Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09244


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Full Text
111(1 IXIT1I IDIEO 42
Pr tres aezes aflautados SfOOO
Ptr tres mezes reneidos 6JOOO


FET1BEIR0
Ptr asi adiaitafe t9S000^
Pwle fraot* para t sutecripUr.
ni
XCARRgGADOS DA 8UBSCBUPCAO DO NOSTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino da Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lernas Braga; Ceari o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranhio, o Sr. Haaoel Jos Mar-
tina Ribe'uo Guimares; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
I'AKTUUS UOS CUtirtClUS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do da.
Igu.rass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, AUinho e
Garanhuns as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
uricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, Serlnhlem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos oscorreiosparlera as 10 horasda.manhaa
EPHEMERIDES DO MEZ DE FEVEREIRO.
2 Quarto minguanle as 7 horas e 40 minutos da
manhia. .
9 Loa nova as 5 horas e 45 minutos da tarde.
17 Quarto crescento as 10 horas da tarde.
25 La cbeia as 2 horas e 23 minutos da man.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro a 1 hora e 42 minutos da manhaa.
Segundo a 1 hora e 18 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
18 Segunda. S.Theetonio prior da Santa Cruz.
19 Tersa. S. Conrado f. ; S. Gabino m.
20 Quarta. S. Eleuterio b. m. : S. Nicolao b.
21 Quinta. S. Maximiano b : S. Angela de M.
22 Sexta. Os mysterios da Ptixio de J.Chrlsto
23 Sabbado. S. Lzaro monge; S. Milburjres v. f
24 Domingo segunda da quaresma. S.Malhiasapi
AUUlhtUAS UOS I'KiBNAta DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundase quintas.
Relacio: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Fazenda : largas, quintase sabbados aa 10horas.
Juizo do commercio : quartas ao mel dia:
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Priraeirararadocivel: tergas e sextas ao meio
Segunda rara do civel: quartas e sabbados a 1
hora da tarde.
PARTE OFFlClaL.
Ministerio da guerra.
REGULAMENTOS ESPECIAL E DE DISCIPLINA DA ESCO-
LA CENTRAL.
Bes ala ment especial.
TITULO I.
Matriculas, frequencias e txames.
Art. 1. Aabrlura das aulas da escola central
lora lugar no primeiro dia til depois de 6 de Ja-
neiro, o o seu eucerramento, que poder deixar
de ser no mesmo da para todas, se effectu.r du-
rante a ultima quinzen. do ruez de agosto.
Art 2. Os candidatos u matricula do Io anno
devorao, antes de [azer os exames preparatorios,
inscrever-se na secretaria da escola, .presentan -
do, se forera paisanos, certido de baptismo ou
qualquer ocumento legal que prove idade maior
de 15 annos. e, se forera militares ou estrangei-
ros, alera disto, licenca do governo
Art. 3. O prazo marcado para inscripgio ser
de 20 a 30 de novembro, e no acto della ser pa-
ga a laxa.
Art. 4. As matriculas dos diversos annos co-
mecaro era 26 de dczembro o terminaro era 5
de Janeiro.
Art. 5. Para matricula do Io anno exige-se
exime gramrnatica da lingua oacional, de ver-o
correte oral e escripia da lingua franceza, das
quiiro operscdes fundamentaos de arilhmelica
sobre os nmeros inleiros, decimaes, fraccoes or-
dinarias e proporcoes.
Art. 6. Neuhum alumno poder malricular-se
era qualquer anno sera estar approvado em todas
as materias (inclusive os exorcieios praticos) do
anno anterior do curso que frequentar.
Arl. 7. Para matricula do 4 anno do curso de
eogenharia civil ou militar, alm das condicoes
communs exigidas para a dos outros annos, exi-
ge-se mais como preparatorio o exame da lingua
ingleza.
Alera de todos os preparatorios cima indica-
dos, aos alumnos que pretenderen] o grao da ba-
charel se exigir mais o da lingua latina, Historia
e geographia.
Art. 8. Sao dispensados dos exames prepara-
torios, excepto do de arithmetica, os individuos
que apresentarem certido de approvaco do con-
selho de instrucgo publica, ou carta de bacharel
.pelo collegio de Pedro II.
Art. 9. Tomar-se-ha ponto aos alumnos em
acto formatura e poucos mioulos antes de come-
car, e logo depois de concluidos os trabalhos,
quer as aulas, quor as salas de estudo, quer
nos exercicios.
Art. 10. Ao alumno que nio comparecer a
qunlquer aula se marcar um ponto nessa aula.
Aquelle que ti ver dado na nm-mn aula quince
fallas nao justificadas ou trila justificadas perdu-
ra o anno.
Art. 11. A justificaco das alias de um mez se-
r feita perante o cominandanle nos oito primea-
ros dias utcis do mez seguinle, salvo o caso do
impedimento competentemente provado.
Em todo o caso o prorogamenlo do prazo nao
exceder ao lira do mez.
Art. 12. At ao quinto dia til depois do eo-
cerramento das aulas de cada anno ter lugar a
definitiva habilitaco dos alumnos para os exa-
mes ordinarios.
Art. 13. No programma quatriennal se Gxar
o in iice explicativo e a coordenado das doulrinas
de cada anno.
O lente iudicar aos alumnos o autor que do-
vem consultar de preferencia.
Art. 14. Para organlsar o programma quatrien-
nal o conselho de instrucgo eleger urna com-
misso de tres de seus membros, devendo um
destesser da seecio de mathemathicas, oulro da
de sciencias physicas e naluraes, e o terceiro da
de engenharia civil.
Cada lente ou repetidor em exercicio entregar
um programma especial das materias de sua ca-
deira dila commissio, que, a vista desles pro-
gramlas parciaes, e fazendo nelles as alleracdcs
que julgar convenientes, formar o programma
geral para ser submettido approvaco do con-
selho.
Art. 15. As licoes sero de urna hora, fazendo
o lente a exposicao da doutriaa.
Art. 16. Terminada cada ligio, seguir-se-ha,
com intervallo de um quarto, o estudo das salas
ou o exercicio nos gabinetes.
Art. 17. O lente assistir sala de esludo du-
rante o tempo necessario para questionar os
alumnos e solver-Ihes as duvidas sobre a materia
das licoes dadas, nunca menos porm de meia
hora.
Art. 18. A arguico dos alumnos ser feita pe-
lo lente e perante todos elles: as duvidss serao
solvidas pelo lente e o repetidor.
Art. 19. Os repetidores de sciencias physicas e
naluraes coadjuvaro os lentes nos exercicios.
Art. 20. O repetidor se conservar na sala de
estudo at ao Ora do lempo que nao ser menor
de hora e meii para as aulas de sciencias physi-
cas e naluraes, e de duas horas para as aulas de
mathematicas.
Art. 21. Era cada anno as licoes de urna cadei-
ra terflo lugar de manhia, e as da outra a tarde.
Art- 22. O lente ou professor ser subslituido
em suas faltas pelo repetidor ou adjunto, o qual
era tal caso, slm das (uncces de lente ou pro-
fessor, continuar a exercer ss suas proprias.
as faltas imprevistas do repelidor, o lente se
conservar na sala de estudo durante o tempo pre-
ciso para solver as duvidas dos alumnos, poden -
dendo depois relirar-ae, deixaodj os meamos
alumnos sob a inspecco de um dos ajudantes do
commandante.
Se porm o impedimento do lente ou repetidor
se proloogar, e se o quo estiver om exercicio nio
poder presiar-se accumulagio das duas fuoc-
de9, enlo exercer s as de tente, e o comman-
dante ouviodo o conselho de Instruccao, propor
ao governo o individuo que dever servir de re-
petidor.
Arl. 23. Em todas as aulas, (Inda que seja urna
theorla, o lente far urna recapitulado das mate-
rias que esta abranger.
Arl. 24. Aos alumnos serio facultados os li-
vros da bibliolheca relativos a materia que eslu-
darem, quer as salas de esludo, quer na sala es-
pecial de leiturs.
Art. 25. O ensino da escola se divide em qua-
troseccoes: a primeira de msthemalica, compre-
neodende as qustro primeiras cadeiras do curso
normal : a segunda de sciencias physicas e na-
luraes, comprehendendo ss segundas cadeiras do
mesmo curso e de engenharia civil; a terceira de
engenharia civil, comprehendendo as primeiras
do quarto e quinto anuos do curso de engenharia
civil ; e a quarta comprehendendo as diversas
cadeiras de deseoho.
Os dez repetidores sero distribuidos do seguin-
le modo : quatro pata a seecio de mathematicas,
quatro para a de sciencias physicas e naturaes, e
dous para a de engenharia civil.
Arl. 26. No principio do anno lectivo, a no-
meacio dos repetidores para a regencia das ca-
deiras, na falta ou impedimento dos leutes, ser
teila pelo governo sob lnformsgio do comman-
dante da escola ; dando-se, porm, a falla ou im-
pedimento no decurso do anne lectivo, reger a
cadeira o repetidor que nessa occasiao lhe estirar
affeclo.
Os adjuntos serio designados pelo commia-
daole para a substituido dos professores, como
melhor convier ao servico.
Na falla do leote, quando a cadeira nio livor
repetidor, o commandante nomear d'enlre os re-
petidores aquelle que dever substituir o lente.
Art. 27. O repetidor que estiver na regencia de
urna cadeira s a deixar no caso de compareci-
menlo do lente ; mas, se a cadeira nao fr de
sua seecio, a ceder ao repetidor da respectiva
secco que se apresenlar.
Os acluaes substitutos terio sempre a preferen-
cia para a substituirlo das cadeiras.
Art. 28. Os exsmes preparatorios de generali-
dades, de theses e todos quaesquer exames ex-
traordinarios terio lugar do Io de dezembro a 5
de Janeiro seguidle.
Arl. 29. O exame de sufficiencia de que trata
o art. 9 do regulameoto orgnico ser feito por
escriplo, eem uraas turma quanlo o numero
de alumnos nio ter lugar de 10 a 15 de marco.
Todos os alumnos fario esle exame no mesmo
dia, e as pergunlas serio as mesmas para todos.
Art. 30. Os exames especiaos de que trata o
art. 48 4 do regulamenlo orgnico terio lugar
tres vejes no anno ; a primeira dous raezes de-
pois de aberlas as aulas, a segunda no fim do
quarto mez, e a terceira uo fim do sexto.
O ponto para estes exames ser tirado na occa-
siio do aclo, para o qual s haver prova es-
cripia.
Art. 31. Os exames finaes do anno serio feitos
sobre pontos tirados a sorle entre os nmeros do
programla das ligos, havendo em cada materia
urna parle geral designada no mesmo programma,
a qual entrar em todos og pontos.
Estes exames principiario para cada turma lo-
go depois de feita a habilitado definitiva dos
respectivos alumnos.
Art. 32. Os pontos para os exsmes finaes serio
tirados sorle vinte qualro horas antes do exa-
me.
Haver duas provas, urnas escripia e oulra
oral, cada urna em dias difTerentes, precedendo a
prova escripia.
O poni para esta prova ser o mesmo para lo-
dos os alumnos da mesma aula quo liverem de
fazer exame no mesmo dia, tendo lugar a divisio
por turmas, na forma do art. 29, quando o seu
numero exceder de quarenta.
Art. 33. O tempo concedido ao alumno para
desenvolver as questes da prova escripia ser
de tres horas, no mximo ; na prova oral cada
examinador nao poder argir mais de meio ho-
ra a mesmo alumno.
Art. 3i. As commisses de exames serio com-
postas de tres membros, fazendo dellss parte
como presidente do aclo, sempre que liver regi-
do a cadeira sobre cuja doutrina versar o e-
xarae.
Ser o examinado argido por dous oulros
membros da commissio, podendo tambem o pre-
sidente argui-lo em ullimo lugar se lhe parecer
conveniente.
A commisso de exame de deseoho ser com-
posta dos tres professores ou adjuntos que live-
rem dirigido as aulas.
Arl. 35. Terminados os exames oraes de nra
dia, a commissio examinadora proceder a urna
primeira votacio por escrutinio secreto, a qual
decidir se o alumno deve ou nao ser approva-
do : no caso de approvaco, proceder tambem
por escrutinio secreto a urna segunda volacao
para decidir da qualidade da approvaco, sendo
esta plena nu caso de unanimidade de espheras
brencas, e simples nos mais casos.
Art 36 Para os exames preparatorios serio
nomeadas tres commisses, sendo urna para os
de gramrnatica mcional a lalim, outra paraos'
de francez einglez, e outra para os do arithrae-
Mea. historia e eographia.
Estas commisses serio compostas dos lentes
substitutos e repetidores da escola.
Art. 37. As diversas commisses de exame se-'
rao annualmenle designadas pelo commandante,
tendo em vista a ligacio das materias e o nume-
ro de alumnos a examinar era cada aula
Arl. 38. Os exaui6s de generalidades consta-
rlo s da prova oral, aem poni previo. Ar-
guiro todos os tres membros da commissio de
exame, que ser presidida pelo lente mais anti- |
go: o tempo de arguico para cada examinan-
do nao exceder de duas hor.s.
O individuo approvado no exame de generali-
dades ser considerado as coiidices do alum-
no que liver frequeotado a aula o sido habilita-
do para o exame.
Art, 39. Nao se permitliri exame de genera-
lidades sem que o candidato tenha salisfeilo to-
das as condicoes para a matricula.
Art. 40. Os exames de tbeses serio feitos so-
bre ponles lirados sorle, com antecedencia de
seis mezes a um anno, a arbitrio do candidato. i
Os puntos constario de duas parles, urna sobre
as materias das primeiras cadeiras do curso nor-
mal, e outra sobro as segundas cadeiras do mes-
mo curso.
Os pontos deverio ser tirados do 1. de feve-
reiro a 31 de Janeiro do auno seguinle.
Art. 41. O candidato ao douloramento que,
lendo tirado ponto para these, e nio apresenlar
dentro do prazo marcado ter de tirar novo pon-
i, Qcando de nenhum effeito o primeiro : repe-
liodo-se duas vezes esta circumstancia nao ser
mais admitlido i prova.
Art. 42 Antes do aclo da defesa dever a the-
se ser vista e approvada por um dos lentes a
quera a candidato para isso recorrer, nao impor-
tando a approvaco do leote umj.uo sobre o
deduzido na disserlagao, mas nicamente a cer-
teza de que nada contm ella que deslustre a
escola.
Art. 43. O dia para o acto ser designado pelo
commandante, sendo presidido o mesmo aclo pe-
lo lente que houver approvado a these a pedido
do candidato.
Art. 44. O termo dos actos defesa de theses
ser lancado em livro especial, para esse fim
destinado.
Art. 45. S serio admittidos a tirar ponto pa-
ra theses os individuos que j liverem o grao de
bacharel em mathemaliers.
Art. 46. Os pontos para todos os exames sero
organisados pelo conselho de instruccao sobre
proposta dos respectivos lentes.
TITULO II.
Concursos.
Arl._47. No* prazo de oito dias, contados da
recepgio de ordem do governo para o conselho
de instruccao aprsenle a proposla de lentes ou
repetidores, se publicar por meio de editaes na
escola o de aonuncios nos peridicos quaes sao
as vagas que leem de ser preenebidas, e se abri-
r na aecretaria da mesma escola inscripco dos
concurrentess ditas ragas: o prazo para a ins-
cripco nao dever ser menor de ttes mezes.
Art. 48. O candidato vaga de repetidor de-
veri apresenlar no acto da loscripco : primeiro,
documento com que prove ser cidadio brasilei-
ro sogundo, folha corrida, e, sendo militar, f
de offlcio o licenca do governo ; terceiro, certi-
do de approvagoes plenas as materias da see-
cio da eogenharia civil, mais um doeumenlo que
mostr harer lido dous annos pelo menos de
pratica de engenharia dentro ou fon do Brasil.
O candidato que nio liver estudado na escolas
militares ser obligado, antes da inscripco, a
fazer exames de todas cadeiras da seecio para a
qual feito o concurso.
Estes exaraes serio como os de qua trata o
arl. 38 do preseuto legulajaento, e dellu t po-
ENeARREGADOS DA SUsVaUPCA DO S&-*
AWejtdV. ClaBdino Falca* Dias ; BaM
Sr. Jos Martios Aires -T Rio de Janeiro, o vl
Joo Pereira Martina. -
EM PERRAS BUCO.
O proprietario do nuro Manoel Fhjntfrea de-
Paria, na sus linaria praea da Independencia ns
6 e 8. ~
derao aer juizea os leutea e actuaes substitutos.
Art. 19. Terminado o prazo da inscripco se
reunir o conselho de idoneidade dos candidatos
a serem admittidos a concurso, [sobre o que de-
cidir a maioria dos membros presentes, por es-
crutinio secretor
Terminada a habililacio, se publicar a rela-
cio dos candidatos admittidos a concurse, e se
determinar o dia em que deverio comecar os
actos.
Art. 50. O concurso para repetidor da secQao
de malhematicss constar de dous actos de ex-
plicado de lico, sendo objecto do primeiro urna
das douir'mas da primeira cadeira do 2. ou 3.
anno do curso normal, e do segundo urna das
doulrinas da primeira cadeira do 4." anno do
mesmo curso.
Para a secco de sciencias physicas e naturaes
e suas applicaces haver tres actos semelhan-
tes, sendo o primeira sobro as materias da pri-
meira cadeira do 1. ou 2. anno do enrso nor-
mal, o segundo sobre physica ou chimica, o ter-
ceiro sobre urna das doulrinas das segundas ca-
deiras dos 3. ou 4. annos do curso normal, ou
da segunda cadeira do 5.* anoo do corso do en-
genharia civil, e ainda mais urna prova pratica,
acompanhsda_ da respectiva explicacio.
Para a secgio de engenharia civil haver urna
lico sobre urna doutrina da primeira cadeira do
2ou 3. anno. ontra sobre um ponto da primeira
cadeira do 4. ou 5." anno do mesmo curso, e
emfim urna prova sobre algum projeclo de obra
que tenha reUc&O cora o respectivo curso, sen-
do o ponto desla prova desigoado pela- sorle, e
desenho executado na escola no prazo marcado
pelo conselho de in Art. 51. Cada licao durar urna hora, e o pon-
to respectivo ser lirado duas horas antes do ac-
to : a prova pratica ser tambem designada por
ponto lirado vinte quatro horas antes.
O conselho de iostruccio approvar os pontos
e fixar o numero delles um dia antes de serem
tirados, ea commisso do mesmo conselho para
sto n lineada os dar aos candidatos.
Art. 52. Para o concurso vaga de lente po-
dar inscrever-se: V, o repetidor da secco a
que perteocer a cadeira que se pretendo preen-
cher; 2, qualquer individuo que previamente
tenha salisfeilo a todos os quesitos exigidos para
inscripco do concurso i vaga de repetidor, e que
alm oslo tenha sido habilitado em todas as pro-
vas que se exigirem no dito concurso.
Art. 53. Inscripto.1! os candidatos, ter lugar o
eoncurso, dos quatro actos dislinclos; Io, argui-
co de ihesos; 2o, prora escripia ; 3", prova oral;
e 4, prova pratica.
l. A these ser escripia sobre um ponto li-
rado sorte dous mezes antes do dia marcado
para a sua apreseoi.acio. A arguico ser feita
reciprocamente entre os candidatos.
2. A prova escripia ter por objecto urna das
theorias mais importantes da secco para a qual
lier lugar o concurso; o ponto ser designado
pela sorte, e dado quinte minutos antes de co-
mecar o acto. O autor a dever 1er, sob iuspec-
cao do candidato que o arguio na these perante o
conselho.
3. A prova oral constar da exposicao de
urna doutrina sobre ponto tirado i sorte entre as
quaes pertencerem cadeira raga. O ponto do-
ver ser tirado quatro horas antes da ligio.
4 A prova pratica ser designada pela sor-
te, tirando-se o poni duas horas antes.
5." No caso de se ter inscripto s um candi-
dato, a arguico da these e a inspecco da leitura
da prova escripia sero feitas por urna commis-
sio do conselho de instruccao.
Art. 54. Concluidos os actos do concurso, o
conselho proceder votacio por escrutinio se-
creto sobre o merec ment de cada candidato para
o lugar de lente ou repetidor, ficando excluidos
os que nio obtiverera os dous tercos dos votos
presentes; e desU votacio se lavrari termo, sem
declaracio da qualidade da approvaco.
Feito i3io, proceder o conselho de instruccio,
tambem por volacao ora escrutinio secreto, qua-
licaco, por ordem de mereciraento scientifico,
dos candidatos que liverem sido admittidos pela
primeira votacio.
Se houver empate em dous ou mais concorren-
tes sobre o lugar era que devam ser collocados na
relagao desta circumstancia se fari nota na com-
petente acta. Decidida a classificacao organisar
o conselho de instruccio a relaco dos candida-
tos approvados ; esta relacio ser remellida ao
governo pelo commandante da escola, o qual
enjillir por essa occasio seu juizo sobre o me-
reciraento dos candidaloa.
Arl. 55- Em lodo oprocesso dos concursos ne-
nhura repetidor entr.ir no conselho de iostruc-
cio, e servir de secretario do conselho.
Art. 56. O candidato vaga de lente ou repe-
tidor, que for rejeitado ou inhabilitado, nio
poder de novo concorrer dentro do prazo de dous
annos.
Art. 57. O ofJV.ial que pretender inscrever-se
para o concurso s viagens i Europa dever apre-
senlar certido de approvaco plena as materias
relativas ao concurso.
O acto do concurso e prora de suficiencia con-
sistirao em urna dissertaco escripia sobre dou-
trina relativa ao assumpto especial a que os can-
didalos liverem de applicar-se, sobre ponto tira-
do com antecedencia, sendo o mesmo para to-
dos ; e finalmente em arguigao feita aos meamos
candidatos na forma do art. 38.
Arl. 58. No programma de concursos se esta-
belecero as mais formalidades e detalhes relati-
vos aos mesmos.
TITULO III.
Exerciciotpraticoi e clauificaco.
Arl. 59. Os exercicios de esgrima, cquitacio e
gyranastira e a instruccio de infantina terio lu-
gar durante o anno lectivo, nos diss e horas
marcadas no programma da dislribuico do
lempo.
Ari. 60. O segundo commandante dividir para
esse fim os alumnos ra turmas, de modo que fl-
quem simultneamente oceupadas cada urna em
exercicio differeole.
Art. 61. Terio lugar tambem no decurso do
anno, pelo menos urna vez por semana, exerci-
cios nos gabinetes para as segundas cadeiras dos
cursos normal e de engenharia civil, e as salas
de estudo para as primeiras dos mesmos cursos;
nestes exercicios os alumnos fario applicaces
dos conheciraeotos adquiridos as liges dadas.
Desles exercicios serio encarrilados as pri-
meiras cadeiras os repetidores, que deverio ac-
cordar-se com os respectivos lentes sobre o ob-
jecto de cada um delles, e nae segundas cadeiras
os lentes coadjuvados, pelos repetidores.
Art. 62. Terminado o anno lectivo e conclui-
dos os exames, terio lugar exercicios de topo-
graphia e geodesia para os alumnos paisanos do
curso normal, e bem assim as visitas is obras pu-
blicas de toda a espede, aos arsenaea, fabricas e
ofuaoaa, para os alumnos militares e paisanos
nos de engenharia civil, Mb a direceo dos lentes
e repetidores, ou de ajudantes designados pelo
commandante.
Os alumnos militares do quarto anno do carao
normal deverio asststir aos exercicios geodsicos
os mais importantes.
.Art. 63. Os trabalhos topographieos sobre o
terreno serio feitos do manhia ou tarde, e urna
vez por aemana se reunir cada torva na estola,
e ahi, sob a toepeccic do respectivo director, fa-
rio os alumnos o trazado sobre o papel i tisis
4m notas tomadas.
Art. 64. Os directores das turmas fario execu-
lar os trabalhos sobre o terreno alternativamen-
te com os diversos instrumentos usados para
al fim.
Art. 65. o exercicios geodsicos e as risitas
ao obras terio lugar nos dias indicados pelos
respecliros directores de accordo com o comman-
dante.
Art. 66. A ultima aemana dos exercicios prati-
cos ser destinada para passar-ae a limpo. naa
salas da escola, todos os trabalhos sob a inspec-
co dos directores das turmas.
Art. 67. Os exercicios praticos findario em de-
zembru.
Art. 68. Terminados todos os trabalhos do an-
no lectivo, far o conselho do instruccio, na
conformidade do art. 10 do regulameoto orgni-
co, a classificacao geral dos alumnos approvados
e habilitados nas materias do ensino de cada an-
no, segundo o grao de approveitamenlo que hou-
rerem lido.
Esta classiQcacio ser organisada sobre as se-
guintes bases:
l. Depois que a commissio de exame das
mUerias relativas s primeiras e segundas cadei-
ras dos Diversos annos julgar sobro a qualidade
da approvaco dos examinandos, cada examina-
dor, em acto successivo, laucar na urna um nu-
mero correspondente ao gru de sproveitaraento
que altribuir ao alumno, e que ser de 1 a 10
para os que houverem tido approvaco simples,
e de 11 a 20 para os plenamente approvados. O
quociente da summa dos nmeros que apresen-
lar a urna, dividido pelo numero dos examinado-
res, marcar para cada alumno o grao de classifi-
cacao na respectiva aula.
2. A classificacao nas aulas de desenho e
nas turmas de exercicios praticos ser feita de um
modo anlogo : o grao do merecimeolo de cada
alumno ser marcado nas aulas de desenho pelo
numero que resultar da somraa dos nmeros, de
1 a 10, ailribuidos no merecimeolo dos trabalhos
pelos professores ou adjuntos era exercicio que
liverem parte no julgaraeoto, dividida pelo nu-
mero dos mesmos professores-e adjuntos; e nos
exercicios praticos, pelo numero tambem de 1 a
10, que o director da turma der ao alumno, ten-
do em vista nao sos trabalhos por elle apresen-
lados, como a applicacio e assiduidade que hou-
ver tido durante os exercicios.
S.Os nmeros que marcam os graos de cas-
siticacao nas diversas aulas e turmas de exerci-
cios praticos, combinadamente com as colas de
importancia abaixo designadas, relativas as mes-
mas aulas e exercicios, daro a classifioacio dos
alumnos por annos, do seguinle modo :
As cotas de importancia sao sete para as dou-
lrinas nas das primeiras cadeiras, seis para as
das segundas, cinco para as aulas de desenho, e
tres para os exercicios praticos de qualquer dos
annos.
Multipliqae-se cada urna deslas cotas pela res-
pectiva quola de merecimeolo que o alumno
houver obtido, sommem-se todos os productos,
e divida-so o resultado pela somma das colas de
importancia ; o quociente marcar a cota de
mereciroento do alumno no anno lectivo.
4." O alumno reprovado ou que deixar de
fazer exame em qualquer das aulas de um mes-
mo anno, ou que nio fr clasificado, quer em
deseoho, quer nos exercicios praticos, oao ser '
classiflcado nesseanno emquanto nao obtiver a
approvaco ou classificacao que lhe fallar.
Arl. 64. No decurso do anno cada lente, repe-
tidor em exercicio, professor ou adjuoto em exer-
cicio, marcar a seus alumnos, em urna tabella,
as colas de raerecimenlo que ailnbuir aos diver-
sos trabalhes, interrogarles e exercicios, procu-
rando fazer com que lodos os alumnos tooham
o mesmo numero de provas de cada especie,
Esta tabella coraprehender as cotas de me-
reciraento que os alumnos obtiverem nos exames
parciaes.
1. As cotas de mereciraento serio : 5, optU
mo ; 4, bom ; 3, soffrivel; 2, mo: e l.pes-
simo. ,r
A cota zro indicar o nio comparecimento do
alumno ao trabalho ou exercicio, ou a nio apre-
sentajo de trabalho algum altendirel.
O alumno porm que houver tido alguma cota
zro, e que pelos seus precedentes ou ulteriores
trabalhos Uver mostrado notavel apulicacio -e
merecimento, poder o respectivo lente ou pro-
fessor modificar a dila cota aQm de ser melho-
rada a sua classificacao de frequencia.
2. Cada acto escolar, como interrogarlo e
exercicios oraes ou escriptos. examos parciaes,
trabalhos na aula de desenho, ter, alm da cota i
de mereciraento, outra de importancia pela ma-
neira seguinle :
As cotas de importancia nas aulas relativas as
primeiras e segundas cadeiras serio: para in-
terrogacio, 2; para exercicio oral, 4; para exer-
cicio por escripto, 6; psra exame parcial, 8.
Os trabalhos especiaos feitos nas aulas de de-
seoho terio cola 5.
3. Terminados os trabalhos das diversas
aulas, os respectivos lentes e professores fario
para cada alumno a somms das cotas de mereci-
mento de eada especie de trabalho, exercicio ou
exame, e cada urna deatas aoramas ser multi-
plicada aeparadamenle pela cota de importancia
relativa mesma especie de trabalho ; os nme-
ros assim ootidos serio de novo sommados, e
reduzidos aos limites de 1 a 20, corresponden'do
vinte mxima cota em todos os trabalhos en-
globadamente.
Estes ltimos nmeros desigoario o grao do
merecimento de cada alumno quanlo 4 frequen-
cia, on i sua conta do anno na respecsiva aula ;
devendo portento os trabalhos ou quadros assim
organisados ser preaentes nos exames do fim do
anno aos respectivos examinadores.
Ser considerada pessima a cota de 1, mi a 2
a 4, soffrivel de 5 a 12, boa de 13 a 19, e pti-
ma 20. '
TITULO IV.
Titulo e cartas.
Art. 70. Os ttulos de engenheiro geographo e
de engenharia civil serio concedidos sem forma-
lidades, mediante requerimento feito ao comman-
dante e acompanhado de certido de approra-
coes em todos os exames e exercicios exigidos
pelo regulamenlo orgnico, (Os ttulos serio con-
forme os modelos a e 6.)
Art 71, Para o grio de bacharel exige-se ap-
provacio em todaa as materias das primeiras e
segundas cadeiras do curso normal.
Art. 72. O grio de baeharel ser conferido no
da seguinle ao ultimo de exames dos alumnos
do 4a anno do curso normal, na sala do conse-
lho e sem appsrato, pelo lente que bourer pre-
sidido aos actos. (A carta ser conforme o mo-
delo d.)
Arl. 73. O grao de doulor ser conferido ao
bacharel que liver approvacoes plenas nos exa-
mes das aulas primarias e secundarias do enrso
normal, aalisfeitas as condicoes constantes dos
arts.7 e 12 do regularaonto orgnico, e (Ar ap-
provado na these na forma deste regulamenlo.
O ceremonial da cotiacio do grao ser marea-
do em um programma. (A carta de doulor sei
conforme o modelo c.)
TITULO V.
Pusoal administrativo e suas attribuicoss,
Art. 74. O commandante o chefe ds escola
central, e a elle aio subordidados todos os lentes
e mais pregados e os alumnos da Mela.
Art. 75. O segundo commandante teri a leu
cargo a polica, t a ocoDoaia. da escola,
Art. 76. Os ajudantes coadjurarao o segunde
cammandante na polica e economa do eslabe-
(ecimeoto e na niaouteocao da ordem durante os
exercieios.
Art 77. O secretario' o chele da secretaria e
archivo, vendo-lhe subordinados lodosos era-
pregados das ditas reparlicOes : nos seus impe-
dimentos ser substituido pelo offirial.
Tem a seu cargo : i", lo Ja a correspondencia
da escola ; 2. o lancaroento dos termos de exa-
mo, a matricula dos alumnos, e toda a escrip-
luracio que no presente regulamenlo nio fr de-
siguadamente incumbida a oulro.
Arl. 78. O instructor teri a seu cargo a direc-
?ao inmediata dos exercicios militares, e qual-
quer servico que pelo commandante lhe fr in-
cumbido.
Art. 79. O quartel-mestre ter a seu cargos
compra e dislribuico dos dbjectos do servico da
escola, o recebimeoto da laxa das matriculas e a
arrecadaco do armamento, e alm disto qual-
quer servigo que pelo commandaule lhe fr in-
cumbido.
Art. 80. O cirurgiio militar seri obligado a
comparecer na escuta is 9 horas da manhia, a-
tlm de visitar os alumnos militares que faliarem
as aulas, exercicios e a outros actos da es-
cola
Art. 81. O bibliotheesrio formai os catlo-
gos, clasaificar, zeUr, e lera a seu carao todos
os hvros e cartas da bibliolheca.
Art. 82. O empregado encarregado do archi-
vo ter a seu cargo a guarda e conservacio dos
modelos de desenho do toda a especie, dos mo-
delos em relevo, e dos trsbaibos dos alum-
nos.
Art, 83. Sob a guarda do preparador do gabi-
nete de physica flcario todos os instrumentos
aesunados aos exercicios praticos do fim do
anno. ^
Art. 84, Os preparadores, inmediatamente su-
bordinados aos lentes e repitidores, devem con-
servar com todo o zelo e asseio o gabinete ou
laboratorio a seu cargo, fazer as experiencias e
mampulacoesque Ibes forem indicadas, fazer por
escripto os pedidos dos diversos objeclos preci-
sos para esses trabalhos, sendo os ditos pedidos
rubricados pelo lente, e na falla deste pelo repe-
tidor ; assistir s aulas, lindas as quaes se de-
morsro no gabinete ou iabaratorio o lempo que
exigir o trabalho que fr determinado pelo leote
ou repartidor.
Arl. 85. Haver quatro preparadores : sendo
nm para a aula de physica, oulro para a de chi-
mica. o terceiro para a de mineraloga e geolo-
ga, e o quarto para a de montanhistica e me-
tallurgia.
Art_ 86. Haver cinco guardas: um para a se-
cretaria, um para a bibliotheca, um para a aula
de botnica, o quarto para as salas de engenharia
civil, o quinto para as de deseoho.
Para coadjuvarem os guardas e os substiluirem
em seus impedimentos, haver mais cinco conti-
nuos, que serio convenientemente distribuidos
pelos diversos servicos.
Art. 87. O porteiro ser encarregado de abrir
e techar as portas na escola, de dar parte das
pessoss que procurarem o commandsnie, lentes
e mais erapregados; de prohibir o iogresso is
pessoasestraohas que nio tenham permissio do
commandante para entrar no eslibelecimento ;
do rncebera correspondencia para dar-lhe a con-
veniente direceo ; de conservar em asseio todo
o edificio e seus movis! e responde por lodos
os objeclos, cuja guarda nio 0 degoadameote
afTecta a oulro qualquer empregado.
Em seus impedimentos ser substituido pelo
guarda maia antigo.
TITULO VI.
Disposicots geraes.
Art. 88. Os requerimeolos para exames de ge-
neralidades serio dirigidos ao commandante da
escola, que os apreseolar ao conselho de ins-
truccao.
Art. 89. O cooselho de instruccio eleger d'en-
lre os seus membros o que dever serrlr de se-
cretario nas suas sesses.
isposices transitorias.
Arl. 90.
i. Em 1861 priocipiario a funecionar as ca-
deiras do Io anno do noro curso normal creado
pelo regularaent3 orgnico de 21 de abril de 1860,
cessando as do actual Io anno ; em 1862 funecio-
naro os Io e 2o annos do noro curso, cessando
o actual 8 anno ; era 1863 luncionario os Io, 2
e 3o annos do novo curso, ceasando o 3* actual;
era 1864 comecaro tanto o V auno do curso nor-
mal como o 4 do curso de engenharia civil; e
finalmente em 1865 principiar a funecionar o 5o
anoo do novo curso de engenharia civil, e cessa-
r o actual 2 do mesmo curso : ficar em plena
execucao a dislribuico das doulrinas do regula-
menlo de 21 de abril de 1860.
8 2. Aos actuaes alumnos das escolas central
e militar, que antes da publieacio do presente re-
gulamenlo j liverem sido approvados ao menos
nas malorias do Io anno, se conferir s o grao
de bacharel, de conformidade com o regulamenlo
do 1 de marco de 1853.
3." Os actuaes alumnos militares proaeguijio
em seus estudos, ns conformidade da distribuicio
estabelecida pelo regulamenlo dot de marco de
S8BB.
4. Os graos serios conferidos e os respecti-
vos ttulos expedidos de conformidade com o pre-
sente regulamenlo.
9 5.* Os alumnos que em 1862 forem inhabi-
litados no 3 anuo, para poderem malricular-se
no 3 anoo do novo curso, serio obrigados a exa-
mes de generalidades sobre os principios de me-
cnica ensinados no 2 anno do dito novo curso,
e se forem inhabilitados s poderio matricular-s
no 2 anno.
6. Sao dispensados ras provas exigidas nes-
te regulamenlo para a inscripco, para o concur-
so s ragas de lente, em qualquer secco, os an-
tigos oppositores da escola ceotral.
Palacio do Rio de Jaotiro, era 18 de Janeiro de
1861.Stbatlio do Reg Barros.
Regulamenlo de disciplina.
TITULO I.
Do conselho de disciplina.
Art. 1. O conselho de disciplina compe-se dos
seguintes membros :
1. Commandante da escola, como presidente.
2* Segundo commandante. ,
3. Ura ejudaotedo commandante que fr mais
graduado ou mais antigo.
4. Dous lentes militares desgnalos pelo go-
verno.
Se nio houvor lentes militares, o governo de-
signar ofciaes para os substituir.
Arl. 2. O conselho de disciplina tem por fim ;
1*, consultar sobro os meios mais apropriados
para raanier a polica geral, a ordem interna e a
moralidade do estabelecimento; 2o, deliberar so-
bre os casos s que se referen os arta. 31, 56 e 58
do regulameoto orgnico.
Arl. f. Quaodo o conselho de disciplina tirer
de tomar coohecimeoto de qualquer irasgressio
que lhe deve ser submeltida, proceder do seguin-
le modo:
l< Coorocado o conselho pelo comman-
dante da escola, este lhe fari eoohecer o facto
ocurrido, e nomear qm dos membros parasvn-
dicar. '
% 2.* O memoro encarregirjo de ayndicar to-
mar jodas as isiformacea rjae julgar neceaaarUs.
Inquinado as penou qae (ue nona* ministrar
esclarecimenlos; e depois de bem inleiuio for-
mular a ana exposicao. em oue dar edn+a mi-
nuciosa do reauludo.de. .o.s ind.gacMTe ue
remetiera ao commandante.
c.lu'"ll,eCeWa* J Posicao d memoro arndi-
cante o commandante convocar nov.mente o-
consolho par eommnnicar-lhe mesma expMi-
n.q.?a """? ae bMe "* Ool'ber.ces. O
conselho. ae julgar convenieule. dever ouvir
K?" PesWM casadas, e as testemunhas
.,? iA0r"*. contr ; wguiolo em ludo
militar. t"**3"*1 PrecriP?*> <<> P'ocess
JL4'0 .Ach'"",0-e o conselho safficientement
esclarecido, o commandante reunir lodos os pon-
tos da aecusacao e da defeza, e formular osqne-
silos sobre que dever o mesmo conselho volar
por escruinio secreto, decidindo a maioria de
de ^n'f'W d ~""""nie. que em caso
de empate tei o voto de desempate, e lavrando-
se inmediatamente a respectiva que ser
assignada pelos membros presentes.
ConheVmnU/8VDOnl0 d C008e'h<> '* levado 80
conhecimento do governo com todas as pecas que
lhe liverem aervido de fuodamenlo, para decidir
sobre a sea execucio.
rl^.ri..4K.|,?r"*COI,8uUv 80bre "encas or-
dinanas bastar que o mselho de disciplina te-
nha a maioria de seus t= embros presentes; mas
nao poder deliberar, sem que pelo menos este-
ja m quatro membros, sobre os casos a que se re-
feren, es arts. 82, 56 e 58 do regulamenlo org-
nico, e em geral sobre todos os que importaren!
imposicao de pena a qualquer individuo auieil<>
aos regulamentos da escola. -j">
TITULO II.
Dos alumnos.
Arl. a Todos os militares matriculados na es-
cota toroarao um corpo, que ter o uniforme
segundo o Qgurino approvado pelo governo. e
ncarao subordinados ao commandanto da escola,
sendo seus veocimentos pagos por urna folha pro-
cessads na mesma escola.
Art. 6o O segundo commandante commandar
o corpo escolar, sob as ordeos do commandante
da escola sendo auxiliado pelos ajudantes e mais
c-IHcues da mesma escola, um dos quaes ser.
designado para major ou fiscal.
Art. 7o O corpo escolar ser dividido era cin-
co companhias. no mximo: e cada companhia
era secgoes que nio conteoham mais de doze
alumnos, ficando ao arbitrio do commandante
da escola o reunir differentes annos, de modo
que nao haja companhia com menos de duas
seccoes.
Ari. 8* Os commandantes das companhiw e
chefes das seccoes serio escolhiios do entre os
alumnos que liverem lido melhores classiQcaces
f a"nos da escola ; para o primeiro anno po-
rm de enlre os que liverem maior graduaco
militar, ou, sendo esta igual, maior antiguidade.
8>e a companhia se compuzer de difTerentes an-
uos, escolher-se-ha para commandante della o
mais bem classiflcado do auno mais adianlado
comanlo que no anterior tenha obtido approva-
co plena ; e para chefes das secjes, que nio
poderam ser compostas seoo de alumnos do
mesmo anno, os mais bem classificados do res-
pectivo anno.
Art. 9o Oa alumnos devem deferencia e subor-
dmacao aos commandantes de companhia e che-
fes de secgo dentro da escola-, quaesquer que
sejam suas respectivas graduagos; seguindo to-
dava tora da mesma escola, a gerarchia militar.
Aos lentes porm, repetidores, professores, ad-
juntos, e todos os olciaes da dita escola, de-
vem respeito e obediencia em lodo e qualquer
lugar.
Art. 10. Os alumnos paisanos formarlo seccoes
como as dos militares, que serio annexas s
companhias, segundo os annos a que es ditos
alumnos perteocerem. Elles serio igaalmeute
contemplados, como os militares, para a escolha
dos commandantes de companhia e chefes de
secco ; e aquelles em quera tal escolha recahir
terao os mesmos privilegios e reciprocamente as
mesmas obrigaces que em virlude dos regula-
meotos da escola penencem aos militares no
mesmo caso.
Ari. 11. As seccoes formadas pelos alumnos
paisanos oceuparo oa formatura daacompaohias
a que esliverem anoexas, a esquerda deslas.
Os respectivos alumnos Qcam sujeitos os re-
gulamentos escolares, durante todo o tempo da
sua frequencia na escola, e seis mezes depois s
disposices do art. 213 do decreto n. 1,13* de 30
de margo de 1853.
Art. 12. Oa alumnos que dentro do prazo de
seis mezes depois de haverem deixado de fre-
quentar a escola central commetlerem alguma
mfraegio contra |a disciplina da meama escola,
serao passiveis das ponas comminadas nos res-
pectivos regulamentos, p\ra cuja effoclividado
se recorrer, por intermedio do governo, s au-
toridades competentes.
TITULO III.
Das aulas, salas de estudo, gabinetes scienlificos,
exercicios e mais trabalhos escolares.
Art. 13. Cada companhia formar em lugar
designado para esperar o coraego dos Irabalhos.
Cinco minutos antes da hora o commandante de
cada urna dolas fari a chamada do. respectivos
alumuos por urna lista que dever ter-lhe sido
fornecida pela secretaria.
Dida a hora, o ajudanle que estiver para islo
designado pelo commaodanto da escola verifi-
car a chamada ; e depois de comegado o traba-
lho, tomar nota dos alumnos que houverem fal-
tada para transmitti-la ao segundo commandan-
te que, depois de rubrica-la, a enviar secrcU-
ria para ser laogada no livro para isto destinado.
Art 14. Se viole minutos depois da hora r>
lente, professor, ou encarregado do trabalho nao
liver comparecido, as seccoes que dereriam co-
mega-lo serio levadas tala de esludo do respec-
tivo auno, e all permanecerao o tempo que de
va durar o mesmo trabalho, aob a vigilancia dos
seus chefes, nio ficando porm prejudicada a
dislribuico dos ulteriores trabalhos do dia.
O* alumnos se oceuparo enlo em rever aa
licoes dadas nos dias antecedentes.
Art. 15. Os commandantes de companhia o
chefes de secco devem retar para que os res-
pectivos alumnos observem a boa ordem, e sa-
tisfagis todos os deveres imposlos pelos'regula-
mentos da escola. Elles propnos devem pelo
seu exempler comporiameuto justiflcir constan-
temente a sua nomeacao.
Art. 16. O commandante de companhia ou ehe-
le de secco, que tirer iocorrido oiria de Iresr
^eiet oa. pense dos Io a 3o do art. 69 do re-
gulamenlo orgnico, ou maia de duas na do 4o
ou urna vea na do 5 ; ou que eas dous exames
parciaes successivo. oio obtiver graos que cor-
respondan) approvaco pletM, ser exonerado
e sip subslittiicao se far na forma do art. 8a
deste regulameoto.
Art. 17. A conservagio dos objeclos existentes
nas salsa de estudo para uso commum dos alum-
nos tica ao cuidado dea obeles de seecio qno
deverio dar parte de qu.la.uer estrago produzdo
pelos re erases alunaos, indicando o autor, para
por conta dalle ae mandar tazar a convenanla
reparacao. Se porm qualquer objecto fr dara-
icada, sea que o chefe de seceso, sob cun
reepansabilidede elle ae achara, luja dado parle,
ou ae dando-a, niu seubor quera fera o autor.
* r.Sp*5*r*M ,r* 00 P,i,eir w. ** a
coste della, e tro segundo por conta dos alumnos;
di leccio, wn-io do erada a cuota do bofo.


