Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09246


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Full Text
'
Per tres mezes adianttdes 5$O0O
Por tres mezcs ye cidos 6$000
SEITA FEUA 22 DE TilEMO KISI
Per **ad arriad 49$000
Perl fraic para sabseriitor.

MIR
NCARRBGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima *
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga; Ceari o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS DOS MJKUKlU.
Ohnda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
EPHEHERIDES DO HEZ DE FEVEREIRO.
2 Quarto minguante as 7 horas e 40 minutos da
manha.
9 La nova as 5 horas e 45 minutos da tarde.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e
Garanhuns as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-|17 Quarto crescente as 10 horas da tarde,
queira, Ingazeira. Flores. Villa-Bella, Boa-Vista, 25 La cheia as 2 horas e 23 minutos da man
Ouncury e Fxu as quartas feras. i
Cabo, Serlnhiem, Rio Forraoso, Una.Barreiros.l PREAMAR DE HOJE.
Agua Preta. Pimenteiras e Natal quintas feras. 'jPrimeiro as 2 horas e 51 minutos da manha.
(Todos os correios partera as 10 horas da manhajlSegundo as 3 horas e 18 minutos da larde.
PARTE OFFICIAL.
DAS DA SEMANA.
18, Segunda. S.Theelonio prior da Santa Cruz.
19 Terca. S. Conrado f. ; S. Gabino m.
20 Quarta. s. Eleuterio b. m. : S. Nicolao b.
21 Quinta. S. Maxlmiano b ; S. Angela de M.
22 Sexta. Os mysterios da Piiao de J. Christo
23 Sabbado. S. Lzaro monge; S. Milburges t. f
24 Domingo segunda da quaresma.S. Mathiasap!
AUUIKMC1AS US 'iRiBiJWAks DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundase quintas.
Relajo: tercas, quintas esobados as 10 horas.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas!
Juizo do commercio : quartas ao mel dia:
Dito de oreaos: tercas e sextas as 10 horas.
Priraeira rsra do mol: tercas e sextas ao meio
rSr. Jos NsfUos Alves
Joo Pereira- Martina.
Segunda rara do cirel:
hora da tarde.
quartas e sabbados a 1
Ministerio do imperio.
4.a seceso. Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios do imperio, era 17 de Janeiro de
1861. Illm. e Exra. Sr.Era soluco ao ofllcio
dessa directora de 21 de abril ao anno fiodo, no
qual comraunicou a annullaco, nao s do exa-
me1 de geographiae historia doestudante Urbano
Sabiuo Pessoa de Mello, pela circunstancia de
ter sido reprovado-naquelle exame perante a
inspectora geral da instruccao na corte, e de nao
haver mediado o praso marcado no regulamenlo
complementar das {acuidades de direito para a
nova admisso ao exame das ditas materias
como tambem a da matricula do l. anno dess
(aculdade que (oi adrailtido, teoho de declarar
que, comquaoto o estudante da que se trata nao
devesse azer exame degeographia e historia, em
que (ora reprovado, antes de decorrido o praso
marcado no art. 28 do citado regularaento ; to-
dava, urna vez que foi nelle approvado perante
a referida faculdade, e em consequencia matri-
culado no 1. anno do respectivo curso, devera
taes actos ser sustentados, e o estudante adrailti-
do a examo daquelle anno, se provar ter satisfeto
as ulteriores exigencias e formalidades dos
estatutos e regulameuto complementar respec-
tivo.
Para evitar porm a repetigo de taes fados,
sempre prejudiciaes, convm que V. Exc, log
que se terrainarem os exames de cada materia
preparatoria, remella inspectora geral e di-
rectora da faculdade de direito de S. Paulo a
relaco dos estudales que forera reprovados
nella, Ccando na iotelligencia de que a mesma
recommendacao feila nesta data aquellas re-
partiQoes em referencia ossa faculdade.
. Deus guarde V. ExcJoo de Almeida Pe-
rtira Ftlho.St. director da faculdade de direito
do Recite.
'S.d secgao.Hio de Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, em 19 de Janeiro de 1861.
Illm. e Extn. sr.Em resposta ao officio de V.
Exc. de 26 de dezembro prximo fiodo, decla-
ro-lho que o governo imperial approva a deciso
pela qual V. Exc. declarou ao juiz de paz mais
vetado da parochia de S. Jos da Cacara, termo
de S. Joo do Principa, que nao podiara legal-
mente votar na mesma parochia onde esto qua-
licados illegalmente os votantes do lugar deno-
minado Sacco da Prata, pertencente parochia
do S. Francisco Xavier, municipio de ltaguahy,
onde tambem foram qualiQctidos, e onde resldem;
mas que no caso de resolver a mesa patochial de
S.Jos da Cacara que fossem dmitlidos os votos
de taes cidadios, deviam elles ser tomados em
separado, afirn de nao ser viciada a sua eleicao
pela nullidade proveniente da iniervencao de
votantes que, pertencendo parochia d'iversa,
abusivamente volaraa as duas sob pretexto de
acharem-se qualiflcados era ambas; devendo na
acta hzer-se menco de tudo quanto occorresse,
para que em lempo opportuno o poder compe-
tente resolvesse como fosse de justica.
Deus guarde V. Exc/mo de Almeida Pe-
re\ra Fi.'ho.Sr. presidenle da provincia do Rio
de Janeiro.
fendo conselho de recurso, e do resultado dos
seus trabalhos informar o governo imperial.
Deus guarde V. Exc/00o de Almeida Pe-
reira Filho.Sr. presidente da provincia do
Paran.
ENCAR REGADOS DA SUBSeRIPCA DOSBL*
Aiagoa*, o Sr. Claudino Falca Dias ; Babia
Rio d Janeiro-, o Sr*
EM PERNAMBOCO.
O proprietsrio do diario Manoel Fgueiroa e>
Paria, na sualivraria praca da Independencia n.
6 e 8.
3. seceo. Rio de Janeiro. Ministerio dos
negscios do imperio, em 24 de Janeiro de 1861.
Illm. e Eiro. Sr.Foi presente S. M. o Impe-
rador o officio de V. Exc. do 13 de novembro do
anno prximo passado. traosmiltindo a represen-
taco que a V. Exc. dirigiram varios habitantes
da provincia de Nossa Senhora da Conceico de
Paraty-Mirira, municipio da cidade de Paraty,
pedindo que seja annullada a eleicao de verca-
dores e juizes de paz a que ah se procedeu.
E o mesmo augusto senhor, tendo-se confor-
ndo por sua ira mediata resoluco de 19 do
do mesmo eiercicio ou quando nao o seja, dedu-
zir-se do exercicio era que a ioderonisaco tiver
lugar.
3.a secQo.Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios do imperio, em 19 de jaoeiro de 1861
Illm. e Exm Sr.Foi presente a S. M. o Impe-
rador o officio de V. Exc. n. 71, de 2 de novem-
bro do anno prximo passado, expondo as irregu-
laridades occorridas na eleicao de vereadores e
juizes de paz a que se procedeu na parochia do
Espirito-Santo dessa provincia.
E o mesmo augusto senhor tendo-se conforma-
do, por sua immediata resoluco de 9 do corren-
te mez, com o parecer da seceo dos negocios do
imperio do conselho do estado, exarado em con-
sulta de 2 do mesmo mez, ha por bem mandar
declarar o seguiote :
Que pela leitura das actas v-se que deixaram
de volar 98 cidados qualificados, recusando a
mesa receber as suas cdulas sob pretexto de que
uns nao possuiam as qualidades legaes, e outros
nao apresentavam documentos que provassem a
existencia dessas qualidades. O aviso n. 20 de
19 de Janeiro de 1849 e varias outras decises do
goveruo imperial teem declarado que s mezas
parochias compete julgar macamente da identi-
dade dos votantes e nao da sua idoneidade ; e
portanto a referida mesa parochial exorbitou de
suas attribuices recusando receber as codulas
daquelle cidados.
O governo imperial atteodendo a taes conside-
rares, e a que outro seria uecessariamente o
resultado da eleicao se nao livesse sido repollido
da urna um to grande numero de volantes, re-
solve annullar a mesma eleicao, cumprindo que
V. Exc. mande proceder oulra para juizes de
paz smente, e imponha aos quatro membros da
mesa a multa do art. 126 1." n. 5 da lei de 19
de agoslo de 1816, pena esta de que esl isenlo o
juiz de paz que presidio eleicao, visto que sem-
pre protestou conlra as decises da dita mesa;
Deus guarde V. ExcJoo de Almeida Pe,
reir Filho. Sr. presidenle da provincia, da
Sergipe.
Ministerio da guerra.
EXPEDIENTE DB 14 DE JANEIRO DE 1861.
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia do Para, remetien-
do, para ter o conveniente destino, o processo de
conselho de direceo a que se procedeu para a
quaWQcaco de Io cadete, do soldado do Io bata-
Iho de artilharia a p addido ao 3o da mesme
arma, Sergio Tertuliano Castello-Branco.
Terceira directorio geral.
Ao inspector da thesouraria do Piauhy, envian-
do os relatorios sobre as despezas feitas nos me-
S^i!j^^*i?^^^*!^!? Z1859V,860."OU,Ubr d6 ,859, d eXerCC dC
Ao da thesouraria do Cear, idem os da
despeza effectuada nos mezcs de marco a junho
fiodo do dito exercicio.
Ao da thesouraria da Parahiba, idem os da
despeza feita nos mezes de marco e sbiil de 1860
do mesmo exercicio.
15
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia de Pernambuco, re-
metiendo para informar o requerimento em que
Perpetua Firmina dos Anjos pede transferencia
para seu fllho, o soldado do 2o balalbo de in-
fantaria Bibiano Perein de Aguiar, para o bala-
lho de creadores da Baha, e ordenando mes-
ma presidencia que a respeito de tal requeri-
mento se cumpra a disposico 5a da ordem do
da n. 224 desta secretaria de estado, junlando-se
ao mesmo requerimento a certido de assenta-
raentos do referido soldado.
Terceira directora geral.
Ao presidente do Maranhao, mandando forne-
cer polo deposito de artigos bellicoa da provincia
aos presos da reparlico da guerra existentes no
forle de S. Luiz o vestuario constante da nota
que se Ihe reraette, relativo ao segundo semestro
do anno prximo passado.
Quarta directora geral.
Ao inspector da thesouraria de Parahyba, de-
clarando para seu conhecimento ter sido flxada
ero 460 rs., como propoz, a etape diaria na mes-
ma provincia durante o semestre correte.
Ao da thesouraria do Maranhao, remetiendo
a guia da suspenso da consignaco deixada na
provinci-
eios do imperio do conselho de estado, exarado
era consulla de 2 do mesmo mez, ha por bem
mandar declarar o seguiote :
1." Que milla a eleicao de vereadores a que
se procedeu na parochia de Paraty-Mitim, quan-
jio j era conhecidoo resultado da volaco da pa-
rochia de Nossa Senhora dos Remedios, e da Trac-
Co da parochia de Mambucaba, pertencente a
aquello municipio, visto que o juiz de paz presi-
dente da mesa parochial, na vespera do dia de-
sigoado para a eleicao, adiou-a para 16 de se-
tembro, violando assim o disposto no art. 60 da
le rogularaeolar das eleices e no art. 27 das
ostrucces aonexas ao aviso n. 168 de 28 de ju-
nho de 1849, alera do que de tal adiamento resul-
lou o inconveniente, de que trata o aviso n. 62
de 21 de fevereiro de 1853, de ser celebrada a
eleigo de urna parochia depois de conheri la a
volaco das outras do municipio. Deve, porm,
subsistir a eleifto de juizes de paz, visto que a
respeito delta nao se d este inconveniente.
2." E tambem nuilj a eleicao de vereadores e
juizes de paz, a que se procedeu na parochia de
Mambucaba, tanto a da fraeco pertencente ao
referido municipio, como a da pertencente ao de
Angra dos Reis, porquanto a chamada dos volantes
foi feita pela quslificaco do anno passado, que
nao e.-tava concluida por dependerem de diciso
do conselho municipal os recursos que della fo-
ram interpostos, coutra o disposto no 11 das ci-
tadas instrueces.
Curapre portanto queV. Exc. mande proceder
nesta parochia a nova eleicao para juizes de paz
smente, e que mande expedir diploma aos cida-
dos cienos para vereadores, segundo a ordem
da volaco que tiverem obtido na eleicao da pa-
rochia de Nossa Senhora dos Remedios.
Doos guarde a V. Exc Joo de Almeida Pe-
reir Filho. Sr. presidente da provincia do
Rio de Janeiro.
3.a seceo.Rio de Jaoeiro: Ministerio "jos
negocios do imperio, em 23 de Janeiro dot^l,.
Illm. e Exm. Sr.Accuso a recepeo do nfn'rn
de V. Exc. n. 109 de 28 de dezembro aW-J^ com
o qual submette consideraco do t\ern im
penal o officio que Ihe dirigi o Ju muniriniil
deParanagu. em dala de 24 J m08Z mez
expondo os fundamentos porqu g0 opp0
o conselho de recurso tomas* conhecimento dos
recursos que Ihe foram aprasentados conlra a
qualtficacao de volantes parochia em a nova
reuniao do conselho ce'.cbrada em virtude das
ordens expedidas por este ministerio.
Era resposta decl>.ro v. Exc para 8eu co.
nhectraetito e exp^dicao das ordeQS necesarias,
quo, com quanl-,, seja exacl, a doulnna que 0
tmenio1 aST ^ d D* dever-8e lomar cohe-
',,V .ecursos sera quo elles sejam inter-
L>iVm i reclamBSoe desatlendidas e sera que
ni i nslru,dos com o documentos exigidos
Peia .el, comtuJo nao pode elle, contra a opinio
* maioria do conse'ho, fazer aquella opposico,
.'uslslindo assim uairregularidadequecom procedeu'
na primeira reuuio de mesmo conselho, sera se
expr ser respoosabilisado por excesso de po-
der ; visto que, segundo as decises do governo
imperial, o voto da maioria, quer noscooselhos
municipaes de recurso, quer oas juntas de quli-
caco e mesas parochiaes, que deve ser adop-
tado, Qcando salvo ao merabro dissidente o pro-
testar conlra as decises que Ihe psrecerem ille-
gaes, e de fazer inserir na acta dos trabalhos o
seu protesto e quaesquer declarares que julgar
conveniente, para que a auloridade ou poder su-
perior lome de tudo conhecimento quando hou-
verera de conhecer dos actos pralicados por
aquellas eslaces.
Das decises do conselho municipal ha recurso
para a relagao do districlo, e deste remedio po-
dem osinteressados lancar mo para obstarem
i revogaco dos provimentos dados pela maioria
dos membros do conselho de Paranagu os quaes
a seu lempo serio responssbilisados, aefr reco-
nhecido que elles violaram a lei em taes provi-.
melos.
V. Eic, dar conhecimento dwle >tio o re-
3. seccao.Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios do imperio, em 25 de Janeiro de 1861.
Tenho presente o seu officio de 20 do correte
mez, pedindo que o governo imperial resolva a
seguiote duvida:
Tendo Vmc. de presidir junta de qualificaco
dessa parochia, na qualidade de 3o juiz de paz
visto acharem-se impedidos o Io e 2, e nao ten-
do comparecido para a formado da referida junta
os eleitores, convocados, nem o nico supplenle
existente na parochia, deve Vmc. segundo o dis-
posto nos arts. 8 e 10 das instrueces annexas ao
decreto n. 1,812 de 23 de agosto de 1856, con-
vocar o seu immediato na ordem da volaco, is-
lo o 4o juiz de paz, para representar a turma
dos eleitores, e o 5o para representar a dos sup-
plentes; mas presumindo que elles nao compa-
recero, v-se Vmc. embancado, por isso que
hesita em applicar a semelhante caso a disposi-
Co do arl. 14 das citadas instrueces, que Ihe
parece referir-se a hypothese diversa.
Era resposta declaro-Ihe que Vmc. deve con-
vocar os 6o e 7 votados para juizes de paz, e se
estes nao comparecerem at ao dia seguinte pe-
las 9 horas da manha os seusimraedialos em vo-
tos, e assim por diante ; devendo Vmc. convidar
os cidados volados para juizes de paz segundo a
respectiva ordem, nao obstante nao estarem in-
cluidos na lista dos juramentados, como determi-
na o aviso n. 113 de 15 de marco de 1856. Dos
dous cidados que comparecerem o mais votado
nomear os dous membros da junta, cuja eleicao
pertencia aos eleitores, e o outro os dous que de-
viam ser eleitos pela turma dos supplentes.
No caso porm de nao comparecer nenhum dos
cidados votados para juizes de paz, Vmc. convi-
dar dous que ten lia, as qualidades de eleilor, ou
ura s se comparecer algum. daquelles. Os cida-
dos assim convidados elegero os membros da
junta por parte das turmas que representaren:.
Coraquanto a disposico do art. 14 daquellas
instrueces reflra-se, cp,mo Vmc pondera, hy-
pothese diversa, ella applicavel ao caso actual,
visto que d-se o m Cao cu junta, islo %, nao comparecer nenhum dos
cidaoaos que d'avem represeotar os eleitores e
supplentes.
P,ro- *} deciso ca tambem respondido o of-
uciooe, do oiesojo m6Zi em.queVmo.com-
munie qoe os referidos 4 e 5o juizes de pazdei-
xarar^ de comparecer.
"jeos guarde a Vmc. Joo de Almeida Pe-
eira Filho.Sr. 2 juiz de paz da parochia da
Ilha do Governador.
Quarta directora geral.
Circular. Quarta directora geral. Segun-
oa seccao. Rio de Janeiro, etc. Tendo sido
exmelos os lugares de assistentes de ajudaote-
general, restabelecidos os de ajudanles de ordens
oas presidencias, curopre que V. S. tenha pre-
sV-?/>5^ di8pe imPeri' resoluco de 7 de
abril de 1852, poblicada em aviso circular de 19
do mesmo mez; isto qne a despeza do res-
pectivo expediente deve correr pela secretaria do
governo. Deus guarde a V. S. Sr. inspector
aa thesouraria de fazenda da provincia de ... ;
-23 -
Segunda directora geral.
Ao da de Pernambuco, ordenando que sejam
precessados por um conselho de guerra o capilo
de cavallaria I.uiz Moniz Barrelto Nelto, e"o l-
ente reformado do exercito Jos Cerqueira Cam-
pello, atim de serem responsabilisados pela falta
de pecas de armamento pertencentes corapa-
nnia de cavallaria da mesma provincia, que fo-
ram extraviadas quando commandaram a referi-
da companhia, servindo de corpo de delicio o
processo de conselho de investigado.
Governo da provincia.
Expediente do dia 19 de fevereiro de 1861.
Officio ao Exm. visconde da Boa-Vista, cora-
mandinte superior da guarda nacional do Recife.
Sirva-se V. Exc. de mandar postar em freDte
da igreja de Nossa Senhora do Livramento no
dia 1 de marco vindouro, s duas horas da lar-
de, urna guarda do honra lirada de um dos cor-
pos da guarda nacional desta capital, aflm de
acompanhar em procisso a imagem de Nossa
Senhora da Soledade.
Dito ao Exm. presidente do Rio Grande do
Norte. De conforraidade cora o que V. Exc re-
quisitou em seu officio de 8 do crrente, a que
respondo, acabo de recommendar thesouraria
de fazenda desta capital a eipedico de suas or-
dens no sentido era que solicitou o inspector da
dessa provincia cora relaco quaotia que Qcou
dover o capilo Manoel Luciano da Cmara
Guaran.
Dito ao Exm. presidente do Cear.Recebi
hoje o officio que V. Exc. me dirigi em 9 do
correte, e em resposta cabe-me dizer-lhe que
a remessa da plvora e carthuchame indo da
cdrtejcom deslino essa provincia deve effec.tuar-
- se no cuier nacional Emma, para o quo approvei
de S. Paulo pelo alferes Manoel Veris- I no referido dia 9 o contrato celebrado pela di-
sirao da Si va. aflm de que do Io de juoho Ando rectora do arsenal de guerra com os consiana-
em dianle Ihe sejam pagos integralmente os res- tarios do mesmo cter?
pectivos sidos. Dito so coronel commandante das arraas.-
lio hrirtLT!ri'?en0 mES" Respondo ao officio de V. S. de 30.de Janeiro ul-
rt?n5 g h -8 u" ^inoel Moniz^Tavares timo, sob o. 153, reraettendo-lhe por copia o que
ESr?2JZ ""cacao equivalente que me dirigi o Exra. Sr. presidenle das Alagoas em
S\ ceber. quando foi provincia das 14 deste mez, do qual consta o dia em le foi
uaJhintlnrJtrWA- VOgaJL? conselho de capturado o desertor do V balalho de infamara
guerra instaurado a diversos officiaes. | Antonio Xavier Machado. |
r, ~i16 T DUo ao inspector da thesouraria de fazenda.- i S da s'nd.Si a,I.g d" b5fSl"edfl **$
;. '?metIa ?rectona 9'ral. Tomando era consideraco o que V. L me exoz I ?rmpnin Sl Cl* *'?' ^ S" d? L,_
inspeator da lhesouraria de fazenda de em seu officio de hoje. sofc 130. ere. S0 2Za2frt5? ^^i^L e0BU2S!?S8
r aa guarda cacionol do. municipio do
23 barricas com bacalho.
100 arrobas de bolachas.
40 barricas de assucar mascavado.
20 saccas com caf.
10 barris com manteiza.
50 caixas cera sabo.
20 barris com mel.
2 caixas com cha.
5 saceos com arroz.
2 caixas con ceblas.
2 caixas com batatas.
20 rolos com fumo.
2 caixas cOm fazendas.
50 caixes com doce.
100 caixas com charutos.
1 dita com queijos.
1 barril de azeitedoce.
4 ditos de vinagre.
4 barricas com bolachinnas.
20 meios de sola.
Dita.O presidente da provincia, atteodendo
ao que Ihe requereu Henrique Jos Vieira, mes-
tre do hiale naeional Sergipano, resolve conce-
der-ihe hcenca para levar ao presidio de Fernan-
do o mencionado hiate. fleando, porm, obrigado
fazer transportar, sendo preciso o-mediante pa-
gamento, os empregados, pracas, presos e gene-
ros do estado, que teoham de ser enviados para
ali, e de nao consentir que no dito hiate se con-
duza para o mesmo presidio, sem permisso do
governo, gneros e quaesquer outros obiectos
pertencenles particulares.
Dita.O presidente da provincia, tendo em
vista o que requereu o amanuense da repartico
das obras publicas. Antonio de Paula e Mello, e
bem assim a infurmacao do respectivo direc-
tor, datada de 7 do correte, sob o. 2J, re-
solve prorogar por um mez com venciroentos a
licen;a que Ihe foi concedida por portara de 13
de novembro do auno prximo passado para tra-
tar de sua saude.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao capilo do porto.. Exc. o Sr. pre-
sidente,da provincia, manda aecusar recebido
o officio de 16 do crreme, em que V. S. Ihe par-
lecipou nao ter sido possivel salvar o msrinheiro
do hiate Beberibe Luciano Francisco de Oliveira,
que cahio ao mar na noilede 15 do correle.
DESPACHOS DO DI 19 BE FKVERE1*0 DE 1861..
fequerimentos.
3841.Bento Jos Gomes.Dirija-se ,the-
souraria provincial.
3842.Candido Francisco Simoes. e outros.__
R^queiram pelos canses competentes.
3843.Aranaga Uao & CInforme o senhor
capito do porto.
38*4 Egidio Erancisco das Chagas. Informe
0 olnhor in8Pec,ar da thesooxari de iazendr.
3815.Emiliaao Cavalcaoti de Albaquerque,
Passe portara concedeudo a licenca que pedo o
supplicante.
O general IUluee, governador da praca de-Cae-
ft.K,'"iro."te U *"**? di Tinan.
a Senhor alwiranto :
Tendo decebido as ordens de S. M. el-rei
meu augusto^amo. tenho a honra de vos faz
saber que al-que acabe o dio-19 4o corruto
0,0 so proceder nesta pra?. a coostrocfoTlg,,:-.
Se porm os sitiantes nos provocarem, quer
wja augmentando aa suas bateras, quer forroaB-
vres.de qualrpier compromisso..
.. hI1"" *ffi,st*r qulquer falsa interprelacae n
ca?u de recomecar o fogo da praSa, eu voas.odi-
liio ^r,0LamH-Ole- 1"""W esstcca-
de julgar de que lado est a raio.
Umnai-yos, senhor almirante, acreditar as
segur.ngaa.da minha alta coosideraco!
^^tenenlo-general commaodante da praca do
Rilusci.
Ao
Peraambuco,.remetteodo o titulo"peo""q"u"a"l fe ^SS,?to^^Srita^
nomeado auditor de guerra da provincia o juiz dous andares o. 11. sito na ra Direita desta ci-1 7 ,5n Aa
it ZVl "Pl '' Dr7r"nci8,:0 Domingues dade. e pertencente fazenda nacional, o auto- | thSfi^Sd. LUZ*
da Silva, bem como a nota dos respectivos emolu- riso mandar despender at a quaotia de res ... lh?8-ourar,a de fanda.
e.?i5tte devem ser cobrados pela mesma the- 4928100 om que importam Ues soparos, como se
vft do orcamento aoneto aos papois, que ilevolvo.
Dito ao mesmo.ResUtuindo V. S. os docu-
mentos que acomponhacam o sua nforms^o
de bontem, sob n. 134. o auioriso mandar pa-
gar, conforme indica na citada inforraaco a quan-
ua de 140JKKX). qoe se est 4 dever Joo de
de Souza Mariuho, provenionte de 40 bonets, que
vendeu ao conselho administrativo do arsenal de
guerra para as companhias de pedrestres desta
- capital.
d" t?!?. S* '" **** da menciona- Dito ao mesmo.-Certo do contedo de sua
ua uireciona. informaco de 15 do correte, sob n. 123, dada
t, n,.M.Uaa Tt r*f 9eraL acerca do mc> de d Janeiro ultimo, em que
vadoPravaharandac a"***- ^ N"e- appr- 'to d Cimbres capitn Timleo Pi-
vanoo a avallado de cada ra^ao de elape para o -
correle semestre em 500 rs., e xando em 160
souraria.
Segunda directora geral.
Ao presidente da provincia de Pernambuco,
remetiendo o relalorio do exame feito aa 4* di-
rectora geral desta secretaria de estado, sobro
as comas do conselho econmico da companhia
de artfices da mesma provincia, relativas o i
semestre do anno de 1860 ; adra de que o com-
mandante da referida companhia informo acerca
irregularidades encontradas as referidas
res de Albuquerque Maranhao pede o pagamen-
to de 30$ que despendeu com o transporte as
Ministerio da fazenda.
EXPEDIENTE DE 17 DE FEVEREIRO DE 1861.
Circular s thesourarias, preveDindo de que na
reimpresso da tabella dos emolumentos, que se
acha pagina 55 do novo regulamento das al-
fandegas, escapou a declaricao de que os veoci-
mentos de 100 a 500tf, sao incJurit*. e os de
750g a 3:000g sao exclusive, como se acha deter-
minado na tabella annexa ao decreto n. 348 de 19
de abril de 1814.
19
Circularslhesourarias.declarando que nao sen-
do iguaes era valor, posto que uniformes em to-
das as classes de empregados, as quotas de por-
cenlagens designadas na tabella n. 1, annexa ao
regulamenlo de,19 de setembro ultimo, devero
as mesmas quotas para o pagamento dos direitos
de 5 %, sello e emolumentos ser calculadas se-
gundo o tormo medio dos tres exercicios anterio-
res data das noraeaces.
A' thesouraria do Para, approvando a sua
deciso de mandar restituir ao juiz de direito Dr.
Antonio Jos Lopes Damaceno, removido de urna
comarca do Maranhao para outra do Para, o sello
e emolumentos que havia pago, em vista do dis-
posto no arl. 15 do decreto n. 687 de 26 de julho
de 1850, no caso porm de ter o dito juiz satis-
teito integralmente os competentes direitos de
sua pumeira nomeaco; fleando assim res-
pondido o officio da dita thesouraria de 7 do mez
Godo.
20
A' thesouraria do Maranhao, ordenando em res-
posta a seu officio de 10 de outubro ultimo, que
pague collectoria provincial da villa do Riacho
com saldo do exercicio de 1859 a 1860, a quanlia
de 59J920, proveniente do supprimedto feito no
exercicio de 1858 a 1859 collectoria.geral da
mesma villa ; fleando na iotelligencia de'que nao
deveria ter considerado o mesmo supprimento
cpmodiiia de exercicios findos, visto que, sen-
do urna operaco de crdito para a qual nao ha
rubrica na lei doorcamenio, deve ser annulltda
do paiinjo q.un4o a imiemuisacQ fjMr 4M(ro
rs. a meia libra de pao alvo.
ifeouerimeotos indtferidos.
Pernambuco, Adergtcio Ubaldino Canuto. 2o
sargento do 4o balalho de artilharia, pedindo li-
cenca para estudar.
Parahyba, Luiz Corroa do Moraes, alferes do
corpo da guarnico, pedindo igual Hcenca.
iVimeiro directora geral.
Aos presidentes da Baha, Pernambuco e Mat-
to-Grosso, mandando exonerar do servio dos
respectivos hospitaes militares o el de compras
dos mesmos hospitaes, visto que, em corformi-
dade do novo regulamento do corpo de saude
do exercito, approvado pelo decreto n. 2,715 de
26 de dezembro ultimo, foi este lugar suppri-
mido. r
Ao da do Maranhao, declarando, em res-
posta ao seu officio n. 25.0 de 24 de dezembro do
anno passado, que deve ser inleiramente suppri-
mida a enfermara mjlitar existente na cidade de
Caxias.
Ao da de Piauhy, approvando a resoluco
que tomou do mandar supprimir a enfermara
militar que existia na cidade de Oeiras, sobre que UD1 emplardo Diario de Pernambuco no qual
versa o seu officio n. 60 de 29 de novembro ul- '
timo.
19 -
Quarta directora geral.
Ao inspector da thesouraria geral das Alagas,
remetiendo os relatorios das despezas feitas nos
mezes de agosto de 1859 a junho de 1860 ; e pa-
ra que declare so nao teve conhecimento do avi-
so circular de 18 de abril de 1859, e por que prin-
cipio se lancam conta do ministerio da guerra
despezas feitas com obras da alfandetra.
21
Mariano..Dirya-se
e lazenoa.
3818..Manoel Thomaz dos Sanios.Passe por-
tara concedendo Itcenra para o fim que pede o
supplicante, excUindo-se obarrllde agurdeme.
38*9.Manoel Aires Guerra.Informe o se-
nhor capilo do porto.
3850 Thomaz Jos da Silva Gusroo.Infor-
me o senhor inspector da thesouraria provin-
cial.
3851.Jos Ramos de Qliteira.Informe o
senhor inspector da thesouraria de fazenda.
EXTERIOR.
vi.gens que fez no interior da provincia o alferes frpni Jar.'?. SqU
Miguel Augusto Barbalho Picaneo, auioriso V. Kstal tJ'!l\li\t Pr
S. mandar pagar smente a qu'.otia de 11*000.! KM" **2T
ennforme indica a contadoria dessa thesouraria
no parecer que se refere a citada informaco.
Dito ao mesmo.A' vista da sua informaco
datada de 10 docorrente o auioriso mandar
adiantar ao alraoxarife do hospital militar a
qtiantia de 1:3009, para occorrer ao pagamento
das dospezasdaquelle estabelecimento na 2a quin-
cena do presente mez.-vCoramunicou-se ao com-
mandante das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincia).--
Em additamento ao meu officio de 13do novem-
bro do anno prximo passado, tenho dizer que
mande V. S. pagar em dinheiro, logo que fr
possivel a quanlia de 447*600, que se est de-
ver Bento Joaquim Gomes, proveniente de ma-
teriaesque forneceu para as obras ds casa de de-
tenco, urna vea que esteja esta divida compe-
tentemente legalisada.
Dilo ao mesmo.Satisfaco a requisico de V.
S., comida em officio de hontnm, remellendo-lhe
vai impresso o regulamento de 28 de Janeiro ul-
timo dado para o collegio dos orphos de Santa
Tber6za de Olinda.
Dito ao juiz de direito do Bio Formoso.Con-
formando-me com o parecer do cooselheiro pre-
sidente ds relaco, acerca da consulta por Vmc
feita em officio de 29 do novembro, que acom-
panharam os papis que incluso devolvo, ca-
be-me dizer-lhe que s autoridades judiciarias
nao licito consultar sobre casos occorreules,
sujeitos sua deciso, e que devem julgar con-
forme os principios de jurisprudencia, fazendo a
devida applicncao das leis, e dando as partes os
recursos legaes para os tribunaes superiores,
4n nraB;A?e?UAda dr'Cl?r? 9eraL
Ao presidente da provincia do Amazonas, orde- aviso de 7 de fevereiro de 1836
nsndo que, em virtude do mo estado de saude
do capilo reformado Vicente Ferreira Marques
EnnVlvrHSnbsloUd0 n comma"d. d forte e ,
fronteira do R.o-Branco porum official dos cor- Silva contra o indio Manoel Lopes, que, segundo
pos de guarnico da mesma provincia.
Ao da de Pernambuco, remetiendo o rela-
Cumpre, pois, que Vmc assim proceda acerca
da priso illegal, decretada pelo subdelegado de
polica de Barreiros, Antonio Germano Alves da
O Jfoneur fez a seguinte declaraco sobre a
partida da esquadra franceza de Gaeta :
A expedido da esquadra de evoluces em
flm impedir qu,e o rei
sbitamente investido por
por trra na praca a que se havia, retirado,
o imperador tinha de dar ura teslomunho de
sympathia a um principe cruelmente experimen-
tado na sua sorle ; mas S. M. fiel ao principio da
nao iniervencao que tem dirigido a sua conducta
a respeito da Italia desde a paz de Villafranca,
nao pretenda lomar urna parto activa n'uma Io-
ta poltica. Prolongando-se aleta das previses
quo a tioham motivado, esta demonstrado rau-
dava rocosamente de carcter. A presenca da
nossa bsndeira, destinada nicamente a cobrir a
retirada de S. M. siciliana, as condices pro-
prias de garantir a sua dignidade, passou como
causa de aniraac,o & resistencia, e lornou-se um
spoio material. Dentro em pouco resultaran] in-
cidentes que impozeram ao coromandante era
chote da esquadra a obrigacao de recordar, tan-
to aos napolitanos como aos piemaotezes, a po-
sico de slricta neutralidado que Ihe eslava pros-
cripta, e ao qual era quasi impossivel manler-se.
Importava tanto mais ao govetni do impe-
rador nao aceitar a responsabilidade de urna se-
melhante situaco, quando declarares francas e
reiteradas nao autorsavam o menor desprezo
quanto nalureza das suas intenc.es. No flm de
outubro foi effectivamente o vico-almirante de
Tinao convidado a nao deixar ignorar ao rei
Francisco II q"ue os nossos navios nao podiam
permanecer indefinidamente em Gaeta para as-
sistirem como testemunhas irapassiveis a urna
luta de que no.devia resultar seno maior effu-
so de sangue. Os mesmos avisos foram mais
vezes repetidos S M. siciliana, cuja origem ti-
nha posto a sua honra completamente fra de du-
vida.
a Nesle intervsllo, as circumslancias que aca-
bamos de indicar linhara-se aggravado, e quo-
reodo conciliar as exigencias de urna polilica.de
neutralidado cora o pensamento primitivo qjie o
linha guiado a indicar ao rei Francisco II o, meio
de operar liviemente a sua partida, o governo do
lorio dos exames fetos pela 4* directora geral
desla secretaria do estado as cootas do conse-
lho econmico do 10 balalho de infamara, re-
lativas ao 1 semestre do anno passado; afim de
que o commandante do mesmo balalho responda
consta doa referidos papis, foi solt por habeas- imperador lornou-se intermediario de urna pro-
corpue I posta de armisticio, que foi aceita pela&duas par-
acerca das observares felas pela referida direc- i mas.
toria e corrija convenientemente as irregularida-
des encontradas.
Quarta directora geral.
Circular. Quarta directora geral 2a geo
Co Rio de Janeiro, 21 de Janeiro de 1861.
Tendo sido supprimidas as inspecQes.milita-
res e os assistentes do ajudante-general, informe
V. S. com a possivel brevidade se se pode consi-
derar sobra, e de quanto, no crdito aberto a es-
sa thesouraria de fazenda pelo 8 do exercicio
correte. Deus guarde a V. S. S. do R. Bar-
roe. Sr. inspector da thesouraria de fazenda
de... .
22
Dito ao director das obras militares.Mande
Vmc. caiar o quartel do 9 balalho de infanta-
ra, visto que assim o requesitou o coronel com-
mandante das armas em officio de 14 do corren-
te. Coramunicou-se ao commandante das ar-
Segunda directorio geral.
Ao presidente da prorincla do Par, coramu-
nicando ter sido exonerado o Io lente do corpo
ae eogenheiroa Jos Cerqueira de Aguiar Lima
ao servio 6m que se achata na commisso de
expioracao dos terrenos na questo dos limites
eD i? n*ie imPorio a Guyanna Praneeza; de-
vendo ficar o mencionado lente na mesma pro-
TWW 6 disposico da referida presidencia, r
Dito ao-director geral da instruscao publica.
Respondo ao officio que Vmc me dirigiu em 18
do correte, declarando-lhe que designio os pro-
fessores Antonio RuQno do Andrado Luna e Sim-
plicio da Cruz Ribiro, para com por a commisso
de que trata o seo citado officio.
Dito ao mesmo.Inteirado de quanto Vmc
expoz em seu officio n. 20 de 18 do correte te-
nho declarar-lhe em resposta que pode mandar
effectuar o concurso para provimento das cadei-
ras ragas de inslrucco elementar de que trata
em dito officio, servindo para as provas dos exa-
mes os pontos que oxistem na urna pertencen-
tes ao prograrama do anno passado.
Portara.O presidente da provincia, atteo-
dendo ao que Ihe requereu Henrique Jos Vieira,
meslre do hiate nacional Sergipano, resolve con-
ceder-lhe licenca para lovar com destino ao pre-
sidio de Fernando, no mesmo hiale, os gneros
constante da relaco junta, assignada pelo secre-
tario do governo.
Relaco i aue se refere a portara supra.
.00 arroba tfe carne do R\0 Grande,
tes belligerantes. Parando do tacto desde o dia 8
deste mez. as hostilidades permanecer suspen-
sas al 19 de Janeiro, e tambem 0*0388 data que
o vico-almirante de Tinan ae retira de Gaeta.
Eis os documentos que provam a suspenso
de armas:
0 general Cialdini, commandante do txercito
de sitio em frente de Gas/o, ao almirante Le
Barbier de Tinan.
Castellooe 11 de Janeiro de 1861,
c Seohor almirante,
e Tenho a honra do vos declarar, qae at ao
terrao do dia 19 do crreme, nao se praticar da
mioha parte o menor acto de hoslilidade para
com a praQa, nem o menor trabalho de appro-
che, nem auginentarei o numero de boceas de
fogo em batoria, urna vez que a praca me nao
provoque cora o seu fogo ou com os seus traba-
lhos. N este caso, eu me considerara Uvro de
euslquer compromisso. a suspenso das hostili-
dades cessar tambem da minha part.e. Todava
senhor almirante, nlo romper! a meu fosa sem
vos previnlr antecipadamente. Vos seris ectio o
lado' M S!"* 9 n,P*r,4W Ue M
Aceilae, ele,
do^efa50*"'' W CmWM*
"j
o sitio em frente
< Cialdini.
D'um jornal intitulado VOfftce d PnbliciU
tradutimoi o seguinte arligo :------------?.
m.ni! S5" 8eman". tolendo dos-acooteci-.
memos-eneros, insistimos om que o maior pe-
ngo da questo italiana, om atique eontra Ve-
nf., h desPacbo d lord John RusmII ao mi-
nistro bctennico em Torio, vera dar-nos razo.
Naquelle documento comala deSt de agosto, o
collega, do lord Palmerstorepresentav. ao Pre-
monUs os pengos de urna poltica angcesslva. e
procl.maT. o direito da Austria Veoeza
No poucos liberaes- em Ingla4trra e fra
della crilicaram naquella poca a declacacao.de
kird J>ohn Russell. e perg^ntavam como cooei-
iava ello o seu respeito pola nacionalidad* ita-
liana com o respeito do.diieilo divino em Vne-
za. Consultara o cobre lord novos orculos
recelara passar por amigo da Ausuia ? Foi por
isso que dous mezes dopois, na, suanoU.do27
de outubro. proclameu principios inteiiaraeote
^Vvf rernheCeU,eai G*"*M assim como
em Vctor Emraanual o direito doiioerUr Vene-
za. Eis o beneficio aue o Imperador d'Astria
Urou at agora de haver procUnwde orna cons-
tituicao para os saus reinos. A logislera. aban-
dona-o,ednixa-o entregue a seu deno.
seria difficil oacomrar ama prosa mais pal-
pavel da anarchia, anoral qua reina, na Europa
do que essa notaingleza de 27 de outubro eos
incidentes que & preceders e seguiram.
lodos se recordara,qo* nomea.de-aaosto ero
geralraente espalhado na Europa o boaaTde um
prximo ataque contra >Seneza. Garibaldi linha
annunciado este designio; Mr. doCavaur s es-
perava para o seguir a..probflbilidad de succes-
so. Todos admiltiam o direito da. Italia sobre
veneza, maajecuava^sadlantodo.ceeeio do urna
guerra geral.
Hi&En,H*0Ma' diaia<-se. que arewolucaoinva-
uira a Allomanha. o tlvez, mesmo que a Europa,
inteira, alord Jobjw.Russell, possuido de um su-
persticioso terror, eommunicou., toda a pressa
ao ministro da ranha em Turin as razes que.-
obrigarara a Inglaterra a.oppor-se iovaso das.
possessoes austriocas.
Que se pass?u desdo eolo ? Vctor Emma-
nuel.entrou era.aples. Os principses gabino-
i i, D ,p.a ewuMram asua conducta, elord.
Joan Russell ap.ressounse a approva-la. O se-
gundo despacho preduzjo. aa Europa grande im-
pressao, e eovolia denos aa Blgica ouvimos dU
zer que cominha os verdadeiros principios de
poltica liberal dos. nossos lempos. Chegava-so
mesmo a dizer. qu a iovaso de Vctor Emma-
oue no r.eiqo de-Napotes tinha tido por prece-
aeote a entrada dos Francezes na i^lgu;, env
IkT asscinelhacao. que s prova umeigoorancia.
aosoiuta da histpria. A iutervenco dos France-
zes na. Blgica lovo lugar em virtude de urna de.
cisao da conferencia de Londres, em.quaoto qua
a de Vctor Emmaouel em aples, so fez com
desprezo de todas as tradices diplomticas, o
inaugura na Europa um direito publico istpira-
monte novo.
Era Inglaterra, onde cerlos.espirilos nao sao
suspeitos de ms iniences para com a kaha.
nao encoalrou o despacho de lord Russell uro,
acoilumeato enlhusiasla, e pela nossa parte fl-
camos muito salisfeitor. quaado .vimos qua o mi -
nislro da Blgica em Loodres.no assia. ao ban-
quete do lord maior, cora o.s embaiMdores da
lersia, da Russia e da Francs, tros pakes cujos
soberanos, como se sabe^no slo habituados a
cancar-so multo com o respeito pelas liberdadea
publicas.
Ninguem ignora quo o.grande principio, qu
a Inglaterra tem procurado. maMer durante a
guerra da Italia, o da nao iniervencao. EUo
constderava o reconheciroeiUo. deste principio
como urna das conquistas mais preciosas da sua
habihdade. Quera quesedeuasse aos italianos
tratar dos seus proprios negocios, depr os seus
principos, e dar-so a forma de governo oue Ihes
conviesse. ttgabinete de LondFes chegou a re-
solver a Franca a emit|r a sua abslenco, salvo
na questo da santa s, o desta altitud* psssiva
das duas grandes potencias occideotaas resuitou,
para a Austria a obrigacao de assistir de bracos
cruzados queda da. su ullima influencia na pe-
nnsula. Em quanto esta poltica produz os saus
fructos, espalha-se o hoalo de um ataque coutra
Venexa, A Inglaterra indigna-se ou assusta-se
com a idea de ver violar o principio, qus. faz a
sua forca, a nao. iniervencao. Protesta, e docla-
ra ao rei do Piemunie que deve respeilat Veneza
e. aples.
Vctor Emnanuel nao d ouridps. esses
conselhos tardos. Os napolitanos carocem do
seu apaio. Som elle nao conseguirn (aricar por
Ierra o seu soberano. Antes mesnjo que o era-
baixador das Duas Sicihas sahisso de, Turin, o rei
de Sudonha parte para aples. Assim d.evi
ser, o nos procuramos em vu derramar Lagrimas
pela sorte de Francisco II; mis, seria necesaario
qoe no dia iramedialo aquello om que. se consu-
mou o fado, lord John R,uss.elL escrevessa um
segundo despacho para justificar ejn, principio o
que era rigor podia tolerar coma facta. rass que,
om ultima analyse, ello tinha enrgicamente con-
demnado dous mezes ajiles?
Gonhecem-se os. novas principios proclama-
dos pelo ministra da rajnha Victoria :
Os napolitanos viviam sob o rgimen de um
governo deteslavel; tinham o direito de se des-
embarazar, o de chamar o re do Piemonte em
seu auxilio, po.rquo, como diz Vatel, quando um
povo, com boas razes, loma as armas contra um
opprossor, fazer iustija auxiliar os raleles qua
detendem, as sui>,s fiberdades. >
Esta doutriua pareca inspirada por urna pro-
funda sabedoria. e por urna irreprehensivel mo-
ralidade. Mas seria muito difficil, mesmo a lord
John Russell, determinar as suas
cas.
A Inglaterra proclama hoje Rea sua bocee
que quando um povo se julga mal governado, es-
t no direito de chamar em seu auxilio om po-
tentado eslrangeiru.
Foi ero virtude d'esse direito que os de Gand,
no seculo XVI, chamaram Francisco I para os
deffender contra a lyrsnnU de Carlos V., o qua
foi geralraente considerado cerno urna traicio.
Foi em virtude d'osse direito que V'andec
Nopt (o rcclamir era Fotsdata o interrenco de>
cansequen-
ILEGVEL


