Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09237


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Full Text
AIIO XIXTII 1DIE10 35
P*r tres nezes adiantad&s 5IOOO
Pr tres ezes vencidos 6J000
EXCARREG1D03 DA 9UBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino da Lima;
-Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra; Araca-
ty, o Sr. A, de Lomos Braga; Cear o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maraobo, o Sr. Manoel Jos Mar-
linsRibero Guimares; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS DOS UJKUhlU.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Ignarasso, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Aniao, Bezerros, Bonito, Csruar, AHinho e
Garanhuns as tercas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiospartem as 10 horas da manha)
ErHEMERIDES DO HEZ DE FEVEREIRO.
2 Quarto minguanle as 7 horas e 40 minutos da
manha.
9 La ora as 5 horas e 45 minutos da tarde.
17 Quarto creseente as 10 horas da tarde.
25 La cheia aa 2 horas e 23 minutos da man.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas e 54 minutos da manha.
Segundo as 7 horas e 18 minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
11 Segunda. Ss. Lastro, Dativo e Clocero bb.
12 Terca. S. Eulalia v. m.; S. Modesto m.
13 Quarta de Cinza. S.Gregorio II. p.; s. Benigno.
14 Quinta. S. Valentn: m. ; S. Auxeocio ab.
15 Sexta. Ss. Faustino e Jovita mm.
16 Sabbado. S. Porphyrio m.; S. Honesto sac.
17 Domingo. S. Silrino m.; S becundiano m.
AUUlhNUAS DuS IRlbNAEa DA LAP11AL."
Tribunal do commercio : segundase quintas.
Relaco: tercas, quintas e sabbados ss 10 horas.
Pazenda : tercas, quintase sabbados as 10horas.
Juizo do commercio : quartas ao mel dia:
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Priraeira rsra do civel: tercas e sextas so meio
di i
Segunda Tara do civel:
hora da tarde.
quartas e sabbados a 1
PARTE 0FFICIAL.
ENCARBEGADOS DA SUBSCR1PCA DO SU^
Alagoas, o Sr. Claudino Faicio Dias; Babia
Sr. Jos Mirtins Aires;
Joo Pereira Martina.
Rio de Janeiro, o Sr
EM PERNAMBDCO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa a
Faria, na sus livraria prac.a da Independencia ns
6 8.
Ministerio da fazenda.
Expediente de 19 de novembro de 1860.
Circular s presidencias das provincias, decla-
rando que sempro que se derem vagas dos luga-
res de administradores e escrives das mesas de
rendas nao comprehendidas no arl. 19 do reg-
lamelo annoxo ao decreto n 2,647 de 19 de se-
tembro ultimo, competo s presidencias, depois
de ouvir, ou sob propostas da respectiva th eso ti-
rara de fazenda, pro-ver interinamente as ditas
vagas, sujeitando as noraeaces approvaco
deste ministerio, coniforme o disposto no 5 do
art. 8o do citado regulamento.
23
Circularas thesourarias, transroillindo para a
devisa execuco o decreto n. 2,696 desla dita,
mandando que nos despachos das mercadorias,
-que, depois do saltsfazerem os direitos de con-
sumo, foram transportadas dos portos habilitados
de urna para os de outrs provincia, se observen)
as disposicdes do art. 570 do regulamento do 19
desetembro do correte anno ; ficando as mes-
mas thesourarias na inlelligencia deque adispo-
Co do art. 626 Io do mesmo regulamento fi-
cs restricta ao valor das mercadorias sujeitasa
expediente, d que tralam os arts. 305 e 625 8 Io.
-24
Circular s thesourarias, declarando para a de
vida inlelligencia e execuco :
1. Que, na conformidade da disposico do
art. 2o do decreto n. 2,684 de 3 do correte,
gozam de isencao de direitos addicionaes as mer-
cadorias e objectos a que se refere o regulamento
que baixou com o decreto n. 2,617 de 19 de se-
tembro do corrente anno, em cu jo numero se
acham comprehendidas, na forma do art. 512
21 do mesmo regulamento, as que. pela tarifa em
vigor gozam da mesma isencao.
2. Que os direitos addicionaes derem ser cal-
culados o hincados em separado na nota respecti-
va, immediatsmea'.e depois do laocamento dos
direitos de consumo, e sua importancia escrip-
turada em columna especial nos livros de rec-
eita dedireitos.
3o. Que de todo e qualquer abatimento de di-
reitos que se conceder, em virtude de taras, que-
tiras, ou qualquer outro titulo, na formado art.
b21 do referido regulamento do 19 de setembro,
se dever fazer especial mencao da respetiva
nota.
4o. Que igual declaraco se far as mesmas
notas de qualquer circumstancia que se verilicar
no procosso do desoacho, por exemplo de ac-
crescimo, multa, assenielhaco, arbitramento,
impugoaco, etc.
dem, idem, ordenando que to depressa
as respectivas alfandegas comece a ter effeilo a
nova tarifa, mandada executsr pelo decreto o.
2,684 de 3 do corrente, o communiquem ao mes-
mo Ihesouro, declarando a data em que isso
lev lugar; e determinem aos inspectores das
mesmas alfandegas e administradores das mesas
de rendas quo dera conta de ludo quanlo occor-
Ter na execuco da tarifa, indicando o que julga-
rem conveniente para sua emenda e aperfeicoa-
mento.
- 26 -
A'thesouraria dn Para, decretando, em res-
posta ao seu ofcio de 1 do mez passado, que foi
approvada a deciso que tomara em solucao
consulta do coliector das rendas geraes da capi-
tal, de declarar sujeitas a impostos escasas de
negocio que se estabelecerem nosquarlos ou ar-
mazens do mercado publico, vista do disposto
no regulamento de 15 dejunho de 1844 e ordens
do thesouro sobre o assumpto.
28 -
Circular s thesourarias, declarando que as al-
/andegss devem de ora era diante aecusar tri-
roensalmente aos consulados do imperio nos pai-
zes estrangeiros e o recebimento dos mappas que
or estes lhesforem remetlidos em observancia
da circular n. 196 de 16 de julho de 1851.
A' thesouraria do Cear.A' vista do aviso
de 13 do corrente, no qual o ministerio da jusli-
<;a cemmunicou que ns dita thesouraria deixou
de cumprir-se a ordem que elle lhe dirigir em
22 de maio do corrente anno, mandando abonar
ao juiz municipal do termo deSaboeiro, o bacha-
rel Jos Goncalves deMoura, por conta do exer-
cicio do 1859 a 1860. a quaotia de 250* da ajuda
do custo quo lhe arbitrar, com o fundamento de
que semclhante ordem caducar por nao ter sido
presentada at 30 de junho, data do encerr-
ndolo do dito exercicio : declara-se que errada-
mente entende a mesma thesouraria a legislado
que rege a materia ; que o credor a favor do
-qual expedida urna ordem de pagamento du-
rante o periodo dos doze mezes em que se exe-
cuta urna lei do orcaniento, por coota de crdito
regularmente aberto, adquiro direilo ao mesmo
pagamento desde a data do acto que o aulorisou,
e pode receber a importancia delle, como despe-
za corrente at ao lira do semestre addicional do
exercicio a que pertencer o servigo, e dalii por
dame comodirida de exercicio Godo, alprescre-
ver o seu direito ; que na forma da dita legisla-
cao nicamente caducan) ou ficam annulados os
crditos legalmenteabertos, ou s parte delles por
conta dos quaesse nao houverem autorisado des-
pezas dentro do referido periodo.
Ordena-so portanto mesma thesouraria que
cumpra a ordem do ministerio da justica de 23
do maio, de que aqui se trata, al ao flm do fu-
turo mez de dezembro, para que a despeza por
ella ordenada se nao torne em divida de exerci-
cio Qndo.
- 29
Circulsr s thesourarias, declarando que, ten-
do-se observado ero alguma escripturas, termos
de aforamento e outros ttulos de terrenos de
mantihas, as expessoes, dominioposse e usofruto
applicadas ao direito quo o cooeessioaario dos
meamos terrenos resulta das ditas escripturas ter-
mos, etc., recommenda-se portante s mesmas
thesourarias qae tanto nos referidos ttulos, como
dos terrenos de que traa o art. 11 7 e 8o da
lei n. 1,114 de 27 de setembro deste anno, nao
consintara no emprego de semelhanles expras-
soes, mas sim da expresso dominio til, que
jurdica, aflm de evitar quesloes para o futuro
entre a fazenda nsclonal e os particulares.
dem idem, communicando ter-se tesolvido
que na concesso por aforamento dos terrenos
de alluviao, onde existirem marinhas, ebem as-
sim dosabgadlcos em terrenos devellos, enera-
vados as povoacoes e seus arredores, e quaes-
?uer outros de que trata o art. 11 7 da lei n.
,11* do 27 de setembro do correle anoo, se ob-
servera na medigo, demarcarlo, avaliacao, arbi-
tramento de foro e outros direitos dominicaes,
preferencia e niais coodiQes do aforamento, e
em tudo mais que respeito referida concesso,
as leis regulamentos, instruccoes e ordens do
ihesouro concernentes aos terreos dos mari-
nhas.Communicou-se s presidencias das pro-
vincias.
A' presidencia do Piauhy, declarando, que
em resposla expsito que fox em seu officio de
6 do mez passado sobro o estado do cofre da pro?
vincia, que nio permiltido ao goveroo geral
conceder emprestimos s adrainslrac.es provin-
. cises, visto que, tendo o aclo addicional eatabe-
lecido a separaco do que geral e provincial de
um modo to incisivo, vedando mesmo a inge-
rencia dos poderes do Estado no que respelta a cer-
Jos actos das admiuistraces proviocioes, s cabe
a assembla geral velar sobre a sorte das proiio-
cias depois que as respectivas assemblas se de-
clararen) impotentes para soccorre-las; cum-
prindo portanto que a mesma presidencia, na r-
bita de suas atlribuiges ou sob sua responsabi-
iidade. procure remediar como entenders cir-
cunstancias extremas em que se acha a provin-
cia solicitando a assembla provincial m lempo
opportuno as providencias precisas para sanar os
males apontados nosupracitado officio.
39
Circular s thesourarias, declarando que no
flm do corrente anno civil devero remoller ao
thesouro a relaco da conducta dos empregados
das alfandegas e mesas do rendas, exigida pelo
art. 10 das instruccoes do 1 de outubro prximo
passado, que acompanharo a circular n. C de 5
do mesmo mez.
Ao eogenheiro das obras da aUandega, re-
metiendo o officio da presidencia do Para de 25
do mez passado, e documento annexos, versando
sobre a ubra da ponto da alfandega da dita pro-
vincia aQm de que o mesmo eogenheiro, exami-
nando os planos e ojQamentos respocti?os, emilta
sua opinio a tal respeito em relatado circuns-
tanciado, se assim for preciso.
A' thesouraria de Pernambuco, declarando
que, nao sendo o cargo de solicitador da fazenda
officio de justica, mas sim emprego, e nao confo-
rtado 63te, por oulro lado, direito de perpetui-
dade, claro que nao pode tal emprego ser
comprehendido nos Io e 3o, e sim no 4o da
tabella anuexa lei de 30 de novembro de 1841
para o effeilo de pagar o titulo de novos e velhos
direitos 5 por cenlo sobre a base eslabelecida pe-
la mesma lei.
Governo da provincia.
Expediente do dia 8 de fevereiro de 1861.
Officio ao coronel commandante das armas.
Para que eu possa resolver acerca do incluso re-
querimento do soldado do 4 batalho deartilha-
ria a p, Maooel Pereira da Silva, faz-se preciso
que V. S. se sirva de mandar inspeccionar o pai-
sano Joao Jos Tavares do Veras, a quem o mes-
mo soldado offerece para acabar o tempo de ser-
vico que lhe falta.
Diio ao inspector do arsenal de matinha.De
conformidade com o trecho do officio do comman-
dante da estaco naval constante da copia junta,
mande V. S. desembarcar o lastro de pedra que
trouxe do presidio de Fernando o hiate Rio For-
moso, fornecendo a este em linguadas de ferro
peso igual ao das podras, aQm de flear conve-
nientemente alastrado.Communicou-se ao com-
mandante da estagn naval.
Dilo ao provedor da Santa Casa de Misericor-
dia.Em resposU ao que consulta V. S. em
officio de 11 de dezembro ultimo tenho a declarar
lhe que em vista do que dispoe o arl. 7 Io do
constante da copia junta abrir um crdito sup-
plementar de igual importancia.Lavrou-se a
portara de que se traa.
Dito ao mesmo.Recommendo a V. S. que,
tendo em vista os inclusos documentos, mande
pagar ao tenente-coronel Manoel Joaquim do
lego e Albuquerque, conforme requisitou o che-
fe de polica em officio de 2 de Janeiro ultimo,
sob n. 46, a quantia de 60*000 em que impoita o
aluguel da casa que serve de quartel ao desta-
camento da povoaco dos Afogados a contar de
julho a dezembro do anno prximo passado.
Dilo ao mesmo.Visto que, segundo consta de
sua ioformaco de honlero, sob n. 50, nao ha in-
conveniente no pagamento da quantia de 883320
em que importam as diarias abonadas aos dous
calcetas empregados no serrino do quartel do
corpo de polica nos mezes de julho a dezembro
do anno prximo passado, como se v da folha
junta, autoriso a V. S. a mandar effectuar esse
pagamento.Communicou-sa ao commandante
de polica.
Dilo ao mesmo.Doclaro a V. S. para seu co-
nhecimento que, por portara do chefe de polica
datada de 2 do corrente, foram nomeados guar-
das da casa de detenco Jos Cela no Pinto de
Carvalho e Luciano Eugenio de Mello.
Dito.Pode o conselho de compras navaes ef-
fectuar a compra oVs objectos mencionados na
relago annexa ao officio que mo dirigi em 7 de
corrente, visto que sao necesarias para forneci-
menlo dos navios da armada e almoxarifado do
arsenal de marinh, devendo o mesmo conselho
remelter a thesouraria de fazenda copia dos ter-
mos de contrato que assignnrem os vendedores
de taes objectos.
Dito.Autoriso o conselho de compras navaes
a promover de conformidade com os arts 9 a 11
do regulamento de 20 de (evereiro de 1853 a
compra dos objectos mencionados na relaco que
acompanhou o seu officio de 7 do corrente, visto
que sao necessarios os referidos objectos para
fornecimenlo do arsenal de marinha.
Dito ao director do arsenal de guerra.Defe-
rindo o requerimenlo do servente desse arsenal
Isidoro de Franca Barros, auloriso a Vmc. a aug-
mentar 200 res sobre o jornal que actualmente
percebe o mesmo servente.
Dito ao mesmo.Avista do que Vmc expoz em
sua ioformsco datada de 7 do corrente, o auto-
riso a mandar admiltr aa companhia de apren-
dizes desse arsenal, depois d 3 satisfeito o dispos-
to no art. 4 do regulamento de 3 de Janeiro de
1842, o menor Jos Candido Ferreira, que lhe
ser apresenlado por parlu de Herculano Duarte
de Miranda Honnques.
Dito ao Sr. Manoel Joaquim da Silva Cruvello,
2 juiz de paz da freguezia de Taquaritinga.Era
soluco ao que consulta Vmc. em officio do 28
de Janeiro prximo Ando devo declarar-lhe que
teodo sido aonullada pelo governo imperial.
0 gundo me foi commuoicado em aviso do miiste-
regulamonto n. 410 d 4 de junho de 1846 al- 10 imPeriode 8 o referido mez, a eieico
vara de 28 do setembro do 1810, e resoluco de e Julzfes de p" a 1ue "'"mmente se procedeu
13 de dezembro de 1831 nao incumbe "Santa nessa fre8uezia, a Vmc. como 2o juiz de paz do
Casa do Misericordia a obrigacao de pagar o sello 1uaa"ennl "ndo, e no impedimento do Io, com-
do legado deixado por Sebastio Moreira Wan- P funcc'onar nos trabalhos da junta de qua-
derley, nao obstante o testador ter empregado a lUtc,,?ao de volantes dessa freguezia, o exercor
expressoestabeiecimentos de caridade nao as as mais funcSoes inherentes a esse cargo,
s por que aquella instituicao pia era a mesma c.ora?.0..^.declarado os avisos de 24 de maio
que hoje se denominaSanta Casa de Misericor? dV8 5 e de 27 de Janeiro de 18d3.
diareformado porm de modo a nao alterar a
essencia o Gm da instituicao, como por que esta
e nao aquella caberia hoje fazer esse pagamento,
de que isenla por direilo expresso.
Cumpre portanto que V. S. determine que pe-
los meios competentes a Santa Casa da Miseri-
cordia allegue e defenda em juizo os seus direi-
tos, interpon Jo os recursos legaes de quaesquer
decisdes, a que se oppouham as citadas disposi-
coes da lei.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tendo consi Jerago ao que me represeotou o ins-
pector da thesouraria de fazenda em officio de
Cumpre, portanto, que Vmc. fazeodo quanlo
antes a convocaco proscripta pelo art. 4o da lei
n. 387 de 19 de agosto de 1846. e Godo o prazo
legal, prosiga nos mais termos regulares do pro-
cesso de qualiGcaco, se anda nao leve ella lugar,
o que nao se deprehende claramente em seu cita-
do officio, e para o quo dosigno o dia 31 de mar-
co viodouro.Officiou-se a cmara do Limoeiro
dando aciencia da aonullacao da eieico, e re-
coinmendando-lhe a expelicae das providencias
a seu cargo.
Portara.O presidente da provincia attenden-
do ao que lhe requereu Vera lo Sergio de Moura
----------- hontera datado acerca da urgente necessidade de "s.'J"a hD" ?r .dl8?e?8a dafondiS"
continuarem os trabalhos encelados para melho-
rament do porto desli cidade determino a V. S.
e* do art. 19 do regulamento interno do curso
que pague sob minha responsabilidade to so-
mente as ferias dos operaris empregados nesses
trabalhos ; os quaes tendo-se contralado com a
fazenda, nao podem deixar de perceoer os seus
salarios, ainda suspensas as obras em que se oc-
cupam, o que seria detrimentoso aos cofres p-
blicos, alm do prejuiso que resultara da perda
do servico feilo com a paralysacao das mesa.as
obras.Communicou-se ao inspector do arsenal
de marinha.
Dito ao mesmo.Nos termos de sua ioforma-
co do honiem sob n. 99, mande V. S. pagar ao
capito do 10 de infantaria Pedro Alfonso Fer-
reira a quantia de 4*800 a que elle tem direito,
proveniente de forragem para urna besta de baga-
gem na viagem que fez a servico freguezia do
Tejucupapo.
Dito ao mesmo.Devolvendo a V. S. o reque-
rimenlo e mais documentos que acompanharam a
sua ioformaco do hontem, sob n. 102, o auloriso
a mandar pagar ao alferes do 10" batalho de in-
fantaria Miguel Augusto Barbalho Picaneo a
quantia a que liver direito para as forragens de
urna besta que conduzio a sua bagagem na via-
gem que fez em servico da Alagda de Baixo a
esta capital, visto nao baver inconveniente nesse
pagamento, segundo consta da citada informacio.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em vista da conta junta, que me foi remettida
pelo delegado deste termo com officio de hontera.
commercial pernambncano, aflm de poder ma-
tricular-se no mesmo curso em o anno correle,
fleando porm obrigado a satisfazer a referida
condico de conformidade com o art. 36 do cita-
do regulamento, somento quanlo ao exame de
caligraphia, que nao fez na escola de marinha.
DESPACHOS DO DIA 8 DE FEVEREIRO DE 1861.
Requerimentot.
3743Antonio de Paula e Mello.Passe por-
tara concedendo a proro<;aceo requerida por um
mez na forma da lei.
3744Ado Mathias.Nao ha que deferir em
vista da informacao.
3745Antonio Joaquim de Moraes e Silva.
ioforme o Sr. director da ins rueco publica.
3746Bernardo Jos da Costa.Informe o Sr.
director da instruccao publica ourindo o do col-
legio.
3747Candida Maria da Conceico.Dirija-se
a thesouraria provincial.
3748Emilio Jos de Mallo.Ioforme o Sr.
director da instruccao publica, ouvindo a direc-
tora do collegio dos orphos.
3749Honrique Augusto Milet.Passe porta-
ra mandando rescindir os contratosdosupplican
le na forma pedida.
J 3750Henriqueta Margarida do Nascimeoto.
Aprsente o menor ao Sr. director do arsenal de
guerra.
. i 3751 Herculano Duarte de Miranda Henriques.
ios da lwZmfu : nl.l. HJaiSS, f An i-*"* expedida a cnveniento ordem para ser
jos da lorciuncula a quantia de 64&800 despen- n monn, .Hmn.-^ ._______u.-. j. .:_:..
dida no mez de Janeiro ultimo com o sustento
dos presos pobres da cadeia do Cabo.Communi-
quantia de 64800 despen- 0 menor admitiido na compnnhia de aprendizes
de Janeiro ullimo com o sustento do ,rsenai de guerr, v v
, 3752Joao Hypolito do Meira Lima.Romel-
Tii 1 a delead0- 4 n \ "d <> Sr. eogenheiro director das obras publi-
.d. TuJSi\ a~** *'*" lA!!U>?12J!SnAia~ cas para mandar passar, nao havendo inconve-
gos de Almeida Pocas a quaotia de 100600 des- Diente.
pendida com o sustento dos presos pobres da ca- '
aue dexe.rTrnS'J8r?Cl?rraar.m.P/e8Sa0 ?!"'' nenhura homem Puente censurar,
?al do ue,? n,!L VU "/" E T18 ,,be_ qu' essa Providencia nao se elernise
ra ao que o que ja tem sido promulgado, parti-
cularmente o que se referia aos
comanlo
deia de Nazareth desde 1 de setembro at 20 de
oulubro ullimo.
A Joao Jos Ferreira de Mello a de 367400
dispeMida com o sustento dos presos da cadeia
do Limoeiro nos mezes de outubro a dezembro
passado.
A Jos Luiz de Matlosa de 263|600 dispen-
didu com o sustento dos presos da cadeia do Bo-
nito nos mezes de outubro a dezembro ultimo.
A Jos Elias de Oliveiraa de 3-284*850 dis-
pendida com o sustento e curativo dos presos da
casa de detenco no mez de Janeiro fiado.Deu-
se de tudo scieocia ao delegado deste termo.
Dito ao mesmo.Pode V. S de conformidade
com a sua informaco de hontem, sob o. 48,
msndar roslituir a Candida Maria da Conceico a
quaotia de 18J000 que pagou para o empedra-
menlo do passeio lateral da casan. 91 da roa im-
perial.
Dito ao mesmo.Restuindo a V. S. as duas
inclusas contas, a que se referem a sua ioforma-
co de hontem, sob n. 49, o autoriso a mandar
pagara quantia de 36J800 que se est a dever
companhia de Beberibe proveniente d'agoa que
forneceu a secretaria do governo e a reparlico
das obras publicas nos mezes de maio a outu-
bro do anno prximo passado.
Dito ao mesmo.Pode V. S. conforme indica
em sua ioformaco do 1* do corrente sob n. 41,
nd"psgar em dinheiro a quantia de res
2-401*320, que se est a dever a Jos Francisco
Denlo, proveniente de ferragens, que venden a
reparuco das obras publicas para as obras do
rato do sul da casa de detenco, certo de que para
<> pagamento resolv por portara desta data
3753Jos Antonio dos Santos Colho.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Jos Gomes de Almeida.Nao tem lugar.
3754Joo Jos da Silva.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
3755Joaquim Eduardo Pina.Informe 0 Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
3756Joo de Souza Moreira.Junte docu-
mento comprobatorio da divida.
3757Pedro Affonso Ferreira.Dirija-se a the-
souraria de fazenda.
EXTERIOR.
E' de hoje em dianle um acto consumado o
tratado de commercio entre a Franca e a Ingla-
terra. O Uonitor publicou a segunda o lerceira
convenci complementar concluida em 16 de no-
vembro p. p., a qual estatu acerca das numero-
sas e importantes mercadorias, a cujo respeito
nao se tinham ainda pronunciado as primeiras
convencaos. A parte da tarifa quecomprehende
essa convenci, tem por objecto ,os Qos e lecidos
de loda a sorte, linho, canhamo, phormium te-
nar e outros vegetaes filamentosos, crias, algo-
do, l, alpaco, seda, borra de seda, os tectdos
misturados que sao cada vex mais variados, os
productos chimicos, es objcclos de vidro e de
crystal, a louca de qualqaer especie, os objectos
de caoulchouc e de gutiti-nercht, a mercearia,
as escoras, ss drogas o lenlaei, os objectos de
modas, e flaalsaente diverso i objectos taes como
os aleles, a cerveja, os queijos, o peixe lo
mar etc.
o que se reteria aos ferros. A nova
tarifa, assim completada, Iraz profundamente ira-
presso este pensament de ioteresse publico que
ha muito pareca extinelo no espirito do legisla-
dor, a saber, que o primeiro e o mais* respeita-
vel dos ioieresses o do consumidor, quo a pro-
ducco feita para o consumo, e que por meio
do aguilho da concurrencia externa, e produc-
tor deve sempre estar habilitado para se apro-
priar dos aperfeicoaraeotos concebidos ou exe-
cutados era qualquer parte que seje. nica na
longa serie das nossas asserablas deliberativas,
a grande assembla constituirte de 1789 tivera
sob este ponto de vista plena consciencia de
seus deveres. Depois della, e principalmente a
parlir do directorio, a paixo dos odios nacionaes
e a actividade infaligavel de alguna ioteresses
particulares haviam Iludido os grandes corpos
polticos o desvairado a propria opinio. E' hoje
um fado consumado o retorno aos principios.
Quanlo a influencia que esse feliz aconlecimento
deve exercer na prosperidade publica, temos a
prova nos magnficos resultados que colheu do
syslema liberal urna grande naijao visinha, que
deixamos adiantar-se na carreira. Devera re-
pelir-se entre nos as grandes melhoras que a
populado da Inglaterra experimentou as con-
dicoes de sua existencia. As mesmas causas
produzera pouco mais ou menos os meamos ef-
fetos em toda a parle.
O maior numero dos artigos de que trata a
convencaode 16 de novembro, ertm prohibidos
em virtude da lei de guerra de 10 brumario, an-
oo V, a qual podero perpetuar por meio seculo
depois da concluso da paz geral. De entre os
Qos o lecidos, a legislaco das alfandegas s dei-
xava entrar os de linho, de canhamo e de seda,
e ainda sob condico de nao serera de msnera
alguma misturados coro algodo ou l. Mas,
quanlo aus Dos e tecidosde linho e de canhamo,
a faculdade de admsso era puramente nominal,
porque os direitos estabelecidos para a maior
parle das raridades eram to altos que equiva-
lan) propria prohibido. Os direitos novos
apresentara urna baixa notavel; assim, os fios
de linho simples, crus, de primeira qualidade
(6,000 metros pelo menos ao ktlogrararao) eiu
vez de 45 fr. 60 c, nao pagaro mais do que 15
fr. por 100 kilog. Os mesmos fios, curados ou
Uncios, nao pagiro mais do que 20 fr em vez
de 73 fr. 20 c. e 84 fr. Quanlo aos lecidos. a
reduceno dos direitos menos seosivel, porm
ainda assim grande. Esses artigos, e entre
outros as fazendas brancas adamascadas nao pa-
garo mais que 15 a 16 por cenlo do valor. Des-
de euto, verosmil que sero importadas, ou,
em outros termos, que os nossos fabricantes se-
ro obrigados a faze-los melhor.
A respeito das sedas que sao urna das supe-
rioridades ioconle3laveis da industria franceza,
a tarifa, que chamaremos do anligo rgimen,
afastava-se de seus rigores systematicos. Era
muitos casos, nao exceda o direilo a 10 ou 12
por cento. Eotretanto, nao poderara resistir ao
desejode dar um quioho a prohibi, que
de boa mente teriam erguido aliares, e alguns
artigos especiaes eram na realidade prohibidos.
Nessas condicedes, entrava urna certa quaulidde
de artigos no geuero liso. Temos, porm, que
assignalar aquium fado quo em honra de nos-
sos fabricantes.
Quando tratou-se da nova tarifa, pedio o go-
verno o parecer da cmara de commercio de
Lyo, e esta foi levada a crer que se tratava
de subsliiuir as antigs disposc,es da tarifa
por um direito uniforme de 5 por cento ai valo-
rem. Mas a cmara, em cojo seio conlam-se
homens eminentes por suas luzes e patriotismo,
proteslou contri esse pensamento. Declarou
que coosiderava pouco honroso para a industria
franceza das sedas o ser protegida, ainda por di-
reitos moderados, e formalmente reclamou a en-
trada livre dos producios semelhanles do es-
trans-eiro. O governo cooformou-se com esse
parecer. Assim, ordena a convengo a isencao
de direitos immediatos para os lecidos, barretes,
meias, etc., e rendas de seds pura, os crep* e
os filos sero francos no Io de Janeiro de 1860 e
no Io de oulubro de 1864. A patritica altivez
da cmara de commercio de Lyo nao deixou de
encontrar alguns imitadores. Assim o Sr. Tis-
sier, fabricante de productos chimicos em Con-
que! (Finisterra) pedio com toda a instancia que
nao fosse mais protegido o iodo, que elle fabrica
era grande quantidade. Os leilores do Jornal
do Debates ho de se lerabrar da carta em que
o Sr. Tissier formulara nobremente o seu pare-
cer liberal. Oscamiseiros de Pars expriroiam-
se no mesmo sentido. Os fabricantes de fitas de
Santo Estevo nao foram to bem inspirados.
Em vez de se associarem aos pedidos dos Lyo-
nezes, seus vizinhos e seus rivaes, pediram qae
por occasio do tratado fossem augmentados os
direitos sobre os seus productos. Esse fado pa-
rece difficil de crer-se; parece impossivel que
viesse mais fra de proposito ; tal comtudo a
verdade histories. Nao precisamos dizer que o
pedido foi mal succedido. O direito sobre as Il-
las foi at diminuido, particularmente sobre as
de velludo. Em vez de 9 fr. 60 c. por kilog.,
estas ultimas nao pagaro mais do qae 5 fr. As
outras sero tazadas em 8 fr.
A industria do algodo era protegida pela pro-
hibido absoluta, nao s a respeito dos lecidos,
mas tambem a respeito dos fio. Entretanto
oestes ltimos tompos, desde 1836, as varieda-
des dos nmeros mais altos (ns. 143 francez ou
180 ngtez] poderam transpor a fronteira, mas
sob direitos cun mnimo era 8 fr. 40 c. por ni-
logramma. De*hoje em diante, os tecidos e os
Qos s pagaro direitos razoaveis; o equiva-
lente de cerca de 10 por cento sobre os (los e
15 por cento sobre os lecidos, quer o algodo
seja puro, quer misturado com outras substan-
cias. Sao especficos os direitos sobre os fiados
de algodo; variara de 15 c. a 3 fr. por kilograra-
ma, elevando-se successivamente por urna es-
cala regular. Ainda que s representen), como
acabamos de dizer, 10 por cento, pode-se entre-
tanto pensar que aioda muito para os nmeros
mais usados. O fiado de algodo a materia
prima de urna multido de industrias que ve-
em-se todas embarazadas se elle fr caro. A
essas industrias, to interessanles pelo eogenho
que ahi se desenvolve e pelo numero de bracos
que oceupam, torns-se impossivel, quando o fia-
do caro, sustentar nos mercados estrangeiros a
concurrencia da Inglaterra. No Zollwerein, a
flacao do algodo protegida por um direilo
uniforme de 22 c. por kilog. Entre nos, para
cima do n. 30, o direito j de 30 c.; de 50
c. paro cima do n. 50, e assim por diante. En-
tretanto notorio que as fabricas de fiaco no
Zollwerein gosam de urna grande prosporidade
com o direilo de 22 c. Nao havia pois risco de
comprometter a industria francesa adoptandn-se
pouco mais ou menos a tarifa do Zollwereio. S
o transporte da Inglaterra para a Franc,
quaato sos fiados de algodo, urna proteceo
consideravel, por causa das despetas particula-
res que o acompanham. Mas o governo francez
lera julgado que, quaato ao preaeote, mais valia
urna proteccasuperabuadanle a respeito dos ar-
tigos que ocoapam ura grande numer'o_ de esta-
rn
que
bel
tm que se acha empregado
capital imprtenle ; e esta ama reserva
Quanlo aos tecidos de algodo, adoptaram-sa
era cerlos casos direitos especficos, e em oulrs
direitos ad valoren. Os direitos especficos sao
estabelecidos por meio de urna elassifleaco que
simples e que parece mui pralica.
Os dos e tecidos de la sao objecto de estipu-
lacoes mais liberaes do que os artigos de algo-
do. Para os Dos, cuja tarifa especifica, o
maior direilo de 1 fr. por kilogr. sabido
que a materia prima, as qualidades finas,
muito mais cara do que o algodo. Assim, esse
direito reduzido ao valor mui mdico. Quanlo
aos tecidos que sao laxados pelo valor, o di-
reito de 15 por cento para dnscer a 10 por cento
no 1 do outubro de 1861. S as alcatifas coo-
(inuaro a pagar nessa ultima poca o direito de
15 por cento. A alpaca, a ilherai, a la do vi-
gooho e o pollo de cabra sero considerados co-
mo la, em Qos ou em tecidos. S ha excep-
Cao para os flos de pello de cabra que ficam su-
jeilos ao rgimen actual. Convm dizer que
por urna derogaco da enliga tana, os Qos de
pello de cabra pagam direitos moderados, 24 c.
por kilogr.
_ Os productos chimicos, que sao materiaes uteis
n'ura grande numero de industrias, foram trata-
dos de sorte que os partidarios do progresso nao
podom deixar de approvar. Urna grande lista
desses artigos entrar de hoje em diaote em
franqua. Nao s o iodo e o bromo, a maior
parle dos cidos, principalmente os dous mais
importantes de todos, o acido sulphurico e o aci-
do ntrico ; tambem a maior parle dos saes de
potassa, o brax bruto, o carvo animal, a rui-
va, os saes de magnesia ; a soda artificial la-
xada com moderaco : deve soffrer oulra reduc-
Co no 1." de outubro de 1864. Fixado agora
em 2 fr. 30 c. por 100 kilogr., descera o direito
sobre este artigo a 1 fr. 53 c. em 1864 O prus-
siate de potassa, substancia muierapregada pelos
tintureiros. pagara em 252 fr. por 100 kilogr-,
nao pagar mais que 20 ou 30 fr conforme for
amarello ou vermelho. Os saboea ordinarios
que eram prohibidos, sero tsxados razo de 6
fr. por kilogr. Um certo numero de outros pro-
ductos chimicos sero taxados ad valoren, ao
p de 10 por cento. Os productos chimicos nao
especificados, que al boje erara prohibidos, s
lero de pagar 5 por cento do valor.
Os vidros e os cristaes sao tambem mui sensi-
velmente descarregados. Para um grande nu-
mero de artigos deste genero, cuja maior parle
era prohibida, e principalmente para os copos o
cristaes brancos e de cor, o direito 10 por cento
do valor.
Para as garraas e vidros de vidraea, os direi-
tos, que sao especficos, nao excedem essa pro-
porco; nao a igualam al quanto s garrafas.
Pelo que diz respeito aos espelhos, nao s di-
rainuio a tarifa como tornou-se mais simples.
Supprimiram-se todas as disiincgoes de dimen-
sao e grossura. Al aqui o direito era progres-
sivo com a diraenso de sorte que o metro qua-
drado de um espelho grande pagava muito mais
do que o de um pequeo, ainda que o custo da
produeco fosse pouco mais ou menos o mesmo.
Abolio-se tambera a distineco entre espelhos
azougados e polidos. O metro quadrado pagar
em todos os casos 4 fr,; at aqui era, conforme
os ca-os de 12 a 79 fr.
Aos direitos sobre vidros e cristaes, assim co-
mo a diversos productos chimicos e aos saboes,
accrescentar-se-ha entretanto urna taxa destina-
da a representar o imposto que os fabricantes
francezes pagam em consequencia do direito so-
bre o sal.
Para a soda bruta, sera essa|taxa addicciooal
de 4 fr. 31 c. por 100 kilogr. Para os espelhos
ser I fr. por raelro de superficie. Para os co-
pos, de 3 fr. 20 c. por 100 kilogr., para o ehlo-
rato de potassa, 66 fr.
llavera tambem um augmento nos productos
de que o alcool faz parle por causa do imposto
que soffre este no interior. A suppresso do di-
reito sobre o sal, traria como se v, notavel bai-
xa na tarifa das alfandegas. E' urna medida un-
nime e vivamente reclamada pela industria, e a
que devemos esperar que se atienda.
A louca de toda a qualidade tratada da mes-
ma maneira que os productos chimicos. Sao in-
tegramente francos um certo numero de artigos.
Sao os que serven) para as construeces, para o
esgoto, ou para as operaces iaduslriaes. A
respeito dos outros, ser o direito ad valorem,
primeiro de 20 por cento, ao depois de 15 por
cento, daqui ha qualro annos.
Pelo que se refere aos artigos diversos, sao ad-
mitidas era franqua as flores artificiaes e os
objectos de moda.
A mercearia, os botos de metal pagaro 10
por cento ad valoren. Os objectos de caout-
choue que tanto importara hygienne, sao des-
carregados n'uma certa proporco. Eram pro-
hibidos pela maior parte, porque o caoutehoue
cobre ordinariamente lecidos de algodo ; e era
um principio no aotigo rgimen das alfandegas
que o solo francez deshonrar-se-hia com o con-
tacto, de um artigo estrangeiro de algodo. Ve
taes artigos entrar pagando direitos que nada
leem de excessivo.
Cootm a convenci de 16 de novembro um
novo melhoramento pelo que lhe ser grata a
industria. Urna das regras fundamenlaes do no-
vo rgimen a entrada livre daa materias pri-
mas, e por certo que nada mais legitimo em
consequencia de um respeito que tomamos a li-
bertado de chamar exagerado, aos ioteresses da
niregaco, na lei de 1860, em lugar da diminui-
co dos direitos as materias primas, haria-se
deixado direitos diflereociaes sobre os algoddes
brutos e as las brutas que viessem dos entr-
moslos ou que fossem importadas directamente
sob bandeira estrangeira dos lugares de produc-
to. D'ahi seguio-se por exemplo que as nos-
sas fabricas teriam sempre de pagar o algodo
da India mais caro do que os Ingieres. O mes-
mo para as taes da Australia. Diz a coovenco
de 16 de novembro que os algodes brutos da
India sero izentos quando vierem sob bandeira
franceza ou sob bandeira britannica dos enirepoa-
tos do Reino Unido. Estende-se essa franqua
s importares directas da India sob bandeira
inglesa.
Um igual rgimen applicado s las da Aus-
tralia, assim como ao jale, substancia tecivel
de baixo preco qae se colhe em abundancia na
India, e da qual os uossos fabricantes s haviam
lirado at hoje um proveilo muito limitado,
talvez pela difficuldade de obl-la.
Taes disposicdes devem ter em resoltado re-
conciliar com as ideas liberaes os novos fabri-
cantes que ficassem recalcitrantes, e a industria
franceza merece este elogio, que o numero del-
les diminue lodos os dias. A cada instante as-
signalam-se novas conversos ao tratado de com-
mercio. Com medidas desse genero, marchare-
mos mais depressa psra aquella situaco to
dessjavel e to conforme com a razo, em que
ser um principio reconhecldo em Franca que o
rgimen da liberdade commercial nao aacrifica
nenhura estabelecimento que mereja despertar a
solicitude do publico, que pelo contrario o que
melhor serve, aos ioteresses de todos e de ca-
da um.
B BAUIRILLMIT.
[U Journal det Dbate.U. Daperron.
No meto dos acontecimentos. que acabrunharo-
a Santa S, surge urna difficuldade cujo carcter
mporla precisar. A casa Rothschild declarou nao
ter fundos necessarios para o pagamento aa divi-
aa romana.
i^8i,0,ha" liberae 'e*" no ura motivo de se
glorificaren, e gabarem sua perspicacia. Nos bem
vos diziamos que o papa fazia bancarota I
tis o que se repele em lodos os lons.
o papa nao Usura de maneira alguma no qw
se passa; nao em seu nome pessoal que se pe-
dio emprestado : como soberano temporal, co-
mo re dos estados.da igreja. Os credores conta-
ram, nao com os recursos privados do papa, mas
cora o jogo regular dos impostas nos estados ec-
lesisticos para serem pagos dos juros de suas
Quando LuizPhilippe foi expulso em 1848 res-
lava debito algum da divida publica? E no caso
de. nao pagamento dos juros pelo governo republi-
cano, seria alguem bem acceito aaaignando-o co-
rao garante? Elle tena respondido? o imposto
o poohor dos credores do Estado ; eotregsi-me a
?*,Slrasao da f"enda Publica i 8"ao. dirigi-
ros quelles que a leem. *
Com effeito. o credor segu seu penhor em
f.9f mao. *q Pm-principio estado
iosso direilo civil; aqui, so o penhor quede-
lerminou o contrato de empreatimo ; nao para
si, mas sim para seus Estados que os res cere-
cera de dinheiro.
Os credores do governo romano o sabera perfei-
tamente Qual pois sua posicao em vista da ira-
possibilidade momentnea, em que acha-se o san-
to padre de paga-las?
. S em consequencia de embaos nicamente
internos, o governo nao prov ao pagamonio da
divida publica, os credores do Estado nao leem
recurso. O governo pode dizer-lhes.
Nao leoho culpa disso; o Estado acha-se
perturbado ; ha caso de forca maior. S as faeces
sao responsaveis pelo que succede.
Em taes circumstancias as faeces nao pagam
e o credor deve desde logo esperar o fim das per-
urbacoes E logo que um governo regular so
nstate, elle voltacom seu requerimenlo na rao.
seu penhor e o imposto, o thesouro publico : e
logo que elles se levaolam, o credor Ihes estene
as raaos.
Quem oussria contestar estes principios, sem os
quaes desappareceriam a f publica e a seguranca
uos comprometimientos?
O liberalismo tea urna tendencia toda particu-
lar para a theona da bancarrota; elle servio-so.
a ,,&?" l,(Iu,,lar a sociedade franceza de antes
ue i/i. Depois disso, elle pratic3u mais do que
a banca-rota,conservando a confiscaco entre as
suas mais constantes mximas de Estado.
5 re.cenles revoluces da Heapanha, da Suis-
sa e da Italia, a confiscaco marchou de par com
o triumphodas ideas liberaes.
Ilouba-se com applausos do publico financeiro
as propnedades catholicas; nao seria urna digna
propeosao para esta poltica espoliadora suppri-
mir os crditos catholicos?
Em geral a divida romana est as mos dos
camdeos: ella escapa agiotagem e forma urna
MM de crditos pacficos e estacionarios.
O ultimo empreslimo pontiflcial poz em evi-
dencia este carcter essencialmenle religioso.
Desde entao, o mundo calholico, que seria fe-
rido eofraquecido pelo no-pagameuto da divida
romana. Bella occasio, accolhida pelos jor-
naes, que ensinam que o papa est condemnado
banca-rta.
Esta maneira de estabelecer a questo termina
na lallencia, nao s para o papa, seoo tambem
para os soberanos Ella absurda e contraria aa
direilo
Voltemos verdade das cousas.
Os estados da igreja conlrahiram urna divida :
quem actualmente osla de posse dos estados da
igreja ?-Victor Emmanuel. Quem impede ao pa-
pa de receber os impostas as provincias arran-
cadas sua obediencia ? Vctor Emmanuel. Quem
deiem o penhor dos credores?Vctor Emmanuel
sempre.
a elle, quem os credores devem agora di-
ngir-se ; seus crditos al nova ordem sao con-
tra o Piemonle, delentor de-boa ou m f, e em
lodo o caso, investido dos encargos como dos be-
neficios de sua posse. A questo poltica nao mu-
dou os direitos dos credores ; nao ha oovaco em
seu titulo, e elles seguem seu penhor.
Assim, desconhecer seus interesses e violar
os principios do direito reclamar urna intervencio
especial do Po IX, aflm de que depois de urna
sesso regular o Piemonte seja encarregado da,
divida pontificia. Po IX nada tem a ceder;
urna cesso regular nao modificara a posicao dos
credores. O dbale nao entre Pi IX o seus cre-
dores, mas sim entre estes e o detentar de sea.
penhor.
Convm mesmo por de parte as Ideas de sobe-
rana e de propriedade.
Pouco importa nesle momento qual o verda-
deiro re dos estados da igreja ; nenhum capital
devido ; trata-se de juros, especie de dividas
annuaes e perpetuas, imputaveis sobre as rendas
do Estado, e nao sobre o fundo social. O possui-
dor, quem quer que seja, obrigado elles, e s
percebe as rendas com a condico de pagar os en-
cargos, que as gravam. assim que todo o tri-
bunal decidira a questo.
E se o goveroo piemoutez exige antas de tudo
urna renuncia de Pi IX, muda as leis do contra-
to e tatroduz por si condicoes eslranhas vonta-
de das partes, Islo seria um ado de tirannia a
odiosa hypocrisia.
O direilo dos credores nao depende da vontada
do papa ; repousa em um fado jurdico, valioso-
em qualquer tempo, e existe independeute dos
acontecimentos polticos.
Carlos X nao reconheceu Luiz Philippe. Tea
este podido dizer:Nao pagarei as dividas do an-
ligo governo seno depois do urna cesso regular
da cora.
Nao, nao a legitimidade real; a deleoca
do solo fraocez e a percepeAo das rendas, que en-
cerravam a obrigacao de pagir os juros da divi-
da. Do contrario, o Estado ficaria livre de loda a
divida.
E* esta adoulrina que tende a prevalecer no
Piemonte e no direito publico eurapeu.
Houvesse ou nao Carlos X cedido seus direitos
a posicao dos credores do Estado teria se conser-
vado a mesma.
A renuncia de Pi IX nada tem de commum
com o direito dos credores do estsdo pontificio,
atara fcil desembaracar-se das obrigacoes de um
contracto, acrescentando-lhe urna obrigacao im-
possivel de satisfuer I Nao ba contrato entre o
Piemonte e os credores dos estados da Igreja, mas
ha da parta do Piemonte um quasi contrato. Sua
lomada de posse acarrala eonsequencias natu-
raes, que elle nao pode legtimamente sublra-
hir-se.
Se ha banca-rota, sabe-se por quem ser ella
feita. Prevenimos aos contrataderes que perigo-
so seria deixar o publico amiliarisar-se coa o
pensamento de que fcil um Estado faltar &
seus compromettimentos.
Mr. de Eothsehild que nao liaba recebido lodo
o semestre, esperado em 1* de dezembro, rece-
bera comtudo a maior parte deste semestre. Saa
conducta foi censurada at por seus correligio-
narios !
Restas dolorosas circumslanclas os subscripto-
res do eapreittmo romano aupportarao com pa-