nn u amam m m mar mt
URIO DI IMjUMBUCO. QUAET4 fEUUL SrO D FEVEREIRO DB 1661.
Arl. 18. Os cheles de secgo restberion'as'sa-
las em que ae titerera os ereieife, atraes e-
criptos e recordacao, papel, U*U e peonas pera
distribuir polos aturaran, vigiando para %tti lio
baja desperdicio da taea objecto!.
Oa lirros da bibliolheca que f ere adidea-ne
loa alumnos cora autorisago do ropotidor, serao
recglMai los mesase* *anefes d*c;e, ene
ficaeee ineponsavcse, aaeeandiceeeo artigo an-
tecedente, por qualquer deterioraren que m di-
tas livros sonrere.
Art. 19. Per intermedio ee csatendantea de
eotapannis, ou, na (olla alales, por intermedio
doechee de seceso, os leoiea e ropetienres,
profesores e ad junios, BMetere a po I ida den-
tro daa respectivas tulas, satas de esluJe e ga-
binetes identifico.
Art. 20. Qualquer lente oo repetidor, pro fe s-
sor ou adjunto poder fazer sahir da respectiva
aula, saU de eslede ou gabinete srentineo, e
alumno que, dopfW de advertido, coe.liou.ir a
nao prestar atteugao, a nao portar-se com res-
peito, ou a perturbar o silencio etranquilinaJo
de qualquer maueira ; dando
se o
na flip parte ao
ci90 exigir miior
commaudanle da escola,
severidade.
Ao alumno, assim posto ra da aula, se mar*
cara em lodo o caso urna falta.
Art. 21. Aos lentes e repetidores, professores
e adjuntos, serao facultados os pontos dos res-
pectivos alumnos, serapre que o requieitarem
para fazer qualquer coufroulago com suas notas.
Art. 22. Nenhura alumno poder fazer o tra-
ba! h o do outro, devendo ser punido tanto o que
o fiztjr como aquello a quean incumba o mesmo
trabaHip.
Art. $3. as aulas prohibido aos alumnos
qualquer leilura que nao srja a dos respectivos
compendios; uassalas de esludo portp, egabi-
netes scieiiliflco, s permiltiJa, uas horas con-
venientes, a daquellas obras ou quaesquer oulros
impresEos relativos me lea do estudo, e ouja
inlroducgo fr competentemente aulorisada.
Art. 24. Os alumnos enlraro uas aulas, salas
de estudo e cabiuetes scieniiticos, e dolas saliiro
debaito de forma e na inaior ordem.
So houver qualquer infraego a tal respeito, os
commaudaates de companhia e os chefes do sc-
elo em que fsto tver tugir, devora imniediaia-
meuto dar parte do autor, para que seja punido,
son pena de llcarem ellos sujeilos pauigo quo
o caso merecer.
Art. 25. as aulas, salas de esludo e gabinetes
scientitkos, os lugares serao convenientemente
numerados, e a cada alumno ser designado um
lugar fu o segundo a ordem em que so acharen)
uas listas tornead is pela serretina.
TULLO IV.
Disposices geraes.
Art. 26. Tsdo o alumno deve execular as or-
dens que lhc forem dadas pelas posaoas compe-
tentes, lilleralmeote c som a meuor hesitagio,
podeudo reclamar somente depois de haver obe-
decido.
Art. 27. A recusa formal de obediencia ao coni-
znandante la escola, ou ao
commandaiiie,
je BovejBoro do anuo prximo passado.Com-
mantcou-R i thesoursna de azeuda.
Dito ao mesmo.Mande V. S. collocar mais
seis ltea gaz oo quarlel da companbia de a-
" dizes artiQces desse arsenal, e na respectiva
casa de ordem, tendo porm lodo o cuidado para
J*J*PWa taer rao exceda quaalio.ee
ajBJtJte re., cobo se recoramenea no Anal o
aviso da repanigae *o aaarinba do 6 do corroaio,
coaita uto da copio jonU: Communicee-te
laesowreria de [azoada
Dito ao mesmo.A' iota do aviso da repart -
fio de marinha do do correte, coostssite da
copia justo, inorsM V. S. qeaes as ol&ciaes que
anda Mf*iiKr>i oese arsenal seca qee Uves-
sem sido i elle designadas no decreto 8583,
do 90 de abril do sano pastado.
Dito ao mesmoRemello por copia V. S
para ter a devisa execugao, o aviso da repartigo
da marinha datado de 7 do correte, mandando
construir nesse arsenal urna curveta i hlice de
torga oe 209 cavadas, adoptando-so nessa cons-
Irucgo o plano que aqu junto e o ornamento
constante da copia inclusa.Commaoicou-se i
Ihesouraria de Uzenda.
Dilo aa meamo.Remello incluso por copia o
aviso da repartigo da marraba de 7 do correte
para que V. S., fleando inteirado de quauto se
delermioou em dito aviso, proponha para o lugar
de racstre da olficina de carapinas desse arsenal
pessoa que se ache as circunstancias de exer-
ce-lo na Corma do decreto u 2583 de 30 de abril
do anno prximo passado.
Dito ao inspector da Ihesouraria de fa zonda.
Transmiti V. S. os inclusos preta e relacdes,
alim de que, estando ooa termos legaes, mande
pagar Jos Duarle das Nevos, paocurador do
cepilo quarlel-mestre da guarda nacional de
Garanhuos, Rayraando Candido dos Pasaos, os
vencimentos relativos aos metes do oulubro e
novembro do anne protimo passado, dos guardas
destacados naquetla villa, visto assim me haver
requisitado o respectivo commandaote superior
em oflicio de 3 do correle, sob u* 13.Com-
muuicou-se este.
Oilo ao mesmo. Nao havendo inconveniente,
segundo V S. eclarsu em suas informales de
14 do corren te, sub ns. 121 e 122, no pagamento
nao s da quantii de 379500 rs proveniente do
viole e cinco vijros do tarop peitoral que ven-
deu Joao Ignacio Riboir Roma para a botica do
hospital militar, maf tambera da de 84&O0O res
em que importam 12 arrobas de assucar refina-
do, vendidas por Jos Rodrigues da Silva Rocha
para o mosmo hospital, o autoriso mandar ef-
feclusr esse pagamento era vista daa inclusas
coata, que para esso itn me foram remettidas
pelo prosideole do consnlho administrativo do
arsenal de guerra com offlcios de 21 e 23 de Ja-
neiro ultimo sob os. 5 e 6.Comraunicou-so ao
presidente do supradiloconselho.
Dito ao mesmo.Gommuoico V. S. qno por
ariso do ministerio da marnh, datado de 30 de
Janeiro ultimo foi elevada a 1&00 a diaria qno
percebe o apuntador das obras do melhoramento
o

alera do mximo da pena de priso, nunida, com do porto Augusto Cesar Cousseiro de Millos pea
a do 6* do art. 59 do regulameoto orgnico, se | verbaobras do mesmo ministerio.Coramuni-
no occorrerem circumslaucias quo tornera o do-
linqueuto sujeilo aos rticos de guerra.
A pena do citado 6" deve ser imposta anda
quaudo soja o reo romettido aus tribunacs mili-
tares.
Art. 28. Sao absolutamente prohibidas lo Jas
as associagoes, deliberacoes e procedimenlos col-
lectivos nao autorisados; bem como todas as cir-
culares e quaesquer outras teutativasque tiverera
por Pira provocar da parte dos alumoos qualquer
deliberacao ou procedimento colleclivo.
Art. 2J. Sem permlssSo previa, nao poder
alumno algum fazer publicaedes pelos peridicos,
nem introdiizir na escola peridicos, brochuras,
livros ou ctesenhos. Alera das penas do art. 59 do
regtilaraenlo do 21 de abril de 1860, em que os
contraventores iocorrem, sero appreheudidos os
cou-se ao inspector do arsenal de marinha.
Dito ao mesmo. vista do que V. S. infor-
mou em oQlcio n. 12 o de 14 do correle, solicitei
do Exm. presidente da Parahyba a etpedico das
ordena para ser paga em 09 devidos lempos a
prestacao monsal de I69UOO, que preteude consig-
nar naqudla provincia o alteres do corpo do
guarnicao desta Jos Longuinho da Costa Leito,
coolar de mano vindouro em diaute: e que
declaro V. S. alim do que se (acara as con ve-
nientes deduccoes nos vencimentos do referido al-
teres.Olciou-se ueste sentido ai Exm. presi-
dente da Parahyba, e dou-se eciencia ao coronel
conuuandante das armas.
Dito ao mesmo.Remeltendo V. S por copia
a informacao quo minislrou o inspector do arsenal
de marinha, com referencia ao seu ofDcio n. 103,
ditos objeclos, para serem restituidos smente de 8 do correte, tenho recotnraendar-lhe que
feita com a iHuroinacio i gaz d
exercicio de 185 1860, anm
peta processada na forma da
agosto de 1817. Pez-so o re
trata.
Dito ao inspector da Ihesouraria d~4azeo
Transmiti Y. S.. de ordem de S. Etc. o Sr.
picair
do Ib
um ofBeio da direitavia geral das rendas pubicM
de 5 de corronte, a outro da secretarla da fazeav
da, de 4 de ates pistado, i qee acoeapanhaos di-
versos exeaaplarai da ciroelar selle mencio-
nda.
Dilo ao Dr. Pnncisco Antonio de Oliveira Ri-
beiro, jeiz de direto do Bessjto.OSsra. Sr. pro-
sidenie ds provina mande acensar receido o
oscio ne V. S. Iba eirajU eat do carrate,
participando que passira a jurisdiccao de seu car-
go a? seu iuimedinio. por ter de seguir para Ser-
gipe tomar assento como merabro da assembla
legislativa daquella provincia.Fizeram-se res-
peito ascommunic6es convenientes.
Dito ao Dr. Joao Francisco Dearte Anior, jein
municipal do termo de Garanhuns. O Exm. Sr.
presidente da provincia manda aecussr recebido
o offlcio do Io do corrente.em que V. S. lhe com-
muoioou ter entrado nessa data no gozo da li-
cen^a qee lhe foi concedida per portara de 14 de
novembro ultimo.
DESPACnOS DO DI* 15 DB PSVEREISO DE M#1J
^^ lieqturiuunto.
3826 Antonio da Silva Reg.J se mandou
pagar ao supplicvnte em 24 de dezembro ul-
timo.
3827.Fraacisct de Assiz Campos Cosdem.
Indeferido vista das informaces.
8828.Manoel Mondes da Annnnciaeao. Sel-
lados os documentos que junta gem sello, volte
qoerendo.
3829. Eleilores supplentes da freguezia da
Boa->ista.Compete ao juiz de paz roais votado
do qualrienuio lindo, na falta do desle quatrien-
nio, a presidencia da mesa parochial para a elei-
iio de juizes de puz 4 que se val proceder na fre-
guezia d Boa-Vista 110 dia 17 do corroerte, artigo
93 ds lei n. 387 do 19 de agosto de 1816. e avisos
de 2 ( de reaio de 1849 5 e de 27 de Janeiro de
1853, devendo eoncorrer para a orgaoiaaco da
referida mesa os eleilores o supplentes da'legis-
latura a (Indar em maio do correte anno, camo
preceiluam 03 artigas Io do decreto n. 1,812 de
23 de agosto de 1856 2o do decreto n. 2,621 de
22 do mesmo mez de 1860.
17 de fevereiro de 1861.
Portara.O presidente da provincia resolve
conceder Joaquiro de Gusmao Coelho, a demis-
so que pedio do lugar de subdelegado de polica
da freguezia da Be a-Vista desta cidade. Gon-
mnico 11-se ao chele de policio, e ao demiltido.
em resposta ao sen offlcio desta data solicitando
a sna exoneracao.
Dita. O presidente da provine-a resolve no-
mear o eapitao Pirmioo da Cuoha Reg par ser
vir o lugar de subdelegado de policia da fregue-
zia da Boa-Vista desta cidade.Commuoicou-se
10 coronel comoi indante das armas, e ao chelo
de polica.
T
K| UUL.l 11TIH QIHA
SB8 como TeQC'doi ou confessar
jMeer senlo i somera d'ella, em
Mr essa merce I E o peior,
cenjbeciraenlo 6 a abolcao de rosso
r bem a revolucao 4 eoroar-lhe os es-
applau:
OS, tl|.
SMan impulsos, em 1
r sin ura direito que)
patarra
ulla reato
o alumno deixar definitivamente a es-
de azar
quando
cola.
Art. 30. Todos os jogos de cartas ou
sao prohibidos dentro da escola central.
Art. 31. E' prohibido o fumar em qualquer par-
te do edificio da escola, e o andar de chapeo na
cabeca nos saldes e corredores do mesmo edi-
ficio.
Art. 32. Das aulas, salas de esludo o gabinetes
mande pagar de cooiormidado cora os terraosdo
contrato datados do 22 de novembro e 22 de de-
zembro ltimos tambem por copia juntos o quo
so estiver dover k Carila Slepple Pereira e An-
tonio Norberlo Lealdade, proveniente de lavagem
de roupas dos aprendizes arlillces, enfermara e
arsenal de marinha, visto que esta despeza est
autorisada pelo art. 49 do regulauento de 21 de
julho do anno prximo passado. Gomtnuoicou-
sclentilicos nao pennillido sahir-se durante os se ao inspector do arsenal de marinha.
trabalhos, salvo era circumstancias especiaes, que | Dito ao inspector da Ihesouraria provincial.
devero ser levadas ao conhecimenlo do leuie, Era vista do requerimooto e mais papis junios,
repetidor ou professor e ao do ajudaute de ser- 1 mande V. S. pag.ir aos gerentes d companhia de
ico- illuminagao gaz a quanlia do 169,5200. era que
-\rt. 33. Os coramandantes de companhia ou,"nporta o gaz consumido na casa de deteoco
cheles de seecSo devera transmiitir aos respecti- | durante o mez de dezembro do auno prximo as
vos alumnos as ordens e communicages do qual- sado, como se v dos raesraos papis, quo rae fo-
qutr u.iloreza -ioe os superiores julgaiem coiive-i rara reraoliidos pelo delegado desta cidado eo-
niento fazer chegar por seu intermedio ao conhe-
cimenlo dos ruesmos alumuos.
Ait. 31. Os pedidos e reclamaces dos alumnos
devero ser apresentades pelos coramandantes de
comp-.nlj ao 2" enraman Jante da escola, sem-
pre que os raesraos pedidos e reclamagoes (oiem
do inieresse comraura das tespectivas compa-
nhias.
Art. 33. Ncnhuma pnssoa eslranha poder en-
trar ua escola sera liconca, ou sem vir procurar
algum emprogado da mesraa escola.
Art. 36. Nenh'im alumno poder sahir da es-
cola sera porraissao, excepto as horas de termi-
naren) os trabalhos.
Art. 37. Toda a damuflca(o de qualquer par-
te do e lilicio da escola ou dos inslrumeuios, ma-
chinas, movis e utensis nella existentes, ser
reparada & cusa daquelles que a tivessem cau-
sado, os quaes alm disto podero soffrer alguma
das penas do art. 53 do regulimento oigauico,
conforme a gravidade das circumslancias.
Efo caso porra de nao conhecer-se o autor, le-
ra lugar a ultima parte do arl. 17 deste rogla-
ment.
Art. 33. 0 cqmraanJanie revestido da juris-
diccao necessaria para irapr correccionalmento
ou adrainislrativamento as penas de reprehensao
simples ou em ordem do dia, de suspensao ou
priso do um a trinta dias, aos empregados acer-
ca dos quaes nao haja disposigao especial a tal
respeito no regulamento orgnico. Quando a sus-
pensao ou prisao exceder a quinze das dir par-
te ao governo.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 do Janeiro de
1861. Sebastiao do Rgo Barros.
Goveruo da provincia.
carregado do expediente da secretaria da policia
com oflicio de 15 do corronte, sob o. 112.Com-
municou-se ao supradilo delegado.
Dito ao mesmo.Constando de officio do direc-
tor da reparlicao das obras publicas de 14 do
correle, sob n. 32, quo o empieiteiro Jos Ma-
medo Aires Ferreira Uzera ootrega provisoria
das obras do 2 tango da estrada de Pao a'Alho
Nazareth, recoramoudo V. S. que mande pagar,
era vista do competente cerlilicado, a quaotiadii
11:610-3, a que tem direito o mesmo empreileiro
por se haver doscontado nao s os 7 % da amor-
tisjcao do contrato, mas tan bem a somraa de
4:200j, que s devora ser paga quau lo estiver
concluido o calcnenlo daquello lauco de estrada
na exlenso de 420 bragas, o qual s pode ser
feito no lm do presente invern, segundo de-
clara o mesmo director.Commuoicou-se ao di-
rector das obras publicas.
Dito so mi-srao.Coraraunico V. S. para seu
conhecimenlo e darecgo, que nesla dala concedo a
aulorisago que pedio do director da repartigo das
obras publicas, em offlcio de 14 do correte sob
n. 31, para mandar lavrar o termo de rocebimcu-
to delluilivo das obras do 28 Unco da estrada
da Victoria, e passarao respectivo a'rrematante o
certificado da uliima*prestago, que t3in direi-
to, visto haver expirado o prazo de responsabili-
dad j e achar-so aquelle lauco da estrada repara-
do e convenienlemento conservado, segundo cons-
ta do citado olficio.Comrounicou-se ao director
das obras publicas.
Dito ao mesmo. Annuindo ao que me requi-
sitou o director- da repartigo das obras publicas
em oflicio Je 14 do corrale, sob n. 29, rocom-
mendo i V. S. que mande entregar so thesou-
reiro pagador daquella repartigo a quantia do
2:000j), para execugo das obras iodispensaveis
soguranga da ponte do Anjo. Communicon-se ao
Expediente do dia. 16 de fevereiro de 1861.
Oiucio ao Exm. presidente dos Alagoas.Eo- i director da mesraa repartigo.
rio V. Exc. para que teoha o conveniente des- ^'l0 a cinlara municipal de Nazareth lieraet-
tino, o incluso auto de velloria, pelo qual foi re- te"do por copla cmara municipal do Nazareth
conhecida a identidade de pessoa do sentenciado
dessa provincia Antonio Monleiro Gtvalcanti o
qual falleeeuno presidio de Fernando de Nor'o-
nha em 30 de Janeiro prximo fiodo.Igual ao
juizo municipal da primeira vara.
Dito ao Exm. presidente da Parahiba.Passo
*s maos de V. Exc. para ter o conveniente des-
tino a guia de soccorrimeolo do soldado deser-
tar do corpo do guarnigio dessa provincia Silvo-
rio Vieira da Silva, que segu para ahi do vapor
Cruzeiro do Sul.
Dito ao coronel commaodante das armas.
Remello V. S. para terem o eonveeiente desti-
no as guias dos alteres do 10 batalho de iuf.in-
taria Constancio Querino de Aguiar e Silva e Pe-
dro Joaquina Aires.
Dito ao mosmo.Derolro o requerimeuto do
capello alteres da repartigo eeclesiaslice padre
Antonio da Cunha e Figueiredo, i qae se refere
o seu ofcio de 14 da orrenlo, afira de que V. S.
A vista da le o ordens em vigor, se sirva de omit-
tir o seu parecer acerca do que pretende o mesmo
capello.
Ditoao mesmo.Transmiti i V. S., para te-
rem o convonionte destino, as fes de efflcio dos
alteres Julio Augusto Garlos ds Silva, do 2o ba-
talho de infamara, Joao Eduardo Vigargo e
Alexandre Francisco da Costa do 10a. e Prederco
Jes Wickabegem, do corpa de guatnicio desla
provincia.
Dilo ao mesmoEovio 5V. S., para terem o
conveniente deslino, os procesaos do conselho de
evengunco, feitospara s qnaliQcaco de parti-
cular e ae V cadete do 1 sargenta do *bata-
Jnao de otautarit Claudino Anlunesde Olireira,
L b i'^S15--* 9 *hwi P Heori-
qe Peln de Bada.
Dito ao mesmo.Sirva-te V, 8. de mandar
epeccwoar, e asseeiar praca. ne caso deter pa-
xa isso apto, ao recruU Joae Leopoldo dos San-
tes Uno, que mandei apresentar com oficio do
14 do correte.
Ditoao iospealor do arsenal de attrioha. Re-
meti por copia i V. & par sen ce*leimento
o ovase do do correle em ae e Ete. Sr. mi-
oietre da saarioha declara ter redundo 4 mil tone-
ladas o suppritnsiHo de earvo de pedra cenrrata-
a circular de 27 de outubro ultimo, de que trata
era sou offlcio de 11 do correte, lenho diier-
Ihe qu nenhuma relago tem com aquella circu-
lar a de 27 de sotembro do anno (indo, mandan-
do executir o decreto n. 2,633 do 1 de mes-
mo mez e anno, relativamente divisao dos cinco
distados eleiloraes da provincia, e que deve a
mesma cmara dar prompto cumprimento.
Dito.Autoriso o couselho administrativo a
promover, de coofornidade com o seu regula-
mento, a compra das 20 arrobas de cobre velho,
de que trata o incluso' pedido de arsenal de guer-
ra.Communicou -se Ihesouraria de fazeoda.
Dito ao director das obras publicas. Concedo
a aulorisacao que Vmc. pedio em seu offlcio de
14 do correte, sob numero 31, para mandar la-
vrar o termo de recabimenlo definitivo da obra
do vigesimo-oitavo Unco 4a estrada da Victoria,
e pastar sorespestiva arromatantd o certificado
da ultima preslaco, qae elle tem direito, visto
ter expirado o prazo de respoosabilidade e achar-
as o mesmo Unco de estrada reparado e conve-
nientemente conserrado, segundo consta do cita-
do efucio. CommuBcu-so Ihesouraria pro-
vincial.
Dito ao thesoureiro des lotera.Remeltendo
Vmc, para a devida exeeuco, copia do plano
que acompaohou o s-u offlcio de 14 do erretale,
e que nesla data approve, para a ettraceo das
loteras, recommendo-iho que procuro aoanler o
mesmo plano, evitando assim a inconveniencia
de roorma-lo lio repetidas vezes.como tem acon-
tecido. Remeltsu-se tmbeos copia do plano
Ihesouraria piovlncial.
Portara. O Sr. gerenta da companhia Per-
nambucana mande dar transporte para as Alag,
00 vapor Pertinunga, a doas pracas qaw vi aro
daquella provincia escollando um seotloeiado
Jales.GoraoMnicou-se ao delegado eooarrega-
0do expediente da secretaria da policia.
b'xpedienle do secretario do governo.
Olficio ao inppector do arsenal do marinha.O
1m' ^r* Proaidoale da provincia aatoda commu-
nfear a V. S. que.de conformidade com o diapoelo
no aviso da rejarticJio da marinha d 6 de tr-
renle, remetteu cesta data a inspector da lhe-
sonrarla de taejdi?, ps documentos da despez
EXTERIOR.
s
pela re-
soberanos f;iK*inarlos
Tolacao.
Notaremos hoje essa poltica desgragad, que
desdo 1826 perde o mundo, em que tomos visto
ura egoismo grosseiro, c immundo presidir tu-
do, decidir dos mais claro interesses dos res, e
dos povos, encaminhando a sociedade visivel-
raenle subversao de todos os principios conser-
vadores della ; de tudo que pode eslabelecer no na philosophia 1
mundo urna ordem qualqoer ; e se queris o A mo do nobre que oulr'ora
exemplo ah o tendes no supremo pontiQcado,; chsga do inligeole, ou enxugava
em que se vera violados todos os principios de
direito sociil. Jo direito publico.
liberdad
phos,
der*.- --'-*
recaerisees
direite eeuepenseita destrui-L.
Legn qee a sWepa ro traten de ?encer a re-
rolugio, denatd-U em toda a parto, era qae se
saamestasse. e resultado devi ser eto, que re-
snos deseovolrer-se n'uma ent3teo immensa,
a Europa depois d'uma haca lato ser vencida
por ella.
E' j muito grande a soa forca, dispe de grsn-
des recurio. tem feito graudos progressos, etor-
ce urna grat.de influencia oa diplomacia para
que possa ser veocida, isto para que os monar-
chas despertem, o tomen as medidas, que Ibes
devia inspirsro inslinctp da propria conservago.
Mas como ho do toma-las so parece ue urna
mad oceulta, e iovisivel Iho veda, e so um mo
fado os persegue, e az correr ao precipicio, em
que teem de perecer ?
Eis aqu sonde devia levar a Europa, essa di
plomada sempre cega, serapre egosta, parecen-
do connivente com a revolucao para perd-la.
Mas que maravilha que os principes catholico
suidos i voa da tgreja, que oschamoo pera de-
fender os dlreilos de Dos, e da justica, assim
cavem o abysmo, em qae se sepultan : so est
cscripto que aquelle oto ouve a vot da igrejr, e
resiste i graca ser endurecido e coademoad i
um sentido reproredo isto perecer na soa
cegueira I
Nao desesperamos todav da Providencia. A
revolugo a barbaria contra a civilissgao chris-
taa que ella nuoca pode vencer. A experieocia
mosir, quo Dos a tom fulminado sempre, quan-
do mais poderosa, c ameacadora se moslrava ea
sua baba impura, segundo" a expresso d'um ju-
dicioso esenptor, nunca pode contaminar ludas
as nagoes.
A phllantrupia liberdadeira.
Eslava j velha a caridade: convinha regene-
ra-la ou subsiitui-la.
Era a Qlha primognita do christianismo ; e a
revolugo oppoe-lhe a Qlha bastar >a da philoso-
phia, que inculcou s turbas com o nome altiso-
nante de philantropia.
E' bem que o secuto enfatuado se ra da sira-
plicidade dos seclos de fervor chrislo, ea. que
a beneQciencia nao careca de ser organisada
para acudir miseria. Nestes lempos de liber-
dade ludo deve ser llvre, meos a virlude, e es-
pecialmente a primeira das virtudes.
O melhor e mais sao dos principios de econo-
ma social a llberdade 1 Liberdade para o cora-
mercio, liberdade para todas as industria, at
para a de fabricar moeda falsa. A liberdade cura
os males da liberdade : deixai que ella regule
ludo, porque d'antes o comraercio, a industria
ram regulados por leis. Mas a caridade que
d'antes era livre, essa devo subjeilai-se acgo
dos goveroos. .
Os mendigos pulas russ, mostrando ascorosas
chagas, eram ura espectculo repuguanle, que
devia apartar-se da vista da moderna sociedade.
Os oovos corages de alfenim podem quebrar-se,
quando vibrados pelo som da voz plangenle que
implora o soccorro e a comiserago para urna
desgraga.'
i que nao pojemos proclamar as leis de Ly-
curgo, para aogar os lilhos que naacem enfermos
segrcguemo-los ao menos da sociedade culta.
Gozem os ricos as conquistas da civisago
que repart-las pelos desherdados da fortuua to-
ra um altenlado contra a (rileruidade da moder-
centasa gostosamente vista nestes bellos espec-
tculos J
Ten razio para teas orgalhor, infatuad* secu-
ta I A peona do hiitoriador larra o leo paoegy-
nco sobre aquelles Irophos de la gloria huma-
niuridV*
'MTOrgulaa-
Iraternidade
utDuajjj^de
4WWTpal
puoha Qos na
as lagrimas do
que chorava, deve agora contenlar-se com atirar
aos pares do genero humano alguns puchados
de cobro. Se aquella acgo poda apagar muita
sede de consulidages moraes, a sociedade mo-
derna j nao coraprehende estas necessidades, e
er que para allivio dos que solTrem, basta o pao
e a caroe, ministrados por mo de merceuario
criado de asylos.
Do bergo al a campa essa moderna philoso-
phia abri caminho indigencia, por um sabara
estril, onde jamis podero encontrar-so os
oasis, que a caridade ofterecia ao pobre para re-
pouso de suas .(adigas.
Para que prestava um frade de gordo cachago
ministrando caldo ao mendigo, ou trocaodo-lhe
andrajos por um vestido limpo e decente? Pois
uo vedes que o cachaco gordo afrontava a lei
da igualdade, e que para se fazer feliz o desgra-
gado basta organitar urna commUso de figuras
esguias ?
O frade, e sobre tuda o frade que nao se ma-
cerava as orgias, nena gastava as torgas na de-
vassido dos alcoiceai de cerlo nao poda ler
raaos azadas para ministrar o pao com verdadei-
ro carioho aos pobres f Quando esqueletos virus,
exhaustos de vigor, pe Ib abuso dos prazeros, an-
darem regulando a benecencla o (Acial, crde
que tocamos a meta da perfigo.
A caridade era prejudicial, por que era iodis-
crela, sendo livre Curapre que a philanlropia
medinJo a cotnpasso os impulsos do corago, di-
vida a beneficencia e consolagoes era partes ali-
quotas, para que a todos os indiogentes caiba
quinho igual.
Nao se pode fazer bem, se nao por formulas de
algebra social: tudo ha de ser por couta, peso e
medida, por que a philantropia materialista nao
coraprehende o que sao necessidades do espirito.
Verdade que essa philantropia preza-se de
samaritaoa ; mas incomparavelmente menos ra-
cional que a Samarilana do Evaogelho, quasi lo
bruta como as beslas de carga, s6 er na sgoa do
poeo de Jacob, e nem se qoer so recorda daquel-
la de que fallara Jess, da que apaga a sede para
sempre.
Eis-ahi a razo porque o imperio francez con-
tina ainda hoje a boa obra da civilissgao mo-
derna. A philantropia pascasia da foz do Tejo
tica do bocea aberta ante esse pardo da sabedona
matorial, que edifica uma cidade da miseria, da
indigencia e do desamparo, ao lado da eidade
das elegancias, espectculos magnifico, pompas
imperiaes, ostentago luxuosa 1
Nao se possa jamis onvir na Pars dos ricos
nem urna voz, nem um gemido que perturbe a
bemaveoturanga pagas do goso material!
O contrario era o grande vicio da antiga cida-
de ; e convm corrigi-lo. O pobre morara ao
lado do rico; e nao havia exemplo de que al-
gum morresse em completo desamparo. Agora
j a nova cidade das dores don civilisago mo-
derna mais um goso, mais orna prova da sabedo-
ria sybarita. A imprensa revelou casos ee espan-
tosa miseria, anovnciaude qne alguns pobres ti-
ntan inorrido pura e simplesmente de (orne I A
morte que viera por termo aos sofrimenlos da
miseria, (echara os labios do pobre, para que es-
te nao so queixasse da nova raga embrutecida ;
mas a dr tmha escripto oa face do cadver mir-
rhsdo a historia ttrica, do abandono em quo a
nova sociedade o deixnt eipirir I
A penna christa do illustre Laurentie tracou
ura rato de luz. que os guia, quam as salvar ? com QoXidade o quadro desUs mizeria. que en-
nde se encontrar ogo divino, que affogente "
. de todos os di-
roitos fundamentaos da sociedade, todos os tra-
tados o convences humanas, tudo eratlra, que
era tolos o tempes se reputouinviolavel, esa-
grado, porque tudo isso nada no momento, em
que ludo isso pode impunemente ser pisado aos
ps S vista le todo o mundo na pesjoa do Supre-
mo Pontfice.
E que maravilha que assim aconteg, face
do que tomos visto prattcir pelos governos da
E'iropa ?
Nio esto elles dando o exemplo de qne cada
um deve Hender nicamente por si. ou sacrifi-
car o direito dos outroj sua propria convenien-
cia, por mais sagrado que seja este direito, ou
por mior obrigago, que teoham de susienta-lo,
pondo era vigor o principio fundamental do ma-
terialismo, que o justo se deve medir, e regular
pela nossa conveniencia ?
Nao sao elle, que tem vilipendiado, oo deixa-
do vilipendiar esses principios, om qae assenla
toda a ordem social, que os governos nao pdem
deixar esquecor, nem banir, sem que tudo se
perturbe na trra, e que nenhura poder humano
pode destruir, ou deixar destruir, sera se destruir
6 si mesmo t
Nao teem elles dolrado proclamar, que nao
existe direito seuio na orja, o que 10J01 os
deveres ainda os miis sagrados cedern diante
d'ella ?
Nao teem elles feito acreditar que o xito c
que justinca o direito t E assim jnlg.ido lici-
to o latrocioio, e a consuramago de lodos 03
roubos ?
Nao sao elles que teem violado, ou deixado
violar os mais solemnes corapromissos, annul-
lando o proverbio, que sagrada a palavra do
hornera, o que crirae viola-la ?
. Nao sao elles que teem oihado com indifferen-
ga para a traigan, que se lem feito aos res legi-
gitiraos, sera que se impressionassem d'uma af-
fronta, que Ihes nao dizn menos respailo, e tan-
to horror Ihes d3via inspirar ?
Nao sao elles que virara os poderosos engaa-
ron!, atacare n, c expoliaren os frac os, e os povos
aturdidos fogirera Oanla de scelerados folize, e
tudo isto como se nao houvesseum direito eterno,
que oaracterisa- o que eternamente justo, que
vivo na coosciencia dos homens, o que eterna-
mente protestar contra e'les : ou como se elles
nao estivessem obrigados guarda-lo ?
Se os povos, pois, amolecem no torpor, se pe-
recera os estmulos, que etciUvam grandeza
d 13 ac.ges ; se as Irevas cegam as conscieocias;
se as almas enfraquecem a corrupgo ; sojisc
nao alcanga, porque a f, a consciencia e a alma
o mais preciosas, que a vida; se ea interesses
raateriaes se tornara soberanos, se tudo se des-
vair, se desnaturaba, se avitla, ou caminha ao
embrutecimenlu moral, ou nos leva ao estado
sclvagem, se por elfeiio dos tactos, que temos
vista, oe em resollado dessa poltica fatal, que
domjna os soberanos da Europa: j nao ha prin-
cipio do honra, de honestidade, de moralidad e
de jnsliga, parase invocar, ou servir d'eseu do
contra a tormenta, a qual paira sobre suas ca-
begas, de qual elles bao de ser as primeiras vic-
timas I
Se emfiim as nacoes teem chegado este abys-
mo, esta perda de todo o senso moral, a esta
subversao de todos os principios, sem que reste
, u q5f a "WOlfaW.
a liberdade alo pode coosietrr sent na
parda e seguraaes dos retios de Dos, e dos
aesaeos, que juizo da ve atoa fazer da revolelo
que proclama a bolicao deates direitos, oa a oe-
geeie da existencia dalles ? Nao deveri ella em
lona a parle em qae levante o sen sceptro reael-
lar-se contra Dos, tyranoisar os homens, fazer-
ftg* loua guerra possivel. aecrica-los ao seu
furor o amtricao f
Cerlimeole; e eis aqui a razo porque a revo-
lugo nao essencialmento a nacienalidade de
um povo, nao a sua liberdade. nem o seu pro-
gresso, nao ainda uma liberdade, de qualquer
especie que seje, ou como quer que se deno-
mine.
Quem ignora a razio, porquo a liberdade seja
urna cousa to iodeunida ; porque a liberdade
poltica tenaa sido successivamonle objecto do
tanto enlbusiasmo, e de tanta desprezo ; porque
a liberdade pestoal, aioda mais necessarfa do que
a liberdade politica, tenha sido quasi de com-
raam iccordo despresada por todas as sertas po-
lticas esociaes ; porque tudo o que se chama li-
berdede de fmprensa. liberdade de culto, liber-
dade de tribuna, liberdade individual, liberdade
com qualquer uome teoha sido objecto de re-
viravollas to eatranhas. de adorafcoee lo enthu-
siasticas e de hosli'.idades 15o vioteotas 1 Nin-
guein de certo. Todos sabem que para revolu-
cionarios nao ha senSo uma s liberdadea li-
berdado.da revolugo. Desptica na essencia,
profunda e irremediavelmente desptica ; nio
quer seno a liberdsde de qu se serve, e no mo-
mento em que delli se serve. A liberdade pes-
soal geralmenle nao Iho til, por isao (em-a
despresado sempre.
A liberdade poltica -lhe uUl por momantos,
loma-a ento, exalta-a, apregou-a : se no dia
seguinle lhe nao (az conta, proscreve-a praica-
mente.
Que ser pois a revolugo ? Bis o que significa
pelos seus principios, e conflrma pelos seos fac-
tos: a revolugo essencialmento o odio coptra
a religio.
Seguia-a om seus passos : esprcitai-a em suas
veredas, em sua marcha progressiva, em suas
tentativa, 3 veris, que contra Dos, que cons-
pira. ^
Basta consultar a historia das ultimas revolu-
i.-oes, ou observa-la desdo a fatal poca de 1789
para vos convencerdes, de que a essencia do pen-
saraento revolucionario, o seu flrn principal, a
sua paixo intima seno a mais dominante, tem
sido o odio contra o calholicismo e contra a igre-
ja ; o isto, que so ve, nao poda deixar de sor
assim.
Se ella uma rebellio contra Dos, ella nao
poda deixar de se rebollar contra o calholicismo
ou contra a aulboridade qne sobre a trra repre-
senta.
Ua um s Dos no co e por conseguinte nao
pode haver na Ierra seno uma religio verda-
deira, que dimane delle.
.eiEeo$s0 o'^ty^rGoKnrdon: ^^moV ..'
3? = a;hp=de. 8 0-~ taro? IKffSFZS ^"C fi
spde ter'toda a liberdade. desenvoler-se. SVu?^*^!?**'*
porque o christianismo c o infinito, O seio de
Dos.
Ora o calholicismo humanamente represen-
tado pelo papa, successor de S. Pedro, orgo vi-
vo da ordem divina, palavra incarnada do Espi-
rito Santo, supremo depositario dos poderes de
Jess Chnsto. E'pois 00 calholicismo quo exls- mando
22Ka^!l8!WA' ^*9i0 "etz para
qeenrer eale uette de- hetneai com Deo. e n'uma
alatra a an rearesessB p paganltmo, oa para
aiiarmoi om mais propriedade, desde o princi-
*" < alo lem havido se nio um s de-
sate, ama s guerra, a guerra da igreja paular-
fe ^SK.e'ir-fflK?Sffi::
aie. no scalo stimo mahometismo, aa secuta
J^**!0 .i*!* rejastaniieete. no Maulo aesoito
tocredulHlaa, a neje rereiacin; Atns ChrUlus
ntrt, hou taet el 111 ttcuU.
Porera oh fatal desgraga do hotaam I ella po
oaebrou a nno de Deas com a horneas, sem
qne quaeraste a aoiio do hoateao, coa a ho-
rnea.
Separada de Dos a humanidade. pracipitouse
sobre si mesmo, sob o golpe da forga egoists
que o arrojara o centro da personalidad*, e
hornera desde esse momento acbon-se separado
do homem e cooheceu, que era seo inimigo
ttacosaodo-se valentariamenle o Dees elle ex-
penraenlou, como Satans, a necessidade de tra-
wr ludo a i, a de absorver tudo eo si. Desde
alao o hoaoeoa da eatureza experimontou mais
ou menos por toda a parle estes in&tioctos egois-
iam.,Op.p08lo frtrnidadf. para melhor se
*.t .! f DrPrio' odi" repellir os outros :
para se eograadeoer, e enriquecer a si proprio.
diminuir e despojar o outrs ; pare se emanci-
par a propno ewravuar os outros ; para elle
mesmo viver melhor e malar os oulros
Ah Undoso hornera do liberalismo vesse re-
trato I Perteneca a essa torra maldita, aioda nao
tocada da virtu-le do Salvador ;' rom de partido
de Crtm, afoitamente vo-lo diremos : nao sois
discpulos da Cruz; perlenceis.... nio neces-
sano. que vos digamos aguaza; lirai a conse-
quencia. se podis, ou se nao vos envergonhaes
ao o fazer. Pela nossa parte nio vos enrejamos
a sorte; suppomos, qae a mais detgracada
que se poda imaginar ) pedimos ao ee em nos-
sas oragoes que ho levis a liusao at hora
da raone, para nao ourirde aquella sentenca
lerrivel-ap.rui-os de mim, vos todos, que e-
?oUg;e.ePranro,dde8aUDM- ^ """ P o
Sondo pois ao calholicismo unicamenle, onde
reside a soberana de Deo, o-i a soberana do
bem ; que maravilha, qae em toda a parte, era
2M^Lea^, *ODerBnido mal, ou o estan-
darte de Srtanat, se cwprre pobltcamen te con-
tra elle, e que ness imp revolago de 1789
to fecunda em desastres se jurasse extertnina-lo
pondo ere execoco as medidas as mais violen-
tas e mais capazos de coosegui-lo que em 1790
vissemos a expolfaclo do clero, em 1791 a cons-
tituigao vil, em f*79 a proscripgo dos padres
nao paramentados, em 1793 a proscripgo de to-
lo o culto D.vindaae. e de tudo o que era oa-
devastago geral Dos permiti, qo* a igreja res-
pire uro pouco sob o poder revolucionario ve-
ris lego este mesmo poder assumimta os'seus
osiinctos anti-ehrirtio ; o Papa destituido da
sua soberaoia, fello pritiooeir, a igreja era an-
gustias, que s acabara quando Dos fulmina a
revelujo.
Entre nos em 1834 principia-se pelo desprezo
aa autoridade papal, ou por uma conspiragao per-
manente contra ella, proscrevem-so as ordens
religiosas, expolia-se a igreja, tomam-se conlra
ella as medidas as. mais violenta, faz-se emflm
urna guerra viva a tudo o que piedade.ou chei-
ra a religiio ; e s se desiste de levar as cousas
agita-se o pertur-
esse torpor dos poo, que excite os caracteres,
que Ilumino as consciencia. que deslumbre,
com um raio supremo, a mullidlo estapida, que
produza actos de herosmo, magniQces exemplos
da virtude, dedicages sublimes ; as grandes ac-
edes emiira, que salvam as eaces.
O grande erro da politica dos principes, ou de
seus cooselheiros, aquelle que es tea perdido,
ou ha de perder som remedio, supporom elles
que escapara revolucao, transigiodo coa ella,
como, se fosee fpossivei que ella transigase cora
elles. Que loucurn I Esse traasaccao to pos-
vsivel, como pegar o fago oe gele dos polos.
Gome possivol essa teansaegao, ao a raisso
da revolucao invadir-lhes o diroito, usurpar-
Ihe o poder ?
A case pode ella trahir-sa si mesma ?
No dia em que o tlzessa, era n'esse mesan qee
abdicava o sea poder onsesuiadava. : Ella nao existe seno peta torga immensa do
aaovimenta, coa quo ae agita, "e pe lado em
acgo.
Esta aegio o sen elemento censtitutiro. E'
n'ella que est a sea forca. E' que oonslitue a
sea essencia, sua vida eo sea ledo.
E' por esta acgo que se conserva, qae se vivi-
fica, que inspira essa (emeridade, e andara a
qual a acompanha para toda a parte.
Fazoi que para ate aaovieaeota a iataedkla-
raaute a anniqailaste. ou dissolveste pelas fonda-
mentas. Transigir oos a revolagio, tazar
d'ella uaa potencia, tratar coa olla da par i
par, recoooeeer a sua superioridade, ou agua i
lar a autoridad cota ella era pr ; seaio
pareca na Babylonia moderna como as letras es-
cripias por mo invisivel na sala do (estira de
Ballhaiar.
A humanidade ha de interpretar esss letras,
quando for ebegada a hora. Mas no entretanto
a peno srdida dos ia'eresseiros continuar! es-
creveado arftrajes conlra a caridade do cenobita.
A sociedade moderna que pode versera asco
as ulceras moraes de pretiitalgo ede toda a cas-
ta de infamias, rettra-os da e'leigo physica por
que nio pode perder lempo em compadecer
curar males alheios I O retrae da lascivia alimen-
ta-se na coretpgao d'alma 1
Ene entretanto o pauperismo cresoe. Esta
peste das sociedades modernas araeaga o futuro :
mas a geragao presea te fecha os olho.
A laxa des pobres nao era conhecida em In-
glaterra, quando nfcli havia frade, a a Inglaterra
era caiheca ; nasceu dpo, e lees crescido es-
paalosaiaeote.
J*e escalo paitado elevou-se de noventa coa-
te a cante e vinte milhes de oretados, ou oi-
terrta e oito mil contoal Abeorve neje mais de
matado do iapaeto predial 11
Masa Gra-Brotanha unta oagio admiravel-
mente philantropica, que manda euros prisio-
aatosas boceas da pegas, eespalhar pelos cam-
pos os mentaros taeeraees deqoelles que coraba-
I terim pela sua liberdade 1
B' jaste que toda a Europa te recenstrue obre
fno da otelas igualaaente philosopbicos e chris-
tos I E' justo qee expolse es frade, e enaerde
es bardes.
Osraaaa ledoras da antigs chrenicas em
medo dos horrores da caridadenobrtite, e anas-
vacila no seu mesmo interior,
ba-se.
Toda f trra, que nio est consagrada pela
cruz, treme debaixo dos ps do homem. O mua-
do o tem experimentado por vezes esli condigo.
O mahometismo lem alagado a Asia com o sin-
gue humano e o alfanje do despota foi substi-
tuido pelo cajado do pastor.
Aquelle grande fbgello do christianismo, ain-
da ha pouco soccorrido, e defenlido pela espada
das nagdet chrisls tem decapitado na Syria po-
voages inteiras para satisfazer os inslioctos d'um
fanatismo feroz.
Quando o protestantismo veiu agitar a arvore
da paz, o facbo da guerra arcendeu se e apegou o
(ogo Europa, e nao fez nella menos estragos do
que flzera na Asia a barbaridade musulmana.
Quando a Pranga delirante quebrou o estan-
darte da salvagao ; o cadafilso veio assenlar-se-
Ihe no regajo e maochou-lhe o seio com o san-
gue de seus proprios filhos 1
Que perspectiva horrivel! Toda a trra, que
nao est locada da virtude da cruz, est entregue
s flsgellagoes do egoismo, a esta egoismo re-
presentando sobre a ierra a imagera do interno,
produzindo era toda parte, e sob mil formas di-
veros todos os furores da indolerancia, e da bar-
baridade.
Escravisar para rainar, despojar os outros, para
seeoriquecer, parece ser a lei suprema da nu-
tureza humana, que Jess Chisto nao tocou com
o seu sceptro libertador. A natureza humana
quando segu o seu curso, e nao tem este regu-
lador que Jess Chrsio deu s propensdes egos-
tas, tornatido-se senhor dellas, impelle serapre
para esse crimo horroroso, quo extrema anni-
quillaco di humanidade ; impelle sempre para
a raorte, e para o assasstnato, para a mortandade
e fratecidio.
Que diramos se flzessemosaquia narragodes-
sas degolages da India, o da China, as que esse
julgariam fabulosas, se a historia dellas nao fosse
lefia nossa vista com a espada dos assassinos,
e o sangue das victimas.
Que diriamos dessa Cochinchina a quem nossos
missionajios lovama verdade no sacrificio, eque
bebe como o ebrio o sangue dos nossos mariyres ?
Que dinamo se tivesseraos de escrever a his-
toria dos povos recentemente descocerlos nos
abysmos do Occeano pelo proselilismo heroico da
caridade evanglica, povos nao antropfagos, is-
to comedores dos homens, onde o irrao nao
se contenta em empobrecer o irmo, despoja-lo,
mata-lo; corae-o, bebo-Ihe seu sangue, e devo-
ra-lhe o corago ?
Desde que o homem pelo peccado se rebellou
contra Oeos, oa qaebrou a unio cora elle sahio
uma espantosa historia, qne envergonha a hu-
mamdsde, quo se tem perpetuado por todos os
soculos, o que se perpetua ainda hoje, onde um
encontramos sempre Caira ; Caira sernpre vivo
serapre trazendo no fronte com o signal do san-
gue o stygma indelevel do odio, que mata os ir-
mo.
A revolugo a historia do oulto lado do Cal-
irin Acia .nnani,.... MKnl._ u..:___. _
viciima do seu furor, sitiado, prisioneiro, e fuai.
tivo, somente salvo quando a revolugo com-
primida e embarazada em sna acgo. Sempre o
mesmo odio, sempre o mesmo empenho de der-
rabar o puntilleado I
Se a revolugo nao d ura passo. que nio abale
a igreja, tambem o nao d, que nao transime o
deslaos ; a guerra ernm entro o homens. quo
nao acaba sem qae so restitua o pontfice, e se
eleve de novo o pomicado. Sio ( diz o conde
de Chsmpagny ) os dous polos da vija eoropca
o bem supremo, e o mal supremo.
Que a revolugo mira o pontiQcado ( continua
0 mesmo autor ) o que moslra toda a sua his-
toria, o lado serio, intimo permanente princi-
pal, e essencial da revolucao, o resta bom ou mo
cid" ,sien0 8PPareill.aravel, accessorio, eac-
A revolugo nao com qualquer oulra cous
excepto com a igreja, nem absolutamente amiga'
nem absolutamente inimiga : pode transigir com
todos, excepta eom Christo.
Nunca porem ella tirou a mascara com tanta
audacia, e impedade, como o faz hoje. fana-se
com as victorias de Luiz Napoleo na Italia e
com a decidida proteegao da Inglaterra ella n
tendeu. que poda emprehender tudo, e conse-
guir tudo. Depois de desapossar o papa da sua
soDerania temporal, j nao faz um misterio de
seus planos. A aboligo da autoridade temporal
1 diz ella pela voz d'am dos seus mais fogosos
urautos J traz necessariamente corasigo para to-
dos aquelles, que comprehendem o sogredo da
aulondade temporal, e emancipaco So genero
humano da autoridade temporal, a emancipaco
do genero humano da autoridade espiritual, hto
importa o mesmo que dizer : o que a revolucao
se propoe, acabar cora a crenga na divindacle
banlr da face da trra todo o culto religioso
porque se ha uma verdade cuja certeza ninguera
pode contrastar, quo acabar com o calholicis-
mo, apsgar da fsee da trra toda a idea verda-
deramente religiosa.
Um sabio dos nossos dias mostrou, que o pro-
testantismo nao subsisto, seno pela influencia
moral do calholieismo, e que acabar com este,
tambera acabar com aquelle.
O autor citado pretende aioda mostrar, qae a
revolugo se accommoda com todas as formas do
goveruo urna vez que as ponha a seu servico
que nao nem republicana, nem democrtica e
mono menos liberaL porque nunca houve liber-
dade. com quem rt"casasse ; qae sempre foi
cruel, barbara e desptica, e que seus ioslinclos
sempre (oram feroses e execraveis.
E com effeito qnando que ella, deixou de di-
zer como Mahomel : er em mim o morre l
Quando 6 que ella, como o mahometismo aeixou
de alagar o mundo de sangue, ou de ser devo-
rad da sede insaciavel de roubar e matar ?
E eoo vedo o que hoje faz na Italia, onde ao
estrondo de seus canbes, ou por effeito das sais
perliaUs os thronos mais legtimos desabarara -
os soberanos fugirara precipitadamente: pros-
croverara-se os bispos ; as congregagoes religio-
sas dissolveram-seou eipollaram-se; nnundou-
a do sangue, e de crimos no meio dos
.....,*,, SuD ac ptipeiua ainua noje, onae um su ,CITa uo sangue, e ae enmos no meio dos
amor mais forte, do que o da natureza nao (em furores da guerra ; depois correu era triumpho o
tocado o corago do homem. punhal do assassino ; um jugo pesado esmaga
Esta horrorosa historia o egoismo devorando povos com gravames inauditos, invade os bens
a humanidade. do Estado, e os do thesouro pnblico ; apropria a
A. historia da humanidade do outro lado do a riqueza nacional, e dispo della cmo sua
Calvario apparece, sempre como uma irriso da avade os bens das mitras, e dos cabidos pre-
irateroldade: allrse descobre sempre avistado cipita-se sobre os bens dos mosleiros nao
observadpr atientoo hornera nao ama o ho- respeita a propriedade publica nem paitica-
enm,-p",o1aP*r,eei*fltno'>de Jess Chri- Ur declara abolido todo o direito social,
ro nao regou com seu sangue a verdadeira arvo- todo o direilo vinculado na sociedadl sera o
reda liberdade. e do amor entre os irmo., nos qual nio possivel a sua e Juncia" direito
emnra sobre o qaal todo repousa neste mundo,
que a caugo de toda a poste adquirida e de
todos os nossos bens, e sem o qual nao ha pro-
priedade, nem seguranga de cousa nenhuma, o
direito, que a nica prolecgio, que existe na
iirn .... ,.;..s------.-------- i -- --, .juc o a uuica proieccao, que uaie na
I! 'trifl TOII"S-J?n,r* hua,aaiade socredade contra a violencia, e aggressio brutal;
rio defaaEa ?}*?? PdlXe9' .6S86 d'rCt0 Sem 1Ual nin8uem 'nda disse.
Sllt\l'a ?-* C8ad,0S0 P dar era possivel a existencia de alguma instituids.
5.. Mab0an,6rm,-1"? ?^M 8ceua8' de horror oa de tabeleciraeoto social.
Po'ravftmin.Gvi),\,li h8 "* UAia: E*" m,8olC '" oio neste moraen-
cio SeranVa. %?** *"* i reT0,u- L ?*!* SL'ih.? iessem envergonhar-se-ian> Harbarisrao. Ao passo qae a revolugo assim
V.r.wDCer' opprlme os povot e exere sobre elles ornis
.-!!? i qae ^"' wcofa-w se oslado feroz despotismo, diz-se, que vera liberla-los e
vergonnoso de escravido, em que se acbava o plantar nessa trra a arvore da liberdade 1
genero humane antes de Jess thristo. Para ac- Certamente, diz um judicioao escrlplor, ella
oar com esse estado, ou lvaolar o moro quo em Kberta-los mas da sua riqueza di sua
nos separa de Dos, reta Jess Christo o mun- Industria, da stfa ventura, da sua bem atendida
oo. Com a soa morte, eom o sacrificio da sua liberdade, da sua existencia nacional, para., lhe
"toa, que offereceu ao tou olorno Pae por nosso dar a miseria, a guerra civil, as persagudes,
resgate, remio-nos, reoociliou-nos com Dos os estados de sitio, os arcapusameDios.Beu-lhes,
para sempre restltufndo-dos aos primitivos di- verdade, uma liberdade. rase foi a liberdade
rollos do genero humano.
O inferno bramio com esta reconcillajio, ou
uniio do homem com Dos, oteo procurado por
todos os otados derfaze-la, ou que o hornera rol-
le ao estado, em que se achara antes della, lato
, ao captrveiro do demonio.
A rerelogio ato ontr coas, se aitmm flr
dos assasstbos e ladroe, a liberdade do tnaL
Els-aguJ o que faz hoje na .Italia.
Entre n6s. Se nio mata hoje os vencidos canta
o mahometismo, rouba-os. coademoaos a nma
morte mais cruel, a' perecrem de miseria ; et-
tabelece o reinado do crime, do ejrottxeo, da ar-
bWo-, do cepriclio, di insolencia, 00 rttu6o, do


