Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09252


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Full Text
I mmplp
4110 XXXT1I IDIE10 74
P*r tres*era adiaitados 58000
Por tres fcezes veacittos 6J0OO
i*

ju- SEGHDA FEII1 1 DE ABRIL DE US1
Perlino adianlado 19|000
Port fraieo para a sitecriittr.
BNCARREGADOS DA SUBSCtIPCAO DO f ORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Aleandrino da Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lomos Braga; Ceari o Sr. J. Jos
da Oliveira; llaraoho, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeir "" maraes ; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAKUDAS UOS LUKKblUd.
Otinda todos os diaa as 9 1/2 horas do din.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
seitas-eiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Ciruar, Altinho e
Garanhuns as lergas-feiras.
Pi d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Px oas quartaa (eiras.
Cabo, Serlohaem, RioFormoso, Uaa,Barreiro8,
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiospartem as 10 horas da manha)
EPHEMERIDES DO HEZ DE ABRIL.
2 Qoarto minguante as 4 horas o 4 minutos da
manha.
10 La ora ss 4 horas e 39 minutos da man.
18 Quarto crescente as 4 horas e 26 horas da
machas.
34 La cheia as 8 horas e 4 minutos da tarde.
PREAHAR DE HOJE.
Primeiro as 9 horas e 18 minutos da manha.
Segundo as 9 horas e 42 minutos da tarde.
DAS DA semana.
1 Segunda. S." Macario ; S. Valerfco ab.
2 Terga. S. Francisco de Paula fundador.
3 Quarta. S. Ricardo rei; S. Benedicto f.
4 Quinta. S. Izidoro are; S. Zozimo c.
5 Sexta. S. Vicente Ferrer; S. Iria y. m.
6 Sabbodo. S. Marcolino m. ; S. Diogenes m.
7 Domingo da Paschella. S. Epipbanio b. m.
AUUlKMCtAS uS IHIBUNAE UA UAFITaLT
Tribunal do commercio : segundas quinta*.
Relaco: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Pazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quartas ao malo da:
Dita de orbaos: torgas e sextas as 10 horas.
Primeira rara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel:
hora da tarde:
ENCaRREGADOS DA SUBSCRIPgA DO SU^'
Alagoas, o St. Claudino Falco Bias; Baha
Sr. Jos Martlns Aires; Rio de Janeiro, o Sr'.
Joo Per eir Martina.
EM PERNAMBCO. :.
O proprietario do urio Manoel Figaeiroa da
quartas e sabbados a l|Faria,na sus livraria praga da Independencia m
6e8.
PARTE 0FFICIAL.
Governo da provincia.
Expediente do dia 27 de mareo de 1861.
Offlcio ao coronel commandante das armas.
Convido V.S. e aos Srs. ofBciaes do exercito
-para visitaren) as egrejss desta cidade em 28 do
corrente, cumprindo que para esse fioa compare-
cam neste palacio s 6 li2da noite do indicado
oa.
Eguaes convites foram dirigidos ao comman-
dante superior do Recite e respectiva offkiali-
dade, ao commandante de policia e sna officiali-
dade, ao chefe da estadio naval e aos olllciaes
n'ell* embregados, ao capito do porto e seu a-
judante, ao inspector do arsenal de marinha e
mpregados, ao director do de guerra, ao presi-
dente e vogaes do conselho administrativo, e ao
director das obras militares.
Dito ao mesmo. Queira V. S. mandar postar
na estago das Cinco Ponas manha s 8 horas
da manha 2 soldados de cavallaria armados e
montados, afim de acompanharem o pagador das
obraa da mesma eatrada at 4 respectiva 4a sec-
go. Communieou-se ao superintendente.
Dito ao mesmo.Queira V. S. designar dous
officiaes subalternos do exercito para servirem de
vogaes no conselho que tem de julgar o 2 sar-
gento do corpo de polica Miguel Gomes Corris,
devendo os referidos officiaes comparecer no
quartel do mesmo corpo no dia que lhes for in-
dicado pelo respectivo commandante.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.A'-
vista do offlcio do commandante da estago na-
val constante da copia, mande V. S. orgar as
avarias feilas hoolem no brigue Xing pelo bri-
gue portuguez Relmpago, communicando V. S.
o resultado ao mesmo commandante.
Dito ao chefe de polica. Respondo ao oflicio
que V. S. me dirigi, sob n. 212 e data de 22 do
corrente, que nao pode ter lugar a remogo do
destacamento da freguezia do Poco da Panella
para a crsa que indica o subdelegado do respecti-
vo districto em officio da mesma data, cumprin-
do que se proceda como for de direito acerca des-
sa casa, e das de mais perteocenles aos hardeiros
do fmado devedor da fazenda nacional Manoel
Teixeira de Oliveira, caso sejam ellas necessarias
para aquello tiin.
Dito ao commandante superior do Recite.Sir-
va-se V. S. de mandar avisar tres officiaes supe-
riores da guarda nacional sob seu commando para
servirem de vogaes na junta de appellago, que
tem de julgar o processo do conselho de discipli-
na feilo ao guarda do batalho n. 26 de infaota-
ria do municipio do Bonito Otilio Priamo Lins de
Albuquerque ; devendo os referidos officiaes com-
parecer ueste palacio no dia 30 de abril prximo
vindouros 11 horas da manha.Reroelteu-se
o processo ao ju'z de direito da 2* vara.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Constando de sua informarlo de 11 de fevereiro
ultimo, sob n. 114, que nao fura entregue nessa
thesourara conta em duplcala doscolxes e tra-
vessefros vendidos por Anlonio Teixeira da Cos-
ta Braga ao conselho administrativo do arsenal
de guerra com destino enfermara de Ouricury,
recommendo V. S., que, em vala das inclusas
segundas vas da mesma conta, mande pagar ao
referido Braga a quantia de 102&000 em que im-
porta m taes objeclos.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em vista do incluso pedido, que me foi remullido
Selo director geral da insiruccao publica com of-
cio de 23 do corrente, sob n. 66, tmnde V. S.
entregar directora do collegio das orphas, ir-
ma Oulo, a qaintia de l:253$00O rs. para com-
pra dos gneros precisos para o consumo do mes-
mo collegio no mez de abril prximo viodouro.
Communicou-se ao director geral da insiruccao
publica.
Dito ao juiz municipal de Santo Anto.Res-
poodendo ao seu officio datado de 18 deste mez,
cabe-me dizer-lhe, que em vista da terminante
disposigo do art. 14 de le de 3 de dezembro de
1841, nao podendo Vmc. ser nomeado para outro
lugarseno depois deleito o seo quadriennio como
o juiz municipal desse termo, cumpre que conti-
ne em exercicio desse cargo, ale que o gover-
no imperial, a cuja deciso submetto nesta data
a materia do seu citado offlcio, resotva se deve
tornar-se desde j ellectiva a nomeago qoe teve
Vmc. para o lugar de juiz municipal da cidade
das Alagas, na provincia do mesmo nome, ou
se depois de lindo o quadriennio como creio que
seria a intengao do governo.
Dito ao director das obras militares.Contrate
Vmr. com os gerentes da companhia de illumi-
nacao a gaz a illuminagao do quartel do campo
das Princezas, trazendo ao meu conhecimento o
orga monto da despeza a fazer-se.
Dito ao director geral da instruego publica.
Para que possa eu resolver sobre o que solicita o
regedor do gymnasio provincial em officio de 22,
que acompanbou o de Vmc. de 23 deste mez, con-
vem que Vmc. ouvindo o mesmo regedor, infor-
me se a despeza, que se pretende fazer com a ca-
nalissco e consumo do gaz naquelle edificio, po-
de exceder, e em quanto, a que actualmente se
faz com luzes no mesmo estabelecimento.
Dito, ao mesmo.Mande Vmc. admiltir nos
respectivos collegios os menores orphos Francis-
co, Sebastio e Isabel, todos lhos do finado F-
lix Severino Barretto, os quaes lhe sero apresen -
lados com este officio.
Dito ao superintendente da eatrada de ferro.
Com as inclusas copias do officio que em data de
12 de fevereiro ultimo, dirig ao engenheiro fia-
cal, e do aviso do ministerio do imperio de 6 da
que I le mez acerca do prolonga ment da via-fer-
Tea das Cinco Ponas ao Recite, satisfaga a exi-
gencia do Sr. superintendente da estrada de fer-
ro, constante de seu offlcio de hoolem, a que te-
nho assim respondido.
Dito ao gerente da companhia Pernambucana.
Considero Vmc. sem effoito as portaras data-
das de 12 e 23 do corrente, pelas quaes mandei
dar transporte em vapores da companhia pernam-
bucana para a provincia das Alagoas ao tenente
Antonio dos Santos Caria e 1* cadete Antonio
Fausto de Abreu Contreiras, os quaes vio seguir
para aeus deslinos no vapor Paran.Offlciou-
se ao agente para dar-lbea pasaegem.
Portara.Oa Srs. agentes da companhia brasi-
leira de paquetes vapor mandem dar transporte
para a Baha, no vapor Paran por conta do mi-
nisterio da guerra, a mulher e urna filna menor
do segundo cirurgio do corpo de saude Pruden-
cio de Brito Cotigipe. a quem manlei dar passa-
gem no mesmo vapor por portara de 14 do cor-
rente.
DESPACHOS DO DI 27 DK MARQO DK 1861.
Requerimentot.
4163.Antonio Malaquiaa de Macedo Lima.
Paase.
4164 Joao Francisco dos Santos.Informe o
St. Dr. chefe de policia.
4165.Surea Msria do Rosario.Informe o
St. director da instruego publica ouvindo o do
collegio dos orphios.
Noticias ebegadas na vespera a Washington
faziam esperar dentro de 30 horas um ataque
contra o forte Sumpter, na Carolina do Sul.
A Luziana elegra delegados convenci de
Montgoraery, onde, como sabem os leitores, se
devem buscar meos de consolidar o sul com o
norte.
De Boston. Colombo, Harrisburgo, Albany e
Nashvjde, referia-se que as respectivas legisla-
turas tratavam de eleger commissarios para se
juntaren) aos da Viraioia. qu *s- _
retro devem reunir-se em Washington com fim-
conciliatorio. .
O Sr. ministro da marinha visitn hootem a
fragata Conttiluigo, que serve de navio-chefe,
sob o commando do capilo de fragata Jos Se-
gundino de Gomensoro, e passou a bordo urna
minuciosa revista.
Em ordem db dia do ministerio da guerra, de
ante-honiom foi determinado que os officiaes e
pregas de pret das provincias que esto ostudan-
do na escola central e estavam addidos a corpos
da guarnigo da corte (quera de ora em diante
smenle addidos mesma escola.
Foram comeados:
O Sr. raajor reformado do exercito Bernardo
da Silva e Almeids, para dirigir os trabalhos do
laboratorio pyrotechino do Campinho :
O Sr. major do corpo de engenheiro3 Candido
Januario Passos, para inspector-geral de medi-
ges na provincia do Rio Grande do Sul.
O Sr. major do mesmo corpo Jos Bazilo Na-
ves Gonzaga, chefe de secgo da 3* directora ge-
ral da secretaria de estado, para ser empregado
no gabinete do Sr. ministro.
Temos datas do Ooro-Preto at 8 do corrente.
Da carta que publicamos constara as noticias
eleitoraes do 7 districto da provincia de Minas,
e a apurago dos votos de 53 collegios para um
senador pela mes/na provincia.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO
14 de margo, de 1861.
Dos Estados-Unidos recebemos folhas at 31 de
Janeiro. Adlanlam pois um dia sque j tiuha-
mo, mas pouco contm de inlereise.
Por decreto de 7 do corrente foi demittido do
lugar de 3o escripturario da contadoria de mari-
nha o Sr. Pedro Celestino Carrocho.
15
Pelo vapor Tocantins entrado hootem dos por-
tos do sul recebemos cartas e jornaes com datas
de Potto-Alegre at 1 Rio-Grande do Sul at 8 e
de Santa Catharina at 11 do corrente.
A assernbla provincial rio-grandense dovia
reunir-se extraordinariamente a 4 do corrento.
No dia 16 do passado teve lugar na cathedral
de Porlo-Alegre o acto da posse da mitra, em
nome do Exm. hispo diocesano, pelo Rvm. padre
Juliano, vigario capitular.
O Correio do Sul em data de 15 e 16 d sob o
tituloParaguay, a seguinle noticia :
c Tivemos boje cartas do Itaqui de 3 do mez
correte.
A' ultima hora linha-se ah espalhado, por
va de Corrientes, que houvera no Paraguay um*
sublevago, que conlava mais de seis mil homens.
a Parece que havia noticias anteriores que fa-
ziam presumir esso resultado de recentes medi-
das de D.Carlos Lpez ; porm, nao obstante en-
tendemos ser nova esta que carece de confirma-
gao anda.
De S. Borja nos confirmara a noticia do le-
vanto do Paraguay, que demos hontem.
< No dia 31 do passado, noite, chegoa a S.
Thom, em Corrientes, um proprio de Itapa que
dava aquella mesma noticia.
A sublevago tinha tido lugar no dia 25 ou
26 de Janeiro ; teodo sua testa um coronel ou
general Corvalon, que nos totalmente desco-
uhecido.
Os insurrectos contavam de tacto seis mil
homens, como do Itaqui nos escreveram ; mas se
o levante nao for urna revolugo popular, e s
sim um motira militar, ao gosto dos que sao fre-
quentes nos paizes hispano-americanos, esse nu-
mero nao significara nada, por que muito maio-
res sao as torgas de que dispde o presidente L-
pez.
De todos os modos urna noticia grave a da
perturbago da paz varsoviana, que tinha planta-
do no Paraguay a poltica suspicaz e tyrannica
do presidente Lpez. Ou siga avante, ou seja
abalado, o movimento que se nos noticia, e ruja
existencia parece nos nao ser possivel duvidv se
agora, pode ser a primeira manifestago detim
grande incendio. \
Antes de Garibaldi houve em aples um.
Pisacane ; antes da redempgo urna derrota.
Como sabem os leitores, as ultimas noticias
que recebemos da Assumpgo por va da Rep-
blica Argentina alcaogam a 19 do passado, e nem
os jornaes nem as cartas particulsres fazem men-
go do acoutecimento a que se refere o Correio.
Devenios portento con luir que nao exacta a
communcago dirigida aquella tulha.
L5-se no Commercial do Rio-Grande de 22 do
passado
Os nufragos da barca portugueza Emilia.
Todas as providencias foram dadas para mitigar
a sorte destes iofelizes. O Sr. commendador Jos
Victorino de Rezende, como presidente da socie-
dade Porlugueza de Beneficencia, o Sr. vice-con-
aul portuguez Joo Barbosa Colho, o Sr. Damio
Francisco Alves de Moura, consignatario do na-
vio, derio ordens francas para a villa de S. Jos
do Norte afim de prestar-se todos os soccorros aos
nufragos e serem sepultados os cadveres que
apparecessem. O do Qlho do capilo, sendo en-
contrado o conduzido para a villa, e Sr. Manoel
Alfonso de Freitas Amorim, administrador da
mesa de rendas, quiz tomar a seu cargo o enter-
ramento deste infeliz, e cotisando-se com seus
companheiros lhe fizeram um enterro muito de-
cente, no consentindo de maneira alguma em
serem indemnisados das despezaa.
Da parte dos moradores daquelles lugares
tem havido toda a humanidade possivel,-o que j
proverbial daquelles bons coragoes e nestes
rasgos de philantropia muito se tem distinguido
o Sr. Henrlque Jos Perelra.
c Foi morto no Jaguaro no dia 11 com um ti-
ro de pistola o oriental Collares, por um tal Ave-
lino Coito. Dera motivo a este assassinato des-
iotelligencias entre ambos por causa de jogo.
c Avelino foi preso e recolhido cadeia civil.
No Herval foi morto o famigerado assassino
Boaventnra Conde, no acto de ser preso, por ter
feito armas contra a escolta que cercara a casa
em que se achava.
Correu hontem em alguna clubs que Cama-
cuo fora theatro de urna scena horrorosa quao
lamentavel : que um pai infeliz assassinra urna
desditosa filha, moga, arraslando por tal motivo o
suicidio de um filho 11
< Nada por ora sabemos officialmente.
Sob a rubricaA ponte de Piratioydiz o Com-
mercial de 28.
O Sr. Buck, engenheiro civil ao servigo no
Rio de Janeiro do Sr. barao de Mau, chegou no
vapor TbcaTUinr, encarregado pelo mesmo Sr.
baro para colher todos os dados relativos pon-
te de Piratiny ; esludsr a localidade, dimenses,
nalureza do terreno, elementos aproveilaveis para
essa construego, etc., etc.; leuantar a planta e
o orgamento da mesma ponte. Realisam-se pois
as promessas do Sr. baro de Man sobre aquella
empreza de primeira ordem. Mais que nunca te-
mos a esperanga de termos urna via de commu-
ncago com o interior da provincia, indepen-
deoie dos caprichos dos ros e transitavel em to-
das estagos. O Sr. Buck. parle hoje para Pelo-
tas em desempenho de sua misso.
As mercaduras que coro grande averia foram
postas em haata publica na cidade do Rio-Gran-
de, pertencentes barca ingleza W//tam Peile,
naufragada nainvernada.produziram 58:7538704.
O casco vendeu-se por 670*000.
A ordem do dia da reparligo do ajudante ge-
neral do exercito publicou em data de 13, as se-
guintes nomeagdes:
Do Sr. tenente-general Jos Mara da Silva
5rr.'lT'- "" 'isoecrionar o batalho de en-
^enheiros;
* l)o Sr. marechal de campo visconde ae cama-
ma, para ir inspeccionar o 7" e 8 batalhdes de
infantaria, o batalho de cegadores da Baha, o
esquadxo de cavallaria e a companhia de artfi-
ces da mesma provincia ;
Do Sr. brigadeiro Joo Jos da Costa Pmentel,
para inspeccionar o corpo de artfices da corte,
logo que concluir a inspeceo do 1 batalho de
artilharia a p;
Do Sr. brigadeiro graduado Jacintho Pinto de
Araujo Correa, para ir inspeccionar o corpo de
guarnigo e a companhia de cavallaria de Minas-
Geraes ;
Do Sr. coronel do corpo de estado-maior de 2a
classe Carlos Augusto de Oliveira, para ir ins-
peccionar o corpo de guarnigo e a companhia
de cavallaria de S. Paulo;
Do Sr. coronel do corpo de estado-maior de 2*
classe Jos Vicente de Amorim Bezerra, para ir
inspeccionar os corpos e pontos fortificados da
provincia do Amazonas:
Do Sr. tenente-coronel do corpo de estado-
maior de 2* classe Nicolao Tolentino de Vascon-
celos, para commandante da fortaleza de Cabe-
dello, na provincia da Parahyba do Norte;
Do Sr. brigadeiro Solidonio Jos Antonio Pe-
reira do Lago, para inspeccionar o Io regiment
de artilharia a cavado, ficando dispensado do
commando, que interinamente exercia da Ia bri-
gada, estacionada na fronteira do Rio-Grande do
Sul;
Do Sr. major do corpo de estado-maior de Ia
classe Joo de Souza da Fonseca Costa, para exe-
cer interinamente as funcgdes de chefe de sec-
go da 2a directora geral da secretaria da
guerra.
Do Sr. capito do corpo deestsdo-maior de Ia
classe Elesbo Mara da Silva Bittencourt, para
exercer interinamente as funcgdes de ajudante de
ordens do ajudante general.
17 _
Consla-nos que se acha nomeado chefe de po-
licia da crie o Sr. Dr. Agostioho Luiz da Gama
por ter de tomar asaento na cmara temporaria,
para a qual foi eleito pela provincia das Alagoas,
o Sr. Esperidio Eloy de Barros Pimentel.
_ 19 -
Consta-nos que foram nomeados officiaes da
imperial ordem da Rosa os Srs. Antonio Jos da
Serra Gomes, Antonio Femsndes Coelho, e juiz
de direito Esperidio Eloy de Barros Pimentel.
eogonheiros Francisco Primo de Souza Agolar ;
do Cear, o Sr. Dr. Manoel Antonio Duarte de
Azevedo ; e das Alagoas o Sr. Dr. Antonio Alves
do Souza Carvalho.
Est nomeado chefe de policia da provincia do
Espirito Santo o Sr. Dr. juiz de direito Victorino
do Kego Toscano Brrelo.
Foi destinada ao Sr. Dr. juiz de direito Pedro
Camello Peasoa a comarca de Bananeiras, na pro-
vincia da Parahiba.
Consts-nos que foi exonerado o Sr. capito de
fragata Antonio Xavier de Noronha Torrezo do
cargo de director do hospital martimo de Santa
Isabel.
20
Por decreto de 16 do corrente foi aposentado o
3 escripturario da alfandega da corte, Luiz Gon-
zaga de Andrade Almada.
Temos dalas do Paran at 9 do corrente.
se .l/'aTWol, Con^^fi0J.c?aJ5.3l,.0.9aoe_r:
de presidente da provincia proromperam algumas
pessoas em manifeslagdes do regosijo atacando
foguetea do ar, e que por esse facto foram presos
na noitn de 21 do passado os capites Jos Cor-
rea de Bittencourt. Jos Ferreira das Neves e Ma-
noel do Nasimeoto Abreu, o tenente Mauoel Jos
de Bittencourt Jnior, 9 o compositor do Consti-
tucional, para cuja captara foi arrombada a porta
da typographia desta folha.
Os dous primeiros j tnham sido sollos; o ca-
pito Abreu e o teoente Bittencourt Jnior, pres-
taran) Ganga e iam ser processados por crime de
resistencia.
Em virtude daquelle mesmo facto foram de-
miltidos o escrivo da eollecloria da capital e um
amanuense da repartigo das trras publicas.
No dia 5 do correte partir da capital para o
liitoral, com urna forga de polica, o capito Ma-
noel Eufrasio da Assumpgo.
A cmara municipal procedeu no dia 2 apu-
rago da eleigo de dous deputados assernbla
geral. resolvendo por seis votos contra quatro
apurar as authenticas que do maioria aos Srs.
Dr. Joaquim Ignacio Silveira da Motta e conse-
lheiro Zacaras de Ges e Vasconcellos.
23
Pelo Saintonge, entrado hontem do Rio da
Prata, recebemos folhaa de Montevideo at 17 do
correle, de Buenos-Ayres at 14, do Paran at
9 e daAssumpgo at 5.
De Montevideo as noticias sao destituidas de in-
teresse.
As cmaras oceupavam-se com a approvagio
dos diplomas dos deputados e senadores, questo
que se ia prolongando consideravelmente e cujos
debates erara vivissimos.
Dos projectos apresentados pelo governo ainda
nenhum tinha entrado ero discusso.
O ministro da fazenda j havia (ido o seu rela-
lorie, que merecer geraes elogios.
O governo continuava tomando medidas pre-
ventivas contra qualquer acontecimento que por
ventura podesse vir a ameagar a paz da repbli-
ca. Estas medidas eram bem acceitas pelo paiz
vista do estremecimento das relagoes amiga-
veis entre o governo argentino e o de Buenos-
Ayres.
Tinha sido retirado da cmara dos senadores
o nosso tratado de permuta de terrenos com o
Estado Oriental. Eis aqu o officio da mesa do se-
nado dirigido ao governo relativo 4 retirada desse
tratado:
< Cmara de senadores. Montevideo, 8 de
margo de 1861.
< A. H. cmara de senadores tomou em consi-
dorago a nota do poder executivo datada de 16
de abril do anno prximo passado, em que pede
traria 6 do governo de Buenos-Ayres, as 13 pro-, n .- ,, ,, .
vmcias argentinas agrupa ram-ae em redor do q ",!;., de ou, Dr8oe* 1ue aqui se
leem feito, foram ltimamente capturados no
mo da Cruz Alta o pa/do Lucio Antonio de
iquelle governo inleiramente
general, deixando
isolado.
O coronel Saa continuava restabelecer as au-
toridades da provincia de S. Joo. depostas pela
revolugo do Sr. Aberaatain. A sala uos repre-
sentantes tlcava funecionando regularmenlo, e
havia aanecionado um voto de gragas ao genoral
Urquiza e ao commissario do governo geral.
Fallava-se em urna conferencia que devja ter
lugar no dia 19 do corrente, na estancia do ge-
neral Urquiza, e>dlzia>se aue o seu objecto seria
rM *e-modifltar as bases da unio taonti-
no'mesmoV/8' unUo J,r0Tei* s-prs.vjncias
4 .,7.\T _" Ruenos-Ayrea.
a carta de nosso corresp^naenle, que pui...-
reruos amanha, completar as nossas noticias do
Rio da Prata.
Do Paraguay nao se confirma o boato propa-
lado em Buenos-Ayres ultima hora, sahida
do paquete passado, de urna revolugo contra o
governo do presidente Lpez.
Tinha-se suicidado na Assumpgo com tabaco
em p 6 Sr. Dr. Joo Moreno.
Do Pacifico as noticias mais importantes sao as
aeguinles:
O ex-presidente Lioares, ltimamente apeado
do govorno da Bolivia, havia chegado a Valpa-
raizo.
A guerra entre aquella repblica e o Per pa-
reca inevtavel, apezar de ser bastante impopular
no segundo desses paizes.
No Mxico triumphou completamente o ge-
neral Soares, o qual acbava-se de posse da ca-
pital.
Em Nova Granada Obando derrotou a Cordora,
rerugiando-se este em Paato.
Panam havia celebrado com enthusiasmo
a derrota do general Mosquera; Qcava afinal
em paz.
Foram nomeados:
O Dr. Americo da Silva e Oliveira, para um lu-
gar de 2." cirurgio do corpo de sade da ar-
"Btada ;
O capito de fragata Carlos Augusto da Rocha
Freir, vice-director da escola de marinha.
Foi designado o capito de mar e guerra gra-
duado Pedro Paulo Boutrouelle para servir interi-
namente o lugar de membro do conselho naval.
Foram nomeados:
Jos Joaquim da Silva Jnior, continuo da se-
cretara de estado doa negocios do agricultura,
commercio e obrasa^ublicas, para o lugar de aju-
dante do porteiro da mesma secretaria, vago
pela demisso que pedio Antonio Joaquim 1U-
beiro ;
Jos Ignacio ds Silva, para a vaga de con-
tinuo que deixou o dito Jos Joaquim da Silva
Jnior.
Estao, pois, preenchidos todos os lugares da
referida secretaria de estado.
Tomou hontem posse do cargo de chefe de
polica da corte o Sr. Dr. Agostinho Luiz da
Gama.
21 -
A ordem do dia da repartigo do ajudante-ge-
neral do exercito publica, em 19 do correte, as
seguintes nomeagdes:
Do Sr. tenente-coronel do corpo de estado-
maior de Ia classe Vicente Ferreira da Costa Pi-
ragibe, chefe da Ia secgo desta reparligo, para
director interino da Ia directora geral desta se-
cretara de estado, em substituido do Sr. conse-
Iheiro Llbanio Augusto da Cunta Mattos, que foi
aposentado por decreto de 9 do corrente, conti-
nuando o mesmo Sr. tenente-coronel empregado
no gabinete de S. Exc. o Sr. ministro ;
Do Sr. brigadeiro Joo Jos da Costa Pimentel,
para vogal do conselho supremo militar;
Do Sr. coronel reformado do exercito Francisco
Jos da Rocha, para vogal do conselho admi-
nistrativo de compras do arsenal de guerra da
corte ;
Do Sr. 1 ente do corpo de engenheiros Luiz
Antonio de Souza Pilanga, para encarregar-se da
medigo e demarcaco das Ierras devolutas ao
sul da provincia da Bahia;
Do Sr. 2 tenente do 3 batalho de artilharia
a p Manoel Jos de Mondonga, para ajudante do
mesmo batalho;
Do Sr. tenente reformado do exercito Pedro
Joo Refugio, para servir interinamente de aju-
dante da fortaleza da Santa Cruz, na provincia de
Santa Catharina;
Do Sr. capito do 1 batalho de artilharia _
p Conrado Mara da Silva Bittencourt, para aju-
dante do commandante da escola militar.
Doa Srs. alteres do 6 batalho de iofanlaria
Aotonio Rodrigues Portugal e Antonio Pedro da
Silva, este para quartel-mestre e aquelle para
ajudante do mesmo batalho.
Sentimos ter de annunciar que se confirmou a
noticia dada pelo nosso correspondente de Ouro-
Preto, do fallecimento do Sr. Dr. Francisco Al-
ves da Silva Campos, deputado eleito pelo 2o dis-
tricto da provincia de Minas Geraes. S. S., diz
urna carta de Pitangui, suecumbioa 5 do corren-
te, de urna febre maligna que o atacara no dia 26
do mez passado.
Bio Grande do Sul.
Porto Alegre, Io de marco de 1861.
Ao concluir a minha ultima fallei-lhe em urna
declaracao do Dr. Barcellos negando a existen-
cia da liga com o baro do Porto Alegre, a quem
trata com extrema descortezia depois de estar por
elle feito deputado : o Correio do Sul, orgo da
parcialidade do baro, prometleu reaponder ao
Dr. Barcellos, e fazer urna analyse que lhe nao
sera muito agradavel, isso no dia 15 do passado;
porm at hoje nem palavra, creio que teve para
I isso muito boas razdes. O Dr. Barcellos nega*a
existencia da liga, porm o Dr. Sayo, que est
! feito chefe do partido da amiga liga, declarou
. por varias vezes no collegio eleitoral desta cida-
de que ella se tinha feito, e a declaragao do Dr.
[ Sayo deve ser acreditada sobre todos.
O correspondente do Correio Mercantil diz que
-- o Dr. Bello seria lo 3" deputado deste circulo
!lSSHS?!0 lr"Ud dJ SerTta-VerTS'Pr,U8Dl0 "a guerreado pelos homens da 00-
K. t5? g S em *de ,e,em- *" 'a; pois saiba quS. principalmente para
-o-Sil. .< w 1 *-l excluso do Sr. Bello, empregaram todos os es-
O poder executivo ostabelecendo na dita nota forgos, porm nada pudero conseguir. Basta
H.^0D "' acce,,."el esse PrJecl de > lig. masssda fallar-se nella, e ainda
tratado vem confirmar ojuizo que a tal respeilo ridiculo negar-se ou duvidar-se da sua
navia formado a cmara dos senadores, e que foi tencia
SECCM" "' reeCS de8de I w Temos a UmMtar m,U d0U8 ligios, o da
P J rimJ? i barca portugueza Emilia a 4 ou 5 leguaa ao nor-
r. rfZP, m' circum8ln.clM. P8le""s/ir le da Atalaia : vinha de Lisboa com carregamen-
r/.t1,r,.,ZI,B,eDC;a d r,aU-d de ,0 de vinhos e ou,ro8 8en Salvaran^ do-
S^&^Z2^2?l*a?#*t*m-.'9**, inclusive o capilo, desapparecendo
aonrovaci ?nqm"n Prele"d- afer T1 soa q 222?LfS! ?m con<1'Sao P"ta Pa fragou tambero na barra o brigue inglez Vigilant,
"22, d*U tratad0. c"m d8se"d0- 'procedente de Cdiz, cero carregamento de sal
fi...tde fetir"da '""Pi6* dM anlecedete Irpulago salvou-e, mas apezar de todos os
&&Klfih!2! ,6de ?.Pder e"cu.'. 'esforgos empregados andndose rebocado", cs-
Z.ntn0 Uei qaUeihe "?1Sle Parasol,,cllaro Iraias e botes ao lugar onde se deu o siniatro foi
2EZ22&*M&i aSSUmpt V6 ^possivel salvar o navio por causa da .rreben-
mais
exis-
tenha subroettido considerado das cmaras le-
gislativas.
por
tago. Este sioistro foi devido a ter o capito
! querido entrar quando a Atalaia fazia signal de
Dos guarde ao poder executivo mu.tos an- 14 palmos o o navio demandar mais agua. A
F.Gxr, vice-presidente.-Juan A. barra tem estado impraticavel; at o dia 21 es-
nos.Juan
de la Randera, secretario.
Por d.Pt 1 .t. \\ a t k Pavam P sabir 21 e para entrar 9 embarea-
ioIitcT^niuilil^' i"01 econh,e- ?es. O paquete Apas a 23 pode seguir viagem.
.S ,!CV.C*"8ue"t0.5L,iIi' ".epirUmenlw Debaixo de mos auspicios principiou o anno de
S'.cfprn aos auspicie
tmSSXB^dt^^iSAT^i^ 1861 para esta provincia, alm dos assassinatos
llSr.2MrwS,t^ 0Md0 ,B" > n> ul" '. tenho a accrescentar novos
HavU.ttM^T0neBarr0f- -a e mais outros factos que devem entristecer. Um
O PraL luzonovopenocoannunciado p0Dre colono de Santa Cruz, termo do Rio Par-
' do, foi encontrado na choupana em que vivia
1 em estado de putrefaego, lendo sido a morle
Em sesso de 2 deste
;?..e a^DTrS!0 faJBBtS:: <
O Sr. ministro da marinha visitou hontem o
quartel dos aprendizes artfices, passando minu-
ciosa revista em todo o aquartelamenlo.Foi no-
meado ajudante da inspeegao do mesmo arsenal
o 5r. capilo-tenento Jos Raymundo de Faria,
em lugar do Sr. capito de fragata Victoro Jos
Barbosa de Lomba, que passou a commaodar a
corveta D, Janvaria.
O Sr. ministro da guerra visitou hontem o ar-
senal de guerra, onde se demorou por espago de
duas-horas, examinando minuciosamente o almo-
xarifado, as officinas e o alojamento da compa-
nhia de menores.
Foi nomeado director interino do hospital ma-
rtimo de Santa Isabel o Sr. Dr. Bento Mara da
Costa, que j exerceu este cargo durante seis an-
uos, e actualmente all servia como medico.
- 22
Consta-nos que foram nomeados presidentes :
Do Par, o Sr. Dr. Francisco Carlos de Araujo
Brusque; do Maranhio, o Sr, major do corpo de
flicto deTaquaremb ltimamente occorrido por
occasio da eleigo de alcaide ordinario.
De Buenos-Ayres e do Paran as noticias con-
tinuam a ser pouco lisopgeiras. A questo deS.
Joo, embora adiada para a deciso do congresso
mantinha os espirtos no mesmo p de desconian-
ca e de animoaidade.
Havia .quem duvidasse quo o congresso se reu-
niese ; outros que quando mesmo se reunase fus-
sera admittidos os deputados de Buenos-Ayres,
porque assim j havia resclvido o general Ur-
quiza.
Alm da questo de S. Joo, a questo de Cor-
rientes, relativa eleigo dos membros do con-
gresso, e igualmente adiada para ser decidida por
eate, ameagava a paz da repblica.
Davam-se pas serias aprehensoes sobre o futu-
ro, e acreditava-se mais ou meaos que na occa-
sio da reunio do congresso o negocio estou-
raria.
Se forem recusados os deputados de Buenos-
Ayres, diz a Tribuna, orgo officisl, a guerra ser
iofallivel e inevtavel.
A abertura do congresso eslava marcada para o
dia 1 de abril.
Os deputados prtennos deviam partir para o
Paran no dia 25 do corrente a bordo do vapor de
guerra Guarda Nacional, que o governo poria
sua disposigo.
H conhecem os leitores a luta desses deputa-
dos ; vista porm de ter o Sr. Dr. Tejedor re-
nunciado ao seu lugar entre aquelles, fallou-se
que seria eleito para substei-lo o Sr. .Sorberlo
de la Riestra, ex-ministro da fazenda da confede-
rago, mas este declarara em lempo que nao ac-
ceitaria.
No dia 30 deste mez devia ter lugar em Bue-
nos-Ayres a eleigo de representantes e senado-
res provinciaes p'ara completar as cmaras da pro-
vincia.
Haviam chegado a essa capital, alm daquellas
de que j demos conta, as respostas deCordova e
de Corrientes 6 nota circular do general Mitre so-
bre os successos de S. Joo. Ambas sao iofensaa
causa que adroga Buenos-Ayres: a segunda
sobretudo.
Em tom audaz e altivo, diz o Nacional, molda
as suas palavras polas do general Urquiza, e ter-
mina ameagando o governo portenho, a quem ac-
cua de sedicioso e revolucionario.
Faltavam ainda as respostas de nove provin-
cias ; mas era crenga geral que seriam todas no
mesmo sentido das ootras. Ninguem duvidava
mais que nessa questo, como em todas as outras
em qua a opinlo do general Urquiza era con-
duas facadas no pescogo e outros ferimentos.
O preto Albino, escravo de Joaquim da Silva
Tavares, xarqueador de Pelotas, dea urna faca-
da'no capataz do xarqueada Jos Marcondes de
Andrade que pereceu dias depois; cooseguindo
eyadir-se esse assassino, foi capturado cinco
dias depois por diligencias do delegado.
No districto da Herval, municipio do Triumpho,
foi assassinado um cidado pacifico e laborioso,
Leandro Mara Lisboa, que comsigo levavs......
1:400/000 : os malvados esperara ni-o e mataram-o
para roubar. A autoridade do lugar tratou logo
de dar todas as providencias, e o presidente da
provincia aecudindo ao reclamo do chefe de po-
licia fez seguir para all urna escolta afim de aju-
dar a autoridade policial, que consta j tem des-
coberlo os autores desse attentado, o os perse-
gue de perto.
Foi assassinado, segundo consta, no municipio
da Conceigo do Airlo, um mscale italiano,
roubando-lhe o assassino as* joias o o dinheiro
que levara. O delegado de policia, erapeohado
oa perseguico do criminoso, conseguio prender
um tal Poluceno, em cujo poder se achou urna
caixa pertencente ao mscate; supponho que
prosegue o processo que se instaurou, apezar de
haver um mystero nesse acontecimento pois diz-
se que o italiano vivia na cidade do Rio Grande,
e a policia trata de verificar.
Alm destes crimes de maior gravidade teem
havido casos de ferimentos leves em um ou ou-
tro lugar da provincia. A opposigo, que de lu-
do quer fazer motivo de censura, e acha em lu-
do razo para clamar contra as duas primeiras
autoridades da provincia, tem approveitado estes
factos, no entumo os desapaixonados reconbe-
cem quaota injustica ha nessas aecusagoes. O
presidente e o chele de poricia sao incausaveis
no emprego de meios para garantir a seguranga
individual. A primeira autoridade acha sempre
na perseguigao dos criminosos um poderoso au-
xiliar no seu rhefe de policia.
Acaba a presidencia de fazer seguir para o
Importante municipio de Santo Antonio um forte
destacamento ao.mando do distincto capilo Mo-
rses, afim de perseguir os criminosos e prender
os muitos desertores que habitara nesses lugares,
e alm disso mandou tambam destacamentos pa-
ra Encruzilhada. Triumpho e S. Jrooymo, para
prender os criminosos que nesses termos se teem
assignalado. Urna s queixa nao chega a S. Exc.
que nao seja logo altendida, tomando todas as
providencias que o caso exige.
Se por um lado a presidencia assim procede,
nao meaos feliz o chafe naa suas bem combina-
das providencias e acertadas medirlas, e por
Almeida, que ha aonos na provincia do Paran
assassinou a Francisco de Miranda, e condem-
nado a 30 anuos de gales, escapou-ae para esta
provincia, onde viveu com o nome aupposlo de
Joao Benedicto; e no districto de Miragaia Fe-
Usberto Lopes de Oliveira, que matou Antonio
ongalves. A policia tem destnvolvido toda a
diligencia precisa, e longe de merecer as censu-
ras que lhe faz a opposigo. torna-se credora dos
elogios dos que veem os esforgos que o seu che-
re tem constantemente empregado.
Alm de stes factos temos a lamentar a morte
23t8lfSfSi Jjt?" regiment Vicente Gomes Pei-
g foi acommettdVdau'rfiari}Drr|rS!d4dl^i.B-
pereceu instantneamente. L"^~
Suicidou-se com um tiro de pistola na cidade
de Pelotas Bartholomeu Rodrigues Barcellos, e
no ugar denominado Pinheirinhoa, districto de
banto Antonio, Silvano Amador dos Reis. dis-
parando sobre o corago urna putola que lirou
do poder de uro hospede de seu pal: consta que
esse acto de desespero Uvera origem na expro-
bragao que lhe flzera aquelle por falta j irrepa-
ravel e s enlao descoberla : com ella pereceu o
innocente fructo do seu erro e da malvadez de
um cunhado que, segundo se diz, a este a in-
duzo, causando tambem a iofelicidade de sua
propria consorte, que com esse -esgosto eolou-
quecera.
A opposigo, que de tudo faz motivo de cen-
sura, nao sei como nao tem tornado responsa-
yeis as primeiras autoridades da provincia pela
rregularidadedasestagesque foi nociva olan-
tagao do fejao, masque em cumpensacio tem
sido favoravel creago do gado e s anudan-
tes colheitas de milho.
Na cidade de Pelotas deu-se um facto que tem
revoltado a populago da provincia : alguns, por
honra dos habitantes dessa cidade, poucos ho-
mens, foram a horas mortas casa do Dr. Men-
donga, que havia nesse dia chegado a essa ci-
dade, e fizeram subir ao ar dezenasde foguetes
em demonslragao de regozijo pelo descalabro
que tinha soffrido na sua eleigo pelo Io distric-
to esse distincto Rio-Grandense, e depois diri-
gindo-se a typographia do Orado do Sul que-
oraram-lhe os vidros com pedras que atiraram.
A imprensa lera denunciado quaes os autores
dessa infamia, que alguns attribuem a vingan-
gas particulares, e que outros ajuntam alguma
cousa tambem de poltica. O que lhe asseguro
que tanto o presidente como o chefe de poli-
ca tem expedido enrgicas e terminantes ordens
paro syndicar-se do facto, e cont poder na se-
guinle dizer-lhe que nao ficram impunes os
autores de um insulto to ignobil, feilo um
dos mais distinctos fiihos desta proviucia. qoe
lhe reconhecida por muitos e muitos jusios
motivos.
_0 Commercial do Rio-Grande fez admoeata-
goes presidencia portervindo a Porto-Alegre o
vapor Proecfo, da companhia de reboques,
quando haviam muitos navios a entrar e a sa-
bir a barra impraticavel, comquanlo pelo con-
trato feito com o governo o encarregado desso
servigo possa fazer duas viagens por mez a Porto
Alegre 00 vapor da maior torga; comtudo a pro-
cidencia, sompre solicita em atteoder s necessi-
oades do commercio, vai eslabelecer as occasies
em que sem prejuizo do servigo essas viagens
devem ser feilas, snbmettendo-se esse accordo
deliberaco do ministro da marinbs.
A presidencia encarregou ao Sr. Werna, offi -
cnl de marinha, da desobstruego do rio Jucu-
hy e a eoQCgo de boias nos pontos em que
eram reclamadas; osse servigo vai em anda-
mento, e com a su conclaso muito ganhar a
navegagao constante que se faz por este ro.
A opposigo fez aqui carga presidencia, por
nao ter mandado ainda explorar a navegagao do
Rio das Antas, e no enlanto quando taes aecu-
sagoes se faziam j ella havia expedido as ordens
necessarias, encarregando ao capito engenheiro
Arruda dessa commisse, e de marcar um pont
apropriado para urna povoaco que torne mais
fcil a communicago para a Lagoa-Vermelha.
Tambem foi motivo de aecusago a nomeago
dos membros de um conselho que tem de julgar
O eapitio de guardas oacionaes Mazarm, por
nao_ ter apresidencia nomeado para elle o Dr.
Sayao, e ter nomeao majores, onde haviam
tantos tenenles-coroneis e coronis. A pfeAiden-
cia nao nomeou majores e sim tenentes-coroneis,
e a respeito do Dr. Saya nao o devia nomear,
porque sendo o director do partido a que em Ca-
gapava perlence o capito Mazarm, o seu juizo
nao sena desapalxonado.
A presidencia, conforme as ordens do governo,
trata de obter casa nesta capital para a escola
militar ej que nelle fallo entendo dever dizer
que ao governo convem tratar de organisa-la
convenientemente de modo a sitisfazer as exi-
gencias da nova reforma ; assim o regulamento
especial, a nomeago dos lentes que devem defi-
nitivamente reger as cadeiras do Io e 2 anno sao
de indeclinavel necessidade, porque actualmente
nao se sabe se a escola continuar a ser o que
era ou se mudur de face.
Chegou o vapor e nelle veio o novo inspector
da thesouraria ;o Sr. Wanderley. O ex-inspector
Triodade dizem-me seguir no seguate vapor.
Daqui a quatro dias deve reunir-se a nossa
assernbla provincial. Veremos o que faz. At.
outra vez.
(Garla particular)
Santa Gal 1 r arina. .
Desterro, 8 de margo de 1861,
Em urna das minhas ultimas notei-lhe, como
singular e virgen) nos aonaes eleitoraes desta
provincia o facto da duplcala da eleigo na pa-
rochia de S. Sebastio do Tljuca; pouco depois
noliciei-lhe a duplcala da Laguna. Terminada
porm a eleigo secundaria, quem mais poderia
pensar que nova duplcala ainda se dara? En-
tretauto ella realisou-se, e no da 1 do corren-
te toda esta capital vio eatarem funecionando ao
mesmo lempo duas cmaras municipaes, no
mesmo municipio ; urna composta de oito ve-
readores no pago da cmara, outra composta da
sete supplenles de vereadores no pago da as-
sernbla provincial, ambas apurando votos da
collegios eleitoraes, ambas expedindo diplomas
de deputados 1 Ubi gentium tumus ? ln qua urbe
vivimust
Como lho tenho dito, toda a cmara munici-
pal desta capital, qual compete a apurago-
dos otos dos collegios eleitoraes, com posta
de amigos do Dr. Silveira de Souza, sendo urna
falsidade dizer-se que alm do vereador Amaro
Jos Perelra, cunhado daquelle, seja algum dos
outros seu prente. Sabia-se que na apurago
a cmara escolhera, por lhe parecerem mais le-
gtimos, os votos constantes da acta do collegio
da Laguna, que funecionou com 16 eleitores, a
os da acta do collegio de Tijucas, que tuncclo-
nou com 18, vindo assim a expedir os diplomas
ao Sr- Lamego Dr. Silveira, o qoe, como 6
natural, contrariava as vistas e desejos dea ami-
gos do Sr, Luz. Eis portento as que recorre*
ram estes ltimos. .
Aberta a sesso com orlo vereadores, o cidado
Joo Pinto da Luz, a* aumplente de vereador, qua
estave presenta, julgar.do que a cmara nio es-
tar completa para legtimamente funecionar.
.


