Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09236


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Full Text

t.
AIIO XIXT1I HUMERO 34
Pop tres mezes adiantados 5$000
Por tres mezes vencidos 6x000
E3CAB.RBGAD0S DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexaodrino de.Lima ;
Natal, o Se. Antonio Marques da Silva; Araca-
ty, o Sr. A, de Leraos Braga; Cear o Sr. J. Jos
de Oliveira; Marauhao, o Sr. Manool Jos Mar-
tina Ribeiro Guimaraes ; Para, o Sr. Justino I.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
I'AKIILIAS DOS CiUtlUS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas feiras.
S. Anio, Bezerros, Bonito, Csruar, AUinho e
Garanhuns as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Fes-
queira, Injazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
urcury e f x as quartas feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quiutas feiras.
(Todos os correiospsrtem as 10 horas da manhaa)
>i FEIli II m FEYEU1K0 SE IIIL
PorannoadiaBlad 498000
Porte franco para o subscriptor.
HHIDI
EPHEHERIDES DO HEZ DE FEVEBEIRO.
2 Quarto minguante as 7 horas e 40 minutos da
manhaa.
9 La nova as 5 horas e 45 minutos da larde.
17 Quarto crescente as 10 horas da tarde.
|25 La cheia as 2 horas e 23 minutos da man.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas e 6 minutos da maoha.
Segundo as 6 horas e 30 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
11 Segunda. Ss. Lzaro, Dativo e Clocero bb.
12 Terca. S. Eulalia v. m.; S. Modesto m.
13 Quarta de Cinza. S.Gregorio II. p.;S. Benigno,
14 Quinta. S. Valen lira m. ; S. Auxencio ab.
15 Sexta. Ss. Fauslioo e Jovita mm.
16 Sabbado. S. Porphyrio m.; S. Honesto sac.
17 Domiogo. S. Sil vino m.; S. Secundano m.
AUUiKNClAS UUS TRIBUNaEs DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundase quintas.
Relago: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Pazenda : tergas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quartas ao mel dia:
Dito de orphaos: tersas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tergas e sextas ao meio
dia
Segunda rara do civel:
hora da tarde.
quartas e sabbados a 1
PARTE OFFICIAL.
Guvernn da provincia.
Expediente do dia 7 de fecereiro de 1861.
Offlcio ao Exm. visconde, commandaoto supe-
rior da guarda;nacional do Rccife Queira V. Exc.
expedir as suas erdens para que um dos corpos
da guarda nacional desla cidade acompanho a
procissao de Cinza, que tem de sahir da igreja
da ordem 3.* de S. Francisco no dia 13 do cor-
rente a lude
Dito ao Exm. visconde de Lemont, cnsul do
Franja.Inleirado da materia do oficio quecom
data do 6 do corrent. me dirigi o Sr. visconde de
Lemont, cnsul de Franga nesla provincia cbe-
me agradecer ao Sr. cnsul as obsequiosas cx-
pres3es do seu predito ofilcio, e significar-lhe
que os tenues servicos quo fiz prestar ao navio
de sua nacao naufragado ltimamente perlo do
Cabo de Sauto Agostinho, sendo o cumprimen-
to de um dever do meu cargo paracom a huma-
nidade o a nago amiga, a quem o navio perlen-
cia foram tambem urna provado apreso em quo
tenho o camportamento digno e cavalleiroso que
o Sr. cnsul tem sabido manter em suas rela-
gocs ofJlciaes para corn esta presidencia ; fican-
do-rae o sentimento de nao ter sido possivel sal-
var-se o navio, apesar da promplido dos soccor-
ros e esforgos empregados.
Reitero ao Sr. visconde de Lemont as exprs-
eles de minha estima e considerago.
Dito ao Exm. presidente do Para.Fazendo-
me ver o inspector da thesouraria provincial a
difliculdade que ha encontrado no saque da cuan-
ta de 73,280 res, que se est a dever thesou-
raria de rendas dessa provincia, proveniente dos
objectos que remetleu ao professor Luiz Jaques
Brunel em commissao na do Amasonas, a cabo
de recommendar ao mesmo inspector que faca
remessa dessa quantia por intermedio dos agen-
tes da companhia brasileira de paquetes a vapor.
O que participo a V. Exc. em aditamento ao
meu ouicio de 3 de Janeiro ultimo.Ofkiou-se
a thesouraria provincial para o m a cima decla-
rado.
Dito ao coronel coramandanle das armas.
Queira V. S. mandar inspecionar pela junta mi-
litar de saude o soldado do corpo de polica Joo
do O' Cavalcante, afim de ser alistado em um
dos corpos do exercilo, se for considerado apio
para isso.
Dito ao capilo do porto.Com este fago apre-
senUr a Vmc. para ser inspf-cionado do saude o
recruta Manoel Prudencio Ferreira Lima, des-
tinado ao servigo da armada.
Dito ao commandante do corpo de polica.
ande V. S. apresentar ao delegado do 1." dis-
tricto deste termo um. oftleial subalterno e dous
soldados para |escollarem al a fortaleza da Ta-
mandar o lente Manoel Marcelino Paes Bar-
retto, que tem de responder ao jury na cidade
flo Riu l'ormoso.Communicou-se ao mesmo
delegado.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Transmiti a V. S. para os convenientes exames
copia da acia do conselho administrativo para
tornecimento do arsenal de guerra datada de 29
ae Janeiro ultimo.
Dito ao mesmo.Estando nos termos legae3
os prets juntos era duplcala, mando V. S. pa-
gar ao tenente Luiz Jernimo Ignacio dos Santos
os vencimentos relativos ao niez de Janeiro .ul-
timo, do deslacamenlo de guardas nacionaes da
cidade do Rio Formoso, visto assim me haver re-
quisitado o respectivo commandante superior um
cilicio de 2 do corrente.Commuocou-se a
este.
pito ao mesmo.Ao major do 8." balalhao de
nfantana Jos Gomes de Almeida, promovendo
por decreto do 2 de dezembro do anno passado,
mande V. S. abonar a importancia de tres mezes
de sold para ser descocada pela 5.a aparte do
mesmo sold, e bem assim ajustar as suas con-
tis e passar-lho a competente guia.
Dito ao mesmo.Em vista das follias e prct
juntos quo me foram remetlidos pelo comman-
dante superior da guarda nacional deste munici-
pio com ofilcio de honiem, sob n. 2. mande V.
S. pagar, nao s6 os vencimentos relativos ao
mez de Janeiro ullimo, dos oliciaes do exercilo,
cornetas, clarns e tambores empregados nos cor-
pos da mesma guarda nacional, mas tambem o
aluguel da casa que serve de secretaria daquel-
le commaudo superior vencido no citado mez
de Janeiro.Communicou-se ao supradilo com-
mandante superior.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. adiantar ao Ihesoureiro pagador da
repaligao das obras publicas, conforme requisi-
tou o respectivo director em officio de hontern,
sob n 20, a quantia do 10:0OOJ00O constante
do incluso pedido para as obras a cargo daquel-
la repartigo no correte mez.Communicou-
se ao referido director.
Dito cmara municipal do Recfe.Reconhe-
cendo com esta presidencia a cmara municipal
do Recfe em seu officio de 4 do corrente a con-
veniencia de conservar-se em isolamonlo o pre-
dio do novo hospital do Pedro II, e objectando
apenas sobre a proposta, que lhe indquei em
meu ofilcio de 24 de Janeiro ultimo, para a des-
apropriago dos terrenos de marinha em frente
do mesmo hospital, em que se pretende edificar
porque a exiguidade das rendas municipaes nao
comportarao a indemnisago devida, recommen-
do a mesma cmara que mando por ora embar-
far qualquer obra que se pretenda fazer nos pre-
tos terrenos, que sao de marinha, e que esto
devolutos, al que a assembla legislativa pro-
vincial resolva sobre o assumpto pela forma por
que lhe iodicarei no rotatorio da presidencia.
Quanto ao sobrado, estando prompto exterior-
mente, como informa a cmara, nada ha por ora
a providenciar por parle da cmara.
Dito ao juiz de direilo do Brejo.Ao seu oflicio
de 24 de Janeiro ullimo, sob n. 9, respondo de-
clarando que deve Vrac. mandar entregar ao
colleclor desse municipio, para o que Gcam ex-
pedidas as convenientes ordens o caixocontendo
medicamentos e de que trata o citado officio.__
Expediram-so neste sentido as ordena precisas.
Dito ao juiz do direito de Garanhuns.Recebl
os dous oflicios que Vrac. me dirigi em 20 e 22 de
Janeiro ultimo, e Picando scieole das providencias
que Vmc. tem dado para a captura dos Indivi-
duos que toniaram parte nos assassinatos havi-
dos na povoagao de Aguas-Bellas, tenho a dizer-
lhe em resposta que em officio de 23 desse mez
communicou-me o major commandante do corpo
de guarnigo desta provincia j ter seguido para
aquella povoagao o destacamento do 9o balalhao
de infamara, que exista em Tacaral.
Dito ao director do arsenal de guerra. vista
do que Vrac. expoz em sua ioformago desta data
o euloriso a mandar alistar na companhia de
aprendizes desse arsenal, depois de atsfeito o
disposto no art. 4o do decreto de 3 de Janeiro de
1842, o menor Marcolino dos Santos Pereira, fi-
lho de Bernarda Mara do Espirito Santo.
Dito ao commandante do presidio de Fernan-
do.Para que possa ser attendida a proposta
feita por Manoel Thomaz dos Santos de foroecer
gratuitamente a farioha de mandioca precisa ao
consumo do presidio de Fernando com as condi-
ges indicadas no requerimento incluso por co-
pia, sobre que versa a sua informadlo de 19 de
outubro do anuo pastado, conven que Vmc. for-
mule quanto ante* as instruccoes, que julgir
convenientes para a boa execugo dessa proposta,
e as submetla approvarao desta presidencia,
podendo entretanto as ir observando, emquanto
nao tiver ordem que as altere ou revogue, se as-
sim fr conveniente.
Dito ao regedor do gyninasio.Em vista da in-
formago constante do seu officio de 13 de outu-
bro ultimo mande Vmc. admittir nesse estabele-
cimenio, como meio-peosionista gratuito, o me-
nor Pergentino Jos Ferreira, filho de Caetano
Jos Ferreira, a quem se referem os inclusos pa-
pis.
Portara.O presidente da provincia attenden-
do ao que lhe requereu Custodio Moreira Dias,
resolve conceder-lhe dispensa da segunda condi-
go do art. 19 do regulamcnto interno do curso
commercialpernambucano, afim de poder malri-
cular-se no mesmo curso em o anno corrente ;
cando porm abrigado a satisfazer a referida
condigo do conformidade com o art. 36 do mes-
mo regulamento.
Dita.O presidente da provincia resol re con-
ceder a exooerago que sollicitou o capitao Ma-
noel Pereira de Souza Burity do cargo de delega-
do do termo de Cabrob.
Dita.O presidente da provincia resolve con-
ceder a exonerago que solicilou o major Ale-
xandre de Barros Albuqucrque, do cargo de dele-
gado do termo de Barreiros.
Dita.O presidente da provincia resolve na
conformidade do arl. 30 do regulamento de 28 de
Janeiro ultimo, combinado com o art. 150 da lei
provincial n. 369 de 14 de maio de 1855, nomesr
professores das aulas do culleglo dos orphaos de
Santa Thereza de Olinda abaixo declarados, os
cidados seguiotes :
Dr. Augusto Carneiro Monteiro da Silva Sanies,
para a aula de geometra elementar e descrip-
tiva.
Dr. Filippe Jansen de Castro e Albuquerque,
para a aula de francez.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao Sr. Dr. Carlos do Souza Martins, se-
cretario do Piauhy.Accusando recebido o offi-
cio do 15 de dezembro ultimo, em que V. S.
communica-me ter assumido o exercicio de se-
cretario do governo dessa provincia naquella da-
ta, devo assegurar-lhe quo me achara V. S. som-
pre disposto a dar execugo s suas-ordens.
DESPACHOS DO DIA 7 DE FEVERErhO DE 1861.
Requerimento.
3733.Amorim & Irmao.Informe o Sr. capi-
lao do porto.
3734.Francisco Jos Ribeiro.Informe o Sr.
engenheiro director das obras publicas.
373i. Francisco Antonio da Silva Cavalcanti.
Nao tem lugar.
3736.Guimaraes & Azevedo. Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
3737.Ministre o mais mesarlos da ordem ter-
cena de S. Francisco desta cidade.Dirija-so ao
jura, commandante superior da guarda nacional
desle municipio.
3738.Jos Delphino da Silva Carvalho.Pas-
se portara dispensando o supplicanledas 1" e 2a
condiges do art. 19 do regulamento de 14 de
dezembro do anno pas9ado, com obrigaco de as
cumprir na forma do art. 36 do mesmn raS,,\.
memo.
3739.Jos Gomes de Almeida.Dirja-se
thesouraria de fazenda.
3640. Jfermino Delphino Nascimenlo Lima.
Informe o Sr. juiz de direito da cemarca de
rlores.
3741.Bernarda Maria do Espirito Santo.
nesta dala se expede ordem para ser o meoor ad-
millido companhia de aprendizes.
3842.Marcellino Jos Lopes.O presidente
Ja provincia o nico competente, na forma da
le, para apreciar sob proposla da cmara muni-
cipal a conveniencia dasdesaproprisges por uli-
lidade municipal; e se esta presidencia tem reco-
nhecido a necessidade da desapropriago do pre-
dl dosupplicanle, ser manifeslamente prejudi-
cial fazenda publica, quo tem de pagar a impor-
tancia da desapropriago de que trata o officio a
que allude o supplicante, e consentir-se que seja
concluido o seu predio, viudo este a custar mais
(Jo que custar no estado actual. No entretanto,
nao tendo a cmara municipal desta cidade, pe-
las razos que acaba de dar-me, apresentando
proposta, como exige a lei, para desapropriago
do predio de supplicante, nao tero por ora exe-
cugao as ordens, cuja revogago pede.
ENCARREGADOS DA SBSCR1PCA DO SUL*
Alagoa, o Sr. Claudino Falcao Dias; Babia
Sr. Jos Martina Alves -T Re de Janeiro, o Srl
Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBDCO.
O proprietario do nunio Maaeel Figoeiroa d
Paria, na su Kvraria praga da Independencia na.
6 e 8.
Os senhores commandantcs de corpos enviaro
secretaria militar ascoriides de asseniamenta-
das pragas que foram julgadas incapa'zes do ser-
vico activo. ^
Assignado.Jos Antonxo da Fonceca GaloSo.
Conforme.Antonio Enias Gustavo Galvo,
Alferesajudante de ordens interino docommando.
, dis 15 de msrgo, porque alm do lempo que tive
do espetar para obter cortos esclarecmeotos do
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel do -ominando das armas
de Cernambuco, na cidade do
Recfe, 9 de fevereiro de 1861
ORDEM DO DIA N. 75.
O coronel commandante das armas faz publico
para conhecimento da guarnigo, o resultado da
inspecgo procedida neste comraando pela com-
missao militar de saude no dia 5 deste mez em
diversas pragas dos corpos movis do exercito
desta guarnigo.
Corpo de guarnigo desta provincia.
Capitao Joo Maria Pedra de Bitencoort ; syphi-
iis, curavel em qualquer parte, dentro de 30
das.
2. balalhao de iofantaria.
Anspecada Antonio Teixeira r"e Barcellos ; tu-
brculos pulmonares, incuravel e incapaz do
servigo activo do exercito. Est no hos-
pital.
Anspegada Joao Evangelista dos Santos ; tubr-
culos pulmonares, incuravel e incapaz do ser-
yigo activo do exercito. Est no hospital.
Soldado Jos Pereira ; escrophulas, incuravel e
incapaz do servigo do exercito.Est no hos-
pital.
4. batalbo de artilharia a p.
2. tenenle Francisco Pedro Borges ; gastrite
chronica,curavel,comanlo que se subraetta
um trainmenio apropriado, para o que sao pre-
cisos 2 ou tres mezes.
Soldado Manoel Paulo Ferreira ; gastrite chroni-
ca, incuravel e incapaz do servigo activo.Es-
t no hospital.
8. balalhao de iofantaria.
Soldado Joo de Salles e Silva ; hepatile chroni-
ca, incuravel e incapaz do servigo activo do ex-
ercito.Estao hospital.
10. batalbo de iofantaria.
Soldado Joaquim Francisco Antonio: escrophulas,
incuravel e incapaz do servigo activo do exer-
cito.Est no hospital.
Soldado Jos Antonio da Fonseca; hepatite chro-
nica, incuravel o incapaz do servigo activo.
Est no hospital.
Soldado Francisco das Chagas Couto; anemia,
incuravel e incapaz do servigo activo do exerci-
lo.Est no hospital.
Soldado Joaquim Claudio Padilha; cecebite chro-
nica, incuravel e incapaz do servigo activo do
exercito.Esl no hospital.
Soldado Manoel Faustino Antonio Nunes ; tubr-
culos pulmonares, incuravel e incapaz do ser-
vigo aclivo do exercito.Esl no hospital.
Igualmente publica o mesmo commandante
das armas o resultado da inspeceo procedida no
da 8 do corrente ao Sr. capello alferes do 8.
batalbo de infanlaria padre Aatonio da Cunha q
Figueiredo.Molestia, botos hemorrhoidaes. pro-
duziodo procthorrsgia ; s 6 curavel pela opera-
gao, e a nao augeilar-se a esta, de^e ser julgado
incapaz do servigo activo do exordio. Pode se-
guir para a Baha seta perigo algum.
EXTERIOR.
PORTUGAL.
Rea torio aprese ntado ao governa-
dor geral do estado da India vis-
conde de Torres Novas, por Fran-
cisco da Costa Mondes, encarre -
gado de estudar o systema de ar-
rendamentos em Pragan-Nagar-
Avely.
Senhor.Em execugo das ordens do S. Exc.
o governador geral-dcste estado, presidente des-
le tribunal, e da resolugSo de vosss magestade,
sah de Goa para as pragas do norte em 1 de fe-
vereiro deste anno eflra de inspeccionar o ser-
vigo das repartigoes de fazenda daquelles estabe-
leciraentos, e com especialidade, e como princi-
pal objecto da minha commissao, ver e estudar o
systema das rendas da Pragan-Nagar-Avely,
para se lhe dar urna administrago e acabar com
osarrendamenlos que tem despovoado a mais
rica provincia florestal que temos na India.
Por falla de transporte direito fiz a minha va-
gem por Bombaim e Surrate, demorando-me tre-
ze dias em Bombaim, para effectuar a compra
de um guindaste de ferro, e outros objectos de
que precisava-a fszenda, o para terminar a ques-
to da casa do Culabo, qne, sendo do governo
portuguez, est em nome do nosso agente Braz
Fernandes ; e a S. Exc. o presidente da junta dei
parle ofTicial do mo resultado desta minha in-
cumbencia, visto que nao pude conseguir do di-
to agente o curoprimento das ordens que ante-
riormente se lhe tinhamdado para passar aquella
propriedade do seu titulo para o da junta da fa-
zenda.
Em Surrate demorei-me tres dias, e resid na
noasa fetoria ; e urna vez que o acaso, ou a ne-
cessidade, me conduzio a esto eslabelecimento,
nao ser fora de proposito o dizer a vossa mages-
tade duas palavras acerca delle.
O estabelecimento da feitoria porlugueza em
Surrato data dos principios do XVII seculo, e a
nica que ainda se conserva, das muilas que all
liveram outras nages da Europa o dn Asia me-
nor. Teve alguns privilegios concedidos pelo
Orao Mogol e pelo Nababo de Surrate, sendo o
imprtame o de pagar o commercio portuguez
Sement 2 1/2 por cento, tanto de exportago co-
mo de iioporlagi, privilegio que nos foi reco-
nnecido, e ao presente conservado pelo governo
da Gra-Bretanha, successor do Mogol e do Na-
babo. O director da feitoria o agento de todos
os carregadores das embarcages portuguezas
que vo commerciar a Surrate, nao tendo mais
1" '">' ou mcsiros m. encarrsgados, do
que apresentar-lhe o manifest, ou a nota das
mercaduras, para serem por elle despachadas, e
por isso recebe tambem 2 por certo ad valorem-
Alm desta porcentagem venco o director, pela
fazenda de Ga, 2,400 xeraflns annuaos pagando
elle o aluguel da casa e o salario dos emprega-
dos da feitoria:
O aluguel da casa sao 96 rupias por anno, e o
salario do pessoal 497.
Do exame que flz noslivros da feitoria, vi que
os valores das mercadorias importadas em Sur-
ralo e exportadas debaixo da baodeira porlugue-
za desde fevereiro de 1800 a favereiro de 1804,
subi a 2:420,958 rupias, o que d um termo me-
dio de 605:239 rupias por anno, tendo a notar
q^ie a exportago, foi sempre superior importa-
gao no duplo do valor.
Actualmente est o commercio portuguez em
Surrate, limitado s pragas de Diu e Damo, e
nos 3 ltimos annos decorridos nao excedeu o
seu valor a 77:000 rupias ; 6:100 rupias de ira-
porlagao e 21.900 de exportago no anno de 1857;
5:200 rupias de importago e 15:100 de exporta-
gao no de 1858; 15:450 de importago e 32950
de exportago no de 1859.
Segundo as declarages que encontrei nos li-
vros da feitoria, e que datam do anno do 1796,
porque os livros anteriores nao foram entregues
pelo director Jacintho Domioguesao seu succes-
sor Francisco Gomes Loureiro, como se v de
urna nota que abre a escripturaco do iivro do
expediente, datada de 4 de dezembro de 1796,
sempre os directores pagaram aluguel da casa
que serve de feitoria e em seu nome, ora ao pro-
pno Nababo, ora a particulares.
Em 1 de abril de 1859 fez o actual director An-
lomo Bernardo Pereira, um contrato que elle de-
nomina do perpetuo arrendamonto, com o pro-
prietario da casa Agoandass Harkinsondass, e em
nome do nosso governo, Qxando a renda era 8
rupias mensaes, pagamento inferior em 2 rupias
ao que antes se dar pela mesma casa. Se esse
contrato for valido, deixou o odicio da eitotia
de ser propriedade particular, por que j temos
nella o dominio til, e bom ser averiguar esta
questo para se dar toda a legalidade que precisa
um tal contrato, se a nao tiver.
A casa da feitoria, ou ella fosse originariamen-
te propriedade nossa, ou do Nababo, ou de al-
gum particular, era fechada, e a porta do pateo
defendida por urna pega de artilharia, que ainda
all existe desmontada, bem como os fragmentos
das portas.
O ex-governador geral d'este Estado, visconde
de Ourem, propoz em 21 de fevereiro de 1853, a
suppresso d'esta feitoria, por motivos que enlo
poderam ser alteodiveis, mas vejo com muitasa-
tisfago que o governo, fundado no parecer de S.
Exc, actual governador geral, a manda conser-
var e manter, o se a ruin i*>opini5o tem algum va-
lor direi, que a exlincgo da feitoria de Surrate,
seria boje te inconveniente quo proveitosa po-
de ser a sua conservago.
Os direitos as alfandegas da India britsnnica,
foram consideravelmente elevados no anno ndo,
e se beta que recenlemente soffressem alguma
reduego, anda esto cima dos que se pagam por
via da nossa feitoria,
O favor que alli tem o commercio portuguez a-
penas conhecido as pragas de Diu e Damo, e
eu tenho por miro, que se em sabendo em Ga e
no reino, que em Surrate pagam os nossos navios,
pelas mercadorias que importarem ou exporta-
ren), somonte 2 e meio por cento, e urna porcen-
tagem de 2 por cento ao director, porcentagem
que o nosso governo pode reduzir quando lhe
aprouver, nao deixaram de apparecer especula-
dores a tirar partido das vantagens que em Sur-
rate d a baodeira portugaeza ao nosso commer-
cio.
O director o agente, a feitoria pode aer o de-
posito, que tem para isso armazens sufficieotes e
seguros.
Terminarei o que diz respeito feitoria de Sur-
rate, pedindo ao Exm. presidente d'este tribunal,
que mande recolher ao carlorio da secretaria ge-
ral os liTrosdaqueUeestsbolecimentoquenioes-
lejam em servigo, porque a historia da feitoria
est nesse3 livros, e podem desapparecercomoj
succedeu antes do anno de 1796.
Cheguei a Damo no dia 22 de fereroico e nao
1 me fot posslrel partir para a Pragan. entes do
brinquemos.
Enlreianlo, passei a examinar o servigo da es-
cripturagio do adjuncto e das alfandegas, visitan-
do igualmente os princpaes postos e metas col-
locadas bas trras que circumdam a praga.
gar, examinasse as barracas dos postos e metas,
e fizesse um plano com os respectivos orcamen-
em verdade se
provisorias de ba-
- Pragan-Na-
gar-Avely, levando em minha companhia, para
me auxiliar e servir de interprete, o administra-
dor das malas Joaquirn Theodbro Mcasejaua e
tenho a satisfago de fazer sciente a este tribu-
ial, que aquelle empregado me ajudou efficaz-
idjunto,, e as contas correntes com os rendeiros, minha r.>,m!s
eslavam em dia, mas pelo systema antigo, bem
Pmn IaHa n 3 _____-__ ._.. .
minha commissao.
r.gctoa oPomieTso- 'derrefoy n y^pro^^^
sua maX'ade q J 01 "aMx* i0 0erD0 de C"?l". ** M.galhes Teixeira Pinto, nassuas
Nin -*r~" 'i .a a j, ,- memorias sobre as possesses portuguezas da
taJ7ann1i!.,flV.ICa HV" "8" r0S3\D!1',8C3- *i porgo de territorio concedida a Por-
ai\\ lif" s devem ser imputadas a- tugal pelo governo de Punem, para indemnisa-
22SidJt CUJx" mao pas.sa'.n l?03 os DeScios do gao de algumas presas que os mai
tani* f6 nS podercobrardoscolonoporadian-
8.a E' obrigado- rendeiro apresentar na fei-
toria documentos dos sub-arrendamenlos que
or ventura faga aos estrangeiros, com declara-
cao das vigas e confrootages, sob pena de res-
ponder por quaesquer prejuizos que pela sua
omiasao venha a soffrer a fazenda publica na
usurpagio de terreno.
9.* Pre*ine nos casos fortuitos.
Confrontando aa primeiras e as ultimas condi-
ges desta renda, v-se por ellas que os readei-
ros deviam arrecadar foros e iraposigoes, mas
quaes eram esses fros e iraposigoes rto consta
om parte alguma, e o herdeiro constitue-se era
senhor desptico da trra e da gnte, arbitrando,
ene o que lhe deviam pagar, Uncando conlribui-
goes, obrigando o pobres colonos a prestar-lhe
servi5os pessoaes, servindo-se d03 seus arados e
ca"el" 8en> pagamento algum ; e nem as ordens
e bandos repetidos, tanto do governo geral e de
aiversos governadores de Damo, liveram forca
para evitar os vexames eextorsoes quesofriam e
sourem os colonos di parto dos prepotentes reu-
deiros, quo foram o sao os verdadeiros senhores
da Pragan.
adjunto, due o seu principal agente e secreta-
rio, e que nem sempre lhe dava conhecimento
Ia ne0< ios a reParli5ao a seu cargo, para se
por cobro a abusos, que s podiam chegar ao co-
nhecimen o do adjunto, por via do mesmo secre-
tario e se i vogal.
A escrtplurago das alfanlegas a antiga e
muito deflfcituosa, e ser conveniente applicar-
presas que os marai
ram em tempo de paz, confirmando o segurando ] deffnU
lUaa n..J ..i4-_ T-------T------- -rr--- <-" uC yciiumu peneucem a oraa-uret
cipal I u"mente se deu alfandega pnn- : lodos os productos que da nossa Praga
las; nos fze- F Cer!0J que -80 8S "'ridades respectivas li-
o segurando 2aT" Dla,S cuidad. a* em averiguar o
a cessio por um tratado e ajusto celebrado entre Siam r^?...0" ""P03108 1ue fendeiros d-
os dous governos a 6 de Janeiro de 1780. I uf-, rrne"dafi ,mas se a* 8u.as ordens M execu-
j A Pragan-Nagar-Avely est completamente SS 1n .>e"!!in "lo^os.co onos nem.
desligada das torras do Damo, e a menor dis- nu..cao P^-T!,a 5omo esl. utda do po-
taocia entre os pontos mais prximos de u-
outras sao cinco miihas. As trras que se
tem de permeio pertencem a Gra-Breta
A Pragan-Nagar-Avely est completamente esiari
10rdu-,pulagi
urna e aquellos a quem compela velar pelo modo por
aohs a qUe procedla,n os rendeiros, s cuidavam em -
o Tem Irecadar a renda 9m m exame. e sem procura-
mas os fados induzem a crer, que
para Damo, pagam direitos as alfandegas in-
rem saber o que deviam pagar os CJlonos. Adi-
antando os rendeiros os dous quarteis, e pagan-
do os outros quando vencidos, ludo eslava regu-
lar. Ao menos assim o indicam as condiges.
as u.timas impoe-se aos rendeiros a obriga-
gao de apresentarem, no primeiro anuo do sen
arrendamento.
de Boncelor e outro governo do nosso estado, sondo a condigo prio- ?P?S,?loi os "V*1."""" da arrecadago dos
cipal do tratado cederse a Portugal urna prgo S0 "EnalfS11d,a8 alde,as- ''"" 6 urna rela-
le-se que os pos os de aldeas que rendosse 12,000 rupias por anno. L rXLVi.9WS D" quant0 re~
u pessoal dos postos e metas deficiente e muU glezas, como deixo referido
;iSe,L,0 .-d0S PSl0S de BeDCelor' R flc" Pragan-Nagar'-Avely separada de
I raUD.&,,!a, e A,,aVar- Damao' foi um e" qe se poderla ter eviado
Pr-ni m n-f S6> "a 'I' orSn'Sgao. un- quando se contratou a sua acquisigo. visto que
razoes mai"um uTrda" 0-"e--p-"-e"-pe-CI'e* govern0. de Punem deixou a escolha livre ao
ao deBamonpunj.
H0!n!lfQmrf.a?1Sagal>. eSli,lUe "
despachera ludo quanto enlr sabe por aquelles mas aquelies quo nessa poca dirigiram os ne- ". i\ i- ?0,ono.1 aD,es de eu Partir para a
Pm^A^nT,reina^*cCo.,,equeum-guarda 8ci0 do estado, tiveram mais istu econom- wSL~*T2 documen'< que julguei ne-
?i! .ospodere8 da Ihniega reunidos na cas do que polticas, e da suaimprevdencia pro-
sua importante pessoa. cedeu o erro da separago, que por assim dizer,
tncontre nos outros um fiel a dirigir, a verifl- tira lodo o valor aquella provincia, a qual sendo
car a liquidar os direitos. a dar o despacho, a es- rijuissima em madeiras e terrenos? de pouco
cripturare arrecadar os direitos: e nos de Ben- proveito nos pois temos de pagar direitos de
celoi e Bamonpunj mais um guarda a sollar as transito.
Iff^L a loso. A configuragao da Pragan, como se pode ver
n fiW ? f%Tr!nier"? l2d0S ,0S pOSlOS Pela carta 8e"8raphica apenas a este relatorio.
irauus 6.72,:4:54 o de Bencelor;....... muilo irregular, e por um calculo baseado na
cesssanos para o exame que tinha a fazer as al-
deas, porm tenho o pesar de dizer a Vossa Ma-
gestade que nem os actuaes rendeiros cumpri-
rara essa condigo, nem se Ihes exigi o cumpri-
mcnlo della, e s pude obter alguns malvasares.
mui' poucos, do arrendamento que findou era
1857.
Sao documentos que nao merecem nenhuma
lUan?a,_como tive occasio de ver, e nao ad-
tinha interesse em oc
vesse em.
ca
Ja se ve pelo rendimento dos primeiros quatro Mequal.
P1vt0ai,0pfl0que?ca-men-ci0nal0,(lueumser- Anossaaldea de Drad. que ter milha e
VV-ril i ? 1.IDPrta,,c* Dao deve estar confiado meia quadrada. tambem separada da Pragan.
a um s individuo, que muito bem pode abusar formando um dislricto parte e completamente
da sua posigao excepcional, como ltimamente isolado.
succedeu em Bencelor. i -.
in esta aldea, que forma, como Dea dito, ura
corpo parte, que completamente cercada de
terrras inglezas e afastada de Pragan, por
qualquer dos lados urna milha ou mais, consti-
tue-se a capital, e ali reside o commandante da
provincia, fra da provincia que comraanda, pa-
ra a qual so nao pode dirigir sem passar por ter-
Juulo da residencia do cora-
das mat-
entendo que
.ir ludo para
das mercadorias que'd'alli 'vera"pira o"no"aso'e7- i'-"1?! S?a?.md0'ae u,B,a ponle.ou ritorio, islo das que se despachara orea or ? de passagem. somenlo para o invern, so-
,! breo nbe,ro 1uo a'ravessa por entre a nossa al-
Na aldeia Cunta da jurisdcgo ingleza, que Q-
em froote do nosso posto de Bencelor, e con-
fina cora as no.. i,teias Dundort e Varconda,
est situada a alfandega britannica, e junto della
ha urna feira annual nos mezes de fevereiro e
margo, que alguns anno3 se prolonga at meado
de abril.
V^BSsaJl u^V^Sio stf;Karf zaaacha- sSa-
interior e passa pelo posio de Bencelor, outro que Ja LZ^ cand -n C,enlr0 da pr0T,n"
segu margem do rio Sandalealo. e passa pela n?s i commun.cagao com a praga e
meta de Satuar, junto da qual igualmente passa COm ?rada na poca das chvas-
o caminbo de Varcunda o de Vaipi, nico que forma do contrato de 6 de Janeiro de 1780,
no invern serve de transito para a Pragan-Na- devia a Pro"cia render 12:000 rupias, como dei-
gar-Avely. Qualquer dos dous caminhos que se- x0 referido. e em 10 dejunho de 1783 lomou
guem de Cunta para Damo Pequeo, transita- Posse. de"a nosso governo na aldeia de Noroly,
do por carros, e someote em um d'ele3, que a.ma's povoada de toda a Pragan, onde se reu-
onde est o'posto de Bencelor, se permtle o des- D'ram us pateis {especie de regedores) das ou-
pacho. tras aldeias, os quaes nao s assigoaram o termo
.,___, .... da posse, mas reconheceram por seu soberano,
tste posto situado logo sahida de Cunta. Sarcar. a Sua Magestade el-rei de Portugal,
juviamenie na raa, a meta de Satuar fica mui- N'esta posse nao entraram as aldeias Dadr,
o quem do posto, o se por veotura de proposi- Marcol, Ranadem-Grando, Sily, Saily e Arably.
io ou por ignorancia, vem ter a mota algumas das quaes se lomou entrega em 22 de julho de
mercadorias, vollam para traz, afim de serem 1785, com o Dcou sendo o total das aldeias 72.
despachadas em Bencelor, aconlecendo muilas Em 12 de Janeiro de 1784 arrendaram-se as al-
Teses, segundo me mformaram na propria loca- deias, de que se havia tomado posse em junho
iidade, passarem essas mercadorias sem despa- do anno anterior, obtendo-se por ellas em hasta
cno entre o posto e a meta, para o que sobram publica o prego de 10:415 xerafins annuaes, e as
os alalnos por entre as palmeiras que alli se de- condiges deste primeiro arrendamento sao as se-
nominara Cajuns, e nao fallara auxiliares, at guintes :
mesmo as pessoas que devem guardar os cami- l. Jue o rendeiro cuidar muilo no augmento
* ,. h- r ii .i da ""cultura, e em adquirir habitantei para
a meia ae Lalm est as mesmas circums- aquellas aldeias, que tratar aquelles povos com
ancias da de Satuar, em relago com o posto milita affabilidade, conservando-se nos seus usos
de Bamompunj, do qual dependente. e costumes, sem que Ihes possa imporpensbes no-
m,Vlf.. n0. Calm, e logo na sua vas, mais do que aquellas que sao do costume;
margem nca urna povoagao ingleza, onde ha urna bem entendido que nao poder cobrar mais ren-
leira como a de Cunta ; a barra na baixa-raar d dimentos alguns do que aquelles que at agora
fcil passagem aos carros e gente, porque quas se cobravam.
3.ni I"n22' e sendo o principal caminho 2. Que pagar os quarteis do dito arrenda-
I.... J? ." "am.ao' pel! praia onde exisle a me*a. menl adiantados na forma do costume.
3.a Que ser obrigado a metter no celeiro cin-
coenta muras (creio que sao fardos) debate, que
posto n'elle por sua conta ser pago pelo prego
que se pagars mais aldeias desta jurisdcgo.
4.a Provine os casos fortuitos.
_ As setenta- e duas aldeias da Pragan, j en-
seu pessoal soja um guarda ou nicamente um corporadas sem um s loto, arrendaram era 1.
sipae, tem autonsago para despachar objectos de Janeiro de 1786 por 19:100 xerafins. e as con-
miudos e manlimentos, cujos direitos sao arbi- : dgos para a renda foram as mesmas que se ti-
trados simples vista, porque alii nao ha pesos nham organisado em 1784. No arrendamonto
nem medidas, nem pauta, e aonde existem so- no entraram as maltas, nem dellas se faz men-
voltam os carros e as fazendas da meta para traz
e para o interior, a procurar despacho no pos-
to de Bamompunj. D'aqui devem fogosamen-
te resultar descaminhos como succede cm Ben-
celor.
Esta meta, assim como todas as outras, ou o
mente os sipaes oo ha escrtplurago I
E' pois necessario que o pessoal de cada posto
cao ms condiges.
Desde o anno de 1784 at o presente, soffreu a
seja pelo menos de um fiel, um aspirante verifl- renda das aldeias da Pragan-Grande alterago
cador, um guarda o um sipae. e que as metas de ; no seu augmento, e o ultimo arrendamento a que
Satuar, Calm e Palete, ou Jary, sejam eleva-se procedeu no anno de 1858 ebegou a .
das cathegoria de posto;.
A conveniencia de elevar a postos fiscaes as
metas do Satuar e Calm, fica demonstrada ;
pelo que respeita do Palete ou Jary, direi que
a principal entrada do interior no territorio
de Damo Grande, e creio que nao sao preci-
sas mais razoes para se conhecer a sua impor-
tancia.
Em frente desta meta existe outra alfandega
ingleza, onde se pagam direitos de todos os pro-
ductos da nossa Pragan-Nagar-Avely, e de lu-
do quanto sahe da Damo Grande para o inte-
rior.
Os direitos que pagamos pelos productos da
Pragan-Nagar-Avely, sao de transito, e emquan-
to sobre os nossos productos peso este onus, os
dos ioglezes e os do Raja de Dramapor, tem o
transito livre pelas nosaas trras, o que muito
injusto e desigual, e quejulgo necessaria harmo
nisar, estabolecendo no nosso territorio tambem
os direitos de transito, que s devem cessar quan-
do os inglezes exlingara os seas.
Tomadas que sejam todas as providencias que
deixo indicad jj, ou mesmo antes, preciso pro-
hibir o despacho as metis para evitar os arbi-
trios que notei di meta de Satuar, em donjdus
que alli fui.
Tambem seria muito conveniente que o enge-
j nheiro que assisle A denarcago da Pragan-Na-
48.850.1:33, regulando-se os rendeiros pelas se-
guintes condiges:
1.a De depositar dous quarteis adiantados, pa-
ra serem levados em conta nos ltimos quarteis
do seu arrendamento, e os mais. pagar vencidos
no fim de cada quartel, e nao. pagando al 15 do
mez seguate ser removida a mesma renda, e o
rendeiro ser obrigado a pagar o prejuizo que re-
sultar fazenda publica..
2.a De conservar os colonos existentes, e nao
praticar com estas violencias e extorsoes sob pe-
na de removimento cima indicado.
3.a De nao cortar madeira on objecto algum
perleocente s asaltas, podendo cortar to so-
mente lenha, regulando na forma da indicaco
da junta da fazenda publica o. 32 de 11 de no-
ve mbro de 1854, em harmona com o regula-
mento das maltas sob a pena declarada na Ia con-
digo.
4.a De nao impar nonos onus aos colonos e s
arrecadar os frot e imposiget estahelecidas des-
de a antiguidade, ficando extinctos os tributos
de Singoti, Carconi e Cardi, sos a meema pena.
5.*- De poder o rendeiro cobrar o tributo de ca-
samento nicamente das meninas que casarem
tora da Pragan portuguezi.
6.a. De apresentar no priaelro anno do seu ar-
rendamento o malvassr da arrecadaco do* ren-
dinentos,
que nao
rendeiro apesac
Este tacto, quando houvesse cuidado e zelo pa-"
ra so lhe dar attengo, era sufficiente para se
averiguar d onde provinha ao rendeiro o interesse
de continuar com um contrato que elle declarava
prejudicial, porque ninguem acreditar que o
conlratador de uma ronda seja lao mal avisado,
que repita sempre para perder. De alguma par-
te lhe devia vir o lucro, e na verdado que elle
oceultava estavam as violencias e as extorsoes.
O augmento que se nota na renda das aldeias,
entre o segundo e ultimo arrendamento grande
e esta circunstancia parece contrariar ludo
quanto se diz e se tem dito contra o systema da
arrendamento.
Consultando smente as cifras, e pondo de
parte as causas que as Azorara devar, devemos
suppr que a agricultura da Pragan tem tido em
grande incremento com a influencia de systema
de arrendamento, ou que a sua populago cres-
ceu demasiadamente; mas examinando bem a
questo moslra-se evidencia que a populago
diminuio, e a agricultura ou peiorou ou ficou.
estacionaria.
Quasi um tergo dos campos que outr'ora foram
cultivados esto hoje incultos por falta do gente
como observei as localidades
A populacio que em 1810 era de 14:184 habi-
ca x'J fm 185 eslava redu'l a 12:863 e era
UffWe deil2:141, apresentando uma diminuico
de 2:044 individuos em 20 annos.
m_ O augmento, poi. da renda provm de se
ignorar o que se arreodava, da caresta que
successivamente soffrerara os gneros, da com-
petencia dos pretendentes, nicos conbecedores
do que se arrematava, e da liberdade e do poder
sem limites que linham os rendeiros em langar
contribuiges, e em se apropriar, por lodos os
meios, de ludo que pertence aos colonos.
A 4.a condigo das qne regulam a renda actu-
al, d por extioclos os imposlos de singoti. car-
coni e cardi.
O imposto de singoti eralangado pelo rendeiro
sobre a venda de gados dos colonos, sendo estes
forgados pelo mesmo rendeiro a lhe pagar pela
venda de um boi ou bfalo 11/2 rupia, uma ga-
tinha, uma seira de manteiga (12 ongas), um
pai do arroz (6 arralis), e mais 1 1/2 rupia ao
sub-rendeiro quando o houvesse.
O imposto de carconi consista no pagamento
de cinco pais de arroz por cada arado, e geral-
menle so denomina costume. Cardi era a com-
pra forrada que os rendeiros fiziam dos gneros
dos colonos por pregos marcados voatade do
comprador.
O primeiro destes imposlos ainda exisle as
aldeias da alta Pragan, e os outros dous en
quasi toda a provincia e o ex-rendeiro dos saja*
(saja ura grupo de aldeias) de Naroly, Canoer
Surangui e da aldeia Vagachimp., declara no
mal vasar que entregoo ao adjunto era 7 de Ja-
neiro de 1857, que recebe o imposto de carconi
costume, sera que o adjunto poaesse cobro a taes
abusos, apesar de lhe declararem por escripto
que se commettiam.
s colonos coofessaram na minha presenga e
as proprias aldeias, que ainda se ihes exigia
tudo isso que eslava enlacio,oo obstante as or-
dens em contrario, e que nao se queavam cora
medo dos rendeiros.
A renda da Pragan, exceptuando as matas
consiste no producto das trras, e estas arren-.
dnm-se aos colonos.com duasdenominages, uma
de arados, outra. de uuds.
Tambem ali existe outra renda que a das
tavernas, que ninguem pode estabelecer sera
permisso do. rendeiro.
Arrendanvsa em hasta poblica, e o seu total
rendimento orgapor urnas 2tf00 rupias, por isso
nao conven por em quanio acabar com esta
renda.
O terreno concedido a quem liver um arad e
cora esla denominago, sao cinco vigas, tendo
uma viga viole bambs quadrados de quatro
covados cada um, e o colono devia pagar ao
rendeiro por este terreno 18 rupias.
O rendeiro porm resolveu receber 9 rupias
em dioheiro, 9 em baile (arroz com casca) regu-
lado o prego 4 sua vonlade, e mais uma carreta
de lenha. duas ceiras de manteiga, cinco pais
de arroz [costume exiincfo), tres pais de urida
uma abobara e uma galinha, e em algumas al-
deis um corto numero de raolhos de palha.
mtudezas estas que vem a Orefazer aproximada-
mente 3 rupias alm da renda.
A renda de terreno concedido com a denomi-
nago de nnd, regula de 2 1/2 rupias a 31/2
rupias por cada viga, e as mais miudezas com
pequea alterago, o que^pproxiroadamenteYera
corresponder o que pagam oa colonos, pelo*


