Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09232


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Full Text

1110 XIITII I0II10 30
Por Ir aera aiiaibuUs 5S000
Pr tres aezes vencais 6J000
q >
>-
ODIKTi FEIA 6 DE FETEBEIRO DE
Por aiw adiaila 49)000
Perte franco para o sobscrioUr.
*.
BSCABRRGADOS DA 8UBSCUPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silra ; Araca-
ty, o Sr. A, de Leraos Braja; Cear o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranho, o Sr. Hanoel Jos Mar-
tina Ribeiro Guimares; Para, o Sr. Justino J.
.Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS DOS CORltfclS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianoa e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anio, Bezerros, Booito, Ciruar, AUinho e
Garanhuns as tergas-feuas.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx as quartas feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todoaoscorreiospartem as 10 horas da manha)
EPHEMERIDES DO HEZ DE FEVEREIRO.
2 Quarto mioguanle as 7 horas e 40 minutos
manha.
9 Loa ora as 5 horas e 45 minutos da larde
17 Quarto crescente as 10 horas da tarde.
25 La cheia as 2 horas e 23 minutos da man.
PREAHAR DE HOJE.
Primeiro a 1 hora e 42 minutos da manha.
Segundo a 1 hora e 18 minutos da tarde.
da
DAS DA SEMANA.
4 Segunda. S. Andr Corsino b. c.; S. Gilberto.
5 Tersa. S. gueda v. m.; S. Pedro Baptista.
6 Quarta. AsChagas de Christo; S. Dorotha.
7 Quinta. S. Romualdo ab.; S. Ricardo rei.
8 Sexta. S. Joo da Malla fundador; S.Corinthia
9 Sabbado. S. Appolooia t. m.; S. Ni ce "ph oro m.
110 Domingo da quinquagesima. S. Escolstica v.
AUDIENCIAS UOS TRdUNaEs DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundase quintas.
Relaca o: tercas, quintas e sabbados es 10 horas.
Fazenda : lercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quartas ao meio dia:
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
P"diar* TS" d CTe-1! UrSM e seXt" ,0 meio
Segunda vara do civel :
hora da tarde.
quartas e sabbados a 1
ENCARREGADOS DA SUBSCR1PCA DO SiJL,
Alagoas, o Sr. Claudino Palco Dias; Vaiiia
Sr. Jos Nariins Alves; Rio de Janeiro, e>Sr..
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBCO.
O proprietarra de diario Manee) Figueiroa rf
Paria, na sus lrrraria prega da Independencia na
6e8.
PARTE OFFICIAL.
Governn da provincia.
Expediente do dia Io de fevereiro de 1861.
Oflicio ao Exm. commandanle superior da
guarda nacional do Recife.Sirva-se V. Exc. de
mandar poslarom frente da igreja matriz dos ATo-
gados no dia 3 do corronle, as 10 horas da ma-
nha urna guarda de hoora tirada do batalho de
guardas nacionaes daquelta freguezia para assistir
testa de Nossa Senhora da Paz.
Dito ao coronel commandante das armas Pa-
ra curaprimenlo do disposto no aviso da repart-
cao de guerra de 9 de Janeiro prximo Qndo, sir-
va-se V. S de ajunlar ao incluso requerimento
cerlides dos assentamento do segundo cadete do
nono batalho de iofanlaria Raymuado Jos Vi-
anna de Souza.
Ditoao Dr. chefe de polica.Podo V. S. man-
dar franquear o transito das pessoas a pe pela pon-
te velhs do Recife, visto ja se adiar concluido o
passadigo provisorio que para esse flmse mandou
construir na mesma ponte.Communicou-se
cmara municipal do Recife.
Dito ao commandanle superior da comarca da
Boa-Vista.Derolvo os prets a que se referem os
scus dous officios datados de 7 de dezembro ulti-
mo dos vencimeulo) da forca da guarda nacional
destacada na villa de Cabrob. para que V. S. os
mande reformar de conformidade com a informa-
cao da thesouraria de fazenda constante da copia
junta.
Dito ao iospector do arsenal de roarinha.
Transmiti por copia a V. S., aflm de que tenha
a devida execuco e aviso de 24 de Janeiro ulti-
mo, no qual o Exm. Sr. ministro da marinha,
referindo-se a representago de Candido Rodri-
gues Ferreira. acerca da mpugnaco feit por
essa inspeceo ao recebimento do carvo de pedra
importado por elle no brigue Clcelia, por conta
do seu contrato, determina que V. S. proceda
oom a maior brevidade descarga e recebimen-
to do mencionado carvo.
Dito ao mesmo.Em curaprimento das ordens
imperiaes, constantes do aviso junto por copia,
mande V. S. proceder auanto aotes s obras de'
que precisa o hiate Rio Formoso para o maoejo
de artilharia, de conformidade com o desenlio,
que junto, e a que se refere o citado aviso.
Dito ao commandanle do corpo de polica.
Tendo de vr para esta capital, segundo me cora-
municou o delegado de polica do tormo de Cim-
bres em officio de 18 de janoiro ultimo, os sol-
dados do corpo sob o commando de V. S. Joao
Pereira da Silva e Antonio Vicente, adra de res-
ponderem a conselho de julgamento porcrime de
iusubordinago quando em diligencia na villa de
Ingazeira, e bem assim os de nomes Francisco
Solano da Silva, Antonio Joaquina de Saol'Anna,
Manoel Cariolano da Silva e Crispim Henriquede
Holhnda que tem de servir de leslemunhas no
referido conselho, recommendo o V. S. a expe-
digo de suas ordens, aflrn de que aspreditas pra-
cas sejam substituidas por oulrasno destacamen-
to daquella villa, a que pertencem.
Dito ao mesmo.Mande V. S. engajar no cor-
po sob seu commando os paisanos Jos Joaqun
de Saet'Aona, Benedicto Alves dos Santos e Jos
Filippe de Santiago, que forana considerados ap-
tos era inspeceo de saude, como consta dos at-
testados aunexos ao seu officio desta data, sob
n. 56.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Por aviso do ministerio da fazenda de 18 do Ja-
neiro prximo flndo, que es'londo perfeito e aca-
bado, e at consumado por urna das partes o con-
trato de permuta dos terrenos ns. 176 e 177 da
ra do Brum por duas casas terreas, celebrado
entro a fazenda nacional o Mosquita 4 Dulra e o
commendador Jos Pereira Vianna, nao podia a !
fazenda nacional arrepender-se delle, devendo
por tanto entregar os terrenos permutados; e
sendo apenas lcito, quando lesivo fosse o con-
trato, piopr acgo competente para reseindi-lo,
e nao fazer arrematar os terrenos, por nao se ve-1
rificarem na hypothese dada as condices previs-
tas no arl. 9 28 da lei de 14 de setembro de 1839.
O que communico a V. S. para sua sciencia e'
direccao, e ahm do que considere sem efleito a
minha ordem de 19 de agosto do aono prximo
passado relativa a esse objecto.
Dito ao mesmo.Mande V. S. abonar em os
devidos lempos a prestarlo mensal de 128000 rs...
que o alteres do corpo de guaroigo desta provin-
cia Bernardino Candido de Araujo pretende con-
signar de seu sold nesta capital, a coatar do Io
do corrente em diante, olm de ser entregue ao
seu procurador o quartel mestre do nono batalho
de iofanlaria Joao Paulo de Miranda.
Dito ao mesmoEm vista do requerimento e
mais documentos, mande V. S. pagar a quantia
a que liver direito o alteres Francisco Aotonio da
Veiga Cabral de Moraes da Mosquita Pimenlel
por haver apprehendido na qualidade de delegado
deCaruar, os seis recrotas constantes da relago
aonexa ao citado requerimento, os quaes assenta-
rara prof a, os 5 primeiros no exercito, e o ultimo
na armada.
Dito ao mesmo.De conformidade com a sua
informaco datada de hoqtem sob n. 81, mande
V. S. adiantar ao almoxarife do hospital militar
a quantia de 1:000&000 rs., para decorrer ao pa-
gamento das despezas daquelle estabelecimento
na primeira qninzena do presente mez.Com-
municou-se aocommandante das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
De posse do relatorio e balancos, que acompa-
nharara o seu officio de hontem sob n. 34 re-
commendo a V. S. que, apenas eslejam conclui-
dos o orcamento da receita e despez dessa the-
souraria para o exercicio de 1861 1862, me en-
ri providenciando para que isto se realise com
a maior brevidade possivel.
Dito ao mesmo.A Carlos Roberto Toll, man-
de V. S. pagar a quantia de 116*000 rs., em que,
segundo a conta junta, que mefoi remetlida pelo
chefe de polica com officio de hontem, sob n. 77
importa o fornecimento feito ao presos pobres da'
cadea de Barreiros no trimestre de julho se-
tembro do anno prximo passado.Communicou-
so ao chefe do polica.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar em vista
do competente cerliQcado a importancia da se-
gunda prestaco que tem direlto o arrematante
da obra do hospital Pedro II, por haver cooclui-
do a segunda parle daquella obra, segundo cons-
ta de informaco do director da reparlico das
obras publicas de 31 de Janeiro prximo flndo,
sob n. 17.Communicou-se ao director das obras
publicas.
Dito ao director do arsenal de guerra. Fica
Vate, aulorisado a fazer a despeza indicada em
seu officio de hoolem datado, sob o. 33, com o
concert de que precisa a eoberts do dormitorio
da companhia de menores desse arsenal.
Dito ao joiz de direito da comarca do Brejo.
Devolrendoa Vine, o incluso officio do 1. sup-
plente do juiz municipal do termo de Cimbres
dessa comarca, e papis a elle annexos, sobre
qie versa a sua informaco de 7 do comente mez,
Tecommendo-lhe que tome conheclmento do tac-
to do excesso de autoridade praticado pelo 4.
suppleote do juiz muoicipal daquelle termo, a
que se refero Vmc na citada informaco, fazeo-
do-lhe effectiva a responsabilidade, em que pos-
sater ncornde, se paca Uto hourer funda-
mento.
Dito ao juiz municipal de Serinhaem.O crime
previsto pelo, t, 199 4o cdigo penal de prender
alguem em carcere privado, deve ser processado
no foro conimura ou previlegiado, segundo for
commetiilo por empregado publico ou por ps-
soa particular, como se veda combinaco daquel-
le art. com o arl. 190 do mesmo cdigo, o anda
com as palavras do 3 do aviso 245 de 27 de agos-
to de 1855, nos artigos.cujas disposices sao ex-
pressaraento relativas aos empregados pblicos,
cabendo ao promotor publico a denuncia no caso
do art. 73 do cdigo do processo criminal,
Assim respondo consulta por Vmc. feila em
officio de 20 do mez prximo flndo.
Dito ao director geral da ioslrucco publica.
Convindo regularisar o ramo do servico que con-
cerne a instrueco publica da provincia, de for-
ma que nenhum papel relativo aquello servico
suba presenta da presidencia seno por inter-
medio de Vmc. e com sua informaco, determino
a Vmc. que recommende a todos os directores de
quaesquer estabeleciraentos de instrueco, quer
pblicos, quer particulares, que existam na pro-
vincia, que guardem inteiramente aquella- pre-
ceiio, cessando assim apratca prejudicial de ca-
da umdelles provocarem directamente decisoes
da presidencia sem audiencia da directora da
instrueco publica da provincia.
Dito ao mesmo.Pode Vmc. autorisar cora ur-
gencia a comprados objoclos necessarios i casa
do curso commcrcial constantes da relacio, que
acompanhou o seu officio de 3 de Janeiro ultimo,
e bem assim do relogio, de que trata o final do
citado officio.
Dito ao director das obras publicas. Concedo
a autorisaco que Vmc. pedio em seu officio de
hontem, sob n. 16, para mandar lavrar o termo
de recebimento definitivo das 500 bracas de em-
pedramento entre os marcos da 8,000 e 10,000
bracas na estrada da Victoria, e nesta data auto-
riso thesouraria provincial a pagar, vista do
compleme certificado, a importancia da segunda
e terceira prestaco, a que tem direito o arrema-
tante daquella obra, segundo consta do citado of-
ficio, que fica assim respondido.Offlciou-se
thesouraria provincial.
Dito ao juiz de paz mais volado do actual qua-
drennio do 1." districlo da freguezia do Bonitor
Nao se bavenio installado no diadesignado po.
lei a junta de qualiOcaco dessa freguezia, como
parlicipou-roe o juiz de paz do quadriennio Qndo
era officio do 14 do
Ministeno dos negocios da fazenda.Rio de Ja-
neiro em 9 do Janeiro de 1861.
Angelo Moniz da Silva Ferraz, presidente do
tribunal do thesouro nacional, declara ao Sr. ins-
pector da thesouraria da provincia de Pernambu-
co. em resposta ao seu officio n. 200 de 19 do
mez ultimo, que, tendo a companhi* da estrada
de forro feito chamadas de 13 por cada accao,
antes do emprestimo de t 400.000 celebrado em
virtude da lei do 26 de agosto de 1857, e empres-
tando o governo mesma companhia a quantia
referida, substituio com esse emarestimo um]va-
lor equivalente do capital garantido, que de ou-
tra sorte seria oblido por meio de chamadas :
vista do que, apenas restam S 20.000 para pre-
fazer o capital garantido de 1,200.000 ; outro-
sim declara que pelo contracto de 10 de abril de
1860, celebrado entro o governo e a companhia,
flcou expressamenle interdicto i companhia o fa-
zer chamadas pela quantia que se lhe emprestou
de # 400.000, o que se acha de accordo com o
art. 15 dos respectivos estatutos, e cora a citada
lei de 26 de agosto, que s autorisa fazer chama-
das pela totalidade das quantias que ainda nao
forem pagas, e por conseguinte, nao podendo a
companhia fazer chamadas alera do valor de
20.000 para preenchimento do capital garantido,
e attenaendo-sc que cada accao do valor de jf
20, evidente que a chamada que a mesma com-
panhia acaba de annunciar nao aulorisada nem
pelo referido contracto, nem'por le. ,1 ngelo Mo-
niz da Silva Ferraz..
Conforme.Mvnoel Mamede da Silva Cosa.
Reparticao especial das trras
publicas.
EXPEDIENTE.
Officio ao Exm. Sr. presidente em data de...
Ioforraaodo como V. Exc. me ordena acerca das
duvidas que o vigario de Tejucupapo em officio
de 22 de fevereiro propde no-tocante ao registro
das trras publicas, tenlio a dizer quanto pri-
meira, que, quando o terreno registrar estiver
estendido em duas freguezias, deve ser registra-
do em arabas com as circumstancias especiaos,
segundo a extineco que em cada urna se com-
prehenda na cooformidade do aviso de 18 do de-
zembro de 1851. Quanto segunda, que marcado
o primeiro prazo, o segundo e terceiro sao con-
uo mez passado, e competindo .socutivos nos termos d aviso de 14 de junho de
actualmente Vmc. a presidencia dos trabalhos 1856. Quanto terceira, parece-me que o artigo
da mesma junta, aviso n. 50 de 26 de fevereiro do '
1849, para os quaes devem concorrer os eleitores
e supplentes da legislatura findar em maio do
corrente anno, por forca do art. Io do decreto n.