lt)
mi
11

%
ktm Afliaazz
ftlARID DI HBliMlBCO. U* SEGUNDA FE1RA 1 DI ABRIL B 1861.
\
ctaegou-se pan t mesa dos, Tereadores^JSnfiQguns fotos do* collegiot da Jaouaria e S. Ro-
MJIB1 .lilil 3IFJ.
/


raos, que nao auspeito os Srs. Lu e La me-
go], e lirando da algiWeir ornas Hons, p-laia
m cima da mesa, leu respectivo jaramealo o
tomou ausento.
Qbservando-lhe o presiden!
o oo poda admillir como supplente, nao s por
ni *a> Ssiassario, nM porque, a s-lo. naris
sttsessprtnte de vereeder mait votado do fue
elle, alo querendo aaelle scnhor decidir-se o
ttxar a bioh, a cmara oflcteu as Dr. chefc de
feKcia.Veoeisitando asua prsese*.
O asesino presidenta da remara foi a ptlaci
rendar a respeito com preaNwcia da pro -
e rollando alguna Ispo dspuis cma-
ra. tu seguida Dr. esefe de poHcia, o sue-
plente de veresdor deixou a mesa; requeren
jiorm ajara fosse chamado o supplente Mis
votado para 'completar o numero de vereadores,
iaefucaz.
Continen a cmara em seis trabalhcs, c
vendo seus adversarios que na ep u/a;ao nao ia
ella & medida do seus esejos, deliberaram c
realisaram a duplicata da cmara, cornposta de
supplentes, juramentados pelo supplente Joo
Pinto da Luz, que a si proprio se juramentara
pela maneira referid e pelo Argos confessada,
* presididos pelo sopplente mais votado Esta-
nislao Antonio da Conceigo.
JBesfarte tres diplomas de deputados foram ex-
pedidos. Aos Srs. Luz e Lamcge pela cmara
iUegitima ; aos Srs. Silveira de Souza e La mego
pela cmara municipal da capital.
Narro apenas os Tactos, deixando-lhe e aos seus
lekoret as observarles acerca delles.
Parece que o grande desidertum da cmara
eos supplentes e dar entrada na cmara dos de-
potados ao Sr. Luz para a discussao. Consegui-
ram porem sen intento pelo expediente de que
langaram mo ? Nao sei. Que o digam os dig-
nissimos, assim como quem sao os depulsdos
desta provincia.
De tudo isto resulta mais urna prova de que
ata Ierra nao tomante a itha dos casos raros,
como o disse um frade que, ha nimios annos, por
equi passou, mas tambera a ilha dos casos ni-
cos, originaes, nunca vistos nem ouvidos.
_ Hoje, depois de muitas sessoes preparato-
rias, se ni que se reunase sufliciente numero de
e^?^oi''^tJ.f-8ft87,tVerV reuTr'-se1 no'
i*de margo. Praza ao co que os odios, as desaf-
feijoes o as inimisades da quadra nao se queiram
lraduzirem leis de vinganga ou de favores a
amigos de exterminio aos adversarios. Pode a
tenttiva realisar-se, mas estou certo que a pre-
sidencia saber manter seu posto applitando-lhe
o correctivo legal. Em minba opinio a proximi-
dade em que anda estamos da hita, que Qndou
no da Io, justificara um adiamente da as-
semble* provincial, e quem sabe se breve os Tac-
tos nao confirmaram este meu juizo ?
Parece que nao apparecer na assembiea op-
potico presidencia ; os amigos do Sr. Lamego
ee mostrara desgostosos dell, mas em relac.o a
urna pretendida parrialid ule, que julgarn ter o
Sr. Brusque lomado no pleito oleitoral; dizem-se,
porm, satisfeitos com a sua marcha administra-
tiva.
Foram ltimamente nomeados lentes do ly-
ecu provincial o padre Paiva, de philosophia, e
r Joaquim dos Remedios Monte tro, de hislo-
Tia. Ambos sao dignos da escolha com que foram
honrados. O ultimo delles um moco distinelo
pelo seu saber, e que rene sua illustragao e
continuado esludo a modestia sympathica e nao
calculada.
Tambera foi nomeado promotor da comarca
Ja Laguna o bacharel Silustio Pereira da Mota.
Temos cinco comarcas na provincia, entretanto
os promotores formados era direilo sao nica-
mente dous 1 Dos termos s temos tambera um
jjuiz formado, que o de Lages, e os leigos ou
poem pedra sobre lodos os negocios, ou decidera
sem coohccimenlo de causa, e assim vai garra
v diieito das partes.
14 de margo
Chegou o Tucanlins, nada mais ha de impor-
tante a noticiar-lhe.
[Carta particular )
Minas-Geraes.
Ouro-Prelo, 6 de marco de 1861.
Por mais que desejo variar de noticias, nao o
posso conseguir, porque ninguem allende nem
falla senSo no que respeila eleiges.
Segundo o que llie lenho comaiunicadoem mi-
xihas anteriores, dava-se por conhecido o resulta-
do de alguns districtos eleitoraes, e pareca se-
ren os deputados por elles eleitos os que se lm
mencionados em varias publicaces ; entretanto
ahi surgem queslocs a respeito de alguns, e ain-
da agora vi urna cari chegada de Sabara com-
municando que a cmara daquella cidade expedi-
r diploma ao Dr. Symphronio rnn lugar do I Ir
Horta, por ter considerado nullos os votos dos 12
eleitos da freguezia da Morada Nova, anteado
collegio de Dores de Iodai, os quaes nao se cons-
tituiram collegio.
Tambera se diz que est eivado de nullidades
o collegio de Sonta Luzia, onde votaram semse-
parago os nove eleitores de Seta Lagas, cuja
eleigo resente-se da falta de tetceira chamada,
e que se (r Isso tomado em consideraco pelo
poder competente conjuoclamenle cora a questo
de Dores do Indai, o prejudicado ser o Sr. Dr.
Campos e nao o Sr. Dr. Horta.
Nao dou por averiguadas estas questes, que
apenas consigno como me foram reeridas, na-
tural que os interessados procurem esclarece-las
em lugar e lempo competentes.
O mesmo pens a respeito da eleicao do Sr.
Dr. Jusliniano Rocha pelo terceiro districto, o
qual, segundo as publicaces que acaba de fazero
Bem Publico, pode em urna hypothese excluir o
Sr. commendador Mananto Procopio : a este res-
peito porm nutro mais serias duvidas, visto co-
mo o Bem Publico nao lem andado bem informa-
do nos seus trabalhos eleitoraes
Vai-se techar a mala que lem de levar esta, e
entretanto nao chegou anda o correio deesa cor-
te; por isso concluo.
[Corla particular.}
raao^fus Oto se sabe inda em quem cahiram
e fres Ihe laca mossa o que pobliea o Dwi Pu-
Wioo, s qsl, arm de ostros muitos erras, insiste
em supprimir o nome dpSr. desembargador Pe-
4*e Cerqueira, que alias tem 398 votos. O que
admira que os encarregados desse peridico te-
nhsa sss spssl|l>losaMw I
{CmrlapmtUmlar.)
revela;! o da verdade. Ha poseo ssossroi se-
misso do fiscal Borba; mas amstgos-lse a rs-
cordacao de que ba poucos mezes smsescristss
lberaes, commendador Sonta Berros, ji arae
proposto em cmara a destitui^ao
prego. I
Querern apenas thema para suas accusaces.e
|kao .tsraWa -sispe. +*mmm ise
Pode-se considerar concluido o resultado das
leices desta provincia, tanto de deputados. como
e senador.
Do Jeguitinhonha, peridico da Diamantina,
consta o resultido dos seguintes collegios :
Eleicao de deputados (7o districto.)
Collegio de Jaouaria.
Os Srs. :
Cooego Chavas ---- 25 votos.
Bernardo de Mello. 24
Grao Mogol.
Os Srs. :
Conego Chaves...... 55 *
Dr. Frederico....... 52
Resullado dos collegiosde Montes-Claros, Jaoua-
ria, Grao Mogol, Patrocinio, Bagagem e Para-
catu'.
Os Srs.;
1. Melchior Caroeiro..
2." Luis Carlos.........
Chaves,............
Frederico Campos.
Joaquim Pedio....
Cesario. ........... 45
Bernardo de Mello. 25
Falta smente o collegio de S. Romao com 17
leilores, que aso podets mais alterar o resulta-
do, e por tanto ao os doss primeiros os depuia-
ilos. '^
Eleicao de senador.
Collegio da Jaouaria.
Os Srs. :
OUooL............. 22 rstos.
Luiz Carlos......... 21 >
Fumino......,...... 21 s
S. Romeo.
Os Srs. :
Luiz Carlos......... 9 votos.
renido.............. 8 >
Ottoui............... 5 >
Resultado de 53 collegios.
1." Firmine........... 689 votos.
Tssh dado psr SSMi'adM es swticias
raes desta fcowiucta, me psssda si ter
sarasa se sessem ssgsr s sscissncoes;
Unta ne ara Votsn* S 14 desta sr, veas
comrasesalBssa essDasser uas Ittrasm
erssder, tsrihmel me sai vostade,
qw raeiMisla, pelas pouess palarrras que esaisig-
oei na minha carta publicada no da 13 relativa-
mente 8~r"',^'^ >li e1 pelo Bem PuUico.
E' caso de urna esplicaclo. Cuoio Vmc. ob-
servara, sito morettsei essa eleicao, aera entrei
em detalhes que podessem dar a coohecer predi-
lecto por esle ou por aquelle candidato : disse
que nao da va por tncomestavel aquella apura-
cio, porque o Mes* Publico nao costuraav andar
bem informado nos seus trabalhos eleitoraes ; foi
isto apenas urna cautela de prudencia, para sao
ter depois de rectificar noticias que ti vase dado
come verdadeiras, smente por as ter lido em le-
tra redonda, caso nao se verificassem.
ftlW B ftWI Puhliff nrifl fnlhn nfrial maaaim
eu quem o conteste ao ineiro conservador, poli"
impressa na lypographia olncial, estipendiada
pelos cofres provinciaes, publica os actos ofR-
ciaes, etc.; mas que sejarn infolliveis as publica-
ces que essa folha lera feito dos resultados elei-
toraes, o que posso afoutameute negar.
Veja-se o como foram ahi publicadas as^ota-
ces da eleicao de senador, ttrlbuindo-se a nos
candidatos aa votacoes de ostros, e as de depu-
tados do 7o districto, e outros, e se reconhecer
que a materia eleitoral nao o forle do Bem Pu-
blico, para qne se possa citar como aotoridade
em taes quesloes.
G deeiais. o que Vscrava a' (casbiivesse mA vonnde a ligum carrdidatoi occuiUtr a rdade, se ella ha fJJSKafihraST
i_T^ .u6r a^^p,_,_. .^ iavor dos legti-
mos representantes do 3 districto.
Pae, pots, o 'dFtnciro conservador ficar certo
de que o correspondente deste Jornal, lisongean-
do-se tambera daquelles predicados, nao pode
ter o menor desejo de ver privado do sen direito
um distincto correligionario, cujo talento admira
e inveja, mas nao quereria tambera consorrer
com levisnas informaces para alimentar espe-
ranzas Jque nao viessem a realisar-se.
Confirma-se a triste noticia do fallecimenlo do
Sr. Dr. Francisco Abes da Silva Campos, depu-
tado eleito pelo 2o districto.
( Carta particular. J
s Patito.
S. Paulo, 15 de mar.cn de 1861.
Estamos sob a imprsso desta nova ordem de
cousas ; porm muita gente anda oscilla na du-
via se continuar o amalgama poltico, ou se
as cores scro bem pronunciadas, .para que se
possa distinguir as figuras do quadro.
A organisacao do novo g> bnete, tendo sua
frenta o Sr. marquez de Caxias, urna garanta
contra a turbulencia, e urna esperanza que aso-
sociedade brasileira se nao dissolver ao embate
do egosmo e das paixoes de todos os que se er-
gueram de sua nihillidade, amparados na poltica
do justo meio.
Vos ora os qoatro nomes que Dguram no mi-
nisterio attrahem as melhores syropathias ; mas
quem sabe se vira algum deputado sem principios
(los destruir harmona indispensavl ?
Por aqu corre que fotam convidados o Sr. se-
dor Souza Ramos e o Sr. deputado visconde de
Camaragibe, representando este o elemento or-
lista ; ambos conservadores honestos e leaos, e
pertencenle o ultimo a urna das mais numerosas
deputaces do norte do imperio. .
Oque ceTto que todos esperavam nova or-
gabisacio smente em maio, quando as cmaras
se abnsscm ; mas a corda comprehendeu a si-
tuaeio, e organisou-se felizmente um ministerio
que merecer a adheso da maioria conservadora
da cmara dos deputados.
Contina a opposiQao na assembla provin-
cial a fazer requerimentos, entretengo a gente
vadia das galeras cora fofas c banaes declamages
contra a energa e sisuda adminislraglo do Sr.
conslhelro Henriqnes. As culpas do Sr. con-
selheiro FernandesTorres, do Sr. Lopes de Leao
e doSr. conselheiro Gurgel, sao atiradas sobre o
Sr. Henriques por falta de actos proprios .seos
que deem thema a bombsticos discursos. E'a
reproduccio da fbula do lobo e docordeiro.
O Sr. Henriques tomou posse em raeiados de
novembro, e portanto no comeco das chuvas;
quer a opposico que elle seja rosponsavel pelo
essa re,
-o oa
tsdo a
pelo s
osL
Mea
*md
a.
falU
'cao regida
Uve.
da
tesa fe-
eucosssea adminis-
arverbrande ecssJesi-
asa triktuea e na rn-
ica i
iorass
eedemass
il
sn
tascao de Sr, Heodfees,
B dssdo es eceosajsi fe
sa.
ltimamente S Exc, querendo regularisar
as estaques ti sures da piuiiiitia para que o di-
nheiros pblicos possaro crescer para utilidade
geral, deraitlio o administrador da barreira do
Cubato, Belchior Francisco da Gra^a, Mariiirs,
que duraote tros exercicios e meio neo cumpria
o disposto no art 16 5 do regulamenlo pro-
vincial do Io de marco de 1848, derxarrde de re-
metter ae thescmro a roHajao de que trata o art.
22 da lei n. 35 do 16 de auargo de 1646, de mo-
do quo aa contadoria se puiesse avaliar e com-
parar a receita real da barreira com as quanlias
reclhidas pelo dito administrador.
Este acta da presidencia provara sem dwvida
agrande calumnia, por que o tdaattdstssdm: de-
tuiltido aparentado errm tjs chefes libe raes ;
mas certo tambera que em prksaEo Ingirdeve
estar o eervioo publico e a flscasacao das di-
nbeiros da provincia, psra depois se attender a
easas censideraQes de pura dompsticidade.
S. ksc. ordonou ao iospector do tnesouro que
esaminassB ee os nutras administradores e exac-
tores cumpriam os regulameritns, e que adverta-
se ao contador pela negligencia em nao commu-
nioar ao mesmo Inspector estas e outras faltas
aura de se providenciar em lempo aera prejuizo
da fazenda,
[Carla particular.)
Chegsu mais um deputado conservador,!
e Dr. Godoy; epr isso a maioria da assembla
pNifbUSl ssstsa a ser conservadora;
A apotscle, feita pela cmara municipal
de Mesy-maisi, da eleicao de deputados geraes
pele IFdistrkto, foi a seguinte :
Dr. Nebiaa.
Dr. Bmsnbs daCunha.
Dr. Casta Piase.
m Erts XSdistricto liquido, cuas csstem
Sie pesian lo deputados por esta provincia ss
mhosss:
Io Pr-til |ji Silva.
Dezemhuigidor Pacheco.
Commenssdor Rosa.
Dr. Nenm.
Dr. Rarharaada Cunba.
Dr. Costa Pinto.
vnraota ueiia^vrsia;
"Dr.FlaminoLessa.
Dt. Marm Francisco.
Estes douB ltimos sao deputados porque'
assim e quiz a cmara municipal de Taubat,
que apurou a insubsieteule e fraudulenta dupli-
cata liberal do Gnaratinguel. -
Os tete primeiros foram da chapa conservado-
ra ; e sao conservadores, em sujo numero parece
que se pode j incluir o desembargador Pa-
checo.
Quando Ihe noticiei que o Dr. Nebias nao
tinha sido eleito presidente da assembla pro-
vio cial porque nem todos os conservadores vota-
nem neile, -rriro -se euteuda -rao ampramente,
porque s ao votariam nelle os Srs. Rio-Claro
e Sautos-Cruz; e este deputado esl hoje consi-
derado liberal.
[Carta particular.)
13
Como a assembla legislativa provincial est
funecionando, devo comecar as correspondencias
por novidades desta corporaco, sobre qoem
hoje pesa a responsabihdade do mal ou do bem
que fier, se por acaso nao qu.zer seguir o ca-
rainho que Ihe apontou em seu luminoso relato-
rio o Sr. conselheiro Henriques.
Aa sessoes SSro em grande parte absorbidas em
banalidades de toda a especie; e a opposico,
que se annunciava medonha, lodos os das de-
cresce as proporgoes sgoniados I
Apenas se releva a hostilidade nos maltiplica-
dos requerimentos de informases pretendidas
diariamente I
Pelo que me parece que, a serem satisfeltas,
ser necesssrio transportar os archivos de todas
as reparticoes para a assembla.
E tal a desenvoltura em pedir informagoes,
que a natureza geral do negocio nao o isemota
da abserpeao que quer fazer a assembla provin-
cial 1
A propria olfandega deSantos nao escapar !
E' verdade que a trovoada est ajustada e
preparada para hoje, era que cometa discussao
do projecto de flxaco da Torca policial; creio
porm quo para assdio e assalto da administra-
c5o faltam opposico escadas moraes de certa
ordera.
O odio, o despeito e outras ms paites Bao
ajudam, compromettem pelo contrario qualqucr
causa, por melhor qae seja.
Que a banalidades, e a essas paixoes ruins se
tem redozido smente os argumentos da opposi-
Qao, 3e ho encarregado de mostra-lo concluden-
temenle as discusses anteriores, e o faro
certamente na de hoj, alm de outros, os Srs.
Nebias, Eufrasio de Toledo e Lopes Chaves, so-
bresanado o primeiro pela belleza da diegao, e
forca de argumentagoes que Ihe sao conde-
cidas.
Espera-se a cada momento os Drs. Rarboza
da Cunha e Rodrigo e Silva, que viro augmentar
a maioria que na assembla provincial sustenta a
administracao; concorrendo assim para maior
facilidade e promptido na repulsa dessas ques-
tes pequeninas, inconvenientes e inoportunas,
que a opposico tem trazldo para o recinto da
assembla.
Communicar-lhe-liei o que occorrer com a
imparcialidade de costme.
Est emfhn nomeado o contador do thesouro
provincial.
O Sr. conselheiro Henriqoes, querendo acera/,
estudou os diversos pretendenles, e nao encon-
traoJo-os habilitados, nao teve remedio senao
(anear rao de um hbil chefe de scelo da se-
cretaria do governo o nwjor Francisco Martins
de Almeida,
E' urna boa acquisigio para a reparlicao de
3o
4o
5
6o
7"
B*
9o
de direilo de
interinamente
c O feijao sustenta o mesmo prego que esta,
sea Usar sea pir^ stnNn de 64d o alqueire
oa de 16j| a qaarta ; o arras por prego nenhum
ha, poit nem -para remedio se encentra ; a carne
est a 61490 a arroba, c s vezes a 75680, na ra-
l Sr. Dr. Lima e Castro, juiz
Itapemirim, acha-se exercendo
o cargo de chefe de policia.
No dial" do correte elle prestas joramenm
de primeiro vice-presideole desta provincia, e
ficari substituindo o Sr. Dr. Carvalho, at trorf-,- Jor ,.,-
ayjo-s.d. e aqu sa .presente o presidente ^'^SSnd^m'^^S
OSr. br. Liraa d ssssssttsdo beaestoe
deate. e por isso nada recelamos de ana
adasassttracao.
Nesee mesmo dss s cmara municipal desta
capital procedeu i apuragao geral da eleicio se-
cundma, em preseapa n ai versas eleitssss e
altrami cidadaos do pavo.
O resultado desee trabalho o mesmo ae j
Ihe noticiamos em nma des nossas -anteeres.
isto que sao deputados por esta praviana os
Srs. Pereira Pinto e Silva Nunee com 123 votos
oeaaprou-se sea rima. nnde, portMts. 11) ; > tseesda* s 9b)48d a
arroba, ouiiMre. a libesmsitas eezes a 800
SBBSkS,
ests I9;e*at a 40 ataraeisa, ecilicat a 163
s sarta se a Id o prato; assscsr a 2*5480 a
arroba oa a 40 ae. a libra; ansa ssaadoas sssta
1|680 ; o aaso a M rs. a Irtoa. a veads^se a
t5 a arrefca; e aanaa tos* mstil! a
Emfiaa, achasao-not sdees ha*
vMede Barra, redondo mata
data-
ra. Hcando em separado" lodoso. quci^^S^cercados demil seria, diffleslds-
pelos respectivos collet "** aaraso,
-20'
No da 17 do correle, coraegarara na s cathe-
dral es exequias pelo tinado Rvm. bispo D. An-
tonio Joaquim de Mello, costa da provionia, e
mandadas fazer pelo Sr. conselheiro Antonio Jo-
s Henriques. No da 17 fui o effirio nn dia
'9 a msss "- -""gao funere, bem desempoj-,
ahaaa pelo cooego Sant* CaudUa. e encommen**
da gao.
Houve grande e numeroso concurso de pes-
adas de todas as classes; estiveram presentes to-
das as autoridades cvia, eclesisticas e milita-
res, lameem a cmara municipal encorporada e
urna commissao da assembla legislativa provin-
cial.
mo estado das estradas 1 Anda mais, quer que 1 azenda, e um prejuizo para a secretaria.
em mo curto espago de lempo [tres mezes e meio
elle Uzesse obras em ruja constrorgio se levara
mais de anno 1 Censura que sem autorisao
enmprasse o predio para o hospicio dos alienados
e arrendasse outro para as sessoes da assembla
provincial; eo mesmo tempe pergunu porqee
nao se fes a obra nao autorisada do paredo do
Carreo e ostras Profliga o Sr. Henriques por nao
tereilo oencanamentodas aguas da Canlareira,
quando nao se Ihe deu meios sutDcieotes para
isso, datando esta falta de meios do lempo do Sr.
Fernandes Torres I A opposico a mais desar-
razoada posstvel, porque v-se balda de razes
Para aggredir, procurando apenas animar-se em
seu despeito por falta de proteceo ofllcial na lu-
la eleitoral.
Os requerimentos da opposico sao inleressan-
tes, porque verso sobre negocios em sua mor
parte da competencia dos poderes geraes. E' pro-
vavel que em mu pouco lempo as assemblas
proviociaes queiram sabes a razo porque o pre-
sidente da provincia propoz ao governo imperial
este e nao aquelle cidado para commandante
superior da guarda nacional, o nomeou este e
nao aquelle para empregado subalterno daalfan-
dega.
A assembla provincial hoje o primeiro po-
der do estado!
Como se sabe, e doutrina correrte, s a c-
mara dos deputados discute e approva eleices
de eleitores. Pois bem, a opposico exige ds pre-
sidencia tudo o quo relativo a taes eleiges, e
deve-se crer que para discuti-las, e talvez aa-
prova-las, ou annulla-las Emfim tudo hoje
possivel.... '
. A cmara municipal que comegou a func-
conar em 7 de Janeiro, jtambem oceupa a il-
lustrada altengo da gente da opposico, certa-
mente porque tevs o mo gosto de preferir a acta
do collegio da capital presidido pelo Sr. capilao
Manoel Jos de Moraes, do collegio presidido
pelo Sr. senador Souza Queiroz, para fazer a a-
Para chefe deseccio da secretaria foi nomeado
o primeiro official Benedicto Antonio Coelho
Netto, tambem hbil empregado
S. Exc. apenas procurou o mrito ; e por isso
mesmo quero ver como a opposigao aprecia o
acto do governo; provavel qae encontr defei-
tos, porque tera adquirido urna queda especial
para o pessmismo, depois que soffreu a derrota
eleitoral,o mo humor nao a deixa jurgar com
j us tic a os soccessos.
Sorprendou a lodos a amosca de processo
feita era urna publioago pedido no seu jornal
contra e presidente da provincia e a cmara mu-
oicipal da capitel Ser possivel que a opposi
gao seja deshumana? O que Hie i>osso afiangar
que por ora nada existe, aoezar de que o juiz
de direito oo garanta para a cmara munici-
pal, onde ha alguns vareadores que Ihe nao se
airelos, viee-versa.
Foi emflra preso em S. Jos doParanyba o
celebre crmiuoso Barbadinho, Entrou hontem
nestacapital guardado porania escolta, e acha-se
recolhido cada publica. Suppe-se que
muito protegido de certa classe docommercio;
mas isso pouco Ihe valer, porque essa gente
uo faz parle do poder judiciario.
Continuara os correspondentes do Correio
Mercantil e do Diario do Rio de Janeiro, intei-
raraente solidarios, a pregar carapetes aos seus
amigos politlcos dessa corte e do resto do impe-
rio; descobriram agora a Torga do principiode
que a verdade a mentira muitas vezes repeti-
da, e por isso ei-los cumprindo sua missao,
ajudadqs por nm candidato gorado que, de vez
em quando, enva ao Jornal do Commercio el-
gumas extensas missivas, que sao publicadas S
pedido.
J se sabe, o Sr. Henriques nao pode ser sop-
porlado, porque, collocando-se superior influ-
encia dos partidos, nao protegeu algumas candi-
daturas liberaes, como muita geste esperava, e o
declaroa para o interior, pensando anda subsis-
purago dos votos que obtiveram'os diversos can- tontera pagsada poltica de equilibrio, para que
217 votos.
123
84 s
74
"71
didatos i depulacao geral. E o Sr. Dr. Mendes
de Almeida sempre a primeira victima sacrifica-
da as iras dessa gente I
J ha noticia da apurago das acias dos col-
legios do segundo districto eleitoral feita pela
cmara municipal de Taubal. Como eta de es-
perar, essa cmara preferio o collegio liberal de
depois se pudesse apregoar como resultado da
supposta calma dos nimos o arranjo eleitoral
entre os protegidos do governode ambos os
lados polticos I
OSr.Henriques abandonou o triumpho fis ver-
dadeiras maiorias e este o seu crime '
porque em algumas localidades
recea-se
E
pela
Guaralinguet, prehdo pelo celebre juiz depai lf*nquillidade publica, S. Exc. nao fez mais' do
Antonio Luir dos tteis I Mae ainda assim nao ta- '
2.
3
Ottosi...,........ 859
Luiz Carlos....... 768 >
Cruz Machado.... 7iO
Peaide........... 591
Carquelra Leile.. 308
UeUo Fraseo..... 207 >
Paula Candido. ..200 a
Paula Sanio.....176 a
Aotip............ 9 s
Falta smenle o sstlafiede Prata asm 21 slei-
. joe nao pode alterar mais a lista trplice, s
jaal tica composta das tres primeiros, s os
astame ordem m que ee achav.
garanto- Iba at-satttidta satis apsracso, salva
ualquer pequenadifraaoiga que posea provir de
deram preiudicar ocondidato conservador, baro
de Belia-Vista. Se a cmara dos deputados sp-
provar o collegio conservador de Guaralinguet,
serio deputados pelo segundo districto os e-
nhores:
Bario da Betla-Vista.
Dr- Lopes Chaves.
Dr. Pedro Taques.
Mas acamara municipal de Taubal prejadicou
6sles dous ltimos, e cooferio diplomas smente
ao primeiro, e os candidatos liberaes Drs. Mar-
tim Francisco e Flominio Lessa 1
Esse acto da cmara municipal trar ao menos
urna vantagern para a jostlga publica, e ser a
discussao da prepotencia de eriminotos reeonhe-
cidos em Guaralinguet, querendo primar pelo
terror de seus noos feitos.
O relatorio do Sr. conselheiro Heiriques
sss minucioso, como Ihe disse, e delle se de-
monstra qual o estado da provincia,ossorvlces
Eublieos atrazados, o as repertiges eera pessoal
i **' *m or6aa5o defeitaesat 1
infelizmente isla ama pura verdade, e ninguem
at aoje tem contestado.
Consta ese foi preso em 8. los do Farahy-
que enviar alguma forga (ha exemplo de seus
antecessores desde 1856, comeco da conerliago)
para essas localidades.resuitandod'ahi urna elei-
go pacfica,mas nao isenta de viciaos e de raudes
e d ahi as duplcalas I '
E nem comprehendo o motivo porque a oppo-
sigSo nao tem constituido o 8r. Henriques res-
ponsaivel por essa epidemia de duplcalas o
fraudes em todo o imperio, pois smente o que
falta, tal 6 o desarrasoamento Sesea gente 1
Em urna provincia cerno este, onde o. animes
estavam maiie e muito sobrexcitadas, admira a
todos a paz e ordem ase reinos so tempo das
ejeices, dando-se apenas um tacto de.agradavel
em Cacapav*. ende o delegado de policia era
liberal, que, te fosse demillido, nao teria pro-
movido a resistencia ao vete da maioria, provo-
cando com isso aa scenas de sangue que boje
todo o mundo lamenta.
Mas se esse delegado de policia houvesie sido
demittido, seria mais nm para o catalogo des
empregados dos moderados, poiires victimas do
inaugurado systema reactor 1
O Sr. Henriques, chegado de poseo provincia,
apenas se limiten a demittir.por conveniencia do
sorvico publico, e i requisigo da competente
nava^^VoL." "J"*0" a0" ,M0,U e nao se dissasso que S. Exc. quena in-
psra wBdtra-loa esta capital. tervr eOeialmente; ese elle merece censura
e im\L^^PuIUia cont1'" '?h8 smente porque sio qoiz tomar a respoosSa-
mffX V- "". P"* B6"agoi d se demissoes cotvenlentes, como deooi da
ftata pniMado pe0M p,a ** leicle tem reeonhecido. ^
^.XiV* aeto, i Kp 4e.rtta*, Pda I^S Uff^ ^ w dwl" P -
Notou-se que o deputado Paula Souza, paren-
te do finado e memoro da commissao, nao estl-
vesse presente, nem ao officio no da 17, nem
mtssa do dia 18 1 Seria por espirito de partido,
visto que as exequias foram ordenadas pelo Sr.
conselheiro Henriques ? Seria o requintado des-
peito eleitoral....;
O que certo que, segundo diaera pessoas
antigs, melhores exequias nao se lm feito aqai
a pessoa alguma ; estove ludo digno do alto car-
go que revesta o finado. Fizeram-se-lheag hon-
ras devidas, formando urna brigada da guarda
nacional e artilharia, commandad pelo chefe do
oslado-maior, leneute-coronel M. A. Bitten-
court.
Contina a opposico seu miserando fada-
rio de gritar e insultar a pessoa do presidente da
provincia, valeodo-se da tribuna provincial. To-
do o mundo procura saber o que pretende a op-
posico-marchando nesse plano inclinado de des-
crdito para ella; e cada vez mais admira-se
ainda a d importancia nessa contenda
calculada turbulencia, em peregrinago constan-
te per lodo o imperio.
Se o mioisterie actual nao comprehender que
e necessario mantor orna poltica fixa e tenaz,
sera fazer concesso alguma ao espirito de revo-
lugao, que ameaga arrebatar em seus excessos
as instiiuigoes e a Irsoquillidade geral, mal con-
tinuarao as cousas publicas ; porque hoje nao ha
mais fe e confianca em cousa alguma, e todo o
mundo comprehende os males do sceplicismo.
O que certo que netta provincia a turbu-
lencia fez seu gusrtel-generai, porque apoia-se
principalmente em horneas de posigo seria co-
mo sejarn os lentes da faculdade oe direito. E
Deus permuta que em tempo o governo imperial
coraprehenda o perigo da situago actual das
cousas nesta provincia, nao se dobrando ante exi-
gencia de qualqaer especie, e nem se deixando
Uludtr pelo ruido de discursos acadmicos ees-
criptos escolsticos, transportados d-i faculdade
de direito pera a tribuna e para a imprensa. A
historia esl cheia-de uoessos funestos huma-
mlade, oriundos seropre de opinioes adianladas
dos psoleasores inoeulados em inteligencias no-
vas, e pouco praiics do mundo.
Comegou no dia 15 a primeira discussao do
projecto de ixagao da forga policial, e passou
sem debate a segunda, que comegou no dia 16,
orando em primeiro lugar o deputado Jos Bo-
nifacio, de quom se esperava melhor discurso.
Lsse deputado continuos hontem o seu libello
aecusatorio contra a administracao. Foram dous
discursos oleramente dsalinhados, sem nexo e
sera um pensaraento director, a nao ser o des-
peito pela derrota eleitoral fModavia parece que
a opposigao receia discutir o procesto eleitoral,
porque o desmascaramento seria immediato, e
seus planos nao teriara succesjo por occniao da
venticagao dos poderes, sendo j oonhecidos.
toi removido para a comarca da Parahy-
buna o promotor publico desta capital, Dr. Vi-
cente Mamerto de l'reitas, por isso que, embora
habilitado, nao podara exercer aqu convenien-
temente o cargo pelas odiosidades que adquiri
no tempo em qua.redigio o insuituoso Publica-
dar Paultstana. Para substitui-lo nesta comar-
ca foi nomeado o bacharel Frederico Brotero, k-
mao do fioado chefe liberal Dr. Joo Brotero e
filho do conselheiro Brotero. Eis a tendencia
exclusivista e reactora do Sr. Henriqnes I
(Carla particular.)
ESr-IKlXO -SAMO.
Victoria, 4 de mareo.
AsIO horas da noite de 25 do passado aqui
fundeou o vapor S. Matheus, e entre as noticias
que nos trouxe causou geral sorpreza, e mesmo
desgosto, a remogo do nosso presidente para a
provincia do Cear 1
A nao ser urna prova de distinego que o go-
verno imperial quiz dar ao Sr. Dr Souza Carva-
lho, nao havia razao para lio repentina oiu-
danga.
A quadra eleitoral, que faz naufragar qoasi
iodos os presidente, ai pelo ,Sr. Dr. Carvalho
atravessadaeom tanta prudencii e lino que con-
tra elle urna s queixa nao se levaotou e nem
se poder levantar com justos fundamentos.
nata vista o que os orgoa de ambas as par-
cialidades polticas desta provincia acabara de
manifestar acerca de sua reroogao.
Jlogo-lhe, portanto, a- transcripeo dos dous
seguinlet trechot, sendo o primeiro do Provin-
ciano o o segundo do Correio da Victoria,
i" O Exai. &. Dr. Carvalho, actual presi-
dente desta provincia, foi oa mesma qualidade
removido para a do Cear.
E' urna noticia que not centrista bastante,
pois estavames muito satisfeitos com o Sr. Dr.
Carvalho, qae i sua inielligencia superior rene
carcter nobre, illustracao, energa, rectido e
probidade.
< Feliz se dever considerar a provincia que
Itver um administrador com qualidades to su-
blimes.
Damos parabeni, portanto, a provincia do
Cear pelo seu novo presidente.
2o t Consta-nos que S. Exc. o Sr. Dr. Carva-
lho, presidente desta prerviecia, foi removido pa-
ra a proviucia do Cear.
Damos perabeos ao nossee irmos do norte
pela acquisigo de to distincto administrador.
Os ltimos dias da admieislrago do Sr. Dr.
Carvalho foram sellados com facas de grande
utilidade publica, por assim Uae permittir o es-
tado mais htongeiro em que ae achara os cofres
proviociaes, gracas so zelo e economa de S.
Etc., coadjuvado pelo iutpector da fateoda pro-
vincial.
Algumas obras foram mandadas concluir, e
outras continuar, entrando nestas o cemiterio
desta capital, que S. M. o Imperador se digoou
auxiliar com a quantia de 1:000$ quando tiremos
a fortuna de ve-lo entre nos.
A proposito: deremos noOciar-llie que assas
tem sido festejado o anniversaxio da honrosa
visita do nosso augusto soberano a cada um dos
municipios deca provincia.
Tambera o espirito publico muito se regosijou
com o recebimento dos delicados ramos de flo-
res que S.. M. a Imperatriz oflertra a Nossa Se-
nhora da Peona do convento da villa do Esoirilo-
Santo. r
O respectivo guardlao os collocou na sala
principal do Sr. Vanos onde toem sido exami-
nados pur gran de o omero de pessoas gradas.
assim foram tomados
gios.
6 de marco
At hoje nao volton do norte o vapor S. Ma-
theus, ero duvida porque perdendo as mares da
la cheia est esperando as da nova para sabir
do porto da cidade do seu Dome.
Dos queira que seja esle o motivo da demo-
ra, e nao algnm sinistro, como acabado aconte-
cer duaa embarcagoes de cabotagem, que all
naufragaran!, segundo as ultimas noticias. Fe-
lizmente, porm, nao temos de lamentar perdas
de vidas.
Hoje chegou o vapor Macahense, e sorpren-
deu-nos a noticia da dissoluco do gabinete do
Sr conselheiro Ferraz, pois contavamos que
elle sequr existase at i abertura das c-
maras.
Apesardo que com vehemencia a opposigao diz-
se contra elle. forgaso confessar que esse gabi-
nete prestou mu relevantes servigos ao paiz.
futuro o dir melhor do que as nossas patarras,
que alus hoje nao dever-ie-ho considerar soe-
peitas, peisae referem a ministros queja deixa-
ram o nntimr
mesmo vapor nos demonstran que o pedido
que ua nossa-antecedente fizemos aos gerentes
das Tolhas dessa edrte-e ae correio geral uo foi
allendido, porque livemos folhas al 4 do cr-
ranle, com interropcao de 7 dias, isto de 21
27 do mez passado.
As cartas ejornaes do norle, que ah deveriam
ter chegado no citado dia 27, ainda estao nos
wrro dos estafetas, em vez de nos vlrem pelo
Macahense 1
Na verdade dos desgosta que, havendo vapo-
res para c-duas vezes por mez, se nos remettam
carias e folhas polos estafetas de Ierra ; e por
isso que diversas pessaas que conhecemos teem
deuado de assigna-las.
fc' um favor to peqoenino; porque nao se
nos na de fazer ?
Vejamos se esta replica merecer mais atlen-
co ou melhor deferimenlo.
11
Uontem chegou do norte o S. Matheus, o ho-
n Pira ah' se8uir. levando seu bordo o Eim.
Dr. A. A de Souza Carvalho, a qoem desejamos
feliz viagem e o futuro de quo digno.
Atoulra vez.
[Carla particular.)
[Jornal do Commercio do Rio.)
Bahia, IO de marco de 1861.
Pelo acto que abaixo publicamos, foi adiada a
assembla legislativa provincial :
O presidente da provincia, usando da facul-
dade que Ihe contera o art. 2i V da lei de 12
de outubro de 1832, tem resolvido, por assim o
exigir o bera da provincia, adiar a assembla le-
gislativa provincial para o 1. de novembro do
crrante anno.
Palacio do governo da Bahia, 15 de margo
de 1861.
-18-
Acha-se entre nos vindo do Rio Grande do
Norte, d'onde natural, o Sr. Justino Pedro Fer-
reira.
O Sr. Justino nao veio de sua trra em al-
guma missao scieulifica. poltica, ou artstica
Nao.
Cora um desejo innato de viajar as provincias
do Brasil, o Sr. Justino j deu comsigo no Para,
Maraoso, Piauhy, Cear. e agora se acha nesta
cidade, onde pretende demorar-se alguns das,
no seu programma do viajante universal ecu-
noso, como o celebre piolho de que nos falla
Guliver.
O Sr. Justino Ferreira merece as honras de
tima biographia, porque encerra no seu todo um
ahenomeno digno das vistas dos que se enlro
jam ao s estudos das sciencias medico-naturaes.
Com 32 annos do idade e nastdo de pas ro-
>ustos e de estatura ordinaria, o Sr. Jusno, nao
e sabe como nasceu mais baixo do que saus pas
oolando apenas cinco palmos de altura.
Ah est toda a sua celebridade. Com esle ta-
nauno que nao parece dos raaiores, o Sr. Justi-
no tem captado a allengo do publico : e era
ouilo natural, porque a sua altura singular.
Sabe ler e escrever, pensa soffrivelmente.e
nm todos os desejos de gaohtr urna posigo : e
sm nisso toda razo, porque s vezes os peque-
1 \nos sao os que mais sobara.
1 O Sr. Jusno assigna-se para ae tornar mais
conlie.ado- o anuo ; se lbe ajuntasse das pedras
negras lalvez Uzease maior fortuna.
IHa dias dirigio-se policia pediodo um orde-
nare para poder passeiar, visto como o poro
molecal o adrairava mais do que elle quera.
O Sr. Justino tem bigode, barbas e pera, tez
morena, olhar penetrante, e prampto as res-
postas que s vezes lera alguma |traca.
Tem o tronco desenvolvido como qualquer de
seu sexo, gesticula como um orador, apezar de
que os bragos e pera.is sejam do tamanlio dot
de um menino de quairo annos.
Diz o Sr. Justino que pretende contrahir nup-
cias, mas com raulher alta, pois um meio de
naelhorar a sua descendencia. Para isso parece
ja ter consultado aos facultativos e ser por elles
acooselhado no melhor caminho.
Eraprehende agora urna viagem ao Ro, aonde,
z elle, vai reclamar pelos seus direitos ;
pro va ve I mente ser altenddo pela recommenda-
gao que leva em si. Diz tambem que contena-
se com a administrago de qualquer fazenda, e
promette para isso o maior zelo e pericia.
Apezar dos seus cinco palmos de tamanho, o
S>r. Justino tem altas ambigSes : se vesse as
humanidades tslvez que aspirasse urna posigo
pollina ; mas sabeado smente ler e escrever.
nta-se com urna administrago qualquer.
Europa o Sr. Justiuo teria a oomeada de
Na
um Town Pouce ou outro qualquer pygmeu. que
pode achar fortuna e nomeada no seio da aristo-
cracia ; mas entre nos ello s appella para a csr-
dade publica, para poder seguir a sua estrella de
viajante.
O Sr. Justino Pedro Ferreira um objecto raro
na historia das aberragoes da raga humana, e
merece alguma attengo quando se o eucobirar
nn ra, companhado de seu ordenanca,
19-
Honlera encerrou-se na faculdade de medicina
a inscripgo para dous lugares de opporilores da
seceo medica, e um para a secgo cirurgica.
Inscreverm-se para os primeiros os Drs. Joo
Pedra da Cunha Valle, Antonio Joaquim Rodri-
gues da Costa, Joo Jos de Araujo Urna e Joo
Francisco dos Res.
Para o 'segundo os Drs. Antonio de Jess e
Souza e Joo Francisco dos Res.
A faculdade oceupou-se na congregago de
hontem do aviso do miaialro do imperio, relativo
aa preenchraenlo do 3* lugar de eppesitor da
da secgo medica e resolveu adiar esse acto do
governo eoaquanlo Ihe raostrava a ioexactidao so
bre o modo porque liona o mesmo deliberado.
Essa resolugo da congregago foi a mais coa-
veniente, visto como em tal questo eslava alta-
mente inleressada a sua dignidade, entretanto
que o governo havia assim resolvido tomando por
base inforraacea inteirameotofalsas.
E' de esperar qua esclarecido por maneira re-
gular approve o alvitre lomado pola congrega-
-20-
De tuna carta da villa da Barra, datada de 15
de fevereiro, exlrahimos o seguinte:
Os generas alimenticios, que muito e muito
lem escasseado. continuara, quando appareceos,
a vender-se no mercado por pregot iocrivelse in-
teirameute fabulosos 1
< A farlnna qae j mu dEdlmente obtem-se
em pequeninas quantidadaa, para aqui Irazidas,
ou em alguma barca que ainda aporta do Salga-
do, eu em alguma carguinha dos Brajas de Santo
Antonio. OlhoU'Agaa a Japira. est cususas o
alqueire 8lj>920, qae vem a sabir a aserta a ris
2Q480 e o prato ou 16a parte desta a IJ380, e
pen.a-se geralmosta mis em breve ella tubri
al a 29.
sem e.perangas de melherarmos to cedo (nunca
nales Se jalao ou agosto); teodo utrelanto di sa-
le de nos aberto, com todos os seus horrares, o
verdaddko inferno de Danto ; porejae gneros nao
ha para se venderem ; dinheiro nao ha para se
comprarem estes, quando mesmo alguns appare-
c*m : logo, ninguem mais podendo se usteutar e
a sua familia, quanto mais aosse exercito de fa-
ralntos que andam petas ras o pelas casas, co-
mo se 'ossera nuvens de gafanhotos. a conse-
quencia necessaria aera um htallivel desespero
com todo o seu hediondo cortejo de crimes e vi-
cios, como o roubo que em grande escara jt tem
apparecido, seguindo-se aludo Uso urna crescida
mortalidade sas citases menos favorecidas e abas-
tadas.
28
Hontem so mero dia lu o amagada ama pobre
preta na ladeira do Alve, per nm catre de ma-
deira que aubit para a obra do Sr. conega Perei-
ra de Souza.
O feitor subir adianto, deixando o carro en-
tregue a um s preto. Chegando a meta ladeira, e
faltando aa forga* aot miseros anvmaes, descam-
hraai bula o tarro por aiu aoaixo com grande
vuiilo. A infeliz preta vendo o perigo tenlou ga-
nhar a porta de ama casa prxima ; antes porm
que o consegui.se, cou entaUda entre a parede e
a irazeira do carro, a ponta de urna viga enter-
doo-se-lhe no lado esquerdo do peilo, fructuran-
ro-lhe a clavicula e tres coatell.s, e abrindo-lhe
na pelle um rombo por onde entrara esahia oar
em baforadas. O derramaraenlo de tingue foi in-
significante, mas a suffocacao era das mais vio-
lentas, e enobeu de eonsternago as numerosas
lestemunhas desta fatalidade.
A desgragada era forra, cbamava-so Bernardi-
na Mara e servia n'uma casa onde nao quizeram
receb-la neste estado!.... Na ausencia da auto-
ridade policial do lugar, resolveram os vizinhos
conduzi-la para o hospital da caridade, para on-
de foi agonisante, e onde suecumbio dahi a al-
guns instantes.
O Diario j noticiou ha tempos um accidente
semelhante occorrido no Caminho Novo do Ta-
boo, e fez algumas refletdee sobre a necesslda-
de de prohibir as conduegoes era carros por la-
deiras ingremes. Cremos que esle novo, e mais
terrivel exemplo, nos dispensar de renovar o
dosso pedido policia, alim de que nao lenha-
mos de registrar desastres qae se podem evitar.
Nao s se animara os conductores a subir com
carros puxados por bois e cavados por essas te-
miveis ladeiras, mas earregara por tal forma os
pobres animaes, que s a forga de varadas e de
azorrague os obrigam a fazer o que nao podem.
Curopre que a autoridade vele pela seguranga de
quem transita pelas ras da cidade, e que adop-
ndoprovidencias que evitm calastrophesiguaes
acabe tambem com o coslume brbaro de se exi-
gir de traeos animaes, a poder de castigos selva-
gens um servigo superior s suas forgas.
OSr. Dr. chefe de policia segundo nos consta,
ordenou ao subdelegado de Santa Anna que to-
masse conhecimento do fado, e procedesse na
forma da lei contra o sea autor.
26
Tiveram lugar hontem as corridas do Jockey
Club no Periperi, como eslava annunciado.
A concurrencia foi diminuta. Nao tinha sido
bera escolhido o dia : era o primeiro da semana
sania. Em um paiz catholico esta semana ve-
nerada como o deve ser. Apezar de ser o dia do
juramento da constituigo nao poda ser um dia
de festa, porqae arja a semana maior. Por esse
motivo Toi mu pequea a concurrencia para as
corridas.
1* corrida ao meio dia. Premiobolsa da es-
trada de ferro.Distanciameia milha. Ganhoa
o premio um cavado castaoho de nome Chance.
Montava-o um Jockey de aqueta azul. Era o
Sr. Benn conhecido no Jockey Club pelo nome
de cavalleiro syrapathico.
Foi o immediato o Volunteer, cavallo mellado
caxito, montado por um jockey de jaqueta azaL.
booet azul e branco. Tinham entrado no pa-
Teo 5 cavallos ; alera desses 2,os Doctor, Napo-
leo e Celera.
2* corrida 1 hora. Distanciaurna- milha e
um quarlo.
Ganhoa o primeiro premio o Abdelkader, ca-
vallo preto. Montavt-o um jokey vestido de
braoco e verda. Era o Sr. Amaral.
Ganhou o imraediato pernio o Candidato, ca-
vado alaso-escuro. montado por um jockey ves-
tido de cor de rosa.
Alm desses dous. entrarais mais dous caval-
loso Express e o l'iraj.
A teroeira corrida comegou s duas horas. Pre-
mioBolsa do Club. Ganhou o premio o Volun-
teer, que era montado por um jockey de jaqueta
azul, bonet azul e branco. Era o Sr. Lackett, qae
dizera ser um ex-soldado da Crimea. A distancia
foi meia milha por tres tres vetes.
Foi immediato o Piraj, montado por um joc-
key de cores roseas.
Oeixou de entrar nesta corrida o Chance, por ter
ganho o primeiro premio na primeira.
A's 4 horas a quarta corrida. Era o premio
Contractor's cup.Distanciaurna milha.
Foi o vencedor o Scamp, cavallo russo, em que
montava o Sr. Beo.
Foi iramediato ao vencedor oMonarqae, ca-
vado preto, montado por nm jockey de roupas
com manchas cor de rosa.
Nao houve corrida de esquipado.
Parece-nos que se o fira das corridas em res-
peito sua utilidade hysiologiee, e o mediora-
aaento das ragas dos cavados, nao deve o jockey-
clob supprimir das corridas o esquipado.
27
Hentem, das 10 dar 11 horas da manha, fez o
forte do mar sianal de embarcagio em perigo
dentro do porto. Foi a sumaca D. Uaria feliz
que havia encalhado na restinga do dito forte :
mraedialamente foram soccorros da capitana do-
porte, arsenal e navios de guerra, e mediante a
primeira espa qae se empregou, tirou-se do la-
gar era que eslava sem soflrer avaria alguma.
Abri agua e foi a pique, por descuido do dono
ou sea procurador, a sumaca Flor de Valenca.
Consta-Dos que imraediatameato se Ihe fez pela
capitana do porto a competente intimacao para
que na conformldade do art. 40 do regulamenlo-
respectivo fosse lirada do funo.'aflm de ser en-
camada para desmanchar ou concertar; previoio-
do-sedeque tambem na conformiiade do art.
41, se se passarem 15 dias e o nao lverem feito
se julgar abandonada, em cujo caso a capitana
tomar a seu cargo trabalho e proveito, fleando
entretanto o dono sugeito a urna multa, que cu-
bra as despezas do caso de dficit.
[Diario da Bahia.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERNAH-
BIJCO.
Rio de Janeiro 22 de morco.
Na* vesperas de comecarem ce exercicios pie-
dosos da semana santa que a igrtja catholiea ce-
lebra em todo o mondo, t correspondente po-
ltico sente-se naturalmente acanhade em entrar
na narraca da assurnpto profanes, e mesmo al-
gumas vezes herticos, j pelo receio de desviar
o seu espirito da caotemplacao dos sagrados mys-
terios da paxo, e j para ais offender a sus-
ceptibilidade religia.a dos seos leitores, 4 cuja
presenca provavelmenle chegar esta carta 00
momento mesmo em qae elles se deven Sobar
mais oceupados da veneraee e dot tymbetat da
redempeo moral do Somera. E todava como at
*a cossss atis profanas toem mi extasada. im-
periosas, forgoso que, mesmo asesa*, lita dtas
alguma eenaa de ese psr nssi teten a 11 tifio
nestes ltimos qaitue dias, e qee principalmente
boje o faga com as aloes em amas e a mao na
coascisacia : seta e ze-lo e nao Bear em Calta.
O mioisterie de 2 da naarco continua ainda is-
eomplsto as pesaos!, mas sem por isas o servigo
publica tem padecida son a intarmidade dttpss
tai que ettas stads tsmdetw, psusjUBsta assti-



