Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09254


This item is only available as the following downloads:


Full Text
"
^mm
wp^
-- '-__________________
Ul IXXTII IDIEBO 76
Per tres mezes adiantados o$000
Por tres mezes vencidos 6$0
OARTA mtl 3 M ABRIL DI IStl
Por anno adan tarjo- t9$000
Porte frasco para e-sonscriptor.
RNAM
BNCARRBGADOS da subscripcao do norte
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Draga; Gear o Sr. J. Jos
de Oliveira; Uaraohlo, o Sr. Hanoel Jos llar-
tos Ribeiro Guimaraes ; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
FAMILIAS DOS UUHllhlUS.
Ofnda todos os das as 9 1/i horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anio, Bezerros, Bonito, Ciruar, Altinho e
Garanhuns as tercas-feiras.
Pao d'Aiho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, Serlnhem, Rio Formoso, Una,Barreiros,
Agua Preta, Pimenjeiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiospartem as 10 horas da manha)
da
EPHEMERIDES DO HEZ DE ABRIL.
2 Ouarto minguante as 4 horas e 4 minutos
rnaoha.
10 Loa nova as 4 horas e 39 minutos da man.
18 Quarto crescente as 4 horas e 26 horas da
manha.
24 La cheia as 8 horas e 4 minutos da tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas e 54 minutos da manha.
Segundo as 11 horas e 18 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. S. Macario ; S. Valerico ab.
2 Tersa. S. Francisco de Paula fundador.
3 Quarta. S. Ricardo rei; S. Benedicto f.
4 Quinta. 8. Izidoro are; S. Zozimo c.
5 Sexta. 8. Vicente Ferrer ; S. Ira v. m.
6 Sabbado. S. Marcolino m. ; S. Diogenes m.
7 Domingo da Paschella. S. Epiphanio b. m.
jAUUlJSNCiA DOS lKlbUNAha UA CAPIIAL.
ITribunal do commercio: segundase quintas.
| Re ac o: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
IFazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
IJuizo do commercio : quartas ao mel dia:
jDito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira varado civel: terca -t sextas ao meio
da.
[Segunda rara do civel: quartas e sabbados a 1
hora da tarde;
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO Sljli
Alagoas, o Sr. Claudino Falcio Das ; Bahii
Sr. Jos Martin. Aires; R0 de Janeiro, o,
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Figneiroa a
Faria,na sua linaria prega da Independencia ni
6 e 8.
PARTE OFFiClaL
Ministerio da agricultura, commer-
cio e obras publicas.
2* directora.i* seclo.Rio de Janeiro.
Ministerio dos negocios da agricultura, commer-
cio e obras publicas, cm 20 de margo de 1861.
S. H. o Imperador ha por bem determinar que
Illma. cmara municipal da corte se transmita
por copia o incluso aviso do ministerio dos nego-
cios da agricultura, commercio e obras publicas,
expedido ao inspector g-ral das obras publicas,
em solucao representago da mesma cmara,
cerca da prohibicao pelo referido inspector pos-
ta ao transito de materiaes nos caminhos que bor-
dara o aqueducto da Carioca ; e outrosim que a.
Illma. cmara d as providencias necessarias para
que os seus empregados nao somente coadjuvem
os da inspeceo das obras publicas no cumpri-
mento dos seus deveres, como tambem velem na
conservadlo dos referidos caminhos, visto que
tanto custam elles aquella reparticao.
2* directora.Ia seceo. Rio de Janeiro.
Ministerio dos negocios da agricultura, commer-
. ci e obras publicas, em 19 de margo de 1861.
Attendendo ao que represeotaram diversos mora-
dores e proprietarios do morro de Santa Thereza,
e informaco por Vmc. prestada em olicio de l
do correte, determino a Vmc. que mande fran-
quear ao uso do publico, assim para os vehculos
de conduco, como para os individuos que tran-
sitaren: a p, a estrada ou ra inferior do aque-
ducto, devendo o caminbo superior ser frequen-
tado por carros, somente nos lugares que tiverem
30 ou mais palmos de largura.
Outrosim mandar Vmc. prohibir inteiramente
rolar pedras ou quaesquer outros objectos pesa-
dos por cima do encanamento, salvo se os pro-
prietarios, com liceoca previa de Vmc, coostrui-
rem rampas, que, sem obstruir o camioho nem
prejudicar o encanamento, deem livre descida a
taes pedras e objectos.
Na conservadlo do encanamento deverao os
respecliros guardas exercer a maior vigilancia, e
quelles que o damnificaren! intimaro para in-
mediatamente fazerem os concertos necessarios,
dando logo parte de tudo ao engenheiro do dis-
tricto, ou, na falta deste, a Vmc, afim de serem
os refractarios compellidos pelos termos legaes,
sendo que isso se torne necessario.
E porque, na continuado das obras que ao
presente se esto fazeodo naquclle encanamento
por conta dessa repartigo de obras publicas, con-
vm facilitar a passagem ao publico para as ha-
bitagoes que flcam cima dasduis ras, superior
e inferior, mandar Vmc. construir nos rugares
mais apropriados rampas iguaes is que se acham
j construidas, tendo-se muilo em attenc&o a
commodidade publica e a economa dos dnheiros
da reparticao.
Louvo o'zolo com que se houve Vmc.quando,
a bem do abastecimenlo de agua, e no interesse
publico, delermioou que por parte das pessoas
que damoincaram o aqueducto fossem feilos os
reparos necessarios, bem como approvo a medida
por Vmc. lembrada para estabelecerem-se rampas
a custa dos interessados para passagem das pe-
dras do camioho superior para o inferior, e deste
para aquelle.
Deus guarde a VmcJoaquimJos Ignacio
sr. inspector geral das obras publicas.
Ministerio da guerra.
Senhor.Sendo recoohecidamente insufficiente
o crdito de 11,755:9418795 concedido pelo corpo
legislativo ao ministerio da guerra para o exerci-
o corrente de 1860 a 1861, indispensavel de-
retar-se nm crdito supplementar de...........
1,140:0008000 distribuidos por diversas verbas do
o remenlo.
O crdito para o erercicio corrente o mesmo
I"9'1"1* 8id<> decretado para o anterior de 1859
a 1860, e, tendo-se demonstrado sua insuficien-
cia decretaram-se crditos supplementaros em
y de fevereiro e 26 de dezembro do anno prxi-
mo passado, na importancia do 2,541:2678087
incluindo 1,400:000$ postos disposigo da lega-
gao de Londres para compra de fardamento. ar-
mamento, etc.
A despeza em geral tem diminuido, como se
pode ver do crdito agora pedido, comparado com
os do exercicio anterior, que, sendo igual em al-
garismo, realmeute menor considerando-se que
em algumas verbas ha sobras em consequencia das
reformas da secretaria de estado, da reparticao do
ajudante genrale da contadoria geral da guerra
e da converso das companhias de pedestres em
corpos de guaroigo, d'onde resullou flear sem
applicacao parte dos crditos concedidos para os
paragraphos por onde corriam essas despezas; e
menor sena anda o dficit se fosse licito pastar
os saldos de urnas" para outra verbas.
As allerages porque tem passado o corpo de
saude, devidas s cresceotes necessidades deste
ramo de servigo, e creagao de hospitaes as
provincias da Baha, Pernambuco e Matto-llros-
o, cujas despezas nao eram conhecidas quando
se confeccionou o orcamento actualmente em vi-
gor, justificam suficientemente o augmento de
crdito para esta verba.
Posto isto, imperial senhor, tenho a honra de
apresentar considerago de V. M. Imperial, aflm
de que se digne approvar, o decreto junto, que
autorisa o crdito supplementar de 1,140 000.
De V. M. Imperial subdito respeitador.Jforo
oe Caxias.
Decreto n. 2.763 de 20 de marco de 1861.
Autorisa o crdito supplementar de 1,140 000
?araoa-8-,dT.er8as "b'icaa no exercicio corrente
de 1860 a 1S6I.
Attendendo iosufficiencia do crdito votado
no art. 6 da lei n. 1,041 de 14 de setembro de
1859 para as despezas da reparticao da guerra em
diversas rubricas do exercicio cotrente de 1860 a
1861, hei por bem, tendo ouvido o conselho de
ministros e em conformidade do 2 do art. 14 ds
lei n. 580 de 9 de setembro de 1850, autorisar o
crdito supplementar da quantia de 1,140:0008000
diatribuido conforme a tabella que com este bai-
xa, devendo esta medida ser levada cm tempo
competente ao conhecimento do corpo legisla-
tivo.
O marquez de Caxias, do meu conselho, presi-
dente do conselho de ministros, e ministro e se-
cretario de estado dos negocios da guerra, assim
0 tenha entendido e expeca os despachos neces-
sarios.
Palacio do Rio de Janeiro, em 20 de marco de
1861,40 da independencia e do imperio.Com a
rubrica deS. M. o Imperador.Aiarquet de Ca-
xiai.
Tabella a que se refere o decreto data data que
avlorua o crdito supplementar de 1,140:000.
Art. 6 da le n. 1,011 de 14 de setembro de 1859.
S 1. Secretaria de estado e re-
partirles annexas............
| 3. Conselho supremo militar.
7. Corpo de saude e hospi-
8 Eierdto....................
1 il' ReP"tic5o ecclesiastiea..
S 12. GrtiQMS6es diversas....
8 lo. Recrutamento e engaja-
I 17. Presidio de Fernando....
19. Diversas despezas e even-
tuaes.......:.................
140:0008000
Reis........ 1,140:000*000
Palacio do Rio de Janeiro, em 20 de rcartO d%
1861. Mrquez de Caxias.
Ministerio da marioha.
Decreto n. 2,762 de 16 de marco de 1861.
Crea urna capitana do porto na provincia do Mat-
lo-Grosso.
Hei por bem criar urna capitania do Porto na
provincia do Matto-Grosso.
Joaquim Jos Igoacio do meu conselho, minis-
tro e secretario de estado dos negocios da rnari-
nha, assim o tenha entendido e faga execular.
Palacio do Ro de Janeiro, em 16 de margo de
1861, 40 da independencia e do imperio.Com
a rubrica de Sua Magestade o Imperador. Joa-
quim Jos Ignacio.
Secgo central.Rio de Janeiro.Ministerio
dos negocios da marioha, em 7 de margo de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Aceilei a commissao de que
S. M. o Imperador houve por bem encarregar-
me, na esperanza de poder prestar ao nosso paiz
os servigos que tem elle direito de eiigir.
Taes
servigos, porm, dependem da franca e leal coo- i mandara encorporar aos hospitaes de caridade.
mente, por motivos ponderosos, que ocioso
hoje recordar.
, pois, resolvi nio differir por mais tempo o
cumprimemo do dever que me impunha a preci-
tada lei, e que eu linha por um dos mais urgen-
tes do m*u honroso cargo.
Considerei porm como grande embarago, para
realisar o humanitario pensamento que live a
fortuna de conceber, o importante pleito que ha-
va entre a administraco dos estabelecimontos
de caridade e os herdeiros do marquez do Recife ;
pleito que a meu ver nao podia ser legado no-
va irmandade da Misericordia, senao como um
grande onus vida regular e de progresso, que
era necessario imprimir-lhe logo de principio.
Tratar pois de remover semelhante embarago,
foi o meu primeiro cuidado.
Dir-vos-hei qual o estado em que cstava aquelle
pleito, quando consegu a composlgo de que vos
fallarei depois.
Os herdeiros do marquez do Recite haviam ob-
tido na relagao revisora da Baha urna sentenga
em seu favor, considerando como comprehendi-
dos no vinculo que se devia dividir entre elles
depois da morte do ultimo administrador, o mar-
quez do Recife, em virtude da lei do 6 de outu-
bro de 1835, todos os bens que constiluiam o
patrimonio do hospital do Paraso e de S. Joo
de Deus, e que a lei de 13 de outubro de 1831
perago dos chefes das diversas repartiges su-
bordinadas a esta speretara de estado, e eu a
reclamo do zeln. intelligencia e dedicag&o de V.
Exc A marioha brasileira precisa que os seus
chefes, pondo em pratiea os regulamentos exis-
nesta cidade.
A administraco destes hospitaos, porm, nao
podendo conformar-se com essa sentenga, que
lhe pareceu proferida contra direito expresso, e
conscquentemenle nul.la, e que como tal nunc
lentes, a elevem ao maior grao de efflcacia, afim poda passar em julgado, maodou citar quelles
?A THP TITA Qaiam awn m>a>* *\a*iI. 4a4m .*. .*.- r u.,_.i.:_______ ,.
de que n3o sejam em pura perda todos os enor-
mes sacrificios que com ella se fazem. Para isso
conseguir-se necessario que, alem da subor-
dinago, a primeira das virtudes militares, haja
respeito s leis, escrpulos a flscalisagao dos
gneros da fazenda publica, regularidale em to-
das as fainss q exercicioS, bom trata ment das
equipagens, empregando-as til e conveniente-
mente, e dando-lhes, sem a menor quebra, tudo
o que a lei lhes concede; bem como as correc-
goes por ella tambem impostas aos que faltam aos
seus deveros, precedendo serepre para isso a3
formalidades e indagaces usadas, sem o que nio
produjera effeito os castigos, e nem sempreso
justos ; o que deve V. Exc. recommendar mul-
to particular atteogo dos commandanles das es-
tagoes e torgas navaes. A V. Exc, general dis-
tincto e Ilustrado, desnecessarioprescreverre-
gras. Indico apenas as ideas que desejo ver
mais promptamente realisadas, e que V. Exc. fa-
r por na dovida pralica, como espero.
Deus guarde a V. Exc Joaquim Jos Ignacio.
Sr. vice-almiraote, encarregado do quartel-ge-
neral da marioha. Na mesma conformidade mu-
tatis mutandis ao inspector do arsenal de mari-
nha, ao intendente, ao contador, ao capito do
porto, e aos iospectores dosarsenaes de marinha
da Baha, Pernambuco e Para.
Aviso de 9 de margo de 1861.
Ordena que, quando em qualquer eslago, ou
forga naval os conselhos de investigago acha-
rem criminoso algum facto que seja sujeito ao
seu conhecimento, se proceda logo a conselho
de guerra.
Ia secgo.Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios da marioha. em 9 de margo de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Sua Magestade o Imperador
na por bem que, todas as vezes que em qualquer
estago ou forga naval, onde haja commandante
nomeado por esta secretaria de estado, se der
algum facto sobre o qual se proceda a conselho
de investigago, e que por este seja qualificado
criminoso, devora a mesmo commandante fazer
logo o aecusado responder a conselho de guerra,
independente de ordem desse quartel general,
sendo que o processo, depois de julgado, deve-
Ihe ser enviado para subir i superior instancia
por intermedio desta secretaria de estado, o que
communico a V. Exc. para sua intelligencia e ex-
pedigao das convenientes ordens.
Deus guarde a V. ExcJoojuim fosi Ignacio.
Sr. vico-almirante encarregado do quartel-ge-
neral da marinha.
herdeiros para fallarem aos termos de urna acgo
ordinaria, na qual pedira a resciso da predila
sentenga.
Quando chamei esta questao a mim para a exa-
minar, tinham sido citados apenas alguns dos
herdeiros, encontrando eu alias nelles as metho-
res disposigdes psra chegarem a um accordo com
a adminislragao, cedendo-lhe parto dos bens li-
tigiosos. E ento, tendo eu o maior empenho,
como disse, em inaugurar a irmandade ds Mise-
ricordia, sem passar-lhe aquelle triste legado,
resolvi por termo questao; porque, demais,
coosiderava que seria difficil administraco nao
s sustentar urna demanda daquella natureza,
que tanto lempo e dinheiro exigira, como obter
afinal a revogago da sentenga proferida era grao
de revista, quando o seu direito deixra de ser
attendido at aquella instancia. E tendo ouvMo
ao hbil advogado da administrado, e a esta,
encoutrei-os no mesmo accordo em que me
achava, com um so voto dissidente.
Depois das necessarias diligencias, resolvi, por
acto de 6 de junho do anno prximo passado,
que a administraco dos hospitaes de caridade
acceitasse o accordo a que afinal conseguir eu
que chegassem quelles herdeiros, de cederem
adminislragao os seguiotes bens :
A igreja do Paraso, e seus porten-
oes, avaliada em................. 35:000$000
O sobrado contiguo, de dous andares. 5:000000
O grande sobrado, oceupado pelos
expqstos, com todos os trrenos
peno, marceo, sem duvida urna poca notavel
nos snnaes de Pernambuco, como aquelle em
que se erigi n^sta rica e populosa cidade urna
instituicao tao pa e cbrita<, qual a de que
Eu nao pedia, senhores, deixar de considerar
a decadente irmandade da Misericordia de Olin-
da, quando trataya de inaugurar a desti cidade.
Sabia qe o importante patrimonio daquella
antiga confraria eslava tao defraudado, e conti-
nuava por tal forma abandonado, que devia crr
que em breve o veramos completamente ex-
melo.
J o estavade facto, desde que neuhum bene-
ficio auferia delle a pobreza, para quem fura ios-
lituido.
Visitando eu a casa que all servia outt'ora de
hospital, encontrei-a abandonada e era progres-
siva ruina: no mesmo estado se va o bello tem-
plo adjacente.
Nessas circunstancias urga salvar o resto do
patrimonio : faze-lo aproveitar m beneficio so-
monte de quem devia ser sprovoitado.
A lei de 13 de outubro de 1831 mandara reu-
nir o patrimonio daquella casa ao dos hospitaes
de caridade do Recife, ficando ambos sob urna
s adminislragao.
Entretanto nunca aquella lei fora executada,
naturalmente por motivos que nio necessario
apreciar agora.
E' porm facto averiguado que, cora os graves
inconvenientes que resultara em geral da inexe-
cugao de qualquer lei, ter-se-hia salvado, se fdra
aquella cumprida, o rico patrimonio dos pobres,
que em Oliuda levou um fim bem diverso do de
sua instituigao.
Entend, portanto, que me cumpria execular a
preditaleide 13 de outubro de 1831, quaesquer
que fossem os obstculos com que me encontras-
te ; e o fiz por acto de 6 de agosto do anno pr-
ximo passado, determinando que fossem encor-
porados ao patrimonio da Santa Casa da Miseri-
cordia do Recife, j ento creada, os bens que
restavam da de Olinda, cuja irmandade poderia
fazer pirte da desta cidade, gozando de todos os
seus privilegios e prerogativas.
Esse meu acto nao encontrou felizmente a
menor opposigo daquella confraria, que antes
assenlio a elle com a melhor vontade, fazendo
entrega de tudo junta administrativa da Santa
Casa da Misericordia do Recite, a quem tea
prestado os necessarios esclarecimientos.
O que foi possivel salvar daquelle oulr'ora ri-
co patrimonio foi um capital consistente em al-
guna predios, sitios, terrenos e dinheiro a uros,
dando tudo apenas urna renda annual de ris
3.3II552, sendo :
De predios..............
sitios................
dinheiro a premio...
Informa o digno provedor di
1:5573200
5068925
1508000
1:1278327
Saota Casa
quo
80:0009000
4:000f000
116:0001000
600:000000
10:0008000
00:0008000
120.0008000
10:000|000
Aviso de 12 de marco de 1861.
Declara que os commandantes dos navios da ar-
mada sao responsaveis pelos sinistros que se
derem, ainda mesmo havendo pratico bordo,
secgo.Rio de JaneiroMinisterio dos
negocios da marinha, em 12 de margo de 1861.
Illm. e Exm. Sr.Sua Mgestade o Imperador
manda declarar a V. Exc, para o fazer publico,
que os commandantes dos navios da armada na-
cional e imperial, pelo simples facto de trazerem
pralicos a borde, nao ficam isentos da responsa-
bilidade que sobre elles pesam quando se do
sinistros : outrosim que, quando se der ocaso
de encalhar ou abalroar um navio, se proceda o
conselho de investigago para bem conhecerem-
se as causas que a isso doram lugar, e qual o
responsavel: o que communico a V. Exc. para
sna execugo. Deus guarde a V. ExcJoaquim
Jos Ignacio.Sr. vice-almiraote encarregado
do quartel-general da marinha.
Aviso de 19 de margo dei86l.
Declara como e quando se devem fazer as pro-
moces do corpo de ofuciaes de fazenda da ar-
mada.
2* secgoRio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios da marinha em 19 de margo de 1861.Em
vista da ampia disposigo contida no art. 9. 4.
5 7o=et0 reB"'enlar n. 2,208 de 22 de julho
de 1858, cumpre que antes de 15 de novembro
v. s. remeta d'ora em diante ao conselho na-
val o quadro dos ofliciaes de fazenda da armada,
quer do numero, quer extranumerarios, e lhe
proponna os quo julgar habilitados para aerem
promovidos na forma da legislago que rege esta
materia, ficando estabelecido que por bem da re-
gulandade do servigo s com a promogo aonua
da armada ter logar a da classe daquelles ofli-
ciaes como se pratiea com a de saude.
Deus guarde a V. S Joaquim Jos Ignacio.
Sr. chele de diriso intendente da marinha da
curte.
RELATORIO
presentado Asserabla Legislativa
Provincial desta provincia, em a se-
gunda sesso da dcima- terceira le-
gislatura, pelo Eim. Sr. commenda-
dor Dr. Ambrozio Leito da Gunha,
presidente da mesma.
(Continuago.)
SANTA CASA DA MISERICORDIA.
Quando lomei conta da administraco desta
provincia encontrei na collecgio de leis provin-
cias a de n. 450, de 12 de junho de 1858, que
autorisa va a presidencia acrearnesta cidade urna
irmandade da Misericordis, a cargo de quem fi-
caate a adminislragao dos estabelecimentos de
candad*.
at
O sobrado de um andar,* que foi do
capello, com o terreno em que
esleve o cemiterio, e a casa con-
tigua ra da Roda. ............ 7:000J000
A casa de 2 andares, nos fundos do
hospital........................... 3:5005000
Dnheiros levantados do deposito, e
recebidos dos ioquilinos.......... 22:9618392
Os alugueis da casa dos expostos,
devidos pela fazenda provincial... 4:000/000
Dous escravos....................... 3:500j000
Em dinheiro......................... 2:0383608
Sopjm.............................. 98:0008000
0 total dos bens em questao andara
por cerca de ris.................. 180:00OS00O
Ajuizai, senhores, se houve ou nao vaniagem
na composigo.
Devo dizer que a maioria da administraco se
pronunciara contra o recebimento da igreja do
1 araiso; mas eu discordei de sua opinio, nao s
por que a dita igreja faz parte do gran le edificio
alguns daquelles predios valem, quando muito, o
concert de que necessitam.
E' ioqualificavel o facto de ter desappareci Jo,
sob as admioistracgdes transadas da irmandade
da Misericordia de Olinda, a maior parte dos li-
nos de escripturas das hypotheca3 celebradas
ruado Calabougo........... 15:0008000 para seguranga dos capitaes da casa, dados por
empresiimo, e que constiluiam a melhor parte do
seu patrimonio, sendo possivel que aiada se re-
valora tactos de gravidade igual, logo que pode-
rem ser compulsados os papis e livros qne for-
mavam o archivo daquella irmandade, exame que
nao escapar ao proverbial zelo e dedicaco do
| actual provedor da Santa Casa da Misericordia,
por tudo quaoto concerne ao servigo publico.
| Estou porm persuadido de que o resultado de
semelhaotes exames servira apenas para mostrar
mais urna vez a triste verdade de que o acto da
presidencia de 6 de agosto do anno passado era
, de necessidade iudeclinavel.
Esto actualmente a cargo da Santa Casa da
i Misericordia do Recife a de expostos, o hospital
dos Lazaros e o asylo de mendicidade,
A primeira marcha regularmente, entregue ao
zelo e dedicaco das irmas de candada.
Do segundo fallarei quando tratar dos
pitaes.
hos-
Dir-vos-hei por agora o que ha acerca do asylo
, de mendicidade.
fin,? po.e11?'eomo Porque nenhum outro des- Um dos grandes resultados da visita de SS.
ategg*?-fy." 'emP!,. desde que o predio MM. II. esta provincia foi. como sabis a ins-
!imZoS aTrt^aaiaT'^ *0* A'tabeie- l,luiao < u y'o. em que fossem recolhidos
tmenlos de caridade, sendo a igreja alias indis- os mendigos que, esmi-lando o oo ola* na****
Po.iriI- ig i '* id0 paiz e conlra D0MO ncontest.vel espirito de
Posteriormente lavrou-se a respectiva escriptu- piedade. '
ue nao nnlf.'air. P*2 T" form" 1?,,l,'', 0a tomei conta da presidencia procure! io-
M.1? de tr"er- P"a "mbas ,foIn,ar-,E'<>"""oquaDto8ehaviaieitonoSen-
!fM ,cor,eJ? dos 8raTe inconvenientes e tido de dar andamento a to proveitosa institui-
P iT,?1UHlqUerJ,emaDda5a<>uellaDa,ureza- ao' e80ube qe apenas luvfa 2Jr. de
ro 8do S itdH 522*' COm 9 "dei- cercado 1()0:0(M)8000de reis com iqnih ippli!
\?t!iBEE2ll KuC-tf> deaeja'a ea l* *JrM- "ao.sobadirecgo da associago CommereUl
se o pleito que traz hoje a irmandade da Santa Beneficente. V v-ummerciai
ui.. v'"cord.l.a c?m coronel G"P <>8 Logo assenlei em que nao era possivel crear-
Xe"^X!"5?e!!!? oprumraond, a que allu- ; se nesta cidade um asylo de
ar no banco em que se acha. ou remover para
outro eslabelecimento quo por ventura offereca
memores vantsgens.
Obriga-se outro sira a predila direcgo dar
sania Lasa, para uso dos mendigos que receber,
todas as camas, colchoes e roupas que tinha era
um, i03 .saldes do hospital Pedro II, com a fa-
cutdade, independenlemente de qualquer indem-
nisagao, de poder a Santa casa applicar o exces-
so desses objectos outro fim igualraeneoto ca-
ri d oso.
Finalmente deixa a Associago ao prudente
arbitrio da Santa Casa o fixar o numero de men-
digos o estipular as condigoes cora que os rece-
oer, determinar o modo do sustento e vestuario
a elles, e dar-lhes a oceupago que julgar conve-
niente.
a TLa*|cordo oi Pr mira approvado, por acto
ae 26 de outubro ultimo, e est era execuco,
tendo a Santa Casa destinado por ora urna vasta
enfermara do pavimento terreo do Hospital re-
dro II para asyo dos mendigos.
Delermioei polica que vigias3e atteotamen-
te os mendigos que costumam frequentar as ras
o pragas da cidade, e os remettesse para a Santa
Casa.
Creio, senhores, ter assim satisfeito do molo
por que era actualmente possivel as vistas huma-
nitarias dos dignos instituidores do asylo de
mendicidade.
Eslava eu, e estou persuadido, de que se nao
procedesse por aquelle modo, teriamos de ver fi-
nar-se em sua origem to grandiosa idea, como
nao tem medrado oulras semelhantes, por falta
de impulso vigoroso e pratico.
Com urna tal providencia poupei ao mesmo
tempo a despeza de cerca de quinze contos de
ris annuaes, que a provincia tem feito com
mendigos, remetlidos pela polica para este pie-
doso eslabelecimento.
O estado econmico da Santa Casa da Miseri-
cordia nao satisfactorio.
Kecebeu ella da extincta adminislragao da Ca-
ridade o triste legado de urna divida passiva, no
valor de 50:0008, e o de muitos abusos extir-
par ; o que levar tempo.
Orgou a recolta, no primeiro semestre do an-
no compromissal de 1860 1861 17:687/141 rs.,
tendo andado a despeza no mesmo periodo por..
30.0408362 rs, ficando por consequencia por pa-
gar o dficit real, que resulla da comparacao
d aquellas cifras.
Felizmente espero que, medante o emprego
de medidas, que revelara, como as que vamos
vendo, por parte da junta adra inislrativa da San
la Lasa, o maior zelo e interesse por to pia ins-
tiluigo, collocar-se-ho as suas Enancas no p
conveniente.
Tratarei agora dos hospitaes.
as visitas que eu havia feito ao anligoHosp-
a Caridade desta cidade observava quo li-
E se
como a
tal
de a autorlsaco que destes
vossalein.488, no art. 26,
porm nao pudechegar a um
^edorquesatisfizesse a junta
presidencia, pela
13. Infelizmente
accordo coa o de-
administrativa da
. mendicidade, pro-
piamente dito, com as propore5es com que
existem elles na Europa. Nem os juros da pre-
dila importancia seriam sufcientes para raanter
SaSfeLif^ e-,t7rTdivida- o'SSS! ffl^^A^fS^
ve SL .,?T?d ,a- *"anlida 1uant> PM1- hblos da classe que devia ser recolhidaaoisv-
!g andido nao convirem as condigoes lo, e obriga-la a um U^o^eoSr^io^E
presentadas por elle, para por termo ao pleito necessario que alli tivesse
move. Assentei que a opinio daquella | Reduzia-se, portanto. questao, em minha
opiniao, a estabelecer-se por ora ao menos urna
junta devia merecer-me todo o peso, e que
5K^^K55S*~* -I SES&Sr
junho do
Se para reconhecer a instante necessidade de
converter em facto aquella providente lei nio me
bastas a auloridade dos quo a promulgaram,
reconheela-hia eu logo que, estudando o esta-
do dos> estabelecimentos de beneficencia, me con-
venc de quanto era urgente reforma-lo radical-
80
a com
pa
se, e o fiz publicar em data de
anno prximo passado.
Nao tinha porm eu feito tudo ; faltava-me um
pessoal, a cujos fortes hombros eotregasse tarea
tao melindrosa e pesada, como era a de erguer
os estabelecimentos de caridade do abatimento
era que os via, cortando por abusos inveterados
e imprimindo aova contrara direceo to Intel-
ligento e regular, que aos fosse licito esperar
dola os mmensos beneficios inherentes A natu-
reza e una da instituigao.
Nao era porm possivel que em tal empenho
me visse eu s, nem que se recuassem aos con-
vites que fiz paraos logare creados pelo cora-
romisso os cidados prestantes de quem mo lera-
brara, para auxiliarem-me no santo empenho
aue contrahira. E se os nomes e precedentes
do digoo provedor actual e dos mais membros da
junta administrativa da irmandade da Misericor-
dia do Recife nao fossem por si sos garantes do
bom resultado, com razo esperado, da sua ge-
rencia, abi estavam os servigos importantes que
elles j teem prestado irmandade nos 8 mezes
de seu exerolcio, para provarem o acert de se-
mentante escolha. Feitas as nomeages indica-
das no comproraisso, e depois da outras provi-
dencias, inaugurei solemnemente no dia 29 de
julho a predila irmandade, no meio de nm con-
curso immenso de cidados conspicuos, qoe, cor-
rewpondendo solcitos ao convito qu Ibes flz
con vencer m-me de que eu nio me illudirai
!? pL?0,t i,nauSu"5*o daquella irmandade
o mala subido Valor.
Aquello da j notavel para nos, como o do
aniversario natalicio da augusU princaza impe-
rial, e era qoe Sua Alteza presta va o juramento
proscripto do artigo 106 da conatUaifo do im-
de que soubenem que recolhidos ao asylo se-
nara obrigados a trocar os hbitos de ociosidade
pelos de um trabaluo regalar. Mesmo na Euro-
pa, onde todos os ramos da adminislragao esto
oo p elevado que sabis, e onde os recursos da
vida nao se comparara com os nossos, luta-se
com as maiores difilculdades psra veocer-se a
repugnancia que mostram os mendigos em se
recolherem aos respectivos asylos, all montados
m grande escala, e com a maior perfeigo.
Collocada a questao do asylo naquelle p, bem
se v que sua tareri seria por ora pouco mais ou
menos a mesma da Santa Casa de Misericordia.
Attendendo a isso, e a que nenhum outro edi-
ficio hara (nesta cidade que se podesse prestar
ao asylo, alera do do hospital Pedro II, que de-
via ser concluido para o aervigo da Santa Casa,
resolvi determinar que a respectiva junta admi-
nistrativa entrassa em ara accordo com os direc-
tores da associago Cemmercial Eeneficente sobre
os meios e condigoes com que a Santa Casa se
encarregaria da adraisso e tratameoto dos men-
digos noi asylo. que se eslabeleceria no seu hos-
pital. A junta administrativa assim proceden
com a maier solicitada, e chegou ao seguinte ac-
cordo :
Obriga-se a direcgo d'aqoella Associago
entregar Saota Casa de Misericordia do Recife
os juros que ti ver vencido e Mr rencendo a aora-
maj arrecadada, e a que falta aindi arrecadar
da subscripso que promoveu para a fondago do
Asylo, afim de aue a mesma Santa Casa reeolha
nm dos estabelecimenloa i seu cargo os mendi-
gos que vagoeiam pelas mas desta cfdada, lcao-
do porm sob a admiaistrago da Associago
Commerclal Benofieente a somma j arrecedada,
e a que lor arrecadanda ; a qual poderi conser-
eu proporcionava
do novo Hospital
estes urna morada
tro do edifico, nrt- D0 podam VTervcommo.
que perma-
e inmundo, cha-
, em que, compungido, os via eu
edificio, onde
Sf n"',9' desfde que era necessario segrega-los
necessemSnofe;,n0S; 6 "nda nosque oTrma!
necessem no carcere estreito
mado enfermara,
no velho Hospital.
Lembrei-mo ento que, unida a irmandade da
Misericordia de Olinda do Recife. "Jodendo *
mos 51*!? nfdrH receber os Cantes enfer-
mos que de Olinda o precurassera, convioha
Z,IZ" Ho8pUaI da"ue"1 cida^. defois de
reparado, para serem ne le recolhidos exclusiva-
TSmSSZZ ,oucos de KSScS
ua misericordia tomasse conta.
ri .dnYnl0 alli estbelecer-se um Hospital
de alienados com grandes proporgoes. sujeitan-
!i5 cnven,eole regularidade. e propercio-
2ra.Q.fSSr ,P'" termos todos os meios
aconselhados pela sciencia para a sua cura, ou
ou tro t? T allK?0 de 8eu rande Por
nrilin I0' T-9 8abe'8 I"6 a 8l"Q0 daquelle
predio a mais adaptada s molestias daquel a
STttJZZ "S V"-"' Cerlas condigoes locaM
Soa? Pferiveis aos meios therapeu-
Neslas circumstancias resolvi autorisar a junta
administrativa da Sania Casa da Misericordia
para mandar fazer alli por ora os reparos indis-
pensaveis, para ser montado o Hospital e recoo
irados a elle os enfermos, que por emquanto
.nandei conservar no velho hospital dos Coeihos.
memorando ah mesmo a sua sorte pela sabida,
dos outros doentes.
Representou-me porm a Santa Casa que nao
tinha dinheiro nem mesmo para quelles reparos
que podiara importar em 2OO0SO00 : em conse-
quencia do que, determinei 'que a thesouraria
provincial adiantasse aquella
fosse possivel.
quantia, logo quo
untado era o espago que tocava cada doente,
e quo por isso o por (alta de sufficienle numero
de serventes, nao obstante os esforgos sobre-hu-
manos das irmas de caridade, se tornava abso-
lutamente imposslvel o indispensavel aceio no
aCo? Predi. Pelo qual alias se pagava
1:8008 por anno. Notara igualmente a nociva
promiscuidade quo havia as salas de casos ci-
rurgicos e mdicos, e at de alguns alienados.
babia eu tambem que, apezar de ser ja exces-
ivo o numero dos eofermos all existentes, era
orgoso negar todos os das o iogresso do Hospi-
tal muitos desfavorecidos da fortuna, que vi-
nlnm em procura de alivio seus males.
Ouviodoos facultativos do Hospital, tinha viu-
do no conhecimento de que das referidas cir-
cumstannas proceda a existencia n'aquelle esla-
belecimento da dysenleria e gangrena to com-
muns, que suecumbia crescido numero dos in-
felizes doentes, os quaes, entrando alli muitas
yezes por molestias de fcil cura, vinham fal-
lecer- das que haviam cootrahido no Hospital
sendo este por tal modo mais funesto do que til
aos pobres, e i provincia em geral.
Compungido de tantas desgragas accumuladas
n aquella casa, entenda eu que nao havia neces-
sidade publica mais urgente do que subtrahir
aquellos lofelizes ao pengo eminente de vida : e
qne, nao obstante o m estado dos cofres pro-
vinciaes, era rigoroso dever meu ultimar sem de-
mora um raio do Hospital Pedro II, onde se po-
dessem accommodar os doentes, sem quebra dos
preceitos hygienicos, e sem risco de suas vidas ;
o por isso, quando dirig a palavra irmandade
da Misericordia no dia de sua coossgrago offi-
cial, prometti-lhe proporcionar quelles infe-
iizes morada, onde seus males encontrassera ver-
dadero alivio. Cumpri a palavra mandando
contratar a concluso d'aquelle raio, com a auto-
risagao da vossa lei n. 488; e estando elle promp-
tu em margo ultimo, recebeu no dii 10 cento e
quinze doentes, que se achavam accumulados no
aotigo Hospital.
Aquella mudaoga feila com toda a solemnida-
de, o com a maior concurrencia, pela irmanda-
de da Misericordia, foi um desses actos tocantes
que sabemos sentir, mas que nao podemos des-
crever.
Tenho expedido as necessarias providencias
para que o novo Hospital funecione to regular-
mente quanto convm : entre outras, que haja no
Hospital um medico interno, cuja necessidade
de primeira intuigo.
Semelhante eslabelecimento, quer pela mag-
nificencia do edificio, quer palo seu humanitario
destino honrar sempre a provincia de Pernam-
buco. Alli pdem j hoje ser rocebidos e trata-
dos convenieniemente 200 250 doentes, e em
quadras extraordinarias de epidemias at 350.
Gomo aabeis, est aquello bello edificio assen-
tado em bem escolhida localidade, quer se atien-
da s suas condigoes hygienicas, que era neces-
sario ter muito em vista, quer ao embellesamen-
to da ctdade.
No entretanto, semelhantes condigoes ficariam
eomproraeltidas se, como se protendia, fossem
edificados os terrenos de marinha qne lhe esto
na frenle, pelo lado dorio Capibarbe. Em con-
sequencia disso, a por indicaco do provedor da
Santa Casa da Misericordia, determinei cmara
municipal desta cidade que obstasse pelos trami-
tes legaes que alli se realisassem as projectadas
edificagoes, at que, habilitada a presidencia por
vos com fundos necessarios, podesse mandar
proceder desappropriago, visto eomo os ditos
terrenos esto em parte beneficiados com aterros,
o existe alli um pequeo sobrado, que tambem
necessario que seja desappropriado e demolido.
Cont que attendereis esta indeclinavel ne-
cessidade, decretando o crdito preciso para se-
melhante desappropriago, sem embargo de de-
ver ser ella destinada utilidade municipal, urna ^S
vez que, por falta do meios, a cmara nio pode
com a despeza correspondente.
O antigo Hospital da Misericordia de Olioda
estava, como j vos disse, em perfeita ruina,
apezar de ser um bom edificio.
Quando projectei mandar apromptar o Hospital
Pedro II e mudar para alli os enfermos i cargo
da Santa Casa da Misericordia, assenlei, de con-
formidade com o parecer dos mdicos, bateado
nos principios da sciencia e na ptatlca dos paizea
eolios, aao es fazer acompanhar pelos infalizes
loueos, com quem conviviam no velho Hos-
pital.
Aquellas desnegadas creaturas deviam more-
cer-me naturalmente mais compaixo do que os
seas companheiros, que nio tinham tldo a inta-
Beidad* e perder eomo elles a raiao.
Pego-vos porm agora que nao s dispensis a
Santa Casa da reslituigo de semelhanto quanlia
como que autonseis mais alguma despeza, que
ser necessario fazer para montar o hospital e
reaiisar assim o meu pensamento de estabelece-
10 em tinda. com as proporgoes necessarias. para
quenello sejam recolhidos todos quanto daquel-
les Inteiizea doentes teem na provincia necessida-
de de lao poderoso auxilio da sociedade.
O hospital dos lasaros estava em mina consi-
deravel, mas a junta administrativa da Santa
uasa de Misericordia, lutando com o grande em-
barago da falta de recursos para alli mandar fazer
os reparos que seu espirito humanitario o zelo
pelos negocios da irmandade nao podiam consen-
tir que fossem difleridos por mais tempo, recebeu
de seu irmo thesoureiro mais urna prova de seus
e ovados sentimentos, com o sdiantamento que
elle fez da somma necessaria para o reparo com-
pleto do hospital, inspeccionando e dirigindo,
alera disso, elle mesmo as respectivas obras.
Havia alli grandes abusos, queja se vao corri-
gindo.
Os tres segulntes quadros moslrar-vos-ho,
senhores, qual o movimento, desde o 1. de Ja-
neiro at 31 de dezembro do anno prximo pas-
sade, do grande hospital de caridade, do dos la-
zaros e da casa dos expostos.


