Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09259


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Full Text

A1I0 XXXT1I IDIEftO 81
Por tres nezes antados 51000
Por (res nczes vencidts 68000
TE1CA FEIRA 9 DE ABRIL H lili
Por anno adiantado 19f 00 0
Ptrtc fraae para t sibscrijUr.
NAMBUCO
NCARRBGADOS DA SUBSC RIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
t}\ o Sr* A, de Lomos Braga; Ceara o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. lianoel Jos Mar-
tios Ribeiro Guimaraes; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
Olinda todos os dias as 9 1/5 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Girnar, Altinho e
Garanhuns as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiraa.
Cabo, Serlnhaem, Rio Forra oso. Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manhia)
EFHEMERIDES DO HEZ DE ABRIL.
2 Quarto minguante as 4 horas e 4 minutos da
manhia.
10 Loa ora as 4 horas e 39 minutos da man.
18 Quarto crescente as 4 boras e 26 horas da
manha.
24 La cheia as 8 horas e 4 minutos da tarde.
PREAMAR DE BOJE.
Primeiro as 4 horas e 6 minutos ds manha.
Segundo as 3 horas e 42 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
8 Segunda. Nossa Senhora dos Prazeres.
9 Terga. S. Demetrio b. ; S. Acacio b.
tO Quarta. S. Ezequielprofeta; S. Terencio ra.
*1 Quinta. Instituigao do SS. Sacramento.
12 Sexta. S. Vctor m. ; S. Vessia v.
t3 Ssbbado. S. Hermenegildo principe;
14 Domingo do Boro Pastor. S. Tiburcio m
AUOUMl.iA UU3 IKlttUNAEa UA CAfil'AL.
Tribunal do commercio ; segundas e quintas.
Relago: torgas, quintas e sabbados as 10 horas.
Pazenda : torgas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quartas ao meto dia:
Dito de orphos: tercas e sextas-as 10 horas.
Primeira rara do civel: terca e sextas ao meio
dia.
Segunda Tara dq cirel: quartas e sabbados a 1
hora da tarde.
ENCaRREGADOS DA SUBSCRIPCA DO SU1**
Alagoas, o Sr. Ciaudino Falca* Dias; Babia.
Sr. Jos Mirtina Aires- ? Rio de- Janeiro, o Si*
Joo Pereira Martina.
EM P2RNAMBUC0.
O propietario de j>i*mo Manoel Figneiro* rft
Faria.na sus livraria-praga da Independencia a*
6e8.
PARTE OFFICIftL.
Governo da provincia.
Expediente do dia 5 de abril de 1861.
OiTicio ao Exm. presidento da Babia.De con-
formidade com o que pede o alteres do 2 bata-
lhao de infantaria Francisco Jos Gomes, no re-
querimento junto, rogo V. Exc. a expedicao de
suas ordens no sentido de ser suspensa do Io do
corrcnte em diante a prestago mensal de 2430O
res que o mesmo alteres deixou de seu sold
nessa provincia em favor de sua sogra D. Rllta
Gomes da Rocha.Coramunicou-se ao coronel
commandante das armas.
Dito ao coronel commandante das armas.
Sirva-seV. S. de expedirs suas ordens para que
seja apresentada mais urna praga de cavalloria
afina deservir s ordens desta presidencia.
Dito ao commandante da estago naval.Al-
ten las as razoes que V. Exc. expe em seu oCQcio
de hontem, sob n. 59, tenho dizer que o 2 l-
ente Tancredo Jos da Silva Quintanilba pode
seguir para a corte no vaper Cruzeiro do Sul,
2ue se espera dos portos do norte, para o que
. cara expedidas as uecessarias ordens.Expedi-
ram-se as ordens para as passagem.
Dito ao capito de porto.Fago apresentar
V. S., para serem inspeccionados, os recrutas
Antonio Qaixabeira da Silva, Joao Evangelista
de Moura, Adelioo Pereira da Silva, e Marcos
Muniz.Communicou-se aochefe de polica que
os remetiera.
Dito ao commandante superior de Olinda. nheiro Francisco
Sirva-se V. S. de mandar cessar a ordem de pri- tem de seguir psra a corle:
Dito.Promova o couselho administrativo a
compra de papel e outros arligos mencionados na
relago junta, os quaes sao necessarios para pro-
vment do arsenal de guerra Communicou-se
thesouraria de fazenda.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc. admittir na companhia de aprendizes desse
arsenal o menor Constancio Vieira de Lana.
Communicou-se lhesouraria.de fazenda.
Dito ao juiz municipal de Serinhaem.Nos
arts. 24 e 29 do regiment de custas achara Vmc.
reaolvida a consulla que me tez em seu oCQcio de
24 de margo ultimo cerca das vislorias que o
juiz manda proceder ex-oCQcio em qualqner causa
civel.
Portara.O presidente da provincia, atteu-
dendo ao que lhe requereu o tabellio do notas
desta cidade Francisco Baptista de Almeida, re-
solte conceder-lhe 3 mezes de licenga para tra-
tar de sua saude, com a condigo, porm, de go-
sar della dentro desta provincia.
Dita.O presidente da provincia, resolveno-
mear a Manoel Nunes Correa para o lugar vago
de correio da recebedoria de rendas internas.
Fizeram-se as oecessarias communicages.-
Dila.O presidente da provincia rosolve con-
ceder um mez de licenga com vencimentos ao
almoxarife do arsenal de marinha Antonio Hen-
riques do Miranda para tratar de sua saude.
Dita. O presidente da provincia resolve
designar o ajudante de engenheko Jos Mara
de Carvalho exercer interinamente as fun-
coes de agente fiscal da illumiaago a gaz
nesta capital durante o impedimento do enge-
Raphael de Mello Reg, que
4231.Lourenco Francisco de Almeida Cata-
nha.Passe portario concedendo a ltgenga pe-
dida.
DIARIO DE PERNAMBUCO "
A assembla provincial approvou hontem a
chamada" de supplentes pelo 4*, 5, 11 e 12*
districlos efteitoracs ; regeitou os projectos ns. 6
de 1856 e 11 de 1860; adiou por 4 dias a pri-
meira discusso do de n. 2 de 1855 ; e appro-
vou o de n. 18 de 1854, adiado do dia antece-
dente. Entrando em primoira discusso as pos-
turas da cmara municipal do Rio-Formoso,
veriiicou-se noaver casa, pelo que foi a ses-
so levantada, sendo a ordem do dia a mesma.
ti de accordo com a opinio do nobre depotado. de todo os raeus actos e nunca deixarei de me
O nobre deputado sabe que se entrassemos no justificar,
inquerito respeito do pessoal da secretaria, isto ORDEM DO DIA.
nos levara 4 um longo exame e parece que no OSr. Io secretario declara- quo vai se proce-
casode ser regeitada urna proposta do Sr. Io se- jder a votago do projecto- n. 19 de 1860, que
cretario, elle teria o bom senso de consultar a eleva 6, cathegoria de cidade a villa da Esada
maioria da casa, ver qual era o seu voto, por que | cuja votago Gcra hontem empalada,
nao era possivel que elle tivesse o gosto de pro- E' approrado.
p6r sempre pessoas para ver sua proposta regei- Entra em Ia discusso o projecto n. 18 de
tada. 1854, que crea urna exposieo agrcola e arlistica
E hdo um requeriraento do Sr. Alfonso de Al- em certos prasos na provincia,
buquorque, pedindo que se sujeite discusso R'lido, apoiado e entra em discusso o seguin-
cada um dos requerimentos de per si. le requerimento :
PERNAMBUCO.
sao que se expedio contra o capito do 9o batalhao
da guarda nacional do municipio de Olinda, Joo
Goncal,-es Rodrigues Frange, vistas as censidera-
ges que me expoz o mesmo capito.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tendo sido admittitfo no hospital militar os pai-
sanos Flix Jos do Sacramento Ramos e Manoel
da Silva Teixeira, o primeiro na qualidade de
entermeiro de cirurgia, e o segundo de servente
do referido hospital como consta de ofiicio do
coronel commaodante das armas de 4 do corren-
te ; assim o communico V. S. para seu coohe-
cimento.
Dito ao mesmo.Transmiti V. S. para os
convenientes exames copia da acta do coDselho
administrativo para fornecimento do arsenal de
guerra datado de 26 de margo ultimo. <
Dito.Estando nos termos legaes os inclusos
prets em duplcala, que foram remettidos pelo
chefe de polica com ollicio de hontem, sob n.
244, mande V. S pagar ao sargento Silvioo An-
tonio Ferreira Chaves, a quantia de 275*700 res,
em que importam os vencimentos da escolta de
guardas nacionaes que conduzio presos de justi-
ja d'aquella villa para esta capital.Communi-
cou-se ao chefe de policia.
Dito.Attendendo ao que me expoz o juiz de
direito da comarca de Tacarat, bacharel Fran-
cisco Gongalves da Rocha recommendo a V. S.
que mande pagar 03 seus vencimentos relativos
ao dia 3 de dezembro do anno prximo passado,
em que por doente deixou o exercicio da respec-
tiva vara.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar a Agosli-
nho Eduardo Pina, conforme requisitou o com-
mandante superior de Nazareth om ofiicio de 2
do corrente, sob n. 110 os venciaaantoa relativos
ao mez de margo ultimo do destacamento de
guarda nacionaes d'aquella cidade como sv da
incluso pret em duplicata.Communicou-se ao
commandante superior supradilo.
Dito ao mesmo.Traosmittiudo a V. S. para
ser pag a inclusa conta do gaz consumido no pa-
lacio da presidencia durante o mez de fevereiro
ASSEMBLA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
Sessao em S de abril de 1861. (*)
'residencia do Sr. baro de Vera-Cruz.
(Concluso.)
O Sr. Souza Res, (pela ordem) diz querer
sa-
lera de
ber se a proposta que acaba de ser lida
ser discutida e se admitte emendas.
O Sr. Presidente :Nao couhego a praxenestes
negocios; sabe o nobre deputado que as nomea-
_ O Sr. Presidente :A primeira parte do reque-
rimento est satisfelta, mas quanto 2a teoho du-
vida, por que quando o regiment diz que a pro-
posta da exclusiva competencia do Io secretario,
parece excluir a idea de emendas; todava a
proposta pode ser regeitada pela casa.
O Sr. visconde de Camaragibe, comega no-
tando a inconveniencia das questoes pessoaes,
pelo odioso que acarretam, e declara que a sua
Hequeiro que fique addiado o prsenle pro-
jecto por um mez.S. R.Alfonso de Albu-
querque.
O Sr. Gitrana : Sr. presidente, ped a pa-
lavra levado pela leitura do requerimento que di -
rigi mesa o meu nobro collega oSr. Affonso,
visto como nao posso deixarpassar sem algumas
consideragdes o que se l nesse requerimento.
A primeira considerago que tenho fazer
O Sr- Nascimento Porlella, diz que a idea,'
que contm o projecto em discusso, manifes
lamente til: que na primeira discusso-nao ca-
bendo-lho apreciar cada orna das partes do pro-
jecto, e dar-lhe todo o desenvolvimento que ha-
dara seu autor, que se acha ausente, considera-o
como um importante eleaenlo de desenvolvi-
mento e de animag da industria na provincia,
e que por isto enlende-qoea assembla nao pode
deixar de approva-lo (apoiados); que o nobre de-
putado que o impugoou sob o fundamento de fal-
ta de industria entre nos, certamente nao atlen-
deu ao desenvolvimento, posto que lento, que
tem todo alguns ramos de industria da provincia
e ao- gosto que se vae manifestando pela exposi-
co de alguns productos : que nesla cidade, an-
da o anno passado, a associago dos artistts sel-
leiros fezexposigode diversos objectos, que cha-
maram a atlengao das pessoas que os examina-
ra m ; que certamente o projecto seria urna uto-
pia, se contivesse o plano de urna exposigao em
ponto grande, como algumas que tem havido na
opiniao que as nomcag5es devem ser feitas por i que nenhuma procedencia pode ter, por que me FuroT- m,-' ; T q -na
propostas do secretario, nronosta aue a casa nao parece que nao nreciso t.r nr^nt* YSZ SfMlIM?! l">o- ?">? exposigao
propostas do secretario, proposta que a casa nao; parece que nao preciso eslar presente o autor
pode emendar, e apenas approvar.ou regeitar i de qualquer projecto que venha discusso pasa
Diz o orador que nao se lombra de que na as- que a casa se julgoe habilitada julgar da sua
sembles geral sediscutam propostas desta nalu- ulilidade.
reza : o que ali se faz aceitar ou recusar. Se !
fosse presidente da casa, nao teria duvida de as-
em
Dita.O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o official-maior da secretaria
da thesouraria de fazenda bacbarel Manoel Ma-
mede da Silva Costa, e bem assim a informago
do respectivo inspector datada de 2 do corrente,
e sob n. 243, resolve conceder ao mesmo bacha-
rel 45 dias de licenga com vencimentos na forma
da lei para tratar de sua saude, a qual dever
ter principio no dia 15 deste mez.
Dita.Os Srs: ageutes da companhia brasilei-
ra de paquetes a vapor mandem dar transporte
para a Babia no vapor Oyapock ao desertor do
corpo de policia daquella provincia Jos Fran-
cisco Soares e a duas pragas que o escollam, de-
vendo a despeza do transporte ser paga na mes-
ma provigcia.
Mandou-se tambem dar passagens de estado
para o Rio de Janeiro ao bacharol Filiotho E'y-
sio de Carvalho Couto e ao 2." tenente Antonio
Jos Rapozo.
Por conta do ministerio do imperio ao padre
commissario apostlico capuchinho Fr. Caetano
de Messina, que segu para a corte.
Por conta do da guerra urna passagem de proa
para a corte ao ex-praga do exercito Belchior A-
mancio Monteiro.
DitaOsenhor agente da companhia pernara-
bucana, mande dar urna passagem de estado pa-
o Cear no vapor Jaguaribe a Manoel Alexan-
dre Garca.
Dita.O presidente da provincia, pelos funda-
mentos constantes da portara de 14 de setembro
do anno prximo passado, resolve aulorisar o
Sr. secretario a chamar urna pessda para coad-
juvar os trabalhos da secretaria do governo, em
substiluigo do collaborador, Fortunato da Silva
Neves, que foi nomeado amanuense da mesma
secretaria.Communicou-se a thesouraria pro-
vincial.
Dita.O presidente da provincia resolve de-
signar o ajudante de engeaheiro, Jos Mara de
Carvalho, para exercer interinamente as funeges
de agente fiscal da illuminago gaz nesta capi-
tal, durante o impedimento do engenheiro Fran-
Por tanto apreciemos a ulilidade da idea ca-
pital do projecto, a qual patente desd'o mo-
mento em que nos damos leitura do projecto.
V-se que determinando o projecto ou marcan-
do um praso para dentro d'elle serem apresen-
tados em exposico diversos productos indus-
triaes, de-alguma sorte se anima a industria
E' lida em seguida a seguinte proposta da com- > agrcola, ha nisso como que um incintivo que
goes para a secretaria sao raras. Ordinariamen- i misso do polica, que approvado: deve concorrer pira o desenvolvimento desSa
te a assembla costuma depositar confianga na A commisso de policia da casa prope industria. Este projecto por tanto coniem em sua
mesa quando se trata dessas nomeagdes, o que esta assembla Arcelino de Hollanda Chacn para l idea capital urna ulilidade manifesta deslas que
me parece muito justo por que estando toda a o lugar de continuo, vago por ter passado oQi-. saltam aos olho ; e se pois na primeira discus-
secretaria cargo do Sr. 1 secretario, parece que cial o continuo Pedro Paulo dos Sanios. Sala sao de um projecto nos temos de apreciar qual
sim decidir a questo.
O orador faz ainda diversas consideragdes
sustentago de sua opinio.
Encerrada a discusso e posta votos a pro-
posta approvada era suas diversas parles.
ultimo tenho a dizer que, segundo consta de of- cisco Rapbael de Mello Reg, que tem de seguir
ficio do director da repartigo das obras publicas para a corle. Fizeram-se as precisas communi-
do 1. de margo prximo Godo sob n. 47, o con-
sumo n'aquelle mez foi de 5,000 p cbicos e nao
de 5,200, como se v da mesma conta e neste
sentido deve ser feilo o pagamento.
Dlo Mande V. S. pagar a Albino da Silva
Leal, contorme requisitou o commandante supe-
rior da comarca do Rio Formoso em officio de 15
de margo ultimo, os vencimentos do alteres com-
mandante do destacamento da Villa de Barreiros,
Carlos Roberto Tott, nos mezes de Janeiro o fe-
reiro deste anuo urna vez que eslejam nos termos
legaes os inclusos prets em duplicata, queacom-
panharam o citado ofiicio.Communicou-se ao
commandante superior sapracitado.
Dlo ao mesmo.Pode V. S. conforme indica
para a corte. Fizeram-se
cagdes.
Expediente do secretario do governo.
Ofiicio ao coronel commandante das armas.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda de-
clarar a V. S. que pela leitura do seu ofiicio de
hontem, sob. n. 469, Ocou inteirado de ler falle-
cido no dia anterior o alteres do 2o batalhao de
infantaria Florencio Rodrigues da Costa Doria.
Communicou-se ao Exm. ministro da guerra
e thesouraria de fazenda.
Dito ao Io secretario da assembla provincial.
S. Exc, o Sr. presidente da provincia, manda
transmittir a V. S para ser presente a assembla
legislativa provincial o incluso projecto de pos-
turas que remetteu a cmara municipal da villa
as nomeagdes officiaes para ella lhe competem,
tanto mais quanto nem toda a mesa tem inter-
rencao nos negocios da secretaria e nicamente
o Sr. Io secretario quera ali dispdem o expe-
diente, e quem responde casa quanlo se lhe
pedem quaesquer informagoes sobre ella.
Partindo de urna regra geral, parece que ludo
quanto vem assembla, devendo soffrer discus-
so, tambem um negocio semelhanle deveria ser
discutido, entretanto o regiment. nada dispe
a respeito, e apenas sobre a nomeagno de oulros
empregados da casa que determina o seguinte
Ora, v o nobre deputado, que quando se trata
da nomeagao de continuos e porteiro que o re-
giment d commisso de policia a incumben-
cia de sua nomeagao, sobre o caso presente nada
diz e eu da praxe seguida nada sel.
O Sr. Luiz Filippe, (pela ordem) diz que julga
mais curial a commisso de polica tratar desse
negocio por meio de um parecer que suscepli-
vel de ser emendado, e affirma que existe um
precedente, occorrido quando servio o lugar de
1 secretario, que lhe parece ter sido basca lo
nesse principio, o quo vai verificar.
O Sr. N. Portella, diz que os precedentes da ca-
sa tem sido o de propostas feilas por meio de pa-
receres assignados pelos membros da mesa ; po-
rm que sendo expressa a disposigo do 8 do
art. 30 do regiment, que lhe confere exclusiva-
mente o direito de propor os empregados da se-
cretaria e smente mesa o de propor os empre-
gados subalternos da casa, nenhuma duvida tem
de usar da faculdad que lhe concedida : que
nao lhe parece que as proposlas do primeiro se-
cretario eslejam sujeitas discusso, alientos os
inconvenientes que haveriam em tal discusso e
que tambem nao esli sujeitas emendas : que
examinando os precedentes da casa nao encon
trou um s caso em que tivesse havido discusso,
e menos emendas.
O Sr. Gitirana, opina por que se procuro pela
praxe prover o lugar que se acha vago, de offi-
cial-maior, e que. apezar de ser de sua inleira
confianga o collega que oceupa a cadeira de 1
secretario, comtulo pensa que, para evitar duvi-
das sessSs da assembla provincial de Pernara a ulilidade que elle em si contera, se esta
buco, 5 de abril de 1861.B. de Vera Cruz.Dr. "
Nascimento Portella (Io secretario) Dr. Manoel
de Figueiroa (2 dito.)
- ma-
nifesta, desnecessario que esse projecto seja
addiado, para se cuidar mais tarde de sua ulili-
dade. Se o projecto nao est completo, nao
lavra ikara ter 1 e8,V occasio d8 mantfestarmos. elle tere
^s^Jt^^Lp i toast t;:sdi8cu8so-e
no discurso do Sr. deputado Bnto publicado no Por e8tM consideracSes, Voto contra o addia-
Dxarxo de hoje, e cujo aparte nao foi devidamen-1 menl0i mo8mo por ^^ qufi JJ.
para
te apanhado.
Sr. Dr. Brilo trata
iltima eleigo da Boa-vis. ju.B do conveniente chamar o meu fraco testemunho i n *. j ik.....-:..
o Sr. Dr. Brilo Iratava dos tactos oc-1 ~^^m^^*jft
corridos na ultima eleigo da Boa-Vista, julgan-
sobre esse oegocio, eu disse :Nao recuso o meu
testemunho urna vez que nao seja para confir-
mar a qualificago de sicario que o nobre depu-
tado d officiaes e soldados do exercito, e sim
para asseverar que o individuo que perlurbou a
eleigo, nao era do partido liberal, e nem obrou
com consciencia do lado contrario. Entretanto
no Diario l-se : (l).
O Sr. Brilo :Quem commetteu a fraude foi
um sicario.
O Sr. Mello Reg :Mas o nobre deputado da-
va a qualificago de sicarios officiaes do exer-
cito----
O Sr. Souza Reis (para o Sr. Britol:A quem
o nobre deputado atiribue....
O Sr. Bnto :A' quem allribuo nao, por que
esse sicario foi preso em flagrante, e est sendo
processado.
O Sr. Souza Reis :A' quem se atlribue que
commetteu a fraude, como o nobre deputado
deve dizer.
O Sr. Brito :Eu nao pego mentor nessa clas-
sificaco.
(Os Srs. Souza Reis e Brito trocara ainda ou-
tros apartes.)
O Sr. Mello Reg :O que eu quera mostrar,
Sr. presidente, quo o aparte pode-se prestar
inlerpretages que eu nao tive na iotengo e por
isso ped a palavra.
O Sr. Affonso de Albuquerque : E' para nao
nos roubar o tempo que eu requer o adiamen-
to deste projecto. Nao ha quem ignore, que para
sustentar-se a ulilidade de um projecto nao
preciso que seu autor esteja presente; mas visto
que o autor deste projecto memoro desta as-
sembla, visto que possivel que ello volte e
mais provavel que volte do que fique...
O Sr. Sodza Reis: E por que ?
O Sr. Affonso de Albuquerque : Por que nao
levou diploma.
Considerando eu que esle projecto intil,
mas fazendo honra s intengocs de seu nobre
autor....
O
til.
Sr. N. Porlella : Pols eu coosidero-o
O Sr. Alfonso de Albuquerque : ... nao que-
rendo oppor-me nao estando elle presente para
dar suas explicages, como nao vi ninguem pe-
dir a palavra em lugar delle para sustenta-lo....
O Sr. N. Porlella : Nao tendo havido mpug-
naco, ninguem poda defeode-Io
_ O Sr. Affonso de Albuquerque : ... reque-
r o adiamenlo, para que com sua presenga se
discuta ento o projecto, visto qne ninguem me-
Ihor do que elle pode desenvolver e sustentar a
sua idea.
No entanto vou dar a razo por que nao acho
utilidade no projecto.
Nao acho utilidade no projecto, por que da
O Sr. Penna (pela ordom):-Sr. presidente, pe-jnatureza d'aquelles outros que t'eem passado
di a.palavra pela ordem, para fazer a segulute re- le, sem nenhuma utilidade real e somente pro-
clamagao : Estive prsenle, como todos virara, poslos por ostentago.
quando o nobre deputado o Sr. Dr. Brito pronun- o Sr. Souza Reis : Para figurar na collecgo
das seria melhor que se propozessem todos os ciava o discurso boje publicado no Diario de ; das leis.
ao final de sua informago do hontem sob n. 252 do Bom Conselho com ofiicio de 23 de margo ul-
znandar pagar os vencimentos do destacamento timo.
de guardas nacionaes de Flores que marchou em Igoal remetiendo o orgamento da receita e des-
diligencia para Tacarat a contar de 16 al 31 peza da comarga de Ouricury e copia do oCQcio
dejdezembro do anno prximo passado, visto se- qu na mesma comarca declara excederem as
reai attendiveis as allegacoes feitas pelo capito despezas a sua receita.
Juao Baptista de Aitayde de Siqueira no reque-
rimento que se refere a citada in'ormago.
Dlo ao mesmo.Em vista da inclusa relagSo
em duplicata mande V. S. pagar ao negociante
Manoel Pioheiro de Carvalho, conforme requisi-
Dlto ao mesmo -D'ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia remeti a V. S. para ser pre-
sente assembla legislativa provincial o acto
da presidencia antorisando a cmara municipal
do Recite a despender mais com a verba.Cos-
tou o chefe de policia em ofiicio de hontem, sob telo e eveotuaes do cemiterio publicoo que for
n. 245, a quantia de 100560 em que importam as necessario at o fim do correte exercicio, nao
dianas abonadas pelo subdelegado da freguezia
de Garanhuns abs recrutas constantes da mesma
relago.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Solveodo as duvidas por V. s. exportas em ofii-
cio de 23 de margo p. (indo cabe-me declarar-
lhe :
Primeiro, que devem ser arrecadadas por meio
de arrematago triennal as rendas dos predios
do patrimonio dos orphos, como expresso no
art. 7 do respectivo regulameoto de 28 de Janei-
ro ultimo, deveuao Vmc. opporlunamente repre-
sentar se nislo houver inconveniente, para que
possa a presidencia resolver, como fr justo.
Segundo, que na hypothese prevista pelo art.
75 do regulamenlo dessa thesouraria quando a
excedendo a 2:0009000 requisitou a mesma ca-
no ofiicio por copia junto.
DESPACHOS DO DI A 5 DB ABRIL DB 1861.
Requerim$nto$.
4213.Alexandre Americo de Caldas Brando.
Passe portara concedendo a licenga requerida
na forma na lei.
4214.Antonio lavares de Araujo Sena.
Requeira pelos canaes competentes.
4215. Antonio Lourengo de Albuquerque
Coelho.Informe a cmara municipal de Santo
Anto.
4216.Bernarda Mara da Conceigo.Infor-
me o Sr. director de instrueco publica ouvindo
a directora do collegio das orphas
4217.Carolina de Azevedo Carvalho Siquei-
renda do predio nao exceder de 2:0009000 pode ra Varejo.A supplicanle nao pode ser prvido
ser dispensado um dos fiadores exigidos pelo art. :.no lugar que pretende por nao ter a idade legal.
8. do regulamenlo citado de 28 de Janeiro deste 4218.Francisco Gongalves da Rocha,Diri-
anoo, que assim o prescreve genricamente e sem ja-se a thesouraria de fazenda.
reslricgo alguma. 3219.Fielden Brothers.Informe oSr. ius-
Terceiro, finalmente,que na ausencia de dlspo- pectqrdo arsenal de marinha.
sic.ao expressa de lei, que estabelega a formula
dos ttulos de obrigago dos arrematantes das!
rendas dos orphos convem que elles aceitera
letras, como se pratica na arrecadago das rendas
provinciaes
Dito ao mesmo.Pode V. S. nos tormos de sua
informago de hontem sob n. 122 mandar pagar
a importancia dos juros devidos a Feliciano do
Rogo Barros, provenientes de apolces que pos-
sue.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar ao nego-
ciante Pinheiro de Carvalho a quantia de 59000,
em que, segundo o incluso recibo, que me foi
remettido pelo chefe de policia com ofiicio de
hontem, sob o. 246, importam as despezas feitas
pelo subdelegado de Garanhuns com a factura de
10 pares de algemas para seguranga de presos de
justiga, que vieram daquella villa para esta ca-
pital.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Mande V. S. engajar no corpo sob seu comman-
do o paisano Manoel Jos da Coala, sobre que ver-
a o seu ofiicio datado da hoje, sob o. 148.
Dito ao mesmo.Maude V. S. dar baixa do
4220.O mesmo.Dirija-se a thesouraria de
fazenda.
4221.Francisco Joaquim Clemente dos San-
tos.Passe portara concedendo-se tres mezes de
prorogago sem vencimentos.
4222.Feliciano do Reg Barros.Dirija-se a
thesoura provincial.
4:223.Jos Baptista de Athayde Siqueira.
Dirija-se a thesouraria de fazenda.
4224.Jos Mara Pinto.Passe portara con-
cedendo somente tres mezes de licenga na forma
da lei.
4225. Januario de Almeida Lima.Remetti-
do ao Sr. engenheiro director das obras publi-
cas para empregar o supplicanle.
4226.Joo -Falque e outro. Requeiram
os suplicantes a assembla legislativa provin-
cial.
4227.Landelino Segismundo de Alvareoga.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
4228.Manoel Nunes Correa.Passe portara
nomeando o supplicanle.
4229.Silvana Mara da Conceigo.Iodefe-
nomes dos candidatos casa, para essa escolher,
para o que manda um requerimento mesa, que
depois relira.
O Sr. Affonso de Albuquerque, (pela ordem).
Parecc-me que o Sr. secretario s tem a iniciati-
va, e sendo submettida approvago da assem-
bla a proposta, ella tem o direito por qualquer
de seus membros, de lembrar outro nome, se-
gurado o que se segu na cmara geral e no se-
nado, que tem iniciativa em differentes negocios
e nem por isso deixam elles de estar sojeitos
discusso e emendas. Assim sendo este ne-
gocio de especial iniciativa do Sr. 1 secretario,
segue-se que qualquer membro pode propor urna
emenda. Ainda mais, parece-me que nao obs-
tante ser o negocio de iniciativa do Sr. 1 secre-
tario, todava deve ser submetlido antes da vo-
tago da casa, ao exame de urna commisso, pela
regra geral de que, em todos os negocios que ee
tratar nestes corpos se houve o parecer das com-
misses.
O Sr. Gilirana :Isso nao do regiment
O Sr. Affonso de Albuquerque:Mas se eu ve-
jo que se recorre ao regiment e nao ha disposi-
go em que esteja expresso o caso verlente, se-
gue-se que est sujeilo regra geral. O regi-
ment diz que a proposta ser do 1 secretario,
mas nao diz que nao possa ir urna commisso.
Um Sr. deputado :Nao ha no regiment tal
disposigo.
O Sr. Luiz Filippe :Pois bem, segu a natu-
reza dos requerimentos e mocoes de que o nobre
deputado fallou.
O Sr. Affonso de Albuquerque :E os requeri-
mentos e mocos nao vo s commisses?
Um Sr. deputado :Nao.
Outro Sr. deputado :Mas nao se podem offe-
recer emendas?
O Sr. Affonso de Albuquerque:Parece-me por
tanto, que, ou v i commisso ou nao v, qual-
quer dos membros da casa lem o direito de pro-
por sua emenda proposta do Sr. secretario ou
ao parecer da commisso antes da votago, por
que do contraro cahir-se-hia no absurdo de, se
sempre o secretario propozesse um individuo que
nao fosse do agrado da assembla....
O Sr. N. Portella :O trabalho seria do secre-
tario.
O Sr. Affonso de Albuquerque:Se o regimen-
t quizesse que os empregados fossem s pessoas
de confianga do 1 secretario, entao dira que
elle competa exclusivamente a nomeagao, nao
mandara sujeitar a proposla A approvago da as-
sembla ; mas urna vez que da compeleocia da
assembla propor outro individuo que nao o indi-
cado pelo secretario.
O Sr. Presidente :Em regra lodos os negocios
que vem esta casa devem ser decididos pela
maioria de seus membros, mas o oobre deputa-
do sabe que este nao um negocio da natureza
daquelles que se tralam aqu ordinariamente : e
Pernambuco,:* quando o li, notei que elle tinha o Sr. Affonso, de Albuquerque Por urna
sido alterado gravemente, j tendo aido oraillidos ostentago de luxo como se nos estivessemos
alguns apartes, que na casa lhe foram langados em circunstancias muito adiantadas. Os projec-
proposito de suas exageradas proposigoes, ej tos de necessidade e de ulilidade, sao aquelles
deslocando-se outros, que alterou at o sentido
do discurso aqu proferido : em vista disto pro-
testo contra a redaego adrede dada ao discurso,
e que diverge essencialmente da forma por que
elle foi pronunciado....
O Sr. Brito d um aparte. (Ouvem-se outros
apartes.)
O Sr. Penna :Era sustentago e confirmago
do que levo dito, Sr. presidente, invoco o teste-
munho de quantos ouviram o discurso do Sr.
Brilo, e especialmente o do Sr. Dr. Figueiroa,
que tendo lido o autographo sahido das mos do
Sr. tachigrapho, o vio depois alterado, e com
muias phrases augmentadas por leltra differente,
outras sublinhadas, e extranhamente preparado o
sentido do discurso (apartes.)
Pelo que me diz respeito, Sr. presidente, de-
sejo que minhas opinides aqu emittidas, sejam
publicadas como tiverem sido proferidas; e por
isso nao quero deixar sem reparo o que acaba de
acontecer, para que nao se deixe assim alterar e
desfigurar tanto um discurso, como fez o nobre
deputado ao seu, que o alterou e dosfigurou na
razo que lhe conveio.
O Sr. Brito (pela ordem):Sr. presidente,nao o
primeiro anno que tenho assento nesta assembla,
mais sim oito e nem to pouco a primeira oc-
casio que teobo fallado ; sou filho de Pernam-
buco e felizmente bem conhecido nao s dos
meus nobres collegas como de toda proviocia de
Pernambuco. Nunca tive por habito alterar meus
discursos, e nunca disto precisei, porque sempre
tive a coragem necessaria para exprimir aqu e
aos objectos que esto em
; os defeitos de que se re-
o seu desenvolvimento ne-
Precisamos desenvolver
que dizem respeito
mo estado no paiz
sent a agricultura,
ces3ario.
Um Sr. deputado
a riquesa do paiz.
O Sr. Affonso de Alququerque : Nao com
a creago de urna casa alugada, ou especial.com
empregados que se nomeem para ali, com dis- cousa simpesmente de luxo.
pendios muito grandes para sustentar esses em-
pregados, que havemos e conseguir desenvol-
ver a industria. O que que nos vamos expr
nessa casa de exposigao? Quaes sao os objectos
de nossa industria '.' Quaes sao os productos da
nossa agricultura que possam apparecer n'uma
exposigao ? Neohuos ; assucar muito ordinario
e que nao pode concorrer com o que se apre-
senta nos mercados da Europa. Dir-me-ho
que ser para animar isto mesmo, mas quem ha
do dar animago ? quem sao os innovadores?
E' um luxo smente; ha objectos de muilo maior
necessidade para que devemos olhar, como seja
urna escolla agrcola que poda ter sido creada
em vez do instituto commercial.
O Sr. Figueiroa :Se se livesse creado um cur-
so de agricultura, o nobre deputado gritara con-
tra elle e quererla o commercial.
O Sr. Affonso de Albuquerque: Isto nao
modo de argumentar. Para ser assim era neces-
sario que eu eativesse aqui syslematicamente
contrariando tudo quanto se faz, para ento po-
der dizer, se se fizesse isto voss quera aquillo
outro. Nao, as poucas palavras que tenho dito
em loda parte os meus pensamenlos. Se o meu nao se comprehende tal cousa, pelo contraro eu
S.
ervigo do corpo sob seu commaodb ao soldado 1 riJe & vista da informago
Joaquim Cavalcanti Albuquerque, sobre que ver-1 4230.Torquato Laurentino Ferreira de Ml-
sa a sua informaco de 11 demarco ultimo Wb 1,0 Informe o Sr. tjtrector oral (Je PJirucco
n,ll3. i publica,
discurso, de que tratou o nobro deputado contm
algumas emendas feitas por mim, foi isso conse-
quencia dos Srs. tachigraphos nao terem podido
apaohar todos os meus pensamenlos que aqui
emilti; porlaoto a culpa nao minha. Se res-
tabeleci algumas phrases que faltavam ao meu
discurso, foi porque entend qne cootinham ideas
necesssrias de que nao quiz prescindir, e neste
caso se acham alguns apartes que no correr do
mea discurso me deram alguns Srs. deputados,
que eu repelli com toda a torga e energa. (A-
partes.)
Talvez, Sr. presidente, que o nobre deputado
queira formar disso motivo para conversages ou
palestra nos saldes de baile (apartes), mas eu nao
admiti que o nobre deputado se sirva desse
meio psra prestar servigos alguem. (Ou-
vem-se apartes.) J disse que nao concordo nes-
sa qualidade de servigos minha custa (Conti-
nuara os apartes.)
O que, Sr. presidente, posso affirntsr casa
que no meu discurso o meu peosamento foi fiel-
mente transcripto pelo jornal da casa.
O meu. discurso foi-me apresentado em dupli-
cata, um pelo Sr. tachigrapho da esquerda, e ou-
tro pelo Sr, tachigrapho da direila, achei mui^a
differenga entro ambos, e o que corrigi e mandei
para se publicar foi o primeiro que me aprtsen-
tou o tachigrapho da esquerda o Sr. Vilella, dei-
xando e conservando o discurso do Uchigripho
da direila o Sr. Falco. De mais, Srs. o que se
, acha impresso (oi o que eu profer, e estou sem-
(*) Por ler sahido com diversos trocadilhos na J pro pKmpto i carregar com toda a responsabili-
Pgitig5o, repetimos a pie?eu.te, aesso. i dado do que nelle se l, assim como estou sem-
Reaccio, Ipreprotopto 4 carregar con 8 reporsabUidaqe
anda assim notarei ao nobre deputado que ha
muitas occasies em que o presidente da casa de-
cide questoes sem as sujeitar & deliberagao da
casa, taes sao as questoes de ordem, a designa-
gao da ordem do dia, etc.
Coosultei algumas pessoas mais velhas do que
eunesta casa sobre a mareba que se costuma se-
guir nestes negocias e o que se me disse nao es-
approvo aquillo que acho bom. Eu presentemen-
te nao tenho partido, nao me importo d'onde vem
tal ou tal idea.
O Sr. Luiz Felippe: Vamos sua profisso
de f.
O Sr. Souza Reis :Boa occasio para deca-
rar-se.
O Sr. Affonso de Albuquerque: Logo, logo,
ainda nSo, quando fr occasio.
Nada mais direi emquanto se nao contestar o
que tenho avngalo, e que se resume nisloque
nao temos iudustria, que um disperdicio intil
que se quer fazer, que nao ha emulago oa in-
dustria nem na agricultura, que ha necessidades
muilo mais palpitantes satisfazer, e que por
tanto devemos antes cuidar de as satisfazer, de
desenvolver as foates da riqueza publica...
Um Sr. deputado : Para que regeitar o- pro-
jecto, pois nao o acha bom ?
O Sr. Affooso de Albuquerque : Foi por isso
que ped o addiameoto, porque oo quera regei-
tar a idea de um meu amigo muito intimo, em
quem lhe supponho as melhores intenges, mul-
to honrosas, muito dignas.
Um Sr. deputado :Porque nao aceita?
O Sr. Affonso doAlbuquerque :Porque a nao
acho boa. Nao ser melhor urna vez que o pro-
jecto de um membro da casa, quo o addiemos,
do que estaaos tomando o tempo casa com
discussaes inuteis ? Se elle voltar, ento discu-
tir-se-ha.
Um Sr. deputado:E se nao voltar?
O Sr. Affonso de Albuquerque : Se nio vol-
tar, oque nln de presumir, ento sim, 'OKU-
04 o prQjecto, s
pouco dispendiosa e accommodada s circums-
tancias actuaes da provincia, pode ser adoptado e
realisado com proveito. Nao desconhece que a
exposigao dos productos deve, em regra, ser pro-
movida pelos proprios industriosos, mas isto
posto que assim seja nos paizes adiantados em
civilisago e progresso, e onde o espirito de as-
sociago acba-se sufficientemente desenvolvido,
em dosso paiz nao deve ter applicago, sendo
necessario que os poderes constituidos interve-
nham com sua acgo benfica, e indirectamente
promovam a exposigao "dos productos da indus-
tria : que embora nao deseje sobrecarregar oseo-
fres provinciaes com a despeza necessaria para a.
exposigao, de que trata o projecto. entende qu^
esta pode ser feita por outro meio, por urna lo-
tera, por exemplo, jaque tantas lem sido votadas
para objectos differentes: que assim sendo de
manifest interesse dos productores a exposigao
de seus produelos, nao se pode davidar de que
elles attendero seus inleresses, concerrendo
quanto em suas torgas con ber para harmonisar-se
assim o interesse particular com o publico que
assim suppoe ler dito quanto bastante sobre a
utilidade e exequibilidade do projecto, devendo
este, porm, ser modificado na segunda e terceira
discusso, como for conveniente ; e que portanto
espera que a assembla approvar o projecto.
dando assim mais urna prova do interesse que
loma pela prosperidade da provincia.
O Sr. Affonso de Albuquerque: Sr. presiden-
te, nao se contests a utilidade da cousa, contes-
ta-se a utilidade do projecto actualmente. til
toda a creago que tiver por Qm realisar urna
idea de progresso, mas convm saber se tros po-
demos, convra saber se a cousa necessaria
quando nos luamos rom tantas difficuldadcs,
quando nos nao temos dinheiro psra pagar aos
empregados, quando nao o ha para satisfazer
essas necessidades moraenlosas que sentimos.
Como senhores, que se vae crear urna nova
inslituicao de luxo, por que tem realmente mais
de luxo do que de necessidade para nos; porque
embora, nao o em visla das nossas circumstan-
cias ? A primeira creago til seria essa escola de
agricultura de que faliei pouco.
Quando se sent um mal, devem-se estudar as
suas causas para remedia-lo : qual o nosso mal
principal ? O nosso mal principal a falta de di-
nheirp, de renda, e por ventura seria um meio de
fazer prosperar a renda, de fazer prosperar a
agricultura quando ella lula com tantas difficul-
dades, a creago dessa exposigao ?
Um Sr. deputado;Cuidarnmos da agricul-
tura.
O Sr. Affooso de Albuquerque :Cuido-se pri-
meiro no principal passo dar e nao tratemos
de nos autecipar, fazendo creagoes cojos resulta-
benficos se nao faro sentir agora. O mal prin-
cipal da deficiencia de nossas rendas, consiste na
ignorancia dos processos e dos meios para pro-
duzir muito assucar com pouca despeza e de ou-
tras muitas cousas de quo esta assembla se de-
ve oceupar de preferencia. Como pois, que nos
ainda nao absentamos o alicerces j fazemos
urna cpula muito pomposa ? Isto ser o ultimo
passo quando nos tivermos cuidado as primei-
ras necessidades da agricultura, salisfazendo as
suas mais vitaea precises, tratando do seu de-
senvolvimento ; quando tivermos feilo isto, en-
to poderemos crear essa exposico.
O nobre deputado fallou do que se despenda
com o theatro ; mas essa despeza eu emendo que
necessaria ; um povo civilisado, sem msica e>
sem poezia, ha-de-se barbarsar; a msica til,
necessaria, o drama muito necessario, nao
Mas que vem
esse gymnsio s por pompa de o termos'.' a
que vem essa ponpi de escola de commercio
aqu aonde todo o mundo j comn.erciante ?
Entretanto que se fazem creagoes destas de
maior luxo, deixa-se de se crear urna escola para
a agricultura, aonde ninguem sabe agricultura e>
todos querem ser commerciantes quando s po-
demos ser agricultores ?
Disse o nobro deputado que ji appareceram
objectos da nossa industria nao sei em que ex-
posigao.
O Sr. N. Portella : Dos artistas.
O Sr. Affonso de Albuquerque:Pois conti-
nuemos assim.
Um Sr. deputado :E' preciso favorecer.
O Sr. Affooso de Albuquerque : Cada um v
ifldo e fazendo o que poder conforme suas cir-
cumstancias, continu essa exposigao como vai.
Um Sr. Doputado : Fagamos um pouco de
nossa parte.
O Sr. Affonso da Albuquerque :Sim, mas de
que serve approvarmos urna idea como a do pro-
jecto aue daqaellas que nunca chegam exe-
cugo ?
O Sr. N. Porlella -Ento ji reconhece a ne~
cessidade?
O Sr. Affonso de Albuquerque :Nao, denta-
mos ir as cousas como vo e tratemos de reme-
diar o que est torio, sem tralarmos de novas.
creagoes inuteis ou inexequiveis como as-que so
esto fazendo todos os dias. Nesta ierra o que
mais se produz, sao leis, a trra mais produc-
tora de leis que ha no mundo; todo o. dia umat
lei, um regulamenlo, urna reforma de lei. de ma
neira que a cousa mais difftcil que- ha no Brasil
ser jurista, porque a legislacao um campo
to vasto, que nao ha tempo de se estillar, nao
ha tempo de dormir com tantas leis e ludo
pouco para estudar a legialago e a maior parte
das vezes do que se cuida de objectos de luxo.
de pompa que nao tem realisago e ou se nao
execulam on se executam pssimsmenle. Por
isto eu reo.ueiro addiamento e voto por elle.
Verfie/indo-se nao haver casi, o Sr. Presi-
dente d'asigna a ordem do da e levanta a sesso.
SESSAO EM 8 DE ABRIL DE 1861.
Presidencia do Sr. Baro de Vera-Cruz.
Ao meio dia, feita a chamada, verificase Uave?
numero legal de Srs. deputados.
Abre-se a sesgo.
E" lida e approvada a acta da antecedente.
O Sr. 1 Secretario aprsente o seguinte
EXPEDIENTE.
Um ofiicio do presidente da provincia remet-
iendo um projecto de posturas da cmara' muni-
cipal da villa do Bom Cooaolho.A/ commisso
de negocios de cmaras.
Outro do mesmo, remetiendo o orgamento de
I receita, c despeas, assim corac um officio da ca-