i____------------------_--------------_________ x
m m)tem, ni**, i dk awwl oh 4.
Mf^.q ?8tem >eu CTrS twmredobrado de
dS ed*"^PBa*arem dignos
aaeonHanct d corae da aceitadreque teem li-
at'i00"0" U da opioiao pohlicav e para
que se Dio cotaheca a falta de* ministros comple-
f. e^Mkao P,lM n*<*oa reeebidoa, pala
^tfedaepassaaepeUdacliaaco do* a-
mes,-: quemo .q expedienta real dos negocias est
*uae pcttenchlda, a alo he pa* om queixa* a, re-
A fcoposilo disto lembra-me que o Sr. Vie-
conde de Albu/xuerqu* dia eaa 1847,,cora os seus
carteado os procesaos Despectivas coa mii| m-
leia traoquillidade ; senda esta a primeira raz
que Sergipe tere a ventura de exercer cora mala
plenitude a liberdade de seu roto na escolba de
seus representantes.
As eleigoes que acabara de concluir-se fonim
perfeitamenle livre, grabas a imparcialidad* e
respeito de V. Exc. le e liberdade, deixando
que o voto puco e expontaaeo do poto se matti-
fesmesa aera o menor coostrangamento.
Este resollido lio liaongeiao e t3o grate^ana-
semblk- por- jarte d> provinda* tona na mais
PWtjWoe repentes de bom 8ease quaaoo tinha subida eMsijHac7 e maniesWoi*. poa issc a
f*^t!^1^i*<>"**V"ov*\h* sa grafio. regW, na. auo.e.T*p7oladI
aav*> cuidado nao erara, aa pasta que tinha e
aira aqoailas que nao tinha.
qu* elle provou que dizia ver-
K o caso
dade.
Pelas informac/Sea que leoho ne ae pode anda
asseverar com certeza quaes-sajara os cidadios
que de vera completar a organisagao do novo mi-
nisterio ; continuarse a fallar era differeatesne-
mes mais ou menos provaveis, e creio que o do
Sr. Visconde de Caraaragibe eala em toda as
combinagoes como homem da importancia real e
influencia legitima na epiniao publica das provin-
uma pagina meraorarel. e sobremodo honrosa a
tembranea de V. Exc. que ficar* gravada no coca-
?aodos.bons sergjpenses, que. assim procurara
pelo modo compativel com as suas forjas tecer
gostozos a cerda immarccssivel de gloria, que
com razio e justica tem a honra de cingir na
ronle digna de V. Exc.
* Se V. Eic. Usa captado a consideracao e o
amor do povo pola maneira com que Ihe soube
resppitar, e garantir o saato direito da liberdade,
nao menos lhe ha adquirido a estima por sui sa-
edoria a equidade na gerencia de oulros ramos
cias do norte Em lodo cas, porm, cerlo que | do publica servico.
!!Siiwno ** completar sa nao depois de Ufana-se a assembla por ler occasio de tes-
consiiiuids a nota cmara, comei lbe teabo emunhar a V. Exc. seu reconhecimenlo pelo
fi u "?1*. W* ^ bm tu Pr "elhorar o seu en-
aa e cennecido o resaltado das eleicoes em lado llnanceiro.
quasi todo o imperio, e nao solre dutida que a Ella admira o quanle tem V. Exc.sido incan-
Dnyaionomia da nova camaca decidida-mente *a#el na economa das rendas publicas, e na dis-
conservadora, o quema parece estar muilo da tnbuigSo equitativa dos ordenados dos servidores
acord e ser coherente com a poltica miaiste-da provjncia.melhorandoassima sorlodaquelles,
Hat. Ol llhralAB ila nnau imnvanaa mA^MM 1.1(1110 h f. 11 a A, ..----------. *.-------------------- ..._...
<* 0/0. no segunda a 6 0/9 a*aaas.
Agurdente.Venderam-sa 30 pipas de W
gresa5 pata.
Assucar.Oo Alfredo de Perearabuce vende-
cam-se em deposito 25 barricw e 150 meias 4b
branco a 17 rls. L e 403 barricas de peraeir
o^ijWaae mascase a tQ 3/4 rls. f.
Fumo.Venderam-a* 300 rolos a % \/i 7
rlavf.
Hatte.Da Agwa Ai Praia retalhaaasa-se 600
surroes a 54 e 55 ps. ra/c despachadas, e do
Baml6 venderam-se 800 dito* a 56 pe.
Ato de Jantiro ii de merca di 1861.
Cambio.Londres : 26 t/8 e 25 1/4 d. a
^"^Cruj, paria. r4ar, 80 anaes, rlwi-
ata tiamo.
Joaqaina, branca, & ano os, tosse coarulsa.
- ralleeera durante a semana 40 pesoes,
sendo ; II horneas, malhers e 14 prvulo
tures: 1 horaens, a mulaersa e a prvulas es-
cs.
m
Communicados.
Os liberales da noaas imprensa moslram-se
desaoimados', o quo bom ae conhece pelo seu ai-
lenrio apazar Jas provocarles constantes quo lhe
faz o Correio da Tarde ; mas eu descaadlo muito
delles, que sao ra;a manhosa e de hbitos incor-
rigiveis, e Jepois, ha de Ihes distar muito a tra-
gar a decepcie porjue pasearam, que fui real-
menle amarga. Veremos tudo islo esclarecido de
15 dte abr por diante.
O ministerio Caxias nao cessa de receber todos
os dias novas manifestafoes de apreso e iedica-
Qao, e no espirite publico cada vez ae fortalecen)
mais as esperanzas que sa fundaran, na saa ad -
nunistracao desde que foiconhecido o pessoal de
sua primitiva orgaaisago.
O nobre marquez de Caxias tem feito j dilTe-
rontos nomaacoe e BMdaaeaa
que, falta da peepc.o de seus vencimeatos,
vtviam aoffreado continuos tormentos.
a Sent profundamente a assombla que V.
Exc. tao depresss tenha de deixar est provincia,
instando per sua retirada sen duvida por motivos
os mais imperiosos, e que nao dado a assem-
bla perscrutar ; privando assim V. Exc. e mes-
raa provincia nos muitos beneficios que ella rom
todo o fuedamenlo tiuha a esperas de V. Exc.
que cstudanda aceradamente, entre as numero-
sas occupc.es que absorviam a atteocao de V.
Exc. as nacessiaades do pavo, e indicando ao
mesmo tempo os meios de remedia-las epror
ve-las, estar grandemente habilitado para pd-
em pratica esses meios, to lucidamento consig-
nados era em doi mais ero ditos relatorios que
ido lidos ao corpo legislativo insta pro-
no pesaoal das re-.
parlicoes da guerra, sampre com geral salisfacao : incia.
o exercito, e fzem oaais que prepara tambera. < Aiftete pois, V. Exc. por parte do povo de
e brevemente serio presentadas algumas refer- $ue esta assembla orgo o voto sincero de seu
mas importantes em objectos do servido e orga- reconhecimenlo e dedicaijo e queira a Divina
Disacio militar, de que ninguem enten Je nielhor Providencia dilatar e prosperar a preciosa vida
que elle. Urna das primeiras medidas de S. Exc.
foi tambara aposentar o director geral da secreta-
ria da guerra Cuaba Mallos, que se achava doen-
te e quast impossibittado de servir. O tencnle-
coronel Pragibe, offlcial de intima confianza do
marquez, e realmente de grandes habilitacdes, foi
nomeado para substituir interinamente o Cunha
Maltes nesse lugar. Os militares em geral depo-
sitara grande confianca no seu ministro general,
e islo j uma grande rsntagem para o serrigo
e a ordem publica.
to dia 17 do correle foi offerecidoao novo mi-
nistro da marinas che de esqnadra Jnaquim
Jos Ignacio, pelos eleilores supplentes da fre-
guezia de Santa Rita, que tinham sido seas col-
legis do pleito eleitorsl de dezembro, ara esplen-
dido iaotar no botar de Catumby, durante o qual
forara reciudoe alguna discursos e feitos ame-
rosos brindes.
Em resposta a um dea discursos que lhe foram
dirigidos, o ministro obsequiado dedaron que o
primeiro pensamento do ministerio era fazer a
felicidade publica e a prosperidade do paiz, o que
para uto empenharia todos os seus esforgos. O
certo que a cerporaco da marinha continua a
mostrar-so muito satisfeita com o seo chefe. e
que a imprensa todos os dias se faz echo deste
seatimeoto geral.
O coaselheiro Paranhos vai no ministerio da
fazcnda offerecendo novas proras dos seus gran-
des talentos e ilIuStraco, o uma assiduidade no-
tavel no trabalho para o expediente dos negocios
desta reptriicio, que todos. sabem qwanlo sao
variados o impottaates, do que resolta que lodos
efles se acham em dia. Deste modo tem elle im-
posto silencio aos seus adversarios e invejosos,
que o nao julgavara habilitado para a gerencia
dos negocios da fazenda ; e ao mesmo tempo jus-
tificado as esperancas e admiracio de seus ami-
gos, demonstrando praticamenle que est ao par
da elevada e difflcil posi(o que lhe fui confia-
da, e que sabera reriei tantn le desempeuha-la.
Para mica nunca foi isto objecto de duvida, por-
!ue coaheco e aprecio bem este distincto brasi-
eiro.
Foi exonerado do cargo de chefe de polica da
o Dr. Espcridiao de Barros Pimentel, e
corte
substituido pelo Dr. Agoslinbo Luiz da Gama.que
fot ha pouco tempo chefe de polica da Baha e
presidente de Goyas. Por occasio do sua exone-
rado receben o Dr. Esperidiio o officialato da
Rosa, o que prova que presin bons servicos no
melindroso cargo de chefe de polica da corta.
Foi nomeado presidente do Para o Dr. Brusque
que se achava em Santa CUharina, e do Hara-
nbo o major da engenheiros Francisco Primo de
Souza e Aguiar: arabas as nomeages sao boas,
segundo a opioiao publica e os honrosos ante-
cedentes dos nomoados. Para essa provincia nao
me occorre que lenha herido mudanga alguma de
importancia
O rigoroso verao vai fazendo as seas despedi-
das com alguns aguaceiros fortes intercalados
om das de grande calor O estado sanitario da
corte 6 felizmente bom. O imperador esta an-
da -era Petropolis com a familia imperial, mas
Vira corte assistir semana sania.
Do Rio da Prala nao ha cousa alguma notavel
que nos inleresse.
At piimeira.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
de T. Exc. derramando sobre sua cabeca, e de
sua fimili* torrentes de venturas como hiveraos
mister todos os que Usemos a dita de ver e tra-
tar a V. Exc e de recoahecer o seu muito mrito
o devolagao pela causa publica.
Dos guarde a V. ExcPago da assembla
l.B#ftalIva provincial de Sergipe. 8 de margo de
1861.Illm. e Exm Sr. Dr. Thomaz Alves Jnior
presidente desta provincia.
Antonio Nobre de Almeida e Castro. Ma-
noel da Silva Reg.Erico Pretxtalo da Fooso-
ca.Guilherme Pereira Rabello.Conego Elizia-
noVieira MunizTelles.
S. Exc. oSr. Dr. Thomaz Aves Jnior respon-
deu nos seguintes termos :
Agardeeo a assembla provincial de Sergipe
a felicilago qee em sua excessiva boodado se
dignou enviar-me.
Se at hoje j conservara tranquilla a minha
consciencia pelo modo porque tinha dirigido a
adminislragao desta proviucia que S. U. o I. ha-
via confiado ao ultime de seus subditos, o menor
escrpulo nao deve mais sentir, desde qa vejo
que horneas inlepeodeotes e Ilustrados se dig-
nara tfarum testemanho authenlico de que bem
tenho procedido.
J vos tenho provado que nao me furtei ao
trabalho afira de salvar a provincia de uma criso
que a ameagava profundamente ; o processo elei-
toral passou desapercebidamante ; e s depois do
desenlace de todas as questoes e que se levantou
Paris, 366 e 368 rs.
Accaes.Binco Ruret e Hypothacario, 36> de
premio.
Corapaobia de Segures Fidelidade,
19600 de premio.
Effeetuaram-se hoje saques retratares sobre
Londres na maior parte a 26 I/i 9-26 1/8 d. e o
resto a S6 d.
80,000 na quasi totalidad* a 26 I [4 d.
Os saques sobeo Pars foram hoja poaco im-
portantes a 369 e 368.
Negociarae-se um lote regular de segos do
baaeo Rural e Hypotheearta a 309 de premio,
e 900 ditas da eompanbia de Segaros Fidelidade
a IjJSOO-de premio.
No mercado de eaf nao houve mov ment.
[Jartwl do Commercio) da Rio.
Chogaram de Rio. procedentes dePeraara-
buco; 18, obriga Encantador, com 10 dias-
de viagem ; 13, as barcas Irit, cora 7, a ame-
nosa Beindeer, come; 15. o patacho Btbiri-
ot, eont 8; a i S2, o brigue-escuna Neqraet,
com 11. "
Aehars-se earga o patacho Btberibt.
O vapor francez Ifavarr, devia partir
35, s 4 horas da tarde.
Baha, 23 ni xuteo de 1861.
Cambi romano.
Londres 30 90 ds.86 1/2 por 1&000
Peris 355 a 360 rs. prj fr.
Hamburgo 680 a 700 m. b.
Lisboa : w ttO a 115 ()I0 premio.
Mrtats romano.
DoWes hespanhes 3fc a 31*500, esc.
da patria 30&500 a 313100. dem.
Patacoes brasil airo 2
hespanhes 2 3
mexicanos1900 a 1*960.
(Jornal da Bahia ).
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PRO-
VINCIAL.
Sess&o preparatoria em 30 eje
marco de 1861.
Ao meio dia reunidos na sala das sesses os
Srs. Manoel de FigueirOa Faria, Francisco Pedro
da Silva, Manoel do Nasctrnento Machado Por-
tella, Francisco Jos Fernn les Gittrana, Cietano
Xavier Pereira de BriU, Ignacio Joaquim de Sou-
za L*ao, Joaquim de Souza Reis, Manoel Coelho
Cintra, Jos Antonio Lopes, Cypriano Fenelon
Guedos Alcoforado, Joaquim Pedro Brralo de
Mello Reg, Visconde de Camaragibe, Margal Lo-
pes de Siqueira, Joao Alfredo Correa de Oliveira,
Jobo Braulio Carrea e Silva, Levino Lopes de Bar-
ros. Luiz Feliope de Souza Leao, Joaquim Pinlo
de Campos. Francisco Raphael de Mello Reg,
Antonio de Souza Leao, Antonio dos Santos de*
Siqueira Cavatcanli e Joaquim Pires Machado Por-
tella.
Occupa a cadeira presidencial o Sr. Visconde de
Camaragibe.
Procede-se a chmala, e verlflcando-se ha ver
numero legal de Srs. depotados para ter lugar a
abertura, resolve-se olDciar ao Exm. Sr.
uma voz que sera base para a aecusagio achou no dente da provincia para marcar dia e hora em cue
* a *aotivMa ..... ^,... i tera e vf |gr 0 gea relatorio.
O vapor brasileiro Cruzeiro do Sul, vindo dos
portos do sul do imperio, foi portador de jornaes
do Rio at 23, da Bahia at 27, de Sergipe at 20
e de Alagoas at 28 do correte.
Alm do que vai por extenso sob a rubrica
Interioreis o que encontramos mais na leitura
dos jornaes :
Rio de Janeiro.Baixaram, pelo ministerio da
marinha,os avisos: de 7 de marco,ordenando que,
quando em qualquer eslacio ou forja naval, os'
conselhos de investigarles acharem criminoso al-
gum fado que seja sujeilo ao eeu conhecimento,
se proceda logo conselho de guerra ; de 12, de-
clarando que os comraandantes dos navios da ar-
mada sao responsavers pelos slnstros que se de-
rem, anda raesino havendo pratioo bordo; e de
19, idera o como e quando se deven) fazer as
promoses do corpo de officiaes de fazenda da
armada.
Baha.0 que occorreu vai transcripto em ou-
1ra parle.
Sergipe.No dia 4 do correle teve lugar a
abertura da respectiva assembla provincial
L-se no Correio Sergipense :
c Hoje II ao meio dia teve lugar n'uma das
salas de palacio a recepgo da commissao que em
rime da assembla legislativa provincial veio fe-
licitar a S Ezc. o Sr. presidenta da provincia o
Dr. Thomaz Alves Jnior.
Achavam-se reunidos nesta sala os cheles
das repartieres geraes e proviociaes com os seos
respectivos empregados o vice-consul da Fran-
ca e Uruguay, Jos Narboni e outras pessoas il-
lustres desta capital.
a A commissao compnsta dos seguintes dipu-
tados provinciaes Drs. Antonio Nobre de Almei-
da e Castro, (relator) Manoel da Silva Reg e Gui-
lherme Pereira Rabelloo reverendo vigario co-
nego Eliiario Vieira Muniz Tollos e o major Erico
Pretextato da Fooseca foi recebida entrada do
edificio pelos Srs. secretarlo da provincia, com-
mandanle do corpo policial, inspector da thesou-
raria geral, inspector da alfandega e o capilao do
porto. Df pois de entrar na sala da recopcao re-
citou-o seu relator o segointo discurso :
Illm. e Exm. Sr.
Em nomeds assembla legislativa desta pro-
vincia vimoaem commissao leliciur a V. Exc, e
ribatsr-lhe um voto de graildo, e respeito pela
maneira honesta, imparcial e justa com que ha
dirigido os destinos desta provincia que lio acer-
tadamente foi eommettida ao zelo e esclarecido
patriotismo de V. Exc.
c A poca em qee as paixes mais exaeerbam-
se, a poca em que os interesses mais se emba-
tem e chocam, a poca elertoral, essa poca rai-
lndrosae que demanda a maior sabedoria, gra-
vidade, eireumspecce e tino, a assembla teve o
rve prazer de rerpassar-se calma e tranquilla,
Bem que a ordem publica experimentas* s me-
nor alieragiu I Cinco eleicdes flzeram-se drse-
te o eatto periodo da administrado de V. Ezc.
insulto e no ridiculo os recursos para aiacar o
administradora seus honrados auxiliares, quera
at eolio diriga cumprimenlos e felicilaces de
amigo.
Assim devia ser, porque o egoismo e ambi-
gio do individuo quando nao sao salisfeitos tem
sempre esse procedimento.
Na maneira porque dirigi a eleicao nada mais
fiz do que seguir as nslruccoes do governo geral
que nao tem candidatos quem recoraraendar, e
queso desejou o triumpho das maiorias e a li-
berdade do voto.
Seguindo essa poltica punha em pratica as
minhas convieges, e nio trahi o pensameoto da-
quelles que para aqu me haran) mandado.
Nao tivo occasio para fazer provincia todo
o bem que ella reclamara, e a qne devia prestar
a mais seria attencao, sobrou-me a vontade, fal-
tou-rae o tempo.
No tosco relatorio que vos apresentei veris
quaes as ideas que nutri ora bem da provincia,
que s precisara de vosso estudo e approvagao
para proJuzirem os seus fructos.
Se aqui me demorar por mais^tempo tratarei
de dar prompa execueo aos meios que sio ne-
cessarios ao bem da provincia ; siporm, como
espero, nao mo demorar, ha de vir intelligeneia
mais robnst3, braco mais hercleo, qne de certo
faraquillo que nao poda ser atlingldo pelas mi-
nhas debis forjas.
Desejo que afiancis assembla provincial
que a demonstrajio que acabo de jeetber ser
sempre para mira de grata recordarlo, e que em
qoalquer parte e em qualquer tempo s lerei um
desejo : ser ulil provincia de Sergipe, c grato
seus horneas de bem.
Palacio do governo de Sorgipe, ti de margo
de 1861.Thomaz Alves Jnior.
Fiodo este discurso retirou-se a commissao,
sendo acompaahada pelas mesmas pessoas que a
haviam recebido.
Uma guarda de honra postada ao lado do pa-
lacio prestou essa commissao da assembla le-
gislativa as honras que lhe eram devidas.
Alagoas Nada digno de niencao occorreu,
aps a sahida do Persinunga, que aqdi aportou
ltimamente.
NOTICIAS COMMERCIAES.
Montevideo, 17 de margo de 1861.
Desde o 1. do correte nota-se em nosso mer-
cado alguma animacap, tendo por consequencia
sahido da apalhia em que se achava quando es-
crevemos nossa ultima revista, entretanto os pre-
sos nao melboriram.
Os vinhos, genero de que livemos supprimen-
los impoztanles nestes nltimos dias, soffreram,
como era de esperar, uma baixa geral por essa
agzlomeracfio.
Como se deduz das vendas que em seguida men-
cionamos sustentam-se os preces dos oulros ar-
tigos na posicio anterior, apezarde serem de al-
guma importancia as vendas tealisadas na pri-
meira quinzena.
Varios carregamenlos que Itnham tocado em
nosso porto e que seguiram para Buenos-Ayres
vollaram para transaccoes aqui, o que nos leva
a crer que a praca vizinha est no mesmo estado
que a nossa.
CambioInglaterra, 40 5,8 o ti d. uor peso
correte.
Fraoga, 81 e 81 1(2 frs. por on?a.
Genova, 18 1(4 frs. por onca .
Bio de Janeiro, 300300 por ooca.
Buenos-Ayres, 1|2 0(0 de premio.
Descont.O banco Cammercial d a 12 Oi0
e toma a 80(0 o anno.
0 banco Mau d a 12 OO e loma a 8 OO ao-
anno.
Na praca, 1 0)0 ao mez com facilidade,
Fretes.Inglaterra, e couros salgados 30 sh.,
ditos seceos 70 sb., e fardos 25 sh. cora 5 OO de
capa.
Havre.Couros salgados 40 frs., ditos seceos
BU Ira., e fardos 40 frs. com 10 0|0 de capa.
Estados-Unidos.Caeros salgados li4 el., di-
tos seceos 5i8 por lab., e fardos 5 pal, com 50i0
de capa.
Brasil.-Caros secca 4 li* rls. para o Rio de
Janeiro, 5 l|2 rls. para a Bahia, 6 1|2 para Fer-
nn buco e pipas 3 1|2 pal, com 5 OrO de capa.
Agurdente. Do Eugenia de Pernanbuco
venderam-se 40 pipas de 19 a 20 graos a 96 ps.
Assucar.Venderam-se do mesmo navio 700
barricas e 200 meias do brinco de 1.a qualidade
a 14 rls., 200 ditas de 2.* a 22 Ir* rls. e 200 ditas
de3.al61j2rta.
Fariuha.-Do Favorita do Rio venderam-se
480 saceos a 7 l[t rls. e 50 ditos a 8 rls.
Buenoi-Ayra 14 de iareo de 1861.
OnS.................................. 319
DesenloNa praca om metal de 3/i a 7/8
0/0 em moeda correte 4 mesma laxa ao mez.
Dissolve-se a reunio mola hora da larde.
REVISTA DIARIA.
Hoje tem lugar a abertura da assembla pro-
vincial, cuja reuniao fra adiada dopassado para
o presente mez.
Na actual sessao uma perspectiva pouco lison-
geira se exhibe aos olhos dos legisladores pro-
vinciaes, que contamos deem remedio proficuo
a silnacao, por meio de medidas conducentes a
esse Om.
Dedicados pro/incia, de quera receberam o
mandato de desenvolver suas forjas vilaes, tendo
em vista o bem estar dosseas commitlentes.outro
proceder delles nao de esperar ; e desejaremos
que tenhamo-lo de consignar nesta Revista,
como um legado honroso aquellos que o ele-
geram.
Osados da semana santa foram celebrados
em difiranles templos desta cidade com toda a
pompa e magestade do culto divino da
chnsia, rivalisando nisto o Corpo Santo,
Rita e o convenio do Carmo.
_ Destas igrejas sahiram na sextt-felra a procis-
sac do Senhor morto, e no domingo a do Senhor
resuscitado, percorrendo ollas varias ras das res-
pectivas freguezias.
O santo sepulchro, ou a expsito do Senhor
Sacramentado era lauspereone, foi magostos em
todas as igrejag, havendo as tres supracitadas
msicas deorchestra cora recitacoes, que calavam
o recolhimcDto as almas fiis que all nao iam
por um mero costume sement di visitar as
igrejas, dando-se este phenomeno mais intensa-
mente no Corpo Santo, cujo orgo com seus sons
anglicos despertava saudades de um desconhe-
cido, que s a religiao explica, ao mesmo tempo
que acordava a dor do peccado, amortecida pela
(enlacio.
igreja
Santa
A admiaistracao do Ero. Sr. Br. Am-
brozio.
De novo rollou o collega do Cotutiiucianal
carga com a admiaistracao de Exm. Sr Dr. Am-
orojio; mas apenas mile-se feaer a introdu-
cto, que pelo tslylo revelando o hornera, j dei-
LrL o que sar a discassao da materia em
sea. proseaumento.
Todavia isto nao nos tirar o desojo de testa-
n*L2? Uct0. "ico 0 que temos.
guanaq no anno passado tomou posse dapre-
stttencia, i. Exc. nenhuns rea de sultao traziav
o aiaaa menos raoaltava semblante de quem se
juigava sob a pressao iacommodi d>um cargo 4
que eram somenos suas, ferias; e por occasio de
prestar o juramento peraete eeorpe legislativo-
provincial, por sua alUlude de dignidad, todos
os amigas do progresso e da ordem sa osgulha-
ram, poeque nelia. pareeeu-lhes ver a garantid
desses elementos de tecidade publica; assim
como emS. Exc. o fanal cujo brilho marcharia
a provincia. E esU ifltuiso popular nao foi fal-
seada, por mais que. o inculquom os arabetcos
do CoJMftttcwnaL
Qualquer homem, por'mais altamente- rotleca-
do que esteja, deve ler por bassola, ao chegar
locau^we onde tem de exercer jnrisdic^o, orna
completa, imparcialidade, como base do estudo
ao carcter do povo, que tem de governar, e de
sua maneira de pensar. Foi Uso o que fez e Sr
r. Ambrozo ao ebegar Pernambuco; mis por
esaa consagrac^o da prudencia posta em pratica,
devora ser increpado, ponto de chegar-se & ac-
cusa-lo de parcial dos mos, durante o tempo de
sea adnunistrajao K
Por renlura moslrou elle advogar candidaturas,
empregaodo meios administrativas, para ellas vin-
garem ? nao, por cerlo ; limitou-se apenas or-
denar todas as autoridades, mediata e imrae-
aiatameole, que procurassem mentor a traoquili-
daae publica e a segranos individual, afira de
que os cidadios fruissem sem coaegao desse pri-
vilegio que Ibes asseguram as leisa liberdade
do voto.
Se, aps o estudo da marcha da poltica, elle
peadeu mais ou raeoos para um lado, nao foi por
ferio para aquello que procuren postergar a lei,
e cobnr de opprobrio os briosos cidadaos, e anda
menos para o d'aquelles habituados serem pro-
tegidos em suas fraudes escandalosas; mas sim
para a dos horaens sensatos de ambos os lados
polticos, amigos da ordem e da prosperidade da
provincia.
E quem sao os inimigos actuaos doSr. Dr. Ara-
orozo r A opioiao publica os designa como os
Domen habituados locupletarem-se com os di-
niieiros da provincia, como aquelles quem sao
ooitrerantes os meios empregados, com tanto que
consiga os fins. Para esses. sim, a administra-
gao do Sr. Dr. Ambrozo foi um hanivel mal; e
por ifsosuas tras se accenderam, produzindo des-
te estad efervescente a exlravaso de bilis, qe
se nota loaos os dias nos jornaes desta cidade, as
correspoadencias escripias para os das demas
provinciis, e at para Portugal.
Querea faetos comprobatorios d) que asseve-
ramos ?
Vejam-e'os,
Outr'or constru3m-se obras em seculos, e
afinal Qcavam, pde-se dizer, por eoncluir, visto
que,.aperes entregues, precisaran) do reparos ;
de prseme sahem ellas de repente das raaos dos
coniratadres por metade de pregas hbulosos de
lempos passados e cora seguranga.
E nao strisso um beneficia real?
Se a seguranza individual foi assaltada, se se
commelieram criraes durante as eleicoes, quem
foi que os praticou ? Deixou a presidencia de fa-
zer persegiir os criminosos, qualquer que fosse o
seu lado pulitico ? Olvidou ella osprincipios de
justtga e efuidade ? Nao, cortamente.
Esses que hoje gritam que a torga interveio
das eleicoes, esjuccem de cerlo quem pediu que
fosse ella enviada s portas das matrizee, olvi-
dara quem protestou que sem ella estaran) em
pengo suas vidas.
Sempre e toda a hora os membros de am-
bos os partidas affluiara palacio, durante os
calorosos dias de eleiges. e pediam garantas
para suas pessoas. e para o trabalho que execu-
tavam ; e na alternativa de manler a ordem ou
de abrir praga anarchia, o que devia fazer a
presidencia, que s tinha todava em vista a paz
publica e a concordia entre os Pernambucanos ?
Deveria cruzar os bracos e deixar soffrer o ci-
dadao quo ia licitamente exercer o seu direito,
sendo victima do punhal ou do ccete daquelles
que s qoeriara vencer, qualquer que fosse o
meio ?
Nio
lo, s espere em ftaus qee a pretendida prodiga-
d ticaz tan nullifiea4a quanto j ficoua sup-
pesta alienagio mental.
Recife, 30 de margo de 1861.
^^^ Joaquim Ceelho dr lima.
Fubtieagoes a pedido.
A Associaeao popular de Soccorro Mutuos,
Vde aulonsado em sessao da assembla gera
ao da si de evereiro ultimo, a uma commissao
de seu seio para solicitar de Exm. presidente da
provincia esclarecimeotos sobre a verdadeira for-
Ci e lgitim iulerprelagao do 6 do arl. 32 do
decreto n. 2711 de 19 de dezembro de 1860. o
tendo a mesma commissao podido realisar o fim
de sea missao, obtendo a acertada deciso da
presidencia.
A rectora desla associaeao julgo* con ventea.
te dar publictdaJe nao s do requerimento apro-
sentado pela commissao que abaixo se v, como
tambera da respectiva declarago, afira1 de que
chegue ae conheciuenlo de lodos os socios que
nao comparecem com assiduidade aos trabathos
da niesm, arredaqdo-es por esta forma do esta-
w de tfuvidas do que se acham possuidos.
lita, e Em. Sr. A Associaeao Popular de
Soccorros Mutuos estsbelecida nesla cidade, de-
ejan do era sudo marchar de accordo com os ttos
phtUnlropicos de sua ioslituigao, e rarntinhar de
accordo cora as leis e os regulamentos que tem
do espedidos relativamente s associaces de
guaee naturezas, temeu a deliberacao de vir res-
peiloaameute consultar V. Exc. sobre o verda-
dero e legitimo sentido do 5o do arl. 32 do de-
calo n. 2711 de lO-de dezembro de 1860. de que
irata da nomeago do presidente para cada uma
oessas mesmas assecuges. Ella espera que y
Kxc-, solicito como uo que se refere ao bem
dos seus subordinados, se presUr a esclarec&-l*
sobre o eonto que oas3 a apresentar sabia con-
sideracao doy. Exc.
O ciladopiragrapho determina que sendo ele-
Kivett iodos os cargos aa Associagio de Soccor-
ros Mutuos o do presidente das ditas associagoes
aevera ser de nomeado do governo na cdrl-, e
dos Kxras. Srs. presidentes as provincias.
A primeira vista parece de simples interprela-
3 oaluteral deila disposigao, qee o governo po-
dera nomear, para prosidir a uma associagio des-
ta ordem, a qualquer individuo, anda quando
este nao pertenga ao corpo da socledade. Mas
pansa a Associagio Popular de Soccorro Mutuos
que esta nteruretagio, bem que lilieral nao pode
ser a verdadeira e legitima iniernrpianSn ,.-.. '
elaro que
associagio,
aquelles in
que porteng
accordo de ideas e i principios com lodos os
lOdffes vinagre, 5 dito? azeite de ehrelra; ex
20 barrrs e 20 ancoretas vinhos, 100 barr caj_
50 saceos farelo, 1 embrulho Hvros; a Francen
Isidoro Leal.
30 barris caree; a os Marcelino da Rosa.
l .ecos feijio ; a Luiz Jos da Costa Amortar.
150 barris szeile doce ; a ordem.
***. Obsrris eO
Krabbe Whalsly ft C
30 eaixotes reas de otra
Ramoso Silva.
secoretas vreho*;
a Manoel Joaquina.
Aieeda**0" f"el '' FrsBC8C0 Luiz d Olireiraz
SffeWxw batatas, 2 dilasH/ros; a Almeid.
Gomes Alve A C.
125ih.sceboIas ; a Vicente Ferrelra da Cosia.
150 eaixas hlalas. 60 ditas ceblas, 1 diU cha-
peos, 273 paletees brasileiroa ; ao capillo Jaira
Xavier da Fonseca.
10 gigos-vasos de louca
Oliveira.
Proncisco Gomes da
* Francisco Ta-
1 dita
ouro a
2 eaixotes- objectos de porco ;
raros da Silva.
10 barricas gesso, t dita azrelo, f caixa bro-
chas, 3 ditas vidros para botica e flor de linhe 1
dita agua ingleza; t dita man. 1 dita e 1 fardor
drogas medicmaes e livros de ouro a Joaquina
Martinho da Cruz-Correa *->?*
1 barrica pos de sapalos, 4 ditas gesso,
azarcao, 1 caixa brochas, 1 dita fezes de
peneiras ; a Joaquim de Almeida Pinto.
1 fardo fio. de linho, 2 barricas mostarda *
caixas man, 1 dita brochas. 2 ditas e 1 fardo dro-
gas e plantas medicinaea;- a Joao Soun &-C.
1 eaixole frascos de ridro, 1 dito brocha, f-
ono peneiras. 1 dito magnesia alva, 1 dito em-
plastos diversos e ungnento de briooia ; a Joar-
quim Ignacio Ribeiro Jnior.
1 calile crmor trtaro,-1 dito carbonato da
amoniaco. 1 dito drogas medicinaos e raaos d*
** Para faes ; a B Francisco de Souza.
15 barris vmho ; a Antonio-J. de Campos.
30 saceos farelo ; a Manoel Soncalves da Silvas
WMrns azeitc, 3 ditos cera em grume, 1 cai-
rotinho amostra de cera ; a Antonio Lopes Ro-
drigues. v
tbarril vioho ; a Sebastio Jos da Silva.
ilb"! de ouro '> a *oel Ignacio de OS-
veira a Filho.
1 barril vinho ; ao Dr. Fernando Affonso de
Afelio.
1 caita livros ; ao Rvd. padre Jos Antonio dos-
saotos Lessa.
_ uao pode comprehen- s
der que um individuo alheio sociedad*, e sem
laco algum que o prenda a ella, esteja no caso
de bem presili-la, e possa vir a guverna-la de
n modo conveniente.
quarrov
Aquino Foq-
As sedulas de 51] e 1^ cuja substituido ji
realisada com o descont mensal e progressjvo
de iLV0T cenl0, e,a hie "duzidas ao valor
de 3*000 as primeiras e de 600 rs. as segundas.
Mas na corte aiuda sao substituidas al o Io de
niaio yindouro pelo valor legal, ao par.
Nosabbado larde seguio para New-York a
corveta Caniat*. O lempo, eslava nublado *
chuvoso, o vento pelo S e SSE regular.
Sua guarnigao diminuio oeste porto de sete
pracas, sondo que Acarara na enfermara de ma-
rinha o Sr. 2o lente Francisco Jos da Silva
Quintanilha e 5 marinheiros e desertaran! 2.
Desejaraos ana prospera viagem nossa cor-
veta, e sua exoellente tripolagao.
-* Foram recolhidos casa de dotenrao nos
das 27 e 28 deste mez 16 homens, sendo 9 livres
e 7 escravos; a ordem do Dr chefe de policio 10,
a ordem do subdelegado do Recife 1, a ordem
do de Santo Antonio 1, a ordem do de S. Jos 1,
e a.ordem do da Boa-Vista 3.
Passageiros do vapor nacional Cruzeiro do
Sul vindo dos portos do sul: Manoel Valadio
Pimentel, Germano Francisco de Oliveira.- sna
mulher e 2 filhas, Tiburcio de Andrade Valas-
qoes, Zefcrino Pires da Molla, alfares Ignacio
Pereira Serra. dito Araintas Silvano de Briim,
Jo4uiui da.Costa Brandao, Sabino Candido Fer-
reira, D. Guilbermina Jeauioa Freir, Manoel
Joaquim da Silva Leao, Jos Joaquim de Olivei-
ra, Manoel Prancisco Alves, Joio Alves da Graga,
Dr. Francisco Gongalves da Rocba e 1 escravo,
Antonio Joaquim da Silva, Antonio Bezerra Ca-
valcanti, Bornardino SampaioSantos.D. Carmeila
Ramalho de Menezes, capitio Jos Casado da
Cunha e I escravo, Manoel de Mallos Teixeira,
Francisco Januario Corris, Thomaz Comes de'
Almeida, 1 sargento e 1 ex-proga do exercito-
Segoera para o norte :
Tenante-coronel Nicolao Tolenlino de Vas-
concellos, Dr. Joio Martina da Silva Coutinho e
sua senhora, 3 cadetes. Dr. Joo Victor Vieira da
Silva Coqueir* e sua senhora, 2 pragas de poli-
ca, 1 escravo a entregar, Manoel Joaquim Men-
dos, Diogo Gongalves de Campos.
MORTALIDADB DO OU 30.
Joanoa; parda, 5 mezes, espasmo.
Joo, prelo, escravo, 7 mezas, disenteria.
Archelon, branco, 3 mezes, gaslro tolerite.
Jos Antonio de Carvalho, pardo, casado, 60 an-
nos, gastriie agudo.
Miguel, prelo, wcravo, solleiro, 30 annos, diar-
rhea.
Ventura, prelo, escravo, solleiro, 80 annos. con-
gestao cerebral.
Marta.paxa.adias. espasmo.
2? ""*,I*i *bapa #?dd. casado.
enams, eongestaa eeneVral.
Pedro Estevao da Silva, pardo, viuvo, 60 annos,
phlbysica pulmonar.
Severiano Leonardo de Souza, paria, solleire.26
anuos, durrha.
ella devia obrar como o fez, islo acu-
dir ao reclamo publico, e garantir a vida de to-
dos, vedando o predominio de uma coaccao nova.
Ura homem que assim curapre sua missao, um
homem que por lal forma satisfaz expectativa,
sendo prompto providenciar sobre tedas as
emergencias, este homem corresponde ao poder
soberano que o fez sou delegado, e nao ilea
aquem do nivel d'aquellea que at hoje nio ;.e-
diram perdi aioda de sua ijni^sonfe presenta
em Pernamhuco, como, seu presidente.
O Guarda Nacional.
No banco toma-ae em moeda correnle a 6 0/0 Joaquim, branco, 4 mete, can?ls6es.
Ao publico.
Tenho at hoje guardado silencio sobre diver-
sos fados que meu respeito tem havido nos
termos do Santo Anlio e da Escada. Ainda bojo
nada dlrei a respeito do modo por que, por ordem
de algumis da autoridades destes termos, tenbo
sido privado de quasi todos os bens que possuo,
sem ter sido ouvido e nem citado para um s dos
actos, que tem dado lugar s ordens das autori-
dades. Peranle os tribunaes do paiz lerei breve-
mente de allegar e provar o injusto e arbitrario
prucedimeoto que para comigo, a tal respelo tem
havido.
Nio posso, porm, deixar de protestar mu so-
lemnemente contra um edilal do juizo municipal
de Santo Antao, publicado no Diario de terga-
feira, 26 do crrante mez.
Por esse edita!, o juizo houve por bem deeja-
rar-me impossibilitado de fazer qualquer contra-
to, visto constar por depoimentos de testemu-
nhas e outras denuncia* que tu desordenadamente
dtsponho dos meus bens em prejuizo do casal 1
Ha pouces mezes esse juizo municipal pretendeu
considerar-me alienado, afim do privar-mo da
admtnislragao dos bens que possuo : apresentei
as mais robustas provas de acbar-me no uso e
exercicio regular de rainhas faculdades intellec-
tuaes, e assim consegu nulliflcar o plano contra
mim urdido, julgando o mesmu juizo Improce-
dente a aegio intentada.
Agora, perm, que me achava nesta cidado Ira-
lando de propor aegao de nullidado do meu casa-
mento, aproveitam-so de minha ausencia, dao-se
denuncias, e inquirent-ae testemunbas, sem que
eu fosse ouvido, e neta mesmo cilado para tal
fim, e conclue tudo o juizo expediodo o edilal j
cilado!... 0 mo xito da accio de alienacio
mental deu lugar a de prodigtlidade, e como
aquella fosse deslsuida pela minha presenga. esta
foi cautelosamente promovida sem a imprevi-
dencla de citagao feita mira.
Carantindo, pois, a veracidade do que ca ex-
poslo1, assevero ao publico que nio tenho dispos-
lo de oulros bens que possuo, que nao sejam uma
negrinha de 11 a \- annos, e algumas vaceas e
bois; o que islo mesmo tenho feilo pela lorga da
necessidade de suslentar-me e conservar o qne
anda possuo no engenho Pacas, em que resido,
visto ter sido privado dos meios de colher a sa-
fra presente, por estarem quasi todos os meus
escravos. fra de meu poder e distantes do mea
engenho, recolhidos ao termo da Esc.ada, onde
nao tem sido posstvet dar-se cumpriraenlo s
precatonas para ahi expedidas com o Rm de me
serem os meamos restituidos por aquelles qee os
tiraran) do meu poder.
A i*4?. Io Prtt,eslo ediUI citado, igualmente me cabs protestar por
todos os prejaizos qae tenho soffrido e soSretei.
em virlude de ardeos das autoridades, o* al
hoje tem allendido aos caprichos e vioganeas de
moeaioimigoa.
Cabe-me finalmente declarar que apenas Uve
sciencia de tal adital, constitui advogado era San-
to Aaiao, pars.padi vista e alUgar o meu direi-
Ella humildemente entende que uma nomea-
gau para presidente de uma associagio semelhan-
te pode mu bem ser feilo pelo governo d'entre
os diversos individuos que compr o quadro da
rnesma associagio, e que offeregam as condicoea
de apttdao e idoneidade para esse cargo, e nada
obstara a que de uma lista apreseulada ao go-
verno, e na qual se contivesse os nomes dos dif-
terentes membros da associagio, como proposta
sujeita ao seu Ilustrado criterio, fosse nomeado
p<. o proprto governo aquelle que julgasso mais
nabiutddo para desempenharesse lugar, compre-
hen Jido assim a disposigodo citado paragrapho
cabe sempre a auloridade admlnislratlva o direi-
to de fazer semelhajte nomeago, e deste modo
sempre se harraonisam os iuteressese os fins das
sociedades de que se trata, com o espirito e a
lorma da le correspondente.
Entretanto a associagio Popular de Soccorros
tunes nao pode saber se a iuterpretagao, como
ella a formula, a quo deve vigorar, se assim
que se deve entender ou o3o aquelle paragrapho
e neste estado de duvida, requera V. Exc. que se
digne esclarec-la, sobre a verdadeira torga e le-
gitima interpretagao d'aquelle paragrapho, por-I \ volu
KiJaS^^.*?**^ E Mills Labam & C '
1 eaixa bilhetes
H. Braraah & C.
Nestes termos a Associagao/pTplar de Soccor- d.^S" "' a"m9-
ros Mutuos pede V. Exc, que attendeudo ao
que respeitosamenleexpoem se digne diferir-lhe.
A commissao,
Joo Xavier e Silva,
Joo Francisco Marques.
Manoel Coriolano dos Santos.
Pernambuco, 26 de fevereiro do 1861.
4.a seccio.Palacio do governo Je Pernam-
buco, 9 de margo de 1861.
Declara a associagio Popular de Soccorros Mu-
tuos desia cidade, em soluga do que coosuila em
data de 26 de fevereiro ultimo, que comquanto
seja genrica e laxativa a disposieio do 5o do
arl. 32 do decreto n. 2711 do 19 de dezembro do
anno finio, que d ao governo na corte, e aos
presidentes as provincias, a f*culdade de no-
mear os presidentes de associagoes de igual na-
tereza ; comtudo curial, e conforme ao espirito
e razio da citada dispoigio, que, para taes car-
gos, sejam norneados d'entre os membrou de taes
sociedades aquelles, que, pelo canceito e dls-
tioccio de que gozam, forera dignos da escolha
do governo.
eiio conhectmenlo-do sentido em quo estas pa-
lavras devera ser tomadas, afim de que possa di-
ngir-se em seus desenvolvimenlos.
1 racca'cora cria ; a B. do Reg Barros.
Vapor inglez Tyne, precedente d03 portos da
Europa, manifestou o seguiote .
1 caixa objectos de escriptorio, 1 volumo a-
raostras ; a Prente Vianna.
1 caixa fazendas de linho e roupas, 1 embru-
lho amostras -r a Seve J Filhos.
30 caixas que jos ; a Tasso & Irmio.
2 ditas chapeos de sol, 1 dita manteletes, 1 di-
? na\ % livros' e 'olume amostras ; a Joao
Keiier (j C
1 caixa objectos de relojoeiro ; a Lous Laa-
sieur.
1 tina bichas, i ciixa papel,1 dita luvas ; a J>
Falque.
1 caixa fazenda de seda ; a D. P. Wild 4C.
1 dita livros -r a Gomes Oliveira.
1 dita ditos; a Almeida Gomes. Aires & C
2 ditas ditos, 1 jous e amostras; a F. Sau-
vage 4 C.
3 ditas fazendas ; a E. A. Burle.
2%dUas objecljs de lithographia
Willors.
1 dita relogios; a S. Blura Lechara 4 C.
. /A1'8 1ue,J3. 2 birri-.es presuntos:
Jos Gongalves de F*
2 ditas ditos, 100 barris mauteiga ; a Southall
Metlors 4 C
1 embrulho amostras; a
a Alfrei
a M.
1 cai]
A. Leilo da Cunha
Sala das sesses da Associagio Popular de Soc-
corros Mutuos, 20 de margo de 1861.
Angelo Jos Temotheo,
Director.
Joo Francisco Marques,
Io secretario.
Antonio Macario de Assis,
2 secretario interino.
COMMERCIO.
Praca do Recife 30 de
maride 1861.
\s tres oras da tarde.
Cotiice.s officiaes.
Cambio sobre Londres 26 Ii2 d. por
90 d. vista.
1SO0O
Descont de letras-11 e 12 0|0ao anno.
Leal SevePresidente.
Frederico Guimaraessecretario.
m.Ifand(ja.
Rendimento do dia 1 a 27. .
dem do dia 30.....
335:7885021
6:t21f48S
342 00956
Movimento da alfamle^a.
Volumea entrados com fazendas..
* com gneros..
V'ol umes
a
sahidos