*u*io bh fmmMmoa*. otu.ia rem^o* nmiBA o tmu
------- L'l-!' ti ... --- t- 'wn.iiir i i i li -' ........ ".
c*
cynumo a da impiedade: fai do estado proprie-
dede sua, eactiflenda & ae* acctida c oblea 03
mais caros interessee do paiz ;e depois de rou-
ii? ?u.w?W'o d* ^RBir*ilipendiado,
ailado, insultado, empc jaslhecado ags
estrangeiros, exposto irriaae aerezo de to-
das as nagoes, langa as unhas sos toas des par-
ticulares, faz teis immoraes lapus, crawt bar-
baras e escandalosas, que kiim a assotaco, a
conslemago, as lagrimas e o terror ao seo das
lamillas semelhaote 10 ^ iKi. (,U! aaa
nvaao de barbaros, eu usea cidade invadida mu
pesia I
Qa M caosse imaginar de acia laapio do que
csseproiy|5Jo de desaroorliaeeao em que se pre-
tendaa roubar a Dos os beos consagrados pa-
honr 9 gloria sua, destinados pac* os anjes da
trra uusmm suas vozes as do cea, o gloriflca-
rem raedor, em perpetuos bymw e
cnticas d leaeor, soccorree a aaeii, arapara-
& virtude desvalida e serviris, de prese rvativo
^mai dedicadas ao servico de Dos costra a
imojoraldado e corrupta do unces 11
Que so poder imaginar maia desptico, do
queem governa, que delsptsano os bees do
estad, ostentando um lazadas*al, opprlme
por sjrateme, decreta leis para expoliar os potos,
como se lesislasse para un trra de escraros ?
E se nee vede se sao outra cousa essas leis de
fazeoda, que vo expoliar o poto, empobrece-to,
red jxi-lo da seahor triste condigao de servo
de gleba r em que parece domina um s pensa-
re e o oestabetecer o commuaismo, fazer seus
os basa da nago, e exereer sobre os particula-
res os meamos direitos, que se Ihes perteocesse e
senhorlo Mies I
E que reremos ma3 I Eis-aqui, j mullos re-
ceiam, qua Portugal depois de roubado seja en-
tregue ou rendido aos estrangeiros. E nao vos
admiris, que assim aconlega; porque a re*olu-
go teas ua direito propriamenle seo, cora que
justifica todo, a com que pode aotorisar essa
venda, assim como tem autorisado e val autori-
zando todos os roubos, todos os crines, todas as
iniquidades, todas as torpezas e expoliacoes ; o
processo de* revolugao para fazer todo isto
muito suromario (diz uro judicioso escriptor/ ou-
gamo-lo. Quera nos assegura, que as lojas oao
decidiram j por urna volelo secreta, a nossa
annesaeioa Gastella ? Se isso se fez, podemos
contar com o que se far para lovar a efTeito essa
votago. As tropas vcm em reorco de um se-
gundo Garibaldi, essas tropas nao de ter o cui-
dado de nos enlajar, e depois o suffragio univer-
sal fari o reato. "As hostilidades cemegaro, e
nao faltaro entre nos, nem Nunzlanles que
abandonem, nem litnos que atraigoera; e de-
pois invasor mandar fuziar lodosos que pug-
naren: pela independencia nacional.
Olhemos para aples.
Eis a nago que deve servir de espelho Por-
tugal.
[Naco.)
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Informam-tios que lera ltimamente apparecido
varios roubos era casas de negocio do povoado do
Barro, onde igualmente vai-se desenvolvendo o
furto de carelios em grande escala.
Assim, chamamos a attengao da autoridade lo-
cal para semelhantes fictos, elirn de que sendo
reconhecida a sua exactido, dem-se as devidas
providencias, que punam os criminosos, e acau-
telen! a reprodcelo desses dellctosoffensivos da
propriedade.
No dia 15 reassumio o exercicio de enge-
nheiro fiscal da estrada de ferro o Sr. Dr. lia-
poel Buarque de Macedo.
- De Garanhuns reraeltem-nos cora data de 5
a seguinte noticia acerca da misso ali desen-
volvida pelo Rvm. Fr. Sebastiao; e a ella dando
publicidade, satisfazemos ao pedido que se nos
faz para isto :
Um horaem. cujas virtudes sao bcra conde-
cidas, humilde ecarilativo em extremo, religioso
de corago. inimigo da impostura e do fanatis-
mo, em summa um verdadeira apostlo do Sa-
nlior, quera, serviodo fielmente, se engrande-
ce, pregando e pralicando sua divina dootrina,
acaba de deixar-nos, para continuar na vida de
sacrificios o abnegedlo que si impoz. Siro, hoje
retirouse d'entre nos o missiooano capuchinho
Fr. Sebastiao da Virgera, que. durante 17 dias de
missoes muito concorreu para o augmento desta
reguezia, j corrigindo 01 seus habitantes, por
meio da palavra de Deus, j fazondo obras, que
lhe caplsrara a nossa eterna gratido, e attesta-
ram ea todo o tempo sua proficua estada nesle
lugar.
Enunciar minuciosamente os beneficios que
elle nos legou, seria difficil, e mosmo tarefa su-
perior nossas forjas; basta pois que fagamos
urna resumida descripcao delles, tanto roais quan-
to rouio tememos offender sua modestia.
Construio-se, para se poder levantar a pare-
de exterior de ora dos correderes da nossa ma-
triz, um grande alicerce com 220 palmos de ex-
tenso, 7 de largura e 8 de profuodidade ; deven-
do-se aos esforcos desse virtuoso varo, qua era
o pnmeiro a dar exomplo, a conduego das pe-
oras pelos seus ouviotes, os quaes as iara buscar
na distancia de urna legua: a quantia de 3:0909,
atienta a caresta do material mais preciso (pe-
dras), nao sea suficiente para pagamento desta
obra, que, apenas com o roesquinho salario de
dous pedreiros.se concluio em 10 dias.
Anda devemos esse digno missionario um
bello e elegante cemiterio, com 724 palmos de
circumferencia, feito de madeira de nanita du-
rago, o competentemente erabugado, para se
rebocar. Acrescendo que, ora um do seus lados,
ao norte, so elevara tres cruzei, urna grande no
centro, e duas meuores sobro o nuro, nos extre-
mos em que se formara os ngulos do quadrado
Para se acabar de aperfetcoar este edificio, e
so continuar a parede do corredor, pode elle ad-
quirir 700 e tantos rail ris, inclusive as offertas
do Santo Chrysma, que, por graoga especial de
S. Exc. Rvraa., aqui admimstrou
a Se tantas raerces ajuntarui03 outras de
maioT valia, quaes sejam a admioistragao do San-
to Chrysma mais de 2.000 pessoas, a da com-
munhao um grando numero de penitonlos,
do baplismo a 100 prvulos, incluinda-se ura
adulto, e a do matrimonio a 40 o tantos conju-
gas, alguns dos quaes viviam empeccado mortal;
reconheceremos que muito devenos, priraeiro
Deus, e depois esse santo hornera, que por suas
maneiras delicadas, pela clareza* e conviego,
com que so exprima, ensinando e explicando os
preceitos da nossa religio, consigui chamar
niuitos peccadores rebeldes ao cammho da sal-
vagao, e fazer, ero sua despedida, lavar-se ero
lagrimas de agradecimento c saudade um audi-
torio de perto de 10 mil pessoas .
Contiuuamos a publicago do artigo sobre
as velocidades, de que j demos a.primeira parte
ha dias:
IV
VELOCIDAD* (VITESSE) DOS BAICOS A
VAPOR.
Vehciiadt o apofo ptrcorricfo.
roa stocDO por iiom.
| !
a
NoaHomer. tranqoiHo 4. f a 0. 2
Sabr a baixa Loire... 4
Sabr aGaronne...... 4. 4 a 4. 8
2-
8
r
H
14 8 a 23 9
1*4
15.8
**a
Dacend* subindo \tc$ccndo suhindo
2
I
a
B
f
Sobre o Rhne
Arles). ,
Sobre o Rbin.
Sobre a Saine.
O no' marino
(Lron
....921 25. O 7. o
...... 7 2.9 24, W.5
.... 5. 3.9 18. 1 H. 0
correspondente a urna velocida-
de de 15 metros W percorrtdos em 30seguodo,
ou a urna mitha nutica, isto 1851 m 85 k
percorridos urna hora correr com urna veloci-
dad e de 6, 7, 6 no's por hora, e por tanto fa-
zer em urna hora, poaco mais ou menos, 11, 13,
15 kilmetros.
V
VELOCIDADE DO VENTO.
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o>-* i e>-. -j*. i o
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3
Tempo medio ao meio dia verdadeira em Paris.
O tempo verdadeiro ou apparenle aqnelle que
regulado pelo movimento verdadeiro do sol;
assim o meio dia verdadeiro o instante em que
o sol acha-se no meridiano. Ura dia verdadeiro
o intervallo de duas voltas ao mesrao meridia-
no; durante aquello intervallo elle pissa ao me-
ridiano 360 graos do equador celeste, mais um
arco daquelle circulo igual ao movimento diurno
do sol em ascengo aireita. Assim, este movi-
mento sendo integral, o tempo verdadeiro nao
pode ser uniforme. Um relogio bem regulado
uao concordar com o lempo verdadeiro senao
qualro rezes no aono ; ero todos os outros das
ficir adianlado ou atrasado, conforme a longi-
tude media do sol for menor ou maior do que a
sua ascengo diroila verdadeira.
Eis ahi a hora que deve marcar um relogio bem
regulado no dia 1 e 15 de cada mez.
No l. de Janeiro..... 12 horas 3 min.
Nol.
No 1.
No 1.
No t.
Nol."
Ni. 1.
No 1.
No 1."
Nol.
No 1"
No 1.
No 15
No 15
No 15
No 15
No 15
No 15
No 15
No 15
No 15
No 15
No 15
No 15
de fevereiro... 12 13
de margo...... 12 12
de abril....... 12 o 3
de maio....... 11 56
de junho...... 11 57
de julho...... 12 3
de agosto..... 12 6
de setembro .. 11 59
de outubro___ 11 49
de novembro.. 11 43
de dezerabro... 11 49
de Janeiro...... 12 9
de fevereiro... 12 a 14
de margo...... 12 9
do abril........ H 59
de maio....... 11 o 56
de junho......12 0
de julho....... 12 5
de agosto...... 12 4
de setembro... 11 55
de outubro..... 11 45
de novembro.. 15 a 44
de dezerabro... 11 55
VI.
VELOCIDADES MAIORES DE TODAS.
\eioeiiade ou e$pao percorrido.
POR SEC. POR H0R.
metros kilom.
51
53
34
58
57
27
16
2
53
41
52
42
44
25
7
47
6
4
36
5
11
52
45
21
seg

