Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09241


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Full Text
AIIO XIIT1I IDIEIO 39
Por tres Mes aflautados 5)000
Por tres, mezes vencas 6 JOOU
BNCARREGADOS DA SUBSCUPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Aleandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga; Ceeri o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maraohio, o Sr. Manoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimaries; Par, o Sr. Justino J.
Ranos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
Partidas dos iamiusiu.
Olinda todos os dias as 9 1/2 borat do dia.
Ignarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Ciruar, Altinho el
Garanhuns as tergas-feiras.
Pao d'Atbo, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Ps-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas (eiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Uoa.Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiospartem as 10 horas da manhaa
EPHEMERIDES DO HEZ DE FEVEREIRO.
2 Quarto minguante as 7 horas e 40 minutos da
manha.
9 La ora as 5 horas e 45 minutos da tarde.
17 Quarto creecente aa 10 horas da tarde.
[25 La cheia aa 2 horas e 23 minutos da man.
PRBAMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas e 6 minutos da manhia.
Segundo as 10 horas e 3G minuloa da tarde.
SAMADO 16 M FETEBEIIO K IS6I
PriiBadiMfdt 19|000
Parte frateo para o snbscripUr.
DAS DA SEMANA.
Segunda. S. Lzaro
Terca. S. Eulalia r
Qoarta de Cinza. S.GJregoro II. p.; S. Benigno.
Quinta. S. Valentina
Sezta. Ss. Faustino
Sabbado.
Domingo. S. Silvinoj
Datiro e Clocero bb.
m.; S. Modesto m.
m. ; S. Auxencio ab.
i Jovila mm.
S. Porphy io m.; S. Honesto sae.
m.; S Secundiano m.
estabelecida
. MU
Achando-se
una agencia para a entrega
deste Diario, na estacoda vi a
frrea de Ipojuca, convidamos
s pessoas alli residentes, que
qnizerem ssigaar. de envia-
rem seus nomes livraria da
praea da Independencia.
Igualmente convidamos aos
nossos assignantes, que rece-
berem o Diario em outras lo-
calidades, emorarem alli, que
avise m a mesma livraria, am
de se fazer a trausferencia.
PARTE 0FFICIAL.
Governo da provincia.
Expediente do dia 13 de fevereiro de 1861.
Ofikio ao Exm. presidente da provincia do Ma-
ranho. Tendo-se verificado pelos exames
que se procedeu nao pertencer aos corpos era
guarnigo nesta provincia Antonio Fragoso da
Paz, que m foi remedido como desertor pelo
Exm. presidente do Cesr, levo ao'conhecimento
de V. Exc. os dous ofliclos constantes das copias
juntas,am de que se sirva de mandar examinar
se o referido desertor tem assentamcnlos de pra-
ea no 5. balalhao de infantina, vislo ler elle de-
clarado que se ausentara de um corpo comman-
dsdo pel major Falco na cidade de Caxias.
Dito ao coronel corninandante das armas Sir-
va-se V. S. de mandar pflr em liberdade, se es-
tivor dentro do prazo de que (rata o final do art.
23 do decreto do 1." de maio de 1858, o recruta
Manool Agostinho Vieira, que oi remettido
V. S. com o norne de Manoel Vicente Agostinho.
visto ter seu favor iseugo legal.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. S. de mandar
inspeccionar o paisano Abilio Jos Teixeira Gui-
mares. que se ofterece voluntariamente para o
semeo do exercilo, bem como assentar-lhe pra-
a lugo, se fr para isso considerado apto.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.At-
tendenio ao que expt o inspector da thesoura-
ria de fazenda em officio de 11 do crreme, cons-
tante da copia junta, tenho resclvido que a arre-
rnatagao do hale Parahibano seja nesse arsenal :
o que delaro V. S. para ter execugo.Com-
municou-se thesouraria de fazenda.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Certo do conteudo de sua informadlo de hornera
sob o. 112, tenho dizerque em vista do iucluso
documento, jblgo justificado o motivo que allega
o bacharel Joaquini Eduardo Pina, promotor pu-
blico da comarca de Nazareth, e por isso mande
V >. pagar os vencimentos do supplicante rela-
tivos aos das 11 1 de dezembro do anno pr-
ximo passado, em que por molestia deixou de
exercer o seu emprego.
_ Dito ao raesmo.Tendo em vista as informa-
rles de hontem sob ns. 108 e 109 por V. S. mi-
nistradas acerca dos requerimentos em que An-
tonio Ferreira da Costa Braga e Jos Jtolonio dos
Santos Coelho pedem pagamento, o l.da quan-
tia de 31J00, em que importara 40 grvalas de
sola de lutre que vendeu ao cbnselbo adminis-
trativo do arsenal de guerra para as companhias
de pedestres desta capital, e o 2." a de 998*400,
proveniente do fardamento por elle veodido ao
mesmo conselho para as referidas companhias, o
autoriso mandar effectuaresses pagamentos com
a quantia de 1:2615360, que. segundo consta das
citadas informacoes fot recolhida essa thesou-
raria pelo almojarife daquelle arsenal, visto te-
rera os supplicantes provado perante esta presi-
dencia os seus dbitos com documentos que se
achara archivados na thesouraria provincial.
Dito ao mesmo.A' Agostinho Eduardo Pina,
mande V. S. pagar os vencimentos relativos ao
mez de Janeiro urlimo, dos guardas naciooaes
destacados ni cidade de Nazareth, urna vez que
esteja nos termos legaes o prel junto em dupli-
cis, que me foi remettido pelo respectivo com-
maudante superior com officio de 6 do correle
mez sob n. 105. Communicou-se ao supradito
commandante superior.
Dito ao mesmo.Salisfazendo a requisito de
V. S comida em officio de 26 de Janeiro ultimo,
sob n. 69, que acompanharam os prets que in-
clusos derolro, tenho dizer que, segundo cons-
ta das informacoes ministradas pelo coronel com-
mandanle das armas, capito do porto e chefe
de policia, assenlaram praga no exercilo os re-
crulas Manoel Roberto e Euzebio Jos de Ol -
veira, e na armada o de nome Joo Manoel da
Silva, sendo poslos em liberdade Manoel Ignacio
dos Santos, Antonio Lopes da Silva, Manoel de
Barros Barbosa, Joo Soares de Souza, Adriano
Peres da Franga e Manoel Francisco de Azevedo
e remettido ao referido coronel o desertor Manoel
Gomes da Assumpcao,
Cumpre, prtenlo, que V S. mande pagar de
conformjdade com o meu officio de 21 do citado
mez de janeiro ao ex-delegado de Caruar. alfa-
res Francisco Antonio da Veiga Cabral de Moraes
da Mesquita Ptmentel o que ae Ihe estiver 4 de-
var proveniente de diarias abonadas aos mencio-
nados recrutas e desertor.
Dito. Autoriso o conselho administrativo
comprar para forneeimenlo da enfermarla e al-
moxarifado do presidio de Fernando os objectos
mencionados na relami junta.
Relat&o de que trata o officio supra.
Para a enfermara de Fernando.
Duas bsrrieas de assuear branco.
Tres saocos de arroz pilado.
Um sacro de caf em grao.
Urna caifa de che da India da melhor qnalidade.
Sois barricas de farioha de trigo da marca MSSS
Duas libras de linhas inglezas n. 30.
Doze pegas de madapolo n 3.
Para o almoxarifado.
Uns folhinha.
Seis resmas de papel branco almasso, marca de
agua.
Seis caitas de pennas d'ago finas e de boa auali-
dade. ... n
Bozelasia fios.
Dito ao delegado encarregado do expediente da
secretaria de polica.Mande Vmc. com urgen-
cia substituir por outro o destacamento de pe-
destres que existe no districto da Capnnga, re-
commeodando ao respectivo subdelegado que tra-
te de vigiar o comportarmeuto das pracas daquelle
destacamento, que nao tem sido regular.
Dito ao lenenle-coronel Hemeteno Jos Vel-
A%t* Silvclra.Respondo ao sen officio datado
de 21 de janeire ultimo, declarando que deve
Vme. recolher thosouraria provincial, para o
que cam expedidas as convenientes ordene, o
aaldo das quanlia* que Ihe oram entregue* par
eonstruecio do eemiierio publico da villa de Igua-
rass. efneioi-se ueste sentido t thesouraria
pronncuLr ^
Dito ao director das obras militares.Para que
eu possa resolver acerca dos reparos do quartel
do 9.a balalhao de infamara sobre que versa a
sua informarlo datada de II do cerrenle, bem
como de outros que sao necessarios quast lodos
os quarleis, faz-se necessario que Vmc. informe
com urgencia quanto se poder ainda dispender
com as .obras do quartel do 2. balalhao de in-
famara, depois de pagas as cuntas de despezas
feitas at o presento com essas obras.
Dito cmara municipal da villa do Bora Con-
selho.Respondo ao officio que me dirigi a c-
mara municipal da villa do Boro Conselho em o
1. do mez correnle, declarando que dove essa
cmara formular quanto antes e remetter-me,
aflm de ser presente assembla legislativa pro-
vincial na sua prxima reunio um projecto de
posturas municipaes, dividindo o terreno desti-
nado planlages do de creaco.
Dito ao director geral da inslrucgao publica.
Ao officio que Vmc. me dirigi em 8 do corren-
te, sob n. 15, respondo declarando-lhe, que op-
porluoamente solicitarei da assembla legisla-
tiva provincial a creacao de mais um empregado
de escriplurago para a secretaria dessa direc-
tora.
Dito ao Dr. Hisbello Florentino Correa de Mello.
Era additamento ao meu officio datado de 16
de Janeiro ultimo, recommendo Vmc. que, in-
dependente deapresentago de carta, entro quan-
to antes no ezercicio do cargo de juiz municipal
e de orphos do termo do Brejo, no qual foi re-
conduzido por decreto de 28 de dezembro'do anno
prximo passado ; de rendo Vmc. exhibir a refe-
rida carta dentro do prazo de 3 mezes contados
desta data.Fizeram-se as communicaces con-
venientes.
Dito ao director das obras publicas.Informe
Vmc acerca do que representa o juiz de direito
da comarca da Boa-Vista no officio que porcopia
iucluso, indicando logo o raeio mais fcil de reali-
sar-se a obra de que necessita o acude da villa
de Ouricury.
Dilo ao mesmo.Nao leodo Vmc. remellido
esta presidencia at o presente a exposico exi-
gida em officio de 23 de outubro ultimo, cumpre
que o faga quanto antes adra de ser satisfeito o
disposto no aviso de 5 do dito mez.Officiou-se
no mesmo sentido ao capito do porto.
Dilo ao juiz de paz mais votado da freguezia
de Barreiros.Era solujo consulla por Vmc.
feU era officio do 6 deste mez, devo dectarar-lhe
que na falla de juizes de paz do actual qoatrien-
nio, ao primeiro juiz de paz do quatriennio Ilu-
do compele, nos termos do art. 10 do cdigo do
processo criminal e avisos de 24 de maio de 1849
e 27 de Janeiro de 1853, nao s presidir os traba-
Ihos da eleigao de vereadores e juizes de paz,
que ah vai proceder-se no dia 3 de margo futu-
ro, como tambera exercer todas as mais func-
coes inherentes esse cargo, emquanto nao fr
legtimamente substituido, ou estiver impedido;
caso em que essa substituido deve ser regulada
pelo aviso n. 38 de 13 de julho de 1813.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao juiz de direito de Tacaralu.S.
Exc. oSr. presidente da provincia manda aecusar
recebido o officio que V. S. Ihe dirigi com data
de 8 do correte participando ter nomeado para
exercer interinamente o lugar de promotor pu-
blico dessa comarca o cidado Manoel Joaquim
Pioheiro Simos.Fizeram-se as communicaces
do costume.
Dilo ao juiz de direito da Boa-Vista.S. Exc,
o Sr, presidente da provincia, manda aecusar re-
cebido o officio que V. S. Ihe dirigi em 14 de
janeiro prximo passado, com a relaco dos ci-
dadaos que na ultima reviso foram considera-
dos apios para juizes de fado do termo do Ouri-
cury.
Dito ao bacharel Jos Mara Ribeiro Paraguas-
su S. Exc, o Sr. presidente da provincia man-
da aecusar recebido o offlcio que V. S. Ihe dirigi
era 7 do correnle, participando ter nsquelia dala
deixado o exercicio de seu cargo por se achar
doenteFizeram-se as communicaces doestylo.
Dito cmara municipal da villa do Bom Con-
selho.O Exc. Sr. presidente da provincia man-
da aecusar recebido o officio de 28 de Janeiro ul-
timo era que s cmara muuicipal da villa do Bom
Conselho communicou-lhe ter feito a sua primei-
ra reunio naquella data.
Dito ao gerente da corapanhia pernambucana.
O Exm. presidente da provincia, tendo autori-
sado as thesourarias geral e provincial pagarem
a pnmeira a quanlia de 146j>i40, em que impor-
tara as psssagens dadas por couta do ministerio
da guerra nos vapores dessa companhia, e ase-
gunda a de 248*000 proveniente tambem de pas-
sagens concedidas nos referidos vapores por con-
ta desia provincia ; assim o manda communicar
a V. s. em resposta aos seus officios de 11 e 12
do corrate mez.
DESPACHOS DO DU 13 DE FEVEREIRO DE 1861.
Requer mentot.
3785.Gustavo Olymplo Ferreira Alvares__
Passe portara dispensando o supplicante da pri-
meira e segunda condiges do art. 19 do regula-
ment de 14 de dezembro do auno passado com
a obrigasao de que trata o art. 36 do mesmo re-
gulameoto.
3786,-Carlos Jos Dias da Silva.Passe per-
lana dispensando o supplicante da primeira e se-
gunda coodicoes do art. 19 do regulamento de 14
de dezembro do anno passado, com obrigacao de
cumprir urna e oulra pela forma determinada no
vr n,e8mo regulamento.
3787.Antonio Ferreira da Costa Braga.Di-
rija-se a thesouraria de fazenda.
3788.Antonio Tito Pereira Borges.Infor-
me cora rgeucia a cmara municipal de Santo
A [113 0. ...
3789.Abilio Jos Teixeira Goimaraes.Apre-
senle-se no quarlel do commando das armas
para ser inspeccionado.
3790.Innoceocio Jos Pereira de Lyra.Pas-
86 Pr'ara concedendo a dispensa pedida.
3791.Heorique Dias de Freitas.Passe por-
tara dispensando o supplicante da primeira e se-
gunda condicees do art. 19 do regulamento de 14
de dezembro do anno passado com a obrigacao
de 1"e trata o art. 38 do mesmo regulamento.
3792.Jos Faustino.Informe o Sr. inspector
do arsenal de marinha
3793.Joao de Souza Marioho Passe porta-
ra dispensando o supplicante da primeira e se-
gunda condices do art. 19 do regulamento de 14
de dezembro de 1860, com obrigacao de as cum-
prir pelo modo determinado no art. 36 do mesmo
regulamento. .....
3794.Joaquim Franeiseo Borges Uchda.
Faase portara dispensando o supplicante da pri-
meira e segunda condices do art. 19 do regula-
mento de 14 de dezembro de 1860, com a obri-
gacao de cumprir urna e outra pela forras deter-
minada no art. 36 do mesmo regulamento.
379o.Jos Joaquim Borges Och6a.Passe por-
ua dispensando o supplicante da primeira e se-
gunda condices do art. 19 do regulamento de
14 de dezembro de 1860, com obrigajao de
cumprfr urna e outra pela forma determinada no
t<2 "smo regulamento.
3796.Jorge Joo Ferreira Lima.Informe o
Sr. Dr. curador de africanos lvres.
3800. Miguel Fontoura de Souza Magalh&es.
Passe portara dispensando o supplicante da
primeira e segunda condices do art. 19 do re-
gulamento de 14 de dezembro do anno passado,
com a obrigacao de cumprir urna e oulra pela
forma determinada no art. 36 do mesmo regula-
mento.
3801.Joo Jos da Silva.Dirija-se thesou-
raria de fazenda.
3802.loenna Francisca dos Anjos Lins.Sel-
lados os documentos que junta, volto quereudo.
3803.Miguel Joaquim de Faria Braga.D-
se-Ihe certidao do decreto.
EXTERIOR.
O Dr. Pico aceitn o ministerio dss retaces
exteriores e o Sr. Sari liento o cargo de ministro
plenipotenciario nos Esta los-Unidos, devendo
partir em alguna dos [ aqueles de fevereiro.
Nao se sabe anda si aceitar a pasta do inte-
rior o Dr. Zavalia, act lal governador de Tucu-
man : duvidamos.- Eiperam-se deum momento
para o oulro neata ci ladeos restos do general
Lavalle, que cstavam na faoliria, para onde ha-
vjam sido levados per alguns dos seus correli-
gionarios. O governo txpedio um decreto man-
dando fazer-lhes urna recepeo pomposa. Nao
resta duvida de que si estabelecer no Rosario
ara banco nacional; ji se tem all passado ac-
Soea no valor de cera mil pesos.
Temos noticias do I araguay, sendo a mais no-
tavel haver o goverrjo j mandado erigir um
templo en Humada. Poz-se diaposico do po-
vo da Assump^o um vapor para que se divirta,
se quizer, asaislindo i fuodaco ; ou, como di-
zia um Romano anlig, para que v aa circo j
que nao tem pao.
Do Estado Oriental tsm ltimamente circulado
Buenot-Ayre*,\$ de Janeiro de 1861.
Nao mudou a face da poltica argentina. O
anno de 1861 veio sorprender estes povos antes
que podessem cimentar o imperio das insliluices. [
E a causa eficiente que contina e continuar a '.
fazer destas cousas urna verdadeira teia de Pene-I lsos boatos do invasai que seattribue ao general
lope, existe, como tantas vezes temos dilo, na *'orM. Acha-se esU actualmente no campo,
provincia de Entre-Ros. Aflnal vo-se conven-! .lr,*'**ndo com' mu t0 D0,n etilo, o, segundo
cendo disso os polticos. O general Urquiza, a'J.no|,,B,m- naa>a dispisto i tornar entrar na
quem nao bastara os seuslouros, nao se resigna' ^'"'
Por via do Chili
nem pode resignar-se ao humilde papel de go-
vernador constitucional de urna provincia. Tu- p,c,cop sendo a maii digna de menguo o rom-
dos os seus esforcos tendera a buscar seguranca' P'ncnl das relajea diplomticas entra-o gover-
na expanso do seu poder, os partidos que dis- D0 0 **?'" e ipioiatr norte-americano. Tinha
pulam a influencia j as suas impaciencias, j este ultimo pedido os seos passapurtes, que Ihe
uas auas exigencias, j no seu fanatismo. i Zaai daJos. depois le trocadas algumas notas
Este homem astuto e dissimulado, que dono o("ci,*i-
e senhor feudal de Enlre-Rios, onde impera, fal- _A r5** do rompime to est succintamente ex-
la-lhe na sua ultima men
propriedade, dtteguranga
cao da juslica, quando
se lenta encobrir nao se
tropegando-sa as mini
omnipotente autoridade i
locar esta repblica, se
da, no meio deste dilemt__
verno militar o de faci, ou oulro ceostituciooal con"'cto suscitado pela quesio dos navios Lezzia
de direito. Sealgum illudido nutria ainda duvi- TnmP*on e Georgia*, nao exigencia de urna
das a este respeito, dissipsdaj esto j, porque, nacao e a negativa da outra, mas a exigencia de
como vai succedendo, urna circular hoje, urna 0,D, "t*0 e propos a por parte ds oulra para
carta particular amanha, um artiguinho do Uru- 8UD(netter-se uro arb tramonto.
gvoy, peridico official de Enlre-Rios, depois aDa*o ssignadt aceitara desde logo a
poro patente o que levamos dito. E' este, por ProP conseguidle, segn lo o nosso modo de apreciar e"a Sfl uze*se extens va todas as suas conse-
a poltica argentina e o estudo que ha algum 1lieocias, pois se o coiflicto nao tem a sua ori-
tempo fazemos dos seus grandes interesses, dos fem na fsclaraago, ras na maneira de regula-
homens e das suas cousas, o problema que os es- 'a> submetlendo-a ao arbitramento da terceira
tadistas com afinco e dedicaco devem erape- na'10.. admitte o Per virtualmente a cxictido
nhar-se era resolver. Nenhuns sustera a lber- do principio sustentado pelo governo dos Esta-
dade nem as insliluices os seus prodigiosos effei- dos-Uoidos no caso dos navios ; e admitte igaal-
tos, seno onde se Ibes tributa um reapeitoso m8nle a J"1'? do pee ido de indemnisacao feito
santo em palavras o acedes, e a democracia, por ^"*' dos interessados Se, pdts, da parte do
isso mesmo que urna oobre e generosa forma ru nSo na vti questo respeitb da recia-
de governo. necessita urna tealdade a toda a pro- D'a;a'> feita pelos Estad, s-Unidos, seno submel-
va nos ensaios que para estabelece-la fazem os lr*'a 4 am arbitrsmei lo, acredita o abaixo as-
P'os- signado que urna coramisso mixta respectiva-
Que importa para o triumpho definitivo dos n,8n' nomada por aa bos os governos ajustara
priucipios n'ura paiz onde viole nnos de tyran- *aa,bem os pontos da questo como o arbiira-
nia quasi fizeram esquecer al as tradices do ment0 de urna potencia eatranha.
direito, que o general Urquiza se desvanece do Neata repblica por | iOuco nao foi assassinado
nome de libertador que Ihe dao? Que importa presidente Castilla.
que o chamera fundador da democracia e do re- Commercio de Lim refere as seguinles par-
gimen constitucional? Que importa que naa suas t'cularidades deste aconlecimenlo :
proclamages e allocugoes ao pvo tenha elle a Esla .soMs foi a pacifica capital desperla-
AUUlKNCtAS UO RlBUNAts DA LVl
Tribunal do commercio: segundase quintas.
Relacao: terjas, quintas e sabbados as 10 horas^
Fazenda : torgas, quintas e sabbados aa 10 horas^
Juizo do commercio : quartas ao mel dia:
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao maio
Seror.dad.TUrdde. ^ = qW,M "bb-dos *
ENCARREGADOS DA SUBSCRlFfA DO 6UL.
Alagoas, o Sr. Claodino Falcad Dias; Baha
Sn Jos Martina Alvea; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprieUrio- do aiAwo Manoel Figoeiroa da
Faria, na sus livraria praca da Independencia ns.
6 e 8.
emos algumas noticias do
K-Ji.'*6."'9 paix hore como aDles d8 Cepeda s
bordas de um precipicio.
Para salva-lo preciso muita paciencia, muita
energa ao mesmo tempo, e sobreludo rauito de-
sejo nos partidos de obrar o bem, abslrahiado dos
seus oteresees e ambices. Vo-se realizando
os nossos vaticinios.
O negro genio das revoluces e da guerra civil
ja bate as azas prestes a descer sobre a receja-,
orgemsada repblica argentina. ^
Escandaloso e desconsolador o que se passaT
a vista disso e do sangue novamenle derramado
em s. Juan, conspurcando a constituigo jurada
e as lew, s espiritos cegos podero nutrir ainda
algumas llusoes a respeito do futuro.
Os partidos, como a dous mezes diziamos, cr-
guem-se de novo cada vez mais iracundos. E
como, para dar-nos razio, confirmando o que
as riossas cartas temos dito, e partido federal
isio o partido brbaro, e dos lempos de Rosas'
proclama por seu chefe o general Urquiza, decla-
rando sera rebuco, por meio dos seus oreaos
aqu, ser ello o ohefe di reaccao federal. Nao
nos abandona a Misericordia Divina no momento
mais critico e solemne: sao as preces que de
continuo devenios dirigir a Dos.
Como previamos, tiveram os aconlecimentos
aiU8.num desfecho brbaramente cruento.
A 21 do correnle, quando o pvo aqu cele-
brava pomposamente as exequias do general D
Juan Lavalle, morto em Jujoy pelos soldados de
llosas e cujos restos jazeram na Bolivia mais
ae vinte annos, recebeu-se a noticia da queda
do novo governo de S. Juan e da carnificina do
Pocilo.
A
dos a ?322 UeatlC" T 8eus "'""ona-
nmH? m ? compreheode nao ler elle ru~
provado o proceder destes. ao paaao que promuj-
d. I Lu,0l ordenaDd0 "o Meril rusta
de La-Riojaque se pozease com as aaaa torcas &
Juan"*V"- h E/6 M^ "roXiT I!
Jusnfrnt verdadeiro imbroaJio. Melhor ser
enunciara entend-lo, limitando-nos s*?tesui-
or sao pouco mais ou menos as mesmas
demos pelo correio anterior,
coratudo que em Corrientea
aprestos militares.
O governsdor desta provincia lornou a ir visi-
n/mnJ>reS,dJnle d0 Parauay. d'onde somante a-
Ciemos que dorme como tempre em paz.
narianff i'"." re.1ir 'odaco do banco -
Sesos fortes. M,lo tam''> 823.000^
ti8-?.",5" cam a.^48 X'1 PM0. Pa" o'raa
expectativa verdadeira mente solemne, tendo a
aa d &""" COmtse ?S',id0 e11 O cou-
tas de utihdade, maa fecunda em sangue I
seja die lo"* ar8enlia*' "" maU oloroso que.
que
Accreacenta-sa
se faiem alguna
INTERIOR.
r...i.u.yuoi s aiiuiiu^u) ao poro leona elle a -. ^iuh iw a o cuita capital uespena- An nnrrir A-----i """"* 1" iviiuguius
espada sempre promptaasahir da bainha, se esse da Por 'gumas descargus de mosquetaria, corr- -..; re?ervad0> pela aorta deste paiz, cujas
......ages.
nao podemos dar notieiaa mu circunstancia-
das do occorrido em S. Juan ; a verso mais cr-
reme a publicada pela Confederacin do Rosa
rio, papel quedeve andar bem informado. Se-
gundo elis, o governo de S. Juan vendo-se ata-
cado de um lado por torcas de Meodoza e S.
Luiz, comraandadas pelo coronel Sa, e de ontro
por tropas de La-Rioja capitaneadas pelo general
Pnalos*, por outro o tigre das planicies, resol-
veo sahir aos campos do Pocito, e dar alli pri-
meiro urna batalha campal para depois ir ao en-
contr do Penaloza.
ti T4ratan<*o-se de certos actos, podero o pre-
sidente Derqui e o general Urquiza apagar hoje
com o cotovello o que hontem escreveram com a
mao direila. Quando se trata dosuppiicio de um
povo, varia a questo de aspecto. A reprovaco
e o yuizamento deSa seriara a reprovaco de
de seus propnes actos, perjurio n'um, anarchia
n oulro. Sena um suicidio que nem sequer de-
viamos conceber. >
Pelo seguinte paquete, quando o.horisonte de
!>. Juan j se tiver aclarado um pouco, daremos
os pormenores que hoje nao coohecemos, e so-
gundo a attitude que assumir o governo nacional
a qual duvidamos que seja a que espera o Nacio-
nal, mudar ou nao a opinio que formamos
mesmo general tem perpetuamente suspensa so- brea a mondado legal da onco a tal espada em or^jo de sinistros incid antes, que de ordinario
que brilha o mani, thetel, phars symbolico que ompanha aa conspira?- es.
assim traduziremos: optai entre o que e deve balalhao 14, que de Lima, foi subleva-
ser, ou a minha vontade caprichosa. do pelo capito Heorique Lara, que eslava de
Haver alguero que possa ter conQaoca no fu- Buarda, e abri a portaldo quarlel varios pai-
luro immediato de urna uauo nova que se v a sanos comproruettidos nd movimeoto.
borda de semelhanle precipicio ? Nao ; por Ion- Apenas apanharam Ifra o balalhao, dirigi-
gos que tenham sido os soffrimeotos desle povo, ram-se com elle pelas ras de Santo Antonio e
por maiores que sejam as aympatbias que por Heiguero casa de S. lixq. o presidente da repu-
elle se siotara, cumpre declarar-lhe alto e bom olica, aproveitaodo o momento (seis da manha]
som que as suas desditas nao cessaro seno em .ue mordomo abre a porta para ir ao mer-
quandoelle tiver demonstrado aos poderes pes- cado M6r compras; alli se dividi a tropa in-
soaes que era todos os lempos o direito foi supe- 8urg'da em dous corposl penetrando um pela
rlor ao feito, e que na lula que se trava mais dia Prta 'eral, e matndolo lenle graduado D.
coaaas jrnaia esliveram lo emmaranhadss, pi
que se v collocado entre duas iofluencias, a do
^r. Derqui e do general Urquiza, cada um dos
quaes busca garantas por diversas razes.
A politica que se inclina o governo de Bue-
nos-Ayres a da abstencSo, que lalvez a pol-
tica mais popular, por'desriar de nos a guerra,
mas nao a poltica do seu partido, que protesta
contra o occorrido em S. Juan, formando clubs
e tomando pela imprensa o aotigo tom.
Venficou-se a 14 o escrutinio das eleies de
deputados ao congresso nacional, dando o se-
guinte resultado;
menos dia, triumpha iiecessariamenle o pri-
meiro.
Mas estar o presideote Derqui disposto a ser-
vir de chefe a esta idea e a pr-se a frente de
urna reaego radical contra os dos e tendencias
do general Urquiza que, diga o que quizer, s er
no poder da for$a ? Eia-aqui urna pergunta a que
nao nos aseveremos a responder sim, o que a
primeira viata se aprsenla grave e transcen-
dental, por que de facto o A sua solu-
cao urge, parecendo-nos que, se o presidente
Derqui assumisse o papel que indicamos, en-
contrara proselytos e apoio material no paiz,
cansado como este est de ser martyrisado por
Miguel Franco, coromandanle da guarda, que de-
balde tentou resistir, e i ido o oulro collocar-se
ns ra das Divorciadas, como para dominar a
porta principal da casa di general presidente.
A tropa que conseguo entrar dirigi-so ao
primeiro pateo, mas foi [resentido pelo coronel
Forcelledo. que eslava em urna das salas inte-
riores, e que com muita rapidez correu ao corpo
principal da guarda, que j comecava organi-
aar-se, avisada do que se passava, e depois de
um momento de lorpor, becasionado tanto pela
sorpreza como pela circumstancia de estarem
descarregadas as armas,comecou a defeza.
a Sem embargo d'ella, logrou o official Amo-
3,303 volog.
3,097
2,677
2,061
2,029
1,054
1,037
963
todos os modos por caudilhos e mandos que nao nm' ?ue commaadava o ebrpo que penetrara no
tem deixado apoz si ae nao recordaces trisiis- p*lac,0 desarmar completamente a guarda prin-
simas. "pal em urna ligeira refrena, em que Ocou gra-
Os successos de S. Juan, que, segundo a nos- !emenle tedo era u,n brato o coronel Forcelle-
sa ultima correspondencia, deviam ter um des-
enlace satisfactorio, complicaram-se inesperada-
mente, a ponto de parecer inovitarul o emprego
das armas.
A coramisso mixta, nomeada pelo governo
nacional, descordou em opinies acerca dos ob-
jectos que lheestavam commeltidos e dos meios
a que para realiza-los se deveria recorrer. Che-
pudo a Mendooca os Srs. Panner. Cooeaa e La-
fuente separaram-se pois do chefe da coramisso
o coronel Sa e tomaram cada um para o seu la-
do : Conesa e Pannero para Buenis-Ayros; La-
fuente para o Paran a dar conta e protestar;
>aa para S. Juan, movido por mos oceultasque
se estendero desde S. Jos (Entre- Rios) e junto as
quaes anda o dedo do Dr. Ocampo, secretario pri-
vado do presideote Derqui, para mais complicar
a embrulbada. Dis-se haver j orgaoisados dous
mil nomens que a esta hora quig j se acharo
em marcha sobre S. Juan, a povoaco martyr
desta repblica. S. Juan pela sua parle com o
Aberrastaio frento anercebe-se para a re-
Dr.
do, morto uro soldado e fer do outro.
fronte do palacio, vendo das janellas o que se
passava na ra, expoz aos soldados que commet-
tiam um crime atasando o general Castilla e man-
dn fazer fogo contra os officiaes. Alarco quit
disvirtuar o effeito destas| ordons, mas nao foi
ouvido, e a tropa o raitou ai elle o ao joven Apa-
ricio que o acompaiihava. I
< Neate meio lempo avizanhava-se o com-
mandante do balalhao com urna porgao da sua
tropa, e parece que sua presenca contribuio po-
derosamente para que o rusto d'ella voltasse
ordem.
< O capito Lara, que s > pode considerar o
verdadeiro chefe da insurrt gao, ouviodo os vi-
vas dados ao general Castilla, e ven lo que at a
tropa que eslava debaixo das suas ordeos inirae-
djataa quera vollar ao dever, com um revolver
na mo se poz em fuga.
Os successos que ligeiratiente narramos oc-
casiooaram a morte
Sr7.--jo8 Antonio dos Santos Coelho.Diri-
ja-a thesouraria de fazenda.
, E, *? TDt>m! Agalsr.-Paase a cer-
tidao requerida.
8Wf.-Joaquim Eduardo 4 PMl- Dirjale
tbesourara de (senda. ^ '
.-------.... r-.-. .,- v.ivu.i.iij a morte de seis pessoas, mas a
fe mas o fTrfr! Fi.!*?*' *"? ,er/ Ua 80r- ,ran1uilidade publica est completamente rsta-
le mas o tacto que o passado nada ensina a belecida. |
estes povos, e de novo vai correr sangue de ir- t S. Exc. o presideote'da; repblica visiten
Andimin:.!.. ... I osla manhaa todos os quarteisl regressando a ca-
Andam inquietas as provincias onde impera o sa s 10 horas. \
Zed i6,^ 6; fB0 naUr"1' a>oi,,, nerca<, de Buenas-Ayres est mais anima-
SSrf. i ''*' quer cu lulandl>. qo do do que no mez anterior ; tem -se vendido ta-
i7" .J? gUm 5m?' pode aer mottvo de Daco do Br,8U de 4 a 8 P^'Sojes a arroba, e her-
":' 6ra civil por iodo o paiz. daTorma va-male 55 pesos, mas dao grande a pro-
por que se vo complicando as cousas e irritan- cura. 1 P
r^rria?1-0.- i 0i aeUes ,eem oxperimeritado grande varia-
tomentes continua a ser o centrada opposi- cao oestes ltimos quinze dias : as oncas subi-
?an mais lorie & poltica destes ltimos lempos, ram mais de viole pesos em menos de um moz,
e santiago nao pode aquichr-se ainda. O go- o que corrobora o que deixamos dito sobre o
vernador deposlo pela revolujio, alentado sem- prsenle e futuro do paiz. O barmetro mais
pre de longe, nao tem querido aceitar a sua re- seguro aqui semire o.predo doouro : baixa
posigao tal qual Ih a offereceraoi, e trabalha por quer dizer haver paz ; sobo, quer dizer que as
fazer,inlerrir all torca nacional armada. | cous "
Emquantoislo se passa no interior, parece o
cousas se complicara, que nao ha conanca no
porvir. As oncas. que no mez passado ficavam
-se por aqui da
sobre esta repu-
""(' acuciai uri{aiut s poo-se ; uiic.
em luta com o seu prprio partido, hoslilisanao I 14 de Janeiro. I
os candidatos^do club Libertad. A opposico| P. S. Hontem se realisaram novamenle as
nada fa; satisfein a seu tur- eleices de depuUdoa ao congresso ; vencen-as
* o club Libred, cuja*lita, aagndo voxpopuli.
governo de Bueoos-Ayrea mutto salisleito com o 338. dio hoje 353 ^. Julgue-i
correr da politica ; troca cartas mui cordiaeacom 'cerdada das nossaf^taraiSMCoes s
o presidente Derqui e general Urquiza. a pde-se bliea. !V,
no coro o que n9 interior se passa, espera como
a raposa que o partido libural de todo ae divida
em Buenos-Ayrea para aiirar-se a ella. E' v|a
a sua tzppetativa por qua teisio aio e Uo pr.
fonda, na presenca de um perigo eommum cas.
! da *d,4,id8n". 1 *M Balio como j
e Um 44o,
era patrocinada
ligio.
palo governo.
87
E'
PB1
ira
Isla vai mi I
Os successos occorrido! tarante qulniena. sao
i da maior graridida,
D. D. Atlolfo Alsios ....
D. Jos Mrmol......
Dr. D. Paslor Obligado. .
Dr. D. Manuel Quintana .
Dr. D. Manuel A. Montes de Oca
D. Flix Frias......
Dr. D. N. Albarellos.....
D. J, M. Cantilo.....
No da II se deu com effeito a batalha, sendo
completamente derrotadas as torgas de S. Juan,
morreado Cobo, que encebegra o movimento
contra \irasoro, 150 individuos, e entre elles
multas pessoas distioclas de S.Juan, e cahindo
pnsiooeiros 400 soldados, inclusive o governador
Aberastain. Diz-se que os vencedores se dirigi-
rn! acto coolinuo cidade de S. Juan, e que pe-
netrando nella, ccmroetleram toda a casta do al-
ternados e horrores. Conta-se entre as viclimas a
mai do Sr. Sarmiento, que, como se sabe de S.
Juan, e tem lomado sempre parte mui activa as
suas cousas.
At esta data nada mais se sabe. Assegura-se
que o governo do Parani tem detalhes mais pro-
lixos de todo o occorrido ; mas que tal o cu-
mulo da horrores perpetrados que por isso nao
Ins tem dado pubiicidade.
O Nacional desta cidade, orgo semi-official do
governo do general Mitre, manifesta ha alguns
das certa tendencia para contera porsar como
Dr. Derqui, que, apezar de aeua anteriores desa-
certos, ainda poder salvar o paiz, lomando a oo-
bre resoiugo.de pr-se frente do partido cons-
titucional. Se de oulro modo proceder, lera que
continuar sempre subordinado vontade capri-
chosa do general Urquiza.
Tendo dito o iVocionol que fem f em que o go-
verno nacional reprovar o comportamento de
sa que, segundo nos e a opinio de todo o
mundo, procedeu conforme as suas instruegos,
contestou com muita razo a Tribuna :
* Iimo'L' dizem- Mas d'onde vero essa f?
F no bera quando fumega o sangue, quan-
do palpita m ainda os cadveres de nossos irmos
em crencas eseolimentos polticos. Mas a f ues-
te caso urna contradiego, urna aberragao do es-
pirito, como o seria duridar de um artfice su-
premo na presenga das obras primas da na-
tureza.
Ser por ventura eflelo do acaso, ou um fei-
to fatal o que se est passando em S Juan, essa
degollago de um povo porque derrbou o seu ti-
rannol
Quem maodou mobilisar as milicias de S.
Luiz, de Mendoza o de La-Rioja, declarando as-
sassinos Aberastain e seus companheiros, como
Qzeram com Gmez e Laspiur, apenas se soube
que Benavidez tinha cahido victima do impacien-
te arrojo dos seus sequazes, que prelenderam
sublrahi-lo jusliga de S. Juan?
Tondo obtido maioria, foram os cinco primei-
ros senhores proclamados representantes pela ci-
dade de Buenos-Ayros.
Quer parecer-nos que estes senhores nao ehe-
garo a entrar no congresso. O partido federal
que alli conta hoje com urna maioria considera-
vel lhes declarar nulla a eleieio por nio ter si-
do feita nos termos da lei nacional. Opportuoa-
mente nos oceaperemos cora este negocio, que
pode vir a ser cansa de um rompimento.
Os Srs. Lamente, Pannero o Conexa, membros
da coramisso nomeada pelo governo nacional
para intervir em S. Joan, e que se separa m della,
dirigirn) ao dito governo urna nota explicando
os motivos por que o fizeram. Das suas expica-
Rio Grande do Sol.
Porto-Alegre, 29 de Janeiro de 1861.
vendo que o seu importante jornal nao tem
nesta capital quem Iho noticie os fados que por
aqu vio occorrando. animo-me offeiecer-lhe
os que tdr colhendo as horas que me restara da
rainhas oceupages. Este trabalho poderla ser
tragado por mao hbil, pois que reconhecoque
nao satisfare cabalmente a larefa qua tomo so-
bre meus hombros ; com ludo cont que os que
ibe rerenr serao ao menos exactos.
Prmcipiarei pois pelo que mais preoecupa to-
da a provincia, certo de que eslas linhas sao es-
cnptss despidas de todo o ioteresse e paixes
polticas, nao receiaodo assim que ellas sejam
colmadas de parciaes ou propensas favorecer
este ou quolle candidato.
Reunem-se hoje os collegios eleitoraes. e bre-
vemente se decidir o grande pleito.
Eos sois deputados que esta provincia toca
dar, tolas as probabilidades esto, quanto ao Io
districto. pelos desembargador Bello e bario de
o/'o-Alegre, e duvidosa quanto ao 3o, que aera
o Dr. Mendonga ou o Dr. Flores.
Alera destes apreseotaram-se o Dr. Barcellos a
Dr, Joaj Das, aquelle sustentado fortemenle pelo
juiz de direuo da 1 vara crime, Dr. Sayo Loba-
to, que hoje est testa do antigo partido da
liga.e este, que, segundo dizem, obter alguna
votos da liga e dos da parcialidade do bario d '
Porto-Alegre.
Opinam uns que o Dr. Barcellos ser eleilo.
visto o grande empenho que para esse lira fazem
o Ur. Sayao e os poucos eleilores de que dispe
ueste cotlegio e no de Cagapava. Mas, quanlo
ralm. sera baldado esse esfffrgo, a menos que o
collegio do Rio Pardo nio Ihe d toda a votacio
como elles apregam, ou o baro e Barcellos
nao fagam liga, como tambem se diz, cora a qual
prejudicarao as candidaturas do desembargador
Bello o Flores.
Pdlo districlo do Rio-Grande aio candidatos o
barao de Mau. Dra. Amaro, Brusque. Cunha e
Pioheiro Machado. Pela eleicao de eleilores j
conhecida, e segundo as uoticias daquelle lado
da provincia, ha todas as probibilidades de que
sejam bem succedidoa os dous primeiros, e o ter-
ceiro ser o Dr. Cunha ou Brusque.
Algumas qu esto es se vao suscitar nos diff ren-
les collegios, e laes sao no de Porlo-Alegre o de-
sempate de dous cidadios que obtiveram igual
numero de votos para eleitor da parochia de
a. Miguel, onde se fez o sorteamento no dia 3 do
correnle mez, dous dias depois de encerrados os
trahalhos da mesa parochial j a de nullida Jes na
eleicao da freguezia das Podras Brancas ; no de
Santo Antonio, por obter votos para eleitor um
cidadao pronunciado em crime de responsabilida-
de como empregado publico.
Quanto s eleigea primarias, deu-se o facto
de o juiz de paz da freguezia de Sani'Anna da
a a convocar a respectiva junta, e deixar
adrede, e supplentes, de comparecerem e presi-
dir aos seus trabalhos : dizem-me que o presi-
denta da provincia. logo que leve coohedmento
do negocio, dou aa providencias seu alcance
aura de que se effectuasse a eleigao de maneira
a estar coocluida atao dia 27.
Em S. Borja o juiz de paz resolveu euspenler
os trabalhos da mesa por causa de cdulas
(que se disse) introduzidas clandestinamente na
urna.
E' provavel tambem que esteja hoie concluida
a eleigao, porque de todos os lados vieram ex-
pressos, que immediatsmente regresssram com
as respostas aos iotereasadoa na eleieio daquella
parochia.
Com a chegada hontem da mala da corte ain-
da rauito ae pretende fazer, pois queem Rio-Par-
do s se esperara a noticia da prxima queda do
ministerio para assim inverter-se a votacio dos
eleilores do collegio. Veremos quaes sio o lo-
grados.
O Dr. Feliz Xavier da Cunha tomou no dia 1.
do correte mez a direceo do jornal Mercantil,
que se poblica nesta cidade, o uestes ltimos mo-
mentos mostra-se propenso fazer opposigio ao
presidente da provincia, arguiado-o de ler toma-
do parla no pleito eloitoral i favor de certos can-
didatos ; o qne realmente urna grave injuslica
ao carcter sisudo e conduela imparcial do Sr.
Anto na administrago da provincia.
Em Jaguario o juiz de paz, receioso de que
rossera perturbados os trabalhos da mesa e alte-
rada a tranquillidado publica, ou mesmo que sa
rdproduzissem as scenaa da cidade da Cachoeira.
requisilou ao commandante da brigada urna
guarda para a igreja. Disso os que perderam a
eleigao primaria querem tirar partido allegando
coaego ou emprego de terror aos votantes, sen-
do esse um dos poolos em que se bssa a nova
redaccio do Mercantil fazer acres srguiges &
admnistragio da provincia, no entretanto qua
semelhantes providencias se adoptaran em ou-
tros pontos, o que nio aio censuradas por ter
sido a votago favoravel i parcialidade que o
aprsenla eandidaio deputago geraL Posso
amanear que, a nio ter a primeira autoridade da
provincia lomado as medidas preventivas que
julgou indispensaveis, nio teriam corrido aa
eleigoes tio plcidamente como correram.
A nossa assembla provincial acha-se convo-
cada extraordinariamente para o dia 4 de margo
futuro ; essa medida foi dictada, como se depre-
hende do acto da sua conrocagao, pela urgenta.
necessidade da decretagao das leis aoouaes, sem
as quaes o presidenta da provincia ae vera era.
senos embarazos.
Neste mez j 4 homicidios se acharo registra-
dos na eatatislica criminal : um soldado do 4 *
batalh&o de infantera, de nome Thomaz Jos
depois de espaocar i um grumete do. vapor Flu^.
minease, na occasiio de ser conduzido preso ao
quartel. ferio gravemente em frente i caaeia
onde se aehava de guarda, ao Portugus Manoel
Antonio da Silva Pacheco pelo simples facto da
Ihe observar san-razio com que hara espan-
cado aquella grumete.
No mesmo dia em qne ae pralicava.aquella,
homicidio, a s mesmas horas, nos suburbios
ges resulta que o governo do Parani nio ospe-fda capital junto i capella do Menjno Dos, o nu-