com
com
fazendas..
gneros..
33
291
------324
69
17
------ 8?
bola-
Descarregam hoje Io de abril
Carca americanaFamefarinha de trigo.
Barca brmenseMalvinamercaderas.
Barca americanaMargouth farinha e
cbioha.
Brigue portugoezFlorinda ceblas e batatal,
Bngue portugoezRelmpagoceblas, fardo e
batatas.
Brigue inglezDaatebacalhio.
Bngue inglezOdemfazendas.
Palhabote nacional Arlislacascos veaios.
hnportaojlo
Bge portugus Relampagf, vindo de Lisboa,
consignado a Thomaz de Aquioo Fooseca, bad-
festou o seguinta;
38 pipas, 24 barra e 50 ancoretas vinhos, 14
pipas e 35 barra vinagre, 14 ditos akeite de ol-
vena, 100 ditos cal. ao ditos leocioho, 12 bar-
rica limonadas em gemas, \ harnea cerveja
gaaoza. 11 volemos drogas materias inaaarai-
r. T6 caixja qer* *m vela*, a saceos brskl
rolhas, 1 IsilA- de ferro, i caixas livros. 1
ditas vidto*, 3 jumeeloa. % vaceas com crias ; ao
consignatario.
aOO.lAficos&emea. 5Qbaruaaaeit* doce; a*.
Severiaoo Rabello & Filhp. ^^'
150 caixas balalss,8t.di(cehols, 2 ditas do-
c6Mficoa, 2 ditas amendoas em vidroa. 1 dita
cluwolaj^ 81 dita* marmelada, 15 Iwrri* vicho.
para a estrada de ferro ; a E.
5 barricas e 7 caixas obras
a F. II. Harrisson.
xa ob.as de prala ; a Raymond Lasserre-
1 dita ditas de dita ; a Rabe Schraettau & C.
erabruihus amostras; a Adam30u Howie & C.
1 dito ditas ; a H. Gibsoo.
2 ditos ditas ; a Patn Nash 4 C.
1 cana louza ; a G. t. le Lefesr<.
1 embrutho amostras ; a C. J. Aslley & C.
1 dito ditas ; a James Rydor r C.
1 dito ditas; a Barroca & Medeiros.
i dito Jtvros ; a Jos de Vasconcelos.
1 diio objectos para relojoeiro, 1 bahsapatos i
a Paln Nash & C.
1 volume amostras; a James Crabttre & C.
1 caixa roupa ; a Saunders Brolers & C.
1 dita objectos de esoriplorio; a N. O Biebec
& C
1 embrulho roupa : a C J. Horrae.
2 caixas sellios; a L. A. Siqueira.
1 volume mpressos; a C. L. Cimbronne.
1 eaix roupa ; a J. Reynardo.
1 rabrulbo livros ; a G B. le Leevre.
1 fardo hvros ; a A. M. C. Soares.
1 caixa semenles; a Vaz 4 Leal.
1 dito peridicos; a ordem.
1 dito amostras de vinho ; a Barroca & Me-
deiros. **
1 dito objectos particulares ; a E. H. Braman.
& C.
Exportado.
Do dia 28 de margo.
Barca franceza Solferino para o Havro. car-
regarara :
Tisset freres. 5S saceos com 327 arrobas e %
libras de algoda-o ; 500 ditos com 2,500 ditas da
assucar.
Escuna Ingleza Queen Eilher, para o Rio da
i rata, crregarara :
Jos Velloso Soares & Filhos, 300 barricas com
,129 arrobas e 24 libras de assucar.
Barca ingleza Queen, para o Canal, carrega-
ram :
Jhonston Paler & C, 2,800 saceos com 14.0QO-
arrobas de assucar.
Galera ingleza Delphim, para Liverpool, car-
regara m :
Saunders Brothers &C, 141 couros com 4,180>
llbras.
Patacho hollandez Lansarothe, para Boston,
car regaran) :
Henry Forster 4 C, 400saccos com 2,000 ar-
robas de assucar.
Vapor nacional Cruzeiro do Sul, vindo do Rio
de Janeiro, manifestou o seguinte :
1 ciixao diversas mercadorias, 2 ditos ignora-
se ; a Palmeira & Bellrio.
1 caizote impresios : a Guimaraes 4 Oliveira..
1 dito ditos ; a J. Barbosa de Mello.
1 caixa fardamenlo ;.a Bastos & Lemos.
1 catxote impressos ;a ordem. "
1 lata diversas mercaduras ; ao Dr. J. J. da
Moraes Sarniento.
1 dita roupa ; a E. P. Pereira Franco.
23 caixas diversas mercadorias, 1 volume igno
rese ; a R. C. Leite.
i caiza candelibrose mangas : aG. A. Ricard.
1 pecte diversas mercadorias ; a i. Germano. .
1 cauo machina de costura : ao Di. Julio,
Augusto da Cunha Guiroaries.
1 dito ; a Nogueir de Souza & C.
1 di lo ; a Fr. EgldioGerveco.
1 lata ;aoExm. presidente da provincia.
1 volume; a Tasso & Irmios.
1 dilo ; a Antonio Rodrigue Gomes.
1 dilo ; a Marques Barros & C.
1 dito ; a C. C. da Costa Moteira.
1 caixao ; a Manoel Gomes de Oliveira.
1 volume ;a Maooel Gomes da. Silva.
1 dito; a Jos Mara da Silva Eerrcira.
1 caixao ; a Jos Leopoldo Bourgard.
1 folha ; a Azevedo & Meades.
1 calzte ; a Joaquim Jos de Almeida Pires.
t dito ; a Gabriel Mondes Raposo da Cmara.
1 encapado ; a Palmeira 4 Beltrio.
Rrigue nacional Maria Mota, vindo de Saeta.
Catbanoa, consignado a Marques Ramos 4 C.
manifestou o aeguinta ; *
5.200 alqueires do fatiah* d mandioca ; a oi-
dam de diversas. *
Polaca hespanhota Antilka. vinda de Monte-
ol*JulnUS^W Wtar ^)U*era' "
^o^a?po?.8h,M,^n^ **? ~-