'
.*> imn
si
URJO DI VBRUUCOv -* TER&l FXB1 DI ABRIL ftft 1161,
man raunlciptl davilladoOuricury.A' mesma
-commissao.
Outro do mesmo, remeller/rld teto pelo qual
autorisou acamara mtaid^al de Recite 4 dis-
peuder mais, com a verbacost6o e erentmes do
cemilerio publico, o que Mr neceeeari ai o tav
do ogaate exercicio, com tanto que nao exceda
WflF- **e a mesa Miara ruafaloa.-A'
meaaMceaamieso
>tro do Sr. Joo AHrae Garrea de Olivaba,
rHinca que sempre depositis na pBrjcia de V. S.i At a noile nenhum perlgo aprestotif a o eata-
a duaerladtftem meu coraeao os seotimeoloa da do do doente.e, espera-s, que n a dea*
aiaiot graUOo, j pela eficacia de taes applica-
mbi, j peliia maoeirat aforis com que ae tem
maior
5 #
dignado tratar oa doeoi.es, anunando-nos e disti
w*)-noa dos receoa qae temos por vezea con-
cebido nos caaos de molestias gravas.
let a tStt i i. Umpo>k^ie esUf a a
maja cargo uaaa au partioatafde ducace a
Omit **Sr. Joao A re* Carrea de Oliveira, ioateucfl* opa V. S.e aeu aaaeoJJaaeotu aepe-
f arfinfrand* qae datos de aaattatuat 4 tomar par. dida que lie flt de iaenmeir-se to traiaavte.
u na trabelaos da assemttia por ter de ir" to-
aasento na cmara das diputado. Intai-
do*aiaeeeamotMieiee e das patecas da mi-
nha familia. Vi cosa o matar praxer os Irinm-
pnee da heaMepaiaea ntiuietreda por V. .em
ceaasjra vayamos anda mais aa eccatttada
inwaaio 4a tabee aatasaUa tai cuja criae Vr *.*ao
s4 ae aaoatrou cobm medko solicito e iatesii-
gesAe, mas tambera eomo um amigo i toda a
prora.
meoto a lautas finezas; mas aiada aecresce a cu-
ra ou antes os prodigios por V. S. obtidos no
mez de fevereiro p. p. aa tratamento dos dous
primos neos quo forara accommettidos grave-
meate pela peste das bexigas, um dos quaes te-
ve-as de la o rao carcter que todos que o virara
duvidacaoi que pudesse sabreviver ao [urat desse
horrivel mol, pois que a seu estado chegou a
ponte de cahirem fragmentos de carne ptrida
aobre os Icuces, tendo perdido a falla e estando
por amitos das com aacias e conserrando a ln-
gua secca de tal sorte e to infla ramada que a
respiraco era sibilante e como que eatrepioga.
Acezar de que o mal crescesse at o estado ago-
msaute,todava a soliciiudo de V. S. e a acertada
escolha dos remedios flzeram declinar eases tof-
riinentos, dando-me a espranos de salra-lo, o
que com effeito se roaliseu deixando-me iolelra-
mente maravhado.
Tautos desvelos s por obsequiar-me e at a
recusa da pequea relribuigo pecuniaria que de
conformidade com as minhas circumstancias in-
tentei fazer-lhe me constituem do tal serte pe-
nhoradu para com V. S. que lerabrei de dirigir-
Ihe corno um testemunho de minha sincera gra-
lido a presente carta em que vo referidos esses
importantes curativos que tanto coavem divul-
gar em favor de sua clnica e mais.que ludo,
aflni de capacitar a todos do quanlo proficuo o
emprego da horaeopathia para alivio dos soffri-
mentos da humanidade.
Peco-lhe que se digne utilisar-se da disposi-
parecido o Sr. Portella, uemear quem o subs- i cao com que rae si uto para o seu servico como de
I quem amigo o criado obrigadissimo
Padre Francisco Joo de Atevedo.
Outro do Ir. Jos Beato da Cunta Figueirede,
no maemo taatido.dem.
Outro da cmara da viHa da Ocricury, remet-
iendo trtigos de postaras eeedinde ana aoro-
vago.A commissao de negocios de cmaras.
Um reqirtfrtmento de Jos -Gandido da Silva
Braga, erofessor jubilado, pediodo agMiicaco
de que trata o arl. 10 da lei-gcral de 15 de oulu-
bro de I8j7.A' commissao de ordenados.
Outro da diversos moradores da freguezia da
Nossa Seuhora do Desterro de Itamb e da de
Nossa Seuhora da Conceico de Nazarelh, pedin-
do a restaurado da freguezia de Nossa Senhora
do Rosario de Cruangy.A' commissao de esta-
tistica.
8a tiJa e remettidf. commissao de constitui-
cio c poderes, a seguinte inuicafo :
Indico que sejam chamados el0 supplente
pelo 4 disiricto eleiloral, e o 2a pelo 5% para
Bubtituirem as "Srs. risconde e Camaragibe e
Dr. Juao Alfreda Correa daOliveira Andrade, que
seguiram para a corte lomar essento na cma-
ra des Srs. depulados.Eduardo Pina.
O Sr. Theodoro (pela ordem) requer que se no-
meie um arambro para completar a commissao
de constituico e poderes, incompleta pela au-
sencia do Sr. de Camaragibe: assim comn um
outro para a commissao de inslruccao publica,
lambem incompleta pela ausencia do Sr. Joaquim
Portella.
O Sr. Presidente, diz que lhe parece que a fal-
ta que seute a commissao de instrueco publica,
pelo nao comparecimento do Sr. Joaquim Por-
tella.deve ser considerada temporaria, e menos
que nao haja algum trubalho extraordinario nessa
commissao pode prescindir-se de a completar ;
logo que houver algum trabalho extraordinario e
que se julgar necessario, se nao tiver aioda com-
litua.
A' respeito das ontras commisses iucomplets
comea para substituir o Sr. visconde de Cama-
ragibe, na commissao de ennstituigao e poderes,
ao Sr. Ignacio Joaquim do Soua Leo, e para
substituir o Sr. Pinto de Campos, na commissao
de estatistica, nomea o Sr. Joaquim Pedro Bar-
reto de Mello Reg.
OR&EM DO DA.
Continua a discusso adiada ua sesso antece-
dente do projetto. n. 18 de 1854, que providencia
pra que na cidade' do Recife baja de 3 em 3 an-
uos urna exposico de productos agrcolas e ar-
tsticos.
Julga-se a materia discutida 4 posta votos o
requerueritu de adiamenlo regeitado, e em se-
guida approva-se o projeclo em Ia discusso.
1.a discusso do projecto n. 2 de 1855, queau-
torisa o governo i encorporar nesla piorincia um
banco rural hypolhecario.
O Sr. 1. de Barros, justifica e manda mesa o
segulnte requerimento :
Requeiro o adiarnento do projecto em dis-
cusso por quatro das.S. R.I. de Barros.
L' approvado u adiarnento.
1.a discusso do projecto n. 6 de 1856, que au-
torisa o governo previamente entender-se com
os poderes geraes, afim de estabelecer-se na pro-
vincia urna colonia agrcola na comarca de Ga-
ranhuns, destinada especialmente cultura do
fumo.
' regeitado sem debate.
2.a discusso do projecto n. II de 1860, que
autorisa o governo da provincia manjar cana-
lisar o rio Beberibe.
Fui regeitado sem discusso.
1.a discusso do projecto a. 40 de 1860, man-
Recite 22 de margo de 1860.
Ha poucos dias registramos em nossas pa-
ginase naufragio da barcariaTriumprio Afagoano,
que daqui havia despachado para Macei, com
um importante carregamentu da cerca de 20
conlos de res, quas perdido totalmente era o
porto de Galianas, porque d'elle pouco sesalvou,
segundo nos informara, devendo-se em grande
parte, a que delle se aproveitou esforgos do
mestre da barcada Januaria
Moje temos a accrescentar a perda da barcaga
IdaUna, par baixo, e na praia da fortaleza do
Brum, na noute de 5 para 6 do correte, quando
se recolhia da sua viagem Parahiba, e se o seu
carregamento nao era to importante como o
d'aquella, por isso que consUva de toros de man-
gue nem por isso o lastimamos menos.
Nao sabemos se Irazia ella passageiroseremos
porra que nao, quando j entre dos se crusam
os vapores, quer para o norte quer para o sul
sendo que o movimento donosso porto a semana
passada deusete vaporesa sabero Cruzeiro
o Oyapocko Persinungao Jaguaribeo
Iguarasso Thetis, e um de guerra.
Anda nao luiramos composto o nosso artigo,
quo d noticia da perda da barcaga Idalina,
quando ao nosso conhecimento velo, o naufragio
da barcaga Amisade, sabida deste para o porto
de Macei, carregada de carne secca, e ba-
calhu
O naufragio teve lugar na praia das Candeias,
segundo nos informam, e consta que nada se
salvou.
Os sinos foram conhecidos na anliguidade
Pelos Chinezes, Hebreus e pelos Egypcios. Ns
aero e a divida de.
No aahbado (7 du corraotaj
a corte, aa vapor Oyeyoe*, la
toara garal, as Exms Srs. vifeoada de
awata, f*|ibe, t>. Jararrraio Til.tta da Cm* Ta
s Antonio CoaHio da Si a Alfcaojaerqu*, Jos
drade Godoya Vascoacellaav Joio Alfredo
t de Ollvaira, itottyna Hariiniaaa Fi
da Mello, Praacisaa RaplwMa Mello lego, Aa
gusto Fraaarfco da OltaalM, Jola f-nitranf
Bandeirade Mello Jos Beato da Cuati e Bi>-
gaeirado e cojiego Joaquim Pinto da Campos.
Que ventos propicios conduzam ao porto de sou
desuno^.. o quanro. almejamus S esses senhi-
res.
Tevo hontem lugar ro cprpor de polica a
primeira sesso do conselho de julgamenlo que
responde o soldado Antonio Jos Ferxeir*rP.ala
crime de primeira deaercao aggravada.
Sao membros do conseibo :
JVesirfente
Major Alexandre de Barres Albuquerque.
Auditor
Dr. F. L. de Gusmo Lobo.
. Vogaes
Dr. Jos Joaquim de Souza.
MBji M*n*1 ^"nd de Albuquerqua
Tenonte Luiz Jeronymo Ignacio dos Santos.
Tenento Francisco Borges Leal.
Passageiros do vapor nacoosl Ouapock,
sabidos para o snl: Dr. Joronymo Villela de C.
Tavares e 1 criado, Antonio Coelho de SS Albu-
quorque 1 criado e 1 escravo Luduvico F. Csal-
canle 1 criado e 1 escravo, Feippe de Almeida,
Ventura da Silva Ba-vista, capito Alexandre
Barbosa da Silva sua senhora o 2ecravos, Dr.
.J: 'ea"aro G- de Vasconcellos e 1 criado, Joo
Alfredo Correa de Oliveira e 1 criado, Joaquim
t-orrea de Oliveira Andrade e 1 escravo, Mara
Thereza de Jess, Dr. Joaquim Pires Carneiro
Monleiro, P. Jos da Costa Ferreira, desembar-
dor Jeronymo M. F. de Mello e 1 criado, Bem-
vindo sampaio Gomes, Dr. Ambrosio Leilo da
Cunha sua seohora 5 fllhos e 6 eseravos, D. Car-
Iota Augusta de P. Belfort e urna escrava. Dr.
Jos A. de Magalhes Bastos, Francisco Raphael
de M. neg e 1 criado, Manuel Domingues de
Oliveira. Felinto Elysio doCarvalha. F. D. Frior-
keurd Joao Vieira, Rosa Maris de Oliveira, Joa-
quim Pires da Silva, Dr. Augusto Frederico de
Oliveira e 2 eseravos, Dr. A. Aranaga e i criado,
soldado Belchior Amancio Monteiro, Antonio
Joaquim da Silva Figueiredo, visconde de Cama-
ragibe e 2 criados, padre Joaquim Pinto de Cam-
pos e 1 criado, Joaquim Francisco dos Santos
Maia, Paulo Justiniano Tavnres, 2" tenente An-
tonio los Raposo, Dr. Joio Capistrano B. de
Mello sua senhora 1 criado e 2 eseravos, Jos
ivunes Cuimares, Alexandre Ferreira dos San-
to, Thomaz d'Aquino Oliveira, disertor Jos
francisco Soares e 2 pncas, Jos Joaquim de
Oliveira, r. Maooel Facundo de Paria, Domingos
da Silva Soares e sua senhora, conselheiro Jos
Bento da Gunha Figueirodo 2 fllhos e 3 eseravos,
r. Aires Sezinando de Moraes, Manuel Gomes,
Nfitlo, 13 eseravos entregar.
Passageiros do patacho nacin! Emulaco,
vindo do Maranho pele Acarac: Domingos
Carlos^de Saboa, Miguel Aotonio de Miranda.
Foram recolhidos i casa de detencao nos
das 6 e 7 do crrente 8 homens e 2 mulheres
sendo 6 livres, 1 liberto o 3 eseravos; a saber: i
ordem do Dr. chefe de polica 1, que a escrava
Justina, perleucente um fulano Veiga, or-
dem do Dr. delegado do 1 districlo 2, ordem
do subdelegado do Recite2, oidem do de San-
to Antonio 3, inclusive Benedicto, escravo de
Luiz Carlos Colho da Silva e Germano, de Bai-
lar, ordem do da Gapunga 1, e ordem do dos
A fugados 1.
dando quo os arrematantes do obras publicas que Grecia os sacerdotes serviam-se 'elles i
prctenderem indemnisagoes, apresenlem os seus | convocar o povo ao sacrilicio ; e Tibullo, Strabao
lequenmentas assembla provincial j infor- | e Polybio do tettemuohu de sua existencia,
ruados pela thesourana provincial e directora das i Foi S. Paulino, bispo de ola na campanil,
obras publicas, e eslabeleceudo outras providen- que pelo anno 400 jntroduzio o uso dos mesmos
oas sobre o mesmoobjecto. : Da igreja.
Julga-se a materia discutida e posta votos Foram'adoptados em Franca em 550 o em
*PHf,Ti; a-i'i Constantinopla em 865.
O Sr. Theodoro (pela ordem) apreseota o se- Antes d'esta poca chamavarn-se os fiis
guite parecer, e pele urgencia para tratar-so ofllcio divino por meio do toque
d'elle :
A commissao de constituigo e poderes,
quem foi presente a indicago do Sr. deputado
Eduardo Pina, para que sejam chamados os res-
pectivos suppleotes dos Srs. visconde de Cama-
ragibe e Dr. Joao Alfredo, de parecer que seja
appruvada a indicago, chamando-se o primeiro
upplente do quarlo districlo eleiloral, Dr. Joa-
quim Jos de Oliveira Andrade, para completara
primeira raga, e o segundo supplente do quinto
districlo, Dr. Luiz Salazar Moscozo da Veiga Pes
aoa, para completar a oulra, visto j ter sido cha-
mado o primeiro supplente deste districlo em
subslituigo de oulro Sr. deputado.
Sala das sesses, 8 de abril de 1861.Theo-
doro da Silva.Ignacio Leo.
Apoiado o requerimento do urgencia, entra em
discusso.
O Sr. Souza Res diz que entende nao ser pre-
ciso volsr-se urgencia para negocio semelhante,
ao menos assim o enteudia o ex-prosidente da
assembla.
O Sr. Presidente, vista do art. 67 do regi-
ment (o qual l) decide, que para seintorroraper
a ordem do da fim de se tratar de qualquer ma-
teria necessario a casa votar urgencia.
Julga-ee a materia discutida, e posta votos a
urgencia approvada.
Entra em discusso o parecer.
O Sr. Souza Reis vota pelo parecer, mais quer
oltrecer-lhe urna emenda addiliva que vae man-
dar mesa.
Sao lidas^spoiadas e entrara em discusso |as
seguinles emendas aaditivas :
Que se chame tambem os dous supplentes pe-
lo 11 distiieto, que devem substituir os Drs. Jo-
s Bento e Mello Reg.Souza Reis.
E que se chame lambem o supplente pelo 12*
districlo eleiloral pela vaga deixada pelo Sr. Pinto
Campos.S. R.Goncalves Guimares.
Julga-se a materia discutida, e poslos votos
auccessivamente o parecer e as emendas, sao ap-
provados.
O Sr. Souza Reis (pela ordem) pede'ao Sr. pre-
sidente, que lembre commissao de fixaco de
forja policial a necessidade o conveniencia que
que ha em apresenlar ella quanlo antes o pro-
jeclo de fixacilo do forgas.
O Sr. Presidente. A commissao ouviu as ob-
servagoes do nobre deputado, e por tanto espero
que o attenderi.
Contina a ordem dodia.
Eotram em Ia discusso as posturas da cmara
municipal do Rio Formoso.
Cuereado votar-se, procede-se chamada, e
rerica-se nao haver casa. O Sr. presidente d a
continuago da ordem do dia, e levanta a ses-
so.
REVISTA DIARIA.
Parece que as chuvas.que teem cnido nes>
le comego de mez, e nos ns do passado, nao se
restringirn! somente esta cidade e seus arra-
bales.
Ha pelo contrario razio de crer, que ba cho-
rido para cima, nao s pelas carregagoes que
teem tomado essa direcc.ao.como por haver o Ca-
pibaribe augmentado de volume d'agua de domin-
go para c.
Hoje tem lugar, no thealro de Santa Isa-
bel, o primeiro espectculo da empreza Germa-
no, com a comedia-dramaA Probidade,e a
comediaTiibulago e Ventura.
O Sr. Duprat, organisador da sociedado da
Edificasdes e compras de lflrrno,pede as pessoas
que quizerem fazer parte da mesma, lhe dirijam
_ ra do Crespo n. 4, loja, o emporio em dinbei-
ro ou os documentos de posta dos terrenos com
que pretenderen! entrar para a sociedade.
A lotera, cujos bilbetesae acham veada,,
a qoarta parte da quarta e primeira da quinta
em beneficio da matriz de S. Pedro Martyr de
Olinda, cujas rodat darem andf 24 do crten-
le impreterivelmenle.
.IT Pede-ae-no a traatcripgo ds seguinto
Caria c
.* !'!?'Sf *\ Csanova.-Ol felizes resultados
curativos homeopsthicot appjicajio. as nassoas ia
nossa cata, alem de me terem constituido o**
tino da UomwpaUia, tem q^tSlo Vcon-
ao
_ em lympanos;
e foi um pouco antes de Carlos Magno que co-
mecou o coslume de baliza-Ios.
O sino maior couhecido o do convento de
Trotskoi, na viznhanga de Moucou tem, meio
metro de espessura, perlo de qualorze metros de
circunferencia, e pesa sessenta e seis mil kilos.
Na Odyssea o velho Laerle em seu jardim
arranca os espinhos, leudo as raaos mettidas em
luvas de couro.
As luvas fizerara de tonga data parle do equi-
pamento do cavalleiro: as luvas de ferro em
escamas tinham o nomo de manoplas.
Na idade media os sacerdotes traziam luvas
as ceremonias da igreja, ao paseo que o uzo as
lu lia prescripto dos tribuoaes.
N j reinado de Heorique III, as mulheres que
nao as usavam, principiaran] appresentar-se
cora luvas de seda ; e as de pellica nao apare-
ram seno no comego do reinado do Luiz XV,
sendo smenle empregsdas em trajos de corte.
Os metaes fojam empregados desde os lem-
pos mais amigos como signaos representativos de
todos os valores.
Moyset diz que Abimeleeh deu mil pe;*s de
prata a Abraho.
llerodolo pretende que os Lydios foram os
primeiros que fundiram moedas. Os Gregos se
serviram por muito lempo de moedas de cobre
sem terem signal algum ; porm mais larde cada
povo marcou-as com um emblema particular.
A primeira moeda romana dalo de Servio Tul-
lio : era de cobre e lioha por signal um boi e
urna ovelha.
Nao se serviram da prata amoedada em Roms
seno no anuo 485 de sua fundago, e da moeda
de ouro, segundo Plinio, seno no seclo se-
grate.
A maisautiga moeda de ouro franceza remonta
a Theodeberto, neto de Clovis; o foi em 864,
sobo reinado de Carlos o Calvo, que comecaram
a marcar a moeda com a effigie do soberano.
A batata, este precioso tubrculo foi trazido
da America Meridional para Inglaterra porWalter
Raleigh (1586) no reinado da rainha Isabel.
Cultivada a principio como planta de recreio,
somente comecaram aproveitar suas propieda-
des comestiveis nos primeiros annos do seculo
XVII; porm apenas applicav)m-n'a para os
porcos, porque um prejuizo impedia que as po-
pulagoes se almentassem com ella.
Todava no seculo XVIII foi a batata melhor
apreciada em Inglaterra, na Allemanha, oa Sue-
cia e na Hollando.
0 seu uso em Franga propegou-se smetito no
Um de seculo passado. gragas aos esforcos de
Turgot e de Parmenlier.
Fazendo a ronda habitual na uoite de do-
mingo, (7 do correle) o Sr. snbdelegado sup-
plente da freguezia de Santo Antonio, em exer-
cicio, Joaquim Antonio Carneiro, encontrou na ra
de Santo Amaro urna raulherque giilava em al-
ta voz urna ladainha de palavras obscenas. Inda-
gando a causa de tal gritara, chegou ao conhe-
cimento de que era urna simples rixa com urna
vizinha, e dirigio-se i provocadora ordenaodo-
lhe que se contivesse, mas em vez de ser obede-
cido, foi insultado e desrespeitado com palavras;
aura de obriga-la calar-se, deu-lhe ordem d
priso, deixando-a comtudo pasear a noite em
casa, para ser fecolbida pela manha ; postando,
porm, duas seotinellas para que se nao eva-
dase.
Como quer que lhe constaste pretender alguem,
j alta noite, dar escpula essa mulber, fez
partir para o local mais outras prica, que agusr-
dasaem 6 horas da manhaa, para inlimarem-lbo
a ordem de se recolher. Com efTeito essa hora
cumpriram as pragas o seu dever, mas a mulher
zombavs da ordem da autoridade, o que sendo
coramuoicado au Sr. subdelegado, este ahi foi
tr, e fez forgar o postigo da rotula, e abrir esta,
penetrando aa casa um aolddo aflm da prende-
la ; ella, porm, tratou de por fra da porta o
toldado e o subdelegado ; havendo aquella re-
cuado, esta approximoa-te, q foi qaandaa
lhar, armada de urna navalba "
dita esteja restablecido.
Convm muito que etsa mulher receba oda?,
vido castigo de sea crime. para moraJUliM*
autoridade, que sempre se ha deslinguda poraau


UTIII SHA.
racebeu de miobat m&i
ro. IMjmi o Sr.
I aargueiro
noquarl
flcat com o n. 29, por ser
o, e por nao fazer falta ao
de algum commandantes das
'lado neata provincia. To-
si, permitta-te-me que o
impel companhia, e nunca S.
em di-
Communicados.
0 embarque do Sr: visconde de Camara-
gibe, para o Rio de Jaueiro.
Hontem, 6 do correte, pelas 5 horas da tarde,
teve lugar o embarque do Exm. Sr. vis;ondede
Ctmaragibe, para o Rio de Janeiro, onde vai,
como digno representante do 1. districlo eleilo-
ral desla provincia, tomar assento na cmara tem-
poraria.
tenho enid
da, mas i;
OSClLAgxO DA HAR*.
Preamer as 3 h. e 6' da Urde, altara 6 a,
Baixamar as8 h. e 54' da manha, aliara, 1.2 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 0 de
abril de 1861.
Romano Stepple,
! leneple.
os dtea
ser urna
oV-ajK
astada, como
inas, que oa soldados do
sem quebra da sua dlgtii-
cousas cessari por aataaj
qe aa novaa casallarigas aa
praxa
cito
Este es
Iras dias, vista
acham quaai prometas.
Reslabelecenaodeai'arte a verdade, altarero
ao Sr. assignante da pergunla, que o Exm. Sr.
coroal Galvo, "t'i"] 9 mili digft Cftmmandan-
le das armas, um respeitavel veterano do
exercito, cujos. relevantes srvigot o tem colloca-
do no mais alto griu de conflanga do governo im-
fierial, e por suas maneiras urbanas, amano ede-
icado trato para com seus subordinados, tem
adquirido as sympathias da guarnigo desta pro-
vincia, nio afrouxaodo S. Exc.ao mesmo lem-
po os lagos de disciplina que sabe com toda a
digndade man ter nesta parte do exercito con-
fiada sua direego.
Est, portanto, bem illudido o Ilustre pergun-
tador, quando affirma que a guarnicio de Per-
oambuco, especialmente a companhia do oaval-
laria, morgado de S. Exc, pois que S. Exc.
bem como o seu diguo filho o Sr. alferes Eneas
Galro, seu ajudanle d'ordens, s se tem utilisa-
do desta companhia nos srvigot detuaa pragas,
marcados na rbita muito legal de suas attri-
buicoes.
Recife, 8 de abril do 1861.
O capillo, Manoel Porfirio de Castro Araujo.
Pubcajgoes a pedido.
TEHATRO.
Hoje a empresa do sympathico o distincto ar-
tista Germano Francisco de Oliveira estra no
theatro de Santa Isabel com a mu appiaudida
comediadrama em dous actos e um prologo da
escola moderna, a Probidade. O Sr. Germano
nao podia fazer melhor escolha.
O sympathico artista trazeodo da corte um
rico e variado repertorio, alm de urna compa-
nhia cresuda em pesaoal e mrito, e inconles-
levelmeale em eslima no eapilo do publico il-
lustrado, promette dar-nos bailas e agradaveis
noites dputeis dislrsces.
Entro oa artistas quA compoOm a empreza
Germano, temos o prazer de nomear a Sra. D.
Anna Mara Chaves, joven estudiosa, cheia de
seiva, talento e lisongeiras esperangas, e de um
passado lodo de glorias no grande theaiho de S.
Pedro'de Alcntara.
A actriz Apna Chaves ; joven de um estudo
acurado, de inspirago artstica, comprehenso e
talento nao vulgar, pelas suas qualidades soube
por mais de urna vez colher na scena fluminen-
se ovages completas e cnthusiasticas ; e nos
oulros que ali a vimos trabalhar. a appresonta-
mos ao publico Ilustrado peroambucano como
digna e esperangosa dscipula do grande artista
brasileiro o Sr. Joo Caetano dos Santos.
Ao Sr. Germano parabens pela bella e acertada
acquisigo que fez. Sao acquisigoes estas que
honrara o empfezario, e das quaes a scena pre-
cisa ; o espirito das massas nao as despieza,
abraga-as.
W.
- Daordem do Sr. inspactor desta alfao
se fax publico, quo asisti do no quarta do a
voaa ntercadorias taaixo deaigada, que |
achadaa na sala da abartur, alm do prazo
cado no arl. 302 do ragulamento, sao convi^,
seus donos ou consignatarios virem despactkt-
los no prazo de 30 diascealados desla data,' fiado
0 qual sero ellas arrematadla em hasta publica,
sem que Ibas ;ue dlreilo da allegar cousa algu-
na contra os eBeitos desla venda :
2 chapeas do feltro para homem.
1 pega de panno de algodo cru liso.
Alfandega de Pernambuco 6 de abril de 1861.
O 3. f scripturario,
Godofredo Heoriquea de Miranda.
Da ordem da inspeegio da alfandega se faz
publico que oxistiodo nos rmaseos da alfandega
alm do prazo marcado no art: 302 do regola-
meato, as mercadoriss abaixo designadas, sao
convidados os seus dooos, ou consignatarios a
virem despacha-las no praxo de 30 das contados
d'esta data, Ando o qual serio atlas arrematadas
em hasta publica sem que Ibes fique coropeiiodo
allegar cousa alguma cootra os effeitos detta
venda.
Armacem n. I.
Marca letreiro.2 embrulhoa rindo do Havra ob
barca franceza Saranilla, entrada esa 15 de se-
tembro de 1858; a H. Bruna & C.
Marca diamante B J K.1 dito n. 4(10 vindo
do meamo navio, entrada na mesma data; a
Goheroodrer.
Marca JBBi L.1 caixo viada de Hamburgo
no patacho dinaraarquez Hellene, entrado em
24 de selembro de 1858; a J. Praegr.
Marea letreiro.1 embrulho vindo de Hambur-
go no brigue hamburguez Thereza, entrado na
COMMERCIO.
Alfandega*
Rendimento do dia 1 a 6 86:462*729
dem do dia 8.......20:933S517
107:3969246
Movimento da alfandega.
Volumes entrados com fazendas..
com gneros..
Volumes
sabidos
s
com
com
fazendas..
gneros..
87
1200
------1,287
32
299
------331
Descarregam hoje 9 de abril.
Barca francezaFraoklinvinhoe massa.
Brigue francezParahibamercadorias.
Brigue inglezFairybacalho.
R L, 1 u 4.bora8l.da "de mullos amigos de i Drigue sueco-Ferdenand cerveja e ferrsgens.
LFAC'-se hi,Tlam. n,"l0 Para o casa de sus Brigue sueco-Salamandra-farinh, de tii'og
residencia, na ruada Imperatriz ; e 'ahi, u
acompanhamento numeroso, sahiram todos com
S. Exc., e tiveram o prazer de lova-lo ao erabar-
qaa uo Caes de 22 de Novembro.
Achuvaque desde as 4 horas e meia comecou
a cahir cantaros, nao impedio a esses dignos a-
valleiros no desejo que tinham de acompanhar o
Sr. visconde de Camaragibe, at ao sea embar-
que : e debaixo degrossas correles d'agua, que
quast impossibilitavam o transito as ras, elles
nao duvidaram prestar a S. Exc. mais esto so-
lemne tributo da considerago, da estima e do
rospeilo que lhe consograra.
Um procedimento desta nalureza, todo espon-
taneo e sincero, prova o grao de subido aprego
que o Sr. visconde de Ca.naragibe merece dos
seus concidados, e a dedicago extrema dos seus
amigos palmeos causa da ordem, e ao princi-
pio conservador, que S Exc. to dignamente re-
presenta e symbolisa pelos seusactes, pelos seus
precedentes, pelo seu nunca desmentido patrio-
tismo.
Foi mais um testemunho quo o partido conser-
vaor desta provincia levaniou em prol de suas
conviegoes, e do suas inabalaveis ideas : foi mais
urna demonstrago solemno da aJheso publica
essa poltica eminentemente constitucional e ge-
nerosa que tem estado frente dos destinos do
paz, e da qual o Sr. visconJe de Camaragibe
um dos mais dislinctos orgos.
No moraenlo em que o partido conservador se
ergue com mais forga, para propugnar pelos seus
principios, e para combaler com toda a nobreza
om prol dos nieresses da patria ; no moraenlo
em que elle se aprsenla em sociedade com-
pacta para tomar urna parte aioda mais de-
cidida as questes do vital importancia para o
paz ; justo, conveniente que exhiba mais
esse documento de sua inviolabilidade de eneas
e que na pestoa de um de seus mais eminentes
representantes sade com affecto e respeito os
principios da sua religio poltica.
m.^ 2Ulrc lad0' par!i0 conservador espera
muito de S. Exc. o est plenamente convencido
de que o disltuclo Pernambucan o, a quera ha
conado em grande parte os seus deslios, ha de
coulinuar a prestar os mais
causa da monarchia e da
cional.
Sao estes 03 volos dos amigos polticos do Sr
visconde de Camaragibe, que lhe desejam a mais
prospera viagem e a mais vigorosa saude.
7 de abril de 1861.
*
preciosos servicos
ordem constilu-
Correspondencias.
um golpe na garganta, que felizmente, produzio
um fonmento nao mui perigaso.
As deraais pragas conaeguiram pwnder a mu-
Inor e leva-la casa de detengio, emquanto o
Sr. subdelegado era conduzido para a casa de sua
raaidencia, aonde racebeu oa primeiros cuidados,
aplicados pelo Sr. Dr. Ignacio Nery. da Fan-
cec. '
Srs. nedacioies. Casualmento hoje tive co-
nhecimento de urna pergunta que no Consttu-
ctonaZ de sabbado 6 do correnla te flzera, pelo
faci deachar-tens cavallarigadoquartel-general
docomraandodaa arma* alguna cavallosda com-
panhia de meu commaodo, de andar o Exm. Sr.
coronel commaodante das armas montado em um
dos cavallos da mesma companhia, e de haver-se
encontrado algumas vezesurna praca de cavalraria
conduzndo urna carga de capim ; increpabdo-se
com acrimoniosa censura ao Exm. Sr. coronel
Jos Antonio da Fonseca Qalva por taes factos
astutamente e muito de proposito adulterados'
e correndo-me o dever de esetarecer a verdade,
cumpre-me responder que no principio do mez
prximo passado, por occasio da mudanca da
companhia de Santo Amaro para o campo das
Princezas, tive de colloear os cavallos em diver-
sos lugares, por nao existima .aioda no novo
quarlel as neeeasarias accommodaces; a al-
cangada a devida permisaao, mande! para' um
u- sjlio em Belem, propriedadodo cidadio Demu-
de barba, deu-lho trio Amorim 30 cavallos. para a cocaaira i%
Brigue inglea
Irafarinba de trigo.
-Odemfazendas.
Importacao.
Brigue nacional Eliza, vindo do Rio-Grande
do Sul, consignado a Amorim Irmaos, manifestou
o seguinte :
7,621 arrobas de carne de charque, 150 dilas
de aebo em pes, 50 ditas de graxa em bexigas,
o" couros vaceuns de refugo.
Brigue inglez Sir Henry Parn, vindo de
Newporl, consignado a Scolt Wilson &. C ma-
nifestou o seguinte :
351 toneladas inglezas de carvo do pedra;
aos mesmos.
Exportaeao.
Dia 6 de abril.
Barca franceza Filia de Bologne, para Mar-
seille, carregou :
Tissel Frre, 6,000 ponUs de boi.
Beecbedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimenlo do dia 1 a 6 6:0049770
dem do dia 8....... 2:8775480
8:8825250
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 6
dem do dia 8
11.532*696
5:130514
16:6635210
Movimento do porto.
Dia 7 nao houveram entradas e nem saludas.
Natos entrados no dia 8.
Harbor de Grace42 dias, barca americana Sa~
lem, de 342 toneladas, capito Henry Moulton,
equipagem II, carga 3,244 barricas com baca-
lho ; a Saunders Brothers &C.
Rio Grande do Sul18 dias, brigue brasileiro
Eliza, de 151 toneladas, capito Jos Francisco
Pereira, equipagem 12, carga 7,000 arrobas de
carne; a Amorim Irmo.
Nardos sabidos no mesmo dia.
Maracahibobarca americada Irma, capitio H.
Wortnige, em lastro.
Maranho pelo Acaracpatacho brasileiro Emu-
laco, capito Antonio Gomes Pereira, carga
varios gneros.
C5
O.
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Centgrado.