-y-"
tfi tfttMKrfi tf? ti un
___.________________:________________________
ftlARlO 01 fERHABWJC. SJ3G
URiH f UftaY U Di FEYERj
E1B0 DI 1M1.
syslema do arado, pola quo por un undfi de
cinco vigas paga-se 15, 18 meisropia, tatua-
do a qualidade do terreno.
O systeau da a r rendaste* t de tcrremfl per
m
pequea porgo de tindur (pos vermelho) e on-
iss'ee estaco do valor de 6 ris que os obriga
a receber, a depois Ulula de pagamento por
str maior violencia exigem da cada un dalles
neos lele aa aideia Dadr. Vagachimp e no 6 paila de bat, oulroaim obrigam a cada un
Saja da Noroly, e pode considerar-se como midocolonos a Ibea dar dez al quinze seiraa de
a foramen lo, porque pasea en successo e paes
a eos par
nao, 4
pro
t
Pragaal prodor, aleas de bata,
wg* graade a pequed. Miga,
** gresse e fluo, c.
Mftle;
e, au seis
e obrigado
a carrepa-
o.
. semelhaos ervdrtoL lestila,
*n elles ehemam tory. je* frase e carreado,
ajrt a Neo, nachiois, Rergelia*. ebasse, bi-
che* [lasque na Iraaed). ervilba itea dio o
nome Se vatooe, qeasr, aapecie de artas muito
Sao, mas a principal e quasi a nica cousa que
ati se cultiva 6 o baile.
Ha mala um prodacte importante, que o
fructo ou a flor das arvores de Mona, da qual se
Malilla egeardentc era loda a costa de Cambaia
a Guzarale, mas que no aoaeo territorio se nao
apseo taita.
O candil do fructo de Moir cuss em Surrete
30 rupias, e em Damo, se bem nao pude saber
o prego, porque s o readeiro das agurdenles o
pode ali importar, nao deve cusiar mono.
As cinco vigas de terreno concedido a um
trado ou um uod de egual lexenso e terreno,
leva quiuze paras de batte em exlenso e produs
duienlas a dusealas e vale e qwalro, rindo a ser
O producto de qualorze por um.
Devo aqui mencionar que urna parla deste
terreno Oca em pousio, serviudu em um anuo
para viveiro, e no oulro para transplanlar o
arroz.
A despeza da cultora e a sement oream por
ctenla paras Picando ao colono para si e para
pagar a renda quatro aras e dezesseis paras.
O ari tem aproximadamente quarenta e oilo
arrobas, dlvide-se em Irinta e duas paris e o
pari em oilo paia.
Se o cultivador de cinco vigas de Ierra vendesse
cm Damo o baile qoelhe tica do producto dessa
trra, oblara palos quatro aras e meio cincu-
enta e quatro rupia*, liquidas, das quaes, sals-
feila a renda, Ihe deviam restar pelo menos 33
lupias, mas o*faeto que muitas veies nem
xneamo pude conservar a sement, porque o
rendeiro be leva ludo.com assuas cabalas.
O colono toreado pele rendeiro, apesar do
diaposto na condico 4.*, a Ihe vender o baile por
um pre;o lal que raras vetes chega o producto
para pagar a renda, e nesla violencia e abuso de
psito e de poder, ceosinte o principal gaoho
do rendeiro.
Os rendeiros. certos da impunidade de suas
malversarles, e sendo o lempo do as praticar li-
zaiUdo a Ires anuos, fazem a diligencia para ti-
rar ludo o partido que pdem, legal e illegal-
menid, do aeu contrato. A distancia em que a
provincia est do goverao da praga, o a fraque-
, para nao dizer outra cousa, de alguns com-
anaiidaiites da Pragan, que longe de protege-
rem o colorios contra as violencias do rendeiro,
atienden) mais depressa s quenas deste do que
as uaquelles, tem animado os rendeiros pre-
potencia, e at a despresarem as repetidas ordena
do goveruo geral do estado e do gobernador da
praga, e a nao cumpri/em as condiges do seu
arrendamento.
Alm do pagamento da renda em dinheiro e
batte. e das mais uiiudezas que ficam referidas,
alm do rendeiro forgar o colono a Ihe vender
os productos da sua lavoura por presos arbitra-
dos, como ca exposto, recusa-se a receber a
impuilaocia da renda na poca em que lli'a do-
vem pagar, e no tempo da colheila cairega ao
colono os juros dessa espera a que o obriga, a
razo do 1/4 por rupia em tres uiezes, que sao
ceiiio por cento ao anuo, e obriga o colono a
cultivar -Ihe trras se (colonos) declararan, e como notorio na Pra-
gan.
No Saja Canoel cullivaram para o rendeiro, no
atino passado, uio grande campo de canoa suca-
riua, e em todas as mais alucias cullivaram ar-
roz; e na de Dadr igualmente os tem obrigado
a cultivar urna porgao de Ierra para os comraau-
dantes.
Esta pralica, ou antes estes abusos seguidos
pelos rendeiros e nao contrariados al o presente,
-tem produzido o atraso da agricultura e a des-
poroaco da provincia, e eu cncoulrei aldehs
que apenas linham seis familias, e todis, lauto
estas como as oulras, pobres e rneraveis.
As violencias e as arbitrariedades dos rendei-
ros cocorrem para a ruina dos colonos, o para
despovoar a provincia, mas a culpa nao se pode
langar toda sobre o rendeiro.
' sabido que em toda a parte do mundo onde
exislem rendeiros de rendas publicas, procuram
esles, como natural, ganhar e nao perder, e
mesmo aonde esto bem definidas as imposiges
que se dovem arrecaJar, ha imillas vezes exces-
sos da parte do rendeiro, que por escaparen)
vigilancia da autoridade, nem sompre se pdem
evitar, posto que as condiges se lenhara pre-
venido.
E se isto acontece quando as cousas esto cla-
ras, quando uns sabem o que Ihes compele re-
ceber e os outros o quo Ihes curupre pagar, mul-
to mais fcilmente devia succeder na Pragau,
porque jamis se procurou saber o que se arren-
dava, nem so defini o que o rendeiro devia ar-
recadar dos coloaos. as primeiras e ullimas
condiges aulhorsa-se o rendeiro a receber as
impusices do coslume establecidas desie a an-
tiguidade, e como se nao declara, nem so de-
clarou nunca, quaes sejam essas imposiges, es-
llue-as o rendeiro a eou arbitrio, e assim coo-
tinuou por espago de setenta e seis anuos este
syslema vexalono que d mais autoridade a um*
reudeiro da Pragan-Nagar-Avely, do que lem
o governo geral, por quanto, posto que este seja
a primeira autoridade do Estado, nao pode lau-
car impostos, o o renleiro tributa os colonos a
aeu lalanle obrigando-os al a servigos pessoaes.
Desle arbitrio dos rendeiros resultavam e re-
sultara as violencias, a immoralidade e a fraude,
porque e rendeiro s procura roubar o colono, o
o colono engaar o rendeiro. Como a renda de
tres em Ires anno passa para diversos individuos,
e nem o rendeiro cujo contrato lerminou, nem o
adjunto declara ao rendeiro novo o que lem a
arrecadar, este forgado a recorrer s declara-
5oes dos colonos, os quaes julgaodo alliviar-se
a parte dos impostos que pagano, eogaoam o
rendeiro, e o rendeiro vingi-se d'elles com o ar-
bitrio e com as extorsdes.
Os engaos do colono proceder do abuso e da
oppresso vexatoria que pesa sobre elle ; alguns
procuravam enganar-me lambem a mira com de-
clararles pouco exactas, mas vim depois a saber
que o medo dos rendeiros os fazia mentir para
evitarem perseguiges depois da miuha retirada.
O que dexo dito das violencias, abusos e ex-
torses dos rendeiros, sao fados ioconleslaveis
cuja existencia eu fui verificar, o que datam de
muitos anuos, Ulve desde o priiueiro arrenda-
xnento.
Fazendo parte do almaoak de Ga para o anno
de 1810, coordenado pelo reverendo Caelano
Joao Peres, publicou-se urna memoria escripia
em 1839, sobre o eslabeleciment do Damo;
della transcrevo aqui urna parle que trata ala
Tragan, o em vista do que all se diz fcil de
ver que as violencias e os abusos praticados pelos
reoieiros sao antigos, e que eu fui verificar em
1860, o que j se fazia publico, mas sem resul-
tado alguro, vinle annos antes.
EU a parle da memoria a que ma reflro:
a E com effeilo para prova disso (das violen-
cias o vexames) bastara saber-se quo os habitan-
tes da Pragan, apezar da fertidade dos campos
proporcionada a seus trabalhoa, sao obrigados a
viver de raizes e borvas silvestres, porque o ren-
deiro n5o Ihcs deixa nem sement para a repro-
dugao; mas todava nao ser fra da proposito
que se enumerem alguns desses vexames.
Quando algura morador daa aldeias da Pra-
gan haja de vender algum boi que Ihe portones,
constrangido a dar pronamente ao rendeiro 1
1/1 rupia, urna gallaba, urna seira de manteigs,
a um pai do arroz, e ao sub-rendeiro 1 1/2 ra-
pta. Da mesma sorte para uta colono ou mo-
rador poder vender um bfalo, necessario coa-
tribuir primeiro ao raodalro 2 1/2 rupias, ama
galiana, urna seira da maoleiga, a um pai de
arroz, ao sub-reodairo 2 1/2 rupias. Pars
fualquer pestoa podar eassr-se as mesraas al-
aetas a preciso dsr previamente ao rendeiro 1
1/2 rupia pela pximeira ve, e sendo segandas
nupcias 2/I2. Haveodo algum caso da prositas,
illegitima, os sub-aendeiros impooia delique-
te ama malta sua ventada de 10 at 100 tupias
a por violencia a arraeadam, a quando a delin-
quenle nao tenha aaios de. a satlsfazer-lba ar-
rancam os movis e tudas da sua casa. Os sub-
rendsiros por violencia dislribaem a cada um
los coloaos babitaoles da respectiva aideia una
manleiga por urna quanlia da dinheiro
medica asasto meaov de qaa seo justo vetar.
atr saa-reodawa praeaaaa a arreeadaeie
se divida aaaa reeorrar i jutfcca competente.
caes a tela violeau pereasao a tname, aaea-
e expoade-es aa sol ceas ama padre
a cerviz; e eata ataaeirs Ihes ti raes e di-
aaeiro qaa qaeroa; levas* qaaato alies teeai, e
* anese as prestas casa, espalainss-os da
afdaia, aseado Ibea parece; e desu sorte mui-
tos estes deeg raga dos vivem retirados ea Ierras
estrangeiras.
Se morro algum habitante da aideia sem her-
deiro prximo on forgado, o foreiro ou rendeiro
imraediatamenle seeoastrtae herdeiro e se apos-
ss dos beas de finado.
Os sipaes do rendeiros e sab-rendeiroa, quan-
do vio cobranca cada um exige e arrecada doa
colonos urna gaflioha com a manleiga e arroz
que Ihe fr preciso, e sendo tempo de colheita,
cada colono obrigado a dar violentamente a ca-
da um dos referidos sipaes seis pais de baila.
Os rendeiros e sub-rendeiros mandam Irebalhar
forca os colonos em seu servigo particular sem
lhes pagar os respectivos salarios ou jornal, ser-
vindo-se do mtsrao modo das suas carretas e
charras. Alm dos indicados ha muitos outros
vexames que embaragam o melhoramento da
cultura e sao a causa da despopulago.
A'd "lui a porte da memoria publicada cm
1840, cujos faclos pouco differem dos que se pra-
ticara actualmente, havendo urna pequea olie-
rago quanlo aos casamentos e ao caso da pre-
nhez illegilima, porque da existencia desle ulti-
mo nao Uve noticia, e o oulro s se pratica, se-
gundo dispoe as ultimas condiges. E o mais
que ludo quanlo diz a memoria pralicam aioda
alguns foreiro3 das aldeias de Damo. e com
mais violencia.
Percorrendo a provincia Nagar-Avely, em di-
versas direeges, demorei-me as aldeias de Da-
dr, Vagachimp. Silvassa, Hocoly, Canoel e
Nroly. e fazendo reunir neslas aldeias os seas
colouos e os das aldeias Carar, Cundsch, Yaa-
suna, Dupar, Ambly, Saily e I.oary, lomei del-
les a declarago do que pagavam ao rendeiro,
e combinando as suas deelartges com o arreo-
damento, achei que a differeoga em 12 aldeias
de 1,196 li4 rupia*, maior do que a valor por
que foram arrendadas, e mais nao considero
ciadas as declarares dos colomnos das aldeias
Carar, Rosoly. Cuudaoh, Vassuna e Dupar,
porque muitos habitantes destas aldeias eslavam
ausentes em perseguigao de urn bando de saltea-
dores que nessa poca assolava a provincia, e
nao comparecern), nem os seus vizinhos sou-
beram dizer quanlo elles pagavam.
O actual arreodamento da Pragan que linda
no correle anno, fo feito em t9 loles, e aqui
aprsenlo a comparacao de 7 entre os arreuda-
meotos, e o que pagam os colonos, somonte da
renda que jnlg^ei sulDcientes para se apreciar o
lodo.
Arrendamento
rupias
Declaragoes
dos colonos
someote da
renda
Dadr..................
Vagachimp............
Silvassa................
Carar e Rocoly ........
Cundach ..............
Vasuna e Dapar......
Saja Noroly............ 4:804
Noruly........................ 3,436
Ambly........................ 1,524 1(4
1:002 2i4
276 1|2
852 2,4
625 Ii4
210 114
740 2|4
1:160 Ji4
374 3[4
1:226
469
215
676
1,4
Saily.
Loary
386 3[i
239
8:511 1|4
Augmento.......... 1:196 1|4
5:586
9:77 2(4
O Saja Canoel cora as suas cinco aldeias : Ca-
noel, Cunlnly, (lampar, Chaur e Bidarbin, es-
lava abandonado pelos colonos por causs dos
salteadores e do cholera, e por isso apesar d'alli
mo demorar um dia, nao pude obter esclarcci-
mento algum, mas a renda desle Saja nao pode
ser grande, porque a sua ara quasi toda o;-
cupada pelas mallas, e poucos terrenos tem para
cultivar.
Comecri a inspecgo da provincia
do commandante.
pela
que
aldea
nessa
Dadr, residencia
occasio estar.
Todo o territorio desta aldea bom o forte,
formando por assim dizer urna varzea continua,
mas da qual lalvez se nao chegue a cultivar me-
tade por falta de populagao. Junto s povoa-
ges ha slKunslamarineiros, mangueiras e ca-
juris, cujo produelo em parle arrecada o ren-
deiro, e eu creio que se podem all fazer bons
palmares como os de G.
O syslema de arrendamento neeta aldea por
unds, e posto que os colonos nao paguom as
miudezas que pagara os das outra* aldeas, sof-
frem igualmente violencias e vexames do ren-
deiro, nao obstante estarem prximos do com-
mandante da provincia: e lambem sao forgados
a certos servigos do rendeiro, tses como, con-
cerlar-lhe os carros e cullivar-lhe Ierras sem pa-
gamento algum.
Os terrenos das aldeas Vagachimp e Noroly
com seus bairros, sao como os de Drad, ludo
vazio, mas inculto pela mxima parle, sendo
da mesma forma arrendados pelo syslema de
unds.
Na aldea Noroly atravessei urna planicie in-
culta, que seguramente lera urna mtlha e meia
de extenso e meia de largo. Tambero julgo
esta (erra propria para palmares.
As mais aldeas da provincia esto por entre! Creadora Essensia os lindos quadros.
Julgo que a admiiiiatracao da ]
ser pro visoria monte incumbida as
das malta?, dando-sj-llie mais
marca o regolamenlo que por emqskiajta]
rece luflkiente e asis u proponho..
N'eate regolamenlo defino e especifico as con-
tribuicAif^^ a^auaalav que
4uaeS(
versos amara ajis Sesti aaaiirrtatracSo rural, s
sapero ajas Sepease coswtiUJda se levem evi-
dencia os Wn resaltados da ama providencia
josta s sssvst, svaa tanto asesa ser a faesr de
faxenda paMies seso Sea babitaoles da Pra-
gsai.
Al aa aeasenis exigians-ae impestos paisa ca-
samentos; so prefecto de regulaasento qae ap-
presento a Vossa feagestade, estaselego em pre-
mio a quem se casar para residir na provincia,
ootro a quem pare ene vier de aeee, e e qeem
arrolear ierras vlrgens. Consistem estes pre-
mios em gosarem ea colones da ama porgo do
terreno e por lempo determinado sem pagar ren-
da, o eu espero qaa Vossa Magostado dar o seu
assenlimenlo esta disposico, que pode ser
muilo ventajosa i provincia.
A fazenda pblica lera iodubitavelmente com a
admioislrago mais inlercsses do quo tem com a
renda, e os psvos alwneoaro a ms que os li-
vrar das garras da oppreis&o que sobre elles fa-
fazem os rendeiros.
Ns Pragan lambem temos alfandegas que an-
dam anualmente arrendadas, sendo a cifra do ac-
tual arrendamente 6:750 xera fins. Entendo que se
devem por cm quanto conservar assim, incluindo
as condiges do novo contrato, que haja ali um
Bscal do governo para notar o que se despacha,
formar a eslatisiica das mercadorias, aflm de se
poder, om vista destes dados, resolver no futu-
ro o que. fr mais conveniente fazenda.
Coucluirei o meu relalorio'dizendo a Vossa
Magestade que quei maravllhado com as mal-
las da Pragan, e que o nosso governo tem ali
urna riquesa immensa em le:ss, pao ferro, sis-
s, mareta, qulnem, e oulras madeiras nao ex-
perimentadas.
As tecas sao todas novas, porque as anti-
gs esto queimadas, mas lalvez que d'aqai a
quinze ou viole annos se possam colhcj alguns
milhares de paos capazes para consirueces na-
vaes.
A mareta, qne ali se denomina sadr, ap-
presenta egualmeme alguns milhares de paos
j feitos e em oslado de se spplicaram cous-
truccao de edificios.
Em geral as mallas esto soffrivelmenle lim-
pas. mas sera arte.
Enlendo quo ser cooveuiente nao s mardar-
se proceder a um corle de dous on tres mil paos
de sadr para vender, mas lambem annunciaar-
se a venda para quem quizar comprar e cortar
estes paos, com a devida fiscalisago. Oxando-
se-lhe previamente o prego, e com o seu pro-
ducto supprir a demora que poder causar a
administrago das aldeias, porque oessam os
pagamentos de quarteia adiaulados.
A minha commisso era lambem para a pra-
ga do Dio. Esta junta sabe que voltei doente
de Damo, e que por essa causa nao pode ir
aquella praga. Pego pois a Vossa Magestade
que me releve esta falla que devida a circum-
slancias superiores minha vonlade.
Dous guarde a Vossa Magestade. Nova Goa,
12 de maio de 1860.FrancUco da Cosa tien-
des.
[Diario dt Lisboa )
"' "
ai &
INTERIOR.
BAHA.
A' morle do meu venerando amigo o Sr. mar-
quei de Santa Cru:, arcebispo da Bahia, me-
tropoliiano e primaz do Braxil.
JEMA.
Furtei-mo de ir l te ver
Da frgil vida no um.
Porque de pena morrer
Tambem era vor a mim ;
E ficar-me sem braso
De cantar-I?, alma, gentil I
Que por la illostrago
Fosle honra do Brasil
Furlei-me... E que bem furtei. t
Meu peito ao enaior pesar.
Vendo das lettras o rei
Do solio campa ir baixar t
Indo com dr desmedida
Ver o astro da selencia
Ja temado assim om >da
Ao seio da Providencia I
Se a triste nova bastara
A por-me com o peito oppresso.
Eoto de dr estalra
Se eu o visss om seu recesso ;
E na cor da morle ioica
Mudada olhar tanta luz.
De que tinha a fronte rica
OMrquez de Santa Cruz.
Meu Deusl Nao fra fraqoeza:
Feitura da vossa mo
.' assim de nitureza
Formado meu coragio.
Porm, se invencivel custo
Foi-lhi morto o ir contemplar,
Ouviram como elle o justo,
Quo passou, sabe chorar.
E nicos dois soes raiar fallavo,
Quo sderradeiras horas assislissem
e uro anuo mais a se envolver defunto
No sudario dos lempos, queja foram :
Ao astro, que Ilumina e avvenla
as mallas, e as fraldas de ouleiros coberlos de
teca, po-ferre, saor e oulras madeiras; por
consecuencia nao podem dispr de lanos terre-
nos para a cultura como em Drad, Vagachimp
e Noroly.
Comtudo o terreno bom e frtil em todas el-
las, e assim mesmo eircuinscripto, nem tode
est cultivado por falta de gente.
A falla de populagao, como j deixo referido,
procede das violencias e extorsoes dos rendeiros,
que fazem com que os colonos abandonem as
nossas Ierras, e live occasio de notar a satisfa-
go e conteulamenlo d'aquella pobre gente, quan-
do soube que a minha visita provincia tinha
por objecto eslabe chegando em algumis aldeias a pedir-me que os
livra3se j dos rendeiros, prometiendo e asspgu-
rando a volta dos colonos fgidos e de'muitos
outros, logo que sejam governidos por Sua Ma-
gestade. Tal o syslema de arrendamento, tal
o poder do rendeiro, e o abandono em que lem
estado os habitantes da Pragan, que elles nao
julgam que o rei quem os governa, e o sea
juizo fundado na praliea justo.
A renda da Pragan pouco poder augmentar
com a administrago nos primeiros annos, por-
que o augmento depende do accrescimo da po-
pulagao; mas segundo o que vi e o que noloi, te-
obo a esperanga de que ludo augmentar pou-
cos annos, se mudar o systema.
E anda que da admioislrago se nao mais van-
tagem do que a da renda adual, a moral, a jus-
liga e a humaoidade, que se acabe com um sys-
tema de arrendamento, que julgo peior e mais
prepotente do que o do feudalismo da Idade me-
dia, a que longe de nos atrahir os poros sobre
quem elle pesa nos affasta de nos.
A Pragan corlada por tres rios que vem unir
junto da aideia Cundach para formar um s
brago at barra de Damo, e posto que de in-
vern sejam muito caudalosos, julgo que ser
muilo difficil approveitarem-se no lempo secco
para irrigarlo dos campos, por quanto, alm da
profuodidade do sea leito, to pouca a sin
agoa desde dezembro a maio, que em muitos
pontos se perde na areia desapparecendo com-
pletamente.
A S. Bxc o governader geral do estado presi-
dente desta junta, qaa primelro se lembrou de
dar urna administrago Pragan. Nagar-Avely
e qae me ordenoa que fosas eatadar para esse
8ra as suas especialidades; a este tribunal que
medelegoo paraeamprir aa ordena do aeu pre-
sidente, acceitando o projecto que lonho a hoa-
ra de ibes oHarocsr para regalar a admtsisrago
das aldeias, casera sgloria de torem regenerado
a asis risa prsviaeia sss florestas qua tamos na
ladia, edeaalrarda total ruina a sa populagao,
qua ala ao presente nao sabe se perlones ao go-
letas pstlogses. ss s sss moteo, patas, gentio,
ou outro qualqner porUceiar, eos es WD govar- | Doloroso e pungente aoBuasi rerle,
nado sapprimda orno leuleues, que 4 o mes- i Da que o pastor, que deparara estrena
me qua dizer, como senboros absolutos e deseo- A' manadas da Dvu o cao beai'no,
dcos. i Quiiuima proaUia a aaao da meite.
Nao menos qu'elle puro, outro planeta.
Da esphra declinando, cm que fulga,
No occiso precedeu, para nuin mundo
Melhor que esle, em rbita sem termo
De um co mais limpo scinlillar perenne.
E para sempre glida cahira
A mo que, de evanglicas doulrinas
Refeila, bengoava e diriga
Por prados espagosos, arrelvados
De nativa, purissima virtude,
Respeitada e bem-quisla, os seus rebanhos.
Nem pena houvera a comportar o peito,
Que podesse valer perda to grande I
Acinlosa do pouco que nos resta
De muilo que de gloria j tivemos,
A morte roxera e conlraira
Por urna vez cerrando aquella bocea,
Qa o dizer discernido e eloquenle.
De fecunda ligao lustrado e rico,
Sora, o nome e exltemandoa fama
Do brasilo coogresso, quando era
Gloria e braso la ir.Immudecida
J hoje decompde-se a liiigua d'ouro.
Que a palavra deaceu de f ungida
Aos seus chrislos redis ; onde calava
Com frga tal e tanta, que de frca
Era ella os triumphoa responde rea
Pela lei do Deus vivo.Assim ouvida.
E venerada era como dogma,
Em que toda fulga essa braudura,
O bello, o magestosoda verdade
Da religio do Chrialo; e relusia
Toda a doeilidade d'aquella alma,
Sublime sancluario de virtudes.
Como as nao leve mais quom mylra e bculo.
Ornarse por ventara: o raro as leve.
E a homem tal quo bem asenla
O titulo de grande ; e um homem grande,
Por mais que viva, nanea vive muilo,
Porque a magoa atene quando morro.
A vida proloogar-lse
Ao Eterno prouresse pela lauta.
Medida de altos dotes, que a existencia
De to Ilustre veiho asignalaram I
Orphos esses redis de lattima-lo
Te cedo morto o nao liavio, qu'elle
To cedo nao morrera.
E ama ves da cocea dedoeide
0 lo inteiro, sem flear nem fevra
Quo ripar de seus das preciosos ;
Sumiu-sa como estrella a quem abafa
Nuvem do cerracao, o deixa triste,
Repassado de pena e la aaodada
O qae em limpo aorisonte s conlemplava-
Simfoi comosumiu-so.Os son Watires
Que os alio* campanarios difundala.
Avisando a preaeoca rtaersval
Do Brasileiro sacerdote worso ;
J em gemidos lagun mudados,
Sua ovelh, -tese angustia oavindo-o,
Olosi Ki-s. pelo moito
Qe emKvsssvrte misten fra com Um.
Creram cerno governo de um s dia.
Iva -Igrejapoisot no seio afflido
Toda a satesea ssdobrado
Chora (SMi ilesa inconsolari
Bobea fro eedhvesr do esposo;
I em lagrimas a asa desafogaaat.
Por qssato a seabs amar, sabe carpi-ie
Oh I assim M qae ao mesmo lempa a marte
Da vida Ihe esJtaajeiodo a loa Masan.
No alcagar das lettras com o sea ajeria*
Sopro esmirroa das loros o mais saUo,
Pelos nossos, de exlraohos venerado.
E nessa hora asiaga,
Em qae das tettraa no templo
Perdeu sea vico sss loiro,
Presagio de mo agoiro
Sabes t como por l
Sentiste, e hoje o deploras, ob Para t
Nao vive mais ten filho !
Precioso rubim foi que por acaso
O co cahir deixou,
Qual to cedo o nio d ;
Qae celebre tornou,
Feliz tea Gameta.
Rara joia na fronte engastada
Do imperio do grande Equador,
J da morte por mo descrartda,
Entre as joias reluz do Senhor.
Chora, oMftnisera Babia I
Ninguem toa dor condenaos ;
Paguem lagrimas e pena
A quem fez santo o ten dia :
Nao ha de nunca raiar
O leu sol de liberdade
Que o sao venba reeerdar
A leu povo com saudade.
Resoem sempre os lees ais
Na fra lago que o cobre ;
E' um braso que bem dais
A quem perecea to pobre :
Nao leve maior direito
Nenhura a esse braso.
Porque lambem osaban) peito
Guardou maior corage.
Chora, oh Bahia I e.teu pronto
E' justo correr assim ;
De quero te subi a Janto
Tal feudo core o fim :
Por tea coogresso passado
Com elle, que o dirigi.
Como o teu nome extremado
Das mais provinciasfugio I
Floroque 4 igreja ornara,
Soube seu bruno manter ;
Com o nome que deixra
Vale ao tmulo descer :
A corul de senador
Nem tal nome Ihe ralea 1...
Bahia, assim tea pastor,
Brasil, teu sabio morreu 1
Morreu 1 E oem fallou a cultiva-la
Ootr'ora sua mo a arvore sania
Da patria, suspirada independencia.
Morreu I E romo o lidador caneado
De ardidas lutas se recolhe tenda,
Onde os Iriumphos qae marcoa na langa
Conla, aguarda o merecido premio ;
Da igreja atalaia sempre Arme.
Sua tenda se sbrto na eteroidade,
Fruindo o justo premio aos seus Iriumphos,
Astroque entre os Fenelons se accende
Na luz qua verte do Eterno a face.
Bahiaf.15 de Janeiro de 1861.
Manoel Pessoa da Silva.
Canto de lagrimas
Composto por occasio do tamentavel e nunca as-
tas pranleado transito final do Exm. e Rom'
Sr. O. Romualdo Antonio de Seixas, arcebispo
da Bahia, marquex de Santa Cruz, e offere-
cido ao lllm, Sr. Dr. Abilio Cesar Borgtt.
Entre les bras d'unsonge il semblait endormi
On n'enlendal aulour ni plaint ni soupir....
C'cst ainsi qo'il mourut 1 si c'lail l mourir...
(Lamartine.La Uort de Socrate.)
Fatalidade I luda na tao pouco lurvos
Os tristes horisontes se moslravam ;
Inda nos ao poder da sorle curvos
Gemamos de dor, e oulros choravam I....
Inda saograva a borbotos a Trida
Pelo golpe recente, que prostrou-nos ;
Inda o pranlo corra sem medida
Pelos jovens, que a morte arrebatou-nos !....
E outra desgraga chega, e nos abrange,
Volteia-nos, vacilla ;e nova chaga
Reabrindo-Dos u'alma, nos confrange
O mal sentido peito, e nos esmaga I
Ameagava indecisa 1.... E' que bem via
Do mal o genio trbido quo forte,
Quo dura essa noticia nos seria,
E de que immenso alcance era lal morle I
Da Brasileira Egreja o venerando
Arcebispo expirou 1 Os chos fallara.
Desle Imperio o Primaz da Egreja olhando
Dos cus est I sons laes o mundo abalam.
O decano dos sabios brasileos
J nao existe 1 As lettras o deploram 1
O brilhanle luzeiro dos luzciros,
Das sciencias columna as sciencias choram.
Vergou emfim ao sopro lento e lento
Da existencia abatida : mas a fronte
Inda brilhava com immortal talento,
Qual ao cahir do sol rubro borisoote.
A virtude s'extorce constrangida.
Por perder esse esleto generoso ;
A augusta caridade mal sentida
Vaga sem esse apoio poderoso.
II
0 sol nasceu solicito, soltando
Seus raios lodos. A serena la
Recolheu-se em delicias, se banhando
Do sol no alvor e na fulgeucia aua.
As estrellas sumirsm se ridenles ;
As nuvens rarefeitas se gitarara ;
As flores baloigararo-se vrenles ;
E ao bello dia os passaros saudaram.
E as amplides dos cos o sol corra
Do mundo eochendo os trminos de luzes.
Cada raio offuscante se extenda
A toda a parte, onde eram postas cruzo.
Milhes sem conla alaslram-se, espargindo
Celestes chammas so redor do mundo ;
Cada egreja de luz foco luzindo.
Cada caaa a osteoder-se astro jucundo.
Tudo em fulgores era assim banhado,
Quando um continuo abalo os cos percorre 1
0 sol co'a la e estrella a seu lado,
Veem-se ao rasgar-se a nuvem, que alm corre.
Prodigio Asselioado o espago ondea.
Occupado por anjo : dulio canto
Escula-se melifluo : camp6a.
ureo verde matiz, que infunde espanto:
Oh roaravilha 1 A Virgem apparece f
Que esplendor 1 que dogura i que belleza I
Que perfeito complexo 1___ Uro degrao desee,
E falla de seu Ihrono na grandeza :
No meu dia presado ternamenle
Pelos Albos do Fiuho, que idolatrado,
Chamo o lho dilecto desse ardente
< Torrio, que de altos feitos theatro. >
Disse ; e por entre oa anjoa deslisou-se I
E dobraram os anjos na harmona 1....
Urna fulgente c'ra apresenlou-se,
Rescendendo perfumes d'ambrosia.
Dous cherubins brilhanles e risonhos
Urna sombra gentil prestes c'oaram ;
E n'um momento, como em doces sonhos,
Os cos do o radas nuvens povoar am.
Alvos fies fiuiasimes descerna
Deesas ooreadae nuven belicosa :
Urna eara foi, quo iada teteras
Os archaojeicoa lagrimas dilosas f
Na trra os horneas tristes, Utubaatss
Daram-se & croa nova, qne os feria ;
E erguendo aos cees os olhos sopptissmtes,
Em voz msgoada a prece i Des sabia.
Dos sacros templos crebros sons rolavam
Nos rgidos rudas campanarios ;
E os cchos eatendiam-sa. soavam
Pelas quebradas d'etmes aedarioa.
1T
Aa declinar da larda maajnassa,
Saaeedes era o sed ledo es seus rsies :
Ns erroxado hortoase alvs, mimosa
Viaba s la surgase em atoa de
delevel aa
ba desda
eeiete
evanglica
Aa trmulas estrelles j felgiam
Seas abrazados osalos astarea I....
A doas carros na Ierra lasasen segaiam,
Quaea urna outra as nuvens pelos ares.
Do inclyto vario, pastor do povo
N'um (relies vinha e eorpo a trra dar-se ;
E esse povo i segui-lo era inda am novo
Canto dorido d'almas estillar-se.
Outro dia surgi___ cresceu___oas tuas
O fretro caminha vagaroso ;
O rebanho a seguir aa gloras suas
Ora immerso em dr va i, ora orgulhoso.
Semelhava nma rica fesla ovante,
Oa pareca fesla amarguradi ;
Mas corra ante o quadro mais frizante
Sentido pranto d'alma em dr baohada I
Do templo do Seor eis j transpondo
Os humbraes sacrosantoscarregado
Quem pisava-o gentil, respeilo impondo
Ao seu rebanho, de quem era amado.
Nuveo S'iacenso envolve ao som dos psalmos
O tmulo modesto I Ah murmura
A^ mitraao ver a Ierra em poucos palmos.
A' tal roote ir servir de sepultura.
O bculo ae agita ao a laude
Ao contemplar dos homens a frieza I...
Mas nao 1... que o povo tem por si virtude I
A virtude era ahi, era a pobreza I
Os pobres o choravam I.... Eis que a lousa
Do glido sepulcro de repente
Cae com voz, que dos altos diz *Rtpousa,
Filho dos cos, em pas eternamente !
Ora o crep em tristeza Indo envolva,
T que pelo pastor, que nos fenece,
Deus um bisponos dando, os olhos volva,
Ouvindo a nossa ardente e justa prece.
VI
Pobre I A mo benfica descanga 1
Ricos 1 Morreu bem pobre o rico augusto 1
Amigos I conservai d'ellea lerabraoga 1
Cbrstos 1 tende bem n'alma o pai vetusto I
Velhos 1 com Chriato falla o hroe da igreja I
Mogos I o Eterno escuta as preces nossas I
Jovens 1 perante Deus nos cos adeja
Ess'alma pura, que animava as vossas I
Rebanho to feliz outr'ora, espula
Da conscieocia os brados fervorosos I....
Em risos cos e trra travam lucia !..*.
Orphos ficaes, e es aojos venturosos I
Hosannas ao Semior na desventura I
Hoiannas ao Senhor ; que mal estamos I
Mande-nos Deus quem possa na amargura
Succeder impamente ao que choramos.
A empunhar esse bculo de flores
Venha um brago feliz I o'ura sabio a fronte
Cinja a mitra 4 o um dia entre verdores
A' diocese, hoje em dr, almo desponle I
30 de dezembro de 1860.
Deoli.ndo Ambrico do Brasil Pon tes.
[Diario da Bahia.)
s firmes da seus paseos; quo
vaneado e abrilhaoUdo
da palavra oda doutrina
j outr'ora & frente da educa-
ocidade fluminense, em quem
pealBava vigoso o futuro do cstholieismo no
?
germinara vigoso s fu
i ama
PEBNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Acha-se nomeado promotor publico da comar-
ca de Tacaral o bacharel Aotonio Baplisla Gi-
tirana Costa.
A seu pedido foi exonerado da delegacia
de polica de Cabrob o Sr. capilo Manoel Pe-
reira de Souza Burfli.
ioformam-nos que existe urna casa de ta-
bolagem para parles do Manguinho, qual con-
correra sem reserva nao s lhos como pais de
familias, que ahi deixam os recursos destas afiual.
O jogo como vicio ou habito nao precisa mais
ser apreciado em suas consecuencias ; estas nao
ha quem deixe de conhecer ou avaliar; e por
isso importa que seja verificada a existencia da
referida casa, afira de direm-se as convenientes
providencias.
Na Capunga ha um grande numero de me-
ninos que, sem importarem-se os pais com a
respectiva educage, vivem pelas ras em com-
pleta mandriiee, j commellendo actos de immo-
ralidades, j assaltando os sitios, a que invadem
sem ceremonia, j finalmente nabiluando-se aos
mos costumes.
' preciso pois que esses pais, que assim se
esquecem dos seas deveies, que assim cavaro a
ruina futura de seus ulhos, voltem sobre a consi-
derago de suas obrigages, nao as olvidando por
modo lo reprehensivel para si, e to irrepara-
vel para seus filho?.
Sim, eumpram os seus deveres de pai, prali-
quem os direitos do patrio poder, aflm de que o
estado em sua suprema inspecgo, na vigilancia
que Ihe cumpre, nao remella esses vadios para o
arsenal do guerra ou marioha, onde recebendo
urna educago moral,iulellectual e artstica, vo-
nham a ser para o futuro uleis a si e ao paiz.
O Sr. Dr. Moreira Guerra envia-nos o se-
guirte artigo, cuja importancia na quadra actual
faz-nos am dever de publica-lo, agradecendo-lho
no entretanto as expresses de que se serve para
comnosco.
Amigos e Srs. redactores.A posigo eleva-
da que Vs. Ss. acablm de lomar na arena do
jornalismo brasileiro, em re la cao a causa dos di-
reilos da Santa S e prerogalivas do primado de
S. Pedro, e porlanlo da religio caiholica apos-
tlica romana, ameagada de golpes profundos
pelo schisma impiedoso que ha servido do ban-
deira as actuaes comraoces da Italia, oseollo-
ca para comigo em lal coceilo, sob o ponto de
vista de seu espirito religioso, e de sua firmeza
interessada pela manulengo da f caiholica, que
nao duvido congratulando com Va. Ss., por essa
brilhanle direcgo dada iroprensa hv re e caiho-
lica do paiz, procurar as columnas deste concep-
tuado orgo da opnio para dar eslampa o ar-
tigo que esle acompanhs, j publicado em urna
das folhas mais lidas do Rio de Janeiro, o Rege-
nerador, e que vale nao menos como um brado
enrgico de animago edefervor em prol da verda-
deira doutrina caiholica da igreja que tem a ven-
tura de se Ihe dar porchefe um prelado mode-
lo entre os mais eximios, do que como um voto
de aprego e de coosideraco ao acto do governo
imperial, pelo qual fora ltimamente nomeado o
novo arcebispo e primaz do imperioo Exm. e
Rvm. Sr. D. Manoel Joaqun da Silveira, enlo
bispo diocesano do Maranho, um dos mais bri-
lhanles luminares da igreja brasileira, e cuja eru-
dico profunda e virtudes evanglicas sao para o
paize para a religio um precioso peahor de es-
tabilidade na paz da mesma igreja, na pureza de
sua doutrina ; a da solicilude e santo zelo com
quesera resguardado o lume vivo da fdos tu-
fes arrojados e malevoloa da impiedade e dos
eommellimenles anarchicos do erro o da des-
crenga, no delirio de suas paixes.
< A' nomeago pois do sabio e virtuoso prelado
nao deve ser iodifferenle a opinio de am paiz
verdaderamente catholico, nesla actualidade,
em que o impyrismo materialista, se ba armado
na Europa de punhal de sarcasmo, e erguido o
lbaro da desarenes pera abalar as verdades su-
blimes do Evangelho ; e foi sebretudo, n'uma lal
conjunctu/a, em que a providencia se aprouve,
em sua sabedora inspirar ao Sr. ministro ds jus-
liga a escolha efficiente ds um vara la preclaro
ceaw o Exm, e Rvm. Sr. D. Manos! Joaquim da
Silveira, para regar a eadeira de primaz os des-
tines das dioceces do imperio ; qoe amia coa
ti seta ads a illuatre arcebispo na altura i que se
elevara samo om dos mais nobres ornamentos
do aoaso clero, o eeastaio prestigioso secsesssr
do vaoeraodo finado D. RomaeWo A. de Seixas ;
e soaeaaaa da tal modo es mais aaomeatoeo
intereses ds refipo e do estada.
< 0 aeciaa venerando aas aos cerninos da
virlsds e da t soasa vssdira sa retroceder,
deixando alisa impresas sesee Use, ds modo io-
di-ataam njjnelle
espln des de llasaneicA, f0
iypede ees psseslls pastee, a amase f
dativas ds ie^sftaasrleirsam sedaWo 1
da defesa e par fsmdados saslise ha 4
iaaaferieatesreieB aa | i|l i Sil]
Moer* pass aagansas qui
lsese
tas digna a,eanto asertada eacelha ; _
vo arcebispo, qua i tie justo tiluloa mereceo, a
sao choio de uaccao e de oairMo ftimsmeal edi-
Dcado as virtudes do Evangolho vai derramar
em ondas de luz pelas dioceies do imperio as
verdades do dogma, e encarnar o fervor reHgoso
do catholielsmo no seio daa populages, das quaes
ha atoa loestitaido aopreme pastor ; qae e do-
mis urna techa resplendenae qaa ao concilio
universal do orbe catholico, e em concurso com
as mais luminosas, ho de levar aoa olhos desea-
dos de empyricos reformadores o conhecimealo
des seo erros, a conacianei de sea (raquera e
do seu desvario, e a verdade imperecivel da au-
premacia da lei que isobre a lei que foi feila ;
fangar urna senlelba vivificadora de intelligeocia
em cerebros atrophiado pero desvie des pendes,
e despertar o ardor ds f. em coraces gelados
pelo indiflerenlismo religioso, esse monstro do
seculo que vai erguendo a juba, e que procuran-
do abaier a eadeira deS. Pedro, ameaga laucar-
se sobre o cordeiro do Evangelho para despeda-
ca-lo e apagar a sede insaciavel de reforma, no
empenho de um materialismo insensato, do in-
dustrialismo puro ; easa algebra da vid material
dos povos ; que parece crer-ae a alavanca mgi-
ca de Archinudu, capaz de mover o universo
de abala-lo desde aa eotranhas do mar at as
abobadas eternas do co ; e qua ha formado essa
nova escola socialista, que pretende iedu*ir a
senso moral do genero a urna praga de mercado
ou officina industrial, aonde cada individuo posa
ir liviemente prover-se a seu goslo dos produc-
tos ou mercadorias, de que e seu espirito sao ou
enfermo Ihe parecer haver miater.
Quando as nuvens carregadas de ame tem-
peslade moral to tremenda ameagam seriamen-
te affundir a arca sania do cstholieismo e as so-
ciedades na voragem dos elementos anarchicos
da impiedade a do erro, dea homens e doa ge-
nios superiores que se ba miater ; da vicia
perspicaz e firme daquelles qua a reaege devo
ler por chefes, que dependa essencialmenle o
xito de conjurar a borrasca e serenar a pro-
celia em que se debate o espirito publico : Quan-
do os pazes mais velhos e avaalajados em civi-
lisagao yeero ss vagas vertiginosas do erro da
perverso moral de sua crencaa e iostiluiges,
baterem-lhe a muralha da cidade, quando os
paizes nosos bao misler de mais serio couselho e
de serera mais favorosamenle edificados naa ver-
dades da f e nos principios de ema educago
religiosacapaz de resistir ao embate do erro,
a que lem de ervir de dique. E' estas po-
cas que se aproveitam os vultoa do pedestal do
novo arcebispo : O governo o comprehendeu
bem I
E' esle o nosso juizo, que aqui julgamos ter
emiltido convenientemente, proposito, deesa
propaganda funesta do socialismo irreligioso ; s
que a oppomos como nm protesto solemne por
nossa paite, nao porque leohamoe a leviandade
ou o dcsvanecimeolo de acreditar, que nosso jui-
zo* vale de alguma cousa para aquellcs que se
empenham nessa lula, do que a Europa hoje
teslerauaha, mas porque em materia de religio
e de f desejaremos sempre estar bem com a nos-
sa consciencia.
Aceite, pois, o Exm. e Revm. Sr. D. M. J. da
Silveira com as nossas lalvez pouco significati-
vas, porm muito cordiasa expresses do congra-
tulado, as mais vivas felicilages !
a Ao paiz restar o eocne-io de bengos e agra-
dec'mentos, pelo bem-eslar quo se Ihe prepara.
Dando publicidade a eslas linhas, muilo obri-
garo Vmcs. ao amigo ltenlo e obrigado criado
Recife 8 de fevereiro de 1861.
Dr. M. M. Guerra.
O NOVO AKCEBISPO.
O governo imperial acaba de praticar nm ac-
to que o ennobrece e glorifica. O Sr. conselheiro
Joo Lustosa da Cunha Paranagu, muilo digno
ministro e secretario de estado dos negocios da
justca, lendo de preeicher a vaga deixada, na
sede archiepiscopal, pelo triste fallecimeato do
Sr. luaiques e Sania Cruz, prestou a homena-
gem devida virtude o illuslrago, nomeando
arcebispo da Bahia c metropolitano da Igreja bra-
sileira ao Exm. e Rvm. Sr. bispo do Maranho D.
Manoel Joaquim da Silveira.
q, Urna nomeago como esta enuhe de satisfa-
go ao illuslre nomeado e honra o ministro que
referendou um lal decreto.
O Exm. e Rvm. Sr. D. Manoel Joaquim da
Silveira um dos vares mais nobres da gerago
actual, um dos primeiros prelados do imperio,
um dos sacerdotes que reuoem, em grao subido,
illuslrago, virtude, a mansido de um cordeiro,
a inflexibilidade de um juz integro eo trato affa-
vel o benigno de um verdadeiro missionario.
Damos, pois, peraltaos ao clero brasileiro por
ter oblido um to digno chefe o a todos os ca-
tholicos em geral que tero nelle om guia e um
santelmo, nos dias amargos, oas crises tremen-
das (de que Deus livrc o imperio) em que a
igreja brasileira tiver de combaler a influencia
perniciosa e as hereiias nefandas de nossos Anti-
Chrislos.
L. F. da N.
Senhores redactores da Revista Diaria.Agra-
decendo a Vv. Ss. as palavras com que em sua
Revista Diaria de boje, dignaram-se de dar pu-
blicidade nossa correspondencia assignadaA
pedimos que queiram permitlir-nos que aponle-
roos alguns erros que escaparam correcgo das
proras, erros que podem tornar obscuio o quo
dissemos.
Onde se l :e quem reflectar que de maneja-
rem-se tres bandeiras no menos Irabalho para
o encarregado dos signaes, etc.deve lr-se :e
quem reflectir que de manejarem-se tres bandei-
ras resulta menos Irabalho para o encarregado
do9 signaes, ele. ,
Em lodos os lugares, em que se encontra a
patarragraduacaodeve lr-se :gradaco.
No collegio de Ingazeira obtiveram votos,
para deputados pelo 50" dislriclo, os senhores :
Monseohor Pinto de Campos................. 29
Dr. Augusto Frederico de Oliveirl........... 17
Dr. Francisco Carlos Brando................ 12
O portador que nos deu essa noticia, assegu-
rou-nos que nossa localidade o as vizinhas cho-
via bastante sua partida.*
Dando a noticia seguinte, que nos envia-
ram, faremos jusliga quem tem, e ratificamos
nessa parte a que dissimos acerca do incendio di
ra da Praia:
Quando se cumpre um dever,lrnam-se inuteis
todos os sgradecimenlos e superfluas todas as con-
gratulares. Fundado, pois, neste principio de
eterna verdade, claro est que nao ambiciono
nem invejo gloras qne me nao pertencem ; mas,
nem por isso devo deixar pasear desapercebido
que oulros se altrbuam faclos que nao pratica-
raro, mxime quando em sua narrago parece ha-
ver engao, filho sem duvida de nao verdicas in-
formages.
< Qsaodo na madrugada do dia 8 tocou fogo,
compareceu, verdade, no lagar do incendio a
bomba da alfaodega, j achando l a do arsenal
de guerra, mas, {nao por intervengo do empre-
gado que ora exerco ss funeges de gusrda-mr,
e sim pelo guarda da alfaodega Joaquim Ricardo
Ferreira e o administrador da capalazia que se-
gundo as ordens da inspectora, deve acudir de
prompto com a bomba ao lugar onde se der o in-
cendio. Apsrecendo o gusrda-mr interino quan-
do a bomba j servia de auxilio outra que l
eslava, chegando depois s do arsenal de ma-
rioha.
Sendo isto a verdade do fado, me parece
que houve engao do informante allribuindo o
comparecimonto da bomba 4 esse empregado o
nao s ordens preventivas que de ba muito exis-
lem semelhante reapeito. Coates que te d-
se mpre 4 Dos o qae de Dos, e i Casar e que
for de Cesar.
Sou como aabe, seu constante leitor e amigo
O.Stne.ro da Penha.
O Dr. juii de direito da 1* vsn criminar
Beroarde Mashado da Costa Doria deu ante-
boatem [) audiencia de sea jaize con assules-
cia do Dr. promotor publico V. L. ds Gosmo
Asbo.
NS eroeejap pe criase de tomada de preso
do poder da jssiic, esa o tnsi ido fel de


