Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09240


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Full Text
MI IIITU IDIEKO 38
Por tres mezes a diantaos 5$
Por tres mezes vencidos 6JJOO
SEXTA FEI1A 15 DE FE?EfiEIIO
PoranioodiiiUdo 19$000
Ptrte franco para o snkcrator.
SCARRBG1DOS DA. SUB9CRIPCAO 00 NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra; Araca-
y, o Sr. A, de Lemos Braga; Cear o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maraohio, o Sr. Manoel Jos Mar-
lios Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS DUS CUKKKIUS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caraar, Altinho e
Garanhuns as tergas-teiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, Serlnhaem, Rio Formoso, Una.Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiosparlem as 10 horas da manhaj
EPHEtlERIDES DO HEZ DE FEVERE1R0.
2 Quarto minguanle as 7 horas e 40 minutos da
manha.
9 La nova as 5 horas e 45 minutos da Urde.
17 Quarto crescente as 10 horas da tarde.
1-5 La cbeia as 2 horas e 23 minutos da man.
PREAMAR DE HOJE.
Prmeiro as 9 horas e 18 minutos da manha.
Seguido as 9 horas e 42 minutos da tarde.
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13
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15
16
17
DAS DA SEMANA.
Segunda. Ss. Lzaro, Dativo e Clocero bb.
Terga. S. Eulalia v. m.; S. Modesto m.
Quarta de Cinza. S.Gregorio II. p.; S. Benigno.
Quinta. S. Valentim m. ; S. Auxencio ab.
Sexta. Ss. Faustino e Jovta mm.
Sabbado. S. Porphyrio mi; S. Honesto sac.
Domingo. S. Sil vino m.; S Secundiano m.
AUDIENCIAS UUS TRIBUNaES DA CAPlf aE7
Tribunal do eommercio: segundase quintas.
Relago: torgas, quintas e sabbados as 10 horas.
Pazenda: tercas, quintase sabbados as 10horas.
Juizo do eommercio : quartas ao mel dia:
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira rara do civel: tercas e sextas io meio
da.
Segunda rara do civel:
hora da tarde.
quartas e sabbados a 1
Achando-se estabelecida
urna agencia para a entrega
deste Diario, oaestaco da via
frrea de Ipojuca, convidamos
s pessoas alli residentes, que
qnizerem assigoar. de envia-
ren! seus nomes livraria da
praca da Independencia.
Igualmente convidamos aos
nossos assignantes, que rece-
berem o Diario em outras lo-
calidades, emorarem alli, que
avise m a mesma livraria, afim
de se fazer a transferencia.
PARTE OFFICIAL
Coverno da provincia.
Expediente do dia 12 de fevereiro de 1861.
OfHcio ao Exoi. presideoto do Maraoho.
Accusando recebido o officio de V. Exc. datado
tle 26 de Janeiro ultimo, cabe-me dizer em res-
posta que pela capitana do porto desta provincia
j tem sido publicado convenientemente o an-
nuncio em que o capitao do porto dessa declara
to Iluminado o pharol da ilha de Santa Auna.
Dito ao inspector da thesouraria de (azenda.
A' Albino da Silva Leal mande V. S. pagar os
Tcncimentos relativos aos mezes de selembro,
outubro e dezembro do anoo prximo passado do
Curial commandante do destacamento de guar-
das nacionaes da villa de Barreiros, mm vez que
-estejam nos termos legaes os inclusos documen-
tos que me (orara remettidos pelo commandante
superior da comarca do Rio Pormozo, com o-
cios de 2 e 5 do corrente.
Dito ao mesmo.Communico V. S. que em
officio de fl do corrente parlicipou-rne o coronel
commandante das ai mas que foi dispensado do
servigo da botica do hospital militar Francisco
Candido Ocano do Amoral, sendo admiitido em
seu lugar o paisano Severiano Jos de Car-
vallo.
Dito ao mesmo.Transmiti por copia V. S.
para seu conhecimento, os officios, do coronel
commandante das armas firmado em 11 do cor-
rente, e do director do hospital ini.ilar de 9 deste
mez, dos quaes consta a reduego feita nos em-
pregados do hospital militar de conformidade
com o art. 2 do regulamento annexo ao decreto
fl. 2,715 de 26 de dezembro do anno passado.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Recommendo V. S. em additamento ao meu
officio de 8 do corrente que mande pagar em di-
nheiro Jos Francisco Benlo, logo que for pos-
sivel e com preferencia as despezas com o pes-
soal das reparliges provinciaes, a quantia de
2:401&320,que se lhe est dever proveniente, de
erragens que vendeu para as obras do raio do
sul da casa de delengo.
Dito cmara municipal de Olinda.Respon-
dendo ao officio que me dirigi a cmara muni-
cipal de Olinda em 1" de dezembro ultimo, tenho
d dizer-lhe que importando os reparos do atierro
do pantano da mesma cidade em 7:448J000, se-
gundo consta do ornamento apresentado pela re-
partido das obras publicas, e nao permittiodo a
exiguidade das rendas dessa municipalidad que
semelhante despeza seja feita pelo respectivo co-
fre, opportunamente sor levada ao conhecimen-
to d assembla proviocial a necessidade desses
reparos afim de que, providenciando respeito,
consigne o necessario crdito.
Dito ao juiz de paz mais votado do prmeiro
districtoi do actual quatriennio da freguezia da
Gloria do Goil.Declarando-me o quarto juiz
de paz dessa freguezia, em ofikio de 25 de Janei-
ro ultimo, nao se haver installado no dia desig-
nado por lei a respectiva junta de qualificago e
competindo actualmente Vmc. a presidencia
dos trabalhos da mesma junta, aviso n. 50 de 26
de fevereiro de 1819, para os quaes devem con-
correr os eleitores e supplenles da legislatura
Andar em maio do corrento anno por forca do
art 1 do decreto n. 1,812 de 23 de agosto de
18o6, aviso n. 62 de 17 de fevereiro de 1857 e
?;;'2 d0 deelo n. 1,621 de 22 de agosto de
isoO, curapre que Vmc. fazendo a coovoeago de
que trata o art. 4 da lei de 19 de agosto de 1816.
rena a respeetiva junta no dia 24 de margo vio-
douro que para isso designo, e, installada ella,
prosiga nos demais termos do processo da quali-
ficacao tudo na forma da lei.Remetleu-se copia
deste cmara municipal de Pao d'Alho.
Dito ao director das obras publicas.Certo do
contedo de sua informago de 9 do corrente,
sob o. 27, dada acerca da ponte do Anjo aulo-
tiso Vmc. despender at 2.0005, com as obras
que se tornarem indispensaveis para seguranca
da mesma ponte, sendo ellas feitas por admiois-
Iracao ou em pequeas empreitadas, conforme
Vmc. indica no final da citada informago.
Communicou-ft thesouraria provincial.
Portara.0 presidente da provincia, tendoem
vista o que requereu o guarda da alfandega desta
capital, Fraucisco Jos Alves deCarvalho, e bem
assim as informales ministradas pelas reparti-
eres competentes, resolve conceder-lhe dous me-
ses de licenca com vencimentos na forma da lei
para tratar de sua sade.
Dita.O presidente di provincia, atlendendo
ao que lhe requereu Jos Ignacio Fernandes,
resolve conceder-lhe permisso para matricular-
se, indepeodente de apresenlago de carta de pi-
loto, como capitao da escuna nacional Emilia na
viagem que est destinada para o Rio Grande
do Sul, devendo assignar termo na capitania do
porto, pelo qual se obrigue exhibir a referida
carta para oulra qualquer viagem.
Dita.O presidente da provincia, attendendo
ao que lhe requereu Pedro Samuel Aones Jaco-
me Pires, resolve conceder-lhe dispensa das con-
dicOes primeira e segunda do art. 19 do regula-
mento interno do curso coramercial pern.mbu-
cano, afim de poder matricular-so no mesmo
curso em o anno corrente; fleando porm obr-
;ado salisfazer as referidas condiges de con-
Drmidade com o art. 36 do citado regulamento.
Foram concedidas iguaes dispensas Francisco
Bellarmino dos Santos Froitas, Jos Joaquim de
Miranda e Maximino da Silva Gusmo.
Dita.Os senhores agentes da companhia bra-
sileira de paquetes vapor mandem dar trans-
porte para os seas deslinos por coala do ministe-
rio da guerra, no prmeiro vapor quo passar do
norte.aos offlciaes, pravas de pret e familias men-
cionadas na relago junta.
Relaco de que trata a portara tupra.
Para Macei.
boldadoIgnacio Nunes de Araujo.
. Para a Baha.
MajorJos Gomes de Almeida com sua familia,
composta de mulher, e 2 filaos de un e dous
anuos. Este offkial vai reunir-se ao batalho
que pertence.
TenenteLeopoldo Borges Uchda. Vai rcuo;r-se
ao batalho que pertence.
Para a corle.
TenenteJoaquim Antonio de Moraes. dem.
Leva familia composta de mulher e 4 filhos,
sendo um de idade de 8 annos, outro de 6 an-
nos e 2 de un uWaWseoos.
SoldadoJoo Francisco da Silva. Vai reunir-se
ao batalho que pertence.
Mandou igual dar passagem aos soldados Sl-
verio Vieira da Silva e Antonio Gomes de Olivei-
ra, aquelle para a Parahiba e este para o Rio
Grando]do Norte, reunirem-se aos corpos
que pertencem.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao bacharel Joo Hircano Alves Maciel.
O Exro. Sr. presidente da provincia manda ac-
cusar recebido o officio do Io deste mez, em que
V. S. participou ter .sumido o exercicio da vara
de direito dessa comarca, em coosequeocia de
haver entrado no gozo da licenga que obteve o
respectivo juiz de direito Joo Antonio de Arau-
jo Freilas Henriques.Fizeram-se as commuoi-
cacoes do costume.
Dito ao cidado Caelano de Oliveira Mello.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda aecusar
recebido o officio de 23 de Janeiro ultimo, em que
V. S. participou ter assumido na qualidade de
l supplento, o exercicio da vara municipal e de
orphaos desse termo, em consequencia de tor fl-
nalisado o respective quatriennio o bacharel His-
bello Florentino Correa de Mello. Fizeram-se
todas as communicacoes do estylo.
Dito ao cidado Manoel Joaquim Perera Si-
moes.S Exc. o Sr. presidente da provincia,
manda aecusar recebido o ofilcio que V. S. lhe
dirigi em 10 de Janeiro prximo findo, no qual
participa que tendo sido nomeado pelo respectivo
juiz de direito para exercer interinamente o lugar
de promotor publico dessa comarca, entrara
n aquella data no exercicio de suas funeges
Fizeram-se as necessarias parlicipacoei.
DESPACHOS DO DIA 12 DE FEVF.REIHO DK 1861.
Requerimentos.
3774.Eduardo de Souza Vianna. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
3775.Carneiro & Irmo.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
3776.Antonio Joaquim Buarque Nazaiclh.
I asse portara concedendo a prorogaco de 20
das Requerida.
3777.Antonio Cavalcanti de Albuquerque.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da ouvindo o da alfandega.
3778.Hcnrique Augusto Millet. Requeira
assembla provincial.
3779.Innocencio da Cunha Goianna.Atten-
dendo a que o supplicante serve hamuitos annos
o officio de escrivo de paz, e foi nomeado nos
termos do art. 14 do cod. do processo criminal,
sendo sua nomeago ratificada por provimento do
juiz de direito desta comarca em correico e
que o supplicante quer continuar servir sepa-
radamente dito officio, art. 42 do regulamento n.
120 de 31 de Janeiro de 1812, do qual nao pode
ser demittido. aviso de 7 de margo de 1853, e
nem mesmo suspenso sem erro de officio corape-
'*"'eaienle provado, aviso de 9 de dezembro de
1857, mando, de conformidade com o aviso de 18
de Janeiro de 1836, que seja o mesmo supplican-
te reintegrado no exercicio de suas funecoes pelo
Sr. juiz do paz do segundo districto da freguezia
de Santo Antonio desta cidade, quem ser para
esse fira apresentado este despacho.
3780.Jos Francisco Bento.Dirija-se the-
souraria provincial.
3781.Ulysses Juslniano de Oliveira.A' vis-
* Oli informacao nao tem lugar o que requer.
3782.Maria Rosa da Conceigo Moraes.In-
ffmeSr. direclorda inslrucco publica.
3783.Jos Cavalcanti do Albuquerque.In-
>mox Sr" insPeclor da thesouraria de fazenda.
3784. Josepha Maria da Conceigo. Selle o
documento que junla, e volle, querendo.
ENCARREGADOS DA SUBSCR1PCA DO SUL*
Alagoas, o Sr. Claudino Falcio Das; Baha.
Sr. Jos Msrtlns Alves ; Rio 4 Janeiro, o Sr*
Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprieta rio do diario Manoel Figueiroa da
Paria, na sua livraria praga da Independencia
6e8.
EXTERIOR.
O conde de Persigny, novo ministro do inte-
rior em Franga alm da circular dirigida aos pre-
fectos e que publicamos no numero anterior, ex-
pedio outra as mesmas autoridades em que de-
termina a posigo e as contribuigdes da impren-
sa na nova phase em que acaba de entrar a
Franga ; j na nossa revista externa demos no-
ticia desse importante documento, indicando os
pontos principao3 de que ella trata, mas o seu
assumpto de tal nalureza quo nos nao permu-
te deixar do dar conhecimento do seu texto sos
eilo res.
Segunda circular do conde de
Persigny.
Senhor prefeito.Eocarregado do ptfder dis-
cncionario que a lei da imprensa d ao ministro
do interior, devo fazer-vos conhecer francamente
como cont usar deste poder.
Acabo de viver no meio de ura poro que pode
ser com jusliga soberbo das suas inslituiges,
ondo a liberdade de imprensa se exerce aberta-
mente sem ser um perigo nem para o estado,
nem para a ordem publica, nem para a segurao-
ga das pessoas e das cousas, ondo, til a todos
os partidos, invocada, respeitada de lodos, forma
a mais solida garanta das liberdades publicas, da
ordem e prosperidade do paiz. Assisti por muito
lempo a este bello espectculo, e so j d'antes eu
nao amasse a verdadeira liberdade, este paiz far-
me-hia ama-la.
Ora, como a Inglaterra nos precedeu neste ca-
minho, natural que procuremos saber porque
chegou ella a gozar a liberdade de imprensa, que
entre nos tem ainda tantos inimigos, excita tan-
tas inquietagdes e apresenta tantos perigos. Ve-
jamos pois como este grande problema foi resol-
vido era Inglaterra, e do mesmo modo que os ro-
manos, aperfoicoando sem cessar os scus meios
de combater, adoptavam ale as armas dos seus
inimigos, aproveitemos o exemplo dos nossos ri-
vaes de gloria e de poder.
Quando se estuda a legislaco da imprensa em
Inglaterra, depois da exaltsgo da casa de Hau-
nover v-se o seu extremo rigor. As paixdes do
lempo, a ardente lula entre os partidarios das
duas dynastias rivaes e das duas regies antago-
nistas, parecem prmeiro explicar esta terrivel
egislago ; mas quando se chega poca actual
sado, e quo no entanto vemos a nova legislaco
inspirada do mesmo espirito de severidade, das
i preoecupagdes poltica, e prohibindo
religiosos, e prohibir em noroe da liberdade, de
algum modo, as armas e os instrumentos da li-
berdade aos adversarios das novas instituiges
do paiz. De 1692, j no lempo de Guilhcrme de
Orange, at queda do partido dos Stuarts, em
vez da censura que Uvera lugar algum lempo no
reinado de Guilherme, mas que era urna medida
suave em relaco que seguio, o rgimen da
imprensa, dos livros, dosjornaes, das publca-
les de todo o genero, foi subraoliido jurispru-
dencia do Common Lato.
Para comprehender o carcter desta jurisdic-
gao, preciso saber, que em opposigo do Statu-
le Late, que a lei escripia e, votava pelo parla-
mento, o Common Law a le escripia lex non
ejeripta, que asseuta na memoria e coosciencia
dos juizes interpretando as tradigdes do passado ;
que esta lei d poder discricionario aos juizes da
corda para as penas que pronunciam depois da
declarago do facto pelo jury ; e que durante todo
o tempo que a casa Hannover teve no interior ini-
migos polticos ou religiosos, isto em todo este
periodo de paixoes e de violencias, os juizes da
corda exerceram o direito rigoroso de condera-
oar qualquer pessoa culpada de ter escripto, pu-
blicado ou impresso ataques contra a corda e o
eslado, nao s a mullas, priso, agoutes e goli-
Iha, mas tambem apenado morte ; eislo nao
como agora por urna declarago do jury a res-
peito da offensa. mas pela simples declarago do
facto: tal pessoa autor, editor ou impressor de
lal escripto ?
Se se altender que os juizes nomeadospela co-
rda erara escolhidos d'entre os maia zelosos par-
tidarios da casa de Hannover, e revogaveis pela
orda at 1760, pde-se suppor o que devia sser a
eberdade de impreosa para os partidarios dos
Stuarts, para os jacobitas, para os catholicos ou
papistas, como ento se chamavam, e loutro iini-
migos no estado. S6 no fim do seeulo passado,
quando j havis muito tempo que a casa de Han-
nover eslava consolidada, o partido dos Stuarts
anoiquillado e o dos catholicos submeltido, que,
reclamando a opinio urna raodificagao a to ri-
gorosa legislaco. Fox obteve um bul do parla-
mento para applicar o veridict do jury nao ao
facto sd, mas ao carcter do escripto sedicioso
ou do libello, o que inlroduzio naturalmente con-
sideravel moderaco nesta legislago.
Nao quero aqu demorar-me cora os detalhes
loraduido o arsenal que a legislago ingleza tem
disposigo do poder; mas citare duas circuns-
tancias caractersticas que serviro para pdr em
toda a luz o espirito dos nossos visinhos em ma-
teria de imprensa.
Vinte e cinco annos depois do bil de Fox,
quando a Inglaterra se via chegadaao maiorgro
de poder, e julgava no futuro gozar em paz as
suas liberdades, aconteceu que depois de'uma
grave crise econmica, causada pela caresta das
subsistencias e enormidade dos impostos depois
da guerra, e. favorecida tambem pela mpopual-
ndade do principe regente; aconteceu. disse,
1'je urna especie de doutrina republicana, es-
palnando-se pelo paiz, causou grandes inquie-
tagdes ordem estabelecida, e que o jury, inti-
midado ou attrahido pela nova doutrina, usando
largamente das disposiges do bil de Fox, tirou
muiias vezes aos juizes da corda a faculdade de
applicar aos delinquen tes a legislago do Com-
mon Law.
Nestas novas circuinstancias, o parlamento in-
glez nao hestou em dar ao governo os meios de
obngar o jury defesa do estado ; e, em conso-
quencia, fez-se urna lei em 1819, que commina-
va multa, priso e em caso de reincidencia, des-
terro ao autor, editor e impressor de qualquer
escripto ou libello sedicioso conlra o re, a fami-
lia real, o regente, o governo, a constituigo e as
cmaras, e com auxilio de taes disposiges nao
era quasi possivel | coosciencia do jury subtra-
nir-se s necessidades do estado.
Mas quando chegou a crise de 1848, e com ella
novas commogoes, novos partidos hostis ordem
estabelecida, experimentaram-se difficuldades da
parte do jury. Sentio-se ooto a necessidade de
precisar mais clara e minuciosamente os ataques
de que o estado poda ser objeclo, e a nova lei
intitulada Acto para atsentar melhor a seguran-
ca da cora e do governo, enriqueceu ainda o
terrivel arsonal da legislago ingleza. Desta vez
o xito foi completo, a arma foi to bem aliada
que triumphou do proprio jury irlandez, e sobre
o seu veridict dous jornalistas, culpados de es-
criplos sediciosos. John Mitchel e John Machn,
foram condemnados pelos juizes da corda a qua-
torze annos de deportago com trabalhos forgados.
E creem agora, se nada resultasse desloa ex-
pedientes judiciaes, conformes ao genio da raga
anglo-normanda, que a Inglaterra se deteria an-
te as theorias? Nao de certo. Sempre fiel ao seu
grande principio quo antes de ser povo livre
mistar ser povo unido, que antes de ser ostado
livre necessario ser estado forte, a Inglaterra,
que nao recuou quando se tratava de defender
no ultimo seeulo a dymnastia quo elegera, nao
recuarrfTiojese novo perigo ameacasse o estado.
Era resumo, o espirito de legislago ingleza,
em materia de imprensa, podo assim formular-
se : inteira liberdade para tudo o que fdr vsnta-
gem e nao perigo para o estado; e negago de
toda a liberdade logo que se trate do atacar o es-
lado ; de modo que a liberdade de que a impren-
sa ingleza goza com tamanha amplitude a ex-
pressao da siluaco poltica e social do paiz. Co-
mo nao ha all actualmente nenhum partido,
nenhum homem serio que pense um instante se-
quer era derrubar ou a rainha, ou o governo, ou
o parlamento, ou a constituigo, ninguem se
preoccup.a em o que seja liberdade de mprensa,
por que esta constitue urna vantagem para to-
dos. Apparega um partido que venha propor o
desmoronamento do estado em proreito de oulra
dymnastia, ou uova doutrina, o no mesmo ins-
tante dexou de haver liberdade do impreosa para
esse partido.
Assim, quando era Franga ou em qualquer
paiz, os inimigos declarados do governo consti-
tuido buscara o exemplo da Inglaterra para re-
clamar a liberdade de atacar pela imprensa o re-
gimen estabelecido, fundam-se em grande erro.
Quanlo se indignam de nao poder gozar do di-
reito de atacar o estado, se for sincera a sua In-
dignago, desconhecem as condiges da possivel
liberdade entre os homens e calumniam a liber-
dade ingleza.
A verdade que o exemplo da Inglaterra roos-
tra-nos, pelo contrario e brilhanlemente, que a
liberdade de impreosa pode seguir, porm nao
olhos a imprensa ingleza e o rigor das leis que
regem ; pergunta-se a causa desde phenomeno
que parece estranho, e como ella se manifesta
em cada pagina da historia da Inglaterra, em
cada artigo da sua legislago, maravilha que seja
costume enligo no continente invocar o exemplo
da Inglaterra, nao s para reclamar as grandes
para se prevalecer do outras liberdades que
mais severa e rigorosa legislago lhe prohibe.
Assin, at destruico completa do partido
dos Stuarts, a legislago ingleza da imprensa pa
recia ter tido em nico objeclo: deffender a no
va rlvnnall nnnl>. ..... :_:_:____.t___
era aunan7.,h.i.rm .= -6 j K "ueraaae 0fl impreosa pode seguir, porm nao
,l,Ue "n"bs"l,e,/t P IXeS d e,cuI.1Pa- preceder consolidago de um novo estado! de
suuu, (. quo no entanto VPmna nnvn locriclap^n ..*.. ...... .1______.:_ _______.. ...
urna nova dymnastia, emqaanto houver partidos
hostis ordem estabelecida, lutando, nao como
hoje os torys e os vfcgs, pelo ministerio, mas
tambem absotamBnt. .. H""' noje os lorys e os wMgs, pelo ministerio, mas
P6d r sera c5mm0fsi ?T* f^8"' '>* Cm alt'r' 8 i'MOblui. P" derrub" ,hr-
enlre aTexlromamSJS.h! "L"*16 qUe M DOtfl Q0'isto > em1<">< "ouver nagoes em a nago,
ordem estabelecida se nao entre povos degene-
rados, que preerem aalvago do estado como
os gregos do baixo imperio, o direito de altercar
e de se destruir.
Cumpre-me Sr. prefeito, formular as instrue-
goes que lenho a dar-Tos. Se lodos os escrip-
tores, submettendo-se realmente is leis consti
-- m---1-------,.-- .^^,u.Uu, ei'uun luies, suoraetiendo-se realmenta s leis rnnati-
liberdades de que goza a imprensa ingleza, mas tutivw da nossa sociedade, fo Lao uoive.
para se prevalecer do outras berdades aue a ni mi. r,,n^.. f:..I_" Z".", l'? uni,,..
ai que tundou o throno dosNapoleoes para delle
fazer a base das nosiias initituigoes ; se essej par-
tidos e esses escriptores, respeitaado a vonUde
- do poro francez, q-uizerem a liberdade de im-
- prensa para a suslealago e prosperidade do es-
.j*.5rB*T3^
liberdade de imprensa, e a lei das advertencias
lornou-se letra mora. Quafndo sejam pblicos
os abusos na sociedado ou uo governo, quando
sejam discutidos os actos da adminislrago, quan-
do sejam reveladas as injustigas, quando o movi-
miento das ideas, dos senlimentos e das encon-
tradas opinioes anime por toda a parle a vida so-
cial poltica, commercfl e industrialquem po-
rtera justamente queixar-se T
Mas se houver partidos qu se proponham nao
a fazer triumphar as suas ideas, as suas doutri-
nas, os seus senlimentos no governo do estado,
mas desmoronar o proprio estado, oppoado ao
governo outro governo, e a dymnastia oulra dym-
nastia, ento, qualquer que seja a fraqueza ues-
tes partidos, o respeito da yonlade nacional, o
interesse publico e a lei nao permittem que se
alimeniem paixoes hostis ordem estabelecida,
por que mesmo sem fallar en perigo, tudo o que
demora a fusao dos partidos i a giaode familia do
eslado atrasa o goso das 1 berdades do nosso
paiz.
Quantoao instrumento que a lei actual poe as
tmnhas mos pelo systema di s advertencias, nao
o discuto. Entretanto, se m > permiltido dizer
os meus senlimentos francamente e sem rodeios,
este systema, como medida excepcional, subor-
dinada s exigencias impostis pelo estabeleci-
mento de urna nova ordem de cousas, semdu-
vida em principio to dctalo ial como o adiado
pelos defensores da casa de B annover ; mas com
effeito mais franco e mais s ncero do que se se
disfargasse sob as formas judiciarias, maneira
dos hanoveriaoos. E' tambera infinitamente mais
conforme aos costumes e situago do nosso
paiz. De certo difflcil, com > tem sido sempre
em Inglaterra, definir o ponte que separa a dis-
cusso til da discusso nociva ao estado
E' um negocio de coosciencia to delicado para
ura ministro napolenico, cono para um paiz ha-
noveriano; mas o que eu pisso dizer que, se
estou resolvido a norecuar inte neohuma res-
poasabilidade para prohibir impreosa os ata-
ques contra o estado, sob qualquer pretexto, e
qualquer que seja a autoridad a com quo se aco-
bertem, em compenaago nao coosultarei ne-
nhuma conveniencia particular, de qualquer par-
le que venha, para as resoluge es que tomar com
o Qm de favorecer continuamente no nosso paiz
a aclimatago, se posso assim dizer, dos hbitos
de livre discusso.
Taes sao, Sr. prefeito, as id as que recommen-
do vossa altengo. e vos peg tomis como linha
de proceder em todas as pro tosigues que .ver-
des a submetter-me. Nao esi uegaes que quanto
ruis excepcional for o pode descriciouario da
administrago sobre a impreosa, tanto mais o
sou exercicio deve ser dirigid > por escrupulosa
jealdade. Recordai-vos princ plmenle que no
interesse do estado, e nao da administrago, que
este poder foi delegado ao meu ministerio. Que
os vossos actos nao se abriguen pois atraz desta
prolecgo, mas sejam, ao i ontrario, exposlos
como os meas discusso pul lica. EmQm, ins-
pirai-vos do grande exemplo |ue vos d o impe-
rador, e sabei que sd por zelo pelo in
blico lhe pro varis a vossa deiicago
Recebei, etc.
Circular do conde de
prefeito^
Senhor prefeito : Toman
pelo interesse ou-
F. de Periigny.
ios
Fersignj-
i.
lio posse do eleva-
do cargo a que a conlanga < o imperador acaba
do chamar-mu, lenho em priaeiro lugar necessi-
dade de reclamar lodo o toss concurso, porque,
quanto mais nobre o espectculo que nos ofTe-
rece o acto imperial de 24 di noverabro, mais a
administrago do paiz deve inspirar generosos
pensamentos.
Eis um principe que, depoia de ter recebido da
nago os poderes para restablecer a ordem pu-
blica no interior, e a grandeza do paiz no estran-
geiro, foi o prmeiro a appell r para a expresso
dos desejos, e da opinio da I ranga. Apenas vic-
torioso dos inimigos internos i externos, inlrodu-
zio as nossas instituiges n elhoramenlos, que
sao um testemunho da sua coi fiaoga no paiz.
O quadro desta primeira pi rte do seu reinado
ha de formar um bello periodo da nossa historia
Chamado pelo voto de um povo inteiro, testa
de urna sociedade agitada, d icahida no chos o
na anarchia, entregou-so corijosamente obra,
e em alguns annos conseguio i lal ponto a ordem
nos espiritos e as cousas, qu< jamis urna seme-
lhante prosperidade se notou em poca alguma
da nossa historia.
Depois, logo quo essa grsnd i obra eslava ulti-
mada no paiz, elle levado p< la situago da Eu-
ropa a emprebender no esti angeiro outra nao
menos importante para col loe r de novo a Fran-
ga na elevada posigo que lhe era devida. A des-
peito de sinistras prophecias que por toda a par-
le annunciavam que elle seria elevado pelo go-
verno alm dos limites dos v irdadeiros interes-
ses da Franga, a sua saDedori, igual sua cora-
gem, suspendeu n'esse limito ; e desta maneira,
nao sd restabeleceu, como pr< veito para a nossa
seguranga, o equilibrio altralo da Europa, mas
abri ao mundo urna nova era '
peridade.
mmerecida. Mas nao temis que vos julgue sem
vos ouvir, e muito menos que eu nunca ponha a
miohd responsabilidade atraz da vossa. Em quau
to vos deiieardes corajosamente ao interesse pu-
blico, nao temis lambem Ocar exposlo de longe
sem defesa ao ressenlimento das ambiges nao
satisfeitas. Alm disso, recebrei dentro om pou-
co instruccoes sobre pontos importantes de pol-
tica e de administrago, e ento terei occasio
para appellar para o tosso zelo e para a vossa
dcdicago.
Recobei, etc.
O ministro do interior.
Dt Pers.gny.
De urna correspondencia de Turin extrahimos
o seguinte :
A Gateta Militar contera um decreto que vai
augmentar o descontentamento dosgaribaldioos,
c>m quanto seja urna medida conforme as regras
da boa conlabilidade militar. O decreto de 19
de novembro tinha concedido aos garibaldinos
urna gratilicagSo de seis mezes dt sold ; o mi-
nistro agora decidi que esta gratiflcacao nao se-
ji concedida qaelles que abaodooaram o seu
corpo antes do dia 19 de novembro, nem aquel-
es que se tenhara ausentado sem licenca regu-
lar ; naquelle exercito ha seguramente muitos
que nao sao muito seguros no capitulo das forma-
lidades.
Neste momento os garibaldinos eslo disper-
sos ; encootram-se por toda a parte. Em Milo
eslao em grande numero, e assegura-se que
Genova vo chegar uos 3.000.
Aqu psssou-se um facto muito significativo;
na sociedado dos operarios era Turin apresentou-
se urna proposta para ser rotada urna mensagom
ao rei. afim de que Mazzioi seja alliviado das
condemnagdes que pesam sobre elle. A propos-
ta foi regeitada, por isso que os operarios de Tu-
rin estao animados do mais excellente espirito,
assim como todos os habitantes da cidade. Mas
assim mesmo aquella prouosti foi urna grande
ousadia, e v-se claramente que se quer por mui-
tos modos desligar os operarios. as reunioes
que houve em Florenga, Mr. Montanelli. antigo
membro do governo de 1848, fez ampias excla-
magdesa este respeito-
Mazzini perigoso por toda a parte, em con-
sequencia das suas relages com as sociedades
secretas que na Italia gozarara de grande impor-
tancia, e cutos quadros ainda existom. Nos go
vernos absolutos erara ellas o nico meio de op-
posigo.
Mas n'um paiz onde se pdde fundar um jornal,
sem autorisago nem abonago, ellas nao leem a
menor razo de ser. Todava existem effecttva-
mente por toda a parte.
Considerado por lodos os la los, muito con-
veniente que o parlamentse rena o mais bre-
ve possivel ; a discusso de certo o melhor re-
medio conlra os manejos e intrigas, que me pa-
recem do maior perigo para a Italia.
Assegura-se que aconselharam ao conde de
Cavour que reunase o parlamento antes da aber-
tura do corpo legislativo fraocez, oodeaqui espe-
rara je erfeootrarao ioimigo3 mais ou menos de-
clarados da causa italiana.
As eleiges eslo demoradas, em consequen-
cia do reino de aples, onde nada osla promp-
to ; o que nao para admirar. Um jornal da
opposigo pretende que as eteiedes deviam ter
luar uo dia 25 desle mez, como* por engao se
annunciou nos jornaes ministeriaes ; mas foram
retardadas com receio de ter no meio dia eleiges
garibaldlnas. Tenho a certeza moral que nada
disto assim, e que o conde de Cavour deseja
fazer as eleiges breve. Est demorado pelas
formalidades legaes, e por obstculos puramente
materiaes.
Soldados I
. Poprimidos pelo numero, e nao pelo valor dos
inimigos, depois de numerosos combates, acha-
nto-nos encerrados ha mais de um mez uesta
praga.
A Europa admirando os esforgos que ha-
f.,|!.hB,prega,,a' nos me,es le "temhro e
sitios. Prosiguir nelles nestes
.a^J",enle g?22l*0 de Messna. recordando-
m.M.qUeW?.18 e 1849' defendeu clorosa-
mente a cidadella. est disposta a fazer tudo
tem soffrido todas as iocoramodidades e ori-
vagoes ha cinco mezes, orgulhosa de defender a
causa do direito, o a honra da bandeira napoli-
tana. r
Vos tendea rivalisado com urna guarnco de
urna poca mais remota ; a que em 1800 resisti
nesta praga, desprovida dos meios de defeza aue
nojei possue. com um valor sem igual, aos assal-
los dos pnmeirossoldados do mundo. A historia
morave *" 8U" p8gia" estes f,cl0> a*-
an!rfPn^e.!len,enle que rrti" est muito
aperfeigoada, em consequencia dos trabalhos da
muitos aanos. uma parle dos quaes teodes vs
mesmo executado.devois deenle-la com igual
gloria e melhor resultado. 8
Depois de tantas defezas e fadigas para obter
que esta praga possa resistir a um longo sitio
depois do exercito napolitano ter conquistado.em
campo descoberto, uo Volturno e em arigliino
a nonra o o renome, este mesmo exercito saber
adquirir outra gloria e maior reputago ainda pela
Urme defeza comegada contra uns Inimigos aue
voem roobar-nos a nossa amiga independencia
calcando aos ps todos os principios de honeati-
dade o rehgiao.
. A Ti?8?8 disciplina ha deaoslentar-se : offi-
ciaes, oQiciaes inferiores e soldados, rivalisando
entre si, saberao alcaogar tanto o roconhecimen-
to da nossa patria, que vos admira, como a esti-
ma da Europa que vos contempla.
Francisco. >
do paz e de pros-
Finalmente, para terminar este quadro, per-
suadido de que a sua verdadei *a misso nao s
collocar o seu nome junto di do glorioso chefe
da sua raga, mas asegurar os destinos do paiz,
prepara agora o nobre e pacifidp exercicio das li-
berdades cojo desenvolvimento deve ser protegi-
do pelo throno popular dos Na mlees.
Senhor prefeito, se vos rec irdo estes grandes
tragos da nossa historia actu I, nao para quo
fagis disto objeclo de comm inicages officiaes
aos povos do vos o districto, porque altivos de
ter, em 10 de dezembro, encon rado (o maravi-
I hora meu te o fio perdido do nossos destinos,
nao carecem de pessoa alguna para ler no seu
corago as grandes paginas do imperio que elles
fundaram. O que somonte desojo fazer-vos
comprehender qual o sentid i em que reclamo
a vossa cooperaco.
Convencido de que as libertades de ura paiz
nao podem desenvolrer-se senio quando o esta-
do goza da mais completa ae( uranga, pego que
sejaes sempre firme em mantel a ordem publica,
e activo em vigiar, no caso i lo necessidade, os
inimigos do eslado; mas recommendo-vos ao
mesmo tempo que nao despreieis cousa alguma
para pdr termo i obra da reco iciliago entre os
partidos. Muitos homens hot rados e dislinctos
dos antigos goveroos, prestando homenagem ao
imperador pelas grandes cous is que tem verifi-
cado, conservaram-se ainda ifastados por um
senlimento de dignidade pessoa I. Testemunhae-
Ihes o respeito que merecem, i Ao desprezeis oc-
casio alguma de os convidar a fazer que o paiz
aproveite as suas luzes e a experiencia, e lem-
brae-lhes que, se nobre conserrar o culto das
recordagea, ainda mais no >re ser til ao seu
paiz.
E em quanlo, Sr. prefeito, nos vamos traba-
Ibar juntos polo bem do estado, pego-vos que vos
desembaracis das preoecupa oes possoaes que
nao fazem mais do que embaragar muitss vezes
os grandes negocios.
Dizei-me sempre francamente a Vossa opinio
com a independencia de carcter que constitue o
verdadeiro servidor do estado,
cia sem o receio de agradar ou_____
brae-vos que um funecioeario a ordem civil, as-
sim cono o soldado que exp ie a se,a vida pelo
pau, eleve saber uma re afro itar una. desgrana
De uma correspondencia de Turin extrahimos
o seguinte :
c Suspendeu-se o fogo contra Gaeta.
Nao preclstmente um armisticio, mas a
cessao momentnea de hostilidades, em virtude
de um accordo tcito. Esta especie de tregua
na de ser consagrada a negociages, cujo resul-
tado se espera seja a retirada diffioitiva de Fran-
cisco II.
Contina a tratar-se da apprehense dos na-
vios carregados de armas, que o governo turco
venQcou no Danubio. Diz-se que sao as armas
da divisao Turr, que aquello general, por ordem
ao seu chefe, maodava aos seus compatriotas
depois da dissolugo das suas tropas. E' fcil
comprehender que a este respeito nao se pede
garantir cousa alguma.
Os voluntarios garibaldioos continuara a con-
vidar-so para a prxima primavera. Os officiaes
e soldados da diviso Bixio, antes de se separa-
rern oflereceram uma espada de honra ao seu
chefe. Nessa occasio eotregaram-lhe uma meu-
sagem, que termina nestes termos :
Quando dermos a suprema balalha pela nos-
sa independencia e pela nossa liberdade, es-
peramos que langareis mo dessa espada, que
c recordar o amor quo vos dedicamos, e ha de
ser o terror dos inimigos da Italia.
Adeos, general, esperamos tornar-nos a ver
dentro em pouco, em novos campos de ba-
< talha.
Como vedes, por toda a parte e sempre se
ouve o mesmo grito. Calcula-se que se Garibal-
di flzer de novo um appello aos seus voluntarios
poder reunir uns 80,000 homens. Effectivamen-
to os garibaldinos nao leem de que se queixar
.E.h?. *rm Pub,,cada Pela Palrie- <""> quanlo gritera. ou para melhor dizer mi-
J^trL.1 gU.n,lCS PraMP.": I em os outro! por lies.P Recebem 6 me/e.'de
A,f'roPasnaP0!lran"qe se tioham refugia- 'sold, e esta gralificago impe um encargo ao
do nos Estados pon ificios, quando regressam li- thesouro que nao inferior a 14 milhes
uZTJtLT 8e,US L" re-Cebera ioslruc?" da Fizeram urna camph .brilhante, em re-
um centro director da reaegao, que uss de signaes soltado pouco sensivol e veemTe cercados d
magomcos, e est em connivencia com os curas,' uma aureolai ooetica mra ar-ham V d'..rJL
napoP.it.nrOSCOmalgUQSCUr" P"""', J tf- Sell^riefrSStri'^ c'X""'
Estes raanejos inaurreccion.es do. oldados tt/Trlt^ r?;
icenciados. a quem a reaegao paga pontualmeo- fez mais do que augmentar a su. pooulaHdSd
te, hao de ser auxiliados pelo general Bosco, que -----------
far surtidas de Gaeta para entreter os piemoo-
tezes, e impedi-los de poderem desviar-se do a-
campamenlo para irem sufTocar as insurreiges.
Em consequencia d'isto, o general Cialdiui esla-
beleceu um cordo na fronteira do patrimonio de
S. Pedro para agarrar os licenciados napolita-
nos.
Na ultima sortida da guarnigo de Gaeta, des-
lioguio-se notavelmenle o joven principe irmo
do rei, Alfonso de Casera, que oasceu em 1841.
Levado pelo seu cavado, que se desbocou, ao
meio das fileiras inimigas, foi-lhe intimado que se
rendesse por um official piemontez, que, de pis-
tola lhe tinha tomado a redea do cavallo. Mas o
principe, em vez de se render, descarregou um
golpe com a sua espada na cabega do official, e
obrigou-o a largara redea, regressaado depois .o
seu acampamento, e entrando na praga sem a
menor leso.
e o seu prestigio.