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lacio vioto a Untos a para a eavallarica do
quartal-general 8, cujos animaes sio sastsoiadea
pela companhia, a pensados por toas anteas, que
ao ditos lugarea teoho destacado, Emquanto
ao cavallo caatanaon. 2, eu mesmo fot qae
afferaeav-o lega que S. Ese. para, aqui vaio..
a diat dapoischegando-lhe am cavallo,do mallo,
mas nio sendo bastante manso, m de novo ins-
ta
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Hygrometro.
Cisterna hyiro-
metriem.
Francs.
Inglei.
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r^ oit* ""W"*. com alguns sgocairor, vento
ESE fresco oastim amanheceu.
navio, entradas em 25 de malo de 1860; a David
ieneira Bailar.
dem.25 fateixas viudas na mesmo navio, en-
tradas na mesma dala ; ao asmo.
dem.100 grelhas vindas no mesmo navio, en-
tradas ha metma data; ao meamo.
lem.lflQm|i|f.*i"lt*liMJ|l""" najrip.en-
masma dala ; a Seve Filhot & C.
Marca diamante M.1 dito n. 12|18 vindo do
mesmo porlo no brigue boilaodez Elizabeth Ma-
na, entrado em 19 de oulubro de 1858: a N. O.
Bieber 4 C.
Marca H & C1 dilo n. 2927 vindo do meamo
porto, estrado na mesma data; a Schafleitlem
& C.
Marca letreiro.1 dilo vindo do Havre, nabar,
ca franceza PernambucoD, entrada em 11 de no-
vembro de 1858; a N. O. Bieber & C.
Marca J i L.1 caixa n. 815 vinda de hambur-
go na escuna hamburgueza Currier, entrada em
18 de novembro de 1868", a H. Brum.
Marca A H W\2 ditos ns. 1 2 vindas do mes-
mo porto, entrada na mesma data ; ao mesmo.
Marca X B X.1 pacole n. 177il83 vindo na
escuna dinamarqueza Nanoy, entrada em 4 de
dezembro de 1858; ao mesmo.
Marca letreiro.1 embrulho vindo do Havre na
barca franceza Parahiba, entrada em 10 de de-
zembro de 1858 ; a J. Keller & C.
Marca J P A S 4 C.duas caixas ns. 1323 e
1S9 vindas do mesmo porto, na galera franceza
Havre, entradas na mesma data ; a J. P. Adour
Si C.
Marca diamante 8 K.1 embrulho n. 4 1|2 vin-
do do mesmo porto na galera fraoceza Adele,
entrada em 9 de dezembro de 1858; a N. O. Bie-
ber & C.
Marca H--K.1 dito n. 6 1)2 vindo do mes-
mo porto, entrada na mesma dala ; ao mesmo.
Marca letreiro.1 dito vindo do mesmo porto,
entrada na mesma data; a i. Keller A C.
Marca N O B.1 dito vindo de Hamburgo no
brigue hanoveriano Atlante, entrado em 13 de
novembro de 1858; a ordem. .
Armazem n. 5.
Marca letreiro..1 embrulho vindo no vapor
inglez Avon, entrado em 30 de dezembro de
1857; a Brander a Brandis.
Marca K S & C1 dito vindo no vapor inglez
Petropolis,|entradoem 17 Je dezembro de 1857:
a J. Keller & C.
Marca letreiro.1 dito vindo no mesmo navio,
entrado na mesma data ; a Fox Brothers.
dem.1 dilo vindo no vapor inglez Tyne,
entrado em 30 de abril de 1858 5 C. Filial.
dem.1 caixa vinda no mesmo navio, entra-
do na mesma data ; a Guimares Carvalho & C.
dem.1 embrulho vindo no mesmo, entrado
em 30 de abril de 18i8; a Bastos & Lomos.
dem1 dito vindo no vapor inglez Avon,
entrado em 30 de junbo de 1858; a II. Brum
dem.1 dito vindo no mesmo navio, entrado
em Io de outubro de 1858; a Isaac Curio & C.
dem.1 dito vindo no vapor inglez Tyne.
entrado em 3 de dezembro de 1858; a Prente
Vianna & C.
dem.2dilos viudos no vapor inglez Avon,
entrados em 29 do dezembro de 1858 ; a C. Fi-
tial.
dem.1 dilo vindo no mesmo navio, entra-
do na mesma dala ; a Rabe Schameltao & C.
dem.1 dilo vindo no mesmo navio, entrado
na mesma dala ; a E. H. Wyati.
Marca F F M P.1 dito vindo no vapor Inglez
Tmara, eotrsdo em 28 de Janeiro de 1859 : a
F. J. Martins Pereira.
Marca letreiro.1 dito vindo no mesmo navio,
estrado na mesma data ; ao banco do Brasil.
dem idem.1 dito vindo norapor inglez Ty-
ne, entrado em 28 de maio de 1859; a Bastos &
Lem os.
Marca JSF.2 caixas ns. 243 o 244 vindas no
vapor inglez Avon, entradas em 30 de iunho
de 1859 ; a Joo da Silva Faria.
Marea lelreiro.1 embrulho vindo no mesmo
navio, entrado na mesma data ; Jos J. Gon-
calves Baslos.
dem idem.1 dilo vindo no vapor inglez Tas-
maman, entrado em 29 de iulho de 1859: a B.
S Lemos.
dem idem.1 dito vindo no vapor inglez Ty-
ne, entrado em 29 de agosto de 1859: a E. II.
Wyatley.
dem idem.1 dito vindo no mesmo navio,
entrado na mesma data ; a Bastos & Lemos.
dem idem.1 embrulho vindo no vapor in-
glez Oneida. entrado em 31 de outubro de 1859;
a Fox Brothers.
dem idem.i dito vindo 00 mesmo navio,
entrado na mesma data ; a J. Keller &C.
dem idem.1 do vindo no mesmo navio,
entrado na mesma data ; a Bastos & Lemos.
dem idem.1 dilo vindo no vapor inglez Ty-
ne, entrado em 29 de novembro de 1859; a J. C.
Ayres. *
Idemjjdem.1 dito vindo to mesmo navio,
entrado na mesma data ; a Bastos & Lemos.
dem idem.1 dito vindo no mesmo navio
entrado na mesma data ; a J. E. Roberl.
dem idem.1 dilo vindo no mesmo navio
entrado na mesma data ;a F. Souvage & C..
dem idem.1 dito vindo no mesmo navio,
entrado na mesma dala ; a Ferreira t Araujo.
dem idem.1 dito vindo no mesmo navio,
entrado na mesma data ; a Rocha Lima.
dem idem.1 dito vindo no vapor inglez A-
von. entrado em 30 de dezembro de 1859; a
Bastos $ Lemos.
Marca GG.1 dilo n. 91 vindo no vapor Inglez*
Tyne. entrado em 28 de fevereiro de 1860; a
C. J..Astley & C.
Marca letreiro.1 dilo vindo no mesmo navio,
entrado em 28 de maio de 1860; a Pinto da Silva
Bairo.
Marca VS.2 barris nt. 1 e 5, vindot no vapor
inglez Tyne, entrados em 28 de fevereiro de
1860; a Thomaz de Aquino Fonteca.
Marca letreiro.1 embrulho vindo 00 mesmo
navio entrado em 28 de jolho de 1858 ; a Ramos
Duprat 4 C.
dem idem.1 dilo vindo no mesmo navio
entrado na metma data ; a H. Whitley & C.
Armazem o. 5.
Marca letreiro.1 embrulho vindo no vapor
'.! Tyne. entrado em 28 de fevereiro de
1860; ajames Cabtre.
Marca diamante RBBCC1 dito vindo no mes-
mo navio, entrado na mesma data ; a Kalkman
c. .
Marca P.t tina viada no vapor inglez Onei-
da,, entrada em 29 de selembro, de 1860; a J.
Fiiqaie.
Armazem n. 6.
Marca triangulo J.25 cunhetea na 88/116
viudos do Porto ao brigue portuguez Boa F.
entradot em 22 de maio de 1869; a Barroca &
Medeiros.
Marca JML.4 caixas vindas no meamo navio,
entradas em 23 de maio de 1800; a Jote Moreira
topes.
Sem marca.166 panellas vindas no mesmo
'"de na m<_
aera SF^fit^--4)acotea5Vtad()Safc_.
?" We baaoveriano Atlante.- airado ea
18sda dezerabra 1858 ; a HanripaaSantos.
a*ca NB.-3 caixas na. 6,69$* vindas da
Havre na pavio francez Berth.seoltadas esa 6
de owrcod 1860; a Manoel Joajfir RuS*
Sem marca.4 cruzeias viudas nenvaaec Jgaa-
rass. entradas em 25 de agosto d*t860l a
orocfli
Armazem n. 8.
Marca PGC-^5 caina ae. 541 /44 viada de-Li-
verpool na barca ingleza a Bonita enlrada em
5 de agosto de 1860. & R. Roker.
dem A.3 barricas oa. 500, 546 a 547. vindas
na bate* ingleza Bonita, entrada, em 5 de
agosto de 1860 ; ao mesmo.
dem SPV triangulo.1 caixa n. 74, vinda no
navio Romulua, entrada em 27 de dezembro
de 1858 ; Parele Vienna.
dem AC150 cesto* viudos da Baha no na-
vio nacional Dous Amigos, entrado em 31 de
maio de 1860 ; ordem.
dem S.2 caixas ns 10/11 vindas do Porto,
no brigu portugus S. Manoel I entrado em
19 de dezembro de 1859 ; Manoel da Silva No-
gueira.
dem B & M.8 cunheles ns. 3/10 vindos do
Porto na barca portugueza Flor de Mara en-
trada em 4 da abril da 1860 ; i Barroca & Me-
deiros.
dem letreiro.1 caixa viDda do mesmo na-
vio, entrado na mesma data ; a Jos dos Santos
Nevos.
dem '.6 ditas ni. 35/40 rindas no mesmo
navio, entradas em 11 de abril de 1860 ; a Cosme
Jos dos Santos Gallado.
dem dem.90 portas viudas no mesmo ni-
vio, entradas em 12 de abril de 1860 ; a David
Ferreira Bailar.
dem dem.4 barris ns. 31/34, viudos no mee*
mo navio, entrados na mesma data ; a Cosme
Jos dos Santos Callado.
dem dem.98 grelhas vindas no mesmo na-
vio, entradas na mesma dta ; a David Ferreira
Baltar.
dem diamante A.50 caixas vindas de Lisboa
na barca portugueza Progressista entradas em
11 de maio de 1860; a Teixeira Bastos S & C.
Armazem o. 9.
Sem marca.1 caixa vinda do Porto na barca
portugueza Amalia I enlrada em 28-de Ja-
neiro de 1859 ; a -rnardo Siqueira Cavalcanti.
dem M.90 ancorlas vindas do Porto no bri-
gue portuguez Constante entradas em 8 de
marco de 1860 ; ao capito.
Armazem n. 10.
dem letreiro.1 caixao vindo de Macei no
navio nacional Oliveira II entrado em 30 de
selembro de 1859 ; an>rdem.|
dem dem.H dito vindo de Macei no navio
nacional Damo entrado em 14 de novembro-
de 1858 : a ordem.
dem P & M.7 dilos viudos do Aracaty no
navio nacional Gratidao, entrados em 16 do
junho de 1860; a ordem.
Sem marca.1 sacco vindo de Liverpool no
navio inglez Ear Grey entrado em 29 de no-
vembro de 1859 ; a S. Brothers.
dem MFL.4 caixas ns. 416t/472 vindas de
Genova na barca sarda Paula entradas em25
de agosto de 1859 ; a ordem.
idem MS.2cunhetes vindos do Porto no bri-
gue nacional S. Jos entrados em 19 de feve-
reiro de 1859 ; a J. Fernandes Frandick.
dem JCS 20 caixes vindos do mesmo Por-
to, no-mesmo navio, entrados na mesma data ; a
Jos Carvalho dos Santos.
Sem marca.2 gaiolas vindas no mesmo na-
vio, entradas na mesma data ; a ordem.
Armazem n. 11.
dem CC1 caixa n. 12 vinda de Liverpool na
barca ingleza Caribe entrada em 24 de no-
vembro de 1858 ; a ordem.
dem letreiro.1 dita vinda no mesmo navio,
entrada na mesma data ; a ordem.
lem VAF1 dita vinda no navio nacional
em 16 do julho de 1860 ; a
Artista entrada
ordem.
dem 888.1 caixa vinda de Hamburgo no bri-
gue hanoveriano a Miranda entrada em 12 de
feveieiro dem ACMA.1 sacco vindo da ilha de S. Mi-
guel, na escuna portugueza Rainha dos Aco-
res entrado em 30 do marco de 1860 ; a or-
dem.
dem BC.1 ancoreta vinda no mesmo navio,
entrada na mesma data ; a ordem.
dem MOM1 lata vinda no brigue portuguez
S. Manoel I, enlrada em 16 de maio de 1860 :
a Maooel de Oliveira Maia Jnior.
Sem marca.155 pessat de cabos de cairo vin-
das de Lisboa, no brigue portuguez Soberano
entradas em 8 de oulubro de 1859 ; a Carvalho
Nogueira & C.
dem deml galota vinda de Lisboa no bri-
gue portuguez Tarujo & Filho, entrada em 18
de julho de 1860 ; a Manoel Joaquim Ramos a
dem Mfg.-tO barris vindos do Porto no bri-
gue portuguez S. Manoel I o, entrados em 22
de novembro de 1860 ; a Jos Antonio da Cunha
Irmaos.
dem ARA.1 caixa vinda da ilha de S. Mi-
guel na escuna portugueza Rainha dos Acores
enlrada em 30 de rosreo de 1860 ; a ordem.
dem A & C.-4 dilas ns. 44/46 vindas do Ha-
vre na barca francez- Berth entradas em 20
de siembro de 1860 ; a J. P. Adour <& C.
Alfandega de Pernambuco, 5 de abril de 1861
O 3 escripturario Joo Jos rereira de Farias.
O Illm. Sr. inspector da thesourarla provin-
cial manda fazer publico, para conhecimento dos
rendeiros e foreiros de propriedades pertenceniea
ao patrimonio dos orphaos desta cidade, que de-
vem pagar seus dobilos directamente nesta the-
souraria, certos de que, se o nao Gzerem, sero
os mesmos dbitos remettidos para juizo, afim de
serem cobrados judicialmente.
E para constar, se mandou affixar o presente o
publicar pelo Diario. Secretaria da thesouraria
proviucial de Pernambuco, 5 de margo de 1861.
O secretario
A. F. d'Annunciacio.
O Llm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 21 do torrente, manda
fazer publico, que no dia 18 de abril prximo vin-
douro, perante a junta da fazenda da mesma the-
souraria se ha de arrematar a quem por menos
Qzer a obra do calamento da ra do Imperador,
a partir da porta do palacio da presidencia at a
praca do Collegio inclusive, pelo systema de pa-
rallepipedos, avallada em 212:905$.
A arrematado ser feila na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de Janeiro de 1854 e sob aa
clausulas especiaes abaixo copiadas, e com o a ba-
timento da quantia de 22-250$, offerecido pelo
Barao do Licramento.
As pessoas que so propozerem a esta arrema-
tarlo comparecen) na sala das sesses da mesma
junta, no dia cima declarado, pelo meio dia com-
petentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 24 de margo de 1861.
O secretario,
A. F. d'Annuuciaco.
Cfausua especiase para a arrematadlo.
1. A obra ser principiada em dous mezes a
contar da dala da arremataco e concluida no
prazo de 10 mezes.
2.* O arrematante ser obrigado u altender as
obsertacoes concernentes boa execuce da obra
fella pelo engenheiro encarregado da sua flscali-
saco.
3.a O pagamento aeri dividido em jualro pres-
tacoes iguaes, correspondendo cada urna a um
quarlo do valor da obra constante do orcamento,
sendo em dinheiro ou apocea da divida publica.
4.a Para se proceder ao pagamento sera a obra
avallada em bracas quidradas, (loando o arrema-
tante sujeito pelo prego do orcamento no aug-
mento da obra, se o governo assim o entender.
5.a O arrematante aera obrigado a aeguir in-
teiramente aa obrigacoes coulidas no art. 30,da
lei n. 286 a nos mala arligos da mesma lei, qo*
regula asarrematagoes.
6.a A pedra deve ser de granito ou oulra pedia
de muito boa qualidade e igualmente dura.
7.a As pedus sero arrumadas sobre un>a ca-
rnada de argamasas de cal e areia, posta sobre o
terreno bem sacado, edepois de assentadaa- se-
ro pisadas com um mago petado.
8." O arrematante sera obrigado a botar ama
/.



.
-mamo mramwcf> -* jn$k mM*mmawLm*mu
m
carnada de argamaesa liquida por cia dis mea-
aras pedrea, para Ibes encher os intetlticios.
9.* O jirego ag^ai mencionado dever incluir
qnalquer aterro que seja preciso faier para leran-
tar o nivel das ras.
Contorne.O secretario,
A. -F. d'Annunciacao.
O Ilim.Sr. inspector da theeourara provia-
ciel, eco cumprimeoto da ordem tfof&rm. r. pre-
sidente da provincia de 21 do corrente, manda
fazer poMieo, qu ao dia 18 de abril prximo vin-
aertrojpaaaate a jauta da tezend* da mesn the-
souraria se ha dearrecoatar a quem por menos
fizer a obra do calcameolo da ra do Imperador
* partir da porta do palacio da presdele at
praga do Collegio inclusive, pelo systemadeMao
Adam. avallada em 8$;54aj. *""""* "
A arrematacao ser eita na forma 4a lei pro-
vincial n. 343 de 15-.de Janeiro de 1854, e *ob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoss que se propozerem a esta arrema-
tacao compare^am na sala das sessoes da mesma
junta nodia cima declarado, pelo meiodia com-
petentemente habilitadas.
E para constar se mandou affiar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria pro vi acial de Pernam-
buco 24 de marso de 1861.
O secretario,
' A. F. d'Annunokcio.
Clausula especiaes poro a arnmalaco.
I. A obra ser principiada em dous mezes a
contar da dala da arrematacao e concluida no
prazo de 10 mezes.
2.a O arrematante ser obrigado a attender as
oser?acoes concernenlea boa axecucao da obra
eita pelo engenheiro encarregado da sua Csca li-
sa cao.
3." O pagamento ser dividido em qualro pres-
tacoes iguaes, correspondendo cada urna a um
quarto do valor da obra constante do orgamento.
4.* Para se proceder ao pagamento, ser a obra
avallada em bracas quadradas, (cando o arrema-
tante sujeito polo preco do orcamento ao anda-
meato da obra, se o governo assim o entender.
5.* O arrematante ser obrigado a seguir res-
trictamente as obrigaces coolidas no art. 36 da
lei n. 286 e nos ruis Higos da mesma le, que
regula as arrematares.
Conforme. O secretario.
Antonio F. d'Aoouuciago.
.; O Itlm. Sr. inspector da ihesotfraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publieo que
no dia 11 do correte, perante a junta da fazenda
da mesma thesouraria, vio praca para seren
arrematados quem mais der os movis abaixo
mencionados, que pertenceram ao extincto con-
selho administrativo do patrimonio dos orphos.
6 cadeiras de Jacaranda com assento de pa-
lhinha. /
1 dita dito de braco.
8 ditas de pinho pintadas.
1 mesa grande de amarello com duas ga-
vetas.
1 sinete com a competente prensa.,
1 cofre de madeira chapeado de ferro..
1 carie ir a de duas faces arruinada.
1 jarra de barro.
1 tuco de folha. r
1 bacia de barro.
11 Wmpees arruinados.
As pessoas que se propuzeremj a esta arreme-
tagao comparegam na safa das sessoes da mesma,
junta, no da cima declarado, onde encontrarlo
os ditos objectos para serem examinados.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de fazen-
da, l. de abril de 1861. ~
O secretario
Antonio Ferreira d'Annunciac.ae*
gado a retira-lo, exrrabindo aterhl qaeeeti-
ver submergido.
. Art. 10. fodo aquella qae coastrukau con-
servar curral fixo aem qu tenha obtido a licencs
daque trau oart.l.ineoTrerna multa de 50#.a
lOOjJOOO, sendo alm diuo o curral demando
aua costa.
A ltcenga para a conserveco dos eurraet j
existentes sera presentada dentro de tres meraa.
Art. 11. O que, tendo obtido licen^a, infringir
algoma dae disposigoes relativas aos curraaf^H|
incorrar na.multa de 105 30f, devendo oeor-
ralser damolido aua costa, se deejro de dous
mezes, nao salisQzer o ereceito infringido.
Art. 12. A infraeeio de qnalquer dasdispoai-
!- ?** "0Teis punidlo a inulta de
4J alJWXK).
Art. 13. No caso do art. 9." ser tambera ap-
prehendido o curral e arrematado e*i beneQcio
dos cofres das mullas, se dentro de 30 dias o in-
fractor nao procurar resgata-lo, psgmdo as des-
pezas de sua extraerlo.
Art. 11. Para oeeaeos de infraego das dispo-
sigoes do presente decreto, o preoesso ser o de-
terminado no regulamento n. 447 do 19 de maio
de 1846.
Francisco Xavier Paes Brrelo, do meu conse-
lho, ministro e secretario de estado dos negocios
da marinhs, o tenha assim entendido e faca eie-
cular.
Palacio do Rio de Janeiro em 27 de fevereiro
de 1861, 40." da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M o imperador.Francisco
Xavier Paes Barrito.
o, negociante.....
Jos, criado da cmara.........
Sajra, fllha.de Jacob............
m offlcial.......
Declarares.
Directora geral da instrueco
publica.
Por esta repartigo se faz publico que o Illm.
Sr. Dr. Jos Soares de Azevedo, assumio as fopc-
gocs de director geral interino, por haver tomado
assento na assembla legislativa provincial o
Illm. Sr. director geral effectivo Dr. Joaquim Pi-
res Machado Portella.
Secretaria da inslrucgo publica de Pernambu-
co, 1." de abril de 1861.
Salvador Henrique de Albuquerque,
Secretario interino.
Capitana do porto.
O Sr. chefe de diviso, capillo do porto manda
fazer publico para conhecimenlo de quem iole-
ressar possa, o regulamento abaixo transcripto.
Capitana do porto de Pernambuco, 6 de abril
de 1861.No impedimento do secretario, J. Ne-
pomuceno Alvez Uaciel.
Decreto n. 2.756 de 27 de fevereiro de 1161.
Estabelece regras sobre a construego e conser-
vado de curraes de peixe, as costas, portos
e outras aguas navegareis do imperio.
Sendo conveniente estabelecer regras sobre a
construego e conservado de curraes de peixe
as costas, portos e outras aguas navegaveisdo
imperio, hei por bem decretar o seguinte :
Art. 1." As cmaras munieipaes continuarlo a
conceder liceugas, nunca excedentes a dous an-
nos, para a couslrucrao de novos curraes de pei-
xe e conservadlo dos j existentes, precedendo
sempre declaraco das respectivas capitanas dos
portos, e as diligencias o exames proscripto} no
art. 13 do regulamento n. 447 de 19 de maio de
1846.
Art. 2. As capitanas recusarlo essa decla-
racao :
1. Quando o levantaraento o conslruceao
dos curraes xos prejudicar navegado de qual-
quer especie.
2. Se os curraes houverem de ser construi-
dos ou conservados em lugares que na baixa-mar
nao ficam em secco, ou com menos de tres pal-
mos d'agua.
3. Se os curraes houverem de ser construidos
ou conservados nos lugares onde possam causar
grande accumulacao de arca ou lodo.
4.a Se ficarem em distancias menor de cem
bragas uns dos oulros.
5." Se os curraes bouverem de ser construidos
ou conservados em distancia menor de trezentas
bracas das embocaduras das barras, bahas, rios
e outras aguas navegareis, e fra das embocadu-
ras em distancia menor de mil bracas.
Art. 3. Nenhum curral se poder levantar se-
nlo mediante as seguales condiedes:
1.a Os mourdes ou estacas serlo de compri-
mento tal, que as mares mais altas excedam
tres palmos pelo menos superficie das aguas.
2." Os ditos mourdes e estacas nlo serlo lin-
eados mais de tres palmos na rea ou lodo, oude
dous em fundo mais firme.
3.a A estacada ou engradamenlo, qualquerque
seja a sua forma e materia, lera os necessarios
intersticios para dar fcil sahida ao peixo anda
pequeo.
Art. 4. Os proprietarios ou usurarios dos cur-
raes serlo obrigades a remover mensalmente nts
baixas de alguma das grandes mares, a ara ou
lodo que dentro e em redor dos mesmos curraes
esliver accumulado ; lsn;ando-os em Ierra firme,
ou no lugar aua fur designado pelas capitanas
oa declsraclo que proceder acoocessao da licen-
ca do art. 1.
Art. 5." Nessa mesmadeelaraesosedeterminar
com particular individuadlo o local em que o
curral dever ser assentado, e bem assim a sus
direcelo e limites.
Art. 6. Nos banhados e alagadizos dos rios e
aguas navegaseis permiltida a construccao de
curraes fixos sem dependencia dos exames exi-
gidos no art. l., urna vez que fiquem aa distan-
cia de trinta bracas pelo menos das margena,
salvo as posturas munieipaes, e precedendo com-
municaco s capitanas de portos, que os po-
derlo prohibir, se pornjj" qualquer cimslancia
especial forem prejudiciaes navegacao, aos
slabelecimentos de marioha e aos logradouxos
pblicos.
Art. 7. Sao permiltidos os curraes movis
em qualquer parte das aguas navegiveis, com-
4anto que nlo embaracem a navegaclo e deven-
do seus proprietarios ou usurarios remov-les de
tres era tres mezes para outros lugares.
Arl. 8." s curraes movis poderlo ser cons-
truidos de madeira, ferro, ou de outras materias
com engradameuto que offerec aahida ao peixe
ainda pequeo. Serlo tundeados por meio de
ancoras ou pesos, e nunca por mourees ou estacas
fizados no fundo.
Art. 9." Se algum curral rncvel agarrar ou
soiTrer varias que deixern no fundo qualquer
parte delle, o proprietario ou usurario ser obri-
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
O novo banco de Pernambuco conti-
nua a substituir ou a resgatar as notas
de sua emitsao de 10$ e 20S sem prejui-
mo dos possuidores por mais dous mezes
que hao de lindar em 9 de maio do cor-
rente anno, em conformidade do aviso
do ministerio da fazenda de 31 de Ja-
neiro ultimo e findo este pra'o po-
der' ter lugar a substituicao ou res-
gate cora o descont mensal e progressi-
vo de 10 porcento por eada mez.
Recife 9 de marco de 1861. Os di-
rectores gerentes, Luiz Antonio Vieira,
Joo Ignacio de Medeiros Reg.
Santa casa da misericordia do
Recife.
A juntaadministrativa da santa casa de mise-
ricordia o> Recife manda fazer publico, que no
t dia 11 do corrente, pelas 4 horas da tarde, na sa-
la de suas sessoes, ir praca o fornecimento da
carne verde de que precisarem os eslabelecimen-
los de earidade no tempo que decorrer do dia da
arrematacao a 30de junho do crrante anno : os
pretendentes dirijam as suss propostas em carta
fechada, no dia,'hora e lugar aprazados.
Secretaria da santa casa de misericordia do
Recife .j de abril de 1861.0 escrivio,
Francisco Antonio Cavalcanti Cousseiro.
Vice Consulado de
Espaa.
Habiendo expirado el plazo del aviso de 25
del pasado para l renovacin de las cartas de
naturalidad y cornos algunos subditos de S. M.
no hayan cumplidos con la que en el mismos se
dispona ; los emplazos nuevamente con 15 dias
de trminos para vermcar-los, advirliendos que
ademas del derechos del documentos, tendrn de
pagar 200 reales de velln de multa, con destinos
ala Sociedad Espaola de Beneficencia en Rio
de Janeiro.
Cinco dias despus de este nuevo emplaza-
miento, los que no se hoyan presentado no
sern considerados como Espinles y no recibi-
rn proteccin y auxilio de este vice consulado
cuando lo necesiten.
Pernambuco, 20 de marzo de 1861__El vict
cnsul, Juan Anglada Hejo.
guarnisSo..,.................
Francisco NoguaiM............
Escota, primetro mari-
*Germano.
Valle,

