Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09238


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Full Text
AIIO XIITII IDIEKO 36
Por tres neies atontados 5$000
Por tres mezes vencidos 6J000

01RTA FEI11 13 K FETERE1B0 DE ISIt
Par aaaa adian tafe 1910 O O
Porte franco para a saaaeriplor.
ENCARREGADOS Di. SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lentos Braga; Ceara o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. Hanoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimares ; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS DOS L0HHK109.
Olinda todos os dtas as 9 1/2 horas do dia.
Iguarassu, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Caraar, Altinho e
Garanhuns as tergas-friras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Hx as quarlas feiras.
Cabo, Serlnhaem, Rio Formoso, Una.Barreiros,
Agua Preta, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiospartem as 10 horas da manhaa)
ErHEMERIDES DO HEZ DE FEVEREIRO.
2 Quarto minguante as 7 horas e 40 minutos da
manhaa.
9 La nova as 5 horas e 45 minutos da tarde.
17 Quarto crescente as 10 horas da tarde.
25 La cheia as 2 horas e 23 minutos da man.
PREAMAR DE BOJE.
Primeiro as 7 horas e 42 minutos da manhaa.
Segundo as 8 horas e 6 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
11 Seguoda. Ss. Lzaro, Dativo e Clocero bb.
19 Terca. 8. Eulalia v. m.; S. Modesto m.
13 Quarta de Cinza. S.Gregorio II. p.; S. Benigno.
14 Quinta. S. Valentira m. ; S. Auxencio ab.
15 Sexta. Ss. Faustino e Jovita mm.
18 Sabbado. S. Porphyrio m.; S. Honesto sac.
17 Domingo. S. Silrino m.; S Secuodiano m.
AUD1KNUAS O> TRIBUNAto DA CAPITAL.
Tribunal do commercio ; segundase quintas.
Relago: tercas, quintas e sabbados ss 10 horas.
Fazenda ; tergas, quintase sabbados as 10horas.
Juizo do commercio : quartas ap meio dia:
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horss.
Primeira Tara do civel: tergas e sextas ao meio
dii
Segunda Tara do cirel :
hora da tarde.
quartas e sabbados a 1
PARTE OFFICIAL
Governo da provincia.
Expediente do dia 11 de fevereiro de 1861.
Portara.O presidente da provincia usando
da faculdade que Ihe coofere o 2o do art 24
abertura da assembla legislativa provincial para
o dia Io de abril do corrento anoo, o manda que
neste sentido se agam as precisas commuir -
ces.Communicou-se ao primeiro secretario
a assembla legislativa provincial e as careara*
municipaes.
Officio ao Exm. presidente da provincia do Rio
Grande do Norte. Passo s mos de V. Kxc.
para ter o conveniente destino a guia de assen-
tamentos do soldado Antonio Gomes do Olivcira,
que val servir na companhia de catadores dessa
provincia.
Diloao Exm. presidente da provincia da Para-
hiba. Tendo consideraco ao que solicita o ca-
pito Antonio Francisco de Avila no requeri-
mento incluso por copia, dero declarar V Exc.
que efectivamente autorisei como presidente
dessa provincia a despesa a que ailude, e pelos
motivos expendidos no mesmo requerimento;^en-
do assirn veridico quauto allega o referido ca-
pitao.
Dito a cmara municipal do Limoeiro.De-
claro cmara municipal do Limoeiro em res-
posta ao que consulta era seu officio de 28 de
Janeiro ultimo, que tendo sido annulladas pelo
governo imperial, segundo me {oi communicado
por aviso do ministerio do imperio de 18 do pre-
dito raez.as eleiges de juizes de paz e vereado-
res da fregueiia de Taquaritinga, cumpre que a
rnesma cmara municipal apure quanto antes a
votagao das parochias do Limoeiro, e Bom Jar-
dn, sobre cujas eleigos nos ha contestacao ou
nuvida, e que constituetn maiorla muito consi-
derare! do municipio ; reconhecendo vereadores
oscidadios que pela lolalidade dessa votaco li-
verem obtido maioria de votos na forma da lei,
e a quem dar posse, para que entrera logo no
xeccicio dos cargos para que oram eleitos.
Dito a Joaquini Cavalcante de Albuquerque e
Mello, juiz de paz mais votado da freguezia de
Barreiros.Respondo ao seu officio de 31 de Ja-
neiro Godo dizendo-lhe que o meio legal de
observar os embarazos quo Vine, poder encon-
trar em distinguir por occasio da eleico a que
ah vai-se proceder, os rotantes dos differentes
quarteires desse municipio confundidos, como
affirma Vmc. pela nova devisao do destrictos,
acha-se estatuido no an. 20 da lei n. 387 de 19
de agosto de 1846, e aviso de 27 de abril de
1847 12, em vrlule de cujas disposiges po-
dem ser chamados como informantes os inspec-
tores de quarteirao, o parocho e juizes de paz, a
Coi de esclarecer as dovidas suscitadas sobre a
ideotidade e moradia doscidados quaQcados ;
o que coovm que Vmc. faga observar a bem da
regularidade do processo eleitoral, a que tem de
presidir.
Dito ao coronel commandante das armas.
Rospondo ao officio que V. S. me dirigi em 8
do correte, sob n. 183declarando-lhoque deve
ser conservado na priso, em que se acha, o de-
sertor Antonio Fragoso da Paz at que cheguem
as informages que acerca delle solicito.nesta
data ao Exm. presidente do Maranho. Offi-
cio u-se a este.
Dito aochefe de polica.Para quo possa ter
lugar o pagamento que nos documentos-juntos
pede o t-s.delegado de Curuar, alteres Francis-
co Antonio a Veiga Cabral de Moraes da Mos-
quita Pimenlel, tiZ.se preciso que V. S. declare
o destino que tiveram o desertor Manoel Gomes
da Assumpcao e os recrniM Manoel Ignacio dos
Santos, Antonio Lopes da Silva, Manoel de Bar-
ros Barbosa, Joao Soares de Souza, e Adriano
Peres de Fraoga, constantes dos inclusos prets
que me sero devolvidos com os de mais pa-
pis.
Dito ao provedor da santa casa da misericor-
dia.Mande V. S. apresentar ao director do a.
seal de guerra para ser admiltido na compa-
nhia de aprendizes, se estiver as condigea le-
gaes, o menor exposto Justino, de que trata o
seu officio datado do Io do correte, que Oca
assirn respondido. Officiou-se nesto sentido ao
director do arsenal de guerra.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Visto que nao convm apruveilar-se para barca
de viga di alfandega.como V. S. declarou em seu
officio o.98 de 6 do corrente, o hiate Parahyba-
no que foi desarmado por ordem do Exm. Sr.
ministro da marioha, mande V. S. p-lo em
hasta publica por venda eutendendo-se paraisso
com o iospector do arsenal de marinha.
Dito ao mesmo. Tendo havido autorisago
desta presidencia para (ornecer-seao2 batalho
de Intentara a carroga que se comprou por 250>
a Prxedes da Silva Gusmao, dove V. S. mandar
pagar a este a referida quantia, a vista do incluso
requerimento, que se refere a sua informagao
datada de 19 de Janeiro ultimo.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Constando da secretaria do governo que em diffe-
rentes datas, como se ve da relago junta, man-
do j-se pagar aos officiaes do 8o batalho nella
mencionados, e que sao tambem contemplados
nos recibos inclusos, o aluguol de casas para sua
resitencia, quindo em diligencias policiaes no
centro da provincia, convm que V. S. mandan-
do examinar esses documentos declare so ha ou
nio duplcala no pagamento, que nos papis
qoe devolvo, pede o ex-pagador do mesmo ba-
talho o 2 escripturario da thesouraria de fa-
zenda Januario Constancio Mooleiro de Andra-
de, na parle relativa aquellos officiaes.
Dito ao mesmo.Em additamento ao meu offi-
cio de 30 de Janeiro ultimo remello V. S. para
o gra conveniente, a inclusa copia das clausulas,
que nesta data approuvei, para a arrematago
do erapedramenlo da ra do Imperador.
Dito cmara municipal do Recife.Informe
com urgencia a cmara municipal do Recife
acerca do que solicita Carlos Luiz Cambroooe,
empresario da limpeza desta cidade no trecho
incluso por copia de urna represeotago que me
dirigi iudican lo os raeios mais efficazes de fa-
wr effectiva a providencia por elle lembrada,
fullendose no art. 44 do contrato que celebrou
com a presidencia.
Dito ao director do arsenal de guerra.Ap-
proyo o contato qua Vmc. fez com os consigna-
tarios docutet nacional Emma, como declarou
em seu officio n.44, para condcelo dos 15 bar-
ris de plvora e 12 anheles de cartuchame viu-
dos da corte com destino a provincia do Cear.
Dito ao commandante do Fernando. Faga
Vmc. regressar para osla capital oa pnmeira
opporluuidade a ser apresentado ao juiz muni-
cipal da pnmeira Tara, o sentenciado Joaquim,
escravo de Manoel Jos Ferreira Gusmao, exis-
tente nesse presidio.
Dito ao juiz muicipal da primeira Tara desla
cidade.Transmuto a Vmc. para terem o eoova-
niente destino as guias dos sentenciados Jos Go-
mes da Silva, Manoel Joao do Nascimento, Eu-
^iV?-*1 Jo8 I*Q,cio Sobado, Cssemiro
Jos Rengues, Laurentino Alexandre Vieira e
Manoel Thodfcx Cavalcaoti, que vieram ?pre-
sidio de Peraando no hiate de guerra Rio-For-
moso.
"J'^adodo primeiro districto do ter-
se 4o Becife,-.e.poao o officio que Xc.
me dirigi, sob n. 97. e data de 8 do corrente,
declarando-lhe que por ora nao pode ter lugar a
despensa do servigo da guarda nacional que
Vmc. solicitou para differentes officiaes e guar-
das, afim de serem nomeados inspectores de
q uarteiro.
Portara.O presidente da provincia, tomando
em consideragao a proposta do director geral da
iostruegao publica datada de 24 de outubro do
anno passado, resolve, no3 termos dos arts. 51 e
52 da lei provincial n. 369 de 14 de maio do
1855, crear urna cadeira de primeira! letlras pa-
ra o sexo femin#o, na villa do Cabo.Fizeram-
so as convenientes commuoicagdes.
it.O presidente da provincia, alternando
ao que re^oereu o bacharel Joaquim Theotonio
Soares de Avellar, resolve conceder-lhe dous
mezes de prazo improrogaveis para dentro delles
apresontar a sua carta de juiz municipal o de
orphos do termo de Ingazeira.
Dita.O presidente da provincia, atlendendo
ao que Ihe requereu Jos Delphino da Silva Car-
valho, resolve conceder-lhe dispensa das con-
diges Ia c 2* do regulamento ioterno do curso
Coramercial Pernambucano, afim de poder ma-
tricilar-se no mesmo curso em o anno corrente.
Picando porm obrigado a satistazer as referidas
condiges de conforrnidade com o artigo 36 do
citado regulamento.
DESPACHOS DO DIA 9 DE FEVEREIRO DB 1861.
Requerimentot.
3758, Juvenco Temporal. Tasse portara
dispensando o supplicanle da primeira e segun-
da condiges do art. 19 do regulamento de 1* de
dezembro do anno passado com a obrigaeo de
que trata o art. 36 do mesmo regulamento.
3759.Hilario Jos Paula.Informe o Sr. juiz
municipal do termo de Garanhuns.
3760.Ignacio Xavier da Costa.Informe o
Sr- engenheiro director das obras publicas.
3761.Fielden Brothers.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria da fazenda.
Os mesmos.Informe o Sr. inspector do arse-
dal de marinha.
3762.Joaiuim Jos Raymundo do Mondonga.
Passe portara dispensando o supplicanle da
primeira e segunda condiges do art. 19 do re-
gulamento de 14 de dezembro de 1860 com a
obrigago de que trata o art. 36 do mesmo regu-
lamento e sem prejuizo do exercclo de suas
tuneges.
3763.Joo Facundes de Araujo.Informe o
Sr. juiz municipal do termo de Garanhuns.
3764.Joaquim Alves Pereira da Fonseca.
Passe portara dispensando o supplicanle da
primeira e segunda condiges do art. 19 do re-
gulamento de 14 de dezembro do anno passado
com a obrigago de que trata o art. 36 do mes-
mo regulamento.
3765.Luiza Francisca da Costa.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
3766.Manoel Antonio Viegas Jnior.Infor-
me o Sr. director da instruego publica, ouvin-
do o regedor do Gymoasio.
3767.Luiz da Rocha o Oliveira.Informe o
Sr. iuz municipal da primeira vara desla ci-
dade.
3768.Malachias de Lagos Ferreira Costa.
Passe portara dispensando o supplicanle da pri-
meira e segunda condiges do art. 19 do regula-
mento de 14 de dezembro do anno passado e
cora a obrigago de que trtta o art. 36 do raesrao
regulamento quanto as materias de que nao
mostra cerlido de exame feito na Faculdade de
Direito desta cidade.
3769. -Vicente Ferreira da Costa. A'vista
das informagoes requeira ao tribunal do thesouro
nacional.
ENCARREGADOS DA SUBSCR1PCA DO SljL*
Alagoas, o Sr. Cliudino Falclo Dias; Baha
Sr. Jos HsrllDS Alves ; Rio de Janeiro, o Srl
4oo Pereir* Martiai.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do diario Manoel Figueiroa da
Paria, na sua linaria praga da Independencia ns.
6 e 8.
EXTERIOR.
Um destes das, na praga de S. Francisco de
Paula em aples, distribua o atrevido capito
dos voluntarios italianos urna medalba comme-
morativa pelos primeiros companheiros de sua
empreza. Essa medalha chamava-se a medalha
4 Marsala, em memoria do lugar onde leve lu-
gar melle desembarque que iguala os mais
romanesco 4a historia. Deu-se a primeira urna
mulner, a unic. que embarcou-se em Genova
com os voluntario,, qUe havia tratado e cuida-
do dos fendos no meio d0 fogo. Eram elles 1085
no da da pnmeira batalWa no dia da recom-
pensa nao eram mais do que 400 ; os outros ti-
nnam morndo ou estavam no hospital.
Quanto ao chele, cuja idealiza e bravura cega
havia-os guiado portoda a parle, por entre ludo
recebia tambem, como recordago de seus solda-
dos, urna cruz de diamantes com esla inscripgao :
I tnxlle a loro duee, os mil seu capilao. Essa
recompensa popular foi a nica que elle quiz
aceitar ; foi o proprio que desatou o cabo que
prenda seu navio praia, e hoje est do volta
em sua ilha solitaria.
Nada ajuntaremos s homenagens que Ihe fo-
ram rendidas. Talvoz que sob o ponto de vista
da gloria pessoal tenha elle escolhido o melhor
quinho. Cincinnalo nao seria to conuecido se
nao o tivessem ido buscar quando trabalhava
coa a charra, e Diocleciano menos famoso
por ter derramado ondas de aangue do que por
ter plantado couves. Por isso I que difficil
represeotar-se Garibaldi seno de capole verme-
Iho. Garibaldi com bordados em todas as costu-
ras da farda, Garibaldi no quadro dos officiaes e
cora direito reforma, nao seria mais o Garibal-
di da legenda ; nao seria mais do que urna reli-
1U'. 8 n'um paiz onde as ha em abundancia.
Tenho sob a Tisla a Reoolucao siciliana pelo
Sr. de la Varenne, livro em que se Tcem sensi-
velmente tragados os incidentes da expedigao da
Sicilia, e foliamos de ahi reler as proclamagoes
que Garibaldi publlcou antes de embarcar. Es-
crevia elle ao rei :
Eu nao aconselhei o movimento insurreicio-
nal dos nossos irmos da Sicilia ; mas assim que
se levantaram em nome da unidade italiana, cuja
personificacSo V. M., nao hesitei em pdr-me
rente d'elles Sei que embarco-roe n'uma em-
preza perigoza, mas ponho minha confianca em
Dos.... '
Escrevia tambem i um amigo :
< Quando receberes estas linhas, estarei bem
longe no mar. A insurreigao siciliana traz nos
flancos os destinos do nossa nacionalidade ; vou
parlilhar sua sorte : vou achar-me outra vez no
meu elemento, a aegio ao servigo de urna idea
sublime.... Ninguem diga que imprudencia,
esperem.
E finalmente diriga elle nagao intera um
appello em que ioTocavaasolidariedade de todos
os Italianos :
Combalamos hoje por nossos irmos, dizia
elle, amanb&a combateremos pomos. Marcha
comigo um punhado de bravos que acompanha-
ram-me am todos os campos de balalhada pa-
tria. A llalla coohece-os: elles apparecem quan-
do sa a hora do perigo....
Estas poucas patarras cootem toda a historia
do chele e dos soldados : elles apparecem na
hora do perigo, e anda apparocerao quando a
Italia precisar de seos bragos. No lvro em que
fallramos, encontramos urna lista, cuja leitura
recommendaraos i todos aquelles que prelendem
graciosamente que ao exercito de Garibardi ha-
via de tuda, acepto Italianos. E' a lista dos 1085
voluntarios qua se eabarcaram em Genova i 5
d lulo, Vft-w-lHi n'ellii 9 aooja de doui Hqa-
garos : Turr e Tuckery ; todos os mais sao ita-
lianos. E' verdade que elles veem de todas as
partes da Italia, do Milaoez, da Venecia,
da Toscana, das Romaohas ; mas nio vem
que essa fusao a consagragSo da unida-
de ? Quando Sicilianos, Romanos, Lombar-
dos, Venezianos, combaleram sob a rnesma ban-
doira, foram junios vencedores, ou victimas, jun-
tos triumphadores ou marlyres, enmo poderiam
d'alli em diante armar-se uns contra "os outros ?
Essa unio no combate e na morte, o Ora das
separages da historia, o esquocimento das dis-
cordias heriditarias : o beijb de sangue que
sella para sempre a reconciliagao.
Era com um iostincto profundo qu6 Garibaldi
dizia que a insurreigao da Sicilia trazia nos flan-
co* a sorte da nacionalidade italiana; pois se a
nana iio.iTesse deixado esmagar a Sicilia sem
soccorro e 8t> defensa, o pacto teria sido rolo.
Uuaudo os voluntario, embarcaram-se em Geno-
pipr'm" J Hm,mez 1ue ** 'ombalia uas ras de
I alermo ; havla um mez que convento do*
Carmelitas da Gancia, onde dera o ag?.!?"?, !
surreigioum pequeo bando heroico, hwia %\aa
lomado, saqueado e arrasado pelo exercito d'el-
rei de aples ; havia um mez que a capital da
Sicilia era presa dos soldados e da polica ; e a
Sicilia a auceumbir quando chegou o libertador,
ik g0U* *i0 e Teneeo- bou exercito coroou-
ine a audacia e ua reconstituigao de sen paiz as-
sim como na admirago popular, colheu o fructo
de sua patritica o santa extravagancia. Agora
que o Taclo est consummado, muitos outros
acompanharam com hymnos o carro de trium-
pho ; quanto i nos, s desejamos render horae-
nagem s victimas ignoradis e aos vencidos es-
queridos.
Quanto sangue generoso, meu Dos, derra-
mou-se antes que raiasse o dia da victoria I
Quantas eslages marcaram esse doloroso calva-
rio da llberdade I No meio das testas e dos fogos
de artificio, quantas phanlasmas devem erguer-
se mostrando as feridas e pedindo a sua parte na
grstidao da patria I
Jamis podemos ler sem um enternecimenlo
enlrenieiado de affiicgo o testamento que um
desses desgragados insurgentes deixou seu
paiz ; o testamento do infeliz Pisicani, que ape-
nas adiantou-se dous annos para a hora do
tnumpho. Antes de partir para um desembarque
semelhanteao de Garibaldi, escrevia elle :
No momento de arriscar-rae n'uma empreza
temeraria, quero maoifeslar ao paiz a minha opi-
nio, afim de combater a critica do vulgo sempre
prompto em applaudir os vencedores e em amal-
aigoar os vencidos.... Ha pessoas que dizem : A
revolugao deve ser feita pelo paiz. Issoin-
conlestavel Mas o paiz cempe-se de indivi-
duos ; e se lodos esperassem tranquilamente
pelo dia da revolugao sem prepararem-a por
meio da conspirago, aquella nunca rebentaria,
Sa, pelo contrario, lodos dissessem : A revo-
lugao devo ser feita pelo paiz, e como eu sou
urna parle infinitesimal do paiz, tenho tambem
urna parlo infinitesimal do dever que cumprir, o
cumpso-a, a revolugao seria immediatamente
consumadaSimples individuo, anda que sus-
tentado por um soffrivel numero de homens ge-
nerosos, nao posso fazer mais que isto, e fago-o.
O resto depende do paiz, e nao de mim. S te-
nho a vida para sacrificar uesse intuito, e fac.0-0.
Se a empreza Mr bem succedida, obterei os ap-
plausos do universo ; se suecumbir, o publico
censurar-me-ha.... O mundo s approva os de-
sigoios vuigares.... Era um louco o nosso Co-
lombo antes de.haver descoberto a America, e o
vulgo tratara de loucos e imbeceis Annbal e
Napoleo, se houvessem suecumbido um em
Trebbia e o outro em Marengo. Nao pretendo
comparar minha empreza s u'aquelles grandes
homens ; entretanto asseraelha-se lhes por um
lado, pois seria objecto de urna desapprovago
universal se eu nauragasse, e do assombro do
mundo, se eu fosse feliz.... Se nao conseguir o
quo pretendo, desprezarei soberanamente o vulgo
igoobil quo condemnar-mo ; se fr feliz, lerei
em pouco aprego seus applausos. Acharei urna
recompensa no fundo de minha consciencia e na
alma d'aquelles amados e generosos amigos que
me prestaram o seu apoio Se nosso sacrificio
nenhum bem produzir para a Italia, ser ao me-
nos urna gloria para ella o ter dado luz filhos
que voluntariamente so immoleram por seu fu-
turo.
Foi em 155* que este homem perdeu-se de3>
granadamente e foi morto na obscuridade. Trea
annos depois, empreheoda Garibaldi a expedi-
gao das Duas Sicilias. Que differeuga ha entre as
duas expedigea ? A diflorenga das datas; ver-
dade quem do kalendario, erro alm. Perma-
nece independento dos fados a queato de mo-
ral, a questo de justiga. Psra nos, era justa a
causa da Italia ha tres annos, ha dez annos, co-
mo ser amanha e d'aqui ha dez aanos, e eis a
razao porque queremos repartir nossas homena-
gens com os morios e com os vivos, com os ven-
cidos e com os vencedores.
Muitos d'esses homens, muitos d'aquelles que
esto morios como d'aquelles que vivem, fizeram
patria, uo s a offerta da vida.Jporm um sa-
crificio mais pungente e mais difficil, o sacrificio
do pensamento. Pois, nao convm dissimular,
um grande numero de entre elles comprehendia
a unidade da Italia sob forma diversa da mooar-
chia ; para dizera palavra, haviam elles sonha-
do com a repblica unitaria. Renuociaram
ella, e seria injusto nio lhes levar isso em coota.
Manin ao morrer proclamou el-rei Vctor Em-
manuel. Garibaldi nunca tem outra seoha seno
a Italia e el-rei. O proprio Mazzini confessou
que a realaza ora o instrumento oecessario do 1-
berlamento. Todos esses soldados vres. no
meio da efervescencia de suas ideas e da irregu-
laridade de suas aeges, tiveram o raro bom seo-
so de se ajuotarem sob a bandeira que, nica,
Ibes poda reunir asforgas. Era claro que no
actual estado da Europa, a realisagao da idea pri-
maria pd-los-hia em antagonismo com o mundo
inteiro. Nao teriam recebido o poderoso auxilio
sem o qual nao saberiarxt da serrido, se sua
emaocipago deresse ser um perigo em vez de
tornar-se um apoio: porm devem olles mais
i que nunca perseverar oes sa vereda : a llalla
precisa da unio de todos os seus filhos, e essa
unio s possivel sob o sceptro constitucional
de Vctor Emmanuel, A revolugao italiana po-
de dar el-rei do Piemonte urna das roelhores
coras do universo, mas nao devem os Italianos
esquecer-se de que el-rel Vctor Emmanuel, por
seu lado, deu Italia urna torga to grande co-
mo a que recebsu ; e que no mesmo tempo que
Ihe marca va o ponto de re unio que ha de fazer
d'ella urna nago, tambem Ihe deu elle o direito
I e o titulo que bao de fazer entrar esta nago na
ordsm geral.
I John Lemoinne.
I A guerra da China dizem que esti terminada.
1 M,aa se. PaPl das armas i plomada comeca, e i ella compre agora utilisar
a victoria. Se dennos crdito i am dos orculos
da imprensa, ella o farlt esa proreito do catholi-
, cismo.
j e E' nicamente em viati, dizia-nos oltima-
, mente o ContlUliontl. de alguna proveitos mar-
canlia que armamos notaos navios, embarcamos
nosses soldados, que era ana palavra empenha-
mos nossa honra T
, Nio hesitamos em diz-lo: interpretar assim
genero, taieUUve. do .aperador Mnt Uoko-
nhecer o encadeamento dos factos, diminnir a
importancia de nosso paiz, reduzir finalmente
proporgocs de urna empreza commercial urna
cruzada feita em nome dos mais elevados prin-
cipiosda civllisago moderna e da religio.
E sobretudo ao appello dos missionarios
martinsados que a Franga ha respondido ; e sua
morte que ella foi punir na Cochinchina e no Ce-
leste Imperio.
As vantagens conseguidas por nossas armas
toroaram-so triurnphos do christianismo.
O mundo catholico deve por conseguinte cen-
gratular-se com as novas felizes, que nos chegam
da China ; mais que qualquer outro era elle inle-
ressado nesses combales ; foi elle que entrou
como vencedor nos muros de Ta-Rou : associan-
flo-se alegra desta victoria, nao faz mais do
que celebrar seu triumpho.
Nesse combate entre a barbaria e a civilisa-
gao, entre os representantes do mundo pago e
os do mundo christo, entre os deuses do Oriente
e o Deus do Calvario, o campo da Franca foi o
do catkolicismo ; o estandarte de nosso paiz pre-
cedeu e protegeu a cruz.
. Nossos soldados foram China para reslabe-
iecei proatigio da Fraoga, pura defender a in-
luencia do christ,ni8mo e vingar o martyrio de
nossos missionarios. u de feito, nunca houve
causa mais nacional e mais *n|giosa.
Esquejamos por um momento a tristes tarjas
que enquadravam palsvras verdaderamente u\ai
cezas, e que leuvariamos sem reserva se as po-
dessemosisolar. Esquegamos que o Constitulio-
nel nio teme desvirtuar as mais nobres aspira-
ges da Franga e o sangue de nosso heroico exer-
cilo para satisfazer ioqualificareis rancores contra
o episcopado : tomemos antes em consideragao o
acto de promessas, cujo cumprimeoto realisaria
nossos votos.
A guerra da China como a da Cochinchina
com effeito urna guerra nacional na mais nobro
accepgao da palavra. Desde Clovis at nossos dias
temos a raissao do fazer triumphar por toda a
parte o calholicismo. bsaonipenhar esta missao
e an mesmo tempo o mais sagrado dos nossos de-
veres e 0 mais urgente dos nossos interesas por-
que o cumprimenlo dessa missao que coiloca-
nos freote da Europa e do mundo.
Filha mais velha da igreja, a Fraoga tem os
privilegios, mas tambem os encargos do direito de
aotiguidade. Impondo-lhe maiores deveres, deu-
Ihe Deus mis abundantemente os meios de os
preencher; um corago mais generoso e mais
sympathico, um proselytsmo mais ardente e mais
curamunicalivo, urna lingua mais clara e mais
accessivel, um carcter mais leal e mais franco,
e principalmente urna f mais activa. Entre tan-
tos estados catholicos ella tem a insigne honra de
ser a monarchia ehrisiianissima, e o Christo,
nosso nico Senhor, d-lhe urna parte mais am-
pia seu poder e seus dons. a O primognito
de Deus traa a filha mais velha da igreja como
erara tratados os primognitos dos patriarchas,
como foi elle proprio tratado : Prior in donis
tnajor in imperio. (Gen. XL1X, 3.)
A igreja como todas as ms tem por sua filha
mais velha urna predilecto mais pronunciada,
urna ternura mais cheia de cooQanga. Eis porque
ella concede indulgencias quem ora por nossos
soberanos. Sobro os joelhos de sua mi Po IX,
bem se sabe, orava pela Franga : amar a Franga,
contar cora ella, para elle urna tradico de fa-
milia, que pontifica a tradigao pontifical En
porque em suas angustias elle pedia nosso apoio;
eis porque elle punha frente de seu exercito os
La Moriciere e os Pimodao ; eis porque durante a
guerra elle collocava a Mr. de Qualrebarbas na
administrado da provincia de Ancooa, e encar-
regava depois da batalha Mr. de Corcelles de
negociar a entrega dos prisloneiros ; porque an-
da chama si o heroico comman Jante dos fran-
cos-belgas :
Sabe-se como esses postos honorficos e de con-
Qanga foram desempenhados.
Mas a Franga nao tem a missao nica de de-
fender sua mi; ella tambem incumbida de
proteger suas irmas mais mogas. Eis porque to-
da a nago catholica oppressa, e at toda a nago
cnrisla, volvem inslioctivamente os olhos para
nos : a Hespanha e a Grecia, ha quarenla an-
nos ;hoje, os Maronitas e os Blgaros ama-
nha talvez, a Irlanda, a Polonia e at a Italia
rnesma.
Por sua parte, a Franga tem o sentimento de
seus deveres, sentimento nacional e christo. que
a revolugio desvirta muito hbilmente. Repu-
lamos com horror o guia que nos conduziria
abysmos; mas guarderao-nos de comprimir os
impulsos de nosso corago, impediudo-o de ba-
ter;o egosmo matar-nos-hia.
A Fraoga dolada com mais largueza, nio para
si s, mas para que possa espargir mais ao longe
lodosos dons de Deus : a f, a caridade, a ver-
dade, a liberdade, a honra, a franqueza, a civili-
sago christa, em urna palavra, o calholicismo.
O universo inteiro o sabe, e eis porque depois
de Deus, depois de Roma, os infelizes christos
do Oriente, s confiara em nos. Nao sabem elles
por tradigao que a Franga o brago do Deus dos
exercitos: Gesta Dei per Francos ? Honra ca-
tholica Hespanha por ter junio na Cochinchina
suas armas fraternaes s nossas armaa I honra
ella por ler comprehendido que, entre nos, sendo
a gloria commum, os inleresses idnticos, a ri-
validade seria odiosa e estupida. Queira Deus
que o mesmo succeda na China, e que a allianga
ingleza nao soffre os impulsos da Franga ; poi-
que se < o mundo catholico entrou vencedor no
forte de Ta-Kou a Chioa um dia beradir aua
derrota, e colber mais anda do que a Fraoga os
fruclos de nossa victoria.
O triumpho do christianismo restitua com ef-
feito ao extremo Oriente todos os bens, que elle
perder, todos os quo o Evangelho offerece ao
mundo, e que a Europa,filha prodiga, dissipa.
fse se lerasse ao Oriente o reino de Deus e sua
justiga, ello obteria o resto por accressimo. Nes-
sas trras esteris e desoladas germinara a civi-
lisagao ao sopro vivificante do espirito de Deus ;
ellas tambem teriam as sciencias e as arles, a
agricultura e a industria, a marinha e o com-
mercio, e, o que mais anda, teriam a familia e
a monarchia christas. Por toda a parte o espi-
rito de vida succederia ao espirito de morte, a
caridade vivificara ludo, e tudo seria restaura-
do no Christo como diz o apostlo das nages.
O principe do mundo sendo expellido, a dogu-
ra succedeiia violencia, a vordade meotira, a
humildade ao orgulho asitico. A escravido, o
infanticidio, a ignominia da mulher cessariam. O
respeito aos pais nio seria mais urna va formula,
e_o patrio poder, ao qual deve a China sua dura-
gao lomara de novo seu antigo e veneravel im-
perio. Ao despotismo, que opprime, que esbu-
jj *'ue a?'"a os subditos, succederia a ouiori-
ode, que prolege-os, serve e ennobrece.
No calholicismo lodo o poder emanando de
Dos imita Dos tratando os povos com honra
eiramolando-se por elles. Nele todo o poder
o delegado do Christo. Ora, o Christo o Li-
a Rea"emplr do mundo, bcra como o
re de gloria. Por urna parte elle glorifica os
reise particularmente o PonUflceRel,sua ima-
gean vira ; mas por outra ensina-lhes par seas
exemplos e por suas. lices que sao enviados
Para wr#fr#a seus povos. e nao para serem
por elles servidos.
Elle ensina-lhes que seus subditos ao feitos
pan Ibes obedcetela t nio para ditigirem-os ;
devem fideldade ao principe dos res da torra
e honra seus pais e suas mais.
Quanio elles esquecem os exemplos, as lices
e asrdeos do Christo. o servo dos serves de
eos-seu vigano, os repele ao mundo, e antes
de faze-lo comega por prati*.a-los.
A principal missao dos reis, dissemos nos,
servir aos povos, e se fr necessario ioiniular-se
por elles ; ora, que dynaslia tem melhor curn-
prido esta missio do que a dynaslia pontifical I
tila conta mais martyres do que lodos os reis di
turopa juntos contara hroes, morios no campo
da honra. "
Algumas vaiot Dl>os ocia otWm^, da
ierra, como os chama o Espirito Santo, missao
reparadora de seu divino modelo e de seu viga-
rio. Luiz XVI foi mmolado pela Franga, do
mesmo modo que Pi VI morria no exilio pela
igreja ; e em nossos dias Pi IX e Francisco II
sao associados no soflrimenlo, esperando serem-
o na gloria.
Masem quanto a Italia repelle todos os envia-
dos de Dos, Dos faz sua obra no oriente. Em
quanto a ingrata Europa a despede seus dons,co-
mo dizia S. Luiz, as nages sentadas sombra da
morle erguem-se e apreslana-se para marchar
luz do sol da justiga. EraGra, esse divino sol
a marcha e as tendencias dos acontecimentos .-
aquelles, que observam quanto 6 grande o
egosmo dos magistrados, e quanto profunda
a depravacao do poro, experimentan) um som-
< orio e doloroso presentimento. E' que eata-
moa as vesperaa de um immenso cataclis-
roa... A piedade filial nao existe mais entre
nos ; forgoso que o imperio desabe....
Finalmente, da osurpago tarlsra que pro-
veem os males da China P
Assim, em todo o universo a mesma a cau-
sa das ruinas : o escpiecimento das santas Ira-
rfifoes de nossos avs e dos deveres da piedade
nao restaurar a Ch.na e todo o oriente, nesses
paizes esquecidos. desprozados pelas occidentes
o dominador das naces achara vingadores, e
1 a ah parhrao novos flagellos de Deu*.
E sabido que os cbinezes em Pei-Ho baleram-
se com grande eoragem, e esla vigorosa resis-
tencia quo faz a gloria dos alliadoa. O* officiaes
mais competentes reconhecem que se oschinezes
Uvessem armas em vez de arcos e arcabuzes. pe-
gas rajadas em lugar das antigs pegas, que al-
caogam invariavelmento 1,800 metros, e cujo fo-
go evitava-se approximando-se aos muros da Ta-
--------------- j) --^ ii'n'i', voso ui'iiiy aui --------------- w **~J** av~
nunca abandona as nages culpadas, nao ser emaTa-se approximando-se aos muros da Ta-
para esclarecer outros climas,lestemunha o ap- -' "/n*?* dos orl8S "presentara as mais
pello dos gentos nos das do deicidio. o appello !" d"J;|uld8des. Se esse ormigueiro que se
pello dos gentos nos das do deicidio, o appello
dos Barbaros nos dias do arianismo, o appello da
Ameiico no das do protestantismo, o appello j
visivel dos Gregos o dos orientaes nos diaa do
nacionalismo contemporneo.
Sona guorw da China, se nessa batalha enlre
ao e o mundo christo, entre os
o mundo pago e o mundo christo, ntreos A E Pro'*Te. diz anda oabbade Huc, que a
deuses do oriente e o Dos do Calvario o Dos ?ynasya reinante favorega a ignorancia o a inac-
do Calvario quem a ganha, gloria e gragas l|Viaaae dosChinezes e dos Mongoles, afim de
Daos e honra Franga I raanter os maolchom em urna especie de supe-
Deos e honra Franga .
Mas a realisagao destas nobres esperangas se-
r fcil em presenga da Inglaterra ? Nos lemos
combando juntamente : nao convir tambem
trstarmos juntamente ? Ora, bem que o Consi-
1 uttonel faga dos dous povos o duplo estandarte
da civihsago christa, todava devemos convir
que nossos bons amigos cuidam muito pouco,
apezar da entente cordeale, em que o mundo ca-
inoiico pptre vencedor nos fortes de Ta-Kou e
que o estanoaito de nosso paiz nelles preceda e
proteja a cruz.*
J a imprensa ingleza toma a dianteira e de-
nigre-nos com urna impertinencia, que ha pou-
co a Patrie mui espirituosamente flagellava ;
parte a retralago do dia seguinte. E na rea-
lidad nos incommodaraos aos Iuglezes. os quaes
rambem nao encobrem quanto nos incoramo-
dam. Elles leem horror ao papismo, isto ao
calholicismo que vamos vingar no oriente. Por
outro lado, o egosmo inglez nos desgosta. Se
somos pelo Dos do Calvario, elles s conhecem
Mommon. Ora, mui difficil servir juntamente
estes dous senhores. A eterna verdade alar-
mi at que impossivel.
Por mais que o Constitutionel veja em theo-
ria na allianga anglo-fraoceza o duplo estan-
darte da civilisago christa, na pratca os dous
povos eotendem a civilisago mui diversamente.
A India e a Algeria, nao sao menos differentes
que a Irlanda e a Alsacia. Na Syria nos somos
pelos Maronilas, os Iuglezes sao pelos Druzzos ;
e emqusnlo emVillafranca reservavamos osdirei-
tos do papa e dos archeduques, elles conspira-
vara com Garibaldi e o Piemonle.
Se com ou despeno da Inglatorra viogarmos
aos nossos missionarios, se era urna palavra, co-
mo 110-lo prometi o Constitutionel, o calholi-
cismo triumphar na China, promeltemos de nos-
sa parle sua poltica oriental um reconheci-
raento proporcionado grandeza dos obstculos,
que ella vai encontrar. Triumphar ao mesmo
tempo da astucia dos Chnezes e da m vontade
dos Iuglezes, sem fallar da dos oulros inimigos
do calholicismo, sena urna victoria heroica e
mais gloriosa anda do que o glorioso combate de
Pei-Ho.
Nao basta que nossos intrpidos soldados le-
nham aberto a brecha, convm agora que a di-
plomacia obste que tornera fechar. E" de
mister que a civilisago christa nella penetre,
nao sob o estandarte dessa Inglaterra, que 10-
mou por missao destrui-la em toda a Europa,
mas sob o estandarte da igreja e da Franga.
Com os Francozes os Chnezes ainJa pdem
entender-se, porque nunca os empegonhamos,
fiumilharaose tyransamos ; e alera disso, esaes
povos, que sabem sua historis, nao esqueceram
loteiramente os annaes do reinado de Kang-Hi,
e o papel desempeohado uesse tempo pelos nos-
sos missionarios. Mas, como se ho de olles eu-
lender com os diabos vermelhos, para os
?uaea a renda do opio e a propagago de biblias
falsificadas toda a civilisago ?
Desconfiemos da Inglaterra: por urna parte
ella nos tem ciume ; por outra, ella tem em sua
mao, no oriente, a arma que nosfere na Italia, a
arma do dous jumes do nacionalismo.
os insurgidos levantara massas e opprimem'os
roados. A Inglaterra, com o espirito rerolu
conano e anli-francez, que a caracterisa, com
prehendeu perfeitamente o partido que poda ti
as intrigas tenebrosas de seu mundo officioso
e-"Pe.udo os discursos e os actos de seu mundo
official. Na resposta dos rebeldes proclama-
gao dos generaos, que lhes prohiben) todo o ata-
que sobre Shang-Uai, sente-se a mo dos mis-
sionarios da Gra-Brelanha.
O christianismo, mas que christianismo 1 e o
nacionalismo se confundem com as promessas
da nacionalidade e do commercie : o anglic-
nismo puro, apenas disfargado i chineza. A In-
glaterra tambem, so Ihe fizer conta, lngara so-
bre o caminho do calholicismo o nacionalismo,
e cedo ou larde criar-nos-ha serios embaragos.
Dos nos defenda que lomemos partido pela
idolatra e usurpaco violenta dosMautchous ;
mas nao com o pretendido christianismo e na-
cionalismo dos revollados, que ser a civilisago
espalhada : sem o calholicismo nada se far na
China ; s elle tem o segredo de libertar os
povos.
Muilos mndanos disseram-nos, conla o ab-
bade Huc, que nunca sua nago repellira aos
estraugoiros, e que as medidas severas actual-
mente tomadas contra elles s dalam da poca
da mudanga de dynaslia.
t E' evidente que os Monlchous, vista de
seu pequeo numero, no meio desse immenso
imperio, deviam empregar todos os meios iraagi-
naveis para conservar sua conquista.
Temendo que os eslrangeiros invejassem urna
preza to fcil de lhes ser roubada, fecharam
cuidadosamente todaa as portas da China. No
interior elles procuraram dividir seus inimigos
pulo systema da succesao rpida e continua dos
empregos.
Estes dous meios foram al hoje coreados de
successo, e um fado prodigioso que um pu-
nhado do nmadas tenha podido exercer durante
mais de dozentos annos urna dominacao pacifica
e absoluta sobre o mais vasto imperio do mun-
do, e sobre populages, que sao, digam o que
disserem, extremamente moris irrequietas.
*- J,?0"**?* andarisa de San,Tcbe-Tien,
esse bom Chinea dos lempos amigos, fez-nos ou-
vir longos gemidos sobre a decadencia de sua
patria, e dizia-oos : < Desde que esqaocemos as
as santas tradicou de nosso tusos, o eo nos
btndoaa, AqwUoi, q 0^m tManlamU
------ ^_., iviunjuQHii que se
agua na uiina e que a dynaslia reinante desor-
ganisa systematicamente, conseguisse apoderar-
se de nossas armas e sciencia militar, sem se
ornar catholico, a Europa um dia poderia pagar
cara sua ceguera; v 6
E'provavel, diz anda oabbade Huc, que a
.---------- especie de supe-
riorilade, e de reservar para si um meio fcil de
oefeza em caso de re volta ou de sediego. Se os
5 rail soldados chinezes fossom exercilados no
manejo das armase da disciplina militar tambem
como os mantchous, bastara um instante para
expellir na China a raga conquistadora.
5 Nao ha talvez no mundo inteiro tropas mais
miseraveis. mais mal equipadas, mais indecipli-
nadas, mais msensiveis honra, mais ridiculas...
tsta completa nullidade do exercito chinez pro-
cede de multas causas, das quaea as principies
sao a longa paz, de que o imperio ha muilos se-
culos goza: a poltica da dynaslia mantchoua,
que procura conservar 03 chinezes na impoten-
cia de sacudir o jugo, a perseveranga do governo
em nao querer dmiltir reforma alguma na lc-
tica e as armas dos lempos antigos; finalmente
o descrdito, quo se procura espalhar sobre o es-
tado militar..
Ura mandarn militar nada ao lado de um
oiuciil civil; s deve obrar segundo o impulso
que Ihe d ; o representante da forma material,
urna machina, qual a intelligencia dos letrados
deve imprimir o movimento.
Estas causas entretanto sao puramente ac-
cidentaos, e nao pensamos que os chinezes se-
jam radicalmente incapazes de se tornarem bons
soldados Elles sao susceptiveis de muita dedi-
cagio e al de grande eoragem ; seus annaes sao
iao repletos de f setos heroicos como os dos Gre-
gos, dos Rumanos e dos povos os mais suer-
reiros.
Quando percorre-se a historia de suas Ion-
gis revoluces e guerras ioteslinas, causa admi-
rago ver populages inteiras, horneo?, raulhe-
res, meninos, velhos, lodos em urna palavra,
sustenlaremcom encarnicamenlo e enlhusiasmo
asscdios hornveis, e defenderem at completa
exterminago os muros de suas cidade..
Nos primeiros lempos da dynaslia maolchoaa
nao liveram os chinezes e patriotismo e a ener-
ga de assolar as costas at viole leguas no inte-
rior das Ierras?...
* : E' provavel que seria possivel encontrar
na China todos os elementos necessarios para
organisar o mais formidavel exercito, que por
ventura tenha apparecido no mundo. Os chi-
nezes sao itelligntes, engenhosos, de um es-
pirito prorapto e cheio de flexiblidade.... sao
alera disto perseverantes e de urna actividade
espantosa quando querem ; do um carcter sub-
raisso e obedieole. o respeitosos para com a au-
loridade elles se dobram sera esforgo todas as
exigencias da mais severa disciplina.
Alm de tudo islo, possuem elles urna qua
lidade mui preciosa para os homens de guerra, e
e urna iocrivei falicidade de supportar as priva-
goes de todo o genero. Assim, relativamente ao
intellectual e ao physico elles nada deixam a de-
sejar. Quauto ao numero, infelizmente ter-se-ia
quanto se quizer.
. Em 8eu pax encontrar-se-ia com abundan-
cia lodo o material desejavel e operarios sem.
numero, dentro em pouco tempo par das no-
vas mvenges. A China ofiereceria principal-
mente recursos incomparareis para a marinha,
sem filiar da vasta extensao de suas costas, onde
Sabe-se que em nome deste novo direito que nuraerosVs non.n^L?0"0 de "" C0StM' ondo
l insurgidos levantara massas e oooriraera os 2.TH.S"iHP.0pUr!.50! f.-PJ?,e?s .m8r..ma,0C
parle da vida. Os grandes ros, os lagos im-
- mensos do interior, sempre apinhados de navios
- de pescara e juncos de commercio, poderiam
- fornecer roultides de homens, habitoados desde
rar dos rebelde a rhiV i -V T lQro.ecer muiuooes de homens, hab toados desde
M io0triLaseeneD?oS.hsnae seu T^lTllS ll^^.^A^ &* experimentados e
------------- vgsi^av, aget^, c*j/ouuicuiauj3 ?j
capazes de se tornarem habis marioheiros para.
as tongas expediges.
Os officiaes de nossos navios de guerra, que-
leem percorrido a China, muitai vezes se admi-
raram de encontrar ao largo, muito longe das
costas, pescadores affrontando audaciosameote
as tempestades egovernando com habilidade suas
ruins barcas travez das ondas, que eada ins-
lanlo araeagavam traga-las.
c A conslrucco dos navios pelo modelo dos-
europeus nao lhes offereceria difflculdade algu-
ma e poucos annos lhes bastaran) para langarem
ao mar frotar como nunca te virara.
Tudo isto dere parecer aos nossos leitores
bem pnaotastico e entretanto, quando se conde-
ce a Chin,esse imperio de 300 milhdes de ha-
bitantes, quando se sabe quaea os recursos de
que dispem as populages e o solo, pergnnta-se
o que faltara I esse poro para abalar o mundo-
e exercer una grande influencia nos negocios da
humanidde. O que Ihe falta talvez, um ho-
mem, e eis ludo, c
Eis o que nos dizem a obserragao e o racioci-
nio_: juntai-lhes a experiencia do passado e as.
tradicoes umversaes, *jue annunciara Asia o.
imperio do mundo quando Dos quizer castigar a
ingralido da Europa, comprehendereraos qnan-
10 importa, nao s para oco, mas anda para a
ierra, qoe c o calholicismo entre rencedor nos
muros de Ta-Kou.
Se a Frange, contrariada pelos inglezes, como-
sempre succeder, nao cumprir sua missao, ella
lomar perante a poiteridade. parante a Europa.
perante o mando, urna responsabilidade, cujo
alcance s o futuro rerelar.
Saiba-seou nio, se O nacionalismo italiano e
chinez nio tbr purificado pelo calholicismo, ella
far com que o Ante-christo d umagrandisslma
passada, para serrir-te da expressio de am il-
lustre prelado. Nao dizemos cono os egostas
Depois de mim o deluvio. Salvemos nossos ne-
tos dos perigo, que os ameagam, e para isso,
propaguaraos coa todo o nosse poder, defenda-
mos todo o prego o calholicismo; defendamos
pois a igreja, sem a qual nio ha catholiciimo. e
o Papa, sea o qual nio ha igreja.
V. o Macmibrt.
[U JfodV.=5. Mh*)n