De urna csrta escripia de Gaeta, em data de 30,
extrahimos os seguintes paragraphos relativos
situago d'aquella praga:
O espirito das tropas .excellente. e a sua de-
ciso cada vez mais fume, cootribuindo para isto
o exemplo que el-rei d;
Habita este apenas tres pequeos quartos, ura
para elle, outro para a rainha, e o terceiro para a
duqueza de S. Cesreo, dama de honor.
A mes. real excessivamente pares, constando
apenas do estriclamente necessario. Francisco II
nao se contenta com o ter-se reduzido a viver
peior do que qualquer particular: dir-se-hiaque
a sua juventude e o seu nobre sangue acharara
nos perigos e tristezas da sua situago novo fun-
do de energa e ardor sempre crescente. Do dia
quasi nao descanga; as ballenas de mar e trra
o veem aecudir to promptamenle como o canho
dispara, e nao as abandona em quanto dura o fo-
go. Os qusrteis e nospitaes lhe prendem depois
a altengo, sendo o objeclo dos seus especiaos
cuidados; empregando depois as horas da noile,
menos tres, ou o muito quatro, que reserva par.
descango em despachar com os seas ministros.
Em todas estas taretas o acomp.nham seu lio,
o conde de Trapani, e seos jovens irmos.
Para dar alguma idea do que estes sao, basta
saber que o joven conde de Casera passou duas
noites, a de 86 e 27, as ballerias.
A rainha pela sua parteemprega-se exclusiva-
mente em alliviar a aorte dos infelizes.
Na ultima sortida qne fez o general Bosco apri-
sionamos mais de 100 piemoolezes, a maior par-
te feridos, que foram conduzidos ao hospital on-
de se encontrara n'est. data. Vendo estes infeli-
zes que eram objeclo das mais delicadas atien-
ges, e a sollicitude que mereciam ao rei que vi-
oham despojar da corda, nao cessavam de dar
mostras do maior assombro. Nos das 28 e 29 o
roi e a rainha entraran) na sala aonde os piemoo-
lezes se acham misturados com os napolitanos, e
percorreram es canas na por uma, dispensan-
do, a todos palavras de consolagio e soocorros pe-
cuniarios. >
O rei Francisco II dirigi a tegointe procletn'
$o a gu.raio&o de Gaeta :
L-se no Morning Star :
Jos Mazzioi acaba de redgir os estatutos
fundamentaes da atsociaco da unidade italiana -
eis os termos :
Considerando que o primeiro dever de qual-
quer povo quo se eleva na ossalla social, co-
nhecer perfectamente os seus direitos, tanto civis
como polticos, e ligar-se pela administrago de
todos os seus negocios, o que torna necessario
uma constante harmona entre o povo e o go-
verno ; isto entre a parte da nago que pensa,
e a que opera;
Considerando que essa harmoni. impossi-
vel sem a expresso mcess.nte dos desejos, das
necessidades e das aspirages do paiz; sem a
manifestago continua dos pensamentos popula-
res, que do dever de todo o governo livre e
esclarecido examinar, purificar, e pdr em acgo ;
Considerando que uma semelhante iniciativa,
tanto legal como poltica, constitue a liberdade,
afiasta.alo paiz as discordias, as faeges e a guer-
ra civil ;
Considerando que a nago italiana comecou
a sua obra de liberdade, e se esforga por des-
envolver todas as suas Torgas moraes e materiaes,
afim de vencer os seus inimigos no interior e no
eslrangeiro, de manifestar a sua existoocia na
Europa, e de declarar a sua vontade pela voz de
um povo inteiro, assegrando-se de novas alli
angas que serviram para dirigir o bom senso ios-
tioclivo e ss aspiragoes natar.es d. nago, e cor-
rigir os erros quo possam commetter alguns ho-
mens que eslo no poder.
Toroa-se necessario prover de um meio le-
gal e constante, examinar os desejos, os pensa-
mentos e a vontade da nago; tudo isto que
nos obriga a fundar :
1," A associago da unidade nacional,
2. Tem por fim :
(a) Chegar a unidade conteibuindo com to-
das as suas forcas para a realisagao prtica e
completa do programla do general Garibaldi, e
a unidade da nago, tendo Roma por capital.
(b) Reunir e faier conhecer por todos os
meios legaes que esto em seu poder, os votos
do paiz quanto & sua organisago interna c ex-
terna.
< (c) Animar a educago social e poltica das
classes operaras.
3. Um dos centros da associago 6 estabele-
cido em aples, at que possa ser estabelecido
para Roma, que o centro natural da Italia. To-
dos os cidados italianos pdem ser membros da
associago, com tanio que aceeitem o program-
is, ou nao haja motivo da sua excluso por
causas de immoralidade. Ninguem pode entrar
na associago sem ser proposlo por lgum mem-
bro, e sem se submetter s regras estabelecidas
as sociedades semelhantes 4 esta.
c 5." A iniciativa das propostas pertence egual-
mente 4 lodosos membros da associago.
- 0. A direecAo convocar s asseeablas re-
gulares, e far executar as resoluges acceitas
depois da discusso.
7." A pedido de dez membros, a commlssa


MARIO DI VERHAMBCQ. SEXTA FEIRA II Di FETEREIRO DE 1861.
da direccao lem o poder do coorocar a assem-
fcla.
8. Alm da direccao hever" tu aeccoea
distincta que hio do cnreepewder trplice
iniengoes j manifestad, o cada urna deltas se-
r presidida por um mimbro do conselho een-
tral, elaUe pela direcgo e pela commissao cea-
tral. Uau daa sacceee ser atara secundar o coat-
*"*'*' ,* ""dada segaado epregramma do
rHMtdl (a) ; a segunda seccio par* reunir o
aasotfcstar oa voto e a itotido da oaco (bi, a
tataatra scete ser para estad o ton csUr pe-
litteo o social das classes o^erariaa. (t)
i. EaUe aeccoea pdeos dividir-te em eom-
seistoes eeuadanaa especia*!, segundo ai ae-
cessidides do montelo.
10.* Qualquer merabro da astociaeao pagar
urna cootriliuico mental que aera de um eartin
por cada operario, c nao ser nunca menor de
acia carhns, para oa domis uierubros.
11." Oa fundos da asssociago, augmentados
por irerias sempro progressivas, ficarosoba
vigilancia de urna commissao Qnanceira, com-
posta de um thesoureiro, de um recebedor, e de
um agente contador, presidiado um memoro da
commissao.
12." Cada provincia ter urna commissao fi-
lial central, fundada segundo os mesmos regula-
meatos ; cada cidade lera urna commissao cen-
tral secundaria, ou um simples delegado, segun-
do a importaucia da sua populacho.
13. Todos os actos da sociedadesero pu-
blicados, dando ella urna conta exacta peridica
da sua situaco undameutal.
14. O jornal denorniuado El Poplo d'lla-
tio, ter o ten orgo.
N'uma correspondencia de Torio, datada de 10
do corrente, Ic-se o seguinle :
E' hojo o anniversario do dia em que ha
mais de um secuto os genovezes expulsaran) os
austracos. Este anniversario tu i celebrado em
Genova por urna manifeslago popular, annuncia-
da pelo aeguinte aviso, que foi aullado em diver-
sos pontos:
E hojo o anniversario de 10 de dezembro do
1716. Este dia sagrado para todos os italianos.
Os geaovezes nao falta rao solemnidade ordina-
ria, que ha de ter o lugar na igreja de Oregina.
A reuma deve ser s duas horas na praga de
Aguaverde. O nosso grito ser osle anno :
Roma e Vneta.
O governo nao approva as peticoes dirigidas ao
parlamento, i Franca e Inglaterra, pedindo a
vacuago de Roma, e combate ess representa -
c.oes pelos seos peridicos, que dizera com razo
quo intil pedir ao parlamento nacional urna
cousa que elle certamento deseja, mas que nao
depende nelle, o que inconveniente e ridiculo
que os cidados de um estado lino se dirija a so-
beranos eslrangeiroa.
Estas peticoes sao una manobra do partido
mazzinisla. Uiz-se que sao ridigidas por Calta-
neo, que aegund j parece, faz hoje causa com-
mura cora Mazzini,
A situaco do reino de iplos actualmente o
thema explorado pelos peridicos da opposicao,
que duem receber correspondencias assustado-
ras....
Infelizmente oque se diz em parle verdadei-
ro. Aioda esta manha lemos urna carta escrip-
ia por um homem mu affeigoado ao governo, e
coltocado n'uma poslcao elevada, queafTlrmaque
o estado normal de aples est longo de ser
bom ; que o mazzioismo se acha all orgauisado ;
que o espirito de reaccao tem conservado raUes
profundas ; e que a Italia all to pouco conhe-
cida como a China.
Evidentemente Farini nao lem culpa disto, por
que nao pode conseguir que um piz, onde reina
a revolta ha seis mezes, guze de abunbincia, nem
pode dar empregos a todos os que oe pedera ;
porm, com razo ou sem ella, lodos grilam
abaixo Farini l
fia Sicilia as cousas pareccm caminhar melhor.
Todava, a opposicao prope-se a excitar os es-
piritos contra Lafarina e Cordova. E' pelo me-
nos o que se deprehendo das correspondencias di-
rigidas aos peridicos hoslis.
O sitio de Gaeta progride vagarosamente. Os
lrabalhos acham-se airazados em cousequencii
do mo tirapo, e sobretudo por causa da nature-
za do terreno.
A pacicaco completa do reino depende da to
mad.i de Gaeta. Depois ha a lutar contra o
partido exaltado.
N'oulra correspondencia escripia da mesma ci-
dade, se Id o seguinle :
Por emquauto nao causa a menor preoecu-
pago a demora que tem havido na lomada de
Gaeta. As cartas particulares que lodos os das
se recebem do acampamento do Mola explicara
perfeilameute o vagar com que asoperacoes teem
corrido.
Quanto ao efieilo moral que pode resultar
da residencia de Francisco II, cerlo que os
italianos nao manifstam por ssoo maior resen-
limenlo.
ti, em resumo, o que consta das correspon-
dencias do acampamento de Mola :
1 Os piemontezes teem encontrado diiTn.nl-
dades no estado da nica estrada transitavel quo
existe as visinhaugas do porto do Cela. F.sla
estrada servia pou;o no lempo do amigo rgi-
men, porque as communiciges entre os arse-
naes de aples e Gaeta faziara-se por mar. A
via de trra nao se prestara ao transporte da ar-
tilharia. D'ahi proveio a necessidade em que se
vio o general Menobrea de mandar construir pe-
los soldados urna nova estrada. E-ta tem. sido
urna das causas da demora.
2 Nos das 5 e 6 de dezembro corrente os tra-
balhos de aterro, para a collocago e prolecgo
da arlilheria sitiante, ealavam j muito adianla-
dos em alguns potitos, o concluidos em outros.
No dia 5 foram couduzidos os moiteiros para a
plataforma principal das alturas. Estos morlei-
ros, em numero de perlo de 50, sao de 27 cen-
tmetros. A respeto dellcs, diz urna caita, que
Francisco II e Hosco se preparara para ensaiarem
una obra de destruigo, que nao ser menor do
que a de Sebastopol.
3 As caitas de Mola nao fallam anda da ex-
periencia das pecas Casalli, que produzem. se-
gundo consta dos ltimos tolegrammas, efleitos
terriveis Os tiroteiros de que ellos fallam sao
apenas preliminares, que teem por fim chamar
a attenco dos sitiados para este ou aquello pon-
to, afim de se coocluirem, em oulros, os tra-
balhos de atierro. As pegas LCasalli, como se
sabe, pdem ser apontadas obliquamente e em
todas as direccoes, mesmo de cima da carreta
a que sao (xas.
4 A confianza no bom resultado parece ser
real as cartas de Mola. Cre-se geralmente que
as primeiras descargas serias desmorallsaram a
arlilheria do re Francisco II. Urna proelamaco
de Cialdini, relativa ultima sortida'do Bosco,
falla neste sentido, bsti proelamaco afrma
que pa fortaleza reina a maior desorden e insu-
bordinago. Os soldados piemontezes esperan
anciosos que chegue a hora do allaque. A pro-
clamaran de Claldini tem tambera por flm mo-
derar esta impaciencia.
5 Finalmente, as cartas de Mola dio diver-
sos pormenores mais ou menos ioleressantes re-
lativos ao estado das differenles localidades, no
acampamento o visinhaocas. Os estreilos cami-
nhos que da borda do mar commnicam com a
altura de Mola csto ornados da maneira mais
pittoresca possivel. Apezar do invern, nao fal-
lara curiosos. Todos es dia chegam ao acam-
pamento offlciaes de lodos os paires que querem
assislir ao duello supremo da joven monarchia
pieraonleza cem a velha monarchia dos Bourboos.
Taes sao os tacto que constara das cartas do
acampamento de Mola a
Commanlea^ao dos bispos de
Modeaa.
A S.Exc. o Sr. conde presidente do constlho
de ministros.
Turim.Exm. Sr.Quando se tornou eiten-
tensiva s dioceses desta provincia eccleiastica
a le sarda de 23 de maio de 1853, pela qual fo-
ram gravadas em un imposto espacial as ren-
das de todos os bens da igreja. e se obrigou o
clero com severas ameacas a dar noticia dessas
rendas, os arcebispoa e os bispos abano ossig-
nados nao poderau deixar de reconhecer urna
flemelhaote medida como prejudicial s coodic-
oes em que se acha entre nos igreja, e que
6 de accordo com a S Suprema liaba podido
Tenucar-se. Pata nao produzir igualmente as
actuaos trislissimas circumstaaciu aovas causa
de aggrafo ao clero, nao se iulgou opporluno
negar as declarac5es daaejadaa.
Mas coroquanto seja verdad que aos taeacon-
digoes seguirn esta srocelimeoto aaca M> o
cu silencio nao seja considerado ana unTeon-
aautimeoto julgam-ae obrigados a protesUr clara
e reapeilosameate a V. Exe., afim de qaa a to-
da aja uotorio a.ue as coocedtrajp pela neces-
sidade ; de modo algara entender/a renunciar
adireila, direito que pelos sagrados cnones
compela igreja, para que em o beneplcito
da saffta S ejam gravados os beni ecclesiasti-
cos com tributos motos.
E julgam-se tanto mais no de ver de formular
este proleeio, guando daapojada. da quast ludo a
igraja aata proviatcia eacieaiaalica, aas laraenla-
ltiatt> qaa ella aenaarvou apenas baste para
atisfatar as asis iaslaaUi necaaatdades do cul-
to dosamo ministros.
Nao liabas o abaixo eaaiguado menores -
*iva de qoeitavaado quaoto tiobara sido inu-
tois (odas as decaraces, eapecialaaente a de 25
da ontubro de 18, dirigida ao dictador daata
provioci, das quaes nao nao (imam frucio
gaaii aa parece que s aerviram para pro-
vocar novas desconsiderares das santas leis da
igreja, e novo prejuizo i sua sagradas pre-
rogattvas."
Aboliram ee, sem conhecimenlo dos interes-
aadoa, e o que 6 mais ainda, sem conhecimeota
da suprema cabeca da igreja, direitos adquiridos
de lempos immemoriaes ; e nao se pensou se se
levava a effeito a congrua prometlida paro-
chas mais pobres, nem se di.*correu te a desig-
naco mdica e igual compensara o direitos
abolidos, nem se proveu aos casos em que a ex-
tonso e particulares circumsiancias das paro-
chas tornavam maiores as necessidades.
Foi proclamada a redempcao uuiversal deii-
beli, e tambera a3 de directo dominio da Urrja
com mais desvanlajosas condicoes para ella,
despresando-se as mais terminantes prescripces
do caones, observadas at agora. Foram de-
rogadas sem autorisaco da igreja as disposicoes
e abolidos os costuraos conformes doutrina ca-
tholica acerca do juramento dos ecclesiaslicos
nos julgamenlos criminaes.
Picarara sujeitas a novas obrigar;oes as fabri-
cas, e collocados sob a exclusiva admiuistraco
municipal e governativa, os institutos piedosos,
os estabelecimentos de caridade e beneficencii,
ainda que sujeitos administracao ecclesiastica
o religiosa; dando-se, alm disto, pouca im-
portancia presidencia, legalmenlo Ilusoria, dos
bispos nos conselhos provinciaes, conselhos s
----------------- .....-r
jo concurso ella regeilava, ou que laibava ga pe-
damos como em Courlraj era 130A>
A aobreza, menos poderosa na Mj
nha procurado apoiar-se na iofa
batalha de Bouvines linlia dado van
darmeria francesa E' verdade que'Cm alguna
paizes, subievado* para conquilaua sus. .wd-
pendeneia, como m Flandres o aa tuisoa, aw-
vo*a icteaOudes do aaculo paseada, o eacassaaw. >se surgir das leira do poro ama robusta krfan-
taria, que em Courtray o depois m Morgarlao
levara Taaiagam cavsllaria ; mas estes facas
asolados podiam ser posto na conta de circuns-
tancia accidentaos, e nao bastavam para ani-
quilar a oxcellansia da gondarmarb, que tinta
Untas victoria con que argulbar es, sem coa-
tar as de Mous-en-Puelle o de Mont-Casael em
1928.
Foi na batalha de Crery em 13(6, na qnalap-
pareceram pela primeita vez a artilharia e os ar-
cheiros ingieres; que a nobreza recebe o pri-
meiro choque, choque mortal, do qual ella nun-
ca mais pdde rohabililar-se. O qu6 fizia a forca
do archeiros, nao era a superioridade de suas
arma, como disseram algn chronicos muito
empenhados em compwar o arco com a bita ;
era sim seu modo do composgao. Elle repre-
setavara um povo, que acabava de fazer urna
revoluco, e fronte desse povo achava-se a no-
breza ingleza, ciosa de combaler em suas fllei-
ras. Assim, em Poitiers, em Rosbeque. em Azin-
court al o m do secuto XV, a cavallaria obri-
gada prp era torra, porm, armada mu pe-
sadamente, ella cooslitue apenas urna verdadei-
ra infantina ; e ao passo que a aitilharia desen-
volveudo-se, faz adoptar a guerra do posicao,
seule-se a necessiade de urna infantaria mais
ligeira e mais disciplina vel do que os batalhoes
compostos de soldados carregados d'armas, para
rosislir artilharia, ou apolerar-se d'ella.
Assim, Carlos Vil em 1418 reforma a gendar-
mera a qual elle dimiime para criar os francos-
archeiros. Corneja ser admittido quo as armas
eoobrecem ; o nobre dcsipparece em presenta
do. soldado : o primeiro golpe dado feuJa-
lidade.
A' medida que a arlilharia torna-se mais mo-
vel, a guerra modifica-so, os principios alemen-
tareg da stralegla e aa lctica renascem, ao mes-
imitados revisao das coutas, cora o simples mo lempo que Graoson e Moral elevam a impor-