t*>
W (T tt ftf k
"F
:.
m
UR10 DI IER&MWUG0, fc- QUART rFilli BU ABRIL DE 1841.
H
i-- t*
$
O inspector da sade do porto, reclalo que e de com o parecer do procurador fiscal dessi the-
fecre tomssie maiores proporgoes, se os febrici- souraria, que se refere a sua informe de
** ** sg
~ S ~
tintes ficisum a bordo ou tiessem tnlur-se em
tetr nas casas particulares, onde eoituiuim ac-
cumular-se e ser mal tratados, representou-me
a conveniencia de se abrir o hospital 3o Lera-
reto, ***
O*-fe presta sanear i sea reprerenteclo,
1 per me perecer que, peta Iva** de poucaatt-
i des ee j, neaMas callis oneroso;
BWWaVi abrir o Ltatelo,
ae trtW e don SloaiiueWdde febrsj mi-
retfa, que entrara* ntqaelle hospital, s f*Ue-
etMfc qoaVo, ofnswni sew fcen aaidilo,
esa que par isso ea deseeefcece gran da salo
ausama actividade oN haart aa-edice qu i ful ia-
cumbido daqaello hoepitat.
Tio pouco intensa foi a -epidemia, se tal a eme
se lhe pode dar. que. jiassadas poucaa semanas,
se fechen o hospital, por viso haver nrars doerrte
algum, e nao consta que deade entab at troje, le-
ona apparecido no porte um caso de febre ama-
relia.
lnfeliinwate, perm. nos ltimos di de feve-
reiro de corrente um, Uve commumeacoes otli-
ciaes da cidade da Victoria, do que all gressava
a fefcre awarella, fatendo algumas victimas, e que
a popwlago principiara a inquietar se.
Maadei com premplido para all um medico,
visto que nenhum bavia aquella comarca, onde
encoa'.rou elle, alem da febre amarelU, desen-
volvidos o sarampo e a tosse convulsa, que pro-
-coTot e rorrseguio comba ter.
O governo imperial ordeno a esta presidencia
que nomeasse urna commisso para dar o seu
parecer acerca di localidad* e da conslrocce de
um hospital martimo oeste porto, i semelhanga
dos que existem ha muito lempo no Rio de Ja-
neiro e na Bahta, com ampios meios para con-
Tambem lia na cidade de*Goianna urna outra seguirem o seu Dm. Sem duvida razes valiosas
"irmandade da Misericordia. Quando estivo uKi- deve ter tido o governo para nao haver anda or-
namente naquella cidade, visitei o hospital da j donado a conslruccao da obra, que a referida
irmandade, examinei-o com summo intereese.o commisso propoz, e qite de indeclinavel necea-
deplore i nao dispr de recersos para anima-lo ou sidade. '
antes dar-lhe vida, porque, como elle esta, %wM-| Reconheci eu mesmo nas visitas que Qr ao La-
co mais pode fazer do que manler os dee doenies zareto, que pela exiguidado de suas dimenses,
que all encontrei. E-cirolanto, corlo que o | e por folia de desembarque prximo nao pode
hospital poderia receber muites infelizes, e dis-
pozesse de meios. A casa acanhada, e precisa
le serios reparos. Os doeules que estavem lo-
dos no pavimento terreo quando all fui, devem
passar-se para o sobrado depois de reparado
:^B i
D
V a a
2 => -a s a
liif
u5"!'2oHS
a* se a az a-
:*= fe
3 B
2
i
o
a
U3
O patrimonio da eonfraria limitado, e consis-
te em 7:325JOOO, producto de urna subscripto
all agenciada, per occasiao da visita de S. M. o
imperador, de IrOOOgUOO, dado pelo mesmo au-
gusto senhor, ede foros limitados de algumas ca-
sas e terrenos.
A irmandade-nao tem comprotnisse ; rege-se
por algumas regras antiquissimas, qae nao pude
elle -servir de Lazareto e hospital ao mesmo
te rapo.
Eslou convencido de que se chegada da gale-
ra Aclkeriton houvesse um hospital martimo,
onde se isolassera dos passageiros saos aquellos
que vinham infectados de escarlatina pestilen-
cial, seria muil provavel que a esta cidade se
poupassem os terriveis elTeitos desse novo fla-
ellj.
As bexigas, que ha annos nao cessam com-
pletamente neste municipio, fazendo urna ou ou-
tra victima, grabas ao habito que o povo vai to-
mando de voccicar os meninos, altacaram com
16r por dilaceradas, e que s servem, pelo estado | maior violencia alguns municipios do interior,
actual daquella casa. tendo a presidencia providenciado conyenieuto-
Chamo para-ella a vossi esclarecida attencao, mente,
e peco-vos que habilitis a presidencia com al- O medico que raeu digno antecessor maniou
jiuns recursos, para estender-lhe os beneficios psra Ipojuca tornou o arbitrio de vaccinar e ra-
que acabarn de receber as do RecWe e Olinda. vaccinar todos quanlos se achavam nos focos de
Cencluindo, senhores, o que tinfca a dizer- vos j infecgo, obrigando os recalcitrantes por meios
obre as instituicoes da Misericordia da provin-' suasorios das autoridades policiaes ; e onde elle
cia, permelli-me que aqui transcreva um pedido
que, em bem da do Recite, vos faz seu digno pro
redor no relalorio que me apreseotou, que vos
ser remedido :
_ Resta-me dizer que a junta administrativa
anda muito espera de V. Exr. em beneficio dos
estabelecimento8 de caridade, de que V. Exc. tem passado'apenas 823 pessoasde smbosos sxos
sido constante protector, e confia que V. Exc. ee condices.
Parece rae que esla cifra nao revela que tenha
assira proceda, as bexigas am desappareceodo
successiva e rpidamente, de tal modo que no es-
paro de poicas semanas se acharara totalmente
: extinctas.
De um mappa que Uve vista consta que fo-
ram vaccioados no municipio do Recite o snno
e
docorrente, sob n. 228, a quaulr do 88BfB0f>,
em que foi arbitrada a ijuda de casto, qm UM
compete por haver sido romovido da comaMi de
Nazareth ne&ta provincia para a de branles fia
ida Babia,
Dilo ao arasoMk TranKHtto a T. S.
fina conveniente aa piBuarwa e teajun _
das cooU daaapaaas da Ikeapital alitar, rela-
tivas a mu de faawcir aMmo ; am como
parecer daiaata mdica qa as lamino u.
Dito Podo o eoaaalho-t compras navaeiof-
fcetuar a eawpra dea oajactos ateacMnados os
TCtac.o lanosa m sau iUcti de 13 do corrent,
nato qoe sao necessaria para fornecimento do
arsenal do marin, devana o rsaaaaa caaaetao
remoller I thesooritia da fazenda copias n er-
raos que asslgnarera os vendedores dos ditos ob-
jectos. Couimunicou-ae tfaeseurara do fa-
zenda.
Dito ao mesaro.Pode e eonaatho de compras
navaes promover, na forma dos arts. 9 6 11 do
reculamente de SO de fevereiro de 1858, a com-
pra dos objectos meoctoaadoa na relacao annexa
ao seu officio de 23 do correle, visto serem ne-
cessarios psra fornecimeolo do almoxarifado do
arsenal de marinha.Comrauncou-se tliesou-
raria do facend.
Dilo ao director das obras militares.De con-
formidade com o que me requisitou o coronel
commandante das armas em 28 do corrente re-
corra acodo a Vmc que mande fazer com toda a
urgencia as latrinas do quartel do 2 bUalhio de
iotanUria.Communicou-se ao commante das
armas.
Portara.0 presidente di provincia resolve,
de conformidad* com o art. 5. do regulameoto
anoexo ao decreto n. 1,090 de 14 de dezembro
de 1852, comear ao major Alexandre Augusto de
Fras Villar para servir interinamente de vogal
do cooselho administrativo do arsenal de guerra,
visto receiar-se que Seia demorado o Impedi-
mento do vogal coronel Jlo Fraucisco Chaby.
Fizeram-so as convenientes communicac&es.
Dita.O presidente da provincia, altendendo
ao que lhe requereu o teoeote do 1 batalho de
inftntaria da guarda nacional deate municipio
Joo da Cunha Soares Guimarlcs, resolve con-
ceder-lhe seis mezes de licuara para tratar de
sua saude.
Dita.Os senhores agentes da companha bra-
silera de paquetes a vapor mande dar urna pas-
sagera de estado para Rio Grande do Norte no
vapor Cruzeiro do Sul a Isabel Rebouca& da As-
sumpcio.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao commandante das armas.De ordens
de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, passo
s raaos de V. S. afim de terem o desUno indica-
do em a nota junta 2 5 exemplares das ordens
do da da repartico de ajudanie general sob ns.
245 a 249 e datas de 8, 11, 13, 15 e 19 do cor-
rele.
Nota a que se refere o oflicio tupra.
Para o com mando das armas................. 15
o 4 balalhaodeartilharia.............. 50
a corapanhia de artfices............... 5
a corapanhia lisa de cavallaria........ 5
o corpode guaruico................... 20
o 2 batalho de infantaria ........... 50
o 9o dito dito........................... 50
o 10 dilo dito.......................... 50
servir solicitar para elles a prolccQo da digna
assembla da provincia, em sua prxima reu-
nio.
Bem vedes, senhores, que nao pode haver pe-
dido mais justo. Bem vedes que nao pode haver
quera com mais razos dera interessar-se lano
como ea em que o altendaes.
Espero, pois, que tomis sobre vossa valiosa
o immediata proleccao aquella casa, que eu tire
a felicidade de inaugurar, e onde tantas dores se
derera mitigar e tantas lagrimas enchugar-se.
SADE PBLCA.
Desde que no anuo passado so encerraram vos-
sos trabalhos legislativos tem reiuado entre nos
havido todo cuidado em to imporlante as-
sumplo.
PreserTtemente pode-se dizer que a saude pu-
blica se acha no seu estado normal, como se
manifesta pelo termo medio da morlalidade quo-
lidiana. Mas nem por isso estamos isentos de
epidemias. '
Anda bem nao ia declinando a escarlatina, j
appareciam casos do sarampo, que se tornou epi-
dmico, accommettendo grande numero de crean-
ras e mesmo de adultos. Apesar da torga com
que se manifestara os symplmas invasores, ra-
rissimos devem ter sido os casos fataes.pois que
245
diversas molestias epidmicas, as quaes, se bem I enhum chegou ao conhecimento de facultativos
que pouco mortferas felizmente, oem por isso de exteosa clnica
deixaram de fazer victimas, e de inquietar os ha- Tenho a satisaco de affirmar outro tanto a
Ditantes da provincia. rospeito da tosse convulsa, que vai attacando ca-
No mez de dezembro de 18a9 arnbou para re- da vez maior numero de creancas, mas apresen-
porlo desta cidade a galera ingleza iando al agora summa benignidade.
fresear
AcZterton, procedente de Liverpool", com sesseu-
xi dias de viagem para Calcuta.
Entre passageiros e tripulantes vinham a bordo
S89 pessoas, sendo grande numero de mulheres
e de creangas de Icoraidade.
Quando a galera deu vela de Liverpool, re-
nava naquella cidade a escarlatina epidmica.
Pouco lardou que ella se declarasse a bordo, e
breve tomou a forma typhica ou pestilencial, que
as febres eruptivas costumam tomar a bordo, par-
ticularmente quando os viajantes sao em numero
crescido, e ha enlre elles maitas creancas do ten-
ra idade, como vinham no Aclkeriton.
Quando o navio aportou aqui j haviam falle-
cido 63 pessoas.
Para refrescaren] os infelizes navegantes, con-
cedeu o raeu antecessor, sobre requisigo do cn-
sul ioglez, Lazareto da ilha do Pina, ao que
nao se oppdz o inspector interino da sade do
porto, porque, pelas disposices do decreto n.
2409, de 27 de abril de 1859, nao poda negar li-
ar pratica ao navio, pelo fado de existir a bordo
a escarlatina.
Este decreto s autorisava medidas preventi-
vas contra o cholen-morbus, a febre amarella e
o typho oriental.
A mesma disposicao foi inserida no oovissimo
decreto n. 2734, de 29 de Janeiro do correte
anco, que substituto a aquolle.
Esperara, alm dsso, o referido inspector que,
a ida dos passageiros daquclle navio para a ilha
do Pina, de algum modo obttasse a communica-
co do mal aos habitantes da cidade.
Infelizmente nao succedeu assim ; e a triste
experiencia porque passmos mostra claramente
a necessidade de alguma ampliacao nas disposi-
ces do mencionado decreto, as quaes, se bem
que idnticas s dos regulameotos sanitarios das
naces da Europa, podiam proteger mais efficaz-
meale o nosso litoral, pela diversidade de dr-
cumstancias.
Se na Europa se reconhece a ira possibil dada
de obstar communicaejio e propagacao da es-
-carlatina, do sarampo e das bexigas, por causa
da rapidez e da multiplicidade das communica-
ces, achando-nos nos em circunstancias muito
snais favoraveis de isolaco, parece manifest que,
chegaudo aos nossos portos navios com algumas
dessas molestias inconteslavelmente contagiosas,
e nao existindo estas entre nos, alguma medida
preventiva deve ser autorisada contra os navios
qoe se acharem em taes circumstancias.
Ocerto infelizmente que, afirmando os me-
dicas mais antgos desta cidade, e mesmo pessoas
ruis idosas do que ellos, que nunca obserraram
aqui epidemias de escarlatina, alias to frequen-
tes e quasi annuaes na Europa, logo depois da
chegada daquella malfadada galera, enlraram a
apparecer casos de escarlatina entre as pessoas
que iam ilha do Pina, e depois no aterro dos
Afogados. que Dea a sotavento daquella ilha, e
d'ahi espalhou-se quasi simultneamente por toda
a cidade, passando pouco e pouco para os subur-
bios, e depois para os povoados que mais reta-
rdes linham com a capital, licaodo muilas vezes
os lugares intermedios isealos da epidemia.
Embora a lelhalidade da escarlatina e da an-
gina, que foinatam simultneamente, nao fosse
como a das grandes epidemias, a mortaodade
chegou ao triplo da ordinaria, ncsla cidade, e
oscilou por algum lempo entre o duplo e o triplo.
A febre amarella epidmica ao existe feliz-
mente entre nos, e mesmo os casos espordicos,
alm de rauitos raros, exfepto em um ou outro
stringeiro, Bao^ummamaate benignos.
Comparando a tenaz persistencia e grande io-
tensidade desta febre nos pprtos do Rio de Janei-
ro e da Bahia com o que aqui se observa, deve-
nios dar gneis a Deas, qae nio obstante ss di-
snenses acanhada de nosso porto, a ifsuffici*-
cia de aceio na cidade o oarlicularmepte no sep
litoral, e apezar dos triaos hbitos higinicos das
-aripola^MS dos navios, seja eire aoruss grandes
portos do imporio omasos iccemmeaUido pela
febre amarella, e aquelle em que. merao conu
paradamaole ao numwodas accommeltidos, ole-
mos victima ee eontom desta huirlrel flagello.
Em verdad, desde a grande epidemia de 1850,
le atacando pela primeira vez esta cidade, fez,
como eostumam fazer sempre as epidemias em
anas primeiras invases, grandes estrados, ape-
nas em 1857 bouva urna recrudescencia pouco
aorlifera. Em 1S58 anda oi mais lee, e em
3059 to mucos e to banignos foram os casos,
^e ntm foi preciso abr* o hospital do Lazareto.
Ho eorrer do inno panado appireceram repen-
Dir-se-hia que a saliencia da costa desta pro-
vincia a leste, a constancia e forca das virages
diurnas o a pouca variabilidade dos phenomenos
meteorolgicos sao os meios que divina provi-
dencia aprouve empregar para minorar entre nos
os effeilos das diversas epidemias que ullima-
meate se leem manifestado, e para tornar este
clima ordinariamente sadio.
( Continuarse-ha)
DESPACHOS DO DA 30 DB HARQO DB 1861.
Requerimentoi.
4174.Izidoro de Franca Barros.Forneca-se.
4175.Jos Alves da Silva Guimares. In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
4176.Francisco Botelho de Andrade. Infor-
me o Sr. inspector do arsenal de marinha.
4177.Joo da Cunha Soares Guimares.
Passe portara coocedendo a licenga pedida.
4178.O bacharel Herculauo Antonio Pereira.
Estando j marcado por officio de 25 de feve-
rejro ultimo, o praso dentro de qual deve o sup-
plicante entrar em exercicio dirija-se a thesou-
raria de fazenda para abonar-Ihe ajuda de cusi.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel do commando das armas
de rernamhuco, na cidade do
llecife, de abril de 1861.
ORDEM DO DA N. 88.
Governo da provincia.
Expediente do dia 30 Oltcio ao Exro. bispo diocesioo. Devendo ter
lugar no dia 1 de abril prximo vindouro urna
hora da tarde a abertura da assembla legislati-
va provincial ; assim o communicou V. Exc.
Rvm.a afim de que se digne de ir ou mandar ce-
lebrar hora docostume a missa votiva do Divi-
no Espirito Santo na egreja matriz de S. Frei Pe-
dro Gongalves do Recite. Officiou-se ao com-
mandante das armas para fazer marchar um cor-
po de linha afim de fizer as honras do estylo, e
ao chefe da es:aco naval para que os navios de
guerra dera as convenientes salvas.
Dito ao Exm. presidente do Piauhy. Com o
officio de V. Exc. datado de 22 de fevereiro ulti-
mo recebi um exemplar da falla cora que o 3.
vice-presidente dessa provincia abriu a sesso
ordinaria da respectiva assembla legislativa no
da 1." de julho de 1859, bem como do rotatorio
que ao mesmo viee-presidenle apresentou o ex-
presidente Dr. Antonio Gorreia doCouto ao pas-
sar-lhe a adminislrago dessa provincia.
Dito ao coronel commandante das armas.Re-
mello inclusas por copia as informagoes minis-
tradas pelo Exm. presidente do Maranho, e o
commandante do 10" batalho de infantaria acer-
ca do desertor Antonio Fragozo da Paz. vindo da
provincia do Cear, afim deque V. S. se sirva de
exigir do coronel Antonio Gomes Leal esclareci-
mentos respeilo do mesmo desertor, que so du
ter perteocido ao eorpo que o dito coronel cora-
mandou naquella provincia.
Dito ao mesmo.Queira V. S. declarar-rae em
que dala foi preso nesta provincia o desertor do
corpo de guarnigo da Parahiba Antonio Gongal-
ves da Silva, que ltimamente foi remef.ido para
aquella provincia.
Dito ao mesmo.. Envi V. S., para terem o
conveniente destino, as inclusas guias de assen-
tamentos e soccorrimenlo do soldado da compa-
nha fixa de cavallaria desta provincia Joaquim
Antonio de Magalhes.
Dito ao mesmo.De conformidade com o avi-
so da repartico da guerra de 20 do corrento,
passo as raaos de V. S., para ter o cor veniente
deslino, o processo de commissao de direceao, a
que se procedeu para a qualQcago do Io cade-
te do 4a batalho de artimaa a p Bernardo Ra-
bello da Silva Pereira.
Dito ao mesmo. Passo s mos de V. S., os
autos do processo verbal de conselho do guerra
das pragas mencionadas na relago junta, aflm
de que sejarn cumpridas as senleogas proferidas
pelo conselho.sopremo militar de jusga dos mea-
mos processos.
Rela-o de que trata o officio supra.
9o batalho de infantaria.
Soldado Manuel Francisco Pereira.
10 batalho de infantaria.
Soldado Jos Miguel da Silva,
dem Claudino Jos Antonio,
dem Manoel Gomes de A morir.
dem Antonio Pereira de Helio.
dem Manoel Filippe dos Santos.
1 lem afanad Faustino Antonio Nunes.
Io cadete Joo Mauricio de Almeida e Albuquer-
que.
Soldado Francisco David Borges.
Companha Oxa de cavallaria.
Soldado Victorino Ferreira da Costa.
Dito ao commandante daesiacao navil. Re-
commendo a V. S. que faga conservar cados em navio que nao sia do porto, visto te-
rem de provar isengo legal osrecrulas iemioia-
no Seraflm de Oliveira Mello e Joo Francisco
dos Santos, qoe mandei apreseatar ao capito do
porto com o officio de 26 do crranle.
Pito ao capito de porto, Fago aprosentar a
V; S. para serem inspeccionados, os recrutai
Marcelno SebaaUo Mauricio Windeflef o Xho-
miz Henriqa de Sana, destinados para o sorvi-
co 9a armada.Communicou-se ao chefe de po-
lica que os baria rameltido.
Dito se inspector da thesounrii de fazenda
O corooel commandante das armas faz publico,
para conhecimento da guarnigo e devido effei-
to, que boje contratou na forma da imperial pro-
visto de 11 de Janeiro de 1853, para servir por
3 annos no 9a batalho de infantaria na qualida-
de de msico, o paisano Alexandre Soares de
Souza, percebendo, alm dos vencimentos que
por le lhe competirem o premio de 150&000, pa-
gos no sentido do decreto e regulamento do 1"
de maio de 1858.
Assignado.Jos Antonio da Fonseca Galvo.
Conforme.Antonio Eneas Gustavo Galvo,
alteres ajudante de ordens interino do com-
mando.
)tr. Nao-Toar, secrelario de Garibaldl em
Glasgow, tecebeu de Mr. Maztlni a segutnle
carta ase o MoriUng Chronicle publicou. E' a
carta d que cima se fall:
c Londaes? da Janeiro de 1861.
Hea ehard senher, agradeco mil ve' es ao
Giasgow BeraU, asaira comoaiaaaaaasequio-
s bilhasa, faado a bondad* da apseaentf os
ntaus alHrsMaWrttos ao vosao amigo editir do
barnaC
FMbsms s sata cousa, qpe qasbwai v4r-
*. faa a mondo na Gr-BroUob, est coa-
vencido da qaa *&aribaldi ( honesto, frasca e
leal. Muito boas I o proprio facto de que He
asta em intima relaces comiKO, a do que as-
sim como eu elle est descontente do estado
actual das cousas, devern levaros vossos cora-
pitiiotaa a urna apreciago mais imparcial da
nossa situago.
# A Historia neo orferece ceitamente om par-
tido poltico que nanea tenha mostrado tanta
benegico, que tanto tenha renunciado s suas
profundas convieges como o partido deaego, e
penoso, coraquiole eu pessoalmente me in-
quiete muito pouco, ser aecusado exactamente
do contraro.
A opinio publica esl engaada pela Im-
prem da capital, porque essa imprensa tambem
lem sido engaada por alguno correspondentes
cavouriaaos. Mas existo urna serie defacto que
nao devem fcilmente esquecer-se. O primeiro
que no nosso partido calumniado qualquer
movimento italiano. Se exceptuardes a guerra
de 1859, guerra que foi dirixlda, nao tanto por
Cavour como por Napoleo, para conseguir che-
gar ao seu fim, e na qual a Austria tomou a ini-
ciativa, o gabinete sardo nada fez a que se possa
chamar principio. Acceitou officialmente o mi-
mo que lhe flzeram da Lombardia, a paz do
Villa-franca e os protocolos de Zuricb.
E' a agitagao do nosso partido que tem dado
lugar a que a Italia avance, e que tem obrigado
o gabinete a andar. A anoexago das provin-
cias contraes foi primeiramente recusada; depois
recuou-se de todas as maneiras, s porque Na-
poleo o nao quiz.
Nos que somos o partido popular, temoa pela
nossa tranquilla persistencia, pelos votos das
assemblas, e pelas mauifestages populares,
forgado a realesa a acceitar ; depois, apesar da
opposigo do ministerio piemontez, demos co-
meto ao movimento italiano. Se este movi-
mento nao tivesse tido lugar, teria Giribaldi
podido desembarcar em Marsalla, e comegar a
sua gloriosa carreira de victorias libertadoras ?
As operages da Garibaldi foram formalmeute
desapprovadas. Se elle leve um exercilo, volun-
tarios e dinheiro, nao foi devido ao governo sar-
do, mas sim s nossas commsses dissiminadas
em todos os pontos da pennsula, debaixo da
direcgo do nosso partido, e sob a mioha pro-
pria, ou sob a de um outro partido extrema-
mente activo e muito insultado, o de Bertani.
O desembarque no territorio napolitano foi
vivamente (censurado ; os agentes de Mr. de
Cavour pozeram-lhe todos os obstculos possi-
veis. Gragas aos movimentos das provincias re
comegou-se, o tornou-se possivel por parte da
nossa commisso de acgoem aples ; depois
que se seguiu a entrada das tropas piemontezas
nos Estados Romanos. Tornou-se necessario
tambem, em consequenca da nossa resolugo,
sabir de Genova para invadir a Romana e Tra-
pani, e marchar contra Roma em consequenca
egualraente de urna ameaga feita por Garibaldi.
Temos constantemente operado como um
eslimulo. Temos irabalhado, corabatlido e der-
ramado o nosso sangue pela Italia. O gabinete
Cavour fez constantemente opposigo, colhendo
os fructos logo quo linham sido alcanzados ou
que se lornavam inovitareis. E ludo islo se pra-
ticou em nome da unidado mouarchica, sem que
se ouvisse urna nica voz a favor da ropublica,
ou mesmo da democracia ou da liberdade. A
nica cousa que pedamos era trabalhar para os
oelros cmqtianto nao ttvessemos Veueza e Roma.
Ser islo pois um partido egosta, demcrata, e
exclusivo 1
Acabo de lr no ultimo numero do Wests-
minsler Review, a rt-speito da queslo napoli-
tana, um artigo em quo esto expostos lodos es-
tes tactos com circumspecgo e de urna maneira
mais explcita ; roas esto al implcitamente
consignados. E' extraordinario dize-lo 1 o autor
concluiu por nos insultar e por proclamar Mr.
de Cavour como o nico regenerador da Italia.
Ha trinta annos, quo eu comecei a trabalhar
psra a uniQcago italiana, quando por toda a
parte so dizia mofando, que a obra era impossi-
vel de realisar, e eu era tratado como agitador
iosensato 1 Como que nos oppomos nos hoje
unidade .' Porque lhe nao sacrificare! tudo ; as
minhas faculdades, os meus proprios seotiroen-
tos? E' segundo me parece, urna cousa muito
natural. Porque, sera prova, nao haveria em
Inglaterra confianga alguma em mim ?
Sou, etc.
Joseph Mazsini.
{.Jornal do Commeroio, de Lisboa.)
Sebastio Lscerda por 19 ditos.
De eontat e detpezas provincimn.
Rccothem-se 26sdulss.
Sao eleitos os senhores :
Augusto Leso por 23 votos.
Miranda por 11 dilos.
Oalbo Cintra por Li sitas.
Ue commmrem obras publica
Rocolhem-se 26 issitai,
Sao eleitos os soasares :
Coelho Cintri par tfj votos.
Joba Cava lean ti par 19 ditas.
Alfonso de Albuqnerque por 12 ditos.
O Sr. Ignacio da Barros haaia abitan vobteio
igual a do Sr. AtToaso de Albuquerque, mas lor-
ie dacidio-se por sato.
Redacco de leis.
Michado Portella, Pensin, Lucena.
Itutrucfa publica:
Machado Portella, Machado da Silva, J. Brau-
lio.
Eslatistica.
Nascimento Portella, Margal, Pinto de Cam-
pos.
Justiri civil e criminal.
Drummond, GiUrini, Affonso Caralcanti.
Negocios ecclesiaslicos.
Margal, Gongalves Guimares, Francisco Pe-
dro.
Portaros de cmara.
Levino de Barros, Salgado,]. A. Lopes.
Rendas e contas municipaw
i, t. de Bello Cavalcan, Girana. Penna J-
nior
Verificando-so nao haver casa, o Sr. presiden-
te designa a ordem do da e levanta a.sesso.