mmm.
*
w*
- SU. CHA U 01 FK?l0 DI J*l
------------------- l---------,----------
" -1 j -
Velloz Cildas.ultimou-se a inquiricao das teste-
munhas cora aasUtesisii do Dr. curador Joaquim
Jos de Hiraoda.
Foi puMfeada a JjMfft; proceaso faataaraoVpaU sAMegacia de Sanio
Antonio contra o cabra Luiz, aacrave do Dr*- Cos-
me de S Pereira, e que aubira i conclusao do
juizo por appellecio ioterposta da senteocs
absolutoria polo Dr. promotor publico interino.
Foi ordenado que apperlaate proseauisss ooa
termos da accusacio, ioslauraodo doto proceaso
em que se guarden ka formalidades tegaes.
Foram publieadoa ae razodo appellecao Ua-
?adss pelo jaiz nos autos, em que 6 reo Manoel
aaaaio, coadomoado osn 1810 pelo jury desta
cidade 4 6 annos de prisao.
No processo de responsabilidade por queixa do
major Fras Villar contra o Rvd. padre Jos Lei-
te Pitia Ortigueira, (oi publicado o despacho que
manda antear a resposta do ceusado g designa
a audiencia pira a inquiriera das testemunhas.
Encerrou-se audiencias s tres horas da
tarde.
Foram recolhidos casa de detenco uo dia
8 do corrate 5 homens e 2 mulheres, sendo 6
livres e 1 escravo, a aaber: 6 ordem do Dr. che-
fe de polica 1, ordem do Dr. delegado do 1
districlol, ordem do subdelegado do Recifo 1,
ordem do de S. Antonio 3, e ordem do da
Boa-Vista 1.
f.ista dos baplisados e casamento* ha vid os
na matriz da Boa-Vista de 16 a SI de Janeiro do
crreme auno:
Francisco, branco, oascido a 2 de novembro do
anno passado, fllho legitimo de Manoel Joa-
quim Correa de Almeida e Clara Antonia Correa
de Almeida.
Mara, branca, com 6 anaos de nascida, flha de
Manoel Francisco da Silva Paula e Alexindrina
da Silva Paula.
Marcolino, crioulo, com 7 mezes de nascida, Gibo
nttural de Constanca, escrara.
Luiz, branco, com 2 mezes de nascido, fllho na-
tural de Antonio Correa dos Santos e Josepha
Mara da Cooceicao.
Mermes, pardo, com 4 mezes e 20 dias de nasci-
do, lilho natural de Fraocelina, escrara.
Mara, criolla, com2 mezes de nascida, ulhana-
tural de Igoez, escrara.
Elizia, parda, com 3 mezes e meio de nascida,
fllha legitima de Estcvao de Uogria Pereira
Pinto e Igoez Mara dos Santos Piolo.
Adolpho, branco, nascido em 38 de marco de
1840, (omouos Santos leos, filho legitimo de
Frederico Chavea e Joaquina Bezerra Cival-
cante Chaves.
Rufino, pardo, com 10 annos de nascido, filho
legitimo de Malhias Antonio deOliveira, (fales-
cido) e Francisca Joaquina de Oliveira.
* Casamentos:
Luiz roivel Doboarq, com Mara Josephina Lo-
pes da Silva, brancos.
Joaquim Damaceno ogueira, com Auna Joa-
quina Cilirano, brancos.
Virgilio de Gusmo Coelho, '.com Emilia Augusta
de Oliveira, brancos.
Bapiisados da freguezia de Santo Antonio
do Recifedo 1. a 3 do crrante ;
Aana, branca, fllha, legitima do tenento Francis-
co Ferreira de Alcntara, o D. Hara Francisca
Ferreira de Azevedo.
Joaquim, branco, (lino legitimo do capito Joa-
quim Klriro da Silva, e D. Rosa Leopoldina Al-
ves da Silva.
Francisca, parda, filha legitima de Jos Ribei-
ro dos Santos e Mara Francisca de Sanla-
Anaa.
Antonio, branco, fllhe legitimo de Franklin Ma-
faldo de Souza Magalhes e D. Maria Verlilina
Pereira Celar.
Ambrozio, crioulo, escravo das menores filhas do
capito Antonio Augusto da Fooseca.
Martinha, crioula, escrava de Gabriel An-
tonio.
Casamentos.
Jos Ignacio Avila, com Isabel Maria de Si-
queira.
Jos Soariano de Souza, cora Maria do Livramen-
to Castro e Souza.
Benjamn Francisco de Santa Anna, com Gerlru-
des Magna de Oliveira Leite.
Passageiros do patacho portuguez Jareo,
vindo de Lisboa :
Aolonio Jeito, Guiseppe de Napoli, Nicola Sif-
feni, Salvatore Jetto, fiiase Jeito, Biase Fescina, e
Jos Bento Rodrigues.
Passageiros do vapor nacional Jaguaribe,
sabido para o nirte :
D.Joaquina Augusta Monteiro Vianna, os es-
cravos Pedro e Esperanca.Caetano Lopes da Paz,
Ricardo Rodrigues Machado, o escravo Francisco,
Appellante, Jacob Jote do Pranea ; appellia,
juizo.
Apaastaalo, o juko ; afollado, Joaquim Mar-
altOa
ApaeOaate. Manoel Fraaciseo da Silva ; ap-
pellado, o juizo.
Appellante, o juizo; appellado, Estevao Anto-
nio Saraiva.
Appellante, o juizo ; appellado, Joao, escravo.
Appellante, o promotor ; appellado, Antonio
Francisco da Costa.
Appellante, o juizo ; sgaeU&do, Manoel Go-
mes da Silva.
Appellante, Hilario Urbano da Silva; appel-
lado, o juizo.
Appellante, Antonio Joaquim Soares Lisboa;
appellado, o juizo.
Appellante, Marcolino Jos Ferreira ; appella-
do, o juizo.
Appellante, o juizo; appellado, Joao Jos
de Santa Aona.
Appellante, o juizo ; appellrdo, Joao Jos
dos Santos.
Appellante, o juizo; appellado, Alexandre Braz
de Mello.
Appellante, Antonio Martins Chaves ; appella-
do, o juizo.
Assignou-se dia para julgamento da seguinte
appellaco crime :
Appellante, Joio Cyriaco da Silva ; appellado,
o juizo.
Appellante, o promotor; appellado. Albino Jo-
s da Rocha.
Appellante, Pedro Carneiro da Silva ; appella-
do, Manoel Moreira da Silva.
Appellante, Alexandre da Silva Mouro ; ap-
pellado, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Joaquim Pe-
reira dos Santos.
Appellante, o juizo; appellado, Joaquim Fran-
cisco Cavalcaoli.
Appellante, o juizo; appellado, Conslauliuo
Jos do Lima.
Appellante, o juizo ; appellado, Gabriel Rodri-
gues de Oliveira.
Appellante, o promotor ; appellado, Faustino
Jos dos Santos.
Appellante, o juizo ; appeltada, Alexandrina
Maria de Lacerda.
Appellante, o juizo ; appellado, Manpel Luiz
da Graca.
Appellante, o juizo ; appellados, Justina Fran-
cisca de Moura e outro.
Appellante, o juizo ; appajlado, David de Bar-
ros e outro.
distribu cosa.
Ao Sr. desembargador Costa Motta, as appella-
ces criraes :
Appellante. o juizo; appellado, Antonio Vctor
de S Brrelo.
Ao Sr. desembargador Silveira, as appellaces
crimes:
Appellante, Joaquim Domiogues Moreira ; ap-
pellado, o juizo.
Ao Sr.desembargador Gitirana, as appellaces
crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco da
Rocha Barros Wanderley.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, a
revista civel:
Recrreme, Francisco de Siqueira Dias ; recor-
rido, Manoel Moreira lavares.
As 2 horas da tarde encerrou-se a sesso.

m
T"
' "
ser dafonda, anaate i lieeaca ana i
cluir a reeonstraeco de urna ,
seu sitio, em Suata Ao
i para eon-
, interior do
_^^M-egadoda
inspeccia Jim. do aatadduro, tal tima ligeira
exposico sobru o (cu estado, concluindo por sus-
tentar conveniencia da aua eaolinuaco. prin-
cipalmente do ilerro da respectiva estrada.A'
vista, diste raso Iva a cmara foe o engenheiro
declaraos aaal a parta da obrado asis aoeeaai-
dade que deve ser eila do preferencia.
A* requerimonlo do mesms Sr. vereador Barata,
aadou-ae offieiar ao fiscal de S. Joro, para ad-
vertir a o administrador do maladouro, que alie
nio pode estar fra delle, durante o lempo da
malanga, como observara o mesmo vereador.
A' requerimento do Sr. Henrique da Silva, re-
solveu-se que a fiscal de Santa Antonio, man-
dassse limparoaqueducto do paleo doCarmo.
Despacharam-ao as petigoes de Antonio Jos de
Souza Guimariis, Dr. Felippe Carneiro de Olinda
Campello, Francisco de Barros Correa, Jos Ro-
drigue* Ferreira e outros, Joao Mauricio do Se-
na, Jos Antonio Vieira de Souza, Luiz Amavel
Duboaque, Luii, Jos da Costa Amoros, Maria
Joaquina da Piitao, Manoel Antonio Siraes do
Amiral, Manoel Lua Coelho de Almeida, Manoel
Figueirade Paria, Manoella Maria da Conceico,
Rufino Manoel da Cruz Couaseiro, e levantou-se
a sesaio.
Eu, Manoel Ferreira Accioli, secretario a subs-
crevi: Barros Reg, presidente, Reg e Albuqner-
que, Cosario de Mello, Barata de Almeida, Reg,
Leal Seve, Mella, Maia.
Communicados.
Um roto de reconhecimento.
Sobremaneira penborado pela grande honra de
haver sido reeleito deputado assembla geral
por esta provincia, nio posso deixar de render
publicamente o maia vivo agradeciraento aos dig-
nos eleitores do 3. districto do Cabo, em presen-
ta da generosidade sem par com que se dignaram
altender ae meu appello.
Se o sincero desejo que nutro de servir ao meo
paiz, especialmente 6 miaba provincia, anda
susceptivel de er acrecentado ; Unto quanto se
acha augmentada a minha grstidao procurarci fa
zer da fraqueza Torga para satisfazer a expectativa
dos meus comilientes. Assim Deus me ajudo.
Na efusao da minha homenagr-m ao corpo clei-
toral, sinto o pezar de ler sido im pe lid o con-
trastaros interesses de um collega estimavel, de
cuja extensa familia eslou acostumado ser ami-
go, do longos annos..... Consola-me, porm, a
considerado de que, na lula que sustentamos, eu
nSo tomei seno a defensiva : e na defensiva em-
preguei apenas e moderadamente os meus traeos
recursos, que alias tornaram-se fortes as mios
de amigos prestrnosos, e de constancia inabala-
vel.que me salvaram. Repito-lhes, pois, o meu
cordeal agradecimenlo.
Recic, o de fevereiro de 1861.
Josi Benlo da Cunha t Figueirtdo.
-
Genabra Eos fraaqueira veadeu-se a
51800 r., a em baja a 380 rs.
Looea--------------Vadaa-ae d 2 a 280 por
canta da premio sobre beta-
ra, cambio ao par.
Majeiga----------A ioatexa vandea-ae de 830
a 890 ra. por libra, e 740 re.
por libra da ingrata, fleando em
Oleo de Unhaca- Memda 1*500 "'Jatio.
Queijos----------Os flamoagos veaderam-se de
19330 a 1*600 rs.
loucinho- O novo veadeu-se a 8*000,
a o velbo a 8S400 rs. por ar-
roba.
Vinagre----------dem de 110 a 115*000 rs. a
pipa.
Vnoos----------O tinto do Lisboa vender m-se
de 250 300J rs. a pipa.
Velas ------------As slearinas vanderam-sea660
ra. par liara.
Descont- Variaram de 10 a 18 por cen-
to ao anno, conforme o lem-
po do venciment, disconlaa-
do a caixa filial rs. 450:000* rs.
a 10 per cauto ae anno, nio
excedendo de 4 mezes de praze.
Freles- Para o Canal a 37/6por tonela-
da, e 3/16 por libra de algodio.
ALFANDEGA DE PER5AMBDCO.
Pauta dos prtfot dos genero tujeilos direito
de exportaco. Semana de 11 a 16 do mer
de fevereiro de 1861.
Mercaduras. Unidades. Valeres.
CAMAliA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 27 DE JANEI-
RO DE 1861.
Prestencia do Sr. Barros Reg.
Presentes os Srs. Dr. Henrique da Silva, Bara-
ta, Mello. Reg, Seve e Maia, faltando sera cau-
sa participada os Ss. Reg e Albuquerque e Ce-
zario de Mello, abrio-se a sessio, e foi lida e a-
provada a acta da antecedente.
Foi lido o seguinte
EXPEDIENTE.
Um olicio do Exm. presidente da provincia,
aecusando o recebimeoto do desta cmara, em
que Ihe communicara ter tomado oosse da ad-
ministrarlo deste municipio no dia 7 do corren-
te.Inteirada.
Outro do mesmo, dizendo
que se edifique no terreno fronteiro ao predio
do hospital de Pedro II, j pela utilidade mani-
fest de urna praga naquelle lugar, j por que a
edificago privara o hospital, de Bas condigdes
de salubridade, e sendo necessario nao consentir
que progrida a edificago do pequeo predio de
sobrado que all existe, nao s pelo motivo ex-
COMMEHC10,
Praca do Reeife 9 de fe-
vereiro de 1861.
A.s tres Yioras da tarde.
Cotac*es officiaes.
Cambio sobre Londres 26 1[4 e 26 1[2 d. por
1*. 90 dias de vista.
Descont de letras10 O|0ao anno.
Leal SevePresidente.
Frederico Guimaraessecretario.
Alfamlega,
Rendimento do da 1 a 8 JB>. 199:638*367
dem do dia 9.......2:8849576
202:522*943
Movimiento da alfandefta.
que nao convindo Volutoes entrados com fazendas..
> com gneros..
Volumes sahidos com fazendas.,
com gneros..
156
109
------265
crimiuoso, o escravo Matheus de Francisco Fon- i posta, como por constar que est fra do aliona-
rla Silva Sal<7,idn Antnnin r.nrrt>n m^nin -**- .iMA. ^n. .^<1i.m* a n.n.n..
tes R., Joo da Silva Salgado, Antonio Correia
de Vasconcellos, Eduardo Correia dos Santos,
sua senhora e 1 criada, Jos Rodriguesde Ctrva-
lho, Joo Roiulpho Gomes, Joo dos Passos Ri-
mos, Joaquim Leile Marques Guimaraes, Miguel
Germano de Oliveira Sicupira, Antonio da Silvt
Ribeiro, Manoel Gomes Moreira, Manoel Marques
de Camacho, Mathurino Barroso de Mello, Ray-
munJo Pacheco Amora.
Moktalidade do du 9 :
Anna Francisca de Oliveira Braga, branca, sol -
teira, 17 annos ; hydropesia no corago.
Antonio Doraiciano da paixo, Pardo, solteiro 42
annos ; pneumona.
Catharina, preta, escrava, solteira, 48 annos ; gas-
tro intenta.
Alfredo, branco, 2 mezes ; conrulsas.
CHRON.CMUICUR.A.
TRIBUNAL OA RELAQfiO.
SESSIO EM 9 DE FEVEREIRO DE 1861.
PRESIDENCIA DO EXI. SR. C0SSELHEIH0 ERMKL1N0
DE LEO.
As 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Silveira, Gilirana,
Lourengo Santiago, Silva Gomes, Guerra, pro-
curador da corda, e Costa Molla, faltando com
causa o Sr. desembargador Caelano Santiago,
foi aherla a sesso.
Passados os feilos e entregues os distribui-
do?, procedeu-se aos seguinles
JLGAMEN10S.
RECURSOS CRISES.
Rccorrenle, o juizo ; recorrido, Aolonio Jacin-
Relator oSr. desembargador Silveira.
Sorteados os Srs. desembargadores Costa Molla,
Lourenco Santiago e Silva Gomes.
Nao tomaram conhecimento.
Na queixa contra o Dr. Lmbelioo Ferreira
Cali
Sorteados os Srs. desembargadores Molla, Lou-
rengo Santiago, e Silva Gomes.
Julgou-se improcedente.
Foi proposta a petigao do Domingos Miguel dos
Sanies, pediado ordem de habeas-corpus.Foi
concedida para o dia 9 do crreme, s 11 horas
do dia.
DILIGENCIAS CIVEIS.
Com vista ao Sr. Dr. curador geral, as oppclla-
-coes civeis :
Appellante, o cnsul portuguez; appellado,
Manoel Jos Leite.
Appellante, o juizo ; appellado, Frederbo
Chaves.
Appellante, Joaquim Francisco Franco ; ap-
pellado, Joaquina de Parias leixeira.
Appellante, a parda Mara; appellado, Manoel
Thotnaz de Aquino.
Appellnnie, o curador geral ; appellados, Ni-
colao Olio Bieber&C-
Maodou-so averbar a dizima :
Appellante, Joo Jos Moreira dos Santos ; ap-
pellados, os herdeiros de Francisco das Chagas.
DILIGENCIAS CRIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellagdes erimes :
monto vinte palmos, recommendava cmara
expedase com urgencia as necessarias providen-
cias para que pelos meios competentes fossi ve-
dada a edificago naquelle lagar, e embargada a
continuarn da obra do sobrado, visto convir que
a cmara se julgasse, como n presidencia peosa,
propozesse nos termos do art. 5 da lei provincial
n. 129 de 2 de maio de 1844, a desapropriago
daquelle terreno por utilidade municipal.Posto
em discusso, o Sr. Barata fez certas considera-
goes oppostas a idea de ser a desapropriago do
terreno, i cusa da municipalidade, aiuda verifi-
cada a utilidade delta ; entretanto, como fallasse
S. Exc. sobre o estar a obra fra do alinhameoto,
resolveu a cmara ouvir ao eo6enheiro a este
respeito, e acerca do fim principal do ofiicio de
S. Exc.
Outro do procurador da Santa casa de miseri-
cordia, dirigido presidencia da provincia, e por
esta transmittido & cmara, para informar sobre o
mesmo objeelo cima.Que se esperasse pela in-
ormacao do engenheiro.
Outro doadvogado, raspn Jendo nao haver in-
compalibilidade legal de que o mesmo escrivo
de juiz de paz sirva perante diversos juizes, e
se as audiencias forem lamben) em dias diversos,
derendo ueste caso seren tantos os ttulos quin-
tos as propostas, e nomeagdes.Handou-so pas-
sar titulo ao individuo proposto para escrivo do
juizo de paz do 2o districto dos Afogados, Joio
Mauricio de Sena.
Outro do mesmo, respoodendo que o artigo 4o
da lei de I i deoutubrode 1827, concede dispen-
sa ao juiz de paz, que servir successivamenle
dous qualrienios, o como o cidadio Jos Fran-
cisco Pereira da Silva allega que servio do 1848 a
1856, est no caso de obler a dispensa que pede ;
se porm nio foi elle eleito no quatriennio de
1852 a 1856, e s reeleilo no crrante quatrien-
nio, nao est comprehendido na disposico da
lei.A careara couformou-se cora este parecer,
e acceilou a dispensa que pedio o referido cida-
do, mandando chamar o primeiro suppleote pa-
ra ser juramentado.
200
611
------811
Descarregam hoje 11 de fevereiro.
Barca porluguezaMariafazendas.
Barca inglezaDianafazendas.
Barca iuglezaTassobecalhau.
Patacho ioglezBrysedem.
Brigue inglezLindisfaroefazendas.
Iiiiportafiio.
Brigueingle Busy, vindo deTerra-Nova, con-
signado a James Cabtree & C, manifestou o se-
guinte :
2,491 barricas bacalhio ; aos mesmos.
Barca ingleza Tasso. viada de Terra Nova, con-
signada a Sauders Brothers & C, manitesiou o
segoinle :
3,855 barricas bacalho : a ordem.
Rccebedloria de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 8 _.* 4:165639
lem do dia 9....... 4O9S044
Abanos.....: cenlo
Agurdenle de cana. caada
dem resillada e do reino a
dem caraca...... a
dem genebra...... a
dem alcool ou espirito de
agurdente ......
Algodio em caroco .... arroba
dem em rama ou em la.
Arroz com casca.....
dem descascado ou pilado.
Assucar mascavado ....
dem branco......
dem refinado...... a
Azeile de amendoim ou mon-
dobim........ caada
dem de coco......
dem de mamona.....
Batatas alimenticias .... arroba
Bolacha ordinaria propria para
embarque.......
dem fina........
Caf bom.....: : i>
dem escolha ou restolho >
dem terrado ...... libra
Caibros........ um
Cal.......... arroba
dem branca...... >
Carne secca charque. ... >
Carvo vegetal...... >
Cera de carnauba em bruto. libra
dem idem em velas. ... a
Charutos. ...... cento
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados libra
dem seceos espichados. a
dem verdes ....... a
dem de cabra corlidos um
dem de onga......
Doces seceos...... libra
dem em geleia ou massa >
dem em calda. .,... a
Espanadorcs grandes. um
dem pequeos.....
Esteiras para forro ou estiva do
navio......: cenlo
Estoupa nacional .... arroba
Farinha de mandioca. alqueire
dem de araruta..... arroba
Feijo de qualquer qualidade.
Frcchaes........ um
Fumo em folha bom. ...
dem ordinario ou restolho.
dem em rolo bom .... a
Jfeata*.atra*of m dia 4.
Rio Grande do Sel26 dias, tasco arasHaka U-
Srt'ra, da 2M tooaledaa, capio Hermoeeoes
lyppolito da Fonsoci. equpate* 14, carga
12868arsobaa at carne secca; i Amona &
' '.Irmttk. i
Rio de Janeiro18 dias, barca nacional Iris, de
308 toneladas, capito Jos Joaqaira de Csrva-
lho, equiaagem 14, carca lastra; a Aranaga
Hejo 4 C.
Rio de Janeiro-81 dias, brigue escasa nacional
iVaoraaa, da 8M lanotadao, oaaitao Banardo A.
de Carralho ; am lastro.
Lisboa 29 dias, patacho portaguax Jareo, de
144 taeeladas, eaaUke Jos Maaaaas Coelho,
equipagem 10, carga bitatia, vinho e mais ge-
neras ; a Amorinv & Irsaio.
Terra Nova23 diai, brigue ioglez Yolant, de
Jehn Jeakins, equipagem 13, carga 2.992 bar-
ricas com bacalho: a Saunders Brolhers
4C.
Navios sahidos no mesmo dia.
LisboaPatacho portuguez .Varia da Gloria,
capito Antonio de B. Valoote, carga assucar.
ParahibaBarca ingleza Queen,capito H. Bulcy,
carga parte da que trouxe de Terra Nova.
Parahiba.Barca ingleza Chase, capito M. Car-
echael, em lastro.
Portoa do Norte Vspor nacional Jaguaribe,
commandante Manoel Joaquim Lobato.
Em eommissao Escuna nacional doya, com-
mandante Manoel M. de Araujo Castro.
Editaes.
4:574*683
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 8 18.4553292
dem do dia 9.......23218856
l00o
19000
1S0O0
500
19000
$900
2J20"
8J800
S900
2jJ700
2300
3S600
s
29000
2500
18440
19C0O
4SOC0
7$500
6S000
5SO0O
83C0
400
9200
S400
48000
l$60O
9280
$400
29000
48000
9227
9360
9150
5300
105000
19000
9500
9500
48000
28000
249000
1 5600
18600
68000
18500
58000
14g000
75000
12S000
68000
2&500
258000
28000
109000
50g0OO
9220
1J000
1090CO
9800
1080 00
1$2C0
8200
NOVO BANCO
DE
PerDambuco.