!WI
*---
_____________,11 |
IARKj D rifUUMIUUi. ItRU lfil W FEVEREIRO DE 1861.
#% ciencia esla demora, quetaNez causada pela
ai vonlade, ou precipitadla d Mr, de Roto*,
child.
COQWU.B.
(le Mondt.S.Filho).

Temo* seguido cam o mais tito interesse
aeapres do eajejeeaeo par ros
ale cavase ofaao e ejauatca 4o groja : a
ase aenb a de passado, o saetea toll
hoja diaer quaes Apwntan. que
nos tata*) par ulna, dea par aMjie o
rease as
laotteflo
Talo afia Peo era ana providencia servio-se
d* trios para realaac aeus designios a res-
pailo da ma igreja. Nada pois devenios a esse
aenrioae para a extirparlo do papismo; tai
Dos que aoa fez aua merc, e llenriquo ape-
nas (oi um instrumento para tal Bm. Uo re
humjoo. uro re atoos absoluto que elle nao
latia 4 inco ejtajejrjto n ataeaeee dalaMnl
urna apecie Je *mk"&m ,uo tiles
ros de clero (allam da uo Moa torea aee-
a>detraracoasia*ai Usede. aLse* ve-
M4 t vivas, corn*padi eaaerar-ee 4e hosaens
que reurtiam. j o aaaor da arle, ja e ardor do
lelo religioso ; mas, seguindo a mxima lio fe-
lizmente lembrada do alio da cadeira de S. Sus-
tachie pelo veneraval presidente, lude patseu-se
aera o menor aloque ao espirito de can Ja Je, ain-
4a mesmo uas cousas en que a divergencia man
c fea sentir.
Quanto ao que deve ser por lodos aJmiuiJo, a
unio oi admiravel; toda a aanifestaco de sen-
timentos geueroaoa e calholicos ei acolhida com
vitos e mximes applausos, e todas as vezes que
te decurso da diacussao foram lumbradas pres-
ciipeoes tomadas pela anioridade religiosa para
guarJar a deceucia e a dlgnidade do culto, bri-
Ihiram musirs dt mais ardente adheso.
O depuisdo da Blgica fur viule **u inter-
Tompido, vate vezes applaudido da maneira a
-tais syuap&lliica na ti: ii lian le o calorosa rxposi-
Qo, que fez do esiado da msica religiosa uas
diversas diocoses de seu paiz : c, esqueoiito lodo
o efpililo da mesqeiona Bactoualidada aoba ius-
piraco mais ampia do espiiio caiholico, ouvio-
se com felicidad o que aentimeulo Ja arte,
unido 6 urca das tenas iii&liluicoes municipaes
aoube fazer para dar aos caulas da igreja essa iin-
plido, esse bcilho e magu tice una, que lao po-
nuaaiuuile coutrtbuein para a luauulaoco da
xeligiu nos espirites, nos corac.es, e eiu todos
es hbitos da vida.
lie certe ; se maesa do povo belga est lao
firmemente ligada ao calhultcismo, no meio de
lulo quanto se le ni posto eir. obra paca delle ar-
rauc lo, eiu grande parte o deve a soleiuoidade
de Mu cantos, que ltic fazem encontrar utua
.aanta alegra em seus templos, e o levam assim
origem de (.
Nao daremos cunta deseas sessoes. nossos lei-
lores verso o resultado dolas, e os (rucios das
4iscusses no relaiorio que fui dedicado NN.
i>a. litspos, e cujo teilo prximamente publica-
remos.
O coogresso nao lioha aeco a exercer por si
jtroprio ; uao liuha raisso, neto poderes moraas
luda a iisiitiiiijo religiosa neces.sariameule eleva
to bispos ; e que insutuicoes leriam mais espe-
ialmeiiie o carcter religioso do que as queoc-
cupam-se do canto da igreja ?0 que o coogres-
o jo lio (azer, e o fez com assaz precisao para
flue dova ser applaudid, era por em eommum os
aludos, as luzes, os pensameulos e vutus de to-
dos os boinens, que mais se oceuparem do canto
religioso, e dos muios de dar-lbe seu carcter,
poder e admiravel elQcacia.
Esto resultado (ui oblido, e agora os homens,
que em om certo sola ment senliam com con-
iceo a necessidade de fazer alguma cousa, mas
jque deviam temer andar uo acasu e exageraros
meios, poJeio aproveilar-se das discusses que
Zeein liJo logar, e apour-su sobre o que fui re-
conliecido e admillido como mais dsejavel e mais
Ulilmeuld praticavel.
Cromos poder dizer que a seuda est conside-
ravdu.euie facilitada quelles, que querem obrar,
e islo j um progresso importante.
No curso da discusso ouvunos urna palavra
que disperta mutUs reflexes e deve abrir o co-
j"ui;;io multas esperanzas. Um membro do
cougresso enuaciou urna observacAo que ellu nao
leve lempo de desenvolver sobre a coincidencia
dessa ralla ai le cprista no canlo eclesistico
o mes.'iio lempo que na cotistrucco das igrejas.
A volla ao principio chrislo existe smente
nesi.'s dous pontos, grac.as Dos. Preparado
em Franca pela revotutao do 93, que Malta por
fim providencial ferir para puriticar e curar, elle
ananifeslou-se na lilteratura desde o priucipio
deste seculo; por muito lempo iucerlo, tmido,
sulfocado antes do qoe combalido, ello aug-
meniou comtudo ponto, que em nossos das
4lelliroBou o paganismo e suas rediculas llrcoes.
As arles seguiraiu o moviaiento ; as obras da
archiieclura chrislaa oslentam-se lodos os olha-
res, o nunca a pintura multiplicou tanto seus
assumplos religiosos.
A reuoioo do coogresso para a restaucaco do
xaulo ecclesiastico nao fui mais do que a pri-
aneira grauJe manifeslaijao do um trabalho, que
cuuii-cara, ha bem vinte anuos, pelas pastoraes
-de S. Em." o cardesl Slerckx e de inonsenhor
arisis.
Assciencias, mais orgulhosas o mais rebeldes
loqueas artes, singularmente perderam seus
.desJeiis, e foram multas vezes obrigadaa render
brilhiiiles homenagfiis & verdada calholica : a
phylosophia, quo cira regular sem partUha as
crengas de todos os homens, julgar-sc-hia feliz
bojo de sera limtuda a camiuhar parda rcligio
como sna irma.
Todos os dominios da inlelligencia por conso-
guinte entrara pouco a puuco debaixo do imperio
da t,-a propria politica, apezar de sua resisten-
cia, est mais de mcio vencida ; j ella se vio
forjada a renunciar seu principio da lei atha,
e invoca os preceilos do Christo, os quaco, ver-
dade que ella so encarrega de interpretar seu
geito ; mas, diga o que disser, ella sabe perfeita-
ineiiie que nao Ihe cabe a infallibilidade ; os tac-
tos o deniouslram todos os olhos, e em breve
lia sentir que se necesaario para reinar com
seguranga sbreos homens ligar-se & Dos, nao
e lem eos por si sem a condigao de ouvir a
igreja.
Sim, o sopro chrisiao leva a vida ao seio oa
sociedade, e j roove o que nao queria revivar ;
aovas provas uo farao senao coulirmur o que as
primeiras lioham ordein de coaiecar. Desde
ba muito que se prcparam.e j se cuordeoara
os materiaes do futuro edificio social, que
aera o novo lernplo, oo qoal Dos, invocado ain-
uma vez pelos reisseus ministros, vira
da
residir e reioir. E emquaolo o saccerdote e o
imperio se reuoiretn para proclamar e eusioir os
direilos do Christo rei e poiiiiiice, os eaolos sa-
jfrsdos, que hojose renovam, elevaro os cora-
rles dos pavo, e os associarao alegra do
tnumpho da igreja.
L. Iiir-EBT.
( Afonde.S FilUo.
anonymo
nos sao fize-
De outro lado da Mancha chegaram-nos repe-
tidas vezes algumas cartas que nao sao em ri-
gor malo aprazireis: nao temos a felicidado de
agradar aos iuglezes, e confessamos que nao fa-
zemos o menor esforco para merecer a amizade
delles ; pensamos que trilho urna falsa vereda,
e o dizemos ; pensamos que a Inglaterra ioimi
ga natural da igreja, porque protestante, e o
diseamos ; pensamos que por causa de seus odios
religiosos, da suas necessidades induslriaes, do
6uas tradiges, de sua poltica actual ella ea-
sencialmenle revolucionaria e inimigad Franca,
e o provamos.
Assigoamos, porem, tud > quanto escrevemos
contra a Inglaterra, e os correspondentes bene-
toIos qne eoconlrainos alein aa Mancha team o
cuidado de se oceultar sob o veo do
para insultarnos.
Elles fazem Justina a si mesmo
mos outro reparo a tal respeito.
Acabamos, porem, de receber urna carta de
oulra nalureza ; vero assigoada. subslitue s in-
jurias um eosaio de raciocinio, e o illustre ca-
valheiro que a escrevou, raoslra-so cuidadoso de
nossa salvago, e chelo de boa vonlade para re-
formar os nossos juizos histricos acerca glaterra : devenios a essa carta um accolhimen-
to difTereote, e queremos d-la a conbecer. Mos-
trar ella os nossos leitorea quaes sao os pre-
juizos que nulrem os iuglezes honestos, como
procuro elles Iraoquillisar a conscieucia peran-
*e o vergonhoso espectculo quo lhea aprsenla
a historia do estabelecimento do protestantismo,
orno juslicaclo 4 revolalugae italiaoa, como em
lim chegam a imaginar que a sociedade ingleza
688 mstituicei britannieas sao o modelo e o
- .*-. .}ai\ ociedada hamaca e da toda a
iostilai5lo chrislaa.
Senhor, eacrevem-nos, II algumas das s
bserracoea a taapaito. da carta deUrd Jaba lus-
eei i i Jamas ludsou a da poltica da JngU-
arra oa IlaJia ; tuda quanto posso dzer que
o actor dataw observaces goora iulairaraea-
te historia da Inglaterra. Henrique VIII fui
uro papista eura papista violento al oa ltimos
itiale d ma rioa, r* um vera4*ixp de-
Q**e a XzahaL aaaasaaa Iba m iund
aiafioaa Uaeadade dbrtat&a cujo aaaaaW
traeuraria Y. S. aa qualquer paria
liare taaj>atara.
Avac o sasHwc, fe a ftaarts eaaafavta
restaaaa ; eu *e*o-e. a hiHaaaa nega-a, Car-
I ra ptoteatasde (Mmixo da carta _
da Sata mas Carlos II ra i acontes taaaAaaerrta
usa beato, morreu papista. Jaquea M tai
sempre um denodado papista, e foi com toda a
juatica expulso do reino por*ua crueldad* sangui-
naria a por seu nfimo papismo. GurlhetmeMl
aperfeicooa cootirmou a oossa gleoea lber-
dade.
E' assim que o vosso correspondente reclitisa
a historia. A maneira porquo julga elle Henn-
que VIH, instrumento necessario e hediondo
da regenerado religiosa da Inglaterra, parece-
r pouco lisongeira a Vistor Eunuunuel a aos
outros hroes da regenerar^o italiana, pansa o
nosao corrispendenlo que para regenerar os
povoj e dar-lhes liberdades sao precisos homens
que nao recueto dianle de qualquor considera-
cao da jostica M htimamdade. Lamentamos
a tioeesiiadejem que se acha elle de assim jus-
tificar a maneira porque o protestantismo esta-
beloceu-se .na Inglaterra. Al aqui eram lodos
coucordes que Dos sabe tirar o bem do mi
maa maguera acreditava que os apostlos por ello
enviados devessem ser tyramos o pediles, autx.
(Juandu Daos manda alguem para o bem, d-
Ihe um sigual que o faz reconhecer logo : Vos
renhec-lo-heis por seu fructos. >
Todos sabem quaes eram os fructos dos Heo-
rique VIII. dos Lulhero e dos Cal vino. N5o inss^
tamos porem, e contentemos-nos com registrar
essa preciosa conlissao do um protestante inglrz
que ve-se obrigade a abandonar Henrique VIH,
e que une-se aos caiholico para profligar aquel-
lo mostr de lascivia e de crueldade. Apresen-
lain Izabel como fundadora da liberdado religio-
sa na Inglaterra : coufessamos quo a historia
nao nos havia deixado suspeila-lo ; mas Izabel
fundou por certo essa liberdadeao modo do Uen-
rique VIII, islo perseguindo e coudemoando
a muri os calholicos e seguindo fielmente as
pegadas de seu desptico pae.
Seria mais que prolixo entrar na analyse dos
reinados de Carlos I, de Carlos II e de Jacques
I[. mas dizem-nos bstame os historiadores iu-
glezes protestantes que Carlos I, que o nosso
correspondente roconhace como pouco mais ou
menos proteslaute, nao estabeleceu a liberdade
religiosa, esofTrcu bstanle da licenca das seitas
para ser dcsculpado.
Nao temos l grande vonlade de defender a
memoria de Cirios II ; mais 8eria difiicil provar
que elle foi mais perseguido do que Henrique
VIII e Isabel. Uuauto a Jaques II, que ora ca-
iholico, esgoiou-se em esforcos inuleis para io-
troduzir a liberdade de consciencia na Inglaterra,
succuuibio aos golpes do fauatismo protestan-
te que nao queria reconhecer tal liberdade pa-
ra os calholicos. Guilhermo III, chamado por
causo do odio essa liberdade religiosa que d-
zeui ter sido aperfeicoada e fortalecida por elle,
nao se nioslrou mais"liberal que seus predeces-
ores : bem o sabem os calholicos iuglezes e os
irlanJezes. E' graca apresentaram-nos como
um dos fundadores da liberdade religiosa um
rei que s foi acclamadu porqua ia restituir aos
protestantes a sua supremaca em detrimento
dos cabolios, reos do quererem viver lega-
uieule n'um paiz que era de todo caiholico um
secuto e meio olea,
EutreUtilo formal a historia que invocam
contia nos : o que significa a emaucipaco de
1829 si foi em 1688 que estabeleceu na Ingla-
terra a liberdade religiosa Quizeraraos que o
nosso correspondente se explicasse a este res-
peito ; mas elle o proprio a deix.ir bem de
pressa o terreno histrico que uao Ihe parece
seguro, para llrmar-se n'outro que Ihe parece
ruis estavel.
AGnal de conlas, continua elle, saiba V. S.'
que nossa liberdade procode do uso, do uso Ili-
mitado que fazeraos da sania biblia, a palavra
de Dos. Nessa liberdade nao 6 crearlo de um
dia. nem de da?. Nossa liberdade do pensar,
de fallar e obrar co resultado le nossos longos,
contiuuos e felzes combales contra os tyraunos
ospiriluaes c temporaes, e nossos combates nao
poderiam ser nunca felzes se uao flzessemos a
palavra de Dos lao livro cerno ella por si
mesmo. Seo Sr. obtiver urna boa tradueco da
sinta biblia, se esluda-la e rogar a Dos que Ihe
d o seutidodella e que Ihe deixe ver que a li-
berdade christ a nica liberdade verdadeira e
eso V. S. ver.acomprohendor os discpulos de
Chrislo, ver-se-ha livrd da escravido do pecca-
do, qualquer que seja a forma do goveruo aob
que viva V. S. Deixem de ser papistas, aban-
donen! a communhao dessa sanguinaria lyran-
nia que nao deixou de molhar as m.ios no sau-
gue dos santos de Dos. Provera a Dos que
podessem ser que para os poccadores, a salvaco
nao pode depender dos padres, dos frades e dos
das freirs, ueru de cousa alguma dessa tranta-
tada pagan, mas sulenle de Sanio Christo. nos-
so itedemptor Eutao seriam lures, lvres do
poder do peccado, lvres do temor da morte, l-
vres do poder dos padres, livres do poder do de-
monio.
Somos por eerto mu gratos ao Sr. Carlos B...
em razao do zelo que teslemuoha pela vossa
salvagao, e tambera s exigimos que se lea a bi-
blia para se obler todas aa liberdades que alie
uos deseja. Temos porm cortos escrpulos. O
Sr. B. l assiduamcote a biblia, enoduvida-
mos quo ah ache todos as sorles de luzes :
eomo pois possivel que ahi nao encontr que
e sobra Pedro que SantoChruHo estabeleceu sua
egreja, e au sobre a biblia, que a egnja que
diese que ouvissemos o Bao a biblia ; que a
egreja a nao cada fiel em particular que o in-
terprete da palavra de Dos ? Como que, sen-
do elle lao instruido, eogana-ee assim a respei-
to da egreja calholica e dos Papas? Como nao
v elle que o livre exame s pode levar a anar-
chia, e que a liberdade religiosa de que gosa a
Inglaterra, nao mais do q.ue a fraqueza em que
est o protestantismo da dicernir o bem do mal,
o verdadeiro do falso, o que uao um progresto
mas urna decadencia oa coDSltuico6octal dosse-
culos passado? Examine o Sr.B...cm sangue fra a
condicao real do maior numero nos paizes ca-
lholicos e oa livre Inglaterra, e diga-nos se nao
ha pelo meaos tanta, nao dizemos felicidsde, ma-
terial, roas dignidado moral e liberdade n'aquel-
les paizes quanto em Gra-Bretaoha.
Nao coovem deixar-se eogaaar pelas appa-
rencias. E' certo que a Inglaterra gosa de ins-
liiuicoes mais liberaes, por exemplo, do que as
da Frausa, e que exleriormenle ella mais livie
do qua muitos astados do continente. A liber-
dade da impreusa, a liboradeda diaeoasao par-
lamentar existem legalmeote na Inglaterra; o
recoohecemos que essa liberdade do bem a do
mal preferivol libertada extlusiva do mal.
Uas vo ao amago dessas instiluicoes lvres e
examinera que somma de liberdade verdideira
sao ellas aa maior numero.
Deixam urna inteira liberdado a mizeria que
obriga a philaalropia inglesa a sustentar um sex-
to dos habiraues da Gr-Bretaoha a a ignoran-
cia que pega sobre os troa quartos dessa socieda-
de lioorgulhosa ? Pode alguem ser livre quando
marre & tome ? quando depende absolutamente
dos outros para podar viver ? Podo alguem ser
livre quando se acha n'uma ignorancia inveoci-
ve da verdada ? Na Inglaterra os livres sao os
grandes proprieta ros, as reos fabricantes, os
burguezes abastados; mas o resto? E com as
inalUuices liberaes da Inglaterra, por que nao
livre o reato, se nao 6 em grande parle por que
o protestantismo que domina, esgota a verda-
deira caridade, torna possivel ua mais vasta es-
cala a explorarlo do hornero pela hornera, e traz
um estado social semelhanta ao do paganismo,
excepto a escravido legal, mu bftn substituid-
pelo proletario e pelo pauperismo ? A verdadei-
ra liberdade so poda flaresesr i lu do eatble-
cismo, isto da verdada ; a Inglaterra couser-
vou, grabas ao seu carcter tradicional, mullas
liberdades que deve ao eatholocismo; custar-lhe-
ou bastante mostrar aa qua dave ao protestan-
tismo, salru se crismar coas o nome da liber-
dade a lieeucs que di aa mal a aa falso diraas
Iguaes os do bem a da roedade.
Ba multas graos oa liberdade: em baixo da essa-
la s se encootra a liberdade do mal.isto a op-
prsalo de toda a liberdade verdadeira;mais cima,
a liberdade do mal est ao lado da do bem; mais
cima alada, ola est aaaio liberdade do bera
ns
ir
4a silveatraa,
Jazeiro e do
Desles ulti
paire Rohan
com a tolerancia do mal nos il
a mesma liberdade do bem. A
pas tinha quasi chocado o
?.usado o protesta ilismo e a_____
szer inclinar a batanea em favor da1
mal. Por certo que quando lem o "mal
nado jarjanto Upo, pe pjajgreasQ naja jo,
bemabarioM(a toleaaW mn J|jH
berdattas M faa.tst a nXiaiaiua 4a*fi-
laterra; Mttaarwum agano oauiderar coaaa
oideat* paaiieDo an aaal aaenor, Casa
deso*taaeideiisteflbi. imm greta
arado t*tHa rerale a aatanauia a toda m
i berdada iagal, > que a se auatenla ai*
taando tal a o ano adato ij iwes coma
!femeaiUbardaa>.
eaagaeja, purai, retale, parfue aaasao
quer que m porta.1 do Mferao pteralecae anadea
ella, o'ahi nao so scj;ne que as socieladea ande
o bem o o m\ **ai sastra d-dm>itea #*ea
onde a indifferenca social a lei do eslrdo, sa-
jara sociedade 1 vigores,*, eque noconlinham
em si um germen de moite que se manifest
de quando em quando per-convulses que en-
gaara quem as tamasse pelea signaes de urna
vida superabundante. Nao se deve tomar a ego-
me pela vida, e eis o erro em que cehio o il-
lustre cavalheiro que se mosira lao eheia de
solio tude pela noaaa oooversio.
i.ClUXTHU.
[Mond.U. Duperron.)
Alg-ons jornees q defendem e qua Tepresen-
tam um principio luteirameute opposto ao da so-
berana u.icional, mostram-se escandalisados com
as sympalhiis que haveraos msnifestado aos ho-
meus que sacrilicaram a vida-pela causa da io-
depenoencia italiana' A ouvi-las, dir-se-hia que
laiemos a apologa da insurreicao, qualquer que
seja o seu motivo e qualquer que seja o seu alvo,
e que nao, rocouhacemos outra legitimidade se-
no a das tranque-iras ou a da camisa vermelha.
Pergunlara-nos elles mui seriamente porque o
Jornal dos OebaUt, se elogia os precursores do
Garibaldl, eombateu outr'ora os insurgentes da
ra Transoouain, do claustro S. Merry, e todos
os precursores da revolugo de 1848. A respos
ta mui simples. O Jornal do Dbales comba-
lia os insurgentes do Lyo e de Pars, porque
achava sua causa injusta ; prests seu apoio aos
insurgentes italianos, porque acha justa a sua \ bro de grande molelo,'
causa, E' realmente singular que nao queiram
azer esta distinecjio. Ha iasurreiges qua se
fazem em nome do direilo e al em norae da
le ; tambera as ha feitas em menosprezo de to-
dos os direilos e le todas as leis: Onde est a
justica ? ral a questo que se aprsenla todas
as vezes que debatida desde o principio do
mundo, e que nao ser provavelmente resolvida
anles do flm. Querer, porem, raciocinar e argu-
meutar com a simples palavra insurreigo mos-
trar ou pouca boa f ou pouca inlelligencia. A
insurreigo da Grecia teve, nao s todas as sym-
pathias, mais aioda o auxilio effeclivo de um go-
veruo legitmista ; e se perguntasseiuos aos que
nos atacira, o que pensao elles da insurreicao da
Vandd e da expedido da senhora duqueza de
Berry, repond^r-nos-hiam que se Ihe assoclam
de tolo o corceo, e leriam razo uesse seu pon-
to do vista.
E' pois pura e simplesmeote um absurdo o cha-
marera uos revolucionarios, demagogos, onar-
chiasias, e nao sei mais o que, porque ajudamos
com os nossos votos e com o uosso apoio urna
revoluco que consideramos como essencialmen-
le justa, moral e legtima. J dissemos : eram
os governos italianos quem ha cincoeuta anuos
eslavam era permanente insurreijo contra o di-
reilo, conira a rao, contra a moral, contra a
humanidade, e que mais 6, contra a segurauca
publica. Fursm elles que se pozeram fora da
lei, uao s dos pevos, mas inda dos governos ;
o a rovolucjlo ila.iana obra, nao s dos Italia-
nos, mas da toda a Europa liberal e conservado-
ra. Havia nao sei quanlos annos que os gover-
nos liberaes e conservadores fazUm aJrooosta-
ces sobre admoeslages aos soberanos italianos,
e quo esses soberanos recebiam-nos com despie-
zo ; o que fez que uenhum dos governos da Eu-
ropa, anda absolutos, quiesse associar-se a sua
causa: Uaviam comproraeilido tudo, at a iy-
raun'a ; perdido lucio, at a ordem.
Temos conscieacia de que somos na Italia e
por consecuencia na Europa os verdadeiros de-
fensores da ordeta no mesmo lempo que da li-
berdade. E quanto aos bons apostlos que se
lameniam santamente por ver o Jornal dos De-
bates renegar as donlrinas que Ihe grangearam
a sua importancia e a sua fama convdame-
los a applicar sua solicilude sobre si
so
0f. rjaftfco Teixaira de Garvalho oftere-
Ua*cidos, fabrioados em Minas-Ge-
Wap bcap da pita. O exame daslas amos-
claramente o partido qua sa p'o-
vegotal lao abundante lao fa-
llivrr.
corisaguapxU da mol
4a araaaaiaa^Aaaaaca-se na
ho, auge coM mamoneiro,
1
lifTTV
mi
ulti
mesraos. e
oceuparem com a sua propria importancia e
com a sua propria fama. Ninguean Ihcs disputa
isso.
John Lemoiune.
INTERIOR.
WO DE JAM IllO
t de Janeiro
A casa baneara Mau, Mac-Gregor & C. diri-
gi aos seus sucios commauditarios a seguinte
circular.
Srs socios oommanditarios.As operaces
de nossa sociedade no semestre que acaba de de-
correr apreseolam o desenvolvttneoto gradual e
segur que ascaracterisa desde o comeco de nos-
so o?tibelecimenio, mostraudj sempre um semes-
tre sobre o outro oolavel augmento.
O inovimenlo da caixa subi a...............
136,839 9265097, sendo por entrada..............
68,49g.5f33#U9, o por saluda 63,341:3739038, de-
nunciando estesalg.rismos um augmento de.....
29,243:2319928 em relacao ao semestre passado,
de 2:2,-240:1693511 em relacao ao seraeslre corres-
pondente do auno anterior.
As conlas correles apxeseniam urna entrada
de6},OI6:5>4189 e urna sahida de...............
56,8U-448#499, tenlo-se aberto 259 cootas novas
durante o semestre'
A carteira roostra urna entrada de letras na
importancia de 33,076:078*231 e urna cobranca
de 20,011:0533517. leixaodo am saldo de........
13,065:0240/714, do qoal o prazo uao vencido se
acha representado no descont, nao vencido, pe-
la quantia de 543:72l)i76.
< Os lucros liquidos no semestre subir ra a....
6O4:590$(s59 ou ua razo de 20 por cento ao anno,
permiiliudo O dividendo da 45*000 por quinha^
sendo lavado a funlo de reserva 36:275940* e a
lucros em suspenso, 298:3149665, a que tem igual
direilo parlivel o fundo com mandilarlo e a geren-
cia, depois de liquidada a perda, qoe duasoecur-
reocias. que se deram no semestre Ando, podem
acarretar, sendo urna deltas somenta perda de
juros pela espera concedida a um devedor, e im-
portando a liquiiacio da outro devedor urea per-
da de capital que pode chegar a 232:0009000 ao
passo que para fize-r faca a estes desfalques tem
j hoje a aociedude, como demonstra o balango
junto, 461:355*506 na sna reserva e lucros em
suspetiso, estanco a gerencia anda no proposito
de aecumulax dnrar.te mais um semestre a estas
verbas o excessodos lucros aeima da tasa dos des-
contos do Banco do Brasil pendo assim o capital
social ao abrigo da ledas as eventualidades pos-
*?;'. ?* ddcaiaatcr realizafel e bera garan-
tido dos ttulos que po&suimos, assumpto que lem
merecido o mas oepeciat cuidado da gerencia
desde que algn; infortunios commereiaes o os ac-
tos de m f de que tendea couheciraento vieram
abalar a cooanea ora qoe asseuvara as opera-
Ses monetaria:! desa prega.
A gereucialam, poi,plena conflanca no futu-
ro desa sociedade, que se nos aatolha mui pros-
pero, permiitin lo t reveniente a divisao semestral
dos vantajosos lucros que dos aanca o mecanis-
mo das operaces bancadas que temos montado
depoia de criada orna barreira sufcieote para l
zor (renta a todos es auccessos que possam dar-
se, pois, como nabsis, sacrificando mesmo craade
parta do frueto da seu trabalho pessoil, tem esta
gerencia sido constante no seu proposito de con-
servar sempre intacto a capital quo Ihe foi con-
fiado. Rio de Janeiro, i de Janeiro de 1861.
Mau, Mac-Grejor Conxp.
0 Sr, director de musan oseional communi-
cou-oee a seguinte relaoaa das olleras feitas ao
mesmo estabeUciaeata durante o anuo prximo
asada
O Sr. Jos du Silva Miranda offeraceu om co-
gumello propriii (ki certas palmeiraa da provincia
do Piauhy, a qua goza, da propriedade de tornar-
se luminoso duiania a nuile; dous licheas deno-
minadas jarico, aoi quaes se attribuem muitas
virtudes ntecieiaej, a ama amostra da bella ma-
deira caaheaida con o sate de po-roao;
O Sr. Joao Augusta Correia varias amostras de
leos vcgUet ia provincia do Para a o Sr. Hen-
rique de Beaurapar a Rohan urna amostra do oleo
da palipad, ut aat va oa Parakiba do Norte par
lem per u igu uiai.
tocias. O Al las da Wi
varios casisl ij ibjjiw oa aaai
ae nutrem com as (oleas .daca-
eiro.
frereceu a ia. S. e niaaar
... grande iftiaariidade de caaataa
4a provincia da erahyba do Norte, onde essa es-
pecie do bombyx muiomrnum.
fi Sr. Silva etmtnda offereceu antis um nnho
do paasar denominade rt-cango.
O Sr. A. J. Alves Sonto contina a eoriquecer
o museu com os aorataes que movrem do sea jar
dm zoolgico. Durante o anno prximo findo
esse seuhor envin um jabur-moleque, um ma-
caco africano, um rae a urna colbeireira.
O Sr, as Marcelino Coelho urna espada de
espadarte; o Sr. Bernardo Jos da Cunha, urna
preguica ; o Sr. Dr. Jos Joaqun da Cunha, um
grande mollueco; o Sr. Luiz Gomas da Cuaba,
urna anomala humana e um gallo da Cocbin-
china, e o Sr. Antonio Caetano de Andrado Sou-
4o-Meior um soc.
. Fez-se urna troca de molluscos das especies
vivas de varias partes do globo com o Sr. len-
le Rivinsgton, da marinha britaooica e com um
amador americano.
0 Sr. Manuel de Araojo Porto-Alegre enviou
de Ltsbea 89 exemplares de aves e mamferos da
Peoinsuls.
O mesmo Sr. Araoio Porto-Alegre, director de
seceo de numismtica e archeologia, euriqueceu
muito a sua seceo. comprando e enviando de
Lisboa 332 medalhase moedas de ouro, prita,
cobre e ligas metlicas.
A mesma seceo recebeu urna moeda america-
na do oikel e eobre. cuuhada em 1857; do Sr.
Philippe Geyer, de Harnburgo, duas medalhas de
cobre, cunhadas em honra do poeta Schiller ; do
Sr. Joo Guilherme Meyer, urna medalha de co-
bro de grande molelo, cunhada em honra de
Reg3U'1 e Monuard, pelos suissos residentes no
Rio de Janeiro, o mais sete moedas de prata e
vinte de cobre.
O Sr. Jos Marcellno Coelho offereceu urna
medalha da expoaigo universal de Pafis e va-
rios artefactos dos indgenas do Amazonas, taes
como um cachimbo ou calumet de quatro bocas,
em que fumara em eommum os caciiues qurndo
celebram a paz; um remo ornado, urna lauca e
cuias lavradas ;
A seceo de mineraloga tambera recebeu va-
rias offerUs. O Sr. Silva Miranda presenteou-a
com vanas amostras do mineraes, dos quaes al-
guns tem importancia as artes e que podem no
futuro constituir cortos ramos de industria para
a provincia do Piauhy, e tinto rnelhor quauto os
jazigos desses mineraes se achara prximos ao
rio Parnahyba; taes sao os gres moliferos que
ornam bancos ms visinhancas de Theresioa, e
os gres de quadralos no termo da villa do S.
Gougalo. Nesle ultimo termo colheu o oflerta-
dor amostras de ferro manganesfero, e ferro
orraceo no de Theresina ; na Uzeada do S. Nico-
lao de Baixo, termo da villa do Marvo, silicatos
de ferro;
O Sr. Jos Franklin Misscna e Silva envi i de
Minas Geraea varios mineraes da Ayuruo:a, da
serra do Pic, Pouso Alto. Santa Christina e Bae-
pendy. constando do perxidos de ferro e man-
gana, ferro magntico schistoi tilcosos, quastro
corapyrites, etc.;
O Sr. MaJe.-t) de Faria Dello presenteou a
seceo com amostras de.feno magu- tico, cafe-
tos arglosos e calcreos do lugar denominado
Arcos, no municipio da cidale da Furraga, oa
provincia de Mios;
O Sr. senador Antonio Oiniz de Siqueira oto-
receu urna amostra de kaoln do engenho de Ita-
paran, na provincia de Sergipo ;
0 Sr. Manuel de Araijo Porlo-Alegre enviou
de Lisboa dezeseis amostras de marmrea porlo-
guezes.
A livraria do muscu lambem recebeu os so-
guiotes presontes : Memoria sobre os vasos
Murrhino, por Joaquim Jos da Costa Macedo ;
e Recherches mumitmaliquessur l'armement des
iuslruments de guerra des gaulais, pelo r. Oli-
veira Barbosa ; llisloire des colibris par P. Les-
vou, de um anonymo.
O conselho administrativo di imperial socie-
dado A maule da iuslruccao, que loiuou posse no
dis Io de outubro ultimo, tem-se reunido no;
dias designados pelos estatutos, presidido pelo
Sr. baro de Mau ou pelo vce-presidente, o
Sr Dr. Bernardo Azambuja. Todos os membros
do conselho teeiu sido assiduos s 16 reunios
que lem bavido, empenhando-se com solicitud*
no deseovolviraenlo dos negocios da sociedade.
Alm das materias de simples expediente tralou
do seguale:
Deu cumprlmcnto s disposices da lei n. 1,083
de 22 de agosto e docreto o. 2,686 de 10 de no-
vembro do anno falo, submeiteudo seus esta-
tutos ao goveroo imperial para serem appro-
vados.
Est tratando era r d'cusso dos projectos da
reforma dos estatutos aposentados pelos Srs. Or.
Joo Ricardo e Cimillo de Menezes, cuja dis-
cusso est quasi concluida,
Deu ploos polcres coramisso composti dos
Srs. Dias Moreira. Cimillo do Menezes e Dr. N'a-
zareth, coaljuvada pelo Sr. general Bittencourt,
para ultimarem os negocios relativos ao seroi-
oario de caridade, a conclusio do quai s de-
pende da commisso por parto da companha
edificadora Doze de Agosto. Noraeou a Sra. D.
Mara Romana Moss, professor* da aula de San-
ta Thereza, que fuocciona cUulmsnlo no pavi-
mento terrea da casa da ra da Ajuda u. 179, era
que ali o collegi das orphas.
O Sr. thesoureiro desie collegio levou ao eo-
ohecimento do conselho que a socio bewfeilor o
Sr. comrnendador Antonio Jos Alves Soulo con-
tinua a presUr-se na forma de sua generosa of-
ferla, com as despezas do collegio das orphas
relaliras aos mezes de junbo, julho, agosto e
setembrodo auno Hado, as quaes imporlaram em
2:1045850.
Igualmente o socio bemfeitor o Sr. comrnen-
dador Joo Baptista Lopes Gooealves, fez a des-
peas do soez de oorembro ultimo, oa importan-
cia de 36 L200.
Recebcu-sedaExma. Sra. D.Joaquina Rosada
Veiga, mordoma do collegio, no mez de oovem-
bro ultimo, 509.
Dos dignos raonges beoedictioos foi recebida a
quantia de 4009 da prestarlo de um truaastre,
cooforme a ollera de 4 6X0) aoouaes que a esta
sociedade Qzeram por intermedio de socio bem-
feitor o Exra. Sr. D. abbede.
O socio o Sr. Aotonio Jos de Freitas Silva
Guimares offertou s orphas desta sociedade
oilo pecas de chita cora 320 corados.
O Sr. Coruja, director das aulas, offereceu o
fornecimento de papel, penoas, tinta e livros pa-
ra a aula de S. Beato.
O Sr. Antonio Fragoso Rhodes offereceu man-
dar fazer gratuitamente a remocio das aguas
servidas e materias focaea do collegio das or-
phas.
Todos estes importantes beneficias team sido
tomados pelo conselho oa devida consideraco,
dingiodo-se aos dignos bemfeiloros agradeci-
mentos em ame di orphaadade desvalida
cargo desta sociedade.
Admittio-se como alumna interna do collegio
das orphas a menina Delphiai, Riba do D. Ja-
cintha Candida Pereira Alves.
Ficarara esperados, para terem provimeoto lo-
go qu hajam vagas de aluranas internas no
collegio das orphas, os reqoerimeotos de D.
Julia Carlota de Preitas, Manoel Jos de Freitas,
Antonio Gabriel do Sacramento, D. Jacintha
Gandida Pereira Airea a D. Mara Josephina
Darocher.
Mandaram-se matricular ceomo alumnos ex-
ternes 10 meninos, sendo 7 do sexo masculiao
na aula da S. Pedro da Alcntara e 3 do eaii-
ino na de Santa Thereza.
Team sido approvados socios efteclivosl es Srs.
Luis Ferreira da Silva Cabral, Carlos Eugenia
(tabuco da Araujo, Podetlello Ribeiro, Arsenio
Jos Ferreira, padre Francisco Bernardino de
Souza, Laurinde Vctor Paulino, Manrique Mar-
ques da Silva, Lulz Gomes Aojo, Joo de Cruz
Carvaiho Pluaineaae, Dr. Jos Francisco da Sil-
va Amaral, Or. Pedro Valioso Rabello, Marrooi
Francisco da Silveira Freitas, eaaitao Dioge Ma-
noel Gupsr, JosCoacalves da Silva, Bernardi-
na Souza Pinto, Maooal Jos dos Rais Motta,
Antonio dos Santos Thodoro e^ouza, Bernarda
Leyoe, Flix Larri vi ere, Jernimo Jos Ferreira
Braga, Barthels James, D. Antonio Araoaga,
Henrique Almeida Regadas, Ajxtopjp- aVbeiro
Uuelroga, Jos Andrade Lopes Bastea, las a-
loaio Hamos, Manoel Antonia leras*, Mtonia
Jos Pedroso, Jos Duarte Galvo. Bomingoa
Lourence Comes de Carvaiho, AntooJo-kiUi
Magaihaes, conselbeiro Zacaras de Ges e Vaa-
da *: 4NMUos e kulonMeteBMio da abasV
ri^Sl VM-.i aj'ij dmidaativo U av
aaaede Auxiiwaw 4* ^^^ Ilacioatal ..
inS?'r,D0M tmmm*, y*, ssaeqie.
da branles deMaa. na Jraa otea "^MTrL
oa tembros qua reas aaaaadr a diversasee-
aea durante o aante earaa e peapoz a ana
daesB servir daaidcaa aecaadacio aada
ataja das reieridaaataacoaa,
A mesa da soesaaaAa asapoe-aa ato
sabores:
Presidente, marques de Abranter.
Vice-prflidflntftg, nuapibaiTp Alexaudre Maria
do Mar Sarment e Dt. Bernardo Augusto fras-
eemos da Azambuja.
Secretario-geral, Dr. Manoel Ignacio do An-
drade.
Secrelarios-adjunclos, Antonio Luis Feroaades
da Cuoha, Manoel Paulo Vieira Pinto e Or. Do-
mingos Jacy Monteiro.
Thesoureiro, bacharel Jos Augusto Nasceoios
Pinto.
As seocoes acham-s orgaaisadas pelo seguate
modo:
Seceo de agricultura.
Presidente, Dr. Frederico Leopoldo Cesaa Bur-
lamaque.
Secretario Augusto Frederico Colim.
Membros, viscondo de Aljezur, Dr. Jos Boni-
facio Nascentes do Azambuja, Miguel Archaojo
Galvo, Or. Antonio Maria de Miranda Castro e
Luiz Heraclyto da Fooloura.
Secgao de industria fabril..
Presidente, tenente-coronel Jacinlho Yieira
do Couto Soares.
Secretario, Jos Albano Cordeiro.
Membros, Drs. Lucas da Silva Lisboa e Aoto-
oo Jos do Araujo, Antonio Carlos Cesar do
Mello Andrado. Drs. Gabriel Milto de Villa-
Nova Machado e Jos de Calazaus Rodrigues.
Seceo de machinas e apparelhos.
Presidente, Dr. Augusto Das Carneiro.
Secretario, Dr. Haphael Archanjo Galvio.
Membros, Drs. Candido de AzeredoCoutinho e
Antonio Jos de Souza Reg. Joo Paulo Fer-
reira Dias, Drs. Jos Firnviuo Vellez e Antonio
Correa do Souza Costa.
Seceo de artes liberaes e mecnicas.
Presideote, Dr. Manoel de Oliveira Fausto.
Secretario, Braz da Costa Robim.
Mombros, Dr. Francisco Uctaviano de Almei-
da Rosa, Antonio Jos Victorino de Barros, Drs.
Ezequicl Correa dos Santos e Frederico Jos de
Vilhena, e Joo Carlos de Souza Ferreira.
Seceo de cotnmercio e meios de transporte
Presidente, conselheiro Jos Pedro Dias de
Carvaiho.
Secretario, Dr. Jos Mauricio Feroaades Pe-
reira de Barros. .
Membros, conselheiro Joo Martina Lourenco
Vianna, Or. Antonio Joaquim de Souza, coose-
Iheiro^ Antonio Heoriques de Miranda Reg,
Dr. Carlos Jos do Rosario e Jos Ricardo
Muniz.
Secao de geologa e chimica industrial.
Presideote, Dr. Francisco Primo de Souza
Aguiar.
Secretario, Dr. Francisco Carlos da Luz.
Membros, Ors. Lucio Jos da Silva Brando,
Francisco Antonio Raposo, Evaristo Nuoes Pi-
res e Luiz da Silva Braado e Ezequiel Correa
dos Santos
Seceo de melhoramento das racas animaes.
Presideote, Joaquim Antonio de Atevedo.
Sicretario, Francisco Correa da Coneeico.
Membros, comrnendador Jos Amonio Airosa,
Jos Bolelho de Araujo Carvaiho. Jos Duarte
Galvo, coronel Augusto Jos de Carvaiho e te-
nente-coronel Jos Pereira Dias.
DIARIO DE PERNAMBUCO-
O vapor Peritaitrtpe, entrado de Alegoas. foi
portador de jornaes de Sergipe al 9 do passado,
e de Alagas al 7 do correle.
Sergipe.H se conheeia all o resultado dos
eollegios da capital. Laraogeiras, Divina Pastora,
Rosario,S. Christovo.Iiaporanga,Capaila, Lagar-
to, ItabaJanuinha, Estancia, Santa Luziae Santo
Amaro, para a formaco da lista trplice quede-
ve ser levada ao governo imperial para a escolha
de um senador, e obliveram votes os Srs. :
Baro de Maroiiu.......................... 231
Dr. AlexandrePinlo Lobo................ 211
Baro de Propria ........................ 201
Dr; Jos de Barros Pimentel.............
Monsenbor Silveira......................
Baro de Urporanga......................
Dr. Jos Nuoes bubosa de Madureira....
Joao Baptista Monteiro..................
Tenente-coronel Raimando Telles de Me-
nezes ..................................
Conego Estacio Moniz Brrelo............
Baro deCotingaiba......................
Dr. Antonio Diae Coelho e Meti........
Dr. Bernardo Machado da Costa Doria___
Tenenle-coronel Flix Brrelo de Vascoo-
cellos..................................
Luiz Barbosa Midureira..................
Comrnendador Sebast.ao Gaspar de Al-
meida Beto ..........................
Tenente-coronel Manoel (Fernandos da
Silveira................................
Dr. AuiOQio Brrelo de Menezes........
Ceoego lioocalo Vivir de Mello..........
lagoasEm fall de carta do nosso corres-
pondente, damos os seguintes trechos da de um
nosso amigo, que combina com o que se l nos
jornees da capital:
As eleicoes correram paciQeameole.
O Crrelo das Alagas de 5 do correte d a
seguinte apuracao do todos os collegios do 1.
dislriclo (o da capital) com 824 eleilores:
a E' couhecida a votaco de lodos os collegios
deste districto. D o seguinte resultado sem
comprehender-se as duas eleicoes havidasem
Porlo de Pedros :
1* Tavares Bistos, Qlho..................
2 Espiridiao ............................
3o Jacinlho de Meudonca................
irlos Lobo............................
Silverio ..............................
Carvaiho Raposo........................
Calbeiros ..............................
Ambrozio ...... .......................
Comprehendeodo-se, porm, a eleico das
conserradores era Porlo de Podras o resultado
85
*
22
SI
13
5
4
2