* i m:
.V
DB lEBUMMlCB. (HUMA FBtU UM mtRElRO DE 1161.
A sitaago da telegraphia elctrica disperta soas que fazem uso do correio, e sa se altender I
gora 3 allengao das pessoas eempetenleB, Cea* | as oesessidades do coramercio ou dos interesses!
toda a razio preoccopam-se Has por veiem ft-, de familia que spresentana um carcter da ur-
car quasi estacionario aquella processo de lrans- geocia. Mas enlo porque, dir alguem, nao se
naisso to admiravel a desenvolseVae cora va- ; abaixa pura a simplesmeote as tarifas sera mudar
gar o uso que delle (aten os paTtlciareg. Em'o modo da Iransmisso hoja otado? Sera dunda,
conqaewcia disso flgavaaa dous aBJaWasss, tan a rtaaesite -da alguaiaa exaerSBCias feitas aa
i qaaes depende da ateolianica e o ostro do proporedat anu dtaviaetet e ib eondicoes poace
asate poltica : eaa primen o lagar, tornar favuraveit. Bada parece eutorisar-nos a jutgar
asis rapids a Iransaiissaa, (ando loda perda impossvei a a clarar poeca desejavel Mat-
ela tempo por mcio da am niechtnsnio ainda Ihaole operacao, ainda hoje era da. Entretanto
atis simples e mais segare; em segando lagar,' encontrara ella ama difacaldade seria, morBiee-
pdra nova descobcita ee alcance de um aaaior le esa Paria. Nauta graade capital, sai (acto
ero de horneas, bailando o precio, fazer que que a aeltvidado eos eslaselecisieats telegra-
phicos team cheaaade ao sea mximo. Secta ntts-
ler pois malUpliear esses estabeleei meato n'u-
ma proporco tripla, quadrepla etc. seguudo os
effei'os da baixa. Nao se pede fazer urna idea
da elevtcao dii deapoaaa eaw 4se eeerretafi*.
Sabstitua-se pelo contrario ao apparelho exis-
tente uro apparelho cuja collocago nao seja raui
custosa, e com orna eficacia tripla, fazendo-se
despenas iguaes eu superiores, e ver-se-ha logo
que raargem se deixa as augmento do numero
dos despachos, Compreliende-seque, mormen-
te aqui, deixamos ao aator a responsabilidade de
seus clculos, Ainda que fossem approximatvos
de um modo qualquer, ainda assim mereccriam
que fossem tomados em consideracao. O autor
propoe a subtiiluigo immediata do seu systema
ao de Morse ii'um dos prlncipaes flos de Pars
Calcula que nessas condicees a adminislragao
que em 1817 transmiUjo 475.000 despachos de
toda a sarle, podar Iransmiltir snnualmeate 8
milhoes, c pensa elle que esses 8 inundes sero
[im iimi un
aai
aaeaUes que j se eervem, recorram a ella mais
vezaste que aqaelles que ainda nio o Rieran,
sejam chamados a ano. Nao ser* aquello o pro-
blema ceja solugo procura nesso tempe sob as
formas mais differeutes a pelos meios mais di-
versos 1 Nao lem elle tomado por tarefa chamar
a massa dos horneas por aproreilarem as deseo-
bertas da stieiiC'a para o bem-estar da vida ?
Assim como o seculo dcimo stimo clumou-se
principalmente o seculo das ledras, o aeculo d-
cimo oitavo da philosophia e das scioircias, o sig-
al mais caracterstico do dcimo nono nao ser
o seculo da iudustria e dea meios de coramuni-
ca gao aperfegoados at o maravilloso, postes a
disposico de nn numero sempro rrescente de
individuos ? Sob esse titulo, a telegraphia elc-
trica entra em gloriosa competencia com os ca-
minhos de ferro. Ella pora a idea, o que sao
lies para os productos e para os horneas. Ella
pe os espiritos em commimicaco atravz do
espago, cuja suppresyo oso mais aqui orna fi-
gura de ihetorica.
Sob a inspirado de t.-ies porrsamenlos, foi con-
cebido o Irabalho verdaderamente curieso de um
heraem mui versado em'ludo o que die respeito
telegraphii elctrica, nao s coma theorico,
mas como pratico, 0 Sr. Marqfoi, ex-discipulo
da escola Polytochnica, abragou ao mesmo lempo
s duas faces da queslo ; lrlou-a, e pensa le-
ja resollido de ura modo satisfactorio sob o pon-
to de \isti meclisnico ; da mcsitu so rio., tralou-
a com milita jurteza, segando pensamos, em re-! os meios que propde o autor para completar a
laco a economa poltica. Em sen pensamenlo, reforma da ti-lpgr*|ihla elctrica. Para mais co-
digamo-lo. acham-sp eirpii'"^"'-J>" -! lendade, prope ello por exemplo, que o paga-
ous lados da questao da telegraphia. O aper- ment da laxa se faca por meio de sellos, e que
ieicoamenlo mer.hoaico do processo a cjndicao.se estabalegam caixas para despachos em nurae-
4o seu eniprego-cada vez mais frequente e eco- ro de tres por dislricto. Essas caixas sero sor-
namico. b elle pode permiitir que se abaixe | vidas por crrelos. Assim cariara sapprimidos
sera inconveniente e denm modo sensivel o p.c- os desarraojos e as mudauc^as que exigera a dis-
e a
I !
merllng entrou para a pasla do f*
tenor, e o unicj teto qoe delle
publicecao de um regulamento
bises para as eleir5esdos deputad
les paites alleniae-slavos.
Essa publicatio mostra claramente o compro-
mi ss o reo. a ialecacia ainia dimiasuta daaea-
de de techberi. e s terHb pera desaaaaaatar
aioda ataia a. desconflancas. Eo-etanto paaatla flnancaam'
vai em progresco con liana. Aemiaaao de 23 mt-
lhes de Doria1) de bilhotea (aaetes da divida
peoderNe) a aaa iotroduccaa do carao toreado aa
Venesia, a aaspaaata de paga meato em prals des
jares do empre; tiaoo naeteael s remediaro per
asmenlos. 0 micislro daa Unanesa decidio-se,
pois, contrahir um nevo etnprestimo ao pair,
pela somma de 25 milhdes, antes mesmo quo o
caasalho-do imiterii se acho aw colado de-sen-
ntt-se, e, segunde so TTiz, aTguris"banqueros de
Vienna se decidiram encarregar-se desse em-
prestimo. Esses-S5 milhes, das quacs o estado
As aecoea das riossis estradas de ferro comi-
s aproveilar 13 al 14 milhoe.-, apenas sao utria Paquete do Minho (8)
gola o'agoa sombre urna pedra quenle, pois queso 5/iar* (12) a Liverpool
poderao remediar, durante una nes, as mais
argentes necessidades ; edepois ?
Na Hungra a recusa do pagamento dos impas-
tos, loma de dia em dia maiores proporcoes, ob-
servando-so em nlgrrraas partes manitestacoes
anarchicas, e o governo j foi obrigado a aug-
nienldr alti as forcas militares.
To dia 7 do corrente leve lugar era Polsdam o
enterro de el-rci Frederico Guilkerme IV, falle-
cido no dia 2, o dia segualo el -re Guilherme
recebeu os generis prsenles em Berln e diri-
aitingi Jos eslabulecendo para os despachos de 20 gio-lhes urna falla, ua qual, alluJindo a possiui-
ivanaatm o saguiute desenlo : acedes
Mtta S 8 sobre S* 1 de enlra-
a ; dita aa^Sahia a & 11/8 a i 5/8 sobre St
i, aa^VfRhHvS. Paulo a X 1 sobte S6 4 de en-
trada.
Os naeteapeaaras vendt>ajaaaaatareado teat
ebtide oa precea abaixo meBataotadea.
Algodiade>eniarDbuco 9d. per Mbra.
Cade do BtaaU de 55 s. 66 s. peraorl.
Cafe, primefra qualidade 60 *.7*. par ewt;
aegaeda dita 55 a. 60 s. ; e ordinarie 51 s 54 s:
6 d. per ewt.
Assucar de Petaarahuco eda Paraaiha. hcaaeo
de 27 s. a 30 a: per ewt; aiaiaada de 20 a.
a 25 s. 6 d. Dita branco da Beata 25 s. C d. a
30 s. ; e matcavado de 20 a. S d. a 25 s.
Couros salgados 5 d: 3/4 a7 d 1/2 por libra;
*ecoo*4>d.e0-d. }/ ; execres sargados de 6 d.
a o d. 1/2 por libra.
Do Brasil chegaram a Inglaterra neata ultima
quozena os seguales navios : do Re Grande
a Falmouth; do Pari
da Parahba Protptr
paiavras o prego do 400 reis (l fr.) para o mes-
mo departamealo ou para um departamento l-
miirophe, de 80 reis (2 fr.) para o resto da
Franca. Darao urna receila bruta de 14 milhoes
de francos oilo milhoes do despachos de 1 fr. e
75 c. Assim seria isso bom para o publico e
para a administraran. A diminuicao no prego
augmentara as receitas liquidas
Ninguem pode 1er lambem sera interesse os
{o dos despaches, abaixo que, segundo pensa o
autor, irazia corno elTeito o augmento considera-
vel dos mesmos. Nada mais incontrastavol,
mellior justificado pela analoga do que esse pon-
4j de vista tomado em sua gcneralilade. En-
cerra elle a historia de lodos os raechanismos ap-
plicados proiuccao de novas riquezas ou de
iiovos servicos. A maior economa de torcas em-
pregadas em obler ura resultado dado augmeuta
a producean, e por consequencia faz crescer u
numero dos consumidores. A excepgao da me-
chaaica, foi muias vejes bstanle urna simples
diminuicao de direitos para ler lugar o mesmo
effeito. Sao cxemplos bem conhecidos as lan-
as das alf.mdegas e os correio com laxas mode-
radas e uniformes.
Qual a economa de lempo, da forgas, de
mo d'obra que o Sr. Marqfoi propoe inlroduzir
laocia dos eslabelccimenos telegraphcos,
necessidade de verlic>r a idenlidade.
Essa verlficsgao de idenlidade pirece-lhe que
podo ser substituida por meios que julgamus sim-
ples e engenhoaos. Comprehaude-se. purera,
quo nao podemos entrar nesses ptomenores de
orgajtisagao. As objeegos sao apresealadas e
respondidas na bem elucilada aroebura do Sr.
Marqfji. Para nos bastante que a idea piin-
cpal seja justa, e que se trate do urna novidade
fecunda, e, notemo-lo ainJa, j experimentada.
lulo mais (-. accessoro. A admiaisli'*92>u Jd le"
legraphia elctrica lem ata hoja empregado mui
bem o seu lempo ; mas c inormente em malcra
de telegraphia que nao se pole conceber a ira-
mobilidade. So nao nos engaamos, o Sr. Morq-
foi recorre ao governo para que elle se oceu-
passe com seu apparelho e com a diminuicao dos
caso de reasar-se a separagSo, o gorezao britaa-
nico procure eslabelecer no Canad nata moaar-
chia aob um dos principes ingletea, aaperaada
atlrahir a ella varios dos estados do norte da con-
federacio. que ae diatioguem par sea eapiiu
conservador.
breve o n I Batan sermlttti, tahas, da
turar com aaHiiia probaailiSadet acecca
eonsequenetas oe da aetual soeatao aateri-
vuio a salgar; e sais me kssitareiftsr em-
quanlo as cousiaasacet ae deisai sxpostas.
As noticias aaa succeatirameala temas aqai
recebido da Uuase-Americaaa de Barle aaa cada
vez mais decisivas pelo aa reasasfa A aataara-
cao dos Estadas da Sal de se -f -irru da
Uniao. Depois tfs vais oe era tt de oaat pro-
xiato passado leve lagar oa con veacao da Caroli-
na do Sul em favor da separagao ; este estado
enviee 4 Vsshiwglee pera tratar eem e preaison
te Buchanao u'aquelle sentido, urna commisso
compostade tres memaroa; e ao mesmo lampo
tntimou aoe seus delegados no oongretfe ameri-
cano que se retirassem dessa assembla, como de
faci o fizeram. Foi oa ocoaaiio em que os
(20/ a Liverpool ; de Peraambuco Agne$(i) a emissarios da Carolioado Sulse apresenlaram ao re erfeBi de ncleo aos rol
bilidade de prximos combales, causou um
grande sensacao. Alais alegre fui a sensagao
que produzio ura decreto do oovo re dando am-
nista em forma es len.a por toaos os crimes po-
lticos desde 1848.
No da 14 leve lugar a abertura e prestago de
juramento do p*rlamenlo.
A falla do throuo pronunciada por el-rei nessa
orcasio, coraega deplorando a morle del-rei Fre-
derico Guilherme IV, e declara qua sendo o prin-
cipal assumplo da sua poltica garantir a inle-
gridade do solo allemu, a orgaoisago do exer- Berln consiga da Dicta um decreto de
cito se torna necesaaria. Que a posigo las Q- contra a Dinamarca,
nangas do paiz, designada como salisfactoria
Queenstown ; da Pernambuco Wallr" Vine (2)
aClyde. ^
De Inglaterra seguiram nesle mesmo periodo
para diversos pontos do norte do Biasil as se-
grales eeibarcages : de Levansea Delphin fU
para Poraambuco ; de Cardal Eliza Jemkins (ift
para Pernambuco : e de New oorl Sir M. Par-
*til (48) para Pornambuee.
Nestes ltimos dias a imprensa iogleza tem-se
oceupado com a quealao dos ducados do Schles-
vng de Holstein o da Lauenbourg eulre a Dina-
marca e a Prussia. Esta potencia insta urgen-
temente com o gabinete de Compeohaguo, para
que faga cessar o estado provisorio em que ae
achara os ducados, dando-lhes urna Coostiluigo
o revogando as leis financeiras que ainda ba
pouco fez passar a Dinamarca a reapeito dessas
provincias e que sao contrarias aos tratados que
regulara a posigo poltica dea ducados.
A Dinamarca tem resistido a essa itilimagao,
preparando-se para a guerra contra a Prussia ; e
neslas circunstancias se rucea quo o gabinete de
oxecugo
na telegraphia electrici t Eis primeiro o que fi pregos que a consequencia. Os directores da
n> i l rrf ili ma r, n n 4 .^ .1 .-^ ^ .-. IA k i .. 1 ^ ^ h,( lalatu>2^ I_______*_. ... a. ... 1 ._______
mister duer, notando desde j que ludo que o
autor fez foi melhor que propor o eraprego de um
meio mais perfeilo. que elle expenmenlou por
diversas vezes com autohsaco do governo, e
que as vanlagens de seu processo sao hojo in-
conteslaves. O novo processo pode resumir-se
n'uma palavra. Substituir ura mechanismo de
ama grande simplicidad*, de urna maior preci-
sas, infaiigavel alm disso, ao trab.ilho menos
simples e menos seguro, sugeito a nterin.tt-'ii -
cas, e muito mais cusloso luigua da mao hu-
mana. Como se opera a transmis3o no syste-
ma actual conhecido pelo nome de sysiema
Morse? Por ara modo sem duvida muito enge-
nhoso o cem o qual conlenlar-se-hiam por certo
se esla raga de Saphet (andar -Japeli geniu) po-
desse flear com o bem quando entreve o melhor,
o qual nunca deixa de desejar. O Sr. Marqfo
explica em termos mui claros o processo actual-
mente usado e o que desoja ver sub-tilui-lo.
Aqui baslaaite appruximar os pontos pnneipaes.
No systema Morse, o erapregado da partida se-
gura um punho'que pode abaixar a vontade. e
que levanta-se sozinho. Eslabelecem-se de tal
surte as communicages elctricas que por todo
o lempo em que est erabaixo o punho do lugar
dapaitida, urna pona do apparelho collonada no
lugar da chegada lra;a um risco negro continuo
n'uma tira de papel que se desenrola uniforme-
mente. E' lambem sabido que o alohabelo Mor-
se comp5e-se de pontos e linhas. Assim, para
Iransmiltir ura ponto na partida, preciso abai-
xar por um instanto o punho e deixj-lo levan-
lar-se logo : iraca-so um pequeo risco na che-
gada. Para Iransmiltir urna linha na partida,
preciso abaixar por mais lempo o punho, e dei-
xa-la levanlar-se ao depois ; traca-se na chega-
da um risco mais coraprido. Desta sorle, o em-
pregado que tem o alphabelo na phanlasia abaixa
o punho de conformidade com a serie de pontos
de linhas que consliluem s phrases que tem
de transmillir. E' isso admiravel, dizeis.Oh I
por certo que admiravel. Coraludo, esse rao-
do, por mais espirituoso que parega o 3oja, tem
seos inconvenientes a cujo respeil nao se pode
fechar os olhos. Primeiro, nota o Sr. Marqfoi, a
mo nao pode exceder ura limite de ligeireza
mulo inferior a quo permiti a cleclrcidade,
perda de lempo. O alphabelo Marse s se com-
po de dous caracteres dilTerentes : ponto o li-
nha, tomados em numero variavcl para formar
coovencionavelmenle todas as leltras. A apre-
ciac.ao da duragao dos instantes necessarios para
forma-Ios do lodo arbitraria e entregue a hab
lidade da mao. Ora, a experiencia tem demons-
trado que qualquer que seja essa habilidade,
commettem-se erros numerosos e sao frequen-
tes as rensrligoes : nova perda de lempo. Se-
gundo a propria orgaoisago do servigo, nume-
rosas causas rotiram momentneamente os bra-
cos dos empregados do servigo dos apparelhos ;
ainda perda de tempo.
O Sr. Marqfoi procurou evilar cases inconve-
nientes : inventou el e com seu eollaborador um
novo apparelho quesubslilue mo do homem
. urna machina que funeciona s, afim do obler,
como diz elle, mulLiplicidade e perfeico do 1ra-
balho. Seu apparelho consiste em c'ompor pri-
meiro c Iransmiltir ao depois o despacho por ura
systema anlogo composigo e i produego da
msica com o auxilio do cyliodro de realejo de
Barbarie. Evile-se a demora da transmtssao,
porque esla opera-se com o auxilio de um ey-
adro que bstanlo fazer vollar cem a ligeireza
de que susceplivel a ulectricidade. Quanto
aos erros, o despacho s transmitlido depois
de ler sido compaslo o corrigido no cylindro.
Nao se transmute pois eno um despacho que
ee sabe antecipadameoto estar certo. Finalmen-
te, sobo ponto de vista das interrupgoes, pde-
se, de mansa al a noite, emquanto as linhas es-
li em bom estado, alimentar um fio telegra-
phico de cylindros aalecedeatemente corapostos.
Para islo bastante ter o pessoal de composito-
ras necessarios, e assim o fio leLegraphieo for-
nece u'um lempo dado o seu mximo de traba-
Iho. Accresceota o autor que as experiencias
feitas com o seu apparelho dorara urna elocida-
de de Iransmisso de 35 a 40 palarras^or mi-
nute, A estatistica demonstra que as linhas 19-
legraphicas eslo era bom estado durante dezese-
te vinte aros do lampa. Tomando por base de
calculo urna transawsso continua de 25 patearas
por minuto durante os trez altarlos da dorago do
servigo, que so suepe sr 4e 12 horas, ve-se
que um dos novos apparelhos pode iransmiltir
.por dia 675 daspaebos de 20paiavras. Gom o
apparelho Morse. no estadio actual, temando o
medio uas coudiges iii favoraveis, nao seob-
tem 9 patarras por rainal o has despachos exten-
sos transmiitidos cem linhas em pereito estado
pelos melhoreserapragados.
A applicago do sysUaia -Merqfai permlttiria,
muito melhorque o systema hoja am vigor, cba-
gar a realiiscao do meio ecpnomico aseessario
fulgarsagao ia um ncossasp ou de um produc-
to, isto 1$, a baixa no anees. E' um ponto em
que insilis muilo o utr ,sm tszio. adi-
carei mui rpidamente os molivoB que elle apra-
seala, recommssdando ^or ptiit promenotes a
sua brpcb.ura ; de Vnbamenen.1 oV taxe tl-
d7rV*>gui 1 Fratu*.
Usa Brasa dos dsapasbsf. 4 hojedersasiada-
^140,^ ha ddtids, termo msdto, de
aWtat{7fr7iaO-c.) Neo asnos certa fus
aamelbante tarda aaata maits gente. TemsBUo
vm dos ultjmaa aaaos a quass refere oasapsas.
5rtH^f^ toito aKsatatsdas pos 80.000 ia-
Jl2LlB21?%lk.''** ^* waaatbav ter- earemmrstro da cssaaBc gerdl. dae se acha oa
poupo ajo coflsasrst ajsa numero o das pesJ fRBaVT Jht ]1 Bua7WsalHf ft r ftr fin tos
adminislragao telcgraphica pteslariam homona-'
gem c cuidariam era seu processo. Nao bas-
tante por ijuh as pesso is corapetenles disponham-
se a oceupar-se da queslo e para dispertar ao
menos a curiosidade do publico esclarecido?
H. Bauorillaut.
[Journal des Debis.11. Duperron.)
CORRESPONDENCIAS no DIARIO DE PERNAM-
BUCO.
Ilaiuburgo SO de Janeiro de 18G1.
A queslo respeito da demora da esquadra
franceza diante de Gaela se acba finalmente re-
soivida. 0 imperador Napoleo cedeu s repre-
sentages urgentes da Inglaterra e do Piemoule,
c fez retirar finalmente a esqualra. J nos dias
10 e 14 do corrente a maior parle dos navios da
esquadra do almirante Berber de Tinan haviam
deixado o ancoradouro de Gaela, e honlem devia
seguir-lhes o ultimo navio. Para salvar as ap-
parencias, e para tornar plausivel a repentina
mudanga da poltica fraoceza contra el-rei Fran-
cisco II, at agora por ella protegido em Gaela, a
Franca linha mandad) declarar em Gaela que a
sua frua s Mola semprc lido o (ira de prolecgo
pessoal da familia real de aples, mas de ue-
nhuma maneira o fin de urna iotervengao mili-
tar. Que, pel deten3a de Gaela, el-rei Francis-
co tnliu satisfel) os develes da honra, mas que
a coulinuago da resistencia nao seria seuo um
dcrramaraeolo intil de singue, e que o impera-
dor Napoleo nao poda lomar a responsabilidade
de favorece-lo, conservando a sua frota mais
lempo em Gaela ; que era toreado presentemente
a aconselhar el-rei de abandonar Gaela, c que
para segurar a sua pessoa,elle faria com que o
l'iemonte aceitasse um armisticio, duraolao qual
os navios irancezes estariam promp'os para rece-
be-lo com sua familia, mas que decotrido elle, a
frota franceza se retirara de Gaela.
O l'iemonte linha aceitado o armisticio que du-
rara de 10 19 do corrento, o lambem dolado
de Gaela cessaram as hostilidades, porm sem
que el*rei Fraucisco se decedisse consentir no
abandono da cidade, nem em iiegociagoes a esse
respeito. Ao contrario, segundo se diz, elle est
ainda deciduo defender-so ate o cxlremo, e
s ceder forga directa.
O combale de Gaeta por isso ainda nao acabo 1,
e dfr-ae quo el-rei Francisco II espera poder
sustentar a defensa at a primavera, em cuja po-
ca o rompimento de urna guerra entre a Italia e
a Austria passa por mui provavel segundo a opi-
niao que reina em muitos circuios. No campo
piemoutez verdade que se julga poder prognos-
lisar ura prompto fim ao combale, o que urna vez
que as operages da esquadra sarda sob o corn-
manlodo almirante Persano eontra Gaeta, nao
encontrar mais nenbura impedimento, a praga
ser tomada em quinze dias. Entretanto Farini
retirou-se do posto de gobernador de aples, e
o principe de Carignan e o cavalleiro de Niara j
entraran) era seus lugares. Ambos foram muilo
bem recebidus, e a situ:icao em aples melhora
visivclmcnte em favor do Piemonle.
A guerra de guerrilhas nos Abbruzzios lambem
perdeu a importancia, desde que a vigilancia das
tropas francezas na fronteira entre o Patrimonio
de S. Pedro, e os Abbruzzios napolitanos difficul-
lou o apoio da insurreigo do lado de Roma, e
desde que a poticia sarda descobrio em aples
urna conspirago que promova a insurreigo, e
prendeu os cheles pnneipaes da mesraa, entra os
quaes se achavam dilferentes antigos generaes e
empregados superiores napolitanos.
A maior attengo so presta de presente s elei-
gdes para o parlamento napolitano, o qual deve
funecionar era fevereiro. De seu resultado de-
pender principalmente a guerra, ha tanto lempo
annunciada para a primavera, centra a Austria
por causa da Venecia. Se o partido bellicoso
vencer oas eleiges, o conde de Cavourse retira-
r, mas el-rei Vctor Eraraanucl nao poder op-
por-se guerra. O conde de Cavour faz todo o
possivel para prevenir essa evenlualldade, no que
ajudado vigorosamente pela Inglaterra. Feliz-
mente parece que os seus esforgos oaodserao.bal-
dados, u conde deCaveur conta presentemente
com grande couflanea sobre urna maioria minis-
terial no parlamento, e estorga-se ao mesmo lem-
po por entender-se como ariblli, paraque o
mesmo se decida adiaros seus planos O ca-
marada de Garibaldi, o general Turr encarregou-
se do negocio, e, segundo as ultimas noticias,
parece que os esforgos do conde de Cavour sobre
esse negocio nao sero sem resaltado. 0 conde
de Cavour serve-se do pensamenlo que a Italia,
achando-se a sua parle do sul por ora em plena
desorganisago, nao pode presentemente preten-
der combaler contra a Austria, e que se ella re-
dimase a asBislencia da Franga, tea contra si
leda a Europa, e em vez de conseguir a posse de
Venesia, ella lena de paga-la com novas depen-
dencias da Franca, e laivez com aovas cessOet
taes como a da Saboya e Nizza. Desta forma as
esperangas da conservago da paz, no prximo
futuro, se aaimram de novo com as esperangas
que o conde de Cavour tem na queslo das elei-
ges, tinto mais quauto os negocios os Austria
osa vio de maneira que animem-a de sua par
te temar a offensira.
Com eff ito, na posigo desse estada, nao se
quer ainda raostraraenhum melhnramento. Sup-
ponbo j haver dito em miaha antecadeste que a
retirada do cande de ttechberg era falsa, e vemos
isso confirmado com a soe eosserrago em seu
posto, bateado datapsarecalo o sssisde sua de-
aMBMo.
t Ss san p da nejocios, o Sr. ds Wtmerlmg,
e
que elle conta com a solugo da questao dos im-
poslos dos beas de raz ; e falla das negociages
em que o governo prusaiaouo vai entrar cora o
da Franga acerca da organisago, conforme os
tratados das relagoes commerciaes entre o Zol-
lwereio e a Franga, el-rei exprime a esperanga
da solugao defliitira da reforma do coligo dos
casamentos. tjue pelas entrevistas pessoaes do*
soberanos das grandes potencias, asro'*" *e
tornara sempre mais salisfaclo"8- Que. Pene-
trado da gravidade da sit-^ao geral da Europa,
o governo se esforc sem cessar por elTectuar
urna revisan da cousiiluicao militar da coofede-
r.ic5u- lue, qaanto questao da Hesse Eleito-
ral, o governo conlinua os seus esforgos para o
lestabeleciraeolo do estado constitucional dos ne-
gocios. Quo os passos dados pela Prussia, de
accordo com os oulios estados federaos, para que
os ducados alterases reunidos sob o governo d'el-
rei da Dinamarca, entrem no gozo de urna cons-
tituigao regular, conforme as esiipulages exis-
tentes al agora, nao lioham prodnzi<)o ueulium
resulla lo, julgando a Prussia e oa seus confede-
radas alletcaes como um dever nacional o pro-
vocar at final a solugo justa deata queslo
Que el-rei continuar firme os principios com
qu toraou a regencia, porque a experiencia, que
fez na sua a apliclo, convenceu-o aioda mais do
seu valor, razondo-o com constancia infiexivel
maicnar nessa va a mais segura que servir de
garanta contra o espirito revolucionario que se
agita na Europa. Finalmente el-rei, alluJindo
ao seu juramento, quando lomou a regencia; con -
vidou os membrosdo patlamento Ihc presta-
rem o juramento solemne de Qdelidade.
Ambas as cmaras reaponderam desta vez
falla do throno ; a cmara dos deputados por
urna reaposta analysaodo a siluagao do paiz e a
sua posigo em relago do mundo. Para mem-
bros da commisso que deve redigir a resposta,
nomearam-se os cheles de lodos os psritdos.
A eleigo de presidonles era arabas as cmaras
recahio sobre as raesmas pessoas da sesso do
anno passado.
Na cmara dos sen lio res foram eleitos : o prin-
cipe de Hohenzollern para presidente, o conde
do Stolberg pan primoiro, e o Sr. de Duesberg
para segundo vice-presidente.
Na cmara dos diputados o Dr. Simson para
presidente, e os Srs. Craboia, e Mathis para pri-
meiro e segundo vice-presidente. Esperase urna
sesso muilo an raada.
A assembla da Dieta federal em Francfort se
oceupa rigorosamente da queslo do Holstein.
Como os nossos leitores sabero, essa questao
de mui amiga data. J em 12 de agosto de
1858 a assembla liuha decretado a execugo fe-
deral por causa do procediraeolo noli-federal da
Dinamarca contra o llo'sleiu, cuja execugo nao
se effecluou naquelle lempo, fazeulo a Dinamar-
ca concesses.
Mas as promessas feitas nao se cumpriram e a
promulgago de diferentes leis para o Holstein
sera approvago da Dieta do Uolslein, annullou
as determinagoes d.i confederago respeito do
provisorio constitucional para o Ilolsleio, fixado
al o fnal regularaiioU da conslituigo geral da
Dinamarca. Urna proposta de Oldemburgo linha
chmalo a altee gao da Dieta sobre esse ponto, e
aps longas negociages, as respectivas comrais-
ses da assembla federal propozeram exigir da
Dinamarca o cumplimento dos seus doveres den-
tro de sois semanas, deixanlo ler lugar a exe-
cugo 00 caso contraro. A votago sobre essa
proposla ter lugar era Francfort em lies se-
manas.
Nao se falla por ora de querer a Dicla esleoder
o negocio at o Schleswig ; mas em Compenha-
gue se esto armando cora o maior zelo para o
casa dessa eventualidade possivel.
Se a Dieta quizer intervir no Schleswig o con-
flicto fcilmente poder lomar diraenses euro-
peas e provocar a Franga, a Inglaterra o a Russia,
possibilidade ou antes probabilidadas, por causa
das quacs a Dieta evilou at agora mui pruden-
temente mecher na questao do Schleswig.
presidente da Uniao com o intento cima men-
cionado que este leve de pronunciar-se termi-
nan tmeme sobra os saccesses que sua revelia
haviam lido lugar ao Sul da Uniao, principal-
mente em Charleslowe : e eetao.fazeado mesmo
allusao i aua recente mensagem ao congresso,
declarou que nunca autorisra cora suas paiavras
a all lude revolucionaria que assumira o" mor-
ment separatista do sul, alias iacriminada pela
conslituigo federal come alta traigo ; c que por
conseguate era seu dever aconselhar a concor-
dia, que s poderla salvar a Uuio-
Esla nova phase, porm, que lomou a queslo
da separagao, nem por isso conduzio os espiitos
cuocilago desojada ; pelo contrario levou ura
dos punidos medidas extremas, qae segundo
parece tero por consequencia ioevilavel a guer-
ra civil na coufedera^o. Foi assim que depois
de informada convengo da Carolina do Sal das
vistas do presdeme Euchanan acerca do voto
formal de separaolo, resolveu^raotar um exer-
ciio, comecaudo pur bastear o eslaudarle da Pal-
meia. como aignal de suaeoboraaia. Auiw'ur-
oienle haviam s
__ autoridades desse eiaJo loma-
Sua mageslade a rainha regressou ha pr-ucos j do posse como garanta material dos fortes te-
dias Windsor de Osborne, onde esl-ora com a jderaes Moultrie e Piokoey, d'onde se Unlia
familia real a pasear algum l*PO depois das retirado o major Anderson para concentrar as
festas do natal. O palacio ** Osborne, na ilha da, suas torgas no forte iumler, onde se conserva
Wight, a nica r^mencia particular da rainha obedeceado s ordena do governo de Washiog-
de Inglaierr. onde por esse motive pode sua
magesl^ passar urna vida meos lirre da et-
rjH.ia, a que quasi sempre esto obrtgados a so-
nevannos da Gra-Bretenha.
All pode a rainha recusir-se a recepces ofli-
ctaes, limilando-se apenase reeeber es rainisiros
de estado quando a urgencia dos negocios pbli-
cos assim o exija : entretanto succede muitas
vezes que mesmo para aquella residencia ao
rautag pessoas de daatiocgo convidadas pela
rainha.
E' oesse retir que a soberana da Gra-Bre-
lanha parece viver mais feliz pela ausencia das
formalidades officiaes a que est obrigada fra
d'all.
O principe de Galles, que tarabem acoitipaoha-
nhava sua Augusta Mi a Osborne, so acha actu-
almente em Cambridge, para onde foi continuar
seus esludos superiores depois do haver concluido
o curso na Uoiversidade de Oxford. Sua Alteza
Real habita en Cambridge Madmgley-llall, pa-
lacio que de aolemo Ihe fora de-slinado e man-
dado proparar por Sua Msgesledjs a Rainha. A
municipalidade de Cambridge areseulou urna
allocugo de congratulago a Sha Alteza Real
pela chagada de&le principo aquella cidade,-j
em outras occasies honrada com a residencia de
varios principes inglezes; e, havondo Sua Al-
teza Aeal acolhido favoravemeute a expresao
daquellos sentimenlas, dignou-te responder em
termo do mais profundo sgradocimenlo.
O principe Alfredo, filho secundo da rainha,
e que segu a vida marilma,7embarcou-se 00
dia 15 do correnle em Plyraoutn. a bordo do urna
fragata a vapor sobo commanojo do Onorabe, ca-
pitn F. Egertoo, seguiudu ara a America do
rNorte onde v,ni estacionar s) ordens do slini-
anto quo commanda as forgajs navaes inglezas
naquella paragem. Antes da seguir para essa
viagem o principe Alfredo eslivera em Berlim e
era Coburgo-Golha, para despedir-se de seus
reaes prenles. E' sabido qure Sua Alteza Real
dever ura dia succeder no ducado de Gutha, vis-
to que o actual duque de Saxe-Coburgo-Gulha,
Irmo primognito do principe Alberto, nao tora
descendentes, deveudo por fconseguinte na cou-
formidade das leis daquelle (ducado passar a co-
r a aos collaieraes mais profimos que sao o prin-
cipe consorte e seus filhos. Mas o principe Al-
Galles nao aceitara
o pois passar esta
Irmo iramediato ao
berto, nem o prncipe de
como obvio a successo ;
ao principe Alfredo, como
priocipe.de Galles.
Na qualidade de guarda-jnarinha lera sua alte-
za real de visitar varios pontos dos Estados-Uni-
dos, onde sem duvida serl acolhido com o res-
peito e distancgo cora que [ha pouco foi ali tra-
tratado seu augusto irmoL Nao deixa todava
de ser melindrosa a occasio em que vai ali ap-
parecer o Ilustre principe (inglez, aliento o esta-
do de desordem poltica e
federago americana; lan
impronsa ingleza, prerendb
gao da obra do grande e
pregda j que o Canad, .
da ra-Brelanha, est d atinado a substituir a
.que se acha a con-
o mais que parle da
urna breve dissolu-
mmortal Washington,
possesso importante
influencia da coofederag
vavel, porm, queaappar gao do principe Alfre-
do no territorio americao
seja conduzida cora tal r. rudencia que dos ele-
m ii n t n n n n* U.illl.t ^ .._*_ 1 1 o 1
D dos Estados-Unidos 'ana depois que no dia 19 a esquadra frao mentes em ebulligo nao
ma. Demais o governo t|
sympathise com o partido
pela poltica liberal o cot trd a sscravatura que
isso quer indispor-se
estes proclamam, nem po
com o sul da Uuio d'ondka lira na maior parte o
algodo eom que em Ingl ierra faz trabalhar de
quatro a cinco milhoes d obreiros, que sem o
recurso daquella materia ; rima por ellos raanu-
Londres 3 de Janeiro de 1&43I*
Nada importante do Brasil constou aqui pela
mala, que hontom recebemos, vinda pela vapor
Estremadure, de liuha de Brdeos, Este paque-
*e chegou e Lisboa no dia 16 do corrente, leodo
por conseguiote feito urna excollenle viagem.
Daqui nao me cabe desta vezcommuntcar no-
vidade alguma, parecendo ludo esperar pela pr-
xima abertura do parlamento britannico, que te-
r lugar no dia 5 do prximo mez, para cada
quil entrar em urna vida mais activa. Lord Pal-
merston ter prova 'elmente que lutar na cmara
dos communs cora um pequeo partido que aqui
acaba de erguer-se, tendente a obrigar o gover-
no a reduzir a despeza publica a bem dos con-
tribuimos quo so achara gravados, apezar do es-
lado de paz, com o incommetax na razo de
9 d. por libra esterlina. O ministerio porem nio
se mostra receicso desse ataque, bavendo pelo
contrario declarado per varios org&os da impren-
sa quo est dispnsto a sustentar o statu quo, se
tanto for precise para ministrar ao governo os
meios com que ten ta elle de manter a dignidade
e a prosperidade da Gra-Bretanha.
A e.xpedigo da China comegou j a recolher-
se em parte oara a India ingleza, devendo toda-
va invernar ea Tien-tsin um corpo de exercito
e ostro em Cantad. Mr. Bruce, ministro d'Io-
glatrra na Chiaa em misso permanente, pas-
sai o invern err Tien-lsin, reservando para
mais larde a so 1 residencia em Pekn, Lord El-
giu regressar brevemente esta capital, depois
de haver visitado o Japo. onde vai por ordena
desle governo para examinar qual tem sido a
execugo dada por parte das autoridades japo-
uezas ao tratado celebrada eom a Inglaterra em
1858, e bo qaal-fgurou por parte desle governo
o proprio lord ttgin.
O imperador da China obrigou-se pela con-
vengo de Pekn a enviar em misso permanen-
te junto' da rair ha ama embaixada, aoe pois
aqai esperada en breve; e secundo informam as
correspondencias da Chinase acha j noraeado
um principe ca familia imperial para esse
cargo.
Os nossos fusdotflcam eotados no Stoch-Ex-
chango pe*e modo tegatoVa.: $ por ceulo: brasi-
leiros 9 4/1 8/1 4 1/0 s 83 3/8. Os consolida-
dos iagleces**,' ceses S yO a 47 fr. 'X c. ; os portaguezes 3
0/0 hespeofeoes a 4t f/4 ; os 3 0/0 mexicanos a
facturada loriara de lutar
I com os horrores da fomo.
Assira, pois, creo quee n qualquer araergencia
a conducta da Inglaterra ,~~"
nimiamento prudente.
O Mornxng-Post, jorna
. simi-official de Lon-
dres, de que lord Palmen ton conlinua servir-se
na America. pro-
tn. Demais a Carolina do Sul lem enviado seus
delegados para lodos os estados do sul, para que
estes proclamen) sem demora a separaco e se
armera para defender o principio quesusteolam,
conseibo esle que se espera ser d'um momento
outro seguido por lodo o sul.
Pala ua parte o norte, laraontaudo seriamen-
te a atuiude connivente ou pusillanime do pre-
sidente Buchanan, resiste todo compromisso
que lenda eslender o dominio da escravatura
110 territorio federal ; e por conseguiote se acha
distinctamenio em campo contra o partido que
iniciou os successos que ameagam de desmem-
bragao a foderago americana do norte.
Diversos compromisos tem sido propostos no Veneza
congresso para a terminacho do actual estado de
causas, mas sem resultado alguna favoravel. O
sul parece repellir qualquer expediente que nao
seja o do recoohecimento da escravatura em to-
do o territorio da Unio que tica 36 graos 30
minutos sul, excepta quatado qualquer territorio
que fr encorporado no governo federal decidir a
conjico que melhor Ihe coovier. Ahi tem es-
tado a dificuldade vencer, e nessa posigo Q-
cam as cousas, parecendo que diflicilmente cha-
garo os partidos um accordo.
.Nestas cirGumslancias a aulortdade suprema
federal tem afroutado, limitando-se mandar
para o sul alguns reforgos, no intuito de defen-
der as propriedades federaes e de providenciar
acerca da cobraoga dos tributos. *
Segundo, porm, consta pelas ultimas noticias
recebidas at do corrente, as torgas da Carolina
do Sul repelliram j do porto de Charlestowo um
transporte americano, carregado com trapas fe-
deraes, quo se destina vara ao forte Sumier de-
baixo do commando do major Anderson. Se
esta nova vier confirmarse, a guerra civil est
pois engajada, e ninguem poder calcular exac-
tamente com tudas as consequencias dura esta-
do semclhante.
Mr. Lincoln parece disposlo por sua parle
resistir sjparago, logo que assurar o gover-
no federal ; mas, alienta a rapidez com que
aquelle nionmento segu no sul, ninguem pode-
r dizerse ainda vira tempo a acgo enrgica
do chefe do partido republicano em favor das
ideas que professar.
Semelhante estado de cousas tem j exercdo
urna desgragada influencia sobre as relagoes
commerciaes da Unio com o estrangeiro ;
e o proprio crdito federal tem-se ressentido
consideravelraente daquella situago. Aqui o
descont contina a 7 0|0 em consequencia das
grandes remessas em ouro e prala quo vo sendo
expedidas para Nova-York e oulros pontos da
Unio para fazerem face ao pnico que al-
l reina. Em Franga o banco lcvanlou lam-
bem o descont a 7 t ; e provavel que em
loda a parte se sima esta crise monetaria.
De Italia ha a mencionar a nova utlitude em
que se acha o Ilustre defensor de Gaela. Depois
de haver falhado a nogociagao em que entrara
Francisco II com Viclor Emmanoel, e para a qual
Uvera lugar o armisticio proposto pela Franga
desdo 8 al 19 do correte, eomegou novameute
o fogo entro os beligerantes, accrescendo agora
o bombardeamento da praga pela esquadra Ha-
da Ihrsno aspoUtano e da independen-
cia patria, mantera aquellas provincias.
Estas prookieiu chass-se em completo estado
gao. Noa campos principalmente on-
sasite erais se tem desenvolvido. Ot cam-
poaesas belem-ae centra a guarda nacional.
[ -O movaateala reaccionaria em leresse chegou
'*? pode dixer qas ae aaaa ali i
I reelabeleeida eiplelaateole a aateridase de
*'!?*-11* *enando a baadehn antasa das
I Lajas StrUtas. aia s as edificios publicas, mas
tambera aas aseas de martas habitan les.
A'gunt sailkaeas de legttimisua entrara as
ecevinctaa aaapaBtaBas pela terttierie paotiQcio,
sas forsat Misan i tsade-saeeacaaUsde em
Taguacezae ae aeaeaa forcM piesaaateas aas se
aefcavaat aaa Aerazses. *
Em Aquila o movimentofoi quati geral. Ogo-
Tenro piemontes desenrotve a maior energa para
suffocar a insurreigo dos Abruzzos, e vai man-
dar reforgos para aquella provincia.
as Calabrias lambem a reaegao lenda a reor-
ganlaar-se. Em diversos pontos se reunem os
soldados que foram licenciados por Francisco II,
e servem de noeleo aos voluntarios que se divi-
1 dem era guerrilhas.
Os jorases francezas fallara oa priso de Cris-
p em Palermo em consequencia de movimentos
populares que obrigaram o governo piernn tez a
formar naquella cidade urna ova adminislragao.
Em aples descobrio-se oulra conspirago a
favor de-Francisco II. itorara pretot sais sano
raes, que tioham sahido de Cela ; o governo
piemontez coefisesu-lhes as armas e o dioheiro
que possuiam.
Em presenga destes elementas o monarcha das
Duas Siciliaa pode aioda ter esperangas de con-
quistar o throno, de que se vio expulso. As ins-
tituiges liberaes que, depeis de to dura ligo,
nao duvidar caaceder aos seus subditos, Ihe cou-
ciliaro talrez as aympathias que os seus acles
e principal mele es dos seos antecessores Uae al-
lanaras, e que elle tem reconquistado pela co-
rageaa e firmeza que lem manifestado em Gata.
Chegou a aples o principe de Carignan lu-
gar-lente de Vctor Emmanuel em peles.
Oconselho do logar-ieoencia foi em aeguida
nomeado sendo composto de Liborie Romano,
mibistro do interior e agricultura ; Aopa, justi-
?a ; Spavenlo. polica ; fazenda Lntebza; iastruc-
gao publica, Imbrao ; ecclesiasiicos Mangoui e
ubraspublicas Oberty.
Em Turin esperava-ae que as eleigoe*aeriam
favoraveis ao governo e se concluiram pacifica-
mente Em aples estiva marcado o dia 27
para lerem lugar as eleiges, e a allengo publi-
ca oecu pava -se desle assumplo de preferencia a
quaesquer oulras quesles.
A commisso nacional italiana acaba de publi-
car um programraa. quo ae attnbue a tfazzini,
em que declara que oonhum candidato ser acei-
to pela commisso, sera se haver aatecipaiamen-
te obrigado a combaler da maneira mais enrgi-
ca a poltica do Conde de Cavour.
O parlamento italiano deve-se reunir em fe-
vereiro ; a queslo da paz ser a prtmeira que
se ventilar, cmpromeitendo-se o governo a
tratar diplomticamente aquesta) da Roma e
O general Turr foi encarregado por Viclor Em-
raaaoel de convencer Garibaldi de que deve a
bem da unificago italiana abandonar os seus
projectoe de declarar a guerra Austria para a
cesso de Veneza, na prxima primavera. O ge-
neral Turr embarcou j.em Genova em um na-
vio que se dirigi ilha Caprera.
Um correspondente de Turin allue na sua
correspondencia ao rettabelecimento de relagoes
entre o conde de Cavour e Garibaldi. Diz-se quo
Mr. Ratazzi ser o medianeiro nesta reconcilia-
cao mais poltica do que pessoal. A iniciativa,
diz-se que parti de Vctor Emmanuel que as
circarastancias melindrosas em que actualmente
se acha a Italia, quer reunir todas as forgas e os
elementos de que dispe.
O Pz e a Patrie desmentem os boatos de de-
solelligencias entre Mr. de Merode e o general
Goyon, a respailo do desenvolvimento e prolec-
go que a insurreigo dos Abruzzos encontrnva
em Roma nos actos do governo pontificio.
Os raembros do Sacro-Collegio nao se mostrara
salisfoilos pelas concesses liberaes feitas pelo
governo austraco.
O general dos dominicanos expedio urna circu-
lar aos seus religiosos que serviam no exercito de
Garibaldi para quo regressassem aos seus cooven-
tos, sob pena de suspenso.
O nuncio apostlico em Paris Mr. Saconni ia
om breve vollar para o seu porto.
Conlinua a allar-se em crise ministerial na
Austria. Dizia-so de principio que o conde de
Rechberg deixaria de fazer parte do gabinete ; es-
palhou-se depois que sahna o Sr. de Schmer-
ic
Surja dificuldade algu-
rilannico, com quanto
dos estados do norte
:om a miseria e mesrao
>ara com a Uuio ser
pan manifestar ao public
a a poltica do governo
a que preside esse raioist-o, publicou ha dias um
artigo acerca da probabili
a esla corte emissarios po|
sul da Unio, para offe
commercio livre em Iroea
lade de serem enviados
parte dos estados do
ecerem Inglaterra o
do reconbecimento por
deixou Gaela, como havia promellid /te-lo o
Imperador Napoleo, allegando qo* a permanen-
cia das suas forgas navaes ali por mais tempo po-
deria ser explicada como oebra do principio de
no-inlervengo que Me se impoz na questao
italiana. Incrivel forga I Quem nao ter vislo na
conservago da esquadra do almirante Tnam em
Gaeta durante dous mezes a quebra dessa no-in-
tervengo que se impozera o imperador Napo-
leo I
Agora se acba inteiramente entregue a seus
proprios recursos o re Francisco II ; e tao des-
esperada parece a sua posigo, que a no.accen-
der-se em breve a guerra entre a Austria e a
Italia, teta elle de reader-se dentro de pouco
tempo. A probabilidade porm de urna guarrada
Italia contra Veneza lem diminuido oestes lti-
mos das, parecendo estar a Sardenha receiosa
do resultado dessa empreza.
Toda a dificuldade tem estado ero demover
Garibaldi do intento de comegar j as hostili-
dades.
mdavel rival debeixo
gareetidee 4 /la 2. O mercado de fondos poltico ; alm eq
oaetenaas a eatraageiras tea estado insetiro eso
consequencia des rioticiat polticas dos Ettados-
rJeisese de recis qee em geral prevalece pela
Sas dsigspats. aWalHaVaal
parte desla da nova confeleraco que o sul pro-
jecta crear ; e deixou errta o perceber aquella folha
que o governo britanoico se absteria de negociar
com esses emissarios, ca o sejam mandados, at
que Mr. Lincoln, novo p esideoto nomeado dos
Eslados-Uoidos, tenha di clarado sua poltica em
relago revoluco em q te se achara os estados
do sul, depois de haver ille assumido as rodeas
do goverqo.
E' clar por consegua! s que a poltica do ga-
binete de S. lames na questao de separagao en-
tro o sul e o norte da confederago americana
parece ser de tal modo conciliadora que o lira
nao offender ambas as partes.
Se Mr. Lincoln, sublndfo ao poder, vier a adop-
tar cora feliz resultado urna poltica de represso
contra o sul, o govetio britannico repellar
quaesquer negociages q ue por parle dos estados
separatistas Ihe sejam fe tas, para assim inculcar
que prestos todo o seu 1 poio moral ao partido do
novo presidente, que 1 ela hmiligo da escra-
vatura no territorio da Unio.
Mas, se assumindo o n poder, hoje j to en-
fraquecido peta conniv oda ou hesrtago de Mr.
Buchaonan, Mr. Linele trver de ceder a circuns-
tancias adversas, viudo a acceitar a situago im-
posta pelos estados do sjI, a Inglaterra oesse ca-
so reconhecer as duas onfederages em que te-
r de flesr dividida a 1 ollossal obra do grande
Washington,para assim conseguir a dupla vaota-
gem de conservar no norte om campeo pela li-
berdade da raca escraea e no salara mercado
onde, provavelmanle sob o principio de Irberda-
dede eomerercio, continuar a buscar o algodo
com que alimenta as "ajis fabricas de Manqhes-
?er.
Tal se me figure ser ja politice que esle gover-
no est seguido em telaglo A queslo poltica
que se agita twslttsddH-titdos.
for outro lidoa Innaterra ver com prtier a
desmembrago da coufederaco americana do
norte, pois que esla sitara boje senada sea for-
nesmo do posto de riela
t Gtta-BreUohi geahar
imperlaBcra poIRica para
apregoam a ata vares
ir e equilibrio 10 ceoll-'
datle at ds as, o
DIARIO DE PERNAMBUCO-
cem sflasls'isfo^
ad, que como,
O vapor francez Bearn, entrado honlem de Bor-
desnx e escalas, trouxe-nos cartas e jornaea com
as datas seguintes: Hamburgo 20. Londres 23,
Bruxellas 7, Paris 23, Hespaoba 24, Porto 26 o
Lisboa 28 do passado.
A'vista da noticia, de que foi portador o ultimo
vapor, do armisticio entre as forgas belligeran-
les, era de esperar que, as negociages que se
seguissem, trouxessem um fim proveiloso para a
causa italiana, e para o infeliz monarcha das
Duas Sicilias.
Effectivamenle no dia9 interrompeu-se o fogo.
Francisco II responden s propostas de Napo-
leo, que s morto ou prisioneiro, entregara a
praga. A esquadra franceza retirou-se do molba
de Gata no dia 19 em que terminavam as tre-
goss.
No dia 20 de manha rompeu a praga o fogo,
mas as suas bateras foram brigadas calar-sa
em consequencia do fogo vivissimo com que foi
correspondida pelas bateriss dos sitiados. O al-
mirante piemontez Persano declarou no mesmo
da o bloqueio da praga em consequencia do que
se retiraram todos os navios eslrangeiros Ne
dia 12 ao meio dia devia a esquadra piemanteza
entrar em linha e comegar o bombardeamento.
'Este modo de guerrear brbaro, e indica as pou-
c*i forgas de que pode dispor o sitiante, ou a
forte resistencia que pode oppor urna praga. A
Europa que vio eom indignago o bombardea-
meato de Palermo pelas tropas realistas e qae
pedia a castigo do general que to cobardemente
assassinava as seos proprios compatriotas e lal-
' ves amigos, nao deve deixar de protestar contra
e mddo porque os piemootaiss proseases centra
Gasta.
Esta praga, pesar de forte, s da corajosa da-"
asa das tropas que a guamecem, nao pele resis-
tir por moito tempo secan combinada de se
bombardaamesto por mar por Ierra. Francia-'
co TI ba de se saateetsr emaaanto faeaver am
pttmo de sisrarha & dafcadsr, depois tentar aaa
ing, mas parece que nenhuma destas versoes o
exacta, nem era natural que o governo anstrioco
se roconsliluisse, dispensando os servigo? do mi-
nistro autor do plano poltico que comega a de-
sonvolver-se no imperio.
Parte do programraa de Mr. de Schmerli'g es-
t preenchido, porque ae referia unistia por
crimes polticos e esta acaba de *er promulgada
para a Uungiia, a Trausilvania, Croacia e liscla-
vonia. _
Apezar, porm, olaa_ e oulras medidas, uo
tem diminuido a agitago nos diversos estados
que a Austria domina.
Um Jos meios que os Ungaros teem agora em-
pregado para fazer opposigo ao governo austra-
co, a negativa ao pagamento dos imposlos, que
todos os dias so torna mais geral. E' tal o esta-
do em que ae acha aquelle paiz que o governo foi
obrigado a fazer urna remessa coosideravel de di-
nheiro para pagamentos, pois que nos cofres p-
blicos nao havia as soramas necessarias, uem es-
perangas deque entrassem. Em toda a parle os
curas pregam a reaegao c expem do pulpito a
doutrina revolucionaria. As autoridades ne-
gam-se a intervir por meio da forga. Estes ma-
nejos veem complicar gravemenla a crise finan-
cena da Austria, que cada rez se aprsenla mais
ameagadors.
Na reunio da commisso eleiloral hngara
houve unanimidade acerca da acceilaco de um
programraa que se bsseia nos seguinles pontos:
Restabeleoimento completo das leis de 1848.
c Nenhuma percepgo de conlribuiges sem
previo coosentimento da cmara.
Nenhuma auloridade a par da commisso.
Prxima convocaco da cmara proviocial.
a Re&tabelecimeni completo da inlegridade
da Hungra. >
Foi nomeado o conde de Aponnyiugar-len-
te do imperador da Huogria em lugar do conde
de Czivaky.
A Galiuia acaba de pedir ama organisago se-
melhante da Hungra ; os deputados daquella
provincia reclamara .0 diroito de nao aerem re-
presentados no parlamento central que o impe-
rador se prope constituir em Vienna.
Mr. Schraerlng declarou que tomars em con-
sderago o pedido dos deputados e que a organi-
sago, que devia dentro em pouco ser publicada,
devia corresponder aos desejos do paiz.
A Bohemia mostra lambem desejos de obler
urna coostiluigo anloga.
,0 syndicalo dos negociantes de Vienna, agrade-
cendo so ministro Schmerling as institaicos li-
beraes promellidas, ou j promulgadas, manifes-
tou o voto que a Austria retomara entre os esta-
dos europeos a posigo que Ihe competa pala ex-
tenso do seu territorio, pela grandeza oes seus
recursos e pela intelligencia de sua popuiacao.
O archiduque Maximiliano chegou Vienna pa-
ra dar coma ao imperador da nspecgo eita no
lilloral austraco do Adria.ico.
A Baviera rompeu as suas relagoes diplomtt-
cas com o Piemonte, retirando o seu represen-
tante de Turin. Esta medida nao foi approvada
poruma parte da populago de Munich. A Je-
gago sarda foi visitada por grande nuowro de
personagens, que queriam demonstrar < seulante do Piemonle,'antes da sua retirada, que
deaapprovavam a" maneira por qae proceder o
governo.
Alguns jornaes alleraes foHam deque serse
retirar de Francfort o reptasentante do Pemonto.
Tambera se nota certa frieza as relagoes en-
tre os diversos estados da Allemanha e s corle
de Tarn.
Em ama das prximas sesses da dieta germa-
nice deve provavelmenle ser apresentada a .ques-
tao de saber se a confederago ds*e tomar nota
de nm documento em que ogovernador piemontez
das Mareas falla da nacessidade de encorporar
ura territorio federal allemo. A dista provoc-
a maneira explkages eathegoricas de ro-
eerao^aaaasatss.
indicar ata profundo
lemaoba* o Piemoate,
ser tanutira contra Ve-
de mo e iri aeoHwr.se sds Asnino, ou-TsMaaesa *
amura aa ivbsuibb ata 'ajBej'BB
A queslo .da
oas .cornaca a chamar a
Estaaoesto
ideamossin-