341
1.430.
3,500
1.228
5.148
12,600
VELOCIDADE
II
DA PROPAGAQA'O
EM BIOS. (')
DA MARE'
Velocidade ou espago percorrido
em um segundo, em urna hora,
metros, kilmetros.
Nantes. .
6.52
7.22
7.40
12.60
14.
21.27
24
26.
29
45
50
77
H
175.70 622
S. Nazaire a
AvreR'iuen.
BleyeBordeanx......
CorduanBlaye......
Ilh* d'AixRochefort no canal
da Mancha....,'..
Ilha d'Onessant Boulogne :
Cabo de Boa EsperaocOuessan
III
VELOCIDADE DOS CURSOS D'ACUA.
Velocidade ou etpago perctrrido.
em 1 segando, em arta hora.
_ metro* kilmetros.
Do rio Mosolle em Melz. 0.80 2.
Seioe em Paris 0 66 2.3
Garonne em Toulowee 0.11 0.4
las velocidades sao as da agua em occaeiao o
rgimen medio dos ros; nos casos de cresci-
mento, a rapidez laroa-se 10 e 15 vezes maioi.
500 1.800
30.392 109.410 -
1 trilhao
n.RJk*!l0IVVrt,go Drime""o publicado
neata feema de 15 da corrate, ha as seguinles
rectiflcacoec. pan .i flear obscuro o ntido, e
evitar um desparate:
A palavra cvalo devi, flcar ^mt da linha
que diz: a pasw 107 por mtnato. M """
lugar de ranoa pascado oa aaiurro *
rasto dev-se ler: <
Renna puxando um crrrinho a raeto:
Em lugar de Toabas, dore-se ler Pom6o
O som no ar (por 15 do
temperatura)..........
10 som dentro d'agua___
O som dentro do ferro..
Bala d'arlilharia de 12
kilog. cassada por 6
kilog. de plvora (a al-
cance de 800 metros).
A trra no seu movi-
mento do trans'agio
(60 vezes a velocidade
da bala................
A luz e a olectricidade
(10.000 vezes a velo-
cidad da trra........ 309,500,000
Para dar a volla da ierra (40,000 Btometros) :
um soldado, marchando noite e dia a passo de
viagem, gastarla um annoe sessenta e tres dias ;
em caminho de ferro, gastara 33 a 40 diaso
som no ar gastara 3z horas e meiaurna bala
de arlilharia 21 horas e tres quarlosa luz ura
pouco mais de 1/10 de segundoa el60lricidade
menos de 1/10 de segundo.
Domingo (17 do correnle) eneolou-se na
rreguezia da Boa-Vista, desta cidade, a nova elei-
gao de juizes de paz, mandada proceder por
aviso do ministerio do imperio. A' excopgo de
pequeos disturbios occasionados pela forma do
encerramento da ucna, ao concluirem-se os tra-
balhos naquelle dia, nada mais ha occorrido.
Honlem concluio-se a primeira chamada, deven-
do hoje passar-se segunda.
No dia 18 da correte, foram reeolhidos
casa da detengo 5 bomeos; livres 1, escravos
4, sendo : 3 a ordem do Dr. chefe de poiicia, 1
ordem do subdelegado do Recife, e 1 i ordem
do de S. Jos.
Psssageiros da vapor Oyapock, sabidos para
os portas do sul : Joaquim Rodrigues da Sil
va, lente Joaqolm Antonio de Moraes, sua
senhors e 4 (tinos, Anna Bita da Conceigao,
Lahautier Richard, Feliciano Francisco Martina,
Miguel Archanjo da C. Huniz, Pedro Aureliaao
da Cruz Muniz, Mara Magdalena da Conceigao,
Joo Pereira da Molla, soldado Joo Francisco
da Suva, I Joao Manoel Mexeira, Joaquim Jos
da Porciuncula, dezembargador Martinisno da
Rocha Bastos, 1 filho menor e ama cacrava, Ma-
noel Coneia Ferreira Guimarles, Joaquim das
Virgens Lima, Klvecio da Silva Moni", Pam-
philo Alves de Mallos, Joaquim Francisca Lopes
dos Aojos, Venceslao Maris Cabral Leal de Me-
oezes e 1 criado, Tliomac Farreira Girdozo, Jos
Francisjo Leito, Manoel Eugenio Teixeira, Ben-
to Jos Pereira, Joaquim Tielra de Mello Pinto,
Agoslinho Locas Crrela 1 eccravo. Antonio
.'oaquiro Dias Medronho e 2 eccravos, Antonio
Bezerra Monte Urna, Manoel Jos Abreu Paria,
Manoel Joaquim Tilva Leilao, e 26 escravos a
entregar.*
Manoel Penetra, pardo, !Ta, 49 anuos; t-
sico.
Pedro, branco, 8 antea; gaslro entente.
MATABOCRC MLb'.O \
Mataraa-ae no da 'l ae correnta paca o con-
sumo deca cidade 54 rutea.
CR0mC*_JH0*JllW.
TIIIIIIIL ti RELACIO.
SESSIO EM 19 DE tEVEREIRO DE 1801.
PRESIDENCIA BO KXV. IR. CORSKUBBIRO KBJKLIRO
- DE1CO.
As 10 hora* da mnaita, achando-se presen-
tes os Srs. deserabarfarores Figueira de Mello,
Silveira, Gilirana, Lourengo Santiago, Silva Go-
mes, Costa Molla, e Guerra, procurador da co-
rda, fallando com causa o Sr. eeeeabargidor
Caetano Santiago, foi aberta a sessao.
Passados os feitos e entregues os distribui-
do.", procedeu-se aos seguintes
JULG AMENTOS.
ACGRAVO DE INSTRUMENTO.
Aggravante, Goacalo Francisco Xavier Caval-
canti Uchoa ; aggravado, o joizo.
Relator o Sr. esembargador Looranco San-
tiago.
Sorteados os Srs. dest mbargadores Costa Molla,
Gilirana.
Negaram proviment..
APrKLLAGES CRIBES.
Appellante, Joio Cyriaco da Silva ; appellado,
o juizo.
Confirmada a seoleoca.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Joa-
quim dos Santos Coirana e oulro.
A novo jnry.
Appellante, o promotor ; appellado, Joo
Eduardo de Aquino.
A novo jury.
Appellante, o promotor; appellado, Albino Jo-
s da Rocha.
Improcedente
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Pe-
reira doa Santos.
improcedente.
Appellante, o juizo ; appellada, Alejandrina
Maria de Lscerds.
Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, David de Bar-
ros e oulro.
Improcedente.
Appelianie, Pedro Carneiro da Silva ; appella-
do, Manoel Moreira da Slta.
Ficou adiado.
Appellante, o juizo ; appellada, D. Antonia de
Aguiar e Bollo.
Ficou adiado.
Appellante, o promotor ; appellado, Faustino
Jos dea Santos.
A novo jury.
Assignou-se dia para julgamento da seguinte
appellaco crime :
Apaelauld, Manoel Bezerra daa Noves ; appel-
lado, o juizo.
As appellaces civeis :
Appellante, Dr. Jos Rodrigues do Passo ; ap-
pellado, Joaquim Aolooio da Silva.
Appellante, Daro Gomes Brrelo ; appellado,
Manoel Antonio de Albuquerque.
Appellante, Bernardo Antonio de Miraada ;
appellado. Manoel Francisco de Paula Cavalcanli
de Albuquerque.
Appellante, o visconde de Susssuna ; appella-
dos, os herdeiros de Sebastiao Antonio Paes Br-
relo. *
A revista civel :
Recrreme, Jos Ignacio da Silva Ourives ; re-
corrido, Manoel Eugenio d Silva Soares.
DISTRBLICOES.
Ao Sr. desembargador Figueira de Mello, as
appellaces crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Filippe Xavier
de Mouza,
Ao Sr. desembargador Silveira, as appellagoes
crimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Jauuarla, es-
cravo.
Ao Sr. desembargador Gilirana, as appellagoes
civeis :
Appellante, o juizo ; appellado, Maria Magda-
lena e outros.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, a
appellaces crimes :
Appellante, Antonio Rodrigues Barbosa ; ap-
pellado, Raymundo Francisco de Hollanda Ca-
valcanti.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, as appel-
laces crimes :
Appellante, o promotor ; appellado, Argemiro
Mendes da Cruz Guimarcs.
Ao Sr. desembargador Costa Moda, as appella-
goes crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Joo Flix de
Albuquerque
As 2 horas eneerrou-se a sessao.
COMMEHCIO.
Praca do Recife 18 de fe-
vereiro de 1861.
iVs tres horas Aa tarde.
Cotneoes ofBciaes.
Assucar maseavado purgado2430 por arroba.
Aigodo de Macei 8#600 por arroba posto
a bordo.
Descont de letras12 e 15 0(0 ao anno.
Leal SevePresidente.
Frederico Guimaraessecretario.
CADU FILIAL
DO
BANCO DO BRASIL
EM 19 DE FEVEREIRO DE 1861.
A caixa desconta letras a 10 %, sendo as de
seu aceite a 9 %. toma saques sobre a praga do
Rio de Janeiro, e reeobe dinheiro ao premio
de 8 %
N0V0BANC0
DB
PERHIMBIXO.
EM 19 DE FEVEREIRO DE 1861.
O banco desconta na presente semana a 10 /,
ao anno at o prazo de 4 mezes e a 12 % at o
de 6 mezes, e toma dinheiro em contas correales
simples ou com juros pelo premio e prazo quose
convencionar.
Eatevfaaa
Brlgue porlugnea Late III, para Lisboa, car-
regaram Maoaet laruc OHtcira & Filho.
** ^ MieNriftbefce, aaaucer ^ Bailar
4 Oh rafrat So ditos cea m *i*e da dito-; Ea -
bello 4 Filho, 60 ditas coro 300 arrebaa de dito.
Birca traaceza (Taspaa, para o Havre, car-
regiram Tyael-freres & C, 144 cacees ooa 783
arroba 1 libre e>ttde*
Barca Inglata Tasco, para O Canal, arrega-
ram C. J. AaUey 4 C. 1,800 saeco com 9,090
arrobas de assecar.
Barca hcsaaabel Rosa, para e Rio da Pretc,
Aranaga 4 Hiiov 50 pipas agurdenle cachaca
mediado 9,150 enea*s.
_ 18
Pare Falmouth, na barca sarda Luiza, carrega
Krabfae. Whauly 4 c. 4:600 saccoa com 22:500 ar-
robas de assucar.
Para Buenos-Ayre, no briguo ingles iane,
"W Krabbe Whately 4 C, 100 f*pn com
1 d409 m*d'de de agurdenle casaca.
Para Stockhelm. no brigue sueco An%a, carra
5a N;- Bieber4 C. 1:838 cauros salgados com
59:413 libras.
Paro a Havre, barca francesa Elitbtk, carre-
ga Tyaset-freres, 300 saccoa coa 1:500 arrobas
de aaauear.
Para o Canal, na barca ingleza Teaao. carrega
C. J, Astley & C. 600 saceos com 3:000 arrobas
de assucar.
Pareo Rie da Praia, na barca hespanhola Roe,
carrega Aranaga 4 Hijo 4 C. 370 barricas com
2:702 arrobas de assucar.
Para Lisboa, no brigue portuguez Laia 1H,
carregam :
Joao Jes Chaves Jnior, 50 saceos com 250 ar-
robas de assucar, Nanoel Ignacio de Oliveira
Filho. 3 saceos com 15 arrobas de assucar, Bar-
roca 4 Medeiros, 400 saceos cora 2:000 arrobas de
assucar. f
Para Lisboa, no brigue portuguez Bella Figue-
renee, carrega Joo Pedro Rodrigues, 2 barricas
com 4 arrobas e 6 libras de assucar. #
Beeebedoria de rendas Internas
jeraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 18. 15:9313963
dem do dia 19....... 7614411
a.lfandeg*a
Rendimento do da 11,18. .
dem do dia 19.....,
268:24597(3
13.8l8.j333
282064*046
Movimento da alfandea-a.
Volumes entrados com fazendas.. 104
com generas..
Volumes sabidos com fazendas..
t > cea gneros..
92
------ 196
49
230
279
Paasogeiro da airea oacieoal Emilia ss-
hida para o Rio Grande do Sal: Fraaciseo de
Paula Ferreira.
Moctalioade do dia 19 :
Mario, parda, soltera, 3 inooc; hypertto-
phi.
Thereza Hara de Jess, parda, Tiara, 88 to-
nos} decreptura.
Descarregam boje 20 de fevereiro.
Barca inglezaIzabellacarve.
Brigue inglezLindisfarnetonga e cerveja.
Sumaca hespanholaArdilavinho e passa.
Patacho portuguezJareou resto.
IMP0RTAC0.
Patscho nacional S. JoaneiOpt rinde do Rio
Grande do Sul, consignado a Manoel Airea Guer-
ra, manifestou o seguinte:
9.111 arrobas de charque, 26 ditas de sebo em
rama, e 50 couros vaceum avariados ; aos mes-
aos.
Vapor nacional Oyapock, precedente des porte*
do norte.
20 barris e 40 meios maateiga, a Ferreira &
Martina.
2 frasqueiras com 7:2 libras de doce ea calda
a Manoel da Silva Sainpiio.
1 cauole, a Almeida Gomea Aires 4 C.
2 volumes, ao Iza. Sr. presidente da proln-
eia,
1 bab, a Manoel Antonio Goocalves.
embrulho, ao Dr. Augusto Colin da Silva
Res.
1 caiiote, a Joo Buptista Ramos.
1 eocapado, a Uuimaraea 4 Villar.
1 sacca caf, a Parate Vianna,
1 dita dito, a Jienry Gihson:
16:696*374
Consalado provincial.
Rendimento do dia la 18 42.238903
dem do dia 19.......3:34i363
45 5830266
Moyimento do porto.
. O Illm.
cial em cam
idele da
blico que o
criplurario
urari provin-
Eata. Sr. pre-
entc, hVpu-
rs de >. es-
hesouraria
IVsoio sahido no dio 19.
Rio Grande do Sulescuna nacional Emilia.,
capitao Jos Ignacio Peroandes Jnior.
Galveslangalera americana Masnica, capi-
tao S. L. Sebart, em lastro.
Portos do Sulvapor nacional O/apock, com-
mandanle o capilo lenle Antonio Joaquim
de Sania Barbara-
Bahiahiate nacional Vedta, capitao Fran-
cisco Flix Nogueira, carga varios geueros,
Nao hoveram entradas.
a> es o. o. m r r B Ci O a. B Boro*
*s w * n S Atmosphtra. O es ce F.
* V M Z P3 2 z o Direccio. < H SI H O
* w S a o *5 53 o OQ | Intensidad*. 5 ? T. C 9 S m s
^ 8 00 3 ce Fahrenheit. H m o M 4 9 O
i" S* o s oo > O o IS | Centgrado. a se 5 "= c
s I Hygrometro.
o o O o CtJe'rna hydr mtrica. - ?-
755,9 756.6 3 *- 3 "te 55 5" Francez. se o g
(O es O s so Ingle/..
A noite clara, vento NE regular at 11 horas,
que comecou s abouacar, sallando para o NNO re-
gular ao ainanhecer.
OSClLLAgAO DA HAR.
Preamar as 11 b. 6' da manha, altura 5,4 p.
Baixamar as'.5 h. 18' da Urde, altura 2. p.
Observatorio do arsenal de marinha, 19 de fe-
vereiro de 1861.
OMANO STEPPLB.
1 teoenle.
Editaes.
A cmara municipal desta cidade, lendo de
proceder no dia Io de marco prximo vindouro a
apurarlo geral dos volos para deputados a as-
sembla geral, dos dous collegios cleitoraes do
primeiro districto desta provincia, convida os
eleitores do collegio dpsta cidade a asslstirem
esse acto, segundo o disposto no art. 25 do de-
creto n. 2621 de 22 de agosto de 1860.
Em curaprin.enio da lei citada se mandou pu-
blicar o presente.
Paco da cmara municipal do Recife em sessao
de 18 de fevereiro de 1861.
Luit Francisco de Barros Reg, presidente.
Manoel Ferreira ccioli, secretario.
Peranle a eamara municipal desta cidade
corre em praga publica para ser arrematado por
venda nos dias 7, 14 e 21 do correte o predio
contiguo a igrejs de S. Sebastiao desta mesma
eidade, em rhu foreiro, com 62 palmes de fren-
te, avaliado em 6:000, menos a quinta parte do
valor dado.
Faz-se saber que no dia 20 (quarta-feira)
pelas 4 horas da larde, ae ha de arrematar em
praca publica do Sr. juiz de paz do 2. districto
da freguezia de S. Fr. Pedro Goacalres, a arma-
gao e diversos objectos peoborados a Jaao Esta-
nislao Cordeiro, para pagamento dos alaguis da
casa da ra do Pilar n. 40, perlencente a casa a
irmandade de N. S. do Rosario.O eacrivo,
Antonio da Silva Reg.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumplimento da ordem do Eira. Sr.
presidente da provincia, de 9 do crranle, manda
fazer publico, que no dia 7 de marco prximo
vindouro, perante a junta da fazenda da aesma
thesouraria, se ha de arrematar a quem por me-
nos flzer, a obra do calcamenlo da rea do Impe-
rador, a partir da porta do palacio da presidencia
at a praga do Collegio inclusive, avaliado em
86:542.
A arrematago ser feits na forma da lei pro-
vincial numero 343 de 15 de Janeiro de 1854, e
sob as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que ce propozerem aeeta arremata-
gao comparegam na sala das sessoes da mesma
junta, ne da cima declarado, pelo meo-dia,
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou aCBx&r o prsenle e
publicar pelo cDiario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 11 de Tevereiro de 1861. O secre-
tario,
Antonio Ferreira da Annunciago.
Clausulas especiaes para a arrematago.
1 A obra eer principiada. em dous mezes a
contar da data da arrematago e concluida ne
prazo de 10 mezes.
2.* O arrematante ser obrigado a allender as
observacoes coacerosnles i boa execugo da obra
feitas pelo engenheiro encarregado da sua Osea-
llsace.
3.' O pagamento ser aevldido em qualro pres-
tagoes iguaes, carreseondendo cada urna A oa
quarto do valor de oh eoiuHanU do andamento.
4.a Para ea proceder aa pegamento ser a obra
avahada ea bracea quadradaa, flecado a arrema-
tante segoita rale praca eaercaaeoto o aug-
mento daaace. cae geverao assia o eotcacer.
5.* O arreaataate aerar oertgado a segis- fes-
tricteeoeata ac eecigegee eeadaa ne artiga SS
de lei n. 286, e ana ais artigo da maceas lei,
que regula as arreaatecoes.
Conforme. O eeereUrio, A. F. da Anaua-
cisco.
eetea;da|
J^rW- __ _._ ......_________
ter lugar na dia 18 de margo prximo vindouro,
deaendo os pretecdenles serem otaainados ea
gramMaOca da lingo nactwwi, eseritotacle pot
partidas dnrrades, arithaetiea e aoas apptic-
ooes, coro espeeialidade a reduegao de moeda, pe-
Boa medidas, ae clcalo de descont e jo/eeafa-
ples e cenaestos; sendo prefriicr os ue (ire-
rem bea iettra e soubeaem lioguas eslrangeiras.
O* preUadaates, deverita a presentar seus reque-
rrmerrtos na mesma thesouraria eom certidio ea
qee provem sermaiores de 20 annos.
E para ehegar ao coobeeiaento dos inleresse-
dos se mandou afflzar o presente e publicar pelo
Diario
Secretaria da thesouraria provincial de Pecoem*
buco, 16 de fevereiro de 1861.
O secretario,
A. F. d"Annunciago.
O Dr. Anselmo Francisco t%ett, ceroeeodador
da imperial ordem da Roa, da deChristo.ejeiz
de direito especial do commercial desta cidade
do Recif-, e seu termo, capital da provincia de
Pernambuco, por Sua Magestede Imperial e
Constilucioaal, o Seohor D. Pedro 11. que Deus
guardo etc.
Faco saber pelo presente que reqoerlmento
dos negociantes Heury Foster 4 C. e Tasco &
Irmos. ae acha abarla a [alienis de Joaquim Luis
dos Santos Villa-Verde pela sent oca do theor se
guinie :
De Exposige consiento da peticle de folhas
duas, baseada as cartas de folhas 11 e folhas 12,
e com referencia s contas de folhas 3 e lo has 4,
e letras de folhas 5 a folhas 10 se rooslra haver o
commerciante Joaquim Luiz dos Santos Villa-
Verde, estabelecido eom padaria na ra Imperial
numero 199, cessado os seas pagamentos : pelo
que o declaro em estado de quebra e fixo o ter-
mo legal da existencia desta contar do dia 7 de
Janeiro prximo pessado. Nomeio curadores Os-
caes os credores Henry Foster &.C.. e deposita-
rios interinos os credores Tasso 4 Irmos ; e pres-
tado peros primeiros o juramento do esta/lo e
pelos segundos assignado* termo de deposito, o
escrivao remetiera eopia desla senteoga ao juiz
de paz competente para a apposigao de sellos,
que ordeno se ponham na forma i lei em todos
os berra livrose ppese do fallido.
Feito o aue e publicada a presente nos termos
dos arts. 812 do cdigo commercial, 129 do re-
gularaeoto o. 738, se da va mas subecquentas pro-
videncias, que os referidos cdigo e regulmento
prescrevem. _
Nada mais se continha em dita sentones, em
consequencia da qual sao convocados lodos os
credores daquelle fallido para que no dia 20 do
corrente s 10 horca da manhaa e ne sala dos
auditorios comparegam airo de se proceder a no-
meago de depositario ou depositarios.
E psra que chage ao checimeulo de quem in-
leressar possa, mandei passar editaes, que sero
afiliados e publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 16 de fevereiro de 1811.
Eu, Manoel do Carvalho Paes de Andrade, es-
errvao do juizo especial do eommercio, o Oz es-
c rever.
Anselmo Francisco Peretti.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, cemmondador
da imperial ordem da Rosa e de de Cbrislo e
juiz de direito especial do eommercio desta ei-
dade do Recife e seu termo, capital da provin-
cia de Pernambuco, por S. M. I. e C. o Sr. D.
Pedro II, que Deus guarde, etc.
Fago saber, que pelo presente sao convocados
todos os credores do commerciante matriculado
Jos Alves Fernandes, estabelecido com loja de
ferregens na rus da Cadeia do Recife n. 53,
comparecerem no dia 27 de fevereiro corrente,
s 10 horas do dia, na sala dos auditorios, como
fura designado por este juizo. afim deque reuni-
dos todos, possa-se deliberar acerca da maroto-
ria, que ao meretissimo tribunal do eommercio
irapetrou aqnelle commerciante, de conformidade
com os arts. 899 900 do cdigo commercial.
E para que lodos tenham noticia, mandei pas-
sar editaes, que serao afiliados nos lugares do
costume e publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 15 de fevereiro de 1861.Eu Ma-
noel de Carvalho Paes de Andrade, cscriro do
juizo especial do eommercio o Oz escrever.
4n*eimo Francisco Perelli.
Joo Baplista do Castro e Silva, inspector da the-
souraria de fazenda de Pernambuco, por ba
Msgestade Imperial e Constitucional, que Deas
guarde, ele.
Km cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. mi-
nistre da fazenda de 27 de dezerabro ultimo, fago*
saber ao Sr. Jos Alexandre dos Sanios, que foi
indefirido pelo tribunal do Ihesouro nacional o
requerimento ero que pedio e Sr. Sanios urna
inderonisaga por prejuizos que aliegou ter lido
durante a revoita de 1848, visto se ter prescriplo
o seu direito por nao o haver requerido dentro
do prazo de cinco annos.
Thesouraria de Pernambuco, 19 de Janeiro de
1861.
Joo Baplista de Castro e Silva.
gundo, d 50 por cento no teraro e
uim *ucceivamente akf ficar no dci-
mo mez e d'aht podante- oera mais ra-
lor alguoo, Recife 5 'de fevereiro de
1861. Oi4tftrc*Stbre grsjotev Luir
Antonio Vieira, Joao,IgnacJQ de Me-
detro BeffD. *HK>cao dio arsenal de
De ordem do Illm. Sr. inspector fago
que nosi dice M, 25 e 26 do %oerente aec
achara venda, em haata peblica, aa porta do
alaosarifado desta iospeetao, ceaecaado acata-
gas as 11 horas da manha, o hiate PmrahUmno
que desarmou pelo aen estado de ruina, da 78
ps da coapriaento, 81 de bocea e 7 de panul
cavilBado e pregado d cobre st a ftiirr de 8
pea coatadoa da ouilba, cos**oc seguinte per-
tences: J
Len-.e,
ferro ou
mar e
e seus pe
com
de
No tal
ste, daos'fTas de turcos de
as, bolinetes" e mas barras, ca-
Om as respectivas cscadas, togao
Mast4aSi.
Hastro grande e seu mastare'o, dito de Iraque-
le e seu majte|p. retranca, gurup, pu de bn-
jarrona, dita? Ppica paue, dous ditos deeslan-
que e verga de redonda. *
Apparelhos.
Todos os cabos Dxos a de marcar
poleame.
Veame.
Urna veta grande, aa traeaeta, u
estay, urna bujarrena a dous ga&to
Amsrragao.
Um ferro e uma amarra em bom estado.
A' vcede eftectuando-se na ultima praca, cea-
do que o hisie est em frente desta arsenal, pa-
ca ser examinado pelas pessoas que o preieo-
Blr, cuja declarago escripia do valor, quer do
casco, como dos seos perlences, encontrarlo as
mesmas pessoas na secretaria desta inspeccao.
lnspecgo do arsenal de marinha de Pernaa-
buco, em 14 de fevertro de 1861.
O secretario,
Alexandrt Rodrigues do tAnjos.
Santa Casa de Misericordia do
Recito
A junta administrativa da irmandade da Santa
Casa de Misericordia do Recife. manda fazer pu-
blico que o hospital dos lazaros precisa de dous
serventes e um cozioheiro. Os prelondentes diri-
jam-se sala das sessoes da mesma junta oo lar-
go do Paraizo n. 49, no dia 21 do correte pelas
4 horas da tarde. Secretaria da Santa Casa do
Misericordia do Recife 16 do fevereiro de 1861.
O eacrivo.
Francisco Antonio Cavalcanli Cousseiro.
Couselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar oe objec-
tos seguintes :
Pera a enfermara do presidio de Fernando de
Neronha.
2 barricas de assucar branco.
3 saceos de arroz pilado.
1 sacco com caf em grao.
.1 caixa de cha da India de melhor qualidade.
6 barricas de farinha de trigo marca MSSS.
2 libras de linhas inglesas n.30.
12 pecas de madapolo n. 3.
Para o almoxarifado do mesmo presidio.
1 folhioha.
0 resmas
sgua.
6 ciixas de pennas de ago finas e de bea qua-
lidade.
12 lapis finos.
Para os calcetas que existem no hospital militar.
2 chapeos.
1 manta de la.
3 esleirs.
Para a companhia de cavallaria de linha.
6 davinas de uzil com varetas de ferro.
11 espadas com bainha.
11 apparelhos de limpeza.
11 bolgas para apparelho de limpeza.
11 bornaes para ragdes.
Para o forte do Buraco.
1 bandeira grande imperial de Cele.
Quem quizer vender taes objectos aprsente aa
suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 22 do
corrente. mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 15 de
fevereiro de 1861.
BentoJosi Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel rogal secretario interino.
de papel branco almego marca de
Declarares.
Directora geral da instrueco
publica.
De ordem do Illm. Sr. Dr. director eral se faz
publico, que o concurso ac cadeiras de Insttucco
elementar designado para hoje, foi espassdo pa-
ra o dia 22 do crreme.
Secretaria da instrueco publica de Pernam-
buco 18 de fevereiro de 1861.9
Salvador Henrique de Albuquerque.
Secretario interino.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes, e contratar os gneros para o ran-
cho da companhia dos menores do arsenal do
guerra, durante os mezes de marco e abril prxi-
mo vindoura :
Para o (abrice do fardamenlo do 8' balalho
de ifantarla.
12 covados de oleado.
605 1/2 covados de baeta verde.
64 varas de cordo preto de relroz.
24 grasas de boles pretos de osso.
Para provimento dos armazens do almoxarifado.
20 arrobas de cobre velho.
Para o rancho da companhia dos apreodizes me-
nores do arsenal de Guerra.
Pies de 4 oncas, bolachas, assucar refinado,
caf em grao, cha hysson, manteiga franceza, car-
ne verde, dita secca, farinha ce mandioca da Ier-
ra, arroz pilado do Maranho, toucioho de Lis-
boa, bacalho, azeite doce d Lisboa, vinagre de
Lisboa, fcijo preto ou mulatiaho.
Quem quizer vender taes objecios, aprsente ae
suas propostas em carta fechada, na secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do dia 25 do
correnle met.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 18 de
fevereiro de 1861.
Binlo Josi Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
NOVO BANCO
O novo banco continua a substituir
ou a resg&tar as notas de 1 Of e 20$ que
havia emittido e anda existem em cir-
cularlo, prevenindo de que conforme
o decreto n. 2,664 de 10 de outubro
uitimo e decitao do tribunal do thesou-
ro de 12 de Janeiro do corrente auno,
esta substituido s continua sem pre-
juizo dos pouuidores das mesmas notas
at 9 de marco prximo vindouro, pois
que desee dia em diaate s teca' lugar
osm o descont memat e progressivo
de 10 por canto ou de 10 por cento no
pnmeiro mez, de 20 por cento no se-
Pela subdelegada da freguezia de Saaio
Antonio do Recife foi apprehendido um cavallo
com cangalha por ter sido encentrado sem dono
vagando a noite pelas ras desta freguezia : quem
for seu dono, comparega neste juizo, que pro-
vendo seu dominio, lhe ser entregue.
Joaquim Antonio Carneiro.
Subdelegado supplente.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico que do dia 1. de fevereiro viodouro era
dianle se principiara a contaros 30 dias uteis pa-
ra pagamento bocea do cofre dos seguintes im-
postos : 12 0(0 sobre as lojas a retalho, armazena
do fazendas, tabernas e casas de leilo ; 4 0iO
sobre os armazens derecolher, botequios, hoteis,
casas de pasto, typographias, prensas de algodo.
cocheiras, cavallarigas, e lodos os mais eslacele-
cimentos em que houverem gneros exposlos
venda ; 2009 sobre casas de cambio, 50$ sobro
casas de modas, perfumaras, de chapeos fabri-
cados em paiz eslrangeiro e por casa de jogo da
bilhar ; e bem assim o imposto sobre carros, m-
nibus e carrosas, lano do servigo particular co-
mo de auguel. M-sa do consulado provincial
28 de Janeiro de 1861.Pelo administrador,
Theodoro alachado Freir Pereira da Silva.
0 Illm.ISr. inspector da thesouraria de fa-
zeoda desta provincia, em cumprimeulo da Or-
dem do thesoure de 6 do crtenle sob n. 19.
manda fazer publico que tendo sido ennullado o>
concurso que se fez nesta thesouraria para preen-
chimento dos lugares de pralicantes da alfande
ga desla ni es na provincia, lica aberto novo con-
curso para o dia 26 de margo prximo seguinte,
comecando osexamea s 10 horas da manha
sobre as seguintes materias: 1.a gramaelica da
lingua verncula, leitura e escripia correcta a
corrente;2.' theoria da escripiuragao mercantil
por partidas simples e dobradas. suasapplicages
ao eommercio e a admioistragao da fazenda ; 3.a
arithmelica e suas spplirages ao eommercio
cora espeeialidade a reduegao de posos e medi-
adas nacionaes e estrangeiros. calculo de descon-
t e juros simples e composto, theorias de cam-
bios e suas applicages ; 4.a nogoes de algebra ;
5.a traduego correcta das linguss Ingleza e fran-
ceza ou pelo menos da ultima ; 6.a principios
geraes de geographia de historia do Brasil e de
estatistlca commercial.
Aquellos que pretenderen! ser admitiidos ao
coocurso devero previamente provar que teem
18 annos completos de idade, que esto livres de
culpa e pena e qae teca boa proced mente.
Secretarla da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 19 de fevereiro de 1861.O oQlcial
maior. Manoel Mametfe da 9Wva Costa.
Avisos marilimas.
*

Para Lisboa cague com muiu brevidade o
patacho portuguez Jareo, recebe carga a frete
e peeesgeiros, para o qoe irata-se com seas con-
signatarios Ameria Irmos na ra da Crea o. 3.
ou com o capitao J M. Coelho Sobtinho. aa pre-
ga do eommercio.
Para o Rio Grande e seus
portos,
a bsreaga Gratido sata al o fim da presento
semana.
Baha.
PaTS a Batiia segne em poneos dias a escuna
nacional Carile > pera argoma cerga cae Iba
falta, tsata-se con aeu consignatario Piaocieco
L. 0. Attvedo, na rae da Madre de Dees a. 12-
Paxo. o Aracaty
segu ea poneos dias o hiato Boberibe ; para
carga e paeaagerroe, tratarse aa ni de flfano
numeroo,

LEGVEL


^~
.
Para o Rio de Janeiro sabe com toda bre-,
v.dade a linda e veleira barca -nacional Ira :
pare carga e paasageiro, lrata-M eom os con-
signatarios na raa do ttj leja u. 6.
iraE
Rio de Janeiro
0delro-e bera eonheeido patarr nacional
Bebenbe, pretend^sguir cora muit brevidade
leni parle desda%regamento prompto para o
reato que lbe falla IrMa-se com oa seus consig-
natarios Atevedo 4 alendes, no ten eseriptorio
ra da Cruz n. i.
M*ai P>IHPMIP. QlJAilU fJURA K> DE flUWIIlQ^B lt|U
Araeaty e Ass
* mftj "he DaYresente semana
aro Ara
Hiato Dona Irm
ainda recebe carg
Par.,
seguir brevementeo hiate naci..
para o restaote do seu carregamen
ros, trala-se rom GuteaMrmaos, em
torio na ra da Cadea^ff Recite,
dar d. 28.
ilecSo ;
assagei-
leu escrip-
primeiro an-
PA.MIIA PERNASBUCANA
DK
Navegacao costeira a vapor.
O vapor Persinunga, commandante Manoel
Hodngues dos Santos Moura, segu viagr-m para.
os porlos do sul em 20 do correte mez s 5 ho-
ras da larde. Recebe carga at o dia 19 ao meio
dia. Passagoiros e dinheiro a frete at o dia da
sabida s 3 horas. Eseriptorio no Forte do Mt-
alo o. 1.
Tinta branca emlatas e3
caixas con phosphoros.
Quarta-feira 20 do corrente.
Antunes far leilao em frente da alfaodega oa
porta do armazem do Sr. Annes, de urna i orjo
de latas com tinta brancada mnilo boa qualidade
que serio rendidos sem reserva de prego, bem
como fie 3 caixas com phosphoros en; perfeito
estado. As 11 horas em poni.
LEILO
MU
Cear,
Segu no dia 22 do corrente o cter Erna, para
o resto da carga que Ihe falla, Irata-se com o ca-
pitao Joao Antunes da Silveira, na roa da Madre
de Deus n. 4.
Para o Para em direitura.
O palbabole Garibaldi, segu nesles dias por
ter engajado parle do seu carregamenlo : a tra-
tar com Taso Irmaos ou com o capilao Custodio
os Viannj.
Para Lisboa
em poucos dias
vai sahir a muilo veleira barca cMaria, por ter
qaasi completo o seu carregamenlo : para ora-
lo e passageiros. trala-sc com Carvalho, Noguei-
ra & C. na ra do Vigario n. 9, primeiro andar
ou com o capilao na prora.
G01PAMIA PERAAMBUCANA
DE
Navegaodo costeira a vapor
O vapor Iguarass, commandante Moreira, se-
eue viag<-m para os porlos de norte at o Cear
no dia 22 do crrente mez s 5 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 21 ao meio dia. Encom-
menda3, passaueiros e dinheiro a frete al o dia
de sua sahida s 3 horas. Eseriptorio no Ferie
do Mallos n. 1.
ara
Rio d Janeiro,
o veleiro e bem Conhecido brigue escuna Jovem
Arthur, pretende seguir com muila brevidade,
tem dous tercos de sua carga prompta: para o
resto que lbe falta, trala-se com os seus consig-
natarios Azevedo & Mendes, no seu eseriptorio
ra da Cruz n. 1.
O agente Hyppolito da Silva fara'lei-
lao de urna ponjao de caixas de massas,
por conta e risco de quem pertencer ao
correr do martello: quarta-eira 20 do
corrente as 11 horas em ponto, em
frente da alfandega armazem do Sr.
Aunes.
LEILAO
CommcnM
Quinta-feira 21 do corrente
Antunes autorigdo pelo Exm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio a requerimeoto dos admi-
nistradores da raassa fallida de Castro 4 Arao-
rim, far leilao no dia cima indicado da loja de
miudezas e divida/ que constituem a mesma
massa, na ra do Cabug n... as 11 horas em
ponto.
LEILO
DE
Objectos para urna
typographia.
Sexta-feira 22 do corrente.
Antunes far leilao por conta e risco de quem
perlencer, em seu armazem na ra do Impera-
dor n. 73, de objectos proprios para mootar urna
typographia, cousistindo em grandes armarios
para guardar lypos, caixetas de lodos os tama-
ohos. estanles ele, os quaes sarao vendidos sem
reserva de preco, 6s 11 horas do referido dia.
PftdM-M-4 >UMf
gommar, para c uca fcWnaTna loia d
livros ao p do arco da Santo Antonio.
Manoel ioaqnim Bodrigoea Quimaraes e sua
malbervao a Europa.
n-Ealonowlh;^*Balfa,.eto casa do Sr.1
Dr. Martina Alvaa, as obras seguinles ;
1." Educacio pralic das mulheres por H. Na-
thalia de Lajolais: obra premiada pela academia
iranceza e traduzida do francs sobre a saannd
edicto-por L. O. P. do M. Preco 6J *
2.* Repertorio do crime contando o extracto
de toda a legislaco-policial e cortinal, e das
disposices relativas ii autoridades e empreados
de justica criminal, publicados at o Qm de 1858
por um bacharel. Prego 6#.
3.a Foimulario de despachos e sentencas no
civil, commercio, juizo de tphios e ausentes
provedotia e criase, e de alguna procesaos qu
ctsrem nos mesmos juizo. Preco 3. Por ura
bacharel.
4. Compendio de philojop4u>. de Barbe, tra-
dtuido pelo Dr. Luu Airares dos Santos, lente de
rhetorica do lyceu, oppositor da escola de medi-
;le?illd.e,ltt'T,.-l"5lez e franc". excellente
PreJoejoO Ct' Sb"Md me<,ico-
Os pedidos devem ser feitos directamente ao
n umrosj "" Al' d8 Dro8uoh"
Retira-so para o Bio de Janeiro at o dia
19 do corrente Manoel Corroa Perreira Guima-
raes, subdito portuguer.
Lava-se e eogomma-se com perfeicao por
prego mais commodo que em oulra qualouer
parte ; na ra dos Patos n. 1.
&*
ILft
DE
103rolosdefamo.
Antunes antorisado pelo Sr. Pinto de Souza &
Bairao, far leilao na porta do armazem do Sr.
Aunes era frente da alfandega de 103 rolos de
fumo que sero vendidos sera reserva do prego,
s 11 horas em ponto.
Avisos diversos.
Na ra Nova n. 32. precisa-se de urna senho-
ra q je saiba cortar vestidos para ajudar a outra
e conlinua-se a fazer vestidos da ultima moda e
outros muitos objectos de goslo.
"7, P,rec'sa-e de um caixeiro de 12 a 14 aanos
de idade, que entenda de taberna : na ra do
Codorniz n. 6, no Forte do Maitoa.

sr-"
E sr
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1 Q.fg -i 5 r
^-5 i s i' 2 s- T
a.
*i