1
1
1
i
t
t
1
704
637
439
337
52
50
13
12
758
617
493
337
106
76i
707
439
397
I" Tavares Bastos.................
2o Espiridiao......................,
3 Jacinlho ........................
Carlos Lobo......................,
Silverio...........................
E outrus cima menos votados.
Mas, contando-se, em vez da dos conserva-
dores, a eleieo dos liberaes no mesmo collegio
de Porto de Pedras, o resultado vem a ser
Io Tavares Bastos........................
2 Espiridiao............................
3 Jacinlho de Mendonca................
Carlos Lobo............................
Seguem-so os outros menos votados.
c Aseiat, poi#, os tres depaladoa desle dislric-
lo sao os Srs. :
A. C. Tavarea Bastes, doulor em direilo.
Espiridiao E. de Barros P., chefe d*polica
da corte.
Jacinlho Paes de Mendonca, vice-presideute
da provincia.
Nesle apuracao despregmos a duplcala ce-
lebrada na freguezia de Porto Calvo (de 39 elei-
lores), visto come foi lomada em separado pelo
collegio, e nao deve, porlonto, ser apurada pela
cantara municipal, segundo a lei respectiva, art.
87, e aviso de 9 de fevereiro de 1848.
c Acresce que a apuracao desaa duplcala pelo
poder competente, [e camera doa depulados) po-
de apenas tomar duvidota a eieieio do Sr. Ja-
cinlho de Mendonca na bypotheae de que seja
tambera approvada a eleico clandestina dos libe-
raes em Porlo de Pedras.
c Pioalmerrte, a epprovaco do ambas nao in-
Qrrna aa diplaotas, era altera e ordem de cotlo-
cacao dos deua primetroa vetadas, o Srs. Bastos
e Espiridiao.
No 2. districto, o do Penedo, a eleico foi
disputada aos ulmoe dias, a, coas excepQo do
collegio da Malta-Grande, que anda a ato eo-
nhece, o sen resultada 4eate :
Io Benjamn Vieira...................... 303
t Castalio Brsaco ...................... gffi
Joe Angelo............................ 206
Serapiio...................,.............. 40
c Exceptuamos deeta apueaaeo a duplcala de
Penedo, a ae de Pao da Arencar, aeade houve
duas turmas da eleiteres, tiin ijbji at se-
parada.
m
que
r
ra-
isaea, a
sseaearac-
e
HASTA DIARIA-
0 eernavel a.ae boje Iluda com lodas aa suas
. nestoaftaie^ao teea gaste *m*mto-
m marueeataa catre ana ata uT'TYi de
mgionwmimfi iifmrtc.4*.
M vioMpaam aituetaa da
jera ra aaaMaa^eteparaaadaa
Ua, entapan1 aqueste ater
duata ura\8paBatentaaa a
au u ^^f^aktst^aaTia^lhSBi sLaaaaM
f* VM ArMraU a f
naa|ie8atannapaiiidaa>>easeal e
*jrpea. aatavat capia de ai aeasas eetee tas-
carados que affluiam e refluiara pelas ras em
"w99 ea entraos.
Ter chegado o periodo da degeneracao par
acaao ?
Nao ser para desejar, mesmo porque a ausen-
cia de fulizes inventivas nao um precursor (or-
eado ou necessario da declinaco respectiva,
quando pera protestar contra ala oppe-*e
grande numero de mascaradea.
Acha-se marcado o.prazo de qualro mezas
para a inscripeo dos concurrentes ao provimeoto
da cadeira de rnglcz do curso preparatorio da fa-
culdade de direilo desle cidade.
luformam-nos que acha-se a roa das Con-
quistas em ulailn da rompl^, inlr.,||ifatildado
Bate acto derido, segundo a mesma InTorma-
co, groada quaniidade de entulbo proveniente
do despejo que de publica all sa faz.
A isto que impotta um commenta 2
Nao sa besa todo* que o despeje tea lugares
certoa e determinados 4 e a polica fiscal nao tem
o dever de prevenir taes coutraveajoes s leis
muuicipaes ?
Urna procidencia portento o que reclamamos ;
saja esla ao menos dado
Os mascarados j vo abusando por modo
reprehensuel do mysterio ou segredo ea que
oxisteru sob a mascara. Actos de bruialidade o
de fa(ta do educago deram-so no domingo, re-
velando seas qual a coudicao de cus au-
tores.
Na ra da Coneeico urna porgao de masca-
ras assaltararn a urna preta velha de taboleiro, e
n'um abrir d'ulhos despovoaram-n'o todo das
fruclas nelle existentes, apezar de todos es es-
forcos feitos em oppoaico pela referida preta.
Na ra Nova um mascarado sogura as barbas
de urna pessaa decentemente trajada, que pas-
sava, puxando por ellas de um modo inslenle ;
e como essa pessaa assim insultada, quiesse 00-
nheceroseu aggressor arrancando-lbo a mas-
cara, foi assallado por eulros mascarados, que de-
ram-lhe grande somma da ootpuxoas, aggravando
mais o insulto feilo por aquella forma.
Ao direilo da cunservacao do aegredo da mas-
erado corresponden dever nelle de respeilar aos
de mais, sob pena de caducar essa direilo, e poder
ser exposto ao publico o aulor de urna aoeo re~
preheusivol cm sea semblaute descoborlo da
masiar'a. A'polica por lano solicitamos o em-
progo de suas providencias, para cautelar a re-
prodcelo desses (actos, que nao podem corta-
mente partir seoo de quem lera urna educaco
pessma.
Foi nomeado subdelegado da freguezia dos
Afogsdos o eapito Jos Fraocisco Caroeiro Mon-
teiro.
Este capilo deve seguir para aquella fregue-
zia com seis pracas de polica, que Acaran desta-
cadas all.
Por portara de hontem foi adiada para o Io
de abril a asserabla provincial.
Ante-honlem, pelas 5 horas da tarde, ten-
tando a palrulha de cavallarie, que rondava no
bairro do Recife, prendera Sevenno Marques do
Espirito Sanio e Antonio Simao, que eslavam
brigandjna ra do Pilar, em Fra de Portas,
reunio-se nm grupo de Descadores, d'a juelle lu-
gar, e Qzeram seria opposijao realisacaa da
priso, insislindo a palrulha na etTccrividade
della foi aggredida i podradas, e & cacetadas.
travando-se grande lula, da qual ficaram feridos
gravemente duas pracw de cavallaria, que foram
lingadas dos cavallos baixo, e urna praca da
compaobia de pedestre!.
Accodiram ao conflicto o delegado do Io dis-
tricto, e o subdelegado da freguezia do Recife,
que muito custe consegoiram apasiguar o .tu-
multo, que apresenlava um carcter bastante
grave.
Realisaram-se depois as prisocs feitas pela
palrulha e de maisalguns individuos autores da
rcaislencia forja publica.
Hontem nao houve sesso da cmara muni-
cipal desta cidade por falla de numero, havendo
s comparecido os Srs. verea lores Hemiques da
Silva, Barata de Almeida Gustavo Jos do Re-
g, e Simplicio Jos de Mello : marcou-se sesso
para quinta feira 14 do correte.
Em a oossa Resenha Martima escaparam
hontem os seguintes erros, que ramos corri-
gir : na terceira columna, linha 31 deve ler-so :
nao ha gloria que exceda esla gloria ; nao-
ha prazer que mais deliciosamente faca palpitar
o coraco.
Na quinta columna, entre o periodo que tarmi-
oa em conhecimenlo, e o que comeesPensara
elle Sr., deve-se intercalar o seguinte, que foi
omittido na composicio.
c Mil. .. linha comprado dous lindos caroeiros.
que pretenda dar no Ro de Janeiro, e trouxe
para atimenla-los algum teo, quo no Qm de
poneos das acaboo-se.
Rectificarlo da votaco do quarto districto
eleiloral, para os Srs. Dr Vilella Tavares, Godoy
e Mello Reg.
Collegio do Bonito.
Dr. Vilella Tavares............. 68
Oe. Godoy................ 50
Cipilo Mello Reg............ 22
Volsco em separado dos eleitores conserva-
dores de Grvala :
Or. Vilella Tavaros............ t8
Capilo Mello Reg............ 18
Votaco em separado dos eleilores liberaes de
Grvala :
Dr. Vilella Tavares............ 17
Dr. Godoy................ 17
Collegio de Caruaru.
Dr. Godoy................ 70
Dr. Vilella Tavares............ 67
Capilo Mello Reg........ .. .. 15
Collegio de S. Bento.
Capilo Mello Reg..
Dr. Vilella
Dr. Godoy
Tavares..
Collegio
34
33
1
44
39
15
47
46
1
32
32
32
32
de Garanhuna.
Dr. Godoy
Dr. Vilella Tavares............
Capilo Mello Reg............
Collegio do Buique.
Dr. Vilella Tavares...... ......
Capilo Mello Reg............
Dr. Godoy................
Collegio de Papacara
Houve duas eleicoes.
Na primera dos liberaes foram volados
Dr. Vilella Tavares............
Dr. Godoy................
Na segunda do conservadores :
Dr. Vilella Tavares............
Capilo Mello Reg............
Houve lambem urna outra eieieio na freguezia
do Bonito, que s por si tea collegio parte, fo-
ram ahi volados:
Dr. Vilella Tavares............ 50
Cepitie Mello Reg............ JO
O resultado da eleicao, desprezadas todas as
duplcalas, a seguinte :
Dr. Vilella Tavares............ J54.
Dr. Godoy......'........ jgg
Capitn Mello Reg..........'.'. 132
Apuradas as eleicoes conservadoras de Grvala
e Papaca?a, o resultado :
Dr. Vilella Tavares............ Mi
Capile Mello Reg............ i8i
Dr. I.edoy................ i#
Apuradas as eleicoes liberaes de Grvate e Pa-
paeaca, : ^
Dr. Vilella Tarares.......... 805
Dr.Godoy................ ^5
Capilo Mello Reg.......... w 182
Se for recebida eomen le a eletce doa eteitoros
tWSS-: ** ilmt, '*** "* ""
Dr. Vilella Tavares...... ., 35
CapiMo Mello Reg...... .. 160
^doT................ o
l* Vuh-JeWlla e Oaricury temos aa seguintes
noltaus qua dame* integralmente i asiesen dos
le lores:
No di 30 de esembre pelas 9 horas da dia,
acaudo-ae reta idos aa igreja matriz desta Villa
Bella, sob-a proa deacia do primeiro jais de paz,
onae butoresaquatro supplemas (aleas do paro)
tpk d cetaWada pelo


Mu db nniH ~ me* ha n. n i iyirik* d ism.




tar. Menoel de Souza Forrar, misa do Dlrtmr
Espirito Santo, a que todos attittiram. e das for-
malidades proscriptas na lei regalamentar das
eleicoes, e instruccSas respectivas pistn pr%-
sjdenle a organisaco da mos% n>qal toi cons-
tituida deste modo :
< PresidenteO alteres Bra Ferreira de Ma-
galhaes.
1." secretario.O Dr. JosPiauhllino Mandes
de Magalhaes.
< t." secretario'O cidado Antonio AUico
Leite de Soum.
< 1." escrutador,O maior Jeaoaim Pesso da
Silra Tiolao.
a 2o dito.O capito Sebasti&o Jos de Maga-
TiSes.
As duM horas e raei.i principios -se a pri-
mpfr chamada dos rotantes qualiflcados na pa-
rochu ; e as quatro horas da Urdo sobreviado
urna grande chura, que durou al s sele da noi-
te encerraram-se os irabathoa deste dia, harendo
na urna dutentas e quarenta sedlas sement,
porm lodaa conservadoras, porque 01 liberaes
nesle dianem ao menosdignaram-se de compa-
recer ni igreja.
c No segando dii principiou-sea segunda cha-
mada um pouco mata cedo, e a volaco correu
com a mesma regularidade o placidoz do dia an-
tecedente ; e s pelas 3 horas da tarde, Toi que
vimos em lomo da mesa alguna liberaos, porm
esses roesmos convertidos em meros espectado-
res. Entretanto, tspalhou-se logo a noticia qua
haviara deixado de comparecer a primeira e se-
gunda chamadas por calculo, ou antea para sor-
prender-nos, por que estaram preparados com
muila geule para um ataque reohido no lerceiro
dia. Esta noticia, porm, em lugar de nos causar
urna desagradare! sensago veio ao contrario nos
encher de animacao e prazer. Veio, finalmente,
o terceiro dia, o com a certeza de urna grande op-
posico reuasceu em todos os MmbUoles a ani-
macao e o ioteresse; mas este mesaaefoide pouca
duraco, porque comecando a terceira chamada
s timos entrar na urna as cdulas do nossos sup-
plentes que tintamos deixado de distribuir ad
cautela*... Finalmente tin-lou sea terceira cha-
mada, e um s liberal nao comparecen.
Contadas e emasssJas as cdulas acharam-se
401, cuja apuracio deu o seguidle resultada :
Manuel Percira da Silva.
Braz Nunes de Magalhaes.
Dr. Jos Piauhilioo Meo les do Magalhaes.
Antonio Atlico Leite de Souza.
c Joaquim Pereira da Silva Tinlao.
Francisco Goncalres Lima.
Andrelino Pereira da Silva.
Manoel Pereira da Silva Jnior.
Jos Pereira da Silva.
Caasiano Pereira da Silva.
Joaquim de Souza Coelho.
Sebastiao Jos de Magalhaes.
Jos Matheus Pereira da Silva.
Goncalo da Costa Lima.
Manoel da Silva Pereira.
Francisco Manoel de Magalhts.
Severino Antonio da Silva,
a Jos Pereira de Aguiar. m
< Joo Pereira da Silva Nones.
Joaquim Jos Nunes.
Sebaslio Pereira da Silra.
Pedro Goncalves Lima.
Liberato Francisco Nogueira.
Beato Goncalves Pereira.
Mexandre Jos Nunes.
Francisco do Mello Barbosa.
Galdioo Goncalves Lima.
Luciano Pereira da da Silra.
Manoel do Nascimento Casado Lima,
c Braz Ferreira de Magalhaes.
Jos Dalsalino Goncalves Lima.
Francisco Alvos da Cunha.
Joaquim de Mello Mattos.
Em Flores os liberaes lambem deixarara de
comparecer, e o mesmo soubemos de Ingazeira
De Cabib.l Ouricury, Salgueiro, Boa-vista,
Ex, Fazenda-Grande e Tacarai, lambem ji tire-
mos uoticias, e em todas aquellas localidades (ex-
cepto Cabrob) renecram os liberaes; tendo cor-
rido a eleico em todos esssee lugares sem o me-
nor barulho.
As churas comecaram aqu no dia 30 de de-
zembro e duraram al o dia 18 de jaueiro, em
dias successiros, de maaeira que ji nos ia sendo
bastante fatal.
Temos lido bastantes enchentes, algumas das
quaes nos foram prejudicialissimas.
Depois de soffrerem estes sertoes dezoito
mezes de secca, deixsodoesta horrores inauditos,
e espantosa calamidade, trazendo considerare!
prejuizo, por ter levado mais de metade da cria-
co vaceum e cavallar, appareceram nesto mez
churas lo copiosas que novos prejuizos causa-
rara, as aguas oceuparam diversas casas, que Q-
cavam a margem dos riachos, ama porco de
acudes flcoraai arrombados, inclusive o desta vil-
la de Ouricury, o que se esperava, rlsto como
eslava elle lao arruinado que nao era possivel
suslentar-se, embura fusso boa sua construi-co ;
masj tendo atravessadodezenove annos sera um
reparo radical era inuito natural que a trra se
demolisse, e que o tempo a carcomisse.
c Este acudo desde o comeco do Ouricury, ho-
ja villa populosa, qee Ihe d vida, era jusiameo-
to da serventa publica, quaodo propriedade par-
ticular, e mrmenle depois que passou a proprio
provincial, sua perda causou consternado geral.
e, na verdade, bem seosirel, queestejam ainea-
ruados de nova penuria, e tal que nao se pode
mesmo compreheader como supporta-la.
Esta noticia causar talvez alguna remoraos
ao director das obras publicas, lembrando-se que
em 1838 a lei provincial mandou (azer os reparos
deste acude, e creio, houve quem com instancias
pedisso assim se lzesse ; maso Sr. director tinha
rouito em que oceupar-se, nao se imporlou com
os pobres sertanejos.
A fume contina em maior escala a flagellar
estas sertdes, e espera-se duradoara, embura
continuem aschuvas pela (alta de sement
Nos dias 9 e 10 do corrala foram recelhi-
dos casa de detenco 21 homens e i mulher,
sondo 20 livres e 2 scravas, a saber : a ordem do
Dr. chefe de policial, a ordem do Dr. delegado
do Io districlo 2, a ordem do subdelegado do Re-
cite 5, a ordem do de Santo Antonio 2, a ordem
do de S. Jos 3, a ordem do da Capunga 1, e a
ordem do dos Afogados 8.
Passagviros do hiate nacional lnvencivel,
vindo do Aracaiy : Joo Victorino Pereira.
Pagsageiros do vapor nacional Persinunja,
vindo de Macei : Capito Manoel Porfiro de
Castro Araujo e 2 pracas, Dr. Eugenio Augusto C.
Belinonteel criado, Felippe Nery dos Santos e
1 criado, Jos da Mo ta Nunes, Manoel Jos de
Abreu Faria, Carlos P. L.Roock, Luciano Augus-
to Lonas, Joaquim Manoel de Souza Neres, padre
Jos Pereira dos Santos Silra, Manoel Jacinlho
de Medeiros Sampaio, Antonio Jacinlho do Me-
deiros e 1 criado, Joaquim Ferreira Duarle, Jos
Goncalres da Silva, Maaoel Jos de Lima, Adria-
no Augusta de Alateida.
Passageirosdo hiate nacional Sania nna,
eahido para o Aracaty :Anlonio Uollaada C. e
Mello, Antonio Caetano da Molla.
MORTALIDADB DO DA 10 5
Clemenlino. branco, 3 mezes, intente.
Benedicto Jorge da Cosa, preto, casado, 50 an-
nos urna facada.
Eduardo, preto, escravo, 5 annos, espasmo.
Um prvulo, encontrado no adro da igreja de S.
Pedro.
Manoel, pardo, 6 das espasmo.
Lucia, parda, 3 annos convulsdes.
Francisca de Paula Lima Cirniro, branca, viu-
u, 42 annos, ulcera uterina.
Belmiro Joaquim de Miran la, pardo, solteiro, 20
annos, cerebrile aguda.
Jos, preto. 18 mezes, convulsdes.
Raquel, prola, 45 annos, solleira, gastro chronica.
Maximiano Gomes da Costa, preto casado, 75 an-
nos, a poplexia.
Pedro, preto, escravo, solteiro, 45 aonos, E.
Um prvulo que botara na roda, caa dos Ex-
ponas, pardo, i mez.
Bernardina, parda 18 mezes. denlco.
Mariano, pardo, 4 mezes, intente.
Julio, pardo, 4 mezes, indammacio de intes-
tinos.
ttmnEKTE.
Um offlcio da junta dos corretores, de 30 de
Janeiro ultimo, pedindo eselarociroentos para a
Oonfaocjto. da lirro a> que trata o artigo 3 do re-
a* I nenio d funis.O Sr. Dr. oucial-maior sa-
tistes*
Oaira da aem, da 4 do corrente, enriando a
cotajo olclal dos precos correales da ultima se-
mana.Archire-se.
DurAcaot,
Uto reqnerlmeaio de avra & trineo; pediodo
o regiatro dsr aomeaco de seo caitero Jos Ma-
riano Alves Gavalcanti.ftagiatre-se.
Outro de Francisco Ferreira de Andrade, com- o*, um* vil vJaoano am mioha familia,!
Ouam jjroae roria-padli' vnMJp*ta>anaw para
almaam T
Quem ji viria sequar athir an de aiiaha-aaaa
am tempea de aiaicota, princioatmetiaa uraate
estas ultimas que ae (iFotederam, soffrendn>canto
liol. aaaVido deaMlestia de olhoa. ka ai* de 1
mezes ?
Se i esta falaidade, com que ae queram eco -
barUr osimeua deapreuinia inimigos a quasa nao
o* temo, fioa iuteiraoienta veaiAcada q*e tendo
irina Providencia me salando do ferro trai-
coeire do asaaaaiae,. buscaram ailea depoi* co-
baademente ferir-me o caraco, traanlo de to-
merciante matriculado oeste tribunal, e residonte
na prorincia de Alagoas, cidade de Macei, pe
dindo por cerliJo o theor du sua carta de matri-
cula.Como requer.
Outro de Luiz Bernardiuo da Costa. peJlndo
que seja registrada a procuraco juBta.-Regis-
ite-ae.
Outro de Medrouho & Marlins, pharnMceuticos
estibelecidos nosia cidade, pediudo o registro do
contrato social que ajuntam.Visla ao Sr. desem-
bargador fiscal.
Outro de Adamson Howie 4 Companhia, pe-
diado por cerlidao o registro da nomeaco de seu
caixeiro Joaquim Jos Ferreira da Hocha. D-
se-I he.
Outro de Aranaga Hijo & Companhia, para que
seja registrada a procuraco que ajuntam.Re-
gistre-so.
Outro de Anlonio Domingos Pinto e Joo Viei-
ra do Mello a Silra, pedindo o registro do seu
distrato so: i il que ajuntam Como requeren!
Outro de Jos Alves da Silva Guiraarea. pe-
dinlo cerlidao do contrato da extiocla socieJade
de Amaral Aires &. Companhia. Como re-
quer.
Outro de Autonio Ferreira da Silra Maia, pe-
diodo corlida do registro do contrato da socie
dada de Bernardo Caldoso Moreira e JosSoares
Leite da Costa.D-se.
Outro de Froderico Wilhelm Quist. satisfazendo
o despacho deste tribunal de 4 do correte.Ma-
tricule-se.
Oulro de Wilhelm Otto, igualmente satisfazen-
do o despaoho deste tribunal de 4 do corrente.
Matricule-se.
Outro de Joo Baplista Goncalres Bastos e Joo
da Costa Reg Monleiro, pediudo o registro do seu
contrato social sob a firma do Bt Vista ao senhor desembargaduc fiscal
Outro de Jos Aires Fernandos, commcrciaate
matriculado, pedindo moratoria. Numeiam aos
credores Jos Antonio Moreira Dias e MouUiro &
Lopes, paia reriearem a exailidio do balanco
e remellarse ao juizo especial do eommerMo pa -
ra proceder na forma dos artigas 899 e 900 do
cdigo do cornmercio.
Outro de Alves & Companhia, pedindo cerliJo
eo contrato da exlincta sociedade de Amaral Al-
ves & Companhia.D-se.
Oulro da direceo da companhia de seguros ma-
rtimos Indemnisadora, pedindo o registro da
parlo da acta de sua eleigo.Como requer.
Nada mais houve.
car, otea* objaeteav te* eeUvean aat> ano
goarda. Oain aiax sai,, qua a. masmo Ignacio
foi visto furtando um cacaaira uo oaaaao aogeab.
Garana, fecos diaa depoia de aue deapadida ;
lenho aaain> respondido de aoss aaercfl, de
Siam son atiento atwcadoa e obrigado.J?ran-
sco Xavier Piolo de Souta.
Esuvam. reconhacido a aellados.
Puhhc'acocs a pedido.
UdeajDhaeao per prejuizos que atitfoe aar ttaW
durante a revolla de 1918, visto te lar prescripte
o seo direiio por nao o harer requerido dentro
do prazo da ciace toeoe.
Thesourarla de Peroambueo, 19 de Janeiro de
18814
Joo Baplista d> Castro e Silra.
Dirctoria das obras