(*>
1 Lt
reda Prussia a favor da revolugo brabanronica, '
que esle sppello o eslrangeire ea coas q* nior-
resse mais depressa.
em viriude d'esse direito qme 01 venda-
nos ho de chamar Luiz Napoleo ou Alexandre
II para os auxiliar a lanzar por trra a Austria,
todava ha alguna mezes lord John Russell es-
crevia o seu primeiro despacho, em tilla preci-
samente d eata recetada eventualtdade.
E' aiaUa em viitude d'esse direito brilanni-
co que os irlaodezes, oa habitamos tes ilhaa Jo-
mes, os lallezes o os hindons liao de convidar
a Frutea e a America pira os libertar do jugo de
Inglaterra.
Em todo o caso, os poro bem governadee,
como oa belgas, que teeni a ventura de viver
sob o rgimen de umacoastiCaigo modelo, ecom
um re justo e sabio, podem ser seduzidos por
ase sysiema, por presumirem que nada arris-
ca em ver o estrangeiro envolver-se com elles;
mas uo oecessario que elles esquecam a con-
sequenqa lgica e ineviuvel da doulnua aflir-
mada por lord John Russell. Um jornal dedu-
ziu, ion muilo bem sonso d'esla maneira, essa
maneira, essa consecuencia :
No caso de guerra ooire um soberano e seus
subditos, o soberano est no direito de chamar
m seu auxilie um mooarcha amigo para mauler
nos seus Estados a ordem e o respeilo da le;
porque iiapossivel admillir que dosdous parti-
dos em lucia, um seja juiz oa sua propri causa,
sera que o outro o seja egualruenle ; que um le-
ona o direito de chamar soccorroa do ostrangei-
ro, sera que ao oulro sssisla omesmo direilo.
Com a doulrina nova de lord John Russell, o
principio de nao inlervengo est para sompre
destruido, ou por oulros termos, a iutervengo
eslrangeira ser justa ou injusta, segundo a cau-
sa lr boi ou m. Ser boa aos olhos dos iugle-
zes quando fr em benetlcio da liberdade, boa aos
olhos da Austria, quando liver logar em nome
na autoridade o do direiU divino.
A doulrina que acabamos de recordar nao
oulra cousa mais na nossa opinio, do que o re-
couhecimendo fado consummado, a homeuagem
prestada, sob uma formula seductora, ao direito
do mais forte.
* Se a theoria sincera, necessario que Ve-
neza seja libertada, un nao nos ha de admirar
do ouvir lord John Russell declaror dentro em
pouco em um terceiro despacho, que exislem ra-
aues que tornara iuaplicavel Veneza, Hungria,
anda a mais alguus paizes, que julgou til em
Capoles e nos Estados Humanos.
Fui em nome da doulrina do lord John Rus-
sell que se justicou a primeira do uinagao fran-
cesa na Ueigica, e nos tambera juslillcariaraos
por essa mesma doulrina a annexaco da SaboU
contra a qual se protestou tanto ; e as pretencoes
Jos tslados-Unidos ilha de Cuba, que tantas
vezes tem servido de iheuia aos ataques do par-
tido liberal era Inglaterra. Nao se poder coo-
teclar que o direilo publico sotfre nesle momen-
to na Europa uma Iransformago radical, mas
aiada nao chegou o lempo de deduzir dos acon-
lecimeutos os principios lixos que a razio possa
admillir. A paz domumdo est fundada nos con-
tractos, quo a forja das cousas destruiu ; autes
ue se assignarem oulros, necessario que os po-
vos alravessem ainda mais de umacrise, e quo o
direito das nages teuha por toda a parle preva-
lecido au direito dos monarchas. No entretan-
to nao nos associamos censura com que uma
traccao do partido liberal em luglaterra confun-
de os dous despachos contradictorios de lord John
Kussell.
Os homens de Estado, diz esse partido, de-
vem mostrar-se prudentes, quando faltarn, e se
lor possivel, nao fallar de ludo. E' necessario
principalmente quesejam prudentes,quando lan-
cam mo da penna. Raras vezes vo a freule
ios acoutecimeutos; esperara sor interpellados,
e quando os negocios, a curiezia ou a etiqueta,
as forgam a romper o silencio, devem evitar for-
mular mximas, que vo mais longe do que as
circunstancias o provoquen, explicaces uoo-
purtunas. r
Esta reserva principalmente indispensavel
a um ministro dos negocios estrangeiros, e lord
John Russell desconheceu islo nos seus dous
despachos do dia 31 do agosto e 27 de outubro.
trn um uegou o direilo natural, na oulra ne-
gou o direilo positivo ; e primeiro que approve-
mos um ou outro, queroriamos quo nos explicas-
sera arabos.
lUUO DI ffERBlMBUCO. *am SEMA flilA 22 Dt MVEREIRO DB 1M1.
U
su presenga, e o conda promelteu na presenta la, o comegou a discutirn voz alta, de maneira
augusta do soberano, a recito de auem iinh* -,.. .o f ,;.. .;...i T. ,"
mn au,
augusta do soberauo, a respeilo de quem tinha
gravemente faltado pelas suas acedes durante
mais de des annos, .que reounciava todas as
suas relagoes bostis com o eslrangelro, e lara-
bem a residir no interior da mooarchia, assim
como de se abster de qualquer auloridade polti-
ca. 8. M em virtud de um acto da sua sobe-
rana, diga iu-se ordenar que o eanda fosse im-
m odia taen te posto eos libardada, equo cessaasa
qualquer proceaso que exialisse contra elle.
O (overeo imperial, quando son be que o
conde da Telilti se chava ana Dreada, coas, tto
pasanaarle inglez passado em nome de Joho Ha-
rold, julgou que mereca ser acensado da urna
iraqueza digna de censara, se se nao recerdeeoa
que entre a Aeslria e oa Estados Federaos atte-
raaet existia naa tratado para a exlradici dos
criminosos polticos. Ao mesmo lempo coohe-
cia muilo bem os sentimenlos da irtae e inaba-
lavel justica de S. M. el-rei de Saxonia e do go-
vemo real, para nao estar convencido de que o
governo de Saxonia nao deixara nunca, arrasla-
do pelo receio dos ataques apaixonados dos par-
tidos, de cumprir uraa obrigagao fundada nos
tratados. Mas, por outro lado, podara suppor
tambera que o governo de Saxouia vera esla
obrigago facilitada pela previso de que a sorte
do refugiado preso nao deixara de ser um nevo
testeraunho de clemencia e de generosidade do
nosso soberano.
A elevada opinio que formamos da loalda-
de censcienciosa do governo real de Saxonia. nao
nos enganou. Pela minha parte experimeulo a
saiisfacao mais iolima de ros poder encarregar
de cummunicar o que cima flea exposto ao baro
de Beust, queno cumprimento de uma obriga-
So publica, soube ligar um interesse to nobre
e to humano a sorte daquello de quem se Ua-
tava.
Aceilai a seguranca, ele.
Rechberg.
Os jornaes de Turin publicam asseguintes car-
tas do Garibaldi, de que o telegrapho fez raencao.
". Caprera, 29 de dezembro de la60.
:: Caro Bellazzi.
Tenho razdes particulares, para nao aceitar
candidatura alguuia para deputado ; desejo que
lodos os collegios o saibaui, para lhes evitar o
ttabilho de proceder a oulra eleicao.
Vosso......
:< '.'. Garibaldi.
Eis a proclamagao do rei Guilherme V, quando
subiu so throuo da Prussia.
Ao meu povo. u rei Frederico Guilherme IV
repousa com Daos. Est livre doscrueis pade-
cimetilos que solreu com piedosa resiguacao.
Dos se dignar enchugar as nossas lagrimas, que
J* luto fa correr, mas a memoria venerada
du fallecido nao se exliuguir nem no raeu cora-
cao, nem no vosso.
Nunca um corado do um re bateu mais ar-
knteraeiiie pela felicidade do seu povo. O es-
pirito, em que a magestade de nosso augusto pa,
o re hereassira llie charaava o seu real lilho
que acaba de raorrerrehabilitou o seu povo
depoisdos aunos da adversidade, e o excilou s
lulas em qne meu fallecido pai toinou valorosa-
menle parte, foi para Frederico Guilherme IV
nina heranca sagrada, que soubeguardar cora i-
delidade. Por toda a parte, animou os nobres
esorgos, e trabalhou para o seu desenvolviraen-
to. ueu espoolaoeamenle ao paiz insiiluigos,
cujo estabelecimento deve realisar as esperancas
da Prussia. Diligenciou sem cessar conseguir
para a palria allemaa a maior gloria, e consolidar
a sua unidade. Quando uma hlal agitaco dos
espritus tinha abalado lodos os principios do di-
reito, a rnageslado de raeu irmio, que agora des-
canca com Dos soube por termo s perturbagoes.
resiabelecer por um novo systema poltico a or
dem interrumpida, e indicar os esmiuhos quo de-
viam seguir-so para o progresso.
Ao rei que soube fundar Uto grandes cousas
e do qual a palavra celebre: Eu e a minha
casa queremos servir o senhor > enehe tambera
o raeu coraelo, pertfnee um lugar eminente na
gloriosa serie dos soberanos quem a Prussia
deve a sua grandeza, e que o toroaram o sym-
bolo do espirito allemo.
Conservare fielmente este legado sagrado
dos meusaolepassados, que elles fundaram e en-
grandecern} com infaligavel cuidado, o com to-
das as suas forgas, o cusa Ja sua vida.
E' com orgulho quo me vejo cercado de um
povo tao valoroso e lo dedicado, de um exercito
to illustrado. A minha mo ha do garantir o
bem e o direito em todas as classes da sociedade.
b exercer uma aegao protectora e animadora.
Os destinos da Prussia nao viver do goso
dos bens adquiridos. Na applicago das suas for-
ras intellecluaes e moracs, na gravidade e sin-
cendade dos seus sentimenlos religiosos, oa unio
da obediencia e da liberdade, no engrandecimen-
to da sua forga armada, assentara as coudigoes
do seu poder. E' s assim que pode conservar a
sua posigao entre os Estados da Europa.
Reporlo-me flrmeraente s tradigoes da mi-
nha casa, quando me imponho a obrigaco de
elevar e fortalecer o espirito patritico do seu
povo. Quero estabelecer e consolidar o direito
do hsudo, segundo a sua importancia histrica
e raanier as tradigoes pelas quaes o rei Frederi-
co Guilherme IV deu a vida.
Fiel ao juramento que prestei, quando tomei
a meu cargo a regencia, defenderei a coosliluico
o as leis do reino. Possa eu com o auxilio de
l)eos conseguir guiar a Prussia a novas glorias !
rnmme-S deTerr? nara cora a Prussia concordara
r ""u" d,?Teres Para com a Allemaah.
Corao principo allemo devo consolidar a Prussia
?pX8.,lanqa0 lhe Prlence enlre os estados a -
^^f Y0 !an,8e- de todos, em conse-
quencia da sua historia gloriosa, e da bella oAl-
nisacao do seu exercito. 6
abataV0DF?,l),V'a lrrao1uii'l'le da Europa est
abalads. Eu me esforgare em conservar a feli-
cidade da paz; todava os per.gos podem surgir
para a Prussia e para a Allemanha. Neste caso
possa Deosmspirar-nos, mim e ao povo, a coo-
ftanga e a coragera que ammaram a Prussia as
auas grandes pocas, e possa este povo sustentar-
me, no caminho que eu houver de seguir pela
aua dedicago, docilidade e pela sua persev'eran-
ca. Possa a bengo de Dos tornar mais fcil a
muso, que os seus decretos me impoem.
.fi.Gze, dt rienna publica o seguinte des-
pacho do conde de Rechberg ao bario de Wer-
ner .representante da Austria em Drosda:
* *woaa, 1 de Janeiro de 1860.
, i. ,. Sr. barao.
Ja pelo lelegrapho annuociei a V Exc de
Ha..*.. tT& ,*'.TE Drsua
Vlt.. 9 t9 inbV"la* Peira instancia de
Vienoa, e entregue s aulorhladea imperia foi
posto em liberdade por ordem d"s M X'p
Caprera, 9 do dezembro de 1860.
Caro Bellazzi.
Convir que haja concordia manifesta entre
todas as comraissoes italianas para auxiliarem
no bom resultado do grande resgale.
< Desla maneira poder Vctor Emmaouel na
primavera, com um milho de soldados italia-
nos, exigir juntamente o que falta Italia.
No calumbo sagrado quo seguimos, desojo
que desspparega todo o indicio de partido ; os
nossos antagonistas sao um partido.
Querem uma Italia feita sua vonlado com
o apuio dos estrangeiros, e sem que nos tome-
mos parle.
Nos que somos a nagao; nao queremos
outro chefe qus nao seja Viclor Emmanuel, mas
nao excluimos nenhum dsque les que uo leem
o mesmo desejo.
Primeiro que ludo, pois, necessario pregar
enrgicamente a concordia como a principal das
nossas necessidades.
Vosso......
G. Garibaldi.
que se formou um ajuntamento ; o afean*, inti-
midado retirou-se, e H. Crisp coonegnia'ear,-
dir-se.
i Mr. Ferrs, que conselheiro no Irihanal aja.
preo, nao poude ser preso no primeiro di. c
No da snijuunie {m preso na roa, a^rradAnn ana coros. nav4.fnar-me
Onartel da cuarda nacional. n J __,.. ._..____rz~Tl D
O A migo dtlla Liberta, jornal que se publica
era Reggto, publica a segrale carta de Garibaldi,
dirigida ao povo napolitano :
Italianos de aples I
Deus sabe se quando me separci do vos, o
uz eom desgosto. Mas a minha raisso junio
de vos eslava cumpnda, e era necessario reti-
rar-me. Fi-lo pois com sentimenlo.
Com as vossas queixas agora augmeataes a
minha dr, e pedis-me que regresse paza junio
de vos. Nao o posso fazer, meus amigos I por-
que a mim mesmo proraelli, que nao poria com
a minha pre3enga obstculo vossa felicidade e
vossa prosperidade, que vo verficar-se sob o
sceptro do re cavalheiroso.
Aecreditai-me., pois, sea minha misso 6 li-
bertar os povos italianos da escravido e da ly-
rannia, que o lz. com o auxilio das vossas tor-
cas e da vossa coragera.
Sim, vos sois livres, e a minha presenga no
meio de vos, uo sera de vaulagem alguma ;
seria i,-lo causar uma demora para o "osso me-
Ihoramcnto. Vos sois mais felizes do que os
oulros, porque anda ha italianos escravos.
Por que vos inquietaes? Por que rae cha-
maos sem necessidade? Deixai descangar por
alguns mezes o meu corpo e o meu espirito, por
isso que oulras fadigas me esperara, oulros tra-
balhos e oulros soirrimontos. Mas ludo islo
pouco, trala-se da Italia, o pela Italia que a
minha vida se gasta I
Roma e Veneza esperara como ella. Aquel-
los povos tambera fazera parle da Italia ; os seus
habitantes s&o dossos irraaos, e anda geraera
sob o peso duro da escravido austraca e do....
Deixai recobrar as forgas necessarias para poder
fazer face grande lempeslade. que nosameaga.
Ouvis vos.rugir o leo ? O seu rugido o
da raiva, porque conhece que o seu orgulho est
a ponto de ser abaltido. Teme esto Drago, que
Deus fez possante para abatter o seu orgulho
brutal.
Vedes os netos dos antigos romanos? O
saugue Jos seus nulepassados corro anda as
suas veias, mas teera estado opprimidos cora o
fardo pesado da oppresso. Carecem de uma
rao poderosa, quo os auxilie e ajude a recobrar
a sua altivez, o essa mo carece de repouso para
recobrar a forga de que necessta.
a Cedara a razo e a philautropia fraternal o
campo ao amor que nutrs por mim. Eu volta-
rei para o meio de vsdaqui a 4 muzos ; vos me
receberes, o enlo que se me torna necessario
uraa prova do vosso amor.
Se verdade que me amaes, de que eu nao
duvido, acompanhai-me, meus caros, quando
nos reunirraos para libertar os nosos irmos de
Roma e da bella Veneza. E todos salisfeitos, uni-
dos uns aos oulros, taremos com que a Italia seja
uraa, independenle e dos italianos, sobo sceptro
do re cavalheiroso Victor Emmanuel II.
Adeus! No m de margo estarei comvosco
Caprera, 11 do novembro de 1860.
G. Garibaldi.
O seguinto decreto foi publicado pela tolha
oiicial dos act03 do governo em aples:
Victor Emmanuel II, etc.
Considerando que os julgaraenlos polticos
pronunciados as provincias napolitanas e sici-
lianas, desde 15 de raaio de 18i8^t'25de junho
de 1860, repugnavam nao menos ao direito pu-
blico solemnemente garantido no reino, do que
ordem e s leis estabelecidas;
Considerando que nao por eonsequencia
nem justo, nem conveniente, que as condem-
nacoes verificadas por esses julgamentos, com
despreso das leis e da consciencia publica, con-
servara vestigios as coodigoes dos cidados, o
poden n'un governo livre"ser invocadas como
para estabelecer incapacidades particulares, ou
outras circumsUncias especiaes :
Por proposta do nosso guarda sellos, minis-
tro da jusiiga e dos negocios ecclesiasticos :
Temos ordeoado e ordenamos :
Artigo nico. As conderanagoes por crimes
ou deudos polticos commeltidos as provincias
napolitanas e sicilianas, desde 15 de maio de
1848 at 25 de junho de 1860, sao considerados
de nenhum elTeiio, lano para a execugo, como
para a interdiego dos dlreitos civis e polticos e
para todas as consequencias indicadas no artigo
Leis Penaes em "'g""- nestas provincias
1860 em NsP,es em 2 a dezembro de
Victor fmmanuel.
G. B. Cassini.
naartel da gaarda nacional, i
dor o roclaio a para o fazer a asaetear. B guarda
^nacional secnanu entrega-la, em eaaaequencia
de nao ter direito de o exilar, declarando qua
so poda entrega-lo a authoridado judicial. Hon-
e insistencia da parte lo govareador; resisten-
cia da guarda nacional, e para iacurtar pala-
vras, Mr. Ferr, foi posto em liberdade.
O govemador quiz diasoreer e dnsaessar o
batalhao recalcitrante ; mas este declarou qua
reeisliria mesmo por meio da forga.
O general Brigude. commandante das tro-
pas, foi chamado ao concelho, e declarou que na
casa de conflicto, nao responda por cousa al-
guma. A este respeilo, M. Cordova declarou que
bem va quo a sua presenga no cooselho em uma
das cauzas da agiiagio, e que se relira**, Mr4
la Faria, author principal d'estas enrgicas me-
didas, oa sua qualidade de mioistro do interior
enlendeu dever seguir esle exemplo. Estes s
osfactos: podemos aprecia-los. Mr. Crisp est
escondido em Paleraio. Sabe-se onde elle est
mas ninguem ouja prend-lo.
Esla manha oceuparam-sa muilo do artigo
da Gatete da Peupte. Corra o boato de que o
rei queria organisar um gabinete particular no-
lilico *^
A Gazclle declara que esle projecto seria
inconstitucional, nao devendo o rei tar oulros
secretarios polticos seno os seus ministros e
parece queror aecusar Mr. Raltazzi, por que'se
sabe que o rei lhe consagra muia amisade.
Islo prova que o ministerio est inquieto
mas engaoara-se, Mr. Ratazzi o hornera par-
lamentar por excellencia, e nunca ha de roscin-
dir o poder por uma intriga da corte.
0 que ha de verdade. quo n'este momen-
to a opinio publica deseja um arcordo eolio as
diversas fraeces do partido constitucional. E'
possivel que o rei seja da opinio de todas as
pessoas do bom sonso que habitam o seu reino.
Nao julgo que islo lhe seja prohibido.
Troca das rali/icaoes do tratado de Tka-
T.
A 23 de outubro de 1860, o altos commisss-
nos dos imperios de Franga e da Chiaa, muni-
dos dos seus plenos poderes, eocontrados reci-
procamente em boa e devida forma, a saber :
Pelo imperio de Frangr S. Exc. o baro de
uros, senador do imperio, e embaixador extraor-
dinario de sua magestade o imperador dos fran-
cezes na China, otcial superior da legio de
honra, cavalleiro e grao-cruz de muilas ordeos
ele;
E pelo imperio da Chins,
merabro da familia imperial,
altas commisses;
Reuoirara-se no palacio de Ci-Pou, em Pe-
kn, com o lim de proceder troca das ratiflca-
goes do tratado de paz, de amizade e de com-
me asignado em Tien-tsin a 27 de junho
de 18)8, tendo consigo os secretarios e os inter-
pretes das duas nagoes ; depoz S. Exc. o alio
Cimmissario de Franga ras mos de sua alteza
imperal o principe de Knng o instrumento origi-
nal do tratado de Tieu-lsin, transcripto as
duas linguas, e rcve?tido do grande sello do es-
lado, do imperio de Franga e da assignatura de
sua magestade o imperador dos francezes, no
qual se declara que lodis as clausulas do dito
iralado sao ratificados, e sero fielmente execu-
tadas.
Sua alteza imperial, tendo recebido o tratado
assim ratificado, entregou por seu turno a S.
Exc. o alto comraiss3rio francez ora dos exeni-
plarss do raesmo tratado, approvado e ratificado
com tinta vermelha, por sua raageslade o impe-
rador da China, e a trocadas ralilicagdes da tra-
tado issignado ara Tien-lsin era 1858: o que feito
assignaram os altos comraissarios imperlaes o
pro esso verbal, redigido pelos respectivos se-
cretarios, e sellado com os sellos das suas ar-
ma*.
Feita em duplo extracto, no palacio de L-Pou
em Pekn, a 25 de outubro de 1860
(Assignados) Baro de Gros.Kong.
H*e. arradta, pola sincera affeigao qua te-
aaea, e pelo interesse que tomo
Mean de vossa dymiustia; se regei-
B*sma. aro posta amigavel, lempo poder
aut asanaa> en, me veja na alternativa terrivel de
compromeHer oa mais sinceros interesses da mi-
to
ene parda. O pri_____
raneara foi esUbetaaMo
o principe Kong.
e eucarregado de
instra-
dueliano
-----------------------enea vasta-
gem o en naoneanuneote posto em pratiea, bada
asaegorer a nossa fortuna ao raesmo lempo qua a
do nosso pai, p pugnancia petoa italianos.
Se deixardnn decorrer alguns mezes anas
aproveilar o man eonselho amigavel, sentiris
segundo todas as probablidades.a amargura desUe
palavras terrivet:J larde l-como em 1830
a sentio um memoro da vossa Tamilia. Os italia-
nos concentraran, eoiao- en mira teda a enes
esporanes, e ha deveres que necessario que
um soberano italiano preencha, por mais panosos
que esses deveres possam ser. Trabalheraos jun-
ios para uma obra nobre; insistimos junto do
Santo Padre a necessidado de conceder refor-
ma unamos os nossos respectivos estados por
meio de um tratado de amizade real, do qual a
grandeza da nossa patria ser certimente a eon-
sequencia.
Concedei uma constituigSo lib-ral aos vossos
subditos; reuni era lomo de vs homens quese-
jam sobretudo estimados por haverem soffrdo
pela causa da liberdade ; dissipai as suspeiias do
vosso poso, e cimeole-sa uma allianca eterna
entre es dous mais poderosos estados da penn-
sula. r
Trabajaremos enlo juntos para assegurar
ao nosso paiz a forga dos seus deslinos. Sois jo-
ven e em geral a experiencia nao a lei que re-
cula na moctdade ; permitii-me pois que insista
na necessidade de seguir o eonselho que vos dou
ua qualidade de prenle prximo e de soberano
italiano.
Espero com anciedade uma resposta satisfa-
tona de V. M. volta do correio confidencial que
6 encarregado de lhe entregar esta carta.
Acredilai que sou de V. M o mais affeicoado
primo.
Florenga 5 de abril de 1860.
Vctor Emmanuel.
As tropas francezas que oceupan esta dada i r..v.i..
podero depois do pagamento dos 500,06 taeis SS!? **? *****.' P*" Camp0 *elBt da
" serrs, ou para Santa llana, as estradas inlerio-
d? que se trata no art. 4 da presente eeaven-l
cao, evacua-la, para se irem estabelecer em Ta-
I e S?re cosU norta oe Shaog-tong, d'ondn
et ge8aia reUraram com as nesnat condi-
enaa qne presidirem vnanaaaco dos ontros oea-
weqnajoceupan n.bnaraida imperte. Os com-
eaendantes superioeendaa Cercas franeazaa terie
lodajn. o direilo da far invernar aenes tropas
de todas as armas em Tiea-tam, seeaaim o jol-
a4^con7eD,enw *> snd.ndo retirar se-
nnno momento sen que eativerem eompleu-
mena pagas as amsmnisacoea devatee pekan^
ese ehinez, a meaos qne nao coorenna tos
rasque serrem para o Iranerle dos nsmos colo-
nos de uma linha oulra, ou aos eslabelecimen-
tos en qne possam vender os seos productos e
tazar soas compras.
r eecusad* aametar |nm o boa estado das
Pseiras deeamm ledo o deseavoeefmeano feral
da cetonia ; pasa ejoe, comeffeito, aarvirSntoda
>s ceeneita aa mam aOundmter, e prodaeter
nao encontrar amen lajas compre em eonsenuen-
"!Ji* 0'"**wmi do traasporte em peseimas
estradas ? ^^ V^
Baerelanae o mar tem acontecido e o qne ha
de aeonteear mmnaieniL.a. em tedas as aosses
conmaodanies supanores taze-las partir ^>wafr mibsuubb* en te dessa poca. *ur "ws colonias, se os nomos legietadnres ana emeweaa-
Arl. 8." Fica a----------.
igualnente determinado que
reo todo o seu desvela para nelhorar a estradas
das colonias, applicaodo-lhes o dinheiro que at
d9de-qne e presartee^renc^" Wver'aesi^ i"",^colonias, applicando-lhes o dinheiro que at
trocadas as raiicagoes do trabalho de Tura- i *a*l em Po de introduegao de
iou, sobre a costa oraba d Shan.. co?"0?-. .
Os jornaes americanos publicam o texto de uma
proclamagao dirigida pelo presidente dos Estados
Unidos ao povo da Unio :
Tem-se-me feito numerosos pedidos por par-
le de associagoes piadosas e de cidados patri-
ticos, acerca da condigao perigosa e agitada em
que se arha o paiz, lodos cora o fim de recom-
raendar que se d um dia para jejuns e supplicas,
a toda a Uoio. Annuiudo s suas instancias, e
ao senlimento do raeu proprio dever, designo a
sexta-feira 4 de Janeiro de 1861 para esso fim, e
recommendo que o povo se rena nesse dis, se-
gundo os seus respectivos cullos, para o celebrar
com uraa abstinencia solemne.
a A Unio dos Estados est actualmente amea-
gada de um perigo assustador e mmediato; em
lodo o paiz reiua o pnico e 3 dr de uraa ma-
neira terrivel; a nossa populago laboriosa est
sera emprego, e conseguintemente privada dos
raeos de gaahar o pao. Na verdade. a esperan-
ca parece ter desapparecido do espiriio dos ho-
rnees Todas as ctasses esto era estado de cou-
fusao a de susto ; os mais sabios e mais puros
conselhos dos nossos melhores concidados, sao
ni tetramente desatleodidos.
Nesta hora de calamidades e de perigos, a
quem pediremos auxilio, se nao fr ao Deus dos
nossos pais? O sou brago todo-poderoso pode s
por si salvar-nos dos terriveis elfeitos dos nossos
crimes, das nossas loucuras, da nossa ingratido
e da nossa culpabilidade para com o nosso Pai
celeste.
Reunmonos pois humildomeole, com pro-
funda conlricgo peraute o Altissimo, confessan-
do os nossos peccadosindividuaes e naciouaos, e
reconheceudo a justiga do nosso castigo. Pega-
mos-lhe para que nos aliaste do corago esse fai-
so orgulho de opinio que nos tem impellido a
perseverar no mal pela obstiuacio, era vez de ce-
der por uma justa submisso s exigencias ira-
previsias que actualmente nos cercara Implore-
raos-lhe com profunda venerago. quo restabelega
a araizado e a boa vontade que anteriormente rei-
nava entre o povo dos diversos estados, e espe-
cialmente que nos salve dos horrores di guerra
civil o dos criraes de sangue.
Elevom-se as nossas fervorosas supplicas at
ao seu tnrono, para que nos nao abandone nesta
hora de pengo extremo, mas que se lerabre de
nos corao fez de nossos pais nos mais horriveis ^"""uu paga uma somraa de 500 000 ti
das da revolugo, o que conserve por muitos an- adiantaraeoto, e por uraa s vez, era Tien-tsin
nos anda a nossa consltuico e a nossa unio a 30 de novembro oroxmn ou m.ia nQ,i .;.,.'
L-se no Pays :
O rompimento das relagoes da naviera com
a Sardenha considerado oa Italia, segundo nos
escrevem de Turin, corao um syraploma muilo
significativo da conducta que adoptara para cora
a Austria, no caso desta ultima potencia ser ob-
jecto de uma aggresso no Mincio
Nesla orcasio, como em muitas oulras,
ten-se manifestado duas opinioos nos jornae* al-
lemes.
Uns desappro-vam a resolugo tomada pelo
gabinete de Munich, outros pelo contrario, vem
nisso uraa demonslrago til verificada a favor
da Austria, e que pela sua parle poderia contri-
buir para o bom xito dos esforgos empregados
actualmente por muilas potencias afim de manter
a paz europea.
tsio, e T.kou, sobre a "costa ooite de Shana-
long, ou para a cidade de Canto, e que era to- r cu,aai10 das estradas interiores, porm, deve
dos estes lugares, ou em cada um dalles o ao-1 u r unicamen,e a cargo dos proprios colonos,
verno francez poder. se o julgar conveniente ; J!h.K" aue um itKtot P0,M beB1 air'8'r
deixir tropas at ao nomento em que seis nasa 11!- 2.*' em que Pr forca ha de eocoalrar re-
a sorama total de 8,000,000 de taeis. ['", ne,.a' Para I0" Pa obler bons resultados,
Art. 9. Fica combinado enlre aa alias partes I >..." '.f1.11'!1* teniV>. sem comprometler
contratantes, que, apenas forera trocadas aiTrati-I "< owidaal, mister que em una
Ocagoesdo tratado de Tien-tsio, um edito impe- nnh-!0Mda "fruego ou regulamentose faca
nal ordenar s autoridades superiores de lodas i -.!- co 00 os seus ae*efes nesie sentido,
as provincias do imperio, que coacedam a todo e Hl! "" <"" que incorrer, se deixar
qualquer subdito chinez que quera emigrar para v2P^,a,B,^n!f M otdens P"criplas.
os paizes situados alen dos nares, para alli : mtT MaMa4* re9U estabelecer, ou procurar fo.tuna. iiceoca par. ln\t ""* f"'0 An6el' q,re em Santa*Cruz,
barca.-, elle e sua familia, se assim o desej.r, nos 2.^.1?".ln.l"*^"< i noairaram lod
navios francezes que se acharem nos portos do elr,cac,a. 8 na dovldaremos
imperio aberlos
- ao commercio estraiigeiro.
rica igualmente convencionado que, em pro-
veito dess-s emigrados, e para lhes assegurar
inuira liberdade de acgo e vigilancia petos seus
luteresees as autoridades cbiaezae se entendero
com o ministro de Franga ua Chiaa par deter-
minaron as regras que devero servir de norna
para o cumprimento das condigea dos eontra-
tos, sem pro voluntarios, e vigiar pela inoralida-
de e seguranga que a elles deven, presidir.
Arl. 10 Fica entendido pelas partes contra-
tantes que o direilo do looelagera, que por erro
toi iixado no tmtido francez de Tien-tsin en 5
maces por tonelada nos navios de tO toneladas
para cima, e que naa Iratados assiguados com a
Inglaterra e os Eslsdos-Unidos, era 1858 nao
passa de 4 maces, nao ir alm desta sorama
r--------------- *-mmmw rea i/mi V UltlUIU pd~
ragrapho do arl. 27 do tratado de Tien-lsin, que
da a Franga o direilo formal de reclamar para si
a considerago de nago mais favorecida.
A prsenle convengo de paz de quo se tira-
ram quatro copias fot feita em Pekn a 25 de ou-
tubro de 1860, e assigoada pelos plenipotencia-
rios respectivos, que a sellaram com os sellos
das suas armas.
(L S.JAssignado, Baro Uros. iL. S.)As-
signado, Principe K.ong.Por copia conforme.
Barao Gros.
la a
-- -..6mW aue eatan esla
nova colonia administrada lo digaamaiua palo,
activo e caprichoso director, o Sr. barao de Ka-
deo, nao s continae a progredir, como tambera
a poder ser considerada como o ncleo modelo
oe tuluras creages.
... Sann- Crux.
situada no municipio do Rio Pardo, s abas
aa serra-Geral, seia leguas ao norte daquella ci-
ri fiWH"5a* fuo,lacao sxtiaelo Sr. gene-
ral barao do Cagapava, que para all mandou em
31 de outubro de 18,9 a piineira remessa de co-
lonos, ora numero de t3 pessoas, acompanhados
do_ei.geu1.eiro Dr. Prederico Augusto de Vascon-
cellos Almeida Pereira Cabra I, que devia fazer a
medigao edenarcaco dos respeclivos prazos.
levo lugar o primeiro estabelecinento deste
ncleo no da 19 de dezenbro do mesrao aono
siluando-se ao longo di picada do meemo nomo"
(la V*i.t-i i .-_ ------- ... *****
sera ser para isso necessario invocar o ultimo pa- de s,nl."p., IhT *' P,Cd* d nWm "om
ragrapho do art. 27 do tratado de Tien-lsin. rfue mu?*1 ^ 8^IU0a??_ "P?.a.nt?s- 8b ad-
Art. 1. S. M.
maior desgosto
des militares chi
Tien-lsin, no
momento ero qi
de Franga e Ins
se dingirera a P)
Tratado de paz, concluido era Pckin,
aos 26 de outubro de 1860, entre S.
M. o imperador dos francezes e S. N.
o imperador da China.
Quorendo sua majestades o imperador dos
francezes, e o imperador da China, por um lermo
s questes que se suscitaran) enlre os dous im-
penos.ie para seropre resiabelecer e assegurar as
relagoes de paz e oe amisade. queonlre elles exis-
tiam, e que deploravois acoutecimenlos inter-
romperaro, nomearara por seus respectivos ple-
nipotenciarios, os leguintes senhores: S. M. o
imperador dos frnceies a Joo Baptisia Luiz,
baro Croas, senador do imperto, embaixador
corami8satio de Branca na China, official supe-
rior aa ordem imperial da legio de honra, ca-
valleiro da gra-cruz de muilas ordens, etc. S. M.
o imperador dajCnioa, ao principe de Kong
membro da familia imperial, e encarregado de
alias commisses ; os quaes depois de aposen-
taremos seus plfrnos poderes emboa e devida
ordera, convencijonarara os segrales artigos :
> imperador da China senlio o
elo procediraenlo das aulorida-
ezas, na embocadura do rio de
!Z de junho do anno passado, no
[e os ministros plenipotenciarios
'sierra, ali se apreseolaram para
'kin, afim de precederem tro-
ca das ractiUcacoes dos tratados de Tien-tsin.
Art. 2. Quano o erahaixador e ailo comrais-
sario de S. M. o imperador dos francezes se
aehar em Pekiri, para proceder tro;a das racti-
ficagoes do tratado do Tien-tsin, ser considera-
do cora as honras devidas sua gerarchia, e ser-
Ihe-ho dadas pelas autoridades chinezas todas
as faculdados, para que possa, sem o menor obs-
tculo, preeocher a alta misso de que est en-
carregado.
Art. 3. O tratado assignado em Tien-tsin, em
27dejunho de 1858, ser lielmeote cumprido,
em todas as suas clausulas, immediatamente de-
pois da troca das raciillcagdes do que trata o arti-
go precedente, salvas, bem entendido, todas as
raodiflcages que possa ter com a presento con-
vengo.
Arl. 4. O artigo 4 do tratado de Tien-tsin, pe-
lo qual S. M. o imperador da China se compro-
meti a fazer pagar ao governo fraocez uma in -
demuisago de 2,000:000 de taeis, tica annullada
e substituido pelo prsenle, que eleva a 8.OOO.J0
detaeU somraa desta inderanisago.
Fica convenciouado que as somraas j pagas
pela alfandega de Canlo, por conta da somraa
do 2,000-000 de taeis, estipulada pelo tratado de
Tien-lsin, sero coasideradas cerno pagas adian-
ladas, e por conta dos 8,000000 de que Irata es-
le artigo. -
As disposiges tomadas no artigo 4 do tratado
de Tien-tsin, sobre o modo estabelecido para pa-
gamento dos 2,030: de taeis. fioam anuulladas. O
compulo da somr/ia que resta a pagar pelo gover-
no chioez, dos 8.000:000 estipulados pela presen-
to convengo, s-lo-ha pelo quinto do produelo
geratda3 alfaodegas dos portos aberlos ao com-
mercio esiraogeiro, e de tres em tres mezes, sen-
do a primeira prestago era 31 do prximo de-
zembro. Esla somraa, especialmente reservada
para o pagamento, da iodemnisago devida
Franga. ser contada em piattras mexicanas, ou
era qualquer oulra moeda de prata. era curso na
poca do pagameuto, o entregue as mos do mi-
nistro de Franga, ou dos seus delegados. Ser
comtudo paga uma somraa de500000 laeiscomo
INTERIOR.
o seguale
Do Jornal des Debis extrahimos
esenpto de Turin :
Pude afinal conseguir inforraages tio exac-
as quanlo possivel a respeilo da crise era Pa-
lermo, que, na minha opinio, tem certa gravi-
dade^ o governo linha resollido fazer prender
an'.T., |2!P,' Ferfa' 6 maii lreZ 0U 1ua'r<> P"8-
1";. fa"-,as transportar para Genova. Esta
medida nao era de certo das mais conatltucio-
?fri mHS ? re?a,en ue >o u Sicilia um
rgimen de transicgoo que se parece alguma cou-
sa com a dictadura a quo succedeu.
Venflcaram-se duas ou trez prisoes, e se
pessoas prezas foram mandadas para Genova
Quando o agente encarregada de prender Crisni
rador. ^--u .gcum cnimuiiji ag r
S. M. fez com que o eondp de Teleki eieaso I Pree,,tou *ua casa, Mr. Cfispi protestou,
-*i v eiaiti neasc i prorocou uma dtscussao, aproximou-se da janel-
nos ainda a nossa constituigo
obra das suas mos I
A Providencia pode substituir os males oxis-
lentes por um bem permaoenle. Pode forgar a
colera do hornera at ao ponto de se huroilhar
perante elle, e tranquilizar ossa colera. Deixai
pedir que cada individuo, qualquer que seja a es
aiuda,
a 30 de novembro prximo, ou mais cedo
se o governo chinez o julgar Qonveujenle.
Uma commisso mixla, nomeada pelo ministro
de Franga, e pelas autoridades chioezas, deter-
nar as regras que devem seguir-se para sererr,
etectuadoa os pagamentos de toda a iodemnisa-
go, verificar a sua somma, passar o recibo, e
,.p., 4" -"> >uiiuuo, quaiquer queseja a es- V. veruicar a sua somma, pas9ar o recibo e
oliera em que se acha, pense na sua respoasabi- preencher, emfira. todas as formalidades que'se
lidade pessoal para com tlnua o mn mn n exiizpm em canns amulhanioa
lidade pessoal para com Deus e para com o sen
paiz, aura de que elle possa sanctificar este dia,
e que conlribita com todo o seu poder para fazer
exjgem era casos seraelhantes.
Arl. 5. A somma de 8.000:000 de taeis con-
cedida ao governo francez para o indemnisar das
. .,------------ _. ,, po,Jlir para (aZer .ouiua au guteruu iraucez para o mdemnisar das
aosapparecer as nossas caUnidados actuaos e as \ despezas dos arnaneotos contra a China o bem
quo se preparam.
Washington, 14 de dezembro de 1861.
James Buchanan.
O Z>oi/y News publicou a seguinte carta, que
sa diz ter sido escripia a Francisco II por Victor
Emmanuel, quando esle ultimo eslava em Fio-
renga :
Caro primo,
a Seria intil chamar a vossa allengo para o
estado poltico da pennsula desde que as gran-
des victorias de Magenta e de Solferino destru-
rara a influencia que a Austria exercia no nosso
paiz. Os italianos nao pdem de futuro ser guia-
dos pelos seus soberanos como o ten pois ha
irinta annos, da mesma maneira corao so fossem
rebanhos de ovelhas. Elles lera plena conscien-
cia dos seus direilos. e alm disso possuem a sa-
bedoria e a forga oecessaria para os defender.
a Alm disso, a opinio publica aaoccionou o
principio de que iodas as nages tem o inqueslio-
navel direilo de so goveroarem cono lhes agra-
dar. Uma vez subjugads a influencia tyranmca
da Austria, era muilo natural que os italianos se
desembiragassem dos seus soberanos de una or-
dem secundaria, e que procurassem constituir-so
era nago inJependente e forla.
a Chegaraos a umi poca em que a Italia deve
ser dividida en dous estados poderosos, um no
norte e oulro no sul, cuja misso seja dar o seu
coocurso, adoptando una poltica idealice gran-
de idea que predomina na Italia, a idea da uni-
dade. Mas para se conseguir este m, creio qua
absolutamente necessario qua V. M. abandoae
desde j a fatal poltica que tem adaptado.
a Se r9su.tird.e3 a esle coosalho fu so me
assim para pagar aos subditos fraucezos. ou pro-
tegidos da Franga. as perdas que seffreram por
ojcasio do incendio das fortalezas de Canlo e
aos misionarios citholicos, que o soffrerara e'm
suas pessoas ou propriedades. O governo fran-
cez repartir esla somma entre os inleressados
cujos direilos fo.-om egualmenle estabelecidos pe-
rante elle; e em vlriuda dos raesmos direilos fica
convencipuado pelas parles contratantes que
1,000:000 do laeis seja destinado a indemoisar os
subditos ifraocezes. ou protegidos da Franga, das
perdas que expenmenUram, ou mos tralamen-
tos que solTreram ; e que os 7,000:000 de taeis
restan les sero. destinados s despezas ocasiona-
das pelaiguerra.
Art. 6." Era conformidade com o edito impe-
rial, publicado em 20 de margo de 1846 pelo au-
gusto imperador Tac-Kouaog, os eslabeiecimen-
los religiosos e de beneficencia, que foram con-
fiscados! aos christos, durante as perseguiges
-de que (orara.victimas, sero entregues aos seus
propietarios, por intermedio de S. Esc. o minis-
tro de Franga na China, ao qual o governo impe-
rial os,'(ara entregar, assim como oe cemtenos
ou quaesquer edificios dependentes.
Art. 17. A cidade e o porto de Tien-Uin, na
provincia de Pelcholi, acarara aberlos ao com-
mercio estrangeiro sob as mesmas condigoes con
.que o sao as oulras edades e narlos do inperio,
onde j permittido e connercio, o islo a da-
tar do oia da assignalure da prsenle convengo,
que ser obrigatoria para a duas naces, sem
que seja necessario trocar as suas raliUcacee, e
que ter a mesma foros e valor como ae fosae in-
serida, palavra por palavr, ao tratado de Tien-
tsin.
mioistragao do Exra. Sr. senador lia!vio, boje fi-
nado, para comnuniear o municipio do Rio-Par-
do cmoda Cruz Alt.
. Daquella dia at dezembro do 1851 a popula-
gao da recem-fuodada colonia subi 282 almas
das quaes 30 pessoos foram para all enviadas do
s. Leopoldo ou de outros pontos da provincia.
h juslica, porm, que, tributando ao llustro
barao do Cagapava a boa memoria quellhe cabe^
por haver sido elle quem dou os primaros pas-
sos na iuudacao effeciiva da colonia, nao llano
dado esquecimenlo que anteriormente tinha o
Sr. senador Galvo mandado proceder pelo en-
gonheiro Bu* um reconheritnento n'aquella
paragens, com o determinado lm de se fundar
RIO DE JANEIRO. f." esta co,oma. como deu parle ao Sr. baro de
As nossas colunias. apSp.a^ .ES"100 enenh(,'ro em offlcio de 6
O Imigrante, jornal que se publica etn Porto mo mdoo% InlUV* 6f ^l "2T me8"
Alegra, principiou a publicaco de um trabalho f.,.m -'? Ua.'slraD0 *> Miranda o
muito iraporlante e minucioso, relativo /nossas r^,TB.r7mS^,?.l:ffi
de omigrantes para principio da fuodaco d'essa
colonia.
A escolha do local parece ter sido aconselhada
ao &r. barao de Cagapava. segundo se v em sen
relatono de 1849, nao tanto pelas conveniencias
da colonia propriamente dita, quanto pelo inte-
resse de conserrar franca e abetta a picada geral
que alravessa a serra, como cima disse, cortan-
do trras na verdade feriis, e que promelttasa
prximo e riquisslmo fuluio.
A sua populago hoje mais aue decupla da-
quillo que era ha oito annos, sendo seasivel nao
achar bastantes documentos congregados para
poder informar exactamente da iroporto quo
guardara nesse augmento a introdurco de no-
vos oraigrintes e o natural aecreseimo da popu-
lago ah estabelecida. v
Somraam hoje en 2.886 alnas os moradores
das differeoies linhas da Colonia:
Esta populago divide-so da naoeira
guale :
Honens casados e viuvos......587
Mulheres ditas ditas............ 57
Homens solteiros, maiores de
12 annos.................... 03
Mulheres ditas ditas.......... 347
Meninos, menores de 12 annos 373
Meoinas, ditas ditas.......... 403
colonias :' esperamos a aua cooc'lusao ; co-
mo nao a recebessemos, fazemos a iranscripgo
00 que lemos em nosso poder, que d uma idea
vanlajosa da sua prosperidade.
AS NOSSAS COLONIAS.
Alguns dados minuciosos que podemos obler
pessibilitam-nos ae tragar era rpido bosquejo o
estado sclual das nossas colonias.
Principiaremos pela de Sanio Angelo, que, un
dada mais recenleraente do que Santa-Cruz des-
envolverse com maissyslema e ordera, era con
sequencia deja encomiar, quandoeulrou em vi-
da, o auxilio de leis e regulamenios especiaes
que lhe forneceram bases seguras para o seu es-
tabelecimento.
Creada era execugo de uma lei provincial pe-
ta ordem da presidencia da provincia de 20 de
agosto de1 1857, a colonia de Santo Angelo rece-
oeu era Io de novembro do mesmo anno o seu
primeiro contiogiole de bragos, uma remessa de
colonos, provenientes quasi todos da Pommera-
ma, raga do agricultores laboriosos e perseveran-
tes. Immediatamente procederam derrubaco
de malo e edificagode casas de moradia. Desde
entao para c a populago do Santo Angelo al-
cancou o numero de 432 almas, cuja divisao esti-
lstica a seguinte :
Homens casados e viuvos, 100 ; mulheres ca-
sadas 9o ; homens solteiros, maiores do 12 an-
nos. 80; mulheres solleiras, ditas ditas, 60; me-
ninos, menores do 12 aonsj 51 ; meninas, ditas
ditas, 45. '
9uanto ao cultos dividem-se da maneira se-
grate :
Catholcos, 127 ; acatholicos, 305.
Entre esies 432 individuos acham-se represen-
tadas as seguinies oceupages:
Lavradores 77 ; pedreiros,5 ; carpinteiros, M;
marcineiros, 5 ; ferreiros, 4 ; sapaleiros. 6 : ai-
faiates, 5 ; cora 118 fogos.
Ue estabelecimentos agrcolas e iodustriaes
conta Santo Angelo os seguidles :
De lavoura,U3; mooho. 1; ferrara, 1; mar-
cenara, 1 ; e casas de negocio de pequeo Ira-
Era 118 prazos coioniaes j distribuidos, que
com 14 anda devolutos prefazom uraa rea su-
perficial de 10.878,800 bragas quadradas, colheu-
se desde dezembro de 1839 at o fim do junho do
crvente anno como segu ;
Saceos de milho,. 4,095 : ditos de feijo, 1.157
1/2 ; ditos de trigo. 21 3/4 ; ditos de hervilha 9
3/4 ; ditos de batatas, 1,268 1/2 ; ditos do cen-
teio, 15 ; arrobas de fumo 93 1/2, tendo-se j ex-
mr-n 2 parte desses 8anero* "> un valor de
10:00-), em quaolo toda a imporlaco na colonia
orcou em 8:06 k).
O que Santo Angelo possuo em animaos divi-
de-se como segue-se :
Cavallos. 100 ; raubs, 40 ; vaccas,66 ; cabras,
36 ; porcos, 728.
O fumo do Sanio Angelo de ptima qualida-
de, e, beneficiado convenientemente, pode vir a
ser um dos mais importantes gneros. Vimos a-
mostras de rap fabricado nesla colonia que de
certo deve satisfazer.
A populago da nova colonia nesle a^no pou-
ca alleragao soffreu, por nao lerem sido txpedi-
dos colonos para l.
Celobraram-se doze casameotos, sendo Ires ta-
tholicos e nove protestantes
Houvorara quatorze nascimeolos, sendo oito
masculinos e seis femininos.
O numero dos bitos orgou em seis, havendo
por conseguales crescldo a populago pouco mais
ou menos na razo de dous por ceuo.
Apezar das ptimas circurostaneias em que se
acha a colonia de Santo Angelo, nao deixa de ca-
recer ainda de muitos raelhoramentos rooraes e
physicos.
Entre os primeiros temos j por differentes ve-
zes apootado, como sondo os mais urgentes, a
nomeacao de um sacerdote protestante, a crea-
cao de uraa escola, quer publica, quer particular,
cora autonsago e a gralificago da le, e a edifl-
cago de um templo caiholico.
Como se vio pelos algarismos cima expostos,
quasi as duas largas partes da populago de San-
to Angelo sao formadas de representantes do cul-
to evanglico.
Nao exislindo alli nenhum sacerdote autorisa-
do pelo governo deserapenhar suas funeges,
jaz a memoria da colonia no completo abandono
de recursos religiosos ; e a grande distancia que
separa Sanio Angelo dos outros ncleos colo-
rases, onde laes sacerdotes exislem, tornara, se
nao impossivel.Delo menos s praticavelcom gran-
desdifculdales e sacrificios, o exercicio das pri-
raeiras necessidades de carcter religioso.
O erescido numero de criangas menores de 12
annos igualmente requer o eslabeleeimeoto de
urna escola, em que sejam ensinados os dous
idiomas, e seria rouito a desejar que a assembla
legislativa nao olvidases esta circunstancia, que
tanto se recoramenda a seus desvelos.
Para a parte catholica da populago, finalmen-
te, seria nuito a prove tavel construego de uma
pequea igreja, em que o vigirio da Cacboeira
viesse de tenpo em lempo, e em pocas prefixas
desempenhar sua funeges
ios religiosos guardar-se-hlL_
as esportulae de casamentse baplisados de cer-
to indemnisariam o sacerdote dos incommodosda
jornada.
Qeaolo aos melhoramentos physicos, os que
ms reclaman a allengo do gorerno sao as es-
tradas.
Ha a estradas prineipaes, iste as qne etra-
im a.CMoada, seeomno ou para a cidade da
se-
2886
Catholcos.................... iH7
Protestantes................... 1559
Eslabelecidos com 669 fogos.
De junho do anno passado at junho deste an-
no o numero da populado de Santa Cruz aug-
menlou-se, quer pelo movimenio da eraigrago,
quer pelo accrescimo natural, como segu :
Bolraram colonos novos :
Homens........................ g^Q
Mulheres....................... 219
ZlSR e.n'i4di ,70por conl" d0 'roo-
gerat ezsa colonos exponlaoeos, subsidiados ne-
tos respectivos cofres.
Os nascimentos deram resultado seguinte :
Caiancas masculinas............ 49
dem femeninas................ 73
Total
122
Emquanto os bitos, orgaram em
Homens........................ 13
M ulheres................,,".'," f2
Total
25
havendo, porlanto, uma dilTerenga em favor dos-
nascimentos de 97, o que d para o accrescimo
natural um resultado que constitue o elogio mais
eloquenteda salubrilade daquella colonia.
Quanto s oceupages, dividem-se os habitan-
tes de Santa Cruz como segu :
Lavradores, 926 ; tropetros, 19 ; canteiros, 7 ;
raoleiroi, 9 ; lonbilheiro, 1 ; curtidores, 2 :
ferreiros, 11 ; carpintoiros, 4 ; pedreiros, 42 :
sapaleiros, 43 ; alfaiales, 19 ; negociantes 10.
A colonia deSaala Cruz ocenpa uma rea pou-
co mais ou menos de 11 13 leguas, que se acha
dividida em dez linhas, incluindo a nova linha
que de Sania Croz vai era busca tt linha Brasi-
lia da colonia de Moot'Alverne, hoje encorporo-
*a n aquella.
Nestas differentes linhas ou picadas ha distri-
Ijuiots 735 prazos coioniaes, formando um tolal
de 970.000,600 bragas quidradas.|
fcstas Ierras, sendo em geral ferlilissimas, pro-
uzrara to ultino anno o seguala :
Milho (ulqueres), 49,410; feijao (ditos),
Qn'4.0? r m- f^108'- 120 ; ""'Ih (ditos).
90 centoio (drtosj, 20 ; batatas (ditos), 8,604 ;
cannas (ps) 150.00 ; fumo (arrobas), 3,604.
m9iSffa0 des eneros produzidos orgou
era 121.000 emquanto os valores da imporla-
gao se calculara em 6&.7OO0.
A criago de aniraaes deu o seguinte resul-
Cavallos 900, bois 70, vaccaa 890, porcos 9,000.
cabras 25, aves domesticas 24,000.
O quo dissemos a respeilo do fumo de Santo
Angelo, anda com mais razo se pode aoolicar
ao de Santa-Cruz, cujas amostras raerece.ra IS
-,io"d."j.Bn,ro,.6,,U f"raVel d6 fbrCinlM do
Como em toda a extenso da serra, o territo-
rio em que asseola a colonia abundante e rico
de madeiras; porm os castos do transnort
teem at hoje feito desdenhar essa riqueza apr0!
venando apenas as que sao de uso inmediato
as cooalrucgoes e servigo da lavoura
lnh?rttettnPa,^ecom Parl'Colaridado da
linha do Rto-Pardinho, conegan os colonos a
curar da plaotagao regular de arrores ruetife-
ras. e nestas dos pecegueiros, com multa prefe-
.h^apd8Z e P"'6'^0 om qe ahi crescem, a
f.H^.^* 8 "C8,1eocia I e"8 fructos, e a
fac.lidade con que estes se prestara 4 fabrica-
gao dos pecegos passados, geralnente presados
- na provincia, e ben assim de ama opima
,0. religiosos mSSSSSm p. U^?o^, \ pSSSSS. de'parm"^ V,n,agre' ^^'{^
e baoiisado ^ ^dnT.Pe.V.tio?o ^"a! SuTr^eTa
agncola. *
De un anno para c as circunstancias admi-
nistrativas do Santa-Cruz leen raelhorado sen-
sivel mente.
A nomeacBo do actual director, o Sr. agrimen-
sor Carlos do Schwerio, pralico no ramo, da ed-
miniatrago, possibilitoa ligar entre si os dille-