Pianos
Saunders Brothers & C. tem para Tender em
eu armazem, na pregado Corpo Santn. 11
*.gun p,aaos d0 ultimo gosto recentimeot
ehegados tosb-jm coahecido e acreditadosa-
bncantes J. Broadwoud 4 Sons de Londres!
muilo Dropriooara este clima
O abaixo assignadi previne s autoridades
poiiciaes, que Joaquina Januaria da Silva eva-
dio-se de sua casa na tarde do dia 13 do corren-
te, levando comsigo o seguinte. que Ihe roubara :
12 palaroes velhos. 23^ em sedulas, 5 colheres
de prata para sdpa, 5 de cha. ura cabocolo de pra-
tica ou palileiro, 1 par de brincos, 1 de argoias e
1 annellao, ludo do ouro. Esta raulher era tam-
bem coznheira de alguns estudantes assistentes
no convento de S. Francisco d'Olinda, e consta
que fugira para o Becife em companhia do cabra
Adelo, escravo do estudante Pelinca do Rio
Grande do Norte. Pedo-se, pois. a quem forera
oirerecidos aquelles objectos o especial favor de
participar pohcia ou d appreheode-los, levn-
dolos ao abano assignado em Olinda. ou ao Dr
Joao Vicente da Silva Cesta na ra do Rangel n!
"a rua de S" Gon5alo n. 1*. de quem re-
ceber urna generosa recompensa qualquer pes-
soa que dr noticia desemelhaole roubo. O an-
nellao tem esta firma : A. Q. M.
Olinda 15 de fevereiro do 1861.
O conego Joao Bernenuvem Maciel.
O bacharel A. K. oe Torres Bndeira mu-
dou sua residencia da rua larga do Bosario n. 28
para a do Imperador n. 37. segundo andar, onde
continua no ejercicio do sua proflsssao de advo-
gado.
Rio de Janeiro
o bem conheoido e veleiro brigue nacional Al-
mirante pretende seguir com muila brevidade,
tem parle de sua carga prompta : para o resto
que lbe falta, trala-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mendes. no seu eseriptorio, rua da
Cruz n. 1.
Leiloes.
UILAB
DE
Carros e varios ob-
jectos para carro.
Cosa Carvalho far leilao por coca de quem
pertencer. quinla-feira 21 do corrente s 11 ho-
ras em ponto, no aterro da Boa-Visla hoje rua
da Iroperairiz n. 19) de varios carros, cabriolet,
rodas e outros objectos.
Tambem
vender 1 carro fnebre e 1 caberla para
mesmo
LEILAO
O abaixo assignado perdeu o bilhete inteiro
n. 13Z5 e o meio de n. 380, ambos da 4.a lote-
ra para indemnisagao do thesouro da prestaglo
mensal de 4:0008 com que auxilia a Joo Caetano
dos Santos, empresario do theatro de S. Pedro de
Alcntara da corte, da qual thesoureiro o Sr.
commendador Joo Pedro da Veiga. A pessoa
que houver achado ditos burieles e quizer resti-
tui-los, mediante urna graliOcago razoavel, o
abaixo aasigado flcar por Isso iuleiramente agra-
decido. Previne-se desde j que nesta data se
escreve ao mesmo thesoureiro, participando essa
oceurrencia, aflm de preveni-lo. Afora essa cir-
cunstancia, que o abaixo assignado julga muito
proficua, anda se pode prevalecer de dar urna
justillcagao peranle a autondade competente, no
inluito de provar a existencia de taes bilheies
emseu poder, visto como ha numero sufflciente
de pessoas que sirvam de testemunhas.
Manuel Eloy Mendes.
A prazo e com garanta
O agente Hyppolito da SiWa autofi-
jado pelo Sr. Jos Germano, fara' leilao
de 4 carros novos com 4 rodas cada um
ervmdo os mesmos para screm pucha-
dos por 1 ou 2 caballos, e 1 dito de 4
cosas envidracado, o qual forrado de
panno deseda branca, tendo todos *?lles
os competentes arreios, os quaes sao de
ultimo gosto e modernismo, nao sendo
necetsario tecer elogios visto que sSo
fabricados em Franca, podendo os pre-
tendentesdirigirem.se no dia do leilao
ao armazem n. 21 sito na rua Nova :
terca-feira 19 do corrente if 11 horas
em ponto, que ah encontraro re-
feridos carros,
Na mesma occasiSo ,e Tendrao ,-ious
Unaof carnnhos para meninos.
M. J. Le te, roga a seus deve- _
dores que se dignem mandar pa- !
gar seus debitbs na sua loja da *S
rua do Queimado n. 10, enten- |l
tendo-se pata esse im com o seu w
procurador o Sr. Manoel Gomes
Leal.
Precisa-se de dous contos de reis
a premio de l 1|2 por cento ao mez,
com seguranca em urna casa nova de
tijolo, em chaos foreiros na villa do Ca-
bo : quem quizer dar annuncie por es-
te Diario.
M J. Leite, declara que cons- M
tituio seu bastante procurador 5
aoSr. Manoel Gomes Leal, para 2
promover a cobranca de suas di- *
vidas passivas.
KSfteiaeiesia mm mmm^m
Aluga-se urna escrava para casa, de boa
conducta : na rua do Hospicio n.64.
*. ,,?M.',e al"Sar mensalmente um escravo das
o 1(2 as 9 da manha : na rua dos Pires n. 42.
Os bilhrtes da quarta lotera do theatro de
!>. Pedro de Alcntara do Bio de Janeiro perten-
centes a sociedade Feliz, sao os seguinles: um
bilhete de n. 4313. dous meios de ns. 3755 e
o9l.Alcntara, 1. procurador.
Escrava para alagar.
Quem precisar de urna escrava coznheira e
para o servigo interno de urna casa, dirija-se a
do Amorim n. 15, terceiro andar.
_ "~ Arrenda-se a excellente propriedade da
Barra de Seriohiem.com muitos pea-de eoquei-
ros, e avultada somma de ros : a tratar na rua
do Hospicio n. 17.
O bacharel Miguel Jos de Almelda Per-
nambuco Filho, tem abarlo o seu eseriptorio de
advocacia na rua do Imperador, sobrado n. 75.
primeiro andar, onde pede ser procurado, das 9
horas da manha s 3 da Urde, para o que for
tendente a sua prosso.
Digo eu abaixo assignada, molher de Ale-
xandnno Ignacio da Conceigrio, scieotiflea ao res-
peiiavel publico para oo cootraUr nem empres-
tar dinheiro algum a seu marido sobre um peque-
no sitio na estrada de Joao de Barros, sob pena
deaer noli todo 0 qualquer negocio que eom o
mesma flzer sem 1 sua iniervencio, Recife 19 de
toimlTQ deiWl.
Ign Miria das Virgens.
Philosophia, de geograpkia e rlietorica
PELO BACHAREL
A. R. DE TORRES BANDEIRA,
Prolessor de geographia
e historia antiga no gymnasio desta
provincia.
Esto abertos estes cursos na casa da residen-
cia do annuncianje, rua do Imperador n. 37, se-
cundo andar ; e dar-se-ba lugar a novos cursos
destas mesmas disciplinas, a proporcao que aug-
mentar o numero dos alumnos. A classe de geo-
graphia comprehende ;
1. o estudo de geographia.
2." o esludo da historia com especialidade a do
Brasil.
A classe de rhetorica est dividida em duas
secges:
1. de rethorica em ge.-al.
2." de poelica e analys* dos classicos.
Manoel Rodrigues Fernandos Leal
Europa.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3#
Tiraratratos por3#
Tira retratos por 3,
Tira retratos por 3^
Tira retratos por 3#
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
j xinhas novas
Teno recebido um sortimento de cai-
I xinhas novas
Teni lo recebido um sortimento de ca-
xinhas novas
Tenv o recebido um sortimento decat-
xinhas novas
N( grande salao da rua do Imperador
No, grande salaoda rua do Imperador
Not grande salao da rua do Imperador
Nolgrande salao da rua do Imperador
Nokrande salaoda rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
A. W. Usborn, o retratista america-
no ter) recen temen te recebido um gran-
de e vriadojormento de caixas, qua- j
^ro*t aparatos chimicos, e um grande]
numer^ de objectos relativos a arte. I
Como tambem um grande ornecimen-
to de caixas para retratos de 30000 rs. j
cada um, as pessoas que desejarem ad-1
qnirir conhecimentos pratiecs na artcj
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condi^Oes muito
razoaveis.
Os cavalheirosesenhoras sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra ^xaminarem os specimens do que
cima ica anunciado.
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4PPB0VAC0 E AITORISACAO
DA
mumk mnmti m mmum
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
COMPANHIA DA VIA FRREA
DO
Recife ao rio Sao Francisco.
(LIMITADO.)
Tai a
Fazem-se
capas, balna9, brreles, chimaras, e capas via-
torias : na rua do Encanlamento d. 3, primeiro
andar.
Preciaa-se de orna senhora que se propo-
oha a ensinarums menina as primeiras letras e
coslura, em ura engenho distante desta cidade 4
leguas quem estiver nestas circunstancias e
quizer se prestar, dirija-se rua do Apollo n. 30,
ou rua da Palma n. 41.
Precisa-se de urna ama estrangeira, d-se
bora ordonado : na rua do Apollo n. 30, ou na
rua da Palma n. 41.
Francisco Duarte das Neves vai s provin-
cias do norte.
Ama de leite,
Precisa-so de urna amii de leite : a tratar no
patoo do Terco, taberna n. 32, primeiro andar.
Os abaixo assignados tendo acabado com o
negocio que tinham na rua da Cruz n. 15. sob a
(Irma de Pinto & Carvalho, declarara que nada
devem a pessoa alguma, mas se alguem so jul-
gar credor dos mesmos apresentem-se no prazo
de 3 dias na rua da Senzila Velha n. 10. Outro
sira, o socio Pinto faz ver ao publico que as con-
tas que devem dita casa (Icario pertencendo ao
socio Carralbo, que as retober de hoje em dian-
te, Ocaodo para com o dito senhor quitos da qual
quer debito.
Recife, 19 de fevereiro de 1861.
Vrente Perreira Pinto.
Jos Antonio de Carvalho Jnior.
O abaixo assignado faz sciente ao respeita-
vel publico desta cidade. e com especialidade
ao corpo do commercio, que nao se responsabe-
lisa por divida alguma contrahida pelo Sr. Lu-
ciano Fernandos de Souza como socio gerente
da arma social de Pernandes & Amaral, salvo
aquellas que dello recebi .m liquidagao da casa
Joaquim do Preitas Leao do Imanl!
AVISO.
C Delahautiere, tendo de fazer urna viagem ao
Rio Grande do Sul, deix.i por seus procuradores
nesta cidade, em primeiro lugar a sua sonhora
D. Mara Delahautiere, e ;m segundo ao Sr. Pbi-
logno Adour.
Beneficio publico.
Roga-se ao Sr. fiscal dn Boa-Vista que d um
passeio na estrada que vai de Santo Amaro para
Belem para fazer cumprir aos moradores dos si-
tios, a postura municipal sobre as cercas; por
que perigoso poralii pa:isar-se.
ScrnamJtucatia
Quarta.feiraa0doeorrentMs8horas danoi-
le, naver sessao extraordinaria do conselho e da
asseabiageral para tratir-se da conlinusco da
reforma d.i estatutos e de outros negocios.
-i?^nfod ^"Cio Xypofrsphics Perv
ambucaoa 18d fevereirc da 1861.
J. Cesar,
i. secretario;
Para maior commodidade dos senhores de en-
genho a companhia estabeleceu um novo arma-
zem na Escda no lugar denominado Atilaia do
outro lado do rio Ipojuea, o qual estar aberto
para o recebimento do assucar, gneros etc., etc ,
de quarta-feira 20 de fevereiro em diaole.
AssignadoE. II. Braman,
Superintendente.
O escrivSo do commercio, Manoel Mara,
reside na rua dos Pires o. 52, continuando a ter
seu cartorio na praga de Pedro II.
Aluga-se metade do urna casa em boa rua,
com quintal, cacimba, sendo para familia hones-
ta : quem precisar, dirija-se a rua das Aguas-
Verdes, sobrado n. 50, quo achara com quem
tratar, das 6 s 8 horas da manha.
acabar.
Guimares Villar.
Rua do Crespn. 17.
A 15,000!!!
Chapelinas de seda para senhora rica-
mente enfeitados atauns brancos e outros
decores pelo baratissimo preco de 15$,
parece incrirel porm Tista'vorao que'
pechiocha sem segundo.
Ricos enfeites a imperatriz o que ha de
melhor. _
4caba de che-
gar ao armazem
DE
Bastos & Reg,
urna grande qaanlidade do uniformes de case-
mira de cores muito recommendadog tanto pelos
seus bonitos padres como pela sua bemfeitoria
ecomosejo grando quaolidade tomamos a deli-
berarlo do vender pelo diminuto preco de 25J,
assirn como urna grande quantidade de chapeos
de castor brancos e preto pe'o diminuto preco
de 6J, pois se vendem estas obras por este dimi-
nuto prego com o fira de apurar dinheiro e acre-
ditar este novo armazem na rua Nova junto a
Conceicao dos Militares n. 47.
Vio de Bordeaux.
Em casa de Kalkmano Irroos & C., rua da
Cruz n 10 encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Freres e
dos Srs. OIdekop Hareilac d C, em Bordeaos.
Tem as seguinles qualidades:
De Brandenburg frres.
SU Eslph.
St. Julien.
Margaux.
La rose.
Chelean Loville
Coi tea u Margaux.
De OIdekop A Mareilhac.
Su Julien.
St. Julien MeMoc.
Ota lean Loville.
Cognac em barrisqualidade fina.
Cognac em caixas qualidade inferior.
Na mesma casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
CHAPAS MCSICIMAES
ELECTROMAGNTICAS EPISPASTICAS
Oe Ricardo Kirk
Para serem applicadas s' partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
AS CHAPAS MEDICINAES sao mui.o conhecidas ne Rio de J.neiro e em todas as oro-
vmcus deste .mpeno ha m.is de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que elemoMda
as emfermanas abaiso esenptas, o que seprova com innmeros aislados que existem de d^
soas capazes de distincQes. 4 o*iem ae pes-
Gom sus CeAPA5-ELKCTRO-MAGKETicAS-EPiSPAST.CAS obtem-se urna cura radical e in-
fa l.vel em todos os cas^s de mflammacao ( faaQo ou falta de respirado), Sam e o
externas como do: Ggado bofes, estomago, bago, rins, tero, pei.o/palpi.ac o de "ario gar-
ganta, olhos, erys.pel.s, rheumat.smo, paralysia e todas as aTectoes nervosas, e.c etcUrna
mente para as differentes especies de tumores, como lombinhos escrfulas etc., seia nual Sr
seu tamanho e profundeza por me.o da suppuracao sero radicalmente extirpados I i J
uso aconselhado por habis e disiinclos faculiativos. M
As encoromeudas das provincias devem ser dirigidas por eseripto, tendo lolo o cuida lo d*
fazer as necessanas explicasoes, se as chapas sao parahomem, senhof, ou cri,Dca! iSSol
molesua em que parle do corpo existe, se na cabeca, pescoCo, br^o coxa, perna, p ou SoncJ
do corpo, declarando a circunferencia: e sendo inchacoes. feridas ou ulceras, o molde^ do nTxT
rnanho em um pedaqo de papel ea declarado onde existera, afim deque as chapas possam er
bem applicadas no seu lugar. ^ "p possam ser
Poderse mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
*^il2^JZr"dm Cmpetn,e8 "-*-* fc^sosaccesso-
'Consulto as pessoas que a dignarem honracom a sua confianca, em seu eseriptorio que
se achara abeno todos os das, sem excepeo.. das 9 horas da manha s 2 da larde. '
119 Ra do Parto ||j)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
m vm
Rua da Guia n. 3.
Augusto Spina, chaudronnier franjis, se
cbarge de fair des alambics en cuivre de tous
les syslmes, ainsi que des appareils disiillaioi-
res pour faire l'esprit de vin, luyoierie en cui-
vre rouge ou jaune pour nlchines vapeurs,
baiterie de cuisine el tout ce que concerne son
etat. Aussi I fail des etamages el racommoda-
ges en tous genres.
Augusto Spina, caldeireiro fraocez, uliima-
[ mente chegado do Rio de Janeiro, eocarrega-se
de fabricar: alambiques de cobre de todos os
sysibemas, apiarelhos para di.sil!ac,o de espiri-
to de vinbo, .-ha mi nos de cobre ou lalo para
mactinas de vapor, utensilios de cozinha, e ludo
quanio 6 de seu officio egualmenle se incum-
he de tstanhar e concertar toda a especie de ob-
jectos.
FUNDIQO D AURORA.
Seusproprielarios offerecera aseas numerosos .'regueies e ao pubbieo em geral, toda equal-
quer obra manufaturada em seu reconhecido estobeKciment a saber: machinas de vapor de todos
os tomanhos, rodas d'agua para engenhos, todas de ferro ou para cubos de madeira, moendas e
meias moendas, tochas de ferro batido e fundido di todos os tarnanhos, guindastes, guinchos i
bombas, rodas, rodetes aguitboes e boceas para fomalha, machinas para amasssr mandioca e para
descarocar algodo. prencas para mandioca e oleo de ricini, porloes gradarla, columafks e moi-
nhos de vento, arados, cultivadores, pontos, cadeiras e tonques, ioies, alvorengas botes e tolas
as obras de machinismo. xecuta-se qualquer obra seja qual for sua natureza peloa desenbos ou
moldes que para tol fin ferem aprontados. Rewbem-se encommendas neste esiabeleciment na
ruadoBrumn.28A e na ruando CoHegio hoje do Imperador ...eihiMlr.d..a
tobelecimenio Jos Joaquim da Costa Peroira, casa quem oa pretendentos se poden entender para
qualquer otra. '
ILEGfVEL


r ""
I
r^tfiWK
Collares medicinaes ano-
daos parm as dores da deati^ao,
aeoessos, ooavalcoes, Cabres e oo-
tras enrerinltfades das erianeas.
Este innocente e infalivel remedio dispensa de
fizcr tomar as criangas os remedios interiores,
_____que nunca querem tomar. (Prego *o 8$.) .
social de Fernandes & Amaral, Otando a activo I)f,B#8tO tem ma d(i Part D 119
ep.ssivo a cargo do socio Amaral. Recle 18 ~IL cr?'' rua rwwB; V'
Pracisa-se de um ou dous araassadores de
Nos abaixo assignados famoa acienle ao res-
peitavel publico desta cidade e c oro especialida-
de ao corpo do commereio, que dissolvemos aai-
gsvlmente a sociedade do armntem sito na rua
da Madre do Dos n. 8, que girara sob a firma
de fevereirode 1861.
Luciano Fernando* de Souza
Joaquimde FreitasLeao do Amaral.
Pardeu-.se um mantelolo preto guarnecido
de bicos e patos de grosdenaples, e fita de garca,
com guarnicdes de velludo ; desde a rua de San-
ta Thereza, Pateo do Carmo, ra Eslreita do Ro-
sario e Larga, Praga da Independencia, rua das
Cruzes em direilura ponte ora : quem achou
querendo o restituir dirija-se #rua da Concor-
dia armazem de raateriaos do Mantel Firmino
Ferreira, que ser gratificado.
Aviso.
Pede-se encarecidamente' ao Ramo de Flores
da rua Cadcia do Hecife que qoera olhar para os
negocios desua casa e nao andar fallando da vi-
da alheia manchando a reputaco de varias pes-
soas, pois previne-se para que nao continu a
fallar do comporlamento dss pessoas que nao
simpathisa.
Offerecfl-so um rapaz braileiro do boa con-
ducta da qual d fiador ; para caixeiro de cobranca
do qualquer casa estrangeira ou nacional quem
quizer utilizar-se do seu presumo annuncie por
esta folba para ser procurado.
perfeicao e que saibam desempenhar o fabrico do
pi e bolacha, como reqaer a arte : os que se
acharem nestas circumstancias, podem dirigir-se
a rua larga do Rosario,padsria n. 18,que achareo
com quem tratar. a mesma tamben] admiti-se
um forneiro boro.
Na taberna de Gurja de Cima ha para ven-
der ama negra algnma cousa idosa, multo boa
cozioheira : quem a pretender, dirija-se a mes-
ma taberna, qu achara com quem tratar.
Pelo juizo dos feitos da fazendo se ha de
arrematar no dia 21 do correle, finda a audien-
cia, um sitio em aberto com casa terrea de pe'dra
e cal. com 4janellas e 1 porta na frente; tendo
esta 54 palmos de frente e 21 de fondo, com co-
zinha fra, avallada por 2003, sendo dito sitio no
lugar do Rio Doce, e penhorsdo por execu^ao da
fazenda csntra a viuva de Firmino Jos Flix da
Rosa.Caetano Ferreira de Brilo, solicitador in-
terino.
Mudanca de esta-
0.
AVISO.
PROVINCIA.
AoslO:000
Primeira parte da primei-
ra lotera de Santa Rita
de Cassia.
O abaixo assignado tem resolvido garantir os
bilhetes rubricados cora a sua firma,dos impostos
de 12 0|0 geraes e 20[0 provinciaes, vindo a3sira
a receoer o portador do bilhete garantido 10:0009
em lugar de 8:600*000 q*ue receberia se o bilhete
nao fosse garantido. Assegurando alero disto o
pagamento integral de todas as soites logo que
saiara as respectivas listas em sua luja na praga
da Independencia n. 22. Outrosim, os bilhetes
garantidos com a 3ua chancella contiouam a ser
vendidos na supradita loja e nasmais do cosa-
me ao prego de
Bilhete inteiro 12J000
Meio bilhete 6J0O
Quarto de bilhete. 3|000
Santos Vieira.
TRAVESSA DOS PIRES
JOSEPH GROSJEAY
Joseph Grosjeac previne ao respeitavel pu-
blico e em particular os seus freguezes, que ten-
do voltado de Franca, tomou novaroeote conta
da sua ofclna de ferreiro, sita na travessa dos
Pires, e que se acha promplo para qualquer con-
cert de seu officio : as pessoas que quizerem
honra-lo cora sua confianza, acharao o seu esta-
belecimento muito bem sortido de ferros do toda
qualidado para os carros, e tambero um bonito
sorlimeuto de
Lanternas para carros,
Couros e vaquetas de lustre.
e outros ornamentos necessarios para carros, tu-
do de superior qualidade, e mais barato do que
em qualquer oulra parte, por ter sido todos es-
ses objeclos comprados a dinheiro vista, em
casa dos melhores fabricantes de Pars.
Emile Laurence, recentemente chegado de Eu-
ropa, previne ao commereio que, a principiar de
hoje, elle s tomar conta da gerencia da sua
casa, que durante sua ausencia linha dada a seu
irmo Achules Laurence.
Achules Laurence vai Franja tratar de
sua saude.
Urna mulher parda, de boa conducta, se
offerece para ser ama de cozinha em casa de fa-
milia : quem a pretender, dirija-se a rua da Ca-
dcia do Hecife n. 22, segundo andar. Na mesma
casa precisa-se da urna ama forra que saiba en-
gommar ; podendo ir dormir em sua casa.
Aluga-se ou vende-se urna canoa em bom
estado, que carrega 900 lijlos : quem a preten-
der, dirija-se a rua do Imperador n. 46, das 9
horas at as i da tarde, que achara com quem
tratar.
Aluga-se um segundo andar de um sobrado
na rua Nova : a tratar na mesma rua junto
Conceigo dos Militares n 47.
Carlos Raffauf, subdito prussiaoo, relira-se
para a Europa.
Consulado de Franca.
Diversos devedores do hotel inglez, ommissos
de se conformar o convite que O cnsul de Fran-
ca linha Ibes dirigido por este Diario, de virom
saldar suas cuntas, do dia 6 a 16 do corrente, no
dito consulado, vem de novo avisa-tos que se at
o dia 28 desio mez ellos persislirem a nao se
presentaren), que elle ser obrlgado.bem contra
sua vontade, a mandar publicar os seus nomes
e usar contra elles dos meios que a lei do paz
Ihe facultan). O consulado acha-se aberto das
10 horas da manhSa s 3 da tarde.
Pernambuco 16de fevereirode 1861.
Manoel Pe-
reir Lopes Ribeiro com loja de barbeiro na rua
da Imperattiz n. 13, participa as pessoas que
alugarara-lne vestuarios e cabeleiras que o car-
naval jase acabou, roga-lhes o favor de virera
entregar, do contrario nao se quelxem ; na mes-
ma casa aluga-se bichas de Hamburgo e amo-
la se todo ferro cortante.
Jos Moreira Lopes avisa a i seus amigse
freguezes desta e de ou iras pJMfebl. !> au-
dou o sea estabelecime Jto de (a fltawha
no obrado amarello da roa do QuafciK, paira a
loja e armazem quefoi eos Srs. Santos & Eolim,
onde tem o mais comploto e variado sortimeolo
de fazendas de todaa as qualidades para vender
em grosso e a retalho por precos muito baratos :
rua do Crespo, sobrado de 4 indares n 13, e roa
do Imperador, outr'ora ruado Collagio, sobrado
de um andar o. 36. a-
O bacharel formado Jacinlho Pereira do Re-
g advoga do foro civil e criminal, no ecclesias-
lico e do commereio com seu pai o l)r. Vicente
Pereira do Reg, na rua do Queimado n. 46, pri-
meiro andar, onde lecm ambos o seu escritorio,
e podem ser procurados desdo as 9 horas da ma-
nha at as 3 da tarde, que sao as do sen expe-
diente ordinario, ou em casos urgentes a qual-
quer outra hora, na casa de sua residencia, roa
do Hospicio n. 26.
Aluga-se a loja do sobrad da rua das Cru-
zes n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
Julio & Conrado. I
Rua do Queimado n. 48.
Participm aos seus numerosos fregue-
zes que tendo chegado o seu mestre al-
faiale que roandaram contratar em Paria,
acbam-se promptos a mandarem execu-
tar toda e qualquer obra tendente a al-
faiate, assira como tem era seu cslabele-
ctmenlo grande sortimeolo deludo quan-
to se desejar, para qualquer das esta-
ces nao s de fazendas como diversos
artigos de luxo, continuando o mesmo
mestre a receber por lodosos vapores 11- |
gurinos para melhor poderem servir ao rt>
respeitavel publico a quem pedem de vi- jfi
rem visitar o seu estabelecimento que J
encontraro aquillo que desejarem.
Ensino particular.
O abaixo assignado, professor particular do
primeiras letras, lalim e francez, reside no ter-
ceiro andar do sobrado n. 58 da rua Nova, onde
com toda a dedicarlo, prudencia e actividade,
exerce sau magisterio, e contina a admittir al-
guna internos de nf uca idade.
Jos Maria Machado de Flgueiredo.
cia
Aviso,
Aliento.
Joao Jos de Figueirodo, tendo comprado o
estabelecimento de fazendas finas da rua do Cres-
po n. 9, que foi de Siqueira todos os freguezes dos mesmos, que elle conti-
na a vender fazendas do muito gosto, bem como
obras de ouro e brilhantes, ludo por menos de
seu valor para liquidar.
Precisa-se de urna ama de leite sem filho ;
na rua de Borlas n. 22, segundo andar.
Deseja-se saber so existe oesta cidade o re-
verendo padre Henrique Gamillo de Mello Pa-
checo, capelo que foi de um engenho na villa do
Limoeiro, a negocio do mesmo senhor, no es-
criptorio de Domingos Alves Malheus, na rua da
Cadeia do Recite n. 51.
CASA DE SALDE
DOS
USasL ffiftJfifBS Sl SSr S
Sita em Santo Amaro.
Esteestabelecimentocontinua debixoda administra cao dos pro-
pnetarios a receber doentes de qualtfer natureza ou cathegoria que
seja.
O zelo e cuidado all empreados para o prompto restabelecimen-
to dos doentes eger al mente conhecido.
Quem se quizer utilisar pode dirigir-se as casas dos proprietarios
ambos morsdores na ru. tfova, u eatender-secom o regente no esta-
tabeleci ment.
Reforma de presos.
Escravos. -, .... 20000
Marujos ecriados, .... 2500
Primeira classe 3$ e. 3#500
As opera Qoesserao previamente ajustadas.
Aos devedores da massa de
Jos Luiz Pereira Jnior.
Sao avisados para dentro de 10 dias
virem a tua do Queimado n. 75 a' loja
de Fajozes Jnior ou se terem com c*
Sr Demeterio Hermilo da Costa caixei-
ro que foi do fallido para pagarem o
que devem a dita massa e tquelles que
nao comparecerem serao chamados pe-
los nomes por extenso por este Diario.
tOTEMi
DA
PROVINCIA,
O abaixo assignado tendo sido pelo Exra. Sr
presidente da provincia nomeado Ihesoureiro das
loteras, e desejando eflicaztnenle restabelecer o
crdito que deve ter una instituidlo lo til s
obras pas e mais beneilciados, desde j aflanca
ao rfspeitavel publico que o sea principal fim ,
salisfaze-lo bem, garaoliudo-lho como de seu
devera mais decidida honiadcz e fldelidade na
exlracco das loteras o promptido nos paga-
mentos das sortes; roga pois a sua valiosa coad-
juvago nacompra dos bilhetes.
A primeira lotera a beneficio da igreja de
Santa Bita de Cassia, cojos bilhetes estaro
venda do dia segunda-feira 18 do corrente em
diante, em seu escriploiio na rua do Queimado
n. 12 pnmeiro andar e as lojas commissiona-
das ; as rodas andarSo no da quarta-feira 6 de
margo p. futuro, e se darao as listas no dia se-
grate pela maohaa.
O mesmo abaixo assignado pede encarecida-
mente aos Srs. que negociam com bilhetes de
loteras de outras provincias, o favor de no con-
tinuaren), dando desde j suas terminantes or-
dena, nao s porque a lei nao autorisa a venda
de taes bilhetes, mas tambera porque negocian-
do com es da provincia firarao igual sendo me-
lhor resultado, alm do que concorrem desta for-
ma para o engrandecimeolo dos diversos esta-
belecimenlos pos da provincia, mais beneficia-
dos e ao contrario lhe. estaro fazendo lodo o
mal, espera pois que nao lhe deem odesgosto de
na qualidade de Ihesoureiro das loteras fazer
reprimir semelhaote trafico.
Itecife, 16 de fevereiro de 1861.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Abaixo vai transcripto o plano que o mesmo
Exm. Sr. presidente se digoou approvar para a
extraeco das loteras.
PLANO.
3000 bilhetes a 10.............. 30 OOOJtOOO
Beneficio e sello de 20 por cenlo. 6:00OJ)0JO
CONSULTORIO
DO
MEDICO PARTE I RO E OPERADOR.
3 RUA DA GLOHIA, C AIS A DO FUH DO 3
Cnlea por ambos os systenias.
O Dr. Lobo Moseoso di consultas todos os dias pela maohaa, e de tardedepois de 4
horas. Coatrau partidos para curar annualmente, nao s para acidade, comopara o engenhos
u outras proprtedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at s 10 horas da manha e em caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noite, sendo por escriploem que se declare
o aome da pessoa, o da rua e o numero da casa.
Nos casos que aso forera, de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
dero remellar seus htlbets botica do Sr. J. Sounn & C. na rua da Cruz, ou i loia de
juros do Sr. Jos Wogueira de Sousa na rua do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa de a anuncian te acha r-so-ha constantemente os melhores medica-
mentos horaeopalbicos j bom eonhecidos e palos precos seguintes:
Botica de 12 tubos grande............10*000
Dita de 24 ditos.................159000
Dita de 36 ditos.................20*000
Ditt de 48 ditos................. 2550.00
Dita do 60 ditos.............*..-. 309000
Tubos avulsoscada um.........; itfiOO
Fraseos do tinturas. : :...........; 2000
Maiiualde medicina homeopathica polo Dr. Jahr, tra-
dorido.oro ponuguo, com o diccionario dos termos
. de medicina* cirurgia etc.. etc........20*000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 10*000
Beperiorio do Dr. Mello Maraes, ,...,.,, 6*00f
Acham-se a venda na Hvraria da praca da .Independen-
ns. 6 e 8,as bem cohhecidas folhinhas impressas ntsta
typogrspUia r
tOlhmha de porta ou KALENDARK) eedesiaslico e civil para o
niin J i i bPdo de Pernambuco.. ........ 160 rs.
Ulta Oe algibeira contendo alm do kalajdario eedesiaslico e civil,
explicarlo das fesus mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das maros e nascimento e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commereio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos impostos geraes, provinciaes e raunicipaes, ao
que se junlou urna eollecjo de bellos e divertidos
wj.. jego* de prendas, para entretenimenio da mocidade. 320 rs.
Ulta ulta .... coeomdo alm do kalendario eedesiaslico civil, expli-
caco das fastas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commertio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de confessar-se, e conungar, o os oficios que a
igreja eostuma celebrar desde'domingos de Ramo?, al
. sexta-eira da Paixo, (era porluguez). pre^o..... 320 rs.
Vitado almanak tU, administrstivo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao preco de:....... 15000
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e izeram-se muitas alterages, sendo a corree-
Qo a mais exacta que foi pfbssivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias soffre mudaocas) acrescentando-se. a nu-
meraco dosestabelecimentos coixmerciaes e industriaes;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pela oceupaco do individuo de quem se quer
saber a residencia.
CONSULTORIO ESPECIAL HOHE0 PATHICO
DO DOCTOR
SABINO 0. L. PINHO.
Rua de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6,
Consultas lodos os dias nleis desde as 10 horas
al meio dia, acerca das seguintes molestias :
1." molestias das mu rieres, molestias das crian-
ras, molestias da pelU, molestias dos olhos, mo-
lestias ssphililicas, todas as especies de febres,
febres intermitientes e suas consequencias,
m uimacia especial iiojiEorATim;a .
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessariaa, in-
falliveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
cm glbulos, pelos presos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os mediesmentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carteirss sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicameotos que se pe-
de. As carleiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Precisa-sede urna ama para cozinhar para
duas pessoas ; na rua dos Pescadores ns. 1 e 3 :
paga-se bem, a sim agrade.
COMPAtfHIA
ALLIANCE,
estabeecida em Londres
isrjQj m mu.
CAPITAL
Cinco VVVics de Vibras
sterUnas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, proprietarios
de casas, e a quem mais convier, queestao ple-
namente autorisados pela dita companhia para
electuar seguros sobre edificios de lijlo e peJra,
eobertos de telha, e igualmente sobre os objeclos
que contiverem os mesmos edificios, quer consis-
ta em mobilia ouem fazendas de qualquer qua-
lidade.
. Dentista de Pars.
15Rua Nova15
Frederic Gautier, cirurgiio dentista, faz
todas as operaedes da sua arte e col loca
denles artificiaos, ludo com a superiori-
dade e perfeicao que as pessoas entendi-
das lhe reconheeem.
Tem agua e pos denlifricios etc
Os devedores da
massa Garrido fe
Veiga
sao rogados para dentro de.8
dias virem rua do Impera-
dor n. 17, segundo andar, pa-
ra pagar o que devem dita
massa: e aqutlles que nao
comparecerem serao chama-
dos pelos nomes por extenso
por este Diario.
Aluga-se um sobrado de um andar eom
commodos para grande familia, bastante fresco,
silo na rua da Concordia n. 34 ; lambem se aluga
o armazem por baixo do mesmo sobrado, muilo
propiio para qualquer estabelecimento ou offici-
na, a beira-mar; advertindo que aluga-se sepa-
radamente ou conjunctamenle, como melhor con-
vier ao alugalario : a tratar na rua do Lirramenlo
loja n. 27.
JOIAS.
Liquido.
1 Premio de............10:000
3 Ditos de 900$........2:700
1 Dito de................ 500J
24:000g000
3 Ditos
6 Ditos
14 Ditos
32 Ditos
de 200$......
do 100$........
de 40$........
de 20.
840 Ditos de 10........
900 Premiados.
21G0 Orticos.
600,
600
560g
6108
8: 00
--------24:000g000
3000 Bilhetes.
N. B. A sorte grande sugeila ao disconto
da lei.
Approvo, Palacio do gorerno de Pernambuco
16do fevereiro Ida 18SI.AssignadoLeitao da
Cunha.
Conforme.Antonio Leite de Pinho.
Nova cartilha.
Acaba de sahir dos prelos desta lypographia
urna nova edicao da carlitha ou compendio de
doutrina christa, a mais completa doquantas se
tem impresso. por quaoto abrango ludo quinto
continha a antiga caililha do bbde Salomonde
e padre mestre Ignacio, acrescentando-se muitas
oaces que aquellas nao linham ; modo de a-
companhar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tubella das testas mudaveis,
e eclypses desde o corrente anuo at o de 1903,
seguida da folhinha ou kalendario -para os mes-
mos oonos A boodado do papel e excelencia da
impressao, dao a esta edicao da cartilha urna
preferencia asss importante: vende-se nica-
mente na livrsria ns. ti e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Gama k Silva
catando em liquidaba a de sua loja de fezendas,
sita na rua da Impera riz n. 60, por meio deste
aonuncio avisan a lodos os seus deredores por
conta e letras j rencldas, a viren pagar seus
dbitos no prezo de 30 dias, contados da data do
prlmeiro anauocio. Ando elle serlo seus nomes
publicados oeste jornal. Reare 16 de fevereiro
de 1861.
Precisa -se de urna ama forra ou captiva pa-
ra todo o servirlo de urna casa de familia : oa
rua ao Imperador p, 37, segundo andar.
Aos consumidores de gaz.
A empreza da illuminacao
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregaremaos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido. Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
Gamargo & Silva,
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sita na rua do Crespo o. 1, rogam aos devodores
deala firma, que se dignen) vir pagar suas contas,
ou entender-se a respeito eom os referidos com-
pradores ; certos de que scro chamados a juizo
os que assim nao flzerem.
Precisa-se de urna ama forra o* escrava
que coziohe bem : na rua da Praia n. 10, ar-
mazem.
Roga-se a todas as pessoas que sao devedo-
res do estabelecimento da rua das Cruzes n. 41,
que pertenceu a Manoel Teixeira de Miranda, e
cujaa dividas foram arrematadas em leilao, o fa-
vor de virem aalisfazer no prazo de 8 dias na Yua
das Cruzes a. 33, segundo andar, seno quUerem
ver seos nomes e quanlias publicados por este
Diario. Recife 18 do fevereiro de 1861.-
Ama.
Precisa-sede urna ama : na rua Nova n. 5.
Aluga-se o segundo audar e solio do so-
brado da rua da Cadeia do Recife n. 60, com bons
commodos para familia, bastante acolado, a sala
toda pintada a oleo, e forrada com esleir : a
tratar no armazem do mesmo.
Joao Sou, cldadlo franeez, retira-se para
Europa.
Josquim Monteiro de Oliveira Guimares com
loja de ourives oa rua do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos freguezes e ao publico em
geral, que se acha sortida das mais bellas o deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo acabar
cora o negocio, est resolvido a vender mais ba-
rato do que em outra parte, garantindo as ditas
obras, passando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em outra parte.
Lauriano Jos de Barros
participa aos seus numerosos freguezes desta ci-
dade e mpsnso de fora, que acha-se regendo a
grande officina de roupas feitas de Gcs 4 Bas-
tos na rua do Queimado n. 46, onde pode ser
procurado a qualquer hora, pois est prompto a
desempenhar qualquer obra importante, pois
para isso tem na mesma loja um completo sor-
timeolo.
- Na travessa da rua
das Cruzes n. 2, primeiro andar, contina-se a
tingir com toda a perfeicao para qualquer cor, e
o mais barato possirel.
Attemjo.
As pessoas que tivercm relogios para se con-
ceitar na rua Nova n. 22, e^ne tem mais de seis
mezes ; facam o favor de vir busca-Ios no prazo
do 30 dias, sob pena de serem vendidos para in-
demnisauo dos concertos.
ufefe Sociedade
^*t** DE
Edificaces e compra de
terrenos.
O abaixo assignado convida oa proprietarios
queja lhe offereceraro terrenos para com o va-
lor dos mesmos eotrarem na sociedade na qua-
lidade de commanditarios, a apresenlar-lbe os
planos, confrontarles, situaces e avaluares dos
respectivos terrenos acomrjanhados de urna car-
ta pediodo a sua admisso como socios comman-
ditarios da referida sociedade.
A correspondencia dever ser-lhe dirigida
rua do Crespo o. 4 loja. Pernambuco 6 de feve-
reiro de 1861.
P. M. Duprat.
O Dr. em medicina P.
de B. Cotegipe mudou a
sua residencia para a
rua Nova casa n. 46, pri- J
oieiro andar, onde pode <
ser procurado para o
exercicio de sua profis-
sao.
.-^
Para urna casa
franceza.
Precisa-se de urna escrava que saiba engom-
mar, cuser, e fazer todo o servico de urna casa
de pouca familia, e que seja fiel e diligente. Na
mesma casa precisa-se de um escravo para o ser-
vico de um sitio : quem ttver pode dirigir-se
rua do Imperador o. 27 confronte a ordem ler-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manha s 4 da tarde.
Aviso
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(limitada.)
Av,s,.se aorespehavel publico que do dia 1
de fevereiro at outro aviso o Irem que naftl L
estacao das C.nc6 Ponas s 8 1,2 i?ora.PSL L
5.___.__
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41 a>
= -?Sc
Assignado E H. Braman,
Superintendente.
O Dr. Casanova
pode ser procurado todos os dias em seu
consultorio especial homeopathico.
30Rua das Crnzes-30
Neste consultorio tem sempre os mais
novos e acreditados medicamentos pre-
parados em Paria (astinluras) por Cs-
lellan e Weber, por precos razoaveis.
Os elementos dehomeopalhia obra, re-
commendada intelligencia de qualquer
g pessoa.
6^eiSiftaiS-aie4ift-aieigi6aKS
m oa no cww VBravnw WWVai*CTB% Van 3*
CASA
aos terceiros da ordem de S. i
Francisco.
Na roa do Queimado n. 39, loja de i portas,
vende-se estamenha para hbitos a 48200 o co-
vado, ese apromptam os meamos hbitos a von-
lad dos irmos a 45JJcada um, obra muito bem
(ella.
O Sr. Jacinlho Soaies de Menezes dirija-se
i roa Direita o. W para receber urna carta.
de commlsso de escravos, pa-
teo do Paraizo n. 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni -
colo
Para a dita casa foi transferido o antigo escrp-
torio de commifsao de escravos que se aihava
estabeleeido na rua larga do Rosario n. 2" ; e
ahtjda mesma maneira se contina a receber es-
cravos para serem vendidos por commissao a
por coota de seus senhores, nao se poupando es-
forgos para que os mesmossejam vendidos com
promplidao, afim de que seus senhores nao sof-
fram empales com a venda delles. Neste mesmo,
estabelecimento ha sempre para vender escravos
de ambos os sexos, velhos e mogos.
Aluga-se a padaria da rua Imperial n. 173
onde trabalhava Joaqnim Luiz dos Santos Villa-
verde, com lodos os seos utencilios, menos a-
qoellcs que me nao pertencem, o lugar eirel-
lente ; a tratar no pateo do Catmo com Narciso
Jos da Cosa Pereira.
Banhos econmicos!
Na casa de banhos do pateo do
Carmo.
Neste estabelecimento (alem dos banhos j eo-
nhecidos) se fornecera d'ora em vante, por major
commodo do publicobanhos econmicossem
duxo, mas com toda a decencia aos precos st-
guintes:
Ibanhoavulso -t^Oo'V..
7 c.rt6e. par. banhos }5 <|(K)
30 banhos consecutivos trios ou mornos &f.
Carvalho, Nogueira&C,
saccam sobre Portugal qualquer quantia : na roa
do Vigario n. 9, primeiro andar, escriptorio.
Aluga-se
a loja da rua Direita o. 87 com armac&o propria
para qualquer estabelecimento : a tratar na loja
da rua do Queimado o. 40.