1812 de 23 de agosto de 1856, aviso n. 62 de 17
de fevereiro de 1857 e art. 2 do decreto n.
1621 de 22 de agosto de 1860, cumpre que Vmc.
fazendo a convocacao, de que trata o arl. 4 da
lei de 19 de agosto de 1816, rena a respectiva
juota no dia 11 de marco, que paraisso designo,
e, installada ella, prosiga nos de mais termos do
processo de qualilicaco, ludo da cooformidade
cora a legislado em vigor.Reraelteram-se co-
pias deste cmara municipal respectiva, aojuiz
municipal e ao juiz, de paz mais votado do qua-
driennio flndo naquella freguezia.
Officiou-se tambera em iguaes termos ao juiz
de paz mais votado do 1." dislricto do actual qua-
driennio da freguezia do Dora Cdnselho que fizera
idntica participado, marcanJo-se o dia 24 de
mano para a reunio da respectiva junta quali-
cadora, e fazendo-se neste sentido o demiis ex-
pediente preciso.
Portara.O presidente da provincia resolve
conceder 40 dias de licenca com vencimeolos na
.. que o artigo
103 do regulamento de 30 de Janeiro de 1854,
to oxpresso, que os vigarios nao podem por
qualquer pretexto cobrar mais do que dous reaes
por letra quo contiver o exemplar, no momento
em que lhe for apresenlado.
Ditoao mesmo. Tendo o vigario da Escada
duvidado receber as declarac0e3 quo o tenente-
coronel Jos Francisco de Faria Salles offerecera
para o registro do seus engeohos Sapucagy de
Baixo e Sapucagy de Cima, situados em trras dos
Indios da Escada, pretextando nao ser elle senhor
seno do dominio til, o pertencer taes declara-
res ao director geral dos Indios; roandou-me
V. Exc. informar, depois de me certificar, se o
supplicanteforeiro ou arrendatario; e em vir-
tude disso exig que elle apreseotasse os seus t-
tulos, como com effeito satisfez, com as publicas
formas, que agora acompaoham o seu requeri-
mento.
De taes documentos se ve, que os mencionados
engenhos acham-se levantados em torreaos com
elTeito perlenceates
Aldeia, mas cedidos, uns
por compra de diversas pqsses de antiga data,
mediante o pagamento do imposto da siza, e ou-
- tros por concesso ao director geral, a titulo de
forma da le ao guarda-mr interino da alfandega arrendamenlo, com declaraces de foros o laude-
desta provincia Lu Gomes terreira, para ir ao mos, como V. Exc. ver do primeiro documento.
i T.^m.'J'1""-8- lcerlo. PO'm. q* o desuno para que taes
Dila.-O presidente da provincia, attendendo terrenos foram concedidos parece excluir a idea
aoque representou 11 cmara municipal de Ca- de arrendamenlo. idea incompativel com o esta-
ruaru ero officio de 23 de jaoeiro ultimo, sobre a belecimeoto das fabricas de fazer assucar. quo
insuficiencia das quotas votadas na le do orga- dependendo de grandes ediQcac5es e de axndes
ment vigente para o fornecimento de luz i ca- amaohos, taes como os queja tem feito osup-
dea daquella cidade e despezas do jury e eloi-|plicate, nao sei como se lhe poder applicar
coes. resolve autorisar a mesma cmara a ds-; sem grande detrimento s leis dos arreodameo-
pender mais com essas verbas a quantia de 150$, tos.
al ultimar-se o corrente exercicio.Deu-se co- rj. ..__ .a ._ j- .
L de notar que todos os engenhos edificados
em trras da aldeia da Escada, que sao muitos,
^m | eslo todos pouco mais ou menos no caso dos do
nhecimento desta mencionada cmara.
Dita. O presidente da provincia, tendo
vista o que expz o chote de polica em officio da~- SM2 l","c.'! t.
lado de 25 de Janeiro ultimo, sob n. 62, resolve P t S ?*'D,,r-' ,-rre.necl,< '
quo se ha deslribuido a trra dos Indios. Mas so
concedor a exnneracao quo podio Epaminondas L," V' ", .'uu ",l01.uu? 1UU,S- ao
Veira da Cunha do cargo de delegado do temo 2?*^J&^ffEffff' ente"do I*0 Da espe-
de Iguarass. -Communicou-se o chefe de po- SSf^SSSTSSK SE
ores desses terrenos declara-los ao registro,
principalmente por que o artigo 91 do decreto de
1854 obriga ao registro a lodos
30 de Janeiro de
os possuidores,
licia.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. ~
o?r?.rd.nr msa^smS,^. i ?arDarade0 fj^r* T .de 1-854> rnda ,*
timo, sob ns 11 e 12 jo ui ,ar para regls,ro as declaragoes de qualquer
possuidor, teja qual for a natureza das trras; e
Exc. o Sr presidente da provincia, manda ^ /Z3 FZ q* "'* i "'
tter a V. S as das iocluss ordens do the- TTJESf^t lSST^ E,mK18eu"d._ l""r
DESPACHOS DO DU 1 DE FEVEREIRO DE 1861.
Requerimentot.
3686.Bernardino Candido de Araujo.Ficam
expedidas as convenientes ordens no sentido em
que o supplicante requer.
3687.Benedicto Jos Duarte Cedrim, pediodo
baixa para um fllho que assentou praca no quar-
to batalho de artilharia. Nao tem lugar o que
requer.
3688.Caelano Cyraco da Costa Mdreira.
Passe portara concedendo permisso para matri-
cular-se o capito de que se trata ; fleando obri-
gado a exhibir carta de piloto para qualquer ou-
tra viagem que pretenda.
3689.Francisco Cabral de Mello.Passe.
3690.A irmandade de N. S. da Paz.Dirja-
se ao Sr. commandanle superior da guarda na-
cional do municipio do Recife.
3691.Joaquina Garca dos Santos.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
3692.Luiz da Rocha o Oliveira. Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
3693.Manoel Aotonio Goncalves.Remetli-
do ao mesmo Sr iospector para mandar passar
titulo, depois de medido e avaliado o terreno, o
pago o devido laudemio.
3691.Viceote Pootes de Oliveira. Nao tem
lagar o que requer o supplicante.
Manoel Nascimento de Araujo. Dirija-se
thesouraria provincial.
3695.Manoel da Costa d'Affooceca.D-se-
Ihe a certido requerida.
3696.Manoel Cardoso Ayres Jnior. Passe
portara desoensaodo o supplicante da 2.a condi-
cao do arl. 19 do regulamento de 24 de dezembro
do aono passado, nos termos do art. 36 do mes-
mo regulamento.
3697.Pedro de Alcntara dos Guimares Pei-
xoto.Remedido ao Sr. inspector da thesouraria
da fazenda para mandar pasear titulo, estando
satisfeitas as exigencias legaes.
3698.Manoel Joaquim do Reg e Albuquar-
que.Esto expedidas as providencias no sentido
que reqaer.
3699.Pedro Samuel Armes Jacome Pires.
Passe portara despensando o supplicante da Ia e
2a condices do art. 19 do regulamento de 21 de
dezembro do auuo passado, nos termos do arl.
36 do mesmo regulamento.
37W.Pedido da fortaleza do Brum.Forne-
ca-se.
3701.Dito da mesma.Forneca-ee.
3702.Dito do batalho de artilharia a p.
Forneca-se.
3703.Dito di fortaleza do Brum. Forne-
?a-se.
o aviso de 17 de Janeiro de 1855, manda lam-
bem registrar as trras havidas por simples pos-
se. Nem ao vigario compete entrar no exame do
direito ou legilimidade, com que qualquer decla-
rante vem registrar as trras, de que se acha de
posse, ou estiver usufruindo, como exprasso no
avise de 22 de dezembro de 1854, e 12 de Janei-
ro de 1855. Tamaita a lalitude ou fauitidade
que a lei quiz dar ao registro das torras. E bem
que o aviso de 15 de fevereiro de 1858 declare
que nao gozando os arrendatarios de trra de do-
minio algum pleno ou parcial sobre ellas tambera
oeohuma obrigaco tem de faze-la registrar.com-
tulo nao prohibe que o faga ni ; e ao contrarise
v quo as disposices cima citadas favorecem.
la mesmo vaotagem publica em sorem recobidas
as declaraces dos possuidores de terrenos das
Aldeias, principalmente das que estiverem no ca-
so dos da Escada, visto que por um lado seme-
Ihantes declaraces em ot.da prejudicam o direi-
to do director geral, e por ou'ro lado Qcar-se-ha
sabendo a destrinca, que se ha operado as tr-
ras dos Indios; o que m jilo facilitar os traba-
lhos demarcaco, que se houver de proceder,
como da maior urgencia. Assim, pois, sou de
parecer que o supplicante. pode ser deferido fa-
voravelmente, se V. Exc. nao julgar de outro mo-
do em sua sabedoria.
Dito ao Exm. Sr. presidente.Em observancia
do respeilavel despacho de V. Exc, em o reque-
rimento do maloral da aldeia de Barreiros, teoho
a hoora de informar: Que ao director geral dos
Indios compele velar na cooducta dos directores
parciaes propondo a exoncraco delles V. Exc,
quando se convenga de que nao cumprem com
os seus deveres. Mas como o objecto principal da
queixa o estarem os lo dios sendo despejados
das trras, quo lhe foram loadas, sera haver quera
os defenda, me parece conveniente que V. Etc.
mande que o juiz muoicipal de Barreiros informe
circumsUociadameote sobre a materia do roque-
rimeoto, depois de examinar quaes sao os senho-
res de engenhos rizinhos aldeia, que mais per
lurbam os Indios, e em que extenso.
Depois da informaco direi o que entender
mais necessario providenciar, pareceodo-me des-
de j da maior urgencia ]ue se proceda a medi-
co e demarcaco das trras da aldeia, quo ser
o meio mais peremptorio de acabar com as usur-
pares.
Dito o mesmo. Cono participei i V. Exc.
em meu officio de 22 do fevereiro do corrente
aooo, acho-me impossibilitado de satisfazer o
quanto V. Exc. me ordeou em officio de 17 de
dezembro do aooo prximo passado, por nao ter
ainda oblido aa informacea que ped logo ao di-
Irector geral dos Iodios, e ao da colonia militar
4 rimtalwMt Recado &ut nanenio s
que me acaba de dar o segundo, apresso-rae em
remette-las V. Exc, acompanhadas das refle-
xoes que ellas me saggeriram, esperando fazer o
mesmo com as do director geral nas me sejam entregues.
Da informaco do director da colonia militar
se comprehende bem o estado de atrazo em
que se acha aquello uHlissirao estabelecimento.
E o que mais se poderia ter feito com 26 colonos
militares em cffectivo sorvigo?!
Quando em 1853 entrei na administrado desta
provincia, achci a colonia era total abandono i
nadase havia feito alm de urnas palhocas, que
tioham sido incendiadas lalvez muito de" propo-
sito. r
Existia um director que, pouco ou nada adian-
taodo, foi por mim substituido por um officialde
artilheria, que para alli seguio, levando comsigo
o plano da ediflcaeo dos priocipaes edificios, e
as ordens mais terminantes para faze prosperar
a colonia. Falleceu este olBcial e ap3 ello o
francez Danjoi, a quem eu havia mandado com o
duplce fin de continuar as obras, e explorar os
terrenos da colonia. AGoalj oas proximidades
de minha retirada entrou na direegao da colonia
o major Jos Gomes de Almeida,que era verdade
hia executando alguns melhnrameotos, e dando
vida ao estabelecimento, cono atiesta o actual
director.
Mas o major Gomes nao podia hir muito adian-
te, nem eu linha meios de auxilia-lo efflcazmen-
le, contando apenas com a consignado de qua-
tro ou cinco contos de ris, pelo ministerio do
imperio; o eis como a colonia achou-se sgunren-
tada. Ella nunca leve trabalhadores sufficientes,
nem directores possantes.
Na creaQo da colonia militar de Leopoldina,
encontr!, verdade, immensas difficuldades:
nao pude conseguir soldados colonos, porque os
batalhoes eslavara desfalcados pela guerra das
maltas de Agua Preta : mas, ped ao governo que
me permittisse chamar guardas nacionaes para o
destacamento da colonia, e fornecer-lhes tempo-
rariamente as vautagens, que erara concedidas
aos soldados colonos e fui ouvido. Alm disto
se me mandou dar quasi integralmente a quota
annualmente destinada no ornamento do minis-
terio do imperio para todas as colonias militaros;
porquo a que mais trabalhava, era a Leopol-
dina.
Foi assim que em pouco lempo poude ella che-
gar ao notavel grao de prosperidade, em quo V.
Exc. achou quando entrou na administrago da-
quella provincia, estado em que ainda se conser-
va hoje, porque o maior impulso eslava dado ;
ja nao era possivel retrogadar: as obras mais
importantes, urnas estavara concluidas, outras
em prospero andamento, o outras comegadas ;
quasi todas de pedra e cal, que tambera ficavam
Uo longe das obras como as de Pimenteiras.
O que pretendo concluir cora o que veuho de
narrar : que sem bragos e dinheiro oada se po-
de fazer; e que se o governo nao re resolver a
ministrar cola sufflciente para se levar logo a ef-
feito as obras mais necossarias da colonia, ser
melhor abandona-la, do que gastar lentamente
dinheiro e a paciencia sem fructo correspondente.
A maneira franca e vigorosa porque o governo
procedeu a respeilo da Leopoldina o habilita hoje
se quizer, a declara-la povoaco livre ; porque
existe alli urna populacho de mais de 2,000 al-
mas, desfructaodo j o trabalho de sua industria;
e no mesmissimo terreno, qseoutr'ora foi o thea-
tro do roubo e do assassiaalo, l se achara ainda,
eu as vi com os meus proprios olhos os despojos
mortaes das victimas dospapas-meisde Vi-
ceote Ferreira de Paula I
Desde marco de 1852, at o um do aono pas-
sado tem-se gasto, como V. Exc. ver dos docu-
mentos jutos, a quaoiia de 30:600496, isto ,
mais ou meos de 5:000*000 por aono, sorama
que pouco poderia ter sido applicada edificago
e outros trabalhos de arraochameolo, deduzidas
as gratificages do pessoal, por mais diminuto
que teoha sido. A Loopoldioa ha de apreseutar
urna despeza a perder de vista maior ; e por isso
est adiantadissima.
tual director tiver lempo de provar o prestimo e
solicitude, de que d as melhores esperangas.
Isto pelo que diz respeilo colonia militar de
i imenleiras. Quanto as colonias e colonisaces
era geral acerca do que V. Exc. se dignou lam-
Dcm mandar-me informar, tenho somonte a di-
zer, que nesta provincia nao exislem elementos
positivos sobre que possa eu asseular as minhas
racas observages, alm do projecto de urna co-
lonia de padres Trapistas, e a existencia da As-
sociagao de Colonisago de Pernambuco, Parahi-
Da e Alagoas, que ainda nao coraecou as suas
operagoes : e portanto permillir-me-ha V. Exc.
que sobre semelhantessssuraptos eu me remella
ao queja expendi era meu officio de 16 de feve-
reiro,
EXTERIOR.