ttl HWAODO. *- SfflfTi ffcr iftftrtffftftBtftO 01'fWi.
rentes elementos espalhados at enlo em toda
a colonia sem um carcter de ualorraidade.
Nomeou-se grande numero de inyectores das
linhas que leem de zelar oa boa ordem da con-
venca de seus cohibilaarttav aflata como dos
semcoa os mais urgentes fe raelamam as es-
tradas interiores.
.Alero disso, S. Exc. o Sr. praaiaenta 4a pro-
vincia providonciou a tres o o sasete, para Santa-
Cruz, que de certo devem por fim a muitos In-
conveniente, que all mi si i asi
laolo usa como o outro cuHo lastaasaram
nao ier sacordutos residente oa colonia.
Neste. ltimos mezes foi aomeado vigario da
tragues*, de S. Joao, na povoagiode Santa-Cruz,
o reverendo padre-meslre Mauoel Braga daCoo-
iSltoal0 Sf' HUg A,eMre K,i" P"a M ac'-
' -, ..
lo com que didlculdade. o direc-
tor da colonia ti o ha de lutar moitas vezes, na
ausencia da autondade policial, oa mea a ha-
vendo-a, dovendo requerer o seu intervena em
muitos casos, onde nasetam maiores dffiatd>-
de. pela diferenea dos idiomas, S. Ce. o Sr.
presidente fez coro que e director de Saati-Cruz,
deeois da se ler naturalM.do, fosse nonieado
subielegado de polica, urna medida esta cuja
utilidade j temos demonstrado de sobajo em dade, nao so leudo podido obler a cura, por pri-
f Dr.JooLeile Feuoira.................. 50
Coaaelheiro Antonio Jos Heriques..." 2*
Cabaeeiras.
Deu-se urna duplicis ; porm a elei^io le-
gitima a do Sr. padre Tejo, na qual tiveram fo-
tos os Sra. :
t Conaelbeiro Antonio JesHeoriques.... 29
a Br. Antonio Maooel de Arogio e Mella.. 26
< Dr. Joao Lelte Ferreira.................. 3
S. toa.
Conselheiro Antonio Jos Manriques.... 41
Dr. Antonio Manoel de Aragao e Mallo. 36
De. Joo Leite Ferreira.................. 5
No dia 13 do corrate, o Sr. Dr. Lobo Hos-
coso, praticou ero sea casa da ra da Gloria n.
3, em que deu principio recetor escravos doen-
ies paca tratar de suas enfermidades e fazar as
operaeois precisas, a extracco i*e um tumor fi-
broso d'eotra os dedos do p de um e.cravo do
Sr. Dr. Domingos de Souza Leo, senhor do en-
g eolio* Caraona.
Com quaoto principio a operario parecesse
fcil, deu todava nao pouco trabalho por causa
das adherencias que o temor liona cora os ossos
e os tendoes, sendo preciso fazer urna cuidadosa
dis.ecco, afim de nao offender a estes.
O operado tena ido at o presente sem oot-
....
unidos nossos artigos antecedentes sobre" col-
Diaaco.
Contando alin desles institutos religiosos e
administrativos seis escolas, das quaes duas pu-
blicas, e qualro particulares, Santa Cruz pdle e
de re prog edir rpidamente, quer no seu des-
eavolvimento poltico, quer no moral.
[Correio Mercantil.)
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Por portara de 20 do correte mez foi no-
meado professor do desenlio do collegio de or-
phaos o nosso patricio o Sr. Eduardo Gsdaull.
cuja escolha foi por certo mui acertada pelo m-
rito real que nelle existe.
A aptido do Sr. Eduardo Gidault nao um
laclo problemtico ou dubio, e o seu mrito ar-
tisli-o acha-seassiz coroprovado pela distinego
com o que o monarcha o tralou, quando lodo es-*
pontaneidade, por impulso sroeute seu, e sera
solicitadlo elguraa, condeeorou-o com o habiio
de cavalleiro da imperial ordem da rosa, reve-
lando por tal modo o apreco que ligara do seu
talento.
Urna condecorado poder militas vezes repre-
sentar um principio de syropalhia, poder ser o
effeito do favor.; mas nesle caso ella permaoeceu
em sua elevada siluago de fazer sobresahir o
mrito a quera premiara, distiaguindo a pessoa
que o tinha.
Dotado de urna feliz nalureza o discpulo de
Len Cognet, nao podia desmerecer da inspira-
gao e do mestre, que conta 03 seos discpulos por
laureados.
Felicitamos ao Exm.Sr. presidente a acertada
escolha que fez de um professor consciencioso e
que liga art6 urna venerago completa
A apuradlo dos rotos dos collegios eleito-
raes deste primeiro districlo dte realisar-so no
Io do mez quo entra, no pago da cmara muni-
cipal.
Acha-so de presente nesta capital o Sr. Elias
Bernardi, que to applaudido foi na Europa e l-
timamente na provincia do Para, o qual preten-
de ofterecer-nos alguims dislracges com seus
dQkeis trabalho de gymnaslicas, aereostitica.
e minina.
Durante todos os domingos da presente
quaresma, haver missa solemne com sermo
na egreja de S. Pedro desta cidade, qual assis-
tir o nosso Exm. e Rvm. diocesano.
Da Parahiba pede-se-nos a publicago do
seguinte, que se 16 na Imprensa n1 239 :
No dia 29 do mez pasjado leve lugar a reu-
nio do collegio eleitoral desta capital, composto
das freguezias desta cidade, S. Rita, Livraraento
e Jicoca.
Foi organsada a mesa da -maneira seguinte :
presidente o Sr. Dr. Francisco de Assis Pereira
Rocha ; secretarios os Srs. Dr. Joaquira do Nss-
cimentn Costa Cunha Lima o Manoel OJorico Ca-
valcanti de Albu'uerque ; escrutadores os Srs.
tenenle coronel Joo Cavalcanti de Albuquerque
e Vasconcellose Dr. Antonio da Cruz Cordeiro.
No dia 30 procedeu se a vutagorecolhendo-
se "8 cdulas e .obtiveram votos para deputados
geraes:
Dr. Anizio Salalhiel Caroeiro da Cunha___ 52
Padro Francisco Pinto Pessoa............. 46
B'iro de Mamanguapp..................... 44
Dr. Antonio Carlos de A. e Albuquerque.. 35
Dr. Diogo Velho C de Albuquerque....... 31
Dr Lindolfo Jos Correia das Neves...... 82
Cooseineiro Antonio Jos Ilenriques
Dr. Felizardo Toscano de Brito
1
1
1
1
18
17
t3
7
4
1
35
35
32
1
1
27
26
Dr. Diogo Velho C. de Albuquerque...... 26
Dr. Joo Antouio Fernandos de Carvalho.. 1
Conselheiro Antonio Jos Henriques...... 1
a Mamanguape.
Dr. Antonio Carlos de A. e Albuquerque.. 61
Padre Francisco Pinto Pessoa.............. 47
Dr. Anizio Salathiel Carneiro da Cunha .. 38
e.
a
Dr. Leonardo Antunes de Meira Henriques
Padre Fllippe Benicio da F. Galvao.......
a Alhnndra.
Dr. Diogo Velho Cavalcanti deAlbuquerq.
Dr. Antonio Carlos de A. e Albuquerque ..
Barao de Mamanguape....................
Padre Francisco Pinto Pessoa............
Dr. Aoizio Salalhiel Carneiro da Cunha ...
Dr. Lindolpho Jos Correia das Neves___
Pilar.
Bario de Mamanguape....................
Dr. Diogo Velho C. de Albuquerque ...'.'.'.
a Dr. Anizio Silathiel Carneiro da Cunha....
Dr. Felinto Henriques do Almeida.......
Dr. Joo Florentino Meira de Vasconcellos
Pedras do Fago.
Padre Francisco Pinto Pessoa.............
Dr. Anizio Salalhiel Carneiro da Cunha...
Dr, Diogo Velho C. de Albuquerque.....'. 37
Baro de Manguape ....................... g
Independencia.
Dr. Diogo Velho C. de Albuquerque....
Dr. Anizio Salalhiel Carneiro da Cunha.
Baro de Mamanguape..................
Dr. Antonio Carlos de A. e Albuquerque.
Padre Francisco Pinto Pessoa............
Inga.
Dr. Anizio Salathiel Carneiro di Cunha
Dr. Diogo Velho C. de Albuquerque....
Baro de Mamanguape.................. 39
Dr. Antonio Carlos de A. c Albuquerque. 27
Bananeirat.
Dr. Diogo Velho C. de Albuquerque.... 54
Dr. Anizio Salalhiel Carneiro da Cunha. 45
Bario de Mamanguape................ 45
Dr. Antonio Carlos de A. e Albuquerque. 20
Padre Francisco Pinto Peaaoa............ l
Ara.
Dr. Diogo Velho C. de Albuquerquer.... 60
Barao de Mamanguape................ 50
Dr. Anizio Salalhiel Carneiro da Cunha. 40
Dr. Antonio Carlos de A. e Albuquerque. 15
Padre Francisco Piulo Pessoa............ 15
Alaga Nova.
Dr. Diogo Velho Cavalcanti de A....... 20
Dr. Anizio Salalhiel Carneiro da Cunha. 20
Baro de Mamanguape.................. 20
Resultado total da rotaco dos collegios
do Io districto I-testa provincia Capital
Alhandra, Mamanguape, Pedras de Fogo, Pilar
Inga, Independencia, Bananeiras, Areia e Alaga-
Nova, que votaram em tres deputados assem-
bla geral.
Os Srs. :
Io Dr. Diogo Velho C. de Albuquerque. 365
2o Dr. Anizio Salathiel C. da Cuuha.... 329
Bario de Mamanguape.................. 284
Obtiveram lambem votos.
Dr. Antonio Carlos deA. e Albuquerque. 197
Padre Francisco Pinto Peatoa.......... 159
meira intencao. por causa da grande perda de
substancia que houve.
Mojo comer o pagamento da taxa das ma-
tricula da Faculdade de Direito. cuja inscripeo
deve ter principio no Io de marco vindouro, de
conformidade cora o art 33 do respectivo regula-
meuto.
Nol.do mez futuro entrara a funeciooar
asaulaa do curso preparatorio da mesma Facul-
dade.
Os vapores da corapanhia Pernambucaaa
acabam de passar por urna Heraco na tabella de
suai sahiJas deste porto para aquellos da respec-
tiva escala ao norte.
Para esto lado sahirio agora 7 e 22 de cada
me*, subsislindo para o sul os dias 5 e20, como
dantes.
No concurso que hoje deve abrir-se para o
provimento.das caderas vagas de insirucc,o ele-
mentar examinaro os Srs. professores padre
Miguel Vieira de Barros Marreca Miguel Ar-
chanjo Miodello, que para este lim foram desig-
nados pelo Exm. Sr. presidente da provincia.
Da villa da Penha. provincia do Rio Grande
do [Norte, cscrevem-nos o seguinte, qne historia
a siluaQo da mesma villa.
Quando todas as localidades do imperio se
esforcam por apparecerem na linha do progres-
so, sahindu da nullidade em que viviam, quando
em sua cooceiiuada folha apparecem escriplps
de todas as partes do mundo, trazendo ao conhe-
cimento do publico a sua historia, nao deve so-
menie este pequeo, mas bello e interessante
lorrao do Rio Grande do Norte conservar-se no
olvido sem dar signal de vida, sendo j urna das
villas da provincia, que merece coosideracao,
tanto pela sua posigo, como pelo seu coramer-
co e agricultura, em que excede a muias de
suas irraaas : por tinto tomando algum lempo do
que eraprego em minhas oceupagos, vou pela
primeira vez levar ao conhecimento do respeila-
vel publico, o quo era al hontein este nosso po-
voado, eo queja hoje .
Havia mais de um seculo que fora creada a
freguezia da Villa-Flor, e em lodo esse tempo
leudo um nome obscuro, por ser povoada de lu-
dios, em um lugar, que, embora perlo do porto
a distancia de urna legua, nenhum commercio,
nenhura incremento tinha ; porque os seus habi-
tantes indoleutes, e inertes como erara, em nada
concorriam para o seu commercio raarilirno, sen-
do o terrestre igualmente nullo, por ser planta-
da a villa em um canto da freguezia desvantajo-
so a todos osrespeitos; quando all chegando o
reverendo vigario Jos de Matos Silva, e depois
os Drs Amaro Carneiro Bezerra Cavalcanti e F-
lix Antonio Ferreira de Albuquerque, e vendo
estes que a fenilidade do paiz. Ihe podia dar um
nome. que o tirara do atrazo em que viviam, cons-
Uiuindo-so senhore8do engeoho se deram cul-
tura da canna, o enxergaram lodo o incremento
do quesera capaz nao o local da villa, mas a
rreguezia, collocala a sua sede em outro poni.
Conhecendo mais que para o bom aprovnitaraen-
lo de seus trabalho agrcolas era raister descu-
brir esse ponto, que olTerecem vantagens agri-
cultura, facilitando o emdarque do assucar e
mais genneros de producto do paiz, assentarara
epois de leves investigares, oue s este lugar
rtV'i T*4? :^ 0, cilo e 1 4 ordea do da Capuoga.
haiadoubo rauco :
Mataram-ee 00 du 20 do correala para o con-
jugo desla cidade 73 rezes.
Mataram-so no dia 21 do correte para o con-'
anaao desla cidade 28 OtTAUDAOB DO DIA 10:
Mara, preta. 2 annos, conrulsdes.
Mana Leopoldina, parda, rara, 4 annos, la-
ringte.
Anna de tal, parda, solteira, 58, ancos, diarrba.
Auna, branca, 2 diaa, coovulses.
Mara prela, 4 mezes, espasmo.
Mara, parda, 3 dias, espasme.
Manoel, branco, 1 hora, asphixiado.
Mana, branca, 9 mezes, saraapo.
Manoel, branca, 9 mezes, coovulses.
Thereza Maa da Cmaro Pinto, branca, cacada,
z annos, gaslro entente.
Jos dos Santos Torres, pardo, viuro, 55 annos,
arochnoidite cerebral.
Maria, parda, eacrava, solteira, 1S annos, indl-
geslao.
Jos Dias, branco, solteiro, 35 annos, congesta o
pulmonar.
Rosa, branca, 2 meces, tosse convulsa.
CHROflICA^lUpIDURIA.
TRIBUNAL DO COMERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 21 DE FEVEREI-
RO DE 1861.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADO!!
. V. A. DE SOUZA.
As 10 horas da manhaa. reunidos os Srs. depu-
tados Lemos, Basto e Reg, o senhor presi-
dente oeclarou aberta a sessio.
Forara lidas e approvaJas as actas das duas an-
tecedentes.
DESPACHOS.
Um requenmento deAmoriro & Irmios, pe-
dindo o registro da procuraro que ajumara.
Como requer.
Outro de Francisco de Paula Andrade, pedindo
que seja registrada a nomeacao de seu caixeiro
Jeronymo Simes.Registre-se.
OulrodeSacavem Barbosa & Companhia eJo-
quim Jos da Silva, de Maeei, pedindo o regis-
tro do seu contrato de sociedade.Hja vista ao
Sr. desembargador fiscal.
Marcallino Jaa do-anto
Joio AntODio da Conlia.
i- Lf J oaquim Jus de Liosa.
Francisco Deodato tina.
1 JVfL 'ambncMo de Mello.
Lean*** lpaiHHs.
Manoel Lopes Rodrigoes.
Francisco Antonio da Rosa.
sesaae "P**** *> raga!, 4 M*rU a
O Dr. Francisco de Araujo Barros. i"nlz muni-
cipal preparador, aprsenla os seguiutps proces-
sos devidamentepreparados:
Autor a justica publica.Reo Flix Jos Fer-
reira e Dioniziu Benedilo.
Autor a jnstiga publica.Bo Bemardino de
Seona.
*"l0r ru,tia publica.Reo Adi Malhias,
[Africano hrre )
Autor ajustiQa poMica.Reo Jos do Reg
Barros.
delira3 "*U^1 PMlM'a0 Manoel Agapito
-.^t*racius,i?a PuWica.-Ro Bartholomeu Ta-
vares de Souza.
Autor a justica publica.Reo Jos Vieira Re-
zende.
f)
Wo da nuaotia do 6f000, que letpandera eaai
a coniurao enttrramento de um ca/allo, a um
D01, qne appareceram morios na roa do Monde-
go. e na volta dos Colhos.-Mandou-ae paasar
mandado.
Outro do snerao, ioormaodo que Antonio Jos
a souza Guimaraes pode acabar a sua casa lar-
rea ero calxio na ra do Jasmim.Perrailtio-ie a
continuadlo.
Ootro do mesmo. dando urna ioforroacao ex-
lensa cerca do objecto do offldo doengenheiro
?!*"!* eM<> nterlor, relativamente
a constroc5o de argumas asas no bairro da Boa--
visia lora das condices marcadas as posturas.
yue fosse este oftcio remettido por copia ao
engenheiro, para declarar se as ediOcatoes que
allude em aua representado sao as mesmas de
om..'".mencao o fiscal, ou se nao indicar quaes
clilS 930,
n-J d0 "lminisrtrador do comiterio, commu-
S.7 Te ca,aeumb8 pequeas da irman-
dade da ConceicSo dos Militares se acham todas
oceupadas. e pedindo dease a eamara ordem ao
procurador para nao dar guias para inhumacao
nellas.Que se expedisse ordem.
O Sr. Mello fez o seguinte requerimentoane foi
approvado:
dinVSodrirSr*** ,0aq0m Un- ~^^^>"^^Z
BAu,ors.JOs,ic. pub.ica.-Reo Jo^ Vi.lori.no ^^^^^T^
CaAutoro.justiS, public-RoRomio Jos ^S^^f^^ff'JSt
" S ero Saroento o processo em que reo m^^uT^ "- *** *
Manoel Agapito de Paiva.prooonciado por criraa' Leu-se o autographo do relatorio da camari
I?., Rnr.K-hyS,Ca?'""i leUu" "a pesSoa de : r" "~nl. cocernent o a"Do municipal
di. N t ?6}aS 4 1|2 hori'da tSrded0 a, de ,859 a W60, foi approvado eraandou se
da 15 de margo do anno passado: sendo dito passar limpo 3e
rieoTerdteo CUradf Sr' r- Ame'U De8Pcha?-seas petiC6esde Antonio Jos de
O fnh ^ d.J*, Souza Gu.maraes. Candido Alberto Sodr da Mol-
i de senienca compoe-se dos Srs.; la, Domingos Jos de Sani'Anna. bacharel Fran-
.'cisco d'Araujo Barros. Francisco Jos Tarares Pi-
: res, bacharel Herraogenes Scrates Tavares de
asconcellos, D. Isabel Faria uimares. Dr.
BccebeoorU ato
m fmrmatanbac.
a I a 20. 17:406KI04
ata ti. ...... 745J878
f8:16tMBS
Rendi
dem do
endimento do di 1 a 20. 48.78fiaj881
dem do di. 21.......5^271|4W
5IWB
juVados
Manoel Ignacio de Torres Bandeira.
Joaquim Cavalcanti de Albuquerque.
Caetano de Carvalho Raposo.
Outro de Jos Fortunilo dos Santos Porto e Ju- "arcno Dornellaa Cmara.
Dr. Lindolpho Jos Correia das Nev...
Dr. Antonio Jos Henriques............
Dr. Leonardo Antunes de M. Henriques.
Padre Felippe Benicio da Ponseca Gal-
vao.............................
- Dr. Felizardo Toscano d rito......'.'
Dr. Felinto Henriques de Almeida
Dr. Joao Florentino Meira de Vaacon-
cellos ...........................
Joio Antonio Fernandos de'c'arvaho'!!
2. dielrvclo.
23
2
1
1
1
1
1
1
eleitoraes do 2o districto. que tom e oloser dous
deputados assembla geral, faltando anda
OttifOf*
Foraea votados os Srs. :
Campia Grande.
1 Dr. Aotonio Manoel de Aragao e Mello. 70
chamado enlo porto do Oru.era' o decretado pe.
nalureza para preencher as medidas por elles t >-
madas, por ser o mais central da freguezia, muilo
minhoao porto, ecommodo para o commercio de
ierra, pela grande abundancia de pasto, e agua
para as cavalgaduras e boiadas, omais que se po-
da desejarem UBilusar pequeo; edesde enlo
conceberam a grande idea da transferencia da
villee matriz para este ponto; dando as provi-
dencias para isso necessarias.
Paa>ada>ie fosse urna tal idea na assembla
legislativa provincial, tendo a nova villa a deoo-
miurcao de-Canguaretama, Iratiram do aou
raelhoraraenlo, ecom effeito em pouco mais de
dous annos de um lugar de pescadas,e lama que
enlao era, se tornou urna bella planicie, esgotan-
do-se as aguas, qoe a toroavam hmida, e la-
mosa, e as casas se forara edificando em grande
escalli pela incrivel abundancia de raadeira de
de toda a especie, e barro para.o fabrico da le-
Iha o tijollo. Feito isto, era preciso tratar da
erecQao de um templo que podesseservir de ma-
triz, quando por um prodigio dos cos, quesem-
pre veiam em favor da justica das cousas appa-
receu o Rvm. padre mestre frei Seraphim da Ca-
tania, missionario capuchinho, cujo nome, pelas
grandes emprezas do seu zelo verdadeiramente
apostlico, j era conhocido em mui'.as partes do
norte do imperio, ao qual recorrendo, alera do
Rvd. parocho o mailo digno Dr. Flix Anto-
nio Ferreira de Albuquerque, presidente da cma-
ra municipal, pode depois de grandes instancias,
obter que missionasse neste paiz de suas espe-
ranzas, com o designio nao s de edificar navir-
ludeo seguimenio da le de Deus os habitantes
da freguezia, mas tambem de os ajudar na edi-
Qcago da nova matriz, que por si s nao podia
ser feila. < r v
Accedendo to pios rogos o althleta da reli-
giao. apenas se devulgou a noticio de sua boa
vinda, todo po?o como ancioso por ouvir a pala-
vra evanglica, que pela primeira vez lhes tinha
de ser annunciada.
Apenas o virtuoso ministro do Senhor entra no
exercieio de sua sonta misso, logo se comegou
na obra da matriz, carregando-se grande quanli-
dade do materiaes, marcou-se o terreno, banzen-
se, cavarara-so os alicerces de todo o edificio, o
luerara-se o da capella, que nao foi logo ultima-
dos por ser a crise de fome assoladora. Ao mes-
mo lempo que se tratara desla obra pia, oulra
nao menos interessante ao bem publico foi come-
cda, e concluida a instancias do mesmo Rvm.
missionario, a qual foi a abertura de umrio que
trouxe o porto al dentro da villa.
Neste estado seconservou at principios do an-
no prximo passado. quando tomando posse da
treguezia o noo vigario, tratou da conliuuaco
da obra, e melhoramento das villas parado que se
empenhou pela vinda do seu primeiro fundador o
Kvm. padre mestre Fr. Seraflm a quera devia ca-
ber toda gloria desta interessante obra, e nao po-
dendo conseguir por justos motivos, sendo-lhe
ao mesmo lempo pedido o diuheiro que havia
para isso pelo governo da provincia, fez ponto
0 convidou o povo para o carregamento de pedra
e ara, em cujo exercicio se conserva at que as
cousss mudem de face para chegar ao seu desi-
dertum.
Continua, porm, o lugar a erescer na ediflea-
Qao e commercio, o qual de lodos os lugares cir-
cumvizinhoa eorrom em grande parte a esta villa
que hoje se chama da Penha por urna resolucio
provincial do anno prximo passado, nome que
primeiro Ihe tinha dado o padre mestre Fr. Sera-
nm, quando aqu missionou.
A vista do exposto custa a cror. qne haja urna
so voz que se levante contra as providencia, to-
madas em avor da prosperidade deste bello paiz
com deaprezo da paralitica Flor, que por expe-
riencia de mais de um secuto deu siguaes de
morlo logo que nasceu. 8
Deixo de tratar aqu de algumaa censuras
felas por alguem ao Rvd. padre mestre Fr. Sera-
lira, porque a sua reputado est to longo de
er renda por essas linguas reperinas. quanto
esta a virtndo de ser manchada do vicio.
Todo povo deste paiz espera que o Rvm. pre-
feito da Penha accedendo ao pedido do Erna, pre-
lado diocesano, e as instancia, do Rvd. parocho
da freguezia mandar o mesmo padre mestre Fr.
Serogm misaioaar segante* ez aqiri, o animar
o poro i levar a effeiio a igreja do N. S. da Con-
cetjSo da nova villa da fenha, debati de cujoa
espelos espera ser feliir. Deus a confirme .
nt ri*M,* ** d* aaeoeio no dia
20 do correma 2 hornea e 1 muluer, lodos es-
lo Augusto Torres, pedindo o registro da refor-
ma de seu contrato social.O mesmo despacho.
Outro de Jos AWes da Silva Guimaraes, pe-
dindo por c.ertidao a moditicaco feita no contrato
social de Amaral Arves & Companhia Como re-
quer.
Outro de Antonio Bolelho Pinto de Mesquita
Juuior, apreseotando a nova (langa que prestou
era razao de ter fallecido o primitivo fiador Anto-
nio Pedro das Neves.Continuo a servir, com-
muniquo-se junta, e rometta-se copia da Banca
a thesouraria de fazenda.
Outro de N. O. Bieber & Companhia, pedindo
por certido da junta dos correlores o cambio so-
bre Londres no dia U do correte. Como re-
quer.
Outro de Amede Schaffter. pedindo o registro
do seu contrato social que ajunta. Vista ao Sr.
desembargador fiscal.
Outro de Policiano Loureogo da Silva o Bernar-
do Goncalves Salgado, pedindo o registro de sua
sociedade, sob a firma de Ponciano & Salgado.
O mesmo despacho.
Outro de Ricardo & Carduff, visto pelo Sr. des-
embargador fiscal, pedindo o registro do contrato
de sociedade.Como requerem.
Outro de Medrouho & Martins, igualmente vis-
to, pediddo tambem o registro do seu contrato
social.Rcgstre-se.
RESOLUCO
O tribunal resolveu dituittir a Manoel Bezerra
Cavalvanti do lugar de ajudante do porteiro, o
nomear a Miguel Joaquim Machado Freiie para
dito lugar.
Nada mais houve.
SESSAO JUDICIARIA EM 21 DE FEVEREIRO.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEHBARC-ADOR
SOUZA.
Secretaria, Julio Guimaraes.
Amcia hora depois do meio-dia, o Exm. Sr.
presidente abri a sesso, achaodo-se presentes
08 Srs. desembargadores Villares e Silva Guima-
raes, e os senhores deputados Reg, Lemos, Bas-
tos e Silveira.
Lida, foi approvada a acta da ultima.
JLLCAMENTOS.
Appellanle, Jos Nuoes de Olivoira ; appella-
dos, Joao Luiz Ferreira Ribeiro e Antonio Duarte
de Oliveira Bogo.
Confirmada a sentenga..
Appellanle, Antonio Jos Moreira Pontes ; ap-
pellado. Jos Goncalves Malveira.
Confirmaram a sentenca.
Appellanle, Jos Gonglves Villaverdo (embar-
gos ao accordo); appellado, Joo Manoel de Al-
meida.
Desprezaram-se os embargos.
DESICNAf.AO DE DIA E JULCAMESTO.
Appellante, Domingos Alves Matheus; appel-
lado, Antonio Lulzde Oliveira Azevedo.
Foi designado o dia de hoje, e desprezaram-se
os embargos.
DESIGNAQO DE DIA.
Appellanle. JoSo da RochaWanderley Lins;
appellado, Joo Baplista de Barros Machado.
Foi designado o primeiro dia til.
PASSAGENS.
Appellantes, J. Crabtree & Corapanhia ; appel-
lado, Braga & Antunes
Do*Sr. dnsembargadur Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Villares.
DILIGENCIAS.
Appellante, Antonio da Silva Rocha ; appella-
do. Antonio Gongalves de Azevedo.
Deferio a petico do supplicaute.
E nao havendo nada a tratar-se, eucerrou-
se a sesso as 3 horas.
Carlos Pereira de Burgos Ponce do
DA
JURY DO RECIPE.
1 SESSO.
Da Zl de feverciro.
PRESIDENCIA DO SR. DR. JUIZ DE DIREITO
CLNDA VARA CRIMINAL FRASflsCO DOMINLES
SILVA.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol-
dino de Gusmo Lobo.
Escrivo privativo, o Sr. Joaquim Francisco de
Paula Esteves Clemente.
SE-
DA
Advogado, o
doea.
Sr. Dr. Americo Netlo da Men-
Antonio
Len.
Ludgero Aotonio de Albuquerque Mello*.
Thoraaz Garrett.
Joo da Rocha e Silva.
Antonio Jo* da Costa Reg.
Dr. Luiz Jo Carneiro de Souza LicerJa.
Bernardo Falco de souza.
Francisco Cosario Branco.
E prestaram juramento sobre o livro dos San-
tos Evangelho.
Foi o reo interrogado.
Lido o processo, deu-se a palavra ao Sr. Dr.
promotor, que pedio a coodemnago do reo no
gran mliodo artigo 208 do cdigo criminal.
OSr. advogedo, deduziodo a defeza, pedio a
absolvi do reo.
Findos os debates, o Sr. Dr. juiz de direito
perguntou ao jury se eslava sufcieotemente es-
clarecido para julgar a causa, e tendo resposta
airmativa resumi a materia da aecusago e da
defez, proponlo ao conseltio os quesitos se-
guintes:
IoO reo Manoel Agapito de Paiva na tarde
do dia 15 de marco do anno passado ferio a preta
Luiza Pelisblna na ra Imperial desta cidade?
2oEste f-riraento |
incommodo de saude?
Ignacio Firrao Xavier. Joaquim da Silva Castro.
Jos Bapusta da Silva. Joo Mfeiricio de Sena.
Manoel Rufino da Luz. Manoel Firmino Ferreira
Manoel Hedeiros de So'uza, e~ThVodo'ra"liria do
, Nascimento ; e lerantou-se a sessio.
j Eu Manoel Ferreira Accioli. secretario a escre-
I vi. Barros R-go presidente. Cesario de Mello
i Henriques da Silva, Barata d"Almeida, Reg. Leal
i Seve, Mata.
Pubicacoes a pedido.
Movimento do porto
es ea Ti 0. 5' 6 * B B 1 floroa
* w V c B o* n =8 Q e l O Atmotphtr: O
m X Oirecfo. H 0
13 3 O ea c ea 0 9 Oi a 39 OQ e 1 IiHensidmde. 1
00 St 00 0 a Fahrenheit. H M s 0 n -i m 0 s
1" ~t* H 5 o til O Centgrado. as 3) 5 0 0 0
-a ~i 0 53 2 1 Hygrometro. - i
0 Ciierna hydr mtrica.
a 0 s 00 8 Va Francez. = 0 K m ?1 99 O
8 g "8 0 co 0 8 $ Ingles.
t* horas
A noite clara, rento NNE regualr
da manhaa o depois terral.
OSCILLAg*o DA JURB.
Preamar as Oh. 42' da tarde, altura 5.8 p.
ni""."6 I* W da mnha.altura 1,8 p.
'STtMt&i0 ",en" de m"inha.2l 1ePfe-
ROXANO STEPPLK.
1 teoeolo.
Editaes.
O Illra.
Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm.Sr.
"**- 'e.rd. S"Z,"^t-?f^T
Kirk,
Muilo Ihe agradogo o beoeQcio que recebi do
cura>o de suas chapas medicinaes que veio de
sua casa, o qual V. S. ver em o annuncio quo
junio remeti-Ihe.
Rogo a V. S. fazer-me o favor de o mandar
publicar nos jornaes a bem de ser mil a muias
pessoas que palecerem de molestias como eu
padeca.
Dores de cabeca, muitas vertigens, dores no
estomago e clicas flalulentas.
Ha bastantes annos padeca urnas dores nomio-
Bsie ^rmenlo produzo na paciente grave sas de cabeca, que me prendiera a nuca tinha
'i- Sf 3U? -, mui>, algo mas vezes urna especie de
:."?.*-,. 'imento produno na paciente inha- variado de juizo. quo de ludo me esquecia a
ponto de nao acertar o quo quera annunciar, e
imente padecendo urna dar no estomago,
clicas fla-
fa-
bilitagao do servigo por mais de um mez?
"Existera circurosianclas altenuantes
vor do reo?
Sendo entregues os quo.itos com o processo
ao conselho, fui este cooduzido sala secreta das
conferencias, s 2 horas da tarde, donde vcltou
s 2 1|2, respoodendo :
Ao i quesitoNao por unaniraidade, e dei-
xou de responder ao 2", 3o e 4", por carera
prejudicados.
Lidas ss: resposta. pelo presidente do jury, o
Sr. Dr. juiz de direito proforio sua sentenga ab- para ellas tentarem
donde para muitas vezes atacado de
tulentas; maniei vir as chapas medicinaes do
sr. Ricardo Kirk, com esenptorio na ra do
Parto n. 119, appliquci urna na cabeQaeoutra no
estomago, e no espago de oito dias tlquei livre
das dores de cabega, e cm 38 dias acbei me
completamente bom das outras molestias que
padeca (tenho 68 aunos e 4 mezes). Fago esta
advertencia a todas as pessoas da mesma idade
solvendo oreo e condemnando a municpaidade
as cusas.
Levantou a sesso adiando-a para o dia seguin-
te s 10 horas da manhs, no qual devera se-
julgados os reos Bemardino de Senna o Ado
aldeas.
o mesma curativo.
Em gralido do que Ihe faco o presante attes-
tado para ser conhecido publicamente.
Emigdio Jos de Faria.
Curato de Santa Cruz.
Recouhecida verdadeira a assignatura
pelo labelio Jos Feliciano Godinho.
supra
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 4 DE FEVE-
REIRO DE 1861.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Presentes os Srs. Rogo. Reg e Albuquorque'
Seve, Mello, Cesario de Mello, Barata e Maia'
rallando sem causa participada o Sr. Dr. Henri-
ques da Silva, abrio-se a sesso e foi lid. e ap-
provada a acta da antecedente.
Foi lido o seguinte
EXPEDIENTE.
Um ofTicio do Exm. presidente da provincia
de 28 de Janeiro lahlmo. recomraendanto c-
mara providenciasse afim de que tivesse lugar
no da 30 do dito mez, em que devia reunir-se
o collegio eleitoral na igreja matriz desta fregue-
zia, a missa solemne de que trata o art. 73 da
COMMfiKClO.
Praca do Recife 21 defe-
vereiro de 1861.
A.s tres horas da Urde.
Cota^es ofilciaes.
Cambio sobre Londres 26 5i8 d. e 26 1|2 por
19, 90 dias de vista.
Leal SevePresidente.
Fredenco Guimaraessecretario.
Alfundega,
Rendimento do dia 1 a -20. 294-868*190
dem do dia 21.......10:3519391
3052205081
tluvimeuto da alfandega,
Vulutues entrados com fazendas..
com gneros.. 26
Volumes