REVISTA DIARIA.
EXTERIOR.
Extrahido da Italia, jornal de Turi, publica-
mos o discurso proferido pelo conde de Cavour
no senado, quando apreseotou o projecto a res-
peilo do Ululo de rei da Italia concedido a Vc-
tor Emmanuel :
Senhores senadores:
a Os maravilhosos acontecimenlos dos dons
ltimos annos leem, em consequenca de ines-
perados successos, reunir ero um s estado,
quasi todos os membros dispersos da nago.
Aos principados, to diversos uns dos oulros, e
muitas vezes to hoslis entre si pela divergen-
cia das suas vistas e conselhos da poltica, suc-
cedeu afinal a unidade do governo fundada na
base solida da monarchia nacional. O reino de
aples boje um facto ; este faci, devoraos
nos affirmar em face dos poros italianos eda
Europa.
Por ordem de S. M., e por opinio unni-
me do cooselho dos ministros, tenho pois a hon-
ra de appreseotar ao senado o projecto de le
incluso, pelo qual o rei, nosso augusto soberano,
toma para ai e para os seus successores, o titu-
lo de rei da Italia-
Fiel interprete da vontade nacional, que
j esl manifestada em mil circumstaocias, o
parlamento, no dia solemne da aessao real, com
o enthusiasmo do recouhecimeuto e da affeigo,
acclaraou Vctor Emmanuel rei da Italia. O se-
nado deve considerar-se feliz de ser o primeiro a
dar urna prompta solucao aos votos de todos os
os italianos, e a saudar com um novo ltalo a
nobre dymoastia, que, nascida da Italia, Ilustre
por oito seculos de glorias e de virtude, foi re-
servada pela Providencia Divina para a houra de
vingar a desgraga, enxugir as lagrimas, en-
cerrar era das dssonges italianas. Com o
vosso voto, senhores, pondos termo recerda-
gao dis lucias das provincias, e escrevoreis a
primeira pagina de urna nova historia nacio-
nal.
DIARIO DE PERNAMBUCO-
A assembla oceupou-se honlem com a no-
meagode suas commsses.
A ordem do dia de hoje .continuago da
de hontero, discusso dos posturas municipaes
de Santo Anlo e Escada, e do projecto n. 19 do
no passado, elevando cathegoria de cidade
villa da Escada.
arfe moi de febre amarella. !Sno Anlonlo> 0 general piemontez Pinelli, quo commindava
nos Abruzzos, foi exonerado pelo governo do
Vctor Emmanuel, em consequenca de haver
empregado termos menos eouvenienles em urna
proclamado que fizera espalhar enlre o exer-
cito.
Eis a proclamago:
Officiaes e soldadas 1 Teodes Irabalhado mui-
to ; mal nada se tem Caito, emquanlo que ha
muito para fazer. .Um resto d'easa raga de la-
dres anda se abriga na monunhas, Correi a
expelli-los dos seas covis, sede inexorareis
como o destino 1 Contra esses inimigos a oom-
paixo um crime. Vis o submissos qoindo
vem que sois..mullos, rem accommeUer-ros
traigoeiramenle quando vos encontrara fricos.
degollado os ftidos.
Iodifferentes a todo o principio poltico, ri-
dos somante do festina qae resulta do saque,
sao boje bandidos asolanados do vigario, oo
de Christo, mas de satanaz, dispostos a vendar
aos outzos o seu puohal quando o oir a moca-
do 4 estupidez dos fiis nao basto para saUsfazer
as auas psixoB. Nos acabaremos cora lies, ani-
quilaremos o vampiro sacerdotal quo com os seus
labios impuro chupa ha millos aculo o Ma-
gue da nossi me; na purificaremo com o fer-
ro e com o fogo aa reginas iateeUdii 4a asa
baba immunda, de sua oras aabk ais vi-
goras alaberdid* pira esto sobre proriocia da
Arcoti.
I" i .....> m
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
Sessio em de abril de 1861.
Presidencia do Sr. bario de Vera-Cruz.
Ao meio dia feita a chamada verifica-se esta-
rem presentes os Srs. Francisco Pedro, Gitirana,
Manoel Portella, Siqueira Cavalcanti, Coelho Cin-
tra, Joaqoim Mello Reg, Amorim Salgado, Mi-
rauda, Mello Cavalcanti, Gongalves Guimares,
Joo Braulio, baro de Vera-Cruz, Figueira, Le-
vino, Margal, Brito, Fenelon, Lopes, Luiz .Filip-
pe, Pina, Souza Res, Joo Alfredo, Joaquim Por-
tella, Joo Cavalcanti, Ignacio, Joaquim e Au-
gusto Leo.
Abte-se a sesso.
Sao successivaraente ldas e approvadas as ac-
tas das duas sesses anteriores.
O Sr. Io Secretario d conta do seguinte
EXPEDIENTE.
Um officio da presidencia acompanhando dous
autographos de resoluges desta assembla, que
deixaram de ser sanecionados.A commisso de
constituigo e poderes.
Outro do deputado Jos Joaquim do Reg Bar-
ros, participando que por molestia nao pode ac-
tualmente tomar parte nos trabalhos da cssa.A'
mesma commisso.
Um requerimento de Jos Joaquim do R ego
Barros, pedindo o logar vago de official maior
dista assembla.A' mesma commisso.
Sao tambem lidos e rernetlidos mesma com-
misso os requerimentos de Francisco Duarte
Coelho, Manoel Frrmino de Mello, Angelo Henri-
qoes da Silva, Joe dos Anjos Vieira do Amorim
e Ignacio Bento de I.oyolla, que igualmente po-
dem o mesmo lugar.
Achando-se sobre s mesa o diploma do Sr. de-
pula Jo supplente Affonso de Albuquerque e Mel-
lo, remettido mesma ommisso, assim como
tovo igual destino urna indicsco do Sr. Mello
Cavalcanti para que se chame o primeiro sup-
plente pelo circulo de Goianna, aflu de substituir
a vaga do deputado Souza Carvalbo:
ORDEM DO DA.
ELBICO DAS C0M1SSES.
L'o;i.iatildo e poderes
Reeolhera-se % sedlas.
Sao eleitos os senhores:
Visconde de Camaragibe por 22 votos.
Luiz Filippe por 21 ditos.
Theodoro por 20 ditos.
Le-se e approva-ae um parecer da commisso
de constituigo que determina se d assento ao
Sr. deputado aupplentoABoofo.de Albuquerque,
assim como se chime um dos supptentes eleitos
pelo circulo detioianna, procedendo-ae anteci-
pidimenti ao desempale, da votag&o entre os 2
primeiros supplentei, visto terem btido igual
oumero de Tatos.
Km coosequeocia consulta-se a serte esta de-
cido-se a lavor da r. pmpbronio, a qaem se
t oulciar para compatecar tomar assento.
De fazenda e oresmento.
Recolhem-s 16 aedalas.
Si ateilos as sanhorsi:
aaaxs Rei por 25 rota.
Ignacio da Barro por 21 ditas.
Tor haver tomido assento ns assembla provin-
cial, de que membro, o Sr. Ur. Joaquim Pires
Machado Portella, foi designado para subslitui-lo
na directora geral da inslrucgo publica o Sr.
Dr Jos Soares de Azevedo.
Foi considerado por actoala presidencia de
28dopassalo, habilitado para perceber as van-
lagens do art. 26 da lei o. 369 o professor de ins-
lrucgo elementar da Serinhem Antonio Vieira
de Barros.
Convm que se nao consiola a collocago
de pedrns, que deitam no leito de certas ras pa-
ra fazerem passadigos de urna para outra caiga-
da ; pois que da tolerancia disto pode resultar al-
gum sinistro da parle dos carros, cujas rodas
oellas se encontrara, mormenlo nolte, quando
oo possivel destingui-Iis para dar-se o desvio
necessario.
Chamamos por tanto a allengso dos senhores
fiscaes para semelbanle abuso, mormente qaan-
do elle chega ao ponto de fazer-se uso de gran-
des pedras, como d-se na ra Velha.
Em consequenca de ter lomado assento na
assembla o procurador-fiscal da fazenda provin-
cial, foi nomeado para substilu-lo interinamente
o bacharel Miguel Jos de Almeids Pernambuco
Jnior.
O_Sr. Jos Pedro das Noves, acha-se o o
exercicio de juiz de paz do Io dislricto da fre-
guezia de S. Frei Pedro Gongalves, e d audien-
cia em sua casa ra da Cadeia do Recite.
Amanha 4 do corrente. andam as rodas da
quinta parle da quinta, e primeira da sexta lo-
tera do hospital Pedro II.
Informara-nos que a thesouraria geral s
loma seduls dilaceradas s quintas-feiras.
Damos abaixo a continuago do artigo do
Sr. Duprat, que comegamos em urna das revistas
passadas:
AGRICULTURA.
(Continuago.)
2. artigo.
Utilidade da fundago de escolas normaes de
agricultura nas provincias do Rio de Janeiro,
Baha e Pernambuco.
Em continuago ao nosso artigo publicado na
Revista Diaria de 28 do correnlo, offerecemos
considerado do Ilustrado governo de S. M. I.,
dos agricultores, e de todos os horneas amigos,
como nos, do progresso material e moral deste
rico e vastissimo imperio, no qual temos passado
nossos mais bellos annos, o nosso plano de rege-
nerado e de elevago altura do seculo da sua
delluhada e moribunda agricultura. Bate plano
consiste no cstabelecimento o mais breve possi-
vel de escolas normaes de agricultura, como as
que existem em Franga, nas provincias do Bio de
Janeiro, Bahia e Pernambuco.
Sabemos perfeitamente que, para a fundago
de escolas da importancia das que lembramos,
sero precisas avultadas quanlias com o fim de
serem applicadas compra de engenhos oud'ou-
tros terrenos convenientes laee eslabelecimen-
tos, pagameutos de construeges o edicages,
material e pessoal nellas empregados, etc., etc.,
e que lalvez o momento nao seja tambem dos
mais apropositados para convidar o governo a fa-
zer j grandes despezas extraordinarias e impro-
vistas.
Mas, neslo caso, indicaremos quo se erapre-
guem na fundago das ditas escolas os fundos vo-
tados, ha annos, para a inlroducgo de colonos
que oo vieram, nem virio, se julgarmos pelo
que deu-se para com a companha iostallada pa-
ra a importago de colonos nesta provincia, as-
sim como outras consignagea que, como esta, al
agora nao lveram anda emprego.
Consideraremos o capital empregado pelo go-
verno na fundago, em toda sua extenso, das
escolas d'agricullura, como um emprestimo a el-
las feito por um lempo, mais ou menos remoto,
e que ellas podero, com sua receila, amortisar
por annudades, juro o capital, em poucosanuos,
se assira o governo o delerminar.
As provincias do Ro de Janeiro, Baha e
Pernambuco naturalmente tem, alm de idnti-
cos ou similares, productos particulares cada
urna d'ellas ou proprios de suas Tonas ; bom se-
r, pois, que os terrenos escolhidos para dilas es-
colas sejam acidentados, e tenham em si diver-
sas qualidades ou naturezas d'olles, assim como
rios ou riachos perennes, que possam servir pan
fazer irrigaees, varzeas ou alagados, onde se
possa demonstrar praticamenle a utilidade e bons
effeitos da canalisago subterrnea 'esgoto das
aguas estagnadas(drainage.)
Con hocemos as tres provincias citadas, .ere-
mos que se poder, sem maior dif&culdade, achar
engenhos ou grandes fazendas situadas em luga-
res convenientes, em cada provincia, tendo terre-
nos e sitios variados nas condiges indicadas.
Pernambuco tem na freguezia do Cabo, no
percorro da estrada de ferro varios bons enge-
nhos, e entre elles conhecemos um. particular-
mente, que encerra em si todas as condiges de-
sejaveis j enunciadas.
c Sabemos que o dono nao deseja desfazer-se
d'aquello engenho; mas eremos que o seu patrio-
tismo o levara a cede-lo ao governo por um pre-
go razoavel por este o destinar fundago da es-
cola de agricultura, cuja utilidade ioapreciavel
reconhecida por todos.
< Cremos que os donos dos engenhos procura-
dos para a fundago das escolas de agricultura,
prestar-se-hiam de boamente a aceitar em paga-
mento de suas propriedades apolices da divida
publica geral com juros de seis por cento por
anno.
c Urna escola de agricultura, tal como a projec-
tamos, para ser conveniente esla provincia,
deveria ter um director que reuniste em si co-
nhecimentos geraes de ludo o que carece um es-
tabelecimento desta ordem ; horaeos destes nao
sao muito facis de achar ntrenos, perm a oc-
casio havia de os fazer apparecer.
Somos de opinio que o pessoal do ensino
deveria ser engajado todo em Franca, por 3 a 6
annos ; e vista dos progressos e das habilita-
res apreseotadas peles alumnos no primeiro ou
segundo triennio, os que se destinsssem ao ensi-
no, depois de ter feito o exame do 3* anno, sido
approvados a recibidos sou diploma d engenhei-
ro do agricultura, paderiara ser eleitos lentes
substituto eu effoetivos d'alguma das cadenas
vagas da escola. Nioguem mais habilitada do.que
os proprios alumnos do 3o anno, condiscpulos
dos candidatos, para eleger d'entre ai aquelles
mais merecedores do oecuparem as respectivas
cadeiras de lentes em substituigo dos viudos de
Franga, que o governo julgar coavenieaii deso-
nerar anoualmenle, a contar do 3* ou 4*ano do
engajamento.
Quando lembramos o eogjar-ae em Franca oa
lentes e oulros empregados quo tenham de for-
mar o pessoil necessario para a boa explorico
da escola normal desta provincia, unicainaoto
com o fim de poder aproveilarlogo apa a sua
chegada o pessoal vindo de Franca, o evitar das-
harmonlas, datiutelligeacii e sacrificios d'amor
proprio, emfim, rivalidades qqe noderiam apr-
eentar-se entra os lentes eslrangeuos os aacio-
naei; o que convm a urna boa insliluiclo, pre-
ver e evitar d'ante-foau.
c 0 livros, es compendios fia scola, poderlo,
setO Inconveniente, no corso do primeiro trien-
nr ser em fraacec; d'bi resultar urna vanta-
ejBaa-cacipraes parios llamaos e pin es lentes ;
i os alumnos devendo para ser admiudos ao cur-
so, mosUax-aa habilitados na lingoa tranceza, lo-
rio occasio de fimilisrisar-se com ella, filiando
aaseseven lene ssancezjgm^ns muito a asen-
tir d'ihi em diente, pire tarar pee mito ees dl-
venis publkaqde igricolas, que ss imotimem
ladea os amasa-asa Franga.
No desata des mesma primeiros tos as-
^ noan lenta franceses terne a tempe de eatudar,
fallar e esarevar lingoa portuguesa com ne-
cessaria patfisasBa
< Os n istaw aavsedore da chema su radas,
e o outa a>aateeibreirotatrattt,lharfass gp-
celes que aqu visio faroar os aprendiss serio
igualmente engajados em Franga, e por um tem-
pe estipulado.
Alm das dvnrsas seencias ensinadas tanto
nas escolas de agricultura de Franga como nas
brasilerraa, as nossas devero ter urna oa mais
cadeirasde medicina veterinaria.
A cultora da asna, a fabrica gao do assuear,
a resUlagao des seu residuos ele, etc., sero en-
iaadas com toda a perfeigo em apparelhos ai
hoc. A cultura e a regeneraco do algodio do
Pernambuco, a introducto do' algodo da Geor-
gia {Sea itland) depois ne elimatisadona ilha do
Fejpaodo, como o distemos era nosso artigo so-
bre as expusieres dos productos agrcolas eindus-
triaes, (1j a culturado cat,cacao, tabaco, arroz,
plantas e cereaet uteit, indigenaa ou exolicot, a
plantas oa semeutes oleaginosas alimenticias ou
nao, cujas especies sao muito numerosas neile
imperio, no estado eelvagem sao d'um grande fu-
turo para estas ricas provincias como genero de
expottagao. Vrr lempo em que ellas firaro
em seguiraento do assuear e algodo.
Nas terna e viveiros da escola normal sero
tratadas com todo o cuidado as plantas semen-
tes de experiencia ou eniaio.
Os melhoramenlos das ragas dos diversos
auiraaes e aves domesticas, sua criago, educa-
cao e tritamento sero um ramo essencial do en-
sino pralico.
Nao podendo as escolas de agricultura deixar
de ser situadas no interior das provincias, ou pe-
lo menos a urna certa distancia das capitaes, el-
las tero alojamentos sufflcieotes para receber
at mil pessoas, subdivididas em suas respectivas
re p artigues.
Calculamos, sem temer de ser
tachados de exagerados, que a es-
cola desta provincia poder vr a ter
de 300 a 500 alumnos, seja para es-
ludar preparatorios, seja para se-
guir os cursos; tomando por termo
medio, pois, o numero de 400, o
admittiodo que o prego da penso
seja fuado em 500$ annuaes, u'ahi
resultar urna receila de............
Cremos tambem nao exagerar
era contar que o saldo liquido pre-
sumido e resultante das vendas dos
productos diversos da explorago
dos campos da escola poder ele-
var-se, quando ella estiver em per-
feito andamento, .......;..........
20.0000(X>
20:0005000
Total....... 40:0003000
levada em deduego da
receita esta que ser levadi
despeza geral annual.
Dando cultura o desenvolvimento que julga-
mos que a extenso do engenho lembrado pode-
ria permittir, em poucos annos os rendimentos
da escola haviam de chegar a cobrir a despeza ;
ento que se poder verificar se, como temos
dito muitas vezes, 2 lavradores e 10 trabajado-
res da escola munidos de seus instrumentos agr-
colas, cullivam no anno mais extenso de trra e
melhor do que 40 a 50 negros de cnxada ; e se
12 eavallos e 24 a 30 bois de trabalho bem trata-
dos nas estribaras da escola nao fazem mais e
melhor semgo do espaco'de um anno do que um
numero triplicado deigaSs animaes sollos dia e
noite nos cercados dos engenhos, como se osa ge-
ramenle no imperio.
Esperamos com a inlroducgo das escolas nor-
maes de agricultura, em que sero nicamente
admiltidos numerosos apreodizes e trabalhadore9
livres, aaianler um aeculo agricultura desta
rico, mas atrasado imperio; acabar com a igno-
rancia e emperrada doulrina dos seus agriculto-
res e substitu-la pela sciencia da agricultura
moderna, que debaixo da direcgo de homens,
como cootamos que saiam formados daquellas
escolas, vira triplicara fortuna dos senhores da
engenho, e de outros esiabfercimentos agrcolas,
e augmentar nas mesmas proporges os rendi-
mentos actuaes do estado.
a F. M. Duprat.
Pernambuco. 30 de margo de 1861.
Mais ama cura imporlante, operada pelo
Sr. Dr. Casanova, nos enviam para publicarmos,
e o proprio interessado que o faz em signal do
sua gratido e roconhecimcnto; ei-la:
Illm. Sr. Dr. Casanona.Os repetidos elo-
gios que tem apparecido ri Diario de Pernam-
buco das suas curas feitas pela homeopatbia, me
obrigam fazer publico i que V. S. ha lempos fez
em miuha casa. Urna escrava, grvida de lempo
do dar luz, foi accommeltida de fortes convul-
ses que duraram mais de .12 horas, desappare-
ceodo a falla, e resistindo aos tratamentos mais
enrgicos, pois queja se linham applicado bixis,
sangras, tendo sido desengaada de todos, o
sem esperangas de salvar-se ; foi pela assistenle
lembrada a homeopethis, dizendo que nestes ca-
sos tinha tirado vaotagens ; para cujo fim recor-
r V. S. que prompiamenie se preslou vir
ver a doente, e examinando-a tambem a desen-
ganou. Comludo deu lhe remedise disse que
se desse a luz poderia escapar, para cujo effeilo
aquelle remedio era evidente 1 Com eueilo de-
pois de duas horas deu luz, e com a continua-
go do tratamenlo veio a falla, desappareceram
todos os incommodos e de lodo ficou restableci-
da ; felicidade que devo Deus, e V. S. muito
agradego pelo acertado tratamenlo que lhe pres-
tou.
Sou com estima e amizade, de V. S. amigo,
criado e obrigado.
Francisco Antonio Correa Cardoso.
Recite, 22 de margo de 1861.
O Sr. Dr. Francisco Teixeira de S, iuia
municipal do Po-d'Alho, pedo-nos que declare-
mos oo ser elle candidato ao lugar de offlcial-
msior da assembla provincial, visto como para
isso seria preciso renunciar ao lugar qua exerce,
oque por modo algum lhe. convm, J se v,
portanto, que andou Iludido quem isso airmou
algures.
O briguo francez Parahiba, entrado do Ha-
vre, trouxe a seu bordo o seguinte passageiro :
J. Lasserre.
CMARA lltXICIPAL DO RECIPE.
SESSAO ORDINARIA AOS 18 DE MARCO
DK 1861.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Presentes os Srs. Rege-, Barata, Dr. Henri-
ques da Silva, Maia, Cesario de Mello e Mello,
faltando sem causa participada os mais senhores,
abrio-se a sesso, o foi lida e spprovada a acta
da antecedente.
Foi lido o seguinte
EXPEDIENTE.
Urn officio do Exm. presidente da provincia,
exigiodo lhe remenease a cmara com urgencia
at 31 do corrente, imprelevelmeale, copias em
dupticata da acta da apurajo geral que ultima-
mente procedeu para depuiados geraes.Que sa
satisQzesse.
Outro do mesmo, exigindo tambem com urgen-
cia, copias em duplcala das actas da eleieo ul-
tima de elettores das fieguezias deste municipio,
e das do coilegio eleiionl, comprehendeodo ca-
da ama' deltas, quer da eleieo primaria, quer
da secundaria, todo o processo desde a suains-
tallagao al a apurago, e nao simples actas par-
ciaes de ama ou outro acto da eteigo.A mesma
resolugo.
Outro do bacharel Joaquim Fonseca de Albu-
querque, coramunicando ter entrado no dia 15 do-
correte, ho exercicio da delegada do primeira
districto do termo desta cidade, na qualidade de
quinlo supplente, e no impedimento dos que o
Erecedom.Inteirada, e que se aecusasse o rece-
tmeiito.
Outro do engenhelro cordeador, submellendi
considerscao da cmara a reforma da planta do
arraial das Cinco Ponas, como lbe foca orseae-
do, sendo de opinio que devera sqpprimir-s a
quarteiro de caaas pequeas, que fleam im fron-
te da fortaleza, eatre a ra projeciada o a largo
da mesma, qae ficarii assira mis espacoao t
mais regalar.A cmara approvou a reforma/
a sdbmetteu a approvacto da presidencia.
Outro do fiscal supplenle em exercicio do Re-
di YldeDiario de 23 de margo cemita, t-
vista Diaria,
l


*UUO D9 mLHAACO: *' &ATA FURA 4 H. ABRA D* 1661,
*
ssasm
m
cife, pediodo lh maadasse a cinara
timo.Mindou-se passar mandado.
Outro do fiscal dcata fregaezia, comraunicando
ter procedido oa Tsrhi das posturas contra Joa-
quina Ribeiro Barros, por terem sido, encontradas
aicuidMut residencia, na roa dai Aguas Ver-
dsa a. 30, utensilios, para o fabrico de toga ax-
ti&oi**, oite duzias do fogoslos do ar ; o qoe
Ara denunciado por um estampido de bonos,
dentro da mesns casa, que chamoa a atloaco do
iilico, e fe* fue elle scal se dirig para all
ton e subdelegado da freguezia.Ioleirada.
Outro do cidado Antonio los Aires de Amo-
va, jo" do psx eleito para o saiundo districlo da
freg'uezia da Huribeca, pedindo escusa de servir
padecer de obstruccao de flaade coa anemia,
que se torna incapaz de qualquer servico publi-
co.A cmara aceitn a escusa, e mandou ala-
ciar so primeiro supplente para juramentar-se.
A commfsso de pulicia ( Barata Reg ) ru-
bricou as contas das despezas feitas, pelo solici-
tador com as causas da cmara em jnizo, desde
abril de 1860 at 31 de jaueire ultimo, declaran-
do eha-las ceuforoe.
Por ter fallecido o padre Jos dos Santos Fra-
goso, juii de pss eleito em tercoiro lagar do pri-
melro districlo da freguezia da Varzea, a cmara
resolveu chimar primeiro supplente paradlo-
mar o logar do quarlo volido, e esto preencher a
vaga por aquello deiada.
Acbaodo-se ha muito tempo gravemente doen-
te o amanuense da secretaria desta cmara, Aoas-
pagar t ttio Xatler deXete, en Osla* de di poder
fir maie a reparticie, resolveu o cmara too
propasts do Sr.Birata, chamar Caetano Qata-
tioo Galhardo para Tasar o sefrieo f cargo fta-
quel tspreajado, veoceodo a gnflrflcatao o
BMsno enpregadonareada por le.
0 9r. Reg requeren e foi approvado que se
eemprassent sois os**** con assooto de pttf-
oha per' a sarta T essa tes ompregados do ce-
milerio.
Resolveu-s que se of&cissse so Etm. presi-
dente da provincia pedindo-se solucBo do oflkio
dirigido presidencia era data le 5 de dezen-
bro do anno pasaado com a reforma da postura,
estabeleceodo o matine do peso que poden pu-
char o carros de cndntir gneros, fazendas ;
bem como de outre offlcio de 18 de fevefelro ul-
timo sobre a diTisSo de districtos da freguezia do
Poco.
Passoo, i requertmento do Sr Barita, que se
offlciasse sos flscaes, recommendando-lhe a res-
tricta observancia das posturas, que prohiben
o maltratar-se brbaramente os animaos que pe-
chara carros e csrrogas ; e que se empreguem
no serrino de taes carros animaos chagados,
doaotes, etc.
Despacharan!-se as petiges da Benjamn Pires
do Albsquerque Maraoho, Joao Neporaucene Pe-
reira dos Santos, Manoei Antonio SirnSes do Ama-
ral, Pedro Jos da Costa Castello Branco, Thom
de Franca ; e lerantau-se a sassao
Eu ladoel Fcrreira- Accioll, secretario t escre-
vi.Barros Reg, presidente.Cesario de Mello.
Henrique da Silva.Rege.Leal Ser.Mel-
lo.Reg Maia.
so aune at 0 pftfW A 4 toWWs"t a lt /. '*']
de 6 amaes, e toma simples ou com joros pelo premio tarazo que se
conreetfkin.
IWVO BA*C0 DH PBRNAillWCO.
Bataneo do Novo Bao 1n Per-
nnmburo
em 30 de marco de fS6l.
ACTIVO.
Apolices da divida publica ......
Estrada de ferro de Pedro II......
Eatrada de ferro da Bahia........
Depsitos.
TABELLA do rendimento da alfandega de Pernambuco do
mez de marco do corrente exercicio comparado com o
de iguaes mezes dos dous ltimos anuos.
IStrORTACAO.
Direitos do importado para consume..........
Ditos addicionaes................................
Ditos de baldeacao e reexportsgo..............
Ditos de bildeacao e reexportadlo para frica..
Expediente dos gneros estrangeiros navegados
por cabotagem................................
Expediente dos gneros do Paiz................
Expediente dos gneros livres..................
Armazenagem das merca do ras.................
Premio dos signados..........................
DESPACHO MARTIMO.
Ancorsgem....................................;
Direitos de 15 % das embarcaedes estrangeiras
que passam a nacionaes......................
Ditos de 5 % na compra o venda das embarcaedes.
ExrotrtACAO.
Direitos de 15 % de exporlacao de pao Brasil...
Ditos de 5 /o de exporlacao....................
Ditos de 2 % de addicionaes....................
Ditos de 2 % de exporlacao....................
Ditos de 1 % d our0 eM barra................
Ditos de % % dos diamantes..................
Expediente da Capaiazia........................
INTERIOR.
Multas.........................
Sello do papel | ^ron,i;
Imposto dos despachantes.....
Emolumentos..................
EXTRAORDINARIA.
Receita eventual..................................
Di 7 ira os da provincia das Alagoas................
Dizimos da provincia da Parahybe...............
Dizimos da provincia do Rio Grande do Norte....
Contribuico de caridade.................,........
1860 1861
256:80tty99
32:6339652
205*600
4371697
1:8418553
1:8829105
2219899
1:974*750
5359500
10572500
30:025772
12O60*84
159974
1:087J780
I80J932
7071260
1389140
629500
98JO00
t
1859 a 1860
342:6099456
65279010
7079312
4619958
196828
349:9028564
412:647^494
739889
585$794
1:6489855
'5269308
2:8289159
766f9(0
8 7311388
89250
1005O0
73:1279174
119700
7619615
324453
9749480
2428735
3379500
100*000
497:802226
8:0109705
3:494*499
1:871137
7083371
511-886*938
1858 a 1859.
493:437*835
109J487
4859003
1:1499995
2969430
4:3749389
5:1788942
4:1729150
7119000
9589D50
89:922*242
35:968*897
18J196
1.1679235
2028214
8958720
3308801
2818250
639760
"98220
PASSIVO.
Capital.......... 2,000:000f000
Emissao. ........ 1,486:0001000
Depsitos da direccao .... 80:0008000
Letras por dinheiro recebido
juros......... 8i:272gl53
Contas correntes com juros 360:7339434
Fundo de reserva...... 41:6309078
Titulos em caucao..... 9:3uty280
Banco da Baha S/G 3:6038215
Banco da Bahia N/C 32:6929398
Knowles & Foster (.da Londres) 3:225*734
Jos Antonio de Figueiredo J-
nior (Hio da Janeiro) &:68*154
Saques ..... v .. 8:955|993
Dividendos........ 34:755*500
Commissodo|presidente e geren-
tes .......... 6 142*496
Deseontos......., 143:6139504
639:732916
6:765*528
1-068*255
687*780
446S484
Acedes depositadas
Joias depositadas.
Letras caucionadas.
Letras descontadas.
Letra protestadas
Aluguel do casa .
Fornecimeato ,
Juros. ......
Premios de titulse
Despezas geraes ...
Caita.............
garanta.
573:8008000
104:000*000
79:632*502
80:0081000
3:570*000
2,849:8509899
27:7479805
1:050*000
7:766*485
1:8089602
26 884*863
990*170
532:2528339
Bares Inglez PafUtt, rnd dtf CaroT, con- [ Dad passedo nesta eiaf A ReeWe do Peri-
^VtScofl Wttses A C, meaifesioo ose- namL.'reoso Io diado^ mez de abril de 1661,40" da
370 toneladas
nenos.
de oetVe dw' pMra ; aos
Rit. 4.300:6189039
64870(>5973
Alfandega de Pernambuco 30 de marco de 1861.
O 4o escripturario, Bazilio B. Furtado.
Communieados.
O G y nina s o Provincial Pernam-
n a tribu cano.
As instituiQes sao de um valor immenso na
vida dos povos. Tellasuma gersco lega ou-
tra seus pensamenlos, sens nsos, seus coslumes,
finalmente, sua civilisaejio i de sorte que, o de-
senvolv-nenio, o progresso, a cuitara das arles
e da sciencia, que distinguem as nar5es, assim
como as ricas, sao devidos sempre e sempre ao
legido das iastituicoes, que Ibes deixaram seus
antecessores. Assim se quizermos saber que ci-
vilisacao, que grao da cultura leve um povo as
artes e na sciencia, estillemos os seus moau-
tnentos, as suas instuices, que sao a historia
viva o eloqaente de sua vida. E bem sublime
o pensamento de um grandeescriptor, qve assim
so exprime : um po?o.que tem instituigoes nao
morre, lega i outro por meio deltas a sua scien-
cia, as suas artes, emfim a sua vida.
Aquelle povo; pois, que pobre de institu-
des, lera urna existencia precaria, nao tem um
uturo de esperanza, nao tem vida, porque um
povo que nao tem caracterisado urna poca por
factos, que alteslem que vive, certamente passa
como nao existente.
E' sera cootesiacSo alguma que a riqueza de
um povo est na abundancia e excollencia de
suas instituices, porque, para viver na historia,
mister ter monumentos, que, por assim dizor,
sejam a consciencia de sua existencia, nao phisi-
ca, mas histrica e scientiflea.
Volvamos, perm, os elhos para o nosso tor-
ro, e estu temos orna das soberbas creaedes de
instruccao, isio queremos fallar do Gymoasio
Provincial Pernambucano.
Regularmente dividido em um curso de 7 aa-
nos, o Gymnasio Provincial offerece, por un me-
tlio lo fcil e simples, os elementos necessarios
para a instruccao da mocidade ; hoje urna das
garantas da educaco dos jovens que se ins-
truem nos principios da sciencia ; e alm dist),
d muitospaes que vivera distantes, e porcon-
seg'iinle impossibilitados deeducarem, como de-
sejam seus filhos, urna garanta ds moralidade e
de sciencia, elementos iodispeosaveis para a
perteita educado. As differentes cadeiras esto
providas por pessoas, mais ou menos professio-
naes no que leccionam ; e os noraes de aigons
dalles so por si bastantes, para attestarem a
yantagem e utilidade de seu ensino. Nao so-
mente o dever do magisterio, que os guia, mas
tambem o lesejo de comnanicar aos seus dis-
cpulos a iostrueco e o amor de os instruir as
differeotes materias que formam o curso. Mui-
los dentre os professores sao bastante conheci-
dos por nos todos, taes como os Srs. padre Ig-
nacio da Silva Santos, Dr. Jos Soares de Aze-
vedo, Torres Bandeira. Dr. Collaco, Joaqoim Ber-
nardo de Figueiredo e outros.
O regedor, o Rvd. padre Joaquim Raphael da
Silva, digno dos maiores encomios e dos mais
merecidos etogios.
lospecciona com o maior cuidado os estados
das diversas aulas; vela instantemente com grao-
de vigilancia na moralidade dos alumnos, con-
fiados sua guarda.
O regedor actual, diganos a verdade sen em-
boste, tem sacrificado os seus intereeses, e mes-
mo parte de sua saude e de sua vida, pela edu-
caco desta mocidade, queem algum dia vir a
honrar ao seu preceptor, ao curador de suas pes-
soas e tambem Ilustrar a patria.
Continu, pois Sr. padre Jeaquim Raphael, no
seu assaz leuvado trabalho qoe ser o croder de
muitas syrapalhias e merecedor dos mais dignos
louvores, que a posteridade Ihe tributar.
O censor, o Rvd. padre Tranquilino Cabral
ravares de Vaseoncellosr j pe* soa* vida, j pe-
la sua actividade, tem adquirido ssympathia de
woos, e credor por conseguate do mais altes o
dignos elogios.
No Gyanaaio ha tarabeas um sacerdote encar-
regado dos mutrea religiosos, coja misso
preeoehe plenamente o Rvd. padre Jas Gregorio
da Silva Carvalho. A creacao deste loas* foi de
grande npertarneM, e peaou bastante fio animo
de seBS-institadorea. E o vrdad, 0 principio
religioso um grande elementar para a equisi-
ro da sciencia ; e no Gymoasio Pornambueano
par da educaco scieatiKca, propriameote dita,
W..eaBC** religiosa-, so lad4a lasltuccao
edlflcacao. ^^
- Ora con 0 pessoal, do que aetaolesoote so
compe o Gymnasio, asseguramo-lo longos an-
nes de vida. E, de certo, a sua creacao um
dos mais brlhantes actos, que illustram a ad-
minislraQao do Sr. conselheiro Jos Bento da
Cunha e Figueiredo.
- Nioguem, realmente, ousar negar a utilidade
e supremaca desl3 instituido, menos que,
com o maior desplante falte a verdade.
Para a jostiftcaQio da veracidade do que dise-
mos, appettamos para os homens desinteressa-
dos e de boa f. Finalmente, appcllamos para
os proprios paes que tem seus filhos n'aquelle es-
tabeleeimento, e que melhor do que nos, sabem
e apreciam o progresso e aproveitameot do
Gymnasio Provincial Pernambucano.
T.
Publicagoes a pedido.
Companhia do Beberibe.
N5o declarando o Sr. secretario da companhia
do Beberibe a hora, em que devem os accionis-
tas da mesraa companhia reunir-se hoje em as-
sembla geral, e tendo o dia 12 horas de sol,
nao se dever admirar a administrarlo se nao
comparecerem os accionistas, nem tomar como
resoluco da companhia o que resolveren os
membros da raesrna administrarlo, e um ou ou-
tro accionista ; convindo que a isto se preste at
lencio e se diga sempre, as convocacoes de
accionistas em assembla geral, quaes sao os
negocios de que se vai tratar, mesmo as de
maio e novembro.
Jos de Souza Rolm, morador presentemente
na provincia do Cear, declara que tem tres par-
tes de trra na provincia da Parahiba do Norte,
no lugar denominadoRiacho da|Cai;ariem
commum com as Ierras de seus manos, e como
as mandou registrar em tempo com as formali-
dades da lei, nSo pode deixar de oppor-se a quem
quer que julgue poder apossar-se dessas trras,
como trras sem dono, se at agora nao tem pro-
hibido expressamenle a algumas pessoas, que
teem feito rogados em ditas trras, porque nao
tem querido, e mesmo a 15 annos que emigroa
desse lugar, onde poucas vezes tem ido.
Quanto a um morador que tem estado as tr-
ras da Caicara, tem sido por permisso de meu
mano Alexandre de Souza, e como agora o dito
morador nao quer estar por issoj se mandou di-
zer que so retirasse, e se por acaso nao fizer, te-
rei do usar dos direitos que a lei me concede a lira
de despeja-lo.
E mesmo quando houvesse quem dissesse que
essas trras Ihe pertenciam semm aos donos das
Ierras do Sipo ; mas estes esto certos que s
Ihes pertence a meia legoa de que trata a escrip-
tura. Poda mandar publicar os documentos que
tenho, mas nao fago por achar desnecessario,
mormente porque nao cooheco quem tenha jus a
ellas a nao ser os que possuem trras em S. Jos.
Se fago esta simples declaragao porque o Sr.
Frade, morador no Mello, provincia do Cear,
tem mandado abrir rogados nessas trras, e im-
pede que o povo tire madeira, sendo para que
nao se destrua as matas, como disse a um dos
meus filhos, resultando isto em beneficio dos do-
nos. S. Jos 25 de Janeiro de 1861.J, S. Rolim,
__ O Ar tripe.
COlIAIEltCIO.
C/UXA. FILIAL
OO
BANCO DO BRASIL.
EM 2 DE ARR1L DE 1861.
A caita desconta letras a 10 "/-, sendo as de
sen aceite a 9 / toma saques sobre a praga do
Ro de Janeiro, e recebe dinheiro ao premio
le 8 7.. ____
NOVO BANCO
PERHAMBIICO.
EM 2 DE ABRIL DE 1861.
O boaco- deocoatt m pteswte-3mra, 10 "/
Ris. 4,300:6181939
Barca americana tfUia, vfndi de Philedel-
phia, consignada a MeflriePbYster & C, msnifes-
tou o seguinie :
1,800 barricas farinha do trijo, 89 barriqui-
mm bolaohinha; aos mesaos
portaejft.
DI 1 da abril.
Samaos hespanhola Guadalupe, para o Rio da
Prata, carregou :
Amorim Irmo, 380 batrieai com 2981 arro-
bas de assucar.
Escuna hollandeta Ana Witkn, para o Canal,
earregoo ;
N. O. Bieber & C, 259 saceos con 1250 arri-
bas de assucar.
Recebe doria de rasadas Internas
reraes de Pernambaco
Rendimento do da 1 ..... 1:8731(347
dem do dia 2....... 45478l
indepesdeticia do-inperio do Braail.
crivo o
8etria da Ihesourara provincial
.5L*?*~!*'"1*- ***'***""<. namboeo l:ae abril de 188 -6secriarlo;
2128J18
Consolado
Rendimento do dia 1
dem do dia 2 ,
provincial.
1:0724349
8489722
1.921*071
Movimento do porto.
Estado dtt caixa.
En moedas de ouro ..... 3:1009900
Em netas do
ihesouro me-
nores do 10. 2:4329000
Em ditas de ou-
tros valores. 342:730*000 345:162gOO0
Em olas da caita Qlial
do Banco do Brasil 91:350*000
Em notas do Novo Ban-
co de Pernambuco ..... 62:2209000
Prata e cobre...... 4209339
Ris, 532:2529339
Emissao en circulacao.
4281 iotas do valor de 2003000
44b7 100*000
320 50JO00
300 209009
1610 lOflOOO
856:2009000
446:700*000
161:0009000
6:0009000
16:IOOJUOO
Ris 1,486:0003000
O guarda livros,
Francisco Jo*ao.ciji Pereira Pinto.
Alfandega,
Rendimento do dia 1.....16:633*267
dem do dia 2 .......10:2-233830
26:857*097
Movimento da alfandega.
Volumes entrados com fazendas.. 124
com gneros.
Volumes
sahidos

com
com
fazendas..
gneros..
499
100
53
623
153
Descarregatn hoje 3 de abril
Barca americanaFamefarinha de trigo.
Barca dinamarquezaHomalayidem.
Barca americanaIrmaoidem.
Barca brmenseMalvinafarinha e bolachioha
Barca americanaMargareth farinha de trigo.
Brigue portuguezFiorindamercadorias.
Barca inglezaFavoritacarvo.
Brigue inglezOdemfazendas.
Brigue inglezDantebacalho.
Brigue inglezReindieridem.
Brigue portuguezRelmpagodiversos gneros.
Brigue suecoSalamandrafarinha de trigo.
Importacao.
Brigue inglez Odem, viudo de Liverpool, ma-
nifestou o seguinie :
50 barris manteig, 300 barricas cerveja, 10
caixas folha de Flandres, 7 ditas e 15 fardos a-
zenda de algodo ; a C. J. Astley & C.
50 barra chumbo de munigo, 2 barricas dilo
em barra, 3 ditas e 1 caixa ferrageos, 6 volu-
mes lecidos de liuho: a James Halliday & C.
52 caixas e 18 fardos lecidos de algodo, 7
caixas liona de dito ; a Heory Gibson.
70 barricas soda; a Jos Antonio Moreira
Das & C.
6 fardos tecido de algodo ; a Rooker& C.
10 caixas phosphoros ; a A. Q. Alves & C.
Navios entrados no dia 2.
Rio de Janeiro-29 das, brigue nacional Maria
* A/7-edo de 319 toneladas, capitao Gaspar
oa bitva ltodriges, equipagem 13, em lastro ;
vluva1 de Amorim & Filhos.
Rio Grande de Sul35 di., barca nacional Nor-
ma, de 224 toneladas, capitio Virissimo Jos
da Costa, equlpagem 14. carga 10,000 arrobas
de carne ; a Manoei Ignacio de Oliveira &
rilho.
Rio de Janeiro19 das, patacho nacional S. Sal-
vador, de 124 toneladas, capitao Manoei G.
de Araujo, equipageai 10, carga caf, breo e
mais genoros : a* Marques Barres & C.
Jersoy- dias, brigue inglez tU, de 283 to-
neladas, capillo John P. Coseos, equipagem
12, carga 3.926 barricas com bacalho; a Kra-
be Forster & C. Seguio para os portos do sul.
Ualifax48dUs, brigue inglez Reindeer, de 133
toneladas, capitao R. Hayis, equipagem 8,
carga 2,200 barricas com bacalho : Saun-
ders Brothers & C.
Terri-Nova-29 dias, brigue inglez cent. de
238 toneladas, eapito Archibald Steele, equi-
pagem 12, carga 3,516 barricas com bacalho ;
a James Crablree & C. Seguio para a Baha.
Londres52 dias, barca ingleza Wright Bruce,
de 390 toneladas, capitao John Colln, equi-
pagem 20, carga fazendas ; ao mesmo capitao.
Veio refrescar, e seguio para o Cabo da Boa-
Esperanga, conduzio'd 51 passageiros in-
gleze!.
Fiume por Gtbraltar61 dias, brigue sueco Sala-
mandre, fffi 198 toneladas, capitao N. I. Holm,
equlpagem 10", catga 2,112 barricas com fari-
nha de trigo e mif gneros; i N. O. Bie-
bef A C.
Londres 60 dias, brigue sueco Ferdinani,
de 196 toneladas, eapito A Markstedt, equi-
pagem 10, carga plvora e fazendas ; Rothe
Bidoulac.
Rio de Janeiro27 dias. hiate americano Castor,
de 262 toneladas, capitao Ilicaney, equipagem
II, carga caf ; ao mesmo capitao. Veio re-
frescar, e seguio para Nevr-Orleans.
Philadelphia43 dias. barca americana Irma, de
216 toneladas, capitao Qenry Worlinger. equi-
pagem 11, carga 1,800 barricas com farinha de
trigo ; Henry Forster 4 C.
Havre38 dias, brigue francez Parahiba, do 240
toneladas, cipitao G-aray, equipagem 12, carga
diferentes mercadorias ; Tisset Frere& C.
Rio de Janeiro8 dias. brigue nacional Maria
Thereza, de 243 toneladas, capitao Jos Perei-
ra da Silva Campos, equipagem 12, carga
12.800 arrobas de carne : Manoei Gongalves
da Silva.
Navios sahidos no mesmo dia.
LiverpoolGalera ingleza Delfn,, capitao Ale-
xandre Cirgil, carga assucar e algodo,
Obstrvaeo.
Passou para o norte um brigue inglez.
00
o.
Horas
- w
M
O)
m
C
en
A
I I