O novo banco eootioua a subttitoir
ou a retgalsn- m nota de lOtf e 20 que
bavia eaaittido c aioda existe em or-
calacSo, p re ven iodo de que conforme
o decreto n. 2,161 de 10 de outufcsjb
itBao e dteisio do triboawl de msjsju
ro de 12 de Janeiro do corrate, amo,
esta s*ibrtituicio s continua sem rjrc-
juizo dos possuidore das mesmas notas
ate 9 de marqo prximo vindouro, poic
que desse dia em diante s ten' hnar
com e descont mensa 1 e progreui?o
de 10 por cesto ou de 10 por cento no
prsmetro mez, de 20 par cento no se-
gundo, de 30 por cento no tereciro e
assim successi va mente at ficar no dci-
mo mez e d'ahi por diante sem mais va-
lor algum, Recifo 5 de fevereiro de
1861.Os directores gerentes, Luiz
Antonio Vieira, J0&0 Ignacio de
deiros Reg.
Secretarla do goverao de Ferav
buco 8 de fevereiro de IMft.
Pela secretaria do governo se faz publico para
conhecimento dos interessados, que pela repar-
tido de fazenda foram devolvidos a S. Exa. o Sr.
presidente da provincia, afim do serem deferidos
como entender conveniente, os reque rimen toa
das pessoas, abaixo declaradas, acerca do tai
do!
Joao Baplista de Castro o Silva, inspector da the-
souraria de fazenda de Pernambuco, por Sua
Magestade Imperial e Constitucional, que Deus
guarde, etc.
Em cumprimento da ordem do Exm. Sr. mi-
nistro da fazenda de 27 de dezembro ultimo, taco
saber ao Sr. Jos Alexandre dos Santos, que foi
indefirido pelo tribunal do ihesouro nacional o
requerimento em que pedio o Sr. Santos urna
indemnisacao por prejuizos que allegou ter tido
durante a revolta de 188, visto se ter proscripto
o seu direito por nao o haver requerido dentro
do prazo de cinco annos.
Thesourarla "de Pernambuco, 19 de Janeiro de
1861.
Joo Baplista de Castro e Silva.
Dirictoria das obras
publicas.
De ordem do Exm. Sr. presidente da provincia
fac.o publico que se receberam prepostas para
couslruccio por coma dos cofres agraes, de urna
ponte que subslitaa a antiga que ora existe li-
gando os bairros do Recite o Santo Antonio.
Esta ponte, que ser de ferro batido, deve ser
construida, pelo menos em suas dimenses prin-
cipaes, de cooformidade com os desechos apre-
seutados pelo engenheiro do governo, os quaes
desenhos sero patentes aos preiendentes na re-
partirlo dss obras publicas, onde racebero todas
as ntormacoes necessarias, dirigindo-se ao chefe
da mesma reparlico.
As propostas devem ser encaminhadas aS.
Exc. por intermedio desta repartido at o dia 6
de mar;o prximo futuro, depois do qual nenhu-
ma proposta mais ser recebida. Cada urna del-
tas deverser acompanhada dos respectivos de-
senhos e dever igualmente incluir a cullocacao
da ponte em um estado completo para o servico conselho, s 10 horas na manhaa
Puhco- K corrente mez.
O governo nao seobnga a estar pela mais bai-
nos de marinha.
Requerimeoto do marjor Joo Fraaciaco
go Maia.
c do coronel Jos Pedro Velloso da
Silveira.
do D. Manuella Ceteos de Oliveira
de D. Frauceliua Uermina da Silva
Ferreira.
de Francisco Botelho de Andrade e
Jos Mari* da Silva.
de D. Isabel da Silveira Miraada
Seve e fi. Isabel da Silveira Mi-
randa Seve o Cunha.
de Francisco Botelho de Andrade.
de Francisco Goocalvesde Arroda.
b de frederico Miguel da Souza.
Joo Rodrigues Chaves.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativa, para fornecimento
do arsenal de guerra, lem de comprar os objec-
tos seguinles :
Para o forte de Buraco.
1 bandeira grande imperial de Alele com 8
pannos.
Para o 8 balalhno de infantaria.
261 manas grandes de kaa.
362 esteiras de palha de carnauba.
Quem quizer vender laes objectos aprsente as
suas propostas ora carta fechada na secretaria do
da dia 15 o
20 777*150
PRACA DO RECIFE
9 DE FEVEREIRO DE 1801.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal
Appellante, Alexandre da Silva Pereira
pellado. Manoel Joaqaia da Soaza Lima.
Appellante, o juizo ; appellado, Joo Cardoso
Damasceno.
Appellante, Thom Lopes da Silva ; appclla
do, Pedro Francisco da Silva.
Appellante, t> juizo; appellado, Cervario Cosme.
Appellante, Quitea Mara do Espirito Sanio ;
*ppellado, o juizo
ApseMonte, o juizo; appellado, o aceta Fran-
cisco
i ^aaoMante, o jaizo ; anadiada, Jos Francisco1
XavMva=ouiios.
Appollante, o juizo ; appellado, Joaquim Jos
Correia.
Appellante, o juizo; epoellado, Antonio Josi
de Lima.
Appellante, o juizo: appellado, Filippe Vi-
rissimo da Casia. .
AppellarOa, JasVaa-Xuic fle.raj;a appells-
do, o juie
Outro do engenheiro cordeador, informando so-
bre a petico de varios moradores da povoacao do
Cachang sobre a preteoco do commendador Jo-
s Joaquim de Oliveira, propietario de um sitio
naquelle lugar, que pretende acabar com o cami-
nhu que pela extrema do seu sitio cooduz ao rio,
dizendo : que mo ao mesmo, lugar em compa-
nhia da comunssso de edifleaces desta cmara,
e fazendo os exames necessarios, recoohecra que
ha oecessilade de um camioho que conduza ao
rio, para comraodidade doa habilantas, mas quo
o actual nao est bem collocado, por ser em ter-
reno 6aixo, e sojeito a flear allagado por qualquer
enchente, sin la mesmo pequea ; parecendo-lhe,
porm, que, a sua mudanza nao se poder fazer
conveniente se nao depois de tirada a planta do
lugar, e dividido elle regularmente.Resolveu-
se que o engenheiro lovantasse a planta com ur-
gencia -, e nesie sentido foraai despachadas as
peticoes dos represenlantes, mandando-se expe-
dir ordem ao fiscal da Varzea para nao consentir
na enteYceplacSo do caminho, nao deixando con-
tinuar com o vallado come?ado, nem fazer cerca.
Outro do mesmo, representando acerca de va-
inas individuos, na freguezia da Boa-vista, torea,
seu ver, prHicado ltimamente graves abozos
ap- na construeco de ediflcios, sob o pretexto de
que nao se echam collecados noaliahamento das
ras ou estradas, preseiodiado aasim nao s das
condices de aformoseamenlo, seno tamhera das
coadicesde solidez.Que o Uscalintormasse cir-
cumstanciadamente sobre lato, Indicando as edi-
fleaces neste so.
Outro do fiscal de Sanio Antonio, informando
que Joaquim da Silva Castro, pode {ser rio seu
predio da ra do imperadora. 45, s mafhora-
mesrtas para que peda licanca, mas qaatssto ao ta-
pa nveaso, para que lamaavn aade licaaca, da nec-
eo contiguo, a cmara diflorisse. coma an tari des-
se. Concedeu-se a liceo^a para urna e outra
cousa.
Ostro do contador, consultando se os fiscaes,
que foram incumbidos da arrecadacio do imposto
por p de coqueiro,-devem perceber alguraa por-
cenlgm.Manou-sa raaponder-^Mio nao.
Outro do ft*rt da Maa-auta, afirmando que
FranslBoa Oknaat da 9H Saatnaaiaa do caso ds
Cambios----------Saccou-se sobre Londres a 26
1/4 e 26 1/2. d. por 1 rs., sobre
Pars a 365 rs. p. f., e sobre
Lisboa de 104 a 106 por cento de
premio, montando a 70,000
os saqueada semina.
Algedo Oescolhido vendeu-se de870
a 83'350 rs. e o regular a 8g600
por arroba.
Assucar-----------Tendo deminuido as chuvas, a
entrada augmentou, mais os
precos continuaram de 33200 a
48000 rs, por arroba do bran-
co, 2g80i> a 3*000 rs. pelo so-
menos, de 2)450 a 2$600 rs.
polo mascavado purgado, c
29IOO rs. pelo bruto.
Agurdente Vendeu-se a 80*000 rs. a pipa.
Couros Os seceos salgados venderam-
se a 225 rs. por libra.
Arroz-------------Vendeu-se de2600 a 2*800 rs.
por arroba.
Azeite doce Vendeu-se a 2J800 rs. por
galo.
Bacalho----------Era atacado vondeu-se a 14j rs.,
e a retalho de 13 a 15SO00
rs., fleando em ser 15,000 bar-
* ricas:
Batatas---------- Venderam-se a 2#200 rs. por
arroba.
Barricas----------As quo serviram de farinha de
trigo, venderam-se a 800 rs.
Bolaxinha-------Veodea-se a 4600 rs. a barri-
quinha.
Carne secca-------A que Viavia em primeira mo
acabou-se, mas hoje chegou
um carregamento do Rio Gran-
de do Sui.
Caf-----------------Vendeu-se de 6 a C$200 re. por
arroba.
Chi-------- Tendeo se a 1*725 por libra.
Carvo de podra- dem a 15*000 por tonelada.
Cerveja-------------dem de. 48000 a 5*200 rs. por
dama de garrafas.
Farinha de trigo. Retal bou-se d 25g a 27* rs.
por barrica de Iviehrnoad, e
O Phtladelphta, e a 258 > de
HMr-4fptk, fleando em ser 5,500
barricas da primeira, 1,500 da
segunda, e 800 da lerceira.
Far. de mand.oca Vendeu-se de 3J500 a 4*000
rs. por asaca.
Feijo- ... Veodeu-ise a I|0fJ0 is. por
sjjsaBja
Folhade Flan lro-Idetn de 18* a 22} rs. a caita.
Ferro ... O inglez vendeu-ee a 6* o la
o 8*500 por >(uiotaL
dem ordinaro restolho.
Gomma........arroba
Ipecacuanha (raz) ....
Lenha em achas.....cento
Toos........
I.enhas e esteios.....um
Mel ou melaco......caada
Milho........arroba.
Pao brasil ......quintal
Pedras de amolar urna
dem de filtrar.....
dem rebolo...... *
Piassava........molhos
Ponas ou chifres de vaccas e
novilhs.......cento 4*000
Pranchoes de amarello de
dous distados......urna 16*000
dem louro....... a 88000
Sabo.........libra 120
Saloa parrilha.......arroba 250000
Sebo em rama...... 5$000
Soja ou vaqueta.....urna 2$4O0
Tatoas de amarello .... duzias 120*C0O
dem diversas.....: 72*000
Tapioca........arroba 3*500
Travea......... urna 10*000
nhas de boi......cento $300
Vinagre........caada 280
Alfaadega de Pernamhiico, 9 de fevereiro de
1861.
0 1 conterenle.Francisco de Paula Goncal-
ves da Silva. Q 2." conferente Jos Alfonso Fer-
reira.
Approvo.\lfandega de Pernambvco 9 de fe-
vereiro de 1861. Barros.
Conforme,Joo Jos Pereira de Faria, lercei-
ro escripturario.
Movimento do porto.
o.
o.
o
B
Horas
o
c
B
r*
.3
I
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itmotphtra.
O
Dirtcco.
n 23 T 23
S 9 J Intensidad/.
n S. 2 2. 1
S g 2
a
Faarenneit.

5
i*

3 3 2
Cenigrad.
Hyirometro.
0 0 o * 1 Cisterna hydro-metrica.
-a <0 -i 3 es 9 -i 01 1 Francesr. Ingles. t
8 >-* s 0 * 8 "9 8. 0 0
P3
33
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V.
B
< 2
w C
l
Si
a
xs offerta sem o concurso de outras condicoes.
Directora das obras publicas, 6 de fevereiro
de 1861.
O director,
Martineau.
Directora geral da iiislrucco
publica.
Faco saber que o lllm. Sr. Dr. director geral
da ioslrurco publica, para conhecimento de to-
dos a quem interessar possi, mandou publicar o
oflicio do Exm. Sr. presidente da provincia, que
se segu :
4.* aeceo Palacio do governo de Pernam-
buco 1. de fevereiro de 1861.
Convindo regularisar o ramo do servico que
concerno a instruccao publica da provincia, de
forma que nenhum" papel relativo quelle servico
suba presentada presidencia, seno por inter-
medio de Vmc. ecom sua informacto : determi-
no a Vmc. que recommende a todos os directores
de quaesquer estabelecimentos de iuslruccao,
quer pblicos quer particulares, que existam na
provincia, que guardona iiiteiramenle aquella pre-
ceiio ; cessando assim a pratica prejudicial de
cada um delles provocarem direclamente deci-
ses da presidencia, sem audiencia da directora
da instruccao publica da provincia. Dos guar-
de a Vmc. Ambrozio Leito da Cunha, Sr. Dr.
director geral da ioslrucco publica.
E para o fiel cumprimento da referida ordem
que o mesmo Sr. director geral recoramenda, se-
r este repelido pela imprensa.
Secretaria da ioslrucco publica de Pernam-
buco 5 de fevereiro de 1861.
Salvador Heoriquo de Albuquerque.
Secretario interino.
Perante a cmara municipal desta cidade
eone em praca publica ps-ra ser arrematado por
venda nos dias 7, 14 e 21 do correte o predio
contiguo a igreja de S. Sebaso desta mesma
cidade, em chao foreiro, com 62 palmos de freo-
te, avaliado em 6:000*, meaos a quinta parle do
valor dado.
Faculdade de direito.
De ordem do Exm. Sr. director faco publico,
que teudo-se na conformidade dos artigos70e
80 do regulameoto das aulas preparatorias dtsta
Faculdade, de proceder a nova iuscripco para o
concurso da cadeira de inglez do curso de prepa-
ratorios desta mesma Faculdade, por nao haver
tido lugar o que fra annuociado em edilal de 13
de junho do anno passado ; lica marcado o pra-
zo de 4 mezes, a contar da data deste, para a
mencionada inscripeo ; dovando porm os pre-
tendentes justificar previamente peranle o Exm.
Sr. director : primeiro, ser cidado brasileo,
segundo, maioridade legal, terceiro. moralida-
de, por meio de altestados dos parocbos e de fe-
lfeas corridas, nos lugares onde hourer residido,
nos cinco ltimos annos ; quarto, capacidade
professional. Os que porm Uverem sido em al-
gum lempo condemnados gales, ou sollado ac-
cusacao judicial de furto, roubo, estelionato, ban-
ca rota, rapto, ou outro qualquer crime que of-
fenda a moral publica ou a religio do estado,
nao se podero ioserever, excepto se a aecusa-
co judicial liver sido argida de falsa pelo can-
didalo, o nao houver provocado condemnagio
judicial ; e assim o decidir a congregado por via
de recurso, inlerposto dentro de 10 dias. Para a
capacidade professional, deveri exhibir o candi-
dato algum dos documentos seguintes : primeiro,
titulo de capacidade na materia em concurso,
conferido pelo conselho direetor da instruccao
primaria e secundaria da corle : seguado, titulo
de professor publico, tambem da materia em
concurso, concedido pelo governo imperial ; ter-
ceiro, diploma de bacbarel ou de doulor as Fa-
culdades do imperio, ou academias eslrangeiras,
ou bacharel em letras, salvo as pessoas notaveis
por seu talento, e reconhecidamente habilitadas,
que forem dispensadas desta prova pelo governo.
ou que se quizerem prestar a um exame previo ;
ludo de conformidade com o capitulo 4." do re-
g'ilamenlo de 5 de maio do 7856.
Secretaria da Faculdade de Direito do Recite 9
de fevereiro de 1861.O secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimealo do arsenal de guerra, 8 d
fevereiro de 1861.
Denlo Josi Lamenha Lia*,
Coronel presidente.
Ftancisco Joaqnim PereiraLobo,
Coronel vogal secretarlo interino.
Capito do porto.
De ordem do chefe de diviso, capito do porto,
se faz publico o aviso abaixo, da capitana do
Maranhao.
Capitana do porto de Pernambuco, 4 de Janei-
ro de 1851.O secretario, J. P. B. de Helio
Reg.
AVISO AOS NAVEGANTES.
Pela capitana do porlo do Maranhao, se faz
publico aos navegantes que do dia 15 de feverei-
ro prximo futuro em diante ser do novo Ilu-
minado todas as noites o pharol da ilha de Santa
Anna desta provincia, di lat. sul 2o 16' 30" long.
O Grew. 43 38' 25" ; sendo do systema de rot-
ceo com eclipses de 32".
Capitana do porto do Maranhao, 25 de Janeiro
do 1861.Hermenegildo Antonio Barbosa da Al-
meida, capito do porto.
Pela adminislraco do crrelo desta cidade
se faz publico que a ageocia do correio de Fer-
nando, prximamente creada, se acha funccio-
nando desde o da 22 de Janeiro ultimo.
Correio de Pernambuco, 7 de fevereiro ds
1861.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico que do dia 1. de fevereiro vindouro em
dianle se principiara a contar os 30 dias uteis pa-
ra pagamento bocea do cofre dos seguinles im-
postas : 12 0(0 sobre as lojas a retalho, armaiena
do fazendas, tabernas e casas de leilao ; 4 0|0
sobre os armazeos derecolher, botequins, botis,
casas de pasto, lypographias, prensas de algodo,
coebeiras, cavallaricas, e ledos os mais estabele-
cimentos em que houverem gneros expustos i
venda ; 200* subre asas de cambio, 50* sobre
casas de modas, perfumaras, de chapeos fabri-
cados em paiz cslrangeiro e por casa de jogo de
bilhar ; e bem assim o imposto sobre carros, m-
nibus e carro;as, tanto do servico particular co-
mo de aluguel. Msa do consulado provincial
28 de Janeiro de 1864.-Pelo administrador,
Theodor0 Machado Freir Pereira da Silva.
Curso commerclal
Pernambucano.
Faco publico, a quem convier, que
acha-se aborta a matricula para este
curso ate o dia 15 do corrente, quando
sera' encerrada definitivamente, segun-
do o disposto no art. 21 do reguiatnen-
to interno.
s pessoas pois que pretenderem ma-
tricular-se, e que ainda o nao tenham
feito, poderlo dirigir-se a secretaria da
directora geral da instruccao publica,
onde tem lugar a respectiva inscripeo,
tendo-o previamente requerido ao Exm.
Sr. presidente, na conformidade do art.
36 do referido regulamento.
Curso com inercia 1 Petnambucano 6
de fevereiro de 1861.
O professor,
A. W. Pinto Bandeira e Accioli deV-
Declara^es.
X noite comecoa ehuvosa e assim conservou-
80 at 2 horas 40" da rnaabaa que cessoo a chuva
e tornou-so o lempo nublada ; vento boa anca de
do SSE at 1/2 noite, que rondn para o terral e
assim amanheceu.
oscitt*c*o OA Hit.
Praanar as 3 h. 54' da tarde, altura 7, p.
Baiaaaur as 9 ti. 42" da aianha, altura 0,9 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 9 de fe-
vereiro do 1S61.
ItOAKO STtMll.
' .1 tenento.
=
Por esta subdelegada se faz publico, que
foi preso e recolhido casa do detcncio o preto
Marcelino, que disse estar ausente da casa de
seu senhor Manoel Antonio Correit, morador no
engenho Coflcgio, freguezia da Luz -. outro sim
tambem se acha depositada urna vacca appre-
hendida em as sitia : quem so julgar cam di-
reito a urna e outracoosa, comprela, que pro-
vastda, Ihe ser entregue.
Subdelegaeia do 1. districto da freguezia dos
Atasjaaaa* de avereie da 1861.O subdelega-
do sapsieate, as Baarqae Lisboa.
Por asta snbdaleajacia so taz publico quo so
acha 'eaosad* usa ewvallo tasa* esa eaaaarha, |
fue foi tomado no acto da ser preso Luis toad \
eaerra, -mar ausaotle da sor furtada : qaom ae
jugar coas dreita, campanea, qao pravaaao,
Ihe ser entregue.
SuaJetagacia do 1.a districto da. iaeguetia doa
Afogados 4 de fevereiro de 1861. O subdeiega-
do suppaaate. Jas aWaraac Lisboa.
Avisos martimos.
Para Lisboa
pretende sabir por estes das
por ter quase o seu carrega-
mento prompto o brigue por-
tuguez Laia III, quem no
mesmo quizer carregar ou ir
de passagemdirija-seaosseus
consignatarios F. Sevoriano-
Rabello & Filho, largo da As-
semla n. 12.
Para LisUa
em
visi sgblaja muo aaleiaajbarca cMaris, .por Vir.
ojuasScotipleto aou asregamento uaar a Bea-
to e oassageiros, trata-sc com Carvala^, oguei-
ra oa com o capito na proea.



*>
DIABIO H WRSABMUCO. SKBHDA BttRA 11 ft FEVBRJW) DE 1M1.
P*ra o Rio Chande o Sul.
Segu com loda a brevidade o brigue escuna
Ifegrau, por ter parto da carga prompta : para o
reato trata-te na *ua do Trapicho n. 14, coa o
consignatario Maaoei Airta Cucrra, o com a ca-
pilio l.bordo.
caixas de queijoa flamengos, rindo pelo navio I
Lindisaroe. em lotes vontade dos preten-l
C0MPA1WU PEWiAMIHJCAlU
DB
Navegado costeira a vapor
O vapor Tguarass, eommandante Moreira, se-
sae viagem para os porlos de norte al o Cear
no da 22 do correle raer, s 5 horas da tarde.
Recebe carga at o da XI ao meio da. Encom-
mendas, passageiros e dinheire a frete at o da
de a anida s 3 horas. Escriptorio no Forte
do Maltos n. 1.
Para o Cear
egue com brevidade o cter nacional Erna
por ter parte de cerregamenlo a bordo ; para o
resta e passageiros, trala-se com o capito Joo
Antunes da Silveira, no armazem d Augusto
Ferreira &C, ra da Lapan. 4.
Para o Aracaty *
seguir brevemente e hiate nacional Sant'Anna;
para o restante de seu carregamento e passagei-
ros, trala-se com Gurgel Irmaos, era seu escrip-
torio na ra da Cadeia do Recite, prmeiro an-
dar n. 28.
Para
Rio de Janeiro,
o veleiro e bem conhecido brigae escuna Jovem
Arlhur, pretende seguir com muita brevidade,
tem dous tercos de sua carga prompta : para o
resto que lhe falta, trata-se com os seus consig-
natarios Azevedo <$ Meodes, no seu escriptorio
ra da Cruz n. 1.
PMi
Rio de Janeiro
o bem conhecido e veleiro brigue nacional Al-
mirante pretende seguir com muita brevidade,
tem parte de sua carga prompta : para o resto
que lhe falta, trata-se com oa seus consignatarios
Azevedo & Mendos, no seu escriptocio, ra da
Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro
egue nestes das por ter mais de meio carrega-
mento a bordo o palnabolo Artista ; para o
resto e escravos a frete, trata-se com Caetano Cy-
riaco da C. M. & Irmo, ao lado do Corpo Santo
numero 25.
Para o Rio Grando do Sul pelo
Rio de Janeiro
segu com muita brevidade a veleira barca na-
cional Thereza I por ter jalguma carga a bor-
do, e parle engajada : quem quizer carregar, di-
rija-se a Bailar & Oliveira, ra da Cadeia do
Recife n. 12.
I
O hiate Santo Amaro recebo cacga a frete : a
tratar com Caetano Cyriaco da C. M. & Irmo, ao
lado do Corpo Santo n. 25.
as
y
denles : boje, segunda-feira 11 do corren!.
Masaras e carnaval
11 em ponto.
Hoje 11 do corrente.
O agente Camargo far lei-
lo, hoje, monstro de vestua-
rio de mascaras ao correr do
martello, dos melhores que
tem viudo ao mercado, no seu
armazem na ra do Vigario
n. 19, s 11 horas.
Convida aos amadores des-
te diverlimento para se sup-
prirem com ricos vestuarios
cora poucodinheiro.
LEILAO
DE
O brigue nacional Encantador, a chegar por
estes dias do Rio de Janeiro, seguir ao mesmo
porto com muita brevidade, para cargas e pas-
sageiros trata-se na ra da Cruz n. 45. escrip-
torio, r
Terca parte do sobrado da
ra Direila n. 88.
SEH LIMITE.
Quinta-feira 14 do corrente.
Antunes far leiio em seu armazem na ra
do Imperador n. 73, de urna tenja parle do so-
brado da ra Direita n. 88, que ser vendido im-
prelerivelmente pelo maior preco que for offe-
recido, nodia cima indicado ao meio dia.
LEILAO
DE
Mobilias de amarcllo. ca-
deirasavulcas, objectos
de ouro e prata, rozelas
e botoes de brilhantes,
Antunes far lcilo em seu armazem na ra
do Imperador n. 73, de ricas mobilias de araa-
rello, guarda roupas, cadeiras, aparadores, qua-
dros para salas, um rico espelho cora moldura
Aloga-se ora sitio com ptima casa de vi-
venda, exeeeote baia de caplm, e muilo arvo-
redos: no pateo do Terco, casa n. 27. Netla
mesma casa veode-se um carro da aifandega e
una hai.
Angelo N. Pasqu ali, capilio e proprietario
da barca grega Cloelia, fretou mesma barca
aScandinary & C, de Londres, aura de seguir
desle porto de Peroanibuco so de Belise (Hon-
duras) para ahi receber um carregamento do mog-
no, obrigando-so os afreladores a fazer-lhe 10
das depois de sua chegada a este porlo, o anda-
mento sobre o frete de 150 libras aterlina, sob a
murta da quanlia em que fosse estimado todo o
frete, E porque, chegande aqui no dia 30 do de-
zembro prximo passado, nao tenha encontrado
pessoa alguma que da parte dos meemos Scandi-
Bary & C. satisuzesse a condigo supra mencio-
nada, o mesmo capitiio pelo presente protesta
entra os referidos Seandinary ,H. e mais quem
de direito for, nao s qaanto multa estipulada
a indemmsacaode todo e qualquer prcjuizo que
lhe deva ser reparado, senao tambem quanto ao
direito que deseja resalvar de seguir o destino
que bem lhe aprouver,, visto dever julgar-se hoje
nenhum o frea mente para Honduras: do que
para maior publicidade e para quo conste a quan*
tos possa ioteressar, faz o presente annuucio.
O abaixo assignado faz sciente ao respeila-
vel pnblico que ten dous engeiihos de fazer as-
sucar para vender, sitos na fieguezia de Agus-
preta, sendo o primeiro denominado Pao do Rio,
moenle e correte, com 20 animaos do roda e 1
escravo de meia idade, e com safra criada para
2,000 pes de assucar, e o segundo denominado
Cova da Onca, somente com as obras seguintes :
casa do engenho, casa de purgar, casa de viven-
da e senzala, faltando a ferragem : ambos edifi-
cados era chao proprio, com urna legoa de frente
e meis de fundo, distante urna e meia legoa do
ponto Pirangi, onde tem de ser deposito da linha
frrea: tendo ambos ptimos commodos por
serem de agua : quem os pretender, dirija-se ao
i engenho Jos da Cosa, a tratar com o mesmo
j abaixo assignado. Engenho Jos da Costa na
freguezia de Agua-prea 28 de Janeiro de 1861.
Chrisi >ao Jos Machado.
Precisa-se de 3:000 por espago de um an-
no cora hypolheca em 5 escravos, flcando estes
em poder do seuhor; d-se garanta pelo paga-
mento mensal do premio razo de um e meio
por ceoto : na ra do Imperador n. 47, loia de
marcineiro, se achara, de 11 horas ao meio di,
pessoa para tratar.
Sr. Jos Thomaz de Aguiar Jnior tenha a
bondade de ir ao caes de Apollo n. 65, a nego-
cio de seu interesse.
Pielro Bastrese, capito da barca sarda Lu-
za, declara que nao se respoosabilisa por dividas
nenhuma feilas pelos marujos do seu afio.
Precisase lugar urna preta para semco de
casa e lavar roupa : em Santo Amaro, ra da
Fuodigao, casa de sobrado.
d T A.inJa esl fgida a negra Mara, escrava de
Flix Venancio de Canlalice, morador na ra do
Imperador, cuja preta tem os signaes-seguintes :
Ievou vestido de chita de assento hranco e qua-
dros cor de caf, suppoe-se ter levado mais ou-
iro vestido de chila rxa que talvez tenha muda-
do, chales de la amarolloj desbotado cora bar-
ra encarnada.tem um signal no poito de dous SS
lera os ps curios, tendo o dedo grande muilo
corapndo e os mais curtos de mais, cabello cor-
tado com urna pequea gafurina, falla um pouco
alravesssado por ser do Angola ; pede-se as au-
toridades ou a companhia '
Attencao.
Gouveta & Filho com caa de consig-
nacOes novamente establecida nesta
praca, arisam aos seui committentes e
ao publico em geral, que podem ser
procurados a qualquer hora do dia em
seu escriptorio na ra da Cadeia do Re-
cife n. 3, primeiro andar.
Ataga-se o sobrad de 2 andares e soto :
da ra da Imperial n. 109, a fallar na ra da
Aurora n. 36.
COJUPANHIA
ALLIANCE,
establecida m Londres
Mfjfi) e mu,
CAPITAL
Cinco mittioes de Uliras
sterAinas.
Saunders Brothers & C. tem a honra da in-
formar aos seohores negociantes, proprietarios
de casas, e a quera mais convier, que esli ple-
namente autorisados pela dita companhia para
eflectuar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
eobertos de tena, e igualmente sobre os objectos
que coniiverem os meamos edificios, quer consis-
ta em mobiiia ouem fazendas de qualquer uua-
lidada. H H
dour.da,toeieV jo i..depurado gostoV br 01T. li eVo^T "^ ^ ^S1" dV*->-
lhan.es etc.. etc. ,quinta-feir.P14 do cUn'to ao U^j& aCaBoa-ViPSaPrl 8enhr' EUi l,,B
meio dia.
Avisos diversos.
Barroca & Medeiros sacam
Portugal e Ilha de S. Miguel.
para:
Para o Cear.
Segu nestes dias o palhabote Garibaldi, tem
parle da carga prompta : a tratar com Tasso Ir-
maos.
Aracaty e Ass
Hiate Dous Irmaos, sabe ns presente semana,
ainda recebe carga.
Francisco Pinto do Penoucos, subdito por-
tuguez. val a Europa.
Campos & Moreira fazem publico ao com-
rnercio desta praga, que nada devem, e suas cern-
as se acham saldadas, tendo vendido a sua pa-
daria da Passagem da Magdalena, na ra do Bem-
, tica n. 31 ao Sr. Jos Gomes de Albergara, livre
uoia familia eslrangeira deseja alugar um e desembaragada do activo e passivo pcrlencente
sitio na Passagem da Magdalena ou na visinhan- ao referido estabelecimento. Approveitam esta
5* P"aiallar na rua da CfUi 10- occaso para avisar aos seus devedores para sa-
Perdeu-se hontem 7 do corrente urna car- tisfazerem o que lhe devem.
teira usada e de algibeira, leado dentro algumas I Antonio Jos da Costa," subdito porlujruez
notas de contas e 2$ em duas sedulas, e 3 letras "ai a Europa.
vencidas sendo urna de 3:000$ aacada por Ro- I Deseja-se fallar cora os Srs. Francisco Pe-
dngues & Ribeiro e aceita por Luiz Antonio de reir do Res e Joaquim de Oliveira Maia Jnior:
iouza Ribeiro, ha 9 mezes, vencida a 30 de de-. na rua do Crespo n. 17.
zembro de 1859, o nao tem traspasse e j est Precisa-se de urna ama forra para o ser-
paga : outra de 1:1369800 sacad* por Joo Bap- qo de urna pequea familia, e qne compre : a
lisiai Rodrigues de Souza e aceita por Santos O- tratar na rua largado Rosario, loia de charu-
liveira & C. em 30 de abril de 1860 ha 7 mezes,' tos n. 30. .
vencida a 30 de novembro prximo passado, tras- ( Frecisa-se de urna ama de meia idade que
S?c*oit nasJC0S,as Pel sacador. Outra de d conhecimenlo de sua conducta, e saiba fa-
^ibS4o sacada por Rodrigues & Ribeiro e aceita zer todo o servijo, principalmente cozer : na
por Braz Anlonio da Cunha e Albuquerque a 6 rua do Imperador n. 71, segundo andar,
de margo prximo passado ha 4 mezes, vencida j
a 6 de julho de 1860 : quem achou dita carteira
e as letras fai o favor entregar ao dono, abaixo
assignado, com loja de ferragens na rua do Quei-
mado o. 36, de que ficar agradecido, e dar nma
graticago. tendo j prevenido os aceitantes pa-
ra nao pagar seoo ao abaixo assignado.
Manoel Joaquim Rodrigues de Souza.
Dentista de Pars.
15Rua Nova15
Frederic Gaulier, cirurgiio dentista, faz
todas as operaces da sua arte e colloc
i den tes artificiaos, tudo com a superiori-
' dade e perfec,o que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua pos dentifricios etc.
Precisa-se de urna ama.que cosiohe e engome
para urna s pessoa, na rua do Rosario estreita
casa n. 20 segundo andar.
4110000.
Constsnca Perpetua de Lacerda Machado, pro-
fessora de instrueco primaria, de novo lembra
ao respailavel publico, que desde o dia 4 do-cor-
rente tem tido sua aula aberta em Fura de Por-
tas, rua do Pilar n. 141, onde sempre os pais de
familia que quizerem assegurar s suas Glhas os
primeiros desenvolvimentos de educacc, podem
cootar alem do ensino dagrammatica porlugueza
o completo conhecimenlo de labyrinthos e bor-
dados em todas as qualidades, marcas e quaes-
quer trsbalhos de agulha, tudo pela j mencio-
nada cxportula de 59 meosaes.
Jos Antonio Domingos vai a Europa tratar
de sua saude.
James Burke, subdito inglez, retira-so para
fora do imperio.
Attencao
Acha-se justo
terrea n. 37 da rua Real, junto
e contratada a compra
a ponte
da casa
de Man-
goinho, ao a proprietaria D. Maria da Luz Tei-
xeira Costa Pacheco : se alguem se julgar com
direito a mesma, queira annunciar nesles 3 dias.
O abaixo assignado faz sciente ao respeita-
vel publico que Antonio Alves Corris deixoude
ser seu caixeiro desde o dia 6 do corrente ; qual-
quer recibo quo se ache passado por elle, nao o
levarei em conta. Recife 7 de fevereiro de 1861.
Antonio Carneiro Pinto.
Aluga-seo armazem da casa da rua da
Moeda n. 7 : a tratar no lado do Corpo Santo,
armazem de cabos n. 23.
COMPANHA BRASILEIRi
DE
HillS \TJUHML
Espera-sedosportos do sul at o dia 13 do
corrente o vapor Cruzeiro do Sul, eommandan-
te o capito de mar e guerra Gervazio Mancebo,
o qual depois da demora do coslume seguir
para os porlos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no da de sua chegada :
agencia rua da Cruz n. 1, escriptorio de Azeve-
do & Mendes.
COMPAHIA
DAS
Messageries imperiales.
At o dia 44 do corrente espera-se da Europa
um dos vapores, o qual depois da demora do
costume seguir para o Ro de Janeiro tocando
ni Baha, para passageiros etc., a tralar na agen-
cia rua do Trapiche o. 9.
Maranho.
Segu nesles dias o hiate Santo Amaro, re-
cebe carga a frete ; a tratar com Caetano Cyriaco
4a C. M. 4 Irmo, no lado do Corpo Santo n 23.
Para.
O palhabote Santa Cruz chegar nesles dias,
e logo que descarregue, carregar para o Para
em direitura per ter mais de meia carga promp-
ta ; para o resto da carga, traanse com Caetano
Cyriaco da C. M. & Irmo, no lado do Corpo
Santo n. 23. ^
Cear.
O luate Vdela segu com brevidade : para
carga, trti-se com Caetano Cyriaco da C. M. A
Irmo, no lado do Corpo Santo o. 23.
wBfwsv BBragllWrwsgH
Consultas medicas.
Sero dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriptorio, rua
da Cruz n. 53, desde as 6 al as 10 horas
da manha menos aos domingos sobro :
1. Molestias de olhos.
." Molestias de corago e de peito. ;
3." Molestias dos orgos da gerago e
do anus.
O exame dos doenlesser feilo na or-
dem de suas entradas, comecando-se po- <
rm por aquelles que sofirerem dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos o p-
ticos sero empregados em suas consul-
tares, e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter cerleza, ou ao menos
probabilidade sabr a sede, natureza e
causa da molestia, edahi deduzir o plano
de Iratameoto que deve deslrni-la ou
curar.
Varios medicamentos sero tambem !
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que lera de sua verdadeira qualidade,
prompiidSo em seus effeiios, e a necessi-
dade do sea emprego urgente que se usar
delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer operaco que
julgar conveniente para o restabeleci-
ment dos meamos, para cujo um se acha
prvido de urna completa collec;o de
instrumentos indispeusavel ao medico
operador.
CASA DE SALDE
DOS
Leiloes.