SnUlo*
Teixeira.
Oflkiaea, aspirantes, etc.
O prologo passa-se a bordaba fragata Santa
osa em 1839.
FUSDNAGENS DA PtCA.
I). Guilhermioa, viuva rica..... D. Carmela.
Adalia, sua dina............... D. Manoela.
Henrique Soares............... Germano.
Manoel Escota, gnardiio da ar-
mada......................... Meatos.
Francisco Nogueira, artista..... Valle.
Collares, procurador........... Nunes.
Souza, guarda-Iivros........... Vicente.
O mendigo................ ..... Thomaz.
Marta, creada.................. D. Jesulna.
^.creado...................... Santa Rosa.
poca actuelidese.
Terminar o espectculo com a graciosa come-
dia em um acto
TUIlLMItft E
Comecar s 7 .',' horas da noite.
Avisos martimos.
da, letras, ficas do metmo faMido, que
tera'lugar na ra Imperial confronte
.a abriot de sabfio.
Na mesma
occdsiaosera' veoaido opreto Joaquim
D.Aun.-ch.ves.1^g0f,A"ola'dde 40. aanos,Jos
Segundo dito;..............7.^*D. Jesuina. crieulo de iO annos, movis, conustin.
do o mesmo em um guarda louca, da-
deirasde balando, mesa elstica e outros
objectos que estarSo patentes no acto
do leitSo/
LEILAO
Terca-fetra 9 do corrente.
O agente Camargo ara' leilao por
mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio e a requenmento do cu-
rador fiscal e depositario da massa fal-
lida de Antonio Jacintho Pacheco, das
dividas pertencentes ao mesmo fallido,
no seu armazem na ra do Vigavio n.
19 as 11 horas em ponto. Os Srs. pre-
tendentes, |podero entender-se cora o
mesmo agente para ver os nomes dos
deyedores e suas mor a dias.
LEILAO
Quiuta-feira 11 do corrate.
O agente' Camargo fara' leilao po-
mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio e a equerimenso de
Campiano & Cordeiro, da taberna da
ra do Rosario da Boa-Vista, perten-
cente a Francisco Ferreira Fialho, a
qual consiste em aimacao e gneros etc.,
sendo ellectuad j o mesmo na referida
taberna as 10 horas em ponto.
Armazem n. 22 da
ra do Vigario.
LEILAO
p dia 10 do corrente as \\ horas.
O agente Evaristo far leilao de urna boa pro-
priedade na estrada de Joao de Barros um pouco
adiaote da Soledado, com casa bastante grande,
com 4 salas, 7 quarlos, grande cosinha, estribara
para 8 cavallo!, casa de farinha com seus per-
tences, 2 cacimbas com boa agua, muitas fruc-
telras de diversas qualidades, 2 viveiros com
bastante peixe. tem a propriedade de 1,300 a
1,400 palmos de frente e tanto ou mais de fundo
sendo 3 partes do terreno de baixa, onde se po-
derlo fazer grandes plantas de capim o que mili-
to produz por ser barro tendo urna camboa na-
vega vel pelo que offerece ; vantagera de edlQ-
car-se urna olaria para obra grossa. Os preten-
dentes se entenderlo com o mesmo agente, no
armazem da ruado Vigario o. 22 onde teto os
esclareciraentos.
Para o Rio de Ja-
neiro
O patacho S. Salvador segase em poneos
dias, recabe eacravos a frete: trata-se com os
consignatarios Marques, Barros & C, largo do
Corpo Santo o. 6, segundo andar.
Para a Babia.
A sumaca nacional cHortencia pretende se-
guir com muita brevidade, tem parte do seu car-
regamento prompto : para o resto que lho falla,
trata-se com os seus consignatarios Azevedo &
Mendes, no seu escriptorio ra da Cruz n 1.
Cear.
Segu com toda a brevidade o cter nacional
Emma, capillo Joao Antunes da Silveira ; pa-
ra a carga que Ihe falta, trata-se cem os consig-
natarios Uoreira & Ferreira, ra da Madre de
Dos n. 4.
COMPANHIA PER\AMBC\NA
DE
Navegac.o costeira a vapor.
Parabiba, Rio Grande do Norte,
Maca o, Aracaty e Ceara'.
O vapor Iguarass, commandante Moreira,
sahini para os portos do norte at o Cear na
dia 22 do corrente mez. Recebe carga at o dia
20 ao meio dia. Encommendas, passageiros e
dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 horas:
escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
i
Aluga-se
n. 49 propria
a tratar na ra
Precisa-se de um" caixairo qoe taaha prati-
ca de padaria e qae adaata a aua eoadutta : na
roa da Senzala Tema a 94.
O baito assignado ft sciente seas ere-
dores que lendo-os chamado por meio da cartas
no dia 30 de marco prximo passaUo. aflm de de-
liberaren! o que melhor rbes convier, e como ao
comparecesseo, pede e raga por meio da presen-
te, hajam de rigir-se 09 da 9 de atrHI.daa 9
da manhia at ao meio dia, nn de exaftiaaretn
O estado da casa, flageado o balando e escripia,
conheeeodo o abaixo assignado estar prejudicado
cada vez mais, pelo motivo de sua molestia.
Recife 8 de abril de 1881.
Frederico Augusto Ferreira da Novaes.
"" wtaapoareceu no dia 20 de mareo prxima
Ondo da propriedade Guanta, da provincia da
Parahtba do Norte, o escravo de Fraactsco Das
Araujo, por nome Joio Manoel, com oa signaes
seguintes : cabra, cheio do corpo, idade de 50
annos pouco mais oa menos, calvo, pernea tortas,
uro p mais torio que outro, de sorte que quando
pisa imita a papagaio, sabio com caiga de algo-
daozoho azul, e suppoe-se que com gibo e cha-
peo de couro. Adverte-se que o dito escravo
gosta de se appiicar ao servigos de cerpina, pe-
dreiro, sapateiro, carreiro e queimsr cal, para o
que possue habilidade, e por iito ser fcil ti-
tulo de forro vir trabarhar em qualquer dos dito \ Martins, subditos- portuguezes, 'reriram-se par
olncios nesta cidade do Recife ou seusarrabaldes-, I Portugal.
loja e armag&o da ras Direita
aor.^lfloerestajaelaclsaeB.0:
do f?aeimado d. 4, loja de Goes & Bistos.
Angusto Frederico de 01Teir*eni
sonseqaencia de murtosafazeres e tendo
*do obrigado a seguir aceleradamente
nagem para o Rso de Janeiro aem ter
podido despedirle das pessoas de sata
amizatte a auem dere favores e obse-
quios, a todos pede deseulpa por esta
falta nv-ountaria, offereeendo aos seus
mesmos amigos seu diminuto presumo
na corte do-imperio.
Vendem-setres alvas de laberin-
to novas : quem precisar dmja-se a ra
do Crespo loja n. 12.
Joo dos Sontos Ferreira e- Antonio Jos
onde existe um irmo : roga-se, portante, s au-
toridades poliches a captura do mesmo, e aos
capites de campo, e qualquer pessoa que O vir,
de eaplura-lo eo conduzir oo mandar conduzt-lo
MerJenlregue a Marculia Dias de Araojo, na
cidade de Olinda, ra do Bora Successo casa n.
b, ou na ra da Mangeira da Boa Vista, nesta ci-
dade, casa n. 11, ao Sr. teoente Francisco Jos
Alves de Albuquerque, qoe se recompensar.
l i ? 8 > V. > a
> o> i. 3 = *2 S _____ c I fe M \ 1 i 9 0 m c*j
O s f r g i S -1 a 0 i
5 B Q. e i
Alugs-se par o servico' diario de casa ama
preta e um molerle: na ra da Imperatriz
m. 5L, pnmeiro andar.
Muita attencao.
A agencia commerchri e particular entre a vil-
la da Escada e o Recite principia a funecionar
quarta feira 10 de abril, e subscreve-se na lisca-
da em casa dos IMms. Scs.- capto Jos Lucio M.
Mooteiro da Fonceca e Thomaz Rodrigues Pe-
reira, e nesta praga no pateo do Carmu em casa
do Illm. Sr. Joaquim Manoel Porreir,a de Souza
ou na eslar;ao das Cinco Ponas, oude eucontra-
rao o agente oa hora das partidas do trem : pela
quantia de (res mil ris mensaes se pode ter um
portador seguvu todos oa dias. As vsnUgens que-
esta agencia offerece sao immeosaa, como ae t
dos estatuios que se andam dstribuindo impres-
sos e se acham patentes nos lugares menciona-
dos ; o ageute respeitosamente convida a todo
os senhoves de engenho para, com suas assigna-
luras e mensaliiades, para promoverem o anda-
mento desta agencia, da qual depende o augmen-
to do commercio e a prosperidade da villa da Es-
cada.
Bernardo da Silva Cardse
Aluga-se um moleque de 14 annos, pro-
pno para servico de qualquer casa de familia ou
casa de pasto : na ra do Livramento n. S2 ter-
ceiro andar.
Aluga-se um lerceiro andar, na ra Nova n.
1 a tratar na loja,
_ Joseph Manoel, subdito francez. vai a
Europa,
John Brown, retira-se para Inglaterra.
Jos Moreira da Silva, subdito portugaez,
vai a Portugal a tratar de sua saude.
Joaquim da Costa Campos, subdito portu-
guez vai a Porlngal a tratar de sua saude.
Desopareceu no dis 5 do corrente da porta
da padaria do palco da Sania Cruz, n. 6, um ca-
vallo de cor lazao claro com urna estrella pequea
na frente bastante velho, levou cangalha e cas-
soaes vazios de carvociros: quem o tiver achado
ou aprehendido ojpode lerar a mesma padaria qua
ser recompensado.
Offerece-se urna seuhora casada para ama-
mentar urna cranla ; a pessoa que precisar dt-
nja-se ra do Fagundes o. 39.
Novo Banco de Pernambuco,
O novo banco paga o 6* dividendo
de 12^500 por acc3o.
Gaixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
.Por ordem da directora e em cum-
primento do disposto no an. 4 do de-
creto n. 2685 de 10 de novembro do
anno findo, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezes a contar desta data, a
substituicao das notas de 20$ da emissao
da mesma caixa.
Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
co de 1861.O secretario da directora
francisco Joao de Barros.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguiutes :
Para o corpo da guarnido da provincia da Para-
hiba do Norte.
17 bandas de la.
293 grvalas de sola de lustre.
29.3 mantas de laa.
263 bonels.
Para a botica do hospital militar da guarnido de
Pernambuco.
1 libra de extracto molle de alcacus.
8 oncas de iodo.
50 colches de lia barriguda ou de flecha com
8 palmos de comprimento e 3 1/2 palmos de
largura.
50 iravesseiros de dita com 3 1/2 palmos de
comprimento.
2 chaleiras de ferro para 20 pravas.
Quem quizer vender taes objectos aprsente se
suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da maoha do dia 10 do
corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 3 de
abril de 1861.
Btnto Jos Lamcnha Lins,
Coronel presidente.
Ahxandre Augusto-de Frias Villar,
Major vogal servindo de secretario.
Riode Janeiro,
o yeleiro e bem conhecido brigue nacional Con-
cedi pretende seguir com muita brevidade, s
recebe psssigeiros e escravos a frete, para os
quaes tem excedentes commodos : trata-se com
os seus consignatarios Azevedo & Mendes, ao seu
escriptorio ra da Cruz n. 1.
O brigue porluguez Relmpago, vai se-
guir viagem para Lisboa em poucos dias por ter
teda a carga prompta : s recebe passageiros (ta-
ra o que trata-se com o consignatario Thomaz
d'Aquino Fonseca, na ra do Vigario o. 19, pr-
meiro andar, ou com o capito na praca.
Leiles.
LEILAO
DE
Um excdlenle cavalio.
- Urna senhora forte* sadia, dtseja amamentar Antonio,iL?\?r.u-. k^-,
ma n. 44.
200,000 de gratiti-
cacao.
Bernardino da Silva Costa, que faz a Arma
de Joaquim da Silva Costa & Irmo durante sua
ausencia dex* por seus procuradores em primei-
j ro lugar o seu irmo e socio, em segundo o sea
lio Domingos da Silva Campos, e em tercero c*
1 seu primo Jos DVimmgues da Costa e Silva.
Clrales, Aron vai para fora da
Antunes em seu armazem vender um cavalio
rodado com alguns andares e muito manteudo,
que ser entregue sem reserva de proco.
Quarta-feira 10 do corrente.
DE
Gneros de estiva.
Antunes por mandado do Exm. Sr. br. juiz es-
pecial do commercio far leilao a requerimento
de Prente Vianna & C. e outros, dos gneros e
mais objectos arrestados a Manoel Joaquim de
Olveira 4 C, no referido dia s 11 horas em
ponto na ra do Cordoniz n. 14.
LEILAO
Urna taberna.
Quarta feira 10 do corrente.
Costa Carvalho far leilao por mandado do
Exm.Sr. Dr. juiz do commercio a requerimento
de Prxedes da Silva Gusmo, da taberna do pa-
teo do Terco n. 14 de Francisco Olveira Juniou
& C. no dia cima s 11 horas era ponto.
LUUO.
Dia 9 do corrente.
Mills Letham & C. faro leilao por inlervenQo
do agente Oliveira, de 18 caixas de 21 queijos
flamenges chegedos pelo ultimo vapor francez :
ler^a-feira 9 do correle s 11 horas da manha,
no armazem do Sr. Aunes' defronte da arcada da
alfandega.
LEILAO
Pugio no dia 2 de Janeiro do corrente anno, o
escravo crioulo de nome Irenio, idade de 28 an- i
nos, alto cheio do corpo, sem barba, bem parec-
do, ar alegre, ps grandes, cicatrizes de chicote
as costas ; sahio montado em cavalio russo sel- !
lado, bem vestido e calcado, chapeo preto de fel- ,
tro cora aba larga, falla bem : roga-se asaulori-
dades onde elle for encontrado, a captura do
mesmo, ea qualquer pessoa, que o conduza com
seguranca casa de seu senhor o capitao Anto-
nio Casado da Cuoha Lima.no engenho Malarca
da comarca de Alalaia, provincia das Alagdas que
receber 200&000 de graliQcaco.
Furto.
_ provincia.
Irmaadade de Santa-Au-
na da greja da Madre
de Deus.
O_actual escrivao da irmandnde deSanla-Anna.
da igreja da Madre de Dous, convida a todos os
seus irmos a comparecerem no consistorio da
referida igreja, quarta-feira 10 do crente s .1
horas da larde a lira de em mesa geral delibera-
ren! sobre nego:ios de importancia tendente a
mesma iruiandade.
Jos Vicente de Lima.
Na noite do domingo 7 do corrente furlaram do
ilio antes da capella de S. Jos do Maoguioho,
AHencao!!!
A pesso que no dia 4 do correnta pelas 5 ho-
que fica em frente da estrada que vai para a Ca- ras da larde na loja de barboiro no aterrodaBo-
punga 21 camisas de linho de hornera e menino,' Vista n. 51. levou nm chapeo de sol novo dei-
por tanto loda c qnaquer pessoa que noticia ou xando um velho, queira quanto antes desfzer o
indicio tiver do referido roubo de dirigir-se ao o engao na mesma loia. ao aantMri veri .<>..
DE
dirigir-se ao
mesmo sitio, ou enlo na ra da Cruz do Recife
n. 0, que ser bem recompensado.
CAIXEIRO.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPREZAGERMANO.
Terca-feipa, 9 de abril de 1861.
I." Recita da assignatura.
Subir scena a excedente comedia-drama em
dona actos e um prologo martimo
PROBIDADE
PEBSONAGENS DO PROLOGO.
O commandante da fragata San-
ia Rota...................... Leite.
O im meaiato.................... Raymundo.
Henrique Soares, aspirante da
O agente Hvppolito da Silva fara' lei-
lao de alguns barra com presuntos por-
tuguezes para fechar coritas, os quaes
serao vendidos sem limite de preco al-
gum : terqa -feira 9 do corrente as 11
horas em ponto, no armazem do
Ajines em frente da alfandega.
Sr.
Leilao
Quarta-feira 10 do cmv
rente as 11 horas.
O agente Camargo fara' leilao por
mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio a requerimento doi cu-
radores liscaea da massa fallida de Joa-
quim Luiz dos Santos ViHa-verde, de
urna padaria consistindo em pertences
da mesma, ca trocas para bou, ditos
para.eevatios, 3 bos, 2 cavallos, urna
com terrea na ra Imperial n. 204,
com 25 palmos de frente, um tetheiro
Perfumaras.
Tera-feira 9 do corrente,
Costa Carvalho far leilao em seu armazem na
ra Nova n. 65, de varios objectos de perfuma-
ras como sejam frascos de banhss, saboneles in-
glezes, franjas, lambem vender uniros muilos
objectos que estarlo prsenles no acto do leilao.
LEILAO
DE
m grande sitio
NA
Estrada do Arraial
Terca-feira 9 do corrente.
Antones far leilao em seu armazem na ra
do Imperador n. 73, de um grande sitio no prin-
cipio da estrada do Arraial junto ao do Sr. Mar-
celino Jos Lopes, com excetlente casa de pedra
e cal contengo 8 quartos, 2 salas, um gabinete,
cosinha, estribarla, muito boas larangairas, sapo-
tizeitos, jaqueiras, coqueiroa, urna grande baixa
de capim, um riacho no meio do sitio com he-
nheiro, chaos proprios ; os pretendeutes diri-
iam-se ao referido sitio para examinaren), tendo
lugar o leilao no dia cima indicado s 11 horas
em ponto.
LEILAO
Ter^a-feira 9 do cor-rente.
Saunders Brothers & C. faro leilao por inter-
vengo do agente Pinlo de 400 barris com boia-
chiohas recentemeole chegadas de Pbiladelpbia
na barca americana Margare!, em lotes a von-
tide dos compradores, s 10 horas em ponto oo
armazem do Sr. Annea, em frente da alfandega.
Avjsos diversos.
Precisa-se de urna ama secca que faca aa
compras diarias, cosinhc a engomase, para o aer-
vioo da urna pessoa s : na raa das Aguas Yardas
o. 48, sobrado, estrada pelo becco do Joao Pa-
trila.
Dr. Debroy. dentista, successorio Sr. Pau-
le Geignour, avisa ae respeielpublicoquoche-
. avisa
gara era Petoambuco no mez de abril ou at!
no tirado com torno de padaria, dm- junho.
Um raoro brasileiro, ltimamente chegdo do
Maranho deseja arruroar-se em urna loja de cal-
gado, para o que tera pratica sufficieote e d fia-
dor sua conduela : a tratar na travessa da Ma-
dre de Deus, armazem n. 12, de Fernaudes &
Filhos.
Joao Beran Smith, JohnBond.Ioglezes, vo
para a Europa.
BKIBaiMlftMa *S:*3 fiSafJAKKaJalInf
jj ven-m avPp aaPV Wm CTNSfSf zfam mfm B/&W vasw *
Aos victorienses.
* O pidre Joaquim de Arago Ebla reti-
X rando-ae da freguezia de Sinlo Anto,
|c onde immerecidamente exercen por al-
gum tempo o ministerio parochial e nao
podendo pelos seus incommodos phisicos
despedir-se era geni de toios os seus
amigos, fallara a um dev^r do mais puro
8reconhecimento, se pela imprensa nao
agradecesse cordialmente tanto acolhi-
8 ment e espontanea dedicago de lodos
os seus habitantes, assecurando-lhes com
siocerdade a sua perpetua gralido em
qnalquer parte para onde a Providencia
o destinar.
i aaal aaai aaaa mh *B0k9&A %^u^^a&^itf
COMPAMIIA DA YIA FRREA
DO
RECIFE A SAO FRANCISCO
Pelo presente sao convidados os Srs. accionis-
tas a receberem os juros de7 por cento ao anno,
vencidos no semestre findo em 31 de Janeiro ul-
timo, no escriptorio da companhia ra do Crespo
numero 2.
Assignado E. H. Bramah,
Superintendente.
Attencao.
Pede-se aos Srs. que arre-
mataran* varios objectos em
o leilao da ra do Raogel na
taberna que foi de Antonio
Bento de Camjws, por manda-
do do Exm Sr. Dr. juiz espe-
cial do commercio e arresta-
dos por Ferreira & Martins,
hajam de no prazo de 2 dias
virem buscar na ra do Viga-
rio n. 19, do contrario serao
vend dos por eouta dos mes-
mos seniores, visto que o
agente tem de recolher o pro-
ducto ea deposit.
um,a mobilia de Jacaranda em
Venfle-se
multo boro estado' obra do Porto
J matriz da Boa-Vista n. 22.'
na ra da
engao na mesma Loja. ao contrario ver seu
nome por extenso nesla folba.
O bacharel em direito, Jerooymo Salgado da
Castro Accioly advogs perante o tribunal da Re-
la;o e mais auditorios desta cidade, na ra Ve-
Iha do bairro da Boa-VUh, sobrado n. 62, em
quanto nao acha outra casa no bairro de Santo
Antonio. Nojury desla capital e comarcas visi-
nhas encarrega-se de qualquer defesa mediante
razoavfcl ajuste. Prometi a todos'que o honrarem
com a sua contianga lomar todo interesse as
quesldes que forcm confiadas ao seu patrocinio.
Olferece-se para ama de urna casa depou-
ca familia urna mulhcr branca : quem a preten-
der, dirija-se a travessa da ra do Queimado.
primeiro andar n. i.
Curso particular de rlie-
torica.
O acadmico Manoel da Costa Honorato tem
aberlo o seu curso de oratoria e potica nacional,
na ra Direita n. 8, primeiro andar.
Joo Cancio de Bohemio Sampaio, subdito
brasileiro, retira-se para Lisboa.
O abmo assignado, acbando-se bastante in-
commodado de saude, principalmente nos dias
prximos sua partida para a edrte, cou intei-
ramente privado de visitar aos seus amigos resi-
dentes dentro e fra di capital, e de receber pes-
soalmeote as suas ordena, como muito desejava.
Pelo meio que agora Ihe pessivel, dirige-so a
todos e a cada um em particular, pedinlo-lhes-
mil desculpas de urna falta to involuntaria, o
assegurando-lhes que ora qnalquer parte onde sa
adiar, estar sempre disposto a cumprir suas de-
terminacoes com a mais sincera e efficaz dedica-
gao.Jos Bunio da Cuoha Figueiredo.
O capito da barca americana Villa-Fran-
ca tem para vender 115 ongas mexicanas : a
tratar no escriptorio de Seott Wilson & C, ra da
Cruz n. 21.
Precisa se comprar 4 negras anda raesmo
sem habilidades, com tanto qae sejam mogas a
robustas, e qua nao lenham defeitos e molestia,
ou mesmo moleques com aquellas qualidades at
15 annos ; ua ra de Apollo n. 32, casa de An-
tonio Gongalves Ferreira Casco se dir.
Para ama de leite.
Vende-se traa preta robusta e sadia, com urna
cria de 8 dias, tem escolente e abundante leite.
e j acostumada. a criar duas enancas ; ra do
Sebo n. 35, sobrado.
Novas sementes de horta-
liza.
Dinheiro a' vista,
Vendem-se sementes de harialiga muita navas.
vindas da Europa pelo ultimo vapor ingles oTy-
ne : na loja de ferragens de Vidal & Bastos, ra
da Cadeia do Recite'n. 56 A.
SM1ED.1DE ACADMICA PROMOTORA
DA
Reraisso des captivos.
Quarta-feira, as 11 horas do dis, haver sessao
do directorio, ao sobrado amarello na ra da
Imperatriz, no tercero andar. Convida-se por-
tento aos directores, thesoureiro e procaradores
a compaieoarem, fita de tratar-ae dosiotera
da meema goaiedade.
Recife 9 de abril de 1861.
J. B. C. Aloofotado.
1.* secretario.
I


*"
(
*
w
ti
DLUU0DI
QQB. *- TItC* FWMr % US BUL DE mi.

APPH0\4(M E AITORISMAO
DA
mmmtk immm m mmmu
E JUNTA CENTRAL DE HYGlENE PUBLICA
CHAPAS ME61611IA1S
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo kirk
Para seren appltcadas s parles affectadas *
sem resguardo nem incommodo
AS CHAPAS M EDTCINAES sao muito conhecidas do Bio de Janeiro e em toda
-vincias deste imperio ha mais da 22 anuos, e sao afamadas, pelas boas uras que se te
as emfermariae abaixo escripias, o que seprova com innmeros aneciados que existem
soas capases de distincgoes.
Cora estas Chapas-electro-magketicas-f.pispasticas obtem-se urna cura rad
fallivel em todos os casos de inflammagao ( cansaqo ou falta de respiraqao), sejara in
externa, como do Ogadoi, bofes, estomago, bajo, rins, ulero, peito, palpitajao de corceo, gar-
ganta, olhos, erysipelas, Reumatismo, paralysia e todas as affecoes nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as differentes especies de tumores, como lombinhos escrfulas etc., seja qual fr o
seu tamanho e profundeza, por meio da suppura^ao sero radicalmente extirpados, sendo o seu
uso aconselhado por habis e distinclos facultativos.
As -encoromeudas das provincias ilcem ser dirigidas por escripio, tendo todo o cuidado de
fazer as necessarias explicaoes, se as chapas sao para homem, senhora ou crianza, declarando a
molestia em que parte do corpo existe, se na cabera, pescogo, braco coxa, perna, p, ou tronco
lo corpo, declarando a circunferencia: e sendo inchagoes, feridas ou ulceras, o molde do seu ta-
manho em um pedaco de papel e a declarado onde existem, afim de que as chapaspossam ser
lem appltcadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As cliapas serao acompaohadas das competentes explicares e tambera de todos os acces so-
ios para a coJIocacio dellas.
Consuha as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, em seu escriptorio, que
se achara aberto todos os dias, sem excepgao, das -9 horas da manhaa s 2 da ta de.
||9 Ra do Parto || PERTO DO LARGO DA CARIOCA
- James Walkins e Selb. Spooc*r. Inglezej,
fguem para a Europa.
Companhia do Be-
beribe.
N3o m tendo reunido hoje numero
legal dos Srs. accionistas para ter lugar
a assetoblea geral, sao o mesmot Srs.
convidados a se reunirem no da 9 do
corrente ao meio da no eicriptorto da
companhia, afim de deliberarem sobre
o procedimento que deve ter compa-
nhia a respeito do disposto no art. 1
do decreto n. 2686 de 10 de novembro
de 1860, previnese aos meamos Srs.
accinistas que nSo fallero, pois
marcado no referido regulamento esta'
a findar ea companhia pode soflier em
seus direitos com est demora.
Escriptorio da companbia 2 de abril
de 1861.O secretario, Manoel Gen.iL
da Costa Alves.
Sociedade
DE
Edificares e compra de
terrenos.
Aluga-se.
Contina a estar por se alugar a casa terrea,
tem arm.gio da loja que exwtio na mesma casa ;
o proprietario s lhe convm alugar para algum
estabolecimeoto, pois a localidade nao poder ser
melhor : na ra Direita n. 83, e a fallar na ra
da Feoba n. 5.
Inspeefte do arsenal de
O abaixo asaignado tendo distribuido bom nu-
mero de prospectos para a dia sociedado neates
ltimos dous mezes. juina que as pessoas que os
tem recebido tfveram lempo aufflciente de os lr,
o poder apreciar as vaolagens diversas nelles ex-
pendidas com a derida clareza que o assunipto
PX'ge P.rlanl convida as numerosas pessoas
qe lhe disseramdesejarem coadjuva-lo com suas
subscripgoa., levar a effeito e por em andamen-
to esta grande e benfica empreza. at remelle-
tem o ttulos de subscripto da maneira indica-
j da na circular, que junta ao dito titulo acompa-
. nha cada prospecto. .
Doverao dirigir-lhe debaixo de subscripto, ra
do Crespo n. 4 loja, do Io de abril em diante.*
Tendo-se apreseolado muiloa donoa de terre-
nos para, com o valor d'elle* entrar na formacao
do capital da sociedade, torna-se necessario que
os socios que querem entrar com dinheiro na for-
magao do capital, mandem o mais breve possivel
seus ttulos de subscripgo ua indicada forma,
fiUm dse poder fazer os devidos assentameotos.
Assimcomojo dissomos no prospecto, nao
ha quem nao poisa subscrever para tao til em-
preza, visla da facilidade que ella d para rea-
Iisar o pagamento das dez prostagoes, quo forma-
rao o total das subscripges de cada socio. Basta
pagar dez mil ris todos os dous mezes para com-
pletar em vinte mezes uma subscripco de com
De ordera do Illm. Sr. iaspector faco publico QU,(i,,er lista, carpina, pedreiro, ferreiro,
que nos dias 11, 13 e 15 do corrente mez estar I cmce';0. ou outro emprego, deixaodo de parte
per venda em praca publica, comecando as 111 uin d13 de ser?1 Por semana de 2*500. em 40
horas da manhaa, na porta do almoxarifado des- '!-lnina,9J2inp i repartieao, o casco do hiate Parahibano, j ,,5, o e em semanas uma SMbscripgo
LOTERA
A?ham-se a venda osbilhetes e meios
da quarta parte da quarta e ptimeira
da quinta lotera a beneficio da matriz
de S. Pedro Martyr de Olinda, na the-
souraria das loteras ra do Queimado
numero 12, primeiro andar, e na lo-
ja commissionadas na praca da Inde-
pendencia n. 22 do Sr. Santos Vieira,
ra Direita n. 3 botica do Sr.
Chagas, no Recife ra da Cadeia loja n.
45 dos Srs. Porto limaos. As rodas an-
darSo irnpreterivelinente no dia 2i do
corrente e os premios serao pagos de-
pois da entrega das listas. O thesou-
reiro, Antonio Jos Rodrigues de Souza
Atten^o.
Precisa-se alugar uma preta escrava que saiba
lavar e engommar, paga-se bem ; na ra da Cruz
n. 23, segundo andar.
A padaria do leo do norte, na ra do Co-
tovello, anda precisa de um bom entendedor de
preto
um
retira-s para
KS@
CENTRO COMMERJIAL
1S RadaCadeiadoRecife 1S
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS
DE
Jos Leopoldo Bourgard
Charutos
r SlSPir0S4 d? Ja.hia 8rande deposito de superiores charutos do Rio c
If/.rhl8 'e fabrica dos Srs Domingos Alves Machado & C, vendendo-1
sPuios e Sambuto m d'8'0 ,em Sempre grande sortimeDt< charutos manilha. ha
suissos e hamburgo.
Charutos suissos
Cigarros de papel
de Ja-
so em
vana,
desarmado pelo seu estado de ruina, de 78 ps
de comprimento, 21 de bocea e 7 de pootal, ca-
vilhado e pregado de cobre at a altura de oilo
ps, com es seus pertences, avaliado de novo em
28JJ rs.
Inspeccao d arsenal de marinha de Pernambu-
co, em 8 de abril de 1861.
O secretario,
Alexaaire Rodrigues dostnjos.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenlo
do jrsenal de guerra, tem do comprar os obiec-
tos seguintes:
Para o fardamento da msica do 8o batalho de
infantera.
135 covados de panno alvadio.
338 botoes grandes de metal prateado com o
n. 8.
162 ditos pequeos do mesmo metal e n. 8.
27 bonets para os msicos do mesmo batalho.
rara provimento dos armazens do almoxarifado
do arsenal de guerra.
40 resmas de pape lalmaco pautado de Ia sorte.
espanadores.
50 magos de brelas.
n a ?"*, ar8en<>l de guerra.
10 duzas de taboas de louro de assoalho de 13
a 16 pollegadas de largura e de 26 a 28 palmos
de comprimento. r
1 duzia de r.ostadinho de smarello
Quem quizer vender taes objectos, aprsente as
soas proposus em carta fechada, na secretaria d
conselho, s 10 horas da manhaa
correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
abrl deT8C6?enl d "8eDal d6 gUe"a' 8 ^
Sent Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Mexandre Augusto de Frias Villar,
Major vogal servindo de secretario!
ATkL.omPra"8e m casa terrea em qualquer
annunci"0*' "" g"Dde em Perfeit0 estado :
Salio do Rio,
a 30jJ o milheiro, fazenda superior e que se venda a 45$.
>e. solido deWlSSJf fci SBiSS" Sfift; ^'CTpard0
BOCf3fo?sara CharUt0S com agarras de
Papel pardo nicot
metal a 1# cada um, ditos para cigarros
para cigarros a 100 rs. o livrinho de 150 folhas
guente existe &T.^S^"S5 S^SJs^mt^^
em porcao,
ra cigarros.
Tabaco caporal franceZi verdadei
linda.
Tabaco turco a *$, 1b m ia libra por ^ para cigarros e cachimb09#
1 abaco fleur de harlebeke
iro em magos de diversos tamanhos, garante-se a qua-
em magos de diversos tamanhos, para cigarros e
ca-
cnimbos, fazendo-se abatimento em porco
ClgarrOS de manilha de papel branco pardo a IS o milheiro.
Machinas e papel para cigarros demaniih..
Vaso/dMnpT 6m n,aSS de um> Hbrae dUosde meia ,ibra f"eDda 8UPerior-
VflbS ae lOUCa ebarro para tabaco e rap.
Phosphoros e iscas de di,er?as qualidades para charut05
"-X^ 'ou,. ma-
V^^ tod neir0 PCadO~ecigarrosa800r,alibra.
C^X i 'S fa"DdaS maSb"'ld0 e lqr parte.
uar d";rfo^sjsgssr*** tornando-3e 'receber ^^<*-, ,..
ApF(vSdPeta ,n"S6 ""-. -caixotam-se e remeitem-se aos seus destinos com bre-
AlDmanteqs?e '" eXPSl lCm Taiado -' objectos proprios para os senhores fu-
barato do^eTo^^ -" P' <1 P^e vender
Vender muito para vender barato
Vender barato para vender muito.
bem secco e mais barato que em
parte ; a tratar na ra da Cruz n. 27
deAImeida Gomes, Alves i C.
Attenco
E* barato.
de 200|. Este pequeo capital formado de "eco-
nomas e sem se sentir acra um fundo de previ-
dencia que n"um caso de acdente ou de molestia
poder-lhea-ha ser d'um grande soccorro.
O abaixo assignado tem ouvido muila gente boa
louvar e gabar o projecto da empreza, mas que
era apresentada em m occasiao, visto o mo es-
tado dos negocios em geral e a falta que se sent
de dinheiro na pra$a. Tudo isto verdade, mas
a crise actual ha de ter seu termo, e tudo ha de
tornar ao seu estado normal. O resultido das
transaccoes desesperadla com juros de 1 Ii2 a 3
por cento ao me*, ha de ser o reactivo que ha de
precipitar a volta do equilibrio geral.
No entretanto de interesse capital da socio-
oade por elle projeclada, que os que querem fa-
zer parte della e reconhecem as vantagens que a
mesma poder offerecer, se apressem subscre-
ver adra de que, depois de fundada e em exerci-
co, possa aproveitar anda a occasiao de comprar
terrenos, madeiras, materiaes de toda especie,
mesmo casas, por precos muilo abaixo dos valo-
res pagos em tempoa de regular andamento do
negocio em geral; podendo comprar aos precoa
actuaos, desde j os socios tem a certeza de que
seus capitaes poderodar grandes benicios so-
ciedade, se ellaliver predios promplos a vender
ou a alugar, logo que a crise houver passado, e
que tudo torne a seu estado normal.
Para apromplar tudo o que a empreza precisa
para se por em plena acgo e andamento sao pre-
caos 9 a 12 mezes; portento ha urgencia em rea-
! ifmmStSfm Ptimeir3* Contos deris
.Assubscripgoei que o abaixo assignado pede
sao para formar uma sociedade que todos reco-
nhecem offerecer grandes vantagens a seus socios
e ao paz; portanto ella nao precisa d'oulra re-
commendasao alm dessas.
Se fosse uma subscripgo em favor d'este ou
oaquelle estabelecimento pi ou decaridade pu-
oiica, o abaixo assignado reconhece que tanto
aqu como em qualquer outra parte do mundo,
muito Importa para o bom xito que as subscrip-
?oes sejam pessoalmente aposentadas pelas pes-
soas mais influentes, mais consideradas e mais
elevadas da localidado. N'este ullimo caso, o
amor propno estimulado; tal que tenciooava
subscrever 10$, OJ, 30, por lhe ser pedido por
urna commisso composta d'este, d'aquelle e
d aquello outro grande da trra ou capitalista,
subscreve logo 100$, 200, 300. no caso de subs-
cripco para uma sociedade commercial ou in-
dustrial, o caso roui differente s se subscreve
para eata, com toda a circumsueccao, calma e re-
| flexao, e sobretudo com a de receber bons di-
masseira.e que entregue pao com
freguezias bem porto da porta.
. Antonio Martins do Gouveia
Lisboa.
Alugam-se electivamente pretos para o
servigo de taberna ; na ra da Senzala Velha n.
3o, primeiro andar.
Carvalho, Nogueira &
C, sacam qnalquer quantia
sobre Lisboa, Porto e Iiha de
S. Miguel: na ra do Vigario
n. 9, primeiro andar.
- Alugase a loja do sobrado da
ra da Imperatriz n. 38 : a tratar na
mesma ra n. 40.
~0D' Antonio Manoel de Medeiros (medico]
mora na praca da Boa-Vista n. 15, quii, onde
pode ser procurado a qualquer hora do Ji ou da
rtn~"aee" va08 Sr-; que "emalaram no leilo
.ae,D,e. Vicente Camargo, na ra do Rangel,
nn,? 'r U'Car 0S 0bject08 ue rrcmatrJm
porque o mesmo agente tem de entregar A
ves da casa e liquidar o mesmo.
cha-
Rua estreita do Rosario n. 32, primeiro
andar.
a*lX POMPILIO, dentista egravad^r, de via-
uiKl* a caP|tal,d0 imperio, onde Jencioba es-
tabelecer-se, resolvendo h.,.1 J:J.
demorar-se, a pedido
ns ser-
tnrmas, si*-"|
lan-n* rlfs,p'" repartieres publicas.consu-
vfAUnat5Ig0.?' Besta cidade. offerece seus
vicos como dentista e abridor.
Relativo a gravura, encarrega-se da^lr
lados, Ormas commerciaes, etc., etc.
de ouro. tinto a buril
qualquer
armazem
jSIV
lavra obras' a Durl como a sinzel, vindo s
pegas que se tiverem de abnr pulidas e bruidas
n-i.ra.DJ". e concorla dentaduras iacorrupliveil
i. ^st!m" ma's modernos, e approvados pe-
la academia de;if0n-pe/er eirfvrelacao ao, esta-
lr.h\fh! gUr"S"<.d- 00"' PP'fcwao Pra esse
n.r- L- T re^nad0 e chimicarhent Itatado
ALAr. ,eseDV0l'er oxydo^frjMo aasim a
aiteragao ds mucosas d- u-----
das gengivas.
Extrahe os
cariadas que
vales.
a bocea e utumecfmento
8f
ssi
fmc
versos que a emprezs
- com a
Camas de ferro de todos os tamanhos e quali- I v,(,eQ dades as mais modernas que tem vindo a estel P.6.rV "a,lsar a *<** grande empreza que pro-
mercado ; na loja de erragens. ra da Cadeia do ?.e"f lraba'ho certo e continuo a muitaa cente-
nas de pas de familia artistas, operarios, obrei-
ros e aprendizes de todos os ramos de oficinas,
que deitarao oa circulaQio commeicial d'esta
praga multas centenas de contos de ris no cor-
rer doanno que a nao ser esta empreza dormi-
nam alerrolhados ou empregados em outros ne-
gocios, que nao attiogem as classes dos artistas
e operarios ou obreiros d'
occuoar diariamente.
E^ com a alavanca poderosa da unio e asso-
ciagao do pequeo ao grande capital que esta e
outras grandes emprezas de utilidade publica e
privada poderao realisar-se nesta praca, sem ser
preciso o soccorro dos amostrados capitalistas
das outras pracas do imperio, sem o qual nao se
reansana em 1852 ou o primeiro banco em Per-
nambuco. E' verdade que do 1853 para c tem
apparecido e tem feito algum progresso o espiri-
to a associacao, porra nicamente para transac-
coes bancanas e de descontos. Estas nao esten-
dera sua benfica influencia s classes mecnicas
e laboriosas, como a estender a sociedade
com mandila para compra de terrenos
coes de casas, etc.
Recife n. 56 A, do Vidal &Bastos."
Atiendo.
Vende-se uma rede de costa com parte de seus
pertences em muito bom estado ; na ra do No-
gU61T3 Da O.
. 7"7e,Dde'se uma. armaao de loja de louca.
toda de louro com 4 caixilhoa de correr, sendo
me-roSS0 amarello ; na ra Nova nu-
. ~ Na ra da Imperatriz n. 4, vende-se supe-
rior toucinho a 240 rs. a libra, queijos suissos a
1S, manleiga ingleza a 1 a libra, vinho do Por-
to engarrafado a 1J280, dito Xerez a 1400, dito
Bordeaux a 1, dito Muscalel a 1. champan., a
2J, vinagre branco a 400 rs. a garrafa, garante-
se a quahdade.
em
e ediica-
F. M. Uuprat.
Pernambuco, 30 de margo de 1861.
denles naturales e raizes por mais
estejam, sem detrimento dos \ol-
!.%*."* flsl.U-as deDtarias sem que flquem vi-
mente commodT ,Ud Pr Pre5 "Cessiva-
As pessoas pobres e desvalidas naopagaro na-
dtntara. qU'lquer Perago relativa a cirurgia
CArXEIRO.
Precisa-se de um rapaz de 12 a
llannos, de qualquer nacionalidade,
uma vez que seja desembarazado e vivo,
e nao tenha pai, mi, irmos, primos
ou primas : dando fiador a sua conduc-
ta ser admittido. estando as condicoes
cima, na ra Direita n. 45.
ini7.recsa."se alu8,r on)a Preta para o servigo
interno e externo de uma casa de pequea fami-
ia. oa-se pelo aluguel a quantia de 25 : a tra-
D0.ca^ i AP110 D- 17 Primeiro andar.
Jos Pedro de Alcntara Lopes, subdito
portuguez, retira-se para fra do imperio.
Sola do carac.
doARelcrafenC3m Gouveia & Filhos. rua da Cadeia
roiI7.0.baC,'are, Silinlio Elisio de Carvalho Couto
ZlJt** Para R' de Janeiro, e pelo presente
inSnte dos se,f8 co,less amigos, offere-
presi" ^ Provincia o seu limitado
Ferrara nacionL
Na ferrara nacional da rua da Praia n. 58. fa-
bnca-se e concerta-se toda e qualquer obra de
ierro, com a melhor perfeigao, tanto para a trra
como para o mar. sendo os freguezes salisfeitos
com promptidao-
Manoel da Silva Santos, vai Europa.
Aluga-se o terceiro andar d. casa da rua
da truz n. 40: no armazem da mesma casa.
Precisa-se
Pnblicacoes do instituto horaeopa-
tba de Brasil.
DICCIONARIO POPULAR
DE
MEDICINA HOIEOPATHICA
Obra indispensavel todas as
pessoas que quizerea curar ho-
meopathleaanoate;
..... costbsdo:
A defintao claro dos termos de medicina: as
cautas mau frequentes das molestias: os symp-
tomas, porque estas se fazem conhecer : os me-
dtcatiienloi que melhor Ihes corresponden : a
quantutade dat dns de cada medicamento e
leu respectivos intervalos as molestias aau-
dat echronxcas: a hora d dia ou da noite
em que os medicamentos deienooicm melhor
taa accao : a maneira de alternar os medica-
mentos : a maneira de curar os envennamen-
os, as mordeduras-de cobras, focadas tiros
quedas, pancadas e fracturas e todas'as mo-
lestias conhecidas, principalmente as que gras-
sam no Brasil, qur as pessoas livres, qur
as aeravat: os soccorrosque se devem pres-
tar mulher durante a prenhez, na occasiao
ao parto e depois delle: os cuidados que a
enanca reclama, qur logo depois do lasa-
mente-, qur duranu a infancia : os perigos
que esleto sujeitos todos os que loman, reme-
dios allopalhicos: e muitos outros ainos de
vital inleresu; bem como uma descripeo con-
cisa, e em linguagem acommodada inteli-
gencia das pessoas extranhas medicino, dos
orgaos mais importantes, que entram na com-
posicao do corpo humano, etc., etc., com duas
estampas, uma mostrando qaanto possivel to-
dos os orgaos internos, com a sua explicaco
phisiologica e outra mostrando as differentes
regioes abdomivaes. [A primeiro colorida pa-
ra os senhores assignanles.)
PELO DOCTOR
SABINO OLEGARIO LUDGERO PIMO
O Diccionario Popular de medicina homeop-
tica urna obra completa de homeopathia, o
resultado da pratica dos homeopathas europeos
americanos, particularmente dos Brasileiros
da ataba propna experiencia ; ella satisfaz in'lei-
jamente os mdicos, que quizerem experimentar
ou exercer a nossa medicina ; e muito mais an-
da aos paes de familias, qur das cidades, qur
do campo, chefes de estabelecimento, capitaea de
navio, curas d'almas, etc., que por si mesmo*
quizerem conhecer os prodigiosos effeitos da ho-
meopathia.
N. B. Tencionando o autor, aproveitando sua
viagem Europa.fazer imprimir all o Dicciona-
rio Popular tal qual o havia feito, acooteceu
que ants de incetar a publicaco visse elle obras
mu modernas de medicina, abundantes de ideas
novas, e A tao resolveu mudar inteiramente o
plano que havia concebido, e dar toda a expan-
sao e clareza ess. obra, de modo que tanto os
nomens versados na sciencia, como os que o nao
sarj, podessem tirar della o mximo proveilo pos-
** embargo de trazer-lhe isso um accres-
lo de despeza de dous tercos mais do que gas-
tina, se publicasse a obra, como a principio li-
ba organisado. r v
O Diccionario Popular de Medicina Homeop-
tica, como agora est composto ser sem divi-
da a obra mais til de todas que se tem publica-
do. Ella constar de 3 volumes com 1.500 pa-
ginas poucoJmais ou menos.
- ^ "S'gnsVra 15, pagos na occasiao de assift-
fr:. (Depois *
de impresso custar 25.)
Achise igualmente em va'de pnblica-
co a segunda edieco do
.* THESOURO HOMEOPATHICO
ou
muito mais
REMEDIO INCOIYIPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as nagoes
podem testemunhar as virtudes deste remedio
incomparavel e provar em caso necessario, que
pelo uso que delle fizeram tem seu arpo
membros inteiramente saos depois de nave? em-
pregado intilmente outros tratamentos. Cada
pessoa poder-e-*a convencer dessas curas ma-
ravilhosaa pela leiiura dos peridicos, que lh'as
relatam todos os dias ha muitos annos; e a
maior parte dellas alo tao sor pxendentes que
admirara os atedeos mais celebres. Quanu
pessoas recobrara* com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois dodur
permanecido longo tesnpo nos hospitaes, o tee
deviam soffrer a ampuia^ao 1 Dellas ha mui-
cas ^ue havendo dixado esees, asylos de pade-
timetlos, para se nao sutmetej-em a essa ope-
ra$io dolorosa foraso curadas compleU mente
mediaoto o uso desse precioso remedio. A.C-1
guraas das taes pessoa a enfuso de seu reco-
nhecimeato declararan! estes resultados benfi-
cos diante do lord eorregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenticaren) sua a firma-
twa.
Ninguem dasesperaria do estado de saude si
"jewe bastante confianja para cinar este re-
medto constantemente seguindo algum lempo n
l,neD< que necessustt a natureza do mal,
O ungento he til, mais partlea-
> nog seguintes casos.
Inflainmago da bexiga
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Anceres.
Corladuras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da' cutir
em geral.
Ditas de anus.
Erup6es escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor uas extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflamroaeao do figado.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuragoes ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
da articulaces.
Veas torcidas ou
das as pernas
3Rua estreita do Rosario-3 &
sj Francisco Pinto zorio continua a col- S !
tj locar denles arliflciaes tanto por meio de S
I) molas como pela pressao do ar, nao re- ^
3, cebe paga alguma sem que as obras nao
flquem vontade de seus donos, tem pos i
3 e outras preparacoes as mais acreditadas 2
$ para conservacao da bocea.
no-
cujo reauludo seria provar neonletavelmente. pharmaeeutico,
Vueludo cara."
Vende-se este ungento no eatabelecimenio
geral de Londres n. 244, Suand, e na loja
de lodos as boticarios droguista e ostras pes-
soas enca.Tegadas de sua venda em toda a
America do snl, Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha contm
uma instruoco em ponuguer para explicar o
modo de fizar uso deste ungento.
) depoiito geral em casa do Sr. Soum,
. na rua de Cnir U. 82, im
J r ernambuco.
Quejosa 1,440. rs.
Ditos do vapor a 1"03 e a 2*000 ; na trevessa
do pateo do Paraizo ns. 16 o 18, casa pintada de
amarello.
Milho a 200 rs.
Vende-se milho a 200 rs a cua, o a 3*500 o I
sacco ; oa .travesa do paleo do Paraizo nsTie e I
18, casa pintada de amarello. |
~ Sr- js Dias da Silva .inda vem no Dia-!
no de Pernambuco de 6 do corrente, cem o seu I
pela ultima vez em communicados Que teima
tUrtA.I q lemo/esPondente com essa conci-
lacaoeess.conciliacaocomo reapoodenle?0 que
tem essa discussao pelos joraaes com aqullo que
s aos tribunaes do paiz cabe examinar e decidir
segundo o dyeito, discusaao e pro., e aulm d
conformidade com a razo e juslica, que lhes
aaaisr no negocio ? Pela terceira vez diz o res-
??eDla0JT- DMd' Si,7- ^ Pponh.sua
aegao e cont que o respndeme nell. se defen-
der. Asaim, continua a chamar a attenco do
br. Dr. chele de polica, cujo nome tem o Sr.
Uias da Silva entendido dever andar na balha e
iao enconveniente, pois que nada tem com as
questoes cive) para o que i di6e o respon-
dente era suas reiposlai dea. Diario, de 3 do
corrente e 23 do mez panado. Eaeife 8 de ahril
de 1861.-VictofinoPeieir. LtiuT
Um. pesio, que enlende de eacrioiraci
por partidas dobradaa ofrerece-w para esedolu-
rar era alguma casa de
seu pteatimo se
STAHL C.
RETRATISTA DE S.M. 0 IMPERADOR.?
Rua da Imperatriz mi mero \\ t
fOutr'ora Aterro da Boa-Vista.) %
iKetratosem todos es- 2
| tylos c tamaitos. i
Pintura ao natural em S
| oleo e aquarella. |
| Copias de dagueneo- |
tyno e outros arte- %
g factos.
2 A.mbrotypos#
|PaVsagens.
de um cai-
xeiro para a taberna nova da
rua da fundicao em Santo
t Amaro.
Sendo presentemente
Santos Vieira o nico garanti-
dor de brinetes de latera, os
quaes sao rubricados com tin-
ta de i-aprensa, os que nao
forem vendidos com a sua
firma devem ser considerados!
Vade-mecum do homeopatha.
5sta nova ediegio em tudo superior pri-
meira. tanto no que diz respeito disposicio das
materias, como no que relativo ao modo de ad-
ministrar as dses.ao estudo dos tamperamentos
s molestias hereditarias e contagiosas, a hyeien*
ne pratica, etc., etc. Com uma estampa demona-
traliv. da coniinuidade do tubo intestinal desde
a bocea ata o recto.
A assignstura de 8$ pagos na occasiao de as-
signar. [depois de impresso cuslar 12 pelo
menos.) ^ *
As pessoas que quizerem assignar uma e ou-
n n pagarao Penas 20 em lugar de 23.
N. B. A assigoalura, qua nao for acompanhada
da respectiva importancia, nao ser considerada
como tal.
Assigna-se em casa do autor, rua de Santo A-
maro, [Mundo Novo) n. 6.
Rival sem segundo.
Na rua do Queimado n. 55, loja de miudezas,
est queimando os seguintes artigos abaixo de-
clarados, todas as miudezas esto perfeitas, e o
prego convida :
Caitas de clcheles a 40 rs.
Cartoes de ditos a 20 rs.
Groza de pennas de ac muito finas a 500 rs.
Charutos multo finos, caixa com 002*500.
troza de botoes de louc. a 120 rs.
Carretel de linh. com 100 jardas a 30 rs.
Bules com banha muito fina a 320 rs.
Dito dito dito 500 rs.
Banha em lata com lr2 libra a 500 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
Cnixas com obreias muito novas a 40 rs.
Ditas com phc sphoros especiaes e melhor que
ha a 160 rs.
Pares de meias cru.s pera homem a 160 rs.
Ditos de ditas muito linas a 200 rs.
Pflcas de franja de laa muito bonitas
800 rs.
Duzia de sabonetes muilo finos a 600 rs.
Iscas para acender charutos a 60 rs.
Phosphoros em caixa de folha a 100 rs.
Cartas de Heles finos a 100 rs.
Calzas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares desapatos de tranca de algodo a 1$.
Ditos de lia para meninos a 200 rs.
Frascos de macass perola a 200 rs.
Ditos de oleo a 120rs.
Duzia de facas e garlos de cabo preto a 3g.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320.
Massos de graropas finos 40 rs.
Caivetes de aparar peona a 80 rs.
Tesouras
cores
como um laco armado a boa 7T" ,ra unha8 e coslu,a '
para escrplu
. comraercio; quem de
ser procurado. ,UlW ""*"anaancie "ara
rL* dA2"0.Pon,sca /uaior, aaeca sobre
Lisboa; na ma da Cicimb. D. i
andar.
, primeiro
. "T Nodial.odocorronte indo um menino nar-
do de dade le 12 annos fazer algumas compras
nao voltou, e desconfia-se esteja oceulto ou se-
duzdo com fins sinistros'; forro, cham.-se
Francisco de Alcntara, e filho de Pedro de Al-
cantara Naacimenlo, morador so p do gazome-
iro n. SJ ; o menino acabocolado, cabello es-
tirado, fecoea miudas, e rendido de um. veri-
ser^^compens.do!1'"' ^ e"i 8Cma' que
Um cha econmico.
0 proprieUrio do caf da rua da Imperatriz n.
13, participa iio respeitavel publico que em seu
deposito exirte um grande aertimento de bolinhos
para cha de todas as qualidades. pelo precede
800 rs. a libra, asalm como pio-de-l torrado
bolos loglezes. bom bocado, pudim : o memo"
proprielano obriga-se receir eocommenda de
bandejas para bailea e caaamentoi, e assim es-
pera pela benevolencia do reepeilavel putlico
Qwm precisar do uma pessoa habilitada
para entinar memnoa fra da cidade, diria-ae
inveasa da ra da..Cruze. n. 1. aaMndo^dlr
dando conaaaniwjto de iuj conduca. '
f dos incautos.
Precisa-se fallar com o Sr. Jos Rodrigues
suDd.to portuguez. na padaria da ru. da Matriz
da Boa-Vista n. 26.
w ~" Jab,aiX0 assignado, nao obstante ha muito
haver declarado por este jornal que se assignaria
Manoel Ferreira dos Santos e nao Manoel Ferrei-
ra dos Santos Pimentel, repele nov.mente o mes-
mo nnuncio para que no apparecam mais du-
vidas futuras. Recife 4 de abril de 1861.
Manoel Ferreira dos Santos
Precisa-se de um criado para o servico de
homem solleiro : a tratar no paleo da Santa Cruz 1
sobrado o. 24, segundo andar.
Jos Joaquim Fernandos da Rocha Viann.
de sa0sSudU8UeZ' 8egUe Pa" Tor,ual a lral'
Continuara a estar por se arrendar os eoge-
nhos Caramuru e Santa Cruz, sitos na comarca
do Cabo ; quem os pretender, dirija-se ao coro-
"nd'a8 ouDrheudD.!Sla Cdade" qU6 f" De0C0 P'
Atheoeu Peroambucano.
.aw preseDte coda-se aos senhores socios
fti'IiVhC0,np!.recere,B 1u'Dta-feira 11 do cor-
rente s 9 horas da manhaa, no logar do costu-
me, para se proceder a eleigo doa funecionarios
e commissoes.
Brito rctira-se para fra da
Joo Alves de
provincia.
Antonio Di., de Souza, subdito portoguez.
rettra-se par. Europa.
Mobilias de aluguel.
Alugam-se mobilias completas de todas as
qualidades e por proco muito commodo ; tam-
bem se slugam cadeiras em grande quantidade
para bailea ou offlcios: n. ru. Nova, .rmazem
de mobilia do PinCp, defronle da raa de Sanio
Amaro.
Pegas de tranga de la com 10 varas a 320
Escovas para denles muito finas a 200 rs.
Cordao imperial fino a 40rs.
Dito groesu a 80 rs.
Cordoes para espartilho a80rs.
Caixas para rap muito finas a 1#.
Pares de meias de cores prra meninas a 160 rs.
Linh. de marcar [novello) 20 rs.
Groza de marcas para cobrir a 60 rs.
Vinho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmaos & C., rua da
Cruz n. 10 encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Freres e
dos Srs, ldekop Mareilac d C, em Bordeaux.
1 em as seguintes qualidades:
De Brandenburg freres.
Su Estpb.
St. Julien.
Margaux.
La rose.
Cha tea ii Loville
Chiteau Margaux.
DeOldekop A Mareilhac
St. Julien.
Su Julien Mdoc.
Chateau Loville.
Cognac em barris qualidade fina.
Cogoac em caitas qualidade infer
Na mesma
vender:
Sherry em barris.
Madaira ta Uts,
nor.
casa ha para