M
Atmosphtra.
dita ferragenj; a
fardos dita
Kilkmann
1 dita velulo de algodao, 1
Henrique & Azevedo.
50 barris mantoiga, 2 caixas linhas; a Saun-
ders Brothers 4 C-
1 caixa fjzeoda de algodo, 2 ditas fazenda de
liuho ; a Joo Kellor.
I dita fazeoda de la,47 ditas e 50
do algodo ; a i. Ryder.
15 caixas tecido de lioho ; a G.
& C
55 ditas dito de algodo, 12 ditas dito de h-
nho, 5 ditas miudezas, 10 volumes biscoitos : a
Adamson Howie & C.
50 caixas cerveja, 10O barris mantenga, 43 far-
dos e 31 caixas fazendas de algodo, 2 ditas cha-
peos de sol, 3 ditas camisas do algodo, 10 ditas
fazenda de lioho, 1 dita tinta de eserever, 1 dita
ferragem, 1 dita ura oculo, 1 barrica louca : a
Johnston Pater & C.
3 caixas linha de algodo ; a Rabe Schmet-
tau C.
50 barris maoteiga, 1 barrica louga, 20 barris
oleo de linhaca, 5 fardos tecido de alarodo : a
lls Latham & C. 8 *
30 caixas papel; a N. O Bieber & C.
50 barris maoteiga, 17 caixas phosphoros, 2
barricas ferrageus ; a ordera de diversos.
50 gigoslouga, 17caixas linha, 2 ditas miu-
dezas. 4 ditas e 13 fardos tecido de algodo ; a
SoulhallMellors&C. '
60 feixes ps de ferro, 60 barricas instrumen-
tos de agricultura, 5 ditas ferragens, 1 dita ca-
feteuasda metal, 1 dita vidros, 2 caixas utensis
decavallarta ; a Prenle Vianna & C.
6 caixas miudezas ; a I. T. Lima.
20 ditas e 60 fardos tecido de algodo a J. M
Braga.
II ditas e 5 ditos dito dito; a J. Crablree
G.
45 fardos e 15 caixas dito dito, 2 volames di-
to de la, 4 ditas dito de lioho, 1 barrica ferra-
gem ; a Patn Nash t C.
40 toneladas carvo de podra : a Scott Wil-
son a C.
2Jardos tecide de linho ; a Arkwrght & C.
13 barricas e 1 caixa drogas, 6 barricas asar-
cao ; a B. F. de Souza.
1 caixa phosphoros ; a Ferreira & C.
89 pegas fuudldas, 6 barricas ferruge de ferro,
1 dita1 cavilhas e roscas, 1 dita estacas de ferro :
a T. H. Hamson.
1 fardo refugo de algodo, 1 caixa panno de
ameres, 1 dita couros, 4 barricas alvaiade, 3 di-
tas azareo, 13 laxas da ferro, 21 cylindros com
seus pertences, 1 caixa e 6 barricas drogas, 1
caixa cha, 2 ditas utensis de botica, 6 fardos fe-
no, l caixa charutos, 2 ditas Tilas, 22 ditas tecido
de algodo, 2ditasjlito de lioho e algodo, 36
feixes de ferro em folha, 298 barras de dito. 6
barricas pos de sapatos, 2 fardos cabos, 52 bar-
ricas e 2 feixes ferragens. 5 tamborete de ferro,
1 bigornea : a S. P. Johosten & C.
Brigue inglez Dante, vindo de Terra Nova,
consignado a Johnston Pata* de C, manifest o
seguinie :
2,350 barricas bacalho ; aos masiaioo.
Patacho nacional S. Salvador, viodo da Rio
de Janeiro, consignado a Marques Barros & C.
manieatou o seguio*:
80 barris vioho, 4 barrica cerveja 180 dita
brou 100 saceos farelo, 45 pacas cabos-do lioho,.
5 candes medicamento, 44 pipas e 400 barris
vazios, 3 caixes cha, 126 saceos caf :
de diversos.
so
o
e
3
Direcgio.
Intensidad!.
CTS a 00 a s 1 1 Fahrenheit. 1 n 5 M 0
2 oa ha m s te J Centgrado.' B x 0
c? co ~1 OO 0 | Hygrometro.
0 0 0 00 | CtsJerno hydro-metrica.
a
-4
3
Jo
Ss
I
Francs.
S S
B
_oo
n> 10
af
Inglez.
o
eo
v.
R
S
<
>
si
" PS
5 I
r-
A noite nublada at 3 h. 30'
lornou-se de aguaceiros, vento
amanhecca.
da manha, que
E fresco e assim
OSCILADO DA UARE'.
Preamar as 9 h. e 22' d manha, altura 5 6 p.
Baixamar as 3 h. e 44' da tarde, altura 2. p.
Observatorio do arsenal de marinha. 2 de
abril de 1861.
BOHATTO STEPPLE,
Io lente.
Editaes,
O Dr. Anselmo Fraocisco Peretli, coramendador
da imperial ordem da Rosa e da de Christo, e
juiz de direilo especial do cororaercio desla'ci-
dade do Recife e seu termo, .capital da provin-
cia de Pernambuco, por Sua Mageslade Impe-
rial e Constitucional o Sr. D. Pedro II, que
Deus guarde, etc.
Fago saber pelo presente, que a requerimiento
dos negociantes Rothe & Bidoulac e N. O. Bieber
Sl C. successores, se acha aborta a fallencia de
Mamede & Marlins pela senlenga do theor se-
guinie :
Dos autos constando que a firma commercial
Mamede & Martina, de
Bz eserever.
AtrttfmoFraneiic'o Peretli.
_ O Illm. Sf;|ins)>ectOT da thesoorara provin-
cial manda fazer publico, para conbecimento dos
rendeiros foreiros de propriedsdes perlencntea
ao plrtmonlo dos OrphSos delta tife, qe de-
vem pagar seus dbitos directamente nesta the-
Sduraria, certos de que, se o nao flzrem, ero
os mesmos dbitos remettidos par juizo, aftm de
serem cobrados judicislssente.
E para constar, se mandou affhar o presente
publicar pelo Diario. Secretaria da tbesouraris
provincial de Ferriimbueo, 5 de margo de 1801.
O secretario
A. F. d'Annonciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-<
vincial, em cumprimento da ordem do Exm Sr.
presidente da provincia de 21 do corrente, manda
fasr publico, que ne dia 18 de abril prximo vrn-
douro, petante a junta da fazenda da mesms the-
souraria se ha de arrematar a quem por menos
fizer a obra do calgamento da ra do Imperador,
a partir da porta do palacio da presidencia at a
praga do Collegio inclusive, pelo systema de pa-
rallepipedos, avahada em 212:9059.
A arrematarlo aera feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de Janeiro de 1854 e sob as
clausulas especlaes abaixo copiadas, com o a ba-
timento da qantia de 22-250$, fferecido pelo
Carao do Ligamento.
As pessoas que so propozerem a esta arrema-
tado comparejam na sala das sessoes da mesma
junta, no dia cima declarado, pelo meio dia com-
petentemente habilitadas.
E para constar se^naadou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria provincial de Pernam-
buco 24 de margo de 1861.
O secretario,
A. F. d'Annuociago.
Clausulas especiaes para a arremataco.
1. A obra ser principiada em dous mezes a
contar da dala da arremataco e concluida no
prazo de 10 mezes.
2.a O arremataote ser obrigado a attender as
observagoea concrnentes i boa exeeugo da obra
relta pelo engonheiro eucarregado da sua fiscali-
sago.
3." O pagamento ser dividido em quatro pres-
taces iguaes, correspoodendo cada urna a um
quarto do valor da obra constante do orgamento,
sendo em dinheiro ou apolices da divida publica.
4." Para se proceder ao pagamento sera a obra
avallada em bracas quadradas, (cando o arrema-
tante sQjeiti) peto proco do orgamento no aug-
mento da obra, se o go'veruo assim o entender.
5. O arrematante ser obrigado a seguir in-
icuamente as obrigages conlrdas no art. 36 da
lei n. 286 e nos mais artigos da mesma lei, que
regula as arrematados.
A pedra deve ser de granito ou eutra pedra
de muito boa qualidade e igualmente dura.
7.a As pedras sero arromadas sobre urna ca-
rnada de argamassa de tal e areia, posta sobre o
lerreno bem socado, e depois de assentadas se-
ro pisadas com um mago pesado.
8.a O arrematante ser obrigado a botar urna
carnada de argamassa liquida por cima das mes-
mas pedras, para Ihes encher os intersticios.
9.a O prego aqu mencionado dever incluir
qualquer aterro que seja preciso fazer para levan-
lar a nivel das roas.
Conforme.O secretarlo,
A. F. d'Annunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 21 do corrente, manda
fazer publico, que no dia 18 de abril prximo vin-
douro, peranto a jutita da fazenda da mesms the-
souraria, se ha de arrematar a quem por menos
fizer a obra do calgamento da ra do Imperador,
a partir da porta do palacio da presidencia al a
prags do Collegio inclusive, pelo systema de Mac-
Adam. avallada em 86:542>.
A arremataco ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de Janeiro de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
taco comparegam na sala das sessoes da mesma
junta no dia cima declarado, pelo meio da com-
petentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 24 de marco de 1861.
O secretario,
A. F. d'Annunciago.
Clausulas especiaes para a arrematago.
1.a A obra ser principiada em dous mezes t
contar da data da arrematago e concluida no
prazo de 10 mezes.
2.a O arrematante ser obrigado a attender as
observacoes concrnentes boa exeeugo da obra
feita pelo engenheiro encarregado da sua flscali-
saco.
8.a O pagamento ser dividido era quatro pres-
tages iguaes, correspoodendo cada urna a um
quarto do valor da obra Constante do orgamento.
4.a Para se proceder ao pagamento, ser a obra
avaliada em bragas quadradas, ficando o arrema-
tante sujeito \p\o prego do orgamento ao anda4
meoto da obra, se o governo assim o entender.
5.a O arrematante ser obrigado a seguir res-
trictimenlc as obrigages comidas no art. 36 da
lei n. 286 e dos mais artigos da mesma lei, que
regula as arrematagops.
Conforme. O secretario.
Antonio F. d'Annunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico que
no dia II do corrente, perante a junta da fazenda
da mesma thesouraria, vao praga para serem
arrematados quem mais der os movis abaixo
mencionados, que pertenceram ao exlncto cou-
selno administrativo do patrimonio dos orphos.
6 cadeiras de Jacaranda com assenlo de pa-
lhinhs.
1 dita dito de braco.
8 ditas de pinho pioladas.
1 mesa grande de amarello com duss ga-
vetas.
1 sinete com a competenle prensa.
1 cofre de madeira chapeado de ferro..
1 carteit? de duas faces arruinada,
1 jarra de barro.
1 coco de folha
1 baca de barro.
II lampeoes arruinados.
As pessoas que se propuzerem a esta arrema-
tago comparegam na sala das sessoes da mesma
junta, no dia cima declarado, onde encontrarao
os ditos objectos para serem examinados.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de fazen-
da, 1. de abril de 1861.
O secretario
Antonio Ferreira d'Annunciaco.
Declaraos.
Con sel h os de compras na va es.
Tendo de promover-se
Mamede & Martios, de que sao socios Jos Mar- I da armada" a'ba'ixo"d"eVa"radV Sun ^.h!
ao viga-, do corrente mez. mediante propostas recebidas
at as 13 horas da manha, acompanbadas das
estabelecidos com leja de cabos na ra .
rio n. i, ha ceasado os seus pagamentos, declaro
a mesma firma em estado de quebra, o fizo o
termo legal da existencia desta a contar do dia
12 de fevereiro prximo passado.
Nomeio caradores Qsc.aes os credores Rothe &
Bidoulac e depositarios intesioos os credores N.
0. Bieber & C. successores, e pelos primeiros
prestado o juramento do estylo e pelos segundos
assignado termo de deposito, o esorivlo remetie-
ra copia desta sentonga ae juiz do paz competen-
te para a apposige de sellos, que ordeno se po-
nham na forma da lei em lodos o livros o papis
dos fallidos. Feito o que, e publicada a- presente
em conformidade dos arts. 812 do cdigo eosiner-
cia! a 121 do reg I a ment n. 138 se da rao as
subsecuentes providencias, que o dilo cdigo e
regulameot determinara.
Recife 21 de mosco do 1861.Anselmo Fran-
cisco Pe etii.
Nada mais se cooliaha en dita senlenga, en
consequencia da qual sao convocados todos o
credores daqueltoa fallidos para que no dia> 3- de
abril do eorrenle anno s> 10 nocas da manfla,
e m sala dos auditorios- comparegam, lm den
proceder a nomeago de depositario ou depos-
tanos.
..,* P* *P>o> chaguo, ao conhacimeito da queaw
finteressar pos*e maadei passar odtacs queao-
a ordena ,rao afSa^oo*4i^ros*cctuooWcados
tpelaimpraaaa,
amostras dos objectos.
Para os navios.
1 poca de.cabo de eairo par* espia, 4 arrobas
de linha akatroado, 40 paodo lacre, 48 lapig, 10
pes do obreiss, 33 arrobas e 10 libras de plvo-
ra grossa, 20 livros pautados de 200 folhas, 8
ditos, ditos de 150 ditas. 19 ditos, ditos de 100 di-
las, 20 dilos, ditos de 50 ditas, 19 ditos, ditos do
25 ditas.
Para os navios e arsenal.
40 cadeados sortidos, 60 meto de solo da tr-
ra, 1 caixa com vidros de vidraga de 10 pollega-
das de comprimento e 8 de largok 1- dita de di-
tos, dita de 12 ditos de comprimento e. 10 de lar-
go, t dita de dito, dita de 16 ditos de compri-
mento o 14 do largo.
Para o arsenal.
_ 40 chapas de ferro era lengol, 901 ditas de dfto
inglez em barra, 600 saceos aloMrttsdos proprios
para conduccao de carvo de ped*. 2 serrote* V
tragar. 1 serra de voltear^ 12. Irados, do ferro de
3|4. 12 ditos de dito d e f poltegada.
Sala do conselljc- de compras rante de Per-
nambuco, ean 2 de-abril de 1861.
O secretario.
Alexandre Rodrigues dd$ Amos.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que do da 2 do corre-
te por diante psgam-sa os ordeoHdoo- M Wpff
gados previsclae, vtncidoj ao net
prximo liado.
de margo
de Per-
A. Ferreira d'Annnnciaco.
Consenso atdsntafcrtrsf loo.
0 conseihd sdmtBietrarfTtr. pfs fornecinenio
do arsenal de guerra, ten de comprar os obiec-
tos seguales : *
*" os rameos do arsenal do guerra.
10 duzas de tsboss de loaro de assoatho de 13
a 16 polle.adas de largura e de 26 a 28 pateo
de comprimento.
1 duzia de costadioho de amarello.
13 e meia arrobas de arcos de tetro de Dolle-
e e meia """"
5-arrobss de oleo de Irnbaca.
700 covados de baeta rerae.
Quem quizer veoder laes objectos, aprsente aa>
suas proposU em carta fechada, na secretaria do
conselho. s 10 horas da- rrranha do dia 3 da
abril proxomo passado.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal do guerra. 22 a
margo de 1861.
Bento Josi Lamenha Lint-,
Coronal presidente.
Francisco Joaptim Pereira IM,
Coronel vogal secretario interino.
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
O novo banco de Pernambuco conti-
nua a substituir ou a resgalar as notas
de sua emissao de tO zo dos possuidores por mais dous mezes
que hao de indar em 9 de maio do cor-
rente anno, em conformidade do avi
do ministerio da fazenda de 51 de Ja-
neiro ultimo e findo este pravo s po
dera' ter lugar a substituicao ou rn-
gate com o descont mental e progress-
vo de 10 por cento por eada mez.
Recife 9 demarco de 1861. Ordi-
rectores gerentes, Luiz Antonio Vieira,
Joo Ignacio de Medeiros Reg.
Vice Consulado de
Espaa.
Habiendo expirado el plazo del aviso de 25
del pasado para l renovacin de lis cartas de
naturalidad y cornos alguno subditos de 9. V.
no hayan cumplidos con la que en el mismos so
dispona ; los emplazos nuevamente con 15 dia
de trminos para verimcar-los, advirtiendos qua
ademas del derechos del documentos, tendrn ds
pagar 200 reales de velln de multa, con destino
ala Sociedad Espaola do Beneficencia en Hio>
de Janeiro.
Cinco dias despus de este nuevo emplaza-
miento, los que no se hayan presentado no
sern coosileradoscomo Espaoles y no recibi-
rn proteccin y auxilio de este vice consalado
cuando lo necesiten.
Pernambuco, 20 de marzo de 1861__El rica
cnsul, Juan Anglada Nejo.
Novo Banco de Pernambuco,
O novo banco paga o 6- dividendo
de i 2$500 por accao.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
Por ordem da directora e em cum-
primento do disposto no ari. 4 do de-
creto n. 2685 de 10 de novembro do
anno findo, vai-se proceder dentro do
prazo de 4 mezes a contar desta data, a
substituicao das notas de 20$ da emissao
da mesma caixa.
Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
co de 1861.O secretario da directora
francisco Joo de Rarros.
THEATRO
DE
Santa Isabel.
EMPRFZiGERMANO.
O artista dramtico Germano Francisco de Oli-
veira, tem a honra de aonunciar ao respeitavel
publico, que se acha de volta esta capital, a
que vai dar comego aos seus trabalhos sce-
nicos.
O pessoal da companhia dramtica completa-
mente reformado, acha-se habilitado a preen-
cher o fira a que se propoe em progresso d arte,
e jul-a a empreza que a espectatlra publica ser
satisfeita
Tendo de dar a primeira representago no sab-
bado 6 do corrente, convida por isso as pesaba
que quizerem assignar tanto camarotes como ca-
deiras, que o podem desde j fazer no escripto-
ro do theatro, das 9 horas da manha s 3 da
tarde, sob as condiges seguintes :
As assignaturas sero efectuadas por 15 ou 30
recitas; no primeiro caso lera o assigoante o
abatimento de 6 por cont sobro o total da im-
portancia da assigoatura, e no segundo caso ter
o assignante o abatimento de 10 por cento pagas
adiantadas
O programma do primeiro espectculo ser
circamstonciadaraents annunciado pelos jorae?,
sendo o drama
PROBIDADE,
que tantos applausos tem merecido nos theatros
do Rio de Janeiro e Bahia.
O scenario do primeiro acto ou prologo, n-
teiramente novo. Representa a PRA^A D'AHMAS
da fragata Sania Rosa, que naufragou em sua
viagem para a India a 16 do margo de 183>, pas-
sado o Cabo da Boa-Espersngs, as alturas da
Mogambique.
Todo o vestuario propriado.
A empreza cuota, como sempre, com a protec-
go do respeitavel publico.
Avisos martimos.
Marauhao e Para,
locando no Acaraco, segu impreterivelmenlo
no dia 8 do corrente o patacho Emutagao. ce-
pita Aston Gome Pereira ; pera- a pouca car-
ga que Ihe falta, trata-se com Moreira & Ferrei-
ra, ra da Madre doBooon. 4, ou com o capitao.
Assti
Para o Assu- vai sahir eos meita brevidad at
barcaga aNova Essorangs, receso carga ai fete-
comroodo : a tratar na roa d Hadro de Dos nu-
mero*.
O brigue portasmez Relmpago, at a*-
guir viagem para Lisboa em poucos dias por tes-
tada a carga promptSv: s recabe passageiros pa-
ra o que trata-s* ooaV O Ootnwnatario Tbomer
d Aquino iottsoca, na re* do Vi^r n. 1 pr-
meio andar, ou coa, o capit&g ai raes.
___


I
_--------
<(*)
OUA M KKflMIUGO. QUIETA FKtfW ..*g jjta* M t6tii
Para o Aracaty
O hiate Camaragibe: para-carga-e pasiasjoiros,
trata-se na ra do Vicario o. 5.
Rio de Janeiro
(Vveleiro e bem conhecido brigue nacional
Damaoi> pretende seguir para o Rio de Janeiro
ale o da 28 do crrante ; s recebe .passageiros
e escravos a frote, para os qoaes teto excellenles
coramodos : trata-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mendet, no seu escriptdrio roa da
Cruzn. 1.
Sexta-feira 5 do corrente.
P. S. Rabillo .Filho fario leilao por nter
vengo do agento Oliveira e por cootao risco de
quera pertencer de 30 pipas de vinfio tinto hes-
panhol, reqentemente importado :quiota-feira 4
do crrante, as 10 horas da manhia, no trapiche
alfandegado do Exm. baro do Livtamento junto
ao trapiche do algodio.
Rio de Janeiro,
o yeleiro e bem conhecido brigue nacional Con-
ceigo pretende seguir com muita brevidade, s
recebe passageiros e escravos a frete, para os
quaestem excedentes commodos : trata-se com
os seus consignatarios Azevedo & Alendes, bo seu
scriptorio ra da Cruz n. 1.
Leilao
V COMPAMIA PERYittuTCWA
DB
Navegado coseira a vapor
O vwpor Jaguaribe, commandaote Lobato, se-
gu para os portos do norte at a Granja no da
6 de abril s 5 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 5 ao meio da. Encom-
nvendas, passageiros e dioheiro a (rete at o dia
da sahidas 2 horas : escriptorio no Forte do
Ma.tos o. 1.
COMPAMIIA PERNABBLQ.\A
DB
i^lavegacdo costeira avapor
O rapor Persinunga, commandante Moura, se-
gu para osporlos do sul em 5 de abril s 5 ho-
ras da tarde. Recebe carga at o dia 4 ao meio
dia. Passageiros e dinheiro a
sahida s 2 horas : escriptorio
los d. 1.
frete at o dia da
no Forte do Mat-
COMPANHA BRASILEA
DE
O vapor Oyapock, commandante o capito
tenente Santa Barbara, esperado dos portos do
nortale o dia6 do corrente o qual depois da
raor? COs,ume seguir para os do sul.
Desde j recebera-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada
agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azeve-
do & Mondes.
Para
Rio de Janeiro,
O veleiro e bem conhecido brigue nacional Ve-
loz, pretende seguir uestes oito dias. s recebe
passageiros, escravos a frete para os quaes tem
excelleutes commodos : trata-so com os seus
consignatarios Azevedo & Mendes, no seu es-
criptorio ra da Cruzn. 1.
Leiloes.
Hoje 3 do corrente
Henry Gibson continuar por intervenco do
ageMe Oliveira. o seu honlem comecado leilao
de fazendas togfozas. bem apreciadas de seus
Dons troguezes, cuja concurrencia ainda espera
ueste da: quarta-feira 3 do corrente s 10 horas
4a maohaa, no seu armazem ra da Cadeia.
LEILAO
Dia 5 do corrente.
N. O. Bieber & C. faro leilao por iutervengao
do agente Oliveira e por conta e risco de que*
pertenec-, de 200 barricas de cerveja ingleza em
garrafas e meias, o de 12 queijos suissos chega-
dosproiimimente : sexta-feira 5 do corrente, s
10 horas da roanhia, no trapiche do Exm. baro
do Ltvrameote, junto ao trapiche do algodo.
LEILAO
Dia l do corrate.
N. O. Bieber & C. fario leilao por intervenco
do agente Oliveira e por conta e risco de quera
pertencer de cerca de 1,200 couros salgados sec-
eos : quinta-feira 4 do corrente, ao meio dia em
ponto, no armazem do Exm. baro do Livramen-
to no caes d'Apollo, ondo ospretendentes podem
xamina-los com antecipago.
LEILAO
DE
Para os Srs. logistas de
calcado.
Vuinta-feira 4 do corrente,
Costa Carvalho far leilao em sea armazem na
tus Nova n. 65, de varios objeclos pertancenlesa
urna loja de calcado comosejam couro de cabra
t*n quitos objeclos que estaro patentes na
SoT n dU 'CB* hor" em
Tambem
vandtrt 1 eavillp do estribara con andares.
O agente Hyppolke vender' em lei-
lao, quarta-feira 3 do corrente as 1 i
horas em ponto, os predios n. 40 eme-
tade do de n. 38, nos quaes esta' mon-
tada parte da fundicSo do Sr. D. W.
Bowman na ra do Bruna e ahi se e-
fectuara' a venda no referido dia.
LEILAO
Quinta-feira 4 do corrente.
O agente Camargo tara' leilao por
mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commetcio e a "requermenso de
Campiano & Cordeiro, da taberna da
ra do Rosario da Boa-Vista, perten-
cente'a Francisco Ferreira Fialho, a
qual consiste em armario e gneros etc.,
sendo effectuado o mesmo na referida
taberna as 10 horas em ponto.
LEILAO
DE
Mobilia de apurado gosto.
Sexta-feira 5 do corrente s
11 horas em ponto.
Com lanche.
O agente Camargo autorisado por
urna pessoa que se retira para fora da
provincia, fara' leilao de urna excellen-
te mobilia de Jacaranda' com pedra
marmore, banca completamente nova,
urna outra dita banca tambera cora pe
dra, aparadores, toilets, cadeiras, ber-
cos, lavatorios, cabides, conjmodas, me-
sas de escrever, estantes ricas para es-
criptorio, marquezas, sofs, obras de
metal principe, cadeiras de balanco, di-
tas para uso de vapores e muitos bjec
tos que estarao patentes no acto do lei-
lao, na ra da Cruz n. 17, primero
andar, as 11 horas em ponto.
LEILAO
Sexta-feira 5 do corrente
10 horas em ponto.
as
DE
200 barricas de cerveja.
No armazem do Sr, Annes.
O agente Camargo fara' leilSo por
conta e risco de quem pertencer. de 200
barricas de cerveja ao correr do mar-
tello no referido ai mazem e hora.
LEILAO.
Sabbado 6 do corrente ao cor-
rer do martello.
Os administradores da massa do fal-
lecido Manoel Antonio dos Passos Oli-
feira & C, querendo liquidar a loja de
trastes do mesmo la rao leilao por inter-
venco do agente Camargo, dos trastes
existentes na mesma loja os quaes con-
sislem em mobilias, cabides, commo-
das, cadeiras, cimas francezas, guarda-
loucas, aparadores, toucadores e duas
ricas colchas, as 11 horas em ponto
Avisos diversos.
LOTEKII
Amanha peJas 9 horas e
meia da manhaa no consistorio da igre-
a doBosario de Santo Antonio andam
impreterivelmente as rodas da quinta
parte da quinta e Drimeira da sexta
lotera do hospital Pedro II. O resto
dos bilhetes e meios acham se a venda
na thesouraria das loteras ra do Quei-
mado n. 12, primeiro andar, e as to-
jas commissionadas na prca da Inde-
pendencia n. 22 do Sr. [Santos Vieira,
ra Direita botica n. 3 botica do Sr.
Chagas, no Recife ra da Cadeia loja n.
45 dos Srs. Porto Irmaos. As sortes se-
ro pagas com promptido a entrega
das listas.O thesoureiro, Antonio Jos
Rodrigues deSouza.
n. Pr.eci,s,a-se do na ama de leile sem fllho :
de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmaos C, roa da
Cruz n. 10 enconlra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenbiug Freres e
dos Srs. OMekop Mareilac 4 C, em Bordeaux.
Tem as seguales qualidades:
De Brandenburg frres.
Su Eslph.
St. Julien.
Margaux.
La rose.
Cha teau Loville
Cha leau Margaux.
DeOidekop A Mareilhac
St. Julien.
St. Julien Mdoc.
Chaleau Loville.
Cognac em barris qualidade fina."
Cognac em caitas qualidade inferior;
Na mesma casa ha
vender :
Sherry em barris.
Madeira em barr,
*^ Naruadallmperatriz n. 13, en-
frente do retiatuta, amola-sa todo o trro cor-
tante, bola-se ouvidos m armas de espoletas,
alugam-se Biag de Hamburgo mais barilo do
que em outra qualquer parta, tira-se dente, ap-
puca-ae rentosas pela pressao do ar.
ATTEN^AO.
'Aos entendtdores da matiria.
PerRonta-se se, em tista do que eniinam :
Mundim Pwtan 1 pagina MKJ a 107 de sua ina-
truccao de cacadorea, acerca do modo por que
se derem postar as guardas de honra portado
templos, quando teem de acompanhar algunas
procuaao: o major Pacheco de Reztnde ujs auas
mslruccoes de infantaria pag. 126: e a do co-
ronel Zagalo [que i adoptada no nosso exerci-
to), pag. 172. e da qual trata o tenento-coro-
nel Manoel Joaquim de Bulhoe Dia em seu re-
pertorio pag. 182 a 183 : permitlido aos com-
mandantes de taes guardas maodarem apresen-
lar as armas no acto de tomarem a posicao con-
veniente na porta da igreja, depois que melte em
^ffnmh!,.eill-a pr,?an!. Prqae foi censurado
o nosso batalhio, por ler executado elmcute o
que ensinam as cxladm autoridades, na larde do
a 14 do mez corrente. quando acompanhou a
procisslo do Senhor Bom Jess dos Passos para
a igreja do Garmo. nascendo essa censura da
pratica errnea de alguns Srs. oflkiaes da guarda
nacional e at mesmo de 1 linha de maodarem
apresentar as armas nesse acto, com manifesta
nfraccfio do que ensina a instruccio que foi adop-
tada pelo govemo, e por elle mandada cumprir.
Desojamos que algaem melhor nos esclarece
nesu questo, para a qual ehamamos a attenco
do nosso digno commandante superior interino
e brioso commandanto das armas, a quem pedi-
mos, para que. se ainda nao foi retocada a ins-
truccao do dislincto veterauo (coronel Zagalo 1
nao consintam que seja ella alterada, como ain-
da o fe na tarde do dia 15 do mu presente, isto
nao 6 por amor disciplina, como para evitar
que na mesma guarnigao se faca o mesmo servi-
go por modo diflerente, daodo assim lugar a que
soffra censura quem cumpro o seu dever, deixan-
do de fazeroque nao aulorisa nstruccao alguraa
at boje conhecida.
Isto satisfar ao
rlilheiro [da guarda-nacional.
Para cobranzas.
Offerece-se urna pessoa para cobrancas do di-
vidas nesta praca, tanto amigavel como judicial-
mente ; na ra do Queimado n. 24, loja.
Eu abaixo assigoada fago vera todas as pes-
aoas que teem penhores em minha mo, que j
tenham Andados sous prazos e que delles nao
'enriara pago juros, hajam de vir tirar no prazo
ae lo das, do contrario usaroide os vender para
meui pagamento de capital e juros; assim como
tambera faz saber a pessoa que quizer comprar
urna corcha de setim maco bordada a retroz de
cores, obra bem feita e delicada, dirija-se a'ra
nL^TaVerv^fi?S.d0 D- 10.egundo andar.
Recife 2 de abril de 1861.
Mara Joaquina das Mercs.
S0CIEDADE
LMIO BE\EFICE\TE
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
Jfc.ni Pernamboeo
Convido aos senhores socios effectivos para a
sessao de assembla geral, aflm do empossar ao
novo conselho, sexta-feira 5 do corrente as 6 ho-
ras da tarde.
Secretaria da sociedade Uniio Beneficenle d
^ is2! Selleiros em Pernambuco 2 de
de looi.
Auspicio Antonio de Abreu Guimares.
1. secretario.
OlFerece-se para ama de casa de
hornera solteiroou pouca familia, urna
mulher que sabe todo o necessario de
portas a dentro: na ra do Bangel n.
58, loja. 6
Malhias Jos da Silva Ruivo relira-se para
Portugal, e julga nada dever nesls praga.
os
abril
_ ASEMANAILLSTRADA.
J chegou at on. 12 deste in-
teressante jornal ra da
Imperatriz a. 12 aonde se
contina areceber assigaa-
turas.
Pregos trimestre...... 69OOO
Semeatre.............. llgOOO
A Anno................. I890OO
qs elogios rjue a Semana Ilustrada, o pri-
mevo jornal xlluitrado do Brasil, tem merecido
de todos os joroaes da corte, sao a prora mais
cabal de seu merecimeqtor
Pi ^"/'> do Rio de Janeiro, de 20 de Ja-
neiro do 1861: 1
O ndendo casligat more contina a ser obser-
vado com verdadeiro chiste pela amana alus-
trada que tomou aquella seotenga por maioris.
O n. 6 que acaba de publicar-ae tras bonitos
arligos e espirituosas caricataras, algumas de
applicago eleitoral. 8
186Z Correio MercanM. oe 20 de Janeiro de
Publica-se o n. 6 da Semana Ilustrada; cuja
Doa escolha de artigos facetos e de espirituosas
cancituras vai tornando esse pequeo peridico
muito bem aceito pelo publico.
186r Correioda TaTt' de 2 de i11" e
Comegou a ser destribuido hoje o n. 6 da Se-
mana Illustrada contendo os seguintes artigos ;
Escursao, Contos do Rio de Janeiro, Wagn
Transparencias e a inleressante novellaAs Faias
do O uro de Paulo Fev al. .
Sabio adornado este numero de oito caricatu-
ras, cujo chiste e escolha as tornara dignas de
suas rmaas nos nmeros antecedentes. Ha um
capitulo na vida fluminense, ou nia douj ca-
ptulosos theatros e as modasda algada in-
mediata da Semana Illwtrada, e que ella ainda
nao quiz dar a ler a seus assignantes.
de 1861 ^""""^ d Commercio de W de fevereiro
Nao me nganei quando em urna das minhas
priraeiras chrooicas, ao registrar o apparecimen-
to da Semana [Ilustrada, manifestei a confian-
ga que me Inspiravam os seus redactores, as
animadoras esperangas com que se recommenda-
vs a nova pub|ica.go.
A Semana Ilustrada vai seguindo excellente
caminho, dirigida pelo bom gosto. pelo atticis-
mo pela muito louvavel habilidade que a tem
feto e ha de faz-la escapar do mais perigoso
escolho que ameaga as publicagoes desse genero,
a a (Tensa pessoa I.
Nao ha um s numero da Semana Ilustrada
que deixe de mostrar-se inleressante por alcu-
ma ou ajgumas caricaturas espirituosas o bem
concebidas, que provocando o riso castigara abu-
sos que todos esto senliodo, vendo e lamen-
tando.
Artigos bem escriptos e bonitas poesas acora-
panham ss caricaturas, e augmentan o valor
fazem avultar o merecimento dessa
hebdomadaria.
Perdeu-se desde o pateo do Carmo at a
ra Nova, urna carteira com 10g em dinheiro
urna procurarlo bastante e urna letra a dous
mezea da quantia de 50M, sacada em 27 do cor-
rele pelo Sr. Albino Jos da Silva e aceita pelo
abaixo assignado e flear a dita letra sem ne-
11? ?a,oiio> e a Peaaoa que acbou-a querendo
restitu-la pode entregar na ra do Queimado n.
iwue r sratifieado. Recife 30 de marco de
IBLManoel Joaquim de Sooza Neceo.
Canoa Turtada.
Concordia, furUram urna canoa de carreira, mas
sem paneiro por ter servido para conduccao de
barro, a qual de n. 43: roga-se a quem della
souber Oder.noticia no mesmo armazem cima
declarado ou a seu propietario Joaquim Lobato
Ferreira na ra da Senzala, que ser recompen-
sado. r
Aviso aos devedo-
res da massa fal-
lida de Siqueira
Pereira.
Joo Jos de Figueiredo ar-
rematante da massa fallida
de Siqueira A Pereira avisa a
todos os Srs que sao devedo-
res a mesma iiassa, queiram
vir satisfazer seus dbitos no
prazo de 15 dias, pirque pas-
sado este prazo proceder-
se-ha a cobrauca judicial.
Superiores lilas de velludo
e de seda.
Na loja d'aguia de ouro, ra do Caftug n. 1 B
acaba-se de receto de sua prepria encommend
pelo vapor francez fitas de velludo de todas as
x'JJV*" P*elV t de core9 end0 ". bertas e
lavradas. de lindos padroes, que se vende por
L'T.mAlt?-mC0D,a' ,ssimcomofl,dech-
ma ote de todas as cores, proprias para cintos,
cintos com flvela preta proprios para luto, luvas
de torgal com "drilho muito novas a IftOOo par,
ditas sem vidrilho a 800 rs., ditas de s*eda enfei-
tadas com bico e vidrilho a 29 : isto a se vende
na aguia de ouro n 18.
n7JLeD Mem"82 9 Cfld5ras de Jacaranda com
Ps torneados e 1 camap em bom uso. obra do
Porto, e 1 mesa redonda de pao d'ole trata-
se no pateo da Ribeira n. 21.
Manteiga ingleza
flor a 960 e 800 rs., franceza a
& tJ^ftpU StJS:
SSl u1 1llhba a-^l25 na taberna d?es-
trella no largo do Paraizo n. 14.
Compram-se Diarios velhos para embrulhe-
na ra Nova n. 5.
Compram-se moedas de
ra da Cruz, armazem n. 33.
ouro de 20$ ; na
Vende-se umaescada de 22 pal-
mos de altura, toda de amarello, obra
muito bem feita e segura : quem quizer
dinja-se a ra da Gloria n. 3.
Vende-se
em
Allencao.
para
O abaixo assignado, em resposta ao annuncio
do Sr. Jos Dias da Silva no Diario de Pernam-
buco n. 74, declara ao dito senhor. pela ultima
vez, que, na hypothese de que se oceupam, nao
julga que outra pessoa fosse mais competente
para receber o pagamento da divida referida, do
que o proprio credor e proprietario do titulo ; e
desde que este passou-lhe recibo de sua letra de
signal da- referida quantia, comprometlendo-se
pela entrega do titulo, nenhura inconveniente
havia em lh'a pagar, endo certo que do mesmo
nao ignorava o Sr. Dias. Demais : proponha o
dito senhor a sua causa, que por muitas vezes j
I he tem dito o abaixo assignado, que della de-
fender-se-ha, e cont que a nao deixar ir re-
velia ; o mais estar intilmente roubando o
lempo e paciencia, nos Iribunaes que a mate-
ria tem de ser discutida e decidida. Dito isto
o abaixo assignado chama a altengo do Dr. che-
fe de polica para o que j publicou no Diario
de Pernambuco da 23 de margo prximo oas-
sado. '
Recife 2 de abril de 1861.
Victorino Ferreira Leile.
Os bilhetes da 4a lotera da imperial acade-
mia de msica do Rio, pertencentes sociedade
l" ~" 8ao os 'eguta'es um bilhete de n.
uS*"* meio n'*47t dous quartos de ns. 4821
6 a -te e da loleria desta provincia um bilhete
n.2075 e dous meios ns.336 e 1739.Alcntara.
Io procurador. '
Precisa-se de t:50O juros sob hypotheca
de duas escravas crioulas, pagando-se os juros
convenciooados meosalmente : na ra Nova n.
23, Io andar.
Bernardino'Jos Leitio faz ver ao Sr. Luiz
Jos Marques, como arrematante da agurdente,
que deixou de vender desde o ultimo do mez p.
passado semelhante genero era seu estabeleci-
mento da ra das Cruzes n. 22, assim como elle
est pago de todo o debito relativo a esse im-
posto.
Recife 1 de abril de 1861.
O testamenteiro do finado Victorino de Cas-
tro Moura, avisa aos aulhados do mesmo, que
juntaram documentosao inventario, que venham
receber o que em rateio Ihes tocou, visto nao sa-
ber onde elles raoram : ra da Cadeia n. 23.
Escravo fgido.
Fugio no dia 6 de fevereiro prximo passado
do engenho S Pedro, districto do Pago de Cama-
ragibe, provincia de Alagoas, o escravo de nome
Jos, cabra, com os signaes seguintes : estatura
regular, cheio do corpo, desdentado na frente,
cabellos carapinhos, pernas grossas, aoda um
pouco zambeiro, ps apalhetedos, e lera os de-
dos grandes puchados para dentro, sera barba,
representa 25 a 26 annos pouco mais ou menos,
o muito ladino ; supp5e-se ter ido com direc-
gao estrada de ferro, e de suppor que passe
como forro : portento, roga-ie s autoridades po-
liciaes e de campo, o aprehendam e levem seu
dono Antonio Semio de Farias Mallos no dito
engenho, ou nesta praga a Jos Joaquim de Cas-
tro Moura, ra da Cadeia, que ser bem recom-
pensado.
Perdeu-se na noite de quinla-feira Santa
da igreja do Carmo o Espirito Santo, ou dest
at de S. Jos, urna pulseira de ouro, de jun-
tas, bastante simples, com ambos os lados iguaes
havendo differenga que o de dentro liso e o d
fra tem pequeos lavoures aberlos a cincel- sen-
do esta perda muito sensivel dona, por ser po-
bre, pede-se a pessoa que a tiver achado o favor
de leva-la i ra dos Guararapes n. 40. que se
gratificar devidameute.
Um mogo portuguez, guarda-livros de urna
easa commercial, dispondo de algumas horas
nellas se oerece para fazer slguma escripluraci
mercantil de qualquer estabelecimento, seja qual
r o seu estado : quem necessitar deixar carta
fechada nesta typograpbia sob as ioeciaea D.
W. D.
Precisa-se de urna mulher j>ara estar em
companbia de urna senhora casada, e que saiba
fazer todo o servco do interior de casa : na ra
do Rangel n. 3.
Precisa-se de um pequeo de 13 a 14 an-
nos para caixeiro de taberna, que tanda alguma
pratiea da mesma : na ra DireiUi n. 72.
.i ~?'?,J"."'*f,IUr Com 8r- Mto ioeMar-
Uai da Coila; bo largo do Terjo a. U,
publicagao
Abundara all as carapugas, isso verdade: e
ha carapugas que servem a rruitas cabecas. que
o publico sua vontade tscolhe e designa ; cer-
o porm que a 'emana Ilustrada ainda nao
talhou manifesta e posilivamente uraascaraou-
ga para algum individuo em particular, e lera
por auto sabido respeitar todas as consideragoes.
Mas um peridico da ordem da Semana Ilus-
trada exige grandes despezas. e convm porcon-
sequencia que o publico o animo, e o arrime de
recursos concorrendo para elle com as suas as-
Signaturas.
Consta-me que a Semana Jfiulraa tem tido
um acolhimento muito favoravel; mas preciso
quinao esfne este ardor, que importa ao mes-
mo tempo um auxilio material e um auxilio mo-
ral, porque por um lado concorre muito para li-
oerlar os redactores do peridico de repelidos
sacncios pecuniarios, e por outro os anima a
proseguir nesse trabalho com a certeza de v-lo
apreciado e applaudido.
ASSOCMCiv POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
Quarta-feira 3 do correlo haver sessao da
assembla geral para o lira annunciado.
Secretaria da Associago Popular de Soccorros
Mutuos 2 de abril de 1861.
Joo Francisco Marques.
1. secretario.
Aluga-se um criado ; na ra Nova, sobrado
n. a, segundo andar.
Offerece-se urna pessoa para engomraar e
coznnar em sua casa, muito perita, e de prego
commodo ; na ra Augusta n. 47.
. Perdeu-se um lengo de labyrintho na ma-
triz do Corpo Santo, na quinta-feira santa : quem
o achou e quizer restituir, dirija-se a ra da
Cruz n. 11, segundo andar, que ser recompen-
sado. r
Na estrada dos Afflictos junto ao Maoguinlio
alugam-se duas casas novas, lendo cada urna 2
salas, 3 quarlos, cozinha fdra, quintal, etc. : os
pretendentes dirijam-se ao mesmo lugar a fallar
na casa que flca deutro do sitio.
Attenco.
Precisa-se de urna ama : na rus do Cotovello
numero 35.
T Precisa-se alagar urna preta que saiba co-
zinhar : na ra da Iinperalriz n. 70.
Jos Joaquim da Cunha Guimares, com
loja de tartarugueiro na ra das Trincheiras n. 8,
avisa as pessoas quo tem concertos do obras de
tartaruga em seu estabelecimanto al o dia 31 de
margo de 1861, que tenham a boodade de os vir
buscar por estes 30 dias, a contar desta dala, do
contrario serao vendidos para seu pagamento, e
nao se responsabilisa por algum estravio que
possa acontecer. Recife 2 de abril de 1861.
Perdeu-se a quantia de 125, desde a ra
das Cruzes al a ra do Crespo ; quem achou,
querendo restituir, leve a ra das Cruzes n. 36,
terceiro andar, que se recompensar generosa-
mente.
Na madrugada de sabbado, 30 de margo p.
p., appareceu na porta da padaria do pateo da
banla Cruz n. 6, um carneiro sem mais poder
andar por motivo de um furo de ferro furante
que tinhaem urna p do brago, e o dono do es-
tabelecimento mandou tratar delle, e ver se ap-
parecia alguma pessoa que se queixasse de sua
la',a e como al ao presente nao teoba appare-
cido dono, faz o presente annuncio para quem
ror seu dono, dando os signaes certos, lhe ser
entregue, pagando as despezas feitas.
Precisa-se alugar um cozinheiro n'uma casa
estrangeira ; na ra da Imperatriz n. 30.
George Jones relira-se para fra do im-
perio.
Attenco.
Precisa-se de dous meninos de 14 a 16 annos,
roriuguezes ou Brasileros, para caixeiro de ta-
berna : a tratar no becco Largo n. 2. Na mesma
casa precisa-se de urna mulher de idade para es-
lar na companhia de urna senhora.
Cursos de arithmetica, alge-
bra e de geometra.
A. E. da Silva, professor de malhemalicas no
Gymnasio Provincial, fazsciente aos senhores es-
ludanlesque se acham matriculados em ditos
cursos, que a abertura dos mesmos, annunciada
pera odia 1. do corrente. flca transferida para o
oa 8, visto ser Insuficiente o numero das matri-
culas. As llgoes principiaro impreterivelmente
nesse da as 4 horas e meia da tarde, qualquer
que seja o numero dos matriculados. A matricu-
la coutina a estar aberta at esse dia : os se-
nhores estudantes que pretenderen! frequentar
qualquer desles cursos, dirijam-se a ra Direita
n. 74, para serem matriculados.
Aluga-se urna escrava crioula que faz todo
o servigo de urna casa interno e externo, coziuha
lava e engoraras ; quem se quizer utilisar, diri-
ja-se a ra Imperial n. 205, que achara com
quem tratar.
Offerece-se um homem ia de idade com
bom comportamento para criado, o qual sabe ler
e escrever, para qualquer senhor advogado. e d
flanea a sua conducta; quem precisar de seu
presumo declare por este Diario.
Joaquim de Oliveira Pinto avisa ao publico
que raudon o seu estabelecimento de cocheira de
earrosde aluguel que tioha na rus das Flores n.
M para a mesma ra n. 35, assim como que de
ora em dame mora na casa junio a dita cocheira
fli 37, onde pode *er procurado qualquer hora,
i STAHL C.
RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR.
g Roa da Imperatriz numero 14
fOulr'ora Aterro da Boa-Vista.)
i Retratos em todos es-
telos e tamanlvos.
g Pintura ao natural em
| oleo e aquareUa.
| Copias de daguerreo-
| typo e outros arte-
| i'aetos.
| \mbrotynos#
fPaisagens.