Vinganca deaia ordem, so.4 propria. dalles
Miaoraveie 1
Mas, Sra. rodadores, apazar do que hei solTri
dO'daasos verda4eiroa pneteos, covoiros da hon-
ra alheia, resla-me a grande sattsfaco de que
nenhuru horneo de bent, qua preza ser honrado,
deixou de iodigoar-se com a leitura dessa cor-
respondencia informe a que respondo, assigoada
pelo espoleta, Ignacio l'olentino, como de haver
um dos meus dignos amigos da cidada do Rocito
tomado a niinha de*:a logo no dia ulterior aos
ullrages que me zerain, com o fue mais se en-
fureceram.
A esse meu amigo que ignoro ainda quem elle
seja, merecer sempre a uinha siucera a lerna
gritido, e dero> erer, qu sau mrito ficou gra-
vado na lembrau:a de todos oa humeas ho-
nestos.
Coocluindo devo anda minifestar a minha sa-
t3faco, era poder con undir ao autor oa autores
dessa correspondencia, {rodueco da mais re-
quintada malradeza, os ebgaiado a coavencer
quo a familia, que por certa para elle nao pode-
rla merecer a mnima altoncao, se acha em ama
altura aonde nao chegam jamis .tiros da caiu a-
nia, e para assim prortir peco aos Srs. rodadores a
bondade do publicaren) os alicatados que ofTere-
co dos senhores qua formam a grande maioria
doa homens reconhecidameate considerados e
honestos desta comarca, onde se v os mais ricos
proprietarios, comraenda lores, doutores, ofBciaes
da guarda nacional, juizes de paz, autoridades
policiaca, commercitules, larradores e artistas,
para quem o mrito e a honra sao ludo, om con-
sequencia de que press jrosos apresentam-se sem-
pre que delies ln neeessldade da defeza cootra
os penilos mi nejos da perversidade.
Assim como mais os documentos pelos quaes
se prova quera esse Tolentino.
Cora a publicaban que Ihes peca seja (eila em
seu acreditado Uiari0, muilo e rouito agradecer
o seu assignante
Manoel Joti de San'Anna Araujo.
James H na ter, negociante daels- praca, decla-
ra ao publico qua oto ae acha fallido, coma fal-
samente se lera publicado nos peridicos desta
capital: visto que ao aoouncanle s polecia sor
abarla allaocia pelo juiz muoicipal e coramer-
cial desta capital,, onde o mesmo aonunciante
tem sua residencia a cana comaaeacial. Declare
maia que relira e procuraco que em Pernam-
buco deixou ana Srs, Soulhall Mellors & C, e
Sauuders Brothers & C. para liquidarem suaa
contas, visto que seus credores nesla praca nao
anuuera a bm paaso dado por ella aonunciante
em boa f..
Macei 7 de fevereiro da 1861.
Jamti Hunter.
Transcripto do Otario das Alagoas, de 8 do
coreante.
Barroca & Medeiros.
COUMERCIO.
rUftfdMmn.
Reodimento do dia 1 a 9 .
dem do dia 11. .
202522*943
7:179}29
209:7f32172
publicas.
Movlmenla da alfandesrai.
Volamos entrados com faxendaa.. 110
> com gneros..
Correspondencias.
Srs. redactores.Chegando i minhas mos o
seu rauito lido e conceituado jornal de 29 do mez
prximo passado, inoxperadiment-j dei com urna
insolentsima correspondencia, na qual o seu Anlonio Peregrino C^valcanli de Albuquerque.
autor nao se contentando em me atirar affronto- Antonio Luiz Caralcaoti de Albuquerque
respeilo moralidade
DOCUMENTOS.
N. 1.
Nos abaixo assiguadus atteslaraos, qua o se-
nhor Manoel Jos de Santa Anna o Araujo escri-
ro da orphos dcsts comarca eierce o aeu eaa-
prego com toda dignidaJe, probidade, e honra-
dez ; e como partic ilar um bom cidado, e ex-
cellente pai de familia, vivendo esta com toda
honestidade a nada inrejar; recolhido a sua casa
somonte cuida de sua familia, o de desorapenhir
os dorares de sen emprege, tratando a lodos cora
a sua coslumada afatitidade, pelo que se tem
| felto credor da eslima e considerado dos homens
| honestos desta comarca, e grangeado amigos, o
que ludo afOrmamos.
Cabo, 29 de Janeiro de 1861.
Volurnes saludos com (azen las.,
> com gneros..
52
------162
366
343
------709
sas injurias, sem o menor
publica, excede de sua rilleza para atacar l in-
justa e cruelmente a boa reputaco de raioha fa-
milia, serrindo-se pira isto de orgo de tantas
infamiasum tal inspector de quarteirio, que di-
zem chamar-se Iguacio Tolentino da Fonseea.
Anda hoje, Srs. redactores, nao contieno pes-
soalmeala esse hroe que como necessario ins-
trumenti para ludo, atiraram-no em seena, seo-
do que s ouri fallar era seu nome, depois da
oceurrenca que fielmenU passo a Ihe narrar,
pela qual com a maior das evidencias ae conhe-
cer quem ser o motor de seu raovimento, que
ardendo em ringancasselvagens, faz infelizmente
grande alarde de sua propria obra, em vez de se
envergonhsr della I
Eis o fado.
No dia 3 de Janeiro, quando nesta villa se pro-
cedan) as elevos para eleitores, viudo i minha
casa, como costmavn, o Sr. capito delegado
Jos Pereira Teixeira conlou-me que no dia an-
terior, das 7 para s 8 horas da noile, opparecen-
do elle era casa do Rrd. Sr. vigario, que li 'a bem
defronte da que moro, nella encontrara diversas
pessoas, em cujo numero va-se Ignacio Talen-
tino da Fonseea, inspector de quarteiro de um
lugar distante, morador e empregado no ongenho
Cijabuss, do qual rendeiro o Sr. Manoel Bar-
bosa da Silvaque estando embriagado Ignacio
Tolentino, peranie o proprio Sr. Manoel Barbosa,
insuliava com os epilheto3 os mais injuriosos a
urna pessoa de alta considerarlo, que suppuoha
nao haver p'rcebido semelhanies insultos, por se
achar oaquella occasio conversando com o Sr.
vigario no interior da casaque logo depois. com
urna pequea faca de pona, com a qual eslava
armado, se voltra para o lado de minha cass, e
vociferando no meio dos insultos, arrojado se
preparara para vir mo descompor, ao que se op-
pondo cora razes um dos circunstantes a lao
desagradavel e triste espectculo, e a despello de
um oulro que o instigara consummaco de sua
tentatira, fui tomado a faca de pona por elle do-
legado, que a fizera retirar-se, para que nao fosse
posta em execuco um semelhante desacato ou
crimetalvez ; quando o instigador f-lo ouvir
estas patarrasfica o dito por nao dito 11
Acabando o Sr. delegado de contar-me esto
fado, que para mira era de muilo alcance, sum-
inaraenle Ihe agradeci em harer por sua aulori-
dade impedido que eu fosse victima immolada
aos furores desse hornera sinistro ; noile, em
niinha propria casa, aonde com a minha familia,
padecendo eu dos olhos, tranquillo e com todas
as portas aberlas, de nada me receiava l
Enio vista de semelhante fado e confiado
na amizade do Sr. delegado, observei que era
urna temeridade conservar-se no lugar de ins-
pector de quarteiro um homem desta ordem,
que se embringava para commetter desatinos,
desatinos que poderlam ter coosequeneias bem
funestas, que porlanlo, a bem do socego publico
e da seguranza individual, era eu de parecer que
fosse ello logo demillido.
Era to justa, tao natural a minha reflexo, que
o Sr. delegado responde i-me, que apenas pas-
sassem as eloicoes demilleria de inspector d.-
quarteiro a Ignacio Tolentino, nao s6 por aquel-
lo fado que presenciou ere casa do Rrd. Sr. vi-
gario, como porquo naquelle mesmo dia havia o
dito Tolentino maltratado com palavras, ao ins-
pector de quarteiro desta villa o Sr. Pedro Fer-
nn Jes da Silva, como este Ihe havia j repre-
sentado !
CHR0NICRJUD1CURIA.
TRNOIIL 08 COMERCIO.
SSSO]ADMINISTRATIVA ES lt DEPEVEHE1-
BOOE1MI.
raKsiKHCJ* no ua. s. nesammoiBoa
Y. A. DX SOUZA.
K* 10 horas da manUs, reunidos osSrs. debu-
tados Laraos, Basto e Reg, a senhor presi-
denta deetarou aseria a sessao.
Lies, fot apicarada a ca da ultima.
Ora, Srs. redadores, nao conhecendo eu a Ig-
nacio Tolentino, nao saliendo mesmo se elle exis-
ta, como poderla ello de seu rootu-proprio cons-
tituir-se mou raucoroso inimigo sem de mira ha-
rer nunca recebido mais ligeira offensa ?
E' que dentro todas as presumpeoes acredita-
se mais, qua esse homem fura taires aqai con-
duzido para ae por em execuco algum plano de
horror, quo so houresse delineado, procurando
arredar a suspeita de qualquer complicidade,
mandando-se com aagaz dissimulaco insultar a
alguns da parcialidade adversa, para que quando
chegasse a occasiio de te me victimar, ser 1.1o
fatal aconteeiment altribuido a motivos mera-
mente eleitoraes I
E se nio pede pensar de oulro modo quando
se tem em vista ledas as cireumstancia do fado,
consequentemente, Srs. redactores, relo firme-
mente que o famoso Ignacio Tolentino, em cen-
co a miro, nio mais do que um terrirel ins-
trumiitt de alguna das mena Ires nicos iniaii-
gos residentes nesta comarca, quo condecidos
como sao por todos, anas tniratzades na dertm,
nao podem mesmo senao hoorar-me I
Canamente pava taes iniroigos que deeejam da
cabo de minha pessoa, nenhuma oulra occasio
Ihes parecera, era mais opportona, nem mais
atada cono a de ama poca eleitoral, que oe-
baixo do mais especioso pretexto, poderiam des-
feter-ae de ma, (atando deaapatarecer a san he-
mem desasaustadamenle pela sombra da noile e
de meto de urna dttordem popular.
Neasa coirespoodeoeja, Srs. redactores, v-se
eos relevo a malfica intencao de meas desalmados
sMaejniohas iuimigon. qoereada todo e transe
desflgarar os fados qae esli no dominio de to-
dos, nesle iaolto aia i muilo de se admiraf
que em seus daivarias, procuram fazer crer am
mi* ista m t/T*Uo aeeaaaarie es negons alai-
Uraasll
Katretsnto isto ama falsidade revoHairto, per
Sua ledo e meado deaia aMroa. muito beta ta>
a eu alada nio me hei inrolvido em nego-
Agostinho Bezerra de Mello Barreno.
Francisco Luiz Caralcanii de Albnquerque.
Fernando do Rogo Mello Barretio.
Francisco Manoel de SlqueMra.
Lourenco Bezerra de Siqueira Cavalcanli Jnior.
Paulo Filippo de Salles Abreu.
Jlo Paulo Carneiro de Souza Bandeica.
Antonio Jacinlho de Sampaio.
Joo Manoel Pereira le Abreu.
Vicente de Moura Pessoa Cavalcanli.
Manoel Leonardo de Siqueira Cavalcanli.
Joo Carlos Bezerra Cavalcanli.
Joo Claudiano de Fajosas Varejao.
Flix Jos da Silva Gomes.
Fetix Ramos Liniier.
Thcotouio da Silva Vieira.
Altalo que o Sr. Manoel Jos de Santa Anna,
e Araujo escrivo da comarca do Cabo, integro-
o probo no cumprimento dos seus deveres, rea,
livos ao seu cargo, e rene todas as qualidades
de hornera de bem, sondo a sua conducta estre-
me de toda e qualquer nota, o que aflrmo om
deferencia verdade, ti in fide parochi.
Villa do Cabo 30 de Janeiro de lfcl.
Vigario Firmino Jos de Figueiredo.
Jos da Silva Cisoeiro Guimares.
Jos Flix da Cmara Pimenlel.
Jos Flix da Cmara Pimeotel Jnior.
Sereriano Carneiro Pessoa de Siqueira Caralcanti.
Izidoro Camello Pessoa de Siqueira Caralcanti.
Antonio Domingos de Castro Albuquerque.
Antonio Mauricio de Barros Pimenlel.
Joaquim Jos Aires Lima.
Paulino Pires Falco.
Conego Francisco Rochael P. B. de Medeiros.
Padre Juvencio Virissimo dos Anjos.
Referirao-nos aos attestados cima.
Manoel da Vera Cruz Lius e Mello.
Antonio Bandeira Carneiro Leo (do engeoho
Maito-Grosso.)
Manoel Olimpio Carneiro Leo.
Manoel Carneiro Leo.
Joo Carneiro Leao.
Antonio Bandeira Carneiro Leo (do engenlio Ri-
tiro.
Jos Mandes Carneiro de Souta Bandeira.
Braz Carneiro Leo.
Joaquim Francisco de Souza Leo.
F. M. de Siqueira Cavalcanli.
Joaquim Jos Coirabra de Andrade Jnior.
Lourenco Bezerra Alves da Silra. .
Manoel Nello Carneiro de Souxa Bandeira.
Manoel de Siqueira Caralcanti.
Dr. Manoel Thomaz de Betteocourt Corte Real.
Antero Vieira da Cunha.
Joaquim de Souza Leo.
Flix Ribeiro de Carralho
Anlonio Jos de Moracs.
Joo Xavier Mendes da Silra.
Joaquim Sabino de Carvalho Cavalcanli.
Benlo Marlins da Costa.
Jos Autonio de Sania Auna.
Vasco Va/ da Silva.
Anlonio Civilcan de Souza.
Alfonso do Albuquerque Mello.
Luiz Filippe de .Souza Leo.
Maooel Filippe de Souza Leo.
Domingos Francisco de Siquoira Lpo.
Perminio Frincisco de Paula Mesqutla.
Claudino dos Santos Lopes C Branco.
Maooel Placido de Benevide.
Joo Jos Pinto de Olireira.
Joao Rufino Ferreira.
Manoel Sabino da Trasladacao.
Jos Flix Bibeiro de Carvalho.
Antonio Jos Vaz Salgado.
Joo tionzaga Bacellar
Manoel Clemente Ribeiro Varejo.
N.2.
Illra. Sr.Jos Cavalcanli Marinho Falcio. Villa
do Cabo 30 de janeiru de 1861.Desejo merecer
o favor de responder-me ao p desta, se Ignacio
Tolantino da Ponceca morador quo foi nesse en-
geoho Carana, e laoje no eogenho Cajabuas
desta comarca, foi dispodido desleirs do dito en-
genho Cirana, e o motivo que deu lugar a des-
pedida. Concadenan-toe licenca para fazer o
uzo, que me parecer de sua resposta, do qual
faror Ihe serei tgradactde Sou da voasa merc
atiento e venerador.Manoel Jos de Santa An-
ua e Araujo.
lllm. Sr. Manoel Jos de Santa Aaaa e Araujo.
O que lenho a responder, o seguinte, que foi
despedido do eogooho Carana o Sr. Ignacio
Tolentino da Fonceca, por ter sido tomado um
carneiro que hia com elle condutindo para casa,
relornou-se com. amizade aos negros, que yrata,
loaea da esa, qua oa negros Curta vana, elle ludo
agazalhara, com bebedeira, e pagode, o que
elle quera.Dous de fevereiro de 1851.Jos
Caralcanti Marinho Falcao.
Illa. Sr. Kranciiwo Xavier Pinto de Soata.
Villa do Cabo 30 de Janeiro de 1851.Desejo
merecer o faror da ceapoader-me ao p desta, se
Ignacio Tolentino (la Fonceca, morador, que foi
nesse engenho Carana. e hoje no eagenho Ca-
jabuss desta comnrea fel despedido das trras do
dito engenho Caraaa, a e motivo que deu lugar
a despedida. Concadenen-me liceoga para fazer
o uso, que me parecer de sua resposta,^ do qual
faror Ihe serei agradecido. Sou de vasta .merc
ltenlo e venerador.Manoel Jote de Santa A.Q-
na o Araujo.
Illm. Sr. Maooel Jote d Santa Anna a Araujee
Em respotla a sua crU tenho de dlter, qua
me consta qua IgnieieToleniiao da Ponceca, foro
despodido do lugai da aixaice dete aageob
Descarregam hoje 12 de fevereiro.
Barca porluguezaMarafazendas.
Barca inglezaDianaferro e carvao.
Brigue ingiezLin lstameferro para a eslrada
Barca iuglezaTS30becalhiu.
Patacho mglezBryse dem.
Patacho portaguezJascoceblas e batatas.
Escuna nacionalCarlotadiversos gneros.
Importado.
A barca Polaca Ligeira, vinda do Ro Grando
de Sul, consignada a Araorim & Irmios, mani-
fest u o seguinte:
300 resteas ceblas, 1 pipa e 2 barris lainhas,
12,861 arrobas deeerne da charque, 356 aitas de
graxa em bexigas, 40 ditas de sobo am rama.
O vapor nacional Persinunga, vindo de Macei,
consignado a agencia, roanifestou o seguinte :
70 latas oleo de rissioo, 1 parafuso de'ferro ; a
Joi Soum c\ C.
- 43 saceos assucar braaco, 41 ditos dito sme-
nos, 2 ditos dito mascavado ; a francisco A. de
Gourcia Lias.
O hiato nacional lnvencivel, vin lo do Araeatl,
manifestou o seguinte :
44 molhos com880 palles de cabra, 2 caixotes
con>2duzias de garrafas com agoardente ; a P-
rente Vianna & C
14 molhos com 140 melos de tolla ; a Joao
Baplista do Reg.
22 saceos com II slqueires de feijo, 60 ditos
com 20 ditos de gomma, 20 ditos com 63 arro-
bas e 18 libras de dita ; a Tasso & Irmio.
130 saceos com 514 arrobas e 4 libras de gom -
naa de mandioca, 26 libras de pennas de ema, 21
calzas com 31 arrobas e 3 libras de reas de car-
nauba ; a Joaquim Lopes Ferreira.
3 barris cora 900 paros de coturnos. 23 saceos
com 12 alqueires de gomma de mandioca. 80 di-
tos com 46 arrobas e 16 libras de dila, 97 ditos
com 360 arrobas de cera de carnauba, 46 caxas
47arrobase 14 libras de vetas de dita,4 molhos
com 100 cojrinos de cebra ; a ordem de di-
versos.
Recebe doria de rendas lateritas
fjeraes de Peraambaco.
Reodimento do dia t a9 4:571)633
dem do dia 11.......4:156j388
8:731J>071
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
face publico ae ae recebaran* prposase para
construeco porconta. doa cofrea geraes, de urna
ponte que- aabfJJUua a aattga que- ora iate li-
gando es bairros do Recite e Santo Antonia.
Esta peale, que aer de ferro batido, dere ser
conttruida, polo manos am suas dimeitsoes prin-
cipaea, de contotmidada com oa deseuhos apo-
sentados pelo engenheiro do gorsrao, os quaet
desenhos sero patentes aos pretendentes na re-
partido das obras publicas, oada racebero todas
as informacet aecetsaciss, dirgindo-se ao chefe
da mesma reparlico.
As propostas devem ter enesmiobadas a S.
Exc. por intermedio desta reparlico al o di. 6
de marco prximo futuro, depois do qual naohu-
ma pioposta mais ser recebida. Cada urna dal-
las devor ser acoupanhada dos respectivos de-
senhos e devota igualmente incluir a collocacao
da ponte em um estado completo para o servico
publico.
O governo nao seobriga a estar pela mais bai-
xs offerta sem o concurso de oulras condces.
Directora das obras publicas, 6 de fevereiro
de 1861.
O director.
Martillea*.
Direcfcoria geral da iastrutjco
publica.
Paco saber que o lllm. Sr. Dr. director geral
daioslrucco publica, para conhecimento de lo-
dos a quem iuleressar possa, mandou publicar o
ofcio do Exm.. Sr. presidente da proriacia, que i
se segu :
4.* aeceo. Palacio do governo de Pernam-
buco 1.a de fevereiro de 1861.
Conrindo regularizar o ramo do serrico que
concerno a inslrucco publica da provincia, de
forma que nenhum papel relativo quelle servido
suba i presentada presidencia, seno por inter-
medio de Vmc. e com sua informacao ; determi-
no a Vmc. que recommeode a todos os directores
de quaesquer estabelecimentos de inslrucco,
quer pblicos quer particulares, que exislam na
provincia, queguardem inlairamente squelle pre-
ceiio ; censando, assim a pratica prejudicial de
cada um delies prevocarem directamente deci-
ses da presidencia, sem audieneia da directora
da iiistrurc.no publica da provincia Dos guar-
de a Vmc. Ambrozio Lcito da Cunda, Sr. Dr.
director geral da iostrucca'o publica.
E para o fiel cumprimeolo da referida ordem
que o mesmo Sr. director geral recommenda, se-
r esle repelido pela imprensa.
Secretaria da inslrucco publica de Pornam-
buco 5 de fevereiro de 1861.
Salvador Henrique de Albuquerque.
Secretario interino.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, coramendador
da imperial ordem da Rn3a. da de Cbristo, e
juiz de dirello especial do do cornmercio des-
la cidade do Recite e seu termo capital da
provincia de Pernarabuco por S. M. Imperial
r ceoslitucioaal o Senhor Dom Pedro II, que
#Deos guarde ele.
Fago saber aos que o presente edilal virara, e
delle noticia liverem, qua ao dia 25 do crreme
raez se ha de arrematar em praca publica deste
julio a quem mais der na sala das auditorios a
preta Joanna, cnoula, de idade 40 annos pouco
mais ou menos, avallada em 8089000 re., a qual
rai a praca por execuco de Joo Baplista de
Barros Machado, contra Mariano Accioly Lius
Barradas, e ser arrematada na falta de licitan-
tes pelo prego da adjudicac.au com o abatimento
da lei.
E para que chegoe noticia a todos, man lei
passar edilaes que sero aflixados nos lugares
do costume e publicados pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Rccife de Per
nambuco aos II dias do mez de fevereiro de
1861. Eu, Manoet de Carvalho Paes de Andra-
de, escrivo do juio especial do coaraercio o
tiz escrerer.
Anselmo Francisco Peretti.
Consalado provincial.
Reodimento do dia 1 a 9 20 777AI50
dem do dia 11.......2:7165071
23.4933221
S o vimento do porto.
Navios entrados no dia 10.
Aracaty. 9 dias, hiale brasileiro lnvenci-
vel de 31 toneladas, capito Jos Jooquim
Alves da Silra, equipagem 5, carga cera de
carnauba e mais gneros; ao mesmo capito.
Bahia. 8 dias, escuna brasileira a Carlota ,
de 133 toneladas, capito Bento Jos Pereira,
equipagem 8, carga farinha de trigo e oulros
gneros; a Francisco de Olireira Azeredo.
Macei e portos intermedios. 48 horas, rapor
nacional Persinunga a, commandante Manoel
R. do P. Moura.
Navio tahido no mesmo dia.
Aracaty. Hiate nacional cr Santa Anna ca-
pito Joaquim Anlonio de Figueiredo, carga
varios gneros.
Dia 11.
Nao houveram entradas nem sahidas.
ERRATA.
A parte do registro publicada hontem com a
dala de 4 do corrente deve ler-se 9.
s w a. o. te 0. 5" ce * s-B Sores .
2 a w c V p e Atmotphtra. O 03 C/3
w rx Direceo. M O SB
93 M a c . * C9 1 D Intensidad'. 1 - 9) V. m
oe 2s en ao -a ce Fahrenheit. m 0 H e H 5
8 3 5 le J8 Centgrado. H 5 c
2 2 S 3 -a ac Hygrometro. i
0 0 0 0 O Cisterna kijdro-metrica. y
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O
g
g 3 3
S
8
I
Francs.
inglet.
O Illm. Sr. inspector da thesourara pro-
vncial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, de 9 do corrente, manda
f 1/it publico, que no da 7 de marco prximo
rindouro, peranie a junta da fnzenda da mesma
thesonraria, se ha de arrematar a quem por me-
nos fizer, a obra do catcamento da ra do Impe-
rador, a partir da portado palacio da presidencia
al a praca do Cullegio iuciuaive, avahado em
86:542.
A arremataco ser feils na forma da lei pro-
vincial uumero 343 de 15 de Janeiro de lD I, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao comparecam na sala das sesses da mesma
junta, no dia cima declarado, pelo meio-dia,
competentemente habilitada?.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretara da thesonraria provincial de Pcr-
nambuco, 11 de fevereiro de 1861. O secre-
tario,
Antonio Ferreira da Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arremataco.
1.a A obra ser principiada em dous mezes a
contar da dala da arrematarlo e concluida no
prazo de 10 mezes.
2.* O srremataote ser obrigado a altender as
observacoes eoncerueates boa execuco da obra
feitastfteto engenheiro encarregado da sua Qsca-
lisaco.
3.a Opagameoto ser deridido em quatro pres-
taces ignaes, correspondendo cada urna um
quarto do ralor da obra constante do orcamenio.
4.a Para se proceder ao pagamento ser a obra
araliada era bragas quadradas, fleando o arrema-
tante sugeilo pelo preco do ornamento ao aug-
mento da obra, se o governo assim o entender.
5.a O arremataota s-t obrigado a seguir res-
tridamente as obrigagoes comidas no artigo 36
da lei n. 286, o not mais arligos da mesma lei,
que regula as anernai.acoes.
Conforme. O secretario, A. P. da Annun-
ciaco.
NOVO BANCO
BS
Peroambueo.
O novo banco continua a mhititaAr.
ou a retgatar a notas de 10# e 2,ft| e
havia ernictido e aludo exulraa era car
cuIaQao, prevenindo de qoc cr.n forme
o decreto n. 2,661 de iO deootuhro
uitimo e decisao do tribunal do tbetoex.
ro de lid Janeiro do corrente anna
esta substituiran t continua no pre-
juizo dos pouuidores das mesmas notas
ate 9 de marco prximo v'mdouro, pota
que desse dia era diante t tera' lugar
com o descont mental e progressm*
de 10 por rent ou de 10 por cento nr>
prsmeiro me*, de 20 por cento no se-
gundo, de 30 por ceatp no terccirp e
assim luccetsivamente at Gcar no dci-
mo mez e d'alii por diante sem mais *a-
lor algum, Recife 5 de fevereiro de
1861. O directores gerentes, Ijuik,
Antonio Vieira, Joao Ignacio de Me-
deiros Reg.
Secretarla to governo ale Pernam-
baco H de fevereiro de 1881.
Pela secretaria do gorerno sa faz publico para
conhecimento dos interessados, que pela repar-
lico de (atonda foram devolvidos a S. Exe. o Sr.
presidente da prorincia, afina de serena defarisoa
como entender conveniente, os requerimentaa
das pessoas, abaixo declaradas, acerca da ierra-
nos de marinha.
Requerimeolo do marjor Joo Francisco do Ba-
go Maia.
< do coronel Jos Pedro Velloso da
Silreira.
de D. Manuedla Caetaoa de Olireira
de D. Francolina Hermina da Silra
Ferreira.
de Francisco Bolelho de Andrade a
Jos Mari* da Silra.
de D. Isabel da SiWein Miranda.
Sera a D. Isabel da Silveica Mi-
randa Ser e Cunha.
de Francisco Bolelho de Andrade.
de Francisco Goncalres da Arruda.
de Froderico Miguel de Souta.
Joo Rodrigues Charea.
Conaelho aalaninislrativo.
0 cooselho adminislratiro. para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec
tos seguinlcs :
Para o forte do Buraco.
1 bandeira grande imperial de Alele coa 8
pannos.
Para o 8 bstalho do infantaria.
-261 mantas grandes de la.
362 esleirs de palha de carnauba.
Quem quizer render taes objectos aprsente as
suas propostas cm carta fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas na manha do da 15 da
correte mez.
Sala das sesses do cooselho administrativo
para fornecimenio do arsenal de guerra, 8 da
ferereiro de 1861.
Bento Jos Lamenha Lint,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim PereiraLobo,
Coronel rogal secretario interino.
Consu lado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico que do dia 1. de ferereiro rindouro em
dianle se principiara a contar os 30 dias uteis pa-
ra pagamento bocea do cofre dos seguintesim-
postos : 12 0(0 sobre as lojas a retalho, armazens
do fazendas. tabernas e casas de leilio ; 4 0[0
sobre os armazens de recolher, botequins, hoteis
casas de pasto, tjpographias. prensas de algodao,
rocheiraa, carallaricas, e lodos os maia eslabele-
cimeulos em que bouverem gneros exposlos 1
venda ; 2000 sobre casas de cambio, 509 sobra
casas de modas, perfumaras, de chapeos fabri-
cados em paiz eslrangeiro e por casa dejogo da
bilhar ; e bem assim o imposto sobre carros, m-
nibus e carro;as, tanto do serrico particular co-
mo de aluguel. M sa do consulado provincial
28 de janeire de 1861.-Pelo administrador,
l'heodoro Machado Freir Pereira da Silra-
Declarares.
A noile clara, aoalo SP booanca al ao aana-
nnecer que rondn paca o terral.
OSCILLaCIO DA MkRB.
Preamar as 6 h. 18* da larde. s!tura7, p.
Baixamar aa 11 h. da raaahia, altara 0,9 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 11 de fe-
rereiro de 1861.
ROMANO STirPLI.
1* teneote.
Editaes.
CaraQt por ebrio,,, stjfpeito de furto de assna
Por ordem da Sr. inspector da alfandega se
faz publica que no dia 14 do corrento a 1 hura da
larde se pora em leilao, aporta desta reparticao,
para ser arrematado por quem mais der, urna
bomba de apagar incendio coa seus pertences.
4.a seceo da alfandega de Pornambuco 11 de
ferereiro de 1811.O 3. ascciptotrario,
Joan Jas Pereira de Faria.
Joo Baplista- de Castro e Silt, Inspector da Ihe-
aeorsria defamada doParaombuco, por Sna
M>gestade Imperial Csastilacional, que Dos
guarde, ele.
Em cumprimento da ordem do Exm. Sr. mi-
nlstr da rateada de 97de dezessbro ultimo, taco
sanar an Sr. Jos JUeaandm dos Saotos, que foi
ladjoflriso yola triaaaal do Sbatooro nacional o
teqneriBiealo tai que, pedia #Sr. Santos urna
Pela admiuislraca do correio desta prorincia
se faz publico, que em cooformidado do decreto
n.787 do 15 de maio de 1851 e respecliras ins-
trucr,des tere hoje lugar o processo d'abertura
das carlaa atcatadas pertenceates aa mez de Ja-
neiro de 1860, coodemnadas a consummo pelo
art. 138 do regulamenlo geral das correios de 21
de deiombro d< 1844, assislio o oegoeiaente Miw-
noel Joaquim Rodrigues de Souza, desia abertu-
ra nao resuliou acharem-se documentos de im-
portancia. Por ultimo procedeu-se a queima
das mencionadas cartas de que ae larrou o res-
pectivo termo que o que sa segu. Admin-
traeo do correio de Pernembuco 5 de ferereiro
de 1861. O administrador Domingos dos Pas-
aos Miranda.
Termo do consummo das cartas atrasadas per-
tencentes ao nez de Janeiro de 1860.
Ao 5 diat do mez do ferereiro de 1861, nesta
adrainistraco do correio destes proriu ;ia as 11
horas do dia, estando presenta o Sr. administra
dor Domingos dos Pastos Miranda, a mais eos-
pregadas abaixo assignados, procedeu-se emrir-
lude do art. 138 do regulamenta geral dos cor-
reio de 21 de dezmbro de 1814 o eonsamroo de
98 carta salladas e 195 cartas a ti jornaea nio
sellados, na importancia de 32,904 reis, cojaim-
Dortarrcia. ecn dcscarregada nesta data 10 rea-
peeliro administrador e iheaoureiro. E para cons-
tar lavron-se este termo em que assignou o refe-
rido administrador e Ihesoureiro e eu Francisco
Slmoes da Silra e ajadante e contador o escrerf.
0 administrador Domingos dot Passot Miranda.
Os ofHcises papelistss Ismael Amarel Gomes da
Silra. Luis de Franca d'OHreira Lima, o pertei-
ro Manoel Marinho de Souza Pimenlel.
Pelo juizo dos feltos da fazenda se ha de ar-
rematar no dia 14 do corrale, (Inda a audiencia,
um sitio esa abarlo, cora cata terrea do pedra e
cal. com 4 aaetlaa e 1 porta na frente tendo esta
5i pttstaa et de faadn, cera cotinoa tora, tva-
1 i ida por Mf, sendo dito sio no lagar do Rio
Doce, e panbocado par eaaoaeka da fazenda con-
tra a Tiara id Praatno Jos Flix da Rosa.
Caetano Pereira da Brile.
i Solicitador Interino.
Curso commerciai
Peroambucano.
Faco publico, a quem conrier, que
a cha-se a berta a matt-icula para este
curso ate odia 15 do corrente, quando
sera' encerrada definitivamente, segun-
do o disposto no art. 21 do regulamen-
to interno.
As pessoas pois que pretenderem ma-
tricular -Si, e que ainda o nao tenbam,
feito, podero dirigir-se a secretaria da
directora geral da instruccSo publica,
oude tem lugar a respectiva inscripcao,
tendo-o previamente requerido ao Exm.
Sr. presidente, na confonni Jade do art.
36 do referido regulamento.
Curso commerciai Pernambucano 6
de fevereiro de 1861.
O professor,
A. W. Pinto Bandeira eAcciolt de V.
CONSELHO DE COMPRAS NAVAE5,
Tendo-se de promover a compra do material
da armada abaixo declarado, manda o coesetao
fazer publico, effectuar-se isso em sessao d: 16
do crrente mez, meditte propostas recobidos
al as 11 horas da manha. apompan hadas das
amostras dos objectos que couberem no possircl.
Para os navios
8 arrobas de gaxeta ; 10 arrobas e 19 libras
de polrora gressa, 16 arrobos ds mealhar branco,
t peca de cabo de linho de 7 e 1/1 a 8 pollega-
das, 1 jogo de lintoiro de metal galranisado. 30)
pecas de brira da Rusta. 4 IWros mappas ds
50 folhas, 6 ditos ditos de 25 ditas.
Para os navios e arsenal.
20 eissarollas de ferro surtidas, 100 gatas con
sapatilhos. 90 arrobas de prego de cobre para
forro. 6 arrobas da sebo em pi, 20 tridos de 4
a 6/8, 1400 libras de tinta branca do zinco; 30)
latas de linla rerde; 14 libras de cers em ar-
chMe, 3 caitas de guerra, e 1000 folhas de Kxa
de esmeril em panno.
Para o arsenal.
20 libras de tinha crua, 4 barris de presos da
ferro de 4 pollegadas, 10 arrobaa.de pregos de
cobre de 4 ditas.
Para as obras do borlo.
1000 barricas de ceaeeoto claro de Bolonha, 1
bote pequeo de 2 reatos, 409 varas de liaba
gem para saceos.
Sao as condices para eSectaar-se a compra
ser paga logo no mez isbseqaente ao recebimen-
to dos objectos, o sujeitarem-se os vendedores
a multa de por "/ do salar des saessoos. ob-
jectos, caso nao os entreguen) na porcio e das
qualidades contratadas.
Sala do oonselho da compras naraes de Pea
eambuto, em 11 de erereire de 1861.
O secretaria,
AUxandre Rodrigues dot Anjos.
C4SSIN0 POPULAR
HO
MAGEST0S0SALAO
na
PALACETE D RA DA PRAIA.
Hareri grande baile ea djaepadida, com lunch.
fvUtasnoTasnosuilerTaUosdu^oadrilliM; Huesa.