DIARIO M
- TUCA fSllA t M ABRIL DI 1861
()

O EXTRACTO
GOMPOSTO DE
SALSA PARMLNA SH9 R.. VdWHSEH
MELHORADO E FABRICADO SOB ABIRECgAO' DO DR JAMES R. CHILTON,
o medico celebre de New York
9
GRANDE SPERIORJDADE DO EX-
TRATO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica ge pelo sen extraordinario
e qnasi miraculoso effeito no
sangue.
Cada um sabe que a saude ou a infermidade
depende directamente do estado deste fluido vi-
tal. Isto ha de ser, visto o partido imprtente
que tem na economa animal.
A quantidade do sangue n'um horaem d'es-
tatura mediana est avahada pelas as primeras
autoridades em vinte e oito arralis. Em cada
pulsado duas onjas sahem do cora$io nos bofes
e dalli todo o sangue passa alem no corpo huma-
no era menos de qtjatro minutos. Urna dis-
posijo extensiva tem sido formada e destinada
cora adniravel sabedoria a destribnir e facer
circular esla corsbntb de vida por todas as
partes da organisac,ao. Deste modo corre sem-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
de fonte de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se empregna
de materias ftidas ou corrompidas, deffunde
com veloSidade elctrica a corrupc,o as
mais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno langa-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veias, e pelos vasos capillarios,
al Cada orgo e cada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta raaneira
a circu.lac.ao evidentemente se faz um engeniio
poderoso de doenga. Nao obstante pode ta ra-
bera obrar com igual poder nacriacao de saude.
Estivesseocorpo infeccionado da doertca maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se smente o san-
gue pode fazer-se puro e saudavel ficara superior
a deenga e ineviiavelraente expedir da consli-
tuigao.
O grande manancial de doenca ento como
d'aqui consta no fluido circulante, e ne-
nhura medicamento que nao obra directamente
sobre elle para purificar e renova-lo, possue al-
gum direito ao cuidado do publico.
O sangue O sangue 1 o ponto no qual
se ha myster fixar a atiendo.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na cidade de
New-York, havemes vendido durantemuitosan-
tos o extracto de salsa parrilba do Dr. Town-
sead, consideramo lo ser o extracto original o
genuino de salsa parrilba do Dr. Townsend.
o qual primeramente sob este nome fui
apresentado ao publico,
BOYD 4 PAUL, 40 Cortland Street.
WALTERB. TOWNSEND dCo, 218 Pearl
Street.
LEEDS& HAZARD, 121 Maiden Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
M WARD 4 Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F.TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAM& Co, 10 OldLlip.
OSGOOD & JENNINGS, 188 PearlStreet.
R.B. HA VIL AND 4 Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON,ROBNS & Co, 134W ater Street.
THOMAS & MAL. WELL 86 William Street.
WM. UNDERHILL, Junr, 183 Water Street
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NOUlTOl R 4 RP oCIi *. WOO, too jziai-
den Lone.
PENFOLD, CL Ai & Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M KFSSON&Co, 127 Maiden
Lae.
A. B. 4 D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFELIN, BBOTHEB & Co, 16&
106 Jobn St.
LEWIS & PRICE. 55 PearlStreet.
HAVILAND, KEESE & Co, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK 4 Co, 110 Broadway,
lOAstor.
House, and 273 Broadway, cor.ofCham-
bers Street.
PHIUP SCHIEFFELIN, & C0107Watr
Street.
POU & PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Street.
RST 4 HOUGHTON, 83 John Street.
I.MINORA- Co, 214 Futon Street.
LNGERSOLL &BROTHER, 230 PearlStreet.
JOSEPHE. TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF 4 KINSLEY, 45 Cortland
Slreet.
HAYDOCK, COBLIES4CLAV, 2l8Pear
Street.
CMIMG 4 VANDSER, 178 Greenwch
Street.
HASKELL 4 MERBICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK 4 Co. 49 John Street.
COHHECEMOS A ARVORE E SUAS FRU-
TAS
B IGUALMENTE
Conhecetnoi um Medicamento no seus Effeitot
O extracto eomposio de Salsa parrilba do
Dr. Townsend est.
0 MED I CUENTO DO POYO
Adata-se lao maravillosamente a constituigo
que pode ser utilisado em quasi todas as enfer-
midades.
ONDE E DEB1LIDADE,
fortalece;
OHDE E' CURRUPgO,
purifica;
OHDE E* PODRIDO,
AUMPA.
Este medicamento celebrado que lao grandes
servidos presta a humanidede, prepara-se agora
na uo cu.:... n, Mluni das mas Fronte
Washingtom, Brooklym, sob a inspeccao direc
do muiio contiendo chimico e medico bx. james
R. Chilln, da cidade^de New-York, cujacer-
lido e assignatura se acha na capa exterior de
cada garrafa de
ORIGNALE GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSA PARRILHA
DO DR. TOWNSEND.
O grandepurlcador do sangue
CURANDO
AHtdropesia.
AImpinge
As Ulceras,
O Rhecmatismo,
As Chacas
A Debilidade geral
AS DOENCASDE PELLE
AS BORBULHAS.NA CA-
RA,
AS TOSSES,
CONSULTORIO ESPECIAL MOIKOPATHICO
DO D0UT0R
n SABIH 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6,
Consultas todos os Has uteia desde as 10,horaa
at meio di, acerca das segoiotes molestias :
!. molestias da mulheret, molestia das cria%-
cai, molestias da pelle, molestias do olh'os, mo-
lestias siphilUicat, toda a especies dt felres,
febrt intermitientes esuas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOMEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus elfeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos precos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fta della sao falsas.
Todas as carteirss slo acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, teudo ao
redor as seguintes palavrse : Dr. Sabino O. L.
Pioho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteira* que nao levaren, esse impresso
assim marcado, embora tenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Aluga-se um grande armazem na ra da
Moeda n. 7, por prego razoavel: a tratar no ar-
mazem de caboa ao lado do Corpo Santo n 23.
Precisa-sede urna ama para casa de pe-
quena familia ; na ra da Gloria, casa n 93.
|dKMSiS-Mseiedi5M5-9iSdiSdft^
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
COIPaiMUADAVIAFEMEA
Recife a Sao Francisco.
l^imilad.
At outro aviso a partida dos trens ser regu-
lada pela tabella seguinle:
a
H
H
a
SO
as
se
OS
O
ce
<
i*
= 225? I "'iG
I
e
33
fSSS I 283 ISS
.,-.-_ .-
Ir.,
O Herpes
A Herysipel a ,
A Adstricciodo vbn-
TRE,
As Alporcas
OsEffeitos do azod-
GE,
Dispepsia,
as doencas,defiga-
DO,
todas as operaces da sua arte e colloca
dentes arlificiaes, ludo com a superiori-
dad e e perfeico que as pessoas entendi-
das lhe reconbecem.
Tem agua e pos dentifricios etc.
Precisa-se de um pequeo de 13 a 14
nos para caixeiro de taberna, que tenha alguma
pratica da mesma : na ra Direita n. 72.
Os Catarrbos, As Tsicas, etc.
O Extrato acha-se comido em garrafas qua-
dradas e garante-se ser mais forte e melhor em
todo o respeilo a algum outro purificador do
sangue, conserva-se em todos os climas por cor-
to espaco de lempo.
Townsend tem assignatura e a cerlidao do Dr. J. R. Chlillon, na capa
Cada garrafa do original e genuino -extracto do Dr.
exterior de papel verde.
No eseriptorio do propietario, 212 Broadway, New York, e era Pernambuco na ra -da Cruz n. 21, escriplorio, 1. andar, tam-
bero, na botica da ra Direita n. 88 do Sr. Prannos.
CONSULTORIO
INfLP.A.
MEDICO PART I 110 E OPE-BADOR.
3 Kl A ni.l.Otl \.< ASABIOI 1 \I>\03
Cliniea por arabos os sy sientas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manbaa, e de -tardedepois de 4
horas. Contrata .partidos para -curar annualmente, nao s para aeidade, co mocara o engenhos
u outras propriedades ruraes.
Os chamadosdevem ser dirigidos. sua casa at s 10 boras da manbaa e em caso
de urgencia ou tea qualquer horado da ou da noite, sendo por escriptoem que se declare
o nomo da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
dero remetter seuo bilhetes i botica do Sr. J. Sounn & G. na ra da Cruz, ou loja de
iivros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velba.
Nessa loja e na casa do annuncianteaehar-se-ha constantemente c-s melhoresedica-
nteatosbomeopathieos j bom conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes.....,.....109000
Dita de 24 ditos....... ;........1S9000
Dita de 36 ditos................, 209000
Diu de 48 ditos...................252000
Dita de 60 ditos.................- 309000
Tubos avulsoscada um.........-....' 1*000
Frascos de tinturas. .:;......... 2*000
Uanualde medicina -horneopathka pelo Dr. Jabr, tra-
Juzido em portguez, com o diccionario dos termos
de medicina, errurgia etc.. etc........209000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 109000
Raoertorio do Dr. Mello Moraes........ 69000
- Ka travessa di roa
dee 'Gruzes n. 2, primeiro andar, continua-se a
tiagir oom toda a perfeico para qualquer cor, e
o ais barato possivel.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho saccam
sobre Lisboa e Porto ; no largo do Corpo Santo,
eseriptorio.
O abaixo aseignado roga as pessoas que Ihes
sao devedoras dos annos de 1859 e 1860, -tanto
os de coirta de livro como os que passaram val-
les tenham a boodade de irem ou mandarem -pa-
gar seus dbitos sen falta, pois vista da neoes-
sidade que tem o abaixo assignado de fazer pa-
gamentos aos seus oradores, forcado a todo o
iranse do marear o prazo de 8 das para realisa-
;.o de taes dbitos, do contrario o abaixo assig-
nado passar por dissabores que bem deseja ei-
tas.Nicol Machado Freir.
Nova carlilha.
Acaba de sahir dos prelos desta typographia
urna nova edicao da cartilba ou compendio de
doutrina christa, a mais completa dequantas se
tem impresso, porquanlo abrange tudo quanto
continha a antiga caitilha do sbbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescentando-se muilas
ora;es que acuellas nao linham ; modo de a-
companhar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das testas mudaveis,
e eclypses desde o corrente auno at o de 1903,
seguida da folhinha ou kalendario para os mee-
mos annos. A. boodade do ppele excellencia da
impressao, do a esta edi;ao da cartilba urna
preferencia asss importante: v-ende-se nica-
mente na livrtiria ns. 6 e 8 da prsca da Indepen-
dencia:
35Ra larga do Rosario35
Acha-se receDlemnteihgado esta cidade
Francisco Jorge da Silva Paranhos, dentista de
Lisboa (discipuio do Celebre Desirabode) tem a
honra de offerecer aos (Ilustrados babitanUs desia
cidade e seus suburbios os trsbalhos concernen-
tes a sua arte que executa com a maior delica-
deza e perfeicio, limpa os denles anda os que
se acham com o trtaro msis inveterado dando-
Ihes ahura primitiva sera lbe alterar o esmalte,
extraho anda os mais difficeis assim como os Qs-
tulados ainda aquelles desprezados por outros
sem o maior sofTrimento ao paciente, chumba
com as massas mais acreditadas at hoje, colloca
os attiflciaes terrometallicos, incorruptiveis e
diaphanos assim como aceita e eodireila os dis-
formes, separa os cariadas dos saos aDm de e^i-
tar-lhes o contagio.
Precisa-se de urna pessoa que entre coa a
quanlia de 5008000 para um negocio j estabele-
cido em urna das melhores paragens, cujo nego-
cio oerece vantagem ; quem pretender, dirja-
se a livraria ns. 6 e 8 da praca da Independen-
cia, em caita fechada, com as ioiciaes A. J. D.,
indicando sua morada para ser procurado.
de
cai-
DA
PROVINCIA.
Quinta parte primeirada sexa
Ao hospital Pedro II.
O abaixo assignado vendeu nos bilhetes rubri-
cados com a sua Arma eguintes orles :
Um meio bilhete.
Dous melos bilhetes.
Um meio bilhete.
Um meio bilhete,
Bilhete intiro,
Meio bilhete.
Dous meios bilhetes.
jj.,- 332 5:000
1585 800
965 800
1391 200
267 200
2663 100
905 I00J
e outros menores de 40, 20 e 10.
A sorte grande paga (inclusive os 12 / ge-
raes e 2 /o provinciaes), ns loja da praca da In-
dependencia n. 22, aoode se acha a venda os bi-
lhetes e meios da lotera de S. Pedro Martyr de
Olinda assim como naa mais do costflme, garan-
tidos por
Santos Vioira.
Bilhete garantido 6000
Meio bilhete 3(000
Em porcoea de 50$ para cima :
Bilhete jnteiro 5500 ****
l. Meio 2|750
Pianos.
Mudanca de domicilio.
Joao Laumonnier transferio seu estabeleci-
meuto da ra da Cudeia do Recife para a da Im-
perairiz n. 23, sonde abri um vasto deposito de
pianos dos melhores autores da Europa. Encar-
rega-e de afinar e cooceitar os mesmos instru-
mentos.
ir*: VW viftw VmW o?f^ fc'rTJW TU tm^ I aTaW -'^ ^
H AI. J. Leite, roga a seus eleve-
doces que sedignem mandar pa-
S gar seus dbitos na sua loja da
m ra do Queiraado n. 10, enten-
.tendo-se pata esse (ira com o seu
procurador o Sr. Manoel Gomes
Leal.
JOIAS.
Joaquim Kenteiro de Oliveira -Guimares com
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos freguezes e ao publico m
geral, que se acha sortida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo acabar
com o negocio, est resolvido a vender mais ba-
rato de que em outra parte, garantindo as ditas
obras, passsndo conta com recibo, declaraudo-a
qualidade, e oompra ou troca obras velhas, pa-
gando o ouro .or mais do que em eutra parte, j
CASA
Mudanca de esta-
belecimento.
Jos More ira Lopes avisa aos seus amigse
freguezes deeta e de outras provincias, que mu-
dou o seu ectahelecioento de fa zea das queiinha
no sobrado aaarello da roa do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde tem o mata completo e variado sortimeolo
dcazeridas de todas as qualidades para vender
emgrosso e a retalho por pre;os muito baratos:
ra do Crespo, sobrado de 4 andares n. 13, e ra
do Imperador, oulr'ara ra do Collegio, sobrado
de uaa andar n. 36.
Na livraria n. 6 e 8 d praca da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Ulissei Cokles Ca valcanti de Mello.
D-se algum dinheiro a jaros sob penhores
de uro ; na ra Direita n. 74 se dir quem d.
~~ 0 hachare! WITRLVIO pode ser
procurado na roa Nova n. 23, primeiro
aodtr, de sobrado da equina que volt
para a Cambia dt Carmo.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas da coser; em casad a Samuel P.
Jobsto $ C-, roa di Senalie le va o. 52,
de commissodeescravos, pa-
teo do Paraizo n. 1<, sobra-
do que foi do falleeido Ni
colo
Para a dita case foi transferido oaptgo eserip-
torio de commissoo de escravos, que se achava
estabelecido na *ua larga do Rosario n. 20 ; e
ahi da raema raaneira se contina a peceber es-
cravos para seren vendidos por commisao, e
por conta de seus senhores; nao se poupando es-
forgos para que os .mesmos sejam vendidos com
promptidao, aQm de que seus senhoresiflio sof-
fram empates com -a venda delles. Neste mesmo
estabelecimenlo ha compre para vender escravos
de ambos>os sexos, bellos e mocos.
Aluga-se o primeiro andar loja
do obrado de andares no becco da
Boia a tratar na piara do Corpo San-
to n. 5.
Para urna casa
franceza.
Precisa-e de urna escrava que saiba engom-
mar, coser, e fazer todo o servico de urna casa
de pouca faaiilia, e que seja fiel e diligente. Na
mesma casa precisa-se de um escravo para o ser-
vido de cozioh'a : quem tiver pode dirigir-se
na do Imperador o. 27 confronte a ordem ter-
eeira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manha s 4 da tarde.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pra-
tica de taberna e que d fiador a sua conducta :
a tratar na padaria do pateo da Santa Cruz n. 6.
Lices.
Leciona-se primeiraa letras, latim, francez e
inglez em casas particulares: na ra da matriz
da Boa-Vista n. 34.
Aluga-se um grande sitio com boa casa de
viveoda, bastantes arvoredos de fructo, boa baixa
para capim de invern a vero, proporedes para
ter vaccaa de leite, e com boa eatribaria, no lu-
gar de Casa Forte, sitio da Capella; quem o pre-
tender, diriia-se a ra da Cadeia do Recife n.
48, loja de Leite & Irmao.
Aluga-se urna das casas da Ilha do Retiro,
ao lado da ponte da Magdalena, com 2 salas* ga-
binete, iquartos e cozhiha fra, com quintal em
abtrto, o aluguel barato, e pode-se tratar com
o Sr. Loiz Manoel Rodrigues Valonea, sobrado
junto ao gaiomelro.
O agente de leilSes Hyppolito da
Silva tem transferido o seu eseriptorio
da ra do Imperador para a ra da ^
Cadeia do Recite p. 48, primeiro andar, j proclssao.
decai-
de cai-
de c ai-
de cai-
0 artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3$
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo recebido um sortimento
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. W. sborn.o retratista america.
no tem recentemente recebido um gran-
de e variado sortimento de caixas,qua.
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte-
Como tambem um grande (ornecimen-
to de caixas para retratos de 3$000 rs-
cada um, as pessoas que desejarem ad-
qnirir conhecimentos pratiecs na artr
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condiooes muito
razoaveis.
Os cavalheirosesenhoras sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima fica anunciado.
Narciso Jos Netto retira-se para a Europa,
e durante sua ausencia deixa por seus procura-
dores, em 1. lugar o sea socio Sr. Manoel An-
tonio Vieira, em S.g lugar, o Sr. Marcelino Jos
Goucalves da Fonte. em 3.* lugar o Sr. Caetano
Cyriaco da Costa Horeira.
> "O
a = o\S 8 S
,_ o H o -^ cv-r t
u^Ptt.a.S>- OHM
g M3 I
Q.P "
5"V ffCQ |^,e*-Vl5 i ^>
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Consultas medicas.
Sero dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu eseriptorio, ra
iorf.\ntfoVo6P"?s
da
manhaa menos aos
ift if o o i o
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CB .
AssignadoB. H. Braman,
Suoerintendente.
commisso de escravos
na ra da Penha, sobrado
numero S.
Nesta nova casa de commisso de escravos, re-
cebem-se escravos por commisso para seren
vendidos por conta de seus senhores, afianzndo-
se a prompta venda, assim como o bom trata-
mento psra os mesmos, afim deque os senhores
dos mesmos escravos flquem satisfeitos com js
diligencias que da paite do commissionado fuer,
para em tudo agradar aquelles senhores que o
quizerem honrar com a sus conlianc j no que es-
pera merecer altenco tanto dos senhores que
b'os quizerem confiar para vender, como aquel-
les que pretendam confiar, pois espera ter sem-
pre para vender escravos de ambos os sexos e
idades.
8
Collegio Bom Conselho s
As aulas de geometra e philosopJiia
esto aserias. O professor de ambas
o mesmoque eosioou durante as ferias, jrj)
Paulino Ferreira da Costa e Joaquim Alves
Estima, fazem seiente ao respeitavel publico e
com especialidade ao corpo de commercio, que
iio dia 25 de marco prximo passado dissolveram
amigavelmente a sociedade que linham na taber-
na da ra da Conceigo da Boa-Vista, que gyrava
sob a razio social de Eslima & Costa, cujo esla-
belecimento ficou dessa data em diaot perten-
cendo nicamente ao socio Paulino Ferreira da
Costa, a cargo do qual ficou a liquidado do acti-
vo e paaaivo da extincla firma, demonstrados no
respectivo balando : rogam, pois, jos credores da
dita firma o favor de apresentarem suas conlas na
mesma taberna, no praso de 8 dias.
Faz-se saber ao corpo do commercio e a
todos a quem uossa interessar, que o consulado
da repblica argentina se acha estabelecido!na
ra da Cruz u. 3, aonde todos que tenham pre-
tendes se poderlo dirigir em todos os dias uteis.
Joo Vieira, subdito portguez, retira-se
para o Rio de Janeiro.
D. Anna Joiquina de Jess julga livre e de-
sembarazada sua parte do sobrado de dous an-
dares n. 25 da ra da Cadeia do Recife, e a parte
que lhe pertence de aua fallecida mana D. Joa-
quina Claudina Bello: porm se alguem se jul-
gar com direito s mesmaa, reclame no praso do
presente 8 dias. e findos os quaes reclamacao
alguma ser attendida. Recife 6 de abril de 1861
A mesa regedora da irmaodade do SS. Sa-
cramento da Ireguezia de 8. Jos do Recife, nao
podendo, por motivos justos, fazer a procisso do
SS. Sacramento aos enfermos no dia que costu
ma, tem resolvido faze-lo no da domingo 14 do
correte, a 8'horts da manha, com aquella
pompa que lbe for possivel, e por isso desde j
previne aos enfermos de sua freguezia semelhan-
te transferencia; assim como, roga a todos os
eos irmitp para acompanharem esta solemne
CONSULTORIO ESPECIAL
HOMEOPATHICO
DO
DR. CASANOVA,
-_ 30Una das Ciuzes-30
^iesle consultorio tem sempre os mais
novse acreditados medicamentos pre-
parados em Paris (as tinturas) por Ca-
tellan e Weber, por precos razoaveis.
Os elementos dehomeopalhia obra.re-
commendada intelligencia de qualquer
pessoa.
tt 4M$&^ 946 ^ 3i^ 3i 3K i
twBiwnfPBW cthw ram 9WM WV WnwwmamWtBWwm
. Precisa se de um perito cozioheiro. prefe-
rndo-se escravo : na ra Direita n. 12 (hotel Li-
vramenlo).
F. Villela, retratista da augusta casa imperial,
em seu esUbeleciasenlo na ra do Cabug n. 18,
primeiro andar, entrada pelo paleo da matriz,
tem lindos alfinetes de ouro de lei para colloca-
rem-se retratos. No mesmo estsbelecimento ti-
ram-se retratos por
Ambrolypo e por melainotypo
Sobre panno encerado, propros para remetle-
rem-se dentro de cartas.
Sobre malacaehcta ou laico, especites para al-
finetes ou cassolelas.
Retratos transparentes, oflerecendo o mesmo
retrato duas vistas,
urna em cores outra em preto e braceo.
Retratos a loleo, de todos 01 lmannos at oj
ponto natural.
Da ra da Imperador n. 14. primeiro jindar,
furVaram *um binculo, guarnecido de madrepe-
roja: recoopensa-se.a restituidlo.
o-(
1." Molestias de olhos
2. Molestias de coraco e de peitn.
3." Molestias dos orgaos da geragao e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suas entradas, comec.ando-se po-
rm por aquelles que sofTrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos sero empregados em suas consul-
tares e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obler certeza, ou ao menos
probabilidade sobre a sede, naturea e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratameato que deve deslrui-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeira qualidade,
promptido em seus effeitos, e a neressi-
dade do seu era prego urgente que se usar
delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer oper:gao que
julgar conveniente para c restabele-
mento dos mesmos, para cujo fim se *cha
prvido de urna completa colleccao de
instrumentos indispensavel ao medico
operador.
* k*- mi. n*t*: psw.ujl* aaa aaa*Ba -a t.'ca m
XtT coi* en". E'SW WrMpsw WrT*>7rtto KTc% (Tillar itV *m
A SEMANA
ILLlSTRDl
J chegou at o n. 12
deste interessante jornal ra do Imperador n.
12, aonde se continua a receber assignatura.-.
Pregos trimeslre...... 8&000
Semestre.............. llgoou
Anno................. 18000
Os elogios que a Semana Ilustrada, o pri-
meiro jornal illustrado do Brasil, tem merecido
de todos os jornaes da corte, sao a prova mais
cabal de seu mereciraento.
Diz o Diario do Rio de Janeiro, de 20 de Ja-
neiro de 1861:
O ridendo casligat mores contina a ser obser-
vado com verdadeiro chiste pela Semana Ilus-
trada que tomou aquella_euten;3 por ma:oru.
O n. 6 que acaba de publicar-se Iraz bonitos
irtigos e espirituosas caricaturas, algumas de
spplicaQio cleitoral.
Diz o Comi Mercantil, de 20 de Janeiro te
1861 :
Publicase o n. 6 da Semono Ilustrada ; Ojja
boa scolha de artigos facetos e de espirituosas
caricaturas vai tornando esse pequeo peridico
muito bem aceito pelo publico.
Diz o Correioda Tarde, de 20 de jauciro de
1861:
Comecou a ser destiibuido hoje o n. 6 da Se-
mana Ilustrada contendo os seguiutes artigos ;
Escurso, Cortos do Rio de Janeiro, Wagoo,
Transparencias e a interessante novellaAs Faias
do Ouro de Paulo Feval.
Sahio adornado este numero de oito caricatu-
ras, cujo chiste e escolha as lornam dignas de
suas irmas nos nmeros antecedentes. Ha u:n
capitulo na vida fluminense, ou antes dous ca-
ptulosos theatros e as modasda aleada im-
mediata da Semana Ilustrada, e que ella ainda
nao quiz dar a 1er a seus assignantes.
Diz o Jornal do Commercio de 24 de evereiro
de 1861 :
Nao me enganei quando em urna das minhas
primeiras chronicas, ao registrar o arparecimen-
to da Semana {Ilustrada, manifestei a confian-
a que me iospiravam os seus redactores, e as
animadoras esperanzas com que se recommonda-
va a nova publicoco.
A Semana Ilustrada vai seguiodo expeliente
caminho, dirigida pelo bom gosto, pel atticis-
mo, pela muito louvavel babilidade que a tem
feilo e ha de faz-la escapar do mais perigoso
escolho que ameaga as publicac.esdesse genero,
a affensa pessoal.
Nao ba um s numero da Semana lluarada
que deixe de mostrar-se interessante por algu-
ma ou algumas caricaturas espirituosas e bem
concebidas, que provocando o riso castigara aba-
sos que todos esto senlindo, vendo o lamen-
tando.
Artigos bem escriptos e bonitas poesas acom-
panham as caricaturas, e augmentam o valor o
fazem avultar o merecimento.dessa publicarlo
hebdomadaria.
Abundam all as carapuc.as, isso verdade ; o
ha carapuras que serven) a cuitas caberas, que
o publico sua voniade f scolhe e designa ; cer-
to porm que a Semana Ilustrada anda nao
talhou manifesta e positivamente umascarapu-
ca para algum individuo em particular, e tem
portaolo sabido respeitar todas as considerares.
Mas um peridico da ordem da Semana /lus-
trada exige grandes despezas. e coovm por con-
sequenci* que o publico o anime, e o arrime de
recursos concoirendo para elle com as suas as-
signaturas.
Consta-me que a Semana Ilustrada tem iido
um acolbimento muito favoravel; mas preciso
que nao esfrie este ardor, que importa ao mes-
mo tempo um auxilio material e um auxilio mo-
ral, poique por um lado coacorre muito para li-
bertar os redactores do peridico de repetidos
sacrificios pecuniarios, e por outro os anima a
proseguir nesse trabalho com a certeza de *-j-lo
apreciado e applaudido.
Um woqo portguez, guarda-hvros de urna
casa commercial, dispondo de algumas horas,
Dellas se oerece para fazer alguma escnptura;
mercantil de qualquer estabelecimento, seja qual
fr o seu estado : quem necessitar deixar carta
fechada nesta typographia sob as ineciaes D.
W. D.
J chegou o prompto al-
lmo.
Bem como os outros medicamentos dos cele-
bres Dr. Radway ii C. de New-York. Arbam-se
venda na ra da Imperatriz n 12. Tambem
chegaram instruccoes completas para se usarem
estes remedios contendo um indico onde se po-
de procurar a molestia que se deseja curar os
quaea se vndeme 1,000.
Recebem-se propostas para a edificaco de
um deposito d'agua que tem de ser construido
no sitio denominadoCajueiroperlencente eo
Hospitil Portguez de Beneficencia : na pra;a
do Corpo Santo n. 15, aonde est patente a plan-
ta do referido deposito, e isto dentro do praso de
8 dias. Recife 5 de abril de 1861.Heredes Gui-
jnaraes, 1. secretario.