m
URK) M imiMBOOO. (HJA1TJ rtUU
telligeocia dplera*lca atsomio n'este* ultimo*
lempos urnas dimenses assusladoraa.
Ascommisses reooidss ero. Francfort apresen-
taram as informales sobre a peo poeta dOH>m
burgo, e pedem que se obraje Dinamarca a
declarar no prazo de seis senthaaase se confor-
ma com a resoluto tomada pelo governo federal
em 8 de marco de 1860, e que, do caso negativo,
se proceda contra aquello paii para o obligar a
cumprir o derido.
O governo dinamarquez activa es seus prepa-
rativos com grande energa, teirde mito wn cha-
mamento de 6:700 maiinheiroa- Esta. paMica
fiara ser assignada pelo poro urna manifestado
armada pelos individuos de Iandlhing e Wolks-
thing. que conten -um convite para resistir a to-
da a tentativa estrangerra quo trate de se ensol-
ver ou intervir nos negoeios Internos da Dina-
marca.
O novo rei da Prusaia Guilherra* I coneedeu
orna amnista por occasio da sua exl lacio ao
throno. o manifest deste soberano, elogiando
ae qualidades do seu predecesaor, promet go-
vernar observando fielmente a constituidlo e as
leis como reclamado pelo ioteresse da Prus-
sia inseparavel dos da Allemanha.
No dia 15 abriram-se as cortes prussianas. No
discurso da corea, diz-se que sao boas-as rela-
des com as potencias, que considera necessaria
a reorganisaco do exercito ador de mantera in-
tegridadeda Allem-mha; e que- se fizeram pro-
postas necessarias pira terminar de modo hon-
roso para a Allemanha a questo dos dueados.
Ve sor chamados s armas 50 mil homens, e
tudo parece indicar que se prepara urna mobtli-
safo. Diz-ae que estas medida nao tem relajan [_
com os negocios da Italia, e que s se devora at-
tribuir s acluaes complicac,es cora o gabinete
dinamarquez.
Parece que as autoridades piemontezas ti-
nham ou tem algum Qto do considerar Trieste
como propriedade do reino italiano ; em conse-
quencia d'isto o ministro da Prusaia em Turim
recebeu ordem do seu governo para protostar
contra tal pretenco.
Parti de Pars no dia 15, para tteriira o prin-
cipo Jernimo Mural acompiohado por dous
oliciaes de ordenanzas do imperador, para ap-
preseatarao rei da Prussia urna carta authogra-
pha do imperador Napoleao. Parece que esta
carta urna simples felicitaco, e nao trata de
interesses polticos.
A ele vacuo da laxa do descont do banco de
Inglaterra, produziu urna grande commoc.io nos
crculos fiuaiicoiros e commerciaes; cora rinanto
aquello augmento fosse j esperado, sobretudo
depois das noticias desavoraveis da Austria e
da India, que faziam prever qoe a exportado do
oiro e da prata continuara om larga escala. De
semelhanle augmento esperava-se que resultas-
sem algumss fallencias mas era anda duvidoso
so a tixa do juro dos depsitos seria tambero
augmentada.
Porara convocadas as cmaras francezas para
o dia 4 de fevereiro.
Annxncia-se a apparicio de urna nova brocha-
ra, devida a urna pena elevada, mas nao se ap-
presentar a brochura com carcter oflicial. Tra-
ta-se neste folheto da questo de Roma, da lucia
entre a Italia e o papado, da intervengan fraece-
za, mostra qe a attittrde do governo pontificio,
e do partido clerical francez, sao a consa dos
embarazos quo encontra urna reconeiliocao en-
tre a Italia e o governo pontificio.
Na Grecia ha perfeito socego. Preparam-se
os habitantes para as clelQdes que se devem ve-
rificar prximamente em todo o paiz.
Continua anda a d.scutir-se a conveniencia
da continuado da intervengo franceza na Syria
alm do praso estabeleeido. A Porta pagou a
indcainisa^o de Djaiah Franca e Inglsterro.
O perigo dos ohristos de Damasco iminenle.
A commisso europea foi insultada e ameacada
pela populaco. Na Bosnia reita agitaco. A
Porta eoviou trepas para este principado.
Em Portugal discutia-se no parlamento a ulti-
ma reforma das pautas propostas pelo governo.
Tratava-so outravez do caminho de ferro de
de Cintra e do caes no Tejo, o que deve ser ef-
fectuado por urna companhia franco-belga.
O estado saoilano de Coimbra era mo ; o
do resto do paiz, satisfalorio.
No dia 15 pela raanha falloceram em Trieste o
conde e a condessa de Montemolim, e a cama-
rista di condessa.
Poucas semanas aules tinha fallecido D. Fer-
nando de Bourbon. Corriam verses um tan-
to snspeilosas a respeito d'eslas acoutecimeolos.
O prncipe das Asturias herdeiro presumptivo
do thrjno hespauhol esleve gravemente enfermo,
mas enlrou em couvalecenca,
Vae-se cobraudo a cdutribugao marroquina.
O congresso oceupava-se de objeclos de inte-
resse interno.
Tom havidj aecusacoes gravissimas por causa
do urna fragata hespauhola que se dizia que, es-
tando ancorada no molhe de Gaela so corres-
ponda com a prac auxiliando a rectificaras
pontanas das bateras da praca. Procedeu-se a
um inquerito e soube-se que taes aecusacoes
nao tinham um fundamento.Tratou se desta ques-
to cm timadas sesses do coograsso hespanhol,
em que o governo declarou que tendo lecidido a
neutralidado tinha recommendado marinha
hespanhola a mais absoluta neutralidad.
Nos nmeros seguiutes daremos as cartas do
nossos coriespodeoles em Bruxellas, Pars, Lis-
boa, Porto e Hespanha, que contera om exten-
so as noticias que vimos de dar, o que nao la-
zamos no presente pela hora adianlada.
monte ; pas que o* mantenedora* da orrfem alo
devem ser os primeiros a pertorbwem-n'a por
tal modo.
Mm*t* prximamente Ando o trafago da
va torrea produzio a receita de 24:503*453.
Beabadbdt semana passada um escrave do
eapa Migael Tofeniioo Pires Falcio assassl-
nou com duas lacadas a Benedicto Jorge da Coa-
te, carroceiro do eogenho Agoafria de Ipojttca,
pestaeen!* sjaetfc* eapilaav
P**e asastlnato tere tugar ao chegar ao por-
ta deesree^a da via farrea, aas Croco Ponta,
para onde era-cowhMidffo asMseino pelo falle-
cido e ora sold*ado, am de embarca-lo paro o
referido engenho, de que se tinha elle evadido.
O assassino fui preso e acha-se recolhido a ca-
sa de deteneao,d'ondehevia pouco que sahir.
Amanh.li abrem-se as aulas do curto com-
mercial, que Cuuccionar uo 2o anlar do trrelo
da alfandega.
Passageiros do vapor Bearm, vinde da Eu-
ropa. Bermei, sua mulher e um 8lo, Manoel
'Alves Guerra, Antonio Alfredo Willer, Laerence,
Emile, Joaquim Antonio de Carvalho, Manoel
Joaquim Ribeiro, Jos Joaquim de Faria Macha-
do, madama D. Antonia Pardo, Jos Hara de
los Reyes, Josa Carvalho dos Santos, Jos Lopes
Das de Carvalho, Antonio da Silva Maia, Leo-
poldo de Figueiredo, Antonio Fernandez de Azo-
vodo, Manoel Joaquim Moreira, Domingos da Cu-
nha, Mara da Piedade Vatdez, Mara do Cencei-
cao, Sebasttao Luiz da Cuaba, Luiz Gomes Fer-
reira esua mulher.
Seguem para o sul :D. Juan Aoglada, Anto-
nio Marttns de Olireira, Luciano Augusto Lopes,
Kaymond Olouin.
Passageira do hlate nacinil Camaraglbe.
vindadoAss: Ilenriqueta Mara de Jess e3
filhos menores.
Passageiro do patacho nacional Tiara, vin-
do do Itio Grande do Sul : Saturnino Marques
Valle.
Passageiros do hiate nacional Artista, sa-
hido para o Rio de Janeiro : Antonio Joaquim
da Silva, Joaquian remandes e 3 escraves a en-
tregar.
MATADOURO PUBLICO !
Mataram-se no dia 9 do correte
sume desta cidade 81 rezes.
No da 10, 80 ditas.
No dia 11, 82 ditas.
MORTALIUAPE DO DIA 12 :
Manoel, preto, escravo, solteiro, 35 annas, hy-
droporicardii-
Manoel, brinco, 4 annos, cenvulses.
Alexandrina, parda, escrava, solteira, 16 annos,
gastro iuteritc.
Antonio, pardo, 5 mezes, gastro interile.
Bernardina, parda, escrava, solteira, 18 annos,
de urna aradensidita chronica.
Joao Baptista dos Santos, pardo, viuvo, 80 annos,
molestia interior.
Trajino, preto, solteiro, 18 annos, tsica pul-
monar.
Balbino Tinoso de Olveira, pardo, vuvo, 44 afi-
nos, tsica pulmonar.
Manoel Rodrigues Naves, branco, casado, 35 an-
nos, tetana.
CHRONICA JUUmARIA.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSAO JUDICIARIA EM II DE FEVEREIRO.
PRESIDENCIA DO EXX. SR. DESEMBARCADOR
SOCZA.
Secretario, Julio Guimares.
Ao meto-dia, achaolo-se presentes os Srs.
desembargador Tillares e depatados RefTO, Bas-
tos e Silveira, o Sr. presidente abri a sesso.
Lida, fo approvada a acta da ultima.
O Sr. presidente recebeu um ofilcio- do Sr. pre-
sidente da relago, communicando harer nomei-
do o Sr. desembargador Antonio Joaquim da Sil-
va Gomes, para servir de juiz no feito entre
psrtes :
Appellanto, Luiz Rodrigues Samico ; appella-
do, Manoel Francisco da Silva Albano.
DISTRIBUIf.OF.S.
Appellantes, Francisco Brasileiro de Albuquer-
que e oulros herdeiro3 de Francisco do Reg Al-
buquorque ; appellado, Mximo Jos dos Santos
Andrade.
Ao Sr. desembargador Villares :
Nada mais houve.
Poblicacoes a pedido.
10O karrteao eorveia ; *eMoBator ftC.
i barril loca ; a L. A. de Squoi*.
10 barrica* cerveja, 30 barris salitre, 95 eai-
xoe champan)!* ; a ordeai.
40 vaggoB coa* roda o mais pettencos, 84
cairas chave d* msdira, 1 Aeaiaa* bjaete* paca
wagans, 13,920 cade.ras de tarto;* Ib. Har-
riao.
Bccnb*darla cfi rasndsia late
*Nra do Fnrroambae.
RendimenU do dia 1 ti. 8:731*071
dem do dia 12....... 601gi63
da VarmaaabtM, 1
IBfTlODBHWi
Tbosawaito da Unaa>bieo, lde jaaetro de
ll
Joao BaptiU d* Castre. Silva.
Dirictoria das obras
publicas.
:33263*
CansaladFo- provincial.
endimenlo do dala 11. 23.493221
dem do dia 13.......2:714J680
26:207*901
Manihiirjfo. 90) Janeiro ae 1861.
Achando-se interromprda comptetamente a
navegara, o mercado em geral mostra certa es-
tagnaco, e s se realisa vendas para suprir
as precisos de momento.
Os pregos conservara com firmeza sua pozi-
nao, sendo muito reduzMoa os depsitos, e nao
harendo esperanzas de suppfimetito quaiquer
as prximas semam?.
Cafe.Continuando o glo, o mercado melho-
rou de novo, nao bastando o deposito para sa-
lisfaser s exigencias cada vez mais urgentes do
consumo geral.
Os depsitos de 'caf de Santo e de S. Domin-
gos acham-se quasi exhaustos.
Os precos tem subido 1|18 t|8 schillings.
As ultimas noticias Jo Rio de Janeiro, que an-
tehontem nos trouxe o lelegrapho, por via de
Bordeaux nenhuma influencia exerceram sobre
o nosso mercado.
As vendas na ultima quinzena forara de 3,500
saceos de caf do Kio e de Santos 8 i\i, 7schil-
lings de 21,700 sacos do Rio e Saotos om via-
gera pregos que ignoramos.
Colamos hoje: caf do Rio real ordinario,
para o con- s 9|16 i 6 5(8 schillings.
Assucar.O negoeio estove muito tranquillo'
sostenanio-se apenas o-i ltimos procos.
Tabaco.S se veaJerim ltimamente 22 > pa-
cotes de tabaco do Cratil precos satisfactorios.
Picara Jem ser cerca 2000 pacotas de tabaco do
Brasil.
Colamos o libaco brasileiro: !. qualidade 7
1/4-8 schillings ; 2.1 *3 e 5 t/26 1/2; su-
perior 1012 ; em rolos f214.
Em algodo as transaegoes foram bastante ani-
madas, subindo os procos.
Quanto couros, por causa da poca, o mer-
cado se conservo* muito calmo, e s tiveram lu-
gar algvmas pequeas traosacede*
mo os pre;os colados.
Colamos: couros do Rio Grande do Sul 10 1/2
111/2 schillings; do Purnsmbuco eBabia 8 l/t
M
O cacao tem sustentado os seos presos, tendo
sido procurado. Do da Babia- s- existe urna por-
ra o muito pequea, exigindo os possuidores do
do Par prrr.os mui altos.
Catan oa : do Mrao1iSo- e- +*t 0 3/4 7/8
schillings : da Baha 6 5/36 3/4.
Durante o anno fiado de 1860, partiram de
ilamburgo para difluientes destinos 15.9*2 emi-
grantes, dos quaes s 869 se dirigiiam para o
Brasil.
Movimentodo porto.
Navios entrados no dia 12.
Sala da ordens no palacio do governo-do Rio
Grande do Norte, 26 de Janeiro de 1861.
Ordem do dia n. 9.
O presidente da provincia manda louvar o Sr.
capiUo Manoel Luciano da Camaia Guaran, por
haver desempeahado satisfactoriamente as func-
Qoes de delegado de polica e comnnmdante da
forca estacionada na villa de Pao dos Ferros,
d'onde acaba de regressar, justificando-se das
accusaQes inmerecidas que Iho foram feitas, e
que se acham destruidas pelas informaedes lti-
mamente ministradas.
Assignado.Jone Denlo da Cunha Figueiredo
Jnior.
Couorme.Mntonio dos Santos Carias, aju-
danle de ordens.
dos navios entre
desde o dia 13 de
Revista da entrada o surtida
os portos de Lisboa e Brazil
Janeiro al 26.
Entradas.
15.Estremadure, vapor paquete francez, do
Rio de Janeiro, Baha e Parnambuco.
Saludas.
13.Magdalena, vapor paquete iDglez, para Per-
nambuco. Baha e Rio de Janeiro.
17.Nereide, barca portugueza, paca o Pai.
Juia, lugre portuguez, para o Rio de Ja-
neiro'
Anna, brlgue portuguez, para a Baha.
22.Joven Amelia, brigue portuguez, para o
Haranho.
Soberano, brigue portuguez, para Per-
nambuco.
Hentique, brigue brasiieiro, para o Rio de
Janeiro.
28.Feliz Mafalda, brigue portuguez, para o
Rio de Janeiro.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
As rampas do caes de ApoHo acham-se sensi-
velmeote deterioradas, e em breve a agoa mi-
nando pelo caes alluira o raesmo, que Acara es-
tragado no todo.
E' um reparo que facilmaole podo ser feito, e
cumpre que se o effectue incostineati, devendo-
so ter em considerado que o concert, que far-
se-hia a um mez com 5JK>00, agora ser preciso
dispender 50*9 ou talvez lOOtf, por ser obra na-
cional.
Existe um pronunciado gosto enlre nos para as
obras novas, de manera que, quando cahirem as
paredes do ciea ento provnovep-se-ha a factu-
ra dos concert, e urna boa semina de dezenas
de mil ris ser lanesda fora dos cofres.
Em igual estado de ruina existe a psrodao,
que ampara i cruz do patrao ; j sobre* isto tra-
tamos em Qns do anno pretrito, e S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, mandando-o examinar,
oi reconhecida a justeza da nossa reclamagao.
E pois importa que sojara atli fettos os neces-
sarios reparos-, nio s para evtor qoe ella venha
o batxo, como anda para prevsnir-se algum si-
nistro por oecasia* da aun queda.
Temos quenas contra os soldados que com-
poem a guardo-da Capunga, as quae no-ios dio
como em frequente ebriedade cam detrimeoto do
servico publico, eseaudaki e iucomm*do tambem
pwMtoos.
O noaso iafarmaoto assim s* exprime : o
do sempr enfermo da polica desta infeliz Ca-
punga faz com que- eu, compadecido de tanto
soffftr, venha em oome da humanidade suppli-
cas-lhe, Sr^ redactor da RtviUa Diaria, >a-
bUcidodB doatas linkas, p*ra qoe Inmi4o.s*
publica esta molestia, poee* o Sr. Dr. cktefe do
paitciaoe qm soas vezes flzer; usando & sua
ioconteslovel' peria, rawil *m emimanUia
cakeeao s*m* eultad** d> guarda podf4*r*4
peiaataBiiouas travosauras dadeoa- tJiaatia i ai
sias com* apfiiear usa poueo de-aJMtHcidoate *
fronndao das etoridodes locaas.
H*vd*eeod* aer tolerad um* se jt* sW
COMMERCIO,
CAIXA. FILUL
DO
BANCO DO BRASIL.
E* 12 DE FEVEREIRO DE 1881.
A caixa desconla letras a 10 0, sendo as de
seu aceite a 9 /0, toma saques sobre a praga do
Rio de Janeiro, e recebe dinheiro ao premio
de 8 7o-
Rio de Janeiro26 diis, barca hespanhola Rosa,
de 338 toneladas, capito Pablo Rois, equi-
pageo 14, carga tsstr; a Aranaga Hijo i C.
Ass10 das, hiate nacional Camaragibe, de
38 toneladas, capilao Virgino Justioiano dos
Santos; equipagem 5, carga sal; a Pedro Uor-
ges de Siqueira.
Rio-Grande do Sul28 dias, patacho nacional
Tigre, de 167 toneladas, capito Manoel Go-
me* de Oliveira, equipagem 10, carga 8,000
arrobas de caro* secca ; a Baltlnr & Oli-
veira.
Montevideo45dias, patacho americano Ann D.
Jordn, de 318 toneladas, capito M. Jordn,
equipagem 9, carga couros e chifres ; a ordem.
Arribou a este porto para reformar o panno,
seu destino New-Yorkv
Bordeaux e portos intermedios18 dias, vapor
francez Bearn, de 1174 toneladas, com man-
dante A. de la No, equipagem 114, carga
differentes merca lorias ; a Tisset Frre & C.
Rio de Janeiro24 dias, brigue nacional Encan-
tador, de 214 toneladas, capito Antonio Pe-
dro dos Santos, equipagem 10, carga lastro;
viava Amorim & Flho.
Rio de Janeiro20 dias. brigue dinamarquez
Holstein, de 200 tonelada, capito P. leyer,
equipagem 8, carga 9009 arroba de carne-; a
Bastos & Lemos.
Navios sah/ot no mtsmo' dia.
Rio de JaneiroHials nacional Artista, capito
Antonio Joaquim Alves das Neves, carga as-
sucar e algodo.
S. TnomazPaiaohe americano Jamts C. Coate,
capito A. J. Collins, em lastro.
Terra-Nov Patacho ingles Express, capito
Orsalo; em lastro.
Portos do SulVapor francez Bearn, comman-
daote A. de la No.
Observaco.
Fundeou no lamaro um brigue diaamarquez,
nio leve comrauoica;o com a Ierra.
De orJem do Exm. Sr. presidente provincia
taco publico qu sereciberam propostas para
consfrucQo por coota do i cofre* geraea, de urna
ponte que substitua aautiga quo ora existe li-
gando os bairros do Redi o Santo Antonio.
Esta ponte, que ser i e ferro batido, deve ser
construida, pelo meaos emsuas dimenses prin-
cipies, de conformidade [com os desenlies apo-
sentados pelo engenheir do governo, os quaes
desenhos sero patentes aos prelendontes na re-
partico das obras publicas, onde racebero todas
as informaces necessari ts, dirigindo-se ao chele
da mesma repartico.
As propostas devem aer encaminhadas aS.
Exc. por intermedio data repartico at o dia 6
de raarc.0 prximo futur i. depois do qual nenhu-
ma proposla mais ser r;cebida. Cada urna del-
tas dever ser acompannada dos respectivos de-
senhos e dever igualmente incluir a collocago
da ponte em um estado completo para o servlco
publico.
O governo nao seobriga a estar pela mais bai-
xi oferta seas o concurso d* outras condiges.
Directora das obras publicas, 6 de fevereiro
de 1861. *
O director,
A/oriiau.
Directora geral da iastrucco
pulHca.
Facrj saber que o llln. Sr. Dr. director geral
da instrurco publica, para conhecimento de lo-
dos a quem interessar ossa, mandou publicar o
oflicio do Exm. Sr. pre deute da provincia, qoe
se segu :
4. secQo Palacio dp governo de Pernam-
buco 1. de fevereiro de 1861.
Coovindo regularisai o ramo do servico que
concerne a instrurco publica da provincia, de
forma que nenhum pa le relativo aquello servido
suba presentada prisidencia, senio por inter-
medio de Vmc. e com la informado ; determi-
no a Vmc. que reeomn ende a todos os directores
de quaesquer estabe ecimentos de mIrucco,
quer pblicos quer pajrticulares. que existam na
iateiramente aquctle, pre-
a pratica prejudicial de
arem directamente deci-
m audiencia da directora
Ida provincia eos guar-
Loito da Cunha, Sr. Dr.
director geral da iostrnecrao publica.
E para o Bel cum rimento da referida ordem
em segunda j 1"e mesmo Sr. dir- toe geral recommenda, se-
r este repetido pela raprenia.
Secretaria da instru cQo publica de Pernam-
buw5 de fevereiro di T8OTi-
Salvador i enrique de Albuquerque.
; ecrelario interino.
O De. Anselmo Fran isco Perelti, coramendador
da imperial ordem di Rosa, da de Cliristo, e
juiz de direlto esp >cial do do commerclo des-
ta cidade do Reci [e e sen termo capital da
protinia do Pero mbuco por S. M. Imperial
r constitucional o Seohor Dom Pedro II, que
Dos guarde etc.
Paco saber aos qui o presente edital virem, e
delle rorcia trverem, mee'se ha d* arrema lar em praca publica deste
juizo a quem mais i ler na sala dos auditorios a
preta Joanna, criouli. de idadn 40 annos piuco
maisou menos, avali ida era 800#0OO rs., a qual
vai a praca por exc :u;ao de Juo Baptista de
Barros Machado, centra Ala ra uo Aceto ly Lins
Barradas, e ser arrt matada na falta de licitan-
tes pelo prego da ai judicaco com o abatimento
d* leu
E para que chegu i noticia a todos, roandei
passar edtlaes que siro affxados nos lugares
do cusame e pablicdos pola impreosa.
Dado e passado ne ta cidade do Rccife de Por-
rra-mbuco ros' 11 di as do mez de fevereiro de
1861. Eu, Manoel d i Carvalho Paes de Andra-
de, escrtvao do juizj especial do commercio o
z escrerer.
An timo Francisco Peretti.
provincia, que guarde
ceito ; cessando assl
cada um delles prov
ses da presidencia,
da instrurco publica
de a Vmc. Ambrosio
gao* do Kasermeoto, sertvae o eaerovAam
Thereca de Jetos,Joaquim Jorge do Mello.
Adotpho Loberalo Perair* de Oliveira.
E mais a* ao conJiana em- ato tora** aqa
trauNrioto, oteado sopplieaole produzM* sua
proras, e justificado t ausencia do strpplteade fo-
ram sellados o* auto* o subindo miaba canclu-
so nelles del a lenteeea do theor saguinte :
A vista da inquirico de fls. 4 a fls. Sjulgo prc-
vadr a auseoer Oo joslrficado em logar nao s-
bide o mando quo Ibe soja intimado o protesto ,
de ffsT t par rrfelo de editos, pass*ndb-se a res-
oectiva cari com o prato de "30 dM: pagas pe-
la justificante as cusas. Recife 2 de janoiro de
de 184H Anselmo Praoeisce> Peretti.
E mais ae neo coniinha sentenca aqu trans-
cripta, e ero oumprimento da mesma o respecti-
vo escri ve Manoel Maris fez pissar o presente
edital com o mencionado prazo de 30 dia, pelo
theor do qual ntimo e hei por intimado ao refe-
rido supplicado o termo de protesto sopra trans-
cripto, o para que Ihescheguo ae conhecimento,
ser o preseete publicado pela imprensa e atuja-
do na forma do estylo.
Reeife 12 de Janeiro de 1861.Eu Manoel Ma-
ra Rodrigues do Nascimcnto, escrtvao o subs-
crevi.
Anselmo Francisco Peretti.
Declarares.
atftni
Y! ranales**.
Rendimento do dia 1 a 11. .
dem do dia 12.....
209:70*9172
6:360553
216062J7-25
Movhnesito da
.Volutoes entrados com fazendas..
> > com gneros
Volumes sahWorcofazendas.,
com gneros..
111
4
96
186
------282
115
Descarreffatn hoje 13 de fevereiro.
Barca iuglezaTassobacalho.
Patacho inglezBusydem.
Brigue inglezLindtsfaroecerveja o ferro.
Patacho portuguezJareomercadoriss.
Barca portuguezaMariafazendas.
Escuna nacionalCarlotadiversos gneros.
tuaco, importa que seja ella reprimid! lapi guinte:
Import'a^&Oi
A escuna nacional Carlota, vinda da Babi,
consigaada maoifestou o seguinle :
28 barrio violto do porto, 200 barrios feriada
de trigo, 5 fardos lona, 20 pcete* saceos vasios,
40 saceos fio de algodo, 80 fardos panno de al-
godo, 50 fardas e 36 pios de fumo, 3 caLxoed ra-
p, 200 caixinhas, 1 picote, 2 embrulhos e 49
caixe* charutos, 13jarras, 25 quartinfcas, 10 co-
pos, 2 garrafas, 3 cuias, 1 sopeirinha, 13.pane4.las,
2 baciav, 2 frigideiras e 2 cuscuzelros; a- ordem
de diversos.
6 fardos- panno de algodo cr Uso, 1 dito
mantas para cavailos, 3 eaixoe chitas, 3 ditos
pannos de cores de chita ; a James Ryder & C.
Veaixaa-chateede oaeeo; a Lindo Wild *C.
1 dita chales escaralos. 1 dita pecas de seda ;
a SehafheiUm 4 C.
50 barrica* farioha de trigo ; a Honres Fors-
ter& C
1< cmxe fazendas; a D, M Wil* a C.
1 pipa lirio'florentino, 9 ditas fumo moido'; a
HeeraardsC
Soaixas camisas de meia do algodo ; *Sou-
trwtt1 MeHers*
9 caixas cha; a Miranda &. Mello.
tO firdos ttfflo e 5 omoe* ctfarulos ; a Jftsd
Vicente de Lima.
811 caixinhas e 1 caixo charutos ; a Palmeira
&*BMlr*o;
eaxoei charutoi e 18 saceos S; r|D. A'.
Ualheus.
I* fardo*fumo-; a Manoel'T*varea G*r*dh*Or
1 caia*o otMPutea ;. a- Jos Leopoldo B**rg*trdi
O brigue sueco'J'otnot vind* de- Londres, cort
Hagnado BiRolt Bidonlac G onnifeaiou o ae
o os (X o. > DI a. ce * | g- | flovo B 1
>* w w w Z 9 o-e Atmosphtra. O ea (A
m W S O z o Direceo. w a o SO H 5
* 3 I o e 1 Intensidade. - O 9
r} s 00 en 5 FahrenMtU. H n V m o M H e M B
lo oc Centgrado. as Se 2 O 3 1
0 5? 2 Bygrometro. 6
o O e o = Cisterna hydro-metriea.