w
DLUdOt mtUBMOGO. SEGUNDA rTOA i m kMftL Dft IMU-
Barca bremense Malvina, vinda de PbUadel-
phii, consignada a i. Matheus, manife'slou o se-
guinU :
2:Oil barricas farinha de trigo, C8 caixas pan-
no de algodo azul, 41 ditas cha, 1 volume ob-
jectos para daguerreotypo, 300 barriquiohaa bo-
lachtnhs, 1 caix objecios para o cnsul ameri-
cano ; ao consignatario.
Heccbedorla de rendas Internas
geraes de Pernambneo.
Rendimento do dia 1 a 29. 53:469*899
dem do dia 30.......3:0897
56:559569
_______i___:
RENDIMENTO DA RECEBEDORIA DE RENDAS
INTERNAS GERAES DE PEttNAMBUCO DO
HEZ DE MARCO, A SABER :
Foros do terrenos de marinha .. 337JJ255
Siza dos bens de raz............. G. 195JJ854
Decima aildicional das corpora-
les de mao mora............. 30g600
Direitos novos e velhos e de
chancellara.................. 1:083$ 159
Ditos de patentes dosofficiaes da
guarda nacional................ 3330000
Diurna de chancellarla........... 7719499
Matriculada Faculdadedc Direito. 14:694#400
Mulla por infraccoes do regula-
mento.......................... 9*888
Sello do papel fixo................ 3:717660
Ditodo proporcional............. 16 371*043
Premio de depsitos pblicos.... 309*467
Emolumentos................. 25638 i
Imposto sobre loias e casas de
descontos. r........". ." 6:907300
Dito sobro casas de movis, rou-
pas, etc. fabricados em paiz es-
trangeiro............ 280*000
Dito sobre barcos do interior. 182J400
Taxa de escravos......... 4:3328000
Cobranza da divida activa .... 628*660
Indemnisagdcs........... 1I3$000
Receita eventual................... iljfOOO
56:559*569
Recebedoria de Pernambuco 3t de margo de
186!.
O escrivo,
Jfartoe Antonio.Simoes do Amaral.
. Consulado provincial.
Rendimento do dia la 27. 5:802J10;i
dem do dia 30....... 1:405*919
56.2088022
RENDIMENTO DA MESA DO CONSULADO PRO-
VINCIAL EM O MEZ DE MARCO DE 1861,
A SABER :
Direitos de 90 rs. por (S) do as-
sucar exportado......... 23:239$331
Dito do 20 rs. por caada 'agur-
denlo, alcool etc................ 469J500
Dito de7 0lo do mel....... 2895023
Dito 2 01o idem do algodo expor-
tado ............... 1:284*635
Dito de 17 rs. por libra de couros
seceos, verdes e espichados..... 2:771jj476
dem idem de 5 dem dos mais
gneros exportados....... 316*012
Dcima dos predios urbanos 5.633JJI09
2 por cento de meia siza de es-
cravos.............. 2:677#180
10 por cento de novos e velhos di-
reitos dos empregados provin-
ciaes............... 450$147
Sello de herancas o legados. 1:2728625
Emolumentos de polica..... 14*400
Escravos despachados............ 1:500*000
Imposto de 4 por ceuto........ 3:444360
Dito de 12 0j0............ 8:898*240
Imposto sobre carros, carrocas e
mnibus....................... 797*000
dem sobre chapeos estrangeiros 750*000
Dito sobre casa de perfumaras .. 810*000
Dito sobre cambios.............. 400&OOU
Dito sobre modas............ lOOgOOO
Dito idem idem de bilhar......... 20#000
Cusas ............................ 358*900
Taxa da instrueco publica....... 19*600
Juros da decima.......... 1*035
Multas por infraccoes ...... 177*849
Capalazia de 320 rs. por sacca de
aigodao exportado .......
ALPANDEGA DE PERNAHBCO.
Pauta dotprecos dos gneros sujeitos direitos
de exporlac&o. Semana de 1 a 6 do mez de
abrU de 1861.
Mercaderas. Unidades. Valores.
Abanos.....: cento 1*000
Agurdente de cana. caada *640
dem, restilada e do reino {640
dem caxaca...... $320
dem genebra....... {640
dem alcool ou espirito de
agurdente...... $700
Algodo em caroco .... roba 2jJ000
dem em rama ou em 13. 8g000
Arroz com casca..... > $700
dem descascado ou pilado. 2$700
Assucar mascavado .... 2*000
dem branco ...... 38200
dem refinado. ..... $
Azeite de amendoim ou mon-
dobim........ caada 2*000
dem de coco ...... 2*500
dem de mamona..... > 1$280
Batatas alimenticias .... arroba 1*000
Bolacha ordinaria propria para
embarque...... 38000
mQndaees........ 78500
Caf bom ......: 68*00
dem escolha ou restolho 38500
dem terrado ...... libra $300
Caibros........ um 3400
Cal.......... arroba *2C0
dem branca...... > $400
Carne secca charque. ... 4$000
Carvo vegetal...... 18600
Cera de carnauba em bruto. libra $280
dem ideai em velas. ... $400
Charutos. '. cento 2*500
Cocos seceos....... > 4$000
Couros de boi salgados libra *210
dem seceos espichados. *350
dem verdes...... > *135
dem de cabra cortidos um $280
.... 10$000
1 rendeiros e (oreiros da propriedades pertencentes
ao patrimonio dos orpbaos desta cidade, que da-
vem pagar seos dbitos directamente nesta ttie-
sonraria, cactos de que, se o nao fizerem, sarao
os meamos dbitos remedidos para juito, aflm de
serera cobrados judicialmente.
E para constar, se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario. Secretaria da thesooraria
provicial de Pernambuco. 5 de margo de 1861.
O secretarlo
A. P. d'Annunciago.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenio da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 21 do corrente, manda
fazer publico, que no dia 18 de abril prximo vin-
douro, perante a junta da fazenda da mesan the-
souraria se ba de arrematar a quem por menos
fizor a obra do calmamente, da ra do Imperador,
a partir da porta do palacio da presidencia at
praga do Collegio inclusive, pelo systema de pa-
rallepipedos, avallada em 212:905*.
A arremalacio ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de Janeiro de 1854 e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas, e com o aba-
timento da quanlia de 22-250$, offerecido pelo
Baro do Livramento.
As pessoas que so propozerem a esta arrema-
tado com parolara na sala das sessOes da mesma
junta,
dem de onca.
libra
513)5600
56:208*022
Mesa do
de 1861.
consulado provincial 30 de margo
O 2o escripturario,
Ulisscs Cokles Cavalcanli de Mello.
PRAA DO RECIFE
30DE MARCO DE 1861.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios----------Saccou-se sobre Londres de 26
1/4 a 26 1/2 d. por 18000 rs.;
sobre Pars a 365 rs. por f. ;
sobre Hamburgo a G80 ra. por
M. B., regulando por S 75,00(1
as transaccoes da semana. So-
bre o Rio sacou-se a 1/2 por
cento de disconto.
Algodo O superior vendeu-se de7900
8*200 rs. por arroba, e regu-
lar de 7*700 a 7*80 rs.
Assucar-----------O branco vendeu-se de 3*200
a 48900 rs. por arroba, o so-
menos de 2*900 a 3*000 rs.,
mascavado purgado de 2*400
a 2*600 rs., e canal de 1*800
1*920 rs. por arroba.
Agurdenlo A ultima venda regulou por
65*000 res a pipa."
Couros Os seceos salgados venderam-
se a 190 rs. por libra.
Azeite doce-------dem de 2*800 a 2)900 rs. por
galo.
Bacalho----------Em atacado vendeu-se a 14*
rs., e a reulho de 10$ a 15*
rs. a barrica cando em ser
5,000 barricas.
Batatas----------Venderam-se a 2*000 rs. por
arroba.
Carne secca-------A do Rio Grande vendeu-se
de 2tf80'j a 4*200 rs. por ar-
roba, e a do Rio da Prata de
3*200 a 38600 rs., cando em
ser 33.000 arrobas da primei-
ra, e 20,800 da segunda.
Gtf- O ordinario vendeu-se a 5300
rs., e o superior de 6*400 a
78200 a arroba.
Cha-----------------Vendeu-se de 1*800 a 1*920 rs.
por libra.
Carvo de podra-As ultimas vendas regula-
ra m de 14* a 16&0OO rs. a to-
nelada, prec.o que hoje repu-
tare nominal.
Cerveja------------Vendeu-se a 4*400 por du-
zia de garrafas.
Far. de mandioca Vendeu-se de 3*500 a 4*000 a
sacca.
Feijo--------------dem a 12*000 rs. a sacca.
Cenebra Em botija vendeu-se a 390 rs.,
e em frasqueira a 69200 rs
Louga---------- A Inglesa vendeu-se com 300
por cento de premio sobre a
factura.
Ilanteiga- A frsoceza vendeu-se a 560, e
a ingleza de 580 a 600 rs. a li-
bra., cando em deposito 1,800
barris.
Oleo de linhaga- Veadeu-ae de 1*500 a 1$550 rs.
for galo.
enderam-se a 7$5O0 rs. a
caixa.
Oueijos- Os flamengos vendeu-se de
1*400 a 1600 rs. cada um.
Sabio--------------dem de 100 a 160 rs. por li-
bra,
Toucinho---------dem de 7500 a 8*000 rs. por
arroba.
Vinhos-----------Os tintos de Lisboa regularan)
de 280* a 300* rs. a pipa.
Vinagre-----------dem de 90? a 120*000 rs. a
* pipa.
Vetas t --- a As slsarinss venderam-se a730
rs. a libra.
Acces ? Da caixa filial venderam-se a
220JWO.
JJisconto- o rebate de lellraa regulou de
10 a 18 por cento ao anno, dis-
conlando a caixa filial cerca de
300 contoi de rfs a dez por
canto.
Freles -..- Par o Canal a 50/
1*000
*500
*500
4$000
2$000
20*000
1$600
1$000
6$000
1$500
5$000
16$000
8$000
12S000
68OO0
2*400
258O0O
2$000
10*000
508000
*240
800
10*000
*800
10$000
1$2C0
$200
4*000
16*000
88000
$080
258000
5$000
2$400
104*500
70*000
3*200
10*000
$300
*280
danle raer, os seguales fornecimenlos por tita-
no de tres mezes fiados em junho do correte
anne.
De vveres e outros objectos para consumo dos
navios da armada, e estabelecimentos de mari-
nha, sendo arroz do Maranhio, agurdente, as-
sucar branco grosso, bacalho, azeite doce de
Lisboa, vinagre dito, pao, bolacha, cat em grio,
carne secca, dita verde, caogica ou milho pila-
do, fsrioha de mandioca, manleiga, malte, fei-
jo, toucinho de Lisboa, velas stearinas, ditas de
carnauba, e sabio.
De dietas para os doentes dos ditos navios, e
da enfermara de marinha, compostas de srarula,
aletria, assucar branco refinado, bolachinha, ce-
vadinha, cha, galinhas, manleiga, tapioca e vi-
nho de Lisboa.
De podra do alveoaria grossa, dita de cantara,
cal e lijlo de Avenara grossa para as obras a
cargo do arsenal de marinha.
De pegas de fardamento para as pracas do cor-
po deimperiaes marinheiros, e da compaohia de
aprendizes ditos deslaprovincia,compondo-se es-
sas pegas de farda, camisa de brim, dita do algo-
do azul, calca de brim, sapatos, manta e sacco.
De pecas lambem de fardamento, e outros ob-
jectos para a companhia de aprendizes artfices,
sendo bonet de uniforme, lenco de seda preta,
frdela de panno, caiga de dito, dita de brim,
os seus consignatarios Azevedo & Mandes, ao sen
escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para
de
na
lengol de
Doces seceos.....
dem em geleia ou massa
dem em calda.
Espanadores grandes. um
dem pequeos.....
Esteiras para forro ou estiva de
navio........cento
Estoupa nacional .... arroba
Farinha de mandioca. alqueire
dem de araruta.....arroba
Feijo de qualquer qualidade.
Frechaes........um
Fumo em folha bom. ...
dem ordinario ou restolho. \ >
dem em rolo bom ^>
dem ordinaro restolho... >
momma........arroba
Ipecacuanha (raz) ....
Lenha em achas.....cento
Toros........
Lenhas e esteios.....um
Mel ou melaco......caada
Milho........arroba.
Pao brasil ......quintal
Pedras de amolar urna
dem de filtrar ......
dem rebolo......
Piassava........molhos
Ponas ou cintres de vaccas e
novilhos.......cenlo
Pranchoes de amarello de
dous custados......urna
dem louro.......
Sabo......... libra
Salsa parrilha.......arroba
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta ..... orna
Taboas de amarello .... duzias
dem diversas.....**;
Tapioca........arroba
Travs......... urna
Unhas de boi......cento
Vinagre........cariada
Alfandega de Pernambuco 30 de margo d 1861.
O primeiro conferente. Manoel Peregrino da
da Silva. O segundo conferente, *Jos Thomaz
de A guiar.
Approvo. Alfandega de Pernambuco, 30 de
margo de 1861 Barros.
Conforme. Joao Jos Pereira de Faria, ter-
ceiro escripturario.
. de
junta no dia cima declarado, pelo jneio dia tom-j dita de algdo/beuzV de~brim"dia*de algodo
petentenTente habilitadas. J sapatos, camisas de algodo. sacco, colxo <*
E para constar se mandou affixar o presente e riscado de linho cheio de palha, travesseiro
publicar pelo Secretaria da thesouraria provincial de Pernam- algodo, ronha e colcha de dito,
buco 24 de marco de 1861. E de lavagem de roupa da enfermara de ma-
O secretario, jrinha, aprendizes artfices do arsenal, e toda
A. F. d Annuociago. mais do mesmo arsenal.
Clausulas especiaes para a arrematando. j Estes contratos eflectuam-se por via de propos-
. J priucipiada em dous mezes a tas distinctas recebidas daquelle dia al as 11
contar da data da arremalagao e concluida no horas da rnanha, bem como sob as condicoes de
pr" ^ 10 garanti-los, fiador idneo, e de pagarem os con-
z. u arremilante ser obrigado a attender as tratantes a multa de 500i0 do valor dos objectos,
observagoes concernenles i boa execugo da obr* na falta de serena entregues, ou promptiQcados
relia pelo engenheiro encarregado da sua fiscali- | em lempo conveniente ; sendo que os mesmos
sac,a?-_ ..... contratantes teem a lavor a de receberem o im-
B. O pagamento ser dividido era quatro pres- porte do que entregarem ou promptificarem logo
tacoes iguaes, correspoodendo cada urna a um no mez seguinte.
quarto do valor da obra constante do orgamento, Sala do conselho de compras navaes de Per-
sendo em dinheiro ou apolices da divida publica. nambuco, em 22 de margo de 1861.
4. Para se proceder ao pagamento ser a obra ] o secretario
avallada em bragas quadradas, Qcando o arrema-i
tante sujeito pelo prego do orgaaento no aug-'
ment da obra, se o goveruo assim o entender, j
5.* O arrematante ser obrigado a seguir in- j
teirameote as obrigagdes contidas no art. 36 da
lei n. 286 e nos mais arligos da mesma lei, que]
regula as arrematjces.
6.a A pedra deve ser de granito ou oulra pedra ]
de muito boa qualidade e igualmente dura.
7." As pedras sero arromadas sobre urna ca- i
mada de argsmassa de cal e areia, posta sobre o .
terreno bem socado, e depois de assentadas se- ,
rao pisadas com um mago pesado. j
8.* O arrematante ser obrigado a botar urna
esmada de argamassa liquida por cima dss mes-
mas pedras, para lhes encher os intersticios.
MoYimento do porto.
Navios entrados no dia 29.
Santa Catharina55 dias, brigue brasileiro Mara
Rosa, de 126 toneladas, capito Manoel Custo-
dio de Araujo Franca, oquipagem 10, carga
farinha de mandioca ; a Manoel Alves Guerra.
Carditf43 dias, barca iogleza Favourit, de 251
toneladas, capito S. L. Pintn, equipagem 12,
carga carvo de pedra ; a Scolt Wilson &C.
Navios entrados no dia 30.
Rio de Janeiro15 dias, hiate brasileiro Artista,
de 255 toneladas, capito Joaquim Jos Alves
das Neves, equipagem II, carga pipas vasias e
barricas ; a Barlholomeu Lourengo.
Portos do Sul6 dias, vapor nacional Cruzeiro
do Sal, com mandante o capito do mar guer-
ra Gervasio Mancebo.
Montevideo20 dias, barca americana T illa
Franca, de 399 toneladas, capito Samuel Hill,
equipagem 11, em lastro; a ordem.
Navios sahidos no mesmo dia,
BostonPatacho americano Lansarole, capito
R. Ifarriman, carga assucar e couros.
Portos da EuropaCorveta brasileira Bahianna,
commandante o capito de mar e guerra Jos
Mara Rodrigues.
Alexandre Rodrigues dos Arijos.
NOVO BANCO *
DE
Pernambuco.
O novo banco de Pernambuco conti-
nua a substituir ou a resgalar as notas
de sua emissao de 0# e 20$ sem prejui-
9.a O prego aqui mencionado devera incluir zo dos possuidores por mais dous mezes
qualquer aterro que seja preciso fazer para levan- __ l5. j /;j n j
tar o nivel das ras. que nao de lindar em 9 de maio do cor-
' rente anno, em conformidade do aviso
do ministerio da fazenda de 31 de Ja-
neiro ultimo e (indo este pra'o s po-
dera' ter lugar a substituicao ou res-
gate com o descont mensal e progresi-
vo de 10 por cento poreada mez.
Recife 9 de marco de 1861. Os di-
rectores gerentes, Luiz Antonio Vieira,
Joo Ignacio de Medeiros Reg.
Vice Consulado de
Espaa.
Habiendo expirado el plazo del aviso de 25
del pasado para l renovacin de las cartas de
naturalidad y cornos algunos subditos de S. M.
no hayan cumplidos con la que en el mismos se
dispona ; los emplazos nuevamente con 15 dias
de trminos para verimcar-los, advirlieodos que
ademas del derechos del documentos, tendrn de
pagar 200 reales devellon de mulla, con destinos
ala Sociedad Espaola de Beneficencia en Rio
de Janeiro.
Cinco dias despus de este nuevo emplaza-
miento, los que no se hayan presentado no
sern considerados como Espaoles y no recibi-
rn proteccin y auxilio de este vice consulado
cuando lo necesiten.
Pernambuco, 20 de marzo de 1861__El vice
cnsul, Juan Anglada Ifejo.
Novo Banco de Pernambuco,
O novo banco paga o 6* dividendo
de 12$500 por accao.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
. DB mezeada quantia (
Nwegarjo costeiraa ateas-
Conforme.O secretarlo,
A. F. d'Annunciago.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, comroendador
da imperial ordem da Rosa, da de Christo e
juiz de direito especial do coramerdo dcste
cidade do Recife e seu termo, capital da pro-
vincia de Pernambuce, por S. M. I. e C. o Sr.
D. Pedro II, que Deus guarde, etc.
Fago saber pelo presente, que no dia 17 de
abril do corrente anno se ba de arrematar por
yenda quem mais der em praga pubtea deste
juizo e na sala dos auditorios, um sobrado de um
andar na travessa do Carmo n. 10, com 1 janellas
na frente e dous quartos pequeos, avsliado em
4:0005*000, penhorado a Manoel Luiz Coelho de
Almeida e sua mulher por execugo qre contr
estes encamiuha Manoel Firmino Ferreira ; e na
falta de licitantes ser arrematado pelo prego da
adjudicago com o respectivo a batimento da lei.
E para que chegue noticia a quem Inleressar
possa, mandei passar editaes, que sero afilia-
dos nos lugares do costume e publicados pela
imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 13 dias do mez de margo de 1861.
Eu Manoel oe Carvalho Paes de Andrade, es-
crivo do juizo especial do commercio o flz es-
crever.
Anselmo Francisco Peretti.
. O Hlm. Sr. inspector da thesouraria pro vln
cial, em campamento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 21 do corrente, manda
fazer publico, que no dia 18 de abril prolimo vin-
douro, perante a junta da fazenda da mesma the-
souraria, se ha de arrematar a quem por menos
fizer a obra do calgamenlo da roa do Imperador,
a partir da porta do palacio da presidencia at a
pracs do Collegio inclusive, pelo systema de Mac-
Adam, avahada em 86:542$.
A arremalagao sera feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de Janeiro de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
taco comparecam na sala das sessoes da mesma .
junta no dia cima declarado, pelo meio da com- i MLor ordem da directora e
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pelentemente habilitadas. pr^fcento do disposto no ari. i do de-
p.'C^K,"dM am"r opMHla,1to- 2685 de 10 de novembro do
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam- anno fiado, vai-se proceder dentro do
buco 24 de margo de 1861. prazo de 4 mezes a contar desta data, a
A. F. dSoSajio. ubstituicao das notas de 20$ da emissao
Clausulas especiaes para a arrematando. i da mesma caixa.
ml;.rAi0.bHa.ifa.p.rncipi?d" "" dous. f6 ] Caixa filial no Recife aos 20 de mar-
cootar da dala da arrematado e concluida no' i tot!t ^ ,. .
prazo de 10 mezes. 9o de lool.O secretario da directora
2.a O arrematante ser obrigado a attender as Francisco Joao de Barros.
observagoes coocernentes a boa execugo da obra j____________________________________________
feita pelo engenheiro encarregado da sua Qscali-
sacao.
3.* O pagamento ser dividido em quatro pres-
tages iguaes, correspoodendo cada urna um
quarto do valor da obra constante do orgamento.
4." Para se proceder ao pagamento ser a oba-
avahada em bragas quadradas, flcanllo o arremg-lada a car8a prompta : so recebe passageiros pa-
tanle sujeito pelo prego do orgamento ao aura: 'a, V* ,rala"8e tom o consignatario Thomaz
ment da obra, se o governo assim o entender. I a Asnino Fonseca, na ra do Vigana n. 19, pri-
5.a O arrematante ser obrigado a seguir res-
trictamente as obrigagdes contidas no art. 36 da
lei n. 286 e nos mais arligos da mesma lei, que
regula as arrematagdes.
Conforme.O secretario,
Antonio F. d'Annunciago.
segu impreterivelmente no dia 4 de abril o hiate
Exalaco, capito Trajano Antunes da Costa ;
para o resto da carga, trata-se oom o fretador Jo-
s Raimundo Ferreira, ra do Queimado n. 14.
COMPAMIA PffiAMBUCANA
DK -
Navegado costeiraa vapor
se-
dia
O vapor faguaribe, commandante Lobato,
gue para os portos do norte at a Granja no
6 de abril s 5 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 5 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at o dia
da sahida s i horas : escriptorio no Forte do
Ma.tos o. 1.
PERMMB11GANA
Atten^o.
Os Sr?. Jos Carvalho dos Santos, Antonio-
Carvalho dos Santos, Domingos Jos de Souza
Ferreira e Antonio Joaquim Vaz de Andrade lera
cartas na ra do Vlgario n. 19, primeiro andar.
Em resdosta ao annuncio do Sr. Victorino
Teixeira Leite techo simplesmeote a dizer-lhe,
que o recibo que S. S. aprsenla nao lhe pode
servir no case presente, por quanto para elle ser
valido era preciso que fosse pago a pessoa com-
petente, o que nao aconteceu ; pois S. S. bas-
tante noenuo em pagar documentos que nao re-
cebe. Por isso de eramente se pedo ao Illm.
Sr. Dr. chefe de polica que baja de impedir a
viagem do Sr. Leite em quanto nao liquidaras
suas contas com o abaixo assiguado, visto que
nao convem a sua retirada em quanto nao res-
ponder aeco qne se lhe vai propor, mesmo
para elle defender seu direite. Recife 30 de mar-
go de 1861.
Jos Dias da Silva.
Pede-se aos Srs. hachareis que tem as suas
cartatna mo de um bedel da faculdade ha 2 e
o annos, o obsequio de mandarem busca-las em
uunoa e pagar ao mesmo a importancia despen-
las com as mesmas cartas, islo no prazo de 4
oas para dous que esto nesta
.....j.o provincia
dous mezes para dous que se achara no
I Vapor Persinunga, commandante Moura, se-
gu para os portos do sul em 5 de abril s 5 ho-
ras da tarde. Recebe carga at o dia 4 ao meio
da Pasaaseiros e dinheiro a frete al o dia da
sahida s 2 horas : escriptoto no Forte do Mat-
tos n. 1.
Para a Baha.
A sumaca nacional nHorlencia pretende se-
guir com muita brevidade, tem parte do seu car-
regamento prompto : para o resto que lhe falta
trata-se com os seus consignatarios Azevedo &
Mendes, no seu escriptorio ra da Cruz d. 1.
Leiles.
LEILAO
DE
Urna taberna.
Terca-feira 2 de abril.
Costa Carvalho far leilo por mandado do Exm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio a requeri-
mento de Prxedes da Silva Gusmo, da taberna
do pateo doTergo n. 14 de Francisco deOliveira
Jnior & C, no dia cima s 11 horas em ponto.
LEILAO
A 2 de abril.
Henry Gibson far leilo por interveogo do
agente Oliveira, do mais completo sn limen lo de
fazendas inglezas as mais proprias do mercado :
tergi-feira 2 do corrente, s 10 horas da manha
em ponto, no seu armazem. ra da Cadeis.
e da
v Cear e
no Kio de Janeiro, pois do contrario se publicar
por extenso os nomes de ditos hachareis.
Aluga-se um grande armazem na ruada
Moeda n. 7, por prego razoavel: a tratar no ar-
mazem de cabos ao lado do Corpo Santo n. 23.
Roga-se ao Sr. Herculano Duarle de Mi-
randa Henrique chegado do Rio de Janeiro, que
se sirva declarar onde est resiindo nesta cida-
de, dlim de ser procurado por pessoa que muilo
interessa fillar-lhe.
Ama de leite.
Offerece-ae na ama de leite : na ra da Con-
cordia n. 61.
Perdeu-ae desde o pateo do Carmo at a
ra Nova, urna carteira com 10$ em dinheiro
urna procurado bastante e urna letra a dous
de 5085, sacada em 27 do cor-
Albino Jos da Silva e aceita pelo
flear-a dita letra sem ne-
pessoaque achou-a quereodo
restitu-la pode eniregarna ruado Queimado n
a.q0eer rVifle,d0' Recie 3 de marS *
1801.Manoel Joaquim de Souza Neceo.
Alaga-so urna casa na ra de Santa Rila
quem a pretenderdirija-sea mesma ran. 88 ou
a esta lypographia que achara com quem tratar.
Jos Joaquim Fernandes da Rocha vai a
Portugal tratar de sua saud6 e deixa por seus
procuradores os Srs. abaixo declarados : em pri-
meiro lugar o Sr. Jos Joaquim Gongalves Beltro,
em segundo lugar o Sr. Jos Antonio Siqueira,
deixa por sen caixeiro o Sr. Thomaz Manoel Ri-
beiro, gerente de sua taberna.
' Canoa fiirladii.
Do porto junto do armazem do materiaes de
Manoel Firmino Ferreira isto oo fim da ra da
Concordia, furtaram urna canea de carrelra, mas
sem paneiro por ter servido para conduego de
barro, a qual de n. 43: roga-se a quem della
souber e der noticia no mesmo armazem cima
declarado ou a seu proprietario Joaquim Lobato
Ferreira na ra da Senzala. que ser recompen-
sado.
Precisa-se de um commodo em casa de
urna ramilla de algum trato para um mogo de
alguma educago: quem tiver annuncie o
dirija-se em carta fechada com as iniciaes A e C.
Precisa-se do urna ama para casa de pe-
quea familia : na ra do Hospicio n. 62.
Leilao
O agente Hyppolito vender' em lei-
15o, quarta-feira 3 do corrente as 11
horas em ponto, os predios n. 40 eme-
tade do de n. 38, nos quaes esta' mon-
tada parte da fundicao do Sr. D. W.
Bowman na ra do Brum e ahi se ef-
fectuara' a venda no referido dia.
Avisos diversos.
Avisos martimos.
O brigue portuguez Relmpago, vai se-
guir viagem para Lisboa em poucos dias por ter
d'Aquino Fonseca, na ra do Vigaria n. 19,
meiro andar, ou com o capito na praga.
Declarares.
Correio geraL
Relago das cartas securas vindas do sul' pelo
vapor Cruzeiro do Sul,para os senhores abaixo
declarados:
Antonio de Souza e Almeida.
A. Jos da Costa Reg.
Beniarain P. de A. Maranho.
albino Jos de Andrade.
Carolino F. de Lima Santos.
Carlos Reiduer.
Candido Jos de Mello e Silva:
Frnesto de Aquino Fonseca.
Florencio Jos Carneiro M.
Fernandes & Irmos.
Para
nho
o Mar-
e Para
tocando no Acarac, segu na presente semana
por ter o carregamento quasi completo, o pata-
cho Emulac.no, capito Antonio Gomes Perei-
ra, para o qne lhe falta trata-se com Moreira &
Ferreira, ra da Madre de Dos n. ,4, ou com o
capito. .
g- Prancisco C. Machado Rios.
A noite clara at 4 h. da manha que toraou-
se de sguaceiros, vento bonanga do S at ao ama-
nhecer que rondou para o terral.
OSC1LACAO DA HAR'.
Preamar as 7 h. e 18' da manha, altura 6,6 p.
Bairamar a 1 h. e 30' da Urde, altura 1,2 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 30 de
ar^o de 1861.
Romano Stepfle,
_' '________ 1* teoeate.
Editaes.
0 IUa Sr. inspector da thesouraria proita*
F. Xavier Rarcellos.
F. Antonio Vieira.
Francisco Dornellas Pessoa.
Francelino Domiogues de Moura.
Firmiao da Cunha Reg.
Hiplito Francisco das Chagas.
Ida Amada.
Ignacio Ferreira Dias dos Sanios.
Joanna Pinto Brasil.
Joo Francisco da Silva.
Jos Joo de Amorim.
Htria Aogelica da Silva.
Manoel Ferreira de Miranda.
Romualdo Alves de Oliveira.
Salvador Pires de Carvalho A. Jnior.
Pela subdelegada dos Afogados se faipu-
blleo qne se achara legslmente depositadosTea-
vallos, sendo 3 alasos e 1 castanho, os
foram echados dentro dos matos pea
ps, e outros apprehendidos, lornand
suspeitos de serem hulados, visto que
dala nao tem apparecido quem reclame;
to quem se julgar com direito a elle*
que provando, lhe serio entregues.
Afogados 26 de margo da 1861.>.-
Jos Francisca G*fnroM
SubdaQttado.
CONSELHO DE COMPRAS KaT
Contrata este consalno oo sessio de
$t
Para o 4racaiy
para carga e
io o. 5.
Aracaty.
O hiate Camaragibe: para carga e passageiros,
trata-se na ra do Vigario o. 5.
Parr este porto seguir brevemente o hiate
Exalago : para carga e passageiros, trata-se
com Gurgel Irmos, na ra da Cadeia do Recife
n. 28, primeiro andar.
V-
Rio de Janeiro
O veleiro e bem conhecido brigue nacional
Damo pretende seguir para o Rio de. Janeiro
at o dia 28 do corrente ; s recebe passageiros
. > e-escravos a frete, para os quaes tem excellentes
commodos : trata-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mendes, no seu escriptorio roa da
Cruzn. 1.
ns
Rio de Janeiro,
o veleiro e bem conhecido brigue nacional Con-
ceigo pretende seguir com muita brevidade, s
recebe passageiros e escravos a frete, para os
quaes tem excellentes commodos: Irala-at com
Um cerlanejo chegado dos Cariris-Velhos
trouxe urna granle quantidade de linguigas do
serto as quaes elle vender muito em conta por
querer demorar-se pooco a S00 rs. a libra : na
rna das Aguas Verdes n. a (oda a hora do dia.
O mesmo tendo porgan de animaes vender tam-
bera algumas egoas mansas e boas cargueiras,
se chegarem ao prego.
Precisa-se alugar urna cosinheira livre ou
escrava : ua ra da Santa Cruz n. 62.
PERMUTA-SE
por urna morada de casa nesta praga, duas mora- |
das de casa, urna sita no Pogo da Panella, de pe-
dra e cal, com quslro quartos, cozioha fra, quin-
tal murado, porteo, cacimba, soto com janella
que deita para fra e roargom do Catpiburibe ;
oulra meia-agui na ra do Santa-Thereza, nesta
cidade, que rende menfalmente 129000 : a tratar
na ra Imperial casa n. 5.
Domingos Rodrigues de Andrade durante
sua viagem Europa deixa por seus procurado-
res encarregados de sua casa commercial em
primeiro lugar seu genro o Sr. Guilherme Au-
gusto Ricardo, em segundo o Sr. Miguel Jos
Barbosa Guimaraes e em lerceiro o Sr. Jos da
Costa Magalhaes.
- Perdeu-se um bracelete de ouro no dia de
quinta-feira santa, desde a ra Direita igreja
do Carmo, matriz da Boa-Vista e igreja do Espi-
rito Santo : quem o Itvw achado poder ir en-
tregar no sobrado n. 3-2, ra Direita primeiro an-
dar confronte a travessa que vai da ra Diroita
ao pateo da Penha, que ser gratificado oela sua
entrega.
Un, senhora ao viniUr 6e grojas na noite
de quinta-feira, perdeu urna pulceira de ouro es-
maltada de verde : quem pois a tiver achado e
queira ter a consciencia de restitui-la procure ao
abaixo assiguado que gratificar convenientemen-
te.Jos dos Aojos Vieira de Amorim.
O abaixo assignado, morador no aterro da
Boa-Vista hoje ra da Imperatriz n. 71, loja de
urives, repele ao rospeitavel publico o annun-
cio de 6 a 28 do mez de junho de 1860, que na-
da deve nesta provincia nem em oulra qualquer.
se porm houver quem se julguo seu credor
aprsente o titulo que ser immediatamente pa- Attenco,
go, motivos me obrigam a fazer este annuncio.
Recife 30 de margo de 1861.
Custodio Manoel Goncalves.
Quem annunciou precisar de 1:500 sobre
hypoiheca, drija-se & Boa-Vista ra do Destino
n. 3, das 4 s 6 horas da larde.
Antonio Jos de Sanl'Anna fax publico que
em data de 18 de margo ultimo, arrendara a ola-
naje casas sitas no Aterrinbo doGiqui, perten-
cerRe a seu pai o Sr. Francisco Jos de Sanl'An-
na, pelo prego de 500a annuaes, passando desde
aquella data pertencer-lhe todo o fabrico de ti-
> jgfca embuta otaria.
O abaixo assignado visivel e bem visivel das
6 horas la manha s 6 da tarde de todos os
dias otis na ra da Imperatriz n. 23, roga ao
Sr. da praga da Boa-Vista o. 16 A, o favor de
declarar por este jornal que qualidade de nego-
cio tem com o mesmo.
Joaquim Vicente Marques.
Antonio Goncalves de Albuquerque vai a
Mamanguape com escala pala Parahib*, a ne-
gocio.
CONSULTORIO ESPECIAL
HONEOPATHICO
DO
DB. CASAXOVA,
30-Rna das Crnzes-30
Neste consultorio tem sempre os mais
novse acreditados medicamentos pre-
parados em Pars (as tinturas) por Ca-
tellan e Weber.por pregos razosveis.
Os elementos dehomeopalhia obra.re-
commendada iotelligencia de qualquer
pessoa.
Aviso aos devedo-
res da massa fal-
lida de Siqueira
Pereira.
Joo Jos de Figueiredo ar-
rematante da massa fallida
de Siqueira A Pereira avisa.a
todos os Srs que sao devedo-
res a mesma iiassa, queiram
vir satisfazer seus dbitos no
prazo de 15 dias, porque pas-
sado este prazo proceder-
se-ha a cobranca judicial.
STAHL .* C.
RETRATISTA DE S. M. 0 IMPERADOR
9 Ra da Imperatriz numero i4
(Outr'ora Aterro da Boa-Vista.)
I Retratos em todos es-
J t\\oa e lan\an\ios.
g Pintura ao natural em
1 oleo e aouareUa.
3 Copias de daguerreo-
| tyuo e outros arte-
J faetos.
2 \mbrotyuos.
I Paisageus.
senhores habitantes da
Eseada.
No armazem e na loja doslllms. Srs.Capites Jo-
s Lucio Mooteiro datFranea e Thomaz Rodrigues
Pereira, subscreve-se para urna agencia commer-
cial e particular entre a villa da Eseada e o Re-
cife pela diminuta quanlia de tres mil res, men-
saes: as vantsgensque esta agencia offerecc tanto
ao commercio como agricultura e a todas as pes-
soas em geni sao immengas e sse podem avahar
a vista dos estatutos que estao patentes nos luga-
res mencionados avata de lodos os commercian-
tea e agricultores devem ir examinar os ditos es-
tatutos e com duas assigoaturas e mensalidades e
proraoverem o andamento dessa agencia, da qual
depende o augmento do commercio e a prosperi-
dade, dessa villa ; pela quanlia de tres mil ria
menes, qualquer pessoa pode ter um portados
seguro para o Recife todos os dias uleis, prego
este muito abaixo de orna s viagem pela via fr-
rea, aiad 1 mesmo na terceira dase, estas va na-
gens esli bem ao alcance do qualquer intelli-
gracia.
s-"-
.


-*.MH

DIARIO Di MBNO^W^-- WUMDA FEIRA 4 DE ABRIL. M1861.
mil. m ^i ,Ml..i^ i 11 1 ni. ^^JL^
W
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA PARBDLHA E)<9 R. TOWiflSIN
MELEIORADO E FABRICADO SOB ADIRECQA.O' DO DR JAMES R. CHILTON,
ehlmico e medico celebre de New York
GRANDE SUPERIORIDADE DO EX-
TRATO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo sea extraordinario
e qnasi miracoloso effeito no
sangue.
Cada um sabe que a sauda ou a infermidade
depende directamente do eslado desle fluido vi-
tal. Isto ha de ser, visto o partido importante
que tem na economa animal.
A quaatidade do sangue n'um horoem d'es-
tatura meiiana est avaliada pelas as primeiras
autoridades era vinte e oito arralis. F.m cada
pulsadlo duas on$as saliera do coraeao nos bofes
e dalli todo o sangue passa ilem no corpo huma-
no em menos de qatro minutos. Urna dis-
posicao extensiva tem sido formada e destinada
com admiravel sabedoria a destribnir e fazer
circular esta corrente de vida por todas as
partes da organisacjio. Deste modo corre sera-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
de fon te de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se empregna
de materias ftidas ou corrompidas, de&unde
com velocidade ELCTRICA a corrupto as
mais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno lanca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
at cada orgo e cada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Dest maoeira
a circulado evidentemente se faE um engenuo
PODEROSO de doenga. Nao obstante pode tam-
bem obrar com igual poder nacriacjio de saude.
EsUvesseocorpo infeccionado da doenca maligna,
ou local oo geral, e situada no systema nervoso
ev gfanduloso, ou muscular, se somonte o san-
gue pode fazer-se puro e saudavel ficar supeiior
a deenca e inevttovelmente expeir da consti-
inicao.
O grande manantial de doenca efltae como
'd'aqui consta no futido circulante, e ne-
nhum medicamento qae nao obra directamente
sobre elle para purificar e renova-lo, possue al-
gum direito ao cuidado do publico.
O sangue O sangue 1 o potito no qual
se ha myster fixar a aitenc,io.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
New-York, havemos vendido durante muites an-
tes o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, considera mo -lo ser o extracto orignale
genuino de salsa parrilha do Dr. Townsend.
O qual primeramente sob este nome foi
apresentado ao publico.
BOYD & PtUU 40 Cortland Street.
WALTER B. T0WNSEND4 Co, 218 Pearl
Street.
LEEDS& HAZARD, 121 Maiden Lase.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F.TBIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAHd Co, 10 OldLIip.
OSGOOD & JENNINGS, 188 Pearl Street.
R.B. HAVILAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON,ROBNS &Co, 134W ater Street.
THOMlS & UAL. WELL 86 Wlliam Street.
WM. UNDERHILL, Junr, 183 Water Streei
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BARCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, GLAI & Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M KFSSON & Co, 127 Maiden
Lae.
A. R. & D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFEUN, BROTHER & Co, Ua&
106 Jota St
LEWIS & PRICE. 55 Peerl Street.
HAVILAND KEESE& Co, 80Maidcn La-
e.
RUSHTON, CLARK & Co, 110 Broadway,
lOAstor.
Hoase, and 273 Broadway, cor.ofCham-
bers Street.
PHILIP SCHICTFELIN, & CO107Watr
Street.
POU & PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Street.
RST & HOCGHTON, 83 John Street.
I.MINORA Co, 214 Futen Street.
INGERSOLL &BROTHER, 230 PearlStreet,
HSKELL 4 MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK & Ce. 49 John Street.
CONHECEMOS A ARVORE SU AS FRU-
TAS ,
B IGUALMENTE
ConktHmot um Medicamento nos seus Effeito*
O extracto eomposio de Salsa parrilha do
Dr. Townsend est.
e MEDICAMENTO DO POYO
Adata-se to maravillosamente a consthuicao
qae pode ser utilisado em quasi todas as enfer-
midades.
ONDE E DERILIDADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPCO,
purifica;
ONDE E* PODRIDO,
AL1HPA.
Este medicamento celebrado que to grandes
servcos presta a humanidede, prepara-se agora
na nova fabrica, na esquina das ras Front e
Washinglom, Brooklym, sob a inspeceo directa
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da cidade de New-York, cuja cer-
tidao e assignatura se acha na capa exterior de
cada garrafa de
ORIGNALE GENUINO
EXTRACTO composto de salsa parrilha
DO DR. TOWNSEND.
O grande purieador to sangue
CURANDO
JOSEPHE. TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortland
.StreeK.
HAYDOCK, CORLIES&CLAV, 218Pear
Street.
CUMIMG & VANBUSER, 178 Greenwch
Street.
FOLfilNHAS OC 1861.
Acham-s venda na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bem conhecidas folhinhas impressas nesta
typographia.
Folhinha de porta ou KALENDARIO eeclesiastico e civil para o
bispadode Pernambueo.. .". "."V.'. ry 160 rs.
lti de CllgibeirCL canteado alm do kalendario eeclesiastico e civil,
explicado das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e nascimento e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commrcio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos impostos geraes, provinciaes e municipaes, ao
que se juntou urna colleccao de bellos e divertidos
. jogos de prendas, para entretenimento da mocidade. 320 rs.
DllCL dita, .... contendo alm do kalendario eeclesiastico civil, expli-
cacao das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos ds> tribunal do commrcio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de confessar-se, e comungar, e os officios que a
igreja eostuma celebrar desde domingos de Ramos, at
sexta-feira da Paixao, (em portuguez). preco......320 rs.
Dita do alrlCltlClk civil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao prego de:....... 19000
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e fizeram-se militas alteraces, sendo a corree-
cao a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias soffre mudancas) acrescentando-se a nu-
meraco dos estabelecimentos commerciaes e industriaes;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pela occpaco do individuo de quem se quer
saber a residencia.
Duas pessoas inglezas desejam tomar lies
oo idioma portngoex : para informaedes dirijam-
8e ao escriptoiio desle jornal em caita teinada
com as iniciaes E. B.
Alugam-se duas escravas que cozinham
bem : a tratar no terceiro andar da casa n. 2 da
travessa das Cruzes,
-r- Prceisa-se de 2 ou 3 officiaes de cbaroteiro
quesejam perfeitos nos seus_trabalhos : a fallar
Da roa da Liogoeta por cima do deposito do Sr.
Cunba.
Precisa-se de um menino de 12 a 14 anuos
equetenha alguma pratica de taberna para ir
para o mato perto da praca : a tratar na rna Di-
reita d. 55.
.\o primeiro andar da ra do Cabug n. 7,
precisa-se contratar, para feitor de um angenho.
um Portnguez, casado, robusto, que entenda de
agricultura, e que d fiador a sua conducta.
A quem eonvier.
Um empregado publico bem conhecido, e que
ofTerace as necessarias garantas, recebe em sua
casa lo a ltestudantes de preparatorios sob sua
direccao, nao tendoseus pas ou correspondentes
o menor cuidado com elles para que entrem na
academia. Urna casa commoda, bom tralamento,
a maior solicitude pela sua spplicacio, para qae
tenham bom resultado nos exsmes; e finalmente
urna graificaro a mais mdica e razoavel : taes
sao as vantagens que encoutrarao. Podem-se in-
formar dos I Um?. Srs. Figueiroa, Drs. Sabino, Ga-
briel S. R. da Cmara, Luiz F. S. Leo, Agostinho
E. Pina, e major Jos Joaquim Aniones, ou na
ra do Bangel n. 73. onde se trata.
O Herpes
A Herysipela,
A Adstricciodo vbn-
TBE,
As Alpobcas
OsEFFEIIOSDOArO-
GDE,
Dispepsia,
AS DoENf A.S,DETICA-
DO,
AHtdeopesia.
ai.mpinge
As Ulcekas,
O RUEUMATISMO,
AS CHAGAS
A Debilidade geral
As Doengas de pellb
AsRORBDLHASWACA-
RA
As Tossss,
Ns, os Assigtiantes, Droguista na cidade de
Cada garrafa do original e genuino extracto do Dr. Townsend
exterior de papel verde.
o escriptorio de pro prieta rio, 212 Broadway, New Yoflc, e em Pernambuee na ra da Cruxn. 21, escriptoro, 1. andar, um-
bem na botica-da ra Direi'.eti. 8 do Sr. Paranhos.
OS G ATARRBOS, AS TiSICAS, ETC.
O Extrato-acha-se comido em garrafas pa-
dradas e garante-se ser mais forte e melhor m
todo o respeito a algum outro purificador do
sangue, conserva-se em todos os climas por cor-
to espaco de lempo.
tem assignsrtura e a certidao do Dr. J. R. Chlitton, na capa
CONSULTORIO
DO
. )? A. 1LD1 Mil
ME3IC0 TARTEIftO E OPERADOR.
3 lll V I> VCLO^l VAS V1MM I \IV%03
CViniea por ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manhaa, e de tardodepois de 4
horas. Cootrcta partidos para curar animalmente, nao sopara acidado, como para o engenhos
u outras.propriedades ruraes.
03 chamadosdevem ser ditigidos sua casa atp is 10 horas da manhaa-o em caso
de urgencia outra qualquer horado dia ou da noite, sendo por escrjptoem que -se declare
o Noseasos que nao forem de urgencia, s pessoas residentes no bairro dotRecife po-
derlo remeltos seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou loia de
jivros do Sr. Jos Nogueira de Sonza na ra do Crespo ao pe da ponte velhe.
NesM.loja e na casa de annuncianteachar-se-ha consuntemente os memoresmedica-
mentoc hoamajathicos j bom conheeidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes. _....... 10000
Dita de 24 ditos........,;.-.......15F000
Dita de 36 ditos................... 20^000
Dita de 48 ditos................ 25^000
Dita de-66 ditos. .......... ^....... 30$000
Tubos avusos cada um.........; 19000
Frascos de tinturas. ; j .........*. ^ 2000
Manual de medicina homeopathica.pelo Dr. Jahr, H&-
duzido em portuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. ete........209000
Medicina domesticado Br. Hering, -com diccionario.. 109000
____________aoertofio do fr. Mallo Moraes......., 6Cfin
Nova carlilha.
Acaba-de sabir dos prelos desta typographia
urna nova edieso da carklhs oo compendio de
doutrina chrisia, a mais completa de quantas se
tem impresso, por quanto abrange ludo quanto
contraha a antiga cartilha do sbbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescentando-se muitas
oraQes que aquellas nao linham ; modo de a-
companhat um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das festas mudaveis,
e eclypses desde o correte anoo at o de 1903,
segunda da folhinha ou kalendario para os mes-
mos ocnos. A bondade do papel e excellencia da
impressao, do a esta edi;o da carlilha urna
preferencia asss importante : veede-se nica-
mente na livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Oiutiiia de raarmoro.
Caes do Ramos n. 30.
Pela escuna sarda Anneasione recentemenle
chegada a este porto, receberam-se pedras de
marmore de Gnora, propriae para aparadores,
banheiros, mesas, eonsolos, etc. Recebem-se
encommendas de tusadlos, urnas, e todos os mais
obyectos proprios paca o oraameoto dos monu-
mentos funerarios. Gravam-se epitaphios e toda
a sorte de inscripeoes para os mesmos monu-
moplos. Precos mdicos.
> Na travessa da ra
das Cruces o. 2, primeiro andar, continua-se a
tiogir com toda a perfeicao para qualquer cor, e
o mais batato possirel.
- Aluga-se, exclusive a loja, o sobrado n. 31
sito na ra u pateo do Livramento, lem dous
andares com excedentes accommodaedea, e que
se achara em bom eslado de aceio, principalmen-
te o ftirneiro, que tem um famoso .lerraco com
coberta, tem eacftnba e pequeo quintal, e tam-
bera alio com cozioha e^pagosa e 2 quartos :
trata-sedo aluguel, na ra Direita, padaria nu-
mero 84.
MaGoel Ignacio de Oliveira dr Filho saccam
sobre Lisboa Porto ; no largo do Corpo Santo,
escriptorio,"
Attenc
Precisa-se de alguma quantia de dinbeiro a
premio sobro bypotheca do predios nesta cidade;
quem pretender fazer este negocio, dirija-se a
esta typographia em caria fechada com as ini-
ciaos A. 0. C, indicando sua morada para ser
ajorurado
Aviso
aos terceiros da ordem de/L
Francisco. ^
Na ra do Queimado o. 39, loja de 4 portas,
vende-se eaUmenha para hbitos a 29206 o co-
rado, ese apromplam os meamos hbitos a von-
tade dos irmios a 45} cada um, obra muito bem
Caelao de Assis C1mpos^Mad|o brflfiei-
ro. ral a Lisboa tratar de sua saude.
A pessoa qoe tirer e quizar alugar um so-
brado de um andar, bem assim um I.* ou 2.,
que seu aluguel nao exceda de 25 a 30$, ou que
quizer trocar por um na ruad" Rangel, poda di-
r'fir-se a mnmt ra d, t.
Pianos.
Mndanca do domicilio.
Joo Laumonnier transferio seu eslabeleci-
mentoda ra da Cileia do Recife para a da Im-
peratric o. 23, aonde abri um vasto deposito de
pianos dos melhores autores da Europa. Eocar-
rega-se de afinar e concertar os mesmos instru-
mentos.
II M. J. Leite, roga a seus de ve-
dores que se dignem mandar pa- *
* gar seus dbitos na sua loja da i
|| ra do Queimado n. 10, enten-
tendo-se paia esse fim com o seu
procurador o ^j. Manoel Gomes
Leal.
Aluga-se
por lodo o preco que for conveniente i loja da
ra Dreila n. 87, com a armago propria para
todo e qualquer estabelecimenlo ; a tratar na lo-
ja da ra do Queimado n. 46.
Mudanca de esta-
belecimenlo.
Jos Moreira Lopes avisa aos seos amigo.! e
freguezes desta e de outras provincias, que mu-
dou o seu estabelecimenlo de fazendas que linha
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde lem o-mais completo e variado sortimento
de fazendas de-Uyias as qualidades para vender
em grolltre a retalho por precos muito baratos:
ra do Crespo, sobrado de 4 andares n. 13, e ra
do Imperador, outr'ora ruado Collegio, sobrado
de um andar n. 36.
Na livraria nv6 e 8 da praca .da
Independencia precisa-se fallar ao Sr.
Ul|*es Cokles Cavalcanti de Mello.
Aluga-se a loja do sobrad da r
zes n. 18 : a tratar no meamo sobrad
Precisa-se alugar um preto flerpata/a*4
de puco servico; a tralax n ra da Cadei^ 30r
JOIAS.
Joaquim Monleiro de Oliveira Guimaraes com
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos freguezes e ao publico em
geral, que se acha sortida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo acabar
como negocio, est resolvido a vender mais ba-
rato do que em outra parle, garanlindo as ditas
obras, passando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obras velhas, pa-
gando o ouro por makido que emeulra parte.]
CASA
deronimissodeescravos, pa-
teo do Paraizo n. 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo
Para a dita casa foi transferido o antigo escrip-
torio de commisso descravos, que se ar.hava
estabelecido na ra larga do Rosado n. 20 ; e
ahida merma maoeira se contina a receber es-
cravoa para serem vendidos por commisso, e
por conta de seus seohores; nao se poupandoes-
forgos para que os mesmos sejam vendidos tora
iromptido, afim de que seus seohores nao sof-
ram empates com a venda delles. eate mesmo
estabelecimenlo ha sempre para vender escravos
de ambos os secos, bellos e mocos.
Aluga-se o primeiro andar e loja
do sobrado de 4 andares no be eco da
Bota ; a tratar na praca do Corpo San-
to n. 5.
Para urna casa
franceza.
Precisa-se de urna escrava que saiba engom-
mar, coser, e fazer todo o servico de urna casa
de pouca familia, e que seja Del e diligente. Na
mesma casa precisa-sede umescravo para o ser-
vico de cozioha : quem tiver pode dirigir-se 4
ra do Imperador o. 27 confronte a ordem ter-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manhaa is 4 da tarde.
Companhia do fie-
beribe;
Para cumprimento do disposto no
art. i* do decreto n. 2686 de 10 de
novembro de 1860, sao convidados os
Srs. accionistas da Companhia do Be-
beribe a se reunirem em assembla ge-
ral no dia 2 de abril prximo futuro no
escriptorio da mesma companhia. Re-
cife 21 de marco de 1861.O secreta-
rio, Manoel Gentil da Costa Alves.
Costureiras.
Ainda,precisa-se de algumas costu-
rerast|ue estejam acostumadas
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATHICO
DO D0UT0R
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas lodos os dias uteis desde as 10 horas
al tneio dia, acerca das seguintes molestias :
1.* molestias das mulAeres, molestias das crian-
gas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias stphiliticas, todas as especies dt febres,
febres intermitientes esuas consequencias,
PIliRMACIA ESPECIAL H0MEOPATHICA .
Verdadtiros medicamentos homeopalbicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus etfeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos preces mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os mediesmentos do Dr. Sabino sao
nicamente rendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carleiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carleiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino sio falsos.
jaEajsaittSie- a^^atrVMrvrri^ twtih '--
2uaiawuivm VMMnlMnf oBWSVVBVm
Dentista de Pars. Jj
15Ra Nova15
Fwderic Gautier, cirurgiao dentisla, faz
__ ledas as operaces da sua arte e eolloca
8" dentes artificiees, tudo com a superiori- o
n dade e perfeicao que as pessoas entend- {
das ihe recoobecem.
Tem agua e pos dentifricios etc.
Aluga-se a casa terrea da ra Direita n. 83,
a qual sempre foi muito boa para loja de miude-
zas ou outto qualquer estabelecimenlo ; quem
pretender, dirija-se a ra da Penha n. 5.
. Aluga-se o sitio da Capunga nova, o qual
fira em frente da ra que vai terem S. Jos do
Manguinho, lendo grande e excellente casa asso-
brsdado, cocheira, casa para criados, e grande
banheiro com tanque, boa estribara, e bastantes
arvores fructiferas : a tratar no sobrado da ra
Nova n. 56.
a coser
costuras de alfaiate parai trabalhar por
rfs Cru- a"a^m c8** de familia : "na ra Nova
doj? jrito a Conceicao dos Militares n. VI.
^
na ra airai d tnstrii da Boa-YlsU o. 30. I as meimas horas.