()
Roga-sa a pesso que em a noite do baite
de 5 do correble, lavo *r engao un chales de
touquisn bordado, tenato ua das facas redonda,
que ae achara com tuiUo* jaa I do tcitet das
seshoras, uMUMe ra de Apollo-u. SO, aguado
dar, para desfazer o engao e receber o que
ah se acha tambera do loitqoim.
Urna peaaoa que tern todas as habililogoes pre-
ciis, ensina a fallar a escrever correctamente
Magua fraoceza e ingles* : quem de seu presumo
se quizer ulisar, dte procurar na ra da Ca-
deia do Recite o. 61, ou na ra Nova, casa do
Sr. Malhias.
yAs
Joao da Rocha Wanderley roga a todos
os seus amigos que se dignetn assistir ao
officiu anniversario que tem de celebrar na
igreia do Espirito Santo no da 9 do cOr-
repte (terca-feira) pelas 8 horas da manhia
por alma de sua muito cara esposa D. Ha*
ria Amalia Los Barradas, e espera que o
honrem com suas assassistencias a eate
acto
etern
de caridad e relfgio pelo que ser
lampote ralo. "
Quatro cantos da Boa-Vista
numero 1.
Deseja-se saber ae oxi/te nesta provincia o Sr.
Beroardino Ferreira Alves, natural do Portugal,
freguezia de Pinheiro de Oliveira* de Frades, co-
mo este livesse sahido da cidade da Baha para
Portugal em urna barca que naufragou ha 3 ou 4
zoezes, e como sua familia nao tintn noticias do
mesaio, faz pelo presente annuncio, pedindo en-
carecidamente a quem deste souber, annunciar
por esta folha que ser recompensado o seu tra-
balho. Pedido de sua familia e um seu amigo.
vende para pagamento dos credores de seu lina-
alo marido Antunio Rodrigues Lima, os predios
aeguintes : um sobrado de dous andares e sola"o
n. 42 sito na ra da Senzala Velha ; um sobrado
da dous andares e soto o. 8 sito na Iravessa da
ra da Madre de Dos : um sobrado de um an-
dar e soto n. 24 sito no largo do Paraizo ; urna
casa terrea n. 4 sita na ra das Larangeiras ;
urna casa terrea n. 51 sita na ra do Queimado ;
urna casa terrea n. 53 sita tambem na ra do
Queimado : os preteodentes podem entender-se
com o Sr. padre Jos Leite Pita Ortigueira, ou
com o Sr. Augusto Ribeiro Lima Chalaga.
Compra-se una roobilia do Jacaranda ou de
oulro melhor gosto, em segunda mao, com pouco
uso : na ra do Rangel n. 5, achara com quem
tratar.
MfcaUO UWIUWRa. TIBCA EUJU. M AJJRJL 01 Mi.
Compras.
Compram-se escraros do sexo masculino de
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra da Impe-
ratriz n. 12 loja.
Comprara-se dous macacos, sendo do Para;
paga-se bera a quem o levar em Santo Amaro,
em frente da fundigo.
Comprm-se es-
cravos
de ambos os sexos e de toda idade, tanto para
exportar para fra da provincia como para a ci-
dade : no escnplorio de Francisco Mathias Pe-
rcira da Cusa, ra Direita n. 66.
-45
Por em.duTiiU que u Sr.ei-rsjtantro da fazenda
estay rtgpta amaveis patricias Provino bastante o augmento
de 160i. nodreitoa d>e pagana as botinas do
seahora em relaco s avhomem que apenas ti-
veram o de 25 [! S.EscJesejava que ellas tro-
cassem urna ba feita bolina joly,por algum cbi-
nelo mal amanhado, eacosturadode popa prSa,
aflm de obstar a que ostentassem com^garbo o mi-
moso pe da bella pernambucana. que nao tein ri-
val as cinco partes do mundo. Mas S. Exc. leve
de encontrar urna opposicao Brme e enrgica no
proprielario do eslabeleeimeoto da ra Direita n.
43, que nao quiz vender as suaa botinas a 7#OO0
como S.Exc. pretendeu, e sim pelos precoa se-
guintea:
Borzeguius para senhora.
Joly (com brilhantina). 6J000
Dito (com laco e Avalla). 5500
Austraco (sem laco). 5^000
Joly (gaspa baixa). ... 4J5OO
Para menina.
De 23 a 30...... jjfOO
De 18 a 22.......3^500
Para hornem.
Nantes (2 bateras). 100000
Francezes (diversos autores. 9#000
inglezes de bezerro, inttricos 9J000
Ditos (cano de pellica). 8$ 00
Ditos vaqueta da Russia 8|500
Ditos oernambucanas 60000
Sf\ntoc !> u,
2 bateras (Nantes)..... 50600
1 batera )Suzer).....50200
Soladebater(Suzer). 50000'
Meios borzegias (lustre). 60000
Sapatoes,(com elstico). 50000
Ditos para menino 30500 e 40000
Muito calcado bem feito no paiz por pregos ba-
ratissirnos: assira como couro de lustre, marro-
ques, bezerro francez, courinhos, vaquetas pre-
paradas, sola, fio etc. em abundancia e muito
barato.
Fa*lQde&4gboa.
Vende Jos Luiz de Oliveira Azevedo. em sea
armazem no tnvaasa da Madre de Dos n. 5.
lelogios jQL
Suissos.
Era casado Schafleitlm & (..ruada Oruz n.
38, vande-td1 um grande e variado aortimeoto
ae relogioa de algibeira horiaontaes patentes
ehronometros, meioschronometros d e o urolpra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
giosdos primeirosfabricantes da Suia
venderopor pregos razoaveia
isa, qua se
Sabio.
aos
tem
Vendas.
E' mais que pe-
chincha.
Mantas de gare (grvalas) a 500 rs.
Ditas de linho a 200 rs.
Gravalinhas de froco para senhora a 1$.
Gollinhas de cambraia Unas bordadas a t$
Saias bordadas com 3 pannos a 2fl.
Ditas ditas com 4 pannos a 3$ e 3&50Q.
Luvas de pellica de Jouvin a 2#500.
Laas de coros, bonitos padroes, covado a 400.
Ditas do ditas, covado a 500 rs.
Ditas de ditas, covado a 360 rs.
Organdys cassas, cambraias, sedas, chapeos e
xnuitas outras pechinchas que cora a vista das fa-
zendas se hao de admirar; na ra do Crespo n. 8,
loja do Leandro.
Vende-se a padaria da ra dos Pires n. 50,
prompta de tudo para trabalhar, e o deposito na"
ra Nova o. 55 com boa reguezia; a tratar no
mesmo deposito.
E para acabar.
NA LOJA DO
Ra do Crespn. 8.
Saias bordadas de tres pannos a 2$
Ditas ditas de quatro pannos muito fi-
oas a 3g e 3#500. M
Gollinhas bordadas muito finas para
JE senhora al$ cada urna. fm
ffl Outras muilas pechinchas por baratis-
?5 simos pregos que> se vendo.
Goianna.
Vende-se urna loja de fazendas em Goiannaino
becco do Pavao, para pagamento de credores com
o pequeo fundo de 5:500$ sendo 3:200 em a -
zendas e2-300Sem dividas cobraveis, cujoestaj
belecimento proprio para qualquer que queta-
coraecar sua vida comraercial, d-se batimento
sufficiente na importancia do bataneo : a tratar
na ra da Cadeia do Recife n. 22, com Joo Pe-
rcira Moulinho & C.
Garibaldi.
Gravalinhas de gosto a 200 rs. cada urna : na
ra do Crespo n. 18, loja de Diogo & Fernandes.
oucinho de Lisboa a 320 rs.
a libra e 9$ a arroba.
Vonde-se toucinho de Lisboa a 320 a libra e
98 a arroba, dito de Santos a 280 a libra e 8S a
arroba ; na na das Crines n. 24, esquina da tra-
?ssa do Ouvidor.
Ra do Crespo n 8, loja de A
portas.
E pechincha
Pegas de cambraia lisa com 8 lp2 varas e pe-
queo toque de avaria a3jfe 3>00, cliilas com
pequea avaria a 5# a pega.
Semea.
Semea de superior qualidade ; vende Jos Luiz
de Oliveira Azevedo era seu armazem ns traves-
a da Madre de Dos n. 5.
lemedio pro
Joaquina Francisco de -Helio Santos avisa
i!n.lrTe2esJdest" P"5 e os de fra, que
posto venda sabao de sua fabrica denominada
-Kecifeoo armezem dosSrs. Travassos Jnior
mSJSTS ? Amo.rim & : mw "marell
casianha. preta e outras quahdades por menor
prego que de outras fabrica. No mesmo arma-
zem tem feito o seu deposito de-velas de carnau-
ba simples em mistura alguma, como as de
composicSo.
Taberna da Boa F
DE
Jos de Jess Moreira C.
Ra estreita do Rosario e das La-
esiVn ;n.u{r,u 1P* *1* eslabelecimeniu
estao resolvidos a vender tudo pelo menos preoo
do que em oulro qualquer estabelecimento a do
*?.' q"e h0U*er no "O"5400 P adquerir
reguezia. e o que sempre continuaran para g".
nSr." m "ed0 psra com 3 senhores com-
pradores, como seja o servi-los o melhor possi-
nfi'r -22 ma'8 barat0 d0 1ue eJ oulro qual-
quer eslabelec,mento. os pregosso os segrales-
manf "52,,-J embarril se far algum abali-
mento d,,a franceza a 720 g m
2 ,cn"[?eUda d0 melhor fabricante de Lis-
i.Vnf A^A.a> e mais diversas fructasem la-
i fik dl.fferer!les lamanhos pelo prego de 720 rs
a uora, doce de casca degoiaba do mais suoerior
novo^LW0' m, *m JA K
novos chegados no ultimo paquete a 2&0O e
mais baiio 1500. frascos de conservaTa 800
ta'iitSSf? Sm 4 librBS de fi09 eleganlemen-
*.?." d-S ,"1? no'os 1ue na D0 "erea-
ner8n?V/l,\aCl?i" w*}u de carn">a muito su-
nlri!4?' Ch P8r0la e hys30n- e Pret0 mui'o
H,a ?el?" ?re?os de ^ **m e *500. em
!n.rrW-farial8UB? aba,Q1PntO. ho do Porto
i2fr*A do d0.mu" superior a 1$800. 1*600 e
15100, emporgao se far algum abatimenlo. vi-
nno de pipa muilo superior a 640, 560 e 480 rs
annhadore.noala-Ors.. azeile doce muito fino
a 720 rs a garrafa, tapioca a 160 rs., gomma
mu; o boa a 140 rs. alem disto em tudo
raut, barato ebom.b.uha de porco. toucinho a
^" ?mmx2LmAllolnovas' bfachinha de so-
e Z uSA 1P,50, 5haBPh. rveja, vina-
gre de Lisboa, velas de Mm>rm.i. -i.. a.
de esperraaceto, palitos de
paios muito novos. linguiga muito nova,
as quahdades, e tudo mais que
se procura por menos do que em oulra qualquer
denles
massas de todas
Gaz para caodieiros.
m^nle^10,,, e8,e.8'So procurado, bem como
Ra do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S.vendem-
ch.P0P?eS?h-ft'ratIS8Lino8' para fechar contaa;
chapeos do Chille para hornera e menino a 3*500
cortos de casemira de cores a3500. pegas de ba-
bados largse transparentes a 3, pecW de cam-
braia lisa fina a 3, sedas de quadrinhos miados
de cores escuras e gostos novos a 800 rs. o cova-
oo, chitas largas cores escuras a claras a 2i0 rs
muito fino e-padroes novos a 500 rs. o covado
pegas de entremeios bordados fios a 1500 ha-
bados bordados a 320 a vara, golinhas bordadas
a bl, manguitos de cambraia e fil a M bra-
mante de algodao com 9 palmos de largura a
1SZ80 a vara, sobrecasacas de panno fino a 20 e
ny, paielots do panno e casemira d 16 a 20S
bim5p"S Prf0S,de ^^ a 7' dilos '
bnm de 3 a 5. caigas de casemira preta e de co-
res para todos os pregos, ditas de brim de cores e
brancas de 2*500 a 5. colletes de casemira de
cores e pretos, ditos de setim preto, todo a 5
ZttfJtti!',cores a pess de *5-
lao fino a 43500, assim como outras muilas fa-
zendas que se venderao por menos do seu valor
cara acabar
Calcado francez
barato, a dinheiro vista, nal
ra do Cabug n. 16
Botinas de lustre em peteito estado para ho-
mem a 8$ e 8*500.
Dilos de dito e de bezerro de Nantes [Suzer] a
9JJ000.
Ditos de lustre com pellica para homem a 6/
Ditos de cores gaspiados para senhora a 3, 4* e
49500,
Ditos de crese pretos gespiados para menina
a 2*. 2*500 e 2. '
Ditos de lustre e pellica para senhora a 4*.
nnna,5eS de lustre para homem a 3J, 3*500 e
Dilos de dito gaspiados para homem a 4S000,
4*500 e 5. *
Ditos de dito gaspiados para menino a 3*000 e
3$o00.
Ditos de dito para dito a 2g e 9*500.
Ditos de bezerro pira dito a 20.
Gascarrilhas de seda de todas
as cores.
A loja d'aguia hranca recebeu com as demais
cousas vindaspelo ultimo vapor francez, mui no-
vas e bonitas cascarrilhas de seda para enfaites
de vestido. O aortimento das cores excellente
inclusive a preta, que tem de diversas larguras,
e obra de tanto gosto, s se encontr na loja
d'aguia branca, cua do Queimado n. 16.
Proprio para mimo.
S na laja d'aguia de ouro, ra do Cabug n.
IB, chegado um cotnplelo sortimento de cai-
xinhas para costura de todos os tamanhos, orna-
das com preparos muito Anos e ricamente enfei-
tadas, proprias para qualquer mimo de senhora
ou menina : isto sna loia d'aguia.de ouro, ra
do Cabug n. 1 B.
Para a quaresma.
Ricoa cortes de vestidos de grosdenaple preto
bordados a velludo com algumas pintas de mofo,
que mal se conhece, os quaes se tem vendido por
160. eque se veodem por 80*.
Ditos dilos sem ser bordados a velludo, fazen-
da muito boee encorpada por 35* e 60S.
Mantas pretas da linho bordadas a 8.
Visitas pretas muito bem enfeitadas a 12$.
Ditas de seda de cores muito lindas a.20*.
Grosdenaple preto superior de 2*200 e 2*. e
muito laTgo a 2*800.
Sarja preta hespanhola boa a 2*.
Velludo preto liso muito bom a 4$, 5* e 6$.
K^ro??de caS8mira P*et bordada para collete
Ptos de velludo preto bordado para collete
a 1 (i^OOO.
Caigas de casomira preta fina a 10 e 12*.
Casacas esobreoasaoas pretas bem feitae a 30*.
Gorgurao preto e bordado de cor delicada, o
covado 4.
Colletes de casemira pretos bordados a 8.
Paletots de panno preto a 12* e 18*.
ano"a8&U!PaCa PreU a A' 5 6 **' 6 muU
Saias balaoa4*.
Chales de merino bordados, grandes
e 790OO.
Ditos de seda pretos grandes a 14*.
Vestidos de seda de cor bordados de duas saias,
fazenda muito boa com algum mofo a 40 e 60.
Ditos oe phantasia em carto a 15*.
Caigas de casemira de cor a 6, 8, 9 e 10.
Saceos de tapete de diversos tamanhos para
viajera a 59-
Malas desoa para viagem de 129a I83.
Chapeos pretos francezes finos a 8$
ioDAlSiS de cas,or branco sem Pello muilo bonsa
12*000. E outras multas fazendas, que para li-
quidar, vendem-se barato : na loja de fazendas
da ra da Cadeia do Recife n. 50, de Cuoha e
bilva.
Vendo-se um bom escravo cosioheiro : a
iraiar no armazem de cabos n. 23.
-- Vende-se firinha de mandioca muito boa
viada de Santa Catharina, a bordo do brigue Ma-
na Rosa, tundeado em frente ao caes do Colle-
gio ; a tratar com o capillo a borde, ou com
Manoel AlvesGuerra, na ra do Trapicha n 14
pnmeiro andar. '
IfSMLfi1** ^3iS9
Machinas de vapor. **
9 Rodasd'agua.
# Moendas decanna.
9 Taizas.
Rodas dentadas.
@ Broozese aguilhoes.
^ Alambiques de ferro.
Crivos, padroes etc., etc. m
3 Nafundigaode ferro de D. W. Bowman
-% ra do Brum passando o chafariz. Z
##!># &f) @qf
a 59, 69
TnAos eBgamfirJos
1 armo-
Collares.
Lavradio'.
Madeira.
Csrcavellos.
Arintho.
Bucellas.
Malvasia, em oaixas de urna duzia de garrafas -
na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Para ratos.
Acaba de chegar de Londres urna preparago
chimica para distruigao de ratos, baratas e out'ros
insectos que tanto incommodam : vende-e em
potes vidrados por mdico prego, nos armazens
de Ferreira & Martina, travesea da Madre de
Dos ns. 9 e 16.
Ra do Crespo n. 8, loja
de 4 portas.
Pechincha que admira.
Chitas francezas cores fixas e lindos desenhos
a 240 rs. o covado do-se amostras com penhor.
i Vende-se urna novilha de raga lonrioa com
mal star, a qual est prenhe, que se julga de 3 a
de*"s7jos.~* *'""'** nn sitio iunto a iuroj
j- Vende-se um carro da alfandega com ex-
cellente boi ; na ra Imperial n. 116.
Vende-se urna casa terrea com 8 mei-aguas
no fundo, e chaos proprios, na ra do Padre Flo-
riano ; quem pretender, dhija-se a ra da Penlia
sobrado n. 2.
Livros.
Vendem-se diccionarios inglezes grandes, por
vieira, ditos francezes por Fonseca, ditos latinos,
Euclides, Horacios com interpretages e notas
curso de vercificago iogleza por Sadler, brevia-
rios para padre : na ruada matriz da Boa-Vista
numero 34.
Vende-se farinha de mandioca muito boa
sacco grande, por 5*000, a dinheiro ; na ra No-
VA D. oo,
Bonets de gorgurao avel-
ludado.
Vendem-se mui bonitos bonets inglezes de gor-
gurao e velludo, meaclados e de mui bonitos pa-
droes a 1J5O0. Essea bonets por suas boas qua-
lidades e muita duragio tornam-se mui proprios
para os meninos de escola, e mesmo para pas-
seio ; assim como oulros bonets de palha e pan-
no fino, etc.. etc., e mui bonitos a 2J500, 39 e
4, o melhor possivel: na ra do Queimado n
16, loja d'aguia branca.'
Attencao.
CalTicB.
, A utilidade da pomada
indiana nao a de fazer
NASCEB os caballos, mas
tambem de dar-Ihes forga
para evjtar a calvice e nao
deixa-los enfraaquecer to
cedo cerno quando ella alo
ror ppficada ; alm disto,
sendo sua compeikio for-
mada de subsUncias ali-
mentares, a absorpgio pelos poros da cabega nao
pode er noeiva. Deposito na rea do Imperador
Jan! ca'J ca,i0' 3. Pris Boule-
vard Bonne NouveUe. Prec,o cada frasco 3*.
Pianos
Luvas de Jouviu.
digioso!!!!
O verdadeiro especifico para a cura completa
a endas amigas e recentes, ulceras, fstulas,
pisaduras, deslocages, enchagos, tumores, erysi-
pella e quasi t)das as molestias da pelle : acha-se
a venda no Bazar Pernambucano da ra do Im-
perador e na praga da Independencia n. 22.
Prego dos frasco......2J000
demeindito----- de 1/4 de dito... 500
Manoel Adalberto.
no seu armazem ci louca e
quinquharias da ra da
Cadeia do Recife n. 8, tem
para vender ,r entre outras
cousas, as seguintes:
Sortimento de iouga vidrada de tversas qua-
hdades, jarras finas c ordinarias, quarlinhas c
resfriadoiras de varios gostos e qualidades, bal-
des de pao, cestas com tampa ou sem lampa,
proprias para compras, condegas e cestos altos
para guardar ronpa, balaios finos e ordinarios
para costura, cestinhas para meninas de escola,
piassaba, cabello e palha, mult
Vendem-se as melhores e mais frescas luvas
de pellica de Jouvin que se podem desejar, por
lerem sido recebidas pelo vapor francez, sendo
brancas, pretas e de cores, tanto para homem
como para senhora : na rus do Queimado n. 22.
loja da boa f.
Potassa.
Vende-3ea2i0 rs. a libra, a M
superior e alva potassa do acredF H
tado fabricante Joao Casa-nova S
cuja qualidade e reconbecido ef- S
feito igual ou superio a de 9
Hamburgo, feralmente conheci- j|
da como da Russia : no deposito,
ruada Cadeia n. 47, escriptorio
de Leal Res. S
Vendeffl-se
Na ra da Cruzes n. 38,
segando andar,
poi mui barato preco os movis seguin-
tes : urna cama de casal, embutida ;
um porta-se vi lor ; um colxo de mo-
las ; urna commoda : um espelho gran-
de ; um armario com outro espelho ;
umapparador urna mesa para doze
pewoM; um porta-licores ; servico de
porcelana para jantar ; um relogio de
marmore negro, representando Miguel
Angelo ; duas bellas gravuras (Apollo e
fortes, escovas"com cabo proprias tara iav'ar cas" a* "usas, Moliere em casa de Ninon de
i1,Qri.8k0-lun9nt0 aecaruho8 e para me- l'inclos), emduas ricos moldura Ten
_l i, Kiuuuat iiuat moiuura. en-
do seu dono da retirar-se para o campo,
por iiso desfaz-se destes objectos, man-
dados vii expressamente de Paris, aon-
deforam confeccionados com perfeicSo
9 apurado gosto.
LA MRGEL 4 PERDIGA:
FAZENDAS BOAS E BARATAS.
Ra da Cadeia loja n. 23.
Vestidos superiores de blonde com
i manta, capella. flores e mais pertences.'
Vestidos de seda de cores e de mo-
^.reantique._____
Vestidos de cambraia brancos borda-
oos e depbantasia superior.
Manteletes, taimas, visitas de fil, de
gorgurao liso e bordados.
Sedas de quadrinhos, grosdenaples de
todas as cores e moreantique.
Saias balo de tdW as qualidades e*
tamanhos para senhoras e meninas.
Camisas de linho para senhora, d<
algodao para meninos de todas as idades.
Pentes de
(ataruga modernos e dos
mais acrediUdoa fabricantes de 10# a 30.
Luvas de Jovin
Cassas,
e enfeite de cabeca.
-----. organdys. diamantina, chitas
claras e escuras, franceras e inglezas
Nesta loja s se vende a dinheiro e
por isso mais barato que em qualquer ou-
ira. SeU SOrtlniP.nln pnmnlnl.. J. i____
ra, seu sortimento completo d fazen-
das de moda, ditas Inferiores e roupa fei-
ta e seus pregos muito conhecidos
ra da Cadeia loja
amostras.
na
as
?assouras de
idos brincaren, espanadores de cabello, gaiolas
e rame, e bonitas garrafinhas brancas e de co-
re a 19 cada ums. e finalmente outras muilas
^lL8*SnMr'i"a68 como acima *e diz> a tender
batato por haver porgo.
Vendom-ae Rsrrafas
numero 36.
vastas; a* ra Nova
n. 23, dao-se
SHHR>ii39W}M
Supenores filas de velludo
e de seda.
pelo vapor francez filas de velludo de todas
Urgirs pretas e de cores. s lavradas. de lindos padroes. Kego muito em conta. assim como fiUs de cha
ma ote de todas as cores, proprias pra cinto
cias com flvela preta profrii par. Tu" "ft
de torgal com vidrilho muilo novas a fi&O0l?
ditas sem vidrilho a 800 rs., dilos iSSiSt
tadas com bico e vidrilho a 2* : isto s f
na aguia de ouro n 18. "e
Veode-seem casa de Saundres Brothers C
praga do Coro Santo, relogios do afamado fa-
bncaute Roskell, por pregos commodos e tam-
bem trancellins e cadeias para os mesmos de
excellente gosto.
Luvas de torcal
com vidrilho a 1#000 o par.
A loja d'aguia oranca, firme no Seu proposito
furS"^..^"1,' Vea,deDd mui novas e b0"1*
luvas prei de lorQa, C0|n vi(lri,no fl ,
a ellas an,es que se acabera : na ra do Quei-
malo, loja d'aguia branca n. 16.
SEOULAS
de \$e 5#000.
Continua-se a trocar selulas de urna s figura
por motada do descont que exige a thesouraria
desta provincia, e as notas das mais pragas do
imperio com o bale de 5 por cerno: no escrin-
tono de Azevedo & Mendes, ra da Cruzo
o. 1.
Pechincha!!!
Aletria. talharim e macarrao a 400 rs a libra-
vende o Braodo. na Lingoeta n. 5.
Vidrilhosdetodasas
cores.
Em S. Jos do Manguinho vende-se um grande
sitio com bastantes e bons arvoredos de fructo
grande baixa para capim.casa para grande fami-
lia, cooheira, estribara, casa para pretos, cozl-
nha com boa agua, bomba e tanque para banho:
quem o pretender, dirija-se a ra da Cruz n. 51
ou a ra da Praia, serrara n. 59.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C.
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
umt variedade de bonitos trancelins
mesmos.

para os
Lm casa de Mills Latham & C. na ra C
da Cadeia do Recife n. 52, rende-se :
fVinho do Porto. a
Dito Xerez engarrafado da muito supe- S
rior qualidade. Z
Oleo de linhaga. S
0 Alvaiade.
f Secante.
Azarco.
@ Encarnado veneriano em p.
Saunders Brothers & C. lampara vender em
eu*rmaxem, na praga do Corpo Santon.il,
ilguns pianos do ultimo gosto receotimentt
hegados dos bem conbecido e acreditados fa-
bricantes J Broadwood 4 Sons da Londres
muito procrio oara este clima
VeD(fcm-se e rocam-se
Fil preto.
Za0**'8*P6H 1Dto pret0 liso Pelo baratis-
mA '""S de 800 v"ra : na ra do Ouei-
mado o. 22. loja da boa f. yUCl
Chapeos na ra larga do
Rosario n. 3!2.
Finissimos chapeos de castor bronco a 12H
tinos de dito rapados a 12#.
Ditos pretos com pello a 10.
Ditos ditos rapados a 9.
Ditos de massa finos a 7a.
Ditos de dita a 6s.
Sos 3 5SSB0 nesle enero a 4-
Novos e bonitos
enfeites de velludo.
i;J0jad"?uia braDCa acaba dereceber peloul-
-1*21 fra,?"z uma Pequea quantidade de
enfeites de velludo os mais modernos e bonitos
que aqu tom-vindo. e de seu costme est Ven-
dando mu baratos a 104 cada um ; por isso di-
ife:*A*-."! Magua branca, ruado
Queimado n. 16, ajotes que se acabem.
Superiores manteletes.
Vendem-se superiores manteletes pretos rica-
mente bordados, pelo baratissimo prego de 35
na ra do Oueimado n. 22, loja da boa .
Ruada Senzala Nova n.42
Vende-se em easa da S. P. Jonhston & C
sellinse silbes nglezes, can deciros e casticae
broozeados, lonas ngleses, fio devela, chicote
para carros, emomaria.arreios para carro de
um dous cvalos relegios de ouro patente
inglez.
Caes do Ramos armazem
n 24.
Vendem-se taboas de amarello
por pregos razoaveis.
louro e-pinho
Loja das 0 portas
EM
Chi
a 220
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. 1
B, vende-se vidrilho preto, azul e branco asse-
K*! 1ue se Tae Por baratissimo
rs. a libra s na sguia branca.
prego de
Asverdadeiras lu-
vas de Jouvin.
A loja d'aguia branca recebeu peto vapor fran-
cez urna nova remessa das verdadeiras luvas de
Jouvin, cuja superioridad* j bem conhecida
por auantos as tem comprado, e ser mais por
aquel es que se dingirem ra do Queimado
lojaid aguia branca n. 16, asseverando que sao as*
melhores e mais novas no mercado. Tem sorti-
mento do todas as cores tanto para homem como
para senhora.
Gapellas fina* para noivas.
A loja d'aguia branoa recebeu novas e delica-
das capellas de flores linas para as noivas, e as
esta Tendeado a 6e a 8. conforme o sea pro-
posito de barateira loja d'agua branca, ra do
Queimado n. 16. *
Deposito das maaafaetuvas VmpcrUes derauca.
to-22f5BJ!!mo Wha-,B opositado, diretameate na ra Nova n. 48, ESQIRA DA
UMBOl DOJD^MO, o qual ae ,ende por ]^mTZ^
W^PW-.teMiiafc 15 acento; no mesmo est
verdsdeiro papel de ltnho para cigarros.
raos a 11000 e em porjio de
astbetecimento acha-se tambem
ribas de cores e brancas em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se Tendem por
pregos mui razoaveis.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e decores Ca-
a doze vintens o covado, mais barato doqn'
chita, approveitem em quanto nao se acabam
na ra do Queimado n. 22, na bemeonbecida lo-
ja da Boa F.
A loja da ba-f
na ra do Queimado u. 1%
est muito sortida,
e veude muito barato :
Brim branco de poro linho trangado a 1J000 e
lalOO rs. a vara ; dito pardo muito superior a
lg200 a vara; gangas francezas muito finas de
padroes escuros a 500 rs.; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : cortes de caiga de meia casimira a 1S600
ditos de brim de linho de cores a 2j rs.; breta-
nha de linho muito fina a 20$, 22 e a 24J rs a
pega com 30 jardas ; atoalhado d'algodo muilo
superior a 19400 rs. a vara ; bramante de linho
com 2 varas de largura a 2#400 a vara ; lengos
de cambraia brancos para algibeira a 2*400 a
duzia ; ditos maiores j 3g ; ditos de cambraia
de linho a 6. 7* e 8g rs. a duzia ; ditos borda-
dos muilo finos a 8fl rs. cada um ; ditos de cam-
braia de algodao com bico largo de linho em
volta a 13280; ditos com renda, bico e labyrin-
lo a 2*000; e alm disto, outras muilas fazen-
das que se vendem muito barato a dinheiro a
vista: na ra do Queimado n.22, loja da Boa .
Cheguem ao barato
O Preguica est queimando, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pegas de bretanha de rolo com 10 varas a
28, casemira escura infestada propriapara cal-
os, collete e palito ts a 060 rs. o covado, cam-
braia organdy de muilo bom gosto a 480, rs.
a vara, dita liza transparente muito 6ea a 3#%
a 5 e 6$ a pega,chitas largas de modernos e
escolhidospadresa 24o, 260e280ra. o aova-
do, riqaissimos chales de marin estanpado a
T#a81, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delieada a 9 eadaum, ditoscom
uma s palma, muito finos a 8#50, ditoslisos
oom franjas de seda a 5, leacos da cassas com
barra a loo, 120 e 160 cada um, metas amito
finas para senhora a 49 a duzia, ditas de
qualidade a 3 e 89500
160 o covado, muss-
320 o covado, algodao de
a. lencos de cassa pin-
na ion .i ."'"** u cassa pin-
os a 120 rs. cada um. seda preta de ra'magem
a 18400a vara, luvas de torgal muito finas a
Em frente do Livramente
Luvas de torcal a 800 rs, o par.
ilas escuras francezas, tintas seguras
AttenCO. (i0'ad. "los estreitos com muito bom pan-
Na ra do Trapiche n. 46, em casa de Rostron 200 r^ o SZU!FATELP&*I** a
Rooker&C, existe um bom sortimento de U- Kinno"de^^hUt a^!!!j!!L^f.
lina encarnada fina a
duas larguras a 640 a
lados
a 80
piCO
m^n.8-- K a loja esl Crudas 6 horas da
manhaa s 9 da noite.
Franjas de torcal para mante-
letes.
Vende-se mui largas e bonitas franjas de lor-
di'lEJCf! Para.enfeies de manteletes, corpos
de vestidos etc., etc., e mesmo para pannos fi-
nos em lugar de relo:os pregos aVk53s
nos, vista das larguras e bom gosto de ?
franjas sao de 1S200 a 3S000 a vi, ^ na ra do
Queimado, loja d'aguia branca n. 16
Frajas de seda com vidrilhos
e sem elles.
Na loja d'aguia branca se encontra um bello e
variado sortimento do franjas de seda de differen-
vlH,*KgUraS e COres' DCluive a P"a. tanto com
2500a ZT Palm,0'Haos P'ecos de 500 rs. a
WO a vara ; i vista do comprador todo neso-
madn 'iVV! *&"?*+ : na rua o Quei-
mado n. 16, loja d'aguia branca.
Manteiga ingleza
ssssr**iibras: --
Os lindos cintos tanto para
senhoras como para meninas.
1 ^a'JSi1 d'aguia de our. "ia do Cabug o.
Unto n. i'. Senhr8S achrao oslif,ds cinto
tanto para senhora como para menina, os mais ri-
cos que se pode encontrar, tanto domada fino
como de outras cores, que em vista"do.ultimo
gosto ninguem deixar de comprar : s na Iota
d aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B J
yill;
baa
a duzia, chius fran-
cezas de ticos desenhos, para eoberu a 380 rs.
o covado, chitasascuras inglesas a 5)900 a
pea, e si 60 rs. o covado, brim braneo de puro
linho al*, 1300 a tflOO a vara, dito prato
muito encorpado a 1500 a rasa, brilhantina
zul a 400rs. o covado, alpacas de difiranles
corea a ,300 ja. o eovardo, caaemiras praUs
finas a 2#500, 39 a 3*500 o covado, cambraia
preta e de salpicos a 500 rs. a vara, o outras
multas fazendas que sa far patente ao compra-
dor, jU todas se darlo amostras o panbor,
cobertos e descobartosr pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem e senhora de
um dos melhores fabricantes de Liverpool, Tin-
des pelo uJtimo paquete inglez : ara casa da
Sonthall Mellor d C. W" d9
'baratissimo!
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Casaaade cores fixas mindiohas a 240 rs o co-
vado, cambraia, organdys lindos desenhos'a 400
Sii0 cvn?' chila8 lar8 Anas de J40, 260 e
280 o covado, e outras muilas fazendas por bs-
raliaaiano.prego :dao-so amostras com nhoV
A 1?000.
do Iff'oPJTnSf" : ~ <* -
Veudcm-ae um mulato de 18 n 20 annos
quemo4Prete6nderdrij,.8e a pr.'ca HS^L
rmlm^lnt*,.8* U" boi criOB, bastale gordo e
muilo manso quem o pretender. dr*-se a tra-
de guerra, armazem de carne
vessa do arsenal
secca n. 5.
flaa5B]u"eiJ,M ne|ra tt5a e muil "oi.
costumada a tono o servico de casa de familia
na ra Nova denota Rila n. 65. *


OM1IO DWmmkfUMiSi AJ TERCA i^!lI^B*BxWL tiB
1.
>.
ROUPA FEITA
DB
Joaquim Francisco dos Santos. |
,010
Que
Grosdenaples baitis-
simos.
Tendam-se groedenaplea preto spelo barailssl-
preeo de 1|600 2 o covado: na ra de
aeimado n. 22, loja da boa f.
MNNMMM 10919 MQGMCK9KII
O B4ST0S
Defronte do becco da Congregando letreiro verde.
ute estabelecimeato ha sempre um sortimenlo completo da roupa (eita de todaa aa
qualidades, e tambem ae manda executar por medida, vontade dos freguezes, para o
que Um um dos melhores professores.
Casacas de panno preto, 400, 339 e 300000
Sobrecasaca de dito, 35* e 30J0O
Palilots de dito e de cores, 35, 30, .
25fi000e 209000
Dito de casimira de cores, 22*000.
15, 12 e 99000
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo,
Ditos de merio-aitim pretos e de
cores, 91000
Ditos de alpaka de cores. 50 e
Ditos de dita preta, 9, "5. 50 e
Ditos de brim de cores. 5a. 4a500,
4$000e
Ditos de bramante de linho branco,
68000. 530O0 e
Ditos de merino de cordao preto.
15*000 e
Calsss de casimira preta e de cores,
12. 10. 9 e
Ditas de princeza e merino de cor-
dao prelos, 5 e
Ditas de brim branco e de cores.
5$000, 49500 e
[Bitas de ganga de cores
Golletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 12, 95 e
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 69, 50500, 5 e
11$000
89000
39500
395OO
39500
4S0O0
8000
6J0O0
49500
29500
3S000
89OOO
39500
Ditos de setim preto 590OO
Ditos de seda e setim branco, 6 e 59000
Ditos de gurguro de seda prelos e
de cores, 78000, 69OOO e 5{p000
Ditos de brim e fuslao branco.
39500 e 39000
Seroulas de brim de linho 29200
Ditas de algodo, 1g600 e 18280
Camisas de peito de fustao branco
e de cores, 29000 e 29300
Ditas de peito de linho 68 e 3000
Ditas de madapolao branco e de
cores, 3, 20500, 2 e I98OO
Camisas de meias ljOOO
Chapeos pretos de massa, fratcezes,
formasda ultima moda 108,89500 e 7000
Ditos de feltro, 69, 58, 49 e 20000
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes, 149,128,118 e 70000
Collarinhos de linho muito finos,
novos feilios, da ultima moda 9800
Ditos de algodo $500
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes. 100. 909, 809 e 70000
Ditos de prata galvanisados, pa-
tente hosoataes, 408 309000
Obras de ouro, aderecos e meios
aderecos, pulseiras, rozetas e
anneis t
Toalhas de linho, duzia 129000 e lOffOOO
ARHAZEH PROGRESSO
DE
raawi p
AargodaPenlia
O proprietario deste armazem par-
vindos porconta propria, lende-os por menos do que em outra quafquer pa,?e P P i
Manteiga tagleza v>creUamcnte flor l8B0ll a ,ihr. Am hsr
rril se far algum abalimento. 8(W m a hbrfl' e em bar-
~. a mais nova que ha no mercado vende-se a 720 rs. a libra.
tna petla, nyson e inreto ...
19600 rs. a libra. *** os melhores que ha neste genero a 2500, 28 e
^^^.^^L^SS^SSSS^*1^**1*0*oesie uuimo Tapor de Europ* ,600 "5em pr-
liba. cernemente chegado e de superior qualidade vende-se a 640 rs. a
v Fj os melhores que tem vindo a este mercado or seren mnitn rrntrap* d
boa quilid.de a 6*0 rs. a libra e inteiro se far algum abalimento.
t^aixiuuaa oa urna e duas Vibras .
differpntes nnalii1ide* Passas muito novas em caix com 14 a._...
gresso a 29 cada urna. Cm M llbras yende-se reamente no Pro-
Figos de comadre em c,ix d, 15 librS, n s no Pogrs o
AmeUas franeexas 480r,. 1braem pors-aose far a]gutn bamenio
mZB&2X?*'**-* -P tes de
^ZZZ^^^ ^ "* se a rs. cada um. com
C\io co\ a \&
w o mais superior que tem vindo a este mercado a 900 rs. a libra.
u5.. tomate em lalssde. 1bra> a mals nova que ha no ^^ a goo ^ ^
Peras seeeas em condec de 81brag por 3S500 a reulho & 4go ^
Conservas trancis s e inglezas
das em direilura a 800 rs. o frasco. maiS B0Tas que ha por 8erem vn"
Vletria, macar rao e talnarm ,on .. ,h
roba por 8. a Ilbra e em >*as de urna ar-
Palitos de dente Uxados Bm m
r* s em molh< com 20 macinhos por 200 rs.
Xoneinno de lAsboa m.....
a arroba a 98- qU6 D mercado a 3'20 a ,ibra em barril
Tl!**^ 0 mUU D0?. Tende"M para acabar a a bra.
a libra? qU6 ha de bm neste gener0 Por serem mul as 560 rs.
Banna de poreo rennada mais
480 rs. a libra e em barril a 400 rs.
que uuir'or tinha loja na ra do Vuei-
mado a. 46, que gyrava sob a firma de
Ges & Bastos participa aoa seus nume- ^
rosos freguezes que dissolveu a sociedade m
que tinha com o mesmo Ges tende sido *
substituida por um seu mano do mesmo
nome, por isso ficou gyrando a mesma
firma de Ges & Bastos, assim comoapro-
veita a occasio para annnnciar abertura
do seu grande armazem na ra .Nova jun-
to a Conceijao doi Militares n. 47, que
passa a gyrar sob a firma
DE
Bastos <& Reg
com um grande e numeroso sortimenlo de
roupas (titas e fazendas de apurado ges-
to, por presos muito modificados como
de seu costme, assim como sejam : ri-
cos sobrecasacos de superior panno fino
preto e de cor a 258. ^S e 309, casacas
do mesmo panno a 30 e a 35, paletols
sobrecasacados do mesmo panno a 18,
209 e a 228, ditos saceos de paono preto a
12 e a 148, ditos de casemira de edr
muito fina modelo ioglez a 98. 10, 12
e 145, ditos de estamenha fazenda de
apurado gosto a 5 e 68, ditos de alpaca
preta e de cor a 4, sobrecasacos de me-
rino de cordao a 8, ditos muito superior
a 129. ditos saceos a 59, ditos de essuiao
pardo fino a 49,49500 e 58. ditos de fus-
tao de cor a 39, 39500 e 4, ditos bran-
cos a4500e5500,ditos de brim pardo a
fino sacco a 2$800, caigas de brim de cor
finas a 3. 39500,4e 48500, ditas de di- 5j
to branco finas a 58 e 6500, ditas de jff
princeza proprias para luto a 4$, ditas de 2*
merino de cordao preto fino a 5 e 6, II
ditas de casemira de cor e preta a 8, 99
e 109, colleles de casemira de cor e pre- 8
la a 4g500e 59, ditusdo seda branca par JO
casamento a 59, ditos de brim branco a o>
3 e 4, ditos de cor a 39, colleles de me- &
8_ ri paralutoa 48 e 49500, ricos rob-
chambres de chita paca homem a 10,pa- |
SIetots de panno fino para menino a 12$ e *
149,casacas do mesmo panno a 15g,caigas m
_ de brim e de casemira para meninos, pa- S
m letotsde alpaca ede brim para os mesmos, m
5 sapatos de tranca para homem e senho-
H ra a 1 e 19500, ceroulas de bramante a f
tm 18 e 20 a duzia, camisas franoezas fl- 9
22i .oC0rebraDCa8 de no*08 modelos a H
178.18, 20, 248. 28 e 30 a duzia
ditas de peitos ae linho a 30 a duzia i'-
tas para menino a 1J800 cada urna, ricas ft
grvalas brancas para casamento a I98OO S
e 29 cada urna, ricos uniformes de case- fi
mira decorde muilo apurado gosto tanto S
no modello como na qualidade pelo di- SI
minuto prego de 35J, e s com avista se S
pode reconhecer que barato, ricas capas $je
de casemira para senhora a ljf e 209
e muitas outras fazendas de excellent S
gosto que se deixam de mencionar que X
t por ser grande quantidade se torna en-
fadonho, assim como se recebe toda e
qualquer encommenda de roupas feitas jf
para o que ha um grande numero de fa- S
zendas escolhidas e urna grande oficina X
^ deajfaiateque pela suapromptidoeper- *
?g feico nada deixa a desejar.
Cassas de cores.
Anda se vendem cassas de cores flxas, padres
muito bonitos, pelo baratissimo prego de 240 rs.
o corado, e mais barato que chita: na ruado
Oueimado n. 22. na bem conhecida loia da
Boa f. '
Vende-se sebo do Porto em caixotes s 1500
a arroba; na ra da Cruz, armazem n.33.
Veedem-se 4 armarios unidos, com chaves
e portas seguras, que 3ervem para ormac&o de
alguroa pequea loja de miudezas ; no pateo do
Carmon. 9, primeiro anJar.
Vende-se um terreno com (res frentes, na
ra da Concordia, o qual d para edificaiem-se 8
casas, e d-se em conla ; quem o pretender, di-
rija-se a ra da Praia, serrara n. 59.
Freguezes.
F.' chegada nova remessa do antigo e muito ofa-
mado doce de goiaba, o qual se vende por preco
commodo; na travessa do Quimado n. i. junio
do Preguica.
1GEWCU