1
n>
DURIO DI P
quizer apreciar verdadeira illusio aproveile a c,rga, trati-secom Castao Cyriaco
oceas*- Irmo, no lado do Corpo Santo o
Priroeira a segunda.
Cidade de Borlim, dita de Trasburgo,
-, dita de
Argel, dita de Venera, dita de Bresles, dita dt
Bolooha, dita de Bruxelaa, monte Elena.
Segunda terceira.
Ilha de Malta, entrada de Napoleao era Parie,
um prado na Suecia, monte Vczaio, Chateaus
em Frange, hotel dos invlidos, Semina (Hes-
panha). l
Terceira a qtiarta:
Odade de Nevv-York. dita de Madrid, dita da
Floren?, soberbalidade de Londres, cidade de Ale-
cante, anliga cidade de Roma, palacio real em
Paria, Veraalhes em Paria.
Quarla a quinta.
Cidade de Constantioopla, dita de Barcelona,
dita de Lceme, dita de Pars, dita de Orlans,
dita de Lceme, lubre em Franca, interior da
igreja da Magdalena em Pars.
Quinta a sexta.
Cidade de Leo em Franca, dita deCherbourgo,
dita de Marselha, dita de Hamburgo, dita de
Dieppe, dita de Granada, dita de Cadix, dita de
Edimburgo.
da C. M.
Avisos martimos.
Para o Rio-Grande do Sul.
Segu com toda a brevidade o brigue escuna
Negraes, por ler parte da carga prompta : para o
resto trata-se na roa do Trapicho'n. 14. com o
consignatario Manoel Aires Cuerra, ou com o ca-
pitao .bordo.
C01PAMU PERMBUCAM
Navegaco costeira a vapor
O vapor Iguarass, commaodante Moreira, se-
gu tiag'Tii para os porlos de norte at o Cear
do dia TI do correnle mez s 5 horas da tarde.
Recebe carga al o dia 21 ao meio dia. Encom
menda3, passageiros e dinheiro a frete at o dia
de sua sahida s 3 horas. Eicriptorio no Forte
do Maltos n. 1.
Para o Cear
Irmo, no lado do Corpo Santo a-JB.
Para Lisboa
pretende sahir por estes dias
por ter quase o seu, carrega-
mento prompto o brigue por-
tuguez Laia 117, quem no
raesuio quizer carregar ou ir
de passagem dirija-* aos seus
consignatarios F. Severiano
Rabllo sembla n. 12.
Para Lisboa
em poucos dias
vai sahir a muito veleira barca Mara, por ter
quasi completo o seu carregamento ; para o rea-
to e passageiros, trata-ac com Carvalbo, Noguei-
ra & C. na ra do Vigario o. 9, primeiro andar
ou com o capitao na praea.
REAL COIPANIllA
DE
Paquetes Dglezes a vapor.
No dia 14 do correte espera-se do sul o vapor i
Magdalena, o qual depois da demora do costume
seguir para SouthamptOQ tocando nos portos de
S. Vicente e Lisboa, para passagens etc. trata-se
com os agentes Adarason, Howie <& C. ra do
Trapiche Novo n. 42.
Precisa-se alu;sr orna preta para servico de
casa e lavar roupa : a Santa A. ja da
Fuodicio, caaa de sobrado.
Angelo N. Pasquali, capltac elario
diibarea gtegaCleeU,. fwUu a mesma barca
a Scandinary & C, de Londres, aOm de seguir
deate porto de Perotmbuco m da Belise (Hon-
duras) para ahi recelier um carregamento de mog-
no, obrlgodo-so o freladores a faier-lhe Jo
das depois de sua e.liegada a este parlo, o anda-
mento sobre o rete de 150 libras slerlinas, sob a
multa da quantia em que Toase estimado todo o
rete. E porque, chegaodo aqui no dia 30 de de-
zembro prximo paasado, nao teoha encontrado
pessoa alguma que da parte dos meamos Scandi-
nary & C. satislizesse a condic.ao aupra mencio-
nada, o mesmo capitn pelo presente protesta
contra os referidos Seandinary A C. e mais quem
de diteito for, nao s6 quanto multa estipulada
a indemnisaco de todo e qualquer prejuizo que
lhe deva ser reparado, seno tambem quanto ao
direilo que deaeja rosalvar de seguir o deslino
que bem lhe aprouvur, visto dever julgar-se hoie
nenhum o freamento para Honduras : do que
pra maior publicidad* e para que conste a quao'
los possa interessar, faz o presente annuocio.
Preciaa-se de SK)00| por espigo de um an-
no cesa hypelheca em 5 escravos, finado estes
em podar do aeuhor; di-se garanta pelo paga-
mento mensal do premio razio de um e meio
por cento : na roa do Imperador n. 47, loja de
marcineiro, se schari, de II horas ao meio dia,
pessoa para tratar.
O balso asignado fas sciente ao respeita-
vel publico que tem dous eogenho* de fazer as-
sucar para vender, sitos regaezia de Agua-
prela, sendo o primeiro denomioado Pao do Ro,
moente e corrente, com 20 animaes de roda o 1
Sn/T0-Je n,eSa idaile e com M,ra criad P,ra
2,000 pea de assucar, e o segundo denomioado
Cova da Ooca, someote com as obras seguintes :
casa do eogenho. casa de porgar, caaa de viven-
da e senzala, faltando a ferragem : ambos edifi-
cados em chao proprio, com urna legoa de frente
e meis de fundo, distante urna e meia legoa do
ponto Pirangi, onde tem de ser deposito da linha
Terrea: tendo ambos ptimos conimodos por
serem de agua : quem os pretender, diriia-se ao
eogenho Jos da Costa, a tratar com o mesmo
abano assignado. Engenho Jos da Costa na
reguezia de Agua-preta 28 de Janeiro de 1861.
Chrisiovio Jos Machado.
APPROVAlO E AlTORISACiO
DA
Erna
para o
segu com brevidade o cter nacional
por ter parle do carregamento a bordo
resto e passageiros, trata-se com o capiia Joo
Antunes da SiWeira, no armazem de Augusto
Ferreira &C, ra da Lapan. 4.
Para oAracaty
seguir brevemente o Mate nacional Exalacio;
para o restante do seu carregamento e passagei-
ros, trala-se rom Gurgel Irmaos, em seu escrip-
torio na ra da Cadeia do Recite, primeiro an-
dar n. 28.
Para
Ro de Janeiro,
o veleiro e bem coohecido brigue escuna Jovem
Arthur, pretende seguir com muita brevidade,
tem dous tercos de sua carga prompta : para o
resto que lbe falla, trala-se com os seus consig-
natarios Azevedd & Mendes, no seu escriptorio
ra da Cruz n. 1.
companma pernambucana
DE
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
SIMPAS MEDieillAE
ELECTRO- MAGNTICAS JSPISPASTICAS
De Ricardo Kirfe
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
tos 0. 1.
Rio de Janeiro
o bem conhecido e veleiro brigue nacional Al-
mirante pretende seguir com muita brevidade,
tem parle de sua carga prompta : para o resto
que lhe falta, trala-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mendes, no seu escriptorio, ra da
Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro
segu nestes dias por ter mais de meio carrega-
mento a burdo o palnaboto Artista ; para o
resto e escravos a frete, trata-sis com Caelano Cy-
AS CHAPAS MEDICINAES sao minio conhecidas no Rio de Janeiro e em todas as pro-
NavegacaO COSteira a VaDOr V'nC'aS deSle imPerio ha roai3 de 22 annos e sa0 afamada, pelas boas curas que se tem oblido
0 O vapor Persinunga, commandante M.noe' "M eme"D"r1,M bsiw>_ escripias, o que seprova com innmeros attestados que existen de pes-
Rodr.gues dos Santos Moura. segu viagem para soas *!>" dislinc$oes.
os portos do sul em 20 do corrente mez s 5 ho-1 Com estas Chapas-elrcthoMACXETiCAS-F.risPASTiCAS obtem-se urna cura radical e in-
5". P.VsagoroseCeebdInhVifo V^M XZ '""^ ^ tod "7* *w famma5 < *> 0U falla de "*?&> ) "Ja inters ou
aahida s 3 horas. Escriptorio lo Forte d ?M M,*rDMi: Cm d C?8d'.bofes'.8,oma80' bS<>. "ns. P">. palpaco de coraco, gar-
ganta, olhos, eryspelas, rbeumatismo, parslysia e todas as afteccoes nervosas, etc., etc. Igual-
emente para as difiranles especies de tumores, como lombinhos escrfulas etc., seja qual fr o
seu tamanho e profundeza, por meio da suppuracao sero radicalmente extirpados, sendo o seu
' uso aconselhado por habis e distinclns facultativos.
j As encoromeudas das provincias devera ser dirigidas por escripio, tendo todo o cu idado de
fazer as nece3sarias explicacoes, se as chapas sao para hornera, senhora ou crianja, declarando a
PaPO A PinA Aft| HlPAlllPO ?leSla e T PVte d.Crp? eilSle' 8e na ^..ptcoco, braSo coxa. perna, p, ou ronco
1 Ul a U I (11 d CUJ lili tllUI Ui d0 corP' declarando a circumferencia: e sendo ucha$oes, feridas ou ulceras, o molde do seu ta-
( O palhaboteGar6aW, segu oestes dias por KmJ !Z ^ ^""V0 "^ eXS,em' iB- de 1ue as chaP Possam ser
ter engijado parle do seu carregamento a tra- bem aPPllcada8 no ]t">
, 5o, ras0 Irmos ou com o capitao Custodio '
Jos Viann.
Acarac
Com toda a brevidade ha de seguir o bem co-
nhecido patacho Emulacao ; para carga e pas-
saglros, trata e com o capitao a bordo, ou no
escriptorio de Manoel Goncalves da Silva.
ROUPA FSITA
DE
Joaquim Francisco dos Santos. ^
40 RIJA DO OLEIIHADO 40l
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Nesle eslabelecimento ha aempre um sorlimento completo de roupa feita de todas as
qualdsdes. e tambem se manda executar por medida, vonlade dos freguezes. para o
iue tem um dos melhores professores.
Casacas de panno preto. 40, 35# e 3000
Sobrecasaca de dito, 359 e 30800
Palilois de dito e de corea, 359, 30,
25$000 e 20S000
Dito de casimira de cores, 229000,
159, 129 o 9jooo
Ditos de alpalca preta golla de vel-
n.1lud. 11S00O
Ditos de menn-siiim prelos e de
cores, 9S000
Ditos de alpaka de cores. 5J e
Ditos de dita preta, 99, 7. 59 e
Ditos de brim de cores. 5. 4tC0
4g000e *^ '
Ditos de bramante de linho branco.
6g000. &000 e
Ditos de merino de cordo relo
159000 o v '
Calsas de casimira preta e de corea
129,109. 99 e
Ditas de princeza e merino de cor-
do prelos, 59 e
Ditas de hura branco e de cores
5S000. 4j500 e '
Ditas de ganga de cores
Colletes de velludo preto e de co-
re, lisos o bordados, 12f, 9S e
Ditos de casemira preta e de cores
lisos e bordados, 69, 59500, 59 e'
89000
39500
3SJ00
39500
4S0OO
89OOO
65OOO
49500
29500
3S000
89OOO
39500
Pode-se mandar vir de qualcjer ponto do imperio do Brasil.
As chapas erao acompanhadas das competentes explicaces e tambem de todos os accesfo-
rios para a collocacio dellas.
Consulla as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, em seu escriptorio, qu
se achara aberio todos os dias, sem excepcao, das 9 horas da manha s 2 da larde.
LEILO >9 RA DO Parto ||<|
Leiles.
Terca parle do sobrado da
ra Direila n. 88.
CARIOCA
SEU LIMITE.
esio c escravusa ireie, iraia-se com uaeano t.y- ofcM Liimt.
nu^?oa25.M'&Irmo,ao ladodoCorpoSanto Quiota-feira 14 do corrente.
numero 25.
Para o Rio Grando do Sul pelo
Rio de Janeiro
segu com muita brevidade a veleira barca na-
cional Thereza I por ter j alguma carga a bor-
do, e parte engajada : quem quizer carregar, di-
Tija-se a Baltar & Oliveira. ra da Cadeia do
Recife n. 12.
O ltate Santo Amaro recebe caega a frete : a
tratar com Caelano Cyriaco da C. 11. 4 Irmao, ao
lado do Corpo Santo n. 25.
O brigue nacional Encantador, a chegar por
esles das do Rio de Janeiro, seguir ao mesmo
porto com muita brevidade, para cargas e pas-
sageiros trala-se na ra da Cruz n. 45. escrip-
terio, v
Aracaty e Ass
Hiato Dous Irmaos, sabe na presente sematra.
aiuda recebe carga.
COMPANHA BRASILEIRi.
DE
MWfiiTO HAIP
Espera-se doa portos do sul al o dia U do
correle o vapor Cruzeiro do Sul, commandan-
te O capitao de mar e guerra Gervazio Mancebo
o qual depois da demora do coatume seguir
para os porlos do norte.
Desde j recebera-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder cooduzir, a qual de-
ver ser'embarcada no dia de sua chegada :
agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azeve-
do & Mendes.
mm.
COHPAMHIJL
Antunes far leirao em seu armazem na rua-
do Imperador n. 73, de urna terrea parle do so-
brado da ra Direitan.88, que ser vendidoim-
preterivelmente pelo maior prego que for offo-
recido, no dia cima indicado ao meio dia.
LEILO
DE
Mobiliasdeamarello. ca-
deiras avulcas., objectos'
deouro eprata, rozetas!
e botes de brilhantes
Antunes far leilo em seu armazem na "rua '
do Imperador n. 73, de ricas mobilias de ama-
relio, guarda roupas, cadeiras. aparadores, qua- ]
dros para salas, um rico espelho com moldura
dourada, toiletes, joias do apurado gosto, bri-
lhantes etc., etc.: quinta-eira 14 do corrento ao i
meio dia.
Ditos de setim preto 59000
Ditos de seda e setim branco, 69 e 59000
Dkoa de gurgurao de seda prelos e
de cores, 7JI000, 69OOO e 59OOO
Dilos de brim e fuslo branco.
o 39500 e 39000
Seroulas de brim de linho 29200
Ditas de elgodo, 1$600 e 1J280
Camisas de peilo de fusto branco
de cores, 29500 e 2300
Ditas de peito de linho 6J e 3j000
Ditas de madapolo branco e de
cores, 39, 2*500, 29 o I98OO
Camisas de meias 12000
Chapeos prelos de massa; francezes,
formas da ultima moda 10S,8S5We 700O
Dito de fellro, 69, 55, 49 o 290OO
unos de sol de sede, inglezes e
francezes, 149. 12$. 11| o 79OOO
Collarinhos de linho muito finos,
novos feilios, da ultima moda 98OO
Dilos de algodo vjqq
Relogios de ouro, patentes hori-
sootaes. 1009. 909. 8O9 e 708000
Dilos de prata galvaoisados, pa-
tente hosootaes, 405 309000
Obras de ouro, aderecos e meios
aderemos, pulseiras, rozetas e
anneis
Toalhas de linho, duzia 12J0OO e IO9OOO
Allencao.
I :
Quinta-feira 14 do corrente.
Evaristo levar segunda vez a leilo por sa
nao ler effectuado o leilo das dividas da massa
fallida de Miguel Gomes da Silva bem como as
de Fulgencio Jos de Oliveira, no mesmo dia ci-
ma as 10 horas em ponto, no seu armazem da
rua do Vigario n. 22.
Avisos diversos.
CASA DE SAUDE
DOS
Sita em Santo Amaro.
Esteestabelecimentocontinua debaixoda adminutraejio dos pro-
prietarios a receber doentes de qualquer natureza ou cathegoria que
seja.
O zelo e cuidado all empreados para o prompto restabelecimen
!^to dos doentes egeralmente conhecido.
Quem se quizer utilisar podedirigir-se as casas dos proprietarios
ambos morrdores na rua Nova, 3 u entender-secom o regente no esta-
tabelecimento.
Reforma de presos.
Escravos.......2000
Marujos ecriados.....2^500
Trimeira classe 3^ e. 3^500
As operaqdesserfio previamente ajustadas.
DAS
Messageries imperiales.
At o da 14 do correte espera-se da Europa
um dos vapores, o qual depois da demora do
costume seguir para o Rio de Janeiro tocando
na Bahia, para passageiros etc., a tratar na agen-
cia cua do Trapiche n. 9.
Maranho.
Segu neates dias o hiato Saote Amaro, re-
cebe carga frete ; a tratar com Caelano cyriaco
da C. H. & Irmao, no lado do Corpo Santo o. 93.
Para.
O palhabote Santa Cruz a chegar neates diaa,
e lojp que descarragu*, anegar para o Pr
em dueitura por ter maia da o>ia carga prome-
ta ; paraa eiioda carga,^tr4-M coav Ca.l.no
Cyrico Aanlo n. zS.
Cear.
4) hiatfl 7dtM tpf con brerididd: pa
Arremataijo de escravos.
Ero cooseqoencia de nao ler havido audiencia
do )uizo de orphaos na sexta-feira 8 do corrente,
cou transferida para hoje (12) depois da audien-
cia do meamo juio de orphaos, a terceira e ul-
tima praca dos bens pertencentes ao espolio do
Qnado Manoel Carneiro Leal, o que constam de
ma mobilia completa e todos os mais arranjos
de urna caaa, asssim como de 6 escravos. sendo
2 prelas permitas engommadeiras e costureiras,
sem vicios nem achaques, o que re garante ; 1
moleque peca de 13 annos, excelleole para pa- i
gem, e mais 3 molecas de 1 a 8 annos, de bonitas
figurase sadias : os esersvos ho de ser arrema-
tados na aala das audiencias, na rua do Impera-
dor, e os trastes na casa de Francisco de Paula
Queiroz Fonseca, na rua da Imperalriz n. II, se-
gundo andar. Estes bens foram praca por eie-
cuco de i. Ferreira Vilella, por si e como tutor
do orpho Manoel Caroeiro Ceal.
Companhia Pernambucana.de
navegacao costeira a vapor.
Por ordera da directora sao convidados osSrs.
accionistas a reunir-se em assembla geral ordi-
naria oo dia 16 do corrente ao meio dia oa sala
da ussociacao cemmercial no largo de Corpo
Santo para I has ser presente o balaoco da mes-
ma eampanhia. Recije9 da forereiro de 180t.
O Sr. Jos Gbogalre* da Silva, eslabetecido
em Macei cora padaria, e que se acha nesta ci-
dade, querr dirigirse a casa de Tasso IrmSos
para negocio de seu interesse.
Precia-ae de urna ama do leite, fo.rr rr
captiva, porm que seja de boa conducta : para
tratar na ras do 'Praplehe o. 44, ter"
Aluga-
por rrendamenlo de 1 3 annos, que
casa rvoredos, assim como baixa ,
amlN carallos; a tratar a roa DireiU ou-
CONSULTORIO
DO
hed bo copar teie operador.
3 RUA DA GLORIA, CASA DO FUHDAO 3
Cliniea por ambos os systemas.
O Dr. Lobo Hoscoso di consultas todos os dias pela manhaa, e de Urdedepoisde i
horas. Contrau partidos para curar annualmente, nao s para acidado, eomopara o engenhos
u ouiras propriadadas ruraes.
Oj chamados devera ser dirigidos sua casa at i 10 horas da manhaa e em caso
de urgeneia i ontra qualquer hora do dia ou da noile, sendo por scriptoem que se declare
o nome da pessoa, o da rua e o numero da casa.
Nos casos qua nio forem de urgencia, as pessoas residentes no kairro do lUcife po-
amortar aon kilkaii^a 4 Kntii>* An S* I G..... f __ ___ n___ i <
i loja da
darao remellar seus buharas bolica do Sr./. Sounn & C. na rua da Crui, ou
ivroi do Sr. Jos Noguoira de Som na rua do Crespo ao p da pona yeiha.
Nessa loja a na casa do annuncianleachar-se-ha consuntemeale as melhores medica-
mentos homoopalhicos j liom eonbaeidos e pelos procos seguintes:
Botica di. i% tobos grandes. ,.....101000
Dita de 14 dito*........;........159000
Dita da JO ditos.................SOjhOOO
DiU de 48 ditos................. SffMOO
9m de 50 ditos................. 80*000
Taba* valias cada um......... ; 1*000
Fraseos (le Unturas. t............ 3000
Mam homeoptica pala Dr. Jahr, ira-.
daiAma parMa>Hc, com o diocionario dos termos
da mriioina. drorjri, <*,, etc .... 30*000
-------------------------------- *
Constanga Perpetua de Lacerda Hachado, pro-
fessora de inslruccao primaria, de novo lerobra
ao respaitayel publico, que desde o dia 4 do cor-
rete tem tido aua aula aberta em Fra de Por-
tas, rua do Pilar n. 141, onde sempre oa paia de
familia que quizerem assegurar s suas Qlhas os
primeiros desenvolvimentos de educaco, podem
conlar alem do ensino da grammatica porlugueza
o completo conhecimeolo de labyrinihos e bor-
dados em todas as qualidades, marcas e quaea-
quer trsbalhos de agulha, ludo pela j mencio-
nada exportula de 5) meosaes.
Sr. Jos Thomaz de Aguiar Jnior tenha a
bondade de ir ao caes de Apollo n. 65, a nego-
cio de seu interesse.
Pietro Bastrese, capitao da barca sarda Lui-
za, declara que nao se respoosabilisa por dividas
nenhuma feitas pelos marujos do seu navio.
Aloga-se um sitio com ptima casa de vi-
venda, excelleole baiza de capim, e muilos arvo-
redos : oo pateo do Tergo, casa n. 27. Nesta
mesma casa vonde-se um carro da alfandfba e
um boi.
. Precisa-se de urna ama forra para o ser-
vico de urna pequea familia, e que compre : a
traisr na rua larga do Rosario, loia de charu-
tos n. 30.
_ Frecisa-se de nma ama de meia idadeque
d6 conhecimento de sua conducta, e saiba fa-
zer todo o servico, principalmente cozer : na
rua do Imperador n. 71, segundo andar.
Scdulas
de 5$ e i$, trocam-se na rua
da Cadeia do Recife n 15, loja
de Jos Leopoldo Bourgard.
Jote Thomas de Aguiar Jnior
declara a quem quer que seja que mo-
ra na rua da Imperatriz n. 63, onde
pode ser procurado a qualquer hora.
Vestuarios para mascarados.,
Alugam-se muito em conta ; no terceiro an-
dar n. j, oa rua do Queimado: sao como feitos
decocommenda, e com goslo.
os ditos objectos os aprehen-
dan! e participem ao mesmo
no Manguinho rua Real n. 63.
que se recompensar com
generosidade.
Vestuarios
novos e ricos para masqu:
na rua da Cadeia do Recife n.
15, por barato preco para
acabar.
Baratissimos jarros de
cellana.
por-
ife lo Dr. Mallo

i
I SI i
Vende-se mu bonitos jarros de porcellana dou-
rada, e de tamanhos nao pequeos, proprioa pa-
ra en fe les de mesas, ornato de gabinete etc.
pelos baratissimos precos de 3 e 48000 o- par :'
na rua do Queimado loja d'Aguia Branca o; 16.
Estampas finas e inters-
santes.
A loja d'Aguia-Branca recebeu mui finas, e gran-
des estampas, do fumo e coloridas, representan-
do urnas a morte do justo rodeado de aojo, etc.,
e ou tras a roorle do peccador cercado de demo-
nios, etc. Sao na verdade interessanles essas
estampas para quem as sabe apreciar, pelo que
se tornam dous qoadros dignos de se possuir, a
me^mrtpela raridade delles aqui. Vendem-so
a mo cada estampa, na rua do Queimado o.
lo, loja d Aguia-Branca.
Para desenlio.
Mui bonitas caixinhas envernizaa, com tintas fl-
nas, lapis, pincela, e oa mais necessarios para
desenho. E o que de melhor e mais perfeilo se
tem visto aqui em tal genero, e vendem-se a 5.
6. 8, 10$, 12 e 149 : na rua do Queimado o.
lo, laja o'Aguia-Branca.
Pennas d'ago.
A loja d'Aguia-Branca receben um grande sorli-
mento de pennas d'aco de diferentes qualidades
as quaes eal vendendo de 500 a 1000 ra. i gro-
sa. E o mais barato possivel: na rua do Quei-
mado loja d'Aguia-Branca, n. 16.
Cheguemaobarateiro, na
rua do Queimado nu-
mero 47.
Vendem-se chales de la e seda pretos a 1J300
ditos de cores de laa a 1, cortes de casemira
preta a 7J500, panno Dno a 3*500 o covsdo, chi-
tas fizas a 140, cambraia de barra a 2J8C0 o cor-
te, chitas francezas escuras a 240 o covado, gros-
denaple a 1*600 o covado. cortes de castor para
calca a 1$, madapolo bom a 4*200 e 5J a peca,
seda de quadroa a 600 rs. o covado, cbaly a 60O
rs, o covado, camisas francezas de cores a 2,
1ll" brancas a S*500- grvalas de setim preto a
4JM, eoulrasmais fazendas que se vendem por
todo prego vista do dinheiro.
Vende-se um rico santuario de Jacaranda, e
urna meia commoda da mesma madeira, obra de
apurado gosto ; na camboa do Carmo n. 10.
Vaccina publica.
Transmisso do fluido de brajo a brce, nas-
quiniase domingos, no trrelo da alfandega, e
nos sabbadoa at as 11 horas da manhaa, na resi-
dencia do coraraissario vaccinador, rua estrella
do Rosario, segando andar do sobrado n. 30.
Atten$ao.
A mesa regedora da irmaodde de N. S. d'A~
suropcao das frooteras, na imperial capella da
Estancia, pretenda no dia 10 do correte apre-
aenlar a festa de sua divina padroeira, como er
publico, e nao adquerindo esta masa eimolas,
taoto quaoto fosse bastante para fazer o dito ac-
to oeste dia, vem scienUficar ao rcspeitavel pu-
blico queflca transferida pra o ai-7 de abril,
que vem a ser domingo da Paachoella imprete-
nvelmento.j ^ j
Precisa-se da ama ama de leite sem filho :
na rua de Horus n. **, saa^todoaodar.
Deposito de materiaes, na ma
do Brum defronte doeha-
fariz n. 55.
O proprielario deale estabelecimanto avisa oa
enhores proprietarios do Recife qu Tende os
maleriaespot groaso e a retal o por precos maia
commodos que em oul.ra parle.
. Vadaa- escravos 1* ambos os sexos, e
juntaraanlejmb*nraU draaeia id4a. caaioheira
e boa eas^H- ; na rua DireOSLT
CompramM >* Pr
r da provincia oa para engenho ; o~erip4o-
no da mal)' Pereka
da Costa n. ** *
luga-se nma gram
-------------
iSBMB^B^B^aHWlUr
'" "amfm^sweivff^s,M
Desaopareceu no dia 11 do
corrente ats 8 horas da ma
nha de casa de Joo Antonio
Carpinteiro da Silva, no Man-
guinho, um relogio de onro
patente inglez autor C. Simp-
son Samwell n. 35,472, e cor-
rente de ouro com esmaltes
cor de rosa e julga-se ter sido
feito o dito roubo por dous
serventes de pedreiro que
trabalhamem sua casa cujs
sao escravos e ignora-se seus
sen por isso roga-se as
autoridades policiaes e aos
Srs. reojoeiro*
soas a quem *


DIARIO DE P15RA1BC0. TEEQA FEIBA U DE FEVEREIRO DE 1861.
O EXTRACTO
. B COMPOSTO DE
SALSA IPAaBOLHA DO DR. TOWHISltl
MELBOBADO* FABRICADO SOB ADIRECCAO' DO DR JAMES R. CBILTON,
Imico e medico celebre de New Yorfc
GRANDE SPERIORIDADE DO EX-
TRACTO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seo extraordinario
e qaasi miracaloso effeito no
sangue.
Cada un sabe que a saude ou a infermidade
apeada di recta menta do estado dasleFLOlDO vi-
ra. Isto ha de ser, visto o partido importante
que teta na economa animal.
A quautidade do sangue n'um hornera d'es-
tatura mediana est avallada pelasas primeiras
autoridadea em vinte e oito arralis. Em cada
pulsadlo duas orinas sahera do coraco nos bofes
e dalli todo o sangue passa alera no corpo huma-
no em menos de qoatbo minutos. Urna dis-
posijao extensiva tem sido formada e destinada
co* adrairavel sabedoria a destribuir e fazer
circular esta corrkntk db vida por todas as
partes ia or5ansac,ao. Des te modo corre sem-
pra pelo corpo em torrente, o qual a gran
fonte de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguraa se emprenda
de materias ftidas ou orroropidas, diSunde
com vbxocidadb ELCTRICA a corrupgao as
mais remotas a raais pequeas partes do corpo.
O veneno lanca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veas, a pelos vasos capillarios,
at cada orgo e cada teagem se far completa-
mente saturado e desordenado. Desla maneira
a circulado evidentemente se faz ura engenoo
poderoso de Joemja. Nao obstante pode tara-
bem obrar com igual poder na criago de saude.
Euivassao corpoinfecionado dadoenca maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se smenle o san-
gua pola fazar-se puro esaudavel ficar superior
a do)n?a e iaevitavelmente expellirda cons-
tituigo.
O grande manancialdedoenga entao como
d' aqu consta no fluido circulante,e nenaum
medicamento que nao obra directamente sobre el-
la para purificar e renovarlo,possue alguna direi-
to ao cuidado do publico.
O sangue! Osangub! o ponto no qual
se ha raysler fixar a attengao.
O ORIGINAL E O GINUINO
AO PUBLICO.
Nos, os A signan tes, Droguista na cidade de
New-York, bavemos vendido durante muitos an-
nos o extracto de salsa parrilba do Dr. Town-
send, consideramo-lo ser o exiracto original e ge-
nuino da salsa parrilba do Dr. Townsend. o
qual primeramente sobaste no me foi apresen-
lado ao publico.
BOYDAPAUL, 40 ConandiStreet.
WALTER. B TOWJNSEND Co,218 PearI
Street.
LEEDS& HAZARO, 121 Maiden Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
M WARD <& Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F. TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAM & Co, 10 Od Llip.
OSGOOD d JENNINGS, 188 PearlStreet.
R.B. HAVILAND & Co, Offiee 177 Broad-
way.
JACKSON, ROBINS & Co, 134 Water Street.
THOMAS & MAXWELL, 86 William Street.
WM. UNDERHILL, Junr, 183 Water Street.
DAVIDT. LANMAN, 69 Water Street.
MARH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAI& Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M KFSSOR & CO, 127 Msiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFEL1N, BROTHER & Co, 104 &
106 Job Si
LEWIS & PR1CE. 55 Pearl Streel.
IIA VILANO, KEESE & CO, 80 Maiden La-
na.
RUSHTON, CLARK & CO, 110 Broadway,
lOAslor.
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
PHILIPSCHIEFFEL1N & CO, 107 Water
Street.
POU & PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN. 64 Pearl Street.
RUST & HOUGHTON, 83 John Street.
I. MINOR& CO. 214 Futon Street.
INGERSOLL & BROTHER, 230 Pearl Slreat.
JOSEPH E TRIPPI. 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortlandt
Street.
HATDOCK, C0RLIES& CLAT, 218 Pear
Street.
CUMMING & VANDUSER, 178Greenwcb
Street.
HASKELL 4 MERBICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK & Co. 49 John Street.
CONHECEMOS AARVORE E SUASFRU-
TAS i
B IGUALMENTE
Conhectmot um Medicamento no mu Effeitoi-
O extraeto composto de Salsa parrrlha do
Dr. Townsend esta
0 MED I CIMENTO DO POYO'!
Adala-sa lio maravillosamente a constitui$8
que pode ser utilisado em quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E' DEBILIDADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPCO,
purifica;
ONDE BE PODR1DO,
AL1MPA.
Este medicamento celebrado que tao grandes
servicos presta a humanidade, prepara-se agor
na nova fabrica, na esquina das mas Fronte
Washington, Brooklyn, seb a itspef?acdirecta
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln*da Cidade deNew-Voik.cuja cer-
do e assignatura se acha na capa exterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSAPARR1LHA
DO DR. TOWNSEND-
1 O grande purlacador do sangue
CURANDO
O Herpes
A Herysipbla,
AAliSTRICQAODOVEN-
TRE,
As Alporcas
OsEffeitos doazou-
As Dwnoas,de figa-
DO,
AHtdropesia.
A Impirgb
As Ulceras,
O Rheumatismo,
As Chacas
A Dedilidade geral
ASDOENCASDE PRLLB
As Borblhas ha ca-
a i
As Tossbsi,
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
OExlracto acha-secontidoemgarrafas quadra-
das e garante-se ser mais forie e melhor em to-
do o respeito a algum outro purificador do san-
gue., conserva-se em todos os climas por cer-
to sspaco de lempo.
foimmiAs k m
Acham-se venda na livr&ria da praca da Independen-
ciar ns. 6 6 8, as bem conhecidas folhinhas impressas ntsta
typographia
FolhiYlha de porta ou RALENDARIO eeeleatotieo e civil para o
# bispado de Peroambuco...........
Dita de algibera contendo alm do kalendario ecclesiaslico e civil.
160 rs
Dita dita
expliea;ao das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das nares e Desciment e oecaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do comoiercio;
ditas do sello; ditas do porte das carias; ditas
dos impostos geraes, provinciaes e municipaes, ao
qua se juntou ama colleceao da bellos e divenidos
jegos de prendas, para entrelenimento da mocidade.
contendo alm do kalendario ecclesiaslico civil, expli-
eaco das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e oecaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commertio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
COBAMilA DA VIA FEIBEA
DO
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(UMITA DA.)
820 rs.
320 rs. m
19000
modo de confessar-sc, e comungar, e os officios que a
igreja cosluma celebrar desde domingos de Ramos, al
sexta-feira da Paixo, (em porluguez). preqo.....
Ditado almanak civil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao preco de:.......
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-SH
de formato, e fizeram-se muitas alteracoes, sendo a corree-
gao a mais exacta que foi possivel, em materia destaordem,
(que todos os dias soffre mudancas) acrescentando-se a nu-
meraco dos estabelecimentos commerciaes e industriaes;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pela oceupaco do individuo de quem se quer
saber a residencia.
- A?!0 s ihor-*" ""'roa^rffi,.ahi,
As huras da partida dos trena .frili!. i ^
pela tabella seguinte : ,mo reu,d
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siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos era sua pharmacia ; todos
forem (ora della sao falsas.
que o
Cada garrafa do original a genuino exiracto do Dr. Townsend tem a assicnatura e a certidaodo Dr. J.R. Chlitlon, nacapaL Todas as carleiras sao acompanhadas de um
exterior de papel verde n relevo- u
No esoriptorio do propietario, 212 Broadway, New York, e em Pernambuco na ra da Cruz n. 21 escriptoric 1. andar, tam-
m na betica da ra Direita n. 88 do Sr. Pranos.
DEBANHO
no
T3i >^av el ma u_
Assignatura da banhos f r ios, mornos.de choque ou ehuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,......; .
30 carler p->ra os ditos banhos tomados em quaIquer lempo. .
15 Ditos dito dito dito i .
7 .;;
10000
15000
000
4|000
Banho3ivulsos, aromticos, salgados esulphurososaospre^os annunciados
Estareduceao de presos facilitar aoreepeitave) publico ogozo dasvantagens que resultara
da frequenciade um estabeleoimento dauma ulilidadeinconiestavel,masqneinfelizmenta nao
estando em nosso* hbitos, anda ponco conhecida eapreciada:
TABAC CAPORAL
Deposito das mauutacturas impervaes deranca.
Esteexcelente fumo acha-se depositado, diretamenle na ra Nova n. 23,ESQUINA DA
JAMBOA DO C ARMO, o qual se vende por masaos de 2 hectogramos a 19000 e em porfi de
10 mseos para cima com descont de 25 porceoto ; no mesmo estabelecimento acha-se tambem
o verdadeiro papel de linho para cigarros.
Aviso
s.
1 banho avulso
7 cartoes para banhos
aos terceiros da ordem de
Francisco.
Na ra do Queimado n. 39, loja de 4 portas,
vende-se estamenha para hbitos a 2&200 o co-
vado, e se aproraptam os meemos hbitos a von-
tade dos irmaos a 459 cada um, obra muito bem
feita.
Banhos econmicos!
Na casa de banhos do pafeo do
Carmo.
Nesle estabelecimento (alem dos banhos j co
nhecidos) te fornecera d'ora em vante, por maior
commodo do publicobanhos econmicossem
luxo, mas com toda a decencia e aos precos se-
guintes :
| fri 320 rs.
) morno 400 rs.
fros 29 rs.
moros 5ta50O.
30 banhos consecutivos fros ou momos 59.
Carvalho, Nogueira & C,
saccam sobre Portugal qualquer quautia : na ra
do Vigaro n. 9, primeiro andar, escriplorio.
Maooel Ignacio de Oliveira & Filho sacam
sobre Lisboa o Porlo : na largo do Corpo Santo,
escriplorio.
COMPJlMHIA
ALUANCE,
stabeecid em Loadres
m& m mu.
CAPITAL
Claco mrthoes de liaras
stcrUaas.
Saunders Brothers & C. lem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, proprieurios
da casas, e a qnem mais convier, queastio pie*
menla autorisados pela dita companhia para
eflectuar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de lelha, e igualmente sobre os objectoi
qua coniivarem os DMamos adifieio, quer consis-
ta em atobilia ouem fazendas de qualquer qua-
lidade.
-* Barroca di Medeiros sacam para
Portugal e Ilha de S. Miguel.
Mifdanca de esta-
belecimento.
Jos Horeira Lopes avisa aos seus amigos e
freguezes desla e de outras provincias, que ra#-
dou o seu estabelecimento de fazendas que liaba
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde lem o mais completo e variado soitimento
de fazendas de todas as qualidades para vender
em grosso e a retalho por pregos muito baratos :
ra do Crespo, sobrado de 4 andares n 13, e ra
do Imperador, outr'ora ra do Collegio, sobrado
de um andar n. 36.
Camargo receotemenle estabelecidos rom loja de fazendas
na ra do Crespo o. 1, junto ao arco do Sanio
Antocio, teem a honra de convidar aos senhores
consumidores, tanto da praca como do malo, a
visitaren) seu estabelecimento aQm de sortirem-
ae de boas fazendas por pregos mui razoaveis,
dos quaes aqu esli alguns : chitas francezas de
muito bom panno, cores fixas, a 240 rs. o co va-
do, velbutinas lavradas imitando velludo a 600
rs. o corado, sedas de qnadrinhos a 640 e 800 rs.
o covado, grosdeoaple de cor com algum loque a
19 o covado, camislohas de cambraia para se-
ohora a 19, ricos cortes do vestido de seda com
algum toque, muito barato, cassas, organdys,
chales de diversas qualidades, enfeites de usbeca
de 29 a 59, luvas de seda enfeiladas a 15 o par,
e outras muitas fazendas que se mostraro op-
portunamente.
Hotel inglez.
O cnsul de Franga sendo pela morte da fina-
da II. Marmier, conhecida nesta praca como M.
Dubois, incumbido de realisar a parte que a dita
seohora tioba no hotel inglez, convida aspessoas
que tem contas a receber da dita senhora ou do
metmo hotel, de as presentar no consulado
francez no prazo de 10 dias da dala deste, para
screm recoohecidas : outro sim roga as pessoas
que se achara devendo ao dito hotel ou a M. Du-
bois o favor de mandar pagar as respectivas con-
tas ao referido cnsul no mesmo prazo de 10 dias:
as pessoa* que desejarem comprar o dito hotel
devero dirigir-se para tratar do ajuste ao supra-
dito cnsul. Peroambuco 5 de ferereiro de 1861
S. Jos da Agona.
Por ordem da mesa regedora convido a todos
os irmios a coso pare cereta qoarta-feira 13 do
correte pelas 2 boras da tarde*, no consistorio
da irmandade, ilm de encorpotados acompanhar
a prociasao de cinza, que lem de sahir da erdero
terceira de S. PranWsc. O secretario. Manoel
Francisco dos Sai toa e Silva.
Deseja.se fallar com os Srs. Francisco Pe-
reira d*>aaJs e Joaquim de Oliveira Maia J-
nior, na ra do Crespo o, 17.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver di Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
Johston di C, ra da Senzajla Nova n. 52.
Aluga-se a casa da piara do Cor-
po Santo onde foi o estabelecimento dos
Srs. Rostron Rooker C. : a tratar na
travessa do Queimado n. 1, com Joa-
quim de Almeida e Silva.
Companhia de seguros
equidade.
Estabelecida na cidade do Porto.
O agente desta companhia em Per-
nambuco, Manoel Duarte Rodrigues,
aceita por conta da mesma companhia
seguros de todos e paia todos os portos
condecidos, sobre emba cardes de qual-
quer parte e a precos muito razoaveis :
agencia ra do Trapichen. 26.
Aluga-se a loja do sobrado da ra das Cru-
zes n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e que
saiba engommar, pagando-se muito bem : na ra
dos Pescadores ns. 1 e 3.
Alugam.se o 1." e 2. andares das duas ca-
sas da lndeira da Iiibcira e Quatro Cantos em 0-
linda ; a tratar na ra da Cadeia do Recife, es-
criplorio n. 56, de Leal & Irmo.
O abaixo assignado deu procuradlo bastan-
te ao Sr. Antonio de Paiva Ferreira para cobrar
as dividas activas da casa de Tbiago da Costa
Ferreira Estrella, por lhe pertencercomo consta i
da arrematayo feita peraole em audiencia do
Exm. Sr. Dr. juiz especial do commercio e cons-
tara das conlas e relacao que o dito Sr. Paira
presentar. Recife 1 do evereiro de 1861.
Antonio Joaquim Vidal.
rtdor as seguinles palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carleiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na lampa o ri-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Precisa-se de urna ama que saiba cosinhar
e fazer lodo o semeo de casa : na ra do Cal-
deireiro taberna n. 60.
Precisa-se alugar urna
escrava para o servico de urna
casa de familia: na ra da Ca-
deia n 53, terceiro andar.
ti* O adroga'do Dr. Manoel do Na'scimento
@ Machado Portella pode ter procurado para
os negocios de sua profissao, das 9 is 4
# horas da tardo, em seu escriplorio no pri-
meiro andar da casa n. 83 da ra do Ira-
perador.
Urna familia estrangeira deseja alugar um
sitio na Passagem da Magdalena ou na visinhau-
ca ; para fallar na ra da Ciuz n. 10.
JJbBIBUoOT Wra%wSvTOV BUWUMSJSM?A%
Dentista de Pars. |
15Ra Nova15
Frederic Gaulier, cirurgiio dentista, faz
todas as operaedes da sua arte e colloca
denles artificiaos, ludo com a superiori-
dade e perfeico que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos denlifricios etc.
Aos pas de familias.
D. rsula Alejandrina de Barros, directora do
collegio de Santa rsula, competentemente pro-
visionada pela directorio eral da inslrur^au pu-
blica, tem a honra de prevenir ao re.-peilan'l pu-
blico, e principalmente aos pais de suas discipu-
las, que desde o dia 15 do correle se acham
abertas as aulas do seu collegio ; o qnal se acha
por ora estabelecido na ra Formosa, sobrado
numero 15.
A mesma directora approveila esta ocrasio
para asseverar aos pais de suas dis> ipulas que
estas enconlraro em seu rollepio a mesma ins-
pecQio, vigilancia e desvelos, que eucontrarao
em suas propiias casas, e que nelle receberao
urna educago moral e religiosa, como convm s
filhas das sociedades rhristes, que devem um
dia exercer oespioboso ministerio de mais de fa-
milia. .
Finalmente, abstendo-se a mesma directora de-
encarecer o rcelbodo de ensino adoptido em seu
collegio, limitar-se-ha apenas a atlrmar aos pais
de suasdiscipulas, tanto internas como externas,
que ludo envidar paia o adiantamento das mes-
mas, visto ser este o t< eio mais propicio de sus-
tentar o lisongeiro crdito, que grabas ao favor
publico, tem acompanhado ao rallegio de Sania
rsula, desdo a sua creac-ao einst.llacao.
As diferentes aulas ou collegio sero dirigidas
pelos seguinles professores :
Os senhores :
Dr. Jos Soares de AzevedoFrancez.
Dr. Filippe Nery ColiseoInglez.
Dr. Augusto Carneiro Munltiro da Sika San-
tosGeographia.
Joaquim Bernardo de Me ndonjaPiano e canto
Eduardo GadaultDesenbo.
Quem annunciou precisar de lOOfl^com
liypotheca a um sitio perto da cidade, pude ap-
parecer na ra do Queimado. boiica do Sr. Jos
Alexandre, at as 9 horas da manha, que acha-
rcom quem tratar.
JOIAS.
Julio & Conrado.
Ra do Queimado n. 48.
Participara aos seus numerosos fregue-
zes que teodo chegado o seu mestre al-
faiate que mandaram contratar em Paria,
acbam-se promplos a mandaren) execu-
lar toda e qualquer obra tendenie a al-
faiate, assim como lera em seu estabele-
omenlo grande sorlimento de ludo quan- <
lo se desejar, para qualquer das esla-
ces nao s de fazendas como diversos
artigos de luxo, continuando o mesmo
mestre a receber por todos os vapores fi-
gurines para melhor poderem servir ao
respeitavel publico a quem pedem de vi- j
rem visitar o seu estabelecimento que
enconlraro aquillo que desejarem.
Ensino particular.
0 abaixo assignado, professor particular de
primeiras letras, latim e francez, reside no ter-
ceiro andar do sobrado n. 58 da ra Nova, onde
com toda a dedicaco, prudencia e activjdade,
exerce aau magisterio, e contina a admittir al-
guna internos de pouca idade.
Jos Mara Hachado de Figueiredo.
AUenco.
Gouvea & Filho com casa de consig-
naces novamente estabelecida nesta
praca, avisara aos seus coinmittentes e
ao publico em geral, .que podem ser
procurados a qualquer hora do dia em
sea escriptorio na ruada Cadeia do Re-
cife n. 3, primeiro .andar. .
Alnga-se o sobrada de S andares e aoto:
da roa da Imperial n. 139, a fallar na roa da
Aurora n. 36.
Jos Antonio Domigos ?a a Europa tratar
d. sua saude.
Jame* Burke, aub.to iaglez, retira-ae para
lora do imperio.
Aluga-aeo armaz, cata da roa da n
Uodan.7: a tratar nufar do Carao Santo,
arnazeta da cabos o. t3.
4os consumidores de gaz.
A empreza da illumina^o
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregaren* aos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido. Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
'fififtissieeiSfi ese e* gigggaareyf
i rxnw wm^ i* w***" jjjiv ^wt^* pww mtm cf/fiW eTW* #*
O bacharel Maooel Netto Carneiro de O
Souza Bandeira abri na villa do Cabo o I
seu escriptorio de advocacia, roa da ma-
triz casa amorella, e ahi oflerece os ser*
vicos de sua profissao mesmo aos habi-
tantes fora da comarca que tiverem al-
guma quest&o para aquello foro.
|mmmjam*msmma mmh *m*m*m
Camargo Silva,
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sita na ra do Crespo n. 1. junio ao arco de San-
to Antonio, pedem aos devedores daquella Arma
que por obsequio venham salisfazer suas contas,
aflm de evitar que sejam procurados.
O Dr. Francisco de Paula Paptisla contina
a advogar no seu escriptorio, na ra das Tria-
cheirog, sobrado n. 19, primeiro andar, aondeo
acharao todos o. dias uteis desde aa 9 horas da
manhia at aa 3 da larde.
Um pret forro, perito
cosinheiro se offerece para co-
s nheiro de qualquer casa na
cional ou estrangeira: quem
precisar do seu servicio ap-
Ipareca na ra da Cruz n, 4.
ra moco Porluguez, guarda-livros de ama
gumas horta,
' a^iissssssWur,cl(>
llfVIRM dHamkWff lIFlTpogra-
phia coa u iniciaos I. A.
Joaquim Monteiro de Oliveira Guimares rom
loja deourives na ra do Labug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos fretiuezes e ao publica era
geral, que se acha surtida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prala, e querendo acabar
cora o negocio, est resuUidu a vender mais ba-
rato do que em oulra parte, garanlindo as ditas
obras, passando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca oi gando o ouro por mais do que era oulra parle.
LaurianoJos de Barros
participa aos seus numerosos freguezes desla ci-
dade e mesmo de fura, que acha-se regendo a
grande oflicioa de roupas Mtaa de Ges & Bas-
tos na ra do Queimado n. 46, oime pode ser
procurado a qualquer hora, pois esl prompto a
desempenhar qualquer obra irapuriante, pois
para isso tem na mesma loja om completo sor-
timenlo.
-- Na travessa da ra
das Cruzea n. 2, primeiro andar, contina-se a
fingir com toda a perfeicu para qualquer edr, e
o mais barato possirel.
Alugara-se duas casas no lugar de Santa
Anna de dentro, com commodos suficientes pa-
ra qualquer familia, leudo o banho perto : a tra-
tar no pateo de S. Pedro n. 6.
8
o
f
a.
J3
. m
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m T3
^ = m i a
S === 5 c S

a.