LEILAO
DE
Queijos, hoje 11.
9 preposto do ageuto Oliveira far leilo por
-cania e risco 4e quem perleocer de matea q-50
Precisa-se da quantia de 500$, pagando-se
um juro vantajoso e dando-se em hypolheca um
excellente escravo.
Attencao.
Os abaixo assignados, encarregados da festa da
Senhora da Conceico, que teve lugar domingo
27 do mez prximo passado no nicho da rua do
Amorim, vo pelo presente agradecer a todos os
devotos que concorrerara com suas esmolas para
o explendor dessa festa ; bem como confessar-se
reconhecidos aos Illms. Srs. subdelegado da fre-
guezia, pela solicitude com que se prestou a con-
servar a melbor ordem publica, meslre da mu-
sica do 4. de artilharia. pela maneira obsequio-
sa pola qual cumprio o seu contrato, e a todas as
pessoas particulares que tambem concorrerara
com suas presencas para o brilhanlismo dos ac-
tos religiosos. Os que sejulgarem credores des-
sa feslividade, queirsm ter a bondade de apre-
aentar suas conlas ao thesoureiro.Prancisco de
Paula do Patrocinio Jos Maocio de Oliveira
GulmaresLourenco Domingucs Fabriclo.
S. Jos da Agona.
Por ordem da mesa regedora conviio a todos
os irmaos a coraparecerera quarla-feira 13 do
correute pelas 2 horas da tarde, no consistorio
da irmandade, afim de encorporados acompanhar
a procissao de einza que tem de sabir da ordem
terceira de S. Francisco. O secretario. Man sel
Francisco dos Santoa e Silva.
Deseja-se fallar com os Sra. Francisco Pe-
reira do Res a Joaquim de Oliveira Maia J-
nior, na rua do Crespo n. 17.
Achou-sa usa eavallo castanho no dia 6 do I
crrante mez ; quem for seu dono, dirija-ae a I
na do Cotorella o. 5, tno Itat sari entregue. I
BB8.UKB8&SIYI.
Sita em Santo Amaro.
Esteestabelecimentocotitiaua debixoda admimstracao dos pro-
prietarios a receber doentes de qualquer natureza ou cathegoria que
seja.
O zelo e cuidado all empregados para o prompto restabelecimen
to dos doentes e geral mente conhecido.
Quem se quizer utilisar pode dirigir-se as casas dos proprietarios
ambos more dores na rua Nova, 3 u en tender-se cora o regente no esta-
tabelecimento.
Reforma de presos.
Escravos. 2jjf000
Marujos ecriados, .... 2S500
Primeira classe 3# e. 3^500
As operaqes serao previamente ajustadas.
CONSULTORIO
DO
HED RO COPAR TEIE OPERADOR.
3 IU A IU UIOR1 i, (1^1 UO f l \DVO 3
CUnAca por ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consullas todos os dias pela manhaa, e de Urdedepois de 4
horas. Contrata partidos para curar annualraente, nao s para acidado, como para o engenhos
u outras propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at s 10 horas da manha e em caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noite, sendo por escriptoem que se declare
nome da pessoa, o da rua e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
derlo remellar seus bilheles botica do Sr. J. Sounn & C. na rua da Cruz, ou loia de
ivros do Sr. Jos Nogueira de Souza na rua do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja a na casa do annuncianleachar-se-ha comn temen te os melhores medica-
mentos homeopalhicos j bom conhecidos e pelos pregos seguintes:
Botica de l tubos grandes...........10*000
Dita de Sl4 ditos'. .......;........ 1B9000
Dita de 36 ditos.....,......,...-. 209000
Dita de 48 ditos................. 255000
Dita de 00 ditos;...........; 809000
Tubos avulioscada um.........: 1*600
Fraseos da tinturas. ; j ........... 3000
Manual dti midicina bomeopatbica palo Dr. Jabr, tra-
dorido ara portuguez, com o diccionari* dos termos
da mudieina, cirurgia etc.. ele........209000
Medicina domesticado Dr. Harbg, com diccionario. 109000
Bttrtom do Dr. MaU. Mw, t ; !-, ,
Armazem de roupa feita
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RUA DO QUEMADO #
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
a*. nelecimento ha sempre um sorlimento completo de roupa feita de todas ss oualid.
fhes ;"?eesTorees.manda eieCUl" Pr "**" ""* fr^. S o qVetem 3"
Ditos de Rurgurio de seda pretos e de
cores, 7J00O, (RjOOO e
los me-
Casacas de panno preto, 4011, 359 e
Sobrecasaca de dito, 35 e
Palilots de dito ede cores, 35, 30. 25J e
Dito de casimira de cores, 22*, 15, 12$
Ditos dealpaka preta golla de velludo
Ditos de merin-silim pretos e de co-
res, 9JW00
Ditos de alpska de cores, 5S e
Ditos de dita preta, 99, 7$. 5* e
Ditos de briol de cores. 5j, 4^00, 48 e
Ditos de bramante de linho bran:o. 63.
Ditos de merino de cordao preto, 15$ e
Calsss de casimira prela e de cores. 12.
109000, 9000 e
Ditas de princeza e merino de cordao
pretos, 59 e
Dif?s-e btim franco e de cores, 5S000.
*S50O e
Ditas de ganga de cores
Colletes de velludo preto e de cores, li-
sos o bordados, 189000, 9g000 e
Ditos de casemira preta e de cores, lisos
e bordados, 69, 59500, 59 o
los de selim preto
tos de seda e selim branco, 69 e
309000
309000
205000
99000
II$000
89000
39500
39500
39000
4J0O0
89OOO
6AO0O
49500
28500
3J000
8*000
39500
59000
59OOO
Dilos de brim e fusilo branco. 39500 e
Seroulas de brim de linho
Ditas de algodao, 1g600 e
Camisas do peito de fuslo branco e de
cores, 29500 e
Ditas de peito de linho 6J e
Ditas de madapolao branco e de cores
39. 25500, 28jb
Camisas dmelas
Chapeos pretos de massa, francezes, for-
mas da ultima moda 10$, 89500 e
Ditos de fellro, 69, 5, 49 e
Ditos de sol de seda, inglezes e france-
zes, 149, 12, 11S o
Collarinhos de Hnho muilo finos, novos
fetios, da ultima moda
Dilos de algodo
Rei009<; 9o 809OePalen,e* hor,80nlaes.
DilonsP.rVoyal?aDiS"<108 P4teDle he"
Obras de'ouro, adoregos e raeios ade-
recos, pulseiras. rotetaae anneis
Toalhas de linho, duzia 124000 e
59000
39OOO
2900
1*280
29300
39000
19800
I9OOO
7*000
29OOO
79OOO
I9OOO
9500
709000
309000
109000
Fazendas de todas as qualidades.
DE
Joaquim F, dos Santos.
40---RIA DO QUEMADO -40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Grosdenaple preto o covado a 3S.
2*500, 2$ e "
Seda lavrada preta e branca o co-
vado 39,29500 e
Setim prelo superior o covado a
Cortes de vestidos de gorguro de
seda preto de 2 saias a 8O9 [e
Mantas de blondo pralas [e brancas
para senhora a 129 e
Lencos de gorguro de seda preto a
Dilos de seda rozos para senhora
a 2S e
Tafel preto e rozo a Ig e
Manas de fil de linho pretas a
Sedas de cores o covado a 1S500
. 19, 900 e '
Diversas fazendas de l e seda.
Cambraia e seda covado a 500
640, 800, 19 e '
Velludo preto multo superior o co-
vado a
Panno e casemira preta e de cores
de todas as qualidades
Casemira preta de cores de 2 largu-
ras covado
Organdys muito fino ede novos de-
senos vara
Veos de cores para cabega de se-
nhora a
Tiras e enlremeios
Sargelim de cores pratiado covado
1600
29OOO
49OOO
709OOO
8(000
2*000
14600
500
16S0OO
800
8
19200
59000
9
2g000
IfiOOO
3*000
9
320
Merino setim preto e de cores pro-
piio at para vestuarios de me-
ninas o covado
Enfeites paracabeca de senhora
Saiasbalode madapolao, de mus-
selina e de 30 arcos a 39500,
45, 45O0, 59 e '
Selim preto azul o encarnado pro-
prio para forros 4 palmos de
largura o covado
Luva preta de seda de todas as
qualidades para senhora?, ho-
mens e meninos
Mantas para gravatas e grvalas do
seda de todas ss qualidades
Chales de merino bardados, lisos e
estampados de todas as quali-
dades
Dilos de touquim branco muito D-
'nos
Cortes de vestido de gaze de seda
e pbantasia
Peitosde cambraia de linho para
camisa lisos e bordados
Ditos de madapolao brancos e de
cores
Chitas francesas a 260, 280, 300 e
Caoas francezas preta e cor de
rosa a 600 e
Lencos bordados e lisos de cam-
braia de linho e de algodao
I9OOO
9
6*000
I9OOO
9
9
320
500
APPEOVACiO E AUTORISACIO
DA
mmm& mmmi m mmmwk
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CHAPAS MEOI61NAES
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPASTICAS
De Ricardo Kirk
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo
AS CHAPAS MEDICINAES sao muito conhecidas no Rio de Janeiro e era todas as pro-
vincias desto imperio ha mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que se tem oblido
as emfermarias abaixo escripias, o que se prova com innmeros altestados que eiistem de pes-
soas capazes de distinecoe?.
- Com estas CflAPas-ELKCTB0MAGKETici5-EPisPASTiCAS obtem-se urna cura radical e in-
fallivel em lodos os casos de infla mma^ao ( camaca ou falta de respirando), sejam internas ou
externas, como do ligado, bofes, estomago, baco, rins, ulero, peilo*, palpitado de coracao, gar-
ganta, olhos, erysipelas, rbeumatismo, paralysia e lodas as affecces nervosas, etc., ele. Igual-
mente para as differenles especies de tumores, como lombinhos escrfulas ele, seja qual fr
seu lamaRho e profundeza, por meio da snppuracao sero radicalmente extirpados, sendo
nso aconselhado por habis e distinctos facultativos.
As encommeudas das provincias devem ser dirigidas por escripio, tendo todo o cuidado da
fazer as necesarias explicaces, se as chapas ao para hornera, senhora ou nanea, declarando
mole.ua era que parte do corpo existe, se na cabeca, pescoco, braco coxa, parna, p, ou tron
do corpo, declarando a circumferencia: e sendo ochasoes, feridas ou ulceras, o molde do teu t
manho em um pedaco de papel e a deelaracac- onde exislero, afim de que as chapas possam ser
bem applicadaa no seu lugar. r t~- r
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
*
o
seu
As chapas serio acompanhadas das
ros para a eollocacio aellas.
comnetentas explicaces e iimbem de todos os accesco-
se
Consulta as pessoas que a dignaren) honrar com a sua conflinc, em aeu escriptorio que
achar aborto todos os dias, sem excepcao, das 9 horas da manhaa s 2 da Urde.
Rua do Parto ||)
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
i



i
V
.
-
Dl&fO K fERNAMB
eco. *. u.
A *EUU 11 t> PEVERBRO Dfi 861.
-----------
W
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
IPABBDLHA DO ft TW[M1SEW
MELHOBADO E FABRICADO SOB ADIRECgAO' DO DR JAMES R. CHILTO.V,
fmlco medico celebre de New York
GRAHDE SUPERIORIDADE DO EX-
TRACTO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seo extraordinario
e qaasi miraculoso effeito no
sangue.
Cada uta sabs que a saude ou a infermidade
.apeala directamente do estado destefloido vi-
tu,. Isto ha de ser, visto o partido importante
que lera na economa animal.
A quamidade do sangue n'nm homem d'es-
tatura mediana est avaliada pelas as primeiras
autoridades em vinte e oito arralis. Em cada
pulsacio duas onces sahem do cora;ao nos bofes
e dalli todo o saague passa alem no corpo huma-
no em menos de qoatro minutos. Urna dis-
posico extensiva tem sido formada e destinada
coa almtravel sabedoria a destribuir e fazer
circular esta corrbnt dr vida por todas as
parles da organisaco. Oeste modo corre seni-
ora palo corpo em torrente, o qual a gran
Cont de infermidade ou de saude.
Sa o sangue por causa alguma se emprenba
re muertas ftidas ou orrorapidas, diffunde
con vslocioa.dk elbctiuca a corrupeo as
mi'ts remotas e raais pequeas partes do corpo.
O veneno lanca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos espllanos,
al cada orgao e cada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneira
a circftlacao evi lentamente se faz um engekho
poderoso de doenea. Nao obstante pode tam-
ba.m obrar com igual poder na criado do saude.
Estivesse o corpe infecionado da doenea maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glandaloso, ou muscular, sa somante o san-,
gue pola fazer-se puro esaudarel ficar soperior
a d3jn$a e navitavelmente expellirda cons-
titutQo.
O grande maoancial de doenea entao como
d' aqui consta no FLUIDO circulante,e nenkum
medicamento que nao obra directamente sobreel-
le para purificar e renova-lo.possoe algum direi-
te ao cuidado do publico.
O SANQOE 1 O SANGUE o ponto no qual
ce ha mysler fixar a attenco.
O ORIGINAL E O GTNUINO
AO PUBLICO.
Nos, o Assignantes, Droguista na cidade de
New-York, bavemos vendido durante muitos an-
uos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, consideramo lo ser o extracto original e ge-
nuino de salsa parrilha do Dr. Townsend. o
qual primeramente sob este nomo foi apresen-
lado ao publico.
B0YD4PAL, 40C.ortIandtSlreet.
WALTER.B TOWNSEND Co, 218 Pearl
Street.
LEOS & HAZARD, 121 Maiden Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F. TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAM Co, 10 Od Llip.
OSGOOD & JENNINGS, 188 Pearl Street.
R. B. HAVILAND & Co, Office 177 Broad-
way. >
JACKSON, ROBINS& Co, 134 Water Sireet.
THOMAS & MAXWELL, 86 William Street.
WM. UNDERH1LL, Junr, 183 Water Street.
DAVID T. LANMAN, 69 Watar Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAV& Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M KFSSON & CO, 127 Msiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulion Street.
SCHIEFFELIN, BROTUER & Co, 104 &
106 Jote St
LEWIS & PRICE. 55 Pear! Street.
HAVILAND, KEESE & CO, 80 Maiden La-
na.
RUSHTON, CLARK & CO, 110 Broadway,
lOAslor.
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
PHILIP SCHIEFFELIN & CO, 107 Water
Street.
POU a PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Peari Street.
RCST & HOUGHTON, 83 John Street.
I. MINOR& CO, 214 Futon Street.
INGBRSOLL& BROTHER, 239 Pearl Streat.
JOSEPH E. TRIPPI. 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Corllandl
Street.
HAYDOCK, C0RLIES& CLAY, 318 Pear
Street.
OUMWING & VANDSER, 178Greenwch
Street.
HASKELL & MERBICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCE & Co. 49 John Street.
CONHECEMOS A ARVORE E SASFRU-
TAS i
B IGUALMENTE
Conhecemos um Medicamento nos cus Effeitor
O extracto composto de Salsa parrrlha do
Dr. Townsend esta
OMED1C4HEKT0DO POYO'l
Adata-se to maravillosamente a constituido
que pode ser utilisadoem quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E DEB1L1DADE,
FORTALECE;
ONDE E' CURBuPCAO,
purifica;
ONDE HE PODR1DA0,
ALIHPA.
Este medicamento celebrado que tio grandes
servicos presta a hutnanidade, prepara-so agor
na nova fabrica, na esquina das iuas Fronte
Washington, Brooklyn, seb ainspeccacdirecU
do muito conbecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da Cidade deNew-oik,cuja cer-
tidio e assignatura se acha na cepa exterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DESALSAPARRILBA
DO IR. TOWNSEND.
O grande purtficador do sangue
CURANDO
O Herpes
A Herysipela,
A AdSTRICCXODO TEN-
TRE,
As Alporcas
Os Effeitos do azou-
UE,
Dispepsia,
as d0encas,de figa-
DO,
A Hidropesa.
AImpingb
As Ulceras,
O Rheumatismo,
As Chacas
A DED1L1DADE GERAL
AS DOENCASDE PELLB
AsBOEBTJLHAS I*ACA-
BAR
As TossESt,
Os Catarrhos, As Tsicas, btc.
OExlracto acha-secontidoemgarrafas qnadra-
das e garante-so ser mais forie e melhot em to-
do o respeito a algum outro purificador do san-
gue., conserva-se em todos os climas por cer-
FttNMtfAS DE 4864.
Acham-se venda na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bem conhecidas folbinhas impressas ntsta
typographia
Folhtnha de porta ou. KALENDARIO eeclesiastieo e civil para o
n. bispado do Pernambuco.. ...... 160 rs
Dita de algibeira contando alm do kalendario eeclesiastieo e civil,
explicarlo das festas modaveis, noticia dos planetas,
tabellas das nares e nascimento e oecaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do eommercio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
i dos impostos geraes, provinciaes e municipaes, ao
que se juntou urna colleceao d bellos e divertidos
n.. J*gos de prendas, para entretenimenlo da mocidade. 330 rs.
Ultl dita .... contendo alm do kalendario eeclesiastieo civil, expli-
caeao das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commertio; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de confessar-se, e conungar, e os officios que a
igreja eostuma celebrar desde domingos de Ramos, at
sexta-feira da Paixao, (era portuguez). preco.....
Vitado almanak civil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao preco de: ...... .
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e izeram-se muitas alteraces, sendo a correc-
co a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias soffre niudancas) acrescentando-se a nu-
meraco dos eslabelecimentos commerciaes e industriaes;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pela oceupacao do individuo de quem se quer
saber a residencia.
HlIFKllIEA
DO
RECIFE A S. FRANCISCO.
(UMITADA.)
uem que at agora ttm aahioa d, Ecda 13 A
320 rs.
19000
to sspago de tempo.
original a genuino exrractu do Dr. Townsend tem a assignafcrra e a cer tierno do Dr. J. R. Chli-tton, na capa
Cada garrafa do
oxterioT de papel verde
No esariptorio do proprietario, 21^ Broadway,
ra na blica da ra Direita n. 88 do Sr. Pranos.
New York, o em Pernambuco na ra da Cruz n. 21 escriptoric 1. andar, tam-
v&8$ -asa
ASA DE BANH
no
Assignatara da banhos frios, mornos,de choque ou chuviscos (par* urna peseoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,...... 109000
30 cartde* p?ra os ditos banhos tomados em qualqner lempo...... 159000
lSDitoc dito dito dito i 00
...:. 4(000
Banhos vulsos, aromticos, salgados esulphnrososaosprecos Annnnciados
Esiareduc^o do precos faeiHtar aorespeitavel publico ogozo dasvanragens queresultam
da frequonciadeum estabelecimento de urna utilidadeincontestavel.masqueinferumenta too
estando ora nosso- hbitos, ainda ponco condecida e apreciada i
. TABAC CAPORAL
Deposito das mauufacturas impeTiaes dferavica.
'*'\fRftn5!Sfl o18 am acha-8edePosiUl ~t-MUOA BOCARMO, o qual se vende por mseos de 2 heetogramosa tOOOeem porcaode
10 mseos para cima com descont de 2S porcento; no mesmo estbeleeimento acba-se tambera
a verdadeiro papel de hnho para cigarros^
Aviso
aos terceiros da ordem de S.
Franciseo.
Na ra do Queimado d. 39, loja de 4 portas,
vende*** estamenha para hbitos a 2200 o co-
vado, e se apromplam os meamos hbitos a ven-
tad* dos rmaos a 45J> cada um, obra muito bem
feta.
A mesa da veoeravel ordem terceira da Se-
nho do Carmo do Recife convida aos nossoa
charweimos irmos para acompanharem a pro-
cissao de oiaza, que ter lugar na quarta-feira
13 do corrale, e aasim pede aos sesmos irmos
para comparecerem na mesraa ordem as 2 horas
da tarde, paramentados com seus .hbitos. Se-
cretaria da veneravel ordem terceira do Carme
do Recire 7 de dfe-eiro de 1861.O secretario,
Antonio da Silva Gnsmo Jnior.
Precisa-se -tomar a premio a quantia de
T0:000#, dando-se em liypolheca um ngenho
perto desta praga ; quem quizer fazer eele nego-
cio aonuncie. ,
Banhos econmicos!
Na easa de banhos do pateo do
Carmo.
Neale etabelecimeoto (alem dos banhos ji co-
nhecidos) se (ornecer d'ora em vanle, por maior
commodo do publicobanhos econmicossem
luxo, mas com toda a decencia e aos precos se-
guintes:
l fri 320 rs.
1 morno 400 ra.
7 cartee, par. banho, {* -^
30 banhos consecutivos frios ou momos 50.
Carvalho, Nogueira & C,
saccam aobre Portugal qaalquer quantia : na ra
do Vigario n. 9, priroeiro andar, escriptorio.
Maooel Ignacio de Oliveira & Filho sacam
sobre Lisboa o Porto : na largo do Corpo Santo,
escriptorio.
Alnga-se urna boa casa tarrea com quintal
e porto, bastante acetada a com illuminaco a
gaz, tita n. ra do. Marlyrios n. 14: a tratar na
mesma caa, da. 4 hora, da Urde em diaole.
O abaixo af.iga.do, tendo justo e contrata-
do a compra da taberna sita na ra Direila n. 31,
que gyra aob a razio Lagos & Mello, tomando
a si a. dividas .ssiaa contr.hid.s pelo socio
Mello, na importancia de 649f310 e tantos ria,
Hondo por couta de Lagos o pauivo por elle,
em mu nema conlrahido: o que (a. publico ao.
ioteressados, para que no praso da tres dias fa-
.aa au.a reelamacoes. Recife 8 de fsvereiro de
961.Candido Jo. d. gilveira.
Precisa-.e alugar ama ama que ..iba cozi-
nh.r eengomm.r para estad* pouca familia:
na roa 4t Concordia 0, 5.
1 banho avulso
Mudanca de esta-
bdecimento.
JosMoreira Lopes avisa .os seua amigse
freguezes desta e de oulras provincias, que mu-
dou o sen estabelecimento de fazendas que linha
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e ariaazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde tem o mais completo e variado sortimenlo
de fazendas de todas a. qualidades par. vender
era grosso e a retalho por precos muito baratos :
ra do Crespo, sobrado de 4 indares n 13, e ra
do Imperador, oulr'or. ruado Collegio, sobrado
de um andar n. 36.
Camargo receoiemente eslabelecido. com loja de fazendas
na ra do Crespo 0. 1, junto ao arco de Santo
Antonio, tcem a honra de convidar aos senhores
consumidores, tanto da prac,a como do mato, a
visitaren) >eu estabelecimento aQm de sortirem-
se de boas fazendas por precos mui razoaveis,
dos quaee aquiesto alguns : chita, francezas de
muilo bem panno, cores flxas, a 240 r?. o co va-
do, velbuoas tarradas imitando velludo a 600
rs. o covado, sedas de qnadrinhos a 640 e 800 rs.
ocovado, grosdenaple de cor com algum toque a
1$ o covado, camisinhas de cambraia para se-
nhora a 10, ricos cortes do vestido de seda com
algum toque, muilo barato, cassas, organdys,
chales de diversas qualidades, enfeites de caneco
de 20 a 50. luvas de seda enfeitadas a 1J o par,
e outras muitas fazendas que se mostraro op-
portunamenle.
Hotel inglez.
Agencia dos fabricantes arrrericanos
Grouver dt Baker.
Machinas de coser: m asa de Samuel P.
Johston &C, ra da Senxalla Nova n. $2.
Aluga-se a ca*a da praqa do Cor-
po Santo onde foi o estabelecimento dos
Srs. Roetron Rooker & C. : a tratar na
traressa do Queimado n. 1, com Joa-
quim de Almeida e Silva.
Companhia de seguros
equidade.
Estabelecida na-cidade do Porto.
O agente desta companhia em Per-
nambuco, Manoel Duarte Rodrigues,
aceita por conta da mesma companhia
seguros de todos e para todos os por tos
conhecidos, sobre euabarcaces dequal-
quer parte e a precos muito razoaveis :
agencia ra do Trapichen. 26.
Aluga-se a loja do sobrado da ra das Cru-
zes n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
Aluga-se a casa terrea 9 sita na ra do
Hospicio : a tratar no Mcndego casa do fallecido
commendader Luiz Gomes Perreira.
Deseja-ee fallar aos Srs. seguintes: Senho-
rinho Marques Galvo. Vicente Ferreira 'Gomes
da Silva, Domingos Jos ds Costa, Gaudencio
Verrelra de Siqueira Moraes, Jos Balcebioo Gnn-
calves Lima, Joaquim Antonio Goncalves da Ro-
cha, Antonio Joaquim Brito do Oliveira. Jos
Telles Marioho, Manoel Joaquim Souza Vianna
e Victor Barbosa da Silva a negocio de interes-
se: na loja de miudezas da ru. Direita n. 103.
O abaixo aesignado deu procura;3o bastan-
te a< Sr. Antonio de Paiva Perreira para cobrar
as dividas aciivas da casa de Tbiago da Costa |
Ferreira Estrella, por lhe pertencercomo consta
da arremalaro feila peranle em audiencia do
Exm. Sr. Dr. juiz especial docommercio e cons-
tara das coolas e relaco que o dito Sr. Paira
apreseolar. Recife 1 do Cevereiro de 1861.
Aftlcoio Joaquim Vidal.
CONSULTORIO ESPECIAL HOMEOPATIIICO
DO DOCTOR
SABINO O.LPINHO.
Ra de Sauto Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consultas todos os dias uteis desde as 10 horas
al meio dia, acerca das seguiutes molestias :
1." molestias das mu'.heres, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias ssphililicas, todas as especies de febres,
febret intermitttntes.esuas consecuencias,
PHARMACIA ESPECIAL HOXEOPATHICA .
Verdadeiros medicamentos homeopatbicos pre-
tarados som todas as cautelas necessarias, in-
alhveis em seus effeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos precos mais commodos pos-
siveis.
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
nicamente vendidos em su. pharmacia ; todos
que o forem fra della sao falsas.
Todas as carleiras sao acompanhadas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pinho, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de, As carleiras que nao levarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na tampa o co-
me do Dr. Sabino sao falso?.
~ Precisa-se de urna ama que saiba cosinhar
e fazer todo o sernco de casa ; na ra do Cal-
deireiro taberna n. 60.
Aluga-se o segunda andar e solo do sobra-
do n. 87 sito na ra do Imperador : a tratar no
Mondego em casa do fallecido commendador Luiz
Gomes Perreira.
Precisa-se alugar urna
escrava para o servico de urna
casa de familia: na ra da Ca-
deia n 53, terceiro andar.
O secretario da irmandade de N.
S. do Terco de ordem da mesa rege-
dora, convida a todos os seus charisst-
mos irmos para comparecerem na res-
pectiva greja quarta-feira 13 do cor-
rente, pelas 2 horas da tarde, afim de
ecmorporaqo acompanhar-se a procis-
sao de-Cinza, para a qual houve convi-
te da veneruvel ordem terceira de S.
Francisco
Aos pas de familias.
D. rsula Alexandrina de Barros, directora 0o
collegio de Santa rsula, competentemente pro-
visionada pela directorra geral da instrurcao pu-
blica, tem a honra de prevenir.o respeila*el pu-
blico, e principalmente aos pais de suas discipu-
las, que desde o dia 15 do eorrente se acham
abertas as aulas do seu collegio ; o qual se acha
por ora eslabelecido na ra Pormusa, sobrado
nun-ero 15.
A mesma directora approveita esta occasiao
para asseverar aos pis de suas discipulas que
estas encontraro em seu collegio mesma ins-
peccao, vigilancia e desvelos, que encontraro
em suas proprias casas, e que nelle recebero
urna educaco moral e religiosa, comoconvm s
filhas das sociedades christes, que devem um
dia exercer o espinhoso ministerio de mais de fa-
milia.
Finalmente, .bstendo-se mesma directora de
encarecer o metbodo de ensino adoptado em seu
collegio, limitar-se-ha apenas a atirroar aos pais
de suas discipulas, tanto internas como externas,
que ludo envidar para o adiamntenlo das mes-
mas, visto ser este o n eio mais propicio de sus-
tentar o lisongeiro crdito, que gracas ao favor
publico, lem acompanhado ao collegio de Sania
rsula, desde a sua crea;aoeinsullaco.
As difierenles aulas do collegio seio dirigidas
pelos seguinles professores :
Os senhores :
Dr. Jos Soares de AzevedoFrancez.
Dr. Filippe Nery CollafoInglez.
Dr. Augusto Carneiro Monltiro da Silva San-
tosGeographia.
Joaquim Bernardo de Me ndonga Piano e canto
Eduardo Gadault Deseono.
Quem annunciou precisar de 1 0000 com
hypotheca a um sitio perto da cidsde, pode ap-
parecer na ra do Queimado, botica do Sr. Jos
Alexandre, at as 9 horas da manha, que acha-
rcom quem tratar.
es
a te < m i
m o co co tt^ i^ t^ ^ o
. 1. z < a ui a ce < m ''----------- |S9S lSSS ISS52
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JOIAS.
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Julio & Conrado.
Ra do Queimado n. 48.
Parlicipm aos seus numerosos fregue-
ses que tendo chegado o seu mestre al-
aiale que mandaran) contratar em Paris,
cbam-se promptos a mandarem execu-
lar toda e qualquer obra tendenie a al-
faiate, assim como tem em seu estabele-
cimento grande sortimenlo deludo quan-
lo so desojar, par. qualquer da. esta-
ques nao s de fazendas como diversos
artigos de luxo, continuando o mesmo
mestre receber por todos os vapores II-
gurinos para raelhor poderera servir ao
rospeitavel publico a quem pedera de vi-
rom visitar o seu estabelecimento
encontraro aquillo que deseiarem.
que

O cnsul de Franga sendo pela morte da tina-
da M. Marmier, conbecid. nesla praga como M.
Dubois, incumbido de realisar a parte que a dita
senhora tinha no hotel inglez, convida aspessoas
que lem conta. receber d. dita senhora ou do
mesmo hotel, de as apreseolar no consulado
francez no prazo de 10 dia. d. dala deste, par.
seren reconhecids. : outro sim rog. a. pessoas
que se acham devendo aodito hotel ou a M. Du-
bois o favor de m.od.r pagar as respectivas con-
U so referido cnsul no mesmo pr.zo de 10 dias:
.. peasoas que desejarem comprar o dito hotel
deverio dirigir-se par. tratar do ajuste ao aupra-
dilo cnsul. Pernambuco 5 de fevereiro de 1861
Para o carnaval.
O artista Raymando Jos de Araojo tem para
lugar um grande ortimento de vestuarios para
matearas, de variados gostos pelos ultimo, ngn.
nnos do baile masqu de Paria : e oa aluga por
precos r.so.veis; atsim avisa ao. aeu. amigos
freguezes, que n. quinta-feira 7 do correle
far eiposicaojloa me.mos no prlraeiro andar da
CsjW
* u drogado Dr. Manoel do Nascimento @
@ Machado Pnrlella pode ser procurado para
W os negocios de sua profissao. das 9 s 4 $
W horas da tsrdo, em seu escriptorio no pri- dft
# meiro andar da casa n. 83 da ra do Im- 5$
ti peradoc
S@Q@@ @@@@ $##*#
Precisa-so alugar um pequeo sitio perto
da praga, como ejs Soledade, etc.; tratar ns
ra do Imperador n. 30.
4os consumidores de gaz.
A empreza da illuminaco
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregaren! aos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
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Joaquim Monteiro de Oliveira Goimares com
loja de ourives na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa ao. seus amigos freguezes e ao publico em
geral, que se acha soriida das mais bellas o deli-
cadas obras de ouro e pral, e querendo acabar
com o negocio, est re3olvido a vender mais ba-
rato do que em outra parte, garantindo as ditas
obras, passando conta com recibo, declarando a
qualidade, o compra ou troca onras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em ouira parte.
Lauriano Jos de Barros
participa aos seus numerosos freguezes desta ci-
dade e mesmo de fora, que acha-.e regendn a
grande officioa de roupas fe i tas de Ges & Bas-
tos na ra do Queimado n. 46, onde podo ser
procurado qualquer hora, pois est prompto a
desempenhar qualquer obra importante, pois I M^g^Kifl&ii^.affiflAtt^Aa* >m ^ ,-.^
para sso lem na mesma loja um completo sor- 7'**>***"**w* *> hSMMM cMt\MmWW.M
l,meDI O Dr. Casanova
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C "c C t 0 3
Assignado-ff. H. Bramah.
Superintendente.
Ensino particular.
O abaixo assignado, professor particular de
piimeira. letras, latim e francez, reside no ter-
ceiro andar do sobrado n. 58 da rus Nova, onde
com toda a dedicarlo, prudencia e actividade,
exerce aau magisterio, e contina a admiltir al-
guna internos de pouca id.de.
Jos liara Machado de Figueiredo.
"Offerece-se um mogo Portuguez de SO an-
oos, pouco mai. ou menos, para caixeiro de ta-
berna, do que tem bastante pratica, escreve mui-
to bem, o d conhecimetto de su. conducta ; na
ra dos Marlyrios n. 36.
Alerta rapazeada.
Na ru. do Imperador n. 59 alogam-se vestua-
rios de todas as qualidades, muito ricos de fan-
tasa, e carcter, por proco, muito commodos,
onde rapazeada devera correr visitar ao bem
conhecido Nevos autor do qaasl todoa os diverti-
mentos pblicos.
Precisa-se de urna ama para coainhar o que
Mib. sogomm.r, pagando-te muilo bem : na ra
do. Pescadores ns. 1 e 3
Alug.rn.se o J. e !!. andares das duas ca-
O bacharel Manoel et Carneiro'd"
Souza Bandeira abri na villa do Cabo o
seu escriptorio de dvocacia, ra da ma-
triz casa amarella, e ahi offerece oa ser-
viros de sua profissao mesmo sos habi-
tantes for. d. comarca que tirerem al-
guma qnestao para aquelle foro.
-- Na Iravessa da ra
das Cruzes o. 2, primeiro andar, contina-se .
tingir com toda a perfeicao para qualquer edr, o
o mais barato possivel.
Alugam-se duas casas no lugar de Santa
Anna de dentro, com commodos suflicientes pa-
ra qualquer familia, lendo o banho perlo : a tra-
tar no pateo de S. Pedro n. 6.
Attenco.
As pessoas que liverem relogios para se con-
certar n. ru. Nova n. 22. o que tem mais de seis
mezes ; facam o favor de vir busca-Ios no prazo
do 30 dias, sob pena de serem vendidos pra in-
demnlsa{o dos concert*.
Aluga-se loja do sobrado da ru. do Livra-
menton. 17, com armaran propria para qualquer
negocio, e commodos no fundo par. familia : a
tratar na praQ. da Independencia n. 1 e 3.
ge <
Dentista francez.
Paulo Gaignoux, dentista, ra das La-
g rangeiras n. 15. Na mesma casa tem f
$ agua e p dentifico. g
pode ser procurado todo, os dias em seu
consultorio especial homeopathico
30-Kua das Cmes-30
Nesto consultorio tem sempre os mais
novos e arredilados medicamentos pre-
parados em Pari. (astinturas) por Ca-
lellan o Weber, por presos razoaveis.
Os elementos dehomeopathia obra, re-
commendada intelligencia de qualquer
pessoa.
CASA
de commissodeescravos, pa-
teo do Paraizo n 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo
ra a dita cas. foi transferido o amigo escrio-
de commusio de escravos que se a< hav
**.9tt.^-*J2?*aorA^nSu ?=".d,lade" < Ribelra 0 Qoatro Cantos en 0-
'^nrOno n. W, de Leal Camargo Silva,
compradores da loja dos Srs. Campos & Lima,
sita na ra do Crespo n. 1. junto ao arco de San-
to Antonio., pedem aos devedores daqueila Arma
que por obsequio veoham satisfazer anas conta,
am de evitar que sejam procurados.
O Dr. Francisco de Paula Paplista omina.
. advogar no aeu escriptorio, n. ru. da. Trin -
cheiras, sobrado n. 19, primeiro andar, aondeo
acharo todos o. di., uteis desde as 9 horas da
manha at as 3 da tarde.
Um preto forro, perito
cosinheiro se offerece para co-
sinheiro de qualquer casa na
cional ou estrangeira: quem
precisar do seu servico ap-
pareca na ra da Cruz n, 4.
Um moco Portugus, gu.rd.-livros de uso.
cas. commercial, di.pondo de algumas hon.,
ellas so offerece para alguma escriptur.co :
quem qaor, deixe carta fechada nsta lypogra-
phla com as iniciaos I, A.
yte> Sociedade
^^^*"1 DE
Edillca^oes e compra de
terrenos.
O abati assignado convida o. proprietario.
queja lhe offerecer.m terrenos par. com o va-
lor dos mesmos entraren) na sociedade na qu.-
Iidadedecommanditarios, a epresentar-lhe os
planos, confrontac.oes, sltuagoes o valuaces dos
respectivos terrenos acomoanh.dos de urna car-
ta pedindo sua admissao como socios coraman-
ditanos da referida sociedade.
A correspondencia devor ser-lhe dirigid. 4
ra do Crespo n. 4 loj. Pernambuco 6 de feve-
reiro de loo!.
F. M. Duprat.
Em Onda.
Alugam-se duas esas, sendo uro. de sobrado
demandares, no Taradooro, e outra na ra de
Uathia. Ferreira, ambas perto do banho salgado :
na ru. do Ltvramento, sobrado n. 8.
Para
torio
eslabelecido na ru. larga do Rosario r
ah d. mesma maneira se cooiina receber es-
cravos par. serem vendido, por coromissao e
por conta de seus senhores, nio se pnnpcndo eg-
ior?os para que os mesmos sejam vendidos com
promplMao. am de que seus senhores nao aof-
fram empale, com venda delles. Nesio mesmo
estabelecimenio ha sempre par. vender escravos
de ambo, os sexos, velhos e moco*.
O or. Manoel Moreir. Guerra tem o
seu escriptorio de advoraci. na ru. do
Cabug n. t sal. eonlingu. an do cattu-
no do escnvSo Paes de Andr.de, onde
ser enrontrado das 9 horas d. manha
at as 3 horas da tarde.
Espi-ito Santo de S.Fran-
cisco.
De ordem da mee. regedor. convido todoa
os nnssos irmio. para eoaaarocerem ero nosso
consistorio no di. 13 do correte, pela. 2 e meia
hora, da Urde, .Oro de .comp.nharmu. pro-
ciwo de Cinio, aM qwo foroos conTid.do. pe-
la respeitavel ordem terceira da Penitencia.
Joaquim Guenes da Silva Mello,
Secretarlo.
ROBO.
Precisa-se do n. criad, pan cas. de pe-
quea familia, que saiba engommar e cozinhar.
preferiodo-seoecuva: a tratar na ru.dolmpo-
rador n. 73. .miacem.
^^^SLSL^SSTJSUff -f-~-i-ntailN. -.codo
)dalmN:rttnod;.ttt"DteU
Na noila da 7 do presente roubar.m do sitio
de Santo Amaro, estrada do Betom. aillo portn-
84, preciaa-sa