Di

1 alva que pode haver no mercado vende-se a
Latas eom netxe de nosta
rea qualidades de oeixe queha em PortuffiV^nd'iSe,hor fflaD-era possivel d" melho-
Loja das seis portas em
frente do Livramenlo.
Roupa feita para acabar,
Paletots de panno preto a 22, fazenda fina,
caigas de casemira prelas e de cores, ditas de
brim ede ganga, ditas de brim branco, paletots
de bramante a 4, ditos de fustao de corea a 49,
ditos de estamenha a 48, ditos de brim pardo a
3 ditos de alpaca preta saceos e sobrecasacos,
colletes de velludo pretos e de cores, ditos de
gorguro de seda, gravatas de linho as mais mo-
pernas a 200 rs. cada urna, collarinhos, de linho
jUulumamoda, todas est^s,fazendas se vende
carato para acabar; a loja est aberta das 6 ho-
ras da manhaa at as 9 da noite.
Vende-se urnaeeada de 22 pal-
mo de altupa, toda d amarello, obra
muito bem feita e segura : quem quizer
dirija se a ra da Gloria n. 3.
Feijo novo.
.XSfde",.*Jeiao mil'0 no oe core. .ecos
grandes a 10 ; na ra de Apollo nT
Sapatinhos de setim e
?neias de seda para bap-
tizados.
A loja da aguia branca recebeu de sua propria
encommenda, delicados sapatinhos de setim. pri-
morosamente bordados, os auaes est vendendo
lo biraMino prego de 3, (nesse genero nao
se pode dar mais peifeitos).assim como outros de
Zitrbeni bordados a 1J600 e 2J. Recebeu
hISS .to "L finat e bonUas meias d sed "e
diversos tamanhos, tqndo al, proprias para os
meninos e meninas que servem de anjos as pro-
o bocal tecido de borracha, o mais engracado
possivel : ludo isso na ra ra do Quimado lo-
ja da agua branca n. 16.
Libras sterlinas.
Vendem-se no escriptorio de Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, no largo do Corpo Sadlo.
Vende-se- ama escrava sem vicio algum,
com eieeJIenle leitepara amamentar urna enan-
ca, tem urna filha com 8 meies, goza de perfeila
saude, counha e engomme, nao com perfelcjo ;
a tratar, na ni* da Croi namit43, segando
Importante
Aliso
Na loja de 4 portas da ra do Quimado n. 39
acha-se um grande armazem com todo o sorti-
mentode rcupas feitas, para cujo fim tem mon-
tado urna oficina de alfaiate, estando encarrega-
do della um perfeito mestre vindo de Lisboa pa-
ra desempenhartoda e qualquer obra que se Ihe
encommende ; por isso que faz um convite espe-
cial a todas as pessoas com especialidade sos
lllms. Srs. offlciaes tanto da armada como do
exercito.
Faz-se fardas, fardes com superiorespreparos
e muito bem feitas, tambem trata-se fazer o far-
damenlo todo completo conforme se usa no Rio
de Janeiro, lamo que tem os figurines que de
1S vieram ; alm disso faz-se mais casaquiohas
para montana, frdelas ou jaquetas, bem como
colleles a militar para os Srs. ajudanles de esta-
iLZTl e de ""l!?'1!' quer seJa SDelos ou
bordados a espequilha de ouro ou prsla tudo an
gosto da Europa, tambem prepara-se becas para
desembargadores e de qualquer juz segundo o
es.ylodeCoimbra sndese fazem as melhows
conhecidas at hoje, assim como tem muito "icos
desenos a matiz de todas as cores proprios nara
ardamenio de pageos ou criados de libr quos"
far pelo gosto franceza. Na mesma casa en-
carrega-se de fazer para meninos isoaetj
fianceza bordadas so mesmo gosto. Afincando
que por tudo se fica responsa^el cobo sejf a
fazendas, bem fe.lo e bom corle, no se fllta no
midi UWHNW.
Rut da Semilla Hora n.42.
Resto estabelecimemo contina a kaver um;
completo sortinento do moendas emeias mota-
das pira engenho, machinas da vapor e taixas
te ferro balido e coado, da todos os tamanhos
para dito
Tachas e moendas
Braga Silva & C., tem seropre no seu depo-
sito da ra da Moedi n. 3 A, um grande sor-
mento de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapiche
n. 4.
As verdadeiras luvas de pelli-
ca Jouvin.
S na loja d'agula de ouro. ra do Cabug n.
1 B, recebera-se um completo sortimenlo das
verdadeiras luvas de pellica Jouvin, sendo das
cores seguinles : pretas, cor de caima, amaiellas
e brancas, sortimenlo completo, tanto para ho-
mem como para senhora, pois afianzamos a boa
qualidade e fresquido, pois se receben em di-
reitura pelo vapor francez : s na loja d'aguia de
ouro, iua do Cabug o. i B.
Cheguem aloja da Boa f ,
Chitas francezas muito finas de cores fixas a
280 rs. o covado ; cambraias francezas muito fia
naa a 640 rs a vara; idem lisa muito fina a
45500 e a 6,000 a pega com 8 \\1 varas ; di-
multo superior a 8$000 a pees com 10 varas";
dita fina com salpicos a 4$80O a peca com 8 1|2
varas; fil de linho liso muito fino a 800 rs. a
vara ; tarlatana branca e de cores'a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muito baratas: na ruado
Quimado n 22, ni loja da Boa f.
Lenijos para rap.
Vendem-se lencos muito finos proprios para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fixas a
59000 a duzia: na ra do Quimado n. 22, na
oja da Boa f.
Sortimeato de chapeos
Rm do Quimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chapeos pretos francezes de superior qualida-
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
a 9$.
Ditos de castor pretos e branco? a 160.
Chapeos lisos para senhora a 25$.
Ditos de velludo cor azul a 18JJ.
Ditos de seda para meninas ricamente enfeita-
dos a 8j.
Ditos ditos para menino a 50.
Lindos gorros para meninos a 3g.
Bonels de velludo a 50.
Ditos depalha muito bem enfeitados a 45.
Chapeos de sol francezes de seda a 7#.
Ditos inglezes de 105,120 e 130 para um.
Arados americano* e machina-
pai a lavar roupa: em casa deS.P. Jos
hnstn & C. ra daSenzala n.42.
Manguitos e golla.
Vendem-se guarnieres de cambraia muito fina
e muilo bem bordadas, pele baratissimo prego de
50 cada urna : na ra do Quimado n. 22, loja
da boaf.
Deposito da fabrica do
Honteiro.
/uade .apollo n. 6.
Vende-se assur.ar refinado desde 30200,30600,
40 e 48480 por cada arroba, e por 50120 e 60400
do crystalisado.
Cabriolet.
Por menos de seu valor vende-se um cabrio-
let americano, novo, com 4 rodas e arreios; na
ra larga do Rosario n. 24, lojs de ouiives.
Grande sortimen-
to de tamancos.
Na grande fabrica da ra Direita, esquina da
travessa de S. Pedro d. 16, de todas as qualda-
. des, que se vende tanto a retalho como em pe-
' quenas e grandes porQ6es, muito em conta ; a
casa tem sempro promplos de 1,000 a 2,000 pares
| pregados para qualquer encommenda ; a estagao
i propria.
E' muito barato a 1$.
Vendem-se potes com mesinha muito propria
para malar ratos, e baratas, chegados pelo ulti-
mo vapor vindo da Europa ; na ra da Sonzala
Nova o. 1.
1 Chapeo.
Vende-se do Chili tanto finos como
| grossos grandes e pequeos por ler de
9 retirar-se para fora a pessoa que os ven-
|| de : na ra do Trapiche hotel Francisco.
Grande pechincha!
Pecas de riscadiohos com 38 covados cor fixa a
:800, cambraia lisa transparente muito fina com
13 varas a 4800 a peca, ditas com 8 1|2 varas a
20800, dita tapada muilo Gna com 8 li"2 varas a
40000, ditas do cores padres delicados a 500 rs.
a vara, panno de linho com duas larguras a 640
a vara, madapolao de jarda muito fino n. 500 a
a 400 rs. a jarda, brilbantina de diversos des-
anos a 240 rs. o covado, chita estreita cor fixa a
160 rs. o covado, ditas francezas muito finas a
240, 260 e 280 rs. o covado, panno preto fino a
60. casemira preta fina e 10600 o covado, ditas
prelas e mcscladas de duas larguras a 40200 o
o covado, ditas de cores padres novos a-60500
o corle, calca de dito de cor fazenda lina a 70,
alpaca preta fina a 500 rs. o covado, brim branco
Paletos.
Vendem-s paletos de panno preto fino, muito
bem feitos a 220 rs.; ditos de brim branco de
linho a 50 rs.; ditos de setineta escuros a 30500,
e muilo barato, aproreitem ; na ra do Quima-
do n. 22. loja da Boa f.
[ROIPA FEITA AINBAHAIS BARATAS.!
SORTIMENTO COMPLETO
DI
jjFazendas e eras feilas.
a
LOJA E ARMAZEM
DE
[Ges & Basto!
NA
Hua do Quimado
| n 4$, rente amateWa.
Constantemente temos um grande e va-
nado sortimento de sobrecasacas pretas
j* Panno e de cores muito fino a 280,
30J e 350, paletots dos mesmos pannos
a 20fl,,22S e 24J, ditos saceos prelos dos
mesmos pannos a 140,160 e 18f, casa-
cas pretasmuitobem feitas ede superior
panno a 280, 30fi e 350. sobrecasacas de
casemira de core muito finos a 150,16$.
e 18$, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 10$, 120 e 14$, caifas pretas de
casemira fina para homem a 80, 90, 10/
e 12, ditas de casemira de cores a 7$, 80,
90 e 100, ditas de brim brancos muilo
fina a 5$ e 60, ditas de ditos de cores a
30, 30500, 40 e 40500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4$500, col-
letes pretos de casemira a 50 e 60, ditos
de ditos de cores a 4$500 e 50, ditos
brancos de seda para casamento a 50,
1 ditos de 60, colletes de brim branco e de
I fustao a 30, 30500 e 40. ditos de cores a
j 23500 e 30, paletotspretos de merino de
cordao sacco e sobrecasaco a 7$, 80 e 90,
colletes pretos para lulo a 40500 e 50,
I cas pretas de merino a 405GO e 50, pa-
| letots de alpaca preta a 30500 e 4$, ditos
sobrecasaco a 60,70 e 8$, muito fino col-
letes de gorguro de seda de cores muito
boa fazenda a 30800 e 4$, colletes de vel-
ludo de crese pretos a 70 e 80, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 140,150 e 160, ditos de
1 casemira sacco para os mesmos a 60500 e
j 70, ditos de alpaca prelos saceos a 30 e
30500, ditos sobrecasacos a 5$ e 50500,
i calcas de casemira pretas e decores a 60,
6$500 e 70, camisas para menino a 200
1 a duzia, camisas inglezas pregas largas
muito superior a|320 a duzia para acabar.
Assim como temos urna oficina de al 1
faiate onde mandamos executar todas as a
obras com brevidide. X
tfii6Sdl&di *S2&&&t
* mmsm am mutm Wmm OTV WV WV aVXra "**
Pota da Bussia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender a ver-
dadeirs potassa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; tudo por prefos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
Atten^o.
B. 40-Rna do Amorm-N. 40.
Vendem-se saceos grandes com tresquartas de
farinba de mandioca a 20500.
Na ra larga do Rosario n. 18, no terceiro {
andar, vende-se urna escrava moca, bonita figu- ; 'e0in,13 ou gorguro de seda de quadrinaos para
ra, sem vicios nem achaques, eogomma perfeila- 7esllo de senhora a 10 o covado.
mente, cozinha e sabe coser chao; vende-se Bnm ParJode linho, liso e fino a 400 rs. o co-
tambem um moleque de idade do 10 a 11 annos,' c rnn
bonita pega, e com principio de cozinha. Na!5 moIadaa500rs o covado.
mesma casa compra-se um pelo de meia idade. m pre.to de Mac 20400,
Para liquidar.
Casemiras inglezas miudinhas de diversos gos-
Aiwki de fazendas
DA
Ra do Quimado n. 19.
Cobertas do chita, gosto chinez, a 1|1)00.
Lencet.
Lencesde panno de linho fino a 1$900.
Cortes de casemira.
r.t'prVcfde^" de eor Bi, "* peIob^
Tarlatana.
Tarlatana branca para forro de vestido, pelo
baratissimo preco de 260 rs. a vara,
rambraia de cor.
Cambraia matizada fina a 240 rs. o covado.
Chita franceza.
Chitas francezas pelo barato preco de 220 i. o
covado.
Esteira da India,
de 4,5 s 6 palmos de largo, propiia pura forrar
sala e camas.
Cortes de collete.
Cortes de reliado preto bordados a 60.
Mantas de Lloode.
Mantas de blonda pretas de todas as qialidades
Cambraia branca.
3{500aSde Cambrai" br8DC* flna a 2800. 3*000 e
Toalhas.
Toalbas de fuslao a 600 rs. cada urna.
Ultima moda de Pars
Bnfeites de cabeca para as se-
nhoras de bom gesto.
S na loja d'aguia de ouro, ru do Cabuc n.
1 B,, sonde as senhoras acharao um completo
sortimeolo de enieites de cabeca, lano prefos
como de lindas cores, da ultima moda de Paiis
receidos no di 16 pelo vapor francez, pojs m
senhorasque desejarem ver poderao mandar pe-
dir, que promptamei.le se lhe mandarlo as amos-
tras, pois estamos bem convencidos que em vista
de ricos que sao ninguem deixaia de comprar:
isto .6 na loja d aguia de ouro, ra de CaLjg
si. i u.
Vende-se um armazem na ra do caes n 7
quem quizer annuncie. '
4 verdadeira liquidado
Da loja de fazendas
PE
Almeida< Burgos.
Ra do Cabug n. 8.
A dinheiro.
^0 liquidatario da extincta firma de
Almeida Burgos, leudo de acabar com ene
eslabelecimenlopara coo> o seu liquido pecar
aosseus credores, ha resolvido a fazer urna
california, vendendo todas as fazendas com gran-
de abalimento de seu custo, sendo entre ellas as
seguinles :
Brim setim trancado fino, de puro linho com se-
da, sendo de listrase de quadros miudo?, fa-
zenda muito boa para calcas, colletes epal'et'ta
a 8CO rs. o covado.
Lilla preta para hbitos a 280 rs. o covado.
Ganga amarella a 320 e a 410 rs. o covado.
Chsly muilo fino de las de lislras de cores a 56U
rs. o covado.
Barragana azul ferrete a 800 rs. o covado.
Fuslao piolado de lindas cores para vestidos de
senhora a 400 rs. o covado.
Fuslao alcochoado de lislras para paletols a 480
rs, o covado.
Organdys finissimos de riquissimos podroes, ten-
do tambem abertospara vestidos de senhora a
o60 rs. o covado.
Cassa pintada a 280 rs. o covado.
Cortes de colletes de fuslao a 600 rs. o corle.
Brinzinho de linho para paletots e calcas para
andar por casa, como para roupa de meninos a
200 rs. o covado.
Gaze ou brasileira de seda de urna s cor, tendo
cor de rosa, verde, azul, cor de canna o' cor de
cravo.fazenda de pura seda.de muilo bom gos-
to para vestido de senhora a 880 rs. o covado
tos a 10200 o covado
nandes.
na loja de
me lh ora dos
com novos
a perfe i coa-
mentos, fszeudo pespento igual pelos dous lados
da costura, mostram-se na roa da Impcratriz n.
12, a qualquer hora. Tambem receberam todos
os prejiaros para as mesmos como agulhas, re-
trozes em carriteis, lieha de todas as cores tudo
fabricado expressamente para as mesmas ma-
chinas.
Pbosphoros do gaz.
O deposito dos afamados palitos do gaz acha-
se completamente supprido, e contina a vendar
por mdico pr^co em porces e a retalho ; nos
armazens dePerreira & Martins, travessa da Ma-
dre de Dos ns. 9 el6.
, 30500 e a 43500
o covado.
Tafel de cores a 500 rs. o covado.
Merino fino de cores sendo de 2 larguras a 10800
.......o,-, o covado.
Diogo & Fer- Chaly preto para luto, excellent para vestidos de
I senhora a 640 rs. o covado.
Boriibazinha preta e decores para paletols e cal-
Cas a 10440o covado.
Fitas de sarja de pura sedo, larga e com lindas
cores a 800 rs. a vara.
Ditas de sarja de seda estrella a 120 rs. a vara
Bicos francezes e finos a 40. 80, 100, 120. 160
200, 240, 320 e400 rs. a vara. '
Bicos de seda pura, a 200 e s 240 rs. a vara.
*ajas de seda pretas e de cores a 260 rs. a vara.
Aberturas para camisas com punhos e colarinho
a 400 rs.
Chales de merino da India.moitosemelhanle aos
. ( de touquin a 150.
mados autores Eufeites para cabeca de senhora, de vidrilho nre-
to a 20, a 20500 e a 30. v
Luvas de pelica de Jouvin, soroente com a falla
de nao terem os pontos bem seguros a 800 rs.
Toucas de l para menino do peito a 800.
Ditas de 15a para senhora parida a 20500.
Chapelinas enfeiladas para senhora a 50, 60,80
6 B U?.
Sahidas de baile de seda a 60400 e a 100
Riscados escossez muito lindos, para vestidos de
senhora a 180 rs. o covado.
Existem mil pechinchas que os compradores
vista aellas n5o deixarao de comprar.
Baymundo
Carlos Leite &
Irmo recebe-
ram pela bar-
ca Clarissavin-
da ltimamen-
te de New-
York.um com-
pleto so rti-
mento das me-
lhores machi-
nas de cozer
dos mals afa-
0
_ m
ra acabar!!
NA LOJA
Encyclopedica.
^
trancado de linho 10 a vara, dito pardo muito fino S/~t ~ j> ttmi
1&*Z: 8cadinhoPra calca a 160 o co- ZiaWMMMTafi& O V%lUX/t\
vado, meias cruas para homem a 10600 a duzia,
ditas muilo finas para menina a 20800, ditas para
senhora a 20400: na ra da Madre de Deus, lo-
ja n. 7. '
Aviso
aos senbores de engenho e a quem mais
convier.
No armazem da ra da Madre de Dos n. 6,
confronte o consulado provincial, vende-se fari-
nha de mandioca ltimamente chegada do Cear,
imitando a farinha denominada Muribeca, por 30,
20800 e 20500 a sacca com 25 cuias, milho de boa
qualidade, saceos com 135 libra a 30600, charu-
tos da Baha de todas as qialidades, queijos do
serto muito fresco a 140 a arroba.
do Para
na ra da Cadeia do Recife n. 45.
Ruado Crespo n. 17.
Chapelinas para senhoras o melhor pos-
sivel braneas e de cores a 120, temos ven-
dido a 20$ e 260.
9 Outras muitas pechinchas ha para ven-
% der-se que sse vendo. a
l
Calcas de casemira.
Vendem-se calcas de casemira preto muito bem
feitas a 100, ditas de dita de cor mnito superior a
90, estao-se acabando: na roa do Qaeimado n.
22, loja da boa f.
Attenco.
Vende-se o engenho Albuqoerque, sito na co-
marca de Nazareth, moenle o correle, em ponto
de se poder lucrar e com trras de maior pro-
dcelo ; distando da cidade de Goianna 5 leguas
por excellent estrada; entrando na venda do
dito engenho a safra fundada, 8 estraves moceo e
robustos, perfeitos offlciaes de enchoda, 12 boi
fdo cairo e 25 annimaes de roda : quem preten-
W dirija-se ao dito engenho a seu. pronrieurio
linio Augusto Cavalcsnti de Albuquerque e nesla
praca a. Gomia & Filho, ra da Cadeia do Re-
cife n. 3.
Escravos fgidos.
Fugio da cidade do Aracaty, no mez de se-
tembro prximo passado, um escravo do com-
mandante superior Manoel Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o bavia comprado ao Sr, Bento
Louren$o Collares, de nome Joaquim, de dado
de eincoenta e Untos annos, fulo, alto, magro,
denles grandes, e com falta de alguns na frente,
queixo fino, ps grandes, e com os dedos gran-
des dos ps bem abortos, muito palavriador, in-
culca-se forro, e tem signaes de ter sido surrado:
Consta que este escravo apparecera no dia 6 de
corrente, vindo do lado das Cinco Ponas, e sea-
do enterrogado por um pareceiro seu conhecido,
disse que tinha sido vendido por seu sentor para
Goianninha: qualquer pessoa que o pegar o pe-
der levar em Pernambnco aos Srs. Basto & Le-
aos, que gratificarao generosamente.
Escravo fgido.
Fugio no dia 6 de fevereiro prximo passado
do engenho S. Pedro, districto do Paco de Cama-
ragibe, provincia de Alagoas. o escravo de nome
Jos, cabra, com os signaes seguinte3 : estatura
regular, cheio do corpo, desdentado na frente,
cabellos carapioes, pernea grossas, anda um
pouco zambeiro, ps apalhetados. e tem os de-
dos grandes puchados para dentro, sem barba,
representa 25 a 26 annos pouco mais ou menos,
e_ muilo ladino ; suppe-se ter Ido com direc-
co estrada de ferro, e de suppor que passe
como forro: porlaoto, roga-u s autoridades po-
liciaes e de campo, o aprehendam e levem seu
dono Antonio Semio de Farias Mallos no dito
engenho, ou uesta prc a Jos Joaquim de Cas-
tro Moura, ra da Cadeia, que ser bem recom-
pensado.
Fugio em 5 do correte a aerave de nome
Margarida, de nagao, e de meia idade, com bas-
tantes cabellos brancos, lavando varias roupas de
servico, como aejam vestidos eroupoes de chita,
-de estatura biixa.tem as costas uns calombos,
marca de sua ierra, e tem falta de denles: quem
apegar lere-aa na das Cruzes n. 2t