Obacharel WITRUVIO pode ser
procurado ia roa Naya 11. 23, primeiro
andar, do sobrada da esquina que volta
para a Camboa do Carmo.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser : em cesad e Samuel P.
Johston &C, ra da Senzalla Nova n 52.
'.Roga-se ao Sr. Joaquim Theophiio dos San-
tos G. queira a nuunoiar sua morada para lhe
fallar sobre um particular.
10T1BI1
Acham-se a venda os*novos bilhetes e
ene os da quinta parte da quinta e Dri-
meira da sexta lotera a beneficio do
hospital Pedro II, na thesouraria das lo
terias ra do Queimado n. 12, primeiro
andar, e as lojas commissionadas na
praca da imdependencia n. 22 do Sr-
Santos Vieira, ra Direita botica n. 3
botica doSr. Qiagas, no Recife ra da
Cadetaloja n. 15 dos Srs. Porto Irmos.
A extraccao tera' lugar impreterivel-
menie no dia 4 de abril prximo, as
sortee sero pagas com promptido a
entrega das listas no dia immediato ao
da extraccao.Othesoureiro, Antonio
Jos Rodrigues de Souza.
Na ra de Pilar n. 82. sobrado,
ha para vender urna mobilia de jaca-
randa', e alguns outros trastes tudo em
conta, por ser de urna pessoa que se
retira da provincia.
SOCIEDADE BARCARIA EMCOM-
MANDITA.
Amorim, Fragoso Santos
Companhia
fazem publico que d'esta data em diante as anas
contas crrenles sero reguladas da maneira se-
guiole :
Receber-se-ha qualquer quantia de lOOg para
cima, e pagar-se- ha vista at 5:00U, sendo
dab para mais com aviso de 10 das, contndo-
se juros de dous porcento, menos do qoe a laxa
por que a caixa filial do Banco do Brasil descon-
t letras, sendo estes juros contados e capitali-
sados de 6 em 6 mezes.
Tambem sero abertas cootas correles sob
condicoes de ser pagas i vista qualquer quan-
tia independente de aviso, contando-ee aomente
juros de 3 0)0 ao anno na forma cima declarada
Recife t. de marco de 1861.
Manoel Ferreira da Silva Tarro-
zo, na ra do Apollo n. 28, saca sobre
a cidade do Porto.
Collegio Bom Gonselho.
Ilua da Auroran. 50.
08 cursos de pbilosophia e geometra contl-
auam da mesma forma, e s mesmas horas, se-
gunda-feira i. de abril.
COLLEGIO B0SC00SELH0.
Os curio de geographia e rhetorica abrem-se
no I. de abril. Aa horas das aulas sao de 3 lit
COMPAMIIA DA YIA FRREA
DO
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(limitada.)
Avisa-se ao respeitavel publico que lerra-feira
26 de margo e at outro aviso o trem para a Es-
cada partir das Cinco Pantas as 8 1|2 horas da
manhaa e voltar da Escada para as Cinco Pontas
a 1 3|4 horas da tarde.
0 trem que partir das Cinco Ponas as 4 1i2
horas da tarde chegar somente at a Villa do
Cabo.
AssignadoE. H. Braman,
Superintendente.
Jos Gongalves Ferreira da Costa tem 0
para vender urna canoa do carreira em *$
muito bom(uso pela quantia de 803 &
lira completa
de ama grande liiflaminaco do i
gado.
O abaixo assignado declara que urna de suas
filhas de idade de 14 annos, soffria, ha tres an-
uos, de urna grande m/lammaco de figado, que
a prvava da respirado, causando-lhe agudas pi-
sadas, tirando-lhe o somno, o appetite e as co-
res ; e vendo-a neste triste padeciroentb, recor-
reu sabedoria de alguns professores de medi-
cina e cirurgia, aos quaes nao foi possivel acer-
tar rom o curativo proprio para sua salvado ;
emfim, vendo-a no mesmo estado ou peior, re-
correu entio s chapas medicinaes do Sr. Ricar-
do Kirk com escriptorio na ra do Parto n. 119,
e fazendo-lhe applicagao dellas no lugar aggra-
vado, obteve melhoras progressivas, a qual se
acha completamente boa ; e por ser verdade, o
declara para crdito e gloria de seu autor e pro-
va de sua salisfaco.
Domingos Gomes Ribeiro.
Reconhecida verdadeira a assignatura supra
pelo labellio Pedro Jos de Castro.
O escriptorio de Ricardo Kirk, sito na ra do
Parlo n. 119, estar aberto todos os dias das 9
horas da manhaa s 2 da tarde.
A firma commercial que nesta praga tem gy-
rado sob a razo do Seraphim Teixeira Basto, ii-
ca substituida pela de S. T. Basto 4 Irmos des-
de o principio do corrente mez ; assim como a
qu no Para gyrava aob a de Antonio Joaquim
Teixeira Baslo, fica sendo Teixeira Basto Irmos,
ficando estes responsareis pela liquidacao da-
quellas. Os sosios que fazem parle das novas fir-
mas, sao Antonio Joaquim Teixeira Basto e Joa-
quim Jos Teixeira Basto, residentes no Para, e
Seraphim Teixeira Basto, nesta praca. Pernam-
buco 28 de margo de 1861.
Sincera gralido.
Forte erupcao de pelie,
Padecendo eu ha muito tempo de urna forte
erupcao de pelle na palma da mo direita, que
muito me incommodava, usei de muitos un-
gentos, dos quaes nao recebi melbora alguma,
e lendo a felicidade de Dcar perfeitamenle curada
com a applicaco de urna das chapas medicinaes
do Sr. Kicardo Kirk com escriptorio na ra do
Parto n. 119, faltara ao meu dever se nao publi-
cassea minha sincera gratido ao mesmo senhor.
Ra do Conde n. 13, Rio de Janeiro.
D. Isabel Candida.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por, 3/>f
Ti ra ra tra tos por 3# ."
Tira retratos por 3ff
Tira retratos por 3$ -
Tira retratos por 3
Tendb recebido um sortimento d cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinfaas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. \V. Usborn, o retratista america.
no tem recentementerecebido um gran,
de e variado sortimento de caixas, cj.ua.
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte-
Como tambem um grande fornccimen-
to de caixas para retratos de 3#000 rs-
cada um, as pessoas que desejarem ad-
quirir eonheci roen tos pratiecs na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob conduces muito
razoaveis.
Os cavalbeirosesenhoras s3o convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra exammarem os specimens do que
cima fica anunciado.
Compras.
Compra-se urna taberna em boa paragem
prefere-so na Boa-Vista ou Santo Antonio :
quem a quizer Tender dirija-se ra do Sol u.
29 taberna, que se dir quem a pretende.
Compra-se moedas de ouro de
20$ : na ra da Cadeia loja de cambio
n. 38.
Compram-se escravos do sexo masculino de
12 a 20 annos, cabras ou negros na ra dalmpe-
ratnz o. 12 loja.
Compram-se notas de 1J e 59 velhas, com
mdico descooto : na prafia da Independencia-
numero 22.
Compram-se moedas de ouro de 20S ; na-
ra Nova n. 36, loja.
Compram-se
garrafas ae Bordeaux vasias usadas e
novas ; na ra da Cruz n. 17.
Compra-se um livro de Rodolpho para sol-
rejo que tenha algum uso ; na ra larga do Ro-
sario n. 18, no terceiro andar.
Compra-se urna cabra (bicho) com bom lei-
te ; na ra do Queimado o. 4, segundo andar.
Compra-se urna mobilia de Jacaranda em
muilo bom eslado ; quem tiver annuncie.
Compra se urna negra de 18 a
24 i.nnos de dade, de boas qualidades
eque nao tenha vicios nem achaques e
saiba comprar na ra e fazer bem o
servico de urna familia : na ra do Vi-
gano n. 5, terceiro andar.
Compram-se es-
cravos
de ambos os sexos e de toda idade, Unto para
exportar para fra da provincia como para a ci-
dade : no escriptorio de Francisco Mathias Pe-
reira da Costa, ra Direita n. 66.
Vendas.
F. Villela, retratista da augusta casa imperial,
em seu estabelecimenlo na ra do Cabug n. 18,
primeiro andar, entrada pelo pateo da matriz,
lem lindos alfinetcs de ouro de lei para colloca-
rem-se retratos. No mesmo estabelecimento ti-
ram-se retratos por
Ambrotypo e por melainolypo
Sobre panno encerado, proprios para remelle-
rem-se dentro de cartas.
Sobre malacschcla ou talco, especiaes para al-
neles ou cassoletis.
Retratos transparentes, oflerecendo o mesmo
retrato duas vistas,
urna em cores outra em preto o braoco.
Retratos a oleo, de todos os tamanhos al o
poni natural.
Precisa um homem solteiro de um criado
forro ou escravo. que saiba cozinhar: a tratar n
ra da Imperatriz n. 8, terceiro andar;
Feitor
Preciss-se de um feitor que saiba desempenhar
o lugar de seu offlcio, para casa de um estran-
geiro, que seja capaz e fiel, e que d conheci-
mento de sua conducta, preforndo-se solteiro :
dinja-ae ao sitio de porlao de ferro, na frente do
palacio do bispo.
Precisa-se de um bom criado para o servia ,
59 de tala e quarto dando fiador: ns ra do Tra- dS P6'0 ultimo paquete osles
r*1*0-!2- ISontbjJlMdlorC;
No armazem de materiaes da ra do Brum
n. 55, vende-se coqueiros para mudar: quem
pretender dirija-se ao mesmo.
Vende-se um bom sof e jogo de bancas de
oieo e urna cama de armacSo de angico, por
preco commodo : oo becco dos Ferreiros n. 5.
Vende-se um bom escravo cosinheiro a
tratar no armazem de cabos n. 23.
lil
cobertos e descobertosr pequeas e grandes, de
ouro patente inglez, para homem e senhera de
nm dos melhores fabricantes de Liverpool, vin-
em casa de
-^*fc


w
**m**w*ammc^mvvDkmmtrmmi&**+uu
As melhores machinas de co-
zer dos mais afamados au-
tores de New.-York, Singer
tC, Whecler & Wilson e
Geo. B. Sloat A C.
m-
Su
ho-
Eataa
china*
sao as me
res e asis
turad euras
mostram-se a
qualqoer hora
e ensina-se a
trabalbar as
casas dos com-
pradores ga-
rantindo-se a
sua boa quali-
dade e dura-
clo: no depo-
sito de ma-
chinas de
Raimundo Carlos Leite Se Irtao, ra da Irnpe-
ratriz n. 12, adtigamente aterre da Boa-Vista
Lufas de Jouvin.
Vendem-se as melhores e mais frescas luvas
de pellica de Jouvin que se podem desejar, por
terem eido reeebidas pelo vapor francez, sendo
brancas, prelat e de cares, tanto para hornera
como para seahora : na ra do Queimado n. 22,
foja da boa f.
Vendem-se por preco co tomo do caixas com
vidros para vidraca c chumbo em barra : a tra-
ar na ra do Queimado a. 41.
aiK*(wswi^^B* mm ves* nw wb> w >*t
4.1HMHL I PEKDIG.10.
FAZENlMS BOAS E BARATAS.
Rua da Cadeia laja n. 23.
Vestidos superiores de blonde com
manta, capella, flores e mais pertences^
Vestidos de seda de cores e de mo-
re.nliqu.______________________________
Vestidos de cambraia brancos borda-
dos e de phantatia superior._____________
MinMetes, taimas, visitas de fil, de
gorgifrao liso e bordados.
Sedas de quadrinhos, grosdeoaples de
todas as cores e moreantique.
Saias balo de todas as qualidades e
tamanhos para senhoras e meninas.
Camisas de linhu para senhora, de
algodao para meninos de todas as idades,
Peiitesde tartaruga modernos e dos
mais acreditados fabricantes de 10$ a 30.
Galeas de casemira.
Vendem-se caigas de casemira preta moito bem
feMae a iHr diuo dtdita de cor motte mperior t
, stao-se acabando : na roa do raRaado o.
22, loja da boa f.
A 1^000.
Grsratas pretaa desetim : na roa do Qtietmav
do d. 2. loja da boa f.
S Remedios americanos
2 DO DOl.'TOR
gRadway & C, de New-Yorlt?
Pilulas reguladoras.
Estes remedios j sao aquibem conhe-
9 cidos pelas admirareis curas que tem ob-
B tido em toda asorle de febres, molestias
*3 chronicas, molestias de senhoras, de pe-
le etc., etc., confrmese v as instruc-
9 goes que se acham traduzidas em por
w tugjiez. 4$
Salsa parrilha legitima e
1 original do antigo t
DR. JACOBTOUNSENDl
9 0 melhor piirificador do sangue
cora radie lmente
Erisipela. Phtisicas.
Rheumatismo. Catarrho.
Chagas. Doengasde flgado.
Alporcas. Effeitosdoazoogue.
Impingens. Molestias de pelle.
Vende-se no armazem de fazendas de
Raymundo Carlos-Leite&Irmio, ruado
lmperatrizn 12.
9
Befvslio das m*wntacturas imperAaes de r*n<;a.
CAMBOA DOCARMO, o qual se vende por mseos do 2 hectogr.rnos a UOOoTem porcio do
.".aros sutt^ ->" **- 4&
CENTRO COMERCIAL;
15 RuadaCadeiadoRecife 15
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E CIGARROS,
DE
>
Jase Leopoldo Boiirganl
9
Attenfo.
N. 40-Roa do Amorim-N. 40.
Vendern-se saceos grandes com tros quartas de
fannha de mandioca a 2J500.
io Rio de Ja-
Suissos.
a qua-
para cigarros e ea-
Luvasd" Jovin e enfeite de cabeca. m
Cassas, organdys, diamantina, chilis 9>
claras e escuras, francetas e inglezas S
jj| Nesls. loja s se rende a dioheiro e 3g
a por iso mais barata que era qualquerou- fi
yg Ira, seu sortimento completo de fazen- *
g das de moda, ditas inferiores e roupa fei- 5.
9 ta e seus pregos muito conhecidos: na 1|
a ra da Cadeia loja n. 23, dao-se as \
S amostras1. #i
Pechincha.
Vende se a casi n. 2 da ra das Trincheiras f
a tratar com Jos Feroindcs Lima na ra ora
numero S.
Em casadeSchafleitlin& C,ra da Cruz n.
d, vende-se um grande e Taado sortimento
de relogios de algibeira horisonCaes, patentes,
chronometros,meioschronoraetro8deouro|pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
giosdos primeiros fabricantes da Suissa, qu se
vandero por precosrazoareis
9999999MMa 99999 9999
W> Em casa de Mills Latham & C. na ra
tJ da Cadeia do Recife n.52, rende-se : m
Vinho do Porto.
9 Dito Xerez engarrafado da muito supe-
9 rior qualidade. Ji
Oleo de liuhaga.
AWaiade. S
S Secante.
% Azarcao.
Eocarnado jeoeriano em p. <&
mates6 fl" "PSl ***** Tariado s0'11""' de
barato if^'S^!*^^*^"* -- ? -1 p6* render
Vender muito para vender barato
_____________Veader barato para vender milito.
GRANDE SORTIMENTO
DE
Roupa feita,
Na lojearmazem de Joa-
quim Rodrigues lava-
res de Mello.
Una do Queimado it. 9
Loja de quatro portas
Sobrecasacas de panno fino obra muito bem fei-
ta, de 35$ a 40$ cada urna.
Paletols de panno 6no prelo, de 25* a 30.
Golletes de velludo preto bordado, a 12 cada
Ditos de gorgurao preto a 7 idera.
Ditos de selim raaeo a 6$ ide.
Ditos de casemira preta a 53 dem.
Caigas de caseenira preta fina de 12 a 14*
Paletols de estamenha a 5.
Ditos de alpaca preta, saceos de 4 a 5
Ditos de Gila sobrecasicos de 8 a 9.
Ditos de bambolina preta superior fazenda a 12
Ditos de meia casemira a 10.
Ditos de casemira muito fina a 14g.
Lm completo sortimeuto de paletols de fuslao e
bnra, e caigas e coletos, que tudo se rende or
prego em conta. K
Rival sem segundo. ;
Na ra do Qoeimado d. 55, loja de miudezas.
est queimando os seguintes artigos abaixo de-
clarados, todas as miudezas eslo perfeitas e o
prego convida : '
Caixas deeolehetesa 40 rs.
Carios de ditos a 20 rs.
Croza de pennas de ago muito finas a 500 rs.
Charutos moito finos, caixa com 002500
Groza de bolees do loug a 120 rs.
Carretel de linha com 100 jardas a 30 rs.
Bules com banha moito fina a 320 rs.
Dito dito dilo a 500 rs.
Banha em lata com 1[2 libra a 500 rs.
Frasco de> oled de babosa a 400 rs.
Caixas cora obreias muito novas a 40 rs.
Ditas com ph< sphoros especiaes o melhor que
hs a 160 rs. H
Pares de meias cruas pera homem a 160 rs.
Ditos de ditas muito finas a 200 rs.
Pe?as de franja de lia muito bonitas
oa) fs #
Duzia desabneles muito finos a 600rs.
Iscas para aceuder charutos a 60 rs.
Phosphoros em caixa de folha a 100 rs.
Cartas de alfinetea finas a 100 rs.
Caixas dt; agulhas fraocezas a 1-20 rs.
Pares de sapatos de traoca de algodo
Ditos de Ha para meninos a 200 rs.
Frascos de macass perola a 200 rs.
Ditos de oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garlos de cabo preto a 3f.
Pares de lufas de fio de Escoda a 320.
Massos de rampas finos a 40 rs.
Caniveles de aparar peona a 80 rs.
A*e80ura para unbas e costura muito finas a
500 rs.
Pegas de traiga de la com 10 raras a 320.
Escojas p.ri oente. muito finas a 200 rs.
Cordao imperial fino a 40 rs
Dilo groeao a 80 rs.
Gordes para espartilho a 80 rs
tas para rap muito fiaas a .
vares de meias de cores prra menina a 160 n
Lfnqa de Marcar (oorello) 20
Groz de arcs para eobrlr a 00 ts.
Vendem-se e trocam-se
escravo de ambos os sexos : no esctipfotio de
Francisco M. P. da Costa, ra Diretta n. 60.
Capellas fina* para noivas.
A loja d*8guia branca recebeu novas e delica-
das capellas de flores finas para as noivas, e as
est vendendo a 6e a 8, conforme o seu pro-
posito de baraleira loja d'agua branca, ra do
Queimado o. 16.
la do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S, vendem-
s por pregos baratissimos, para fechar contas.-
chapeos do Chille para horaem e menino a 3500
cortos de casemira da cores a3500, pecas doba- ---------------------- -o-
, bados largos e trasparentes a 3, pegas de cam- SL. nVrNirU df8conlo,(lue "ige thesouraria
braial.sa fina a 3, sedas de quadrinhos miudos fmnerfo cora n SS. TV ** ""* praM -do
de cores escuras e gostos novos a 800 rs. o cova- Zl T.S dL5 pr cen,0: no escr'P-
Azoveao a alendes, ra da Cruzo
Pechincha!!!
Aletria. talharim e macarra a 400 rs a libra:
vende o Brando. na Lingoeta n. 5.
Vidrilhos de todas as
cores.
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabuga, n. 1
B, vende-so vidrilho proto, azul e branco asse-
a ca que S8 *eaie Pr bwslissimo
2,500 rs. a libra, s na aguia branca
Charutos suspiros a. *
nelro por conts da arande (S?\"%?* e.P9t<,e uperiora charutos d .
porgJe a'retaho { Z li o^ e'memt'e t*X^l^ 4,C- **; -
suissos e hamburg. sempre grande sortimento de charutos maniha, harana,
Charutos suissos .M-n-vii, A
Cigarros de Daoel m****** se rend. 45.
aStOr. aarUlcqm agarra, de metal a. 1 cada um. ditos par. farros .
Papel pardo nicot i
Tabi?-r e,i!,e ^^tzp&te tmis^ta
Iioade.CaP(W t*'"*' vtti*Mf0 !* "tos de diversos tamanhos, garanle-se
Tabaco turco, <% m
Tabaco fleur delariebeka '" '"*'""" ec""mb0,
TabaoS""" """ '*" Sy5?" 'mmk*
Macbinas_e pape! ZZZZZT "*' TT
RaprolaofraDC
Vasos de loucaebwrop,raubflcoe
rnosphoros e iscas h *
Cachimbos de dlve qualidades para charutos.
Tab^riSrrTr^
do nao agr,dlel0LMcoSperC0dorV.e0(,d08 lorMad-" '"er (iacluindo os charuto.) qu.n-
Pr^!ddPe. m "^ encoraa,9nd. encaixoum-se e remeilom-se aos seus deslinos com bre-
Alm
e objeclos proprios para os senhores fu-
francez em macos de urna libra e ditos de meia libra fazenda superior.
>ma.
gesso, louga, ma-
mullo mais
SEOULAS
de l$e 5#000.
Coatinua-se a trocar sedulas de urna s figura
Lagedo.
do, chitas largas cores escuras e claras a 240 rs.
cassas de cores de bons gostos a 240, organdys
muito fino e padres novos a 500 rs. o corado
pecas de entremeios bordados fios a 1J>500. ba-
bados bordados a 320 a vara, gol i ribas bordadas
a 810, manguitos de cambraia e fil a 2#. bra-
mante de algodao com 9 palmos de largura a
18230 a vara, sobrecasacas de panno" fino a 20 e
23#, paletols do panno e casemira de 16 a 20S
dita de alpaca pretos de 3500 a 7$. ditos d
bnm de 3 a 5$. caigas de casemira preta e de co-
res para todos os pregos, dila3 de brim de cores e
brancas de 2&500 a 5. colletes de casemira de
crese pretos, ditos de setim preto, tudo a 5a
cortes de cassa de cores a 2?, pegas de madapo-
' uno a 48500, assim como outras muitas fa-
lo
zendasque se venderlo por menos do seu valor
oara acabar.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C.
ra do Vigario n. 3 um bello sortimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos trancelins para os
mesmos.
cores a
1.
-- Vende-se ps de larangeirasde umbigs e da
china, de sapoli, fruta pao, abacate, limao para
cerca o outras qualidades de fructas. Na ponte
de UchOa sitio de vinva do Joao CarrolL
Cera de car-
naba,
..JlL"!0 da Assembla n. 15. ermazem de An-
Vendem-se
Na ra das Cruzes n. 38,
segundo andar,
por mui barato pregos movis seguin-
tes : urna cama de casal, embutida ;
um porta-senrilor ; um colxao de mo-
las ; urna commoda : um espelho gran-
de ; um armario com outro espelho ;
umapparador ; urna mesa para doz
pessoasjnm porta-licores ; servido de
porcelana para jantar ; um relogio de
marmore negro, representando Miguel
Angelo ; duas bellas gravuras (Apollo e
as musas, Moliere em casa de Ninon de
rnclos), em duas ricas molduras. Ten-
do seu dono de retirar-se para o campo,
por itso desfaz-se destes objectos, man-
dados vit expressamente de Pars, aon-
de foram confeccionados com perfeicao
a apurado gosto.
torio de
D. 1.
prego do
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para rendar am
ea armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
tlguns pianos do ultimo gosto recaatiment.
Bogados dos bem conhecido acreditados fa-
bricantes J Bro.dwood & Sons da Loadru
nsuito propro para este clima
Asverdadeiras lu-
vas de Jouvin.
A loja d'agui branca recebeu pelo vapor fran-
cez urna nova remessa das verdadeiras luvas de
Jouvin, cuja superioridade j bem conhecida
por quantos as tem comprado, osera mais por
Muelles que se dirigirem i ra do Queimado,
loja d aguia branca n. 16, asseverando que sao as
melhores e mais novas no mercado. Tem sorti-
mento do todas as cores tanto para homem como
para senhora.
* !,
W Machinas de vapor. a
Rodas d'agua. a
Moendas decanna. *
@ Taixas.
^ Rodas dentadas. S
9 Bronzes e aguilhes. S
^ Alambiques de ferro. Z
^ Crivos, padres etc., ate; Z
Na fundiclode ferro de D. W. Bowmaasl
^ ra do Brum passando o chafariz. aa
@@@3a a
Vende-se um terreno com 30, 40 ou 50 pe-
mos de frente, conforme melhor convier ao com-
prador, tado aterrado, situado na roa do Brum,
junto.fuudigio ingUza, cam mais de 300 pal-
mos de fando, e prompto para se ediflearem re-
Qnagoes, padanas, ou outros quaesquerestabele-
cimentos por ter excellente porto para embarque
e desembarque de gneros: na ra da Madre do
eos, armazem n. 20.
Vendem-se200 raras de lagedo chegado lti-
mamente de Lisboa no brigue portuguez Plo-
nnda ; a tratar com F. S. Rabello & Filho, lar-
go da Assembla d. 12.
.""^ Vendem-se por preco commodo urna por-
gao de toneis de varios tamanhos, muito proprios
para depsitos de me!, ou para as destilagdos
dos engenhos. assim como para depsitos de
agua em casas particulares: para ver e tratar
na toja da rna do Queimadu n. 41.
Cascarrilhas de seda de todas
as cores.
A loja d'aguia hranca recebe* com as demais
cousas vindas pelo ultimo vapoKf/ancez, mui no-
vas e bonitas cascarrilhas de seda para enfeites
de vestido. O sortimento das cqres excellente
inclusive a preta, que tem de diversas larguras,
e obra de tanto gosto, s se encontra na loia
d aguia branca, ra du Queimado n. 16.
LabyriDthos
Na ra*da Cadeia do Recife n. 28primeiro an-
ir, vendem-se lengos e toathas de labyrinthos.
Pechincha.
Vendem-se batees ao 30 arcos, pelo diminuto
prego de 4$: na ra da Cadeia n. 24.
llhonovo
dar
em sacecs grande :
zem de Moreira 4
Deosn. 4.
Proprio para mimo.
S na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n.
IB, e chegado urn completo sortimento de cai-
xinhas para costura de todos os tamanhos, orna-
das com preparos muito finos e ricamente enfei-
tadaj, proprias para qualquer mimo de senhora
ou menina : isto s na loja d'aguia de ouro. ra
do Cabug u. 1 B.
. Vende-se o engenho Triumphante
situado no Vao de Uoa : a tratar na ra
do Crespo n 20 A, ou na cidade do Rio
Formosocom o Sr. Dr. Gaspar de Me-
nezes Vasconcellos de Drummond.
llOfilOS.
Vende-so em cas. de Saundres Brothers 4 C.
praca do Corpo Santo, relogios do afamado a-
bricaute Roskell, por procos commodos e tam-
bem trancellins e cadias
excellente gosto.
para os meamos da
Uto
imperatriz.
P.ro cibegas de Senhoras, chegados pelo ulti-
mo vapor, assim como cintos pretos com Bvelas ,
fitas pretaa para cintos, grande sortimento de fU
TSll?-?',iterM8 JOUVIN preta.. brancas e cor de caaaa para ho-
rneo, e senhoras ; em casa de J. Falque, ra do
Crespo d. 4*
Luvas de torzal
com vidrilho a 1#000 o par.
A loja d'aaaia brane., firma na san proposito
do baraleira, est vendando mui nova, e bonita,
luv.. pretas de torcal cora vidrilho a la o par
a ellaa. anua que se ac bem : a. roa do Qaei-
a*do, loja d'aguia branca n. 16.
Para a quaresma.
Ricos cortes do vestidos de grosdenaple preto
bordados a velludo com algumas pintas de mofo,
que mal se conhece, os quaes se tem veBdido por
160. e que se vendem por 80j.
Ditos ditos sem ser bordadoa a velludo, fazea-
da muito boa e encorpada por 55$ e 60fi.
Manas piulas de linho bordadas 8#.
Visitas pretas muito bem enfailada a 12$.
Ditas de seda de cores muilo Modas 20.
Grosdenaple preto superior de 20200 e 2a, e
muito largo a 2*800.
Sarja preta hespanhola boa a 2*.
Velludo preto liso muito bom a 4J, 6f e 65.
Cortes de casemira preta bordada para collete
a 5O90. *
Ditos de velludo preto bordado para collete
alOpOOO.
Calcas de casomira preta fina a 10 e 12J.
Casacas e sobrecasacas pretas bem feitas a 300.
Corgurao preto e bordado de cor delicada, o
covado 4*.
-Collete. da casemira pretos bordados a 8*.
Paletols de panno prelo a 12$ e 18*.
Dilosde-alpaca preta a 3#, 4. 5 e 6|, e muito
fino a 8*000.
Saias balso a 4*.
Chales de merino bordados, grandes a 5)), 6*
6 Jr'WW.
Diios de seda pretos grandes a 14*.
Vestidos de seda de.cor bordado, de duas saias,
fazenda multo boa com algum mofo a 40 e 60*.
Ditos oe phanlajia era armo alo*.
Calsaa de casemira de cor a 6*. 8. 9 o 10*. -
Saceos de tapeta de diversos tamanhos para
viagem a 5*. *
Malas de sola para viagem de 12* a 18*.
Chapeos preto. franceses finos a 8J.
lJiiS.* CMlor brBBc> pello nuito bons.
12*000. E oulras maltas fazendas, que para U
ouidar, vehdera-se barato : na laja
da ra da Cadeia do Recite n. 50,
Sirva.
Grosdenaples baratis-
simos.
Vendem-.e-grosaOBaple. proto apelo barati.s-
o-J5^Hode1S? -e o vado: na ra do
QMiaado n. 2, loja da boa f.
Aaa do Crespo n. 8, loja
de 4 portas.
Pechincha que admira.
GUtn fraacezas coras Utas o lindos desanos
a 240 rs. o covado dio-se amostras com penhor
Na loja de fazendas
ao pedo arco
de Santo Antonio,
Chegou um completo e rico sortimento de
oeiro. bordadoa e j preparados para baptisado,
assim como chapeos e touquinhas do ultimo gos-
to para o mesma flm. Ha tambem constantemen-
te lencos eftoahasdelabyrintho. kices da Ierra,
bonets de velludo do ultimo goso paramesnaos,
punbos para camisas de menino, saiaa a balo
t^k* Aad0!, e sem e,,es- "llinrras. manguitos,
aanasinhos de mariscos e de larteroga, proprios
parajoiase outras muitas fazendas de gostrapor
pregos commodosl -,
Meias pretas trancas.
Ka loia d'aguia de ouro, ra do abogS n.l .
vendem-se meiaa pretaa ao seda pera homem a
i* o par, ditas de laia muito superior a 23500
ditas brancas a 160,200 e 240 rs., muito finas
400 rs. o par, ditas pretas para seuhera a 500 rs..
branca a 240 e 320. finas a 400 r.. o par, ditas
pala manira a 240, ditas para menino a 200 e a
bu :|b agUU de 0U^<> ru" d0 C*"
Tuciaho de Santos a 280
rs. a libra
Vende-se na'rua das Cruzea n. 24, esquina da
travessa do Ouvidor.
Vende-se farinbs de mandioca muito boa
sacce grande, por 5*500, a dioheiro ; oa rus No-
va n. 3o.
Bonets de gorguro avel-
ludado.
Vendem-se mui bonitos bonets inglezes de gor-
guro e velludo, mesclados e de mui bonitos pa-
droes a 1S500. Esses bonets por suaa boas qua-
lidades e multa duracao tornam-se mui proprios
para os meninos do escola, e mesmo para pas-
seio ; assim como outros bonots de pal ha e pan-
no fino, etc.. etc., e mui bonitos a 2J500, 3* e
4, o melhor possivel: na ra do Queimado n
16, loja d'aguia branca:
Prelo e niilho
Saceos muito grandes e de muiio boa qualida-
de ; no largo da Assombla n. 15, armazem de
Antunes Guimares& C.
Atlencao.
Em S. Jos do Manguinho vende-se um grande
sitio com bastantes e boos arvoredos de fructo,
grande baia para capim, casa para grande fami-
lia, cocheira, estribara, casa para pretos, cozi-
nha com boa agua, bomba e tanque para banho:
a,uem o pretender, dirija-se a ra da Cruz n. 51,
ou a ra da Praia, serrara n. 59.
Villa do Gao.
armazem do barateiro.
Ra do Livramento, esquina da traves-
sa da Torrlnha.
O Machado avisa a seus numerosos freguezes
que em seu armazem tem sempre grande sorti-
mento de todos os gneros necessarits, e com es-
pecialidade carne e bacalho, e contina a ven-
der pelos mesmos precos do Recife ; toraando-se
com as demais muito commodo este estsbelecimento, nao s por
vender barato como por livrarem-se do incom-
modo de maodarem ao Recife.
Attenco.
Na ra do Trapiche n. 46, em casa de Rostron I
Roolcer & C, existe um bom sortimento de li- '
nhas de cores e brancas em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem por
precos mui razoaveis.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e de cores flxa;
a doze vintenso covado, mais barato do qn
chita, approveitem em quanto nao se acabam
oa ra do Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
ja da Boa F.
A loja da ba-f
na raa do Queimado n. 2&
est multo aortvda,
e vende muito barato :
Brim branco de puro linho trancado a 1J000 e
W00 rs* a yara dit pardo muito superior a
lg200 a vara ; gangas francezas muito finas de
padres escuros a 500 rs.; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o ao-
vado : cortes de calca de meia casimira a 1,600;
ditos de brim de linho de cores a 2* rs.; breta-
nha de linho muito fina a 20*, 22* e a 24* rs. a
peca com 30 jardas; atoalhado d'algodao muito
superior a 1*400 rs. a vara; bramante delinbo
com 2 varas de largara a 2*400 a vara ; lengos
de cambraia brancos para algibeira a 2#400 a
duzia; ditos maiores a 3|; ditos de cambraia
de linho a 6*. 7* e 8J rs. a duzia ; ditos borda-
dos muito finos a 8*rs. cada um ; dilos de cam-
braia de algodao com bico largo de linho em
rolla a 1*280; ditos com renda, bico e labyrin-
lo a 2*000 ; e alm disto, outras muitas faien-
das que se vendem muito barato a dinheiro a
vista: na ra do Queimado n.22, loja da Boa .
Cheguem ao barato
O Preguica est queimando, em sua loja na
ruado Queimado n. s.
Pecas de bretonas de rolo cm 10 varas a
*8, casemira escura infestada proprapara cal-
5. collete a palito ts 060 rs. oeoviMo, cam-
braia organdy de muito bom gosto a 480, rs.
a vara, dito liza transparente muito fina a 39,
*9, 59, 969 a peca, dita tapada, com 10 varas
a 59 e 69 a peca, chitas largas de moderaos e
escolhidos padres a 2d0, 260e280 rs. o eova-
do, ritruissimos chales de marin eatonpado a
7 e 8*, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 0 cada um, ditos com
urna s palma, muito finos a 8*500, ditoslisos
com funjas de seda a 59, leos de cseas eos.
barra a 100, 120 160 cada nm, metas mnito
finas para senhora a 49 a dnzia, ditas de boa
quahdade a 3 e 99500 a duzia, chitas Iraa-
cezas de ricos desenhos, para coborta a 280 rs.
9 ovado, chitasesturas ingleses a 5*900 a
p*ca,e a 160 rs. o covado, brim braneo de paro
linbo al, 19200 e 1*600 a vara, dito preto
muito encorptdo a 19500 avara, brilhaatini
azul a 400 r. covado, alpacas da differeotes
jftores a 360 rs. o aovado, easomiras pretas
f nss a 2*500, 39 e 3*500 o aovado, cambraia
Fil preto.
Vende-se fil de linho preto liso pelo baratis-
aimo preco de 800 rs. a vara : na raa do Quei-
mado n. 22, loja d. boa f.-
Chapeos na ra larga do
Rosario n. 32.
Finissimtfs chapeos de castor branco a f 9*
Ditos de dilo rapados a 12*. ^*
Ditos pretos com pello a 10*.
Dilos ditoa rapados 9*.
Ditos de massa finos a 7*.
Ditos d. dita a 6*. .
Ditos de fetlro o mais fino nesfe genero a 4
Dito de palha a 2|500. ^ 4,#
Fazendas pretas para a
quaresma
Na raa Ao Queimado n. &9
Loja de quatro portas
DE
Joaquim Rodrigue Tavares
de Mello.
~Sf,-?/e,,fdo de "'Pretos bordados a
I r?. ? .''fu *"* a ,20*- dilo bordado.
HAT *d,ri", 'm- m* bordados a sedas
fazenda muito superior a 70*. mantelete, da fil
? g,9,0S ** ,il de f'osdenaplep-
neB? eBfeil8<,0S 'O. 25. 30 e .P35J
20 a&lRiKS ^ bl0Dde bP"bol
M9, Oilss de 016 bordadas a seda a 19* e a 15a
ifto&mluHSSl* Prel 5enPWorquadat
Wt2.?S?-1 3^. C0?8d0',UTas V'ei" en-
tenada, e de superior faiends 2*200 cada oms e
ouuasmuits. mais fazendas prfpri.s para a
para senhora e menina : na ra
loja de Leandro Lopes Dias.
vemle-se a3*600, oo arma-
Ferreira, ra da Madre de
Cintos
do Crespo n. 8,
Novos e bonitos
enfeites de velludo.
A loja d'aguia branca acaba de receber pelo ul-
timo vapor fr.ncez urna peqnena quantidade de
enfeites de velludo os mais modernos e bonitos
que aqu tem rindo, e de seu coslume est ven-
dendo mu baratos a 10 cada um ; por isso d-
rijam-se logo a dita leja d'aguia branca, ruado
Queimado a. 16, antes que se acabem.
Pechincha para a
quaresma.
Manteletes de grosdenaple e da fil de aeda
s* ?noe d?c-ores' pel braiimo preco de 5*.
o*. IOS e 12 : na ra do Queimado n. 44.
Vende-se oa cidade do Aracaty urna casa
terrea com sotao. bom quintal e cacimba, na prin-
rlr .h?, tC.0IDnicrao' propri" P"a quem qui-
ser ala estabelecer-ser por ler nao se commodos
precisos para residencia, como tambem loja, arma-
zem, etc.: a tratar na mesma cidade com os Srs.
Gurgel Irmaos, que estao aulorisados para esse
fim. ou nesta pra?a na ra do Cabug, loja n. 11
Superiores manteletes.
Vendem-se superiores manteletes pretos rica-
mente bordados, pelo baratissimo preco de 35
na roa do Oueimado n. 22, loja da boa f.
Ruada SenzaJa Nova n.42
Vende-se em casa de S. P. JoBhston & C,
selhnse stlhes nglezes, candeeiros e casticaes
bronzeados, lonas nglexes, fio de vela, chicote
para carros, emoniaria, arreios para carro de
um e dous cvalos relogios de ouro paiente
ingles.
Caes do Ramos armazem
n 24.
Vendem-se taboas de amarello, Iouro e pinho
por pregos razoaveis. r
Loja das 6 portas
EM
Em frente do Livramente
Uvas de torcal a 800 rs, e par.
Chitas escoras francezas, tintas seguras a 220
rs. o covado, ditos estreitoscom muilo bo'm
a 160 rs. o covado, cassas de
no
200 rs. o covad
pan-
cores seguras a
. pecas de bretanha de rolo a 2S
Maulaba de quadrinhos a 160 o covado, musse-
lina encarnada fina a 320 o covado, algodao de
SSlVBP 64?8 *"" ,eD0S de "" Pe-
lados a 120 rs. cada um, seda preta de ramagem
800 r4S^0T,d0- flI6 de linho Pfe'o com sal-
P-co a 15400 a vara, luvas de tortl muito Dnas a
J? iS- pt l0J" es, aberU das 6 ht,"s d
manhaas 9 da noite.
Franjas de torcal para mante-
letes.
Vende-se mui largas e bonitas franjas de tor-
cal, proprias para enfeites de manteletes, eorpes
de vestidos ele, etc.. e mesmo par. pannos fi-
nos em lugar de rele:os precos sao baratissi-
rcos, vista das larguras e bom gosto. de taes
Queimado, loja d'aguia branca n. 16.
A,2$000
Na rua do Queimado n. 47, veBde-se chapeos
deso de seda, inglez, de boa qulidade.
Vnde-se um pianno de mesa, com pouco
uso e que serve para principiante aprender, mui-
to barato ; no pateo do Carmo n. 9, primeiro
Franjas de seda com vidrilhos
e sem elles.
Na loja d'aguia branca se eneonlra um beUoe
vanado sortimeto de franjas de seda de differen-
tes larguras e cores, inclusive a preta, tanto com
vidrilhos como sem elles, e das larguras de um
dedo at meio palmo, aos pregos de 500 rs. a
zrw J Tr a vista do comprador todo nego-
cio se far para apurar dinheiro : na rua do Quei-
mado n. 16, loja d'aguia branca.
Manteiga ingleza
tantas libras: no armazem
em barris de vinte e
de Taso Irmaos.
d\Uef^rnd1.?raaa.d1Jrpeo,
, de Canta e he lazendas qne
600 rs. a vara, e outras
qne se fari patente ao compn-
dor, le todas n darlo moitras c,om paoaw
Grinaldas de flores.
Na loja d'aguia de ouro, rua do Cbug> n. 1 B
acabs-se de receber de sea propria encommenda*
lindas grinaldas de flores, tanto para senhoraa
como para meninas, que se vendo pela karatiimi-
E .TSiAttk*na ,oj **d"-"
Os lindos cintos tanta para
senhoras como para meninas.
S na loja d'aguia de ouro, rua do Cabug a
1 B aonde as senhoras acharao ea lindos cintos
tanto para senhora como para meaina, os maiari-
cos que se pode encontrar, lauto dourado fino
como de oatras corea, que esa vuta de uliiao
gqato ninguem deixar de comprar : .6 aa loia
d'aguia de ouro. rua do Cabuga aL 1 B. J
Farinha de
mandioca
de muito boa qaalidaee ; vende-se a 35C0 a
""" ; do armazem de Hnreira & Farrelra. rua
da Madre, de Dos a. 4. ^
d> *