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60
Precisa-se alugar urna esrrava para todo o
serrigo de urna casa de pouca familia : a tratar
na ra da Cadeia do Recite n. 19.
Precsa-sc de urna ama para cnzinhar e en-
gomroar ero casa de pe luena familia : na ra lar-
ga do Rosario o. 36, luja.
Dr. Willian Van Tauly retira-se para os
Eslados-Uuidos.
SaaaftaUlSSftreadSSSat
g O Dr. em medicioa P. g
de B. Cotegipe mudou a
2 sua residencia para a 9
rua Nova casa n. 46, pri- J
'neiro andar, onde pode i
ser procurado para o 9
f exerciciode sua prois-
Milho e farelo a
3,100rs.
Vendem-se saceos eom 24 cias de milho 1
3luO, dito novo a 3J6C0. em porco se faz dille-
reuga, e s.ccos com farelo muito barato por ser
de commisso : na travessa do paleo do Paraizo
n. 16, casa pinada de imarello.
/?ua do Crespo n. 8, loja
de 4 portas.
Pechinclia que admira!
Chitas francesas, cores fisas o lindos desenhos
a 240 rs. a corado; do-se amostras com peobor.
VENDB-SE.
No armazem de Antones Uuimaraes & Cjoi.,
milho novo e farello em caceas grandes no largo
da Assembla n. 16.
NwliBrasiL
o em si
i. **
Os seperiores Aun* rea FleMo Brasil,
_ Me Luiz ds Ol reir. Azevedt
oa trav.sss da Madre de t*f
Venirte-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglesas.
Peitosparacamisas.
Biscoutos
Emcasade Arkwight & C.,
Cruza. 61.
ra da
IBJAZEM DE ROUPAFEITA
4 1UII tilUM)) 4
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
m
sao. 1
Aluga-se o segn lo anuar da casan. 15 da
rus do Vigario : para tratar, no caes do Ramos
o. 2. oa a rui Augusta n. 114.
Jzuino de Jess Jardim Pimnl*l passa a
assignar-so por Jezuino Archanjo de Albuquer-
que l'nnentel desti dita em diante.

Jeionyma Francisca do Sacramento da
RcliaP^rcira,Joo Pedro da Rocha Pi-roira,
Jpronyiua Francisca da Rocha Percira, Anna
Fran isra da Rucha Pi'rein.Ignicia P'rancis-
ca ,da Rocha Pereira e Joaquina Francis-
ca da Rocha Pi^rira, agrsdeot'm cordial-
m>>iiti> a todas as p>'ssoas que dignaram-se
acompanhar o cadver de seu mui presado
esposo e pai, Juo Pedro di Bocha Porei-
ra, ao cemilerio publieo, b.>m asim a todas
as ppssnas caridosas que em sua dolorosa
Infeimidade e em sena ltimos momenlos
(i('* sni'in llic- nro'larain.
Gasaeasde panno preto s 309, 359 o 4O9000
Sobiecasacas de dito dito a 350000
Paleiots de panno pretos e de cores a
20, 259, 309 e 35000
Ditos de casemira decorosa 15 929000
Ditos de casemiras de cores a7| e 12000
Ditos de alpaca preta gola de refiado a 12*000
Ditos lie marin setim preto e de cor
a 89 a 99000
Ditos de alpaca de cores a 39503 e 59000
Ditos dealpaca preta a 39500, 59,
79 e 93)000
Ditos de brim de cores a 3)500,
49500 e 59000
Ditos de bramante de linhobrancos a
49500 e 69000
Caigas de casemira preta e de cores a
99, 109 e 129000
Ditas de princeza e alpaca de cordo
pretos a 59000
Ditas de brim branco e de cores a
29500 49500 e 59000
Ditas de ganga de cores a 39000
Ditas de casemira a 59500
Colletesde velludo de cores mu i tofino a
Ditos de casemira bordados e lisos
pretos e decores a 59, 59500 e
Ditos de setim preto a
Ditos de casemira a
Ditos de seda branca a 59 e
Ditos de gurgurio de seda a 59 e
Ditos defuslo bracese decores a
39e
Ditos de brim branco e decores 29
Selouras de linho a
Ditas de algodo a 19600 e
Camisas de peitoie f usto branco e
de cores a 29300 e
Ditas de peito e punhosde linho mili-
to finos inglezas a dusia
Ditasde madapolobra-ncas e de cores
a 19800, 29 e
Ditas de meia alie
Relogios deouro patente eorisontaes
Ditos de prata gabanisados a 259 a
Obras deouro, aderecos, pulseiras e
rosetas
109000
69000
59000
39504)
69000
69000
39500
29500
29500
29000
29500
359000
29500
19600
9
309OOO

Fazendas pretas para a
quaresma
Na ra do Queimado n.
39, loja de 4 portas.
Objectos para senhora.
Ricos manteletes de grosdenaple preto de25 a
ooJOOO.
Ricas mantas ds bleode bespanholas a 209.
llantas de fil preto, Uzeada multo boa. de 18
a 15gOOO.
Grosdeaaple preto, fazenda muito superior, de
2J a 39200.
Objectos para homem.
Sofcrecasacas de panno fino, obra muito bem fei-
ta de 35 a 40J.
Paielots de panno fino preto de 25 a 30J.
Golletes de velludo preto bordado a I29.
Ditos de gorgurao preto a 79.
Ditos de setim preto a 6f.
Ditos de casemira preta a 59.
Caigas de casemira preta fina de 12 a 14$.
Chapeos de castor pretos e brantos a 16.
Ditos francezes muito finos de 7, 8 eldj)
Panno fino preto e casemira preta de diversos
precos, e outras muitas fazendas, que com a
vista dos compradores se mostrara.
SO NO PRO-
gresso.
Oueijos flamengos chegados no ultimo paque-
te da Europa a 2J500 ; reode-se nicamente 00
armazem Progresso, do largo da Penha n. 8.
lofin. 25,4* #s J?LEWJbaratissinros, p,r, aCabar : pecas de
2 -. ***? "do, cassas abortas de
Jt. ?<15JS ^ r ''PV "* ***** barda-
dos a 196001 peca, abados bordados a 320 a
rsra, aadiohaa de quadroi ios*a 800 rs.. casa-
J!21IIdekca2bIaU a!16 a5 P"aadoresda
camarai. bordados a 89. olli.haa bordadas a
MO. AUaaasa poaUs a 29500, .eg,rto. borda-
dos de eambrata a 616 a 29. damaaeo de Ha cosa
palmos de largara a 19600. bramante de linho
com 5 palmos de largura a 900 rs. a vara, lavas
f-n'i**00/' ,0 *' e',8 fa8l|o ">-
tetudas a 59. pe?as de madapolo uno 41, laa-
zloba de auadros para vestidos a 320, camisas da
B"nibr?1n.toIdados s ^ bieeaaaeaa de panno
2 e.t> Palelot de Pono e casemira de
toa 20$, ditas de alpaca de 39500 a 89, ditos de
brim de crese brancos da 39500 a 5g, caigas da
easemira prelas e de cores para tddos os precos,
ditos de brim de cores e brancos de 29 a 59, ca-
brsncaa a decores para todos os precos,
colletes de easemira de coras finos a 59 ; assim
como outras muitas fazendas por meaos do seu
rslor para fechar coatas.
mmmmm Mea-* v&mvmwut
Os barateiros
Guimares $ Villar.
Ra do Crespo n. 17.
Vendem colletes de velludo bordado a
59. parece incrivel.
Saias baldes de 30 arces a 59, de mu-
selina i 5J.
Cortes de cambraia a Stuart riqusimos
desenhos a 2(500 o corte.
Saias bordadas de tres pannos a 2(500.
Ditas de 4 pannos ricamente bordadas
a 49000.
Casemiras de bonitos padroes e 2 lar-
guras a 29500 o corado. Appareeam e 35
? erao o bom gosto
msmmm oeste mm mtmx
Alerta!
BMTB
PROGRESSO
de
Attenco.
i
Na ra da Palma n. 43 lava so e engomma-sc
por barato preco que admira : na mesraa casa
fornece-se almogo, jantar e ceia cot perf-icao.
Ol-rece-se para caxiro um rapj Brasi-
leiro que esoreve bom c d fiador de sua con-
ducta ; e pretenlenio empregar-so em qualquer
eslaelecimenlo, exceptuando.-se boticas e ta-
bernas, paria oulroqualquerserm, me do o servico externo ; quem se quiter iililisar de
seos servicns lenhi aOonlade deixir em carta
fchala com as letras A. M. itcsla typographia.
Desaiipateceu 00 dia 8 do creme, da ra
Nova, um quartio caslanho, nafrego, urna mao
brinca, esireltiuha oa yBata, pellaiura de urna
banda e marca do peitoral, castrado, parlenceiit
a Joaquim do Reg Barros Pessoa. propnetario
doengi'iiho Novo Goit, freguezia da Luz, cuja
marca exprima o nome do proprietsrto, e levava
can^allia e doui pafes de saceos.
Irmaudade do Senhor Bom
Jesusdos Passos do corpo
Santo.
A mesa regedora da irmandale do Senhir Bom
Jess dos Passos convida a todos os seus irmaos
para c.nmparecercm no dia 13 do crrenle mez,
pelas 2 horas da tarde, para, encorporaios, a-
companhara procissao de cinza, para o que io-
nios convidaJos.O es;rivao,
Tliomaz de Paria.
O abaixo assignado, faltara a um sagrado de-
verse nao prnciirasse patenteai aolllm. Sr. ma-
jor Joaquim Ferreira Nobre Pelinca, e 11a dis-
uada familia, as honras e obieqnios inquslifl-
caveis, com que so dignaran) o aoother em sua
casa por espago ae tres mez-ss, '|u com sua
muiher esleve na provincia do Rio Grande do
Norte, cojos obseqa'03 e sincera amUade, jamis
sero osquecidos pelo o abaixo assignado, que
vota no inescuo film. Sr. e sua Exn. familia, o
mais vivo reconhecirajnto, e einma gratido.
Recite, 1." de f-vereiro de 1861.
_______Manoel Luciano da Cmara Guaran,
Cornpram-se escravos.
Compram-se, vendem-se. o trocam-se escravos
de ambos os sexos e de toda idade : na ra do
Imperador n. 79. pTimeiro andar .
Co apranft-se escravos
sin lo do sexo masculino, mogos, de 12 a 29 an-
nos de iiade, e sadios : na ra da Imperatriz a
12, loja.
Comprarn-ie acqfa do navo ban-
bo de Peraanbuco: na rua da Cadeia
n. 41.
Cornpram-se notas de \$ e 5$ ve-
lhas com mdico descont: na praca
da Independencia n 22.
Coraprim-sa moedas brasileiras de ouro de
20j ; no escriptorio de Maoonl tgnicto de Oli-
veira & Pilbo, largo do Corpo Sunto.
Compra-se urna escrava nrroula de 13 a 18
annns d<> ida te, e qns leona bonita figura, com
habilidades ou sem ellas: na rua de Maagel nu-
mero 02.
Coaapra-se urna escrava matata 011 ne^ra,
que seja sadia, moga, e tenha cria de 4 a 8 me-
zes ; na rua da Cadeia do Recifa n. 51, seguado
aadar.
Iirgo da Penba-
os proprietarios deste estabele-
cimentoconvidam ao respeitavel publico, principalmente aoe amigos do bom "abarato que se
acharo era seu. armazem de molhados de novaraente sonido degeneras, os melhores que tem
vindo a este aereado, porserera escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa e por serem
a raaior parteJelles viciaos por conta dos proprietarios "
Gtigos eom c\\ampanAia
las melhores marcas que ha no mercado a 209000 e em garrafa 11 29000.
Figos de comadre
em caixas proprias para mimo a 19000.
ftarris eom azevtonan
os mais novos que ha no mercado a 192000.
Srvela branca
las mais acreditadas marcas a 59000 a duzia e em garrofa a 500.
Queijos amengos
recebidos pelo ultimo vapor de Europa a 39000
Queijos parto
das melhores qualidadesque tem vindo a este mercado a 960 res a libra, e em porgo se a-
r algum abatemenlo,
Qucijos suisso
recenteraente chegado e de suqerior qualedade a 960 res a libra.
Chocolate
Jos melhores autoresde Europa a 900 rs. alibra emporcao a 850 1.
Mar melada imperial
do afamado Abren,e de outros mais fabricantes- de Lisboa emlntas de 1 a 2 libras a 800
rs., em porgo dse far algum abatimento.
Macja de tomate
am latas de 1 libra por 900 rs.,em porgaevende-se a 850 rs.
Conservas Craacezas e inglezas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs.o frasco.
Latas de bolaehinna de soda
com diferentes qualidades a 19600 a lata
A.meix.as franeezas
s mais novas que tem vindo a este mercado em compoteiras.contendo 3 libras nnr 0nn r<
em atas de 1 e 1(2 libra por 19500 res p
Cavxinuas com 8 libras de passas
i 39000 rs. em porgao se far algum abatimento, vende-se tambe:u a retalhoa libra a 500 rs
Manteiga ingleza
perfeilame^nteflora mais novajue ha no mercado a 19000 rs. a libra, am barrilsefari al-
gum abatimento.
Cha perola
o enalbo r que ha res te genero a 29500rs. alibra dito hyson a 29000 rs.
M.antciga traneeza
a 740 rs. a libra em barril se far abatimento.
Toncinbo de Lisboa
o mais novo qaa ha no mercado a 820 res a libra.
Ma^as para sopa
em caxinhas de 8 libras com deferentesqualidadespor 49009 rs.
Tambera vandem-seos seguin tes gneros, ludo recen temen techegado e de superiores qua-
s, nresuntosa 48b rs. alibra. riSon rica mui la novn.roirmol.j. a* ^.;. .r.. i. .t _.._. .
Na rua da Aurora n. 10, segando
andar, vende-se urna bonita escrava
sem ticos. que sabe coser, coeinhar e
engommar bem. moca e sadia, se dir'
ap comprador a razao porque se vende.
Attenco.
fi Cortes de vestidos de nobreza bordados
0 a velludo de duas saias e dous babados a
80J000. _
aj OrosdenBpIe preto de I98OO a 4* o co-
B vado.
^ Mantas de fil de seda preta a 7f, di-
9 ta de dentelle a 20g, e outras muitas fa-
4| zendas pretas proprias para a quaresma
ogioa de onrojda diversos; fabricantes ingleses,
or trece ---------
MacsTinas 4a vaeor,
Rodas d'agua.
Moe'ndaa 4a
Tai&aa.
icaaaa.
:
i
1
S Rodas dentadas.
Broosot aproados,
fj Alambiques de ferro.
CriJ0"' PfMtiaic^ ale:
SU Na fundigo de Torro de D. W. Bowmaa, S
: ruada Brasa paasatHla o ehaaris. S
# %mmZ
Bolsas de tpele para
viageDs.
Vendem-se mui boniUs bolsas da tapeta pro-
prias para n.gens, ale., etc., pelos bVtYUasiSDOO
Linha americaDa alOOrs.
d 200 jardas
branca e de todas as cores, estas liobss
sao fabricadas para cozer esa machinas
por serem muito fortes o iguses sio as
melhores lie has que tem vindo a este
mercado.
[Retroz e trocal preto e d<
cores
tambem proprio para coser em machi-
nas, vem em orreteis e vende-se em li-
bra a 209 ou 21 iim carretel de 12 em li-
bra: na rua da Imperatriz n. 12, princi-
pal deposito de machinas de coser.
!f. S. Como existe um grande sorti-
menlo desles objectos vende-se messoo
M aao tem comprado machina de
cozer.
Vendas.
Vende-se a parlo de um aobrsdo de 3 sn*
dsres, na la ireita n 88: os nrelendntes di-
rija m-se fu do Queimado n. 41.
A loja da ba-f
na rna do Queimado n. 11
est mnito sortida,
e vende mnito barato :
Brim bronco de puro linho traogado a 1JO00 e
19400 rs. a rtra ; dito pardo muito superior a
1J200 a vara ; gangas franceza3 muito finas de
padroes escuras a 500 rs.; riscadiohos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : cortes do caiga de meia casimira a 1J600;
ditos do brim do linho de cores a 29 rs.; breta-
oha de linho muito fina a 209. 229 e a 249 a
pega com 30 jardas ; aloalhado d'algodo muito
superior a 19400 rs. a vara ; bramaole de linho
com 2 varas de largara a 2*400 a vara ; lengos
de cambraia brancos para algibeira a 2#400 a
duzia; ditos maiores a 3J; ditos de cambraia
de linho a 69. 79 e 8g rs. a duzia ; ditos borda-
dos muito finos n 89 rs. cada um; ditos de cam-
braia de algodao com bico lsigo de linho em
ralla1 a 19280; ditos com reoda, bico e-labyrin-
Ioa2j000; e atm disto, outras muitas fazen-
das que se vendem muito barato a diHheiro a
vista: na rua do Queimado n.22, loja da Boa .
Bonitos cintos para senho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vendem-se mui boni-
tas fitas com fivelas para cintos de senhoras e
meninas, e pelo baralissimo prego de 25 : em
dita loia da aptuia branca, rua do Queimadoau-
mero 16.
Chegaem ao barato
O Preguiga est queimando, em sua loja na
rua do Queimado n. 9.
Pegas de brelanha da rolo.eom 10 varas a
2$, casemira escura infestada propriapara cai-
ga, colleta a palito a 960 rs. ocovado, cam-
braia organdy de mnito bom gbsto a 480, rs.
a vara, dita liza transparente muito fina a 39,
49, 59, e69 a pega, dita tapada, com 10 varas
a 59 e 69 a pega, chitas largas de modernos e
escolhidos padroes a 240, 26Oe 280 rs. o cova-
do, riquissimo8 chales de merino estanpado a
79 e 89, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 99 cada um, ditos com
urna s palma, muito finos a 89500, ditos lisos
cosa franjas de seda a 59, leos de cassas eam
barra a 100, 120 e 160 cada um, meias muito
Sobrecasacas
prelas finas a 26J.
*99S$S83$
W Paletot de panno mesclado a 2O9 : na SJ
rua do Crespo a. 8, loja amarella, succes- #
9J sor de Aolooio Francisco Pereira.
Para mascarada.
Na loja da aguia de ouro, rua do Cabug d. 1
B, vende-se brilhaatina de todas as cores pro-
pria para vestuarios de mascaras, pelo baralissi-
mo prego de 500 rs. o covado, lanlijoulas pro-
prias para enfeite do mesmo a 160 rs. a oitava,
assim como gales e bicos dourados e praliados
que se vendem por baralissimo prego, assim co-
mo mascaras finas.
Queijos frescos
a 1$800.
Vendem-se queijos vindo no ultimo vapor, e s
serve pera comer ji por ser frascos e de nao po-
der aturar muito tempe a ISSOff; dito em libra a
640 : na travessa do pateo do Paraizo n. 16, casa
pialada de amarello.
Tachas e moendas
Braga Silva Se C., tem sempre no seu depo-
sito da rua da Moeda n. 3 A, um grandesorti-
mento de tachas e moendas para engenho, do
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na rua do Trapi-
che n.4.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e decores Da
a doze vmteoso covado, mais barato do qn
chita, pproveitem em quaato nao se acabara
na rua do Queimado n. 22, na bemeonhecida lo-
a da Boa l'.
Cal de Lisboa.
Na travessa do arsenal do guerra, taberna os.
1 e gos commodos : r r
Barricas de cal virgera de Lisboa em pedra.
Saccas com arroz das Alagoas, muito novo
uolhos de palha de carnauba muito alva e
aova.
Urna carraca para um s boi, nova e bem cons-
truida de sicupira.
As melhores machiads de co-
zer dos mais afamados au-
tores de New-York, Sioger
AC, Whecler & Wison e
Geo. B. Sloat & C.
Eslaa ma-
cu as que
sio as melho-
res e mais
durado uras
moslram-se a
qualquer hora
e eosina-se a
trabalhar as
caaaa dos com-
pradores ga-
rantindo-se a
sua boa quali-
dade e dura-
co: no depo-
sito de ma-
chinas de
Raymundo Carlos Leite & IrmSo, rua da Jmoe
atriz n. 12, adligamenU1 aterro da Boa-Vista.
..- -.cw.>oB.uw-Bouorw.,iw .^.wineniecnegaao e ae superiores qua- finas pira senhora a 49 a duzia. ditasde boa
t^tl''lEt T^"8^' Pl!3"' rUCUSfTrt"1^". K.,.fraa cpm cazas de rico, desenbos, par. ooberu a 230 rs.
nTrs ronJrvs^r^ "*Ao> -eseura. ioglezas. 59900 .
iriali.^ aHlb^re^.brH.aaiee de San fU, m^as deludas as qu.fdades. aae.,. a 100 rs.e covado, brim branco de par!
gomma rau.to fin, amiba, frsneetw, elw^gnedaamatsacred^ lnbo.l9, 19500 e I96OO a vara dito reto
Zs^Uon'o'v .' l^^^^i^^in^^m^^*^W>S^pu muito encarp.do 19500 a vara! fcfilaJIS
tonas muitooovas, baaha de poreeraflaada e ostroa mullos gooero que encontrarla tendentesa azul a 44)0rs. o cavada, alpacasse dereates
molhados por ,Sso pramet.em osproptisUSrips veuderem par muito ?aVqt^itwwakliaT *6res a J64> r l^*2h?!ZZ
ZraTn^XlnTIn"' "TJJ**" *"-** wAorw 1.vradora.: preta e de s.IPcc. .100 rs. a vara a wJ
--r 'dor, e de todas sedarla amostras com penbor
Padaria.
Na travessa do arsenal de guerra ns. 1 6 3
vende-se ou aluga-se urna padaria bem montada
em em bom lugar, bem como um deposito da
mesma collocado em o ceotro desta cidade e de
milita concurrencia : qncm pretender ambos os
estabelecimenlos ou s a padaria dirija-se i casa
cima que so far negocio em cunta.
Pao a tarde.
Vende-S6 pi quente da melhor farinhs, das
b horas da tarde em diante : oa padaria airas da
matriz da Boa-Vista o. 26.
Agua imperial.
Na roa do Queimado n. 6, primeiro andar, ca-
sa de cabelleiroiro, vende-se a expeliente agua
imperial para lavar a cabeca, (impar s caspas e
fazer renascer oe cabellos ; nesta mesma casa
hjva-se cabega com esta maravilhosa sgui por
Attenco.
Na rua do Trapiche n. 46, em casa de Roslron
Kooker & C existe um bom srtimeolo de li-
uhas de cores e braocas em caneteis do melhor
fabricante de Iaglaterra, as quaes se veodem pot
pregas mu razoaveis.
C aiGiliraias
baratas.
19 Rua do Queimado 19
Cortes de cambraia branca muito fina com aal-
picos miudinhos a 4J600.
Casabraieta para vestido, mnito fiaa. nalo ha
ratisslow prego de 29600,29800,39
pega. ~*
Baloea de mussuliaa, ditos arrendados,
Na rua da Cruz do RecirToT41 esquina para a
ruada Liogoela, ha um completo sortimento l
calgado do todas as qualidades. mhT^o J
fraoceza, cordavio, couro de porco e todos os
aviamentos precisos, o que ludo se Tende por
menos prego que em outra qaalquer parle -o*
mesma loja precisa-se de offlciaes de sapateiro e
tambem se recebe alguna aprendizes forros ou
escravos. "
T Vendem-se dous jogos de livros muito su-
STnrTSraT. ffSW b"iBSa
Attenco.
n^rSe"S0 1^fgrnh-1 de 8 aDnos de id.de por
560S0O0. urna dita de idade de 9 anoos por 650
5 escravos de 25 a 38 anuos de idade. 2 negros
pegas : na rua das Aguas-Verdes o. 46.
Vende-se
O eogenho Primavera coa meia legua de ierra
da frente o meia de fundo, com praporcea oara
su lucientes d agua com bom agude, excellente
cercado, e demarcado ; a obra do eogenho e casa
de purgar consta de 11 Ihfesouras, tem casada
purgar para 600 pies, estufa boa, asa de v"e
f.W'r,,,i,"eB,I!"enl0 para cow re,*'e dis-
PnVmn.1l6*UaS doe,Db"1"e na cidade do Rio
lormoso, com casas para lavadores, ede aoffrl-
volprod-cgio: a tratar com Manoel Gongalves
da Silva ou com o propnetario no engenho Ca-
matao, dislncto de Barreiros.
nr7e.n tli^f 9Ml ra0Q0' bom coziaheiro.
prefere-se vende-lo para engeaho : na rua d
Cadeado Recite o. 29. armazem de louga
Cal de Lisboa.
No deposito da roa da Cadeia" do Recite n. 12.
acaba de chegar pelo ultimo navio a verdadeira
cal virgen em pedra, nlo havendo alem desta
^nViSf.4,,,"t-B0 T1***0' e Poucos das se
concluir, por uso devem os preteadenles con-
correr quaato antes.
Pianos
. -\Wi BMther*4c-' para vender em
!i?t-e"' "P"? ^ Corpo Santo n. 11.
fen 9l\n"w d0 uUimo 0^ recentimente
int dIRbeni "Mecidose acreditados f!
bricantea 4. Broadwood A Sons de Londres a
uito aropeioapara aatecHma -""ure*
cobertos e descobertoar pequeas e grandes, de
ouro patente inglez, para homem e senhora de
um dos melhores fabricantes de Liverpool, vin-
& f sr*er" i'":" -" *
Vinho de Bordeaux.
Ea easa deKalkmann Irmaos & C., rua da
Cruz n. 10 encontra-se o deposito das bem co-
^M Sra. Brandenburg Freres e
do. Srs, Oldekop Mareilac & C, em Bordeaux!
lera as seguintes qualidades:
s,E.*fr*ndellbl,r8 **"
St. Juiien.
Margaux.
La rose.
Cha lean LeovUle
Chtoaa Margaai.
De Oldekop A Mareilhac.
Jl. Juuen.
Su Juiien iBdoc.
Gbaieaa Lovaa.
Cognac era barr quaWade fina.
Cognac em caa. qualidadY inbrior.
Na mesraa casa ha para
veinler:
M.detr. em barra.