3

Pranus,
O
I
2 3 S
Inglez.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, em cumpritrenlo da ordem do Exm. Sr
presidente da provioa, de 9 do crrenle, manda
fazer pubtiro, qe ao dia 7 de marco prximo
vindouro, parante a junta da fazend da mesma
ihesouraria, se ha di arrematar a quera por mo-
nos flzer, a obra do alcaraento da ra do Impe-
rador, a partir da pe -ta do palacio da presidencia
al a praca do Colegio inclusive, avahado em
86:542.
A arrematando se felta na forma da lei pro-
vincial numero 343 de 15 de Janeiro de 185, e
sob as clausulas esp ciaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao cotaparecam na sala das sesses da mesma
junta, ao dia acin declarad, pelo meio-dia,
competentemente hi bilitadas.
E por* constarse nsndou afHxar o presente e
publicar pelo Diari .
Secretaria da thtsouraria provincial de Per-
nambuco, 11 de fevereiro de 1861. O secre-
tario,
Antoni Perreira do Annuneiaco.
Clausulas espectaes para a arreraatacao.
1 A obra ser p 'incipiada em dous mezes a
contar da data da irremataclo e concluida no
prazo de 10 mezes.
2* O arrematanti ser obrigado a altendcr as
observacoes concern ntes boa execu^o da obra
feitas peto eogenhein encarregado da sua fisca-
H**cio.
3.a O pagamento tltti devidido em quatro pres-
tarles iguaes, corre pondendo cada urna um
quarto do valor da o ra constante do ornamento.
4.a Para se proced ir ao pagamento ser a obra
avallada em bracas q ladradas, llcando o arrema-
tante sugeito pelo pi eQO do orea ment ao aug-
mento da obre, se o g jverno assim o entender.
5.a O arrematante ser obrigado a seguir res-
trictamente as obrig Qes comidas no artigo 36
da lei n. 286, o nos nais artigos da mesma let,
que regula as arrema agoes.
Conforme. O secretario, A. F. diAonun-
ciecw..
Por esta subdelegada se faz publico, que
foi preso e recolhido afcasa de detcnco o preto
Marcelino, quo disse estar ausente da casa de
seu senhor Manoel An onio Corre, morador no
engenho Collegio, freRuezia da Luz: outro sim
tambem se acha depositada urna vacca appra-
hendida em um sitio ; quem se julgar coro di-
reito a urna o oulra co isa, compare;, que pri-
vando, Ihe ser entreg e.
Subdelegada do 1.* districlo da fregoezia do*
Afosados 9 de fevereirc de 1861.O subdelega-
do suppleote, Jos Buirque Lisboa.
Secretarla do gwerno de Pernam.
buco 9 de fevereiro de 1861.
Pela secretaria do governo se faz publico para
conhecimento dos inleressados, que pela repar-
tico de fazenda foram devolvidos a S. Exa. o Sr.
presidente da provincia, afini do serem defer jos
coma entender conveniente, os requerimentos
das pessoas, abaixo declaradas, acerca de terre-
no* de marinha.
Requerimeoto do marjor Joo Francisco do Re-
g Maia.
< de coronel Jos Pedro Velloso da
Silveira.
> de D. Manuella Caetana de Oliveira
de D. Francelina Hermina da Silva
Ferreira.
de Francisco Botelho de Andrade e
Jos Maria da Silva.
de D. Isabel da Silveira Miranda
Seve e D. Isabel da Silveira Mi-
randa Seve e Cunha.
de Francisco Botelho de Andrade.
de Francisco Goncalves de Arruda.
de Frederico Miguel de Souza.
Joo Rodriguea Chaves.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
los seguintes :
Para o forte do Buraco.
1 bandeira grande imperial de flele com 8
pannos.
Para o 8o batalho de iofantaria.
201 mantas graodes dela.
362 esleirs de palha de carnauba.
Quem quizer vender taes objeclos aprsente as
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas na roanhia do da 15 do
correte mez.
Sala das sesse do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 8 de
fevereiro de 1861.
Denlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim PereiraLobo,
Coronel vogal secretario interino.
Consulado provincial.
^ta mesa do consulado provincial se faz pu-
blico que de dia 1.1 de fevereiro vindouro ea
diante se principiam a contar os 30 das uteis pa-
ra pagamento bocea d* cofa-e dos seguintes im-
postas : 12 0)0 sobre as lujas a retalho, armazens
de fazendas, tabernas e casas de leilo ; 4 0|0
sobre os armazens de recolher, botequins, botis,
casas de pasto, typographiss. prensas de algodo,
cocheiras, carallaricas, e todos os mais eslacele-
cimentos em que houverem gneros exposlos
venda ; 2009 subre casas de cambio, 509 sobre
casas de modas, perfumaras, de chapeos fabri-
cados ero paiz estrsngeiro e por casa de jogo de
bilhar ; e bem assim o imposto sobre carros, m-
nibus e carrojas, tanto do servir.) particular co-
mo de aluguel. M sa do consulado provincial
28 de janeiro de 1861.-Pelo administrador,
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
igoaes*-
i. ,.8?ew **<** do>JW peUegAda* por
Jos Baptista Braga:
8 arroba* de1 zinc em barra 360 rs.
Almeida & Andrade :
20dozias dotan* de pinte *aerlc*no 9fi
* IW r>.
Para o 8 balalbio de infantorie.
Antonio Frrea ra da Casta Braga -.
272 grvalas de solr de lustre rggO r*.
Jos Rodrigo da Sil* Bocha :
180 esleir* de palha da carnauba
amostra qoe apresentou > 400 rs.
Ramos 4 Lias*:
1088 varas da cordo de lia preta a 8 r. *
vara. _j
21 bandas de lia a 4#\ ^
Joao de Souza Marinho : ^k
272 bonets para soldados a 3&300 ^
<* ?.Inpares de Platina d* meia la dourada *
99900 rs. o par.
215 pares de platinas de panno, segundo o
figurn o 580 ra. o par.
Jos Baptista Braga:
13S8 botdes grande de metal bronzeado
n. 8 dourado a 160 ra. cada.um.
612 Botes do raesmo metal bronzeado e comK;
n. 8 dourado pelo mesmo proco de 160 rs.
Manoel Antonio Camargo :
1528 botes graodes de metal bronzeado com
o n. 8 dourado a 160 rs. cada nm.
612 ditos do mesmo metal bronzeado com o a.
8 dourado a 160 rs. cada um.
Napoleao da Costa Moreira :
11 1/2 grosas de botos de metal dourado a 9f
a grosa.
Lavra & Irmo:
1360 covados de panno verde a 1700 rs. o
covado.
Para o corpo da guarnido de Pernaabucov
Joao de Souza Marinho :
2 bonetes para sargeutos, ajudaote e quarlel-
mostre a 49 cada um.
154 bonets para anidados, conforme o figurino
adoptado a 39400.
2 pares de rharlateiies para os sargentos aju-
danie e quartel- mestre a 99900 o par.
5 bonets para o corneta-mr e cornetas
cada um.
O conselho avisa aos Srs. fornecedores que de-
vem recolher os objectos comprados no dia 15
do crtenle mez ; a excepeo dos botes, bonets,
bandas, platinas o cordo de lia, que deveriro
ser recolhidos no dia Io do roez de margo prxi-
mo vindouro, na secretaria do mesmo conselho,
s 10 horas da manhaa.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornccimenlo do arsenal de guerra. 11 de
fevereiro de 1861.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vog| secretario interino.
a4*
Avisos martimos.
RISCO MARTIMO.
Precsa-se a ritco rmritimo sobre o
casco, veame, mastreacao, apparelho
da galera americana Masonic, Iota-
cao 597 toneladas, "apitao Johr* A. Se-
bast, cerca de 2:000# para ocerrer as
despezar que necessita fazer nette porto,
afim de continuar a sua viagem cora
destino a o porto Galveston, (Estados Uni-
dos) : os pretendentes queiram dirigir
as suss propostas por escripto em carta
fechada ao consulado do* Estados Uni-
dos da America, ra da Cruz.
A notte clara, vento SP bonanca at ao ama-
nhecer que rondn para o terral.
o*cillc>o na m**k.
PreSmar as 6 h. 6* da tardo, altura 6,8 p.
Baixamar as 11 h. 54' de, mathia, altura 1, p.
Observatorio do arsenal de marinha, 12 de fe-
vereiro de 1861.
Mttaire stippte.
1" tenente.
Editae.
Por ornen* db Sr. inspector da alfandega se
faz pWice qoe no dia 14 do correte a 1 hora da
tarde se pora em leilov aparta daeta repartico,
par* ser arrematado por quom mala dar, urna
bomba de apagar incendio com seus pertences.
4.'seceo da alfandega de Pernambuco 11 de
fevereiro de 1851.0-JL*esoripturario, .
J***>J*d Pereira e Paria.
Joo Baptista do Castro-e Silva, inspector da the-
' soursria de fazenda do Pernmooco, por Su
Magestade Imperta! e Constitucional, queDeus
O Dr. Anselmo Fsanci
di imperial ordem di
de direito especial d
do Recite de Pero*
M. e Imperador, que
Faco saber aos que
que Anna Thereza de
ido theor seguinle:
Illm. Exm. Sr. Or.,
comwereio.Bis A*oa
sendo-lha Manoel Joa
qaantia de 465S2O, p
etle assigoada, e j v
ros da'respectiva quaoti
prescripqo dessa divi
correte mez, vem req
interromper a prescri
aqaeile sen deoedor
4ch*r em lugar nao sab;
o respectivo termo na
Pede, portanto, V. Ex
lh*.E B. M.-Orod*
guarde, etc.
Em cumprimenloi d*cordoro do Exm. Sr. mi-
nistro da fazenda d<> 37 de dezembro "Ultimo, faco
saber ao Sr. Jos Arexaoirte dos Santos, qoe foi
tndefirido pelo tribunal do Msohro'nssMnat o
requerimento em qse pedio- o-Se. Saatoaumo
idemnisa;io por pi^eiidioa que allegou ter tide
urante a revolta dit .180,.visto se lr prsdriploj
seu direito por irft 6Marfr*wuer
- do prazo de cinco dW%*
Peretti, commeniador
Bosa, da de Chrslo, juiz
commercio desta cidade
buco e seo termo por S.
eus guarde etc.
presente edital virem,
esus me dirigi a petico
z de direito especial do
Trtercea de- Jesos, que
ir* da Molla devedor da
neipal de urna letra por
ida, assim como dos ju-
como o praso pera a
se completa no Gm do
erer s V. Bxc. que par'
O se digne mandar citar
r carta'edital, visto se
O) lavraodo-se desde j
rma da lei e do estylo.'
se digne bertfdferir-
o Orammons.
E mala so uo centiotija em t* petico na qual
dei o seguiote despacho :
0. Tome-se por termo o protesto da supplican-
tf, qudjsstUftsrrl'a awsKOei* db swpjrriesdH. Be-
clMI drdeaembrd de 1 O** F. Peretti.
E em virtude do mauj dospaoho fra a mesma
pellco distribuida ao**arivo deete juizo Manoel
Mara, que tavrou o termo de-protesto do theor
egutnle:
T*rroo WpcWetto'.'
Aos 18 do dezembro' < e 18*0 esta cidade do
Recife, em meu cartorib ippareceu a supplicante
Anna Thereza d" Jostrii edTr*.ieraoie mim e
anesleowBrlss iBfr* a* *g*lap que reduzio
fprotaeio o oooteud* d* fiue pec*n retro qual
offereceu com parte de presente que tice sendo :
_____ d con' Miro o oTsso fe protestou, lavrei este
dlntre turar,-nF otiat Wrjh de lld, s assignou com
eavditas leaUmuuiaw eo Curso commercial
Peroambucaao.
Faco publico, a quem convier, que
acba-se aborta a matricula para este
curso ate o dia 15 docorrente, quando
sera' encerrada definitivamente, segun-
dn disposto no art. 2 do regulamen-
to interno.
As pessoas pois que pretenderem ma-
tricular -se, e que ainda o nao tenham
feito, podero dirigirse a secretaria da
directora geral da instruccjo publica,
onde tem lugar a respectiva inscripcao,
tendo-o previamente requerido ao Exm.
Sr. presidente, na conformidade do art.
36 do referido reguromento.
Curso commercial Pernambucano 6
de fevereiro de 1861.
O professor,
A. W. Pinto Bandeira e Accioli deV.
CONSELHO DE COMPRAS NAVAES.
Tendo-se de promover a compra do material
da armada abaixo declarado, manda o conselho
fazer publico, effectuar-se isso em sesso de 18
do cor rente mez, mediante propostas recebidas
at as 11 horas da maoha. acomponhadas das
amostras dos objectos que couberem no possivel.
Para os navios
8 arrobas de gaxela; 10 arrobas e 19 libras
de plvora gressa, 16 arrobas ds moalhar branco,
1 pec.a de cabo de liuho de 7 e 1/2 a 8 pollegs-
das, 1 jogo de tinteiro de metal galvanisado, 30
pecas de brro da Russia, 4 liaros mappas de
50 fothas, 6 dilos ditos de 25 ditas.
Para os navios e arsenal.
20 cassarollas de ferro sorlidas, 100 gatos com
sapatilhos, 20 arrobas de pregos de cobre para
forro. 6 arrobas de sebo em pao, SO trados de 4
a 6/8, 1400 libras de tinta branca de lineo ; 30
latas de tinta verde; 14 libras de cera em ar-
ente, 3 caixas de guerra, e 1000 folbas do lix
de esmeril om panno.
Para o arsenal.
JO libras de linha crua, 4 barris de pregos de
ferro da 4 poilegadas, 10 arrobas.de pregos de
cobre de 4 ditas.
Para as obras do borlo.
1000 borrica de cemento claro de Colonha, 1
bote pequeo de 2 remos, 400 varas de lioha-
gero para saceos.
Sao, as condices para effectuar-se a compra
ser paga logo no mezsubsequenleno recebimeo-
to dos objeclos, o sujeilarera-se os vendedores
a multa de 50 por / do valor das mesmos ob-
jectos, caso nao os entreguen] na porco o das
qualidades contratadas.
Sala do conselho de compras navaes de Per-
nambuco, em 11 do 'fevereiro de 1881.
O secretario,
Altxandre Rodrigu de* Anytt.
Curso commercial pernambu-
cano .
Amanhaa abrem-se as aulas deste curso, cujo
exercicio ter logar das 3 horas da larde em dien-
te, no segundo andar do torre&o da alfandega.
Curso commereial pernambucano 12 de feve-
reiro de 1861. O professor encarregado da di-
recc. o, A. Wilruvio Pinto Bandeira Accioli do
Vasconcellos.
Coaselbo administrativo.
O conseibo administrativo, para forneeimenlo
do arsenal- de guerra,- em cumplimento ao art
12 do reg'ilameato de 14 de dezembro de 1852,
faz public,- que forara aceita* as propostas dos
senhores abaixo declarados.
Para o arsenal de guerra.
Claudio Dobeox:
60-arrobaa de plvora gressa 6*>rs. a libra.
Jlo Jos*d*Silva:
? ciliwvd* foHiftsde PhnoVa ednt -mere* IX
4 dltard dMW dit* de maro Gl, imtaed* di-
tas dttM cesa marca XXI, teda* r*t*o de
cada dW*.
20 arreo* de farro ingtei de varanda a-
arfW*-
f ara o Para en direilura.
O palhabete Garibaldi, segu neste* dias por
ter engajado parte do seu carregamente a tra-
tar com Tas?o Irmos ou com o capito Custodio
Jos Vanos.
Acarac
Com teda a brevidade ha de seguir o bem co-
nhecido patacho Karolo?o ; para carga e oas-
sageirus, trata se com o capito a bordo, ou do
escriptorio de Manoel Goncalves da Silva.
C0MPA\HI4 PER>AMBUCA!U
Naregaco costeira a vapor.
O vapor Persinunga, commandante Manoel
Rodrigues dos Santos Moura, segu viagem para
os portos do sul em 20 do crrente mez s 5 ho-
ras da tarde. Recebe carga at o dia 19 ao aaeio
di. Passagoiros o dinheiro a frele at o di i*
aahida s 3 hora*. Escriptorio no Forte do Mal-
los o. i.
V \
REVI r01F\NBU
DE
Paquetes inglezes a vapor.
Nu dia 14 de eorrenie espera-so d sul vapor
Magdalena, o qual depois da demora do costme
seguir para Soulhampton tacando nos portos de
S. Vicente e Lisboa, para passagens etc. trala-se
com os agentes Adamson, Howie & C roa do
Trapicha Novo n. ii.
Para Lisboa
pretende sahir por estes dias
por ter quase o seu carrega-
mento prompto o brigue por-
tuguez Laia III, quem no
mesmo quizer carregar ou ir
de passagemdirija-seaosseus
consignatarios F. Severiano
flabello feFilho, largo da As-
semWa n. 12.
Para Lisboa
em poucas das
val sahir a muito veleira barca Hara, por ter
qasi completo o seu carregamento ; para o res-
to e passageiros, trata-sc cero Carvalho, Noguei-
ra & C. na ra do Vigario o. 9, prisseiro andar,
ou com o capillo na oreo*,
mam mm
DS
NavegafhasG^^apr
i o vapoTiVu^^, ^f^^mmrJS^-
gue viagem para os porto* deiorte at o Ceari
-- SMREL
Blendas, pauageirqs dinheiro a frea at o di*
3| a M sua sahlaJ S boris. Escriptorio no FtM&
M IWWrn. t.



