Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09243


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Full Text




MI IIIT1I IDiEBQ 41
Por tres mezes diantata 5$000
Ptr (res mezes vencidos 68000
itt ira
IA
IH
TERCA tmi 19 B FETEBEHO DE ISII
5^MadanWti$000
rarta franca tara ufecriattr.
EN CAR REGADOS DA 80B3CUPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino d Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga; Cetra o 9r. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. Hanoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimaraes; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Casia.
PARTIDAS UO UJKit&lua.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goiaona e Parahiba as segundas e
sextas-feiraa.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruaru, AUioho e
Garanhuns as tergas-Teiras.
Pao d'Alho, Nizarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx oas quartas feiras.
Cabo, Serlnhaem, Rio formoso, Uoa.Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os crrelos parlera aa 10 horas da manha)
EPHEMERIDES LO MEZ DE FEVEBEIRO.
2 Ouarto minguanle as 7 horas e 40 minutos da
manha.
9 La nova as 5 ho as e 45 minutos da tarde.
17 Qoarto crescente as 10 horas da tarde.
[25 La cheia as 2 horas e 23 minutos da man.
PREAIIAB DE HOJE. .
Primeiro aos 54 minutos da manhia.
Segundo aos 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
18 Segunda. S.Tlrettonio prior da Santa Cror.
19 Tersa. S. Conrado f. ; S. Gabino m.
20 Quarta. S. Eleuterio b. m. : S. Nicolao b.
21 Quinta. S. Maximiaao b ; 8. Angela de M. '
22 Setla. Os myslerios da Peixo de J. Christo
23 Sabbado. S. Lzaro monga; S. Milburges v. f
24 Domingo segunda da quaresma.S.Mathiasap.
Tribunal do eommercio: segundas e quintas.
Relajo: tersas, quintas sabbados as 10 horas.
Fazenda : lergas, quintase sabbados as 10horas.
Juizo do eommercio : quartas ao meio dia:
Dito de orphos: teteus e sextas a 10 horas.
Primeira vara do civel: tersas e sextas ao meio
Segunda Tara do civel:
hora da tarde.
quartas e sabbados a 1
PARTE OFFICIAL
fioisterlt do Imperio.
Senhor.Despezas, das quaes urnas nojesta-
vara coraprehendidas na lei do orcaraenlo de 14
de setembro de 1859, por isso que no teropo da
sua votago nao eram conhecidas, e outras nao
lindara oriundos convenientes, vislo como eram
maiores os gastos iadispensaveis para o desera-
ivenho dos serosos do que as quanlias consigna-
das as respectivas rubricas, preduzrara de um
modo ioevitavel um dficit de 683:193JOOO em
nlguroas rubricas do ministerio a meu cargo, no
ejercicio de 18601861.
Determinan) e justificara tal excesso.
Na rubricaOrdenados dos mestres da familia
imperialpela importancia de 1:493, os venci-
nienios marcados ao emprego de meslre de de-
senlio de Suas Altezas que nao eslava creado e
que ltimamente por dorlo de 26 de julho 'do
crrente annn fot indispensavel prver com o or-
denado de 800, e igual quantia de gratiflcago
de accordo com a tabella annexa sob n. 2. lei n
9J9 de 26 de setembro de 1857. '
Na rubricaCrrelo Geril e Paquetes do Va-
porpela importancia de 152:OOOJ, os augmen-
tes de subveogao do mais 9:000 por mez conce-
didos Companhia Brasileira de Paquetes por
Vapor, na forma das eslipulagas do contrato de
17 dezembro de 1859, c autorisago da lei n. 1,041
de 14 de setembro do mesmo anoo ; e de favor
semelhanle, era virtude do contrato de 9 de maio
de 1860, e disposigo da lei n 931 de 29 de agos-
to de 1857, Companhia de Navegaco e eom-
mercio do Amazonas, por mais seis vigens, den-
tro do anoo, na 2a huta.
Nenhuma deslas despezas eslava contemplada
as consignases da lei.
Ne rubricaObras Publicasno municipio da
corte, pela importancia de 530 000. as despezas
obngadas, o que nao era possivol interromper,
com as obras em execugo do encaaameplo das
agoas do rio Maracatiaa e oulrss, alm'da con-
servago djs existentes; bem como os encargos
por pagar dos calamentos por parallelepipedos
em diversas ras dcsti capital.
Para estas despezas de obns publicas, cujo pes-
seal da administrasoesecretaria consom sopor
si 43.800. afora 40:455 com a companhia de
bombeiros e e com o sustento e vestuario dos
africanos livres, ser contar os trabalhos de en-
canamento.cujaqoanlia era de300:UOO, eemque
s com a compra de tubos em Londres foi preci-
so despender cerca do 170:000, e outras ooras
que era geral oceupam para cima de 1,200 ope-
rarios, eram to insufflcientes os fundos consig-
nados de 450:000$. que, no exercicio de 1859 a
1860, em que o vulado foi igual ao do correte,
lornou-se urgente e indispensavel abrir, como s
fez pelo decreto n. 2,580 de 21 do abril de 1860,
um crdito suplementar de 526:719, menor
apenas de 3:231 ao do exercicio actual, em que
os empenhos tomados por contrato para os cal-
Smenlos por parallelepipidos vieram sggravar
as despezas em porto de 80:00)3. por nao se ter
podido applicar dentro do exercicio de 1859 a
1860 o sallo de 52:074770 da verba de 100:000
destinada aos calamentos, pela razao de se te-
rem concluido algumas das obras contratadas no
referido exercio s depois do seu encerramento.
As tabellas juntas demonstrara mais desenvol-
vidamente a procedencia dessas sommas.
A necessidade do que expooho, sendo tal que
nao podo esperar pela reuniao do corpo legisla-
tivo, rae impe o dever de trazo-la augusta con-
siderado de Vossa Magestade imperial, o solici-
tar a approvacao da medida de um crdito sup-
plementar para occorrer ao deOcit, conforme a
minuta do decreto inclusa que leuho a honra de
apresenlar assignatura de Vossa Magestade Im-
perial.
Com o mais profundo respeito, sou, senhor, de
Vossa Magestade Imperial, subdito reverente e
iiel creado.Joo de Almeida Vertir Filho.
Decreto n. 2,732 do 16 de Janeiro de 1861.
Abre um crdito supplementar da quantia de
683:493 para occorrer As despezas de varias
rubricas do ministerio do imperio, no exerci-
cio do 1860 a 1861.
Tendo otivido o meu cooselho de ministros,
liei por bem, nos termos do 2o do art. 4o da lei
n. 589 de 9 de setembro de 1850, nulorisar um
crdito supplementar da quanlia de 683:493.
para occorrer as despezas feilas e por fazer com
diversas rubricas do ministerio do imperio, no
exercicio de 1860 a 1861, segundo a tabella que
cora esle baixa ; devendo esta medida ser pre-
sente assembla geral legislativa para receber
a definitiva approvacao.
Joo de Almeida Pereira Filho, do meo conse-,
lho, ministro e secretario de estado dos negocios
do imperio, assim o teoha entendido e fasa exe-
outar.
Palacio do Rio de Janeiro, era 16 de Janeiro de
1861, 40 da independencia e do imperio.Com
a rubrica de Sua Magestade o Imperador.__Joo
de Almeida ?ereira Filho.
Tabella a que se refere o decreto desla data, au-
lorisando um crdito supplementar de 683:493
para occorrer As despezas feitas o por fazer
com as rubricas abaixo declaradas no exercicio
de 18601861.
Lei n. 1,010 de 14 de setembro de 1859, art.
2, mandada vigorar pela de n. 1041 de igual
dala.
9." Ordeuados dos meslre da
familia imperial.................. 1:493000
26. Correio geral e paquetes
de vapor.......................... 152:000*000
51. Obras publicas do muni-
cipio.............................. 530000J00O
683:i93O00
Pdlacjo do Rio de Janeiro, em 16 de Janeiro de
1861.Joao de Almeida Pereira Filho.
Ministerio dos negocios eslrun-
geiros.
Deertto n. 2,726 de 12 de Janeiro de 1861.
Promulga o tratado de limites e navegaso flu-
vial celebrado entre o Brasil e a repblica de
Venezuela em 5 de maio de 1859.
Havendo-8e concluido e assigoado na capital
da repblica de Venezuela, no dia 5 de maio de
1859, um tratado entre esle imperio e a mesma
repblica de Venezuela, para oflm de fizaros li-
mites e regular a navegaso fluvial entre os dous
paizes ; e tendo sido esse aelo mutuamente ra-
tificado o trocadas as raliOcacoes em Caracas no
dia 31 de julho do anno passado, hei por bem
mandar que o dito tratado sejaobservado ecum-
prido nleiramente como nelle se conlm. Joo
Lins Vieira Cansanso de Sinimb, do meu con-
selho, senador do imperior, ministro e secreta-
rio de estado dos negocios estrangeiro, o tenha
assim atendido e expesa os despachos necessa-
fiflf.
Palacio do Rio de Janeiro, sos 12 das do mez
de Janeiro de 1861, quadragesimo da indepen-
dencia e do Imperio.Com a rubrica de S. M.
o Imperador.Joo Lint Vieira Cansanso de
Sinimb.
Nos o Imperador constitucional e defensor per-
petuo do Brasil etc. :
Fazemos saber a todos os que a presente carta
de confirmaeo, approvago e ratiQcago virem,
que aos 5 dias do mez de maio deste anno con-
cluio-se e foi sssignado na cidade de Caracas,
entre o Imperio o a repblica de Venezuela, pe-
los respectivos plenipotenciarios, que se acha-
vam munidos dos competentes plenos poderes,
um tratado de limites e navegaso fluvial do teor
seguinte :
Em aome da Saniissima e Indivisivel Trinda-
d. S. M. o imperador do Brasil e a repblica
de Venezuela, reconhecendo a necessidade de
chegarem a um accordo definitivo sobre os limi-
tes entre seus respectivos territorios, para flcar
slidamente estabelecida a harmona que feliz-
mente existe entre os dous paizes, e remover
qualquermotivo de desintelligencia : e desejando
ao niesrao lempo facilitar e promover entre am
bos a liberdade de coinmuuicaso pela mutua
fronteira e pelos ros na parte que a cada um
pertence, resolvern) celebrar para esle Om um
tratado, e nomenram pira seus plenipotenciarios
a saber :
j S. M. o Imperador do Brasil ao Sr. Felippe
Jos Pereira Leal, offloial da ordem da Rosa, ca-
I valleiro das de Christo e S. Bento do Aviz e da
imperial do Cruzeiro, seu guarda-roupae encar-
jregado de negocios as repblicas de Venezuela,
Nova-Granada e Equador, etc., etc.. ate. :
E S. Exc. o presideote da repblica de Ve-
nezuela ao Sr. licenciando Luiz Sanojo, etc..
etc., etc. : '
, Os quaes, deposs de terera trocado os seus
plenos poderes respectivos, que foram achidos
em boa e devida forma, concordaran! nos arligos
seguintes :
Art. 1. Havcr paz perfeila, firme e sincera
amizade entre S- M. o Imperador do Brasil, seus
, successores e subditos, e a repblica de Vene-
| zuela e seus cidados, em todas as suas posses-
, socs e territorios respectivos.
Art. 2. S. M. o Imperador do Brasil e a re-
! publica de Venezuela declarara e deuera a li-
1 nha divisoria da maneira seguinte :
Io Comcgar a linha divisoria as cabeceiras
, do rio Memachi ; e seguindo pelo mais alto do
terreno passar pelas cabeceiras do Aquio e To-
m e do Guaicia e Iquiare ou Issaua, de modo
quo todas as aguas que van ao Aquio e Tom
Uquem pertencendo a Venezuela, e as quo vo
ao Guaicia, Xi e Issana ao Brazll ; e atraressa-
r o Rio-Negro d-efronte da illia de S. Jos,
que esl prxima pedra de Cucuhy.
2." Di lha e S. Jos seguir em linha recta,
cortando o canal Uaturaca na sua metade ou
no ponto quo accordarem os commissarios de-
marcadores, e que divida convenientemente o
dito canal ; e dalli passando polos grupos dos
morros Cupi, Imery o uay e rucusiro, atra-
vessar o camioho que communica por trra o
no Cistanho cora o Marari, e pela serra Tapi-
rapec buscar os cumes da serra Parima, de
moJo que as aguas qne correm ao Padavire, Ha-
rn eCababons, flqucm pertencendo ao Brasil ;
e as que vo ao Turuaca ou Idap ou Xiaba
Venezuela.
3 "Seguir pelo cume da serra Parima at ao
ngulo que faz esta com a serra Pacaraima, "de
modo que todos os oguoa quo coi.cu oo nio
Branco llquem pertencendo ao Brasil, e as que
vo do Orinoco a Venezuela ; e contin iara a li-
nha pelos pontos mais elevados da dita serra Pa-
caraima, do modo que as aguas que vo ao Rio
Branco Uquem, como se ha dito, pertencendo
ao Brasil, e as que correm ao Esequibo, Cuyu-
ni e C ironi Venezuela, al onde se cslende-
rera os territorios dos dous Estados na sua parte
oriental.
Arl. 3." As duas altas parles contratantes, de-
pois de ratificado o presente tratado, no mearao,ca-
da urna, un commissano para procederem'do
commum accordo, no mais breve termo posslvel,
demarcarlo da linha nos ponlos em que fr ne-
cessario, de conformidade com as estipulaces
que precedem.
Art. 4." Se no aclo da deraarcasSo occorrerem
duvidas graves, provenientes de inexaclido as
tndicases do presente tratado atienta a falta de
mappas exacl03, de explorares minuciosas, so-
rao essas duvidas decididas araigavelmenle por
ambas os govornos, aos quaes os commissarios
as sujeitaro, considerando-sc o accordo que as
resolver como inlerpretaso ou addilamento ao
mesmo Iretado. e ficando entendido que, se taes
duvidas occorrerem em um ponto, nao deixar
a deniarcarao de proseguir nos outras indicados
no tratado.
Art. 5. Se, para o Dm de flxar era um ou
oulro poni limites que sejo mais naturaes e
convenientes a urna e outra naso, parecer vsn-
lajosa a troca de territorios, poler esta ter lu-
gar abrindo-so para isso novas negocia-
ces, e fazeodo-se. nao obstante, a demarcac-ao
como se tal troca nao houvesse de effeluar-se.
Art. 6. S. U. o Imperador do Brazil declara
que ao tratar com a repblica de Venezuela rela-
tivamente ao territorio situado ao poente do Rio-
Negro, e banhado pelas aguas do Tom e do A-
quio, do qual allega posse a repblica de Vene-
zuela, mas que j foi reclamado pela Nova-Gra-
nada nao sua iotencao prejudicar quaesquer
direilos que esta ultima repblica possa fazer va-
ler sobre o dito territorio.
Art. 7 S. M. o Imperador do Brazil e a re-
pblica de Venezuela convm om declarar livres
as commuuicacoes entre seus estados pela mu-
tua fonleira, e em que o transito das pessoas e
suas bagagens pela dita frontoira seja isento de
todo o imposto naciooal ou municipal, sujeitan-
do-se nicamente as ditas pessoas e suas baga-
gens aos regulamentos de polica e flseaes que
cada gaverno estabelecer no seu respectivo ter-
ritorio.
Art. 8. S. M. o Imperador do Brazil convm
era permitlir que as embarcasoes venezolanas
regularmente registradas possar livremente pas-
sarde Veouzuela ao Brazil e vice-versa petos
nos Negros ou Guainia o Amazonas, na parte de
sua exclusiva propriedade, e sahir ao ocano e
vice-versa sempre que se suieilem aos regula-
memos fiscaes e de polica estabelecidos pela
autondade compleme superior braziloira.
fcm reciprocidado e como compensacfto, a re-
pblica de Venezuela convora em permitlir que
as embarcasoes brazileiras regularmente regis-
tradas passem livres do Brazil e Venezuela e
vlce-versa pelos ros Negro ou Guainia, na par-
te que lhe pertence. Casiquiare e Orinoco, sem-
pre que se sujeitarem aos regulamentos flseaes
do polica esiabelecidos pela autoridade superior
de Venezuela.
Fica entondido e declarado que nesta navega-
cao nao se comprehende a de porto a porto da
mesma nasao, ou de cabotagem fluvial, quo as
altas parles contratantes reservo para os seus
respectivos subditos e cidados.
Art. 9. Os regulamentos que estabelecerem
asaltas parles contratantes devem ser os mais
favorareis navegaco e eommercio entre os
dous paites.
Cada om dos dous estados adoptar na parle
dos ros que lhe peitonce, lano quanto seja pos-
sivel e de commum accordo, um s/stema unifor-
me de polica fluvial, e procurar outrosim al-
tender conveniencia dessa unifurmidade no que
diz respailo ao systema e rgimen fiscal que ea-
labelecer nos portos habilitados para o eom-
mercio,
Arl. 10. Nenhuma embarcaco venezolana po-
der ser considerara as condicoes do ser regu-, leociarios de S. H. o Imperador do Brasil e de
larmente registrada para a navegaso de que sa S. Etc. o presideote da repblica de Venezuela,
trata as aguas do Brazil, se nao forera o seu em virtude de nossos plenos poderes, assignamos
proprielario e capitn cidados da repblica de o presento tratado e fizemos sellar com nossos
Venezuela. sellos respectivos.
Nenhuma embarcaco brazileira poder ser Feito na cidade de Caracas, capital da republi-
considerada as condises de ser regularmente ca de Venezuela, aos 5 dias do mez de maio do
registrada para a navegaso de que se trata as anoo de Nosso Senhor Jasus Christo de 1859. (L.
sguas de Venezuela, se nao forem.oseu pro- S.) Filippe Jos Pereira Lel.*-{L. S.) Lnit Sa-
pjiclario e capilo .subditos do imperio do Bra- *-
zil.
Na Iripolago das embarcasoes de.cada urna
das altas partes contratantes deve haver urna
lersa parte, quando menos, de Brazileiros ou
Venezolanos, ou duas tersas parles de e3tran-
geiros ribeirinhos, dijvcndo em lodo o caso per-
lencer o capito nsso cuja bandeira levar o
navio.
Art. U. As erobarcaces de que trata o artigo
precedente podero <:ommerciar oaquelles por-
tos do Brazil ou de Venezuela que para esse fim
se acham ou forera habilitados pelos respectivos
governos.
Se a entrada nos ditos portos liver sido causa-
da por forsa maior, e o navio sahir com o car-
regamenlo cora que entrou, nao se exigir di-
renos alguos do entrada, de estada ou de sa-
luda.
Arl. 12. Cada ura dos dous governos designa-
r os lugares fra do; portos habilitados, ero que
os navios, qualquer que seja o seu destino, pos-
sam comraunicar coca a Ierra directamente, ou
por meio do embarcasoes miudas, para reparar
ayarias, prover-se de corabuslvel, ou de oulros
objech.s de que carcgim, e para que estas e as
geralmenle charaadts do boca aberta ou sera
convs, que nao transporten! mercancas de coro-
nlo.
sendo-nos presente A mesmo* tratado, cujo
teor tica cima inserido ; e bem visto, considera-
do e examinado por pos ludo o quo nelle se con-
lm, o approvamos, ratificamos e confirmamos,
assim no lodo como em cada ura de seos artigos
e estipulasoes, e pelo presente o damos por Qrmo
e valioso para que possa produzir seus devidos
cffeilos : prometiendo, em f e palavra imperial,
observa-lo c cumpri-lo n viola vel mente, e faz lo
cumprir e observar por qualquer modo que possa
ser.
Em (estemunho e firmeza do que, Qzemos la-
vrar a presente carta por nos assignada, passada
cora o sello grande das armas do imperio e refe-
rendada pelo nosso ministro e secretario de esta-
do abaixo assignado.
Dado no palacio do Rio de Janeiro, aos 6 dias
do mez de setembro do anno do ascimento de
Nosso Senhor Jess Christo de 1859. (L. S.)Pe-
duo, imperador (com guarda). Joo Lins- Ktera
Cansanro de Sinimb.
Governo da provincia.
Expediente do dia 15 de fevereiro de 1861.
. Offic-io ao inspector do arsenal de marinha.
De conformidade com o disposto no aviso da re-
porque molivo, e com que fundamento recolheu
o Bimoxanfe desse arsenal thesourana de fa-
zenda as quanlias que recebeu da thesouraria
provincial para pagamento de objectos compra-
dos pelo conselho administrativo para a casa de
delenso e companhia de pedestres desta capital,
quando devia ter eefectuado os pagamentos pes-
soas que venderam taes objectos.
Dito ao juis municipal deSeriohem.A con-
sulta feta por Vrac. em ofOcio de 9 de Janeiro
unjo est resolvida pela disposisao do arl. 37
combinado com os arts 73 e 74 6 do cdigo
do processo criminal, que sao applicaveis
execu5ao do decreto n 1,090, doldesetem-
?roc.,,ono PM9*do. na parte que revogou a lei
de 26 de outubro de 1831.
Curapre poisque Vme. lendo em vista o aviso
ii 70 de 7 de fevereiro de 1860, proceda acerca
dessa materia conforme os principios de jurispru-
dencia e as citadas disposises.
Di lo a o juiz de paz mais 'olado do primeiro
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA DO 8t*
EM PERNAMBCO.
O proprielario do ,u0 M.noel Figueiro. m-
F.na. na su. Im.ri. pr.c, d, lBOefe09Beia ^
3822.Joaquina de Sant'Ann i-r
director da iostrucC5o publica Infr,ne Sr*
3823.I.uiz Jos Ferreira Jnior *.-
supplic-nte pelos canaes gZ?**
3824.Marcomro Pancracio Pereira dos San
tos -Passe porlari. nonjeando o supp,l!Z?*'
3825 Manoe Gomes do Rosario -Dmiasao,
Sr. gerente da companhia Pernambucan.' dfn,!
vegacio cosleira. ""
EXTERIOR.
O tributo oppressivo e o deseoutea-
meaio popular.
A lyramoia liberal, forte com a iocrivel pa-
ciencia dcsle povo, olvida a historia, e desderiho
o grito da consciencia, para ir proseguiodo na
vereda da oppresso, que encelou apenas surga
uistricto do actual qaadrienoio da freguezia de nes" ,erra> >ani livrecomo a maislivre.
Sanio Anlo.Nose lendo installado no dia de- A signado por le a junta de qualifleaso dessa fre- I nanios de crto ludo quanto ella pralicasse in-
guezia, como parlicipou-me ojuiz de paz doqua-' es, 80 Pa'2- se pospozessemos o alivio dos tor-
driennio lindo era olTtcio de 31 de Janeiro ultimo menl<". qu o Irabalham
O i>Amnaln.4A ..i__I____a_ *- .. '
mentos, que o Irabalham aos inlerosses "mera-
mente polticos do partido, coja causa propug-
namos. r r *
Mas nao a (Tagarnos. (Jueremos a restaurasi
cansar enernni.rnlpaSSage'r0S^ p08Sam deS" Pr"!a% "rinha, datado do f do corrento,
,m.p niitr au,oridade."l exigir, am- saveisaovapr-r Tets. aflm de poder seguir para
. que o navm Pm .,.. rf.,.., core> Communicou-se ao comraandante da
estaco naval.
Dito ao commandanle superior de Garanhuns.
Sciente do que expeem seusoflicio* sob n-
meros 11 e*12 de*81 de Janeiro Ando, cabe-rae
dizer-lhe em resposta que a deliberarlo que to-
raou V. S. de mandar recolher priso por oilo
diasalguns guardas naciooues do batalho nume-
ro 28 desse commando superior quo desobedece-
rn) a inlimaso, que Ihes foi feita para se pres-
taren) ao servio por V. S. ordenado a requisiso
do juiz de direito dessa comarca, fundada na
disposisao do Io do artigo 97 da lei numero 602
de 19 de selorabro de 1850, e que opportunamen-
te tomarei em consideracao o mais quo solicita
V. S. em seus citados officios.
Dito ao icspeclor da thesouraria de fazenda
Transmiti por copia a V. S. para seu con heri-
da que o navio siga em transito directo, a ex-
hioiso do rol da equipagem, lista dos passagei-
ros e manifest da carga, e visar gratis ledos
ou alguns destes document3s-
Os passageiros nao podero ahi desembarcar
sem previa licenea da respectiva autoridade, a
quem para esse lira devero apreseotar os seus
passaportes para serem ella visados.
Art. 13, Os dous jovernos dar-se-ho conhe-
cimento reciprocmerile dos ponlos que desii-
narem pardas coraroiinicasoes previstas no ar-
tigo antecdeme, e se qualquer delles jnlgar
cooveniente determicar alguma mudansa a ess
respeito, prevenir o oulro com a uecessaria
ariliciparao.
Art. 14. Toda a comn.unicaco cora a Ierra,
nao autorisada, ou era lugares nao designados,
corarauU. Calm JXK.J"'' seraPuuive,i -o por copia a v. s. para seu conheci-
sam "correa ^ qU. PS" e*0" 8TS0 do ,0 do correnle' em 1ue .
oodo^ a legls- Sr. m.n.slro da marinha nao s me declara ter
tacao do paz onde es e deheto frcommell.do. approv.do a delber.sao que tomo* de mandar
querembarea^ perra.tt.do a qual- pagar as quanlias que se eslavam a dever s pes-
I frad,nn?rto. hv?i f, Biar U pafle "" *'*'' 8oasraencionadas era dito aviso pelos supnrimen-
po-causf 2^3"ar'll,ad0SPa o eommercio, los eitos ao arsenal de marinha. mas larabem
ntnord naria nao n, ",?" ?" Clrcums,an.c,a Previnc-me do tercm sido semelh.nles despezas
7 mllP! continuar a sua vi.- comr^etrdid.s no crdito supolementar conco-
rivell H ni n?i.0 "P."a (onde ,sl f?r por ixi\ P0' *cret "u 2.710 de 19 de dezera-
sive) se dirija previamente aos empregados da bro do anno passado.
a^ualqure3rCoua,uPt,0ranaa S2C,f",U dheSle?' I Di!i0 ^'^ ~ A' TS,a do officio do ^m-
.sels do na.z nar-rnT"1- ""N conforra,dade a Pod<" "er pagos pela collectoria de rendas ge-
ScaocUdestn.P P ",gUma Uf">C' "6? da Til" de Garanhuns os venciracntos do
A?madidaVm.; !- i. a 'amento de guardas nacionaes all exsten-
seu nrnr fr?.?r P .. hUVer .,omade 5 providenciando logo para que esse pag,-
rnn^frt. ,' TV d, pr,eTeDir- os ^s eoto se effoctaa no caso de ser possivel. 8
cave sgse le nrnv'ar "f*9, -",'' "a ,0,1IT D'l meSm0- Reme P <*P nara u.rift It.i i' "lo IDd,sPeDSavl P"a erexecu5o na parle que lho toca, o aviso
! do 1 do correnle. em que o Exm. Sr. ministro
da marinha determina quesejam processados nos
termos da circular de 26 de agosto de 1817 as di-
vidas de que reclamara pagamento nos inclusos
papis, Luiz Leopoldo dos Guimaraes Peixoto e
Antonio da Costa e Silva Maduro.
Dito ao mesmo.Em vista dts contas o docu-
mentos juntos, maride V. S. pagar aos empreza-
no'da illuminaso a gsz nesta capital, a quantia
para salvaso do navio ou da sua carga.
As mercadorias a.isim descarrogadas, se fo-
rom exportadas no mesmo navio ou embarca-
soes miudas, nao pagaro direitos alguns.
Art. 16. Toda baldeaso feita sem previa aulo-
risasao ou sem as formalidades prescriplas no
artigo antecedente, est sujeila mulla, alm
das penas impostas pelas leis do paiz aos que
commettera o crirae de contrabando". ...umwacao a gsz nesta capital, a quant
did.VD0L.e\P%^ ea"Iue importa o gs. co'nsummido
Iran'itn flS ,i,l. h.. ,cernenles llT-re hospital militar e quarteis da Soledade, nono
transito lluvial, tiver lugar alguma npprehensao e dei de mercaduras, navio ou embarcaces miudas,
conceder-se-ha sem demora o levanlamento da
dita approhenso, medanle fiansa ou caucho
sufllcienle, do yalor dos objectos opprehend-
dos.
Se a coulrvengao nao tver outra pena seno
a de multa, o contraventor poder mediante a
mesma garanta, continuar a sua viagera.
Art, 18. Nos casos de naufragio ou de qualquer
oulro sinistro, as autoridades locacs devero pres-
tar todo o auxilio a seu alcanco, assim para a sal-
vaso das vidas, navio e carga, como para a ar-
recadnso e guarda dos salvados.
Art. 19. Se o capito, o dono da carga ou quem
suas vezes flzer, quizer transporta-la em direitu-
ra desse lugar para o porto do seu destino, ou
oulro qualquer, o poder fazer sem pagar direito
algura, e s as despezas de salvamento.
Art. 20. Nao estando presente o capito do na-
vio, o dono das raercadorias ou quem suas vezes
(lzer, pars satisfazer is despezas do salvamento,
scrao estas pagas pela autoridade local, eindem-
nisadas pelo dono ou quem o representar, ou
custa das mercadorias, das quaes sero arrema-
tadas, segundo as lei.-i flseaes de cada um dos pai-
zes, quantas bastera para esse Om e para o paga-
mento dos respectivos direitos. A respeito das
mercadorias restantes proceder-se-ha em con-
formidade da legislasso que em cada um dos pai-
zes trata dos casos do naufragios nos mares ter-
riloriaes.
Art. 21. Cada Estado poler estabelecer um
direito deslioado s despezas le phares, balisas
e dcimo badlhes de infanlaria, dorante o mez
de dezembro de anno prximo passado.
, Dito ao mesmo.Restiluindo a V. S. o reque-
rimiento e mais documentos que acompanharam
a sua inforraaso de honlera, sob numero 117,
relativos ao pagamento que pede Claudio Dubeux
como procurador do Alexandre Barbosa da Silva,
do aluguel da casa que serve de quartel ao des-
tacamento de guardas nacionaes da villa de Pao
d Alho, a contar de julho novembro do anno
prximo passado, tenho dizer que aquelle des-
tacamento levo por fim supprir a falta de forsa
de primeiri linha no servigo deguarnco, nos
termos do artigo 87 Io da lei numero 602 de 19
de setembro de 1850 ; pelo que deve V. S. man-
"" offectuar essepagamento na importancia de
jUS03 rs., como se v dos mencionados docu-
mentos.
Pao mesmo.Devolvenao a V. S. o reque-
o e documentos, que se refere a sua in-
ao dehootem, soo nnmproU9, tenho a
ue por conta dos 438*750 que, segundo
da citaJa informaro, foram recolhidos
esouraria, mande V. S. pagar a Carnero
S lrmao a quantia de 63J750. em queimportam
13 colchos e outros tantos travesseiros por ellos
vendidos ao conselho administrativo do arsenal
de guerra para a casa de delenso.
n.! t a mesmo--Transmitlo por copia a V. S.
?'"!/ da execu5o, o decreto que me foi
remettido cora o aviso do ministerio da fazenda
.i d,eJane,ro uUimo, no qual se declara qne a
aposentadona concedida por oulro decreto de 18
Sao ; mas este direito soraenlo ser percebido dos! gunda e nao de orimei? rLI a /6*
navios que forera aos seus portos directamente, e ta provincia. P Cl"Se da alfande8a es-
dos que nelles entra rem por escala (exceptos: Dito ao inspector da IhesoumH. ,n,i,i,i
descarregarem.
Alm desse direito o transito fluvial nao pode-
r ser gravado directa nem indirectamente com
outro algum imposto, sob qualquer denomioacao
que seja.
Art. 22 Conhecendo as altas partes contratin-
tes quanto sao dispendiosas as emprezas de na-
vegaso por vapor, e que no cometo nenhuma
utilidade pode tirara primeira eraprpza brasilei-
ra ou venezolana que se estabelecer para a na-
vegaco por vapor entre os dous paizes pelas vias
fluviaes.
Convm em reciprocamente auxilia-la pela ma-
neira e com os meio? que posteriormente se re-
gularen) por convences ou accordos especiaes.
Art. 23. Todas as estipulasoes deste tratado
que nao se referera a limites tero vigor par es-
pago de dezannos, contados da data da trocadas
ratiflcases, findos os quaes eonlinuaro a subsis-
tir, at que urna das altas partes contratantes no-
tifique a outra seu desojo de d-Ias por lindas, e
cessaro doze mezes depois da dala desta notifi-
ca gi o.
Art. 24. O presen e tratado ser ratificado por
S. M. o Imperador to Brasil, e porS. Exc o pre-
sidente da repblica de Venezuela, ou encarre-
gado do poder execulivo da mesma, e as ratifl-
cages trocadas no Rio de Janeiro ou Caracas,
dendro do prazo de i m anno, contado da dala da
sua approvacao pele congresso venezolano, ou
antes, se fr possivel.
Em (4 4o que, ni abaixo assignadoi, plenipq-
. v c a- i ieuotcao uo ouicio qu
a V. S. dirigiera 12 do correte, recommendan-
. in Ja#araeDl a 1uaDlia de a:Mtf0 devda
fhlno .ranCl1lcoBen,' aPresso-me a declarar-
he que semelhanle pagamento nao deve ser fei -
|pn^t?rLr0teteOC s desPw do pesso.l das
repartisoes provinciaes. coma por equivoco all
se disse, e sim com preferencia outra qualquer
despeza alm daqaellas. 4"iquer
Dito ao mesmo.-Ponha V. S. em eoncurso os
lugares de segundos escriturarios dessa reparti-
gao. que fleam vagos pelo ac:esso de Marcomro
Pancracio Pereira dos Santos a primeiro escriptu-
rario. e deraisso concedida ao bacharel Anla-.
nki Wttruvio Pinto Bandeira Accioli de Vascoa-*
cellos.
Dilo ao mesmo.Logo que for possivel, asAn-
de V. h. entregar ao thesoureiro da santa asa de
misericordia, por coola do que estiver a dever
lU% r\^w"{* me8raa santa ca". quanlia
oe z.wtl rs. que requisita o respectivo provedor
em offlcio de hontem para dar principio aos re-
paros urgentes do hospital da misericordia deO-
lmd3;Coramuntcou-se ao referido provedor,
Dilo ao director do arsenal de guerra.Remel-
lo por copia a Vmc para seo oonhecimenta o a-
viso que em 25 de Janeiro ultimo dirigio-me o
Kxm. Sr. ministro da guerra, declarando que o
arsenal de guerra da corte tem de enviar a esse
ato corados o 2(3 de hollanda, que devem rallar
na remessa feila llimamente para esla pro-
vieta.
PH9 P ffle9.?-ConT4a que Vmc, clare
e competiodo actualmente a Vmc. a presidencia'
dos trabalhos dt mesma junta, aviso n. 50 de 26
de fevereiro de 1819. para os quaes devem con-' >.? auagamos. Queremos a restauraci
correr os eleilores e supplentes da legislatura a os Pr'ncipios opposlos actualidade, porqua
undar em maio do correte anno por forga do em<>a s nelle a futura prosperidade da patria
"o--1 d0 deelo n 1812 de 23 de agosto de ma,s nem Pr """> applaudimos os vexames, que
18o6 aviso n 62 de 17 de fevereiro de 1857 e acluan> o povo, embota elle aproveitem ao
art. 2o do decreto n 1621. do 22 de agosto de canJP. em que temos praga.
1860, cumpre que Vmc., fazendo a convocago Todava nao se pense, que julguemos possivel
de que trata o art. 4o da lei de 19 de agosto de lermo do Progressvo aggravo dos flag-llos
1846, rena a respectiva junta do da 3 de maio que a,;o,lam as diversas Tlasscs da sociedade
futuro, quo para isso designo, e, installada ella, era1usnlosub3istirem governos de origen revo-
prosiga nos demais termos do processo de quali- '"Clonara. Doe-nos de veras o mal, mas lerao-
fleaso, ludo de conformidade com a le. Offi- l0 como.u mal necessario.
ciou-se neste sentido i cmara respectiva, e ao A culCa. e a prodigalidade i6*ro/ team em-
juiz de paz mais votado do Io districto daquella ""ao-hado as flnangas no mais intrincado laby-
freguezia noquadriennio Godo. r!Df,n?- A necessidade de atleuder pontualsa-
Dito ao delegado eocarregado do expediente llsfaSa[ dsenoAics juros dessa divida collosaa!.
da repartigao da polica.Para que eu possa re- conJranida pelos econmicos governos da revo-
solver acerca do que Vrac. solicita era seu ofB- !"ao. "n como o doploravel habito de esban-
co do 12do correnle faz-se necessario quo de- Jar a receila publica, e de emprehender e reali-
clare com urgencia qual o quartel para que pede 8arrfcf>rmas, era gersl inuteis, ou palpavelmeote
o subdelegado da freguezia do Recife os ulenc- ?ecJT" algibeira dos contribuintes. as to mul-
lios mencionados era dito ollicio. Uplicadas sinecuras, e nao raenus repetidos con-
Portaria.O presideote da provincia resolvo. tralos ruinosos, o desejo de agradecer serviso*
nceder a demisso que solicitou o bacharel An- Parll*anos, seno o meoo de desgostar os quea-
lias podenam inquielir. e at desalojar quem se
oslenlasse marcado cora o ferrete da ingratido..
conceder demisso qu
lenio Wilruvio Pinto Bandeira Accioli de Vas-
concellos do lugar de segundo escriturario da
thesouraria proviucial.Communicou-se a mes-
ma thesouraria.
Dita.O presidente da provincia resolte, de
conformidade com o arl. 48 do regularcenlo pro-
vincial de 3 de agosto de 1852, nomear para o
'ugar de primeiro escripturario da thesouraria
indo quanto levamos dito lem levanlado difJicul-
dades, que s podem ser superadas na opinio
dos verdugos do paiz fo^a de onerar o poro
com o peso do tribuios exorbitantes.
A revolugo nao esluda o modo, como possi-
r--------- -..K._... ...v ,ra Te''"anisar os varios ramos de adminislraso
provincial o segundo da mesma thesouraria Mar- PUDllca. de maueir que, a dcsfhza seja reduzida
comiro Pancracio Poreira dos Saulos. Coinmu- a'e onde deve ser cerceada para que Uque equi-
nicou-se thesouraria provincial.. ada conj os rppiirna nnnaii.
Dita.O presidente da provincia, attendendo
ao que lhe requereu Porfiria Jesuina Baplista do
Silveira, professora publica de instruccao prima-
ria da villa de Seriuhcm, resolvo Iransferi-la
para a cadeira novamente creada na villa do Ca-
bo. Fizeram-se as corrrrounicagoes precisas.
Dita.O presidente da provincia, attendendo
-. ,-. ik roasre,, jose candido da Silva Tes-
soa, resolve conceder-fne itubuss an.....,ti.
primeira o segunda do art. 19,do regulamento
inljrno do curso comraercial pernarobocano, llm
de poder matricnlar-se no mesmo curso em o an-
no corrente, ficando porm oirigado satisfazer
as referidas condigoes de conformidade com o
art. 36 do citado regulamento.
Foram tambera concedidas dispensas das mes-
mas condigoes a Antonio Jos Alves de Carvalho
e Joo Landelino Dornellas Cmara, e da segun-
da coodigo por terem satisleilo a primeira a
Joaquim Jos Tavares Jnior, Ernesto Alves Pa-
checo e Antonio Pedro Ferreira Lima.
Dita.O Sr. gerente da companhia pernambu-
cana expega as suas ordens, para que as passa-
gens de estado proa do primeiro vapor que se-
guir para o norte, sejam dadas ao indio Mauoel
Gomes do Rosario, fim de transporlar-se com
sua familia para a provincia do Cear.
Expediente do tectelario do governo.
Ofcio ao Exm. director geral da secretaria da
guerra.O Exm. Sr. presidento da proviuiia,
manda aecusar recebido o offlcio de 26 de Janei-
ro, era que se Ihecommunicou ter sido nessa da
ta exonerado do lugar de ajudanle da fortaleza
do Brum o alferes reformado Jorge Rodrigues
Sidreira.Fizeram-se as necessarias communi-
cages.
Dito ao comraandante das armas.O Exm. Sr.
librada cora os recursos populares!
Crear novas fontos de receita, ainda com al-
gum sacrificio do contribuinle. mas em lempo
largamente compensado, de todo o governo,
que anhella o mximo progresso da nago, a que
preside; a veixar, porem, o artista, o operario, o
industrioso, o commercianie. q lavrador. o pro-
prietanu com o aumento ot^Beymanenfe do
mposti sem previamente se ttfWmoosirao pe-
Jaredufco das despezas superfluas. e escanda-
iQsa^^T^TO qtjvulii t .mgu i.k.. h.jM, o^^ao da
subtrahir o povo a novos sacrificios o obrigam
a pagar mais. do quem nao sabe gerir os ne-
gocios pblicos seno guiza do turco.
E o povo portuguez, solredor como nenhum
outro, lera comiudo a ccnsciencia de que a li-
oerdade hberal vai abusando exclusivamente da
paciencia publica.
mpaiz 8ent9 a '""ciabilidade do fisco e
mertlcacia das medidas adoptadas pelos governos
revolucionarios ; o paiz conhccecom exuberaucia
as manhas Uberate para que acredite na sioceri-
daae dessas promesas de ruidosos corometti-
mre i f; <;ora 1ue prelendem embar o povo para
aunal lhe extorquirem at o ultimo real; o paiz
palpa os gravames. que pairara sobre elle om vir-
luoe das novas leis da fazenda, cuja iniquidad
excede ludo quanto do genero a libtrdade linha
promulgado; o paiz ante-v a proximidade do
urna alluviao de vexames, que vir lornar-lhe a
existencia anda multo mais cortada de pungente.
tribulacoes, e por isso murmura, e murmura con
razao ; e por isso lamenta-so o lamenia-se coa
lundamento; e por isso ameaga aqui ealli, e ur-
ge cunfessa-lo de lodo o ponto desculpaveL*.
sanha, com que invectiva a lyranoia liberal: a
qualquer excesso, que por ventura pralicasse cor
uiuito de evitar o flagello, que lhe bate porta,
deve-lo-hiara imputar com tolas
-------------_.__. ^ ....o. o.v.b. ^i. ------------... as sussroase-
presidente da provincia manda remeller A V. S., 1uencias, em que immensamente deplorave,ape-
para terem o conveniente deslino 98 ejemplares uas aos 'lue v'am Povo j assaz oppressov a
das ordens do dia da repartido do ajudente-ge- azorra&ado com o agoile de enormes tributos, o
neral sob ns.239 o 240 e dalas de 31 de Janeiro '"eram o cyntsuto da votar leis, que afTeclam vi-
ullimo e 6 do correte. vamenie a industria, o eommercio, e a esncultu-
ultimo e 6 do correte.
Hemeiteu-se igual numero de cxemplares das
ordens do dia sob ns. 237 e 233, bem como 49
ditos do ndice das ordens publicadas oo anno
passado.
Ditoao iospeclor da thesouraria de fazenda.
S. Exc, o Sr. presidente da provincia, manda ro-
ra nacional, que condemna as casses operara
ao mesqumho viver do servo da gleba, que one-
ram s propriedade a ponto de converler a fisc
em senhor da totslidade dos beos rsticos.e ur-
banos, que exigem a necessidade de povoac o
paiz de depsitos pblicos para recolher a prodi-
giosa massa das alfaias enastadas pelo exactores
.. ---r-~r ~, "*-"" K v o-*"" uinaao uas anatas enastadas oeloa f iariorp
raetler V. S. o incluso cilicio da secretaria de da fazenda, que seriara mal caitas. neS Oihna
estado dos negocios da fazenda datado de 6 do do islamismo, mas Tm"osts ? U onda
correnle. acompanhado do conhecimento da a iiberdade. vstora norm lih^^^^la.?^
quantia de 20:000> que recebou na thesouraria naria. 8 P m llbot*de r*liC!o-
geral do thesouro o commaadanto do vapor Cru- a desconteolamenlo geral e inconlraslavel
S*.ro do Sul para entregar nessa thesouraria. o povo nao oceult. o. i&o\xl?ZSv
Di o ao mesmo.-S. ExcM o Sr. presidente da xag*es. que espera,as violenctaHomaue conta
provmcia, manda transmitlir V. S. as qualro e que tirio noV certoexaSter Ihew wn.. la
roemos3au0irndzeS ^ ^^ "^ 17' fT ^ ,""- P^do "Xn". na
m DUo Jo'S?M.ft.1 Buarqne de Macdo. O Tno pr^en.?1 eT oSn* St^ T
Exm. Sr. presidento da provincia, manda aecur tende-osf nain f..t..r 'm**l0,Ce,a,*phcad0: *}~
sarrecebiooofTiciodesta da,.,'era que V?t aa^ffiy^^^Si^uL
ra n r*ahQ nr>. ..m___ r
lhe commumcou h&vor rcassumidp o exercicio de
engenheiro fiscal da estrada de (erro desla pro-
vincia,Fizeram-se as particigagdes convenien-
tes.
DESPACHOS OO OU 15 DK SRVEREIKO DE 1861.
fleauertmanto.
3809.Henriqueta Maxgarida do ascimento.
Prove a supphcanlo qjao seu lllha orphio '
desvalido e natural desta provincia.
3810.Francisco Boielho de Andrade.Como
0----- .--# vviamvminuiu
ca, e acaba por maldizer a revolugo.
E porque lhe exlranharoraos o desafToaa se 6
irrecusavelraoute justa?.
Renunclem oporesso, e depois digaowe li-
O direito. revolucionario.
Que direito o. da revolugo, ou em que con-
.Ij nlln O A -___i ._..!.. nAnhitmd-
jtkrrancisco uoteino de Andrade.Como Uue diretlo oda revolugo, ou em que con-
requec ; ficando o cessionario abrigado s mes- siate elle? A cetolugao nao proclama nenhum di-
mas condigoes coma que o lerrooo foi aforado reito, nem o, pode proclamar, porque a aboli-
au supplicante, o & (azer as bemfeilorias exigidas cfto delle : esle o nico principio que a sus-
ao. prazo de seis mezes. | tenis.
3811 a 3814,Felden Brothers. Dtrijam-se i Fazoi que tome o direito como base do seu sys-
| thesouraria de fazenda. lema, que a sustente, quo faca delle a regr. da
i 3815.Alexandre Primo Camello Pessoa. Foi .conducta, e lereis a revolugo renunciando
prvido a lugar em escripturario mais anligo que seu poder, renegando a sua origem, detestan-.
O Supplicante. do a ana ni
do a sua misso.
S ha ura principio, qae ella proclama,, como
nico direito.
E sabis que direito ? E' aquelle, que ello
mesmo conslitue, ou esiabelece por si mesma en
desprezo, e velipandio de todos os outros ; e con-
senle. que siguen) que Ih'o usurpe, mas trata da
sustentar em toda a parte, onde esiabelece o sea
n_u nao ni que ueterir. dominio com todo oapparelho da forga, com to-
3820.Antonio Pedro Ferreira Lima. Passe dos os recursos violentos, que pode desenvolver
portara dispensando o supplicante da segunda em actos da mais hedionda (erocidade.
condigo do a>t 19 do regulamento de *' "- '"''" "*,',"M 3818,Joanna Mara da Conceigo.lndeferi-
do em vista da Informago.
3817Joio de Sousa Marinho. Vollo ao Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
3818.Ignacio Bento de Loyolla Jnior..Op-.
ponha-ae ao concurso.
3819.Amaro Jos.O supplicaoti est eum-
prindo sentenga, pelo que nao ha que deferir.
zembro do anno passado com a obrlgagi
cumprir na forma do arl. 36 do mesmo regula-
mento. 6
3821. Porfiria Jesuina Baptiza 4a Silfeire.
PWW pQrti,e qa fraj rque*ida.
ajfunaa vu* ac*u w m.-.-^.-.- ..w.wauc.
e 14 de de- I Esle pretenso direito a mentira da ama, a
igagio de a comedia do sulTraglo d'um povo algemado, e re-
a**,* H.i*irA 4 va*onnh(ii artrtn
duiido vergonhoss servidio.
Eto lal direito uma tmpostura, ou orna fle-
sla ti* rislcola eomo a origen, de qqe ahi,
[ ana non arte de furur, de ^ fe. nao kabroa