1 U di Qi
A-----
hamo di tviouman.
or, subdito fraaaaz, los Alberto
* Alberto, evxeiro de l mente cono os demais.
barraca atsatinou co#^t>^r^!f*>J'i$ftrM||i||a>l *
leaao Guilhermc OuiberL. Janeiro
^L^LHiftMHiM ou totio correrla wsgue
de outra I Qu/an,* fcdiscussao do dia 30, vendo a minora
barraca. Na villa da lercnlMda lo *Ve" ue-serie-vencida, em ver de resignarse e usar
dia II do cerrente encontrada degollado em ana dos recursos legaes, alguna dos cheles do partido
cata o cidadao Joan MarH*eT4e^OTMtrrnreoista,e que alus nao eram eleitores, e sim
crime J^igalmente "
ao
B atlriaUidn nleiicAa que anua.
. e *4 tadM de sh negocio. He
m ei
ene de
Manoel
A*4***>
do*Jkp
d* Cosa.jeto
PMtsMAez J^Mjiiin Hibeiro 4 tile*. Anda
leim**nj0 4eve lugar e*to c*0ttol, partien-
do per oulft !<** i. latolrog* inbsiU-
tia tunla ard Kbttta,
O baeharel Amanto Je4 arna Ceelho, que
eslava prese no esiade-aaaior do 5." regimenlo
de cavallaria por haver assassnado seu iroio,
pO Je conseguir na madrugada do d'u 3 do cor-
sete pr-ae ao fresco : provavel que osse vi-
sitar um outro irmo que reside no Estado-
Oriental.
Aqu paro por ora, prometiendo ser miit ex-
tenso na sainha segunda carta.
(Caria particular..
[Jornal do Cominercio, do Rio)
Santa Catharina.
Dssierr, 23 it Janeiro de 1861.
E' hoje conhecido o resultado das eleic.0es pri-
marias de todas as parochias da provincia ; o que
parm nem eu nem alguem pode asseg'irsr
quaes dos quatro candidatos serio os beta succe-
drdes. c quo recebero os diplomas. A maioria
des eleitores do partido Lamego, mas dessa
maioria ha a fazer-se Indispensaveis dedceles
de votos, o que pod muilo naturalmente eonu-
r a tornar-se esta maioria em urna minora, e
gado de polica e da Torca pu
os turbulentos; esta" as seas 1
nem a posi?io raais ou menos elev,
do justifica scus actos menos
moralisadores do principio da anin
[Carta parUc
mi mu m
regl
*e sdo un conflicto summamenle
^^Htaando cidade os votantes do
TCanavarro, acharam o 3o re-
'nolir^'^'co^rei^VedS^^uai^i^o'as
guardas da cada e de palacio, que nesse dia o-
ram reforjadas, couleve a ordem, e no dia.Io
sera mais discussao votou-se, e triuraphou a
maioria, sem alias ser necessario sequer por a*
armas nos hombros dos soldados.
Eis os fados taes quaes se passararo."
Todo o tumulto, pois, foi no dia 30, e foi tal
que ot eleitoces raais tmidos retirararo-se pu-
lando muros e sera chapeos, e alguns houve que
nos seguiutes dias nao queram comparecer.
Na Laguna fez-fe sem novidale a eleijo em
duplcala de collegios. s?udo um de 2 e outro de
15 eleitores, segundo so diz e publicou-se por
e Alvim.
Em vez de urna temos duas duplcalas na elei-
to; urna, que a do ctllegio de Tijucas, com-
posto da parochia deslo norae, da de S. Joo
Baptista do Alto Tijucas, da do Porto-Bell, Ila-
jshy e Itapacoroy oo Pcnha, outra nocol'egio da
Laguna, composlo da parochia da Laguna, Tu-
Bare, Pescara Brava, Imaruhy, Merim e Villa-
Nova.
Como Ihe disse na minha ultima devc-se a du-
plcala em Tijucas, em razno do adiameoto da
eleijao pelo juiz de paz por motivos frivolos,
senda que no dia proprio veio o juiz de paz im-
vnedialo e procedeu regularmente a eleicao veo-
cendo nesla o partido Alvim e Silveira. Oro, no
collegio de Tijucas tem este ultimo partido a
maioria, pois conta 8 votos desta duplcala, 5 de
Ifajahy e 5 de Itapacoroy, onde tambera venceu
e formaram um collegio cora esses eleitores, ao
passo que o outro collegio, embora se forme com
os nove eleitures de Porto-Bello, com os tres do
Alte Tijucas e eOm os 8 da duplcala, lem con-
tra si :
! A nullidade da duplcala dos 8, visto corno
nao se pode contestar a legitimidade da primera
eleicao no dia proprio ;
2. O nao terem anda sido reconhecidos pela
cmara os tres eleitores do Alto Tijucas ;
3." Principalmente ser a cmara municipal da
capital silverista, o que a levar a preferir na du-
plcala o que favorece sua parcialidade, no que
est em seu direito.
J que Ihe fallei no nao reconhecimenlo pela
cmara dos tres eleitores do Alto Tijucas, que
pela nova dislribuigo dos collegios, Gcou no do
Tijucas, devo ser raais claro.
K' para mira fura de duvda a nullidade do col-
legio de S. Miguel de quinze eleitores lameguis-
las, que tem de votar no collegio da capital, e
cujos votos nao podem deixar de ser tomados em
separado. Quando a cmara reconheceu ao fal-
lecido general Jeronymo Francisco Coelho como
leputa lo, e o Sr. Lamego como supplente, an-
huIIoii a eleiQo da parochia de S. Miguel e do
Alto Tijucas, mandando proceder nova eleico,
o que se realisou. Subindo ao ministerio o ge-
neral Coelho, no cumplimento do preceilo cons-
titucional procedeu-se nova eleico, em que
foi reeleito o mesmo senhor. Consta da acta do
collegio desU capital, a que euto estava unido
o de S. Miguel e Alto Tijucas, que os eleitores
Jestas duas parochias nao votaram (na reeleicao)
por nao estarem anda reconhecidos pela cmara.
Ora, com esses eleitores nao reconhecidos que
so formn a assembla parochial us duas paro-
chias, e 6 indubitavel, vista dcsta simples ex-
poaico, a nullidade daquelle collegio.
Na Laguna lera de haver duplcala no colle-
gio, porquanlo tendo a mesa expedido diplomas
*s eleitores silveristas (15), por ler tomado em
separado os votos lameguislas (nao sei porque
rezo) estes fuoccionaram sos, cmquanto que os
15 lameguislas, munidos por diplomas das ceiti-
does das actas, se reuniram com os demais 29
das oulras parochias.
Muias irregularidades, nullidades mesmo ap-
parecem as eleices primarias, as quaes mais
tarde e opportunamcnti se moslraro. Algumas,
porin, sao lo frisantes claras e por si mesmo
provadas, que posso j menciona-las.
Na enseada do Brilo (5 eleitores) a assembla
parochial foi presidida pelo juiz de paz mais vo-
tado, verdade, mas que um negociante desta
praca, onde mora ha cerca de dous annos, onde
eet qualieado votante e jurado, onde tem loja
de fazendas ou leve ; o que mais, assegura-se-
sne que foi eleito eleilor daquella parochia. A
tudo islo responden) as ultimas decisees do Sr.
ministru do imperio, assim como do que se se-
gu.
1a parochia de S. Jos (17 eleitores) a mesa
parochial foi organisada com assistencia e vola-
cao de um eleitor e um supplente, que mudaram
de parochia, e que esto nesta capital como em-
pegados pblicos, um na secretaria da presiden-
cia, outro como militar addido no batalhao do
deposito. J v Vme. que nao simples ausen-
cia, mas mudanca de parochia, salvo se quizer
se dar como legitimo domicilio outro que nao
aquelle onde se empregado publico. Nesta pa-
rochia flzeram mais : nomeaudo os eleitores os
dous primeiros roembros da assembla, portou-
se por f, e consta da acta, quo um delles nao
celando na tere/a// os raesmos eleitores vota-
ram em um lerceiro cidado para o substituir I
Se, como pens irapareiaimente, a priraeira
condieao da liberdade da eleico o preenchi-
ment das formulas com que o legislador cercou
o processo eleiloral. e as garantas da regulari-
dade da organisajao da assembla parochial,
estas duas ultimas eleices sao claramente
nullas.
Eis o que por emquanto Ihe posso dizer sobre
eleiges ; estas e muias oulras questoes tero de
ser resolvidas pela cmara, e^alvez nao seja pre-
cipitado era asseverar que a cmara julga-las-ha
nullas.
Fode-se aind, como no comeqo da lula, per-
guntar : Quem sero os deputados por Santa Ca-
iharina ?
A maioria dos eleitores lameguista, mas nao
quer isto dizer por emquanto que os deputados
seao Luz e Lamego.
O partido do Sr. Lamego talvez hoje te arre-
penda nao ter com mais empenho disputado no
collegio da capital a eleico municipal.
Os colonos vindos ltimamente no Imperador
em numero de 63 seguiram para Itajahy, ond^
as foi lavar a canhoneira Araguary.
[Carla particular.)
aqu.
Do mesmo modo se Tez a eleico era S. Sebas-
tiap, sendo um collegio ccmposlo de 18 e outro
de 20 eleitores.
Em S. Jos fez-se a eleicao sem duplcala e re-
gularmente.
Junio Ihe remelto um pequeo mappa do re-
sultado da eleijo secundaria, nao sendo inda
conhecido o resultado da eleigo em Lages e S.
Francisco, e que tem de decidir a quera sero da-
dos os diplomas, contadas as duplicatas silv.eriatas,
visto como desta parcialidade a cmara da ca-
pital que os tem de apurar.
O Mercantil anligo Cruzeiro, rorapeu de
novo contra a administrac,o do Dr, Brusque, e
explica essa suspensa da opposigo de urna raa-
neira inacreditavel, isto que o presidente Ihe
pedio urna tregua, por otermedio do Sr. Joo
Pinto da Luz* at ao Um das eleieg. A lal res-
peito sei que, fazendo Vine, justica qualquer
presidente, quanto mais ao Dr. Brusque, exigir
como eu a prora de S. Thora.
A presidencia intenta a realsaco de urna,
colonia que tenho esperanza do feliz xito. Cons-
ta-me que j ha par3 coraeco da empreza ura nu-
mero superior a trinta familias. E' um raeio pro-
veiloso de dar trras a pobreza, que por ahi an-
da de bracos cruzados; pens, pnrm, que com
diffjculdade se aproveilaro para essa colonia os
homons de betra-mar, a quem a facilidade de
alimentado pela pesca torna presurosos e inca-
pozes do outros servicos.
Por hoje nija mais.
Resultado da eleicao secundaria nos diversos col-
legios eleiloraes'
Collegios N de Dupli- Lame-Luz. Silvel- Aivim
eieitor. eleitores. cala. go. ra.
Capital. 61 (') 11 11 3 31
S. Jos 35 35 31 t 0
S. Sebasl. 30 1 20 20 !3 18
Laguna. 43 1 4* 42 15 14
^r i - .
108 107 68 66
[Ca ra particular.)
S. PAULO
S. Paulo, 95 de jaueirode 1861.
Os partidos arngimentam-se cada vez mais e
preparam-se para urna !uta corpo a rorpo, do dia
30 dte raez ; e, por isso, as chapas de ambos os
partido j audam de mo em roo, de bocea em
bocea, e ludo parece preduer que ser duvidosoe
friumpho para o lado da opposico
A chapa do partido liberal a seguiole :
Primeirodistricto; -
Dr. Carro, Dr. Jos Bonifacio, Dr. Paula
Souza.
Segundo districto.
Dr. Joio C. Suares, Dr. Uaitim Francisco, Dr.
Marconde?.
Terceiro districto.
Dr. Ribas, Dr. Ramalho, Dr. Gavjo.
Cumpre observar-se que houve a doclaracaoiio
Dr. Joo Cryspiano do 3o distrito para o 2o, e is-
'. PA1
a coarmJM chantaos
loa.MM-rsanveoc
merox^aAaiprafk Ja>BlsVndlllaiaB> do
lami
pal*M RiUMdofM d* sksM00t, iKonse
do-a yie ajte conjeptitM oj Ul, ., el
guieos, coas natuMl, tMM um Je a
e dfsofdeo, Me obtigtm o preaidta do
g> awfaasW os TmbaHu e ir nicndtr-ae.
c0^preWtafa, la-Ai o fllkgio, #> 0 0s q00a**ct0i0c
f>i0S*nte. apszar ft0j|ntSt enor 0jita#0.irM to40 M f.rroluhid
nimos eom a pretsuoa do Dr. chele dejjjaa. *
cujas maneiras delicadas muilo conteguira, an-
tendeu aais prudente, disem que aconssfhedo
pelo presidente, adurjiara^a dia 31 .os trabalhia
do collegio, requisitado os tneios garanlidores do
ordem e liberdade da eleico.
Esta suspenso, porm, nao produzlo o efleito
desejado porque nem per Ul ficuram os nimos
calmos e uera a minora do collegio pareceu ter
refjectido na sua posigo irregular e ousaJa, mes-
mo de querer impor maioria.
Na noite de 30 dizia-se que no oo dia 31 ha-
veri* a reprodueco da mesma scena, que a mi-
noria seria tenaz no seu proposito de impor que
os eleitores de S. Miguel volassem cotijnnctaraen-
te com os outros, embora fosse presente o chele
de polica e forc,a.
Assim, porm, nao succedeu porque nao hou-
ve mais do que muita discussao calorosa c pro-
telatori*. que consumi lodo esse dia, Picando
por deliberado do collegio anda adiados os tra-
balhos para o dia Io do corrate, deliberarao es-
ta filha do medo ou da prudencia, o que nao pos-
so aquilatar.
Jar.
1
Ira obNr-s u
porque eedoua pela maneira
2de fevererro.
A minora do collegio eleitoral da capital.com
posta dos eleitores do partido dos Srt Lamego e
Luz, ia sendo causa de perdor esta trra os foros
de pacifica e ordeira.
Reuoido no dia 29 do passado'o collegio, pro-
cedeu-se com toda a calma e regularidade elei-
gio dos mer bros da mesa e da commisso quo
deveris exat oar es dislomas destes
No dia 30 a maioria da mesa apresenlou seu pa-
recer, concluindo pela legitimidade dos eleitores,
ecxepcio dos da parochia de S. Miguel, em nu-
mero de 15, cujos rotos entenda o parecer que
deviam tooisr-se em separado em mi de ter
sido a respectiva mesa da assembla parochial
organisada por eleitores e supplentes aiuda nao
reconhecidos pela cmara dos deputados. Para
Sem olha para cousas eleitorses sem paiio e
m estar tocado do espirito de partido' parece
que bem fundada era semelhante conclusao, e em
teuo. Por seu.turno requeren a mlBOri que tm-
bela em separado se tomassem os rotos dos elei-
tptes'da capitel, em ninteo de 15, visto como
Sana contra a sua eleicao m protesto por nao
stares) as cdulas fechadas com obra ou lacre
dos quatro lado, etc., ele. Posta a questio oestes
ajenaos, ao collegio cumprta decidir por sua maio-j
lia, porm intelfamente qeasifoi reiolrid a soc-
eos e mesmo pelo tangue. Velo menos houre'
eleilor qu em pleno collegio dist: eu os
4*ltore de S. Miguel Barira de Tetar con]ucU
o j no.dia 20, porque a.chapa dos conawr vado res
Ocou consolidada pela unio de lodos, passaodo,
como j Ihe ditse, o Ur. Barbosa da Cunha do
z para o 3o pot conveniencias domes!
(ido.
A outra chapa rompoe se dos Srs.:
Primeiro districto.
Dr. Rodrigo da Silva, commenlador Rosa, Dr.
Pacheco.
Seguado districto.
RarSo de Bella Vista, Dr. Lopes Chaves, Dr.
Taques de Almeida.
Terceiro districto.
Dr. Nebias, Dr. Costa Pinto, Dr. Barbos da
Cunha.
Neste districto teem os conserradores grande
maioria.
A chapa do 1* districto ficou assim drgani-
sado por alguns candidatos enlenderem que de-
viam desistir de s uas pretencoes. O Sr. Dr.
QueirozTelles, por exemplo, que tinha poderosos
elementos, foi o primeiro a dar aos seus amigos o
seu lugar, desistiado de sua apresenta^So.
Um outro candidato, o S. Dr. Mendes de Al-
meida, que pelos seus valiosos erricos eympa-
thias liuha direito a ser contemplado em chapa,
que sem accordo seu nao podia ser excluido, foi
o primeiro a declarar em reuuio que retirava-se
aura de que o nome do Sr. Dr. Pacheco nao ti-
vesse correles.
Depois da composicio da chapa alguns desgos-
losos reuniram-se, o concordaran entj*uerrea-la,
e todas as tardes publicam avulsos contra oExm.
baro de Iguap e Dr. Rodrigo Suva, ignorando-
te os motivos desle proceaimento.
No Jornal do Commercto de 21'esto nma pu-
blicacve a pedido, que desvirta os tactos da
eleicao primaria, mandandando se para ttle
taes artigos para prpduziram logo e logo m im-
presso? *
Nao quero discutiros factosdeNazamUvlingy
das Cruzes.'Sarocaba, Soccorro, etc., porque os
polticos se iscumbiro dessa larcta. em lempo
opporluno.
E' bom nao prevenir ju'uos, especialmente em
assumplos que dependera de soluces de direito
Mas desde j posso aUlrmar que falso tudo o qua
nosa publicagao so allribue ao Sr. conselbeito
Antonio Jos Henriques.Dr. Mendes do Almeida e
outros-
Em Mogy das Cruzes por exemplo, a cxaltaco
chegou so ponto de se dar vivas e morras dentro
da propria matriz, antes daergani&acoda mesa ;
e o proprio autor da publicarn a pedido nao con-
testa isso, antes affirma, pondo taes vivas na
bocea de um sacerdote, o padre. Maroede Jos
Gomes da Silva, pxofegsor de esludas secundarios
oa faculdade de direito, em companhia de um
lente da mesma faculdade, e de dous ildante!
Parece que se arrepeuderam, porque diz-seho-
je quo esses vivas foram dadee fca da igreja 1
E' -bom que astil precedan), patena nioguem
eve auslenlar a iegalidade do actos desses. Ao
to e besa difficil neeti]
l0 da (tai eleitor ndv
partidos organisaram suas chapas e'a idea ge ra
fj a dfi ceitax lilei ras.
Teem causado verdatfelra sorpresa nesta
aplalascorrespondencias do Correio Mercantil,
porque ou narrao iuflelraeuio os tactos ou os
mventam para ter o autor deltas urna base para
aecusar o 9r. ceoselheire Henrtiucs 1 De sorte
que o publico que le aquello jornal ha do estar
fazeedo urna idea muilo diversa da que devra
axer do verdadero estado de cousis uesla pro-
vincia. Se S. Paulo foSse urna protincia lon-
ginqua, seria compre lensvel a tctica, porque
lardia serla a contestacao e a op'miio permane-
cera myticada por longo lempo; roas, sepdo
lao prxima, admira a lodos a coragem do fa-
bricante de Unta* falgidades.
No Corri Mercantil da 28 de prximo pas-
sado mez o correspondente aecuaa o Sr. conse-
iheiro llenriques de estar reagindo as setncaras
na provincia, porque, uo obstante nomeages
que fez no sentido conservador tres das depois
de sua entrada a adminislrafio, vai expedindo
continuamente demissdos as auUridades liberaos,
o nomea*udu conservadores dos mais exagera-
dos. Urna propotico que eovolve objecto lo
serio, o corresponde:ile do JUercandi prora coro
as demiasoes dos subdelegados de S. Jos do
Parahyba, do Mogy das Cruzes, e de Nazareth,
e nouieac.de* de subdelegado para Ubatuba. ede
delegado e subdolc^ado pace, Soxocaba 1 Isto por
si so bast para convencer da faUidadede seuie-
lh.4nleproaog.icao.
A provipcia de S. Paulo tem -G delegncias e
116 subJelegacias. De delgados o Sr. Heuri-
ques apenas demUtio o de Sorocaba a pedido, e
ppr conveniencia de eervico publico os de Mo-
gy da Cruzes.e Guaralinguet. Duas demisses
por conveniencia do servico publico d'enlre 46
delegados de polica, eis Hit apregoada reac-
gao. So espirito reactor houveste, e cora lie
esse interesse eleitoral quo o correspondente do
Mercantil presume, nao exisiiriam anda vaga,
aa deUgacias de S. Roqee, Faxoa, Araraquaras
e Batataes.
Ouanto as nomeagoas feitas poucos das depois
de sua entrada na adraioistragao, tivesam ellas
lugar paw as delegacas vagas da capital, rira-
pora, Santos, Aras, Quelua, e Silveiras.
0 delegado nomeado para Saot.s nao lem po-
liica, e s no principio do corrate mez ( 7 ou
8), j depois da eleicao, que enlrou em exer-
cicio. O de Pirapor* literal. Os de Queluz c
Silveiras sao os respectivo* juizes municipaes,
que os liberaes dessa* locahdados amito elo-
giara, tendo applaudido suas uomeaces. Oda
Aias l.mto nao suspeito que antes tinha sido
proposto pelo Dr. Jos Tavares Rastos quan-
do chefe de polica interino e que liberal, e o
da capital servio nella com proveilo da justica
por longo lempo como promotor publico.
Quanto aos subdelegados, deolre 116 foram
apenas demiitidos 8, um a pedido (o de Campo
Largo de Sorocaba) e 7 por conveoieucia do
servico publico, e isto prova a lealdade com que
o correspondente do Comi Mercantil transrail-
te noticias : s um partidista exagerad i chama-
r a isto reac(o. Hi aioda 13 subJelegacias
vagas, e o Sr. llenriques reactar.
Convem notar que para S. Jos do Parahyba
nao houve demisso alguma, oslando vago o
lugar de subdelegado, o Sr. Henriques nao fez
mais do que prov-lo. O delegado dessa loca-
lidade liberal, eal hoje est, conservado.
Convem notar tambem que o ex-delegado de
Mogy das Cruzes foi demiltido em conseqnencia
de represcniaces que o Sr. Ueoriques eucon
Irou na secretaria do governo contra esse func-
cionario por sua indebita intervengo na pissada
eleijo municipal.
O cartuchame, de cuja dislribuigo ao corpo
municipal permaneole se faz carga so Sr. Hen-
riques, foi requisitado pelocommandantedo res-
pectivo corpo, e seu fornecimenlo j approvado
pelo mintstciorda guerra.
E'tal o amor que consagra verdade o cor-
respondente do Mercaut, que chega a assegurar
a nomeagao do Dr. Jos Elias Pacheco JordSo
para delegado de S. /oo do Rio Claro, quando
ness localidade nao houve alleraco alguma da
polica, e o delegado o actual juiz municipal,
cuohado do tallecido Dr. Gabriel Jos Rodrigues
dos Santos.
A censura di viada do Dr. Nebias a capital, de
ordem da presidencia, com effeito eogracada.
Se elle o juiz de direitd de urna das comarcas
da provincia, o Sr, llenriques Ihe deve conservar
e manler a deferencia e attriDuic.es inherentes
ao seu cargo, e est na obrigajo de entender-se
com elle e de ouvi-lo como melhor Ihe parecer a
respeito da adminislragao da justica, porque a
lei nao o torna suspeito por ser candidato, e isto
mesmo por circulo difieren!".
Lembrando-se da suspenso do Dr. Nebias, c
para notar que o correspondente se nao lembras-
se tambem da suspeic,o do Sr. Carro, que exer-
cou at dezembro o lugar de juiz de paz da paro-
chia da S, e todo o muado asee, den nao sahia
lia nal/,!.
mj|1fo e em linha para lhes impedir a
, a que oSr. general Solidonio, comman-
t. flzen
lara ir e
^W 8 reg
1100 41 o pode ter o minimo fi
r.-000el Victorino, che* o J* "r0-
no filho demuile boa asa*
i antecedentes, e nao ha 10-
ieite. 00 poltica Paateta para o fazer dar lio 0*0*0-
oeolaa- tato exemplo 00 iosubordinacao iaattsciplin*.
Cltro,
prorincia de S.
de S. Joio do
Paulo.
Foram perdoadas:
A Jos de Souza Brand&o, o resto da pena de
sete annos e nove mezes de prisao com trabalha,\
1up *t cumprindo na penitenciaria dascorte;
31 Ma&'ofV H ftos e olio'a^las^is.etatt ^1*^2 fc M
0MH0 que esti 1 apiisla 0* mwaapTjHi*
ci0ri;
A atooel de Ajaier Fogwdat, o roa** distM
d*al*ae annos, caW00*eze*0 tres dia* de prieto
coa trabalho, qu***i cumprindo na aesma p-
A1 mesmo,
no
> Aisarete, chaaeaellea alt
bno0 com que,muilo moco ai
manee vo.jua d p*z entendeu que isso nao eu
perJDiUido piaticar-se, tuto mau qua oto era
gentada (odadaparochis,id*,S*\w *Pwepp*jtq
para exalteres nimos ob e preUato de garan-
tir b vol! Jttjvift* d. L dUd*lei da Ift
de gesto de 18v, requiailai o anailio dedele-
de palacio.
Deste jaez sao as accusacOes que o correspon-
dente do Mercantil faz ao Sf. Henriques no nu-
mero 13 e em outros, de que mais detallada-
mente me oceuparei; cumprindo per desde j
em relevo que, ao passo que a Imprensa Paulisla
apenas se oceupa do eslampar injurias e calum-
nias ao presidente da provincia, os correspon-
dentes do Diario e do Mercantil levara ao couhe-
clraenlo do publico fluminense fados que aqu
se ignorara e que o mesmo correspondente na
depredarn da Imprenta Paulisla se nao oceu-
pou aioda.
(Caria particular.)
Ufo de Janeiro,
-7 de Janeiro dt 1*361.
' Pelo vapor Apa, entrado hontem dos portos do
suL temos datas de Porlo-Alagre at 15, do Rio-
Grande at 22, e de Santa Catharina at 24 do
correrte.
O resultado das eleiges primarias nos diffe-
rentes collegios do Io disinti eleitoral deo,ue
havia noticia na capital da provincia do Rio-Gran-
de, era, segundo os jornaes que temos & vista, o
seguinle :
Na Calhedral, S. Leopoldo, Conceico de Ar-
royo, Triumpho, S. Jeronymo e S. Jos do Patro-
cinio, vencer* a chapa denominad*, liberal; na
Encruzilhada a do Sr. mtjor Lopes; em Taqua-
ry, SanU Amaro, Qamaquam e Dores, a do Sr.
desetnbatgador Bello ; na Cachoeira e S. 8ep, a
do Sr. Porttnho ; em Cacapava e Larris, a do Sr.
Dr. Barcellos ; em S. Frasaisco de Paula, a do
Sr. coronel Ourives; em Sania Hara a do Sr. co-
ronel Valeoca ; ao Ric-Prdo, a do Sr. brigadei-
ro Andrade Neves; eca Torres, a do Sr. teueote-
coronel Theodoro.
A eleicao de Santo Antonio foi mixta; parte
des eleitores pertencem i bepa liberal, e parle i
do Sr. Dr. Barcellos. Em Santa Anns do Boa-
Vista, termo de Cacepan, nio houve eleico no
dia competente, porque todos os juizes de paz
recsanos tornar a presidencia da mesa.
A oslas noticias eleilorae accreecenta o Cor-
reio de 13 as seguint js :
* Tivemos urna carta cerrente.
Nao se tinha concluido a apuracao ; porm e
triumpho do* amigos do Sr..geaerel Propicio pa-'
recia j ineootrasliive', entrando todava um elei-
tor do partas* caetrt 1 k).
A eleicao tipba corrido mana e paeiQc*-
m*oh, apeaar de haverem raeitas queixas conlra
o proceder da ate.*.
Bag* kX .Pe0rtaua*tfl, per conducto
autorisado, tesen lennifiad* cm pe es eleices
prxedeu n'um levante do antfgo S*%atalhio de
cacadiea; o ns h. ^fl ssrnfTiciil superior pro
?ecto que desmanche hoje os mritos da sua prl-
meica mocdade.
Por outra parte, aconjecirnento lo grave
nao poda deixar de dtr immenso brado ; e pare-
ce difficil que os que escrevem-nos de S. Gabriel,
no dia 6, nio nos fallem de lal, quaaio a distan-
Oia pouco mait de 30 leguas, e os successos, a
terera existido, tintura j oito dias do data.
_ Na presidencia e no quartel-general tambem
aao ha noticia alguma de que tal se dsse, ha-
vendo cartas do Sr. comaiaalanle da* armas, es-
cripias osa B*g no dia 3 do crranle, aera fue-
rero roencao alguma das supramencionadas oc-
currencias. Eutretanto, era negocio de proprio*
coro urgenoia, e para um proprio a distancia de
Bag ao Algrete, nao, reclama mais de dona dias
de viager.
Tudo islo e as variantes com que corre esse
boato nos fa crer que nada do que e diz por ah
exacto, e que convem esperar anda uns dias pa-
ra saber ao certo o que por l houvesse.
Le-se 00 mesmo jornal coa data de 10.
O Guarany levo ante-hontem para o Rio-
Pardo e Cachoeira os Srs Hilario Pereixa Fortes e
Felisberto d Carvalho Ourique, lo deploravel-
menie celebres pelo processo a que dau oiigem
a desastrosa morle do benemrito Fontoura.
O vapor chegava ao Rio-Pardo hontem,
quando a Rio-Pardense largava, e nm gropo de
mais de vinlc cavalleiros armados acodiam
praia para recebe-los. Era a escolla .
viudo buscar da Cachoeira, e que tanto barulho e
o oslentacao faziam com as suas espadas, que, se-
fundo dos consta, tinham dado lugar a que a de-
gacia policial do Rio-Pardo lomas se providen-
cias para impedir essa flagrante violaco das leis
que prohibem o uso de armas sem lleenca.
Os jornaes do Rio-Grande, dando noticia das
eleices do t districto, dizem que na Cruz-Alta,
Palmeira e S. Martinho vencja a chapa do Sr.
coronel Mello, e em Itaquy, Passo-Pundo e S.
Angelo ido Sr. Dr. Pinheiro.
O Diario aecresrenta :
< Em Bag perdeo a eleico o Sr. bario de
Serro-Alegre por 12 votos e nao por60, como an-
nuoeiaram ; faz porm S. Exc. os nove eleitores
de D. Pedrito.
Como sabem os leilores,venceu em Piralhi-
ny a chapa do Sr. commendador Freitas ; e ago-
ra sabemos que nasCacimbinhas e Canguss ga-
nharam os amigos do Sr. coronel Lucas de Lima,
que tambem esposara a candidatura dosdistinctos
bra8ileiros Brusque e Pinheiro Machado;
Naufragou na costa do Albardo, no lugar de-
nominado Invernada. 40 leguas ao sul da barra
d Rio-Grande, a barca ingleza Wi/iiam-PeiJe,
de *79 toneladas, capito Joseph Losn, que leva-
va urna carga importante de fazendas de Inglater-
ra para Buenos-Ayres, salvaodo-se a tripolaco e
passageiros em unt ponto da praia distante 15 le-
gutsda casa mais prxima.
A noticia foi levada ao Rio-Grande pelo capi-
to e dous paseageiros que ali chegararo no dia
12 aps dous dias de penosa jornada, sem rumo,
pela costa, tendo soffride as mais duras priva-
rles.
O Sr. Verecker, cnsul de S. M. Brltannica,
acolheu com toda a caridade os seus tres compa-
triotas, e no dia 17 seguio no vapor de reboque
Protecco para a Invernada, onde constara te-
rem j chegado o Sr. Dr. Canarim, juiz do com-
mercio da 2o vara e delegado de polica, e oSr.
guarda-mr da alfandega, que tinham partido do
Rio-Grande no dia 12.
A 19 regressoii o Protecco. sem ter podido
aproximar-so do navio naufragado em razo do
, multo mar que havia.
Era, entretanto, opinio do Sr. Verecker que
se poderiam prestar bons servidos ao Willam
Ptile, era um ou dous dias bonaegosos, por ha-
vor fundo suflicienle para chegar-se muito perlo
desta
O Sr. Tarread, proprietrio do Proleccio, que
flier* graluiUraeote a viagera quelle ponto,
contara tambera poder ali voltar breve e atracar
ae navio perdido..
Ate eolio nao havia dado i praia nenhuma
parte do carregamento.
Ne Commarcial do O do corrate le-a* o se-
guate :
Contou-nas o capito do brigue Sympatkia,
qoe vindo em vlegera para este porto, ao dia 8 do
corrente, encontrara aa latitud pouco mais ou
menos de 38 33" lal. sul ura gr. a San-
ta Marta um cesto de gavea e ora pedaeo de
calesa de raaslro e varios outros pedamos de ma-
deiras novas, e isto seria pelas 4 horas da tarde ;
e que s 6 vira boiaodo um oavio raso de mas-
traafjle.
O brigue Sympathia vinha tocado de L. S-
forte, por isso nao pode aproximar- se para me-
Igor examinar o casco.
Nao tendo o seu livro de derrota mo, 0-
cou de nos dar mais exactas informles a res-
peito.
Aa. noticias de Santa Calhariaa constam da car-
ta que dei&mos lranscripte.
natMtana;
A Miguel da Luc,
efU* de S. Paulo,
I* para cumprir
oraeU>t(, Funtspo detalles Torres
Bornea.............
^^olo^ofSm'
iquim de Lima
e Silva
59
5T
44
17