f'x


CD
MAMO M fUURABIIOOO, 4BUXA. IRA U US FlvEREIRO DE 18t.
Para o Rio Grande do SuL
Segu com tod a brevidade o brigue escuna
Negrau, por ter parlo da carga prompla : para o
reto trata-ae na ra do Trapicho o. 14, com o
consignatario Manoel Alves Cuerra, on coa o ca-
pillo .bordo.
Para o Aracaty
seguir breremente o biale nacional ExMa^o ;
para o retanle 4o tea camgamento e passagei-
ros, trata-te com Gurgel Ir mos, em tea escrip-
torio na roa da Cadeia do Recite, primeko an-
dar a. 28.
Para
08 seos consig-
no seu escriplorio
veleiro e bem conhecido brigue escuna Jovem
J Arlhur. pretende teguir coea muita brevidade,
i teca dous lergos de sua carga proroptai para o
4, resto que ibe falla, trata-se com
- natanos Azevedo & tiendes.
m ra da Cruz d. 1.
IPMA
Rio de Janeiro
o bem conhecido e veleiro brigue nacional Al-
mirante pretende seguir com muita brevidade,
tem parle de sua earga prompla : para o resto
quelhe falla, trata-se com os seus consignatarios
Acavedo Mendos, no seu escriplorio, ra da
Cruz n. 1.
Para o Rio Grando do Sul pelo
Rio de Janeiro
segu com muita brevidade a veleira barca na-
cional Thereza I por ler ja alguroa carga a bor-
do, e parle engajada : quera quizer carregar, di-
rija-te a Bailar & Oliveira. ra da Cadeia do
Becife n. 12.
obra trota : os preteodeotes podero entender- I Precisa-se alagar urna prtl. p.ratertico da
o mesmo ageute para examiearem. anim casa e lavar roupa : em Sanio Amaro, ra da
*
cmese veoderao socorrer do marletlo algumas Fandlcaa, otsa d>3 sobrado,
obras e marcioeiria e artas de jugar: no ar-1 Atrate f. IBasnaali ca
materna. 2-2d rea do Vigario, as >tt) hora* em Ida -----------
ponte de dia cima.
Scandina
a, fre
Avisos diversos.
^a .lronrfetario
esm^barca
[Hon-
duras] pan ahi rcceber um carrcgamenlo de mog-
no, otrtgeodo-se os afretadores a fazer-lhe lo
ru^.^.__. mr Z~Z (^"lepis de su. chegada a este porto, o anda-
AttociAc&o enjioatraputca meoto ,obre frt,,e de ,5 '*" steriinas, sob a
M Tr \ nrurta da quantia em que (este estimado todo o
UCtrnAttlltttCAttA rele- E porque, chegando aqui uo dia 30 de de-
Otrtata-feira. 14 do ">, *. o* u___^ i embro prximo passado, tiao tenha encontrado
de 3:000
ica em Si
llhnr AL _..
Precisa-se e 3:0001 por espago do um an-
no com bypotheca em a eraros, fieaodo estes
remic 4 razio de um e meio
do Ii iperador d. 47, loja de
lt hora* ao meio dia,
ment mensal do premie
por ceolo : na ra

marcineiro, te achara, de
peasoa para tratar.
O abaixo assignado az sciente ao respeila-
vel publico que tem doud engenbos de faier aa-
sucar para vender, sitosi na fieguezia de Agut-
preta, sendo o primeiro denominado Po do Rio
moeote e corrente, com 20 nimaes de roda e 1
ZViS"3-demeU z,uo paes de estucar, e te aegundo denominado
Cova da Ooca, tmente cm ts obras seguintes :
casa do engenho. casa de purgar, casa de viven-
da e senzala, fallando a fi
cados em chao proprio, co
o meia de fundo, distante
poni Piraogi, onde tem
sirva para Tender na ra : a tratar nes-
ta typographia com Joo Francisco Fer-
reira.
Attenco.
ios possa interessiir, faz o presente
annuucio.
Agua-preta
Chrisiov.
ragem : ambos edifi-
uma legoa de frente
na e meia legoa do
ser deposito da linha
timos commodos por
reteoder, dirija-so ao
tratar com o mesmo
o Jos da Costa na
de Janeiro de 1861.
Jos Machado.
Aluga-se urna casa terrea cora andar
corrido na frente de detraz, cozinha f-
rs cacimba e quintal murado, com bas-
taoles commodos e pintada ha pouco ;
no Ora da ra da Aurora, enlre a ponte
grande e a do Sr. Slar, junto ao Illm.
Sr. eapilao Porfirio : a tratar em Sanio
Amaro com JosE. Ferreira Costa.
APPROVACAO E AlTORISAfllO
DA
O brigue nacional Encantador, a chogar por
estes das do Rio de Janeiro, seguir ao mesmo
porto com muita brevidade, para cargas e pas-
sageiros trata-se na ra da Cruz n. 45, escrip-
torio,
Aracaty e Ass
Hiate Dous Irmloi, sahe na presente semana,
anda recebe carga.
mmtiw eipiic m mmmm
E JUNTA CERTRAL DE HYGIENE PUBLIC
Os devedores da|
massa Tarrido e |
Veiga I
sao rogados para dentro de 8 i
dias vireoi ruado Impera-
dor n. 17, segundo andar, pa-
ra pagar oque deVeill dita A,S C?APAS MEDICINAES sao muito conhecidas no Rio de Janeiro e em
massa* e aniif..* mi a n--lrt vmc,asfdes,e peno h, mt de 2S anno.. e sao afamadas, pelas boas cura ue
tuaoaa. e atJULlieS que nao as emfermariss abmo escripias, o que se prova com innmeros altes la Jos que lexi
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
DeRieardo Kir]
Para serem applicadas s partes afieladas
sem resguardo nem incommodo
COMPANHA BRASILEIRA
E
HffilffUBS
1M
Espera-sedosportos do sul at o dia 13 do
corrente o vapor Cruzeiro do Sul, commandan-
te o capilo de mar e guerra Gervazio Mancebo,
o qual depois da demora do coslume seguir
para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada :
agencia ra da Cruz n. 1, escriplorio de Azeve-
Jo & Hendes.
comparecerem sero chama- soas caPazes de disl'nc?es.
dOS pelos nomes por extenso .....Com ?,as Ciupas-elbctho magneticjlS-epispasticas oblem-se urna
por este Diario.
Aluga-se o primeiro andar da casa da ru
da Senzala Velha n. 36, pintada de novo : a Ira
tar na ra do Crespo n. 10.
DE
DE
Joaquina Francisco dos Santos.
P RA DO QUINADO 4
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
sob;rc.sc.7eDdi,o:e&r'359 e izDilos de "u"Dreto
35, 30.
22J000,
todas as pro-
se tem obtido
ixistem de pes-
COMP1HIIIA
DAS
Messageries imperiales.
At o dia 14 do corrente espera-se da Europa
um dos vapores, o u.uai Ucyois da demora do
cosiurae seguir para o Rio de Janeilu iUMUdu
na Baha, para passageiros etc., a tratar na agen-
cia ra do Trapiche n. 9.
Maranho.
Seguo nesles dias o hiate Santo Amaro, re-
cebe carga a frete ; a tratar com Caetano Cyriaco
da C. M. & Irmao, no lado do Corpo Sanio n 23
Para.
O palhabote tSanta Cruz a chegar nesles dias,
e logo que descarregue, carregar para o Para
em direitura por ter mais de meia carga promp-
la ; para o resto da carga, trata-se com Caetano
Cyriaco da C. M. & Irmao, no lado do
Santo n. 23.
Corpo
Cear.
O hiate Vedeta segu com brevidade : para
carga, trata-se com Caetano Cyriaco da C. M. &
notado do Corpo Santo n. 23.
Irmao,
Leiles.
LILAO
Terca p
DE
arte do sobrado da
ra Direila n. 88.
SEU LIMITE.
Quinta-feira 14 do corrente.
Antunes far leiao em seu armaiem na ra
do Imperador n. 73, de urna lerga parle do so-
brado da ru Direita n. 88, que ser vendido im-
preterivelmente pelo maior prego que for offe-
recido, no dia cima indicado ao meio dia.
LE1LO
DE
Mobiliasdeamarello. ea-
deiras avulcas, objectos
deouro eprata, rozetas
e botes de brilhanies.
Antunes far leilao em aeu armazem na ra
do Imperador n. 73,"de ricas motolita de ama-
relio, guarda roupaa. cadeiras, aparadores, qua-
dros para salas, um rico espelho com moldura
dourada, toiletes, joias do apurado gosto, bri-
Ihantesetc, etc.: quinla-feira 14 do corrente ao
meio dia.
a
randa.
Precisa-se de urna ama para o servico in-
terno de urna casa de pouca familia : a tratar na
ra da Senzala Velha n. 104.
rmandade das .almas d5
/tecife
Em nomo da mesa regedora da rmandade das
almas da matriz do Corpo Santo, convido a lodos
os irraaos para a reuniao de mesa geral no dia
quinta-feira 14 do corrente. as 4 horas da tarde
Recite 12 de fevereiro de 1861.No impedimen-
to do esenvao, Manoel Moreira Campo?.
Deseja-se fallar com o Sr. Joo Ferreira dos
santos, na ra da Praia n. 10.
Precisa-se de um homem de nao menos de
30 annos de idade. o que d fiador a sua conduc-
a, para administrar urnas carrosas : a tratar na
ra do Crespo n. 25,. das 9 as 10 horas da ma-
unas. i
r.,r^Pecdlu"sedo por, da PDle d Passagem
ra do Sebo, urna trouxa pequea com roupa e
algum dinheiro. sendo que a pesaoa que achou a
queira restituir, pode dirigirse a rus do Sebo
o. 44, que so graticar, sendo eligida a gralifi- '
C3C30. |
Traspassa-se o aluguel de urna casa terrea
C" "M..d?8 P familia e de prego de 25.
mobifi, !Ca de,\e flc,ar p3r cmpra com urna
mobilia de Jacaranda pelo preco que se conven-
conar.quem quizer, annuncie ou procureM
ruados Prazeres n. 30. <"-u10^a
Toma-se600S a 1:000 a juros, dando-se
uo premio 1 1(4, com a vantagem porm de se
conserrar inalteravel o pagamento deste juroin-
tegra mentei. dando-se por conta do capital a
quantia de 50 por mez: a quem convier annun-
cie para se procurar, o tratar-seda garantia.
Attenco.
Urna pessoa que se acha habilitada, offerece-se
uit ,F cobrtD5s. lano amigavel como iudi-
VanT f rt"e C de al a Prorincia d0 ciar,'
i dado de
raolesiia em que parle "do corpo oxiste, se"na cabera, pescoCof' bra{o""com, MnS'pti. OQ KMM
do corpo, declarando a circunferencia: a sendo inchacoes, feridas ou ulceras, o mdlde do leu la
manho em um pedazo de papel ea deciaraco onde exislem, afim de que as cuabas possam ser
bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas serao acompanhadas das competentes explicacoes e lamben de todbs os ---
nos para a collocasSo deltas. 1T '*ostu
Consulta as pessoas que a dignarem honrar com a sua confiansa, em seu esiriptorio que
se achara aberto todos os dias, sem excepto, das 9 bous da manbaa s 2 da urde]
||9 Ruado Parto)||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Palitots de dito e de cores.
255000 e
Dito de casimira de cores.
15, 12 e
Ditos de alpaka preta golla de vel-
ludo,
Ditos de merin-sltim prelos e de
cores, 9S00O
Ditos de alpaka de cores. 5 o
Ditos de dita prels, 9, 7. 5 e
JUMM trm dC CreS' ^> 4;&5<)0'
DiL.s^ bramante de linho bran:o.
OgOOO. 5J0O0 e '
D'l50W)ern6 d8 COlda0 prCt*
Ca!%" Lca^rara Prela e de cores,
iz, iu, a e
Ditas de princeza e merino de cor-
dao prelos, 5 e
Ditas de hrim branco
5S00O, 4ff500 e
Ditas de ganga de cores
Colletes de velludo preto e de co-
res, lisos o bordados, 12J, 9g e
Ditos de casemira preta e de cores
lisos e bordados, 6, Sff500, 5 e
e de cores,
20J000
9*000
11$000
8S000
3j(500
3500
3500
4S0O0
8000
65000
4500
preto
Ditos de seda e setim branco, 6 e
Ditos de gurguro de seda pretos e
decores. 7J000, 6000 e
300e b"m U,, branco>
Seroulas de brim de linho
Ditas de algodo, 1J600 e
Camisas de peilo de fusilo branco
e de cores,.2500 e
Ditas de peilo de linho 6f e
Ditas de madapolao branco e de
cores, 3, 2$500, 2 o
Camisas do meias
Chapeos pretos de massa, franeczes.
rorreas da ulllma moda 10S,8500 e 7*000
Di os de eilro 6, 5$, 4 5 4oOO
Ditos de sol de seda, inglezes e
2500
3g000
8000
5000
5oeo
5oee
3000
2S00
15280
2|f300
39OOO
IgSOO
lOOO
rancezes, 14, 12$, 11$ e
Collarinhos de linho muito Anos
novos feilios. da ultima moda
Ditos de algodo
Relogios de ouro, patentes
sonlaea, 100. 90, 80 e
Ditos de prata galvaoisados,
lente hosootaes, 40$
Obras de ouro, adorejos e meios
aderecos, pulseiras, rozetaa e
[ anneis
3*500 Toalhas de linho, duzia 12^000 e
hori-
pa-
7000
5800
5500
705000
30000
Vaccina publica.
tnJnl.. S "Ud0 t.
2nL .kk 1m,.Ts'..n? ,orreao da Ifandega, e
nos sabbados at as 11 horas da manha.na resi-
dencia do comroissano vaccinador. ra estrella
ao Rosario, segundo andar do sobrado n. 30.
r,.rimi*"i8e oma gra.nde casa terrea sita n
ra Imperial n. 9, com bastantes acommodaces
para urna grande familia ; a tratar na mesma^u"
n-33.com Francisco Jos de Campos Pamplona
T p"cl"-e de ama de leite sem fllho :
na ra de Hortas n. 22, segundo andar.
Deposito de materiaes, na ra
do Brum defronte do cha-
fariz n. 55.
O proprielario deste eslabclecimenlo avisa aos
senhores proprietarios do Recife que vende os
malenaes por grosso 6 a retalho
commodos que em outra parle.
Sedulas
de 5# e %$t trocam-se na ra
da Cadeia do Recife n 15, loja
de Jos Leopoldo Bourgard.
por pregos mais
wm
CASA DE SAIDE
DOS
Attenco.
Conslaoca Perpetua de Lacerda Machado, pro-
fessora de nstrucgao primaria, de novo lembra
ao respailayel publico, que desde o dia 4 do cor-
rele tem tido sua aula aberta em Fra de For-
jas, ra do Pilar n. 141, onde sempre os pas de
lamilla que quizerem assegurar s suas dlbas os
pnmeiios desenvolvimentos de educaco, podem
contar alera do ensioo dagraromatica portugueza
o completo conhecimenlo de labyrinlhos e bor-
dados em todas as qualidades, marcas e quaes-
quertrabalhosdeagulha, ludo pela j mencio-
nada exportula de 5 mensaes.
Quinta-feira 14 do corrente.
Evaristo levar segunda vez a leilao por se
cao ter effectuado o leilao das dividas da massa
alUda de Miguel Gomes da Silra bem como as
de .Fulgencio Jos de Oliveira. no mesmo dia ci-
ma as 10 horas em ponto, no seu armazem da
ra do vigario n. 22.
Sexla-feirai5docorrente,
Evaristo tara leilao, d urna bareeca desalvo-
rads, que pega 22 eaixai, a qual j tem alguna
k7!i Maximiano Francisco Peixoto Duarte, tendo
obtido dous mezes de licen5a para ir a Gara- j
'; phede fs Pessoas que com elle tenham de f
lanar sobre algum negocio, que se entendam com !
numero"" d* Silv" Re "a ra Augusta |
v^n?eSejarSe,s,aber80 existe nesta cidade o re-
verendo padre Hennque Camillo do Mello Pa-1
checo, capelao que foi de um engenho na villa do I
Limoeiro a negocio do mesmo senhor. no es-
Sffi^BedK^1'61 Ma'heUS' a FUa daj
O engenheiro Antooio Feliciano Rodrigues
Selle se prests com zelo e aclividade ao exerci-
co de sua proQsso, quer na especialidade de
agrimensor, desenvolverlo com talento e habili-
dade os principios geodsicos applicaveis s ope-
rares de raedigio, demarca;o do limites de
propnedades territoriaes, e levantameoto de uas
respectivas plantas topographicas ; e levando
pessoalmeute o processo verbal de seus traba-
mos ; quer na de architeclo da ordem civil era
que plaoeja elegantes e bellos desechos de edifi-
cios particulares, com o gosto arlistico de que
tem dado sobejas provas ; toma sob sua respon-
ssbihdado a direceo scientiBca da construeco
dos ditos ediflcios. A modicidade dos precos por
que satisfaz a execugo de qualquer destes ser-
igos deve animar aos senhores de engenho e
proprlelarios da cidade a se ulilisarem de sua
nabilidade e pericia. Pode ser procurado na ra
estrena do Rosario, sobrado o. 30, terceiro andar
ou na botica de Jsaqoirn Ignacio Ribeiro Jnior'
na praca da Boa-Vista. ^'
Attenco.
O abaixo assignado, proprietario da taberna n
SO, sila no pateo do Terco, que perlenceu a ex-
mela Arma de Antonio Serattm dos Saotos Li-
ma, declara a todas as pessoas quo se julgarem
devedoras semelhante firma, a s satisfazerem
seus dbitos na mesroa taberna, em mos do ao-
nunciante, pois conslando-lhe. como prova, que
cate anda pelas casas exigindo algumas contas,
por laso previne as mesmas pessoas que nio Ibes
paguem quantia alguma sob pena de tornarem
a pagar.Ludgero de Paula Meira Lima.
Pelo juizo dos folios da fazenda se ba de ar-
rematar no dia 14 do corrente. Onda a audiencia
um sitio em aberto, com casa terrea de pedra
cal, com 4 janellas e 1 porta na frente, tendo esta
54 palmos e 21 dt fundo, com cozinha fra, ava-
llada por 200|, sendo dito sitio no lugar do Rio
Doce, e penhoradopor execucio da iaaeada con-
tra a rara de Frjatno Jos Flix da Rosa.
Caetano Pereira de Brilo.
Solicitador interino.
CompanhiaPernambucana de
navegacocosteira a vapor.
Por erdem da directora alo convidados osSrs.
accionistas a reuoir-se a assembla ge/al ordi-
naria no dia II do corrente ao meio diana sala
da .sociaeo cemmercial do largo do Corpo
Santo para Ihat ser preaent* 0 bataneo da mas-!
awcompaniU. Aecija da famalro da IW.
IBBS.BMI0S&SSV8
Sita em Santo Amaro.
Esteestabelecimentocontinua debaixoda adminittrar^ao dos pit>
pnetarios a receber doenle de qualquer natureza ou cathegoria que
sNTUI
O zelo e cuidado all empregados para o prompto restabelecime ri-
to dos doentese geral mente conhecido.
Quem se quizer utilisar pode dirgir-ie as calas dos proprietarios
ambos morsdores na rm Nova, 3 u entender-secom o regente neTesta-
tabelecimento.
Reforma de presos.
Escravos. -..... 24000
Marujos ecriados..... 2|500
Primeira classe 3^( e. 3^500
As opera qoes serao previamente ajustadas.
ia
CONSULTORIO
DO
-a. ^ MED R COPAR TEIE OPERADOR.
3 RA DA GLORIA, A A DO FUMO Ao 3
Clnica por ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moseoso d consulus todos os dias pela manhaa, e da tardedepols de i
horas. Contrata partidos para curar annualmenie, nao s para acidado, como para o enLwoa
u oulras propnedades ruraes. *
Os chamados devera sor dirigidos sua casa at is 10 horas da manhaa t
de urgencia i outra qualquer hora do dia ou da noile, sendo por escriptoem que se
o nome da pessoa/ o da ra o o numero da casa.
Nos casos que nio forera do urgencia, as pessoas residentes no bairro do Reci
dorio remettor seus bilhetes i botica do Sr..J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou
ivros d Sr. Jos Nognoira de Soau na roa do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja o aa casado anuncianteaehar-se-ha constantemente os melhores
mantoshoraeopalhicos j hora conheeidos apelos procos seguintes:
........ 109000
caso
Jare
po-
laja de
ofliea-
Botiea do IS tobos grandes.
Diu de 514 dilos.......
Dita de m ditos.......
Diu de 18 dito........
Dita deOOditos.......
Tubos misos cada um. .
Frasees de tintaras. .;:........"....
Manual d madieina hoaeopamiea pelo Dr. Jahr, tra-
dujido em poriasuoz, com o dieeionario dos termos
do mndieina, cirnrgia etc.. cte........209000
Medicina lomesttea do Dr. Hiri*:, com diccionario. 109000
Ittwiom doDr, Mello Mess. 69000
159000
. 209000
, 2515000
.309000
19000
29000
Coosulas medicas.
Serlo dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriplorio, ra
da Cruz n. 53, desde as 6 at as 10 horas
da manhaa menos aos domingos sobro :
1." Molestias de o I lio.
2. Molestias de coraglo e de peito.
3. Molestias dos orgaos da geracao e
do anus. *
O exame dos doentesser feito na or-
dem de suas entradas, comegsndo-se po-
rm por aquellos que soflrerem dos
olnos.
Instrumentos chimicos, acsticos e op-
leos sero empregados em suas consul-
tares, e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obler certeza, ou ao menos
probabihdade ssbre a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi dedinir o plano
de trata ment que deve destru-la ou
curar.
Varios medicamentos serao tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tem de sua verdadeira qualidade
prompiidao em seus effeilos, e a necessi-
dade do seu emprego urgente que se usar
delles.
Fraticsr ahi mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer operado que
julgar conveniente para o restabeleci-
mentodos mesmos.para cujo flm se acha
prvido de urna completa collecco de-
instrumentos indispensavel ao medico
operador:
cai-
tft9*MdJdjjSOT

Desappareceu no dia 11 do
corrente ats 8 horas da ma
nha de casa de Joo Antonio
Carpinteiro da Silva, no Man-
guinho, um relogio de onro
patente inglez autor C. Simp-
son Samwell n. 35,472, e cor-
rente de ouro com esmaltes
cor de rosa e julga-se ter sido
feito o dito roubo por dous
serventes de pedreiro que
trabalhamem sua casa cujos
sao escravos e ignora-se seus
senhores por isso roga-se as
autoridades policiaes e aos
Srs. relojoeiros e as mais pes-
soas a quem forem offerecidos
os ditos objectos os aprehen-
dam e participem ao mesmo
no Manguinho ra Real n. 63.
que se recompensar com
generosidade.
Sr. Jos Thoraar de Aguiar Jnnior tenha a *** nego*do d* *>* inleresse.
boadade de ir ao caes da Apollo n. 65, a neg- .^";.. Hae aa *m*
ci de seu inleresse.
Aluga-se um sitio com ptima casa de vi-
Tanda, excellente baixa de capias, mullos arvo-
redos: no pateo do Terco, casa n. 27. Nesta
mssma casa vonda-e um carro da albndega e
um boi.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3#
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3#
Tira retratos por 3#
Tira retratos por 3$
Tendo recebido um sortimento de
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas oras
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinlias novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande saloda ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. W. Osborn, o retratista america-
no tem recen temen te recebido um gran-
de e variado sortimento de caixas, qua-
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte.
Como tambem um grande ornecimen-
to de caixas para retratos de 3000 rt.
cada um, as pessoas que desejarem ad-
/jnirir conhecimentos pratiecs na arte
de retratar acharSo o abaixo assignado
sempre prompto sob condicOes muito
razoaveis.
Os cavalheirosesenhoras sioconvida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinaren! os specimens do que
cima uca anunciado.
n. 2t, ou a raa Aogusta d. 114. "
Attenco.
Candido Nunes de Mello
?im^gT '* lod0 ,eu" deTd>s o favor de
viren saldar suas contas no prazo de 8 dias. e os
quenaovierem torio o desgosto de
seus nomes por extenso neste jornal.
vorem os
ML&
Prccisa-se de oma ama ; na raa Nova n. 5,
Quinta-fcira terio principio os sermoes da
qaaressa m igrej. da veneravei confrari, de
Santa R,t. de Csssia, gendo o orador o "regador
fo.-0 erK;1'1 Ff' ,M,U,B EPrito8S.rl
- n & ijh Pedro *! ,MU
s.A i^- ^fj1*" d Sl". esUbeieoido
dade, que:ra dingir-se a casa de Tasso 11 mies
- do leite, otra oa
apliva. porm que seja 4, 1^ cortaeta: para
raUrnaroa do Trapicha o. 44. terceiro aadar.
Alug-se um sitio ao suburbio da eidade-,
por rrendm*oto de 1 a 3 annos, quo tenha boa
casa e arvorados. asaia como baixa de capiaa
para 4 ou rallos; a tratar aa roa Direit aa-
meroOf,
j


I


MAMO 01 PBINAMUGOi QUARTA fEUU i*.EVERJORa M it6i.
T~r
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA PARBDLHA E)@ R. T0WN8EN
MELHORADO E FABRICADO SOB ADIRECgAO* DO DR JAMES R. CBILTON,
____________ Imlco e medito celebre de New York
EX-
gran
GRANDE SUPERIORIDADE DO
TRACTO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seo extraordinario
e quasi miraculoso effeito no
sangue.
Cada ana sabe que a saude ou a inferrnidade
depende directamente do estado desie floido vi-
ra. Isto ha de ser, visto o partido importante
que tem na economa animal.
A quauttdade do sangue n'um homem d 'es-
ta tara mediana est avaliada pelas as primeiras
autoridades em vinte e oito arralis. Em cada
pulsado duas oncas sahem do corajao nos bofes
e llalli todo o sangue passa alem no corpo huma-
no em menos de qcat&o miwutos. Urna dis-
posi'soextensiTt tem sido formada e destinada
com admiravel sabedoria a destribuir e fazer
circular asta corrbhts db vida por todas as
partas da oranisa$lo. Oeste modo corre seni-
ora pelo corpo em torrante, o qual a
fonte Je iafermidade ou de saude.
Sa o sangue por causa alguma se eraprenha
de materias ftidas ou cjrrompidas, difunde
cora VtociDADB bi-kctbica a corrap5o as
mais motas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno lanca-se para tras e para diante pelas
arierras, pelas veas, a pelos vasos eapillarios,
at cada orgo cada teagem se faz complela-
ruaate saturado e desordenado. Desta maneira
a circulago evidentemente se faz ara engenuo
poderoso de doen^a. Nao obstaste pode tam-
bera obrar com igual poder na cria$o de saude.
Eilivasseo corpoinfecionado da doenc,a malignaj
ou local ou garal, e situada no systema nervoso
ou glada1oso, ou muscular, sa somante o san-
gua pie azar-se puro esandavel icar superior
dojnja e inevitavelmenteiexpellirdacens-
tituigo.
O grande manancial de deenga entao como
d' aqu consta no fluido cmccLANTE.e nenhum
medicamento que nao obra directamente sobreal-
ce para purificar e ranova-lo.possue alguna direi-
:o ao cuidado do publico.
O SANGOS I O sangos 1 o ponto no qual
se ka mrsler fixar a artengao.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na cidade de
New-York, bavemos vendido durante muitosan-
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, consideramo lo ser o extracto original e ge-
nuino da salsa parrilha do Dr. Townsend. o
qual primeramente sob este nome foi apresen-
lado ao publico,
BOYD & PAUL, 40CorilandtSlreei.
WALTER. B XOWWSEND Co, 218 Peail
Street.
LEEDS& HAZARD, 121 Maiden Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F. TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAM 4 Co, 10 Od Llip.
OSGOOD & JENNINGS, 188 PearlStreet.
R.B. HAV1LAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON, ROBINS& Co, 134 Water Street.
THOMAS & MAXWELL, 86 William Street.
WM. UNDERHILL, Junr, 183 Water Street.
DAVID T. LANMAN, 69 Water Streei.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCE & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, GLAY& Co, 4 Fletcher Street.*
OLCOTT, M KFSS0N & CO, 127 Msiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFELIN, BROTHER & Co, 104 &
106 Jobn St
LEWIS & PRICE. 55 PearlStreet.
HAYILAND, KEESE & CO, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & CO, 110 Broadway,
10 Astor.
House, and 273 Broadway, cor. o Cbambers
Street.
PHILIP SCHIEFFELIN & CO, 107 Water
Street.
POU APALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Streot.
RUST & HOUGHTON, 83 Jobo Street.
I. MINOR& CO. 214 Futon Street.
INGERSOLL & BROTHER, 230 Pearl Streat.
JOSEPH E. TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortlandt
Street.
HAYDOCK, CORLIES&CLAY, 218 Pear
Street.
CUMMING & VANDUSER, 178Greerrwch
Street.
IIASKELL & MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK & Co. 49 John Street.
CONHECEMOS AARVORE E SUASFRU-
TAS
B IGUALMENTE
Conhecemos um Medicamento nos seut Effeitor
O extracto eomposto de Salsa parrrlha do
Dr. Townsend esta
OHEDIG4MENT0DO POYO'!
Adata-so lio mara\ Uosamente a constitu;!0
que pode ser ulilisado em quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E: DEB1L1DADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPCO,
purifica;
ONDE HE PODR1DO,
ALIMPA.
Este medicamento celebrado que tio grandes
servicos prest a humanidade, prepara-se agor
na nova fabrica, na esquina das iubs Fronte
Washington, Brooklyn, stb a inspeccacdirecta
do muito conhecido chinico e medico Dr. James
R. Chilln, da Cidade deNew-York.cuja cer-
tidao e assignatura se acha na capa exterior da
cada garrrfe de
ORIGINAL E GENUINO
EXTRACTO COSPOTO DE SALSAPARR1LHA
DO DR. TWKSfiND.
O grande p urie ador do sangue
CURANDO
O Herpes
A Hertsipcla,
A Adstrkc,aodo vbn-
tbe,
As Alpobcas
OsEffeitos do azoc-
gce,
Dispepsia,
As D0ENCAS,DBFKA-
DO,
A Htdropesia.
A Impingb
As Ulceras,
O Rheumatsmo,
As Chacas
A Dedilibade geral
AS DOENCASDE PELLB
AS BORBDLHAS NA CA-
RA,
AS ToSSESt,
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
OExlracto acha-secontidoemgarrafasquadra-
das e garante-sc ser mais lorie e melhor em to-
do o respeito a alguna outro purificador do san-
gue., conserva-se em lodosos climas per cer-
te sspac,o de ternpo.
Cada garrafa do original a genuino exractu do Dr. To-wnsend tem a assignatura e a certidodo Dr. J. R. Chlitlon, na capa
'exterior de papel verde
Ne esoriptorio do propietario, 212 Broadway, New York, e em Pernambuco na ra da Crui *. 21 escripteric 1. aullar, tam-
m na blica da ra Direita n. 88 do Sr. Pranos.
'" i '" .....iiin-Tni-- ___
rOtUNaHM E Ua.
# Acham-se Yenda Ina vraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bem cohhecidas folhinhas impressas nesta
typographia
tlhXnha de porta ou KALENDARIO eedesiaslieo e civil para o
n,. -\ bispado de Pernambuco........
Ulta de algibeira contendo alm do kalendario eedesiaslieo
(;
Dita dita
160 rs
e civil,
explicado idas fesias mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e nascimento e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos mppstos geraes, pro\ncaes e municipaes, ao
que se juritou u collecso de bellos e divertidos
jegos de prendas, para eniretenimenio da mocidade.
contendo alem do kalendario eclesistico
320 rs.
civil, expli-
carlo das festas muJaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do [tribunal do comraeriio ; ditas dos impostes
geraes, provineiaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de confessar-se, e comungar, e os officios que a
igreja ccsluraa celebrar desde domingos de Ramos, at
. sext-feira da Paixo, (era porluguez). prego..... 320 rs.
Dita do altnanak civil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao prego de:...... 19000
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e fizeram-se militas alteracoes, sendo a correc-
9o a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os das soffre mudancas) acresceutaudo-se a nu-
meraco dos estabelecimentos commerciaes e industriaes;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que sedeseja pelaoceupico do individuo de quem se quer
saber a residencia.
ASA DE BAKHO
Assignatura da banhos frios, mornos.de choque ou ehuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 diasconsecutrvos. ,...........
30 carteo vnraoe ditos banhos tomados em qualquer lempo. ....
*5D1 dito dito dito ......
7 .
Banhos ivulsos, aromticos, salgados esulphurososaospregos annBn'ciados
Esta reduele de pregos facilitar oorespeilavel publico ogozo ftasvamageos que resultara
da frequenciedeum estabeleemento deuma utilidadeincontestavel, masque infelizmente nao
estando em nosso*hbitos, aindapouco conhecida eapreciada:
1O000
159000
000
41000
. TABAC CAPORAL
De$sittt das manufacturas imperiaes derau^a.
-mr*'8^1'"1'8 fum ,cb*deP08't<,0. diretmente na ra Nww n. 23,ESQUINA DA
^ AMBO A DOC ARMO, o qual se vende por mseos de 2 hectogramos a l000e em porgode
10 mseos para cima eem descont de 25 poroeoto; no mesmo estabelecimento acha-se tambera
o verdadeiro paf el d Itabo para cigarros.
Aviso
s.
aos terceiro8 da ordem de
Francisco.
Na ra do Queituado n. 39, lo]a de 4 portas,
7ende-se estamenha para .hbitos a 2&20G o co-
lado, e se apromptim os meimos hbitos" a von-
'.adedos irmos a 45cada um, obra muita bem
etta.
Banhos ecoaonicos!
Na casa de banhos do pafeo do
Carmo.
Nesle eetbelecimento (alem dos baohos j co-
? nacidos) se ornecer d'ora em van-te, por maior
commodo do publicobauhoa ecooomiossera
Iuxo, mas com toda a decencia e aos precos se-
guales :
Ibaoho avulso lJSo?.
7 cartee, par. b.oho, }^J ^
30 baohos consecutivos fros ou morno. 59.
Carvalho, Nogueira & C,
cacean sobre Portugal qualquer quautia : na rus
do Vigario n. 9, primeiro andar, escriplorio.
Jezuino de Jesu. Jardim Pimeulel pasas a
assignar-se por Jezuino Are-banjo de Albuquer-
que Pimentel dests dita em diante.
COMPJlMHIA
ALLIANCE,
estabeecida em Loudres
CAPITAL
Cinco milk&es de Ums
sterVinas.
Saunders Brothers & C tem a honra de in-
formar aos sniores negociantes, proprielarios
de casas, a a quera mais eonvier, que eslo ple-
namente autorisados pela dita companhia para
efloctuar seguros sobre edificios de lijlo e podra,
coberts de talha, a igualmente sobre os objectos
que conliverem os meamos edificios, quer consis-
ta em mobilia ouemfazsBdaf de qualquer qua-
lidade.
Barroca & Medeiros sacas* para
Portugal e liba de 3. Miguel,
Mudanca de esta-
' belecimento.
Jos Moreira Lopes aviu ao. seus migoae
fr-eguezes desta e de outras provincias, que mu-
dou o seu eslabelecimento de no eoKado amsrello da ra do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & "Rolim,
onde tem o mais completo e variado sottimeDto
de fazendas de todas as qualidade. para vender
em grosso a retatbo por precos muito barato. :
ra do -Crespo, sobrado de 4 indar-es n 13, e ra
do Imperador, outr'oa ruado Collegio, sobrado
de um andar a. 36.
Camargo & Silva.
receotemente eatabelecido. com loja de fazendas
[na ra do Crespo o. 1, junto ao arco de Sanio
Antonio, leem a honra de convidar aos senhoies
coosumidore., tanto da pracs como do mato, a
visitaren) seu eslabelecimento afim de sortirem-
se de boas fazendas por precos mu razoaveis,
do. quaes aqu esli alguna : "chitas franceza. de
muHu boro panno, cores fizas, a 24U rs. o co va-
do. v|butinas tarradas imitaodo velludo a 600
rs. o cavado, sedas de qnadiiohos a 640 e 800 iw,
o covado, grosdenaple de cor com algum loque a
10 o covado, camisloha. de cambraia para se-
uhora a 10, ricos cortes de vestido de aedaeom
algum loque, muito barato, cass.ts, organdy,
chales de diversas qualidades. enfeite. de iabeca
de 20 a S, uvas de seda enfeiladas algo par,
e ulras muilas fazendas que se moslrarao op-
porluo.mele.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser: cm casa de Samuel P.
Johston & C, ra da Senealla Novam. 52.
Aluga-se a casa da praca do Cor>
po Santo onde foi o estabelecimento dos
Srs. Bostron Booker & C. : a tratar na
travesa do Queimado n. 1, com Joa-
quina de Almeida e Silva.
Companhia de seguros
equklade.
Eslabetecida na cidade do Porto.
O agente desta companhia era Per-
nambuco, Manoel -Duarte Rodrigues,
aceita por conta da roesma companhia
seguros de todos e para todos os porfeos
conhecidos, sobre embarcaqoes de qual-
quer partee a preqos muito razoaveis :
agencia ra do Trapichen. 36.
Aluga-se a loja do sobrado da ra das-Oru-
zes n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
Manoel Rodrigues Fraga reltra-se para a
Europa.
Aluga-se o silio Chaco oude morou o Sr.
cnsul britnico : os preteodentes poderao en-
tender-se com o*eu pro prieta.'iq, -eo escriplorio
da roa do Vigario n. 13, ou oa sua residencia/na
ra Real ns. 15el7.
Alugam-se o 1. e 2." andares das duas ca-
sas da lndeira da Ribeira e Qualro -Cautos em 0-
linda.; a tratar na ra da Cadeia do lecife, es.
criptorio n. 56, de Leal & Irmio.
O abaixo assignado deu procurocao bastan-
te ao Sr. Antonio deJPaiva Ferreira para cobrar
as dividas activas da casa de Tbiago da Costa
Ferreira'Estrella, por he pertencercomo consla
da arrematado feita pernote em audiencia do
Lxm. Sr. Dr. juizejspeoial do commercio e cons-
tara das contss e relaqa que o dito Sr. Paiva
apreseotar. fiecife 1 de evereiro de 1661.
Antonio Joaquina Vidal.
tdKSULTaiO ESPEC41 HOMEOP.iTIMCO
DO DOUTOR
SABINO 0.1. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas lodos os dias utes desde as 1) horas
al meio da, acerca das seguales molestias :
I. moksliai das mu\heres, molestias das crian-
cas, molestias da ptlle, molestias dos olh >s, mo-
leslias siphililicas, toda as especies de febres,
cores inlermiltntes esuas conseqnencias,
PHARMACIA 'ESPECIAL IIOXEOTAT111CA ,
Verdadeiros medicamentos homeopathkos pre-
parados so ra todas as cautelas ecessarii s, in-
lalfeveis em seos effeitos, tanto em tintura, como
em-globulos. pelos precos mais commod<
sieis.
^. B. Os medicamentos do Dr. Sabir
nicamente vendidos era sua pharmacia :
que o forem via della sao folias.
Todas as carleiras sao aeompanhadas impresso com um emblema em relevo, tetdo ao
redor as s*guiotes palavras : Dr. Sabino
Pinho, medico brasileiro. Este emblema
igualmente na lista dos medicamentos que ,...
de. As carleiras que nao levarem esse im ireseo
assim marcado, embora tenham na lampa o no-
me do DrvSabino sao falsos.
Preciaa-se deuma-amn que saiba coiinher
e fazer todo o servieo de casa : na ra do Cai-
deireiro tebernz n. 60.
Precisa-e alugar urna
escrava para o servieo deuma
casa de familia: na ra da Ca-
deia a 53, terceiro andar.
f ^aj m
S ii ,"dT0Bado Dr- anoel do Nascimento
Hachado Pnrlella.pode ser procurado paia
m os negocios de sua profissao, das 9 as
horas da tardo, tn seu escriplorio no pri
meire andar da oasa n. 83 da ra do Im-
perador.
s pos-
o sao
todos
0. L.
posto
tsepe-
TRAVESSA DOS PIRES
JOSEPH GROSJEW
... ^osePn Grosjean previne ao respeilavel pu-
blico em particular os seus freRiiezPS. que ten-
do veltado de FTanca, lomou novamente conta
da sua officlna de ferreiro, sita na iravpssa dos
Pires, e que se acha prompto para qualquer con-
cert de seu oflicio : as pesvuas que quizerem
honra-lo eom sua conOan;, charo o seu esla-
belecimento muito bem sorlido de ft-rros do toda
qualidade para os carros, e tambem um bonito
lmenlo de
Cante ras prra carros.
Louros e vaquetas de lustre.
e outros ornamentos necesaarios para carros, lu-
do de superior qualidade, e mais barato do que
em qualquer oulra parle, por ler sido turtos es-
ses objectos comprados a dinheiro vista, em
casa dos melhores fabricantes de Pars.
COMPANHIA DA VIA PERREi
RECIFE A SCKFRANCISCO.
(limitada.)
it/rl ",-e ao'"""'"el publico que do dia
de evereiro at outro aviso iH.I. ".,a
tro aviso o Irem
eaUclo das Caro Pol.tVsfa 8 l," "JV** '*
nha. correr somenie al a v,it Ztl*l' m""
trem que .t agora tem hld ?, E c.daaAa
horas da tardo ser ditcontinuart .. .3*
do Cabo s 3 horas da ^TcZT^L-^'
As huras da partida dos Irens terAn 7I i
pela tabella seguinte : re6uldas
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^^^SisiiSs^g-ia
.!" ^**a familia estrangeira deseja alugar un
sitio na Passagem da Magdalena ou na vwinlian-
?a ; para fallar na ra da Cruz n. 10.
,1-Rua estreita do Rosario-3
*
Dentista de Pars.
15 Ra Nova15
Frederic Gautier,cirurgilodentista, faz
todas as operaedes da sua arte e colloca
J| denles flificiaes, ludo cora a superiori-
dadee perfeigo que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentifricios ele.
dj Francisco Pinto uzorio continua a col-
% locar denles artifiiaes tanto por meio de a
9 molas como pela pressu do ar, Uo re- S
^ cebe paga alguma sera que as obras nao *
9 aquem a vontade de seus donos, tem pos St
g, eoulras preparar;oes as mais acreditadas f
a> para conservado da bocea.
Quem annunciou precisar de 1:0004 com
oypolheca a um silio perio da cidadp, pode ao-
parecer na ra do Queimado. botica do Sr. Jos
Alexandre, at as 9 horas da manha, que acha-
rcom quem tratar. *
SJ
1 *
1 a
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a
z
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I^MlSMVfS
la
JOIAS.
Joaquim Monteiro de Oliveira Guiroaraes com
loja de ounves na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos fr-guezes e ao publico em
gerai, que se acha sortida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prata, e querendo
com o negocio, est reaolvido a vender
ralo do que em outra parte,
obras, passaodo conta
s
I
J=
e
J3
u
. o
W-o>K55