^
aajsjajsjBmi



m
* -" X
-
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MAMO M tEMiMlW. TngA fEUU tt DI
DB 1M1.
padre Antonio Vieira, ho Gil Brea ; um
embuste, aro joro de veihacos par* e* podo-
rarem do alheio, roubarern o peder, conserva -
rero-no, cu expulsare alie aqaeitee, a qwea
rio ; que imita ludo isto? Que nlngnem eil
cuateate-; que a Franca e condetnna a ti roesma
aa -seas obras, que di um tesletuunho do repro-
waawiira as revelucops.que mosira que ellas so
teeaa servido para sacrificar -seus nlhos ambtco,
Quasi ero toda a parle o direito de svfflegio facer correr pela terrsfiouiilmenle o seusangue.
nao tero servido atnio psraexmagar o povo, em-
pobfece-lo, preverle-te, tarannisa-le, e tasar
data* uro ebjecto de iaaaa0. dcaavee e irrisa*.
Qoasi eea (oda a paite a ves da liberdade tesa
pwsBido eseravidto, en ppresso a rom
vioteata.
fesesi seeapra desptico, avasele pera reiaar,
a o aeu remado a tyranaia.
Eia aqui o direta aero ove aa peteaadeu des-
autotissr todos os ostras ; do ue se fee aro ca -
martello de de lo I icio. rayo si rendo aleve des-
moroaar-ac lodo o aaiige edificio social.
E' a rede de varrer lanzada por acuelles, que
lodurarn por rotulopicamos nos st, t tnorram
todos o* oh fres.
E' o cororounisroo engolindo o mundo, E' a
forca derrocando a sociedade, alluindu-a por seus
fundamentos ; desorgai.isai.de, ou drssolvend
ludo.
E' a forrea apoderaudO-se de tudo, acabando
coro toda a acquisico legitima, coro todos osdi-
ceito.s de familia, coro todos os elementos cnos-
tituitivos da sociedade poltica, domestica e
civil.
E' a forca invadindo a proprodade, snnullando
os titulo.', que ero todo* os lempos, e ero todos
os povos o direito. e o,boro acuso tem recoohe-
<:ido cuino habis para conservarlo da posse, e
manuteneo do dominio.
E' em urna palavra s, a (orea senhoreando-se
de tudo, proscrevendo asais divinase humanas ;
abolindo a sociedade, c roubando aos homens a
sua liberdade. e independencia reduzindo-se
oais lastimosa condico.
Eisaaqui o dtreito, que deve prevalecer sobre
todos os oulrus, e suib-iituir a lodos, apezar de
condemnado pelos principios de direito natural,
c pelo direito positivo Divino e humano, pelas
lea eternas da moral o da jusliga, pelas mximas
geraes dos cdigos das naees, e pelas regras
fundamenlaes da conveniencia publica, e o que
nuis, por urna r*ze superior a todasa ne-
cessidade da conservacao da sociedade ; ou ha-
ver na ordero civil e social, alguma cousa Clavel
e permanente ; apezar erolira de reprovado em
todos os lempos pela consciencia dos povos, que
tero pretendido consliluir-se legalmeule.
E oh secuto*, pasroai 11 Este direito que deve
proscrever todas as sobenuias, e todos os sobe-
ranos, exercita-se i vista detles, sem que estes
protesten), ou sem que se previnara contra elle ;
quando esto no perigo imminenle de se Ihes
applicar, e de serem miseraveis victimas delle.
Purtal indifferenca licain inhibidos de invocar
oiilro direito, e por consecuencia expostos ao
influxo da raeletica accau delle, que oor sua na-
tureza to fecundo devo ser em aguales, tur-
bulencias, e desurden* ; capazes de produzir em
todos os estados urna subver.so geral.
O appellar da revolucao para o voto do povo,
isto para ella roesma como seuhora de si, o do
seu deslino, uo aniquilla smente lodos os so-
vernos, e ludas as soberanas existentes de qual-
quer natureza que sajam, mas equivale a urna
Hesorganisacao social, ou a que ucuhumas se
possam sustentar lias ruinas deslas.
Esse direito, ou antes esta invalidacao de tolo
o direilu, ao passo que annulla todos os direitos
cstabelecdo?, ou decreta que nao ha oenhuns,
fulmina lodas as soberanas, invalida lodos os
tratados, lodo o direito internacional, lodo o di-
mito publico ; inocula a desorden) na sociedade
por principio, at abysma-la no cabos, ou uo
conimunsmo e anarchia social.
Eis aqui o estado hurrivel a que chegou o
mundo a proclamar principios subversivos de
toda a ordem, e incompatiieis com a existencia
da soefedade, que nao sao, oem podem ser outra
cousa seno um elemento de dissoluco, que em
nenhuina especie de sociedade se Itin invocado,
quer seja no amigo, quer no novo mundo, quer
entre os barbaros, quer entre os povos civilisa-
los; porque, apezar 'alguas hordas de selva-
gens parecerem que desconhecem o direito, nem
por isso j proclamaran) abolicao delle.
A sociedade religiosa ( diz o Sr. hispo d'Or-
leans na sua orac.io fnebre dos voluntarias ca-
iholicos do papa )aau a dissoWein nem a oppres-
sao, ucm a mentira ; ella viveu tria seculoa no
uicio dos tormentos: enconlrou tyrannos corao
fiero, e mentirosos como DioclecUno ; e progie-
dio milagrosamente no seio dessas horriveis uei-
seguices.
Mas a sociedade civil nao pode vivpr ums
dia sem o respeito fraqueza, sem a religio dos
tratados, sem o cuinprimenlo da palavra dada.
Ficai eutendendo que, quando essas sanias
cousas sao violadas, isso para a igreja apenas
urna provagao, para a aociedudo civil e para vos
c a destrincan fl a ruina g%\ i-f
eu
E accaao por isso se emenda ella,. ou volta ao
priawia^Batkjk)sa,q caa para Na a para-t*** os povaa f Nao pona-
te ella Matara na aaoaasa malicia, ou no nacsma
empaoho de contra*** lo.oa procurar fra 0>i-
Ia a oataoMftMe 4* aaa govwoe. e suaa m-
tiluic6ea, o a sua fraatota o praaperdada t
Eqaern vesKeri nata grande lata, Dosh,
oa homens.
Nao aa recordara a Franca de que nenhoaa po-
T tea derramado Uo intilmente o aeu aeogue,
isto coa ojeaos proveito para ella, e coa osis
desgrasas para os oulros ?
E s?ro faltamos agora dessas desgrasadas vic-
torias da Italia, que tem feito correr peta trra
rios de sangue. e enchido-a de ctimes e desor-
den, que resullou Fransa das suas victorias do
lempo ds repblica o do imperio f Que fructo
.oolhea dos seus louros, de ter incendiado e de-
vastado o mundo, do ter quebrado sceptros, des-
pedajado cmas, invadido rojiaoa, o da ae ter
apossado delles 1
Que fez ella coro essas sanguinolentas balalhas,
com esse terror que iufundiraro as suas armas?
Que lae restam de Uda esta gloria ? Ver toda a
Europa armada contra si, ver ameagada a sua
existencia poltica, invadida, vencida, o humilha-
da, e o grande homem, causa de seus desastres,
tratado ignominiosamente sobre os rochedos do
Santa Helena; sendo salva a sua independencia
quasi por um milagro, por torero reeonhecido os
seus vencedores na legitimidade do seus princi-
pes ara direito, que Ihes nao poda ser disputa-
do, e que Ihes devia ser fielmente restituido
.igo esla que eremos tirio esquecer nem
franca, e nem uenhum povo, se qtier ser grande
poderoso e feliz. E se algora a tero esquecido,
os timos desengaos da pnmeira melado des te
seculo, collocarao a outra no verdadeiro caminho
da pase veulura para a sociedade.
[Sacio.)
I
Je (errameotas, de spparelhos e de macriioar hy-
draulicas e de drainage.
Na oposita 4o autor da pr apa ata, es
elaes, afasia hsaMiUoos. devoot fkar ao
do ministerio do insperio ou ao dadas obras pal-
Micas, o i disposicM dos lavradoroa, demona-
trando-thea proviaaaeato por sete oocnsaioaoO
experiencias a coavooie.ncia dos nevos procosaos
ensillando Ihes i po los *m pratieae
O coaselho resolveo quo este importante tra-
bel h o feeso impresso ao Auxiliador e, a pedido
do aeu amtoc, su.'Maettiao ao coabecimoato do
govorno.
O Sr. marquez de Abrantes, sproveitando o
ensejo qua loa ottwecia a leitura da reXt44 na-
mora, coromunicou ao conselho que o governn
por solicitado do Imperial InstMoto Fluminense
de agricultura, e ero virtude da proposta feita
pelo Sr. Dr. Burlamaque, rojolvera cacarregar
dous dos offlciaes de corpo da engeoheiros, que
actualmente se acharo na Europa, do estudo es-
pecial a que se refere a roesma memoria.
Foi par allimo npprovada urna proposla do Sr.
Lisboa, para que a sociedade Auxiliadora re-
prsenle a aasombla geral legislativa acerca da
necessidade da reforma da lei de 28 de aeoslo de
18.10. *
[Cvrrtio lhronM do Me.)
INTERIOR.
__j a m fyip^ _
iraqu se pode ver o valor da notado Bussell,
em que se inculca este direito como o nico, que
deve prevalecer entre os res c os povos.
Quo ministro para eslar frente d'um bando
de selvagcns!. Que degradagao a do paiz on-
de se coHsentein destes ministros Eque vergo-
nha para a Europa, que nao vinga a razio e a
justica ultrajada.
Mas este direito que assim proscreve a socieda-
de anniquilla os direitos do Oeus e dos horoens,
contra o qual nao tem protestado oschefes da so-
ciedade europea, aquello coulra que nos pro-
testamos.
E protestando contra elle, protestamos a favor
da liberdade dos homens, a fa^ur da sociedade,
a favor da herdade, da casa, da forluna o da vida
de cada um. *
Protestamos contra a forca, porque nao consti-
tu1, oem pode constituir direito.
Protestamos contra os fados consumraados,
porque nao moslram senao a perversidade dos
homens.
nemOVVm ?.! contra a Po'nica que nao tem,
eus. de regular as aecbe. \a horocm
de discernir o bera do mal, ou chamar ao ber
mal e ao mal bem : protestamos contra a iniqui-
pade triumphaule, contra a violceo flagrante dos
direitos de Deus e dos homens, coulra a ofTensa
do3 principios elementares da sociedade poltica
e religiosa.
Rio de Janeiro
28 de Janeiro de 1861.
No dia 22 reuiiiu-se o conselho administrativo
da sociedade estilstica do Brasil sob a presiden-
cia do Sr. conselheiro Candido Bati.-pta de Oli-
veira, achando-se presentes os Srs. senadores
marquez de branles o Borges Monteiro, Azeve-
do, Fr. Cantillo do Monserrate. Fernandes da
Cunha e Drs. Brandan. Bernardo Azambuja, Car-
valho de Muraes, Macedo Soares e Portugal.
O expediente coosloit do seguinle :
OfficiQ do director geral da secretaria de estado
dos negocios do imperio, remetiendo as collec-
ces de aclos legi.lativos das provincias de S.
Paulo, Matto-rossoe Baha, e 12 relatnos com
que os presidentes de varias provincias abriram
as sesses ordinarias das respectivas assemblas.
decebidos com agrado.
Ofllcio do Dr. Luiz da Silva Brandio, rerael-
lendo um exeroplar do relatorio da estatistica
medico cirurgica do hospital geral da santa casa
da Misericordia da cdrW\Recebido com agrado.
Approvou-se a seguitite proposta do Sr. Aze-
vedo :
Praponho 1." Que no flm das sesses so tire
sorle um ou mais programmas, para que sir-
vain de ordem do dia.
2." Que o programni* sorteado seja distribui-
do a qualquerdos socios effectivos, para que so-
bre elle d a sua opinio, devendo esta e opro-
gramina servirem do base i discnsso. Entre a
apresenlaco do parecer e a discusso derer in-
termediar una scsso, de forma que nenhum pa-
recer seja discutido sem que seja dado para or-
dem do dia .
I'oram linalmenle approvados os seguintes pro-
grammas, que enlraram pira urn :
1." Qual o meio pratico mas conveniente pa-
ra levar-se a effeilo as provincias do imperio o
estabolecimenlo de circuios filiaes da sociedade ?
2." Qual o melhodo que se deve adoptar no
rcieuseamento da emigraso ? Quaes os dados
que so devero colher.
3." Como deve uperar-se a organisano dos
recenseainenios dos indigentes 1 Q.iaes os dados
que inlicao exaciamenio o estado indigente ?
4." Qual o metholo qoo deve adoplar-se as
invt-siigncoes OStaiistiras ?
5. Qual.o meio prilico de levar-se a efTeito
a orgnisaco dos recenseamentos gera?s da po-
pulacho f Quaes os dados que se devem colher ?
a B." Qual o meio pratico que deve adoptar-se
para obierem-sg bases unif. rwr, pira as bperacoes e publicaces ofciaes
sobre a estatistica ?
O velho capito Piraenlel, j conhecido dos
nossos leiloros, preparase para o carnaval pr-
ximo, que elledeseja ver o mais btilhante pos-
sivel.
Para esse fira lem em sua casa, ra do Se-
nhor dos Passos n. 99, um sortiraento variado de
franjas, regas, diademas, ornatos e aviameulos
de toda a "specie para os Irajos de fantasa.
O capitao Piraenlel so teceia que seus fregu-
zes lulom para penetrar-lho era casa, aira de
veiem tantas maravilhas, e porlaoto, pede todt
a moderaco no enlhusiasmo.
4 de fevereiro.
No dia Io reunio-se o conselho administrativo
da sociedade Auxiliadora da Industria Nac"nal,
son a presidencia do Sr. marquez de Abrantes,
achando-so presentes os Srs. conselheiro Mariz,
Dr?. Burlamnque, Souza Reg, Nascentes Pinto,
Souza Costa, Brando e Soares do Almeida, Aze-
veilu, commendadorGalvo, Fernandes da Cunha,
lente coronel Dias, Cordeiro, Macedo Soares e
Alcntara Lisboa.
Proceden, se ieitura de um ofTicio dos Srs. An-
tonio da Costa Pinto e baro de Piraj, represen-
ii.t^t dadirecUria do Imperial InsiitutoBahiano
nmr.l,,r" Pei"d0 'lue a stedade Ihefsga
urna reraessa de seracntea de m.ndioca, batatas
e de outras raizes, adra de serem distribuida
pelos lavradoresda provincia. O conselho resol-
veu que a mesa se encarregasse desatisfazercoro
promptidao esta exigencia.
Foi iido em seguida um aviso do ministerio do
imperio reiterando o pedido feito pela directoria
do Instituto Bahiano, e por seu turno requisiian-
do que sejam tambera remedidas ao raesmo ins-
tituto as melhoressementes de algodan cultivado
na Carolina Meridional e na Georgia, encarregan-
se a sociedade de mandar vir da Europa essas s-
menles, no caso de que nao as tenha na actuali-
daoe. O conselho resolveu que tivesse o mesrao
destino que o odelo precedente.
Receberam-se com agrado alguns nmeros do
qu* o Ou Tilo Frao. iuaeoramercial ; poto qoo ha maal>vjnt
IlllslHl felH, Mrtn prasa oegoCM a ao acia estafcelioido.
esos dos oslorco* do sabe como 1...*
DIARIO DE PERHAMBUCO-
Recebemos pelo vapor Oyapock, entrado dos
pollos do norte, jornaes e cartas, cujas dalas al-
canr.am : do Para .i 9, do Maranhao a 12. do Cea-
ra 14. do Rio Grande do Norte i 16 e da Para-
hyba a 17 do correte.
Eis o que de unn e outras colhemos :
Para.A s-guiute carta do nosso corrospon-
denle, oncerra ludoquanto ha digno de mencao :
< Na roinha carta passada annunctei-lhe a ida
do Dr. chefe de policia cidado do Camela.
Anteriormente lambem lhe commuuiquei,
que vencendo as eleicoe* para eleilores, os libe-
raes nesla capital, e os conservadores pelo ser-
to, todas as forcas dos partidos convergirn) pa-
ra o destiicto de Cometa, e por lauto para qual-
quer lado, por que so pronunciaste a eloicao nus-
se lugar, os depulados seriara dos vencedores.
As eleires cjrreram mais ou menos plci-
damente em toda a provincia ; porro em Camela
os aniaos estavaro exaltados e os partidos em-
pregavam par vencer todos os meios do que po-
dan) laucar nio.
O cerlo que dous ou tres dias antes da sa-
hida do vapor Tocenlint, para o sul, o chefe de
policia bavia partido na cauhoneira de guerra
Ikicahy, em companhia do juiz de paz de Came-
la, o qual riera esta capital representar sobro
oceurrencias menos reglales que all se davjm
respeito de apnraco das lisias.
Fundados ou infundados os receios do trans-
arnos neslas eleisoes. o que real que cor-
reram boatos rouitus assustadores por esta capi-
lal, e os proprios joroaes do um e outra lado po-"
Utico, alguma cousc aventuraum seu modo
respeito do assumpl.o.
Mas est averiguado que os negocios eleito-
raes nao se apresen.aram aQnal sob regular as- mcl ,p^Sa ^~couros salgados 14,164 & ; as-
pecto, e por consequencia cumpria ao goveroo iS"c:Ik *" 9 ~gurdenle 126 frasqueiras ;
lomar urna dcliberacao sobre tudo para a manu- | SalT ,2^ ""squeuas e grj caadas ;licores
lensao da ordem publica, qual poda ser alte-|,~ 113, e *. caadas;couros seceos deboi
rada, e ao mnsmo lempo fazer eacaraiuhar a apu-| .'Jm?1o* 'a<, '^ .cacao 2,445 (|) ;ar
orar qaosihiri eleilo quasi por
WOTlmtdade a voUcao da sus provincia natal.
E, portm.nar* sentir
d6 '> ***.*> vi ests
* ,2Ja5iV,,f* k,bH" afetm ***"**
a jSj' __?** era 1uanto fnfat ?-
* ^** me antes de si o Be. ioao Loo-
"co Paos do Sotua, que tamba pectenes aos
liberaos. "^
* ?a*U Bteee. e mudemos do ramo-
A baixa da borracha na Inglatarra trouaa na
qainzena ultima omito desaataao aaa comaser-
ciantes, que aqui especulan! com esta ramo de
negocio.
As noticias da America do Norte relallva-
*n*a i atete reptare separista, o com coja potr
esta ptov lucia tem serias retasos mere jo tes.
lera igualmente esusado algum pnico ; porque
na casos o eapitaes desta prasa eompromettidos
em avullados negocios e transaesoes.
As medidas do creerte Qnanceiro do nosso
paiz, um pouco restrictas do actual ministerio
tero misturadas com as questes polticas, in-
fluido para o commercto estar um pouco recelo-
so, com especialidade ora uasa praca, onie ha
falta absoluta de recursos pecuniarios.
ltimamente tero havido urna importaco su-
perabundante de mercadorias eslrangoiras, o que
aee aentpre ama vantagern para o pan que as
importa, e por isst e dar-se a continuagao das
noticias cima apontadas, algumas casas com-
merciaes menos d-sembaracadas ou favorecidas,
nao sei cerno daro cumprimento aos seus em-
penhos ; cora todo com a chegadado vapor, que
trouxe noticias da Europa, o negocio da seriog)
tem-se animado de non tero para hoje, com me-
lliores vendas, apezar de nao serem taes que
possam compensar as perdas j havidas.
Entretanto o commercto no anno prximo
lindo correo regularmente e animado, e ahi rai
um resumo do numero e valores ofciaes da sua
exportarlo.
Sahiram 173 navios, levando 159.461 arro-
bas de borracha, 315.G0U ditas do cacao, 58,972
aiqueires do castanha, 26,701 couros secsos.
951.398 S6i. de ditos salgados, e 68,628 ditas de
veado, 51,659 aiqueires de arroz em casca, e
7.277 arroo** pilado, 4.979 caadas de olee de
cupihyba, 3,588 ditas de salsa parrilha, 2,880 di-
las de urtir. 1,351 ditas de grude, 8.683 Sis. de
cumar, 2,191 arrobas de algoiao, 1,900 aiquei-
res da tapioca, 19,634 arrobas de assucar, 7,3*9
potes de mel. 4,738 arrobas de piassava, 35,867
chapeos doChili, tudo 6,666.6309387 rs.
Os gneros importados do interior no do-
curso do mez prximamente fin Jo foram os se-
guintes :
Borracha 6.150 (|);-peixe secco 5,660 ditas ;
puxery 5 ditas ;eoutos de bol seceos, e salga-
gados 501 ;salsa parrilha 479 ($ piassava
190 ditas :couro3 de viado 352;e>topa 30 $ ;
grude 8 ditas ;- -arroz ero casca 187 aiqueires ;
urucu 298 ;
tabaco 35 (|1 ;oleo de capahiba 177 cauadas
couros d'onsa 3 ;cacao 289 ^).
a Para exportacao despacharam os seguintes :
Borracha 5, 5,965 (S> -,-uruc422 dilas;
grude 35 ditas -salsa parrilha 162 ditas .
< 0 jais municipal e do commercto abri ex-
ofltcio falleocia, o raandou prender jas amigo
do fgido, que afldava em negocios de des cautos
e transaesoes de letras com ate.
Foi'ura acto de jostra e bom que vio por
aqui apparecendo cortos cuidados e energa no
qaa
VmZL?*** ,W Maoliao.
:i:tssassgr^wn........
- ";----- __ r...................
* a^" H'jiaoaoo.....
Dr. Joo Felippe........................
c Ho portease Jb.pU' oteVloa i
Macario, JagaaMbo a BioaLiT
157
138
134
126
117
83
lia palas 8 ka-]
co da sabida qae
rasao das eleisoes regularmente.
Foi com estas vistas que o chefo de policia
para all seguio. o rero poda ser outra sua mis-
sao; porque a presidencia nao obrara por certo
seno, segundo as inslrucsoes do goveroo cen-
tral, quo igualmente lem manlido a ueulralidade
na lula eleitoral.
Nao admilte porra duvida, que o chefe de
policia ao chegar Camela enconlrou os nego-
cios sem a devida calma e regularidade, e o pro-
cesso eleitoral sob mo aspecto, pois que aberta-
mcnle se proclamara que a apurarlo das lisias
nao continuara sem serios embaracos e translor
nos, sendo exacto que existia muila exallajao em
ambos os partidos I
roz pilado 360 ditas ;vigas de masarauduba 75
Sjitnos ""chas do dita 500 ;ditas de acap
300;litas de lenha 400;toros de madeiras
diversas 43 ditos de masaranduba 11 duzias ;
vigas de dita 2 ditas de acap 154 ;toros
de pao rdxo 4 duzias ; castanhas 1 alqueire ;
ditas 100 ourisos;farinha d'agus 991 aiquei-
res cumar 545 ;feij.io 15 (S e 13 aiquei-
res ; lijlos 5 milheiros ;casca de mangue 100
(> ;cravo 1,500 lilas ;bolachinhas 6 dilas ;
piassava 324 dilss tabaco 2 ditas rap 5
guaran 22 (|) e 14 # ;anizeU 146 caadas
Aqui tambero lhe apresento o movimeoto
martimo do mez lindo do correnle auno, e os
valores que eotraram para os cofres de varias
Emflra o chefe procurou por boas maneiras e | rePar!ops arrecadadoras; assim como o balando
zoes chamaT calma Gregos e Troyanos ; po-1 *.caixa fl',al do bsi|co do Brasil em 31 deja-
Os homens nao se desengaiiam pela ex-
, periencia.
Desengane-sa o rauudo, o desenganera-se os
res, oos povos, quo nao pode haver paz para ci-
tes era qtianto negarem a Deus a sua soberana,
e imaginare) quo pode existir sociedade fundada
oa forca, em vez de o ser no direito, na moral e
na justic*.
O direito, diz o grande bispo de Orleaos, o
principio necessario ao mundo, a chave da aboba- jnmnl An n.>r.
da das sociedades humanas, quer o queiram quer lf ^17,!'" d Alnanack
* *-- provincia do l'ernamouco para o anno de
nao. E tambero a causa da liberdade dos povos:
de bom ou mo grado nao ha liberdade de nen- I
huma especie, para quem quer que seja, se o di-1
reito da forsa. o direito bruto da aggressao fdr!
consagrado sobre a ierra. A liberdade nao existe !
senao com a condico que a respeitcm, seja ella i
iraca ou forte. Pois bem Ests liberdade dos I
povos a igreja salvou-a, salvando o direito, com-
batendo a violencia, fazendo com que baja urna
patria para as almas, o as elevadas regiors dos
principios eternos um ultimo baluarte contra o
despotismo.
O mundo nao est neste Iranslorno. era que o
vemos, seno porque se recusa recoohecer esta
ventada ; mas tal a sua desgrasa, que seno de-
senga com a mesma experiencia : e seno vede
em que tem parado essa revoluso de 1769, qoe
tem aido a orlgem, e o manancial de todas as ou-
tras. E se se pode presentar prova mais certa
completa, qoe fra da legitimidade nao ha se-
no desorden), perturbadlo a sociedade, nao ha
senao despotismo armado, ou os 70 annos de re-
voluso permanente, em que se compendeia a
historia da Franga, essa historia de crimes, fero-
cidades, e horrores, com que a revolosa se, tem
rasgado as eniranhas a solado, devastado e per-
vertido o mundo.
Se a Franca em 1830 proscreve a realeza here-
ditaria, e proclama a electiva ; e so em 1848 nao
aseia cora ella se lanea nos brasos da rep-
blica ; se 8onhandonovamente com as glorias do
imperio a proscreve, e inaugura o imperio pela
aegunda vez. Se parecendo hoje desconlenle do
imperto urna paite do sen povo soha com a re-
Sr.iCr!t-0H COm deraocr,cia' M outr P".
Sel Vt V 'e!tabel8c- "* coniilu.
imnador do ut f "if 5 ; M rouUos o o
a sua nuJrt. ^V7hld0 Ca^nicisrao augurara
a sua quede, se oulros pretendem que proclame
a revoluso na Europa, e.a^h. Serta dofls"e
nao poucos quo isea do programo do imoerio
urna realidade, porque a guerra d na Immm?
as "'
1861, ofTerecido por seu aulor, o Sr. Jos de Vas-
concellos.
O Sr. marquez do Abrantes coromunicou ao
conselho que o governo imperial resolver coad-
yuvar a sociedade Auxiliadora no empeoho do
levar-se a efleito no imperio a primeira exposi- ^r* Fausto d'Aguiar........................
rm nao foi lo feliz quaulo desejava, porque al-
Kuns membros do partido liberal rerlarnaram
contra varios actos da mesa, o disto, enlre os
buns desejos e esfore.os do chefe, para que aja os-
perasse com calma o resultado Qaal da apuraco,
houverara mais ou menos resposlas vehementes
contra a sua autoridad?, de forma que para se
proseguir nos trabalhos da e.leici", o chefe fez
j~.mb.icii uo vapor de guerra algumas [iracas
armadas, naos para levar ao cabo a apuracao
com regularidad", mas tambora para assegurar a
ordem publica e manler as suas deliberares.
a A' vista disto os liberaos do Camela enten-
dern) que o chefe fura irapdr o resultado da
eleiso por meio da forsa, e depois de varios pro-
testos e reclam-ices aceitos o nao aceilos pela
mesa, retiraram-se de campo eleitoral, tendo-se
a (na I concluido lodo o processo da apuracao com
a devida regularidade e ordem.
Pela minlia expcsigao sobre os negocios po-
lticos desla provincia, o meu charo redactor re-
conhecer quono julgo as quesles polticas cora
paixo; porque como correspondento nao me
inclino para um ou para nutro lado ; e por isso
noto e admiro a viuda de Caraet, do juiz de paz
que presidia a eleiso, deixaodo interrumpida,
por tres ou qu.tlro d as. a apuracao dis listas sob
o fundamento de alisragao da ordem e transtor-
nos pan nullidade da eleiso ; por outro lado
tambera admiro quo os liberaos fazendo acredi-
tar que venciam neste collegio, obrassem com
tanto desconceito, iionlo dos seus chefes se re-
tiraren) sem mais nem menos para a capital,
quaudo se sabia que elles assim obraran), por
que eslavam desengaados que Ihes era impossi-
vel a victoria; sendo real que ha muilo lempo o
partido conservador vence em Camela as elei-
soes, como tambera succedeu em setembro do
anuo lindo.
Por conseguiule o que se diz estar averigua-
do quo o partido liberal vendo perdida aielei-
Sn, traloo do lurbat os negocios, para d'ahji re-
sultaren) pontos do ncrusaeo para tornar ruello o
processo eleitoral de Camela, flm de ver, un.
do a siluaeo poltica, na occasio da abertura
da cmara dos depulados, seconseguera os Jibe-
raes invalidar a eleico. ou no lodo ou em phrte,
para dar lugar a um dos seus candidatos. '
Entretanto j conhecido o resultado dos col-
legios da capital e dos mais prximos, e pela nota
abaixo transcripta, ver quaes os mais vola-
dos, e os quo lhe sao immodiatos em votaso. ,
Collegio da Capital.
Dr. Ambrosio Leito da Cunha............ 129
[sendo 13 ero separado.)
Dr. Joo Louren;o Pues de Souza.......... 109
(sendo 1 em separado.)
Tito Franco de Almeida.................... 107
Collegio de Gameta.
Dr. Leito da Cunha........................
qo. ooojooo
1:0003000
neirode 1861.
ACTIVO.
Accionistas do ban-
co do Brasil; en-
tradas nao reah-
sadas de 2,000
aeges localisadas
na provincia.
Letras descontadas :
cora duas assig-
naluras residentes
no lugar do des-
_ C0I>to.....1,143068#515
Com urna s dita
idem.....
Letras causiooadas :
por ouro, prata e
ttulos comraer-
ciaes; ....
Por oulros ttulos. .
Conlas correles :
saldo desta conta.
Diversos : saldo de
varias conlas. .
Caixas; pelos se-
guintes valores:
Em moeda de ouro
de 22 quilates. .
Em barras idem
idem.....
Em barras de prala
de 11 dinheiros. ,
Em notas do the
souro :
Menores de 10$, .
De oulros valores. .
Em moeda de troco.
Em notas da propria
cixa.....
1,143 063*515
1:0009000
19:964*429
6i;6z7flS0
Baneo do
coola de capital .
Valor fornecido pe-
la cana matriz. .
Emisso : valor em
circularao. .
Letras a pagar:
Por dinheiro toma-
do a premio. .
Tor saques. .
Diversos: saldos de
valores. .
Ganhos o perdas
lacro sugeito li-
quidacao. .
Sao publica de productos agrcolas e industriaes.
A vista desta commuoicagao, o Sr. Azevedo
propoz que o conselho administrativo autorsasse
o raesmo Sr. marquez, na qualidade de seu pre-
sidente, a designar Os membrros da sociedade Au-
xiliadora que devem formar, com os que forem
nomeidos pelo Imperial Instituto Fluminense de
Agricultura, a commisslo permanente encarrega-
da de orgsnisar as inslrucsoes e regulamenlos ne-
cessanos para a realisaco do proiecto das exoo-
sisoes. K
O conselho concedeu a au'.orisaco proposta e
o Sr. marquez de Abrantes asseverou que na pri-
meira reuoio do Imperial Instituto Fluminense
demonstrara a necessidade da creaso da referi-
da commisso, e. usando da autorisaco que lhe
fra conferida, indicara os nomes dos membros
da sociedade Auxiliadora que, em sua opinio
considerara apios para fazerem fructificar urna
idea Uo philaotrepica e frtil em resultados para
a prosperidade da agricultura e da insdustria do
paiz.
O Sr. Dr. Burlara s^ue ofterecea considera-
Sao do conselho ama extensa e luminosa memo-
ria por elle apreeentada no Imperial Ioslituto
Fluminense de Agricultura, aeerca do atrazo em
que se acha entre nos a introdueco dos novos
processo inventados em favor do progresso da
agricultura, atrazo que, segundo provou, deve ser
principalmente altribuido falla da oeeeesaria
mstrucco dos nossos agricultores.
O (Ira principal qoe leve em vista o aator des-
la memoria foi propdr qua s sociedade sotiettas-
so do 8r. ministro do imperio a sua interveneo,
para que o ministerio ds guerra determine que
Conego Manoe! Jos deSiqueira Mendes___
Collegio da Viga.
Dr. Leito da Cunha........................
Conego Siquoire............................ 21
95
95
95
21
eonservsstM) par o impera lor pacaTkana. aia oiBciaea do carpo da enganheiros
F mps- qu0i peMM 9 ,,4,^ astada aa Ewop.
Dr. Fauslo
Dr. Paes....................................
* Collegio de Iguapemirim.
Dr. Paes....................................
Conego Slqueira............................
Dr. Fausto..................................
Dr. Leilo da Cunhs........................
Dr. Tilo.....................................
< Apuracao dos collegios referidos.
Dr. Leito da Cunha......................
(sendo 13 em separado.)
Conego Siqueirj...........................
Dr. Fauslo..............................
Or- Paes....................................
(sendo 1 em separado)
Dr. Tito...............;....................
N. B. Os votos dos oledores de S. Caetaoo do
collegio da Vigia foram tomados em separado
assim :
Dr. Paes....................................
Dr. Tito....................................
Dr. Leito da Cunhu......................
Cooego Siqueir*............................
'i. Fallam o collegio do Bragaoca e todos os do
Baixo-Amazonas, quo se suppunba dariam a vo-
taso necessana aos tres senhores que j com-
pem s lisia de depuledos.
A provincia do Pari foros toda um cir-
culo.
< O Exm. presidente d'essa provincia osla aqui
como conservador, entretanto foi o mais votado
tanto pelos liberaes romo pelos conservadores.
Ea setapre Titicto-f, coat lhe die n'uma
20
1
34
21
29
26
16
270
159
156
144
123
142:076*475