voto consultivo e uo qual a iniciativa das discus-
ses est s reservada ao intendente, achando-se
o bspo, nico representante da igreja, sempre
Hce a face com urna maioria absoluta de mem-
bros que perlencem a admiuistraco.
Emquanto que com taes disposicoes se des-
coohecia a immuaidade ecclesiastica. outras de-
ploraveis offensas altenlavam os mais graves e
elevados interesses.
Um dos mais essenciics elementos da unidade
da igreja, a livre communicago entro o seu
cabeca e os bispos, e nao pnderia esta nunca
contrariar abertameolo a
de Jess Christo, que ao
encargo de confirmar seus
dreilo de fallar aos bispos,
a obrigago de receber e
ser impedida sem
propria usliiujco
confiar a Pedro o
irmaos. lhe deu o
impondo a estes
seguir os seus conselhos e direccao.
Muito bom; com taes direitos e deveres,
quo nenhum poder da trra pode restringir,
como se coacliar a lei que declara inefficaz
qualquer disposico pontificia, at qua a au-
toridade civil teoha regulado o seu valor, e
julgado oppoituna a sua execucao? Pertence
igualmente ao clero por BSlitoicae divina, lu-
do quanlo diz respeilo sanlieaco das al-
mas, o a regulacao do culto, dos ritos sa-
grados e das funeces religiosas; como po-
da, porlanto, urna disposico civil eacar-
regar o magistrado leigo d sentenciar so-
bro deveres de olicio ecclesiaslico, ou impr
penas contra os sagrados pastores por sup-
postas faltas aos deveres do seu ministerio?
Corno (o lia o clero cumprir o dever da san-
tificacao das almas, so, contra a constante
doutrina catholica e praticis at hoje obser-
vadas, se lhe tirou um dos meios de exer-
citar mais efficazmente a sua celeste misso,
excluindo-o de toda a intervenco na edu-
cacao da mocidade, que pela lei Dea encar-
regada s ao poder civil, na qual entre a
instrueco religiosa por raeslres escolhidos, nao
pelos bispos, mas pelo governo, desconhecen-
do-se deste modo o mandato dado aquellos
por Jess Christo, de screm os guardas da
sua doutrina e os encarregados de espalha-la t
Nao julgara os abaixo assignados lerem apre-
sentado todos os motivos que lem para re-
clamar com justiga, mas nao poderiam con-
cluir esta representacao, sem reclamar aoles
com instancia a alletic.o do governo para a
tendencia demasiado manifesta da propagan-
da irreligiosa e prolest^nte, a qual abusaudo
crgonhosamente da liberdado da imprensa,
desprezando todas as leis que dao proteceo
o respeilo religio catholica, expondo ao
publico, e espalhando pinturas injuriosas, ca-
ricaturas indecentes, livros perversos, joruaes
e escriptos de (oda a qualidade, espalha com
profuso neslas provincias os erros do protes-
tantismo, e as mximas da corrupeo; ataca
com proposito deliberado as crenr.as dos sin-
ceros e os costuraos pblicos; excita o escar-
neo e o desprezo por lola a doutrina religio-
sa, por toda a insliluicao veneranda, e, reno-
vando ponte por ponto as minhas arteiras da
aotiga reforma, inventa e accumula insultos e
calumnias contra o clero, episcopado, e contra
a propria augusta pessoa do vigario de Jess
Christo; oo soja um ponto de combaler na
brecha e cora otistinaro furiosa tolos os prin-
cipios mais saos da moral, as verdades mais
santas, e os dogmas da f, que sao o uaico
ante-mural para por a coberto, nao s a salva-
cao da alma, mas tambera todas as socie-
dades.
Apresentir esta nova queixa que por esta
occasio dirigimos, foi para os abaixo assignados
urna obrigago penosa; mas o interesses sa-
grados sob a nossa tutella, e os juramentos so-
lemnes que nos obrigam a de*ende-lo9, im-
poera-nos este dever iadzivel.
Queira Dos, pelo menos, conceder-no a es-
peranza fundada de que a justica e as crencas do
governo real proporcionem o remedio para tan-
tos males como padoce a igreja.
Os abaixo issignados aproveitam esta occasio
para apresentar a V, Exc. as segurancas do seu
affeclo.
Io de selembro de 1860. Francisco Emilio,
arcebispo do Modena, abbade de Nooaolola.
Pedro, bispo do Reggio.Caeano A/aria, bspo
de Carpi.Pedro, bispo de Guaatelar. San-
Hago, bispo de Massaducal.
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
X artilharia moderna.
Ha na questo que vivamente interessa lodos
os espfritos, bem que aspsrticulariJades tachni-
cas que a cercam sejanj de natureza desgostar
qaelles, que este respeto nao fizeram estudos
peciaes ;queremos ajlar da nova artilharia.
Na volti da ultima guerra, vio-e com grande
pasmo desfilarcm esses pequeos canhoes, aos
quaes a iroaginaco sonhra groasos calibres
para explicar oaolteilo, que d'elle so caolava ;
lodo ficaram admirados : e quem viso oempe-
oho com que os mais indinronte procuraran
Eenetrar o myslerio, que anda envolvo eisas
occa de fogo, creria que o senlimento publico
lem o nslncto do progresso, e sabe adevinhir
de que lado elle vem.
0 poder da artilharia hoje admittido sem
contcslaco : o embao o emblema do poder, a
ultima ratia rtgum ; e se fosse mislr urna pro-
va, bastara citar esses canhoes quo os soberanas
trocaram ontre ai nestes ltimos anoos ; a In-
glaterra e o Egypto, qasesdous extremos da civi-
lisajo, offoreceodo-no o mesmo presento, ten-
do ambos o mesmo pensamento, nao um ficto
muito significativo ? .
E' que com effeito impoasivel eequeser qual
tem sido a influencia da artilharia. e que o pa-
pel que ella tem dosempenhado na Europa desde
sua invenco nao .estranho ao prestigio, de que
ella hoje por toda a parte rodeada. Su histo-
ria i intimamente ligada i nossa, seu aperfei-
coamentos conlribuiram poderoaameote para a
marcha de nossa civilisacao, e at mesmo dirigi-
r no em certa pocas. A' ella deve-se o aba-
tmenlo da feudalidade, a roalauraco da aulori-
dade real e a criaco da unidade em Franca.
Al o meiado do seculo XIV a feudilidnde na
Franca era poderosissima emui forteinente con,
liluida. Oa aobroa, seguido de seas rassalos,
quo o re conroeava ao momento do pergo,
compunham esss gendarmera al enlao iuveuci-
vel. Porm s ella se enlregava a armas : era
seu oflcio e seu de ver ; o povo nao oslara ha-
bituada aos exorcicios militares, a infantaria, que
pparecia nos campos da batalha com osoomes
de rtauds e toudayut, era um composto de
alaraaatoa dasaues, da geate sea iaporUneia,
que aobreza (tnha en nrofuada iuatn, a cu-
tancia da infantaria, L^iiz XI, que aspira criar a
unidade em Franca, e que lem por inimigos os
duques de Brctagrie e de Bourgogne, instrue-so
a3sistindo essa luda, que termina sob os mu-
ros de Namy entre a feudalidade e ura povo
livre. Elle comprehende que a cavallaria pode
sor florescenie quando o re conserva bstanle
poder para dominar seus vassalos e submetie-los
a disciplina ; mas que diflkilmo couUr cora
elles, e que a ardonte impetuosidad} desses ca-
valleiros armados de ferro oo e mais nvenci-
vel : que a artilharia s pode augmentar as
raaos do reis, por causa dos consideraveis recur-
sos que exige para equipar-seou aperfecoar-se ;
que urna nova arma, cujos efleitos coulra a ca-
vallaria jase pdem a4eviohar ; e que garante a
infantina um papel importante nos campos da
batalha ; ^mas tambera comprehende que sua
criaco no possivel seno quanlo existe um
povo.
Ora, na Franca o povo desdo longos anno es-
lava oppresso, para que podesse de chofre ter o
senilmente de seu valor e dgidado : e assim,
era quanlo o re diminue a importancia da ca-
vallaria, e manda fuudir novos canhoes', veem-se
mercenarios pagos por elle, lansquenete, ou Suis-
sos, cuja presooja aaima nossa fufanlaria nas-
cenle.
I"0'smenle no reinado de Francisco l ero
Ip3 que foram organisados as legies provin-
vinciaes, para subslituirem a infantaria levantada
no Languedoc. na Gascoulia a na Picarda, a
qual a guerra tornara permanente.
Desde enlo comecou a decadencia da nobreza,
porquanto s os geutishomens filiara parle das
corapanhias regulares do cavallaria ou de infan-
larla. c se entregavam carreira das arma ; o
desde o momento era que a nobreza territorial
deixou de olhar o servieu militar como seu de-
ver foi perdendo seu prestigio.
A raeJida quo esta tendencia se manifesta, fa-
zem-se na artilharia importantes reformas : em
Marignan. na Bicoquo, ella paralysa os esforjos
de urna infantaria at enlo victoriosa, e era Pa-
va a cavallaria forcad.i a confessar que a arli-
lharia lhe necessana para romper os batalhoes
de piqueros.
Ilenrique II ordenou novos progressos aiti-
lharia, o o exercilo que olla reuni em 1552 foi
o ultimo que a nobreza correu em chusma. E'
que a cavallaria organiaada o a ioanlaria fran-
ceza formada, o numero das tropas mercenarias
torna-secada vez menos consideravei, ao passo
que entre o povo se desnvolveu as idea milita-
res e o seotiruento da honra, quo s cousuiucra o
verdadeiro soldado.
O'ahi em dianle a influencia da artilharia so-
bre a soaiedade menos seusivel, ella modifica
principalmente a stralegia e a tctica, torna-se
cada vez mais importante nos campos de batalha
e na guerra do assedio ; e os progressos feitos du-
rante o reinado de Luiz XIV preparan as im-
raoilaes campanhas do imperio.
O que importa notar que quasi ao mesmo
lempo todas as potencias adoptara os mesmos
aperfeicoamentos, as mesmas modificaficoes so-
bro os modos de carretas, a leveza das pegas, as
particularidades da carga e adopeo de novos
projecls, at que encontramos era Franca a arti-
lharia aperfeisoadissima de Napoleo III, a qual
em leveza, poder e unidade. niostrou na Crimea
que era a derradeira qxpresso do syslema de
balas de arlilharia.
Urna reforma porm toroava-se necessaria na
artilharia desde que a bala de infantaria por cau-
sa do sua justica e alcauce pareca aecusar de
impotencia a bala de artilharia. Volveu-so ao
estado das ideas, j antigs, mas cuja pratica as-
signalara direitos numerossimos" para que po-
dessera tornar-lhe fcil a applcaco, e as bala-
Ihas de Magenta e Solferino atiestan) que o pro-
blema est resolvido.
Os espirilos oa Inglaterra inquietara-se com
e83e canho francez, que acaba de fazer maravi-
llias ; muitos sabios e eugenheiros inventan c
propre canhoes de muitos systemas, e a rainha
recompensando a Sir Armstrong com os titulo de
nobreza, nao fez mais do que sanecionar a im-
portancia quo o publico inlez liga essas ques-
les.
Emfim, os trabalbos dessa pleiade do homens
eminentes sio de um interesse extremo, as no-
vas ideas dosSrs. Cony Biave, Bashley Britleo,
Hiddan e tantos outros. os systemas Arrastros,
whilworth, as bellas ihoorias dos Srs. Blackcly
e Longredge sao pouco conhecidas em Franca, e
sero objecto de um novo irabalho, cujos docu-
mentos ser-nos-ho emprestados por um ofllcial
franco/, que se occop desta questo.
A invenco do projectil rajado mais quo um
simples progresso, urna revoluco na artilha-
ria e portento na arto da guerra. E' diflleil pre-
cisar hoje qual ser sua influencia, mas condce-
se que elle vai crear meios de aeco pode-
roso, recursos gigantescos entre as mos dos
homens de genio, que sos sabero delle servir-ge.
Nao estaraos mais no lempo era que a Europa
era absolutamente bellicosa, nao mais sobre os
campo* de batalhi que deve a sociedade or exa-
minada para saber-se quae to auas tendencias
e aspiraces; mas ludo quanto diz respeto
guerra ainda do mais alto interesse, visto como
o commercio e a industria s podtm prosperar
sombra de um exercito imponente, sempro
prompto a defender urna llberdade ou a proteger
um pavilho.
A nova artilharia careca ainda de muito es-
tudos, de mullos aperfeicoamenlos, e talvez que
ella chegue um dia a ser assaz mortfera para ser
reduzida ao papel de araeaca, e permita realissr
esse magnifico problema, aonunuiado em nossos
das, de urna paa duravel o universal.
Paul Lksor.
(Le ConelUttcional.S. Filho).
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBGCO.
Paria Udejaooiro de 1881.
Meu charo correspondente.
Se bem que as oouaas nao lenham mudado ab-
solutamente de faee, todava mais que nunca
teem ellas empeorado nesla ultima quiozena,
A Italia, a Allemanhn, a Turqua parecen urna
triplico amosca contra a paz do nosso velho con-
tinente. Trataremos poto de cada urna deltas na
presente correspondencia.
As eventualidades annuaciedaa para a prxima
primavera trazem aapaasa toda a Europa.
v'EREIRO
i pecas ratia
6MM1 X2X lif i
canhoes e projoctle, mais pecas ra!iadis e carabi-
nas; cada asi tata de possuir maior numero de
cwbaaaiaaAbalice, de navios chalupa ar-
A Saropa um immenso campa de manobras;
por todas as Bares se experimentara oras ar-
a>a,> *H wWim tnnritn de
augmenta
aadi ame
a ode
e (asma
sul
rtaralla
dagaasta
aventuroi-
politicoaqua
dura veis, e
ledas
de mar.
Tasa ale oselgoaes precursores___________
Uca. A guerra rebentara ao noila da Al lama-
nha as regios dinamarqnezaa,
as margen do Danubio ? Ou aa
oovaraente ao Italia ? Alli, o pai
inmediata poda agradar aos he,
ros; porm aa aaasoas de soasa
s eocaram os resallados fitas
que ajera disto nio querem eomrometter os'j
adquiridos, as cunquistas do paaiado que abrem a
eaminho para o futuro, preferem al marcha lenta,
mas segura, da espectaliva armada.
Em oppoaicbo s emprezas arrojadas, qoeGa-
nbald poderl tentar, o governo italiano nao tem
mais do que adoptar o seguinle prlogramma : to-
mar Gaeta, lavar ao flm a questo napolitana,
organisar a Sicilia, unificar as paitos at enlo
divididas da patria commum, preparar sob bises
seras ura exercito e urna raarinha, e esperar que
seja occasioi de anaexar tambera a si a mais in-
feliz e a mais heroica das suas provincias.
Sim, deve-se comecar pela reojrganisaQa de
todas as partes da Pennsula ilalia ta que nda-
ram de governo no meio das agitacoes e pertur-
baces, que ninguera ignora ; devte-se dar a es-
sas proviocils quo formavam reinas, a essas c-
dades que eram capilaes, urna nova organisaco
que satisfaga ao mesmo lempo s suas tradiejoos
e s suas esperanzas, que concilie as suas recor-
dagoes de independencia, e a*sua necessidade de
uniflcago.;
O cerco e a lomada de Gaeta t m artigo bem
importante de todo esse programma : a impor-
tancia do cerco desse ultimo boulivard da rea-
leza de Francisco II se tem revealo pela lenti-
dao quo nelle vai havendo ; porquo semelhaole
tifflculdde persistente no sul da P miusula pare-
ceu por alguna lempo importar ima mudanca
completa na giluaco dos negocios italianos. A'
principio julgou-se que Gaeta era apenas um epi-
logo da grande lula terminada ; odos oceupa-
vam se somonte de Veneza, e tod(s suppuoham
quo a luta tornara rome^ar na primavera por
caua desta provincia ; e eis quela resistencia
perseverante de Gaeta ia j modificando o estado
do cousas a poni de impedir a sol gao completa
da questo napolitana.
Os descootentaraentos, as peque aas corarao-
coes reaccionarias, as conspiragoes mais ou rae-
nos pronunciadas dos Abbruzzos, todas estas*
cousas juntas praga do Gaeta aempre firme,
tomavam urna tal ou qual gravi ide. E desla
forma nao era Veneza, mas sim iquella praga
quera constitua o n gordio da que to italiana :
e diremos que all que deve Vctor Eramanuel
ir buscar a chave de Veneza. Umi derrota pe-
rante essa praga foite importara i addiamento
para um futuro indefinido da unid do italiana e
da grandiosa idea de Cavour o de G ribaldi.
Gaeta deve ser pois o fim exclusiv) da coragem
de Vctor Emmanuel, da habilidaie do Sr.de
Civour, do patriotismo e popularid, de do Gari-
baldi, finalmente da energa e revolico de toda
a naco.
Antes de rebentar o fogo do lado de Veneza,
preciso que elle se extinga do lado da cidade
sitiada :c em lugar de conservare t-se os siti-
antes ali um anno ou ms, concentrando os seus
soldados, sacrificando os seus exerc lo e os seus
thesouros, seria melhor que comorehendessem
que ao successo das snas armas se icha ligada a
ndependen:ia da patria, exposla de mais a mais
s vicissitudes da guerra e da poltica.
A' 9 de Janeiro, ao lempo em qui o fogo con-
linuava cora maior actmdade, as hostilidades
foram suspensas em virtude do detejo que ma-
nifestara Napoleo III de quo hornease um tra-
ladono senliio do render-se a pragg, e Francis-
co II nessa occasio acceilou um armisticio, cuja
duraco foi fixada al o dia 19.
O Monitor de 17 deu a conhecer m um artigo
quaes as ideas quo guiaram o imperador. Se-
gundo esse artigo, Napoleo III opiiondo-se ao
bloquoio martimo quiz dar Frau cisco II um
testemuuho de sympalhia, o facilita -Iho a occa-
sio de relirar-se; nao Miando ne e ponto com
fldelidade do principio do nip interven-
5ao- Ora, a resistencia do rei pr dongando-e
alera do que era preciso, podia mu to bem fazer
cora que attribuissem proteceo franceza um
carcter que esta nao linha.
J muila gente se inclinara s pposico de
que o governo imperial prestava Francisco II
um apoio material: o imperador nao podia
acarretar por multo lempo com a re ponsabilida-
de de semelhante siluago; e dislo mesmo fura
prevenido o ro de aple desde ( mez de ou-
tubro. Era, pois, conveniente acit ar cora esse
estada de cousas : e foi esta a razBo que moveu o
gabinete das Tulherias a propor e f zer quo fosse
ac?eu Pelas Prte belligerantes i m armisticio
ate o da 19, quando ento a esqaadra franceza
deixaria o porto de Gaeta.
Depois da publicago do artigo, le que falla-
mos, suppoz-se que o Czar substituira a esqua-
dra franceza por urna esquadra ru isa ; mas foi
sso urna illuso.
A Russia nao tem esquadra no mar negro ; a
do Bltico se acha em Cronstad em laragada pelo
gelo: e de mais nio obstante certa sympathias
para com Francisco II a poltica de Aleandre II
nao se inclina a Intervenco alguma nos negocios
da Italia.
Expirando o praso do armisticio, o declarando
Francisco II que recusara ubscriver para as
proposices tendentes S entrega da praga, foi a
esquadra italiana substituir fraoi eza no porto
de Gaeta.
O almirante Persano abri o bloiueio da pra"
ca, e fez publicar urna proclamag concedendo
alguma horas aos habitantes qi e quizessem
partir. Em consequeneia os navio estrangeiros
deixarara o porto, e o bombardeamento q mar-
cado para o dia 23.
O corpo diplonatico nao foi uoai ime na suas
re3olugio. Os ministro da Russia e da Prussia
reliraram-so para Roma : porm o Nuncio, e os
ministros da Austria, da Hespanha da Baviera,
e da Saxonia deixaram-se flear junii a Francisco
II na praga sitiada.
Urna correspondencia do jornal Cpinione afr-
ma que o bombardeamento fara i inda addiado
porquo o governo de Vctor Eram luel encarre-
gara o general Cialdioi de enviar ura parlamen-
tar Gaeta, declarando que se pui ha disposi-
gao de Francisco II navios para tran iporta-lo com
a sua comitiva ao lugar que elle i idicasse. O
governo de Vctor Emmanuel se encarregaria
oulro sim de mandar transportar para os seus
paizes as tropa estringeir de G; ela, e conce-
dera aos soldados nacionaes tres mezes para de-
clararen! se Ibes convioha passar ao servico do
estado. *
As eleiges no reino Itlico foraia (hadas por
decreto real para 27 ; a luta se acl erapenhada
entre o partido ministerial e o pa tido da acgo
extrema: o ponto que os divide rersa sobre a
influencia franceza.
Os garibaldinos querem conslitui a Italia com
os seus proprios recursos sem o aui ilio dos Fran-
cezes : o Sr. de Cavour com o seu i eoso pratco
quer formar a Italia mediante a i pprovago, e
ainda mais mediante o concurso da Fringa: quer
provar a Napoleo III que a Italia
alliado
de aotucoes diplomtica.. o al mesmo de oa
coagresso, em ano a ifskatdadea serio regula-
das amigavelmenie, par osara lado e-ae quo as
gaTosaas riMtam em saliaaaaie oes saas aro-
paratif os miUtatas: cada an tute da faaatf
saapaosa toda a Europa. Se ---------
por am tadailla-aa do negoctacas encelada, ministro, urna ez que estes obedscam-ao rei.
o seu nico
na Europa ,- quer finalmcate que ella se
mostr reconbecida aos vencedore de Magenta
e de Solferino.
O plano dos garibaldinos exc uir das listas
dos candidatos os 229 que votaran pela cesso
de Nice e da Saboa Franga ; < i esse plano
manifestado e altamente proclamai lo por toda a
parte.
Semelhante lctica toda destituida de habil-
dado, e nao pede ser bem succedid a. Quanto a
Gafibaldi, elle mesmo declinou di sua candida-
tura, limitando-se apenas a desigu ir ao suffragio
dos eleitores alguns dos seus amigos que elle
deseja ver incumbidos do*raandtc da nagao. O
terceiro partido, isto a opposigo parlamentar
quasi um partido sem esperangas, Neste ponto
o-Sr. de Cavour fez como o prophels : rendo que
a opposigo parlamentar nio poda chegar at a
sua pessoa, foi elle mesmo ao ten encontr.
Em consequeneia da partida do Sr. de Farini,
o priocipe de Carignan tomou < m Naooles o
exercicio do sea. posto. N'uma proclamago,
quo elle fez, l-se as seguinles pa arras: Vira
para spressar a obra da unifleac e mioter
ordem. O governo respeitat a ig reja e os seus
constauico o a leis. E conclue com a pro-
mees de reformas administrativa, e manifes-
Uado a aaperaaca da que aa proi indas napoli-
tanas so prestaran a todo e aasjdaer sa:rificio
am pcot da uoidado da IteHt.
AUcmanha.Urna parle da imprens allemaa
continua a desacreditar poltica fraooaza parante
* Allemaoh, e peranle loda a Europa.
A rranj, no conceito de certas jornaeo all.s
ir exercer sobre o continente ama suprenucia
" >--------------"'IV'WI HWUt IUIHOI. UIU
aatoaflancas, cem gaaato maito absurda, loda-
taalo profuodamaale repetidas ao seia da
Watecoes germnicas: e eerta muito para
daajar que ellas afto levaswm os governo con-
todarada a urna pelUica pouco seaaaU. Nio so
noaa porm negar que vio torneado grande
Em Berln Guilherme I por decreto real oon-
eedeu annystia a todos oa condemuados por cri-
roes de alia trago e delietos politice, e abri
aos exilados as parias da patria. Em 7 de Ja-
neiro dirigi ao seu poro urna proclanagio, na
quil se achara consignada as suas ideas sobre a
poltica externa na seguinles palavras do ultimo
paragrapho : A confianga no repouso da Euro-
pa se acha abalada ; eu me esforcarei por con-
servar a pax:
todava podero surgir erabaragos onoonh. iM1* qu*r 80T(!rn08 "Peos
e para a Allemanha Possa oeste K,^^? { op,0'*(?.Publ,M 8obr.e ." 1ue":
para a Prussia e para a Allemanha. Possa neste
caso nao faltar a mira, nem ao meu povo, essa
coragem cheia do esperanca em Deus que tinto
tem animado a Prussia na grandes poca da
sua historia : possa o povo secundar-me na mi-
nhas vista com fldelidade, obediencia o perse-
veranga : e po>sam as bengos divinas acompa-
nhar-me na misso de que a Providencia me en-
carregou 1
A' 14 foi elle em pessoa abrir a cmara.
Como se havia previsto o re quiz attenuar o effei-
to des sombras perspectivas que flzera entrever
no seu discurso de elevagaoao throno : declarou
que se tornavam cada vez mais intimas as suas
relagoe com as principaes potencias, e promet-
teu manter com firmeza os principios que adop-
tara tomando cortta da regencia ; pois que des-
cobna nessa poltica a mais forte garanta contra
o espirito que se agita na Europa.
A'm do seu discurso certo que a poltica
exlerna do Roverno prussiano nao lera sido tra-
nida por indicio algum : ludo so lem conserva-
do, como no passado, nessa vaporosa iodeciso
que oceulta o fim proposto ou dissimula a au-
sencia de qualquer deciso francameute rcsolv-
da. Todava resta um ponto sobre quo Guilher-
me I so lera mostradi mais resoluto e afflrmali-
vo a questo especial dos ducados dinamar-
quezes: recooheceu como um dever nacional a
necessidade de resolver essa questo < de urna
maneira digna e conveoiente. a D'aqui se pode
induzir que o gabinete de Berliu se prepara para
proceder com os confederados ao regulamenlo da
difilculdade por meio das armas.
A proposito dos confederados a commissao n-
carregada no seio da Dieta de Francfort de apre-
sentar um relatorio sobre a questo dinamar-
queza se pronunciou por um ultimtum, tirando
para d ahi seis semanas o emprego de medidas
coactivas, no caso de que a Dlnamarcs oo quei-
ra conformar-se cora as vonlades da Allemanha.
estas circumsiancias urna ebre bellicosa se tem
apoderado de todas as provincias dinamarquezas
em Copenhague o governo apressa os preparati-
vos : 40,000 homeus sero concentrados sobre o
Lder, e a frota dinamarqueza bloquear ao mes-
mo lempo todos os portoj da confederago sobre
o Bltico.
A possiblidade desta guerra d lugar a mani-
feslagoes to emhusiascas, que ludo leva a crer
que a Allemanha com os seus 30.000,000 de ha-
bitantes nao conseguir to fcilmente desveo-
cilhar-se desse pequeo estado que nao possue
talvez dous milhdes e meio de habitantes inclu-
sive as populages dos ducados. Falla-se de
urna mediagao da Franca, da Inglaterra e di
Russia.
Entretanto ha muila gente que pensa que esse
negocio da Dinamarca nao seno um pretexto
que basca a Allemanha para poder por o seu
exercilo federal em p do guerra contra a Fran-
ga. A Dieta, dizem os que assim peosam, deve
pronunciar-se d'aqui a seis semanas sobre o re-
latorio da sua commissao ; porm flndo o prazo
sua deciso ser adiada para d'aqui a seis mezes,
e os confederados, gragas a este subterfugio po-
dero dispor de um meio mllho de homens pres-
tes a marchar.
Tom-se fllalo muito em Vienna de um pre-
tendido successo obiido era Berln pelo archidu-
que Maximiliano encarregado por seu irmo
Francisco Jos de ir felicitar o novo rei da Prus-
ia. O archiduque, segundo dizera, conseguio
determinar Guilherme I a prestar Austria o
auxilio do seu exereito no caso de ser dirigido
algn ataque contra a Venecia, reconhecidamen-
le necessana seguridade da Allemanha. Do
seu lado a corte de Vienna far largas conces-
soes em relsgao organisago do exercito fede-
ral, cujo coramando era chefe ser daJo ao rei da
Prussia. Esla combinago nao era alm disto a
uoiea de que ee preoecupava a Allemanha : so-
gundo a Careta de usburgo, ate nesmo a Rus-
sia se empenhara em garantir Austria a pose
da Venecia. de sorle quo as cortes de Vienna, de
Berln, e de S. Petersburgo se achata ligadas
por um tratado.
Essas noticias seriara graves, se se Ihes podes-
se dar mUiro credido ; mas durante o anno pas-
sado foram espalhado tantos outros boatos do
mesmo genero que para logo receberam um des-
mentido formal I
Todava so nao existia o tratadooo se podo
fJ-W. na'fg.Vate^ ,7Tcome?. ^e^*1to^fn^er,ni5e, .
H*>*a con.....Tinta di mi II .i.0 gCTWB0 piemontez completa
tteaa. e c*X?m,*?"m ortirtoeco*,: e
>ae.fl.nc.s.c^l?B^^SV. 5 ?"P* atettaadoa d??hcad
o lilule da imperador, ou o prximo desmem-
orement.
iofm!l(to"* anete no famoso qnsdrilatcro ha
"w.uoo homens ali patudos cora urna immensi-
^m piolaaes e munigoes.
tamben os
A ruroaiaA primavera deve alada paten-
tar i Syrfa a saatedo do ata futan : e, quanto
a lUlia, a questo farsa sobre independencia e
a liberdado, quanto i Syriaveras ella sobre as
vidas de MO.OO0 ehristioa que a bebtam No
waa de aa a Fraoc faga retirar rali aaaa axer-
cito Unto o ataca consignado aas eatlpolaees
diplomticas, mal ser daa seus eenigionarios
sobre quem repousa a esperanga de civilisago
no paizes orienlaes barbarisado's pelo Turco,
porque a partida desse exercito sera o signal pa-
ra novas carnificinas.
Deve-se poi protestar em nomo d justica e
da huraanidade conlra a retirada das tropas fren-
as. E' impossivel que o govornos europeos
--------------- puuu uouccu; uevemos
neDar que ha urna certa intelligcncia enlre as tres glaterra deixar de
DOteilCias fim nrotan Ha .,,,.,.,1 ,.,i..i ...).,, ..; .... :..._ .
lao que inters o ultimo ponto honra "e
coiuciencia de todas a nagoes civilisadas. En-
tretanto o gabinete de Londres dominado porln-
curave desconfiaoga insiste para obter a exe-
cugao pura e limpies .la, clausulas da convenci.
A (ranga acceitou um prazo de seis mezes
para pacificar a Syria ; tanto peior para ella ao
o oo tem conseguido, tanto potor para os enlis-
taos do Oriente I O Uutulraano e o Druz-
zos esperara a hora de vinganga, a a Gra-Bre-
tanha nao quer quo elles aojan raallogrados as
suas osperauca: por quanto ciosa da sua in-
Uuencia em Canstaniinopla e no valles do L-
banoilanga-se nos brago* de um oplimitno cal-
culado que lhe pernitie seguir con a cabeca le-
vantada o seus planos tradiccionaes : para' isto
sustenta que os Turcos fortes e justteeiros nio
teem necessidade alguma de concuno eetrangei-
ro para defender a vida do seu subdito, que
a ordem normal se acnt restabetecid, e alis-
teita a justiga. pelo que a intervenco franceza
inolil e prejudicial desde o tea principio, pro-
voca o peiigo era vez de prereni-lo, aendo que
por esta razo deve ella ser terminada o mais
uepressa possivel.
Se aos Inglezee apraz dissimular-e a triste
reahdade; e fechar o olho para nio encarar o
aspecto da siluago, se busetm um satsfaco
paraaiua consciencia afim de dar mais expansio
aos seus movlmentos, e az^r preralocer os seus
otcresses egosta, a Europa repelle cora ener-
ga esses indignos tophism, essas allusoes des-
propositadas de perigo ; pois a Europa ssbe qual
o fim a que attinge na Syria a poltica do Divn,
moslra-se indignada a vista das paixes obre
que copla e se apoia a Sublime Porta, e treme
pela sorle dos chrijio orientaos em preseuea
do odio efurores mal coudos que fermentara
e se agitara sob a capa da resgncie (oreada dos
Druzzos, do Metuales, e dos alusuimanos.
E entreunto o clculos egoialas da Inglaterra
e da Turqua parausara infelizmente os bons
desejos da Franga, que nao pode continuar a oc-
cupar a Syria sem o szseolimento das princi-
paes poteucias, assignatarias do tratado de Pri,
e que ao mesmo lempo nao pode, sem fallar ao
seus deveres, retirar as suas tropas otes de pa-
cificar o Orieute. e anlcs de salvar os christo,
os quaes, segundo a fuma o proprio Times, sao
unnimes em pedir a prelongaco da oceupago
franceza.
O governo imperial nao pode salvar-se nesla
circumslancia por um corapromisso. Fuad-Pa-
ch investido do plenos poderes ser. conforme
duem, nomeado governador geral do vice-rei da
Syria, da Palestina, e da provincias visinh, e
e preciso notar que esse Fuad-Paeb o mesmo
queja lem dado tantas provaa de sua parciali-
dade en favor dos fanticos, que por sua perfi-
dia fez mallograr-se o fim da expedicao dae tro-
pas franceza na monlanha, que as tem illudido
em todas as oecasies, que nao indemoisou em
Damasco urna s das casa chrislas queima-
das por seus correligionarios, que nao desarraou
os Uu-ulraanos daquella cidade apezar de todas
as regras estabelecida na eonveogio, que nao
fez pagar pelos Druizos a indemnsago estipu-
lada, e finalmente que soube achar aos olho da
commissao europea um novo pnetealo para con-
sumar a ruma dos christo, exigindo delle de-
pois de tantoa desastres urna semina enorme i
Ululo de exoneracao do servico militar durante
o cinco ultimo aooos I
A Turqua ter pois triumphadof A Europa
ter consentido no roubo e na violacao, no as-
sassinato.no morticinio, ao ioceudio, e na pilha-
gem ? Accresceotam mais como um palliativo
que Fuad-Pach ser vigiado por um vice-con-
sul ruo, oulro inglez, outro uslriaco, ou-
lro prussiano, oulro druzzo, oulro finalmente ma-
ronita, que lodo eslaro dependentes dos cnsu-
les gerae eetabelecido em Beyrouth: e estes
ltimos sero tamben encarregados de examinar
todas as cooteslacoes que houverem entre os
druzzos e rcarouias.
Esse plano importara a anniquillacao da u-
i premacia da commissao internacional europea, e
do general Beaufort de Ilanlpoul sustenUdo pe-
las 6,000 bayoneta franceza. Repugna pois d-
miltir-se a exaclidode semelhaole noticia,, an-
da que ella fosse annunciada por muiles jornaes
era relagao com oa ministerios. Devenios fundar
melhorcs e nobres esperangas na intervengo
anceza ; devenios esperar oulro sim que a In-
potencias em presenga de eventualidades possi-
veis. Em apoio desla upposicfioirva de exem-
plo a linguagem que ltimamente tivera para
eora o seus generaes reunidos o rei da Prussia
de ordinario to reservado e indeciso : Acabo
de ser chamado ao throno em urna poca de tan-
tos perigo, o na eventualidade de combales e lu-
las, na quae* talvez venha a ter necessidade de
loda a vossa dedicogo. Se eu e os monarcha,
que, como eu, querem a cooservago da paz, nao
nos pressar-no a conjurara tempestado, que se
enfurece, leremos depois necessidade de todas as
nossas torgas para resistir-lhe, e para detla abri-
gar-no.... Nao no Iludamos ; se nao desviar-
raos a luta, vr-oos-hemos empenhados n'uro
combate em que ser preciso vencer para nao
morrer....
Nada falta : discursos, allocuges, preparativos
militares, boatos de Vienna e do Berlin, ludo is-
to junto aos symplomas de urna grave siluago I
A Austria invoca o seu fraco contingente de po-
pulages allemies para agarrar-se fortemeote
confederago germnica : e conseguio eslender
esse vinculo federal a vasto territorio era que
o elemento germnico apenas representado por
urna memoria mais ou menos consideravei, taes
como a Carniola, a Bohemia, a Moravia, o Tyrol
italiano, os principados de Garitr, de Trieste e de
tria, se bem que um povo em guerra com os
Hapsburgos nao pode tocar nessas provincias
som atacar ao mesmo lempo os trila e seis es-
tados da confederago.
Em Vienna nao perdem de vista as vantagens
dessa posigo excepcional. A Austria quereria
que a Allemanha lhe dispemasse um contrito
ainda mais completo do defeza do que esse que
ella j possue. S a regio septentrional dals-
tri faz parle do territorio federal, e jo que pa-
rece traiam de assegurar a mesma garanta ao
resto desta pennsula, que se ioterui no Adriti-
co e domina todas as costas da Italia septentrio-
nal e central. Pola ser como Trieste urna cida-
de federaltal oprojecto de ante-rao publica-
do n'um artigo da Gazeta de Trieste, altribuido
ao archiduque Maximiliano, e que tem causado
mu. vivaseosago, como de esperar: garantir
Islria um passo dado para garantir a Venecia.
Quanto i siluago interior da Austria, a in-
fluencia do Sr. de Rechberg tem dominado as
tendencias liberaos do Sr. deSchmerliog: de sua
nova experiencia o gabinete de Vienna sabio co-
mo sempre pela porta das lllusoes destruida.
A Hungra nao acha razio par stisfazer-se
com as concesses que lhe foram feilas, porque
urna ordenanga imperial acaba de annullar as
eloigoes procedida pelos comicios e prohibir as
fuoccoe publica aos Hngaro que se achara ho-
misiados era cenequencia de motivos polticos.
Kss ordenanga proclaroou a firme resoluco em
quo se acha a corle de Vieona de porceber o im-
posto, de proceder com todo o rigor contra os re-
calcitrantes, e de prohibir o restabelecimento das
disposiges adoptadas pelos
cooslituigo de 1848. Todas essas decisoe se
riam sustentadas pela forca em caso de necessi-
dade. E' este um ultimtum imposto i Hungra.
O gabinete lem tambera do se oceupar com as
exigencias dos Poloneses, e dos Tcheques da Bo-
hemia, e se peto vinculo federal a Allemanha nao
se prestsr s soccorrer a Austria coaira esse mo-
vimento geral despertado ao norte e ao sul com
tanta energa. esU ee rere brigada a escolher ou
urna confoderacio temporaria de estados inde-
| oppor-se obstinadamente -
essa intervengo. levada pela iospirago de um
enme mesquioho e injusiiGcavel. As noticias mais
recentes aulorisam a pensar-se quo a solugo
cima indicada nao encontrou adhesio.
Os Bulgarios cooverteram ao catholicismo : es-
la cooverso de um povo ioteiro deu lugar una
ceremonia solemne na igreja do Espirito Sanio
em Pera 30 de dezembro ultimo ; o ella um
aconlecimento nao s religioso, mas tambera es-
sencialmente politico e nacional que na siluago
complicada do orieute aprsenla urna importan-
cia consideravei. A Bulgaria a verdadeira cha-
ve de Conslaolinopla; rompendo com o patriar-
chado grego desta ultima cidade os Bulgarios le-
vara m a effeito um acto que um golpe dado
contra a preponderancia rossa. Se o acto de
unio catholica proclamado pola communa bul-
garia de Conslantinopla conseguir ligar todos
os Bulgarios, ser isto a ruina do projoclo dos
Czares no que loca ao oriente cbrislo, por
que nesses paizes a nacionalidade ae fortalecer
anda mais pela religio, e a Bulgaria lornar-se-ha
desta soite o primeiro vinculo das populacoes
slavo-christias. O enbaixador da Russia, prin-
cipe de Sabanoff, foz inuteis esforcos afim de
conjurar este successo.
Para nao concluir esla mssiva sem fallar da
Franga, diremos que por ura decreto foram con-
vocados o senado e o corpo legislativo para a
sesso de abertura no dia 4 de fevereire.
O senado se reunto j s 22 de dezembro com o
fim especial de deliberar sobre o projeclo de se-
natus-consulto formulado pelo decreto de 24 de
oovembro ultimo. Eis aqui o texto :
O resumo das sossoes do senado e do corpo
legislativo orgauisado por secreUrios redactores
sob a autoridade do preaidenle de cada urna des-
sas assemblas, ser dirigido aos joroaes todas
as tardes. Alm disto os debales de cada sesso
sero reproduzidos pela tachigraphia, ucerlos
por extenso no joroal otflcial do dia seguinle .
A abertura do parlanento brilannico continua
a estar fizada para o da 5 de fevereiro.
G. M.
BRUXELLAS, 7 DE JANEIRO DE 1861.
Bem podara comptrar-se a nossa velha Buro-
pa lao agitada com urna mulher, que chega a
urna idade critica: ha ymplomas laiquieUdores, e
o diagnostico nada prediz de bom. Entretanto
os pareceres difieren). Seguando Gallileu essas
convulses, esses encommodos sbitos sao ape-
nas precursores de urna poca de riqueza, que
eclipsar os espleodorea passado ; e Hypocrates,
que caducidade ah est com seu cortejo deeu-
fermidades, a velbico e a decadencia emfim.
Entre estas duas autoridades decida quem qui-
ier. Quanto mia, prudentemente me abste-
nho. A Europa est em vesparaa de urna reor-
gamsacao poltica e social. O edificio do eqnili-
e.e- abalado at a bases. Quem pa^iten^a^ec
que das ruina, com qae sua queda juntar o
slo, surgir urna nova vida da liberdado a de
jaalica 1
Entretanto o tolo treme, o oara-se eme es-
troado subterrneo, como am aples quando o
resuvio est prestes a lnnundar con sua lava os
campos e as moradas pacificas escondidas debai-
xa don bosques floridos ; ayiwatattiii siaiattas
anebem tedas oa aapkita, eoeeam Me*** bu-
--rr-"*" *in ww intaaos uae- "ru Inrtes ni eaairlta. apeaam sabia a hn
paodentw com am Bspstrargopor presidente com \manidade. At na"*Uvre BelgicT-rerdadeiro oa
^


DbVH
S*lTv MOA 15 ft*
1
ii na Europa,o pasadillo das prximos e ioe-
nteii acontecimentoi is sentir aeu efteilo.
pa diacarooa dirigidos ao re por occasio da so-
lamos eecepco do primeiro de Janeiro pelos
mandatarios dos grandes coreos do Estado, civis
religiosos, atteatam isso. Eeste lentimenlo m
treduz ilm respostodo rei ao discurso do pre-
silenta dos representantes.
Sera dunda, dizia este Ilustre rei, o futare
nao est isemplo de nuvens; mas con a flrmezi
da oniao do palrietiamo triumphareraoi das
dificuldades futuras como temos triumphado das
difnculdades panadas .
Todos os discursos que ella acabara de ourir
eran de alguna sorle o complemento e a consa-
gra cao das mauifaaU'.dcs patriticas e importan-
tes, coro que a Blgica inteira retiir ha alguna
nezea.
Mr. deerlache, o antigo presidente do con-
gresao nacioual de 18 W, hoje presidente da cor-
ta de Cassecaa, por motivos de poltica interna
(lis hoje perlencs corpo e alma ao partido ea-
tholico) julgou nao derer abster-se de spparecer
este anno no palacio real afira do poder dizer:
< A nacao tem querido fazer conhecer Eu-
ropa que ella est contente com sua torle, que
noquer muda-la, e que tita i a unnime von-
tade de teus cidadot.
O governo forte com esta unanimdade, ap-
poiando-so na uniao da populacao s suas insti-
luicoes e sua dymnasti*, hoje lio rara na Eu-
ropa, occupa-se seriamente eni prover com effi-
cacia quanto for possivel contra, os perigos, que
possam amcn^ar-noa, contra os perigos esteraos.
As ferlificaceds de Anvers proseguem com ardor
extremo, e desde a abertura das cmaras o mi-
nisterio pedir um crdito de 15 milhes de tran-
cos para crear um parque de artilharia, conforme
osystema prusso.
O paiz est prumpln para todos estes sacriQ-
cios, e tanto oais est disposto, quaolo o go ver-
no prosegue & despeito de todas as preoecupaces*
seu caminho,o do progresso das reformas po-
liticas e sociacs.
Depois da abolico dos impostos de entrada,
de que a Blgica foi a primeira s dar o exemplo
na Europa, nosso ministro das floancas Mr. Pre-
re Orhan creou e fez auturisar pelo rei urna socie-
dade de crdito communal, que firmar admi-
ravetmenle a autonoma e a independencia com-
munal, lo charas aos belgas.
As commuoas, eicepco das grandes cida-
des encontrara geralmente difnculdades quando
teetn de recorrer ao crdito. Para facilitar-
les a realisaco do ampreslimos com ven-
tajosas condices era necessario antes de tudo
chegara cciitraliser essas operaces, uoiformisa-
las com o lila o e dar per base s combinacoes
financeiras a amortisa(io por aoonilades, de
znaaera a pdr os encargos anouaes em harmona
cornos recursos: era esta a nica coudico para
elevar ao nivel do crdito das grandes cidadeso
das ouiras commuoas do reino.
Para dar-vos um exemplo frisante desta diffe-
renca basla-me citar-vos acidado de Anvers;
ella omitto o anuo passado as obrigaces de um
emprestimo, cuja amortisacao iutegral nao exige,
comprehendidos os lucros, ruis do que o paga-
mento de 66 anouidades de 4 e meio por cento,
commuaas ruraes, s portas de nossa melropole
quando commercial, nao acliam a emprestar
seno comjuro de 5 porcentosem contar a amor-
tisacio.
E' am de fazer punir as commuoas ruraes e
as pequeas cidades da immeusa vantagem do
sysieuia de amoriisacao por annuidades que, gra-
bas iniciativa de nosso ministra das linaucas,
foi creado e aulorisado un banco commercial,
que orgaaise solidariamente o crdito: unidade
de titulo e do direccae, modo de emisso unifor-
me, egaeidade de condices de associaco para
todas as commus, centralisaco dos erupresli-
mos, por consegrante facilidade de negociarlo,
finalmente, meio pratico de operar a amorlisa-
ao. Pala obler eslas vanlagens as coramunas
nao deven contratar outra obrigaco quo nao se-
je a de pagar as annuidades, sendo composto o
fundo de garanti mediante urna fraca entrada
operada por occasio do emprestimo.
Eu quizera entreter-vos atada extensamente
com um oulro projecto de lei econmica, relati-
vo me caixa de deposito e economas reunidas;
porm tenho de tratar anda de muitas coasas,
de maneira nao posso analysar como desejra
essa grande e importante ques'.o.
Em primeiro logar tenho de fallar-ros da pe-
iiivcl eraocao produzida em nossa capital pela
mortt do Sr. Cirvalho de Moraes, enearregado
de negocios do Brasil junio de nosso governo
Rendaram se as honras fnebres militares aos
restos mertaes; e quasi lado o corpo diplomti-
co, os representantes da casa do rei e do duque
do Brabante, grande numero dos altos digratarios
do Estada tomaram parla no cortejo e acompa-
nharam e fretro eslace do meio-dia, onde um
waggou funerario destinado para esle Qm o tras-
porto* i Pars para ser enterrado.
Tenhamos urna saudade por essa tumba abor-
ta muitu prematuramente, e paseemos mata a-
lm ; de todas as partes a vida nos reclama. Mr.
Foutanias acaba decaer nomeado burgomeslre de
Bruxeilas em lugar de Mr. Branckere lo chora-
do, que se julgava iinposaivel de ser hoje subs-
tituido ; entretanto a nomeaco do Mr. Pona-
nlas foi recebida comenlhusiasmo, e toda a Bru-
xeilas eofeitou-se no da em que o decreto real
de sua norueaco appareceu no afonieur.
Escrever urna correspondencia da Blgica sem
fallarem arte e litteratura, seria quasi renegar o
seu paiz. Quanto s artes plsticas bastante
dizer-vos que Bruxeilas ponuir lalvez no Qm
de alguna aonos a primeira academia de bellas-
artes do mundo. O prestigio que cerca o nome
de Gallai nosj altrahir discpulos de todos so
pontos do globo.
Quanto a litteratura, bem que joven anda,
lia se liberta da influencia franceza e caminha
por snas pcopriis forjas. Alguna passos errados
ao ioeritaveis ; mas lera havido succ?ssos mui
serios e meritorios nesla nossa Blgica, tao mal-
tratada pelos franceses, nossos amigos. O en-
thusiasmo patritico nao tem sido estranho es-
te desenvolvimiento precioso: Mr. Potviu vai
dentro em pouco dar luz um drama em verso,
Arlevelde, que conlem paginas verdadeiramenle
suberbas ; Mr. Potviu poeta e patriota.
ir-vos-hei algumispalavrm da Franja antes
de termiBar esta carta. A. rece pea o as Tulha-
tias tem sido nalla; sempre o rnesmo dilado o
imperio 6 a paz emquanlo intriga-se por toda
a parle, e emquanlo tora lugar esse duplo fogo
defronle de Gala. Quando conhecer a Italia
que o maior immigo da sua unidade nao a
Austria so, mas a Fr inca ou antes apoleao III ?
Entretanto esperando s primaverao imperador
diverte os tolos dos parisienses com brochuras
politices e com dramas polticos como os mas-
sacres da Syria Mr. Chanvier quer ser con
servado da bem humor, e o imperador conhece
seus goslos. Teem-se maadado vir espressa-
menle da Algeria soldados, tambores e camellos.
O grande aconlacimento da semana a morte
4o rei da Prussia ; o principe regente j foi pro-
clamado rei. e julga-se geralmente que sua po-
ltica loroar-se-ha a mais clara e mais tranca.
A Prussia esltambem por sua parle em ves-
peras de grandes scontecimenlos; so a guerra
comecerde novo na Italia; se a Veoecia for ala-
cada com soccorro da Franca, a Prussia ser for-
jada a inlervire declarar a guerrra sobre o Rhe-
no. Todos os mais lindos raciocinios do mundo
nao prevalecero contra esta necessidade polti-
ca, lima recusa, urna derrota completada Aus-
tria seria tambera a da Allemanha inteira.
PERNftMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Do lo tanai lates, que alcancam a 29 do
pretrito, denlo-nos asa stdade em traaquiili-
dale. ^^
D6sde ocoraeco daquelle mez qne aram inees-
ssntes as churas, e na suprareferida data pareca
que a atmosphara, pojada da vaporea rsmi den-
sos, quera mergulhar toda sab cantaros d'agua,
qut! despejara sobra a trra.
O rio Jaguaribe, que banda a Telhs, sasumio
tal grio do audacia, que lambrava o asina 4a 1842;
e della ian arado vctimas o Dr. Benjamn a o
Rvaa. pudre Taoodulpho, que lando da atravesiar
o mesne rio, soceadra virar a canoa en que
ian.
En cooeequencia da navas camWnaeftea alaito-
raee, a4e hareram aaaietores 4o Grasa a emen-
tara cuma ama candidas Br. Maonnt Peroan-
des, que ceder a sua esodidatura pelo csalo da
capital ao coaaelheiro Jos 'Aleacar, parece que
*ra inlnnninaJnaafai draatadoa por aaneir.
oiiauiili ^alorao Bu Hay o ara, HcsnaH
prejudioH a canddalora do Dr. Benjamn por
go" : P* I** rapp6e>so ser Inrantrissdo na
vaga, fWmMitt aeaeolht dosonodor.
Psra este hi|tr spresentarsa-se os Drs. Mi-
guel Fernandos ftarmando f erroirt d'Araujo
Lima, os deserabargadores ndr Bastos, Figuei-
ra da Mello e Mschsdo a o conego Pialo de Meo-
doea ; mas sapso-sa que a lista triplica contera
em denilira os nonas os Drs. Raymundo, Mi-
guel Fernandas e Andr Bastos.
Ai eleicoes primarias deran o resollada de la-
' ron os liberaes os supplentes da caara, oo
' ser o major Jos Pinto o jais de paz mais rola-
do. As secundarias ou de elaitoras foram aban-
donadas.
Hoja pelas quatro horas ds tarde, no pala-
cete da ra da Praia, rauue-se a sesso do Cat-
sino militar pernambucano, para ser empassada
a directora ateila, lar logar a apreseniagao da
projecto de estatutos pela commissao eocarraga-
da da respectira confeceo.
Da Victoria temos noticias datadas de 13 da
correte.
Tinha sido festejado o padroeire da cidade no
da 27 do ultimo com o brilho e a pompa religiosa
condignas ao acto.
O commercio vai desanimado pela pouca ex-
traerlo e falta de pagamento da parte dos devo-
doros, dando isto lugar a impnntualidade que os
commerciantes apresontam sou turno para com
os respectivos credores.
A grande abundancia das churas, pouco spro-
reitou aquella loeatidade, visto que nao eslavam
os agricultores com os terrenos convenientemen-
te preparados para a planlacao, aoa sen dores de
eogeoho na poderlo eooliauar na colheita de
suas safras, nem seccar os assucares para remes-
si-loi para ests praca.
A Teira tem sido pouco concorrid de gado, ten-
do asle logrado o preco ao calculo de 6*400 8J
por arroba.
A fariuha ha aido vendida de 320 a 400 re. por
cuia ; o mi I lio a 210. o feijao de 19440 1$600, a
carne secca, vulgo Cear, a 300 da mclhor, e o
bacalho a 160 rs.
A salubrdade publica nao acha-se em condi-
ces favoraveis, pois que reioam febres a sa-
rampo.
0 Sr. Dupret offerece-nos o seguinte ox-
trseto por elle feilo acerca da velocidade; o qual
a nosso turno offerecemos apreciaco do pu-
blico :
Nao com mura fazer-se ama justa idea dos
ralores comparados das velocidades dos difieren-
tes motores ; (mobiles) e por isso pareceu-nos
que seria agradjvel ao leitorachar reunidos ii'um
quadro os dados, quo se tem actualmente sobre
esta questio. S^r admiravel por cerlo saber-se,
por exemplo, que as pombas movem-se com a
mesma rapidez que a locomotiva mais veloz, [an-
gada sobre os melhorescerninos de ferro:
Velocidade das locomotivas, dos animaes e dos
camiuhos de ferro.
Velocidade ou espago percorrido
Em um segundo. Em 1 hora.
(1) metros. (2) kilmetros.
Cumplimento dos passos dos
soldados 0 m. 65 c.
Passo ordinario 76 porro. 0.82c. 3
de viagem 100.......1 08 4
accelerado 110.......1.19 4 i/3
accelerado vivo 120.......1.23 4 2/3
marche marche 130.......1.41 5
dito ao mximum 153.......1.67 6
Soldados romanos.
Carregando 30kmos. (65 c.J
Passo de viagem 1.67 6
accelerado 2.08 7 1/1
A passo 107 por minuto 1.43 5
Cavallo.
A trole 158 S.!7 11
A galope 100 6.30 23
Ascarreiras200 13 53 48
Renoa puxando um caminbo)
fasto) 8.40 30
Caminho de ferro (grande-ce-
lerdade) U.00 50
Caminho de ferro lem-se per-
corrido at 28.00 100
Pombas 28.00 ICO
Foram recolhidos casa de detengo no da
II do correnle, 5 homens e 1 mulher, sendo 5
lirres e 1 escravo, a saber: ordem do Dr. do-
legado do primeiro districto 1, ordem do sub-
delegado do Recite, 2 ordem do de Santo An-
tonio, 1 i orden do dos Afogados, a 1 ordem
do da Varzea.
Foram recolhidos i mesma, no dia 18, 4 ho-
mens livrea e 1 eacravo ; ordem do subdelega-
do do Recite 1, ordem do de S. Jos 1, ordem
do da Boa Vista 2, e & ordem do da Caponga 1.
A barca americana Atelia, vinda de Phila-
ladelphia, irouxe os seguintes passageiros : Dr.
Benjamn F. Torreo de Barros, Dr. Wiliiam Van
Tawley.
CHRONICA JUICURIA.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 14DEFEVEREI-
RO DE 1861.
PRESIDENCIA DO XI*. SR. DESEMBARGAD0R
Y. A. DE SOL'ZA.
As 10 horas da manha, reunidos osSrs. depu-
lados Lemos, e Bastos, o senhor presidente
declarou aberta a sesso de mero expediente, e
designou o Sr. deputado Lemos para servir de
secretario.
BXPEDIEHTE.
Leu-se um officiodajunta dos correlores da pre-
ga, remetiendo as cotagoes officiaes dos pre-
gos correntes da praga, relativas semana Onda.
Archive-se.
DESPACHOS.
Na petigo do commendador Antonio Gomes
Netto, podindo o reaistro da escriptura do hypo-
theca que janla.Reglslre-se.
Na de Manoel Ignacio de Oliveira Lobo, Joo
Baptista de Medeiros, Brto& Jos Luiz, Manoel
Antonio Rbetro, e Francisco Aires da Morras
Pires, commerciantes eslabelecidos com prensas
de algodo, pedindo providencias acerca ao ama
resolucio tomada ltimamente pela Associaco
Commercial.Seja ouvido oSr. desembargador
iscaL
E nao havendo mais nada a tratar-se, encer-
rou-se a sessao ao meo-dia.
SESSAO JUDICIARIA EMI4DE FEVEREIRO.
PRESIDENCIA DO EXI. SR. DESEMBARGADOR
SOOZA.
Secretario, Julio Guimarei.
Ao meto-da, achaodo-se presentes os Srs.
deserabargadores Villares e Silva Gaimares, e os
senhores depulados Lemos e Bastos, o Sr. pre-
sidente abri a sessao.
Lida, foi approvada a acta da ultima.
DES16NAg0 DE DIA.
O Sr. desembargador Villares spresanlou pora
se assignar dia, e foi designado o primeiro dia
til para julgameolo do feilo entre partes :
Appellante, Jos Gongalves Villaverde ; appel-
lado, Joo Manoel de Airaeida.
0 Sr. desembargador Silva Guimaiae3 pedt)
dia, e foi dosignado o primeiro til para julga-
mento das appelltgoes entre parles :
Appellante, Antonio Jos Moreira Pontos ; em-
pellado. Jos Gongalves Malveira.
Appellante, Jos Nunes de Oliveira ; sppella-
dos, Joo Luiz Ferreira Ribeiro e Antonio Duarle
de Oliveira Reg.
PASSAGENS.
Appollanle, Domingos A Ivs Matheus; appel-
lado, Antonio Luiz de Oliveira Azevedo.
Do Sr. desembargador Villares ao Sr. desem-
bargador Silva Guimariea.
Appellante, Satuttiano Augusto Pimeota de
Souza Peres ; appellados, o padro Jos Leile Pi-
ta Orligueira e os hordeiros de Joo Leile Pilla
Orligueira.
Do Sr. daaembnrgadar Silva Guiaran) oo Sr.
desembargador Villares.
MSTRIOUCES.
AppelUiros, J. Crabtree 4 Compsnhia ; appel-
lado, Braga S Antones
Ao Sr. desembargador Silva Guimariea.
Appellante, Antao da Silva Rocha; appella-
do, Antonia Go ac I ve* da Ara o jo.
Ao Sr. desembargador Villares.
nniaasicua
Apoellante, Aolraio da Vaaconcallai Mane es
O Brilnnood ; pealtadco, os herdoiros de Joo
Henriques da Silva,
Vista as- partes.
AppoUnrios, Froacisoo BraoiUtro de Albaaaar-
que a ratraa herdoiros de Francisco do Reg Ai
buooeeque ; apoellodo, Mximo Joo dos Sanios
Oavir ao dontor curador feral aoora os en-
bMfOa.
mi.
n
aMRATO.
Aggravaoles, Pellx Sauvage 4 C. ; aggravado,
ojuize.
O Sr. presidente negou provimento.
E nada mais havendo a tratar, o Exm. Sr. pre-
sidento lavaatot t Manto.
Ctraiiftinioados,
Voto a ajrrndeeime ato.
< A gratidlo rara, dizia um escriptor, a
quando bem compiehendida val mais que um
nhante collocad j sobre um diadema real.
I' de rigoroso dorar da ti lo o honen que
pTon a anisada o estima da seus amigos, o o
bom trato nao d'clles receba, patentea-los ao
publico, para quo aejum bem coohecidos e defi-
nidos pela sociedaie em pesa.
E' assim que eu apreciando debidamente as
maneiras cavalheireans do Illa. Sr. Jas Ferreira
Lopes Res, chefe da oslacao da ria terna
da Escada, com quem servi na qualidsdo da seu
empregado, rendo-ho os meus agradecimantos,
rislo que roelhorando de aorta, fui transferido
para omprego maia subido do qua aquello am
qne estar.
O Sr. Ferreira Rei. um d'esses poapos
homens quo arabo captar, por anas maneiras, a
estima a respeito aquelles com quem serve,
porque sendo am ehufe pontual no cumprimooto
de seus deveres, que commumenta adquire de-
safectos, um proiotypo de hondada, darido i
sua Boa e limada educago.
Finalmente em concluso, rendo miohas home-
nagens ao distincto Sr. Ferreira, e Iha offerego o
meu fraco prestio en qualquer parte ande quer
que a sorte me colloque.
Por esla mesma occasio me dirijo aos I'lms.
Srs. conductores do trafico Aureliaao de Souza
Reis, o Antonio Jos Gomes, para tambam agra-
decer-Ihesas maneiras urbanas porque sempro tra-
taran), e aos quaes ofterego igualmente meus
prestimos, com quamo pequeos e acanhalos.
Geralmente me despego dos nais senhores
enpregados da estagao da Eseada, con quem
servi, e lhes tributo meus affeetos de cordial
amisade, e sincero a^radecimento pelo bom aco-
Ihimento, a respeito que nolies enconlroi.
Recite, 14 de ferereiro de 1861.
Joo Theodoro dos Santos.
I "h* *Iltm- *' "aniaaradm aotonio loa-
! quim d Mello.
Com ite do Illta. 8W Pr.xadee da Silva Gao-
nlo.
)nlslorio da Ir mandarle de N. S da Con-
^r das Militares, en 8 do dezembro de
O congo vlgario
Fsnancio Ifakrique de Rtxtnde.
Pra^adoRecftli defe-
vereiro de
iVs tres horas
1861.
da larde.
CotaeAes oflialnenu
Cambio sobre Londres [90 dias de vista. 26
1|2 d. por igOOO
Cambio sobro Lisboa60 iiaj do vista, 101 0(0
Aigedo da Paradina SfOOO por arroba pasto
a bordo.
Leal SeriePresidente.
Frederco Gutmanlossecretario.
Al randera.
RendimenJo do da 1 a 13.
dem do dia 14. .
Correspondencias.
Tributo ao mrito.
Srs. redactores.- -Tendo-se enearregado o Sr.
Joaquim Jos de Santa Anna e Silva, morador
6m Santo Anto, de fazer o fogo artificial para
a testa do Glorioso Martyr Sau-Sebastilo desta
villa do Cabo, foi til o desempenho, na incum-
bencia de que se encarregoa o Sr. Santa Anna,
que alm de desmentir, lo solemnemente, o que
se dizia em seu desabono, (lcou reconbecida-
mente provado a pericia do dito senhor em sua
arte, pelo qua, sendo testemsnrta secular do tri-
umpho gando pelo Sr. Santa Anna, o bniissimo
fogo artificial, que npreseotou vista de cente-
nares de espectadores, que ao soltarem cada pe-
ga era tal a satisfagan pelo bom desempenho, que
arrancou analauoM <0 enthusiastieos, demons-
trando que o senlimento de tributo so mrito
er*gerat; o fogo anicial feili pelo Sr. Santa
Anna, foi de um primoroso goslo, e o artista
satisfez completamente aos testeiros e ao pu-
blica, por isso rotaba os meas parabens, prese-
guindo na sua arto, qua breve aer reoooae-
cido como um dos primeiros artistas noste ge-
nero.
O Sr. Santa Anna, alm de ser um perito ar-
tista, possue em subido grao, urna excellente
educago; palo que se torna recomraeiidavet,
a todas as pessoas quo o communicam ; suas
maneirss agradaveis attrahem urna sympatha
gerl, pele que tendo lijo a honra de o com-
municar, approvoito esta occasio para lhe tes-
temunhar o meu reconhecimento, conforme me-
recem os seus sentimentos de urbandade, como
regosijar-me, aam como a publico, apreciador
da materia.
Villa do Cabo 13 de feverero de 1861.
Mvnoel Marques dos Santos.
Piiblicacoes a pedido.