Com ludo V. Exc ver dos mappas n. 1 e o. 1
bis, que nao obstante o pequeo numero do co-
lonos militares era effectivo sorvigo, e sendo esse
servico repartido, na forma do regulamento, al-
gum trabalho se tem feito, como se v da da in-
forraago ao director ; e os soldados conservara
em bom p a sua poquena agricultura e criago,
o que prova por um lado o grao de adiantaraento
a que se prestara as condiges favoraveis do terre-
no ; e por outro lado a prosperidade que o es-
tabelecimento leria attingido, se n'elle se hou-
vesse empregado torgas mais robustas.
Do mappa ns. 2 e 2 bis, se v tambera que,
apezar do atrazo da colonia estabelecida hontem -vOU.u. ucuiems reiauvos ;
om mallas virgens, e inteiramenle despovoadas, j adminislraco das intendencias e das adminitra-
:onla no circuito de urna legua 672 almas, em Qes militares dos Principados Unidos :
rfitli Rila Pul I tira nda mi n *nf i*i a* u \ Inrmil.. 1 .1.__i .. -.
Lord John Russell, ministro dos negocios es-
irangeiros, dirigi a seguinte carta ao lord mairo
para lhe aonuciar officialmente a concluso da
paz com a China :
Miuislerio dos negocios estraogeiros era 27
do dezembro.
Mylord. Tenho a honra de vos annunciar
que Mr. Loch, secretario particular de lord Elgin
ciiegou ao ministerio dos negocios estraogeiros
esta noite s 7 horas, sendo portador de despa-
chos de S. Exc. No numero dos despachos en-
contra-se urna convengo que pa termo s hos-
tilidades com a China; foi assignada a 24 do ou-
tubro ultimo por S. Exc. assim como pelo ple-
nipotenciario do imperador da China.
Tenho a honra, etc.
v < /. Russell.
Na conformidade cora a pratica anliga, o lord
maire quando recebeu esta communicago, fez
affixar urna copia delta em Mansin House, ondo
comquaoto o fosse conhecido ha muitos dias
grande numero de pessoas foram ler a nota d
ministerio dos negocios estraogeiros.
Entre os numerosos despachos que se recebe-
des nossos dous conselhos de ministro, e pro-
posto era seguida i nossa saoceo.
.iL K.Tt y e ttUi,mo- Os nossos ministro* pre-
sidentes dos conselhos de Bucharest e de Jas
ucam encarregados da execugo do presente de-
croio.
Dado em Bucharest aos 31 de agosto de 1860.
D A lexandr* Joo.
m*.^0 P"nfIDe' Presidente do conselho de
ministros do Bucharest.-
E. Coilaki.
O presidente do conselho de ministros de
M. Kogalniceano.
Mareas e
rara da China, o que o governo inglez publicou.! 3 Ss|UvXentri7nHTUm ficM
encontra-so urna nota de lord Blsio. de 26 oV : 7. J",1 ,meV.1" .so.r,e da ".
encontra-so urna uota de lord Elgin. de 26 de
outubro que confirma que os chinezes s entre-
garan! onze pnsioneiros dos viole e seis que se
achavara em seu poder.
S do capito Brabazon de artilharia real,
diz lord Elgin, que nao temos noticias. O si-
lencio das autoridades chioezas, que pretendem
sempre ignorar a sua sorte quando sao interro-
gadas, e o boatos que nos chegara de diversos
pontos, fazem-nos receiar que elle tenha sido
victima de urna morte violenta. Annuncia-se
tambera que um fraucez (um padre, que desera-
penhava as funeges di interprete junto do ge-
neral Montauban) foi docapitado depois do cou-
llicto de 21 de setembro, por ordem de um gene-
ral chtnez que nessa occasio cou ferido, e quo
segundo se du, levou a sua exasperado ao pon-
to de fazer executar aquellos dous prisioneiros
que o acaso tioha feito cahir em seu poder. Es-
lou disposio a acreditar nesta assergo, comquan
lo nao tenha urna prova positiva da sua oxacli-
dao. O capito Brabazon, era um official de
grande roturo, e que desempenhava as funeges
de quarlel-meslre general de artilharia.
Os pnsiooeiros inglezes que foram morios na
unios foram enterrados no cemiterio russo era
ekio. O general Ignatieff respondeu com o se-
guimo despacho a urna carta de agradociraento
que lord Elgin lhe escreveu. depois de ler alean-
gado a autorisagao para fazer depositar naquelle
cemiterio os restos mortaes dos seus iofelizes
compatriotas:
Pekn 6 (18) de outubro de 1860.
Mylord. Tive a honra de receber a carta de
V. Exc de 5 (17) de outubro.
Daodo aos oossos compatriotas, quo morre-
ram de to horrivel maneira s mos crueis dos
chinas, a triste hospitalidade no cemiterio da
nossa missao, nao i\z mais do que o meu dever
de chnsto e de representante de urna nago
amiga. Nesta occasio, assim como em todas as
outras; segu o espirito das instrueges do meu
governo, que, n'um caso como este, nao quere-
rla nunca seguir outra linha de conducta.
Assim Mylord, e eu nao carego cortamen-
te de vos certificar que os tmulos dos qualro
inglezes que descancam. to longe da patria, no
nosso cemiterio do Pekin, ho de ser religiosa-
mente guardados pela nossa misso ocelesiastca,
com o mesmo cuidado que preslam conserva-
gao dos seus.
O joroal official da Moldavia publica os dous
segrales decretos relativos unio em urna s
legu
140 fogos, com sua cultura ainda que rotineira :
o que igualmente prova, que se o principio vital
da colonia tivesse sido mais bem desenvolvido,
estara ella a esta hora no caso da Leopoldina,
podendo ser declarada povoago livre, e o estado
desobrigado de sustenta -la.
. Creio pois, que est do ioteresse do goveroo,
mandar activar as obras daquella colonia, fazen-
do convergir para alli os bragos de soldados,
principalmente os artistas, que poderom ser dis-
pensados do servico activo do exercito ; e grati-
Dclr flora as van,aens de colonos soldados aos
trabalhadores, que por alli alguresse poder obter,
de modo que a colonia nao deixe de possuir os
150 homens que lhe assegura o regulamento.
Fora desta medida, eu s encontr como a ni-
ca suscoptivel de povoar aquella localldade, a
que tomei a liberdade de lembrar a V. Exc era
meu officio de 14 de fevereiro do corrente aooo.
No caso de continuar a colonia militar a existir
tal como a coocebe o regulamento, me parece
que as obras que se dere executar, como as mais
urgeotes, saoIo a capaila, oo s porque est
comegada, como porque o teclo, que ora serve
de casa de orago. est a desabar, segundo iofor-
ma o director; 2o o quartel, j porque est tam-
bera comegado, e j por ser indispensavel ao
abrigo e disciplina dos soldados do deslamento;
3o a infernara ; 4o a cootioaaco das estradas
para a capital, paras colonia Leopoldina, as quaes
sao, como V. Exc. sabe, mui necessarias para
animara industria dos colonos, e facilitarlos au-
xilios mutuos de um i outro estabelecimento.
A casa de farioha, de que falla o director,
com effeito ama obra de prmeira necessidade, e
foi com esta iotenco que maodei para alli coo-
duzir a machina, que o descuido aos directores
transados deixou de montar, quo o actual pro-
cura com muita razio, utilisar como peca de pri-
meirr necessidade. Eoteodo ser da maior con-
veniencia o estabelecimento da serrara, de que
falla o director, movida por urna roda hydrauli-
ca, aproveitando-se o bom manancial que cerca
o povoado da colonia, aflm de se dar sahida as
ptimas madeiras de carpinteiria, e marcineiria
que jazem s portas da colonia.
Com igual intuito, baria eu as Alagoas, pro-
posto ao goveroo imperial a abertura de um corte
de madeira de construego naval na colonia Leo-
poldina, qode me consta j existir urna serrara
daodo bastantes vaotageos. Mas, do estado nas-
ceote em que se acha a colonia de Pimenteiras,
sem bragos, sem boas estradas e sem as obras de
primeira necessidade. nao coa parece desde j
exoquiveis to bons deiejos, que o futv.ro encar-
regar-M-ha. de ntim, onoinalnje-aiQ e o m-
Alexaodre Joo pela graga de Dos e voota-
de nacional, principe regente dos Principados
Unidos da Moldavia e da Valachia ;
A I0J03 os presentes e viudouros, saude.
Considerando as razes de economa e utlidade
nacional que reclamara a unio em urna s ad-
raimstrago das nlendencies e adminislraco mi-
litares dos Principados Unidos;
Considerando que osta unio de urna ne-
cessidade indispensavel para po-la em pratica;
primeiro da lei de 13 do margo de 1860, relativa
aos instructores militares eslrangeiros, e forma-
go dos destacamentos no eslylo romano ; segun-
do, dos votos emittidos pelas assemblas electi-
vas para a assirailhago absoluta das tropas dos
dos principados, e para a creacao de arraojos
coramuos aos dous exercitos;
Visto o relatorio dos presidentes do nosso
conselho de ministros de Bucharest e de Jassyl;
t Em virtude dos art. 42, 43, 41 e 45 da con-
vengo do Pars datada de 7 (19) de agosto de
1858;
< Temos decretado e decretamos :
Art. 1. De futuro as duas intendencias e as
duas adminstrages militares da Moldavia e da
Valachia sero reunidas em urna s administra-
gao, debaixo das ordens do ministro da guerra,
que ter a sua residencia em Bucharest.
< Art. 2. e ultimo. Os presidentes dos nossos
conselhos do ministros de Moldavia e da Vala-
chia fleam encarregados da execugo do prosete
decreto.
Dado om Bucharest a 30 de agosto do aooo
de 1860, segundo do nosso reinado.
Alexandre Joo.
Pelo principe, o presidente do conselho de
mioistros de Bucharest.
c E. Cottaki.
i O presidente do conselho de ministros de
Jassy,
M. Kogalniceano.
anen nosso aecrel Je 30 le agosto de
1860, relativo reunio das intendencias e e,d-
mimstragao militares s ordens do ministro da
guerra, residente em Bucharest;
Visto o relatorio dos nossos presidentes de
conselho de Bucharest e de Jassy :
c Temos decretado e decretamos:
Art. 1. O general Joo E,. Floresco, Oca no-
meado ministro da guerra na Valachia e gerente
do ministerio da guerra na Voltaria.
Arl. %* O general Floreteo fica ocarregado
de prepara: o ais brere que seia possivel, o
rogularr-^nio administrativo que devora reger o
sf*;>o das ioteodencias militares reunidas.
' c.-ftate regalunealo ser aubmsUido ao exame
Acta da annexacao das
.. da Ombra.
No anuo de 1860. a 22 de novembro, s 11 ho-
rlrV!0JSa,' .Cw,dade d0 uples, no palacio
M. a "v' .d ,hrono' era P'esenge de Sua
Magestade Vctor Emmaouel. assisliudo ao pre-
sente acto, o ministro da graga e juUiga Cass nis
o ministro da guerra Fanli. o lente genera das
delaK.Ua"0,eUnM,?'arn' e""l tX
de la Bocea, e a casa militar do rei. foram tntro-
duz.dos os Srs. Valerio, e nmquez N.poleo Pe-
po,' commissario do reino as Marcas e na Om-
mV f S Sf? .Fasioli. Amiiralli, etc. etc. (segu
urna longa lista de nomes). que compran as de-
putagoes das Marcas e da Ombra, osqu.s apre-
seot.rara a Sua Magestade o resultado da vota-
orovinrfi! T0t i,el qual os fYoa "mellas
provincias, chamadas aos comicios nos das 4 e
5 de novembro de 1860. declarara) por votaco
un.ver8al cora 133.715 votos affirm.t.vos, cont"
l2 mgall!os na Pmoira provincia e 97,010
votos affirmalivos contra 38 negativos na segun-
pinn.'Wv- .rmar p8Me da n,onch'a constitu-
cional de Vctor Emmanuel.
Sua Magestade el-rei, aceitaodo para si e pa-
ra os seus desceodeotes o resultado da votago.
man.festou quanto se felicitava de que o concur-
so daquel as aprectaveis provincias constiluisse a
nacionahdade italiana era um estado nico, o de
i que a sorte da patria commum Gcasse unida io-
dissoluvelmeute sorte da sua casa, ligadas por
um pacto de liberdade e de creogas. '
Oestes faclos, o mioislro da graga e lustica
por ordem de el-rei, formulou o prosete proces-
so verbal subscripto por Sua Magestade, pelos
coraraissanos reaes das Marcas e da Ombra
memoros da deputago daquellas provincias, tel
nenie geral das provincias napoletaoas, conse-
heirosda logara-teneocia. syndico da municipa-
lidade de aplos, presidente de tribunal supre-
mo de jusliga, presidente do tribunal decontas
reierendado peloa ministros da guerra, e da gra-
ga e jusliga, e sellado com o sello grande do es-
IdUO*
O original da presente acta ficar depositado
o conservado nos archivos geraes do reino.
(Seguem as assigoaluras.)
Bando do so aera 1 lemontez.
O major general, commaodante era chefe das
tropas de Sua Magestade o rei de Sardeoba no
continente oapoletano. ordena e manda :
1. Qualquer que seja appreheodido com armas
do logo, navalhas, puohaes, ou oulra qualquer
arma perfuraote ou corlante, sem apreseutar li-
ceoga para a poder usar, expedida pelas auto-
ridades constituidas, ser imraediatamenle uzi-
lado.
2." Aquello que se provar haver excitado os
paisanos osurreigao. quer o teoham feito com
palavras, .quer com dioheiro ou por "outros meios
ser mmediatameote fuzilado.
3'0JAflnesm<, Pena 8er imposta a qualquer
que de fado ou por palavras insultar as armas
de saboya, o retrato de el-rei, e o estandarte oa-
conal.
O major general,
Pianelli.
Lord Elgo, no despacho que dirigi lord John
Koaoeil, sobre a apreseotago de alguns prisio-
oeiros, refere-se exposigo feila por Mr. Loch
cVvei'ro IBaneir" poriIue foi tra,a*'o "> seu
romettemos publicar este documento, e, ra-
mos faz-lo hoje, chamando a atteogo pan o*-
imporlant"s detalhes que conlm .-
* Campo em frente de Pekin, 9 de outubro de-
louO.
Mylord.
'uN? .d.ia i1 .e sclembro, pela maoha, acora-
panhei Mr. Parkes Tunk-Chow, aOm de fazer
alguns arraojos para transferir para alli o campo
oe t. fcxc.
Chegamos Tung-Chow pelas 10 horas da
maosa, e quasi todo o da so passou em discus-
sao sobre as diversas questes relativas con-
veogao que se devia concluir entre os commissa-
rios imperiaes Tsai, principe de Y. Muh, presi-
dente da repartigao de guerra, e Mr. Parkes. C*
coronel Walker, que tioha acompauhado Mr. Par-
kes Tung-Chow com o Om de examioar o ter-
reno designado de commum accordo para o acam-
pamento das tropas, resolveu-se partir de ma-
drugada para fazer os ajustes necessarios. A 18_
pelas 5 horas da maoha, partirn, pois. Mr.