I

;(8)
m

.
Litteratura,
honra, honre, o primeiro koan da vida, e as
quaes vida era dad* para salvar a honra, para
provar o amor, para defender a t, para morrer
emflm, digno de ai e digno de Deus.
Amara-a enaeu propro sangue, do qual be-
ber cofia a tradigo de seus avs a altivez de
urna obediencia, qoe nunca tinha sido til, e a
gloria de um nome, que sempre tinha sido
puro.
Amava-a, finalmente, por urna oulra conside-
ragao, por causa dos povos decahidos, ior eausa
dos coslumes pervertido, das baixezas cordadas,
dos talentos ariltados*dos coracs sfrfl cora-
gem, e notando que toda essas vergonbas,. de
DU1IO M PEjHAMBUCQ. ^ TU FE* M UML DE t|#l.
ACADEMIA Fft.VtCEZA.
Discurso ido padre Lncordrtire por
occasiao d sua recepeao.
(Doulinueglo.)
O Americano teve paos que levavara a fe
al intolerancia; esjueceu a intolerancia e
usrdau apenle a J. O democraiai?uropeu
tuve paes que nao tinha t, porm que prega-
vam a tolerancia ; esgueceu. a tolerancia e su se
lembrou de sun.incredalidade. O Americano, nao
c mproheade m hornera sem urna nligiao inti- _
Da, e un. cidad.io sein um religio publica. O 1ue Dunda a historia, correspondan! s po-
dmorrataeuroieii nao emprehende um hornera eas e os'focs da servtdo, elle se didicava
qwe ore em seu coraco, e Moda menos um c:da- liiherdade com um segundo amor mois forte ain-
dao que oro perante o poto. | da que o primeiro, com esse amor no qual a in-
A mesma differeocs. existe no que respeita a llguagao se acceude e jura um odio e um comba-
te mmorlaes.
-lei. O Americano, que respeita a lei de Deus.
respeita tambera a lei do homem, e se a conside-
ra injusta, reserva-se obter um dia a abrogsgao
del'a, nao por meio da violencia, mas fazendo
i arma pacifica e segura de todos os meios
Este juramento viva n'alma do Sr. de Tocque-
ville, inspirou todos os seas pensamentos e guiou
todas as suas acedes.
Aqui, senhores, eu deveria oceupar-me dos 11
de persu3so, que o homem comsigo traz ero sua "nos do sua carreira legislativa, lias sobre essa
inielligencia, e dos meios mais poderosos ainda, ,ara a'nda escandecida eu nao enconlraria so-
que elle pode ter, de urna dedicago conhecida men,e idase virtudes, encontrari os homens eos
causa da justiga. Para o demcrata curopeu, acontecimentos. Posso eu aborda-los! Do alto
tallo sempre com aa necessaiias excepgoes, a aes,,a deira, onde tora elle chamado desde 1839
lei apenas um aresto dilado pela forr, e que a le.d'onde desceu nos derradeiros dias de 1851,
torca tem o direito de destruir. Ainda que um I Tiu elle cahir a mooarchia parlamentar, surgir a
.povo ioteiro lhe uouvesse dado seu assentimento "epobtica e fundar-se um Imperio, quedase ele-
e sua sancho, elle professa que urna minora ou vafoes porelles previstas, e que ciusaram sua
mo um s homem, tem o direito de oppor- "
I *uee que lie enea-
lado que ei
lhe o protesto da espada e despedazar no" san-
gue um papel, cujo valor consiste na impo-
tcocia em que so est de ubstitui-lo por um ou-
tro. Elle proclama afoitameote a soberana do
fim, isto a legilimidade absoluta e superior
tudo, ai ao proprio povo, do que cada um julga ; 8' da aotiguidade, e que adquirir""a
pera si ser a causa do povo.
O Americano, oriundo do urna trra, onde a
aristocracia de nascimenlo teve sempre urna par-
te cousideravel nos negocios pblicos, banio de
suss instiluiges a nobreza hereditaria e reservou
ou mrito pessool a honra de governar. Mas
.apatronado como elle pela egualdado das eon-
digoes, quer a considere no ponto do visla de
JJeus, quer a julgue no ponto de vista do ho-
rnera, elle nao avaha a liberdade em menor pre-
go, e caso se apresentasse a occasiao de esco-
cer entre urna e outra, elle fazia como
da sentenca de Salomao, e diria
Blando:
Nao as separis, porque sua vida nao faz
mais do que urna s em minha alma, e eu raor-
rore no da em que urna morrer.
O demcrata europeu nao entende assim ;
scus olhos a egualdsde agrando e suprema lei.
o que prevalece sobre todas as outras, e qual
tudo deve ser sacrificado. A egualdade na ser-
v;dao parece-lhe preerivel urna liberdade sus-
tentada pela hierarchia das classes. Elle antes
quer Tiberio goveroando urna rauliido, qne
nao (em mais direitos, nem nome, do que o po-
vo romano governado por um patriciado secular
8 recebendo de si o impulso que o faz livre com
o freio que o torna forte.
O Americano nao deixa cousa alguraa de si
merco de nm poder arbitrario. Elle entende
a me
Deus e ao
retirada, mas nao seu silencio" e seu desanimo,
tile amava a monarchia parlamentar, e deso-
jara Salva-la.
Nascida em 1814 das longas meditages do
exilio, ella deveria reconciliar todos os Francezes
edor do um throno, quo tinha o presti-
essa raocidade, que s ella "pode dar aosreis*
Mas o espirito da Franga, ainda depois de vinte
e cinco annos de revolucoes nao eslava maduro
para os segredos e virtudes da lberdarle. To-
dos, re e povo, clero e nobreza, christaos o dis-
staenles, careciam de um genio, que o lempo
anda nao Ihes tinha dado. O primeiro throno
cahiu, o segundo quix ligar com um sangue real
mais popular a cadeia quebrada de nossas insti-
luiges. e empregou nesta obra urna coragera e
urna habilidade, que bem mereciam um bom
xito, mas es3a monarchia diminuida eocontrou
dianle de si as mesmas diflictldades, que li-
nham acabrunhado sua antecessora. O segundo
throno cahiu. O Sr. de Tocqueville nao era
contado, nem entre seus adversarios, nem entre
seus defensores. Elle pedis com a opposigo
victoriosa urna cmara mais independenle e um
corpo eleiloral mais iacorruptivel; porm ape-
nas appareceu na tribuna e nunca na praga pu-
blica, pedindo as reformas, mas recusando qual-
quer demoostracao i revoluto quo se prepa-
No entinto a repblica o admiltiu en seus
cooselhos, primeiro como deputado, depois eomo
ministro dos negocios estrangeiros. Elle mos-
trou nesta uova ph.se de sua existencia poltica
um espirito sera illusOes; porquanto nao cria
que a i1 ranga, que desconhecra as condiees da
erdad6 sob duas monarchias, fosse capaz de
dos qoe elle plantara,
jara, o respail o ador wto loo envelhecra
durante sua ausencia, ainda roai prximo ao
seucoragso, ama outra vida consagrada 4 iui e
que em a gloria bastara para recoHamu* d iu-'
!ertrl! h*Tla **" ~" bem SaSo f.1
Por.eaae lado tambem se pode diter aa elle
fot supenor ao seu seculo. Joven e puco rico
nao procurar em su* companfaefra o brilho do
nom aero da fortuna ; nas confiando seu desti-
no doog mais perfeitos/apenas se engaan na
medida de sua feheidade, maior do aue esnerra
o lhe tinha sido prometlida. e8Perafa.
Entretanto esse lindo retiro, onde a araizade
vinha de longo procurar sua presenca, nao apaaa-
va n alma do publicista a lemb'ranca da causa
que tinha semdo.
nfug.'.P" f'.08 ,ib"d,de. PO'o que fossem
previatos, o tioham penetrado comj urna espada,
e elle trazia em seu coragao, debaixo de urna ci-
catriz sanguenta a chaga profunda deludoquanto
vira executar-se. Quiz, poii, ter um comilo, e
R?r .!" esPerart?a= e ssira concebeu eiso
Wvro. ultimo, que escrevra, no qual, comparan-
do ao rcesmo lempo a revoluto antigo r-
gimen, julgava demonstrar .os seu, con mp-
llt VJ"* ellM In,1-.'n em que o soubes-
i sob o mesmo rgimen, q.ue jufg.vam haver
onte primordial de suas
silencio quanto aos negocios pblicos, dirigidos
or um impulso eslrsoho familia, communa
provincia, emlm, vida de todo3 al as me-
TZ' tf, ZL ? Pr Sa alraa' lud0 i" li?re do servi-la, ou mesmo de salva-la, sob urna repu-
que i lie pneme e do "
cemmuna,
eu para as sciencias, para o cuio de seu Deus ou
para o bem-estar de seu cerpo.
O demcrata europeu, idolatra do que chama
estado, toma o homem desde o berco para ofe-
exe-lo em holocausto todo o poder publico.
Profesas qne o mnimo, antes de perlencer a fa-
milia, pertence cidade, o que a cidade, islo ,
o povo representado por atjuelles que o gover-
nam leem o direito de formar sua inteUigencia
por um modelo uniforme e legil. Professa que
a communa, a provincia e toda -a associaiao,
B.nda a mais indiiorente, dependem do estado,
e nao pdem obrar, fallar, vender, comprar,'
nem exista- emflm, sem a intervengao do estado
e na medida determinada por elle, fazendo as-
s.m da mais absoluta servido civil o vestbulo
c o fundamento da liberdade poltica.
O Americano s d unidade da patria aquil-
1j, q.ic justamente lhe necessario para consti-
tuir um corpo : o demcrata europeu opprirae
todo o homem, para sb o nome da patria crear-
liie urna estreita prisao.
Se finalmente, senhores, compararmos os re-
sultados, a democracia americana fundou um
erande povo, religioso, poderoso, respeitado, li-
vre cmfim, ainda que nao sem provangas e pe-
aos: a democracia europea quebrou os nos do
presente com o passado, sepullou abusos em
ruinas, ediflcou aqui e ali urna liberdade preca-
ria, agitou-so o mundo cora acontecimentos
muito mais do quo o renovou com instiluiges,
e, senhora incontestavel do futuro, prepara-nos,
se entura nao fr instruida e regulada a espan-
tosa alternativa de urna demagogia sem funda-
mento ou de um despotismo sem reio.
A certeza desla alternativa era o que perlur-
i.ava incessantemenle a alma patritica do Sr.
Xoequeville, que presidio todos os seus tra-
balhos, e quo lhe mereceu a gloria sem mancha,
em que viveu e morreu.
Nenhum homem do nossa poca foi ao mesmo
lempo mais sincero, mais lgico, mais generoso,
mais firme e mais assuslado. *
O que sobretudo elle amava,seu verdadeiro
e nico dolo, ah posso eu dize-lo? nao era a
America, era a Pranga e sua liberdade.
Amava a liberdade encarando-a em si, no lar
de sua coosciencia, como o principio primario
do ser moral e fonle d'oode dimana com o soc-
corro do combale toda a torga o loda a vir-
tude.
Amava-a na historia, presidiado aos destinos
dos maiores povos, formando todos os horaens
que dcixaram de si ua memoria do mundo um
trago, que o Ilumina e o sustenta.
Amava-a no christianismo, s garras com a
omnipotencia de um imperio degenerado, inspi-
rando a alma dos martyres, e salvando por meio
delles, nao mais a verdade dos sabios, porm a
propria verdada divina, nao mais a digoidade do
genero humano, porm a digoidade de Christo,
Clho de Deus.
Amava-a as recordscoes da patria, nessas
longas geragoes, as quae's a liberdade Gzera a
que o cerca, familia, j Wics. O uome era novo, a situacao s
:ta, associagao para as letras Nenhum progresso livera lugar na'esphera geral
das iotelligencias, salvo um pequeo numero de
homens eminentes, aos quaes a grandeza do pe-
"go revelara a grandeza das faltas, e que uni-
ram-se para darem ao paiz a prlraeira liberdade
civil que at enlao gosou,a liberdade do ensi-
no. Foi um relmpago sublime em urna noite
tempestuosa.
Houve anda um outro.
O renovador da liber.til italiana.o principe que
desde que subir ao ihrono prometiera de bou
vontade seu povo instiluiges generosas, e roe-
recera da Europa inleira um applauso, que re-
soar at a ultima postendade,o papa Pi IX
tinha sido expedido da capital do chrislianis-
mo, depois de lervislp seu ministro motto sobre
os degrus da primeira assembla legislativa
que Roma teve depois do senado romano. Um
ingraliJo sacrilega recompensara os dons do
pae commum das almas, o qual, trahido e fugi-
tivo voltra para Deus esses olhares da desgra-
ga e do direilo, que nem sempre movem aos ho-
mens, mas que nunca deixam insensivel mais
de um momento quelle, que creando o mundo
promelleu-lhe urna primeira justiga no lempo e
urna segunda na eteroidade. Dessa vez, como
de rou'ta oulras, a juslica do tempo foi confiada
espada da Frangs, e os nossos balalhes fram
vistos levar Roma sobo estandarte da repblica
acerdote cordado outi'ora por Carlos Magno e con-
sagrado em seu throno pelo respeito dez vezes se-
cular das gerages. Era um sacerdote, verdade,
um velho fraco e desarmado ; mas sb seus ca-
bellos braocos, sb suas vestes desconhecidas
dos cnsules, cujo lugar oceupiva, elle trazia,
nao mais o orgulho de um povosenhor do mun-
do, mas a humildade suprema da cruz e com
ella a paz e a liberdade do universo.
Podia-se oppr sua cora razes e exercitos :
a Fianga oppoz s razes o insliuclo iofallivel de
seu genio poltico e chrislo, e aos exercitos de
urna democracia engaadora o dom de vencer
que lhe foi concedido ror Deus no mesmo da
em que Clovis seu primeiro re curvou a cabega
ante a verdade.
A liberdade de ensino e a reslauragao do sum-
roo pontfice em seu throno terrestre foram os
feitos heroicos da segunda repblica franeeza, e
tundo se estes dous decretos, poder-se-hia jul-
ga-la fundada.
destruido, e que era
eternas decepgdes.
E' vordade que a tribuna se havia erguido e ane
a iroprensa era livre; mas por detraz desse thea-
Iro bnlhante da vida nacional, o qne havia que
m.wtr," KflUA0cracia ab?olu'a da iministrago
publica, a obediencia passiva de um povo nteiro
O Clllrif in M*US>f kmul.. ..*-
DO
t}.\'"7 : luu03 a
ores clrcumstancias entregue ao dominio de al-
guns estadistas sob a peona ociosa e iudiflereule
de cem mil escribas ?
Ora, d!zia o autor, sabis quem invenloo esse
mecnamsmo, quem creou esse servilismo ? Nao
Tji a revolugo, foi o antigo rgimen, nao foi 1789
foram Luiz XIV e Luiz XV ; do foi lmente
presenta, foi lambem o passado. Apenas occul-
lesles a escravido civil, que a peior de lodas
com o vu engaador da liberdade poltica, dan-
do urna cabega d'ouro ps de barro, e fazendo
da sociedade franeeza urna outra estatu de Na-
buchodonosor, que urna pedra arrenressada por
mao desconhecida basta para despedacw e redu-
zir a po.
E o Sr. de Tocqueville desenvolva esa1 these
tao nova, bem que to raanifesta com calma e
erudigao depois de haver esmerilhado os archivos
administrativos dos dous ltimos seculos, tanto
mais eloqueotes quanto julga-vam guardar e seu
segredo para o estado e nao para o mundo.
Tal foi o testamento do Sr. de Tocqueville ; a
pala vra suprema de seu pensroeoto. Depois dis-
to elle nao fez-mais do que declinar. Operario
assaz trabalhadof para nao se consumir na luz-,
de que fra o orgo, elle avangou penco pouco,
mas sem pensar, nlsso para urna morte. quedevia
sera terceira recompensa de sua vida. Agloria fra
a Pr'me'ra encontrara a segunda era urna feli-
cidade domestica de vinte e cinco anuos-; seu fim
prematuro devia trazer-lhe a ultima e pdr o sello
a justiga de Deus- sobre elle. Sempre foi sin-
cero para com l>eu bem como pan com-os ho-
mens.
nS'iS!di?Wr" 6m Ze0OD P*6 deM" herfoa
ad, qne sobrevivo i todas as grandezas
Wisolou pelo espectculo de urna
/rcu 4e. alMSinveiKivel todos aquellas, que atn-
oa acreditavam em s quando ninguem cria mais
em cousa alguma,
' Se Horacio e Virgilio lhe tioham apresentado
tm versos admiraveis a imagero dolorosa de poe-
tas cortezaos, elle encontrara em tucano o traco
daeoragem, -
On oe put arracher on mot h ma caodaur
n mensnnge a. ma plume, no craiote i moa
(cceur.
Pemoro-ine fallar nos morios, senhores, por
que o tmulo soffre os louvores. niogoem t*m
ttwndo-lhe o lene -
JJMH;. MMM(|
! i51je-nma.aMemb,6a onde vejo oentarem-se
wri dr08 dlrect08 das primeiras glorias Hite-
o. deuses. nao menos dV I T-1' --'TS !. K. S?iSSS.'r
?.": S'Dc=nfl.cados Pr elle o. ncidos de fharsa- o indiciara ; poetas, que descobriram ni ha"
ettras antigs | ?.f^df\tf a* dds pensamentos novas vi-
SS?Ji cantaBpotwajof coa ma admi-
rago eomplatwaU ; quanto ma ettSauSSa-
.. T1}6 Ura*> assljnalar-lhes o (que Ihes Wta
fffooslouroreo.BlogtSBtem.-5iD?.,,r eompltivem seas grandes destinos:
lengol. erir o pudor da iramor- Vf f' *0480 iH-me o prazer, e, direi ao
usto-me eate sscrtOeio em pre- c d ctocolo, que academia este
FOLHETm
IM4F4LI4TRAGICA
O Sr. de Tocqueville tomou parle como minis-
tro neste duplo acto de sabedoria ede frga, sem
duvida hoje em seu tmulo nada ha quo faga sua
coosciencia vollar-se mais consolada para as sce-
nas e dores deste mundo.
Logo depois, 2 de dezembrode 1851, voltava
para sua aldeia terminando urna carreira poltica,
que durou doze annos. Elle levava um carcter
sem mancha, urna fama, que nao exceda a gloria
de nenhum dos seus contemporneos, porm so
mesmo tempo um corpo enfraquecido pela admi-
nistrago dos negocios e pelo trabalno intelec-
tual.
Encootrou ahi essas relembrancas de mocidade
tao charas ao homem, que declina, esses arvore-
ron
CHARLES HUGO.
com o
SEGUNDA PARTE.
O Pae.
A CARTA. '
( Coninuaco. )
Brin-de-Mousse eslava satisfeitissimo : ainda
que elle nada tivesse ouvido do que se dizia en-
tre o Sr. de Vissec e Alina, ainda mesmo que nao
rodase suspeitar que a carta encontrada na al-
gibeira de Pelro vinha muito a proposito para a
conversagao dos dous, todavia teve consciencia
de haver prestado condessa um servigo impor-
tante. E pois agtlava trlumphalmente do ar a
sua maozinha, altivo pela descoberta que acabara
de fazer.
A barca parou ; o Sr. de Vissec trocou
lacaio um rpido olhar.
Pedro, disse-lhe elle severamente, o que
esperaveis que nao entregastes Sra. condessa
esta carta do seu marido 1
Esperava quo a Sra. condessa se recolhesse
ao seu aposento, respondeu o lacaio gravemente,
para apresentar-lh'a com todo o respeito c for-
malidades convenientes. Esta carta cheou ao
caslello quando j a senhora havia descilo para o
parque, e nao era decente que eu...
Est, bom, basta, disse Alina, dae-m'a de-
pressa.
De um pulo Brin-de-Uousse achou-se junto
della com a caria na mi.
~ Desculpae esse pobre criado, replicn o Sr.
do Vissec pparentemenle tranquillo ao ouvido
de Alina : o seu erro foi derido a um excesso de
deferencia...
,.TI.^.qe noca me P6*1 tcoslumar,^ que dis-
pensara de multo boa vonlada. atalhou a moca
rasgando o sello da carta com preeipitario. Elle
() Vde iario n. 80.
Um senso juslo. urna razao amadurecida-pela
lectido, antes de^e-lo pela reflexao e experien-
cia, lhe tinham revelado sem difliculdade o Deus
activo, vivo, pessoal, que rege todas as cousas ;
e dessa altura to simples, ainda que tao sublime
elle descera fcilmente ao Deus que transudan
evaogelho, e cujo amor lornou-se o salvador 4o
mundo.
Mas talvez que sua t fosse mais racional co
que sentimental. Elle via a verdade do christia-
nismo, a servia sem pejo, ligara a sua efficacia
a salvagao mesmo temporal do homem : e
no entonto nao tinha attingido essa esphera onde
a religMH) nao nos deixa mais cousa alguma. que
nao lome sua forma e seu ardor, Foi a morte que
lhe fez o-dom do amor.
Elle recebeucomo um velho amigo o Deus, que
o visitava, e. tocado de sua presenga ponto de
debulhar-se em lagrimas, livre emfira do mundo,
esqueceu-se do que tinha sido, de seu nome.de
seus servigos, de seus pezares edesejos, e antes
que nos tivesse dito adeus nao resta va mais oessa
alma senao as virtudes, que em sua passagem pela
ierra adquenra. ror
Essas virtudes, senhores, ves pertcnciam. Or-
namento sagrado do taleoto-liMerario o mais alto
e o mais verdadeiro, vos gozaveis de sua allian-
Qa na pessoa do Sr. de Tocqueville, e elle mesmo
liuna em grande honra contar-se entre os mem-
nros de vossa illustre companhii, por tanto eris
a seus olheaos representantes das letras france-
zas, e elle via as lettras mais do que a expansSo
engonhosa das faculdades do espirito. Elle via
nellas o auxiliar poderoso da causa que dedicara
sua vida, o ticUi da verdade, a espada da justiga,
o escudo generoso onde se gravara os pensamen-
tos que nao morrena, porque servem todos o
lempos e todos os povos.
Suamocrdade se formara com essas grandes-
ligoes.
Propenso para a antiguidade como um Dlho
para sua me, elle ouvira De-moslhenes defender
a liberdade da Grecia, e Cicero orar contra os-
designios parricidas de Caliliua : ambos victimas
de sua eloqueucla e de seu patriotismo, o prin?ei-
ro, bebendo veneno para escapar vinganga de
um lente de Alexandre, o segundo, estendendo
a cabega aos sicarios de Autonio, essa cabega,
que o povo romano devia ver pregada sobre a
tribuna para ser urna imagem eterna do temor
que inspira aos lyrannosa palavra do homem nos
labios do orador.
Elle ouvira Plato dictar em sua Repblica-as
leis ideaes da sociedade, declarar que a justiga
o seu fundamento, que o poder instituido para
o bem e nao no nteresse dos que governam, que
elle pertence pela naturezs das cousas aos mais
esclarecidos e aos mais virtuosos, e que todos
que oexercem sao respoosaveis; que o cidadaos
sao irmos ; que elles devem ser educados pelos
mais sabios da repblica no respeito dia& leis, no
amor da virtude e no temor, dos dMises.; que a
paz entre as nsges o dever de lodas. e a honra
lia. Finalmente, no lermiuo das
e como sobre o umbral do seu ludiulo TacitoThe
linhi fallado essa linguagera vlngadr, que fez
do proprio crime um monumento virtude, e
da mais profunda servido um taminho liber-
dade.
Esse caminho, outros o abiiam tambem quando
Tcito com seu implacavel buril cavava-lhe o
spero e mmorlal reg. Por quanto, semelhan-
lo esses ventos regulares, que s deixam as oo-
daLd^ufD mar Para agitarem as de um outro,
a liberdade muda de lugar, de povo ede alma
mas nao morre nunca. Quando julgam-a exlinc'
la, ella nao toro feito mais do que subir ou descer
alguos grus do equador ; tem deixado um povo
envelhecido para preparar os destinos de um po-
vo nascente, e de repente surge no pincaro das
ouTdadaUa,aD"' quando Jul8ara"a P empre
.Havia, pois, no tempo de Tcito homens no-
Tos, que irabalhavam como elle, mas em urna
lingua desconhecida, para renovarem a digoida-
de humana, e que faziam pela liberdade de cons-
ciencia, principio de todas as outras, mais do
que uzeram os oradores, os philosophos, os poe-
tas e os historiadores da edade passsda. Elles
nao se chamavam mais Demoslbenes. nem Cice-
ro, nem Plato, nem Zenoii, e nao fallavam mais
um so povo do alto de urna tribuna illustre
porm isolada ; chamavan-se Justino o Martyr
Tertuliano o Africano, Athanasio o Brspo ; e quer
sua palavra, quer seus escriplos, dirigiam-se
todas as partes do mundo cotrhecido,liiteratura
universal, qjie presidia TundagSo de ma so-
ciedade mais vasta que o mperro romano >- lit-
leratura viva anda depois de desenove seculos
e da qoal vos sois hoje, senhores-, u eu saudo, urna gloria, que eu nao mereca ver de
tao perto-.
As lettras franeeza tem tido ha tres seculos
urna parre para sempre memoravel aos destino
do mundo.
Christaos no tempo de Luiz XIV, com a mesma
eioquencia, porm com' mn gosto maio- puro do
que nos padres-da egreja. ellas oppozeram Pascal
a lerluliauo, Bossuet Santo Agostinho^Massil-
on e Bourdaloue S. Joo Chysostomo,- Fene-
lon S. Gregorio de Nazaozeno, ao mesmelem-
po que oppunham Cornelio ir-Eurpides e-Mo-
pbocles. Racine Virgilio, Ea Bruyre ?heo-
phraslo, Moliere t Plauo e Terencio : Seculo
raro que fez de Luiz XIV osuccessor immediatol
de Augusto ede Theodosio, e de nossa liegua
* da Grecra? e a dominadora dos espi-
_- poder a consciencia de terem
sido dignos dalle ; philosophos,
enire nos a escola de Plato
nho, de Descartes
a herdeira
ritos.
O seculo seguinte dwgenerou do christianismo-.
mas nao do genio. Pae de dous homens inleira-
mente novos na historia das lettras, teve uelles-
seos astros primeiro,. um que se-pareca com
Luciano na irona, outro que nao se aesemelhava
a pessoa alguma ; ambe poderosos para destruir
e paraeocantar, atacando urna sociedade cor-
rompida com armas, que per si mesma nao eram
pura e preparando-nos essas ruinas formidaveis
onde fea sessenta annos- tentamos celioear de
novo o eo abalado das ereogas religiosa e das
virtudes cvicas
Entretanto esses dous homens nao fram no
seculo XVIII os nicos representantes da gloria
e da efficacia Iliterarias. Buffon escrevi tambem
sonre a natnreza com mageatade, o Mooiequ.ieu
elevado por trila annos de meditages- cima
dos erras do sua mocidade, tomava lugar em seu
btpirilo dat leis ao lado de Aristteles o de Pla-
jeo seus predecessores, e os-unicos na soieeia
do direito puMico. Elle leve-a honra dedesem-
baracar da rrrelrgiao vulgar espriocipios de mi
saa imerdade, e ninguem o pode 1er sem encon-
trar em cada pagina tragos quo fulminara o des-
potismo, mas sem propenso alguma para des-
ordena, e sem alguma sblidasiedade com a des-
seria capaz de consentir que lhe corlassem antes
a mao do que deixar de enlregar-me as cartas de
Cbristiano com tantas formalidades, como se se
tratasse de urna mensagem de estado, ou da cre-
dencial de um ombaixador I
Que queris, senhora 1 relorquiu o Sr. de
Vissec : pois se estamos no seculo das etiquetas I
O ultimo rei da Hespaona Felippe IV morreu de
um ataque apopltico s porque nao era da com-
petencia do lldalgo, que eslava de servigo junto
sua pessoa, arredar o braseiro, que o sudo-
cava I
Fallando assim o Sr. de Vissec segua com o
olhar visivelmente alterado todos os movimentos |
da condessa, que, depois de haver aberlo a caria,
a lia com avidez.
De repente interrompeu-se no meio da leitura
deixando escapar um grito de sorpreza.
Que quer isto dizer 1 exclamou olla. Es-
cutao, Sr. de Vissec, o que me escrove meu ma-
rido.
O semblante do velho lldalgo eslava branco
como os seus cabellos.
Querida Alina, proseguiu a condessa lendo
com a vozcommovida, nada posso comprehender
do vosso silencio. Porque nao me escreveis mais ?
Ha quinze dias que vos dirijo carta sobre carta, e
todas ellas mais urgentes urnas que outras. Es-
taris acaso doente?... Acho-me mortalmente
afflicto, sobretudo agora que o servigo do rei exi-
ge por mais algum tempo ainda a minha presen-
ga oestes lugares. Nao sei o que deva pensar de
semelhante falta de noticias vossas, quando de
ordinario sois lio exacta em m'as dar I Apressae-
vos a tirar-me desla incerteza : dizei-me que es-
taes de perfeita sade, que continuaes a amar
aquelle que vos hade ser sempre affeigoado por
toda a vida.
Em quanto a conoessa lia, o velho deixou pen-
der a cabega obre o peito com profundo desani-
mo. Podia-se notar nesse momento sobre suas
feigoes decompostas o momo reflexo de um ar-
rependimentc tardo e doloroso como o de urna
vontide condemnada a nao sei que trama lerrivel
e fatal. Adevnhiva-se no abalimento dessa ca-
bega branca o peso de ama longa vida do dr vo-
tada pelo destino a um ultimo crime, a um der-
radeiro remorso.
O que que se agitara nos mil escondrijos do
pensamento abysmado desse velho? Porque res-
pirara a custo ? porque saa mo trema mais
convulsiva que nanea? e porque o seu olhar po-
deroso, vencido por urna lagrima furtivamente
devorada, se fixava com penosa iaimobilidade
sobre a superficie do lago silencioso, como se
julgasse o tmulo ainda mu distante de si, como
se pedisse o fim dos seus males a essa pillida
Naiade das.proundas aguas, que raoslra s almas
desesperadas o repouso no suici lio, e o reflexo
do cu as dobras da mortalha?
v
A BOA R0T1CIA.
Tiradas as informages, o mysterio das cartas
interceptadas ou desapparecidas foi mu natural-
mente explicado. Pedro encarregado pelo Sr. de
Vissec na presenga de Alina de ir queixar-so
reparligio do correio de Montpellier, voltou com
os seguintes esclarecimentos : exista de ha muito
urna questo entre o estado e a universidade de
Montpellier sobre o transporte das cartas ; a uni-
versidade, oppondo-se s preleoges do director
geral dos correios, e ciosa dos seus antigos pre-
vilegios, nao quera ceder ao estado o monopolio
lucrativo do servico postal que ella possuia havia
cem annos; de tudo isto resullou nm grande
processo, que acabara de ser decidido contra a
universidade, cuja perda occasionra algum des-
arranjo na deslribuicao das correspondencias par-
ticulares e dos papis officiaes, com grande cla-
mor de toda a provincia, e muito especialmente
da velha Brgida que, na sua qualidade de criada
econmica, assigora a Gazela de Frant-a para
saber o prego dos alimentos.
Assim, pois, se a Sra. condessa se vira privada
de receber no espago do quinze dias cartas'do
Sr. conde, nao se devia culpar o amor deste, mas
sim o processo da universidade de Montpellier.
Achaes que muito honesto tudo isto que
fazemos ? perguntava Brigids a Pedro quando
este voltou de dar o seu recado. Nos j estamos
muito velhos, Pedro, e vae-se aproximando a hora
de dar contas ao Todo-Poderoso : nao devemos
pois...
Obedeeer ao nosso amo ? alalhou o velho
criado.
Brgida levantou os hombros.
Mas que rezo poder ter 6 senhor para sub-
trahlr as cartas da Sra. condessa a seu marido?
Nao sei ; mas antes de acensar meu amo e
bemfeitor de ama aeco reprovada, costumo pri-
meiro examinar as cousas profundamente.
E qual o resultado do vosso exime no caso
presente ? .
Noca*80 presente quem sabe se. o snior
nao obra consultando o proprio inletesse do cp>
pito ?
Seu interesse ?
tambem a sua honra I
truico.
E' juslo dizer qne, se Joa Jaeques Rousseau
loi em seu Contrato social o pae da demagogia
moderna, MoBtesquicu foi em seu Espirito das
lexs o pae do liberalismo conservador, no qual es-
peramos um dia fundar a honra eo repouse do
mundo.
Tenho pressa, senhores. de ehegar este se-
cuto, que e vosso, e onde vou encontrar b- vos-
so lado o senhor de Tocqueville. To chrislo
era seus graaes representantes como o secuto
de Luiz XIV, porm mais generoso, mais amigo
das liberdades .publicas, meos offuscado- pelo
poder e pelo brilho de um soy nosso seculo co-
roegou por um escrlplor, de quem parece que a
Providencia quera fazer o-Joo Jacques-Rous-
seau do christianismo. Poeta melanclico em
urna prosa, cujo segredo ella primeiro conbeceu,
o senhor de Chateaubriand- tocou no corarlo de
sua gerago como um peregrino, que voitau dos
lempos homricos e das florestas inexploradas do
Novo-Mundo.
Mas ao mesmo lempo que elleinaugurava esse
eslylo, no qual ninguem o preceder, e ninguem
depois_ o egualou, dava-nos tambem o exemplo
da virilidade e poltica do carcter ; e as pare-
des deste palacio nao esquecero jamis que elle
aqu entrou sem poder pronunciar o discurso que
lhe impuoham vossos suffragios e que seu reco-
nheciuiento pora comvosco lhe ordenava. Ou-
tras como elle paga.vam sua f religiosa ou
sua independencia pessoal essa divida da cora-
gera ante a Omnipotencia. O senhor de Bonald
mereca que sua lagislaco primitiva soffresse a
ihesoura da censura. O velho Dueis, insensivel
a-victoria, conser.vava intacta sob seus raioa a
cora do seus. cabellos braocos. Madama de
Slael expiava por dez anuos de exilio ura si-
lencio que sao tinha seduzido cousa alguma.
Delille cantava os reinos da nalureza, e poda di-
zer em um movimento de legitimo orgulho.:
S5,dSJ nlS!rad0re8 qUe CaVarani "O"" a"'-
guidudes nacionaes, ou que narrarara geraco
presente a coragem de seus paes n" vTda Civ"
na v.da dos campos ; publicistas, que escreveam
nhnd.08 T2"" 1 desPlia' e contra s so
anos da utopia ; homens de eslado, que gover-
naram pela palavra -assembla. tumultuosas, e
slronxeram do poder i convenca de terem
que revelarim
e de Santo Agosti-
e de Bossuet, e escreveram
seus noraes em seguida daquelles no grande exer-
cito da sabedoria eloquente ; escriptores, que
liveram a idolatra da perfeico do estylo, e
quem urna velhice privilegiada nao p le desar-
mar a arte : todos confundidos com honra as
utas de seu tempo, cobertos de suas cicatrzes,
e, sem terem podido *alva-lo, certos de con-
arem-se um dia entre os que nao l-lo-ho nem
lisongeado nem trahido.
E vos tambem. Tocqueville, vos iris entre el-
fos; este lugar d'onde fallo era o vosso. Mais
ivre comvosco do que com os vivos, eu pude
ouvar-vos; pude, desenhandevossos penssmen-
los, Ingando vossos aclos e vosso carcter, lou-
var comvosco lodos aquelles, que como v pto-
curavam esclarecer seu seculo sem odia-lo e
langar nossas gerages duridosas no caminho
onde Deus, a alma, o evaogelho, r ordem a r-
gac- tormam juntos o cidadao, e susteem a socie-
dade entre os dous perigos, nos quaes ella nun-
ca cessar de oscilar, o perigo de dar-se um se-
nhor e a de- governar-se sem o poder. Ninguem
methor q.ue vos conheceu nossas fraquezas e
mostrou nossos erras, ninguem penetran raeihor
suas cousas e melhor iodicou remedio?. O'se-
nhor do Chate-iubriafld dizia em urna occasiao
memoravel-: Nao, nao acredilarei quo estrevo
sobre as ruinas di monarchia >. Vos terieis po-
dido dizer r Nao, nao-acredilarei que escrovo
sobre as ruinas da liberdade.
E' esta tamtem, senhores, a vossa f, a fe das
tellras francezas, e ser sna obra em grande par-
te. Quem v a squito de nossos tres secwlos
luteranos e esta successo continua de bo-
nrens eminentes em todos as ordens do espirito
nao pode descoohecer que urna predestinago d
providencia vella sobre nosss- lilteratura em
vislade urna missoo que ella devedesempenhar
he anda menos duvilar poderia que essa mis-
sao seja satular que ella se ligue aos planos de
um fuuro ordenado e pacifico, onde em condi-
goes novas sero satisteitas as verdodeirasneces-
sidades da humanidade aperfeigoada-,
Paara que qualquer se convenga-disto, basta
notar que, salvo raras-excepges, o genio em
I-ranga condaz verdade, c a serve. Tudo que
se cria na regies da inteUigencia, ludo que se
torna visWel admirago, de Pascal,ao conde de
de Maistre, de Montesqwieu ao senhor de Toc-
queville, toma o carcter da ordenv-osse que
oe grave e de santo, que esclarece sem consu'm-
rar, que commove sem- destruir, e qwe ao
mesmo tempo o signal o o poder mesmo do
bem.
Taessao, ninguem pode nega-lo, as grandes
nas da litleratura franeeza, e esses cumes-bri-
Ihntes onde a posteridado vem seu pezar bus-
caro beneficio-da luz no esplendor de um Ros-
to trreprehensivel.
V6s continuaos, senhores^ essa dupla tradi-
do bello e do verdadeiro, independencia e- da
humanidade qe sao o oud>. secular de genio
francez. Poderia eu tambem nao confeasa-lo ?
guaado vossos suffragios chamaram-me de im-
provisa para junto do vos, nao pense ouvir a
simples voz de um corpo Iliterario, mas sim a
propria voz de meu paiz chmando-me a temar
lugar entre aquelles, que sao como o senado do
seu pensamento o a representagao prophetica de
seu futuro. Vi os-prejuizos quo me leriam se-
parado de vos ha vinle annos, esses prejwze*
vencides por vossa escolha, Bzeram-me compre-
hender os progresos havidos em sessenta annos
de urna experiencia cheiade perigos, e desordena
na fortuna, de sabedoria Iludida, de coragens
impotentes, mas gioriosss. Oseobor |de Tocque-
ville eraontre ve-c-symbolo da liberdade maa-
niicmenleconpiiehendida por um grande espi-
nlo ; eu serei, se me permiltis dize-lo, o sym-
bolo d liberdade accoita e toitificada pela reli-
giao. Eu bao poda receber na trra urna reoom-
pensa mais elevada do que succeder ira tal
hornera-na prosesugo de semelhante cansa.
momento ofTerece a todos o olhos. ds aof
somos senhor vos e eu. os vivos teslemunlo,'
e as fel.zes testemanhas do sublime progresso
TJ,^m h". d e.Dtre n6 na ir>leHigoocia8e res.'
pello da justiga, da unsciencla, do direito, das
\?ZJ '"" muUo, ,emP menooprezadas/ qSe
Si. dpV? Uh d8;ere d09 honiens izando se
trata de Deus e da f em Deus. Ninguem hoje
espanca. nem espancado em nome de Deii
ninguem pretende mais usurpar os direites nem
ultrapassar os arestos do soberano ju" aoS
s a academia que deve reconhecr or$en.
Ella sabe reconhece-los em quslquer classB e
sob qualquer vestido que os encontr. Ella vn
reconheceu, seobor, por litlos brilhantes oue o
sentimento publico lhe mostrara e que cabaes
de confirmar. Ella deu seus sufragios ao preg!
dor eloquente, ao eseriptor brilhante, ao mora-
usa ura tempo severo e terno, sympathico e
puro. Ella so felicita de encontrar reunidos em
vos t.olos mritos diverswe raros, e de chma-
los comvosco ao seu seio.
ima.'IV Seis aonos'seohor. eris um dos
oreos lotadores o ama das esperanga dos tri-
^,"8- dtPa,rS' LeraTeis D"sa ro carra a
gosto. instincto, arroubos de imaginago e d'al-
ma, que ella nao satisfazla : rablbo, escre-
veis vos um de vossos amigos, tenho pacien-
cia, vejo um futuro diante de mas : to predizem aro futuro brilhante ; e no entretanto
acno-me as vezes cangado da vida ; a" sbciedade
lem para mim poucos encantos; os especlacnlos
entadam-roev Tenho apenas gozos de afflorpro-
gotar-m ? e *ilMla "sim come50 d-
Um homem eminente, vosso guia enlo- hoie
vosso co-irmo e meu, > j a ha trata t
um
Como assim ?
E Brgida firmn bem osoculos no nariz olhan-
do admirada para Pedro.
Ora, como deveis Urja notado & condessa
est impaciente pela votta do seu nwrido : pode-
r muito bem esquecer que o Sr. conde se ach
em servigo do rei, e no preenchimento de devo-
res rigorosos qoe esto cima do outras de qual-
quer nalureza. Quem nos diz que as suas car-
tas nao tem ella manifestado san ti renlos taes, e
lal desejo de ve* lo, capares de fazer com que elle
esquega tudo, e realise n'uma bella noute alguma
escpula propria de um oven namorad, que o
levar direilinho a um conseiho de guerra? O
marechal de Humieres nao brinca com a disci-
plina, e urna mulher que ama pessima conse-
Iheira para um soldado.
Nunca Pedro tinha fallado tsnto. Brgida vol-
tou ao seu servigo, dizendo entre dentes :
Pode ser I
E Dcae sabendo que de hoje em diaote an-
tes de aecusir o senhor deveis primeiro pesar
vossas palavras e voseas suspeitas.
A explicago dada condessa pelo velho cria-
do, cuja boa f nada bavia que fizessn suspeitar,
pareceu bem depressa confirmada pelo acaso.
Poucos dias depois Alina leve a satisfago de re-
ceber do capito urna resposta ultima carta que
lhe havia dirigido. A correspondencia do joven
par se renovou sem interrupgo ; e nada mais
veio perturbar o repouso da castellaa, que, ex-
cepgo do silencio momentneo de Christiano,
era forgada confessar nao ter tido urna s cau-
sa de desgosto depois da partida delle.
Era este para o Sr. de Vissec um verdadeiro
triumpho ; porquanto procurara elle crear paria
condossa urna existencia quasl mundana no cas-
tollo arruinado, cujo lerrivel passado pareca ter
d'ali banido para sempre toda a sorte de praze-
res. Grasas ao velho fidalgo as horas continua-
varo succeder-se pira Alina com a doce rapi-
dez de alegres passatempos, que variavam todos
os dias. Folgagas e testas, passeios engenhosa-
mente inventados no meio de agradaveis sorpre-
zas, tudo imaginara o Sr. de Vissec para divertir
a castellaa, nao fallando di immensa variada je
de ideas, historietas e anedoctas, com que elle
procurara animar a solideo da velha residencia.
Sua conversagao cada vez mais viva e folgaza,
ahogara lmar tal formas, e variara com tanta
arte, que Alina julgava oslar n'um circulo de pes-
soas espirituosas: nao parocia urna s pessoa
conversando, pitecia um sal&o animado.
A" todas essa? grabas e prazeres a coadess.
RESOSTA DO SR. OUJZOI.
Que teria succedido. senhor, se nos hoavosse-
mos encontrado, vos e eu, ha seiscentos annos.
e se ambos nos bouvessemos sido destinados- a
infliur sobre os nossos mutuos destino*" Nao
pretendo dispertar lembrangas de discordia, e de
violencia ; mas ea nao correspondera ao- sooti-
raento do generoso publico que nos escuta- e do
grande publico exterior, qu vivamente prooecu-
pou-se com a nossa eloico, se nao me achisse
como elle, commovido e aRivo do lindo contraste
entre o que hoje e passa oeste recinto a o que
oulr'ora teve lugar em semelhaotes eircums-
tancias.
Ha seiscentos-annos, senhor, se meus iguaes
oeste tempo vos houvessem encontrado, ter-vos-
hiam assaltado com colera como um odioso perse-
guidor : e os vossos,ardentesem insuflaren) os ven-
cedoras conlra os hertico, teriam exclamado :
Espaucai.espancai sempre ; Deus saber reconhe-
cr os seus. d Vos, senhor, tendes. tomado
peito,e eu nao me escuso de compran-lo
vos tendes tomado, peito lavar de taes barbarias
a memoria do illustre fundador da ordem reli-
giosa, que perlenceis; no elle com effeito,
seu seculo, e todos os partidos durante muilos
seculos que merecem nossas censuras.
Nao costumo, ouso dize-lo fallar de meu
segundo o sen malicioso pregramma adoptado
respeito do velho, responda com engenhosas
provocacoes. Deixava muilas vezes cahir de pro-
posito o seu lengo, ou o seu leque, rindo-se do
esforco quo taris o pobre velho para apanha-los.
e rosltuir-lh'os: pedia-lhe o braga 1 toda o ins-
tante, mettendo-o bulha quando elle se demo-
rara em levantar-se de sua cadeira : fingia-se
amuada por qualquer cousa ; consultava-o sobre
o gosto dos seus vestidos, perguntava-lhe como
a desejava ver, se eslava preparada seu gos-
to, etc. ele: usava para com elle de certos olha-
res e expresses, que teriam passado por mui
graves, se a sua intengo nao fosse tao innocen-
te, e se ella nao fosse todas as vistas incapaz
de animar em si pensamentos malintencionados,
especialmente para com esse velho j meio se-
pultado Todavia proclamara-o sen chichisbu.
permittia-lhe todos os dias novas liconcas, e
achara o maior prazsr possivel em dirigir-lhe
um meigo sorrizo chamando-o cada passo em
voz alta : meu cavalleiro 1ao mesmo tempo quo
diria comsigo mesma como Brio-de-Mousso
Pedro : Meu vov 1
E por tal forma se achara a condessa eulevada
nesse seu capricho, qoo quli (mbem com elle
divertir seu marido : e eis-aqui o que lhe es-
creveu um dia, nao sem ter interrumpido a carta
por muitis vezes para dar expansao sua hilari-
dade:
Previno-vos, senhor mea marido, que estou
decididamente em amoroso galanteia com urna
pessoa ; e a minha coosciencia se acha perturba-
da ponto de decidir-me & confessar-vns tudo,
embora nao cont com a vossa absolv gao. Pa-
rece-me que j vos estou ouvindo pergeniar
quem essa pessoa ? Ora, vQJe se podis adevi-
nhar: dae volta ao pensamento. Naturalmente
essa pessoa digna de me agradar, e capaz de
fazer-vos andar a cabega rodo. E' moco ? me
perguntareisCortamente. Elegante ?Como um
petimetre. Sua appirencia ? Admiravel. Seus
olhos?Divinos. O sen porte?O mais elegante
possivel. O seu bigode?Fino. A sua cabollei-
ra?Lisa e perfumada, O sea nome ? Aqu
que ides tremer. O seu uome? Treatei, j ros
*'..V. o Sr. de Vissec l
Temo vossa imaginago rica e- ragabtnda a
rdeme temerhlad* de vossos pensamentos
exhuberancia de vessa linguagem ^
ITT nMndependenci^ ^"' tS:
nadas-dos tnbunaes as-vossas grande vanUwn.
natur.es. precisaos seffrer m jugo? I"mfuer
vosso espirito e vosso tlenlo i umYfOTle e se-
vera autondade. Fai-vos sacerdote7 voS tor-
nareis uro ennnenle orador da cadoirasobada
Alguns annos depois-o Sr. Berryer ou-ri dizer
cTechlPf.Lud,0CfDlle80 slanis'0 orea
vl-to Rrifi'aAConfeILeacias notave9;elle ia ou-
vi-Io. Ere vos, senhor; a f Unha^se Main.
2on2ee.hn3da/lma lDheiaa^ido n wXS
vL irSi 830 resPe'fo'aeus presontmentos.
vs excedestes porcerto as suas expectativa.
Ainda algonajannos, e o Sr. Berryer oovameiKe
la-euvir-vos, ao mais na modesta cteella
coHegio Estanisio e sentado ao lado *?*joveS
h'lda,nte9 mas" na cathedral de Pars sob> 11
frantnd8nS d,f Nolf-Dame- "o meio Je"m Jblic"
aed^L; ie.1"!*muhidao "eolhda. *r X
Ces d'iktodo ?*. e todas'as condi:
nuvir vJ as'lMnoes, todo aurahidos- para
Deus n^n e9eu,ar-'os. Pa'a elevarem.se a\
encanto de urna voz muito humana.
rie?88lrr,r,fr V* P^^etter, senhor, qne-vi-
Brada*B.mJa,HM>ol-e oradof da cadeira-sa-
Sf L- ,sso mais aQd; eres um mwsio-
nano novissimo da e da earaa christf a
frreaDuePrlnheSVikl0 ,one de'*" >5* en-
proprio eovagao. Fareis levado- sua loi
bemaL'^ttaS"0brlS-prO,eD85es- Tentaveis tam-
oMKS??u,ar ahl \oasos convemooraneoe- ex-
pergindnhvremente diaate delle lodas a ideas
todas aseaogoes. todos as riaunnss de vosea 1
S2 varu^0 l0d8S ''? cordaa Ml*> -Sregader
bUcc ^ qU3Hl la agUad9 cotD0 so pu-
mico orador anda resentido da sociedad L
que acabareis de sabir-para voodirig?rde3 D9us
'ada/0D,rTd0 de88"ludio de ropS;
SZSiET^ &9 ** loriis a'rrantlr
renta Tf^JE****** a regin se-
pro-
pelas
ranas de urna f firme
missao.
e de urna pledos sub-
raiS^8,^"'1' ^B1" Tesd-
rnn/a;^'-,aIve5 al*q SSihRKS de T03M alma i com ? com-
*.n.C SMI8ulare*- contrastes-, em qu vosso
le?TBK 'daS e vosse.DguA-
aue iinhifm ?.MmM- a encatadnl 'S, *"? 0
eLavado^i.6 0S' e,*uncia. habidos,
Vi J, a s a,raTez dessas iiuvens e dessas tem-
m ^ J.uz dl'M *eoP!iro. DemaTs
em tnd carreras, o coodigo des. homens
Nao vos demorastes em provar oue nano u
lento era to flexivel como rico: ellrastelco
os-vivos.em intiroa conversagao sobre Sn
pnos. fostes. convidado fallar-Ihes de Sirte* "
nrdrer'eC'le8,"?liC08' ,e08' sofoado" PolSi"
senhor e de que perturbago nao devia, m
end^r01 N-UnCa S -nde. doto MT
fZSLI+J'** ou P*la nalureza, acharam
urna voz egual de Bossuet
me enchac-vos
grandes pela p...
descendo ao tumufo
EXSgeSiB*os haeoa ^^*:
(Coniauar-se -Aag
disse
c Ides gritar e clamsr que as mulheres sio to-
* aDominaTis, e ea mais abominavel que todas
ellas. Griteo, clamae vosao gosto I Mas nem
por sso deixo de diiervos mui simplesmente que
o Sr. fle Viss>-tf todo corvado, como cachetico,
"WPW'u, j meio morto, agtada-me s mil
W* vilhas. Imeginae qoe me veio I phsnUsia
Uaaer o vosso huguenote preso ao meu carro e
parque nao o havia de conseguir ?P0raue
rfBora%N,'a, 8em -Cessar *Pfo' euen.
"S N 8l consiste a mioha vaidade. E' ua
velho ? tanto melhor : quero que se cont aos
rmUVl1nd,0KUr?1Ue "neaaa Alina de Caziliac
znm..mbr'K0d0iSus olhare8 iesistiveis $-
SSen1" CeDteD"W' CU"ad0 ae -Se
Talve seja urna falta de modestia d*.iaiuria
parte: oca que nao tenho perdido, o
S,- \"OSS0. hu8anote cada ver S a,i
nao tcazer mais a sua caixa de rap, qi e nao
hav. conveniente urna peraonag como el-
le. Envolvo^o coniinuamente em mil anecies de
galanteos agrados, que elle responde^ ou-
tras tantas, amabilidades: um tnorcor de riso !
Ob se o. Sr. de Vissec em vM do seus oi entl
annos Uvesse s melado dessa Xde jurlos
por minha f.meu querido esposo, que nao res-
pondera por nada. H es
P. S. Cada vez me cepnci'.o mais que os meua
encantos rao iranstoroando a cabega do pobre
elbo, ponto do ae-lu 14 ClVanar Hn^P
lava eu vest.da ce* m> bZTwffZlll
grandes pregase bordado prala. "oTo" aje
agradara parlicuiarmenle ao Sr. Sec
que tinha sida um presente da sua generosidade
quando lhe appareci considerau.-me por aSus
momentos em silencio. DepoU suspiro, e Se-
me em roa baixa : mo
Queris fazer-me um favor?
e porque nao ? Qual t
Elle hesitou ; mas tendo eu icslado. assim se
declaran : **"" ae
Dian7 P0'8 baiU : *5BUi"in 1"* chame
Ecomoeu fiquet admirada, sem entender o
que elle dina, affastou-se pensativo, e sem nada
mais expttcar-me. O que pensis de tudo isto ?
Quanto 4 mim, confessq-T05 que o nao compre-
hendo. r
[Continuar-tt-ha.]
riiib-.TYp.di h. f. di pw4 9\m.


Full Text
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