I (1 metro-/10 da varal
t (1 krnnelro-tOOO notres]
A actual mesa regedoura tendo turnado posse
no da 7 de Janeiro prximo passado, manda pu-
blicar a eleichoseguinie :
Elelf/o des juizes, juizas, escri
v es e mor domas, que bao de
festejar vtrgetn Nossa Senho-
ra da Ctonceicaa dos Militares,
no futuro anno de 1861.
Juiz por eleicao.
0 Exm. Sr. visconde da Suassuoa.
Juiz por devocao.
0 film. Sr. commendador Josd Antonio Bastos.
EactivlM.
Os Illms. Srs. :
Commendador Joo Pinto de Lemos.
Jas Piras Ferreira.
Mordomos.
Os Illms. Srs.:
Commendador Jos Pereira da Cunha.
Padre Jos Leit: Pilla Orligueira.
Negociante Joo Baptista Fragozo.
Tenente coronel Jos Antonio Lopes.
Procuradores.
Os Illms. Srs : ,
Dr. Bernardo Pereira do Carmo.
Major Belarmino da Cunha Rogo Barros.
Cirurgio Manoel Pereira Tcixeira.
Tenente coronel Mariano de S e Albuquerqae.
Msjor Antonio dos Santos de Souza Leo.
Dr. Ignacio Nery da Fonceca.
Definidores.
Os Illms. Srs.:
aplto Firmioo Jos de Oliveira.
Escrivo Luiz da Costa Porlo-Carreiro.
Brigadeiro Joaquim Bernardo de Figueirdo.
Tenente coronel Francisco Carneiro Machado
Ros.
Dr. Aprigio Jusniano da Silva Guiraares.
Dr. Mauoel do Nascimento Machado.
Juiza por eleicao.
A Exm.* Sr.* consorte do Itlm. Sr. capito Benlo
Jos da Costa.
Juiza por devoco.
A Exm.* Sr.* consorte do Exm. Sr. coronel Ma-
noel Jos da Costa.
Eserfvaat.
As Exaias. Sras.:
Consorte do Illm, Sr. coronel Domingos Affonso
Nery Ferreira. *
Consorte do Iilin. Sr. Dr. Benlo Jos da Costa.
Mordomas.
As Exmas. Sras.:
Consorte do Illm. Sr. Dr. Joaquim Pires Macha-
do Porlella.
Consorte do Exa. Sr. Antonio Marques de Amo-
tina.
Consorlo do Illm. Sr. Benlo Jos Ramos de Oli-
veira.
Cosorte do Illm. Sr. Dr. Joao Mara Seve.
do Illm. Sr. tnsale eorenol Francisco
de Miranda Leal Ser.
Consorte do Illm. Sr. lente coronel Jetquim
los SUveira. *
Juizas protaclaras.
Ao Exmas. Sren.:
Consorte do Illm. Sr. mejor Domngoe Airas Ma-
theus.
Consorte do Illm. Sr. tenente coronel Manoel
Joaquim do Res;o e Albuquerque.
Consorte do Illm. ftn, taante coronel.Luis Fran-
cisco de Barros Raga.
Consorte do Illm. Sr. tenante coionel Jos Fran-
cisco Pires;
Consorte do Illm, Br. Guilherme da Silva Goi-
maras.
Consorte do Illm. Sr. major Luiz Jos Pereira
Simos.
Consorte do Illm. .Sr. teteoU entOnOt JiiotfM
Persira de FtriasV
Consorte do Illm. 8t\ capito Joaqun da Al
baquerque lellii.
Hovlmente da aifandega.
Volunes airados com tazeadas.
> com gneros.
Volumes sabidos com fazendas.,
com ganaros..
. 222:214*916
. 11:061396
433:286*342
27
51
----- 78
Descarregam hoje 15 de ferereiro.
Barca porluguezaMarafi sendas e cerreja.
Patacho portugusJareod lercadoiias,
Barca lugleza Tassobacall o.
Brigua americano Brandi wioa farioha de
trge,
Patacho brasileiroBeberibe -cit.
Import ae so
Patacho nocional Beberibe, rindo o Rio de
Janeiro, consignado a Azevedo & Mendos, ma-
oifestou o seguinle:
25 barris vinho, 16 barris oenebra, 26 barri-
qninhis potassa, 100 pipa razias, 366 barricas
ditas, 56 saceos trelo, 50 dit> pimenta, 500 cai-
xaa massas, 20 ditas canella 2') volumes o 1
caixie urna mobilia, 1,000 ci Ixag sabo, 25 la-
tas e 13J rolos fumo, 658 sac< os caf, 3 caixoes
chapeos, 1 fogo de ferro, 1 bnlanga com pesos,
I brago de dila, 3camas de Ierre, 1 chapeleira,
1 caixa da msica; a orden de diversos.'
Bngue americano tirana I 'ine, viudo de Sbi-
ladelphia, consignado a Roalron Rooher & C,
manifeslou o seguiute :
1,400 barricas e 200 meias < Itas farinha de tri-
go; aos mesmos.
Brigue dinamarquez Holtleik, rindo do Rio de
Janeiro, consignado a Bastos & Lemos, manifes-
lou o seguinle;
8,604 arrobas de carne secca, 36 eouroi de ca-
vallo ; aos mesatoe.
Hecelaedoria de rendas Internan
gamas de Pernananuco
Rendimenlo do dia 1 a 13.
dem do dia 14.
Mo y i ment d o porto.
Navios entrados nc
9.662-289
323S852
9:966*141
dia 13.
Rio de Janeiro 20 dias, bigue dinamarquez
Trod de 265 toneladas, capitao Otisen,
equipasem 10, carga caf; la Rothe Bidoulae.
Veio retteecer a aegue para llabor.
Leith 49 dias, barca inglesa < Iiabet & Ana ,
de 205 toneladas, capito John Neilson, equi-
pagera 9. carga carvo de podra ; 1 ordem.
Phttadelphia 90 dias, briguolamcricano Br'an-
dwine a, de 207 toneladas, capito Lewis Her-
,500 barricas com
eneros; a Rnatron
man, equpagem 10, carga
farinha de trigo e mais gj
rtouk. & c.
Ilhas Sandwich 85 dias, bar
ben-Mar, de 367 tonelada
equipagem 31, carga azeite
too capito. Vcio refrescar
BedloM.
Ro de Janeiro 28 dias, pal
beribe de 259 toneladas,
s Vicira, equipagem 12, carga varios gneros ;
a Azevedo & Mendos.
Navios sahidos no mesmo dyx.
Rio ds Prata Sumaca hesf anhola < Pongo ,
capito Pedro Colome, carga
Philadelphia Barca smorici
pito John Power, en lastro
Navios entrados no
Babia 9 dias, barca iogleza
pool de 374 tonelada*, cap
:a americana He-
capito Worlh,
o peixe ; ao mes-
seguio para New-
ho nacional < Ro-
apito Manoel Jo-
0 Dr. Asaatno Francina s>mi9*> onaotndsdor
da imperial ordam da Rasa, a de Chrialo. e
juis da dirotie oapackl do da cannorcio des-
ta cidada da Beca O ato, tornavcapiUI da
provincia de Pemarnbuco por S. M. Imperial
r eenslitocional o Senhor Bon Pedro II; qte
Daat guarde ele.
Baoo saber aos que o p rasan te adiial sitan,
dalle noticie tiraron, ana na dia af da oorraaie
nee ae na da arrematar en praca publiea anoto
jnizoaqaen nais decaa aala da aeditovtoa a
tele Joanne, eriaula, de idode 40 naos penan
mais ou menos, avaliada am 8009000 rs., a qual
rai a praga por exccuglo do Joan Bsplista de
Barros Machado, contra Marciano Aeeioly Los
Barradae. o nerl arrematada na falta de licitan-
tes pelo prega da adjudicago con o abatinento
da lei.
E para que ehegae noticia a ledos, naodei
passar editaes* que aero afiliados nos lugsres
do costume e publicadoa pela imprensa. .
Dada e passado uests cidade do Recite aa Per
na manco aos 11 dias do mee do ferereiro de
1861. Eu, Manoel de Carvalho Paes de Aodra-
de.eserivo de juizo especial do commercio o
fio eeerever.
Anselmo /francisco Perelli.
O Illm. Sr. Inspector da thesoureria pro-
vincial, en curnpriaenlo da ordem do Exm. Sr
presidente da provincia, de 9 do correnta, manda
tazer publico, qne no dia 7 de marco prximo
vindouro, peranle a junta da tazenda da mesma
thesouraria, ee ha de arrematar a quem por me-
nos fizer, a obra do cMcamenlo da rea do Impe-
rador, a partir da porta do palacio da presidencia
"'e. P"S* do Collegfo inclusive, avallado em
o6:54z9.
A arrematado ser feits na forma da lei pro-
vincial uumero 343 da 15 da Janeiro de 1851, e
sob as. clausula especiaes abaixo copiadas.
Ae pessoas qua se propozerem a esta arremata-
cao comparegam na sala das sesses da mesma
junta, no dia cima declarado, pelo meio-dia,
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou afHxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 11 de feveroiro da 1861. O secre-
tario,
Antonio Ferreira da Annunciago.
Clausulas especiaos para a arrematago.
A obra aera principiada em doua meaos a
contar da data da arrematago e concluida no
prazo d, 10 meses.
2.* O arrematante ser obrgado a altender ai
observages concernentes boa execugo da obra
feilas pelo engenheiro enearregado da sus Osca-
lisaco.
3.* O pagamento ser devidido em quatro pres-
tages iguaes, correspondeodo cada una um
qua rio do valor da obra constante do orgamento.
4.* Para so proceder ao pagamento ser a obra
avaliada em bracas quadradns, fleando o arrema-
tante sugeito pelo prego do orgamento ao aug-
mento da obra, se o governo assim o entender.
5.* O arrematante ser obrigado a seguir res-
trictamente as obrigages comidas no artigo 36
da lei n. 286, e nos mais arligos da mesma lei,
que regula as arremetagoes.
Conforme. O secretario, A. F. ds Annun-
ciago.
Declarares.
pagom 13, em lastro ; a N. O, Bieber & C.
assucar.
na < Azelia ca-
dia 14.
Town of Liver-
tai) F. Scolt, equi-
Bsrcelona 37 dias, sumaca
di la y, de 112 toneladas, ca
equipagem 10, carga vinho,
feitos; s Aranaga Hijo & C.
Rio-Grande do Sul 30 diacj, brigue nacional
Matra de 270 toneladas,
qnira Dias dos Prazeres, eqipagem 15, carga
9,787 arrobas de carne e outros gneros; a
Araorim & Irmio.
Navio sahido no megmo dia.
Rio-Grande do Sul Brigue nacional Prince-
sa capito Jesuino Jos d
sucar.
hespanholn < Ar-
foilo Jaine Ferror,
>assas e outros ef-
a Souza, carga as-
o>
a- a- J
o.
B I
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A noile comegoo chrs, e
rento ESE fresco at 3 horai
manha que abonangou e rondou
frasco.
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de agoaceiros,
30 minutos da
para o terral
altara 6,t p.
Preamar aa 7 h. 18' da manha .
Baixamar al h. 30' da Urda, altura 1,8 p.
Obeerratorio de arsenal de nariaha, 14 de fe-
veroiro de 1861.
noniuio nKr>Li.
1* tenente.
=
Edita
Jone Bepsta da Castro e Silva
sauraria de fazaada da Pera
Migestade Imperial e Consti
guardo, etc.
Bm camprinonte da erd
nislro.da fazenda de V de d
saber ao Sr. Jos Alesoodn
iftdeflrido pele tribunal do
requerinanto en aa pedio
iodennisacapee saaiasneo ae nllegou ter lido
durante a ravoiln do WJo, rastoao ter prescriplo
o sea direito por ale harer requerido dentro
do aria doctaeo soos.
Wianwniita do Poraanbaco, 19 de Janeiro de
lint*
Indo B'nBntaitBftitTO e Siln.
inspector da the-
buco, por Sua
tonal, que Deus
do Exm. Sr. rai-
o ultimo, fago
aSantoa, que foi
aro nacional o
O Sr. Saolos urna
Consulado provincial.
Pela mesa do comande provincial se faz pu-
blico que do da V d^sofoiejro vindouro era
d,ante w iBn% fanVll M Tt das uteto m-
l'i,"fl SSalo seguintein-
Sw";,?10<:l*l'ai4d|sOostatsto. armasean
obwossraatenderecollier. botequfoi, holei.
ansa da panto,. tjMgaaphisn. DfeaaaaOa '-
cochnir.,, catalUrfaX. todoi^nTatoanS le-
" o nadas, perfumaras, de cheos faWi-
cadosemaaiaeslrsgeiro e por adViokod^
ilhor ; aoen assim o impoeto sob^rreTftsn-
mboa a carro;,,, tanto do aervtoe eartioaUr eo-
ne 4o slugnel. tina do cenau^bSTSsaiaetol
* ffleJneirode ,8I.-Pele administrador,
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
Curso commercial
Pernambucano.
Faro publico, a quem convier, que
acha-se aberta a matricula para este
curso ate o dia 15 4o correte, quando
era'encerrada definitivamente, segun-
deo dispoeto no art. 21 do regulnmen-
to interno.
As pestoas pon que pretenderem ma-
tricular se, e que a inda o nao tenhatn
feito, poderlo dirigir-te a secretaria da
directoria geral da instruccao publica,
onde tem lugar a respectiva inscripcao,
tendo-o previamente requerido ao Exm.
Sr. presidente, na conformidade do art.
36 do referido regula ment. s
Curso commercial Pernambucano 6
de feverero de 1861.
O profesor,
A. W. Pinto Bandeirae Accioli deV.
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
O novo banco continua a substituir
ou a resgatar as notas de lOjf e 20# que
bavia emittido e ainda existem em cir-
culacfio, prevenindo de que conforme
o decreto n. 2,664 de 10 de outubro
uitimo e decisSo do tribunal do thesou-
ro de 12 de Janeiro do corrente anno,
esta substituic.au t continua sem pre-
juizo dos possuidores das mesmas notas
at 9 de marco prximo vindouro, po$
que desse dia em diante s tera' lugar
com o descont mensal e progressivo
de 10 por cento ou de 10 por cento no
prsmeiro mez, de 20 pDr cento no se-
gundo, de 30 por cento no terceiro e
assim iucces mo mei e d'ahi por diante sem mais va-
lor algum, Recife 5 de fevereiro de
1861.O directores gerentes, Luiz
Antonio Vieira, Joo Ignacio de Me-
deiros Reg.
Inspecfo do arsenal de marinha
De ordem do Illm. Sr. inspector taco constar
que nos dias 21, 25 e 28 do corrente mer, se
achara venda, em hasta publica, na porta do
almoxarffado desta inspeceo, comecando as pra-
cas as 11 hons da manha, o hiate Parahibano,
que desarmou pele seu estado de ruin), de 78
ps de comprimento, 21 de bocea e 7 de pontal,
civilhado e pregado de cobre at a altura de 8
ps contados da quilha, com os seguintes per-
tences:
No casco.
Leme, cana deste, doua pares de turcos de
ferro as amuradas, balaustres etuas barras, c-
mara e baleos com as respectivas esradas, fogto
e seus perteoces.
MssIreaQao.
Mastro grande e seu maslaro, dito de traque-
l" e seu mastaro, retranca, gurup, pau de bu-
jarrona, dito de pica peixe, dous ditos de palan-
que e verga de redondo.
Apparelho.
Todos os cabos Oxos e de marcar com o sen
poleame.
Veame.
Urna vela grande, um traquete, urna vela de
estsy, urna bujarrn* e dous gaQtotes.
Amarraco.
Um ferro e urna amarra em bom estado.
A* venda eRectuando-se na ultima praga, sen-
do que o hiate est em frente deste arsenal, pa-
ra ser examinado pelas pessoas que o preten-
der, cuja deelaraco escripia do valor quer do
casco, como dos seus pertences, encontraro as
mesmas pessoas na secretara desta inspeccio.
lnspeccSo do arsenal de marinha de Pernam-
buco, em 14 de ferereiro de 1861.
O secretario,
Alexandre Rodrigues do sAnjos.
CORREIO.
Pela admioistracao do correio desla provincia
se faz publico, que as malas que deve condurr os
vapores cosleiros Persinuoga e Iguaran,
aquello com deslino provincia de Macei e per-
tas intermedios, e este a do Cear e portoj in-
termedios, a daquello sera fechada no dia (10) as
3 horas da tarde, e a deste no dia (22) lamben as
3 horas da tarde, tudo deale corrate mei.
Secretaria do governo de Pernam-
buco 8 de fevereiro de 1861.
Pela secretoria do governo ao fat publico para
conheokDfDte dos iuleressados, xrue pela rapar-
licito de (airada (eran devolvidos a 8. Esa. o Sr.
presiden* da provincia, afira de aeren deferlios
cerno entender conveniente, os requerrmeles
das pessoas, abaixo declaradas, acerca de terre-
no! de marinha.
ftequermento do marjor Joao Francisca do Re-
" go Maia.
c do coronel Jos Pedro Telloeo da
Silreira.
> de D. Maeuella Caetaoa de Oliveira
de D. francolina Hornina da Silva
Ferreira.
de Francisco Botelho de Andrade e
iti Baria da Silva.
de D. Isabel da Silvetra Minada
nevaeB. laaOel de Silreira Mi-
randa Soto a Canna.
da Faoaesco Beaelao de aadeaO.
de Ftanoiaco Gencaivae da Amida.
da gredetino Manesdo Soasa.
4nB*
THEATflO
DE
Santa Isabel.
SABBADO 16 DE FEVEREIRO DE 1861.
Grande e variado espectculo
E BENEFICIO DO ARTISTA
S\XTV-.\OSiV.
Depois que os professores de orchestra execu-
tarem urna bella ouvertura, representsr-ae-ha o
bem aceito e applaudido drama em 3 actos, inti-
tulado.
HIVBO E CARNE.
Os iotervallos serio precnchidos com ricas pe-
gas de msica.
No flm do drama a Sre. D. Isabel e o benefi-
ciado cantarao o jocoso duelto,
APANELLfl DOFEITIQO.
Terminar o espectculo com a multo deseja-
da comedia em um acto,
DK
i i aix;aiiis>io
Em cojo espectculo toman parte os artistas
Vicente. Haymundo, Carvalho, Skinor, Jos, Jos
Alves, Joao Alves. o beneficiado, Eleuterio Fran-
cisco (recenlemaote chegado a esta cidade), cis
Sras. D. Isabel, D. Leopoldina e D. Antonia do
Santa Rosa.
O beneficiado espera a proteccSo do respeita-
vel publico, quem mais de una vez tem recor-
rido, sendo sempre acollado cora enthusiasmo.
Os bilheles achara se desde j i disposicae do
respeitavel publico na ra de Santa Isabel o. 13.
residencia do beneficiado, e oo dia do oipeotacn-
lo no escritorio do theatro.
Principiar s 8 horas.
Atsos martimos.
, Para o Rio de Janeiro sahe con toda tre-
vidade a linda e veleira barca nacional Iris :
para carga e passageiros, trata-se con oa con-
signatarios na ra do Trapiche n. 6.
Bhia.
Para a Babia segu em poucoi dai a eicuna
nacional Carlota ; para algume carga que lhe
filia, trata-se com seu consignatario Francisco
L. O. Azevedo. na ra da Madre de Dos n. 12.
Par*, o Aracaty
s- gue em poucos das o hiato Beberibe ; para
carga e passageiros, trata-se na ra do Vigario
numero 5.
Cear.
O hiate Vdela segu com brevidsde : para
carga, trata-se com Caetano Cyriaco da C. M. <5
Irmo, no lado do Corpo Santo n. 23.
COMPaNHII BRASILEIRa
DE
PAQUETES A VAPOR.
Espera- 9e dos portes do norte at o dia 18 do
correnta o vapor Oyapock, eomnandante o ca-
pillo tenente Santa Barbara, o qual depois da
demora do cosime seguir psra os portos do
sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver eer embarcada na dia de sua chegada :
agencia ra da Cruz n. 1, escriptore de Azeve-
do & Mendes.
Rio de Janetro
O vel erro bon eonteefde pitactio nsclonal
Beberibe, pretende seguir con nuita brevidade
tem parle de seu carregamento prompto para o
resto que lhe falta trata-se cora os seus consig-
natarios Azevedo & Mendes, no seu escriptoro
roa da Crux n. 1.
O hiato Ser-ffaanq, eegee pera a ilha do
Fernando; quem no metra o uiter carrofar, di-
rlja-se ao seo ceaoignalarle, oo ao nestre.
Parae Rio Gravado do Sul pelo
Rio do Janeiro
segu con nuita brevidade a veleira barca na-
cional Thereza I por ter J alguna sarga a bof
de, e naife eegetoe: ran quizar oerreanr d-
rija-ae a- Bajear 4 Oliveira. roa da Cadeia do
Recito n. II.
Aracaty e Ass
Hl*Dons Iralos, sahe na presento sanana.
ID4# rCCCM fMfgt
Para o Aracaty
saguir brevemente o hiato nacional* Etalacio ;
paro o restante do tea earrenmeato e passagei-
roa, lMto-se ron Gatfel knaon. en- ana Mnj
Idrt aa ra da Cadeia do Recite, praarre aa-
uirD.zo.


Precisa-se a risco m-mtimo sobre o
casco, veame, mastreacio, apparelho
da galera americana Masonic, lota-
c5o 397 toneladas, -apito John A. Se-
bast, cerca de 2:000# para occorrer as
despezas que necessita azer neste porto,
aim de continuar a sua viagem con
destino aoporto Galveston, (Estados(Jai-
dos) : os pretendentes queiram dirigir
as suss propostas por escripto em carta
fechada ao consulado dos Estados Uni-
dos da America, ra da Cruz.
Para o Para em direitura.
O palhaboto Garibaldi, segu nestes dias por
ter engajado parle do seu carregameolo : a tra-
tar cora Tas.'o Irmos ou cora o capito Custodio
Jos Vianm.
Acarac
Com toda a brevidade ha de seguir o bcm eo-
onecido patacho Emulaco ; para carga e pas-
sageiros, trata te com o capito a bordo, ou no
escriptorio de Maaoel Goncalves da Silva.
0PAWTU PERNAMBIICANA
DB
Navegado, costeira a vapor.
O vapor Persinunga, commaodaDte Manoel
Rodrigues dos Santos Moura, segu viagem para
os porlos do sul em 20 do corrate mez s 5 ho-
ras da tarde. Recebe carga st o da 19 ao meio
ai. Passagciros e dinheiro a frele at o dia da
aahida s 3 horas. Escriptorio no Forte do Mal-
los d. 1,
Para Lisboa
pretende sahir por estes ias
porterquaseo seu carrega-
mento prompto o brigue por-
tuguez Laia III, quem no
mesmo quizer carregar ou ir
de passagem dirija-se aos seus
consignatarios F. Severiano
Rabello sembla n. 12.
Para Lisboa
em poucos dias
vai sahir a muito veleira barca Mara, por ter'
quasi completo o seu carregamento ; para o res- i
to e passageiros, trata-sc com Carvalho. Noguei-
ra & C. na ra do Vigario n. 9, primeiro andar
ou com o capito na praca.
COMPAMIA PERMMBUCANA
DB
Navegaco costeira a vapor
Quiola-feira 14 do corrente.
Evaristo levar segunda vee a leilio por se
nao tereuectuado o leile das dividas da massa
fallida de Miguel Gome* da Silva bem como as
de Fulgencio Jos de Qliveira, do mesmo dia ci-
ma as 10 horas em ponto, no seu armazem da
ra do Vigario o. 2t. ^^
LE1U0.
Sexla-feira 15 docorrente,
Evaristo far leilao, de urna barcaca desalvo-
rada, que pega 22 caixas, a goal j tem alguma
obra nova : os pretndanles poderao entender-
se com o mesmo agente para examinaren), assim
como so vendero ao correr do martello algumas
obras de marcioeiria e cartas de jogar: no ar-
mazem o. 22da ruado Vigario. s 10 horas em
ponto do dia cima.
Terca-feira
s 10 horas da manhaes
4 horas da tarde.
DE
Um monstro leilao
na ra Nova n. 24, ao
correr do martello.
PELO AGENTE
MARGO
O agente cima fara' leilao por au-
torisacao dos administradores da massa
de Manoel Antonio dos Passos Oliveira
&C, dos trastes pertencentes a loja da
ra Nova n, 24, a qual consiste de mo-
biliasde Jacaranda', mogno, nogueira,
faia, guardas roupa, vestidos, camas,
guarda lou^a, bids, lavatorios, secre-
tabas, cadeiras de bataneo, aparado
res, espelhos, marquezas, cbides, quar-
tinheiras, duas ricas colclias, urna m-
mensidade de cadeiras, mesas elsticas e
outros objectos que estarao patentes no
acto do leilao.
Convida-se aos amigos das pechin-
chas que aproveitem a occasiao de re-
forma rem os seus trastes com pouco d-
jnheiro quesempre nao apparece destas
pechincbas, para commodidade de al-
gunssenbores principiara' o leilao as
10 horas do dia fara' ponto as 4 horas,
tornara' a comecar as 6 horas da tarde
-a' at as 10 horas da noite.
Avisos diversos.
Na qualidade de socio correspondente da
Associacao Typographica Pernambucana, da qual
tenho por varias vezes recebido nao pequeos
obsequios, lomo a liberdade de convida-la a con-
correr ao espectculo, que em meu beneficio lera
lugar no theatro de Santa Isabel no dia 16 do
correte raez, pelo que me conesso desde j
summamenle reconheciJo. tendo desl'arle mais
urna occasiao de merecer as attencoes o favores
dosta distincta associago. Recife 14 de feve-
reiro de 1861. Pedro Baplisla de Santa Rosa.
HOSPITAL
PORTUGUEZ DE BENEFICENCIA
EM
O vapor Iguarass, eommaodanle MoreirY se-' rmClWlOUCO.
Kue yiagem para os porlos de norte al o Cear Por oraem do Wm. Sr. provedor do Hospital
no dia 22 do correle mez s 5 horas da tarde. "orluguez, convido a lodos os senhores socios do
Recebe carga aleo dia 21 ao meio dia. Encom- raesmo reunirem-se no estabelecimento pelas 9
niendas, passageiros e dinheiro a frele at o dia norasda manha do dia 17 do correle, para em
de sua sahida s 3 horas. Escriptorio no Forte : flSSembla geral cumprir o disposto no 1. do
do Mallos n. 1. {rt. 17 dos estatutos.
j Recife 13 de fevereiro de 1861.
Maranho.
Segu nesies dias o hiate Santo Amaro, re-
cebe carga a frete ; a tratar com Caetano Cyriaco
da C. M. & Irmo, no lado do Corpo Saolo n. 23.
Para.
O palhabote Santa Cruz a chegar nestes dias,
ejogo que descarregue, carregar para o Para
Manoel Ribeiro Bastos,
1." secretario.
Alugam-se dous escravos, sendo urna negra
e um moleque, ambos servem para todo o servi-
co de urna casa ; a pessoa que os quizer alugar,
dirija-se ao aterro da Boa-Vista, sobrado n. 51,
que achara com quem tratar.
Roga-se as pessoas quo tem penhores na
mo da abaixo assigoada, que os mandem tirar no
em direitura por ter mais de meia carga prom'p- [ P.razo do ^ a'as da aa,a deste, do contrario se-
ta ; para o resto da carga, trata-se com Caetano ao venJi'18 P"a seu pagamento. Recife 15 de
Cyriaco da C. M. & Irmo, no lado do Corpo jevereiro fle 1861.
Antonia Calorinda da Conceigo.
Precisa-se de urna ama de leile sem filho :
-, no lado
Sanio n. 23.
Para o Rio Grande do Sul.
Segu com toda a brevidade o brigue escuna
A'jraea, por ter parto da carga prompta : para o
resto trata-se na ra do Trapicho n. 14. com o
consignatario Manoel Alves Cuerra, ou com o ca-
pito .bordo.
Para
Rio de Janeiro,
o veteiro e bem coohecido brigue escuna Jovem
Arthur, pretende seguir com muita brevidade,
tem dous tercos de sua carga prompta : para o
resto que lhe falla, trata-se com os seus consig-
natarios Azevedo & alendes, no seu escriptorio
ra da Cruz n. 1.
PM
Rio de Janeiro
o bem coohecido e veleiro brigue nacional Al-
mirante pretende seguir com muita brevidade,
lera parle de sua carga prompta : para o resto
que lhe falta, trata-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mendos, no seu escriptorio. ra da
Cruz n. 1.
na ra de Horlas n. 22, segundo andar.
Precisase alugar urna escrava quesaiba co-
ziohar e engommar, para casa de pequea fami-
lia, ou mesmo forra, ou alguma portugueza : na
ra das Cruzas n. 41, segundo andar.
O abaixo assignado, retirando-se tempora-
riamente dcsta provincia, deixa por seus procu-
radores aos Srs. Gracellano Octavio da Cruz Mar-
tin?, 1., Augusto Caors, 2., e Joo Barroso de
Carvalho, 3.
Antonio Joa juim Dias Medronho.
Na manhaa do dia 12 do corrente mez de
fevereiro fugio o escravo Flix, pardo, claro, al-
to, cheio do corpo, representa ter 30 annos, levou
urna bluza azul e urna caiga velha de quadri-
nhos, costuma andar no Forte de Mallos, no Re-
cife. e foi visto na Soledade ; dado a bebidas
espirituosas, muito humilde e calado quaodo
nao bebe, e gosta muito de andar pelas tabernas,
ja tem felto outras fgidas e sempro tem sido pe-
gado no Recife : quem o pegar, leve-o a seu se-
nhor Antonio Leal de Barros, no seu sitio na ra
de Joo Peroandes Vieira, junto ao Manguioho,
que ser recompensado.
O abaixo assignado faz scienle ao respeita-
vel publico e principalmente ao corpo do com-
mercio, que vendeu sua loja sita na ra do Cabu-
g n. 2 C ao Sr. Jos Goncalves da Silva Raposo.
Vicente Monteiro Borges.
Jos GonraWes da Silva Raposo faz scienle
ao respeitavel publico, e ero particular ao corpo
do commercio, que comprou a loja de miudezas
sita na ra do Cabug n. 2 C ao Sr. Vicente Mon-
teiro Borges.
Precisa-se de um cozinheiro ou cozinheira
para casa estrangeira : quem ie julgar habilita-
do, dirija-se a ra do Trapiche n. 8.
Aluga-se um moleque de idade 13 annos :
quem o pretender, dirija-se a ra do Sebo n. 36,
que achari com quem tratar.
Aluga-se um moleque crioulo o bastante
vivo, proprio para todo o servico, de idade de 14
annos : na ra do Aragso o. 7.
TKAVESSA DOS PIRES
JOSEPH GROSJEAN
Joseph Grosjean previne ao respeitavel pu-
blico e em particular os seus freguezes, que ten-
do rollado de Franca, lomoo novamente conta
da sua oficina de ferreiro, sita na travessa dos
1 ires, e que se cha prompto para qualquer con-
cert de seu offlcio : as pessoas que quizaren
honra-lo com sua cooanca, achsrao o seu esta-
belecimento muito bem sonido de ferros do toda
qualidade para os carros, e tambera um bonito
sortimenlo da
Lanternas para carros
Couros e vaquetas de lustre.
outros ornamentos necessarios para carros, tu-
BQ .Pendn ^*ri5IiTiKtoJSS!
DUai* Dt ftRf JttsiUC. MITA tUMAS
Precisa-se altaga* um multque para coo-
duzir taboleiros com ja star pan fra ; nj rus
larga do Rosarte fcotequim n. 25.
Traspatsa-ee o alu joel de urna catai terrea
com commodoa para familia a de prego de 25
com a condicae de su ficar psr coopta coa urna'
mobilia de Jacaranda pelo prego que te conreo-
donar : quem quizer, anuncia ou procure na
ra dos Prazeres n. 110.
Toma-se 600$ h 1:300 a juros, dando-se
do premio 1 l|4, com a vanUgem porm de se
eoooervar iealteravel o pagamento deste juro in-
tegralmente, dando-se por conta do capital a
quantia de 50$ por mez: a quem convier annun-
cle para se procurar, o tratar-se da garanta.
O bacharel A. R. de Torres Ban-
detra continua a advogar no crime e ci-
vel: em sua casa na rua larga do Ro-
sario n. 28, segundo andar.
Quem tiver e quizer alugar ama escrava que
coznhe e engomme, dlrija-se a cocheira da rua
da Roda n. 45, que achara com quem tratar.
Um moco porluguez, guardi-livros de urna
casa commercial. dispondo de algumas horas
nellas se oftereco para alguma scripturacao:
qnem precisar, deue cuta fechada nesta lyoo-
grapbia sob as niciaes I. A.
Precisa-se de urna ama para o servico de
casa de urna familia ; no armazem de Luiz Au-
nes se dir.
Philosopbia, de gegraphiM rhetorica
FSXO BACHAMX
A.R.DE TORRES BANDEIRA.
Professor de geogrlaphia
e historia antiga no gy m tiasio desta
provincia.
Eslo abortos estes cursos na :asa da resid*%
ca do annuociante, rua larga d Rosario n. 26,
segundo andar ; e dar-se-ha lu ;ar a novos cur-
paoporcao que
os. A classe de
pecialidade a do
em duas
sos destas mesmas disciplinas,
augmentar o numero dos alus
geographia comprehende ;
1. o estudo de geographia.
2." o estudo da historia com es
Brasil. T
A classe de rhetorica est dividida
secces:
1. de rethorica em geral.
2. de potica o analyse dos i lassicos.
Deseja-se saber se existe i esta cidade o re-
verendo padre Henrique Camilo de Mello Pa-
checo, capelo que foi de um ei genhona villa do
Limoero, a negocio do mesm > aenhor, no es-
criptorio de Domingos Alvea Mi theus, na rua da
Cadeia do Recife n. 51.
APPROYACiO E AUTORISAC
DA
_^^ E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
mufm MceicisMcs
ELECTRO MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kir
Para serem applicadas s partes afectadas
sem resguardo nem incommodo
AS CHAPAS MKDICINAES sao muito conhecidas no Rio de Janeiro
vincias diste imperio ha mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas corajs que se tem obtido
as emferraarias abaixo escripias, o que seprova com innmeros altestados q^e exisiem
soas capazes de distincr^das.
Com estas Cha ?as -elf.ctro-mag.\eticas-epispasticas obtem-se um
fallivel em todos os casos de inflammajao ( cansado ou falta de respirado)
externas, como do Ggado, bofes, estomago, bajo, rins, tero, pello, palpita;
gama, olhos, erysipelas, rheumatismo, paralysia e todas as affeccoes nervoss
mente para as difiranles especies de tumores, como lombinhos escrfulas eL
seu laraanho e profundeza, por meio da suppura$o sero radicalmente extirados,' sendo o
uso aconselhsdo por habis e disiinctos facultativos.
As encoromeudas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tend lodo o cuidado de
fazer as necesarias explica$es, se as chapas sao para homem, senhora ou disnea, declarando a
molestia em que parte do corpo existe, se na cabeca, pescoco, brae,o coxa, ] ama, p, ou tronco
do corpo, declarando a circumferencia: e sendo nchages, feridas ou ulceras, o molde do seu la-
manho em um pedazo de papel ea declarado onde existem, afim deque s chapas possam ser
bem applicadas no seu lagar.
e em todas as pro-
a obtido
de pes-
cura radical e in-
sejam internas ou
de cors;ao, gar-
ete., etc. Igual-
seja qual fr o
seu
Cassino Militar
Peraambucano.
Previna-se aos Srs. socios e roga-ie para compa-
rececewm na sexta-feka 15 do correle no pa-
drPraB. pel,8 4 horas da tarde,
anm de darem posse a directora eleila, e apre-
ciaren) apresenlacio dos estatutos pela respec-
tiva commisso.
Joio do Reg Ramo* falcao,
major secretario interino.
Precisa-se de um criado que d conheci-
mento de sua conducta, para o servico interno e
externo de urna casa de familia : a tratar na rua
da Matriz da Boa vista n. 24.
Deposito de materiaes, na rua
do Brum defronte do cha-
fariz n. 55.
O proprietario deste estabelecimento avisa aos
senhores proprietarios do Recife que vende os
maleriaes por grosso e a retalho por precos maia
commodosque em outra parte.
Alenfo.
Pode-se mandar vir de qualquer pouto do impe
As chapas sero acompanhadas das competentes explicares e lambem
ros para a collocagao dellas.
Consulla as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianza, em
lio do Brasil.
de lodos os accesso-
seu escriptorio, que
se achara aberto lodos os dias, sem excepto, das 9 horas da manhaa is 2 ca tarde.
119 Rua do Parto |||)
PERTO DO LARGO
CARIOCA
CASA DE SAID
DOS
Constansa Perpetua de Lacerda Machado, pro-
fessora de inslruccio primaria, de novo lembra
ao respaitavel publico, que desde o da 4 do cor-
rente tem tido sua aula aberta em Fra de Por-
tas, rua do Pilar n. 141, onde seropre os pas de
familia que quizerem assegurar s suas filhas os
primeiros desenvolvirnentos de educaco, podem
cootar alem do ensino da grammalica portuguea
o completo conhecimento de labyrinthos e bor-
dados era todas as qualidades, marcas e quaes-
quertrabalhosde agulha, ludo pela j mencio-
nada exporlula de 5 mensaes.
Consultas medicas.
Serao dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, rua
da Cruz n. 53, desde as 6 at as 10 horas
da manha menos aos domingos sobro :
i." Molestias de olhos.
2. Molestias de coracao e de peito.
3. Molestias dos orgifos da geraco e
do anus.
O exame dos doentesser feito na or-
dem de suas entradas, comecando-se po-
rm por aquelles que sofTrerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos serao empregados em suas consul-
tares, e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade ssbro a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi deduzir o plano
de tratameato que deve deslrui-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeira qualidade
prompiido em seus effeitos, e a necessi-
* dade do seu emprego urgente que se usar
gZ delles.
II Pralicar ahi mesmo, ou em casa dos
I doentes toda e qualquer operado que
H julgar conveniente para o restabeleci-
g ment dos mesmos. para cujo flm se acba
H prvido de urna completa colleccao de
ai instrumentos indispensavel ao medico
cQ) operador.
Precisa-se fallar com o Sr. Joo Alves Fer-
reira, em casa de Felix*. de Cantalice, rua do
Imperador n 57.
i DES BJIfiS & S.
Sita em Santo Amaro.
Esteestabelecimentocontinua debaixoda administraao dos pro-
prietarios a receber doentes de qualquer natureza ou cal begoria que
seja.
O zelo e cuidado all empregados para o prompto resl abelecimen-
to dos doentes e geral mente conhecido.
Quem se quizer utilitar pode dirigir-se as casas dos proprietarios
^ ambos more dores narua Xova.ou entender- se com o regmte no esta-
1 tabelecimento.
Reforma de presos.
Escravos. ...
Marujos ecriados, ....
Prmeira classe 3jjf e. ,
As opera qdesserSo previamente ajustadas.
20000
2500
3^500
Leiloes.
Sabbado 16 do'torrente s 11
horas em ponto.
DE
Urna loja de ferragens
NA
Rua Direita.
O agente Camargo #ara* lcito por
mandado do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio a requerimento de P-
rente Vianna & C, da loja de ferragen
e mais bens pertencentes a Manoel
Francisco de Moraes, no *nAn
lia ai i) horas em ponto.
IR
CONSULTOR!
DO
Plk* Ba@@ M@,-,w,
_ HED RO COPAR TEIE OPERADOrT
3 Hl i nAC.IORlA.C VNAIIOII \D03
CUnca pot ambos os systemas
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manhaa, e de tardedepois de 4
horas. Contraa partidos para curar annualmente, nao s para acidado, colnopari o ntrennos
u outras propriedades ruraes.
. Os chamados devem ser dirigidos sua casa al s 10 horas da manha e em caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noite, sendo por escriploem que se declare
o nomo da pessoa, o da rua e o numero da easa.
Nos essos que nlo forera de urgencia, as pessoas residentes no bsirro do Recife po-
derlo remettsr seus bilhetes 4 botica do Sr. J. Sounn & C. na rua da >ui, ou loja de
ivros do Sr. Jos Nogueira de Souza na rua do Crespo ao pe da ponte velha.
Nessa loja e na cisa do annuncianleaehar-se-ha constantemente os melhores medica-
mentos horaeopalhicos j bom conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos glandes.
Bita de 24 ditos.. ,
Dita da 36 ditos. .
Diu da 48 ditos. .
Dita de 60 ditos. .
Tubos arulsoscaia um.
FrisosJe*linturas. .:.......... .'
Manu.Ne medicina hoaeopamiea p]o Dr. Jahr, ira-
dando em portugue, coa o diccionario dos tamos
,. .B~l. eirufgia ate. te........S
Medicina domestica do Dr. Hsring, com diccionario. ,1
Wrtim do Dr. Mello Ifen. ; t ,
10d00
. 169)100
, 20*100
, 15M0*
- .809000
1*000
2000
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por Zjf
Tira ratratos por 3#
Tira retratos por 3#
Tira retratos por 3#
Tira retratos por -3$
Tendo recebido um sortimento de ca-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
A. W. Osborn, o retratista america-
no tem recentementerecebido um gran-
de e variado sortimento de caixas, q ua-
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos & arte.
Como tambem um grande fornecimen-
to de caixas para retratos de 3/f000 rs.
cada um, as pessoas que desejarem ad-
qrtirir conbecimentos pratiecs na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condicoes muito
razoaveis.
Os cavalheirosesenhoras s3oconvida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima ica anunciado.
Aluga-se o segundo andar da casa d. 15 da
roa do Vigario : para tratar, no caes do Ramos
o. 24, ou a rna Augusta n, 114.
GompanhiaPeroambucana de
navegacocosteira a vapor.
Por ordera da directora sao convidados os Srs
accionistas a reunir-se em assembla geral ordi-
naria no da 16 do correle ao meio dia na tala
da associacao cemmercial no largo do Corpo
Santo para lhes ser presente o balanco da mes-
ma companhia Recije9 de ferereiro de 1861.
.Tu J* Go],1' a Silra, estabelecido
em Hacei com padaria, e que se acha nesta ci-
dade, que'ra dirigir-se a casa de Tasao Irmaos
para negocio de sea inleresse.
_ Precia-se de urna ama de leite, farra oo
capuva, porm que seja de boa conducta : para
Iralar na rna do Trapiche n. 44, terceiro andar.
Aluga-aa um sitia ao saburbie da eidada,
por arrendbante de 1 a 3 aaaos, que tenb* boa
casa e arroredoa, assim como bsixa de capim
para 4 oo 6 earallos; a tratar na roa DireiU Ho-
mero 66.
Aluga-se ama casa tarrea na rna Imperial:
a tratar ia rua da Praia coa Jote Higino de Mi-
100J000.
Fogio no dia 14 de dezembro do anno prozimo
panado um negro de oorae Filippe. eaeraVo de
Franca, rom p r, i^ g,^Bwm.Jl
cr i6"" d on8enho o Curado, cojo es-
curo tem os signara seguiatea cor fula al
ar.'cr."!!6*' ^r" P?eteV o
S!!S^ ^l-Tr.f?^-* """. bo braocos e pa-
iu os omos e nao pestaneia, nade-
3 empinadas, levon calCa preta de
i. paletol de alpaca ubm preta,
maoaa. a quaado o'lhTpara" qual-
quer pessoa Ota os olhos -
gas grandes e
casemira ora.
chapeo da moda'de massa de cor,
cooro de lustre, camisa de madapolao ooa
lambem de baeta verde j reina, abert., e |,'D.
bem de algodSo azul, chapeo de massa cor de
chumbo j relho. de suppor quo em viagem
elle nao ande com a roupa nova e sira com a e-
Iha por ser mais propria : a pessoa que o irou-
xer no referido engenho, ou na rua Augusta n.
21, recebar a quantia cima.
Aluga-se urna casa terrea n. 54, na rua do
urum, propria para grande familia : a tratar na
rua dosGuararapes n. 46.
O bacharel formado Jaciotho Pereira do Re-
g advoga no loro civil e criminal, no ecclesias-
iico e do commercio com seu pai o r. Vicente
Pereira do Reg, na rna do Queimado n. 46, pri-
meiro andar, onde teem ambos o seu escriptorio.
e podem ser procurados desdo as 9 horas da ma-
nhaa at as 3 da*tarde, que sao as do seo expe-
diente ordinario, ou em casos urgentes a qual-
quer outra hora, na casa de sua residencia, rua
do Hospicio n. 26.
f*is,e um8 ** de leite, no Caminho No-
vo n. 70, defronte do oit5o;do sitio do cirurgiao
Teixeira. w
~T ,Fu8o no dia 13 do ccrrenle a negra Be-
nedicta que foi escrava do Sr. Salustiano Caute-
lla ; alta e fula, levou vestido do chita cin-
zenta de ranmgens, e chale encarnado: recom-
menda-ae a corapanhia de pedreste e copitaes de
campo.quea peguera e levem-a a rua daSenzalla-
velba n. 94.
Precisa-se de ama ama que saiba cozlnhar
o diario do uma casa de pouca familia, podendo
ir dormir em sua casa ; no Recife, rua da Cruz
n. 31. armazem.
Precisa-se de uma pessoa para entrar da
socio era uma taberna, e esta quo seja de boa
conducta desempedida, e que entro com os
futidos que se convencional a tratar na rua do
Apollo n. 21, se dir quem precisa.
. ~". M-do O'iveira Maia, porluguez, vai as pro-
vincias do norto. v
Aluga-se uma sala decenio para algum
senhor advogado. ou outra oceupaco ; na rua
Nova n. 16, se dir.
Precisa-se de urna ama para coziohar para
duas pessoas ; na rua dos Pescadores ns. 1 e 3 :
paga-se bem, assim agrade.
2 =T