sahicos

com
cam
fazendas..
gneros..
ai do 19 do agosto de 1846 Inteirada por j se
ter providenciado.
Outro do mesmo, corarauoicando que havia re-
commendado ao chefe de polica que mandasse
franquiar o transito do pessoas a p pela ponte
velha do Recife, visto j se achar concluido o
passadigo que para esse dea se mandara cons-
truir na mesma ponte.Que s. desse conheci-
mento ao publico por edilaes.
Urna petico vioda da presidencia, para a c-
mara informar, de Cielo da Cosa Campello. quei-
xando-so da existencia de urna casa do fabrico de
fogos arliQciaes junto da sua propriedade e de
seus irraos na ra Imperial, allegando nao es- Sumac* hespanhola Ardilavinho.
lar ella feita na distancia marcada polas respec- i Importayao.
Uvas posturas.Que fos.e a petigo remeltida ao l'al<> nacional Santa nia, vindo do Araca-
engenheiro corleador para examinar o fado al- j ly e Macfiu, maoifestou o seguinte :
legado e informar. 230 ponas de boi, 22 couros salgados, 100
Uutro da mesa do Collegio eleitoral da villa de counnhos curtidos, 47 saceos 35 arrobas c 16
Pao d Alho. enviando copia da acta da eleigo do libras de cera de carnauba;a Francisco Alves Mon -
mesrao collegio para deputados do 1. dislricto l0ro Juninr.
desla provincia.Iuteirada. I 20couros salgados, 13J ditos curtidos, e 9 mo-
itra do engenheiro cordeador, informando \ Lnos com meios de olla; a Francisco Alves de
------ 26
58
48
------106
reo prximo
perante a junta da fazenda da mesma
de arrematar a quero por me-
Descarregam hojo 21 de fevereiro.
ju-
molestia, os
A's 10 horas da manhaa, o escrivo procedo
chamada e verifica estarem presentes 40
rados.
Foram dispensados da sesso por
jurados segualos :
Jds Rodrigues Pioheiro.
Pedro Donnely.
Por nao lerem sido notificados, os Srs.:
Mathias Mendes Rodrigues Campello.
Thoraaz Jos do Oliveira.
Foram relevados das multas anteriores, os ju-
rados que comparecern).
Sao multados em 20*000 peto Dr. presidente
do jury os Srs. juizes de fado que, havondo sido
notificados, nao compareceram aos trabalhos.
Joao Alves Ferreira.
Luiz de Franga Rodrigues.
Francisco de Paula Mlndello.
Mathias Antonio de Mello.
Antonio T-ixeira Peixnto.
Leocadio Herraogenes da ConceigSo.
Foaquim Jos de Saat'Anna Cardoso.
Jacinlho Antonio da Silva Pegado.
Jos Gongalves dos Santos.
Francisco Jos da Silva Araujo.
Jovino Bandeira de Mello.
Jeronymo Gomes da Ponseca.
Jos Gongalves de Luna.
Luiz Antonio Annes Jacome.
Francisco de Azevedo Caldas Lins.
Candido Jos do. Pasaos.
Eduardo de Souza Vianna.
Martinho de Oliveira Borges.
Jos Francisco de Moura.
Antonio Pinio de Azevedo.
Dr. Joaquim Jos de Campos.
Vicente Ramos Silva.
Caetano de Mattos Simes.
Candido Alves Lima.
Joio Valentim Dias VIela.
Jos Prancisco dos Santos.
Jos Feltciaao Peraira de Lyra.
que a obra mais urgente a fazer-.e no matadou-
ro publico era a ealrada, cujo orgamenlo ii em
ontra occasio remetiera na importancia'de 16
contos e tantos mil ris que esta quanti era
para o aterro da mesma estrada era toda a sua
largura, que de cera palmos, mas que por ago-
ra parecia-lhe que esse aterro poda liraitar-se
a urna largura de 50 a 60 palmos, poa assira
custarfa menos.Mandou-se recommeodar ao
engenheiro que Ozes.e o orgamenlo somonte de
um terco da largura da estrada, afim de se evi-
tar desde j o deposito de aguis junto do muro
que a guarnece.
Outro do mosmo, informando que o sobrado,
no lugar do. Coelhos, de que falta o olido da
presidencia, que por copia Ihe fra remettido,
nao est 20 palmos fora do alinliamento. como
se diz no mesmo oficio, e sisa palmo a palmo e
mcio dentro da raa.no confu do norte aires
palmos poueo mais oa menos, arredado dola no
cunhal do sol; que essa obra era antiga e nelia
esleve ums serrarla a vapor e urna fabrica de
carro. ; e.tava prorapla pela parte externa ; fal-
tando tomento os repartiraentos interiores ; que
quanto a utilidade de urna praca naquelle lugar,
tinha a dizer que um edificio cmo o hospital de
Pedro II, nao deve estar mui visinho de morada
particulares, tanto pela frente como.por todos os
lados; que tendo sido edificado o hospital um
pouco arre Jado da ra havia enire elle e o so-
brado era questo, urna distancia de 200 palmos
pouco roaisou menos, que Ihe nao pareca pe-
quena o se o sobrado devia ser desapropiado pa-
ra fazer-se ah urna grande praga, tambem o de-
veriam ser a easa terrea, que Ihe fica visinha e
parte dal otaria que Ihe fica ao sul.Posto em
dlseossb resolveu a cmaro que enviando-se co-
pia desla officio ao Exm. presidente da provincia,
se respondesse que ella pensara do me.mo modo
que a presidencia quanto a utilidade da praga-
I esae que do importando em pouco a dssapropria,
gao de8ae\sobrado, e de outras caaes all exis-
tentes, o estado do seu cofre alo poda compor-
tar esaa ddspeza; alcm de que, sonda o hospital
um estbelocimonto que so meoiem com as ren-
das do seulpairimonio e cora a subveogao annua
que Ihe marca provincia, e sendo a deeapro-
priato pretendida, raois provincial que muoici-
pal, parecial i cmara que ella devia correr por
conta do cofre provincial.
Outro d| fiscal da Boa-Vista, pedindo paga-
Piuho.
30 barricas com 157 arrobas e 16 libras de
cera de carnauba; a Luiz Antonio de Cerqueira.
1750 courinhos curtidos, 45 couros salgados,
21 saceos cora 84 arrobas de cera de carnauba.
1 dito com 334 chapeo, de palha de carnauba;
Jos Antonio da Cunha & Irmao.
i barricas com 7 arrobas e meia de cera de
ablh/, 2 saceos com 8 ditas de dita de carnau-
ba, I barril melde abelha, 7 couros salgados; a
Joo Baptisia dos Santos Lobo.
32 couros salgados; Antonio de Azevedo C.
16 barricas com 80 arrobas o 22 libras de cera
de carnauba; a Travasso Jnior & C.
28 saceos cora 81 arrobas e 15 libras de cSra
de carnauba, 72 molhos sola, 1075 courinhos
curtidos. 3 couros salgados, 70 molhos palha de
carnauba, 1 pacote peixe, 17 saceos com 55 ar-
robas e 26 libras de gomraa, 2700 esleirs de
palha de carnauba ; a ordem.
Hiato nacional Sobralense, vindo do Acara-
c, manifestou o soguinte :
1195 meios de sola; a Juan Bugao & C.
400 ponas de boi; a Francisco F. G. de Me-
nezHS.
104 meios de sola: a Francisco Jos da Silva
Ratis.
585 ditos dita ; a Joio Jos de Carvalho Mo-
raes.
74 ditos dita, 4 saceos cera de carnauba, 11
ditos gomma. 1 dito peanas da passarinho, 20
couros salgados; a Jos Rodrigues Fernandes.
355 meios de sola; a Manoel Gongalves da
Silva.
83 couros salgados, 40 saceos railho, 590 meios
de sola) a ordem.
vindouro,
thesouraria! se h
nos zer, a obra do calamento da ra do Impe-
rador, a partir da porta do palacio da presidencia
86 542s"Ca d Colle8O inc, avahado em
Aarrematago ser feita na forma da lc pro-
vincial numero 343 de 15 de Janeiro de 1854. o
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata
gao comparegam na sala das sesses da mesm
junta, no da cima declarado, pelo meio-dia
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou afflxar o presente a
publicar p6lo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 11 de feverciro de 1861. O secre-
tario,
_ Antonio Ferreira da Annunciagio.
Clausulas especiaes para a arrematagao.
1 A obra ser principiada era dous mezes a
contar da data da arrematagao e coucluida na
prazo de 10 mezes.
2.* O arrematante ser obrigado a altender as
observagoes concernentes boa execugo da obra
f-itas pelo engenheiro encarregado da sus sca-
llsacao,
3.a O pagaraenlo ser devidido em quatro pres-
tagoes iguaes, correspondendo cada urna um
quaflodo valor da obra constante do orgamento.
4.a Para se proceder ao pagamento ser a obra
avallada em bragas quadradas, flcando o arrema-
tante sugeito pelo prego do orgamento ao aug-
mento da obra, se o governo assim o entender.
5. O arrematante ser obrigado a seguir res-
trictamente as obrigagoes comidas no artigo 36
da lei n. 286, o nos mais artigos da mesma lei.
que regula as arremalagoes.
Conforme. O secretario, A. F. ds Annun-
ciagao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 15 do correte, faz pu-
blico que o concurso para os lugares de 2. es-
criturario da conladoria da mesma thesouraria
lera lugar no dia 18 de margo prximo vindouro.
devendo os pretendentes serem caminados na*
grammatica da lingua nacional, escriplurago por
partidas dobradas, arilhmeiica e suas applico-
ces. comespecialidade a reduego de moeda, po-
sos e medidas, ao calculo de descont e juros sim-
ples e compostos; sendo preferidos os que tive-
rem boa lettra e souberem linguas eslrangeiras.
Os prelendentcs devero apresentar seusreque-
rimentos na mesma thesouraria com certido em
que provem ser maiores de 20 annos.
E para chegar ao conhecimento dos interessa-
dos se mandou affixar o prsenle e publicar pela
Diario
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 16 de fevereiro de 1861.
O secretario,
A. F. d"Annunciacio.
Joo Baplista do Castro e Silva, inspector da the-
souraria de fazenda de Pernambuco, por Sua
Magestade Imperial e Constitucional, que Deus
guarde, etc.
Era cumprimento da ordem do Exm. Sumi-
nistro da fazenda de 27 de dezembro ultimo, fago
saber ao Sr. Jos Alexandre dos Santos, que foi
indeliriJo pelo tribunal do thesouro nacional o
requerimenlo era que pedio o Sr. Santos urna
indemnisago por prejuizos que allegou ter tido
durante a revolta de 1818, visto se ter prescripto
o seu direito por nao o haver requerido dentro
do prazo de cinco annos.
Thesouraria de Pernambuco, 19 de Janeiro da
1861.
Joo Baplista de Castro e Silva.
Declaracoes.
Exporta^ao
Do dia 20 de fevereiro.
Barca hespanhola Rosa, carrega par. o Rio da
Prata ; Aranaga Ilyo & C 120 barricas com
776 arrobas e 7 libras, assucar.
Barca portuguea* Afirio, oarreg. para Lisboa:
Carvalho, Nogaofr VC, (Maros com 3000
arrobas de assucar.
Barca fr.ncoza Tiapan, carrega para, o Harro;
Tysset-frere. 1035 courosalgados com 30,839
liorna.
Berea iagloia ToiOrt of Litrpool, carreta para
Val-Paraizo; N. O. Bieber 4 C, 1500 saecos as-
sucar com 9,000 arrobas.
Pela administrago do correio desta pro-
vincia se faz publico para dos convenientes, qua
em virludedo disposto no artigo 138 do regla-
mento geral dos correios de 21 da dezembro de
1844, e artigo 9 do decreto n. 785 de 15 de maia
de 1851, se proceder a consummo das cartas
existentes nesta administrago, pertenceotes ao
mez de fevereiro de 1860, no Jia 5 de margo pr-
ximo, as 11 horas da roanhia. na porta do mes-
mo correio, e a respectiva lista se cha desde jl
exposta ao inleressados. Correio de Pernambuco
22 de fevereiro de 1861.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Inspeeco ao Arsenal de farinlaa.
Faz-se publico queja coromisso de peritos
examinando, na forma determinada no regula-
meolo acompanhaado o decreto n. 1324 de 5 da
fevereiro de 1854, o caaco, machioa, caldeira.
apparelho, mssireago, relame, amarras, e an-
coras do vapor Iguarass, da companhia Per-
nambucaoa de navegacao eosleira, achou todos
estes objectos em bom estado.
Secretaria da inspeegio do arsenal de marinha
do Pernambuco em 21 de fevereiro do 1861.
O inspector
Eliziario Antonio dos Santos.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desta provincia manda faaar publico, da
conformidade com a ordem circular do thesouro
n. 8 de 25 de Janeiro ultimo, que no dio 1. de
abril prximo vindouro ae fari concurso nesta
thesouraria para preenchimento dos lugares do
praticantea da mesma. Os que pretendersm ser
admiuidos ao concurso devero apresentar nesta
secretaria oa aeus requerimentos instruidos da
documentos que provem : 1. lerem 18 aoooa
completos de idade ; 2,o estarem livres de culpa
apena; a S- larm bom eomportaraeoto. Oa
oxamoa eraataa .obra [atura, analta f raaaaaa-
tcal, orthographia e arithmetica ala a theorta
di. proporgfles inclusivamente.


<)
Secretaria da Ihesouraria de Pernambuco 21 de
levereiro de 1801.O otBcial maior,
Manoel Mamede da Silva Costa.
Tribunal So eonnerele
Peta secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se fax publico, que nes-
ta dala foram inscriptos no livro da matricula dos
cora me re ntes, os Srs. Friedrick Willelra Quils
de 29 aanoa de idade. natural da Dinamarca, e
Wilhelm Otto, nituial de Lubeck, do 28 anoos
de idade, domiciliados e establecidos nesta ci-
dade com negocie de fazendss sqccw e molha-
das por grosio.
Secretaria do t-ibunal do coromercio de Per-
nambuco 19 de (evereiro de 1861.
Julio GuimaraesOrHcial-maiot,
Tribunal do commercle.
Pela secretaria do tribuaal do commercio da
provincia de Pernambuco se Ui publico que re
data de 13 do crreme foi registrado o distrato de
sociedade de Antonio Domingos Pialo e Joo
Vieira de Mello e Silva, datado do 1." do referi-
do me?, diseolvendo a sociedade que linham nes-
ta cilade seb a firma de Vieira <& Pinto : Qcand
a cargo do socio Pinto a liquidarlo do activo e
passivoda mesme, e o socio Vieira de Mello res-
ponsavel a aquelle f>ela pirte quo lhe tocar as
dividas activas que nao poderem ser liqudalas
no prazo de tres annos.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 19 de fevereiro de 1861.
Julio GuimaraesUfflcial-maior.
Adirectoiia das obras militares tem de man-
dar caiar o quatUl do 9 batalhao de infantaria :
as pessoas que se quizerem propor a tal serrino,
compareca) na referida directora das 10 horas
da manha em diaote dos das 21, 22 e 23, afim
de apresentarem suas propostas. Directora das
obras militares do Peroarobuco, 20 de fevereiro
de 1861.O amanuense, Joao Monteiro de An-
drude Malvina-
CurSO commercial PcrnambucaDo.
Lista dos alumnos matriculados no correnle
auno de 1861.
1 Francisco Belarmioo dos Santos Fruas, Q-
lho de Joaqun] Leocadio de Freitas, 22 an-
nos ; Pernambuco.
2 Custodio Moreira Das, filho de Francisco Mo-
reira Dis, 24 annos; idera.
3 Manoel CarJoso A) res Jnior, filho de Ma-
noel Cardoso^yres, 19 annos ; idem.
4 Jos Delfiuo o* Silva Cirvalho, filho de Jos
da Silva Carvalho, 21 annos ; Cear.
5 Luiz Bernardo Caslello Branco da Rocha, fi-
lho de Joaquim Jos Ferreira da Rocha, 20
annos ; Pernambuco.
C Pedro Samuel Annes Jacome Pires, filho do
1)r. Antonio Anues Jacome Pires, 16 annos ;
idera.
7 Joaquim Alves Pereira da Fonseca, filho de
Antonio Jos Alves da Fonseca, 15 auuos ;
idem.
8 Maximino da Silva Gusmo, filho de Antonio
da Silva Gusmao,20 annos ; idem.
9 Juvencio Temporal, filho de Francisco Geral-
do Moreira Temporal, 25 annos ; idem.
10 Jos Joaquim do Miranda, filho de Joaquim
Jos de MiranJa, 20 annos ; idem.
11 Joo de Souza Marinho, filho de Anlouio de
Souza Marinho, 18 annos; idem.
12 Ionoceocio Jos Pereira de Lyra, filho de
Jos Feliciano Pereira de Lyra, 18 aiioos ;
idem.
13 Miguel Fonlourade Souza Magalhaes, filho
de Jos Francisco-de Souza Magalhaes, 17
annos ; idem.
14 Viriato Sergio de Moura Mallos, filho de
Francisco Sergio de Mallos, 18 annos ; idem.
15 Henrique Das de Freitas, filho de Jos Poli-
carpo de Freitas, 20 annos ; idem.
,16 Joaquim Jos Raimundo de Mendonga. filho
de Joaquim Bernardo de Mendonea, 35 an-
cos ; idem.
17 Alfonso Sergio do Moura Mallos, filho de
Francisco Sergio de Mallos, 18 annos ; idem.
18 Siirouio Augusto de.Hollanda Soarcs, filho
de Jos Machado Soa'res, 14 annos ; idem.
19 Carlos Jos Das da Silva, filho de Germano
Dias da Silva, 19 annos ; idem.
20 Joio Landelino Dornellas Cmara, filho de
Mathias Dornellas Camari, 21 anuos ; dem.
21 Gustavo Olympio Ferreira Alvares, filho de
Vicente Ferreira Alvares, 21 annos ; Ro-
Grande do Norte.
22 Joaquim Francisco Borges Ucha, filho de
Francisco de Paula Borges Uchoa. 22 annos;
Pernambuco.
23 Joaquina Jos Tarares Jnior, filho do Joa-
quim Jos Tavares, 16 annos; idem.
2i Jos Joaquim Borges Uchoa, lilho de Fran-
cisco de Paula Borges Uchoa.
25 Joveniano Fernandes da Silva Manta, filho
de Jos Fernandes da Silva Manta Juoior,
21 annos; idem.
26 Antonio Jos Alves de Carvalho, filho de
Francisco Jos Alves de Carvalho, 19 annos,
idem
27 Jos Candido da Silva Pessoa, filho de Cus-
todio Jos da Silva, 19 annos; idem.
28 Ernesto AlvesPacheco, filho de Joao Pache-
co Alves, 17 annos ; idem.
29 Antonio Pedro Ferreira Lima, filho de Ma-
noel Ferreira Lima, 18 annos ; Rio-Grande
do Norte.
Secretaria da inslruco.no publica de Pernambu-
co, 16 de fevereiro de 1861.
O secretario interino
Salvador Henrique de Albuquerque.
Directora geralda instrueco
publica.
Deordem dolllm. Sr. Dr. director geral se faz
publico, que o concurso s cadeiras de iosltuccao
lementar designado para hoje, foi espasiado pa-
ra o dia 22 do correnle.
Secretaria da instruc;ao publica de Pernam-
.fcaco 18 de fevereiro de 1861.
.Salvador Henrique de Albuquerque.
Secretario interino.
CousUho administrativo.
O.-onsclho administrativo, para fornecimento
lo arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos.se^uintes, e contratar os gneros para o ran-
cho -da companhia dos menores do arsenal de
uerra,<5uranle os mezes de marco e abril prxi-
mo vnduro :
Para o (abuce do farda ment do 8o batalhao
de-infantaria.
.2 cova.lr.s de oleado.
fct 1/2.;cavados de baela verde.
6 varas de cordao prcto de relroz.
24 grasas de botoes prelos de osso.
Para uroviinenlo dos armazens do almoxarifado.
20 arcabas de cobre velho.
Para o cancho da companhia dos aprendizes me-
nores do arsenal de Guerra.
Paes de 4 ongjuj, bolachas, assucar refinado,
caf em grao, cha hysson, manleiga fraoceza, car-
ne verde, dita seces. familia ue mandioca da tr-
ra, arroz piUdo do Haranho, .ouciuho de Lis-
boa, bacilho. azeite doce de Lisboa, vinagre de
Lisboa, eijao prelo ou mulatinlio.
Quem quizer vender taes objectoSj presente as
suas proponas ca caria Cachada, na secretaria do
conselho, s 10 toras da manha do dia 25 do
orrente me.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 18 de
evereiro de 1861.
Bento Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
DIARIO M PEfiHABMUCO. UU FEIRA 22 Ufi fEVERE1RQ DE 181.
gundo, de 30 per cento no terceiro e
auim lupceiivaKente ate ficar no dci-
mo mez e d'ahi por diaote sena mais va-
lor algum, Recife 5 de fevereiro de
1861.O directores gerentes, Luiz
Antonio Vieira, Joo Ignacio de Me-
del ros Reg.
Conselbe administrativo. *
0 conselho administrativo, para fornecimento
lo arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tosseguintes :
Para a enfermara do presidio de Fernando de
Noronha.
2 barricas de assucar branco.
3 saceos de arroz pilado.
1 sacco com cat em grao.
1 caixa de cha da India da melbor qualidade.
6 barricas de farioha de trigo marca MSSS.
2 libras de linbas iuglezss n. 30.
12 pegas de madapolo n. 3.
Para p almoxarifado do mesmo presidio.
1 folbioha.
6 resmas de papel branco almajo marca de
agua.
6 caixas do peonas de ac finas e de bea qua-
lidade.
12 lapis finos.
Para os calcetas que existem no hospilal militar.
2 chapeos.
I manta de la.
3 esleirs.
Para a companhia de cavallaria de linha.
6 davinas de fuzil com varetas de ferro.
II espadas com balnha.
11 apparelhos de limpeza.
11 bol;as para apparelho de limpeza.
11 bornaes para raides.
Para o forte do Buraco.
1 bandeira grande imperial de flele.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 22 do
correnle mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 15 de
fevereiro de 1861.
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Pela subd/legacia ds fre*guezia de Sauto
Antonio do Recite foi apprehendido um cavallo
com cang*Iha por ter sido encontrado sem dono
vagando a noite pelas ras desta freguezia : quem
for seu dono, comprela nesle juizo, que pro-
vando seu dominio, lhe ser entregue.
Joaquim Antonio Carneiro.
Subdelegado supplenle.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico que do dia 1. de fevereiro vindouro em
diante se principiam a contar os 30 das uteis pa-
ra pagamento bocea do cofre dos seguintes im-
postos : 12 0[0 sobre as lojas a retalho, armazens
de fazendas. tabernas e casas de letlo ; 4 0|0
sobre os armazens de recolher, botequins, hoteis,
casas de pasto, typographias, prensas de algedo,
cocheiras, cavallarigas, e todos os mais eslacele-
cimentos era que houverera gneros exposios
venda ; 200j> sobre casas de cambio, 50$ sobre
casas de modas, perfumaras, de chapeos fabri-
cados em paiz eslrangeiro e por casa de jogo de
bilhar ; e bem assim o imposto sobre carros, m-
nibus e carro;as, tanto do servico particular co-
mo de auguel. M-sa do consulado provincial
28 de Janeiro de 1861.-Pelo administrador,
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
O Illm. Sr. inspector da Ihcsourarii de fa-
zenda desta provincia, era cumprimeuto da or-
dem do thesouro de 6 do correnle sob n. 19,
manda fazer publico que tendo sido annullado
concurso que se fez nesta thesouraria para preen-
chimento dos lugares de pratcantes da alande-
ga desta mesma provincia, fica aberto novo con-
curso para o dia 26 de margo prximo seguinle,
comegando os exames s 10 horas da manha
sobre as seguintes materias : 1.a graramatica da
lingua verncula, leilura e escripia correla e
correnle; 2. theoria da escripturacao mercantil
por partidas simples e dobradas. suasapplicacoes
ao commercio e a adminislraco da fazcoda ; 3.a
arithuielica e suas applicages ao commercio
com especialidado a reduego de pesos e medi-
das nacionaes e estrangeiros. calculo de descon-
t e juros simples e composto, theorias de cam-
bise suas applicaces ; 4.a noges de algebra ;
5.a traduccao correcta das linguas lngleza e fran-
ceza ou pelo menos da ultima ; 6.a principios
geraes de geographia de historia do Brasil e de
eslatistlca commercial.
Aquellos que pretenderem ser admiltidos ao
concurso deverao previamente provar que teem
18auiios completos de idade, que esto livres de
culpa e pena e que teem bora procedimento.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 19 de fevereiro de 1861.O oflicial
maior. Manoel Mamede da Silva Costa.
COMPANHIA PEMAIBUCAM
DK
Navegado costeira a vapor
U vapor Iguarassi, eommandante Moreira, se-
gu riagem para os porlos de norte at o Cear
no dia 22 do corrente mez s 5 horas da tarde.
Recebj)carga al o di 21 ao meio dia. Encor-
mendaa, passageiros e dinheiro a frete at o dia
de sua sahida s 3 horas. Escritorio no Forte
do Mattos D. 1.
Para o Para em direitora.
O palhabote Garibaldi, segu oestes dias por
ler enguado parte do seu carregameoto : a tra-
lar com Tasso Irmaos ou com o capillo Custodio
os Vanos.
Para o Rio de Janeiro sabe com toda bre-
v.dade a linda e veleira barca nacional Iris]:
para carga e passageiros, trata-se com os con-
signatarios na ra do Trapiche n. 6.
Rio de Janetro
Oveleiroe bem conhecido patacho nacional
Beberibe, pretende seguir com muita brevidade
tem parte de seu carregamento prompfo para o
resto que lhe falta ir:1a-se cora os seus consig-
natarios Azevedo & Mendes, no teu escriplorio
ra da Cruz n. 1.
COMPAMIIA PERSAjIBICANA
DB
Navegaci costeira a vapor
Parahiba, Rio Grande do Norte. As-
su', Aracatv, Ceara' e Acaracu'.
O vapor Jaguaribe, eommandante Lobato, sa-
hir para os porlos do norte at ac Acarac no
dia 7 de marjo s 5 horas da larde.
Recebe-sc carga at ao dia 6 as 3 horas. Pas-
sageiros e dinheiro a frete at ao dia 7 s 2 ho-
ras.: escriplorio no Forte do Mallos n. 1.
LEILAO
DE
Objectos para ama
typographia.
Sexta-feira 22 do comente.
Anluoes far leilao por oonta e risco de quem
perlencer, em seo armazem na ra do Impera-
dor n. 73, de objectos propros para montar urna
typographia, consistindo em grandes armarios
para guardar typos, caixetas de todos os lma-
nnos, estantes etc.. os qnaes sarao rendidos sem
reserva de prego, s 11 horas do referido dia.
LEILAO
DE
MOT
a
O agente Hyppolito autorisado por
urna pessoa que se retira para fora da
cidade, fara' leilao de todos os seus mo-
vis, cousistiudo em mobilta de Jacaran-
da* de apurado gosto, aparadores, mesa
elstica, cadeiras de diversas qualidades,
quadroscom inissimas pinturas e mui-
tos artigos que desnecessario enume-
rar, tornase recominedavel urna ex-
cellente machina de costura : ter^a-fei-
ra 26 do corrente na ra ta Aurora es-
quina do aterro da Boa-Vista n. 62 ter-
ceiro andur, as 11 horas em ponto.
LEILAO
Aysos martimos.
Para Lisboa segu com muita brevidade o
patacho portuguez Jareo, recebe carga a frele
e passageiros, para o que trata-se com seus con-
signatarios Amorim lrmos na ra da Cruz n. 3,
ou cora o capito J M. Coelho Sobrinbo, na pra-
a do commercio.
Para o Aracaty,
o biale Gratido segu por estes das; para o
resto da carga e passageiros, trata-se com Perei-
ra Valere, ra do Codorniz n. 5, no Forte do
Mallos.
Para o Cear,
sahe o hiato Camsragibc por j ter parle de seu
carregamento : para o reslo e passageiros, tra-
ta-se na ruado Vigarion. 5.
Maranho.
Segu nestea dias o hiale Santo Amaro ; pa-
ro o resto da carga, tratase com Csetano Cyriaco
da C. M. & Irmao, ao lado do Corpo Santo o. 23.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegaco costeira a vapor.
Pela gerencia se faz publico que d'ora em dian-
te os vapores da corapanhit pernambucana sahi-
ro para os porlos do norte a 7 e 22, continuando
para os do sul a 5 e 20.
Para a Babia segu em poucos dias a es-
cuna nacional Carlota; para alguma carga quo
lhe falla, trata-se com seu consignatario Fran-
cisco L. O. Azevedo, na ra da Madre de Dos,
n. 12,
Leiles.
O agente Hyppolito da Silva autori-
sado pelo Sr. Dr. juiz de orphos, fara'
leilao de urna casa terrea sita na fre-
guezia do Poc_o, tendo um pequeo si-
tio, no qual predio mora presentemen-
te o Sr. Franciseo de Paula Silva J-
nior, os pretendenles para informacoes
dirijam-se ao agente cima que as for-
necera', tendo lugar o referido leilao
sexta-feira 22 do corrente a 11 horas
em ponto no seu armazem sito ha ra
do Imperador n. 55, as 11 horas em
ponto.
Avisos diversos.
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3 n t H o-
0
o
LEILAO
DE
ara
JVOVO BANCO
DE
Pernambuco.
O novo banco continua a subitituir
ou a resgalar as notas de 10$ e 20$ que
lia va einittldo e anda existem em cir-
culaqao, pre-yenjndo de que conforme
o decreto n. 2,66V de 10 de outubro
uitimo e decisao do tribunal do thesou-
ro de 12 de Janeiro do corrente anno,
esta substituido s continua sem pre-
jpizo dos pouuidores das mesmas notas
ale 9 de marqo prximo vindouro, pois
quedesse dia em diante s tera' lagar
com o descont mental e progre$t?o
dfi 10 por cento ou de 10 por cento no -
prsnjeiro mt*f <\e 20 por eento no se- S'^n 1 Rio de Janeiro,