Luc, saldad* te costado gaml-
0 rosto do lea que Un
pora cumprir a peo* de 12 asme* de prista
rota trabalho a que fei condemnado pelo jury do
termo ile Sor acaba;
AJos Fldelis de Azevedo Gomes, a pena de 2
mezes de prisao c mulla correspondente a meta-
de do lempo, imposta pelo juiz municipal da ci-
dade de Campos, na provincia do Ro de Ja-
neiro.
Obtevc aere do titulo do coaselbo o Sr. de-
serobargador Francisco de Paula de Negrelros
Sayo Lobato.
Foram norneados:
Ofcial da imperial ordem da Rosa, o Sr. Jos
Baptista da Silva Bueno, inspector da alfandega
de Santos;
Cavalleiros da mesma ordem, os Srs.: Hercu-
lano Eugenio de Sampaio, inspector da alfandega
de Uruguayana ; Joio Severiano Ribeiro, inspec-
tor da thesouraria do Cear ; Raymundo Joaquim
Cantaohedi, inspector da alfandega do Maranho;
e Antonio Jos Gomes Porl'A legre, iuspectorda
de Port'Alegre;
Cavalleiros da ordem de Chr'sto, os Srs.: Vi-
cente de Mello Wanderley Xavier Pinheiro, ins-
pector da thesouraria de Minas ; Umbelino Que-
des de Mello, inspector da das Alagoas ; Aodr
Cursino Benjamn, inspector da da Parahiba; e
Miguel Cordeiro da Silva Torrea e Alvim, conta-
dor da caixa de araortizasao.
Foi concedida a exonoraco que pedio o Sr. Dr.
Liiiz Joaquim de Olivcira e Oastro do cargo de
Era a escolla que tinha-os < ofQcial da repartirlo geral das trras publicas.
Penso.Foi concedida a de 3009 annuaes a
D. Josepha Cruz e Silva de Andrade, viuva do
tenente-corooel Joaquim Jos de Andrade Vas-
concellos.
30
Tiveram hontem lugar, no paco da Illa*, c-
mara municipal, os traballies prepratenos do
collegio da corta para a eleicao de tres deputa-
dos assembla geral.
A mesa provisoria foi presidida pelo Sr. An-
tonio Joaquim Xavier de Mello, juiz de paz mais
voltdp da fvegoezia de Saot'Auaa, e serviram de
secretarios e escrutadores os Srs. eleitores Leo-
poldo de Azeredo Couliobo, Jos Gomes Car-
neiro, Dr. Jos Maris da Trindade e Jos Joa-
quim da Rocha.
Recebidas 302.cdulas para secretarios e es-
crutadores da mesa definitiva, foram elailos se-
cretarios os Srs, Dr. Francisco de Menezes Dias
da Cruz e Francisco Ribeiro da Silva Queiroc. o
primeiro com 232 votos c o segundo cora 231 ;
escrutadores, os Srs Francisco Jos Cardo.-o Fi-
lho coro 67 votos, o Joio Carlos da Oliveirs
Maia com 63.
Correndo o escrutinio pan presidente, reco-
Iheram-se 301 cdulas, sahindo eleito 6 Sr. vis-
conde de Ypauema com 232 volos, seguiodo-se
o Sr. hispo conde cape lo-mor com 64.
A commisso de poderes cou compostados
Srs, Drs. Jos Caelaoo dos Santos, Joio Ricardo
Norherlo Ferreira e Luiz Gaudie Ley.
Hoje conlinuatio es trabalhos na forma da
lei de 19 de agoslo de 1846, teri lugar a elet-
(So.
A meso de collegio de Nitherohy compe-se
do Srs.; bario de S. Goncalo, presidente ; Au-
gusto Francisco Caldas e Francisco Crrela de
Castro, secretarios; Carlos Beruardioo de Moura
e Joao Carlos Pereira do Lago, escrutadores.
- 31
Reunidos hontem no paco da Illm. cmara
municipal os eleitores do Io districto (curte),
eumpridas as prescripcoes ds lei de 19 de agos-
to de 1846, tomaram coohecimenlo de urna re-
presentado do commendador Alexandr* Airea
Gomes Barroso o outros allegando nullidade de
eleicao do curato de Santa Cruz, e resolerim
que fossem lomados em separado os volos dos
eleitores do mesmo curato.
Carreado eolio o escrutinio para a eleico dr
tres depntados, recolhram-se 315 cdulas, cuja
apuracao deu o seguinle resultado :
Os Srs. Volos.
1. Dr. F. Octavian o de Almeida Rosa .. 247
2. Theopb.ilo Benedicto Oltooi...... 236
3. Dr. Joaquim do Saldanha Marinho .. 231
Foram iuunediatos em votos os Srs. :
Dr Isidro Borges Monteico...... 114
Ceoselheire J. M. da Silva Paranhos 58
Dasembargadoc.Luiz Fortunato de Brito 54
-V. .tost* votos comprehendem-se os dos
Per carta imperial de 10 do cofreot* foi agra-
ciado coro a commenda da ordem de Christo o
Sr. Joo Rodrigues Barbosa, da proviocia de S.
Pedro do Sul.
Oeste numero fallou um lulpr do partido
siveirista e para o complementoios 60 devem-
l;seconl*rl5guo.aosSra.LUz eUme^o oram deleiam.se;feJto.4*,tWi{5L
1 lamaos pj/eparedo, tambem espalham outros
no da 13 do correnl, com quanto eos ambos es
lugares houvesse .malla irriaco e aaedamenlo
no* nimos.
O Sr. general cnmaadaate das armas, jja-
banio em Alearaa d*Ma dteposigi d* esriri-
tos, Uaba dsixado o Algrele apreasadamedie. pa-
ra assTir, como de lado assislio, is eleices em
Bag.
Do Algrete afiaiicam-n* barareo noticias
M <* ae*t~a
29
Foram concedidas as honras deconego da s
metropolitana ao vigavio da freguezia de N. S. da
Victoria da cidade da Baha, padre Jos Flix Pe-
reira de Aranjo.
Foi reformado ao posto de coronel, com as
honras de commaudante superior da guarda na-
cional do municipio do Valonea aa provincia do
Piauhy, o coronel Prancisco Jos de Araujo
Costa.
O baeharel Eduardo da Silva Rabello, juiz de
orphos do termo da Cacheira na provincia da
Bahia;
O coronel diefe de eslado-maior docommando
superior da guarda nacional do municipio de Va-
lenga,' da provincia do Planhv, Antonio Leoncio
Pereira Ferraz, pora eommandaote superior da
mesma guarda;
O tenenie-coronel chefe do esttdo-maior do
commando superior da guarda nacional de Jeru-
menha, na provincia do Piauhy, Basilio Francisco
da Rocha, para coronel commanJante superior da
mesma guarda;
O ltnenie-coronel chefe docstado-maordo cora-
mando seperier da guarda nacional do Penedo,
na proviser das Alagoas, Manoel Antonio Fer-
nandes Pinheiro, .par* coronel eommandaote su-
perior da mesma guarda ;
O tenente-coronel Benedicto Jos Ferreira de
Carvalho, para coronel com mandante superior da
gvarda nacional dos municipios de Jaic e S. Ray-
mundo Nonato, na provincia do Piauhy ;
O tenenle-eoron! ajudante de ordeos do com-
mando superior da guarda naciooal dos munici-
pios Vassouras e Iguass, da provincia do Rio
da Janeiro, Antonio Correa e Catiro, para coro-
nel eommandaote superior da meema guarda ;
O mejor ajodante de ordena do commaado su-
perior da guardo nocional do municipio de Va-
lenca, da provincia do Piauhy, Gabriel de Araujo
Costa, para tenente-coronel chefo do estado-maior
da mesma guarda ;
Jos Prudente da Silva, para tenente-coronel
commaodantedo 9* corpo de cavallsria da guar-
da nacional do municipio de S. Joo do Principe,
na provincia do Rio de Janeiro ;
Tiveram pissagem:
O capito Joio Jos Etone de Almeida, do 6*
bslalhO de infcnlaria da guarda nacional da tr-
ie per* o 3o do reserva, como iggregado, ne mea-
m*-edito;
O aJferes seeiet.no do 44 batalhlo da metm*
Karda, Jofio Jos Ribelrp Silva, para o referido
tolhio de reserva, como aggregado, no mesmo
po*t*.
TTveraa merce:
Jo*0 Ceutioho Pereira de Velaseo Jcnior. ta
sarventia ^iMieiadcd offlcios d* lAetKio e'ao-
ne** da tense de Ilafmiky, aa provinci do Rio
d* Jaaala;
loa* JSavtor Leite, d* serventa vHahe^a do ef-j
ci 1 tabellio e escriro de orphos do termo
eleitores de Santa-Cruz, 2 dos quaes votaram na
Sr. Dr. Octaviano, 4 no (Sr. Olloni, 4 no Sr.
Dr. Saldanha Mariano, e 2 no Sr. D. Isidro.
3. districto.
Collegio do Nilheroby (88 eleitores). Receb-
rara-so 85 cdulas, e obveram votos os se-
nhoret:
1 Dr. Jeronymo Jos Telxeira Jnior ..
2. Dr. Martn ho Al ves da Silva Campos ..
3. Dr. Joo Manoel Pereira da Silva ..
Conselheiro Francisco de Paula de No-
gceiios Sayo Lobato.........
Coronel Carneiro de Campos.....
(Seguem-se outros seriores membros
dos.)
Collegio da Estrella ( 46 eleitores.) Os
Srs.:
1. Dr. Pereira da Silva ........
2 Ur. Teixeira Jnior..........
3. Coiisclbeiro Sayio Lobato ......
Dr. Marinho Campos..........
Coronel Carneiro de Campos......
Collegio de Marica ( 30 eleitores).
Srs, :
1. Dr. Pereira da Silva ........
2. Ur, Teixeira Jnior..........
2. Conselheiro Sayio Lobato.....^
Collegio de Mag (62 eleitores). Os Srs.:
1. Dr. Teixeira Jnior.......... 57
2. Dr. Martinho Campos.......... 46
3. Conselheiro Savia- Lobato........ 45
Dr. Perewa da Silva.......... 33
-- Collegio de Macac (69 eleiloras.) Os
Srs. :
1. Dr. Pereira da Silva .. .
2. Dr. Tuixeira Jnior .. ..
3. Conselheiro Sayo Lobato
Dr. Marliobo Campos. ..
Dr. J. H. do Maccdo .. ..
62
55
52
. 36
21
vola-
42
41
37
14
3
Os
30
30
30
7
2
34
SO
34
U
20
18
Dr. Jacobina.. ..
CemmendatoreWanr.. 7
Collea* a> JBJ0SS.
pttl Cooiel0*iro Temas Heme
a Conde de lugjMy..
Stmo **.....
VowlurLta. tHUa*rrslaaar
Dr. JaiaUea.........
Commeudidor Fabiano. ..
N. B.Betoo eoapreh*ndidoa ne*ta apuracio
os votos de 2 eleitores e de seus respectivos sup-
plentes, dos quaes recahiram 2 no primeiro, te-
gaaao, quarto, quinto stimo volados, e 1 do
terceiro e sexto.
Collegio de Mangaratlba.
O* So.:
1" Veador Lima Silva Sobrinbo.
2" Conselheiro Torres Homem..
2 Conde de Baependy......
M. J. de Silva*.. ......
Dr. Jacobina..........
Dr. Firmo Diniz........
Commendador Fabiano. .. ..
Collegio de Pirehy.
Os Srs.:
Io Veador Lima e Silva Sobrioho .. ..
r Dr. M. J. da Silva...........
3o Dr. Jacobioa.........- .. ..
Cposelheire Torrea Hornera. .. .. ..
Conde de Baependy..........
Comraeadado Fabiano.........
Dr. Ejimo Diniz.........
Apurs$io dos 4 collegios.
31
.30
25
SS
15
13
8
71
36
36
31
30
7


Os Srs.
i* Veador Lima e Sirva Sobrinho. ..
2" ConaeUteire S*Ds Toiru liomsm.
8 Conde de Baependy........
Dr. M. J. da-Silva ........
Dr. Jaeobina ,...........
Dr. Firmo Diniz..... .. ..
Commendador Fabiano.......
2 Districto.
Collngio de Nora Friburgo-,
Os Srs.:
Ia Coselh.loo de Almeida Pereka Filho
2o Dr. Paulino Jos Soar.es de Souza. ..
3o Cooselh. Luiz Tedreir do Cont Ferraz.
Jerepymo Peieirn de Limo -Campos. ..
Dr.-Eduardo de Andrade Pinto. .. ..
Collegio do Ri* Bo*tto.
Os Srs.:
Io Coosetheito Almeida-Ptreir* Filho. ..
2o Luna 4*i0AAjeV- .,-, 1LfB-
3 Dr. E. Andrade^. ..
l>r. Paulino de Scuta.
166
4
142
9
81
2
Et
20
20
11
10
4
41
20
Conselheiro PedreiraT! .. .! .. .. 10
" Apurajao dos dous collegios.
Os Srs.:
Io Conselheiro Almeida Pereira Filho. .. 65
2o Lima Campos........... .. 53
3o Dr. Paulino de Souza.......".. 34
CoDielheiro Pedreira.......... 30
Dr. Eduardo Andrado.. .. ...... 3Q
2
2.* ditrilo.
Collegio de Araruama [37 eleitores). Os 'Srs. :
1. Dr. Paulino de Souza.. ........ 37
2. Conselheiro Pedreira.. ........ 30
3.- Conselheiro Almeida Pereira Filho. .. 27
Dr. Eduardo de Andrade........
Lima Campos.............. 5
Collegio de Saquarema (26 eleitores.)Oe
Srs. :
1. Dr. Paulino deSouza...... .. .t 26
2. Conselheiro Pedreira.......... 25
3. Conselheiro Almeida Pereira Filho. ... 26
Coltogio de Cabo-Frio (37 eleitores.)Os
Srs. '. N
1. Conselheiro Almeida Pereira Filho.
2 Couselheiro Pedreira........
3. Dr, Paulino de Souza.. ......
Lima Campos............
Dr. Dduardo da Andrade......
Dr. Almeida Barbosa.......,
Collegio de Captagatlo.Os Sr.:
1. Dr. Eduardo de Andrade.....
2. Lima Campos...........
3. Paulino de Souza.........
35
35
32
5
2
57
38
Conselheiro Pedreira., ...... ." JQ
30
2S
i
1
1
1
Dr. Almeida Barbosa.
Conselheiro Almeida Pereira..
Paulino de Souza Jnior., ..
Paulino Barcellos.......
Luiz doGouto Ferraz.....
Ottoni.............
Na frsguezi* de Santa Rita do Rio Negro, per-
tencente ao mesmo collegio de GauUgallo, houve
Juas eleices de eleitores, urna no da 30 de de-
zembro, e outra posteriormente, sem ordem do
governo. a primera turma votou do seguinta
modo : Os Srs, ;
1. Dr. Paulino de Souta....... ., 4
2. Dr. Almeida Barbosa......... 4
3. Dr. Eduardo de Andrade........
Dous eleitores da 1. turma tambem foram
eleilos na 2.' a qual votou como segu : Os Srs. ;
1 l)r. E. de Andrade........... 6
2. Lima Campos............. g
o. Dr. Almeida Barbosa......... g
Collegio de Capivary (33 eleitores. Os Srs. :
col/90 ios
Pereka.
55
51
0 50
23
a a
eleilQres),w.Q3
-* si
50
. . . , 45
7
1. Lima Campos.
2. Conselheiro Pedreira. .. .. .." .',
3. Conselheiro Almeida Pereira.....,
Dr. Eduardo de Andrade.....,.
Dr. Paulino de Souza......,. ..
Dr. /. Alves de Azevedo Magalhaes..
Dr. Almeida Barbosa.........
Apuracao dos 7 collegios. conhteidoa.
Os Srs,:
1. Conselheiro Almeida
i. Dr. Pauliuo de Souza.
3. Conselheiro Pedreira...... .. '.'.
Lima Campos.......,. ..' .
Dr. Eduardo de Andrade. .. .. ..
4.a diUrielo.
Collegio da Barra Mansa. Os Sr. :
1. Veador Lima e Silva Sobrinho.....
2. Conde de Baependy...........
3. ConaeJheiro Torres-Heme**.......
Dr. M. Joaquim da SU va.......
Ot. Jacobioa..............
Corara andador Fabiano.........
Dr. Fieaw, Diojj.............
Apurago 4o 5 aoUefios eonhtciiot.
Os Srs. :
1. Veador Lima Silva Sobrinho .. ..
Collegio de Haboraby (53
Srs. :
1. Dr. Texaira Jnior.....
2. Dr. Pereira da Suva ....
3- Conselheiro Sayao Lobato
Dr. Mariuho Campos ... ,_
Apuracao dos 6 collegios conhteidot,
Os Srs.:
Dr. Teixeira Jnior.........,
Dr. Pereira da Silva
Coosetheiro Sayao Lobato
Dr. Martinho Campos ..-
3 Dietritto.
Collegio de Valeos (58 eleitores.) Oe Srs :
.....
222
264
241
112
.. ..
..
5$
52
47
19
65
63
39
23
1" Dr. Pereira da Sito..
2o Conselheiro Sayio Lobato..
8 Dr. Teixeira Jnior .. ..
Dr. Martinho Campo*.. ..
Collegio de Vassouras {73 eleitores.)
Oe Sis.:
Io Dr. Mariiubo Campee.....-'. ...
2o Conaelheiro Sayo Lobato.
3" Dr. Pereira da Silva.k' ..
Dr. Teixeira Juraior.....
- Collegio da Pinhyba de Sel (44 altitona.)
Io Dr. TeUeira Jnior.......... 31
2o Dr. JUrtiob* Camooi.
8o Dr. Pereira da Silva.......... 28
Cowwlbuo Sayao Lobato........ 26
N, JrL~rEatao ucUiidos a**ta, apuca^ao 9 votoa
tomados em,separado, do* quaes roeahtraro 2 no
WMB*ko*oto4lo. 3aes*gado, 2.00 tote ir* 0
2no*,uaito.
Apura;o dos 9 collegios qsacomeo*** o distacto.
0*S.: vetas
20
17
16
16
15
12.
2
192
179>
16S
122
U6
45
37
36
30
18
14
6
2. Conselheiro Torree-Homem...
3. Coude de Baependy.. ..
Dr. M. Joaquim da Silva..
Dr. Jacobioa.......
Dr. Firmo.........
Commendador Fabiano........ 40
.4. wlrico.
Collegio do Rio.Claro (41 olsitores). Os,Srs.:
211
190
179
122
103
57
27
82
19
16
14
1
12
1
32
32
30
i* Dr. Jeronymo Jos Taiaeia Jnior..
B CooMltreh-o Pranclece da Paulada J0-
TSMStt&di'siu
4 DUtIq.
Cblteglo dfl Itsgaahy.
*O Sr.;
Slv* Canjea,

1. Dr. Fagundes Varelia. .
2. Conde de Baependy. .
8. Veador Lima e Silva Sobrinbo.
Conselheiro Torres Homero* .
Dr. Manoel Joaquim. .
Dr. Jacobina. ...;,.
Dr. Firmo. .......
Commendador Fabiano. .
Collegio de Paraly. Qa Sea.:'
1. Conselheiio Torrea Jiotnotu. .
f. Veador Lima e Silva Sobrinho.
B. Conde de Bapendy. ....
Dr Manoel Joaquim.......
-- Collegie de Angra dos Res.Deate colle-
gio ha Ires apur*c5es: primeica aprehende
os volos de todos os eleitores, ictuiedo arma
da matriz ; na segunda excluiram-*e os votos da
turma do Carmo; a terceira s contempla a va
taco dos eleitores de tora da cidade.
Primera apura3o (64 eleitores). Os Srg
Coaselbeo Torre Homem......"
Conde de Baependy......
Veador Lima e Silva Sobrinho. "
29JDr. Jacobina. .:....,.*
Dr. Manoel Joaquim......*
Commendador Fibiano. ,
Dr. Firmo........ *
sund? apnelo (65**eilof0*L Q Sr!:
Dr. Hanoei Jeeanim,' '.'.'.',,'"
Qoromeodador Fabiano......*
Cooselbeifo Torre Uoseea, .
^nde. JeedprLuMeS4*oj^*fea, ....
Dr.i*4
3N
894
W
m
ftar.
40
85
32
82
25
2
4
48
41
89
85
it
80
4
sitte***;
Commendador Fabiano,
32
a a s


MiRW
' HfiMW ^ItfMfct MfMt.

Cpnde de Baependy. -
Teador. Lima Sitva Sobtinho.
r Firmo. .....?.. 1
tMfero*a tres do collegio ii. Angrai.* Os
1* VeadbrLtaaaSlWaSoariOu. .
X Conselheiro TorreevHmem. ,'
0. Conde de Baependy.
Dr. Maaoel Joaquim, ', *
Dr. Jacobina. ...
Dr. Firmo..........
.-Os'Srs.: ........
1. Veador WmatwSilva Sobrioho. :
3- Conde da Baaaeady. .
J*. Motel Joaquim. ......
Dr. Jacobina..........
I aporago. E' por son-q,au- nao incluimos o col*
9 logio de S. Joio do Principe.
Contando aos Sr. Jacoaiaa e Hanoel Joaquim
8 votagoes quslhas sao mai* favoraveis na by-
potheses dos collegio de Angra dos Res e de S.
Joo do Princip. Ter* o primeiro 282 votos e o
segundo 271 paa 183 do Sr. Salles Torres Ho-
mem e 260 do Sr. conde de Baependy. Ficar.io
norJjnlo excluidos osles dous uUimos candi-
M5
v*
ase
148-1
73
282
263
252
179
164
80
Admitttndo que aeja aulla a mstoria dos elei-
.tejes de S. Joao do Principe, pela rotceo pro-
miscua dos elcitores da matriz; seja ou nao
valida a turma tfds eleitores do Rosario, e an-
da que se admiltam os 16 votos da primeira lur-
o resultado da apu-
ro a de Angra, nao se altera
racao que aciina darnos quanto aos uoms doa
282
263
152
163
148
64
Coromendador Fabiano.
3.-0 Sn.
1. Veador Lima e Silra Sobrioho.
2. Gonselhairo Torres-Hornern. .
a. Qontie de Baependy. .
Dr. MaoDel Joaquim. .
Dr. Jacobina.......
Commenlador Fabiano. .
5
Fenasa comeados:
O bacharel Jos do Amaral Gurgel, juiz muni-
cipal e de orphios do termo dePontu-Grassa, na
provincia do Paran:
Francisco Ribeiro de Castre, coronel cosman-
dante superior da guarda nacional do muni-
cipio de S. Fidelio, na provincia do Rio de Ja-
neiro ;
O teneate-coranel chee do astado-maiar do
contraando superior da guarda nacional de lio
eContas, da provincia da Babia, Liberato Jos
aa Silva, pan coronel commandante superior da
meema guarda;
O capilao Joaqaira Gn;alves Cancella, para
major commandante daseceo do batalhao de in-
fantarla activan. 3 da guarda nacional da provin-
cia da Baha ;
O oapitao Joao Vieira Machado da Cunha,
para major-ajudante do ordens do commando
superior da guarda nacional dos municipios d6
Valonea o Parahiba do Sul, na provincia do Rio
de Janeiro;
O tenante Manoel Martjns dos Santos, capillo
qwartel-racstro dou:omruando superior da guar-
da nacional do municipio de Itaparica, na da
Bahia; .-* F
Jos Joaquim Alves da Cuaba, para teneote-
coroael commandante do batalhao n. 15 da
guarda nacional da provincia do Rio de Ja-
neiro;
O capitSo Joaquim Rodrigues Braga, para te-
nente-corooel commandante do bataihao ?.. 7 da
tnesma guarda;
Innocencio Das de Moraes, para capilo-se-
cretario-geral do commando superior da guar-
da oacioaal de Jacarehy, na provincia de S.
Paulo;
Joao da Costa Gomes Leilo Jnior, para
cirurgio-mr do mesmo commando supe-
rior.
Foi reformado no mesmo posto, o raijor Esla-
cio Maria da Costa e Abren.
Foi designado o capilao Theraistocles da Ro-
cha Pasaos para servir o logar de-majo* de un
dos balalhoes da guarda nacional da Cachoeira,
na provincia da Bahia.
For.im transferidos nos mesmos postos, como
aggregados:
O 1 teoeote-quartel-meetre do batalhao de
artilharis da guarda nacional da corlo, Jerooy-
mo Jos de Mesquita, para o 1 batalhao de re-
serva da merma guarda ;
O major-ajudante de ordens do commando su-
perior da guarda nocional de Santo Antonio de
S, na provincia de Rio de Janeiro, Joao de Mi-
randa Araujo, para o 4o batalhao de reserva ;
O lenle do 3a batalhao de infanlaria da
guarda nacional da cote, Jos Francisco do Avi-
la, para o Io batalhao de reserva da mesma
guarda.
Tiveram merc:
Maaoel Vazde Toledo Jnior, da serventa vi-
talicia do officio de eterivo de orphaos do ter-
mo de Taubat, na provincia de S. Paulo;
Podro da Motta Catira!, da serventa vitalicia
dos olcios de 1 tabellio e escrivao de capellas
e residuos da villa de Itabaianinbe, na provincia
de Sergipe;
Camillo de Lellis Duarle Carneiro, da serven-
ta vitalicia dos oicios de tabellio e escrivao de
orphos e annexos do termo do Canana, provin-
cia de S. Paulo;
Foram declarados vagos os of&cios de tabel-
lio e annexos da cidade de Lorena, na dita pro-
vincia, por impossibilidado do continuar a exer-
ce-los o respectivo serventuario vitalicio, deven-
do o que fr nomeado prestar-lhe a terca parte
da rend ment na forma da leu
Foi commutada en 2003 para o hospital da
santa casa da Misericordia da capilal da provin-
cia de Minas-Geraes a pena de una ancua de pri-
sao e multa correspondente a nretado do lempo,
que foi imposta pelo jury do termo da Parahy-
buna a cada um dos reos Francolino ongalve
Fontes, Harcellino Goocalve? Fontes e Manoel
Gongalves Fontes; e em 133J para o mesmo
hospital a peua de um auno e ires dias e meio
de prisao e multa, imposta pelo jury do referido
termo a cada um dos reos Honorio Gongalves
Fonlcs e Manoel Vieira.
Foram concedidas as honras de eonego da S
de Marianiia ao vigario de S Joao d'EI-Rei, da
provincia de Minas-Geraes, padre Francisco
Araancio de Assis.
2o dislricto.
Collegio de Macah. Os Srs.:
0 Conselheiro Almeida Poreira...... 35
Conselheiro Pedreira.......... 34
Paulino de Souza............ 30
Lima Campos.............. 21
Dr. Almeida Barbosa.......... 20
Eduardo de Andrade.......... 19-
Apuraco dos 8 collegio-conhecidos.
Os Srs.:
Io Conselheiro Almeida Poreira...... 227
2o Dr. Paulino de Souza.......... 209
3o Conselheiro Pedreira.......... 202
Lima Campos.............. 143
Dr. Eduardo de Andrade........ 135
tres maii votad. Serio, portento, deputsdos
os Srs. Lima e Silva, Salles e Baependy.
A eila mesma consequencia se chega, contan-
do qoelles tres senhores os votos da lujma do
Rosario, e deduzindo dos seas compsiidores,
os Srs. Manoel Joaquim e Jacobina, igual nu-
mero da votos, correspondentes aos eleitores
que a dita turma exclae.
Foi concedido ao membro do supremo tri-
bunal de justiga, o Sr. Jos tfariani, as honras
do titulo de conselho.
Foram nomeado:
Commendidor da orden de S. Banto de Avlz,
o Sr. brigadeiro reformado do exercito Francisco
de Paula Maeedo Rangel;
Coramendador da imperial ordem da Rosa,
Sr. Antonio LopesCoelho de Souza Bastes;.
Cavallciros da mesma ordem, os Srs-:
Manoel Joaquim Carneiro de Campos, Manoel
da Rocha e Souza e Ignacio Alves Nazarelh ;
Commeodador da ordem de Chrisio, o Sr. Car-
los Theedoro de Souza Fortes;
Cavalleiro da mesma ordem, o Sr. Luir Jos
Joaquim Rolrigues Lopes.
do
Viraeoro. e"ftw famiHi.
requereu ao ovaran1 a res
Eis-aqui essa lista quj copiamos
mente :
Lista dos objeclos que me Ibram rooftados a 16
de novemHro, toe matadores da meu mari-
do, o Sr. coronel Jos1 A c ionio Vltasoro.
1. Urna espada velha ce m que meu marido
principio aeaoarraira aaililar, e que eonsar-
vou at sa mo.He; Os tus signaes dUtlneli-
vos sao : de Pedro I, e na folba a seguinte
1ijscrip#o em portaguez : Antt inorlo que uen-
iido.
" Um estandarte tomado por meu marido ha
WaRsrKiHBiapsf!i^,SEs
i
2
3
Dr. Almeida Barbosa.......... 57
A" diUricto.
Collegio do Rezende.Os Srs.:
Io Dr. Manoel Joaquim.......... 44
2a Commeodador Fabiano........ 36
3o Dr. Jacobina.............. 28
Veador Lima o Silva Sobrioho .. .. 12
Conde de Baependy.......... 8
Conselheiro Torres-Homero...... 2
Collegio de S. Joo do Principe, compre-
hendidos os votos dos eleitores da matriz na
villa, onde houve duplcala.
Os Srs. :
1" Dr. Jacobina..........
2 Dr. Manoel Joaquim......
3 Commenlador Fabiano .. ..
Dr. Firmo..........
Veador Lima e Silva Sobrinho
Conde de Baependy......
Conselheiro Torres-Horaem ..
Dr. Varella..........
Apuraco dos votos da nutra turma de eleilo-
'res que se reunirn no Rosario.
Os Srs.;
l'Condede Baependy.......... 20
2o Conselheiro Torres-Uomem...... 18
3o Veador Lima e Silva.......... 18
Dr. Firmo.............. 3
Commeodador Fabiano........ 1
Apuraco dos collegios de Itaguahjf, Iguass,
Barra Mansa, Maitgaratiba, Puraty, Pirahy,
Rio-Claro, Angra dos litis e lltune.
Os Srs.:
Io Veador Lima e Silva Sobrinho..
V Conselheiro Tortes-Homem ..
3o Conde de Baependy.......
Dr. Hanoel Joaquim.. .. ..
Dr. Jacobiaa..........
Commeodador Fabiano........
Dr. Firmo..............
De Angra dos Res comprehendemos
i
294
265
260
207
176
100
70
nesta
Bpura$ao apenas os vetos dos eleitores das fre-
gueziasdafrada cidade, rfas quaes nao bouve
duplcala, e nao os das duas turmas da cidade,
que votaram do- modo seguinte :
Matriz.--Os Srs.:
Dr. Jacobina......"..-.. ...... 16
Br. Maooel Joaquim........., .. 16.
Dr Fsniano;............... 16
Carmo.C* Srs.:
Conselheiro Torres* RVbTom........ 0
Conde de Baependy-......
Veador Lima o Silva Sobrinho
D*s Firmo................
Nao contemplamos os votos dos eleitores em
tirtteate-, vtfllo>abrr a a valMade ser verRr
ceas pei* 8
Foi nomeado o Sr. Francisco Jos de Mattos
Ferreira Lucena Filho, ajudaote contador da ad-
ministrago do eorreio da provincia da Bahia.
6
Entrou hontem dos portos do Rio da Prata o
paquete inglez Mersey.
Por elle recebemos ful has de Montevideo at
30 do mez passado, de Buenos-Ayres at 27, do
Paran at 21 e do Paraguay at 19 do mesmo
mez.
As noticias de Montevideo sao destituidas de
todo o interesse.
No da 2 dente mez deviam comecar as sessSes
preparatorias do eorpo legislativo,"que se abri-
ra a 15, como marea a constituic.au.
Um dos primeiros objectos que liuha de oceu-
par a sua atlncao eram as medidas do governo
relativas suspensio por parte do Brasil do tra-
tado de commercie com a repblica, ji approva-
das como sabam os leileres pela commiuo per-
manente.
Segundo a Repblica, a approvagao destas me-
didas pelas cmaras era urna questao deforma ;
a sua saneso seria infallivel.
O governo declarara que a nica pare offcial
a que publica a Nacao sob a rubrica Secgao
Oficial, sera que o reslo dessa folba era qual-
quer outra possa ser considerada orgo das ideas
Osjornaesera geral noliciam grandes melho-
rimentos nos departamentos do interior, e men-
cionara com especialidade o progresso em que
ia a pequea povoacao de Sanio Eugenio no
Qusraim.
Havia sido posto em liberdade o tx-chefe po~
Utico de Torruaremb Jaciolho Barbat, preso pe-
los disturbios que tiveram lugar no deparlamen-
to por occasiao das ultimas eleicoej.
Tinha-se suicidado o collector de Paysand o
Sr. Ramn Garca Argirel. Altribuia-se este ac-
to de desesperarlo a motivos de pundonor rela-
tivos ao emprego que exercia.
Veriflca-se a eleijao para senadores dos Srs.
Gabriel Pereira, Candido Juanico, Manoel Erras-
quin e AthanaziojAguirre.
A imprensa discuta a necessidade de refor-
mar a le de eleic/aes, pela qual a capital com
60,000 habitantes dava 600 eleitores, numero,
segundo a Repblica, desproporcional e avulta-
dissimo.
O vigario apostlico havia communicado ao
governo a sua volta da visita e missao s igre-
jas da Campaoha, onde receberam o sacramento
da conflrraacao 23,000 almas, celebrando-so 7fJ0
casamentos entre pessoas que eslavam illicita-
mente unidas.
Achava-ae igualmente de volta de sua viagem
ao Uruguay o Sr. ministro da fazenda, qde havia
reassumido o exercicio da sua pasta.
Conlinuavam os rumores de invaso ; as tropas
dormiam aquartelladas e a polica raostrava-se
vigilante. Estes rumores porem pareciam des-
tituidos de todo o fundamento.
Tinham sido nomeedos os seis sacerdotes que
deviam integrar o trimmal ecclesiaslico.
A Prensa Oriental sustentaba a necessidade de
celebrar-se um tratado de exiradiceao com a re-
publica argentina, tomaodo-se por-base o exis-
tente com o Brasil. Es,te negocio oceupara a al-
ienlo do governo.
Uaviam apparecido alguns casos fataes de cli-
cas com carcter de cholera-morblis.
De Buenos-Ayres e Paran chegam-nos noti-
cias pouco lisongeiras ; a questao' de S. Joao
complicou-se, e lancava sobre o horisdnte pol-
tico da repblica algumas navens negras.
Ho de lembrar-se os leitores em que p flea-
vam as cousas sabida do paquete passado. O
coronel Saa, commissario do governo geral, nao
tendo podido chegar a um accordo com o governa-
dor de facto daquella provincia, dispunha-se a
atacar S. Joao com forjas trazidas de S. Luiz e
Mendoza.
Ficava-se porem n* incerteza se esse coronel
realisaria o seu intento, e as opinies se divi-
diam sobre a legitimidade de tal passo
Agora tru-aios este paquete a noticia de que
o ataque veriflcou-se a 11 do mez passado, leudo
lugar urna batalha sanguinolenta entre as torcas
do Riaga e as dogovemador Aberraelainquo sa-
hio-lhes ao encontr algumas leguas distante da
cidade, no lugar denominado Rinconada del P-
sito.
Ainda nao eram conhecidos os promenores
desse lamentavel successoj; j se sabia entretan-
to que a victoria tinha pendido paea o lado das
toreas do coronel Saa, o qual ultiraa#ata fi-
cava de posse do governo da.provincia, achaodo-
m'presoi sua ordem o governrador Aberrastain.
Por urna carta escripia do campo de batalha cons-
tara igualmente a morle do coronel Pablo Vi-
della em combate.
Estes fados preoccupavSo em alto grao a at-
lencao publica, nem deixava de haver pessimis-
tas que vissem nelles es pretulios da renovaco
da guerra civil. O ministro da guerra da coofe-
deraQo havia partido para S. tato immediala-
mente.
Mas para que os leitores apreciem at que
ponto sao jumos estes temores cumpre-ooi irazer
a questao de cima e lembrar-lhes succlntarneute
as circunstancias mais nolaveis que as lem acom-
panhado e que podem dar lugar a ellas.
O commissario coronel Saa, haveado exigido a
entrega dos revolucionarios que tinham apeado
do poder e mdrto o goveroador Virasyro para
subraetto-los a juieo, encontrou. opposico tanto
da parte dos seus compauheiros da commisso
como da do governo de faci da provincia de S.
Joo, que collocou-se eiu resistencia aberta ao
delegado do governo oaciotul.
Os memoros divergentes da commisso paciQ^
cadora representavam na commisse a opin.iao do
paitido unitario de Buenos-Ayres, e do general
Mitre que era avoravel ao* revolucionarios.
O coronel Saa perem, compelenleeiente autu-
.ruado pelo governo nacional avista do seus ple-
nos poderes..resolveu, atebuua respoosabilidade,
obrigar pela for^a o govwoo de S. Joao a cum-
prir as suas ordens. D'ahi tasullou o atauue de
11 de jaoeiro. ^
Suppde-se- pois qjre- esta-tacto irar a qeabra
das bo^ relagoes entra o geverao da Btasttos-
Ayres e-ff governo nadonat; ou pelo'menos en-
tre os-generis Mitre e rquiaa, r pegasi
de a*r a pj da Repblica Argetitta, anda
hoaleaj apeaos reslabelecida,
Ao passo que slose dyoutras faotos ameaeam
por otitro lado a tranqdiilidae ha repuWic*. As
oroviioiae. de Coirnoeea,.Mewloaa o Catamfte
losiBtem os resistencia ao. deoreto-do gereroo na.
ofottal relativo i eleijoas dos daputados ao con^
S* ^dovtffkdti^ayeacrtj de "urna tevtf-
^Contldava alcrdBl pista do governo de Hiv-
B*8-esvo-9ft Swarttrtrte.
a**a ttagad* ResstfW wi#t. do< ooaetitl
glbriOsa Batalha de Cssero "no porU-bandeira
votos.


volos.




23 votos.
19
19
16
14
8
votos.





da guarda de D. Joto Mano!Rosas1.
3." A espada de meu pai com os aegdintes
signaes: Pedro II e a cOra do Brasil.
4. A correspondencia sobre riegocios Impor-
tantes polticos e particulares de meu marido.
5. Alguns vales do D;. Luque.
De tudo o que se me roubo i s reclamo isto,
apezar de hsrerem-me'subtrahldo todas as mi-
nhas ioias no valor d cem onras de o uro. He-
lena de Virasoro.
Havia partido para o Paran o ministro da fa-
zenda de Buenos-Ayres o Sr. Elizalda em com-
misso do governo.
Achava-se o Sr. ministro da guerra Gelly y
Obbes de rolla do Uruguay, onde tioha ido con-
ferenciar com o Sr. general Urquiza sobre nego-
cios confidencia. Constara qoeesto nada ha-
via concedido ao ministre Partenbo.
Confirma-se a noticia da (tleico para depula-
dos ao cangresso peta ci4.a1 dea Sr. Pastor
Obligado, Adolfo Alsina, Maooel Quintana, Ma-
noel Montes de Oca-, Jos Wartflol.
O goveroador de Corrientes havia partido pa-
raa Xssumpcao a visitar o Sr presidente Lpez.
Do Paraguay oada ha a mencionar. A Rep-
blica stava em paz;
Dj Pacifico nao ha datas modernas.
2. dis'.ricto.
Collegio de S.'Joo da Barra 139 eleitores).
Os Srs. :
1. Conselheiro Almeida ?erira. 39
2. Dr. Paulino de Souza. ,. 39
3. Conselheiro Pedreira......39
Collegio de Campos.Os Srs. :
1. Dr. Almeida Barbosa.....61
2. Conselheiro Ahaeida Pmra. 53
4. Dr. Paulino de Souza.....50
Dr. Eduardo de Andrade. 45
Lima Campos......; 41
Conselheiro Pelrera.....34
Dr. Costa Pereira Jnior.
Collegio de S. Fidelis.-Os Srs. i
1. Dr. Paulino de Soiosa. .
2. Conselheiro Almeida Pereira. .
3. Dr. Almeida Barbosa. .
Conselheiro Pedreira.....
Dr. Eduardo de And rale. .
Lima Campos.......
Apuraco de todos os collejios que compe
districlo.
Os Srs. :
1. Conselheiro Almeila Pereira. 338
2. Dr. Paulino de Souza.....324
3. Conselheiro Pedreira. .... 291
Dr. Eduardo de Andrade. 19
Lima Campos......192
Dr. Almeida Barbosa: .... 142
N. B. Contamos ao Sr. Dr. Paulino de Souza
3 votos que hontem lhe loram omittidos na
aporacao do-corregi de Maestre, e mais 5 ao Sr.
Dr. Almeida Barbosa, porque no collegio de
Cantagallo teve 35 e nao 30 como constava das
primeiras apurac,es que .recebemos.
Foi nomeado para inspeccionar o Io bata-
Iheo de artilharia a peo Sr. brigadeiro Joo Jos
da Costa Pmentel.
Pelo vapor Princexa de Jnville, da linha do
sul, temos data de Porto Alegro at 29. e do Rio
Grande at 31 do passado, e Santa CaUtarinaat
z do corrente.
Eslavam coocluidas as eletges primarias em
toda a provicia de S. PeJro, sera ler havido oc-
currencias de que resullasse a alleraco da ordem
publica.
Por acto da presidencia de 19 do passado fot
convocada extraordinariamente pra o dia 4 de
marco a assembla legislativa provincial, qual
deve funecionar at ao dia 31, para confeccionar
'as leis annuas dos orctraentos provincial e mu-
nicipal, e da xaco da torca policial.
O Correio de 17 d Janeiro noticia ter-se eva-
dido da prisao em que se chava em Bag, na
madrugada de 3, o Dr. Antonio Jos Martins Coe-
lho, que ha raezes Uvera o iniortunio de reatar
em briga seu irmo Hilario Marlios, e acres-
cenia :
Nao temos promenores sobre o modo porque
essa evaso se realisasse; porm parece que hou-
ve consptieidade alguraa os tropo qtia o guarda-
va, e sd sim- atgum excesso de condescendencia e
considerado para com urna pessua da posico e
educaoao recommemJavel.
Por outra p3rte, o Sr. Dr. Martins nao linha si-
do capturado ; viera elle mesmo apresentar-se
josica, explicando o crime e pedindo julga-
mento.
Da s P'clp de que resultara o fratricidio ; e cumpre
confeasav que dava aos relos urna explicado
natural e plausivel, afastacido dB si a respon-
sabilidade immediala daauelle trgico aeooteci-
mento.
< Estes antecedentes deveram adormecer vi-
gilancia do que como preso liuha o Sr. Martins
de ser objeclo ; e custa imaginar motivos que o
levassem agora ao passo que deu, e que tornan-
do muito menos criveia- as palavras com que se
justilica, importa urna ponos responsabilidade
para aquellas cuja costodia eslava.
Le-se na mesma folia de 19 :
O municipio do S. Burja enriqueceu os an-
naes do crime com mais um caso horriveL
Um individuo, casado no districlo da Itacu-
ravi, tinha-se apartado da mulher faz qualro an-
uos. Nos primeiros dias da outubro de 1860 veio
procura-la, e ella consentio em conviver com elle
e at en o acompanhar para nao sei oude que a
quera levar, dizendo>lue ter l acraojado ptimo
rucios de vida.
c No segundo da de marcha, estando as pon-
tas de um dos galbos do riuCiroaquam, nial ma-
rido enforcoo a mulher cora um lenfo de seda,
o consumada essa aleivosia horrivel fugio.
A desgranada foi logo encontcada o recoohe-
ciJa pelos viziuhos.
O subdelegado db distridtode Caruvi fez acto
de corpo de delicio, etc., e remelteu-o ao dele-
gado de policix deste termo, en".3o o Sr. Pvio ;
mas nao sei se esta recebeu ou n5o parte ; sei
sim que nenhuma providencia se deu, e sei tam-
bera de sciencia certa quo o criminosa seguio para
o districlo do S. Luiz, onde immediatamente se
casou com urna moca com quera anteriormente
tinha contratado casamento...
Dahi dizem quo seguio para os hervaes com
a nova consorte.
Ha qiteat diga que ji linha casado quandu
'veio buscar rorimeira mulher para a matar, como
fez; porm' em> geral se narra o caso como tica
referido.
Alm daste, referen os jorntes-de Porto Ale-
gre os assassinatos de Francisco Pedro Pinto, ins-
pector de quarleiro na freguezia do Herval, ter-
mo de Jaguarao ; de um alltimao da colonia de
S. Leopoldo, e do negaciantuda villa da Enct-
ailhada Jos Marinho de Frei'.as, irmo do mem-
bro da assembla proviacial Dr. Luis de Freitas e1
Gesteo.
A poltica foiioteiramente estranha a estes o-
ptoraveis aconleeimentos.
No dia 29 da Janeiro devia reunir-se na capi-
tal o collegio eleitoral, don municipios de Porto-
Alegro, S. Leopoldo e D9ce, em numero de 90,
para orgadisar a mesa e proceder aos mais traba-
lhosprepraloris,arim de lo dia ira mediato a-
zer i eleico dos depntados do primeiro ds*
Uiatei.
Segundo o Carreio, sao candidatos por esse dis-
tria os Srs.. diseinmargados4MM6J Dn Jaoirrrho
de Mandones, Dr. Lu da Silva-Flores, Dr. Is-
rael Ba*tefles1je' barSo Portd-*legre.
E* ip*s* val p*ever- a di i ao/ialli
quaes dstes ctoco serio alBlloir.
Todea xotMam -mai ou meos oam-egsatswd-
ma de. probabilidades. ^
OBaztt ttoikio f raMfe 10>#Wtoriti; ttt
seguintes termos, da elsiei. sesundtna i que
aecadau no-d*3 do pistedo^ cVttegtVli'-
loral daquella cidade.
t Hontom, reunido na dlSif d'catnara'o'CiiTe-
gio eleitorat seb a preaidenci.i d* Sr Dr. Candido
Alvea Perora, aaa*MtHt>os aeohores elei-
laaes, as coanmuaaaa' -ddiaab eoutmft- seaaMra-
balhor.
. i IMtnm a-.iatlaati*w4 ^tomados
toxtoal*' parido. %
TOroste modo, tefifleados os dipomasidos
WarWrt,* Srj-presidente convido'rjredWegio.'e
com elle seguio para rigrja matriz, oUle ouvi-
ramamlsa-do Espirito-Santo e o dftcofso pro-
nunciado palo Sr. vd. vlgatid.
< Ftadb este acto religioso, volloa 0 ciJlleglo
casa di' cmara, onde tOv lugat a etelceo, Cuja
resultado foi o againte :
Dr Atearo-Joa dd Avila da Silvoira......
Bario de MauS-.. *
Dr. Flix Xavier ddfKha'.'.'.'.'.'.
Br. Praoeiseo CarloSl Araujo Brusqde..
Dr. Jos Aftonso Pereira....;.............
Antonio Gomes Pinhero Machado........
lr. raneisco Carlos de Araujo ..........
a a acta, laucada as notaa do
ti
43
31
16
7
1
1
tabel-
iiao Worooha, e preenchidas as mais formalida-
des, dissolveu-se o collegio.
Cabe aqu prevenir ao leitor que o Sr. Dr.
Pinhero disistira de suaCandldalora.quando nao
tena'urna votago igual do Dr. Brusque, apezar
de toos os pezares.
O mesmo jornal pabilos a seguinte earta de Pe-
lotas, lando noticia de urna triste oceurrencta,
de qso foi thealro o asylo das erphaas desvela-
das naquell.i cidade :
f Um a acontec mente extraordinario acaba de
ter lagar no ostabelecimeoto do asylo, cora sen-
t ment geral dests povo, que tanto smor e de-
dicacao tem mostrado por seu progresso felld-
oaae.
< Desde seteiibro de 1855 que fot tnstaltado, o
menor Incidente all leva logar, e pwece que a
Divina Providencia velara pelo bem desta casa a
onde a orphandade recebla oducaco moral.iotel-
lectual e fortaleza ; infelizmente no domingo 27
do corrente mez" sa daclarou em lodo o pessoal
do asylo urna eipecie de envanenemeato. cahra-
do todas as madre, em numero de 3, e todas as
meninas em numero da 31, eseapando to so-
raente urna de 4 annos e a madre priora ; essa
senhora, cheia de virtudes, aehndo-se j enfer-
ma, mais se lhe augmenlou o mal pelo acoolcci-
mento, mas nao pelo veneno ; eoQm ludo era
desolacio e desespero.
A directora fez tudo que eslava aeu alcan-
ce, chamando o primeiro medico que se encon-
trou, mas em poucos minutos todos os mdicos
existentes all compareceram, e sua actvidade,
zelo e dedicacao se devo o feliz resultado que se
tem oblido.
Infelizmente houve urna vieliraa, que suecum-
biodegraca s81i2 horas desse fatal di,e
sendo conduzida para urna sala da santa casa, os
mdicos na madrugada seguinte foram examinar
o cadver fazendo-lhe autopsia, mas nadaencon-
traraui de extraordinario.
a Todos os .mdicos tara reconhecido que o
veneao foi originado da cicuta que por falta de
conhecimento foi iotrodneida as comidas do
jaotar de sexta-feira, peis sao as madres e as
mn!0*? 1ue fazera toJo servico interior do es-
tabeledmento.
Terriveis foram os dias e naiies de domingo
al terca-feira, mas os effectivos cuidados dos
niedicos e o grande numero de entermeiras qua.
effectivaraante velavam pelaa madrea e innocen-
tes orphas tudo salvaram, grabas ao Allissimo.
< Os membros da direcloria prestavara-se a
tudo que Ihes era compativel, como alguns ea-
valleiros caridosus, mas rnuitos se offereceram
para prestarem seus servigos, e que nao foi ne-
cassario' utilisa-los.
As eofermeiras eram, a bem dizer, todas as
senhoras das familias da cidade, que com tanta
dedicacao, com tanto amor e Unto desvelo tra-
lavam e estao-tratando destas pobres innocentes
e suas dignas nJeatras ou mais adoptivas.
As ralis de algumas orphas prodigalisaram
os mesmos desvelos quer s suas filhas quer s
outras meninas ; emlim todo que preseooiaram
este quadro vertiam lagrimas de sentimento ede
coraraogio.
Hoje quarla-fera ludo parece um sonho ;
madres e meninas esto fura de perigo.
Muilo ulil foi ter o eslabeleciraento vastos
saloes, pelos quaes se espalharam leilos de dor.
Na segunda^feira da tarde teva lugar o fu-
neral da infeliz victima desta infortunio, na ca-
pells da santa casa, onde se reuni Unto a mesa
deste eslabelecimento cmo a direcloria do asylo.
O acto fui tocante e com pompa, pois ledos os ,
sacerdotes, orchestra e as corporales da sania j
casa e Santssimo SaCramanlo se preslaram com
(udoque se careca para o brilhaotisn-o do aclo
funreo, e todos e tu lo gralu*lamente.
A Capella eslava cheia de devotos eom lo-
chas, e a mesa da santa casa aasistio em corpo-
ragao com saa bandeira, poi as erphaas sao -
Ihas de ambos os e3tabeledmentos.
Nao ha expresses para dcscrerer os enco -
mos e sincrera gratidu de que a directora do
asylo se acha poesuida para com os dignos mdi-
cos e habitadles desta. cidade.
Eslava sa*v grande parte da carga da barca
inglesa rtar Peile, que, eomo noticiamos,
naufragara na cosa do sul do Rio Grande a 40
leguas da barra. Monta vara a 200 o volumes
que havia na Invernada na dia 23 do pesssdo, o
que deviam sec transportados para a atfandeg
em 36 carretas. Anda se esperara salvar uns
80 autes que o naviu fkasse completamente ala-
gado.
A Lei do Jaguarao di a seguinte noticia :
No Estado Orientad, departamento do Cerro-
Largo, districlo do Rio-Negro, foi assaasiaado o
brasileiro Quintino Cardozo.
O Sr Dr. Paloaaeque immediatamenle com--
oareceu no lugar do crime, e, nao pudendo cap-
turar os criminosos, aspalhou partidas por varios
lugares para esse lira. *
Infocmam-iios-que o fallecido, teado duran-
te a noitefda cozroJia aura de apagar o fogo,
pois que estaea ventando mito, ah fora accom-
mettido por dous assassinos que o mataram-a fa-
ced as-1
O crima ser ponido porque o Sr. Dr. Palo-
meque o chele-do departamento.
O Cominercial de 30 dia |
Chegou bantem de Jaguarao o vapor Rio-
Grandense; nada aavii de particular naqueMa
cidada. O jornal a Lii contina a tecer os maio-
'res elogios ao Sr. Dr. Palomeque, rauito digno
chefe poltico do departameuto de Cerro-Largo,
iltustro cidadao oriental tinha seguido a
rat idea- cor-rent Mra de aninif esta* prnvidlaS
Jalorf* d"os dep'iit'dosl pertneer'ao lado con
WMflot com* acontecen tambem ni potio'la '
o Rt JatterfO, onde d trinnipQo das a
conservadorai foi completo e absoluto, com gran-
ftpnlanrento de Tibetaloes dYcorto. Nao
quero porm'acreicentar mais cousj algara da
policas provinciaes, sem lhe fallar primeiro. das
ocurrencias qu antecedern) e succedfm