9
1,305 OOftJOOO 1,305:000*000
615281
H9,620JOOO 1,596:760756
PASSIVO.
Brasil
82-7948998
4:7999911
2,875:4il150
400.000#000
4J93.360S00O
87.594*942
562:013*319
30,452*889
2,875,421*150
31 do
Caixa filial do banco do Brasil no Para
Janeiro de 1861.
< O movimeolo martimo foi o seguinle :
Navios entrados.O vapor Solimu de Ma-
nsos e porlos intermedios. A barca franceza
Flor do Para, do Havre por Maranho. O tuale
naelonal Progresso, de Maranho.A. escuna dt-
namarqueza Challanger. de Anvers.O patacho
americano Emma, de New-YoikO brigue ham-
burguez Hamburg Vachet, de Aliona por Mara-
nho.O hiato hamburgus Olio, de Hamburgo.
O hiate nacional Patriota, do Maranho.
O paquete nacional Tocanltna, do Bio de Ja-
neiro e torios de escala.\ escuna inglesa ha'
bel Scotl, de Liverpool.O brigue ingle Tit-Htt,
de Liverppol.O paquete Paran do Rio de Ja-
neiro e porlos de escala.
Dilos sabidosA barca ingleza Rhonda, para
GlodenBrigue iogloz Egerateia, para Liver-
pool.Barca ingleza Ficona, para Wanf.Bri-
gue portuguez Ligeiro II, para Listos.O pa-
quete Solime, para Maong e porlos de escala.
O hiato nacional Progresado, para Maranho.
A escuna dmaroerqueza /. Jf. W., para Cayena.
O paquete roeanliiw, para o Rio do Janoiro a
porlos intermedios.O paquete Paran, idem.
Rendas pablicss. As reparUces flseaes
renderam no mez passado :
Alfaodega. .
Recebedoris. .
Ver-o-pexo. .
Santa Casa. .
Igarap-mry.
Amazooas. ...
Resta-me dizer-lhe que ha-dias fgio desta
prasa um portuguez Joo Rodrigues da Coala,
establecido com taberna, ficando compromeltl-
tto-com arpraQs em 48"coalus de res.
140,640X155
ai.l99696
1,079*310
227S480
18*400
5*600
Gomo Iho natiessi o gyaaatico KUas Bsraardi
deviai lazer a sua aseaasao aeria do dia 17 ao
maatado.
Gam effeilo lava lagar
ras a aseia da maatia, e i
doraa uns olo a aaa miara tos
fes valias evolusoea coas a cor'po. acoro
aaa aa cumpnmentas ao pavo.
A asceoso foi em Keserelh. na chcara de
d^s&ds^onyr0 "^ Pr d8,r"
do o oalo cah.o ero Ierra e o aereo-nauta appa-
receu na chao, sao salvo, o povo cuja concur-
rencia era iromeosa. o victoriou eo7pir".
v.vae ari6aMi, poU aMim denoaio.nT ste
de*, Ar,07,0Qlem leTe.,"*r O" furroaUJa-
CrLar^'0 **. l-las marquez de Santa
dade rceblp0 da Bah,a. na ea-hedral desta ci-
EsHveram presentes as principaes autorida-
des ctvis e militares ; mas eslava pouca gente
para a que pedia a memoria de uro pawense to
aisiincto, sendo notavel que o dia do funeral es-
colado pelo cabiJo da S. fosse o do annite'rsa-
no do seu nasciroento.
Feioho a presente noliaodo-lho que esta
semina rorapeu o Jornal do Amatnos as raaio-
res hostilidades contra a presidencia, por haver
o partido liberal que representa na imprensa
perdido as eleisoes. O Diario do Gro-Par
collocou-se nadeffensiva, pelo lado dos conser-
vadores, estando por esle modo definida a silua-
So do governo provincial.
Maranho. Pelos resallados dos collegios que
formara o 1 dislrclo eleitoral, excepto o de
Viauna, que anda nao era chegado, obliveram
matoria de votos os Srs.:
Dr. Joo Pedro Dias Vieira ............ 205
Dr. Fabio Alexaodnno de Carvalho Res. 201
Dr. Luiz Antonio Vieira da Silva....... 201
Dr. Jos da Silva Man.................. na
Dr. Carlos Fernando Ribeiro............ 111
Dr. Alexandro Jos da Viveiros......... 109
Do 2* dislrclo erara coohecidos os resultadas
dos collegios do S. Jos dos Maiioes, Caitas, Co-
roal, Ilapucur-Mirim e Vargem-Grande, que
formivam assim a lista:
Dr. Francisco Jos Furtado ............ 174
Or. J. Gomes de Souia................. 167
Dr. Viriato Bandeira Duarte............ 160
Dr. Jos Mara Barrete.................. 86
Dr. Jos Mara Ribeiro Paraguass..... 58
Dr. Candido Mendes de Almeida........ 41
A apuraso da eleiso para a formaso da lis-
la trplice, para a escolha de uro senador, quo
proceden acamara muuioipal da capital, deu o
resultado seguinle:
Coronel Isidro Jaosen Pereira.......... 319
l)r. Joo Pedro Dias Vieira............... 289
Desombargador Jos Mariani............ 234
Alero disto, eis o que diz o no.so corres-
pondente, em data de II :
Pouco, ou quasi nada occorrou de novo de-
pois da ultima, que Iho dirig; e se nao fosse a
puntuatidado que promelti, de cetlo que o deixa-
ris e seus leitoressem noticia desta imporlaute
porcSo do Imperio.
Estaraos coro o carnaval s vollas. Hontem.
alm do baile masqu do club, houvo urna bri-
Ihaole passeala tarda de bandos mascarados,
que sahiram era caravana pelas roas, e que cau-
siram bom bous momentos de hilaridade. Consta
que haver no hotel Porto outro bailo, e que no-
va passeata terminar os tres das de folia e lou-
curas, que se entrega neste lempo a populaco
ds capital.
Felizmente at agora as cousas tem ido som
uro s aconteciraento desagradavel.
Chegou no dia 9 noite o vapor de guerra
Pedro 11, que linha ido levar o Dr. chefe de poli-
cia ao Brejo, onde sua presensa era indispen-
savel.
Diz-se geralmeote que S. S. foi bem succe-
dido nessa commisso, deixaodo aquella comar-
ca tranquilla, e line das vexasdes daquelles que
teem enredado e baiulhado tudo para conseguir o
triuinpho dasua parcialidade.
Ksla j a lerceira viagera, que faz ao interior
o Dr. Abitio no seu carcter offlcial. e sem quo-
rer-se olluscaro merecimento de seus antecesso-
res, de certo bem dignos de lodos os elogios, nao
menos certo com tudo que elle o que mais
tem cooperado para a trioquillidade e socego da
provincia.
Antes da chegada do Pedro l espalhou-se a
noticia de que' na altura do Parnahyba e para-
gem denominada Ro-Novoesle vapor se ha-
via quebrado, perdendo- se todo o machinismo, e
salvan Jo-se muilo custo os passageros.
c Esta noticia, de proposito ospaihada pelos
gratuitos desairelos do Sr. Dr. Silveira de Souza
para o lira nico de desacreditar sua adminislra-
co, causou nesla capital bastante seotimento e
sustos; mas felizmente dias depois enlrou o Pe-
dro II psra desmentir semelhanle boato, e con-
fundir os detractores do digno admoistraUor, que
em falla de motivos de queixa langarn mo des-
ses meios, como se elles podessero desconceituar
urna adroioistraco, que s tem lido por norte a
justica e a honestidad.-.
Procedeu-se no dia 8 do correnle apuraso
dos volos oblidos na eleiso senatorial, achando-
se a lista triplico composta dos Srs. :
Coronel Isidoro Jansen Pereira.
Conselheiro Jos Marianni.
Esta lista nao pode seguir neste vapor, por-
que foi pjeciso corrigir-so a apuraso, mal feita
pela cmara municipal, e consta que se nao 11-
nslisou o trabatho da correceo tempo de po-
der ter o des'ino devido.
Assim, pois, a provincia j se manifestou, e
anciosa s espera pela escolha do nosso illus
Irado monarcha.
Das noticias que chegaram do primero e se-
gundo districto, pode-se j calcular qual das
parcialidades triumphou na eleiso para depula-
dos geraes. r
Folgo de annunciar-lhe que me nao illudi
quando na antecedente afflance o triumpho do
partido colligado, pois que os candidatos desse
partido obliveram j maioria absoluta do votos
sendo bera provavel qoe nos collegios. cuja vo-
lacao se ignora anda, elles tenham alguns votos
Esta Tcloiia, que symbolisa a sincera adhe-
saoda provincia nova combidaso poltica, que
nella se operou, foi um grande passo para a
grande obra de sua regeneraso. pois que os seis
representantes renen, muila independencia e
Urraeza de carcter reconhecida illustraco e pro-
nunciado civismo. '
Elles ho de fazer valer as direitos da pro-
vincia peraote o governo, e encher de oreulho
seus comprovincianos.
A adminst'asao do Sr. Silveira de Souza con-
tinua a merecer o apoio de homens sensatos e
honestos, e S. Exc. em particular adquiro cada
vez mais, maior somma de sympalhias.
L-so no Publicador Maranhens's
a Homero, urna hora da tarde, reunara-se
os accionistas da companhia de navegaco v
por, em assembla geral, e depois de liaos e ao"
provados o relatorio da directora e parecer u
commisso Osea passou-se eleico da mesa da
mesa da assembla geral e commisso fiscal
hmdo rceleitos : ""' ""
Mesa da assembla geral
Presidente.Dr. Antonio Henriques Leal
1. secretario.Dr. Raymaodo Augusto de 2." dito.Marous Hoyer. AU6U3l < *>*
Commisso fiscal.
Joo Jos ds Cruz.
Luiz Miguel Quadros.
Henriques Season. >
Ceard.-O que de mais importante ha. vem
narrado na prsenle caria de nosso correspon-
dente : r
J conhecido o resultado da votaco de lo-
dos os collegios do r rustrido (Sobral), que
nao poucas cabe5as preoecupava ; mxime dos
candidatos que se ochavara do theatro envidando
todos os seus esforcos para nao querer cada uro
delles levsr taboca, como agora est squi ero vo-
ga duer-se.
Eis o resumo del dos candidatos
rara volos:
ur. Jeronymo
Mello ............................
Dr. Domiogos Josa Negueire JagariiM.
Conselheiro Joto Caputrano Bsndeir
ff.^^?*1 h*n* "Ma era ajaaa-
rtafaa daa atanorao ae Saaste fl risTal -
32
242
219
202
140
11
1
alada
dous
214
183
150
123
115
que obtive-
Mscaria Figueira de
057
158
. ?*!~* '-traejo tarsaWaaWto
aTTaisTaT?Lnl^^^ toa*,,r-
viedo proviacia. ^"^ p"* ** ** *,,
A' qaalra
qaa a col
rado a vo*ac*a a*s alailoaao da S
e qaa o aaesma ftaavs a cattegio da JUnaTcem
s vetace das eWtUrsi *TSanis XaW^
eluiam que nao lena porlaoto o diploma o conse-
Ibeiro Baatletra.-qtre ririam ter riaa lia 13 ra-
los dos eleilores de Santa Qolteria e 20 dos elei-
lores de Santa Auna; e por isso que fleava cm
enes um veto que o qua rio votado* e que per
isso ete teria o diploma.
Hontem, porra, soubo-se com loda a certe-
za, qoe nicamente fura vepdade ter o Collegio
de Sobral tomado em separados votaco doeetei-
tores de Santa Qulleria, onde o conselheiro Bao-
deirs nao Uvera vol algnra.
Apenas sabido tar resultado, mudaran) de
themal Agora corro que o quarto votado seta
sempre o deputado por que o Dr Jaguaribe nao
prcencher os tres mezes tora do exercicia da juiz
de direito do Sobral; pois que funccionlra at 12
de novembro.
O certo que temos presenciado e ouvido
dizer por pessoas que eslo habilitadas, quo nao
ha tal incompatibidade pira com o Dr. Jaguaribe,
e do as raides em virtud* mesito da lei. Ar-
guraeota-se lambem que anda raesmo quando o
poder competente nao atienda a contar o tempo
da dala do derroto que aposeulou o Dr. Jaguari-
be, e nem tolere esses oito ou dez dias que falta-
va para completar es tres roezes da lei; que em
taes circumatancias nunca ae deixar de proce-
der & nova eleiso para eleger-so oulro depu-
tado. r
Como a taboca cousa de desapontar 1 por
isso, o naufraga, nao deixa nargem qoalquer
cousa que a sorte lhe depare, para o condorir a
porto seguro. Aguardamo-nos (se Dos permit-
se ,er 4ttltho da Datalh" qnem
Anda no eonhecida loda votaso dos col-
legios -desle t" districto por fallarero a votaso do
doas collegios, Saboeiro eS. Joo do Principe
cora 110 eleilores.
Eis o resumo d todos os mais que eollocartm
os candidatos pela seguinle vot Oesembargador Figueira...............
C.nselrieiro Alenc.tr....................
Dr. Manoel Fernandes.................".
Dr. Liberato............................
Padre Piulo...................."."!..'!!
SI ajor Pirag be..........................
Dr.Oltveira.........................,''."
Os tres primeiros candidatos cima
oblem cada um cerca de eitenu votos dos
collegios que fallam. Nao ha duvida alguma se-
rem depulados eleitos os Ires candidatos cima
mais volados.
Quanio ao 3o districto j sabe-se do resulta-
do da votaso dos collegios do Ico. Telha e La-
vras, que compareceraro 118 eleilores e oblive-
ram votos:
Dr. Miguel Fernandes.................. i\%
Dr. RaymunJo Araujo Lim............ H5
Dezomhargador Bastos................. 3
Faltam os collegios de Pereiro, Misso Va-
ina, Milagrea, Jardim, Barbalna e Crato, com cer-
ca de 220 eleilores ; cuja grande maioria ter de
recihir nos mesroos dous candidatos cima, sem
a menor duvida.
Pode, pois. dzer-se com certeza, que nao 6
mais ignorado, quem sao os olo representantes
per esta proviocia cmara qualrienal.
Pelo que respeita votaso para senador j
conhecido o resellado dos collegios desta capi-
tal,, Maranguape, Aquiraz, Cascavel, Aracati, S.
Bernardo e Santa Cruz.
Eis os Ciudidatoi mais votados:
Dr. Migaol Fernandos..................
Oesembargador Machado...............
Dito Figueira...........................
Dito Andr Bastos.....................,
Dr. Rayrouodo.........................
Ha diversos oulros condidalos que lambem
vo blenlo vatacao; mas que se julga nao te-
rem probabilidade alguma de entraren) na lista
trplice.
Dos qualro candidatos mais volados at a pre-
sme ; terao de sahir os dous que coroporo a
lista trplice, com o mais votado de todos, quo
ser o chefe do lado conservador o comraenda-
dor Dr. Miguel Fernandes Vieira. Nao obstante
esle cavalleiro nao ler epresentado chapa aos seus
nmeros amigos das diversas localidades da pro-
vincia a opposico e alguem mais arguem-no
do ter elleapresentado-a em faror do desembar-
gador seu cuohado Andr Bastos e Dr. Raymun-
do de Araujo Lima, que lambem fazem prenlo
do Dr. Miguel para seus fins; e que se o fosse,
muito honrara por qualquer lado que fosse en-
carado. Como o Dr. Raymundo seja ama das il-
lustrasdes da provincia e membru de una familia
dislincta; bem como o desembargador Bastos,
uro magistrado Integerrirao, alm de oulros pre-
dicados que muito o recommendam ; eis porque
(no entender do alguem) se attribue que esses ea-
valheiros nao podem ter votaco de seus corrili-
gionarios e numerosos amigos que conlam na pro-
vincia ; eque, a que obleero, devida chapa
do chefe do partido que crearam em suas ima-
giuasoes .
_ N. B. Acaba de chegar a votaso do collegio
de Baturit e com ella achara-se collocados os
candidatos pel maneira seguinle :
Dr. Miguel Fernandes.................
Desombargador Machado..............
Dito Figueira..........................
Dito Andr Bastos.....................
Dr. Raymundo.........................
Dr. Jaguaribe..........................
Padre Pinto............................
Rio Grande do Norte. Anda llmitamo-nos
caria do nosso correspondente, pela imparciali-
dade de que revestida :
Em poltica, bem disse um estadisla moder-
no, 2 com 2 nnnea sornmam 4.
Hade se lerabrar, quena minha ultima de 3
do correnle mandei eu dizer Vmc, que i vista
das votascs dos primeiros collegios, pelas quaes
j o Dr. Amaro tinha 213 votos, e o Dr. Gabriel
194, pedia-se proclamar depniados desla provin-
cia estos dous candidatos. Imagine agora, qual
nao seria a minha decepeo, quando leodo o Rio
Grandense do Norte de 9 desle mez, encontret
nelle o seguinte resultado da votaso : Dr. Ama-
ro 128, Dr. Brando 114, Dr. Gabriel 107. Quo
diTerenca entre a minha somma e a somma do
Rio Grandense do Norte I Eis aqu pois demons-
trado, que em poltica 2 com 2 nao fazem 4.
Creio, porra, que a razo desta to notavel
discrepancia nasce das duplcalas, cujos votos ca-
da um candidato aceita, e conta, segundo lhe fa-
zem elles bem seus interesses.
a Alm disso ha lambem urna onlra razao vero
ser, que eu cont os votos dos collegios, que o
governo reconhececomo verdaderos o legtimos,
8 o Rio Grandense do Norte s apura aquelles
dos collegios, que elle entende, que sao os vali-
dos e nao pelo que consia das acias, mas sim de
seus apanhamenios. De onde se segu, que s a
cmara dos senbores depulados quem hade
decidir a questo; apezar de que eu continuo
crer, que os candidatos felizes ho de ser es re-
feridos Drs. Amaro e Gabriel ; e seno esperem-
Ihe pela pioeada, corao mu jocosamente diz o
marioez de Lavrado respeito dos qua hoja fa-
zem guerra ao pontificado romano. Em todo ca-
so, porra, direi, que Deus faga instiga quem
por si tiver o direito.
Continuam as economas, que as apuras d
cofre provincial impoero s desposea da provin-
cia. 0/um metade do corpo da policia, qoe sabia
108 presas tem sido licencisdo por ordem da
presidencia. Esta medida, que, em meu enten-
der, orna das tnaiii acertadas, que lem partido
da adminisirasao do Exm. Sr. Dr. Jos Benlo J-
nior, nao smenle econmica, seno lambem
mullo moral. Ao beneficio de alliviar, na crise
em que oos seamos, o peso, debaiio do qual go-
me a caixa da provincia, acresce a vanlagera da
expurgar esse carpo da multas feses, que con
corriam poderassraenle para o desconceito garal
em que era iido: e todo mundo compreheada,
qoe em materia policial, isio-, no exercicio do
funegoes. que tem por fias corregir o cesmmes,
evitar o delicio, ou persegui-lo depois do aaat>-
aaetude o manler a ordem, a paz e a traaqailla-
dade publica, nao se pode prescindir do optina,
ou pelo menos do boa. j o nunca servir-se com o
mo. ,
Em um pais como esle, onda o assU gi-
nhador do cesto as costa*, por meos activo qua
261
230
162
136
135
20
18
ij^ixiuax)




~ntC4nnu-u
i, lucro, um mil rU par di de eu trbala*.' tWBonta,-tJje lgate de villa da
wt'rUto 9 ", Va" Borrar 4 Su- jara irnte por dous individuos
hado, nMu-H teloettfiaaen* o i '<
Braca e un gaoha itMMM >' ,
da t u m
servico da prfl_
outro qualquer ganlio ; quero dittr o o va lo, o
pregutcoso 4 que vem pedir ligar na polica ; e
abe Vmc. que vedie e o preguicoso esto no,
caso de seren policiados, e nunca de policiarern.
Ha ranito lempo que se clamaba por urna grande
redorla ne carpe de polica, mas que se neo ob-
tiaha dos poderes competentes ; a quebradetra do
cofre, pois, fez o que elle nao se atrevan i ta-
er : or Isa* diste um eerto philosophoOs ves-
fio fita daixa e mol coa/anden-se con os be-
neficios que delle nascarom.
Vm* outra medida de justa e importante
economa, decretada por S. Exc. a redaceo pro
porcional, que mandou fazer as diarias e tois
bonetes de que gozara* es presos da cadeia.
Com efleilo, bradava ao co o i trra que of-
fressera da criae todas as dataos da provincia,
que nao so nae commetteram crines, como ainda
lhe eslo prestando seus serrinos uteis ca urna
resignaeo vardaleiram-nt- religiosa, e so vives-
aem na fertura, na abundancia, como se o cofre
regorgitasse dediaheiro, aquelles, cujos titules a
candado provincial consisten no homicidio, ne
roiiDo. no estupro oem tolas as mais especies de
delicias, que pralicaram 1! I
Eslio-sc recolhendo i capital todos os oB-
ctaes militares, queandavam portera em com-
missoes de delegadas, subdelegacias, coaamaodos
de forea, etc.
Anda isto urna economa ; pois, como se
abe, essas comraissdes exigiam despezas, como
de transportes, aluguel de casa, lozas, agua eou-
tras deataaatureza.
Tambem tallar a verdade, nao baria mais
neceesidade de emprego desses meios exeepcio-
naes, que splem s"r justificados pela regra,
3ue diz Para oceurreneias extraordinarias inc-
idas extraordinarias
A provincia agora felizmente goza do urna
paz inalteravel; faz uto mez que a secretaria da
polica nao recebe urna s coramunicaco deates
crimes, quearrepiam asomes eespantara a raa-
ginaeo. A' tempestado das eleiedes suecedeu a
calmara da Donan ja. Oo porque esteja anda
caneado da luta, ou porque o boto iuverno o lera
desafiado aos afazeres da laroura e da ereaco, o
certo que e poro desta provincia esti como que
disirahido da poltica, e s trata dos outros sous
interesses.
Fui adala para 15 de margo prximo a reu-
nio da asscmbla proviocial; persusdo-me que,
O qoe deu lugar 4 Isso, foi n.io s a estaco in-
vernosa quedifjkulla a descida dos deputados do
centro para a capital, como tambem s necessi-
daile que linda a presidencia do refocilar um
pouco entre os trabalbos da caapinha que findou
e os da que vai comecar ^o arho isto de muita
razao, porqun o palz leni diiviio ao trrico de
seus administradores, roas nao tirar-lhea a
pelle.
Foram convocados os jurados desta capital
para o dia 9 deste ; mas nao chegaram tranalhar
por terem sido adiados pelo juiz de direito inte-
rino para o Qm do mez.
Eis cm resumo o que por agora se d aqu
de mais digno de retenr-se em seu itrio. A'
fra isto ludo mais sao minudencias, que nao va-
le a pena contar ; tanto mais quanto eu tei, que
urna s pessoa de fra ainJa nao leu a correspon-
dencia do Rio Grande do Norte, por ser trra com
a qual ningucm se importa. Ne me admira, po-
rui, que assim succeda com os de fra, quando
certo que dous tercos dos seus assignmte des-
la provincia anda ignorara que haja d'aqui cor-
respondencia para sse Diario.
Para lhe fallar a verdade, para mim esta
correspondencia nao passa de urna conversa par-
ticular e reservada, que eu quero ler com Vmc,
de quem sei, que como verdadeiro patriota que
, gusta de esmerilhar ludo e de tudo saber, que
se passa nos lugares anda mesmo os mais recn-
ditos do imperio ; s por esta eonsideracao que
eu coutinuarei nesla larefo, da qual abrirei mo,
logo que Vmc. tambem me mandar diter que nao
pode mais tolerar semelhanie galimatas
P. S. Chegou-me agora mesmo s roaos o
resultado final da votacao da provincia, que o
seguinte, salvo o juizo da cmara dos Srs. depu-
tados :
Eleitores 476.
Dr. Amaro cootando-so as duplica-
tas do partido conservador, eannullando-
se as dos liberaos........
Annullandn-se as dos conserradores
e approvsnJii-se as dos libones. .
Dr. Gabriel na I. hypothese .
Na segunda ,.......
Dr. Brandan nal.* hypothese. .
o Na segunda.........
Dr. Pmag na 1.* hypothese .
N segunda.........
Par ahila. O nosso correspondente diz-nos
Foram eleitos pelo segundo distnclo desta
pro/incia os Kxms. Srs., Dr. Antonio Manoel de
Aragao e Mello, com 215 vol, e cooselhero An-
tonio Jos Henriques, com 173 votos.
E era o resultado que esperava e j o havia
annunciado.
Disse eolio que o Despertador apregoiva o
(riumpho do Dr. Joo Leite Ferreira e a derrota
do conselheiro Henriques, contra o que en pro-
teslei as lionas que forarn em outra occasiao
publicadas.
Depois da publicarlo no Imparcial desso re-
sultado anda nao foi publicado o Despertador,
pelo que nada posso dizer-lho acerca do como ex-
plicar o mesmo a derroli do seu fidut Achates.
Nao ha fado importante que referir; pois ha
perfeila e completa calma na provincia.
O Sr. Silva Nnnes continua na senda trilha-
da, embora 3 decepcoes porque passaram alguns
candidatos que tevam conla da administrado a
derru t que soffreram.
o Paro aqu porque nada mais ba referir.
316
229
279
216
81
175
133
150
PERNAMBUCO.
empresario
REVISTA DIARIA-
Consta-nos que no prximo vapor, que, pro-
cedento dos portes do sol, deve aqui chegar pelo
principio do mez que entra, chegnr tambem o
Sr. Germano Fraucisco de Oliveira,
dramtico do nosso Santa Isabel.
O Sr. Germano tem estado oo Ro-Grande do
Sul, era cujo theatro trabalhava com urna com-
pauhia, a que jornaes d'atli fazem elogios.
Com este pessoal. a que pretende addioionar
oulros actores contrattdos na corte e na Bahia,
por occasiao de su passagem por essas locali-
dades, e nesla cidade d'eotre os que e exitlem,
aehando-se j escrinturadp o Sr. Raymundo,
que o referido emeresano intenciona desempe-
nhar a sua empresa, qual desejamo urna com-
pleta saligfaeo dos compromissos para com a
provincia, quo a subvencin, e para com os di-
lellanli que s represonlacdes devera con-
correr.
O novo thesoureiro das loteras da provin -
ca j deu comego nos seus trabalhos, expondo
venda o bilhetes da lotera com que deve cs-
trear a sua gesteo.
O plano quBSubmetteu pprovacao da pre-
sidencia, e pelo qual tem de ser extrahidas as
loteras, da quantia total de 30:000J0C0, qUe
distribuo-se por 60 premios maiores e 810 do
mesmo dinheiro, deduzilos 20 por cenlo- do be-
neficio, sello e mais despezas da extraccao, con-
sagradas na lei.
O premio maior de 10:0009, seguindo-se-lhe
tres de 9004000 cala um, um de 5u0f, tres de
2009, seis de 100J, quatorze de 40J e tru.ta e
dous de 20J000.
Desejaruos que a lotera da provincia levnte-
se do estado de marasmo, que affecta-a de um
modo lo prejudicial para a provincia, que della
colhe por certo vantageas reaes pelos recursos
que proporciona as obras a C4ijo beneficio con-
cedida.
Deixou hootens de harer concurso para o
provimento da cadeirat de inttrnctao elemen-
tar, era cootequencia de cund que pendem de
decisao do goremo ceres das pontos.
^ 7Tt.Fo!ide*or.".do .8r' jM1"" de Guarnan
Colho d suodelegicH da frwguetia da Boa-
Vala, sendo substituido pelo vtpitao Firmino da
Cunha He^o.
Nj dia 16 a horas da manhoa, paHiram
os Srs. Wilhara Wright e James Headley da et-
taco da via-fercea conduzino 320iNa) para pa-
gamento dos operarios; e sendo o destino delles
o engeoho Cujambuca en Agiw-P/eta, deriim
tocar em Cootendas e Uinas-Noras.
Effeclirarneoia chegaram Conjendas palas 8
o meia horas, onda dallando 2:000$, seguiram
pra_dianl pelase Itera; e o passarem no lu-
rejo d'AraiM, esttt'M fQfWilaoj ArepiW e tWN St^d^wbto.a qMtiapadtK* uaaar fa
Kldl, O-
------. pardo-escu-
ro, eabadkM pratoa. barbados, attoa de grandes
pareetwtju reapraess. Tr.j.vam ambo palitos
eswros.to.haaa paraearas a chapeos de feltro,
ua*^t MiMtfuuto; tcaavam-se
rmadtn em com mi Uaaritu a orna taca, e o
outro cato um pao forrado, a ambos osta*m
embMoadoa n'um caaaaira, asi lugar onde
aperua-aa mais o caaiabo, cujas extremidades
elles ecttaatam.
Chefanda Jiaaes a asta ponto, foi-lb ioespe-
radanseata atirada urna cavetada na nuca, e ten-
tando rollar eavalla para fugi, da espingarda
lezlhe fogo, ferindo-o polo lado esqaerdo da ca-
beca, no rnesnto lugar da eaealada. com chumbo
Uno. Sendo aasim farido, deixa James cahir o
sacco de lona, em que ia o dinheiro constante de
sedulas, prat e pouco cobre, e que liaba eolio-
cado debaixo do assento; sobre o qual sacco en-
tao se langa o que lhe dera e liro, epodera-se
delle, e em seguida pde-se em fuga com o com-
panheiro.
Succeden'io perm que distante 150 passos do
lugar do desastre se acnassem Joo Julio e 12
trabalhadores, oovinm a detonacao de tiro, ar.o-
dirara, e seguindo as pizadaa dos criminosos,
cojo caminho ihea indicara William, continua-
rain a persegui-los ; ao qua foram acompanha-
dos de mais gente que se reunir logo.
Os fugitivos assim perseguidos, largaram o
sacco de dinheiro dentro de urna mata do enge-
oho Umoeiro reino, para fugirem mais fcil-
mente.
James vjltou fondo para Cootendas, onde se
cha, tendo sido convenientemente trtalo pelos
Drs. Faria e Valpey. Ha esperancas de es-
capar
Neste mesmo dia noite o Sr. superintendente
Bracah foi pedir providencia* ao xm. Sr. pre-
sidenta, o qu il as expadio cora promptido a se-
licilude, sendo felizmente desnecetsarias em 'is-
la da atlitudo da autoridade local ; que tendo
avio do aeto, dirigio-se logo ao logar ende esla-
va o feride, e d'ahi deu as ordena tendentes
continuar a perseguirlo dos criminosos.
O empenho manifestado pela captura destea
abona muilo aos uistinctos da nonsa populaco :
ppis que, quer suuliores do engenboa seus mora-
dores, quer autoridades, todos foram acodados
naquelle faeto, merececendo estas muilo pelas
promplas providencias dadas ; as quaes nao po-
dem deixar de produzir os devidos elleiios.
Remettem-noso seguinte :
Srs. re tactores da Revista Otaria. Convenci-
do da utilidade e commodidade que se tira de
urna boa casa de saude, quando qualquer indivi-
duo acha-se diente, e ausente do seu domicilio.
venho fazer patente ao publico a grande casa de
saude de Lisboa.
Esle eslabelecimento est situado em urna ds
melhores localidades daquella cidade, no largo do
Monieiro Enrolla, orna grande casa, com seu
jardim de recreio, lera commudos e est prepa-
rada para receber nao s os doentes, como as fa-
milias ou pessoas qoe os queiram acompanhar,
paraassraevitarem os grandes dispendios que se
fazem nos holeis, e as privacoes porque se pas-
sam qmudo ha doenca.
O director desle eslabelecimento olllm Sr.
Dr. Jos Antonio de Arantes Pedroso, digne len-
te effectivo da escola medico-cirurgia de Lisboa,
no Sr. Arantes os doentes encootrarao um ope-
rador dittincto, e medico intelligenle. cheio de
do;ura seu lado pera os tratar e consolar.
Visitei por diversas vezes aquello eslabeleci-
mento, e tambem assisti convite do seu digno
director, a alguns trabalhos operatorios que all
se praticarain por ello, sempre observei que nao
havia desejar cousa alguma ptra o bom xito
de tratamenlo: os presos sao mui mdicos 1500
rs. raoeds dilli por dia incluindo tudo quanto
necessario um doenle. excepto as operaces,
que sao pagas em separado.
Tendo soffrido alguma iolerrupgao a venda
dos bilhetes das loterias da provincia, achara-se
de novo em andamento, estando venda os da 1*
parlada t" da igreja de Sania Hita de Cassa.
Escrevem-noj da comarca de Garanhuns,
relativamente aos negocios de Aguas-Bellas, o
seguinte:
A situscao de Aguas-Bellas nao anda sa-
tisfactoria, apesar da energa que tem desenvol-
vido o Dr. juiz dt direito em fazer punir indis-
lindamente a todos que directa e indirectamente
concorreram para o massacre de 30 de dezembro
porque Francisco Alves nao pode ser anda cap-
turado coma escolti deludios, que o acompa-
nha, e creio, que cm retiraudo-se a primeira
autoridade com as pessoas quo o acompasara,
essa localidade lera da presenciar outras scenas
de canibalismo, se o subdelegado nao fr muilo
enrgico e deligeote.
Os odios e as vindictas exlstera como heran-
ca, eo terrivol codicillo de 30 de dezembro veio
despertar os herdeiros, que nao deixaro es-
quecer seus legados. Praza a Dos que me en-
gae.
Assim, pois, minha humille opino, que
as providencus tomadas de promplo pela pri-
meira auloridsde, e depois sanecionadas e am-
pliadas pelo gororno foram a salvago de muitas
familias de Aguas-Bellas, e lalvez de outras lo-
calidades.
Nao lhe estou exagerando, e nem tomo parte
nos negocios de Aguas-Bellas; mas conhoco
be ni o lugar e o seu pessoal; sei da sua enrom-
es, e tenho ouvido cantar seus odios volos.
Nao tem cessado as diligencias, foitas, ao
que me consta, na melhor ordem.
Alguraas pessoas de urna e outra pareialida-
de, indiciadas nesse horrivel morlieinio, teetn si-
do presas, como sejam o padro Malachias, seu
pai, o velho Bina, o capito Severino e seu to-
briuho, e ltimamente o professor Liberato, alm
de outros j recolhidos.
Nao noticia certa do lugar, onde nessa
fregueziaTstoja Francisco Alves com os seus, en
tretanlo tern-roe constado, que se pretende fa-
zer ainda algumas diligencia, com tropa regular,
a ver se pode-se obler.a csplura desso homem e
dos Indios que o acorapanham.
O que porm me pareco. pela leilura dos
jornaes dessa capitil que ahi os negocios de
Aguas Bellas sao tomadas ero pouca monta, em
pouca considerago, visto como pretende-se por
motivos de conveniencias polticas, que a auto-
ridade faca ponto na indagarlo do crime e dos
criminosos de ura e outro lado.
a Ao passo que o presidente da provincia, o
chefe de polica, e o juiz de direito da comarca
querem cumprircom os seus deveres, querem fa-
zer r>speitar a lei.............os interessados no
triumpho eleitorat dcsia ou d'aquella parcialida-
de -
man
dera
Pois que! nada" honre, nao foi nada, ha-
vendo tantos assassinatos, e ferimentos mais ou
menos morlses ?
A'do foi nada quando o sangue derramou-se
cora trtara dentro de urna igrvja, perpetran-
do-so impamente dentro della assassinatos e
ferimentos ?
Muilo pdem o indiferentismo, e o egosmo
do quera quer ser deputado anda mesmo com
ura diploma manchado de sangue, exalando
chairo de plvora 1
t E urna eleicao feita com o juiz de paz preso
a mesa, e sentenciado t morrerstno assigoasse
a acta; urna eleicao feita ao triste som dos ge-
midos dos moribundos, o foridos ; urna eleicao
feita coraprossivaraenle, sob o terror alguma
cousa. que se parec au menos com eleicao ?
c Quera foi quo annuio asta improvisada
partilha d eleftoreaf O Dr. Castor, que como
um gamo correu a bom correr para salvarse das
garras dos indios, que o perseguirn 1 O tenen-
te-coronel Afro, que providencialmente nao esla-
va prosele na eleicao, e que depois do massacre
oing'iem mais o rio senio quando nlrou na
poroacao a torca do goverao ?
O capitao Luiz Gonz ja tssastinado por um
indio i
i Antonio Tenorio igual e baramtole sacrifi-
cado ?
Para que essas calculadas iltuses ?
Para que oegarem-se para nao veram, n-
surdecoreni-se para nao ouvirem ?
Para que taes actos sobre serem irregulares,
laminosos, prersieseasaam, seria mistar, que aa
hmeos a quem ctinjpre telar pala mordidada, e
respeilo das tais livossem slientdo de ai todo
que fose pudor, tudo que fosse dignidade taca
coostituirem-se maoUellas desta ou d'aqualle
que qutzesse a prpeo do meu sangue, e ne ewtros
roaipaf-M em urna cadtaca a repreaaniaco
Dacin I,
Nao Ihes taco tao desaiross injustica,
Quem ppis persudir-se por jasinaario. u
por clculos, que a siluaco do Aguas Bailas
nlo 14 essa otilasnao oi nada e que ei aa
nesiissimaa contequeasttaa em verdade por ana
stmpltcidade, d.tpi. dTlattvtta .......-. ^
No entretanto lataaato dtalro d'alma. quo
eslejam complicados neaset neaocios, pessoa
que por seos precedentes, a manstdio dererUm
oao enrolrer-se eoi luUi.cuiosresulUdos toasem
tao funestos.
Consta-me, qu j a autoridad prosegue com
o proceaso sem conaideracoea s cores polticas,
o i aames.
Se assim ol forera pralcando aquetles, que
teem o rigoroso dever de punir o enana, venda-
do pela imparcialidad, a somante guiado pela
mi da justica, an anha o dia de ama eleicao
era e da reprodcelo das scenas da Telht a-
xoeir. Aguas Bellas <... ......
Foram recolhiJos casa de detencao nos
das 15 e 17 do correle, 11 homens e 1 mulhcr,
sendo 10 livres a 3. escravos, a saber: ordem
do Dr. delegado do primeiro districto 3, ordem
do aubdetegado do Recite 3, & ordem do de San-
io Antonio 3 e oidora do de San-Jos 4.
Passageiros do vapor nacional Oyapock,
viudos do Para :_Btiss Bernardi e seu criado,
A. C. Braso. J. M. de Almelda. J. M. Mixoira,
Luiz Antonio Peretra. Joie Vianna de Helio e a
escravos, Joaquim Liandro Ribeiro, Jos Maria-
no Ribeiro, Melchi des Pereira da Silva, Pedro
Jasen Ferreira, Alii Fournier, Joo Podro Soa-
res. Diogo Maooel Souza, Joo Pereira Lima,
Antonio Franco de S> Ribeiro, dezerabargador J.
M. F. de Mello e 1 escravo, Jos A. Rodrigues
Lima, JoaoThom da Silva. Jos T. da Silva a 1
escravo. Francisco .(. da S. Carvalho. C Halhan
Danheisser. Wllsses de Barros MendooQa, Sim-
plicio Coelho de Renendo a 1 escravo, Torqualo
pardo preso de poluia escravo. Joaquim Barroso
Braga. Dr. Goocallo dt Almelda Soulo, Dr. Au-
gusto C. Amorim G.ircia, Esteran Jos Barbosa
de Moura Jnior e 1 escravo Antonio Caelano
Navarra, Joao Barroso de Carvalho. Rosa Fran-
cisca, Dimingos Heorique de Oliveira, Dr. Flix
Antonio Pereira Lima, Maturioo Barroso de
Mello, Dario G. da Silveira e 1 eaeravo, Justino
Epaminondas Aasumpce Netes e 1 escravo,
Dr. Antonio d'Auumpcao Nevea, e 1 eterava, Dr.
Candido Pereira de Lomos, I, Ferreira L. Sobri-
nho, Francisco Jos dos Passos. Dr. Jote Feraan-
des Lima, D. Mana Amelia Ribeiro Lima a 1
escravo, Antonio da Cotia Ribeiro, Esperidio
Barbosa da Silva, a a prezoa da polica acompa-
nhados por duas pravas.
Soguera para o sol:Antonio R. Cordeiro.
JotHenrique de Carvatuo. Laurindo P. flsn-
deira de Helio. Fernando Jos de Almoida, Pra-
dera Alexandre, Por Trio Mi noel Dorges, Joao de
Araujo Costa. Manoel Thofilo da Costa, Francis-
co Hanoel da Coala, capitso-lenente Jos da Cos-
a Azorado, 1; tosente Jet de Corqueira Aguiar
e Silva, 2.* lente de artilharia Nicolao Hnteiro
Baeoa, tenent< Attliba D.Godinho, e sua senho-
ra, 2. cadete Jos Ofidio Aniones Brail, Ber-
nardo Jos Pacheco, Jos Clemente Barbosa de
Horaes, capito Gustavo J. Xavier dos Anjos e 5
pessoas da familia, Jos Genazio Amorim Garca,
Joo Rodriguos Hoderno Jnior, capito Antonio
Cabra I Leoncio e sua senhora, 14 pracas para a
marinhi, AO escravos entregar.
Passageiro da barca brasilera Real Pedro,
vindo do Ass: Jos Rento de Souza.
Passageiro sahido no brigue portuguez S.
Mamotl para o Porto:Francisco Ferreira.
HORTALlADE DO DA 17 :
Joio, branco, 5 annos, convulsaes.
Anatlaea. parda, 1 mez, enchican.
18 *
Thomazia, preta, 2 annos, sarampo.
Um prvulo, encontrado no adro do convento
de S. Francisco.
Francisco, Franco, 2 mezes, enterite.
Senhorinha. preta, 2 nnos convuls&es.
Joo Martina Feraeira Jnior, pardo solleiro, 15
annos, hepatite chronica.
Goilherme, parti, (i mezes, enflamaco de
intestinos.
MATADO I'RO PUBLICO !
Hataram-se no da 16 do corrente para o con-
sumo desta eidade 87 rezes.'
No dia 17 matarara-se 77 ditas.
No dia 18 dito 73 ditas.
CHRONICIJlUItURIA.
TRIBUNAL DO COMERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 18DEFEVEREI-
RO DE 1861.
PRESIDENCIA DO E.C.M. SR. DESEMSASGADOR
r. a. ns soi-za.
As 10 horas da manas, reunidos os Srs. depu-
tados Silveira, e Bastos, o seohor presidente
de ciaron aborta asest&a de mero expediente, e
designou o Sr. deputndo Silveira para servir de
secretario.
DESPACHOS.
Um requeriraento de Joaquim Lopes de Almei-
da, visto pelo Sr. desembargador Uscil, recolhen-
do a carta de registro de brigue Harto Luisa,
que veudeu.Como rsquer.
Outro de Fernando A irmo, tambera visto, pe-
dindo o registro do seu contrato social.Na for-
ma do parecer fiscal.
Outro de Joo da Cunha VYanderley, podio do
por certidao. vista do seu contrato, quem a o
gerente da snciedade que celebrou com Caadido
Nunes de Mello Como ruquer.
Outro de Hanoel li;ocio de Oliveiro Lobo e
outro, com piensas de algodSo nesta prsca, pe-
dudo ser restaurado o anligo uso de ser*devido
aos negociantes a indemnlsaco pelo aceio e pre-
paro das saccas de algodo.Vista ao Sr. desun-
bargador fiscal.
Nada mais houve.
SESSAO JUDICIARIA EMI8DE FEVEREIRO.
PHESIDEHCU DO EIM. S. PESEMBARGADOH
IOLZA.
Secretario, Julio Guimares.
Ao meio-dia, achaodo-se prsenles os Srs.
desembarga do res Villares c Silva Guimares, e es
senhores deputados Bastos a Silveira, o 8r. pre-
sidente abri a sesso.
E nao bavendo nada a tratar-se, encerrou-
se a sesso a meia-hora.
Correspondencias.
ATIENCO.
O abati atsignado responden Jo a deelarscio
que fez o Sr. Flix Francisco de Souza MagaUaes
ex-prior intruso da Ordem Terceira do Carme no
seu relatorin a falla 14 verso
em MBellaVnroiViiH.m 0'K ua" 'lno a follta 14 verso em que diz ; que
'o do8 egosmo aPs ceas InSV ZT leDj0 ,btUo "do se offerecido gr.lnfla-
im ..?.queglUTeguaVsT. '" me' P >or procurador judicial da Ordem.de-
Pi. i n.rt.BK.. "TJ',..- --j- ^_ onorava-to deiie offireomeato temetlendo^n,
remellen de
procuraco que a meta lhe havia pastado, e que
devendo remetter conjuntamente o receido, e
despendido, nao o fez ; o que dou lugar a orde-
nar a mesa em sesso de 14 de agoslo de 1858
ao secretario que lhe c IDciassp para prestar as
referidas cunts ; dizeodo mais que foi cumprida
esta deliberaco, mas quo al e prsenle ainda
nao foram prealadas essas contas: que falsidade,
que calumnia, e injuria quer o Sr. Magalhes
arrogar a pessoa de abnixo signado prelenden-
do denegrir assim sua replselo valendo-se para
cujo flm da muita falla de verdade; porm o
abaixo assignado rasgando o vb'fljtTntrfg, e da
calumnia mostra tos seu irmaos tereeiros com
os dous documentos abaixo transcriptos, que o
Sr. Magalhes no prestado a verdade, o sem
receio algum de responstbitidade lancou mo das
armas da intriga, da calumnia, e da falla de ver-
dade, para ver se por estomeio chamara odiosi-
dade dos irmaos da Ordem contra o abaixo assig-
nado ; mas o mesmo abaixo assignado felizmente
com os documentos que offerece lera provado que
s foi procurador at o anno de 1857 e que pres-
tou cont do dinheiro recibido, e que nesse
mesmo anno pi quo se dentaltio, a remelteu a
procurarlo, e uso conlinuou mais al o presen-
*? e,D! c) a.0B0 '< 18&8. oo diz o Sr.
Magalhes ; nsU poi das provas. o abiixo as-
sanado espera que seos irmaos tasceiros lendo
com tlteocao os mes ses decumeaios aqui apre-
seolado*. cojuctenciossmeiile faeain a justica qoe
merreer a rputscao datta teu irmao ex-defiaidor.
Theodoro de Almeida Costa.
JJ. J.
O nosso cariwimo irmao thetouroiro do dnbei-
ro, o Sr. Antonio Pereira de Oliveira Renos,
queira pagar ao nosso irmao procurador judicial'
Theodom do Alnjeida CdU. 4 auaniia de 20#OO
sei para dispuse judiutas dos faros.Secaat-
r*# da taoaravol Qrtterp Tareetra do C.rmo do
tttei/e U He fereseiro Ce 1867.H.aoel Jvaquim
Muoiz BaranJ,- R SOM09.
Kocebj da mmno seonor a q dsAresanto Ordjtm. fUt(o, 16 de tevereiro de
MZ.-TJieodoro de AJqmida Costa.
6bi de salivo na>9t Gtms n quaalia de
?L5!afa?* Wift mm <** da en du
m^SS^ Rad<*' 9 *> da 18W.
attoa ctssajuAroaa dil>tJw..>JtiM|nBaV
l1?. V- 0l 4e S'nU Bo" Munlz.-Com
tii^- V- 8* S^f* '. P9t isso. tora
reeeio escrja-lha.*stas das lishis para V. S.
me respoi.4srbako dtitta as saguiates perguo-
L? "^naodjil V. S. prior da vo-
neravel Ordem Terceira do Carra: sogoodo, so
no seu anno foi, ou nao que eu me oftereci pera
r procurada judicial da Ordem gratuitamente.
qne ao dapoia me deaitti remellen lo a sromi-
ngto bstanle, em razao de haver entre nos
ambos urna pequen differenca : terceira, se eu
prestai, ou nao coalas da qnantia que rece pa-
r* a* d^P6**1 dM qel9a judicaes da tnasma
Urdem ; assim como to bem quem era o Ihesou-
reira do dinheiro neaaa tmno: quartu, quera
loi o prior ora 1859 que suecedeu V. S. em
cujo nno V. 5. fazia parte como procurador
geral; outro stm se nesse snoo eu fui procura-
dor judicial da Ordem, que nesta occasiao me
demeltisse. Espero que V. S. contciensiosa-
mente me responda estas quatro pergenia*, per-
mittindo-me a faculdade de usar de su respost*
quando moconvier; pois sou de V. S. atiento
venerador a criado.Theodoro da Almeida Cos-
ta.Ulm. Sr. Em respaila as ptrgunus de que
trata na preaente carta, posso affirmir a V, S.
que fui prior no anno de 1855, a 1857 : em te-
gundo lugar, verdade que V. S. foi procura-
dor judicial aa Ordem, pala forma |4 dita em
sua carta, ledas as cirumsttueias, que aocor-
reram : terceira, que verdade, que V. S. pres-
tara corita, da pequea quantia qne navla rece-
bido para ta despesas judicaes, o deve caatar,
sendo thesoureiro dos dinheiros o irmao Antonio
Pereira de Oliveira Ramos: quarto, que em t859
foi prior o irmo Saraiv, em cujo tao V. S.
nao art mais procurador: o quinto teuho a
responder, poleudo desta minha icsposla fazer
o uto qnn lhe convier. Itncife 31 de Janeiro de
1881.De V. S. ailencjo a criado.Joo de
Santa Roza Huniz.
Estaram sellados e reconhecidos.
Srs, redactores.O Sr. Manoel Harinho de
Souza Pimental, qu rendo noletlar-me era o seu
nnuncio do Liberal o. 38 de 15 do corrente,
depois de aie ler prestado alcuoho que nao
meu, t m ais perlence, alFirmou que eu e um
oflicial de justica agarramos u'aquollo dia a pre-
ta Boas, da prepriedade de sata eoattituiates.
Nao respondo alguns insultos, do mesmo an-
nuncio com os quaes o Sr. Pimeotel me quii ri-
diealarisar ; pois que ettuu corto qaoelloarever-
lora intacta para a fonte de onde vieram, visto
como cada ura d o que tem. Afflrmo, porm,
ao Sr. l'imentel, que eu na qualidade de solici-
tador nao poda jamis ser execulor de mandado
de captura, acloque s perteuce aos ofllciaet de
justica : que eu obrei nesta causa como procu-
rador de Antonia Mara dos Santos, procuratorio
que alias rae honra por ser esti infeliz asss po-
bre, velha, doenle, posto que em seu favor
|cm homem de posico, 4 quem o Sr. Pimentel
illudo neste negocio. A eacravs era questo nao
est, e nem pede eslar ara me poler, e sim no
poder O'aquella que sua legitima senhora.
Finalmente acho bora que o Sr Piraentel pro-
cure o recurso da lei, sem todava aggravar 4
quem n.io se letnbra de Sua merc, nem mesmo
no momento de praticar algum acto de por mais
levo os intestinos.
Tenho cm que cuidar, e tamilia 4 educar, e
nao me quero oceupar rrn dar resposla quem
(talvez) queiri dar expanso seu genio tributado
inslenle, e por isso peco aos Srs. redactores a
inserco dcstas linkas, com o que muilo obriga-
ro ao seu verdadeiro e constante leitor,
Joatnim Franci$co de Albtqaerquc Santiago.
quem s rratpsaaa srraaaa ao eritaa a a qmem o
amor maternal de tM a faz Irbar astada da
probidadt, guiada aaieamoajta por tata raatiarto
salvador qu* coaduv forra ta laias jtjatraataa,
de resignacia vangelKa, o pecidor sintilUt t
aater a perdso dos aroprioa qua airaadwra. a
paiMcao aa Iti da safa sanio que ialradaaido aa
aeio da familia a devorct-t, eatregaada-a aa
oprobrio e a lataprit; sao ettaa os lancea ate
mais ombellezao o drama alm de outros nao
menos iraporlaatet.
a Todos ot artittts oompeaolrados dot seos
difforentes papis os detempenham por modo tal
que se tornara credoret dos maiores elogios
ASr. B. M.notU sobsslado iaissiaatel no
deseatoeeho da ptpel de Smtana! 9^, ,.
quanto exprime e torna-se s verdadeira mulher
erimioosa para depois fazer sobresahir a atBicU
mke, repulsad pelo marido ultrajado, o deteo-
nheetda peta innoeantaa fllhat a quera de bom
grado din. alrat e vdt........ Ohf vft-la nesses
momentos do sublime intpirtelo, contemola-ta
dianle de mas fllhat. balbucante, hisiiand
quereodo. mat nao pdenlo dizer: Su $*,. u
mas / V adimiraval 1 Sr,. D Uio\\Tc^
s representar este p.pel, que lhe era bastante
para Armar sua reputarlo artstica, quando l a
nao livesse to altamente estabelecida
a E' nosso desejo que toda a nosso publico
goze, coma nos do que de bom temos eclualmen-
ta 00 nosso theatro e por itao atmpra que tivar-
mos occasiao lhe despertaremos a curiosidade
relenodo com verdade coma costumamos o qu
do melhor for ipparecendo. H
O espectacule de hoje deve por certo attrahir
a concurrencia publica.
COnMKKCM.
^irmndt3sa,
RendiraetHo de dia 1 a II. .
dem do dia 18.....
S19432M63
18 813:550
268:2459713
Moviiuenlo da airaudeica..
Volumes totradoscora fazeodaa..
a cora gneros.. 83
Volumes sabidos com fazendas.,
com gneros..
85
SO
624
653
Descarregam hoje 19 da tevereiro
Brigue inglezLindisfarnefazendas.
Patacho portuguezJareomercaduras,
Sumaca hespanholaArdllavinbo e passa.
Patacho brasileiroBeberibediversos gneros.
Bccebeioria de rendas interna
geraes de Pernatnhaeo
Kendimento do dia
qtttrto da vavsr da ara soaataaU do
4.* Para te preaeder aa ptgamtnlo ser s abra
avallada em braftas qattjradat, Dcando o arraaaa-
tanle ttifeita peloprec do arcaaneato aoaof-
znaato tU oart. as a fatacaa aasim a entaaaar.
5.a O arremtttost ser abrigtdo a seguir ras-
trtetamenta ts obtigaces cootidas 00 artigo 36
da lei a. 66, a asa atis rticos la mastn* lai
qua regula as arreza* tsf&es.
Conforme. O'aacrelario, A. F. ds Aaana-
rlttjin.
O I lisa. Sr. inaaaatar dt thasoarerie ptaaa-
ciai em cumprimeni da ordem do Esa. Sr. pm-
tideote da provincia de 15 do corrente, fas pu-
blico quo o eaaearto pava ot lugaret de %.* aa-
crii-iurario da contador da meta* Utasaarstia
tere lugar no dit 18 de marco prximo vindouro.
devendo os preteadenlet serem etamiaados a*
grammatic* da lingua nartaati, aaenpMracaa par
partidas dobradaa, ariihratiica a suas apptica-
C&es, cora especialidade a reduccao do moeda, pa-
sos a medidas, ao tlenlo da descont a jarae ti ta-
pies e cetapostoe; senda paaaerda os qua liva-
rem boa lettrt e souberen linguas eslrangeiras.
Os pretendemos dererio apresentar seus reque-
rimentos na ni es roa thesouraria com certidao ata
que provem ser maiores de 20 annos.
E pira chegar aa eonheeitacato dos ioUreas-
dot te mtndou tflxtr o preaente a ptbliear pelo
Diario
Secretara da thesouraria provincial da Perntra-
buco, 16 de tevereiro de 1801.
O tecrettrio,
A. F. i'AnKMntiacaa.
O Dr. Anselma Prtneiioo Peretti, coameadador
da imperial ordem da Beta, da de Orillo, ijtix
de direito etpecitl do eomnircial desta cidade
do Recite, o teu termo, capital da provincia de
Perntmbuco, por Sua Hagcstide Imperial
Constitucional, o Senhor B. Pedro II. que Deoa
guarde etc.
Fuco saber pelo preaente que 4 requer menso
dos negocenles Henry Fostor 4 C. a Tasas &
Irmaos. se acha aborta a fallencia de Joaquim Luiz
dos Santos Villa-Verde pela senleoca dolheor a-
guinte :
D Eiposicao conttanto ds policio de fblhas
duas, baseada as cartas d tuinas 11 e felhasl
o com referencia 4s rentas de foi has 3 e fo'has 4,
e tetras de folhas 5 a Mhss 10 te mottra haver o
comraerciante Joaquim Luiz dos Sanios Villa-
Verde, eslsbeleeido cora ptdaria na ra Imperial
numero 109, eessado os teus pagamentos : aelo
que o declaro em estado de qutbra e 8x0 o ter-
mo legal da existencia desta 4 contar do dia 7 de
Janeiro prximo passado. Nomaio curadores fi-
caes os credores Menry Foster&C, e deposita-
rios interinos os eredores Tatso & Irmos ; e pres-
tido pelos primeirot o juramento do ettyto e
pelos segundos assignado termo de depastto, o
escrivso remetter4 copia desta senlenca ao juiz
de pai compleme para a apposicao de sellos.
t i. 11:5103018
dem do da 18. i wicoic, .' ~"r------T r"~ Z.-?t1*" """
.....* VlJVw que ordeno se ponham na forma da lei em todo
~~" I os bens lirros e
15:9345963 Feito o que
_, =====; dos arts. 812
provincial. | gulamento n. 738, se davam as subsecuentes pro-
videncias, que os referidos cdigo e regulmeuto
papis do fallido,
e publicada a presente nos termos
do cdigo commerrial, 129 do re-
Rendimento do dia 1 a 16.
dem do dia 18 .
37:6754941
4:5623959
42.2383903
Publicacoes pedido.
Carta dirigida ao Ulm. Sr. Rloardo
Kii-I*.
Muito lhe gradteo o booeQeio que recebi do
curati'o de suas chapas medicinase que veio de
sua casa, o qusl V. S. ver em o anouncio quo
junto remello-lhe.
Rogo a V. S. fazer-me o favor de o mandar
publicar nos jornaes a bem do ser ulil a muitas
pessoas quo palecerem de molestias como ou
padeca.
Dores de cabefa, muita verjtns, dores no
estomago e clicas flatulenlas.
II bstanles annos padeca urnas dores nomio-
sas de cabera, que me prendan) s nuca, linha
muitas cerfioen, algumas vezes urna especie de
variado de juizo. que de tudo me esquecia a
ponto aa nao acertar o quo quera annunciar, e
juntamente padeoando urna dar no estomago,
donde para muitas veces attctdo de clicas /*-
'nltafa*; mindei vir s chapas medicinase do
Sr. Ricardo Kirk, com escriptorio na ru do
Parto n. 119, appliquci urna na cibecae outra no
estomago, e no espaco de oilo das tiquei iivre
das dores de cabrea, e em 38 dias actiei-rae
completamente bora das oulras molestias que
padaoi (wnho 68 aonos e 4 mezes) Face esta
advertencia a todas as pessoas da raesma idade
para ellas tentarem o mesan curativo.
Em gratido do que lhe taco o prsenle alies-
lado para serconhecido publicamente.
Emigdia Jos de Faria.
Curato de Santa Cruz.
Recouhecida verdadeira a assignalura supra
pelo labeliao Jos Feliciano Godinbo.
Movimcnto do porto.
A'ai'io sahido no dia 17.
Rio de Jdneiro, brigue escuna nacioail Joven
Arthur, capitao Joaquim Antonio Gonjalves San-
tos, carga assuear.
Nohouveram entradas
Navios entrados no dia 18.
Ass 22 dias, bsrea brasilera Real Pedro, de
391 toneladas, capitao Francisco Antonio Fer-
reira Jnior, equipagem 13, carga sal, palha e
mais gneros ; a Marques Barros & C. Veio
largar o pratico e seguio para o Rio de Janeiro.
Arai-aly 9 das, hiato naeional Gralido, de
33 toneladas, capitao Pedro Jos Francisco,
equipsgera 5, cargs sal e mais gneros; a Fir-
miano Jos Rodrigues Jnior.
Para e portos eotermedios 8 dias e do ultimo
porto 12 horasvapor nacional Oyapock,
commindanto o capitao lente Amonio Joa-
quim de Santa Barbara.
Navios sahidos no mesmo dia.
Aracatyhiate nacional Dous Irm&os, cepo
Joaquim Jos da Silveira, carga varios g-
neros.
Portobrigue portuguez S. Hanoel I*, capitao
Carlos Ferreira Soaras, carga assuear.
Terra-Novabarca ingleza Fleeitviog, capitao
Rolierl Neght, em lastro suspenleu do lama-
rio.
a- a. a
o.
"o
B I
I
I foro
n
c
B
itmosphera.
Z