Parkes, o coronel Walter e Mr. Marrisou, com
urna escolta de cinco dragos do rei e qualro
sowars. Deixaram MM. de Norman, Bowlby
Auderson com quinze sowars em Tung-Chow.
O yamoun em que estiremos alojados estara
situado na aldeia occdentaL O caminho mais-
curto para gaahar a estrada de Matn atraressa-
ra o campo, e nao a cidade de Tung-Chow. Par-
timos ao troto, e quando nos aproximamos de.
CriaDg-Kia-Wau observamos muitos destacamen-
tos de homens armados de espingardas. Chega-
dos Cnang-Kia-Wan, vimos que o seo nmero-
augmentara constantemente ; pareciam dirigir-
se em massa para o mesmo pooto, adra da oceu-
par urna certa posigo, Percebeodo que nossa.
dlreita eslava urna torga coosideravel de tropa,
avancei para ella atravez do campo, e bem de-
pressa descobri 500 cavalleiros apeados. Tendo-
me Mr. Parkes seguido, passamos em frente des-
sa geote, e chegamos urna villa, onde oos en-
contramos rpidamente no meio de urna batera,
de 12 pegas em posigo, que dominara o propri
terreno em que deviamos acampar.
< Eoconlrei o exercito o air Hope Gramt meia.
milha dos chinas. Disse-me que voltasse para
i ung-Chow, aflm de procurar Vr. Paikes. e par-
t logo com dous sowars e o capito Brabazon.
Nao pude lomar a encontrar o capito Walter ojl
direcgo em que a tioha deixado, e dirgi-me o
mais depressa possivel paraTuog-Chow. Quan-
do cheguei ao yamoun, vi que lodos aquellesse-
nliores eslava ausentes; dei ordem escolta
para estar prompta a partir para o campo, o al-
guna instantes depois chegaram aquellos se-
ohores.
. Mr> de Norraso e eu, acompanhados de qualro
horneas, tomos procura de Mr, Parkes, que sa
tioha dirigido residencia do principe de Y. Ain-
da nlo tiohamos feito meia milha do caminho.
qnaodo o eocontramos. Disse-nos que nao ha-
ra om minuto a perder. Partimos ao grande ga-
lope em oumero de rale e qualro, Mr. Parkes
o capito Brabazon. Mr. de Norman, Mr. Browl-
by, o capito Aoderson, um dragan e dezesela
sowars.
< Eocontramos as ras da Chang-Kiawan cheias
de soldados. Quando sabinos da cidade, ouvi-
mos o toar do ciohio, e observamos q Unjo,


nm 35 o- i a s *m
kwm
URlO DE tiWUUn^-. QMRTA FEIRA I EVEREIRO M tMl
f^FZ^JT^I"br?. D'n "!. 0.^.cru"i2*l f No di* Pe' manha biiram-e .3
coa esporo da in
jT /.V. ^^^-------" *--| hs> oBiiaram-nos,e sananos o pateo, tiste
^afr "rcM*-no- Wliu i liobe W*8 16 jardas ajudiada*. *m freniAiU
ivutarie. Uiseren-nos muito pmto havia urna rarand. "*
VA Vfaft AHd [miUh.Ih rMm. .. J .____i .- -__ .... .
poudeaaeot* que gu w que o lego fin ha rom-
pida, nao poJiaaoa itravetur os suas linhas sem
adea do t genera, que aeecaUve longo d'ali.
ItoUDios porlaulo, a reaelver se devia mo ten-
tar fuga travs Jaquel!* trepa, e do 3,000 ho-
mbi que vamos eutre Un o mmo cxetcto,
o* ae doviemos aceitar a propost*. e dirigimo-
o4 ao general, o uae irs pervnittio a pnteccio
Ja bandeira pailaaaeuUr qu nos levamos. Mr.
raikea prefeiio dligir-e ao general, e pedio-me
jue 0 acompauhasse. Partimos ambos com um
*kli, levando a bauVua parlamentar.
No momento em qae tornea varaos un carn-
eo de milho, cujas elevadas astes dos occultavam
Completamente a nossa-escolta, euconlTaTmo-Tios
*tn presenta de 150 homens que se lanzaran) so-
bre nos, de espingardas na mo, o qire eos leriam
acorto se nao fosse a iiilervcoco do official chi-
icz que nosacompenttova.
A infantera estava na margera de urna pe-
quea eorrente d'agua ; na tnargem opposta
viam-se mullos oimidarins a cavallo. rendo aira- >iavdm-ra
vessado aquella tropa de nfantaria, Mr. Paikes buscaram-mo f
dirigi a palavra a um hornera que Ihe foi indi- mas vezes um banco.
4 como principe Sen-ko-lw-sw, e pedio- Ihe '
um salvo-conducto. Era resposla s receben in-
jurias Depois da trbca de algamas palavras, Mr.
Parkes vcltou-se para mim, e disse-me : Creio
que estamos prisionciros a. Nesse niesnio momen-
to Cornos prosea. Qualquer resistencia seria inu-
til; apemo-nos, e aiaram-nos os bracos atrae
das colas. Nesta posico rizeram-nos atravessar
a correnle 'agua por urna ponto Cormada de tim
s barco, e mandaram-nos depois por de joelhos
liante de San-ko-lio-sin. Deram-roe enlo um
murro que me faz pender para a frente, indo a
riirina eabeca batier no chao. San-ko-lin sin d-
igie a palavra a Mr. Parkes con) murta v*-he-
znencia. Accusou-o de ser a causa de tolas as
tifficuldaJes. bepois ordenou que fossemos cor>-
du/idog presene da principe de Y, c mandou
um officijl dizer i nossa escolla qua vollasse
para Chang-kia-wan. Esperamos cora anciedade
ouvir o fogo que nos indicasse que os nossos re-
sistiam, mas esta esperanza malogiou-se.
Fomos eonduzidos a urna barraca onde es-
tis sentado um general. Traiou-nus mais poli-
Jament>, e permittio-nos que nos sentassemos
t que um carro estivesse prompto. Neslo meio
lempo foram ali eonduzidos dous ofllciaes do
cooimissariado francez. O fogo conlinuava e aug-
tneniava em violencia. Era seguida rieram cha-
mar o general, junio do qual nos achavamos ; no
inlietanto chegou um carro, no qual uos fUerara
nlrar lodos cinco, e cercados de urna guarda da
20 homens, fomos eonduzidos para Tun-Chow.
Os batneos do carro as ms estradas e as cal-
cadas eram milito penosos.
Ouando chegamos cidade, nao enconlra-
H*um doa ngulos do pateo alara a ceainba.
oa outroa trea lados eslavam divididos em taque-
aos comparsaeotoa, ou prisoes para os posos fa-
rorecidoa
Pelas nove horas ieram dous mandarla vigiar
* distnbuigo dos alimento. O (averno nio for-
nece mais do qu farinha e milho cosido com al-
guna togumea salgados. Dio um bollo duas /-
zea por da a cada preso.
Os presos acorreutados ao sustentados desla
usoeira.
Os outros, entre os quaes estava eu, recebiam
arroz, legumea frescos, urna pouca de carno, fei-
jo e pao com biscoito. As despezas deales ali-
meulos estjo i. cargo de uja preso que, aceitando
este eucargo, dimiuue o lempo do pribo. O que
nos sustenta va era condemnado em conseijuencia
de um roubo, e devia gastar doas tacles por dia.
Os presos cram-me favoraveis ; havla Irez
oocarregados de me vigiar, e ura d'ees eslava
sentado toda a noile ao p do meu leito. Alli-
m-rae saspendendu as minhas correles,
me lavar, e at algu-
Oescobri que dos raeos trez companheiros,
dous eram ossassinos, e que o terceiro eslava
cnndemindo por ler corlado com os denles o de-
do de seu pae. Pijuei surprehendido de ver a
bondade com que se tratavara uns aos outros:
eram indulgentes, e multas vezes vi um hornera
dividir o seu alimento com o seu visinho. Du-
gumas etcelientes paginas em qu
esclarecida eloquencia.
Venosa, ei.poe ella, conta um_
2,400,000 almas ; o producto dos f
va-so a 70 millioes de francos; a sua
pecial de 7 inundes. Deduzidos os'encargos
affeii5es estio no reino; os
os raeus costumes; a vossa
as vossas ambijoes sao lam-
ama antigadynastia que. durante
nos.'reinou nemes bellos paizes, harn-
**3EI
mu
mt
1 t^^^*f^eaMl do seojatrimoaio, e a igreia da seos b
t O thesouro imperial, j* tn, dOdt perma-lmar^iiMpe'^a^^'rangera. di mais de-
nente em etrcuoMlMcia* Mrvaw, pde porve^'oosMrt da IU
tura sappoitar este onorm acargo t
B todarU 6^bMlutaaeaM Mmsario que
se lheioapoBhi, e mesas* joaad alo hala
menor ataque. prudencia asa Mrmitto qu
dixo de eiistir.
Ni se pode sperac ve os eaeslaaos. oj>-
primtdos pelos Iropoetos, cujo producto so en-
pregado em maote-los debaixo de uto presso
militar qoo-lhes odiosa, tendo aempre a sua
porta e sua vista o espectculo da patria unida
e livro, recobre sent meatos g iranqulidade
e de submissao para com os seus dominadores.
A oceupacao deum paiz em que o exercilo nao
conta um partidario, o cuja populado podecoa-
mar arcada instante viole e quatro milbes de
irmaosem sua defeza, offerece evidentemente a
perspectiva de um augmento, em vez da urna
redcelo de deepeza. Por falta de crdito, ser
necessarib sobrecarregar os impostes alera das
Torgas dos coolribuintes, descontentar, arruinan-
du as* 8S de,,,a's Provincias do imperio, e mar-
char para a accumulaco do dficit e para as ca-
taslrophcs Gnanceiras.
A posse do Veneza nao comprometi s as
Clnanca3 do imperio; enfraquece tambem o seu
poder militar. Sobre um contingente de seis
ceios mil homens, Veneza contiibue com um
quinto, pouco mais ou menos, foraecc portauto a
; Soy. um principe que vose, e que temsa-
cricado ledo ae desejo de conservar entre es
mus subditos s paz, a concordia e a prosperi-
dade. 1 r
t O mundo ieleiro tem-o viste; ar ele
derramar sangoe. tenho arriscado a miaba
ceroa.
Os traidores, pagos pelo inimigo eatrangeiro.
o rneu eonserho a par dos servidores
? T'*ur ccoes e os gestos dos hngaros exi-
lados. Ha alguns annoa fazia a IaigUtirra a
guerra Russia, que linha invadido es pecipa-
dos danubianos; actualmente esta potecU^antv
cona a meaca feila pelo governo do czar de oc-
r.iin.ir anuo -___:.^f_^v ... *iimsn
cupar aquelTas>7o'7indas,%oV"re,ceiodre fuTT fjj&]ja Muiute '*- end" -
^a. nnr I 90IDP,">!<. ntrou naquella villa, em compa-
austriaca
estar vigllaate!
iaca jAftfc*. a
lado. Aa^TSs-a
SBtStSLaiSt ATI!
igualmente
, ...: .--. < Kouul.
[ Jorntl do Commarcie, do Rie.)
IITERIOR.

Fr. Caetauo dM> Trolaa e ama
na tregmmmlm ele AtmFsa.
yuando Jess Cbnsto estabeleceu a sua igreia
^ wb sen fwtdedor; eefeoa-^ehriMiaaiaato.tael
neis 1 na ainceridade do meu corac&o, nao poda .l,l.u10 a P'^ica de evangelho e o ministerio apos-
acreditar as traiges. toiiuo, com estas vsngelicae palavras: Bt ttizit
ls. Humes xn mnd*m unieersum pr }tvangeUum omnicrealra. (t) Dixit trgo til itt-
: Pax vobit. Sicttt *ui me l'aer, ti tgo
-- ^u ,c.iiU Lui o u isiuiiu. uu- quiuio, pouco mais ou menos, fornece portauto a
ranteos doze que das que eslive preso com elles, Austria quarenta mil soldados de urna fidelidade
os assisli a urna queslao. mais uno dusiitn <. <*..<> <. Q0..ik__L-iT.
os assisli a urna questo
No primeiro dia do meu captiveiro, dous
funecionarios, mandarina de.bolao brancoobri-
garam-me a ajoelhsr, e fizeram-me perguntas
que eu nao comprehendi. Depois do meio-dia
fui conduzido a um aposento, onde me flzeram
por de joelhos diante dos mandarins de be lio
ermelho, que me injuriaram. Depois fui de no-
vo accorreotado.
Tinha conseguido salvar o meu livro deora-
eeei Na priso foi mo lirado. Bepois i pe-
dido meo, eilo por meio de signaes, foi-me
restituido. Este livro e as minhas bolas excila-
vam no mais elevado grao a curiosidade dos man-
daris. E o segundo e no terceiro dia, vieram
ver-me em grande numero. Algumas vezes fui
obrigado a ajoelhor-me, e injuriaramme ; oulraa
vezes aquellas visitas pareciam ter um carcter
particular. Depois disto comearam a vir mais
raras vezes.
Procurei ler urna entrevista com rar. Paikes,
o que nunca puda conseguir. Os dias derorriam
tristemente, Eu calcula va constantemente o lem-
- ..- >... es o principe de Y, c dingimo-nos para Pekn, garamoa que os nossos outros companheiros li
lassas de soldados ocrcorriam a ridaila e nn> nham ,,., i,.i f.._:_
me
Massas de soldados percorriam a cidade, e nos
campos se esteudiam dos dous lados da estrada.
Depois de andarme? o espaco de seis ly, alra-
vessamos ura canal sobre urna ponte. A nossa es-
colta pareca nao poder descobiir o principe de
Y porque atravessamos de novo o canal, e fomos
condolidos a um dos grandes campos prximos
ponte. Pizerarn nos descer do carro, e fomos con-
duelos .i presenga de Jui-lin,.um dos principacs
eccrei.irios de estado ; fizeram nos por de joe-
lhos iliante delle, e entao curaecou o nosso inter-
rogatorio. Fatigados pelo calor e pela poeira, Mr.
Parkes, para pOr termo a este interrogatorio fa-
tigante e sera ulilidade, mostrou estar a ponto
do desmaiar.
Pomos enlo transferidos para urna pequea
fazenda prxima il'al, onde nos foi permiltido
deilar no chao ; mas bem depressa nos flzeram
levantar para nes investigar, e apalpar. Tiraran-
nos as nosas cartas, papis e relogios, e onduz-
ram-nos aun pequeo edificio a presenca de min-
darins, que Mr. Parkes reconhecou pertenciarn i
comitiva do principe de Y. Obrigaram-nos a ajoe-
lhar, e recomecaram um longo interrogatorio que
oi repentinamente inierrompido. Enlo manites-
lou-se um pnico; os nossos interrogadores fugi-
ram a toda a pressa, e appareccrsm alguns soldados
dando grande* gritos; apertaram os laqos que nos
prendan) as maos, e Mr. Parkes julgou, pelassuas
palavras e pe js seus gestos, que iam execut3r-nos.