1 If
Julio & Conrado.
Hotel inglez.
O cnsul de Franca sendo pela morle da fina-
da M. Uarmier, conhecida nesla praga como M.
Dubois, in.umbido de realisar a parte que a dita
sennora linha no holel inglez, convida as pessoas
que tem contas a receber da dita senhora ou do
mesmo feotel, de as spresentar 00 consulado
irancez no prazo de 10 dias da dala deste, para
serem reconhecidas : oulro sim roga as pessoas
que se acharo derendo ao dito hotel ou a M Du-
bois o favor de mandar pagar as respectivas con-
tas ao referido cnsul no mesmo prazo de 10 dias:
as pessoas que desejarem comprar o dito hotel
devero diriglr-ae para tratar do ajuste ao supra-
dito cnsul. Pernambuco 5 de evereiro de 1861
Irmandade do Senhor Bom
Jesusdos Pasaos do corpo
Santo.
A mesa regedora da irmandade do Senhor Bom
Jess dos Pasaos convida a todos oa seus irmos
para eoropareeerem ao dia 13 do correle mez,
pelas 2 horas da larde, para, encorporados, a-
companhara procissojla cinz, para Tone fo-
nos convidado?. 0 es:rlvo,v
Tbofgaa de Fari;
Ra do Queimado n. 48.
Participara aos seus numerosos fregue-
ses que tendo chegado o seu mestre al-
faiale que mandara contratar em Pars,
acham-se promplos a mandaren execu-
j Jar toda e qualquer obra lendeaie a al-
i faiate, assim como tem em seu cttabele-
; cimento grande sorlimeoto de ludo quan-
to se desejar, para qualquer daa esta-
ces ci e de fazendas como diversos
artigas de Iuxo, continuando o meemo
mestre areeeber por todos os vapores t-
guricos para melhor poderem servir ao 9E
respeilavel publico a quem pedem de vi-
rem visitar o seu eslabelecimento que 9
encontraro aquillo que desejarem.
Eosioo particular.
*^a'*a^i*|fr7 *iV8,*a'l*a *"iT "iiQ "im aira
WSW VSft 'tMm 'r.Wm tB e% rMJ^B rHV ^(3
4os coDsomidof es de ga
A empreza da illuminaclo
gaz, roga a todos os Srs. coi -
sumidoreso favor de nao ei-
tregarem aos seus machini -
tas ou serventes qualquer di -
nheiro quer de reparos 01
outro qualquer pretexto, so >
pena de lhes ser novament i
exigido Todos os pagamenf
tos devem ser feitos ao Sr,
Thomaz Garrett nico cobra-
dorautorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
acabar
mais ba-
garantindo as ditas
_ com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou Iroca otras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em oulra parle.
Laiiriano Jos de Barros
participa aos seus numerosos fregufzes desta ci-
dade e mesmo de fora, que acha-se regendo a
grande oDScina de roupas (eilas de Ges A Bas-
tos na ra do Queimado n. 46, onde pode ser
procurado a qualquer hora, puis esl prompto a
oeseropenhar qualquer obra importante, pois
para sso tem na mesma loja um completo sor-
tlmenlo.
Assigoado-fi H. Bramah
Superintendente.
O Dr. Casanova |
i pode ser procurado todos os dias em seu
, consultorio especial homtopaihico
30~Rua das Cmzes30
Neste consultorio lera sempre os mais
novse acreditados medicamentos pre-
parados emParis (asiinluras) por Ca-
lellan e Weber.por pregos razoaveis
Os elementos de homeopalhia obra re-
commendada intelligeocia de qualauer
pessoa. ^ 's
O abaixo assignado, professor particular du
primeiras letras, latim e Irancez, reside no ter-
ceiro andar do sobrado n. 58 da rus Nova, onde
com toda a dedica;o, prudencia e actividade
exerce sau magisterio, e contina a admittir al-
guna internos de pouca idade.
Jos Hara Machado de Figuefredo.
AUenco.
Gouveta & Filho com casa de coniig-
nac5e Dovatnente eitabelecida nesta
pra^a, aviaam aos texttr committentea c
ao publico em geral, que podem ier
procurados a qualquer hora do dia em
eu escriplorio na ra da Cadeia do Re*
cifen. 3, primeiro andar.
Aluga-se o sobrado de t andares e solio:
da roa da Imperial n. 109, n fallar na ra da
Aurora n. oo.
Alogaseo armizero da casa da roa da
Moedan.7: a (ralar no lsd<> do Corpo Sanio.
?UBuendacshofB,sa.
O bacharel Hacrae Netto Carneiro de
Souza Bandeixa abri na villa do Cabo o
seu escriptorio de advocada, ra da ma-
triz casa amarella, e ahi offerece os ser-
vicos de sua profissao mesmo aos habi-
tantes fora da comarca que tiverem al-
guma questao para aquelle foro.
Camargo Silva,
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sita na ra do Crespo a. 1, junto ao arco de San-
to Antonio, pedem aos devedores daquella firma
que por obsequio venham salisfazer auas conta*,
aflm de evKar que sejam procurados.
O Dr. Francisco de Paula Paptisla ciutina
a advogar no seu escriplorio, na roa das Trin-
cheiras, sobrado n. lt, primeiro andar,' aonde o
acharo todos os dias alis desda ss 9 horas da
manha at as 3 da larde.
Uin preto forro, perito
cosinheiro se offerece para co-
sinheiro de qualquer casa na
cional ou estrangeira: quem
precisar do seu servieo ap-
pareca na ra da Cruz n, 4.
Alaga* se, oaa primeiro andar na rda do
Hangel, e urna cata tarrea as estrada dos Rtme-
dios : a IraUr na ra do Queimado n. 53:
Preeisa-se de urna ama de leite, paga-sa
Wtp ; oo becco do Saato Amaro, casa a. 30.
-- Na Iravessa da ra
das Cmzes n. 2, primeiro aadar, contina-se a
Ungir com toda a perfeiso para qualquer cor, e
o mais barato possivel.
Atten^o.
As pessoas qee tiverem relogios para se con-
ceitar na ra Nova n. ii, e qne lera mais de seis
me51* '"" "O' de vir busca-Ios no prazo
do do das, sob pena de serem vendidos para in-
da mn isa gao dos conceilos.
fJtet Sociedade
^^^**" DE
Edificacoes e compra de
terrenos.
O abaixo assignado convida oa proprielarios
quei lhe offereceram terrenos para com o va-
lor dos mesmos entrarem na sociedade na qua-
lidadade coramanditarios, a apresentar-lhe os
planos, confronla^es, situaces e avaluacoea dos
respectivos terrenos acoropanhados de urna car-
ta pedindo a sua admisso como" socios commsn-
ditarios da referida sociedade.
A correspondencia deveri ser-lhe dirigida
ra do Crespo n. 4 loj. Pernambuco 6 de fere-
reiro de 1861.
CASA
de commissodeescravos, pa-
teo do Paraizo n 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo
Para a dita casa foi Iran-ferido o antigo ecrio-
tono de commitso de eacru.n. .,! !!"?"
musao
eslabelecido na roa
de escravos que s ai-hava
larga do Rosario n. S>' : e
ah da mesma maneira se contina a receber s-
nVrnF'J 8"rein T""did0 P- commis.,,, e
rP,,L.0n" d'",,,u, enhor". "o po.,pndo V,:
/?8,':['"lu/o "'smos sejam vendido* ron*
prompti.iao. afim de que seus ambon-a i.So suf-
fram empates cooi a venda dellee. Nesle mesmo
eslabelecimento ba sempre para vender escravos
de ambos os sexos, velhos e mocos. """*
lio du esenvo
o oo escr vao Faes de Aadrade, onde
ser enoontrado das 9 horas da manha
ate as 3 horas da tarde.
F. II. Duprat.
ODr. em medicina P.
de B. Gotegipe mudou a
sua residencia para a
na Nova casa n. 46\ pri-
neiro andar, onde pode
ser procurado para o
exercicio de sua profis-
sao.
Desappareceu ao dia 8 do corrate, da ru
ova, uin q,rU cUn00f ntrf-a on)a ,,
branca, estrellinha na le.ta, pelladura de urna
oanoa e marca de peiioral, castrado, periencei.te
a Joaquim do Reg Barros Pessoa. propneiario
do engenho Novo Goit, freguezia da Luz. coja
marca exprim o nome do proprietarto, e levara
eaagalha e doas pares de Saceos.
-- Precisa-se de uma ama queengoSBrae e co*
J ziaha ; na ra do Hospicio u. 62.
AVISO.
-tesaBtffiLat'sir.mffa
em cima no sobrado, qua achara com quem rrtt
-"^ W:"' .p'!ri dt rya laspaHal r.. 173
onde trabalhav Juaquim Luiz dos Santos Villa-
so, com todos os seus ulenrilios. menos a-
(jiiellea q>ie me nao pertencem, o logar excel-
Llenle ; a tratar ao pateo do Carmo com Narciso
Jos da Costa Pereita.




'.,' -
Bim* D* MBfUWlCCX.
-......' -1*1 .....
^ 11' i
QUJIBffJ FEA* ttMKraEIlOr 0*1461.)
'
Para urna casa
franceza.
Precisa-se do urna eaerava que saiba engorar
mar. coaer, tazar lodo o a*r*ico da urna cata
de pouca ramilia, e que seja fiel e diligente. Na
mesiiia caa precisa-soda twa scravo uva o ser-
Tico de ura sitio : quera ttver pode dirigir-te
ra do Imperador o. 27 cwifroole orden Ur-
ceira de S. FranclSOOTque achaca oora .uem tra-
tar, das 9 horas da manhaa is 4 da tarde
Jos Gomes. subdita pprtuguez, retira-a*
para o Para.
__ Francisco Jos Rodrigues deixou de ser
caixeiro de Vicente Ferreira da Costa desde o dia
11 do correte. "
1I4
gratiicaco
Fugio no dia 12 do eorrente reez, da abaixo
assignada, a escrava de nomo Antonia, tendo os
sigues st'guinles estatura regular, cari larga e
picada dasbexigas, narii chato, olhos pequeos,
sem denles na frente, tendo nicamente as duas
prezas, peilos cahidos, aniar ll^ein, muito sa-
cudido, bragos grossos e cheios de veas, ps lar-
gos e apapagaiados, chela docorpo, levou cami-
sa branca, sia do chita escura e chales de algo-
do, e rauiio feia de cara, costuras dizer que
forra e dar o nomo tro.ado, consta ter ido para
os suburbios da cidade lavar roupa : (juera a
capturar e levar sua casa na ra do Raogel n.
87, segundo andar, ser bem ratificado
Isabel Hara Nuneg de Oliveira.
Fugio-me um moleque de idade de 13 para
14 nonos, por nome Geraido, nao muito preto, o
rerdadeiro signal de uro lado da caneca um lu -
gar de urna postema que punca ha de encabellar :
quem o pegar ou souber delle, dirija-se ao lugar
Venda Grande, sitio dominado Otaria, que ser
recompensado.Jos Rodrigues Paes.
Quem liverequizeralugar urna escrava que
corintio e engomme, dirija-se a cocheira da ra
da Ruda n. 45, que achar cora quem tratar.
Um moco porluguez, guarda-litros de urna
casa cummercial, dispondo de algumas horas,
nellas se uffeiecc para alguma escripluracao;
qnciii precisar, deixe carta fechada nesla lypo-
graphia sob as iniciaes I. A.
Precisa-se do urna ama para o servicn de
cesa de urna familia ; no armaem de Luiz Au-
nes se dir.
Quem precisar de urna ama deleite sem fl-
!ho. dirija-se a ra do Amorim n. 10.
Compras.
Compram-so escravos para embarcar para
fra da provincia ou para engenho : no esrripto-
rio da ra Direita de Francisco Malinas Pereira
da Costa n. 66.
Corupram-se 40 apolices da Componhia de
Beberibe, com tanto que o seu preco nao exceda
a 503 : quem as tiver, compareca na ra Diroila
n. 21, seguudo andar, das 2 s 3 1[2 horas da
tarde, ou das 7 horas da jjoiie em diaate.
Comprani-se moodas de ouro de 2Qg : na
rtra Nova n. 36, loja.
Comprain-se escravos.
Compram-se, vendera-se. etrocam-seescravos
de ambos os sexos e de toda Liado : na ruado
Imperador n. 79. primeiro andar .
Gompram-se acfjds do novo bar-
bo de Pernaubuco: na ra da Cadeia
n. 41.
Compram se notas de 1$ e 5| ve-
lhas com mdico descont : na prarja
da Independencia n. 22.
Comprara-se moedas brasileiras de ouro da
20J ; 00 esciiptorio de Manoel Ignacio de Oli-
veira & Filho, largo do Corpo Sanio.
Curapra-se uraa escrava mulata ou negro,
que seja sadia, moca, e lenha cria de 4 a 8 me-
zes ; na ra da Cadeia do Recife n. 51, segundo
andar.
Compram-so peridicos a 3)500 a arroba :
no pateo do Garmo, esquina da ra de Hurtas
numero 2.
Vendas.
Enfetesdecabeca
muito barato pa.*a chegar a
todos, na loja d'aguia de ou-
ro, ra docabug n. 1B.
Ven lera se eufeites pretos de vidrilho pelo ba-
ratissimo preju de i, ditos de velludo a 3) e 49.
ditos ilo iranga de retroz e lagos chegados pelo
paquete a 3 e 5, e outros mu tos mais objentos,
quo a vista do freguez uao se eng-la dinhetro.
Estampas finas e interes-
sautes.
A loja d'Aguia Branca reeebeu mu finas, o gran-
des estampas, do fumo e coloridas, representan-
do urnas a morte do justo rodeado de aojos, etc.,
e outras a morle do peccadar cercado de demo-
nios, etc. Sao na vordado interet.33a.lts essas
estampas para quem as sabe apreciar, pelo que
se tornam dous quadros dignos de s possuir, e
mosmo pela raridade delles aqu. Veudera-so
a 29000 cada estimpa, ru ra do QoeiuaJo n.
16. luja d'Agu>a-Br Vendein-se 3 vaccas, 2 paridas da pouco
a tratar na cocheira da ra da Rula n. 45.
Vende se tira excedente aiuUlo .moco, e ja-
beado cozinhar: na ra dus Guarara >e a. 61.
Vende se ou arrenJa-sa o nagaaho Santa
Rita, na freguezia de Iguarass, com boas var-
zcas para pUotacoes, pudendo sifjar du d jusa
tres mil paes de assucar, bom cercado, bom por-
to do embarjue, boa casa de viven d>, e outros
eoraraodos que scro naleulas ao oretendenle.
3u polor dirigir-aa so dito.engenho ou a ra
a SenzalaNova n. 38 ao Sr. Benardiuo de Sena
Ponlual.
Agua imperial.
Na ra do Queimado n, 6, primeiro andar, ca-
sa de caoolleireiro, vende-se a expeliente agua
imperial pan lavar a caeeca, limpar as caspas e
fazer renascer os cabellos ; nesla mesua casa
lava-se cabera com esta maravtlhosa agu por
500 rs. Na mesraa casa ha grande porcao de
perfumara, e se est em liquidarlo.
Vende-se urna casa de pe Ira e cal com 4
quartos, 2 salas, cozinha fdra, quarto para es-
cravo, muro na frente com portSo. G5) palmos de
fundo n 70 do fronto, com diversas arvores de
fruclo : na Capunga Nova, junto ao banho, pas-
saalo a casa da Sr. Aleandre Rudrignes das Ao-
jos; a tratar oa entrada da Capunga o. 11, ou
na travessa da Madre de Dos o. 8.
Altencjo.
Ra do Amorim n. 40
Vende-se farinha de mandioca, saecos de tres
quartas, pelo barato prego de 3>.
=z Ven 4e-se ositiu que- fot do fallecido Rufino,
porleiru que fui do presidente, na entrada da es-
trada do Arraial. cea boa casa para familia, c*m
bastantes coramodos, cacimba cura ba agua de
beber, ps de fra- tetras de diversas qjnltdades,
assira como larangeiras, pinheiras, saputizeiros,
outros minios, tata uto- riacho que o corta pelo
neio, que nunca saces, e baoheiro no mesrno,
ara* grande baixa de capira qua sustenta.6 ca-
?allusda veru a inrerao : a pessoa que o pre-
tender, dirija-3e ao dito sitio a tratar cora a viuva.
Doce de pelluxe.
Na ra do Livraraeolo n. 26. faadcirse este do-
ce pelo baratissimo prego daJK* rs. ara libra, e
ij potes de atroba para cimsa 3#a arroba.
(jaasi e gca^K
Calcado barato.
Borzegnina para meaiaos ae ambos'os sexos
as. 25,2*. 27, 28t 2 o 30 a 3} o par: nvlojarK
9 da ra siOadta 8 B
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Isa fe Cresp,
IojtfB. 85 de-Joeqiria Ferreirr 9t, Tende-se
prejos baratissimos, para acabar : pecas de
braia lisa 6oa %. oagaa^a malta finas a
prelas par
(juaresma
Na ra do Queimado
39, loja de 4 portas.
Objectospara servhom
de 25 a
20.

M1 lBATB SO 1
PROGRESSO
de
--Largo da Penha--
Os proprietarios deste estabele-
cimentoconvidara ao respeilarel publico, principalmente aoe amigos do bomebarato, ques8
achara em seu armacem de raolhados da nova mente sonido degenoroi, os melhores que tem
viudo a este arcado, por a maior parte dalles vinos por conta do* proprietarios
Ricos manteletes de grosdeaaple preto
oojOOO.
Ricas mantas de blonda heapanholas a
Mantas de fil preto, fazenda muito tma. de 12
a 15S0O0.
Grosdeaaole preto, fazenda muito supe rior,
2JJ a 310200.
Objectos para homeni.
Sobrecasacas de panno fino, obra; muito bem fei-
ta de 35 a 40J.
Paletots de panno fino preto de 25 a 30J,
Colletes de velludo preto bordado a lUf.
Ditos de gorgurao preto a 79.
Ditos de setim preto a 68.
Ditos de casemira prela a 5J.
Calcas do casemira preta (loa de 12 a 14B.
Chapeos de castor pretos e brencos a Wf.
Ditos francezes muito finos de 7, 8 elOg
Panno floo preto e casemira preta de diversos
pregos, e outras muitas fazendas, que coma
vista dos compradores ae mostrar.
a
n.
por
cambra
modernas a 500 rs. o aovado, cassaa abertaa de
Bitas earaaaajbra^chilaalwajaa a 200 a 340.
ortes da case." de corea a 2%. ntremelos barda-
des a l|500 a pega, babados bordados a 320 a
? ara, aediohas da quadras loas a 800 sa. can-
?eques da cambraia e RI a 59, perneadores de
Smbraia bardada a 5. lallwihaB. bordadas a
O, ditfi>M pon1! 2>MHf. rnnpauitoi borda -
dos de cambraia e fil a ti, damasco do lira coro
9 palmos de largara a ffOOO, bramaste de liobo
com 5 palmede larguras 900 rs. -Tara, luvas
para seaharaa 100 rs. o par, oapaadafustacea-
feitadas a 5, peQas de aMapolao Roo a 4J, laa-
zinha de quadros para vestidos a 30, camisus de
cambraia bordados a 2>, sobiecasacas de pando -
fino a 20j e25S, palelots de panne* cawamira d*
16 a 20$, ditos da alpaca de 39500 a 8, diloada
brim de cores e brancos de 3)560 a 5S, calcas de
casemira preta e decores par todos os preeee;
ditos de brim de cores e brancos de 2J) a 59. ca-
misas brancas e de ceras para lados oa arceos,
colletes de casemira da corea fiooa a 59 ; aajam
como outras muitas fazendas por meos do 'seu
valor para fechar conlas.
Veodem-se emeasa de Braga, Silva & C, re-
oios da ouro]a diversos; fabricantes inglazes,
ar preeo eammedo.
lactinas da Vapor.
Rodas d'agua.
Moendas decano*.
raixae.
Rodaa dentrdas.
Bromes a aauilhoes.
t
Alambiques de ferro.
Crivos, padcoaaalc, aro;
Na f undicSo de Terra de D. W. Bowman,
raada Brum paaaaada o ohafaiiz.
de
SO NO PRO-
gresso.
Queijos flamengos chegados no oHim*> paque-
te da Europa a9J500 ; vende-se unicaciente no
armasen Progresso, oo largo da Penha
KSIMKsKaRflftMftefgH
fe barateiroy
Guimaraes $ Villar*
Ru Ven Jera colletes de velludo bordado a
59. parece incrivel.
Sajas baldee da 30 arcos a 59, da mus-
seltna a 53.
Cortes de cambraia a Stuart riquisstmos
desenhos a 2f500 o corte.
Saias bordadas de tres pannos 33500.
Ditas de 4 pannos ricamente bardada
a 49000.
Casemiras de bonitos padrees- e 3 lar- in
guras a 29500 o corado. Apparcam e SS
vero- o bom gosto 1|

GVgos com cViampaiiAia
ias melhores marcas que ha no mercado a 309000 e em garrafa a 39000.
igos de comadre
em caixas proprias para mimo a 19000.
Barrvs com azeitonas
os mais novos que ha no mercado a 1*2000.
Srvela liranea
das mais acreditadas marcas a 59009 a duzia e em garrafa a 500.
Queijos ftamengos
receidos pelo ultimo vapor de Europa a S9000
Queijos parlo
das aaeihores qualidadesque tem viada a este mercado a 900 reis a libra, a em poreao se ta-
ri algum abatemento.
Queijos suisso
r eceu temen te chegado e de suqerior qualedade a 900 reis a libra.
Chocolate
dos melhores autoresde Europa a 900 rs. altbra em peroao a 80 c,
Marmelada imperial
do afamado Abren,e de outros mais fabricantes de Lisboa amistas tal librar a 100
rs., em porqao de se far algum halienanto.
Maca de tomate
ra latas da 1 libra por 900 rs.,em poreievaade-se a 850 rs.
Conservas traacezas e i Tigicias
as mais novas que ha no mercado a 700 rs.o fraseo.
Litas de bolacaiuiia de so da
com diferentes qualidades a 19600 a lata
Ajueixas fr aueexa s
is mais novas qua tem vindo a esta mercad o em compoteiras,contando 3(iras por 39000 rs.
em ralas de 1 e 1(2 libra por 19500 reis
Caixinbi-aa com fc libras de pasa as
i 39000 rs. estporrao se far alguraabattmaata, vende-se tsmbm a retalhoa libra a 500 rs.
Mftuteiga ingleza
pareita mente flor a mais novaque ha no mercado a 19000 rs. a libra, tu barril safar al-
gum abatimento.
Cli perolm
o malhor que ha neste genero a 29500. alibta dito hyson a 29000 rs.
Mauteiga trauceza
a 710 rs. a libra em barril sa far abamaoto.
Touciulio de Lisboa
o mais nevo qua ha na mareado a 310 reis a libra.
Macas para sopa
m eaxinbas do 8 libras com deferentesqualidadespor 4900.ra, .
Tanabear vaada recentementeehegado a^osDvjerioresqna-
Ild-adeHP'eaantoa Bb rs. rl;^>f^,Ywy<""i'*^***f"*^i,'Hrir>tifrriiti>haTaad
da Liabaa.maca de tomate, perasecca, passas, fruotas em calda,amendeaa,. nozas, fraacasioasa, aatan ilrt riran'it aavaadoas cebertas, eotireitas. paatimas de variasqiwldadas, viiuajrabrantvoBordeaux.propro o covad*, cbilaseseuras in
para coajeraas.cMrittos dea, raaHaraarfabricaaaei de SwtaWii ttar^aka>-aTiaJianfot^ I peoa^a 160 rsv ooa>,
gomma uito-fina. erailhas f rancacas, cbaaapafrAedwmtJMaaadita lajisaaroaitloeaaraM .do ojataav (raaaia.l aV 191001
SfeymaaaiaBfala,HWreeftattaaemallbIdos, nlarraaquino de rara, iseiiedoeepurificado, asei- roaito assararpada ali
sovaai
molhadO, pav isMa.prmttic41.Qtfrafuji ttioMejbdeaiD por muita 10400a doaueostro qaalaai tres a ZBt carado,, x--------
prontum maistamberoservirqaaUaapessoas qaa**** pnr oatraapaisao atatitataaitaa fina.. 29SOO, 39a 3990O aaatad>,
Bolsas de tapete para
gis.
i
i
Alerta!
A laja da ba-f
na rua do Queimado In. 1^,
est muito sortida,
e vende muito barato :
Brim braoco de puro lioho trancado a 1JO00 e
19400 rs. a vara; dita pardo muito superior a
18200 a vara ; gangas fraacezaa multo una de
padrees escuro a 500 rs.; riscadioaoa de lioho
proprios para obras de meninos a IDO re, o co-
vado: cortes da calca da meia casimira a IfSOO;
ditos de brim de linho de cores a 29 rs.; brata-
nha de linho muito una a 209, **9 a a 249 rs. a
peca com 30 jardas; atoalhado d'algodao rauiio
superior a 19400 rs. a vara ; bramante de lioho
com 2 varaa de largara a 89401. a Vara ; lencos
de cambraia brancos para algtbeiaa a 29400 a
duzia; ditos maiores s 3g; ditos de cambraia
de linho a .69. 7 e 8$ rs. a dezia ; ditos borda-
dos muito Unos n 89 rs. cada um ; ditos de cam-
braia da algodao com bico largo] de liaho em
volt* a 1-3280; ditos com reoda, bico e labyrin-
lo a 2000 ; e alm diato. oatras bailas fazen-
das que se vendera muito barata a diaheiro a
vista: na ra do Queimado n.22, loja da Boi .
BodIos cintos para senho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vender- mili boni-
tas fitas com Qvelaa para cintos
meninas, e pelo baratiaaimo preco de J : em
dita loia da aguia branca, ra d< Queimadonu-
mero 16.
Cheguem ao
O Preguica est queimandoj em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pactada brtanos de rolo rjom 10 varas a
28, casemira escura infestada aropriapara cal-
ca, eollete e pa litis a. 960 rs Jo cavado, cam-
bala organdy do muito bom osto a 480, rs
arara,, dita liza transparente uito fina a 39w
491 59, a 6 a peca, dita-tapada, com 10 varas
a 59 e 69a per;, chitas largai de modernos e
escolhidos padrees a 240, 200280 rs. o ova-
do, riquissimos chales da marin eslanpado
'Tf a 8is ditos bordados eomlduas palmas, fa-
mmda muito delicada a 99 cada um, ditos com
urna s palma, mu la aat 19590, dalas lisos
cota franjas do-aarm a 59>4iaat dcatea 1 com
barra a 100, 120 e 100 cadafum, metis muito
fttas para seo hora a At a d
qualidade a 39 e 89500 a d
Na ra da Aurora n. tO, segundo
andar, vende-se urna bonita escrava
sem netos, que sabe coser, cosinbar e
engommar bem- mo(a e sadia, se dir'
ao comprador a raz8o porque se vende.
% Attenco.
a Cortes de vestidos-de oobreza bordados
H a velludo de duas salas e dous babados a
$ 8OI0O0.
%mwmmmmmmm* t*****
$9 Grosdenaple preto de ljjSOO a 49 o co-
ja) vado.
Mots de fil de seda preta a 7f, A\-
^ tade dentelle a 205. e outras muitas fa-
< zeadas pretas proprias para a quarasma. A
@*# 999 93
2 Sobrecasacas %
9 prelas finas a 265- #
9**as9999999
W Paleto! da panno mesclado a 209 na f>
# ra do Crespo n. 8, loja amarella, succes- ga
9 3f de Antonio Francisco Pereira. m
9999?9W 9 #
Queijos frescos
a 1^800.
Vendem-se queijos vindo no ultimo vapor, e s
servo para comer j por ser frescos e de nao po-
der aturar muito lempo a 19800, dito era libra a
640: oa travessa do paleo do Paraizo n. 16, casa
pintada de amarado.
Tachas e moendas
Braga Silva & C., tem seropre no seu depo-
site da ra da Moeda a. 3 4, um grande sorti-
mento de tachas e moendas para engenho, do
muito acreditado fabricante Edwir Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na ra da Trapi-
che n.d.
Vende-se
O engenho Primavera com meia legua de larra
de frente e meia de fundo, com proporces para
safrejar de 1300 a 1400 pbes annuaes, com malas
suTicienles, d'agua cora bom acude, encllente
cercado, e da surcado ; a obra do engenho e casa
de purgar consta de II thesouras, tem casa da
purgar para 600 paes, estufa boa, casa de vven-
da soffrlvel, assentamento para cozer relame dis-
tante duas leguas do embarque na cidada do Rio
Formoso, cora casas par lavradores, e de sorTri-
vr prodcelo: a tratar com Manoel' Correal ves
da Silva, ou com o proprietario 00 engenho Ca-
rnario, dislriclo de Barreiros.
Vendem-sa mu i bonitas bolsa* At tapete prt-
prias para viagens, etc., ate, pelos baratissimos
precos de 59, 69 e 79 : na loja da aguia branca,
ra doQneimado o. 18*-
As melhores machinas de co-
zer dos mais afamados au-
toresde Ifev-York, Snger
4 CM Whecler A Wilson e
re Estas ma-
chinas que
sao aa melho-
res e mais
dorado uras
moslram-se a
qualqaer hora
e eosina-ee a
Ira bal ha r naa
casas dos com-
pradores ga-
rsntindo-se a
sua boa quali-
dade e dura-
(80: no depo-
sfto de ma-
chinas de
Raymuodo Carlos Leite & Irmo, ma da Imoe-
atriz n. 12, adUgameat^aterro da Boa-VlsU
Ma roa daCwi oolecire n. 41 eqafna para a
cua da LingoeU, h ura complete- sortimento de
calQadodetodasasqualidades. aasim como sola
franceza, cordavio. cooro de porco e todos os
aviamentos precisos, o que rudo se vende por
menos preco que em outra o/oal^uer parle ? na
mesraa loja precisa-se de ofBciaaa dawpaUiro e
tambera so recebo alguns aprendrzes forros ou
escravos.
Botica.
Beriholorncu Francisca dt Souza, ra larg
do Rosao n. 36, vtndoos- seguintes medie*
roenios :
Rebl'ASeeteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetis.
Salsa parrilha Brislol.
Dita Sands.
Vermfugo inglaz.
Xatopa do Bosque.
Pilulaa americanas (contra febree).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathieo.
Vidros de bocea larga com rolhas, de 2 oncas
12 Fibras. ^
Assim como tem um-grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a modio
paspa.
Vende-se a parte de um sobrado de 3 an-
dares. D*tuDUitan. 89: os pretendentea di-
rijtm-se ra do Queimado n. 41.
Pianos
Saunders an-otbers 4 8. tem pan vender em
eaarmazaaa, Bvapaatodo Corpo Santo n.ll,
alguns pianoa do ultimo gost recentimente
chegados dosbem conbecidose acreditadosa-
bricantes l. Broadwood & Sonado Londres e
muito uroDrio para este-clima
Vendem-se dous jogos de livros muito st-
perfores, proprios para escripia, por baratieeirao
pre^o : na ra Direita, loja n. 73.
Cal de Lisboa,
Na travessa do arsenal de guerra, taberna ns.
1 e 3, eatao venda os seguales genero por pro-
cos commodos :
Barricas de cal virgem de Lisboa em pedra.
Saccas com arroz das Alagoas, muito novo.
Molhos de palha de carnauba muito alva e
nova.
Urna carroca para um s* boi, nova e bem cons-
truida de sicupira.
trato
ndarsuasencommendas nosrmazrProa^sso,quoflelj tftanw t Bbaqaalidtda Jiuitasfazands. qua st farijoattaMoaaeompra^
ima 4>#4 *>

ditas do boa
, chitas fran-
t 280 rs.
sa 59900 a
atanco depure
i vara, dita proa
1, brUaantr
da diffsreDtaa
ras prataa
cambraia
poseeattaenu r raftnvn ha-atooVses fttaaa>dti ar gambo a aatmbrot lav rs prea e de salpicos a 500 rj. a vara, e outras Sg^'fc' ^gffi frjff (fla,t^l0 b"
dr> a de todas st dira am
Padaria.
Na travessa do arsenal d guerra ns. 1 3
vende-se ou aluga-se urna padaria bem montada
em em bom lugar, bem como um deposito da
mesma collocado em o centro desta cidade e de
muita concorrencia : qnem pretender ambos os
estabelecimentos ous a padaria dirija-se casa
cima que se far negocio em conta.
Pao a tarde.
Veade-se pi qvente da raelbor facnba, dea
6 hors da tarda em diante : na padaria atrae da
matriz da Boa-Vistan. 26;
por-
Baratissimos jarros de
cellana.
Vende-se mui bonitos jarros de porcellana dou-
rada, da lmannos nao pequeos, proprios pa-
ra eofeit'es da asesas, ornato de gabioete, etc.,
peleo baratissimos precos da 39 a 4J00O o pare
na too do Qoeimado. lojr d'Aguia Branca o. 16.
Attenco.
Na roa do Trapiche n. 46, em cata do Rostros
Raokar & C eaiala um bom aortiaaaato de II-
nhas de corea e brancas am canaleta, do malhor
fabricante Je Inglaterra, as qaaea se veodecu por
precos mui razoaveis.
tBaKBB^^BBB%aSiaHWataa^am>Maaa^^Bi 1
i am ralas
baratas;
i 9 Ba do Queimado 19
fmi MJUaJUa.
Na loja de undezas da ra do
Imperador n. 3, por baixo
dabandeira do retratista.
La para bordar de toda* as-cores, a libra-a 5J.
69 e 8jJ, alamares.para capote dourados e bron-
zeados, a groza a 8, 10 e 129,. chapeos de seda
para stnbpaaa 14a a 13|. peonas de ac a groza
a 40Oe 500 rs., bbtSes de finha, de fstao e de
seda para casa veque, a duzia a 200,320 e 500 rs..
cairas de lamparines a 48 e 5frrs., manguitos a
29 e 2J500. golliohis a 809. lele 29. gollinhas
prelas a 29 e a 89, mantegueiras finas-a 49 e 5a
caixas de vispora a 800 rs., babado do Porto iar-
f2Ja*Soa,2t>'e 18 ** Al datos a peca a
160 e200 rs., fita de linho a 40 rs., caixas ecar-
tees de clcheles a 60 rs., froco para bordar a
200 rs. a peca, froco para florea e eofeites agflT a
400 rs. a peca com rame e sem elle, papis de
rebiquea lOOeaSOrs., agulheiros com agulhas
francezas a 180 rs.,. franjas e galoes de finha a
vars a 80 e 100 rs., botbes de ronca para camisa
a groza a 100 e 120 rs.,, masaos de grampos a -40
rs., pentes de bateia paraalisar a200 e a 240 rs.,
franjas de seda pretas o de core de uro adera
um palmo de largara. Olas da todas as qualida-
tfes, quadros doorados, esoelbos doundos, ban-
dejas, bicos de seda pretos e brancos, chapeos
toacas e bonete para menino, grvalas, e outros
mui tos objectos ; ludo, se vende por baralitaimo
preco, e tambara se vende a armacao e pertnces
em porcoes ; larahaai st vendo-
Vala Ae
na eidada do Aracaty,
Ven
Cear, um sobrado a melada da outra, est siso
oa sriueipal raa do Commercio, lado do rrsscen-
u. local alli proferida pav taaW-paat aamlqaer
stabelecimeoto e morada de familia ; tem boa
N. armaaaa egroado^Uk aa^rtslaiwtav na
ra da Cftat do mesmo lado, com boas commo-
dos, boa loja e armazem; e quintal com bastante
fundo, amboscom cacimbas com boa agua. Tan>
bearaffce* 'perraau por p*ede9*amaai praaa alguma pessoa que desta pata alH onelrateesta
belecerou morar, iet^ta4aoarataosl para aquel-
la, cidade immensaa fauvliaa que tatn so-dada
beratanto desande e passad," comb pele bom
gjggy'-ffi*** : qafcViesfaai os Wroo
psadabsutaaija tu a vaadeVieBrtoaweVw.aebt-
aloes
rt
n erro com
#a ou traspataa-se urna casa de tor-
toaaa os seus pertnces. v madeiras
dtiataaMbst toamtttdaaa,
;eom paiQo^____
o viole e tantos pranches
casca da Mam
boira oa rpl
ditotldbr; aa ruada1


1 r
l QDJMQi FER 13
> M4861.
"W
r

45 Ra Wrata 45
Teodo de augmentar 30 (, o MI
nhora e o de homemlO |, do dia
do de se-
de feveroiro
Grafimatea in-
giera 4e OUeadortT.
Novo metbodopara aprender afr,
a escrever e afallaringlezem 6 mezes,
obra nteiramente nova, parauso de
lO^OO
000
8j|500
8#000
6$000
6^000
50600
5200
5$ em dianta, en conaequencia da no* pauU qee todos OS e&tabelecimento* de instruc-
^^So'e^SeX d. WlSSffl. l*0 PubUco Paulares- Vende-
46, nao quer que os scus freguezes carreguem ,e napraca de Pedro II (antigo largo
com as coosequeucias do systema fioanceiro do do Collegio) n. 57. segundo andar.
Sr. ministro da fazenda e por uso sustenta os J BB**"'*U "UM"
presos do sea calcado pela tabella seguate.;
Homem.
Borzeguini para homem (iin-
periaes)........
Ditos (aristocrticos).
Ditos (prova d agua) .
Ditos (Bersagiien).....
Ditos (communistas).
Meios borzeguins (patente).
Sapa toes (3 bateras). .
Ditos (sola dupla). ,
Ditos (blusas), .....
Senhora.
Botinas (prima dona). 5<(000
Ditos (vis a vis)..... 4#800
Ditos (me deixe)..... 4#500
Ditos (grisete)...... */|000
Meninos e meninas.
SapatOes (bezerro)..... 4|000
Ditos (diabretes)..... 5^500
Ditos (salva pt)...... 3,0000
Botinas (bolicosas)..... 4#000
Ditas (para cr i ancas). 3#500
Sapatos para senhora (lustre). 1,0200
E id completo sortimeolo de couro de lustre,
marroquira, sola, bezerro rancez. couriohos e
tudo que oecessario a um irmo de S. Cris-
pina, adrogado dos artistas sapateiros. por presos
que so este estabeleciraeolo pode tender.
Vendem-se duas pequeas moradas]de ca-
sas terreas de lijlo o cal, senlo ama ellas
maijr de que a oulra, e ambasjualas, ne ateiro
dos Atogados ns. 214 e 21G ; a tratar na de a.
214 que fica quasi confronte a aula particular de
primeiras letras do professor o Sr. Itanoel Felii
Aires da Cruz.
Vinho do Porto, genuino,
, Rico de 1820.
Stomacsl de 1830.
Precioso de 1847.
As duzias.e em caixinhas, a dinheiro,por ba-
ato preco .rende-sena ra do Trapiche n. 40,
escriptorio.
Milho e farelo a
ROIIPi FEITA ANDA MA1S BARATAS.!
SORTIMENTO COMPLETO
M
tadas e obras feilas.!
i
LOJA E ARMAZEM
DK
Ges k Bast
3,100rs.
Vendem-se saceos com 24 cuias de milho
35100, dito novo a 3S6C0. em porcao so faz diffe-
renca, e saceos com farelo muilo barato por ser
de commisio : na travessa do pateo do Paraizo
o. 16, casa pintada de amarello.
/?ua do Crespo n. 8, leja
de 4 portas.
Pechincha que admira!
Chitas francezas, cores (xas e lindos dcsenbos
a 240 rs. a corado; do-se amostras com penhor.
VENDE-SE.
No armazem de Antunes Guimaraes & Com.,
milho novo e farello em caceas grandes no largo
da Assembla n. 16.
NA
Una do Queimado
tt. 46, trente amar ella.
Constantemente temos um grande e va-
riado sorlimento de sobreeasacas pretas
"Panno e de cores mullo flno a 28,
oOJ e 35, paletots dos meamos pannos
205, 225 e 245, ditos saecos pretos dos
mesmos pannos a 14. 16 e 18$, casa- M
cas pretas muito bem feitas e de superior m
panno a 289, 30$ e 35. sobreeasacas de 5
casemira de cores multo finos a 15, 165
6 185, ditos saceos das mesmas casemi-
ra s a 105, 12 e 148, calcas prelas de
casemira fina para homem a 8, 9, 10/
e 12, ditas de casemira decores a 75. 8,
9 e 10, ditas de brim brancos muito
fina a 5$ e 6, ditas de ditos decores a
3, 3500, 4 e 4500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 45 e 45500, col-
letes pretos de casemira a 5 e 6, ditos
de ditos de cores a 4f,500 e 5, ditos
brancos de seda para easamenlo a 5,
ditos de 6, colletes de brim branco e de
fusto a 3, 39500 e 4, ditos de corea a
2500 e 3, paletots pretos de merino de
cordo sacco e sobrecasaco a 7f, 8 e 9,
colletes pretos para lulo a 43500 e 5,
cas pretal de merino a 4500 e 5 pa-
letots de alpaca preta a 3500 e 45, ditos
sobrecasaco a 6, 7e 85, muito flno col-
letes de gorguro de seda de cores muito
boa fazeoda a 3800 e 45. colletes de vel-
ludo de cores e pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14, 15 e 16, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6500 e
& "8, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
3j500, ditos sobrecasacos a 55 e 550O,
II calcas de casemira pretas e de cores a 6,
9 6$500 e 7, camisas para menino a 20
|E a duzia, camisas ioglezas pregas largas
*" muito superior a 32 a duzia pan acabar.
Assim como temos urna officina de al K
faiate onde mandamos executar todas as 5
obras com brevidade. IB
xkweiesieses m&h snaiHiseieS
8
EAU MINERALE
NATURALLEDE VICHY
Deposito na botica franceza ra da Cruz n.22
Peanas d'aco.
A loja d'Aguia-Branca recebeu um grande sorli-
mento de pennas d'aco de differentes qualidades
as qaaesest vendendo de 500 a l000rs. gro-
sa. E' o mais barato possivel: naruadoQuei-
mado loja d'Aguia-Branca, n. 16.
STSTE HA MEDICO DE H0LL0WAY.
PILULAS HOLLWOTA-
Este inestimavel especifico, composto inteira,
mente de hervts medicinaos, nao eontm mercu-
rio era algaras ouua substancia delecteria. Be-
nigno mais lenra infancia, e a compleicao mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarraigar o mal na compleicao mais robusta ;
enteirarnante innocente em suas operaces eef-
feitos ; pois busca e remove as doencas de qual-
quer espacie e grao por mais amigas e tenates
que sejam.
Entre mimares de pessoas curadas com este
remelio, muitas que estavam as perlas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn
recobrar a sauie e torgas, depois dehaver tenta-
do inullimente todos os oulros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a des-
esperaco ; fajara um competente ensaio dos
e&cazes eSeilos desta assoflbrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saode.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguimos eafermidades:
accidentas epilpticos
Al p o rea 3.
Ara polas.
Arelas (mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Dabilidadeou extenu
Debiiidade oo falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desioteria.
Dar de garganta.
de barriga.,
nos ras.
Dureza na ventre.
Eufermidadesao ventre
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Eachaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto da especie.1
Gotta.
Heraorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
InQammacoes.
Irregularidades
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas aa cutis.
Abstruce,ao de ventre.
Phtysica ou eonsamp-
pulmonar.
Reteaeao de ourina.
Rheumatismo.
Symplomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Yeaereo(maI).