Publicacoes do instituto
tha do Brasil.
DICCIONARIO POPULAR
DE
MEDICINA HOMEOPATHICA
Obra fndispensavel todas as
pessoas que quizerem corar ho-
meopathica mente;
C0NTE5D0 :
A de/inio clara dos termos de medicina: as
causas mais frequentes das molestias: os symp-
tomas, porque estas se fazem conhecer : os me-
dicamentos que melhor Ihes corresponder ; o
quantidade das dses de cada medicamento e
seus respectivos intervalos as molestias agu-
das e chronicas: a hora do dia ou da noite,
em que os medicamentos desenvolvem melhor
saa aeco : a maneira de alternar os medica-
mentos : a maneira de curar os envennamen-
os, as mordeduras de cobras, facadas, tiros,
uedas, pancadas e fracturas e todas as mo-
eslias conhecidas, principalmente as que gras-
sam no Brasil, qur as pessoas livres, qur
as escravas: os soccorros que se devem pres-
tar mulher durante a prenhez, na occasio
do parto e depois delle: os cuidados que a
crianca reclama, qur logo depois do nasci-
mento, quir durante a infancia : os perigos
que eslo sujeilos todos os que tomam reme-
dios allopalhicos: e muitos outros artigos de
vital interesse ; bem como urna descripeo con-
cisa, e em linguagem acommodada a inteli-
gencia das pessoas extranhas medicina, dos
orgaos ma\s importantes, que entram na com-
posigo ao corpo humano, etc., etc., com duas
estampas, urna mostrando qaanto possivel to-
dos os orgaos internos, com a sua explicacao
phisiologica e outra mostrando as differenles
regies abdomivaes. [kprimeira colorida pa-
ra os senhores assignantes.)
PELO DOUTOR
SABINO OLEGARIO LIDGERO PIMO.
O Diccionario Popular de medicina homeopa-
Ihica urna obra completa de homeopalhia, o
resultado da pratiea dos homeopalbas europeos,
americanos, particularmente dos Brasileiros, e
da minha propria experiencia ; ella satisfaz intei-
ramente os mdicos, que quizerem experimentar
ou exercer a nossa medicina ; e muito mais an-
da aos paes de familias, qur das cidades, qur
do campo, chefes de estabelecimento, capitaes de
navio, curas d'almas, etc., quo por si mesmos
quizerem conhecer os prodigiosos efleilos da ho-
meopalhia.
N. B. Tencionando o autor, aproveitando sua
viagem Europa,fazer imprimir all o Dicciona-
rio Popular tal qual o havia feito, acontecen
que antes de incetar a publicagao visse elle obras
mui modernas de medicina, abundantes de ideas
novas, e entao resolveu mudar inteiramente o
plano que havia concebido, e dar toda a expan-
sao e clarea a essa obra, de modo que tanto os
homens versados na sciencia, como os que o nao
sao, podessem tirar della o mximo proveito pos-
sivel, sem embargo de trazer-lhe isso um accres-
cirao de despeza de dous tercos mais do que gas-
tara, se publicasse a obra, como a principio li-
nha organisado.
O Diccionario Popular de Medicina Eomeopa-
thica, como agora est composto ser sem duvi-
da a obra mais til de todas que so tem publica-
do. Ella constar de 3 voluntes com 1,500 pa-
ginas pouco mais ou menos.
A assignatura 15$, pagos na occasiSo de assig-
nar. [Depois de impresso custar 25$.)
Acha-se igualmente em via de pnblica-
cao a segunda ediccao do
THESOURO HOMEOPATHICO
ou
Vade-mecum do homeopatha.
Esta nova edegao em ludo superior pri-
meira. tanto no que diz respeito disposigio das
materias, como no que relativo ao modo de ad-
ministrar as dses, ao estudo dos temperamentos,
as molestias hereditarias e contagiosas, a hygien-
ne pratiea, etc., etc. Com urna estampa demos-
trativa da continuidade do tubo intestinal desde
a bocea at o recto.
A assignatura de 8g pagos na occasio de as-
signar, (depois de impresso custar 12} pelo
menos.)
As pessoas que quizerem assignar orna e ou-
tra obra pagarlo apenas 209 em lugar de 23.
N. B. A assignatura, ana nao for acompaohada
d respectiva importancia, ni ser considerada
como tal.
Assigna-ae em casa do autor, ra de Sent A-
aiaro, [Hundo Novo) n, ff.
urna mobilia de Jacaranda t
.r ?.bB0o..vffir j,^do Porto; L -d* "E
real para Sanio Anto, bera confronto ao enl
!?,&" Pr pre5 comm Por seu dono ter
relirado-se para o mato. Tambem se vende urna
casa terrea na ra do Jardim n. 6, da fresuezia
*ft* fe; tratar no pateoTS
raizo o* iu.
Vende-se palha
Queimado n. 41.
de carnauba ; na ra do
na
Cabniolet. -
Por menos de seu valor vende-se um cabrio-
iet americano, novo, com 4 rodas e arreios
ra larga do Rosario n. 24, loja de carro.
nn~rZVll'S% por preS. commodo res terrenos
no Campo Verde, com 30 palmos de frente e 280
de fundo cada uro, lodos junios ou separados
\Ta 2?"n-de Tanl8em de ter dentro aa para'
toda edificacao que se queira fazer, por ser ditos
terrenos muito altos : a tratar oa ra da Gamboa
ao Carmo. sobrado da esquina que volta cara
pateo n. 24. F
3-Rua estreita do Rosario-3
3 Francisco Pinto Ozono continua a col-
^ locar denles arliOciaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
9 cebe paga alguma sem que as obras nao
tiquea a vontade de seus dpnos, tem pos
g e outras preparages as mais acreditadas
a para conservaco da bocea.

verdadeira liquidac&o
Ba loja de fazendas
DE
Almeida Burgos.
Ra do Cabug n. 8.
A dinheiro.
fc^*0 liquidatario da extincto firma de
Almeida <$ Burgos, tendo de acabar com este
estabelecimento para com o seu liquido pagar
aos seus credores, ha resolvido a fazer urna
california, vendendo todas as fazendas com gran-
de abatimento de seu custo, sendo entre ellas as
seguintes :
Brim setim trangado Qno, de puro lioho com se-
da sendo de listrase de quadros miudos fazen-
da muilo boa para caigas, colleles e paletots a
800 rs. o covado.
Lilla preta p*a hbitos a 280 rs. o covado.
Ganga amarella a 320 e a 440 rs. o covado.
Chaly muito fino de laa de listras de cores a 560-
rs. o covado.
Barragana azul ferrete a 800 rs. o covado.
Fusto pintado de lindas cores para vestidos do
senhora a 400 rs. o covado.
Fusto alcochoado de listras para paletots a 480
rs, o covado.
Organdys flnissimos de rquisslraos padroes ten-
do tambem abertos para vestidos de senhora a
560 rs. o covado.
Cassa pintada a 280 rs. o covado.
Corles de colleles de fusto a 600 rs. o corte.
Brinzinbo de linho para paletots e caigas para
andar por casa como para roupa de meninos a
200 rs. o covado.
Gazeou brasileira de seda de urna s cor, tendo
cor de rosa, verde, azul, cor de canna e cor de
cravo fazenda de pura seda de muito bom gos-
to para vestido de senhora a 880 rs. o covado:
Sedinha ou gorguro de seda de quadrinhos para
vestido de senhora a 1$ o covado.
Brim pardo de lioho, liso e fino a 400 rs. o co-
vado.
Seda mofada a 500 rs. o covado.
Setim preto de Maco a 2JM00, 3J500 e a 4S50G
o covado.
Tafel de cores a 500 rs. o covado.
Merino fino de cores sendo de 2 larguras a 1S800
o covado.
Chaly preto para luto excellente para vestidos de
senhora a 640 rs. o covado.
Bombazioha preta e decores para paletots e cal-
gas a 15(40 o covado.
Filas de sarja de pora seda, larga e com lindas
cores a 800 rs. a vara.
Ditas de sarja de seda estreita a 120 rs. a vara
Bicos fraocezes e Anos a 40. 80, 100, 120. lfio"
200, 240, 320 e 400 rs. a vara. 1W*
Bicos de soda pura a 200 e a 210 rs. a Tara.
Franjas de seda prelas e de cores a 260 rs. a vara.
Aberturas para camisas com punhos o colarioho*
a 400 rs.
Chates de merino da India muito semelbanto aos
de touquim a 15.
Enfeites para cabega de senhora, de vidrilho ore-
to a 2, a 2*500 e a 3. h
Luvas de pelica de Jouvin somente cem a falu
de nao torem os pontos bera seguros a 11800
Toucas de l para menino do peito a 1S800 "
Ditas de la para senhora parida a 2*500.
Chapelinas enfeitadas para senhora a 5j, 6 89
e a 13$.
Sahidas de baile de seda a 6&400 e a 10.
Rucados escossez muito lindos para veslidos de
senhora a 180 rs. o covado.
Existem mil pechinchas que os compradores &
vista del I as nao deixarao da comprar.
Na ra de Hortas n. 28, vendem-se 2 pares
de tarros dourados por 50, 2 espelhos grandes
para cima de consoles por 130, e tea hus ou-
iras coujm.


MAMO.-M WN^BCCO. ~ OAMA FElB 4 fl* ABRIL DI ftft6i.
=r
()
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA IPARBOLHA B R. T@WffIII
MELHOBDOE FABRICADO SOB ADIRECCAO' DO DR JAMES R. CHILTON,
- ________________ cblmico e medico celebre de New York
GRANDE SPERIORIDADE DO EX-
TRATO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo sen extraordinario
e qaasi miracnloso effeito no
sangue.
Cada um sabe que a sauda ou a nfermidade
depende directamente do estado desto Fluido vi-
TAL. Isto ha de ser, visto o partido importante
que tem na economa animal.
A quantidade do sangue n'um homem de-
latara mediana est avallada pelas as primeiras
autoridades em vinte e oito arralis. Em cada
pulsado duas ricas sahem do corajao nos bofes
e dalli todo o sangue passa alem no corpo huma-
no em menos de qc*tro minutos. Urna dis-
posicao extensiva tem sido formada e destinada
com admiravel sabedoria a destribmr fazer
circular esta corrente de vida por todas as
partes da organisajao. Daste modo corre sera-
pro pelo corpo em torrente, o qual a gran
de fonte de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se empregna
de materias ftidas ou corrompidas, deffunde
com VELOCIDADB ELCTRICA a corrapcao as
mais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno lan$a-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
al cada orgo e cada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maoeira
a circulajao evidentemente se faz um engbnho
podbroso de cloeoca. Nao obstante pode tam-
bis obrar com igual poder naeriacao de saude.
Estivasseoeorpo infeccionado da doenca maligna,
ou local oa geral, e situada no systema nervoso
' ou glanduloso, ou muscular, se smente o san-
gue pode fazer-se puro e*saudavel ficar superior
a doenca e inevilavelmente expellir da consti-
tugao.
O grande manancial de doenca en tao cerno
d'aqui consta no fluido circulante, e ne-
nhum medicamento que nao obra directamente
sobre elle para purificar e renova-lo, possue al-
gum direito ao cuidado do publico.
O SANGUE O SANGUE 1 O ponto I1G qual
se ha rayster fixar a atlencao.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na idade de
New-York, ha vemos vendido durante muitos an-
uos o extraeto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, considera molo ser o extracto orignale
genuino de salsa parrilha do Dr. Townsend.
o qual primeramente sob este nome foi
apresentado ao publico.
BOYD PAUL, 40 Cortland Street.
WALTERB. TOWNSEND*Co,218Pearl
Street.
LEEDS& HAZARD, 121 Maiden Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 .Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F.TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAM4 Co, 10 Od Llp.
OSGOOD & JENNINGS, 188 PearlStreet.
R.B. HAVILAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACRSON,ROBINS&Co,i34Water Street.
THOMAS & MAL, WELL 86 William Street.
WM. NDERHILL. Juur, iQWtrSt.
DAVIDT. LaNMaN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.*
PENFOLD, CLAY & Co, 4 Fleteher Street.
OLCOTT, M KFSSON&Co, 127 Maiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Ful ton Street.
SCHIEFFELIN, BROTHER & Co, 146&
106 Joba Si.
LEWLS & PRICE. 55 PearlStreet.
HAVILAND.KEESE & Co, 80Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & Co, 110 Broadway,
lOAstor.
House, and 273 Broadway, cor.ofCham-
bers Street.
PHILIP SCHIEFFELIN, & CO107Watr
Street.
POU & PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Street.
RUST & HOUGHTON, 83 John Street.
I.MIN0R& Co, 214 Futon Street.
INGERSOLL &BROTHER, 230 PearlStreet.
JOSEPHE. TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KLNSLEY, 45 Cortland
Street.
HAYDOCK, CORLIS&CLAY, 218Pear
Street.
HASKELL & MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNKSTOCK Co. 49 John Street.
CONHECEMOS A ARVORE E SUAS FRU-
TAS i
I IGUALMENTE
Conhectmos um Medicamento nos seus Effeitos
O extracto eomposto de Salsa parrilha do
Dr. Townsend est.
OMED1C4MEM0DO POYO
Adata-se tao maravilhosamente a constituirlo
que pode ser ullisado em quasi todas as enfer-
midades.
ONDE E DEB1L1DADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPCO,
PURIFICA;
ONDE E' PODRIDO,
Alastra.
Este medicamento celebrado que tao grandes
servicos presta a humanidede, prepara-se agora
na nova fabrica, na esquina das ras Front e
Washington), Brooklym, sob a inspeccao directa
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da cidadejle New-York, cuja cer-
tido e asslgnatura se acha na capa exterior de
cada garrafa de
ORIGNALE GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSA PARRILHA
DO DR. TOWNSEND.
O grande purtcador do sangue
CURANDO
CNSUL miO ESPECIAL H01EOP 4THIC0
DO D01I
Ra
L-rm>
O Herpes
A Hertsipbla,
A Adstriccaodo v en-
tre,
As Alporcas
Os Effeitos doazou-
gue,
Dispepsia,
As Doencas.de figa-
DO,
AHtdropesia.
AImpingb
As Ulceras,
O Rheumatismo,
As Chacas
A Debilidade ceral
AsDoencasdepellb
as borbulhasna ca-
RA;
As Tossbs,
nto Amaro (Mundo
Novo) n. 6,
Consultas todos os olas olis desde as 10 horas
at meio da, acerca das seguintes molestias :
1. molestia da mu Aere, molestias dat crian-
cas, mnksitas da pelle, molestias dosolhos, mo-
lestias ssphiliticas, todas as especies dt febres,
febres intermitientes esuas consequencias,
V / jA?*ACU BSPKCIAL HOMEOPATH1CA .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
ralliveis em seus effeitos, Unto em tintura, como
em glbulos, pelos procos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr.- Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia : todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteira sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, teudo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinno, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteira que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenbam na tampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
8
Frederic Gauter,cirurgiio dentista, faz
All".".*".r-fiAT1,c5e8 d* sua arte ecolloca
dentes artificiaos, ludo com a supenon-
dade e perfeico que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos denlifricios etc.
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
O Extrato acha-se comido em garrafas qua-
dradas e garante-se ser mais forte e melhor em
todo o respeito a algum outro purificador do
CUMIMG d VANDUSER, 178 Greenwch I sangue, conserva-se em todos os climas por cer-
Street. ] to espago de lempo.
genuino extracto do Dr. Townsend tem assignatura e a certidao do Dr. J. R. Chlitton, na capa
Cada garrafa do origina
exterior de papel verde.
No escriptorio do propietario, 212 Broadway, New lork, e em Pernambuco na ra da Crui n, 21, escriptorio, 1. andar, tam-
bem na botica da ra Direita n. 88 do Sr. Paranhos.
CONSULTORIO
DO
MEDICO PARTE.ROE OPERADOR-
3 RA I>AC,l,OMI A.( ASA IIOI I \IIV03
Clnica por ambos os systcmas
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manha, e de tardedeposde 4
toras. Contrata partidos para curar annualmente, nao sopara acidade, como para o eneenhes
u outras propriedades ruraes.
Os chamadosdevem ser dirigidos sua casa at s 1-0 horas da manha e em caso
de urgencia outra qualquer horado dia ou da noite, sendo por escriptoem que se declaro
pessoa, o da ra e o numero da asa.
Nova carlha.
Acaba de sahir dos prelos desta lypographia
urna nova edico da cartilba ou compendio de
doutrina christa, a mais completa dequantas se
tem impresso, por quanto abrange ludo quanto
continha a antiga cattilha do ebbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescentando-se muitas
oraces que aquellas nao tiofaam ; modo de a-
companharum moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das testas mudaveis,
e eclypses desde o corrente anno at o de 1903,
seguida da folhioha ou kalendario para os mea-
mos annos. A bondade do papel e excellencia da
impressao, do a esta edi;o da cartilba urna
preferencia asss importante: vende-se nica-
mente na liviana es. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
0 bacharel WITRUV10 pode ser
procurado na ra Nova n. 23,primeiro
andar, do sobrado da esquina que volta
para a Camboa do Carmo.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casad e Samuel P.
Johston & C., ra da Senzalla Nev n. 52.
JosJoaquim Fernandes da Rocha vai a
rortugal tratar de sua saudG e deixa por seus
procuradores os Srs. abaixo declarados : em pri-
meiro lugar o Sr. Joaquim Gongalves Beltrao,
em segundo lugar o Sr. Jos Antonio Siqueira,
deixa por seu caixeiro o Sr. Thomaz Manoel Ri-
beiro, gerente de sua taberna.
Manoel Ferrera da Silva Tarro-
zo, na ra do Apollo n. 28, ac sobre
a cidade do Porto.
COMPANHIA DA VIA FRREA
DO
Recife a Sao Francisco.
Limitad.
At outro aviso a partida dos trens ser regu-
lada pela tabella seguiote :
co
o
- I l- o O
ce
o b] .M
es es as

CO Eh m
OO lOioaNt-sr.
m o
X
a
CO . o p IL-1.-.S im gCO-tin Iv.cn-v 1 t re 1T5
tfr. <
es 1 < :'i

< a
S " o
___ H
CA
O
3 O 1 lAlflO
,
u .M
a s

o < H ao
-= t w rf m i
"es a o S
eS
i-
o
93 g ~o~ i lamo i ,-
VS <
B SS a s
s en
S !:coco0)o03e)ocoo O ti ^* PH
ss

o
I
o nome da pessoa, o da ra e o
Nos casos que n5o forem de urgencia, *s pessoas residentes no bairro doRecifeao-
derao remetter seus bilhetes a botica do Sr. J. Sounn Se C. na ra da Cfuz, ou loi de
aivros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Necsa loja e na casa de annuncianieachar-se-ha constantemente os melhoresMedic*-
jnentos honteopathicos j bora condecidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes. .. ...... .#iO000
Dita de 24 ditos....... ........150OO
Dita de 36 ditos..................205000
Dita de 48 ditos................. 253OOO
Dita de 60 ditos................ # 305000
Tubos avulsoscada um.........*.... IJOOO
Frascos de tinturas. .::.,........ # 2#00O
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
ducido em ponuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, ctrurgia etc.. etc........205000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 105000
apertorio do Dr. Mello Maraes.......t 65000
JOIAS.
- Na travessa da ra
dae Cruzes n. 2, primeiro andar, continua-se a
tiogir eom toda a perfeico para qualquer edr, e
o mais barato poseivel.
Manoel Ignacio de Oliveira 4 Filbo aaccam
sobre Lisboa e Porto ; no largo do Corpo Santo,
escriptorio.
Gura completa
de uma grande Infla mina ya o do fl-
gado.
O abaixo assignado declara que uma de suas
Clhas de idade de 14 annos, soffria, ba tres an-
cos, de uma grande infiammago de gado, que
a privava da respiraejio, causando-le agudas pi-
sabas, tirando-lhe o somno, o appetite e as co-
res e vendo-a nesle triste padecimento, recor-
reu. sabedoria de alguns professores de medi-
cina e cirurgia, aos quaes nao foi possivel acer-
tar cosa o curativo proprio para sua salvacao ;
emflm, vendo-a no meamo estado ou peior, re-
correu clao s chapas medicinaos do 8r. Ricar-
do Kirk eom escriptorio na ra do Parto o. 119,
a fazendo-lhe applicaco delUs do lugar aggra-
vado, ohtere melboras progressivae, a qual se
acaa completamente boa ; e por ser verdade, o
declara para crdito e gloria de seu autor e pro-
va da sua sallsfaQo.
Domingos Gomes Ribeiro,
ReeoDbecida verdadeira a assignatura supra
pelo labelao Pedro Jos de Castro.
Pianos.
Mudanza de domicilio.
Joao Laumonnier transferio seu estabeleci-
mento da ra da Cudeia do Recife para a da Im-
pera triz n. 23, aonde abri um vasto deposito de
pianos dos raelheres autores da Europa. Eocar-
rega-se de afinar e conceitar os mesmos instru-
mentos.
O escriptorio da Ricardo Kirk, sito na ra do
Parto n. 119, estari aberlo todos os dias das 9
horas da manha s 2 da Urde.
Precisa-se de um bom criado para o servia
co de sala e quarto dando fiador: na ra do Tra-
piche n. 12.
Caixeiro.
Precisa-ae de um caixeiro ce idade de 12 a 14
annos : na ra larga do Rosario n. 35, deposito
de assucar.
O abaixo assignado roga as pessoas qoelhes
sao devedoraa dos annos de 1859 e 1860, tanto
os de corita de Iivro como os que passaram val-
les tenham a bondade de irem ou mandaren! pa-
gar seus dbitos em falla, pois vista da neces-
sidade que tem o abaiso assignado de fazer pa-
gamentos aos seus credoras, forjado a todo o
transe de marcar o prazo de 8 dias para realisa-
5S0 de taes dbitos, do contraro o abaixo assig-
nado passar por dissabores que bem, rjejeja evi-
tar,-Nicolo Machado Freir.
._---------PBnpJV CAS WStm WSSM wm
M. J. Leite, roga a seus deve- S
dores que se dignem mandar pa- j
gar seus dbitos na sua loja da I
ra do Queimado n. 10, enten- i
tendo-se paia esse fim com o seu !
procurador o Sr. Manoel Gomes
Leal. I
Joaquim Mouteiro de .Oliveira Guimaraes com
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos freguezes e ao publico em
geral, que se acha sortida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo acabar
com o negocio, est resolvido a vender mais ba-
rato do que em outra parle, garanlindo-as ditas
obras, paseando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em outra parte.)
CASA
Mudanca de esta-
belecimento.
Jos Moreira Lopes avisa aos seus amigse
freguezes desta e de outras provincias, que mu-
dou o seu eslabelecimento defazendaa quetioha
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde tem o mais completo e variado sortimento
de fazendas de todas as qualidades para vender
em grosso e a retalho por precos muito baratos:
ra do Crespo, sobrado de 4 andares n. 13, eroa
do Imperador, outr'ora ra do Collegio, sobrado
de um andar n. 36.
Na liviana n. 6 e 8 da praca da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Ulsses Cokles Cavalcanti de Mello.
Precisa-se alugar uma cosioheira vre ou
escrava : ua ra da Santa Cruz n. 62.
S0CIED4DE ACADMICA PROMOTOR4
DA I
Remissao dos captivos.
Sao convidados os membros do conselho di-
rectorio, secretarios, thesoureiro e procaradores
para se reuuirem, aflm de se deliberar sobra a
marcha d meama aociedade, quiota-feira 4 do
corrente, as %i horas do jij, na, ra da Impera-
Wx o, 88, tercoiro ar.
de commissodeescravos, pa-
teo do Paraizo n. 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo.
Para a dita casa fei transferido o antigo escrip-
torio de commissio de escravos, que se achava
estabelecido na ra larga do Rosario n. 20 ; e
ahida meima man eir se contina a receber es-
cravos para serem vendidos por commissao, e
por conta de seus senhores; nao se poupando es-
forcos para que os mesmos sejam vendidos com
promptido, afim de que seus senhores nao sof-
fram empates com a venda delles; Neste mesmo
eslabelecimento ha sempre para vender escravos
de ambos os sexos, bellos e mogos.
Aluga-se o primeiro andar e loja
do sobrado de 4 andares no becco da
Boia ; a tratar na praca do Corpo San-
to n. 5.
Para uma casa
franceza.
Precisa-se de uma escrava que saiba engom-
mar, coser, a fazer todo o servico de uma casa
de pouca familia, e que seja fiel e diligente. Na
mesma casa precisa-se de um escravo para o ser-
vio de cozinhs : quem tiver pode dirigir-se
ra do Imperador n. 27 confronte a ordem ter-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manha s 4 da tarde.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pra-
tica de taberna e que d fiador a aua conducta
a tratar na padaria do pateo da Santa Cruz n 6'
. ,~1 N<\!ar8 do Paraizo esquina junto ao quar-
lel de polica no agougue grande e novo, muito
irasco e o mais limpoque talvezhaja nesla pracs
anda tem para alugar-se talhos para cortar car-
ne : a tallar na ra do Imperador n. 28.
Licoes.
Leciona-se primeiras letras, latim, francei e
nglez em casas particulares : na ra da matriz
da Boa-Vista n. 34.
CONSULTORIO ESPECIAL
HOMEOPATHICO
DO
DR. CASA.XOYA,
30Roa das Cruzes30
Neste consultorio tem sempre os mais
novse acreditados medicamentos pre-
parados em Pars (astinturas) por Ca-
tellan e Weber.por pregos razosveis.
Os elementos dehomeopalhia obra,ie-
commendada intelligencia de qualquer
pessoa.
Precisa-se de uma ama para casa de pe-
quena familia : na ra do Hospicio n. 62.
Attemjo.
Os Srs. Jos Carvalh dos Santos, Antonio
Carvalho dos Santos, Domingos Jos de Souza
Ferreira e Antonio Jooquira V.z do Aodrado tem
cartas na ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Pede-se aos Srs. hachareis que tem as suas
cartas na mo de um bedel da facuidade ha 2 e
3 annos, o obsequio de mandaren) busca-las em
O un da e pagar ao mesmo a importancia despen-
dida com as mesmts cartas, isto no prazo de 4
dios para dous que estio nesla provincia e de
dous mezes para dous que se achara no Cear e
no Rio de Janeiro, pois do contrario se publicar
por extenso os nomesde ditos hachareis.
1, ~,Aluia"8e um grande armaaem na' ruada
Moeda n. 7, por preco razoavel: a tratar no ar-
mazem de cabos ao lado do^Corpo Santo n. 23.
REMEDIO INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as naedes
podem testemunbar as virtudes deste remedio
mcomparavele provar em caso necessario, que
pelo uso que delle fizeram tem seu <*rpo
membros eramente saos depois de havar em-
preado intilmente outrostratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravillosas pela leilura dos peridicos, que lh'as
relatam todos os dias ha muitos annos ; e a
maior parte dallas sao tao sor prndenles que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois de ter
permanecido longo tempo nos hospilaes, onde
deviam soffrer a amputaco 1 Dellas ha mui-
easquehavendodeixadoesses, asylos depade-
timentos, para se nao submeterem a essa one-
ra?ao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nheciraento declararam estes resultados benfi-
cos diante dolord corregedor e outros magis-
trados, afimje mais autenticarem sua a firma-
Uva.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivesse bastante confianca para encinar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal
cujo resultado seria provar ncontestavelmente.
Que ludo cura.
O ungento hend, mais particu-
larmente nos fieguintes casos.
2
lilil
1 -or n
w te
o
ja
o
a
. C
.3
rr. JZ
O
o < ea EL c S > JTO B Si
Chegando ao conhecimento de
uma pessoa qne se acba fora desta pro-
vincia ha dous annos que neste Diario de
14 de feverciro do corrente anno fora
publicado um annuncio chamando a J.
L. de para fallar a seu credor mo-
rador na ra do Imperador desta cida-
de, e Coincidindo estas letras com a
da pessoa ausente ha dous annos, roga-
se ao autor do referido annuncio decla-
re se aquel le chamado se en ten de com
pessoa existente nesta provincia ou ora
della e em que lugar,
Sao convidados os membros do
partido "omervador a comparecerem
no da 3 de abril pelas 4 horas da tarde
a'ra da Aurora n. 38, afim de assisti-
rem a posse do directorio eleito em ses-
s5o de 27 de martjo-
Convite da mesa provisoria :
Presidente.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
1* secretario.
F. L. de usuiao Lobo.
2- secretario.
Firmino Jos de OH vira.
AUeneao Ataca !!
O abaixo assignado pede ao Sr. Dr. A.
C. da C. e a J. M. C. da C que no prazo
de 15 dias tenham a bondade de manda-
rem pasar a importancia
ram dos fornecimenlos feitosao
que
nao igao-
_J seu eii-
genno B... na provinoia da Parahiba. do
contrario passaro pelo desgosto de ve-
remos seus noraes por extenso nesla fo-
Slhaatomeu real embolco. Recife 27 tt
de marro de 1861.
Antonio Jos Mauricio. M
Mims&m m eme msmmwm
Domingos Rodrigues de Aodrade durante
sua viagem Europa deixa por seus procurado-
res encarregados de sua casa commeroial em
primeiro lugar seu genro o Sr. Guilherine'Au-
guslo Ricardo, em segundo o Sr. Uigtel Jos
Barbosa Guimaraes e em terceiro o Sr. .los da
Costa Magalhaes.
Perdeu-se um bracelete de ouro n) dia de
quinta-feira sania, desde a ra Direita a reja
do Carmo, matriz da Boa-Vista e igreja do Espi-
rito Santo : quem o tiver acbado poder vir en-
tregar no sobrado n. 32, ra Direita primeiro an-
dar confronte a travessa que vai da rus Direita
ao pateo da Penha, que ser gratificado pela sua
entrega.
g^SS li2S?S IS
9

i
s
i

t
Sr-fMNWnnnpjM"'
0
=5
co
0
a 1 iftkCO 0 I 0
1 vtW'^rin 1 -.