()
Escriplorij^ advocada
MARIO B iWWLMtCO. _
* Wfftfiirtiio d* w..
F|peL
Ka leja da anula ifouro, rut do Cako n. 1 B,
vende-so papel de peso peralioa a 3$200a resma.
Dito mis inferior a 2$500 c 2$600.
Dito msts Ano almajo a 39500.
Dito ais ineriar a 39800-
Dito de cores folha pequea a 500 rs. 1/4 de
resma.
Pechiacha.
Cassas francezas de liados desenhos a 240 rs. o
colado, chilas francezas a 190 re., ditas a 900 rs.:
na na do Queimado n. 44.
Vende-se a posse e berafeitorias de um si-
lio na freguezi do Poco da Panella, o qaat flea
ao sahir do beco doQotabo, junio ao aillo do Sr-
Luiz Candido, lem cacimba de podra e cal cero
boa agua d6 beber e bem plantado, com deas
grandes baixas propria para qualquer plnlacao,
casa de taipa: quera pretender, dtrija-se ao mes-
mo sitio, que achara coaa quem tratar.
80$.
O bacharel Jos Antonio de Magalhaes Basto,
com Hscriplorio de advocara na roa da Boa-Vis-
ta, casa junta a do Sr. Titira, te eocarrega de
promover qualquer cobranza civel e ceromercial
ero tida a provincia das Alagois, esmerando em bro servir aoa seus constituintes, para o que
apenas pedir mdica recompensa. Os senhores
negociantes de Pernambueo poderao mandar suas
orjpiis por intermedio dos Sra. Basto* & Irmos.
ra ilo Trapicho, e Joo do Siquera Pernio, ra
do Crespo, ou enlo directamente para Macei no
lugar cima indicado.
Deixou de aer provedor. da irraandade do
Sr Bom Jess dwaftliclos, erecta na igreja de
S- Jo', o Sr. lzldUo Marques da Silva deede o
da 17 do correte por a maior par* 4a mesa sr
liberal, e elle provedor, como dzern, guabir,
pota bou vera m anda algunas disputas em mesa,
on le alguna dos referidas irmos que su ufaaam
de lihnraes o desauarasrpsra Ihe Harem, o que
nao conseguirn) pela prudencia de outros me-
tanos e do dito proredor. .
"OITerece-se urna mulher com bastante leite
para amamentar urna enanca : a pessoa que de
seu (.resumo se qoizer utilisar, dirija-se a ra do
Ga'7 n 6.
Joo Praeger vi a Europa.
O escrivao da irmandade de N. S. da Con-
ceicii) de Iteberibe faz ciento ao publiee, que a
bandeira tendente a festa da mesma senhora, teri
lugar quinta-feira SI do correte as 8 horas para
9 da noite.
Aluga-se urna escrava para casa de pouca
familia.com todas as habilidades, que com u vis-
ta se dir ; a tratar na camboa do Carmo n. 3,
segundo andar. *
R. R. Yates retlra-se para a Bahia.
Briiish Clerks Provident asiociation Ihe
hlf yearly meeting of this soctely wlll be held
on Iudiy the 22 wd. as 4. 30. p. m.
Rob R. Yates Kon Sec.
A 20 de dezembro de 1860 desappareceu do
engeuho Maravilha, freguezi* da Escada, os es-
crat-o- seguinles : Actonio, crioulo, de Jdade de
35 a 40 annos, cor preta, estatura regular, cheio
do corpo, pouca barba, multo ladino, sendo que
sabe lere escrever, tendo pormelhor si^nal urna
Cicatriz sobre o olho esquerdo. Mara, -parda, de
40 a 45 annos de idado, cheia do corpo. e de ta-
m-.r.lio proporcionado, tendo a barriga quebrada
e falta de Esta parda casada com o negro Aotonio aoima
mencionado. Benedicto, crioulo, alto, secco,
poma barba, pernas Onas, nm pouco trpico dos
ps oorqiie solTre nelles cravos, olhos grandes,
de O innos de idade. Estes escravos evadiodo-
se j.iutosjulga-se que seguiram para o Buique,
Serra-Talhada. por terem sido daquellas para-
gen*, e all terem parentes : roga-se portanto
aoa Srs rapites de campo e autoridades poli-
ciaca iiueosapprehenlan, ccera ou no referido
erurenho, ou na cidade do Rncifc era casa dos
Srs. Cardoso & Souza, na ra do Crespo n. 18,
primeiro andar, aonde recebero 200g de grali-
fkacao.
Precisase de um caixeiro para padaria : a
tratar na ra estreita do Rosario n. 1, armazem
do Sr. Pocas.
Precisa-se de um caixeiro para loja de cal-
cado : na ra do Livramento n. 7.
Aluga-se a loja do sobrado n. 3, sito ao
norte da fabrica do gaz e a beira do rio, conten lo
2 salas, 3 quartos, quintal, cacimba, estando
canda e pintada de novo, e fica junio ao banho
Salgado : a tratar com o Sr. Valencia no mesmo
Sobrado.
Hontem 19 do corrente desappareceu da ra
estreita do Rosario um cavado com os signaes
Seguintes : rujo pedrez, magro, a cangalha um
tamo velha. tem tres ferros, e o ultimo este, D,
olhos vervelhos, tendo o esqnordo rasgado : quem
der noticia certa era casa do r. Pojas, ser bem
recompensado.
O Sr Jos Goncalves da Silva, eslabelecido
eti Macei com padaria, e que se acha nesta ci-
ddle, que;ra dirigirse a casa de Tasso Irmos
para negocio de sen interesse.
Ura moco porliigupz, guarda-vros de urna
casa cointnerrial, disponda d>> algumas horas,
opilas se eflorece para nlgunn estripturago :
quem precisar, deixe caria fechada nesla lypo-
graplua sob as ioiciies 1. A. .
l'r.'i-is.i-s' de una ama forra ou escrava que
aaibt cozinhar eiii.iinmar. para urna pequea
familia na ra da Senzala Veilia n. 106. ,
JoSt' Aliliirlin |:llmi.>; |,ln,,,. N |0J*'l'K''ia de ouro, ra do Cabug n.l B.
"U3t AUIUU1 UrOUieS JUlllOr, vendem-se franjas preas com vidrilho, de lindos
autor do compedio Rpgras de escripturaco padres, a 560. 600 e 800 rs. a vara, dita sem vi-
er.-antiladoptado no curso comnienial per- j d'hoi pelo baralissimo prego do 300.400 e 500
ditas de todas as cores a
Annnncio de fazendas na
ra do Crespo n, 14.
0 segainte :
Sedas pretas lavradas, o eovade 2$.
Cortes de aquillo preto 80$.
dem de seda Iavrada preta 305.
dem de dita e dito de cores 28$.
dem de barege 12$.
1 lem de larlaUna de froque 12$.
dem de outros de mais gosto 14$.
dem de grosdenaple bordados a velludo
dem de seda Iavrada 55.
dem de cambraia bordados muilo finos 18S.
Golias bordadas de traspasso finas 3$.
dem bordadas com salpicos riret03 1.
Eofeites para senhora lg.500.
Sahidas para baile de bom gosto 7$.
Chales de cambraia bordados grandes 9$.
Casaveques de fustao bordados 8fi.
dem de cambraia 49.
Chales de merino com algum moto 4$.
Romeiras de cimbris bom gosto lj.
Tambom tem outras muitas fzendas que se do
em conta vista dos freguezes.
Economa.
1 escrava de idade 38 annos, sera vicios, com
as necessarias habilidades por 700, 1 dita excel-
lente cozinheira, quitaodeira. idade 35 annos por
800$. l_dla de idade 40 anooa. boa engommalei-
rs por 750$, 1 dita ptima cozinheira por 650$,
1 mulalinha de idade 8 annos por 650$, 1 negra
de idade 25 annos, eozinha bom. rende, lava, bo-
nita figura por 1:250$, 1 escravo de idade 25 an-
nos por 1:200$ : oa ra de Aguas Verdes n. 46.
Feotes de (odas as qoa-
lidades.
, Na loja d'aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B,
chegado um completo sortimento de pentes,
que se vende por baralissimos precos, como seja:
Pentes de tartaruga de lindos gostos a impera-
triz a 8, 10 e 12g.
Ditos lisos sem serem virados a 4 e 5$.
Ditos de massa fingindo tartaruga a 1$200 e
Ditos lisos para atar cabello a 200, 240 e 300 rs.
Para menina.
Pentes de tartarugs para sergurar cabello de
menina a 3$.
Ditos de borracha a 800 e 1$.
Ditos para tirar caspa a 400, 500 e 600 rs.
Ditos de massa a 600 rs.
Ditos de borracha para desembaracar a 500 e
600 rs.
Ditos de tartaruga a 3g.
Ditos de massa a 240, 300
mais qualidades, que vista
engeita dinhetro.
Rap princeza gasse da Bahia
Em casa de Lopes Irmos, no caes da alfande-
ga n. 7. aehi-se e>thelecido um deposito dessa
fabrica, onde se vende em porcoes ou a retalho.
Franjas com vidrilho.
tata
ielariosMrmazeiD
PR06RESS0
os de conta pDopria tudo das methores qualdades que l
podem encontrar lendentes a molhdos -
WLanteiga ingVexa flor a
Progresso.
1$ a libra e 800 rs. de 8 libras para cima s no
CUampan\ia
vender a
no mercado,
1$700
s no
a#melhor io mJSo'SS^"^ ** ^ *"*' "***" ""
Queljo SfiAssoa6,
a boa qualrlae. s na
Chocolata
a boa qusIM.de, 6 no6p?og8resaso.bra CSmtaU> Se Vende no ar0lazem ^'O, aflao^a-.e
dos mais acreditados fabricantes daEurop* a 900 rs. a libra, s no Progresso.
orimaira J? f^?"'," d5 foLlh' do ,IMS KniiMo fabricante ds Europa rinda pela
K Zf Progresso pr0Tlnc,a Ucrad5 hermticamente e multo bem enfeitada a 1$ rs. a libra.
Imperial mermelada
posigo de Londres a 80i
Ma^a de tomate
~ do afamado Abren e outros fabricaates
posteo de Londres a 800 rs. a libra, s no Progresso.
premiados oa ex-
da melhor que ha neste genero a 500 a libra e em latas a
no mercado a
e 400 rs. E outras
do freguez nao se
nnntiucano, faz publico que os poucos exempla-
rs que reslam esto veuda junio do arco de
Sant i Antonio, livraria econmica, e defronlo do
3.i>'til militar, roa do Destino n. 3. o prego nao
so contina sem alleracao, islo c, 9jf brochura e
10J ti encadenado, mas lambem os compradores
rei-bero gratuitamente umexemplar (era quan-
to estes se n.to acabarem) da aunotacSo dos artt-
gos do nosso cdigo corairercial, publuacao do
tne tem de tratar a respeito ao mesrao cdigo.
Fugio no dia 16 do crreme do abaixo as-
sign-ido o seu escravo crioulo de nome Paulo,
que representa 20 a 22 annos de idade, de esta-
t.ir.i regular, e tem os signaes seguinles: na
uiao direita tem 'S dedos aleijadosde urna cuti-
ia la que evou no pulso, quando anda as car-
reirasu de um lado, tem survido de servente em
obras, caiador e ltimamente se oceupava em
vend-r agua : quem o appreheoder o poder le-
var i. ra da Moeda n. 5. segundo andar, que se-
r gratificado.
Manoel Alves Ferreira.
AUen^o.
No da 18 do correle mez perdou-so da ra
de Auollo para a ra do Imaerador a quanlia de
33AS ernbrulhado em um papel aroarello, ruja
quanlia ost^va dividida era urna ola de 200$,
outra de 10!)$, outra de 20$ o outra de 10,
tress.'dulas de lg que prefaz a dita quatitia ci-
ma mencionada : quera achou e quizer ler a ge-
nerosuade de entregar, dirija-so a ra da Praia
D. 3S, qne ser generosamente recompensado.
O Sr. Joo Xavier do Reg Barros lera urna
carta vinda do Rio de Janeiro, na oa da Cadeia
do Recite n 12, fazendo-se o presente annuncio,
por ignorar-se sua morada.
chegadaloltimamenle da Europa a 900 rs. a libra, s no Progresso,
8 libras, s no P*ogreso.Chegada8 ** COnt, Prprla D U,U" G*Tl ,|60 e 4 lala com
\meixas Craueezas
1$, s no Progresso.
e 240 rs. a libra caixinhas com 16 libras, os melhores que ha no mercado a 2$500
^ z$5b0, 2$ e 1g600 a libra, s no Procresso.
Caixaa con 8 Vibras de nassas
^^ om passas proprias para podim a 1J200 o frasco, s no Progresso.
Doce da casca de guiaba.
r. B""B" a 1$ o caixao, s no Progresso.
\ inVio \.cto7
p do naelhor que se pode encontrar neste goaero a l$TJO0 a garrafa, s no
Viiibos para nasto
r.n.H. zn *'*'" e mesmo para engarrafar pelas suas boas qualidades a 4$500 a
caada. eb4 rs. a garrafa, s no Progresso.
Y "tubo Hordeaux
p e ^>^.. ,jas marcas mais acreditadas a llg a caixa e 1$ a garrafa, s no
,. ^ ,das melhores marcas que tem vinle%o mercado a 5g a duzia e 500 girrafa
(branca) s no Progresso.
CaS^ para SOpa e sevadQha muito nova a 500 e 320 rs. a libra, s no Progresso.
Nlanteiga tranceza chegada no Bllta0 n,T0 d0 Hre a Q0 r8 a 8 ^
*rOgicSSO
xaaOS os meihores que lom vindo ao mercado a 200 r
msssinhos, s no Progresso.
\7.eltonaS a 1$200rs. o barril, s no Progresso.
oaUlVa e pOrCO reflna(}a amais alva que existe no mercado a 480 rs.
porcao de 8 libras para cima a 440 rs., s no Progresso.
Toucinbo de Lisboa omelhorqu9 Progresso. '
e\aaa muil0 nova a ^ a arr0Da e 120 a ,.brai s ao Pr0gregS0
W pista
Rival semseguBk
SSr&8r,af "**"" **" p^1-' 6
Casao de clcheles 40 rs.
CarlotededUoiatQrs.
5[w*,d *** ?itoStM 900 re.
Charutos mnito .oa, aii. Com lrjo7i|600.
Groza de botos de lou^a a iso rs "wv-
CarreUl de linhs cora 100 jardas 30 rs "
Bules com banha muilo On a 320 m
Ditos com dita dita a 500 ra.
Banha em lata com j2 libra a 500 rs
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
Calas com obreias muito novas a 40 rs.
hs alll60COm pht8phoros esPees e melhor que
Pares de meias croas pera hornera a 160 rs.
Ditos de ditas muilo finas a 200 rs
800"S* ^ ff"ja ^ la* mUU *nn,i coresa
Duzia desabneles muito finos a 600rs.
lacas para acender charutos a 60 rs.
I'hosphoros em caixa de folha a 100 rs.
Cartas de alQnefes Ooos a 100 rs.
Calxas de agulhas francesas a 120 rs.
Pares de sapatos de tranca do algodo a 1$.
DIlos de laa para meninos a 200 rs.
Frascos de macass perola a 200 rs.
Dtios de oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garlos de cabo preto a 3S.
Pares de luvs de fio de Escocia a 3S0.
Massos de grampas finos a 40 rs.
Caivetes de aparar penna a 80 rs
500 rT"" P"ra unh" costara muito finas a
Pecas de tranca de la cora 10 varas a 320.
fcscovas para dentes muito finas a 200 rs
Cordo imperial fino a 40 rs.
Dito grosso a 80 rs.
Cordes para espartifhe a 80 rs.
Catxas para rap muito finas a 1$.
Psresde meias de cores prra meninas a 160 rs.
Linha de marcar (novello) 20 rs
Groza de marcas para cobrir a 60 rs.
Baratissimos jarros de por-
cellana.
Vjnde-se mui bonitos jarros de porcellana dou-
ran e de tamannos nao pequeos, proprios pa-
ra enfoites de mesas, oroalo de gabinete, etc..
pelos baratissimos precos de 3$ e 48000 o par :
na ra do Queimado loja d'Aguia Branca u. 16.
Aencao.
Na ra do Trapiche n 46, em casa de Roslron
Kooker & C, existe um bom sortimento de 11-
nhas de cores e brancas em carreteis do melhor
labncante de Inglaterra, as qoaes se veodeai por
presos mu razoaTeis.
a libra e em
o mais limpo que ha a 5j a arroba e 163 rs. a libra, s no Progresso.
Spermacete a 800.
Saitaoit
a libra, s no Progresso.
e oulras muitas qualidades de peixe era latas de 1$200 a 2g, s no Progresso.
Os proprietarios prometiera aos seus freguezes continuarem a terem os melhores gneros
relativamente a molhdos e venderem mais barato que em outra qualquer parle, proraetlem mais
tambera servirera aquellas pessoas que raandarem por oulras pouco pralicas como se viessem pes-
rs., ditas de todas as cores a 249 300 400 500 *0,,ment.e' roS,m t'mbom a todos os Srs. de engenho n Srs. lavradores queiram mandar suas en-
e 600 rs.. ditas do Hubo branca e de cores 160 ",mra.cndas 1U9 n. '"m Progresso se Ihes aQanca a boa qualilade e aconJicionamento
Compras.
Comprara-se escravos para embarcar para
fora da provincia ou para engenho ; no escripto-
r4da ra Direita de Francisco Malhias Pereira
da Costa n. 66.
Corupram-se escravos. *
Corapram-se, vendem-se. etrocam-se escravos
de ambos os sexos e de toda idade : na ra do
Imperador n. 79. primeiro andar .
Compra-se um selim arrelsdo com algum
uro. na ra da Cadeia do Recife loja n. 50 : es-
quina
Comprara-su accSe do novo bao-
bo de Peraambuco: na ra da Cadeia
n. 41.
Compram-se Diario para embrulho a 3$800
o arroba : na ra larga do Rosario os. 15 e 17.
Corapram-se moedas de ouro de 20 na
ra Nova n. 36, loja.
Coropra-se urna casa na ra do Rosario
anda precisando de concert sempre se faz ne-
gocio.
Venda
.8.
urna mobilu de Jacaranda em
sem defeilo algum, indurado
na ra das
Vende-se
niuil i bom uso
un* mesa de jamar de amarello
l'ra/eres n. 30.
Viradem-se no Giqui duas casas novas de
pfidra eos!, paseando logo a ponte, a esquerda a
".la torceira casa, ou trocara-se por oulras
esas qui na praea : a fallar na ra Direita, casa
n. 6. ou uo Ciqui com o vlsinho que mor pa
casa prede-meia.
.rai'l*""'* U?\ """* ,,Dx,> : i''0
flas Airase, noeamiahe que ra para Bellero, pas-
sand.. a pontezinha. do lado esouordo. o primeiro
a.rme?o.D,OA-r# *Wf...itio. -
Vende-se urna carrosa e 1 on 2 bois em
Sanio Anaro aa p da fundiclio. taberna do mio
de Jos acintho de Camrho.
e 200 rs.. ditas de la a 300 e a 400 rs. a peca de
4 1|2varas, galesiinhos e traociohas de seda
proprios para enfeitar roupoeszinhos de crianca,
trancinhas de linho e de laa, '.rsucelins de coro3,
que se vende ludo por baralissimos precos para
acabar. *
Para acabar.
Na loja da agnia de ouro, ra do Cabug n. B,
vendern-se peQas de bico estrello com 20 varas a'
lg e 1S200 a pega, dito muito fino de todas as
larguras a 2. 2g500 e 3$. ditos de seda eslreitos
a 100, 120 e 200 rs. a vara.
Boloes.
n!is d?od3S 'l'Jalidades para casaveque a
200, 300 e 400 rs. a luzia. fitas de velludo de to-
das as larguras a 160, 200. 400, 600 e 800 rs. a
vara, ditas de seda', lindos padroes. proprias para
cintos a 800. 1S600 o 2$: na loja daguta de ou-
ro, ra do Cabug n. B.
Liaba.
Vende-se a verdadeira linha de peso a mais
fina que pode haver a 2S500 o masso com 30
miadas, dita frxa para bordar, muito fina, dita
de carreteis vordadeira Alcxandre, dita de Pedro
V, e outras mais qualidades que se vende ludo
por taratissimo preCo : na loja d'aguia de ouro
ra do Cabug n. B.
FOGES ECO-
NMICOS.
Nova descoberla americana : riquissimos fo-
goes econmicos de muilo bonitos modelos e
todas as commodidados para coziohar, tendo a
vantagem de. cora ura fogao desles, fazer-se to-
da a qualidade de comida para um potar, con
diminuto lempo por atrairem si todo calor das
tornaihas, tem mais a vanlagem de nao fazer fu-
maca em qualquer uma casa, por conter em si
um cano que expede toda a fumaba a lugar que
nao enconimode e nem prejudique a propriedade
por pregos muito coramodos : na ra Nova o, 20*
loja do Vianna. '
Fazendas baratas
Na ra do Queima lo n.19
Cimbraias finas matizada, pelo baratissimo
preco de 240 rs. o covado. ditas escuras a 180 rs.
o covado.
Chitas francezas tanto escuras como claras a
220 o covado.
Toalhas de fustao a 600 rs. cada ama.
,lmbraiells 0nM P,ra "do 8$800, 8$
Esleirs da India para cama e forro de sala
sendo de 4,5 e 6 palmos de largo
Lencos braocos para algibeira pelo barato pre-
;o de l$600a duzia.
Grandes colchas de fustao lavradas a 5500.
-- Vende-se um carro da alfaodega com ex-
rollMtei boi, por prec,o mdico : no patee do Tar-
reo n. 27. r
Vende-se omarparte de umi tasa na ra de
Sania Rita n. 59 : trata sena ra da Guia n. 29.
Vendem-se barricas com cemente oral,
pelo barato> Oreco de 7 a,barrica para acabar:
uo Lampo das Priocetas. armasen! de materiaes.
Vendo-se uma carroga em bom uso, por
commodo prego ; no Campo das Princezas, m-
mezern de materiaes.
mais longe quo seja o sertao.
por
dos verdadeiroa das fabricas de Francisco Jos Cardozo e Jos Furlado de Lemo?. garante-se a su-
perior qualidade no centro commercial ra da Cadeia do,Rocife n. lj, loja.
Quem duvidar
venha ver como se vendem vestidos de cambraia
branros, bordados ricamente, com 3 e 4 babados
por 7$ cada um, e finissimas cambraias com lin-
dos adamascados proprias para cortinados com
20 varas cada pega a 10$ : na ra Nova n. 42,
defronte da Conceicao dos Militares.
Estampas finas e iateres-
santes
A loja d'Aguia Uranca recebeu mui finas, agran-
des eslampas, de fumo e coloridas, representan-
do urnas a morte do justo rodeado de aojos, ele,
e outras a morte do peccador cercado de demo-
nios, etc. Sao na rerdade interessanles essas
estampas para quem as sabe apreciar, pelo que
se lornam dous quadros dignos de se possuir, e
mesmo pela raridade delles aqui. Vendem-so
a 2$000 cada estampa, na ra do Queimado n.
16, loja d'Aguia-Branca.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joo Soum & C nicos possuidores des-
le xarope j bem conheeido pelos seas bons ef-
feitos, continuara a vende-lo pelo prego de 1$
cada vidro, fazem uma diffarenga no prego aos
collegas ea todaa as pessoas que tomarcm de 12
vidrosoara cima.
Liquidado.
IPM JUUUBJUK.
Na loja de miudezas da ra do
Imperador n. 38, por baixo
dabaadeira do retratista.
Lia para bordar de todas as cores, a libra a 51
6$ e8J, alamares para capote dourados e bron-
zeados, a groza a 8, 10 o 12$. chapeos de seda
para senhora a 12 e a 15J, peanas de ac a groza
a 400 e 500 re., boloes de linha. de fustao o de
seda para easavequo, a duzia a 200, 320 e 500 rs
caixas de lamparines a 40 e SO rs., manguitos
2$e2$500, gollinh., a 800. 1/e 2, gollinhas
pretaa a i e a 3$, manlegueiras finas a 4$ e 5$
caixas de vispora a 600 rs., babado do Porto lar-
?o lavrado a 120 e USO rs., fita de cs a naca a
60e200 re.. Ota de linho a 40 rs.. caixas ecar-
tes de clcheles a 6) rs., froco para bordar a
200 rs. a pega, Iroco par* flores e enfeites s 320 o
400 rS. a pca com rame e sem elle, papis de
rabiquaa 100 a a 80 re., agulheiros coa agulhas
francezas a 120 re., franjas galoes de linha a
vara a 80 e 160 rs., botos do louea para cauts
a groza a 100 e 120 rs., masaos de grampos a 40
re., peales de balis par* asar a 200 e a 240 rs
franjas de seda pretia e de coro de ato dede a
um palmo do largoru, fitas da todas as qualida-
des, qaadros doundos, aspelhos dourados, ban-
dejas, btcos da aeda pretea e braacos, ehapoea
toacas a beneU para menino, gravitas, e outros
muitos objecios ; tudo se veade por baralisoima
preco, e tambara se vende a armacioe periebce*
em porees tambera se rende a prazo.
GRANDE SORTIHEMO
DE
Roupa feita,
Na loja c armazem de Joa-
quim Rodrigues Tara-
res de Mello.
Una do Queimado n.39
Loja de quatro portas
Sobrecasacas de panno fino obra muilo bem fei-
ta, de 35$ a 40$ cada uma.
Paletots de panno fino preto, de 25$ a 30$.
Colletes de velludo preto bordado, a 12$ cada
O
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S
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O
a
alS.
Ditos de gorgurao preto a 7$ idem.
Ditos de selia raaco a 6J idem.
Ditos de caseraira preta a 5$ idem.
Caigas de casemira preta lina de 12 a 14$
Paletots de estaroenha a 5$.
Ditos de alpaca preta, saceos de 4$ a 5$.
Ditos de dita sobrecasicos de 8$ a 9$.
Ditos de bambolina preta superior fazenda
Ditos de mata casemira a 10$.
Ditos de casemira muilo fina a 14$.
Um completo sortimento de paletots de fustao e
brim, e caigas e colotes, que tudo se vende por
preco em conta.
Doce de pelluve.
Na ra do Livramento n. 26. vende-se este do-
ce pelo baratiasimo prego de 500' re. em libra, e
em potes de arroba para cima a 13$ a arroba.
eoberWfl dascobertosr paquease e grandes, de
ouro patate ingle*, para hornero o senhora de
nm dos melhores fabricaates de Liverpool, via-
das pelo ultime paquete ioglez : em casa de
Sonthall MeJlor C
A loja da ba-f
aa ra do Queimado a. ^
est muilo sortida,
e vende mailo barato :
Brim branco de puro linho trancado a 1$000 e
ioann a Tara dUo Pardo ouito superior a
aWW a vara; gangas francezas muito finas de
padroes escuros a 500 rs.; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 re o co-
vado : corles de caiga de meia casimira a 1600>
ditos de brim de linho de cores a 2$ rs.; breta-
nha de linho muito flna a 20$. 22$ e a 24$ rs. a
pega com 30 jardas; atoaihado d'elgodao muito
superior a 1$400 rs. a vara; bramante de linho.
com 2 varas de largura a 2$400 a vara; lengos
de cambraia broncos para algibeira a 2400 a
duzia; ditos maiores a 3g; ditos de cambraia
de linho a 6$. 7$ e 8S rs. a duzia ; dilos borda-
dos muito finos n 8S rs. cada um ; ditos de cam-
,1a lgoda com bico H'go de linho em
volta a 1$280; ditos com renda, bico e labyrin-
loa2$000; e alm disto, outras muitas fazen-
das que se vendem muito barato a dBhiro a
vista : na ra do Queimado n. 22. loja da Boa .
^Bonitos cintos para senho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vendem-se mui boni-
tas utas com fivelas para cintos de seohoras e
meninas, e pelo baratissimo prego de f$ : em
dita loi* da aflua branca, ra do Queimadonu-
mero 16.
Cheguem ao barato
O Preguica esl queimando, em sua loja n
ra do Queimado n. 3.
Pegas de bretanha de rolo com 10 varas a
28, casemira escura infestada propria para cai-
co, collete e pslitots a 96 rs. o covado. cam-
braia orgaody deroolto bom gosto a 480, ra.
a rara, dita liza transparente muito Ina a 39,
4, 5, e 69 a peca, dita tapada, com 10 vara
a 5J> e 6? a pega, chitas largas de modernos e
eseolbidos padrees a f 40, 26Oe 280 rs. o eova-
do, riquissimos chales de merino estanpado a
79 e 8$, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 09 eada um, ditos com
uma s palma, muito finos a 89500, ditoslisos
coro franjas de seda a 59, lencos de cassas com
barra a 100, I20e 160 eada um, meias muito
Anas ptra senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 39 e 39500 a duzia, chitas fran-
cezas de ricos desenhos, para coberta a S80 rs.
covado, ehilaseMuras ingieras a 59900 a
poca, e a. 160 rs. 0 covade, brim branco de puro
linho a 19, 19200 o 19600 a vari* dito preto
nuito encornado a 19900 avara, brilbantin
atol a 400 rs. o covado, arpaces do difforeotss
cores a 360 ra. o covado, oaaemiras pretas
finas a 29500, 39 e 39509 o covado, cambraia
preta e de salpicos a 800 rs. a vara, e outras
muitas fazendas que sa far patente ao compra-
dor, de todaa sa liria amostras eom paaivar
45 Roa Direita 4S
Tendo de segmentar 30 r. o calcado do aa-
en oante, era eoaSMaencia da nava nauu ao*
hff de tigoW Ba^fndegT; Sonr^Urto^rl
bem sonido sUbtUcimaV lrTo!r3S n
45. nao quer que os seos treguare, carregnem
cora,aa conSequeneias do sistema floanceilp do
Sr. ministro da fazenda e por isso sustenta o.
precos do sea cateado pela Ubella sagatate:
Homem.
Borze^uim par* homeai (im
periaea)........i^g^Q
Drtoa (anatf-ratco). 9^(000
Ditos fprora d'agna). gftoo
DttoifBersaglierr).....8|000
Ditos (communistas). 6$Q0O
Meio borzeguins (patente). OjOOO
5$fJ0
51200
5J0OO
5^000
4^800
4|500
*#000
SapatOe (3 bateras)
Dito (sola dupla). .
Dto (bluaaa). .
Senhora.
Botinas (prima dona). .
Ditoa (vil a t). .
Ditos (me deixe). .
Ditos (grisete). .
Meninos e meninas.
Sapatoes (bezerro).....4^00
Ditos (dtabretes). .... 3500
Botiaai(boIiQosat).....4J000
Dita (para crianzas). ^500
Sapatos para senhora (lustre). 1200
E nm completo sortimento de eouro de luslre
m.rroquim, sola, bezerro francs. warVM
tudo que necesario um Irmio da fig!
pira, advogado dos artistas sapatelros. por prcos
que s este estabelecImenlopVde vender ^
Camliraias
baratas.
19 Ra do Queimado 19
Cortes de cambraia branca muito flnacom sal-
picos miudlnhos a 4$960 '
Cambraieta para vestido, muilo fina.pelo ba-
ratiaalmo preco do 2f600,1$800,3$e 39509 cada
P e?a
Baloes de massaUua, ditos arrendados, ditos
Ba do Crespa,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S. vende-se
por presos baratiasimos, para acabar : pecas de
cambraia|lsaflDaa8$, organdys muito finas e
modernas a 500 rs.. o covado. cassas abertasde
bonitas cores a 240 rs., chitas largas a 800 e 240
V. ???*' de co'es 2. ntremelos borda-
aos a I500 a pega, babados bordados a 380 a
vua, sediohas de quadros finas a 800 rs., casa-
veques de cambraia e fil a 5$, perneadores de
cambraia bordados a 5$, gollinhas bordadas a
640, dilaaeom ponas a 3$500, manguitos borda-
dos de cambraia e fil a 2$. damasco de la com
9 palmos de largara a 1$600, bramante de linho
com 5 palmos de largara a 900 rs. a vara, lavas
Lw'i61"10/' 8 1W rs' **r' MB^ de fustao en-
I a **' peC" 0e madapolo fir/o a 4J, lSa-
zinha de quadros para vestidos a 320, camisusde
cambraia bordados a 2$, sobrecasacas de panno
i *J2*f.K'- P8,el018 de Pn" casemira de
t a 20g, ditos de alpaca de 3$500 a 8$, dito de
brim de crese brancos de 3$500 a 58, calcas de
casemira preus e de cores para todos ps precos,
ditos de brim decores e braacos de 2$ a 5$, ca-
misas brancas e de corea para todos o precos.
coiietes de casemira de cores finos a 5$ : assim
como oulras1 muitas fazendas por meaos do seu
valor para fechar comas.
Cal de Lisboa.
No deposito da roa da Cadeia do Recife n.
acaba de chegar pelo ultimo navio a verdadeira
cal virgem em pedra, nao havendo alem desta
?nnMD,e,huni"-no n,ercad0- eva Pucos das se
eS.ax.K.f"*-os pre,ende,es con-
Attenco.
Ra do Amorim n. 40
Vende-se farinha dfe mandioca, saceos de tres
quarlas, pelo barato prego de 3$.
Vende-se ura oplimo armazem na rus nova
aa rraw, tanto para eslabelecimento como para
depsitos, muito bem edificado : na roa de Hor-
tasn. 84, se dir quem vende.
Vestidos de seda preta a 60$.
Na ruado Cabug,loja n. 8, j existem poucos
corles de ricos vestidos pretos de grosdenaples
bordados e de babadoo, em carloes grandes', que
se venderam a 100$: a elles.anles que se acabem
tao boa pechincha para a quaresma.
Fazendas boas e baratas.!
Vende-se grosdenaples pretos superior
m 4 palmo* de largura a I$8o0 e 2fi.
Grosdenaples prto to encorpado que
parece gorgurao a 2$t00.
Mantas pelas de fl. de liohu a 8$.
Chales de seda padrao moderna, barlo-
ta e pona redonda a 7$.________
Chiles de caxemira pona redonda e
borlla a 8$.
Sajas balao de 30 arcos a 4g800.
balo para menina de tudos os tama-
itos.
Manteletes pretos de fil, de grosdena-
ples e outras qualidades._______,
Camisas de todos es lmannos para
meninos.
Botinas do Melie verdadeira que todos
vendem a 14g por 12$.
Botinas de ranles verdadeira que lodos
vendem a 12$ por 9$500.
Grosdenaples de quadriobos a t$, 1$200
e 15400.
Parece incrivel que casas fajenda se
vendara per esses precos que na verdade
o mais barato possivtl. dio-se araos-
Iras na ra da Cadeit confronto ao boc-
eo Largo loja o 23, de Gargel & Perdiga
Na roa do Crespo n. 8, loja de 4 portas
vende-se medapolo muilo fino coas un peaue-
qo sujo e averia a 4$600 e 5 a peca. KH
rem n. o.
r ySa*,:n UBa caM Porta
e duas janellas, eovidracada. de pedra e cal, com
qeartoo, deapeosa, eozinha fra, quicial mura-
do, cacimba, o a raa da S. Miguel dos togados
tegto. casa do Su Dr. O* io que abi se dir
*!** t rt/wwa qde a TenlN. '
*
'*^. ; I 3feW.-3.tf,