o veiiro e bem conhecido brigue escuna Jovem
Arlhur, pretende seguir com muita brevidade,
tem dous tarcos de sua carga prompta: para o
resto que lhe falta, trata-se cora os seus consig-
natarios Azevsdo i Mendes. no seo escriplorio
ra da Cruz a. I.
itio de Janeiro
o bem conhecido e veleiro brigue nacional Al-
mirante pretende seguir com muita brevidade,
tem parte de sua carga prompta : para o resto
que lhe falta, trata-se com os seus consignatarios
Azevedo $ Mendes, no seu escripLorio, rui da
Cruz n. 1,
Para Lisboa
em poucos dias
vai sabir a muito veleira barca Mara, por ter
quasi completo o seu carrpgamenlo : para o res-
to e passageiros, trata-sc cora Carvalho, Nog^ei-
ra & C. na rus do Vigario d. 9, primeiro andar*,
ou com o capito na praca.
Urna taberna.
Sexuada feira 25 do corrente.
Antonio Pereira Vianna com autorisacao de
seus credores e por intervengo do agente Costa
Carvalho far leilSo dos gneros, armacao e mais
pertences da sua taberna sita a ra de Hortas
n. 39, englobado ou a retalho, vontade dos
compradores : segunda-feira 25 do correnle, s
II horas em ponto:
Transferencia
DE
DE
Carros e varios ob-
jectos para os mesmos.
Sabbado 23 do corrente.
Costa Carvalho nao podendo effectuar o leilao
annunciado para 21 do corrente o transferio para
sabbado 23 do correle sll horas em ponto, na
ra da Imperalriz n. 19, os quaes serao entre-
gues sem reserva de preco.
Conlinuacao do leilao
Terca-feira 26 do corrente.
NA
Ra Novan. 24
AO CORRER DO MARTELLO.
PELO AGENTE
0 bacharel WITRUV10 pode ser
procurado na ra Nova n. 23, primeiro
andar, do sobrado da esquina que volta
para a Gamboa do Garmo.
Precisa-se alugar um negro ou
um moleque para o servico externo de
urna casa de pequea familia : na ra
Nova de Santa Rita n. 47.
MUITA ATTENQAO.
Arreuda-se no lugar da Ibura, um famoso si-
lio denominado Allemo, com muito boas ierras
e grandes terrenos, tendo de fundo 2380 palmos
e de frente 4,000 palmos, contendo tambera ar-
voredos, como sejsm : coqueiros, cajuciros, man-
gueiras e outras muilas frucleirss, assim como
tres terrenos de malas per (ercenles ao mesmo
sitio Cacimbas, Zumb e Descanco : quem o pre-
tender dirija-se a ra Direita, lo'ja de alfaiate n.
98, que se far todo negocio.
APPROVACAO E AUTOBISACAO
DA
kMk\
Cear
Segu no dia 22 do correte o cter Erna, para
o resto da carga que lhe falta, trata-se com o ca-
_ O agente cima fara' leilao por auto-
risacao dos administradores da massa
de Manoel Antonio dos Passos Oliveira
t C, dos trastes pertencentes a' loja da
ra Nova n. 2i, a qual consiste em mo-
bilias de Jacaranda', mogno, nogueira,
aia, guarda roupa, vestidos, camas,
guarda !ou tarias, cadeiras de balanco, apparado-
res, espelhos, marquezas, cabides,
quartinheira, duas ticas coxas, urna
immensidade de cadeiras, mesa elstica
e outroi objectos queestarao patente no
1 acto do leilao.
Convidase aos amigos das pechinchas
qu^ aproveitem a occasiao de reforma-
reis o^ eus trastes oom pouco dinheiro
que sem'ore nao apparece destas pe-
chinchas, pa* commodidade de alguns
senhores prin "jpiira' 0 Id'o as |0 ho-
ras do da.
Na ra dos Prazeres n. 18, precisa-so de urna
ama para casa de pouca familia.
No dia 15 do corrente fugio do engenho In-
nhamun o escravo de nome Quirioo, com os sig-
naes spguinies : baixo, barbado, olhos vivos,
rosto redondo e descarnado, de n.icao Angola,
caballos grandes (pode j ter corlado) muito ladi-
no e cortez, com falla de um denle na frente do
lado de cima, os olhos um tanto vermolhos, re-
presenta ter 40 annos de idade, pouco mais ou
menos : roga-se as autoridades policiaes, capi-
tes de campo ou qualquer pessoa do povo, a
captura do dito escravo, e levarem ao engenho
cima mencionado, ou nesta praca na ra Nova
n. 45. loja de selleiro dos Srs. Ctrneiro & Irmo,
que sero recompensados generosamente.
ASS0CIAQA0
DE
Soccorros Muaos
E
Lenta Emancipacao dos Captivos.
De ordem do Sr. presidente interino sao con-
vidados os membros do conselho para sesso ex-
traordinaria, hojo 22 do corrente, as 6 horas tar-
de, para negocio de urgencia.
Secretaria da Associacao de Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipacao dos Captivos 21 de fevereiro
de 1861.
m Jo8o da Costa Braga.
1. secretario.
Agencia de passaporte e folha
corrida.
Claudino do Reg Lima tira passaporte para
dentro e fra no imperio por commodo preco e
presteza : na ra da Praia, primeiro andar n 47.
Os Srs. Jos Cesario de Souza Pereira, Pe-
dro Jos Cardoso da Silva e Jos Jacinlho Borges
queiram anuunciar aonde residem, que se lhes
deseja fallar:
Aluga-se o segundo andar e sotao de urna
casa sita oa ra da Praia de Santa Rita n. 25,
com excellentes accommodacoes : a tratar na ra
da Cadea n. 62, segundo andar.
F. W, Gulst vai a Baha.
O abaixo assigoado faz publico que o Sr.
Landelino Manoel de Albuquerque deixou de ser
seu caixeiro pela segunda vez desde o dia 17 do
correnle. Recife 21 de fevereiro de 1861.
Luiz Antonio dos Santos Pereira.
D-se a juros sob penhores 300 : na ra
Direita n. 89, no segundo andar, se dir quem
osd.
Oescrivo da rmaodade de S. Jos de Ri-
ba-mar, por parle da mesa regedora da mesma,
convida a todos os respectivos irmos para se
reuoirem em mesa geral no consistorio da refo-
rida irmandade, domingo 24 do correte, afim de
se tomar final deliberado acerca das obras pro-
jectadas, e resolver sobre outros negocios de in-
declinavel necessidade. Consistorio da irmanda-
de de S. Jos de Riba-mar 21 de fevereiro de
1861. Joo ErangeliU Soares de Brito, es-
erivo.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar na ra da Seozala Velhs o. 80,
ou na rus da Cadeia n. 45;
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender en
eu armazem, na pra^a do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto recentimente
ekegados dos bem conhecido e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood & Sopa 4 Londres J
muito nropriQBsrs stecUms
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
mhfhZ tflfiCittA
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
AS CHAPAS MEDICINAES sao muito conhecidas no Rio de Janeiro e em todas as pro-
vincias deste imperio ha mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que se tem obtido
as emfermarias abaixo escripias, o que se prova com innmeros alteslados que existem de pes-
soas capazos de dislinccdes. *
Cora estas Chapas-elkctro-magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical ein-
fallivel em todos os casos da inflammajao ( cansado ou falta de respira externas, como do Ggado, bofes, estomago, bac/>, rins, ulero, peilo, palpilaco de corscao, gar-
ganta, oihos, erysipelas, rheumsiismo, paralysia e todas as affecoes nervosas, etc., ele. igual-
mente para as diferentes especies de tumores, como lombinhos escrfulas etc., seja qual fr o
seu lamaHho e profundeza, por meio da suppuraqo sero radicalmente extirpados, sendo o seu
uso aconselhado por habis e distinctos facultativos.
As encoromeudas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado de
fazer as necesarias explicacoes, se as chapas sao para homem, senhora ou crianga, declarando a
molestia era que parte do corpo existe, se na cabeca, pescoco, braco coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a circunferencia: e sendo incha;des, feridas ou ulceras, o molde do seu ia-
manho em um pedac,o de papel e a declaracao onde exislem, afim de que ss chapas possam ser
bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar \ir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas serao acorapanhadas das competentes explicacoes e tambem de todos os accesso
ios para a collocago deltas.
Consulta as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, em seu escriplorio, que
se achara aberto todos os dias, sem excepso, das 9 horas da manha s 2 da larde.
|f9 Ra do Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
os mmii
Ra da Guia n. 3.
Augusto Spina, chaudronnier franjis, se
charge de fair des alambics en cuivre de lous
les systmes, ainsi que des appareils dislillatoi-
res pour faire l'esprit de vin, luyoierie "en cui-
vre rouge ou jaune pour machines vapeurs,
balterie de cuisine el tout ce que concerne son
etat. Aussi il fait des etamages et racomraoda-
ges en tous genres.
Augusto Spina, caldeireiro fraocez, uliima-
mente chegado do Rio de Janeiro, encarrega-se
de fabricar: alambiques de cobre de todos os
syslberoas, apparelhos para disiiacao de espiri-
to de vinho, chamins de cobre ou lato para
machinas de vapor, utensilios de eozinba, e tudo
quanto de seu officio; egualmenle se incum-
be de tstanhar e concertar toda a especie de ob-
jectos.
DE BANHOS
e
Assignatura de banhos frios, mornos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos..........
30 canoas para os ditos banhos tomados era qualquer tempo. \ 15*000
16 Ditos dito dito dito .....'. 8000
J w* i i-i -...!.' 4000
Banhos avulsos, aromticos, salgados esulpharosos aos precos anunciados.
Esu roduccao de preeos facilitar ao respeilavel publico o gozo das'vanugens que resultara
da frequencia de nm esubelecimenlo de urna utilidade incofltesuvel, mas que infelizmente nio
>lodo em nostoa hbitos, anda pouco coahecida e apreciada:



DU&IO DE IE1NMWLCO. w SfellA EUU
Mi 101.
()
ASSOCIACIO POPULAR
DE
Soccorro&Mutuos.
O conselho administrativo deita associacao, de
conformidade com o 5 do arl. 36 dos respectivos
estatutos. convoca a reuoiio extraordinaria da
assembla geral da mesma para o dia 24 do cor-
rete, pelaa 10 1[2 horas da manhaa, devendo
comparecer a ella tinta os socios que estio em
dia como os que nao estiverem, por isao que o
objecto da presente convocacio tera relacao com
o artigo 109 dos respectivos estatutos, em vista
do qual todos os socios estio habilitados a fszer
numero.
Secretara da Associacio Popular de Soccorros
Mutuos 19 de fevereiro de 1861.
Angelo Jos Themoteo,
Director.
Joo Francisco Marques.
1." secretario.
Antonio Macario de Assis,
2." secretario interino.
M. Jordn, capilao do patacho americano
Anna D. Jordn, arribado a este porto por tor-
ca maior. precisa cerca de 8.000 pesos para oc-
correr as despezss etas neste porto : os pretn-
danles dirijam-se a ra do Trapiche n. 8.
11. Jordn, capito da patacho americano
Anna D. Jordn, nio se responsabisa por
qaalquer divida contrahidaporseus raarinheiros,
ftecifo 19 de fevereiro de 1861.
O escrivao do commercio, Manoel Mara,
reside na ra dos Pires n. 52, continuando a ler
seu cartorio na praca de Pedro II.
Precisa-se de um aixeiro de 12 a 14 annos
de idade, Codorniz o. 6, no Forte do MalLs.
Joo Praeger vti a Europa.
Aluga-se. urna escrava para casa de pouca
familia, com todas as habilidades, que com u vis-
ta se dir ; a tratar na camboa do Carmo n. 36,
segundo andar.
&S$59$f GKdiS 66<5iS:*3*'i-if
^yiWIiW ^iw ^nOW E7EW1BV WBV crnciSV oc em* **
M. J. Leite, roga a seus deve- '
dores que se dignen mandar pa-
| gar seus dbitos na sua loja da
|| ra do Queimado n. 10, enten- 11
gjj tendo-ie paia esse fim com o seu g procurador o Sr. Manoel Gomes jg
Leal. ||
Precisa-se de urna criada que satba engom-
mar, para casa de urna familia de duas pessoas :
a tratar na ra Nova n. 47.
Perdeu-se urna pulseira de cornalina en-
casloada em ouro, da ra do Brum al a da An-
rora : quem a livcr achado, digne-se leva-la
ra do Brum, armazem n. 58, que se gratificar
gneros ament.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 5$
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3$
Tira retratos por 3jjf
Tira retratos por 3$
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinbas novas
Ten Jo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande sallo da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salo da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
Ho grande salao da ra do Imperador
iju W. Osborn, o retratista america^
no tem recentementerecebido um gran-
de e variado sortimento de caixas, qua-
dros, aparatos churucos, e um grande
numero de objectos relativos & arte.
Gomo tambem um grande fornecimen-
to de caixat para retratos de 3#000 rs.
cada um, as pessoas que desejarem ad-
qnirir conheeimentos pr a ticos na arte
de retratar aeharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condicoe muito
razoaveis.
Os cavalheirocesenlioras sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os pecimens do que
cima tica anunciado.
COMPANHIA DA YIA FRREA
DO
Recife ao rio Sao Francisco.
(LIMITADO)
Para maior commodidade dos senhores de en-
genho a companhia estabelece* um novo arma-
zem na Estada no lugar denominado Alalaia do
oatro lado do rio Ipojuca, o qual eslari aborto
para o recebimento do assucr. gneros etc., etc ,
de qaaria-ferra 20 de fevereiro em diaole.
AssignadoE. H. Bramab,
Superintendente.
5|i18fil$SI3 8S83I8 $!8lMISGiS!H[
|c M J. Leite, declara que cons-
(gg tituto seu bastante procurador
aoSr. Manoel Gomes Leal, paia *
H promover a cobranza de suas di- fg
H vidas passiv&s.
PIM CwWV Vfil BJMB MW onWAl MWOT slVft
Urna pessoa de boa conducta, offerece-se
para criar algum menino : quem de seu presu-
mo se qulzer utilisir, dirija-se a ra de S. Fran-
cisco, n. 30 que ahi achara com quem tratar, a
qual d fiador a sua conducta.)
O bacharel Jos Leandro de Godoy Vascon-
cellos faz publico que contina a advogai neste
foro e nos prjimos esta capital, de sociedade
com o Dr. Affonso de Albuquerque Mello, que o
substilui em qualquer ausencia que haja de fa-
zer do seu escriptorio, estabelecido na asa n.
34, primeiro andar da ra es'.reita do Rosario.
Mudanea de esta-
belecimeato.
Jos Moreira Lopes avisa aos seos amigos e
freguezes desla da oulras provincial, que -
dou o seu eslibelecimento de fazendas que tioha
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e armazem quefoi dos Srs. Santos & Rolim,
onde tem o mais completo e variado sortimento
de fazendas de todas as qualidades para vender
em grosso e a retalho por pregos muito baratos:
ra do Crespo, sobrado de 4 indares n 13, e ra
do Imperador, ouir'ora ruado Collegio, sobrado
de um andar d. 36.
Atlcnco.
Na ra Nova n. 32, precisa-se de van senho-
ra q.ie saiba cortar vestidos para ajudar a outra
e conlinua-se a fazer vestidos da ultima moda e
outros muilos objectos de gostn.
Aluga-se um sitio na Sotedade, estrada de
Joo Pernaodes Vieira : a tratar no caes de A-
pollo n. 17, primeiro andar.
O Sr. Jos Cupertino Vieira ou Meira, queira apparecer na
praca da Independencia ns. 6 e 8., que
so lhe desoja rallar.
Precisa-se zala Velha n. 84.
Offerece-se um moco estrangeiro para dar li-
ces de linguas franceza e italiana em algum en-
genho : a tratar na ra do Trapiche n. 15.
Roga-se ao Sr. Joaquim Melile Mariz, que
tenha a bondade de vir ra do Queimado n. 39,
a negocio que nao ignora.
Aluga-se a loja do sobrad da ra das Cru-
zas n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
Kagn SJiHiaal *-m^- / r^rt%** aa.o>^< a>tc^ ffcTlrtl MaTffl ^MM*ttr
i Julio & Conrado.
H Ra do Queimado n. 48.
Participial aos seus numerosos fregu- 5
zes que tendo chegado o seu mestre al- 1
faiate que raandaram contratar em Pars, *>
acham-se promptos a mandarem execu- ||
lar toda e qualquer obra tendeoie a al- *
faiate, assim como tem era seu rslabele- |g
cimento grande sorlimenlo de ludo quan- cw
to se desojar, para qualquer das esta- |1
coes nao s de fazendas como diversos 1
artigos de luxo, continuando o mesmo tt>
mestre a receber por todos os vapores li- 9X
garinos psra melhor poderem servir ao 9
respeilavel publico a quem pedem de vi- ffi
rem visitar o seu estabelecimenlo que V
eocontraro aquillo que desejarem. |g
Ensino particular.
O abaixo assignado, professor particular do
primeiras letras, latim e francez, reside no ter-
ceiro andar do sobrado n. 58 da rus Nova, onde
com toda a de.1icac.ao, prudencia e actividade,
ezerce sau magisterio, e contina a admiltir al-
guna internos de pouca idade.
Jos Mara Machado de Figueiredo.
Aviso.
Pkilosophia, 4c gcographia e rhclorica
PELO BACHAREL
A. R. DE TORRES B&NDEIRA,
Professor de geographia
e listoria antiga no gymnasio desta
provincia.
Eslao aberlosestes cjtsos na casa da residen-
cia do annunciante, ra do Imperador n. 37, se-
gundo andar ; e dar-se-ha lugar a novos cursos
destaa mes mas disciplinas, a proporcao que aug-
mentar o numero dos alumnos. A classe de geo-
graphia comprehende ;
1. o estudo de geografa.
2. o estudo da histori Brasil.
A classe de rhetorica est dividida em duas
secedes:
1. de rethorica em geral.
2." de potica e analyse dos classicos.
Arrenda-se a excellente propriedade da
Barra de Serinhaem, com muitos ps de coquei-
ros, e avullada somma de foros : a tratar oa ra
do Hospicio n. 17.
Aluga-se urna escrava para casa, de boa
conducta : na ra do Hospicio n. 64.
Consulado de Franca.
Diversos devedores do hotel inglez, ommissos
de se conformar o convite que o cnsul de Fran-
ca linha Ihes dirigido por este Diario, de virem
saldar suas conlas, do dia 6 a 16 do corrente, no
dito consulado, vem de novo avisa-Ios que se at
o dia 28 desto roez ellos persislirem a nao se j
apresentarem, que elle ser obrigado.bem contra
sua vonlade, a mandar publicar os seus nomes |
e usar contra elles dos meios que a lei do paz [
Ihe facultara. O consulado acha-se aberto das
10 horaa da manliaa a 3 da tarde.
Pernambuco 16 de fevereiro do 1661.
Atlenco.
Joo Jos de Figueirodo, tendo comprado o
estabelecimenlo de fazendas finas ds ra do Cres-
po n. 9, que foi de Siqueira & Pereira, avisa a
todos os freguezes dos mesmos, quo elle conti-
na a vender fazendas de muito goslo, bem como
obras de ouro e brilhanles, ludo por menos de
seu valor para liquidar.
MU.
Precisa-se alugar mensalmente um escravo das
5 1(2 s 9 da roanha : na ra dos Pires n. 42.
Offerece-se um rapaz brasileiro do boa con-
ducta da qtiil d fiador; para caixeiro de cobranca
de qualquer casa eStrangeira ou nacional quem
quizer utilizar-se do seu preslimo. anuncie por
esta folha para ser procurado.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira mu-
dou sua residencia da ra larga do Rosario n. 28
para a do Imperador n. 37, segundo andar, onde
contina no exercicio de sua profisssao de advo-
gado.
Aos devedores da massa de
Jos Luiz Pereira Jnior.
Sao avisados para dentro de 10 dias
virem a la do Queimado n. 75 a* loja
de Fajozes Jnior ou se terem com o
Sr Demeterio Herrado da Costa caixei-
ro que foi do fallido para pagarem o
que devem a dita massa e aquellos que
nao comparecerem sero chamados pe-
los nomes por extenso por este Diario.
IOTERIA
O abaixo assignado tendo sido pelo Exm. Sr.
presidente da provincia nomeado thesoureiro das
loteras, e dse jando eficazmenle rrslabelecer o
crdito que deve ter urna instituido lo til s
obras pas e mais beneficiados, desde j afianza
ao rfspeilavel publico quo o seu principal fim ,
satisfaze-lo bem, garantindo-lhe como de seu
devera mais decidida honradez e fidelidade na
exlracgo das loteras e promplido nos paga-
mentos das sones; roga poisa sua valiosa coad-
juvbqo na compra dos bilhetes.
A primeira lotera a beneficio da igreja de
Sania Rita de Cassia, cujos bilhetes esta o
venda do dia segunda-feira 18 do correte em
dianle, em seu Ihesouraria na ra do Queimado
n. 12 primeiro andar na, e oas lojas commisio-
nadas, na praca da ndependencia n. 22, do Sr.
Vieira, na ra da Cadeia do Recite n. 45 loja dos
senhores Porto firmaos, na ra da Impe/alriz
(outi'ora aterro da Boa Visla) n. 2. loja do Sr.
Scbasliao, e na ra Direita, botica n. 3 do Sr.
Chagas; as rodas andaro no da quarta-feira 6
de marco p. futuro, e se daro as listas no dia
eeguinte pela nianha.
O mesmo abaixo assignado pede encarecida-
mente aos Srs. que negociam com bilhetes de
loteras de outras provincias, o favor de niio con-
tinuaren), dando desde j suas terminantes or-
dens, nao s porque a lei nao aulorisa a venda
de taes bilhetes. mas lambera porque negocian-
do com es da provincia tiroro igual senao me-
lhor resultado, alm de que concorrem desla for-
ma para o engrandecimeoto dos diversos esta-
belecimentos pios da provincia, mais beneficia-
dos e ao contraro Ihes estarao fazendo lodo o
mal, espera pois que nao lhe deom o desgosto de
na qualidade de thesoureiro das loteras azer
reprimir semelhante trafico.
Recife, 16 de fevereiro de 1861.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Abaixo vai transcripto o plano que o mesmo
Exm. Sr. presidente se dignou approvar para a
exlraccao das loteras.
PLANO.
3000 bilhetes a 10$.............. 30.000000
Beneficio e sello de 20 por cont. 6:0O0t>0 Liquido.
24:000g000
CONSULTORIO
DO
MEDICO PAR TE I RO E OPERADOR.
3 RA DA GL.OMIA, CASA BO FUI*DO 3
Clnica por ambos os syalemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os das pela manhaa, e de tardedepois de 4
horas. Contrata partidos para curar animalmente, nao 5 para acidade, eomopara o engenhos
u outras propriedades ruraes.
O chamados devem ser dirigidos sos casa at t 10 no8 da manbia e em caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noite, sendo P<" escriptoem que se declare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nio forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
derao remetter seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & G. na ruc da Cruz, ou i loja de
jivros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casada annuncianteachar-se-ha constantemente o"' melbores ^medica-
mentos horneopalhicos j bora conhecidos e pelos pregos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes...........10*060
Dita de 24 ditos................15*000
Dita de 36 ditos.................20*000
Diu de 48 ditos. ..........., 25*000
Dita de 60 ditos............... 30*000
Tubos avulsoscada um; ........:... 1000
Fraseos de tinturas. ; ...........; 2*000
Manual de medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr, tra-
ducido em poriuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. ele........ 20*000
Medicina domestica do Dr. Hering, eom diccionario. 10*000
lepertorio 4o Dr. Mello Morete.. ,.,.,.., 6*00f
1 Premio de............ I0:000j*
3 Ditos de 900$........ 27008
1 Dito de................ 500S
3 Ditos de 200$........ 60g
6 Dilos de 100|........ 600J
14 Ditos de 40J........ 560g
32 Ditos de 20........ 6iu#
840 Dilos de 10........ 8:400
------ ---------24:000$000
900 Premiados.
21C0 Drancos.
3000 Bilhetes.
y. B. A sorle grande sugeita ao dsconto
da lei.
Approvo, Palacio do governo de Pernambuco
16 do fevereiro da 1861.AssignadoLeito da
Cunha.
Conforme.Antonio Leile de Pinho.
Nova carlilha.
Acaba de sahir dos prelos desta lypographia
urna nova edicao da carlilha ou compendio de
doutrina chrisla, a mais completa de quanlas se
tem impresso, por quanto abrange ludo quanto
continha a anliga caitilha do nbbade Salomonde
e padre mestre Ignacio, acresceotando-so muitas
oraces que aquellas nao tinham ; modo de a-
compaohar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella daa festas mudaveis,
e eclypses desde o corrente aneo al o de 1903,
seguida da folhinha ou kalendario para os mes-
mos annos. A bondade do papel e excellencla da
impresso, dao a esla edicao da carlilha urna
preferencia assis importante: vende-se nica-
mente na livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
fiama & Silva
estando em liquidaco de sua loja de fzenda,
sita na ra da lmperatriz n. 60, por meio desle
aonuncio avisara a todos os seos deredores por
conta e letras j vencidas, a virem pagar seus
dbitos bo prazo de 30 dias, contados da dala do
primeiro aonuncio, findo elle serio seus nomes
publicados neste jornal Recife 16 de fevereiro
de 1861.
O Sr. Joao Xavier do Reg Barros tem ama
carta vinda do Biff de Janeiro, na ra da Cadeia
do Recite n 12, fazeno-se o presente aonuncio,
por ignorar-se sua morad*.
rOUWHtS M Ittt.
Acham-se yenda na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bem conhecidas folhinhas impressas nesta
typographia #
Folhinka de porta ou KALENDARIO eeclesastico e civil para o
lj.# bispad o de Pernambuco........... 160 rs.
Dita de algibeira contendo alm do kalendario eeclesastico e civil,
explicarlo das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e nascimento e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos impostos geraes, prownciaes e municipaes, ao
que se juntou urna colleceio de bellos e divertidos
jegos de prendas, para entretenimento da mocidade. 320 rs.
Ulta dita .... contendo alm do kalendario ecclesiaslico civil, expli-
cacao das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commercio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de confessar-se, e cocungar, e os officios que a
igreja eostuma celebrar desde domingos de Ramos, ato
sexia-feira da Paixo, (em poriuguez). prego.....
Vitado almafiak t\\, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao prego de: .......
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e fizeram-se muitas alteraces, sendo a correc-
co a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias soffre mudancas) acresceutaudo-se a nu-
merado dos estabelecimentos commerciaes e industriaes;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pela oceupacao do individuo de quem se quer
saber a residencia.
320 rs.
irooo
C0:VSlLT0RI0 ESPECIAL HOMEOPATIIICO
DO DOLTOB
m SABINO 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas lodos os dias uteis desde as 10 horas
al meio dia, acerca das seguintes molestias :
1. molestias das mu'.hcres, molestias das crian-
fas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias siphililicas, todas as especies de febres,
febres intermitientes esuas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL 110MEOPAT1I1CA .
Verdadeiros medicamentos homeopalhicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos presos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; lodos
que o forem (ota delta sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
rtdor as seguintes palavras : Dr. Sabioo O. L.
Pioho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente a lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, erobora tenham na tampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
COMf*AHHIA
ALLIANC .
estabeecida em Londres
CAPITAL
Cinco miHiftes de Uferas
stetWnas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, proprietarios
de casas, e a quem mais convier, queeslao ple-
namente autorisados pela dita companhia para
eflectuar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de telha, e igualmente sobre os objectos
que contiverem os mesmos edificios, quer consis-
ta em mobilia ou em fazendas de qualquer qua-
lidade.
jjdbwwwbot pnp wsM en in m m ^
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic Gaulier, cirurgiiodentista, fas
todas as o pera coes da sua arte e colloca
dentes artificiaes, tudo com a superiori-
dad e e perfeigo que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentifricios etc.
4os consumidores de gaz.
A empreza da illuminaco
a gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregarem aos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de Ihes ser novamente
exigido Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
Gamargo compradores da loja dos Srs. Campos 4 Lima,
sita na ra do Crespo n. 1, rogam aos devedores
desta firma, que se dignem vir pagar suas conlas,
ou entenderem-se a respeilo cora os referidos
compradores ; certos de que sero chamados a
juizo os que assim nio flzerem.
O bacharel Miguel Jos de Almeida Per-
nambuco Filho, tem aberto o seu escriptorio de
advocada na ra do Imperador, sobrado n. 75.
primeiro andar, oude pede ser procurado, das 9
horas da manhaa s 3 da tarde, para o que for
tendenie a sua proflssio.
Atteiujao.
Urna pessoa qne vai a Uamanguape, Bananei-
ras, Brejo d'Areia?, Gnarabira, etc. etc., a tratar
de suaa cobrancas, se oTerece para as alheias,
mediante ajuste : a tratar na ra Nova n. 33.
O padre Jos Lopes Dias de Carvalho ha
pouco chegado de Portugal, achando-se no lirre
exercicio dat funcedes do seu ministerio se offe-
rece ao respeilavel publico desta provincia para
as ex' rcer em qualquer capellana ; vai tambem
habilitar-ge para o ensino de lingua latina pa-
rante a respeilavel directora de iostruegio pu-
blica, tambem se offerece as respeitaveis corpo-
racof s deata capilsl para aa funcedes em que se
baja de cantar o cantuchao : quem precisar quei-
ra dirigir-se ra do Crespo loja dos Srs. Haia
& Irmio q, 6 ou a de Joaqun) do Silva Castro
numero 8.
Digo eu abaixo assignada. mulher de Ale-
xandrino Ignacio da Conceic.no, scientifica ao res-
peilavel publico para nao contratar nem empres-
tar dinbeiro algum asen marido sobre um peque-
no sitio na estrada de Joo de Barros, sob pena
de ser nullo todo e qualquer negocio que com o
mesmo fizer sera a sua intervengo. Recife 19 de
fevereiro de 1861.
Ignez Mara das Virgens.
JOIAS.
Joaqum Monteiro de Oliveira Guimaries com
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos freguezes e ao publico em
geral, que se acha surtida das mais bellas o deli-
cadas obras de ouro e prala, e querendo acabar
com o negocio, est resolvido a vender mais ba-
rato do que em outra parte, garantindo as ditas
obras, passando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em outra parte.
Laurrano Jos de Barros
participa aos seus numerosos freguezes desta ci-
dade e mesmo de fora, que acha-se regendo a
grande ofllcina de roupas feitas de Ges 4 Bas-
tos na ra do Queimado n. 46, onde pode ser
procurado a qualquer hora, pois est prompto a
desempenhar qualquer obra importante, pois
para isso tem na mesma loja um completo sor-
timento.
Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, primeiro andar, contina-se a
tingir com toda a perfeico para qualquer cor, e
o mais barato possivel.
Attenco.