Direcc.
Lendo no Commercial e no Echo do Sul, do
Rio Grande do Sul, 01 seus rticos seguintes,
cerca dos artistas Germano Francisco do Olivei-
ra, e D. Mauoela Lucia, na.) podemos turlar-nos
ao enthusiasmo de publica-lus, para que o pu-
blico avalie o grio de apreco que por ali sem
dar ao verdadeiro talento :
.Espectculo Ninguem; nenhum dos es-
pectadores que snle-hontem assistiran 4 repre-
senta;io do drama O marinheiro de S. Tropel,
deixsr de sentir que o Sr. Germano oximio
no desempenho do papel de que se eocarr*gou.
'. Hornos visto artistas de grande nomeada de-
seovolvendo semelhanie parte cora esmero, mas
sempre lhes mioguando aquella naturalidad?
corn que o Sr. Germano, tanto em mmica como
na expresso, revela o mariyrio silencioso, a s-
bita alegra, a raiva, ociume e lodos esses sen-
liiiiciilus que se debatem e espedagam o corarao
desaforlunaua victima do embuste o do
neno.
Dest'arle torna o Sr. Germano bastante inte-
essanle nossa platea ura drama j por ella
anta visto, pois qie podo affoutsmtnte dizer-as
ue : se ha artista que o igualo no marinheiro
e S. Tropel, mil agre ser que haja quem com
mtis mestria dessmpenhe o diflicil papel.
Os oulros adores sustentaran preporchl-
mtnte ts parles que lhe estavam confiadas; e a
comedia, como de primeira vez, mereceu o riso
e applausns dos assisteoles.
Theatro. Tem o Sr. Germano ltimamente
representado em nosso thoalro dramas de subido
raerccimcnlo que sua companhia ha interpretado
de urna maneira admiravel. A Giralda, D. Cezar
de Batan, 0 marinheiro de S. Tropas onde o Sr.
Germano se ergoeu como gigante o confirraou a
alta reputtco que lhe lora adquerido a seu re-
conhecido tlenlo. S vendo que se pode
ajuizar da feliz concepcao do artista po papel de
Jorge Mauricio.
t Tudo quanto ba de grandoto no corado bu-
mano, a geoerosidade, o cime nascido de um
amor violento s sufocado pelos bros de urna
alma nobre a slarada, o recooheciraento pela
mulher que speitr de indigilada de mais tumoroso
dos crimes, lhe era o sujo de copsolaco o es-
preitava stm cessar caneceira do seu leilo de
agona, mortlficacao, as dores puogentis que
soffra occasionadas pelo effeito do veneno qua
lhe despedacava as eutranlias, tudo, tudo o
grande artista reveloa com lauta naturaiidade,
que s vezes nos fez acreditar que era e prnprio
malavanluralo marinheiro que p autor desenhou
ero sus ptima composico 1
< Nio dado 4 intelligcncla humana ir slm
da perfeicao rom que o Sr. Germano deserape-
nhou lo difflcil papel, taolo se poder fazer,
ai# aaipoaaivsl,
t Para ioje est anaunciado a drama Susana
faz elle parla dos que Jtswpt nocianos como
de merecimento enqueslionavel, e cuja execuco
faz honra 4 aotipanhi do Sr. Germauo.
Niagaats metk deixar da ir vv e quadro da
vida dacaarpeekjr-ptdo a cada um das actos que
formara o toda taasal desta obra tiritas.
a O homem casdale qet depastlapaa ene can -
Banca em um amigo retetcade enceotr em
troco a desamar* e a indigencia: os
remorsos ae tnalsius a sima ds mulher me a
co
o
a
s
Intensiiadr.
-1 8 ce X Fahrenheit. m O
Ka J X Ve 8 Se | | Ctntigrado. M H e
a 00 oa 3 ' Hygrometro.
0 O e O 0 1 Cisterna hydro-melriea.
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A noite clara, vento ENE fresco al 11 horas,
que abonan;ou, rondando para o lerrat ao ama-
rillecer.
OSCILLaQIO da HAR.
Prearaar as l h. 18' da manha, tltura 5,6 p.
Baixamar as 4 b. 39' da tarde, altura 2,2 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 18 de te-
vereiro de 1861.
ROMANO STEPPLR.
1* tenente.
Editaes.
cdigo e regulmeuto
prescrevem.
Nada mais se continha em dita senlenca, em
consequencia da qual to convocados todos os
credores daquelle fallido para que no dia SO do
corrente s 10 horas da manha e na sala dos
auditorios comparecam adra da se proceder a no-
raeacao de depositario ou depositarios.
E psra que chegue ao ehecimento de quem in-
leressar possa, raaodei passar editaes, que sero
afiliados e publicados pela imprensi.
Dado e passado nesta cidade do R>cte de Per-
narabuco, aos 16 de ferereiro de 1861.
Eu, Hanoel de Carvalho Paes de Andrade, es-
crivo do juizo especial do commercio, o fiz es-
crever.
Anselmo Francisco Peretli.
O Dr. Anselma Francisco Peretli, ctmranndador
da imperial ordem da Rosa e da de Chriate a
juiz de direito especial do commercio desta ci-
dade do Recite e seu termo, capital da provin-
cia de PernambuL-o, por S. H. I. e'C. o Sr. .
Pedro II, que Deus guarde, etc.
Faco saber, que pelo presente sao convocados
todos os credores do commerciante matriculado
Jos AUes Fernndes, estabelecido cura loja de
Terragens na ra da Cidria do Recite n. 51,
compnrecerem no dia 47 de tevereirc corrchte.
s tO horas do dia, na sala dos auditorios, coran
fra designado por esle juizo. afim de que reuni-
dos ledos, possa-se deliberar ararea da raaroto-
ria, que ao meretissirao tribunal do comra rrk.
irapetrou aquella commerciante, de conformidade
com os arla. 899 e 91M) do cdigo commercial.
E ptra que lodos* lenham noticia, man lei pas-
ear editaes, que sero aluzados nos lugares do
co.-t'ime e publicado pela imprensa.
Dado e pissido nesta cidade do Recite de Per-
nambuco. ao 15 de ferereiro de 1851.Eu Ha-
noel de Carvalho Paes de Andrade, eaerivao do
juizo cipecial de commercio o fiz escrever.
Anselmo Frenuiteo Peretli.
Joao Baptista do Castro e Silva, inspector da the-
souraria de farenda de Pernamhuco, por Sua
Msgeslade Imperial e Constitucional, que Deus
guarde, etc.
Em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. mi-
nistro da farenda de 27 de dezembro ultimo, faca
saber ao Sr. Jos Alexandre dos Santos, que foi
iodefirid pelo tribunal do thesouro nacional o
requeriraento era que pedio o Sr. Santos urna
indemnisaco por prejuizos que aliegou ter tido
durante a revolla de 1818, visto se ter proscripto
o seu direito por nao o haver requerido dentro
do prazo de cinco annos.
Thesouraria de Pemambuco, 19 de Janeiro da
1861.
Joo Baptista de Castro e Silva.
Declarares.
Faz-se saber que no dia 20 (quarla-feira)
pelas 4 horas da tarde, se ha de arrematar era
prar;a publica do Sr. juiz de paz do 2." districto
da freguezia de 8. Fr. Podra Goncalves, a arma-
Cao e diversas objectos penhorados a Jao Esta-
nislao Cordeiro, para pagamento dos alugueis da
casa da ra do Pilar 8. 40, peitenrenle a casa a
irraand de de N. S. do Rosario.O escrivo,
Antonio da Silva Reg.
O Illm. Sr. inspictor da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo di ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, da 9 de crranle, manda
fizer publico, que no dia T de marro prximo
vindouro, pirante a junta da fazanda da raesma
thesouraria, se ha de arrematar a quem por me-
nos zer, a obra do calcameoto d ra do Impe-
rador, a partir da porta do palacio da presidencia
lerieF9** Collggio inclusive, avali#o em
9o:u4zp.
A arremalaeio ser eits ot forana da tai pro-
vnola! numero 343 de 15 de Janeiro de 1851, e
sob as elausulij espociats abaixo copiada.
As pessoas que se propozerem a esti arremata-
cao comparecam na sala das sessoes dt raesma
junta, no dia cima declarada, pele meio-dia,
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o prsenle e
publicar pelo Diaria.
Secretaria la thesourtfis provincial de Per-
ntmbuco, 11 de (evprpjro de 1861. t, 0 eprs-
lano,
A a Ionio Feraeira da Annunciaco.
Clausulas especias* **/* a rreaauc.
I A obro ser principiada em dous mezas a
eootar da ta da arremttaclo e concluida no
prazo de 40 caaes.
8/ 0 atremaltnte ser abrigada a atlseator as
obsorv,apes coacerneotes 4 boa execuca da pbrp
fettasptleesflsnhciro encarregado da ta titea -
liospas.
V ^foiento eri devldid m qsaroara-
>*joM guaes, correspondando cada urna uta
Directoriergeral da instruego
publica.
De ordem do Illm. Sr. Dr. director era] te faz
publico, que o concurso s cadeirss de Insttuoco
elementar designado para hoje, foi espasaado pa-
ra o dia 22 do corrente.
Secretaria da instrueco publica de Pemam-
buco 18 de tevereiro de 1851.
Salvador Heorique de Albuquerque.
Secretario interino.
Pela adminislraco do correio desta cidade
se faz publico que as malas que lera de conduzir
o vapor Oyapock para os portos do sul fechar-
se-hao hoje (19) as 3 horas da tarde : os seguros
at 2 horas.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para torneeimealo
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes, e contratar os gneros para o ran-
cho dt comptohia dos menores do arsenal da
guerra, durante os mezes de arco e abril prxi-
mo vindouro:
Para o fabrico do fardamento do 8 batalhlo
de infamarla.
11 corados de oleado.
605 1/2 covados de baela verde.
64 raras decordo prelo de retroz.
24 grosas de botes pretos de osso.
Para provimonlo dos armaiens do almoxarifado.
20 arrobas de cobre velho.
Para o rancho da companhia dos sprendiaes me-
nores do arsenal de Guerra.
Psea de 4 oneaa, bolaehtt, assuoer reinado,
caf em grao, cli hysson, mantein (ranete car-
os verde, dita tecca. farinha ae mandioca e lar-
ra, arroz pilado do Maranhao. louciuho o Lia-
boa, baeilho, zette doce de Liaboa vinaare da
Litlton, teijto prelo an multUrrho.
Ouem quizer vender ttee objectos, aprese *
suas propoalas en carta fechada, na secretaria da
conselho, s 10 oras da mtnn do dia da
corrente raer.
Sala das sestees do conselho administrativo.
para foroaetmeoto da arsenal dt ouerr, 18 a
levereifo ds 1861.
auto Jos Umaane X*,
_ Coronel preeieaoje.
J'raaiDiato Joaauim Prate a**..
Corenal vogai asetstatto mienta.
NOVO BANCO
Pereambuco.
O aovaatraeo otraua a sunttituir-
ou ti resgsrlar at notas de 191 e lof que


*>
RIBO M mMiilflKX. TlRgAnU 19 OTWfWttlJtt DE I8tl.
h*Ta emittido e inda exstem esa cir-
culac^io, prefcniodo de tiue conforme
o decreto n. 2,664 de 10 deoutubro
uitimo e decisao do tribunal do thesou-
ro de 12 de Janeiro do corrate anno,
esta ubstituico t continua iem pre-
juno do potsuidoret das mesmas notas
at 9 de marco prximo v'mdouro, poit
que desse dia em diante tera' luear
com o descont raensal e progressivo
de 10 por cento ou de 10 por oento no
prsmeiro mez, de 20 por cento no se-
gundo, de 30 por cento no tercciro e
assim luccesiivamente at ficar no dci-
mo mez, e d'ahi por diante sem mais va-
lor al gura, Recife 5 de fevereiro de
1861.Os directores gerentes, LuIe
Antonio Vieira, Joo Ignacio de Me-
deiros Reg.
Inspecc&o alo arsenal de marinfca.
Da ordem do lllm. 8r. inspector taco constar
que nos das ti, 25 e 28 do correle mez, se
achara venda, em hasta publica, na porta do
almoxarfado desla inspecco, corneando as pra-
5as as II horas da manha, o hiale Parahibano,
que desarmou pelo seu estado de ruina, de 78
p* de coroprimento, 21 de bocea e 7 de pontal,
eavilhado e pregado de cobro al a aliara de 8
ps contados da quilha, coui os seguintes per-
tences:
No casco.
Lctre. cana deste, dos pares de turcos de
ierro as amuradas, bolineles emas barras, c-
mara e baleos com as respectivas escadas, fugao
e seus perteuces.
Mastreaco.
Haslro grande e scu maslaro, dito de trage-
le e seu maslaro, retranca, gurnp, piu de bu-
jarronn, dito de pica peixe, dous ditos de palen-
que e verga de redundo.
Apparelho.
Todos os cabos flxos e de marcar com o seu
polea me.
Veame.
Urna vela grande, um traquele, urna vela de
-estay, urna bujanona e deusgafilofes.
Amarraco.
Um ferro e urna amarra em bom estado.
A' venda cfTectuaodo-se na ultima prega, sen-
do que o hiate est em frente deste arsenal, pa-
ra ser examinado pelas pessoas que o preten-
der, cuja declaraco escripia do valor quer do
casco, como dos seus perlences, encontraro as
mesmas pessoas ta secretaria de.-ta inspeccao.
Inspcccao do arsenal de oiarnha de Peruam-
huco, em 14 de (evertiro de 1861.
O secretario,
Alexandre Rodrigues do sAnjos.
Curso commercial
Pernambucaiio.
Faco publico, a quera convier, que
acha-se aberta a matricula para este
curso at o dia 15 docorrente, quando
sera' encerrada definitivamente, segn
do o disposto no art. 21 do regulamen-
to interno.
s pessoas pois que pretenderem ma-
tricular-se, e que ainda o nao tenham
feito, poderao dirigirle a secretaria da
directora geral da instruccao publica,
onde tem lugar a respectiva inscripcao,
tendo-o previamente requerido aoExm.
Sr. presidente, na conformidade do art.
36 do referido regulamento.
Curso commercial Pernambucano 6
de fevereiro de 1861.
O professor,
A. W. Pinto Bandeira e Accioli deV.
Parvo Aracaty
rgtta.em poucos das hie4 Beberibe para
carg. Maganos, traia-s. na ra do Vigario
numere 5.
Vara o Rio de latieiro sabe com toda bre-
vidade a linda e velerta barca nacional Iris:
para carga e passageires, trata-se com os con-
signatarios na roa do Trapiche n. tj.
51 f\ Ti
Rio de Janetro
O veleiro e bem conhecido patacho nacional
Bebtribe, pretende seguir com muita brevidade
tem parle de sen carregamenio prompto para o
resto que Ibe falta trata-se com os seus consig-
natarios Azevedo 4 alendes, no tea escriptorio
rus da Cruz n. 1.
Aracaty e Ass
Hiate Dous IrmSos, sabe na presente semana,
ainda recebe carga.
Para o Aracaty
seguir brevemente o hiate nacional Exalacao ;
para o restante do seu carregamento e passagei-
ros, trala-se com Gurgel limaos, em sen escrip-
torio na" roa da Cadeia do Recite, primeiro an-
dar n. 28.
em ponto, que abi encontraro os re-
feridos, carros,
Na mesmaoccasiao e venderSo dous
lindos carrinbos para meninos.
LEHiO
DE
Tinta branca em latas e3
caixas com phosplioros.
MBA
Santa
do
COMPAMIIA PERNAMBUGANA
DE
Navegado costeira a vapor.
O vapor Persinunga, commandante Manoel
Rodrigues dos Santos Moura. segu viagem para
os portos do sul em 20 do crrenle mez s 5 ho-
ras da tarde. Recebe carga at o dia 19 ao meio
dia. Passagciros e dinheiro a frele at o dia da
sahida s 3 horas. Escriptorio no Forte do Mt-
alo n. 1.
Cear,
Segu no dia 22 do corrente o cter Urna, para
o resto da carga que Ibe falta, Irata-se com o ca-
pito Joo Antunes da Silveira, na ra da Madre
de Deus n. 4.
Para o Para em direitnra.
O palhabote Garibaldi, segu nesles dias por
ler engajado parle do seu carregamento : a tra-
tar com Tas.'u Irmos ou com o capilo Custodio
os Vanos.
Para Lisboa
em poucos dias
vai sahir a muito veleira barca Maris, por ter
quasi completo o seu carregamento ; para o res-
to e passageiros, irata-sc com Carvalbo, Noguei-
ra & C. na rus do Vjgario n. 9, primeiro andar,
ou com o capilo na prega.
Quarta-feira 20 do corrente.
Antunes fari le 15o em frente da alfandega na
porta do armazem ao Sr. Annes, de urna lorgo
de latas com tinta branca de muito boa qualidade
que serio vendidos sem reserva de prego, bem
como de 3 caixas com phosphoros etr perfeito
oslado. As 11 ho:as em ponto.
LEILO
O agente Hyppolito da Silva fara* lei-
lo de urna porcSo de caixas de massas,
por conta e risco de quem pertencer ao;'
correr do niartello: quarta-teira Odo
corrente as 11 horas em ponto, em
frente da alfandega armazem do Sr.
Annes.
LEILAO
Commercial.
una ama para coziohsr e en-
Sommar, para casa de pouea familia : oa Iota de
vros so p do arco de Santo Antonio.
Manoel Joaqnim Rodrigues Guimariesa sua
malhervao a Europa.
Eslo no prlo, na Babia, em casa do Sr.
Dr. Martins Altes, as obras seguintes :
1* Educaco pralica-das mulheres por M. Na-
Ihalia de Lajolais: obra premiada pela academia
francesae traduzida do francez sobre asegunda
edico por L. O. P. de M. Prego 65.
2. Repertorio do crime comando o extracto
de toda a legislado policial e crainal, e das
disposiedes relativas s autoridades eempregados
de jiisiica criminal, publicados at o flm de 1858
por um bacharel. Prego 69.
3.* Formulario do despachos e sentencas, no
Civil, commercio, juito de orphos e ausentes,
provedoria e crime, e de alguns procesaos que
correm nos mesmos juios. Prego 3$. Por um
bacharel. "*
4.a Compendio de philosophia, de Barbe, tra-
duzdo pelo Dr. Luiz Alvares dos Santos, lente de
rhetorica do lyceu, oppositor da escola de medi-
cina, lente de lattm, inglez e francez, excellente
poeta, litterato distinelo, e abalisado medico.
Prego 6S000.
s pedidos dovem ser feilos directamente ao
Sr. Dr. Jos Martins Aires, ra dos Drogainhas
numero 51.
Retira-se para o Rio de Jaoeiro at o dia
19 do corrate Manoel Correia Perreira Guima-
raes, subdito porluguez.
Lava-se e eogomma-se com perfeigao por
prego mais commodo que em oulra qualquer
parle ; na ra dos Patoso. 1.
gem : quem precisar dirija se a ra da
Cadete do Recife n. 55, loja de Figuei-
iedo & Irmao.
Atten Vende-se a sexta parte da caja de 2
andares da ra do Queimado n. 49v
pertencente a Bernardino Cbristovao
Mamede de AWneida, residente no Pa
ra : os pretendentes dirijam se o seu
procurador na ra do Trapiche n. 41.
segundo e terceiro andar.
Quinta-feira 21 do corrente f
Antunes aulorisido pelo Eim. Sr. Dr. juiz es-1j
pecial do commercioa requerimento dos admi-|
nistradores da raasiia fallida de Castro & Amo
rim, far loilao no dia cima iodicado da loja de
miudezas e divida que constituem a mesma
roassa, na ra do Cabug o... as 11 horas em
ponto.
5Ra estrella do Rosario3
Francisco Piolo Uzorio conlioua a col-
O arlisu americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3$
Tira ratratos por 3
Tira retratos por 3$
Tira retratos por 3#
Tira retratos por 3$
Tendo receido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande saloda ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grandesalio da ra do Imperador
A. W. Usborn, o retratista america-
cal-
ca -
cai-
[Fazendas boas e baratas.!
Vende-se grosdenaples pretos superior
com 4 palmo de largura a l800 e $.
Grosdenaples prelo Uo encornado
parece gorgurao a 2t00.
que
Mantas pelas de U.6 de lio'ho a8T~
Chales de seda padrao moderno' boio^
taepontairedonda a 7J.
Chales de
borlla a Si.
caxemirs ponta redonda e
Saias balo de 30 arcos a 4g80O.
balu para menina de todos os tama-
nho._________
Mantelete pretos de fil, de grosdena-
ples e outras uualidade?.
Camisas de
meninos.
todos os lmannos para
que todos
Botinas de Meli verdi>deira
vendera a 14g por 12J>.
Bolinas de Nantes verdadeira que todos
vendem a 129 por 9^500.
Grosoenaples de quad.inhos a 10, 1J200
e IgiOO.
no tem recentemente recebido um gran-
de e variado sortimento de caixas, qua-
-, locar denles artificiaos tanto por meio de $ Jro8 aparatos chimioos. e Ul erande
Z molas como pela pressao do ar, nao re- $ | ^ umui.u, t uui granuc
Mi cebe paga alguma sem que as obras nao m i numero de objectos relativos a arte.
Gomo tambem um grande fornecimen-
LEIL&O
:
paga alguma sem qt
flquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparagdes as mais acreditadas
para conservagao da bocea.
DE
Casa de Misorieordia
Recife
A junta administrativa da irmandade da Santa
Casa de Misericordia do Recife, manda fazer pu-
blico que o hospital dos lazaros precisa de dous
serventes e um cozinheiro. Os pretendentes diri-
jam se sala das sessoes da mesma junta no lar-
go do Paraizo n. 49, no dia 21 do corrente pelas
4 horas da tarde. Secretaria da Santa Casa de
Misericordia do Recic 16 de fevereiro de 1861.
O escrivo,
Francisco Anlonio Cavalcanli Cousseiro.
Conselho administrativo
0 conselho administrativo, para fornecimentc
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes :
Para a enfermara do presidio de Fernando de
Noronha.
2 barricas de aesucar branco.
3 saceos de arroz pilado.
1 sacco com caf em grao.
1 calxa de cha da India da melhor qualidade.
6 barricas de farinha de trigo marca MSSS.
2 libras de linhas ioglezas n.30.
12 pegas de rn.vdapol.io n. 3.
Para o almoxarfado do mesmo presidio.
1 folbioha.
6 resmas de papel branco almago marca de
agua.
6 caixas de pennas de ac finas e de bea qua-
\tad. r *
12 lapis finos.
Para os calcetas que existen n*hospiui miUor
t chapeo?.
I manta de 15a.
3 esleirs.
Para a companhia de cavallaria dejlinha.
6 davinas de fuzil com varetas de ferro.
II espadas com bainha.
11 apparelhos de limpezs.
11 boleas para apparelho de limpeza.
11 bornaes para ragoes.
Para o forte do Buraco.
1 bandeira grande imperial de flele.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secrelaria
4o conselho, s 10 horas da manha do dia 22 do
corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
iara foreecimento do arsenal de guerra, 15 de
evereiro de 1861.
Denlo Jote Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Pela subdelegada di freguezia de Saulo
Antonio do Recife Coi appreheudido um cavallo
com cangalha por ter sido encontrado sem dono
vagando a noile pelas ras desla freguezia: quem
or seu dono, comparega neste juizo, que pro-
vaaio seu dominio, lhe ser entregue.
Joaquim Antonio Carneiro.
Subdelegado supplente.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico que do dia 1. de fevereiro vindonro em
dianle se principiara a contar os 30 dias otis pa-
ra pagamento bocea do cofre dos seguintes im-
postas : 12 0|0 sobre as tojas a retalho, armazens
de fazeodas, tabernas e casas de leilo a 4 0(0
obre oa armazens de recolher, botequins, hotes,
asas de pasto, typograpbiss, prensas de algodo,
cocheiras, cavallargas, e todos ns mais estabele-
imentos em que houverem gneros expostos i
veoda; 200 sobre casas de cambio, 50JJ sobre
casas de modas, perfumaras, de chapeos fabri-
cados em paiz esirangero e por casa de jogo de
bilhar ; e bea assim o imposto sobre carros, m-
nibus e carrojas. Unto do servigo particular co-
mo de auguel. Mesa do consulado provincial
X de Janeiro de 1*61. Pelo administrador,
Ineodoro Machado Freir Pereira da Silva.
COMPAMU PERN4MBUCANA
ra
i\avegacao costeira a vapor
O vapor Iguarass, commandante Moreira, se-
eue viagem para os portos de norte at o Cear
no dia 22 do corrente mez s 5 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 21 ao meio dia. Encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frele al o dia
de sua sahida s 3 horas. Escriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
Para
Rio de Janeiro,
o veleiro e bem conhecido brigne escuna Jovem
Arlhur, pretende seguir com muita brevidade,
lem dous lergos de sua carga prompta: para o
resto que lhe falta, trata-se com os seus consig-
natarios Azevedo & Mendes. no seu escriptorio
ra da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro
o bem conhecido e veleiro brigue nacional Al-
mirante pretende seguir com muita brevidade,
tem parte de sua carga prompu -. para o reato
que lhe falta, trata-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mendes. no seu escriptorio, ra da
Cruz n. 1.
Leiloes.
usuJlb
Farinha de mandioca.
O preposlo do agente Oliveira far leilSo por
conta e risco de quem pertencer, de porgo de
saccas com farinha de mandioca recentemente
chegadas : terga-feia 19 do corrente s 11 horas
da manha no armazem do Exm. baro do Li-
vramento, caes d'ApolIo.
Tercafeira
19 do corrente.
s 10 horas da manha c s
4 horas da tarde.
DE
Um monstro leilo
na ra Nova n. 24, ao
correr do marlello. j
PELO AGENTE
UMARGO
O agente cima fara' leilo por au-
torisacao dos administradores da massa
de Manoel Antonio dos Passos Oliveira
& C, dos trastes pertencentes a loja da1
ra Nova n, 24, a qual consiste de mo-
bilias de Jacaranda', mogno, nogueira,
faia, guardas re upa, vestidos, camas,
guarda louca, bids, lavatorios, secre-
tarias, cadeiras de balanco, aparado*
res. espelhos, marquesas, cabides.quar-
tinheiras, dus ricas colchas, urna im-
mensidade de cadeiras, mesas elsticas e
outros objectos que estarao patentes no
acto do leilo.
Convida-se ao; amigos das
chas que aproveitcm a occasio de re-
formarem os seus trastes com pouco di-
nheiro que sempre nao apparece destas
pechinchas, para comrnodidade de al-
guns senhores principiara' o leilo.as'
10 horas do dia fara' ponto as % hora*
tornara' a comecar as 6 horas da tr -a' ateas 10 horas da noite.
i
abano assignadn previne s autoridades
' poliche-, que Joaquina Januaria da Silva eva-
: dio-se de sua casa na larde do dia 13 do correo-
, le, levando comsigo o seguate, que lhe roubara:
.12 palaces velhos, 23# em sedulas, 5 colheres
[ de prala para sopa, 5 de cha, um cabocolo de pra-
' tica ou palteiro, I par de brincos, 1 de argolas e
1 annello, ludo doouro. Esta mulher era tam-
bem cozinheira de alguns estudantes assistentes
no convento de S. Francisco d'Olinds, e consta
que fugira para o Recife em companhia do cabra
Anacleto. escravo do estillante Pelinca do Rio
Grande do Norte. Pedo-se, pois, a quem forem
| offerecidos aquelles objectos o especial favor de
( participar polica ou de apprehende-los, levsn-
do-os ao abaixo assigoado em Olinda, ou ao Dr.
Joao Vicente da Silva Costa na ra do Raogel n.
73, ou na ra de S. Gongalo n. t, de quem re-
: cebera urna generosa recompensa qualquer pes-
soa que drnoticia desemelhaote roubo. O an-
nello tem esta firma : A. Q. M.
Olinda 15 do fevereiro do 1861.
0 conego Joo Bernenuvem Uaciel.
0 bacharel A. de Torres Bandeira rau-
dou sua residencia da ra larga do Rosario n. 28
para a do Imperador n. 37, segundo andar, onde
contina no exercicio de sua profissso de advo-
gado.
Philosophia, de geegraphia e rhetorica
i
PELO BACHAREL
A.R.DE TORRES BANDEIRA,
Professor de geographia
e historia anliga no gymnasio desta
provincia.
Eslao abertos estes cursos na casa da residen-
cia do annunciante, ra do Imperador n. 37, se-
gundo andar ; e dar-se-ha lugar a novos cursos
destss mesmas disciplinas, a proporgo que aug-
mentar o numero dos alumnos. A classe de geo-
graphia comprehende ;
1. o estudo de geographia.
2. o estudo da historia com especialidade a do
Brasil.
A classe de rhetorica est dividida em
secgoes:
1." de relhorica em geral.
2. de potica e analyse dos classicos.
Manoel Rodrigues Fernandos Leal
Europa.
duas
ra a
Fazem-se
capas, balnas, barretes, chimarras, e capas via-
, lorias : na ra do Encantamento n. 3, primeiro
pechin- andar.
DE
Carros e varios ob-
jectos para carro.
Costa Carvalho far leilo por conta de quem
pertencer, quinta-feira 21 do corrente s 11 ho-
ras em ponto, no aterro da Boa-Vista hoje ra
da Imperalriz n. 19) de varios carros, cabrolet,
rodas e outros objectos.
Tambem
vender 1 carro fnebre e 1 cabeita pata o
mesmo.
LEILAO
Joo Francisco de Souza e Mrtinho Lo-
pes dos Reis agradecen] cordialmente a to-
dos os seus amigos que so dignaram acom-
panhar ao cemiterio o seu finado amigo e
compadre Joo Goncatves Pereira, assim
como Ibes rogam se digoem assistir a missa
que tem de colebrar-se na igreja da Madre
de Dos no dia quarta-feira 20 do correle
a 5 horas da madrugada._________________
Precisa-se de ama senhora que se propo-
nha a ensinar urna menina as primeiras letras e
costura, em um engenho distante desla cidade 4
leguas quem esliver oeslas circunstancias e
quizer se prestar, dirija-se ra do Apollo n. 30,
, I oa 4 ra da Palma n. 41.
Iera-feira 19 dO COrrente^' Precisa-se de urna ama eslrangeira, d-se
LEIXO \
O agente Evaristo levar a leilo pela ultima
vez das dividas da massa fallida de Miguel Gomes
da Silva, e bem assim as de Fulgencio Jos de
Oliveira, e espera o mesmo agente a concurren*
cia por isso que offerf cem vanlagem a quem quer
que as arremate, s 10 horas eos ponto do dia
cima mencionado no seu armazem n. 22 na ra
do Vigaro.
Avisos diversos.
lvxsos martimos.
Baha.
Para a Baha sega m iWno din a escona
nacional Carlota ; pSi
filia, Irau-se com sea ."nwjujiHario Fraaeisco
-. 0. Azevedo, na ra da *" de Dos n. 12,
A prazo e com garanta.
O agente Hyppolito da Silva autori-
sadopeloSr. Jos Germano, fara* leilo
de 4 carros novos com 4 rodas cada um
servindo os mesmos para screm pucha-
dos por 1 ou 2 cavallos, e 1 dito de 4
rodas envidrando, o qual e forrado de
panno de seda branca, tendo todos el les
os competentes arreios, os quaes sao de
ultimo gosto e modernismo, nao sendo
neceisario tecer elogios visto iiue sao
fabricado! em Franca, podendo o.< pre-
tendentes dirigirem se no dia do leldo
ao armazem n. 21 sito na ra Nova
terca-eira 19 do corrente as 11 horas
O abaixo assignado perden o bilhete inleiro
n. 13*5 e o meio de n. 380, ambos da 4.a lote-
ra para indemnisaco do thesouro da prestaco
mensal de 4:0009 com que auxilia a Joo Caelano
dos Santos, empresario dotheatro de S. Pedro de
Alcntara da corte, ds qual thesoureiro o Sr.
commendador Joo Pedro da Veiga. A pessoa
que houverachado ditos bilhetes e qoizertestt-
lui-los, medanlo urna graliflcacao razoavel, o
abaixo aasigado ficar por Isso inleiramente agra-
decido. Previne-se desde j que nesta data se
escreve ao mesmo thesoureiro, participando es si
oceurrencia, afim de preveni-lo. Afora essa cir-
cunstancia, que o abaixo assigoado julga muito
proficua, aioda se poc'e prevalecer de dar urna
jusiillcaijo peranle a autondade competente, no
intuito de provar a existencia de taes bilhetes
em seu poder, visto como ha numero sufBcieate
de pessoas que sirvam de leslemunlias.
Manuel Eloy Mendes.
bom ordonado : na ra do Apollo n. 30, ou na
ra da Palma n. 41.
Prancisco Duarte das Naves vai s provin-
cias do norte.
Ama de leite.
Precisa-so de urna ama de leite : a tratar no
pateo do Terco, taberna n. 32, primeiro andar.
Os abaixo assignados tendo acabado com o
negocio que tinham na ra da Cruz n. 15. sob a
firma de Pinto & Carvalho, doclarara quenada
devem a pessoa alguma, mas se alguem se jul-
Ij&-t'.-Zil.t duraeslllus apresentem-se no prazo
'de 3 das na ra da Senzala Velha n. 10. Outro
sim, o socio Pinlo faz ver ao publico que as con-
tas quo devem dita casa ficaro perleocendo ao
socio Carvalho, que as receber de hoje em dian-
te, Gcando para com o dito senhor quitos de qual
quer debito.
Recife, 19 de fevereiro do 1861.
Vicente Ferreira Pinto.
Jos Antonio de Carvalho Jnior.
to de caixas para retratos de 30000 rs.
cada ura, as pessoas que desejarem ad-
quirir conhecimentos pratiecs na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condicQes muito
razoaveis.
Os cavalheirosesenhoras sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra 'examinarem os specimens do que
cima fica anunciado.
0 zelo e amor de meu crdito impde-me o
rigoroso dever de dizer alguma cousa a respeito de
um anouncio que corre por ah impresso no Li-
beral Pernambucano e no Diario, sob a assigna-
turaum credor, pelo qual se exige que eu
responda s cartas que me teem sido dirigidas,
ou ento que venha ou mande ordem a meu cor-
respondente para pagar minhas letras vencidas,
urna de 2:890j719 e oulra de 1:159#681.
Ora, tendo eu certeza, que esseum credor,
nao ser seno o Sr. Joo Pinto de Lemos Jnior,
passarei a expor o que houve, e o que ha a esle
respeito.
VinJj eu em dezembro a esta cidade o re-
cejando nao ler dinheiro para pagar em seu ven-
cimeoto urna letra de 2:8907I9, que havia acei-
tado ao Sr. Joo Pinlo, a elle me dirig ponde-
rando-lhe iste mesmo ; e onlo Iho disse,que
ou elle me reformasse a letra, ou que, no caso
de o nao poder fazer, ira eu diligenciar o dinhei-
ro, ainda que me custasse oceupar a algum ami-
go. A este meu pedido respondeu-me o Sr. Joo
Pintoque nao exiga sacrificio de mioha parte,
bastara acetar-lhe urna oulra em reforma da
vencida.
Pois bom, nislo Acarnos cerlos, e eis que no dia
30 de Janeiro recebo urna carta do Sr. Joo Pin-
to, remeltendo-me urna letra para eu aceitar; e
porque a*esse tempo j eslava meu correspon-
dente, o Sr. Jos Cenullo do Reg Barros, muni-
do de dinheiro para o pagamento da letra, cuja
reforma exigi, isto mesmo respond ao Sr. Joo
Pinto, dzcndo-lhe, que apresentasse-lhe miaa
caria e a letra que sera pago.
Se pois foi isto o que se passou, se o Sr. Jos
Camello leve, e ainda tem, nao s o dinheiro para
pagamento da letra ento vencida, como o da
que se venceu depois no mez corrente, sem pro-
posito de offender-se-me, apregoa-se-me como
devedor remisso, e talvez fraudulento ?
Poss3, por circunstancias extraordinarias e
imprevistas, deixar de ser pontual, mas embustei-
ro e de m f oo o tenho sido, e espero em Deus
nao o ser nunca.
Esta a copia fiel da verdade do que se
passou e que affirmo sob a probidade quo capri-
cho ler. -
Recife 18 de fevereiro de 1861.
Luir de Albuquerque Martnho.
Escrava fgida.
Isabel, crioula, estatura regular, cor fula, rosto
comprido, falta de denles, com signaes no rosto ;
consta que anda no Forte do Mallos : roga-se a
pessoa que a appreheoder, leva-la ra do Pas-
seio Publico, loja n. 11.
AVISO.
C Delahaulire, tendo de fazer urna viagem ao
Rio Grande do Sul, deixa por seus procuradores
nesta cidade, em primeiro lugar a sua senhora
D. Hara Delahaulire, e em segundo ao Sr. Phi-
logno Adoor.
Beneficio publico.
Roga-se ao Sr. fiscal da Boa-Vistrque d um
passeio na estrada que vai de Santo Amaro para
Belem para fazer cumprir sos moradores dos si-
tios, apostura municipal sobre as cercas ; por
que perigoso poralii passar-se.
5 Parece incrivel que essas fa2endas se
5 vendam por esses precos que na verdade
o mais barato possivel, do-se amos-
tras na roa da Cadeia confronte ao boc-
eo Largo lujan 23, de Gurgel 4 Perdigo.
Papel.
Na loja da aguia doouro. ra do Cabug n. 1 B,
vende-so papel de peso peralina a 3$200a resma.
Dito mais inferior a 2500 e 2*800.
Dito mais fino almaco a 3*500.
Dito mais inferior a 3*200.
Dito de cores folba pequea a 500 rs. 1/4 de
resma.