N=-
CD
-i a.
=.3
5 =Li
to
3 v
O o a r?
a
s
a
a
B"
tt re a -i
o o o o.
r e c
^
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2.=-5 S =
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3 8 -
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= 2 R
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-.* &ss!.
a.2oaS.2=-
:|_"22f f
Ti o
ff
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Atiendo.
Uma pessoa que se acba habilitada, offerece-se
para fazer cobrtncas, tanto amigavel como judi-
cialmente nesia cidade at a provincia do Cear
dando fiador a sua conduela : quem precisar di-
rija-se a travessa das Cruzes n. 2 A.
O eogenheiio Antonio Feliciano Rodrigues
Selle se presta com zelo e aclividade ao exerci-
cio de sua profisso, quer na especialidade de
agrimensor, desenvolvendo com talento e habili-
dade os principios geodsicos applicaveis s ope-
racoes de medico, demarca^o do limites de
propriedades territoriaes, e levanlamenlo de suas
respectivas plaas topographicaa; e lavrando
pessoalraeule o processo verbal de seus traba-
lhos ; quer na de architeclo da ordem civil era
que planeja elegantes e bellos desenbos de edifi-
cios particulares, com o goalo artstico de quo
tem dado sobejas provas ; loma sob sua respon-
sabilidade direcsao scientifica da construeco
dos ditos edificios. A modicidade dos precos por
que satisfaz a execucao de qualquer destes ser-
vidos deve animar aos senhores de engenho e
proprietarios da cidade a se ulilisarem de sua
habilidade e pericia. Pode ser procurado na rua
eslreita do Rosario, sobrado o. 30, terceiro andar,
ou na botica de Jsaquim Ignacio Ribeiro Jnior!
na piaga da Boa-Vista.
Precisa-se alogar uma preta que cosinhe e
faca o mais servico de ama pequea familia e
agradando-se d-se 20$ de aluguel: na rua 'do
Amorim n. 33 segundo andar, oo annuncie.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joo Soura & C, nicos possuidores des-
te xarope j bem conhecido pelos seus bons ef-
feitos, continan) a vende-lo pelo preco de \M
cada vidro, fazem uma diTerenca no preco aos
collegas e a todas as pessoas que tomarcm de 12
vidros para cima.
Wiltiam Webb, relira-se para a Europa.
Pede-se ao Sr. Luiz de Albuqoerque Mara-
nho, do engenho Aldea, queir* ter a bondad
de responder as carlaa que se lhe tem dirigido
e de ordenar ao seu correspondente, ou enl
2erirJ,*',r ,s ,oas ,e,tras vencidas de rei
2:8909719, e rs. 1:15*681, islo al odia 14 do
corrente. Recife 11 de fevereiro de 1861.-11
credor,
Precisa-se de um professor ou professor
para leccionar a duas meninas n'um engenho
.P.erlVa ^'f^0 da I,ha: 1e 1ui"f Presta"!
se. pode dirlgir.se a rua da Imperstriz n. 51
que achara com quem tratar. '
7 n^P0'^"*8? "?, C*M de P"" "1 com
.. Jr\f.e,xu" Jnell. l"s quartos, despen-
ire8h.-6r,i quilU?, m"4<, e cimba, na
quizer fazer tal negocio, procure em casa do r.
Deodoro, rua do Colletfo. que ,hi M dir quem
a pessoa. H .
.u"~a.?m Pctoar de orna ama deleite sem fl-
Iho. dmja-se a rua do Amorim n. 10.
Precisa-se de uma ama forra oo captiva
pata todo o servico de uma casa de familia na
rua larga do Rosario n. 18, segundo andar.
.v""*^re^"",a d* iM0* Dremi to njpo-
tneci de dous escravos : quem quizer. dirija-so
rua da Imperatriz o. 54, que so lhe dir qaam
precisa.
Lices de nglezefr|jicez.
5|000 por mez, duas vtzas por semina, ensi-
a-so a fallar o escrever: na rua estraita do Ro-
sanon, 10.


!_______:
DUAIO IMMnmMO.-- SKLTA fKUU 1 **mmm<* M 1161
()
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA PAMOLHA 9 R. TOWH8KNS
MELHORADO E FABRICADO SOB ADIRECCAO' DO DR JAMES R. CHILTON,
Imleoe
leo celebre de New York
GfUNDE SUPERIORIDADE DO EX-
TRiCTO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seo extraordinario
e qaasi miraculoso effeito no
sangue.
CiJa una sube que a saude ou a nfermidade
apande directamente do estado desle FLOIDO vi-
tal. Islo ha de ser, visto o partido importante
que tem na economa animal*
A quautidade do sangue a'utn hornera d'es-
tatura mediana est avallada pelas as primeiras
autoridades em vinte e oiloarrateis. Eo cada
pulsado duas on^as sahera do eoraco nos bofes
e dalli todo o sangue passa alera no corpo huma-
no era menos de qatro minutos. Urna dis-
posico extensiva tem sido formada e destinada
cora admiravel sabedor a a destribuir e fazer
circular esta corrbnts db vida por todas as
partas da organisacio. Deste modo corre sem-
pra palo corpo era torrente, o qual a gran
fonte de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se eraprenha
de materias ftidas ou corrompidas, di Hunde
cora vklocidadb klectkica a corrupeo as
raais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O venano lanca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
ateca la orgo e cada teagem se faz completa-
mente satralo e desordenado. Desta maneira
a circulaQo evt lentamente se faz ura Et.GEi.HO
poderoso de doenca. Nao obstante pode tam-
b.m obrar cora igual poder na crinjo de saude.
Esiivassao corpoinfectonado dadoenc,a maligna,
ou l'ical ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanluloso, ou muscular, se sraenie o san-
gue ple fazer-se puro e saudavel ficar superior
a ilinija e inevitavelmente expellir da cons-
tituidlo.
O gran le raanancial de doen^a entao como
r aqu consta no fluido circulante,e nenhum
raecaraento que nao obra directamente sobreel-
le para purificare renova-lo,possue algum direi-
to ao cuidado do publico.
O sangue I O saitgub t o ponto no qual
e ha mystar fixar a attenijao.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
New-York, bavemos vendido durante rauitos an*
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, consideramo lo ser o extracto original e ge-
nuino de salsa parrilha do Dr. Townsend. o
qual primeramente sob este nome foi apresen-
lado ao publico.
BOYDPAUL, 40 CortlandtStreet.
WALTER.B TOWNSEND 4 Co, 218 Pearl
Street.
LEOS & HAZARO, 131 Maiden Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F. TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAM-Co, 10 Od Llip.
OSGOOD 4 JENNINGS, 188 PearlStreet.
R.B. HAV1LAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON, ROBINS & Co, 134 Water Street.
THOMAS & MAXWELL, 86 William Street.
WM. TJNDERHILL, Junr, 183 Water Street.
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCIl & WOOD, 149 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAT&Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M RFSSON & CO, 127 Msiden
Lae.
A. B. & D. SAMDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFEL1N, BRUTHER & Co, 104 &
106JobnSt.
LEWIS & PRICE. 55 PearlStreet.
HAYILAND, KEESE & CO, 80 Maiden La-
na.
RUSHTON, CLARK & CO, 110 Broadway,
lOAslor.
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
, PHILIP SCHIEFFELIN & CO, 107 Water
I Streot.
POU & PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Street.
RST & HOUGHTON, 83 John Street.
I. MINOR& CO. 214 Fu ion Street.
INGERSOLL & BROTHER, 230 Pearl Sire.t.
JOSEPH E. TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY. 45 Cortlandt
Street.
HAYDOCK, C0RLIES& CLAY, 218 Pear
Street.
CUMMING & VANDSER, 178Greenwch
Street.
^m ~^"r
H ASfcELL & MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK & Co.49 John Street.
CONHECEM0S*A ARYORE E SU AS FRU-
TAS i
B IGUALMENTE
Conheeemot um Medicamento nos teu Efftitor
O extracto composto de Salsa parrrlha do
Dr. Townsend est
0 MED CIMENTO DO POYO!'.
Adata-so lio maravilhosamente a constituida0
que pode ser utilisado em quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E DEB1L1DADE,
fortalece;
ONDE E'CURRUPCO,
purifica;
ONDE HE PODR1DAO,
AL1MPA.
Este medicamento celebrado que tao grandes
servicos presta a humanidade, prepara-se agor
na nova fabrica, na esquina das ras Fronte
Washington, Brooklyn. stb > inspeegedirecta
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da Cidade deNe-w-Voik.cuja cer-
tido e assignatura se acha na capa extenor da
cada garrrfa de
ORIGINAL E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSAPARR1LHA
DO DB. TOWNSEND-
O grande purieador do sangue
CURANDO
AHtdropesia.
A Impingb
As Ulceras,
Dita
Dita dita
Acham-se venda na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bem conhecidas folhiuhas impressas nesta
typographia
Folhinha de % OVta ou KALENDARIO eedesiastieo e civil para o
bispadode Pernambueo.. ........ ^. 160 rs-
de algibira contendo alm do kalendario ecclesiastico e civil,
explicarlo das festas mudaveis, noticia des planetas,
tabellas das mares e nascimento e oeeaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commereio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos impostos geraes, provinciaes e municipaes, ao
que se juniou urna colleceao de bellos e divertidos
jegos de prendas, para entreten i ment da mocidade. 320 rs.
contendo alm do kalendario ecclesiastico civil, expli-
cado das festas mudaveis, noticia dos pa netas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commero-; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de conessar-se, e conungar, e os cfficios que a
igreja eostuma celebrar desde domingos de Ramos, at
sexta-feira da Paixo, (em portuguez). pre;o..... 320 rs.
civil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambueo, ao preco de:....... 19000
Para4acilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e fizerm-se muitas alteraces, sendo a correc-
to a mais exata que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os das soffre mudancas) acrescentando-se a nu-
meraco dos estabelecimentos conomerciaes e industriaos;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pel oceupaco do individuo de quem se quer
saber a residencia.
Dita do almana)
O Herpes
A Herybipbla,
A AdStwcc.iodo yew-
TRE,
AsAlporcas
OsEffeitos do azou-
GUE,
Dispepsia,
As Doenc as, de figa-
do,
O Rheumatismo,
As Cuacas
A DF.D1L1DADE GERAL
ASDOERCASDE PELLB
AsBORBOLHASHACA-
' RA
AS ToSSESt,
Os Catarrhos, As Tsicas, btc.
OExtracto acha-secontidoemgarrafas quadra-
das e garante-se ser mais forie e melhor em to-
do o respeito a algum outro purificador do san-
gue., conserva-se em todos os climas por cor-
to sspaco de tempo.
assignatura e a certidaodo Dr. J. R. Chlitlon, na capa
Nos, os Assignantes, Droguista na cidade de
Cada garrafa do original genuino exractu do Dr. Townsend tem a
exterior de papel verde __. .
No esariptorio do proprietario, 212 Rroadway, New York, e em Pernambueo na ra da Crux n. 21 escriptonc 1. andar, taro-
m na blica da ra Direita n. 88 do Sr. Pranos._________________
-__-P_flf-\-^^ffi_-I
ISA DE BANHOS
HO
Assignatura de banhos fros, momos,de choque ou ch u viscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,....... ... lwOOO
30 carte pra os ditos banhos tomados em qualqoer tempo...... 151000
15 Ditos dito dito dito i 000
7 ...:.. 4#000
Banhos ivulsos, aromticos, salgado? esulphurososaospreQOs annunciados
Esta redcelo de presos facilitar aorespeitavel publico ogozo dasvantagens que resultara
da frequenciadeum estabelecimenlo deuma ulilidadeinconteslavel.masqueinfelizmente nao
estando em nosso* hbitos, aindapoueo conhecida eapreciada:
TABAC CAPORAL
Deposito das uvanutacliiTas impcr'iaes deran?a.
Estoexcelente fumo acha-se depositado, diretamente na ra Nova n. 23,ESQUINA DA
JAMBO A DOC ARMO, o qual se vende por masaos de 2 heciogramos a 19000 eem porcino de
10 masaos para cimacom descont de25 porcento; no mesmo estabelecimento acha-se tambem
6 verdadeiro papel de linho para cigarros.
Mudanca de esta-
belecimento.
Aviso
s.
aos terceiros da ordem de
Francisco.
Na ra do Queimado n. 39, luja de 4 portas,
vende-se estamenha para babitoa a 25200 o co-
vado, e se apromplam os meamos hbitos a von-
tade dos irmaos a 459cada um, obra muito bem
eita.
Banhos econmicos!
Na casa de banhos do pateo do
Garmo.
Nesle esiabelecimeoto (alem dos banhos j5,co-
nhecidos) se fornecer d'ora em vaote, por maior
commodo do publicobanhos econmicossem
luxo, mas com toda a decencia e aos precos se-
guales :
lbaoboarulso !fro32?nn-
I morno 400 rs.
7 carldes para banhos !j?l*! '.n
(moros zaaOO.
30 -banhos consecutivos trios ou momos 59.
Carvalho, Nogueira & C,
saccam sobre Portugal qualquer quaotia : na ra
do Vigario n. 9, prisoeiro andar, escriplorio.
COMPAMHIA
ALLIANCE,
estabeccMa em Londres
Al$ 6)E mu.
CAPITAL
Cinco mi\u5es de liaras
sterlinas.
Saunders Brothers 4 C. tem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, propietarios
de casas, e a qnem maiseonvier, queestao ple-
namente autorisados pela dita companhia para
eflectuar seguros sobre edificios de lijlo e podra,
coberlos de telha, e igualmente spbre os objeetos
que contiverem os meamos edificios, quer consis-
ta em mobilia ou em fazendas h qualquer qua-
lidade.
Prccisa-se alugar orna preta que
sirva para tendel- na ra: tratar nes-
ta typographia com Jo3o francisco Fer-
reira.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
Johston & C, ra da Senzalla Nova n. 52.
Aluga-se a casa da praca do Cor-
po Santo onde foi o estabelecimento dos
Srs. Rostron Rooker & C : a tratar na
travessa do Queimado n. 1, com Joa-
quina de Almeida e Silva.
Companhia de seguros
equidade.
Estabeleeida na cidade do Porto.
O agente desta companhia em Per-
nambueo, Manotl Duarte Rodrigues,
aceita por conta da mesma companhia
seguros de todos e paia todos os porto
conhecidos, sobre emba caques de qual-
quer parte e a precos muito razoaveis :
agencia ra do Trapichen. 26.
Aluga-se a loja do sobrado da ra das Cru-
zes n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
M'anoel Rodrigues Fraga retira-se para a
Europa.
Aluga-se o sitio Cbacao oude morou o Sr.
cnsul britnico : os prelendenles podero en-
tender-se com o seu proprietario, no scriptorio
da ra do Vigario n. 13, ou na sua residencia na
ra Real ns. 15 e 17.
Offerece-se urna pessoa para amamentar
com leite urna crianca em sua casa, em razio da
sua ter fallecido : quem precisar, dirija-se a ra
do Fogo n. 4.
O abaixo assignado deu procurado bastan-
te ao Sr. Antonio de Paiva Ferreira para cobrar
as dividas adivaa da casa de Tbiago da Costa
Ferreira Estrella, por lhe pertencer como consta
da irremaiacao feila perante em audiencia do
Exm. Sr. Dr. juiz especial do commercio e cons-
tan, das coalas e relaqo que o dito Sr. Paiva
apresentari. Recite 1 de (evereiro de 1861.
Antonio Joaquim Vidal.
MfllWMiafllft-MBggMB ?igJlg*iS'?__,
JwnWD C_S*J VB.1 WSm WBTPrnw nwWDl Wmtmf+S
Julio & Conrado.
Ra do Queimado n. 48.
Participm aos seus numerosos fregue-
zes que teodo chegado o seu mestre al-
faiate que mandaran, contratar em Paria,
acham-se promptos a mandarem execu-
lar toda e qualquer obra tendeoie a al-
faiale, assim como tem era seu estabele-
cimento grande sor'.imenlo de ludo quan-
to se desejar, para qualquer das esta-
goea nao e de fazendas como diversos
artigos de luxo, continuando o mesmo
mestre a receber por todos os vapores fi-
gurines para melhor poderem servir ao
respeitavel publico a quem pedem de vi- \
rcm visitar o seu estabelecimento que <
eocontraro aquillo que desejarem.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATIIICO
DO DOCTOR
SABINO 0. L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) ]n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
at meio dia, acerca das seguiutes molestias :
1." molestias das mu'.heres, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias stphiliticas, todas \as especies de febres,
febres intermitientes esuas consequtncias,
PHARMACIA ESPECIAL! HOMEOPATUICA .
Verdadeiros medicamentos homeopalhicos pre-
parados som todas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus efleiios, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos pregos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamento^ do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem fia della sao falsas.
Todas as carteiras so acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, leudo ao
redor as seguintes palavias : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de. As carteiras que nlo levarem esse impresso
assim marcado, embora ienhatn na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Precisa-se de urna ama para o servico in-
terno de urna casa de pouca familia : a tratar na
ra da Senzala Velha n. 104.
Precisa-se alugar urna
escrava para o servico deuma
casa de familia: na ra daCa-
deia n 53, terceio andar.
O advogado Dr. MonoeT do Nascimento
@ Machado Pcrtella pode ser procurado para
9 os negocios de sua profissao, das 9 s 4
$p horas da tarde, em seu escriplorio no pri-
$ meiro andar da casa n. 8.
$ perador.
Aluga-so o primeiro a
da Senzala Velha n. 36, pinta
lar na ra do Crespo n. 19.
da ra do Im-

Dentista de
sr da casa da ra
a de novo : a tra-
aereis
Pars.
Os devedores da
massa Garrido e
Veiga
sao rogados para dentro de 8
dias virem ra do Impera-
dor n. 17, segundo andar, pa-
ra pagar o que devetn dita
massa: e aqutlles que nao
comparecerem sero chama-
dos pelos nomes por extenso
por este Diario.
Attenco.

Aluga-se urna casa terrea com andar
corrido na frente de delraz. coznha lo-
ra, cacimba e quintal murado, com bas-
tantes commodus e pintada ha ponen ;
no tira da rus da Aurora, entre a ponte
grande e a do Sr. Star, junto ao Illm.
Sr. capilao Porfirio : a tratar em Santo
Amaro cora JosE. Ferreira Costa.
Quem annunciou precisar de lOOOS com
hypotheca a um sitio perlo da cidade, pode ap-
parecer na ra do Queimado, boiica do Sr. Jus
Alexandre, at as 9 horas da manha, que acha-
rcom quem tratar.
JOIAS.
Jos Moreira Lopes avisa aos seus amigos e
freguezes desta e de outras provincias, que mu-
dou o seu estabelecimento de fazendas que tinba
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde tem o mais completo e variado soitimento
de fazendas de todas aa qualidades para vender
em grosso e a retalho por precos muito baratos:
ra do Crespo, sobrado de 4 andares n 13, e ra
do Imperador, outr'ora ra do Collegio, sobrado
de um andar n. 36.
Camargo < Silva.
recentemente estabelecidos com loja de fazendas
na ra do Crespo n. 1, junto ao arco de Santo
Antonio, teem a honra de convidar aos senhores
consumidores, tanto da praca como do mato, a
visitarem sea estabelecimento afim de sortirem-
se de boas fazendas por pregos mui razoaveis,
dos quaes aquieslao alguns : chitas francezas de
muito bom panno, cores fixas, a 240 rs. o cova-
do, velbutinn lavradas imitando velludo a 600
rs. o covado, sedas de qnadrinhos a 640 e 800 rs.
o covado, grosdenaple de cor com algum loque a
1A o covado, camisinhas de cambraia para se-
ohora a 19, ricos cortes do vestido de seda com
algum toque, muito barato, cassas, organdys,
cbalesde diversas qualidades, enfeites de cabeca
de 29 a 59, luvas de seda enfeitadas algo par,
e dutras muitas fazendas que se moslraro op-
portunamente.
Hotel inglez.
O cnsul de Franca sendo pela morte da fina-
da II. Marmier, conhecida nesta praca como tf.
Dubois, incumbido de realisar a parte que a dita
senhora Hoha no hotel inglez, convida as pessoas
que tem contas a receber da dita senhora ou do
mesmo hotel, de as presentar no consulado
francez no prazo de 10 dias da data deste, para
serem reconhecidaa : onlro sim roga as pessoas
que se acbam devendo ao dito hotel ou a M. Du-
bois o favor de mandar pagar as respectivas con-
tas ao referido cnsul no mesmo prazo de 10 dias:
as pessoas que desejarem comprar o dito hotel
devero diriglr-se para tratar do ajuste ao sopra-
dito cnsul. Pernambueo 5 de fevereiro de 1861
Deseja-se fallar con o Sr. Joso Ferreira dos
Santos, na ra da Praia a. 10.
Vaccina publica.
Transmissao do fluido de braco a braco, naa
ros, no lorreo da alfandega, e ---------
nos sabbadoaat aa 11 horas 4a manha, na resi- -Aluga-se o armasen, da
dencia do commisaario vaccinador, ra estrella
do Rosario, segando andar do sobrado n. 30.
En$ino particular.
O abaixo assignado, professor particular do
primeiras letras, lalim e francez, reside no ter-
ceiro andar do sobrado n. 58 da ra Nova, onde
com toda a dedicaco, prudencia e actividade,
exeree sau magisterio, e contina a admillir al-
guns internos de pouca idade.
Jos Hara Hachado de Figueiredo.
Attenco.
Gouvea & FUI.o com casa de consg-
nales novamente estabeleeida nesta
praca, avisara aos seus couimittentes e
ao publico em geral, que podem ser
procurados a qualquer hora do dia em
seu eteriptorio na ra da Cadeia do Re-
cife n. 3, primeiro andar.
Aluga-se o sobrado de 2 andares a soto:
da roa 4a Imperial a. 109, a fallar na roa da
Aurora n. 36.
Aluga-se o armazem da cata da ma da
Hoedan.7: a tratar no lado do Corpo Santo,
maxem de cabos n. 23.
15Ra Nova15
Frederic Gaulier, cirurgijo dentista, faz
todas as operaedes da suaj arte e colloca
denles artificiaes, tudo com a superiori-
dade e pecfeic,o que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem. 11
Tem agua e pos denlifrieios etc.
S^^ ^affJUSA Mtffi MftV& AU| ^^SiMAM&JI MBA MBS 2!
Aos consumidores de gaz.
A empreza da il uminaco
gaz, roga a todos c s Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregaren* aos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido Todos os pagamen-
tos devem ser feits ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
xeieeiMieeMSK tmm xeeeHft&
O bacharel Hanoel Netto .arneiro de
Souza Bandeira abri na villa i lo Cabo o 1
seu escriplorio de advocada, ma da ma-
triz casa amarella, e ahi o fien ce os ser-
vicos de sua profissao mesmo aos habi-
tantes tora da comarca que t verem al-
guma questao para aquelle foto.
Joaquim Monleiro de Oliveira Guimaraes cora
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos frfguezes e ao publica em
geral, que se acha surtida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prat*. e querendo arabar
com o negocio, est resolvido a vender mais ba-
rato do que em outra parle, garantindo as ditas
obras, passando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca otras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em oulra parle.
Lauriano Jos de Barros
participa aos seus numerosos freguezes desta ci-
dade e mesroo de fura, que acha-sn regendo a
grande ofilcina de roupas feitas de Ges & Bas-
tos na ra do Queimado n. 46, onde pode ser
procurado a qualquer hora, pois est prompto a
desempenhar qualquer obra importante, pois
para isso tem na mesma loja um completo sor-
timenlo.
- Na travessa da ra
das Cruzes n. 2, primeiro andar, contina-se a
tingir coro toda a perfeigo para qualquer cor, e
o mais barato possivel.
Attenco.
As pessoas que tiverem relogios para se con-
certar na ra Nova n. 2*2. e que tem mais de seis
mezes ; facam o favor de vir busca-Ios no prazo
do 30 dias, sob pena de serem vendidos para in-
demnisaco dos concerlos.
tftot Sociedade
WssSsl DE
Edifieaces e compra de
terrenos.
COWANMIA DA VIA FRREA
- no
REC1FE k SAO FRANCISCO.
(limitada)
Avsa-se ao respeitavel publico que do dia 1#
de eyereiro atoulro aviso o trem que paite da
elacio das Crnco Ponas s 8 1|2 horas o. ma-
nba correr smenle at a Villa do Cabo e o
irem que al agora tem sabido da Escada a 1 3,4
horas da tarde ser discontinuado, mas sahi
do Cate s 3 horas da tarde como cus turna-
.i h i* p,M,.d* d0 tren Mrt0 "guiadas
pela tabella seguinte : ^6u
1 en e a g as .2-9 0 ao Mi =a a ^ e ja 13 ce E 4 rs m eo Cd O < CID |e?g|Sf i
4 2 eo to co t^ t-t-t-, 0 i
. 1 1 z a ce < H |8S_8 ISSS Se?g
0 t-Sr>XQDCCXO O H sss
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m ^t **to >n ia tn < < < m |35S H2S 5
9 00 coco o o_o

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.S
o
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ja
a
S
o
m

. e
8"

w h o S> =. e.__, es *t, 3
ss
Assignado E H. Braman,
Superintendente.
O Dr. Casanova
pode ser procurado todos os dias em seu
consultorio especial homeopothico
30Roa das Cruzes30
Neste consultorio tem sempre os mais
novos e acreditados medicamentos pre-
parados ero Paris (astinluras) por Ca-
tellan e Weber.por presos razoaveis.
Os elementos de homeopalhia obra, re-
commendada intelligencia de qualquer
pessoa.
CASA
Camargo (Silva,
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sita na ra do Crespo o. 1, junto ao arco de San-
to Antonio, pedem aos devedores aquella Orma
que por obsequio venham salisfazer suaa contas,
aflm de evitar que sejam procurados.
O Dr. Francisco de Paula Papkiata contina
a advogar no sea escriplorio, na roa Jas Trin-
cheiras, sobrado n. 19, primeiro andar, aonde o
achariolodososdias alis desdo is 9 horas da
manha al as 3 da tarde.
Um preto forroi perito
cosinheiro se offerece para co-
sinheiro de qualquer Casa na
cional ou estrangeira : quem
precisar do seu servico ap-
pareca na ra da Cr*uz q, 4.
Alnga-se um primeiro andar i na ra do
Rangel, e tuna casa terrea na estrada dos Remo-
dios : a IraUr na roa do Queimado n. 63:
Precisa-sede urna ama de le te, paga-so
bem : no boceo io Santo Amaro, casa a. 30.
i*
O abaixo assignado convida os proprietarios
queja lhe olTereceram terrenos para com o va-
lor dos mesmos entraren, na sociedade na qua-
lidade de eommandilarios, a apresentar-lhe os
planos, confronlace, siluages e avaluarles dos
respectivos terrenos acompanhados de urna car-
ta pedindo a sua admissao como socios eomman-
dilarios da referida sociedade.
A correspondencia dever ser-lhe dirigida
ra do Crespo n. 4 loja. Pernambucu 6 de feve-
reiro de 1861.
P. H. Dupral.
ODr. em medicina P.
deB. Cotegipe mudou a
sua residencia para a _
ra Nova casa n. 46, pri-
meiro andar, onde pode
ser procurado* para o
exercicio de sua profis-
sao.
Para urna casa
de commisso de escravos, pa-
teo do Paraizo n. 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo
Para a dita casa foi transferido o antigo escrip-
lorio de commiso de escravos que se arhava
estabelecido na rua larga do Rosario n. 2u ; e
ahi da mesma maneira se contina a receber es-
cravos para serem vendidos por eommissao, e
por coola de seus senhores, nao se poupando 'es-
forcos psra que os aneamos sejam vendidos com
promplioao, afim de que seus senhores nao sof-
rraro empates com a venda delles. Nesle mesmo
estabelecimento ha sempre para vender escravos
de ambos os sexos, velhos e mocos.