*mm
i WinMBOOlK -*aBi JBttN >
DE
ROUPA FEITA
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RUA DO QUE1HAD0 40t
Defronte do becco da Congregacao letreiro verde.
Neste estabeleciraento ha sempre um sortimeDto completo de roopa feita de todas as
qualidades, e tamben se manda executar por medida, vonlade dos freguezes, para o
que tem um des melbores professoree.
Casacas de panno preto, 40, 35 e 30000
Sobrecasaca de dito, 35J e 30*00
Palitots de dito e de cores, 85$, 309,
25g000 e 205000
Dito de casimira de cores, 228000.
15$, 12 e 9*000
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo, lt$000
Ditos de merin-sitim pretos e de
cores, 9gOOO
Ditos de alpaki de cores. 5J e
Ditos de dita preta, 9, 79. 58 e
Ditos de brim de cores, 5, 4500,
4^000 e ^^
Ditos de bramante de linho branca,
6g000, 5000 e
Ditos de merin de cordao preto.
15*000 e
Caliss de casimira preta e de cores,
12*. 10, 9 e
Ditas de princeza e merino de cor-
dao pretos, 59 o
Ditas de brim branco e de cores.
5g000, 49500 e
Ditas de ganga de cores
Colletes de velludo preto e de co-
res, lisos e bordados, 123, 9$ e
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 69, 59500, 59 e
89000
395OO
39300
39500
4S0O0
89OOO
6S000
49500
25500
3g000
89000
39500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco, 69 e
Ditos de gorgoreo de seda pretos e
de cores, 7JJ000,69OOO e
Ditos de brim e fusto branco.
39500 e
Seroulas de brim de linho
Ditas de algodao, 1 600 e
Camisas de peito de fusto branco
e de cores. 290OO
Ditas de peito de linho 65 e
Ditas de madapolao branco e de
cores, 89, 29500, 29 e
Camisas de meias
Chapeos pretos de massa, francezes,
formas da u I ti ma moda 108,89500 e
Ditos de feltro, 9, 5$, 49 e
Ditos de sol de seda, inglezes
francezes, 149,12J, Se
Collarinhos de linho mnite finos,
dovos feitios, da ultima moda
Ditos de algodao
Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes, 1009. 909, 809 e
Ditas de prata galvanisados, pa-
tente hosootaes, 40g
Obras de ouro, aderecos e meios
aderecos, pulseiras, rozetas e
anneis
Toalhas de linho, duzia 129OOO e
e
59000
59OOO
59OOO
39OOO
29200
I588O
29300
39OOO
19800
I3OOO
7J00O
29OOO
79000
9800
9500
7O9OOO
3O9OOO
s
109000
o monslro.
Vende-se algodao moaatro con duas larguras,
muito proprio par* toalhas e lentes por dispen-
sar toda o qualquer costura, pU baratissimo
reco de 600ra. a vara ; na ra do Queimado a.
t, na loja da boa fe.
0 BASTOS
ARMAZEM PROGRESSO
DE
largo ila Penlia
O propretario deste armazem par-
e^ lt 1" ach. com
^ viudos por coala propria, p^lS^J^S^^SlSgU "" ** "^
Mauteiga ingYeza perfeitameute flor finn
rril se far algum abatimento. a 800 rs a e em b"
Manteisa franceza. m.;o
-, A mai8B0Ta I ha no mercado vende-se a 720 rs. a libra.
una perola, \\yson e Treto
19600 rs. a libra. r os melhores que ha neste genero a 29500, 2fi e
Cuellos namen&os ..
cao se far algum batimento. DeS,e aUlm0 "Pr de EurPa ,600 en> P-
^ba? SUlSS recentemente chegado edesuperiorqualid.de vende-se a 640 rs. a
JUeb!^S^ uitofrescaes e de
i>aixiniias cont ama e daas libras ,
differentes qu.lidadesde confeitos. amendoas coberUs is8Eeae?S-?S! c,Dtend.0
proprio para mimo a 19 cada nm, soneras, pastiinas etc., etc., o que ha mais
Passas multo novas ,. .r
% gresso a 29 cada ama. em C,I,M Cem fl 15 ,,brM rende- nicamente no Pro-
l?lsos de comadre
^ *.? a* em cm" d8 15 Iib"s 29 s no Progresso.
Ameixas iraneezas iRn ,.k
Marmelada imperial? f emPrsase "a'gumabameB,-
Lisboa a 800 rs. a libra. aad AbreU' e de oulroa Bullo febricantes de
"Latas com bolacUlnuas de soda ,
differentes qualidades. *enae-se a 1*600; n. cada urna com
Chocolate
Maca de tomare::;:9;6: ra e8te mercado a 9oor8-a bra- "
Ubr.. em IaUs de i hbr"' a m* ot qoe ha no mercado a 900 rs. a
Ir eras sfeft^t
V^Z~Z e 6m C0DdeC" de 8 libra por 3500 ^0 a 480 rs. a libra
Conservas franeezt s e inglezas
das em direitora a 860 rs. n frasco. mai D0Ta* que ha por serem *"
Aletria, macarrae e tanarim a 40n !lh
roba por 89. 40U Dra e en caixas de urna ar-
Palitos de dente lixados
Toncinno de Lisboa cm M m'cinhos por 200"-
a arroba a 9$. maiS D0T que ba no mcado a 320 rs. a libra em barril
reSniltO mBlt0 Tende.Se para acabar a 400 rs. a libra.
+ Cbonri^as e naios nmah .
a libra. o que ba de bom neste genero por serem muito novos a 560 rs.
Banba de norco refinada
480 rs. a libra e em barril a 400 rs. *qM pode haver ne mercado vende-se a
Latas com peixe de posta
res qualidades de peixe que ha em PorluJaWiWmr'i.Un-0' maD*ra p088irel d"elho-
kgustinha em latas menores a W ri! verdadS rW..,"*' aas,n, como tea ,B,io
qualidades dos melhores fabricares de sIoPpHTrh.^.^9 e"sPiro! e < *** muiUs
cerveja de ditas, marrasquino de zara liror r?I;.cb"n,Panhe d" ? acreditadas marcas,
rifleado a l ntnbMmimS'm^J^9 lodM aS qulide8. eito doce pu-
quotfora tinha loja na roa dV
mado a. 46, que gyrava aob a firma da
Ges Si Bastos participa aos aeua nume-
rosos fregueses que dissolveu a aociedade
que tinha com o mesmo Ges tendo sido
substituida por um seu mano do mesmo
nome, por taso ficou gyraodo a mesma
firma de Ges & Bastos, assim comoapro-
veita a occasio para aanunciar abertura
do seu grande armazem na ra Nova jun-
to a Cooceigao dos Militare* a, 47, que
passa i gyrar sob a firma
DE
Bastos < Reg
com um grande e numeroso sorlimen to de
K- roupaaeitas e fazendas de apurado ges-
to, por precos muito modificados como 6
de seu costme, assim como sejam : ri-
cos sobrecasacos de superior panno fino
preto e de cora 25g, 28j e 309, casacas
do mesmo panno a 309 e a 359, pajetota
sobrecasacados do mesmo panno I89,
209 e a 22$, ditos saceos de panno preto a
129 e a 14J, ditos de casemira da cor
muito .fina modelo ioglez a 95, IO9, 129
e 149, ditos de estamenha fazenda de
apurado gosto a 59 e 6j, ditos de alpaca
preta e de cor a 49. sobrecasacos de me-
rino de cordao a 89, ditos muito superior
a 129, ditos saceos a 59, ditos de esguiao
pardo fino a 49,49500 e 5$, ditos de fus-
to de cor a 39, 3500 e 49, ditos bran-
cos a 49500 e595C0, ditos de brim pardo
fino aacco a 2$800, calcas de brim de cor 3
finas a 39. 39500,49e 4$500. ditas de di- S
to branco unas a 5g e 69500, ditas de m
princeza proprias para luto a 4g, ditas de S>
merino de cordao preto fino a 59 e 69, ft
ditas de casemira de cor e pxeta a 89, 99 A
e 109, colletes de casemira de cor e pre- II
ta a 45U0e59, diloado seda branca pa 5
casamento a 59, ditos de brim branco a 8
39 e 49, ditos de cor a 39.colletes de me- &
ri para lulo a 4J e 49500, ricos rob- II
chambres de chita para horneo a 109,pa- fi
letols de panno fino para menino a 12fi e *
149,casacas do mesmo panno a 15fi,calcas U
, de brim e de casemira para meninos, na- J
1 1 etots de alpaca ede brim para os mesmos, ||
1 sapatos de tran?a para hornera e senho- ff
1 ti1*?00.' ceroul" de bramante a *
1S9 e 209 a duzia, camisas francezas fl- S
as de core brancas de novos modelos a X
m, 189, 209,245, a e 30, d;o2Jaa 9
ditas de peitosoe linho a 309a duzia, di-
tas para menino a H88O cada nma, ricas ft
grvalas brancas para casamento a I98OO M
e29 cada urna, ricos uniformes de case- ffl
mira decorde muito aparado gosto tanto 8
no modello como na qualldade pelo W- &
minuto prego de 35$, e s com avista se
pode reconhecer que barato, ricas capas
de casemira para senhora a 18# e 20 <*
e muitas outras fazendas de excellente 8
gosto que m deixam de mencionar que 2
por ser grande quantidade se torna en-
fadonho, assim como se recebe teda e S
qualquer encommenda de ronpas feitas H
para o que ha um grande numero de fa- *
zendasescolhidaseuma grande officina
de atraate qae pela suapromptldaoeper-
fecao nada deixa a desejar
Cassas de cores.
ml ti V1Ddem ,caiS48 de cores A". Pdr5es
muito bonitos, pelo baratissimo preco de 240 rs
o corado, e mais barato que chita?: n, ra do'
o. zz, na bem conhecida loja da
Queimado
Boa f.
Calvice.
Como se pode ver pelos
hvros dos capilaes Cook,
Bougainville e outros via-
jantes, os habitantes de al-
gunas ilhas da Oceania,
conservara ainda em aua
velhice cabellos que causara
admira$o dos eslrangei-
ros. O chimico de Paris,
autor da pomada Indiana,
depois de ir estudado suas preparacoos conae-
guio curar-seda calvice e fa?. TEeCS.
tXEZ&X a9della SE
iotrodaii-la na comnercio. Deposito em Fer-
nambuco na ra do Imperador n. 59 e roa do
22* b 3' e ea2 P/ris Boevard Bonne Nou-
vtlte. Preco cada frasco 89.
Ru4aSeilla Nova i.42.
"esta estabelecimento contina a haver UB
completo sorlimen to de moendas emeias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taius
te ferro batido e coado, do todos os tamanhos
para dito,
Tachas e moendas
Braga Silva & C., tem sempre no aeu depo-
sito da ra da Moeda n. 3 A, um grande sor-
mento de tachas e moendas para engenho, de
muito acreditado fabricante Edwin Mawa tra-
tor memo deposito ou na roa do Trapiche
n. 4-,
As verdadeira8 luvas de pelli-
ca Jouvim.
S na loja d'aguia de ouro, roa do Cabug n.
1 B, recebera-se um completo sortimenlo das
verdadeiras lavas de pellica Jouvin, sendo das
cores seguintes : prrtas, cor de canna, amaiellis
e brancas, sertimento completo, tanto para ho-
mem como para senhora, pois afiancamos a boa
qualidade e fresquidao, poia se receben em di-
reitura pelo vapor francez: s na loja d'aguia de
ouro, la de Cjbug o. 1 B.
Cheguem alojada Boa f
Chitas francesas muito finas de efires fizas a
280 rs. o corado; cambraias francezas muito fia
M* J 6<0 rs a vara ; idem liaa muito fina a
49500 e a 6000 a peca com 8 1(2 varaa; di-
muito superior a 8J000 a pe;acom lOvarasf;
dita fina cora sal picos a 49800 a pega com 8 1|2
raras; fil de linho liso multo fino a 800 rs. a
vara ; tarlatana branca e de cores a 800 rs. a ra-
ra ; o ostras nanitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muito baratas: na ruado
Queimado n. 22. na loja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lenjos muito finos proprios para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fizas a
59OOO a duzia : na ra do Queimado n. 22, ca
oja da Boa f.
Sertimento de chapeos
/ua do Queimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chapeos pretos francezes de superior qualida-
de a 79.
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
9g.
Ditos de castor pretos e brancos% I69.
Chapeos lisos para senhora a 259.
Ditos de velludo cor azul a I89.
Ditos de seda para meninas ricamente enfeita-
dos a 81.
Ditos ditos para menino a 59.
Lindos gorros para meninos a 3f.
Bonets de velludo a 59.
Ditos de nalha muito bem enfeitados a 4$.
Chapeos de sol francezes de seda a 79.
Ditos inglezes de 109,129 e I89 para um.
Vende-se um bonito molcque, o
motivo da venda por ter o senhor del-
le de cretirar para Europa : na ra
Imperial n. 1.
Vinho de Bordeaux em barris
e em caixas.
Agua de Se^tz (da Fonte) em
botijas.
Espingardas de ca$a de 2
canos.
Vende-se em casa de J.
Praeger & C ra da Cruz nu-
mero 17.
BOfe liante-
ietesalOj e a 12$.
Anda continuamos a ter grande
quantidade de manteletes modernos pe-
lo diminuto preco de 10$ ea 12#: no
armazem de Bastos & Reg, na ra No-
va junto a Conceicao dos Militares nu-
mero 47.
{7
45 Ra Direita 45
Por sem duvida que o Sr.ex-minUtro da (aseada
eslava despenado com os delicados ps dasnossas
"*8 pstricias I Prova-o bastante o augmento
de 160*|0 coa direitos que pagam as botinas de
senhora em relacao a de homem que apenas ti-
verara o do 35 |0I S.Ezc.deseiava que ellas tro-
cassem urna bem feita botina/oiy.por algum chi-
elo mal amaohsdo, encosturadode pflpa i prda,
aflm de obstar a que ostentassem cora garbo o mi-
moso pe da bella pernambucana. que nao tem ri-
val as cinco partes do mundo. Has S. Ezc. tere
de encontrar urna opposi$ao firme e enrgica no
propretario do estabelecimeoto da ra Direita n.
45, que nao quiz vender as suas botinas a 7S000
como S.Ezc. pretenden, e sim pelos precos se-
guintes :
Borzeguins para senhora.
Joly (com brilhantina).
Dito (com lacp e fivella). .
Austraco (sem lago). .
Joly (gaspa baixa).....
Para menina.
De 23 a 30......
De 18 a 22......\
Para homem.
Nantes (2 baterias). .
Francezes (diversos autores. .
Inglezes de bezerro, nteiric.os
Ditos (cano de pellica).
Ditos vaqueta da Ilussia .
Ditos nernambucanos .
.Sapatoes para homem.
2 bateras (Nantes)..... 5^600
1 batera )Suzer)..... 5200
Soladebater(Suzer). 5J|000
Metos borzegins (lustre). 6/J000
Sapatoes (com elstico). 5^000
Ditos para menino ,"^500 e 4$000
ralici,m^8,?a bem feit0 nPail Por precos ba-
ratissimos : assim como couro de lustre, marro-
quina, bezerro francez, courinhos, vaquetas pre-
Padaa, sola, fio etc. em abundancia e mallo
oaralo.
6$000
5(500
5^000
4^(500
40000
3^500
100000
90000
90000
80 00
8051)0
60000
Armazem de fazendas
_ DA
Ra do Queimado n. 19.
Cooertaa de chita goeto cbinez. I98OO.
1 Lencei.
Lencesde panno de linho fino. 1J900.
r*....,, Corted casemira.
nfnSffgr" de "' A". Peloba-
Tarlatana.
bJa'tSSo" 5SMS, S- r?.;"d. p>
r.u Gail>raia de cor.
Cambrai. matizad, fin. 240 rs. o cov.do.
.,,.,. ""ta tranceza.
cova'do? frnCe"8 Pe' b"" P'50 ^ 220 rs. e-
i- i k c F*tera da India,
f****m W# P-forra,
Cortes de collete
Cortes de velludo preto bordado, a 6.
Mantas de Uonde.
Mantasde b|onde preta.deroda... qu.lidade.
Umbrala branca.
3,5W" ^ Ca,Ubraa bMD" fl" W*>, 3*)00 o
t ,k Toalhas.
Toalhas de fusl.o .600 ,.. e.d.oB.. '
L baratissimo!
"gSafttfaAA-J** Porta,.
m?k FEITA AIKDABAIS BARATAS.
8SORTIMENTO COMPLETO
n
Pazendiis e
RA
Loja das seis portas em
frente do LivrameDo.
Roupafeita para acabar,
*&!!?&de pa?D0 PMt0 *>. az, o.
calcas de casemira preta* e de cores, ditas d
d?? J.VE"".i *"!* de brini Dr,uc. Palelots
Silaaa u"? Pretf "aC00 e ""casacos,
smnirl a.'1Lud0 pret0i e d0 '. ""os d
dlBmm^^odi^r-:5eo,i,,riBh,M ** Hnh
ras da manhaa at u 9^moSJ^ h"
torioa, os quae. M r****^mi^2rAg:
chacotea do haieU pan esn a cSrfoML J52;
mfxUa de ora co7eercio par. ^a^fc^'i"
qu.n^^a|sWe.ijK um oa^ffifor!
Sapatinhos de setim e
meias de seda paraba j>
Usados.
A loja da aguia branca receben de aua oronria
encommenda. delicados sap.tkhos desim ? !
morosamente bordados, os quaee est venando
sPe D6drdt.,S8m? "?>* ( genero^'o
me^^.mbTm'ttrL-^^ S'
igualmente mni naa^i!,^.?^^
lIa^iaaD,h0S' tend0 al. Pwprura o.
meamos e meninas qae ervem de .nios as n
caseoea; tem brancas, de list.a, d"Cf
o bocal tecido de borracha, o mals eoSS'do
possivel: ludo taso n ra roa do ?aeimado lo-
ja dajguhbraBea n. f6. ao i.
Para bailes e casamen-
tes.
na loja do vapor na roa Nva n. 7.
Libras steriinas.
ae un reir & Rlho, o largo do Corpo Saaiq,
4 fama (rinraplia.
Os barateiros da loja
Encyclopedica
DE
Guimares Ra do Crespo numero 17.;
Vendem riquissimos chapeos de seda'
brancos para senhora a 155, admiravel
a pechincba.
Riquissimos chapeos de palha da Ita-
lia ricamente enfeitados a 28$ e 35.
Paraaquaresma.
Superiores cortes de seda preta borda-
dados a velludo de 2 saias e outros de 7
babados por precos baratiasimos.
Groa pretos de todas as qualidades ne-
tos precos de lj>900, 25, ajtOO. 2*700 o
cov.do affiancando-se ser estes precos
menos 400 rs. em covado do qae te pode
comprar em ontra parte.
Ricos enfeitos imperatri* o melhor
que tem vindo a provincia. "r
h..,S!5tM coUel" e relindo preto
eo0 ?* Crte' iocriTOl
A 280 rs, o covado.
n.i?kg,nd-z" de ric" corM e "esenhos
pelo baratissimo preco de 280 rs. o co-
rado, affianca-se serem tSo boasfazendaa
que mmto se tem vendido s nrimeiras
pessoas da provincia.
Cambraiaa da China bordadas a mo
com 9 varas a pega por 6*500. ricoa cor-
teai oe cambraia bordadas com 7 e 9 ba-
bados por 85J, cortes de lias a Gartbldi
a 10 com 25 co vados, baldes de Mar-
cose outros de musselina a 5.
Saus bordadas a 2J200 cada orna.
S.JLSadaV4coia *.
. SM ..hi!P JIOf, eahidas de baile o qae ha de me-
lhor. espartanos de todas a, qu^Ltos
Grande sortimenio de
F?e1c8: t"anU' *Wort". **
Calcado Meli
Venle-se urna eserara crionla de 28 annos
de idade, com nma cria de om anno, perita en-
gomm.deir., coznheirs, ensaboadeira, e faz do-
ces de diversas qualidades ; a tratar na ra es-
trenado Rosario n. 11.
Vende-se ura moleqne de 10 a 11 annos,
bonita figura, sem vicios nem achaques ; n
mesma casa compra-se ura preto de meia idade
e prefere-se que saiba algama cousa de corioha '
na tua larga do Rosarlo n. 18, no lorceiro andar!
Deposito da fabrica do
JHonteiro.
. 7?uade apollo n. 6.
iV*?Se aMnc,r ""do desde 3200,3600,
4e 4J480 por cada arroba, e por 5120 e 6400
O cryst.haado.
Potassa.
Vende-se a 240 r, a libra, a
superior e alva potassa do acredi-
tado fabricante JoSo Casa-nova ,
cuja qualidade e reconhecido ef-
feitoe igual ou superior a de
Hamburgo, gerabnente conheci-
da como da Russia : no deposito,
ruada Cadeia n. 47, esenptorio
de Leal Reis.
wMmwzm MHKen mmsmn
^Vitos eogarrafados^
LOJA E ARMAZEM
DE
[Ges & Basto!
NA
Una do Queimado
n. 46, frente ama relia. |
. Constantemente temos un/grande e va-
d n.80rtn}SDt0 de orrecasacas pretas
SoPe f COre8 muil fiD0 a 28.
Ai tu*0'0'meBmo paDDp
2WB.22S e 24J, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 14, 16 e 188 casa-
cas pretas muito bem feites ede superior
panno a 28, 30g e 35. sobrecasacas de
o?'^.de core rouit0 fiDOS 15, 168
?. /i,0S1?acC08 da niesmas casemi-
r,JH m e ,4' cal5s Pelas de
casemira fina para homem a 8, M, 10/
9 e 10 ditas de brim brancos muito
fina a 55 e 6, ditas de ditos de cores a
3, S;i500. 4 e 4500, ditas de mea ca-
semira de ricas cores a 4g e 4500. col-
H AV-.prel08 de c,Mniir,a5 e 6, ditos
* de ditos de cores a 4J500 e 5, ditos
KDrancosde seda para casamento a 5
ditos de 6, colletes de brim branco e d
1 2&H *!? 3,500 e dilos de ces a
g 2o0 e 3, paletols pretos de merino de
m cordao sacco e sobrecasaco a 7J, 8 e 9
8" colletes pretos para lulo a 450O a 5
cas pretas de merino a 4E00 e 5, pl-
letots de alpaca preta a 3500 e 4fl, ditoa
sobrecasaco a 6, 7 e 8S, muito fino col-
| leles de gorgurao de seda de cores muito
m boa fazenda a 380O e 45, colletes de vel-
a ludo de cores e pretos a 7 e 8, roupa
m para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14, 15 e 16. ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6500 e
7*j ditos de alPaca pretos saceos a 3 e
3500, dilos sobrecasacos a 55 e 5500
K calcas de casemira pretas e decores a 6,
8 655OO e 7, camisas para menino a 20
a duzia, camisas inglezas pregas larcas
8 muito auperior a|32 a duzia para acabar.
Assim como temos urna officina de al i
n Isiate onde mandamos executar todas asi
I obras com brevidade. fE
Charutos da Havana.
Na loja de chapeos de Maia Irmos ao arco de
santo Antonio, vendem-se superiores charuios
aa Havana, lanceiros. regala, orientaes e outros
diversos, os quses se vende por muito baiio pre-
go para se dar conta de venda pelo primelro va-
por a seguir para a Eoropa.
Paletos.
Vendem-se paletos de panno preto fino, muito
baa eitos a 22 rs.; ditos de brim branco de
un no a 5 rs.; ditos de selineta escaros a 3*600
muito barato, aproveitem : na ra do Queima-
do n. 22. loja da Boa f.
Potassa da Russia e cal de
rs. o 'covado, ch fa WST deSeLhos ^
280 o covado, eon 8, gu ffl,fi?" d2<. 260 o
YendeGn,I?a do Aracaty.
vende-se excellente KOmm. /
rus da Cadeia do M^'J* ff* ff
5 a 16 annos, sadia e sem defeitos hn.
passando a ponte pequea, casa 15
Vidrilho de todas as cores.
Na leja d aguia de oum. roa do Cabus n i r
uedsern,dde,nhor Cft ?* WM'-i
libra
Termo
Collares.
Laradio.
Madeira.
Carca vellos.
Arintbo.
Bucellas.
Ialvasia,emcauadeumadu2ia de garufas:
aa ra do Vigario o. primeiro andar.
Venda.
Vende-se om lastre de vidro aovo, proprio
A 2,000 e 1,000 o" corte. SabO.
Casemira laglea,, KhldM C0B ^ ______ .
Canoas deamaelio. iSS^^^^^SSSSS
Veadem-ae aooaa de amanllo d imriu h. ?^1' ? re"J An,onn> n- 58; sasa .m.relia
nalidade, de 26 a VJatoeTS'SmL^ 22?^'i1^ IL ot? **Mrtn por meno
e basUnta largora, artMeaM wikEFEZi? IZ21*& xntT" hbri- No mesmo arma-
zem do. Sr.^iuu5igg?w?*% MS: K52i,lte mu- **** ** caMal
No bem conbecido e acreditado deposito da ra
da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender a ver-
dadeira potassa da Buasia, nova e de superior
oualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra ; ludo por precos mais baratos do que em
outra qualquer parle.
Vende-se ou perra uti-se por escravosacos-
tomados a agricultura um grande sitio com por-
cao de coqueiral, olaria, diversas arvores de
dTflf.*-T1iLeir** de peil^e' Pa8ta8e Pra caceas
de leite, bsixa paracapim, bom porto para em-
barque em qualquer mar, distante desta cidade
T. I" *^ar com U*aMl Fi"o Fer-
PV.i. ^*rda ctoncord. o coas Balbiao Lniz
rranea, no Giqui.
Vendem-se noventa a plices da
companhia do Beberibe: na ra Nova
n. 11, primeiro andar.
Aos senhores capi-
laes de navio
preco8 frau, D8V108' Pr baralissimi>
Aleucao.
vereconiralar, no estaleiro de Machad Freir
Vende-se ou permota-ae por casas iM.
praca um excellente sitio no chaos proprios. com boa casa de otS&maS
batea de cap.m I rnargem do Capibaribe.8o'.rU
nnnarJH" Uib^bt D ""a i *** oVprie-
dade rende annualmente 1:700. e faz-se oual-
quer negotio em conseqoenci? do prorlelar o
retirar-se por albura lerapo para tfr. da pro,""!
lou5:aQn!W29.r "" "" ***" d0 *eci{*. 3
Arados americano? e machina-
paialavarrouparemcasadeS.P. Jes
hnston 4 C. rua daSenzala n.42.
Manguitos e golla!
a m.??iem"*ei.g1.ar.?i8e8 de ""braia muito fina
e muito bem bordadas, pelo baratissimo preCo de
Ultima moda de Paris
Enfeites de cabeca para as se-
nhoras de bom gosto.
Sna loja d'aguia de ouro, rua do Cabug n.
acuario um completo
1 B. sonde as senhoras
soriimenlo de enfeites de cabeSa, tanto nret,
como de lindas cores, da ullima moda de Paris
recebidos no di. 16 pelo vapor francez, pois as"
senhoras que desej.rem ver poderlo mandar^pj!
;q!;niP.r0,f,ptalnlnle Mlh ndarao as .niol-
Iras, pois estamos bem convencidos que em vista
SAM?e.0,8neaadBar de comprar;
Moc na loja d'aguia da uro, rua do Cabug
Escrayos fgidos.
Acha-se fagido o moleque Antonino fnUt
secco, de idade de tt.aoaw? oatSm^lu
Peasage, onde mora pai,* o .Teto FeS aue
foi escravo do Ir. Lopeal^.:"q2aTP.alr
,B* ^ 1ue ser* recomoeneado.
-Fugio da cidade do AnSZnlLZ'i,.
tembro prximo paseado, om escravo do com-
mandinte superior Manoel Jos Peona Pacheco,
qae ha pouco o havia comprado ao Sr, Beato
Loweaeo Collares, de aom J.aqai., do idade
de eracoenra e tantos annos, foto, alto, magro,
denles grandes, e coa salta da alguna na frente,
queixofino, ps grandes, ecom os dedos ana.
des dos ps bem abortos, mHo patovriador, B-
ealea-se forro, e tem signaos da ter sido surrado;
Consta que este escravo appaiooara no du 6 d
crreme, vindo do lado das CineoPoatas osea-
do enletrofetk por ara parossiro sea rabeado,
drsse que tinha sido vendido por sea senhor par
Gwanninba: qaalqoor possoa ^m posar opo-
der wrar om Peiuambaco tos Srs. Im> Lo-
mos, quegraficario gaeroeunen^


____........__-:______

:ff>
awo m tmiiAnatttd-f* sjsgukda rsuu i a* aiML a* uti:
Variedades.