Febreto intermitente,
Venda-se estas pilaras no astabeleeimento 'ge-
ral de Londres n. 224, Strands.'e na loja de
todos os balicarios droguista e outras peatoas ea-
arregadas de su veda em toda America, do
Sul, Maraa o Hspanba.
Veodem-so as -booatnbas a 800 rs. cada
urna dallas, coaita orna itUracAo am portu
guaz pira exfiioar nudo de osar daslae pi-
Islas.
O deposito,geral em casa do Sr. S
dharmaf4iiiif(), na ra da Cnu...33rua.gir
-
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as naces
podem leslemnnbar as virtudes deste remedio
meomparaveleprovarem caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram lera seu >rpo e
membros nteiramente saos depois de havor em-
pregado intilmente outros traUraenlos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravillosas pela leitura dos peridicos, que Ih'as
relatam todos os dias ha mnitos annos; e a
maior parte deltas sao lao sor prndenles que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran com este soberano remedio
o uso de seus bra$os e pernas, depois de ter
permanecido longo tempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a ampntaeao 1 Dallas ha roui-
cas que havendo deixado esses, asylos de pade-
timentos, para se nao submeterem a essa ope-
racio dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
guraas das taes pessea na enfuso de seu reco-
nbecimenlo declararam estes resultados benfi-
cos diente do lord corregedor e outros magis-
trados, afimde mais autenticaren] sua afirma-
tiva .
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que todo cura.
O tanguelo he mil, mais partica-
nte nos seSaintes casos,
inflammacao da bexiga.
Alporcas
Caimbras
Calla*.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabeea.
das costas.
dos membros.
Emfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anu.
Erapces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
FiaWada os {alta de
ealer as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivaesfialdadass.
Alfoie
Vende-se algodo moBitro com duaslaqgwaa,
muito proprio pan toalhaa elencies por Bmii'
ar toda e qaalqtror coatuta, immME^^M
prec. dettftrs. a 22, aa lo>a o. f.
\VM69tt'
0 BASTOS
que oui 'ora tiitha loja na roa do
mado a. 46, qun gyrava sob a fuma de
Gee ^Bastos participa aoi seus nume-
rosos freguezes que dusolveu a sociedade ]
que tinha cois o meamo Ges lendo sido
substituida por un seu mane do mesmo
nome, por isso ticou gyraudo a meama
firma de Ges &: Bastos, assim comoapro-
veita a occasio para annanciar abertura
do seu grande armazem na ra Nova jun-
to a Conceicao dos Militares o. 47, que
passa a gyrar sob a firma
DE
Bastos Reg
com um grande e numoroso sorlimento de
roupas (uitas e fazeodas de apurado gos-
to, por precos isuito mjdicados como
de seu costnme, assim como sejam: ri-
cos sobrecasacos de superior panno fino
prelo e de cr a 25$, 28$ e 30, casacas
do mesmo panno a 80 e a 3^#, paletots
sobrecasacados do mesmo panno a 18,
20 e a 22$, ditos saceos de panno prelo a
12 e a 14$, ditos de casemira de cor
omito fina modelo ingles a 9J, 10, 12
e 14, ditos do .estamenha azeda de
apurado gosto a5e6J, ditos de alpaca
preta e de edr a 4. sobrecasacos de me-
rino de cordao a 8, ditos muito superior
a 12, ditos saceos a 5, ditos de esguiio
pardo flno a 4,4500e 5$, dos de fus-
to de cor a 3, 3ibO0 e 4. ditos brac-
eos a 45Q0 e 5j5C, ditos de brim pardo
fine sacco a 2J 00, calcas de brim de cor
finas a 3. 8ji800,4e'4jJ500. ditas de di-
to branco finas 1 S| e 6500, ditas de
princeza proprins para luto a 4$, ditas de
merino de cordao preto fino a 5 e 6,
ditas de casemira de cor e preta a 8, D
e 10, colletes de casemira de cor e pre-
ta a 48500 e 5. ditos do seda branca para
casamento a 5, ditos de brim branco a
3 e 4, oilos d ? eor a 8,colletes de me-
rm para lulo a 4$ e 4500. ricos rob-
chambres de chita para homem a 10,pa-
letots de_ panno fino para menino a 12$ e
14,casacas do mosmo panno a 15g,calcas
de brim e de casemira para meninas, pa-
letots de alpaca ede brim para os mesmos,
sapatos de lranra para homem e senho-
ra a 1 e 150G, ccroulas de bramante a
18 e 20 a duzia, eamisaa francezas fi-
nas de core brancas de novos modelos a
178.18, 20, 4g. 28 e 30 a duzia,
ditas de peitos ae linho a 30 a duzia, di-
las para menina a 1|800 cada urna, ricas
grvalas brancas para casamento a 1)800
e2 cada urna, ricos uniformes de case-
mira de cor de muilo apurado gosto tanto
no modello cono na qualidade pelo di-
minuto preco de 35$, e s com avista se
pode reconbecer que barato, ricas capas
de casemira para senhora a 18# e 20,
muitas outras fazeodas de excellente
gosto que se deixam de mencionar que
por ser grande quantidade se torna eu-
fadonho, assim como se recebe tada e
qualquer encummenda de roupas feilas,
para o que ha um grande numero de fa-
zendas escoliadas e urna grande oflicina
dealfaiateque pela suapromptidoeper-
feico nada deir.a a desejar.
F chegado a loja da a,
Cabog n. 1 B, as verda
que se vendem por barali
a vara, ou peca de 50 mo
cintos de marroquidt mui
roo preco de 1 e 1200, p
to para alisar como para
para menina de todos os
que pode haver
tmenlo
loes.
Seusjroprielarios offar* mmerosos fregueses e* *hh4eo en
UmanhM rodas 4 agua para engenhos, todas de ferro ou para cubos de madeira raoendas
iiasmoaniu, tacna, d. ierro balido iundido de todo. M Oma.ho., juiSSe. Jmdm
^mUv roda, rodete, quilbo-eboc-a par. forn.lba. m^Uus.p.r. '.m^arSiiSTnn
escarocar algodao. prencas para mandioca a oleo de omi, porteo, VU,u, columnas e 01-
aa^b.Sfm.A^* *U,l,:adrM' PDttT' cwto"88 ,llV bo... alvorengw, botes e todas
ml5l!!. mach,n;sf. Eec>-w qualquer obra u^ qual for aua natureza pelos deseuhos ou
moldes que para tal Gm farem apres^nUdos. Resebem- oocommendaa ^tabelecireento na
12l?1i-J\k e."r"d0 elegi hoj. dolmper^or o. 65 moradi. doexeiro do "
tabelecimento Jos loaquim da Costa Pereira, com quem os pratendentes so podem entender para
qoalquer oora. r
de ouro na ra do
molas para baldes
mo preco de 200 rs.
os a 8$, assim como
lindos pelo baralissi-
ntes de borracha tao-
bichos, e de travessa
amanhos o mais flno
, assim colno chegou o bello sor-
o de franjas de beldta para cortinado, pe-
^? e *9800 a Pe"Jde 15 *. quitos
mais objeclos que se vende tudo muito barato, e
que a vala do fregus naiee engeila negocio.
Breu e Trelo.
Vende-se superior breu e farelo : no armazem
de Francisco L. O. Aieve !o, na ra da Matrre de
Dos n. t2.
Cheguemaobarateiro, na
ra do Qieimado nu-
mero 47.
Yendem-.e chales de \i* e aeda pretos a 1S300.
dilos de cores de laa a corles de casemira
prela a 7500, panno fine a 3500 o covsdo, chi-
tas fixas a 140, cambraia de barra a 2J800 o cor-
le, chitas francezas escuiasa 240 o covado.gros-
denaple a 1600 ocovade, cortes de castor para
coica a 1, madapolo bou a 4200 e 5$ a peca,
seda de quauros a 600 n o corado, chaly a 600
u. o covado, camisas f ancezas de cores a 2,
"b"n" **M0, grvalas de selim preto a
45UU, e outras mais fazi ndas que se vendem por
todo preco vista do dli heiro.
Arados ame canos e machina-
pata lavar roupa: Tn casa deS.P. Jos
hnston & C. ra aSenzala n.49.
Para desenho.
Mui bonitas caixinhas envernizas, com tintas fi-
nas, lapis, pintis, e os mais necessarios para
desenho. E' o que de melhor e mais perfeiiose
tem visto aqu em tal genero, e vend m-se a 5,
6, 8, 10$, 12 e 14 : na ra do Queimado u.
16, laja d'Aguia-Branca.
Vende-se um rico santuario de jacarando, e
urna meia commoda da mesan madeira, obra de
apurado gosto ; na caniboa do Garmo n. 10.
Ruada Senza la Novan.42
Vende-se'em casa de S. P. Jonhston & C,
sellinse silbos nglezes, eandeeiros e casticaes
broozeados, lonas nglezes, fio de vela, chicote
para carros, emontara, arreios para carro de
um e dous cvalos relogios de ouro patente
ngles.
E' baralissimo!
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassas de cores fixas miudinhas a 240 rs. o co-
vado, cambraia, orgendys lindos deseuhos a 400
rs. o covado, e chitas largas finas de 240, 260 r
280 o covado, e outras m uitas fazendas por ba-
rjtissimo prego : oao-se amostras com penhor.
AGENCIA
DA
fudicao low-mow,
Roa da Senzalla Nova o. 42.
Neste estabelecimento contina a haver um
completo sorlimento do moeodas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
le ferro batido e coado, de todos os tamanhos
para dito.
Cal de Lisboa,
No deposito 4a ra da Cci. do RecKe n l.
acaba de ebegar pele ultimo navio a verdaoeir
cal virgen rm pedra, i flo havendo Mcm de< a
mais neuhuma no mercado, em pouros dias w
concluir, por iaso deven os prelendenles
correr quanio antes.
coa-
Cheguem l
>ja da Boa f
Milho novo.
novo em saceos mut-
ua ra da Seazala
Vende-se milho
to grandes a 4$ :
Velha n. 106.
Cassas de cores.
Anda se vendem cassas de cores fixas, pedroes
muilo bonitos, pe o baratissimo preco de 240 rs.
o covado, e mais barato que chita: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
Boa f.
RELOGIOS.
Chitas francezas mijito finas de cores fixas a
280 rs. o covado ; camhraas francezas muito fia
ns 640 rs a vara; idem lisa muito fina a
4J500 e a 65000 a peca com 8 lt2 varas; di-
muito superior a 8(0(0 a peca com 10 varas ;
dita fina eom salpico i 480O a peca com 8 1i2
varas; fil de linho I so muito fino a 800 rs. a
vara ; tarlatana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitas azendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-ee muilo baratas: na ruado
Queimado n. 22, na leja da Boa fe.
Leos j>ara rap.
Vendem-se lencos m lito finos proprios para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fixas a
5$00 a duzia: na i la do Queimado n. 22. na
loja da Boa f.
Na loja da Bpa f vende-se
panno prelo fino a 4, 5, 6, 8 e 10J rs. o co-
rado, casimira preta ina a X. 3 e 4 rs. o co-
vado ; gros de nsples >relo a 2, 2500 e 3 o
covado ; alpaka preti fina a 640, 800, e muito
fina a 1 rs. o covado ; casimias muilo finas de
cores escuras com 6 palmos de largura a 4 rs. o
covado ; ditas de cor s claras a 6$ rs. o corte de
calca ; meias de alpe dao cr muito superiores a
4800 ra. a duzia ; dil s de algodo sru tambem
muito superiores para meninos a 4$ a duzia ; e
assim muitos outros artigos de lei que se ven-
dem baralissimos, seido s dinheiro: na referida
loja da Doa f. oa ra do Queimado n. 22.
Camisas
Vende-se em;a.sade Saunders Bro hers
0. pracado Corpo Santo, relogios do afama
do abricante Roskell, porprecos commodos
atambemraneellins e cadeiasraraot meamos
deezceellnte costo.
Padaria.
Na padaria de Antonio Fernandes da Silva
Beins, ra dos Pires n. 42, dase pao de venda-
gem, e na mesma vende-se pao commum, dito
de Proveces, bolacha de boa qualidade e nova,
bolachinhas. biscoitos doces e aguados, fatias,
roscas, ararula franceza, bolachinhas de dita, fa-
rinha do reino muilo nova, tudo feito das me-
lbores farinhas, e liahalhado com aceio e liaa-
peza.
Ao barato.
Pega de madapoliio fino com mofo a 3, dita
de cambraia aa fina a 3 e 3j500, la de qaa-
drinhos proplfa de vestido a 330 o covado, chita
franceza a 200 rs. o covado, dita ingleza a 160 o
covado: na ra do Queimado n. 44.
240.
Cassas de lindos padroes e cores fizas que s
pode garantir aos comprados, a 240 rs. o covado
na ra do Queimado, loja de 4 portas n.39.
e toalhas.
Vendem-se camisas Urancas muito finas pele ba-
ratissimo preco de 26 I rs. a duzia ; toalhas de li-
nho para roslo a 9 a duzia ; ditas felpudas mul-
to superiores a 1? a ozia : na ra do Queima-
do n 22, loja da Boa 6.
Paletos.
do n. 22, loja da Boa
Potassa
Vendem-se paletos le panno preto fino, muilo
bem feitos a 22 rs ; ditos de brim branco de
linho a 5 re.; ditos i e selineta escures a 3;500,
muitobaralo, sproveitem : na ra do Queima-
f.
da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido o acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova a de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
edra, tudo por precos mais baratos do que em
ulra qualquer partaJ
geej-ege*e#vf
t Remedios
Vpndem-se
Mmente urna i..
e boa ensaboadeira
esrravos de ambos os sexos
juniamente um. preta de meia id.de, corinheir
na ra Direita n. 66.
Cera de carnauba.
A melhor que tem vindo ao mercado, e por
preco commodo : no largo da Assembla n. 19
armazem de Antunes Guimaies & C. '
Farelo e milho.
Saceos grandes, e de muilo boa qualidade : no
largo da Assembla n. 19, armazem de Antunes
Guimaraes & C
Burros de ModImideo,
por todo o preco, mansos e gordos : no armazem
amarello em frente do arsenal : a tratar com o
capillo Sebasl, ou rom Antunes Guimaraes & C,
no largo da Assembla n. 19.
Attenco.
Vende-se 1 negrnha de 8 annos de idade por
56OJ0O0, urna dita de idade de 9 annos pnr 650,
5 escravos de 25 a 38 annos de idade, 2 negros
pegas: na ra das Aguas-Verdes n. 46.
Relogios.
Yende-se em casa deJobnstonPater & C,
ra do Vigario n. 3, umbello sorlimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
urna vanedade de bonitos irancehns para o aoscapiiaes de campo a sua cbdiui
nn.._^__ 'ma rlcll.. <----* _
cobertos e descobertosr pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para hornera e senhora de
om dos melhores fabricantes de Liverpool, vin-
yf i2rr"i,,w io""*
Dr7(t.?9~t~"LaX? pre' K0V>> "O" cozinheiro
prefere-ae vende-lo para engenho
Cadeia do Recife n. 29,
na ra
aimazem do louca.
da
Perfumaras
novas,
prpSVncormenm'a ^Velf' ?
nenio de perfumaras fl.a7.ieqE?/i7;",>-
dendo por menos du que em out?, .!?, f PD"
te : sendo o be conhecido o"eo ffiS7 A8'"
h. Societ Hygieniqu,,. Iofra,fo fl *"
tractos em boi.ius ras*e 4* eorea d a *~
2. 28500, 3 e 4. a afamada banb? u"?"'
te. .uuae ifr.alaaei.le as e noiss>m.?r
ajapenai^eo bo.itos frasees, cnia tZ D.
dro tambem cheia da meema ti, J' de TI"
odonnell, principe imperial eres. !. k"^'
cop.nhoscom tampedeoiotal ?.!? 0n"08
diversa, qualidade.. "das e,tas r*""'88
bonitos v.aosde porcejlan. dour,da lt0Uo*
^tq^hoed!?heirnb72SS3";^-
Escravos Mugios.
- Fugio na noile de 23 oe jinriro do rorrrn-
JInoe^, dei3 .T0*; 0-T""> "ioul "
Sianoel, de 4d annos de idade. cor t.rela etn*
ouas largas, esialura regular, disbarr gldo. e (al-
ueTnr."^^"'^8 0mr"i0 o nfuito't.b.co
T,V, ,' P/I,d, fom r8B180 Cft *lodo de
in.f ,'."'.^oflo azul americano; elle
r?..Sl"HdV,d,d5 Io Afu- P'ovin.ia do Rio
.' d.! Aa 1,orl. meial de ferre.u.. falla be.
LX'aI ?e,8 bastante ladino : este preto sirudo e .em bnm
iZ Jhll h V" C?"'0 ." P,0Tf",, 1e elle v
do on vi la dando-se por forro, por taaorofla-u
as aulondadea dos lugarea por onde elle anoar l
apprehensao. ass-m romo recommenda '
sua
mesmos
a, e
se
aqnelie
SEDULAS
de1$e5,$000.
Continua-se a trocar aeds de urna s figura \i\~Ma V?tu"T*~n ft ,,ai, "
por metade do descont que exige a ihesouraria J0 \Z ie ,^' mf "llqUe V'? le"ha m
desta provincia, e as nolis das mais prac.s do \'Z\!!L\T^"10 *?
?e.',,!a D0C'"* o "rar. pode-o levar
, ao seu sonhur o m,or Antonio da Silva Gustnao
(^ns',.do.narUaIn,per*1' que >em recom
! r.TTt tif." e.rtl'!?da <,,ne*ra M8ria. "a de
i JA mC'- de C8nl"ce, morado? na roa do
; Imperador cuja prela tem os aigoaea aeguintes
levou vestido de rhila de assenlo biacoT
i cor de caf, suppoe-se ter levado
q lla-
mis OU-
a nmda-
impeno com
torio de Azeredo
n. 1.
-**.av-r^-*i'5Ba&Tas*asS
compndo e os mais curios de mais, cabello cor-
tado com una pequea gafurina, falla um pouro
air,ve,(Sado por ser de AngoU ; pede-se as au-
& lleudes, ra da Cruze
americanos
OUTOR
L de New-YorkJ
4 dinheiro-
da matriz
Lepra.
Malee das pernea,
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura do mosquitos
Pulmes.
Quei ndelas.
Sarna
SupuTaees ptridas
Tinha, em qualquer
parta que seja.
Tresnor de ervos
Ulceras na bocea.
do figado.
das artkttlaeees.
IVeias torcidas ou no-
das as pernas.
vantle-se oste ungento no estabelecimento
jewJie Lond/ea UPB44, Strand, o na laja
iotooa os boaioartos droguistas a asrtraa pas-
sou encarregadas e> ana feoda em toda a
Ametcadosul, Hadarme Hespafiha.
Vende sa a 800 u., c*da faooeUha eonUmj
urna Bettacao ean yattsasac pora oxlicar a
modo de (azor uso deste ungento
O deposito jaral em
na a ala Ctu a. JA.
azendas boas e baratas.
Vende-se a 1.J800 grosdeoaples preto
encorpado com 4 palmos de largara, fa-
zenda que sempre ae vendeu por S500 e
2(800, na loja o. 23.
Vende-se a 10;} mantas pretas de fil de
linho que sempro se vendeu por 14 e
15, na loja n. 23.
Vende-se a 2j!i00 grosdenaplcs prelo
superior tao encorpado que parece gor-
guro fazenda cssa que sempre se ven-'
deu a8200e3500 na loja n. 23.
do Sol
SRadway & C.
PROMPO ALIVIO
Rcsoluvi i renovador.
I Pilulas reguladoras.
~ Estes remedios ji lio aqu bem conhe-
cidos pelas admiran is curas que tem ob-
tido em toda a sorte de febres, molestias
chronicas, molestias de senl
le etc., etc., conforn e se v as inslruc-
i

coes que
tuguez.
se aehant
de senboras, de pe-
e se v as instruc- V
traduzidas em por- #
Salsa parrilha legitima eg
original qo antigo
|DR. JACOB TOUUSENDi
\ 0 melhor pnrifiritdor do sangoe
cora radiwlmente
Vende-se luvas pretas de torcal u re-
troz a 1, que sempre se vendeu por
1800 e S. na loja n. 23.
Vende-se a 4 as conhecidas saias ba-
lso demusselin e cutim de algodo que
ewpte se vendou por 5$ e Of.
Tenda-se vestidos pretos bordados
velludo com pequeo toque de mofo a
80, ditos perfeitos de duas saias bordados
de seda a 6Qf:
Erisipela.
Rheumatismo:
Chagas.
Alporcas.
Impingeos.
Iihtisicas.
atarrho:
encas de figado.
Effeitosdo azougue.
olestias de pelle.
Pelo nmincio parece incrival que es-,
j w lasendas se vssMtan Mr esees precos
rfueM resdaoo i o masa barato qaoae tem
visto.
Do-se as amustias aa m da Cadeia
eearonte ao be eco Uno leja o. 33 do
fiuriel,& PeriAo.
Vende-se no armazem do fazendas do
, Raymundo Carlos Leite|& Irmo, ra do
, lmperatrizn IS.
4iOJa do Vapor
Grande e-variado sortimeolo de calcado fran-
cos, roupa feria, miedosas pas o perfumarlas,
tudo por menos do que em oulra -parte'. a toja
do vapor, na ra Nova n. 7
Gomma doracaty.
Tende-se etcelleate gama* do Aracaty; na
ra da Cadeia do Recile, primeira tarr, a. .'
tabrtm ^^T
8i
Chega para todos.
,. M ^_J toileal^OBtipWio delNoBool Jgnaoio.1
ra.ewe.iBB.t.^vtas* **jms xe; deOBvmm^ KH, laqo *oXorfo Saate.
.4tfc;?^^S5^:S'riS*SBJa!: i *a,.taiX ffmmi
^aT^Qrt>M^a.^^mwift##l|alo-l en*eNmwsxsssamioiloa5Blm4 fiawlBa^
ad BeaM. raa-inllairooaaaean. 4,
"
Ges & Bastos.
Roa do Queimado d. 46,
Tendo os annuncianles conseguido elevar este
estabelecimento a um tngraneecimeBto digno
desta grande cidade, apreseniam i concurrencia
daste lustrado publico, o mais moderno, varia-
do e escolhido sorlimento de roupas diversas e
de fazendas escolhidas para todas as estacoes
Sempre solcitos em bem servir aos seus nume-
rosos freguezes nao s em precos romo em bre-
vidade, acaba de augmentar opesroal do sua of-
Cna, sendo ella d'ira em diante dirigida pelo
insigne mostr LAUR1ANO JOS' DE BARROS,
o qual os seos numerosos fregueses podem pro-
curar na loja n. 46 ou no primeiro andar do
mesmo estabelecimento, astim pois em poucos
dias se aprompta qualquer encommenda, quer
i casaca, quer fsrdes dos Sis. ooiaes de marinha
e ezercito. Outro sim recommendam aos Srs
paes de familia grande sorlimento de roupas pa-
ra meninos de todas as idades.
FROCO.
Vende-ae frco de todas as cores egrossoras,
com rame e sem elle a 400, E.gO, 640 e 111 rs. a
peca; na ra do Queimado, lord da aguia bran-
ca n.16.
JBt elogios JK
Suissos.
Em casade SchaSeitlin & C.rua da Cruz n.
88, vende-se um urande e variado sortimento
de relogios de algibeira horiaontaes, patentes.
chronometros.meioschronometros de ouro. pra-
la don rada o foleados a ouro, sendo estes relo-
giosdos primeiros fabricantes da Suissa, que se
venderlo per preces razoavets.
Vendem-se noventa a plices da
companhia do Beberibe : na ra Nova
n. 14, primeiro andar.
9eado*ao na eiaade de Aracaty urna casa
terrea com eolio, bom quiaUl cacimba, na prin-
cioeleaa deeemssercie, aroaria 999 quem qui-
aor-ali eitabaleaer-ae. per ter nao s commodos
areeieoa pa*leaideocia, como Unkem loja. arm
londades ou a companhia de pedestre de pega-U
eleva la em casa do proprio seohor. Ella tem
Sido vii-U pela B.,a-Visia.
ia"7nLUg,i D *ta K** a>"eDle o "screvo cabra
de nome Jo.quim. de estatura regular, rr ma-
ehumh b88'8,"r 8t0lleim'"'. ecomsignaesue
chumbo as cosas ; levando vestido calca o ca-
misa de nscadinho azul, bem como um chapeo
de castor rapado rom Ola prela larga ; suppoe-se
ter seguido p.r, Macelo, o'onde veio remettido
pelo Sr. Domingos da Silva Torree para ser aqui
vendido: quem oapprehenderpodeenlreg..10 na-
quellajildade ao dilu senhor, ou nesta a Jos Joa-
quim iaa remandes & Fleos, no seu escriplo-
no, no largo da Assembla n. 16, que se grati-
Fugio da refinacSoda ra do Brum o pr^lo
Francisco, fulo, alio, secco do corpo. pernas fi-
n-s. l^m atoa sola dos ns, representa ter
20 annos de idade, sem barba, muito pachula e
regnsla, cnoulo, quando se ri d urna gsrga-
lh8dacosUimsinluular.se por urro, custuma
andar de camisa de meia por baiio de oulra
br,Dca ou azul. Ievusapal6es. calca branca e de
cOr, camisa de la encarnada abert'a pela fr.nle
e debieada ; fugio na noile do dia 27 de Janeiro
do crrenle sane ; este estuvo fui comprado ao
Sr. Bento Leite Cavalcanti Lina em 17 de dezeni-
bro de 185V, por isso o abaiio assignado roga s
aiitnndsoos e mais pe.soass appreheoso do dito
escravo. e leva lo i dita leOnacio. ou mandar dar
pyie na mesma em qualquer parte que esteta o
dito escravo. '
Do engenho Cutigi, freguezia da Escada,
ugio no dia 3 do sovembro do corrale snno
o escravo de norae Antonio, com qs signaos se-
guimos : estatura regular, eomrooUto, cabello de
negro, pouca barba, deoles limados, idade 25
ou 28 annos, pescooo p groases, tem pelo
rosto, pescoco e peilos algumas maros de pan*
nos, e alguraas cicairize* pelas costas que pre-
osla ter sido do chcale; nao levou oomsigo rou-
pa alguma, e consta haver incido para o lado do
sertao d' onde viera: quem o ajprehender, poder
leva-lo ao referido aogeaho, ou ne Recife, ra
estreila do Rosario n. 2, ao lllm. Sr. Floris-
mundo Marques Lins, que ser bem recompen-
sado. 9
--Fugio da cidade do Aracaty, no mee de se-
tembro prximo paseado, um escravo do com-
mandsnle superior Manoel Jos Fauna Pacheco,
que ha pouce o ha vis comprado ao Sr, Bemo
lioaronooCollares, de aome Jeeqoim, de idade
de cincoorrta o tantos annos, fulo, alio, magro,
denJes.grandes, e com falta de alguos na frente,
queaSeo, ps4amadaa, o com os dedos grsn-
des dos pes bem abortos, maiio pelavriador, in-
culca-se forro, e teas signaos do ter sido surrado.
_'Olc.i a tratar ae mesma cidade com os Srs. (V.11,1. mi* Mvravn ininm.,, J:. n j
C argel rmeos, qeo eeiio autorisados para eses ZZ^5?J5? f]? ^f^ ** d" G do
fim, eu nesta araca a rea deabag, toja n. 11
Cal de Lisboa
oerrease, viada o lado destGneaParoes. e sen-
do enierrogado per em peveceiro eou eoahecido,
' rtrsse que anta sido vendido or seu senhor para
Jl laropo-
aamU: aa m do fcumTt, ar". jj*"1 ^ftw"imsmaa aos Srs Beato & Le-
que gratificarlo feswofamaBte.
mos,


t%)
DIARIO DI JISatlMBlJCO. ~ QABTA PEIRA 1S PETERH10 DE 1S I
*mm
Litteratara.