22KS i .^. anlrt e ^ccedfm Os vapores inglez Uutln*. a brailfiw Cru-
rn1aodoOlleKloeleHora desta corte. Jue me tro do Sul, entrados hVoleta da7lSrt^tt
parecem sei u mal, itaptrtaotes e slgdiflcativas. sul, trouxsr.m-noS catta.'a Jornaa, cbm^s
ailt.he llhf. encas que lhe dlrizL una or ritenmtn>i corrente. .ito
dehclss que Iha dfrtgl, que por circurasunciss -
especias que e drm.e foram hbilmente apr-
veitadas pelos directores di eleigao da corle do >
:>l. conseguiram estes no corpo ele- por exteoso.
toral urna maiOria quassgutva o triompho dos
seus-rtndiditOs. E1 rrdafe que antes de contar
com este resultado, e quando ainda acreditaran}
pouco nj efflcacia dos effeilos da agitagio e da parte do cabido
turDiMcneia.'os liberaos nSo apresenlavam se nio
um candidato, que era o Octaviano Rosa, redac-
tor do Crreio Mercantil', por IssO que julgavam
nao poder lutar com os candidatos conservado- '", Malta de S. Joao e Villa do
res; mas logo que reconheceram que tinham das as duplcalas:
maioria na corpo eleltorar, appareceu logo mais
de dez candidatos, e cada qual tratava de querer
recolher os despojos da victoria, como a parta
mais substancial da campanha.
Neste ponto comegaram eQto as dissidencias,
os ciumas e as descofJangaS, e ninguem mais se
pode earender no campo liberal; tornando-sa
necessano que se reunisse o directorio, para de
r.iilir trtrifie ia hu.c... n i*.*..-____ .1 ..
"iy **"* K cuiiiaso o uireciorio, para ne- apiassu. ... 17
cidir todas as quesloes. e impor aos seas eleito- Incluida a 1 duplcala. Incluida a 2' duplcala
rS 0! rM Pin I, t,.J nm una .In.i.n. .I..____ Tiho.in F .VE m-l f"1''""
res-os ires esndidatos em que deviam votar sem
discrepancia, sob pena de desobediencia e es-
commonhao niaior. Durante estas combiuagoes,
preferencias e extluses, dera'm-se scenas cmi-
cas muito apreeiaveis,' e os jornaes do dia e os
novelleiros particulares refensm para divcrli-
mento do publico desta capital os variados inci-
dentes; dlscussdas, enfados e descomposturas
qua tinham lugar as reunioes dos liberaes,
cnegindo qiasi auponto dse agarrarem a unha.
Um dos do directorio lieou muito mal visto pelos
seus em lodos estes negocios pela fraqueza e des-
tealdade cora que dizem que proceder para com
alguns de seus alliados e amigos, e deixando-se
dominar inteiramente por oulro drectorque conti-
na a querer ser o arbitro da siluagao e o homem
da agitago popular. Ura terceiro do directorio ex-
citou a compaixo de muitos que sabem apre-
ciar o seu carcter e hooradez, e na opinio de
todo* flcou assentado que serla elle ^ primeira
victima do seu eollega, quanlo visse que lhe falha-
vam lodos os seus calculus, como lhe vo falbao-
do; esse attrahio sobre si moitos odise repugnan-
cias da parto dos candidatos regeitados e de mui-
tos eleitoresl iberaes, porverem o predominio que
ste homem quer exercer sobre o espirito publico
de urna grande capital, e de urna grande popu-
lacho.
Das combinages feilas nos concilibulo! libe-
raes resultou que fossem preferidos, como j lhe
disso na minha ultima, para representantes da
corte do Rio de Janeiro oSaldanba Marioho (que
dizem ser pernambdeano), o Ottoni (mineiro) e o
Octaviano [fluminense], os quaes foram effectiva-
menta eleitas por grande maioria no dia 30 de
Janeiro prximo passado, do meio da grande
vozeria e tumulto quo reinou durante toda a reu-
nio do collegio eleiloraJ, o ainda mai depois
qua foi conliecido o resultado da eleigo. Foram
regeitados. alera da oulcos. o Luiz Fortunato, o
Ferreira Vianna o o Urbano, aos quaes se tem con-
tihuado a eotreter com a esperaaga de urna se-
gunda eleigao, depois da opgao do OUoni por um
dos dislrictos do Minas, por onde couta ello que
ser igualmente eleito, o que entretanto se torna
cada vez raalsduvidoso.
Dizem que 01 o i tas combinages mysteriosas in-
fluiram para o resultado da preferencia dos can-
didatos liberaes, e regeigo dos tres que cima
meucionei; mas s o lempa que ha de por
estasousais nreis claras*, para se poder be*m co-
nhecer o desiaterease e patriotismo da raga po-
gyrum qua atiual tez a eoeq.iisla.das urnas flumi-
nenses. O que se poJe porm pon lerar desde j,
e que justifica muito a iadsposigo que se pro-
nunciou contra um dos do directorio liberal, que
o Ferreira Vianna dizia elle ser o seu candidala
do paito o Luiz Fortunato seu amigo particular,
ceuiro do todas as combinages eleitoracs libe-
raes, e a quem aquello chefe liberal ainda as
vesparas da_ eleico assegurava que daria toda a
sua trrOtecgo para que fosse um dos preferidos,
e nao obstante isto, ambos elles foram sacrifi-
cados, para se dar lugar a um eslranho sem ser-
vigos, como o Saldanha Marinho, e a um outro
que esperava ser eleito pola sua provincia como
o Thoophlo Oltoni I
Quanlo ao Urbano, parece que se derara ra-
zes de mais valor pavj ser excluido da cmara
e principalmente da representagau da corte; e
vein a ser, que, esperando o Octaviano e o Olto-
ni que enr qualquer combinago ministerial que
passa haver durante a legisUlura seja contem-
plado o elemento liberal que elles represeatam,
receiavaai qoe estando o Urbano na cmara, fos-
se antes este do que elles o escolhido como re-
presentante das ideas liberaes, por ser um humera
serio e de espirito moderado, e ento Qcariam
elles privados de dividir por suis proprias mos
o pao-de-l do orgamenlo, como dasejam, e tal-
vea deixaseem de ser to attendidos como espe-
rara os interesses das empreza* do Mncury, do
Mercantil o do Diario, gravemente compromt-
alos actualmente, a s esperando remedio da
radempgo poltica que ellespreparavam.
Consta que o Urbano custou a resignar-se
desairosa rejeigio que soffreu, e que redigria um
grande manifest em que expeava satisfactoria-
mente todas estas cousas; mas dizem que por
muitos pedidos deixara de publicar este eseripto
no Jornal do Commtrcio, icudo-lhe sido recusa-
da a publcago no Cor rao Mercantil a ao Diario,
cujas-interesses oliouda 1
Nos dislrictos elciloraes da provincia do Rio de
Janeiro triumpharam completamente os candida-
tos conservadores,- sendo poT tanto excluidos da
represeniagao nacional o Martrnlio Campos e o
Manoel Joaquim (por alcunha Pato macho;, que
por el'""
Este
.Montevideo atim da tratar com egpverno ceotral
'daquella repblica aegacios da grande monta
para a conservago da paz do departamento qua
administra, e seus osforjos foram coroados pelo
apoio decidido e sincero que lhe deu seu go-
verno.
S S. era esperado no Cerro-Largo com 150
horneas de linha a competentes ofliciaes, para
formar urna poiiefrcompleta.
A secca que se tinha felo sentir por aquelles
lugares tioha minorado ; os gado principiavam
a engordar, oj se tinham feiio vendas da tro-
pas a lOpetaces. A largueadas recomc-cavam
os seus trabalhos.
AVnoticias deSanta* Ci(harina cousm da car-
ta do nosso correspondente.
8--
Obtevo. merti do titulo- de baronexa So Monte-
Verde a Sra. D. Maaia Thereza de Souza Fortes,
que levanlou na villa do Rio-Prelo um grande e
ragsloso templo para servir de matriz.,
fallas
de mogo Qdalgb com
o Sr. Francisco Cor-
Obleve merc do foro
exercicio na casa imperial
deiro Torres e Al vira.
Foram nomeedss:
Cemmcarddor da or-Jem de Chrislo, o Sr. ba-
charel Antonio Marcelino NurWs Oomprives;
Cavalleiro da mesma ordom, o Sr. eonego Joa-
quim Braygdio Btioeiro ;
OfRciaerda islperal ordem da Rosa, os Srs.
Siavat Odor reo de'Bourfre majbt loao Baplista
de Mello.
Fui nomeado cnsul inleriuo de S. M. o ro de.
Nelhemberg nesti corte e recebeu o imperial
ejfeflualur o Sr. Hermn Haupt.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE'
BHB.NAMBUC0.
BM ates iniro',6 de fevreiro.
Vai-se approximando desfeixo final d cafn-
panhaM4j|ardl>d< tlW, 4d*S eM4ii4 os jor-
naes vao dando nolicia de resultado dos combx-
tes parciaesque se derSm aos diffarentes eolio-
De Miaat e S: Panto no- toaras avada ffno
noticias muito incompletas de alguns collagiot
mais prox.mos proviacia do Rio- de Janeiro, e
mesmo asaira,,df M -cosmatt aillda o norae de
nenhum dos'cwftTOs nrftmfhftored. E" p-J-
liberaes, a-qua tiveram a pretengo de querer po
fra o Salles Torres Homem e o Sayo Lobato
A oleigo do Silrerra- Lobo por Minas tambem di-
zem que est en risco de naufragar, e pode fdzer
idea do desgosto que seutiro os collegas com a
falta uestes tres prestautissimas msnejadores do
insulto, to habis em provocar scenas tumul-
tuosas e escndalos no recinto da cmara, do que
deram provas exuberantes as sesses de 1B59
e 1880.
O que passa porm por raas cario ainda qua
._ posto, .
fianga da corda, pelo apoo da opinio publica e -.
pela perspectiva da urna nova cmara, na o.uel Iraa Ha ci
quartas pelo menos lhe prestaro franca odeei- por Dos.
dida conflanga para que continu a govaroar Os
liberaes esperavam que o resultado da eleigo do
collegio da corte fosse o annuacio da retirada do
ministerio; mas eagaoaraai-se no seu melhor
calculo ; e quasi se pode aflirmar que se na nova
cmara nao se apreaeotar um grupo eu maioria
importante, quo represonte urna opinio aceita-
vel, e qual possa ser confiada sem perigo a di-
wenla urna grauds parta ranas* malhsr
dad*.
Nao tenho mais ha dizer por boje.
omiiff or

~
corrente.
Quanto ai noticias aa cOrt e das Temis pro-
ncias do su!, Scam Iranscriptaa em oulro locar
or PXl*nn "^*
fioAw.No presente vapor nacional saguapa-
l^r*l!.h', ongo vigario geral Henriuuo
1 SonraBrandio. aftm d cumprimentar, Sr
irte do cabido, ao Exm. e Rvm. Sr. aroebisao.
Lft-se no Diario da Bahia : "njw-
1. districlo.
Apuracio final dos collegios da capital, Abnul-
s **m J" Conde, excluT
Tiberio.. .
Cunha. .
Souta. .
Botelho. .
Sepulveda .
Pace. .
Leo. .
Japlass.
9.
55
44
28
ti
Tiberio.
Cunha .
Souto. .
Botelho. .
Sepulveda.
Paces. .
215
176
105
68
56
44
215
178
95
68
62
44
65 votos.
523
508
462
417
426-15
30714
S91-U
214*
Tiberio.
Cunha : .
Sonto .
Botelho. .
Sepulveda.
Pacca. .
2.' districlo.
Apuragao dos Collegios de Santo Amaro, Ca-
choeira, S. Fraacisco, Maragogipe e Fsira do
Sanl Anna.
Pinto Lima. ... .
Pedio Muiz, .'
Chaves. ....
Affonso d Carvalho. .
Baro do Bora Jardim.
1 3." districlo.
ABurago dos collegios d flaparica, Jaguaribo
Nazarelh. Valng. Jequirg. Taperof CaosaC
tu, Marah. Porto Seguro, Caravellaa. llhaoa
e tannavieiras.
Dr. Caseriir. ......
Dr. Jutiiano.......
Conselheiro Taques. .
Conselheiro Sampio Vianna.
4.' dislricto.
Apuragao dos collegios de Iuhaabuaue. Alacoi-
nhas, Punffcago. Itapicur, Abbadia a Jaco-
bina.
fanu0...... 419
Sfar>vf.......413
Manoel Dantas.....4U
5." districlo.
Apuraco dos collegios dos Leoges e Maracas
Juoqueira......87
Frederico de Almeida. 59
Casparino......53
Monteiro......37
Kegressou hontem 4 de fevereiro, da sua.
I1'*;1 5F" o Sr. Dr. chefe de polica.
Tendo-s dirigido a Aldeia no sabbado, ah pro-
curoa ouvir com a prudencia o circumspeccao
que o caractorisam a amaos os partidos que
pleitearam a eleigo. Tendo ouvido tambem as
pessoas imparciaes ambos os partidosoube que
a aggressao partir do lado da pareisliadade do
juizde paa: que Mra eHe quera no dia 2pro-
rompera em excesaos por oeeasio da discussaa
sobre a idealidade de um veanle-.
11' cU> n1"008 geralmasrte se colliga que
aquella lado preparava-se, coma no dia ante-
rior era corrente, para urna lata reohida. O Sr.
ur. chafe do polica ialerrogou a um dos quefd-
ra rendo gravemente.
Presenciou-ainda o estado em que esses ho-
rneas impos deixsro a igreja matriz i vio a
nodoas de sangus nos aliares 1
A Aldeia tem-sefelto notavel nestes ultimas
lempos pelas suas eleiges ; esta ultima foi usa
estrondosa baenaaal, e o que ha da mais curioso
nella a a celeridade com que a tal partida pro
cedeu eleigo, de modo que dando-se a qoes-
tao no dia 2 quando ainda nao se linha chamado
pela metade dos votantes, j no dia 4 pelas 2
horas da madrugada, quando se apreseutou all
a farga mandada pelo governo a eleico eslava
fetta I
E* de certo da maior celeridade elctrica que
se haja felo.
Tuve hontem 7 lugar na egreja matriz de S.
Pedro um officio por alma do Exm. Sr, arcemsoa-
raarquez de Saota Cruz.
Quereodo exprimir sua gratido a quem
tanto devia, seguedo altamente caafessa em to-
das as oecasies, o digno vigario de S. Pedro s-
colheu o anniversarie natalicio do fallecido pre-
lado pora suffragar por sua alma.
E' urna bella acgo do Sr. eonego Fonseca
Lima, um xamplo de seguir-se, que d a seas
treguezes, essa demonslrago publica da que
nunca se deve esquecer o protector, o amigo
porque elle baixou sepultura.
Smente os abyssuios que festejanr o sol
que se levanta.
O acto, feito com a maior decencia, foi asa.
todo solemne e esteva bastante concorrido.
Offlciou o Exm. bispo do Rio Grande do Sal,
sendo assistido no solio pelos Revms. conegos
Joao Nepomuceno Rocha, Hanoel dos Santos Pe-
reira, Anlonio Eleuterio de Araujo Lima, Jos da
aouia Lima e Manoel Cyrilfo Mariuho.
Pregou a orago fnebre o Kem. Fr. Arse-
010 da Natividade Moura. Na tribuna sagrada,
rememorando os fados da vida do Ilustre unido*
de quera fdra amigo e muitas vezes companhei-
ro, o reoeravel bonedictioosemelhava um desees
mongesda Thebaida, ensinaudo aos fiis quo
coocorriam sda'voz, as doulrioas do Calvario.
As absolvieses flaaes foram fallas pelo Exm.
bispo do Para, deio, guardio de S. Francisco
es se apresenlavam como candidatos dos lSpo Pra deSo nardilo de S. Fraacisco
1, e que tiveram a pretengo de querer por ZjL Bet}.< sen,l0 ullla bengo lau-
gada pelo Exm. bispo do Ro Grande de Sul.
Muitas pessoas gradas, o clero das diversaa
ordens e grande concurso de povo, todo forana
anda urna vez render urna homenagem ao pastor
desveltado, cuja p'erda deploramos.
A ega elegante e raageslosafoi levantada pe-
lo Sr. Maaoel Jos Espinla pelo molello de quo
servio era 1725 nos funeraes do duque D. Nuno.
Alvares Pereira de Mello. O digno artista fez.
toda a despeza a expensas suas por horaenagena.
>./ que passa porem por mais ceno ain-ia que aa santo prelado e amisade aquello que o aul-
lado isto, quaoTheoQl Ottaoi oso vic eteilo fragava.
por um dos dislrictos de Minas, como esperava, Repetimos : o acto foT em ludo solemne.,
por um dos dislrictos de Minas, como esperava, < Repelimos : o aclo foT em ludo solemne,
porque os eteilores mineirus, alm de outras >rs- ner pula cerimooia era si, quer pelo recolhi-
zoes, julgaram-so olfendidos pela pouca condan- monto dos circumstantes, quer Analmente pela
ca que elle manifestuu na sua lealdade 6 firmeza recordaces uue disoertavam.
ga que elle manifestuu na sua lealdade 6 fkmez
procurando-sai eocartar-se por segoranca a'uiu
dos lugares da represen!igao da corle. Deste
modo licam burladas as esperaugas da fuelles que
couta vara ser eleitos em lugai del le depois qee umu. nourame seja
se venneasse a sua opgo pelo dislricto de Minas, dc-ediflear seus discpulos nos doveres soclaes e
por onde sa dizia que seria eleito. religiosos. O Sr. arcebispo fdra um dos mais
Entretanto deve-se coufeosar que o maior des- fervorosos acorogoadores do gymnasio.
oponlamento porque passaram os liberaes e tur- Findo o aclo, na sachrislia, recilou
------------------ *. ... WM..B.W...VO, ^'
recordages que dispertavam.
Nao deitaremos de fazer saliente o ter-s
apresentado com todos os seus collegiaes o illus-
tre director do gymuasio bahiano. O Sr. Dr*
AWlio, honra lhe seja feta, nao perde oeeasio
_ -y.,^, ..- -...-- .v.v, u- 1.1,1 iiiuiuH o Sr
blenlos foi a Urmeza com que o governo sa tem Amara! Tarares urna poesa, sendo seguido pelo
conservado no sau posto, sustentado pela coa- Sr. Souza "CTma, joven, que d boas esperangasr
de futuro.
Ha cousis que parece decretadas a proposito-
rjr Daos. Chamando asi o seu vigario quiz qoe
dous bispos por elle educados e estimados aqui
se achassera para lhe suffragarem por alma" a
tornaren, mais pomposos esses actos, que a igreia
preserdve.
No di 6 tarde tinham haviJo malinas na
parodria", que igualmente foram bastante con-
corridas.
Ouando vemos tanto.ervor na gratido. tan-
PtnirifAln fina min^i nl^.Xv. *!** K.
reegao dos negocios pblicos, com convm e to espirito do qde miada a religin, alenta-oos
como o emende a opinio sensata do pair, que ldda de que presentemente rio sao unica-
certamente vale muito mais do quo tres ou qua- mente o iadifferenlismo e as ms paixoes que im-
ito gritadores que nella tenhara assento, nesse peram.
caso o gabinete d 10 de agosto continuar aiuda
por muito lempo a prestar os- seus servigos, a a
resolver sobre oa graves interesses do paz, que
de dia em di reclamara raa attengo mais es-
clarecida e patritica da pacte dos seus gover-
nantes.
Espera-se que o, coasalhairo Paranhoa ser
eleilo deputado por um tos dislrictos da provin-
cia de Mallo Grosso, assim como que o conse-
lheiro Sergio venha por essa provincia,, camotas
ulliraas noticias. Peto Espirita) Santo faf&esialfi-
tos Stlva Nunes, actual prealdaate da Parahyba,
*ili"ertli% Pinlir, mrrja. er o repveseutante da
provincial Sao lodos caaaarvaderes.
A ostagas calmosa lem estado rigoVosissima
nesies ltimos dias, e tom afugentado muita gen-
te para tora' dateidudev f> loroerador e a familia
hh aerial j4 pWtarasB tambem ara Pearpaii a
fMMM- fMsV'^it>|-v lU. H Wh* Haal-
N,o morrea ainda tudo quanto havia debemr
sobre t mundo.
< Acha-senesta cidadb o Sr. Andr ManzinJ,
emprezario da companhfa Ivrica que ora traba-
Iha era Montevideo. Consta-nos qua pretenda
dar algumas- represrntagea no mas de marco.
Osr. Wanziui, nao podando alcancar des-
pach fvdravM do governo a quem submattea
um* sua proposta peta deficiencia dos cofres p-
blicos pretende em algunas noilas que pataca
We serem cedtda apresenlaY a sua compannia
h'at>per%'L'iciii.Tratam, acai a AiHm aa*
su arottrla cOrrta. ^
AcbWdantado 8r. Mamint tem tldo Hi-
rHtf#nWe% jaarttavlMo, o*d se acha franjea*
appFautos. A pnma-doaa qao e aSr*. Owiho-
cia lariznt tem-em se nvot as Marnarea fa^
coranenda^es, como vlvod de petiodiws ojua
dsfYirAVprWMci^
n
'1


4P
w*Mo mifimmQ. -.****
9*&m*

Estimante* que o Sr. Manzini encontr
lh i me* te da poMlo que
artista, independente
de goveroot '
frip. Acham-ae eoassnida ai slaicoes
"psdor e depjitsdos gnaes,. seadp eleltos
s^B ?hmmiIk.------' -- i
Kria de Mareim.
rio de Propri.
Dr. Alexandre Pinto Lebie.
Para diputados (districto do norte).
Bario de llaroim.
De Leandro Becerra Monteiro.
Districto do uL
r. Fiel Joi de Carvaiho.
l)r. Pedro de Calasan*.
Aiogoas. O carnaval correu, sea que a tran-
qailiiJade publica e a seguranca indifidua], rua-
sen ee quer de leve offondidas.
* # era conhecido o resultado do collegio da
Malta-Grande, que formou assim a lista dos de-
putados do 2o districto:
Br. Benjamn Vieira 321
Or. Castello-Branco 292
O Dr. Jas Angelo flcou em 3* lugar coro 224
e o Dr. Serapio em 4o com 58.
Le-se do Diario das Alagoas;
Aprsenmenos boje a lista dos 12 deputados
do circulo dosul com os respectivos votos; as-
sim como os que segu m-s em vota$o.
E' o resultado total dos collegiosdo Penedo,
Traip, Palmeira, Malta-Grande, Poxim, Aoadia,
S. Miguel e Alagoas.
Nao incluimos a volarao do Pao de Assucsr
por t'-r sidofeila cm duplicis, por causa da in-
finita variedade de vicios e Ilegalidades que an-
nullam completamente a eleic,ao dos 18 cleitores
daquella parochia : questo que ha de ser termi-
nada na cmara dos deputados.
1 Dr. Filimho......... 462
2 Ten en te-coronel Imbuzciro .... 442
3 Paire D Espinosa...... 419
A Padre Lessa......... 414
5 Dr. Brando......... 336
45 Coronel Theolonio....... 307
7 Batinga........... 273
8 Major Aureliano........ 257
9 Teixeira de Oliveira...... 256
10 Paula MesquiU........ 25.3
11 Vigario Maia........; 25(
12 Dr. Torquato......... _2J2
13 Padre Satyro.......... 241
14 Jas Soares.....j 237
15 Vieira Peixoto........ 228
16 Moreira Lemos........ 223
17 Hernvogenes......... 213
18 Aristides Lobo........ 168
19 Pereira do Carrao....... 150
Vigario Avelino......, 74
Miguel Palmeira ....... 50
Jatub ,......... 42
Padre Soares......... 3
. Sabbado, 9 do corrente, ter lugar urna reu-
niao de commerciantes e agricultores em casa
do Exra. Sr. barao de Jaragu, as cinco hora3 da
Larde.
O objecto desta reunio a escolha de meios
mais proprios para se obterem rerlos importantes
mel&oramentos roateriaes e se auxiliaren! algu-
masemprezss.e, particularmente, a maneira por-
que se deva a tal respeito representar ao governo .
e ao parlamento.
Todos os commercieoles e agricultores, sem
excepcaode nenhum, sao convidados por va des-
te jornal. Fazeraos votos para que o concurso
corresponda importancia do objecto.
----- wira de,CarjpUie. e 1 escraro, .PJlippa Aotow
1 sempre acalheu os bons de S Celdas*, teoente Praasiaca Joaquim Aten-
de qualquer coadjuvacao -4o, toa senhora e 1 irmio, alteres Demetria &**-
aodo Mara de Qliveiw, couego Heariqwe de
Souza Branda*.
0 vapor ingle Magdtkna, vindo do Rio
de Janeiro pela Baha, trouxe seu bordo 5 -
-guintes pasfsgelr* :
Tbomaz I.ewden. Rodolpho, Schmid, Sarah
Johnston e 1 QI ha. Jos Joaquina^ Rodrigues Gui-
mares, Buchero Chalopin. #
Seguero para a Europa :
Francisco Gomes Guimares, Jos Antonio Do-
mingues, Elisiario Jos dea Santos. William H.
Peniston, sua senhora, 3 Qlbas mogas, 4 Cilios
menores, suacuohada e 1 criada, Frank Braman
Gibbertson e 1 criada. James Burlo, Joo B.
Jordn, Henrique Augusto Cooper e sua fa-
milia.
O hiate nacional Nicolao I, ahido para o
Aracaty, levou seu bordu os seguiots passa-
geiros :
Alexandrc Ferreira Caminha e Joao Francisco
Pereira. '
MATADOtao publico :
Mataram-se no da 12 do correle para o con-
sumo desta cidade 26 rezes.
No da 1366.
No dia 1425.
No dia 15-56.
Mortalidade do da 14 :
Florencio, prelo, escravo, solteiro, 28 annos ;
phlysica.
Liberato, prelo, 6mezes; bexigas.
Monica Escolstica da Rocha, parda, casada, 35
annos; parto.
Luiz, preto, escravo, 8 mezes ; convulsSes.
Joo Googalves Pereira, branco, solteiro, 30 an-
nos ; congesto cerebral.
Mari*, parda, 2 dias; espasmo.
Mara, prets, 5 annos ; toase esovulsa.
Conrada, branca, 5 annos ; febre amarella.
-15-
Dmngas, preta, escrava, solteira, 40 annes;
urna insofuciencia da vlvula.
Jos, pardo, 1 dia ; espasmo.
CiniiiJa Rosa do Espirito Santo, parda, viuvs,
102 annos ; velhice.
Ursulina, branca, 2 annos; tosse convulsa.
Rita Mara do Carmo, parda, casada, 48 annos ;
hydropecardite.
Manuel, pardo, 5 mezes ; convulses.
tl*4 Navio* lak__
Aracaty-Hiale uaciunal Ntflo 1, capilao Tra
jaao Anluqea da-C^ta, carga vario geoeros.
ParahibajPetoeho ingle Busy, caphaa ftotwrt
Momckton : em ladro.
Soulhampton e porto intermediosVapor in-
gle* Magdalena, ommiodante R. WeoWard.
Bahia Brigue icLtclez Volant, capilao J. Jenkins,
com a mesma carga que trouxe do Terra-
Nova.- Suspenden do letuario.
Parahiba-Lugre poi tugujV ^ eapito Fran-
cisco D. ViUa-Kovd ; o
Famdeou no lamara* abrigue brasileiro,
nao teve communieaij&o com trra, Passou para
o sul urna galera imuricana.
PERNAMBUCO.
Publicagoes a pedido.
I*ede-se a seguinte publicaco.
Tendoobiido exoneraco do cargo de thesou-
reiro das loteras o Sr. Manoel Gamillo Pires Fal-
c5o, acaba de ser nomeado o Sr. Antonio Jos
Rodrigues de Souza.
_ A escolha du Exm. Sr. presidente da provin-
cia fot do melhor acert, e temos plena confian-
ca de queem breve sejam as loteras da provin-
cia restituidas ao crdito que tanto convm.
D un anligo assignanle.
Recife 12 de fevereiro de 1861.
REVISTA DIARIA-
Amanha proceder-se-hi a eleicao para juizes
de paz da parochia da Boa-Vista desta cidade,
por haver sido annullada a que teve lugar em se-
temhro do aono prximo passado pelo poder com-
petente.
Os galhos de espioheiros que em alguns si-
tios da Passagem cahiram sobre s estrada, e de
que tratamos de outra vez, esto sendo corta-
do; e assim ser removido este incoramodo pu-
blico.
Igual eftVilo, porm, nao d-se nesses oulros
da estrada da Torre e daquella de Beberibe, as
quaes os galhos iocomrauam at aos quo passara
mesmo a p.
De novo pois chamsmos a atlengao dos respec-
tivos fiscaes, para que fucam ellectivas as postu-
ras do municipio a respeito do decolamento das
arvores que caliera sobre as estralas com dotri-
menlo da servido publica.
Por portara de 14 desle fo prorogado por
roais urna horx o expedieole da thesouraria pro-
vincial, em eonsequeocia do atrazo de trabalhos
que all d-se pela insuTlciencia de pessoal.
Por portara de hontem fo promovido pri-
meiro escripturario da 2.* secgo da contadona
da thesouraria provincial, o segundo escriptura-
rio da mesma Marcomiro Pancracio Pereira dos
Santo?.
Hoje tem lugar no Santa Isabel o beneficio
do artista dramtico Pedro Baptista de Santa Ro-
ss, bastantemente coohecido em nossa scena.
Hundo, diabo e carne, (nome do drama esco-
lbido), perleocente escola moderna, de cos-
tumes e usos nacionaes, cheio descenas bellas e
sorprendentes. J por mais de urna vez tem elle
subido scena entre nos, e sempre Dem aco-
Ih'do.
Por "causo de um algoritmo, essa christosa co-
meda que, em pocas pouco remolas, tanto agra-
dou aonosso publico, anda urna vez reapparece,
prometteBdo colher, no seu perpassar pelo palco,
grande numero de louros.
Far-so-ha ouvir, nos diversos iitervillos, o
nosso coroproviucano oSr. Felippe Nry de Bar-
cellos, em o seu Irombonne. Asseguram-nos que
admiravel na execugSo desso instrumento, e
que ao.ouvi-lo se sent verdadeiro prazer.
Aspiramos ao beneficiado urna, noito cheia, e
um verdadeiro resultado pecuniario, para ajuda-
lo carregar sua numerosa familia.
Foram recolhidoS casa de detengo nos
dias 13 o ti do corrento 15 homens, sendo 13 li-
vres e 2 escravos, a saber : ordem do Dr. de-
legado do 1. districto 9, ordem do subdelegado
do Recife 3, ordem do de Santo Antonio 1,
ordem do da Boa-Vista 1, e ordem do da Ca-
punga I.
O vapor nacional Cruzeiro do Sul, vindo
do Rio de Janeiro, trouxe seu bordo osseguin-
tes passeiros :
Cspito Domingos de Souza Veiga, dito Joo
Theodoro Pereira Mello, sua senhora, 8 fllhos e
1 escrava, lente Antonio Jos Raposo, alteres
Francisco Alves de Lij0a, dito Julio Augusto Car-
los da Silveira, dito Joao Eduardo Vires, dito
Alexandre Ferreira da Costa. Joo Antonio A. de
Carvalho e 1 criado, Luiz Cornelio dos Santos,
Sebastio Jos Ferreira, Urbano Sabino Pessoa de
Mello Jnior, Vicente Ferreira Gomes e 1 criado,
Joo Paz de Souza. enle Vicente Ferreira, Dr.
Manoel Buarque de Macedo, Zcferino BoteJ.no de
Andrade, Joo Vaz de Carvalho e 1 criado, Dr.
Salustiano Ferreira Souto e 1 escravo, Agoslinho
de Carvalho Lima el criado, Francisco Cesar Ja-
cobina, Francisco de Souza Marques, Ignacio
Antonio Fernandos i criado, Antonio Jos Lo-
pes, alteres Francisco de Resende Pereira, Fu-
duro Monaf, D. Rosa Alejandrina Francisco Xa-
vier de Mallos FilBo, Demetrio Jos Ferreira e
1 criado, Luiz Pereira de Araujo, Jos Gomes
Pereira e 1 escravo, Juslniano Jos de Araujo
Jnior, Vital Ferreira de Moraes Sarment, Fran-
cisco de Paula Araujo Almeida, sua irma e 3 es-
cravos, a escrava rsula e sua fillia a entregar a
D. Anna de Souza Raogel e D. Rila de Souza
Rangel, a escrava liara Magdalena a entregar ao
Dr. Martiniauo da Rocha Bastos, os escravos
Francisco e Antonio a entregar a Silvino Gui-
lherme de Barros, Mandel Vieira Barreno, Ame-
rico Netto, Jos Joaquim de Oliveira, Manoel Joa-
uim da Silva Leo, Manoel Jos de Cerqueira
langa, sua mi e su irma, Feltz Pereira de
Souza, Thomz Pereira Cardoso, Bento Jos Pe-
reira, Jos Dias da Silva, Jos Francisco Leito,
Jos Pereira da Cunta, Agoattnho Lucas Correa
e 1 escravo, Ismael, africano lvre, Candido
Francisco Soares, Manoel Eugenio Teixeira, An-
tonio Bezerra Montenegro, Francisco Pontn, Jo-
s Joaauim da SIt, Loureo?o Bezerra Caval-
canli, 1 preso, 3 pracaa que o escolla, 1 pnca do
exercito.
Seguem para o norte :
Capilao-lente Manoel Maria Lobo Botelho,
lente Vicente Ferreira de Llm, sua senhora e
3 fllhos, lente Jadntho Brrelo de Castro, sua
senhora, 2 fllhos e f criada, Kicardo Couto, alte-
res Detflno Jos de &., tsente Ptimiomco Cesar
da Silva Amaral e i creado, dito Antonio de G.
Moreira, msjor Domingos Jos da Costa Pereira
1 criado, Lourenco da Silva Bont-tempo, Jos
Joio Aires, Caetana Maria R.,Or, Aureliano Fer-
Antonio Jos Ferreira Alves, medico cirnrgico
pela escola medica crurgica da cidade do Por-
to, ele. etc.
Atiesto que o Sr. Caetano de Assis Campos, que 4
badezesete mezes solTria de urna gastralgia, hoje 8te ji nor., d'
se acha completamente curado.
Em f do que, passo o presente attestado, cujo
conteudo afilrmo como certo e verdadeiro.
Pernambuco, 15 de fevereiro de 1861.
Antonio Jote Ferreira,Alvet.
COMMERCIO.
Praca do Recife 15 de fe-
vereiro de 1861.
\s tres lloras da tarde.
Cotaces offleiaes
Assucar mascavado, Canal 2;000 e 1960 por
arroba.
Cambio sobre Londres 26 1(2 d. por 18000 90
dias de vista.
Frete para Liverpool de assucar 18/6 o 5 OO
por tonelada de algodo l|2 d. por libra.
Acgoes do Novo Banco de Pernambuco ao par.
Descont de letras10 0|0ao auno.
Leal Seve*-Presidente.
Frederico Guimaressecretario.
Alfaudega,
Rendimenjo do diai a 14. 233 286$342
Idom do dia 15.......63153476
o> a o. a. m m et a. f B flora
Q 3 CA Pl" 01 PS n a B a a ! Itmotphtra. O to
Direcao. 4 M H p PS u 5
5S OQ * W so o a > 3 TO o lnttn$idadr. 2 > o en pt cu
00 ge X Fahrenheit. m o K H -i SO O
K9 M) en ^ j lo ;* Centgrado. S o h
M en O 00 M M. ej -4 O Hygrometro. c. >>
o o e o - 1 Cis'erna hydr mtrica. >-> O y
758.5 757,4 en 00 o -4 A. * i Francex.
*2 8 .8 00 .8 CJ1 8 1 Inglei. n -i e
No fin da drama Sra. D. Isabel eo benefi-
ciado cantaran n ocow doetto,
mmUDOFEITIQO.
Terminar o espectculo com a moito deseia-
4a comedia em um acto,
FUI OLQ8JL
DE
UM ALGARISMO.
Em cujo espectculo tomam parte es artistas
Vicente* Baymundo. Carvalho, Skinor, Jos. Jos
Alves, Joao Airea, o beneficiado, Eleoterio Fran-
cisco (recentemeote chegado esta cidade), e as
e / P" "*1>e,. D- Leopoldina e D. Antonia de
Santa Rosa.
O beneficiado espera a proteccSo do respeita-
vel publico, quera mais de urna vez tem recor-
Os bilhetes acham se desde j disposico do
respeitavel publico oa ra de Santa Isabel o. 13,
residencia do beneficiado, o no dia do espectcu-
lo no escritorio do theatro.
Principiar s 8 horas.
THEATRO
DE
A noite nublada e de pequeos sguaceiros,
vento E fresco al 2 horas da manhaa que abo-
naniou.
OSCILLaCAO da mhb.
Preamar as 8 b. 8' dn manhaa, altura 6. p.
Baixamar as 2 h. |18" da Urde, altura 1,4 p.
Observatorio de arsenal de marinha, 15 de fe-
vereiro de 1861.
osuno STEPPLl.
Ia lente.
Oeclafa^es.
COXSELHO DE COMPRAS NAVAES.
Tendo-se de promover a compra do material
da armada abaixo declarado, manda o conselho
lazer publico, effectu.ir-se isso em sesso s 16
Jo corrente mez, mediante propostas recebidas
manhaa. acompanhadas das
239:60(9818
Movimento da alfande^a.
Volumes entrados com fazendas.. 3-2
183
-----221
8
443
451
de
com gneros..
Volumes sahidos com fazendas..
com gneros..
Descarregam hoje 16 de fevereiro.
Rrigue inglezLiodisfarnemercadoras.
Barca porluguezaMariadem,
Brigue americano Brandi-wine farioha
trigo.
Patacho brasileiroBeberibeesf.
Importa^ao.
Vapor nacional Cruzeiro do Sul, procoole do
Rio de Janeiro, manifestou o seguinte :
1 caita charutos. 1 dita mercadoras ; a Joa-
quim Bernardo dos Reis.
1 dita impressos ; a Almeida Gomes Alves
& C.
1 caixo charutos ; a Joio Reliar & C.
2 caixas joias a D. P. Wild &C.
1 caixote charutos ; a Antonio Coelho de S e
Albuquerque.
2 ditos enfeites ; a ordem.
10 peca3 de cabo de lioho ; a C. C. da Costa
Moreira & C.
Brigue nacional Mafra, vindo do Ro Grande
do Sul, consignado a Amorimj Irmos, mani-
festou o seguinte :
9,787 (a) de charque, 12 ditas de sebo em rama,
50 couros de refugo, 4 volumes com 1,000 tainhas
em salmoura, 600 bagres seceos, 200 lioguas, 100
restis ceblas ; aos mesmos.
Vapor francez Bearn, vindo de Bordeaux, con-
signado a agencia, manifestou o seguinte :
3 caixas chapeos ; a Joao Chrisliani.
108 ditas e 12 barricas vinhos, 1 dita vinagre ;
a Joao da Silva Faria.
20 barricas vinhos, 1 caita sedas, 1 dita rou-
pas, 1 velume luvas, 2 ditos amostras a Linden
Wild &.&
1 caita tarop ; a Joo Baptista Fragozo.
1 dita roupa ; a Vaz & Leal.
3 ditas sedas ; a Dammayer & Carneiro.
1 caixa lvas e reodas ; a E. Leconte.
1 dita, perfumaras, 1 dita vestidos e franjas, 1
caixa manteletes de seda ; a Ratio, Dtfbrat & C.
1 caix papel para cigarros ; a Manoel 4 C.
1 dita sedas; a Ferreira & Araujo.
1 dita lvros'; a Fe/reira & Matbeue.
100 caixas vinrio, f dita consekVa, 1 dita fruc-
tas, 1 dita licor,.100 ditas aaeite, 400 barris man-
teiga, 1 voluae chapeos para senhora ; alTVsset-
freres & C.
2 caixas bijooterias, 1 dita bijouterias e amos-
tras ; a J. B. Lekrasn 4 C.
5 barricas queijos ; a J. Praeger 4 C.
1 caita roupa, 1 dita bisceutos ; a D. P. Wild
& C.
1 dita sedas, 1 dita chales e fazendas ; a Scha-
fheitlin & C.
1 dita grvalas, collarinhos, etc., 1 dita meias
de seda ; a J. Keller & C.
1 cafxa livros ; a Almeida, Gomes & C.
2 caixas mercearias ; a Mello Lobo &C.
1 dita sedas! dita bijouterias, 1 dita relogio de
ouro ; a F. Sauvage & C.
1 caixa sedas ; a Mackay Miller.
1 embrulho vaccina ; ao Exm. presidente da
provincia.
1 volume livros ; a J. Vignes.
1 dito servieo de mesa ; a L. Pucb:
1 dito amostras ; a Ryder C.
1 dito luvas a Beorique 4 C.
1 dito livros ; a Kalkraan.
t volume luvas ; a Seve, Ftfhos & C.
1 dito bichas; aSodiaG.
OYirnenio do porto
Navios entrados no dia 15.
Rio de Janeiro e portn intermedio7 dase 14
nor, piqutle Crxiro do SmI, dj 1.W0 lo-
amostras dos obyectos que couberem no possivel.
Para os navios
8 arrobas de gnxela; 10 arrobas e 19 libras
de plvora gressa, l(i arrobas ds moalhar branco.
1 peca de cabo de linho de 7 o 1/2 a 8 pollega-
das, 1 jogo de tinteiro de metal galvanisado, 30
pecas de brim da Russia, 4 livros mappas de
50 folhas, 6 dilos ditos de 25 diUs.
Para os navios e arsenal.
20 cassarollas de forro sortidas, 100 gatos com
sapatilhos, 20 arrobas de pregos de cobre para
rorro, b arrobas de sebo em po, 20 irados de 4
a 6/8, 1400 libras de tinta branca do zinco ; 30
latas de tinta verde; 14 libras de cers em ar-
chote, 3 caixas de guerra, e 1000 folhas de lita
de esmeril em panno.
Para o arsenal.
20 libras de linha crua, 4 barris de pregos de
ferro de 4 pollegsdas, 10 arrobas de prego de
cobre de 4 ditas.
Para as obras do borto.
1000 barricas de cemento claro de Bolonha, i
bote pequeo de 2 remos, 400 varas de linha-
gem para saceos.
Sao as condicoes para eflecluar-se a compra
ser paga logo no mez subsequente no recebimeo-
to dos objectos, o sujeitarem-'s os tendedores
a mulla de 50 por / do valor dos mesmos ob-
jectos, caso nao os entreguem na porco e da
qualidadea contratadis.
. Sala do conselho de compras navtes de Per-
nambuco, em 11 i fevereiro de 1861.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjas.
Correio geral.
Relaco das cartas seguras viudas do sul pelo
vapor tCruzeiro do Sul, paraos senhores abaixo
declarados :
Amancio Goncalvcs dos Santos.
Antonio Annes Vieira de Souzs;
Antonio Jos da Cunha Guimares.
Caetano Gaspar Lopes Andrade.
Francisco Pedro Advincula.
Joaquim Gilseno de (desquita.
Joaquim Maiia Mascarenhas e Souza.:
Joo Francisco Livramento.
Joo Baptista Pereira Lobo.
Joo Goncalxes Dourado.
Joo Rufino da Suva Ramos Jnior.
Manoel Alves Guerra (2). *
Jos Carlos Teixeira.
* Pela administrado do correio desta cidade
se faz publico que as malas que tem de conduzir
o vapor Cruzeiro do Sul para os poris do nor-
te, fechar-se-ho hoje as 3 hora da tarde em
ponto.
Pela subdelegada ds fregnezia de Sauto
Antonio do Recife foi apprehendido um cavallo
com cangalha por ter sido encontrado sem dono
vagando a noite pelas ras deata freguezia : quem
for seu dono, comparece oeste juizo, que pro-
vsndo seu dominio, lho ser entregue.
Joaquim Antonio Carneiro.
Subdelegado supplente.
THEATRO
DE
iota Isabel
HOJE 16 DE FEVEREIRO DE 1861.
Grande e variado espectculo
EN BENEFICIO DO ARTISTA
SiVNTV-UOSV.
Depois que 6s professores W orchestra execu-
tarem orna bella ouverlura, representsr-se-h o
bem aceito e appludido drama em 3 actos inti-
tulado,
DIABO E
CARNE.