'

aaraa t


MAKI0 3C
- uakw^ewa m mmuno wttesi.
ROUPA PEITA
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
O RA DO QUEMADO 40!
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
^8,!fJS,abe]eC!!,eDt0h"iempre,"n 80r,imento completo de roupa feita de todas as
MMsdes, e tambem se manda executar por medias, vontade dos freguezes, para o
que tem um dos melhores professores.
Grammatica in
gleza de Ollendorff.
novas.
BASTOS
u Soco
Casacas de panno preto, 40, 35 e 308000
Sobrecasaca de dito, 35 e 30*00
PalitoUde dito ede corea, 35, 30,
Dito de casimira de cores, 228006,
15, 12 e 9000
Ditos de alpakapreta golla de vel-
ludo,
Ditos de merin-sitim pretos e de
cores, 9JJ000
Ditos de aipaka de cores, 50 e
Ditos de dita prela, 9, 7. 5 e
Ditos de brim de cores, 5, 43500,
4S00Oe "#".
Ditos de bramante de linho branco.
6S0M, 5000 e
Ditos de merino de corteo preto
15O00 e
Calsss de cssimira preta e de cores.
12, 10, 9 e
Ditas de princeza e merino de cor-
dio prelos, 5 e
Ditas de mira branco e de cores.
.58000. 4ff500 e
Ditas de ganga de cores
Colletes de velludo preto e de co-
rtes, lisos o fcordados, 12J, 9$ e
Ditos de casemira prela e de cores
lisos e bordados, 6, 5500, 5 e'
3500
3S.J0O
3500
4S0O0
8|000
6JO0O
4500
2S500
30000
800
35500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco, 6 e
Ditos de gurgurao de seda prelos e
de cores, 7J000, JJOOO e
DiJ^s de brim e fustao branco.
3500 o
Seroulis de brim de linho
Ditas d argodao, 1J600 e
Camisas de peilo de fustao branco
e de cores. 2500 e
Ditas de peito de linho 5 e
Ditas de medapolao branco e de
cores. 3, 2>50, 2 o
Camisas de meias
Chapeos pretos de massa, francezes,
formas da ultima moda 10S,8c5O e
Ditos de fellro, 6, 5g, -1 e
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes, 14. 12g, 11$ o
Collarinhos de linho muito finos,
novos feitios. da ultima moda
Ditos de algodao
Relogios de ouro, patentes hor'i-
sontaes, 100. 90. 80 e
Ditos de prata galvanisados, pa-
tente hosontaes, 0
Obras de ouro, adoremos e meios
aderegos, pulseiras, rozetas e
anneis
Toalhas de linho, duzia 12000 e
5000
58000
59000
3000
2J200
15280
2&300
3000
1800
I5OOO
7J00O
25OOO
7*000
800
500
70000
30000 *
8
109000
EAU MINERALE
NATURALLEDE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n. 22
Relogios.
Vendem-se emcasa de Braga, Silva 4 C,re-
logios de ouro de diversos. fabricantes'jinglezes,
por preco commodo.
Machinas de vapor
Rodas d'agua. Z
@ Moendas de canna. g
9 Taixas. 2
3 Rodas dentadas. 2
Bronzes e aguilhes. Z
9 Alambiques de ferro.
9 Crivos, padres etc., ele:
Q Nafundicaode ferro de D. W. Bowmanft
ruado Brum passando "o chafariz.
@ $@a. $&$* ta $
Bolsas de tapete para
riageos.
Vendem-se mui bonitas bolsas de tapete pro-
pnaspara viageos, etc., etc., pelos baratissimos
precos de 5, 6 e7 : o a loja da aguia branca,
ra doQueimado n. 16:
As melhores machinas de co-
zerdosmais afamados au-
tores de New-York, Singer
&C, Whecler fe Wilson e
Geo. B. Sloat fe C.
Estas ma-
chinas que
sao as melho-
res e mais
durado uras
moslram-se a
qualquer hora
e ensina-se a
trabalhar as
casas dos com-
pradores ga-
rantindo-se a
sua boa quali-
dade e dura-
gao : no depo-
sito de ma-
chi o as de
R aymundo Carlos Leite & Irmo, ra da Impe-
ratriz n. 12, adtigamente aterro la Boa-Vista
Yenda de predios.
Vende-se na cidade do Araeaty, provincia do
Cear, um sobrado e raetade de oulro, este sito
na principal ra do Commercio. lado do nascen-
te, local alli preferido por todos para qualquer
eslabelecimento e morada de familia ; tem boa
loja, armazem e grande quintal, aquello silo na
ra da Cruz do mesmo lado, com bons commo-
dos, boa loja e armazem, e quintal com bastante
fundo, ambos com cacimbas cora boa agua. Tam-
bem se far permuta por predios nesta prsca com
alguma pessoa que desta para alli queira te esta
belecerou morar, visto ter ido residir para aquel-
la cidade immensas familias que tem se dado
bem tanto de saudo e passadio, como pelo bora
negocio que fazem : quem pretenderos referidos
predios, dirija-se a rua do Vigario n. 8, que acha-
r com quem tratar.
Fazendas pretas para a
quaresiua
Xa rua do Que invado n. 39
Loja de quatro portas
Tavares
Pennas d'aco.
A loja d'Aguia-Branca recebeu um grande sorti-
mento de pennas d'aco de diferenles cualidades
as quaesest vendendo de 500 a 1000 rs. ero-
Oiiem gosta dormir no
fresco.
Vende:se um sitio no lugar da Torre, na mar-
ge m do no Cabibaribe, com boa casa de sobrado
muito bem feito, cora bastantes commoos, es-
tribara para 4 caballos, cocheira para i mwm,
casa para feitor, caciui com boa agua de beber
e com bomba de machinismo de puchar agua, ps
jle tructeiras de diversas qualidades, capim para
3 ou 4 cavallos, o silio est todo murado, lem
muito boa bomba : os pretendentes apparecam
na rua Nova n. 22, para tratar. VeBde-se por
prego muito om conla por molivo de retirada.
Vende-se farinha do reino chegada lti-
mamente do Rio de Janeiro : na rua de Apolto
n 20. armazem de assucar de Antonio Marques
de Amorm 4 C.
Attenco
DE
Joaquim Rodrigues
de Mello.
ECortes de vestidos de seda pretos bordados a
vallado muito superiores a 120. ditos bordado
a retror e vidniho 80, ditos bordados a sedas
azenda muito superior a 7. manteletes de fil
de lindos gostos a 2fg, ditos de grosdenaple pre-
to ricamente enfeitados a SO, fe#, 30 e a 35$
cada un, ricas mantas de blondo hespanbolas a
20, ditas de fil bordadas a seda a 12 e a 15
cada urna, grosdenaple preto de superior qualida-
de de 1800 at 3200 o covado. taraa prela* ent-
eitada e de superior fazends 2200 cada ums,
outraen '
resal.
Tem chegado em casa de A. L. Delouche, ru
Nova n. 22. o mais bonito sortimento de relogio
americano que nunca tem apparecido ueste mer-
cado ; vende-se por prego commodo,
Fazendas propinas para a
quaresma, no novo es-
tabelecimento de Jos
Moreira Lopes, rua do
Crespn. 13.
Manteletes, vestidos de grosdenaple com bar-,
ras de velludo, ditos bordados, veos pretos de
fil bordados, sarja preta, grosdenaples, casemi-
ras, pannos finos, e outras muitas fazendas, ludo
por presos muito commodos.
Vende-se o engenbo S. Jos, de Bom Jar-
dim, sito na freguezia de N. S. da Luz, moenle e
corrente, distante da praga 4 legoas, quaai prom-
plo para moer cora agua, com boas malas, en-
cllente cercado, boas obras, e urna boa safra j
criada : os pretendemos bajam de dirigir-se ao
mesmo engenho, ou no engenho Penedo de bai-
xo, que se far todo o negocio a vista do com -
prador.
Pao a tarde.
Vende-se pao quente da melhor farinha, das 6
horas 4a tarde em diante, na nadara alraz da
matriz da Boa-Vista n. 26, e no pateo do Ca/mo
numero 43.
Aviso geral.
Na rua Nova n. 20, chegado um sorlimento
de nqnissimas camas de ferro, volantes, que
muito commodas sao para viagem para oulro
qualquer servido que se quizer applicar, sao mul-
to uteis por serena de lona e nao precisaren de
colvao, e outras muitas qualidades, que com a
presenja do comprador devero agradar : loia do
Vianna.
Vende-se urna escrava de meia idade. que t
ensaboa soffrivelmente, propria para casa de fa-
milia por saber andar com meninos, e timbera
vende na rua: a tralar na rua das Cinco Tontas
numero 54.
Parece impossivel
A-45dj000!!I
Riquissiraos vestidos pretos bordados pelo ri-
diculo preco de 45 cada um : vende-se na rna
Nova n. 4t, defronte da Conceicao dos Militares.
Boapechiacha
de manteletes prelos, novos e bonitos : na roa
Nova n. 42, defronte da Concento dos Militares.
Aten Vende-se* sexta parte da casa de 2
andares da rua do Queimado n. 42,
pertencente a Bernardino Christovao
Mamede de Almeida, residente no Pa
ra': es prtendentes dirijamse o sea
qu ontr'ora tinba loja na roa de Quei-
mado a. 46, que gyrava sob a firma de
Ges & Bastos participa aos seus nume-
rosos freguezes que dissolveu a sociedade
que tinha com o mesmo Gees tendo sido
substituida por um seu nano do mesmo
nome, por isto ficou gyrando a mesma
firma de Ges & Bastos, assim comoapro-
veita a occasiao para annonciar abertura
do seu grande armazem na rua Nora jun-
to Conceicao dos Militares n. 47, que
passa a gyrar sob a firma
DE
Bastos < Reg
com um grande e numeroso sortimento de
roupasfeitas e fazendas de apurado gos-
to, por precos muito modificados como
de seu costme, assim como sejam : ri-
cos sobrecasacos de superior panno fino
preto o de cora 25g, 28j e 30, casacas
do mesmo panno a 30 e a 35, paletots
sobrecasacados do mesmo panno a 18,
20 e a 22?. ditos saceos de panno preto a
12 e a 145, ditos de casemira de cor
muito fina modelo ioglez a 9$, 10, 12
e 14, ditos de estamenha fazenda de
apurado gosto a 5 e 6\ ditos de alpaca
preta e de cor a 4. sobrecasacos de me-
rino de cordao a 8, ditos muito superior
a 12, ditos saceos a 5, ditos de esgmao
pardo fino a 4, 4500 e 5g, ditos de fus-
tao de cor a 3, 3&500 e 4, ditos tran-
cos a 4500 e 55CO, ditos de brim pardo
fine Sdcco a 2jjfe0, calcas de brim de cr
finas a 3. 3500,4e 4g500. ditas de di-
to branco finas a 5g e 650O, ditas de
princeza proprias para luto a 4$, ditas de
merino de cordao preto fino a 5 e 6,
ditas de casemira de cor e preta a 8, 9
e 10, colletes de casemira de cor e pre-
ta a4S500e5#, ditos do seda branca para
casamento a 5, ditos de brim branco a
3 e 4, ditos de cor a 3.colletes de me-
rm para luto a 4j e 450, ricos rob-
chambres de chita para homem a 10,pa-
letots de panno fino para menino a 12g e
14,casacas do mesmo panno a 15S.calc.as
de brim e de casemira para meninos, pa-
letots de alpaca ede brim para osmesmos,
sapatos de iranja para homem e senho-
ra a 1 e 1*500, ceroulas de bramante a
18 e 20 a duzia, camisas francezas fi-
nas de core brancas de novos modelos a
17$. 18, 20. 248. 28 e 30 a duzia
ditas de peitos ae linho a 30a duzia di-
tas para menino a 1*800 cada urna, ricas
grvalas brancas para casamento a 1800
e2j> cada urna, ricos uniformes de case-
mira de cor de muito apurado gosto tanto
no modello como na qualidade pelo di-
minuto prego de 35, e s com avista se B>
pode reconbecer que barato, ricas capas M
de casemira para senhora a 18# e 20.
e muitas outras fazendas de excellenle ||
goelo que se deizam de mencionar que 2
or ser grande quanlidade se torna en- m
fadonho, assim como se recebe tada e ?
qualquer encommenda de roupas feitas lf
para o que ha um grande numero de fa- S
zendas escolbidas e urna grande officina M
dealfaialeque pela suapromptido eper- n
feic5o nada deixa a desejar. H
mtmmS'mem siseieciqpisusigg
Cassas de cores.
Anda se vendem cassas de cores fixas, padroes
muito boniln. polo -'iooi.no |ur u aiu rs.
o covado, e mais barato que chita': na rua do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
Boa f.
<3o, pblicos e prticulares. Vnde-
se napraca de Pedro II (antigo larajo
do.Collegio) n. 37, segundo andar.
lift
lOUPA FEITI ANDA VAIS BARATAS.]
SORTIMENTO COMPLETO j
[Fazendas e obras feilasj
na
RELOfilOS.
Vende-se em:asaa Saunders Bro hera 4
C. pra^ado Corpo Santo, relogios do afama
abricante Roskell. por precos commodos'
do
Noro methodopara aprender a lr,
a escrever e a fallari nglezem 6 meses.
Atoja d aguia branca acaba de receber de sua obra integramente nova, para uso de
propria encommwHa um lindo e completo soni- todos os eslabelecimento de instruc-
n da perfnmiries fiots^M quaes est ven-
dendo por menos do que em outra qualquer par-
lo: sendo o bem condecido oleo pbilocomo e ba-
as (societ hygienique) a 1 o frasco, finos
extractos era bonitos frascos de eores e dourados
2, 2*500, 3, e 4, a afamada banba trans-
parente, e outras igualmente 6nas e novissimas
como a japonaise em bonitos frascos, cuja taro-
P de vidro traben cheia da mesma, bnile
concreie, odonnell, principe imperial, creme,
em bonitos copinhos com lampa de metal, e
mnttas outras diversas qualidades, todas estas a
lv o frasco, bonitos vasos de porcellsna toura-
da. preprios para offerta a 2 e 2J>500. bonitos
bahusinhos con 9 frasqninbos de cheiro a 2,
lindas ceslinhas com 3 e 4 frasqninbos, ecaixi-
nbas redonda com A ditos a 1 J>200 e 1*600,
finos pos para lentes e agua balsmica para ditos
* 1* o 1*50< o frssqoitho ; e assim urna in-
finidade de ol eetos que so patentes em dita lo-
ja d'agoia bn ica, na rua do Queimado n. 14.
Sortimeato de chapeos
/ua d(f Queimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chapeos p elos francezes de superior oualida-
de a 7.
Ditos dos n ais modernos que ha no mercado
a 9J.
Hilos de ca tor pretos e broncos a ldj>.
Chapeos lij os para senhora a 2&/.
Ditos de ri Iludo cor azul 18*.
DitoS de seda para meninas ricamente enfeita-
dos a 8a.
Ditos ditos para menino a 5tt.
Lindas gorros para morimos a 9$.
Bunels de velludo a E.
Ditos depalha muito bem enfeitados a 4$.
Chapeos de sol francezes de seda a 7$.
Dilos ingieres de 10J, 12 e 13 para om.
Vende-m presunto mullo novo a 400 rs. a
libra : na rua das Cruzes n. 24, esquina da tra-
vesea do OuTidor.
Arados americanos e machina-
para lavar roupa: emcasa deS.P. Jos
hnston & G. rua d Senzala n.42.
Cheguem aloja da 66a f
Cbitae francezas muito Cnes de cores filas a
280 rs. o covado ; cambraias francezas muito fia
as a 640 rs a vara ; idem lisa muito fina a
4850O e'a 6$000 a pe5a com 81|2 varas ; di-
muito superior a 8g0 a pega com 10 varas:
dita fina ct>m salpicos a 4|80O a pega com 8 t|2
varas; fil de linho liso mullo fino a 800 rs. a
vara ; larlalana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitas fazendas qne, sendo a di-
nheiro, vendem-se mnito baratas: na ruado
Queimado n. i, na loja da Boa f.
Leos para rap.
Vendem-se lencos muito finos proprios para os
tabaquistas por serem de roTes escoras e fixas a
55000 a duzia : na rua do Queimado n. 22, na
loja da Boa f.
Na loja da Boa f yende-se
panno preto fino a 4, 5, 6, 89 e 10$ rs. o co-
vsdo, casimira prela fina a 2J, 3 e 4 rs. o co-
vado ; gros de naples preto a 2, 2J500 e 3 o
covado; alpaka preta 'fina a 640, 800, e muito
fina a 13 rs. o covado ; casimiras muito finas de
cores escuras com 6 palmos de largura a 49 rs. o
covado -ditas de cflrps,piriia n fy rs. o corte de
calca; meias de algodao ern muito superiores a
4*860 rs. a duzia; ditas Je algodao ru tambera
muito superiores para meninos a 4$ a duzia ; e
assim muitos outros artigos de lei que se ven-
dem baratissimos, sendo a dinheiro : na referida
loja da Boa f. na rua do Ooeimado n. 52.
to. prapnja para senhoras : em casa de J rl-
hani."' C,?po B 4- ooi* halam
commodo.
por pre^o
Camisas e loalhas.
Vendem-ae camisas brancas muito finos pelo ba-.
ratissimo preco de 28 rs.a duzia ; loalhas de li-
--------------, nho para rosto a 9] a duzia ; ditas felpudas mui-
din^ .* e cde"o meamos lo superiores a 12 a duzia: na rua do Queima-
deexceellDte oslo. do n 22, loja da Boa f. vueuna
Paletos.
Vendem-se paletos de panno preto fino, muilo
bem feitos a- 22 rs.; ditos de brim branco de
linho a 9Q rs.; ditos de setineta escuros a 3550O,
muilo barato, aproveilem : na rua do Queima-
do a. 22, loja da Boa f.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido eacreditado deposito da
rua da Gadeia do Recife n. 12,ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova ede superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
podra, ludo porpregos mais baratos do que em
outra qualquerparte.
Silva
Na padaria de Antonio Fernandes da
Beins, nra dos Pires n. 42, da-se po de venda-
gem, e na mesma vende-se pao commum. dito
de Prover-sa, bolacha de boa qualidade e nova,
bolachinhas. biscoitos doces^ aguados, fatias
roscas, araruta franceza, bolachinhas de dita, fal
nnha do reino muito nova, tudo feito das me-
mores farinhas, e Irabalhado
peza.
com aceio e lim-
240.
Cassas de lindos padrees e cores fixas que se
pode garantir aos comprados, a 240 rs. o covado
na rua do Queimado, loja-de 4 portas a. 39.
g S 9 .#*$
I Na rua da Cruz I
1 n. 48.
No escriptorio de E. A.
Burle A Companhia.
Vendem-selriquissimas mobilias de og-
no e Jacaranda, todas de obra de taina, as
melhores e mais rices que teem vodo ao
W mercado at hoje, gosto s Luit XV, todas
W> de eocosfo de palha e rodamos.
Ditas de madeira branca, ditas Qngindo
9 moguo, ditas rngindo junro, ditas de ma-
deira branca de gente simples com mar-
more, mobilia com pinta per 3508.
Lindissimos apparadorea para fruetas.di-
9 os enveraisados para comida, lavatorios
m guarnecidos demarmore com ar>parelho de
rica porcelana e espolho a 500()O cada
W um ; toaleles de Jacaranda guarnecidos de
9 marmure comespelho eapparelho de por-
9 cellana, ele^aetes cibides de diferenles
9 qualidades, uuboretes de jacarando e de
I raogoo, indispeneaveis para aa senhoras
9 descancM-em os ps, riqoissimaa cadeiras
9 de pianno, excelleotes piaooose excelien-
9 les cofres (burra), do melhor fabricante
9 ue existe na Europa, champanha da ane-
Ihorque tem vindo ao mercado, garante-
fse a qualidade, a 20000 o gigo.
Toda* as mobilias sao com marmore e
veodero-se o mais emronta que fflr possi-
9 "ei, por virem em reclura da fabrica da
Europa.
LOJA E ARMAZEM
DB
[Ges & Basto!
NA
Rua 4o Queimado
j**4$,freftte amareWa.
. Constantemente temos um grande e va-
nado sortimento de sobrecasacas pretas
de panno e de corea muito fino a 28,
Og e 35y, paletots doa meamos pannos
a 20g, 22g e 24$, ditos saceos prelos doa
mesmos pannos a 14, 16 e t&g. casa-
cas pretas muito bem feitas e de superior Sf
panno a 28, SOS e 35. sobrecasacas de
casemira de corea multo finos a 15, 16J
e 18J, ditos saceos das mesmas caseni-
ras a 10$, 12 e 14g, caigas prelas de
casemira fina para homem a 8, 9, 10/
e 12, ditas de casemira decores a 7J, 8,
9 e 10, ditas de brim brancos muito
Ba a g e 6, ditas de ditos de corea a
3, 3500, 4 e 4500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4j500, col-
letes prelos de caseraa 15 e C, ditos
de ditos de cores a 4(500 e 5, dilos
brancos de seda para cesan enio a 5,
ditos de 6, colletes de brim brauro e de
fustao a 39, 350O e 4, ditos de cores a
2J500 e 3, paletots pretos de roeriD de
cordao sacro e sobrecasaco a 7f, 6 e 99,
colletes pretos para luto a 4(500 e 5,
cas pretas de merino a 4f>C0 e 5 1 k-
letots de alpaca prela a 3{500 e 4$, dilos
sobrecasaco a 6, 7e 8J, nuilo fino rol-
letes de gorguro de seda de cores muito
boa fazenda a 35800 e 4g, colletes de vel-
ludo de crese pretos a 7e 8, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14, 15 e 16, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6500 e
7, ditos de alpaca pretos saceos a 3? e
3500, dilos sobrecasacos a 5$ e 500.
' caigas de casemira pretas e de cores a 6,
6(500 e 7, camisas para menino a 2(
a duzia, camisas inglezas pregas largas
muito superior a 32 a duzia para acabar.
Assim como temos urna ofcina de al
fsiate onde mandamos execular todas
obras com brevidade.
Exposicfles de
metaes.
mJW'110 alimento de (oda a qualidade de
metaes finos praleados, em apparelhose vu|so,
graDdes e pequeos, tudo quanto se pode desa-
jar para servio e ornamento de urna mesa, *p-
parelhosparalmoo, desda o mais fiou al o
mais ordinario, coniendo em si os apparell.w 0-
annos. lude- se pode garantir ao comprador. e
outras multas qualidades de objectoa, r..Mf%.do
assim taboleiros para dar cha, beaisates pr.nde
e que muito deverao agradar aos freguezes qu
precisarem ; na rua Nora n. 20, loja do Yianna
flNDiaoloW-lHOW,
Roa 4a Senialla Nu b.4*.
Neste estabeleciinenio tontirra
"i
vapor e taiiss
e coado, de todos os lamatibcs
- a baver um
comrlelo sorlimento de moendas erceias n cen-
daa para engenho, maebinas de
te ferro batido
para dilo,
E'baratissimol
Rua do Crespo u. 8, loja de K por/a,,
Cassas de cores fixas miudinhas a 240 rs. o co-
organdys lindos desenhos a 400
260 e
por ba-
com i-ii).r.r.
vado, cambraia,
rs o covado, e ehiTas largaa Yaa'de 240*
do. e outras muitas fazepdas
rsiissimo
prego : oao-se amostras
Em

rua
supe-
di
em p, <
Relogios.
Vende-se em casa deJohnstonPater & C,
rua do Vigario n. 3, umbello sortimento de
relogios de ouro, patente inglez. deum dos mais
a/amados fabricantes de Liverpool ; tambem
urna variedade de bonitos irancelins para o
mesmoa.
SEDULAS
de \$ e 5^000.
da Cadea do Recife n. 52, vende-se
Vinho do Foito,
Dito Xeraz, engarrafados, de muilo
ores qualidades.
Oleo do linhaga,
Alvaiade,
Azarco,
Seccaole,
9 Encarnado veneiiano
9 Manteiga ngleza,
9 Estopa dita,
9 Lona dita.
Vende-se um excellente etnavo
com 18 annos de idade pouco mais o
menos, bonita figura, proprio para pa
gem : quem precisar dirjase a rua &
Cadeia do Recife n. 55, loja de Figuet-
redo 4 Irmao.
Para desenho.
Mui bonitas caixinhas envernizas. com tintas fi-
nas, lapia, pincela, e os mais necessanos ,,ara
desenho. E o que de melhor e mais perfeii,, ,e
Rm l 4nT\^P tal enero, e vendem-se a 5.
51 P' l?f ^ U : na rus d Queimado n
10. laja d Aguia-Branca.
Escravos fgidos."
ou
Conlinua-se o trecar sedu,Bs de orna s figura
por metade do descomo que exige a thesouraria
desta provincia, e as notas das mais pregas do
imperio com o abale de 5 por cerno: no escrip-
torio de Azevedo & MtDde?, rua da Cruze
o. il
americanos 2
Z DO DOUTOR
Radway & C. de New-York*
I PKOMPTO ALIVIO
Resolttiyo renovador.
# Pilulas regulado%as. 2
!=? Estes remedios j sao ao.ui bem conhe- 9
I cidos pelas admirareis curas que tem ob- 8
* tido em toda a sorle de febrea, molestias 9
9 chronicas, molestias de senboras, de pe-
i le etc., etc., conforme se v as inslruc-
9 ges que se acham traduzidas em por-
9 tuguez.
#
P9
I
Salsa parrilha legitima
2 original do autigo
IDR. JACOB TONSEND,
O melhor parificador do sangue @
cara radicalmeote
Erisipela. fhtsicas.
Rheumatismo-. Gatarrho:
Chagas. Doencas de figado.
Alporeas. Effeilosdeazougue.
Impingena. Molestias de pelle.
Vende-se no armazem de fazendas de
S Raymundo Carlos Leite & Irmo, roa do S
2 lmperatrizn 12.

Agua para ungir
cabellos.
Km casa do cabelleireiro, na rna do Queimado
p. 6, prlmero andar, existe excellente agua para
Hntir cabellos, a melhor que tem apparecido no
mereado ; o processo de uaar rpido o-Cteillmo.
Chega para todos.
Cassas francezas muilo bonitas edecorea fiza;
- "ku-Ze vinUm" covalo, mais barato do qn
oulraa muilis mais fazendas propria para a qu*C. prauraaor na rua ^ f rapici,c n .t oum, ,pproveitem em danto nio ae acabara
.-----a___ ^ naruiido Qoeimaflo n. 2!, na bem conhecida le-
ja da Boa F.
segundo e terceiro andar.
Loja do vapor.
Ges k Bastos.
Roa do Ooeimado d. 46.
Tendo os annunciantes conseguido elevar este
eslabelecimento a um engrandecimento digno
desta grande cidade, Bpreseniam i concurrencia
deste ilustrado publii o, o mais moderno, varia-
do e escolhido sortiuenio de roupas diversas e
de fazendas escolhidas para lodas as eslacoes
Sempre solcitos em bem servir aos seus nume-
rosos freguezes nao s em precos como em bre-
vidade, acaba de augmentar opessoal de sua of-
fina, sendo ella d'-ua em diante dirigida pelo
insigne mestre LAURJA1NO JOS' DE BARROS,
o qual es seus nun curar na loja n. 46 o no primeiro andar do
mesmo eslabelecimento, astim pois em poucoa
das se aprompla qualquer encommenda, quer
casaca, quer fardos dos Sis. clTIriaes de marinha
e eiercito. Oulro sim recommendam aos Srs
paesde fanilia grande soriiminlo de roupas pa-
| xa meninos de lodas as idades.
FROCO.
Vende-se frco de todas as eflres egrossuras,
com rame e sem elle a 400, 500, 640 e 10 ra. a
peca; na roa do Queimado, loja da aguia bran-
ca n.16.
JHt Relogios
Suissos.
Escrava fgida.
Isabel, crioula. estatura reuular. eArfola, ro(o
!?T5l" '*"? do ,,or"es, com signaee no r..sio
consta que anda no Forte do Millos : ro^-se a
pessoa que a apprehender. leva-la rua do Pas-
seio Publico, loja n. 11.
Aijsentou-seda casa de seu senhor um Pre-
to cnoulo. chamado Antonio Viado, com idade
de 40 annos, pouco mais ou menos, com oveig-
naes aeguintcs : gambeta das pernas e bix... le-
vou ca.ca azul, camisa de algodao grosso e cha-
p.1"6 10:.<>.umr0 encontrar, leve-o As Cinco
?comPensaa4o-. Z,,FUp1?n diaJ5 de Janelr prximo pujado
uf. /e'"*D01 d8C'M e eu -nhor a rua
d.as na casa das seDhoras queja foram delU. no
Oiqut ; e tambera no engenho S. Paulo, em casa
oo preto Seraphrm ; por isso quem o levar a seu
senhor ser grtiBcado.
e-
pessoa que o lr i na rua Augutta n.
Em casade Schafleitlln & C.rua da Cruz n.
88, vende-se um grande e variado sortimento
de relogios de algbeira borfcontaes, patentes,
rariado sortimento de'ealca*) ran-1 fo. rneioschronometros de oero. pra-
ita miudBaa.no.iflrwiXr.MU. u honrada e loteados a ouro, sendo estes rolo-,
*" giosdos prmeiros fabricantes da Suissa, que se
vendero por presos razoaveis.
Grande e va
ex. roupa fe
todo por menos do que em outra parte : *a loja
do vapor, na rua Novan. 7.
Gamma do Araeaty.
Yende-se excellente gomma do Araeaty; na
rua da Cadeia do Recife, primeira andar, n. 38.
Libras sternas
Yendem-se no eeeripterr* de Manoel Ignoro
deOliveira ft FHho, iargo do erpe 8arHo.
Ruada Senzala Nova q.42
Venaarse'em nana* S. P^Jontton &C
aelUns e silbte nglazea, candeeiros a eaatieae*
bfonzaados, lana* ngleaes, fio dovela, feicote
para carros, emoniaria, arreios para carro de
um doua cvalos relogios to ouro naienis
iudes.
Vendem-se noveDta plices da
companhia do Beberibe : ta rua Nova
a. 1*, primeiro andar.
Vende-se na cidade do Araeaty urna caca
terrea com soto, bom qainlvl e cacimba, na prin-
cipal rua de commercio, propria para quem quaV
xer ali ealabeUoer-ae, por ter nao s commoo
precisoe para residencia, como tambera loja, arma-
10(^000.
Fugio no dia 14 de dezembro do anno proaimo
passado um negro de nome Filippe, esrrB) do
Francisca Rosa Pereira doa Santos Bezern.. mo-
radora em trras do engenho do Curado, i ujo eS-
eravo lem os sigoaes segundea : cor fula, alio
secco. pouca barba, os grussos e mais pr-ins o0'
que a cara, pernas maleilas, olbos branc. s e pa-
pudos, denles pequeos, cabeca pequea, fallas e muito mansa, e quando olha para qual-
quer pessoa Ota os oihos e nao pesianeja. n.oe-
gas grandes e empinadas, levou calca preta de
casemira nova, paletot de alpaca tambem pcea,
chapeo da moda de massa de cor, sapatos de
couro de lustre, camisa de madapolo n..v e
tambem de baeta verde velha, abena, e im-
bem de algodao azul, chapeo de masca roe do
chumbo j velho, de suppor que em viajero
elle nao ande com a roupa nova e sim com a
lha por ser mais propria : a
xer no referido engenho, ol
21, receber aquaatia cima.
Acha-se fgido o moleque Anlonino, fulo,
serco, de idade de 15 anuos, costuma esir ,.ela
rassagero, aonde mora o'pai, o preto Flix que
foi escravod Br. Lepes Netlo-'quem o i.tgr,
queira enlrega-lo na rua do Imperador a. 7$, ou
na rna Bella n. 38, que ser recon-pensado.
Fugio na noite de 23 de Janeiro do ren-
le anno, desta tidado, o escravo crioulo de non e
Manoel, de 43 annos de idade, cor preta, espa-
duas largas, estatura regular, dasbarrigado. e fal-
la um pouco fanhosa em razo do muito tabaco
que toma, foi vestido com camisa de alguoSode
litras e calca de algodao azul americano ; elle
natural da cidade do Ass, provincia oo Rio
Gcande do Norte, ofBcial de ferreuo, falla Um
e apezar de ser de meia idade, bem pirido
basiante ladino : este preto sizudo e t.m bom
comprtamento, sendo chamado por alcunha Ma-
noel Ferreiro ; e como seja provavel que file t&
trabalhar de official de ferreiro em algum pitea-
do ou villa, dando-se por forro, por isso iga-ae
as autoridades dos logares por ende elle eiiar. a
za iprehenao, assim como racomuifiida se
aoscapitei decampo a sua captara, e ojulie
que delle iler noticias ou o agarrar, pode-n t..ar
ao sea senhor o otajer Antonio da Silva Gutn.ao
morador na rna Imperial, que aera bees retom-
penaado.
" ~2 V*W Prel e "ao por nome Joaq, de
idade 55 annes, ara pouco banzeiro das nemas
tem o dedo mnimo de urna des mioa que nao'
pode abrir, estatura e corpo regular, ach.-sa u-
gido desda o principio do mez de jaaeiro ulmno
quem o levar a rua da Cruz n. 30. ser
pensado.
reaom-
Fogio da cidade do iracaly, no mea de se-
tembro prosimo passsdo, ura escravo do rom-
mandante superior Manoel Jos Penna Pacheco,
qae ha pauco o bavia comprado ao Sr, Bento
Lourenco Cellares, de nene Joaquim, de Ma.la
de cinecenta e tantos annos, fulo, alto, rna'gro,
denles grandes, e com falu de alguns-na fi" te,
queixoino, ps grandes, e ora os dedos, gan-
des des ps bem abarlos, muito paiavrianW, in-
culca-se forro, e tem signaos de ter sido urrWo.-
zem.oic.: a tratar na meaau cidade eom s Sr*. Comu que este eacrave apparesera no dia 0 do
i- Curgel rmeos, que eaiao autorsadoa para esse
flm, oo aeata praca na rna do CabugA. leja n. 11.
Para forro de sala.
Na loja do aguia d'ouro, na do Cabug n. 1 B,
vende-se papel de tonto pelo bareiissisao prejo
de 800 elf i peca para acabar.
eorrenta, vindo do lado das Cineoftamas. sea-
de entervogado por nm pareoeiro seo eonbeci.ia,
dase que ti nha sido vendido por seu senbor para
Goianuinha; qualquer pessoa que o pegar po-
dar levar era Peroambaco aos Srs. Basle U-
T mos, que graliftcario geaereeamente,


()
DIARIO E PHHJBCO. ~ QIURT4FBJU M
LJtl^i

tura.
Demjoy.
[ Cmtdiito. )
Por volt de meta aotls rollara para casa
em perfeilo eslado de ssude. ovendo no da
seguale prosi iir um l>aBqaele onde .eus colle-
gas do conselho geral haviam formado o projecto
da se reunir, cscrevra,- aoles de se deitar, una
brinde ao imperador. Provavelmente fo esta o
seu ultimo pensamiento. No dia seguinle, acl.a-
ram-o morlo no leit>, iem conlracco os fei-
c'*s, sein urna s d'aquellas decomposices
physcas, inJicio ordinario da passagem de um
grande soTrimento ; o corpo estar j trie e do
estado rigido, como se a cessaco da vida, datan-
do j de algumas horas, houvesse coincidido cora
o comeQO do somno.
O lulo causado pela morle do Sr. Denjoy con-
ta-lhea ?ida. A' oxemplo do pintor antigo,
forjse renuociar 5 exprimir a ddr inexprimivel
de sua familia, visto como em cada paiz onde vi-
vera, fdra lamentado como pae. Bordeaux, sua
pairia adoptiva ; Lectoure, sua cidade natal :
l.esparre, seu berco poltico ; Londac, sua pri-
meira eslacao administrativa : todas estas cilla-
des coocordam era dccretar-lhe o tributo dos
mesmos (estemunhosde affeicao, das honras f-
nebres, das subscripcoes destinadas reproduzi-
rem suas fetenes na tela ou no marmore No
conselho de estado, na primelra sesso depois
desse a;onlecImenlo. que concert do sentidas
recordacoesj O eminente estadista que o preside,
az-se expontaneamente orgo da ddr de todos,
e a assembla vola a insergao textual dessa to-
cante e gloriosa homenagem na acta de suas de-
liunraces. Emfim, na Franca inteira muitos co-
rajes nao se esquecerao da coragom do Sr. Den-
oy no meio dos perigos da palria.
O Sr. Denjoy termiuou, pois, o seu deslino ter-
restre, honrado e chorao, como devia s-Io,
tendo serapre servido os interesses do paiz, nun-
ca os seus. Pertencia elle aquella nobre raca de
servidores do estado, honra da administraco
ran':eza, filhos de suas acedes, os quaes chegam
s6 pelo talento aos graos superiores das carrei-
r.is publicas, porm cuja elevaco nunca apro-
veiu a sua fortuna, pois que teem como um de-
ver o dar a dignidade do lugar em proporgo do
que recebem de suas funeces. A consideraco
o nico bem que eslimo na vida, escrevia o
Sr. Denjoy. Mas esseconselheiro de estado, esse
membro do conselho imperial di instruccao pu-
blica, esse membro do consolho geral do Girn-
da, esse official da legio de honra nao deixou
mais que os direitos de sua viuva e urna bem
moiesia penso.se nao houv esse ella recebidoem
heranca a augusta affeico cora que o nosso im-
perador honrara sau esposo.
F. BovtAn.
(Le afonteur.//. Duperson.)
A China e as conquistas d'Alexandre.
Vivemos em um lempo, em que os aconleci-
mentos se succedem com tanta precipitado, que
o interesse publico os conta i pressa, sem poder,
algumas vezes sem querer, aprecia-los em seu
ju-to valor. Neste prodigioso movimentode fac-
tos destinados s paginas mais serias da histo-
ria, e de ideas esclarecidas pelas luzes de um
grande seculo, habituados como estamos um
rpido curso de novidades, nada nos admira do
aue em outras pocas teria ferido nossa imagi-
naco. roaravilhsao iioso> oihoe oP.....j ,..
er-triusiasmo. Hoje temos como os antigos Ro-
manos o olho espreita no universo, e parece-
mos impacientar-nos, quando sobre um to vas-
to tlieatro o espectculo da vespera nao apaga-
do pelo espectculo do dia seguinle.
Permita-se-nos urna citacao.
Duas nacoes, a Franca e a Inglaterra, equi-
para niguns navios, e metem nelles alguns pu-
nhados de soldados, encarregados de ircm levar
& seis mil leguaes o renome da patria. A expe-
dico parte com alegra ; chega paizes desco-
nhecidos ; corresponde por prodigios expecta-
tiva da patria ; crgue e despedaca o vu, quo co-
bria desde a origem dos seculos impenelraveis
invtenos. A Europa inteira v, e sorri-se, o
que urna maneira de applaudir conforme o cos-
ame, visto como ella volta a cabeca e presta
ouvidos outros barulhos.
Nossos navios ancoraram dentro em pouco cm
Marseille e Portsmcuth ; delles desembarcaran)
alguns milhares de soldados, dos quaes se dir
(Jurante alguns dias : Elles vem da China ; e
este grande acontecimento, que outr'ora s por
subastara para captivar o espirito de urna gera-
qo inteira, para Ilustrar um reinado, para ins-
pirar a pintura e a poesa, se abysmar as pro-
funJezas da indifferenca, que para os nossos mo-
dernos embotados separa o diahontem do dia
hoje.
FOLHETIM C)
Eia ahi como anudamos os factos mais iustruc-
tiro*, e admiramos as obras mais sorprende-
doras.
Se devemos erar nos monumentos erapoeirados
da noaaas bibliolhecaa, os lirros que narrara aa
facanhas antigs, ooaaos ar* mesnio aossos
paes, nio praticavam assira com suas glorias,con- '
temporneas : e, este proposito, nao julgamos
intil fazer aqu a travez de um aspago de mais
.de dous mil annos, urna approxmicio de povo
povo em algumas palavras de historii compa-
rada.
Santa-Cruz diz em seu Examen critique des
historien* d'Alexandre.
fnscHpeftei, estatuas, quadros. ele, tudo pe-
receu, e no entanto a memoria d'Alexandre ser
eterna ; seu nome est em todos os livros, e em
todas as boceas ; tomado o do herosmo, elle re-
percute at as extremidades da trra .
f Parece, diz anda Bossuel era seu immortal
discurso sobre a historia universal, que por urna
especie de fatalidade gloriosa este conquista-
dor, oenhura principe pode receber louvoros
que elle nao parlilhe .
Para todo este barulho, com que resoam o re-
soaro os seculos. o que fez o grande capito ?
De queinimigos triumphou ? Quaes sao suas ba-
talhas e quaes suas victorias ?
Evidentemente os ttulos de gloria d'Alexandre
nao consisiem para nos, e talezerridmenle,
as lulas que este principe leve de sustentar
quando subiu ao throno para faze.-se declarar
suocessor de Philippe na generalidade da Grecia.
Elle nao tinha anda vinle annas, e j linjia ven-
cido os povos barbaros quecercivam urna par-
te de seus estados e que se havam sublevado
por morte de seu pae. Tassra alm do Danubio
derrotara os Getas e os Illyrios, quando foi r-
pidamente chamado Grecia, onde Domoslt.ones
excitava contra elle o patriotismo dos estados,
curvados antes sua espada do que seu sceptro.
Demnsthencs chamava-me urna crianca quan-
do eu eslava na Illyria, dizia elle aos seus fami-
liares : charaon-mo mancebo qujndo cheguei
Thessalia, qu6ro mostrar-lhe ao p dos muros
d'Athenas que ji sou hornera feto .
O joven re curapriu sua palavra ; tomou, sa
queou e despovoou Thebas, e de tal modo ate-
morisou aos Athenienses, que pediram a paz
todo o preco.
Estas facanhas, apoiadas por orna poltica ha-
bilissiraa, deveriara sem duvida contribuir muilo
para a gloria d'Alexandre ; e no entanto a histo-
ria passa pressa esta primeira edade do here
para chegar s suas conquistas no Oriente, onde
vamos acompanha-lo.
Dodoro de Sicilia, Plutarcho, Justino, Ariano,
Duris de Samo3 e Aristobulo sao pouco mais ou
menos accordes sobre os recurso de toda a na-
tureza de Alexandre, quando partiu para suas
guerras longinquas. Seu exTcito em composto
de 30,000 infantes, dos quaes 12,000 Macedonios
e de 4 500 cavalleros, dos quaes 3 000 Macedo-
nios e da Thessalia. Seu thesouro conlinha ape-
nas 60 talentos ( 360,000 francos ). Tinha provi-
sesde vveres para um mez somonte, e antes
de passarAsiadestribuio quasi lodosos seus do-
minios com as pessoas de sua casa, que mais es -
timava. Perguntanlo-Ihe Pordccas o que elle
wgk*
mimo b 1M1.
para si roservava, Alexandre respondeu : A
esperanza I Esta palavra famosa diz toda a gran-
deza da empreza do hroe ; diz tambem quanto
era ella arriscada.
Era vintedias Alexandre chegou de Macedonia
Seslos, onde embsrcou-se em 160 trremos e
numerosos transporles.atravessou o Itellesponto,
o nnu-se com todo o eu exercito para a pla-
nicie de Troyes, onde consagrou suas proprio
armas Minerva-Iliada.
Depois de ter passado revista s suas tropas, o
rei poz-se em marcha para dar balalha aos Per-
sas, que tioham acampado sobre as bordas do
Granlco.
Os historiadores nao estao accordes sobre o
numero de exercito de Daro. Ariano diz que
este exercito era de20,000cavalloiros e 20,000in-
fantes, cuja maior parte era formada de mercena-
rios gregos. Diodoro o faz montar 100,000 ho-
mens de p e 10.000 cavallos ; e Justino, cujo
calculo excede tola a verosimilhaoca, o eleva
seisceotos mil combatentes.
Tomando um meio termo rasoarel entre estas
cifras, deve-se avaar que os Persas tinham tor-
cas duplas oppor ao inimigo, e alm disso deve
levar-se em conts a reputado de Memnon de
Rhodes, que commandava seus mercenarios.
Alexandre tinha de passar um rio, cuje leito
era muito desegual. Elle alacou com sua oxcel-
lente cavallara, protegeu assira o movlmenlo de
suainfantaria, formou-se em phalanges o talhou
em pedacos o corpo dos mercenarios.
Ariano, que descreve com rauita exactido este
combale memoravel, parece exagerar as perdas
do exercito de Dario. Segundo elle, nao esca-
pou um s dos mercenarios gregos, excepgao
de 2,000 presioneiros. Diodoro eleva estas per -
daa i 12,000 homens, e elle i sem duvida o mais
verijadeito.
Alexandre aosigaalou-se nesta HaW ama
grande h*bilMde am raro ralot, dizem todos
os hiatoradores. Suas perdas sio aaaim eot-
culada :
Segundo Ariaiio-''5avalleiros e 30 infante!.
Segundo Justino, 120 eavaBlros, e 9 infantes.
Segundo Aristobulo, 34 eavalleiros e 9 infantes.
Este ultimo autor pareco aer o mais sincero, se
so considerarem* as 25 estatuas de bronze, cuja
execucao Alexandre conQou Lysppo, e que
offereceram Dium, oa Macedonia, at a poca
de-Scylla, a imagem dos companheiros de Ale-
xandre, morios na passagem do Granice
Alenn-Jre approreitou esla victoria com tanta
celeridade como sabedoria, e, sem balalha nova,
conquislou toda a Azia-menor, menos pela tor-
ca das armas do quo pelo terror de seu nome. .
Da Myaia aeptenlrional, onde teve lugar a
balalha do Granico, passamo* dCilicia, sobre as
bordas do mar de Issus, onde encontramos Ale-
xandre e Darlo em presenca um do outro.
O cffectivo do exercito macedonio pouco
diminuir ; era de :
28.000 homens de p.
4,00'J cavallos.
Dario tinha sob seu proprio commaodo, segun-
do Cillislhenos, teslemunha occular, seiscenlos
mil soldados de infamara e de cavallara, com-
prehendidos os mercenarios. Justino fz montar
este exercito apenas quatrocentos mil iofintes
e cem mil cavalleros, e devnmos dizer que. se-
gundo Paulo Orosee.copista de Justino.estas cifras
monlam um todo de frsenlos mil comba-
tentes.
A balalha foi longa e muito renhida. A ca-
vallara de Alexandre, com o rei sua frente, fez
prodigios, e foi quem decidi inteiramente a
aceto.
As perdas dos Persas foram de :
100,000 homons de iofantaria, e 10,000 de
cavallara, segundo a maior parte d'os histo-
riadores,
61,000 homens de infantaria, 6,000 de cavalla-
ra, 40,000 prisionjiros, segundo Justino.
Os Macedonios s perderam, (segundo Quinto
Curcio) 32 infantes o 250 cavalleros.
Segundo Justino, 130 infantes e 250 caval-
leros.
Segundo Diodoro, 300 infantes e 250 caval-
leiros.
Segundo Ariano, 120 homens em ambas as
armas.
Alexandre nao descaucou depois da victoria ;
elle deixou Dara fugir para alm do Euphrates e
adantou-se para Coel-Syria, a qual submetteu
sem combate s suas armas. Apoderou-se de
Damasco, onde Dario depositara suas riquezas,
recebeu a submissao de Sidon e s parou defron-
te de Tyro, que lhef:chra suas portas.
O rei conhecia toda a importancia da posaes-
sao de Tyro. por isso que a ilha de Chypro e seus
navios cahiam em seu poder; senhor do mar.
elle c.ortava todas as communicacoes de Daito
com o povos visinhos da Grecia, e tranquillo
respeito delles, podia sem temor correr coo-
quista do Egypto e do resto do imperio dos
Persas
a cega
abrir bo para fugirtm, cojtou mala
charo is tropas de Alexandre, do que a balalha
propriament dita.
O xmitoi'jMorio perdoa
cao destes barbaros, procurando todas aa paginas da pablicidade desto alttmos
das; por tanto nao taremos mais doq recor-
dar cias.
Antea de desembarcarem em Pilang, oa allia-
dos tiobam perdido perto de 4,f00ijneas. O
*** de auas foreate era por Unto de 18,0
Segundo Quinto-Curcio, 40,000 homens mortoa. qwiWo ellea poaeram p sobre o slo chiaex nol
Segundo Diodoro, 90,000
Segundo Dixippo, 130,000
Segundo Arano, 300.000.
golpho Petchili.
Perderam no fogo desde o dia do desembar-
que (l. de goatol al aob os muros de Pekin
quuihenlos hatoenf. e nzeram de Pelang $ Pekn
Zozimo disse que o exercito foi quasi inteira-]8e88eDta legua, pbuco-mais ou nenoi, encon-
Depois de uro cerco, no qual a resistencia
fatgou muitas vezes o vencedor do Granico e de
Issus, Alexandre venceu a praga, exterminou
seus defensores, e correu i spoderar se de Gaza,
da qual fez sua praga d'armas e a baso do suas
futuras operacoes. O Egypto inteiro submet-
teu-se sem lutar, e o conquistador lancon, nao
longe das boceas do Nilo.os fundamentos de urna
uuaue, a qual aeu seu nome, e u.ue, tuii..,aua
entre Tyro e Carthago, devia altrahir ao mesmo
lempo o commercio de ambas.
Assim foram reunidas por um interesse coro-
mum, diz Santa-Cruz, as nacoes do Oriente e do
Occidente.
Dous annos depois da batalha do Issus, Ale-
xandre passou o Euphrates. e marchou pela ter-
ceira vez ao encontr de Darlu, que composera
de novo um exercito fabuloso em numero.
Os Macedonios, reforjados com soccorros re-
centes, conlsvam, segundo Ariano, quarenta mil
homens de p e sete mil cavalleros, quando
apresentaram -se as planices de Arbele, onde
os espera vam 86 multides armadas de Daro.
A maior parte dos historiadores accordam em
fazer montar o exercito de Dario um milho de
homens, calculo verosmil, diz Santa-Cruz, por-
que quasi todas as nacoes desde o Ponto Euxino
.at as extremidades do Oriente, tinham enviado
torles contingentes para este exercito.
A cavallara armenia, assolfadada por Dario
desempenhou com valor seu dever, e Alexandre
deveu em parte o successo deste grande dia
coofusao que reinou as massas desordenadas
dos barbaros.
Ariano, Diodoro, Plutarcho, Dexppo, Quln-
(o-Curcio, reconhecem de conformldade com
Clitarco e Callislhenes, onde elles beberam, que
IIH4FAMILI4TR4GIC4
POR
CHARLES HUGO.
PRIMEIRA PARTE.