Pumos eondnzidns *o alto do e lillcio, mas enlao
os nossos perseguidores pareca que liiiham mu-
dado de idea, porqiie nos reconduiiram ao Inte-
rior. I'oinos de liovo eonduzidos a um carro de
campo, e lomamos a partir rapi lamente.
Encoiilramo-nos dentro em pouco na estra-
da calcada de Pekn, e se o nosso carro nao ti-
vesse a lempo seguido outra estrada, nao loria-
rnos podido soffrer um caminho de 7 horas. As
dores, a poeira, o calr e a sede acabruiihavarn-
aios. Deram-nos agus por urna ou duas roses.
Passado algum tempo collocaram ura d09 frHn-
cezes e alguna sikhs n'outro carro, e es funecio-
narios cbins tomaran lugar no nosso. Estes ho-
mens Uzeram-me grandes torturas pnchando os
ancos bracos para traz ; pareca que os mem-
fcros se me destocavam. O volho sikh permane-
ceu perfeilamenlo irapassivel. Eu di/.a-lho que
nao temesse cousa alguma, mostrando Ihe que
cstavamos na mao de Deus, e elle responden
me : Saliil, eu nao receio cousa alguma ; tc-
nlio 60 anuos. Se nc morro hnjp, morro ama-
ulit, o eslou comvosco. Nao temo nada.
Era noile quando chegamos s immediaces
de Pekin. Depois de percoirermos meia miiha,
llegamos em frente de urna porta, que, pela sua
altura, tem um aspecto imponente. A multido
que se diriga para nos ver, s podia ser cuntida
com difficuldado.
. a A ra pela qual entramos na cidade tinha
quasi 50 ps de largo ; as casas naotiuham mais
do que um andar.
O tempo eslava muo escuro para quepo-
desstnos ver cousa alguma, quando mesmo ti-
vessemos furgas para isao.
Depois 'esta ra andamos outra, e este ca-
minho pareceu-nos interminavel. Passamos por
outra porta, e anconi ramo-nos junto d'um gran-
de palacio : Mr. Parkes vio escripto no candi-
eiro : Hsing-pou Ou Eslaco dos castigos.
Permanecemos naquelle ponto um quarto de
hora. Mr. Parkes foi depois conduzido pe-
Tante os examinadores. Depois de dez minu-
tos de demora inquieta, vio-o pasear csrregado
de cadeias. Fui depois condolido nm pequeo
ponto pouco claro, onde cstavara penduradas,
ras muralhas, cadeias e outros instrumentos de
tortura. Os meas interrogados eslavam sentados
urna mesa, diante da qual fui obrigado ejoe-
Ihar, Fizerom-me perguntas que eu naturalmen-
te nio comprehendi. Ura homem agarrou-me
pelos cabellos, oulro pelas ofelhas e pela barba,
esacodiam-me e davam-me s ea nao respon-
da. Passados cinco minulos. Oz signal de que Princlado^RomanoV
pedia o meu chapeo que me linha cabido da ca- ftCcMsario aue
beca. All injuriarara-me, fui atirado com a cara
ao chio, lanean lo-se-me depois om collar de
ferro ao peseoc;*. A' este eollar estova presa
urna cadeia comprida e pesada, e fui conduzido
6 urna casa interior, onde, claridade sombra
po que exigiam os movimentos do exercilo. Fa-
zia hypolheses para explicar a mira mesmo o
prolongamenlo da raiitha situacio, e esperava-
mos que sejiamos bravo todos libertados. Jul-
nham podido fugir.
s dias decorreram desla manoira al 29 de
seienibro. Tinhara-se retirado muitos presos e
no dia 29 s eslavam oa priso os que linham
correntes.
Pelo meio-dia, um dos homens que me vi-
giava aproximou a sua bocea do meu ouid, e
mnrmurou Patajuz e Ilang-ta-juze fez-me
signal de que me seria tirado o meu coller de
ferro. Passadas duas horas. Coi conduzido junio
de urna das pequeas peQa Uteraes onde liang
mo fez tirar as minhas correntes. Depois en-
conlrei-me com Mr. P*rkes. Este momento re-
compensou-mo bem dos soffrimentos porque li-
uha passado.
Ignorava se seriamos deQinilivamenle postos
em liberdade, e s noute subo de Mr. Parkes o
que tinha acontecido.
Fizeram-nos enlrar em carros, que desla vez
linham sssentus. Fomos eonduzidos ao templo
de Ro-Mio, que prximo do potla do norie.
All estava preparado um bom aposento para nos,
e oulro para os nossos guardas. Urna excellen-
te guarda de cavallaria Mantchoue estava encar-
regada de nos vigiar.
flang acompanhou-nos. Soube enlo de Mr.
Paikes quellaug o linha visitado rauitas vezes
na ra priso, e nao pude moslrar-me mais re-
mis que duvidosa, e que so espalham pelas
guarnios do interior. Pelo contrario a Austria,
como temos visto, ohrigada a levar o exercilo
de oceupago a ceuto e ciucoeuta mil homens,
escolhidos entre os seus melhores soldados. Sao
pois duzeutos mil homens que a Austria se v
impossibilitada de fazer marchar para a defeza
das suas frooleiras, ou mesmo em auxilio da con-
federago, no caso de guerra continental.
Veneza nao porianlo para a Allemanha
mais do que urna causa de eufraquecimento, e
para a Austria urna causa de ruina. Se polo
contrario a Austria ceder Veneza Italia me-
diante urna iudemnisago de 500 a 600 milhes,
que vaotagens nao tirarla a Austria de urna se-
mentante iransaeco I >
[Jornal do Commercio de Lisboa.}
Despacho do barao de Gros a S.
Este, o niiuUtro dos negocios es-
trangeiros de Franca
Pekin, 26 de oMubro de 1860.
Exm. Sr. -Apresso-me era enviar a V. Exc.
urna copia da coovengo qrffj hontem assgnei
cora o principe Kong, iruio do imperador, e jun-
tamente tima culra do processo vorbat da troca
das ractiQcagoes do tratado de Tien-tsin, que te-
re tugar na rnsma sesso.
O bom xito que alcaoijaraos foi completo, e
oltrapassou as mirillas esperanzas.
No dia 2), que fui o llxado para se firmara
convenci, sahi da cidade s 8 horas da manha.
aonde tornea enlrar offlcialmente,acompanhado
por 2,000 homens de todas as armas, que forraa-
Tanl u 'eu cortejo. A bandeira do 101, a do
102 e a de infamarla do raariuha precediam o
meu palanqun!, levado por oilo colonos chinas
de libr, e cujos birretes iam ornados com fran-
jas tricolores.
0 trataJo de Tien-tsin, o os sellos da erabai-
xada, eram eonduzidos, na minha frente, por
quatro ollteiaes inferiores de differentes corpos ;
urna seceo de arlilharia a cavallo segua o pala-
quim, e preceda um grande numero de balalhoes
de infamara. Parte do caminho por onde devia
passar, no interior da cidade, estara guarnecido
com urna ala ds infaolaria.
A entrada da cidade vieram receber-me quin-
ze mandarins a cavallo, e vestidos de gala ; cum-
pnmenlaram-niee conduziram-me junto do prin-
cipe, que me esperava no L-Pou, ou tribunal
dos ritos. Gastamos perto de duas horas para
chegar ao Li-Pou, alravessando urna multida
de povo, irais curiosa do que mal intencionada.
Quando o meu palanquim entrou no pateo que
Costava-me muito a castigar; senlia-me i
soffrer abrindo, depois de tantas desgracas, urna
poca de perseguicio; e desta maneira a de.le-
aldade do alguns e a mioha clemencia facilita-
ram a invaso, que se operou por meio de aven-
turemos, paralysando depois a fidelidade de
meus povos e o vMr ds mea soldados.
Era troca de continuas eonsairaedee, nao fia
eu derramar urna gotta de sauguu ; e chegou-se
a aecusar de fraquesa a minha conducta.
Se o mais terno amor pelos meas subditos,
se a conlanga natural que a mocidade tem na
honestidade de oulrem, se o horroc instinctivo
do saogue merecem este nome, sim, tende a
certeza que eu sou fraco.
Na occasiao em que a ruina dos meus tnlrai-
gos era certa, flz eu suspender o braco dos mous
generaes pira nao consumar a dstruco de
Palermo.
Preferi abandonar aples, a mioha casa, a
minha cara capital, sem ser repellido por vos,
so para os nao expr aos horrores de um bora-
pardeamento como aquclles que depois tiveram
lugar em Capua e em Aocona.
Julguei de boa f que o rei do Plemonle, que
se dizia meu irmo e meu amigo, que me tinha
protestado que desaprovava a invaso da Gari-
baldi, que negociara com o meu governo urna
ellianca intima para os verdadeiros interesses da
Italia, nao tivesse rompido todos os tratados, e
violado todas as leis para invadir os meus esta-
dos em plena paz, tem molivo nem declaracao
de guerri.
Sao estas as minhas qaeixas; preflro, po-
rra, os meus infortunios aos triumphos dos meus
adversarios.
Tiuha dado urna amnista, tinha aberto as
portas a lodos os exilados, tinha concedido aos ---------------.....-* vu>,-
meus poros urna conslituico, c n3o linha, cer- s,wa, e ,1l.nenMS ""'gen, que ellas leem lera-
tamenle, faltado s minhas promessas. I a a rcll8'ao estados; o posteriormente, o
Preparava-me para garantir Sicilia ostl-' D0, pa,z- em 1ue 9 Nubregas, os Anchi-tas,
tuigocs livres que consagrassem, cora um parla- os Vw' outros desvelados filaos do S. Igna-
:u. pelos seus zelos e faaigas apostlicas, tantos
mitto vo*. (2)
Desto modo foram a prdica evanglica e o
ministerio apostlico instituidos; e n o foram
s para a fundacao da mesma igreja, iniciago
d seus dovos mysterios, ioatruccao de sua dou-
tnna o conversao doa gentos; aaa tambera para
aconipanharem a mesma igreja al a cousumma-
?ao dos seculos. vista desta infallirel proraessa
do mesmo Jess Christo i Et ece ego vobitcvm
sum mnibus dibut usque ad contummaiionem
mcuIi (3); referiodo-se. Elle assim uo s aos
apostlos, como al aos seus ltimos successores,
segundo a f da mesma igteja.
Desta doutrina pois nascem tres rerdades :
A primeira que a pregacio evanglica e a rais-
sao apostlica sao de nsluigao dirina; a se-
gunda, que sao uleis e oecessarias: a terceira,
que sao permanentes e perpetuas.
Quanto primeira ja se rio. que sao ambas de
ostituigao dirin. porque fui o mesmo Jess
Christo que as estabeleceu, quando disse: u*ies
roo doeie omnea genltt: baptizante tot in no-
mt Patrit, et Filii. el Spiritu* Sancli. (i)
Sicut tu me misisti in mundum, et ego mii
eos in mundmn. (5)
Quanto segunda, mostrar-se-lia, que as mis-
soes eomproheodeodo a mesma accepgo de pre-
gago, sao utels e necessarias ; uleis porque sa-
bemos pelo lestemunho da historia, que ellas em
todos os lempo e lugares teem feile aos catho-
lioos enumeres beneflcios; chrisliaoisado aos
inflis; civilizado aos barbaros a selvagens e le-
vado a civilisaco a todo o glubo.
Presentes se acham o Japflo, a China, as In-
dias e frica para allestarem as infinitas coorer-
mento separado, a sua independencia adminis-
trativa e economice, e affastassera de um s
golpe todos os motivos de desconfiaoca e des-
contenlamenlo.
Tinha chamado aos meus conselKos homens
que me pareciam os mais aceeitaveis pela opi-
niao publica n'aquellas circumslancias, e tanto
quanto m'o permiltio a iocessante aggresso de
que ful victima, trabalhei com ardor na reforma,
no progresso, e na prosperidado do nosso paiz
comraum.
Nao sao as discordias intestinas que me ar-
rancara o meu reino, mas fui vencido pela in-
justilicavel invaso de um inimigo estrangerro.
As Duas-Sicilias. com excepcao de Gata e
de Messtiia, esses ltimos osylos da sua indepen-
dencia, acharu-se em poder de Plemonle.
O que foi que essa revokicao trouxe aos
povos de aples s da Sicilia ? Vede qual a
siluago que aprsenla o paiz.
As flnancas, out'ora to florescontes, estao
completameote arruinadas; a administraco
um chaos, nao existe seguranga individual.
e to assignatados servigos'prcstaram sua re-
ligiao Colonia e acivilisago indgena.
E necessarias, por isso que sora sua influencia
menos copiosas sao as conversos. Saba-se pela
expeiiencia, desde es mesmos lempos primitivos,
que a sua ausencia causa entre os caiholicos o
esquecimento de Dos, o desprezo de seus pre-
ceitos e a tibieza da l ; assim como afruuxa os
la<;os de candado a observancia dos boas coslu-
tumes. Ao contrario, quando ellas largamente
se derramara e so succedera, se veem a frequen-
cia dos sacramentos, o fervor da caridade, o vi-
gor da f e aliual o restabelecimeolo destes bons
costames. E alm destas razos de experiencia,
temos aluda a sua necessidade provada pelo pro-
prio Jess Chrislo, quando disse: El in omnes
gente primum oporlel prmdicari tcangelium. (6)
Quanto a terceira porm, so provs polo mes-
mo teslemunho histrico, que ellas sao perma-
nentes, porque desde os primitivos lempos do
chrisUanisrao al hoje, era urna serie uo inter-
rumpida, os pregadores apostlicos, que sao oa
successares continuadores dea apostlos, teem
cas, e ura jornal estrangero publica a le mar-
cial, decreta o fuzllamenlo instantneo para
todos os meus subditos que se nao inclinara, em
frente da bandeira da Sardenhs.
Oassassinato recompensado, o regicidio
obtra urna spothose ; o respito ao cutio santo
-------- -- k" ".-* ui.u .w-i u.^u (/oiciuiuiui ciiik/u uir uuieo que : dos OOStOS np chama.ea finillcmn. ..rn...,,.,
conhec.doparacoraMr. Partea, pela sua con- preceda a sal. destinada para a .signatura?da res d "gulr?^ civil os tra1deS aHeJ o^iz rece"-
duianobre e desuileressada ; tinha constante- convenco. e que eu vi o joven principe levan- llaKeWaSsaa5ffi
renlo recusado as one.tas que Ihe fazia Uang tar-se, e seguido de todo o seu squito sahir-rae Por toda oatUf existe"a anarchia
de Ihe dar a l.berdade. se eu nao fosse solt, ao craioho, mandel parar es raeus conductores, t*gXSf,eatomiatras tin-^o, mo de
Estou convencido de que urna das causas da nos- apeei-me e dirigi-me a p ao seu encontr, pro! ludo paSaafficrt^KaioS^ do, ses
sa salvado foi devida sua firmesa e sua con- curando aproximar-me delle, antes que tivesse campanheiros P do3seas
dula para cora os mandarn?. chegado entrada da sala. u--------1
As prisoes sto cheias de suspeilos; ero vez; SucceS8^fe*. continuadores dea apostlos, teem
de llberdad. reina o estado de sitio as provin-1 r,rcorrid,> Mo o mundo, transpondo mares, rios
e montes, afira de pregarera o evangelho, e le-
varom a civilisaco por toda a paila. Perpetuas,
segunda a mesma promesss. que o mesmo Jess
Desdo 29 de setembro at 8 do outubro, es-
tiveraos encerrados n'aquelle edificio. Quasi lo- inclinando-me, e agradecendo-lhe eordealmenle
dos os dias afana liang conversar com Mr. Par- i a honra de mandar receber-me As portas da ci-
------ ~..,3 w..
kes, que vos dar cont das suas cooversacoes
listramos muito bem tratados, mas receiava-
raos que n'um momento de pnico e de colera,
es mandarins ouizessem viugar-se em nos. Cora
o auxilio do Deus, a marcha das no.-sas tropas,
e as medidas tomadas por V. S. promo>eram a
nossa liberdade........