O iotervallosaero precnchidos com rica pe-
tas de msica.
No 6. do prmelro acto o Sr. profossor Felip-
pe Nery de Barceltos, em grande obsequio ao be
neficiado, execnlar no seu trombone, sobre
scena, as difflceis
Varaij^sdeBarioti,
No fim do egundo acto
O MOTIVO DO SONHO
ou
BMNCADEI/tA MUSICAL
totcotro icio, aria do
Tniviata.
No fim do tercoiro icio, aria do terceiro ac-
to da
Sabbado 16 de fevereiro.
Grande e variado espec-
tculo.
Depois que os professores da msica tiverem
execntado urna das molhores symphonias, o ar-
tista Carvalho Teixeira executar lindas e diffe-
renles sortes do physica em urna scena.
Segunda scena.
Os lindos e difQceis trabalhos gymnasticos exe-
cutados por toda a companhia.
Terceira sceua.
Lindo e engracado reculheto italiano, cantado
pelo Sr. Alexandre.
Qliarla scena.
O trapejo, desropenhado por tres jovens, o
qualse far o moinbo de vento.
Quinta.
O artista lusitano subir ao brandexo meio vo-
lante, o irabalhar as argolas lusitanas ecom
toda a companhia, 6 no mesmo brandexo cahir
de cabeca para baxo, suspender urna peca nos
denles, de calibre tres, a qual disparar um
tiro.
Sexta e ultima scena.
O jocoso duclto Cerolla, eaotado pela Sra.
D. Adelia e o Sr. Alexandre.
Principiar o espectculo s 8 horas da noite,
depois da chegada do Illro. o Exm. Sr. presiden-
te da provincia e Dr. chefe de polica.
Os bilhetes acham-se venda no escriptorio do
Iheatro.
RISCO'MARTIMO.
Preciu-ie a riico mtritimo sobre o
caico, veame, maitreacSo, appaWho
da alera americana Masonic, k>ta-
c5 397 tonelada, -apitSo John A. Se-
bait, cerca de 2:000| para occorrer ai
despezai que neceuiu azer neste porto,
afim de continuar a sua viagem com
destino ao porto Galveston, (Estado Uni-
do) : os pretendentes queiram dirigir
as suss propostas por escripto em carta
fechada ao consulado dos Estados Uni-
dos-da America, ra da Cruz.
Para o Para em direifura.
O palhabole Garibaldi, segoe oestes dias por
ter engajado parle do seu carregamento a tra-
tar com Tasso Irmos ou com o eapito Custodio
Jos Vianns.
Acarac
Com toda a brevidade ha de seguir o bem co-
nhecido patacho Emulaco ; para carga e pas-
sageiros, trata te com o eapito a bordo, ou no
escriptorio de Manoel Goncalves da Silva.
Avisos martimos.
. Para o Rio de Janeiro sahe com toda bre-
vidade a linda e veleira barca nacional Iris:
para carga o passageiros, trala-se com os con-
signatarios oa ra do Trapiche n. 6.
Babia.
Para a Bahia segu em poucos dias a escuna
nacional Carlota ; para alguma carga que lhe
falta, trala-se com seu consignatario Francisco
L. O. Azevedo, na ra da Madre de Dos n. 13.
Para o Aracaty
s'gue em poneos das o hiato Beberibe ; para
carga e passageiros, trata-se na ra do Vigario
numero 5.
Cear.
O hiate Vdela segu com brevidade : para
carga, trata-se com Caetano Cyriaco da C. M. &
Irmo, no lado do Corpo Santo n. 23.
Para Lisboa
em poucos dias
vai sahir a muito veleira barca Maria, por ter
quasi completo o seu carregamento ; para o res-
to e passageiros, trata-sc com Carvalho, Noguei-
ra & C. na ra do Vigario n. 9, primeiro andar,
ou com o capilao na praca.
COIPAMIA PEiTUHBiCANA
neceuariotecer elojjjos visto que Sfo
em Franca, pqdendo os pre-
tendtrtes dirigirem w no da do teilo
aoarmaicmD. 2f sito na ra Nova:
terca-teira 19 do corrente as II horas
m ponto, que ah eneontrarSo os Te-
fendor carros,
i Na mesma occastao ie venderao dous
lindes carrinhos para meninos.
'19 do corrente.
s 10 horas da manhaa es
4. horas da tarde.
DE
Um monstro leilo
na ra Nova n. 24,
correr do martello.
PELO AGENTE
ao
DK
0 agente cima tara' leilao por au-
tor isaqo dos administradores da massa
de Manoel Antonio dos Pastos Oliveira
&C, dos trastes pertencentes a loi da
ra Nova n, 24, a qual contiste de mo-
bilias de Jacaranda', mogno, nogueira,
Faia, guardas roupa, vestidos, camas,
guarda louca, bids, lavatorios, secre-
tanas, cadeiras de balanc/), aparado-
res, espelhos, marqueza, cabides.quar-
tinheiras, dus ricas colchas, urna im-
mensidade decadeiras, mesas elsticas e
outros objectos que estarSo patentes no
acto do leilao.
Convida-se aos amigos das pechina
chas que aproveitem a occasiSo de re-
formarem os seus trastes com pouco d-
nheiro que sempre nSo apparece destas
pechiochas, para commodidade de al-
gunrsenbores principiara' o leilSo as
10 horas do dia fara* ponto as horas,
tornara' a comecar as 6 horas da Urde
ate'as 10 horas da noite.
tra
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Espera- se dos porto do norte at o dia 18 do
corrente o vapor Oyapock, commandante o ca-
pilao lente Santa Barbara, o qual depois da
demoia do cosime seguir para os porto do
sul.
Desde ] recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada :
agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azeve-
do & alendes.
Rio de .fknetro
O vel eiro e bem conhecido patacho nacional
Beberibe, pretende seguir cora muita brevidade
tem parte de seu carregamento prqmpto para o
resto que lhe falta tnla-se com os seus consig-
natarios Azevedo & Mendes, no tea escriptorio
ra da Cruz n. 1.
O hiate Sergipano segu para a tlha de
Fernando; quem no mesmo quizer carregar, di-
rija-se ao sen censignatario, ou ao mestre.
Aracaty e Ass
Hiate Dous rmeos, sahe na presente semana,
inda recebe carga.
Para o Aracaty
leguir brevemente o hiate nacional Ezalaco ;
para o restante do seu carregamento e passagei-
ros, trata-se com Gurgel Irmos, em seu escrip-
torio na roa da Cadeia do Recife, primeiro an-
dar n. 28.
COIPANOM FENjUDUGAIU
Navegaco costeira a vapor.
O vapor Peninunga, commandante Manoel
Rodrigues dos Santos Moura, segu viagem para
os porlos do sul em 20 do corrente mez s 5 ho-
ras da tarde. Recebe carga at o dia 19 ao meio
di. Passageiros e dinheiro a frete at o dia da
aahida s 3 horas. Escriptori no Forte do Mat-
tos n. 1,
Para Lisboa
pretende sahir por estes dias
porterquaseo seu carrega-
mento prompto o brigue por-
tuguez Laia III, qjiem no
mesmo quizer carregar ou ir
de passagem dirija-se aos seus
consignatarios F. Severiano
Rabello A Fiiho, largo da As-
sembla n. 12.
Maranho.
Segu mote* dia o Mato San to Amaro, re-
Xavegaco cosleira a vapor
O vapor Iguarass, commandante Moreira, se-
gu viagem para os porlos de norte at o Cear
no dia 22 do corrente mez s 5 hora da tarde.
Recebe carga at o dia 21 ao meio dia. Encom-
menda3, passageiros e dinheiro a frete al o dia
de sua sahida s 3 horas. Escriptorio no Forte
do Mallos n. 1.
Para.
O palhabole Santa Cruz a chegar nesteadias,
e logo que descarregue, carregar para q Para
em direitura por ter mais de meia carga promp-
to ; para o resto da carga, trata-se com Caetano -r .
Cvrtaco da C. M. & Irmo, notado do Corpo er^a-Idra 19 dO COrrente.
Santn. 23. O agento Evaristo levar a leilo pela ultima
rara o Rio Grande do Sul. | y"*?s dirid" <* mssa huida de Miguel Gome
Segu com toda a brevidade o brigue escuna n !"' 6 a8Sim de Fu,en5>o Jos da
Negraes. por ter parto da carga nrompta : para o *, l..'.e espera2 mesDi ge"to a concorren-
resto trata-se na ra de Trapicho n. 14, com 0 aP qiV ?e,f c.e,,n T8nlag*n quem quer
consignatario Manoel Alves Cuerra, ou com o c- ,cL.11 m e*J" t0 hor" em P do dia
pilo bordo. u ca ,clma mencionado no seu armazem n. 22 oa ra
do Vigario.
Para
Avisos diversos.
Rio de Janeiro,
o veleiro e bem conhecido brigue escuna Jovem
Arthur, pretende seguir com muita. brevidade,
tem don tercos de sua carga prompta: para o
resto que lhe falta, trata-se com os seus consig-
natarios Azevedo & Mende, no seu escriptorio
ra da Cruz n. 1.
PMI
Rio de Janeiro
o bem conhecido e veleiro brigue nacional Al-
mirante pretende seguir com muita brevidade,
tem parte de sua"carga prompta: para o resto
que lhe falta, trata-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mendes, no seu escriptorio, ra da
Cruz n. 1.
Leiles.
11
Sabbado 16 doxorrente s
horas em ponto.
lima loja de ferragens
NA
* Ra Direita.
O agente Ca margo fara' Uil5o por
mandado do E\m. Sr.'Dr. juiz especial
do corlmercio a requerimento de P-
rente Vianna & C., da loja de ferraeen
e mais hens pertencentes a Manoel
Francisco de Moraes, no mencionado
dia as 11 horas em ponto.
LEILAO
DE
Tinta branca em latas e3
caixas com phosplioros.
Quarta-feira 20 do corrente.
Antunes far leilo em frente da Ifandega na
porta do armazem do Sr. Annes, Oe urna i orqio
de latas com tinta brancada muito boa qualidade
que sero vendidos sen reserva de preco, bem
como de 3 caitas com phospboros ere perfeito
oslado. As 11 horas em poni.
LEILAO
Pcttiamhucami
I Domingo. 17 do corrente, s 10 horas* da ma-
nnaa, haver sesso extraordinaria do conselho
c da assembla geral parase tratar da continua-
cao da reforma dos eslatutos e oulros negocios.
I becretana da Associaco Typgraphica Per-
ambucaoa 15 de fevereiro de 1861.
J. Cesar,
Io secretario:
Hospital Portuguez! Hos-
pital Portuguez!
Domingo 17 do corrente, deve ter lugar a aeu
niloi da assembla geral dos senhores accionistas
do Hospital Portuguez de BeneOcencia para apre-
clacaodo relalorio que deve ser presentado pela
junta administrativa do aono Rodo em 31 de de-
jembro de 1860, sem que houvesse anda dado
posse nova junta em 1. de Janeiro deeto as-
no, como determina o art. 29 dos estatutos. Cha-
mamos pois.a alinelo dos senhores accionistas
para esta Infracco da le, motivada, segundo nos
consta, pelo dficit extraordinario que dizem,
existir ; portento convidamos a todos os senho-
res accionistas que mostram algum inleresse pelo
instituto, o favor de comparecerem a esta reu-
niao aGmtde ouvirem o referido res torio.
Um accionista.
Nicolao Bruno, subdito ardo, vai a Macei;
Quem precisar de um criada porlugueza
para casa de familia, deixe carta fechada nesta
lypographia com as niciaes M. N.
Fugio no dia 5 de Janeiro prximo passado
o preio Peliciaoo, da casa de seu seohor aa ra
larga do Rosario n. 23, estando j por alguns
das na casa das senhoras que j foram delle, no
Giqui ; e tambera no engenho S. Paulo, em casa,
do preto Seraphim ; por isso quem o levar a seu
seohor ser grlirk-ado.
= Auga-ae para.ama em casa de familia ama
preta escrava de boa cooducta .- quem pretender
dirija-se a ra do Rangel n. 50.
Perdeu-se da ra do Queimado al a ra
do Crespo um masso com documentos perten-
centes a irmaodade. de N. S. da Cooceico da
Congregaco : roga-se a quem os achou, que os
entregue oa ra do Crespo n. 12, ou na ra do
Queimado n. 24, sobrado, quesera gratificado.
"T Quem precisar de um caixeiro portuguez,
de 16 a 17 auno*, com pratira de taberna, appa-
rece na ra Direita n..21, que se dir quem : o
qual anda esl arrumado na dita casa.
Quem precisar de, urna ama para casa de
lioraem solteiro para coziohar somente, dirjase
a ra da Paz, amigamente do Caoo n. 82.
Fugio oo dia 9 de Janeiro urna preta de no-
me Isabel, perlencente a orpha Francisca, fllha
de Joanna Francisca Tavares de Pigueiroa; eom
os signaes segointes: idade 36 annos, pouco
mais ou menos, altura regular, tem um* belide
no olho esquerdo, tem os dedos das toaos dtfei-
tuosos, a cabeca chata e com cantos, croula -
quem a pegar, leve ra das Aguas Verdes, so-
brado n. 46, primeiro andar, que ser recom-
pensado.
Elias Jos dos Santo Aodrade, pela pres-
teza de sua viagem a Europa, nao lhe foi possi-
vel despedir-so de seus amigos, o que faz por
mtio deste, e offerece os seos diminutos presti-
mos dorante os poucos dias da na estada all.
DK
ROS.
A prazo e com garanta.
O agente Hyppolito da Silva autori-
"" io Sr. Jos Germano, fera' leilo
irros novos com 4 rodas cada um
jdo os mesmos para serem pucha-,
do* por 1 ou 2 cawltos, el dito de 4 .4M-* San!* Velba n. 41. segundo
roda*enviscado,oqual forrado de ^tn*** .u,,,,,,,^
panno deseda branca, teado todos elle* ^^iWwW.S^V1^
cebeVrfa.frete;a"tr.UrcomCaeUno"cVrio o* ^mpetente* arot> OS que* sio de a^T^X**!*** Sr.Jhrt Florencio
daUli.tlrmao.noadodoCar^ Wa,^UltMiwij^to esrodes^imo, no sendo Sottal";*^!0Jtwl Vi:inu
Sor vetes.
bado, das 6 horas e meia i
eratriz a. 3;
Aviso geral.
Hoje sabbado, das 8 hora e meia ata as 8
ra da Imperatrii a. 3;
na
Na rsa Nova n. chegado um sortimeoto
de riqnissimas camas de Ierro, volantes aua
muito comisadas sao para viagem para outro
qualquer servieo qoese quier applica, sao mui-
to uteis por aerea de lona e nao oree sare da
colvio. ealru ru.Us qu.lidedes, que com a
presenca do comprador devero agradar : loja do
Compfm-Se Diario pan embrulho a 39800
arroba : oa ra larga do Rosario os. 15 a ?7
Quem precisar da um moco que sabe 1er
escrevere contar, para liado e comprar na ra'
i



Mis* i*itatMamQO. *auq te. jmUto
i%rwJf|||lllKKI
./ Pematiibiico.
Por orden do Illa. Sr. provedor do HospiUl
Portuguez, convido a todos os senhores socios do
mesmo reuuirem-se o o etlabeleciniento pelas 9
horas da manha do dia 17 do correte, para em
assembla geral curaptir o disposto do 9 1. do
art. 17 dos estatutos.
Recife 13 d fevereiro de 1861.
Maooel Ribeiro Bastos,
1." secretario.
Alugam-se dous escravos, sendo unas, negra
e um moleque, ambos scrvem para todo o scrvi-
So de urna casa ; a pessoa que os quizer alugar,
irija-se ao aterro da Boa-Vista, sobrado n. 51,
que achara com quem tratar.
Roga-se as pessoas quo tora penhores na
tno da abaixo assignada, que os mandem tirar no
praio tJe 15 dias da dala desta, do contrario se-
rio vendidos para seu pagamento. Recife 15 de
fevereiro de 1861.
Antonia Calorinda da Conceico.
w Precisa-se de urna ama de leite sem filho :
a ra de Uortas n. 22, segundo andar.
Precisa-Se d 1:0009 a premio sobre hypo-
theca de dous escravos : quem quizer, dirija-so
a ra da Imperatric n. 54, que se lhe dir quem
precisa.
Philos|ti, de geographia e rhetorica
PELO BACHAaEL
1. R. DE TORRES BANDEIRA,
Professor de geographia
e historia amiga no gymnasio desta
provincia.
Esli abertos estes cursos na casa da residen-
cia do aununtiante, ra larga do Rosario n. 26,
segundo andar ; e dar-se-ha lugar a novos cur-
sos destas mesmas disciplinas, a properce que
augmentar o numero dos alumnos. A classe de
geographia comprehende ;
1. o estudo de geographia.
2. o estudo da histeria com especialidade a do
Brasil.
A classe de rhelorica est dividida em anas
secces;
l. de rethorica em geral.
2. de potica e analyse dos classicos.
Despja-se saber so existe netta cidade o re-
verendo padre Henrique Gamillo do Mello Pa-
checo, capelo que fui de nm engenho na villa do
Limoeiro, a negocio do mesmo seohor, 00 es-
criptorio de Domingos Alves Malheus, na ra da
Cadeia do Recife n. 51.
Mudanca de <$ta*
befcimenta.
Jos Moreira Lopes avisa sos
fyea^zesvdafSa g SUfflM
Aoaose
APPROVACIO E AlTORISACiO
DA
mmmw mnmt, m mmmm
E JUNTA CENTRAL DE HIGIENE PUBLICA
CHAPAS WD!C1A
ELEGTRO- MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo ftirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
AS CHAPAS MEDICINAES rio muilo conhecidas ne Rio de Janeiro e em todas-as pro-
vincias deste imperio ha mais de 22 onnos, e sao afamadas, -pelas boas curas que se tem obtido
as emfermarias abaixo escripias, o que se prova com innmeros altestados que etistem de ps-
soas capares Com estas Chapas-electro-MACMncAS-EnsPASTvcAS oblem-se urna cura radwal-e^in-
fallivel em lodos os casos da inflammaco ( cansado ou falta de respirar), sejam internas ou
externas, oomo do 6gado, bofes, estomago, bajo, rins, tero, peilo, palpitando de coracae, gar-
ganta, orbes, erysipelaa, rheumalismo, paralysia e lo Jas as affecces nervosas, etc., etc. Igual-
mente para as difierentes especies de tumores, como lombinhos escrfulas-etc., seja qual 'fr o
seu lamaaho e profndela, por raeio da suppuraco serio radicalmente extirpados, sendo o seu
uso acenselhado por habis e distinetos facultativos, ,
As encoromeudas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo lodo o cuidado de
fazer as neeessarias plicaces, se as chapas sao parahomem, senhora ou enanca, declarando a
molestia em que parte do corpo existe, se na cabeea, pescoco, braco com, perna, p, eu tronco
do corpo, declarando a circunferencia: e sendo inchacoes, ftidas ou ulceras, o molde do seu la-
manbo em um pedazo de papel e a deelaracao onde eaistera, afm de que as chapas possara ser
bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas tero acompanhadasdas competentes expcacoes etamben de lodos eseccesso-
rios pare a collocac,ao dellas.
Consulta as pessoas que a dignaren) honrar cora a sua confianza, em seu escriptorio, que
se adiar aber 10 todos os dias, sem excepcao, das 9 horas da manha s 2 da tarde.
119 Ra do Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
igos e
moi
.aJbbllechnioto de rto*a7qWrtoa*
lo sobradeanajelodi ra do QueiiHatloJ tari
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Roliro,
onde tem o mais completo e variado soitimento
de fazendaa de todas as qualidades para vender
emgrosso e aretalho por precos muito baratos:
ra do Crespo, sobrado de 4 andares n 13, e ra
do Imperador, ouir'orn ruado Collegio, sobrado
de um andar n. 36.
Cmargo < Silva.
receolemente estabeleridos com loja de fazendaa
na ra do Crespo n. 1, junto ao arco de Sanio
Antonio, trra a honra de convidar aos senhores
consumidores, tanto da praca como do malo, a
visitarem seu estabelecimento am de sorlirem-
se de boas fazeodas por precos mui razoaveis,
dos quaes aqu esli alguns : chitas francezas de
muito bom panno, cores flxas, a 240 rs. o co va-
do, relbulinas tarradas imitando velludo a 600
rs. o covado, sedas de qoadrinhos a 640 e 800 r.
o corado, grosdenaple de edr com algum toque a
1 o covado, camisinhas de cambraia para se-
nhora a 1$, ricos cortea do vestido de seda com
algum toque, muito barato, cassas, organdys,
chales de diversas qualidades, enfeites de cabeea
de 28 a 5, luvas de seda enfeiladas a 1$ o par,
e dutres mullas fazendas que se moslrarao op-
portunamenle.
Hotel inglez.
O cnsul de Franca sendo pela morte da ua-
da M. Marmier, coohecida nesla prac.a como VI.
Dubois, ro'umbidode realisar a parte que a dita
senhora lioba no hotel inglez, convida as pessoas
que tem contas a recetor da dita senhora e do
mesmo hotel, de as apresentar no consolado
francez no prazo de K) dias da data deste, para
serem reconhecidas : oulro sim roga as'pessoas
queae achara devendo ao dito hotel ou a M. Du-
bois o favor do mandar pagar *s respectivas con-
tas ao referido cnsul no mesmo prazo de 10 dias:
as pessoas que desejarem comprar o dilo hotel
devero diriglr-se para tratar do ajuste ao supra-
dito cnsul. Pernambuco 5 de fevereiro de 1864
Vaccina pubiiea.
HHHHMIAS E 1844.
Acham-se* venda naUVraria da praca da Independen-
l8a|ljem conhecidas folbinnas impressas ntsta
ihia "|
Folhinha de porta ou KALENDARIO eeelesiasiico e civil para o
bispadode Peroarabuco.......".
contendo alm do kalendario ecdesiaatico
Dita
de al$b(
160 rs
Vi
Dita dita .
.
1/2 1
eir contendo alm do kalendario ecdesiaatico e civil,
explicaco das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e Desciment e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commarcio;
ditas do sello; ditas do porte das canas; ditas
dos impostes geraes, protinciaes e municipaes, ao
que se juntou urna colleceo da bellas a divertidos
jagos de prendas, para entreteniment da mocidade. ISO re.
contendo alm do kalendario eeclesiaslico civil, explt-
"0f cir^o das fastas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nasetmento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do comraercio ; ditas dos impostes
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni e
modo de confessar-se, e conungar, e os oficios que a
igreja costura a celebrar desde domingos de Ramos, ala
sexta- feir da Paixo, (em portoguez). preco. .... 320 rs.
Dita do ahnanilk civil, administratvo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao pr^o de:....... 19000
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e izeram-se muitas altera^es, sendo a correc-
co a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias soffre mudancas) acrescentando-se a nu-
meraco dos estabelecimentos commerciaes e industriaes;
acompanhado, de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pelaoccupacao do individuo de quem se quer
saber a residencia.
COVANBU DA Hk fSttSA
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(limitada.)
Avisa-se ao respeitavel publico que do dia 1*
de fevereiro at oulro aviso aireo que paite da
estajeo das Cinco Ponas as 8 Ii2 horas da ma-
nha correr sement al a Villa do Cabo, e o
trem que at agora tem sahido da Escida 1 3i4
horas da tarde ser discontinuado, mas sahii
do Cabo s 3 horas da taTde como eosluma-
As horas da partida dea trena terso reguladas
pela tabella seguate : os
CASA DE SALDE
DOS
BlS.MM8SiSIl
Sita em Santo Amaro.
Esteestabelecimeatocoatinua debaixoda administrafao dos pro-
prieUrios a receber doentes de qualquer natureza ou caihegcwa que
sejsu
O zelo e cuidado allj em pregados para o pronapto restabelecimen
to dos Quem se quizer utilisar pode dirigir-se as casas dos proprietarios
ambos moradores na ra Mova, u enteoder-secom o regente no^sta-
abelecUnento.
Reforma de presos.
Escravos. -..... 2$000
Marujos ecradDS..... 2$500
Prmeira classe 0$ e. 3,^500
As operaqOesserao previamente ajustadas.
Transmissao do fluido de brago a braco, as
quintase domingo, no tofreSo da alfandega, e
nos sabba'dos at as ti horas da manha, na resi-
dencia do coramissario vaccioader, ra estrella
do Rosario, segundo andar do sobrado n. 36.
Francisco Je s Qtolrigttfts deixou ds ser
caixeiro do Vicente Frreira da'Cosla desde o dia
11 do correle.
AVuga-se urna asa terrea n. 51, na ra do
Brum, propria para grande famiiia : a tfatar na
ra dos Gurarapes n. 46.
O hachare! formado Jacfntho Pereira do Re-
g advoga no foro civil e criminal, no-ecclesias-
ticee'do cornmereio com sc pai o Ur. Vicente
I Peroiva do Reg,'a ra do Queimado -n. 46, pri-
meiro andar, onde teeru ambos o seu escriptorio,
e podeai ser procurados desde as 9 horas da ma-
nha al as 3 da tar.de, que sao as do seu expe-
diente ordinario, ou em casos urgente* a qual-
quer eutra hora, na casa de sua residencia, na
do Hospicio d.6.
Exislo urna ama de leite, no Camioho No-
ve n. 70, defrcmte do oitio.do silio do eirurgio
Tixetra.
Precisa-ee de urna ama que sarta cozinhar
o'diario de una casa de pouca familia, podeodo
ir dormir era-sua casa ; no Recife, ra da Cruz
i. 31, armazem.
O engefceiro Antonio Feliciano Rodrigues
Selle ae presta com zeto -e actividade ao ejerci-
cio de sua proQssio, qer na especialidade de
agrimensor, d ese nvol vendo com talento e ha bil-
dade os, principios geodsicos applicav-eis s ope-
races de meaicao, demarcarao do limites -de
propiedades lerriloriaes, e levanlamento de euas
respectivas plantas apugraphicas ; -o lavraudo
peesoairaente o processo verbal de -seus traba -
lhos ; quer Ha de arcbilecto da ordem civil em
que planeja-elegantes e bellos deseliss de edifl-
cios particulares, com o gosto artstico de que
tem dado iobejas provas ; loma sob sua respon-,
sabilidade a dtrecjo -acientiflca da conslrucco
dos ditos edificios. Amodicidade dos.precos por
que saiUfaz aexecuca de qualquer destes ser-
vicos deve animar aos aenhoras de engenho e.
proprietarios da cidade a se utilisaretn de sua'
habitidade e.pericia. Pode ser procurado na ra
estreita do .Rosario, sobrado o. 30, terceiro andar,
ou na botica de Jsnquim Ignacio Ribeiro Jnior,
na praca 4a Boa-.VUla.
1're.ca-se alugar urna preta que cosinhe e
faca o Bttia eriiQo de urna pequea familia, e
agradando-se d-se _0jg.d-o aluguel.: .na ra do
Amorim o. 33-segundo andar, ou annuncie.
Precisa-se de urna ama para o servigo in-
terno de urna casa de pouca familia : a tratar na
ra da Senzala Melba,n. 164.
Aluga-se aloja do sobrad o da ruadasCru-
es n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
C01VSULMI0 ESTaMM flOMEOPATHICv)
no D0UCOR
SABINO 0, L. PIND.
Rua Novo) n. 6.
Consultas lodos os dias otis desde as tO horas
at meio dia, acerca das seguiutes molestias :
1." mofeadas dasimt'heres, mehtliat das crian-
cas, molestias da ptlt, molestias dos olhos, mo-
lestias etphililicas, todas as"~especies de ftores,
febres intermitientes esuas cousequencias,
PHAR3UCIA -ESPECIAL HOME0PATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopalhieos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
faHiveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
i-ra glbulos, pelos presos mats commodos pos-
siveis.
N. B. Os-medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmaoia; todos
xre o forem fra della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhada* de um
iaapresso com ora emblema em relevo, tendo ao
rtdor as siguiles palavras : Dr. Sabino O. L.
Ttriho, medico brasileiro. -Este emblemo posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiros-.que nao 'levarem esseimpresse
ssim marcado, embora teaham na lampa o no-
coe do Dr. Sabino sao falsos.
P4recisa-e alugar urna
escrava para o-eervico de urna
casa de familia: na ra da Ca-
deia n 53, terceiro andar.
# O advogado Dr. Maooel do Nascimcnto
@ Machado Pr.rlella pode ser procurado para 0
Hi os negocios de sua prosso, daa -9 s 4
horas da tardo, em seu escriptorio no pri-
meiro andar da casa n. 83 da ra do Im- &
A .perador.
mr~
DE
COiNSLTORIO
I?
BEDI h COPAR TEIE OPERADOR.
3 RA DA GlaOMIA. C A S A DO 11 \ l> A O 3
CVinVea poT ambos os sysientas.
O Dr. Lobo Hoscoso di consullas todos os dias pala manha, e do tardedepois de 4
horas. Contrata paniios para curar anoualmente, nao s para acidado, como para o engentaos
a oatras propiedades ruraes.
Os chamados deven ser dirigidos i sua casa at s 10 horas da manha e em caso
da gencia outra qualquer hora do dia ou da noite, sendo por escriptoem que se declare
o neme da pessoa, o da ra a o numero da casa.
Nos oasos qua nSo forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
dero remellar seas bilbetes a botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Crus, ou i loja de
ivros do Sr. Jos Nogueira de Soaza na ra do Crespo ao p da ponte velba.
Nessa loja e na casa do annuncianleachar-se-ha constantemente os melhores i ca-
rnelos homeopalhieos j bom conhecidos e pelos presos seguiotes:
Botica da 12 tubos gran les.........,
Dita de ditos........ ..... .
Dita de 36 ditos................