=
Ra Direita45
Teodo de augaaeatar 90 % o calcado de ee-
oteen e o de aomena 1 (,, do dia 9 de evereira
ea dianta, eoneeqeencia daara Muta que
ha de vigorar a* aUaodcga; proprielarte do
bem sorlido estabetecimento 4a roa Direita n.
45. nao quer que os seus freguezea carreguera
com i coasequencia, de tystaaa naanceiro do
Sr. ministre da fazsnaa e por iseo sustenta os
precos do sea calcado pela tabella seguate :
Homem.
fO
Grammatca in-
gleza de Ollendorff.
Noto methodopara aprender a lr,
a etcrever e a faltari nglezetn 6 mezes,
obra n tetra mente nova, para uto de
todos os estabelecimentos de nstruc-
93o, pblicos e prticulares. Vende
se napraca de Pedro II (antigo largo
doGollegio) n. 37, segando andar.
>uins para homem (im-
periaet)....... OJOOO
Ditos (aristocrtico). 9|000
Ditos (prova d'agna) 8$500
Ditos Bersaglieri)..... 80000
Ditos (communistas). 6#000
Meios borzeguins (patente). 60000
Sapatdes (5 bateras). 50600
Ditos (sola dupla)..... 50200
Ditos (blusas)...... 5*0 00
Se ahora.
Botinas (prima dona). 5^000
Ditos (vis a vis). .... 4^800
Ditos (me deixe)..... 4#500
Ditos (grisete)...... 40000
Meninos e meninas.
Sapatdes (bezerro).....4,^000
Ditos (diabretes).....30500
Ditos (salva pe)......30000
Botinas (bolicpsas).....40000
Ditas (para cria ricas). 50500
Sapatos para senhora (lustre). 10200
E um completo sortimento de couro de lustre,
marroquim, sola, bezerro fraocez, couriohos e
tudo que 6 necessario a um irmo de S. Cris-
pim, advogado dos artistas sapateiros, por precos
que s este estabelecimeoto pode vender.
Vende-se um magnifico sobrado de dous
andares e um soto, com ezcelleotes com modos
e bella vista para o mar, por isso que acha-se si-
tuado em urna boa posicao, na ra do Pilar :
qaera o pretender, dirija-se a ra da Imperalriz
d. 51. segunde andar, que ahi achara com quem
tratar,
Y na ra Direita n. 88 : oa pretendentes
andaresse a ra do Queimado o. 41.
Viriho do Porto, genuino,
Rico de 1820.
Stomacal de 1830.
Precioso de 1847.
As duzia*, e em caixinhas, a dinheiro, poiba-
rato proco : vende-se na ra do Trapiche o. 40,
escrip torio.
Ra do Galdei-
reiro o. 91.
Queijos muito frescaes a 2#000
Champagne superior a garrafa 20000
Presunto primeira qualidade a
libra 500
Batatas novas a libra 80
Manteiga muito boa a libra 800
Vende-se urna negra cozinheira perfeila
e boa engommadeira, pelo preco de 1:4009000:
na ra da Praia n. 9.
11*
EOUPA FEITA ANDA IAIS BARATAS.)
SORTIMENTO COMPLETO
na
[Fazendas e obras feitasj
A
LOJA E ARMAZEM
DE
IGes k Basto!
NA
Hua do Queimado
u-46, trente amar e\\a.
_ Constantemente temos um" grande e va-
riado sortimento de sobrecasacas pretas
de panno e de cores muito fino a 289,
oO$ e 359, paletots dos meemos pannos
a 20$, 2-2$ e 24$, ditos saceos prelos dos
mesmos pannos a 149, *** 18$. casa-
cas pretas muito bem feitas e de superior !
panno a 289, 30$ e 359. sobrecasacas de
casemira de cores multo finos a 159, 16$
e 18$, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 10$, 129 e 14$. calcas pretas de
casemira fina para homem a 89, 99, 10/
e 12, ditas de casemira decores a 7$, 89,
99 e 109, ditas de brim braceos muito
una a 58 e 63, ditas de ditos decores a
39. 39500, 49 e 49500, ditas de roeia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4$500, col-
letes prelos de casemira a 59 e 69, ditos
de ditos de corea a 4$500 e 59, ditos
brancos de seda para casamento a 59,
ditos de 69. colletes de brim branco e de
fusto a 39,39500 e 49. ditos de cores a
29500 e 39, paletots pretos de merino de
cordo sacco e sobrecasaco a 7$, 89 e 99,
colletes pretos para lulo a 49500 e 59,
cas pretas de marin a 49500 e 59 pa-
letots de alpaca preta a 39500 e 4$, ditos
sobrecasaco a 69, 79 e 8$, muito fino col-
leles de gorguro de seda de cores muito
boa faenda a 39800 e 4$. colletes de vel-
ludo de cores e pretos a 79 e 89. roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 149,159 e 163, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 69500 e
79, ditos de alpaca pretos saceos a 39 e
395OO, dilos sobrecaros a 5$ e 59500,
calcas de casemira pretas e de cores a 69,
6$500 e 79, camisas para menino a 20
a duzia, camisas inglezas pregas largas
muito superior a 329 a duzia para acabar.
Assim como temos urna offieina de al-
faiate onde mandamos executar todas as
obras com brevidade.
Vende-se algodao astro 1
muito proprio para taalhae U
Mr toda qualquer costura,
proco de 600 rs. a vara ; na ra1
tt, aa laja da boa U.
B4SI0S
31
EAU MINERALE
NATURALLEDE VICHY
Deposito na botica franceza ra da Cruz n.22
que out 'ora tinha loja na roa do Quei-
mado b. 46, que gyrara ob a firma de
Ges Si Bastos participa aos seus nume-
rosos freguezes que dissolveu a sociedade
que tinha com o iseamo Ges tendo sido
substituida por um seu mano do mesmo
nome, por isso fi:ou gyraudo a ntesma
firma de Ges A Bastos", assim comoapro-
veita a occasio para aonunciar abertura
do seu grande armazem na ra Nova jun-
to a Conceico dos Militares n. 47, que
passa a gyrar soba firma
DE
Bastos (L Reg
com um grande e numeroso sortimento de
roupas feitas e (azendas de apurado gos-
(> por precos mu to modificados como 6
de seu costnme, assim como sejam : ri-
cos sobrecasacos de superior panno fino
preto o de cor a 2:5$. 28$ e 309, casacas
do mesmo "panno .1 309 e a 359, paletots
sobrecasacados do mesmo panno a I89,
209 e a 22$, dilos taceos de panno prelo a
129 e a 14$, ditos de casemira de cor
muito fina modelo ioglez a 9$, 109, 129
e 149, dilos de eslamenha azenda de
apurado gosto a 5jM 6j, ditos de alpaca
preta e de cor a 49. sobrecasacos de me-
rino de cordao a 9, ditos muito superior
a 129, dilos sacco a 59, dilos de esguio
pardo fino a 4$, 4>500 e 5$, ditos de fus-
to de cor a 39, 3:j500 e 49, dilos ar-
eos a 49500 e 595G0, dilos de brim pardo
fine sacco a 2$800, calcas de brim de cor
finas a 39. 39500,49e 4$500, ditas de di-
to branco finas a 5$ e 6950O, ditas de
princeza ptoprias para luto a 4$, ditas de
merino de cordao preto fino a 59 e 69,
ditas de casemira de cor e preta a 89, 99
e 109, colletes de casemira de cor e pre-
ta a 4$500 e 59, ditus do seda brauca para
casamento a 59, ditos de brim branco a
39 e 49, ditos de cor a 39, colletes de me-
rino para luto a 4g e 49500, ricos rob-
chambres de chita para homem a 103,pa-
letots de panno fino para menino a 12$ e
149,casacas do mesmo panno a 15$,calcas
de brim e de casemira para meninos, pa-
letots de alpaca ede brim para os mesmos,
, sapatos de tranca para homem e senho-
ra a 19 e 19500, ceroulas de bramante a
1 189 e 209 a duzia, camisas francezas fl-
[ as de core brancas de bovos modelos a
17$, 189, 209. 24J. 289 e 309 a duzia,
ditas de peitos ae linho a 309 a duzia, di-
las para menino ti 1)800 cada urna, ricas
gravatas brancas para casamento a 1{800
e 29 cada urna, ricos uniformes de case-
mira de cor de muito apurado gosto tanto
no modello como na qualldade pelo di-
minuto prego de 35$, e s com avista se
pode reconhecer qu6 barato, ricas capas
de casemira para senbora a 18$ e 209,
e muitas outras (azendas de excellenle
gosto que se deiz.im de mencionar quo
ior ser grande quantidade se torna eu-
adonho, assim como se recabe tada e
qualquer encomienda de roupas feitas,
para o que ha um grande numero de fa-
zendas escolladas e urna grande offieina
de alfaiate que pela sua promptido e per-
feiro nada deia a dse jar.
-- ? TI*.'**! '*"""* '""! ?!"ero?*. freu,a o pufcaico em ger.l. toda e qual
qiiar obra awnufaturada em seu roeoofcowdo eatabel.eimeoto a saber : machinas de vapor de todo
oa taraanhos, rodas d agaa para eogeahos, todas do Ierro oa para cubas de nadoiriTorneadas
meias mooodas, tachas de forro batido e faadido do lodos os tamanhos, guindastes guinchos
bonkts, rodas, rodetes agitadas e boceas para foroatba. machinas para amanar mandioca e para
eeearooar algodio. preneas para raaadioea e oleo de rkini, portos gradarla, columnas e moi-
nooa de vento, arados, cultivadores, pontos, cadeiras e tanques, boias, alvoieogas, botes e todas
u obras ie mschin.smo. Execuu-se qualquer obro soja qual for sua natureza pelos desoaos oa
moldes que para tal fio farem aprestados. Recebem-se eneommesnUs oeste estabelecimeoto aa
ra do Brumo. 1 o na ruado Goilegie hoje do Imperador n.65 moradis do caxe.ro do es-
Ubelecimento Jos Joaquina da Costa Pereira, com quem os pretendentes se poden entender para
qualquer obra. r
Travej amento,
qoe so venden pee
mo preco de ff o 19200, peotes de borracha laa-
lo para alisar como para bichos, e de travesea
para menina de todos os tamenhoe o ata fino
que pode haver ; assim como chegou o bello sor-
timento de franjas de belola para cortinado, pe-
cas de 15 varas a 8$, 39500 e 4f, dita sem hel-
la a 2$600 a, 298O0 a peca de 15 varas, o mnites
atis objectos quo se vende tudo muito barata,
que 4 vista 00 fregus oio se engeita negocio.
Para o carnaval.
Vende-se um vestuario da mascara negra : oa
praca da Boa-Vista n. 9. loja.
Vende-se urna carraca em boro estado, e
juntamente um boi, por preco razoavel : oa ra
dos Pires a. 34.
REMOS DE FAI4.
O pre^o accommodado.
Existe venda urna pequea quantidade des-
tes rem os, de factura a escolber-se. Nao se dei-
xar de fazer qualquer negocio em vista da crise,
e se adverle que sao existe desta fazenda em
parto alguma da provincia, a nao ser no arma-
zem n. 10 da ra da Senzala Yelbs, perleocente
a Vicente Ferreira Pinto & C.
Breu efarelo.
Vende-se superior bren e farelo ; no armazem
de Francisco L. O. Azevedo, na ra da Madre de
Dos b. 12.
Vende-se um domin em bem estado para
o carnaval: na ruada Cadeia do Recie o. 56,
primeiro andar.
Batatas hollandezas.
No armaaem de Annes, defronte do porto da
alfandega a 2$560.
Arados americanos e machinas
par a lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra daSensala n.42.
Cheguem aloja da Boa f.
Chitas francezas muito finas de cores fizas
280 rs. o corado ; cambraias francezas muito fit
as a 640 rs. a vara ; dem lisa muito fina a
49500 e a 6$000 a peca com 8 1|2 varas 5 di-
muilo superior a SJOOO a peca com 10 varas ;
dita fina com salpicos a 49800 a peca com 8 Ii2
varas; fil de linho liso muito fino a 800 rs. a completo sortimento de rooendas e meiasmoen-
PAURORA
No engerho m Torre ha para
veaWtor (t travs le sicapira con
75 palmos ele romprido e 18 lita s
* Bros^ara, todas de quina viva ,
quena aa pretender d rija-se a o
mesmo lugar a Callar com Hanoe 1
do Naselmento da Silva Bastos.
Ra da Senzala Nova n.42
Vende-se; em casa da S. P. Joohstoo 4C,
sellinse silbes nglezes, candeeiros e casticaes
bromeados, lenas agieses, fio de vela, chicote
para carros, e montar, arreios para carro de
um e dous cvalos relogios de ouro patente
ingles.
Vende-se velbutina de todas as co res] a 500
rs. o corado : na ra Nova n. 17.
E' baratissimol
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassaa de cores fixas miudiohas a 240 rs. o co-
rado, cambraia, organdya lindos deseohos a 400
rs. o eovado, e chitas largas finas de 240, 260 <
280 o eovado, e outras muitas fazendas por ba-
rslissimo preco : oio-se amostras com penhor.
na
FINDICO LOW-MOW,
Roa da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabeleciment contina a haver um
vara; larlatana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muito baratas: na ruado
Queimado n. 22, na leja da Boa f.
Lencos para rap.
Vesdem-se lencos muito finos proprios para os
tabaquistas por serem de corea escuras e fixas a
59000 a duzia : na ra do Queimado n. 22, na
loja da Boa f.
Na loja da Boa f vende-se
panno preto fino a 49, 59, 69, 89 e 10J rs. o co-
rado, casimira prela fina a 2g, 39 e 49 rs. o eo-
vado ; groa de capes preto a 29, 2(500 e 39 o
eovado; alpaka. preta fina a 640, 800, e muito
fina a 19 rs. o eovado ; casimiras muito finas de
cores escuras com 6 palmos de largura a 49 rs. o
eovado ; ditas de cores claras a 69 rs. o corte de
caiga ; meias de algodao cr muito superiores a
498OO rs. a duzia ; ditas de algodao sru tambera
muito superiores para meninos a 4$ a duzia ; e
assim muitos outros arligos de lei que se ven-
dem baratissimos, sendo a dinheiro : na referida
loja da Boa f, na ra do Oueimado n.22.
Camisas e toalhas.
Vendem-se camisas brancas moito finas pelo ba-
\ ratissimo prego de 289 rs. a duzia ; toalhas de li-
novo em-taceos mu- | nho para rosto a 99 a duzia ; ditas felpudas mu-
Milho novo.
das para engenho, machinas de vapor e taijas
te ferro batido e coado, de todos os tamanhos
para dito.
Cera de carnauba.
A melhor que tem vindo ao mercado, e por
prego commodo: no largo da Asspmbla n. 19,
armazem de Anlunes Guimaraes & C.
Farelo e milho.
Saceos grandes, e de muito boa qualidade : no
largo da Assembla n. 19, armazem de Antunes
Guimaraes & C.
Burros de Montevideo,
por todo o preco, mansos e sordos: no armazem
amarello em frente do arsenal : a tratar com o
capitaoSebast, ou rom Antunes Guimaraes & C,
no largo da Assembla n. 19.
Ven iem-se acc/es da caixa filial
do banco desta provincia: na ra da
Cadeia do Recife n. 41.
na ra da Senzala
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joao Soum & C, nicos possuidores
deste xarope j bem conhecido pelos seusbons
sfleitos, cootinuam a vende-lo pelo prego de 19
cada vidro ; fazem urna differenga no Bjego aos
collegas e a todas as pessoas que lomaren de 12
vidros para cima.
SYSTE MA MEDICO DE HOLLW AY.
P1LLAS HOLLWOTA-
Este inestimivel especifico, composlo inteira,
mente da hervas medicinaos, nao contera mercu-
rio nem alguma outra substancia delectara. Be-
nigno mais lenra infancia, e a compleigao mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarraigar o mal na compleigao mais robusta ;
eateirarnente innocente em suas operaces eef-
feitos ; pois busca e rernove as doengas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
qne sejam.
Entre mimaros de pessoas curadas com este
renedio, muitas que j eslavamas portas da
morta, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do inultimente todos os outros remedios.
As mais aflictas naedevem entregar-se a des-
esperago ; fagara um competente easaio dos
e"Qcaza3 edeitos desta assombrosa medicina, e
prestas recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das saguintes eafermidades:
Vende-se milho
to grandes a 4# :
Velha n. 106.
Cassas de cores.
Ainda se vendem cassas de cores fixas, padroes
muito bonitos, pelo taratissimo prego de 240 rs.
o eovado, e mais barato que chita: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
Boa f.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Am polas.
Areias (mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Dabilidadeou esteno)
gao.
Dabilidade oa falta de
(orgis para qualquer
cousa.
Dasinteria.
Dor de garganta.
de barriga.,
nos rios.
Dureza no ventre.
Eafermidadesito ventre.
Ditas ao ligado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto da especie.'
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
loflammagoes.
Irregularidades
menstraacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis.
Abstraeeao de ventre.
Phtysica oa consump-
pulmonsr.
Reteneio de ourina.
Rheamatismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(anl).
Febreto intermitente,
Venda-sa estas pilulas ao estabelocimento 'ge-
ral de Londres n. 224, Straad, e na loja de
todos os boticarios droguista e outras peas ees en-
carregadas de sua venda em toda a America do
Sal, Havana e Hspanha.
Vendara-so as bocetinhas a 800 rs. cada
ama dallas, contera ama nstruegio em portu-r
gaez para atpitear o modo do se asar dess p-
lalas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
dharmaceotico, na raa da Cf as a. a, em Per-
aatamaco.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as na$5es
podem testemunhar as virtudes deste remedio
incomparaveleprovarem caso necessario, que,
pelo uso que dalle fizeram tem sea oorpo e
membrosinteiramente saos depois de haTorem-
pregado intilmente outros tratamenlos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravillosas pela lei tur a dos peridicos, que lh'as
relatara todos os dias ha muitos annos; e a
maior parte dellas sao to sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran) com este soberano remedio
o uso de seus bracos e percas, depois de ter
permanecido longo tempo nos hospiues, onde
deviam soffrer a ampulago 1 Dellas ha mui-
eas que haveodo deixado esses, asylos de psde-
timentos, para se nao submeterem a essa ope-
ragao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessea na enfuso de seu reco-
nhecimente declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord eorregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenticaren! sua a irma-
liva.
Ninguem desesporaria do estado de saude s
tivesse bastante confisnga para encinar este re-
medio constaniernente seguindo slgam tempo o
iratamento que necessiasse a natureza do mal,
eujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que tudo cura.
til, mais particu-
seguintes casos.
Inflaramago da bexiga.
BEL06I0S.
to superiores a 12$ a duzia
do n. 22, loja da Boa f.
ra ra do Queima-
Paletos.
Vende-se em:asnde SaundersBro hers&
C. pregado Corpo Santo, relogios do afama
do abricante Roskell, porpregos commodos
etambemraacellins e cadeiasiaiaoa meamos
deexceellnte costo.
Padaria.
Na padaria de Antonio Fernandes da Silva
Beins, ra dos Pires o. 42, da-se pao de venda-
gem, e na mesma vende-se pao eommum, dito
de Provenga, bolacha de boa qualidade e nova,
bolachinhas. biscoilos doces e aguados, fatias,
roscas, araruta fraocea, bolachinhas de dita, fa-
rinha do reino muilo nova, tudo feito das me-
lhores farinbas, e tratalhado com aceio e lim-
peza.
Ao barato.
- Pega de madapolo fino com mofo a 3$, dita
de cambraia lisa fina a 3# e 38500, la de qua-
drinhos propria de vestido a 320 o eovado, chita
franceza a 200 rs. o eovado, dita, ingteza a 160 o
eovado : na ra do Queimado n. 44.
240.
Cassas de lindos padrees e cores fixas que s
pode garantir aos comprados, a 240 rs. o cova do
na ra do Queimado, loja de4 portas n.39.
Vendem-se paletos de panno preto fino, muilo
bem feitos a 229 rs.; ditos de brim branco de
linho a 5 rs.; ditos de selioeta escures a 3*500,
muito barato, aproveitem : na ra do Queima-
do n. 22. loja da Boa f.
Potassa daRussia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido eacreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
edra, tudo porpregos mais baratos do que em
aira qualquer parta.
Botica.
Bertholomcu Francisco de Souza, roa lira-
do Rossiio a. 86, rende os regaintes medica
memos :
Rob l'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetis.
Salsa parrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (eon'.ra febree).
Ungento HoTto'wsy.
Pilulas do dito.
Ellixir snti-asmalhico.
Vidros de bceca larga com rolhas, de 2 oneas
12 libras. ^
Assim como tem um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a modioe
prego.
Vende-se urna mulata de idade 8 armo
com urna cria de 4 mezes. engomma, en.abo"'
P-rfm,row,le. concha faz lodo o mais wrvico
de urna caaa, muito rarioboaa para eriancaa- a
ra do Queimaoo n. 39. loja de fazendas?
Perfumaras
novas.
A loja da aguia branca acaba de receber de ..
propr,, encommenda um lindo e com,.]rto sor i-
mento de perumarias finas, asqu.es esta Si
dendo por menoedoque em outra qnalUer ""
te sendo o bem conhecido oleo philoron.e b
nha Societ Hygieniquej a 1 ofrWo fln0 ~
trsrtos ero bonitos frascos de corea e dni.j.
2, 2500,3 e 4. a afamada banh. tf.u.p'" "
te- o outra, igualmente fina, e o,iJZfZ
ajapeuMaeem bonitos fra,co,, cuja iaD,,,, *?
dru tambem cheia -.- _.._ *'-
da mesma, huile conerele
r^Z' pnncipe Pri. creroe. em bonc-
copmhos-com tampa de metal, e ruiia< n !
diversas qualidade,. toda, e,l a 1 fr 0
bonitoa vasos de porcell.na dourad, proprio m
9f?.s?orSnh2eaa*Mh-- b0Bi' b,h'B

0.i.doaVi1,,,Mai,labl,I,c,
na ra do
flseravos Mugios.
Relogios.
1-T.n."8!0 I" ni,e de S3 de J,nf,iro d0 wren-
aoM d CU,8C .w"o crenlo de nome
Manoel, de 43 snno, de idade,
cor i>reia,
me
p.pa-
ouas laraaa. ea.a.ur. reguT.Kdisbarr Ido i
5"?'?' (01 ,e.s,,d0 co la de l20dao ,\l
J"'ra|S. d'"n.'dTo %Tur.m7ri;Te.d.ee
oatural da cidade do Ah. provin/ia do B
Vende-se em casa deJobnstonPater & C, |?,pD,r^e 4?de'mJ.1'! 1T *&?' fa"8 bPm-
ra do Vigario n. 3, umbello sortimento de bastante ladino : niepn^^o^mi'om
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais|co,nP"rlm*no. sendo chamado por aleunb Ma-
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem I u^b-fh6/, rt0fclI!il,M0#l',-pro,rFe, ',,e "" T*
um. variedade de bonitas inAta. P 1^'^^
".aU.,0!.dAdp9^08 ,0",r Pr <"">e elle andar.'a
mesmos.
americanos i
DO DOLTOR
Radway & C, de New-YorkI
g PROMPTO ALIVIO
Resolutivo renovador.
I Pilulas reguladoras.
Estes remedios j sao aqui bem
conhe-
cidos pelas admirareis curas que tem ob-
tido em toda a sorte de febres, molestia,
ebronicas, molestia, de senhora,, de pe-
le etc., etc., conforme se v as instruc-
ces que se acham traduzida, em por-
luguez.
f Salsa parrilha legitima e
O ungento he
lar-mente nos
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores decabeea.
das costas.
dos membros.
Emferndades da culis
em geral.
Ditas do anas.
Eropgdes escorbticas.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Pieadnra de mosquitos
Pulmdes.
Queimadelas.
Sarna
Supurares ptridas
Tinha, em qualquer
parte qne soja.
Tremor de ervos
Ulceras na bocea.
do figado.
das artkulaces.
Veas torcidas ou no-
das aas pernas.
Fstulas no abdomen.
Fiaidade ou falta do
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escaldadass,
Inehae,5as.
Inflamacao do figado.
Veode-se este ungento no estabelecimento
geral da Londres a. 244, Straod, o ao loja
de todos os boticarios droguistas a outras pes-
soas encarregadas de sai venda em toda a
America do sol, Havana o Hespanha..
Vndese a &00 rs., eada boca tinha coatra
ama instrneco em portaguaz para explicar e
modo de fazer oso deste ungento.
aposito .paral i am casa do Sr. Soum,
pharmaaanueo, aa rea da Croi a. 3S. em
Faraambucoa
4 dinheiro'
\ azendas boas e baratas, i
Vende-se I58OO grosdenaples prelo
encorpado com 4 palmos de largara, fa-
zenda que sempre je vendeu por 2*500 e
2J800, na loja o. 23.
Vende-se a 105 mantas preta, de fil de
linho que sempre s vendeu por 14 e
15, na loja n. 23.
original do antigo
fDR. JACOBTOUNSEND
0 melhor purificado!" do sangue
cura radicalmente
Z Erisipela. Pbtisicas.
Rheumatismo: Catarrho:
Chagas. Doencas de figado.
Alporcas. ETeitosdo azougue.
Impingeos. Molestia, de pelle.
Vende-se no armazem de fazenda, de
Raymundo Carlos Leite & Irmo, roa do
T lmperatrizn 12.
SEDULAS
de \$t 5^000.
Continua-se a trocar aedu,as de urna s figura
por metade do descont que exige a thesouraria
desta provincia, e as olas das mais pravas do
imperio com o bale de 5 por cen'o: no escrip-
torio de Azexedo & Aleudes, ra da Cruze
o. 1.
Ges k Bastos.
Ra do Queimado d. 46.
Tendo os annunciantes conseguido elevar este
estabelecimento a um engranoecimenlo digno
4 desta grande.cidade, apresemam 6 concurrencia
deste iilustrado publico, o mais moderno, varia-
do e escolhido soriiirento de roupas diversas e
de fazendas escolhidas para todas as eslace,
Sempre solicitas em bem servir aos seus nume-
rosos freguezes nao s em precos romo em bre
vidade, acaba de augmentar o pes.oal do sua of-
fina, sendo ella d'-ira em diante dirigida pelo
insigne mostr LAUR1ANO JOS' DE BARROS,
o qual os seus nuo curar na loja n. 46 ou no primeiro andar do
mesmo estabelecimento, as.-im pois em poucos
dias se aprompta qualquer encommenda, qoer
casaca, quer fardes dos Srs. oTIriaes de marinha
e exercito. Ootro sim recommendam aos Srs
paes de familia grande sortimento de roupas pa-
ra meninos de todas as idades.
i| FROCO.
Vende-se frco de todas as cores egrossoras,
com rame e aem elle a 400, 500, 640 e I9 ra. a
peca; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.


Vende-ce a 29IO grosdenaples preto
supeiior to encorpado que parece gor-
guro fazenda'essa que sempre se ven-
deua 3200 e',35C0 na loja n. 23.
Vende-se luvas preta, de torcal eu re-
troz a 19, que sempre se vendeu por
J800e 2$, na loja n. 23.
Vende-se a 49 as conhecidas saias ba-
ilo de musselina e culim de algodao que
sempre se vendeu por 5g e 65._________
Vende-se vestido, pretos bordado, a
velludo com pequeo loque de mofo a
8C9, dilos perfeilos de duas saias bordados
de seda a 60g:
Pelo annuncio parece mcrivel que es-
sa, fazenda, se venilam por esses precos
que na verdade o mais barata que se tem
visto.
Do-se as amostras aa raa da Cadeia
confronte ao becco Largo loja n. 23 de
Gurgel & Perdigao.
A1.800 rs.
Qoeijos novosa 1*80} ; no
cano da ra do Imperador.
Bazar Pernambu-
Loja do vapor.
Grande e variado sortimento de calcado frao-
cez, roupa feita, miudezas finas e perfumaras,
tddo por menos do que em outra parte: na loja
do vapor, na ra Nora n. 7.
A 31000.
Saceos com arroz de casca, tendo a maior par-
te pilado ; no caes do Ramos n. 0.
A11000 o par.
Vendem-ao sapatos de marroquim de cores
praprios para o carnaval, para homem e mulher
a 1 o par f na loja da esquina da ra das Cruze,
Gomma do Aracaty.
Veade-asallanta gamma do Aracaty; na
raa da Cadeia do Recife, primeira aadar, a. 28.
Libras steriinas
Vendem-se no escriplorio de Miooel Ignacio
de Olivelra 4 Filho, largo 4o Carpo Sanio.
\Iilho, trelo e gomma.
VeBae-aeaosrmaiemdeMoroiraA remira,
ra da ladra oe Deos'n, 4, por proco eonmodo.
S Relogios jit
<1 4&aCk
Suissos.
Em casa de Schafleitltn & C.rua da Crus n.
38, vende-se um grande e variado sortimento
de relogios de algibelra horisontaes, oatentes,
chronometros.meioachronometrosde ouro.pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
giosdos primeiros fabricantes da Suissa, qua ao
vanderao por precos razoaveis.
Vendem-se noveota apolices da
companhia do Beberibe : na ra Nova
n. 14, primeiro andar.
Vende-so na cidade do Aracaty ama casa
terrea com soto, bom qainlil e cacimba, oa prin-
cipal raa do eammereio, propria aara quem qui-
zar ali eataboloear-se, por tar oio aa eommodoa
preciaos para residencia, como tambem loja, arma-
zem, ele.: a tratar oa mesma cidade tosa oa Srs.
Gurgel Irmtos, qe atoo otoriMdoa pan esse
a, oa oaata anea aa roa do Cabog, leja a. 11.
Gal de Lisboa.
Vende-se eal superior do Lisboa, propria para
entonte a 7 o barril: aa raa da Broa a. ti, ar.-
azesa da asaaear.
ZlcJuiTa0' "SS'm o recon.mend.,o
m.l rt?. de ffmp0 Pl""<. e 8qel.e
2 ... i 1" Dotu,,MOU o Barrar, pode-o le-var
lf!S rDhr ,m"'r-Anlonio da S,,va Cusmao.
fosado arUaImperU'' que "em recom
r.iTF80 ,0!DiX0 "aliado, no dia 6 do cor-
rente, a ,.reta de nome Joanna. de nacao Anco-
li. baisa cor me.a fula, e magra ; leou vesndo
escuro j usado e panno da Cosa fr.nrez re-
de as autoridades policiaes e capitea oe cainpo
a captura, e levar a ra do Queimau n. 4. v
r n Magalhes* M*ia.
rugi no dia 2 do crreme o escravo cabra
de nomo Joaquim, de. ntalura regular, cor ma-
cilenta, bstanle aloleiraado, e coro signaes de
de castor rapado com fila prela larga ; auppop-so
ter seguido para M.cei, o'onde "eio reo e, ido
peloSr. Dom.ngos da Sil. Torres p.raser aqoi
vendido : quemo appreheoder pode entrega-lo na-
quella cid.de ao d.io enhor. ou neata a Jos Joa-
quim Da, Fernandes & Filbos, no seu escripto-
ficr"0 8 A"Mn,b,a D< 16- 1ue se li-
Desappareceu no dia 4 do corrente o escra-
vo cabra de nomo Luciino, de aliura baiza. com
marcas de espinhas ou bexigas no rosto e ala un,
pannos prelo,, corto gros, um pouco barrigu-
do por dizer elle que ,,.ffre de inflaramacOes.
Este escravo muilo ladino e Irabalha de alfaia-
te ; de presumir que ande nesta cidade ou seus
arrabaldes por ser natural do Poco oa Panella.
o tararea enlretanimeoto, por Sanio Amaro:
qualquer que aeja a pessoa que o pegar ou delle
d.-r noticia poder se dirigir ao Puco da Paqella
ao seu senhor Jos Lopes Rosa,, ou na ra do
imperador n. 79, que ser generosamente re-
compensado.
Fugio da reCnacaoda ra do Brura o prto
Fraorisco, fulo, alto, secco do corpo, pernas fi-
n *' l*m Cf Da l dos ps, representa ter
20 annos de idade, sem brba, muilo pacho I a e
regriata, crioulo, quando se ri d urna garga-
Ihada, foaloroai.tuular.aa por forro, cosiuma
andar de camisa de meia por baixo de outra
brnca ou azul. Iev(,usapat6es. calca branca e de
cor, cam'sa de la encarnada aberta pela fn-nte
e debruada ; fugio na noite do dia S7 de Janeiro
do corrente anno ; este escravo fui c-mprado ao
Sr. Bento Leite Cavalcanti Lina rm 17 de dezeni-
bro de 1859, por isso o abaizo assignsdo rosa i,
autoridades e mais petacas a apprebeofio do dito
esrravo. e leva lo 4 dita reflnacao. ou mandar dar
prte na mesma em qualquer paite que estra o
dito escrao.
-- Do engenho Cnligi, freguezia da Encada,
fugio no dia 3 de novembro do correnie anno o
escravo de nome Antonio, com o, signae, ,e-
gointes : esiaturaregular, cor mulato, ce bello de
negro, pouca barba, dente, limados, idade 25 oa
28annos, pescoco e ps grossos, tem pelo rosto,
pescoco e peitos algumaa marca, de pannes, a
alguma, cicatrizes pelas costa, qoe pareceni tei
sido de chicote ; nao levou comsigo roupa algu-
ma, e consta haver fgido para o lado do serto
d'onde vi*ra : quem o apprehender, poder el-
va-lo ao referido engenho, ou 00 BeCife, rea es-
trella do Rosario n. 29, ao Illm. Sr- Fiorismun-
do Marques Lina, ana aera bem recompensado.
PU40 da cidade do Aracaty, no anea Oe se-
terobro proiino paaaado, am escravo do eom-
mandante superior Manoel Joa Peona Pacheco,
qne ba pouco o kavia comprado ao Sr. Brnto
Lnorengo Collares, de nome Joaquim, de idada
decincoenta e tantos annos, fulo, alto, magro,
dente, grandes,, com falta de alguns na frente,
queixo fino, ps grandes, e com o, dedos grandea
dos p, bem abertoe, moito pelavrlador, incul-
ca-, forro, e tem signae, de ter sido snrrado
Consta que esto escravo apponccra no di d do
corrente. rindo do lado das Cinco Pontas, e sen-
do entarrogado por um pareeiro m conhecido,
dlaoe que tinha aido vendido por mu aenhor para
Gotanninha ; qualquer pessoa ^o* o p**ar o po-
der! levar em Pernsmbuco aoa Srs. Baalo & Lo-
mos, qae gratlnearao generosametne.