s <=>
_____ Wf-C > ~e.a,es <"
AssignadoB t. Braman,
Superintendeule.
Attenco.
As pessoas que tiverem relogios para se con-
certar na ra Nova n. 22, e que lera mais de seis
mezes ; facam o favor de vir busca-Ios no prazo
do 30 dias, sob pena de aerem vendidos para in-
demnisacao doa concertos.
Sociedade
O Dr. Casanova
pode ser procurado lodos os dias em se
consultorio especial homeopalhteo
30Roa das Crazes-30
Nesle consultorio tem semprn os mai
novos e acreditados medicamentos pre-
parados ero Pars (astintnras) por Ca-
lellan e Weber.por presos razoaveis.
Os elementos dehomeopathia obra, re-
commendada iotelligencia de qualquer
pessoa.
DE
de commissodeescravos, pa-
teo do Paraizo n 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo
Para a dita casa foi transferido o amigo escrip-
lorio de commbsao de escravos que se ai-hava
estabelecido na ra larga do Rosario n. 2it e
ah da mesma maneira se contina a receber es-
cravos para serem vendidos por commisso e
por conta de saos senhores, nao se ponpnndo'es-
forQos para que os mesmos sejam vendido, com
promptioao. aflm de que seos senhores nao sof-
fram empates com a venda delles. Nesle mesmo
estabelecimento ba sempre para vender escravos
de ambos os sexos, velhos e moco.
O ot, Mauoel Moreira Guerra tem" o
seu esenptorio de advocacia na ra do
Cabug n. i sala eonlingua ao do cartu-
no do escnvlo Paes de Andrade, onde
ser encontrado das 9 horas da manha
al as 3 horas da larde.
Edificares e compra de
terrenos.
O abaixo assignado convida os proprieUrios
queja lhe offereceram terrenos para com o va-
lor dos mesmos entrarem na sociedade na qua-
lidade de commanditarios, a apresentar-lhe os
planos, confrontaces, siluaQes e avaluafes dos
respectivos terrenos acompanbados de urna car-
ta pedindo a ana adroissao como socios comman-
ditarios da referida sociedade.
A correspondencia dever ser-lhe dirigida
roa do Crespo n. 4 loja. Pernambuco 6 de feve-
reiro de 1861.
P. U. Dupraf.
Em Olinda.
Alugam-se duas casas, sendo urna de sobrado
de 2 andares, no Vsradouro, e oulra na ra de
Malinas Ferreira, ambas perlo do banho salgado :
na ra do Llvramenlo, sobrado n. 8.
_ Perdeo-se honlem 7 do corrale urna car-
Uira usada e de algibeira, lendo dentro algumas
notas de conlas e 2J era duas sedulas, e 3 letras
vencidas, sendo urna de 3:000g sacada por Ro-
drigues & Ribeiro e aceita por Luiz Antonio de
Souza Ribeiro, ha 9 mezes, vencida a 30 de de-
zembro de 1859, e nao lem traspasse j est
paga ; oulra de 1:130)800 sacad, por Joo Bau-
tista Rodrigues de Souza e aceita por Santos 0-
liveira 4 C em 30 de abril de 1860 ba 7 mezes,
vencida a 30 de novembro prximo paseado, tras-
panada as costas pelo secador. Oulra de
2!o$845 sacada por Rodrigues Ribeiro e aceita _____________
porBras Antonio da Cuntaie Albuquerque a 6 qoena (ao,ilia, que saiba engommar e cuzinhar.
de marco projimoaassado ha 4 mezes, vencida preferindo-seeicrava: a tratar na ruadolmpo-
a 6 de jalao de 1800: quem achou dita carteica radar n. 73, armazem.
e as letras tara o favor entregar ao dono, abaixo Precisa-ge de urna ama que cozinha en-
assignado, com loja de ferragens na ra do Qw*i- gomo para pasa de urna poquena familia : a
madei n. 30, de que Bcar agradecido, e dar orna tratar na ra eslteiU do Rosario, lj de calcado
gratificado, tendo Ji prevenido os aceitantes pa- n. 37 A. T
ra nao pagar soSo ao abaixo assignado. i a nadara da roa Direita n 84, precisa-se
Manoel Joaquim Rodrigues de Soasa.' deum trabalbador.
Esprito Santo de S.Fran-
cisco.
De ordem da mesa regadora convido a lodos
os nossos irmaos para comparecerem em nosso
consistorio no di. 13 do correnle, pe..2 e meia
horaa da larde, aflm de acompanharmus a pro-
crsso de Cinza. para o que fono, convidados pa-
la respeitavel ordem terceira da Penitencia.
Joaquim uene* da Silva Helio,
Secretario.
Precisa-se de.urna criada para casa de pe-



dumo tm ntmwmtb- ter^ Hnu i* tu fetkwj d* mi.
&5M
Precisa-se de una ama para cnzinhar e mi
ominar era casa de pequen* familia : na tua lar*
ga do Rns-rio n. 36, loja.
rr Willian Van Tauly retira-se para os
Etadn*-Uiiidns.
ODr. eui tuedcaa P.
deB. Cotegipe mudou a
e sua residencia para a 3
g ra Nova casa n. 46, pri- J
g metro aodar, onde pode 9
9 ser procurado para o !
exercicio de sua profis-
g sao. |
Aluza-un o segn lo auoar da rasan. 15 da
ra do Vigario : para tratar, no caes do Ramos
n. '21, u a ra* Augusta ni 114.
J-znino de Jess Jardi-o Pl me niel passa a
as que Pim-ntet desli d-ta em diante.
111
DE
Jeronyma F Rf>cl>a Pereira ,J a K. Pereira, Fran isca d* Ri -
ranri-iea do O&o P.da Rut J. F. da R.irh cha Preira.I Pereira e Joa fereira. agr* as pf"sso?fs q cadver da s loan IVdro d ipulilico, b-i ludas que en m spiis ulii lhe O'P'l-r
i. .. .. ......... ---------------- M
L).-.-,a,.|jnifrcu no (Ha O do coi reme, dd .
Noa. um quarto castanho, nafregu, urna mo
brinca, estrelltuha na lista, pelladura de urna
banda e marca de p-itoral, castrado, perlencente
a Joaquim du Reg Barros Pessoa. propietario
doen^enhn Novo Goii, freguezia da Luz, cuja
marca exprim* o noma do proprietarlo, e levava
cau*alha e 'lou-t pares- de saceos.
Iruiaudade do Seuhor Bom
Jess dos Passos do corpo
Santo.
A mesa regadora da iamandade do Senhir Bom
Jess dos P.issos convida a todos os seus irrnos
para i-oraparecercm no dia 13 do crrenle mez,
pelas 2 huras da tarda, para, eucorporados, a-
coiiiti.iiihira procissao d cinza, para o que To-
mos convidados.0 es:rivao,
Tliumaz de Faria.
O ahaixo assignado, fallira a um sagrado de-
Terse nan prucorasse pateiiUar au Illm. Sr. ma-
jnr Jna iuiui Ferreira Nobre Pelinca, eauadis-
tin'li familia, as honras e obzejuios inqn-lifl-
Caveis, cura que so dignaram o acolher era sua
casa por espacu ae tres mez-is, que cura sua
romher esteve na provincia do Rio Grande do
Norte, cojos obsoquios e sincera nmade, jamis
sern esquecldos pelo o abaixo assignado, qae
vola no msalo Illm. Sr. o sua Ex o. familia, o
mai.s vivo ri!.'unli"oimjniu, e eterna gratido.
Recite, 1." de [erereirn de 1851.
Mainel Luciano di Cantara Guaran,
Pieiisa-snde nina ama que engorante a eo-
zinhe ; na ra do Hospicio n. 62.
Manuel Rodrigues Fraga relira-so para a
Euroo.i.
Alnga-se o silio Chaco oude morou o Sr.
con-iii iiriianico : os preteudenles poilero en-
teiiler-s rom o Seu uroprelario, no "scriptorio
di ra do Vinario n. 13. ou ua sua residencia na
ra Real ns. 15 e 17.
Fazendas de todas as qualidades
MWtllUMtSW
DE
<
Roa do Crespo,
^".''Wb Ferreira de I, vende-se
?mh??!rllMi"r para acabar: peca* de
mSKnZti!"r8t ****** "ite fina* e
gjl*?JL5?-l- wTd<. 8"8 bertas de
Joaquim F. das Santos.
40 -RA DO QI18II4DI-40
Defronte do becco da Congregando letreiro verde.
Grosdenapln prelo o corado
2>500, 2S e
Seda Iavra4a preta e branca o co-
valo 33. 2500 e
Selim prelo superior o corado a
Cortes de vestidos de gorgorSo de
seda prelo de 2 saias a 8O3 >
Mantas de blonda pr0ias ,e brancas
para senhora a 1?J e
Lencos de gorguro de seda preto a
Ditos do seda roios para seohora
a2Se
Tafei prelo e roxo a 1)J e
Manas de fil de linho pretas a
Sedas do cores o covado a 1S500
1, 900 e
Diversas fazendas de li e seda.
Cambraia e seda o covado a 500,
6(0,800. 1 e
Velludo prelo mullo superior o co-
vado a
Panno e casemira preta e de cores
de todas as qualidades
Casemira preta de cores de 2 largu-
ras covado
Organdys mtrito fino e de noros de-
satinos vara
Veos da cores para cabega de ae-
nhnra a
Tiras e ntremelos
Sargelim de cores pratiado corado
Merino setm preto e de cores pro-
15)600 prio al para restuarios de me-
ninas o corado 19000
2)000 Eofeites para cabeca de senhora 9
49000 Saias balo de madapolao, de rans-
solina e de 30 arcos a 3J500,
709000 45, 9500,5 e 69000
Selim preto azul o encarnado pro-
8JO00 prio par forros 4 palmos do
29000 largura o corado I96OO
Luva preta do seda de todas as
I56OO qualidades para senhora?, ho-
500 mens e meninos 9
16J000 Mantas para gravatns e gravatas de
seda de todas as qualidades 9
800 Chales de merino bardados, lieos! o
$ estampados de todas as quali-
1 dades 9
1$200 Ditos de touquim branco muito fi-
nos 9
59000 Corles de vestido du gaze de seda
e phaotasia 9
9 Peitosde cambraia de linho para
camisa lisos e bordados g
25OOO Ditos de madapolao brancos e de
cores 9
15000 Chitas francezas a 260, 280, 300 e 320
Cassis fraoceza* preta e cor de
31000 rosa a 600 e 500
9 I Leaeos bordados e lisos d cam-
320 braia de linho e de algodo 9
IIS BAEAT S0 Si
PROGRESSO
de
aviso.
Quem precisar de urna ama da leita para criar,
dirija-sn a ra larga do Rosario n. 31, na loja ou"
em cima no sobrado. Aloga-SH a padaria da ra Imperial n. 173
onde Iraoalhava Joaquim Luiz dos Santos Villa-
varda, cora lodos os seos uleniiiios, ujciios a-
quelles q e me nu pertencem, u lugar eical-
lenta : tratar no pateo do Catmo cora Narciso
Jos da Costa Pereira.
Attencao.
Can tido Nunps de Mello
& C. ro*am a todos os seus devedores o favor de
vi fin saldar suas conlas no praco da 8 das, e os
que nao vierera laro o desguato de rereal os
seus nones por extenso nesle jornal.
Alnga-se ura phraairu andar na ra do
Rangel, e urna casa terrea ns estrada dos Reme-
dios : a tratar na ra do Qieimado n. 53:
Pro-isa-se de urna ama da laite, paga-sa
bera : no becco de Santo Amaro, casa ti. 30.
&M
Prccisa-se de urna araa ; na ra Nova n. 5.
Precisa-se alu/ar uraa ascrava para cnzi-
nhar e enitoinmar para casa do pequea familia ;
na ra .las Cruzns n. 41. segundo an lar.
Quinta-feira tro princiuio os s-*rraoos da
quaresica na igreja da veoeravel contraria de
Santa Rita de C issia, sendo o orador o pregalor
da cap-lia imperial Fr. Joaquim do Espirito San-
to.Oescrivo,
______ Joan Pedr> de Jess da Matt.
douipras.
Cofuprani-se escravos.
Coraurara-sa, rendem-se, etroiara-seescravos
de araos os sexos e de toda idade : na ra do
Imperador n. 79. priraeiro andar .
Co'npram-le acqiiS do novo bia-
bo de Per.1a1nbu.co: na ra da Cldeia
n. 41.
Comprarme nota de lg e5( tc-
1!m coin mi lio> descont : na praca
da Independencia n 22.
Comprara-se raoadas brasileiras de euro da
20J ; no escriptorio da Maneei Ignacio de Oli-
reira & Kilno, largo du Corpo Santo.
C mipra-se urna escrava crionla de 12 s 18
ann is .]. 1 l.i le, a qtia lenlta bonita fi/nra, cora
hatiiii ta les ou sera ellas : na rm do Kaogal ou -
dj.tu 62.
Coraora-se nma esetara mulata 011 nea^s,
que soja gadia, moca, e tanha cria da 4 a 8 rae-
Ees ; na rus da Cadeia do Recife n. 51, segundo
andar.
Comprara-se peridicos a 31)509 a arroba :
no pateo do Garrao, esquina da ra de Hurtas
numero 4.
Vendas.
9 Eofees de cabera
flr mutto barrito pa?a chegar a
totlos, na lo];* d'agilia de Cu-
ro, na do cabga u. IB.
Ven lera se anfeitae pretot da rtdrilhu pelo bi-
ratissimo praijode tf. dilus da relindo 3| 4,
ditos-le lra*;a da wlroz iac paqo-ta a % e 4j, e outros auiUnt mi oejenleil,
que a tta do fretrees eso m *iag4t Jiithmro.
Veod*m-sa duas pequeas radas de e^
aas terreas de lijlo e cl sent na deltas
mai.ir 4a qua a eutra, e arabas junU% tfi aterro
dos \fo*i.* na fi *lt; a tratar ni ae n
2<4 loa flra quasi eontronia a aula oarlicalar da
prtmenas btM-n dd r(aaaor o r. Utaosl Felii
Aires da Cruz.
I1IM
^-Iirgo da Penha-
Os proprietarios deste estabele-
ciraentoconvidam ao respeilavel publico principalmente aoe amigos do bom abarato, queso
acharo em seu armazem de molhados de aova mente sonido degeneras, os melhores que tem
vindo a este toreado, porerem escolhidos por ura dos socios na capital de Lisboa e por seren
a raaior parte le I es vnoos por conla dos proprietarios
Ggos com cViampauViai
das melhores marcas que ha no mercado a 20$000 e em garrafa a 29000.
Figos de comadre
ara caixas proprias para mimo a 1900O.
ttarris conv aieitowas
os mais noros que ha ao mercado a 192000.
Serveja branca
las mais acreditadas marcas a 59000 a dusia e em garrafa a 500.
Queljos amengos
receidos pelo ultimo vapor de Europa a 3)000
Qucijos parto
la* melhores qualidades que tem rindo a este mercado a 900 res a libra, e em porcao se fa-
ri algum abatemenlo.
Quejos su'isso
recen temen te chegado e de suqerior qualedade a 960 res a libra.
Chocolate
dos melhores utoresde Europa a 900 rs. alibra era porcao a 830 a.
MarwtelaAa imperial
do afamado Abroa,e de outros mais fabricantes de Lisboa malas da i a 2 libras a 800
rs., em porcao de se far algum abatimento.
Maca de tomate
am latas de 1 libra por 900 rs.,em por^aovende-se a 850 rs.
Conservas traaeezas e inglezas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs. o fraseo.
Litas de boAaculnua de soda
com diferentes qualidades a 1)600 a lata
iVmeixas trncelas
as mais novas qua tem vindo a este mercado em eompoteiras.eonUmdo 3 libras por 39000 rs.
aem atas de 1 e ti* libra por 1)500 res
Ca lianas com 8 libras de passas
a 39000 rs. em porcio se fari algum abatimento, rende-se tambera a retalhoa libra a 500
Manteiga ingiexa
perfeitaaenteflor a mais novajue ha no mercado a 1)000 ra. a libra, ara barril se fari al-
gum abatimeato.
Cha parola
o melhor que ha neste genero a B$60rs. alibra dito hyson A 29)00 rs.
Manteiga tranceza
i 720 rs. a libra em barril se fari abatimento.
Toncinno de LAsbott
o mais novo que ha no mercado a 320 reis a libra.
Macas para sopa
am eaxinhas de 8 libras com deferentesqalidadespor 490O0 ra.
Tamben vendem-seos seguioteegneros,ludo recentemenleefc,egado e de soperion
lidades, freentitef a 48o rs. alibra.churtea mnila nevasmartneUda InmarsfndofabMcanle
de Lisboa,maca da tomate, perasecea, paisas, frttetas em calda, amimdaas^ noaea, fraseos eo
imeodoas cobertas, confeites, pastilbas de variasitialidades, vinagre branco Bordeaux.proprio
para eeosartas,charutos del memores fabricantes le Sin Fefii, aae>8det4*ft as qnlidades,
gomma ra. fina, errilhas franese*, fctftjbtoaffre'as mareaercdilMllafhtMM, ftvj*t tei*.
sperraacete barate, 1hre fnnreiesmulta tuds, telfTsquino de zara, aMitedoeepurificado, icef-
tonas canto novas, banba de porcerenaife e outros multo gneros ju encontrara* tendentesa
Fazendas pretas para a
quaresma
Na rua do Queimado n.
^,Iej8te 4 portas,
Objeclos para senhora.
Ricos manteletes de grosdenaple preto de 25 a
35&000.
Ricas mantas de Monde hespanholas a 20).
Mantas de fil pieto. fazends multo boa, de 12
a 155000.
Grod*,,aP*e Plo('fa*enda muito superior, de
2) a 3)200.
Objectos para homem.
Sobrecasacas de panno Ano, obra muito bem fei-
t de 35 a 40f.
Palelots de panno fino preto de 25 a 309.
Golletes de velludo preto bordado a 129.
Ditos de gorguro preto a 7).
Ditos de selim preto a 6$.
Ditos de casemira preta a 59.
Caleas de casemira- preta fina de 42 a 14?.
Chapeos de eastor pretos e brancos a 69.
Ditos francezes muito finos de 7, 8 eltty
Panno fino preto e casemira prata de diversos
procos, e outras mullas fazendas, que com a
rista dos compradores se mostrar.
SO' NO PRO-
gresso.
Oueijos flamengos chegados no ultimo paque-
te da Europa a 2J500 ; reode-se nicamente no
armazem Progresso, no lacgo da Penha n. 8.
!???!*5'? JJ* 5). perneadores de
wt>, tas com ponta 89500; mtrngtrltes bor-
Pa'o>' de largara a I96OO, bramante de linho
oom 5 palmos de largara a 900 rs. a rara, lavas
Mfa senHora a TOO rs. o par, eaon de rottao -
Bartadee 5f, percas de- madspotio ltfe> 4f, Ha>
nnha de quadros para rostidos a 39, camisosd
cambraia bordados a 2), sobrecasacas de panno
Boo a 205 e25S, paletols de panno e casemira de
M a 205. ditos de alpaca de S9500 a 8), ditos de
onm de cores e brancos de 39500 a S|, caigas d
casemira pretas e de cores para todos ps presos,
ditos de brim decores e brancos de 29 a-5), ca-
misas branca e de corea pttrt todos 01 preces,
col le tes de casemira de cores finos a 5); assim
como outras muitas fazendas por menos do aeu
ralor para ecnar contas.
Os barataros
Gimares & Villar.
Rua do Crespo n. 17,
Vendem colletes de relludo bordado a
59. parece incrrel.
Saias balees de 30 arcos a 5), do mus-
[ telina s 5J.
Cortes de cambraia a Sluart riquiasimos
desenhos a 2)500- o corle.
Saias bordadas de Irea pannos a 23500.
Ditas de 4 pannos ricamente bordadas
a 4)000.
Casemiras de bonitos psdrdes e 2 lar-
guras a 29500 o corado. Appare&am e
rerao o bom gosto
Veodem-se em casa de Rraga, Silva & C, re-
ogios de oarojda diversos: fabricantes ingleses,
or prejo commodo.
Machinas de vapor. #
Rodaa d'agna.
# Moendae aeoann*.-
aixeav
Rodas dentadas.
BrooMs e agurtbSes.
Alambiques de ferro.
Criros, pa*neaetc, ele:
^NafundicSode ferro de D. W. Bovrman,
Wa do Iron paseando e ekvfatiz.
i
Alerta!
Na rua da Aurora n. 10, segund
andar, vndese urna bonita eterava
sem vicios, que sahe coser, cosinhar e
engonunar bem. motja e sadia, se dir'
ao comprador a razao porque se vende.
| Attenco.
Cortea de vestidos-de nobreza bordados
9 a relludo de duas saias e dous babadas a
$ 8OSO00. S
&*9mw*m 99m oiooao
9 Grosdenaple preto de 19800 a 4) o co- &
& vado. q
0 llantas de fil de seda preta a 7f, di- 2
9 la de dentelle a 20g, e outras muitas fa- a
19 zeaHtas pretas proprias para a quareema S
9$99 9999 99999
i Sobrecasacas S
9 pretas finas a 26J. 9
^9999999999 999999999
W Paletot de pannomesclado a 20) : na
9 rua do Crespo n. 8, Ioj amarella, succes-
9 *or de Antonio Francisco Pereira.
D
rs.
molha** por eo premetiem ospfi)praatda4avtnderem permarfaa mkm oidMOMro e^ataMr, eres a 900 ra. e corado
ST?!^,!S!JWifc,w **^** *iSB,,,* ^** ^rt-*i"2I,rl!il* P *WI,I,,l *S som atieo, a t itaoo
ai ftesMW fajalealrtont >, rogfn timbea I tofos** ktmnorfta le jlg,
lueiram mandar suas encoaaaendai
aaoniteionameoto.
casemiras
* novado, cambraia
------------------------T)eal e1 D ra. a vara, contras
M armakam rrara-o,,.**,. ,tBea be*,nalaMee muiteafataiiee ^e a M, patea., .o compra-
1 Ut, e de todas se darte a mi
o e seBBoreslarradraa
A loja da ba-f
na rna do Qneiinado n. 1%
est mnito sortida,
e vende mnito barato :
P'' branco de puro linho trancado a 1JOO0 e
1)400 rs. a rara; dilo pardo muito superior a
1S200 a rara; gangas francezas muito finas de
padrdes escuros a 500 rs.; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
rado : cortes de caiga da meia casimira a 1)600;
ditos de brim de linho de cies a 29 rs.; breta-
nha de liubo muito fina a 209, 229 e a 24) rs. a
pera com 30 jardas; aloalhado d'algodao muito
superior a 1)400 rs. a rara; bramanle de linho
com 2 raras de largura a 29400 a rara ; lencos
de cambraia brancos para algibeira a 2$400 a
duzia; ditos maiores a 3; ditos de cambraia
de linho a I). 7) e 83 rs. a dozia ; dilos borda-
dosmutto litios a 89 rs. cada am ; ditos de cam-
braia de algodao com bico largo de linho em
rolta a 19280; ditos oom renda, bico e labyrin-
lo a 2)000; e alm disto, outras muilas fazen-
das que se rendem muito barato a diaheiro a
vista : aa rua do Queimado n. 22, loja da Boi .
Bodos cintos para senho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca rendem-se mui boni-
tas fitas com Arelas para cintos de seahoras e
meninas, e pelo baratissimo preco de i$ : em
dita loia da aguia branca, rua do Oueimadonu-
mero 16.
Cheguem ao barato
O Preguica est queimando, em sua loja na
rua do Queimado n. 2.
Pecas d bretanfaa de rolo com 10 varas a
28, casemira escura infestada propria para cai-
fa, collete e palitois a 960 rs. o covado. cam-
braia orgaody da muito bom gosto a 480, ra.
a vara, dita liza transparente muito fina a 39,
4), 59, e 69 a peca, dita tapada, com 10 raras
a 59 e 09 a peca,chitas largas de modernos e
escolhidos padresa 240, 260e 280 rs. o cova-
do, riquiaaimos chales de merino sstanpado a
T) e 8), ditas bordados eom dnaa palmas, fa-
tenda muito delicada a 0) eada um, ditos com
uma s palma, mnito fines a )))0O, ditos lisas
com franjas de seda a 59, leos de eassas eom
barra alOO, 120e160 eada um, meias mnito
finas para senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3) e 89500 a duzia, chites fran-
cMSS de ricos desnbos, para coberta a 280 rs.
o eovado, chhasescuras inglesas a 5)900 a
peca, a a 160 rs. o ralo, brim branco de puro
tinto 119, 19200 #19090 a rara, dito preto
mnito encorpado a 19500 avara, brilhantin
mi* 400rs. o eovado, alpacas de diffnreotes
Queijos frescos
a 1^800.
Vendem-se queijos rindo oo ultimo rapor, e s
serr para comer j por ser frescos e de nao po-
der aturar muito lempo a 1800, dilo em libra a
640: na traressa do paleo do Paraizo n. 16, casa
pintada de amarello.
Tachas e moendas
Braga Silva & C., tem sempre no seu depo-
site da rua da Moeda n. 3 1, um grande sorti-
mento de tachas e moendas para engenho, do
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na rua do Trapi-
che n.4.
Vende-se
O engenho Primavera com meia legua de Ierra
de frente e meia de fundo, com proporcoes para
sarjar de 1300 a 1400 pies anouaes, com matas
sullicientes, d'agua com bom acude, excelleote
cercado, e demarcado ; a obra do engenho e casa
de purgar consta de 11 thesouras, lem casada
purgar para 600 paes, estufa bos, casa de riren-
da soffrivel, assenlamento para cozer relame dia-
tanle duas leguas do embarque na cidade do Rio
Pormoso, com casas par lavradores, e de sofTri-
rel produegao: a tratar com Manoel Gongalres
da Silra, ou com o proprietario no engenho Ca-
marao, dislriclo de Barreiros.
Vendem-se dous jogos de lirros marco ser-
penores, proprios para escripia, por baratissimo
prego : na rua Direita, loja n. 73.
Cal de Lisboa*
Na traressa do arsenal do guerra, taberna ns.
l e d, esli venda os seguales gneros por pre-
r08 commodos : v
Barricas de cal rirgera de Lisboa em pedra.
Saccas com arroz das Alagoas, muito novo
Molhos de palha de carnauba muito alva e
ora,
Uma carroca para um s bol, nova e bem cons-
truida de sicupira.
Padaria.
inHoSns fon pmmor
Na Iraressa do arsenal de guerra ns. 1 3
II" QC"SeK0U ,.a-" amt padaria bem montada'
t h l"8"' bemco um deposito da
mesraa collocado am o centro desta cidade e de
So.??CUrr.encU : ,qncra P^'eoder ambos os
estabelecimenlos ou s a padaria dirija-se i casa
cima que se tari negocio em conla.
Pao a larde.
Vende-se pi quente da melhor fariaha, das
6 horaa d larde am dianle : na padaria atraz da
matriz da Boa-Vista n. 26.
Agua imperial.
Na rus do Queimado n. 6. primeire andar, ca-
sa de caelleireiro, rende-se a escolente asna
imperial para tarar a cabeca, limpar as caspas e
faier reoaacer ae cabellos ; nesta mesase wsa
jjjmjs cabeca com eate aaaravilhoaa agua por
Attenco.
*% dorT"Pifh 46, em casa de Rostron
Booker & c, existo um j>om aortimento de li-
fabricante de Inglaterra, as quaes se vendem por
precos mu razoareia.
(ambraias
baratas.
19 Rua do Queimado 19
^S^SatWS^'flfcBWL
Baies de mussulina, toa arrendados, ditos
Bolsas de tapete para
viageirs.
Veiidem-aemwBontteonelaBa de tapete pre-
priaspara rugeos, etc,ete., pelos baratiaoimtm
precos de 59. 6) e79 : n. lj. dii anlu braET
roadoQireimadwn.10: ^ raca.
As melhores na achinas de co-
zer dos mais afamados au-
tores de New-York, Sioger
A C, Whecier A Wilson e
Geo. B. Stoat A C.
Estas ma-
c hias que
sio as melho-
res e mais
durado uraa
mostram-se a
qualqner hora
e ensina-se a
trabaihar nan
casas dos com-
pradores ga-
rantindo-se a
sua boa quali-
dade e dura-
fa o : no depo-
sito de ma-
chi n as de
Rajmondo CarlosLeite & Irmao, rua da Imne-
atria n. 12, ad liga menta aterro da Boa-Yista.
Na rua da Crot doTlecTfFT41 esquina para a
rua da Lmgoeta, ha um completo sortimento de
calcado de todas as qualidades. assim como sola
franceza, cordario, couro de porco e todos oa
ariamentos precisos, o que ludo se vende por
meos preco que em outr* qealquer parte ; na
mesma loja precisa-se de offlciaea deaapateiro e
tambera se recebe algn aprendizer forros ou
escravos.
Botica.
Berlholomcu Francisco da Souza, rua larg
do Rosaiio n. 36, vende os seguinles medica
mentos :
Rob PAfleeleur.
Pilulas contra sezoes. '
Ditas vegetis.
Salsa parrilha Brislol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanaa (contra fabres).
Ungento Hollway.
Pillas do dito.
Ellixir anli-asmalhico.
Vidros de bocea larga com rolhas, de 2 oncas
2 libras.
Assim como tem um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qua venda a modio
proco.
- Veode-se a porte de um sobrado de 3 an-
dares, na na Direita n. 88 : os prolendentes di-
njam-se i rua do Queimado n.41.
Pianos
Saunders Brothers C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo 8anto n. 11
alguns pianos do ultimo gost recenlimect
chegados doabemconhecidoie acrediladt-s fa-
bricantes J. Broadwood 4 Sonado Londres a
muito nronrio para esteclima
Liquidado.
IPJSJEA AOSM.
Na loja de miudezas da rua do
Imperador n. 38, porbaixo
dabandreira do retratista.
cJ^lf"? bordar de todM ae. l'bra a 5$,
05 e tff, alamares para capote dourados e bron-
zeados, a groza a 8, 10 e 12), chapeos de peda
para senhora a 12e a lof, peonas de ac agraza
a 400 e 500 rs., botoes de linha, de fusto e de
seda para casareque, a duzia a 200, 320 e 500 rs,.
caixas de lamparines a 40 e 50 rs., manguitos a
2) e 29500, gollinhas a 800, 1/ e 2), gollinhas
prelas a 29 e a 3), manlegneiras finas a 49 e 5a.
cauas de rispora a 800 re., babado do Porlo lar-
160 a200 rs., fita de linho a 40 re., eaias ecar-
Ifles de clcheles a 60 rs., troco pan bordar a
iOO rs. a peca, froeo para flores e enfeiles a 920 e
4 rs. a peca com rame e sem elle, papis de
remquea 100 eaSOrs.. agulheiros con agulhas
francezas a 120 re. franjas e gales de linha a
" M fl00 bol6e8 de Iou?a P" misa
a groza a 100 e 120 rs., masaos de grampos a 40
rs., pentes de baleia para alisar a 200 e a 240 rs..
Iranjas da seda pretas o de cores de om palmo da largura, Otas de todas as qualida-
des, quadros dourados, espelhos dourados, baa-
dajas, bicos de seda pretos e brancos, chapeos
toncas e bonete para menino, gravitas, e oulroa
muitos objeclos ; tudo se rende por baraliaaimo
preco, e tambera se rende a armacio e pertences
em porcoea; lambes se rende a praco.
Venda de predios.
Vende-se na cidade da Aramty, provincia o
Cear. um sobrado e melada de outro. este sito
na principal roa do Commercio. lado do nascen-
tKC.al l ""o ?* todos pera qoalquer
estabelecimenlo e morada de familia ; tem boa
Vi!rw?.* *""*. f,BUI'Moetle atto na
rua da Croz do mesmo lado, rom bons commo-
dos, boa loja e armasen, q0,nal com bulante
tundo, emboa com cacimbas com boa agua. Tam-
bera se Cara por mata per predios neate pre om
alguraa pessoa que desta para all quefraTe esia
belecer oa morar,v4ate tac ida raarifr para aquel-
la cidade immensas familiaa que tem ae dado
aera tanto de saude e passadio, come pelo bom
negocio auefazem : Soera pretender os referidos
predica, vite-se a rete o Viajarlo .*, qae acla-
r com ajawm tratar.
Vende-se oa Irmnaaia su imcmi da tor-
B,r.**B ^^ ** ua*arteliee. madeiraa
^t!^iTStSr^',tiisfcf *m dtt
Vendem-se os nerteae de asa eeararta.
tem potr;ao de taboado de amararle, algum loara
o rinta e tantos praateboea da mesma madeira, e
chelro ou a praaa, aaaaT
dor ; na rua da Prlia
n.



Al DI VHMAMKMX). TBWJA RAA 1*
- -
---------!------ ............ -
45 Ra Direita 4S
Tendo de augmentar 30 [, o calcado da se-
nhora e o de homem 10 'i., do dia 9 de fevereiro
ea diante, em consequencia da non pauta que
ha de vigorar m alfandega; o proprietano do
bem ortido estabelecimenlo da roa Direita n.
Grammatica in-
gleza de Ollendorff.
Noto metbodopaxa aprender lr,
a escrever eafailaringlezem 6 mezei,
obra inteiramente nova, parauso de
todos os estabelecimentos de inatruc-
^5o, pblicos e prticulares. Vende
EROLTA FEITA AIXDA IA1S BARATAS.!
SORTIMENTO COMPLETO
DE
IFazendas e obras feitasj
HA
LOJA E ARMAZEM
DE
Ges & Basto!
doui eviasuv coMucrntiuicutu ua iuo unen a ii.
45. nao quer que o* seus freguezes carreguem e napraqa de Pedro II (antigo largo
com aa cousequeocias do iystema nanceiro do do Collegio) n. 37, tegundo andar.
Sr. ministro da fazeuia e por isso guatela os
precos do seu cal gado pela tabella seguate:
Homem.
Borcegu ns para homem (m
penaes)....... lOftOO
Ditos (aristocrticos). 9#060
Dito* (prova d'agua) ... 8jj500
Dito${8ersagUeri)..... 8JJOO0
Ditos (communistas). 6jjf000
Meios borzeguios (patente). 6'000
Sapatoes (3 bateras). 5$600
Ditos (sola dupla)..... 50200
Ditos (blusas)...... 5#000
Senhora.
Botinas (prima dona). 5#000
Ditos (vis a vi*). 4#800
Ditos (me deixe)..... 4#500
Ditos (griseta)...... 4^000
Meninos e meninas.
SapatOes (bezerro).....4$000
Ditos (diabretes).....o<>500
Ditos (salva pe's)......3$000
Botinas (boliQosas).....4$000
Ditas (para criaucas). 5#500
Sapatos para senhora (lustre). 1#200
E oo completo sortimeoto de couro de lustre,
marroquim, sola, bezerro francez, couriohos e
tudo que necessario a um irmo de S. Cris-
pas, advogado dos artistas sapateiros, por prejos
que s este estabelecimenlo pode vender.
Vende-se um magnifico sobrado de dous
andares e um soto, com excellentes commodos
e bella vista para o mar, poi isso que acha-se si-
tuado em urna boa posicao, na ra do Pilar :
qaero o pretender, dirija-so a ra da Imperatriz
n. 51. segunda andar, que ahi achara com quem
tratar,
Vinho do Porto, genuino,
Rico de 1810.
Slomacal de 1830.
Precioso de 1847.
As duzias.e em caixinhas, a dinheiro, porba-
ato prego : vende-se na roa do Trapiche n. 40,
senatorio.
Milho e farelo a
NA
Algalio metro.
Veafie-se algodo monstro com fiaas largaran,
amito arprio pata toalhas Lassces par fiiapea-
aar toda a qualquer coatam, pala bartsjsaiaia
preso de 600 rs. ara ; aa ra fioQuaimado n.
tt, aa leja a bo<. (.