S
a.
co t^ t* b* t- GO 00
O
B

a
m


ja

-. >a .
cai-
ca 1-
co
co
U
. e
1
9
v.
5><| g
JB
'- 5.'.
^ja'oa 2'=iS.o
AssignadoB. H. Bramah,
Superintendente.
Alporcas
Caimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da culi;
em geral.
Ditas de anus.
Erupijes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflamrnacao do Bgdo.
Costureiras.
Ainda precisa-se de algumas costu-
reiras que estejam acostumadas a coser
costuras dealfaiates, para trabalhar por
diaem casa de familia : na ra Nova
jnuto a Concec,ao dos Militares n. M.
Manoel Antonio Pires val a Parahiba.
Precisa-se alugar um preto para servico de
hotel: na ra do Trapiche n, 28.
Precisa-se de um ccioneiro ; ua ra do fc
imperidor o, H3, primeiro andar. Pernambuco.
Inlammaco da bexiga
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supurasdes ptridas.
Tinha, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
commissao de escravos
na ra da Penha, sobrado
numero 2,
Nesta nova casa de commissao de escravos, re-
cebera-se escravos por commissao para serem
vendidos por conta de seus senhores, aflamndo-
se a prompla venda, assim como o bom trata-
ment para os mesmos. afim deque os senhores
dos mesmos escravos flquem salisfeitos com ss
diligencias que da paite do commissiooado fizer,
para em tudo agradar aquelles senhores que o
qulzerem honrar com a sus confianes, no que es-
pera merecer atingi tanto dos senhores que
Id os quizerem conflar para vender, como aquel-
les que prelendam confiar, pois espera ter sem-
pre para vender escravos de ambos os sexos e
idades.
no primeiro andar da ra do Cabug n. 7
precisa-se contratar, para feitor de um angenho'
um Portnguez, casado, robnslo, que emenda d
agricultura, a que d fiador a sua conducta.
A quem convier.
Um empregado publico bem conhecido, e que
ofleraceas necessarias garantas, recebe em sua
casa lo a Uestudantes de preparatorios sob sua
direceo, nao tendoseus psis ou correspondentes
o menor cuidado com elles para que enlrem na
academia. Uma casa commoda, bom tratamento
a maior solicitude pela sua applicasao, para qu
tenham bom resultado nos exsroes; e finalmente
uma gratificado a mais mdica e razoavel : taes
sao as vantagens que encoutraro. Podem-se in-
formar dos Illms. Srs. Figueiros, Drs. Sabino, Ga-
briel S. R. da Cmara, Luiz F. S. Leao, Agostioho
E. Pina, e maior Jos Joaquim Antunes, ou na
ra do Rangel d. 73. onde se trata.
Precisa-ae de uma sala ou gabinete para
um moco : quem a tiver, pode annunciar. ou dei-
.. ?" adt Desla lyP8raPhia com as ini-
ciaes a. 15.
9 abaixo 8siKndo avisa ao publico aue
na Si", d V^7rlh7 Paravnm ""belecimento
na vina da Escada. a rnmn hm.. _..:__
0 artista americano
O artista americano
0 artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por, 5^
Tira ratratos por 5$
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tendo recebido um sortimento de
. xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xmhas novas
Tendo recebido um sortimento de eai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande sal5oda ra do Imperador
No grandesalao da ra do Imperador
A. W. Osborn, o retratista america.
no tem recentementerecebido um gran,
de e vanado sortimento de cajxas, ua.
oros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte.
Lomo tambera um grande fornecimen-
to de caixas para retratos de 3J000 rs-
cada um, as pessoas que desejarera ad-
qnirir conhecimentos praticos ns. arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condicoes muTo
razoaveis.
Os cavalheirosesenhoras sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima ica anunciado.
-T-^W-yj" armazem novamente acabado
com grandes telheiros. muito proprio para pada-
ria ou qualquer offlcioa, silo Ka ra Imperial n.
160 a tratar na ra Direita n. 84.
de7.nFe!roPe '^ de Abr6a re,ira"se P" **
." ,^arega"Se loda a IMnlidade de entolho
?o Ato,nqUe 86Ja P bai"08 de S. Jos e Sanl
- ft2 a d0 CWPO n. 19 se dir.
Pa cozlnha p .n UIDa muIher forra ou
nl dn Tr^iVk! C("SSrar P" um 8 Pessoa; na
ra do Trapiche n. 20, segundo andar.
hJu mST2! a."ar c.om Sr- Jos Lins de
Meira Lima.afim de se lhe fazer entreaa do uma
CKSTS".porfua rri,ia"" "I
mperairiz n. 88, terceiro andar.
raTdoScr.,2 r. iaroro3ceiro: na padaria di
aaTe bfl*'";te de "m s"> P" cozinhar, pa-
ga-se bem na ra do Rangel n. 11. V
da"casa FgnViie Um aiUo em Sanl'Anna. ao entrar
dojmedor !JK
Vende-se este ungento no esubejeciment
geral de Londres n. 844, Strand, a na loja
de todos os boticarios droguista e outras pes-
soas encarregadas da sua venda em toda a
America do sul, Havana a Hespanha.
Vende-se a 800 rt cada bocetinha contm
uma nstruceao em ponuguez para explicar o
modo de fazar uso daste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pbartnaceutico, na rus de Cm n. 2t, im
Escada, e como houvessem i
justse ao mesmo tempo inconvenientes ao abai-
h.fm'gnaid?:Jpori8oaTSa ,ue Dcousemue-
nhuma validad^ e sem se concluir o dito con-
trato. Recife 27 de mveo de 1860.
Jos Soares Pinto Correia Jnior.
Aluga-se a casa terrea da ra Direita n. 83
a qual sempre foi muito boa para loja de miude-
zas oui outro ..qualquer eslabelecimento: quem
pretender, dinja-se a ra da Penha n. 5
n.r-?ga".80J0 ili0 da C,PU8 nova,' o qual
ca em frente da ra que vai lerem S. Jos do
Hmsuiabo. tendo grande e excellente casa asso-
bradado, cocheira. casa para criados, e grande
banheiro com tanque, boa estribarla, e bastantes
r sobrado n. 50, segundo andar.
r T* 278r Tai Para a Bsh'-
ao i.ml. /dei> 8ernte da casa commercial
a- au-te*. C-'. faz publico du"nle
mf < aa des,a c,dade flcar a gerencia da
mesma cas. 8 cargo do Sr. Prederick James Cor-
H7..iUmaf8*nhora ao T,"tar is 8reJ*" n noite
.?."?1*."1*'"! perdeo nma Pull <1 ouro es-
maltada de verde : quem pois a tiver acbado e
queira ter a consclencia de restituMa procure ao
abaixo assignado que gratificar convenientemen-
te.Jos dos Aojos Vieira de Amorim.
_ abaix? Migoado, morador no aterro da
Boa-Vista boje roa da Imperatriz n. 71, loia de
0nri!aiePeJe rospeiUvel publico o annun-
cio de S6 a 28 do mez de juoho de 1860, que na-
da deve nesta provincia nem em outro qualauer
se porm houver quem se julgue seu credor
aprsente o titulo que aeri immadiaUmenle pa-
go, motivos me obrigam -
1 Custodio Manoel Goocalres.
_____


()
DIARIO M WAHAilUJCO. Q1RTA HA % H ABttt M 1861.
Furto de relogio.
Sabbado 30 de margo, as 5 horis da tarde, far-
taram de cia de urna mesa redonda, em S. Jos
do Maoguinho, casa terrea defronte do sitio do
Sr. Seve, um relogio de ouro patete inglez, feito
ero (.oodrea, oberto, tendo o vidro em cima par-
tido em raas partea e coa ama correte de
uro massico feita em Lisboa, a imitagao doa co-
lares que as seohoras usarira anllgamente, es-
tando quasi alargar o cravo que prenle a mes-
ma a urna argolioha que vai fizar a asa do relo-
gio, tendo urna chave de onro tambera feita em
Lisboa com 3 pedrinhas guarnecidas de ouro,
aendo urna branca, urna ron e outra escarale,
a qual chave nao serve no relogio, e no meto es-
t segura para au lar aperlada com algodao por
se achar mal segura ; por isao previno aos senho-
?es relojoetros eourives para que llie sendo offe-
recido qualquer dos doos objecUs os apprehen-
dam e participen) na ra do Brum a ManoelJos
de S Arajo, que gratificar ao portador.
Philip l'urby, subdito britannico, vai a Eu-
ropa.
Jos Joaquina da Costa Hala, portuguez, rai
a Europa com sua familia.
Cobre.
Trocam-se dioheiro de cobre por seduls ao
par: na ra Direita n. 8.
Joaquim Goncalves Salgado, sua senhora e
un criado Manoel Jos da Costa, retiram-se pa-
ra Portugal a tratar de suasaude.
Joaquim Goncalves Salgado deia por seus
procuradores nesta prag os Srs. Custodio Anto-
nio Soares, Ponciano Lourengo da Silva e Ber-
nardioo Gougalves Salgado.
Precisa-se de urna ama de leite sem fllho :
na ra de Hortas n. 22, segundo andar, ou no pa-
teo do Terco n. 26.
Ildefonso Crrela dos Sanios Almeida reti-
la-se para o Para.
nypotheca, dirija-se Boa-Vista ra do Destino
b. 3, das 4 s 6 horas da tarde.
K Jacome Ulysses e sua irma, subditos por-
tuguezes, tendo de retirar-se para o Rio de Ja-
neiro, declaram nao dever cousa alguma nesta
provincia.
Autonio Jos de Sant'Anoa faz publico que
em data de 18 de margo ultimo, arrendara a ota-
ria e casas sitas1 no Aterrinho do Giqui, perten-
cente a seu pai o Sr. Francisco Jos de Sanl'An-
na, pelo prego de 5000 annuaes, passando desde
aquella dala a perlencer-lhe todo o fabrico de ti-
jolo em dita otaria.
A luga se a loja do sobrado da
ra da. Iinperatriz n. 38 : a tratar na
mesma ra n. 40.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnslon Pater de C,
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento de
relogios de ouro, patente ingles, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpoel; tambera
urna rariadade de bonitos tranceUnt para os
mes moa.
s Remedios americanos
S BODOTOB
Radway & C, de New-YorkS
IPilulas reguladoras. %
Estes remedios j i sao aquibem eonhe-
cidos pelas admirareis curas que tem ob- |
tido em toda a sorte de tebres, molestias 5
9 chronieas, molestias de senhoras, de pe-
2 le etc., etc., conforme se v naa inslruc-
ges que se acham traduzidas em por-
tugaes. 9
CAPORAL
parrha legitima e|
Compras.
Compram-se cscravos do sexo masculino de
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra da Impe-
ratriz n. 12 loja.
Compram-se nulas de i$ e 5 velbas, com
mdico descont : na praca da Independencia
numero 22.
Compram-se es-
cravos
de ambos os sexos e de toda idade, tanto para
exportar para fra da provincia como para a ci-
dade : no esenptorio de Francisco Malinas Pe-
reira da Costa, ra Direita n. 66.
Salsa
original do aiitigo
IDR.JAC0BT0UNSEND
0 melhor purificado!' do sangue
Cira radicalmente
Erisipela.
Rheumatismo.
Chagas.
Alporcas.
Impingeos.
Vende-se jin.irm
Deposito 4as manufacturas imneviaes &eranca.
Este excelente fumo acha-se depositado, direta mente na rus Nova n. 23, ESQUINA DA
GAMBOA DOCARMO, o qual se vende por msseos de 2 hectogrsmos a 11000 e em porgio de
10 mseos paro cima com ceseonto de 25 por cento ; no raesrao estabolecimento acha-se tambem
o verdadeiro papel de linho para cigarros.
CENTRO COiNMERCIAL
1S RuadaCadeiadoRecife 1S
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS
EAU MINERALE
NATURADLE DE
>osito aa boticafranceza na da Cruz n.22
Vendas.
GRANDE SORTIIIEMO
DE
Roupa feita,
Na loja e armazem de Joa-
quim Rodrigues lava-
res de Mello.
Una do Qaeimado n.39
Loja de quatro portas
Sobrecasacas da panno tino obra muito bem fe i -
U, de 35 a 40 cada urna.
Paletots de panno fino preto, de 25$ a 309.
Golletes de v*||uito preto bordado, a 12 cada
um.
Bilos de gorguro preto a 7 idem.
Ditos de selim raaco a 6$ idem.
Ditos de casemira prela a SJideoj.
Caigas de casemira prela fina de 12 a 14$.
Paletots de estamenha a 5.
Ditos de alpaca preta, saceos de 4$ a 5.
Ditos de dita sobrecasicos de 8 a 9.
Ditos de bambolina preta superior fazenda a 124,
Ditos de meia casemira a 10$.
Ditos de casemira muito fina a 14.
Um completo sortimento de paletots de fusto e
brim, e caigas e coletes, que ludo se vende por
prego em conta.
Rival sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55, loja de miudezas,
est queimando os soguintes arligos abaixo de-
clara los, todas as miudezas esto perfeitas, e o
prego convida :
Caixas de clcheles a 40 rs.
Carldes de ditos a 20 rs.
Groza de pennas de ago muito finas a 500 rs.
Charutos muito finos, caixa com 0025500.
Groza de botoes de louga a 120 rs.
Carretel de linha com 100 jardas a 30 rs.
Bules com banha muito fina a 320 rs.
Dito dito dito a 500 rs.
Banha em lata com 1(2 libra a 500 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
Caixas com obroias muito novas a 40 rs.
Ditas com phosphoros especiaes e melhor que
ha a 160 rs.
Pares de meias cruas pera homem a 160 rs.
Ditos de ditas muito finas a 200 rs.
Pogas de franja de 13a muito bonitas cores a
800 rs.
Duzia de sabonetes muito finos a 600 rs.
Iscas para acender charutos a 60 rs.
I'hosphoros em caixa de folha a 100 rs.
Cartas de alfinetes finos a 100 rs.
Cairas du agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapatos de tranca de algodao a 1.
Ditos de la para meninos a 200 rs.
Frascos de macass perola a 200 rs.
Ditos de oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garlos de cabo preto a 3$.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320.
Masaos de grampas finos a 40 rs.
Caivetes de aparar penoa a 80 rs.
Tesouras para unhas e costura muito finas a
500 ra.
Pegas de tranga de la com 10 varas a 820.
Escovia para denles muito finas a 200 rs.
Cordao imperial fino a 40 rs.
Dito grosso 8 80.
Corddes para espartilho aSOrs.
Caas para rap moito flnaa ff-J.
Pares de metas de cores prra meninas a 160'rs.
Lutria de marcar (novello\ 20vrs.
Groza de marca* para cobrir a 60 rs.
Phtisicas.
Catarrho.
Doengasde figado.
Effeitosdo azoogue.
Molestias de no'lo. m
j nn armaron <* hiendas de m
I rviymundo Carlos Leite & I noci, ra do 4
j Imperatrizn 12. a
9S 99999999
Veode-se|uma barcace nova o muito bem
construida, que pega em 600 saceos ; para ve-la,
no caes do Ramos, e para tratar, la ra do Quei-
mado, loja d. 41.
Vende-se a loja de fazendas em- um dos
melhores lugares da ra do Queimado; para tra-
tar, na loja n. 41 da mesma ra.
9 Em casa de Milis Latham & C. na ra 9
9 da Cadeia do Recite o.52, vende-se : 9
9 Vmho do Porto. 9
9 Dito Xerez engarrafado de muito supe- 9
9 or quahdade.
9 Oleo de linhaga.
@ Alvaiade.
9 Secante.
Azarco.
@ Encarnado veoeriano em p. @
&3&9&W 9999 @S9@S@
Capellas finas para noivas.
A loja d'aguia branca recebeu novas e delica-
das capellas de 11 >res finas para as noivas, e as
est vendendo a 6$ e a 8$, conforme o sea pro-
posito de baraleira loja d'agua branca, ra do
Queimado n. 16.
Ra do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S, vendera-
8e por pregos baratissimos, para fechar conlas;
chapeosdo Chille para homem e menino a 3|500,
cortes de casemira de cores a 3#500, pegas de ba-
bados largos e transparentes a 3$, pegas de cam-
braia lisa fina a 3$, sedas de quadrinhes miudos
de cores escuras e gostos novos a 800 rs. o cova-
do, chitas largas cores escuras e claras a 240 rs.,
cassas de cores de boos gostos a 240, organdya
muito fino e padres novos a 500 rs. o corado,
pegas de entremeios bordados finos a 1&500. ba-
bados bordados a 320 a vara, golinhas bordadas
a 640, manguitos de cambraia e fil s 2$, bra-
mante de algodao com 9 palmos de largura a
1g280 a vara, sobrecasacas de panno fino a 20 e
25$, paletots do panno e casemira de 16 a 2@8,
dita de alpaca pretos de 3$500 a 7$, ditos de
brim de 3 a 5$. caigas de casemira preta e de co-
res para lodosos pregos, ditas de brim de crese
brancas de 2$500 a 53, colletes de- casemira de
cores e pretos, ditos de selim preto, tudo a 5$,
corles de cassa de cores a 2$, pegas de madapo-
lo fino a4$500, assim como outras muitas fa-
zendas que se vendero por menos do seu valor
oara acabar.
As melhores raachiuas de co-
zer dos mais afumados au-
tores de New-York, Singer
& C, Whecler & Wilsou e
Geo. B. Sioat & C.
Estas ma-
chinas que
sao as melho-
res e mais
durad ouras
mostram-se a
qualquer hora
e ensina-se a
trabalhar as
casas dos com-
pradores ga-
rantindo-se a
sua boa quali-
dade e dura-
gao : no depo-
sito de ma-
-*jj chinas de
Ravraando Carlos Leite & Irmo, ra da Impe-
ratriz n. 12, adtigamente aterro da Boa-Vista
Luvas de Joiivin.
Vendem-se as melhores e mais frescas luvas
de pellica de Jouvin que se podem desejar, por
terem sido recebldas pelo vapor francez, sendo
brancas, pretas e de cores, tanto para homem
como para senhora : na ra do Queimado n. 22,
loja da boa f.
fiLKGEL & PERDIGlG. i
FAZENDAS BOAS E BARATAS. gj
Ra da Cadeia loja n. 23.
Vestidos superiores de blonde com
manta, capells, flores e mais perleuces.
Vestidos de seda de cores e de rr o-
reanlique.
Vestidos de cambraia brancos borda-
dos e de phantasia superior.___________
Manteletes, taimas, visitas de fil, de
gorguro liso e bordados.
Sedas ae quadrinhos, grosdenaplea de
todas aa cores e moreantique.
Saias balo de todas as qualidades e
tamanhos para senhoras e meninas.
Camisas de linho para senhora, de
algodao para meninos de todas as idades,
Peolosde tartaruga modernos e dos
mais acreditados fabricantes de 10$ a 30$.
em magos de diversos tamanhos, garante-se a qua-
LuvasdeJorin e enfeile de cabega.
Cassas, organdys, diamaolina, chitas
claras e escuras, francesas e inglezas
Nesta loja s se vende a dioheiro e
por isso mais barato que em qualquer ou-
tra, seu sortimento completo de fazen-
das de moda, ditas inferiores e roupa fei-
ta e seus precos muito conhocidos-: na
roa da Cadeia loja n. 23,. dao-se as
amostras.
DE
lose Leopoldo Bourgard
l, SUiSPir0S da Babia, e grande deposito de superiores eharutos do Rio de Ja-
neiro por cunt da grande abrica dos Srs Domingos Alvos Machado & C, rendeodo-se em
porgao e a retalho, alm disto tem sempre grande sortimento de charutos manilha. havana,
anseos e bambargo. '
GhariltOS SllS*o a 0U 0 mUheiro, facanda superior e que se venda a 45.
LlgaiTOS de papel e paihade milho, de papel grosso, de linho, de seda, arros. pardo e
nespannoes sendo de superior tabaco do Rio, vende-se em milbeiros muito barato.
Bocaes^para charutos com agarra, de m9laI ,1&cada utDf dilos c ,
rapel pardO niCOt para cigarros a 100 rs. o livrinho de 150 folhas sendo em porgio,
igualmente existe sortimento de papeL sans nom, sans titre, arroz, vidauras e hespanhol pa-
ra cigarros.
Tabaco caporal fraact Terdadeiro
lidade.
TabaCO turCO a ^ aUbrae meiaUbra por 3S. para cigarros e cachimbos.
Tabaco fleur de harlebeke 6m maco8 de dimsos tamaDhos> part cigmo,
chimbos, fazendo-se abatimento em porgie. '
TabaCO americano em latas 2$, em chapa al$ a libra e em maciohos embrulbados
em chumbo a *60.240 e 320 e a groza de 17$ a 22$, para cigarros e cachimbos.
ClgarrOS de manilha depapei branco e pardo a 15$-o milheiro.
Machinas e papel ^ cigarros de mannha.
txape rOlaO francez em magos de urna libra e ditos de meia libra fazeoda superior.
Vasos de louca ebmo para labaco, rap6.
PhosphorOS e iscas de tersas qualidades para charutos.
aC^m^?f e8taca"lSmsemPresorlimentoesPoso de cachimbos de gesso, louga, ma-
aeira, barro e os rerdadeiros e sempre aprecia veis cachimbos de espuma.
Tabaco d o Rio de Janeiro picad0 para cachimbos c cigarros m r9_ a libra
Vendem-Se todaS as fazendas mais barato do que em outra qualquer parte.
arante-Se iodos os objectos vendidos tornando-se a receber (incluindo os charutos) quai-
do nao agradem ao comprador. H
Apromptam-se
vidade.
encommendas, encaitotam-se e remeitem-se aos seus destinos com bre-
~.d( que fica exPsl lom am cariado sortimento de objectos proprios para os senhores fu-
LU) F116S*
haram anRnlb!^"r,todo ,os artigos direclon'e, motivo pelo qual se pode vender muito mais
oaraio ao que em outra qualquer parte.
Vender muito para vender barato
Vender barato para vender muito.
Vende se a casa n. 2 4 ruada Trincheiras :
a tratar com Jos Fernandas Lima na ra Nova
numero 3.
No armazem de materiaes da ruado Brum;
o. 55, vende-se eoqueires para mudar : quem
pretender dirija-se ao mesmo.
Vende-ae um bom sof e jogo de bam:as 4o
oieo e urna cama de armagao de- angice, por
prego commodo : no becco dos Ferreiros u. 5.
SEDULAS
del^e5#000.
Conlinua-se a trocar sedulas de urna s figura
por metade do descont que exige a thesouraria
desta provincia, e as notas das mais pragas do
imperio com o abate de 5 por cento: no escrip-
torio de Azeredo & Mendes, ra da Cruzo
n. 1.
Pech india!!!
Aletria. talharim e macarrao a 400 rs a libra:
vende o Braod&o. na lingoeta n. 5.
Vidrilhos de todas as
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabugi n. 1
B, vende-se vidrilbo prelo, azul e branco asae-
tinado, que se vende por baralissimo prego do
2,500 rs. a libra s na aguia branca.
Asverdadeirs lu-
vas de Jouvin.
A loja d'aguia branca recebeu pelo vapor fran-
cez urna nova remessa das verdadeiras luvas de
Jouvin, cuja superioridade j bem conhecida
por quaotos as tem comprado, e ser mais por
aquellos que se dirigirem ra do Queimado,
loja d'aguia branca o. 16. asseverando que sao as
melhores e mais novas no mercado. Tem sorti-
mento do todas as cores tanto para homem como
para senhora.
9 Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Hoendasdeesnna. $
Taixas. $
Rodas dentadas.
Bronzes e aguilhes. j
Alambiques de ferro. a
Crivos, padres etc., le;
Na fundigao de ferro de D. W. Bowmantt
^ ra do Brum passando o chafariz. m
i
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saundres Brothers & C
praca do Gorpo Santo, relogios do afamado fa-
briesule lloskell, por precos commodos e tam-
bem trancellins e cadeias para os mesmos de
excellente goslo.
imperatriz.
Para cabegas de senhoras, chegados pelo ulti-
mo vapor, assim como cintos pretos com fivelas,
filas pretas para cintos, grande sortimento de fi-
velas de diversas qualidades, e luvas de pellica
JOUVIN pretas, brancas e cor de caona para ho-
mena e senhoras ; em casa de J. Falque, ra do
Crespo n. 4.
Luvas de torzal
com vidrilho a 1$000 o par.
A loja d'aguia branca, firme no seu proposito
de bratefrs-, est" vendendo mui novas e bonitas
luvaa pretas detorgal eom v4d*Hho a l$-o par;
a ellas, antes que so aoabem : na na do Quei-
mado, loja d'aguia branca n. 16.
Estraves bous.
lesef* de itfidKNnrros, ptima cozinheira
por 650$, 1 escrato U idade 38 annos, sem t-
2i^v'l?'.c'h*(,u^ ** "ha 1 880 diarios, por
1:000*, 1 dito peca de idade 25 annos, 2 escravas
com boas habilidades, de Idade-ft a 22 annos;
na rea de Aguas-verdes n. 46.
Lagedo.
Ventfem-se S00 varas de lagedo chegado lti-
mamente de Lisboa no brigue portuguez- Flo-
rind ; a tratar com F. S. Rabello & Filho, lar-
go da Assembla n. 12.
Cascarrilhas de seda de todas
as cores.
A loja d'aguia hranca recebeu com as demais
cousas vindas pelo ultimo vapor francez, mui no-
vas e bonitas cascarrilhas de seda para enfeiles
de vestido. O sortimento das cores excellente
inclusive a preta, que tem de diversas larguras,
e obra de tanto goslo, s se encontr na loja
d'aguia branca, ra do Queimado n. 16.
Milho novo
em saceos grandes : vende-se a 3#600, no arma-
zem de Moreira 4 Ferreira, ra da Madre de
Dos n. 4.
Proprio para mimo.
S na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n.
IB, chegado um completo sortimento de cai-
xinhas para costura de tolos os tamanhos, orna-
das com preparos muito finos e ricamente enfei-
tadas, proprias para qualquer mimo de senhora
ou menina : isto s na loja d'aguia de ouro, ra
do Cabug n.1 B.
Vende-se o engenhoTriumphante
situado no Vao de Una : a tratar na ra
do Cre'spo n 20 A, ou na cidade do Rio
Formosocom o Sr. Dr. Gaspar de Me-
nezes Vasconceilos de Drummond.
Para a quaresma.
Ricos corles do vestidos de grosdenaple preto
bordados a velludo com algumas pintas de mofo,
que mal se coohece, os quaes se tem vendido por
160, e que se veodem por 80*.
Dilos ditos sem ser bordados a velludo, fazen-
da muilo boa e encorpada por 55$ e 60$.
Mantas pretas de linho bordadas a 8$.
Visitas pretas muito bem enfeiladas a 12$.
Ditas de seda de cores muilo lindas a 20$.
Grosdenaple preto superior de 2$z00 e 2*, e
muito largo a 2&800.
Sarja preta hespanhola boa a 2$.
Velludo prelo liso muito bom a 43, 5j e 6$.
Cortes de casemira prela bordada para collete
a 5&090.
Dilos de velludo prelo bordado para collete
a 10*000.
Caigas de casomira preta fina a 10 el2-J.
Casacas e sobrecasacas pretas bem feitas a 30.
Gorguro preto e bordado de cor delicada, o
covado 4.
Colleles de casemira pretos bordados a 8.
Paletots de panno prelo a 12 e 18.
Ditos de alpaca preta a 3, 4, 5 e 6g, e muito
fino a HjOOO.
Saias balo a 4.
Chalos de merino bordados, grandes a 5. 6
e7000. ".
Ditos de seda pretos grandes a 14.
Veslidos de seda de cor bordados de duss saias,
fazenda muilo boa com algum mofo a 40 e 60.
Ditos oe phantasia em carlo a 15.
Caigas de casemira de cor a 6, 8, 9 10.
Saceos de tapete de diversos tamanhos para
viagem a 5.
Malas desoa para vi a ge m de 12 a 18.
Chapeos pretos franceses finos a 8g
Ditos de castor branco sem pello muilo bonsa
12000. E outras muflas fazendas, que para 1-
Suidar, vendem-se barato : na loja de fazendas
a ra da Cadeia do Recite n. 5B, de Cunha e
Iva.
Vende-se um bom escra-vo cosioheiro : a
tratar no armazem de cabos n. 23.
Vende-se farinha de mandioca muito boa,
vinda de Santa Galantina, a bordo do brigue Ma-
ra Rosa, fundeado em frente ao caes do Colle-
gio ; a tratar com o capilao a bordo, ou com
Manoel Alvesuerra, na ra do Trapiche n. 14,
primeiro andar.
Veode-se urna escrava de meia idade, com
varias habilidades, e tambem ae permuta por ou-
tra mais nova na ra da Roda n. 54.
Vende-se urna botica na villa da Escada.
Vende-se ura mulato de 18 a 20 annos:
Suew pretender, 1rl]a-se a praca Ja rndepen-
encia, loja de chfeos ns. 14 e 16,
/toa do Crespo n. 8, loja
de 4 portas.
Pechincha que admira.
Chitas francezas cores Cuas e lindos desenos
a 240 rs. o corado dio -se amostras com penhor.
Saceos com milho a
3SS00.
Em porgo se faz batimento, farelo a 3800 ;
na taberna da estrella no largo do Paraizo nu-
mero 14.
4 mil ris o corle.
Casemiras ioglezas com um toque de avaria :
na ra do Crespo n. 18, loja de Diogo & Fer-
nandes.
Os senhores atraales.
Na ra do Crespo n. 18, loja de Diogo & Per-
nandes, tem um sortimento de casemiras iogle-
zas muito finas a 1400 o covado
Arcos para saias a balo,
A 160 rs. a vara : na roa do Queimado n. 29,
outr'ora 27.
Livros.
Vendem-se diccionarios ingleses grandos, por
Vieira, ditos francezes por Ponseca, ditos latinos,
Euclides, Horacios com interpretacoes e notas,
curso de vercificacao ingieza por Sadler, brevia-
rios para padre : na ra da matriz da Boa-Vista
numero 34.
Toucinho de Santos a 280
rs. a libra
Vende-se na'rua das Cruzes n. 24, esquina da
travessa do Ouvidor.
Vende-se farinha de mandioca muito boa,
sacco grande, por 5j500, a dioheiro : na rus No-
va n. 33.
Bonets de gorguro avel-
ludado.
Vendem-se mui bonitos bonels inglezes de gor-
guro e velludo, mesclados e de mui bonitos pa-
dres a lg500. Esses bonets por suas boas qua-
lidades e muita durago tornam-se mui proprios
para os meninos do escole, e mesmo para pas-
selo ; assim como outros bonets de palha e pan-
no fino, etc.. etc., e mu bonitos a 2$500, 3 e
4, o melhor posslrel: na ra do Queimado n.
16, loja d'aguia branca:
Attencao.
Era S. Jos do Mangoinho vende-se um grande
sitio com bastantes e bons srvoredos de fructo,
grande baixa para capim, casa para grande fami-
lia, cocheira, estribara, casa para pretos, cozl-
nha com boa agua, bomba e tanque para banho:
quem o pretender, dirija-se a ra da Cruz n. 51,
ou a ra da Praia, serrara n. 59.
Villa do Cabo.
Armazem dobarateiro.
Ra do Livramento, esquina da traves-
sa da Torrinha.
O Machado avisa a seus numerosos freguezes.
que em sen armazem tem sempre grande sorti-
mento de lodos os gneros necessarits, e com es-
pecialidade carne e bacalho, e contina a ven-
der pelos mesmos, pregos do Recite ; tornando-se
muilo commodo este estabelecimento, nao s por
vender barato como por livrarem-se do incom- I
modo de mandaren) ao Recite.
Attencao.
Na ra do Trapiche n. 46, em casa de Rostron .
Rooker & C, existe um bom sortimento de li-
nhas de cores e brancas em carteteis do melhor I
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem poi
pregos mui razoaveis. *
Chega para todos.
Cassas francezas muilo bonitas e de cores Qxa;
a doze vintenso covado, mais barato do qn
chita, approveitem em quanto nao se acabam
na ra do Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
ja da Boa F.
A loja da ba-f
na ra do Queimado n. 2&
est muito sortida,
e \ ende muito barato :
Brim branco de puro linho trangado a lgOOO e
13400 rs. a vara ; dito pardo muito superior a
1>'200 a vara; gangas francezas muito finas de
padres escuros a 500 rs.; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : cortes de caiga de meia casimira a 1 $600 ;
ditos de brim de linho de cores a 2 rs.; breta-
nha de linho muito fina a 20, 22 e a 24 rs. a
pega com 30 jardas; atoalhado d'algodao muilo
superior a 1400 rs. a vara ; bramante de linho
com 2 varas de largura a 2400 a vara ; lencos
de cambraia brancos para algibeira a 2400 a
duzia; dilos maiores a 3g; ditos de cambraia
de linho a 6, 7 e 8 rs. a duzia; ditos borda-
dos muilo finos a 8 rs. cada um ; ditos de cam-
braia de algodao com bico largo de linho em
volta a 1280; ditos eom renda, bico e labyrin-
Ioa2000; e alm disto, outras muitas fazen-
das que se vendem muito barato a dioheiro a
viata: na ra do Queimado n. -22, loja da Boa .
Cheguem ao barato
O Pregoica est queimando, em sua loja na
ruado Queimado n. 2.
Pegas de bretanha de rolo com 10 varas a
28, casemira escura infestada propriapara cal-
ta, collete e pautte a 960rs. o covado, fim-
brala organdy de muito bom gosto a 480, rs.
a rara, dita liza transparente muito fina a 39,
4, 59, e69 a peca, dita tapada, com 10 varas
a 59 e 69 a pega,chitas largas de modernos e
escollados padres a 240, 260e280rs. o cova-
do, riquissimos chales de merino estanpado a
79 e 89, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 99 eada um, ditos com
urna s palma, muito finos a 89500, ditoslisos
com franjas de seda a 59, leos de cassas eom
barra-a 100, 120 e 160 cada um, meias muito
finas ptra senhora a 49 a duzia, ditas da boa
qualidade a 39 e 39500 a duzia, chitas fran-
cesas de ricos desenhos, para coberla a 2SO rs.
o covado, chiuseseuras inglesas a 590O a
peca, e a 160 rs. o covado, brim branco de puro
linho 19, 19300 196)00 a vara, dito preto
muito encorpado 19500 avara, brilbantin
azul a 400rs. o covado, alpacas de difierentes
odres a 380 rs. o covado, casemiras pretss
finas a 2500, 39 a 39500 o covado, cambraia
preta e de sal picos a 500 rs. avara, a outras
muitas fazendas que se far patenta ao compra-
dor, da todas se dario amostras eom penhor.
Saunders Brothers & C. tem pa vender em
eu armazem, na praga do Corpo Santn. 11,
alguns pianos do ultimo gosto recentimenta
chegados doabem conbecido e acreditadosa-
bricantes J Broadwood 4 Sons da Londres
mito proprio a ara este cllaaa
Vendem-se e trocam-se
escravos de ambos os sexos : no esenptorio de
Francisco M. P. da Costil, roa Dir ita n. 66.
Fil preto.
Vende-se fil de linho preto liso pelo bsratla-
simo preco de 800 ra. a vara : oa rna do Quei-
mado o. 42, loja da boa f.
DE ^
Chapeos na ra larga do
Rosario n. 32.
Finissimos chapeos de castor branco a 121.
Ditos de dilo rapados a 12.
Ditos pretos com pello a 10.
Ditos ditos rapados a 9.
Ditos de massa finos a 7.
Ditos de dita a 6.
DJto,rp^
Novos e bonitos
enfeites de velludo.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo ul-
timo vapor francez urna pequea quantidade de
enleites de velludo os mais modernos e bonitos
que aqu tem vindo, e de>seu costume esl ven-
dendo mui baratos a 10 cada um ; por isso di-
njam-se logo a dita loja d'aguia branca, ra do
Queimado n. 16, antes que se acabem.
Superiores manteletes.
Vendem-se superiores manteletes pretos rica-
mente bordados, pelo baralissimo preco de 35
na ra do Oueimado n. 22, loja da boa f.
Ruada Senzala Nova n.42
Vende-se em casada S. P. Jonhston 4C,
sellinse silhes nglezee, eandeeiros a castigaos
bronzeados, lonas ngiezes, fio devela, chicote
para carros, emoniaria.arreios para carro de
um a do us cvalos relagies d j ouro patenta
inglez.
Caes do Ramos armazem
n 24.
Vendem-se taboas de amarello, louro e pinho
por pregos razoaveis.
Loja das 6 portas
EM
Em frente do Livramente
Lavas de torcal a 800 rs, par.
Chitas escuras francezas, tintas seguras, a 220
rs. o covado. ditos estreiloscom muilo bom pan-
oo a 160 rs. o corado, cassas de cores scgi
200 rs. o covado, pegas de bretanha de rolo a 2g
brlmzinho de quadrinhos a 160 o covado^musse-
lina encarnada fina a 320 o covado, algodao de
duas larguras a 640 a vara, lengos de cassa pin-
tados a 120 rs. cada um, seda prela de ramagem
a 800 rs. o covado, fil de linho preto com sal-
pico a l$400a vara, luvas de torcal muito finas a
00 rs. o par : a loja est aberta das 6 horas da
ruanhaa s 9 da noite.
Franjas de torcal para mante-
letes.
Vende-se mui largas e bonitas fraojas de tor-
cal, proprias para enfeites de manleleles, corpos
de vestidos etc., etc., e mesmo para pannos fi-
nos em lugar de relo: os pregos sao baratissi-
rcos, vista das larguras e bom goslo, de laes
franjas se de 1J200 a 3J000 a vara ; na ra do
Oueimado, luja d'aguia branca n. 16.
Vnde-te um piance de mesa, com pouco
uso e que serve para principiante aprender, mui-
to barato ; no paleo do Carmo n. 9, primeiro
andar.
Franjas d seda com vidrilhos
/- e sem elles.
Na4oja d'aguia branca se encoctra um bello e
variado sortimento de franjas de seda de difieren-
tes larguras e cores, inclusive a preta, tanto com
vidrilhos como sem elle3, e das larguras depura
dedo at meio palmo, aos pregos de 500 rs. a
25G0 a vara ; vista do comprador tedo nego-
cio se far para apurar diBheiro : na ra do Quei-
mado n. 16, loja d'aguia branca.
Manteiga ingieza
em barris de vinte e tantas libra $: no armazem
de Tasso Irmos.
Os lindos cintos tanto para
senhoras como para meninas.
S na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n.
1 B, aonde as senhoras acharo os lindos cintos
lano para senhora cerno para menina, os mais ri-
cos que se pode encontrar, tanto dourado fino
como de outras cores, que era lista do ultim
gosto nioguem deixsr de comprar : s na loja
d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B.
Farinha de
mandioca
de muito boa qualidade ; vende-se a 350O a
sacca : no armazem de Moreira i Ferreira. ra
da Madre de Dos n. 4.
cober tos e descoberto pequeas e grandes, da
ouro patente inglez, para hornea a eeabera da
um dos melhores fabricantes de Liverpool, vin-
des pelo ultimo paquete inglez : em casa da
Soa-lhall Mellor d C
Vende-se ptimo sal do Ass, na barcaga
Sania Rita, fondeada no casado tamos ; para
ajustar, na ra do Queimado, loja n. 41.
Vende-se um bom cavallo de montana ou
mesmo para carro, coas- os competentes arreios
ou sem elles; a tratar na ra* do Queimado a.
75, laja do Joaquim Jos do Cosa Fajozos Jnior.
Attencao
Na ra Imperial, taberna t 37, se dir quem
vende urna mobilia do Jacaranda moderna, eom
muito pouco uso, fabricada por um dos melhores
.artistas desta provincia, tendo oo-eoneolese a
mesa tsnipos de peor).
.-------_
KM