As pessoas que tiverem relogios para se con-
certar na ra Nova n. 22, e qne tera mais de seis
mezes ; facam o favor de vir busca-Ios no prazo
do 30 dias, sob pena de serera vendidos para in-
demnisaco dos concertos.
Sociedade
DE
Edificacoes e compra de
terrenos.
O abaixo asignado convida os proprietarios
queja lhe olTeroceram terrenos para com o va-
lor dos mesmos entraren) na sociedade na qua-
lidade de commanditarios, a apresentar-lhe os
planos, confrontares, situacoes e avaluaces dos
respectivos terrenos acompa'nhados de una car-
ta pedindo a sua admisso como socios comman-
ditarios da referida sociedade.
A correspondencia dever ser-lhe dirigida
ra do Crespo n. 4 loja. Pernambuco 6 de feve-
reiro de 1861.
P. M. Duprat.
Attenco.
Candido Pereira Monteiro tendo comprado ao
Sr. Joaqum Jos de Paiva o seu estabelecimenlo
da ra do Imperador faz sciente a seus ami-
gos e a todos os fregupzes que do mesmo ausen-
larara-se pela m directo da casa, queiram ap-
parecer que encontrarn instaurado o botequim
IntituladoCaf dos Arcos, hoje Imperial: ex-
cellente caf, loda e qualquer bebida da melhor
qualidade, bons srvenles, buhares lmpos, tacos
novos, aceio e ordem ; igualmente um salo Ilu-
minado a gaz, com 3 bancas para quem quizer
divertir o voltarete ; por isso pede ao respeila-
vel publico que queira o coadjuvar para raelho-
raiuenio de um nico diverlmento que presente-
mente temos.
Aluga-se a loja do sobrado da ra da Au-
rora n. 44 : a tratar na ra Nova o. 16.
Precisa-se alugar urna escrava pa-
ra o servido de urna casa de familia : na
ra da Cadeia n. 53, terceiro andar.
Para urna casa
franceza.
Precisa-se de urna escrava que saiba engom-
mar, cuser, e fazer todo o servico de urna casa
de pouca familia, e que seja fiel e diligente. Na
mesma casa precisa-sede um escravo para o ser-
vico de um sitio : quem tiver pode dirigir-se
ra do Imperador n. 27 confronto a ordem ter-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manhaa s 4 da tarde.
m m
COMPAA DA VIA FERBEA
DO
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(LIMITAnA.)
Avsa-se ao respeilavel publico que do dia 1*
de evereiro at outro aviso o trem que parte da
eslacao das Cinco Ponas s 8 1,2 horaa da na-
nbaa correr somente al a Villa do Cabo, e o
trem que at agora tem sabido ds Escada 1 3,4
^r?8K*sUotdwe 8er ""continuado, mas sahi
do Cabo s 3 horas da larde como eostuma-
u, hrfi" da pa"ida d08 lren er reguladas
pela tabella seguinle : 6
1 o 2 CA W BO s s es BQ BO .2 3 ge =r. a B B O I 03 so fe] o BS -< i
i i"
i g 2 1 fe] a ce < s92? iwiao loao S
m r^t*t^cooooeoooaoiOio> a
(O o |8S IS^SIS^s l's
j o
< < m z < s i 332? I ifto 2
-coQOcoojaojo o a
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O J s a '- a S 2 U > J= l1?al :Il52| u < oa o- a. = > So i- fe]
TRENS DO INTERIOR. Dias de trabaliio. Domingos e dias santos. fei o i 3
a
< < a z < s fei a as < < < a z 09 O 1 C f^ O Q I O 3S
J 2 0 co o o ce o t^ t* o a
01 i
co a
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O a
o y m
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J3 .. -0- .... ... 3 .... a :1 "Sais IflllS5SsIJ fe-HOi>e.p-Ba Superint
O Dr. Casanova
pode ser procurado todos os dias em seu
consultorio especial homeopathico.
30Roa das Cruzes30
Neste consultorio tem sempre os mais
novos e acreditados medicamentos pre-
parados ero Pars (aslinluras) por Ca-
lellan e Weber.por precos razoaveis.
Os elementos dehomeopathia obra, re-
commendada intelligencia de qualquer
pessoa.
CASA
Aviso
aos terceiros da ordem de S.
Francisco.
Na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
vende-se estamenha para habito3 a 20200 o co-
vado, ese aproraptam os mesmos hbitos a von-
tade dos irmos a 459 cada uro, obra muito bem
fei la.
aviso a quem interessar.
Manoel Jos da Silva tem contralado a compra
da taberna sita na ra dos Copiares n. 12 com o
Sr. Jos Pereira de Magalhes Bastos : quem se
julgar prejudicado queira dirigir-se dita taberna
e entender-se com o comprador, islo no prazo de
5 dias, Qndos os quaes nao se responsablisa por
cousa alguma.
AVISO.
Andr Louis DeIouche,ten,de de fazer urna ra-'
gem Europa, deixa por seus procuradores baa-
tante nesta eidade seu irmio Emile Augusto
Deloache, e em segundo logar o Sr. Chaisedieu i
Plier. |
de commissodeescravos, pa-
teo do Paraizo n. 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo
Para a dita casa foi transferido o antigo escrip-
torio de commieso de escravos que se achava
estabelecido na roa larga do Rosario n. 20 e
ahi da mesma maneira se contina a receber es-
cravos para serem vendidos por commissao e
por conta de seua senhores, nao se poupando es-
torcos para que os mesmos sejam vendidos com
proroptido. aflm de que seus senhores nao sof-
fram empates com a venda delles. Neste mesmo
estabelecimenlo ba sempre para vender escravos
de ambos os sexos, velhos e mocos.
Precisa se de urna ama forra ou captiva pa-
ra todo o servigo de uma casa de familia : na
ru do I mperador n. 37, segundo andar.
Aluga-se o sobrado de dous andares e so-
lio da roa Imperial n. 169 : a fallar na roa da
Aurora n. 36.
Banhos econmicos!
Na casa de banhos do paeo do
Carmo.
Neste estabelecimenlo [alem dos banhos j co-
nhecidos) se fornecer d'ora em vante, por maior
commodo do publicobanhos econmicossem
luzo, mas com toda a decencia e aoa precos se-
guintes :
lb.nho.Tol.0 ISiJS.
7 cartee, par. banhos }* ^
30 banhos consecutivos Irlos oa momos 5}.
Carvalho, Nogueira & C,
saccam sobre Portugal qualquer quantia : na ra
do Vigarlo n. 9, primeiro andar, escriptorio.
Aluga-se
a loja da roa Direita n. 87 eom armacio propria
para qualquer estabelecimenlo : a tratar na loja
da ra do Queimado n. 46.


()
MIMO
wrreMuattco. sxti jura m ae mutuo as sn.
Escriplorio de advocada 'Sdr k C, ra estreita
NA. "5 a .
OMlIMIiMISW.
O bacharel Jos Antease de MagalWes Basto
cora escriplorio de advocada na ra da Boa-Vis
ta, cata junte a do Sr. Titira, se eeearreg
promover qualquer cobranca civel commercial
em toda a provincia das Atagois, esmerando-se
em bem servir eos seos eensiituintes, para o que
apenas pedir mdica recompensa. Os senhores
negociantes de Pernambuco poderao mandar suas
ordeus por intermedio dos Sr*. Bastos & Irmaos.
ra do Trapiche, e Joo do Siqueira FerrSo, ra
do Crespo, ou enlao directamente para Macei no
lugar cima indicado.
OfTerece-se urna molher com bastante leite
para amamentar urna manga : a pessoa que de
seu presumo se quizer ulilisar, dirija-se a ra do
Caz n 6.
Precisa-se de utn caixeiro para loja de cal-
gado : na ra do I.ivramento n. 7.
Aluga-se a loja do sobrado n. 3, sito ao
norte da fabrica do gaz e a beira do rio, conlendo
2 salas, 3 quartos, quintal, cacimba, esiando
caiada e pintada de doto, e tica junto ao banho
salgado : a tratar com o Sr. Valenga no mesmo
sobrado.
Um mogo porluguez, guarda-livros de urna
casa commercial, dispondo de algumas horas,
nellas so offerece para alguma escriptnragSo :
quera precisar, deixe carta fechada nesta lypo-
graphia sob as iniciaes 1. A.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava que
saiba ?ozinliar e engomoiar, para urna pequea
familia : na ra da Senzala Velba n. 106.
Jos Antonio Gomes Jnior,
autor do compedio Regras de escripluracao
mercantiladoptado no curso commercial per-
nambucano, faz publico que os poucos exempla-
res que restam estn i venda junto do arco de
Santo Antonio, livraria econmica, e defronte do
hospital militar, ra do Destino n. 3. o prego nao
s contina seu alterarlo, isto 6, 9$ brochura e
lOft o encadernado, mas tambem os compradores
receberSo gratuitamente umexemplar (em quan-
to estes se nao acabarem) da aunotacSo dos artl-
gos do nosso coligo comacrcial, publicago do
mesmo autor, e de umita utilidade para quem
tem de tratar a respeilo ao mesmo cdigo.
Jos Marques de Almeida, proprietario o
morador do eogenho Jaboalozinho, da comarca
do Santo Antao, faz scienle ao respeilavel pu-
blico, que lendo-se aggravado osseusencom-
modos de saude, se retira para o centro da pro- '"Iludo muito superiores
vincia a tratar de seu reslabeleciraento, e du- ; a relro* e vidrilho a80#,
ranle soa auzencta Oca na gerencia de lodos os i fenda muilo superior a 70, manteletes de fil
negocios de sua casa, son filho Jus Marques de de l.nflos gostos a 2rg. ditos de grosdeoaple pre-
Almeida Jnior, a quem deixa procurado bas- to ricamente enditados a 209. 259, 30$ e a 35g
tantecora ampios poderes para em ludo repre-
do Rosario n. 11.
Vendem-se queijos suissos muilo bons a 600
fs. a libra, champanha nova muilo superior
189 a dozia, e vioho Bordeaux a 10$ a duzia e 1$
a garrafa.
Sortiraenlo de chapeos
/fu do Queimado n. 99
Loja de quatro portas.
Chapeos prelos francezos de superior qualida-
de a 7.
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
a 9$.
Ditos de castor prelos e brancas a 1GJ.
Chapeos lisos para senhora a 25J.
Ditos de velludo edr azul a 188-
Ditos de seda para meninas ricamente enfeita-
dos a 8a.
Ditos ditos para menino a 59-
Lindos gorros para meninos a 3g.
Bonels de velludo a 59.
Ditos de palha rouito bem enfeitndos a 4g.
Chapeos de sol francezes de seda a 7#-
Ditos inglezes do 100,12$ e 13a para um.
Farinha de man-
dioca.
Ven*se Pr 4* 8acca> na tua da Cruz nu-
mero 26.
Fazeodas prelas para a
quaresma
Na rita do Queimado a. 3$
Loja de quatro portas
DE
Joaquim Rodrigues Tavares
de Mello.
Cortes de vestidos de seda prelas bordados a
i 1209. ditos bordado,
ditos bordados a sedas
FUIH&8 D AURORA.
Seus proprieurios offertewnrfsam numerosos fregueses e o pubbiee em eral, todaenul-
quer obra manuf.turada em seu reconbecido ejiabeliciraento a gibar: machinas le vapor de trias
i os tamanhos, rodas d agua pnraengenhoa, Jadas de ferro ou para cubos da madein, randas e
meias moradas, lachas de fer batido* fundido da todos os taouohos, guindastes, guinchos e
bom^rodas, rodetes agu.lbSes a bocea, para fornalba. machinas para amass.r mandioca e para
taearoear ,|godao. preacas para mendioea e oleo de rioini, portees gradara, columnas e moi-
aLA5? 'I-'-08' euUadores' Pnles ". boias, arengas,botes e todas
mol! "^'.T, *""* qwfciw obra seja qual for su. naturei. pelos desenhos ou
rus t SKr? ? nm aP'es^ta1d08- R^bem-se encomraeodas neste estabelecimenlo na
ra do Brum n. 18 A e na ruado Collegio hoje do Imperador n.5 moradiado caxeiro do es-
idJSrS. aqU,m C0SU Parera' Cm qUem S Pndent<* po* "tender par.
TABAC CAPORAL
tteposvto das manufacturas imperiaes deFranea.
CMBH ec^Jm 8Cha'Se dePsiudo- d'eumaola na ra Nova n. 23, ESQIHA DA
uiH ULARtl0 qul-ao vende por mseos de 2 heetogramos a 1*000 e em porco de
o veSXslTd8 ? CeSCOm de Pr Ce*; n "asmo estaNecimento achaJ amoera
o verdadeiro papel de linbo para eigarros.
Linha.
sentara sua pessoa, e por isso com elle se de-
vera entender, em qualquer negocio tendente a
sua cssa,
AVISO.
Precisa-se alugar um escraro mensalmenle :
ua rua dos Pires n. 42.
l'rei'tsa-se de um bolieiro e igualmente que
sirva de criado : na na Direita n 66.
JoscMuniz Teixeira (luimarSes recebcu pe-
la escuna nacional Carlota, recenlemenle che-
gada da Bdhia.os afamados charutos cavalleiros,
e pan maiscommodidaiede seus freguezes man-
douvirem meias caixas, e contina a receber
por loaos os vapores os mais recommendados
desta provincia ; assim convida aos apreciadores
da boa fnajaca elle nicamente comprareai,
visto que garante a sua boa qualidade ; em sua
loja na rua do Livraraento n. 27 ; adverte que
s vende a dinheiro.
Thomaz Teixeira Bastos vai o Europa tratar
de sua saude, e deixa com procuraban na geren-
cia de sua casa commercial, seu mano Maooel
Davino das Neves Tt^eira Bastos.
Pagase vendagem a duas ou tres prctas
que quizerem vender calcado, dando fiador astil
conducta ; a tratar na rua do Livramento, loja
numero 27.
Aluga-se um armazem n rua do caes de
Apollo, com bastantes commodos para qualquer
eslabelo" intento : a tratar no paleo de S. Pedro
numero 6.
Alugam-se dujs casas no lugar denomina-
do Sant'Afina cientes para grande familia, lendo banho peno
da casa ; a tratar no p-tlno de S. Pedro n. 6.
I'recsa-se tallar ao Sr. Bizilio
cada um, ricas mantas de blonde hespaoholas a
205, ditas de fil bordadas a seda a t2 e a 15J>
cada urna, grosdenaple prelo de superior qualida-
de de 180() al 3j)200 o covado, luvas prelas en-
tenadas e de superior fazenda 2200 cada um3, e
outras muilss mais fazendas proprias para a qua-
resma.
CENTRO COMMERCIAL
15 RuadaCadeiadoRecife-15
ARMAZEM DE TABACO, CHARUTOS E IGARROS
DE
Atten^o.
Baptisla Furtado, insta typognpliia.
E PECO ATTf ENQAO' A ESTE CU-
RATIVO .
Grande inlamarao no tero, acompa-
nhada de urna hemorragia e dores
agudas.
Atiesto que, lendo sido accnmmeltida minha
consorte de urna grande in/lumaco de ulero,
acumpanhada de urna hemorragia, cora conti-
nuadas e agndis dores, neste solfrimento passou
poresi>ai;o de 45 das sera que tjvfsse ura1 me-
lhora radical, obtendo neslc periodo melhoras
apparent^s, nao obstante sor tratada por dous
habis mdicos ; e teodo-se-mo flaneado que a
molestia era bastante grave, e que s no fim de
dous ou tres mezes poderia declinar a mesma,
recorr ao Sr. Bioardo Kirk, com escriplorio na
rua do Parto n. 119 ; este applicou as suas cha-
pas medicinaes, e cora ellas no flm de 13 das
desappareceram a hemorragia e as dures agudas ;
e no curto espado de 30 dias ficou inleiramenle
boa da dila in/lamtro do tero.
O que tudo verdade, e em gralidao ao dito
Sr. Ricardo Kirk lbe passo a presente altestaco,
para ser conhecida publicamente.
Custodio Luiz Torres.
Largo da Lapa n. 50. Rio de Janeiro.
lleconhecida verdadeira a assignatura
pelo tabellio Pedro Jos do Castro.
Quem precisar de urna ama para casa de
pequea familia ou homem solteiro, dirija-se ao
primeiro andar do sobrado do becco de S. Pedro
que volla para a rua do Fogo.
A pessoa que pretender comprar a armacao
que existe em urna loja na rua Direita n. 71, o5o
realise a compra da mesma sem se entender na
loja de fazendas na mesma rua n. 55.
Aluga-se a casa terrea por detraz da ma-
triz da Boa-Visfa n. 14 : a tratar na rua da Flo-
rentina n. 32.
Quarta-feira de cinza a tsrdejpereu-se urna
pulseira de conchas, ouro de lei, que trazia urna
menina, a qual sabio da rua de Santa Rita pela
caljada do poeDle, o seguio pelas do largo da Ri-
beira lado do sul, muro da Peuha, travessa da
rua nimia, at a casa o. 16 desta rua, onde se
deu cora a perda : quem levar dita pulseira li-
vrana universal, rua do Imperador n. 54, ser
gratificado, alem de se llie ficar obrigado.
Vende-se terrenos junto a casa do Sr. GusmSo
na rua Imperial : quem pretender comprar algum
em pequeos tamanhosou era grande porgao ap-
parera na rua do Queimado n. 51 loja, que se
dir quem vende.
Vende-se ou alnga-se urna cocheira na
Boa-Vista rua do Tambi que serve para rancho
ou mesmo cocheira : quem a pretender dirija-se
a mesma cocheira ou rua do Queimado n. 51
loja, que se dir quem faz negocio.
Farelo e milho.
Saceos grandes e de muito boa qualidade : no
largo da Assembla n. 19, armazem de Antunes
tiutmaraes & C.
Novainven Riquissimas bacijs de porcelana para lavar o
rosto, de novo modello, para quarto ou sala, as
quaes tem (modello) a vantagem de nao ser pre-
ciso mover-se du lugar para esgotaras aguas por
terein as competentes ev*cuacoes por meio de
urna babola para qualquer lugar que lenha sua
espediQao : na rua Nova n. 20, loja do Vianoa.
Vende-se doco de caj secen o melhor pos-
sivel, em porcau de arrobas ou a retalho, por
preco razoavel : no pateo doCarrao n. 22.
Vende-se um excedente bo de carro, fllho
dos pastos de Ipojuca : na rua do Rangel, casa
de Belarmino Alves de Aroucha.
Grosdenaples baratis-
simos
Vendem-se grosdenaples prelos pelo baralissi-
moprego de 1S600 e 2a o covado: na rua do
Queimado n. 22, loja da boa f.
Jos Leopoldo Bourgard
npiro nar r .. ?ir0S4 d ?."". 8rande deposito de superiores charutos do Rio de Ja-
nrrs Pl J ****.fab,,c dos Srs Domiogoa Alves Machado & C, vendendo se
Vende-se a verdadeira liaba de peso a mais
IV6 f-ode h'' *** m" com
? -." ,d!l rf #er beear, muito Ooa, dita
V nLe!i* TOr* Aaa#ri, diU da Pedro
^" .^f 45Mali saTssasf0.: m ,oj' d',guu de ouro'
Botes.
9n?0wS?-dinndM '"* P" casaveqoe a
200, 300 e 400 / *"f. Ufa de velludo de to-
das as larguras a ie, aoo. 4eo, OO e 800 rs. a
vara, ditas da seda, lindos padroea, proprias oir
sTraas1.; a '^d v- **
4flDUflcio de fazendas na
roa da Crespo n. 14.
O seguinle :
Sedas pretas lavradas, o covado 2!
Cortes de aquillo preto 30}.
dem de seda lavrada preta 305.
dem de dita dito de cores 28
dem de barege 12S.
dem de tarlatana de froque 12.
dem de outros de mais gosto 14.
dem de grosdenaple bordados a velludo 80fl.
dem de seda lavrada 55j.
dem de cambraia bordados muito finos 18S.
bollas bordadas de traspasso Gnas 3.
dem bordadas com salpicos pretos 1.
tnfeties para senhora 1J500.
Sabidas para baile de bora gosto 7$.
Chales de cambrsia bordados grandes 9.
Oasaveques de fustao bordados 8J.
dem de cambraia 4j).
Chales de merino com algum mofo 4.
Romeiras de cambraia bom gosto 19
Tambem tem outras muitas fazendas que se dio
em conta vista dos freguezes.
por-
Baratissimos jarros de
cellana.
Vende-se mui bonitos jarros de porcellana dou-
- e de tamanhos nao pequeos, proprios pa-
rada
ra enfeites de mesas, ornato de gabinete, etc.,
baratissimos precos de 3j) e 4JO00 o' par:
loja d'Aguia Branca n. 16.
na rua do Queimado
anisaos e ha'mb'rg a'm dUl 'em 8empre gCande sorlimeDl0 de charutos'manilha,
era
havana.
Sal.
supra
O oinpras.
Compram-so escravos para embarcar para
fra da provincia ou para engenho ; no eseripto-
rio da rua Direita de Francisco Mathlas Pereira
da Costa n. 66.
Gompram-se escravos.
Compram-se, vendem-se. e trocam-seescravos
de ambos os sexos e de toda idade : na rua do
Imperador n. 79. primeiro andar .
Gompram-ie acqOes do novo ban-
bo de Pernambuco: na rua da Cadeia
n. 41.
Compram-so moedas de ouro. de 208 : na
rua Nova n. 36, laja.
Compram-se notas de 1# e 5# ve-
lha com mdico descont : na praca da
Independencia n. 22.
Compra-s urna casa terrea na rua do Rosa-
rio da Boa-Vista, anda que precise concert m-
pre se faz negocio.
Compram-se peridicos a 3800 a arroba :
no pateo do Carme, esquina da rua de Hortas
numero 2.
Vendas,
Charutos suspiros.
Chegaram rua das Cruces n. 41 A, taberna da
porta larga, os verdadiros charutos suspiros, e
tanto se vende caiMI com* m* caixas. e a re-
talho, assim como outras miui qualidades que
vende-so por menos do qoe em outra parte
Vende-se urna cadeirMis en bom esiado :
na rua da Aurora n. W.
Vende-se a bordo do hiate Gratidao, ultima-
meate cliegado do Ass : a tratar com o me.tre a
bordo.
Na taberna de Gurja de Cima ba para ven-
der urna negra alguma cousa idosa, muito boa
coznheira : quem a pretender, dirija-se a mes-
ma taberna, que achara com quem tratar.
Papel.
Na loja da aguia d'ouro, rua do Cabugn. 1 B
veode-se papel de peso peralioa a 39200 a resma!
Dito mais inferior a 2J00 e 2#800.
Dito mais fino almaco a 3500.
Dito mais inferior a 3&200.
Dito de cores folha pequea a 500 rs. 1/4 de
resma.
Fazendas baratas
Na rua do Queima lo n. 19
Cimbraias finas matizada, pelo barslissimo
preco de 210 rs. o covado. ditas escuras a 18C rs
o covado.
Chitas francezas tanto escuras como claras a
220 o covado.
Toalhas de fustao a 600 rs. cada urna.
.> c"mbr,,iet'S filias para vestido a 8800.3fl e
.15500 a pega.
Esleirs da India para cama e forro de sala
sendo de 4, 5 e 6 palmos de largo
Lencos brancos para algibeira pelo barato pre-
go de l600a duzia.
Grandes colchas do fustio lavradas a 5}500.
Loja de fazendas.
Vende-se a loja sita na rua das Cinco Podas
n. 68, tendo pouco mais ou menos em fazendas
6.000, e900J ero dividas: quem a pretender
dirija-se a rua da Cadeia do Recife, loja n. 35
que se far qualquer negocio.
Na rua da Madre do Dos n. 6, vende-se
milho mnilo bom e grandes saceos, ltimamente
chegado do Mundano, a preco de 3#600 o sacco.
Veode-se urna arraayao em bora uso, pro-
pria para loja ou taberna, com um ptimo bal-
cao ; na rua da Madre de Dos n. 34.
Fabrica do
teiro.
Vende-se em grosso assucir refinado baixo a
30200 e 39600 rs. a arroba.
Atlengao.
Vendem-se muito bons e bonitos lencos de la-
byrintho, de grades e bordados, fronhas, toalhas
e camisaa, muito boas rendas e bicos da trra da
largura de um dedo e um palmo, proprios para
toathas de baplisados, roquetes e alvis : na Boa-
Vista, rua da Mangueira n 11.
Macarrao e ialharim a
Charutos suissos.on -n.
p a 30S o milheiro, fazenda superior e que se vendia a 4jtf.
he hespanhoes sendo de super.or tabaco do Rio. vende-se era milheiros muito barato
Bocaes para charutos
a320rs. ^uaiul-"S com agarras de metal al cada um, ditos para cigarros a
Papel para cigarros
darnos cigarros di papelTde STseT S fUmaD,eS de Cg'rr8 6 C"rer0S fb-
lidade.08^0^ franc0Zl vetdairo em macos de diversos tamanhos, garanie-se a qua-
Tabaco turco w alibrae meialibra por 3J
,0^^ d6 harl6beke P- e ^-rsos tamanhos, fazendo-se .bstimen-
Cigarros de manilha de papel branco e pard0. m 0 niilheiro>
Rae'11?-6 Pa parat"rosderaanilha-
^r i fra"cez em ma^os de urna libra e ditos de meia libra fazenda superior.
VasOS de *OU$aa barro par. tabaco.,.p.
Cach-P hr0S e SCaS de dTer"s q"aUdades P"a chsrul0!'
deirs hlfn ."i* casa/eraseD1PresoiUmonto espantoso de cachimbos de gesso, louca, ma-
deira, barro e os verdadiros e sempre apreciareis cachimbos de espuma.
1 abaco do Rio de Janeiro *
yp j J *"*" picado para cachimbos e cigarros a 800 rs. a libra.
Venaem-Se lOdaS es fazendas mais barato do que em outra qualquer parle.
vSdPeta m "S.6 encominend'8' caixolam-se e remeilem-se aos seas destinos com bre-
da que fica exposto lera um variado sortimanto de objectos proprios para os senhores N-
Vender muito para veuler barato
Vender barato para vender muito.
Attenco.
Na rua do Trapiche n 46, em casa de RoEtron
exi8le um bom orlimento de li-
nha8 de cores e brancas em carreteis do melhor
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem poi
precos mu razoaveis.
O
I-
o
fea
Si
*8
Mon
4d0rs.
Aletria a 640, queijos a 1800,
a 800 rs., vtoho de Lisboa
doce de foiaba
560 e 400 rs.. do
Porto engarrafado a 800 rs. : no largo do Farai-
zo. taberna da estrella n. 14.
Estampas finas e nteres-
santes.
A loja d'Aguia-Branca recebeu mui {loas, e gran-
des estampas, do fumo e coloridas, representan-
do urnas a morte do justo rodeado de aojos, etc.
e outras a morte do peceador cercado de demo-
nios, etc. Sao na verdade interessanbes easas
eslampas para quem as sabe apreciar, pelo que
se lornam dous quadros dignos de se possoir, e
mesmo pela raridade delles aqu. Veodem-so
a 2000 cada estampa, na rua do Queimado n.
16, loja d'Aguia-Branca.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joo Soum & C nicos possuidores des-
te xarope j bem conhecido pelos seus bons ef-
feitos, continuam a vende-io pelo prego de Id
cada vidro, fazera urna difference no prego aos
collegas e a todas as pessoas que tomarom de 12
vidrosnara cima.
Penles de (das as qua-
lidades.
Na loja d'aguia de ouro, rua do Cabugi n. 1 B,
chegado um completo sortiraenlo de pentes,
que se vende por baratissimos pregos, como seja:
Peales de tartaruga de lindos gostos a impera-
Iriz a 8,10 e 12f.
Ditos lisos sem serem virados a i e 5}.
Ditos de massa fingindo tartaruga a 13200 e
1500.
Ditos lisos para atar cabello a 200, 240 e 300 rs.
Para menioa.
Pentes de tartaruga para ssrgurar cabello de
meoina a 3#.
Ditos de borracha a 800 e 1.
Ditos para tirar caspa a 400,500 e 600 rs.
Ditos de massa a 600 rs.
Ditos de borracha para desembaracar a 500 e
600 rs.
Ditos de tartaruga a 3$.
Ditos de massa a 240, 300 e 400 rs. E outras
mais qualidades, que vista do freguez n5o se
engeita dinheiro.
Rap princeza gasse da Baha
Em casa de Lopes Irmaos, no caes da alfande-
ga n. 7, acha-se estabelecido um deposito dessa
fabrica, onde se vendo em porc.de. ou a retalho.
Para acabar.
Na loja da aguia de ouro, rua do Cabug n. B.
vendem-se pegas de bico estrello com 20 varas a
1$ o 19200 a pega, dito muilo fino de todas as
larguras a 2*. 2J500 e 3, ditos de seda estreilos
a 100, 120 e 200 rt. a vara.
Vende-se um carro da alfand$ga com ex-
cedente boi, por prego mdico : no pateo do Ter-
go n. 27,
Vendem-se barricas com cemento preto,
pelo barato preco do 7| a barrica para acabar :
no Campo das Princezas, armazem de maleriaes.
GRANDE SORTHIENTO
DE
Roupa feita,
Na loja e armazem de Joa-
quim Rodrigues Tara-
res de Mello.
Hua do Queimado n.39
Loja de quatro portas
Sobrecasacas de panno fino obra muito bem fei-
ta, de 359 a 40 cada urna.
Paletols de panno doo preto, de 259 a 309.
Colletes de velludo preto bordado, a 129 esda
um.
Ditos de gocguro preto a 79 dem.
Ditos de seti.Ti maceo a 6$ idem.
Ditos de casemira preta a 5idem.
Caigas de casemira preta lina de 12 a 14
Paletols de estamenha a 3$.
Ditos da alpaca preta, saceos de 49 a 5.
Ditos do dila sobrecassoos do 89 a 99.
Ditos de barabolina prota superior fazenda a 12
Ditos de aeia casemira a IO9.
Ditos de casemira maito Gna a 14g.
Um completo sortimealo de paletols de fustao e
brim. e caigas e coletee, que ludo se vende or
prego em conta. *^
Cera de carnauba.
A melhor que tem vindo ao mercado e por
prego commodo : no largo da assembla n. 19.
armazem de Antunes Guiowraea A C.
O.
m
O
A loja da ba-f
na tua do Queimado u. V&
est muito sortida,
c vende muito barato :
Brim branco de puro linbo trangado a 15000 e
qnnrs" a vara;*to pardo muito superior a
1}UU a vara ; gangas francezas muito Anas de
padroes escures a 500 rs.; riscadinhos de linho
Propnos para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : cortes de caiga de meia casimira a 18600
ditos de bnm de linho de cOres a 29 rs.; breta-
ona de linho muito fina a 209, 229 e a 249 rs. a
pega com 30 jardas; atoalhado d'algodo muito
superior a 13400 rs. a vara; bramante de linho
com l varas de largura a 29400 a vara ; lengos
ae cambraia brancos para algibeira a 29400 a
duzia; ditos maiorea a 2$; ditos de cambraia
de linho a 6. 79 o 8 rs. a duzia ; ditos borda-
dos mutto finos a 89 rs. cada um ; ditos de eam-
i" e5S!*odao com Dico lgo de linho em
Tolta' '1280; ditos com renda, bico e labyrin-
lo a 2JO00; e alm disto, oatras muitas fazen-
das que se vendem muito barato a dinhiro a
na rua do Queimado n. 22, loja da Boa <
U Rua Direita ^5
Teodo de amtteolar 30 f. o calcado de oa~
nbora e o de horneas 10 u. dodia ida tevareieo
em oante, em consequencia da aov pauta awe
ba da vigorar na altandega; 0 pronaUrio do
bem sonido estabeleciaaento da rna DireiU 1
45. oso quer que oa seus freguezes carrean*
com as coosequenefaa da systema financeiro do
Sr. ministro da fazenda e por laso sustenta ns
pregosdo sen calcado pela tabella segulnie;
Homem.
Borze^uins para homem (m-
penact)....... 10$000
Ditoa {aristocrtico). 9^000
'OUm (prora cTagma) 8$500
Ditoi(Beraaglier!)..... 8J000
Dito^(communitai). 6J000
Meiot borzeguin* (patate). (000
SapatSea (3 batera). 5,J6r)0
Dito (sola dupla)..... 5J200
Dito (blusas)...... 50O9
Seohora.
Botina (prima dona). 5000
Dito (v a vi)..... 4800
Ditos (me deixe). .... 4^500
Dito (grisete). ...... 4,0000
MenHos e meninas.
Sapotoe (bezerro).....4$000
Ditos (diabretes).....3#500
Ditos (salva pea)......5$0Q0
Botinas (boQosas).....4$000
Ditas (para crianzas). 3^500
Sapatos para senhora (lustre). $200
E um completo sortiraenlo de couro de lustre
raarroqu.m. sola, bezerro francez. conriohos
ludo que necetsar.o um irmo de 8. Cris-
pim. advogadodos artiaUssapateiros. por precos
que s este estabelecimento pode vender.
Cambraia
baratas.
19 Rua do Queimado 19
Cortes de cambuta branca muito finacom sal-
picos miudlnhos a 49600
Cambraieta para vestido, muilo fina,pelo ba-
ratsimo prego de 29600,29800,39e 39500 cada
pega
Baloea de muasulina, ditos arrendados, ditos
Rua do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S, vende-se
por pregos baratissimos, para acabar : pegas de
cambraia lisa Ooa a 39, organdys muito finas e
modernos a 500 rs. o covado. cassas abenas de
nonitas cores a 240 rs., chitas largas a 290 e 240
cortea de casa. de corea a 29. ntremelos borda-
dos a 1950O a pega, babados bordados a 320 a
vira, sediohas de quadros finas a 800 rs., casa-
veques de cambraia e fil a 59. perneadores de
"mbraia bordados a 59, golliobas bordadas a
640, ditas com ponas a 29500, manguitos borda-
dos de cambraia e fil a 29, damasco de lia com
y palmos de largara a I96OO, bramante de linho
com 5 palmos de largura a 900 rs. a vara, luvas
para senhora a 100 rs. o par, capas de fustao en-
v / a 5*' pe?as de niadapolao fino a 4g, la-
zinna de quadros para vestidosa*>320, camisusde
cambraia bordados a 29, sobiecasacas de panno
f.0 2S e 25g, paletols de panno e casemira de
Ib a 205, ditos de alpaca de 39500 a 89, ditos de
bnm de cores e brancos de 39500 a 5]J, caigas de
casemira prelas e de cores pare todos ps pregos.
ditos de bnm decores e brancos de 29 a 59. ca-
misas brancas e de cores para todos os pregos,
colletes de casemira de cores Unos a 59 ; assim
como outras muitas fazendas por menos do seu
valor para fechar conUs.
Cal de Lisboa
N deposito da rua da Cadeia do Recife n. 12,
acaba de cneger pelo ultimo navio a verdadeira
ca virgem em pedra, rao havendo alem desta
raai3 neuhuma no mercado, em poucos dias se
concluir, por isso devera os pretendentes con-
correr auanto antes.
Attenco.
Rua do Arnorim n. 40
Vende-se farinha de mandioca, saceos de tres
quartas. pelo barato prego de 39.
Vestidos de seda preta a 60$.
Na rua do Cabug, loja n. 8, j existem poucos
corles de ricos vestidos prelos de grosdenaples
bordados e de babados, em carles grandes, que
se venderam a 1009: a etles.antes que se acabem
lao boa peehmcha para a quaresma.
HUBOBT
A dinheiro.
^Fazendas boas e baratas.!
Vende-se grosdenaples pretos superior
ra 4 palmos de larenra a l*Snn a 9.
co
largura a I98UO e 2g.
Grosdenaples pr-io to encornado
j>rece gorgurao a 29SOO.
que
Hl
eoberto8 e descobertosr pequeas a grandaa, da
ouro patente ingiez, para homem a senhora de
Vende ae um* carroca em bom uso| porfB ** raalhores fabricantes de Liverpool, vin-
co ramodo preto; no Campa das Princezas, 04. idos peio ultimo naqueta inalai : em usada
tSnihall Kellor C,
aoazem de maleriaes.
balu para menina de todos os tama-
nhos.
Manteirtes pretos de DIO, de grosdena-
ples e outras qualidades.
todos os tamanhos para
Can.isas de
meninos.
Botinas de lleli verdadeira que todos
vendem a 14J por 129.
Bolinas de Nantes verdadeira que todos
vendem a 129 por 99500.
Grosdenaples de quadrinhos a 18,19200
Parece incrivel que essas fajendas se
vendara por esses pregos que na verdade
6 o mais barato possivel. do-se amos-
tras na roa da Cadeii confronte ao bec-
co Largo loja o 28, deGurgel 4 Perdifio
Bonitos cilos para, seofao
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vendem-se mui boni-
tas Qtas com flvelas para cintos de senheras e
meninas, e pelo baratiasimo prego de 2g : em
dita loia da anua branca, rua do Queimadonu-
mero 16.
Cheguem ao barato
O Pregaica est quaimando, era sua loja na
rua do Queimado n. 2.
Pegas de bretanha de rolo eom 10 varas a
28, casemira escura infealada propria para cai-
fa, collete e palitots a 960 rs. o covado. cam-
braia organdy de mui 10 bom goste a 480, rs.
a vara, dita lira transparente muito fina a 3,
4f, 5*, e 65 a peca, dita tapada, com 10 varas
a 5?? e 69 a pega, chitas largas de modernos e
escolhros padrees a 240, 2OOe280rs. o cava-
de, riquissimas chales de marin eslanpado a
79 e 89, ditos bordados com duas palmas, fe-
renda muito delicada a 99 cada um, ditos com
urna si palma, muito finos a 89SOO, ditosliaes
com franjas de seda a 59, lengos de cassas aera
barra a 100, 120 160 cada um, meias mnilo
loas psra senhora a 49 a duzia, di las de boa
qualidade a 39 e 3500 a duzia, chitas fran-
cezas de ricos deseados, para eoberta a 280 rs.
covado, ehitasesearaa inglesas a 59900 a
peca, e a 160 rs. nevada, brim branco do puro
linho a 19, 19200 e 10600 a vara, dte preto
muito encorpado a 19500 a vara, brilbantina
aiul a 400 rs. o covado, alpacas de difieren tes
cores a 360 rs. o covado, casera i rss pretas
finas a 29500, 39 e 39500 e eeved, cambraia
preta e de salpicn 500 rs. 1 vara, e outras
muius fazendas que aa far patale ao ensaes-
4or, a da todas,. *** em^trM enm f^UES VSZUBJF-
\ Haatas pelas de fi. da linho a 89.
\ Chales de seda padreo moderno^ borl-
la e ponta redonda a 79.
Chsles de caxemira
borlla a 84.
ponta redonda e
SaiHg balSo de 30 reos a 45800.
ueijos.
queijos bons a !|440 : na roa Di-
Vendem-ae
reata n. 8.
Vende-se urna casa terrea con urna porta
e duas janellas, enndragada. de pedra e cal, com
i quartos, despensa, cotinha fra, quintal mura-
do,cacimba, n rua da S. Miguel dos Afogados
n. 57 : quem a pretender, dirija-se a raed* Col-
legio. casa do Sr. Dr. Deodorio, que asi se dir
quem a pessoa que a vende.
Peincha.
C'?" TC?" e lluM *~*fibos a 240 rs.o
Rusl do Crespo n. 8, loja
de 4'portas.
Pechincha que admira.
'indos desenhos
as com penhor.


Fazendas de todas as qualidades
m wu s MfflM
DE
Joaquim F. dos Santos.
40 -RA DO QUEMADO-40
Defroute do becco da Congregaco letreiro verde.
Grosdenaple prelo o covado a 81.
2a500, 2$e
Seda lavrada preta e branca o co-
rado 3, 2:0500 e
Selim preto superior o covado a
Cortes de vestidos de gorgurao de
seda preto de 2 saias a 809 e
Mantas de blonde pretas e brancas
para senhora a 123 e
Lenco9 de gorgurao de seda preto a
Ditos de seda rotos para senhora
a2|e
Tafel preto e rxo a 1g e
Manas de fil de linho pretas a
Sedas de cores o covado a 11500,
1, 900 e
Diversos fazendas de la e seda.
Cambraia e seda o covado a 500,
640, 800, 1 e
Velludo preto muilo superior o co-
vado a
Panno e casemira preta e de cores
de toda3 as qualidades
Casemira preta de cores de 2 largu-
ras covado
OrgauJys muilo fino e de novos de-
senhos vara
Veos de cores para cabeca de se-
nhora a
Tiras e enireraeios
Sargelim de cores pratiado covado
lj600
2000
4*000
709000
2j>000
1(600
500
16J0OO
800
8
19200
59000
I
I
2000
I
lflOOO
39000
9
320
Merino selim prelo e de cores pro-
prio al para vestuarios de me-
ninas o covado
Enfeiles para cabega de senhoro
Saias balao de madapolo, de rous-
solina e de 30 arcos a 39500,
4$, 49500, 59 e
Selim preto azul o encarnado pro-
prio para forros 4 palmos de
largura o covado
Luva preta de seda de todas as
qualidades para senhora?, ho-
mens e meninos
Mantas para grvalas e grvalas de
seda de todas as qualidades
Chales de merino bordados, lisos" e
estampados de todas as quali-
dades
Ditos de louquim branco muito fi-
nos
Cortes de vestido de gaze do seda
e phaotasia
Peitosde cambraia de lioho
camisa lisos e bordados
Ditos de madapolo brancos e de
cores
Chitas francezas a 260, 280, 300 e
Cassas francezas preta e cor de
rosa a 600 e
Lencos bordados e lisos de cam-
braia de lioho e de algodo
I9OOO
9
6>0O0
19600
para
320
500
EAU HIINERALE
NATURALLE DE
Deposito Da botica franceza ra da Cruz n
VICHY.
,22
Relogios.
Veodem-se em casa de Braga, Silva & C..re-
logios de ouro de diversos, fabricanlestinglezes,
por prego commodo.
@
i
@ Machinas de vapor
$ Rodas d'agua.
9 Moendas de canoa.
Taixas.
Q Rodas dentadas.
Q Bronzes e aguilhes.
() Alambiques de ferro. a
9 Crivos, padres etc., etc.' m
O Nafundigode ferro de D. W. Bowman
0 ruado Brum passando \o chafariz. @
Bolsas de tapete para
viagens.
Vendem-se mui bonitas bolsas de tapete pro-
pnas para viagens, etc., etc., pelos baratissimos
pregos de 59, 69 e79 : na loja da aguia branca
ra doQueimado n. 16: *
As melhores machinas de co-
zer dos mais afumados au-
tores de New-York, Singer
& C, Whecler & Wilsou e
Geo. B. Sloat A C.
Estas ma-
chinas que
sao as melho-
res e mais
durado uras
mostram-se a
qualquer hora
e ensina-se a
trabalhar as
casas dos com-
pradores ga-
ranlindo-se a
sua boa quali-
dade e dura-
fio : no depo-
sito de ma-
chinas de
Raymundo Carlos Leite <& IrmSo, ra da Impe-
atriz n. 12, adligamente aterro da Boa-Vista
Acaba de che-
Pennas d'aco.
A loja d'Aguia-Branca recebeu ura grande sorti-
mento de pennas d'aco de diHerenles qualidades
as quaesest vendendo de 500 a I9000rs. gro-
sa. E' o mais barato possivel: na ra doQuei-
mado loja d'Aguia-Branca, n. 16.
Attenco.