I
Ffor fo Brasil.
sais
BASTOS]
3,100 rs.
Venden-ge saceos com 24 cuias de milho a
39100, dito novo a 3S00, em porcao se faz difie-
re una, e saceos com farelo muito barato por ser
decommisso: na travessa do pateo do Paraizo
ii. 16, casa pintada de smarello.
//uado Crespo n. 8, toja
de 4 portas.
Pechincha que admira!
Chitas francezas, cores fizas e lindos desenhos
a 240 rs. a cuvado; dao-se amostras com penhor.
VENDE-SE.
No armazem de Anlunes Guimaraes& Com.,
milho novo farello em caceas grandes no largo
da Assemblea n. 16.
Ra do Queimado
a* 46, frente amareUa.
Constantemente temos um grande e va-
riado sortimonto de sobrecasacas pretas
de panno e de cores muito fino a 288,
30g e 359, paletots dos mesmos pannos '
a 20$, 22$ e 24$, ditos saceos prolos dos '
mesmos pannos a 149, 169 e 18g, casa-
cus pretas muito bem feitas e de superior
panno a 289, 30$ e 359. sobrecasacas de
casemira de cores multo finos a 159, 16
e 18$, ditos saceos das mesmas casemi-
ra s a 10$, 129 e 14$, calcas pretas de
casemira fina para homem a 89, 99, 10J
e 12, ditas de casemira de cores a 7$, 89,
99 e 109, ditas de brim brancos muito
fina a 5$ 069, ditas de ditos decores a
39, 3950O, 49 e 49500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4$500, col-
letes pretos de casemira a 59 e 69, ditos
de ditos de cores a 4$500 e 59, ditos
brancos de seda para casamento a 59,
ditos de 69, colletes de brim brauco e de
|| fusta o a 39, 39500 e 49, ditos de cores a
[P 29500 e 39, paletots pretos de merino de
|E cordio sacco e sobrecasaco a 78, 89 e 99,
2 colletes pretos para lulo a 49500 e 59,
m gas pretas de merino a 49500 e 59 pa-
Z tetots de alpaca preta a 39500 e 4$, ditos
B sobrecasaco a 69, 75 e 8$, muito fino col- |
* leles de gorgurao de seda de cores muito '
boa fazenda a 39800 e 4$. colletes de vel-1
ludo de crese pretos a 79 e 89, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
Stos e de cores a 149, 159 e 16, ditos de
casemira sacco paraos mesmos a 69500 e
879, ditos de alpaca pretos saceos a 39 e
3J500, ditos sobrecasacos a 5$ e 5500,
3j cairas de casemira pretas e de cores a 69,
6$500 e 79, camisas para menino a 209
* a duzia, camisas ioglezas pregas largas
2 muito superior a 329 a duzia para acabar.
1| Assim como temos urna ofiicina de al i
ij faiate oude mandamos executar todas as 2
1 obras com brevidade. *
EAU MINERALE
NATRALLEDE VICHY.
Deposito aa botica(raaceza ra da Cruz n.22
que out 'ora tinhu loja aa ra do Quei-
mado a. 46, q ie gyrava aob a firma de
Ges Bastos participa aoa aeus nume-
rosos freguezes que dissolveu a sociedade
que tioha com o mesmo Ges lendo sido
substituida por um seu mano do asesino
noiee, por isso fieou gyrando a sesma
firma de Ges & Itastos, assim comoapro-
vela a occasio para annuociar abertura
do sen grande armazem aa ra Nova jun-
to a Gonceicao das Militares n. 47, que
passa i gyrar ;iob a firma
DE
Bastos (L Reg
com um grande e nnmoroso sortimeoto de
roupas fetas e fazendas de apurado gos-
to, por precos muito modificados como
de seu costme, assim como sejasa : ri-
cos sobrecasacos de superior panno fino
preto o de cor a 25$, 38$ e 309, casacas
do messao panno a 309 e a 359, paletots
sobrecasacados do rnesmo panno a I89,
209 e a 22$, ditos saceos de panno preto a
129 e a 14$, ditos de casemira do cor
muito fina modelo ioglez a 9$, 109, 129
e 149, ditos de eslamen ha fazenda de
apurado gosto a 59 e 6$, ditos de alpaca
preta e de cor a 49. sobrecasacos de me-
rino de cordao a 89, ditos muito superior
a 129, ditos sarcos a 59, ditos de esguiio
pardo fino a 4, 450(> e 5$, ditos de fus-
to de cor a 39, 3a500 e 49, ditos bran-
cos a 49b00 e 58510, ditos de brim pardo
Que sacco a 2$80O, calcas de brim de cr
filias a 39. 395OO, 49 e4$500, ditas de di-
to branco finas a 5$ e 69500, ditas de
princeza propras para lulo a 4$, ditas de
merino de cordao pelo fino a 59 e 69,
ditas de casemira de cor e preta a 89, 99
e 109, colletes de casemira de cor e pre-
ta a4$500e59, ditos do seda branca para
casamento a 5;j, ditos de brisa branco a
39 e 49, ditos de cor a 39,colletes de me-
rino para lulo a 4$ e 450O, ricos rob-
chambres de chita para homem a 109,pa-
letots de panno fino para menino a 12$ e
149,casacas do mesmo panno a 15g,calcas
de brim e de casemira para meninos, pa-
letots de alpacii ede brim para usmesmos,
sapatos de tranca para homem e senho-
ra a 19 e IftSO1), ceroulas de bramante a
189 e 209 a duaia, camisas francezas fi-
nas de core brancas de novns modelos a
17$, 189, 209. 24$. 289 e 309 a duzia,
ditas de peitos ae linho a 309 a duzia, di-
1 tas para menino a 11800 cada una, ricas
f, grvalas brancas para casamento a I98OO
eg e29 cada urna, ricos uniformes de case-
% mira de cor de muito apurado gosto tanto
I no modello como na qualidade pelo di-
minuto prego de 35$, e s com avista se
|c pode reconhecer que barato, ricas capas ^
|f e muilas outias fazendas de escellente Ir
? gosto que se deixam de mencionar quo S
m por ser grande quantidade se torna en- m
Sp fadonho, assim como se recebe toda e a
|| qualquer encummenda de roopas feitas, M
*P para o que ha um grande numero de fa- np
j| zendas escolhidas e urna grande ofiicina ^
g de alfaiate qu< pela sua promptidao e per- ab
fg feicao nada deixa a desejar.
Os avacriorea chanitoa Flor 4a Brasil, vende
Jos Luiz da Olaosla Aaawodo osa sao armaaea
* l**aaa aa Madw da Deas #,
ende-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas
Camisasinglezas.
Peitosparacamisaa,
Biscoutos
Kmcaaado Arkwiht & C. raa da 1
Cruzn. 61.
Para baldes.
p '6*'0"0 lja da aguia de ouro na ra do
LaDug n. 1 B, as verdadciras molas para baldes
que se venden) por baratissimo preco de 200 rs.
a vara, ou pe^a de 50 metros a 8$, assim como
cintos de marroquim muito lindos pelo baratissi-
mo preco de 19 e 19200, penles do borracha tan-
to para alisar como para bichos, e de travessa
para menina de todos os lmannos o maisfino
que pode haver ; assim como chegou o bello sor-
limento de franjas de belota para cortinado, pe-
?as dL5 Tar8S a 3t< ^500 e *l> dila 8em bel-
la a 2$600 e 298OO a peca de 15 varas, e ruttos
mais objectos que se Tende tudo muito barato, e
que a vista do freguez nao se engeila negocio.
DAURORA.
RENOS DE FAIA.
O pre^o c accommodado.
Existe venda urna pequea qnantidade des-
tes remos, de factura a escolher-se. Nao se dei-
xar de (azer qualquer negocio em vista da crise,
e se adverle que nao existe desla fazenda em
parte alguroa da provincia, a nao ser no arma-
zem d. 10 da ra da Senzala Velhs, pertencente
a Vicente Ferreira Pintes C.
Breu e farelo.
Vende-se superior breu e farelo ; no armazem
de Francisco L. O. Azevedo, na ra da Madre de
Dos n. 12.
Balaiashollandezas.
defronte do porto da
No armazem de Annes,
alfandega a 2$560.
Raa da Senzalla Nova u. 42.
Nesta estabeleciment comina a haver um
completo sortimento de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e laixas
[le ferro balido e coado, de todos ostamanhos
Arados americanos e machina 1 !?** dito.
pai a lavar roupa: em casa de S. P. Jo
hnston & G. ra daSeazala n.42.
Cheguem aloja da Boa f
Chitas francezas muito finas de cores fixss a
280 rs. o covado ; cambrsias francezas muilo fia
as a 640 rs. a vara ; idem lisa muito fina a
45CO e a 6$000 a pe?* com 8 1|2 varas; di-
muito superior a 8$000 a peca com 10 varas ;
dita fina com salpicos a 49800 a peca ,com 8 l|
varas; fil de linho liso muflo fino a 800 rs. a
vara ; larlatana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras muilas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-ee muilo baratas: na ruado
Queimado n. 22, na leja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muile finos proprios para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fixss a
59000 a duzia : na ra do Queimado n. 22, na
loja da Boa f.
Na loja da Boa f vende-se
panno preto fino a 49, 59, 69,"89 e 10$ rs. o co-
vado, casimira preta fina a 2$, 39 e 49 rs. o co-
vado ; gros de naples preto a 29, 2$500 e 39 o
covado; alpaka preta fina a 640, 800, e muito
fina a 19 rs. o covado ; casimiras muito finas de
cores escuras com 6 palmos de largura a 49 rs. o
covado ; ditas de cores claras a 6$ rs. o corte de
caiga; meias de algodao cr muito superiores a
496OO rs. a dnzia ; ditas de algodo sru tambem
muilo superiores para meninos a 4$ a duzia; e
assim muitos outros ertigos de lei que se ven-
Ainda se vendem cassas de cores fizas, padrees dem baratissimos, sendo a dinheiro : na referida
Milho novo.
Cal d Lisboa.
No deposito da rus da Cadeia do Iterifn n 1*
acaba de rh*gar pelo ull>mo navio a verda.ieira'
cal virgem em pedra, 1 ao havenoo alem neia
mi nouhanta_no aereado, em p.uros ds se
oonrluii, por uso deven os prelendenlea con-
iurrtr quanto aiites.
Seasproprtolarlos offerocem aseas numerosos freguezes e ao pabbtee em eral, (oda eqaal
^uer oara pjanufaturada em sau reooobacido esubelielmeaio a saber: machinas de vapor de iodo
os tasaanbos, rodas d'agua para ongenhog, todas da tarro ou para cubos de sadeira, moendas
meias mocadas, lachas de ferro balido a fundido de lodos os tannos, guindastes guinchos
bombas, rodas, rodetes aguilhos e boceas para fornalba, machinas para amasssr mandioca e para
desearocar algodo. prencas para mandioca e oleo da ndm, portdes gradara, columnas e moi-
nhos de vento, arados, cultivadores, pontos, cade i ras etanqnes, boias, alvoiengas, botes e todas
as obras 4e machinismo. Executa-se qualquer obra saja quai for sua natureza pelo'g desenhos ou
moldes que para tal fin ferem apreciados. Recdbem-se encomraendas nesie .stal*lecin.ento na
ra do Brum n. 28 A e na ra do Co'legio boje do Imperador n. 65 moradis do eaxeiro do es-
tabelecimeoto Jos Joaquina da Costa Pereira, com quera os pretendentes se poden entender para
qualquer obra. v
Travejamento,
No eogenho la Torre ha para
vender 6 travs de slcapira com
95 palmos de romprido e It ditas
de ajrosKara. todas de quina viva ,
qaena as preti-nder d rija-se aa
mesmo lugar a fallar com Ulanoel
do Nasciraento da Silva Bastos.
Ra da Senzala No\a n.42
Vende-se'em casa da S. P. Jonhston &C,
sellinse silhSes nglezes, eandeeiros e casticaes
bronzeados, lonas nglezes, fio de vela, chicote
para carros, e montara, arreios para carro de
um a dous cvalos relogios de ouro paieota
ngles.
E' baratissiivol
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassas de cores fixas miud'mhas a 240 rs. o co-
vado, cambraia, organdys lindos desei>hos a 400
rs. o covado, e chitas largaa finas de 240, 260 1
280 o covado, e outras anuitas fazendas por ba-
[atissimo preco : ao-se amostras cum penhor.
wmu "lout-mow.
wm<
novo etn saceos mut-
na ra da Senzala
Vende-se milho
to grandes a H :
Velha n. 106.
Cassas de cores.
Cera de carnauba.
A melhor que tem vindo ao mercado, e por
preco commodo: no largo da Assi-mbla n. 19
armazem de Antunes Guiaares & C.
Farelo e milho.
Saceos grandes, e de muito boa qualidade : no
largo da Asspmbla n. 19, armazem de Antunes
Guimaraes & C.
Burros de Montevideo,
por todo o preco, mansos e gordos : no armazem
amare-lo em frente do arsenal : a tratar rom o
capiloSebast, ou rom Antunes Guimaraes& C,
no largo da Assemblea n. 19.
Attenco.

Vende-se 1 negrinha de 8 annns de idade por
560JJ0O0, urna dita de i.inde de 9 anuos por 650j,
5 eseravQS de 25 a 38 annos de idadV, 2 negros
peres : na ra das Aguas-Verdes n. 46.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C,
ra do Yigario n. 3, umbello sortimento de
eobertos e descebertnsr pequeos e grandes, de
ouro patente ingles, para homem e senhora de
om dos me!hores fabricantes de Liverpool, vin-
dos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Sonihall Mellor d C.
-- Vende-se nm prele moco, bom rozinheiro,
prefere-se v<>nde-lo para engenho : na ra da
Cadeia do Recite d. 29, imazcm de luuga.
Perfumaras
novas.
A loja da aguia branca acaba de recebpr de sua
propna encnonnenda uro lindo e con.|.l.|n mrli
menlo de perfumaras Ui-aa, as quaes pgi vPn
dendo por menos di. que em ouira qualquer i.ar
te1 : sendo o beu. conhecido oleo philoi.n e ha"
"ha Societ Hygieniqu*) a 1 o fraseo, finos ex-
irarti.s en. b..i.it..s frascos de core e douradi.s
2. 2*500. 3a e 4. afamada banha Ir. ". -V
te. e outras igualmente finas e novhtwi, cena
ajapaoaiseem bonitos frascos, cuja laana de vi
dro tambero cheia da mesroa. hi.ile com rel
odoiinHll, principe imperial, creme, em h(.ii0
copinhuscom lampa de metal, e muilas oulra
diversaa qualidades, todas estas a 1j> fr**
bonitos vasos de porcellana dourada proprios na-
ra offerta a 2 e 28500, bonitos bahurii.h..s ,m
9 frasquu.hi.a de cheiro a 2, Itrntaa resiinhag
com 3 e 4 fr-squinhi.s. e caixinhas redonda. rom
4 ditos a 1SS00. W0O. Onos pos para denles^
aroira para ditos a 1e 15)ll o fraaQui-
i.ho ; e assim urna intinidadede orje. los qneV?
patentes ero dita luja da aguia blanca, na ruac
Queimado n. 14
O
CO
Escravos fuminos.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joao Soum & C, nicos possuidores
deste xarope j bem conhecido pelos seusbons
elleitos, continuam a y^nde-lo pelo preco de 1$
cada vidro ; fazem urna differenca no prego aos
collegas e a todas as pessoas que tomarem de 12
vidres para cima.
SYS1EM MEDICO DEH0LL0WAT.
PILULAS.nOLLWOYA-
Este inestimavel especifico, composlo inteira,
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio nem alguma oulra substancia delecteria. Be-
nigno mais laura infancia, e a compleigo mais
delicada igualmente promplo e seguro para
desarraigar o mal na compleic/o mais robusta ;
ealeiraiaeule tnaocante em suas operagoes ee(-
faitos ; pois busca e remove as doengas de qual-
quer espec6 e grao por mais antigs e tenazas
que sejam.
Entre mimares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn)
recobrar a sau Je e foreas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mis aflictas nle devem entregar-se a des-
esperago ; fajara um competente ensaio dos
e-.ucazes effaitos de3ta assombrosa medicina, e
prestas racupararao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguirnos enfermidades:
muito bonitos, pelo baratissi-mo prc^u de~240 rs.
o covado, e mais barato que chita: na ra do
Queimado n. 22, na ben conhecida loja da
Boa f.
Accidantes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Are'tas (mal de).
Asthtna.
Clicas.
Convulses.
Dbilidade'ou estenu
cao.
Dbtlidade ou falla de
forjas para qualquer
eousa.
Desimana.
Dor de garganta,
de barriga.,
nos rins.
Dureza no venlra.
Eafermidadesno vanire.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqaeca
Herysipela;
Pebre
Febreto da especie.'
Goua.
fleraorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
InflammaQes.
Irregularidades
menstruajo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis.
Abstrueco de ventre.
Phtysiea on consump-
pulmonar.
Retenjo da ourina.
Rheamatiamo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
biliosa.
Febreto tn\ermitente( l
Venda-s estas pilulas ao osubelecimaato 'fe-
ral de Londres n. 224, Strand, e aa lojade
todas os boticarios droguista e outras pessoas en-
earregadas da sua venda en toda a America do
Sul, Hivaaa a Bspanna.
Vea dem-se as bocetiohas a 800 rs. eada
ama dalla, contem orna instrue^io em portu-
guaz para aiplicar o modo de se usar dastas pi-
lulas*
O deposito geral em casa do Sr. Soam
dharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as najos
podem tesiemunhar as virtudes deste remedio
ineomparaveleprovarem caso aeceszario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu arpo e
membros inteiramente saos depois de havoi era-
pregado intilmente outros tratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leilura dos peridicos, que lh'as
relatam todos os das ha muitos annos; e a
maior parte dellas sao to ser prndenles que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus brajos e pernas, depois de lar
permanecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a amputajao 1 Dellas ha mui-
cas que havendo deixado esses, asylos de pade-
timenlos, para se nao submeterem a essa ope-
racao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuslo de seu reco-
obeeimenlo declararan) estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afimde mais autenticaren! sua afirma-
tiva.
JVinguem desesperara do estado de saude sa
tivesse bastante confian ja para encinar esle re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
tratamenlo que necesstasse a natureza do mal,
cuje resultado seria provar incontestavaimente.
Que tudo cura.
til, mais partieu-
seguintes casos.
Inflaramajao da bexiga.
BfiLOfilOS.
Vende-se e msasade Saunders Bro hera A
C. praca do Corpo Santo, relogios do afama
do abricante Roslcell, porprejos commodos
atambemrancellins e cadeiaiiaraoa meamos
deexceellnte costo-
Padaria.
Na padaria de Antonio Fernandes da Silva
Beiris, ra dos Tires n. 42, da-se pao de venda-
gem, e na mesma vende-se pao commum, dito
de Proverca, bolacha de boa qualidade e nova,
bolachiohas. biscoitos doces e aguados, folias,
roscas, araruta franceza, bolachiohas de dita, fe-
riaba do reino muito nova, tudo feilo das me-
ihores farinhas, e trabalbado com aceio e lim-
peza.
Ao barato-
Peja de madapolo fino com mofo a 30, dita
de cambraia lisa lina a 3# e 3$500, l de qua-
drinhos propria do vestido a 320 o covado, chita
franceza a 200 rs. o covado, dila ingleza a 160 o
covado : na ra do Queimado n. 44.
240.
Cas6as de lindos padroes e cores fizas que s
pdegaranlir aos comprados, a 240 rs. o covado
na ra do Queimado, loja de 4 portas n. 39.
WCi;fiieafd a&.s^.^pmM&t
i*a.uBCOTe%MUbavaw aVBWVSW WSWSSwwctS*
lojo da Boa f. na ra do Queinioiio n. 22.
Camisas e loalhas.
Vende-se camisas brancas muito finas pelo ba-
ratissimo preco de 280 rs. a duzia ; toalhas de li-
nho para rosto a 90 a duzia ; ditas felpudas mui-
lo superiores a 120 a duzia : na ra do Queima-
do n 22, loja da Boa f.
Paletos.
Vendem-se paletos de panno preto fino, muito
bem feitos a 220 rs.; ditos de biiai branco de
linho a 50 rs.; ditos de setineta escures a 3^500,
muilo barato, aproveitem : na ra do Queima-
do n. 22. loja da Boa f.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
edra, todo por procos mais baratos do que em
utra qualquer parle.
Fugio na noite de 23 oe jn.rin, do rorrrn-
le anno, desla nnade. o rs. rao criou'o de nomo
Manoel, de 43 arjnos de idade, ror i-r.-ia efi.a-
onas largas, estatura regular, disbariipi-.du c fal-
la um pouro fanhosa em mao 00 muito lbaro
que toma, foi veMido rom camisa ce Mgf.dao de
lit-traa e ralea de algooo azul anerirai.o; elle
natiral da ridade o A, provin.ia do Rio
Ijrande do Norie. ofll, ial de ferino, falla b. m
e apezar oe ser de m. ia irtade, bem parecido
basiante ladino : eMe prelo sirudn e t.m bom
romportamento. sendo 1 hamado por alei.nha Ma-
noel Ferreirn ; e como seja ptovavel que elle va
trabalhar de ollcial de fereiro em alVnm i.e.oa-
do ou villa, dai.do-fe por forro, por laso r..ga-e
as autondades dos luyan s por onde elle ai.oar a
sua apprehenaan. assim romo reeummenda '
aoscapiloes de rampo a sua raptuia.
se
aqtielie
rZa / .' .SOT"T \V O'" nolieiason o .garrir, p.^-n
relogios de ouro, patente inglez. de um dos mais ao seu ser.hor o majur Antonio da Silva Gusmao
afamados fabricantes de Lheipool tambem mnrador na ra Impriial, quo ser bem recom-
a
orna variedade
mesmos.
de bonitos tranceln
para
O ungento be
lu-mente nos
Alporcas
Caimbras
Callos.
Ancores.
Cortadurts.
Dores de cabeea,"
das costas.
dos membros.
Emfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupj5es escorbticas.
da matris
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Supura jes ptridas
Fstulas ao abdomen. Tin q*qer
Pialdada ou falta de PMle S ^,'
ealor as exiremida- Tremor da ervos
des. Ulceras na bocea.
Frieiras. do figado.
Gengivaescaldadass. das articula jes.
Inchaces. Veas torcidas ou no-
Inflamajao da figado. j das as persas.
Vende-se este ungento no esubeleeimento
geral de Londres n. 244, Strand, a aa loja
de todos os boticarios droguistas outras pea-
tn enearregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana a Hespanhs.
Vende se a 800 n., eada bocetinha contm
urna insiruejo em porlugnez para explicar
modo da lazar uso deata uaguaato.
0 depoto geral i em casa do Sr. Soum,
pharmacaatco, na roa da Cruz a. SS> em
Paraambuao.
a zendas boas e baratas.
Vende-se a 1$800 grosdenaples preto
encorpado com 4 palmos de largura, fa-
zenda que sempre se vendeu por 20500 e
2J800, na loja n. 23.
Vende-se a 100 mantas pretas de fil de
linho que sempre se vendeu por 140 e
15, na leja n. 23. ^_^___
Vende-se a 20200 grosdenaples preto
supeiior to encorpado que parece gor-
gurao fazenda, essa que sempre se ven-
deu a 30200 ej att500 na loja n. 23^______
Vende-se luvas pretas de torcal ou re-
troz a 10, que sempre se vendeu por
10800 e 2f, na loja n. 23.
Yende-se a 40 as conbecidas satas ba-
lso de musseliaa e cuiim de algodo que
sempre se vendeu por 58 e 63.
Vendase vestidos pretos bordados a
velludo com pequeo toque de mofo a
800, ditos perfeitos de duas saias bordados
de seda a *0
i Remedias americanos
00 DOCTOR
Radway & C, de New-York!!
PROMPTO ALIVIO
Resolutivo renovador. 9
l Pilulas reguladoras, i
* Estes remedios ja sao aqu bem conhe-
cidos pelas admirareis curas que teas ob-
tido em toda a sorte de febres, molestias
ebronicas, molestias de senhoras, de pe-
9 le etc., etc., conforme se v as inslrae-
# ces que ae acham traduzidas em por-
tuguez.
-----------
gSalsa parrilha legitima eg
original do antigo
|DR. JACOB TOUNSENDf
9 0 melhor porificador do sangee
I cura radicalmente S
pensado.
7" *,nd* e*l f8ida a neg" M*ria, eserava de
Feln Venancio de Canlalice, morado- na roa do
Imperador, cuja prela tem os standes seguintes :
levuu vpgudode rhita de assenio bian.o > qua-
dros cor-de caf, eopi.de ao lor lr,.o mab 011-
tro vesiidu de rhila rdxa qe ui*ez tei.ha moda-
do, chales de lia maicllo j desbulado com br-
ra eucarnada.lem um signal no peitu de d.msSS
tem os pes curios, tenoo o dedo grande muito'
cnmpndo e as maia curtos de n.ais, cabello ror-
, tad-j com urna pequea galurina, falla um pouro
! alravesssa^lo por ser de Angola pe.ie-se as au-
toroi.des 011 a coaipanliia de pedfslre do pega-U
e leva la Pm casa do proprio senhor. Ella leui
Sido vi.ti [.|a Bua-Visla.
Fugio no dia 2 do corrente o escravo cabra
de nome Joaquim. de esl-lura regular, cilenla, bastante aloleimado, e com siiii.aes de
chumbo as eosias ; levando veslido calca e ra-
nuaa de riscartmho azul, bem como mb rhfpo
de castor rapado rom fila prea larga ; sunooe-se
ler seguido p.r, Macei, o'onde veio ren.ellido
pelo Sr. Domingos da Silva Torres p.rn ser aqui
endido : quem o apprehender pode enl^ga-i,, ,ia.
SEDULAS
de Ije 5^000.
Conlinua-se a trocar sedu,8s de urca s figura
por metade do descont que exige a Ihesuuraria
desla provincia, e as notas das mais praras do
imperio com o Abate de 5 por ceno: no escrio-
torio de Azevedo & Afeudes, ra da Cruze
o. 1.
Gees & Bastos.
Ra do Queimado n. 46.
Tendo os annunciantes conseguido elevar este JrV7.?Frn.dT ? U """ *""*<>*
labelecimento a um engranoerimentn digno ?'?_-. &.f,'lho8'"0 *'ripie-
Erisipela.
Rheumatismo.
Chagas.
Alporcas.
Impingeos.
Phtisicas.
Catarrho;
Doencas de figado.
Elleitos do azougue.
Molestias de pele.
Pelo annuncio parece incrivel que es-
tas fazendas se vendam por esses precos
que na verdade o mais barato que se tem
visto.
Do-se as amostras na ra da Cadeia
confronte ao neceo Largo loja n. 33 de
Gurgel Si Perdigio.
Chega para todos.
Cassas francezas muito benitas decores fixa;
a doze vintens o covado, e mais barato do qn
chita, approveitem em guanta nio se acabsm
aa ra do Queimado n. 12, aa bata conhecida la-
a da Boa F.
Vende-se no armazem de fazendas de
Raymundo Carlos Leite & Irmio, ra do
lraperatrizn 12. .
estabeleci
desla grande cidade, apreseinam i concurrencia
deste iilustradopubiii-o, o mais moderno, varia-
do e escolhido sonimento de roupas diversas e
de fazendas escolhidas para tonas as est.ic.nes
Sempre solcitos em bem servir aos seus nume-
rosos freguezes nao s em presos romo em bre
vidade, acaba de augmentar o p*-s*ohI de sua of-
flna, sendo ella d'r em diante dirigida pelo
insigne mostr LAUR1ANO JOS' DE HA UROS,
o qual os seus nun tusos fieguezes podem pro-
curar na loja d. 46 ou no prmeiro andar do
mesmo estabelecimento, s.-im pois em pouros
dias se aprompta qualquer enrommenda, quer
casaca, quer fardes dos Sis. offiriaes de msriuha
e exercito. Outro sim recommendam aos Srs
paes de familia grande sortimento de roupas pa-
ra meninos de todas as idades.
FROCO.
Vende-se freo de todas as cores egrossoras,
com rame e sem pile a 400, 500, 640 e 10 rs. a
peca ; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.
jft Re|sios L
Suissos.
Im casada Schafleititn A C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e vahado sortimento
derelegios de algibeira horisontaes, oatxntea.
chronometros.meioschronomelros de ouro. pra-
ta dourada e toteados a ouro, sendo estes relo-
gioados primeiros fabricante? da Suisaa, que se
vendero por precos rasoaveis.
Vendem-se noventa apolices da
companhia do Beberibe : na ra Nova
n. 14, prmeiro anHar.
Vende-ae na cidede do Aracaty orna casa
terrea com solio, bous quinUl e cacimba, na prin-
cipal ra de coramercio, propria para quem qui-
zar ali e*ehelecer-e, per ler nio s commodos
precisos para residencia, como tambero loja, arma-
zem, etc.: a tratar na mesma cidade com os Srs.
Gurgel Irmos, que esto ou tensados para esse
fia, aa anata nra^a aa ra do Cabugi, leja n. 11.
Cal de Lisboa.
Vende-se cal superior de Lisboa, propria pava
Loja do vapor.
Grande o variad* sortimento de calcado fren-
os, roupa feita, saiudexas finas e perfumaras,
tudo por meaos do que em oulra parte : na loja
de vapor, na raa Nava o. 7.
Gomma do Aracaty.
Tenaa-aeaicallente gomma fio Aracaty; aa
raa daSadefa fie Recife, pritaeira aadar, n. ,
Libras sterlinas.
Veniem-se ao eacriptort* fia Manoel Ignacio
de Oveira k FiUw, largo fia Cerpo Saate.
Milho, farelo e gomma.
Yenfie-ae no armazem fia Moreira A Ferreira, anjeaba a 7# o barril: aa raa fio Brum a. 60, ar
ra da Meare de Daos n. 4, par preso coamedo. I aazem fie aesucar.
rio, no largo da Aascmbla o. 16, que e grati-
Ucsra.
Dessppareceu no dia 4 do rorrete o escra-
vo cabra de nomo Lucitno, de altura l.aixa, rom
marcas de espiuhas ou bexigas no rosto e alguns
pannos preins, rorjo grotan, um poi.m barrigu-
do p^ dizer elle qun s.ffre de inflammaces.
tsle escravo muito ladino e Irabalha oe alfaia-
te ; de presumir que ande nesta cidade ni seus
arra&aldes >t ser natural do Poco oa PnneMa
e ler seus entreieiiin.entos por Sonto Amaro!
qualquer que sej a pessoa que o pegar ou delle
der noirci.1 peder se dirigir ao Poco da Panilla
aojeusenbor Jos Lopes Rosas, ou na iua do
Imperador n. 79, quo sera generosamenie re-
compensado.
Fugio da refinagao da ra do Brum o prlo
Francisco, fulo, alto, secro do roipo. pernas i-
n s. t^m rrsvusna sola dos ps, ie presenta ter
2 annos de idade, sem borba, o.uito pi hola e
regnaia, crioulo. qoandtt se ri d urna gorga-
laada. costun.a inliiular.se por forre, costuma
andar de comisa de meia por b-ixo de oulra
bnnea ou azul, lev, u sapatoes. caiga branca e de
cOr, rom'sa de laa encarnada abeita pea fr^nl*
e d.-lMuodi ; fugio na noite de oa *7 d* Janeiro
do rorrele armo ; esle escravo f..i r-mpraoo ao
Sr. B-nto Leite Cavalranli Lina em 17 de dezem-
bro de 1859, por isso o abaixo assignodo roga s
ai.lnndaoes e mais pessoas a^pprebensao do dito
esiravo. eleva lo i dilaieGnaco. ou n-an-'or dar
prle na mesma em qualquer palle que etteja o
dito escravo.
Do engenho Cutigi, freguezia fia Escada,
fugio no dia 3 de novembro do crrenle armo o
escravo de nome Antonio, com os sigr.aes se-
guintes : estaluraregular, cor mulato, cebello da
aro. pouca barba, denles limados, idade ib oa
28snnos. pesroco e ps grossos. tem pelo rosto,
pescoco e paitos algumas marcas de pannos,*
algumascicatrizes pelas costas que parecen- tet
sido de chicote ; nao Uvou romsigo roui a algu-
ma, e consta haver fgido para o lado de sertao
d'onde viera : quem o apprehender, poder el-
va-lo ao referido engenho, ou oo Recife, ra es-
trella do Rosario n. 29, ao Illm. Sr Ftorisa un-
do Marques Lina. iue ser baso recompensado.
Pu^io da cidade do Aracaty, no mez de se-
tnmbro proxiasn paseado, um escravo do rom-
mandante superior Manoel Jos Peona Pacheco,
i|un ha pnoN o haia comprado ao Sr. IWnto
Lourenco Collares, de-nome Jeaquim, de idade
de cincoenta e tantosannns. fulo. alto, magro,
denles grandes, e com falla de alguns na trente
queizn ftno, ps grandes, e com oe dedos granoea
dos ps bem bertua, muilo palavriaoor, incul-
ca-se forra, e tem signaes fie ter aido surrado.
Consta que este escravo apparecera nn dia 6 do
corrente. vindo do lado das Cinco Puntee, e sen-
do enterrogsdo por um pareeiro seu conhecido,
disse que tinha siCo vendido poreeu senhor para
Goianninha ; qualquer pseos que o pegar o po-
fieri levar em pernambuco aos Srs. Basto Si Lo-
mos, que gratificaran generosametae.


w
J"*-
ft)
Litteratura.
-----------
DIARl DI MIfAJiBUCO. TEBCA. FEIRA 12 JM FIVBRMBO DE iMi.
A presa e a sombra.
Ha alguns annos, por urna das mata calmosas
tardes de esli, procurara : eu uro pane de ar
nos Campos-Eiysios. Ah respirava-se apenas
Monlargis dn-lhe nm con jelho. E' para mira
um verdadeiro derer corr eeponder i urna tal
confiante. Trata-se de um mancebo que conhe-
cois, Mr. d'Arzac. J o tendea fisto en mi-
nha casa, por que elle Tera passar em Taris todaa
as primaveras.
Cortamente, respond eu. Elle toma o a>
urapino, semolhanto eia do deserto ; e d''esse <' vossos urneedorrS, o faz consistir sua
seguramente eu leria follado se nao enconirasse-
nii con madama da B..., scus doui filhos, suas
oras e amigos : completo salo ds invern
transportado para a Ierra plana como certas plan-
tos exticas.
O extenso din ia norrenlo, e apenas deixava
ver us passeiantes, quaes so mitras vagando pelo
iarnortal Eiyeeu. Mirrias vsinhas tiuham dif-
ficutdade em di (Tironear o vestido branco da
prioceza de P.,. do vestido cr do rosa de na-
demois-lle... da opera.
Suprava emfim alguma arsgem, mas pesada e
impregnada do um (ortissimo mo cheiro de la-
ma do canal. Aconrersi, que se tornara lao-
gui i.i, era muitas vezes interrompida pelas vozes
gritaderas das pequeas aves. Nos fallamos de
tudo, da ludia, das corridas, das aguas. Mada-
ma Fernn J de ll... prefera as brisas salnis das
rochas escarpadas de Dieppe, sua cunhada o ar
agreste das montanhas, o eu, eu chorara a brisa
natal, um oobro pequeo lugarejo verde e fres-
co, ignorado do mundo, para onde desejaria fu-
girne Desta vez nao me engao, exclamou de re?
pento madama Gecre de B... crlamente o
conde de Ressan que passa no lilbury. Nao ha
quem se pareja cora elle I elle governa como um
triumphauor romano, e seu cario nunca se em-
Oaraca nos outros. Has proposito, resussitnu
ello ? Ha tres mezes que desapparecera ; uds o
jiam nm Londres, outros cm Trappe, outros em
Constan tiaftpta.
Ello >stara em Monlargis, respond eu.
Em Monlargis ? Mr. de Ressan I Cus I e
para fazer o quo ? Nao me consta quo cllo^lenha
lio, nm tias de quem herdar ; alm do que Mr.
de Reagan nao carece de herdar de pessoa algu-
ma, iieiu se encomraolaria urna hora sequer por
inters*.
Elle pnssue bem boas cera mil libras de ren-
da, acrescentou madama Georges, e apezar de
suas largueza do luxo, elle vive com ordena.
Nao sei em que despende linio.
D com generosidade e sem osl^ntago.
mcrilo asssz raro, continuei eu. Alm disso,
compra quadros, cavallos o viaja.
Se elle esteve esto auno em Monlargis so-
mente, foi talvez por economa.
Fi per bondade.
Oh I contae-nos isso, urna vez que parecis
tanto < Seria um pouco longa a narraco no meio
desle barulho.
Que importa I 1.' irapossivel que entremos
em casa com um calor uestes ? E' necessario
que fallemos ou oucaraos para evtennos o son-
no. A scena passa-se era urna choupana ?
Nao, nem mesmo em urna agua-furtuda.
A caridade se esteode por toda a parle ; pde-se
dr pautlas at em um salo, cora a dtfferenca
(1 : que era vez do darse ouro ou cobre, d-se
nm pouco de apoio e de benevolencia.
Mr. de Ressan quasi perfeito, proseguio
madama de B..., ello lera espirito, de que faz
um b.ini uso e com bom senso, cousa rarissi-
ma. I'.' dedicado a scus amigos, obsequioso para
todos, e despido de toda e qualquer presompr^o,
bjm qua reun todas as vantagensda fortunei
belleza e grecas.
Nao coraprehendo, diz Mr. Fernand, seu
horror pelo casamento. Quizeram casa-lo cora
mademoiselle D... a herdeira mais linda de Pa-
rs, achou-a muito baia ; com mademoisellc de
G..., achou-a muito alia, iodicaram-lhe mu-
Dieres que tlnham nomes de crusndoa, outras
que tiuham nomes de la Biurse ; nada lhe con-
velo Assim envelhecer e acabar por fazer
alguma tnlice. Feliz delle se nao casar-se com
alguma velhusca ingleza que o afiogue em ondas
de cha.
Tudo islo affasta-nos da historia da viagem
a Monlargis, proseguio madama George ; nao
teremns mais lempo do ouvi-la. Quem sabe ?
talvez que Mr. de Ressan tenha adiado oeila al-
gum romance, urna orpha abandonada, da
q'ial se tivesso namorado... urna pastora do
Lotrel. .
Nao ha em minha historia, nem orpha,
nem pastora. No esto passado, era egual po-
ca, enirei eu urna manha oa ra de Meromeuil,
em o linio palacio de Mr. de Uessau, e encon-
trei-o fumando um charuto, cercado de objeelos
de viagem.
Chegaes proposito, diz-me elle, ia escre-
ver-vos para vos convidar irraos juntos Mon-
targis. Sei que gostaes de viagens, e que nada
tendea fazer. Eu parto amanha.
Eiclamei como vos, madama : o que des
fazpr Monlargis? Por quanto eu sabia que Mr.
de Ressan s se poo camioho quando isso vale
pona e para ir longe. Na semana precedente
elle iiilentava urna visita ao Nigara.
Vou ver a feira da Magdalena, diz-me elle.
Eu antes quereria ver a de Beaucaire.
Niguem me espera em Beaucaire, proseguio
elle, e un dos meus amigos coovida-me ir
gloria era tontar parecer-sa com rosco ; mas elle
d ares de tira cabolleireiro.
E' um bom e bravo mo$o, muito cslmido
em sua provincia, nao dnviio disso. Sui fami-
lia educoii-o como um cozinho favorito ensi-
lando lhe somenie flrsar os cabellos e ter lu-
vas frescas : ella deix m de der-lhe urna carrei-
l ra rom medo de enfada-lo, anda que elle nao
! fosse neo ; hojo quer casar-se para augmentar
' suas rendas, e julgar poder moslrar-ae difflcil,
jauppondo que sen lindo rosto esua boa fama va-
| lem um grande dote. Dizera que elle est para
casar com urna viuva de vinte e cinco anoos,
sem filhos, e que tem polo menos trinta mil li-
bras de rendas. Isto potera passar, mas no re-
verso da medalha d'uuro est a imagem pouco
seductora da rjuva. De mais, lJe esla carta se
lendes coragera ; loreis tanta quanto eu.
Careca enragem com eff>iio para ler quatro
paginas de urna letra miuda e aperlada, verda-
deira letra de procurador. Priraeiro que lulo
Mr. de Arzac augmeutava suas dez mil libras de
rendas, acresceniando ella esperanzas de um
futuro maisou menos vago : chegava finalmen-
te ao casamento prn que*lao ; dava os mais mi-
nuciosos delalhes sobre a fortuna da noiva, que,
herdeira sem condces de seu marido e j por
sua parlo rica, posaua lindas trras de um bom
rendimento no Loiret Elle nala.esquec.ia, nem
os nctares de raadeira bem tratados, nem os
os prados, nem a heale alugada por seis mil
francos renderos normandos. Saltei um peda-
zo do flm do periodo para evitar os lagos, e che-
guei ao segundo, que conlinha oseguinle pouco
raas ou menos :
Julgo madama do Cordel umabi pessoa,h-
bil dona de casa, dtala em urna palavra de to-
das as virtudes domesticas ; porm, meu charo
conde, ella feia, horrivelmente feia. Ora, a-
presentar urna senhora feia qual nada infeita,
nem veludos, nem peroles, degradante. Sem-
pro sonhei que minha raulher seria bella : eu
desejaria ouvir era lorno della. ao entrar em um
salo, esse mumurio lisongeiro, que sauda o
poder, a gloria e a belleza ; eu desejaria ouvir
dizer: linda como madama d'Arzac conheceis o
chapu cor de rosa de madama d'Arzac ? Mas a
feialdade como que epidmica para as pessoas
ricas; s as feias sao douradas.
A belleza passa depressa. diem os sabios, e
depots nada resta ; a fortuna maisduravel. Que
erro! Rsia da belleza.... a lerobranca. Conhoci
em Vichy um velhu general que nao tinha outra
illuslraco nao ser a ex-blleza de sua mulher.
Dizia-se fallando uelie : a Conheceis o general
I*..., cuja mulher fui lio bella ? Os velhos acres-
cenia vnm : Anda vi madama P... linda como
um aojo E madama P... passa va altiva e im-
ponente no meto das mediocridades do da ; ella
nao tinha bondade, nem espirito ; mas vitia de
seu passado gloriusu, e anda Irazia aos ses-
senta annus rosas, perolas, sem que ningucm a
sensurasse: di-la-hiam e* ruinas do Cepitolio.
Anda tenho urna censura A fazer madama de
Cordel : ella chama-se Diana 1 Para que este li-
me de deu>a em uma raulticr feia? Se ao menos
sechamasse Luiza, Carlota, Agostinha I Certa-
mente, eu nunca lhe darei este nome preten-
cioso.
Emfim, meu charo conde, tenho um grande
| obseqifto pedir-vos antes de docidir-mo fazer
i este prximo casamento preciso absolutamente
! de vnaso parecer. Vos que viajaes to fcilmen-
te, vinde por favor Monlargis. Actualmente ha
Brande concurso de povo, por causa da feira de
Santa Magdalena, quo dura quinze das. Madema
de Cordel est ha um mez em casa de sua linda
cunhada ; a qual, um pouco alliada com minha
familia, lembrou-se de mira para este bom e gra-
ve negocio. Madama Beraut recebe neste mo-
mento lodos os habitantes apresentaveis da cida-
da n dos arredoros, edesempenha este popel com
urna graca admirarel. Se animas-me, eu farei
meu pedido olrial; se pelo contrario este casa-
mento parece-vos mo e ridiculo, nada far-me-
ha aceila-lo.
Eis-ahi, disse cu concluindo,urna carta sin-
gular. Mr. de Arzac vos consulta sobro seu ca-
samento como sobre casacas. Tomao cautela I o
coiiseiho parece-me muito delicado de dar-se.
Rerordii-me que o annu passado o mesmo Mr. de
Arzac deu i seu alaiaie ura collete de velludo
verde, do qual elle gustara, mas que pareca nao
agradar-vos.
No fundo do corceo creio que o charo conde,
bem que habituado a adulaco, eslava lisougeado
com essa alia prova de conlianca. Em lodo o ca-
so, no spguinto dia tarde, janlavamos nos em
Moulargis. hotel da Posta.
Ao sahirda mesa deixe ir por discrigo meu
compaiihciro de viagem em procura de seu ami-
go e eiuolpliei-ma sozmho na ra principal da ci-
dade. Errando por lodos os lados, examinando
us egrejas, lujas, e a gente que passava, conse-
gu ver decorrida urna hora, e cheguei finalmen-
te ao coraprido passeio, borlado de mercaderas,
o qual serve de campo de feira.
Depus de ler passado era revista os pies de
cenieio, os briuquedos do menino e o mais,
achei-me .liante de um armazen deroupa, e mi-
nha atiencao fo captivada por urna joven mu-
lher que so destinguia da roultidao. Com um
vestida de mussmina branca, com um rico chale
de crep da China, cora um chapeo egualmeole
branco, coberto do rosas, ella deslacava-se em
reievo el-gaue desso inundo extravagante, onde
a mulher de Paillasse acotovcllava a castellaa.
Approximei-meparaerapregar minha ociost-
dade, e Uve a curiosidado de ver o rosto da des-
conhecida, que eu suppunna joven e bella. Um
perfume de patchouli forlissimo exhalava-se-lhe
FOJLHETM1 O
A LINDA MERCADORA DE PANOS
POK
ELIE BERTHET.
XIII
(Coniinuflfo.)
Neste poca de que fallamos, os beneficiosec-
clesiesticos eram dados seculares, que os Irans-
mituam muitas vezes aos seus herdeiros. Para
servir ns capellas, egrejas, priorado, etc. que
coriipunham taes benecios, esses seculares tisu-
friiciuartos empregavam ali sacerdotes pobres
chamados enlSo condenciarios uu cutlodinos
ossobrecarregevam de exigencias ou impuslos!
vontade a tira de augmentareis as suas rendas.
Ora pm essa precisamente a siiuacao doabba-
de de Santa Calha.rina para com o duque de Vil-
lanegra ; e na verdade o ecclcsiasttco capaz de
concluir um mercado desse geoero devia ser ca-
paz de tudo o mais para torna-lo menos oneroso
Alm disto os conegos de Santa Catharina. gosa-
vam naquelle lempo de m repoiaco, tanto que
loo depois foram files reformados pelo cardeal
de La Rorhefoucauld..
Asim. pola, as duas damas nSo podiam espe-
tar deites nem soccorro nem piedade.
Rosmhs bem que previa tudo i.to, nSo obstan-
te, quamio o sacerdote sabio afina! da sacrista
?!2le"i"d0 C0BI os hobitossacerdotses. e pre-
de2;r"u. 8.U0B mfcr"" fnlalir
desesperada: le,ntou-se precipitadamente, atra-
r.0;..^'^'01 ao eacont" dalle. 0 /.-
cerdote era umhomem magro, paludo de cabel-
los Usos, e figura iKoobH. \u S ra8'tava com o
carecer grato de qe setehava reveSt.d^m
ar_de profunda hypoCri. w boUw em toa. a
H Vide Diario a. 33. --------~-----------
das luvase do lencu, e suffocava o odor des ro-
sas do jardm viiinho. Ella tinha por eompanhei-
ra urna pessoa mu simplesmanle re^lg |u-
to, que pareca representar o papel de confiden-
te junio de Hermione. Eu eslava muito parlo
deltas para ouvir o seu dialogo.
Detejo ale padaco de renda, dita a ala*
gante. E' una loucara, mas meu marido acaba
de vendar suas lia:i por um preco fabutdso. Eas
Paiis s ha para comprar da nova, e esta do
verdadero ponto de Venca, descuberto nao sei
onde. Acooselhac-me, poi9, Diana.
Este nome du Diana duplicon minha attenco.
Eu, respoodeu a senhora de luto com urna
voz doce, que aniuiaciava. um certo habito de cal-
ma, de reserva e at mesmo de humildade, acon-
selhar-vos, Aolooina, bem sabis que nao tenho
gostb.
Nesle momento Mr. do Ressan e seu amigo
adianlavam-ss para o armazem de rondas. O con-
de tinha roubado ao jardineiroe traziadous mag-
nficos ramelheles de baile.que offereceu s joveus
senhoras. Elle fez-me ento urna apresenlaco
garal. Madama Beraut voltou-se, e claridade
das lampadas do armazem ambulante, ella pare-
ceu-me bella e risonha. Suas madeixas de ca-
bellos louros coofundiam-se com as rosas de seu
chepo, e eocaixilhavam um rosto regular, agra-
davel, e infantil peln graga e flueza das foices.
Sua companheira voliou-se tambem, porm
mais de vagar, menos de boa vonladu lalvez. A
certeza de agradar, de sorprender a admiraco,
d s mulheres bonitas urna certa temeridade do
priraeiro choque, que torna dupla sua belleza.
Com elTeio, madama de Cordel era feia ; sua tez
um tanto hespaohola pareca enrugada sob
a renda negra de seu chapeo; seus olhos, tam-
bem negros, nao se animavam de fogo algum.
Nada brilhava nessa physionomia triste.
Mr. de Ressan offereceu o braco Madama Be-
raut para descerem ao Malho, que comecava
illuminar-so. Desde a segunda arvoro a conver-
saciio lornou-se auimada. A formosi Antonina
eslava em sua casa; todos que passavam sauda-
vam-a respetosamente dirigindo-lhe urna pala-
vra graciosa. Sua voz musical, um pouco souora.
confundia-se com o barulho da testa. O conde
conversava j com essa coquelteria aiuavel, cora
essa simplicidade, que encanta aos velhos, s mu-
lheres, e aos meninos.
O segundo par fallara pouco ou nada. A' urna
observaco de Mr. de Arzac sobre o calor da lar-
de madame de Cordel respoudeu duas palavras,
segulu-se um longo silencio. Eu caminhava ora
alraz, ora na mesis tinha dos dous passeiado-
res, coracQando 5 notar que tinha aceitado ura
papel de mudo em uraa poca qualquer, drama ou
vaudevlio. Madama de Cordel conservava sempro
o raraalhelo de flores com suas luvas prelas, e pa-
reca embarazada com esse objecto de luxo que
coulraslava com sua modestia e trajar do lulo.
Paroce-me ao meos, disse eu coniigo, que
esta joven mulher carrega to humildemente suas
Irinta mil libris de rendas como traz este rama-
Ihcte. Isto lem o mrito da raridade.
Chegamos esia casa de boa spparencia onde
madama de Beraul linha seus estados nos quinze
dias de feira, bem como no invern. O salo j
eslava cheio.
Mr. Beraut pareceu-me ura homcm que occul-
tava urna boa dse de orgulho de rico proprie-
tario sob urna simpheidade quo chegava at
rudeza. Elle linha o typo do genlleman rendeire
ou do plantador americano. As apreseotagoes lor-
naram comeger. Priraeiro, Mr. de Arzac aiinun-
ciava pomposamente O senhor conde de Res-
sen, meu amigo, que quiz detxar Pars para vir
ver nossi Magdalena I O accento de sua voz di-
zia : Meu amigo tem cem mil libras de reodas,
nome grande I conde em Pars e rei aqui I '
Depois, eu chegava; a apresenlaco era breve,
pouco sonora ; meu nome eslropiado ; o que im-
porlava pouco ass oulros e mim.
A chegada de madama Beraut aniraou sbita-
mente todo o circulo. Ella organisou ura lans-
quenel, fez seutar-se ao piano um amador, ani-
mou do novo as conversares, fallaudo modas
direila, e msica esquerda.
Quanto madama do Cordel, seu cunhado lhe
disse vendo-a entrar:
Vamos, minha querida irma, madama de
Blegny vos espera cora impaciencia para o pi-
quete. Nao sabamos o que uzesemos sera vos.
Pobre Dianal diz madama de Beraut diri-
gtndo-se Mr. de Ressan. S ella tem corsgem
de fazer o piquete do madama de Blegny. E' una
caridade I
E porque'l acrescentou o conde, por ventu-
ra se est condemnado fazer o piquete de ma-
dama de Blegny? Efe priraeiro lugar, quem
essa madama de Blegny?
E' uraa digna amiga de minha avl retor-
quiu madama Beraul. Est j muito surda, um
pouco cega e nao conhece mais ascartes ; porm
tem uma paixo desgranada pelo jbao. Todos a
evitam, e s minha cuohaaa tem a vidude de
pasar seres intuiros jogar com ella.
Lancei os olhos sobre a mesa em queslo, um
pouco affaslada das outras. Nolei uma velliiohe
quo pareca toda radiosa, em frente da qual
achava-se madama de Cordel, sempre calma e
grave.
Mr. do Arzac ia e vinha pela sala como uma
borboleta, dizendo aqui uma palavra, acola ou-
tra, semelhanle esses elegantes das gravurasde
modas, que se notara porta dos pequeos al-
faiates.
O serio nao acabou antes de meia noile. Os
jugadores tinham-se geralmento levantado pelas
onze horas para se approximarem da mesa do
cha. Madama de Blegny e sua victima Qcaram
sos em presenta uma da outra. Eu nolei muitas
vezes quo Mr. de Ressan lngara para esse lado
um olhar atiento. Al mesmo ouvi-o uma vez
dizer Mr. de Arzac:
Acaso madama de Cordel costa do
quete?
E' proravel I respondeu com um arindiffe-
renle o bom mancebo, que conversava cora ma-
dama Beraut, rindo de. modo que mostrara uos
denles sem nota, encaixilhados em bigodes negros
torcidos.
Nao, respondeu madama Beraut, ella nao
gosta das cartas, e isto que cooslitue seu mri-
to, e alm disso essa pobre Diana passou a noile
com minha criada que levo uma febre typhoide.
Oh I Diana a caridade em pesso 1 Indicar-I he
um serrico obriga-la, e eslou persuadida que
se ella eslivesse em um convento, preferira o
estado de servente ao de superiora.
Nesse momento dava meia noite ura relogio to
forte que as, badaladas chegaram aos ouvidos da
idosa senhora. Ella levanlou-se precipiladaraen-