AssignadoHenri B. Loch,
O Conslituciuniiel publica o seguinte artigo a
respito de Veneza e da Austria :
Temos vista urnas 20 brochuras, france-
zas, italianas ou allomaos, o todas se oceupam
da siluago de Veneza.
Cinco ou seis merecem ser lidas ; s duas
tratara a questo com franqueza e indicam urna
solugo. Antes de proseguirmo3 nesle artigo, e
de nos mesmo nos pronuuciarmos, til fazer
conhecer os dous meios de Iransaeco que se
propoem por paite de horneas to sabios como
inlelllgenles.
Analysemos :
Annunciamos ha alguns dias a poblicago
de urna brochura que, cora o titulo de Francisco
Jas e a Europa tratava a fundo da queslo do
resgate eventual de Veneza. Depois da primei-
ra e rpida tetura, nao hesitamos em dizer que
a obra era das mais importantes, o que neces-
sariamente devia produzir sensago. Nao nos li-
nhamos engaado.
Aquella brochura, que se allribue a urna das
nossas notabilidades flnanceiras, lera ao mesmo
tempo um espirito elevado e pralico. e lida e
commCWada por toda a imprensa Europea. Os
jornaes de Londres e do Tuin Teceberam-o'a
com a mais nolivel sympathia; os jornaes do
reino discutem a brochura, mas nao repelem
absolutamente as suas conclusoes.
Quaes sao pois as suas conclusoes ?
0 autor appella tanto para a prerencio da
Europa como para a roagnanimidade do joven
Imperador da Austria.
A Europa recommenda que interrenha toda,
e que regule definitivamente a sorle da Italia,
como regulou a sorle da Grecia, da Blgica e doa
lando-me. e agradecendo-lhe eordealmenle Clf,, nao conhecem' quaes sao as suas necessda-
.., que assim se faga, diz elle, pa-
ra porlermo ftslacrise inettinguivel ; neces-
sario em nome da tranquillidade commum e por
honra da civilisaco moderna.
Alm disso, a Europa, intervindo para ro-
:~..... ","" ,""..... r.....' -"--"" guiar urna nova Iransformacao a par o'aauella*
asTm ll'aat ^\'LMU^:^0 *"* i lem soffrido lralad de Wl noqfle.
era um banco, rios apenas trocamos algamas -;i
-- -r^..v^ V^MIOUd BlgUlllUa
palavras. Langaram-me doas correntes ao ps,
e estas foram-me passadas pela cadeia que eu li-
nha ao peeoco.
Flzeram-rae levairtar, e este momento foi a
mais triste do dia, porqoe r que Mr. Patkes, era
onduzido n'uma direcgo em quanto qa eo-era
conduzido n'outra. Eu nao pudo setio dizer*
lho ; Deo^Tos abengoe, Paikes! aensse-
paramo-nos.
Conduziraat-me por passagen xtetfsSg i um
ateo, de um lado 00 qual vi um ediaMd seme-
lianle anta granja, com janellaa engratfadas.
O earcereiros fecharam a porra ; respont-lhe
om gritos diablicos ; s porta abrlo-se, e u fui
cercado de lOsefragens^meio us.
Eram criminosos' de totfa a qualdade, assas-
ainos e ladroes. Havia tlns vinte aeorreatados
orao eu. Pareis estar-Ihe reservada urna par-
*m preso que nao horrara oorreute. Apena
eu eutrei (echn-se s porta, e oscarcereirosfpreq-
denrn-meo meus dos etovellos, coa> quanto
anda tivesse preses as roaos;
dos>dos; psrecia qae
a as minas mies
Ne podia fazer use
lavam i quebrar-ae,
Jochar.
Passedo algum tempo dasataraea as eordas
en que stara prosea as mioa raaos, bms
aabstHuiram-nas per ferros.
1 Deram-aa* una enarena de M.o que. ate
foi muito agradarel, porque estara exhaeeto. Ti
coas sflfisfacao que roeoarolviem entre o# presos
jue>'ere melhor traUdos, porque ai outre* M-
UraMeaeioaebieiw*.
r apruveiiavt
y* i elle.
----------nr Lumpnm > dos 1
deedeaerue e> jeseloa que fotn aaratraes^a e feraou
'**____
mu
an-
dade, pelo seus mandarins. Acc'escentei que
me consideravo muito feliz por ter de assignar
como elle urna paz que, segundo esperava, nao
seria para o futuro perturbada, dizendo em se-
guida, que nao fazia mais do que exprimir os
sentimenlos do imperador dos francezes, fazendo
sinceros votos para que assim succodesso. Ape-
nas acabei de filiar, offereceu-me segunda vez a
mo, e indieou-me a oadeira que para mim tinha
sido coltocada i sua esqnerda. lugar de honra Da
Cbina. O general deMontauban foi collocado
minha esquerda, e os officiaes do seu cstado-
maior, e do exercilo, oceuparara, por seu turno,
o lado esquerdo da sala. Os St-s. de Bastard e de
Vernoullet, secretarios e os dous interpretes da
misso, ficaram entro mim e o principo. O l)do
direilo da sala era oceupado por urna multido de
mandarina de todas as ordena. Tanto o principe
como todas as nutras pessois da sua comitiva
trajavam os seus falos de ceremonia, nao faltan-
do a nenhura o duplos collares de mbar ao
pescoco. nicamente o principe nao linha dis-
iinclivo algum no gorro.
Depois de ter cada um lomado o seu lugar,
convidei sua alteza imperial para s o primeiro
a assignar os quatro textos chinezes ds conven-
cao de Pekin, assignandoeu tambero, em primei-
ro lugar, os textos em frapxez. Apenas so assig-
nararo e sellaram os oito ejemplares, signiflquei
ao principe, que visto achar-se to felizmente
reslabelecida a paz entre os dous imperios, a ar-
lilharia francezu ia dar urna salva de rlnte e om
tiros, assegnfando-lhe ao mesmo tempo, que
passira a ordenar ao commandanle em chefe do
exercilo francez, que flzesse cessar toda a espe-
cie de hoslilda lo, quo nao tivesse um carcter
paramente defensiva, o que logo communiquei
ao general de Mootauban.
Preenchida esta paite do programis, proce-
dente a troca das rstBciCfte do tratado de
Tien-tsin ; masantes d'isso fez-me sentir o prin-
cipe Kong, que linha iodo chelo de eonuaeca,
e sem ser acompanhado por um s soldado tr-
taro ou china, collocar-se no centro de um po-
deroso exercitn francs. Respondi-lhe, que aquel-
la conBarrca de sua alteza imperial me provara e
bem, o quanto coohecia a lealdade do soberano
quo eu linha a honra de representar, e cujas or-
dens linha de rmprir.
Soa, com toda a consideracio, etc.
Bario Oro.
* --- ww... j^-j^j ji fj ouua 111 i.i_.)aiu
des, sao elle3 que constiluem o nos3o governo.
Em vez das instituiges livres que ros dei, e
que desojara desenvolver, tendes tid a mais
oppressiva dictadura, e a lei marcial substitue na
actualidade a constiluigo.
Aos golpes dos vossos dominadores desapa-
reca a anliga monarchia de Rogero, e de Garlos
li, e as Duas-Siciflas foram declaradas provin-
cias de um reino longinquo. Nales e Palermo rao
ser gorernados por prefeitos rindos de Turin.
Ha um remedio para estes males e para as
calamidades aioda muiores quo eu prerejo ; a
concordia, a resolucao, e a conflanga no futuro.
Reuni-ros era rolla do throno de vossos paes.
Cobra o esquecimento para sempre os erros de
todos; nao seja o passado nunca ura pretexto de
vinganga, mas urna rigao salutsr para o futuro.
Tenho toda a conQanca na justlga da Providen-
cia, e qualquer que seja a mioha sorle, perraa-
ueccrei fiel aos meus povos, assim como s ios-
liluiges ouo lhes conced. Independencia ad-
ministrativa, e econmica entre s Duas-Sicilias,
Christo fez aos mesmos apostlos o seus succes-
sores, quando lhes promanen de acompaoha-los
al a coosummago dos seculos, ntstas suas j
referidas palavras: El ecce ego oobiseum sum
omnibu dibus usan ad comummalionem ios-
culi. (7)
Prov3das assim histrica e divinamente a uli-
lidade e a necessidade das misses, que outras
nao sao se nao as mesmas apostlicas, as quaes
so pregara ueste paiz, se demonstra, que sao ellas
de grande utilidad*, e al mesmo necessarias
neste mesmo paiz, onde o indiHarentismo reli-
gioso vai grassaodo como euideraica. Desta mo-
do se desvanecem a opposigo o conlestages que
so suscitara entre muitos geralmeiite contra as
mesmas misses.
Em salisfaeao pois desse apostlico dever, eis
que ehega a esta villa, trazido pelas instancias
de seus hab la riles, Fr. CaeUno de Troina, ms-
sionano apostlico, que reio mijsionar a provin-
cia, afira de rememorar a patarraerangelica so-
bre oa mesmos habitantes, que prirados daquelles
celestiaes farores, haviam oito anuos, tiveram a
maior consolaco.
Eram enlao horas da manha do dia 25 de
outubro prximo passado, quando partiodo da
villa do Pilar, seguido da sagrada effigie da Con-
ceicao, o acompanhado de numerosissimo con-
curso de pessoas, se vio asseraar no plato da villa
aquclle illustre hospede, o logo desusar pela ra,
ladeado dos dous parochos e de pessoas gradas,
entre as demoaslragss de urna viva alegria, aos
d^tonenteSi4aaa,e mailaa outroa a'laleiaas;
M desde a Pilar proceterasa dar ineuiracas
proras de rereaetofra -turna a avMtkleXlMme
0h.ma.ttted. fre Ca d"'tSla.
cajea vutadee ora*|elicas, qae taau o caMMari-
. maitoa faa.T reeaeaaTai""oTS-
laieoses saudaeee t panbaredoa rrlaa iU>daa7
fiareis uraasMt acerras, coraqie ee dlimtii*
kela-losoesimfeateiMario. dura.u ee^s
em que nesta mesma Wi estorr, muirM lho
agradecem ; a flcam implorando soa cos, porq
sua rorta ao chrusTro sela-rtreta da tWb, b as fa-
digas, porque tem de perpawar, por amor dos
seos catholicos irmoe, ejsra coreadas a dianos
trucios da sua misso, durante o txercicio pre-
*iicai.
/afeita'*, protptre preeaoa ef rejna.
Aletaia, 15 de novembrode 1860.
0 Ihcangelo.
[Diario da Alagos).
Par.
Quem langar urna vista restropectivs para o
que era o Par ao coro.fc.ar o dciCtiio pue fiailoii
com o anno de 1860. aeo-pooo deixar da mar-
vilhar-se do seu estado r>sesen4e da engeiideci-
menio.
O quadro da alia grandeza coujinercial, comoa-
rativaraenle so passado, oo pode ser mais lison-
geiro e espantoso, quando, ha bem poucos naos,
nao tendo nos seus proprios rendimentos o oe-
cessano para as suas despezas ordinarias, rece-
Da -soccorros pecuniarios, para fazer.face i ellas,
das provincias de Haraoho e de Pernambuco, e
oje lem em seus cofres sobras avutUdas. nao
obslanlo prestar soccorro semelhantes a oulras
provincias. '
Se a pragacommercial do Para nao anda a
principjl praga commercial do Braail, i loda-
viahem importante ; sendo a nica em que ha
saldo farur da exporlagao. q
A capital um rastissimo armazem de mrca-
dor.as : as casas, e as ras slo estrellas para
mercado tao copioso. *
.mvfa?de1* esae e3Pacos,) deposito, quasi in-
sufTicierite algumas rezea para conler lodos oa
gneros que para ella aflluem.
O porto coalhadu de narius de quasi lodas as
nagoes, e os arullados rditos da alfandega at-
teslara exhube.antemente o prospero desenvol-
vimeuto do commercio desta abencoada Ierra
O seu estado material, quer em relago i ca-
ptlal, quer muitasdas localidades do interior
nao menos lisongeiro. *
Na capital, as magolficas estradas (alias alame-
das na cidade), das suas immediaces, onde ami-
gamente apenas, de longa em tonga distancia o
eucontrarara algumas chcaras d mediocre
construego, hoje, guarnecidas de froodoso arvo-
redo, e ornadas, como por encanto, com ele-
gantes o ricos edificios, que apreseolam um*
perspectiva singular em razo da variedade de
sua archileclura, offerecem aos habitaotes o mais
delicioso e aprasivel passeio, bem calcadas e illu-
rainadas como esto.
A roa do Imperador, oulr'ora lugar lodoso e
intraujitavel, guarnecida de um exoeUeule caes.e
quasi toda edificada de excellenUa propriedades
na actuahdade urna das principies ras com-
raerciaes da capital.
O sem nnmero de booa predios, particulares
que se construem em muitos e diversos pontos"
da capital; os edificios puWicos construidos, re-
construidos e acresceulados uestes ullmos lem-
pos, taes como o quartel de polica, a casa da
educaodas, o mercado, a alfaadaga, e a cada da
!>. Jos ; o calgamenlo de quasi todas as ras e
estradas ; e finalmente os edificios de grande ra-
lor que so acham em conslciicco e em proleelo
como seja na o palacio para a aaserabla provin-
cial e o hospital para os infelizes lazaros ; ludo
isso d urna perfeila idea do nosso estado aro-
gressivo. '
No Ulterior da provincia, era algumas cidade
e vinas, se observara melborameutos j quanto
reparagao, ou edificado de edificios publifios.co-
rao uirejas e cadas, j quaolo ao augmento que
lera lido a edificago particular.
So to lisongeiro se .musir, porm, o estado
da provincia pelo lado de que temos tratado, nao
(do ser elle mais desaniraidor, quaolo encara-
do em relaco aos mais poderoso* elementos da
riqueza de qualquer paiz,a industria e a agri-
cultura.
Baldos, infelizmente, do primeiro deases ele-
mentos, nos apenas temos urna agricultura defi-
nhante.