Vende-se a sexta parte da casa de 2
andares da ra do Queimado n. 42,
pertencente a Bemardino Christovao
Mamede de Almeida, residente no Pa-
ra': os pretendentes dirijam-se ao seu
procurador na ra do Trapiche n. 44,
segundo e terceiro andar.
AJgodo nDs(ro.
DUilO 31 MMAMtCCO. SULTA flitU 3i DI JTfiVBRlIftO Mtttl.
Vende-se algodo moastro com duas larguras,
muito proprio para toalhas e leoces por dispen-
sar toda e qualquer costura, pelo bartissimo
preco d 600 rs. a vara ; na ra do Queimado n.
22. na loja da boa f.
(?)
BASTOS
Quei-
240.
Cassas de lindos padres e cores tixas que se
pdegaranlir aos comprados, a 240 rs. o covado
na ra do Queimado, loja de4 portas n.39.
que ouir'ora tinha loja na ra do
roado b. 46, que gyrava sob a firma de
Ges & Bastos participa aos seus nume-
rosos freguezes que dissplveu a sociedade
que tinha com o mesmo*Ges tendo sido
substituida por um seu mano do mesmo
l nome, por isso flcou gyrando a mesma
j% firma de Ges A Bastos,assim comoapro-
jjg veita a occasiao para annunciar abertura
O do seu grande armazem na ra Novajun-
|| lo a Conceicao doa Militares n. 47, que
g passa a gyrar sob a firma
8 DE
g Bastos < Reg
|B com um grande e numeroso sortimentode
Mtm roupaseitas e fazendas de apurado gos-
to, por pregos muito modificados como
de seu costnme, assim como sejam : ri-
m eos sobrecasacos de superior panno fino
A prelo o de cora 25$, 28J e 309, casacas
JE do mesmo panno a 309 e a 359, paletols
sobrecasacados do mesmo panno a 18$,
% 20$ e a 22$, di los saceos de panno prelo
129 e a 14$, ditos de casemira de eflr
muito fina modelo inglez a 9f, IO9, 129
el49, ditos de estamenha fazenda de
apurado gosto a 59 e 6$, ditos de alpaca
prea e de cor a 49. sobrecasacos de me-
rino de cordao a 89, ditos muito superior
a 129, ditos saceos a 59, ditos de esguiao
pardo fino a 4$, 49500 e 5$, ditos de fus-
to de cor a 39, 35500 e 49, ditos bran-
cos a 4900 e 595G0, ditos de brim pardo
Qno sacco a 2g800, calcas de brim de cor
Anas a "39. 3j(500,49e 4$500. ditas de di-
to branco finas a 5$ e &b50, diias de
princeza proprias para luto a 4$, ditas de
merino de cordao preto fino a 59 e 69,
ditas de casemira de cor e preta a 89, 99
el, rlleles de casemira de cor e pre-
ta a 4$500 e 5, di tu s d o seda branca pan
casamento a 59, diloa de brim branco a
39 e 49, ditos de cor a 39,colleles de me-
rino para lulo a 4$ e 49500, ricos rob-
chambres de chita para homem a lOS.pa-
letols de panno fino para menino a 12$ e
149,casacas do mesmo panno a 15j,calgag
de brim e de casemira para meninos, p'a-
letotsde alpaca ede brim para osmesroos,
sapatos de tranca para homem e senho-
ra a 19 e 19500, ceroulas de bramante a
18j)e 20 a duzia, camisas francezas fi-
nas de core brancas de novos modelos a
17$. 189, 209. 24$. 289 e 309 a duzia,
ditas de peilos ae linho a 309 a duzia, di-
tas para menino a 1)800 cada urna, ricas
gravatas brancas para casamento a 1J800
e29 cada urna, ricos uniformes de case-
mira de cor de muito apurado gosto tanto
no modello como na qualldade pelo di-
minuto preco de 35$, e s com avista se
pode reconhecer que barato, ricas capas
de casemira para senhora a 188 26.
e militas outras fazendas de eicellenle
gosto que se deixam de mencionar quo
por ser grande quanlidade se torna en-
fadonho, assim como se recebe tada e
qualquer encummenda de roupas feitas,
para o que ha um grande numero de fa- __
zendasescolhidas e urna grande oflicina ff
de alfaiate que pela sua promplido e per- X
feico nada deixa a desejar. ff
Cassas de cores.
Ainda se vendem cassas de corea fizas, padres
muito bonitos, pelo bartissimo prego de 240 rs.
o covado, e mais barato que chita: na ra do
Queimado. n. 22, na bem cocheada loja da
Boa f. '
te
nha
ELOGIOS,
Attenco
gar ao armazem
DE
Bastos & Rege,
urna grande qnantidade de uniformes de case-
mira de cores muito recommendados tanto pelos
seus bonitos padres como pela sua be mfei loria
e como seja grande quanlidade tomamos a deli-
beraco de vender pelo diminuto prego de 25$,
assim como urna grande quanlidade de chapeos
de castor brancos e preto pe'o diminuto preco
de 6$, poisse vendem estas obras por este dimi-
nuto preco como Om de apurar dinheiro e acre-
ditar esto novo armazem na roa Nova junto a
Conceicao dos Militares n. 47.
Vendem-se tres casaes de gneos; no sitio
das Almas, no caminho que vai para Bellem, pas-
sando a pootczinha, do lado esquerdo, o primeiro
sitio, ou em Santo Amaro ao p da undico, ta-
berna do meio.
Vende-se urna carroca e 1 ou 2 bois ; em
Santo Amaro ao p da fundicao, tabernario meio
de Jos Jaeiotbo de Carvalho.
Franjas com vidrilk
Na loj d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
vendem-se franjas pretas com vidrilho, de lindos
padres, a 560, 600 e800rs. a vara, dita sem vi-
drilho pelo bartissimo preco do 300.400 e 500
rs., ditas de todas as cores a 240, 300, 400, 500
e 600 re., ditas de lioho branca e de cotes a 160
e 20O rs., ditas de lia a 300 e a 400 rs. a pega de
41(2 varas, galesiinhos e traocinha's de seda
proprios para eofeitar roupesziohos de crianca,
tranciohas da linho a de lia, '.rincdina de corea,
que se vende tudo por baratissimos pregos para
acabar.
Vewde-ae ama- parte de ama ca. na-rua de
Santa Bita n. 59 ; trata se na ra da Guia o. 29,
Tem chegado em casa de A. L. Delouche, ru
Nova n. 22, o mais bonito sortimento de relogio
americano que nunca tem apparecido neste mer-
cado ; vende-se por prego commodo,
Fazendas proprias para a
quaresma, no novo es-
tabelecimento de Jos
Moreira Lopes, ra do
Crespn. 13.
Manteletes, vestidos de grosdenaple com bar-
ras de velludo, ditos bordados, veos pretos de
fil bordados, sarja preta, grosdenaples, casemi-
ras, pannos finos, e outras muilas fazendas, tudo
por pregos muito commodos.
Vende-se o engenho S. Jos, de Bom Jar-
dim, sito na freguezia de N. S. da Luz, rnoente e
correte, distante da praga 4 legoas, quasi prom-
pto para moer com agua, com boas matas, ei-
cellente cercado, boas obras, e urna boa safra j
criada : os pretendentes hajam de dirigir-so ao
mesmo engenho, ou no engenho Penedo de bai-
lo, que se far todo o negocio vista do com-
prador.
Vende-se na ra das Nimphas um escravo
de meia idade, na casa n.7, sendo este bom co-
zinheiro, per prego commodo ; tambem se olfe-
rece urna ama para casa de pouca familia, dando
flanea a sua conducta ; a tratar na mesma casa.
Vendem-so 3 vaccas, 2 paridas de pouco :
a trrlar na PiraBga, siliodo Sr. Carneiro, ou na
cocheira da ra da Boda n. 45.
Aviso geral.
Na ra Nova n. 20, chegado um sorlimento
de riqoissimas camas de ferro, volantes, que
muito commodas sao para viagern para outro
qualquer servigo que se quizer applicer, sio mui-
to uieis por aerem de lona e nao precisareis de
colvo, e outras multas qualidades, que com a
presenga do comprador devero agradar ; loiado
Vianna.
mmmmmm mmm mmn
Vende-se encasada Saunders Bro hers A
C. pregado Corpo Santo, relogios do afama
abricante Roskell, por precos commodos
do
novas.
A loja d'aguia branca acaba de recebar de sua
propria encommenda um lindo e completo sorli-
mento de perfnmsrias finas, as quaes est ven-
dendo por menos do que era oulra qualquer par-
sendo bem conbecid oleo pbilocomo e ba-
(sociel hygienique) a 19 o frasco, finos
extractos em bonitos frascos de cores e dourados
a 2, 2*500, 3, e 4, a afamada banba trans-
parente, e outras igualmente finas e novissimas
como a japonaise em bonitos frascos, cuja lam-
pa de vidro tambem cheia da mesma, buile
concrele, odonnell, principe imperial, reme,
em bonitos copinbos com tampa de metal, e
muilas outras diversas qualidades, todas estas a
19 o fraseo, bonitos vasos de poreellana doura-
da. preprios para offerta a 29 e 29500, bonitos
bahusinhos com 9 frasquinbos de cheiro a 29,
lindas cesiinhas com 3 e i frasquinbos, e caixi-
nhas redondas com 4 ditos a 19200 e 19600,
finos pos para denles e agua balsmica para ditos
a 19 e 19500 o frasqulLho ; e assim urna in-
finidad* de objeclos que sio patentes em dita So-
ja d'aguia branca, na ra do Queimado n, 14.
? !;
49 Ea casa de Mills Lalham & C, na ra (
49 da Cadeia do Becife n. 52, vende-se : (JJ
m Dito Xoraz, engarrafados, de muito supe- 4$
49 riores qualidades, g
49 Oleo do linhaca, a$
Alvaiade, g
Azarean, a*
Seceante, a
49 Encarnado veneiiano em p,
fManteiga ingleza,
Estopa dita,
4j Lona dita.
i 4S49 &mmm &mmmm
Vende-se una exeellente escravo
com 18 annos de idade pouco mais ou
menos, bonita figura, proprio para pa-
gem : quem prciiar dirija -se a ra da
Cadeia do Recie n. 55, loja de Figuei-
redo & Irm9o.
Vende-se presunto muito novo a 400 rs. a
libra : narua das Cruzes n.24, esquina da Ira-1
vessa do Ouvidor.
Arados americanos e machina-
par a lavar roupa:cm Casa deS.P. Jos
bostn & G. ra dbSenzala n.42.
Cheguem aloja da Boa f
Chitas francezas muilo finas de cores fizas a
280 rs. o covado ; cambraias francezas muilo fia
as a 640 rs a vara ; idem lisa muito fina a
4jOO e a 6J00O a pega com 8 1)2 varas ; di-
muito superior a SJDO a pega com 10 varas;
dita fina com salpicos a 4$800 a pega com 8 \\
varas; Gl de linho liso multo flno a 800 rs. a
vara ; larlatana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muilo baratas: na ruado
Queimado n 22, na loja da Boa f.
Lencos para rap.
adem-se lencos muito finos proprios para os
quistas por serem de cores escuras e fizas a
JO a duzia : na ra do Queimado n. 22, na
, da Boa f.
Ni loja da Boa f vende-se
ro preto fino a 4j, 5, 6*. 89 e 10J rs. o co-
casimira preta fina a 2J, 3 e 49 rs. o co-
gros de naples prelo a 2, 2$500 e 3 o
lo; alpaka preta fina a 640, 800, e muito
1$ rs. o covado ; casimiras muito finas de
(escuras com 6 palmos de largura a 49 rs. o
ditas de cores claras a C rs. o corte de
meias de algodio cr muito superiores a
rs. a duzia ; ditas Je algodo :ru tambem
muitoIsuperores para meninos a 4f a duzia ; e
assim n.uitos oulros artigos de lei que se ven-
dem baratissimos, sendo a dinheiro : na referida
loja da Boa f. na ra do Oueimado n. 22.
lamisas e toalhas.
Grammatica in-
gleza de Ollendorff.
rfovo methodopara aprender a lr,
a escrever e a fallaringlezem 6 mezes,
obra i nteir ament nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instruc-
cS, pblicos e prticulares. Vende-
se napraca de Pedro II (antigo largo
do Gollegio) n. 37, segundo andar.
deezceellnte costo.
mm^m memmsm mmmm
Vendem-se camisas brancas muito finas pelo ba-
rtissimo prego de 28 rs. a duzia ; toalhas de li-
!?.rancfl ; SHaRrioS. \8: :&! TrletteT:
do n 22, loja da Boa f.
Paletos.
. Vendem-se paletos de panno preto fino, muilo
bem fetos a 22 r?.; ditos de brim branco de
I lioho a 59 rs.; ditos de setineta escuros a 3&500,
| muito barato, aproveilem : na ra do Queima-
do n. 22, loja da Boa f.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bemeonhecido eacreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12,ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova ede superior
qualidade, assim eomo tambem cal virgem em
podra, tudo por precos mais baratos do que em
oulra qualquerparts.
acabar.
Guimares Villar.
Ra do Crespo n. 17.
A 15,000!!!
Chapelinas de seda para senhora rica
mente enfeitados aUuns brancos e oulros
de cores pelo bartissimo prego de 159,
parere iocrivel porm vista verbo qu
6 pechincha sem segundo.
Bicos enfeites a imperatriz o que ha de
melhor.
*t1N ALOJA
Encyclopedica
: de
Guimares & Villar.
|Rua do Crespo numero 17.
! Vende-se fazendas de superiores qua-
l hdades egostospor pregos incriveis:
b Chapeos de seda P3ra senhora brancos e
de cores a 159.
b Ditos ditos de ditos de cores e brancos a
* 209OOO.
1,Ditos de palha ricamente enfeitados a
t 289e409.
Riqusimos cortes de cambraia branca
, bordados a 359.
j Ditos dilos a 2O9.
1 Las de Garibaldi em cortes com 25 co-
vados a 109.
1 Cassas a Garibaldi o oulros delicados
1 gostos a 700 rs.
Cassas miudas superior fazenda de cores
i fizas a 260 rs. o covado.
I Laas de todas as qualidades a- 3*600 rs.
Manteletes, sabidas de baile riqusimas.
Chitas francezas de todas as qualidades.
> Sedas de quadrinhos e aros de todas as
cores.
Cambraia branca da China com palmas de
9 varas cada pega a 68500.
Saias baldes de 30 arcos a 59.
Chales de touquim brancos e outras qua-
lidades de chales finos.
Cambraia bordadas a mo a peca a 24.
Saias bordadas e de fuslo.
Sedas do cores e pretas de 2 saias borda-
das a velludo em cartes ultima moda 1
de Pars.
Espartilhosde molas.
Grande sortimento
de roupas feitas. sobrecasacas, paletols,
colletes.calgas.camisas e seroulas, meias.
gravatas etc., etc.
Calcado Meli ultimameaie chegado de
Pars.
Nesle eslabelecimealo enconlra-se
grande sortimento de fazendas de to-
das as qualidades proprias para senbo-
ras, homens e meninas o seus pregos
sao admiraveis.
Ii
[ROPA FEITA AIRDA MAIS BARATAS.]
E SORTIMENTO COMPLETO
si
[Fazendas e eras feitas.!
Si
LOJA E ARMAZEM
DE
[Ges k Basto!
NA
Hua lo Queimado
\ n* 46, frente amareWa. ]
. Constantemente temos um grande e va- ]
nado sorlimento de sobrecasacas pretas 1
de panno e de cores muito flno a 29, ]
"O e 359, paletols dos mesmos pannos I
a 208, Z'2S o 248, ditos saceos prelos dos !
mesmos pannos a 149, 169 e 188. casa- :
cas pretas muito bem feitas e de superior '
panno a 289, 308 e 359. sobrecasacas de
casemira de cores multo finos a 159, 16|
o 188. ditos saceos das mesmas casemi-
rasal08, 129 e 148, caigas prelas de
casemira fina para homem a 89, 99, lOf
e 12, ditas de casemira de cores a 78. 89,
99 e 109, ditas de brim brancos muilo
fina a 58 069, ditas de dilos decores a
39. 39500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 48 e 4$50O, col-
letes pretos de casemira 59 e 69, dos
de ditos de cores a 4J510 e 59, ditos
brancos de seda para casamento a 59,
ditos de 69, foleles de brim branco e de
fuslo a 39, 39500 e 49. ditos decores a
2*500 e 39, paletols pretos de merino de
cordao sacco e subrecasaco a 7f!, 89 e 99,
colletes pretos para lulo a 400 e 59,
gas pretas de merino a 4*FC0 e 59 u-
letots de alpaca preta a 3{500 e 4$, dilos
sobrecasaco a 69, 79 e 88, n uiu> ln.n rl-
leles de gorgurao de seda de cores muito
boa fazenda a 39800 e 48. colletes de vel-
ludo de cores e pretos a 79 e 89. roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 149, 159 e I69, ditos de
casemira sacro para os mesmos a 6$5G0 e
79, ditos de alpaca pretos saceos a 39 e
39500, dilos sobrecasacos a 58 e 9500,
calcas de casemira pretas e de cores a 69,
68500[6 79, camisas para menino a 2(
a duzia, camisas inglezas pregas largas
muito superior a 329 a duzia para acabar.
Assim como temos urna oflicina de al
faiate oude mandamos execular todas as
obras com brevidade. li
B9R SR CM BB M @ flK fiK fiK SU &C
Relogios.
Vende-se em casa deJohnsionPater & C,
ra do Vigario n. 3. umbello sortimento de
ExposicOes de
metaos.
BiqulMimo sortimento de toda qu.dade de
metan finos puteado*, em apparelhoae avulsos
grandes e pequeos, tudo quanlo se pode deso-
jar para servigo e ornamento de urna mesa ao-
parelhos para almogo, desde ornis fino 'al o
mais ordinario, cerneado em si os aoparelhos fi-
nos a garanta do fabricante por espaco de 20
annos, tudo se pode garantir ao comprador e
oulras multas qualidades de objeclos. conlendo
assim taboleiros para dar cha, bastantes grande
eque muito deverio agradar aos freguezes qu
precisaren) ; na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
AGENCIA
Da
FUNDICAO LOW-IHOW,
RiiadaSenzalIa i\ova n.42.
Reste estabeleermento contina a baver um
eomi-ieio sorlimento de aoendas emeias rroen-
das para engenho, machinas de vapor e taias
te ferro balido e eoade, de todos os Umanhcs
para dito,
E'bartissimo 1
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas
Cassas de cores fixas miudinhas a UO rs. o co-
vado, cambraia, organdys lindos desenos a 400
rs. o covado. e chilas largas finas de 240, 60 e
2U0 o covado, e oulras muilas fazendas por ba-
rtissimo preco : Oao-se amostras com penhor.
Para desenlio.
Mui bonitas caixinhas envernizas. com tintas fi-
nas, lapis, pincela, e os mais necessarios para
desenho. E' o que de melhor e mais perfeilo se
'fim? .,UI2T 'Renero- e *d*m-se a 59,
69. 89, 108, 12 e 14 : na ra do Queimado
16, laja a'Aguia-Branca.
a.
FOGOES ECO
NOMICOS.
Nova descoberla
americana : riquissimes fo-
goes econmicos de muilo bonitos modelos e
todas as commodidades para cozinhar, lend a
vantagrm de, com um fogSo destes, fuzer-se to-
da a qualidade de comida para um juntar, com
diminuto lempo por atrairem si lodo calor das
tomainas, tem mais a vantagem de nao fazer fu-
maga em qualquer urna casa, por comer em si
um cano que expede loda a fumaga a lugar que
nao encommode e nem prejudique a propriedade
por pregos muito commodos : na ra Nova o o'
loja do Vianna. '
Attenco.
_>ende-se o compendio-aRegras de escriptura-
gao mercantildo autor Jos Antonio Gomes
Jnior, adoptado no curso coromercial pernam-
bucano ; na livraria do Sr. Duarte, praga de Pe-
dro II n.6.
Escrayos fgidos.
A 20 de dezmbro de 1860 desappareceu do
engenho Maravilha, fregueria da Escada, os es-
cravo seguinles : Actonio, crioulo, de idade de
35 a 40 annos, ror prela, eslalura regular, cheio
do corpo, pouca barba, muilo Indino, sendo que
^ sabe lere escrever, lendo por melhor signal tima
relogios de curo, palenle inglez. de um dos mais jffS annos dVitd;^e?a%oMc"or;;.Pero8e-,a!
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem maoho proporcionado, lendo a barriga quebrada
urna variedade de bonitos tranceln-1 para o i fallB de fenles na frente, e cabellos carapinhos.
mesmos
S Remedias americanos
DO DOCTOR
m
iRadway & C, de New-YorkI
I PROMPTO ALIVIO
Resolutivo renovador.
I Pilulas reguladoras.
M
i
em
Vende-se urna mobilia de Jacaranda
muito bom uso e sem defeilo alguna, ioclaindo
ama mesa de janlar de amarello : na ra dos
l'razeres n. 30.
- Veadem-se no Giqui duas casas novas de
pedra ecal. passando logo a ponte, a esquerda a
segunda e terceira casa, ou trocam-ao por outras
casas aqu na praca : a fallar na.iua Direlta, casa
o. I, ou no Giquia com o visinho que mora Da
casa parede-meia.
Agua para tingir
cabellos.
Em casa do cabelleireiro, na ru de Queimado
n. O, primeiro andar, existe excelleat agua para
Ungir cabellos, a aaelhor qoe tem appareoido no
mercado ; o processo de usar rpido e facilimo.
Ghega para todos.
Cassas francezas muito bonitaa e decores fixa;
a doze vntenso covado, mais barato do qn
chita, approveilem em quanto nao se acabam
na ruado Queimado n. 22, na bem conheoida lo-
ja da Boa F. ^
Estes remedios j sao aqu bem conhe-
cidos pelas admiraveis curas que tem ob-
tido em toda a sorle de febres, molestias
av chronicas, molestias de seohoras, de pe-
t le etc., etc., conforme se v as instruc-
goes que se acham traduzidas em por-
9 lugoez.
------------
JSalsa parrilha legitima e
original do antigo <
iDR.JflCOBTOUNSENDl
g 0 melhor porificador do sangne e
cura radicalmente 1
Erisipela. Phtisicas.
fe Rheumatismo. Catarrho.
aj Chagas. Doengas de ligado.
,jd Alporcas. Effeitosdoazougue.
^ Impingeos. Molestias de pelle.
^ Vende-se no armazem de fazendas de S
a Raymundo Carlos Leite & Irmo, ra do 1
Imperatriz a 12.
Loja do vapor.
Grande e variado sortimento de calgado fran-
caz, roupa feita, miudezas finas e perfumaras,
tudo por menos do que em oulra parte : na loja
do vspor, na ra Nova n. 7.
Gomma doAracaty.
Vende-se exeellente gomma do Aracaty ; na
ra daCadeia do Recife, primeira andar, a. 28.
Libras sterlinas
Vendem-se na escriplorio de Manoel Ignacio
de Ohveira & Filho, largo do Corpo Santo.
KaatiaSenzala Nova nM
Vende-s* em asa da\ S. P. Jonhston di C,J
sellinse silhSes nglezes, eandeeiros e eastie*ee
bromeados, lonas nglezes, fio de vela,, chicote
para carros, emomari, arreios para carro da
um doa* cvalos relogios de ouro patenta
iDglex.
SEDULAS
de l,Je 5^000.
Conlinua-se a Irocar sedu's de urna s
por metade do descomo que exige a thesouraria
desla provincia, e as olas das mais pracas do
imperio cem o fbate de 5 por cen'o: no escrip-
torio de Azevcdo & Mndes, ra da Cruze
n. 1.
(Oes k Bastos.
Roa do Queimadon. 46.
Tendo os annuncianles conseguido elevar esle
estabelerimento a um engrandecimentn digno
desta graude cidade, apreseuiam concurrencia
deste ilustrado publico, o mais moderno, varia-
do e escolbido sorlimento de roupas diversas "
de fazendas esrolhidas para todas as estarces
Sempre solcitos em bem servir aos seus nume-
rosos freguezes nao s em pregos romo em bre-
vidade, acaba de augmentar o pessoal de sua of-
fina, sendo ella d'-ua em dianle dirigida pelo
insigne mestre LAURIANO JOS' DE BARROS,
o qual os seus numerosos freguezes podem pro-
curar na loja n. 46 ou no primeiro andar do
mesmo estabelecimenlo, asim pois em poucos
dias se aprompta qualquer encommenda, quer
casaca,quer fardes dos Srs. ofluiaes de marinha
i e exercito.' Outro sim recommendam aos Srs
paes de familia grande sortimento de roupas pa-
ra meninos de todas as idades.
FROCO.
Vende-se frco de todas as cores egrossuras,
com rame e sem elle a 400, 500, 640 e ly rs. a
pega ; na rna do Queimado, loja da aguia bran-
ca n.16.
Relogios JBt
Suissos.
Em casade Schafleitlln & C.rua da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sortimento
de relogios de algibeira horisontaes, patentes,
cbronometros.meioschronomelros de ouro, pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
giosdos primeiros fabricantes da Suissa, que se
venderao or precos razoaveis.
Vendem-se noventa apolices da
companhia do Beberibe : na ra Nova
n. 14, primeiro andar.
Esta parda casada com o negro Antonio' a
mencionado. Benediclo, crioulo, alto, s eco,
poura barba, pernas finas, um pouco Iropico dos
ps porque soflre nelles cravos, olhos grandes,
de 40 nios de idade. Estes escravos eadindo-
jse juntos julga-se que seguiram para o Buique,
Serra-Talhada, por terem sido daquellas para-
gens e all lerem parentes : roga-se portento
i apa Srs. capilaes de campo e autoridades poli-
a ; ciaes que os apprehendam e leem ou no referido
eneenho, oo na cidade do Recifo em casa dos
Srs. Cardoso primeiro andar, aonde recebero 200JJ de grali-
ficagio.
Fugio no dia 16 do correte do abaixo as-
signado o seu escravo crioulo de nome Pau'o
que representa 20 a 22 annos de idade, de esta-
tura regular, e tem os signaes seguinles: na
mao direita lem 2 dedos aleijadosde urna cuti-
lada que levou no pulso, quando anda as car-
reirs e de um lado, tem servido de servente em
obras, c caiador e ultimamenle se occtfpava em
vender agua : quem o apprehender o poder le-
var a ra da Moeda n. 5, segundo andar, que se-
r gratificado.
Manoel Alves Ferreira.
Escrava fgida.
Isabel, crioula, eslalura regular, cor fula, rosto
compndo, falla de denles, comsignaee no rosto
consta que anda no Forle do Mallos: roga-*e a
pessoa que a apprehender. leva-la ra do Pas-
seio Publico, loja n. II.
Fugio no da 5 de Janeiro prximo p3ssado
o preio Feliciano, da esa de seu senhor na ra
larga do Rosario n. 23. estando j por alguDS
das n casa das senhores que ji foram delle, no
Gicrai ; e tambem no engenho S. Paolo, em casa
do preto Seraphim ; por isso quem o levar a seu
senhor seta gilifkado.
10O#00O.
Fugio no dia 14 de dezemkro do anno prximo
passado um negro de nome Filippe, escravo de
Francisca Rosa Pereira dos Sanios Bezerro, mo-
radora em terraa do engenho do Curado, rujo es-
cravo lem os signaes seguinles : cor fula, alio
secco, pouca barba, ps grossos e mais pretos d
que a cara, pernas roalfeilas, olhos brancos o pa-
pudos, denles pequeos, cabega pequea, duas
fallase muilo mansa, e quando olha para qual-
quer pessoa fita os olhos e nao peslaneja, nade-
gas grandes e empinadas, levou caiga preta de
casemira nova, palelot de alpaca tambem prela
chapeo da moda de maasa de cor, sapatos do
couro de iuslre, camisa de madapolo nova o
tambem de baela verde j velha, abena, e tam-
bem de algodao azul, chapeo de massa cor de
chumbo j velho, de suppor que em viagern
elle nao ande com a roupa nova e sim com a ve-
Iba por ser mais propria : a pessoa que o trou-
xer no referido engenho, ou na ra Augusta n
zl, receber aquanlia cima.
Acha-se fgido o moleque Anlonino. fulo
serco, de idade de 15 annos. cosluma estar pela!
Pawagero, aonde mora o pai. o prelo Flix que
foi escravo do Dr. Lopes Neiio quem o pegar
queira enlrega-lo na ra do Imperador n. 73 o t
na roa Bella n. 33. que ser recon-pensado. '
Fugio da cidade do Aracaty, no mez de se-
tembro prximo passado, um escravo do com-
raandanle superior Manoel Jos Peona Pacheco,
que ha pouco o havia comprado ao Sr, Bento
Lourenco Collares, de nome Joaquim, de
de cincoenia e tantos annos,
Vende-se na cidade do Aracaty urna casa
terrea com solio, bom quintsl e cacimba, na prin-
cipal ra de commercio, propria para quem qui-
zer ali eatabelecer-se, por ter nao ao commodos
precisos para residencia, como lambem loja, arma-
zem, etc.: a tratar na meema cidade com os Srs.
Gurgel Irmioa, que eslo autoriaados para esse
flm, ojo naata praca na roa do Cabug, leja n. 11
Superiores manteletes.
Vvjd*m-se superiores manteletes pretos rica-
mente bordados, pelo bartissimo prego de 35} :
na ra do Queimado n. 22, loja da boa" f.
idade
. fulo, alto, magro,
denles giandes, e com falla de alguns na renle,
queixo fino, ps grandes, e com os dedos gran-
des dos ps bem abertos, muitu pslavriador, in-
culca-se forro, e tem signaes de ter sido surrado;
Consla que este escravo apparecera no dia 6 do
crreme, vindo do lado das CineoPonlas, e sen-
do enterrogado por um pareceiro seu conhecido,
disse que tinha sido vendido por seu seobor para
Goianninha : qualquer pessoa que o pagar o po-
der levar em Pernambuco aos Srs. Basto 4 Le-
oayque guficarao generomente.