#

i
franceza,
Precisa-se do orna escrava que aaiba engom-
an r, coser, o fazer todo eaorvico de urna caso
de pouca familia, e que seja fiel e diligente. Na
mesma casa precisa-so de um eoeravo para osar-
vico de um sitio : quem ti ver pode dirigir-se
rua do Imperador n. ti confronte a ordem ter-
O Lir. Hauoel Moreira Guerra tem o
seu escriplorio de advocada na rua do
Cabug n. t sala conlingua ao do carlu-
rio do esenvo Paea do Andrade, onde
ser encontrado das 9 horas da manha
at as 3 horas da tarde.
AVISO.
Quem precisar de urna ama de leite para criar,
dirija-se a rua larga do Rosario n. 33, na loja ou
em cima no sobrado, que achara com quem tratar
Aluga-se a padaria da roa Imperial n. 173
onde trabalhava Joaquim Loizdrm Santos Villa-
verde, com lodos oa seus utenrilios, menos a-
quellos que me nlo pertencem, o lugar exced-
iente ; a tratar no pateo do Carmo com Narciso
Jos da Costa Pereira.
Precisa-se de um hornera de nao menos do
30 annos de idade, o que d fiador a sua conduc-
ta, para administrar nasas carrosas : a tratar na
rua do Crespo n. 25, das 9 as 10 horas da ma-
nha.
Perdeu-se do porto da ponte da Paasagem
rua do Sebo, ama iroux. pequea com roupa o
ceiro de S. Francisco, qua achara com quem Ira- algum dtnheiro, sendo que a pessoa que achou a
lar, das 9 horas da manha la 4 da tarde queira restituir, pode dirigir-se a rus do Sbo
Joa Gomes, subdito portugus, retira-se n. 44, que se gratificar, sendo exigida a graUB-
para o Para. cacao.




()
mmm mvmmmvuo'. ~ nga&mk
Fierre Pucehe, proprielario do hotel e caf
francs, fas seieote ao reapritarel publico, que 9
Sr. Paul Guelphe sanio de seu eslabclccimertto,
e que n.lo m reaponrabllisa por qualquer tran-
sacgao que o meamo faca.
Recife 14 de fe*ereiro de 1861.
Prancelino Izidoro l.eal & C. recebersra
pelo patacho Jareo, ltimamente chegado de
Lisboa, caixas cora meases flaiasimas e sortidas,
meiaa ditaa, quarlas con paasaa amito noas,
6 latas com doce secco d>> differentes qualidade,
todo venden por preco rauilo commod, em o
aeo armazem na ra da Madre de Dos n. 10.
No angenho Goiabeira, junto a povoacao de
Santo Amaro de Jaboalao, precisa-sc de um fei-
tor de campo : a fallar 00 uaesmo engenho.
Acha-ae fgido o moleque Antonio, fulo,
secco, de idade de 15 annos. cosiuma estar pela
Pasagem, aonde mora o pai, o preto Flix qu
foi escravodo Dr. Lopes Nelto quera o pegar,
queira enirega-lo na ra do Imperador n. 73, ou
na ra Bella o. 33, que ser recoa-pensado.
a
Acaba de sahir dos prelos desta lyBegraphia
urna noa edicao da eartilha ou compendio de
doutrina christa, a mais cmplela de quantas se
tera impresso, por quanto abrango ludo quanto
continlia a anliga cattilha do wbbade Salomonde
e pudre mestre Ignacio, acrescentando-so muilas
otaces que aquellas nao linliam ; modo de a-
coropanhar um moribundo nos ltimos momen-
tos da vida, com a tabella das testas mudarpi*.
e eclypses desde o corrento anno al o de 1903,
seguida da folhinha ou calendario para 0% mea-
mos annos A boodade do papel e excedencia da
impresso, do a esta edi;ao da eartilha urna
preferencia asss imprtenlo : vende-se nica-
mente na livriria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Bol i n lio los.
Bandejas enfeiladas com diversos modelos e
lindos fetios de nolinhos os mais bem prepara-
dos dos nossos mercados, para easamenlos, bailes
e festas de igrejas ; assioi como s ha peso era
libras separadas para as procissoes dividir-se
pelas figuras, o mais em conta e acetados que se
procuram : quem qouer, dinja-se a ra da Pe-
nha n. 25, para tratar.
C ompras.
Compram-so escravos para embarcar para
fra da provincia ou para engenho : no esrripto-
rio di ra Dimita de Francisco Malinas Fereira
da Costa n. 66.
Comprara-se 40 apoliecs da Componhia de
Beheribe, com tanto que o seu preco nao exceda
a 508 : quem as tiver, corapareca na ra Diruila
n. 21, secundo andar, das 2s"3 1|2 horas da
tarde, ou das 7 horas da cuite em diante.
-Compram-se moedas de ouro de 205 : na
ra Nova n. 36, loja.
Compram-se escravos.
Compram-se, vendem-se. etrocam-se escravos
de ambos os sexos e de toda idade : na ra do
Imperador n. 79. primeiro andar .
Compram-se accOes do novo ban
bo de Peraaiobuco: na ra da Cadeia
n. 41.
Compram-se notas de \$ e 5$ ve-
llias com mdico descont : na praqa
da Independencia n 22.
Coropra-se urna escrava mulata ou negra,
que seja sadia, moga, e lenha cria de 4 a 8 me
zes ; na ra da Cadeia do Recife n. 51, segundo
andar.
Coinpr\-so papel de jornees a 120 rs. a
libra ; na ra larga do Rasario, deposito de as-
sucarn. 35.
Compra-se urna casa terrea na ra das Flo-
res ou camboa do Carmo, que seja boa, ou per-
muta-se por outra : n tratar na ra Nova n. 51.
Veudas.
Perfumaras
novas.
A loja d'aguia branca acaba de receber de sua
propria encommenda um lindo e completo sorii-
mento de perfnmsrias finas, as quaes e>t ven-
dando por menos do que era outra qualquer par-
te : sendo o bem condecido oleo philocomo c ba-
r ha (societ hygienique) a 19 o frasco, finos
exlracios em bonitos frascos de cores e dourados
a 23, 2300, 3, e 4, afamada banha trans-
parente, e outras igualmente finas e novissimas
como a japocaise em bonitos frascos, cuja lam-
pa de vidro ttmbem ebeia da mesis, buile
concrete, odonnell, principe imperial, crema,
em bonitos copinhos com lampa de metal, e
muitas outras diversas guau lades, todas estas a
13 o frasco, bonitos vasos de pnrcellana doura-
da. preprios para offerta a29e29300. bonilos
bahusinhos cora 9 frasquinhos de chairo a 29,
lind 13 cestmhas com 3 e 4 frasquinhos, ecaixi-
nhas redondas cora 4 ditos a l200e 19600.
finos pos para denles e agua balsmica para ditos
a 1 e 15500 o frasquioho ; e assim urna in-
flu lade de objeclos que sao patentes era dita io-
ja d'agu-a brnca, na ra do Queiraalo n. 14.
Fazendas proprias para a
quaresma, no novo es-
tabelecimento de Jos
More ira Lopes, ra do
Crespn. 13.
Mantelete, vestidos de grosdenaple cora bar-
ras de velludo, ditos bordados, veos prelos de
fil borda-Ios. sarja prela. grosdeoaples, casemi-
ras, pannos finos, e outras muitas fazendas, ludo
por precos rouilo commodos.
Vende-se urna carroca e boi, Indo em bom
estado : ua Soledade, taberna do Gregorio.
Pao a tarde.
Vende-se pao quente da melhor farinha, das 6
horas da larde em diante, na padaria atraz da
matriz da Boa-Vista o. 26, e no pateo do Carmo
numero 43.
Vende-se o engenho S. Jos, de Bom Jar-
dim, sito na freguezia de N. S. da Luz, inoente e
corret.tn, distante da.praca 4 iegoas, quaai prom-
pto para moer com agua, com boas realas, ex-
cedente cercado, boas obraa, e urna boa safra ja
criada : os prelendenies bajm de dirigir-se ao
mesmo engenho, ou no engenho Penedo de bai-
xo, que se far todo o negocio i vista do com-
prador.
Vende sejura jogo de diccionarios no vos da
lingua poriugueza da sexta dicao, autor Moraes,
por cora modo preco : na ra da Pai a. 9.
Vendem-se 4 burros do pasto, mansos, d
carga, por preco coramodo : a tratar na Boa-Vis-
ta, ra da Conceico n. 25.
Na ra do Queimado n. 2,
3.* andar, apromp-
tao-se
vestidos pretos, caaaveque*, perulnis, golas,
capas, bandejas com bolos, dilis de baca, ditos,
inglese*, francazes, pudios, pastis de nata, taf-
ias, e toda e qualquer massa de forno, e faz -se
boqueta e era vos arfiQelaea a irailacSo dos natu-
raes, e toda a obra de flores da papel, pao le.,
ludo por presos rasoareis o presten.
BBBTS k WKM
Proprietarios do armazem
PROGRESSO
HLAYM M FHHM-i
Vendem no sen armazem Progresso os segulotes gneros recentomenle chegados por me-
nos 5 ou 10 por canto per aerem viodos de coata propria a ludo das melhores qualtdades que se
podem encontrar tendentes a molhadoa:
Manteiga inglexa flor a libr., m de 8 libr mt i6 no
Frogresso.
Queijos ftamengos il|100dowM tV00 Tendese. 1|70B
Pro fe"" Pr qU6 telD, aflaD?*_,e 1uo 8i0 os nalhores que ha no mercado, s no
" das mais acreditadas marcas a 20} a duzia eSSa garrafa, aQanca-se que
a melhor do mercado, s no Frogresso.
" r .....A 92 ,ibra nicamente se vende no armazem Progresso, tflanca-se
a boa qualidade, s no Progreaao.
c dos mais acreditados fabricantes da Europa a 900 rs. a libra, s no Progresso.
lana em compoleiras de folha do mais acreditado fabricante da Europa vinda pela
prtmeira vez a esta provincia lacrada hermticamente e muito bem enfeitada a la rs. a libra,
so no Frogresso.
imperial mermelada d0 8famado Abreu e OBlr0l fabriCanles premiados n -
posicio de Londres a.800 rs. a libra, s no Progresso.
l laca aC tomate Chegada ltimamente da Europa a 900 rs. a libra, s no Progresso,
0 ... chegadas de conti propria no ultimo navio a l600 e 4 latas com
8 libras, s no Progresso.
mJll^aSr5raiCei'a8 da melhor 1ue h* nesl8 8eoero 1#200 libra e em latas a
19. so no Progresso.
^mnCoVlo,S^s?Ulia ClaUAVa 500 rs. a libra e em caix. de 1 arroba a 12,, s
^^jsss^yv^te ?rct ds me,hres ^e "od -"- *
^ 2#560, 2J> e 1|6O0 a libra, s no Procresso.
Caixas eouiH libras de wsias B., u. ,, 4
___. _. T" jww muito fcem enfeiladas proprias para
meninos a 3eem cana de 1 arroba a 12 e em libra a 500 rs.,alianca-se serem as melho-
res do mercado, s no Progresso.
"'a ou passag proprias para podim a 1J200 o frasco, s no Progresso.
Doce da casca de guiaba. 0 caitl0i 80 ooProgre8S0.
ilHllft \FFP7
do melhor que se pode encontrar nesto gonoro a 1#600 a garrafa, s no
] V, pASiO e mesmi para engarrafar pelas suas boas qualidades a 4*500 a
caada e640 rs. a garrafa, s no Progresso.
Vinbo Bordeaux
Progresso.
Servejas
DIII61.
Rival sem segundo.
Na roa do Queimado n. 55,
est queiraando os seguintes
loja de miudezas,
artigos abaixo de-
eitao perfeitas, e o
das marcas mais acreditadas a 11, a caixa e 1} a garrafa, s no
chegada no ultimo navio do Havre a 800 rs. a libra, s. no
das melhores marcas que tem vinlo ao mercado a 5;J a duzia t 500 agarrafa
(branca) s no Frogresso.
NiaQaS para SOpa e sevadinha muito nova a 500 e 320 rs. a libra, s ao Progresso.
\Ianteiga franeexa
Progresso.
llA.ail.OS os meibores qM tom via(lo ao merca,i0 a 200 rs. o masso com 20
mssinhos, s no Progresso.
VZtt lVOliaS ls200 rs. o barril, s no Progresso.
Q pOlCO refinada a mais alva que existe no mercado a 480 rs. a libra e em
porcao de 8 libras para cima a 440 rs., s no Progresso.
Xoueinbo de Lisboa Omelhorqueh..9#. arroba e 320 rs. a libra, s no
Progiesso.
sevaaa muit0 n0V(l a ^, arroba e 120 a ^ s no Pl.ogresgo#
A. piSia 0 maJs iirnp0 qu8 ha a 5, a arroba e 160 rs. a libra, s no Progresso.
SpermaCete a soo rs. a libra, s no Progrosso.
1 OU e ou,ras muitis qualidades de peixe em lats de 1J200 a 2J, s no Progresso.
Os proprietarios prometiera aos seus freguezes continuaren! a lerem os melhores gneros
relativamente a molhados e venderem mais barato qui ora outra qualjuer parte, prometiera mais
lanibem servirera aquellas passoas que manlarem por outras pouco pralicas como se viessem pes-
soalmente. rogm tarabe.-n a todos os Srs. do engenho e Srs. lavradores queiram mandar suas en-
comroendas qn* no armazem Progresso se lhes allaoca a boa quaiiiada e acondiciona ment por
mais longe que seja o sertao.
quasi de graca!
Calcado barato.
Borzegnins para meninos de ambos os sexos
ns. 25,26. 27, 28, 29 e 30 a 3j o par : na loja n.
9 da ra da C>deia do Becife.
Estampas finas e interes-
sa utes.
A loja d'Aguia-Branca recebeu mui finas, e gran-
des eslampas, de fumo e coloridas, representan-
do urnas a morte do justo rodeado de anjos, etc.,
e outras a morte do peccador cercado de demo-
nios, etc. Sao na verdade interessantes essas
estampas para quem as sabe apreciar, pelo que
se turnara dous quadros dignos de se possuir, e
mesmo pela raridade delles aqui. Vendem-so
a 2*000 cada estimpa, na ra do Queimado n.
16, loja d'Aguia-Branca.
Agua imperial.
Na ra do Queimado n. 6. primeiro andar, ca-
sa de caoelleireiro, vende-se a excellente agua
imperial para lavar a caneca, limpar as caspas e
fazer renascer os cabellos; nesta mesma casa
lavs-se cabera com esta maravilhosa agu por
500 rs. Na mesma casa ha grande porco de
perfumara, e se est em liquidac,ao.
Vende-se urna casa de pedra e cal com 4
quartos, 2 salas, cozinha fra, quarto para es-
cravo, muro na frente com portSo, 650 palmos de
fundo e 70 de frento, com diversas arvores de
fruclo : na Capunga Nova, junto ao baobo, pas-
saodo a rasa da Sr. Alexandre Rodrigos dos An-
jos ; a tratar na entrada da Capunga n. 11, ou
na travessa da Madre de Dos n. 8.
Attenco.
Ra do Amorim n. 40
Vende-ae farinha de mandioca, saceos de tres
quartas, pelo barato prego d6 3}.
Fazendas pretas para a
quaresma
Na na do Queimado u. 30
Loja de qualro portas
DE
Joaquim Rodrigues Tavares
de Mello.
Corles de vestidos de seda pretos bordados a
velludo muilD superiores a 120#, ditos bordados
a reros e vidrilho a 8Cj>, ditos bordada a seda,
azenda muito superior a 70, manteletes de Al
d* lindes Rostas 2' f. ditna de grositonapte pre-
t* naamertla iifoilMtos a 20j>, 25, 309 Kf
ida uro, ricas minias de Monde hespaaholas a
80. dUas de fil bordadas a seda a 12 e a 15
cada una, jtrosdenapfe preto de saaeriOf aualida-
de de llKMu at 3iM o rovao. lavas prosas tn-
feladaa e de superior facenda 2206 cada Mi,
outras muius mais fizeodas proprias par t t.aa.
resma.
GRANDE S0RTI.HENT0
DE
Roupa feila,
Na loja e armazem de Joa-
quim Rodrigues Tava-
res de Mello.
Hua do Queimado n.39
Loja de qua tro portas
Sobrecasacas de panno fino obra muito bem fei-
ta, de 35 a 40 cada urna.
Paletols de panno floo preto, de 23a30.
Cotletes de velludo preto bordado, a 12 cada
um.
Ditos de gorgurao preto a 7 dem.
Ditos de setiai maco a 6j idem.
Ditos de casemira peala a !>a idem.
Calcas de casemira preta fina de 12 a 14.
Paletols do eslamenha a 3.
Ditos de alpaca preta, saceos de 4 a 5.
Dilos de dita sobrecosa eos de 8 a 9.
Diloade bambolina preta superior (azenda a 12.
Ditos de meia casemira a 10.
Dilos de casemira muito fina a 14|.
Um completo sortimento de paletnts d rosti e
brisa, e calcas e cleles, que tudo se vende por
preco em conla.
= Vende-se o sitio q le foido fallecido Rufino
porleiro qae foi do presidente, na entrada da es-
trada do Arraial, com boa casa para familia, com
bastantes eosaraodoe, cacimba cosa boa agua de
beber, ps de fraclelras de diversas qualidades
assim cota larangoiras, pabeires, saputiteirosi
e outros muitos, tem um riacho que o corta pelo
meio, qa nanea secea, e aaubcfre no mesmo
urna grande baixa da capia qua sustenU ea-
valrosde terao a inverna : a pessoa que o pre-
tender,dirija-so ao dito -sita tratar eom a tara.
Roce de ^iclluxe.
Na na do Livramento n. 26. vende-se esta do-
ce pelo barathsimo prer,o de 900 rs. em libra e
m ptrtes de arroba pura ciis a 13 a arroba.
ha
clarados, todas as miudezas
preco convida :
. Caixas de clcheles a 40 rs.
Cartoes de ditos a 20 rs.
Croza de peonas de ac muito finas a500 rs.
Charutos muito Unos, caixa rom 100 a 2fS00.
Croza de botOes de louca a 120 ra.
Carretel de linha com 100 jai das a 30 rs.
Bules com banha muito fina a 320 ra.
Ditos com dita dita a 500 rs
Banha em lata com 1(2 libra a 500 ra.
Frasco de oleo de babosa aHOOrs.
Caixas com obreiae muito ni vas a 40 rs.
Ditas com phrsphoroa especaes e melhor que
i a 160 rs.
Pares de meias croas pera hi mem a 160 rs.
Ditos de ditas muito Boas a t 0 rs.
nec** de r"ia de la* "T0 bonitas cores a
800 rs.
Duzia de sbemeles muilo Bajos a 000 rs.
Iseas para acender charutos ji 60 rs.
Phosphoros em caixa de folhfa a 100 rs.
Carlas de alfinetes finos a 100 rs.
Caixas de agulhas francesas i 120 rs.
Pares desapatos de tranca d algodao a 1.
Ditos de la para meninos a 200 rs.
Frascos de macassi parola a 200 ra.
Ditos de oleo a 120 rs.
Duzis de facas e garios de cabo preto a 3J.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320.
Masses de grampas finos a 4( rs.
Caivetes de aparar penna a 80 is.
Tesouras para unhas e costura muito finas a
500 rs. ^
Pecas de tranca de la com V i varas a 320.
Escoras para denles muito las a 200 rs,
Cordio imperial fino a 40 rs.
Dito grosso a SO rs.
Cordes para espartilho a80rs.
Caixas para rap muito finas al.
Pares de meias de cores prra meninas a 160 rs.
Linha de marcar (novello) 20 ra.
Croza de marcas para cobrir a 60 rs.
45 Ra Direit 45
Tendo do augmentar 30 [ o calcado de se-
nhora e o de horaemlO i., do dia 9 de feveroiro
ara diaata, esa eooseqaeacia da aova pauta que
ha de vigorar na alfandega; o proprielario do
bwn sordo esubataescaaatta- a> na DiraiU n.
45, nao qoer que oa seas freguezes earremem
com as cousequeneias do systama oaoceiro da
Sr. ministro da fasenda e por isso sustenta
precos do sea calcado pela tabella aeguinte :
Homem.
homem
os
(im-
Borzeguins para
peae$).....'. NtyOOO
Ditos (ariitocratico). tyfOOO
Dtloiprova d'agna). 8#500
Ditos (Bersaglieri). .... 8J0OO
Ditos (communistas). 6^(000
Moios borzeguins (patente). 6|000
SapaWes (3 bateras). 5J600
Francisco
caixeiro de Vic
11 do correte.
Jos Rolrignes deixou de ser
ule Ferreira da Costa desde o dia
SO NO PRO-
gresso.
Oueijos flamengos chegados
te da Europa a 2f 500 ; vende-s,
armasem Progresso, no largo d
o ultimo paqae-
unioamente no
Penha n. 8.
h
A loja da ba-fe
aa ra do Queimado n. <%!
est muito sortida.
o vende muito barato :
Brim branco de puro linho Iran ado a 1JO00 e
1400 rs. a vara; dito pardo mi ito superior a
1^200 a vara ; gangas francezas muito finas de
padrdes cscuros a 500 rs.; riscadlnhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : cortes de calca de meia casijmira a 1S600 ;
ditos de brim de linho de cores a B rs.; breta-
nha de linho muito fina a 20, 22 e a 24 rs. a
peca com 30 jardas ; atoalhado d'ilgodo muilo
superior a 1400 rs. a vara; bramante de linho
com 2 varas de largara a 240
de cambraia brancos para algibe
duzia ; ditos maiores a 34 ; ditos
de linho a 6. 7$ e 8$ rs. a duzia
dos muilo finos a 85 rs. cada um;
braia de algodao com bico largo
vara ; lencos
ra a 2j40 a
de cambraia
ditos borda-
(dilos de cara-
de linho em
volta a 128; ditos com renda,"blico e abyrin-
Ioa2j000; e alm disto, outras
das que se vendem muito barato1
Ditos (sola dupla).....5jgf200
Ditos (blusas). 5jj|0OO
Senhora.
Botinas (prima dona). 5^000
Ditos (rs a vi)..... 4^800
Ditas (me deixe)..... 4^500
Ditos (grisete)...... A^OOO
Meninos e meninas.
SapatOes (bezerro).....4$000
Ditos ^diabretes).....3^500
Ditos (salva pe*)......3$000
Botinas (boliepsas).....4^(000
Ditas (para enancas). 50500
Sapatos para senhora (lustre). 1J200
E um completo aortimento de couro de lustre
marroquim, sola, bezerro francs, couriohos
tudo que necessario a um irmao de S. Cris-
pim. advogadodos artistassapateiros. por precos
que s este estabelecimento pode vender.
oi^Vende"se suPerior farinha de mandioca a
9500 : na ra da Madre do Dos armasem de
Moreira 4 Ferreira.
Vendem-se escravos de ambos os sexos e
juntamente urna preta de meia idade, cosinheira
e boa ensaboadeira ; ua ra Direita n. 66.
Enfeilesdeeabeca
muito barato para chegar a
todos, na loja d'aguia de ou-
ro, ra do cabug n. 1B.
Vendem-se eufeiles pretos de vidrilho pelo ba-
ratsimo preco de 2f, ditos de velludo a 3# e 4.
ditos de tranca de retros e lacos chegados pelo
paquete a 3 e 4, e outros muitos mais objeclos,
que a vista do fregueznao se engeita dinheiro.
Roa do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Ferreira de S, vende-se
por precos baratissimos, para acabar : pecas de
cambraia lisa fina a 3, organdys muito finas e
modernas a 500 rs. o covado, cassas abertas de
honitas cores a 240 rs., chitas largas a 200 e 240,
cortes de cass,' de cores a 2. ntremelos borda-
dea a i500 a peca, bebados bordados a 320 a
vara, sedinhas de quadros finas a 800 rs., casa-
veques de cambraia a fil a 5, penteadores de
cambraia bordados a 5, gollinhas bordadas a
640, ditas com ponas a 5500, manguitos borda-
dos de cambraia e Q16 a 2, damasco de laa com
9 palmos de largaras 1600, bramante de linho
com 5 palmos de largura a 900 rs. a vara, luvas
para senhora a 100 rs. o par, capas de fusto en-
feiladas a 5, pecas de madapolao fino a 4g. la-
zinha de quadros para vestidos a 320, camisusde
cambraia bordados a 29, sobiecasacas de panno
fino a 20S e 25S, paletols de panno e casemira do
loa 2o$, diloa de alpaca de 3500 a 8, ditos de
brim le crese brancos de 3500 a 5J, caigas de
casemira pretas e decores para todos ps precos,
ditos de brim de cores e brancos de 25 a 5, ca-
misas brancas e decores para todos os presos,
colletes de casemira de cores finos a 5 ; aseim
como oulras muitas fazendas por menos do seu
valor para fechar conlas.
aiaeeieaesM agaie ees mmmm
I Os baraleiros
gGuimares $ Villar.
% Ra do Crespo n. 17.
S. Vendem colletes de velludo bordado a
H 5. parece incrivel.
Saias blOes de 30 arcos a 5, de mus-
sehna a 5$.
Cortes de cambraia a Stuart riquissimos
desenhos a 2J500 o corte.
Saias bordadas de tres pannos a 2500.
Ditas de 4 pannos ricamente bordadas
a 4000.
Casemiras de bonilos padrdes e 2 lar- f
guras a 2J500 o covado. Apparecam e
J| verao o bom gosto f|
m$mmm msm mm mam*
Tachas e moendas
Braga Silra & C, tem seropre no sea depo-
sito da roa da lfoada n. 3 A, um grande sorti-
mento da tachas a moendas para engenho, do
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito oa na' ra do Trapi-
che n. 4.
Cal de Lisboa-
Na travesea do arseaat degnarra, laborea ns.
1 e 3, eslo i venda os seguintes gneros por pro-
cos commodos :
Barricas de cal virgem de Lisbos esa pedra.
Saccas com arroz das Alagoas, muito novo.
Molhos de palha de carnavba muilo alva e
nova.
Urna carroca para um s boi, ora e bem cons-
truida de sicupira.
Queijos frescos
a 1,0800.
Vendem-se queiios viado no ultimo vapor, e s
serve para comer j por ser frescos e de nlo po-
der tarar omito teapo a 13800, dito em libra a
640: na travesea do pateo de Paraso n. 16, casa
pintada de amarello.
Relogias.
Teodem-se em casa de Braga, Silva & C., re-
ogiosdeouro de diversos, fabricantes inglazes,
or proco commodo.
?9a* !
SJ Machinas de vapor. #
Radas d'agua. #
$ Moendas de canoa.
B Taiaa.
9 Rodas dentadas.
9 Bromes e aguilhSes.
% Alambiques de ferro.
% Crivoa, padrea etc.eto
A Na fundicao de ferro de D. W. BomnanC
8 ra do Brum passando o chafariz. %
*& C8 fl
Bolsas k tapete para
f
:
viagens.
Padaria.
muilas fazen-
a dinheiro a
vista : na ra do Queimado n. 22, ioja da Boa .
Bonitos cintos para senho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vendem- te mui boni-
tas filas com fivelas para cintos ce senhoras e
meninas, e pelo baratissimo pre :o de 2|: em
dita loia da aguia branca, ra do ( ueimadonu-
mero 16.
Cbeguem ao barato
O Preguica est queimando, ola sna loja na
ra do Queimado n. 2.
Pecas de breUnha de rolo eom 10 varas a
>$, casemira escura infestada proj apara cal-
ta, collete a palitois a 060 rs. o covado. cam-
braia orgaady do muito bom gosto a 460, rs.
vara, diu liza transparente muii|o fina a 39,
4, 59, e 69 a peca, dita tapada, c >m 10 varas
a 59 e 69 a peca, chitas largas de modernos e
eseolhidos padresa 240, 260e28( rs. o cova-
do, riquissimos chalas de marin isianpado a
79 e 8, ditos bordados eom duas palmas, fa-
senda muito deliesda a 9 eada un ditos com
urna s palma, muito finos a 8501, ditos lisos
eom franjas da seda a 59, leaeot da cassas com
barra a 100, 120 e 60 cada um, meias muito
finas pira senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3 o 59500 a duzia, ahilas fran-
cezas da rios desenhos, para eoberti a 280 rs.
o eovedo, chitas Mauras inglesas i 69800 a
peca,a a 160 rs. a novada, brim branco depuro
linho a 19 19200 a I94t04> a vara diM preto
muilo ancorpade a 19500 arara, brilhaatin
sal a 400 rs. o eovada, alpacas t differentes
afires a 360 rs. o aovado, casemiras pratas
finas s 29500, 39 s 350 o aova4<, eamhraia
ftu e de saipicos a 500 rs. a van e outras
muitas fazendas qua se far patenta
Na travessa do arsenal de guerra ns. 14 3,
vende-se oualuga-se urna padaria bem montada
em em bom lugar, bem como um deposito da
mesma collocado em o centro desta cidade e de
muita concurrencia \. qnem pretender ambos os
estabelecimenlos ous a padaria dirija-se casa
cima que se far negocio em conta.
Cal de Lisboa
No deposito da ra da Cadeia do Recife n. 12,
acaba de ebegar pelo ultimo navio a verdadeira
cal virgem em pedra, nao havendo aiem desla
mais neuhuma no mercado, em poucos diss se
concluir, por isso devem os pretendenles con-
correr quaoto antes.
Vendem-se mui bonitas bolsas de tapete pro-
prias para viagens, etc., etc., pelos baratissimos
precos de 5, 6 e 7: os loja da aguia branca,
ra do Queimado o. 16:
As melhores machinas de co-
zer dos mais- afamados au-
tores de New-York, Singer
& C, Whecler A Wilson e
Geo. B. Sloat A G.
Estss ma-
chinas que
sao as melho-
res e mais
durado uraa
moslram-se a
qualquer hora
e ensina-se a
trabalhar as
casas dos com-
pradores ga-
rantiodo-se a
sua boa quali-
dade e dura-
cao : no depo-
sito de ma-
chinas de
Raymundo Carlos Leile & Irmao, ra da Impe-
atriz n. 12, adtigamente aterro da Boa-Vista.
cobertos e descobertosr pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem e> senhora de
um dos melhores fabricantes de Liverpool, viu-
dos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Sonthall Mellor & C.
Vendem-se 3 vaccaa, 2 paridas de pouco
a tratar na coebeira da ra da Roda n. 45.
Vende-ae um excedente mulato moco, e aa-
Sendo cozinbar: na ra dos Guararapes n. 64.
Baratissimos jarros de por-
cellana.
Vende-se mui bonitos jarros de porcellana dou-
rada, e de lmannos nao pequeos, proprios pa-
ra eofeites de mesas, ornato de gabioele, etc.,
pelos baratissimos precos de 3 e 4f000 o par:
na ra do Queimado loja d'Aguia Branca n. 16.
Attenco.
Na ra do Trapiche o. 46, em casa de Roslron
Rooker & C, existe um bom sorlimeato de li-
nhaa de cores e brancas em caneteis do melhor
fabricante de Inglaterra, aa quaes ao vendem por
precos bhi raaoaveia.
aooampra, ?
dar, a de todas se darlo amostras sea parasar
Na ra da Crus do Recife o. 41 esquina para a
ra da Liogoeta, ha um completo sortimento de
calcado de todas as qualidades. assim como sola
franeeza, cordavao, cooro de porco e todos os
aviamentos precisos, o que ludo ao vende por
menos preco que em outra qualquer parle; na
mearas loja preciaa-se de ouloiaes de sapateiro e
tambem se recebe algons apreodizea forros eu
escravos.
Vende-se a parle da um sobrado de 3 an-
dares, na ma Direita n. 88 : os pretendenles di-
rijsm-se ra do Queimado n. 41.
Pianos
Saanders Brothers & C. tem para Tender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gost recentimento
chegados dosbem conhecidose acreditados fa-
bricantes J. Broadwood & Sons do Londres a
muito proprio para este clima
Liquidado.
Na loja de miudezas da ra do
Imperador n. 38, porbaixo
dab ande ira do retratista.
Lia para bordar de todas as cores, a libra a Si,
6 e 85, alamares para capote dourados e bron-
zesdos, a groza a 8, 10 e 12, chapeos de seda
para senhora a" 12 e a 155, peonas de acn a groza
a 400 e 500 rs., boldes de linha, de fuslao o de
seda para casaveque, a duiia a 200, 320 e 500 rs.,
caixas de lamparines a 40 e 50 rs., manguitos a
2 e 2J500, gollinhas a 800, 1/ e 2, gollinhas
pretas a 2 e a 3, mantegueiras finas a 4 e 5,
caixas de vspera a 800 rs., babado do Porto lar-
o lavrado a 120 o 160 rs., fita de eos a peca a
60 e200 rs., fita de linho a 40 rs., caixas ecar-
toes de clcheles a 00 rs., froco para bordar a
200 rs. a peca, troco pera flores e eofeites a 320 o
400 rs. a peca cooD rame e aeas elle, papis de
rebique a 100 a a 8 ra., agulheiros cea agulhas
francezas a 120 rs., franjas e galdes de linha a
vara a 80 e 100 rs., boloea de louca para camisa
a groza s 100 e 120 ra., masses de pampos a 40
rs., penles de baleia para alisar a 200 e a 260 rs.
franjas de seda pretas e de cores da um deda s
um palmo de largura, Olas de todss as qualida-
des, quadros dourados, espelhos dovradoa, ban-
dejas, bicoa de seda pretos e brancos, chapeos
toucas e booats para menino, gravitas, a antros
muitos objectos ; tudo se vende por baratissimo
preco, e tambem se vende a eraa;ao e perlences
em porcoes ; tambem se vende a prazo.
Vendado predios.
Cortes de cambraia branca muito finaeom aal-
pioea aoiedlahee a 460
Cembrateta para vestido, maitoflna,pele ba-
ratissimo preso ae 99660.300,3e 360 eada
Vende-so na cidade e ArscMy, provincia do
Cear. um sobrada e aetaae de eelro. catearlo
na patutaal ra do Comercio, lado do nascea-
l ,S,ilLLrehr,do por lodo' P"tt qualauer
eataseledareate a awrada de familia ; tem boa
loja, acmatass. a ataas eietsl, e**aet1s alie a
i t,?0- d* ??* *"> 4&^ssaaa-
[ando, ambos com cacimbas om boa seas. Tam-
be se mra permuta per pte*s msta praca
alguma pessoa que desta para all queira sa
(ambraias
baratase TO
19 Ra do Queimado \9 ^r.^.r!^"^-^w^
ldM d
belecer ou morar, visto lar ida) residir pera .aquel-
la cidade immensas famrttas que tem ae dado
bem tente deseada e paseseMe. otfo pele sosa
iseie a Useaat ajassa ssaleada aa refarMsa
tedios, dlrija-se a ra do Vlgario n. 8, qoe atha-
los arreada**, titas ti com quem tratar.