i
Aviso.
<3,80oc\*cko Egp ogcap hica
{ktn.vmhucana
Quarta-feira 20 do crranle, is 8 horas da noi-
te, havor sessao extraordinaria do conselho da
1 assembla geral para ralar-se da continusco da
reforma dos estatuios e de outros negocios.
Secretaria da Aso:iacao Typographjca
mbucaoa 18 de fevereiro de 1861.
J. Cesar,
Io secretario:
No dia quarta-feira de 6 mareo prximo andam
improterivelmente as rodas da l. parte da 1."
loleria a beneficio da igreja de Santa Rita de
Cusa. Acham-se a venda os bilhetes, meios e
quinos na thesouraria das loteras rus do Quei-
mado n. 12. 1. andar, e as lojas commissio-
nadas ; na Praga da Independencia n. 22 do Sr.
Vieira. na roa da Cadeia do Recife n. 45 loja
dos Sra. Porto & Irmao. ra da Imperalriz n. 2
loja do Sr. Sebastio, e ra Direita n. 3 botica
do Sr. Chagas.
O Thesoureiro.
Antonio Jost Rodrigues de Souza.
O absixo assignado faz sciente ao respeita-
vel publico desla eidade, e com especialidade
ao corpo do commercio, que nio se responsabe-
lisa por divida alguma eonlrahida pelo Sr. Lu-
Per- dao Fernanda de Souxa cono socio gerente
da firma social de Fernandas & Amara!, salvo
aquellas que dalle rscebi em liquidaco da casa.
esquo de Fre las Leao do \narsi,
Pede-se encarecidamente ao Ramo de Flores
da ra Cadeia do Recife que queira olhar para os
negocios de sua casa e nao anJar fallando da vi-
da alhela manchando a repulacao de varas pes-
soas, pois previne-se para que nao continu a
fallar do comporlamenlo dis pessoas que nao
simpalhisa.
OITerece-so ura rapaz brasileiro do bda con-
ducta da qual d fiador; para caixeiro de cobranza
do qualquer casa eslrangeira ou nacional quem
quizer ulitizar-se do seu preslimo annuncie por
esta folha para ser procurado.
Aviso.
Nos abaixo assignados fazemos sciente ao res-
peilavel publico desta cidade e com especialida-
de ao corpo do commercio, que dissolvemos ami-
gavolmenle a sociedade do armazem sito oa ra
da Madre de Dos n. 8, que girava sob a firma
social de Fernandes & Amara!, ficando a activo
e passivo a cargo do socio Amaral. Recife 18
de fevereiro de 1861.
Luciano Fernandes de Souza
Joaquim de Freilas Leo do Amaral.
Perdeu-se um manlelolo preto guarnecido
de bicos e pafos de grosdenaples, e fitas degarca.
com guarnicoes do velludo ; desde a ra de San-
ta Thoreza, Pateo do Carmo, ra Estrella do Ro-
sario e Larga, Praca da Independencia, roa das.
Cruzes em direilura ponte nova : quem achou
querendo o restiluir dirija-so ra da Concor-
dia armazem de materiaes de Manoel Firmioo
Ferreira, que ser gratificado.
Compra-se um selim arreiado com algum
uso, oa ra da Cadeia do Recife loja o. 50 : es-
quina.
Vende-se um excellente escravo
com 18 annos de dade pouco mais ou
menos, bonita figura, propno para pa-
Na ra da Cruz I
n. 48. |
| No escriptorio de E. A. |
| Burle & Companhia.
Vendem-sefriquissmas mobilias do mog- t
I oe Jacaranda, todas de obra de talha, as $
melhores e mais ricas que teem vindo ao #$
9 mercado at hoje, gosto s Luiz XV, lodss f$
g de encost de palha e rodames. *
@ Ditas de madeira branca, dilas fingindo
3$ mogno, ditas fingindo junco, ditas de ma- a$
deira branca de goslo simples com mar- s
more, mobilia completa por 350$. %
Lindissimos apparadores para fructas.di-
los envernisados para comida, lavatorios
guarnecidos de marmore com apparelho de 0
tjg) rica porcellana e espelho a 500; 0 cada $
t$ um ; tateles de Jacaranda guarnecidos de
marmore com espelho e apparelho de por-
cellana, elegantes cabides de diflerenles 0
@ qualidades, tamborcles de Jacaranda e de
9 mogno, indispensaveis para as senboras
n descancarem os ps, liquisaimas cadeiras
de pianno, excelleotes piannose eicellen- %
les cofres (burra), do melhor fabricante O
que existe na Europa, champanha da me-
Ihorque tem vindo ao mercado, gsraDte-
se a qualidade, a 208000 o gigo.
Todas as mobilias sao com marmore e
vendera-se o mais era conta que for possU
vei, por virem em direciura da fabrica da 9
Europa.
Para forro de sala.
Na loja da aguia d'onro, ra do Cabug o. 1 B,
vende-se papel de forro pelo baratissmo preco
de 800 eljj a peca para acabar.
?& {* $
Em casa de Mills Lalham & C, na ra
da Cadeia do Recife n. 52, vende-se :
Vinho do Porto,
Dito Xeraz, engarrafados, de muito supe-
ores qualidades,
Oleo do linhaca,
9 Alvaiade,
Azarco,
Seccaote,
Encarnado veneziano em p,
Manteiga ingleza,
Estopa dita,
Lona dita.
@e@@s@ @ @@@
r"i
PROVINCIA.
4os 10:000^
Primeira parte da primei-
ra lotera de Santa Rita
de Cassia.
O abaixo assignado lem resolvido garantir os
bilhetes rubricados com a sua firma,dos impostos
de 12 01 g^raes e 20(0 proviociaes, vindo assim
a receber o portador do bilhote garantido 10:000$
em lugar de 86OO3OOO que receberia se o bilhete
nao fosse garantido. Assegurando alera disto o
pagamento integral de todas as sorles logo que
saiam as respectivas listas era sua loja na praca
da Independencia n. 22. Oulrosim, os bilhetes
garantidos com a sua chancella conlinuatn a ser
vendidos na supradila loja e as mais do costu-
me ao proco de
Bilhete inleiro 12J000
Meio bilhete 6(000
Q jarlo de bilhete. 3000
Saotos Vieira.
TRAVESSA DOS PIRES
JOSEPH GR0SJE4N.
Joseph Grosjean previne ao respeilavel pu-
blico e em particular os mus fregueies, que ten-
do rollado de Franca, tomou novamento conta
da sua officlna de ferreiro, sita na travessa dos
Pires, e que a. acha prompto para qualquer con-
cert de seu oUlcio; as pessoa. que qoizerem
honra-lo com sua coofianca, acharao o seu esta-
belectmenlo muito bem sorlido de ferros do lo*a
qualidade para os carros, e tambem um bonito
sortimento de
Lanteroas para carros.
Gouros e vaquetas de lustre.
e outros ornamentos necessarios para carros, lu-
do de superior qualidade, e mais barato do que
em qualquer outra parte, por ter sido lodos .ja-
ses objectos comprados a dinheiro vista, em
caja dos melhores fabricantes da Pars.
IMUXILSISr


HP^W
iWiojw-fWtBMJco. ~ TEM^am^mmmimwmi.
CoisilKb de Franca.
Diverso devedorea do hotel iiflei. ommissos
de se conformar o eoo*iiflu ca linha Ibes dirigido por osle Ditro, de virem
Baldar su*s cootee. 4o da 6 a 18 de correlo, no
dito consulado, vemde nefo arisa-los que se at
o dia 88 deste mpi el lea persiatirem a nao se
apresentarero, djtte elle seri obligado,bem contra
sua voolade, mandar publicar os seos nomes
e usar coaira elles dos meios que s lei do pau
Jhe faculUm. O consulado acha-se aberto das
10 horas da maohaa 4a 3 di Urde.
Pernambuco 16 de evereirode 1861.
Manoel Pe-
reir Lopes Ribeiro com loja de barbeiro na ra
da Imperatriz n. 13, participa aa pessoas que
alugaram-lne vestuarios e cabeleiras que o car-
naval j se acabou, roga-lhes o favor de mera
entregar, do contrario nao se queixem ;na mes-
Da casa aluga-se bichas de Ilamburgo e amo-
la-se todo ferro cortante.
Precisa-se de urna mulher que enlenda de
cozinha : na ra da Lingoeta n. 10, loja.
Quem so jnlgar credor de Adolpho Muller
aprsente as suas conlas al o dia 22 do corre-
te para serem salisfeitas, na ra da Cruz n. 10.
ilteiefto.
Joio Jos de Figueiredo, tendo comprado o
estabelecimento de fazeodas Onas ds ra do Cres-
po n. 9, que foi de Siqueira & Pcreira, avisa a
todos os fregueses dos mesmos, quo elle conti-
na a vender fazendas de muito goslo, bem como
obras de quro e brilhanles, tudo por menos de
seu valor para liquidar.
Perdeu-se da ra do Queimado at a ra
do Crespo uro masso com documentos petten-
cenles a irmandade de N. S. da Conceigao da
Congregaco : roga-ae a quem os achou, que os
entregue na ra do Crespo n. 12, ou na ra do
Queimado n. 24, sobrado, que ser gratificado.
Quem precisar de urna am* para casa de
horaem solteiro para coziohar somente, dirija-se
a ra da Paz, autigamente do Cano n. 32.
Quem precisar de um moco que sabe 1er,
escrever e contar, para criado e comprar na ra,
dirija-se a ra da Senzala Velba n. 42, segundo
andar.
Precisa-se alugar urna escrava par o ser-
vico de urna casa : na ra do Hospicio n. 64.
Precisa-se de urna ama de leile sem filho:
na ra de Horlas n. 22, segundo aodar.
Deepja-se saber so existe nesla cidade o re-
verendo padre Henrique Camillo de Mello Pa-
checo, capelao que foi de um engenho na villa do
Limoeiro, a negocio do mesmo senhor, no es-
criptorio de Domingos Alves Hatheus, na ra da
Cadeia do Recite n. 51.
APPROVAiO E AUT0RISAC10
DA
mmwm iwmm m mumu
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
mmm mmmmm
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
AS CHAPAS MEDICINAES sao muto conhecidas no Rio de Janeiro e em todas as pro-
vincias deste imperio ha raais de 22 annos, e sao afamada;, pelas boas curas que se lera obtido
as emferraarias abaixo escripias, o que seprova com innmeros allesiados que exislem de pes-
soas capazes de disncces.
Com estas Chapas-electro magneticas-epispasticas obtem-se urna cura radical e in-
fallivel em todos os casos de inflammagao ( cansado ou falta de respirado), sejam internas ou
exlernas, como do Ggado, bofes, estomago, Lago, ros, ulero, i ello, palpilaco de corado, gar-
ganta, olhos, erysipelas, rheumalismo, paralysia e todas as affecccs nervosas, ce, etc. Igual-
mente para as differenles especies de tumores, como lorabinhos escrfulas etc., seja qual fr o
seu tamaito e profundeza, por meio da suppuragao sero radicalmente extirpados, sendo o seu
uso aconselhado por habis e distinctos facultativos.
As encommeudas das provincias devera ser dirigidas por escripio, tendo (oio o cuidado de
fazer as necessarias explicacoes, se as chapas sao para hornera, senhora ou enanca, declarando a
molestia em que parte do corpo liste, se na cabeca, pescoco, braco coxa, perna, p, ou tronco
do corpo, declarando a circunferencia: e sendo ochacoes, feridas ou ulceras, o molde do seu ta-
manlio em um pedaco de papel e a declaracao onde exislem, aura de que as chapas possara ser
bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio tro Brasil.
As chapas sero acompanha Jas das competentes explicacoes e lambem de lodos os accesso-
ios para a collocacao dallas.
Consulla as pessoas que a dignaren) honrar com a sua confianza, em seu escripiorio, que
se achara aberto todos os das, sem excepto, das 9 horas da marihaa s 2 da tarde.
||9 Ra do Parto || PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Mudanca de esta-
belecimento.
Jos Moreira Lopes avisa aoi seus amigse
freguezes deila de outras provincial, que ma-
dou o seu estabelcimeoto de fazendas que liaba
do sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde lem o mais completo e variado sortimenlo
de fazendas de todas as qualidades para vender
em grosso e a retalho por precos muito baratos:
ra do Crespo, sobrado de 4 andares n 13, e ra
do Imperador, outr'ora ra do C*>llegio, sobrado
de um andar o. 36.
Aluga-se umi casa terrea d. 54, na rua do
Brum, propria para grande familia : a tratar na
rua dos Guararapen n. 46.
O bacbarel formado Jacinlho Pereira do Pe-
go advoga no foro civil e criminal, noecclesias-
lico e do commercio com sen pai o Dr. Vicente
Pereira do Reg, na rua do Queima Jo n. 46, pri-
meiro andar, onde teem ambos oseo escripiorio,
e podem ser procurados desdo as 9 horas da rna-
ohaa al as 3 da larde, que sao as do seu expe-
diente ordinario, ou em casos urgentes a qual-
quer outra hora, na casa de sua residencia, rua
do Hospicio n. 26.
O engenheiro Antonio Feliciano Rodrigues
Selle se presta com zelo e actividade ao ejerci-
cio de sua profissto, quer na especialidade de
agrimensor, desenvolvendo com talento e habili-
dade os principios .geodsicos applicaveis s ope-
races de roedico, demarcagao do limites de
propiedades lerritoriaes, elevantamento de suas
respectivas plantas topographicas; e labrando
essool mente o processo verbal de seus traba-
nos ; quer na de urchilecto da ordem civil em
que planeja elegantes e bellos desenlias do edifi-
cios particulares, com o goslo artstico de que
tem dado aobejas provas ; loma sob sua respon-
sabilidado a direccao scienliOca da construccao
dos ditos edilkios. A modicidade dos precos por
que satisfaz a execucode qualquer destes ser-
vicos deve animar aos senhores de engenho e
proprietarios da cidade a se Ulilisarein de sua
habilidade e pericia. Pode ser procurado na rua
eslreita do Rosario, sobrado n. 30, lerceiro aodar,
ou na botica de Jsa>ruim Ignacio Ribeiro Jnior,
na praga da Doa-Vi-la.
Precisa-se alugar urna prela que cosinhe e
faga o mais serngo de urna pequea familia, e
agradndose d-se 20J do aluguel: na rua do
Amorm n. 33 segundo andar, ou annuncie.
Aluga-se a toja do sobrado da rua das Cru-
zes n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.

e i m
Julio & Conrado.
Rua do Queimado n. 48.
Participan) aos seus numerosos fregue-
zes que leodo chegado o seu mettre al-
faiate que mandaran) contratar em Pars,
acham-se promplos a mandarem execu-
tar toda e qualquer obra lendeoie a al-
faiale, assim como tem era seu eslabele-
cimpnlo grande .sortimenlo deludo quan- a
to se desejar, pura qualquer das esta- ff
gos nao t de fazendas como diversos g
arligos de luxo, continuando o mesmo x
mestre areceber por lodosos vapores C- S|
gutioos para me.hor poderem servir ao ir
respeitavel publico a quem pedem de vi- 5ft
rem visitar o seu estabelecimento que |
eocontrarao aquillo que desejarem.
xttmmitmm ims ase mmsm
Ensioo particular.
O abaixo assigoado, professor particular du
primeiras letras, latim e francez, reside no ler-
ceiro andar do sobrado n. 58 da rua Nova, onde
com loda a dedicago, prudencia e actividade,
exerce san magisterio, e contina a admiltir al-
guna internos de pouca idade.
Jos Maria Machado de Figueiredo.
Aluga-se o sobrado de 2 andares e soto :
da rua da Imperial n. 109. a fallar na rua da
Aurora n. 36.
Precisa-se de um cozinheiro ou cozinheira
para casa cstrangeira : quem e julgar habilita-
do, dirija-se a rua do Trapiche n. 8.
Aviso.
/A.a'1
CASA DE SAUDE
DOS
Vi
B > SJSiffllHS & SS S
Sita em Santo Amaro.
Esteestabelecimentocoatlnua debaixoda administracuo dos pro
prietat-ios a receber doenlcs de qualquer natureza ou cathegoria que
seja.
O zelo e cuidado alli empregados para o prompto restabeieciroen-
to dos doentes geralmente condecido.
Quem se quizerutilisai pode dirgir-se ae casas dos proprietarios
ambos moradores na ru i Nova, u enteader-*ecom o regente no esta-
tabeleci ment.
Reforma de presos.
Escravos. 2$GO0
Marujos ecriados, .... 2^500
Primeira classe 3|( e. 3,^500
As operac,oesserao previamente a justarlas.
CONSULTORIO
DO
MED &0 COPAR TEIE i'EKADOB-
3 RM DA GLOM11, GA DO FUMDAO 3
Clnica por ambos os syalemas.
O Dr. Lobo Moscoso di consultas todos os das pela rnanhaa, e de tardedepoisde A
horas. Cntrala partidos para curar annualraeme, nao s para aeidade, comopara o enifenhos
a outras propriedades ruraes.
03 chamados devem ser dirigidos sna casa at s 10 horas da manha a em caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noite, sendo por escriptoem que se declare
o norae da pessoa, o da rua e o numero da casa.
Nos easos que nao forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
dero remoller seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & C. na rua da Cruz, ou i loja de
livros do Sr. Jos Nogueira de Souza na rua do Crespo ao p da ponte velba.
Nesaa loja e na casado annuucianieachar-se-ha constantemente os melhores medica-
mentos homeopathicos j bom con.hecidos e pelos precos seguintes:
Botica de 12 tubos gran fes...........10*000
Dita de 24 ditos................. 159000
Dita da 38 ditos.................20000
Diti de 48 ditos............, 855000
Diti de 60 ditos.............. 30#000
Tubos avulsoscada um......*.'.'.'.'.. 1*000
Frascos de tinturas...............; 2j000
Manualde medicina homeopathica pelo Dr. Jhr, 1ra-
duzido em porluguez, com o diccionario dos termos
de medieina, cirurgia etc.. etc........20*000
Medicina domestica do Dr. Heriog, cora diccionario. 1(MK)00
Bapariorio do Dr. Msllo MraM. ,...,.,, 0900*
Aos devedores da massa de
Jos Luiz Pereira Jnior.
Sao avisados para dentro de 10 das
virem a t na do Queimado n. 75 a' loja
de Fajozes Jnior ou se terem com o
Se Demeterio Hermilo da Costa caixei-
ro que. foi do fallido para pagarem o
que devem a dita massa e quelles que
nao comparecereui serao chamados pe-
los nomes por extenso por este Diario.
LOTEBIi
DA
PROVINCIA.
O abaixo assigoado tendo sido pelo Exm. Sr.
presidente da provinria nomeado thesoureiro das
loteras, e desejaodo eCBcazmeote restabelecer o
crdito qe deve ter urna insliluico tao ulil s
obres pas e mais ber elididos, desde j adunca
ao rrspeitavel publico quo o sea principal m ,
satisfaze-lo bem, garaoiindo-lho como de seu
devera mais decidida honradez e fidelidade na
extraccao das lotera e prornptidao nos paga-
mentos das sortes ; roga poisa sua valiosa coad-
juva^o na compra dos illiet.
A primeira lotera a beneficio da igreja de
Santa Rita de Cassia, cajos billieles estaro
venda do dia 6*gurid*-feira 18 do torrente em
diatilo, em seu escripiorio m rua de Queimado
n. 12 primeiro andar e as tojas dotnmissiona-
das ; as rodas andario no da guara-faifa.6 d
marco p. futuro, e se daro as lisias uo diaSB
guite pela rnanhaa. ~
O mesmo ab.iixo assigoado pede flearecida-
menle aos Srs. que negociam com bilhetes de
loteras do outras provincias, a favor de nao con-
tinuaren), daurto desde j suas terminantes or-
dena, nao s porque a lei nao autorisa a venda
de-laea bilhetes, mas lambem porque negocian-
do com es da provincia Uraro igual seno me-
lhor resaado, alera deque concorrem desta for-
ma para o engrandecimento dos diversos esla-
b^lccimentos pos da provincia, mais beneficia-
dos e ao contrario Ihea estarao fazendo todo o
mal, espera pois que nao Ihe decm o desgasto de
na qualidade de thesoureiro das loteras fazer
reprimir seoielhaule trafico.
Recife, 16 de feverciro de 1861.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Abaixo vai transcripto opimo que o mesmo
Exm, Sr. presidente si dignou approvar para a
extraccao das loteras.
PLANO.
3000 bilhetes a 103.............. 30 O00OO0
Benceio e solio do 20 por ccnlo 6:000$0<)O
Acham-se venda na Ihr&ria da praca da Iodependen-
591 ns. 6 e 8, as bem conhecidas folhinhas impressas ntsta
lypogratpliia
Folhinhd de porta ou KALENDARIO eeeleaiastieo e vil para o
n. bispado de Pernambuco........... 160 rs
Ulta de algibeira cntendo alm do kaleadario ecclesiastico e civil,
expliea;o das fesus mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares a nascimento e oceaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio-,
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos imposlos garaes, provinciaes e municipaes, ao
que se juntou ama colleceo de bellos e divertidos
'jogos de prendas, para entreten i ment da mocidade. 320 rs.
Ulta dita .... cntendo alm do kalendario ecclesiastico civil, expli-
carlo das fastas mudaveis, noticia dosplaneus, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; di las dos emo-
lumentos do tribunal do commercio ; ditas dos rnpostos
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de eonfessar-se, e conungar, e os ctBcios que a
igreja eostuma celebrar desde domingos de Ramos, al
sexu-eira da Paixo, (era porluguez). prego..... 320 rs.
Dita do almatiak civil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao preco de: ..... 18000
Para facilidade do uso deste almanak, au^mentou-sf
de formato, e fzeram-se muitas alteraces, sendo a correc-
co a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias soffre mudancas) acrescentando-se a nu-
meraco dos estabelecimentos coirnierciaes e industriaes ;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
quese-deseja pela oceupaco do individuo de quem se quer
saber a residencia.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATIHCO
DO DOCTOR
SABINO O.LPINHO.
Rua de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6,
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
at meio da, acerca das seguiutes molestias :
1. molestias das muiheres, molestias das crian-
gas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias ssphililicas, todas as especies de febres,
febres intermitientes etuas consecuencias,
riurniAciA especial homeopathica.
Verdadeiros medicamentos homeopathicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus effeilos, tanto em liotura, como
cm glbulos, pelos prec.03 mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos era sua pharmacia ; lodos
que o forem fra delta sao falsas.
Todas as csrteiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na lampa o ri-
me do Dr. Sabioo sao falsos.
Precisa-sede urna ama para cozinhar para
dos pessoas ; na rua dos Pescadores ns. 1 e 3 :
paga-sebem, a sim agrade.
COMPlilHIi
ALUANCE,
estabeecida em Londres
mms> 611 mu.
CAPITAL
Cinco milnoes de IVbras
sterUnas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, proprietarios
de casas, e a quem raais convier, queesto ple-
namente autorisados pela dita companhia para
eflecluar seguros sobre edificios de tijolo e pedra,
coberios de telha, e igualmente sobre os objeclos
que contiveremos mesmos edificios, quer consis-
ta em mobilia ou em fazendas de qualquer qua-
lidade.
wat vsm eaa arstv wb buw bu saM vlm lyai* &2
Dentista de Pars.
15Rua Nova15
Frederic Gautier, cirurgiao dentista, faz
todas as operaces da sua arte e colloca
dentes arlificiaes, ludo com a superiori-
dade e perfeigo que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos deniifricios etc.
i
Lijuido.
1 Premio de............10:000jj
3 Ditos de 900$........ 2.700
1 Dito de................ 500S
3 Ditos de 200|........ 600S
6 Ditos de lOOf........ 600g
14 Ditos de 40J........ 560B
32 Ditos de 20........ 6S0
810 Ditos de 10.. ..... 8:400
Aos consumidores de gaz.
A empreza da illuminaco
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregarem aos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena- de lhes ser novamente
exigido Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
Os devedores da
massa Garrido e
Veiga
sao rogados para dentro de 8
dias virem ruado Impera-
dor n. 17, segundo andar, pa-
ra pagar o que deveui a dita
massa: e aqutlles que nao
comparecerem sero chama-
dos pelos nomes por extenso
por este Diario.
Aluga-se um. sobraJo de ura andar com
commodos para grana<> familia, bastante fresen,
silo na rua da Concordia n. 34 ; lambem se aluna
o armazem por baixo do mi>smo sobrado, mimo
propiio para qualquer esiabelprimenlo ou oflici-
na, a beira-mar ; advenindo que aiua-se sr pa-
ndamente ou conjunclaroenle, como nielhor ron-
vier ao alugatario : a tratar na rua do Livramento
loja n. 27.
JOIAS.
Joaquim Monteiro de Oliveira Guimaraes com
loja de ourives na rua do tabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos frppuczes e ao publico ero
geral, que se aclis surtida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e pral, e qiierendo arahar
com o negocio, est resolvido a ender mais ba-
rato do que em oulra parle, garanlindo as Mitas
obras, passando coota com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca onras vrlhas, pa-
gando o ouro por mais do que em oulra parle.
Lauriano .los de Barros
participa aos seus numerosos fre?uezps desla ci-
dade e mesmo de fora, que acha-so regendo a
grande offleina de roopas hntaa do GVs 4 Bas-
tos na rua do Queimado n. 46, ornie pode ser
procurado a qualquer hora, puis est prompto a
desempenhar qualquer obra importante, pois
para isso tem na mesma luja um completo sor-
timenlo.
-- Na travessa da rua
das Cruzes n. 2, primeiro andar, conlins-se a
Ungir com toda a perfeico para qualquer cor, e
o mais barato possivel. *
Atteixjo.
As pessoas que liverrm relogios para se corr-
cetlar na rua Nova n. 22, e que lem mais de seis
mezes ; facam o favor de vir busca-Ios no prazo
do 30 dias, sob pena de serem rendidos pra io-
demnisacao dos conccrlos.
DE
Ediicacoes e compra de
terrenos.
O abaixo assigoado convida os proprietarios
queja lhe offereceram terrenos para com o va-
lor dos mesmos enlrrem na sociedade na qua-
lidade de commandilarins, a apresenlar-lhe os
planos, confronlacoes, siluaces e avalua;5es dos
respectivos lenos arompu'nhados de urna cur-
ta pedindo a sua admisso como socios comman-
dilarios da referida sociedade.
A correspondencia dever ser-lhe dirigida
rua do Crespo n. 4 loja. PernamDoco 6 de feve-
reiro de 1861.
F. M. Dupral.
ODr. em u.ediciia'p.'"
deB. Cotegipe mudou a
m sua residencia para a
rua Nova casa n. 46, pri-
f meiro andar, onde pode <
ser procurado para o f
exercicio de sua prfis- J
t sao. *
900 Tremiados.
21G0 Brancos.
3000 Bilhetes.
N. B. A sorle grande sogeita ao disconto
da lei.
Approvn, Palacio do gorerno de Pernambuco
16do fevereiro'da 18(11,.issiiq Cunha.
Conforme,Antonio Leite da Pinhe.
Um preto forro, perito
cosinbeiro se offerece para co-
sinheiro de qualquer casa na
cional ou estrangeira : quem
) precisar do seu servico ap-
pareca na rua da Cruz n, 4.
Roga-ae a todas as pessoas que ao devedo-
res do estabelecimento da rua das Cruses n. 41,
que perteoceu a Manoel Teixeira de Miranda, e
cujas dividasforam arrematadas em leilao, o fa-
vor de virem satisazer no prazo de-8 dias na rua
daa Cruzes n. 33, segundo andar, seno quizerem
ver seus nomes e quanlas publicados por esle
Diario. Recife 18 de fevereiro do 1861.
Ama.
Precisa-se de urna ama : na rua Nova n. 5,
Aluga-se o segundo audar e solio do so-
brado da rua da Cadeia do Recife o. 60, com bons
commodos para familia, bstanlo aeeiado, a sala
loda pintada a oleo, e forrada com esleir : a
tratar no armazem do mesmo.
j Joao Soum, cidado francer, relira-se psra
, Europa.
--------24:000^000
Para urna casa
franceza*
Precisa-se de urna escrava que saina engom-
mar, cuser, e fazer lodo o servico de urna casa
de pouca familia, e que sej fiel e dillgeotp. fj
mesma casa precisa-se de um escravo para o ser-
vigo de um sitio : quem liver pode dingir-se I
rua do Imperador n. 27 confronte a ordrm ter-
ceira de S. Francisco, que chara com quem ir~
lar, das 9 horas da rnanhaa s 4 da larde.
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(limitada.)
Avjsa-se ao respeitavel publico que do dia i
b?.0nrtfrM4Cinro P,,U *8 8 M l'o... o. ma-
Uem n?.W. SUWeale ,, V,i, Cato, e o
do Cabo a H h, i 1'^ootmuM, ni>8 $anI
pixz;S.':"m lreD8ero ,egu,8ds

O
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cW-*i I^-im^, eimS
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AssigoadoB H. Bramah,
Superintendente.
O Dr. Casanova %
Spnde ser procurado todos os dias em seu
consultorio especial homtupathxco
3()--liu;i das Cru/es-30
NeslP corisullnrioiem sempre os mais
novos e arredilados mediramenios nre*
| parados em Pars (aslinluras) por Cs-
X tellan p Webpr.pnr precos razosveis.
I Oselemenlos de homeopalhia obra, re-
5^ commendada intelligencia de qualquer
Ig pessoa.
CASA
Aviso
aos terceiros da ordem de S.
Francisco.
Na rua do Queimado n. 89, loja 4* l norias
vende-se eslamenha para hbitos a 2*200 o co-
vado, ese apromptam o* meamos hbitos a von-
feita 45,cada "" obr* mu'to bem
r ~~ ^Sr;.,8dni5 Sm,m d* dirija-se
& rua Direita n. 66 para receber orna caria.
de commisso de escravos, pa-
teo do Paraizo n 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo
Para a dila casa foi transferido o antigo escrip-
iorio de commi>8ao de escravos que se a> hai'a
esiabelenrto na roa larga- do Rosario n. 2u ; e
ah da mesma maneira se contina a receber es-
cravos para serem vendidos por commisso, e
por conta de seus senhores, nao se poupmdo es-
lorgos para que os mesmos sejam vendidos com
prompiioao. aflm de que seus senhor. nao suf-
fram empales com a venda delles. Nesie mesmo
esiabelprimenlo ha sempre para vender rscraus
de ambos os sexos, velhos e mocos.
Aluga-se a padaria da rua Imperial n. 173
onde irabalhava Joaquim Luiz do Santos Villa-
verde, com lodos os seus uienrilios, menos a-
quelles qe me nao perlencem, o lugar excel-
ente ; a tratar no paleo do Catino com Narciso
Jos da Cosa Pereira.
Banhos econmicos!
Na casa de banhos do paeo do
Car ib o.
Neale estabelecimento (alem dos banhos j co-
nheiidos) se fornerer d'or em vante, por maiof
i-nmmodo do publicob*nhos econmicossem
loxn, mas com toda a decencia e aus pregus se--
guintes!
1 baobo arulso | nlti^m'n.
7 cartee, par. banhos jjjj* j^
30 banhos consecutivos trios ou mornus 5.
Carvalho, Nogueira A C,
saccam sobre Portugal qualquer quantia : na rua
do Vigario n. 9, primeiro andar, eseriptorio.
Aluga-se
*.
a loja d roa Direita n... com armaco propria
para qualquer Mlabelacianenlo : a tratar na loja
tt roa do Queimaao 46. '



I BBafl
n
_____
**WfW|*>M^*t.