Mr. a'Arzac balbaciou nio m o que, e deixoa-
e flcar sentado.
A presa e a sonira.
(Conclaaao.)
Depois do almeno, quando iodos aeharam-se
reuoidos no sali, en nolei logo na derrota do
linJo mancebo. Km vo quii elle lomar seu la-
gar ordinario junio da dona da casa, failar-lhe
ern raola<, bliles e flore*: alguns seceos raono-
syllabos (orara as nicas resposlas oblidus. Ma-
dama llrtr.ini alTocluii inierossar-se lodo o da na
conversivo gersl ; a>proiimou-se de sua pri-
ma, que. trabalhava em urna mesa e chamuu
cada instante Mr. Berau.
Mr Beraut e eu, dira ella, gosiamos das
flores, dos operarios, dos embellezameolos ; en-
trclanto queremos deixar os nossos peoales para
irmos passar em Pars o prximo invern. Quero
fazer admirar meu marido a exposiclo de hor-
ticultura. Madama Cordel j fallava vagamente
de vollar para sua casa, mas nao parta.
Eslou aqu como um quadro fra da mol-
dura, dizia ella sorrindo-se. Como podeiei tor-
nar habluar-me i mioha solidao?
Que necessidade leudos de viver sozioha ?
respondeu madama Beraut,e accrescentou
mais baito algumas palavras que nao ouvmos.
Madama de Cordel corou o fez um signal de
incredulidad*. Pcnsei eu que ella repellia a idea
de urna segunda cadeia.
Nao creJe.connuou madam Beraut, que
Rosoy seja alegre como Chaotefeuille. E' um
verdadeiro mosleiro, onde lodos os nossos avs
envelhecerara. Diana, que desenha to bem
como canii, tem um lbum cheio de vistas da
sua Thebaida. Moslrae ludo isso 4 Mr. de Res-
san, e perguntae-lhe depois se elle algum dia
pensou de ah enterrar-se aos vinte e cinco
annos.
Eu gosto do mou pobre Rosoy, do qual fal-
laos lio mal, Aato nina ; eu o amo, como os Es-
cossezes amam seu klaan. Se com urna vara
mgica erguessem um Chantefeuillo junio, eu
achara isso muito alegre, muilo florido para
mim, eu nao saberia onde eslivesse, e charaar-
vos-hia em meu soccorro para anima -lo.
Ella abri enlio um lbum e moslrou-uoa dif-
ferentes vistas do velbo caslello, urnas sepia,
o que dava-lhe um aspecto mais severo anda
tal voz Jo que a realidade ; outras 4 crayon, o que
adocava um pouco o sombro monumento feudal
E' antes um hospital do que um castello,
relorquio madama Beraut, que pareca ter toma-
do ni'sse dia a larefa de sperreiar sua cunhada.
' alii que ella pensa os ftidos, educa os or-
phaos, e destribue pao aos pobres. E' cerlamen-
le a casa do bom Deus 1
Oh I minha irmia I exclamou a pobre mu-
lher realmente confusa ; e voltou repentinamen-
te as paginas do lbum pira mostrar-nos um
ramalhetode flores aquarella desenliado das es-
tufas de ChauteftAiilli.
Fallou-se depois em um passeio projeclado pa-
ra essa raesma larde. Tratava-se do fazer urna
asrenciu nos arredores para admirarmos um
lindo ponto de vista. Mr. Beraut declarou que
o barmetro descia de urna maneira espantosa ;
mas nada deteve o conde de seus projoctos.
Deu-se pressa ao jantor e partimos. Um grande
carro foi posto nossa disposicio.
Eroquanlo esperavamos na salla que se op-
promptasso o carro, nolei qe Mr. d'Arzac es-
quivava-se docemenle. indo e viudo no jardim
como era busca de um objecto perdido. Nolei
tambem que madama Keraut olhava-o da jtnella
com um ar malicioso ; mas procurei fuer que
nao me observassem. O menor sorriso do indi-
ligencia seria extemporneo e indiscreto.
Partimos finalmente.
Urna brisa forle levantando-se gradualmente
devia adverlir-nos do perigo. Mr. Beraut, que
sua mulher arraslra contra vontade, pareca
assaz cuidadoso o repela incesantemente a
ameac do barmetro ; mas Mr. de Ressan nao
preslava ouvidos : elle achava o lempo delicio-
so e cooduzia-nos grandes passos alravez das
pedras, por quanto ello dispensa os domsticos
o detesta ser conduzido.
Madama Beraut parecia pensativa e Mr.
d'Arzac bastante contrariado. S Mr de Ressan
eslava alegre. Eu, quem nao absorvia interes-
e algum, olhava para o cu que se coloria de
tintas vermellias e para os enojos acoados
por essas rajadas de vento, que predizem as
tempestades.
Quando apeamo-nos ao p da montanha, hou-
vo quera nao o quizesse fazer, para empreben-
der a ascenso. ^
Estou com bolinas de seda, diz madama
Beraut.
Eu, acrescentou seu marido, nio me en-
coromodaria d'aqui, nem mesmo para ver urna ba-
talha, caso ella se desse 14 em cima.
Madama de Cordel eu lomos os bravos.
k corajosa castellaa scceilou o brago do conde,
e comecoo subir um pequeo carainho escor-
regadio erelvoso, que condiizia ao cimo da col-
lina ; cu os segua. Um rebanho de carneir.
empoeirsdos e pastores amelronladot pela tem-
pestado desciam rapldamenlo. Os pastores e*-
panlavam-se de nos verem subir; e com razio,
Quando ehegamos cima, descobriraos urna I
paysagem magnifica. Viam-se ao longe cam*
panarios piltrescos, valles profundos, raassigos
de bosque agrupados eom arle. O cu cm
fogo allumiava com suas vcrmelhas chatn-
mas os campos longinquos ; e rpidos relm-
pagos, sulcando o cu, esclaroeiam as choupa-
nas. Parecan) fogos de Bengala em urna festa
nacional.
De repente um Irovo se fez ouvir ; o raio ca-
hra quasi nossos ps ; madama de Cordel fez
um ligeiro movimento.
Tendea medo ? diz-llie Mr. de Ressan. Sou
muito culpado de harer-vos exposlo 4 esta tem-
pestad?.
Nio, rospondeu ella com mulla calma : na-
da temo. Aqu ou ali, estamos sempre as maos
de Deusl
Neste momento um novo ciarlo veio envol-
ve-la. Elle no-la ni ostrou com os olhos fixos
para esse cu ameagador com urna sorle de f
radiante Sua physionomia, assim animada, linha
alguma cousa mais que a belleza, tioha um en-
canto inexprimivel.
Como bello tudo isto I exclamou o conde
cora calora Eu adrairei menos o Yesuvio fume-
gante e o circo de Gavarni. E' verdade que eu
achava-rae ah com desconhecidos, com gordos
Inglezes que comiam presunto, olhando as mara-
vilhas da nalureza.
A chova nao poda fazer-se esperar; ella ca-
hiu de repente forlissima em grossis gotlas, se-
raolhantos s perolas brilhanles da saraiva. Poi
forzoso que descessemos, e o caminho se tornara
mais dilflcil.
Mr. Ressan suslenlav sua companheira com
urna extrema sollicitude ; a qual nao fazia ouvir
um murmurio. A' baixo da collina encontra-
mos Mr. d'Arzac que vinha ao nosso encontr,
com um chale em urna mo, com um chapeu
de sol na outrs. Pela vez primeira v-o correr
pressa para a joven viuva lanto lempo abando-
nada.
Temo que vos tivesseis molhado, e dei-me
pressa....
Muito obrigada I rospondeu framente ma-
dama de Cordel, algumas gotas d'agua nao me
fazem medo, e um guarda-chuva seria perigoso
de lerar-se por causa do vento. Quanto esse
chale, elle anda me parece mais molhado que
o meu.
Com elTeito, o chale escorria sobre o braco de
Mr. Celestino, que parecen confuso e despeitido.
Elle escorregava pelo capim molhado com seus
pequeos sapatos envernisados. Eu Ihe offereci o
braco.
Nao temaes nada por madama de Cordel,
digo-Ihe eu. Mr. de Ressan o melhor dos ca-
valleiros.... elle tem urna destreza___ cuida-
dos!....
Mr. Celestino nao respondeu ; seu rosto eslava
sombro como o cu.
Encontramos Mr. e madama Beraut encolhidos
no corro descoberlo, e muilo massados, po-
roi o conde nao reparou nisso. Elle tornou
conduzir-nos com muita presteza ao castello, sem
perder cousa alguma de seu transporte. E' sabi-
do que ello procura os perigos, as aventuras e
que nao se deixa aoater fcilmente.
Urna hora depoisachavamo-nos todos nos no sa-
lao, quasi enchutos. A bella Autonina, nao ten-
do querido dar-se ao trabalho de tornar pontear-
se, apresenlou-se muito lnguida, envolvida em
um chale de cachiemira azul. Madama de Cordel,
tendo mudado seu vestido preto por um outro da
mesina tur, com os bandos luziodo de chuva
como a aza de um corvo, com as faces levemente
agitadas, linha guardado da tempestado nao sei
que encanto inusitado. Urna sorpreza nos espe-
rava : adiamos no salao madama do Blegny.
Pobre Diana 1 diz rindo-se madama Beraut,
ao conde ; muilo para um dia : o passeio des-
la tarde e o piquelo eterno I lia annos que ma-
dama de Blegny nao vem 4 Chantefeuille, e apos-
to que s as cartas attrahiram-a para aqu.
Mr. de Ressan, foi extremamente dedicado.
Elle propoz idosa senhora ser parceiro, e teve
a coragem de passar o sero inteiro 4 mesa terri-
vel. lato deu-me o que pensar. Um hornera
lanca-se voluntariamente agua para salvar seu
scmelhanle, mas nao consente em enfadar-se
urna hora sem um motivo secreto, que recom-
pense sua abnegagio.
Ante de.baralhai as cartas, o conde podio so-1 Diana gostade conservar-se na sombra ra-
mente com instaoei i madama de u* lo- ponda* nadasa Beraut; vm excesso de no-
casse piano. Elfo t fe :s com aqu ^oho visU vestid, de preto ou
ordinaria e eiatiu por martuiHiaH^^^B
maneira arrebatad* Mr.d'Ar W^
della, voltando aa paginas muito f
dirigindo-lhe com um tom simp nomos
41' ^|
O lindo mancebo, irjeiujo por madama Be-
raut, nao sabia raaii que figura flzesso nesse sal-
lio one elle julgara roioar. Pode bem ser tam-
bera que elle corateasse a notar que essa Joven'
aenhora nao era muito indigna dolle. Os loncos
s aceitan o mrito o o tlenlo quando o publico
ou ao menos juizes competentes, tem assignado
a caitss regas; nunca o desete**, o na% ou-
sariam proclam-lo.com medo deserem desmen-
tidos e reprehendidos.
ni
X
=
i
Madama de Cordel nao parada notar na pre-
sent de Mr. Celestino.
O conde, na occamao de deixar o jogo, appro-
ximou-se della, e em lugar de louvores banaes,
pronunciou com um tom enternecido esta* sim-
ples palavras:
Eu vos agradeco I
Quando partimos nos? disse eu urna tardo
4 meu companheiro de viagem; ba um mez que
aqu eslimos e....
Ah 1 quem vos chama algures ? Achaes mo-
ntona esla vida ? Eu acho-a encantadora e al-
gum dia chora-la-hei. Mas, emflm, acrescentou
elle, depois do um momento de reflexio, leudes
razio; convm que breve partamos.
Alm de que conlinuei eu, est terminada
vossa tarefs philanlropica. Mr. de Arzac paro-
ce-me hoje cheio de ofciosidades para madama
de Cordel.
Mr, d'Arzac um louco, relorquio o conde
bruscamente. Elle lomarla perolas por pedras,se
as visse borda do mar, e um quadro de Ra-
phael por urna pintura ruim se o achasse em urna
moldura de pao e nao no meio de um museu com
um lugar de honra.
Madama de CorJel nao v com os mesraos
olhos quo nos, respond eu. Lembrae-vos de
suas lagrimas duraute o duelo de Boieldieu.
Mr. de Ressan quo passeiara largos passos no
qoarto, parou e disse-me mais precipitadamente
anda :
O que prova isso ? As mulheres nao gos-
tam de ser despresadas, nem mesmo pelos lou-
cos. As melhores tem alternativamente senti-
mentos heroicos e fraqueza infantis. Madama
de Cordel nao era zelosa de Mr. d'Anac, massim
de madama de Beraut.
No da seguinle, passeiando eu no parque, en-
conlrei o conde, em cujo brago appoava-se pe-
sadamente madama de Blegny. Com ella ne-
cessario fallar alto, e sem ser indiscreto, eu pu-
de ouvir de passagem, algumas palavras.
Madama, dizia Mr. de Ressan, tivesles a
gloria de descobrir e ser a primeira a proclamar
o mrito de madama de Cordol. E* um
dizieis vos, e linheis razio.
Ella tamben I pansei
Mr. de Ressan ;
anjo
Ha muilo lempo que observo, e com oculos
v-sc muitas vezes mais do que com os olhos da
mocidade, respondeu a idosa lenhora. Sim,
um anjo, e nao sei porque Antonina quera con-
demua-la casar com esse fatuo Mr. d'Arzac.
Os passeiadores sffastaram-se, e eu nio pude
ouvir mais nada.
j no bom xito da combinaco nio
pude deixar 4% sorrir vendo joven viuva appa-
e coa um vestidtacuros uns cra-
tos us.cabellos conforme o parecer do conde.
Oh 1 fllha de Eva
eu.
! Tomae caulella I dissera!
Ama simplcdadeexcessiva en urna joven senho-
ra cae na censura das outris. U Ulvez um
tanto de orgulhono fuudo dejsa humildade.
t O conde, que nio dansa neio walsa mais. dan-
ou ewilsou socoro ella; Hr. d'Arzac achou
difBculdade em obter urna fri i quadrilha. Nio
sabendo como assegurar sua importancia, elle
convidou todas as donzellas di cidado mas sem-
pre parecia cuididoso e desapt atado.
No meio do baile fallou-se le msica. Mada-
ma de Cordel foi arrastada ao piano ; caolou di-
vinamente, sem timidez at. O sen lmenlo da
arte parecia taser-Ihe esquece: o auditorio. Pro-
curava sompre pedac.ua graves, como o Adeui de
Schubert, o magnifico Natal ds Adam ; e pedi-
do do conde cantou linda o L igo primero peda-
?o, que ella para nsestreira em Chantefeuille.
Um momento pareceu-me qu > urna emogao pro-
funda alterava-lhe a voz. Mr, de Ressan escula-
va-a com arybatameolo, e um profundo silencio
reinava nesse salao, pouco ti o ruidoso.
Depois da ultima nota ho ive como que um
murmurio de admiragio : )ue talento I di-
zis-se; e ouvi acreseentar mais baixo :
c Madama de Cordel encantadora I Ella tem
um porte admiravel, e uns ol ios que ezprimem
toda a sua alma I
O incens embalsamara fin Imenle alhmos-
phera dessa joven senhora 4 i luilo tempe- obscu-
ra e despresada. Eu via-a com urna verdadeira sa-
tisfagao passar e repassaroa festa feliz e fjsonha.
A cora de cravos pareca umn cora de louros.
Sio quatro horas, disse ei finalmente meu
companheiro de viagem, e pai a quem deve pr-
se i caminho no mesmo dia. ..
Ora I respondeu elle as az descontento de
minha observacio, a noile seeipre fijar perdida.
Nio se dorme sahindo de ora baile.
Entretanto ludo chega ao i Ira. Yis-aqui urna
verdade banal, de que nio se otos jamis assaz
persuadidos. As luzes empal decian ; a mies
tinham dado as-sua Binas o signal da retirada-;,
nao restavam ruis no sali pessoas graves, nem
um funecionario, nem um pedago de fita verme-
Iha, nem um vestido escuro. Bestavam apenas-
willii fatigada, madama Beraut, cujos lindos
olhos tornavam-ee lnguidos, sua cunhada, que
sempre senhora de si, sempre prompta i servir
as outras, nio se mostrara eiladada, nem com
serano.
Era de mister partimos, e i resta vez anda vi
Mr. de Ressan rerdaderamenls embaragado, sim,
embaragado, o mais braro dos horaens. A" prin-
cipio usou elle para com a bella Antonina de pa-
tarras encantadoras, e at kr maos labios can-
dida mao que est Ihe estendia ; mas ao chegar-
se mais modesta das senhora, aquella, cuja
poaigaoelle lio cavalleirosara oto mudara, nio
disse mais cousa alguma.... penas algumas pa-
tarras banaes.
FOLHETIJ1 D
A LINDA MERCADORA DE PANOS
roa
ELIE BERTHET.
Nos das seguintes tratou-se mui seriamente
da partida. Carlas urgentes chamaram Mr. de
Ressan Pars. Elle docidio-se com pezar, elle,
sempre prompto de ordinario mudar de lugar.
Madama de Beraut annunciou-lhe sua resolug&e
de rollar i Montargis e oTerecer-lhe um soire de
despedid;
Os das que precederam esta partida foram
melanclicos para todos. Urna chura fina cahia
sobre as folhas anda verdoso encaneca o cu de
estio. Os passeios e os longos serdes no terra-
go florido estaram interdictos, o forgoso era i-
csrmos no sallio; os homens jogavam xadrez, bi-
lhar; as mulheres conversavam trabalhando. Ma-
dama de Cordel desenhava ramalhetes de rosas
orvalhadas, ou cantiva-nos aris que gostavamos.
Eu nunca encontrei carcter mais amavel, mais
egual : ao p della respirava-se nao sei que alh-
mosphera de serenidade e de paz.
Quando chegamos Montargis, madama Beraut
desarrumou seu aposento para dar-lhe um aspec-
to de festa. Os tapesseiros trabalharam sem des-
canco durante muilos das.
Na verdade, o baile foi encantador : a cidade e
os arredores forme vam um todo agradarel, em
suss differentes partes. Madama Beraut gosara
de sua obra, e apreseotou-se encaotaddra, com
um toilette cor de "rosa e um enfeite do cabellos
de peroral. Ella linha se toccorrido de Mr. de
Resan para obter que madama de Cordel deixas-
se o luto nesse dia de prazer.
Cettamcnte, diz o conde, por que esse lulo
eterno ?
Essas palavras diziam pouco, mas o accento, o
olhar, diziam muito lalrez.
Madama de Cordel nio resp ndeu como sua cu-
nhada ros voltareis ; nao Ihe estendeu a mi ;
mas parecia muilo grave, pan para despedir-se
de um indifTerente.
Nuuca me hei de esquecBr de Montargis, dia
o eonde madama Beraut: eita viagem a que
me ha de deixar mais lembrat gas e saudades.
Aqui madama de Cordel ergueu lentamonte os
olhos baixos. Eu pude apaohir um olhar enter-
necido, inexprimivel.... um elhar que fallava ao
menos de um reconhecimento profundo ; mas foi
lio smenteisso. Elle tornou-se calmo, nio pro-
curando de modo algum altral ir a att engio. Po-
der-se-hi apenas crr que oa cravos empreslas-
sem-lhe ao rosto um leve ene irnado.
[Conlinua[o.)
XIV
No dia sesuinte, & hora em que anda dorma a
maior parte dos habitantes do recinto do Templo,
PolivesU e Gil Poinseiut se achiram tristemente
sentados no quarto do velho. Una.raio do sol,
que se vinha erguendo, penetrando atravs dos
vidro3 da janella, aclarava esse modesto retiro :
nem o amo nem o aprendiz se haviara apercebi-
do de que o dia succedera 4 obscuridade. A luz
fraca de urna candeia enfumagsda arda anda so-
bre a mesa. Ninguem linha tocado no leito. por-
que o mercador nio repousara durante toda a
noile, que araoava de passar : seus vestidos es-
lavaai sujos e manchados como os do seu apren-
diz. Com os olhos rermelhos de chorar, os ros-
tos inflaramados pelos cuidados e vigilias, ambos
se conserravam sombros e silenciosos, nao on-
sando dirigir um o ouiro consolares, que bem
sabiara ser infructferas, nem dtr esperaogas, que
nio oodiam conceber.
Este abaiimenio durara j i algum tempe quan-
do bateram de leve oa porta.
O' meo Deusl ser ella? exclamou o velbo
levantando-se com febril vivscidade.
Ers a Sre. Dtfunclis. A pobre mulher bem
mostrara ter lldo parte as fadi^as e terrores da
noile antecedente; trazia o* mesraos vestido* que
na ve*pertf, o todo o seu exterior irania urna cer-
ta commocao o abatimento. Apoma rio a, Poli-
veau perguntou :
Senhora, que noticia* trazeis-nos? Sabis o
que foi de minha fllha ?
Nada sei ; nio podendo conter a minha af-
flicgo, corr at aqui : esperara que tivesseis j
descoberlo alguma cousa.
Oh I Ella esli perdida, c perdida para sem-
pre I O seu roubador levou-a lalrez para mui lon-
ge de Pars I Nunca mais a rerei I
Nio desanimis anda, Sr.' Poliveau ; ai
portas da cidade estiveram fechadas toda a noile,
e neiihum carro foi visto sahir por ellas. Ji esli
dadas as ordens para que sejam cuidadosamente
examinados os que sahirem durante o dia. Estae
crrtu de que meu marido nio descanga ; desta
rez mais que em oulra qualqueremprega toda a
sua auiondade : furioso por ter sido engaado
pelo velho duque de Villanegra, poe em pralica
medida* severas para transiornar as manobras
desse fldalgo ; e lugo cedo dirigio-se ao seu pala-
cio adra de proceder 4 algumas inquirigoes, an-
da que o duque, como me aflirmaram, esli pres-
tes 4 exhalar o ultimo suspiro. Pens que meu
marido vir4 ier aqui apenis obtenha os esclareci-
mentos pro^isns. Esperemos anda, Sr. Polireau;
vo*sa ulna lia de ser encontrada ; ella ros ha de
ser restituida
Sim ; mas a mulher de um malrado, e a
sua rala me ser insupoitavel I Que infames 1
nm ao menos quizeram casar a mioha pobre fl-
lha coro um hornera de baixo nasciraento, de um
neme obscuro, rorra, que fosse honrado : foram-
Ihe dar por marido um desgranado arenlureiro,
que at auspt'iio nio ser fldalgo I E o nobre orgu-
Iboso, que dirigi todo esse trama abomloavel,
est expirando, dizei* vos ? Pois bem I Se a
maldigao de um pae for capaz de perturbar-lhe os
ltimos momentos possa elle...
Nao sejaes lio severo, seohor, interrompeu
a boa nuihbr atemorisada : lembrae-vos de quo
o velho duque se arrepeodeu do seu crime. e que,
cedendo as instancias do seu confessor, elle man-
dn urna ordena era contrario por um dos seus
criados : infelizmente, porm. j era tarde 1
Mas. seu lllho, senhora? exclamou o apren-
diz com vehemencia. Seu (lino onde estar, o
que fazia, quaodo era entregue assim 4 um mi-
st-ravel aquella por quem manfeslou elle lio
helios seniimentos 1 Nao temo* por ventura ra-
zos p-ira erar que elle se oceultou, depois de ler-
trazidn a primeira noticia do perigo ?
Nio i-onsentire nunca qae So taque em mi-
nha prosenga a honra desse mancebo I replicou
a Sra. Defunctis de apellada tambera por sua rez.
Meu amigo, podis duer de seu pao* aquillo que
qniterdes, porque eu nio os abomino menos do
queros: porm, quanloao marquez,sou capaz de
jurar por todos o* sanios do paraizo que elle nio
taja nenhuwa parle nesae acto abominavel. ver-
dade que ninguem o vio durante a noile ; mas
Partimos, Analmente; a viajgem foi triste; Mr.
do Ressan conserrara-se mono e preoecupado,
e eu aderinhira que um poderoso attracliro o
chamara atraz, mas elle era muito altivo para lo-
go confessar-se vencido.
De rolla 4 Pars, fui r-lo d 9 lempos lempos,
como se faz na grande cidade para cora seus me-
lhores amigos. Muitas vezes elle levou-me ao es-
pectsculo, 4s sociedades e sei ipre sua conversa
recahia sobre a viagem ao Loi et. Mais que nun-
ca langado no turbtlhio, elle allava sem cessar
do percorrer o globo e nio deikava Paris.
Tudo me enfada, diz-me elle um dia. Es-
lou spleenico como um Ioglez
Casse-vos, respond eu. '
Elle sacodio a cabega proseguindo :
Nio goslo de fazer Joucui as 4 sangue-frio, e
nio encontr urna s pessoa deMuem me |recorde
urna hor* depois de hav-la deixado. Cangam-
me a vista todas assas mulheres carregadas de
flore de diamantes. Julgae pois I o tenho
100,000 libras de rendas; donzella qoe ae dignas-
se acceitar-me, teria o direito de exigir de mim
reslidos mgico*, bailes, festa* en numero I Re.
pouso I?.... nenhum. Bu desojara fogir oeste
tumulto, ano rae canga, enlerrar-me em un ve-
lho caslello eahi encanecer em paz.
Um castello de torre* I disse eu. M
Para que torres* que vem torre ao caso ?
exclamou elle bruscamente.
........ Qutvotre iagetti
JVe M melle pat eoUr,
accrescentei eu docemeote. Nos goslamos de re-
cordiges, e esse castello de torres me lembrava
antigos quadro, antigs nerrages.
Esse charo conde procurara faier de mim um
condescendente, urna especie de ministro pleni-
potenciario. Eu n&o me preslava 4 isso, queren-
do deixar-lhea honra de confessar-se vencido.
Estou com vontade, diz-me elle um dia, de
mandar i essa boa madama de Blegny urna lera-
branya. Ouri-lhe ganar as empadas de ligado
gordo ; vou mandar-Ib* urna. Ella convidara al-
guna amigos, e jogaro noile um piquete em
memoria mioha.
Seja, respond eu ; o presente nio poti-
co, maa aeeeitavel.
O pastel foi mandado. Madama de Blegny di-
rigi ao conde urna looga carta, apezar de aua
vista curta, na qual fallava de seu ultimo defluxo
e de differentes peiloracs, empregados sera auc-
cesso ; mas nao fallara das duas cunhadaa de
Chantefeuille.... Mr. de Ressan rompeu a carta
com impaciencia.
Como nio tendes manti Jo alguma correspon-
dencia com o Loiret, ros. que escrereis tan-te ?
diz-me elle. Vos tenis pedido 4 Mr. Beraut que
nos raandasse.... urna amostra de sen trigo russo.
Para plantar em minhas Jardineiras? relor-
quio ;_ nio possuo outro terreno. Um cardo ser-
rae-hia melhor, ao menos eu teria 4 esperar urna
flor. Mas sois ros antes, meu charo conde, que
dererieis conserrar estas relagoe ; por mioha
parte eu representara abi um papel bem insig-
nificante.
Oh 1 cu 1 exclamou elle, differeale I e poz-
se 4 andar ao comprido da sel*- mormerando.
Fallae baixo, disse eu comigo, nao fatlae
mesmo, se que isso vos contraria ; eu leio em
vosso peneamenlo como em um ltvro aborto. Meu
Pylade um simplorio, sio palavra ressss. Co-
mo que elle nio comprehende toda delicade-
za de minhe posigio I Mr. de Arzac fez ion que
eu voltasse como amigo ; sera conveniente pro-
curar supplanta-lo e perd-lo no espirito de urna
mulher rica eom quera quer casar ? Alm disso,
verdade que eu amo madama de Cordel? Eu
que poseo escolher entre as mal lindas e mais
ricas herdeM de Paris 1 Nio dero eu erilar
Iangar-me em urna nosigio falsa e ridicula?
Alm disso, essa mulher que parece desterrada
na Ierra como urna habitante do paraso nao ri-
ria 4 despresar- rao ? Soffrei, pois^ meu charo
conde, actescentava eu. Nala posso fazer em
bem vosso.
Urna machia encontrei-o em oompanhia de
um relbo militar bastante sujo e pobremente
vestido, no qual elle mandara sentar em sua mais
linda poltrona-. Mr. de Ressan tioha s maos
urna carta do madama de Cordel, que passou-
me com um ar solicito.
Sim, de madama de Cordel. Pareca ser un*
lembranca, un* primeiros passos, nao assim ?
Mas, tranqulisao-ro, minhas senhoras, nio era
um bilhete de coquelte, diplomtico e perfu-
mado.
Era urna pequea carta, escripia siniplesmente,
sem intengio oceulta, para recommendar esse
relho soldado, misera vel e enfermo, que queren-
do entrar noinvlidos nio sabia queproteegio
inrocasse.
Conhego em Paris muilo pouoas- pessoas,
accrescentara a modesta castellaa ;. mas pensei
em rossenhor,.persuadida de quo me Acaris gra-
to de offerecer-vos a occasiio de pralicardes urna
boa aegao.
Nem urna palavra sobre este aseumplo, nem
urna, que despertasse as lera brancas de Chante-
feuille.
Feliz velho, que cahia assim nesse Paris onde
* miseria de ordinario lio framente acolhidal
Nao posso exprimir o inlercssey que Ihe teste-
munhou o conde. E' corto que ello sempre
perfeitameote caritativo, mas esta boa aegio nio
ser talvez a mais meritoria d sua vida : havia
nella um seiilimcnto muito pessoal. O que
certo que o velho militar foipromplamente es-
'abelecido entre seus antigos irmios d'armas, e
que Mr. de Ressan nio passava urna semana
sem ir ve-lo.
Esse elegante visitador, chegando ao- pateo do
hospital com formosos cavallos e domsticos com
libres riquissimas, devia excitar a admiragio dos
soldados do Egypto e de Aueterlitz. Mr. de Res-
san quera fazer o seu protegido conversar; po-
rm infelizmente elle era gurdo cono madama
de Blegny e a edade e miseria tiobam-lhe eufra-
quecido o espirito; e assim quando fallava-lhe
de sus bemfeitora, elle s fazia erguer aos cus
os olhos, dizendo :
Deus a abenc.de.
Mas essa natureza semUextiocta achava anda
um corlo calor para pronunciar estas palavras :
Felizes daquelle* quo inspirara eloquencia aos
pobris e affliclos I
A resposta do condo 4 madama de Cordel foi
urna obra difficil. Vi-o romper muitas cartas co-
mecadas, e afinal (ez partir urna que nio vi, mas
adevinhei por seu humor que estava longe de sa-
tisfaze-Io. O temor do dizer muilo, ou muita pou-
co, causa sempro um veixame extremo aos mais
habis.
por vo-
(] Vide Diario a. 35.
appello para o Sr.Poliveau: qnaesquer que fossem
os seniimentos do mancebo para com a infeliz
H csiuha, dizei-me, senhor. deveris elle abandonar
o leito o> seu pae agonisante ?
Nio, cerlamcnte, respondeu Poliveau coma
voz austera : a desgrana nio nos deve tornar in
justos. Esso homem foi a causa primaria de to-
dos os roeus males ; porm, eu nio quero laogar
sobre elle urna culpa immerecida. Bontem pare-
ceu-me siocero na sua effeigio por mioha Alha, e
no seu desespero quando veio trazor-nos a noti-
cia de que a haviara roubado : nio poderia j bo-
je suppor qne elle me Iluda.
O aprendiz abaixou a cabega. Houve um mo-
melo.do silencio.
Sr. Polireau, perguntou a Sra. Defunctis,
pretendis alac.ar a validado desse casamento ?
Segundo pensa meu marido, ser-vos-ha isto mui
difficil, no caso do que venha o velho duque 4
recobrar a saode.
Se pretendo atsca-lo 1 exclamou o mercador
impetuosamente ; pois querieit que deixasse mi-
nha fllha flear no poder de um scelerado? Sim,
sim, hei de mover um processo solemne : recla-
roarei Rosinha ao pailaraeuto, irei at se fr pre-
ciso aos ps do rei. Por ventura nio esli rap-
to lio declarado ? Nio ha testemunhas da resis-
tencia da infeliz menina, dos seus esforgos cora-
josos para sublrahir-se esta odiosa maquinagio,
das proteslagoes que devera ler feito junto ao
altar, na presenga do indigno esposo que Ihe ira-
punham? E na faltados malvados assalariados,
nio est ahi para atlestar a fraude, o sacerdote
sacrilego que reodeu o seu ministerio, e ros raes-
ma, senhora, vos que soes mulher de um
magistrado? Sim, torno 4 dizer-ros, estou deci-
dido 4 intentar o processo.' DUssles que o Sr.
juiz criminal tem de rir aqui recebera a mi-
nha queixa, e eslou certo de que ha de cumprir o
seu derer.
A boa mulher suspondeu os hombros ourndoo
ex-almotacel exprimir a sua ronlade com tanta
firmeza.
Fazei o quo entenderos, Sr. Poliyoau, re-
plicou ella. Se lomasteis o meu conselho nio
precipitareis as ouias. A iustiga vende-se mui-
to cara no lampo em que Tiremos, e ros nio soes
rico ; alen disto ella regaros*, e a reparagio
lera lugar, se a livor, qnando os direilos adqui-
ridos do indigno esposo dejlosinha tirerem 4
gas. Em primeiro lugar os eclesisticos do val-
le dos aprendi7.es sio inteirarente dedicados ao
duque de Villanegra ; e quai do os raerabros da
egrejs, salvo o rospeito que Ihes devido, se
mettem 4 velhacos, elles o si o vate retes mais
do que lodos os velhacos da :rte dos milagres.
Pelo que respeita 4 mim, cootluuou ella com em-
barago, nio posso dizer l grandes cousas : esses
acootecimcnlos flearam-me da memoria como a
rocordagio de um penlvel peeadelo ; nem mes-
mo posso affirmar o que Rosinha respondeu
quando o padre lho perguntou; te era do seu gosto
tomar por esposo o conde de Manle....
Poliveau eocarou-acom urna expressao de des-
con flanea.
Pois que, senhora, o teiror perlurbou-vos
os seniimentos 4 esse poni ?
Eu quera ver-vos l, ao. lado de um assas-
sioo de profissao como o cafiitao corta caberas,
ameagando-vos sempre com u n punhal mui agu
Affirmo-vos qup era ista mais que sufuci-
Nv* au dos meto* asuran ajaiqarquando
m ua liud. naanla d**s. naaj prtojarera
encontrei Mr. de Reatan iulto aniado.
Aeridt&nrts tos no que me wccedn? diz-
me 11* na tar contente. Mr. da Arzac ahiu
d'aqui; rhegoo de Montargis expreesamenl* pira
repre*eotarn* scena de melodrama. Parece-
merque madama de Cordel lve o bom e*pirlto
deregeita-lo formalmente, logo depduque parti-
mos; mas elle tem sempre soffriJo com pacien-
cia o esperado procurando algures. Infelizmen-
te nio tem podido achar mal* de 3,000 libra* de
renda, o que por sus conta causa-lhe urna perda
de 27,000 francos.'.Por consegointe ltimamente
reiterou aeu pedido. Nora recusa formal, e alm
disso madama Berunt, temendosem duvida 0-
car comprometlida fechou-lhe auaporta. Eatao,
aecusa-me ali de ter perdido-lhe causa en
vez de ser-lhe til; e accresta eouaat lio loucat,
que, apezar de mioha innocencia, offereci-lhe
urnasatisfagao. Isto acalmou-lhe sbitamente a
colera; creio que eUeiem natureza de lebre. Ret-
rou-se mais calmo do quo nunca, e va* mandar
frisar os cabellos o melhor possivel par* fazer a
corte urna herdeira parisiense. Depoi, acere*
centoaMr. de Ressan hesitando um poooo.eteaqui
urna carta que recebi ha urna hora:
sa vez,meu amigo aconselhae-me.
Esta carta era de madama de Blegny. Ei* aqu
pocuo mais ou menos o contedo :
Visto nio ros lerdos esquecido do Montargis
e de rosss reih* amiga, meu charo conde, nio
dereis tambera ler esquecido Chantefeuille o
aossos passeios sentmeniees no verdejanle pra-
do. Ou?o mal, mas comprehendo bem quando
ne ferem as ougas. Deixae-me portanto dizer-
vos que eu esperira um momento que voasa boa
estrella vos atrahiria para a melhor e mais ama-
veveis das mulheres.
Depois que partiste* ludo tornou -se momo
e silencioso: Madama de Cordel perdeu essa
especie de movimento- elctrico que ros sabis
lao bom comraunicar aos-outros.
Um relho cont, quo li quando era menina,
fallara de urna pnnceza que passqiar* incgnita.
mode*nmente vestid*. Un so homem tore o
linodereconheceroanihr real sobos ordinarios
enAil **' fl"stes o mesmo em Chanle-
Eu que,, nio tendo niit futuro, gosto de oc-
cupar-me com e dos ouvtosr peniira que s vos
poderle fazer feliz* mulherr4quem linheis sa-
bido apreciar. *
Hoje quero tudo dizer-voemquanto lempo:
A boa e anglica Diana, nao-sabendooque flzes-
so de seu eoragao e de sua vida, quer retirar-se
urna casa religiosa, tendo deridido seus bens
com seus parele! e com os pobre.
Dzei-me nio faz pena rel-a descer vira ao
tmulo I E' rerdade que ella ves inspirou ape-
nas um sondenlo epheuerc ?^-Entretanto vos-
sa voz estava profundamente alterada quando fal-
aveis 4 seu rospeito no bosqirezroh nde Chan-
tefeuille I s
Ora pois I disse eu, tendo acabado de ler.
que cooselbos esperaos de mira ?
Me perguotaes? respondeu elle com um tom
de censura. Cono sois coge t Nao tendes ade-
vinhado porventura qoe Madama de Cordel dei-
xou-m e urna lembraoga ioapagavel, e que
um auno tenbo o louco etgulho de tentar ris-
cal-a da mente ?
Sel, respond eu.
Tomar-vos-biam por um Inglez com as
vossas reserva exageradas e com o vosso laco-
nismo, exclamou elle quasi encolersado; mas
emtlm nao so Irak nicamente de meus sent-
montos. Hesito voltar Moatargis e ser mal re-
cebido.
Vossa modestia sincera ? relorqui eu.
Lm lodo o caso, meu charo conde, part sem de-
mora e para' sosinho. Nao carecis mais do
companheiro de viagem para desterrar o enfado.
Nao vos deixeis mais guiar pelo orgulho, que 6
um mo consellieiro. Nio temas cousa algu-
ma. eu vo-lo repito, adevinhei ossentimenlos.de
madama de Cordel, bem como os rossos. na, tar-
de da tempestade.
Com elTeito, Mr. de Ressan parti na mesma
larde, e na seguinle nanhi eterereu-m*. como
escrero quem feliz, orna carta breve, mas
choia de caler e de vida. Elle testemunhava seu
cootentamento 4 respeilo^lo proceder do mada-
ma Beraut, a qual creio eu, r sem desprazer
su cunhada tornarse urna das senhora nais
ricas de Pars.
Quanlo 4 madama de Cordel, elle me tallara 4
seu respetto com muito mais reserva. A louca
fatuidade de prevalecer-so de um sonlimento
quo Ihe inspirou quasi sem saber, seria indigna'
de sua pessoa. "
Ella quera, diz elle, condennar-me 4 um
anno de reflexio! teme que iun dia en tenha,
saudades.... Has prorer-lhe, que ella fazia mal
i seus pobres ; prometl-lh dobrar suas esco-
las e uunca forga-la 4 trazet diamantes I
Mr. de Ressan voltou Paris alguna dian da-
pois para comprar o enxoval e tornou a, narlir
para casar-se. "
Eis aqui, minhas senhora a minha historia.
Bem os vedes, a caridade cooduz 4 tudo, al
mesmo 4 felicidad nesle mundo aates do na-
rao. *
COEDE DeLeCIRAT.
PreueS. Filho)
quemsabo se o arrependimento Urdi do velho substituido que lie qoe vos Ihe recusaes. Quan
rp-
B de m*is,cootinuou elti roltando-tepar o velho, **r, olhae, nip tu illadiel oa rosfu espetan-
do 1
ente para perturbar-ros a vistal e o ouvido.
Palrio, disse Gil Poioselot com ar irnico,
nio redes que a Sra. Defunctis procura sahir o
melhor possivel do jogo, pan nio descontentar
seu marido a alma dimnada dos Villa-
negras ?
Esta secusagao fez subir o rubor s faces da
dama.
Alto 14 I isto nio I exclamou ella levantan-
do-se irritada : sabei, senhor aprendiz, que o Sr.
Defunctis, apezar de lodo o seu poder, nunca me
metteu medo I Porm, continuou ella com a voz
mais branda, desculpo-ros ; sois um pobre na-
morado despiezado, e o peztr lira-ros a razio.
Ora pois, n&o nos agaslemos ; e voltando ao que
dizia, dero co afetttr-ros, mens bons amigos, que
quinto mai lefliclo na conducta de Rosinha no
ultimo* momento* da ceremonia, mais me parece
ella inconcebrel I
Kxplicaev-ros, teobora minha fllha nao foi
lerada 4 farcalnari o alr ? Mb proletlou enr-
gicamente conjtra a violencia que Ihe faziam ?
Se chana** prolettar dizer-te em voz
alta que te nio lirre as suas rontades, certo
que vossa fllha proleslou ; al mesmo dirigi 4
esse mimare! MuaJodino palavras mui solemoes
e tocantes: mu logo depois resignou-se 4 sut
sorle. com m*iot (acilidade; nio gritou nem
chorou maii, orno se houretsem-a tocado eom
urna varioha mgica. Em surama, multo pos-
sivel que a PM^H acabasse por consentir no
canmenlo; e te chegardes & nt*c#r i sua valida-
de, taires que ella acabe por conspirar-so contra
Isto nio pode ser 1 exclamou Polireau im-
petuosamente. Rosinha nio poda consentir em
unir a jua sorte 4 de om roaltrapilno como o
conde de Manle I Se Ihe lircssem proposto para
marido 4 um homem, cujos ricios e baixeza olla
ignorasse, entao poderia eu acreditar n'uma mu-
danga sbita, n'um capricho do mulher: mas
desposar voluntariamente i um ladrio, reconne-
cido como tal, e que roubira a loja de seu pae, 6
umasupposicio incrirel, absurda e impossivel I
Por mai que digae, j eu vo havia pre-
venido de que Rosinha nao tioha rocagao para o
convento. Olhae, eu nao conhego nada de peior ;
e consentira antes quo me casassem at com o
proprio capitio corla-cabezas, du que deixar-me
encerrar as paredes de um claustro I
O velho reflectio por um momento com ar
feroz. -
Serrordade? replicou finalmente. Essa
desgragada crealura teria preferido semelhaote
consorcio ao piedoso retiro que ella mesma esco-
mer? Ter-me-ha por ventura engaado? As
suas lagrimas seriara fingidas? Se isto assim fr,
eu a renegarei para sempre, amaldicoa-la-hei....
Silencio I interrompeu a Sra. Defunctis le-
vantando-se. Acaba de parar 4 porta urna car-
ruajero, alguem vem aubindo ; talrez teja meu
marido, e nos vanos ter Analmente a chave de
todos esses mysterios.
Coin efTeio, ouva-e um grande ruido; mas,
se elle sonunava a vinda do magistrado, deria
rir bastante acompanhado, porque so destingua
perfeltament* as vozes de muitas pessoas que
convenavam subindo a escada.
O tumulto que se fazia na humilde e otiUria
nabilagao, nao pareceu de bom agouro 4 Poli-
reau : o seu espirito, abalado por Caulas agita-
goes recentes, s poda prever dosgragas.
De reponte um lacai, reslid de rica libr,
apptreceu 4 porta dvfuarto; inclintndo-se
perante o velho, disse con a apparencia do mai
profundo respeito :
0 Sr. duque e a Sra. duqneza de Villanegra
Seiem io Sr. almotacel d Polireau a permissio
e serem dnittido* 4 sua presenga.
Este ano unci estranho, langado assim ines-
peradamente no meio de tritte* preoccoptccs,
exoito.u rira *dmirtgio.
Qoe significa lo brbaro graeio I excla-
nou Polivean. O ouq0, e a anqueza d Utttf
negra aqu S. n'etU pobie cawl Parj. disj-
quo o duque estar expirando, e a du-
ram-me
queza _
Espera, Sr. Polireau, interrompeu a Sra.
Defunebs, encarando filamente o lacaio que abai-
xara os olhos; conhego eale patito; loi elle
quem nos carregou a noile pastada por otdem
de seu amo ; era elle jualameole quem diriga oa
. O Sr. duque e a Sra. duqueza de Villane-
gra l annunciou Mignon em voz alta.
E quasi ao mesmo lempo o joven Villanegra
entrou. dando a mi 4 urna dama mascarada, e
na apparencia muito commorida : aps elles vi-
nham o juiz criminal Defunctis rigorosamente
vestido, e um velho ecclesiaslico de aspecto vene-
rando. No fim de lodo, desde a porta do quar-
to, estendendo-so sobre a cstreila escada, vla-se
urna duza de pagens e lacaios de rica libr. *m
attitude de respeiloso silencio.
Poliveau julgara qoe tudo isto era un *onho
e flcou mraorel; aflnal balbuciou com esforco "
Que I aois vos, Sr. marquez I Tinbam-me
annunciido ....
Sou eu p duque de Villanegra, interrompeu
o mancebo tristemente: meu pae i4 nio existe
e eu venho cumprir os seus ultimas desejos im-
plorando para elle o vosso perdi pelo mal que
vos qutz fazer. H
Esta lembraoga resliluio ao velho toda a aa
colera.
Meo perdi I exclamou elle: meu perdi
para aquello que arrebatou minha fllha I...
Seu interlocutor sospendeu-o con um esto
supplicanle:
Eu ei, disse elle com suavidad*, que nio
compete i mim o direito de pedir-vos semelhau-
te graga: deixo esto cuidado 4 duqueza do Villa-
negra ; fu* voz ter4 mais poder do que a mioha
para tocar-res o coragio.
Dizende isto virou-se para a sua companheira
cuja agUagio interior bem te va no arfar de se
pette.
~-T*aho primeiro que obler o mea proprio
perdi I exclamou ella cahiodo aos p* do relho.
Pronunciando estas palavras, arrancn vira-
mente a mateara que Ihe oceultara o rosto.
A duqueza de Villanegra ei a linda mercado-
l de pannot Rotinht Polireau t
CoHcluir-U-ha.)
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O,- ITP. DM.. BI fJUi2rll.


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