()
DIARIO Df PIIRAMBUCO. SEXTA
li 0B FE? ERBIO DE lili.
L literatura.
Papa e Imperador t
XIII
(Conclusao).
A questo do poder temporal lem sido larga-
O Papa poder-se-se-hia fazer representar nos
concilios por cardeaes e hispo?, que s teriam
roto consultivo.
Hsveria dote cardeaes nomaados directamente
plo cbefe do estado e que formariam alternada-
raenle o conselho do patriarcha.
Os bispos acluaes serism coosorvados, con a
condiro de que adoplariam
de psda avnela para serena plantados no Cea-
r com esse fim e por tal modo.
c Depols da introdcelo daquelle provailoso
vegetal, o governo deveria ordenar s iuioriJa-
des loeaes que tornassem obrigaloria aos habi-
tantes a multiplicacio ao inQnito da Ravenela, e
cada familia na proporgo do pessoal de seas
mente tratada pela diplomacia e pelos escripiores !, No "ro "'elado3 eriam elelios pelo sut-
. iragio universal. As conarnunas nomoariaiu mul-
i religio nacional, membros deveria ier UBi'naraoro'suliciente para
aupprir a (alta d'agua, plantado e em perteitu os-
da Europa intuir.
E'urna causa entendida ejulgtda.
O syslema papal roconhecido desde serules
polo oais abominando governo qua lem existido
na Europa occidental.
XIV
Concedamos quo l'io IX reounciou o poder
temporal ese reconciliou, pelo menos appareo-
Umeale, com Vctor Eramanuel ; o ppalo seria
anda uro. perigo para a Franca, por |ue conti-
nuara ler a pretengio de domiaar os go-
verno? com o pretexto de proteger a religio ca-
tholica.
Que Roma seja, seo quizerem, o centro do arbitrario
calholicismo, como o Thibet o centro do boul-
dhismo mongol, pouco importa, con tanto que o
papado nao se involva nos negocios e adrainis-
trago religiosa do governo.
O pontfice de Roma deve ser necessariamente
italiano ; ora, um papa. Uto o pao commurn
dos fiis, nao deveria ler nago, mas resum-las,
por assim dzer todas, no ponto de vista do dog-
ma e da f. Os carlcaesdeciJiram que os elei-
to3 seriam nicamente Italianos ; constiluiram
em monopolio o que s deveria pertencer
Deas.
Ser, pois, justo que um paiz como a Franca
receba as ordens de um anl'go frade italiano,
quando conta nos saus anoaes e anda pos-
sue tantas sum iades clericaes que tem nobre-
meute protegido e doten liJo o catbolicismo ?
Ser prudente deixar um papa, que deve jus-
tificar a sua qualidade de Italiano para subir ao
throno pontificio, o direilo de regular nao s o
que respeila lei. mas tambera as menores cir-
curostancias da almioislracao religiosa ?
Nao, mil vezes nao, o procedimiento que tem
de ha lempo, certos membros do clero francez,
prova a ruinosa influencia da curil romana.
Que tem feilo e fazem quasi todos os bispos ?
los eleitores para cadacanto ; os eleilores iriam
capital da provincia e ah se verificara a clei-
go do bspo que havia jiislilicar a sua qualida-
de de Francez. Simples padres seriam elegiris]
como se pralicava nos priineros lempos do cris-
tianismo.
Os curas de canino seriam nomeados pelos cu-
ras do mesmo canto.
Os curas de comniuna seriam, eleilos pelos ha-
bitantes da localidade.
XVI
As concordatas de Francisco 1 e Napoleo I se-
riam consideradas nullas e de nenhutn effeito.
Reslabelecer-se-liiam osaynodos e o govorno
teria assim a gloria de emancipar o baixo clero,
submeitido pela concordata ao poder por vete
dos bispos. Os padres e curas serian]
julgados pelos seus eguaes, gozaran), como os
ouirus cidado9, das vantagens de um jury es-
pecial.
O chefo do estado adquiri, o poder por meio
do suffragio universal, e julgamos que o clero
honrar-se-hia submellendo-se essa prora, que
dara nova consagrado ao seu carcter.
O dinheiro das dispensas e oulros numerosos
rendimentos, que se mandam para Roma, forma-
riam urna caixa de reserva :
Para as necessidades do clero francez;
Peuses para os curas Dvados e inhabili-
tados ;
Soccorros para as communas;
E para os eslabelecimentos de beneficencia e
caridadu especialmente religiosos.
XVII
Seria longo enumerar as immensas rantagens
que resullanara immediatamenle da 'nnovacao
que lembramos ao governo.
Esta idea ha muilo lempo que fermenta em
Franga ; mas al hoje anda ninguem tirera a ou-
sadia de a desenvolver.
As ideas sao como as semenles das flores e
plantas ;
A boa sement enriquece ecmbelleza a trra.
Ami arrebatada pelo vento nos lurbilhes
da poeira.
Desbravamos o camioho. Oulros obreiros nos
seguirao. Como todos os camiuhos levam Roma,
lodos serao bous pa d'ali sahir;
Cremos ter cscolhido o mais seguro e curto.
[Jornal do Comtnercio, do Lisboa.)
as suas pastorae3 do o signal de rebate, inci-
tara a Franca para urna insurrego religiosa, e se SECCAS PERIDICAS DO INTERIOR DO BRA-
ao excorarauogam, era norae do poder lompo-
ral, porque ainia conservero o bom senso de
duvidar do effeito de seus anathemas.
Em vez de auxiliar no seu trabalho de reforma
o governo que tanto os ptotegeu, os prelados s
enconlram palavras de odio e discordia. Parece
qua a sua patria 6 Roma. Nunca dereriam es-
SIL OU SECCAS DO CEAR.
Pelo sincero interesse que tributamos a este
novo e exteusissimo, mas quasi inculto imperio,
bem-digno de miior proveito e do melhor sorte,
accresceuiaremos o nosso contingente ao quo de-
baixo do titulo seccas do Cear temos visto no de-
curso de 1659 e 1860 estampado neste Diario de
Pernambuco, em diversos aitigos mu inleressan-
tes, do tres differenles esenotores de mrito; e
queccr que recebein honorarios como os outros enlre elles o do Sr. engenheiro Viriato de Medei-
empregados, e portsnto, obrigago sua obede- ;ros 1"e 'em tratado das seccas peridicas, par-
cer-lhc c auxilia-lo. ll.cularmenle das que assolam de ordinajo a pro-
...., nuca do Cear ; e nesie anno que corre, tem o
Que dirnm d um marechal de Franca que to-, rat:Sm0 Diar0 publcado inda diversos arligos
masse partido por um poderoso iniraigo da sua de suramo interesse do distincto escriptor e dou-
palria V Iofaraa-lo-hiam com o sobrenome de
trailor, porque rergonhoso desertar das ban-
deiras juradas.
E quo se deve julgar dos marechaes da egreja,
que contraran! a aeco gorerna mental na Italia o
mostrara-se dispostos sacrificar o interesse na-
cional ao poder temporal ? Sero bispos se-
torem medicina, o Sr. P. Theberge, morador na
cidade do Ico.
Todos estes escripiores leera apresontado dif-
ferenles meios de entreicr a conservago das
aguas. Uro delles, u distinelo official da marinha
de guerra nacional, o Sr. Euzebio Anlunes, deu
estampa o histrico dos pogos artezianos que a
Franca ha mandado abrir, n'esles ltimos annos,
no iramenso deserto do Sahara u'Africa ; e as a-
gundo a vontade de Deus, segundo Chrsto que bun Jantes aguas que estos pocos fornecem diaria-
mente, sao o melhor meio que a sciencia in-
dica, para sipprir a falta d'agua potavel, assim
como sao lambem a melhor prora de que po-
gos arlezianos podera ser abertos no Brasil, nos
lugares onde particularmente nao seja fcil cons-
truir acudes ou reservdtorios de pedra ecal.
As boas relages que S. Exc. o Sr. Marques
Lisboa, actual ministro do Brasil, residente ero
Paris, lem coro o governo Francez, e liona quao-
do estiremos cm Paris em 1857 Ihe facililaram a
dizia:
Die Cesar o que de Cesar 1
Nao. E' mister que a Franca, como tem feilo
quasi toda a Europa, se desembarace da tulella
pontificia.
Nao chegaria a Franga sua maioridade o a
1789 ?
XV
A situacao falsa e inlolerarel; apressemo-oos occasio de consultar, na reparligo das obras da
& sahir delta.
De todas as soluces, a mais simples o a que
nos parece ioevitavel a eroaocipago do go.er-
rjo francez, de qualquer difficuldade romana.
' dar ao clero a sua constituico ciril.
E' o chefa do estado reunir os dous poderes.
Algeria, os orgamentos e costeiosde cada um dos
ditos pogos. ,
Cremos sinceramente, que pagando-se con-
renieniemente, os constructores dos pogos d'Ar-
geria, maudaram ao Brasil, o pessoal e instru-
mentos necessarios para construir os pogos que
Ninguem acredite que preleodomos apregoar o se loruarem necessarios no C-ar ou ero qualquer
schsma de Henrique VIII. oulro ponto do imperio, que d'elles carena.
Nao estamos em lempos deschismas, nem dehe-
resias; Joo Huss e Martinho Luthero corriam
o risco de ter hoje poucos adeptos Tanto abusa-
ran! da religio, que a Europa, afadigada, cahiu
na mais completa iudifferenga.
O imperador, chefe da religio nacional, nao
teria neeessidade de romper com Roma pelo que
respoit3 ao dogma e a .
O Papa, tornando simples soberano espiritual,
continuara exercer no calholicismo influencia
tanto maior quanto o papado se approximasse da
simplicidade da primitira egreja.
Pelo que toca especialmente Franca, o chefe
do estado dirigir sobersnao.ente a administra-
gao do culto.
Sendo Paris o centro e o corago da Fran-
ca, o arcebispo de Paris seria nomeado gr-pa-
iriarcha.
Ueunir-so-hia todos os annos um concilio ecu-
mnico para estatuir sobre o culto catholico.
Este concilio seria presidido pelo gr-palriar-
cha, delegado do chefe do estado.
Os concilios proriociaes seriara convocados
mulls vezes lodos os annos, segundo as neces-
sidades das dioceses. .
Accresceuiaremos que n'uma viagem que fi-
zemos ao Rio de Janeiro cm 1831 tiremos occa-
sio de ver no passeio publico 2 ou 3 ps, e um
ou dous oo jardim de S. Cluislovo, de urna es-
pecie de bananoira, que o director do jardim, eo-
lo o botanista Sr. Rydes ou Riedes, nos fez re-
parar, e que nos disse clurnar-se vulgarmente
Arvore do Viajante.
Os botanistas Ihc do ou nome de Ravenela
de Mandagaseas,[Uinia Speciosa Musaces.) Suas
folhas sao de 6 a 9 ps de cumprimento e formam
um canudo vertical quasi cyliadrico, que recebe
o ovalho da noile c as aguas da chuva ; e o res-
pectivo tronco enterra mu agua lmpida e fres-
ca, que pode exlrahir-se furando-se na baze.
Com a introduego e geueralisago leste til
vegetal, plantado em grande quaulidade, na vi-
sinhanga das habitages, e depois do distancia
em distancia as estradas do serto, poder-se-hia
supprir seno toda, ao menos graude parte da fal-
ta que sentem d'agua potavel as familias e os via-
jantes d'aquelles desgragados lugares.
O governo geral na sua paternal sollicitude,
deveria mandar procurar em Madagascar mesmo,
nao echando mais farlo, urna grande quanldade
tado de vegetago, e na falla soffreruma mulla
pecuniaria avultada, para primeramente evitar
as iufraeges; o no cas) destas poder pagara
planiacao, mandada fazer pela autoridade por con-
ta do delnqueme.
Este seria em nessa opinio o meio infallircl
para ler sempre em plena vegetago o numero
de ps em cada familia, determinado pela auto-
ridade.
Nos annos de chuva ordinaria, e que as au-
toridades loeaes deveriam cuidar seriamente da
plantagao e multiplicago das Ravenelas; naquel-
les de secca sendo mais difficil se nao fosse de
todo impossivet, importariam quo roanlivessem
orna posigo de vigilancia sobre, o que existisso.
Coohecendo a indolencia, o' deleixo, o a fal-
la de preriso, para oo dzer outra cousa dos
habitantes dj serto, particularmente, cumpriria
absolutamente que, para nao perder a acclima-
tago e os sacrificios feitos pelo governo geral era
mandar vir em navio do estado" da itha de Mada-
gascar para o Brasil a preciosa Ravenela ou ar-
vore do viajante as autoridades loeaes tivessem
forga ou faculdade de obrigar os habitantes a mul-
tiplica-la.
Nos annos de chuva regular deveriam ellas
dispor de igual faculdade para obrigar seno sua-
soriamente, quando islo fosse inefllcaz, ao menos
por meio de forga legal, is populages a cuidarem
em plantar sufficienle quiotidade de mandioca
da qualidade que sobre-vive todas as seccas, e
que pode estar 2 e miis annos na trra sem de-
leriorar-se.
Cremos igualmente que, sujeitando-se os
habitantes dos sertes a plantarern nos aunos de
choras ordinarias, quanlidades grandes de bana-
neiras. muitasdellas escapariam a o rigor das sec-
cas, e que os fructos. das que escapassem reme-
diaran] sempre um pouco a falla de vireres para
a especie humana, o os troncos, depois de corla-
dos os fructos serviriam de alimento aos animaes
vaceum e cavaltar, ao menos para nao morrerem
de todo fome.
Sabemos pelo que temos lido doSr. Dr. The-
berge, que durante as seccas do Cear os arvoro-
dos sao despidos das folhas em geral; porra
suppomos quo as bananeiras, que de ordinario
conserram em si muita humidtde podero, ao
menos em grande parte resistir s grandes sec-
cas.
O nosso empenho em procurar remedio effl-
caz ao soffriraenlo da populago do serto faz-nos
desejar que a nossa humilde opiniio e a nossa
ignorancia dos lugares de seccas, sejam desmen-
tidas pela experiencia e a pralica dos viajantes
que tem visto e escripto sobre as seccas do ser-
to.
a Pernambuco, 17 de ferereiro de 1861.F.
M. upral.
Variedades.
FOLBETIU D
DN4FAHILI4TR4GIG4
Refinafao de assucar.
( Concluso. )
Se ao sueco assim purificado fazem-o cozer
al que tenha adquirido cert j grao de densidade;
e se deixam-o esfriar ao depois, depe elle crys-
taes do assucar que se chama de primeiro jacto,
a calda, que ainda se nao sohdificou, de novo co-
cida, deixa ainda cahir asscuar menos bello que
o primeiro, e que se chama assucar do segundo
jacto.
A despeito, porm, de todos osses cuidados,
o assucar deste modo obtido conserva anda ama
parte do gosto desagradarel que o caraclerisara;
para poder faze-lo entrar no mercado conrm
ainda reQna-lo.
O assuccr da canna, porm, soffre em geral
a mesma operago : mas entre os dous ha a se-
guinte differenga, e que psra o assucar da can-
na a refinaco quasi questo de luxo, ao passo
que para o da belerava constitue ella urna necos-
sidade absoluta.
Tal o estado actual do fabrico do assucar.
Vejamos agora de que modo acaba de modifca-
lo o Sr. Pesier. Depois de haver purificado o
succu da beterara, em vez de descolora-la por
meio carro animal, supprime iateiramenta esta
substancia e mistura ao sueco urna quaotidade de
alcool egual i tres vezes o rolume deste. pri-
roeira vista esta operago parece urna verdadoira
loucura, porque sabem todos o prego subido do
alcool, e custa-se comprehendercomo que
podo ser mais econmico que o carvo o empre-
go dessa substancia.
Mas precisamente esta a parle mais nota-
vel do processo ; este realmente feito de tal
modo que quasi totalidade do alcool recupe-
rada no correr do trabalho, e rolla depois tomar
parte em novas operages. O alcool precipita a
maior paite das materias coloradas, adstriogen-
tes, ele. ; substitue o carrao animal, porm com
muito mais energa ; no fim de alguna tempo
(em-se formado um abundante deposito, e tira-
se ento dahi o licor lmpido de assucar e de al-
cool que sobrenada.
Coze-se ento ; mas em vez de ier Caita ope-
rago em apparelhos ordinarios, fazem-se com-
icar ai caldeiras que contm o meco com
Manas ordinarias de destiilagio : o alcool,
qte Tolal,'traosforma-se em rapor, conden-
etornia achar-se finalmente quasi era sua
dade, ao pasto que o sueco anacarado, ia-
AeMtMiMW eraporisado, entregue cryslali-
sac. io e fornece muilo bom assucar da qualidade
chi mada finequatrieme, islo susceptirel de ser
directamente offerecido ao consumo.
JProcoremos examinar os resultado* desse
raeihodo, e por isso consideremos urna boa fa-
brick ordinaria, desmanchando por anno 10 mi-
lh(|s dekilog. de beteraras. Em um esllbeleci-
rocnko desta ordem a despeza de carv5o-4de quas
300 xancos diarios, e segundo o calculo do Sr.
Pesi ir, a perda do alcool nao excederla de 75 fran-
uma economa xonsderavel. Porm, mes-
fcm apresenta-las, outras rantagens maiores
ntam-se immediatamente- 0 novo melho-
do dj facto d 1 Olfj de mais de assucar de primei-
ro jado, e 4 01o de mais de assucar de segundo.
Augrrlenta porlanto o rendimento de 5 01o- Era-
fim, como j o dissemos e o ponto capital,
ede directamente assucar de bella qualidade,
to agradavel, que cora algum trabalho e
quons quanldade de carro animal, se
ma fcilmente em assucar refinado.
J rantagens sao immensas, e estamos cer-
cos.
mos
apre
de go
com
traosfi
Es
tos de |ue exercerosobre o prego do assucar in-
dgena k mais feliz influencia. Depois a pralica
sanecioiou j o mrito do processo. Urna primei-
ra experiencia feila ora nore milhes de beteravas
conservidas em casca, o urna segunda em dous
milhes Vde beteraras frescas, estabeleceram seu
valor, e pois, certo parece-nos o futuro que o a-
guarda.
Acrenitamo-nos feliz de o consignar aqu,
fazendo ritos para que tenha a aceitaco que me-
rece, e quB psra o Sr. Pesier ser urna justa re-
compensa \ de seus trabalhos e do servieo que
prestou industria nacional.
[Correio Mercantil.)
bataneo do anuo.
Acaba um a\ino ; fagamos seu balango. Alto e
malo ; aciba bem, visto que nos diz ao partir:
Nao receeis mais, fallae.
Fallaremos, pois, em litteratura, e primeiro em
litleratura Ilustrada. A' Deus o que de Deus,
i Cesar o que de Cesar. Hoje a grarura tem
deslhronisado a palarra. Escrere-se com o bu-
ril. Falla-se avista, o que allira o espirito da
fadigade pensar. O lirro paraco-se com o obe-
lisco. Ahi encontra o leilor em cada pagina um
animal ou um personagem, apenas com esla dif-
ferenga : que um cao um cao, e nao um enigma.
Prora no entretanto o Sr. Charton que a illus-
trago pode ter a sua utililade. Em rez de so-
brecarregar o texto de arabescos, completa-o com
o deseoho. Fui assim que elle fez do Magatin
pittoresque a encyclopedia bom como o museu
das familias. Publica presentemente urna Via-
gem roda do mundo. Faz fro, ti ve a geada
as ridragas; approximemo-nos do fogo e ria-
gemos sentado n'uma poltrona, emquanto que a
chamma daoga sobre os liges com um ruido lon-
ginquo de gaita de folies. Voltemos de novo is
duas folhas. Eis a India ; um homem descanga
sombra de urna palmeira : ser algum propheta
dos lempos passados que langa ao rento do de-
serto a alma tempestuosa ? E assim de lolha em
folha, rodeia-se o planeta emquanto o diabo es-
freganm olho.
Mas, se a grarura conrm alguem, sobre-
tudo creanga. E' mister instrui-la, porem
mister diverli-Ia iostruindo-a, alias bocejar du-
rante a lgao e correr ao piao pelo espirito. O
Sr. Julio Delbruck resolveu o problema do tra-
balho attractivo para a creanga. Por meio da
imagem inlroduz o facto na cabega do traquinas.
Representa elle urna vacca, por exemplo, e n'uma
serie de vinhetas grupa todas as applicages que
a industria soube tirar da deosa lo : o leile, a
manteiga, o queijo, o couro, os chifres ; que
raais ? emfim a historia pralica do progresso.
Da rscca passa agua, ao fogo, madeira, ao
ferro, ludo que o homem, creador de segunda
mo, crea em gloria ou para a satisfago de sua
existencia.
O almanack. lambem acha algum lucro na il-
lustrago. Cada um de nos pode ver na infancia
o primeiro almanack illustrado, pendurado no
lugar de honra, por cima da chamin. Era um
papelo humilde, seroelhante ao que hoje nos
dau os nossos mariolas para nossa consoada, isto
, para a delles, no fim do anno. Na parte su-
perior do papelo, urna riuheta representara urna
barca, e nessl barca aro relho de barbas brancas
sentado ao leme. Remara no barco um joren
marinheiro coro duas asas as costas. O inven-
tor baria escripto por baixo dessa legenda : o
amor passa o lempo. A segunda rinheta repre-
FOR
CHARLES HUGO.
PRIHEIRA PARTE.
O Filho.
IV
[Conlinuaro.)
Luiz XIV conlinuou:
O que, pois, ar.onleceu essa pobre victima
para merecer semclhanle morte ? Quem a en-
veneoou ? Quem a apunhalou ? Foi o odio?...
Nao, senhora, foi o amor I___um amor espanto-
so !... um amor que por ella sentiram ao mesmo
lempo tres homeos, um dellesseu marido, os
dous outrosseus cunhados, dos quaes um era
abbade, o outio cavalleiro da Malta I E o motor
do asssssinato nao foi, nem o abbade, nem o cn-
valleiro.... foi o marquez foi seu proprio mari-
Parece que j ros eslou ouritido perguntar:
do
que sentimento impelliu esse homem & lo detes-
ta ve I exlrernidade contra sua mulher?....
O ciume, provavelmenle ? inlerrompeu ma-
dama de Montespan.
verdadeo ciume I respondeu o rei. O
marquez adorara a sua consorteadorara-a com
urna paixo extraordinaria, mas que era ao mes-
mo lempo fogosa e timorata. Citaram desse amor
mil casos de arrebalamento e de ternura. Urnas
vezes o marquez entregara se aos mais pequeos
cuidados, outras rezes fugia do sua mulher, en-
cerrara-a, ou a enriara para longe de si. 0 mo-
do de lujar e adornos de que u-ava a marqueza,
erampor exemploora um motivo de ensober-
iecer-se, fazer-lhe mimos e agrados, ora nm pre-
texto para auspeilas, porque suapunha que ella
se preparara para agradar outrem que nao elle I
Amara-a, pois, phronetica e ternemente :
amara-a como um escraro e como um senhor :
era para ella io mesmo tempo tigre e cordeiro...
e nao ba desgraga maior para urna mulher do que
ser objecto de semelhanle amer! Hoje sao os
galanletos, sao as stiengea sem numeroama-
nha o olhar chammejante, a aecusago, o
furor, quasi o odio I
E assim mesmo no meio dos seus mus tra-
tamentos enas suas horas de desconfianca. todos
os pensamentos, todas as aeges do marquez s
tinham um fim, s linham uro morelera sua
mulher. O seu amor era capaz de elerar-se at
s nnrens, e lambem de descer al os infernos.
Se ella adoecia, seutava-se caboceira do seu lei-
to, e nao a abandona va mais; s elle quera del-
la cuidar com suas proprias raaos, e nao consen-
ta que Ihe fossem prestados outros serrigos se-
no os seus: o pensamento de que poda perd-
is, tornava-o o homem mais desesperado do mun-
do. Outras vezes atirava-so ella furibundo e
ameagava-o com a morte. Finalmente era homem
capaz de malar para chorar logo depois I
O que que se sgitava no fundo desse cora-
gao? De espanto se recua s em ponsa-lo, e
ninguem pode deixar dehorrorisar-se idea des-
se amor abominavelmente ardente I Nao era um
homem esse marquezera um monstro possesso
por um anjo, nao por um demonio I Estado ter-
rivelque ao mesmo lempo um encanto divioo
e una sortilegio satnico I Amor phrenetico que
acaricia e que tortura, que, nesse tumulto desor-
denado de ternura e de raiva, se prostra por Ier-
ra e ao mesmo tempo calca aos ps; finalmente
que, chogada a hora suprema do pbreneai, reben
la n'uma rebellio de vinganga contra a belleza
por quem se sent arrastrado, e transfigura de
um momela para oulro o escraro em assassino l
O marquez linha ciumes....
De seus irmos talvez? interrogou a Mon-
lespan. Disscstes que elles amavam a marque-
za....
Sim ; maso marquez ignorara, e ainda ho-
je ignora, esse amor que s era conhecido dos
dous, e cujo segredo ambos elles guardaram-se
mutuamente. Por um inslincto singular esses
homens, logo principio, aderinharam a paixo
um do oulro, e declararam-so no mesmo instan-
sentava, pelo contrario, o marinheiro alado no
leme e o relho remando, coa esta legenda la
avessas : O tempo passa o amor. Esse alma-
nack mentia : ello fallara na .poca do direc-
torio.
O Sr. Pagnerre gasta mais algum a imaginacao
em sua legio de altnanacks. Fa-los para todos
oj goslos e para todas as proOsses. Sois pro-
pietario de urna casa de campo ? eis oAlma-
nack do jardineiro.SoU pensador ? eis oAl-
manack da lilteratura;e Julio Janio deila
fra seu talento aos pedaciohos. Tendes iooli-
bagao ao riso? eis o Almanack cmico,e
Cham, folgando, sameia a pilheria mais ou re-
nos grottesca de seu buril. Sois meio feiticeiro ?
eiS oAlmanack prophetico,o qual tira o ho-
rscopo do futuro lo bem como a mesa dangao-
te. Nao sois cousa neuhuma ? eis oAlmanack
ligenseo veterano do rancho, condemnado i
rirer ainda muilo tempo de sua antiga repu-
tacao.
Depois da imagem a idea, sem comtudo acei-
tar por isso a philosophia de Condillac. O que
dizem de serio? ourimos dizer muitas rezes. A
resposta bem simples : leiam a Bibliotheca
til. O Sr. Lenereux descobrio o segredo de
render a sciencia por prego commodo ; e quan-
do digo sciencia, eoteodo por isso ludo de que
carece o homem para harer-se menos mal : a
arte assim como a historia, a litteratura assim
como a chimica, a legislarlo assim como a agri-
cultura, e ludo Isso assignado pelos nomes de
Buchez, Arago. Lourengo Pichat, Julio Simn,
George Sand. Baslide, Carnot, Michet, Henrique
Martin, Barni, Frederico Morin, Ulbach, Ron-
chaud. Mximo Ducamp, etc. Falta um norae
chamada ; o Dr. Crurelier ; acabara de con-
cluir o seu rolume de hygiene geral, o seccou se-
lhe a mo na ultima pagina : um crime da
morte ; roubou urna gloria ao futuro.
Ao menos elle espirou era sua cama, em sua
casa, no meio de seus parentes, de seus amigos;
urna piedosa mao de mulher poz-lhe a morta-
Iha na fronte, e o olhar do moribundo pode le-
rar outro olhar de ternura que pareca dizer-lhe :
at brere Has no mesmo instante, n'um bair-
ro obscuro de Paris, murria no hospital um pro-
fundo pensador.
Hara entre nos um homem chamado Bordas
du Moulin. um anachoretada philosophia. Quem
sabe hoje esse nome, quem o ourio n'uma coo-
rersago ? Apenas urna escola dedicada o langa
ao echo de quando em quando. E' verdade que
a academia coroou-lhe o magnifico commentario
de Descartes, e elle escreveu sobre o infinito a
nica pagina de metaphysica que a Allemanha
pode invejar-nos. O que porem, a metaphysi-
ca em Franga ? Um luar no monte Braoco. E o
que um philosopho ? Um pedile, como dizia
aquella antigo, que sonha de p. Lerou-se, pois,
o corpo de Bordas du Moulin para o amphilhea-
tro de anatoma, e deitaram os pedagos delle na
cova commum. E' bom ler essa narrago pathe-
tica na biographia do Sr. F. Huet, discpulo do
Sr. Bordas, e, por seu turno, mestre.
Para que a philosophia ache em nosso paiz um
publico consumidor, preciso corta-la em boca-
dinhos, aos quaes chamam depois mximas. Fo:
o que o Sr. Ioubert fez em seu lampo. Quem
esse senhor Ioubert ? Urna senhora espirituosa
dizia este respeitu que elle se pareca com urna
alma qne encontrara casualmente um corpo e
que se serr delle como pode. Quanto mais se
l esse lirro, mais se recoohece a exactido des-
se trecho. Somenle parece que o espirito lomou
do corpo exactamente o necessario para ter di-
reilo um lugar no planeta. Sempre recolhido
em si mesmo e absorto em seu monologo, elle
antes escuta si do que observa a nalureza hu-
mana. Se a conhecesse, nao diria tanto bem
seu respeito. Deus me livre de o censurar. At
hoje os fabricadores de pensamentos se parecem
com aqnelles celibatarios esguios que soffrem de
da umadecepgoe que noite.ao recolherem-se,
laogam a colera sobre o papel. Nao rejo nada
do mundo mais triste do que o lirro de Laro-
chefoucault, salro o lirro de Labruyre. Ambos
escrereram um libello contra a huroanidade.
Chamfortexcedeu-osem misanthropia. O homem
de bem urna rariedade da especie humana,
escrereu elle algures. Se o cressem i letlra, to-
da a rez que alguem encontrasse um transente
na ra, diria: eis um meu semelhante, um pa-
tito, e tirar-lhe-hia o chapeo respeitosaraente.
Pois bem I eis um homem, quero dizer urna al-
ma, e esta ou aquello procura-nos ensinar que
ainda se podo tirar proveito da humanidade.
Voltaremos esta obra, ainda que seja s para
reconciliar o leitor descontente da humanidade.
Voltaremos tambero collecgo dos Museui da
Europa, historia universal da arte antiga e mo-
derna. Passa o Sr. Viardot com toda a razo pelo
homem destes lempos que melhor tem estudado
a arte, e que pode dar della o melhor lestemu-
nho. Quando se entra n'um wagn para ir risitar
a Allemanha ou Italia, ba deu lirroa qua se
derem por na maca : um gnia do Sr. Joanne,
para a riagem, e um museu de Viardot para a
Chegada.
Pe-ae erer n'um e n'oalro.Mis grangearam
*"* *n eieneloaa a bengo de todos.
Se com ludo o tourista r i Rom., peder reu-
aLLlTl I1""11 PorUUI a biograpbia de
Raphael de Urbino, per Passarsot. fio lirro de
urna vida inleira ; s um Allemo poda escre-
ve-lo. Apenas o Sr. Passavant patean o delicio-
so phanlasma da -tornara*. Como l ess* bella
Romana, que Raphael represenlou sobum carra-
manenao de raurtba e de loureiro, apunas urna
legenda, e de mais 4 mais urna legenda do XVII
seculo ? Ninguem sabe de seu norae nem de sua
vida ; urna incgnita, um problema de algebra
Nao ha mais Fornarina ; demos urna saudade 4
sua memoria ; o mundo perdeu urna poesa.
t por esla occasio, j que estamos em Roma
umapalavra por adiamntenlo de heranca rea-
peito da Hittoria do Papas, por Lanfrey. Esse
joven historiador philosopho refere sob urna for-
ma austera com grande sereoidade de espirito, a
historia da frniago do poder temporal. pos-
loahtSiVa^a\P't\ummt1 m ca,holi-
hmrh,.r. -? A.ro,Ido <* tiara MqUent9 9V demi""ir um dl
ra. Mas emquanto discutem a questo arden-
pria espada do cavalleiro. Desde esse dia a sorte
da marqueza foi resolvida: ella estar irremis-
sirelmenle perdida, menos que o marquez, que
a amara lo apaixonadameote, s quizesse pro-
teger.
O rei fez urna pequea pausa, continuando de-
pois um sigual de impaciencia e do interesse
que fizera madama de Montespan.
E' aqu que se manifesta em todo o seu re-
quinte a perrersidado dos dous irmos. O abbade
com as suas insinuageaecalumnias conseguioati-
Car o ciume do marido, pooto que este pensou
em dar fim aos seus soffrimenlos conjgaos com
a morte violenta de sua mulher : mas era tal o
amor que Ihe tiuha, que nao tere coragem para
elle proprio consumar o assassiuio; e por isso
eolregou essa roisso ao abbade e ao cavalleiro,
que della se encarregaram com alegra pretex-
tando o derer de lararem no sangue da marque-
za a honra do irmo ultrajado. A infeliz senho-
ra nao deixou de penetrar o que ia na alma alo
seu marido, e tere funestos presentimeotos de
que contra ella medilavam algum projecto ter-
rivel
Luiz XIV fez nova pausa ; a marqueza do Mon-
tespan respeitou esse silencio do rei, esperando
desta rez que elle por si mesmo continuara a
narrago, que se Ihe tornara cada rez mais peno-
sa ; cora effeito o rei continuou:
Estara, pois, ludo resolrido, e os tres ir-
mos s esperavam a occasio propicia : ora o
momento era opportuno e o lugar farorarel, por
que o abbade e o cavalleiro habitavam ambos com
a marqueza e mui poucos criados no castello pa-
trimonial do marquez, que se achava ausente
muilo de proposito. No meio, do isolamenlo em
que a deixra seu marido, sempre em lula com
presentimeotos terriveia, prevendo n'uma paia-
Eo acon,ecunen, desenlagam em ai-
Quem com ludo poder dizer qual ser a ao-
i??- k^3 Pr0porl0S gernos fazem a tapessaria
dosGobelios Por certo que segurara a agulha.
porra trabalbara s avessas ; bordara urna tala-
garga. cujo desenho dado pela Proridencia.
Ua historia phantasia nao ha mais que meio
palmo presentemente: ora, relativamente phan-
tasia, a litteratura prodnzio este anno urna ceifa
rm.?."t-te pTJ.a>eit0- Par moderno, pelo Sr.
Coulurier, de Vienna, grande talento sob a appa-
renci. da utopia, lirro de se ler e reler, rigoro-
sa mente.-peosado, fcilmente escripto; ao depois
jira Uandarun, infinitamente espirituoso'para om
Lninez. Na roaiidade, urna mulher empresta-lhe
seu engenho, e a Sra. Julieta Lamber tem muito
que emprestar. Saoem todos como ella nefutou
a doutrina raronil do Sr. Proudooo. FioaTineute
a correspondencia do Sr. Sornal, pelo Sr. Bos-
?eJe,!.uma Pa,*Tra. n'um sorriso, em favor da
dente3 = Pder re,pon4er ao correspon-
Urge o lempo, e s podemos fazer urna lista
dos lirros em que teremos de fallar mais larde.
Notemos apenas em passo dobrado a poltica li-
oeral pelo Sr. de Rmusat, homem sempre de p
e firme, sobre si mesmo ; os nrmoes do padre
Gavazzi, aquello tribuno do povo em camisa ver-
raelha por baixo do habito; os Fregadores livret
pelo Sr. Antony Mray, Ribelais do pulpito an-
tes de Rabelats do palavras atrevidas at o cy-
nismo ; as Ragas humanas, peloSr. Clavel, his-
toriador physiologista do progresso que define
como nos uro accrescimo de rida, o que prova
quo a formula principio cooteat-da, tem feilo
proselytos ; o Principio das nacionalidades pelo
Sr. de Loche, completa diiso da caria da Euro-
pa Os coslumes do nosso lempo, pelo Sr. Ar-
nould Frmy, romancista de primeira ordena, an-
da na especiativr de que o publico queira fazer-
lhe juanea ; o Marquez de Villemer, ultima obra
prima de George Sand ; o Bracelete de ouro, pelo
Sr. Ducamp, oulro Marques de Villemer pela
elevagao e nobreza de seDlimenlos ; o roslo fe-
mtntno, pelo Sr. Chanlepie, obra de philosophia
moral.destinada completar o lirro do Sr. Miche-
lel sobre o amor, ele.
Ao concluir, devemos urna reparago de honra
poesa. Em sua carreira offegaote, a critica ea-
quece-a de ha muito ; dir-ao-hia que nao ha
mais poetas em Franca. Parece-nos que a musa
austera do Sr. Laprade langa-nos um olhar de
censura ; ella mostra-nos com o dedo a fronte de
um joven ausente da aalido, cordado hoolem por
Lamartine e j lluminado de um reflexo do fu-
turo. E com tudo haramos lido o rolume do
ir. Alexandre. e haramos sentido a repercusso
daquelle talento lyrico que raga as praiaa da
Bretanha. e que se serr da roz do mar para can-
lar o infinito:
liaramos lido os cantos estoicos de outro Bre-
tao, do Sr. du Pontorcie, que faz vibrar as cor-
das de latao todos os sentimentos extinctos na
humanidade Haramos lido emflni os hymnos
patriticos do poeta hngaro Petxfl ; ao menos
esto sabia combater pela liberdade. Quizeramos
lambem esleoder as raaos aos pequeos do Sr.
Ratisbona, que nos apparecem com fbulas nos
labios, desabrochadas como sorrisos de graca e
de candara. Mas, partindo tarde de mais, cheza-
riamos depois do triumpho.
Cahia nere honlem, e fazia la ; era no fim do
mez de dezembro. Or, du ultimo dia desse mez,
aosoarmeia noile, urna pessoa morre necessa-
riamente de relhice. Na mesma occasio, todos
nos morremos de um anno. Nao sei se dorma
ou se retara, porra sent um ar gelado que me
entrara pelo quarto como se alguem acabasse de
abrir a janella. D"ahi um instante, ria eu aen-
tado i minha mesa de trabalho um relho que
pareca escrerer, pois de quando em quando mo-
Ihara a peona no tinteiro.
Tinha diante de si um grande lirro aberto, e
quando acabara a pagina, rollara derepente fo-
lha. Depois fechou livro, e na capa pentei ler :
Loucura humana ; era com effeito a historia da
loucura que elle acabava de escrerer, pois no dia
segrate ao dispertar encontrei oo mesmo lugar
o lirro do Sr Figuier. O espectro do tempo de-
rra ter sabido durante a noite para expellir to-
dos os outros espectros da imaginago : a p de
Mesmer, o espelho conslellado. a rarinha de are-
lena, o fluido do magnetismo, a mesa dansante,
o ultimo em data, o espirito, personagem mysti-
ca que flucta em cada aopro da atraosphera. O
lirro do Sr. Figuier d a explicago psychologica
desse milagro interior que faz vermos a realidade
quando cremos ver.
Eugenio Pelleta*.
[Presse.H, Dupcrron.)
() Vide Diario a. 43.
te. O abbade, posto que sacerdote, era dotado de [ rra o seu prximo fim, ainda que nao contasse
um genio mais ferino que o cavalleiro : combi-
l
nou o seu designio ; e fez com que ste o'appro-
vasse ; era muito simles esse designio: decla-
raren] ambos marqueza o seu duplo amor, e se
ella reaislisse, assassinarem-a. Dous riraes or-
dinarios ter-se-hiam desavindoaquellos pelo
contrario se enlendoram perfeitamente: oque
devia separa-losapproximou-oa ainda mais. Os
seus olharea ardentea e impdicos haviam reca-
hido aobre a mesma mulher, e nesse amor cada
um delles combinara amigarelmente com a pai-
xo do corago do outro. Nao obslaole o caval-
leiro era militar, e por isso rixoso de nalureza :
procurou ainda ama occasio chocar-se com o ir-
mo, mas o abbade conleve-o com useu conse-
lho [rio e calculado. Apresentou-lhe o plano que
havia meditado, coraparou os beneficios do urna
allianga com a raidade do um duelto, fallou, ad-
vogou, provou a sua causa, pesou ai suas razos,
e allnal (es a balance pender para o lado do as-
sassinato. poado-lhes como contrapeso a pro-
mais que rinte e nore annos, a marqueza andar
triste e abatida dessa melancola que Ihe era ha-
bitual todas as rezes que vinha residir nessa ier-
ra de seu marido : sempre testemuohra urna ri-
strel repugnancia, e nunca para ali fra aem
grandes inquiotacoes.
Vos, que sois mulher, senhora, podis me-
lhor do que eu comprehender por que eslranha
falalidade a victima presenta j que esse castel-
lo Ihe hara de ser funesto I Uuri multas rezes
dizeresperae I ainda hoje o disse Fagon bastan-
te entendido nessas cousasque a disposico nar-
rse das mulheres Ibes poda communicar urna
roararilhosa subtileza de impressoes em certas
cousas, apparentemenlo chimeneas, as quaes
os homens nada percebem.
c Accaso aquelle castello com os seus grandes
muros e espagosas salas, seria para a marqueza
nm objecto de inconcebireia apprehens&es? E
qual o motiro ? Seria porque nelle habitaran) os
seus cunhados, em quem ja ella, havia descolori
tal ou qual malicia e falsidade ? Seria porque se
achava distante de seu marido? Ou seria porque
nessa solido, onde raras rezes se ria acoropa-
nhada, no meio de longas noites de vigilia, os
mus presagios se Ihe aprosenlaram ao espirito,
fazendo com que ella parecesse ouvir mais de3-
tinctamenle o ameagador horscopo de Exili de
envolta com o agoureiro piar da coruja e do
corvo ?
Ignoro, senhora ; certo, pormque o fu-
turo lem, assim como o tmulo, as suas appari-
(es ; e assim comu tambem ha lugares proprios
para a evocago das sombras, ha residencias em
que deagragas futuras ao assigoaladas por tal
forma que a victima presente de aotemo a sua
influencia fuueata I
O rei pronunciara estas ultimas palavras lenta-
mente, quasi em roz baixa, e como que domina-
do por urna secreta oppresso : conserrou-se por
alguos instantes silencioso, e pareceu de noro
reconcentrar-se em si mesmo.
Neste momento soaram tres horas da madru-
gada no relogio do palacio.
E' tarde, marqueza, disso o reiafinal. Nao
seria melhor que guardassemos esta historia pa-
ra um outro da?
Sabis, sire, que sois um hbil narrador?
Suspendis a rossa historia no ponto justamente
que desperta maiores desejos de saber-se o fim.
Por merc, sire, continuae sem mais iulerrup-
ges.
O rei continuou :
Fof na triste disposgo d'alma, que ros
acabo de piolar, que a marqueza fez a ultima
riagem ao castello de seu marido. O abbade e o
cavalleiro a receberim com um excesso extraor-
dinario de alegra e civilidade : mas a solido do
lugar foi pouco pouco tornaddo-se raais pro-
funda. A marqueza que havia creado urna es-
pecie de sociedade nesse paiz e na ctdado, j
nao recebia ninguem, e a sua criadagem se acha-
ra reduzida ao numero de pessoas alriclamento
necessario para o serrigo indispensavel.
< Achava-se ella s por conseguate : domes-
ticos taciturnos,rauralhas silenciosas.um capello
de appareocia desanimadora, e finalmente duas
vezes por da, de manha e do tarde, a visita
glacial de seus cunhados, que Ihe dirigiam olha-
res furtivos onde se lia a satisfago de um pr-
ximo triumpho!
c Fcilmente comprehendereis, sem que seja
possirel dizer-ro-lo, as angustias e transes mor-
taes por que devra paasar a marqueza I Que
triste sttuaco para urna aeohora joven e bella,
auoslumada 6 todos os direrlimen'.os da corte 1
O isolamenlo, o sussurro das arvores de um gran-
de parque, o sybilar do rento ros longos corre-
dores, as portas quasi seovpre fechadas, Qoal-
mento urna priso, .e por carcereiros dous ho-
mens de aspecto medonho, pirentes ambos elles
seus irmos, cochichando ao ouvido um do
outro palavras irapercepliveis e mysteriosas; e
sobre tudo a recordago de urna morte predita,
e de ha muilo esperada, de urna morte oceulta
sob a capa sombra do dedo indicador e ira rao-
vel do um marido I
Chegoh o dia 17 de maio de 1667. Nesse dia
a marqueza se lerantou mais agilada e melanc-
lica que nunca Trouxeratn-lhe muito cedo urna
bebida que mandara preparar por urna formula
della s conhecida : mas quando lh'a aprsenla-
ram, ootou que essa bebida nao linha a limpi-
dez e a cor que devera ler, por isso recusou to-
ma-la. As suas dcscooBaogas augmentaran! :
veio-lhe mente a iospiragao de ama mulher
amavel que busca dissipar as chimoras do seu
cerebro. Mandou convidar, sem que soubes-
sem seus cuohados, amas sete ou oilo mogas do
lugar aflm de virem diverlir-se em sua compa-
nbia : dispoz-seo melhor possivel, mandou ac-
cender os candelabros da sua cmara, e reclina-
da graciosamente sobre o seu leitocom essa endo-
lencia propra de um enfermo, leudo o corpo
envolvido n'um roupo de seda, e os ps naetii-
dos n'umas chinellas de relado, recebeu assim
os"seus convidados, aos quaes maodra pedir ao
abbade e ao cavalleiro que riessem juntar-se.
Com oTeito o enlretenimenlo e a refeiglb,
que era servida, dissiparam por momentos as
suas apprehenses : tere al bom appetite para
comer; mas nao deixou de reparar na allitude
conslrangida do abbade, que nao poda estar sen-
lado n'um lugar por muito tempo, e na posigo
toreada do cavalleiro, meio estendido junio do
leito, e procurando encobrir com modos estuda-
dos os horrores do seu pensamento.
a Pela noile adenle os convidados se retira-
ran! : o abbade fingiu cooduzi-los at a escada ;
e o cavalleiro ficou s com a marqueza, firme
diante della, com os bragos cruzados, e mudo.
Neste inlerim rolln o abbade, techou a por-
ta sobre si, e approximando-se do leito conside-
rou a marqueza por um momento com olhar fixo
e glacial. VA pobre senhora, esso aspecto, le-
rou as mos a cabeca, tornou-se paluda e atler-
ronaada. *Jjr^
t Diana, disse elle cora horriel familiarida-
de, ides raorrer; e s podis dispr de poucos
minutos.
E assim fallando apresentara sua cunhada
com ama das mos om copo, e com a outra
ama pistola.
Escolhei: o chambo ou o veneno I
A marqueza seolou-se sobre o leito, eeo-
carou esses dous homens. O abbade pareceu-
lhe espantosamente resoluto ; roltou. pois, os
olhos para o cavalleiro juntando as mos era ar
de supplca. O cavalleiro era gentilhomem.....
defende-la-hi, e jamis consentira que fosse
to cruelmente assassfcada !.... leraria mo da
espada para soccorre-la !.... E de facto o caral-
leiro desembainhou a sua espada.
a A marqueza abitn um grito de alegra.
Ou o ferro I disse o cavalleiro.
E o abbade tecrescentou com a voz surda :
Ou eolio o nosso amor I
< A marqueza desvairada, e sem nada poder
comprehender, exclamou :
c Que vos flz eu, senbores I
c Diana, eaculae-me eu ros amo repli-
cou o abbade. r
. E eu tambem ros amo I repeli o caral-
leiro.
Seguio-se enlo nessa cmara um momento
de lgubre silencio, que nao podem labios hu-
manos deicrerer 1 A maiqueza quasi que ji
nao respirara : ria na sua eaquerda a pistola e o
reneno, que Ihe apresentara o abbade, ria na
sua direila a espada desembainhada do caval-
leiro.
Monslros 1 disse ella aQoal. Ousaes fal-
lar de amor mulher do rosso irmo ? Ah 1 E
que nao esteja elle aqui para defender-me I Mi-
serareis I que ros aproreitaes assim cobarde-
mente da ausencia I Pensae em rosso irmo I
pensae em meu marido que ros nao pode rer
nem ourir...
Enganae-ros, aenhora, elle nos r e ap-
prora o nosso procedimenlo.
Elle 1 exclamou a marqueza elle ao-
prorar a rossa acgo lo abominarel I.... elle
presento aqu pelo pensamento na pessoa. dos
meus carrascos I ?...,
Nao, respondeu o cavalleiro ; mas na pes-
soa de nosso juiz.
Que 1 pois a minha morte___
E' seotenga proferida por seos labios.
Elle me odeia ento ? I...
Nao, senhora, elle ros ama 1 disse o ab-
bade em ar de zombaria.
Aislas patarras, que Ihe desperlaram na
momera o ciume deaou marido, a misera eslre-
meceu.
Os seos indignas cunhados olharam-a com
nsivel esperanga : conUvam talvez que ella,
convencida da alrocidade do esposo, e atlerrada
lembranga da sorte que a esperava, cedera
afioal preferindo i morte o amor dos seus ns-
sassinos. Masa marqueza, em quem se revol-
laram simultneamente o pudor e a dignidade da
mulher de bro, domioou a aua angustia, encaro.u
os seus algozes face face, e lh.es dirigi estas
simples palavras como nica resposta :
Escolho o reneno I
{Continuarse-ha).
PIAN,- IIP. DE M. f. DB PARIA, -W.
T


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