pi-
sue physionomia. Trazia n'uma das mos ura ri-
tual, e viuha recitando algumas oracoes em voz
boixa.
Todos os assislentes seguirn o movimento de
Rosioha, uosiridicularisenlo-a, oulros erguen-
do os hombros em signal oe piedade. A joven
se fui collocar na passavem do sacerdote ; e quan-
do se aclmu na pequea esphera luminosa que
em torno de si projeulava a tocha do sacristo,
disse ao ofRcianie cora respeitomas firmeza :
Meu padre, pr-co-vo que desculpeis a mi-
ha ousadia. Se vns persuadirn, de que o casa-
mento, ao qual ides prestar o auxilio A vosso
santo ministerio, da minha livre vontade, en-
ganaram-vos; pois para aqui me trouieram
torca e por sorpreza. Nao cummettaes um sacri-
legio, cujo castigo pesara sobre vos, sobre mim
e sobre todos os que se a<-ham presentes. Eu vos
coniuro em nome de Chrisio, que nos v e que
nos ouve, que me livreisdussas intrigas crimino-
sas Amanha vou profesar no convento da
Ave-Maria : j pertenen Deus I Se concorrer-
des para as machiuacoes urdidas contra uma po-
bre moca sem dfeza, tereis de responder por es-
se actonao s peranie o tribunal divina, como
tambera peranie oa outros ecclesijsticos vossos
superiores na Ierra.
O padre Qcou mudo por alguns, instantes e in-
terdicto cora esta llnxu.geni que ello nao espera-
va ouvir: um signal, porm, do criado do du-
que voltou-lhe todo o seu sangue fri.
Mmha tllha, respondeu elle com a voz mel-
liluae humildade affectada ; nao posso oppr-me
vontade daquelles que se achara collocados ci-
ma de rain : nao tenho nenhura poder tempo-
ral.... Sou um fraco instrumento, de qae se ser-
vera as potencias da trra, i quem de*o obedecer
ero virtude deste principio do Santo Evangelho,
que diz : < Dae Car o que de Cegar. De-
mais sois anda multo joven para comprebnder-
des o que justo e digno: t ilvex nao esteiaes no
caso de apreciar devida mente os altos pensamen-
tosdaqoelleg, que neste momento dspem do
voseo estino. Reslgnae-voa, pois, e deixae o rea-
to ao cuidado da Provideoota que nuaca abando-
ne aeaa flHins I
FacHera VRwinha, apezar da ana slmpliclda-
dada, o rekater esta eetranha IhtofogTe, qae ta-
ire retlroa-* xeUaaodo que desde quinze diaa
^^^^l seus criados muilotorprea-
H^MKrem-a deitar-se s dez horas
^^os. Passando por junto de
ItMnt para fugir raaia de pressa, diese-
.ne con essa voz breve e esganicada que muitas
vezaa os surdoa toaaa : T.
Vosa* euohsda um anjol
Madama da Cordel voltou ento, sempre calma
e simples, para o nosso grupo. P*la vezprraei-
ra no serle Mr. de Ressan quiz dirigir-lhe a pa-
lavra. Notei que elle, cuja calma bem sabida,
pareca quasi erabsracedo de lhe fallar, e nao
achou outra cousa i dizer-llie nao ser gaber
sua paciencia, lugar jalao commum. Ella o olhou
com um ar sorprendido, respundeu com um sor-
riso melanclico e meigo, que a felicidadede ma-
dama do Blegny a recorapensava bastante, e Mr.
de Ressan nada mais leve acrescentar.
Entrando nos no hotel, acharaos reservada orna
sorpreza. Nossa begegem linha sido carregada
por ordem de Mr. d'Arzac. e um pequeo criado
indgena, Iraiendo uma lanterna, esperava-nos
para conduztr-nos ao nosso novo domicilio. Foi
preciso que atravessassemos a cidade inteira o
que nao gosiei muito- O bom mancebo tinha
abandonado, creio eu, seu proprio quarto seu
Ulustre amigo. Nao fallara cousa alguma neslo
aposento, espelhos, tapetes, toilette Pampaduur.
O criado de quarto de Mr. de Ressan o esperava
preparando a cama
Eu, eu tinha no andar superior o que se cha-
ma um quarto de rapaz com uma cama de bene-
dictino, duas cadeiras, um pequeo espelho cs-
verdinhado e quatro ordinarias gravuras, repre-
sentando aceas de Telemaco.
De nanha fui dispersado desde oalvorecer por
uma serenata de gallos ; quiz chegar janelle,
porm ella dava para um pequeo pateo agrco-
la, muito porco, d'onde exhalava-s8 ura cheiro
deteslavel. S se viam ah esses gallos inso-
lentes.
esci ao quarto de meu conpaoheiro de viagen,
que, sentado de robe-de-chambro percorria cin-
co jornaes e fuara excellentes charutos. Offe-
receu-me um, dizendo :
Cono passaes en Monlargis, neu charo Py-
lades ? .
Presentemente que Orestes nao precisa mais
de mim, respond eu, vou voltar para Pars.
Nao precisa mais de vos? exclamou elle ;
mas nos anda nao Otemos nada, leudes j um
parecer dar Mr. d'Arzac ?
Madama de Cordel me parece uma boa pes-
sos, retorqui eu. Uraa nulher quo, oogoslando
do piquete, ojoga quatro horas seguidas por sim-
ples conptaceucia, ten nerito certanenle ; po-
rm Ha feia, certo, e mesmo ama feia tris-
te. E' um dia de noverabro perpetuo.
"~ Eu I acrescentou Mr. de Hessan conduzin-
do caprichosamente no ar os espiraea de fumaca
deuai charuto, eu nao julgo to precipitedamen-
le ; fallar-vos-hei disio d'equi uma semana.
Uma semana em Monlargis I meu charo
conde. Nao posso dar esta prova de dedi-
carlo.
Passei um dia enfidadissimo, escrevendo mui-
tas cartas, preparando o que me era necessario,
e a minha mala, com uma firme ioteoco de fu-
gir. A' noile fomos s nove horas casa do ma-
dama Beraut, por quanto o tempochuvoso impe-
da o passeio no Malho. Acharaos o salo mais
resplandescente do que oa vespera. As mulheres
luihara evidentemente escolhido seus toilettes
mais exquisitos.
Mr. d'Arzac linha composlo um programma
para annunciar seu amigo, como um omprezario
do tneetro provincial para annunciar um artista
parisiense.
Mr. de Ressan esteve encantador, a nlnguem
tratou de dtsputar-lhe o dado da conversacao :
elle contou historias de fazer admirar, e nenhu-
ma dellas era ah conhecida. Julgae, pois. que
vantagem para um conversador: um mundo no-
vo I Elie lovou-nos seu bel-prazerda Suisss
Inglaterra, de Badn Constanlinopla. A's ve-
zes voltava-so para mim dizendo : Saoeis?
Eu responda humildemente.
Elle falln ora romances, msica, e agricultura,
tratando de tudo como mestre, e depois disto con-
vidou panino os todos no dia seguiu.e para Cuan-
tefenille, propriedade do Mr. Berant.
Este projecto agradou-me, porque eu gosto da
vida campestre e a prespectiva desses dias arden-
tes debaixo dos arvoredos far-me bem.
Desta vez madama de Blegny, tendo-se deitado
larde na vespera, nao veio, e em compensacu
madama de Cordel presidia ao jogo do burro. Ella
eslava rodeada de todas as jovens misset d sa-
lo, que brilhavam cora lyrios e rosss cono a ve-
llia senhora sob suas rugas. A triste Diana, sen-
pre vestida de luto, deslacava-se cono una som-
bra severa no meio dos vestidos brancos e dos la-
cosbtillisnles desuss companheiras.
Madama Beraul sentou-seao plano para dar o
exemplo : cantou cora alguns requebrse de uma
maneira muito commum muitas cantigas assaz
inspidas; depois analmente comecou cora Mr. de
Arzac o lindo duelo da Fesa da aldeia visinha.
O forrooso mancebo, com uraa mo graciosamen-
te collocada no collete, lomara uma posico ele-
gante, e pareca mais oceupado da arle de en-
cantar, do que da de canter. A's vezes sua voz
tinha iflcxes que me tocaran. Evidentemente
estas palavras :
Divino attrativa, limpies adornos, dirigiam-se
Antonina, que me pareceu deixar cem uma
certa complacencia fumegar o incens ao redor
de si.
Desde as prmeiras notas do duelo as jugado-
ras do burro deixaram as cartas para irem rodear
o piano como uma guarde de honra. Madama
de Cordel ficou s na mesa, e julgando que niu-
guera como de costume a notava ella nao tratara
decompr sua physionomia e pareca absorta em
suas reflexdes, acompanhaado os cantores com
attenco.
Vi algumss lagrimas lhe brilharem nos olhos.
Mr. de Ressan i considerava tambem nesse mo-
mento. Ella encontrou oossos olhares indiscretos
e poz-se logo embaralhar machinalmente o jo-
go abandonado.
Terminado o duelo, Mr. Celestino d'Arzac le-
vou triumpheotemente a linda cantora a esse lu-
gar de douade casa, que ella oceupava to bem
e flcou junto della. allectando fallar baixo, e sor-
nr com um ar de inteligencia. Elle procurava
sem duvida, creio eu, ostentar peranie Mr. de Res-
sao a benevolencia, que lhe teslemunhava a
mais formosa senhora da cidade. Todos julgaram
dever comprimentar aos cantores, que trocaran
entre si os elogios.
Teo, disse eu noite Mr. de Ressan,que
bordioava a sorle dos fracos ao capricho dos gran*
des: porn acabando as suas palavras o sacerdo-
te dirigi-se para o corpo da egreja.
Senhor, tende piedade de mim 1 exclamou a
moga. Se soubesseis quo dr soffrer meu in-
feliz pae qnando souber desta horrivel perfidia I
Por quem soispelo repouso da voasa consciencia
neste mundo, pelasalvaco da vossa alma no ou-
tro, nao consintaes que se commetla ums aco
to aboroinavel.
Mas hyppocriti continuara andar com o pas-
so mais rpido, murmurando sempre palavras sa-
gradas que se manthavam em labios to impuros.
E uma indgndade 1 exclamou a Sra. De-
fu nctis. nao podendo mais conter a colera. Este
padre maldito, este infame custodino....
Silencio I inlerrompeu speramente o capi-
to Corbiueau.
A pobre mulher celou-se ttomorisada com o
sora dessa voz tremenda. Arrastaram-a al o al-
tar mor. onde se achavs tudo preparado para a
ceremonia. Rosinha tinha sido j levada quasi
forca peto conde de Manle, cuja embriaguez pa-
reca ler sido dssipada sbitamente pela gravida-
de das circunstancias. Ambos de joelhos em
frente do sacerdote revestido da sua estola espe-
rarais a benco nupcial. Duas tochas espargiara
um clario fraco e vacilante sobre esse grupo prin-
cipal : os roubadores, e a burgueza, devotamen-
te sjoelhada um caalo do aancluario, ficavam
oceultos na sombra.
A ceremonia comecou. A' principio Rosinha
solucava ; rollava [requentemente acabeca como
para protestar contra a violencia que lhe faziam:
mas logo de Mani disse-lhe algumas palivras
em voz muito baixa, e ella cahio n'uma
haja um drama aqui em vet de nm vandaviile
ora. eu tenho horrar aoa dramas. '
Vos Umtoam 1 retorquio o conde pensativo.
Vistea as lagrimas da pobre Diana ?
Na verdade ella muito boa, acreecenlei a,
?"* Mr> $ Ar"c lembra-me as caberlas de cera
****t>oe depois da radsioxpco.
Nerte momento o proprio Mr. Celestino eotrava
para saber se fallara alguma cousa i aeu hos-
pede.-
Mea charo, dix-lhe o conde, vssoes sordo
o ceg I Madana de Cordel vale mais que lodo
nos :-desposae-a e deixee-vos de acha-la feia.
Vi o anno passado era um bailo de embaixada
uma joven Portugucxa, que altrabia todos os olha-
res.
Sciniillava ella muito de diamantea? relor-
qoio Mr. d'Arzac.
Nao, era pobre, e s linha nos cabellos ura
ramalbete de cravos, mas lambis nao hevia
quera se psrecessecom ella.
Confessae que madama Beraut encantado-
ra, inlerrompeu o dono da casa ... Feliz aquelle
que podease apresentar uma tal mulher I
Madama Beraut orna mulher formosa co-
mo lia muitas, e sua belleza passari de pressa,
conlinuou o conde. Eu conheci uma operariezi-
nha, que minha me e minhss irmas protegan,
rindo-so do seu rosto. Un pintor vio-a em sua
ante-camara e descobrio um typo potica n'esse
rosto des Jenhado, tomou-a por modelo, expoz
por uraa mulher de pescador napolitano, e todo o
Paris foi ao muscu admirar esse quadro encanta-
dor, que fez a reputaco do autor.
Involuntariamente ri-mo ; Mr. d'Arzac mordeu
os labios e retirou-se um pouco offendido*. Elle
auspeitava, creio eu, uma ironia em seu orculo.
Decididemcole zorabaes de vosso amigo,
meu charo conde, disse eu quaodo ficmos sos.
ou antes, por simples philantropia que vos
constitus o sdvogado de uraa pobre despresada?
Suas lagrimas vos enterneceram, eu o compre-
hendo.
Talvez, me respondeu el'.c assaz pensativo ;
mas eu i mal em fallar-lhe de um typo de mu-
lher de pescador. Isto deilou-me perder a
causa em lugar de servir para ella ; nao impor-
ta I tonei peilo consolar essa pobre mulher
e desejaria v-la feita madama d'Arzac j que
ella parece descja-lo.
No dia seguinte partimos para Clianlefeuille.
Eu fiquei encentado de eogolphar-me na verdu-
ra, de ver os trigos maduros, os prados de fresco
tosquiados, e principalmente de nao mais ouvir
os tambores dos saltirobancos. Alm disto, Chan-
tefeuille uraa lindissiraa habitaco, uma desses
propriedades fetas para divertir, que oulr'ora se
chamara a Loucura-Berant.
Ura jantar esplendido nos esperavs, mas foi
misler que nos contentassemos com o nosso cir-
culo limitadissimo, porquanto, em um dia de
chegada, nao era possivel rounir os visinhos.
A castellaa raultiplicou-se: ella cantou; po-
rm, Mr. d'Arzac, accommettido de uma falta de
respirarlo durante a viagem, nao pode executar
seu duelo triuraphal, nem mesmo uraa certa bar-
carrolla que constitua a base do seu repertorio.
Mr. de Ressan sentou-se ao piano e execulou
solTrivelmente uraa pequea aria rabe, canto de
caravana, mais origiual do que melodioso,ni-
co pedaco emfim que eu nunca lhe ouvi eosaiar.
Finalmente, madama Beraut leve uma idea lumi-
nosa.
E Diana, diz ella, Diana quo canta como
uma sereia, e que oceulta seu talento como um
ayarento I Vejemos, querida irma, estamos s-
zinhos esta noile : o auditorio nao imponente.
Fazei islo por caridade, em vez de jogar o pique-
te ou o burro.
Madama de Cordel pareceu confusa e desolada,
porm nunca enlrava em suas maneiras fszcr-se
rogar para enmprir um acto de officiosidade. Ella
orgueu-se, veio lentamente ao piano o comecou
e Lago de Mr. de Lamartine.
A principio sua voz um pouco trmula forraou
como que um levo trinado prolongado ; mas em
breve o senlimento da arte susteve-a e domi-
nou-a. Ella cantou como se canta com uraa alma
elevada e ura grande tslento.
Que essa pessoa lerna, insignificante, tinha
talento I Mas enlo nao era uma mulher milla,
mais propria para o claustro do que pira o mun-
do ? E nos nao tinhamos adevinhado isso !
Eis ahi, aposto, quaes foram os pensamentos
de Mr. de Bessan, bem como os meus.
Teodo acabado de cantar, madama de Cordel
voltou modestamente e sem barulho ao seu lu-
gar. A msica de Niedermeyer e a poesa de Mr.
de Lamartine resoavam em nossos coracoes.
Guardavamos ura silencio telvez descortez, sem
que achsssemos esses lugares communs que se
prodigam aos olores de salao. Emfim, o con-
de fallou de sua adm.irac.ao de um modo bem pro-
nunciado.
Madama de Cordel nao usou dessas fingidas
modestias, que disfarcam o orgulho Iriunphanle ;
ella pareca soffrer com elogios, amar a arte por
si e cantar como o rouxinou sob a folhagem.
N este interim Mr. d'Arzac. fallava madama Be-
raut sobro a plantacio do anenez.
Nao s Chantefeuille uma residencia encan-
tadora, mas anda est situada era um paiz agra-
daycl, cheo de passeios pittorescos. O conde,
activo por toda a parte e sempre, quera explorar
esse canto do Loiret, como j havia explorado a
Suissa e a Italia. Mr. Beraut tonara cuidado de
seus trabalhadores, e s gostava do passeiar, dizia
elle, en suas propriedades. Sua nulher s sa-
bia pizar sobre tapetes; seus grandes babados
de mussulina ou de rendas atrapalhavam-se as
sebes; seus ps, com una sapatos finissimos,
eram maltratados pelas menores pedras.
Quanto Mr. d'Arzac, nunca encontrei cidado
mais indigno dos esplendores que o sol allumia.
Madama de Cordel e eu eramos, portanto, os ni-
cos companheiros fiis do condo em suas excur-
ses longinquas.
Ignorando os lugares, eu nao poda deixar de
cammhar ao acaso, porm madama de Cordel fa-
zia as honras do paiz cora rouita galhardia e gra-
ta. Sempre simples no trajar e as maneiras,
ella nao experimentava temores pueris, nen fa-
digas exageradas, era tinha mesmo essas reser-
vas timoratas, communs s mulheres habituadas
ao perigo de agradar. Tenho passado no cam-
po toda a minha vida dizia-nos ella simplei-
mente, como para desculpar as delicadezas um
tanto affeclaias de sua cunhada. Can$o com
mais facilidade em um salo do que ao ar li-
vre.
Com effeito, orphia, casada aos desoito annos
por seu tutor com um hornera triste e doente, el-
la passra a mocidade em um retiro absoluto,
nicamente oceupada em tratar de seu marido e
cramenlal, quando bateram com toda a forca na
porta principal da egreja, e uma voz de trovo
retumbou da parte de fra :
Abri era nome do rei!
E' meu marido cora os soldados do preboste!
murmurou a Sra. Defuncti querendo leventar-se
Deus nao quiz que este horrivel sacrilegio se con-
summasse!
O sacerdote parou.
Nao fajaes um movimento, nao pronunciis
uma palavra, Sra., disse imperiosamente o criado
grave. Capttao Corbineau, encarregae-vos desta
velhalouca etomae bem sentido que ella nao
grite. E vos, Sr. abbade, contiouou elle diriain-
do-se ao ecclesiaslico, acabae com isto : tudo po-
de terminar antes que a gente do rei consiga pe-
netrar aqu. v
Corbineau veio collocar-se junto da pobre De-
lunciis ; o padre poz-se em aeco de obedecer
ordem que lhe fra intimada ; mas tal era a con-
fusao dos subalternos de Mignon, que nao se po-
de ouvira resposta do Rosinha : tambem o cele-
brante nao pareca ligar muila importancia es-
sa resposta, porque recilou precipitadamente sem
parar as formulas ordinarias.
Finalmente terminaram arceremonias do us:o
o annel ymbolico passou para o dedo da noiva.olcond
benco foi dada aos esposos, e quando o ultimo
amen foi pronunciado pelo sacrislao, j nada
restava, segundo as ideas do lempo, para que o
casamento fosse valido peranto Dens e aos olhos
ido. Vendo o padre descer do altar o
;^fL^a,lBtt,Mi>i ""*" Viu-
r* .* ? f* annos, ella leria Reato em ana
lidio, aeaa idar em #Mr ^i. honveeae levad* quasi forca i
JMJCWXJTIndaze-ladeapoMr-w con
i?A.a RlU estira* profundamente a sua
sssi.i.'s.rjeour por mu cwae,er a,guma
O proceder de Mr. Celestino pareceu-rae aio-
gular: ou porque este projecto de casamento
pouco lhe sorrisse, ou porque elle se sentase
mu to seguro de agradar para ler de oecupar-se
delle, o certo que nao julgava dever teetemu-
nhar alinelo alguma i madama de Cordel
quando, pelo contrario, madama Beresitera o ob-
jeclo do suas constantes corlezias. Como n'ella
a vaidade dominara ludo, o peusamento de se-
gurar 25,000 libras de renda nao valia seus
ors o tnumpho de agradar bella Antonina.
vista de Mr. de Resssn.
Espectador mudo n'este pequeo circulo, eu ti-
nha por nico prazer o direito de observar. Nie-
guen desconfiara de mim, e entreunto nada
mais terrivel do que um ocioso.
Nao me escapava uma s das amabilidades de
Mr. d Arzac. Madama de Cordel tomara parte
em minha curiosidado ; muitas vezes um olhar
furiivo trahia-e, porm nao.lhe vi mas lagrimas
nos olhos. Noasa vida campestre, mais acommo-
dada aeus gostos, pareca anima-la e distraa-
le. Dissipada sua primeira timidez, ella se mos-
trava completamente amavel. Mr. de Ressan
nao perda uma occasio de precia-la ; flcava
nuiles vezes junto della, lalvez antes por attrac-
livo do que por philantropia. Mr. Beraut. oceu-
pado de cootiouo com aeus campos, deixava Mr.
Celestino para a dona da casa como cavalieiro
ordinario.
Eu me admirara que depois de ler amolado
con tanto cuidado este casanento para sua cu-
nhadaella se inportasse to pouco de ligar-lhe
Mr. d Arzac ; mas ainda aqui sem duvida ao a
vaidade fallava : uma rainha nao dispensa volun-
tariamente um cortezo. Talvez quo tambem
ella eslivesse um pouco despenada contra a vi-
sivel indifTerenca que lhe teslemunhava seu
hospede parisiense, e contra sua assiduidade
para com uma pessoa pouco feita para agradar!
Um dia ouvi madama Beraut fallar de seo gos-
lo pelos cravos vermelhos. Infelizmente a gea-
la do invern procedente lendo morto a aua col-
lecco, ella, achava-se privada del les. No dia
seguinto o nos outros dias consecutivos um rama-
Iheto de cravos sempro frescos ornava achamin.
Passeando um dia fra da grade, vi um peque-
no camponez esarrapado, que trazia um dos
ramalhetes preferidos, cuidadosamente envolvido
era uma folha de couve.
Queris vender-me essas flores? lhe dicto
eu.
Nio por certo I respoodeu elle ; o que dia
o sonhor do castello que todas es raanhas me
paga 20 om por elles ? Qusndo eu chego depois
do meio-dia s tenho 10 m, e 6 longe d'aqui S
Monlargis.
Aqui tendes 5 francos por hoje, lhe digo eu
anda, dae-me o ramalhete.
O rapazinho hesitou menos de um minuto, fez
saltar alegremente a pega branca e fugiu.
Tocara justamente almoco quando eu che-
gava ao castello ; todos estavara reunidos no sa-
lao. Um vaso da China conlinha o ramalhete da
vespera, j ligeiramente murcho.
Madama, digo eu adiantaodo-mo com um
ar solTrivelmente siraplorio, acabo de encontrar
ura joven pastor que Irazia flores, e recordndo-
me de vossa preferencia pelos cravos, julguei de-
ver... poder tambem...
Madama Berant corou, e Mr. d'Arzac lancou-
me um olhar terrivel que passou por mim como
uma bala sobre a pelle de um javali. Meu ra-
malhete foi para junio do outro, que nao foi to-
gado fra, mas que pareceu bem terno ao p do
meu, anda humedecido de orvalno.
No dia seguinte de manha fui tomar aresriesse
liodo carretnencho de madresylvas, onde muitas
vezes passavamoa horas risoohas do sero ; trazia
na mao o nico livro que podra encontrar na
btblioiheca de Chartefeuelle, bibliotheca inleira-
menle composta de obras de agricultura e jor-
naes de modas. Ers um volume truncado dos
poemas do Delille. Lia ura verso, o oihava para
as arvores e para os passaros que adejavam sob
os ramos, quando de repeate vejo sobre a arela
una caita sem sobrescripto, sem enveloppe.
Abri-a para saber quem entrega-la. Era uma
formal declaraco de amor, lellra... de Mr.
d'Arzac. Evidentemente ella s poda ser diri-
gida 4 madama Beraut, ainda que a pessoa em
queslo nao fosse positivamente designada.
No momento em que eu terminara esla louca
leitura, ouvi um lev barulho de passos na alea
e ura ruido de vestido pelos ramos dos arbustos.
Quasi logo a bella Antonina appareceu-me ;
ella tambem vinha respirar a frescura sob as ar-
vores.
Ah madama, digo-lhe eu, tende a bonda-
de de sjudar-rae descobrir um mysterio que
me incomraoda o mais possivel. O acaso me
fez encontrar 6 meus ps a carta mais singular I
Uma carta de amor, que nao sei como classitkar.
E muito respetosa para ser dirigida uma cria-
da, muito bem escripia pera ser obra de um la-
caio... Mas certameote obra de um louco !
Ento lve a barbaria de ler alto a carta inteira
com uma voz montona, que nada accrescentara
ao encanto do estylo.
Madama Beraut muitas vezes mudou de phy-
sionomia, principalmente em um trecho onde tal-
lava-se em cabellos louros e olhares celestes ;
porm nao perdeu um momento se quer sua du-
nidade.
Ignoro quem seja essa Laura, disse eu ter-
minando, mas nao duvido que este Petrarca nos-
sa commove-la. K
Esse Petrarca em prosa, respondeu ella
com urna voz que pareceu apenas alterada por
urna surda colera, nao pode deixar de ser Mr. de
Ressan... ou Mr. d'Arzac.
Peco graca por Mr. de Ressan, exclameieu.
Ento Mr. d'Arzac. Nao conheco a lcltra
desses senhores... Quanto i essa Laura desco-
nhecida, lalvez quo seja alguma parisiense, al-
guma vizinhs, alguma habitante de Monlargis.
Isto foi pronunciado com tanta altivez, que eu
nao accrescentei uma palavra. Conteotei-me de
guardar a carta, raetlendo-a cuidadosamente na
carleira. A causa de Mr. d'Arzac estara perdida
sem appellajo.
(Coninuar-se-Acr.)
criado grave do duque disse com um tom em que
se notava a mais viva salisfacao:
Todos os que se achara presente, servirao
de pasmo. --------e8pecie ? t.!i1?m0Uuha8.,d81?ue "Sra- Ro^ Poliveau,
poneos momentos antos, Qcaram sorprendidos ao
ver essa calma, resultaste talvez da prostracao
de suas torcas, A mulher do magistrado, nio
podendo explicar-no essa sbita regjgnacio iul-
gou seriamente qa,> a liada mercadra se 'havia
resiguadopensando a&nil de eonlas que ara
marido, atada mes no o conde de Mele, sempre
era melhor que o convenio.
O padre dirigi aos esposes s pergunta do cos-
tme, e J dtianl! havia prooonctid o im He-
rr para os agentes do preboste. Sr.
Manle, podis condnzir vossa esposa.
ilug
conde de
Abri I exclamou uma outra voz na porta da
jgeja: abrt! E' um pae que reclama aoa
e,
-
de ai.
A'^fftJtJa*
daspaj
E' meu pae disse Rosinha fora
f toda a enreja retumbara ao son
Porta principal com
^^LWBnUTeott o coace dos mos-
quetes. Os agentes do duque, dos quaes a maior
parte tioham.corao o capito Corbiueau, motivos
para recelar as nvestlgsgoes da justice, comeca-
vam mostrarem-se espantados ; nao obstante o
criado grave oceupava-se em fazer com que fosse
por elles assignado, e pela Sra. Defuoclis, o auto
de casamento de ante-mo preparado pelo abba-
de de Santa Catharina.
Nete interim a porta da sacrista se abri re-
pentinamente : um hornera todo esbaorido se
apresenlou, e Mignon reconheceu logo esse ho-
rnera, que trazia a libr da casa de Villaoegra.
O que ha do novo, Conlois? perguntou elle
espantado.
O Sr. duque est expirando, respondeu o
mensageiro; o sacerdote que assste aos aeus ul-
mos momentos, um digno sacerdote quem elle
tudo confessou, o decidi mudar de projecto
O senhor, pois, me envia toda a pressa para
dizer-vos que nada facaes, e deixeis a moca ir em
Uberdade: junto i pequea porta do convento
se acna um carro que a conduzir al onde ella
quizer.
J muito tarde, disse o criado grave com
ar sombro, o casamento est concluido. Aqui
ndes o auto, contiouou elle dirigindo-se ao
e ; agora s falla encher os lugares que es-
tao em branco, assignar o vosso nome, e dar
vossa mulher para assignar ella tambera.
Manle
mos deaahir d'aqui quanto antes; Dofunctis e a
sua gente se impacientara.
Sahi por este lado, disse o abbade desig-
nando a sacrista que communicava com o inte-
rior do convento:
Todos preclpitaram-se em desorden para o lu-
gar indicado.
Meu Deus! Para onde me levara ? exclamou
Rosinha.
Ningnem responden, e era pouco tempo na
egreja nio se via mais outra pessoa aeoio a.Sra.
Defuncti*.
A boa malher eslava indecisa sobre o partido
que deveria lomar: tema i cada momento ouvir
a voz tremenda do capito corta-caepaa. Afioal
como cootiniiassem i bater com. violencia, deci-
diu-se ir ella tnesma abrir a porta.
Os soldados invadiram a egrejatrazendo ar-
chotes que derramaram em torno delles uma luz
muito ciara : sua frente vio ha o juiz criminal,
seguia-se Poliveaupaludo e anhelantesostido
pelo seu fiel aprendiz. A burgueza transportada
se alirou nos bracos de seu marido.
Nen charo Beroab, chegaste finalmente I
Ja eu receiava nio ver-te mais.
Minha fllhao que feilo de minha Alba?
perguntou Poliveau com ar dosvairado.
Cassda!.... casada torcanaquelle lugar
e aos meus olhos l
E com quem
. Com o conde de Manle ; elle levoa-a com-
sigo depois da ceremonia.
Um grito estrondoso e despedacador se fez ou-
vir;o pobre veltao cahio sem sentidos sobre o pa-
vimento.
Eis o resoltado da minha confianca no du-
que de Villaoegra I exclamou o magistrado com
colera. Engauou-me indignamente, prometien-
do que nio empenharia senao meios de persua-
sao e de docura para impedir i seu fllho de com-
meiie uma asnelra. Mas, hel de vingar-me I
Vamos, senhores, conlinuou elle com vivacidade
dirigindo-se aos archejros, persignamos esses
miseraveis. O carro d aluguel que se achara
porta, e que recooheceasos aero mesmo que con-
- EucarrMo,m.T rf moem. duzira as duas aenhoraa. nos fes esquecer quo no
i7ln rom nmVSfi.t?- '"^"r0' re8Pondeu convento ha oulras sabidas. Recuperemos o tem-
ima acliv.dade singular: m^ trau,- p0 perado. A> caTa0i mwi8 ta^M e COffei j
i galope no encalco dos roubadores. Vos, GilPo-
niselot, levae i vosso amo para o carro, e con-
duzi-o ao recinto do templo. Quinto i ti minha
querida
Ji nao te deixo mais, relorquio a burgueza
suspendendo-se ao braco de seu marido: conti-
go affrontarei lodos os pengos, o at mesmo que-
ro ajudar-te encontrar Casa pobre menina I Va-
mos, seohores.contnuou ella com'autondadee dl-
rigindo-se aos archeiros, cao ou vistes ?.... Meu
marido ordena que partee, inmediatamente e i
galope:
(Conlinuar-$fha.)
pbk,- itp. de m. f. mtauL. -ria&i.



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