Para mostrar o estado desgranado a'que tem
chegado a nossa lavoura, basta lembrar que ella
nao produz nem o neceasario para o proprio con-
sumo, pois que a maior parto de alguns produc-
tos agrcolas, taca sao o caf, o assucar e o mi-
lho, nos fornecida pelas outras provincias do
imperio I
Ora, sendo a agriealtura e a industria as base
mais solidas da prosperidad de um paiz, e es-
tando dos em relscao i ellas, as ircuinstancia
que acabamos de esbogar, como podemos atiogr
ao estado lisongeiro em que nos acharaos ?
E a demonstrago das causas, que nos tem le-
vado esse estado, o ponto a que pretendemos
chegar.
A vasta provincia do Para te a melhores
proporce para chegar ao maior auge de proe-
pendaeo e grandeza, podeodo elevar-se al ahi
com parlamentos separados, amnista completa i^J^ISM^T"' f.mor e T'bL'
para todos os acontec mentas polticos, o meo Tn ^ ..?.".' 1 imiltaBjo Repulo ama-
do, se insinuava e se fazia 'er a todos.
a -----_._------^------F-------,-----------^^. _, ^^ ^ umrv a m m n ejaasi > 1
loques de sinos e aUcar de fogueles; e effuses com os seus proprios recursos. E* u~orilfnte~
de prazer, que se lobngava as adheses de seus cujas faces, pela maior parte esto por lanidar'
habitantes, como salisfeitos pela consolaco de "
programma. Fra destas bases, nao flear para
o paiz seno o despotismo e a an'r hia.
1 Defensores da indepeudeacia da pa'tria, con- JIfU"^1!e moslr,ou 8 lodM .'>nj
frvo-me aqoi. e combalo para nao abandonar a,?n!" S?8? ide *Um* consideragao.
nislo.
Nao seria urna occasiao natura) para relrjn-
Mf complelamenlo e reconstituir em bases cas-
formes com o progresso e com as novas neces- a
sidades da sociedaae, o pacto fundamen|a* era nhodorei:
que repousa a seguranga dos diversos eslads> -#* Gata, 8 dedezetabrtf de 1860.
A tulella, por tanto lempo til sem duvids,
quo ts grandes potencias liuham assurado, im-
pediram por'ventura as revotuedes da Franca, da
Hespauha, da Grects, da Blgica prolegau ella sufficientemaoie a dyisWate
garanti as ptsessoes dos estados secundarios ?
Ah certamen^, o progresso dos costames
a das iostiluicoes liberaes, o desenvolvimento
das vas de communicagio. a ejlenco do. com-
mercio, o ceatabalecimento das nacionalidades, e
o respito universal que inspira o suilragio das
clagses, at gdra conservadas m estado de me
nordade, sao es signaes que impem novs de-
veres1 a grandes potencias.
E' j lempo de reconbecer em todos o ea-
lf; auos, e
lhes dar o meio, adm des tomar parte a--------------------------
as deliberaces que thham por flm o interesse vos conquistado, darramar o seo singue, e levar
mura. os seus beua para oulro paires, Calcados soa ps
Ao imperador d'Auslria submelte o eecrp- por nm poto estrar.galio,'*'o meu eoraco de
tor, censidersces, que, mais modeatss a msis napotlitano bale de InOlfffidlo no meu peito, e
especiaes, nao daitam ifs'Mr aproveitaveis. consolo-nw smenla oto a lealdade do tBM
A poslco qua as flnaatas, ieUe. devem relente exercito, cora o espectculo do* uobree
oceupar para factliUr o cumprimenlo dos gran- oretesto, qu, de todos os pontos do reino, se
edotl'a j tfiuatprn 'pi violencia e da
Era seguida publicamos o tetlo do manifest aer ai
que o rei Francisco II dirigi- ltimamente aos i 0S0 deixo de partilhar da vossa admiraco pelo
povos das Duas Sicihas, manifest de que a im- libertador da Italia. Ningnem o lem excedido
servo-me aqoi, e combato para nao abandonar
um deposita Uo santo e to charo. Se a auiori-
dade voltar s minhas maos, ser para proteger
lodos os direilos, par respeilar todas as proprie-
dades, garantir as pessoas e os bens dos meus
subditos contra qualquer oppresso e pilhagern.
Se a Providencia, no seu profundos desig-
nios, permltlir qoe o ultimo baluarte da monar-
chia clia aos golpes de uro inimigo estrangeiro,
eu me retirarei com conflanca sem limites, con
um f inabalavel, com urna imraulavel resta*
gao, e, esperando a verdadeira hora da Jastiga,
farei votos o mais fervorosos pela prosperidad*
da minha patria, peta felicidada desses povos
que formara a maior o a parte mais querida da
minha familia.
Deas todo poderoso, a Virgem Immaculada
e invencivel, protectora do nosso paiz, soslenta-
ro a nossa causa commum. .
Assignado Francisco.
Kossuth dirigi ltimamente a s?gninle caria
ao presidente da commisso garibaldina era In-
glaterra :
Londres, 90 de detembro.
Charo sfrtihor. Snto sinceramente nSo po-
der assistir sore par que fui convidado ; mas
Apeado ao aposento preparad pelo parocho
da freguezia, se mostrou a todo reconhecidos a
prensa se tem oceupado, e que seguado dizem
as corresponde acias, foi es-ripto pelo proprio pu-
-*"* do rei :
Gata, 8 i.
Povos das Duas Sicilia.
Desta praea onde defendo mais do qae mi-
nha coraa independencia da patita commum
levanta o-voseo soaerano a vot para vos con-
solar as vossos mizerias, e pera voa promttor
lempos Inaii felizea. Iguilmente tranidos e
Iguafmente depojsdo, nos procuraremos mino-
rar todoY 00 neaea lifortonio. A obra da ici-
qnMade Bu1flca*ifOtt lano, e es nsarpacea nao
alo ternaaur
Tenh SUifpmsdo cala molas, e ofhado
com desdem a traiede, parque a fhtedes e as
calumnia attaflaVim s a aaintae peste*.
Combato, nlrj-pormlm, as pela honra do
nomo qoe lencos. Mae. quando vejo os meas
amado subditos victras d todos os malas do
dominio eafrttigelrp ; mas quando os vejo po-
fraaea.
Sou napoIiUrrij ; natido entre i$, nio res-
preoaaa a fea. DafHIaM', natido entre tt. nio re>-
OMwnt a paaicie aaaaceiraaATO- efrei oatvo ar, nio ti oirrwpilet,llcorAeco
e Y*n*t?A brataara MUa-av ai-Lii*oU jmsi9 tejaos^ a*W.
em herosmo ; muito poucos o teem igualado em
virtudes cvica, e em abnegaglo pstrlolics. O
seu nome ha de brilhar sempre coro immortal
; esplendor.
Infelizmente, apezar dos progressd qae a
, llalla tem fello prra a sua indeoendencia, ella
anda nao chegou ao sen termo. A Austria esl
em armas sobre o Mincio; o seu p sacrilego pi-
sa anda* o slo da bella Veneza. Em qasnto a
Austria niro fr repellfde, s Italia nio ser uros,
e a sua Independencia arrlsca-se a ser ephe-
mera.
Direi maisjAara que a liberdado da penn-
sula este}* asaejrorada, necessario que a Aus-
tria fique redama i impotencia. A Europa esl
canead do subterfugios diplomticos que se op-
poera qualquer solugo definitiva. As treguas
armadas exhaurem a validez os nacos. A exis-
tencia da Auslria como grande potencia urna
causa de discordias e de revolugdes.
E'lKseemarlo acabar con este estado de cou-
sas. O poto escosaes eenrOrenende e partilha
esta idea ; mas o gotera* ingtez nio partilha da*
opinioes doa sea nbita. Aquella goverjio tra-
ta obstinadamente de conservar um velbo pre-
juizo, segundo o qual a Mliteeeia da Austri se-
ria necessar ia i Cria Mefee ha. Ifeata perso a -
lio, oa homens de estado inglezea esrorgant-se,
por meio de upplh!a araeamMgn, em afastar
a Italia do projecto qae tem por flm enanelpar
T^*2*' l"*lrM,-w J*0*1 Toaluaer saWe-
f Coe* & i fMff ptfici pala Aaetii,
E aos 21 do mesmo mez k tarde, encelou elle
a misso, fazendo elle urna breve homila. a
manha do dia seguinte, celebrada a missa con-
ventual, entrou a doulrinar o povo. No intuito
de esclarecer e firmar mais a intelligencia dos
seusouvintes, para sua mais segura instrucgao,
pregava de manha o cathecismo. e i tarde o
Evangelho; porque esclarecido e aconaelhado
por tira a consumada protica e longa experiencia
do magisterio apostlico, conheceu o mesmo mis-
sionario, qua era assaz coaveoieote dividir o seu
ministerio em quanto o exercia, em duas partea:
a parte doutrinal pela manhe, e a mysllco-mo-
ral tarde; comprebendendo aquella, a exptica-
go da ( dos mandaraenlos da lei de Dos, do
Sacramentos e deveres do hornera em geral ; e
esta, asregras, os conselbos e examplos evang-
licos.
Assim missionou elle esta freguezia, durante
nove das suecessivos, em om dos quaes fea ama
grande procisso de penitencia larde, em que
tanto sobresahirara aordem. a cootnbuico a o
espirito de penitencia, acompaohando-a carca
de 6 a 7 mil pessoas do todos os estados, condi-
ce e gerarebia Nos ltimos das foi to forte
a ungo de sua palavra, e to convenanles sua*
razoes e argumentos, qua nao buve que na
fora da propria convenci sobre aa verdades
demonstradas, se nio moatrassa vencido e corn-
movido.
O qae deu era resultado digno e abundantes
fruclos, porque tantas foram as conversos,
tanto o arrepondimeuto e o espirito de devoco
e piedade, que a igreja matriz diariamente aa
achara frequaotada de fiois, em orscao e peni-
tencia. Quarenla foram os concubioadea, que
deixaram o eu estado peccaminoso e immoral,
casando-se ; e oulro aioda procuran abandonar
a mesmo estado. O parocho e o seu claro que
de boa voniade se pre&tou as confiaenes e a ou-
tros actos de piedade e religio, j nio eram
sucieules, em vista do grande numera daquelles
qna oa procuravam
Terminou pois o missionario, Fr. CaeUno de
Troina sua misso nesta villa no dia 4 do corran-
te, eixaado cecoadoe seaa trahalhos apostlicos,
debaixo de une lerna, aandoaa a grata mpres-
o, naquelles que o ouviam.os quaes saudosos e
constsBBadoe aa mostraram, quando ouviran des-
usar do seus labios eaeioe da nnco o ultimo
echo da sua tao- evanglica quio Urna a carinho-
sa vos.
No dia 7 do mesmo mez, pela manha, se re
tirou daaU villa, en direcgo a de Campos^endo
S. Marc. cap. 16 vers. 15.
S. Joio csp. O ver. 21.
S. Math. cap. 88 vers. 20.
8. Math. cap. 38 vers. 19.
S. Joto cap. 17 vers. 18.
S. Marc. cap. 13 vers. 10.
S. Math. cap. -"Ters. SO.
- r r------------------------r-r-~^ w-ww awfj-a.wjsi
e nao obstante ser geographicaraente fallando a
penltima estrella do norte do imperio, promella
e affianga o mais lisongeiro futuro, urna vez bem
aproveitados os seu dotes naturaes.
Nao teas, verdad*, cuitara como em outroa
lempos ; roas a natureza foi te prodiga com ella,
que a enriqaeceu, spargindo sobra suas maltas
numerosos genero de espontanea produeco e de
subido valor; e fac.Miando-tae con modo trans-
porte para esees gneros e os de cultura, cortan-
do o seu solo coa om sem numero de rios a la-
gos, que do livre passagem dos mais recnditos
lugares para a capital.
Parece que o Omnipotente, prevendo a ae-
cessidades desta abeocoaa trra, quiz supprir e
bragos que nos faltan com ease poderoso a ma-
ravilhoso auxilio.
Finalmente, sua vanlajaaa posico geogrophi-
ca, ponda-a em communicaco pelo interior com
algumas provincias irmae e estadas visinhos
Ihe proporciooou um valioso elemento de desao-
volvimento e de rpido progresso.
EsUs circumslancias, o alto prego a quo era
chegado no mercado uestes ultimo* anos os pro-
ductos naturaes do solo, com especialidad a
gorama elstica, cujo valor na esportaco monta
annualmente a mais de dous mil costos de ris,
e bem assim a communicagio por meio da vapo-
res com a repblica Peruana, provincia do Ama-
zonas e outros pontos, sio sem a menor durida,
as causas do incremento considerarel quo tem
lido o commercio e as reodas panuca, e conae-
guinteraeole do estado de prosperidado qae se
obserra na prariocia.
E se a navegagao fluvial com o Per tem coa-
corrido para to vanUjoses effoilos nos interesses
peculiares da provincia, a que ponto de prospe-
ridade nao leriamos j chegado, se tivesse sido
estendida a mesma navegaco ae emaie estados
vuinhos?
Faga-so isao. d-se-no* aa poucas estradas do
que precisamos, limpem-se, desosatruaas-se a
ponham-se em estado de fcil navegaco todos
os nossos ros, facuitera-se-nos per neio da co-
looisaco, bragos uleis e aproveitaveis para a
agricultura ; empreguem-sa os meio* conducen-
tea i remover aa causa de males que annual-
mente ceifam a nossa populacio, tragam-se aa
gremio da civilisaco e ao habito do trabalhe es-
sa creaturaa que viven errantes a desaproveitaa
das pelas nossas maltas, que a provincia altingire
em breve ao (rio de eograadecimeato qae lli-
deslioou a Providencia, quando a fadoe. lio lisou-
geiramenle. ^
Ao governo imperial incumbe o dever da si
provendo do remedio i easas necesidades ; mar
infelizmente, urna langa a dolozosa experiencia
no deve ter convencida de qae ou par inditle-
renga, ou porque isao nio seja possivel, pouco se
ten curado dos melhorameutos de qua carece
esta provincia, e, pola, torga i qae cootiauamoe
a fazer aquillo qae for compativel con oa nosso
proprios recursos, como al agota Un aconte-
cido.
Neste easoao governo imperial compra proma-
-ar oa interesses da prorincia qae lbe **( ean-
1

'-
\ -
*


WUO Dft HBMIiMMDv **<#ARTa WUU-6 ****(>** IMl.
47
46
S
t
Na letde orcamento, que aos** de ser pobli-ipara Baha, pela maoeiri destine ca que
caat para regar no nao que, corre, ce eoulej, tem servido alagar que ni deixar, e Use adra -
iottforet sejam dado* i aossa atsembla provin-! deceu e adilHoque poresse modo tem prestado
CJ*i. dia.ppatcdaa importantes em relicto aos t- A ana administracio.
es interesaos da provinnis. Teda
.0 (hesouro provincial, segunde oes eoesla, di*-
poe de meios sufficieats para levar a efteilo mul-
to* dos boaecios proroeludos pala lai.
E assim a bit* que s. Exo. o Sr. presdante
da pronta, que julgamos poasui4o dos melho-
res desejoi de promover a prosperidada desta,
procure dar execucao aquellas disposices dt le
qae Iba parecerora da mais palpita ote interesae.