1 '
-_.


s?rs_ 3
DUIIO 31 IBRIAHiDCO. QlliftftTA fBl S 01 AB1IL Ht1861.
ROUPA FEITA
BE
Joaquim Francisco dos Santos.
|40 RA DO OUEHIADO 40
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de toda* ib
qualidades, e tambem 86 manda executai por medida, 4 Tontade dos freguezes, para o
que tem um dos melhores professores.
Casacas de panno preto, 40&, 359 300000
Sobrecasaca de dito, 359 e 30900
Palitots de dito e de cores, 359, 309,
25$000e 209000
Dito de casimira de cores, 229000,
159, 129 99000
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo, ngooo
Ditos de marin-sitial pretos e de
cores, 9$(K)0 89000
Ditos de alpaka de cores. 59 e 39500
Ditas de dita preta, 99, 7. 59 3500
Ditos de brim de cores, 59, 49500,
45OOO e 395OO
Ditos de bramante de linho branco,
68000, 59OOO e 4J000
Ditos de merino de cordo preto,
159000e 89OOO
Calsss de casimira preta e de cores,
129.109, 99 e 6J000
Ditas de princeza e merino de cor-
do pretos, 59 e 49500
Ditas de brim branco e de cores.
5g000. 49500 e 2*500
Ditas de ganga de cores 3SOO0
Colletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bardados, 128, 9$ e 89OOO
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 69,59500, 59 e 39500
Ditos de setim preto 5JO00
Ditos de seda e setim branco, 69 e 59OOO
Ditos de gurgurao de seda pretos e
de cores, 78000, 69OO8 e 55OOO
Ditos de brim e fuste branco.
3950Oe 89000
Seroulaa de brim de linho 29200
Ditas de algodo, 1J600 e 1J280
Camisas de peito de fusilo branco
e de cores, 29500 e 29300
Ditas de peito de linho 6$ e 39009
Ditas de raadapolo branco e de
cores, 39, 29500, 29 e I98OO
Camisas de meias ljOUO
Chapeos pretos de massa, francezes,
formas da ultima moda 108,89500 e 79000
Ditos de feltro, 69, 58, 49 e 2*000
Ditos de sol de seda, inglezes 6
franceies, 149.128.118 e 79OOO
Collarinhos de linho muito finos,
novos feitios. da ultima moda 98OO
Ditos de algodo {500
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes, 1009, 909, 8O9 6 709000
Ditos de prala galvanisados, pa-
tento hosootaes, 405 309000 As
Obras de ouro, aderemos e meios jSQS
adereces, pulseiras, rozetas e Jj>
anneis t
Toalhas de linho, duzia 12*000 e 109000
Grosdenaples baratis-
\GK?|CI\
sumos.
. Veadem-se grosdeMptas preto ipelo baraUsei'
mo preco de tJ0*O e 29 o covado: na ra do
Queimado n. 22, loja di boa f.
if UNBI(8 LOW-MOW,
0 B4ST0S
ARMZEM PROGRESSO
DE
que outr'ora tinha loja na ra do Quei-
mado h. 46, qae gyrava sob a firma de
Ges & Bastos participa aos seos nume-
rosos freguezes que disolveu a sociedade
que tinba com o mesmo Ges tendo sido
substituida por umseu mano do mesmo
nome, por isso ficou gyrando a mesma
firma de Ges & Bastos, assim comoapro-
veita a occasio para annuneiar abertura
do seu grande armazem na ra Nova jun-
to a Concedi doa Militares n. 47, que
passa 1 gvrar sob a firma
DE
Bastos < Reg
com um grande enumeroso sortimento de
roupasfeitas e fazendas de apurado gos-
to, per precos muito modificados como 6
de seu costnme, assim como sejam : ri-
cos sobrecasacos de superior panno fino
preto e do cora 258, 285 e 309, casacas
do mesmo panno a 309 e a 359, pal tota
sobrecasacados do mesmo panno a I89,
20$ e a 225, ditos sacos de paono preto a
129 e a 148. ditos de easemira de cor
muito fina modelo ioglez a 95, 109, 129
el49. ditos de estamenha fazenda de
apurado gosto a 59 e 65, ditos de alpaca
preta e de cor a 49. sobrecasacos de me-
rino de cordo a 89, ditos muito superior
a 139, ditos saceos a 59, ditos de esguiio
pardo fino a 49,49500 e 55, ditos de fua-
tao de cOr a 39, 39500 e 49, ditos bran-
cos a 49500 e 5950O, ditos de brim pardo
fine sacco a 28800, calcas de brim de cor
Cuas a 39. 39500,49e 45500. ditas de di-
to branco finas a 55 e 65500, ditas de
princeza proprias para luto a 45, ditas de
merino de cordo preto fino a 59 e 69,
ditas de casemira de cor e preta a 89, 9
el09, colletes de casemira de cor e pre-
ta a 4550O e 59, ditos do seda branca para
casamento a 59, ditos de brim Branco a
39 e 49. ditos de cor a 39.colletes de me-
rino para luto a 45 e 49500, ricos rob-
chambres de chita para homem a 109,pa-
wtota de panno fino para menino a lf$ e
largo dmPeufia
O proprietario deste armazem par-
ticipa aos seus numerosos freguezes assim como aos Srs. amigos do bom e barato que se acha com I
um grande sortimeuto de gneros os melhores que tem vindo a este mercado e por ser parte delles
vnoos porconta propria, vende-os por menos do que em outra qualquer paite
Manteiga iuglexa pcvfcamente tlot a m
rril se far algum abatimento.
Manteiga Craneeza a mais nova que ha no mercad0 Tende-Se a 720 rs. a u
iK0. Hb^8011 e Ptet os melhorM ue h'neste enero a a500-
**^LlS?!ffiS.e,W8a,,M nesle ullimo Tapor de Europa s ,#600 rs em por-
" J **-8S recentemente chegado e de superior qualidade vende-se a 640 rs. a
u vj .,5' melhores que Um vindo a este mercado por serem muito rescaes e de
boa quilidade a o40 rs. a libra e inteiro se far algum abatimento.
Ga'ixinAias com urna eduas libras ,,..
a* iij ,-. **w*' ** elegantemente enfeitadas contendo
Paa2 .".* *oiras em caixas com M a 15 libr" Tende-e unicamente p'-
Figos tte comadre eB1 caiXi8 de i8 brM, m 50 no ProgreMo#
Ameixas iraueczas a 480rs a libraem porc-aose far algum abatImenl0
MmT^ Lisboa a 800 rs. a libra.
lalas com bolaeYnahas Ae soda vende.se
differentes qualidades.
a m"8 Superior que lem Tind0 esle ercado a 900 rs. a libra.
uS. Omateein,aU8dellbra'ama,Sn0va 1ue ha no cercado a 900 rs. a
veras seccas em COIlde5a9 de 81brag por ^^ a reUlho a 480 ^ a m^
Conservas trameeuB e ims^ezas.. m...
das em direitura a 800 rs. o frasco. maiS DTaS que ha Pr Serem 'in-
MC^trCM^ ^ &*** a 400rs a libra e
roba por 89.
Palitos Ae Acate UxaAos .u ^
^ **JVW*fcVC,emmolhoscom20macinhospor 200rs.
a arroba a 95. ""i" DV que ha no mercado a 320 lib em barril
?fJ[eWl. mult0 D07. Tenle-se para acabar a 400 rs. a libra.
a libra o que ha de bom neste genero por serem muito novos a 560 rs.
nanita Ae porco rennaAa. m.,0 u
km m hk c am ,., -/inn a n>*l"le pode haver so mercado vend-se a
48U rs. a llora e em barril a 400 rs.
lalas com pcxe Ae nosta
res aualidad.. rfQ JuT ^ V parado da melhor maneira possivel das melho-
c^f.j^L h ?t.menoJeJf ?* 900 rdaderos charutos suspiros e de outras multas
2ifa" -9, me,hores fabricantes de Sao Flix, champaohe daTm.is acrediUdas marcas
nl.\ dV;US' Brrw> de ra, licor francez de todas as qualidades, azeUe d"e n-
W?u2 B.! g"r,? 00W9a 3a0r8- """ er,i,h" fr"eeias. trocla eni cada, eUoBa
baratas e outroa muitos gneros que encontraro tudo de superior dualidade
49,casacas do mesmo panno a 155,calca
de brim e de casemira para meninos, pa-
lelotsde alpaca ede brim para osmesmos,
sapatos de tran?a para homem e senho-
" a '* e 1*500, ceroulas de bramante a
189e209 a duzia, camisas francezas fl-
2s,.nCOrJ3braDC" de 0Te modelos a
175.189,209,245.289 e 309 a duzia'
ditas de peitos ae linho a 309 a duzia di-
tas para menino a 1|800 cada urna, ricas
gravatas brancas para casamento a 1J800
e29 cada urna, ricos uniformes de case-
no moSuE06 uno apurado gosto tanto
minuto prego deBBJ.IPfi^'le pelo di- O
pode reconhecer que barato, ricas" capTft 2
de casemira para senhora a 18J e 209,
e muitas outras fazendas de excellente 8
gosto que se deixam de mencionar quo H
por ser grande quantidade se torna en- m
fadonho, assim como se recebe teda e S
qualquer encommenda de roupas feitas,
para o que ha um grande numero de fa- 55
zendas escolhidas e urna grande officina M
dealfaiateque pela suapromptidoeper- a
feico nada deixa a desejar.
a libra, o em bar- I ^-^ Si^CiefiiCfiiMKS
Cassas de cores.
Anda se vendem cassas de cores fixas, padroes
muito bonitos, pelo baratissimo preco de 240 rs
o covado, e mais barato que chita: na ra do
Queimado n. 22. na bem cenhecida loja da
Boa fe.
de outros muitoa fabricantes de
a 19600, rs. cada urna com
Calvice.
em caixas de urna ar-
Como se pode ver pelos
livros dos capites Cook,
Bougainvillo e outros via-
jantes, os habitantes de al-
gumas ilhas da Oceania,
conservam anda em sua
velhice cabellos que causam
admiracao dos eslrangei-
ros. O chimico de Pars,
autor da pomada indiana,
depois de ler esludado suas preparaces, conse-
guio curar-se da calvice .e fui* pedido das pes-
soas que j fizeram uso della que se resolveu a
introduzi-la no commercio. Deposito em tfer-
nambuco na ra do Imperador n. 59 e ra do
Crespo n. 3, e em Paris Boulevard Bonne Nou-
velle. Preco cada frasco 39.
Loja das seis portas em
frente do Livramento.
Roupa feita para acabar,
Palotols de paono preto a 229, fazenda fina,
caigas de easemira pretas e de cores, ditas de
brim e de ganga, ditas de brim branco, palelots
de bramante a 49, ditos de fusto de cares a 4f,
ditosde estamenha a45, ditos de brim pardo a
39, ditos de alpaca preta saceos o sobrecasacos,
coetes de velludo pretos e de cores, ditos de
gorgurio de seda, grvales de linho as mais mo-
pernas a 200 rs. cadi una, cowioaae de linho
auinma moda, toda estas fazendas se vende
I2ad!2lhlcatt!; J*eal aberta d* 6 -
Jt* dajnanhaa at as 9 da odite.
-rfi K,**.",!!orIt d* Ctaa* 0bux veade-se
muito baratinho, diuheiro a vista, o sesuinle:
chumbo municlo.de todos os nmeros, idroade
todo Os lmannos para vldracas, esrampaTo ora-
torios oa^uaea se veedem tMAem em caixas.
fihlwtea U balne para earre eatrirte*. velas
mixta* de nova comeeaico para malar formigae,
asquaeacom um lmalo ae ig >eiu e 771
Sapatinhos de setim e
meias de seda para bap-
tisados.
Alojadaaguia branca recebeu de sua propria
encommenda, delicados sapalichos de setim. pri-
morosamente bordados, os auaes esta vendeado
pelo baratissimo preco de 39, (nesse genero nao
se pode dar mais perfetos),asim como outros do
merm tanate bordados a 19600 e 29. Recebeu
igualmente mu finas e bonitas meias de seda de
diversos tamanhos, tendo at, propriaa pera ei
meninos e meninas que servem de anios as nt
ssdes; lem braueas, de lista. de florzinhas,
o beeal tecido de borracha, e mato engranado
possivel : ludo uso na roa roa do Queimado lo
ja da a guia branca n. lo. _
Para bailes e casamen
tos.
Botinas de setim araaeo com saMo e sem salto;
na loja do vapor na ra Nova o. 7.
Libras sterlinas.
. ?fem-ie no escriptorlo de Manoel Ignacio
de Ohveira & Fltto, no largo do Corpo Santo/
I
4 fama triumpha.
Os barateiros da loja
Encyciopedica |
DB
Guimardes A Villar.
|Rua do Crespo numero 17.]
Vendem riquissimos chapeos de seda \
brancos para senhora a 155, admiravel 5
a pechiocha.
Riquissimos chapeos de palha da Ita-
lia ricamente enfeitados a 289 e 355.
Para a quaresma.
Superiores cortes de seda preta borda-
dados a velludo de 2 saias e outros de 7
babados por precos baratissimos.
Gros pretos de todas as qualidades pe-
los precos de 190, 5, 25100. 29700 o
covado affiaoQando-se ser estes precos
menos 400 rs. em covado do que se pode
comprar em outra parte.
Ricos enfeites imperatriz o melhor
que tem vindo a provincia.
Corles de colletes de velludo preto
bordado a 55 o corte, iaerivel s se
vendo.
A 280 rs, o covado.
Organdizea de ricas coras e desechos
pelo baratissimo preco de 280 rs. o ca-
vado, affianca-se serem to boas fazendas
que muito se lem vendido s primeiras
pessoas da provincia.
Cambraias da China bordadas a mi
com 9 varas a peca por 69500, ricos cor-
tes de carabraia bordadas com 7 e 9 ba-
bados por 355, corles de lias a Gsflbaldt
a 109 com 25 covados, baldea de 30 ar-
cos e outros de musselioa a 59.
Saias bordadas a 29200 cada urna.
Ditas bordadaa a 49 com 4 pannos.
o?m,t"*Ml?mmP*i*" bordados
a 305, sabidas de baile o qae ha de me-
lhor, espartilhosde todas as qualidades.
Grande sortimenio de
roupas feitea, sobrecasacas. pletela, eel-
, leles, calcas, camisas, seroulas, meias.
grvalas etc.
Calcado Meli
a Jumamente chegado de Paria, incrivel
s se vendo.-
CALCADO.
45 Ra Direita 45
_ Por sem divida que o Sr.ex-minlstro de fazenda
t_ eslava despeitado com os delicados ps dasnossas
amaveis patricias I Prova-o bastante o augmento
de 160*|a nos dlreitos que psgam as botinas de
seabora em retalio s de homem que apenas ti-
veram e do 25 0|. 1 S.Exc.deseiava que ellas tro-
casaem ama bem feita botina joiy.por algum cbi-
? *maDnsio, encosturado de pepa i proa,
atlm de obstar a que ostentassem com'garbo o mi-
Braga Silva & C., tem sempre no sendepo- f.?~Slu'b*,la,pe'nan)bucaDa' ^ue" tem ri-
dta A, a. a.-j* o l_______j-..*: !" Da C,BC0 Pte lo mundo. Mas 8. Exc. tere
Roa 4a Seizalla Nava n.42.
Ueste estaheleeimento contina a haver um
completo sortimenio de moendas emeias moen
des para engenho, machinas de vapor e taixae
le ferro batido e eoado, de todos os tamanhos
para dte.
Tachas e moendas
sito da roa da Moeda n. 3 A, um grande sor-
mento de taehas e moendas para engenho, de proprietario do esta be'lci ment "da ru^Dir'ifa n".
muito acreditado fabricante Edwin Mawa ira- *5> 1oe "ao 1ui* vender as suas bolinas a 79OOO
lar no mesmo deposito ou na ra do Trapiche J" .Exc* P'elen as%erdadeirasluvas depeUi- JE ^1%
Dito (com laco e fivella).
Austraco (sem la^o).
ca Jouvin.
S na loja d'aguia de ouro, ra do Gabug n.
1 B, recebera-se um completo sortimento das /
verdadeiras luvis de pellica Jouvin, sendo daa ioly (gapa_baixa).
cores seguintes : pn tas, cor de caona, amarellss
e brancas, sortimento completo, tanto para ho-
mem como para senhora, pois aan;amos a boa
qualidade e fresquido, pois se recebeu em di-
reitura pelo vapor francez: s na loja d'aguia de
ouro, iua do Cabug n. 1 B.
Cheguem aloja da Boa f
Chitas francezas muito finas de cores fixas a
2e0rs. o covado ; cambraias francezas muito fia
^i? 04 '" ** i**" '' nuilo fina a
49500 e a 65000 a pea com b lt2 varaa; ct-
muito superior a 85000 a pececom 10 varasf;
dita fina com salpicos a 49800 a pega com 8 1(2
varas; fil de linho liso multo fino a 800 rs. a
vara ; tarlatana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ;e outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muito baratas: na ruado
Queimado n. 22. ns loja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muito finos proprios para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fixas a
59000 a duzia: na ra do Queimado n.22, na
oja da Boa f.
Sortimento de chapeos
/?ua do Queimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chapeos pretos francezes de superior qualida-
de a 79-
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
S-
Ditos de castor pretos e brancos a I69.
Chapeos lisos para senhora a 259.
Ditos de velludo cor azul a I89.
Ditos de seda para meninas ricamente enfeita-
dos a 8j.
Ditos ditos para menino a 59.
Lindos gorros para meninos a 35.
Bonels de velludo a 59.
Ditos de palha muilo bem enfeitados a 4S.
CJjftDps de sol francezes de seda a 79.
-* 19j e 139 para um.
03- liante-
letes a 10$ e a 12$.
Ainda continuamos a ter grande
quantidade de manteletes modernos pe-
lo diminuto preco de lOtf e a 12$/: no
armazem de Bastos <& Reg, na ra No-
va junto a Conceicao dos Militares nu-
mero 47.
Vendem-se
Na ra das Cruzes n. 38,
segundo andar,
pot mui barato preco os movis seguin
ts : urna cama de casal, embutida ;
um porta-servi Jor ; um colxao de mo-
las ; urna commoda : um espelho gran-
de ; um armario com outro espelho ;
um apparador ; urna mesa para doze
pessoas; um porta-licores ; serviqo de
porcelana para jantar ; um relogio de
marmore negro, representando Miguel
Angelo ; duas bellas gravuras (Apollo e
as musas, Moliere em casa de Ninon de
l'Enclos), em duas ricas molduras. Ten-
do seu dono de retirar-se para o campo,
por isso desfaz-se destes objectos, man-
dados vil expressamente de Paris, aon-
de foram confeccionados com perfeico
a apurado gosto.
Deposito da fabrica do '
Monteiro.
/fude apollo n. 6.
Vende-se asnear reGnado desde 39200,39600,
49 e 45480 por cada arroba, e por 59130 e 69400
do crystalisedo.
Potassa.
Vende-se a 240 rs. a libra, a
superior e alva potassa do acredi-
tado fabricante Joao Casa-nova ,-
cuja qualidade e reconhecido ef-
eito igual ou superior a de
Hamburgo, feralmente conheci-
5 da como da Russia : no deposito,
ruada Cadeia n. 47, esenptorio
de Leal Res.
&V\M engarrafados^
Termo*
Collares.
Lavradio.
Madeira.
Careavellos.
Arinlho;
Bucellas.
Halvasia, em caixas de urna duzia de garrafas :
na raa do Vicario n. 19, prhneiro andar.
Venda.
Vende-se nm lustre de ridro novo, proprio
para sala ou igreja, pnf barato prego : no pateo
po Carme a. 9, pr ira tiro andar.
- Vende-se um sellim de meio nao or preco
em conta ; a xuaNoas n. 22.
Vendem-se na ra Direita n. 99, queos
muito novos a 156OO e a 19700, e outrde (teneros
-ie se randera por preces maito em eenur.
Canoas de amarcllo.
Vendem-se canoas de ajaarello de muito boa
--------- ------r-----__ u.uuuv. lamo O. DJK. IOTO
ae encontrar urna opposl;o Orme e enrgica no
Para menina.
De 23 a 30.....
De 18 a 22......'.
Para homem.
Nantes (2 bateras). .
Francezes (diversos autores. .
Inglezes de bezerro, interic,os
Ditos (cano de pellica). .
Ditos vaqueta da Russia .
Ditos Dernambucanos
Sapa toes para homem.
6^000
5j500
5#000
40500
4^000
30500
100000
90000
90000
80 00
80500
60000
2 bateras (Nantes).
1 bateria )Suzer). .
Soladebater (Suzer). .
Meios borzegias (lustre). .
SapatSes (com elstico). .
Ditos para menino ?05OO w
Muito cal;ado bem feito no paiz por precos ba-
ratissimos: assim como couro de lustre, marro-
quins, bezerro francez, courinhos, vaquetas pre-
paradas, sola, fio etc. em abundancia e muito
barato.
gene mmmmm un tonona
50600
50200
50000
60000
50000
40000
ROUPA FEITA AI1NDA MAIS BARATAS.!
SORTIMENTO COMPLETO
Fazendiis e obras I'eilas.
SA
LOJA E ARMAZEM
Gps I Basto!
NA
Una do Queimado
j n. 46, frente amarella.
_ Constantemente temos um grande e va-
nado sortimento de sobrecasacas pretas
de panno e de cores muito fino a 289,
dOg e 359, paletots dos mesmos pannos
a 200,220 e 24J, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 14, 16 e 18J, casa-
cas pretas muito bem feitas ede superior
panno a 28, 300 e 35. sobrecasacas de
casemira de core mullo finos a 15, 160'
e 180, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 100, 12 e 140, calcas pretas de
casemira fina para homem a 8, 9, 100
e 12, ditas de casemira de cores a 70.8,
9 e 10, ditas de brim brancos muito
fina a 55 e 6, ditas de ditos de cores a
3, 3e50O, 4 e 4500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 40 e 40500, col-
letes pretos d? casemira a 5 e 6, ditos
de ditos de cores a 40500 e 5, ditos
brancos de seda para casamento a 5,
ditos de 6, colletes de brim branco e de
fusto a 3, 3500 e 4, ditos de cores a
2$500 e 3, paletots pretos de merino de
cordo sacco e sobrecasaco a 7J, 8 e 9,
colletes pretos para lulo a 4500 e 5,
cas pretas de merino a 4500 e 5, pa-
letots de alpaca preta a 3500 e 4$, ditos
sobrecasaco a 6, 7 e 85, muito fino col-
letes de gorguro de seda de cores muito
boa fazenda a3800 e4. colletes de vel-
ludo de cores e pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14, 15 e 16, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 63500 e
7, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
33500, ditos sobrecasacos a 50 e 5500,
calcas de casemira pretas e decores a 6,
60500 e 7, camisas para menino a SO
a duzia, camisas inglezaa pregas largas
muito superior a|32 a duzia para acabar.
Assim como temos urna officina de al
faiata onde mandamos executar todas as
obras com brevidade.
tt&ifrSififfedisaBS SKQtsais&iscteaK
** B*a7Bl(WBWawr WlVn WV WV wm
Paletos.
Vendem-se paletos de panno preto fino, muito
bem feitos a 22 rs.; ditos de brim branco de
linho a 5 rs.; ditos de setioeta escuros a 33500,
muito barato, aproveitem : na ra do Queima-
do n. 22, loja da Boa f.
Potassa da Russia e cal de
c
Armazem de fazendas
n DA
Ra do Queimado n. 19.
Cobettas de chita, gosto chinez, a 11800.
Lences.
Lencdes de panno do flnho fino a 10900.
Cortes de casemira.
Cortes de casemira de cor muito fina, pelo ba-
rato prego de 5. v ,0 "^
Tarlatana.
Tarlatana branca para forro de vestido, neto
baratissimo preco de 260 rs. a vara.
Gambraia de cor.
Cambraia matizada fina a 240 rs. o covado.
Cuita ranceza.
covaJo france"9 pel bra, PreS de 220 is. e
Esteira da India,
s.ei.4ece.m.sa,B,8de,arg0' prPri" P'"'0"
Cortes de collete.
Cortes de velludo preto bordados a 6.
Mantas de llonde.
Mantas de blonde pretas de todas s jualidades
Cambraia branca.
35500" decan,br*i*br8DC"flDa"2?800'3*000
Toalhas.
Toalhas de fusilo a 600 rs. cada urna.
E'baratissimo!
Rrf..d.?,Ciep.n- 8' loade Portas.
d*> m c!,Mfa" rciudinh.s 240 0 co_
ratissimo preco Vf ?%?.% ^
tjomma doAracaty.
No bem conhecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potassa da Russia, nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; tudo por precos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
AUeinjo.
N. 40~Raa do Amorim-N. 40.
Vendem-se saceos grandes com tres quarlas de
farinha de mandioca a 2566.
Suissos.
k
Em casado Schafleitlln & C,ra da Cruz n.
88, vende-se um grande e variado sortimento
de relogios de algibeira horisontaes, patentes,
ehrouometres.meiosch rome tros de onrofpra-
ta dourada e foleadoa a ouro, sendo mea relo-
gios dos piimeiros fabricantes da Suisaa, qua se
venderao cor presos razoaveia
Caigas de casemira.
Vendem-se calcas de casemira preta muito bem
feitas a 10, ditas do dita de cor muito superior a
9, esto-se acabando : na ra do Queimado n.
2, loja da boa f.
AltfOOO.
Gravatas pretas de setim : na ra do Queima-
do n. 22, loja da boa f.
Alleneo.
Vende-se um bote novo com 24 palmos de
comprimenlo e 7 de bocea, bonita forma ; para
ver e contratar, no estaleiro de Machado Freir,
ra de Santa Rila Nova, ou ra do Nogueira nu-
mero 7.
Vende-se ou permuta-s por casas nesta
ptaea um excellente sitio do Caldeireiro, em
chaos proprios, com boa casa de vivenda, grande
baixa de capim margem do Capibaribe, olsria
e barro para tiebalhar na mesma ; esta proprie-
dade rende annualmente 1:700, e faz-.se qual-
quer negocio em consequencia do prcprielario
retirar-se por algum lempo para fra dti provin-
cia : a tratar na roa da Cadeia do Recite, loja de
Iouga n. 29.
Arados americanos e macHra-
para lavar roupa: em-carsa deS.P. Jes
hnston & C. ra ds.S'erzala n.42.
Manguitos e golla.
Vendem-se guarnicoes de cambraia muito fina
e muito bem bordadas, pelo baratissimo prc;o de
5 cada urna: na ra do Queimado n. 22, loja
da boa f.
Ultima moda de Pars
Enfeites de cabeca para as se-
nboras de bom gosto.
S na loja d'aguia de ouro, rna do Cabug n.
1 B, aonde as senhoras acharo um completo
sortimento de enfeites de cabera, tanto pretos
como de lindas cores, da ultima moda de Paris
recebidosno dio 16 pelo vopor francez, pojs as
senhoras que desejarem ver podero mandar pe-
dir, que promptamenle selhe maodaro as amos-
tras, pois estamos bem convencidos que em vista
de ricos que sao ninguem deixar de comprar :
isto na loja d'aguia de ouro, ra do CaLug
n. 1 B.
Manteiga ingleza flor a 1$ e
800 rs. a libra.
Na roa das Cruzes n. 24, esquina da travessa
do Ouvidor.
Vende-se nm cabriole! e cavallo, s com
vista se poder ajuatar: no paleo do Carmo n.
9, primeiro andar.
Vendem-se pejas de franjas de seda com
10 varas, proprias para vestido a 1 a peca, nada
mais barato : na ra do Queimado n. 47.'
Vende-se um carro de 4 rodas
em bom estado e por preco commodos
a dinbeiroou a prazo : na coche ira da
ra do Imperador n. 27.
Escrayos fugidosT
Sabo.
Joaquim Francisco de Mello- Sontos avisa aos
seus {regiMiea deata noaea oade fra, quo ten
exposto venda aabode sua fabrica denominada
Recifeno armazem dos Srs. Travassos Jnior
4 C, na raa do Amorta n.S8; massa sfflirelle,
castanha, preta tuteas nuUdadea por menor
5?2S!S9,td ** W palmos de coroprimento prejo que de outra fabrica. No esmo t na-
ffi2Tm1Sr.Vf2?~rtei ^ t^B>,basimple sem mUtua algum, como de
aa Assembla; a tratar na la do Crespo n. 4. coroposifiio.
Fugio da cidade do iracaty, no nuz de se-
tembro prximo passado, um escravo do com-
mandante superior Manoel Jos Peona Pacheco,
nha pouco o havia comprado ao Sr, fiento
trenzo Collares, de nona Joaquim, de dada
da cincoenia a unios unos fula, alta, magro,
denles grandes, a can taita de signas nn frente,
quaixo fino, ps graades, e eom os dedos gran-
des dos ps bem abortos, muilo palavriador, in-
cnlea-se forro, e lem signaos aa ler sido uurrado:
Coasta qae esta escravo apparecera no dia 6 da
corrale, vindo do lado das CinaoPontaj, asea-
do enterrogsdo por um parseairo seu conhecido,
disse qae liaba sido vendida por sea sensor para
Gaianninha: qualquer pasaos que o pagar o po-
dar levar em Pernambueo sos Srs. Basto & Le-,
mos, que gratificarlo pnemtl&ttto.