_
t
/fu do Crespo n. 8 l^ja
de 4 portes.
Pechiocha que admira 1
Chitas francezas, cores hxm e liados desenhes
a 240 rs. a corado; dio-se amostras com peohor.
VENDE-SE.
No armaaem de Anlunes Guimaraes & Com.,
milho oovo e farello en caceas grandes no largo
da Assembla d. 16.
Vende-se urna, oscrava crioula com orna
filba de peito, goza saude, moja, tem boa fi-
gura, coiinha e enjooma, nao com perfeic.o,
cose bem e boa lavadeira de barrena : para
tratar, na ra da Cruz b. 43, segundo andar.
Attenco
Tem chegado em casa de A. L. Delouche, ru
Nova n. 22. o mais bonito sorlimento de relogio
americano que nunca tem apparecido oeste mer-
cado ; vende-se por preco eomasodo,
Que gasta orfflifBo
fresco.
Vende-se um sitio no lugar 4a Torre, na mar-
gen do rio Cabibaribe, com boa casa de sobrado,
muilo bem feito, cora bastantes cramelos, es-
tribarla para 4 carallos. ceckeira para 4 carroa,
casa para eitor, cacimba com boa agua de beber
e com bomba de machiniamo de puchar agua, ps
de frucleiras de diversas qualidades, capim para
3 oa 4 cavallos, o sitio est todo murado, tem
muito boa bomba : os pretndante* apparec,am
na roa Nova n. 22, para tratar. Veade-se por
prego muilo em conta por motivo de retirada.
Vende-se presunto muito novo a 400 rs. a
libra : na ra das Cruzes a. 24, esquina da tra-
vessa do Ouvidor.
Veade-se urna escrava boa cozioheke, por
precisao : na ra da Praia n. 47,,primeiro aodar.
Vende-se farioha do reino ehegada lti-
mamente do Rio de Janeiro : na roa de Apollo
o 20. armazem de assucar de Antonio Marques
de Amorim & C.
i>YeJ*efVa/5Vvi
ARMAZEM
DE
ROJPA FUTA
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 MA DO QUEMADO 40!
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Nesle estabelecimento ha sempre un sorlimento completo de roupa feita de todas as
qualidades, e tambem se manda execular por medida, i vonlade dos freguezes, para o
que tem um dos melhores professores.
Casacas de panno preto, 409, 355 e 309000
Sobrecasaca de dito, 35)) e 30JS00
PaliloU de dito e de cores, 355, 30$,
25$000e
Dilo de casimira de cores, 229000,
159, 129 e
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo,
Dilus de merio-silim pelos e de
cores, 9g00O
Ditos de alpaka de cores. 59 a
Ditos de dita preta, 99, 79. 59 e
Ditos de brim de cores, 5$, 49500,
4g000e
Ditos de-bramante delinho branco,
0S000, 59000 e
Dilosde merino de cordo preto,
159000 e
Calsas de casimira prela e de cores,
129.109. 99 e
Ditas de princeza e merino de cor-
do pretos, 59 e
Ditas de brim braoco e de cores,
5S0OO, 4g50O e
Ditas de ganga de cores
Colletes de velludo preto e de co-
res. Usos o bordados, 123, 9$ e
Ditos de casemira preta e de cores,
lisos e bordados, 69, 59500, 59 e
20*000
99OOO
llgOOO
89OOO
39500
33500
39500
4gOOO
89OOO
6JO0O
49500
2*500
3000
89000
39500
Ditos de setim preto
Ditos de seda e setim branco, 69 e
Ditos de gurguro de seda pretos e
de cores, 7g000, 69OOO e
Ditos de brim e fusto branco,
350O e
Seroulas de brim delinho
Ditas de algodo, IgGdO e
Camisas de peito de fusto branco
e de cores, 29500 e
Ditas de peito de linho 6$ e
Ditas de niadapolao branco e de
cores, 39, 2j5D0, 29 e
Camisas do meias
Chapeos pretos de massa, franceze*,
formas da ultima moda 10jg,8$500 e
Ditos de feliro, 69, 5g, 49 o
Ditos de sol de seda, inglezes e
francezes, 149. 12g. US o
Collarinhos de linho muilo Anos,
novos feiiios. da ultima moda
Ditos de algodo
Relogios de ouro, patenles hori-
sonlaes, 100;, 909, 809 e
Dilos de prata galvanisados, pa-
tente hoaooiaes, 40J
Obras de ouro, aderecos e meios
aderecos, pulseiras, rozelas e
anneis
Toalbas de linho, duzia 12(000 e
59OOO
5000
59000
39000
292OO
1J280
2300
3&000
19800
l;0U
74000
2000
79000
70000
3O9OOO
I
IO5OOO
Da4II#> -34. NU^*Ha>1 MCaV
Algodo mostfo.
Vende-se algodio monstro com da larguras,
muito propriopara toalhau e lengona por dioeea-
sar toas, e qualquer costure, pelo baratissimo
preco de 800 rs. a vara ; na ra do Queimado a.
22, na loja 4a boa (.
0 BASTOS
f rof do Brasil
r? f^*?"*? *** K **mf, leaao
Jos Lutado QUveira Azevado em eea izmazem
oa tttTcjM felfeara da Deo* u. 5.
W

EA MNilsUif ""
NATURALICE DE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz o.22
Peanas d'aco.
A loja d'Aguia-Brsnca recebeu um grande sorli-
mento de peonas d'aco de differentes.qualidades
as quaes est rendendo de 500 I50OO rs. gro-
sa. E' o mais barato possivel: na ra do Quei-
mado loja d'Aguia-Branca, n. 16.
SYSTEM MEDICO DEH0LL0WAY.
PILLAS HOLLWOYA-
Este inest'unavel especifico, composto inteira,
mete de hervas inedicinaes, nSo contm mercu-
rio naa alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleijo mais
delicada igualmente prompto a seguro para
desarraigar o mal oa compleigo mais robusta ;
en.teiraraan.te innocente em suas operares e ef-
feitos ; pois busca a remove as doencas de qual-
quer especia a grao por mais antigs a leaazes
que sejam.
Entre mimares de pessoas curadas com este
remedio, nanitas que j estavam as portas da
morto, preservando em seu uso : eonseguiram
recobrar a sauie e forjas, depois dehaver tenta-
do inultimente todoa osoutros remedios.
As mais aflictas nao devera entregar-se a des-
esperado ; facam um competente ensaio dos
e Qae3 edeilos desta assorabrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar asta remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Am polas.
Areias (mal de).
Aslhma.
Clicas.
Convulses.
Ddbilidadeou extenua-
do.
Dabilidade ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Dasinteria.
Dor de garganta.
de barriga..
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidadesno ventre.
Ditas no ftgado.
Ditas venreas.
Enchaqueta
Herysipea;
Febre biliosa.
Fabreto da especie.
Goua.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
lollammaces.
Irregularidades
menstrua^o.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abstroeco de ventre.
Phtysica en consump-
pulmonar.
Retenco de ourina.
Rheumatismo.
Syraptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,'
Ulceras.
Tenereo(mar).
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Hilbares de individuos de todas as naces
podem tostemunhar as virtudes deste remedio
ineomparavele provar em caso necessario, que,
pelo uso que dalle fizeram tem seu parpo e
mentaros inteira menta saos depois de havorem-
pregado ioulilmenle outroa tratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha conveocer deseas curas ma-
ravilhosas pela leilura des peridicos, que lh'as
relatan, todos os das ha muitos annos; e a
maior parte dellas sao lao sor prndenles que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus breos e pomas, depois de ler
permanecido longo tempo nos bospitaes, onde
deviam soffrer a amputacao 1 Dellas ha mui-
cas quehavendo deixado esses, asylos de pade-
lmenlos, para se nao submeterem a essa ope-
racao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reco-
nhecimenlo declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenticaren! sua a firma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo
iratamento que necesslasse a natureza do mal,
cojo resultado sera provar incontestavelmente.
Que tudo cura.
all, mais particu
seguintes casos.
lnammaco da bexiga.
que ouir'ora lioha loja na ra do Quei-
mado a. 46, que gyrava sob a| firma de
Ges & Bastos participa aos seus nume-
rosos freguezes que dwsotveu a sociedade
que tiuha com o meamo Ges teado sido
substituida por um seu mano do mesmo
oome, por isso cou gyrando a mesma
firma de Ges & Bastos, assim comoapro-
veita a occasio para annunciar abertura
do sea grande armazem na ra Nova jun-
to a Conceicao dos Militares n. 47, que
passa a gyrar sob a firma
DE
Bastos & Reg
com um grande e numeroso sorlimento do
roopasfeitas e fazendas de apurado gos-
to, por presos muito modificados tomo
de seu cosame, assim como sejam : ri-
cos sobrecasacos de superior panno fino
preto o de cor a 25$, 28$ e 309, essacas
do mesmo panno a 309 e a 359, paletots
sobrecasacados do mesmo panno a i89,
209 e a 22$, ditos saceos de panno prelo a
129 e a 14j|, ditos de casemira de cor
muito fina modelo inglcz a 9$, 109, 12
e 149, dilos de estaraenha tazenda de
apurado gosto a 5 e ditos de alpaca
preta e de cor a 49. sobrecasacos de me-
rino de cordao a 89. dilos muito superior
a 129, ditos saceos a 59, dilos de esgniso
pardo fino a 49,49500 e 5g, ditos de fus-
to de cor a 39, 3j50 e 49, dilos bron-
cos a 49500 e 53510, ditos de brim pardo
flnc sueco a 2(800, calcas de brim de cor
finas a 39. 39500,49e 4$500. dilas de di-
lo branco finas a 5 e 0&5D0, ditas de
princeza proprias para lulo a $, ditas de
merino de cordo preto fino a 59 e 69,
dilas de casemira de cor e prela a 89, 9
el09, colletes de casemira de cor e pre-
ta a4g50e5#, ditos do seda branca para
casamento a 59, ditos de brim branco a
39 e 49, ditos de cor a 39, colletes de me-
rino para luto a 45 e 48500, ricos rob-
chambres de chita para homem a 109,pa-
letols de panno fino para menino a 12$ e
145,casacas do mesmo panno a 15g,caigas
de brim e de casemira para meninos, pa-
1| letetsde alpaca ede brim para osmesmos,
5 sapatos de tranca para homem e senho-
H ra a 19 e 19500, ceroubs de bramante a
Hl 189 e 209 a duzia, camisas francezas fi-
fi as de core brancas de novos modelos a
j 17$. 189, 209. 24$. 289 t- 309 a duzia,
^ ditas de peilos ae linho a 309 a duzia, di-
U tas para menino a 1)800 cada urna, ricas
?5 grvalas brancas para casamento a 1(800
(O e29 cada urna, ricos uniformes-de case-
C mira de cor de muito apurado gosto tanto
jO no modello como na qualldade pelo di-
S minuto pre;o de 35$, e so com avista se
2 pode reconhecer que barato, ricas capas
de casemira para senbora a 18 e 209,
H e mnitas outras fazendas de excellente
8*" goslo que se deixam de mencionar quo
por ser grande quanlidade se torna ea-
gg fadonho, assim como se recebe tada e
H qualquer encpmmenda de roupas feitas,
te* para o que ha um grande numero de fa-
H zendas escolhidas e urna grande ofiicina
^ de alfaiate que pela suapromptidoeper-
|g feico nada deixa a desejar.
Milho novo.
Veade-se milho
to grandes a "./ :
Velh n. 106.
Cassas de cores.
Anda se vendem cassas de cores fizas, padres
muito bonitos, pelo baratissimo prego de 240 rs.
o covado, e mais barato que chita: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
Boa f.
RELOGIOS.
Vende-se em;asade Saundera Bro hers A
G. pracado Gorpo Santo, relogios do afama
do abricante Roskell, porprecos commodos
etambemrancellins e cadeiaijaraoi meamos
deezceellnte costo.
Padaria.
Na padaria de Antonio Fernandes da Silva
Beiris, ra dos Pires n. 42, da-se pao de venda-
gem, e na mesma vende-se pao commum, dito
de Provecta, bolacha de boa qualidade e nova,
bolatliinhas. biscoitos doces e aguados, fatias,
roscas, araruta franceza, bolachinhas de dita, fa-
rioha do reino muito nova, tudo feito das me-
lhores farinhas, e trabalbado com aceio e lim-
lelogios patentes.
Katepas.
Lonas
Camisas inglesas.
Peitosparacaraisas,
Biscoutos
Emcasao Arkwight & C, na 4* |
Gru a. 1,
--a m
Para baloes.
^ E' chegado i loja da guia de ouro m ra do
Cabug n. 1 B, as verdadciras molas par baloes
que ae vtndem por baratissimo prego d< 200 rs.
a vara, ou peca de 50 metros a 8$, aaaii a como
cilos de marroquim muito lindos pelo b natisi-
mo preo de 19 e I5200, peoles de borra ha tan-
to para alisar como para bichos, e de travesea
para menina de lodos os lamanhos 0 0 ais fino
que pode baver ; assim como chegou o b< lio sor-
limento de franjas de balota para corliMio, pe-
tas de 15 vacas a 3$, 3^500 e 4J, dita se n hel-
la a 2$600 e 29800 a peca de 15 varas, c muitos
mais objectos que se vendo ludo muito tralo, e
que vista do freguez nao se engeila ne ocio.
Chegucm ao barateiro, na
la do Queimado nu-
mero 47.
Vendem-se chales de la e seda pretos a 1$300,
itos de cores de laa a 19, corles de (asemira
preta a 79500. panno fino a 395A0 o cova Jo, chi-
tas fizas a 140, cambraia de barra a 2JSC0 o cor-
te, chitas francezas escuras a 240 o cova o, gros-
denaple a l;C0O o covado, cortes de catlor para
caiga a 19, madapolao bom a 49200 e.5$ a pega,
seda de quadros a 600 rs. o covado, cbaly a 600
rs, o covado, camisas francezas de co es a 29,
ditas brancas a 2{500, grvalas de sclia preto a
49500, e outras mais fazendas que se vendem por
lodo prego vista do dlaheiro.
Arados americanos e machina-
par a lavar roupa: cm casa de S P Jos
haslon & C. ra d&Seuzala n.t.2.
Cheguem aloja da Bou f
Chitas francezas muito finas de con s fizas a
280 rs. o covado; cambreias francezas muito fia
as a 640 rs. a vara; dem lisa muito fina a
49500 e a 6J00O a per,* com 8 li2 varas; di-
muito superior a 8$000 a pega com II varas';
dila fina com sal picos a 4&800 a peca coro 8 i\t
varas; fil de linho liso multo fino a S00 rs. a
vara ; tsrlalana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muilo baratas: na ruado
Queimado n. 22, ni leja da Boa f.
Grammatica in-
giera de OIlendortT.
Boto methodopara aprender a !r,
a esc ever e a fallari nglea em 6 mezes,
obrainteiramente no?a, para uso de
todos os estabelecimentos de instruc-
cSo, pblicos e prticularet. Vnde-
se napraca de Pedro II (antigo largo
doCollegio)n. 37, segundo andar.
[ROUPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.]
SORTIMENTO COMPLETO I
f D I
Fazendas e obras feitas.!
HA
LOJA E ARMAZEM
DE
IGes & Bastoi
Len$
novo em saceos mui-
na ra da Senzala
os para rap<
Vendem-se lencos muito finos proprioi para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fizas a
52000 a duzia : na ra do Queimado n. 22, na
loja da Boa f.
Na loja da Boa f vende-se
panno prelo fino a 49, 59, 69, 89 e 10$ rs. o co-
rado, casimira prela fina a 2$, 39 e 49 s. o co-
vado ; gros de naples prelo a 29, 2$510 e 39 o
covado; alpaka preta Cna a 640, 600 e muito
fina a 19 rs. o covado ; casimiras muiti finas de
cores escuras com 6 palmos de largura 1 49 rs. o
covado ; ditas de cores claras a 6$ rs. c corle de
caiga; meias de aluodo cr muito superiores a
49S00 rs. a duzia ; ditas de algodo n tambem
muito superiores para meninos a 4$ a duzia; e
assim muitos oulros arligos de lei qu > se ven-
dem baratissimos, sendo a dinheiro: n 1 referida
loja da Boa f. na ra do Queimado n. 32.
Camisas e toalhas.
Vendem-ae camisas brancas muito finos pelo ba-
ratissimo preco de 289 rs. a duzia ; toal bss de li-
i nbo para rosto a 99 a duzia ; ditas felp das mui-
to superiores a 129 a duzia : na ra do Queima-
do a 22, loja da Boa.
Paletos.
peza.
Ao barato.
Peca de madapolao fino com mofo a 39, dila
de cambraia lisa fina a 39 e3$500, l de qua-
drinhos propria de vestido a 320 o covado, chita
franceza a 200 rs. o covado, dila ingleza a 160 o
covado : na ra do Queimado n. 44.
240.
Cassas de lindos padroei e corea fixas que se
pdegaraolir aos comprados, a 240 rs. o covado
na ra do Queimado, loja de4 portas n.39.
Febreta intermitente,
Veae-se estas plalas aoesiabeieeimenta "ge-
ral de Londres n. SW4, Strand, e na lojad
tolos os boticarios droguista e ontras pessoas an-
ear regidas de sua venda em toda a America do
Sul, Harn* e Separata.
Ven d mi-se as boeetinhars a 900 rs. cada America do sul, Ha van* e Heepaaha.
au deltas, contera atoa iostrucfio em portu-
gtiez para explicar o moda dase aaat desUs p-
lalas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
doarmafieutico, oa roa da Cruz n. 22, em Pe, nbarmacaasice, na ra da Crta o.
9mmkmw,
O ungento be
rmente nos
Alporcaa
Caimbras
Gallos.
Ancores.
Cortadura.
Dores de cabeea.
das costas.
dos membros.
Emfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anas.
Erupgoes escorbticas.
Pistolas na abdomen.
Fialdade oa falta de
eabr as extremida-
des.
Frierras.
Gengiva escaldadass
Inchaces.
aflamacao da figado.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos pe tos.
de olhos.
Mordeduras de reptil.
Picadora de mosquitos
Pulmes.
QHeimadelas.
Sarna
Supuraces ptridas
Tinha, en qualquer
parte que saja.
Tremor de ervos
Ukesas na bocea.
figado.
das arricola$5es.
Veas torcidas ou no-
das naa pernas.
vende-se este ungente no esuMwimeato
geral de Londres n. 244, Strand, a n loja
de todos os boticarios droguistas e ootru pes-
soa encarregadas da sai venda am toda a
Vende se a 800 rs.. cada boeatinha eentm
ama instraccao ata portuguez para explicar e
ododafaxet oa daste uagaaate.
O deposito geral o ota eaaa da Sr. Sana,
I
4 dinheiro.
fezendas boas e baratas.
Vende-se a 1$800 grosdenaplea prelo
encorpado com 4 palmes de largara, ta-
zenda que sempre so venden por 2(500 e
2$800. na loja n. 23._______________
Vende-se a 109 mantas pretas de fil de
linho que sempre se vendeu por 149 e
15, na leja n. 23.
Vende se a 29200 grosdenaplea preto
superior to encorpado que parece gor-
guro fazenda essa ijue sempre se ven-
deu a a20O e 350b na loja a. 23i________
Vende-se luvas pretas de torcal en re-
troz a 19, que sempre se vendeu por
I58OO e 2$. na loja n. 23.
Pelo annuncio parees incrivel que es-
= sas fazendas se vendam por esses pregos
|f que na verdade o mas barato que se tem
g visto.
1| Do-se as amostras na za da Cadeia
S confronte ao Decco Largo loja n. 23 de
H Gurgel & Perdigo." ||
If^lftfliMlittflliB *M^WMift flJJftffgft'*^BWS
SWm wsaVW UVJV tVBlV BW nDVCVVBDV BHDBF vWWVeWVJP
Ghega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e decores lia;
a doze va lena o cavado, i mais barato do qn
caita, approveitem em qaanto nao ae acabam
na roa da Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
a da Boa F.
_ Vende-se ou arrendit-ae o engenho Santa
Rita, na fregoezia de It;uaraas, caos boaavar-
** nacaAaniacas, peleada safrejar de daos a
tres mil pies de assucar, bom cercado, bom por-
to de embarque, boa casia de vlvenda e oulros
commodos que serio paU'utea ao pretentfenle,
3ae> poder! diriair-ae ao dito engenne oa a roa
a Seazala Nova n. 3810 Sr. Bernardino da Sena
Ponlnal.
Vendem-se paletos de panno preto fleo, muito
bem feitos a 229 rs.; dilos de brim 1 raneo de
linho a 59 re.; ditos de setineta escuros a 3*500,
muito barato, aproveilem : na ra do)Queima-
do n. 22, loja da Boa f.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conbecido e acreditado de >osito da
ra da Cadeia do Becife n. 12,ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra, ludo por preces mais baratos do qua em
euira qualquerparte.
Remedios americanos |
n .jai
DO DOt.TOR
SRadway & C, de New-lSorkJ
g PROMPTO ALIVIO
Resolutivo renovador. *
S Pilulas reguladoras. S
Estes remedios j sao aq_ui bem cQnhe- 9
2 cidos pelas admiraveis curas q,ue tem ob-
' tido em toda a sorte de febres, molestias
9 chronicas, molestias de sen horas, de pe-
8 le etc., etc., confornft se ve as instruc-
(des que se acham traducidas em por-
9 luguez.
i
I
I Salsa parrilha legitima <
original do antigo
Idr. Jacob tounsend
0 melaor purificador do sangae
1 evra radicalmente
'^ Erisipela. Phtisicas.
A Rheumatismo. Catarrho.
g Chsgas. Doen;as de figa
a Alporcas. Effeitosdoazougue.
a Impingeos. Molestias de pelle.
Vende-se no armazem de fazendas de
I Raymundo Garlos Leite &Irmo, roa do
2 lmperatrzn 12.
OSSOSMf**1
Loja do vapoi
Grande e variado sorlimento de calcade {ran-
eas, roupa feita, miudezaa unas e perfumaras,
todo por menos do que em outra parle : na loja
do vapor, na ra Nova n. 7.
Gomma do Aracaty.
Veade-se excaUeole gomma do Aracaly; aa
ra da Cadeia do sVecife. piiaMa andar, a. 28.
Libras sternas. I
Vendem-se no eacriplorio de Manoel Ignacio
de Olivaira & Filao, largo do Carpo Santa.
Ruada Senzala Novan.42
Veada-sa'em aaaaaa 8. P. laahaton &C,
seUinse silbos agieses, eaadeeires eaaatieaet
bromeados, tonas ngleteaV lk> de vea, chicote
^acaarras maoiaxia, arraioa para carra da
asa a dos cvelas resagiaa da auto aataats
fla**

NA
Rua 4o Queimado
n. 46, frente amare\a.
Constantemente temos um grande e va-
riado sorlimento de sobrerasacas prelaa
de panno e de cores muito fino a 69,
80j e 359, paletots dos mesaos pannos
20$, 22$ e 24$, ditos saceos pretos dos
meamos pannos a 149, I69 e 18$. casa-
cas pretas muito bem feitas e de superior fl
panno a 289, 30$ e 359. sobrecamas de
casemira de cores muito finos a 159. 16$
e 18$, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 10$, 12 e 14$, calcas prelaa de
casemira fina para homem a 89, 99. 10/
e 12, ditas de casemira decores a 7$, 89,
99 e 109, ditas de brim brancos muito
fina a 5S e 69, ditas de ditos decores a
39. 39500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4$50O, col-
letes pretos de casemira a 59 e 69, dilus
de dilos de cores a 4J5C0 e 59, ditos
brancos de seda para casamenio a 59,
ditos de 69, colletes de brim brsuro e de
fusto a 39,39500 e 49. ditos de cores a
29500 e 39, paletots pretos de merino de
cordSo sacco e sobrecasaco a 1$, 89 e 99,
colletes pretos para lulo a 4$5GU e 5j>*
cas pretas de merino a 49500 e 5 i-a-
letbts de alpaca preta a 3j500 e 4$, ditoa
sobrecasaco a 69, 79 e 8$, n.uito lii.o rol-
letes de gorguro de seda de cores muilo
boa fazenda a 3$8oO e 4g. colletes de vel-
ludo de crese pretos a 75 e 89, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 149. 159 e I69, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6{500 e
79, dilos de alpaca pretos sacros a 3 e
139500, ditos sobrecasacos a 5$ e 59500,
calcas de casemira pretas ede cores a 6jj,
68500 e 79, camisas para menino a 20a
a duzia, camisas ingleza* pregas largas
muito superior a 329 a duzia para acabar.
. Assim como temos urna offirina de al M
fsiate onde mandamos execular todas as 5E
obras com brevidade. ||
SieteeieeeefiK aere oNMCSKeieS
Relogios.
Vende-se em casa de Johoston Pater & C,
ra do Vigario n. 3, umbello sorlimento de
relogios de ouro, patente inglez. de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
urna variedade de bonitos irancelins para o
mesmos
SEDULAS
de Ije 5^000.
Conlinua-se a trocar sedu,Bs de urna s figura
por metade do desenlo que eiige a thesoureria
desta provincia, e as notas dsa mais pravas do
imperio com o baie de 5 por cen lorio de Azevedo & Mcndes, ra da Cruzo
n. 1.
Gees & Bastos.
Ra do Queimado n. 46.
Tendo os annunciantes conseguido elevar ete
estabelecimento a um engrandecimenln digno
desla graode cidade, apreaemam concurrencia
deste ilustrado publico, o mais moderno, varia-
do a escolhido sorlimento de roupas diversas e
de fazendas escolhidas para todas as estaces
Sempre solicitos em bem servir aos seus nume-
rosos freguezes nao s em presos romo em bre-
vidade, acaba de augmentar o pessoal de sua of-
fina, sendo ella d' >ra em diante dirigida pelo
inaigne moatre LAURIANO JOS' DE BARROS,
o qual osseus nun erusos freguezes podem pro-
curar na loja n. 46 ou no primeiro andar do
mesmo estabelecimento, auim pois em poucos
das se aprompta qualquer encommenda, quer
casaca, quer fardes dos Srs. ofllciaes de marinha
e ezercito. Oulro sim recommendam aos Srs
paeade familia grande sorlimento de roupas pa-
ra meninos de lodas as idades.
FROCO.
Vende-so frco de todas as cores e grossuras,
com rame e aem lie a 400, 500, 640 e lo ra. a
peca; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n.16.
jfe elogios Jg;
Suissos.
Em casade Schafleitltn i C.rua da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sorlimento
de relogios de algibeira borisontaee, patentes,
chronometros, meioschronometros de ouro, pra-
ia domada e feleados a ouro, sendo estes relo-
giosdos primeiro* fabricantes da Suissa, quo ae
vandero or precos razoaveis.
Vendem-se noventa a plices da
companhia do Beberibe : na ra Nova
a. 14, primeiro asada*.
Vende-se na cidade do Aracaty urna casa
torrea com soto, bom quintil cacimba, aa prin-
cipal roa de eoramercio, propria pava q*m qui-
sor al i eatabelecw-se, por tor alo so oemmodo*
precisos pora residencia, como tantea* laja, arma-
se, etc. r a tratar na nveoaa aMado eoaa oa Srs.
Gorgel Irmios, que esto autorisadas para esse
fim, oa aosia praea aa roa doCabagd, leja-a. 11
Gal de Lisboa.
Vaode-aa eal superior de Ueaoa, proaria para
eafossao ilr Barril: aa rae do Bruaa n. 00, ar
SutsMito edps
Rw do Queimado n. 39
Loja de quatro perras.
da?*** Prel* h,acum parior quada-
^Mos dos mais modernos que ha no mercado
Ditos de castor pretos e brancos a I69.
Chapeos IWos para senhor a 251
Ditos do velludo cor aiu! 18a.
donl"* de 8ed" P"r* neoio" ricenie enfeita-
Ditos ditos para menino a 59.
Lindos Borros para meninos a 3f.
Bunats de vHdo a 09.
Ditos de r.ih. muit* a*m enfeitado* a 41.
tu apeos de sol frafiena* de seda a 7
Ditos inglezes de 109. 1*1 e 13 para bb.
Vinho do Porto, genuino.
Rico de 1820.
Siomacal de 1830.
Preciosode 1847.
As luzias.e em caixinhas, a dinheiro,por ba-
ti pre?0 : vende-se na ra do Trapiche n. 40,
Milho e farelo a
3,100rs.
tTiedHr?"*e saccom 24 cui,s de mi*
3lt0, dllo novo a 3$6C0. em porco so faz diffo-
renga, e saceos com farelo muito barato por ser
dernmroisfao: na Iraveeaa do pateo do Paraizo
n. Ifc rasa pintada de rmarello.
^Vende-se urna carme* e um bol por preco
commodo, no lugar do Remedio: quem preten-
. SJS '*. mX! ,og,r' *traUr COffi Cae-
.CeradecarDaba.
A melhor que lem vindo ao mercado, e por
preco commodo : no largo da A**embla n. 19
armazem de Anluoes Guimaraes & G.
Farelo e milho.
Sacros grande, e de muilo boa qualidade no
largo da A**embla n. 19, armazem de Aniones
Guimaraes & C.
Eurres de Montevideo,
por todo o preco. mansos e ordos : no armazem
amarello em frente do arsenal : a Datar com o
capitaoSebasi, ou com Antones Guimaraes & C
no largo da A&embla n. 19.
niNDf co Low-mwf
Roa da Senzalla Nova n.42.
Neste estabelecimento contina a baver um
completo sorlimento de moendas emeias moeu-
das para engenho. machinas de vapor e laixas
te ferro batido e eoado, de todos os lamanhos
para dito,
E' baratissimo!
Rua do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassas de cores flx* miudinhas a 240 rs. o co-
vado, cambraia, organdys lindos desecho* a 400
rs. o covado, e chitas largas finas de 810, 260 o
280 o covado, e outras muitas fazendas por bs-
ralissimo preco : aao-se amostras cura penhor.
Para desenho.
Hu bonitas caixinhas envernizas, com tintas fi-
nas, lapis, pincela, e na mais neressarios para
desenho. E' o que de melhor e mais perfeilose
tem vito aqu em.lal genero, o vendem-se a 59
69. 8, 1('5, 129 e 149 : na rus do Queimado o.
16, laja a'Aguia-Braiicn.
Estraves fagidos.
i
gratifica cao
Fugio no da 12 do corrente mez, da abaiio
assiguada, a pcrava de nomo Antonia, tendo os
j signaea seguinlea : estatura regular, cara Urga o
j picada das bexigas. nariz chalo, olhos pequeo*
sem denles na frente, lendo nicamente as duas
prezas, peiloacahido*, aniar lUein, muilo sa-
cudido, braQos gioasn* e cheios de veias, pea lar-
gos e apapagaiadoa, cneia docorpo, Uvou cami-
la branca. sia do chita escura e chales de algo-
do, e 6 muiio f< a de cara, cosluma dizer que
forra e dar o nome trorado. consta ler ido para
os suburbios da cidade lavar roupa : quem a
rspturar e levar Eua rasa na ra do Raugel n.
67, segundo andar, *er bem gratificado
Isabel Mara Nunes de Oliveira.
Fugio-roe um moleque de idade de 13 para
14 annos, por nurne Geraldo, nao muito preto, o
verdadeiro signal de um lado da cabera um lu-
gar de urna poslema quo nunca ha de encabellar:
quem o pegar ou souber delle, dirijas- ao lugar
Venda Grande, sio dominado Olaria, que ser
recompensado.Jos Rodrigues Pae*.
Fugio na noite de 23 de Janeiro do corren-
le 8nno, destn cidado, o esrravo crioulo de nome
Manoel, de43 annos de idade, cor prela, espa-
ouas largas, estatura regular, disbarrigado. e fal-
la um pouco fanbosa em razao do omito tabaco
que toma, foi vestido com camisa de algodo de
lilras o caiga de algodio azul americano ; elle
natural da cidade do Ass, provincia do Rio
Grande do Norte, official de ferrmo, falla bem,
e apezar de ser de rucia idade, bem parecido e
bstanla ladino : esie prelo sizudu e trm bom
comportamenlo, sendo chamado por alemiha Ma-
noel Ferreiro ; e como seja provavel que elle v
trabalhar de oOlcial de ferreiro em algum povoa-
do ou villa, dando-se por forro, por f*so roga-se
as autoridades doa lugares por onde elle andar, a
sua apprehen*ao, assim romo recommenda-se
aos capites de campo a sua captuia, e aquello
que delle der noticias ou o agarrar, pode-o levar
ao seu senhor o major Antonio da Silva Gusmo,
morador na ra Imperial, que ser bem recom-
pensado.
Fugio o prelo de nac;ao por nome Joao, de
idade 55 aonoa, um pouco banzeiro d*s pernas,
tem o dedo mnimo de urna das maoa que nao
pode abrir, eswtura e eorpo regular, acha-9e f-
gido desdo o piiurifio do mez de Janeiro ultimo:
quem o levar a ra. da Gru o. 30, ser recom-
pensado.
Fugio no dia 2 do corrente o escravo cabra
de nome Joaquim, de estua regular, cor ma-
cilenta, bstanla atoleimado, e com sigoaes de
chumbo as costas ; levando vestido calca e ca-
misa de riscadinho azul, bem como um chapeo
de casior rapado com fita prela larga ; suppoe-se
ler seguido par* Nocei, o'onde veio remettido
pelo Sr. Domingos da Silva Torces para ser aqui
vendido: quem o apprehender pode enlrega-lo na-
quella cidade ao dito wnbor, ou neaia a hts Joa-
quim Diaa remondes & Filhoe, no aeu eacriplo-
rio, no largo da Assembla n. 16, que se grati-
ficar.
Fugio da cidado do Aracaly, no mez de se-
tembro prximo paseado, um escravo do com-
mandanle superior Manoel Jos Fenna Pacheco,
que ha pouco o navio comprado ao Sr, Bento
Lourenco Colroros, de nome Jooqaim, do idado
de cinccenia o tantos anaos, fub, alto, magro,
denles glandes, o eoaa taita da alguns oa frente,
quoixo 8mo, pos grandes, e com os dedos gran-
des dos ee aem aaertos, muito palavriador, in-
culca-so forro, e lem signaos de tea sido surrado.
Canta que osle estaos apaaroeera no da C do
corrente, viao do lado. oW Cinco Pw.las, e sen-
do mi ler rogado por em pareeeiro seu conhecido,
disse que tinha sido vendido por seu senhor para
Goianniaba z qualquer pessoa que o pegar o po-
dar levar em Pamambuoo aos Srs Basto d Le-
aaaiv % mra%lao geaeroumeaie.
I


')