10*000
159000
209000
25SO00
309000
19000
91000
Julio & Conrado.
Ra do Queimado n. 48.
Participm aos seus numerosos fregue-
zea que tendo chegado o seu aaectre al-
falale que roandaram contratar em Paria,
acham-se promptos a mandaren) execu-
lar toda e qualquer obra tendente a al-
faiale, assim como tem em seu estabele-
cimenlo grande sortimento de ludo quan-
to se desojar, para qualquer daa esta-
qbesDso-tJ de fazendas coaaa diversos
artigoa de loxo, continuando a meemo
mestre a receber por todos os vapores fi-
gurinos para aelhor poderem servir ao 3E
espeilavel publico a quem pedera de vi- |
cea visitar o seu eslabelcimeato que 3
eaeontraro aquello que desejarem. |
Eosino particular.
O abaixo ascignado, professor particular do
primeiras letras, latim e francez, reside no ter-
ceiro andar do sobrado n 58 da ra Nova, onde
com toda a dedicacio, prudencia a Sctividade,
exerce aau magisterio, e contina a adroiliji- al-
guns internos de pouca dade.
Jos Hara Machado de Figueirado.
Atteoco.
Gouvea & Filho com casa de consig-
nacOes Dovamente estabelecida nesta
praca, avisam aos seus coinmittectes e
ao publico em geral, que poden ser
procurados a qualquer hora do dia em
seu escriptorio na ra da Cadeia do Re-
cife n. 3, primeiro andar.
Aluga-se o sobrado de 2 andares e solio:
da ra da Imperial o. 109, a fallar na ra da
Aurora n. 36.
Alnga-se o armazem da casa da ra da
Moeda n. 7 : a tratar no lado do Corpo Santo,
armazem de cabos n. 23. .
William Webb, relira-se para a Europa.
Mar-
Dita da 48 ditos
Dita de 60 dito
Tubos avulsos cada um
Fraseos de tinturas. : i..........-, .
Manual de medicina hoaeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
dosido em poriuguez, com o diccionario dos termos
de medieina, cirurgia eto.. te........909000
Medicina domestica do Dr. Homg, com diccionario. 109000
Ivserlori. d0 Dr. UeUo Morsas, v 09000
Pede-se ao Sr. Luiz de Albuquerque
nho, do engenho Aldea, queira ler a bonda ie
de responder as cariis que se lhe tem dirigido,
e de ordenar ao seu correspondente, ou eolio
WJJtWf o". leltras vencidas de reis
2:8909710, e rs. I:le968i> lato at odia 14 do
corrale. Recife 11 de forercito de 1861.-m
credor,
Precisa-se de um professor ou nrofessora
para leccionar a duas meninas n'um engenho
Prlo da eaUclo a ttfca; o qne quiter prestar-
se, podo dtrigir-se a ra di
que achira com qui m tratar.
Os devedores da
massa Garrido e
Veiga
sao rogados para dentro de 8
dias virem ruado Impera-
dor n. 17, segundo andar, pa-
ra pagar o que devein a dita
massa: e aqutlles que nao
comparecerem serao chama-
dos pelos nona es por extenso
por este Diario.
Quem aonunciou precisar de 1:000a com
hypuiheca a um sitio perto da cidade, pode ap-
parecer na ra doQueimado, botica do Sr. Jos
Alexandre, at as 9 horas da manha, que acba-
rcom quem tratar.
I
I
a
i *
B. .2 S-2
I T3 C -
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3
.-o
.3.
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"?i
- -o "
9 V
c .r O -. O a. "
JOIS,
(OUIM\UIA
ALLIANCE,
estaUeecida em Londres
IiP fig mu.
CAPITAL
CimcA miWvoes de Vil ras
sterUiias.
Sauodera Bro.thers <& C. tem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, proprietarios
de casas, e a quera ais conver. queeslo ple-
namente autorisadoa pela dita eompanhia para
eflectuar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de leiha, e igualmente sobre os objectos
que eoo ti veremos mesmee adulcios, quer consis-
ta era mobilia ou em azeadas de qualquer qua-
lidade.
AKtaaijK. m^Ajm ornega^,- aa^aisaig t
^^kWvOTvBV VIU% UrVOTa7lf 9BV VOTww **
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic Gaulier, cirurgio dentista, faz
todas as operaces da sus arte e colloea
daBiesarlficiaes, ludo com, a supariori-
dade e perfei(o que as pessoas entendi-
das lhe reeenhecem.
Tem agua e pos deniifricios etc.
4os consumidores de gaz.
A empreza da illuminaco
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregarem aos seus machims-
tas ou serventes qualquer dir
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de Ibes ser novamente
exigido Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
Camargo Silva,
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sita na ra do Crespo o. 1, junto ao arco de San-
to Antonio, pedem aos devedores daquella Arma
que por obsequio venham salisfazer guis contas,
aflm de evitar qua sejam procurados.
Um preto forro, perito
cosinheiro se oferece para co-
sinbeiro de qualquer casa na
cional oit estrangeira; quem
a qne quiter prestar- precisar do seu servico ap-
pareja na ra da Cruz n, 4.
Joaquim Monleiro de Oliveira Guimaraes com
loja de ourives na rna do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos fregue7.es e ao publico em
geral, que ae acha sortida daa mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo acabar
com o negoeio, est rosoli do a vender mais ba-
rato do que em outra parte, garantindo as ditas
obras, passando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca obras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em outra parte.
Laiiriano Jos de Barros
participa aos seus numerosos freguezes desta ci-
dade e mesmo de tora, que acha-se regendo a
grande officina de roupas fe i las de Ges & Bas-
tos na ra do Queimado n. 46, onde pode ser
procurado a qualquer hora, pois est prompto a
desempeohar qnalquer obra importante, pois
para isso lera na mesma roja um completo sor-
limento".
-- Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, primeiro andar, contina-se a
Ungir com toda a perfeic^o para qualquer cor, e
o mais barato possirel.
AttenQo.
As pessoas que tivercm relogios para se con-
ceilar na ra Nova n. 22, e qne tero mais de seis
mezes ; facam o favor de vir busca-Ios rio prazo
do 30 dias, sob pena de serem vendidos para in-
demnisauao dos concerlos.
Sociedade
DE
Ediicaces e compra de
terrenos.
O abaixo assigoado convida os proprietarios
quejl lhe offereceram terrenos para com o va-
lor dos mesmos enlrarem na sociedade na qua-
lidade de commanditarios, a apresentar-lbe os
planos, canfroniaedes, situace e avaluacoes dos
respectivos terrenos acomaaohados de urna car-
la pedindo a sua admisso como socios comman-
ditarios da referida sociedade.
A correspondencia deveri ser-lhe dirigida
ra do Crespo n. 4 loja. Pernambuco 6 de feve-
reiro de 1861.
F. M. Duprat.
g O Dr. em medicina P.
| deB. Cotegipe mudou a
m sua residencia para a #
ra Nova casa n. 46, pri- J
g weiro andar, onde pode
g ser procurado para o S
@ exercicio de sua profis- |
S so#
Para urna casa
franceza.
Precisa-se de urna escrava que Jaiba engom-
mar, coser, e fazer todo o servico de urna casa
de pouca familia, e que seja fiel e diligente. Na
mesma casa precisa-se de um escravo para o ser-
vico de um sitio : quem tiver pode dirigir-ae i
ra do Imperador o. 37 confronte a ordem ter-
ceira de S. Francisco, que achara com quem tra-
tar, das 9 horas da manha ia 4 da tarde.
Aluga-se a casa da praca do Cor-
po Santo onde foi o estabelecimento dos
Srs. Rostron Rooker & C. : a tratar na
travessa do Queimado n. 1, com Joa-
quim de Almeida e Silva.
Assignado-fi. H. Bramah,
Superintendente.
O Dr. Casanova
pode ser procurado todos os dias em seu
consultorio especial homeopathico.
30~Ra das Crnzes~30
Neste consultorio tero sempre os mais
novos a acreditados medicamentos pre-
parados em Paria (astinturas) por Ca-
tellan e Weber.por precos razoaveis.
Os elementos dehomeopathia obra, re-
commendada & intelligencia de qualquer
pessoa. *
CASA
Aviso
aos terceiros da ordem de S.
Francisco.
Na roa do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
vende-se estamenha para hbitos a 29*30 o co-
vado, a ae apromptam os meamos hbitos a von-
tade dos Irmaos a 45| cada uro. obra muito bem
falla.
de commisso de escravos, pa-
teo do Paraizo n. 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni-
colao
Para a dita casa foi Iraasferido o amigo escrio
lorio de commisso de escravos que se achava
estabelecido na ra larga do Rosario n. 20 o
ah da mesma maoeira ae contina a receber es-
cravos para serem vendidos por commisso a
por conta de seus senhores, nio se poopando *es-
forcos para que os mesmoa sejam vendidos com
prompltdo, afim de que seus senhores nao sof-
frami empates com a venda delles. Neste mesmo
estabelecimenlo ba sempre para vender escravos
de ambos os sexos, velhoa e mocos.
Aluga-se a padaria da ra Imperial n 173
onde Irabalhava Joaquim Luis dos Santos Villa-
verde, com todos os seos otenlios, menos a-
quellos que me nio pertencem, o lugar excel-
leneV tralarno P'eo do Catino com Narciso
Jos da Cosa Pereira.
Banhos econmicos!
Na casa de banhos do pateo do
Carmo.
Nesle estabelecimento (alera dos banhos j co-
nhecidos] se forneceri d'ora em vante, por maior
commodo do publicobanboa econmicossera
lazo, mas com toda a decencia e aos precos se-
guiotes :
1 banho avulso i "J.
1 momo 400 rs.
T car toes para banhos J^08 ** "r.^
(moraos SaSOO.
30 banhos consecutivos frioa ou mornos 59.
Carvalho, Nogueira &C,
saccam sobre Portugal qualquer quantia : na ra
do Vigario n. 9, primeiro andar, eaeriptorio.
Precisa>4e alugar urna preta que
sirva para Tender na ra: a tratar nes-
ta typographia com J0S0 Francisco Fer-
reira.


m
DUfUO DB JEWftiMJMJGO. SAMADO.
fl.
i Seniora da Soledade.
Os encarregados da feetividade que tem de ce-
lebra r-se dt imnuesrtado Tiiga Nossa Seohor<
da Soledade, n capaila de Santo Amaro, acien-.
tidcam aos deretos ficeferir a testa mesmo padrolro, que teri
ugar no dia 2* do crtente.mes aqulla se ich
transferid pan da S de reo. prximo, seo.
do que coro antecedencia ser annuaciado o res-
pectivo programma.
Collares medicioaes ano-
di nos para as dores da dentlfo,
aceessns, C4>nvuldes, febres e ou-
tras enrerinfdades das crianzas.
Este innocente infalivcl remedio dispensa de
fazor tomar as enancas os remedios interiores,
que nunca querem lomar. (Preco fio 8JL)
Deposite geral, roa do Parten. 119.
Precisa-se de un ou dous amassadores de
perfeigao e que saibam desempenhar o fabrico do
pao e bolacha, como requer a arte : os que se
acharem neslas circumslancias, podem dirigir-se
a rua larga do Rosario,padaria n. 18,que aehareo
com qucm tratar. Na mesma taaibem adonde-se
nm forneiro bord. %
Mulata fgida.
Auscnlou-se da casa de seu senhor, na Passo-
gem da Magdalena, confronte ao sitio e casa no-
va doSr. Velloso, no dia 12 do corrente, a es-
crava mulata, de nome-Calharius, baixs, gorda,
typo de cabocola, de cabellos marrados, roato
redondo, nariz achatado, levando vestido de cas-
sa velho com que eslava no servido da casa ;
consta que passou no mesmo.dia 12, por volta de
10 horas, na ponle da Magdalena, com deslino
ao Recite : qucm a pegar ou dalla der noticia,
dirijs-soa rua da Cadeia do Recite n. 57, ou a
seu senhor no refcrido-silio, que ser bem re-
compensado.
Para al ugar.
O primeiro sndar do sobrado da rua Imperial
n. 116. muito fresco, e bastante* commodos para
familia por ter duas alcovas na sala da frente,
um grande quarto ao lado do norte, defrocle de
urna janella, qoa urna boa sal, e outros quar-
tos : a tratar na rua Dkejta n. 141, taberna.
SOCIEDABE
INliO BENEFKENTE
DOS
ARTISTAS SELLEIROS
Em Pernambueo.
Por delberaco do conselho convido aos se-
niioras-socies-effeotivos para sesso extraordina-
ria de assembla geral, terca -tara 19 do corren-
te. as 6 1|2 horas da larde. *
Secretaria da sociadadc Uniao Beneicenle dos
ArlislasSelleiros era Pernambuco-15 de everei-
ro de 1861.
Auspicio Antonio de Abreu Guimares.
1. secretario.
Sibb'1ol6 do corrento raez, depois da au-
diencia do Sr. Dr. oiz municipal da segunda va-
ri, tem de serem arrematadas, por ser a uliima
prara, a requerimento do testamentevro de Bento
Tmanles do Passo. todas as dividas activas per
tencentes ao casal do dito finado, no valor de
12.5043668.
lasa.*
Prerre Ponche, proprfelerlo
e que nao se responrabllisa por
sacco que o mesmo faca.
Recife 14 de levereiro de 1861.
Francolino Tzidoro Leal 4 C. reoeberjfn
pelo patacho Jareo, ltimamente rdiesjado- de
Lisboa, caixas com massas finissimas e sortidas,
meias ditas, quartss com pastas' murto novas,
e latas com doce seoco d differenles qualidades,
todo veodcm por prcjo muito commodo, em o
seu armazem na rua da Madre de Dos n. 10.
No angenho Goiabetra, junio a pavoaco de
Santo Amaro.de Jaboalo, precisa-se de aa ei-
tor de campo :. a fallar 00 mesmo engenho.
Nova carlilha.
Aeaba de sabir dos prelos desta tvpegraphia
urna nova edtci da cartilh* ou compendio de
doutrina chrisia, a mais completa de guantas se
tem impresso, por quanto abrange ludo quahto
continha a antiga cartilha do ubbade Satomonde
e padre mesure Ignacio, ocrescealando-so muilas
oraces que aquellas nao tioham ; modo; de a.
coropaohar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das testas mudavei,'
e eclypses desde o corrente anuo al o de 1903,
seguida da folhinha ou kaleadario para os Qies-
mos annos. A bondadu do papel e excelencia da
impressao, do a esta edijlo da cartrha urna
preferencia asss imprtanlo : veade-se uoica-
mente na livrsria n3.fi e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Bolnholos.
Bandejas enfeiladas com diversos modelos e
lindos feitios de bolinbos os mais bem prepara-
dos dos nossos mercados, para casamentes, bailes
e testas de igrejas; assim come s ha peso em
libras separadas para as procissoes dividir-se
pelas figuras, o mais em conta a aceiados que se
procuran; : quem quizer, dirya-se a rua da Pe-
nna n. 25, para Iratar.
->
vM
IlICfaUltl
1 M.arasiau.^
Nlanteiga ingleza flor a ^
Progresso.
libra e 800 rs. de 8 libras para cima s
no
Maia, portuguez, vai as pro-
Precisa-se de um criado que de conheci-
mento de sua conducta, para o servico interno e
externo do urna casa de familia : a Iratar na rua
da Matriz da Boa vista n. 24.
Deposito de materiaes, na rua
do Bru defronte do cha-
fariz n. 55.
O proprietario deste eslabelecimenlo avisa aos
senhores prop rielarlos do Recife que vende os
maleriaes por grosso e. a retalho por precos mais
commodos que em outra parle.
Precisa-se alugar um mulequo para con-
duzr laboleiros com janlar para fra ; na rua
larga do Rosario boteqiiim n. 25.
raspassa-se o aluguel de urna casa terrea
com commo.Jos para familia e de prego de 25,
com a condicao de so cnr por compra com urna
mobilia de jacarando pelo prego que se conven-
conar : quem quizar, anpuncie ou* procure na
rua dos Prazeres n. 30.
Toma-se 600$ a 1:000 a juros, dando-se
do premio 1 1|4, com a vantagem porm de se
conservar inalteravel o pagamento deste juro in-
tegralmente, dando-so por conta do capital a
quanlia de 50} por mez ; a quem conrier aonun-
cle para se procurar, c tralar-seda garanta.
O bacharel A. R. de Torres Ban-
deira continua a advogarno crime e ci
vel : em sua casa na rua larga do Ro-
sario n. 28, segundo andar.
Um mojo portuguez, guardi-livros de urna
casa commercial,. dispondo de algumas horas,
Tiellas se offeiecc para alguma ejeripturagao ;
qnm precisar, deixe carta techada nesta lypo-
graphia sob as inieiaes I. A.
M.do Oliveira
vincias do norte.
Aluga-se urna sala decente para algum
senhor advogado. ou outra oceupacio ; na rua
Novan. 16, se dir.
Precisa-sede ama ama para cozinhar p*ra
duas pessoas ; na rua dos Pescadores ns. 1 e 3 :
paga-sebeajj assim agrade.
Hypolheca-se urna casa de pedra e cal com
urna pona e duas jaoellas, lies quartos, despen-
sa, cozinha fra, quintal murado e cacimba, na
rua de S. Miguel, nos Afogados, por 800 : quem
quizer fazer tal negocio, procure em casa do Ur.
Ueodoro, rua do Colleio, que ah se dir quem
a pessua.
Quem precisar de urna .ama dt leile sem fi-
Iho. dirija-se a ra do Araurim n. 10.
Precisa-se de urna ama: forra ou captiva
pata todo o servigode urna casa de familia : na
rua larga do Rusario n. 8, segundo andar.
Precisarse alugar urna sera va que- liba co-
zinhar e engommar, para casa de pequea fami-
lia, ou mesmo forra, ou alguma portuguesa : na
rua das Cruxes o. 41, segundo andar.
O abaixo assignado, retirando-se tempora-
riamente desla provincia, deixa poraeus procu-
radores aos Srs. Graceliano Octavio da Cruz Mar-
tin?. 1., Augusto Caors, 2., e Joao Barroso de
Carvalho, 3.
Antonio Joaquim Das Medrooho.
O abaixo assignado faz scienle ao respeita-
vel publico e principalmente ao corpo do com.
mercio, que vendeu sualoja sita na rua do Cabu-
ga n. 2 C ao Sr. Jos Gonc.alves da Silva Raposo.
l n Vicente atonteiro Borsjes.
Jos Goncalves da Silva Raposo faz scienle
ao respeitavel publico, e era particular ao corpo
do commercio, que comprou a loia de miudezas
sita na rua do Cabug n. 2 C ao Sr. Viconle Mon-
teiro Borges.
Precisa-se de um cotinheiro ou coziuheira
para casa estrangoira : quem ie iulgar habilita-
do, dinja-se a ruado Trapiche n. 8.
Aluga-se um moleque de idade 13 annos I
quem o preiendor, dirija-se a rua do Sebo n. 36,
que achara com quem tratar.
Aluga-se um moleque crioulo o bastante
vivo, proprio para lodo o servico, de idado de 14
annos : na rua do AragSo n. 7.
Quem sejulgar credor de Adolpho Muller
aprsente as suas conlas al o dia 22 do corren-
te para serem satisfeilas, ns rua da Cruz n. 10
Compras.
Corapram-so escravos para embarcar para
tora da provincia ou para engenho ; no eseripto-
rio da rua Direila de Francisco Alalinas Tereira
da Costa n. 66.
Compram-se escravos.
Compram-se, vendem-se. etrocam-se escravos
de ambos os sexos e de toda idade : na rua do
Imperador n. 79. primeiro andar .
Compram-se acr5e do novo ban-
bo de Pernambuco: na rua da Cadeia
n. 41.
Compram-se notas de ift e 5^ ve-
Ihas com mdico descont : na praca
da Independencia n, 22.
Compra-se urna escrava mulata ou negra
que seja sadia, moga, e tenba cria de 4 a 8 me-
zes ; na rua da Cadeia do Recito n. 51, segundo
andar.
Comprt-se papal de jornaes a 120 rs. a
libra; na rua larga do Rasario, deposito de os-
sucarn. 35.
Compra-se urna casa terrea na rua das Flo-
res ou camboa do Carmo, que seja boa, ou per-
muts-se por outra : a tratar na rua Nova n. 51.
Queijos flamengos a \S"00 ,
pela^raude oorcao quesera. .Oan^e q.o ^JTSsA tfff JSi, K
CUa?e!r!*^^^ *Wf rafa, .flanca-s. que
a boa qualid.de. s6 no P?o?r.2,M uawatMnle no "* Progresso, aflanc.-se
^lioeo te dos B>il acredi,ados abricaBles da Europa t m rg 11bra> no Progrego
^rit. .?.mC0mp<,-ef"8 t, ^ do.creditado fabricante da Europa vinda pela
S Z?Pro7r P ,acra1' "WmeUcament e mullo bem enfeitada a 1* rs. a libra.
posic5o de Londres a 800 rs. a libra, s no Progresso.
Ctl ae tOHiate Chgada ltimamente da Europa a 900 rs. a libra, s no Progresso,
* a**.!!0*p^!fo.ch9g,d"d0C0Bt'pro'ri'D0uHimonari0" **me4 l1" w
rVmeixas fraueezas a
.1. s no ProgresTo damelhor que ha nesto genero a 1200 a libra e em latas a
Vmeixus rauUa Claudia ^ a
no Progy/aaso. ^wa a 500 w. libra eos caixa de l arroba *12S. s
^'1^^* ***-. -Ihores ru tem rindo e h, no mercado a
zfloou, 29 e i^blip a libra, s no Procresso.
Caixas coui S libras de iiassas v
4 V tU ou 9Maat propfiasp^fa podim a l5200 0 fragco> g no pf0grM;-
uoce da easea de solaba., A
Progresso. ^ d m8lhr qU<> *6 Ple eaC0DtfW a*9 oaMO a *M0 a garrafa, s no
Viuuosnarapaslo
r.n.H. ftxn / mesmo para engarrafar pelas suas boas qualidades 4S5O0 a
caada 640 rs. a garrafa, no Progresso, ^^
Progresso. * "C" n acreditadas a US a caixa e 1} a garrafa, s no
, das melhores marcas que tem vin lo ao mercado a 5| a duzia e 500 agarrafa
(branca) s no Progresso.
jaS^ pata SOpa e sevadoha muilo nova a 500 e 320 rs. a libra, s no Progresso.
^rSel* *railCe* togada no ultimo navio do Havre a 800 rs. a libra, a. no
*5M*0 os melhores que tem vindo ao mercado a 200 rs. o masso cora 20
masairihos, s no Piogresso.
\'Lt lionas jr^aeprt. 0 Dtirrli 8 ProgreMOp
- o F****2** refinada amis alva que existe no mercado a480 ts. a libra e em
por$ao de 8 libras para cima a 440 ra., s no Progresso.
^^rojrws8 ^ t*'8k**omelhor-l0eha9*aarrobao 320 rs. a libra, s no
aevaaa muil0 nova a ^ a ,rroba e 120 a Uoraj s B0 progre830#
-Vipista 0 ma8 iimpo que ht a
Snermaeete
' tt ou.lr" muit*3 qualidades de peixe em lats de 1J200 a 2J. s no Progresso.
Os proprietarios pronwtlem aos seus [reguezes continuaren! a terem os melhores gneros
relativamente amolhados e venderem mais barato qui cm outra qaalquer parte, prometiera mais
tambera servirem aquellas pessoas que manlarem por outras pouco praticas como se viessem Des-
soalmente, rogara timbea a todos os Srs. do engenho e Srs. lavraJoros quelram mandar suas en-
commendas que no armizem Progresso se Ihes afhna a boa qualilaJe e acoadicionamenlo por
mais longe que seja o sertao. *
fM sen* segundo.
Na rua do-Queimado a. 55, loja de miudezas,
preco convida : ">~"mr -1'WW
Caixas de colcbetess 49 rs
Csrtoas de- ditassa Ba
ftzad pert&rd5 mtrltfe fltjra*r%.
G ir S 0% *"'"* ""** a 9'500-
Carretel delinhscom^oiardisVsb rs.
Bules com banrra rauilo fin a 320 ra.
Ditos com dita dita a 500 rs
Dan ha esa lata com lr2lir Frasco deea de babosa a 400 rs.
Caitas eom obreias muito novase 40 rs.
Ditascom phospberos especiase e> melhor ne
ha a 160 rs.
Pares de meias croa* para hornera a 16 ra.
Ditos de ditas muito finas> 209 rs.
Pecas de franja de laa muito bonitas cores a
Duzia desabneles muito finos a 600 rs.
Iscas para acender charutos a 60 rs.
Phosphoros em caixa de flha a 100 rs.
Cartas de alflnetes Onos a 100 rs.
Catxas de agulhas francesas a 120 rs.
Pares deeapatoa de tranca de algodio al.
DHos de lia para meninos a 200 rs.
Frascos de rascassl perola a 200 rs.
Ditos de oleo f 120 rs.
Duzia de facas e garlos de cabo preto a 3J.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320.
Masses de grampas unos a 40 rs.
Caivetes de aparar penna a 80 rs
Tesouras para unhas e costura muito finas a
ouu rs.
Pecas de transa de la com 10 varas a 320.
Escovas para denles muito finas a 200 rs.
Cordao imperial fino a 40 rs.
Dito grosso a 80 rs.
Corddes para espartilho a80rs.
Caixas para rap muito finas a 18.
Pares de meias de cores prra meninas a 160 rs.
Linha de marcar (novello) 20 rs.
Croza de marcas para cobrir a 60 rs.
Baratssimos jarros de por-
cellana.
Vende-se mui bonitos jarros de porcellaaa dos-
rada, e de tamanhos nao pequeos, proprios pa-
ra en teites de mesas, ornato da gabinete, etc..
pelos oaratiasimos precos de3$e4g000o par:
na rua do Queimado loja (TAguia Branca n. 16.
Attencao.
Na rua do Trapiche n 46, em casa de Rostron
Kookec Si C, existe um bom sortimentw de li-
nhas de cores e brancas em caneteis do melhor
tabncanle de Inglaterra, ai quaes se vendem por
precos mu razoaveis.
1 .
45 Rua DTrita 5


C
5g a arroba e 160.rs. a libra, s no Progresso.
a 800 rs. a libra, s no Progresso.
Vendas.
Consultas medicas.
Serao dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriplorio, rua
da Cruz n. 58, desde as 6 at as 10 horas
da manhaa m<-nos aosdomiogos sobre :
1. Molestias de olhos.
2. Molestias de corceo e de peito.
3." Molestias dos orgaos da geraco e
da anus.
O exame dos doenteaser feilo na or-
dera de su.isntradas, comeeando-se po-
rm por aquellos que solrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos serao csipregados em suas consul-
tices, e proceder com lodo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sabr a sede, natureza e
causa da molestia, edahi deduzr o plano
de IratameBto que deve deslrui-la ou
curar.
Varios medicamentos serao tambera
empregados gratiiilameote, pela cer-
teza que lem de sua verdadeira qualidade,
a proraplidao eni seus effeilos, e a necesd-
fm dade do seu emprego urgente que se usar
2 delles.
H rralicar ahi, mesmo, ouem casa dos
l> doentes toda e qualquer operago que
Jp julgar conveniente para o restabeleci*
S ment dos meamos, para cujo fim se acha
j prvido de urna completa colleccao de
IH instrumentos ipdispsssavel ao medico
Precisa-se faltar com'o Sr. Joh~'o A Ivs"
reir, em casa de Flix N. de Cantalice, rua do
Imperador n 57.
iiwi.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 15 da
rua do Vigario : par tratar, no caes do Ramos
d. 24, ou a rua Augasla n. 114. mesma.
COipanbialfemambuCaOatle Vende-se a t.bema da rua do Padre Fh>-
, apo n. 47, em razo do dono retirir-se pata t-
Ciatos
prelos com fivelas de ajo e todas prelas para lu-
to, proprios para senlioras : em caes de J. Fal-
que, rua do Crespo n 4, onde se aeha tambem
bandos para eabega de senhoras, todo por preco
commodo. *
Agua para Ungir
cabellos.
Em casa do cabelleireiro, na rua do Qaeimado
n. 6, primeiro andar, existe excellente agua para
Ungir cabellos, a melhor que tem apparecido no
mercado ; o proeesso de usar rpido e facitimo.,
Vende-se a taberna da rua dos Copiares,
anligo becco (do Lobato) r>. 12: a Iratar na
quasi de graca!
Cal^a^o barato.
Borzeguins para meninos de ambos os sexos
ns. 25.26.; '27, 28, 2 e 30 a 3j o par : na loja n.
9 da rua di Odeia do Recife.
Estampas finas e iutepea
santes
A loja (PAguia Branca receben oral rraS, e gran-
des estampas, de fumo e coloridas, representan-
do urnas a morte do justo rodeada de enjo, etc.,
e outras a morle do peccador cercado de demo-
nios, etc. Sao na verdade interessantss essaa
estampas para quem as sabe apreciar, pelo que
se lornam dous quadros dignos de se possuir, e
mesmo pela raridad* delles qui. Vendem-ae
a 29000 cada estampa, na roa do Qutimado a.
16, loja d'Aguia-Branca.

s
ce
o

S3
S
C5
s?
3
LS
c^
-S
D
O
cr
Tsndo de augmentar 30
l*&r3P a5 ^"l08"" da norrpaoU am
ha i vigorar na aHandcgv; o wborfctsiio do
bem sonido sUbslscimeoio-'si'^r?Mtaltk'11
45. nao qu^rnos os asas reguezes eamgaem-
com as vomAueoeias do jrstema financ>o do
Sr. ministro da: lateada por, isa sustenta os
RrscMQVflsd calado pela tapslra segante f"
Homem.
Borae^uir para homem (im
penaes)....... 10|00O
Ditos (ariltocratipos). 9jftOO
Ditos (prova d'sifyi). 8|S6
DHos(BersaT>lri)..... g^OOt)
Ditos (communi$tai)k 6Jo0O
Meros borwjguin (patente). g600
SapatOes (5 bateras). 5J500
Dito (sola dupla) 5^0
Dko> <%ha)...... 5|eoo
Senhora.
Botinas (primadona). 5^000
Ditos (vis a vi*).....4800
Dito(aie deixe).....4^500
Ditos (grtete)......4^000
Meninos e. meninas.
SapatOet (bezerro).....4000
Dito, (djabretes).....3^500
Ditos (salva pes)......zm
Botinas (boligosas).....4#Q00
Ditas (para criancas). 31500
Sapatos para senhora (lastre). S200
E um completo sortimanto de ctVo de lustra
marroquim. sola, bezerro franc^Tcourinho,
n^i qT 6 nce"ri0 iwao de S Cris!
pim. advogado dos artistas sapateiros. por ntm
que s este estabelecimenlo pode Tender. S
3 : na rua da Madre do Dos
Moreira & Ferreirs.
Vendem-se
mandioca a
armizem de
ua rua Direita n. 66.
escravos
,r
e boa ensaboadeira
Na readotjaelmedon. 6, pTimeiro andar, ca-
sa de cabelleireiro. vende-se a eicetlente agua
imperial para lavar a oabeca, limpar as caspia o
fazer renascer osacabellos ; nesta mesma
lava-se cabera com esta maravilhosa
500 rs. Na mesma casa ha grande
perfumara, e se est em liquidagao.
casa
sgnt per
porgo de
navegagocosteira a vapor.
Por ordem da directora sao convidados 03Srs.
accionistas a reunic-se em assembla geral ordi-
naria no dia 16 do correle ao.meio dia na sala
da ussociaco commercial no largo do Corpo
Santo para Ihes ser presente, o balaqgo. da mes-
ma coropanhia. Recije9de forereiro da 1861.
O Sr. Jus Gonfalves da Silva, estabetecido
era Macei com padaria, e que se acha oesla ci-
dade, que;ra dirigir-se a cas de Tasso Iuaaofr
para negocio de seu inleresse.
Precisa-se de urna ama do leile, forra ou
captiva, porm que seja de boa conducta : para
tratar na rua- de- trapicha fl. 44,- lercejrriq.ajilar.
Aluga-se um sitio no suburbio da cida.de,
por arrendamento de i a 8 noo, que tenba boa
casa e arvoredos. aatioj. Cyno bu, d*. capjm
para 4 ou frcavallos; atratar na roa Direita nu-
mero 66.
Precisa-se de urna pessoa. para-eotror da
socio em ^a^Trna, e,.esta.qyii1,;aa#f.do.lM)a
oodacta, desempedida, e qya entre com os
fuodoe que-se convesieinen *'!*eUroarua do
Apoilo n. 8J, s dir quetepcejias.
ra da cidade por
mesma.
se acbac doenle: a tratar na
Sortimeote de chapeos
fiua o Quelmado n. a9
Loj* de quatr portas.
Chaoos protos franeezesde superior qualida-
de a ft.
Ditos dos mais moderaos que ha.no mercado
Ditos de castor pretos ehr*0Q)s.a;16j.
Chapeos Usos para senhora a 25.
Ditos de velludo cor mu a ""
Ditos de seda para meninas
Ditos ditos, para menino a 5.
Lindos gorros para mepirw a,31.
Ditos 4a*lMia muito bem enfsttados a 4fi.
Cha,p^a4hT'.sp,) frapcezes desada.a7,
itw iqfJPWdc 1.09, m %134 rsaTmi.
Ma loja de miudezas da rua do
Imperador n. 38, porbaixo
da bandfira do retratista.
papara bordar de todas as coses, a libra a 5},
6> e 8$, alamares par capote doarados e bron-
ceados, a groza a 8, 10 e 123, chapeos da seda,
para senhora a 12 e a 15JJ, peonas de aro a groza
a 400 e 500. rs., botosa da liaba, de fyjtao ade
seda para casaveque, a duzia a 200, 320 e 500 rs.
caixas.de lamparines a 40 e 50-re., manguitos a.
2 e 2500. gollinhas a 800.1/ e 2, golliohas
pretts a 2 e a 8#, mantegueiras flaas a 4| e 0#,
caixas de vispora a 800. rs., bailado do Porto'lar-
fo lavradoa 120 o M8 rs., fita da cs a peca a
60 e 200 rs.. lUa de linho a 40 rs., caixas e car-
toes de coJt.betesfa 60 rj., froco para bordar a
200 rs-ji paca, froc* para, flores erenfeites a 320^)
480 rs. -p.w com aVame e sem elle, papis de
ubique i.ttOii 8Q ra,,.. agulheros com agulha
francwas a 120 rs,, franjas e gfles de nha a
vara a80alO.rs., botos de lijoa para camisa
a groza a 100 e HX> rs., masaos de grampos a 40
Ditos de velludo cor aani a Ifift, Ja,, ppates.de.balpia Ira.aiis a,20*>e a 240-rs..
ricamente enfeila- franjas de seda prelas e. de cores do-uro- dedo a
lumvpoimo.de.lirgtKa Ota* de todas'as qaahda-
*'^ttr|4^r>aais
ntOs. chape
GRANDE SORTIMEMO
DB
Roupa feita,
Na loja e armazem de Joa-
quim Rodrigues Tava-
res de Mello.
Una do Qneimado n.39
Loja de quatro portas
Sobreeasooas de panno fino obra muito bem fei-
ta, de 359 a 40$ cada urna.
Palelols de panno uno p*e*o, de 25f a 303
Colletes de Teilado pteu bordado, a 12j
um.
Ditos de gorgurto preto a 7j> dem.
Ditos de selia maco a 6J idera.
Ditos de caseraira preta 50 idaa.
Cal(as de casemira.preta fia* de 12 a. 14.
Paletols de estaonha a 5.
Ditos de alpaca preta, saceos de 4 a 5
Ditos de dita sbrea*cas de 8$ 20.
Ditos de bambolloa preta superior fazenda a
Ditos de meta casemira a 10a.
Ditos-de casarme*, rauio fina 14|.
Ilm completo sortimenio da paletols de fusta o e
brim, e eslas e coletos, que ludo se vende por
preto em conta.
Doce, de pelluve.
Na rua do Livrameoto n. 26; ede-se esto do.
ce peiabAr^Usiaw psefoda 500 rs. em llera, e
em.potes de ajroba par* oims 13 anab
A loja da ba-f
na rua do Qaeimado n. 2ft
esta muito sortida,
e vende muito barato i
ILr12ibranco de poro liono 'osado a 5000 e
JianS "' a ara dit0 Pardo nuilo saperior a
152UU a vara ; gangas francezas muito gnas de
padroes escuros a 50 rs.; riscadinho de linha
PTf-108, Para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado: cortes de calca da meia casimira a 12600;
dte* de brim de linho de cores a 2 rs. 1 breta-
oha de linho muito ftaa a 20, 22 e a 24 rs a
pefa com 30 jardas ; aloalhado d'algodae muilo
superior a 1400 rs. a vara; bramante de linho
con 2 varas de largara a 2400 a vara; lencos
de cambraia brancos para algibeira a 240O a
aIVM dll8c "ioreg a 3 : 4il0> de Bbraia
de linho a 6. 7* e 8$ rs. a duzia ; desborda-
dos muito Ones^n 8 rs. cada um ; ditos de cam-
,nu i*aQioda-. Com bico 1,r de Unho em
13?80 ; wlos com renda- bico e abyrin-
Z9U00; e alm disto, outras muilas fazen-
lo a
das que se
vista: na r
renden) muito barato a diebelro a
o Queimado n. 22, loja da Boa .
cjda
12*.
rgbca.Ota*
m .............
iprecA.eUnaJ^m^Teails^armaaoe.pasAaat,,
lam percoes*, tambem te tatide a prazo.
J .'
aoatrtesi a^eeeobaiaase peaaenes e granrfss, de
onro patente inglei,,para homam e senhoca de
um dos melhows. fanricanUs deJLweruool, ts>
fcate Ingiec : em etst SpftthaJl tHor A C.
Bonitos cintos para senho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vendem-se mui boni-
tas fitas com fivelas para cintos de senharaa e
meninas, e pela baralissimo preco de 2< : em
dita loia da srub branca, rua do Queimadonu-
mro 16.
Gfieguem ao barato
* O P reguija est queimando, tm tna toja na
ra do Qaeimado n. 2.
Pecas de bretanha da lab eom 10 mw
2, casemira escura; in/astada propria para cal-
ca, collerb e palftots a TCOrs. ocovado, cam-
krala organdy de multe bem gosts a *80, rs.
a va/a, dito liza transparente muito fina a ,
4, e 69 a peca, dita tapada, eom 20 vmi
s 59 e 69 a pe{a, chitas largas de modernos e
escbidas padxoos a 240, 290e28t>n.o cavs>
do, rifuissiaos obeles da marin estancada
Tf e 8f, ditos bordados com duas palmas, ra-
leada naiu delita a 9 cada a, ditos rao
urna s palma, msrito 8nosa850U, di tos lieos
eom franjas da seda a 5, les^ot decassasccm
bausa 100, 18e 160 cada m, meias mnite
finas para senhora a 49 a duna* di las de boa
ualidade a 3 e S9504) a. duzia, chitas fran-
cezas de ricos desataec a/aooba/la a 284) n.
covado, ehitasassaras inglesas a 5900
peca.e a 160 rs. neTadb,.brimhrancodepnro
linho a 19, l92W.e i60O a.vara, dito froto
muito encorpado* 19509 avara, briabantin
Itcnl a 400 rs. o o varia, alpacas de difotentes
sores a 960 rs. o eovadav aatatniref
junas a 29500, 39 e 35fJ9 ooosado,
jpreta e de salpico, a&OO j%. t\ ara,. e
bailas fasendas es sa>far4.^ateata*aoa .
Uor, dt todas iscdarto ,mn,t'-y-. jr,ir
Enfeitesdecabeca
muito barato-pa? chegar a
todos, na loja d'aguia de ou-
ro>ruadoca*ugn.lB.
r.ice^en,'a ^if^ofcoaYvidrM* pew ba-
raiissimo.preeade 2J, dites.da velludo a3a ata.
ditos de tranca de retroz e lacos chegados pel
S.2 -1- V f*''8 0,,t?,8 BBm mais objecrot.
que a vista do freguez nao se engaita diohire.
Rua do Crespo,
""''" fina.S, organdys muitVpnaso
moderna a 500 o covado. cassas abarlas da
bonitas cores a 240 rs., chitas largas a 200 e 240.
cortes de cass de coreo a 2fc eoUameioa bordad
tosa WOOa peca, babada bordados a S20
Tsra, sedinhas de quadros finas a 800 rs.. caaa-
^TherS,^K"5fc5aa 6 ^J ** Pateadores de
MO ?u.b0rd'd08.a 8l.ollBB*" bordadas a
640, ditas coro ponas a 2500, manguitos borda-
dos^de cambraia e 016 a 2. damasco de la com
palmos de lergara alCOO, bramante de linho
com 5 palmos de largura a 900 rs. a Tara, luvas
FeitodS.e.n ,0 h P2r' "S** de Xu8l0 oa-
leitadas a 5^, pegas de madapolo fino a 4S. la-
" ? iuad,ros paraveetldas a 320, camisas de
cambraia bordados a. 2, sasaecasacaV de panno
r *JSf-?*' p8lft0,s de Paono e caoamira da
16 a 205. ditos de alpaca de 35O0 a 8, ditos de
brim da crese brancos de 3500 a 5$, calcas de
casemira pretas e decores para todgs ps precoa.
ditos de brim decores e brancos de 2 a 5 ca-
Sn bra,ncas e de core para todos os precos,
colletes de casemira de cares finos a 5 ; assim
como outrasmuitas fazendas por menos do seu
valor para fechar contas.
Cal de Lisboa
No deposito da rua da Cadeia do Recie n. 12
acaba de chegar pelo ultimo navio a verdadeira
cal virgem em pedra, nao bavendo alem desla
mais neuhuma na mercado, em poucos dias se
o^XooS.^- M Pre'Unl" "
Attencao.
Rua do Amorim n. 40
n^XSSAStS: ,0C08d8tf-
Nova invenco.
Riatissimas badas de porcelana para lavar a
roslo.de novo roadello, para quarto ou sala, as
quaes lem fmodello) a vantagem de nao ser Me-
nso rao7er-se do lagar para eegatar aguas^or
terem as competentes esvaouaeaes por meia de
urna babola para qualquer lugar que tenha sua
espediao : na rua Nova n. 2t,loja do Viaonav
RTfiIer!:e"f9e<>9io/,,e8' ii(> oengeoto
Bomfim.na fregsezu da Eseada, distante da a
600 da fondo, todo cercada, cea casa do ttsu-
oa, seniala, cas de farinha, eom rio- pela-vanas
tem mais de 3.090 ps de caeaeiros ii eriadosa
produzndofruclos, mais de 5Ops de banaoai-
rvn T P*? *"*, limeiras, e outras
arvores de utiWdade, um exeellenle viveiro de
peixe, e oulras muilas commodidades, que s6 os
prelendeoles com a vista podero observar as-
ierras sao proprias e sem o menor onus : rara,
infor*ac.oes podem entender-se com Joao Pe-
reira Babello Braga em seu escriplorio, rua da
Vig.rto n. 11, e pan traUr, com a mu proprlt-
tano, morador no mesmo sitio.
Vcnde-saum optime araaaam aa rae nasa
da Praia, Unto para estabelecMnanio como para
depsitos, muilo bem edificado : na rua da fleos-
tas n. 84, se dir quem venda
Vende-se una secretaria de amarello, com
T*E l' 'mui *** ac^daslrat"
rua do Amonm n. S\ terceiro aodar.
Vende-se urna barcada bastante boa de Tela
e anda nova, de aavemama dobrado, pegando
ZU caixas: a tratar na rua do Amorim n. 37 ter-
ceiro aodar.
Vestidos de seda preta a 60$.
Na rua de Ssnuai, loja n. 8; i existea 004160
corles de ricos vestidos prelos8 de grodenplef
netdadoaa de babadas, em cerles grandes, que
S,LV^eIH-' l00*: a e'les.antesflue se acabem
Uo boa peehiacha para a qaaresma.
-- Vaflda-saoaarroada-sa aso erageah- mo-
ente e corrente,eom boas larras paralada nSn-
tacao de larguras, riacho corrente da invern\
rw matas para se-tarer qosrqoer obt, e de
tabeado eaceUeate, pede [safrefsr mais o'fjfjw
paes aaiMal, distanta daos legua da t*sda '
ViotoiM : pan ver tratar, os pretndanles pro-
creme Sr. lente Miguel Al ves ios Waxerat
o^dornrToad^Atirgo.do B.rro dh-'aotm.
cidade, quo dtrt enea vendo. ^^
'.^'"'""i1" Z"0*- *.- 1J portas
vende-se madapolo muilo fina com ua neann-,
oostJroeavaTiaa45We6apta7 ^W
9
Ruarlas, dasfaass^oosiaaa fra, .uialal anra-
d, cacimba. ns.ruado-S.JIigael dos Afogados
^ '^*l"tond^&^8o a ruaoaObl-
aa^ le ani-ao dui