(8)
DIARIO 01 PE1IUMBUC0. ^ (HURTA tBIRA. S DI ABBIL bt 1811.'
Litteratura.
S. Mrlinno Papa e marlyr. J
(Concluido.)
Depois que todos derm o beijo de paz, reti-
rsram-se. Dentro em pouco entrou o escriba e
levo\i-o para sua cusa. Diiseram-lhe ento que
elle devia ser mondado exilado para o Chersone-
so Turico, que a Crimea actual.
Com cffeilo, fizerara o embarcar secretamente
r.a quinta-feira santa do anno 655, islo 510
de marco, e chegou ao Chersoneso 15 demaio.
como ella proprio o diz em urna carta escripia
um de seus mais charos amigos de Conslantino-
pla. Foi oa cidade de Cherson, situada nao loo-
ge do lugar ondo est boje Sebastopol, que elle
tere de passar o lempo de.seu exilio. L-se na
carta de que fallamos cima:
O portador desta carta chegou um mez de-
pois de nos de Byzancio a Gherscn. Regosijei-
me com sua chegada, julgando que me tives'sem
mandado da Italia algum soccorro para minha
subsistencia. Pergunlei-lhe por isso, e leudo sa-
bido que elle nao me trazia cousa alguma, Qquei
admirado, mas louve Deus, que mede meus
sofrimenlos como lhe apraz. A (orne e a penu-
ria sao taes neste paiz, que apenas ainda se falla
em pao mas sem v6-lo. Se nao nos mandarem
soccorros da Italia ou do Ponto, ser-nos-ha im-
possivel viver aqui. Neste paiz nao se pode en-
contrar cousa alguma. Si pois leudes trigo, vi-
.nho, azeile, ou alguma outra cousa, mandai-nos
com promptido, como poderdes. Nao creio ter
maltratado os santos que eslo em Roma de tal
modo ou aos ecclesiaslicos. que elles devam s-
sim desprezar meu respeilo os mandamento3
do senhor. Si S. Pedro abi sustenta estrangei- j
fosse mais pipa. Eis aqui com ffeito o que tinha
acontecido.
Antes mesmo que S. Marlnhx houveise sido
levado de Roma, d imperador Constancio ordena-
ra que se elegesse um oulro pootiflee. O clero de
Roma Iludi ess ordem o maior tempo que po-
de, l'orem teniendo ser entregue um papa mo-
no ibelila.elw elegera Eugeuio para goTernar a,
egreja durante o capliveiro de S. Martinbo. Das-
de que o glorioso coniessorda f soubedesla alei-
coo, elle a conflrmou ; mas ignora-se se a con-
flrmou reconheeendd Eugenio como seu vigario,
ou dando .sua demissoo c fazendo Eugenio ;um-
mo Pontfice. O que certo que a posiga j de
Eugenio em Roma nada tinha de illegitima, Tisto
como o Santo Papa Martioho o reconhecia sem
protestar como pastor, que governava a egreja de
Roma. Colloca-sa commumente a eleico de Eu-
genio 8 de setembro de 654.
O voto do santo prelado de se ver em breve cha-
mado por Deus felicidade do cu, nao tardou
em cumprir-se. Elle morreu 16 de setembro
de 655, martyr da f, que lo corajosamente de-
fondra.
J. Chantrei..
(S. FilhoA
Da civilisaco e da Iieratnra latinas
no stimo seculo de Honia.
O extracto seguinle da Historia romana do Dr.
Moomsem, cuja traduego o Sr. Carlos Saint-Fui
teve a bondade de dar-nos, parece-nos mui ins-
tructivo e muito proprio relificar muilas ideas
falsas, mui geralmenle acceilas, sobre a civillsa-
q8o e litteratura latinas no tempo de Cicero.
Barrier.
pois que em'lugar da cultivarem seas catrpos,
elles pozeram-se edificar casas e quintas.
c A cultura grega a latina da mocidade, com-
parada coto a da poca precedente, perde en
rea e em firmeza o que gaoha em* exattdio*t
extensa. A obitinacia palos estudoa gregos deu
aO ensino ua carcter scientifico. Eipcr Home-
ro ou Eurpides nao era mais urna arte por fim '
os mestres e os discpulos se.interesaavam mais
pelas poesas da escola alexandrine, cujo espirito
alias corresponda melhor ao estado acluil do
mundo romano do que pela verdaleira poesa
nacional dos Gregos. Se estes poemas nao fos-
se ra l o veneraveis cpmo a Illiada, j eslavam
bastante velhospara serem considerados classicos
pelos mestres de escolas. As poesas amorosas de
Euphorion, as Causas de Calliraeco e seu Ibis, a
Alexandra, poema obscuro ecomico de Lyco-
phron, encerravam urna grande quantidade de
palavras pouco usadas, que se prestavam i inter-
prelago, phrases complicadas edifOceis de ade-
vinhar, roythos eogracados e obscuros, ero urna
palavra, urna pesada bagagem de erudicao de to-
da a sorte. O ensino tinha necessidade de peda-
mos sempro mais difflceis de entender.
Estas produccoea, que eram pela mor parte
trabalhos classicos dos mestres de escola, convi-
nham perfeitamente como exercicio estudantes
classicos. E' assim que as poesas alexandrinas
tomaran lugar definitivamente no ensino das es-
colas italianas, principalmente como objecto de
prova e composi^o, mas cusa do goslo e do
Julgamento.
< Esta obstinada funesta pola cultura grega
Impelliu a mocidade romana beb-la, quanto
fosse possivel, em sua propria fonte. Dentro em
pouco lempo os cursos em Roma em casa dos
A educacSo da mocidade era no tempo deCi- me,,re9 gregos nao bastaram senocomo primei-
ros. o que dire de nos, Que somos seu. propr.os, cefo ^ J> ros enM0S. 8quelleSi m '
^"^^'^^'^^Z^r^^'^^^'^ era instruida as duas fin- edncaSa -h I seguir em
S:'."IS." TenhoTo e ciQc o algu- "' "' e '". a H geral do mundo A*.- um curso de rbetoric. em Rbodes. e U
r co sa^e o d nao se podem mpr ,"e '!J """" "da 'orL. esta. -struc5ao por urna viagem artisti
que pego que me mandis com vosea ordinaria r-;;"-as pelos ureos- Propnos exercicios
sollicitude. por causa de minhas grandes neces3J f0^" egu.ram esta direegao. Do jogo da
dades e de minhas frequeoies doencas. "'\d. carre,.ra eda'u,a Pas*aram os i0"
; gos e lutas mais artsticas dos Gregos. Bem que
L-se em urna outra carta escripia no mez do 1 nao houvesse ainda estabelecimentos pblicos pa-
sotembro : ra este genero de exercicios, pouco3 cidados ri-
Estamos nao s separados de lodo o resto do ] cos havi"> 1e D0 li"essem em suas quintas urna
mundo, mas ainda privados at da vida. Os ha- P"leslra o lado das salas de banho.
hilantes do paiz sSo todos pagaos, e os que che- j a Para comprehender-se al que ponto o cir-
gam de outras partes, tomam dolles os coslumes, culo da cultura geral no mundo romano se havla
nao tendo caridade alguma, nem mesmo a com-] modificado durante o espago de um seculo, basta
paixo natural que se acham entre os barbaros. < comparar a Encyciopedia de Clao com o escrip-
S do exterior que nos vem alguma cousa por to do mesmo genero de Varrao, sobre as scien-
iotermedio das barcas, que veem carregar sal, e \ cias das escolas. Cato d como parte da iostruc-
eu nao pude comprar mais do que urna pequea *o geral a moral, a oloquencia, a agricultura, o
porco de trigo por quatro sidos d'ourn. Admiro direito, a medicina e arte da guerra. Em Var-
a pouca sensibilidade daquelles que outr'ora me rao, segundo urna conjectura muito verosmil
pertenciam, assim como a de meus amigos e pa- essas scienciss sao a grammatica, a lgica e a
remes. Elles esqueceram-me de tal modo, que dialctica, a rhetorica, a geometra, a arithmeti-
nem ao menos querem saber, ao que parece, se ca, a astronoma, a msica, a medicina a e archi-
ainda existo no mundo. Admiro ainda mais aquel-. lectura.
Assim, no decurso do seculo VII de Roma, o
cathecismo moral deixou de fazer parle do ensino
da mocidade ; e a guerra, o direito e a
ra, de sciencias geraes que aut -
se sciencias e.n-":
n. cultura grega ao contrario apparece j toda
co cuidado, que teem de um homem que perten-
ce sua corporacao. Si essa egreja nao tem di-
nheiro, ella nSo deixa de ter, louvado Deus, tri-
go, vinho e outras provises, para ao menos dar-
nos algum soccorro. Com que conscienciaappa-
"feam-
""m.0f.?0,! "0 nbun'i JSilfNefri I Que t- inleira em Varra0 : 9" do curso de gramma-
mor a* poJro"u de todos os homens para impe- ''"" Jo Retorica e philpsophia, que tinha sido j
di-los de cumprirem os mandamentos de Deus? anles>nlroduzido na Italia, encontra-se ageome-
Tenho eu parecido acaso inimigo de toda a egreja lria' a a"lhmelica, a astronoma e a msica, que
e delles em particular? Rogo Deus entretanto duronle 'D">'o tempo se conservaran sciencias
por intercessao de S. Pedro que os conserve ina- ProPfia" cultura grega.
balaveis na forthodoxa.prncipaimenle o pastor Outras provas ainda me pormittem concluir
4K< actualmente Mffoverna.aam de que emoa- que na Italia estud.va-se regularmente e com
da se afrailenido que professaram por escripto zelo desde a mocidade a astronoma, a qual pela
em presenca do Senhor e de seus aojos. nomenclatura dos asiros corresponda ao dllet-
Quanto este miseravel corpo, o Senhor te- '"nsmo oco e sabio da poca ; em quanto em
r cuidado delle. J est prximo ; porque me suas "elacoes com a astrologia satisfazia aos chis-
afflijo? Por quanto espero de sua mesericordia mas rel,I08" 1U8 dominavam ento.
.que elle nao tardar a terminar minha carreira. < Assim, as poesas didcticas de Arato sobre
Assim o santo pontifico eslava abandonado de aslrononiia fo"m de lodas as obras da litteratu-
lodo o mundo; elle queixava-se, mas resignando- n do ,emP. 1ue seguiu-se Alexandre, a que
se com a vontade de Deus e preoecupando-se i oi de Preferene'a adoptada no onsino da moci-
com lodos os interesses da f. i dade romans-
A esle curso de mslrurcao grega acrescentou-
Um trexo da carta precedente deve ter tocado ( ae a medicina, ji adoptada em Roma no ensino da
ao leilor. S. Martioho falla do pastor, que gover- mocidade, e archilectura, a qual se tornara india-
na actualmente os romanos, como se elle nao pensavel aos grandes personagens de Roma, de-
FOLflETOI n
IM4 FAMILIA TRGICA
roa
CHARLES HUGO.
SEGUNDA PARTE.
O Pae.
I
BRIN-DE-MOUSSE.
(Con tinuaco: )
Alina, que tinha silenciosamente escutado essa
grave elassifleago feita por Btin-de-Mousse,
acompanhada de urna pantomima expressiva, sem
saber em que ponto iris elle tocar, respirou a sua
ultima palavra. Esse cmico teslemunho, cuja
siraplicidade traria com sigo a convieco, cuja
boa f era impossivel suspeitar-se, dissipou re-
pentinamente as duvidas que ella alimentava so-
bre o velho, e conflrmou as declarares e a carta
de Ghrisliano. Se seu marido nao lhe havia
confiado o segredo da residencia clandestina do
Sr. de \ issec no castello, era porque nao ae tra-
ta va de um segredo que fosse pessoal, e elle pt0-
varelmenie nao poda dirulga-lo, tanto mais ten-
do-lhe o mesmo Sr. de Vissec pedido um silen-
cio completo, como era de suppor.
Esta explicacao satisfez de todo a coodessa, e
dissipou-lhe na alma as duvidas que poderia ter
sobre a veracidade do conde, e sobre as causas,
que haviam toreado o Sr. de Vissec procurar
um abrigo no castello de Ganges.
Ella encarou o seu gracioso hospede com hu-
mor alegre em que transpirara um viro reconhe-
cimento para com o engranado menino que n'uma
s palavra restituia-lhe o socego e a confl-
anca;
Assim, pois, o Sr. de Vissec um hugue-
nole ? perguntou ella.
O Sr. de Vissec I exclamou o menino re-
galando os seas grandes olhos.
Sim, o Sr. de Vissec : nao esle o seu
nome ?
o sea nome I E elle tem um nome ? Ah I
Bem vos dizia en que esse diabo tea o mesmo
que um homem I
Alina repeliu a sua pergnnU.
Que elle um huguenote, responden Brin-
de-Mousse, eu o ereio pois que vovo e vot
(*} Vide wrw a. 67, ......
ter-
rlistica
e Iliteraria na Asia-Menor, onde se eneontravam
ainda mais do que em outra qualquer parte os an-
tigos thesourosda arte grega, e onde se haviam
conservado, de urna maneira mecanice, verda-
de as trauiges litlerarias dos Hellenos. Alexan-
dra era considerada principalmente como asede
das sciencias exactas; c a mocidado italiana, qne
desejsva iostreir-se, era ahi menos numerosa de-
que em Roma e Alhenas.
t O ensino do lalim desenvolveu-se paralela-
mente com o do grego, em parte por efleito do-
simples reaegao deste ultimo, de quemseguioo
methodo no que elle tinha de essencial: e alm
disso, em consequeocia das relagoes polticas e do
monmento democrtico, que impellindo cada vez
mais todas as ambigoes para a tribuna, contribu
rum para espalhare por em realce os exercicios
oratorios.
, T.Para aiz lytcero, s se veem rbetoricos.
\, Acrescentae isto que os escriptos do secu-
to VL principalmente os mais anligos, comega-
ram ser considerados como textos classicos da
edade de ouro da litteratura latina, e deram as-
sim mais peso 00 ensino, de que elles for-
mavam a base principal. Emfim,a irrupcao dos
barbaros de um lado, edo outro a in*KVo rf'a
SSSfiW" '*"*. lnguS.?n.Vm.di8
"j^OTrancia do que elle podera ter em quanto o
uso desta liagua se limitara ao Laeic-. Os.pro-
resores de litteratura latina tinbam oulra posico
em Como e em Narbona do que em Ardes ou em
Prenesto.
Entretanto o resultado geral foi antes funes-
te do que favoravel civilisagao. A ruina das
cidades de provincia na Italia, a irrupcao de ele-
mentos estraogeiros, a desordem poltica, econ-
mica e moral da na^o, e alm de ludo as guer-
ras civis, zeram a lingua perder muito mais do
que lodosos mestres de escola do mundo pode-
ra* fazer-lhe gaohar. O contacto mais intimo
com a cultura grega da poca, a iuiluencia mais
decisiva da philosophia loquaz de Alhenas e da
rhetorica de Rhodes e da Asia-menor, inocula-
ram na mocidade romana os elementos os mais
deletenos do hellenismo.
A propaganda que o Lacio emprehendeu
eBlre os Celtas. Iberios e Libianos, por mais
iisongeira que fosse para o orgulho nacional, de-
via entretanto ter para a lingua latina os mesmos
resultados, que a civllisaco grega no oriente ti-
vera para a lingua de Homero. Se o publico ro-
mano applaudia nessa poca os periodos bem
feitos e cadenciosos do orador; se elle fazio pa-
gar caro ao actor no theatro a menor falta con-
tra a lingua ou o compasso, este facto prova,
verdade, que o conhecimento scientifico e reflec-
tido da lingua materna se espalhava cada dia mais;
porm, apesar disto, contemporneos bem ca-
pazos de dar um juizo sobre esta materia, quei-
xam-se de que a cultura grega na Italia cahiu
muito mais a baixo om 690 do que na geraco
cadente ; de que o paro e bom latino oi
Mrailo mais raro, quo s foi fallado pelas edosse
matronas, coja ducacao fra mui limada ; do
que as tradigoes da verdadeira cultora latina, o
anligo espirito latino, a finura de Lucilioe o cir-
culo Iliterario do lempo dos S.ipioes diminuan!
lodos os das.
E' verdade qe'foi nessa poca que appare-
eeram a palavra e a nogo de ur&amdade ; mas
esta circumstacia louge de provar que a urbani-
daae, ou esse sentimento mais delicado da civi-
lisagao nacional reinara nesse tempo, parece
antes mostrar que eslava em termos de desappa-
recer, e que vivamente seotia-se na linguagem e
em toda a maneira de aer dos brbaro! tornadoa
Latinos, ou dos Latinos tornados barbaroa, a au-
sencia dessa uroanidade. Se encontramos ainda
em alguma parle o tom gracioso e fino da con-
versado, como as satyras de Varrao, e as car-
las de Cicero, um echo da aotiga maneira, que
se conservara antes em Reate e em Arpio do que
em Roma.
1 A instruego da mocidado conservou se por
tanto, ao menos em sua esaencia, o que antes
era, com a differenca de que fez menos bem e
mais mal do que na poca precedente ; e isto
menos por sua propria decadencia do que pela da
oagao em geral. Cesar fez ainda aqui urna re-
vologlo. Se o senado romano principio mos-
tri ra-se inimigo da instruego, se mais larde elle
a tinha quando muito tolerado,o governo do novo
reino grego-italjano, cuja esseneia era a numa-
nidade, devia necessariamenlo favorece-la ofll-
cialmente maneira grega.
a Quando Cesar concedeu o Ululo de cidado
romano lodos os mdicos d capital e todos
os professores de sciencias liberaes, nao fez mais
do que preparar os camiohos para os estabele-
cimentos, nos qoaes o estado mais tartto proveiu
instruego da mocidade do reino as duas lin-
guasgrega e latina, e que sao a mais frisante ex-
pressao do novo estado da ftumani/aa'e. E quan-
do Cesar por outro lado decretou a fundago de
urna bibliotheca publica, grega e latina na capi-
tal, e nemeou Marco Varrao para primeire-bi-
bliothecaro, o mais sabio romano desse tem-
po. impossivel nao reeoohecer neste faci
a intenga de ligar monorebia universal a lit-
teratura universal.
a O desenvolvimento da lingua nessa pocs li-
gou-ae ao latim classico da alta aociedade, em
opposh^So lingua vulgar empregada na vida
commum. O primeiro era um producto particu-
lar da cultura italiana. )i no circulo dos Sci-
pies o puro lalim havia-se tomado urna expres-
sao favorita, por quanto a lingua materna nao
era mais fallada em toda a sua ingenuidade ; mas
buscava-se destingui-la da muitido.
Esta poca comega por urna-reaego notavel
contra o classiquimo, que reinara na linguagem
d*alta sociedad e por conseguinte na litteratu-
ra-, e esta reaege ligara-se intimamente com a
do mesmo genero, que tinha lagar na Grecia.
Foi por este lempo.com effeito, aae o rhetorico
e romancista Hegesias, de Magnesia, e o';-,
ral e rheloricos- da Asia mapo* *' ".i.."
ram em grande nuja-r?lh-r*!*arf,m reT,oll-
se topi- .....>-">o orthodoxo. Elles reclama-
-.r o direito de cidade para a lingua usual, sem
destiucgSo das palavras e dos torneiros, que ti-
nham nascido n'Atrica, ou d'aquelles-que tinham
tomado origem em Caria e na Pbrygia. Elles
pozeram-se fallar e escrever, nao mais para
lisoogearera o coste-das-sabias sociedades fami-
liares, mas sim para o gosto da massa dopovo.
Nao havia muila cousa objectar contra o
principio": apenas o resultado nao poda ser me-
lhor do que era ento o publico da-Asia menor,
que Uoha completamente perdido o sentimento
da pureza e da exaetido da linguagem, e que s
buscava o brilhante e o-alegre. Sem- fallar aqui
dos falsos gneros que esta dirego creou, em
particular do romance e da historia romntica, o
eslylo-desses Asiticos era naturalmente cheio
de pequeas phrases, placido, obscuro;. sem pe-
riodos nem cadencia, cheio de falso brilho e de
emphase, ioteiramente commum e cheio de af-
fectajo. Quem cenhece Hegesias, diz Cicero
sabo o que divertir-se com cousa nenhuma .
Entretanto esto m>vo estylofe* tambem seu
caminho pelo mundo latino. A rhetorica grega
que eslava em moda nos flns d poca prece-
dente, depoisde se haver introducido no ensino
do lalim, deu o ultimo passo e aeabou sua con-
quista no principie da poca presente. Com
Quinto Hortensio, e mais celebra advogado do
lempo de Scylla, mvadiu ella a tribuna ; e desde
ento adoptou-so no idioma latino o mu gosto,
qoe neste lempo reinava na Grecia. O publico
romano ( nao era mais esse publico puro e bem
educado do tempo dos Scipides i applaudiu calo-
rosamente o innovador, que to bem sabia dar
ao vulgarismo na linguagem as apparencias da
arte.
Este facto foi de ama grande conseqaeneia.
Da mesma sorte que na'Grecia a Iota proposito
da linguagem Uvera por principal theatro as es-
colaa dos rheloricos, assim tambera em Roma a
lingua da tribuna tornou-se tois, anda do que a
litteratura o regulador do estylo ; e o ehefe dos
advogadoa foi como que officialmanta encarrega-
do de dar o tom liogua fallada ou esoripta.
O vulgarismo asitico de Hortensio expelliu
tuna, tinha podido juntar um thesouro incompa-
ravel de estatuas e pintoras dos mestres antigos
e contemporneos, e urna bibliotheca to bem es-
colhide, quio-magnifica em seu arranjo e deco-
raoOet; neseni asylos da riqueza e da sciencia,
todo o homem instruido, e particularmente todo
o Grego, era bem rindo. Ahi, multa rezea ra-
se o dono da casa passeiar aob os lindos prticos
de seu palacio conrersar sobre philologia oa
a conversar >
famnem da lU.0,Mqrm ** l"bJ" /'? *"* l- W*PU > sabios hospedes que el-
in^n^.,?.-"6"^.8 rom.,n'v J'V. deBtr0 em lo'ecebia.. E' rerdade que todos eeses Gregos
m'o disseram ; e isto porque no anno passado,
por esta poca pouco mais ou menos, eu percebi
que havia alguem na torrioha, o alguem que nao
pareca ser christo, pois nunca sahia para respi-
rar o ar livre no parque seno & noile, e depois
do toque de recolher.
Ests bem certo disto ?
Certissimo.
Explica-te, disse Alina de novo pertur-
bada.
Eis-aqui a historia. Vov Brgida tanto
me disse, lano me repeliu, que se eu fosse con-
tar alguma cousa, havia de ser comido pelo hu-
guenote da torrinha, que me veio idea saber se
esse huguenote era realmente um diabo. Urna
noite, hora do seu passeio costumado no par-
que, trepei urna oliveira. d'onde corlei urna va-
rinha, e puz-me esperar : quando elle passou
por baixo da arvore. com a minha varinha bali-
lhe no chapu, como se este tiresse por casuali-
dade se embaragado em algum dos ramos da sr-
rore; o chapea cahiu, e eu ri-lhe a cabega
pois queris saber urna cousa ? elle nao tinha
cbifres I
Alina sorriu, estara completamente conren-
cida.
E porque elle nao era o diabo, disse ella.
Brin-de-Mousse lerantou os hombros em sig-
oaldeduvida.
Sou eu quem fo affirma. Conhe$o oSr. de
Vissec: um homem...
E parou hesitando duvidosa sobre a qualifica-
rao que devia dar.
Ento elle um homem como os outroa ?
perguntou Brin -de-Mousse.
E at um homem reneravel, replicn
Alina.
B er em Deas Padre ?
Cr.
Est bom : r de veis saber melhor do que
eu, obserrou Brin-de-Mousse, quem afina 1 de
contasa cousa pouco importara. Mas neste caso,
conlinuou elle depois de breve reflexo, a ar
zombou completamente de mitn ?
Segando parece, assim foi, disse Alina.
Ha de me pagar 1 E tal rea qoe muito bre-
ve I exclamou o rapazinho.
E como psra extinguir ao mesmo tempo a ana
colera e a sua sede vivamente excitada pelo re-
me e pelos doces, encheu o seu copo, e de um
s trago esvasiou com a sofreguidio de um con-
sumido bebedor:
Quanto tempo pretende! demorar-te aqui ?
pergualoa Alina.
Por um mez pouco msis oa menos.
Queret ficar por mais tempo ?
Na rossa companbia ?
Sim.
Eu quera... mis TOYd.Brigida...
pouco rnudon a moda tanto na Gracia como em
Koma. Na Grecia foi escola dos .rheloricos de
de Rhodes, que sem indagar a exaetido e a
perfeigodo estylo atlico, tentou abrir urna pas-
sagem por entre elle ea maneira moderna. Se
nao inqoietaram-se muito com a exaetido do
pensamento e da linguagem, ao menos insisti-
rn) sobra a puteza da lingua e do estylo, sobre
o cuidado em escolhor as palavras e os lorneios
das phrases, e em dar estas a cadencia, quo
Ihcs convm.
Na Italia foi Marco Tullio Cicero, que depois
de ter imitado em sua primeira mocidade a ma-
neira de Hortoncio, foi levado melhorcs cami-
ohos pela frequentago dos mestres de Rhodes e
por seu gosto proprio ; e desde esse momento
elle esforgeu se por dar sua linguagm a pu-
reza, a disposigo e a cadencia a mais perfeita.
Encontrou principalmente seus modelos nos cir-
cuios da alta aociedade romana, que o vulgaris-
mo ainda nao tinha podido penetrar, ou que ao
menos pouco se resentiam delle, e havia ainda
desses circuios om Roma, bem que comegsssem
desapparecer. A antiga litteratura latina e a boa
lilteratura grega, por mais influencia que hou-
vessem exercido, principalmente a ultima, sobre
os discursos, todava nao altingiam seno urna
ordem secundaria. Este apuro da lingua n&o era,
pois, urna reaego da linguagem escripia contra
da conversago, mas urna reaego da linguagem
das classes verdadeirameoie civilisadas contra a
linguagem viciosa da falsa e da meda-cultura.
Cesar, o maior mestre de sua poca, sob a
relago da linguagem e do estylo, bem como sob
as demais, exprimi o pensamento fundamental
do clsssiquisrao romano quando ordenou que se
evitasse nos discursos e nos livros toda a palavra
estrangeira, com tanto cuidado como o piloto evi-
ta um cachopo. Foram baoidas as palavras po-
ticas e os termos cahidos ora desuso da litteratu-
ra antiga, da mesma sorto que os lorneios rsti-
cos ou emprestados d linguagem usual. Evita-
ra ra -se principalmente as phrases e palavras gre-
gas que invadiram a linguagem da conversago,
como provam as cartas dessa pocs. Mas nao
menos verdade que esse classiquismo artstico e
sabio do tempo de Cicero est para o da poca
dos Scipides, como a- penitencia depois do pecca-
do est para a innocencia, ou como o francez dos
classicos do tempo do imperio-para o francez mo-
delo de Moliere e Boileau. O pfhneiro, o da po-
ca dos Scipides, dimanava da pieoilude da vida,
noentanto que o mrito do da poca de Cicero
consista piincipalmente em recolher tempo o
derradeiro suspiro de urna raga, que ia para sem-
pre desapparecer.
Todava tal como elle era, propagou-se rpi-
damente. Cicero, em sus qualidade de prncipe
dos advogados, tornou-se como o fra Hortensio
o dictador da lingua e do gosto, o a-voga de seus
numerosos escriptos fomeceu esse classiquismo
e que al ento lhe Italia faltado,textos em pro-
sa mui extensos. Cicero, por lano, foi o creador
da prosa classica moderna em lat"*- J ?,,e
eomo estufista auv/---UUB ateiramente o clas-
siquism" _""'o- L Cicero, considerado como
. ..la e nao como escrptor, e ainda menos co-
mo homem de estado, que se dirigen os elogios
excessivos, que no en tanto nao erara puras phra-
ses, com que o encheram os- mais destnelos re-
presentantes-do classiquismo Cesare Calullo.
O que saliente na litteratura deste perodo,
comparada com a da poca-precedente, o extre-
j mo desenvolvimento do movimenlo litlerario.
Muito tempo antes j a actividade litte'raria dos
Cregos nao se expanda mais-ao ar livre da inde-
pendencia nacional, porm smente nos estabele-
cimentos scienlificos das grandes cidades e nos
cursos dos prncipes. Porgados recorrerem ao
favor e protecgo dos grandes, e empellidos, pe-
la extinego das dyoastias, de Pergamo, de Cy-
reno. de Bythnia, e da Syria, e pela decadencia
da-crte dos liagides, expeHidos dos lugares onde
at ento tinham encontrado favor; tornados ne-
cessariamente cosmopolitas^ depois da morte de
Alexandre o grande, e to estranhos- pelo menos
entre os Egypcios o os Syrios como entre os La-
tios, os htteratos gregos rol la ram cada vez mais
para Roma os sous olhares. A' par docozinhero,
do ano e do buffo, o philesopbo, o poeta e o fa-
zedor de memorias tinham um lugar deslincto-
entre a muitido dos domsticos gregos, de que
gostavam de rodoar-se os- Romanos ricos dessa.
pooa. Encontramos em posicoes deste genere
eelebres litteratos. Assim o epicreo Philomedes-
eslava feito philosopho domestico em caso do
cnsul Lucio-Piso, e assim elle sabia edificaros
iniciados por seus lindos enigeammas no epictirs-
mo grosseire de seu patrono.
Gregos
trazlam para a Italia com seus ricos thesouros
inleltectuaest corrupgao e o servilismo. E' assim
que um desses sabios parsitas, autor da Arle de
lisongear,Aristoderao de Nyssa, fez-se o favo-
rito de seus amos provando-lhes que Homero era
de origm romana.
Ao passo que a actividade dos litteratos gre-
gos augmentava em Roma, o ruovimento Ilitera-
rio e o interesse que nelle se tomava lambem se
lornava cada dia maior entre os Romanos.' A
maneira de escrever em grego, que o gosto mais
puro da poca dos Scipides Ozera pegar comple-
tamente, tornou de novo apparecer.- A lingua
grega tlnha-ae tomado a lingua universal, e um
livro grego achava um publico muito mais nu-
meroso do que urna obra latina. Dest'arle, nao
s os res da Armenia e da Mauritania, mas ain-
da os mais destnelos personagens entre os Ro-
manos, taes como Lucio Lucullo, Cicero, Attico,
Quinto, Scevolo, pubUcaian prosa grega e al
verso grego.
c Todava, estas sortea de escriptos nao foram
mais do quo um accessoro e qtrosi um jogo pa-
ra os Romanos de origem ; os partidos lutera-
nos, bem como os partidos polticos na Italia,
permaneceram geralmenle fiis naclonalidade
italiana, penetrada mais ou menos-, verdade,
do espirito grego.
A mesma actividade reinava na- litteratura
latina. Chovism era Roma livros e brechuros de
toda a sorte, e principalmente poesas. Os poe-
tas ahi pullularam como em Tarso ou- em Aie-
xandra: nao havia mancebo de espirito um
pouco cultivado que nao tivesse feito slgans ver-
sos em sua mocidade, e era invejada a-surte
daquelles, cujas poesas tinham escapado ao si-
lencio da eritica. Uma rez sabida a medijo,
podia-se escrever, sem diffienldade, sobre-um
assumpto dado quinhentos hexmetros, onde ne-
nhum mestre de escola pedia, verdade, achar
o que censurar, ma3 onde o leilor lambem nao
encoolrava nad* louver. At m senhores to~-
mavam parte neste movimiento Iliterario. Elias-
nao se limitavam soment'e dama e msica,-
mas dominavam por seu espirito e snas boas pa--
lavras a conversago, e fallavam s- mil maravi--
Ibas da litteratura' grega ou latina r at mesmo
sabiam responder em versos agradaves as cartas
omorosas, que Ibes- eram dirigidas na mesma
linguagem.
Os versos tornaram-se cada vez ntais o di-
rertmenlo elegante dos joven de rabes os se-
xos. Os bilhetes em verso, os exercicios com-
muns e 33 lutas em verso eram eouss ordinaria
entre os amigos; e pelos fins desta psea vi-
ram-ss surgir na capital estabeleeimentosv onde
poetas latinos sem vri*podiam aprender por di-
nhero fazor versos.
Eos consequencia do grande consumo de li-
vros, eperfeiqoou-se a arte dos copist", e pu-
blicaco tornou-se mais-pwmpia e manoseara.
Ser livrp" oiuou-se um officio ccnsideravel e
-.uno vaalajoso, e una lirrara era o rerutez-
mus-ordinario dos homens destineto. A lesu-
ra tornra-se nao s un moda, mas ainda- urna
mana :- lia-te at na mesa, quando uorpassa-
lempo mis grosseiro nao encantiva as>lonaas
horas do festim ; e quem quera fazer urna ra-
gem nao se esquecia de levar comsigc-urna bi-
bliotheca de jornada. Boeontrura-se o-ofTlcial
superior em sua tenda, leodo um romancegre^o
mais- ou menos obscuro, e o homem do estado,
em quanto assistia s sessoes do senado-,.peroor-
ra>as paginas de um tratado philosopbieo.
Debaxo deste ponto-de vista, as coasas-es-
lavam na repblica romana, como esto- e esla-
rao sempre em cada estado, no qual os oidadios
tero a manta de 1er sempre, desde a soleira de
porta at a quato de despir.. O vizir parira ti.
nha razuo,.quando mandara aos cidadode Se-
jeucia os romances, que aehra no eampo d
.rasso( e Ibes perguntavase elles ainda consi-
deraran), como adversarios mui temi-reis, ho-
rneas-que divertiam-se toada taes Obras
(Le Mnde. = $. FHlo.)
Deixa estar, eu encarrego-me de tudo : has
de ficar mea servigo; carregars a minha capa,
o meu leque, e o meu chapu de sol.
Brin-de-Mousse Qtou em Alina osea olhar al-
tivo, em qoe brilhava o livre raio dos bosques.
Eu I ser vosso criado I
Meu pequeo pagem ; disse a condessa
com suave amabilidade.
Brin-de-Mousse fez um signal de des con ten ta-
meulo.
Ento sers meu amiguinho ?
Isto sim I
E meu fllho ?
Nao poda ser melhor, disse o menino sus-
pirando, mas impossivel.
A condessa abracou-o vivamente pela fronte.
Est dito 1 has de ficar comigo.
Alina esteva radiante : a compaahia do Sr. de
Vissec n&o a assuitara mais, e a de Brin-de-
Mousse a deleilava.
Nesse momento um passo pesado acompanha-
nhado de um Unir de ferros, que indicava euffl-
cientemente o monto de chaves da velha Brgi-
da, retiniu na escada, e urna voz nao menos co-
nhecida fe retumbar no corredor e na sala este
grito repetido muilas vezes :
Onde estar esse bregeiro ?
Eslou aqui, responden denodadamente Brin-
de-Mousse indo abrir a porta sua av, que rl-
nha com o semblante mais carrancudo ainda que
de ordinario.
Como I exclamou ella estupefacta : aqui
na sala de jantar I e com a senhora condessa I
E' preciso que sejas to atrevido ..
Como um pagem, nao assim ? disse a
coodessa rindo-so : est no seu direito.
- O qne quer dizer a senhora condessa ? per-
guntou Brgida.
Quero dizer que adopto Brin-de-Mousse, se
o consentirdts, e que s por elle desejo ser ser-
vida.
E' preciso primeiro consultar Pedro, disse
Brgida enfadada, e lambem ao pae e mi do
menino.
Ento recusaes ?
A criada murmurou entre denles um monosyl-
labo que Alina nao percebeu : e logo, sem du-
rida para dar outro rumo i conversago, repli-
cn dirigiodo-se Brin-de-Mousse:
Por onde en trastes no castello para chegar-
des at aqui ?
Brin-de-Mousse tomn um ar serio e res-
pondeu :
Pela granja ; depois sub ao telhado, e de-
pois i chamio.
Ora, vive sempre esle paiife fazer das
suas 1 exclamon Brgida. Ha tres annos entrn
pelo subterrneo, o anno passado foi pela janella
esle anno pela chamio, e o anno vindouro
era...
a. Urna casa como a de Lucio Lucullo asseme-
lhava-se ae museu de Atoxandiia. nao s
Variedades.
GARjDAVA OS LIW*OS E O DINHaHROi
Descobriu-se em Londres urna fraude de
G6(000 libras praticada pelo principal guarda-li-
vros do Banco Commereial, por meio de entradas
ficticias.
Por occasio da desceberta das fraudes de Pul-
linger, em prejuizo do Banco da oiao, oa di-
rectores do Banco Commereial fizeram.o mais
minucioso exame do- estado da sua caixa, dos
seuslwros e cootas correntes, etc., e virara qua
ludo eslava em regra. B. comtudo, ha- dez annos
que eguarda-livroslhesroubava
Aloxandria, nao s pela I bras sterias.'e "s6."qusd"elle tova dvsetal
cultura grega que abi se enconlrava, seno lam- sentar, em enseojiencia de um ataqne de JS-
bem pelos litteratos gregos que ahi estavam. reu-
nidos. Nesses asylos da riqueza e da scioncio, on-
de o exquisito conheciaienlo dos primores d'arte
e da lilteratura grega, junto urna grande- for-
Pela porte, atalhou o menino com lodo o
sangue fri.
Vindec, proseguiu a criada endireitando
os oculos, e desenrolando urna carta monumen-
tal escripia em um papel de cor ambigua ; acabo
de receber de vosso pae esta carta, em.qae me
diz que tinheis do chegar, trazendo-me de sua
parte urna boa quantidade de caga : mostiae-me
o vosso cesto de provises.
Brin-de-Mousse olhou de frente para sua ar,
lembrou-se do que ella o havia engaada sobre
o diabo da torrinha, e com o ar de quena se pre-
para para tirar urna desforra, voltou-se para Ali-
na rindo-se socapa, e apoderanda-se da cesti-
nha de costura da condessa, apresenlou-a ousa-
damente sua av, dizendo :
Ei-lo aqui.
A cestinha da senhora I exclamon a velha:
enlo estaea zombando de mim, bregeiro 1 Dae-
me o vosso cesto.
Nao o tenho mais.
Eo que Tuestes delle?
Deitei-o fra.
Deitou-o fra repetiu Brgida que nao po-
da crer o que ouvia.
E porque nao ? se eslava vasio 1
Como vasio I.... e oque vinha dentro del-
e ?.. as duss codornizes ?
Comi-as em Pabrogue na estalagem dos
Tres Reis Magos, respondeu o menino sempre
intrpido.
Urna nuvem sombra passou pelos olhos estu-
pefactos de Brgida.
E os seis tordos ? perguntou ella.
Fi-las assar na aldea de Matelles na esta-
lagem do Cavallo branco.
Esto vendo que malvado I exclamou a ve-
lha. E o melro ? accrescentou ella.
Almocei-o em S. Martioho na estalagem
do Bom appetile.
E as tarambolas ?
Janlei-as em S. Bazilio.
Olhem que sardanapalol exclamou Brgi-
da raogendo os denles. E a gallinhola ?
Voou.
-Ei adem?
Poz um ovo, de onde sahiu....
Sahiu o qoe ?
Brin-de-Mousse levou resolutamente a mi i
cestinha da condeisa.
Um mocho 1 disse elle aproximando doa
oculos da velha a pobre ave que se debata de-
sesperadamente entre seus dedos.
Brgida no cumulo da indignago recuou um
passo.
Pois afflrmo-vo que nao o haris comer
como comestes os ou tros, bregeiro 1
E com gesto violento ia arrancar das mos de
Brin-de-Mouise 9 producto da sua caga, e tajrez
despedaca-lo mesmo seus olhos, quando. Alina
com pena do mocho e de Brin-de-Mousse ioter-
veio generosamente:
Est bom I disse ella com a sua voz suave
e harmoniosa, socegae Brgida.
Depois dirgindo-se ao menino, e abrindo-lhe
delicadamente a mozinha, accrescentou :
D-rae este passaro.
Brin-de-Mousse obedeceu, Alina tomou o pas-
saro, nao sem alguma repugnancia e terror, e
restiluiu-u liberdade, chamin, e ao seu
ninho.
Houve um momento de silencio, apenas nter-
rompido pelo barulho que faaiam as azas do pas-
saro voando, e pelo sordo grunhido da megra.
Alina tirou da sua bolsioha um luiz de ou-
ro, e estendeu-o Brgida, que delle se apode-
rando vidamente, poz-se conlempla-lo com
um olhar devorador.
E agora, disse a castellaa atrahindo seus
bragos Brin-de-Mousse, dae-me este menino.
No dia seguinlo Alina, depois quo se levanta-
ra, mandando chamar o menino para junto de
si, este appareceu-lbe, nao mais com os seus
vestidos da vespera, porm com um bonito traje
de urna riqueza incomparavel. Trazia urna gar-
ganlilha de rendas que acariciavam os longos
anneia dos seus cabellos louros cuidadosamente
trisados, um colletinho, jaqueta e calgoes de se-
lim escarale, meias de seda branca, pluma n
chapeo, e sobre o hombro o atacador com tres
lagos de fita prateados, pelo qual era em outro
lempo conhocida a libr dos pagens da nobre
marqueza de Ganges, quando eata apparecia em
Versailles.
Ests maravilhosol exclamou Alina en-
cantada com a bonita appareucia do menino;
quem te deu estes vestidos to lindos ?
Foi o Sr. de Vissec, respondeu Brin-de-
Mousse.
Essa amavel e graciosa attengo do sen hos-
pede, que assim inaugurara com tanta cortezia
as funcgdes de iotendonte e quasi dono do cas-
tello, das quaes o hara encarregado Christiano,
tocou Alina vivamente, e ella formou desde
logo a intengSo de agradecer ao relho na pri-
meira occasio que se lhe apresenlasse. Espe-
rando que ebegasse a hora do almogo que deria
naturalmente trazer o Sr. de Vtoeec sua pre
senga, quiz saber de Brin-de-Mbusse o que
se havia passado entre elle e Sr. velho fl-
dalgo.
Brin-de-Moosse conloa na sua linguagem sim-
ples e innocente que fra principio conduzido
para o aposento de sua ar, onde pesiara urna
pessima noite, porquanto ella nio cessra de
rosnar, tosstr e roncar como a caldeira grande
da cozinha ; qoe eo la van tar-se fra conduzido
por Brgida presenta do Sr. de Vissec, o qual
lysios que se descobriu o dficit I
Este Banco fundMi-se no London Wesb-nwns-
ler, e sobre oa accionistas que pesara os pre-
juizes da fraude do guarda lirros Durden.
habilava, nao mais na torrinha, mas taui com-
modamente n'uma. cmara bem preparada, co-
berta de urna rica, tnpegaria toda chai a de pa'ysa-
gens (descripgaopela qual reconheceu a condes-
sa a bibliotheca do castello]; que o Sr. de Vis
sec, sabendo jA que elle era pagem da linda da-
ma do castello, o fizera abandonar os seus vesti-
dos, e abrir sbitamente om grande armario
onde so via bonitas vestimentas; bellos caigoea.
e jaquelas, que Brgida o fizera seotar-s de-
fronte de um pedaco de vidro polido onde elle
se poda ver como na agua clara e lmpida de
um ribeiro ; que lhe haviam penteado o, cabello
e o preparado com lodo o aceio; que depois fi-
zerem-o vestir urna camisa de linho, muito fina
e macia, muito commoda sua pello, e por ci-
ma della accommodarim a garganlilh de ren-
das, e todo aquella traje galante que elle trazia ;
finalmente que sahira da camera fresco e luzi-
do, reconhecendo qoe, se o Sr. de Vissec era
diabo e coma criangas, devia-se pelo as-
nos fazer-lhe a jaaliga de qne antes de cerne-
las engodara-as primeiro com saborosos aoxi-
feitos.
Esta narrago, como tudo o que dizia respailo
Brin-de-Mousse, agradara muito condessa,
que naquella manha passira de noro pela
amarga dr do seu isolameuto, talrez que ainda
mais que no dia precedente. A gentil tagarelice
do menino, que com a sua rustica familiaridade
extingua a trieteze e o tedio de Alina, azia-lhn
um bem extraordinario. Os vestiglos da fadiga
que sobre o seu paludo semblante deixra a n-
somnia de urna noite desappareceram, assim co-
mo na vespera havia desapparecido o seu deses-
pero, ao aspecto desse menino, qoe, tagarelando
alegremente em ana presenca e sob seus olhos
hmidos de lagrimas, havia eem o seu sorrso
dissipado a dr que ella soffria, como um passa-
ro que bebesse urna lagrima.
Entretanto, um facto importante sobresahia na
narrago de Brin-de-Mousse. Nio s o Sr. de
Vissec dispunha de ludo no castello, mas tam-
bera praticava como se nada ali lhe fosse estra-
nbo. Que armario era esse de castalio d'onde
se tirou a roupa para o menino, e do qual
Christiano nanea fallara sua mulher, mas qne
o Sr. de Vissec conhecia lio bem ?
Alina, completamente mudada desde a ves-
pera respeilo do velho estranho e mysterioso,
explicou a cousa inda desta vez pelo lado o
mais natural e verosimilhanle: era muito sim-
ples que lodas essas particularidades o castello
tivessem sido desconhecidas para seu marido, que
nao vinha Ganges desd a aua infancia, e que
fossem perfeitamente conhecidas pelo Sr. da
Vissec qoe ali viva occolto havia muito tempo.
[Continuar-tt-ha.)
W..-5 TYP, DI M, I, OS r\ftU.~l8fl.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EXHTUUO25_A8OM2E INGEST_TIME 2013-05-01T00:13:15Z PACKAGE AA00011611_09254
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES