palavras :
como possivei que urna to nobre dama preci-
se de mimpobre creaturinha i*
Fica, repeliu a condesss, Oca junto de mim ;
l pertences-me.
Apenas a condessa havia concluido essa phra-
se a porta da sala de jantar, onde tinha lugar a
scena que descrecemos, abria-se, o deu passa-
gem a Pedro, que entrou na sala.
Alina ficou por alguns momentos sorpreza
apparigo do velho lacaio, cujo olhar, posto que
sempre respeitoso para ella, todava se fixou
sobre Brin-de-Mousse com severa autori-
dade.
A senhora condessa quoira desculpar-me,
disse elle, se tomo a liberdade de observar-lhe
que este menino perlence sos seus paes, que
pdem delles dispor como lhes aprouver.
Alina ficou silenciosa nao sabendo o que res-
ponder a esta grave observago.
Um negocio de familia, continuou Pedro,
que nio admilte demora, e para o qual a pre-
seuca do meu neto oecessaria na casa de seus
paes, obriga-nos a privar a senhora condessa
dos seus servigos. Se a senhora condessa exige
que eu entre na explicagao de pequeas parti-
cularidades domesticas, reconhecera....
Basta 1 disse Alina assumindo a grave po-
8igo de castellaa na presenga do seu la-
caio.
Ha tres mezes que o menino se acha no
castello, proseguiu nio obstante Ped,rp, e or
Impellido n'uma noite pela eurlosldade vesti-
me de camponez a ful visitar o principal Traktir
Tr-a? -TS*10 "V"" hmUde 'WiantaS
Trakitr urna japona de couro de carneiro, urnas
caigas largas de velludo mettidas dentro da blaa
compridas bordadas de encarnado, e um arando
bonet de pellos, e a transformacSo ficou i
completa depois que separei os cabellos poraeio
de um sulco cuidadosamente tragado no meio da
cabeca. Alias tratava-se apenas de nao repara-
ren era mim, e de apr^sentar-me bem desfarca-
do para nao excitar desconfangas. ntrei, e
antes de sentar-me, ped cha com o accenlo mais
camponez que foi posivel. Responderam-me que
eu ia ser servido inmediatamente ( seitehas ) e
como hornera que conheee o/valor real dessa ex-
presso, esperei tranquilamente meia hora.
Chegnu emfim o cb o comecei a bebe-lo de
vagar. Dentro em pouco manifestou-ae urna co-
piosa transpirago ; o suor corria-me em grossas-
bagas da testa, das faces, de todo o rosto. Des-
de ento julguei-me convenientemente preparado
para gozar do espectculo que viera procurar, e
puz-me em eslado de observar os que se acha-
vara mais prximos.
Diante de mim estavam sentados urna mesa
dous homens que segundo as apparenciss per-
tenciam classe dos mercadores abastado. Tra-
ziam a comprida sobrecasaca azul qoe lhes to-
cava os calcanhares, abotoada cuidadosamenle
desde o queixo al o joelho ; seu trate era de-
cente, e a pezar das bolas compridas, elles nio
cheiravam couro. O mais moco dos dous era
um homemzarrio de seus nove-'palmes qoe pa-
reca vergar ao peso da alta estafara. Innme-
ra veis signaes de bexigas doudas rtaviatn imprea-
su.em seu rosto completamente imberbe- urna
mascara exquisita : seus olhos respiravam a hon-
dura, a voz era arrestada e chorosa ; elle podia
ler trinta ou trila e cinco annos.
Pela conversa cheguei logo a saber que se cha-
ma va Piotre Ivanitch (Pedro, filho- de Joan >.
Seu companheiro fazia com elle um contraste no-
S5I Era ura velninho franzino e secco, da
olhos penetrantes. A chamma que a cada ins-
tante partia de seu olhar, pareca dever penetrar
os seres ou as cousas em que lixava-se cerno se
fossem de vidro. Um sorriso irnico contrahia-
lhe por habito os cantos dos beigos delgados- e in-
coloros ; a pelle semelhava-se a pergamilho ve-
lho e rugado. Tudo em suas feices como em
sua postura trahia a astucia e a desconfiauga
dir-se-hia um gato que. ao langar-se sobre um
rato, presente um cao atraz de urna porta. Cha-
mava-se Christophora Vasilievitch ( Chrisiopho-
ro, filho de Basilio ) e devia ter pelo menos ses-
senta annos.
Eia, Petrucha, disse elle para o compa-
nheiro, conta-me como se passou isso ; bem sa-
bes que eu sou homem de bons conselhos. N8o
fiques, pois, ahi a olhar dianle de ti como um
paleta, falla antes, salvo se Gcastes mudo. Se
te apresentastes a leu senhor com a cara que
tens agora, devia elle pensar que eras um tolei-
rao e zombar de ti.
Ah I meu lio Christophoro Vasilievitch
provra a Dos que elle houvesse zombado de
mim, respondeu o oulro; as cousas estariam de
ceno em melhor p. Eis a historia como se
passou. Estire esta manhaa em casa de meu
senhor.... Achei-o almogando com a amante;
pareca, alegre satisfeito, e ao principio fallou-
me com brandura.
Que queres, irmo, que queres ? Sabes que
nada temos que recusar-te. Expltca-te', tem
animo, vai direito ao caso ; .em nossa compa-
nhia nada tens a recetar, bem sabes q,ue eoraos
teu pae.
Quando o vito bem disposto, adiantei-me e
beije-lhe a mo, assim como sua eeoapanheira
que por elle me foi apresentada. Eaio comecei
a cootar-ihe que estava enamorado de Pacha, fi-
Iha do assenor, que ella amava-me tambem e
que nos queramos casar j porem que eu nao po-
da faze-lo emquanto fosse servo e pedia-lhe que
me libertasse. Chorei, lanceMne a seus ps,
beijel-lhe a ponta do chambre, s Beos sabe o
que nao teria eu feilo para commove-lo, e na
verdade pensei por um momento qu o tinha'
conseguido. Meu senhor deixou-rae fallar niai*
de dez minutos sem iutorromper-mer e afinal
olhando para mim com ar benvolo e prolector :
Ouve, irmo, nos sabemos melhor que tu
o que te convera, ainda mogo de mais para te-
casar ; o homem que se casa fica preguicoso e
e nao sabo mais gaobar a vida. Dentro em
pouco Dcanas pobre, e eu nao quero q#ie um ra-
paz de la especie venha- soffrer. Olha para
mim, por ventura estou casado ?
Nao faitea-me vontade para responder-lhe al-
guma cousa a este respeito, porem contive-me.
Considera l, accrescentou elle, o que o ca-
samento te far perder. E'S rico com o teu tra-
oalho, tens feilo alguma economas,, oomo sou
sabedor, assim exig de ti um rendimenlo annual
em proporgo cora os leus haveres. Tu me pa-
gas agora al dez m rublos 112:000<{000 ) an-
nuaes, e depois de feitaa ascontas anda te fica
oulro tanto ; porm, irmSo, se te casares, nada
mais fars, s- has de pensar em la mulher, e
nao sers mais capaz de ganhar per ti mesmo
mil rublos por anno.
Aqui deixou de tallar meu senhor, e olhou-me
usamante : poz-se a coatar nos dedos por uns
dous minutos. Eu trema como varas verdes e
apeuas (Misava levantar os olhos, pois compre-
iiendia que minha sorte ia ser decidida.
Eia. disso elle afinal, ests realmente apsi-
xouado ? r
Tomo a Dos por testeraunha era como amo
a Facha como a minha propria me, respon-
Pois bem l meu rico, j quo assim nao
quero ser implacavel e nao coavem que se possa
dizer que te recusei a felicidade. Alias, estou.
hoje na veia da generosidade, nao assim. mi-
uha senhora ?
E ao dizer isto mostrava com o dedo um bello
aderego que estava sobre a mesa denlro de urna
caixa, ao p de sua amante.
[Continuar-se-ha.)
agradar senhora condessa temos lomado, sb-
ns a responsabilidade de aqui conserva-lo :
mas hoje seu pae e sua me no-lo redamara
com instancia; e posso assegurar senhora
condessa que com effeito ha urgencia. ^.
Basta I j vos disse: nao admiti mais
urna palavra este respeilo. Este menino per-
lence-vos, verdade: fazei delle o que quU
zerdes.
Alina interrompera o criado com o gesto alti-
vo : este temendo ter ido muito longo, accres-
centou com a voz submiasa :
Alm de que elle rollar.
Quando? interrogou vivamente Brin-de-
Mousse.
Para o anno que vena.
O menino suspirou.
E qusndo vae elle
Alina.
Immedialamente.
E irel so? lornou Brin-de-Mousse
olhar brilbou sbitamente.
partir ? perguntou
cuja
Nio: em companhia de Brgida que vos le,-
vari al Monlpellier.
O menino suspirou novamente.
Adeus, senhora 1 dase elle pondo um jos
Iho em trra perante a condessa, emquanta esta
oabragavacom effusio: e deixou se levas pelo
av, rollando o seu rosto banhado de lagrimas
para a castellaa, aQm de dizer-lha cosa o gesto
e com os olhos esse adeus, que os solucos aba-
favam sobre os labios.
Alina vendo-o sabir sentiu aperiar-se-lha e
corago. Bem que estivesse certa da axislaa-
cia de Christiano que era o mais caca intaresse
de sua propria existencia, todava pareceu-lha
que a sorte, privando-a de Brin-de-Mousse, pri-
vara a ao mesmo tempo da urna torga e de ama
alegria, de um apoio o de urna distraegp, pois
que esse menino era para alia como que um ao-
jo da guarda.
Na tarde desse mesmo dia Brgida, depois
de ter conduzido o menip.o at Monlpellier, vol-
tava ao castalio, clamando contra a fdiga, o
sol e a poeira, e sobretudo contra tantas rol-
las e rodeios, onde se perde sempre alguna
cousa.
( Continuar-te-ha.)
BRJ,- TYP. DI M. F.DI PARIA, -4611.


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