A PROVINCIA POR MR. ELIAS REGNaULT.
Com este titulo estar i esta hora impresso e
5 vena em Pars um livro de Mr. Regnault, cojo '
assumpto 6 de um intress muito elevado.'Essa ;
obra contm um plano de organisa;ao adminis-
trativa no sentido descenlralisador, hoje era ve-
ga na Europa, syslema destinado restituir s
provincias a vi Ja que a cenlralisaQo lhes tira
para aecumular toda a seiva do corpo social as
capitaes. Este assumpto de grando valor e o I
nosso correspondente de Pars nos promotte
trati-lo em arligo especial. O editor de Mr.
Regnault Pagnerre, que ji editara a historia
dos oito annos ( 1840 a 1848) do raesmo autor,
que completa a de Luiz BUnc.
GRANDE MORTAND.VDE EM ELVAS.
Sob esta epigraphe retere o aTranstagauo o
seguinte :
Parece impossivel, mas urna verdade cora-
provada pelos documentos officiaes da cmara,
que se malaram este anno, n'esta cidade, 1:730
porcos, no curto espco de oitenta e cinco das.
Houveram doze mercados, tendo entrado em
todos clles 3:129 caberas, das quaes form ven-
didas para consumo, como dissemos, 1:730, ex-
portando-e para Campo Maior 187, para o reino
viiiuho 35, e sobrando 1.277.
Os procos variareis, desde 29200 at $5 ris,
mostraram que nao se altendia muilo esta cir-
cumstancia, por que nos mercados de maior
abundancia esteve ali mais elevado.
Pode dizer-se que a maior parte da carne
comprada consumida na cidade, vendendo-se
apenas algum toucinho para Hespauha, mas era
pequea quantidade.
Ha anda notar, que no numero das csbecas
moras nao entram as que os lavradores conso-
mem no gasto de suas casas.
deslindo- ao .nosso Portugal e reaervot para a
cousas da nossa tena os tres tu qc*tr# se meros
do moz de maio prximo. As gtavuraa serio
exentadas sobre photograpbias do Sr.eabra,
de um Allemo d'esta cidade, e de um Fxancoz
que esteve em Portugal alguna annos. O texto
rfer escripia por um Franeezque escreveu ceres
de Lisboa um livro bsslanle exacto, que ti compa-
nhia dos paquetes de Nanles maadou jioprimir.
Ficam prevenidos os curiosos, e secundo as
informacoesque recebemos, o Porto serli a ierra
do reino que fornCcor no Tour du Monde maior
numero do grsvuras, porque o Sr. Hachelle en-
tonde que esla cidade a povoarjao portugueza,
cuja importancia assenta em bases mais solidas,
e de que mais se falla e menos se conheco na
Europa.
A HESPANHA E OS CAMINHOS DE FERRO.
Este livro escripto por Mr. N. Villiaum me-
rece lr-se pela releco que o assumpto tem com
os interessesde Portugal. O Sr. Villiaum com-
bale logo no coraeco do seu volume a idea da
annexaco de Portugal Hespanha, pela razo
muilo plausivel de que os Porluguezes a nao
querem.
as grandes crises, Portugal, diz este es-
critor, preferiu a dura proteccao da Ioglatem
ser encorporado na monarchia hespanholi. Para
que acabem os rineores entre os dous reinos
misler que ninguem falle em unio. A fraterni-
dade internacional vira com o tempo ese robus-
tecer com a estricta observancia do direito das
gentes. Assim, em 25 annos Portugal e a Hes-
panha estarn unidos .
Unidos na mesmaida de civilissgo, mas nao
emum s esndo, creio que quiz dizer Mr. Vil-
liaum, que poderia ler dado exemplo do que
recommenda, abstendo-se elle proprio de tratar
esse assumpto.
O livro de Villiaum tem algumas noticias in-
teressanles e merece lur-se, posto que nao seja
de cerlo o melhor trabalho d'esle economista.
Parece quo a Hespanha est mais affastada dos
escriptores franeczes do que a China ou o Jjpo.
CONDECORARES PONTIFICIAS.
Sua Sautidade digoou-se agraciar a officiali-
adeda guarnicao do Mindello do seguinte modo:
O commandante o Sr. Schultz, cera a com-
menda de S. Gregorio Magno.
O immediato com o grao de cavalleiro da or-
dem de Pi IX.
Os tres 2." teoentes ca valle iros da ordem de
S. Gregorio Magno.
O cirurgo e ofllcia es cavalleiros da ordem de
S. Silvestre.
CAMES : ED1CO JROMENHA.
O Sr. Vegezzi-Ruscalla, de Turin, consagrou
esta edicao do nosso poeta um artigo na Revista
Contempornea, que se publica na capital do Pie-
monte.
O (Ilustre Italiano, que tanto se desvella pelas
lettras portuguesas, louva que par do monu-
mento que se projecla levantar Caraes, se lhe
erga tambera esse monumento Iliterario, e d
por isso ao Sr. visconde de Juromenh os mere-
cidos louvores com que a imprensa portugueza
lhe nao teta faltado, cabendo este jornal a hon-
ra de tprsido o priraelto a pagar esta divida na-
cional de gratido e de respeito nos ar'.igos biblio-
graphicos do Sr. Teixeirs\de Vascoocellos.
*s
ASSOClAgO TIL.
A associagio de Lisboa, denominada Centro
Promotor dos melhoramentos das classes laborio-
sas est tratando de estabelecer urna nova as-
sociaco que tem por Qm proteger os mancebos
sujeitos ao recxularcenlo. a qual muitodesejamos
so leve realisaco, pelos proficuos resaltados
que della ho de auferir muitas familias.
Os estatutos desta associagao ji esto sendo
discutidos no Conlro Promotor.
O proieclo de estatutos o seguinte :
A organisaco e Dos da associaco, como se l
nos seus estatutos, sao os seguintes :
Art. 1 A associagao protectora dos mancebos
sujeitos ao recrutamento compe se de todas as
pessoas de ambos os seros, que para ella quize-
rera contribuir, designando ou nao favor de
quem se ioscrevem.
Arl. 2. Para ser inscripto socio necessario
apresenlar certido de edade do mancebo ou
mancebos por quem quer contribuir, comanlo,
porm, que nao excedam edade de 16 annos.
Os subscriptores sem designacao de pessoa sao
obrigados aprosentar certido dentro de tres an-
nos contados da inscripcao.
Arl. 3.a Sao os fins desta associaco :
1. -Promover por todos os meios'ao seu alcan-
ce, favor dos seus representes, a fiel execugo
das leis e mais providencias sobre recrutamento.
2." Pagar as substituicoes dos que, tendo sido
sorteados, nao quizerem ir servir pessoalmente.
3. Restituir aos que por si assentarem praca
as quanlias com que os seus represntenles tive-
rem contribuido.
Esta restiluicao ser feila, arbitrio do man-
cebo, logo em vista da certido deassentamento
de praca, ou no Qm do servido era vista da res-
pectiva baixr, sendo, neste ultimo caso augmen-
tado o capital com os lucros accumuladcs.
4. Exigir as baixasdos individuos de que tra-
ta o numero antecedente, quando tenham com-
pletado o tempo que a lei marca, ou requerer a
passagem para as guardas muniripaes,ou paraos
corpos de fiscalisaeau, daquelles que esliverem
nt-ssas circemstancias, conforme o arligo 53 da
lei de 27 de julho de 1855.
5.a Pagar aos mancebos, que completaren) a
edade obrigatoria, ou seus representantes, um
dividendo dos lucros annuaes na proporcao do ca-
pital com que liverem eulado.
Para gozar das vantagens deste artigo neces-
sario que eslejam quites com a associaco.
Nao podendo transrrever na integra os estatu-
tos referidos, rest i-nos dizer que os socios, para
gozarem das vantagens desiguadas, sao obrigados
aos seguintes pagamentos :
Ia De urna quantia titulo de jois. vontade
do contribuinte, mas nunca menor de 100 ris
por cada anno de edade que tiver o representante
no tempo da designacio.
."De urna quola.a qual poder ser paga s
semanas, aos mezes, aos annos adiaotados ou
reunidas per urna s vez pela quantia de ris
24S00O.
A indicada quola varia desde 100 ris at 400
ris por graduar5o successiva para os socios que
contarem desde 1 16 annos, porque dessa eda-
de para cima s transitoriamente sao admittidos
socios pagando alm da joia 24(000 rs.
U'-i!.*! .* ,irro COtt,ra eonseguiolemente
1.116.227 linhas.
Contendo cada linha 28 letra, resolta que para
compor este enorme livro foi preciso coltocar e
descollocar a enorme maesa de 11,254,312 letras,
adm confcr o pflatoa e virgula. Fesandccada
xemptef- 2 Vilog. e sendo a tiragera deSO.OOO
S'SfSS^-i """" n,001fanh<**Pl de peso
de 60,000 kilog. empregado oesla obra.
se diz que fallara de mais ; dizia publicamente
que o geverno texia de suilenta-lo porque tinha
livros (fu seriam de compromet!ment para
muitas pessoas se o abandonassem. Esta manei-
ra de fallar chegou mui depressa aos ouvidos do
governo. e Mr. de Persigny fot tef com o impe-
rador para lhe pedir com toda a energa a prisie
d Mires.
No ultimo momento, porm, Mires quiz azer
gala da ousadia e escreveu urna carta ao impera-
dor,- dizendo-lhe que se o nltrcjassem,. nasceria
A exposicio ser de dous mezes (primeiro de
maio al o primeiro de julho) no palacio da in-
dustria.
O governo offerece recompensas, i saber: urna
mde medalha de honra do valor de 40,000
mais quarenta e seis de 1.a, 2.* e 3.*
francos
classes.
a *&*, '' d0 Ta,or de 1-500 rmeos, as de 2.
de 500 francos e as de 3.a de 250 francos.
. .CIVILISACITda RUSSIA
ro ltimamente recolhido.na fortaleza de Za-
moska onde deve soffrer mullos annos de priso,
o coronel rossiano Luchle, que n'um accesso de
colera matou rouitos camponezes que habitavam
as propriedades que o estado tinha dado ao co-
ronel.
Dizera de Varsovia que, se fflra no tempo do
imperador Nicolao, o coronel seria apenas casti-
gado com urna reprehensio 1
MANIFESTAQO SINGULAR.
Houve ltimamente em Nsntes (franca) urna
maiiifestacao singular. Um dos soldados do Papa
ferido na batalha de Castelfi tardo morreu das fe-
ridas naquella cidade e foi, pelo clero, considera-
do martyr da religio. Eotemtam-o com o
rosto descocerlo, apezar das prescripcSes da lei,
que mandam o contrario, e o pavo precipitava-se
sobre o corpo para tocar nelle bentinhos, rosarios
e ouiros objectos, que depois tinham como reli-
quias.
terpell
Iros sobre este particular, e ameacava com fazer
a sua inlerpellago em sesso publica. Nao so
hesitou eoto mais, e Mires foi preso e encerrado
na priso Mazas, onde permanece debaixo do
poso das mais graves accosac,6es. Tcnho-vos
dito o que ha de mais positivo e como o negocio
foi manejado. Poderia acrescenlar outras mui-
tas cousas, que se dizem em Pars, citando-se
muitosnomes de pessoas comprometidas nos ne-
gocios de Mires : falla-fe especialmente dos filhos
dos altos funecionarios do estado.
Diz-se tambem que o imperador leve de lau-
car mo da sua bolsa particular para libertar cer-
ro numero de pessoas. Seja o que fr, a casa de
Mires est hoje debaixo da administrado proviso-
ria de Mr de Germiny, director do banco de Fran-
?a, encarrega Jo da sua liquidacao, e a instruccao
udicial prosegue com a maior actividade. Diz-se
que Mr. de Persigny fra um dos mais ardentes
em sustentar a necessidad de se dar nm exem-
plo.
Com urna liberdade completa de imprensa,
seria este ara assumpto que teria lomado maio-
res proporces e poderia trazer graves consequen-
cias. Hoje, sem deixar de ser grave, nao se ag-
gravou coro a demasiada publicidade. Os jomaos,
como hsveis de ter visto, nada dizem acerca del-
le, e tem ordem de se callarem at que naja mais
ampias informacoes. nicamente as conversa-
rles que tero o privilegio de ir mui longe ; po-
rm as conversaedes passam, e nao sahetn do re-
cinto de Pars.
MEIO ENRGICO DE ARRANJAR MARIDO.
ltimamente apreseotou-se urna bella joven
em urna das mais luxosas hospedaras de Balli-
more, perguntando por ura cavalleiro, joven tam-
bem, que ali se achava hospedado desde o dia
anterior. Era to delicada, to modesta e de to
esmerada educaco, que a trataram com a maior
deferencia e foram chamar o cavalleiro por quem
ella perguntava
Quando este viu a joven, deu um gtito de sor-
preza e desgosto. A joven comcQou.com a maior
exaltado, accusa-lo de iogratido, por querer
abandoni-la e partir para a Europa.
O mancebo ouviu tudocom a mror serenidade,
e, respondendo que nao poda casar, aconselhou
a bella joven vollar para a sua familia, em Ken-
tuki.
Estas palavras exasperaram a joven, que amea-
cou com urna terrivel vinganc,a aquella que as
proferir.
Pouco depois ouviram-se tres tiros. A joven
tinha repenlininieute puchado de um revolver e
o disparou contra o seu amante, que, levemente
ferido por urna das balas, conseguiu arraocar-lhe
a arma, antes que ella disparasse novamente.
A joven foi conduzida prisao.
O publico tomn lanto iutresse por ella, que
algumas pessoas notaveis intercedern] por modo
que o mancebo deu a sua mo joven, que con-
quistara um marido tiro 1
a se-
CARTA ORIGINAL.
Garibaldi diiigiu aos artistas de Parma
guinle carta:
Caprera 10 de fevereiro de 1861.Operarios
de Parma; sim, eu sou filho do povo, e por con-
seguale vosso, e este o meu maior titulo de
gloria. Acceito, pois, com agradecimento a pre-
sidencia honoraria da vossa sociedade, como ac-
ceito a honra de ser vosso companhelro na pr-
xima suprema e ultima batalha da redempejo.
Recebei um beijo fraternal do iosoGaribaldi.
NECROLOGIO.
Falleceu era Grasse (Franca) sua Ierra natal,
Mr. Maximino Isnard. anligo consol de Franca
em Boston (Estados-Uuidos), Foi o primeiro que
descobriu que se poda fazer assuear da beterra-
ra, e por isto lhe concedeu Napoleo I urna sub-
venido para o estabelecimento de urna industria
que to importante veio ser. Mr. Maximino Is-
nard era sobrinho do membro da eonven;o na-
cional, Isnard.
niteur, offerece por rezes ao exercito vantagens
pecuniarias importantes, afora as promocoes e a
gloria.
Quando, por occasio da ultima idstirreicio. as
tropas tomaram primeiro Delhie depois Lucltoow,
immensos despojos cahiram em Seu poder: pe*
dra peciosas, teeidos, elephantes, carelios, pe*
cts, riquezas de toda a natureza,tanto pertenceo-
tes aos ettailos como aos principaes rebeldes. Tu-
do isto foi vendido o o producto da venda vae
agora ser destribuido.
O que foi temado em Delhi prodazia urna som-
ata de mais de 340 000 S e o que.se toraouem
Lucknow 140:000 &. Desta somma o com-
mandante em chefe tem a viotena ; os tenenles-
generaes tem 152 partes, os majores-generaes
76 partes, os brigadeiros 51, os coronis 17. os
majores 16, oscapilaes 12, eos simples soldados
1. A parte das, tropas indgenas regulada se-
gundo a sua paga, porm nunca pode ser menor
de meia parle para cada hornera.
Da preza de Lucknow, a parte do comman-
dante em chefe de 17;000 porm, como
durante o sitio o commando superior foi exerci-
do por 4 oBciaes-generaes, esta somma ser di-
vidida por clles ou seus herdeiros.
Lord Clyde recebe sua parte 7;000 5f.
E' urna bagaella comparada esta somma com
a recebida por outros generaes em casos idnti-
cos. O general sir Carlos Napier recebeu da sua
parte, na preza do Hyderabsd, 70:000 &.
E' urna fortuna para o ofcial que nao tinha ou-
tra riqueza quando foi para a Indio, alm do sua
espada.
TAMBEM AS MULHERES.
Urna senhora ingleza, diz um jornal eslrangei-
ro que resida ha lempos em Homburgo, salan-
do ltimamente de urna casa onde perder ao
jogo toda a sua fortuna, dirigiu-se Kerdaff, que
dista dous kilmetros de Homburgo, subiu tor-
re da egraja, atou os ps com urna lita de seda,
e arrojou-se praca, onde cahiu despedagan-
do-se 1....
LEVOU TUDO.
A polica de New-York apprehendeu. bordo
de muios navios, caixas de armas destinadas aos
estados do sul.
O capilo de um vapor leve mais audacia que
os seus collegas.
Em quanto que os agentes da polica abram as
caixas suspeitas, mandou picar as amarras e le-
vou nao s as armas, mas tambem os agentes da
polica 1
CASO NOTAVEL.
Mr. Jesn Jacquel, antigo medico, proprietario
em Rians, morreu recentemente, diz a France
Cntrale, deixando um testamento, no qual ins-
tile sua herdeira urna senhora de Pars. Porm,
por ama extraordinaria coincidencia, deu-se o
caso de que essa senhora morrea no mesmo 'da
e quasi mesma hora, testando tudo em favor de
Mr. Jean Jacquel.
Trata-se agora, no ioteresse da dupla heranca,
de saber qual dos dous sobreviveu ao outro al-
guna minutos.
PORTUGAL E O SR. HACHETTE.
Todos sabem que Hachette hoje o primeiro
livreiro de Pars, e tambem muitos nao ignoram
que a casa d'elle publica um jornal chamado Le
Tour du Monde de que j sahiram uns 59 ou 60
numeos.
E' um peridico primorosamenlo impresso e
com gravuras feitas pelos primeiros gravadores
de Franca o desenliadas pelos mestrs d'arte
como Gustave Dor e outros. Este jornal linha
no Qm de 6 mezes 14,000 assignantes.
Pois o Sr. Hachette resolveu abrir um lugar
MR. MICHELET.
O insigne professor depois de ler publicado o
Insecto, o Amor, a Mulher, deu agora luz um
livro intitulado o Mar.
J todos podem imaginar as paginas eloquen-
tes que o expectaculo formoso e suave, ou a cole-
ra tempestuoia, mas bella, das aguas inspirara
ao illustre esciiptor francez.
naloral que o nosso correspondente de Pars
d noticia do livro, porm nos anlecipamo-nos
annunciar o seu apparecimento, e a geral horae-
nagem que lhe prestou a imprensa franceza.
ANNUARIO DIDOT.
O formidavel annuario Didot, de 1861, contm
2,608 paginas.
Sendo cada pagina corlada em quatro colum-
nas faz 10,432 columnas. Tendo cada columna
EXPOSICAO UNIVERSAL DE LONDRES.
A exposico universal de Londres em 1862 de-
ve ser mais grandiosa do que a de 1851. Para
que possa tormar-se urna idea do-novo palaeio de
cryslal, bastar saber que a extensio- das galeras
para as pinturas de 2.300 ps, cem 70 de altu-
ra e 55 de largura. O mais notavet desle edificio
ser o salo principal, que ter 550 ps de exten-
sio, 550 de largura e 220 da elevaeao. A gran-
deza da nave e o cruzeiro ser de 2,200 ps de
extenso, 80 de largura e 100 de altura. Este edi-
dcio collossal deve estar concluido antes de 12
fie fevereiro de 1862. A sua situacae a mesma
quo oceupava o que agora est em S-ydenham. O
capital reunido j para esta colossal empreza
monta enorme somma de 350,000 S.
ANDA OS HA.
Le-se na Correspondencia de Hespanha : -
J regressaram Barcellona as pessoas que
foram ao districto de Berga em busca d'um mi-
Iho de duros em ouro, prata, joias e pedrarias.
thesouro que sonhra um presidiario chamado
Morros.
Os pormenores que sobre esta expedico nos
d urna caria de Berga sao to curiosos cmo ri-
siveis.
Os descubridores do promeldo thesouro foram
aeompanhadosde forca armada e com grande ap-
paralo. O here da Urqa fez andar por espaco
de dous das lodosos crdulos e curiosos de urna
para outra parte, e depois de mil rollase rodeios,
terminou o Sanete, dizeodo o protogonista :
Perdoem, que meenganei.
com
o reper-
ne-
ACONTECIMENTO MIRES.
Na correspondencia de Pars do jornal de Ma-
drid La poca, diz-se o seguinte cerea do acon-
lecimento Mires :
No meio de todas as preoecupagdes da pol-
tica, reio fazer urna singular diverso no mundo
parisiense um aconlecimcoto de que certamenle
tereis conhecimento : alludo catastrophe finan-
ceira de um homem, cojo nome, j nao ha razo
para calar, o banqueiro Mires.
a Podis recordar-vos que ha algum tempo ros
dizia que a questo da priso de Mires tinha sido
ventilada em conselho de ministros, mas que (Ara
por enio posta de parte. Mires nem por isso
deixava de achar-se em urna siluaco, em que a
sua queda era sempre emminente, se nao se le-
vantase por um grande golpe de fortuna. Esse
golpe dado com toda a ousadia, foi o emprestimo
turco. Se o emprestimo tivesse tido bom xito,
Mires ter-se-hia salvado indubitavelmente ; po-
rm o emprestimo turco foi mal succedido, e Mi-
res viu-se mais comprometido do que nunca,
nao s pelo estado em que se ochavara os seus
negocios, mas anda pelo modo como os admi-
nistrara.
a Nao obstante. Mires mostrava boa cara e at
PRORESSO SCIENTIFICO,
L-se no Courrier du Havre :
A sciencia metereologica tem feito taes pro-
gressos, que pode prognosticar urna tempestade.
A tormenta que tantos desastres causou as cos-
tas de Inglaterra no da9, tinha sido exactamen-
te prevista pelo deparlamento meteorolgico de fgria se sublevar
Londres, que expediu 3 dias antes aos porlos da
costa, um despacho assim concebido :
c Attenco, ameacas de tempestado do sudoes-
te, dae todos os siguaes de alarma.
Destacadamente os marinheiros- inglezes
nao ouvem sempre os conselhos daquella proce-
dencia, porque nao podem acreditar que urna
tempestado possa seranounciada com certeza,
tres dias antes.
Foi por nao darera crdito ao despacho que hou-
ve tantos sioislrosv
AS INSUNDAgES NA HOLLAN-DA.
O rei tinha enviado soccorros de toda a especie
aos habitantes do- paz de Maas, Waol e Loo, on-
de a innunda;o foi terrivel.
E' indescriptivel, dizem as testemunhas oceu-
lares, o zelo infarigavel de S. M. para salvar,
mesmo pessoalmente, os desgranados- que esto
em perigo. S. M\ dirigiu do theatre-dasinnun-
dacoes o seguate despacho ao ministro-:
< Teatemunba dos terriveis desastres, que lo
felicttam urna parte dos mais caros compa-
triotas, rogo-ve que ordenis urna collecta
universal em favor das victimas, assim como se
fez em 1855.
Um despacho- de Haya diz que o rei subscre-
reu com 40,000 florius, e ordenou que nao que-
ra Cestas nem illuminaces, no seu dia aniver-
sario.
O NOIVADO E A CAMPA 1
N'uma herdade situada no caminho de Lagos
para Alvr (Agarve) deu-se um acontecimiento
laroentavel.
Um mancebo e umadonzella estavam para unir,
face da egreja, os seus desiinos.
Na vespera do dia fizado para o casamento,
roalou-se urna vacca para o banquete da boda.
Os noivos manJaram assar o ligado, e, de com-
panhia com um criado, o comeram.
Mal pensavam elles que, em vez de sorri-lhes
o futuro de amor e ventura, que anteviam, quan-
do saboreavam aquella comida, lhes estar a
morte aponlar para urna campa I
Mal tinham acabado de comer, comecaram &
sentir fortes agonas, e le crueis foram, que
tanto os noivos como o criado suecumbiram lo-
go violencia dellas I
Cinco porcos, aos quaes tinham sido lanzados
olguns intestinos da vacca, morieran) tambem.
Este envenenamento um facto extraordinario
e sorpreendenle 1-
E, assim, as gallas do noivado fursm subtien-
das pelo luto da morte, apparecendo os verge
do amor sombreados pelo cypreste !
LONGE VA* O AGOURO.
Um peridico democrtico hespanhol faz a se-
guinte prophecia, que diz se eumprir ao p da
letra.
Vctor Ernmaouel ser coroado rei d'Italia no
Valicaoo ; a Austria perder o Vneto ; a Hon-
Garibaldi entrar em campa-
una-na primavera ; a- Prussia apresentar-se-ha
frente da unidade allema e pora era disponibili-
dade os pequeosoberanos feudaes ; perturba-
cao continua da poltica germnica ; a Hespanha
e Portugal se uuiro n'uma s m$o [Vade re-
tro /
FOLHETIM
n
IIAFAMI11ATIUGIC4
ron
CHARLES HUGO.
SEGUNA PARTE.
O Pae.
BRTN-DE-H0U8SE.
C o n t inu a c o .
Alina flcou perturbada ; olhava para o menino
com admiraco. Pouco pouco o aeu semblante
se foi serenando.
Essa risonha apparico, to differente da rlso
da tomaba, expellia do seu espirito a impresso
desagradavel dessa lembranca. Aquello menino,
quem quer que fosse, era bem vindo ; pois que
era urna consolado, urna proteccao talrez.
Os sombros pensamentos da condessa se dissi-
param : nao se lembrou mais do relho sinistro,
e a apparico da mao mysteriosa se lhe riscou de
im proriso da imaginacao, arista daquelle braci-
nho, que assim rasgara alegremente o tenebroso
vu da melancola erguido por diante dos seus
olhos, e que sania das ruinas do castello de Gan-
ges, trazendo um mocho preso na sua mo.
O menino, depois de ter por alguns momentos
encarado a condessa eom urna especio de admi-
raco, volveu os seus grandes olhos arregalados
para a mesa coberta de diversas iguarias e fruc-
tas, no meio das quaes sobresahla urna immensa
torta, primor d'arte culinaria sahido das mos de
Brgida.
Bravo I que bella cea 1 disse elle.
E com urna presteza e agilidade admirareis
deixou-se escorregar al abaixo, e reio collocar-
ae entre a cadeira de Alina e a mesa, olhando
cada vez mais admirado para a condessa, e lan-
zando sobre a meaa um olhar cobicoso.
Era nm menino de dez dose anno*, mais pe-
queo anda do que poderia ser arista da edade.
Nada to bizarro e dlrertido, e ao msmo tempo
{*) Vide Afano n. *J.
nada to pobre como o seu vestuario: trazia urna
veteazinha de sarja, calces de fusto, meias de
la, e urnas bolas que lomavam do p al o
meio da perna, tudo em to mo estado e remen-
dado que era impossivel affirmar-se qual teria
sido a verdadeira cor primitiva desses vestidos,
cujos fragmentos apresontavam urna variedade
indeseriplivei de cores. Vesta e catgoes desap-
pareciam por baixo de urna tal carnada de poei-
ra, e porco de folhas seccas, espinhos e urtigas,
sem duvida apanhadas em alguma escalada te-
meraria sobre os muros da granja, e sobre as la-
tadas do castello, que semelhante vestimenta ti-
nha mais necessidad de ura vasculho do que de
urna escova : as meias esboracadas assemelha-
vam-se perfeitamenle duas redes de malhas :
e os cabellos louros livres do bonete natural-
mente perdido na ascenrao pela granja achavam
se em tal desordena entremeisdos de pedacos de
pslha, e graos de centeio, que mais pareca a
cabelleira de um menino desgrenhado da deusa
Ceres.
Nt-ssa physionomia radiosa havia algums cousa
de agreste e ao mesmo tempo do suave. O rento
forte que abala e taz.oscillar o cimo dos carva-
lhos pareca brincar nos anneis louro do cabello
desse desninhador de pasearos. Elle goslava da
verdura dos prados, da flor dos bosquezinhos,
das plantas que nascem beira dos rios. Era o
verdadeiro filho dos bosques, era o eamponezno
des ricas herdades, mas da pobre choca. Suas
mimosas ventas offegavam ruidosas como as de
um corcozlnho preso em alguma barreira : seu
talhe delicado era gil e desembarazado Seria
para desejar que elle nao crescesse mais, e que
a natureza, suspendendo ali o seu desenvolvi-
mento.conservasse sem nunca envelhecer esse de-
licioso modelo infantil, que confunda na sua es-
tatura peqoenina todas as poesas da primeira
edade,livremente desabrochadas ao ar da vida.
Que finura no seu olhar, e que malicia no seu
sorriso I Pareca ter ao mesmo lempo toda a fir-
meza e conhecimento de um homem, toda a ig-
norancia de um menino. Dir-se-hia ser um syl-
pho de botas : por debaixo de suas vistea dispa-
ratadas, em que irradisva a sua carinha audaz e
selvagem, turbulenta e submissa, aeria e lolga-
za, travessa e agreste,julgar-se-hia ver envolvi-
dos n'um s corpo esses dous typos dascidadese,
das florestas : Arlequlm e Ariel.
Entretanto o menino contlnuava devorar com
a vista nao s a condessa Alina, como a sua cea.
Era evidente que elle buscava na sua mente o
meio de sentar-se essa mesa, e prover o seu
estomago de to apetitosos manjares. Nunca es-
lalajadeira foi mais bem instada pelo olhar fa-
minlo de um viajante sem recursos, como o era
naquelle momento a castellaa por seu hospede
A GUERRA DA INDIA
A guerra 4a India, dizem de Londres ao Uo-
TRESVEZES HORROR.
Em Dahomey deu-se ltimamente outro desees
horrendos sacrificios com que os rgulos de fri-
ca se desfazem dos prisioneiros que nao pdem
vender
Bahadung, o grande rei de Dahomey, que os
Inglezes esperam seja o promotor da cultura do
algodo para surtir as fabricas de Inglaterra,
mandou ltimamente fazer outra-grandx matan-
ca, que uns diaom de 2,001) e outros de 7.000 pri-
sioneiros, em memoria da morte de seu pae.
Urna testemuoha presencial, anda que invo-
luntaria, diz que viu correr o sangue humano,
como se fosse a innundac,ao d'um ro para um
grande deposito. Outra ttstemunha diz- que os
sacrificados rocebiam a morte com perfeila in-
difierenga.
O governo inglez mandou um cnsul para tra-
tar com o reiBanadung, e conseguir ielle aabo-
licjio dos saciiQcio3 humanos.
SCHISMA EM PERSPECTIVA,
A recente pubica^ao do um livro ameaga pro-
duzir um achisma em Inglaterra. Alguns" ecle-
sisticos protestantes das universidades de Ox-
ford e de Cambridge, homens de grsude sciencia
a virtud, pobUcaram ha poneos mezes ora livro
intitulado Enssios e Revistas, em que cada um
examinou seu modo, e sem occordo com os oo-
tros, uma.das quesloes religiosas mais palpitantes
da actdalidade ; expondo assim principios con-
trarios, em materia mu grave, s doutrinas ana
professa a religio onglicana.
Publicou-se ltimamente,urna quinta edieo
d este livro. e della tomou dez mil exemplares o
clebae alugador de livroUuddie. O facto deu
orgem i enesrnicadas polmicas.
Os bispos protestantes reuniram-se, e por una-
nimdsde condemnaram o tivro. O facto nico
id historia da egreja aoglicana.
MARTHa.
AVorca desta nova opera do maestro Flolow
que ha dias se canlou pela primeira rezno thea-
tro deS. Carlos, diz o Jornal do Commereio o
eguinte :
< A opera Marina, do maestro Flotow,
umramalhete musical; um idilio se quizerem,
um romance posto em msica despretenciesa e
singela. mas um primor d'arte.
a Est o nosso publico desacostumado de mu-
sica assim. Eslranha-a no estylo e oa forma;
no estylo que procura reproducir a palavra com
verdade. na frm, que para assim dizer, a
do dialogo. A Marlha nao se- confunde
nenhuma outra opers das que corarhe
torio do nosso iheatro lyrico ; nao contera
nhuma reminiscencia ou nos motivoou no de-
eenho meldico de quoesquer operas que o pu-
blico de Lisboa conhega. Como dissemw, um
dialogo em msica ; o adagio nao preceda a ca-
blela, esta a stretta. As arias sao singelas< me-
lodas; os duelos nao sao vasados no molde
costuraado do theatro lyrico os tercettos e os
qusrtelios, os ensembles subordtnam-se aeco
que se representa. E', pois, natural que o publi-
co estranhe o genero. Alm disso, a instrumen-
tado brilhanie, porm ao mesmo tempe sera es-
trepito ; cheia de vivacidade e de colorido, mas-
sem contrastes ruidosos, lambem na se affeie
Qoa desde logo aos ouvidos deshabituados dest-
genero.
Assim que na primeira representa^ 0 pu-
blico deixou-se arrestar pelas innmeras- belle-
zas que a partitura encerra, mas apresentar cer-
ta reserva ; applaudia, porm com timidez. Hon-
tem j foi mais expansiva ; e proporcSo que
rrelhor cofhecer o primor de arte de Floto*, ha
deapplaudi-lo cada dia com miis emhusiasmo.
A Marlha, cousa rara na maior parte-rras
operas, tem anidada de estylo. E' como a Nor-
ma, como a Favorita, como o Eroanb, co-
mo a Luccia. como oBarbeiro de Sevilhawj
o colorido variado, mas tem harmona. Ura*
singela meloda, urna cantiga ingleza, predomi-
na e repete-se, como para ligar todas as partes-
da opera ao pensamenlo inicial da composigo.
O maestro reuni todo os gneros; o serio e o
faceto, o pathetico e ameno. Leonel ser um
chora-mingas se quizerem, mas exprimea ternu-
ra melanclica, a saudade do amor; Plumkett
representa a raqueza do homem do campo;
Martha a mulher caprichosa, mas decorago
sensivet e apaixooado ; Nancy doozelia des-
cuidse e folgaza. Estes caracteres esto tra-
duzidos na msica com rara expressao, Todos
os seotknentos tem a sua cor propri, e passa o
canto e a instrumentacao de uns para ostros sem
transieres duras,naturalmente. A facecia suc-
cede s expansoes do amor arden-te ; o riso sue-
cede lagrimas ; o sons festivos aos sons
plangente, sem destaques speros, sem violen-
cia, e com tal simplicidade, que o espectador es-
t sempre suspenso, com a attenco presa pela
vivacidad* da molodi, pelos efeitos- cantativos
da orcheslra, pelos contrastes bem preparados,
e pelos tons melanclicos e brandes.
Flotovr procuro quanto pJe reproduatr na
instrumentacao os effeitos imitativos. Ra pri-
meira scena, logo que se v a otehreatra marcar,
como n'um baile ; os movimentes do veltie lord
Tri.itae quando vae buscar e leaue, o lenco- e as
flores, quando vae fecher e abrir- a janella; de-
pol no 2" acto, no admiravel quartelto da ligo
de flar, a msica imita o som do movimenlo da
roda, e at oranger dorio,
Finalmente, como pe;as de grande effeito
musical, effeito dramtico, admira-se a romanza
do tenor; e os finaos do 3o acto e da opera, que
sao magestosos. No final do-3a acto asqjueixas
lacrimosas de Leonel dominam o-conjuneto. E*
urna recordado do final do 2? acto da Sonm-
bula,emquanio-i eitoacao ; porm na Martha
ha mais simplicidade na msica,, sem. deixar de
harer rauita paixo.
- A Martha- rae assenhoreando-s* de todos
s theatros lyrico italianos,, e por toda a parte
alcanga um xito brhantlssimo e fica no reper-
torio. O mesmo acontecer em S. Carlos logo
que o publico-conhegj melhor a opera.
[Cammarci o Porto.)
dar, pareceu decidido um sacrificio, a estendeu
para Alina a outra mo em que trazia o mocho.
O presente era to burlesco, o to simples a
offerta que a moca, tendo apenas tornado si da
sus sorpreza, nao pode deixar de soltar urna gar-
galhada, e com a cabera fez um signal de recusa
O menino, humiliado na sua otl'reoda, dirigiu-se
altivo e magesloso para a porta da sala, como
querendo retirar-ae, e com tal firmeza e segir-
ran;a, que bem annunciavam que elle sabia per-
feitamenle os cantos da casa.
Quem s ? Como te chamas r perguntou
Alina cada vez mais estupefacta, e fazendo-lhe
com a mo signal para que se approximassa.
O menino apressou-se em obedecer.
Brin-de-Mousse ti) respondeu elle.
Este nome singular acabou por excitar a curio-
sidade da condessa.
De onde vens ? Quem te mandou aqui ?
Papae Alison.
E sabes em casa de quem ests ?
Ora essa boa 1 Em casa de vov Pedro e
de vov Brgida.
Esta declarac.au foi um raio de luz para a con-
dessa : lembrou-se de ter ouvido dizer Chris-
tiano que os dous velhos tinham um- neto quem
muito eslimavam.
Conheces bem esta casa ?
Ora I se conheco 1
Eoto porque entraste pela chamin ?
Para procurar ninhos de pasearos.
E porque descaste esta asa com o risco
de quebrar o pescoco ?
Foi para comer a torta, respondeu Brin-de-
Mousse dirigindo novo olhar cobicoso para a
mesa.
Ah I disse Alina com urna ternura quasi
maternal desejosa lalvez de faier desse pequeo
um amigo ; senle-so aqui coma e converse
comigo, Sr. Brin-de-Housse.
O menino nao esperou por segundo convite :
mas no momento de se por mesa, em frente
dessa maravilhosa cea, que muito ia dar que fa-
ier s suas duas mos, moitrou-so bastante em-
barazado. Nao tinha anda largado o aeu mocho,
de quem segando todas asapparenciasno dese-
java separar-se. Entretanto, o que fazer r
Lia-se no seu semblante perplexo a anciedade
causada por esaa difficuldade que lhe surga de
improviso : lancava a vista por lodos os cantos
da sala, procurando descobrir um lugar onde po-
desse depositar provisoriamente a sua ave precio-
sa : de repente avistou a eeslinha de costura da
condessa, e aem pedir permisso, levanto graveo
mente a taatpa, e ali introduziu o seu thesour-
com imperlurbavel tranquilizado, que maisaug-
menlou o contentamente de Alina.
Feito isto trepou sobre a cadeira e sentou-se
improvisado. Finalmente depois de algum si- junto da condessa, emqutnto esta servia um pe-
lencio, durante o qual este passaado a mo es- digo da to combada loria ao seu pequeo con-
querda pela testa imaginava em oflereccr lin-i iup .
da dama erguma cousa com que a podese agr-' (1) Pequeo mirujo,
viva, j armado de faca e garfa Era um espec-
tculo verdadeiramente delicioso o dessa moca,
cujo semblante, ha bem pouco humedecido de
lagrimas, se expanda sob a irradiarlo do sem-
blante daquelle menino, que o acaso lhe fuera
vir de tao alto pela chamin quasi do cu.
Mas enlo, perguntou ella, porque quo te
chamam Brin-de-Muusse.
Nada mais simple&l respondeu Brin-de-
Mousse, roendo com os seus bellos denles a fa-
mosa torta, cujo creme escorrendo-lhe pelos la-
bios da*a ao seu guardanapo, que elle elevava at
o queixo, a apparencia cmica de urna baca de
barba. E' preciso saber que pap um bravo ho-
rnera, quem o trabalho nunca afadiga, e a pro-
va ser elle marinbero no porto de Cette, vio-
le leguas d'aqui, onde dirige a sua barca por si
mesmo sem precisar do auxilio de ninguem. Mui-
tos annos depois que elle casou-se com a ma-
mas, lhe disse um dia : Mulher, eu vou fijan-
do velho e anda nao me destes um filho;
quem deixarei a miuha barca, que 6 a melhor
desle porto, a mioha vela grande, o mea remo, a
minha rede de pescar, e a minha espingarda de
caca? Oh 1 um homem s direitas o pap
Alison I Nao tem outro como elle para cagar urna
codorniz, e para pescar um rodovalho 1 Depois el-
le disse anda mama : c Assim, mulher, pre-
ciso que me des um rapaz, anda que seja um
homemzinho, quem ensioarei o meu officio, e
levarei comigo na barca para ajudar-me na ma-
nobra, que sor fiualmeote um pequeo raaru-
jo I A mama respondeu: Eu bem que o de-
sejava; mas preciso supplicar-se ao bom
Deus. O bom Deus consentiu : eu tambem con-
sent de mioha parte : e eis-aqui como vim ao
mundo 1
Neste caso s um marujo, nao assim?
fierguntou Alina sorriodo-se dessa forma singu-
sr de baptismo.
Marujo I qual marujo 1 eu sou lenhador,
urna proflsso que vale muito mais do quequal-
uer outra : eu faco feixes de lenha como nin-
guem, bonitos que parecem uns ramalhetes, e
vou vende-los & cidade porconti de um rtzinho,
que tambem lenhador, e que nao mora muilo
distante de nosem um valle lindamente planta-
do de verdes arbustos. Pois se eu nao quero ser
marujo! A culpa mesmo do pap. Um bom
marujo, me disse elle nm dia quando eu eslava
Um pouco mai crescido, deve ser bom csrpintei-
ro, e o bom carpinteiro deve conhecer bem as
madeiras. E desta sorle me lerou aos bosques
e s matas para meensinar differoncar o carva-
lho verde do sceo, a oliveira da amendoeira, eo
iodo do castanheiro. Urna vez nos bosques, de-
baixo das frondosas folhagens, achei aquillo lo
bello, lo divertido, que uve muilo trabalho era
voltar para essa. Todo* o dias eu eacapulia e
corra s matas como um coelho que nao tem me-
co : ninguem era capas de me impedir de trepar
nai arvoretpar* eoltier. amendoas e avol*w( B
quasi sempre levava as algibeiras cheias para ma-
ma. O pap nao goslava nada disto, nem to pou-
co o vov Pedro e a vov Brgida: estes eoto
viviam s escrevendo cartas muito grandes ao pa-
p para este ficar zangado contra mim : porm
eu tambem goslava mais dos bosques do que do
mar ; e causava-me rouila pena ver dsrrubar-se
bonitas arvores, cortar os ramos e as folhas, s
para se fazer rnastros de navios 1 Derrabar as ar-
vores I ahi est porque o vento se inflamma con-
tra os barcos. Pap me chamava mu, dava-me
pancadas ; mas eu escapolia sempre para casa do
vizinho lenhador, tanto que j nao quera mais
deixar os bosques, o sol, a herva, os passaros, os
ninhos, e os lagartos. Ora, dizei-me, linda dama,
a culpa mioha? Para que me chamaram Brin-
de-Mousse?
Houve um momento de silencio : esse menino
encantador, cujos gestos mais pequeos eram
cheios de urna simplicidade indefinivel, agradara
muito condessa. Ella contemplaba essa graciosa
golodice, talvez que pela primeira vez bracos
com o gozo e delicias do um manjar delicado, e
cujos labios rseos tocavam em tudo o que eslava
sobre a mesa, sem perder sua gentileza mtural.
E seu pezar comparava um ao outro os dous
novos hospedes do castello, o velho sombro com
o menino alegre e travesso. O densamento de
Alina, 4 qual n'uma hora apenas de intervallo ti-
nha feito conhecimento com esses dous semblan-
tes to differentes, fluctuara, ora assustado, ora
tranquillo, entre o Sr. de Vissec e Brin-de-Mous-
secomoum sonho ao mesmo tempo suave e si-
nistro, comeado por um espectro, proseguido por
um sylpho.
B eu ? perguntou ella finalnao me per>-
guntis como me chamo?
Nao.
Porque?
Porque sei o vosso nome.
Qual elle?
Vos vos chamaes a linda dama.
Alina sorriu de novo, e chegaodo-se para miis
perto de Brin-de-Mousse, que naquelle momento
accommettia urna compoteira de doce :
Vens muitas ve es ao castello? perguntoo
ella com um accento de voz singular que trahia
um pensamenlo interior.
Todos os annos por S. Joo.
E o que viestes fazer agora ?
Trazia vov a proviso de cacas que ma-
tou o pap Alison, e que mandara para alia ; po-
rm no caminho tire tome, e com tudo.
E viesle s ?
S, e em oito dias sem me cansar, brincan-
do as campias aqui e,acola.
Conheces bem o caminho.
Se conheco! e at muito bem !
E o castello?
Tanto como ooaaa cabana. Maa vos o co-
nheceis tambem muito, vos, que sois a lio^j aa,
ma. Desde quando alie vos pertence ?
Ha um mez.
Que felicidade I Como vo* eu divetlir-me
comvosco t Pois ficae sobando que eu nao gosta-
va muito de vir aqui. Era lo triste I Nem ama.
s pessoa quem se podosse dizer urna palavra I
Como assim ? Poia ninguem exista aqui an.
les de niim ?
Qual I
E teu av, tua av ?
Ah I sim era s.
S? perguntoo Alina, cuja voz se altefou-ri*
geiramente.
S, respondeu o menino.
Ests fallando a verdade?
Brin-de-Mousse calou-se.
Porque te calas? ^
Nao me perguoteis isto, dissa 11* (na!:
porque vos sabis taoto como eu....
Mas o que qae ea sei ?
Ciludal respondeu Brin-de-Mousse, laucan-
do em torno de si um olhar desconfiado com re-
ceio de ser escotado.
Ento desconfias de mim ?
Nao ; mas a av capaz de baler-me. se eu,
disser....
Nao tenhas medo, respondo por isto.
E v3 nao diris ninguem ?
Promolto nads dizer.
r*.,1>0' Dem 1 'em dovov Pedro e da w
Brgida ha aqui maij alguem..,.
Onde ?
Na torrin'ua.
Alina ezlremeceu.
E quem ?
- O diabol
O peiOr de todos; porque, vais sabe-lo,
ha monas especies de diabono palz. Em primei-
ro lugar ha esse que passoia durante a noite, ao
ar UVre dos campos, e que se oceulia maliciosa-
mente por detras dos eaonicos para attrahir o
viajante, o atola-lo nos pantanos: este um dia-
binbo azulado maneira de urna chamma, que
nos chamamos o duende. Em segundo lugar ha
esse que paaseia dentro das casas, Vae at junto
dos bercos, e engele as criancaj de urna s vez -
osle um d;*bo vermelho maneira de urna*
gol de fogo o papo. Em terceiro lugar ha
esse que passeia nos cemiterios, que accommetle
aos que passam e devora os Ideos: este um
diabo preto 4 maneira de ura animal o bis-
homem. Finalmente ha esse que passeia as r
igrejas, que se lanca sobre oa sanios as suas ca-
pellas, que salta ao pescoco da Virgem. faz pa-
rar cruz na procisso, faz caretas na misaa, en
iugar-do benzer-se quebr as estantes do coro,
faz arder o chantre, come o Sr. cura, e depois so
eolraoha cem pos pala trra abaixo n'uma gran-
de caverna; este um diabo branca 4 maneira
de un) homem o huguenote.
{Contmwr-ae-ftB.)
I p*m- ttp. di m, r, ds F4RU. -wei, -


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