O Falito.
II
[Continuando.)
Nada mais fcil do que ler-se todo um poema
d<> adoraco no modo porque a esposa do capiao
Chrisliano descansara a sua mi no braco do mi-
ido. Havia naquella meiga inclinaQo de duas
mimosas espaduas por sobre os bordados desse
uniforme urna especie de absoluta conanca, que
bem patentoava a paixo que experimentava pelo
joven official a sua adoravel companheira. Nun-
ca raao de mulher pouaando sobre o braco de
um homem, e este om militar, exprimiu com
D.ais clareza o desejo de protec;ao que se a co-
rjk-co inspirar fraqueza : que evidentemente
o joven via no seu marido o typo supremonao
s da belleza, mas tambem do poder e da forja
fin; e jolgando-se frica por si, buscava um
puto conchegaodo-se e arrmando-se elle.
O capito Chrisliano, era pois, amado apsixona-
damente por orna das mais farinosas mulleres
do reino : eis tudo^juanto se podia dizer da his-
toria dos seus amores, porque nada mais se sa-
bia. O capito era um desses hpmens que, por
go-to ou qualquer outro motivo, buscara cuida-
dosamente oceultar a sua vida aos olhos e ouvi-
dos do mundoum desses homens que evilam o
mia possirel a publicidade dos seus actos. Jut-
gava-ae que o seu casamento tinha sido celebra-
do s-m pompa e sem ruido, como tudo o que fa-
tia o paludo joven. Amou e aflnal easou-seeis
al onde pndiam chegar a conjecturas.
Mas porque razo eviatva elle a publicidade
eria por desgosto, ou seria por temor? Oque
queriam dizer tantos mysterios ? D'unde vinha e
pira onde ia tantas vezea? Ninguem o sabia. Ao
cuntrario da peasoas poderoaas. que s pensara
(*) Vide Diario n. 41.
mente destruido.
Os Micedooijs s perderam, segundo Diodoro,
quinhenlos homens, c (resentos, conforme Quin-
to-Curdo Ariano reduz o todo cem homens
morios e mil cavallos que pereceram de fadiga,
depois da perseguido.
Eis aqu, pois, porque prego Alexandre esma-
gou na Syria o poder colossal de Daro. Nao
travamos na Europa o meoor combate, a menor
escaramuza, sem pagarmos trea vezes mais caros
successo?, senao esteris, ao menos de muito
mediocre importancia.
Ebrio de gloria e de ambicio, depois de Arbo-
les, Alexandre quiz ir de ricloria em victoria at
as margeos do occeano indio. Modelo dos con-
quistadores, durante toda a sua expedigo contra
a Persia, elle apparece como um louco ni das
Indias, e parece que dexa de perlencer histo-
ria para cahir no dominio do romance; nao tra-
va mais grandes batalhas, excepf&o d'a juella,
na qual derrota Porus, sobre as margeos do
Hydaspes.
O mrito de Alexandre durante as marchas
avenlurosas e formidaveis, que fez do Tigre s
boceas do Indo, consiste na celeridade dessas
marchas, ponto, diz Montesquieu, que crereis
antes ver o imperio do universo disputar o pre-
mio da carreira como nos jogos da Grecia, do
que o premio da victoria.
Depois disso, o here nao se parece mais. O
luxo e os vicios asiticos corrompern! o grande
coraco e nodoaram esse rosta fulgurante. O rei
da Macedonia se cobre de purpura e d'ouro,
langa ao dorso urna pelle de leo, traz a massa
de Hercules, toma azas, os talaros e o caduceu
de Mercurio, faz queimar diante de si myrrha e
Incens, e toma, por oxcesso de demencia, o titu-
lo de tilho de Jpiter, que, por previdenle sabe-
doria, elle fuera que lhe dssem no templo de
Ammon, para exercer um prestigio divino sobre
o espirito grosseiro de seus soldados
Na batalha do Hydaspes Porus perdeu, depois
de se haver batido com valor, seus dous filhos,
20,000 homens de infantaria, 3.000 cavalleros,
seus carros e lodos os elephantes. Ariano que
nos d estas cifras, s aecusa urna perda da 230
csvalleiros e 80 infantes do lado dos Macedo-
nios. Entretanto a lula foi longa I
Foi sobre a margena occidental do Uyphaso -e
quando elle quera ir al o Ganges, que Alexan-
dre parou vista do desanimo de suas tropas, e
que o conquistador decidu-se, nao sem dor,
voltar sobre seus pasaos tramphantes. Ahi ter-
minou sua vida militar e nos nao ergueremos o
vu, que a decencia da historia desojara poier
langar para sempre sobre as fraquezas, os ridi-
culas, os deboches e os criraes, que murcharam
desde a victoria ae Arbeles at sua morte, a glo-
ria desse homem prodigioso, o tnico estrangero
ao qual os Romanos dignaram-se conceder o ti-
tulo de grande, conformo justamente nota o im-
perador Juliano.
Provaremos smente e por um simples resumo
que o rei daJdacedonia, para conquistar a Per-
sia, a Meifra^ a Syria, o Egypto e o Indo travou
apenas qualro grandes batalhas, as quaes
perdeu :
ni* Cranfoi. cincoenta homens.
No Issus, menos de dusentos.
Em Arbeles, egual numero l
Sobre o Hydaspes, tresentos e dez.
As victorias oe Alexandre o grande nao lhe
custaram em tudo senao sete ceios e sessenta
homens, e alcancou-as tutanda contra massas
avahadas totalmente em um milhoe selecentos
mil homens, s quaes matou conforme clculos
mais moderados dusentos e vinte mil homens.
Eis aqu oque a extraeco laboriosa de urna
verdade debatida entro os mais recummendaveis
historiadores di antigjidaJe offerecer-nos-ha de
mais concludentes, se compararmos o que se
passa no Oriente mais de tres seculos anles da
era christaa e o que ae passa actualmente na
China.
II
O effedivo das tropas alliadas ora ao partir
para a China de 8.000 Francezes e 12,000 Iiigle-
zes. Vinte mil homens portanto pazeram-se
vela no seculo XIX para levarem os mais uobres
estandartes do mundo aos conflos du extremo
Oriente, seis mil loguas da Europa occidental,
entre um povo De perto de quatrocentos milhoes
d'almas. Nossos soldados eram sustentados em
seu ardor, ero sua avenlurosa empreza, nica-
mente pelo senlimenlo do dever e da responsabi-
lidade; deixaram aps si a familia, o soberano o
a patria; era tudo, era bastante, era muito mais
que a cega conflaoca dos soldados de Alexandre
no filho de Jpiter. Noasas tropas, capitanea-
das por habis generaos, lan;aram-se alm dos
mares na busca perigosa do desconhecido. Sa-
be-se sui historia, pois que ella escripta em
para 0 asomar matea* reinado, euia cr escara
oeeotu a, p, f.ettidtme '. quaoUdlde
maior. de .^^^^B^
por nos analysados, diz a
Mas csrvio animal em p, aaes
Do carvio. materia animal al-
fcgue do boi, Materia barrerta.
partculas de cobre oxydado, e ilguma com bri-
Iho roetallic, sabor o cheiro nauseabundo.
L^tt#JKOj|patto a eommisso a neceaaidade
urgente de impodir-se o mal que causa oaaaucar
Impuro, pMduiwdo gravas e funestas enfermi-
dades, leudo tdaas refioarias ao monos seu
'aslhime cstaohado com urna carnada espesa
de eslaobo.
Porquanto assim, diz ella, se prevenir quo
essas caldeiras mufls vezes por desleixo posaam
servir aziohavradas; que por nao eslarem esla-
nhadas se forme em sua euporcie oxydo do co-
bre em conaeqaencia de aer o cobre oxydavel pe-
lo ar ou oxygenio molhados, o que dar lugar
soluces saccarinasem taes vasilhas, e por Bm
que se nao detttqoem partculas de cobre no for-
te aitriio produzido pela esptula nomelal, por
traodo em todo esse decurso aldeias cuja popu-
lacho varia entre 40 80.0 almas, urna' cidaie
de quatrocentos mil, Tien-Tsin, e exercilos tr-
taros, aos quae3 derara duas batalhas erapenhan-
do dous mil lameoseontraqunrenla rail. Tera-se
querido refleclir, com a historia na mao, no ex-
cesso de audacia que foi preciso esle punha-
du de homens para impr a vontade da Franca e
da Inglaterra essa fabulosa capital do Filho do
cu, povoada por mais de dous milhoes de
almas I
Ensinamos aos espirllos difficeis, que avaliam
a grandeza das emprezas pelo nico preco de T^Z^siZZTZ^----- T "r-.-"1 r>
sangue derramado, "que os .liados perdura r' ? cKm7 a"redo """" "U"r *
C'una duzenlos homens *--------
menos aue Alexandre
na. quatro batalhas, que lhe entregaran, a maior |
parle do mundo amigo, o Ihes peguntamos se,' t!uii J?* V*"?1* "" "il A,naw, ao
do modo porque porl.ram-se os nossos Qlhos ni "'nao ieU*,^ faL^qJe..eD,408^<,CTr0,'
Chin.. 47,000 franco-ioglezes nao ter.am desihro- ,Lm.Sa 'o fS^ ..", !>. d"Prkn-
nisado a imperador da China como os 47 000 x p -^ do .Hn, Prliculaa de cobre
M.doolo,do\er6.d!& ? 'do das
em Arbeles o rei Dario ? vasilhas onde se tem felo solugoes com saucar
e outras impurezas.
Assim termioa a parte analyttca do parecer da-
do pela commissao, e onde a junta de hygiene
encontrar por certo ampia materia para confec-
cionar algumas disposices bem da aade pu-
blica. r
CORONEL A. DE G0KDRECOLRT.
[ Le Conslitutioncl = S. Filho. )
Variedades.
em ostentar urna posco, e cujas accoes as mais
pequeas tendem sempre produzirum pequeo
effeito de escndalo, o capito mostrava-se pouco
cuidadoso de si: e, homem sobranceiro aosacon-
lecmcnlos, tratava a opinio publica com a in-
di(Teren;d propra de urna raga muito obscura, ou
eniomuito celebre.
Nada por cooseguinle se podia dizer de claro e
positivo acerca do capito Chrisliano, seno que
era extraordinariamente rico, e que contra o ge-
ral das pessoas ricas nao tinha prenles nem
rmigos. Os vadios que por acaso iam ter ao
quarleiro retirado, em que elle habitava em Pa-
rs, admiravam-se de ver um grande palacio com
as janellaa hermticamente fechadas, o qual, ape-
lar da sua apparencia aristocrtica, nao ostenta-
ra por cima do aeu porlo nem brazdes nem ini-
ciaes. Alm disto esse porlo mu poucas vezes
se abra, e quasi serapre era aQm de receber por
intermedio docorreio postal cartas que, segundo
diziara, vioham remctlidas do sul da Franca, e
que eram immediata mente enviadoa ao joven offi-
cial 00 exercito.
Um dia virara parar defronte do palacio urna
pesada carruagem, cuidadosamente fechada, da
qual sahiram o capito e urna joven em vestes de
uoiva, e para logo se espMhou o boato de que
elle havia casado, e essa joven era sua esposa.
Decorreu um mez depois desse dia em que uo
se notou mais no palacio movimento alguna, era
indicios de vida : somente o earteiro bata mais
frequenlemente ao porto, e isto fizera guppor
que as relaces epistolares do capito com o seu
aorrespondente do sul se haviam multiplicado
singularmente^epois do seu casamento.
Eis aqu as informagdes que se podiam colher
da voz publica sobre o capito Chrisliano e sua
esposa at o dia 12 de maio de 1682. poucas ho-
ras antes de fazer elle a sua apparigo nos saines
de Vorsailles para a grande ceremonia, de que
j fallamos.
Alm do amor, tal vez que tambemos costumes
adquiridos no sul, e o habito do silencio, tivea-
sem muita parte no aentimento do pavor e cons-
traogimento, que se tinha apoderado da joven
esposa de Chrisliano vista das magnificencias
de Verstiles. Era a primeira vez que sahia do
palacio, para onde a levara seo marido, o a corte
com os seus esplendores produzia evidentemente
oessa organisaco delicada a impresso de urna
penivel dissouancia, comparada a ua vida tran-
quilla e suave de todos oa dias. Bastava encara-
la um instante para se compreheoder que, pas-
sado o primeiro assombro, nao lhe reatara de to-
dos esaes esplendores mais do que um atordoa-
menlo penoso, de que ae ella desojara quanto
antea rer livre. Haviam ali muitas mulheres,
muitos homens, muito brilho para as atas rutas
pouco costumadas tudo isso. Essos homens,
essas mulheresbem lhe dizia o coraco, que
nao ersm felizes : corriam atraz dos festejos, das
pompas, das reuniose a felicidade se conleota
com o silencio, a sombra e a solido I Era-lhea
preciso o reie a felicidade s procura Deus !
E pois ia encostando-ae cada vez mais seu
marido como para pedir-lhe auxilio e prolecco
contra to bellas cousas. O espectculo da am-
bicao humana, levada ao aeu apogeo, affligia
aquella alma satisfeita com a sua sorte. Essa re-
presentarlo immensa, esse apparato deslumbran-
te, essas cataractis de ouro despejando-se no
vacuo, esse fasto de Verstiles, cujas cootas Luiz
XIV mandou lancar ao fogo, o que custou Fran-
ca milhoes, segundo Voltaire, e milhoes de mi-
lhoes segundo Saint-Simoo, esses trajes e orns-
tos galantes esumptuosos, emfim tudo o que ro-
doava a innocente joven, opprimia-lhe o cora-
co l
Ha na verdadeira paixo um semelbanie tal de
plenitude, urna tal necessidade de relaeo inti-
ma, que a Inais pequea distracgao serr de mo-
lestar. E na realidadeo que ralem O mundo,
as reunidos e o poder, o quo valem todoa esses
falsos prazeres da hmanfdade, quando sa apre-
sentam repentinamente um coraco abaorrido
na conlemplaco de si raeamo, arrancando-o de
sbito ao seu xtasis suave, e ao seu tranquillo
recolhimento 1
A joven senta no meio do ceremonial que se
passava seus olhos, urna especie de cooslran-
gimento interior. Evocava a suave recordaco
dos seus seres quolidianos, comparava-os
aquclle, e dispertando-se-lhe o terno o pdico
pensamento que ao espirito apreseotavovlhe a
hora de dormir, encarara como urna profanado
esse leito real-explendido e por todos contem-
plado, que a fizia estremecer lombraoga do aeu
casto o candido leito oceulto e reserrado s
rislss estrsnh s. Tinha ento movimentos de um
passaro perseguido que do to busca a sal va-
(o... e meditara... e peosava com delicias na
sua prxima partida Depreasa desojara ver-
se livre d'ali: j lhe tardara partir para o fundo
de urna provincia bem distante, para um casiello
ignorado, para um parque deserto : quera, e
quanto anles, a sombra, os bosques, um escon-
drijo, um ralo livre da la, um ninho l quera o
silencio 1 quera ver-se s I
Como que com esao goslo to decidido, e to
bem motivaco, pola aolido, por *om parque
abandonado, >'. por um castello isolado, nunca
podia olhar, lem estremecer, sem urna especie
de inquietac') o do terror, para a pintura de urna
habitaco aaaim, que ae achara collocida por ci-
ma da porta esse quarto nupcial, cuja casta r-
cordaco acabara do erooar lio 4 proposito, I ?
Refiuacao de assucar.
Foi aprosentado ao insumi pharmaceulico o
parecer da commisio especial por elle nomeada
para examinar a qualdade do assucar refinado e
exposto venda no mercado da corle e cidade de
Nitherohy.
Quando annunciraos ha mezes a' nomeaco
dessa commissao avallamos ligeirameote a uiili-
dade da sua missio a todos os fabricantes, refina-
dores e consumidores desse producto.
Obedecendo com effilo a errnea e perniciosa
rutina, era natural que o segundos principalmen-
te, em cuja mo o producto passa por maiores e
mais delicados processos, seguissem uestes os de-
fetlos inherentes sua ignorancia e reconhecidos
pelo consumidor, tambem estraoho entretanto s
causas desse mal.
Propondo-se esclarecer uns e outros em um
assumpto de palpitante inteiesse para a sade
publica, o parecer da commissao pharmaceulica
uo poda doixar de sor esperado com extrema
curiosidade.
Cnmposla ella de professores habis e intelli-
genles, tinha pois adquirido para com o publico
um serio compromisao, o de dizer toda a ver-
dade em materia interessanle a todos, em um pa-
recer didilicp e efficaz para o Una, que tenda,
de evitar graves riscos e graves damnos causados
pela ignorancia.
Temos vista o trabalho da commissao, assig-
nado por seus membros, os Srs. Miguel da Costa
Dourado, Dr. Pienlznauer e Augusto Farioba, e
daremos dalle um pequeo extracto.
Cemeca a commissao por dar razo s quoixaa
do povo contra a impureza de slgum assucar que
se expa venda.
Nesse ponto ninguem nagar que a commissao
vae de accordo com a massa geral dos consumi-
dores e com tantos refinadores conscienciosos
que, nao podendo dar a seus irabalhos todo o in-
cremento possivel e por elles desejado, esme-
ram-se entretanto para que se desliogain porum
apurado asseio em todos os processos a que esto
sujeilos.
A commissao, accrescenta o parecer, leve
occasio de apreciar a exactido desse clamor,
iuformada dos processos pelos quaes se refina o
assucar em a mor parte das retinaras, e pelas
amostras de assucar que submciteu analyse, e
reconheceu que, sendo estes processos muito ro-
tineiros o imperfeilos, viciam elles o assucar em
vez de purflca-lo.
Tratando depois de apontar, como exemplo dos
melhoramenlos feitos nesses processos, um esta-
belecimento da corle, a commissao cita a reli-
naria vapor da companhia de ReQnaco estabe-
lecida era Nitherohy com deposito ua ra de S.
a* ., 6. deixando por certo de mencionar entre
algumas oulras a ao sr. Nee, uu largo do Ca-
pim, pelo coohecimento favoravel quo j* iieii
tem o publico.
< A primeira, diz a commissao, refina o assu-
car por um processo muito aperfeicoado, pelo
qual elle perfeitamenle depurado, descolorado
e crystalisado era formas, onde anda purgado
do mel que possa conter para ser mercadeado
em p ou em pes.
A commissao, severa no bora desempenho de
sua misso, depois de ainda elogiar de novo os
refinadores escrupulosos, cuja frente se prazde
mencionar os da companhia de Nitherohy pelos
grandes melhoramenlos feitos scientiiicamenle em
seu vasto eslabelecimento, passa mostrar os pe-
rigos do assucar de mo cheiro, de sabor desagra-
dare!, hmido e sujo, que se encontra no mer-
cado, saturado de partculas de cobre.
_ Pesa ento com justo rigor a censura da scien-
cia sbreos cslabelecimonlos de ondesahe ven-
da esse produelo impuro, assucar refinado em
geral por negros escravos, sem o estimulo do
aperfeicpamenio e sem emulacao, em vasilhas de
cobre nao cstaohadas, e quisi sempre pouco as-
aeiadas, seno at aziohavradas.
E como nao ha do ser assim, observa a com-
missao, se o assucar depurado muitas vezes
com o sangue de boi em putrefaeco, descolorado
com o carvo animal nao preparado, e coadas as
suas soluces por toalhas cujo leudo nao lo
denso como devia ser para interceptar a passa-
gem de partculas estranhas ao assucar. >
De passagem o parecer chama a mais particu-
lar allenco da autoridade, a cuja guarda ae acha
mais intimamente confiada a hygiene publica,
E entretanto era um retiro dessa ordem que lhe
faltava, era o que ella desejava I No primeiro
plano elegantes e lindos jardins contrastando
poticamente com a fachada sombra e elevada
de um castello com oa seus torreOes maneira
de setas, seu tacto puchado, seus pateos o terra-
Co, seu porto ejanellas fechadas, finalmente sua
lorrezinha pittorescameote inclinada sobre a em-
pea como um ninho de pedra : pois assim mes-
mo nao havia ella anda levantado os olhos para
essa paysagera que nao seotisse um incomraodo
indefinido I Muitas vezes dispertando alta noite,
e contemplando o castello deacoohecido e mys-
terioso i fraca clardade que no quarlo espargia
a luz de urna lamparina estremeca sem que-
rer, e tinha medo I Porque? Nao o sabia I Porm
vista do esboQo que fizemos dessa joven, fcil-
mente ae coroprehender a aua excessira sensi-
bilidaile d'alma incompalivel com outra qual-
quer natureza. Ella tinha sustos, alegras, so-
nhos e impressdes de menina, e era bastante
para dispertar ideas chimeneas oessa alma r-
deme eencantadora aquillo que n'uma imagi-
naco menos delicadamente orgtoisada, teria dei-
xado apenas vestigios passageiroa l
III
O eastifal.
A mulher do capito Chrisliano segua as di A-
renles pliases da recepgo real, com um interes-
se til que de alguns momentos ae tornara om
profunda commocSo.
Seu marido nao lhe tinha dado outro moliro
da sua visita Versailles seno o obter a licenga
de que necessitava. Ora, desde que elle appare-
ceu nos saldea, que um dos porteiros lhe havia
entregado a aua petico com o despacho do rei
coocedendo essa licenga; era, pois, da presu-
mir que nada mais o obrigasse demorar-ae em
palacio, e por isso a moca inlentou fazer com que
elle se retinase; mas o capito, reapondendocom
Sialarras omivas insistencia de sua mulher, a
o mansamente arrestando aps a onda dogfidal-
gos : para que fim ? Eis o que ella em vao pro-
curava descobrir.
A sua inquietaco e espanto redobrarara sin-
gularmente no momauto cm que ae abriram as
portas da cmara de dormir para dar entrada aos
cortezos privilegiados, e quaodo vio que o capi-
to, em quem nada dava conhecer que fosse um
dos grandes fidalgos favorecidos com a intimida-
de real, penetrara tambem com ella sem dizer
urna palavra nesse apparatoso recinto, um sig-
oal que lhe fizera o camarista de srvico. Desde
esse momento, a attilude gravo do capito dra
muilo que pensar aua joreo esposa.
Fiaalmenie, exclamou ella, o rei se levanta
e oraco est concluida, Nao partaos, Chrs-
tiano ?
Tendo dado publicidade til medida do ins-
tituto pharmaceutico e acompanhando-o no seu
amor sciencia e aos melhoramenlos do processo
que to minuciosamente analysou, transcreremos
proposito, de um jornal fraeeet, o artigo seguin-
le, que lem por Ululo Fabrico do assucar in-
dgena sem carvio animal.
Na occasio em que, regido por urna nova
legslaQo.-diz o autor, o fabrico do assucar ind-
gena parece dever entrar em mais larga circula-
Co. nunca ser prestir demasiada altenc/os
descobertas capazes que simplificara e mais eco-
nmicos tornara os processos que elle emprega.
Assira, pois, apoiando-nos neste ponto de
vista, procuraremos dar publicidade boje ao in-
teresse que pode apresentar um novo processo de
fabrico, de que autor o Sr. Edraond Pesier, do
Valenciennes.
previsto, nao o menos essa descob<*rta pelos
resultados que j forneceu, nao s em experien-
cias de laboratorios como em urna applicagao ver-
dejamente industrial, que teve lugar era Valen-
ciennes, na fabrica do Sr. Hammair. em dous mi-
lhoes de kilog. de beterava.
c E' aeu fim supprimir o carvo animal, isto ,
o carvo de osaos no trabalho dn sueco assucara-
do que a beterava fornece. Al agora e3se agen-
to dispendioso havia aido considerado como in-
disponsarel na decolorado do assucar ; assim,
pois, comprehendero os homens praticos por es-
te simples enuuciado que vantagens reaes deve
trazer com sigo esto novo processo. Nao, s,
como moslrou-o a experiencia durante a campa-
uha que acaba de terminar-se, rtaos d^ve por
seu principio mesmo, realisar urna grande eco-
noma sobre o prego do custo, mas al deve dar
(digamos melhor, j os d) mais abundan-
tes productos e de qualidade superior aos que
fornecem os melhodos ordinarios.
Emliru.e esle o ponto capital, permiti
fabricar do primeiro jacto assucar muilo pouco co-
operado e de muilo bom gosto para poder, se-
melhanca do da canoa, ser immediatamente da-
do alimentaco : gracas elle, a operaco da
refioaco de tal modo simplificada que nao est
longe o dia em que o fabricaole, fizendo-se si
proprio refinador, poder passar sem intermedia-
rio e por-se em relago com o consumidor, e em
que raiis pequea granja, que j pode possuir
urna fabrica de distillacao,se poder annexar ou-
tra de assucar.
c Taes ao as brilhantes vantagensque, sem que
nosrieixemosseduzir porum exagerado enihusias-
rao, podemos presagiar ao methodo do Sr.Pesier:
os factos tuj j fallado ; mas, pira melhor fazer-
moscomprebender-lhe o valor, em poucas pala-
vras expenderemos os pontos esseociaes do fabrico
do assucar.
c Este genero de consumo precioso, e que de
dia em dia augmenta de alguna annos para c,
subi na Franca de 3 1|Z kil. a 5 kil. por cabera,
cuja baixa receute dos direitos vae necessariamen-
te diminuir o preco, chamando mais cooslderavel
produeco ; o assucar. dizemos, proveen de duas
orixens : a canna de urna parle e de outra a be-
terava, fornecem, quando se as quebra se Ihes
espreme a pulpa, um liquido de que frm o as-
sucar a parte esseocial, mas ao lado detle encon-
tram-se materiaa extraliru, coloradas, amargas,
adstrogentes
< u sueco da canoa tem pouco oessas impu-
rezas, oda beterava ao contrario contem grande
quantidede deltas: assim, pois, obter-se-hiam
productos mui diversos, se se contentassem de
evaporisar um e outro liquido para procurar o
assucar 00 residuo solido que deixassem. A can-
oa de facto forneceria um assucar collorado,
verdade, porm, que entretanto poderia ser co-
mido, ao pasao que o sueco da beterava resolrer-
se-hia em um residuo quasi negro, de um goslo
assucarado apenas sensivel, e que o palladar com
asco repelliria.
Assim, pois, a maneira de preparar a betera-
va exige mais cuidados que a da canna. Quando
se lira della o sueco, miator depois de haro-lo
purificado com acal, fazer-lhe atravessarenormes
filtros cheios de carvo animal, isto de ossos
caroonisados, oode, grabas singular propeda-
de que possue esla substancia, dexa elle a maior
parte das materias coloradas o adslringen*es que
encofre.
(Conlinuar-se-ha.)
Ainda nao, minha querida Alina, respondeu
o official.
Para quo nos demoramos mais ?
E ordem do rei, disse o mancebo lacnica-
mente.
A moga olhou fixamenle para o semblante gra-
ve do seu marido. Nesla occasio um rago es-
Ireraecimeolo percorreu tole> a assembla. Luiz
XIV precedido de um official, approximou-se da
sua poltrona, tomando de cima de urna secreta-
ria de porcellana de Sevres, collocada i dtreila,
um casticalcom urna vela accesa que ali ae acha-
va de proposito para esse fim, deu alguna pasaos
para a frente, e lancou sobre os cortezos um
olhar, que todos segutram com anxiedade. Qual
seria o feliz, quem ia caber a honra de ser en-
tregue aquella luz mais religiosamente reveren-
ciada do que urna estrella ? Quem seria esse que
ia merecer da phantasia real a esculha de alu-
miar por alguns instantes o homem-deus ? Que
estadista, ministro, potentado eminente, cortezo
afortunado, ou lalvez em vesperas de urna des-
grana, quem o amo. acostumado fallar alto,
ia dirigir palavras em voz baixa ?
Todos olhavam-se mutuamente, o esta per-
gunta circutava em todoa os espirllos Serei
eu ? a
Luiz XIV com um gesto fes abrir-se a primei-
ra flleira, que se achava em frente da balaustra-
da, e que era composta de principes de sangue,
duques, e pares do reino. O silencio porum mo-
mento ioterrompido depois da oraco, restabeie-
ceu-se como por eocant). A um 00*0 stgoaldo
rei a segunda fileira dos cortezos se abri tam-
bem e o silencio foi ainda maior. Sua mages-
lade eslendeu a mo, em que tinha o castigal, e
disse para um manceba que so achara oessa fi-
leira :
Aproximae-ros, senhor.
Todos os olhos se flxram ento sobre um sem-
blante desconhecido, coja pallidez mortal com-
municou aos eircamstanles ama especie de sor-
presa, o mancebo designado largou. vivamente a
mo de urna linda moca, que aperlava entre as
suas, atraressou com paseo firme as filas dos fi-
dalgos, que se foram outra vez fechando sua
passagem, transpoz os balaustres, recebeu o cas-
lCl da mo do rei -e esperou.
O rei voltou sua poltrona,, e sento-se. O
mancebo o seguio, o espern 'ainda. Aflnal o
rei ergueu a cabeca, e o mancebo poz um joelho
sobre o tapete.
Havia entre a poltrona real e a balaustrada am
espaco su luciente para que as patarras sahidas
dos labios do re uo podeasem chegar aos ouvi-
dos dos que se qcharam presentes : todava foi
tem voz baixa que elle se dirigi ao joven desqo-
nhecido, dizepdo-lhe quasi ao ourido :
Estou satisfeito com os vossos seiracos.
Sire I exclamou o desconhecido.
Tendea cumprido nobremeole o vosso de-
ver, e era mister que fosseis recompensado
Luiz XIV fez uras pequea pausa, e depois con-
tinuou :
Assignei hoje as patentes, que vos rao ser
entregues, autoriaaodo-vos 8 usar do Ututo de um
dos vossos tinco senhorios. O capito Chrislia-
no chamar-se-ha de hoje em dianle conde de
Cazilhc.
Vossa magostado me enche de beneficios.!
murmurou o official.
Assim, pois, senhor, proseguio Luiz XIY,
partir deste dia leodes um titulo e um nome,:
fazei que elle nao seja infamado e desrespciUdu
como foi o outro.
A' um signal do re o capito se levanten.
.. A bondade de vossa magestade extrema,
disse elle : lanto que depois de semelhante bene-
ficio tenho ainda coragem de implorar-ros urna
grasa.
Para quem ?
_ Nao para mim, mas para urna pessoa que
nao ouso comear.
Que queris mais de mim, senhor ? Fallae I
disse o rei que pareceu compreheoder, e lancou
soore o cap o um olhar severo,
Perdoao-lhe, Sire I
Nunca I
A expiaco dura j ha quima annos das-
de 21 de agosto de 1667 I "
Elle dereria ter sido condemnado ao suo-
plicio da roda, respondeu o rei, como foram os
seus dous curaplices o abbade infame o o cruel
cavalleiro, so o parlamento do Toulouse tiveaso
feto juslifa.
Sire, a sentoaca do 21 de agosto foi torrlvel
para elle tambem : os seus bens confiscados, a
degradacao da aua nobreza, a incapaoidade da
testar ou de herdar, e finalmente, Sire. o deera-
do perpetuo I Ainda nao bastante?
Nao. senhor disse o rei: esse degrado foi
ri.U,i?"ree,d?' "? emelhame pode-
ra pisar o solo da Franca r Mil rezea nao : e
nem eu o consentira. Que nao torne apparacer
no raeu reino ou ento desgranado delta I
Hespoodo por isto rossa magostada, balbu-
cou o capito exiorcaodo-se por conaerrar a roz
tranquilla.
Bolretairio tenho sabido pelos relatorios dos
meas embaixadores, que ha muito aahiu elle de
Ueaova, onde ae fes pasear por um terroroso
adepto da ratigio reformada, expellido da Fran-
S MU perseguicio.
(Continuor-te-Aa.)
FULN.- TTT. DI M. f. DI FAJUA, -18W,"
ILEGVEL


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