MAMO M ff 1HAMUC0.
Agricultura.
' | ,| |
O Oka.
Sua preparafo e importancia hgejienica.
Tres planta exticas fornecem a base Jas prin-
cipaes bebidas alimentaros introdoziJis hoje no
rgimen habitual das nagoes.
Desde a poca em quo foram admillid.is essas
bebidas o favor n.io tora silo sempre egual para
todas. Causas que indagronlos depois deu, ors
urna, ora outra, a piiiuazia no consumo geral.
Cada u.ka dessas beb Jas nao concoi rom menos
pira desenvolver o uso bcnoQco do assucar e di-
minuir o. perigoso abuso dos licores e prepara-
res alcoolicas.
E' sabido o modo de obtor do caroco de urna
pequea (rula amarga colhida do um arbusto
originario da frica o notavel producto conhecido
pelo nomo de caf ; sabo-se lambera como de
urna fructa muito reais rolumosa se cxlrahem as
numerosas amen loas que constiluem o choso-
lato.
Prepara-se a bebida conhecida pelo nomo de
cha coni productos em apparencia bem dilTeren-
tes, com as folhas de um arbusto que, em certas
condiges faroraveis de cultura, quasi atinge as
proporges do urna arvore mediana.
A cultura da arrore do chi, a dessecagao e a
exportago das preciosas tullas d'onde se tira a
bebida lio procurada na China e na Europa do
norte, o valor alimentar da planta aromtica,
marcara a ordem e as naluraes dinsoes de ura
estudo, cujo Ora principal ser n Jagar da influen-
cia que o uso do chi pode exercer na hygiene e
s.ilubridade publica.
I
Na familia das camelias que os botnicos col-
planieies, perlo da cidado do Tunlche, mas cum-
pre otar que ha serras as riziobangas dessas
plantagaf floreteen tes.atis atravesadas por um
rio de cinco ou seis metros que offerece um meio
material de sanilariedade ou esgoto espontaneo
das aguas subterrneas.
Na China as churas abundantes comogam pelos
flns de anril e com intervallos prximos se re-
produzera al fns de juuho. S na poca em que
o ar se peja de vapores aquosos que os reben-
toes o as folhas tenras cuberas ainda do urna le- "
ve lanogem, devem ser colhidas, porquanlo a
plantaj nao flea exposla seccar pelas extremi-
dades rageis dos seus ramos Alm disto as chu-
ras esperadas eahem logo abundantemente para
farorecer a vegetago e o desenvolrraento das
segundas folhas que foroeceui a maior e oais im-
portante parle da colheila.
Propaga-se geralmente o cha com a ajuda
das seraent-iras ; os graos globulosos desla plau -
ta s conservara as suas propriedades germioado-
ras estratificadas debaixo da Ierra. Depositam-
se esses gr/ios em pequeas caridades praticadas
distan-ia de um metro, metro e meio e dous
metros ao mais, urna das outras, reservando o
mximo de espago para as culturas effecluadas
sobre as ierras mais ricas e reciprocamente. De-
pois quasi nada hi fazer com a plaotagSo, e to-
do o cuidado resume-se em arrancar as hervas
parsitas e araanhar a superficie do slo. Antes
de co'hor as folhas espera-so que urna vegeTago
de tr-s annos d o arbusto forga sufllciente. Al-
gumas vezes destorra-se o arbusto perlo do tronco
para obter mais vigorosos iebentoes.
As herdades numerosas, mas, po ico extensas,
de cerca de 2 4 heelare, onde se cultiva o cha
as provincias do oorto da China, apresen! im pe-
la maior parte um fertilissimo terreno e poico
areiento. Cada rendei o reserva sobre o proJuc-
locam a planta originaria da China chamada cha
no celosa imperio, tsjaa ao Japo, tea na Ingla-1' da sua Pe1uer|a plantigo, as necessarias pro-
terra, e th era Franca. Para o consumidor s\ ?s"''8 Pa consumo da familia ; as sobras sao
existom dous chas, o verde e t> preto, os qoaes a>stinada3 enda. Aclasse dos pequeos cul-
enlretanto differem entre si pelos efiVitos do pro-
cessode conservago. A sciencia dcstingue o thea
viridis ou chi rerde [ a rariedade mais geral-
menle cultivada) do thea bohaa, colhido como o
scu nomo indica, na provincia chineza de Bohce,
e do thea lalijolia ou chi de folhas largas. Ao
sabio rfsjauto Kaempfer que se devem as pri-
meiras notos exactas sebre esta planta, vaga-
mente designada como urna herva por Leinschol-
ten, excluida por Tournefort na sua classiflcacao
mctliodica, e elassifleada no seu rerdadeiro lugar,
depois de Ksempfer, por Desfontaines, Veul-nai,
de Jussieu, Richard e Mirbel.
As propriedades aromticas do cha e os meios
de obter delle urna suave e benfica bebida, sao
tivadores na China, conserva cost-imes patriar-
chaes: nota-se em todos os trabalhos agrcolas,
a direcgo suprema, impressa no grupo de tra-
bajadores, horaens, mulhcres e criangas, pelo
chefo venerado, o avd. E' comparago actira
de urna familia ioleira as operagoes ruraes, e
pelo prego rxodiro da uliraentagao, que se com-
pe principalmente de arroz, peixes e plantis ali-
menlires, (abotoras, tubrculos, fruclas) que se
deve atlribuir a b.irateza da mi de obra, queem
muilos casos tornara difficil a concurrencia com
os productos chioezes.
No interior das trras, if para a regio monta-
nhosa do Fokien (paiz feliz) 600 ou 800 metros
acinu do nivel do mrr, eni-onlram-so os princi-
conheeidas de ha seculos pela China e Japo que' paes a'*lri os communicarara A India, Arabia e Persia. | parte dos productos consumidos em Ioglalerra,
Tardo se derramou o uso do cha pela Europa.'1I,lan,,a. Blgica e Franga. A leroporatura do
Foi no curso do seculo XVII q.,o romeCarara i d,9lr;cl;> da Foo-chow-soo, Desta regiao, eint-r-
apreciar, gragas aos amadores hollandezes, a be-1 meuiaria e,llre a de Hong-Kong ao sul e a de
bida lirada da planta chineza. ; Shang-koi ao norte ; sttiuge de 30 36 thermo-
Os nogociantes ncerlaodezes quorendo obter o mel, cenlesi,nal frsncez de junho ao flm deju-
precioso produelo por meio de troca, expediram "10 e desce de ^ a ^5 duranl- intervallo que
para a China urna certa quanlidade de folhas sec- separa os mezes de agosto o Janeiro. Cornprehen-
Cas Je salva, cuja infusao odorfera era apreciada
na Hilianda para combater diversas auVcgoes
mrbidas. Era troca de tres libras do folha oe
salva, cojo gosto mal deriam os Chins apreciar,
deram estes una libra de cha aos especuladores
europeus que a vanderara do 3 100 francos,es-
ta libra que Ihes nao ruslou mais de m"io franco.
Em 1769, a Iu^lalerra nao receiia mais de
cloQtienta e seis kloramas do chi da corapanhia
holtandeza das Indias. A guns anuos mais tarde
em 1762, o r-apiao sueco Eckberg conseguiu tra-
icr vivo Europa o frgil arbusto, gragas spre-
cauces que lom >u collocaudo, conforme os con-
selhos de Linnon, ao partir de Cmliu para Co-
thoraburgo. os graos de arvore de cha colhidos de
fresco, dentro de rasos cheios do trra arglo-
areenta. En suraraa, o prineipnl papel na cul-
tura e preparago do cha pertance China, col-
locada em melhores condigoes para explorar este
recorso natural: assim l onde devemos estu-
dar as diversas operagdos destinadas introduiir
este precioso produelo no uso e consumo da Eu-
ropa.
Para as palhas dos animaes, comeara o cha,
a differenga da c6r corresponle *erenga de
propriedade. Foi observado um Franga que so-
brerm notareis desarranjos na saue dos ani-
maes alimentados com palbas rerdes, emquaoto
que seentm exmUentes effaitos das mosssas
plantas subruettids a urna simples maceragio
em molhos durante 36 ou 48 horas.
Um dos nossos mais habis agrnomos, Mr. De-
crombecque, fundn sobre estas obserragoes um
resultado que llio permita utilisar as ragoes ali-
montares dos seos animaes, todas as.folhas rerdes
colhidas as suas exploracoes ruraes. Outros
criadores,.amigos do progresso, entregaram-se
tentativas mais audazes pela analoga que acaba-
mos de assigaalar entre os processos de prepara-
go do cha e dos fenos. Experimentiram olles,
nio sem successo, applicar infusoes de feno na
alimeotago dos fllboles da especie borioa. As
analysos feitas dcsie liquido por um sabio pro-
fessor de chimica proraram que nesla serie de
experiencia os inventores eslaram completamen-
te de accordo com os dados fuadamenlaes da
sciencia.
Nio basta expdrem tragos geraes os principios
da cultura e da preparago do cha : misler es-
tudar a pratica tarabem. Colloquomo-nos no cen-
tro de urna familia chineza. comprehondendo
duas ou tres geragoss de irabalhadores. Homens,
mulheres, relhos, criaugas, todos tem o seu pa-
pel no servigo geral.
As trras consideradas como mais favoraveis
Tcgelago productiva do cha enconlrara-sa na
China, situados entre o 45 parailelo e o Equa-
dor, mais particularraenle ainda do 25 ao 33 de
lalitude onde as tempeuturis, estivaes de julno
e agosto oscillam era 33 e 3i graos, emquaoto
qu, durante os mez#s dos invenios mais fr03, o
therraometro pode descer zero. Esta verificado
por toda a China que os terrenos baixos e hmi-
dos, os piamos mal esgotados que convra i cul-
tura do arroz, sao muito desfavoraveis vcgela-
(o do cha. Este arbusto exige ao mesrao terapo
um ar habitualmente hmido e um solo compa-
rativamente seseo, leve e areenlo, mas frtil bas-
tante para dispensar e compensar pela alimenta-
$o abundante o enfraqueciraento que a colhi>ita
sepelida de folhas deve producir i planta. Raras
Tezes e assim mesmo cora muilos prepares pde-
se applicar proveilosamenio as inigages i plan-
ta do cha. Se a agua e humidado sao inaispen-
saveis em certas pocas para bom resultado do
planto, compre espera-las sraente dos pheno-
tnenos meteoricos, nevoeiros ou chuvas, que se
reproduzera regularmente as costas privilegiadas
para a cultura do cha. Assignalaram-se, ver-
dade, pelos resultados obtidos cora as plantacoes
do destriclo de Howay-chow, estabelecidas em
de-se sem difflculdado que, as collioas Foo-
kien, situadas ao sul, a planti regetin.'o em um
clima mais queme, chega & umi raaior altura, e
que assim os arbustos do cha prelo pertode Too-
chow sejara mais elevados que os dos districtos
do cha verde do norte.
A distingode Ierras de chi verde e de cha pre-
lo funda-se ns hbitos locaes do fabrico, por
quanto, deios do tongas in.-eitezaso numerosas
controversias, est hoje liquiio, segundo os au-
tores e viajantes mais acreditados, que os dous
productos, lio difirante* quanto sua aegao na
economa animal, sao obtidos as melhores her-
dades chinezas com as folhas da raesma planta
designada pelos botnicos sob o nomede thea vi-
rtis.
Os caracteres destnelos entre os chis t-erde e
prelo,por mais nolaveis que sejam, dependem dos
proceros paiticulares de preparago; mas, esses
chas tem tambem caracteres communs.
Porexempio, geralmente recoahecido que os
primeros grrlos dos arbustos, orgos tenros, ain-
da embranquigados de laminera, deram sempreo
chi mais delicado, dotado de aroma mais
suave; a segunda colheila de folhas mais desen-
volvidas, produzir sempte os chis mais abun-
dantes, entre os quaes so cncontram a maior par-
te das qualidades estimadas, geralmente em uso ;
colhendo as lerceiras e quartaa folhas ainda
maores.offerf cendo mais forte estructura e lecido,
mais resistente, s se obtem os chis verdes ou
prelos, menos agradaves ao paladar, exhalando
um odor menos doce e leudo um diminuto valor
comraercial.
Variara os modos de dessecagao, segundo aeda-
de das folhas recolhidas. O cha verde normal
obtido por urna dessecacao bastante rpida, para
nio dar muito lugar is erraentages ou altera-
ges expontmeas, e assim conserrar o mais pos-
sivel a collorago natural das folhas, produz-seo
cha prelo por ura methodo differenl-); a desse-
cago eflectua-se mais lentamente, e a folha
assim entregue urna especie de maceragao que
Ihe modifica a cor e torna tambem menos activas
as propriedades das plantas. Estes dous melho-
dos do dessecagao lembram os processsos de sec-
car o feno usado nos nossos compos, e que nos
dao, j os fenos seceos rpidamente, cuja cor es-
verdeada pouco muda, j es fenos escurosobtidos
com auxilio de alteragdes particulares.
A primeira colheila d como ji se sabe o chi
mais fino. E" pelo meiado do abril que se elec-
tua esta importante colheila as numerosas her-
dades dos districtos do chi verdo do norte nos
arredores de Ning-P. As folhas soffrem sobre
um pouco de logo duas dessecagdes entre as
quaes tem lugar urna exposigio ao ar. Este pri-
meiro producto de tal modo superior pela fine-
za do aroma, que Oca reserrsdo para um com-
raercio excepcional, ou para ser offerecido de pre-
sente s personageos eminentes do imperio. E*
conhecido este producto sob a denominago de
joven hyson, que indica o estado dos folilos an-
da tenros, em pregad os em prepara-lo. Pode ex-
plicar-so bem prego elorado e a raridade deste
producto especial, sttenendo is circutnstancias
da colhoita. Nao somonte os grlos de pequeo
volurae produzem pouco, e oocessita mo de obra
dispendiosa, mas ainda, tirando assim aos arbus-
tos una proporgao notavel da sua seiva ascen-
dente, antes que os orgos foliceos estejam des-
envolvidos para tirar da athmosphera parte do seu
alimento, enfraquece-se a palma e mingua a pro-
duego total.
Entretanto, desde que as churas osperadas ca-
liera lempo, que a trra diluida toroa-se frtil
para fornecer em larga copia urna nova seiva. o
mal fica separado : a regetago toma de noro o
seu curso com rigor, o desde os primeiros das
de maio urna rica folhagem de um rerde carrega-
do adorna as plantajes e fornece a colheila mais
abundante, duplamente productira, porquanlo o
chi que provm del .a de urna qualidade melhor,
e de mais elevado prego que o das duas ou tres
colheilas seguinles. 'Passada a flor do arbusto,
as capsulas fecham os graos ainda em metade de
seu rolume ; sao elies colhidos com as primeiras
folhas cujo peso augmentara, sem fazer mal i
qualidade do producto.
Em cada urna das (res ou quatro pocas da co-
lheila, ao mesmo lempo que se colhem as folhas,
comegam os trabalhcs da preparago e continuam
na seguale ordem. As folhas accumuladas nos
cestos de bamb e juncos sao levadas is oficinas
de seccar estabelecidas debaixo de ligoiros alpen-
dres. Os ptincipaes utencilios dessas machiuas
pouco dispendiosas sao pequeas catdeiras de
iato engatadas emjnumero de de duas, tres, qua-
tro ou mais, urnas depois das outras sobre ura s
torno hurisontal, recebando de urna laroira ordi-
naria a flamma que se estende por baixo de todas
aquellas caldeiras antes de alcangar urna chami-
n vertical por onde escapava-se o fumo.
Atraz e ao lado de cadacaldeira cleva-se urna
especie de guarila de lijlos que Isola as opera-
goes e lacilila o trabalho, permittindo subtrahir i
acgodo calor, de lempos i lempos, urna parte
das folhas que delada logo ao redor da caldei-
ra sobre os muros ioclinados e menos quentes da
guar ta.
Basta um operario para manter o fogo regular,
harendo ao p do cada caldeira um trabalhador
que dirige a aeco do calor sobre as folhas reme-
xendo-a3 de continuo, j com a mao, ji quando
a temperatura elera-se de mais, com urna ras-
sourinha. s
Nesto trabalho consegue renorar to bem as
superficies em conticto com o fundo e as paredes
das caldeiras que todas as folhas experimentara
gradualmente um aquecimeolo regular e reac-
ges semelhantcs, porquanlo, do mister que
em cinco minutos os primeiros efloilos uleis se
produzam regularmente, isto que as folhas vo-
se crispando successivamenle primeira impres-
so de calor, e que se amollegam depois pela in-
fluencia do vapor aquoso que dallas mesmas traos.
pira, e que lhes penetra os tecidos. Exlrarasa -
se assim fcilmente os suecos da planta, e en-
to que, em vista de desenvolver esses effeitos,
sem deixar por muito tempo persistir a sego do
fogo, cada trabalhador, no momento opportuno,
retirando da sua caldeira as folhas amollecidas,
colloca-as em massa sobre umi mesa de clara-
boia, formada de basteas de bambs. Tres ou
FOLIIKTMU
ORIGINAL DO DlaHIO DE PERNANBUCO-
6SE1BA mmfML
Ll V
Sumurio.Scenas contemporneas da vida ma-
rtimaUm bomem ao mar I
VII
Sao dez horas da manhia, o da esl magnifico,
o lempo excellente, e renlo tlrme, pelo Oessu-
do''slt, canta zunindo no arvoreio da corveta.
Loan queocomraandaoie subi ao calrenlo,
os o&V.iaes coltocarara-Srt em seus postos, e fnzem
conservar o mais profundo silencio, api-nas iniir-
rompido pflas rozos do mando que repetem e fa-
zem exrulr.
Os raariuhoiros, influidos pelos offiViaas; pelo
assobiar continuo e estremecido dos nffieiaes mi-
linh-iros, o pelo ru&it do tambor. acomp*nhado
do pifaro. que nao deixa de ler entao cerla harmo-
na, e que reuularisa o morimenlo com cadencia,
Tirara ao cabrestante com ardor.
A propria crrela parece animada; ella tem
agitago-s gurdas que re manifestara bera. Dir-
sn-hia que coraprrhende que vae passar do esta-
do de ropousoao de inovimento, e que est in-
quieta e sobresaltada. S>*us estremecimentna
convulsivos abalam-a toda, e os sentimos debai-
xo dos p*.
L'ino que esi dentro amsrra sufficienle, manda
O com mndame subir a gorila s vergas o Urgar
O pnnu. que caga io. iga lo e marcado promp-
tamnl-\ puoiln-sa onssa occasio as aveas nos
primeiros rizes. e depts arranca-se 0 forro.
Sollo o navip das prisos que o n-tuiham, aba-
te conveoientemeiile; mauiiroxima-*e um pou-
co da currla auera, e nos faz recnar prLujan-
tes que oe qir unir A ella era despedida, que
Tamo ter lenha, como se cosluma duer eta uu-
suagem lecbuica do mar.
quatro Irabalhadores se collocam e lomo da mesa,
da asar i cada nm posas enrolar, amasur.
tostar os punhados essas folhas. expreme-las e
estaode-lss, facilitando assim a auadteao, a mis-
tura dos liqnidos e a eraporaclo ao ar. que gra-
dualmente concentra os succose prepara a deaso-
eago Onal.
Ao cabo de cinco minutos, ou mais, se o ar
ambiente hmido, o rolume das folhas acha-se
reduzido i dous tergos ou tres quartos : entio
sao ellas cirandadat e expostas ao ir qu continuar a dessecafo sem precipita-la. E' favo-
ravel ura tempo escoro, emquantoque cora o sol
ardenle a dessecagao rpida de mais, tirando urna
parle dos suecos eocerrados as cdulas do
paronchymo, mantera desegualmenle a humldale
interior. Depois de joeira-las, sao as olbas de
novo aquecidas com o mesmo methodo que ao
principio. Toda a operagao comprehondendo as
de aquecimentoe a exposigo intermediaria ao ar
livre, dura, termo medio, urna hora, segundo as
informagoes tomadas por um sabio e espirituoso
inglez sir Roben Fortune, em muitas herdades es-
pagosas que risitou.
Terminado o trabalho da dessecagao, joei ra-
se o s productos, afim de eliminar a poeira e clas-
stflcar os chis ; os que oflerecem fallas meno-
res sao os mais estimados; os que leom folhas
maiores e mais desiguaes em rolume, tem um
rslor menor. Guarda-se cada sorte escolhida por
forma em canas ou cestos de tecido cerrado, cal-
ca-se os chas com preesugao, cobre-se depois
ludo com estofo duplo ou triplo at o momento
do os expedir; as diversas sort-as sao entao mui-
to bem eotulhadas dentro de csixi* hermtica-
mente fechadas ornadas de pintura.
O cha de cor rerde pouco carregsdo, assim
obtido e classflcado, de urna qualidade supe-
rior e geralmente reservado para o com meci in-
terior ; charaam-o tsou-ti$ing (chi seccado em
caldeiras). Urna ligeira modifleago nos proces-
aos de preparago d um produelo menos delica-
do um pouco, que tambem nao exportado e
apenas remettido s vezes pelas caravanas que
rio para a Russia.
Ghama-se honj-tsing o producto inlermediario
que-correspoodo i urna mistura do cha rerde e
escuro. Quanto ao chas prelos, sao em grande
parte destinados exportago por mar, e obti-
do por meio dos processos que descrevi rpida-
mente, mas sobre os quaes creio dever insistir,
para restabelecer-lhe a imporrancia hygieoica.
As folhas do chi preto em vez de serem rpi-
damente substituidas dessecagao, sao, depois
de sahirem do fogo, roladas o amassadas mais e-
oergicameote do que se faz com o cha verdo.
Depois sao expostas ao ar durante dous ou tres
das, e soffrem assim urna maceragao das mais
salatares. que creio poder comparar is modifl-
cagoes do mesmo genero que se obtem com o
feno. Aquecidas com cuidados particulares, as
folhas do chi preto adquirem assim gradualmente
a cor escura, e chegam mais lentamente ao ter-
mo til da dessecagao.
Taes sao as diversas preparages que trans-
formara o chi em objecto de commercio. Entra-
do ento na circulago geral dos productos ali-
mentares, chama elle urna nova ordem de in-
vestgago.
Sob a denominago de estomago depeixe, con-
somem os Chins as empolas natatorias espessas
dos ourigos-marinhos, que fornecem guisados de
consistencia gelatinosa mais ou menos rija. En-
tre os alimentos do mesmo genero, tem elles
notavel prodilecgao pelas barbalanas dos tuba-
roes, (principalmente transformareis em gelati-
na pela ebuligo as aguas.}.
Procurara tambem os mexilhes seceos, cujo
cheiro rangoso e cor parda eslo longe de agra-
dar ao nosso paladar e excitar o nosso apetito ;
urna especie de marisco edr de rosa alaranjado
com manchas pardas ; holothurias chamados
lesmas ou cervos do mar, recolhidos ou pescados
as proximidades das costas, animaes de pille as
pera, alguma cousa semelhanle s sauguesugas
que os Chins furam pelo meio para exlrahir ura
abundante liquido cora o quil fazem urna especie
d sopa mucilagioosa, conservando os lanhos ru-
gosos e tenros da pello fluctuantes no meio des-
se liquido espesso. Arranjam ainda um manjar
gelaiinoljrme com ajuda da eboligo prolongada
na agua dos leudos dos ceros e alguns outros
animaes, depois de ter, por urna enrgica tritu-
radlo reduzidos estes leudos A feveras seme-
ntantes & estopa da tinhaga.
E' sabido que os tendes anlogos extrahidos
das pernas dos novilhos, bois, vaccas, carneiros,
Bao empregados na Europa para o fabrico da
cola forte.
Na China nao se deixs, como entre nos, per-
der ou deitar ao fumeiro as crysalidas da seda
que costumam flear nos casulos ; assadas era
frigideiras como castanhas constituera um man-
jar que passa por agradavel no celeste imperio.
Nos mercados do algumas cidades chinezas, om
Canto mesmo, obserra-se ainda entre os ali-
mentos que o reino animal fornece, ras e sapos
virosou pellados e feitosem postas, ratos salga-
dos ou vivos e grossas lagartas.
As lorabrigas e outros vermes, nao fazem parte
dos comestiveis quo expcm A venda ; somente
asseguram que durante a penuria, fazem ellas
parte dos poucos recursos penosamente procura-
dos pelas desgragadas populages das localidades
dessoladas por essas fomes peridicas.
Os producios mais procurados sao os da pesca,
entre as quaes se encontra o refugo dos peixes
que os Chins reduzem A picado miudo, e mistu-
ram nessa forma o outros alimentos.
Cumpre juntar ostes meios excntricos de fa-
zer crescer os recursos alimentares do povo chi-
nez, os tornos de iocubago artificial, cuidadosa-
mente arranjados.
Hi-os nasilnas de Chusan que contera mais
de 5,000 ovos; serrem-se delles principalmente
para chocar os ovos de pato. De ordinario sao
esses fornos construidos perlo de um canal ou
correle d'agua, afim de que os Qlholes sejam
fcilmente dirigidos por algumas canoas para o
elemento favorito.
Desta fructuosa pratica, nasceu sem duvida o
habito, primeiro de utilisar os ovos cuja incu-
bago se acha accidentalmente interrompida, de-
pois o de inlroduzir na alimeotago aves cojos
germens so desenvolver vontade por urna in-
cubago mais ou menos prolongada, segundos
phaulasia dos consumidores, e at produzir um
frango munido de todos os seus orgos. Nao se-
r a qualidade de tenra que faltar A pequea
are assim desenvolvida.
E' ainda por urna coosequencia de sua solici-
tude extrema em preparar os productos obtidos
dos animaes, quo os Chins cooserram os ovos
velhos ou frescos, por meio di salmoura ou
sal marinho crystalisado ; elles preservam mes-
mo da putrefaego os oros que jA tenham sentido
Significa esta expresso que dous navios se
abaliunm, e mutuamente se damnificara, partin-
do r-rgas, a borda, turco, oscaleres, etc., con-
forme a graridade do abalroamento. Damos es-
la expli'^co, porque ella era Ierra lomada em
oulra excepcao, o indica que vae harer rolo ou
pancada velha; o que nio deixa do guardar certa
analoga ; por que era um e oulro caso sempre ha
avarias lamentsr-se.
Has o commandante est atiento ; manda ca-
gar a r|a r, e orienta o panno todo : o nario
primeiro estaca na arribada, depois chega-se ao
rento, i-to orea, e segu arante, e assim affas-
la-se da sua bella amiga do norte da Europa, que
ficava A nnsso sotavento.
Seus olli'iaes, e os Americanos nos enviam a
dorradeira saudagAo na* alas da brisa ; e a D.
Francisca, qual cursel que se sent em liberdade,
e fareja o -Si.ago, singra para O largo,
proa de N. NNu, e NO.
O largo 1 Sabois vos. leilores. o que exprime [que nio nos deixa cahirem abatimeoto
esta to curta patarra ao hornera do mar? JA trago, precursor da morte.
r.ont-mplasie* alguma vez este espago vasto, im-
meuso, infinito, que assim se denomina com tan-
ta propneade ? Alguns momentos de rossa ri-
da se Hscoaraoi j ob sua influencia? Se ain-
da nio embarcasteis, vos lamentamos; naoes-
crevesteis at hoje a mais sublime pagina da vi-
da, tnmios veg.-iH.to sem emoges, sem sensagdes,
nada visteis em flm.
Oh I quanto maravilhoso o ocano 1 Que
ponsamenios nao aguamo homem domar, quan-
do, depois de uma demora em um porto, em que
aoiirraecmi os eutnius nis delicias de Capua, Ihe
torna a confiar aeu futuro, sua existencia a
*xl<>nria, e o destino das* pessoas que Ihe
sio charas. As quaes deseja vgr promptamenle I
One floras desr.onhi'Cidas da alma uio Ihe reper-
cuten) entio rinrages singulares I Como respi-
ra irais livrememe Me a> pnro io fat"; esta bri-
sa que hoje o acaricia, que encerra tantas pro-
raessas. o alimenta lamanhas eaperangas, e qa
amaohia, tatrez, se transforme em tufop, e
noUrel allerago, -desanrolrenlo-os esa ama
compesiglo de cal. cinza e agua, que forma layo
umahrcrtrstaeio protectora; com estas rirtres se
abastaeom os navios.
Os celebres oinbos de sodortnhas nos oflere-
cem um ultimo exomplo desta engenhosa aptido
que lera a raga chinara, debaixo da influencia de
nm clima especial, i variar e multiplicar indefl-
nl lamente-as substancias alimentares. Esees oi-
nhos comestiveis cuja n atoroza era at eerlo tempo
incerta, foram attribuidos por grande numero de
viajantes o naturalistas celebras, ora i uma rija
espuma do mar, proveniente das sementes da
baleia, levadas por essas andorinhas para os ro-
chedos, ora un sueco gstrico, i uma mistura
de zoopliytos ou de oras de peixe, ou finalmente
i muco.
Est hoje provado que os niohos comestiveis
de andorinhas sao forrados por uma substancia
mucosa de notavel abundancia, muco especialis-
simo, conservado no tempodos amores desses pis-
aariohos. Importados brutos das ilhasda Sonda,
os ninhos sao em Cinlio objecto de uma minu-
ciosa laragem ; classificadospor ordem de pureza
e alvura, costam elles nos mercados daquella
cidide 100 i 300 francos cada kilogramma. Urna
qualidade de excepcional alrura tica em 773
francos em Paris, onde se rende i t.OOO francos
cada kilogramms.
Prepara-se estes ninhos conserrando-os em
agua de 100 graos de temperatura durante duas
horas, depois do que sao reduzidos tenues fi-
bras translcidas, representando o transado do
ninho e disseroioadas em uma solugao mucilogi-
nosa que offerece uma consistencia anloga A
das barbatanas dos tubaroes preparados.
E' lalvez intil acrescentar que o elevado pre-
go deste alimento de luxo nao justificado por
um sabor extraordinariamente agradavel, ou ao
menos pelas propriedades nutritivas excepcionaes.
Explica-sesim pela Arme confianga que tem os
Chins e osOrieotaes em geral as virtudes aphro-
distacas atiribuidas A esta substancia alimentar.
O reino regetal nao fui menos audazmente
explorado polos Chins que o reino animal. S-
raente nao se encontrara aqui elementos afasia-
dos dos hbitos europeus. Em primeiro lugar o
arroz, A titulo de substancia araiglacea, preen-
che na China como na Europa um lugar seme-
lhanle ao do assucar e das fculas.
Nio basta elle s para a reparago dos nossos
orgos, porquanlo as substancias azotadas achara-
se ali menos numerosas em mais tenues propor-
ges que no trigo, quo A este respello nao dos
mais opulentos.
Preparado cuidadosamente e combinado com
um rgimen hbilmente variado, como o dos
Chins, o arroz desempenha um til papel. E'
simples o processo chioez para acocgo do arroz,
ederia ser imitado pelo numeroso pessoal da
nossa expedigo. Faz-se cozer este alimento em
uma caldeira ou marmita esrasada por meio de
rapor, produzido por ura pequeo volume d'agua
que baste para conserrar hmida a superficie
interna do fundo correspondente A porgao direc-
tamente aquecida polo fogo. Para 20 litros de
arroz preciso um litro d'agui. Nesse estado,
emproga-se o arroz na China quasi que comb o
pao em Franga durante a refeigo.
Encontra-se nonuroro dos alinelos lirados
dos vegelaes pelos Chins : Io tubrculos, infla-
mes, btalas, productos de plantas feculentas ;
z fructos de carogo ou pe?ide, era particular o
notavel pecego de Amovy, laranjas chamadas
mandarinas, graos de leguminosos, faras, ele,
etc. ; 3* folhas ou plantas herbceas, couves, es-
pecialmente a chamada pakioy, algas raariohas
que fornecem goleas alimentares, lima dessas
plantas d aos industriosos Chins uma especie do
extracto de que elles fazem uma preparago co-
nhecida sob o nome de musgo da China, cuja
principal propriedade de fazer em gela con-
sistente quiohenias vezes o seu peso d'agua.
Semelhanle rgimen limenlar impe rariados
temperos que fazem desapparecer o sabor das
priocpaes eguarias. Nesla parte a alimentagao
chineza nada deixa A desejar. Figura entre os
temperos o gengibre, a piraeota do reino, o cor-
cuma, a nox do Arec e outras mais especiaras.
Como preparago essencialmenle propria do paiz,
dere citir-s um liquido de cheiro Torta mas apre-
ciare!, chamado soga.
Este molho preparado em cada familia se-
gundo diversas receilas, aJmittindo lodos o era-
prego de uma variedade de favas pretas reduzi-
das pelacocgo caldo espesso submetido, A urna
fermeotago que deseorolre cortos productos
cryplogamicoi anlogos aos que se observa nos
queijos conservados em Rochefort. O caldo as-
sim obtido forma uma massa que, diluida em
agua quenle, deixa sobrenadar um liquido ssbo-
rosissimo, conserrado em garrafa pelos Chins, e
conhecido no celeste imperio pelo nome do soya.
Vollemos ao condimento mais sao que todos,
islo ao cha, cujo uso torna-se necessario
quando, adoptando o costuraochinez, associa-se
ao arroz fortes proporges de substancias ani-
maes diversamente preparadas, quando sobretudo
preciso observar um rgimen to complica-
do no meio das influencias malficas de um paiz
pantanoso.
EOectirameote as aguas s se tornara pota-
veis era alguns lugares da China clarificadas pela
pedra hume, ou corrigidas pela eboligo e infu-
sao deh, que as purificara olimpsm do diver-
sas materias orgnicas em fermeotago.
Raramente os Chins coosumem bebidas fras, e
nesses casos os lquidos preferidos sao um fi-
nito de arroz, e um fraco alcool de cereaes. Es-
peramos que ser facit A todos os Europeus con-
duzdos A Chins, habituar-se A um rgimen que
a temperatura do paiz parece reclamar imperio-
samente. O uso do cha, impde-se nos sitios h-
midos Ajuelles mesraos que nao plera suppor-
tc-lo, como prova o exemplo do certos Fraucezes
estabelecidos na Inglaterra.
Um facto existe que deve por em evidencia os
nossos estados sobre as priocpaes bebidas ali-
meuticiis : a influencia exercida pelo clima,
costumes, hbitos de trabalho, sobre o desenvol-
viraento do consumo nos diversos paizes. Com-
batc-se os calores seceos da frica pelo caf, os
calores hmidos do novo mundo pelo chocolate,
as emanagoes pantanosas as diversas partes do
globo pelo cha. D'ahi as infinitas differeogas na
acceilago d'essas bebidas fra das torras de que
sao originarias.
O caf que sustenta o rabe, forgadamente so-
brio durante as jornadas no deserto, fornoce tam-
bem um poderoso auxiliar ao viajante oxposto A
longas fadigas, ao laborioso mioeiro, forjado, nos
Andes como na Blgica, A completar races ali-
mentares apenas sulicienles.
O chocolate procurado em todos os paizes
onde reina ama temperatura enerrante que faz
adoptar uma bebida nutritiva de preferencia A
uma alimentagao solida.
Por sua vez, o cha, com o seu vivificante calor
ti)
vendaval para destruir urnas o outras, para o en-
cher de sustos e terror I O mar I oh I o mar
por sera duvida o lefltxo mais rerdadeiro do po-
der do Creador, qu jr esteja dos ssus instantes de
brandura e calma, quer nos seus momentos de
horrivel e desapiedido desespero 1
As scenas que ele offerece aos que se dedicam
A psssar a rida em suassolidea sao sempre ra-
nadas, sempre grandiosas e imponentes, ora ri-
sonbas e attraciivas, ora selragens e horrendas.
Nunca ali um da ( egusl ao outro ; porque a na-
tureza raa ao infinito suas caprichosas combi-
na ges.
Estes perigos reaes que se eocontram neslo
elemento, eque impressionam to singularmen-
te as nalurezas tmidas e tracas, sao Outros tan-
tos incentivos que para elle attrahem os homens
nio degenerados, para os quaes elles teem um
fazend I encanto particular; porque a lula a vida davida,
I a alma da existencia, o movel que nos incita,
liiionift nna italva l>Blir m htlimanlA eill UTUS-
Que salisfago ha no mundo compsrarel a do
homem do marque, depois de lutsr pordosamen-
te com a tempestade, de disputar aos rentos e
vagalhoes desenfroados a pesse do seu navio, e
a rida das pessoas de cuja sorlp ento arbitro ;
a sua propria existencia, emflm, que a que me-
nos o preoecupa entao, elle choga salvamento I
A um porto 1
Quanto nao cresce em proporges este homem
nesta solemne rata I Como nao o admiram seus
passageiros, que o encarara com reneragao, e
abongoam a sua audacia e saber I Nao ha glo-
ria, nio ha prazer que mais deliciosamente faga
palpitar o corago.
Terminada a faina geral, e entregue o nario ao
oficial chefedo cuarto, osofficiaese os aspiran-
tes de folg, se ndrfiem em grupos, uns no tom-
badllho, outros juntos aos prtalos, alguns A meia
laranja, e fumando seos charutos e cigarros, con"
iunicam-ie muluaraento as ideas que. os do-.
mun>,
Sobre esta nltima bebida comprar notar qne o
clima sendo mais sacco que o d* Gria-Bfeu
" r*Ht*ra franeexas esto sgeilas 6
outras condigoesbygi snicas. O chA ato entra
no rgimen habitual da alimeotago ; serve pe-
nas para as reunios* internas. Porgadas aero
doenga e adrertidas pelos mdicos qne as pes-
soas do campo fazem uso desta infusao
Que do sitios entretanto onde o chi poderla
exercer saa aegao benfica I
Limitamo-nos A assignalar certos districtos de
iologoe e Doubes. O uso do chi nao melho-
raria, ali tambem as mas condigoes da rida hu-
mana ?
Dere-ae desojar que relagdes mais largamente
abortas com o imperio da China a reduego dos
dlreitos ponha um dia eale producto de primeira
necessidade A disposigio das familias psdecentes
de certas localidades, cuja athmosphera conlm
germens de doenga e de raerte.
Sa se abragar com um lance d'olhos o eonjunc-
to dos fados que acabamos de expor, ser fcil
lirar algumas consequeucias positivas, Melhor
que nenhum outro ponto do globo, a China re-
ne as condices farorareis da cultura do cha.
Desgragadamente no commercio internacional
com* o celeste imperio, uma parte notarer dos
chAs preparados, em rista das exportagdes tra-
zara substancias insalubres debaixo de bella ap-
parencias.
Visto que a cultura e produego do cha ao
sio impossireis, risto que se procura por meio
de uma dispendiosa expedigo estrailar *s rea~
ges com a China, preciso nao aoio imitarmos-
o celeste imperio as preparages fraudulentas
da folha aromtica, preciso ainda frustraras
culpareis manobras ; preciso tambem popula-
risar a bebida nos lugares paludosos da Franga e
do meio da da Europa onde ella deve inlerrir
como um indispensaval agente iherapeutico. Sa
o cal e o chocolate se recommendam pelas qua-
lidades alimentares, apreciareis sobretudo nos
paizes quentes, o chA nao tem um papel menos
til na Europa, .quer as nossas cidades onde as
suas propriedades tnicas pdem exercer uma
aegao saluiar, quer nos campos desherdados da
naiureza, onde elle opporla um enrgico antidoto
s malignas influencias do clima.
Payen.
(AforM'evr Universal.)
Variedades.
A MACHINA LENOIR.
A machina de rapor tal qual se acha organisa-
da 6 o meio excellenle de obter a forga mechani-
ca, e uma das qualidades esseociaea deste motor
a de dar infillirel resultado.
E' isto summamente importante na ns*or parte
das offleinas, e de muito mais ralor aos olhos do
fabricante, do que a economa problemtica que
Ihe aprsenla o motor roceutemente inven-
tado.
Os factos dio muitas vezes a razio desta modo
de ver dos fabricantes, queleriam con certeza de
se arrepender de sua leviandade, se desde logo
se aprovettassem da machina ie acido carbnico
liquido ; da de chloro de carbono; da machina
movida por areia ; das machinas electro magn-
ticas ; das machinas de vapor combinadas ; das
machiuas movidas A arquete, de Ericson & C
e de um grande numero numero de outras que'
j estilo esquecidas, depois de terem brilhado em
numerosos prospectos, ou nos escriptos de alguns
enlhusiasias.
Este modo de obrsr, muito prudente para os
mteresses da industria, nao deixa por isso de ser
ao mesmo tempo um serio obstculo que os in-
ventores tem que rencor.
No entinto se a inrengo realmeote boa, ella
renco albn quaesquer diffieuldades. o meio de
o conseguir rem primeiramenle em ponto pe-
queo, e depois successiramente em maior esca-
la, at que os industriaos se convencen! pola pra-
uca de que o noro motor Ibes di tanta sogurauca.
como o rapor.
At agora a machina gaz explosira, inrenla-
da polo Sr. Lenoir nao nos parecia uma excepcao
entro as succossiras inreogea que tem querido
apear o mrito das machiuas i rspor, por esta
razao nos haramos sbslido de fallar nella. aperar
das dirersas noticias inseras nos peridicos pa-
risienses. r
Agora que alguns destesapparelhos funecionam
paroce-nes til indicar o principio em que as-
senta este apparelho.
O aspecto exterior do apparelho Lenoir, some-
Iha i machina i fapor de alta presso. E' com-
posto de um cylmdro deitado, munido do embo-
o, que langa uma rara que faz morer a manirel-
la pela interreogo da biella ; a manivella d
movimento A arrore mutora sobro a qual se acha
o volante.
Em rex porm de inlroduzir o rapor no cylin-
dro. ha um mixto de ar e de gaz hydrogenio, que
se faz ah penetrar. Esse mixto inflammado pela
faisca elctrica, despedida da machina do induc-
go. O mixto detonado compe-se de 95 por ten-
t de ar, e de 5 por cenlo de gaz de illumi-
nagao.
O mi#to de gaz, queimaodo, aquece a superfi-
cie interna do cylindro, e o tnutilisaria rpida-
mente se o nio cercassem de uma manga cheia
de agua quo o refresca na proporgao em que elle
rae aquecendo.
V-se desta descripgo que tal methodo de
extrema simplicidade, que nao carece de cildei-
ra, charain ou combuslivel, porque Ihe basta o
gaz crrente da illummago.
Varias machinas estabelecidas por este syste-
raa j funecionam. Ha entre outras uma com
que o Sr. Masiooi pde em morimento as suas offl-
einas. Esle constructor tem-se dado especial-
mente feitura de machinas pelo syslema de
Lenoir.
Quizeramos dar noticia exacta do custo do ca-.
rallo de forga, produzido por este noro syslema
mas nao achamos a descripgo de experiencias
que nos babiltem a assenlar to importante pon
lo. A tal respeilo s ha asserges. Deste modo
se calcula que o eavallo vapor absorrerA meio
metro cubico de gaz por hora.
Ora, custando o metro cubico entre 30 a 40cn-
timos, far-se-hia a despeza de 15 al 20.cn-
timos.
O cusi do estabelecimeoto seria muito icje-
rior ao prego de qualquer machina rapor, por-
que nao carece de chamiu nem de caldeira.
Alm disso a experiencia em brere far& conho-
cer ao publico o valor que tem esta ora ma-
china.
[Diario do Lisbo:)
As lembraugas da patria, para cujo seio rolla-
mos, dos prenles e amigos qne ramos rerer,
depois de to longa ausencia, amortecem o sen-
timiento que nos dominara, e nos infiltra no co-
raco uma ora o deliciosa esperance.
Pouco .1 pouco a cidade rae desapparecendo
aos nossos olhos ; os montes parecem mergulhar-
se no ocano, e antes que totalmente se afoguem,
marcamos a Mesa por 19 sueste, e obserramos
a altura meridiana do sol, dados que nos serrem
para o calculo de nosso ponto de partida.
assim que o navegante ainda tira um ultimo
partido do paiz que risitou, e que est quasi
ver extinguir-so A seus olhos, partido do inapre-
ciavel ulilidade ; porque aquello ponto Ihe rae
serrir de base para orieota-lo na derrota que
tem de seguir por meio do espago para encontrar
precisamente oulro ponto da trra pira ondo se
dirige.
Durante nove das navegamos sempre Aum lar-
go, cora vento regular de OSO, no quadrante do
NO, deilando a crrela oito milhas no mximo e
quatro mnimo, conforme a intensidade do rento.
o dcimo sobrereio calma, que reinou poucas
horas, e depois o rento tornou-se rariavel so-
prando. ora do SO, ora deNE, mais sempre bo-
nanga.
No dcimo terceiro pareceu Qrmar-se pelo
S. S. E, para passar anda ao NE, e depois A
aquelle oulro rumo.
Encontramos alguns companheiros de narega-
cao, que so dirigiam para dirersas partes do glo-
bo, e que em brere perdamos de vista, depois
de termos trocado nossos caribes de risita e sau-
dages, isto 6, mostrado a nago A que cada um
pertenciaraos.
Parece-nos que ningaem suppor que lecha-
mos avistado uma oulra bandeira' auri-rerde
alm da nossa ; e infelizmente assim foi.
Como o commandanto tiohi recommendages
do gorerno imperal as instrurges que recebe-
ra, para na ragresso oceupar os aspirantes em aj-
gumas horas, no esludo da? m,erjas do JUOQ i
que cada ura perlencia, delerminou que das doz
horas As onze elles se reunissem na ante-carasra
para esle fim. Os rapazes nada gostaram desta
ordem, que lhes lembrava, que em breve esta-
ara na academia s voltas com os compendios
eos lentes, o que nenhum attractlvo tioha, prin-
cipalmente para elles, que ccabavam de gosar de
to agradareis das I
Era o rererso da medalha que lhes tocara en-
to contemplar.
Nao obstante, uo lireram remedio seao exe-
cuiar a ordem, e lodos os dias iam para o lugar
designado.
Eram rapazes, e rapazes junios nunca so sal-
vam : descobriram que o commandante tinha
dous potes cheios do magnificas uvas A um e ou-
lro lado do aparador ; que as garatas desles es-
laram cheias de passas, nozes, e outros acepipes;
estiram aborrecidos de comer carneiro ao' almo-
go, carneiro ao jantar, e sempre com catinga, que
o maldito cosinheiro nao cuidara em tirar. Pou-
co A pouco foram dando na mina que descobri-
ram ; tendo toda a altengo em destruir os ves-
tigios que podessem denunciar que a exploravam
e entao jA elles nio se zangaran muito com
horado estudo.
Quando a curreta chegouaO porto que o lo-
gro foi descoberto, e o commandante, que era to-
do bondade, todo delicadeza nao dea o caraco
com a pega dos rapaxes.
Tambem ha umaootragraga pratlcada pelo as-
pirante] Mil., que muito riso prorocou quando
chegou A nosso coohecimento.
Pensara elle- nos meios de subsistencia para
seas bichtnhos, quando percebeu que o colxo do
tenante A.... de artttharia de marinha era de pa-
Iha. Conlinha-se ah praris&o sufflciente para
toda a vugem. Fallara somonte achar occasio
de tirar cada da a ragio sem ser apandado.
Acreuulldade do leoenle facllilou islo. Mil....
Ihe communicou da parle do immediato que Ihe
tocava fazer o qaarlo d'alra, isto das 4 horas
di madrugad As 8 horas da manala, e penas
elle suba para a tolda, Mil.. ia. ao camarote, e
por baixo do colxo tirara a palha. Ao principio
o tenente A nao deu pela falla; mas as con-
tinuas extraeges que o colxo soffria o foram
ablenlo, e esto iA nao oflerecia o commodo que
mereca os elogios do dono,que principiou A quei-
xar-se de que sua cama se ia afinando: o que
Mil.... expcava pelo facto de estar A.... sem*
pro deitado, e supportar olle continuamente sea
peso.
A.aD'1 n5,> istia senao uma pequea ca-
rnada de palha quando A.... abri os olhos, e
reconheceu a razao porque Ihe doiam lano os
ossos. Ao mesmo lempo souba ello que nao ti-
nha sido detalhado para os quartos, e que nunca
existi semelhaote ordem do inmediato. Ento
deplorara o nosso tenente nio laoto o estrago do
colxo, como o ter sido obrigudo leranlar-se
anteriormente pela madrugada para ir expr-se
aa rento hmido da manha.
O immediato achou muito engenhosa a peca e
desculpou ao aspirante MU./, pelu espirito cm
que se houre. Este facto foi riramente applau-
dldo.eserviu de thse para distralr-nos por mui-
to tempo. r
Ainda houreram outras mysliflcacoee curiosas
de que foram victimas o doutot e o escrirao oua
Sifm .dlV1JmJacPPecer a peras que peu-
diam do tecto do camarote em fesides, para nao
apodrecerem, sem saberem como explicar este
desapparecimeoto, risto quo quando nao tstavam
encasa, fecharam aporta, elevavam a chavo,
um antol amarrado em uma rara era o ins-
trumento, entretanto, simples e grossefro, que
operara esta magia, petos inlerrallos dos balaus-
tres que guarnecan] as portas e oleparas.
dar as ultimas, resolveu-
S Hcar constantemente no seu aloiameoto,
dando parte de doente. Tero com, effeito muito
boa goilo nislo I (ConfiMor-ra-Aa.)
_ *-* 1
pmw,- ir. Mu. r mrAititxim* 1


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