MAMOMfWJAMUW.^ HXHW If.^flHM t*M*.
DE
Vende-ea!>do aoaair coa daas larguras,
muito proprio para U>alha a lesese aoreMapea
ht toda a qualquer atara, pelo ara RO0PA.PBPPA
Joaquim Francisco dos Santos.
P RA DO QUEMADO 48j
Defronte do neceo da Congregaco letreiro verde.
Neslc estabeleciroenlo ha aempre ni sortimento completo de roupa feita de todas as
qualidades, e tambem se manda executar por medida, voniade dos freguezes, para o
que tem um -dos raelhores professores.
Casacas de panno pteto, 40$, 35 e 309000
Sobrecasaca de dito, 359 e 30000
PatoU de dito e de cores, 350, 300,
25JS00O e 205000
Dito de casimira de cores, 220000,
15. 12 e
Ditos de alpaka preta galla de vel-
ludo,
Ditus de merio-sitim pretos e de
cores, 9jJ00O
Ditos de alpaka de cores. 5$ e
Ditos de dita preta, 9, 7. 5 e
Ditos de briai de cores, 5#, 4&500,
JOOOe
Ditos de bramante de lioho branco,
6g000, 58(100 e
Ditos de merino de cordio preto,
155000 e
Calsas de casimira prela e de eores,
.129.10, 99 o
Ditas de princesa e merino de cor-
dao pretos, j e
Ditas de brim branco e de cores.
5J000, 4S50O e
Ditas de gauga de cores
Colletes de velludo preto e de co-
ree, lisos o bardados, 12a, 9 e
Ditos de casemira preta o de cores,
lisos e bordados, 65, 59500, 59 e
99OOO
llgOOO
85OOO
35O0
390OO
39500
4g000
89OOO
6JO0O
4500
2J500
89000
39500
Ditos de selim preto 59000
Ditos de seda e setim branco, 69 e 5900O
Ditos de gurgurao de seda pretos e
de cores, 7JO0O, 69OOO e 59OOO
Ditos de brim e fustao branco,
39500 e 39OOO
Seroulas de brim de linho 23200
Ditas de algodo, 1600 e 1J280
Camisas de peito de fuslo branco
e*de cores. 29500 e 2300
Ditas de peito de linho 6g e 3s00
Ditas de madapolao branco e de
cores, 39,23500. 29 e I98OO
Camisas de meias ljOO
Chapeos pretos de massa, francezes,
formas da ultima moda 10S,8;500 e "i000
Ditos de feliro, 69. 5$, 49 e 29OOO
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes, 149, 12g, 11$ o 79OOO
Collarinhos de linho muito finos,
novos (cilios, da ultima moda $800
Ditos de algodo J500
Relogios de ouro, pateles hori-
sootaes. IOO9. 909, 80$ e 709000
Ditos de praia galvaoisados, pa-
tele hoaontaes, 408 309000
Obras de ouro, aderemos e meios
aderecos, pulseiras, rozelas e
aoneis g
Toalhas de linho, duzia 129000 e IO9OOO
NA.TURALLEDE VICHY.
Deposito na botica franoeza ra da Cruz o.22
Queijos frescos
al800.
Vendem-se queijos vindo oe ultimo vapor, e s
serve para comer j por ser frescos e de nao po-
der aturar muito lempo a I98OO, dito era libra a
640: na traressa do palee do Paraizo n. 16, asa
pintada de amarello.
@ Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Moendaa de canoa.
Taixas. g
& Rodas dentadas.
dj, Bronzes e aguilbes.
Alambiques de ferro. a
9 Crivos, padres etc., ele: Q
a) Nafundicaode ferro deD W. Bewmen*.
^ ra do Brum passando o chaariz. a
Bolsas de tapete para
viagens.
Vendem-se mui bonitas bolsas de tapete pro-
prias pare viagens, etc., etc., pelos baratssimos
presos de 59, 69 79 : si loja da agaia branca,
ra doQueimado o. 16:
As melhores machinas de co-
zer dos mais afamados au-
tores de New-York, Sioger
&C, Wnecler & Wilsou e
Geo. B.Sloat &.
Estas ma-
chinas que
sao as melho-
res e mais
durad o urea
mostram-se a
qualquer hora
e ensiaa-se a
trabalhar as
casas dos com-
pradores ga-
rantindo-se a
sua boa -quali-
dade e dura-
cao : do depo-
sito da ma-
chinas de
Rsymundo CarlosLeile & Irme, ra da Ipe-
ratriz n. 12, adtigameote aterro da Boa-Vista
Vende-se a parte de um sobrado de 3 an-
dares, na la Direita n. 88 : os preleadenle di-
rijo m-se ra do Queimado n. 41
Saunders Brothers & G. tem para vender
armazem, na praca do Corpo 6anton.ll,
alguns pianos da ultimo gesto recentimente
chegados dosbem conhecido e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood & Sons de Londres a
muito proorio para estoclima
Venda de predios.
Vende-se na cidade do Aracaty, provincia do
Ceari, um sobrado a saetada de outro, este lito
na principal ra do Cemmercio, lado do nascen-
te, local all preferido por lodos para qualquer
estabelectmenlo e morada de familia ; tem boa
loja, rmaseos o grande quintal, aquello sito na
ra da Cruz do mesmo lado, coa boca commo*
dos, boa leja e armazem. e quiatal com bastante
fundo, amos com cacimbas com boa agua. Tam-
bem se fara per rauta por predios naala praca com
alguna pessoa que desta para all queira se esta
belecer ou morar, visto ter ida residir para aquel.
la cidade immensas familias que tem se dado
bem tanto de saude e passadio, como pelo bom
negocio que fazem : quena pretender os referidos
predios, dirija-se a ra do Vigario n. 8, que acha-
r com quem tratar.
tanibraias
baratas.
19 Ra do Queimado 19
Peanas d'aco,
A. Joja d'Aguia-Brsnca recebeu um grande sorti-
mento de penoas d'aco de differentes qualidades
as quaes est vendendo de 500 a 1*000 rs. gro-
sa. E o mais barato possivel; na ra doQuei-
mado loja d'Aguia-Branca, n. W.
Quew gosla dirniir no
frese*.
Vende-se um silio no lugar da Torre, na mar-
gem doioCabibaribe, com boa caa de sobrado,
muilo bem feilo, com bastantes comtnodos, es-
tribara para 4 cavallos, cocheira para 4 carros,
casa para eitor, cacimba com boa agua de beber
ecom bomba de machinismo de puchar agua, ps
de fructeiras de diversas qualidades, capim para
3 ou 4-cavallos, o sitio est todo murado, tem
muito boa bomba : os prelendenles apparecam
na ra Nova n. 22, para tratar. Vende-se per
preco muito em cunta por motive de retirada,
Vende-se presunto mullo nova a 400 rs. a
libra : oa ra das Oruzes n. 24, esquina da -tra-
vessa do Ouvidor.
Vende-se urna -escrava boa cozinheira, por
preetsao : na ra da Praia n. 47, primeiro andar.
Vende-se farioha do reino chegada lti-
mamente do Rio de Janeiro : na ra de Apollo
n 20, armazem deassucar de Antonio Marques
de Amorim & C.
Ata do Crespo n, 8, loja
de 4 portas.
Pecblncha que admira!
Chitas francezes, cores fizas e lindos desenhes
aS40 rs. a covado; dao-se amostras com penhor.
Vende-se urna escrava crioula com orna
Olha de peito, goza saude, moga, tem boa fi-
gura, cozinha e engomma, nao com perfeico,
cosa bem e boa lavadeira de barrella : para
tratar, na ra da Cruz n. 48, segundo andar.
Corta de cambra
pieos miudicboi a
Camaraje t a para v
ratisslmo nrejo de
iaoca>uilo anacom tal-
ludo, muito flna.pelo ba-
,29800,39e39500 cada;
Attenco
a
Tem chegado em casa de A. L. Delouche, ru
Nova n. 22. o mais bonito sortimento de relogio
ameyeano que nunca lem apparecido neste mer-
cado ; vende-se per prec.o commodo,
Fazendas proprias para a
quaresma, no novoes-
iabeleetmento de Jos
Moreira Lopes, ra do
Crespo n. i 8.
Manteletes, vestidos de grosdena pie com bar-
ras de veHudo, ditos bordados, veos pretos de
fil bordados, sarja preta, grosdeaaples, casami-
ras, pannos finos, e outras muitaa iaz.ondas, ludo
por presos muito cemmados.
Vende-se o engenbo S. Jos, de Bom Jar-
eara, sito na treguezia de.N. S. da L*i, moente e
corrente, distante da pxuca 4 lcgoas, quasi prom-
pto para moer com agua, com boas atas, ei-
ceUente cercado, boas obras, e urna boa afra j
criada : os pretendentes bajam de dirigir-se ao
mesmo engenbo, ou ao engenho Penedo de bai-
lo, qoe se far todo o negocio vista do com
prador.
Vende-se uan jogo de diccionarios noves da
lingua portugueza da sexta edicto, autor Moraes,
por commodo preeo : na ra da Paz o. 9.
Vendem-se 4 burros do pasto, manso*, de
carga, por preco commodo : a tratar na Boa-Vis
ta, ra da Conceicao n. 25. *
Na ra do Queimado n. %
3.9 andar, apromp-
tao-se
vestidos praies, asavaques, peOBa, gola,
eapas, bandejas.coa halos, ditos de bao, dito
inglexai ranceze, pudiss, peato* de nala, tor-
tas, e toda e qualquer massa de tora, e faz-e
boqntae era vos arlitkiaaa aimiUoko .dos noiu-
raea, toda a obra de flotas da papal, pao ato.,
todo por preso&resonrcs e pceatoza.
?fldem-ae em casa de Bbm, 8Ht & .,re-
(.j..^ uo 4JWV, ^yw, u, dfwu coii TBBBBB-ia emeasa ae Braga, Silva & C.,re-
"Sm. a...!, 1B...m.4.^...^JW;.*S,',":,*faw,,^1~,
B4ST0S
novas.
.be outr'ora tinha loja nana do .
mado a. 46, que gyrava soba firma de
Ges & Bastos participa aos seos nume-
rosos freguezes que dissolveu a sociedade
que liaba com o mesmo Ges tendo sido
substituida por um seu mano do mesmo
nome, por isso cou gyrando a mesma
firma de Ges & Baatos, asiim como apro-
veita a occasiao para annnnciar abertura
do seu grande armazem na ra Nova jun-
to a Coneeicao dos Militares n. 47, que
assa a gyrar sob a firma
M
Bastos < Reg
com um grande e numeroso sortimento de
roupas feilas e fazendas de aparado gos-
to, por precos muito modificados cono
de seu cosame, asaim como sejam : ri-
cos sobrecasacos de sjperior panno fino
preto e de cor a 25$, 28g e 30, casacas
do mesmo panno a 30$ e a 35$, palelots
sobrecasacados do mesmo panno a 18$,
209 e a 22$, ditos saceos de panno preto a
12$ e a 14$, ditos de casemira de cor
muito fina modelo inglez a 9$, 10$, 12$
el4$, ditos de esteraenha fazenda de
apurado gosto a 5$ e 6j, ditos de alpaca
preta e de cor a 4$, sobrecasaeps de me-
rino de cordio a 8$, ditos multo superior
a 12$, ditos saceos a 5$, ditos de esguiao
pardo fino a 4$, 4$580e 5fi,ditos de fus-
ilo de cor a 3$, 3(500 e 4$, ditos bron-
cos a 4$5O0 e 5$5(0, ditos de brim pardo
fine sacco a 2J800, calcas de brim de cor
finas a 3$. 3$500, 4$e 4g500, dilas de di- s
to branco finas a 5g e 6$5O0, ditas de M
princeza proprias para luto a 4J, ditas de m
merino de cordao preto fino a 5$ e 6$,
ditas de casemira de cor e preta a 8$, 9$
elO$, colletes de casemira de cor e pre-
ta a 4S500 e 50, ditus do seda branca para
casamento a 5$, ditos de brim branco a
3$ e 4$, ditos de cor a 3$. colletes de me-
rino para luto a 4$ e 4$50O, ricos rob-
chambres de chita para homem a 10$,pa-
Sletots de panno uno para menino a 12$ e
14$,casacas do mesmo panno a 15$,calca
_ de brim e de casemira para meninos, pa-
m lelots de alpaca e de brim paca os meamos,
K scalos de tranca pora homem e senho-
m n a 1$ e 1$500, ceroulas de bramante a
y. f8$e 20$ a duzia, camisas francezas -
I as de core brancas de novos modelos a
" 17$. 18$, 20$, 24$. 28$ e 30$ o duzia,
ditas de peilos ae linho a 30$ a duzia, di-
tas para menino a 1J800 cada urna, ricas
grvalas brancas paro casamento a 1$800
e 2$ cada urna, ricos uniformes de case-
mira de cor de muito apurado gosto tanto
no modello como na qualldade pelo di-
minuto preso de 35$, e s com avista se
pode recoohecer qu6 barato, ricas capas
de casemira para senhora a 185 e 20$.
e mnitas outras fazendas de excelknte
gosto que se deixam de mencionar quo
ior ser grande quandade se torna ee-
adonho, ajsim como se recebe toda e
qualquer erreummeoda de raspas feilas,
para o que ha um grande numero de fa-
zendas escolhidas e urna grande oflicina
dealtaiate que pela suapromptidaeeper-
feicao nada deixa a deseiar.
Milho novo.
Vende-se milho novo a saceos omi-
to grandes a 4^ : na ra da Senaala
Velitaa. 106.
Cassas de cores.
Anda ee vendem cassas de cores fizas, padr5es
muito bonitos, pelo baralissrmo prego de 240 rs.
o covado, e mais barato que chita: na tna do
Queimado n. 22, na bem conhecida laja da
Boa f.
Grammatca in-
glesa de Ollendorff.
RELOGIOS.
Vande-se emiasada Saunders Brc hers 4
C. praca do Corpo Santo, relogios do afama
do abricante Roskell, porpreeos cammodos
rambemrancellins e cadeia|araw meamos
daexceellnt tost.
Ta padaria de Antonio Fernandos da Silva
Beuis, ra dos Pires- n. *2, da-se pao de venda-
gem, e na mesma vende-se pao commnm, dito
de Provecca, bolacha de boa qualidade e nova,
belachiohas. biscoHos doces e aguados, fatias,
roscas, araruta fraocaza, bolachinbaa de dita, a-
rKiha do remo muito nova, tuno feitodas me-
lhores farinhaa, e ira-talhado com aceio e lim-
peza.
A loja d guia branca acaba da reeeber de sua
propria encommenda um lindo a completo sorti-
menlo de perfnratrias finas, as quaes est ven-
denda por meaos do qoe em o a ira qualquer par-
le t nado o bem eonhecid aleo philoeomo e ba-
nn* {sdete hygienique) a 19 o frasco, finos
extractos en bonitos frascos decores o domados
a 29, 2*500, 3, e 4$, a afamada banha trans-
parente, e outras igualmente finas e novissimes
como a jponaise em bonitos fraseo, euja lam-
pa de vidro timbem cheia da mesma, burle
concrete, odonnell, principe imperial, ereme,-
em bonitos copinos com taran* de metal, e
mu i las outras diversas qualidades, todas estas a
iv o Irasco, bonitos vasos de porcelrana doura-
da. pronrios para offerta a Se 29500, bonitos
bahusinhos com 9 frasquinhos de cheiro a 29,
lindas cestinhas com 3 e A frasquinhos, e caixi-
nbas redondas com 4 ditos a 19200 e 19600,
finos pos para denles e agua balsmica para ditos
a 19 e 19500 o fresqulnho j e assim urna in-
finidade de objeetos que so patentes em dita le-
ja d'sguia branca, na ra do Queimado n, 14.
Flor do Brasil.
Os superiores charutos Flor do Brasil, vende
Jos Luizde Oliveira Azevedo em. seu armazem
na travessa da Madre de Dos n. 5.
Cheguemao barateiro, na
raa do Queimado nu-
mero 47.
Vendem-se chales de ISa e seda pretos a 1J300,
ditos de cores de >Sa a 1$, tortea de casemira
preta a 7$500, panno lino a 3$00 o covxio, chi-
ta fizas a 140, rambraia de barra a 2|8C0 o cor-,
te, chitas francezas escurase 240 o covado,gros-
denaple a 1;800 o covado, cortes de castor para
calqa a 1$, madapolao bom a 4$00 e h$ a peca,
seda de quadro a 00 rs. o covado, cbaly a 680
rs, o covado, camisas .francezas de cores a 2$,
ditas brancas a 2$500, grvalas de selim preto a
4$300, e outras mais fazendas que se vendem por t
todo prero vista do dlnheiro.
Arados americano? e machina
para lavar roupa: emeasa deS.P Jos'
hnston & C. ra dsSenzala n.i2.
Cheguem aloja da Boa f
Chitas francecaa muito finas de Ores fizas a
280 rs. o covado ; cambraias francesas muito fia
as a 640 rs a vara ; idem lisa muito fina a
4$5CO e a 6JO0O a peca com 8 1(2 varas ; di-
muito superior a 8(000 a peca com 10 varas
dita fina com salpico a 4*800 a.peca com 8 Ij
varas; lile de linho liso mudo flno a 800 rs.a
vara ; larlelana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e oetras militas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muito baratas: na ruado
Queimado n 22, na leja d Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muito finos proprios para os
tabaquistas por serena de cores escuras e (lias a
5$O00 a duzia : na na do Qeeimado n. 22, na
leja da Boa f.
Na loja'da Boa f vende-se
panno preto flno e 4$, 5$, $, 8$ e 10J rs. o co-
vado, casimira preta fina a 2$, 3$ e 4$ rs. o co-
vado ; gros de naples preto a 2$, 2$500 e 3$ o
covado; alpaka preta fina a 640, 800, e muito
fina a 1$ rs. o cavado ; casimiras muito finas de
cores escuras com 6 palmos de largura a 4$ rs. o
covado ; ditas de cores claras a 6$ rs. o corte de
calca; meias de algodao cr muito superiores a
4$800 rs. a duzia ; ditas Je algodo cru tambem
muito superiores para meninos a 45 a duzia ; e
assim muitos oulros artigos de lei que se ven-
dem baretissimos, sendo a dioheiro: na referida
loja da Boa f. na ra do Oueimado n. 22.
Camisas e toalhas.
Vendem-se camisas brancas atuito finas pelo ba-
ratsimo prego de 28$ rs. a dnzia ; toalhas de li-
nhu para rosto a 9$ a dnzia ; ditas felpudas mui-
to superiores a 1S$ a duzia : na ra do Queima-
do n 22, lea da Boa f.
Paletos.
Vendem-se paletos de panno preto fino, muito
bem feitos a 22$ rs.; ditos de brim branco de
linho a 5$ rs.; ditos de selineta escuros a 3J500,
muilo barato, aproveitem : na ra do Queima-
do n. 22. loja da Boa f.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido eacreditado deposito da
ra da Gadeia do Recite n. 12,ha para vender
verdadeira potassa da ussia nova e de superior I
qualidade, assim como tambem cal virgen em
ldrt, todo por precos mais baratos do que rn
outra quelquerpatte.
Noso maihojiopaura aprender *>f
a eserevorca fallar ngleem 6 meses,
obratuteiramente nova, parauso de
todos os estabelecimentos de instruc-
c5o, pblicos e prticalares. Vnde-
se napraca de Pedro II (antigo largo
do Collegio) n. 37, segundo andar.
g^RMMIS K959I3 Sffi^B
lif
BPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.]
SORTIMENTO COMPLETO
DI
SFazedase obras feias.1
Ha
LOJA E ARMAZEM
DE
[Ges k Basto!
NA
Ra do Queimado
fu. 46, frente amarella.,
. Constantemente temos um grande e va-)
nado sortimento de aobrecasacaa pretas
de panno e de corea muilo fino a 26$,
30| a 35$, palelots dos mesoios pannos
20j, i-2$ e 24$, ditos saceos pretos dos
mesmo pannos a 14$. 16$ e 16J, casa-
cus pretas muito bem feilas e de superior'
panno a 28$, 30$ e 35$. sebreeesacaa de
casemira de cores mullo finos a 15$, 16$
e 18J, ditos saceos daa mesmas casemi-
ra a 10$, 12$ e 14$, calcas pretas de
casemira finapara homem a 8$, 9$, 10/
e 12, ditas de casemira decores a 7$,
9$ e 10$, ditas de brim brancos muito
fina a 5$ e6$, ditas de ditos decores a
3$, 3$5(J0, 4$ e 4$500, dilas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4$500, col-
letes pretos de casemira 5$ e<5$, ditos
de ditos de eores a 4$5Q0 e 5$, ditos
brancos de seda para casamento a 5$,
ditos de 6$, colletes de brim branco e de
foslno a 3$, 3$500 e 4$. ditos de cores a
2$500 e 3$, palelots pretos de merino de
cordao sacco e sobrecasaco a 7|, 8$ e 9$,
colletes pretos para lulo a 42500 e 5$,
cas pretas de merino a 4$50O e 5$ pa-
lelots de alpaca preta a 3$500 e 4$, ditos
sobrecasaco a 6$, 7$e 8$, muito fino col-
letes de gorgurao de seda de eores mnito
boa tacenda a 38800 e 4$, colletes de vel-
ludo de crese pretos a 7$ e 8$, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14$, 15$ e 16$, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6$500 e
7$, ditos de alpaca pretos saceos a 3$ e
35500, ditos sobrecasacos a 5$ e 5$500,
calcas de casemira pretas e de cores a 6$,
6$500 e 7$, camisas para menino a 20$
a duzia, camisas inglezas pregas largas
muito superior a 32$ a duzia para acabar.
Assim como temos urna officina de al
faiate onde mandamos executar todas as
obras com brevidade.
U&tm&tm imam MStt.Mege
Relogios.
Vende-se em casa deJobnstonPater & C,
ra do Vigario n. 3, urnbelle sortimento de
relogios de ouro, patente ingles, deum dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
(I
tfeMV
asteo.
Milho e farelo a
3,100 rs.
**u?d2!?'M S,ccos f#m M cui de milho .
3$100, dito novo a 3$6C0. em porcao se faTdiffe-
renca. e saceos cem farelo muilo barato dor Ver
decommissao: na trapo... 4. \."i r ser
10. & ta ssr '-" ''Swt
Cera de carnauba.
A melhor que tem viodo ao mascado p n*r
Farelo e milho.
Burros de Montevideo,
por todo o preco. mensos e gordos : na armazem
amarello em frente do arsenal a tratar f!
capitn Scb.l, ou com Anlune, GuimarK C
no largo da Assembla n. 19. a L
DA
FINDICAO LOW-MOW,
este estebelecimenio contina a haver um
completo sortimento de moendas emeias moen-
ufl"aKn^nh* n81efcn" e 'Por e taixas
a dho d6 t0dS CS ,8nw"A
E'barotissimol
Rrf.,dHCrefpnn- fi' ,0a de Porta.'
Cassas de cares Da? miudinhas a 240 rs. o co-
! 2,^,aM- ?r8c?y "os desenhos a 400
V! ,' e ch,las ^'8" Je 240, 260 o
280 o covado, e outras muitas fazendas or ba-
ratissimo preco : dao-se amostra com Ppenhor.
Para desenho.
Mu bonilas caixinhas envernizas, com Untas -
nas lapis pincets. e os mais necessarios para
desenho. E1 o que de melhor e mais perfeito *
5?; l%n^Bra fiscrayos fgidos.""
Na manhaa do da 12 do correnle mez de
feverciro fogio o escravo Flix, p4rdo. claro, al-
m d C0,rp(> "Pre8n ter 30araos, levou
urna bluza azul e urna calca velha de quadri-
nhos, cosluma andar no Forte de Mallos, no Re-
cife. e foi visto na Soledade ; dado a bebidas
espirituosas, muito humilde e calado quando
nao bebe e gosta muito de andar pelas tabernas.,
V a ?,ulr" fuidas e 8en)Prc tem sido pe-
gado no Rocife : quem o pegar, leve-o a seu se-
nnor Antonio Leal de Barros, no seu sitio na ra
do Joao Pernandes Vieira, junto ao ManSuinbo,
que ser recompensado.
100#000.
Fugio.no dia 14 de dezembro do anno prximo
passado um negro de nome Filippe, escravo de
Francisca Rosa Pereira dos Santas Bezerra. mo-
radora em Ierras do engenho do qurado, cujo es-
cravo tem os signars seguinles ; edr fula, alto
secco, pouca barba, pes grossos e mais pretos d
_...u.uuo ,ul,i...iio.- uv j^ircrpuui lauutjni que a cara, pernas malfeilas, olhos brancos o pa-
uma variedade de bonitos Irancelins para o Puds, deotes pequeos, cabe;a pequea, duas
mesmos. .^t lallas e muil9 mansa, e quando olha para qual-
quer pessoa fila os olhos e nao peslaneia, nade-
gas grandes e empinadas, levou calca preta de
casemira nov. p.letot de alpaea tambem preta,
chapeo da moda de massa de cor. sapatos do
couro de lustre, camisa de madapolao nova, a
tambem de baeta verde velha. aberta, e tam-
bera de algodao azul, chapeo de massa cor do
chumbo jvelho, de suppor que em viagem
elle nao ande com a roupa nova esim com a ve-
lha por ser mais propria : a pessoa que o trou-
xer no referido engenho, ou na ra Augusta n.
21, recebar aquanlia aeima.
Fugio. no dia 13 do ccrreUe a negra Be-
nedicta que foi escrava do Sr. Salustiano Caute-
SEDULAS
de \.$ e S$000.
Continua-se a trocar sedu|ss de urna s figura
por metade do descont que exige a thesouraria
desta provincia, e as notas das mais pracas do
imperio com o ?bale de 5 por cenio: no escrip-
torio de Azevedo & lleudes, ra da Cruze
o. i:
240.
Cassas de lindos padrees e coree fixas que se
p6degarantir aos comprados, a 240 rs. o covado ;
na ra do Queimsda, loja de 4 portas n.39. h"r
s 4 -?
fazendas boas e baratas..
Vende-se a 1S800 grosdenapres preto
, encorpado com 4 palmos de largara, fa-
zenda que sempre se vendeu por 2*500 e
2$800, pa loja n. 2.
i RenediDs americanos |
DOOUTOR
SRadway & C, de New-York
m re--
vendeu por
Vende-se a 10$ mantae pretas de 1116 de
linho que sempre se venden por-14# e
15, na loja n. 23. -\
Vende se a 2$00 grosdeoaples prato i
superior la o encorpado que parece gor- i
guro fazenda essa que sempre se ven- i
deu a 3$20 e 3$500 na loja n. 23.
Veade-se luva pretas de torcaf
troz a 1$, que sempre se
lC800 e 2$. na loja n. 23.
Pelo annuncio parece incritel que es-
ees fazendas se vendara por esses precos
que na verdade o maia barato que se tem
visto.
Do-se as amostras na ra da Cadei
confronte aa becco Largo loja n. 23 de
Gurgel & Perdigo.
Vea4e-e saias balo para menina, di-,
tas de musselini e culim de algodao para
seahor a 4$, sempre se vendeu por 5$ e
63 : oa loja n. 23.
i
Anda vende-ge por 12$ as conhecidas
bulioas de Mali que lodos vendem 14$
e por 9$500aa melhna butinaa da Naor-,
tes muilo commodas e que lodos readam..
-_ por 12$: na loja n. -33.
wmmmm mzmm mmmm
Chegft paxa todoa.
Csssaa fraiwezas muito bonita e decoieafixa;
a dase viataasa aovada, maia barato do qa
chita, approveitaamean quauto nao ae acabam
nairaa do Oueamaae n. it^na bem ao*ke4d*Jo-
* de atoa .
j Vendaba urna carro ;a a boi, indo eavbpm
atada.: na-Medede, jtaborna da QcagAo.
Pao a tarde.
Vende-se pao quenle da melbar ariaba, na 0
oras da larda am diaate,, na padati tcaz da
***** Oa ea-VUla n, K, e ao ateo Ao i.'nq
numero 43. -#n^.^,,
PROMPTO ALIVIO
Resolutiva reoev4or.
Pilulus reguladoras. S
Estes remedios j sao aquaakem conhe- #
cidos pelas admiraveia curas que lem ob- 41
lido em teda a sorte de febree, molestia #
chronicas, molestias de senboras, de pe- 9
le etc., etc., confrmese ve oae instruc- 9
(oes que se acham traduzidaa em por-
luguez. 9
Gees & Bastos.
Ra do Oueioiadoii. 46.
lista ; alta e ful, leven vestido do chita cin-
zenta de ramsgens, chale encarnado; recom-
raenda-se a companhia de pedresle e capitaes de
campo.que a peguera e lerem-a a ra da Senzalla-
velha n 94.
Acha-se fgido o moleque Antonino, fulo,
secco, de idade do 15 annos, cosluma esUr pela
FasMgem, aonde mora o pai. o preto Flix que
i foi escravo do Dr. Lopes Netlo : qnem o pegar.
Tendo os anrruncuntes conseguido elevar este I queira entrfga.ro na na Tro Iroueadorn. 73 oi
estabeletimento a um engrandecimento digno na ra Bella n. 33, que ser recorr pensado. '
Fugio na noite de 28de Janeiro do corri-
te anno, desta cidade, o escravo crioulo de nome
Manoel, de -43 annos de idade, cor prela, espa-
desta grande cidade, r presentam concurrencia
desle ilustrado publico, o mais moderno, varia-
do e escolbido sortimento de roupas diversas e
de fazendas escolhidas para todas as estaces
Sempre solcitos em bem servir aos seus nume-
rosos freguezes nao s em precos como em bre-
vidade, acaba de augmentar opessoal de sua of-
flna, sendo ella (Tora em diante dirigida pelo
insigne mestre LAU8IAN0 JOS' DE BARROS,
o qual os seus numerosos freguezes podem pro-
curar a loja n. 46 ou no primeiro andar do
mesmo estabelecimento, assim pois em poucos
das se aprompta qualquer encommenda, qner
casaca.quer fardoes dos Srs. oOiciaes de marinha
e exercito. Oulro sim recommendam aos Srs
paes de familia grande sortimento de roupas pa-
ra meninos de todas ae idades.
i
paisa parrilha legitima e(
| original do aatigo w
rOR.JACOBTOUNSENDi
t 0 melhor pirificador do sanguc
cara radicalmente
| Erisipela. Phtisicas.
| Rheumatismo: Gatarrho:
a Chagas. Deencas de ligado.
| Alporcas. EtTeitosdoazougue. S
i Impingeos. Molestias de pelle. 2
Vende-se no armazem de fazendas de 2
Raymunde Garlo Leite & Irmo, ra do 2
t Imperatrizn 12.
Loja do vapor.
Grande e variado sortimento de calcado fraa-
cez. roupa feita, miudezas finas e perfumarlas,
tudo por menos do que em aulra parte : na loja
(do vspo.na ruaNova n. 7.
Gonama do Aracaty.
Veode-eeesoellente gomma do Acacaif; na
ra daOadeia daReoife, prianeira andar, o. 28.
Libras sterimas.
Vondeawe ^swi^lorip de Manoel Ignacio
de Oliseira ak FiLao, argo do Carpo 5apJta
Vende-sefrco de todas as cores egrossnras,
com rame e sem elle e 400, 500, 640 e 1$ rs. a
peca ; na raa do Queimado, loja da aguia bran-
ca n.16.
JK elogios JK
Suissos.
Em casada Sohafleitlln & C,ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sortimento
de relogios de algibeira borisontaes, patentes,
chronomettos.meioschronomelros de ouro, pre-
la dourada e oleados a ouro. sendo estes relo-
gioados primeiros fabricantes da Suissa, que se
rondara por precos razoaveis.
v Veudem-ie noyeDta apolices da
companliia do Beberibe ; na ra Nova
n. 14, primeiro andar.
Vende-se na cidade do Aracaty ama casa
terrea com sotao, bom quintle cacimba, Da prin-
cipal rna decommercio, propria para quem qai-
*' ali estabeiecer-se, por ter nio s eommodos
Rll oH ^ATi-yf l Htvw*n k 9 Pred,8 parerestdeneiai como tambem loja.araia-
uuauu^exiMiarTcrTa.*^ ^.-i'***** ""??rs.
Vende-se'em. casada S. P. Jonbewn 4C,
sellinse silh6es nglezes, caneeiroi e oestlcaes
t*m*aAw, loas* ngluas, Jo da rala, cbjeote
paraearrosv eao*tarta, ureies para carr
om e don cvalos relogios o
utgal rmeos, que esto autorisidos para ess
ios, oo nafta arica na roa doCabug, leja o. n
Lisboa.
Veade-aecal superior de Lisbo, presrfe para
ouro prenla vgfA0j,n oh^. M ^ ^9lvTiJr
maiem de asnear.
----- -----. ^^..^^ u .uauc, tui pela, espa-
duas largas, estatura regular, disbarrigado, e fal-
la um pouco f-nliosa em razio do muilo tabaco
que toma, foi vestido com camisa de algodao de
listras e caiga de algodo azal americano ; elle
natural da cidade do Ass, provincia do Rio
Grande do Norte, official de ferreiro, falla bem
e apezar de ser de meia idade, bem parecido s
bastante ladina: este prela-eiiude e lem bom
coejpertanjento, senda chamado por alcunha Ma-
neel Ferreiro ; e como-seja-pTovavel que elle v
trabalhar de official de ferreiro em algum poToa-
do ou villa, dando-se por forro, por lsso rcga-e
as autoridades dos lugares por onde elle andar, a
sua appiehensao, asatm cerno recommenda-sa
aos capitaes decampo a sua captura, e aquella
que delle der noticias ou o agarrar, pode-o levar
ao seu senhor a mejor Anteis da Silva Gusmao
fesao-"* rU" In,per5aI' ^ue er btm recom-
i."78io*prelo'deil,*il0 P aome Joo, de
idade 55 annos, um pouca banseire das pernas,
tem o dedo mnimo de urna das maos que nao
pode abrir, estatura e corpo regular, acha-se fu- -?-*.
gido desde o.principio do mez de Janeiro ullioo-
penlado U* *" S"tt'11, ** Mr /ecwn"
Fugio no dia 2 do corrala o escravo cabra
de nome Joaquina, de estelara regulan, cr ma-
cilenta, bastante atoleimado, e com signaesde
chumbo as cosas ; levando vestido caiga e ca-
misa de nscadmho azul, bem como um chapeo
VJ!fi0r/Bpado .9m ftu preUl lsr8 5 suppoe-se
^l^iZ9"'*^' '0Dd9 w remeitido
SSLhw" Doni",B~ a Silva Torre, para ser aqui
vmMo: quem oapprebeoder pode entrgalo na-
2itmnC-ld,lre 0'*"'. ounest.aJos Jua-
rinia!?Fn2nfm*3blu> acrlpto-
rto,^io lergo da AssembJ. a. 1, que se grati-
-Fugio da cidade de Arietty, no mez de se-
tembro prximo psssado, um esoravo do com-
mandaoto superior Manoel Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o bavia comprado ao Sr, Bento
Looresiea Coitnres, de nome Joaqeim, de idaJa
de tincoents e tantos annos, rulo, sito, magro,
denles grandes, e com falla de alguna na frente,
queixo fino, ps grandes, a com as dedos gran-
des-des ps bem abortos, mnito palavriador, in-
cnlca-sa. forro, e lem signaos de ter sido snrrado.'
eruu q asi soraw .apparacexa no dia 6 do
asnenia, Tiado dolado daa CinoaPoElas, e ssn-
do eatetrogado por um pareoaiio seu conhecido,
djssaque lifitu sido \eodido por son senhor pira
Goiaaniaaa: auidqawfessoa ,m o pagar .pe-
der levar em Pernambuoo aos Srs. Basto & Le-,
*os,