DIARIO Di; MMmftJGO. ~ HtTk FURA 18 M ftVtttilft DE 1861
Variedades.
"W
Revista de Lisboa.
ugar de honra do folhetie. O folhelim mi op-
posicao com as honraras do mundo coaencio-
nal. \pp*recera nao te sabe romo be pretos
do et lo di S. Jorge e os mos prologas dos
litrosseriles. B.illasaUes: os quadros do
Sr. Rouri*ues e Annunciaco. ) caminho de
ferro de Lisboa ao Porto que ainda nina es-
perance.t Marino Filero era 3. Carlos.Ve-
n*zi e os seus episodios do sreislra poesa.
Rutona nnlhenlica da mortn de Haran l'.iln-ro.
As amigas chrooicas de Veneza.A sala dos
do liero.
Lisboa 13 de Janeiro.
Hoje don o logar de honra asbellas-arles. Nao
*ei porque chamam lugar de honra no folh.>lim
i primiraa linhvs. Talvez aeja porque o folhe-
lirn anda em todo as avessas das ouims coasas,
Sorque no mundo pusitito, e al no mundo das
emanas, o lugar de honra aempre atraz.
E s-no digam-tnequal a classe, corporacao,
olemnidade, prestito, funcc'ii publica de cot'isi-
der.cao social que pa frente oa personagens
miis considerados?
Nenhuns.
Nos prestitos reaes, vo sempre adfante ascrea-
luras grotescas dosporleiros da canna ; nos regi-
mentos, os ferraorazes dos porta-machados; nos
bandos das touradas. o neto ; naa collegiadas, o
sacnslo ; no estado de S. Jorgo a msica dos
proios ; o as boiadas de gado bravo, sao as
chocas.
E .it mesmn nos oulros tactos da vids se guar-
da urna anloga disposicao : soserapre os objec-
tos miis insignificantes ou os bocados ruis cus-
tosos do.lratfar.queapparecem primeiro. Nosjan-
tares. por exemplo, vem adianle a peiur aduana,
a sopa ; nos camarotes sao as creangaa^ue se
pem a frente ; nos litros rompera a marcha os
prlogos ; nos na moros o primeiro periolo 6 o
dos suspiros em silencio a dos lhares maviosos
de revez.
Porque razio ateiraaram, pois, em chamar lu-
gar de honra, no folhelim, ao lugar que era todas
as unirs cousas apeoas um comeco, ulh prepa-
ro, no) introito ?
Nao sei.
Era lo lo o caso, o melhor deixsr suspensa
esta queslo, que talrez seja uiais grave ao que
parece.
Eu tremo sempre de locar em questoes de pre-
eminencias, e o folhelim, esta poderosa enlidale
da un prensa do seeulo actual, lera de orlo, a sua
etiqueta, por cujas leis se regula. E elle que en-
ten leu na sua alta COllSderego que OS scus pri-
meiros periodos deviam representar a sua sala de
docel, onde deveriam ser recebidos os hospedes
man iliustres, porque assim dore ser.
Nos patbulos tarnbem os sentenciados menos
criminosos sao os que morrem primeiro. o que
um favor que a le Ihes faz ; e como j houve al-
gera que comparou os folhetios patbulos onde
se supliciam as repulages, e nao poucasvezes us
propnos diclames do bom senso, talvez seja pela
mesma regra que o folhelim aprsenla pri-
meiro as pessoas ou cousas, s quaes desrja
hourar.
A verdade que, se o folhelim patbulo,
para os mritos de reputaco convencional. Nes-
le lu^ar publico, onde cada leiiur juiz de f icio,
juiz que, para juUar beo dos processos o couhe-
cer da culpa dos reos, nao carece de outra juris-
prudencia seno do seu talento e illuslracao ;
ueste lugar, repito, asebalas da intriga e as insi-
dias da maledicencia sao imptenles.
Mais tarde ou mais cedo, sabe-se que nao um
censor iinparcial, seno um libellista iuvejoso,
que procurou este reducto, para, como o gaialo
por delraz do vallado, alirara sua pedrada ao in-
dividuo com quem nao pode jogar armas mss
di/uas e leaos por ler m Jo delle.
l'orra agora nao so trata de nadadis'o. Feliz-
mente, o folhelim, as minhas maos, nunca ser
urna arma aggressiva para uuiguem. Nem mes-
nio a |'I-iIjs consciencias s quaes impussivel
conciliar algunas horas de socego por se senti-
rera dj continuo belisca las, n6m essas mesmas
sern perturbadas pelos meus inslioctos saly-
ricos.
Vejara que intencoes puras me nao dominara o
espirito I
Mas vamos s bellas artes.
Que pena que o csniuilio de ferro de Lisboa ao
Porto seja, por emquaiilos urna esperanza, por-
que, se fosse j urna realidade, os Purlueuses po-
aeriam ver na nossa academia das Beilas-Art-s,
alguns bellos Irabalhos de dous dos miis distiuc-
los piuceis que hoje possuimos
O Sr Rodrigues expuz o magnifico retrato de
mn li'inoisL'lle Pinaud e o Sr. Auuuuciago apre-
seniou dous qualros depaysagem.
U retrato de maderaoisolie i'ioaud um quadro
de quairn metros e roci de alto e mais de ires de
larsro. I'le bem chamar-se-lhe um quadro, por
que a qu.tlidadede retrato apenas uraa de suas
bellezas. Figura um> sala, cora cortinas apanha-
das o fundo e um snph estufado de velludo ver-
me I lw ao centro, sobre o qual est sentada ma-
demoiselle Pinaud. vestida Luiz XV. u vestido
de setira branco, com folhos de renda da mesma
cor, apenas apanhados no decote, nos hombros e
no onlo por camelias brancas e carraeslns. A
frente vfi-se um lindo tamoorote. tamoem estofa-
do de velludo vermelho, sobre o qual descansara
os ps ciliados de sapatos de selim branco, con -
forme o vestido.
A atitude das mais naturaes e elegantes.
es-iuerda do espectador, no primeiro plano, so-
bresalte urna formosa e rica jarra do floras, acaba
de oar um realce completo a harmona geral do
quadro.
E fui este talvez o maior trabalho do pintor,
foi dispor estes objeclos todos em roda do urna fi-
gura vestida de branco, sem dureza na opposigo
e concordancia dos tons.
E' este uro segredo de colorido que s pertence
ao mestres.
A parecenca coa o original da mais comple-
tas, apezar mesmo da cabelleira branca e dos pos
no rosto, segando o uso da poca, o que nao po-
da deixar de alterar a physionomia Mas ha .urna
tal verdade de lindas, urna lio perfeita e natural
exprassio no rosto e no lodo da figura, que o do*
me da dama retratada acode logo bocea do es-
pectador.
O Sr. Rodrigues, de certo, o nosso-primeiro
retratista, e tarobera j um piolor de subido m-
rito, porque o scu pincel nao so feliz, e fscil em
reproduzr com semellisnca, seno que familiar
todos os segredos da palhela. Esta sua ultima
obra nao so ura retrato, 6 um quadros porque
lem composico, e, por conseguinle, possue e
rene as de mais conoices que exige um genero
de pialara mais elevado.
Os dous trabalhos do Sr. Annunciacaosio dnas
paysagens de um naturalismo o attrailiro elTeito.
Urna representa um ribeiro, como se veem mui-
tos as lezinas das margena do Riba-Tejo, o qual
vera serpeando, era graciosas vollas, por en-
tre uns campos avelludados de relve. A' frente
est um campino, montado n'uraa egua, o mais
dous pollros. junto da beira do ribeiro.
naluralissima a posico da egua, vista por
detraz, n'um quarto do perfil, bebeudo a redea
larga, com o pescugo oslen Jilo.
Os ares e longesdesta paysagem sao puros, lm-
pidos e iranparenies. Parece, que a visia se alar-
ga u espairece por aquelles horisonles lo espraia-
dos e iiuiundados de luz.
O ouiro quadro reproduz. as lohasprincipaes,
as colimas de Palma de Cima. Sao de um for-
moso effeilo lodos estes longes tambera. Que fres-
cura respirara I Parece que a primavera sorri por
lodos aquelles sel vados, que vestem os recostos
das colimas e as praiierias que as inlervallam.
Um vallado frente, coberto de piteiras e silvas,
serve de ponto de reumo um cabieiro e urna
camponeza. o cabreiro, na posico, no traje e
no gesto, ura perfeilo eslulo do natural. Pare-
ce eslar-se vendo um desses pastores dos arredo-
res de Lisboa. A saloia menos estudada, de
cerlo, mas em compensarlo, apparecem-nos lo-
go ao p algumas ovelhas, que s per si abo-
nara os dotes de] um animalista estudioso e com-
pleto.
Nestes dous quadros adcolou o Sr. Annunciaco
um esiylu mais largu do que habitual. Mas a
tal scicncia do manejo do pincel, que, vistos
seis psssot, o abatimeuto parece dos mais minu-
ciosos e o elTeito geral dos mais agraJaveis.
Era quadros de certas diraences, eslou era di-
zer que deve ser este o estylo adoptado era psy-
ssgeao.
O aesbamento extremamente minucioso oppe-
ses grandes combinaces, cujo segredo reside
nos toques largos, e o effeilo geral nunca apr-
senla aquella frescura, aquella espontaneidade,
que sempre o resultado natural de um trabalho
franco.
Ttvemos em S. Culos o Marino Faliero. Es-
ta opera era j velha para a carnada de diltelanli
que hoje fazera e desfazera reputaces no oosso
thealro lynco. E, com tu lo o Marino Faliero
anda foi em Lisboa pulo Fornazzari e pelo Varez-
zi, o que nao uenlium acouleciment do lempo
dos Aironsiohos.
Anda me lembra do debote do Fornazzari nes-
la opera e do episojio iheatral que occorreu por
essa occasio.
Varezzi era ura hornera baixo poni tal, que
pareca ano, cora urna cara muito grande e feia,
e cora urna voz spera, masque possuia todos os
segredos do canto como raros cautores os pos-
suem. Um adagio, dito por elle, era de levantar
a plateia de S. Carlos em arrebalamentos de um
enihusiasmo geral.
Pareca ura encanto dos oovidos escutar aquel-
le horuem lo feio, masque oosfazia escocer da
sua feal lade mal aoria a bocea.
O partido que elle nqui imha conquistado era
grande e dedicado. Nao acredttavam que podes-
so haver ralhor, nem equivalente, e por sso,
quando se anuunciou a e.sira do baixo Fornazza-
ri, no papel do doge Marin Faliero, papel supe-
rior ao de Israel, que fui o que coube Varezzi,
os coramentos e as murmuraces foram geraes.
Pois Fornazzari atreve-se fazer de Marino
par de Varez.zi, Varezzi hoje o barytono aue
compete com Ronconi e superior Uiulini ?
8 como cantar elle o duelo qu fez as glo-
rias de Lablache e Tamburini ?
Eram estas as perguntas que formulava o espi-
rito faccioso dos partidos de bastidores, quando,
em(Im,o Marino Fali-ro fui annuuciado.
Corren tudo ao iheatro : os admiradores de Va-
rezzi para sustentaren) o seu dolo e csstigarcm
o aire vi ment do artista que ousava pur-se-lhe
ao lado e os iodiffereutes para presenciarem o
conflicto.
Kompeu a symphonia, correu o panno e appa-
receu Varezzi.
Nunca elle cantn to bem, nem os seus ad-
miraoores o applaudiram cora mais fugo.
Por lira, chegou a icena em que apparece o do-
ge. Ura silencio glacial dominou o iheatro. To-
dos lindara cunosi i-ide de saber como termina-
ra este certame. Os proprios enthusiastas de
Varezzi perguntavam si meamos, maravilhados,
como que se abalancava a apparecer no mesmo
theatro um cantor que n.io tmha nome, porque
Fornazzari coraecava ento a sua carreira, par
de outro cantor que tinha j urna reputacao feita,
e, depois de scisraarem utsio, concluiam uns por
ah-unharde temerario o artista que se atreva
tanto e outros por Ihe suspeitarera algum grande
raerito, o que s Ihe poderia dar torga e arrojo
para tamanho commnttimenlo.
Romiiiavam os espirito* oeslas conjecluras,
quando, aflnal, appareceu Fornazzari. Fornazza-
ri era um homem de elevada e magestosa estatu-
ra, de gentls ademanes e caracterisando-se com
extrema propriedade.
Mal aquella bella figura sanio scena, as atten-
ces e os olhares Qcaram-the presos sem della
desfitarem. Os espectadores indifferentes dea-
rara logo admirando-a e os apologistas de Varez-
zi sentiram lentacdaa de Ihe fugirem.
Por lira, Fornazzari aorio a bocea e sollou
aquello famoso recitativo, que, dito por elle, fl-
FOLUETIM O
A LINDA MERCADORA DE PANOS
coa como una tradiccio de bello ciato nos ao-
naes de S. Caroi. Acuella portentosa voz de bai-
xo, que corra duna oilavase roela, Meo r bmol
grave ao tol dus Inhas superiores, encheu, sem
estorbo, a sala do thestro. Nunca orgio mais so-
noro e possanie passfra por de cima das majan
corees e instrumeotaes e riera Iroar os-oovidos
dos dilletanlii, Nao pareca voz de homem as-
.semeftara antea ii um borabaroni de suave'mas
poderwa sonoridde, que, por un machrrrismo
|desconhecido, sol asse os sorls da bocea do ar-
tista.
" Nioguem renistio i magia dosle prodigio. To-
da a sala restrugio com os applausos. Varezti ti-
nha desapparecid) da memoria dos seos admira-
dores. Deeols, em toda a opera, foi urna ovacao
continuada.
E agora dcixom coolar-lhes o enredo deslaope-
ra, que um dos sinislros episodios da anliga
Veneza, cuja historia mais parece um capricho
de imaginario de poeta mel-dramtico do que a
narrativa authentioa da existencia de ara estado,
que, apezar de pequeo, lauto infiuio nos desti-
nos do mundo no IV e V seculos.
Marino Faliero contava apenas nove raezes de
doge, quando a grande torca de ambico, que do-
minava o seu espirito Ihe iuspirou a resoluco de
se apoderar do go verti absoluto de Veneza.
assim que urna velha chronica conta este
caso.
Naquclles lempos, era costume haver corridas
de tourosem Veneza, o, depois das corridas, a
flor da socieda Je veneziana reunia-se no palacio
do doge, em cuj os sales se passava a noite em
divertido e esplendido saru.
A daoca proloagava-se at hora em que o to-
que da primeira sineta aonuociava a alrorada.
A' dansa succedia urna ceia oppara. Depois
da ceia, cada um voltava sua casa.
Succedeu qoe n'um destes sarus appareceu
ura tal Miguel Sleno, nobre pobre e de poucos an-
uos, mas altivo e audacioso, o qual eslava ena-
morado de urna das Ulhas do doge. Este caval-
leiro andava no rneio das dandis, quando, por
acaso, praticou urna inconveniencia.
O doge deu immediatamente ordem para o ex-
pellirem.
Sleno nao suppcrtou com paciencia o ultrage,
e, quando a tuucco acibou e os convidados sa-
turara todos, instigado pela sua ira, entrou de
novo as salas e escrevou o seguate as espaldas
da poltrona ducal : Marino Faliero, esposo da
mais formosa das damas : outrem Ih'a disfruta e
aera por isso elle a guarda melhor.
No dia seguate, esle insulto tornou-se publico.
O doge queixou-su e o senado mandou proceder
inrestigacdes. O criminoso foi descoberto, pro-
cessado e condemnado. Mas a sentenca nao pas-
sou de dous raezes de prisao. O doge vio oa in-
dulgencia da peoa urna affronta feita sua dig-
nidade e desde este momelo jurou vingar-se.
Chamou seu sobrinho Berluccio Falieiro e com-
municou-lhe os seus intentos. A conspirarlo
fot planeada. Philippe Caleaudaro e Israello, ho-
mem fino e aulacioso, eutraram no numero dos
conjurados. As ieunies come(aram eftectuar-
se no palacio do proprio doge. O dia foi apra-
zado. Conveoconou-se que oschefes da revolta
estacionariara em diferentes pontos da cidade,
mas sem communicarem sua tropa os fius que
ali os levavam. Depois, deriam suscitar algum
tumulto, pira que o doge tivesse pretexto de man-
dar tocar os sinos de S. Marcos, porque estes si-
nos nao podiara tocar seno por ordem. No mes-
mo momento, os conjurados deviam dirigir-se a
S. Marcos pelas ras que desembocara na praca,
e, no momento em que os nobres aecudissem, le-
vados pola curiosilade de saber o motivo do tu-
multo, os conspiradores cahiriam sobre ellos e os
matariam, proclamando depois Marino Faliero o
seohor de Veneza.
Isto devia ler lugar era 15 de abril de 1353:
Foi, porm, um bomem chamado Beltrumo que
denuociou tudo. Chegada ooite, o sino de S.
Marcos nao tocou e urna grande porco do ho-
mens embocados e armados apoderou-se dos
conspiradores 'proporco que elles foram appa-
recendo na pracs de S. Marcos, e o proprio doge
entrou oeste numero.
Nessa mesma noite, urna hora antes de romper
a alva, narra a chronica que nos referimos, a
assombla nomeon urna junta de vinle nobres de
Veneza, de quo foram excluidos os prenles de
Marino Faliero, os quaes foram chamados ao con-
selho dos Dez, iira de aconselharem o que devia
fazer-se. Mandaran) buscar depois o doge, que
eslava no seu palacio, rodeado de pessoas da
mais alta distince io, as quaes* ignoravam todas o
que se passava.
Nesla mesma conjunctura, acobava de ser pre-
so, carregado de ferros e conduiido perante o
conselho, Berluccio Israello, o qual foi logo sen-
tenciado com outros chotes da conspirarlo ae-
rem enforcados as pilastras da veranda do pala-
cio, a mesma varanda d'onde era uso assistirem
os doges s corridas dos touros. Foram suppli-
cisdos todos com urna mordaca na bocea.
No dia 16, o conselho dos Dez senlenciou o do
ge, condemnando-o a cortarem-lhe a cabeca, e
que aexecuco fosse no proprio terrado da esca-
lara de pedra onde os doges prestam o juramen-
to, na occasio solemne da investidura.
No dia seguate, as portas do palacio eslavam
fechadas : Marino Faliero foi decapitado cerca-
do raeio dia.
Oiz-se que, mal lerminou o supplicio, um
membro do conselho dos Dez assomou s colum-
oadas exteriores do palacio que deitam sobre a
praca de S. Marcos e moslrou d'ahi ao povo a
espada ensaog jentada, pronunciando em alta voz
estas palavras;lO traidor padecen a decida
pena. Logo as portas foram abortas e o povo
correu para o interior do palacio, afim de ver es
restos do infeliz Marino Faliero.
Esta chronica, que alludimos, diz que, nessa
noite, fra cooduzido o corpo do doge n'uma bar-
ca, ladeado de oito brandos accesos, e levado ao
seu jasigo na cgrtja de S. Giovanni e Paolo, on-
de foi sepultado. Na sala dos doges, assim cha-
mada, em consequencia de reunir os retratos de
todos elle3, nao est o retrato de Marino. O lu-
gar que ihe ponencia acha-se vasio, e um crep
*.?& IB-*- Tu Mro I'-'" Pn-
^.yllM*'-*' ** Mfda VfJi.roV
va oecprai eaitdo gigante ooJe el e foi coroado
fojaaoda corta e depois decapitado, flzeram
ore ma naa profunda e dolorr sa impressio.
assim como seu carador ardonte a a sua hiato-
^ia singular. >
- Agora magoa-me dizer-lhe qu o desditoso
fjanno atada soffreu desta vez um peior suppli-
cio em S. Carlos, porqoe nao foi s lecapiudo Q-
zeram mais, conscgulram que o od asse a platea '
Platea que a posteridade destes herea do
palco.
Cavalleibc carmole.
(CommercU do Porto.)
MARN HA DE UUERHA DOS KSTAOS-
UNIDOS.
O Heraldo, de New-York, publica o seguiote
curioso artigo sobre a marinha d >s Estados-U-
nidos :
Quando consideramos a grande exteosio de
nossas costas, assim no Atlntico como no Pa-
cifico ; quandocontemplamos os bosques de ele-
vados pinheiros que circuodam os ancoradouros
de nossas grandes cidades, e observamos que as
oossas embarcaces correm todo o mundo ; quan-
do nos occorre o pensameato de que a nossa ma.
rinha mercante eguala a da Gra-Bretanha, aendo
maior que a de quilquer oulra jnacio ; quando
recordamos que as nossas cidades precisara de
muralhas, e quo a entrada de nossas bahas tem
mediocae defensa, vollamos os lolhos para a es-
quadra, que o poderoso braco que ampara os
uossos navios mercanles na occasio do perigo, e
o aotemural em que as nossas viuvas e orphas
indefensis confiam para se obstar que che-
gue estas plagas a guerra, com todos os seus
horrores.
A verdadeira torca da esq.ua dra nio se conhece
pelas mensagensdos nossos presidentes, nem pe-
las memorias apresentadas pelos ministros, que
se contenta em dizer oque flzeram,durante o so-
n, as diversas esquadras.
Tratamos por isso de dar no presente artigo, a
relaco exacta da nossa marinha, como actual-
mente se acha comecando pela parte material
della.
Cansa pois de :
10 Naos ;
10 Fragatas;
21 Corvetas ;
3 Brigues;
3 Transportes;
mudaram de parecer, lendo-se conservado at
agora ao porte; O Oki serve de deposito do re
crutas em Boston. O mesmo papel representa o
iVortA Carolina ea Ne em Norfolk.
Estes vaso* esto abandonados, e como sao de
maite amiga constroeelo, e carenen de machi-
nas de vapor, nio servem absolutamente neni
para atacar, nem para defender de modo que
47 Embarcaces de vela com
1,821 pecas.
Temos alm disso:
7 Frag'alas hlice ;
6 Corvetas hlice de 1* classe ;
4 Vapores de rodas de 1 classe ;
8 Corvetas hlice de 2* classe ;
1 Vapor de rodas de 2* classe ;
5 Vapores hlice de 3*eUsse ;
4 Vapores de rodas de 3* classe ;
3 Vapores transportes;
1 Casco nao classiflcado d i 500 toneladas, que
se est construindo em loboken ha j dezoi-
lo annos, e se chama vper de guerra Ste-
vens ;
38 Vasos vapor com 508 deca.
O total geral 85 emba cacSjs grandes com
2,329 pecas.
E'o que nos dizem os locnmeotos offlciaes;
porm, se os acredtassemoi
roa
ELIE BERTHET.
XIV
[Conclutao.)
O primeiro movmenlo que fez o mercador
foi levantar sua lilha e aperla-la ao peito.
Miuha lllhi, miaba querida lni I Fosle-
me finalmente restituida 1 exclamou elle se aes-
f.izemio era lagrimas. Mas o'uude vens e o que
uesies ? Que quer dizer iodo este apparalo I
Oude est o miaeravel que le arrebalou, e como
podestes escapar-lhe ? e>
Rosmha nao podendo responder, to commo-
vida eslava, apoolou para o novo duque de Vil-
la negra.
O esposo de Rosmha sou eu, replicou o
mancebo vivamente, e vieraos pedir-vos que ap-
pmveis o nosso casamento, j consagrado pela
religio.
Como isto possivel I nao comprehendo. .
M'u Deua I preservae-me de toroar-me iouco I
dase l'iiliveau desvairado.
Algumas palavras bastam para explirar-vos
todo e.-te myslerio, tornou o duque abaixando a
vuz. Eseutae. Deixando-vos hunlem noite
Tultei para o lugar era que havia Qcado o conde
de M-nle embriagado e adormecido, esperando
obter uelle novos esclarecmentua. Foi ento
que resolv tomar o seu lugar e de.-farcar-me na
sua pessoa : a cousa era fcil : porquanlo j sa-
bia a senha com a qual de Manle devia fazer-se
reconhcer pelo emissario do capillo Corbineau ;
sabia uinbem o lugar e a hora duencontr jua-
tauo. Tire, pois, ao bebado o seu chap-i, cabel-
leira e apa ; e favorecido pela escuridao da
noite, im oslo imitando o melhor possivel o
accenio e modo de fallar de ceos cOrtezios, po-
da Hludir os raptores de Ruainha, por aUuns
mlnutua ao menos. E com effeito assim aucce-
aeu : o eioissario lomou-me tac Imente pelo ho-
mem quero vinha buscar, e levou-me at a
enreja de Santa Calh.rina. Ali tire neoesidade
de redubrar ae eaf-rcoapara su.tentar o carcter,
que irauavb ; mas devo confessar com vergonha
Vtde /iorio n. 36.
que eu entrelivera em outro lempo algumas re-
l.iQes cora o conde de Maule, o que me bastara
para conhecer os seus raudos e maneira de fal-
lar : accresce quo a obscuridade que reinava na
egreja, a embriaguez que eu finga, e tambem a
preoecupacao dos nossus inimigos multo me fa-
vorecern! : consegu nao despertar a menor
suspeiti. O resto podis adeviohar : o casamen-
to se fez. sem que mnguem conhecesse quem eu
era, excepto Rosmha, quem me dei recoohe-
cer em voz baixa, quando estavamos j ao p do
aliar. O meu pruueru peusamento foi recondu-
zi-la para o convenio da Ave-Mara at que po-
dsse recama-la como mlnha legitima mulher
mas sabendo que meu pae se havia arrependid
mudei de resoluco, e conduzi-s ao pilacio de
Villanegra na mesma carruagem que tinha sido
posta ali porta lateral da egreja com uraa outra
mteiico. Chegando ao palacio declarei toda a
verdade o coufassor de meu pao, o respeitavel
sacerdote que aqu vedes : contei-lhe como os
planos do doque de Villanegra para obstar os
meus designios secretos me haviam feito apres-
sar a execuco desses designios. Tive a veutura
de interessa-lo era nossa sorte : elle foi ter im-
mediatamHiite cora meu pae, mostrou-lhe quan-
to era odiosa a sua conducta, e instou-lhe para
que sancciunasae a nossa uniao : o moribundo
atinal cedeu. O Sr. juiz criminal e este excel-
lente sacerdote vos podero dar um teslemunho
da scena tocante que assisliram. Agora, se-
nhor, s resta que me adoptis por vosso fllho,
como o duque de Villanegra expirando adoptara
Rosinha por sua filha e este favor eu vo-lo
peco com as mos postas, eu vo-lo rogo de ioe-
Ibus I
Nos meus bracos, meu fllho.... o tu tam-
bero, nimba liiha I vinde, vinde, quero abracar-
vos ambos I exclamou Poliveau erguendo os
othos ao cu.
Assim se conservaran! os tres abracados por al-
guna momentos. A Sra. Detunctis que se havia
chegado para junto do aeu marido, disse com a
voz clara :
Como I pois eris vos, Sr. marquez___ Sr.
duque, quero dizer, que lo bem irailaveis ea-
se bebado averitoreiro ? E porque nao vos des-
cubrales mira ? Tena mais coragem para fszer
frente ao feroz assassiuo Corbioeau, e esse mi-
sera vel e hyprocrila cuttodiO....
Alguem apuiuu brandamente a mo sobre o Mu
homoro.
Mmha fliha, disse o ecclesiastico em voz
baixa e penetrante, o Sr. duque talvez tivesse ra-
zio para recetar a vussa iudiscripco, n'uma cir-
cumstanria tan melindrosa. Vejo a prova disto
na inconstancia e pouea caridade com que fallaos
de um sacerdote que deshonrou e traillo o aeu
nobre carcter. Nunca vue esqueeses, mioba fi-
mos era grande erros. Examinemos pois, o caso
mais de perlo.
No registro da esquadra
872 pegas, a saber:
Nomes Pecas
ao p da letra cairia
contam 10 naos com
HOO
80
84
84
84
84
84
81
84
84
1 Pensil vania........
2 Columbus..........
3 Ohio...............
4 Norlh Carolina.....
5 Delaware..........
6 Vermont..........
7 Now-Orleans......
8 Alabama..........
9 Virginia...........
10 New-York.........
Destas embarcaces as
cem agora nos diques, po
ao mar. O Columbus, o hio, o Norlh Carolina
e a Delaware tem feito ajguaas viageos, haver
uns quinze annos. antes da apparicn dos vapores
ocenicos, e seriara ptimos no seu lempo. A
Pemiloania que enlo causava mais admiracao
do que hoje o Great Eaitern, fez a perigosa via-
gem de Philadelphia a Norfolk, e desde ento fi-
cou encalhada no pantano daquelle arsenal. A
Vermont foi destinada para ter a bandeira do
commoJoro Perry, na sua expedico ao Japo no
auno de 1852 ; mas, os que enlo governavam
Annos de
construccio
. 1836
.. 1849
.. 1820
. 1820
.. 1820
.. 1818
.. 1815
.. 1818
.. 1818
.. 1818
qualro ultimas apodre-
s nunca foram lancadas
espesso tudo o que objeclo de escndalo : as
faltas de um aacerdolu tem de funesto comsigo,
que nao recaem ellas somonte sobre aquelle
que as pratica, mas lambem sobre a religio de
quem elle indigno ministro. Supplico-vosque
como christa guardis o maior segredo sobre o
sacrilegio que presenciaste noite passada.
A mulher do magistrado corvou a cabeca, e
soffreu humildemente esta reprehensio.
Meu pae, disse o joven duque, as carrna-
gens nos esperam l em baixo ; ides deixar para
sempre esle pobre^reliro ; residiremos juntos
no palacio de Villanegra, emquanlo nao vamos
para a provincia visitar a duqueza minha me,
cujo ealado iofeaz reclama os nossos maiores
cuidados o piedade. Nao nos haris de abando-
nar mais: Rosinha e eu envidaremos lodos os
esforcos para fazer-vos esquecer os crueis peza-
res, que nos vos causamos.
Umaexpresso de tristeza se expandi sobre o
semblante paludo do velho.
Tendea refleclido bem, Sr. duque ? pergun-
lou elle meia voz. Nio receises as zombarias
da corle e da cidade, conservando uo vosso pa-
lacio o pae ce voasa mulher, cujas maneiraa
plebgas podero um dia envergonhar-vos ? Nao
receiaes que os vossos nobres parentes___
De hoje em diante sou eu o chefe da mi-
nha familia, iuterrompeu Villanegra com digni-
dade, e saberei fazor com que respeilem os
meus direitos. Demais, o que ha ah que pos-
sa causar vergonha?Por ventura nao sois lam-
bem nobre f Prestando relevantes servicos a.o
estado, preenehendo com o risco de vossa fortu-
na o honroso cargo de almotacel da cidade de
Pars, nio conquistastes um brazo to elevado e
to puro quanto os brazdes dos maiorea fidal-
gos ? Pde-se confessar altamente semelhanle
nobreza, e acreditae-me, meu pae, a nobreza de
todos os fida.gos que frequeqlam a corte nao ti-
veram urna to bella origem.
A delicadeza e generosidade destes seolimeo-
los levaram ao seo cumulo a commoco do
velno.
Perdoae-me, mea fllho, disse elle com ve-
hemencia, eu nao vos soube comprehender I
Ainda nao tudo, retorquio o mancebo lau-
cando o seu olhar sobre Gil Poinselot, que havia
Qcado sombro e mudo um canto da sala ; na
vossa desgrana cnconlrsste* um amigo generoso,
um fiel servidor; justo que elle lambem tome
parte na vossa fsliz sorte___
Nada quero, de nada preciso I atalhou o
aprendiz arrebatadamente.
Villanegra dir.^jo-se para elle e pegou-lhe na
mo affectaoiamfhte.
Sei de onde provm a vossa repugnancia
em aceitar a'guraa cousa de mim, disse elle i
meia voz: podis mo querer mal, Sr. Gil, por-
Lha, de que se dero aempre cobrlr com um vu' que fui mais feliz do qaev3, e por (er preen-
chido o meu dever concedendo Rosinha urna
reparaco legitima ? Sempre mo manifestastes
odio, entretanto nunca vos liz mal, nunca vos di-
rig a mais pequea injuria. Apezar de todas
as vossas injusticas para commigo, offereco-vos
ainda a minha amizadej queris aceita-la '?
O aprendiz ficou abalado com esta linguagem
to diversa da insolencia com que os mancebos
nobres daquella poca [fallavam ordinariamente
s pessoas da sua condigno : levou aos labios a
mo do joven duque, o murmurou com esforco :
Senhor, vos a merecis mais do que eu I
Assim pois disse Villanegra elevando a
voz para que podsse ser ouvido por todos, eit
tudo combinado : vos, Sr. Gil, vos encarregareis
do coramercio do vosso antigo amo ; compra-
reis as suas dividas, rehabilitareis o sou nome.
O meu mordomo vos ha de dar a somma necessa-
ria para que a velha Iota do Grande Sao Maitinho
sejs mais bem fornecida do quo nunca de sedas e
pannos de toda a especie. O Sr. Poliveau vos
cede a gerencia dessa loja, e vos seguiris a
til profisso que ellei tanto soube honrar. Deus
vos faca mais feliz do [que elle foi I
Poinselot commovldo por tantos beneficios nao
poda pronunciar ama s palavra.
Gil digno dos vossos favores, Sr. duque,
replicou Poliveau com alegra ; nioguem melhor
do que elle tara prosperar o commercio dos meus
antopassados. Meu rapaz, tu progredirs, sou eu
quem t'o diz. Irei. muitas vezes essa loja,
que te vae pertencer de hoje era diante, levar-te
os conselhos da minha experimentada velhlce.
Chamars Guilhermo para junio de ti, esse ex-
cellente companheirO, que tanto te amava ; e eu,
vendo-vos ambos felizes chorarei de prazer.
Entreunto, Villanegra voltaodo-se para Ro-
sinha depoz-lhe ura beijo na trono e Ihe disse :
E vos, senhora, esls sallsfeila ?
Sois lodo cheio de bondades e generosida-
de, Sr. duque, respondeu ella com os olhos h-
midos de doces lagrimas.
A Sr. Detunctis, do seu lado, encantada de
todo o que va e puvia, exclamou com enihu-
siasmo, apezar dos esforcos do aeu marido para
que olla so calasse :
Eis o qoe ae chama um verdadeiro fidalgo I
E vos tambem, nainhajehara menina liareis de ser
urna boa e digna anqueza : nunca haris de hu-
millar i ama simples bargueza como eu l As-
sim hei de ir ver-yos muitas vezes, e as minhas
companheiras haoj de morror de inveja I Meu
Deus I Como eetqu contente I...
O joven duque a interrompeo com o ar grave:
Senhora, esto dia oSo deve ser consagrado
i alegra ; reata-me ainda devores bem tristes
preencher. Volte nos para o palacio de Villane-
gra, e ramos sup licar i Deus pela alma da-
quelle que cons ntiu na minha feUcldade sem
poder ser teslemu tita della,
preciso diminoir, de um jacto, 872 pecas das
,900.
As fragatas aio dez, com canhoneiras para 50
pecaa cada um, a aaber:
No"es Annos da
construeco
1 Constitution..................... J797
2 Uniled States.................... 1797
3 Polomac........................ 1321
4 Braniywroe .................... agag
5 Columbia........................ jggg
6 Congress......................... jg^j
7 Rarilan... ...................... 1^3
8 St. Lawrence.................... 1847
9 Santee.......................... 1955
lOSabin .......................... 1855
O Santee nunca foi tancado ao mar, e o Sabini
anda na esquadra costeira fazenda a sua segunda
campanha. As oulras leem servido bem, e duas
deltas, a Uniled Statetea Constitution Ozeram-se
lao queridas do pavo deste paiz, que elle, com
repugnancia Ihe varia o nome riecado do registro
da esquadra. Todas ellas, menos a United States
a Braniuwine poderiam converter-se em vapo-
res de parafuso, com muito proveito.
Exislcm 21 corvetas, a saber:
Nomes Pecas
1 Cumberland.........24
2 Sarannah...........21
3 Cooalellation.......22
4 Macedonian ........ 22
5 Poslsmouth........ 22
6 Plymoulh .......... 22
7 Saint Marys........22
8 Jamestown.......... 22
9 Germn lo w......... 22
10 Saratoga............. 20
11 John Adms..........20
12 Vcennes............ 20
13 Falmoulh .......... 20
14 Vandalia............20
Annosda
'construeco
... 1842
... 1842
... 1854
... 1836
... 1843
... 1843
... 1844
... 1844
... 1816
... 1842
... 1842
... 1831
... 1826
... 1827
... 1828
... 1837
... 1837
... 1859
... 1839
... 1839
1839
15 Saot Louis.......... 20 ....
16 Cyane............... 20 ....
17 Levant.............. 20 ....
18 Decatur............. 16 ....
19 Marin.............16 ....
20 Dale................ 16 ....
21 Preble.............. 16 _____
Todas leem estado em aervico activo quaai des-
de a sua construeco. As quatro primeiras eram
d'antes fragatas, e agora s teem artilheria na ca-
berla. A Falmoulh foi separada de servigo e
convertida em deposito permanente. Est em
Aspinvall, d'onde provavelmeote nao sair. A
Phymoulh aervia nos ltimos annos de escola aos
aspirantes de marinha ; mas, vae ser substituida
pela velha Ironsides apparelhada para semelhan-
le Qm. Estas corvetas podem admittir machinas
de vapor, porm as oulras sao mu pequeas e
nao devem confundir-se cora as corvetas do rio
Norte.
Os brigues sao:
1." Bainbridge, 6 pegas.
2." Perry, 6 dita3-
3 Delphin, 4 ditas.
Estas embarcaces leem prestado muito bom
servico.
Os transportes denominam-se :
i.' Reliel,2 pe?as.
2. Supply,4 ditas.
3. Relcase, 1 dita.
Estos vasos apenas servem para o servico a que
sao destinados, e, s vezes, nem mesmo para isso
pois, os dous primeiros sao muito pesados, e o
ultimo da lao pequeo porte que nao passa de
327 tooeladas.
Temos, portanto, mui poucos vasos de vela que
se podessem aproveitar em caso de guerra.
Vamos agora tratar dos que teem o auxilio de
vapor. Contemos primeiro as fragatas:
Nomes Pecas Toneladas
Nigara............ 12 ........ 4,580
Roaooke........... 40
Colorado........... 40
Merrimac.......... 40
Minnesota ......... 40
Wrbasn............ 40
Franklin........... 50
3,400
3,400
3,200
3,200
3.200
3,680
de parafuao, de primeira or-
Aa seis corvetas
dem sao :
Nomes Pegas Toneladaa
1 S. Jacintho......... 13 ........ 1,446
2 Lancaster........... 22 ........ 2,360
3 Pansacola.......... 19 ........ 2,158
4 Brooklyn........... 25 ........ 2.070

EPILOGO.
Alguns instantes depois, duas carruagens so-
bre carregadas de lacaios, escoltadas de bonitos
pagens que montavam fogosos coreis, atra-
vessavam o recinto do Templo, com a rapidez de
que eram susceplivois os pesados vehculos da-
quella poca. Posto que a hora fosse um pou-
co adiantada, o ruido e a belleza dessas equlpa-
gens atrahlam s janellas os moradores desse
pobre quarteiro, nao habituados semelhantes
visitas. Chegando praca, que preceda a en-
trada principal de recinto, o cortejo, apezar da
impaciencia dos cavalloa, dos estalos dos chi-
cotes e das prigas enrgicas dos cocheiros, foi
obrigado i diminuir a sua marcha. Achava-se
ali parada numerosa mullido, e os vadios e
basbaques, que a compuoham em grande parle,
deixar-se-iam esmagar sob as rodas das carrua-
gens, se nao houvesse lodo o cuidado, e pre-
cauces.
O tumulto e agitacio eram taes que prin-
cipio houve muito trabalho em reconhecer-se a
causa |desso ajunlamento extraordinario ; final-
mente viu-se um homem sem cabelleira, sem
chapeo, com o gibo roto e enlameado, empre-
gando todos os meios para que podesse ser ou-
vido pela mullido que o atorme.nlava com vel-
as, e apupadas.
E' Aogoulovenlo principe dos doudos I
exclamava um dos assislentes era ar de zomba-
ria. S elle capaz de semelhantes quicho-
ladas I
Qual 1 eal engaado : mestre Guilher-
meo bobo do defunto rei I dizia um outro. F<*
ra, fra com esle velhaco inslenle 1
E o pobre diabo grilava, geaticulava, exforca-
ve-se em vo para repellir a canalha : esgani-
cava-se o mais possivel para ser ouvido, e re-
vestia-ae de ares magestosos que cootraatavam
cora os seus srdidos vestidos, l'u xa vara-Ihe
pelo gibo, e quando elle resista, cahiam-lhe
em cima com bordoadaa de lodosos lados. Os
archeiros encarregados da polica de Templo
olhavam impassiveis para esse espeotaculo, nn-
do-se como os oulros, sem cuidaren) em aoccor-
rer aquello que era to cruelmente vilipendiado.
Finalmente elle voltou o roato vermelho de
colera para o lado daa carruagens, e sua voz po-
de por um momento dominar oa clamores da
muldidio.
So vos desafio todos, patitas, bregeiros,
canalha maldita I exclamou com voz colrica.
Per Dio I onde Tistes quo se deve insultar as-
sim um fidalgo, quo leve t infelicidad de ca-
hlr noite passada as salios de mala de trinta
ladroea e gatunos, oa qates o roubaram I Se ha
ah entro vos um s fidalgo da minha qualldade
apparega, e moslraroi quem eu sou.
O som da roz e a maneira de faltar, mais do
que a apparencia ridicula da personagem, o
..
8Hforda........... I*..,..... IWo
Richmond..........14 ...... 19o
A crvela S. Jacintho ha 10 annos que foi cons-
truida, e as demais comecaram a conalruir-se em
1857. Quatro eslo de servico, considerndose lo-
daa pelas suaa qualidade, superiores 4 fnalquer
outra da sua classe.
Tambem temos quatro vapores de rodas:
Nomes Pecas Toneladas
1 Mississipi........... 11 ........ jt692
2 Susquehaana....... 15 ........ 2,450
3 Powbatlen.........II ........ 2,415
4 Saranac............ 9 ........ 1,445
O primeiro conta 20 annos de construido, e os
outros 10 ou 12. Sao mui uleis ; porm j se
sabe que os vapores de rodas nao servem gara a
guerra,por que estas oerecem So inimigo grande -
vantagem ; e, alm disso, s navegara por meio
de vapor, e pode faltar-Ibes combuslivel quando
hajam de parar.
Aa canhoneiras, ehamadaa pelo governo corve-
tas de vapor de 2.* claase, ao :
Nomea Petas Toneladas
1 Mohicaoo....... 6......... 994
2 Naragansett----- 5 ......... 804
3 Iroquois........ 6 ......... 1:016
4 Pawnee........ 4 ........ \:fsQ
5 Vyoming....... 6 ......... 997
6 Dacolah........ 6 ........ 998
7 Pocshontas..... 5 ........ 694
8 Seminle....... 4 .....; ... 801
S urna d'estas embarcaces de m qualida-
de, que a Pocahontas ou rtica. O governo a
coraprou para a expedico anica do doutor Kea-
ne. E' asss forte, mas a ana machina ou pe-
lo menos, era peaaima.
As oulras preenchem um servgo muito neces-
sario que o de embarcaces para subirem os
os. Navegam com o tundo de 9 at 12 ps de
agua, e andam por hora entre 10 a 15 milhas.
Pertence esta classe o/ullon, que 6 de ro-
das, e s serve para reboque.
A lerceira classe de vaporez a hlice, e se
compe :
1. Wyandot. 5 pecas.
2.* Mohai'k, 5 ditaa.
3. Crusader, 8 ditas.
4.a Sumpler, 5 ditas.
5.* Myslic, 5 ditas.
Pertenciam lioha de Cromwell. 0 governo
os comprou era 1858 para a expedico ao Para-
guay. Empregam-se em perseguir as embarca-
cea de eacravatura.
Oa vapores de rodas :
Water Witch, 3 pegas.
Michigan, 1 dita.
Pulaski, 1 dita.
Saginaw, 3 ditaa.
completam o numero deata classe.
O Water Wtca mui ligeiroe bom, para qual-
quer expedico.
O Michigan ( de ferro ) tem sido muito til
nos lagos para salvar nufragos.
O Pulaski Metacomel 6 a vergonha da nossa
marinha. E' pequeo vapor de rio, e os offl-
ciaes que o conduziram a Monlovido praticaram
um acto de herosmo, ousando atraveaaar o mar
em semelhanle embarcaco.
Ha dezoito mezes que foi condemnado em
Montevideo, ficando ahi para fazer viageos no
rio da Prala, ontre aquelle porto e Buenos Ayres.
Os transportos o o Slevens completam a lista.
Portanto, em lugar de 85 temos s uns 30 na-
vios verdadeiramente ufis ptra a guerra, e em
lugar de 2:500 pegas, nio contamos mais de 800.
ESQUADRAS.
O governo costuma marcar o numero de em-
barcaces para cada esquadra, na razo do ser-
vgo que tem a dar a fazer, o commercio a que
devem dar protecgo ; de modo que nos ltimos
annos leve a esquadra do Mediterrneo pouca
farga : ao mesmo lempo que maior numero de
vasos foi reforcar a esquadra costeira, e a das In-
dias Onentaes.
ESQUADRA COSTEIRA
Foi destinada a crusar no Alhlantico, desde o
Labrador at Florida, no golpho do Mxico,
mar Caribe costas da America do sul, al foz
do Amazonas; mas nunca saiu das costas de Cu-
ba, Mxico, Nova Granada. Consta de 14 vasos
( sendo 5 de vela ) e monta 209 pegas. Tambem
tem transportes.
No Mediterrneo est o rapot Iroquois de 6
pegas.
No Pacifico ha 7 vassos(4de vapor] e 2 trans-
portes.
A esquadra do Brasil conta 5 embarcaces sen-
do 2 vapores, com 63 pegas.
A de frica compO-so de oito vasos ( melado
a vapor ) com urnas 91 pegas.
A das Indios orientaea tem 4 vasos ( um de
vela ) com 45 pegas.
ARHAMNTO.
O armenio daa nua e fragatas consiste geral-
menle em artilheria ligeira de calibre 32, sobre
o conrea ; e de artilheria peaada, de calibre 32,
e raorteiros de oito pollegadas na balera inferior.
As fragatas que passaram a corvetas tem pe-
cas de 8 pollegadas por banda, e morteirosde
calibre 9, montados em carretas. As outras cor-
vetas eslo armadas como fragatas
Os vaporea lem em geral morteiros de Dahi-
green, de calibre 8, 9 e 10. O Nigara tem-a'os
de calibrell. Ainda se nao sabe bem so me-
lhor empregar a bala ouca nos combates de mar.
Cada embarcaco leva entre 1 a 3 obuzes para
armar as lanchas ou desembarcar, alm d'isso o
completo equipamento de espinguardas lfinm
carabinas, pistolas, etc. A tripulago deve sa-
ber o exeiciclo de aclilheria e de infantera li-
geira.
( Diario de Lisboa }.
haviam dado A conhecer. O duque de Villane-
gra mandou parar a carruagem.
E' o indigno conde de Manle I disse elle
com desprezo, sem duvida encontraram-o
adormecido no estado em que o deixei a coito
passada. e talvez que com aa suas insolencias
ordinarias tivesse amolioado a populaga ao re-
dor delle.
E qual o vosso designio, Sr. duque ? per-
gunlou Defuoctis, que se acbava na mesma car-
ruagem, vendo o duque levantar-se.
Apezar do mal que me quiz fazer esse ca-
valheiro, devo lembrar-me de que um fidalgo :
alm disto fui eu quem o deixou nesla ridicula
siluago.
No'penseisem semelhanle cousa senhor.tor-
nou o magialrada. Queris compromelter-voa pu-
blicamente por causa de semelhanle miseravel"'
Quanto sua qualidade de fidalgo,Qcae tranquillo;
este homem que se intitula conde de Manle nao
temdireito esse nome, nem esse titulo : j ad-
quir a certeza disto. Foi elle um aprendiz de
barbeiro chamado Jacques Fouilleret, muito
conhecido na cidade de Manle por suae exper-
tezas. De ha muito que faa de Pars o theatro
de suas emprezaa, illudiodo urna immeiuida-
de de jovena fidalgos...
O duque de Villanegra corou lembrando-se
das relaces quasi amigareis que Uvera com
esse vil intrigante : e tirando a bolsa que trazia
suspensa cintura moda do tempo, entregou-a
um pagera, disendo :
Entrega isto ao conde de Manle da parle
daquelle que o despojou dos seus vestidos noi-
te passada.
E advert ao mesmo tempo esse Jacques
Fouilleret, accrescentou Detunctis com severi-
dade, que se eu o encontrar em Paria n'algum
quarteiro da miuha jurisdiego hei de envla-lo
ao pelqurinho. como espero enviar torca da-
qu trea diaa o aeu digno amigo o capilo
corla-cabecas. Um dos meus sargentos apode-
rou-se esta manha dease bandido que se acha-
ra rondando em torno do palacio do Villanegra.
O pagem dirigio-se executar a ordem do seu
amo. De Manle, ou antesJacques Fouilleret,
empolmou a bolsa, e langando as vistas sobre
a carruagem, percebeu Villanegra, Rosinha, Po-
livean e Defuntis.
Com o sea saague fri e imperturbavel impru-
dencia ia j eucaminhar-se para elles, afim de
por em pratica alguma nova astucia ; mas as
carruagena conltnaaram o aeu caminho, e o mi-
seravel aveutureiro ficou entregue s apupadas
e insultantes zombarias da populaga.
(L' Echo nFECiLi.EtiN3-S{fceira.J
PMM,- TTP. M M. F. DS PABIA, -l&tt.


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