Collares medicinaes ano-
dinns para as orea da dnti$ao,
aeeeswN. usaamlijaesj, ffehrea e mi-
tra enferial 'astea das crianzas.
Estn innocente e hifan! rerapifio dispensa de
fazer tomar as crianzas os remedio* interiores,
que nern-a rea tonar. (Parco f ss 9J.)
Deposito geni, rea do Partan. 119.
rfeisa-ae de um ous a roa nadares de
perf"i(o e quesaibam desempenhar o fabrico do
pi e bolacha, romo reejeer e arte : oa que ae
scharem nestat rirromstincias, podm dinir-se
re larza do aesero.pedaria n. tfl.qoe ac.hareo
con quem tratar. Na mesma tambis admitle-se
usa oraeiro boas.
Para alugar.
O primeiro andar 4o sbralo da roa Imperial
b. 116. muito deseo, e bastantes cosmosos para
familia por ler daas ateo*** na sala da frente,
um grande quarlo ao lado do norte, defroete de
urna jaoella, que urna boa sal, e outros quar-
tos : a tratar oa ra Direita o. 141, taberna.
Deposito de materiaes,.iia ra
do Brum de/ronte do cha-
fariz n. 55.
O protirietario deste estabelerimente avisa aos
senhores proprielarios o Recife que rende os
materia** por erosso r. a retalho por precos mais
commndnsque era outra parte.
Prerisa-se alagar um muleque para con-
duzir taboleiros com jantar para fra ; na raa
larga do Rosario bolequim n. 25.
Traspassa-sc o aluguel da urna casa terrea
com conimo'ios para familia e de preco da 25.
com a condiejio de se cr pir compia com urna
mobilia de jacarand pelo preco que se conven-
ciunar : quem quizar, anauocie ou procure oa
ra do Prazeres n. 80.
Toma-so 600J a 1:000 a juros, dando-sp
de premio 1 1|4, com a vantagem porm de se
conservar inalleravel o pagamento deste juro in-
tegralmente, dando-so por cunta do capital a
quantia de 50) por mez ; a quem convier aonun-
cle para se procurar, e tralar-se da garanta.
Um mogo porluguez, guarda-lirros de urna
ca'a commercial, dispondo de algueses horas,
nellas se nfTerece para atguma ecripturQo;
quem precisar, deixo carta fechada Desla lypo-
graphia sob as ioiciaes I. A.
i\ova cartilba.
Acaba de sahir dos prelos desta lypographia
urna ora edieo da canilha ou compendio de
douirina chrifia, a mais completa de quantas se
tem impresso, por quanto abrango tudo quarito
eonlinha a antiga cardtha do vbbado S'lomonde
e padre meslre Ignacio, acrescentando-so muitas
oiaro-s que aquellas nao linham ; modo de a-
cox'panhar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das testas mudavei*.
e eclypses desde o correnle auno ere o de |9TJ3,
seguida da folhinha ou kalendario para os roes-
mos annos A bondado do papel e excelencia da
impre.-iso, do a esta edigo da carlilha urna
preferencia avias importante: vende-se nica-
mente na livrsria os. 6 e 8 da prara da Indepen-
dencia.
Francolino Izidoro f.eal 4 C receberam
pelo patacho Jareo, ltimamente chegado de
Lisboa, eaixas cora rxassas fnissimas e surtidas,
meias dit.s, quaitas com passas muilo novas,
o Utas com doc secco d." diffcrentes qualidades,
tudo Tendero por prego muilo commodo, em o
seu armazem na rua da Madre de Dos d. 10.
(Jueni precisar de urna criad i ponu^ueza
ara casa de familia, deixe carta fechada tiesta
typugiauhia coro as iniria-'SM. N.
= Aluga-se para mu em cosa de familia urna
preta escrava de boa conduca : quem pretender
dirija se a rua do Rangel n. 50.
Gama & Silva
estando em liquidaQo de sua bji de fezendas,
sita na rua da lmperairu n. 60. por meio deste
annnni'io nvisam a todos os seos derednres por
Conlt e letras j vencidas, a virem pagar seos
dbitos no prese priwiru anuoncio, lindo elle sern s-us norne.s
piibii.-adosne.-U'jornal llecifo 16 de feveieiro
de 1861.
AVISO
Emile Laurance. rarentumenta chafad" -
ofj.i, previne, ao cnmmercio que, a principiar de
hnje, elle tomar conlo da gerencia da sua
casi, que mrame sua ausencia liuha dada a seu
iroio Achiltes Laurence.
Achilles Laurence vai Franja tratar de
sua smde.
Urna mulhor parda, de boa conducta, se
OiT-rece para ser ama de cozinha em casa de fa-
milia : qneni a pretender, dinja-se a rua r>i Ca-
dea do Kecife n. 22. segundo andar. Na mesma
Casa i-recisa-se do urna ama forra que s.ba en-
goraraar; oo leudo ir dormir em sua casa.
Aluga e ou vende-se urna canoa em bom
e.'Udo qiecarrega 900 liiolos: quem a preten-
der, dinja-se a rua do Imperador n. 46, das 9
horas ate as 2 da tarde, que achara com quem
tratar.
Camargo tomara ores a loj* dos Srs. Campo & Lia,
sita na rua do Crespo n. 1. rogam aos devodores
desta trata, que se dignem vir pagar toas eeartea,
ou entender-se a respeito com os referidos com-
pradores : certas de que serao chamados a juiao
os que assim nao flzerem.
Precisa-se de urna ama forra ou escrara
que cozinhe boa: na rua da Praia o. 10, ar-
mazem.
Compras.
Comprara-se escravos para embaresr para
fra da provincia ou pata engentas ; no escrtpto-
rio ds rua Direita de Francisco Matbiaa Pereira
da Costa n. 60.
Compram-se escravos.
Compram-ao, eBdem-oo. e trocaa-aoeacraros
de ambos os sexos o de toda idade : na ruado
Imperador n. 7f. primeiro andar .
Compram-ie acqfle do novo ban-
bo de Pernarobuco: na roa da Cadeia
n. 41.
Coropram-se Diario para eabrulho a 3&800
a arroba : na rua larga de Rosario oa. 15 e 17.
__Compram-so moedas de ouro do 20} : na
rua Nova n. 36, loja.
Compra-se orna casa na roa Ao Rosario,
ainda precisando de concert sempre se faz ne-
gocio.
Vendas.
Alien cao.
Hont^m 18 do correte lovanm da porta da
matriz da Boa-Vista um chapeo de sol inglez, de
Bada cor de caf com pouco uso: quem o iier
:',7,'ri' restitui-loa seu duno. far o fa-
Sr.derKrM"4wtoA-""-M.q-.lli.
Aluga-se um segundo anlar de um sobmdo
na rua Nova : a tratar na mesma rua jumo
Cunceico dos Militares n 47.
Carlos Ralfauf, subdito prussiaoo, retr*-8e
para a Europa.
Na laberna de Gurja de Cima ha para ven-
der una negra alguma cousa idosa. murto ba
cozmheira : quem a pretender, dirija-se a mes-
ma lah.rna. que ochara com quem Iralar.
H-.j- 19 ilo crreme, depois da audiencia do
Sr. Dr. juiz dos orpboa, arrematar-se-ha urna
part- do sobrado de duus andares, sito no largo
do Curpo Santn. 11, no alor de 1:560, a re-
querimi-iito do tutor dos menores nthos do falle-
cido Miguel Amonio da Costa e Silra, cuja arro-
mata^u d por venia.
IVIojuizo dos faitea di fazendo se ha de
arrematar no da 21 do crreme, linda a audien-
cia, iim sitio em aberto com casa terrea de pedm
0 cl. com 4janelias e 1 porta nfrente, tendu
esta 5i palmus do frente Ql de fundo, com eo-
zinna fr, avallada por200#. endo Uiio sitio no
Jugar do Rio Doce, e peunarido por exeroeo da
laztiuda esotra a viuva de Firmino Jos Flix da
...CaeUno Ferreirade Brito, solicitador in-
terino.
A mesa retadora da irraandade do Seohnr
Jlora Jess dos Affiictos, erecta na igieja de S.
Jos de Riba-mar, sobre a dirercait aus nescado-
dre, faz sciento ao respeitavel uublieo.que no dia
dumirig" 3 de marco deste anuo, u>m de apro-
Sentar em procissao a iiuagem do seu padroeiro
jteas mas de.sia cidade. a saber : ao sahir, rua'
le S. Jos, dita do Noguelra. a vollar para a roa
das Caigadss, dita dos Pescadoras a voliar para a
de Santa Rita, rua doFagunios. pateo da Rirjei-
ra, rua do Rangel. dita do 0"eimado a voliar para
0 paleo do Coll-gio. rua do Imperador a voliar
para a -lo Crespo, praca da Independencia, run
alo Cibug, dita Nova, canioa do Cirmn, pateo
do mesmo, rua de Ho tas. dita dos Martyrios,
travessa do Marisco, pateo do Terco, rua Direita,
pateo do l.ivramenio a vuliar para a roa d* Pc-
oha, piteo da Ribeira a S. Jjspara recolher.
Joaquim Domingues toares.
Escrirao.
Precisa -ge de urna ama forra ou captiva pa-
ra todo o servido de urna casa de familia : na
rua do Imperador n. 37, segundo ao lar
Ausenluu-se da casa de seu senliur um pre-
to c.rionlti, chamado Antonio Viadu, com idade
d 40 aimrrs, pouco mais ou menos, com os sg-
ase* segantes : (tembet das pareas e hmvm, le-
rou caifa azul, camU daalgodao grosso po oreto : quem o encontrar, leve-o s Cinco
e/ontas n 44. trernmte oa eacao, que aera aera
de 12 5 Beniu FernandPs do Ptaao, 4tcai transferida para
Juarta-feira 20do correntn esez, depois da an-
teada do Sr. rr. jnlz municipsf a srjgntnia vara.
V > ultima praca.
Cassas franeezas de liados desenhos a 246 rs. o
covado, chitas francesas a 160 ra.t ditas a 200 rs. :
na rua do Queimado n. 44.
Vende se a posse e bemfeiiorias de oa si-
tio na freguezU do Poqo da Panella, o qual Oca
ao sahir do beco do Qmabo. junto ao sitio do Sr.
Luiz Candido, tem cacimba do podra o cal com
boa agua de beber e bem plantado, com duas
grandes baixas proprias para qualquer planlacao
casa de taipa : quem pretender, dirija-se ao mes-
mo sitio, quo ochar com quem tratar.
Annuncio de azendas n
rua do Crespo n. i 4.
0 segiiinte :
Sedas pretas lavradas, o corado 2$
Cortes de aquillu preto 30JJ.
dem de seda lavrada preta 30f.
dem de dita e dito de cores 285.
dem de barege lf.
Mera d" tarlalma de froque \2$.
Ilem de outros de mais goslo 11.
dem de grosdcnaple bordados a velludo 80g.
dem de seda lavrada 55>.
dem de cambraia bordados muito fios 18J.
Guitas bordadas de traspasso finas 3a.
dem borda las com salui-os prelos 1$.
Enfeiles para snnhura lg">U0.
Sahidaa para baile de bom goslo 78.
Chalos de cambraia bordados grandes 9$.
Casavpque de fustn bordados 8J.
dem de cambraia 4.
Chales de merino com aUum mofo 4#.
Romeiras decimbraia boro goslo 1}.
Trtinbem tem outras muitas fzeadas que se do
em conta vista dos freguezes.
Economa.
1 escrava de idade 38 annos, sera vicios, com
as ncessarias habilidades por 7009, 1 dita excel-
leme cozinheira, quitandeira. idade 35 anuos por
80ua. 1 dita de idade 40 annos. boa engommaloi-
ra por 750$. 1 dita ptima cozinheira por 6509,
f mulatiuha de i lado 8 minos por 6509, 1 negra
de idade 25 annos. cuzuiha bem. rende, lava, bo-
nita ligara por 1:250*. 1 escravo de idade 25 an-
nos por 1:400$ : na rua de Aguas Verdes n. 46.
Pentes de todas as qua-
lidades.
14- lJ- -i' .....i- J--------, ...uuu unuugd II. 1 U,
cliPiiado um cumpleio sortimento de pentes,
que se ven le por biralissimos precos, como seja:
Penies de tartaruga de lindos gostos a impera-
Iriz a 8, 10 e 12g.
Ditos hsos snm serem virados a i e 5*.
Ditos de massa Qngindo tartaruga a 19200 e
l5l>0.
Ditos lisos para atar cabello a 200, 210 e 300 rs.
Para menina.
Pentes de larlarug para ssrgurar cabello de
menina a 30.
Ditos de borracha a 800 e Ijf.
Ditos par3 tirsr caspa a 400, 500 e 600 rs.
Ditos de massa a 600 rs.
Duos de borracha para deserabaracar a 500 e
600 rs.
Ditos de tartaruga a 3$.
Ditos de massa a 210. 300 e 400 rs. E mitras
jaaais qualidades, que vista do freguez nao se
engeia dinheiro.
Rap princeza gasse da Baha
Era casa de Lopes Irraos, no caes da alfande-
ga n. 7, acha-se e^lal)elecldo um deposito dessa
fabrica, onde se vende em porgues ou a retalho.
Franjas com vidrilho.
vno10^ ff*+ "ro- ru' o cbu 1 B,
vendem-se frsnja preus com vlorHa^w, u-d '
padreas, a 560. C00 p800 rs. a vara, dita sea vi-
drilho pelo baraiissimo prego de 300,400 e 500
rs.. ditas de tudas as rores a 210, 300, 400. 500
e 600 rs., ditas do linho branca e de cores a 160
e 200 rs.. ditas de la a 300 e a 400 rs. a pec,a de
4 112 varas, gilos/irihos e traocialiu de seda
propriospara enfeilar roupoesziohos de crianca,
trancinhas de linhu e de la, '.riucelin.i de cores,
que se vende ludo por baratsimos presos para'
scdudr.
?m acabar.
Na loja da agnia do ouro, rua do Cabug n. B.
ve.ndpfn-se pegas de bico estreito com 20 varas a'
1S e 1U0 a peca, dito mmto fino de todas as
l\r?r,.\ *L ,50 e d,,as estreitos
a 100, 120 e 2U0 rs. a vara.
Boles.
aJ?0!,5Sf d{Modas 1!li'aes para casaveque a
KJ. da) 400 rs. a luza Htis de evitado de to-
las as largurae a 160, ^QO, 600 o "800 rs. a
vars. aitaeiie Md4, lindos pedroes, proprias nira
amos a 800. 1*600 e 2*: U loja d'aguU ou-
ro, rua do Cabula n. B.
Lioha.
Vende-se a verdadeira linba de peso a mais
fina que pode haver a 2*500 o masso com 30
roladas, dita rxa para bordar, muito fina, dita
de carreti, vor-ia.leira Alexandre, dita de Pedro
V,e outras mais qualidades que ao vende ludo
por tiaraixsimo pre^o : ua loja d'agtiia de ouro
rua do Cabug n- n
FOGOES ECO-
NMICOS.
Nova desc.nberta americana : riquissiraos fo-
goes econmicos de muito bonitos modelos, e
tudas as cosnmodidadea tara ozinhar. aendp a
vantagem de. com um fugo desles, fazer-se'to-
da a qualidade do comida para m jantar, com
diminuto lempo por atrairem si todo caler alai
fnrnalhas, tero mais a vaniagem de nao fazer fu-
maca om qualquer urna casa, por conter em ai
om cano que expede luda a fumaca a lugar ano
aJo encommode nnem prejudique a propriedado
KVffi*CDmtooto* m rua Nora n. 20,
^S
elariosdoarmazem
PReGRESSO
propria o todo das melhores qualidades qae
libra o 800 rs do 8 libras para cima s6 no
da melhor que ha neste genero a 1*100 a libra e em latas a
a 500 rs. i libra o em coixa de 1 arroba a 12J, s
MLtmtciga IngVeza flor, 1#.
Progresso.
Queiin flAmengo *1^00dopre50de3# %9VU ,ende8e. ,,700
peta grande porgo que tem, aOaoca-se quo se os melhores qu ha ao mercado, so no
Progreso. 9
^^ r***a das mais acreditadas marcas 20* a duzia e 2* a garrafa, aUnc.a-se que
a melhor do mercado, s no Progresso.
" *3SO a 900 rg. a i5ra uncamente se rendo no armazem Progresso. aflanja-se
a boa qualidide, s no Progresso.
UUCUlnlfi doa nj.jj acreditadas fabricantes *a Europa a 900 rs. a libra, s no Progresso.
*** JvltB.laa em compoteirss de folha do mais acreditado fabricante da Europa rinda pela
primeira vez a esta proviocia lacrad i hermticamente e multo bem enfeitada a 19 rs. a libra,
s no Progresso.
imperial maTmeiaUa do a(ama0 Afron e outros fabricantes premiados na ex-
posir,o de Londres a 800 rs. a libra, sd oo Progresso.
Iliaca de t Onale cagada ltimamente da Europa a 900 rs. a libra, s no Progresso,
^J**** COHl 800. chegajBi de conts propria no ultimo navio a 1J600 e 4* latas com
6 libras, s oo Progresso.
rVmeixas franeezas
1*. s no Progresso.
.VmexHS ralada C\a\ii\ia
no Progresso.
Cll peroll, UySOll e pretO dos melhores que tem vinio e hs no mercado a
2*560,2* e 1S6O0 a libra, s no Procresso.
Caixaa eamS Vibras de pasaas rouit0 bem cnfcilad propra> pKi
meninos a 3* e em caita do 1 arroba a 12* e em libra a 500 rs., alianc,a-se serem as melho-
res do mercado, s no Progresso.
AL 111 COrilllU ou passas proprias para podim a 1*200 o frasco, s n Progresso.
Boee da casca de g Atiba, t* 0 caiiao, no ?Ofi((M0.
Vinlio xerez
Progresso.
" *""*OS para. paSlO e mesm0 para engarrafar pelas suas boas qualidades a 4*500 a
caada e 640 rs. a garrafa, s no Progresso.
W lH.UO HordeailX das marcas mais acreditados a 112 a caiza e 1* a garrafa,-s no
Progresso.
^erVCjdS das melhores marcas que tem violo ao mercado a b$ a duzia e 500 a girrafa
[branca) s na Progresso.
Nl.aC.aS para SOpa e sevadnha muito nova a 500 e 320 rs. a libra, s no Progresso.
Hanleiga franceza
Progresso.
rdllvOS HXauOS os melhores que tem viado ao mercado a 200 rs. o masso cora 20
nnssinhos, s no Piogrcsso.
-Yzeiioias 819200 rs- 0 barrU| sd no pf0gresE0.
DailUa e pOrCO refinada a mais alva que existe no mercado a 480 rs. a libra o em
porco de 8 libras para cima a 440 rs., s no Progresso.
Xoaciuho de Lisboa
Progresso.
aCVaaa mut(l nova a 3# a arroba e 120 a Jibra, s no Progresso.
-rm-ipiSld 0 mai3 iimp0 qe |ja a 5^ a arpoba e 160 rs. a libra, s no Progresso.
SpermaCete a g0o rs. a libra, s no Progresso.
^illlnOIl e oulras mu;tis qmiidnio- a, ru<> om lats de 1*J09 2J, a6 no Progresso.
^-rr-i-^-""inuuieuein aos seus freguezes continuarera a terem os melhores gneros
relativamente a molhados e venderem mais barato qui om outra qualquer parte, prometiera mais
tambem servirem aquellas pssoas que raanlarem por outras pouno praticas como se viessem pes-
soalmente, rog.m timbom a todos os Srs. do engenho o Srs. lavradores queiram mandar suas en-
commendas que no armazem Progresso se Ihes attanja a boa qualilade o aoonJicionameato por
mais tonge que seja o serto. ~w r
> do Qaeimado o. 55, loja da aludezas,
1 mando os seguintes artims aballo do-
, lnira M,..X.___ -- -* .
do melhor que se pode encontrar neate genero a 1*600 a garrafa, s no
chegada no ultimo navio do Havre a 800 rs. a libra, s no
o melhor que ba a 9* a arroba o 323 rs. a libra, s no
dos veniadeiros das fabricas de Francisco Jos Cardozo e Jos* Furlado de Lemo, garanlo-se a su-
perior quahdade no ceatro commercial rua da Cadeia do.Recife n. 15, 1
Quena duvidar
venha ver como se vendem vestidos de cambraia
brancos, bordados ricamente, com 3 e 4 babados
por 7* cada um, e finissimss cambraia com lin-
dos adamascados proprias para cortinados com
20 varas cada peca n 10* : na rua Nora n. 42
defronte da Cunceico dos Militares.
Estampas finas e iuteres-
s antes
A loja d'Aguia Branca recebeu mui finas, e gran-
des estampas, de fumo o coloridas, representan-
do urnas a morte do justo rodeado de anjos, etc.,
e outras a mora do peccador cercado de demo-
nios, etc. Sao na vprdado intereasantes esafc
estampas para quem as sabe apreciar, pelo #K |
se lornam dous quidros dignos de se possuirVe
mesmo pela raridade delles aqui. Vendem.0
a 2*000 cada estampa^ na roa do Queimado n
16, loja d'Aguia-Bnnca.
Karaa.v
esil queimando os seguintes
!2^0, ??"* Ho pTill*, t o
precio convida :
^rldesdediiosatOrs
Cfou do penoas da ac auito Anas a 500 rs.
rMW "18 B0>' wM I a 1500.
rTt?}"}?*? de |0M?
r!.i ? ^,nli* com 10 i,rt" "
Ditos com dita dita a 500 rs
P./ V ,,*U com M Hbra a 800 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
Diai*.^."1 SbreM mqit0 rs.
hsloOr ph< ,Dhoros esPecae "bor que
mroVrJe ^.T'" f.roV "er* hoinen 0 "
V*\t 800r,. DJa e la* muil bonit" coresa
I cas para acender charutos a 60 rs.
I hosphoros em caixa de forha a 100 rt.
Cartas de alflnetes finos a 100 rs
Calzas de agulhas franeezas a t20 rs
Ditos de lia para meninos a 2801 '''
Frascos de macassi perola a 200 rs!
Ditos de oleo a 10 rs.
Dwia do faeas e garlos do cabo preto a 31
Pares de lu vas de flo de Escocia a 320
Massos de graapas finos a 40 rs
tanivetes de aparar aenna a 80 rs.
5oTesouras para unhas o costura muito finas
Pecas de tranca de la coa 10 varas a 320.
Escovas para denles muito Anas a 200 rs
Cordao imperial fino a 40 rs.
Dito grosso a 80 rs.
Cordoes para espartilho a 80 rt.
tanas para rap muito naa al*.
1 h! a me,M d? eorM Drra ""inasalfOrs.
Lmha do marear (novollo) 20 rs.
orozs de marcas para cobrir a 60 rs.
Baratsimos jarros de por-
celana.
raaD"." .B,"i bo"llosj'08 de porcell.na doo-
.nf!u- ,imanhos Dao Plenos, proprios pa-
ra eofeites do mesas, ornato de gabinete ele
na rf,, HanraA,SS"B0S, P"*01 de 3 e *S na rua do Queimado loja d'Aguia Branca o. 16.
Attenco.
Hrtriiajd nooter & c existe um bom sortimento de II-
22 oe cores o brancas em carreteis do melhor
labncante do Inglaterra, as quaes se randeau poi
pregos mu razoaveis.
05
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4Ld:Rua Direita 45
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09

81500
6r000
6#aoo
*>foo
5J000
4$800
4*500
com as "iqmautij. o
Sr. ministro da fazeuda e BaTtaL .,,I,B do
precos do seu alcedo pal. tsaWlliJS ff1* M
Hotnem.
Borzeguio para bomem (ia
pnae)." .....
Ditoa (aristocrtico). .
Ditos (prora d'agua) .
Oito*(Beraagaeri). .
Ditos (com mu ni tas). .
Meio boraeguini (patente).
Sapatoes (3 batera). .
Ditos (ola dupla). .
Ditos (blusas).....
% Senhora.
Botinas (prima dona). .
Ditos (vis a t). .
Ditos (me dente). .
Dito (grtete)......
Meninos e meninas.
SapatOes (bezerro).....4^000
Ditos (diabretes).....30500
Ditos (salva pe)......3^000
Botina (bolinas).....40000
Ditas (para criwsca). 3|500
Sapato para senhora (lustre). 1J200
E um completo sortiaeoto de couro de lustre,
raarroquim. sola, uezerro francas, couriohos e
ludo que oecessario a ua iraio de 8. Cris-
pim. advogado dos artistas sapateiros. por piecos
que s este estabelecimento pode vender.
-- Vende-se soperior farinha de mandioca a
ir00'- i* rua da Madre do Dos armazem de
Morena & Ferreira.
Cambraia
baratas.
19 Rua do Queimado 19
9SSSASS7sr -1* fl,, Cambraieta para rostido, muilo finajielo bi-
ratisslmo pre^o do 26O0,2^00,3|e SAOO rita
peca
fcUloes do mussulina. ditos arreadados, ditos
loa do Crespo,
loja a. 85, de Joaquim Forreira de S, vende-se
por precos baralisaimos, para acabar : pecas de
cambraia lisa fina a3, orgaody, muito finase
modernas a 500 rs. o covado, cassas abertas de
bonitas cores a 240 rs., chitas largas a 200 e 240
^VlVAn"' de *"" entremeies bordad
aes a 19500 a pega, babados bordados a 32Q a
rua, sedinhas de quadros finas a 800 rs.. caaa-
reques de cambraia e RI a 5. Bealeedorea de
cambraia bordados a t|. lollinhas bordadas a
640 diuscom poetas a 2*500, manguitos borda-
dos de cambraia e fil a 2, damasco de las com
9 palmos de largara a 18600, bramante de linho
com 5 palmos de largura a 900 rs. a vara, luvas
para senhora a 100 rs. o par, capas de fuslao en-
tenadas a 5, pegas de madapolao fino a 42. la-
zinha de quadros para vestidos a 320, camisus de
cambraia bordados a 2, sobrecasacaa de panno
? n e 85Sl Ple,o, de panno e casemira de
W a0|, ditos de alpaca de 3500 a 8, ditos de
onm de cores e br*ncos de 3500 a 5J, calcas de
casemira pretas e de cores para todos ps precos.
ditos de bnm do cores e brancos de 2a a 5 ca-
misas brancas o de coros para todos os precos,
colletes de casemira de cores finos a 5 ; assim
como oulras muitas (azendas por menos do seu
ralor para fechar comas.
Cal de Lisboa
No deposito da rua da Cadeia do Recife n. 12
acaba de chegar pelo ultimo navio a verdadeira
cal virgem em pedra, nao bavendo alem desta
;mi3 neuhuma no mercado, em poneos dias se
j concluir, por isso devem os pretendenles con-
|correr cnanto antes.
Attenco.
Rua do Amorim n. 40
Vende-se farinha de mandioca,
quarlas, pelo barato prego de 3$.
saceos de tres
Agua imperi
Na rua do Queimado n. 6. primeiro
sa de cabelleireiro, vende-se a ezcell
imperial para lavar a eabeca, limpar ss
fazer renascer os cabellos ; nesta mesma casa
hjva-se caneca com esta maravilnosa egni por
500 rs. Na mesma casa ha grande porcao de
perfumara, e se est em liquidagao.
Liquidacao.
Na loja de miudezas da rua do
Imperador n. 38, por baixo
dabandeira do retratista.
La a para bordar de todas as cores, a *.bra a 5,
61 o 8i, alamares para capole douradoe e bron-
zeados, a groza a 8, 110 e 1J. chapeos de seda
"nMeS a iae 15f' **n(ua eco groza
a 400 e 500 rs., boloes do linha, de fustao o de
seda para caseveque, a duzia a 200, 320 e 590 rs.,
caixas de lamparinas a 40 e 50 rs., manguitos a
2 e 2e500. gollinhas a 800. 1/ e 2, gollinbas
pretas a 2 e a 3J. tr antegueires finas a 441 e 5a
canas de eispora a 800 rs., tobado do Porto lar-
gejevsaje o e H90 rs., Ota de eos a pac. a
180 e im rs., Ola de linho a 40 rs., caitas ecar-
Wes e> oetctvetes a 60 rs., 'traca para bordar
0 rs. e peca, troco f ara flotes e eofeiles eH0 o
4Wla. apeca coa rame eem elle, papis de
retaque a 100 e a 80 rs., agulheiros eom agulhas
fraacnas a 120 rs., franjas e galees de linha a
vars a 80 e 100 rs., botos de lauca paratarmin
a groza a 100 e 120 rt, maaos de gramposa 40
rs., pentes de baleia para aKsar a 200 e a 240 rs.,
franjas de seda pela* e de eoros le um dedo a'
ua palmo de largara, Blas de todas as qoaUda-
daa, quadros doursdca, espesaos dourades, ban-
dejas, bicos de seda pcetoo o areos, chapees,
touoaj ecoDets para menino, gravatas, a otakres
muilos objectos ; lude ae vende por baratissimo
prego, e tambem ao rendo a armagioc perteaces
em porgos ; tambeo se rende a prazo.
GRANDE SORTIMENTO
^r DE
Roupa feita.
Na loja e armazem de Joa-
quim Rodrigues lava-
res de Mello.
^ua do Queimado n.39
oh, ^Ja de quatro portas
uSalS* d;" Ano obra muito bem fei-
PaletoU ^* a 400 uma.
C.l. de PXd! ^ ^ 25a3?-
um Tell K!.s Se6 fe^Ur,c7oete 6?dd6m-
tolos de alpaca preta secr h t* -
Ditos de ambo ni rn-ta .-- ?
Ditos de meia cswn^n VlT"' "d* ltt'
Dilos de casemira ramio unTa t4ft
Um completo sortimento de naUai a .
Sis ra;."'6'"' &rssr
Doce de pellnxe.
Na rua do Iteraraento n. 2*.^oede-, eet.I,
ce pelo baraltaaamo preco de 500 w ai
em potes de arroba para cimia 13*a arreSa *
aaasitas edeasoavtoar peaoaaes ofrenda*, de
ouro ptonie inglez, para homam a saabera de
ara dos meJbotes fabricratss de Liverpool, ?in-j
dos palo ultima paquete inglez : em aasata)
Soalhall Heaor-dC.
A loja da ba-f
na Tua do Queimado n, 2.^
est muito sortida,
c \ ende muito barato :
Brim branco de puro lioho trancado a lgOOO e
1400 rs. a rara ; dito pardo muito superior a
1J200 a vara; gangas franeezas muito finas de
padres escuros a 500 rs.; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : cortes de calca de meia casimira a 1J600;
ditos de brim de linho de cores a 2> rs.; breta-
nha de linho muito fina a 20. 229 e a 249 '*- a
pega com 30 jardas; atoalhado d'algodao muilo
superior a 1*400 rs. a vara; bramante de Ikiho
com 2 varas de largara a 2*400 a vara ; lencos
de cambraia brancos para algibeira a 2*400 a
duzia ; ditos afiore a 3|; ditos de cambraia
de linho a 6. 7# e 85 rs. a duzia ; ditos borda-
dos muito finos n 8j) rs. cada um ; ditos de cam-
braia de algodo com bico largo de liobo em
volta a 1*280; ditos com renda, bico o labyrin-
lo a 2*000; e alm disto, outras muitas azen-
das que se vendem muito barato a diBheiro a
vista : na rua do Queimado n. 22, loja da Boa .
Bonitos cintos para senho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca rendem-se mui boni-
tas fitas com fivelas para cintos de senboras e
meninas, e pelo baratissimo preco de 2f : em
dita loia daaRuia branca, rua do Queimadonu-
mero 16.
Hheguem ao barato
O Pragaiea est queimaado, am sua loja aa
rua do Queimado n. S.
Pecas de bretanfaa de rolo eom 10 raras a
2$, casemira escura infestada propria para cai-
ga, eollete e palitots a 964) rs. o covado. cam-
braia orgaody de muito bom gosto a 480, rs.
arara, dita liza transparente muito fioa a 39,
4, 59, o 6* a pees, dita tapada, eom 10 raras
a 59 e 69 a peca, chitas largas de modernos e
oseolhdos padrees a 240, 260e 280 rs. o cara-
da, riqaissiraoj ehses de marin eslanpado a
7 e 8, ditos bordados com duas palmas, fa-
zeuda moho delicada s 9* eada um, ditas com
amas palma, mnitoOnos a 8S500, ditos Usos
com franjas de seda a S9, Uaeos de cassas eom
barra a 100,120 e 160 eada ora, roeiss muito
6oss ptra senhora a 49 a daa, ditos de boa
qualidsde a 3 e 99500 -a duzia, chitas fran-
eezas de ricos Jsennos, para eoherta a 200 rs.
O covado, cbilaseseoras i agieses a 51900
peca, a a 160 rs. o corada, brire braaee da paro
linho a 1, 1924)0 e 19600 a rasa, dita preto
muito encorpsdo a 19500 a vara, brilhentin
azul a 400 rs. oeorado, alpacas de diTarootes
edres a 360 rs. o covada, aaaamiras pretas
8nas a 2500, 39 e 30O aMdaia, earsaVara,
prsta edesalpieos a 100 rs. a aara, a entras!do',"c,tt**. n* le S.*iiguel dos fogadoa
muitas fazendasaae safar fMSaota aoaampra-1"
Nova invenco.
Riquissimas baeias de porcelana para lavar 0
rosto, de novo mndello. para quarto ou sala, as
qeaes tem [modello) a vantagem de nao ser pre-
ciso mover-so do lugar para esgotar as sguas por
terem as competentes esvaquaedes por meio de
orna babola para qualquer lugar que tenba sua
espedicao : na rua Ptova n. SO.loja do Vianne.
Vende-sa o sirle Pilea, jumo ao engenho
Bomfim, na freguezie da Eacada, distante ds va
frrea legoa e meia, tom 500 bragas de freote o
600 de fundo, todo eereado, cora casa do viren-
da, senzala, rasa de farinha, com rio pela vanes
lem mais do 3.000 ps de cafezeros j rriados
produzndo fructos, mais de 500 ps de bananei-
ras, muilos ps de larangeiras, limeiras, e oulras
aryores de utilidade, um excellente viveiro de
peixe, e oulras muitas commodidades, que s os
pretendenles rom a vista poderao observar a
ierras eao proprias e sem o menor onus : para
informaoes podem entender-se com Jobo Pe-
reira Babello Braga era seu escriptorio, rua do
Viaario n. 11, o para tratar, com o seu proprie-
tario, morador no mesmo sitio.
"ryDde- u ptimo araseem na rua para
H freta, lano para estabeleefmerrto como para
depsitos, muito bem ediOcado : na rua de Hor-
tas n. 84, se dir quea vende.
_ ~ Veade-se ama secretaria de amsrello, com
7 gavetas, obra muite bem acabada ; a tratar na
rua do Aniorim n. 37. lercetro andar.
Vende-se uma barcaca bastante boa de vela
e amda nova, de cavernaae dobrado, pegando
20 caizas : a tratar aa rua do Amorim n. 37, ter-
ceiro andar.
Vestidos de seda preta a W$.
Na rua de Cabana, Leja o. 8, j existe poucaa
cortes do ricos vestidos pretos de grosdeaaplee
bordados e de bsbedoe, em carles grandes, que
se vender m 100*: a el les,antea que aa ac bem
tio boa pechincha pera a queresas.
Veade-se ou arrenda-se um eogeaho as-
ente e correnle,eem boas terree pata tede plaa-
taco de lavouras, riacho correnle de aaeerae a
vero, matas para se fazer qualquer obra e de
taboedo excellente, pode aafrejar mais de'lJIOO
poeeeeoual, distante deas lejuaa da cidade da
Vicloiia : para ver e tratar, os r*t tanda atas pre-
curem ao Sr. tenenie Miguel Alves sea Prazeres
morador na rua da AUgoa do Barro da asas*
cidade. qae dir quem vende.
-- Na rae do Crespa n. 8. loja da l portas
vende-se asdapolao muito fino oo aa aaaae-
no sujo e arana a 45O0 e 5 a peca. ^
Oueijos.
u!^"8^* ***** hoaaalJ440: na rua Oi-
reua n. o.
Veode -ae uma casa terree coa uma porta
e duas janeliaa, en vid/aceda, e pedra o cal, coa
a qaanea, despese, saaisab frs. qoinUl mora-
dor, a da todas sa darla amostras eom falla
(lo, casa do Se. Dr. fieedoHo,
l t peeaea eee a rMe?
rua do Col-
que ah as dir
* MUILSK3 r


OM*> 3K JUIMttlMfe -M* iEHU M MUtifiU&O fttoi.
w

v
ROUPA PSITA
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
O RA DO QUEIIH4D0 40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Neste estabelecimento ha eempre um sorlimenlo completo de roupa feila de todas as
qualidsdes, e tambem se maoda executar por medida, vontade dos fregueies, para o
que lera un dos melhores prefessores.
Algoio mrastro.
i-M algodio onstro OH dma* li
presarte- pasa leattsa e loacae ye* ifepsn
1 qaatquer costura, Ma oaaateaiao
de60rs.a vara; oatua desasna ade .
Venda-se algodie atonstro SSBjm V
amito
sor toda
precede
H, aa loja 4a boa fti.
0
Casacas de panno preto. 409, 33 e 309000
Sobrecasaca de dito, 35 e 300O
PalitoU de dito e de cores, 35$, 30?.
SSJOOOe 20*000
Dito de casimira de cores, 52&000,
15, lt e 9*000
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo, UgOOO
Ditos da merin-silim pretos e de
cores, fljOOO
Ditos de alpaka de cores. 5f e
Ditos de dita preta, 9, 7. 5 e
Ditos de brim de oores, 5tf, 4*500,
4g000e
Ditos de bramante de linho braneo,
egooo, 5000
Ditos de merino de cordita preto,
15#O00 e
Caltas de casimira preta e de cores,
129.109. 99 e
Ditas de prlnceza e merino de cor-
dio pretos, 59 e
Ditas de brim braneo e de cores,
5^000. 4j500 e
Dilis de ganga de cores
Colletes de velludo preto e de co-
res, lisos o bordados, 129, 9$ e
Ditos de casemira preta e de cores,
liaoae bordados, 69, 5(500, 59 e
Ditos de setim preto 59000
Ditos de seda e setim braneo, 69 e 5*000
Ditos de gurenrao de seda pretos e
de cores, 7$000, 6*000 e 5*000
Ditos de brim e fustao braneo,
39500 e 3*000
Seroulas de brim dellnho 2*300
Ditas de algodo, 1$600 e 1g280
Camisas do peito de fustao braneo
e de cores. 29509 e 2*300
Ditas de peito de linho 6$ e 30O0
Ditas de medapolao braneo e de
cores, 3*. 8^500, 9 e 1*800
Camisas de meias 1)000
Chapeos pretos de massa, francezes,
formas da ultima moda 108,85500 e 7J000
Ditos de feltro, 6*. 5f, 4* o 2*000
Ditos de sol de seda, ingieres e
francezes, 14*. 12$, 11$ e 7*000
Collarinhos de linho muito finos,
novos feitios, da ultima moda *800
Ditos de algodo {500
, Relogios de ouro, patentes hori-
sontaes. 100*. 90*. 80* e 70*000
29500 Ditos de prala galvanisados, pa-
tente hosoniaes, 40$ 30*000
Obras de ouro, adereces e meios
aderegos, pulseiras, rozelas e
anneis $
Toalhas de linho, duzia 12*000 e 10*000
8*000
3*500
395OO
3*500
4f000
8*000
6$00O
4*500
3000
8*000
3*500
A m IN RALE
NATURAIXEDE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n.22
Queijos frescos
a1$800.
Vendem-se queijos viodo no ultimo vapor, e s
servo para comer j por ser frescos e de nao po-
der aturar muito lempo a i*800, dito em libra a
640: oa travesBa do pateo do Paraizo n. 16, casa
pintada de amarello.
3>3>99S99 >
($ Machinas de vapor. #
f$ Rodas d'agua. 0
aj Moendas de canna.
$ Taixas.
@ Rodas dentadas.
Q Bronzes e agtiilhes. #
Alambiques de ferro. #
t Crivos, padres etc., etc.' SJ
ijf Na fundiQo de ferro de D W. Bowroan
a ruado Brum passando "o chafariz. @
Bolsas de tapete para
viagens.
Vendem-semui bonitas bolsas de tapete pro-
priaspara viagens, etc., etc., pelos baratissimos
precos de 5*. 6* e7* : na loja da aguia branca,
ra doQueimado n. 16:
As melhores machinas de co-
zer dos mais afumados au-
tores de New-York, Sioger
&C, Whecler A Wilson e
Geo. B. Sloat & C.
Estas ma-
chinas que
sao as melho-
res e mais
d u radouras
mostram-se a
qualquer hora
e ensioa-se a
trabalhar as
casas dos com-
pradores ga-
rantindo-se a
sua boa quali-
dade e dura-
co: no depo-
sito de ma-
chi n as de
R aymundo Carlos Leile & Irmio, ra da Impe-
ratriz n. 12, adligamente aterro da Boa-Vista
Yenda de predios.
Vende-se na cidade do Aracaty, provincia do
Cear, um sobrado e metade de outro, este silo
na principal ra do Commercio, lado do nascen-
te, local alli preferido por lodos para qualquer
estabelecimento e morada de familia ; lem boa
loja, armazem e grande quintil, aquella sito na
ra da Cruz do mesmo lado, com boos commo-
dos, boa loja e armazem, e quintal com bastante
fundo, ambos com cacimbas com,boa agua. Tam-
bem se far permuta por predios neala praca com
alguma pessoa que desla para alli queira se ata
belecer ou morar, visto ter ido residir para aquel-
la cidade immensas familias que lem se dado
bem tanto de saude e passadio, como pelo bom
negocio que fazem : quem pretender os referidos
predios, dirija-se a ra da Vigario n. 8, que acha-
ra com quem tratar.
Fazendas pretas para a
quaresnia
Na Yua do Que invado n. 39
Loja de quiltro portas
Tavares
Pennas d'aco.
A loja d'Aguia-Branca receben um grande sorli-
mentj de pennas d'aco de differentes qualidades
as quaes est vendendo de 500 a 1*000 rs. gro-
sa. E' o mais barato possivel: na ra doQuei-
mado loja d'AKuia-Branca, n. 16.
Quem gosta dormir no
fresco.
Vende-se um sitio no lugar da Torre, na mar-
que ouir'ora tinha loja na na do Quei-
msdo a. 46, que gyrava sob a firma da
Ges & Bastos participa aos seus nume-
rosos freguezes que dusolveu a sociedade
que tinha oom o mesmo Ges lendo sida
substituida por um sea mano do mesmo ,
non, por isso Ocou gyrando a mes na
Brasa de Ges & Bastos, assim comoapro-
veila a occasiao para annunciar abertura
do seo grande armazem na ra Nova jun-
to a Conceico des Militares o. 47, que |
passa a gyrar ol> a rma
DB
Bastos (L Reg
com um grande e numoroso sorlimeato de
roupas (eitas e fazendas de apurado gos-
to, por precos muito modificados como i
de seu cosame, assim como sejam : ri-
cos sobrecasacosile superior panno lino
preto o de cora 35$. 28$ e 80*, casacaa
do mesmo panno a 30* e a 35*. palelola
sobreessacados do mesmo panno a 18*,
O*e a 22$, ditos saceos de panno preto a
12* e a 14$, di tea de casemira da cor f
muito fina modelo inglez a 9$. 10*. 13* Q
e 14*. ditos de estamenha azenda de
apurado gosto a 5* e 6$, ditos de alpaca
preta e de cor a 4*. sobrecasacos de ma-
rino de cordao a 3*, ditos muito superior
a 12*, dilos aaccosa 5*, ditos de esguia.o
pardo fino a 49,49500 e 5$, ditos de fus- ^
tao de cor a 39, 39500 a 4*. dilos bran- *
eos a4*500 e5*5t0,ditea de brim pardo X
fine sacco a 2$60O, calcas de brim de cor m
linas a 3*. 39500,4*e 4$50O. ditas de di- JJ
lo braneo finas a 5$ e 69500, ditas de g
princeza proprias para luto a 4$, ditas da
merino de cordao preto fino a 55 e 6*, II
ditas de caaemira de cor e preta a 8*, 9* 9
e 10, colletes de casemira de cor e pro- <3>
ta a4$5UOe59, di tus do seda branca para &
casamento a 5*, titos de brim braneo a
8* e 4*. ditos de cor a 8*.colletes de me-
rino para lulo a 4$ e 4s50O, ricos rob-
chambres de chita para homem a 10*,pa-
letots de panno fino para menino a 12$ e
14*,casacas do mesmo panno a 15$,caigas
de brim e de casemira para meninos, pa-
lelotsde alpaca ede brim para osmes'mos,
sapatos de tranca para homem e senho-
ra a 1* e 1*500, ceroulas de bramante a
18* e 20* a duzia, camisas francezas fi-
nas de core brancas de novos modelos a
17$. 18*. 20*. 24$. 28 e 30 a duzia.
ditas de peitos ae linho a 30a duzia, di-
tas para menino a 1)800 cada urna, ricas
grvalas branca3f ara casamento a U600
e 2* cada urna, ricos uniformes de case-
mira de cor de muito apurado gosto tanto
no modello como na qualldade pelo di-
minuto precode 35$, e s com avista se
pode reconhecer que barato, ricas capas
de casemira para senhora a 18* e 20*.
e muitas outras fazendas de eicellenle
gosto que se deixam de mencionar que
por ser grande quantidade se torna en-
fadonho, assim como se recebe teda e
qualquer encommenda de roupas feitas,
para o que ha um grande numero de fa-
zendas escoltadas e una grande officina
de alfaiate que pela sua promplidao e per-
feicao nada deixa a desejar.
Vende-se a parto de um sobrado de 3 an-
gem do rio Cabibaribe,.com boa casa de sobrado,, ^^^^^{^ ~'-- *-
Cassas de cores.
DE
muito bem feilo, com bastantes commoJos, es-
tribara para 4 cavallos, coebeira para 4 carros,
casa para feilor, cacimba com boa agua de beber
e com bomba de machinismo de puchar agua, pos
de frucleiras de diversas qualidades, capim para
3 ou 4 cavallos, o sitio est todo murado, lem
muito boa bomba : os pretndenos appare;am
na ra Nova n. 22, para tratar. Vende-se por
prego muito em conla por molivo de retirada.
Vende-se presunto muito novo a 400 rs. s
libra : na ra das Cruzes n. 24, esquina da tra-
vessa do Ouvidor.
Vende-se farioha do reino chegada lti-
mamente do Rio de Janeiro : na ra de Apollo
n 20, armazem de assucar de Antonio Marques
de Amorim & C.
RdL do Crespo n. 8, loja
de 4 portas.
Pechincha que admira!
Chitas francezas, cores fixas e lindos desenhos
a 240 rs a covado; do-se amostras com penbor.
Vende-so a taberna da ra dos Copiares,
aniigo becco [do Lobato] n. 12: a tratar na
mesma.
Vende-se a liberna da ra do Padre Flo-
riano n. 47, em razo do dono relirar-se para fu-
ra da cidade por se achar doente : a tratar na
mesma.
Attenco
Tem ebegado em casa de A. L. Delouche, ru
Novan. 22, u mais bonito sorlimenlo de relogio
americano que nunca tem apparecido neste mer-
cado ; vende-se por preso commodo,
Fazendas proprias para a
quaresma, no novo es-
tabelecimento de Jos
Moreira Lopes, ra do
Crespn. 13.
Manteletes, vestidos de grosdenaple com bar-
ras de velludo, dilos bordados, veos pretos de
fil bordados, sarja preta, grosdenaples, casemi-
ras, pannos finos, e outras muitas fazendas, ludo
por precos muito comroodos.
Vende-se o engeaho S. Jos, de Bom Jar-
dim, sito na freguezia de N. S. da Luz, moente e
correte, distante da praca 4 legoas, quasi prom-
plo para moer com agua, com boas mslas. ex-
cellente cercado, boas obras, e urna boa safra j
criada : os pretendenles hajam de dirigir-se ao
mesmo engenno, ou no eogenho Penedo de bai-
xo, que se far todo o negocio vista do com-
prador.
Vendem-se 4 barros do pasto, mansos, de
carga, por preco commodo : a tratar na Boa-Vis-
ta, ra da Cooceiao n. 25.
Relogios.
Vendem-se emeasa de Braga, Silva A C.,re-
logios da oaro da diversos. tabrieantesiiBgtazes,
por preco commodo.
Vende-se ama escrava de maia idada. que
ensaboa soffrivelmente, propria para casa de fa-
milia por saber andar com meninos, a tambera
vende na ra: a tratar na rea da Cinco Ponas
numero 54.
Anda se vendem cassas de cores fizas, padroes
muito bonitos, pelo baralissimo prego de 240 rs.
o covado, e mais barato que chita : na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
Boa f.
novas.
Aloja fagui branca acaba de receber de sua
Piopxia encommenda um liado e completo soni-
"*** de per fn mi ras finas, as quaes est ven-
dendo por meaos de que em ontra qualquer par-
le : sendo o bem conhecid oleo pbiloeomo e ba-
ba (sociel hygieniquo) a 1 o frasee, finos
rectos en bonitos fraseos de eores e dourados
* ". 2*300, 3, e 4*, a afamada bsnba trans-
parente, e eulras igualmente Gnss e novissimas
cemfi a ja pona se em bonitos frascos, cuja um-
p oo vidro tambem ebeia da mesms, buile
concrete, odonntll, principe imperial, creme,
em bonitos copinos com lampa de metal,
muitaa eulras diversas qualidades, todas estas a
W e frasco, bonitos vasos de poreellsna doura-
da. proprios para offeru a 2> e 29500, bonitos
babusinhea com 9 frasquinhos de chairo a 2,
lindas eestinhas com 3 e 4 frasquinhos, ecaixi-
nbas redondas com 4 ditos a 1*200 e 19600,
finos' pos para denles e agua balsmica para ditos
a 19 e I95O0 o frssquitiho ; e assim urna in-
finidade da objectoa que ale patentes em dita io-
ja d'aguta branca, na ra do Queimado n. H.
SortimeDlo de chapeos
Rm do Queimado n. 39
Loja de quatro portas.
Chapeos pretos francezos de superior qualida-
dea7*.
Ditos dos mais modernos que ha no mercado
a9|.
Ditos de castor pretos e brancos a 16*.
Chapeos lisos para senhora a 25*.
Dilos de velludo cor azul a 18*.
Ditos de seda para meninas ricamente enfe i la-
dos a 8*.
Ditos ditos para menino a 5*.
Lindos gorros para meninos a 3f.
Bunels de velludo a 5*.
Ditos de palha muito bem enfeilados a .
Chapeos de sol francezes de seda a 7*.
Ditos inglezeadclO*. 12* e 13* para um.
Vende-se azetle de carra pato em caadas e
garrafas ; em garrafa a 480 re e em caada a!
8*520 : na ra do Padre Floriano o. 15.
Arados americanoe machina-
para lavar roupa: tmeasa deS.P. os
nnston & C. ra di Senzala n.i2.
Cheguem aloja da Boa f
Chitas francezas muito finas de cores Ozas a
280 rs. o covado ; cambraias francezas muito fia
naa a 640 ra a vara; idem lisa muito fina a
4#5fJO e a 6(000 a pec.a com 8112 varas; di-
muito superior a 8J000 a peca com 10 varas:.
dita fina com salpicos a -4*800 a peca com 8 1 \2
varas; fil de linho liso mullo fino a 800 rs. a.
vara ; larlatana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-ee muito baratas: na ruado
Queimado n 23, ni leja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muito finos proprios para os
tabaquistas por seren de cores escoras e lizas a
5*000 a duzia : oa ra do Queimado n. 22, na
loja da Boa f.
INa loja da Boa f vende-se
panno preto fino a 4*, 5*, 6*, 8* e 10J rs. o co-
vado, casimira preta fioa a 2J, 3* e 4* rs. o co-
vado ; gros de na pies preto a 2fc, 2500 e 3* o
covado; alpaka preta fina a 640, 800, e muito
fina a 1* rs. o covado ; casimiras muilo finas de
cores escuras com 6 palmos de largura a 4* rs. o
covado ; ditas de cores claras a 6$ rs. o corle de
caiga ; meias de alpodao cr muilo superiores a
4*800 re. a duzia; ditas Je algodo :ru tambem
muito superiores para meninos a 4$ a duzia; e
assim muitos oulros artigos de lei que se ven-
dem baratissimos, sendo a dinheiro : na referida
loja da Boa f. na ra do Queimado n. 22.
Grammatica in*
gleza de Olteadorif.
Noto methodopara aprender a lr,
asrerafatiaringteremt} anexes,
obrainteiramente nova, para uto de
todos os eatabeleciment de instruc-
cio, publico e prticrjiarei. Vende-
te napraca de Pedro II (antigo largo
doGoUefio)n. 37, segundo andar.
Ciatos
IOTA FEITA A1MIA MAIS BARATAS.]
SORTIMENTO COMPLETO
na
azendaserasfeilas.!
a
LOJA E ARMAZEM
DE
IGes k Basto!
pretos com 0> aleada aso stodes preta* para lo-
to, proprios para roboras : em casa de i Pal-
qu*. ra do Crespa *, onde ae acha tambem
bandee pata cabrea de eeamoras, tuno por pieco
rommodo.
ExposicOes de
raetaes.
Riqulseimo sorlimenlo de tods a qoalidade de
metaes finos plateados, *m apparelhose avulsos,
grandes e pequeos, turto quanto se poce deso-
jar para servico e ornamento de orna mesa, ap-
parelhoa para Irnoco, desde ornis fino ald o
maia ordinario, cor.iei.do em si oa apparelhos 0-
"os a garanta do fabricante por espaco fle 20
annus, tudo se pode garantir ao comprador e
tras muitas qualidades De objertcs. mniedo
smd taboluros para dar rb, bstanles grande
e que maiio deverao gradar aos freguis que
precwarem ; na ra Nova n. SO. loja ao Vianne.
AGENCIA
NA
fea
a
BELOfilOS.
Vende-se em-.asada Saunders Bro herss
G. praca do Corpo Santo, relogios do afama
do alineante lloskell, por precos eommodos
a tambem:ancfillins t cadeiasraraos meamos
deexceellote aosta.
Padaria.
Na padaria de Antonio Fernandes da Sirva
Beiris, ra dos Pires n. 42, dase pao de venda-
gem, e na mesma vende-se pao coromum, dito
de Provecca, bolacha de boa qualidade e nova,
bolachinhas. biscoitos doces e aguados, falias,
roscas, araruta franceza, bolachinhas de dita, fa-
rinha do reino muito riova, tudo feitodas me- P*d"a tudo por precos mais baratos do que em
lbores farinhas, e trabiilbado
peza.
com aceio e lim-
210.
Camisas e toalhas.
Vendem-se camisas brancas muito linas pelo ba-
ralissimo preco de 28* rs. a duzia ; toalhas de li-
nho para rosto a 9* a duzia ; ditas felpudas mui-
to superiores a 12* a duzia : na ra do Queima-
do n 22, loja da Boa f.
Paletos.
Vendem-se paletos de panno preto fino, muito
bem feitos a 22* rs.; ditos de brim branro de
linho a 5* re.; ditos de setioeta escuros a 3*500,
muito barato, aproveitem : na ra do Queima-
do n. 22. loja da Boa f.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecid eacreditado deposito da
ra Ja Cadeia do Recife n. 12,ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova a de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
Cassas de lindos padrdes e cores fixas que se
pode garantir aos comprados, a 240 rs. o covado
na ra do Queimado, loja de 4 purlas n. 39.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joao Soum & C nicos possuidores des-
te zarope j bem conhecid pelos seus bons ef-
feitos, continuara a vonda-lo pelo prego de 1*
cada vidro, fazem urna differenga no prego aos,
collegas e a todas as pessoas que, tomarcm de 12
vidrospara cima.
Joaquim Rodrigues
de Mello.
Cortes de vestidos de seda pretos bordados a
velludo multo superiores a 120*. ditos bordado
a reros e vidrilho a 80*, ditos bordados a sedas
fazenda muito superior a 76*. aaanteieles de fil
de lindos gostos a g, ditos de grosdenaple pre-
to ricamente enfeilados a 20*. fe*. 90* e a 35$
cada um, ricas mantas de atonde heapanholas a
20*. ditas de fil bordadas a seda a 12* e a 15*
cada urna, grosdenaple preto da saeerior qualida-
de de 1*800 at 3*200 O covado, hivaa pretas en-
feitadaa a de saperior masada t**M cada ums, e
ouiraa muitaa aun {alendas proprias para a qaa- de manteletes pretas, novos o
resma".
Parece impossivel
A45S000!
Riquisaimos vestidoa relos bordados pele ri-
diculo preco de 45* esda um ; veada-se aa rui
Nova n. 42, defronte da Conceico dea Militares.
Boa pechincha
unteletes pretas, novos o bonitos : na ra
Mora n. 4, defronla da Conceisao dos Militares.
Vendo-se urna carroca e um t>oi por pre<
commodo, no lugar dos Remedios : quem pro-
tender, dirija-se ao mesmo lugar, a tratar com
Caetano Baptista de Mello.
Agua para tingir
cabellos.
Em casa do cabelleireiro, na ra do Queimado
n. 6, primeiro andar, existe excellenle agua para
Ungir cabellos, a melhor que lem apparecido no
mercado ; o processo de usar 4 rpido e facilimo.
Vende-se urna carroca e um boi pqr pre$o
commodo, no lugar do Bemedio : quem preten-
der, dirija-se ao mesmo lugar, a tratar com Cae-
tano Baptista de Mello.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e de corea fixa;
a doze vintenso covado, mais barato do qn
chita, aeproveitem em quanto nao ae acabam
aa ruado Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
a da Boa F.
Vende-se urna carrocs e boi, Indo em bom
estado : na Soledade, taberna do Gregorio.
Pao a tarde.
Vende-SB pao quenle da melhor farioha, das 6
1 horas da larde em diante, na padaria atraz da
matriz da Boa-Vista n. 5.0, e no pateo do Ca.-mo
numero 43.
Aviso geral.
Na ra Nova n. 20, chegado um sorlimenlo
de riqoissimss camas de (erro, volantes, que
muito commodas sao para viagem para outro
qualquer servico que se quizer applicar, sao mul-
to uteis por serem d6 lona e nao preclsarem de
colvio, e outraa multas qualidades, que com a
presenta do comprador Oererao agradar ; loja do
ruana.
outra qualquerparte.
g Remedios americanos
DO DOCTOR
iRadway fe C, de New-York
I PROMPTO ALIVIO
Q) Resolutivo renovador.
i Pilulas reguladoras.
Estes remedios j sao aqui bem conhe-
K cidos pelas admiraveis euras que tem ob-
tido em toda a sorte de febres, molestias
chronicas, molestias de senhoras, de pe-
le etc., etc., conforme se v as instruc-
coes que se acham tradozidas em por-
tugaez.
gSaisa parrilha legitima eg
original do antigo
DR. JACOB TOUNSENDl
0 melhor pnrificador do sangne
cara radicalmente
Z Erisipela. Phtiscss.
a Rheumatismo. Catarrho;
a Chagas. Doencas de figado.
Z Alporcas. EUeitosdoazougue.
aa. Impingeos. Molestias de pelle.
a Vende-se no armazem de fazendas de
S Raymundo Carlas Leite &Irmo, roa do
^ lmperatrizn 12.
Loja do vapor.
Grande e variado sorlimenlo de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas finas e perfumaras,
tudo por menos do que em outra parte: na loja
do rspor, na ra Mora n. 7.
Gomma do Aracaty.
Vende-se escolente gomma do Aracaty; na
ras da Cadeia do Recife, primeira andar, n. 28.
Libras sterlinas
Vendem-se no eseriptorio de Msnoet Ignacio
de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Ruada Sensata Nova n. 42
Veode-se' sen aaaa sis S. P. Jonbston aC,
sellinse silhSet ngretes, candeeires e eastieaes
bromeados, lonas nglezas, fio de vela, chicle
para carros, e montara, arreios para carro de
um dous cvalos relogio* do ouro ptenle
ingle-.
Kua lo Queimado
a. 46, frente amareWa.
Constantemente temos om grande e va-
riado sorlimento de sobrecasacas pretas
de panno e de cores muito Uno a 2b*.
S0| e 359, paletots dos mesmos pannos
a SOS, 22$ e 24$, dilus saceos pretos dus
mesmos pannos a 149, lf>9 e I65. casa-
cas pretas mu tu bem feitas e de superior
panno a 28*. 30$ p 359. sebrecasai as de
casemira de cores muilo finos a 159. IPf
e 18$, ditos saceos das mesmas casen i-
ras a IOS, 129 e 14$, calcas prelas de
casemira 0na para homem a 89, 99. 10/
e 12, dilas de casemira decores a 7S. 89,
99 e 109, ditas de brim brancos muito
fina a 5f e 69, ditas de ditos decores a
39, 39500, 49 e 49500, ditas de neia ca-
semira de ricas cores s 4S e 4$50O, col-
leles pretos de casemira a 59 e 69, ditos
de ditos de cores a 4$5l 0 e 59, ditos
brancos de seda para casamento a 59,
ditos de 69, colletes de brim branro e de
fusio a 39, 35U0 e 49. ditos de cores a
2$50O o 39, paletots uretus de merino de
cordao sacro e sobrecasaro a 7, 89 e 99,
colletes pretos para lulo a 4f(-ti e 59,
cas pretas de merino a 49'eo e 59 1-
letots de alpaca preta a 3^5(10 e 4S, oitof
sobreessaco a 69, 79e 85, muito Imo rol-
letes de gorgurao rieseda de rores muito
boa fazenda a 38oo e 4$. colletes de vel
ludo de cores e pretos a "Je 89, roupa
para menino sobre casara de panno pre-
tos e de cores a 149. 159 1<>9. dilos de
casemira sacco para os mesmos a 615(0 e
79, ditos de alpaca pretos sacros 1 3 p
395OO, ditos sobrepasar os a b$ e 59500.
calcas de casen.ira pretas e de cores a 69,
6S500 e 79. camisas para menino a 2<
a duzia, camisas inglezae pregas largas
muilo superior a 329 duzia par acabar.
Assim como temos urna officina de al
faiale onde mandamos executar todas as J
obras com brevidade. jm
teiefiie *: kak k mr m m i
Relogios.
Vende-se em casa deJobnston Pater & C,
ra do Vigario n. 3, umbelro sortiment re
relogios de ouro, patente inglez. dt-um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
urna variedade de bonitos trancelins para o
mesmos
SEDULAS
de i$e 5000.
Continua-se a trocar sedu's de urna s figura
por metade dTlfsccnm que r-iig* a tbesouraria
desta piovincia, e as netas das mais pravas do
imperio com o baie d* 5 por cen'o: no eserip-
torio de AzeTedo & alindes, ma da Cruze
Ges k Bastos.
Boa do Oueiniado n. 46.
Tendo os annuncisntes conseguido elevar este
estabelecimento a um eKgranoecimeuto Oigno
desla grande cidarJe, apresemam concurrencia
deste iiloitrado pubtii o, o mais moderno, varia-
do e escolbido sonimenio Oe roupas diversas e
de fazendas escolhidas para todas as estaees
Sempre solcitos em bem servir sos seus nume-
rosos freguezes nao s em precos como em bre
vidade, acaba de augmeriUr o pessoal de sua of-
fina sendo lia d'rn em diente dirigida pelo
insigne mestre LAUB1ANO JOS1 DE BARROS,
o qual es seus us -rusos freguezes podrm pro-
curar na loja n. 46 ou no primeiro andar do
mesmo estabelecimento, astim p-is em poneos
das se aprompta qualquer encommenda, qer
casaca, quer fardesdosSis. fffliiaea de mannha
e exercito. Outro sim recummendam aos Srs
paes de familia grnde snrtirntoto de roupas pa-
ra meninos de todas as idades.
FROCO.
Vende-se frco de todas as cores e grossnraa,
com rame e sem elle a 400, 500, 640 e 19 rs. a
peca; na rna do Queimado, loja da aguia bran-
ca n.16. .
j& Relogios jj^
Suissos.
Em casade Schafleitlln & C.rua da Cruz n.
38, vead-se um grande a variado sorlimenlo
de relogios de algibeira borsontaes, patentes,
chronometros.meioscbroaemetrosde ouro. pre-
ta dearada e feleedee a ouro, sendo estes relo-
giosdns primeiros fabricantes da Suissa, que ae
vonderio por precos razoaveis.
Vendem-se noventa apolicet da
companhia do Beberibe : na ra Nova
n. 14, primeiro andar.
Vende-se na cidade de Aracaty ama casa
terrearon sntao, bom quintil ecacimba, na prin-
cipal roa de commercio, propria para quem qui-
zar alt estabelecer-se, por ter nao s comroodos
precisos para residencis, cnoio tambem loja, arma-
zem, etc.: a tratar na mesma cidade com os Srs.
Gurgel Irmsos, qne esto anlnrisados para esse
fim, oa neala praca na ra doCabuga, leja n. II
Cal de Lisboa.
Vende-se cal superior fe Lisboa, prepri para
engenho a 79 o barril: na rus do Brum 0. 66, ar
mazem de asanear.
MaSMiallaKovaiU?.
mm T* MUbele'n>enio contina a baver um
wrnjieio sortimento de mocadas emeias moen-
fe?Kn?!nb' DMb" vl" e laixss
par. dU* Cad*' de tO0S 8 ,,n>"*t8
^E'baratissimo!
Ra do Crespo B. .
ratissimo preco : oio ramn.. "fD{,M PT ^~
T> Je "nostraa cum penhor.
Para descoho.
Mu bonitas caixinhas enverni?.. n*~
as, lapis, pincela, e n. ?. ,n," "
detenho. E' o que de ZZr eZT/"T par'
Escravos rugidos. "
Mukta fgida.
Auscnlou-se da rasa de seu senhor. na Pga-
gem da Magdalena, confronte ao sitio e casa ji0-
va do Sr. VeHuso, no dia l do crreme a e
rr-va muala, de nome Calharine, baixa 'gurda"
typo de caborula, de cabellos amarrados rosto
redondo, nariz achalado. levando vestido deeas-
sa velho com que giava no servicu da rasa
consta que passou no mesmo dia 12, por olla d
10 horas, na pi.i.te da Magdalena, cim oestmo
a Becife : quem a pegar ou della der utira
oinja-sea ra da Cadeia do Berife n. 57, ou
seu senhor no referido sitio, que ser bem re-
compensado.
Pugiu no dia 9 de Janeiro urna preta de no-
mo Isabel, petiencente a orpbia Francisca, fllha
oe Josnna Franrisca Tavares de Figueiroa. rom
os signaes seguintes: idade 36 annos, pnuro
mais ou menos, aliura regular, tem uo>a belide
no ulbo esquerdo, tem os dedos das maus d. fei-
lui'sos, a cabeca chala e com cantos, < rila -
quem a pegar, leve ra das Aguas Verdes, so-
brado n. 46, primeiro andar, que ser recom-
pensado.
Fugio no dia 5 de Janeiro prximo psssado
o preto Feliciano, da c sa de seu seuhur na ra
larga do Rosario n. 23. estando j por alguns
das na casa d-s senhoras queja foram delle, no
Giqui ; e lambem no engenho S. Paulo, em casa
oo preloSeraphim ; por isso quem o levar a seu
senhor sei grlifii adu.
lOfOOO.
Fugio no dia 14 de dezembro do anno proxfmo
passado um negm de nome Filiipe, esrravo de
Francisca Bosa Pereira dos Sanios Bezerra. mo-
radora em trras do engenho do Curado, rujo es-
rravo tem os signaes seguinies : cor fula, alto,
secco, pouca bnbe, pes grossos e mais pretos do
que a cara, pernss malfeilas. olhos brann s o pa-
pudos, denUs pequeos, cabeca pequea, duas
fallas e muito mansa, e quando olha para qual-
quer pessoa fita os o'hos e nao pesianeja, nade-
gas grandes e empinadas, levou calca preta de
casenira nova, paleto!de alpaca tambem preta,
chapeo da moda de massa de cor, sapatos de
couro de lustre, camisa de madapolao nova, e
tambem de bseta verde j velha. aberta, e tam-
bem de algodo azul, chapeo de massa cor de
chumbo j vtiho, de snppor que em viagem
elle nao ande com a roupa nova esim rom a Te-
Iba por ser mais propria : a pessoa que o Iron-
a no referido eogenho, oo na ra Augusta d.
21, receber a rroanha cima.
Acha-se fgido o moleqne Antonino, fulo,
secco, de idade de 15 annos, custuma estar pela
Fassagem, aonde ora o pai. o prelo Flix que
fui esrravo du Dr. Lupea Neilo quem o pegar,
queira enirega-lo na ra do Imperador n. 73, ou
na ra Bella n. 88, quesera recompensado.
Fogio na Doite de t3 oe Janeiro no rorren-
Ip anno, deaia cidade, o esrravocrioulu de nome
Manoel, de43 annos de idade, cor prea, espa-
ouas largas, estatura regular, disbariigade, e fal-
la um pouro fanhosa em ra/ao do muito tabaco
que loma, foi vestido rom camisa Ce tlgodeode
li>tras e caifa de algooao azul an encano ; elle
natural da cidade do Ass, provimia do Bio
Grande do Norte, official de Terreno, ralla bem,
e apezar oe ser de meia idade, bem perecido e
bastante ladino : este preto sirudo e t.m bom
rumporlamenlo. sendo chamado por alrmiha Ma-
noel Fereiro ; e como seja p>ovavel que elle
trabalhar de official de fereiro em algum pea-
fio ou villa, dando-se por fono, por Isso inga-se
as auloi idades dos luyeres por onde file aunar, a
sua apprehenso, assim romo reronmenda se
aos rapites de ramos a sua captuia, e aquelie
que delle der noticias ou o agarrar, pode-o levar
ao seu senhor o major Antonio da Silva Gusmio,
morador na ra Imperial, que ser bem recom-
pensado.
fygio o preto de naco por nome Joao, de
idade 55 annos, um pouro banzeire d*s pernar,
tem o dedo mnimo de urna das mos que nao
pode abrir, estatura e corpo regular, arha-se f-
gido desde o piin(ik io do mez de Janeiro ultimo:
quem o levar a rna da Cruz n. 30. sei recom-
pensado.
Fugio no dia 2 do corrente o escravo cabra
de nome Joaquim, de estatura regular, cilenia, bstanle aloleimado, e rom signaes do
chumbo as coalas ; levando vestido caija e ca-
misa de riscaoinho azul, bem como um rhapo
de castor rapado com fita prea larga ; soppe-se
ter seguido para Hscei, o'onde veio reneuido
pelo Sr. Domingos da Silva Torres para ser aqni
vendido : quem o appreheeder pode enlrega-lo na-
quella cidade ao dito senhor, oa nesta a Jos Joa-
quim Das Fernandes t Filbos, no seu earripio-
rio, no largo da Assembla n. 16, que se grati-
flesr.
Fugfe da cidade do Araeaty, no mez de se-
lembro prximo psssado, um escravo do com-
msndsnte tspsrieu; Manoel Jos Peona PaH*co,
quo ba pouco o baria comprado o Sr, Bento
Loorsnco Collares, de neme Joaquim, de idade
de einecents t unios annos, fulo, alto, magro,
denles g-aades. o ce* Isla do slgims ns fiante,
queixo feo, pos grandes, e eom os dedos gran-
des dos pis bem aberlos, muito psla\riador, n-
culca-se forro, e lem sigMs do ter sido surrsdo.'
Comts qae esto estrave apparseera re da C do
cor ret te, viada *a lado d-s Crnee PoMas, e sen-
do nasrregado por um pafeeeiro sen ronheci.Io,
dista que Unba sido vendido por seu senhor para
Goianninha : qualquer pesaos quo o pegar po-
sar lavar em Pernembueo os Srs. Basto tx Lo-
mos, qus sraflcario g^ostto>ito.



/)
.
oAtio 0ii miAiwuco..- tzw*. mu musito 41 mi.
Litteraiura,

Discurso. priBQDciado ptr Mr. Sapey,
na au liencia soleuae de abrrlura da
cdrte imperial e Pars.
( concluso
Aqui, senhoies, ihe*o s pasas recentes lem-
brancas. O seiihcr primeiro presidente Seguier
orcupuu rom honra a mais elevado cadeira &U
aos seus deveres, linharn feilo o encanto de
ua vida, es>btlezsrajn -.sen *f erputua-
noi oa memoria.
A carreira de Ur. Brooasaia foi consagrada to-
da imeira 4 justiga. Alternativamente juiz de
inslrucgio e jurz ciil em Nogenl-sur-Seine,
presideste em Dreux e en> Kcims, sedes oude
sus lewbranga vive aioda, foi chamado em 1811
ao tribunal du Seine, e brevemente enearregado
da i.,>irurgao ; o. arnera p> uiiou durante orno en-
noa os seus duliceis de are*. Era negocios cheios
de delicadeza e escolhus, runflados no meio de
cono, v.ro ero vosas memoria, e s-u rer.*, aua "Tu ,9P. ,^ l 3 ,UM *"*?* "pen"
uma exr-asira modeat,., de u.pa>ir nao fr* I 'e "' *a ";' jamis couaa alguma que
deixar neo inda i ternura de seu. tWiu*, K, Pe,t"rl,8r s,' y>Jcrc.ao, oem in-
si-M indigno oe er enllocado ao lado de seus I [ "? 8ua ""gem ; sen. colera e em fraque-
aHepassados. Luz XIV dm.e de ud) delles que
elle era inais magistrado do quo hornera de esta-
do. Esta etlica eita no chanceller bastarla para
o elogio de vossu primeiro presidente. Barrio do
itiiiii-no e desde 1P15 oiembro da rarnata dos
Pares, da qual fot Htn dos vice-presidentes, etle
pnucas vezes mrltuu-so na lula do* partidos, e
chcunscrc*eu sua vida ao cumplimento dasfuuc-
(5-'s judicisrias. Foi a honra de Seus vos e da
m axis ira lora anliga sahir della alguruas vezes ;
a de Mr. Seguler, bem como o da*niagisiriiir
nota, Consetar-M nella sempre, oiagistrado
iulegro at o escrpulo, es^irit vivo e cheio de
agudeza, abollo aos irabalhus, hbil ero compre-
hcude-lus, prompio em decidi-los, o de urna be-
nevolencia lo verda leira sob auparencias, que
occultavam-a algumas veze, que a ivacidade
do seu carcter pareca nicamente destinada a
tornar irisante a bondade de seu cornejo. As-
slm, sobre este ihrono de Justina, que depois
deile illustraram dous grandes jurisconsultos e o
eminente magistrado, que hoje lo dignamente
carreja o peso de sua heranca, o tenido refoci-
lar sus lembranra.
Como o chanceller seu av elle deiempenhuu
diiranli! quasi meio seculo asaltas tuneados, que
devta confianca do principe ; como o presiden-
te Seguler, o primeiro grande magistrado de sua
raja, c<>mo sju pae, o ultimo advogadu geral no
pailamento de Pars, elle deixou a vida entriste-
cido pelo espectculo das desgracia de sua pa-
tita ; morreu no ruez de agosto de 1843 quando
a sucicdade eslava abalada al- os seus (nuda
flenlos, a magistratura contestada at em seu
principio, qiiMido o sanguo da guerra civil sinda
nao e.-lava enchuto em Pars consternado.
En quo discordia mes.
Virduxil miseros I..........
Feliz delle.se a Providencia Ihe houvesse acres-
cealo alguus das tonga c-rreira, so Ihe
ves*e sido dado ver o principe, quem espera-
vnm as acclamagdes da Franga que i)em reparar
estas ruinas, restituir a seguranga ao paz, ma-
gistratura a inviulabili lade, o sern repudiar al-
gumas das Brandes leinbrar.gAsdu paseado, algu-
mas das nobics aspiaces do futuro, ligar s
tradice.s de nossa ulica mouarchia as iraires
du seu glorioso imperio I
O fi"ine de Seguier perlcnre ambas: elle
brilha iravez dos lempos, as armas, na rehgio
e na ji.surja cora um vivo e puro esplendor; foi
a honra da magistratura, pode anda ser sua es-
peranza, e nesle recinto, verdadeiro sancluario
de sua gloria, elle* mereca receber de urna boc-
ea mais cloquele urna homenagem meuos va-
garosa e mais digna.
Honremos, senhores, essas ragas parlamenta-
res, r-.-lo precioso do urna oulra ida te ; meditar
em seus ei''mplos, 6 meditar em nossos deve-
res, e sen elogio, que nao 6 emliin mais do que
o das vntudes, pelas quaes ellas illustrararn-se.
ao mesmo tempo que paga para com grantes
memorias a divida de vo.-so recoiiherimenio, responde ao objecto da suleumidade, que nos
rene. Na eonatlluiclo das sociedades moder-
nas nossus olhos nao verlo inais nasrerem e n>r-
mareiu-se grandes familias patricias como a rai-
gslr na imva mxgisiratura, mido as diguidades nao
sao mais hereditarias, purera onde as virtudes
pudeni anda sC lo e transrailtir-sc dos pas aos
filhos, quantus merijos iudiviouaes, quanlas car-
reiras penorriilas com brilhaiilisino pelo nico
esforco du iraoalho pessoal e do taleuto 1
Amioi elarm*se ai esias cadenas os tres
magistrados, cuja recente perda di-ploramos :
os Srs cunselheiros Aloumerqu, llruussais e
Berna rd.
U Sr. Mnnmarqn, conselheiro-auditor desde
o aun de ItJDt) I ji in jr i se nas provinieras desse
noviea-io |udii i ario instituido junio da corle, e
duri'lo leem saludo lanos magistrados diatinc-
t S, no meio dos quaes elle assignalou sen tugar.
Numi'a-:o rsnwlheira era 1813. chelo de luzca
nos negocios ems, cheio de inodefnco nos ne-
gocios enromaos, moslrou constantemente em
uus e outros urna sagaeidado e penetracao, de
que sui iihy-imiomia trazn o cunno* Cmno o
chanceller Seguier, elle linhs paizo peas mi-
tras e pelos livios, lornara-se pelo e.-iuo o con-
li-'i. jn.r.'iieo do seculo dezesete de sua sociedade
briltiaiile e pulida; viva no meio della, interro-
gis sera cessar suas rumas, e a collecco lao
rica hoje das Memorias relativas essa poca
Ihe deve urna parte de seus ihesuurng.
A academia das Inscripcops e Bellag-I.ellras
abr ti siics portas em 1833 ao magistrado letra-
do, em quera a crudigo nao exclua a grao,, e
bem que a apreciarn de trabadlos puramente
luteranos nao portenc.n este recinto, nao me
perloarieiso omillir qusntas engeuhosas inda-
gar.de?, quanlas felizes descolierlas o um cultivo
continuado durante una vida inteira, lornaram
o uome de vosso collega inseparavel do de
Serign.
Desde hs muilo lempo drano ds cdrte e nQi-
cill da leaio de honra. Mr. Monmarqu retirou-
se em 1852 no meio dos lesieinuuhos de vossos
pesares ; raas as leilras, essas supremas conso-
ladoras, que, sem nunca cuslarera cousa alguuia
FOUIETIU
IHi FAMILIA TIUGICA
0
CHARLES HUGO.
pleTa elle mi esposa muilo digna de o oom-
prehendif, o geaeros movis do partido qoeto-
mav* *-
WOfijBab do que acharnessas e(*i-
h-aqelles accentos taronisje rmes,
aqtsellas mximas de probidade corajosa eom as
,*" animara elle aos seus. < A satisfacao da
merali quesHJa pode substi- consciaoaia a sMMiderar-ao, dizia elle, slo *
eoncorrerera >ratica do nicos bens que eslimo na vida. Ao depois, tarde
a oa saa una, a
erV^H
za.elle soube consianteineiile altar a firmeza com
a dorura e a benevulnn ib.
Qual o vistes, s. hores, "quando em 1852 foi
nomeado conselheiro da rite depois de tri-
la e duus anuos de servido, tal fji elle sempre
at sua huta dormdeira. Seus collegas nao
squecerimo dia.em que aeommettido de um mal
antigo e piofuodo, ella veiu de alguma surte fa-
zer suas despedidas ao tribunal, dizendo com um
melanclico sorriso que la em urna consulta def-
radeira saber de s-us ra-dicos quando morreria.
Vossas olhos nao devinto mais lomar i v-lo, e
a cflrte dentro em pouco sjube que o homein de
justiga e de paz tinha-so extinguido na resigna-
5o m na esperaiiQj.
Mais nexperada nao menos dolorosa foi per-
da do seuhor conselheiro Bernard ; elle gastara
sua foile cnntiiui(ao nos trabalhos da jusCai.
Depuis de havep preenchldo com destineges do
ministerio publico em Briauroo, Bourgoin, Gre-
nonle e Vieune, lora nomeado anda joven con-
selheiro da corle de renoble em 1832. Ahi
lornou-se elle breremenle notavel por sua aci-
rtela do direito criminal, por sua habilidade em
dirigir os debates judtciarios e quando a insur-
r-n.au de Marseillo era 1848 fez levar dianle da
corle ^assie$ do Drurne urna queslo, que deria
durar seseenta audiencias e exceder quasi o limi-
te das turcas humanas, foi a presidencia della
Confiada Mr. Bernard.
Esia memoravel presidencia pozo cunho sua
reputa^o, mascausou sua siude, sem arrefe-
cer seu zelo, urn ml irreparael.
Conselheiro da id le de l.yon era 1850, procu-
rador geral em Grenoble em 1852, elle acabou
de couipromeiier sua saude por esforcos, que
cunsummiara sua nobre vi ta, e em 1855 veio
tomar asseuio entre vos j suflrendo e fatigado,
mas sempre cheio de cur.ig-.'ti e de ardor.
Mr. Bernard era um criminalista eminente ;
foi elle que a Sardenha pediu um trabalho pa-
ra dirigir a reforma de sua logislaco criminal,
foi elle que o ministro do re Carlos Alberto
escrevia em 1847 enviandu-lhe um dos primei-
ros exooi..lares do novo cdigo do processo pe-
nal : olorcgo-vos um livro, do qual podis
reivindicar urna bda parte como cousa quo vos
peilencc .
Seu uume por tanto serapra vivera, at mesmo
lora das fiuuleiras da Frauca, e sua curta estada
ueste recinto deixac uelle uraa tonga lembranQa.
Em quauu a edite cotidtizia os funeraes de to
dignos coilegas, u corpu de advogados soffria
tambera perdas dulorosas ; dous amigos de-
canos da urdein. Mr. Beihmon e Mr. Liouville,
ambos morios premsturau.eule, dcsciam quasi
junios ao tmulo.
A z do Mu Beihmon retine ainda neste re-
rimo, onde s fa/ia ouvir com tanto encanto.
Dotado de urna rira eloquecia, e dessa eloquencia
que vera do Goraco, rilo era da familia dos
grandes advogados; espirito elevado, alma sen-
aivej, tniiiisiru moderado em um lempo em que
a coiageui. em una palavra, lal como depuis da
mufle de Mr. l'ailiei, o corpo dos advogados nao
sull'ieii urna perda mais seusivel.
Mr. Liouvuto tiuha por sua experiencia, por
sua setnela do dirtito, por urna dialecti pode-
rosa, conquistado um grande lugar no inundo
dos negucios e du palacio. Seus hbitos laborio-
sos pudem ser dados como exeroplo. Deca-
nos, elle oC'-u.iou-se da tuocidade que pralicava
com urna sollicnude di-ii > de elogios, e alguus
mezes anUs do sua morle, cora urna penna des-
fallecida, elle iracava aluda a seus jovens irmos
Cun-clhos inspirados por seu zelo :
Notus in frates animi palerni.
{Jouniul des DebatesS. FilltoJ.
O Sr. OE\,IY-
0 Sr. Denjny, nascido em Lectouro, no depar-
tamento do li'-rs, acatia da morrer em Bordcaux,
sendo honrado com un funeral publico 1 cusa
do departamento da Girond, o qual, em 1848,
tinha-o nao sd edeohtldd para um de seus repre-
sentantes na coustiiuinte, mas tambera havia-o
iinioralisado G'roudino por accIamaQo. 0 con-
selho geral, do qual era elle memoro, coosagrnu
essa dupla idopco com um teslemunho supre-
mo, concedetido-lhe aquellas honras fnebres.
Por sp-j lado, a cidade de Lesparre, que Ihe dra
o ser na vida poltica, romecou iuslar com a fa-
milia para disputar Bordeauxseus restos mor-
laes. Desde ento, como a terna mae da biblia,
reuonciou ella por dedicaro essa piedosa recla-
maco. Desejavamos abrigar^sub a recommen-
daciu dessa dupla homenagem, o trbulo de sau-
de que procuramos render-lne aqui. Se conse-
guisseraos pinta lo, poder-se-hia suspeitarque o
exagerava a atToieo. A erdade que havia
u'eiie um cidadao pcAstinsoso e um hornera raro.
Naver-ade, elln perenrreu nina carreita muitn
honrosa. E' considerave a distancia vencida sd
por suas forras entre o poma d'onde parte c aon-
de chega ; porm seus dotes natura6S e suas
prendas meroeiam mais anda do que Ihe derara
as circumstancias. Durule uraa certa phase da
vida, encontrou elle a aduiirsco. O animo e o
coracao foram superiores ao seu destino. Soja-
nos licito medir, pela elevarlo da ana alma, a
nossa divida parn com sua memoria
Perteocia o Sr. Deojoy ama J
gislaa Jes caja fot Una era edesia
sulora de- urna eslima e coasMei
rias. No centro do lar domestico, naa ligoes de
urna me instruida e religiosa, adquiri aquilea
robusta educaciu meral 4 que aad
tuir, o que faz eoncrrerem para a pratica do1
bem todas as piixoes e todas as faeuldados do
hornera : quanlo rrais ardor e forras leem essas
paixdes e essas (culdsdes, lano mais apreciavel
esse fundo primordial de moralidad que entra
no coracao com as primeiraa impresses da in-
fancia. Tal foi o refugio do Sr. Deujoy nas pro-
vagos da vida ; pois senta elle com urna ener-
ga singular, qoani com vehemencia, todas as af-
feiqdes, todas as coramo;des do cidadao e do pae
de familia. Dotado de urna fatal apiidao para sof-
frer, a:hou forc.i e consolaco n'aquelle senti-
meuto christao com que o alimentara ana me.
Chegan Jo 4 edad) em que o mancebo interroga e
quer discutir suas crencas, atravessra, como ou-
tros, a anxtedado da duvida ; porm, leudo sua
f resistido ao ei.ame, dentro em pouco assimi-
lhira si de um modo mais intimo, cos o auxilio
de suas proprias meditaedes, o que. aprender
ooli'ora com o e templo e com o habito. Aasim
estiDeleceu a sua vida n'aquclla base dos princi-
pios christaos. D'ahi deduzia esta norma de
obrar: ludo sacrificar ao dever; e d'ahi calheu
loda a aorle decoragem e de dedicaco.
As impresses ele seu espirito nao eram menos
vivas, neni menos duiadouras que as de sua al-
ma ; havia recebido da nalurezs uraa memoria
onde ludo se Iracava como em areia e paresia
gravado como em rocha. A' esse maravMhoso
instrumento de aprender, reunia elle a paixio de
inslruir-se, unja curiosidade de saber lo exten-
sa, to variada como suas aplddea. Pdde-se
imaginar que progresaba nao fsria lal discpulo
nas letras que nuica deixou de cultivar. Sabia a
fundo os a ulerea classicoc, sempre promplo para
completar desta ondaquella maneira toda a cita-
rao que slguem nao podase fazer. A historia
linha-o atlrahido particularmente. Quando ea-
tudava o direito na faculdade de Paris, segua os
cursos na escola das artes, entregando-se. ao
raesmo tempo, por meio de urna conledsplafao e
de indagaedes assiduas, ao seu apaixonado gusto
pelas artes da pintura, da estatuaria e da archi-
lectura. Apphcando suas inclinacoes estudiosas
ao cuidado e sa.isfago da alma, procurara so-
bretudo cunhecer a historia religiosa e es monu-
mentos da arte calholica. No meio de seus ml-
tiplos trabalhos de estudante, sonhava escrevet a
historia, sonhava oceupar urna cadeira no colle-
gio de Franca. Seus caslellos no ar, quando
mancebo, eram construidos sobre o trabalho e
sobre a scieocia. E' porque j senta em ai com
que illustra'r-se por meio da penna ou da palavra.
E, com efieito, que reunio das qualidades que
fazem o orador I urna alma sensirel e ardenle, um
grande senlimento moral, urna imaginaco reli-
giosa, urna oalurezasympalhica, urna rara cora-
gem, ura funlo Iliterario destinado a se enrique-
cer sempre, e, finalmente, uraa elocucao fcil
sem nenhuma prolixidade. As-im, toi ello ora-
dor na accepeo viril da palavra, em nossas tem-
pestades. Sua gloria militnoto devia crescer e
diminuir com os pongos da patria ; e vimos esse
horacm do bem, ser um dos primeiros queaben-
coou o tuccesso que Ihe extingui a voz e a po-
pularidade de tribuno conservador no socego da
paz publica.
Destinado por sua familia advogacia, estreiou
o Sr. Denjoy em Auch. Apczar de sua incontes-
tavel vocaco pelal lulas da palavra, uraa incli-
nar) innala aos interesses geraes attrahU-o pa-
ra o servido publico. Em 1833 ( o ensino do po-
vo preoccupavaenlo vivamente osespiritos libe-
raes ) acceitou a niisso gratuita de inspeccionar
a inslruccao primaria no districlo de Lectoure.
Nu auno seguinte, sendo nomeado inspector es-
pecial desse servlco, organissva-n por si sd no
departamento doGers. Ah deixou urna obra du-
radera. Em 1836 eslava ella concluida ; deu sua
dentaste.
Tornando advngar, oceupava o primeiro lu-
gar nos auditorios de Auch e de Gers. Casou-se
nessa poca. Em 1844, sob a prulecco de sua
fama local, de seus talentos e de seus servicos
(dos quaes Icvecoohccimento o Sr. de Salvandy),
vio o Sr. Deojoy abrir-se para elle a carreira admi-
nistrativa ; foi noneado subperfeilo de Loudac.
Era este um dislrkto mui dobre. Dentro em pou-
co enchra-o. quasi enriquecer o com a sua ac-
tividade. Ensino, culto publico, agricultura, vas
de communicaco, ludo havia tomado tal incre-
mento sob sua direceo que em muito pouco teun-
po merecer ser condecorado, e dessa parte' ',da
populaco britannica fizera urna familia sua. En-
tretanto, a caresta dos graos no invern de 1847
provocou alvorolos que pozeram em relevo sua
firmeza e sua coragem. 0 prefeilo das costas do
notle, cujo auxilio era pedido para alguos pontos
ameacados. escrevia ao Sr. Uenjoy : a Nada lo
nho que fazer onde est V S. Effectivamcnto
ludo proveu o Sr. Deojoy ; pondo-se sempre
em toda a parle frente da tropa, impedio que
fosse sanguinolenta a represso. Promelteram-
Ihe urna proraoco, apenas recebeu urna mu Jan-
ea; porm a sub-prefeilura de Lesparre, quo nao
o adanlsva administrativamente, foi para elle o
estribo de sua elevarlo politice.
Rebcnlou a revoluqo de fevereiro; o Sr. Deti-
joy, ligado por seu juramento monnrehis, an-
nunciou logo que ia pedir sua demisso. Ds-
persuadirm-o disro os notaveis de Lesparre. Po-
diam fazo-lo hesitar considera;des de familia
e de fortuna. Elle nao vascillou. *>e o governo
da repblica, escrevia elle Ledru-Rollin, pdde
desobrgar-me do juramento, nao pode desobri-
gar-mo da honra ; e grave, e dignamente sem
jactancia assira como sem desdem, pedia que fos-
se substituido. Ao depeis, em caitas intimas, ex-

PRIMEIRA PARTE.
O Filho.
ou cedo tructificara os sacrificios do nteresse ao
#e*er. Esses tratos nao Urdaram em appare-
cer: nao podendo o dislricto de Lesaarre conser-
va-lo cofnosdb-prefciio, quiz t-lo ooo reo^e-
senttntena priraeira asccmbla republicana^
urna manlfeslacio espontanea e unaniate, efe>
rio-lhe a candidatura a comroissao eleiioral, e
filie encsrregou-so de ir susleoUr em Bordeaux a
escolln de Lesparre.
' Desde esse instante, entrava o Sr. Denjoy na
vida poltica para a qual nascra. Era en lio o
reinado dos clubs. Ahi disputava-sea eleigao no
meio de sessdes muitas vezes tempestuossstmas.
Q Sr. Denjoy eslava de todo armado para laes lu-
las. Nao havia quesiao politiea ou social par*
a qual nao estivesse preparado por suas medita-
edes e por seus estudos. Havia formado urna
opinio respeito de cada urna dellas, um sys'
lema apaixonado e reflociido de ideas conserva-
ddras era opposico aos erroa, aos prejuizos, s
utopias, s illusoes da poca, e trazia comsigo a
voniade, a coragem de ludo dzer com o talento
de o fazer admiravelmente. Fui assim que ap-
pareceu em Bordeaux dianle doa lumulluosos me-
ling do suTragio universal; ao principio desco-
oheido de lodoa tornou-se em seguida e rep6n-s<
irnaroeute, depois das primeiras sessoes em que
ae fez ouvir, a celebridade oratoria naquella Ier-
ra da eloquencia.
Desde logo pssmou elle lodos os partidos pela
franqueza de sua prosso oef, firmeza de suas
convieedes e eloquencia incisiva. Erguendo bem
alto a sua bandeira de esndidato conservador, aj-
plicava com sorprendeddra ousadia ta solucdes
de sua cousciencia(e de sua f, squesldes muitas
vezea'capciosas com que seus adversarios espa-
ravn embaraca-lo. O principio deserpsgo ca-
da culto por aquellos que della se servem, era
um dos principios de ento. Interrogaram-o acer-
ca do ornamento dos cultos, e elle responden que
teoJo a revolujo tomado aos po teres christaos
o superfluo, a repblica lhcs devia o necessario.
Interrogaram-o acerca dos jesutas, o elle os de-
fendeu resolutamente, em nome da liberdade pa-
ra todos, e tracanlocom a sua erudieco sempre
fcil as paginas mais gloriosas da historia da-
quolla corapanhia. Ficavam confundidos de ad-
mirarn e de respeito diante daquella audaz sin-
ceridade. Contra as ideas comraunislas, desen-
volva urna eloquencia verdaderamente indam-
mada, e, finalmente, quando no club dos opera-
rios poz-se definir os deveres do representante,
exprimir o sou modo de os comprehender e sen-
tir, e quando jurou levar, se fosse preciso, a de-
dicaco de seu mandato atao sacrificio da vida,
achou accentos taes, comraoveu to profunda-
mente os coraedes que no meio de umenlhusias-
mo universal foi acclama lo nao sd candidato,
roas Girondino, e a assembla impoz-lhe a obri-
gaco de fazer de Bordeaux sua patria adoptiva,
lomando ella por seu lado e em nome. di cidade a
obrigaco de adoptar a familia do Sr. Denjoy, se
acoutecesse aquella valeote soldado morrer no
posto de honra.
Espalhou-se pelo departamento o ruido dessas
scenas tocantes, nas quaes representara to bello
papel um recem-chegado Na cidade era elle o
objecto. do todas as conversas. E curioso lr se
o que escrevia a imprensa local desse lempo : fal-
la va no Sr. Denjey como se fallara n'um prophe-
la.n'um ser revelador ou revelado. Alguus jeroaes
coincidera em usar da mesma eiprcsso bblica :
< Quera esse hornera que falla lo eloquente-
menlo solire ludo, e no qual nunca ouvimos fal-
lar 1 Quqra esse nome que nos era desconhe-
cido, c qu merece exceder todos em fama ?
Ento ergue-se de club em club toda a raocidade.
Querem saber pela manha em que reunio fal-
lar uoii|. Para OS que sao de sua opinio,
um triumptio ; para os outros, um espectreulo.
O arcebispo de Bordeaux envejava oipara a egre
ja, e dizia : Se o Sr. Denjoy fosse dos oossos,
haviamos de fazar deile ura Santo Ambrozio. >
Essa popularidade de um candidato reaccionario
inquieta era Paris o governo provisorio que pro-
vocava por todos os meios combater a sua elei-
eao, al fomentando surrelfa a rivalllade dos
candidatos ido departamento apresentados pelo
mesmo partido na mesma lista que o Sr. Denjoy.
foram baldidos esses manejos: o Sr. Denjoy foi
nomeado Fepresente da Gironda. De volta a Les-
parre, dizia elle commisso eleiioral da cidade:
Vos me snandastes ; eu parli sd ; vollo com
74,000 votos1.
Chegando constiluinte, nao faltou o repre-
sentante ncnlinm dos deveres do candidato.
Acharam-o sempre promplo para obrar ou para
resistir, nao sd na tribuna contra as ms doutri-
nas, seno tambem na ra, em presenta da re-
voluto. Nu dia cm que os facciosos de 15 de
maio invadiram a assembla, quando a coragem
do representante ameacado de expulso consista
em permanecer immovel era sou assenlo, o Sr.
Denjoy foi um dos ltimos em deixar o recinto
legislativo, e sd sahio para acompanhar com ou-
tros collegas seus ao pao da municipalidade o
Sr. Lamartine.
Durante as accoes de junho, foi elle menos as-
siduo na assembla do que nas tranqueiras, pois
era do numero daquelles representantes que jul-
gavam til e bom mostrar-se dianle do perigo,
junto tropa,^iara anima-la com o seu auxilio
cvico. Nas proximidades da ponte nova, vio
que era notado por um insurgente que Ihe fez
pontana ; a bala, dirigida sua cabera, foi ferir
o braco de ura de seus collegas alguna passos
distante deile. Conduzio em pessoa cmara e
(es coodecerer pelo te**.! Cavaioac 4 um j-
da socieJade. No mais forte doa eooBWtoa n
tre a asaemMa o postor execulivo. acr^iuv,
prximo restabelecimenlo de
'illidade e de coneordia o
1851 percorreu o pU que
[gar esse senlimento de se-
Blle. Havn juradotat -----
deviM- ala a vid '4 aerificar ludo aol
oever, aie a vida. B absexiava es in 1
rameoto. Essa aafllv .J"- '
punha elle aioda,Lpnico timp! '"av*" **
Nao fui illud
confiaoee. ,&PU o lia
gwel^i mei H, pronun-
1 sojjjjt aufTjorle, pois $ aa]M|etembro
TieoiaselIUa pt$*0llo povo. O
joy dso intn maiiJe}ve ffttar com a sua
ragera como tribuno da ordem. Restabelacida
Com elT-ilo, que prava* j nao tah lia rf-"i '""l'JiHidadp em toda* parte, tralaa-e de
de sua coragem civiea I Nas eleicdaj a! al*r coej tas lazes um |orNM>v Aparador
O br. Deo/byfoi no-
no ^K7^Z\VZ^tXOi r
y
II
{Continua gao.)
No relogio grande e monumental, que se ac^a-
va entre as unas jane'las da cmara do re, aca-
bava de soar um quario depois oe mei* noite. U
niage^loso aposento forrado dH brocado, o lerlo
de l'aulu Varenze bordado ue relevos, as colum-
nas de marmoro e oe jaspe, as janeilns altas e
collossaes, o famoso lustre de rrystal com osspur
quarenla bracos, os dous quadros desunido valor
suspensos um direiU, oulro a esqurrda do leilo
real, o scepiru e diadema enllocados soore um
consolo, finalmente esse leito proligioso orna-
do de esculpiuras r*pre.seniando pastores e pas-
toiinbas nos seus jogus itifaii -, passaros, etc.,
em que o rei conquistador dorma como n'um
idyiiio, todo esse mgico appsrato serla sufli-
Ciente para etirher a alma d suave xtasis, se a
humilde e tmida allilude da mulndo de fi talgos
e damas nu Ihe despenarse logo o pensamenlo
de que ali era o templo de uuruda mu lemi-
vel mooarchia.
Todos eslavara cora efTeitn silencioso*, porque
0 capelio recilava nesse momento a nrico que
0 rei, ajoelhado sobre o seu gennflexorio de vel-
ludo carmesim, escutava com pieduso recolhi-
niento.
Era preciso ser a ormosa en'r as mais formo-
sas, rojos enlevos havjain feilo decahtr madama
de Koiilanges do Seu fastigio, e depois de treze
anuos de reinado lulavam anda soPerariamenie
contra a iniluencia nasceiiie de madama de Main-
teieimii ; queio dizer prec sa ser a marque-
za de Montespan para se ourar interromppr, an-
da mesmo em voz baija, esse grave silem-io. Mae
a favunta, muilo ceri do poder que anda linha
no cor-sao oo re, qe a tisunReav, e a tema
punto de nao ae atrever i d.r-lhe urna rival de-
1 il i t l?. ?m.*. -tu e phanta-
mHd, deiU "p" d mulher
Pouro se imporlando com a colera de Luiz XIV
que ella .ah.amu.tobP.n apnUcar ca. ,.,",, m>i:
l'J Vlde Viatw u. 39. """--------------
go sorrir, sd obedecera aos seus caprichos: e
tiasiava que sn desperiasse nella o mais imperioso
dos sentimentos emiinnos a curiosidade, para
o arrer.eiar-se de promover por delraz do leque
urna convemnqutvnha. cojo murmurio sd, sor-
prendido que fo-sv. p-io rei, seria tido como um
Time de-lesa magostado, se crime'podesse sor nos
labios de quera lo certa eslava do seu perdi.
Ora, havia alguus tn-tmies que a curiosidade
dav.i ao olh.T da raarqueza de Montespan urna
corta (ixidadn ; e aquello que seguisse a direceo
desse ulhar, evidpuiemenle bracos cora alguna
mystono, ve-lo-hia pregado sobre um dos ngu-
los da enmara real, de onde se destaca vam,.como
um quadro, dous semblantes descoohecidos da
marque7a, que ahs fu.ia garbo de cunliecer to-
llas as pessoas da cdrlo.
Um desses sernbianie3 era de urna linda joven,
o outrn dp ura mancebo vestido eajpn o uniforme
de capuo de dragdes, sobre a mo do qual a jo
ven se apoiava coui urna especie de abandono fe-
liz e receloso
Era para crer que houvesse nesse grupo dos
dous jovens. que deviam ser naturalmente aman-
l'-s ou esposos, o quer que soja que despeilava a
alientan, e provoe.ava espiicacdes, porque a raar-
queza dopois de ler observado por algum tempo,
inclinuu-se vivamente para o seu visinho.o mare-
chai de Lorges, o lite dtss'a baixinho ao ou-
ido:
Sr. marechal de Lorges, dae-me duas pa-
lavra*.
Silencio, spnhora marqueza! responden o
maternal no mesmu lora : o rei est orando I
Que me importa 1
Se elle nos ouvir fallar, mal de vos, e de
mim.
Ento torales medo ?
D fugo, nao : mas tenho medo do sol.
Piran tranquillo, marechal: agora o aol vae
psrunder-se e a la apparecer: j vedes que nao
Phrbo, mas Pheba quem reina.
O marechal sonio.
Son lodo ouvidos ; vejamos o vosso segredo
de esiado.
A raarqiiPia replicn :
Tendes boa vista ?
Exr-lleme.
Oihae para a vosea esquerda ali, ao nor-
te do rei.
Esion olhnnlo.
Nao vedes na terceira fileira aquUe joven
Offleial ?
Que d a mo urna linda morja '! acres-
ceiilou o marechal.
Justamente, disse a marqueza.
Vejo : porque perguntaes ?
Quem -se ufllcial ?
E' um uflicial de dragdes.
Cuntiereis ?
Se elle serve sob aa minhas ordens...
Como se chama?
U capio'Chrisliano.
Chrisiiano sd e mais nada ?
Sd e mais nada.
Ora, isto nao um sobrenome !
Tois o que elle tem.
Porm elle deve ter uraa familia-
Ignoro : sd st i que um simples oCficial que
por acaso chegou-oos ao exercilo em um bello
dia, sendo portador de urna ordem do rei, que na-
da mais adianlava.
E' valent?
Fez prodigios na ultima campanha. A' nao
ser elle o marechal de Lorges, este vosso ctiado,
seria hoje um general vencido ; e devo confessar
que a intrepidez daquullo mancebosatvou o exer-
cido de um desastre.
Sim ?
Sim, senhora. A nossa cavallaria se lia
eleicoat, rij n vi
mos nao recuar nunca dianle da franca manKel
tagao de seus pensamenlos policoa e religioso.]
anda que coraprometteasa a ana candidatura".
Como membro da assembla, havia conquistado
a immensa impopularidade de que goatva entra
os anarchistas, fallando dos clubs, das reunidas
armadas, dos successos de 15 de maio e da dis-
aolugo das officioas nacionaes. Assim, toi ceo-
demnado morte pelo club Valentino, na hon-
rosa corapanhia do general Lamoricire. Refere
a Gazeta dos tribunaes de ento e processo po-
ltico intentado contra o presidente desses irib-
naes exquisitos, o qual foj por seu lurno verda-
deramente condemnado pela polica correc-
cional.
Nao lembrareraoa .
Sr. Denjoy, a aesso de 30 do setembro de 1848.
na qual inlerpellou todos os ministros acerca
da presenca escandalosa das primeiras autorida-
des do Alt)-Garona no banquete de Tolosa ? Ura
banquete vermelho cora as canas e as insignias
de Kobespierre e deBabeutl Um banquete onde
bradava-se : Fra a assembla 1 e onde se olo-
8'*" lodos os priheipioa delealaveis que a as-
sembla havia por muitas vezes repudiado com
horror I E o ministerio nao tiuha impedido que a
tila administraco de um ieparlaruepto ae man-
ehasse n'um semelhante contacto cora a anarchia I
O tnterpellador perguotava aos propnos deputa-
dos da mnntanha como se atreviam levar de
banquete em banquete, de Tolosa Buurges, de
Bourges ao Chatelel de Paris esto abominavel
programraa : guerra revolucionaria, mxime o
assigaados Mas ento, exclamava o Sr. Den-
joy, quem quer os flns quer os meios, ao mxi-
mo,aos assigoados, guilholioal >
A' essi concluso lgica, essa palavra de gu-
Ihotma. houve enlre os deputaios da montanha
uraa exploso, um trausbordaraento de raiva de
que sd poder fazer idea quem vio tal espect-
culo. Semelhante exploso nesses bancos provo-
cou immediataraente outra nos bancos oppostos.
Esses dous campos inimlgns, em que se cruza-
vam desafos e provocsedes, pareciara-se menos
cora urna assembla deliberativa do que com
urna arena de corabatentes. No meio de tantos
horneas furiosos sd um hornero perraaneceu tran-
quillo, foi o Sr. Deojoy. Os gritos, as invectivas,
as amearas, os punhos corridos, a iovaso da
tribuna, a perturbado do presidente que pos o
chapeo na cabega, a suspenso da sesso, osno-
vos tumultos da discusso recomecada, nada pd-
de fazer abater por ura sd instante a sua ioaba-
lavel firmeza. Por entre os precipios. foi direito
s suas conclusdes. E o acto faccioso do ban-
quete de Tolosa, a presenta facciosa dos funeco-
narios, e a tolerancia facciosa dos ministros, ludo
recebeu sua expiaco sob aquella palavra de urna
constancia heroica, aos applausos da maioria sub-
jugada pela admiraco.
Que dia, c que homenagens deu ella ao Sr.
Denjoy l D-lhe um verdadeiro triumpho a ira-
prensa moderada, em todas as suas variedades,
nas provincias assira como era Paris. Bordeaux
e Lesparre enviara-Ihe felicitardes com milhares
de assignaturas. Um anno depois, as senhoras
de Tolosa mandam-lho cunhar urna medalha de
ouro, afira de celebrar o aoniversario dessa ses-
so ; os cilados do Gironda, urna medalha de
prata ; e ludo isso digna-se a repblica verme-
Iha de ajunlar urna medalha de chumbo, titulo
do irriso o de infamia com que o do-do nao
deixou de ornar seus archivos :
Car pour lui ce plomb vil en or pur s'esl
chang.
Esse dia leve, porm, um resultado mais agra-
davel para seu coraejio do que urna gloria de to-
do pessoal. Foi elle urna das importantes vic-
torias da ordem em Franca. Fez elle conquistar
um terreno consideravel anarchia. Era seu
filo, havia-o designado desde o ponto de partida,
e para elle marchava sempre ; para elle diriga-
se con amigos ou sem ellos ; pois esse homem.
sempre oa vanguarda, era impellido, nao por seu
partido, mas pelo simples ardor de suc f e de
sua alma ; e foi talvez por causa dessa indepen-
dencia ao mesmo tempo altiva e modesta que sua
siluaco poltica nao attingiu ad nivel de seu
papel. Assim separava-se elle de muitos ami-
gos seus, quando votava, ora favor de Len
Foucher, em sua enrgica opinio sustentculo
da ordem, ora contra o general Chsngarnier, que
no seu pensar havia deixado de ser. Nessa ulti-
ma circumstancia, alguos eleitores de Bordeaux
admirar ira-se de seu procedimento, porm quan-
do elle explicava os motivos que Ih'o linharn
dictado, subjugava todas as convieedes.
No meio daquella noile tempestuosa que en-
to cobria o futuro, poucos homens destioguiam
o caminho pelo qual a Franca podia ser levada
ao porto. O Sr Denjoy via claramente esse ca-
minho invisivel quasi todos. Assira aconteca,
porque, tendo lido a rara vanlagem do se appro-
ximarem do principe presidente da repblica o
de conversar cora elle respeito da siluaco e
dos destinos do paiz, haviam-se communicado ao
seu espirito as luzes de um graudc engenho, e
divisara d'ondo viria infallivelmente a salvaco
qu procorava feeunda-4.
meado conselheiro de estado. Eslava preparado
para desempennar etse cargo eom odseu conhe-
eimenios de legista e sua experiencia de admi-
nistrador No propda a4% 4a asambleas, nao
w Mnha etle concentrado InaWram&t* em sua
*$ao militante : hara lomado parte nas cr>m-
>* de qnestdes de negocios, destingoira-
tT "!!M v*"9'- eo" relator, per seu saber
'lento de ezposiclo. Achara no conselho e par-
icuiarmeole na sergao do interior, squelles in-
rin.it 'j e*ado. de departamento e de muni-
,lf- que h,vi esludWe manejado. Oque
iiv 'n'.so "no, era de seu dominio, |e es-
itieularmente enearregado de preparar
competencia .,
taos do ensino
aa primarias, aos eslabelecimenios
. ou s faculdsdes. Essa
especial fizera deile um dos digna-
laector rt J-no. era Fr">? ". poia o benvolo
membro do coSiin ?. "" torna*.ie
blica. conlho imperial da instrueco pu-
fiaste
rau'ragao'Vrtra? !&'-* '*" d ^m-
quo elle oossuia .m i ll/s' Precisamos dizer
o das cas"""?* r fJrim ff "^"'r
oaoreieriam ao servico dos cul-
'o com exactidio
m curto onesolo aU is ques-
o conheciraen-
to? ? Traa***! '"="'u ao servico dos cul-
techuicas.
toes
como um homem que quer dever ludo asi mes-
rao, e reconquistar um titulo : ora, ninguem
procura reconquistar aquillo que nao perdeu.
Perdeu dizeia vds mas em que jogo ?
Nojogo do crime.
Ora, ah temos o vosso capito sendo um
hroe de romance Nao tarda que fagaes deile
um acelerado 1
Um hroe, senhora marqueza, dssestes mui-
lo bem. Olhae para aquella fronte : joven, e
j ua sua juventude traz nella estampado o sello
nao sei de que heranga fatal I Ha certas especies
de pallidez que parecen bem exlranhas : desse
mancejjo 6 urna dallas I Tem a apparencia desses
va cavalleiros negros.
-.-. que nos torneios se apresen-
culraohado era uraa vinha, onde se achou exp, .v tam coro a vjseira cabida. Sou capaz de aooatar
'II qu- :--------------- -
ta arlilhaiia do iniraigo que alirou sobre e
vigorosamente cobrindo-a de melrallia : eslava &
ponto de ser aniquilada, e j se palenteavam o9
indicios da derrota, quando o capito Christiano
se precipilou frente da sua corapanhia em des-'
ordem, animou-a, arrastou-a apds si com o ges
to e com a voz. e lenJo a espada em punho car-
regon sobre o ioimigo. desalojando -o. e sua ar-
lilhari da posigao em que se achavara. Esse ras-
go de audacia fez com que as nossas Iropas reco-
brassem alelo, e a victoria foi nossa.
Um homem assim, observou a marqueza de
Montespan. devi oslar j coronel ou ajudaule de
campo. Porque nao passou ainda de capito ?
E' na realidade urna cousa eslraoha, senho-
ra 1 Para explicar a obscuridade ou antes o ca-
pricho, com que o rei procede nesle caso, nao
podemos deixar de auppor que a vida desse man-
cebo se acha envolvida em algum enigma ou
mysterio, que ninguem pdde comprehender.
E como que so acha elle fazendo parle do
cortejo nesta occisio sem ter sido apresen-
sentado ?
E' que naturalmente o rei o dispensou da
apresenlsgo.
Porque ?
Nao sei.
Eis aqui um Vacio bem singular !
Nao ha duvida que sim.
Oque pensaes de ludo isto, marechal?
Pens que, se o rei dispensou o capito
Christiano da ceremonia da apreseotago, foi sem
duvida porque para ae ser apresenlado neces-
sario que se tenha um sobrenome, com que se
faga anauociar, e o capito Christiano oo o
tem.
Mas elle se chama Christiano?
E' um apellido fingido.
Suppondes isto ?
Nao snpponho, estou certo.
Realmente com semelhante figura e porte
nobre, esse mancebo nao pode deixar de ser bem
nascido; oo pdde deixar delerum nome de
familia I
Pode raaito bem ser que o" tenha per-
dido.
E o que vos antorlsa pensar deste modo ?
Um tacto muito simples. 0 capito Chris-
tiano faz por multiplicar, as proras de coragem
ann.CeSCentemS <1Ue e
circurastanrias appareciam nelle o arlista e o lit-
dena censurar algum luxo. Mas quera ous.ri
fulminar cora uma lei sumptuara\qUeiUs cu-
riosas analyses, quo linharn era seus labios um
singular aiirectivo? Ainda quando linha a oa-
lavra por muilo tempo, nao era prolixo. 15o elo-
qneote e rpidamente fallava I Assim. orava
elle como relator ii um dia. a respeito de uma
le quo conceda a ttulo de recompensa nacio-
nal uma pensao a viuva de lournouf, n'oulro
da jrespeilo de um breve que ordenava a ina-
tituigo cannica da capellaoia-mr : no primei-
ro caso, que expsito inieresssnte, lcita das
maravillosas descobertas do sabio ; no segundo,
que Ihesouros deerudigo dispersos por aquella
bella monographia de uma grande insliluigao re-
ligiosa I Por certo que nesses dous casos as ra-
zdes de deciJir podiam ser dadas sob uma forma
mais lacnica. Mas como o conselho ouvia al-
ternamente o narrador I Era uma daquellas dis-
tracgdes excepcionaes, semelhante que se deu
uma ou duas vezes na cmara dos depulados,
quando, pondo-se de parte por um instante a po-
ltica e os negocios, eolregava-se ella ao prazer
de ouvir um colloquio scientflco enlre aquelles
sabios e agradaveis controversistas, Arago 0
Pouillel.
Sendo a diversidade dos nimos um dos ele-
mentos utels no seio de um corpo deliberativo,
davao Sr. Denjoy essa diversidade um precioso
iributo. Onle deixa, porm, um grande vacuo
nos coragdes. Era elle apreciado, amado no
conselho como em toda a parte onde se fizera
conhecer. Ainda joven de annos, e mais moco
ainda pelo rosto, todos os seus collegas Ihe pre-
diziaro um longo futuro, alguns enlreviam at
bellas perpectivas para elle. Essa perda foi lan-
o dolorosamente sentida, quanto era prematura
e imprevista. E' verdade que muitas vezes quei-
xava-se elle do dores agudas. Como, porm, o
genio vivo e ardenle de sua phystonoraa proles-
lava taesqueixas que eram allribuidas sua ima-
giuago, dizia elle algumas vezes : < sd crero
em raeus padecimentos quando eu nierrer.
E' opinio da scieocia que elle suecumbio
ora mal preexistento, causado pelo excesso conti-
nuo de seus estudos e de seus (rabalhos. Nada
podia obriga-lo interromp-los, era a dftr
physica, nem as penas moraes. Eslas ultimas
deviam aggravar-lhe as fadigas do espirito. Era
elle o pae mais extremoso, e ninguem foi mais
frequenle e mais cruelmente ferido era suas af-
feicdes paternas. Pelos fins de 1851, perdeu um
filho, e por algumas vezes vio os outros em
perigo.
No mez de agosto do anno fiado passou por
uma dessis lerriveis angustias, e ninguem pode
imaginar seu desespero. Ouvi sahir d'aquella al-
ma verdadeiramenle christa, nao rebellada, mas
esgotada de resignagio, este grito pungente :
Oh raeu Deas I porque serei sempre eu ?
Foi conjurado o perigo, e elle parliu aatisteilo
para Bordeaux.
Como membro do conselho do Gironda, ento
em sesso, o Sr. Denjoy acompanhava os traba-
lhos d'elle. Na aesso de 5 de setembro, havia
fallado sobre ama questo relativa urnas char-
necas, a qual importava aos distados de Les-
parre. Fdra visto noile no passeio e no thoa-
tro.
(Contnuar-se-ria.)
que, se esse joven possue uma familia, existe
nesia fimilia um segredo, e nesse segredo... Mas
chiton I 0 rei levanta a cabega e nos est vend
< conversar.
Estaes oulra vez com medo! disso sorrindo
a marqueza vivamente empenhada na conver-
sagao.
Calemo-nos.
n"^!10 contrariu> convorsemos ; agora o dese-
jo mais que nunca.
tn~Z,?rr6m r,! estS or,nd0 : Pene be> "s-
do'a? T ^"f e, al Cap" de nao s Pef"
doar IA orago do rei sagrada.
Nao para ;ni'D.
Ento porque r"
- Porque eu sou a tentago do rei
0 marechal collocado enlre o receto de desa-
gradar Lu.z XIV e o desejo de agradar favori-
ta, imo besitou aupa! era dobrar-se ao capiir-ho
desta ultima, quedo seu lado linha ura Dm nessa
conversagao. ut*S8
-- E' preciso que eu saiba quem aquello man-
cebo, replicou ella. n '
Nada mais simples, retrucou o marechal
pergunlae ao re. | '
E julgoes que elle o saiba :'
Sabe, o s quem sabe.
Deveras? E para que veio hojea Versailles
esse capito ?
Veio pedir uma licenga em virlude do seo
recente cousorcio.
E ha de consegui-la, disse a marqueza:sou
eu quem vo-lo afDrma. Tenho empenho em que
elle oo torne i apparecer na cdrte, e ao o rei
nao qoizer conceder-lhe a licenga pedida, eu o
decidirei isso.
E porque o queris affastar da cdrte ?
Porque tenho os meus receios....
Dedo?
Nao; de sua visinba.
E madama de Montespan desigoou com o olhar
i encantadora joven que se arhjva reclinada ao
hombro do official.
Quem ser essa moga 1
Deve ser sus mulher naturalmente; e eu
nao quero que o rei a veja.
Com effeito ella rauito bella Por isso
que tendes receios dos seas olhos, nSo assim,
marqueza? perguatou o marechal sorrindo,
Nao, Sr. marechal, respoodeu a altiva Mon-
tespan ; mas, tenho receios dos olhos do rei I
Ah I descobri afinal o fim do vosso interro-
gatorio, proseguio o corlezo. Quentis saber se
por acaso havia na vida desse mancebo alguma
cousa por onde podesse ser elle desterrado dos
vossos estados de Versailles, no caso em que nel-
les quizesse estabelecer a sua mulher. Pois, 0-
cae descangada. Esta mesma noile elle parte
para o sul, e ha de levar comsisjs para uraa das
suas Ierras aquella que julgaes digna de ser vos-
sa rival.
Confesso que em parte, era esle o meu pen-
samenlo, quando vos inlerroguei; mas, houve
neste interrogatorio tambem muita curiosidade.
Despertada pelo capito Christiano?
Sim : eslava impaciente por nao poder lr
uesse semblante impenetravel. Aborrego os enig-
mas, lano que prefiro ao mysterio uma mentira.
O mysterio uma extravagancia da verdade.
Em quanto durava essa conversagao, madama
de Montespan, enlevada c como que fascinada
pela adaiiravel belleza da,joven desconhecida,
nao lirava della os olhos. E que com etfeito nao
se podia encontrar um todo mais seductor, lao
singular e incompreheosivel.
A desconhecida oraalva.loura,de uma culis Irans-
pareoleedeslumbrante. Havia nasuapessoaoquer
que seja de aeiio, farlvo e suave que desperlava
n'alma comoqueumarecordagodocu. Era uma
dessas creaturas, de quem at o destino parece
approxiroar-se cora precaugo: uraa dessas mu-
Hieres que tero durante toda a sua vida mozi-
nhas de menina: uro desses presentes de Deus
sobre que tem elle escripto a palavrafragilida-
de I Nada mais bem disposto, nada mais pronun-
ciado do quo os traeos do sen semblanto I A so-
brancera, por um* claro escuro imperceptivel,
se casava perfeitamenle com a alvura da tez som-
breada pelos primeiros aunis de uma' subttl e
espessa madeixa auri riozenta. Os olhos se
obumbravam sob longas pestaas inclinadas cas-
tamente para o chao, posto que o fogo do olhar
ae todo vaporoso scinlillasse atravs do azul-ce-
leste da pupilla. 0 nariz se modelava graciosa-
mente n'uma carne fina e macia, e sd apresenta-
va de saliente a aza mobil da venia. A bocea se
assemelhava uma covinha rosea, do fundo da
qual se distacavam como dous Qos de perolasal-
vissimos denles. Tudo nessa frgil creatura pa-
reca matizado. Uma irresislivel languidez dava
certa expresso de abandono ao seu talhe mimo-
so e delicado, e aos seus movimeolos ode-
ctsoe.
Ella era bellabella como nem roeamo ae pode
sonhar I E lal qual a haremos esbogado"-"'.
dbil,vaporosa.equasi queparecendoerguer-senos
es, era ama deasas mulheres ineviiavets vis-
ta e ao coracao, por junio das quaes so deve pas-
sar sbitamente. A aua aeducco devera ser de
um eolevo ao mesma tempo suave c violento, de-
vera ser to osensirel quanto terrivel.
Perleucia ella 4 esse mundo de tvpos immate-
naea que forneceu a arte as suas heronas mais
encantadoras, e que ainda ho'e ns via panuenw
produz o que bem se pdde chamara mulher-
mousselioa: typos perigosissimos por isso que
encarnam a Iraqueza feminina em todo o seo po-
der, e por que sahindo por assim dizer nao do
trabalho, mas, do repouso de Deus, parecem ter
sido creados ao mesmo tempo que o reflexo da
luz I
Assira, pois, um encanto sem limites se des-
prenda da joven desconhecida, o encanto do
mysterio nesse calix aerioda graga, que langa ao
amor o desafio da aua fragidade, e que, seme-
lhante esses copos de Veneza quem o vinho
fazia vergar o p; pende deliciosamente sob o
peso do ideial.
Para concluir n'uma palavra este retrato, dire-
mos quo o olhar dessa joven era o olhar de um
ente boa, feliz e innocente, um pouco estupefac-
to, e admirado de ver o rei, e a corle de Versail-
les; de ura ente que dava o segundo passo na
carreira da vida, e o primeiro no caminho da te-
licidade.
Qual era essa felicidade? Sem temor de errar
podemos afflrraar que nio seria preciso ir muito
longo para descobri-la, pois, que el'* se har
inteiraraente no corago do oven otncial, sobre
quera a lida moga appoiava o seu brago. E oa
realidadeo amor lem o poder particular de se
trahir era tudo, lauto nas pequeas como nas
guandes cousas. As mil bagalellas impercepti-
veis, do que se cmoda iwo-qae nos chamamos
maneira de existir, elle < "" expresso que
nunca illude. ..
A mulher lem dous.aspectos didereoles : um
que todo mundo cooheceoulro. que so co-
nhecido pelo homem quem ello ama. A mu-
lher tem o seu olhar habitual e o seu olhar ae-
creio tem o seu sorriso ordinario e o seu aorriso
reservado, lem a sua allilude costuraada e a sua
altitudc flogida e estudada; ha tambem urna ho-
ra escnlhida para a aua garridice cujo segredo nao
para todos os olhos penetrarem. A mulher lem
para com o homem quero ama, uma certa de-
licadeza na linguagem, o inflexo na voz, um cer-
lo volver de olhos, e posigo do corpo, cujas va-
riedades sao sem limites, e todas apresenlam,
por assim dizer, o senlimento intimo da alma.
A maneira porque uma mulher apaixonada, per-
cebe no meio de uma mtiltido ou de uma ra a
presenca daquelle, que Ihe charo, lem o seu
quer que seja de sorprendente encantador,
que d s suas palpebras o rpido movimento da
scenlellia elctrica. A palana mais insignifi-
cante que dos seus labios san dirigida ao escoihi-
do do aeu coracao na presenca de lodo mundo
uma cooftsso occulla de enrolla, com o pro-
digioso genio do laconismo-; e o seu sorrir um
beijo conciso.
Admiravel eloquencia da mulher I Gragas
sua exquisita seosibilidade.;conta ella sobre o ho-
mem essa supeoridade de maoifeslaoao quadis-
simula, anima, viflce ludo I Por manque fa-
ga por ae contar, oo pdde deixar da aBanifeatar-
se inleirameota no seo naUpaqaena favor.
(CoaUtriar-ss-Aai.)
"PttH.-, TTP, B *. I. M **"*' !?*-
IBUTILADQ

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