')
i*** m mnkiwtA. ittAbo i i wtriiio d si
LitteraLura-
O casamento e*aIAerado demaixo
do ponto ae vista do se* fia. (*)
I
Havendo em os notsos anteriores e-criplos
tratado do casamento quanto tui orgem e
q'ia ,lo i sus oiturza', convm que, agora, nos
oc;upemos 4a mesroa materia encarada p|r*iraa
oulra face, islo com relaclo ao Qm que Ihe
Me; ponto de vista esle que nao encerra
cunos importancia.
l-, pois, nosso assumplo hoje o Qm ou Qos do
matrimonio.
Os fins mais importantes que podemos assgna-
Jor ao matrimonio sao tres, cada qual mais trans-
cendente : a procreaco da prole, a communho
indivisivel de vtda.e.comoconsequencia necessaria
e infallivel do primeiro. a educago dos filhos.
Tergiinlar qual o fim que se propoe a
insliluigo divina do casamento, perguntir
qual o fim quo Deus teve em vista unindo o
primeiro homem primeira mulher, e formando
assim a irmandade mais perfeita e completa que
se pode imaginar, pois que elles constiluiam
urna s pessoa, cram dous em una s carneet
erunl do in carne una.
A sociedade formada pelo casamento urna
sociedade to nobre e (o elevada que nao se '
pJe suppr que Dous a houvesse instilado sem
ao rnesrao lempo designar-lhe um Cm ou fins,
que destinctamente a caracterisa-se aos olhos
dos bomens. Se tudo que parle das r.fos do
Creador lem um fim, porque n'elle reside toda
ordem e toda hsrmonia, o matrimonio que a
obra mais perfeita de Deus, se que as obras
divinas se pode marcar graos de perfeigo, nao
pJe deixar de ter um fim lio grande e lo su-
blime quanto a sua mesma nalureza. Tor isto
que conrm iodagir qual foi o fim ou fins, que
cahiram as vistas divinas instiluindo tao santa
sociedade.
Ora o (lio que Icodeu a Providencia na in-
completamente como rci da crearlo. Desda
eolio -o homem foi investid do va alta e
elevada misso, elle foi chamado para represen-
tar Deus na sublime coolinuidade da kumaada-
de, e recebeu a tarefa de dar ao mundo entes
capazes de honrar, reapeitar. e adorar ao aeu
Deus: e assim como por elle rtinam o ret e
decretam o$ legtsladore/ oifue justo; (1J assim
o homem coolina a obra divina da crcago. 0
creeciteel multiplicamini nao cerlameole um
preceilo de qualquer maneira que seja conside-
rado ; quer em sua abstrccao, queremos dizer,
com retaco lodos os homens io leslinelamenle,
quer em relago um homem em particular,
quando abandonando o eslado de virgindade em
que nascera, enlrega-se nos bragos de urna mu-
lher que escolhera para companheira de vida.
A procreaco um doa fins do matrimonio,
porque o meamo rnyslerio que elle representa
no-lo diz: o homem casou com a mulher, por-
|ue Deus linhs de celebrar raam a sua egreja utn
ormoso espoosalicio, por cdnseguinle um dos
Uos do matrimonio a procreagao, porque um
dos fins do esponsalicio de Jess com a egreja
linha de ser a procrearlo moral dos filhos de
Deus.
Isto evidente: no maravilhoso mysterio do
sacramento do matrimonio tudo se ocha dese-
nliado com cores lo brilhantes, que faz pasmar
a intelligencia humana absorta na conlemplago
de to bem cncadeada harmona que reinou nos
planos da providencia. Nao ha nada no matri-
monio que nao se veja estampado no mysteiio
por elle representado.
Ocreteile el multiplicaminique a escrlp-
tura nos aprsenla como partindo da bucea de
Deus, assigna-la um dos flus do matrimonio e o
fim principal porque o que o destingue das
oulras especies de sociedade : tudo se pode en-
contrar as outras sociedades, menos a procrea-
gao, porque ella privativa da sociedade conju-
gal ; e esta particularidad.! Ihe concedida pelas
palavras divinas que deixamos anteriormente
estampadas.
Gimo dissemos cima a humanidad* nao fra
creada para perecer com a existencia do primeiro
par, era preciso que ella ulir.ipassasse os limites
da duraco de urna vida, para cada vez mais ir
preenchendo os designios da Providencia Mas
de que maneira devena euVciur-se esta obra do
hornera consolidada pela vonlade divina? Deque
-.
nisgao do par raodello o que logo se compre-
in,a ',., H B". maneira devena a humaoidade prugredir em
liende atlendendo para as paginas bblicas: aqu seus elementos raaleriaes? Deque maneira po-
sao as bnm significativas palavras creicite el \ deria operar-se a introduego de uovos homeos
multiplicaminique determinam que o malri- i no mun-Jo? Sabe-se que para isto de mister
nionio deve ser o mcio pelo qual as geraces se .^m^J?',?"^* Un'* Pr- ,i'"6 "a
!,,.,,. ,. b>v" era sufficiente: ella pode ser um crime, como
mu.upiii.am e por elle que o genero humano succede no concubinato e as unies ilticitas, e
deve ser cooservado ; ali onon est bonum
esse homem solumque nos revella as sabias
disposiges do Creador consliluindo homem oem
sociedade, que se origina no casamento : o
faciamus ei adjuclorium timile sibique d ao
matrimonio o carcter de unioiudivisivel, tendo
tamlem por fim a communho e o mutuo auxi-
lio ; mais alm a consliluigo physica e moral do
homem demonstra que aioda ha oulro Qm
assignalar ao casamento, e que este Qm a edu-
eagSo da prole, porque Jess Chrislo mesmo
disseo homem nao vive s do pao, mas de toda
o palavra que sae da bocea de Deus;e a edu-
cacao nao mais do que a palavra divina revel-
la la e transmiltida aos filhos pelos paes.
partindo deslcs principios chegamos dedu-
zircomo consequencias necessarias tres Qns quo
assignalamos ao matrimonio, Qns estes que se
secundara reciprocamente na consecugo de cada
um dalles: a procroago da especie, a commu-
nho indivisivel-de vida e a educacao dos fi-
lhos. E estes Qns sao para nos de urna impor-
tancia to saliente que nao podemos deixa-los no
o! i iarntnto: a procreagao, o adjulorlo e a
educacao da prole, sao os Ires esperangosos pha-
naes para os quaes se vollam aquelles que con-
Uahem tal sociedade.
II
Logo que se tem em considerago a insliluigo
suprema do matrimonio, nao possivel fazer
abstraego da procreagao para nao considera-la
como o fim que mais particularmente caraclerisa
a natureza toda especial de to sublimada insli-
luigo.
Em verda le, a humanidade nao devia perecer
com a edade de novecenios annos, isto cara a
existencia de Ado; ella devia continuar em
progresso pelo espago indefinido dos lempos; e
para isto era preciso ou que Deus repelase dia-
riamente o processo da treaglo, ou que nos ar-
canos de sua sabedoria engendrasse um meio de
faze-la progredir materialmente independente de
urna acgo directa da sua parle, e este foi o que
elle escolheu em seu divino alvedrio.
Nao convinha que Deus todos os das deitasse
ao mundo um novo ser, porque enlo Elle esta-
ra continuamente em contacto directo com os
lioraens, do que o homem nao merecedor; e
mesmo porque era preciso que o homem mani-
feslasse por este modo a sua grandeza eoseu
poder; ora preciso que elle se apresentasse
(*) A noss retirada da cidade em virtuie do
nosso estado mrbido deu lugar que este es-
cribi fosse retardado ; enlretaulo, pedindo des-
culpa ao publico, viemos hoje, cumprir a nossa
promessa. (O autor.)
FOLUETIJH
IMFAMILI4TR4GIC4
POR
CHARLES HUGO.
por um crime nao poda ter lugar a continua
progresso na cifra dos algarismos humano*.
Eis porque foi formada urna consliluigo que
regulasse este facto grandioso, esle fado que
assignala at que ponto chega o poder do
homem.
Ora se o casamento fui instituido para regular
a maneira pela qual bavia de ser multiplicada a
especie humaua, nao possivel recusar a pro-
creagao como um dos Qns do matrimonio, e
principalmente quando vemos este fim bem ca-
racterisado oas palavras divioascrescite el mu-
tiplicaminicrescei econtinuae a obra princiada
por vosso Deus.
Eis aqui como a procreagao se nos aprsenla
como um dos Gns que se propera aquellea
que se prendem nos santos lagos de urna uoie
to pura.
III
Nao s islo, porm, que temos considerar
no casamento; elle nao tem s6 esle Qm material;
anda mister quo analyaeraos a forga das pata-
rrase' erunl do in carne una;palavras que
assignam insliluigo divina do matrimonio um
Qm quasi todo espiritual, e de tanta seno mais
importancia quanto o primeiro que j havemos
mencionado.
Quando disemos que a procreagao um Qm
material, nao queremos cm nada rebaixar a sua
importancia. Deus nos livre de tal; Deus nos
livre de proco ramios amesquinhar a transcen-
dencia e magniludc do sentido das palavras
crescite el multiplicaminicrescei e multipli-
ca*1-vos. Mas a procreagao para nos um Cm
matehal smenle em um sentido, porque con-
corre, porque mesmo o nico meio licito de
fazer com que a humanidade seja progressiva-
mente dilatada em seus algarismos maieriae,
isto os homens ; se o seu resultado um re-
sultado material, eremos que podemos chamar i
esle Qm material sem que de maueira algutna o
desmeregamos em sua importancia.
que seria o homem se nao livesse a mulher
por adjulurio? A mulher o imn que oalrahe
para o bom ou roq caminho, segundo ella tem
boas ou ms uclmacoes em aeu corago: urna
boa mulher a joia mais preciosa que o homem
pode encontrar no mundo. Mas para que ella seja
esposa : a esposa tem como obrigago rigorosa
auxiliar em tudo ao homem cujo destino ligou
o seu; e tambera seu turno o marido lem o
indeclinavel dever de prestar os soccorros que
sao necossarios frsgitidade do sexo de sua
esposa: pelo que eslibeleee-se entre ellos urna
reciprocidade de deveres que constilue o que se
chama communho de vida.
E, com effeito, o casamento perdera muito de
sua reconhecida grandeza se aquellos que o coo-
trahissem nao Qcassem obrigados urna vida reci-
proca de auxilios e soccorros para poderem ali-
viar o peso delta : tanto mais quanto os dous
sexos foram creados para se completareis e se
ajudarem mutuamente : faciamus ei adjuto-
rium simile sibi.
Ora se a mulher fra creada para minorar os
soffrimentos do homem adjulorium e so
(I) Ttov.
Ihe fdra logo entregue em quedad* de -
posa, claro re des la unio l*jffli0rar
todojo prater, todos os softdrrolo*a||u>|rem
necelefdade para oltrapaisarem as bfliita de sua
peregrinago com bom xito, isto 6, pira conclui-
ris o termo da vida desassooaofadf s.
Se o contrata do* marrimontoTito livesse por
fim a assutencii de mutuos soccorros, porganta-
mos nos, como se pedera comprekender a signi-
ficado da palavra adjulorioempregada por
Deus na fo msgo de Eva ? Por que Deus que nada
faz sem urna razo justificativa, nao empregara
este lermo sem urna signiGcagao eumaaignifi-
cagio profunda. E, se isto nao estiresse lijado
so casamenlo, que estara lijado? Qual a so-
ciedade dos dous sexos que leria este fim? Se-
ria o concubinato ? E' horroroso pensa-lo.
JDjus impoz aos dous sexos a obrigago de se
ajudarem reciprocamente, mas so Ihes permitliu
a unio por meio do casamenlo, por que qual-
quer oulro ajuntamento illicilo, logo eutrou
nos planos da Providencia esta metualidade de
auxilios como um dos Qeis desta unio que foi
pelo mesmo Deus abengoada.
A consliluigo dos dous sexo manlfesla e evi-
dencia desta vordade, por qoe Dena tendo de
formar um novo ser para servir de companhiaao
homem, e ajuda-lo em seus trabalhos tro fdr-lo
mais do meamo sexo, mas sito de um oulro dif-
ferent? i fim de que mais propriamenlo elles se
podesssm auxiliar. E, com eT^t >, adiVersidade
dos sexos, nutri lo cada um em si qualidades diuereotes, moslra-nos que elles fo-
ram feitos para encontraren! reciprocamente o
seu complemento; e justamente isto que re-
mos quotidianmente desenhado no quadro do
uoirorso ;o hornea ea mulher s sao felizes,
s acham alegra na vida, quando ao Tado um do
outro, unidos pelos rgidos lacas de urna unio
perpetua, separados elles sevlem a vida incom-
pleta, e nao conhecem, nem po-len mesmo eom-
preheuder toda a magnitude da creago : que
fallando um dos sexos falta tudo em a e-atareza,
porque tal foi a vonlade de- Creador que creando
um ser para adjutorio do homem f-lo-differente
em sexo o qualidades : qui feeit hominem ab ini-
lio maseubum el faminem fetit eos.
Tudo rem confirmar a opiio que sustenta-
mos que a reparllgo dos trabalhos e fadrgasda
vi Ja um dos fins do matrimonio ; e la alo
assim que o direito, a religiio, os inleresses- de
familia e as conveniencias sociaes proclama* a
perpetuidade deste lago, que traz unidide no
scio da variedade, e que unindo os dous corpos
o os dous espirito, nao deixa de unir tambem-aa
dua vidas.
Se a commooho- de vida nao fosse um dos
Qns do matrimonio, nao haveria necessidade de
perpetudade no lago, porque para conseguir os
outros fins.o conjuges pederan) viverseperados
um do outro, sem que- islo em nada prejudicasse
a conveniencias de unio, urna vez que os
seus Qns fossem conseguidos. Mas desde que
isto nao pode ter lagar, desde que elles devem
passar a vida unidos na mesma casa, deve-se
reconhece n'esla ios".iti>igo o Qm que assigna-
lamos.
Alm disto o casamenlo que lodo coherente
cora a consliluigo do-homem, deve ter um Qm
que estoja inteiramente dependente de sua von-
lade -t ora islo nao d-se com a procreagao ; ah
entra a vonlade do homem de mistura com as
forgas da natureza : ninguem dir que est-na
vonlade do homem o ter filhos. Quantos espo-
ses nao existem que alme-jam desmesuradamente
ter Qlhos, e entretanto nao o conseguem X Nao
pois possivel dar smenle um Qm ao casamen-
to, e este que muilas vezes est alera da capa
cidade dos conjuges, e por isto que nos opina-
mos por um fim duplo.
A co-nmunhao de vida repoosa inteiramenle-
na vonlade do homem : quando elle escothe pa-
ra si a mulher que s-itisfaz s suas vistas j com
o firme proposito de eolrelagar de tal maneira
a existencia della com a sua, que j nao formara
dous mas um s corpo, um s espirito e por con-
sequencia urna s e mesma existencia : por que
o amor, que a columna fundamental do matri-
monio, nao pdc existir e vigorar seno onde ha
unidade de affeclos ; ora se a mulher consagra
lodo o amor ao sou marido e este dedica ella
toda a sua amsade, necessariamenle o lago, mo-
ral que os une, deve ser to estreito que ho se
pode coohecer onde elle se apetta, porque o
amor dos conjuges egual em todas as cousas ; e
porisso que os dous esposos ceQstitutm urna
s pessoa se encaminhando aos mesmos Qns.
No casamenlo cada um dos conjuges tem um
direilo sobre o corpo do outro, disse Pothierem
sen tratado do contrato de casamento. e
antes deste escriplor j S. Paulo o ItavU diloem
sua Epstola I aos Coriottuos cap. VU v. 4.
Em vista de autor.Jades to repeilaveis nao
possivel recusar a unio de vida como um dos
Qns do matrimonio, Qm este lo transcendente
como o oulro so que nao o mais.
Quando se diz que o casamento a base pri-
mordial da sociedade, nao se entende somente
por que delle tem de sahir novos membros para
o augmento da sociedade, nao atiende-so somen-
te islo ; attende-se timbem que elle urna
escola de coslomes o de moralidade publica,
os seus casos de machinagoes e atlentados do-
msticos, sobre que mui naturalmente guariaram
silencio os hisloriographos do lempo. Esse rei-
nado brilhante teve tambem a sua pagina negra.
O secuto XVII, que na serie trgica da historia
neuhum outrocedeua palma, foi abunlante de
aventuras sanguinolentas. O mais Ilustre dos
seus paoegyristas vio-se forgado reconhecer e
convir que esse seculo foi astignalado por muitai
calamidades publicas e particulares : e a propria
prioceza palatina, mui conchegada ao soberano,
como era, affirma na sua linguagem de prioceza,
e ao mesmo tempo to brutal, que as vingangas
Jorque sociedade aem coslumes e sem moralida-
a nao MUfAUi, 6 m rtbanho de cates des-
preeiveis semelhantes aos sel'agens das flores-
tas. E qu coetames poderlo sahir d'on Je os
coajofes pi onhecetn sua propria dignidade ?
V por fase que tudas legislages alo unani-
mes em reconhecer a uuio da ridaoouo um de*
tlns do casamento, porquan(e' ale ha um pe ve-
no mundo cuja leglslagao noobrigue os esposos
um commrelo de reciproca assisiencia
IV
Chegamos agoMaotereeiro ttm do matrimonio,
que 6 a educacao dos Qlhos.
Nao basta procrear, preciso anda sustentar o
resultado da procreagao, mister educir, porque
educar nao outra cousa mais do que fornecer
os dados precisos para a boa alimeolago e crea-
go dos filhos.
O homem um ser moral enearregado de um
grandioso destino que o eleva cima de todos os
outros entes, e para que elle possa a'.tingir este
fim. devem-lhe ser postos disposigo- todos os
meios necessarios. Elle representa o maravilho-
so coojuncto de duas harmoniosas substancias,
que unidas, formara a pessoa humana, e que se-
paradas nao podem existir no mundo: a substan-
cia material, o a substancia espiritual que e'ons-
litue o seu elemento vital. ,
Se verdade qoe o homem este maravilhoso-
com posto, nao o menor que eHe nasce para se.
faxer, porque no exprimir dos artigos ouem vt
urna cria-uta nada v. E, coro effetto, fixae vos-
sa attengao em um menino e nada vos demons-
trar que esta creanga j seja um homem, falla-
iie a educago, e a educago tao- necessaria
como o proprio alimento-, se nao o coaita aioda :
assim como sem alimentos elle morre corporal-
mente ; assim, sem a educago elle morre espi-
ritualmcnte, transforma-se em um bnrto; a sua
natureza loda feila para & aperfeigeamento, e
este aperfeigoamenlo principia nos bracos do pao
e da me.
E' ah que efe recebe as pnmeiras ideas de
Deus, do bello, de verdadeiro*e do bem : oeste
rnanancial de toda grandeza que elle vae becros
elemeolos constitutivos do seu corago, porque
este comega i se formar logo nosprimeiros'ru-
dimentos da sua educago : a sua vonlade, a sua
iutelligencia e a su* sensibilidade reclamara um
meio de desenvolvimento, e esle slhes apre-
senlado pela educago, que preparaodo-lhes o
verdadeiros caminho, abre-Ihes as portas do Ver-
dadeiro eugrandecimento. E' no seio de urna me
carinhosa que o (litio aprende olbarrom pasmo
para o cu e S admirar ahi a magnificencia e po-
der do Creador, quera, pelos ensinos-daquella
que Ihe deu a luz do da, elle reconhece dever a
sua existencia ; us bragos-de urna boa-me que
elle principia conhecer o que bom,-oque
justo edistiogui-los de que mo e injusto, des-
cobriodo assim a anthitese completa que existe
entre os elementos causadores da felicidade ou
iofeli :iJade dos homens, e por meio destas-idas,
elle chega manifestar sua vonlade propensendo
para o que bom e repetliolo o mal com tedaa
as forgas-de que susceptivel; finalmente no
regasso materno que oHe sola o primeiro orado
revellacfor de sua sensibilidade. E d'ahi lom eo-
meco para elle urna vida toda formada pelos--ca-
rinhos da me e desvellos do- pae.
Vede urna me rodeada-de seus filhos dictando-
Ihes preceitos da mais sa moral, prescrevendo-
Ihes as regras mais beilaa-e mais conforme I
vida, e ditei-nos, ha na-Ja-mais pathelico e roa i
arrebatador *.' ha nada que mais commova o co-
rago de um chrislo ?' Bnlo principia 4 dila-
tar-seo circulo de suas (acuidades, e elles coo-
seguem assumir a importancia de grandes homens.
Com razo, pois, dizia Leiboitz lenho etmpre
pensado que se reformara o. genero humano se
se reformasse a eduoacao da moeidade ; tal
a influencia que sobre os meninos conserva
educago..
Na vordade, da educago que se deriva o bom
ou-mo andamento de uina sociedade, e a razo
porque a educago formando as parles nao poda
deixar de consolidar o lodo : instruindo os rneoa-
bros do rigorosa necessidade ella reforma a socie-
dade. Q hornero, nao p Je existir sopor si, inde-
pendente da acgo directa, dos paes, que partindo
delles vae formar o corago dosfilhiis : sem edur
cago o-hornera nopassria do um bruto. O que
sirria urna sociedade composta de homeos total-
mente ignorantes das regras de bem viver ? To-.
da a sociedade resento-se dos coslumes que nella
predominara ; porque os coslumes sao a sime da
sociedade; sem elles asocidade nao poderia exis-
tir, iria infallivelmeule cahir no abysmo da per-
digo.
Figurae-vos dous homens que houvessem sido
creados no deserto, inteiramente despidos do.que
se chama educago: estes-dous entes desgrana-
dos crear-se-hiam com o soccorro de algum.ani-
mal bravio, e assim existiriam al o dia em que
pela primeira vez. se encootrassem, porque-desde
este dia elles tenderiam se aniquilaren : se
othariam como duas fraaque s tratariam desa-
tUfazer aos seus instinctos brutaes. E que socie-
dade poderiam constituir laes fras? A sociedade
da forja ; s esta lbe quadraria.se fosse possivel.
Ora, a sociedade da forga nao pode, nem deve ser
considerada como sociedade, a anthitese com-
pleta da verdadeica sociedade : onde impera a
forga physica desapparece a torga moral ; e onde
falta a torga moral ao pJe haversoedade, se-
no aoarchia, que o reinado da materia reagin-
do contra o espirito.
Has esta eduoago, que forma o assento pri-
mordial de loda e qualquer sociedade. tem o seo
estabelecimento na familia: neate sanetuario de
vida que o homem aprende & ser- bom pae e bom
cidado ; e para ser completa e perfeita, ella de-
ve ser ensioada por paes entrelagados pelo sagra-
do n matrimonio : sem ello ella nao deixa de-re-
sentir-se da all ojoa asiste ana pae*. Como pode
um filho olhar CoOt aoas oaos para wcmmi
sanias, se v seus paes menoscoaarem ftaWifjAP-
ta de todas, o matrimonio, vi'rtdaao essnoalo-
so concubinato ? !
E partindo doste principio, elle rae parar ao
ultimo grao da ajeoslo, no requiote da degrada-
gao : 6 deste mo exemplo dos paes que nasce a
iodiuerenca doax.fiInjs sobre cousa de fraude
vulto na religio^iorjueo homem que desconlie
ce ou liega a importancia d"3 casa ment,* wo'p-
Je achar importancia era mais nada, excepto em
a depravago do mundo, cot a qual elle se coa-
duna maravilhosamente. Eis porque os paes de-
vem viver era matriraoaio, para quo os Qlhos
possaui receber urna edtteago miis aperfei-
goads.
A' vista do que havemos dito at aqoi, v-se
que a educago dos filhos deve ser, e effectiva-
mente um dos fins que eniram na mente da-
quellea que cootrahem os Sagrado lagos do ma-
trimonio : este um Qm consequencial tirado do
outro fim, a procreagao. Procrear e nao educar
o mesmu que plantar e nao tratar da arvore
plantada, o que vale o mesmo que nao plantar,
porque sem tralamenlo a arvore definir e mor-
re ; assim os filhos deixados ao abandono, sem
Ihes serena applicadas as salutares prescripgoes
4e urna boa educago religiosa, principiam por
decahir e acabam por perecer quer physica, ajuer
moralmenle ; o que urna grave offensa feifa
Divindade; a qual nao pode qoerer que o homem
seja laocado ft esmo na trabalhosa senda da
vida.
A' PAULO MAURICIO.
jV/eu charo Mauricio.
O crime que serve de prologo ao romance, que
vae seguir-se e que ponho sob o patrocinio do
vosso bem conhecido nome, uro crime celebre ;
e com quanto eu nao igoorasse que o triste here
dessa tragedia foi infamado e condemnado como
tendo pralicado por cobiga, e nao por amor
todava, depois do haver compulsado documentos
preciosos retnellidos da pequea cidade de Fran-
ca que, foi o Iheatro do acontecimento em ques-
to, reconheci que pesa sobre esse ponto a mais
profunda obscuridade : o porisso peosei que po-
da, sem fallar verdade, sem mesmo ter preci-
so de invocar os privilegios de romancista, apre-
sentar a principal persooagom dessa hUlorU-eem
oulro carcter que nao o de um faccinora vulgar,
dando ao seu ctime um motivo mais plausivel, e
ao mesmo lempo mais humano.
O meu romance por conseguinle nao se basa
o'uma tabula imaginada 4 vonlade : pelo contra-
rio tirado de um tacto Iradiccional, em relago
com urna das mais antigs familias da aristocra-
cia ; e quanto ao drama, que elle consigna, um
capitulo obscuro, mas que nem por isso deixa de
ser hislorico, da legenda lertivtl dessa familia
nobre e fatal.
A maior parte dos iftidentes que conslituem a
marcha da acgo, I que rae o leilor assislir, e es-
pecialmente a peripecia que forma o sou desen-
lace, lero, na falla de outro mrito qualquer, a
eloquencia e o cuobo da realidade.
E se alguem ha que me aecuse por haver, sem
antorisseo da historia, espargido por sobre os
coslumes do seculo XVII ama sceotelha do tr-
gico facho das scenas esihyliaoas, para se con-
vencer de que em nada exagerei, consulte as me-
morias do lempo, e percorra, por exemplo, o pri-
meiro volume daa Cartas galantes : ahi encon-
trar narrado por um autor conten:poraneo o epi-
sodio intimo, que constitue a essencia desle ro-
mance.
A magnifica corle de Luiz XIV presenciou, as-
sim como as corteado CarlosIX e Henriqe III,
olhar curioso o estupefacto dos basbaques pene-
trando no interior de algum desses vehculos pu-
chado quatro ou seis cavados, e ahi procu-
rando vidamente descobrir um grande dalgo
com as suas vestes de gala.
Os escudeiros o peoes.os cochefros e criados de
lodos os gros^ada um trazendo vestido as cores
da sua casa, crSza ara-se e interpellavam-se uns
aos outros no pateo do palacio, por entre urnas
duzentas parelnas de bonitos e fogosos cavallos
que relinchavam i ti pacientes.
Fiualmente, alm da praga e do pateo, alm
da populaga e da criaJagem, e por entre os dous
secretas e intrigas palacianas abunJaram era tbr-! bateles escancarados da porta principal dessa
V
Tres sao,pois, os Tros principies do matrimonio,
as quaea j sao coohecidas dosleilores.
Algans teem querido dar somente cr>mo o ni-
co fim do matrimonio a procreaco. E' nossa
conviegio, porm, que esta opinionlo verda-
deira : pedimos venia a9 que assim pensara, e ao
mesmo tempo que reflietsm sobre s'nossas ra-
zos.
Da mesma dennigo do matrimonio se' d'epre-
hende a tripudiado Jo seu fim. Tortas nos diz
que o matrimonio a sociedade do homem e da
mulher que se uera para perpetuar sua- especia,
para se afudarem por soccorros mutuos- sttp-
porlar o-peso dar vida, e para partilharenv seu
commum dietno.Ora quera nao v nesta de-
nicao manifestada a opinio do profundo escrip-
lor francez sobre o casamento no relativo ao sru
8m? E' verdade que ella s nos aprsenla dous
fins; mas nos j azotos ver que a educacao-
ama consequencia da procreagao.
Abstrabindo,porm, da opinio d Prtalis, que
alias nao fraca autoridade n'esla materia, anda
temos era nosso favor a legislago de um grande
povo, que encheu o mundo com o sea nome. A
legislago romana, com effeito, peta deGnigo
qae nos d do casamento, fcilmente deixa colli-
gir que ella nao considera va somente a proerea-
go como O nico fim do matrimonio; porquan-
to ella nos eosina qaenaptia sunt eonjunctxs-
marte et fe mina' consorli-um omnis vita divin
et hmmani juris communitatio. (2) BT verdade
que o casamente nao leve entre os Romanos a im-
portancia que deveria ter; elle foi revokeatemen-
te vilipendiado y porm pele menos a-legislago
delles nos aprsenla a sua nogo de coetormida-
dade com a que-nos ensvnada pela egreja. E
tanto mais esta a opinio da legislago roma-
na, definindo aseim o casamento, quanto mais
adiaota ella ordena quenuplias non coneubUus,
sed consensus ftU.(3) Nos diro que o divor-
cio acaba va cora o consortiu-m omnis vitte dos Ro-
manos? Nos responderemos que tambem acaba-
va com a procroago como fim do matrimonio, e
enlo diremos que o casamento romano-era urna
cousa va, sem fim algum determinado.
Rejeitaro aauloridade da legislago romana ?
Mas nos apreseataremos urna autoridad superior
esta ; apreseetaremos a egreja a qua>l no cismo para os parochos, conforme o decreto do
sacro-santo concille IriJeotinodeQae o casa-
mento urna ligaeo marital do hornera e da mu-
lher, feita entre legitimas pessoas, para--vharem
em perpetua anteo durante a vida.
Fcilmente- se depreheode desta defioielo a
importancia que a egreja liga esta- asistencia
mutua que deve predora+nar no espirito-dos dous
consortes para ferreidad commum de toda a fami-
lia ; e vista desta importancia, que Ihe inhe-
rente, nao-pedemos deiur de considera-U como
um fim quo elles se propo attingr, Qm este que
se acha mars ao alcanoe das torca humanos.
O mesmo concilio oa mesma obra paseando
se oceupar d'esles fin se expressa por esta for-
ma :porlono o ptneiro i formar a sociedade
de diverso sexo appetecida por tiutinci natural
aconsetkada pela tsperanca da-mutuo auxilio,
tendo de ajudar-se mutuamente, pasa mais f-
cilmente soffrerem oe encommoda* davia, e sus-
tentar a fraqueza da velhice;a mais, adiante
o segundo i haveram a prole, a-qual te deve de-
eejar nao tanto- por deixar filhos herdeiros de
seus kens e de suas riquezas quinto para os edu-
car na verdadeitm religio. fi.Hko andamos,
pois-engaados quando sustentamos esta opinio
pois, que a bebemos em urna tonto pura do toda,
mancha.
Independente destas autoridades, a razo mes-
ma nos dicta, que tornar incompleta a inslilui-
go do matrimonio altribuir-se-lhe somente um
lira e um Qm que pode deixar de realisar-se sem
a intervengo da vootadedos conjuges. Eo'esle
caso quando nao realisa-se a procroago o casa-
mento nada significa, porque falta o fim do qpal
decorrasa, as reciprocas obrigages dos esposos;
porque ninguem negar, que as obrigages.deri-
vara-se do fim do matrimonio ; o como conse-
quencia necessaria segue>se qae nesUs circums-
Undao olio fr)*e mt disaotrjdo. Maa isto o que
'Pt repugna i natureza iadissoluvel do
aMlsimanlo, porqae 4 ser de outra maneira alia
ola oflereceria garanta algoma que revelas a
sus supremaca sobre qualquer outra ailo dos
sexos.
Esta opfniJo, qoe comatenos, cao por torra
desde que so iecooli*co a> nloaeceseldade do
epito para a coraplecgo do vinculo matrimonial.
E, com effeito, ao necepsaria a ligago carnal
dos esposos tara que b matrhzonio torna-se per-
feito e produza todos os seus efeitos; basta para
islo a ligago espiritual, porqwa as palearas
creseite et multiplicaminiu'ao ato de msneira
olguma obrigatorias. E' esta a oprorlo emiitia
por Santo Ambrosio no cap. 6* do seo litro do
virgens, e qae se coaduna com o pesnoawnto da
egreja.
Se dcmelte et multiplicamini evcerrssse
urna imposicao, se o matrimonio reqaerease a
junevjo carnal para ser perfeito, ento poder-se-
hia drzer que Mafia Saattissima transgrera as
leis divioas, porqoanto o seu casamento ebm 8.
Jos fVa lodo esptruai. Porm se isto- alo 6
verdade segue-se quena ferta da procreaco'der
haver um outro fim pare' o casamento, lista mes-
,ma opinio seguida pelo dtate Gousset eos tu
importanlisiima obraTheologia moral.
Recite, 12 de fevereirodo 166!.
Jaaquim Guenmr da Sitva Mello.
Varieda^esw
MLHEES POLTICAS:
Escrereitr de Rom que as senhoras'testa ci-
dade trazem lagos de fitas tricelores- tendo a
forma da bota italiana. Os agentes- da- polica
receboram ordem de fazer acabar a moda. Has
prevendo-se a confuso que devia resoUor da
execugo d*esta ordem o os graves conflictos- que
podiam segoir-se-lhe, heuve contra- ordoo.
PECO D'Utf'UVRO.
A venda da bibliotheca de Mr. Saler,-formadb
peterntelligenle-aibliophiloICr.Pierre Deschampa,,
trooae ultimameote alvorotadosem Parid; os af-
feifeodos de livreraros, que- pagram-por pre-
gos exorbitantes grande numero de exemplares.
Ne catalogo figarava o livro cMoras que- perten-
ceo ao infeliz Luis XVI. Este livro linha a tris-
te rnscripgo : foi- seu dono Luiz Cpelo, o tai
vendido por 2.620 francos ; mas como se livesse
aoouneiado quer o registro bordados oueo, con-
Hnha cabellos da- familia real, isto de LUiz
XVII, de madama Isabel e da raioha, o-com-
prador de lu triste eprecioso livro, devolveu-o
por najo ter eacoolrado aquellas-preciosascoli-
quia.
-2} Dig. de rltu nupliarnm.
3.) Dig. de Condit ele.
nodo rei, tantoquanto no tempo de Calharioa
de Mediis.
Os principes e as duquezas iam furtivamente
consultar os horscopos e pedir philtros Brin-
villiers, Voisin. Morin, Bonard, e Exili.Os
ramalheles e as luvas envenenadas, asbolsinhas
cheias de perfumes venenosos, o famoso pi de
successao, emfim toda a horrivel chimica italiana
circulara as mos dos parentes ambiciosos. As
mortes sbitas e eslranhas, que disimavam al
mesmo a familia real, ainda hojedepois de pas-
sados duzendos annossao um mysterio sioistro 1
Em urna palavra para o romancista, isto pa-
ra o historiador familiarisado com os aconteci-
mentos, e com homens, esse reinado grandioso,
lo celebrado por Bossuet, teve o seu reverso tur-
midaveldigno da penna de um Michelet.
PRIMEIRA PARTE.
O fllhO.
I
Urna conversafSo entre lacaios.
Cerca dezoito mezes antes das primeiras dra
gonadas, na poca em que Luiz XIV comegava I
adoptar essa poltica combatida por Volttire e
admirada por madama de Sevigo, que devia
conduzir rerogago do edicto de Nautasi IX
de maio de 1682 bavia grande testa em Ver-
santes.
Era ao anotocer de uro desses dias suaves o
embriagantes, em que o mesmo sol parece exha-
lar perfumes. Tudo o que se acba hoje abatido e
arruinado da pomposa cidade irradiara nesse dia:
as pedras dascalgadas fiiscavam sob a presso
das rodas dos carros que por ellas transitavam.
As libr bordadas e agsloadas dos lacaios fir-
mes as sobernas carruagens, qoe atravessavam o
graode porteo do palacio, brilhavam de todos os
lados sob umchovisco de pequeas chammas ar
raneadas aos archotea dos catadores pela fresca
brisa da noite.
Quando, por accaso, ao estrepitse movimento
magnifica fachada edificada em 16i7 por Lemer-
cler, via-se apparecer sobre os degros de mar-
mora da oseada do honra a lenta e roageslosa as-
cengo da corle que \a assislir A appratosa ce-
remonia, que sempre preceda ao acto de reco-
Iher-se ao seu leilasua mageslade o rei Luiz XIV.
Assumplo digno do pincel de um hbil artista
era na realidade o espectculo que apresenlivam
os degros dessa escalaondeando de ricas ves-
timentas de cqrtezos, algumaa das quaea indica-
vara altos potentados, o simulando como que urna
cscala deouro com a sua espuma perfeita mente
imitada pelas cabelleiras aivas de empeadas. Os
flori Jos eslofos, as s las e os yolludos brdalos,
as agulhetas e alicaiiores de diamantes, os bro-
cados, os aderegos da perolas, as espadas com os
punhos ornados de pedras preciosas, todo o de-
vorante e custoso trajar dos grandea dava ao fun-
do do quadro urna apparencia vislumbrante
contemplada de longe pela populaga embasba-
cada
No meio das carruagens enfileiradas no pateo
do palacio, que todas eram, segundo o gosto des-
se lempo, ornadas de um couro cheio de lavores
pregado com parafusos de ouro, o enriquecidas
de lindas esculpieras, havia urna de catxl pesada
e larga, envernisada de preto, a qual j de alguns
momentos atiranta a attengao o dicterios da la-
caiada, nao s pela sua aotiguidadee desuso, co-
mo pela nudez das suas almofadas de lulo, onde
nao se via o mais pequeo vestigio de brazo de
armas.
De onde vira nquelle carro? pergunlou em
ar de chalaga im lacaio do principe de Conli.
O caso qua parece um carro de difunto ;
responden no mesmo tom outro lacaio do conde
de Ribeaupierre.
Que carruigem exiuisita I eiclamou outra
voz oa turba doi lacaios.
Se eu a govenaasse, repHcou um qaarto,
aposto que iria parar direitiaho ao inferno I
E nao lem braiio, observou um dos mais
succedia um silencio de algans minutos na fila admirados.
das carruagens, era interossanle ver-se entlo o I Qem diabo poded Ttr VersailloscoB se-
mclhanto equipagem ? iolerrogou um dos bate-
dore do Sr. de Crequi. Nao deixa de ser algu-
ma viuva.
Ou algoma velha feiticera I
Pois est es engaados, interrompau um la-
caio vestido com a, libr real que atra.vess&va o
pateo nesse momento. Nao nada, disso que
pensaeg : urna joven.
Viste-a? pergunlaram da diceila o da os-
querda diversas vozes.
Se fui eu quem a ajudou desear do car-
ro....
As inlerpellagues se multiplicara.
muito joven ?
Ocesete annos.
E* feia ?
Nao, bonita.
Pobre ?
Rica.
Viuva?
Casada.
Com algum velhusco talvez ?
Nao, com joven como olio.
Feio?
Bonito tambem como ella.
E' maravilhoso I disse um philosopho : a
belleza no carro dus sele peccados mortaes 1
Dizei-nos o nome desse par encantador.
O lacaio do rei, cuja preseoga era reclamada
pelo servigo de que eslava incumbido, fez signal
com a mo de que ignorara, o desappareceu na
mullidlo.
Todos os olhares do grupo se riraram enlo pa-
ra urna personagem silenciosa que assentada so-
bre a almofada da carruagem, objecto de tanta
curiosidade, pareca nao dar attengao s perguo-
tas e resposlas que se trocavam ao redor de ai.
O'-l, amigo I exclamou um dos lacaios; co-
mo o nome de leu amo?
A personagem assim iaterpellada conlinuou
impassivel, e nao respondeu.
Os curiosos, logradoa no seu proposito, torna-
rara com mais torga la exclamagoes de apologa
sobre a mysteriosa carruagem.
Olbae, que descoberta I exclamou rebenlan-
do de rir um pagem do Sr. de Montpeyroux. O
sugeito est suspenso sobre loros.
Islo me taz lembrar, observou gravemente
um velho servidor dos Lalromoille que presen-
ciara as maravilhas da corte de Luiz XIII, esse
carro famoso, primeiro que appareceu em Paris
oo tempo de Henriqe IV, e qna porteada 4
riura do Sr. Bordeaux.
Talvez seja o mesmo.
Ou urna imiiago delle.
__Seja o que fdro caso que este nao pode
ter menos dos seus oilenti annos do boas e liaos
serricos,
Vos nao sabis o que estaes ahi dizer,
ioterrompeu um criado da cass do rei vindo jun-
tar-se ao grupo dos que tallavam,, esta especie
de carruagem, onde vedes, nao ha, ainda quinze
annos que se achava no rigor da moda para as
provincias, e islo remonli pouco. mais ou meaos
ao anno de 1667.
Nao possivel l
Lembro-me de ter visto urna egual emLan-
guedoc no caslello de Ganges, na cooheira do
marques. .
Em 1667 1 observaran! algumas vozes.
Sim ; no anno era que se dea o assassinato
da marqueza de Ganges, replicn o criado do
rei.
A* este nome, e 4 esta lembranga, lo de im-
proviso laogados na oonversago, o cocheiro da
carruagem negra pareceu despertar de sbito, e,
fustigando vivamente dous magnficos animaos
cor de bano, foi poslar-se na parle mais oceulta
do pateo.
II
O capitao Christiauo,
Eraqaanto no exterior do palacio se passava
esta sceoa um pouco encoberta pelo ruido e tu-
multo dos passos e das rodas dos vehculos, no
iuterior liaba lugar urna das grandes ceremonias
da pompa monarchica nessos lempos: o ro ia
recetber-se ao seu leito. Esto acto longe de ser,
como acontece com o simples particular, um ac-
to todo reservado o oceulto s vistas eslranhas,
se ostentava pelo contrario magnficamente na
preseoga de toda a edite ; o a camisola de dor-
mir de sua magestade lo alva que oftuscava a
vista dos assislenles ajoelhados, pareca roubar
ao sol o privilegio, qd este tsm, do deslum-
hrar.
Hoje que as coosas e as ideas vo seguindo o
seu curso-natural, nao se pode deixar de admirar
qoe houvesse urna poca, distante de nos apenas
dous secutas, em que a vi la de um homem fosse
rodeada de um tal apparato de idolatras Esse
homem, feilo 4 nossa imagen, viva n'uma es-
pecie de apolhese, recebando 4 cada hora e 4
cado minut do dia honras s deridas 4 Deus.
Nao se ergui do leito como nos outros nos er-
guemos : nao vesta, nao dorma, nao coraia, nio
viva, o at mesmo nao morria como nos. Cada
um dos seus actos era precedido ou seguido de
urna ceremonia pomposa, qae tenda para mais
realga-lo e differeoga-lo dos outros homens seas
eguaes. Tinha duas cabelleiras diversas para
quando acordaraurna quo devia servir nos dias
em queao acto.da lerantar-se nao presidia gran-
de etiqueta, e a oulra quando se elle fazia com a
maior magnificencia. A sua camisola linha la,m-,
bom regras improacriptireis : o chapeo, as loras.]
a espada faiiini fto de nao seique fw4l-roo.-l
NOVO DILUVIDv
Recebemos de Londres, diz o Memorial dO'tdHe-
rae noticia de estrondo, que taz sbitamente
esapparecer tolas- a outra. Trala-se nem
sais nem menos que do fim do mundo. Um -sa-
bio presbyteriano- descobriu na-biblia, no-livro
do- Daniel, urna prophecia annaaciando om- ter-
ceko diluvio par o anuo de 186*& O texto- to
charo como possivel, e nao admiti duvidas. As
cata relas do cu abrir-se-hao palo aolatieio do-
vero, para se nao fecharen! seno quando as-
aguas cobrirem o eume das mats altas monta
ohas. Desgrecs I desgraga l exclama o-minis-
troaoglicano. O lempo est prximo :.ooarer-
tei-vosl
A obstinadas ehuvas de 1860 sao talvez a.
are vene ao do prximo diluvio. Nao importa,
ahi est para os-ociosos um assumplo da-precau-
fSo.. Todas asquestes polticas e do qualquar
outra especie, vio ser absorridas, ou antes afo-
gadaa aa queato diluviana. Qualquer d'estes
dias, lereroos-oa quarta pagina dos jonueoo a-a-
nuncio d'ora a sociedade para a conslracglo dfom
Leviathan-monstro ao pe do.qual atarea de No
nao seria mais que um ba*qunho. Capital i mil
milhes juro : a diviso. do globo, entre es ac-
cionistas,, quando o diluvio, quo s deve-durar
at ao oquinoxio, liver terminado- e a torra sec-
cado. No seu plagiato. das precaugoos palriar-
chaes, os directores ao esquecorlo no a pom-
ba, era o ramo d'oliveira nem sobrelndo a
vinlis.
[Commtrcio do Porlo-J
pa extrahursMO, que nao Ihes pormittia mover-,
se seuao com a precisan roalhemalica dos corpos
celestes. Haviam criado de proposito emprega-
dos para lixar-lhe ou eakjar-lao as meios d p
direito, o outros empregados para o meamo mis-
ter quanto ao p esquerdo : as suas chinelas li-
nham pagens, que deltas cuidavam especialmen-
te, e o aeu barrete de dormir ofilciaes paca Ih'o
daiem. Quando se puoha 4 mes, a taalha, Oj
garfo, a faca, a colher, o palito, cada um, destas
objectos linha o seu empregado especial, e al
para o guardanapo havia um camareiro-mr. Aa
iguarias preparadas para elle eram designadas
com o titulo de honravianda do rci-o faziam
a sua entrada na sala de jantar no meio do qua-
tro cavalleiros de espadas deserobainhadas, pre-
cedidos de um mordomo, e esto do um porteiro:
assim era escoltada a sua comida, assim era re-
verenciada a sua baiiella. A agua que Ihe ser-
viam para lavar as mos era despejada com toda
a etiqueta, er mais ceremoniosamente do que pa-
rece o ter sido no Olympo o neclar do bom J-
piter. '
Finalmente, concluido o dia. quando chegava
a hora de dormir, o dolo tinha duas ceremonias
que presidiara ao acto de recolher-se, urna dol-
as mais, a outra meos apparalosa.
A ceremonia mais apparalosa era magnifica:
illuminavam o parque, sottavam os repuchos o a
aguas esguicharam ; em surama toda a corto
compareca. A fasta comegava na sala do Marte,
onde tinha logar o jogo; depois segua paca o
salo de Heroules, onde eram ss apresentacoes,
e para o de Venus, em que se achavam os enfei-
tes e bellezas, concluindo ns tala do Mercurio,
na qual eslava o leito de dormir. Era nosso mo-
mento que todas aa solemnidades do tarono ti-
ntura ioolinar-sa porania o grande aenhor.
Concluido o jogo, quando o rei fatigado passava
para a sua cmara, e depois de recitada a ora-
gao peto capello, o homem-deus fazia um gesto
que era para os assistentes o signal de profunda
commogo. A mo de Luiz, j descaiga o sora lu-
vas, segurando um castigal de ouro com urna ve-
ta perfumada, ae eateodia vagarosamente ^ara
um dos cireumstaotes reunidos em circulo ao re-
dor da balaustrada do leito. A pessoa eacolhida
tomava o castiga! empallidecendo, e se diriga
para o rei, quo maitas rezas trocara com ella al-
gumas palavras om voz baixa. Esta insigne des-
tioogo era ao mesmo tempo temida e ambicio-
nada por lodos; porqae ninguem ignorara que
Luiz XIV guardara para essa caris converssgo
patarras que coutnham ou um favor en urna
seotenca, o quo ninguem podia prever.
(Cn(ar-s-*a.J
ra*.- m. de m\is n miu. -w?u


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