Chegados a este ponto, permita-nos S. Etc.
que indiquemos acuella das disposicoes a quo
nw toaos referido, cuja execueo aos parece ser
de mais momentos* necessidade.
A g*mrua elstica, alera oe ser o nosso mais
valioso producto de permuta externa, o que mais
avull* na exportaco, e o que prometi, pela
variedade de auas applioces, sustentar valor
subido, lambem o que. tem coocorride podero-
aameate para ledo o que de melhor se ha feito
em beaeflcio dd provincia.
Sem a gomma elstica, nao se tea sattenta-
do o nosso commercio ao grao de prosperidada
em que o renos, nao podenamos volver aos es-
Uangeires, em troco das mercadorias quo nes im-
porta, sommas superiores is que recebemos, as
trjosaccoes commerciaes com as pracas estran-
gulas nao s nao se achariam no p em que es-
tao, orno at eriira mui limitadas, e leriimos a
oossa praca onerada do urna enorme divida.
Sem aquello producto da naturexa as reodas
publicas, prin:ipalraente as proviociaes, nao se-
riara elevadas importancia que tem sido arre-
cadjda, nao se (ariam os beneficios e melhora-
mentos de quo em outro lugar tratamos, e nos
achariamos em um estado bem deploravel.
A gonma elstica tem sido, por assim dizer, o
sustentculo do nosso commercio, e a causa pri-
mordial do nosso adianlamenlo ; e se certo que,
nao obstante isso, alguns males nos tem causado,
como sejain a dilra:cao, para o seu fabrico, de
nuitos bracos que podiara ser applicados la-
voura, e a perda de centeoares de vidas que to-
dos os atmos se Quam as diversas localidades
ra que se trabalha nosss fabrico, nao menos
certo que a remocao desses males nao hoje um
problema que nao possa ser resolvido.
Na lei do orcamento a que nos referimos tem
o Exm. Sr. presidente da provincia autorisagao
para despender o que julgar conteniente, aQm de
obter do Sr. Slrauss a divulgado do procesio por
elle deseoberto para a prepararlo da gomma
-elstica, urna vez reconhecida a superioridade
desse processo sobre o que actualmente est em
pratica.
Segundo somos informados, o processo para o
fabrico inventado pelo Sr. Sirauss dispensa a fu-
megacocoe* os carocas de rucuri, a qual, como
o altestam pessias entendidas, un. se nao a
principal causa das molestias que c*if*m as vi-
das dos que se eoipregam no fabrico da bor
racha.
Esta simples circumstancia justificara a prefe-
rencia do processo de que tratamos, e o dispendio
da qualquer lomraa para vulgarisa-lo; ra as essa
vaotageai se lijara ootrasnSo menos Importantes,
cora-) igualmente nos informara, e taes sao a di-
miauicao do lempo nacessario para o fabrico, e
conscguinlemenle a despensa de mnitos bracos
dos que oelle se empregam, o desapparecimento
do mercado das qualidades interiores do genero, e
a impossibilidade de o falsificar.
Aspira, senio o processo inventado pelo Sr.
Strauss, importa em nada menos que o ponpa-
ment de muilas vidas, a restituido oe alguns
bracos agricultura, um considoravel augmento
da renda publica, principalmente da provincial,
maior somma do interegses, e a m inuteneo do
crdito do mais valioso dos nossos productos,
que vai sotfren lo quebra com as fraudes que se
tem empregado no seu fabrico pelosystema ac-
tualmente em uso.
Quoi'j, pois, di'ulgaco do processo do Sr.
Strauss, se prenlem beneficios de tal ordem, e
que tocara tolos, coa razio que consideramos
essa divulgarlo urna medida de momentosa ne-
cessiljde e de inleresse vital psra a provincia,
cuja realisacao entendemos nao deve ser ad-
diada.
E pensando assim, confiamos que S. Etc. o
Eim. Sr. presidente da provincia fara esta assig-
nala Jo ueneticio de usar quanlo antes da autori-
sacao que lhe foi concedida pela le, tima vez que
se compenetre, como eremos que acontecer, da
resudada das vanlagens promettidas pela inven-
gao do Sr. Strauss.
28
37
20
1
a ronncia de Perasrobueo forma do
referido chefe o memo cooceito que elle cora-
quistou ao Exra. presi lente ; porque tendo-o ha
mais de quatro annos em tea seto pode apreciar
n eminentes qualidades qae o adornam, tanto
dvtt, como militares.
Sentimos que as exigencias do servigo puWrco
aflastem de nos este deslindo general da rnari-
nha, o s aos consola ter sido designado para
succeder-lhe um outro offldal de armada nao
menos distincto e brioso, que j conhecomos de
perla.
Honlem, pelas 5 horas da tarde, foi instal-
ado, em om dos torreoes da alfandega, pelo Sr
direlor geral da iiiitroccao publica,' o Curso
Commercial Pernambueano, creado pela lai pro-
vincial n. 414, com as solemnidades do estylo,
recitando, cada um das respectivos professores,
um discurso anlogo s materias em que tem de
ler.
No collegio de Buiue comparecern! 48
eleitores, sendo 21 de Buique e 27 da Aguas-
Bellat, a obtireram votos os aeahorea :
Dr. Jerooymo Vuelta de Castre Tarares.....
Francisco Raphael de Holl Reg............
Dr. Antonio dos Santos do Siqueira Caval-
c nte......................................
Dr. Jos Leandro de Godcy e Vasconcelos..
O tabelliao publico da loealidade, quem com-
peta em vist i da lei, linear em seu livro de notas
a acls das trabalhos, recusou-se cumprir essa
formalidade.
Na primeira freguezia houve urna duplcala
feita pelo major Antonio Marques.
No collegio do Brejo foi a mesa composta
da forma seguinte :
Presidente.Dr. Jos Qutnlino de Castro LeSo.
Secretarios.Joo do llego Maciel.
Francisco Berngucr Cezard'Andrade.
Escrutadores Jos da Silva Amaral.
Joo Pita Alves Maciel.
Obliveram votos os senhores :
Dr. Augusto Frederico de Oliveira..........
Conego Joaquim Pinto de Campos..........
Dr. Francisco Carlos Brando................
Dr. A. dos Santos de Siqueira Cavalcante..
No dia 31 do mez passado foram recolhidos
casa de delengo, 5 homens e 1 mulher, sen-
do 4 livres e 2 escravos; ordem do Dr. dele-
gado do 1. districto 2, ordem do subdelegado
do Kecife 1, ordem do da Bda-visU 3.
Nos das 1 4 foram recolhidos mesan, 18
homens e 12 mulheres, sendo *2j livres e 5 es-
cravos ; ordem do Dr. chefe de polica 2,
ordem do si>blelegado do Recife 3. ordem do
de Santo Antonio 3, ordem do de S. Jos 1,
ordem do da Boa-vista 16, orlem do da Ca-
punga 1, ordem do da Varzea 2 e i ordem do
dos Affogados 2.
Passagelros do vapor Tocantim sshidos
para os portos do sai: C loslanimo Aievedo
Pereira Mata, Joaquim Estanislao da Silva Gu<-
mo Jnior, Dr. Folisberto Jernimo Coellio, sua
seuhora e 3 escravos, alfares Raymundo de Al-
meida Sampaio, sua senhora e urna menor, Am-
brosios Valentina de Mello e 2 Blhos, Joaquim
Pedro do Reg Barros. Urbano da Silva Monte,
Eugenio M. Costa, Paiva, Ernel Keigomann,
C. H. Berln, lente Luz Vicente Vnnna, te-
nante Joo Autonio da Silva e seu liiho, Luz
Jos Rodrigues Sosres, capito Jos Joaquim
Coelho, sus senhora e urna Ulna menor, Anto-
nio Gomes Netlo, lente Pedro Leito daCn-
nha, Manoel Sobral Pinto, Charles James Ben-
soo, Adele Bensoa, a menor Maria Eliza Benson.
Ms. Aberl, Manoel Gregorio Oliveira Costa, Luiz
Gomes Ferreira o 1 criado, Joaquim da Silva
Torres, Bento Joaq-iim de Medeiros, o desertor
Miguel dgs Anjos, cadete Antonio C. de Alraei-
da, soldado Jorge Ceryaco da Costa, Thomaz
Advnis. o africano Augusto Jos Cardoso, e 15
escravos, Jos Merla da Cosla.Alexandre Jos Ri-
beiro, Joo Francisco de Carvalho, Marcos Jos
Antonio da Silva, 1 sobrinho menor e 1 escravo.
alteres Jos Longuinho da Costa l.eite, alteres
Jos Ignacio Ribeiro, Antonia Maria daCon-
ceico seu filho menor, Belarmino Braeilieoo
Pessoa de Mello e sua mi, Buchers Chalopin,
Bernardino Augusto Cesar, Bernardino Ctndido
de Araujo, Manoel Joaquim Duarte Guimares,
Govert rKan Mees, Jos Antonio dos Santos An-
drajo, Jos Antonio Baha da Cunta, Manoel
Jos de Sequeira Ptlanga, Ms. llans Nicolao
Joseph,' Henrique
Nesta pr
Que fa
Minha
elida..
Que explica ?.. quo diz? nao posso entender.
AV!... rae record... eu 86a naafrgao
Que a norte eageilou i praia kopellido;
Semesperancasua vida, que me vale vivar? .
Melhor fora morrer, ter antes morrido.
Ja ragua Janeiro de 1841.
jEROitrao Simbs. ,
[Do Diario das Alagdas.
O abaiio aarignado procurador da festa do Sr.
Bem Jess dos Passos da capella da povoacao
de Nazareth do Cabo, em conseqiiencia do seu
mo estada do aaude, fas scianto aos Illas. Srs.
juizos e mais devotos qae concotrem para o es-
plendor da mesma Cesta, que deixa de festejar
este amo, Ocaodo mosaaa eleico para o aona
de 18tl pela tazio cima dita, e para fue al-
guem nio de oulra Icterpretajao & causa de nao
haver festa, obvig-ake a faser esta pabli-
cago.
Nazareth do Cabo, 14 de Janeiro de 1861.
Bltodaro Jos Barbota de Sonsa.
toneladas, capitia Jas* de OHvaira Loite, equi-
pagem 12, carga sal e palba ; a ordem. Veio
largar a protico a aogiiio par* o Rio de Ja-
neiro. "Vi?*!
iVaafor tafUiat *o nttmo dia.
Rio de Janeiroi-brira WfJaMll Veloz, capilao
Manoel Feraatra Calle, arfa assucar a mais
gneros.
Rio da Prals-brffoe brasile4fa>*M*lAo 17, ca-
pillo Joaquim CffDcalves Lages, carga as-
sucar.
Portos do sulvapor nacional Tocani%$, corn-
mandanle 1* Macota Jos Candido Duarte.
Macei e partos eatrauediosvapor nacional
Pcrsinunj*,commandaote Joaquim Rodrigues
des Santos Moura.
feUi
COMMERCIO.
- i i ,r ----------------i
Praca do Recife 5 de fe-
vereiro de 1861.
\s tres horas da tarde.
Ci>trtr*iVes ortlrlnes.
Cambio sobre Londres 26 t\i d. por 1 a 90
das de vista.
Cambio sobre Pars365 rJ. por franco 90 das
de vista.
Anucar maseavado, Canal20100 por arroba.
Frete para Inglaterra37(6 e 5 0(0
Descont de letras10 OO ao anno.
Leal SevePresidente.
Frederico Guimaressecretario.
caixIfilul
DO
BANCO DO BRASIL.
EM 5 DE FEVEREIRO DE 1861.
A caixa desconta letras a 10 "/., sendo as de
seo aceite a 9 "/. toma saques sobre a praca do
Rio de Janeiro, e recebe dinheiro ao premio
de 8 %,
NOVO BANCO
DE*
PERNAMBUCO.
EM 5 DE FEVEREIRO DE 1861.
O banco desconta na prsenle semana a 10 /
ao anno al o prazo de 4 mezes e a 12 %, at o
de 6 mezes, e toma dinheiro em coalas correntes
simples ou com juros pelo premio e prazo queso
convencionar.
o> ce a. a. to Q. r" r* S' o Hora*
v es *> o e B c e Atmotphtra. o es ra <
w t w 'H Direc;o. H p
V V V w 7 o Intensidad ? o 09
-J 00 00 4 te 61 00 -4 4 Fahrenheit ee m e H e M S m s
KO S lo tu -J S S 2 es s Hygmmetr ?'
o o o Cisterna hydro-me trica.
M -4 M A U! u ^a 8o oo oe V oo _oo -J 1 SO Francs. 01 p o
oo co c o o _S W OJ 00 o o lara *-vento j Ingltz. H m o
A noite c nheceu. E fresco e assim ama-
OSCILLaCAO ba hkk.
Preamar as 11 h. 54' da maahia, altura 5,8 p.
Baixamar as 6 h. 6' da tardo, altura 1,8 d.
Observatorio do arsenal de marinha, 5 de fe-
vereiro de 1861.
ROMANO STEPPLR.
1 lente.
uix Antoni
laooel Ja
os Joaqu
os Anak;
Jos Mara G era I des.
Antaaip de UoUaoda Areo-Vardc Jos Elesbo Borges Uehda.
Eduardo de Soura Viarrat.
Poce.
JaS Aires Ferreira.
Jos Goncalves de Luna.
Joaqaim Francisco Ribeiro.
Jaboato.
Mathias Nendes Rodrigues CampeHa.
Thomaz Jos da Oliveira.
Joaquim Cavalcanli de Albuquerqa,
A todos os quaes e a eada um de per si, bem
como os interesando en "geni', se etmrtda para
comparecer na aala das eeeees do jury, no
pri noirj andar da casa que (oi cada, lano no
referido dia e hora, como Dos mais diee seguin-
les, emquanto durar a tsalo, aob as penas da
lei se falla rom
E psra que chegue ao conhecimento de to-
dos rnando pasaar o presente que ser publi-
cada pela impranaa b affilarfo nos lugares mais
publieos deste termo, e remettidos iguaes aos
subdelegados do larmo para publica-los e man-
darem (azer as notlOcacdea necetaariaa aos ju-
rados, aos culpados e aa lealemunhas que se
acharem em aeus dislrictoa.
Recife 5 de fevereiro de 1861.
Eu Joaquina Francisco de Paula Esleves Cle-
mente, escrivo do jury o subscrevi.
Francisco de Araujo Barros.
Jo-
ira 31 de jinefro de lWf.
Jos Anldoio Froto.
rf-fSf!?1 ^tt* i nt pw
i ,sft<* ftafuaaia da Sacramento a
oairro de Santo Antonio desti
tem, lhe
do Recife'
eldade facot_,
a quem convier. que as audiencias deste juica taa>
naa tercas e mliii^feiraa aa 2 InM da lardo, aa
sala publica de tfcdtsajaay 'O^atfivao,
* lojafiasMla aira lego.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publica, *jc do dia 4 do correa-
te por dianljB pagam-se coordenadas dos esj
dos proviociaes, vencidoso mez da Janeiro.j
zima linio, '
H^SS&i^tf!* **-
Declaraijoes.
pequeas de metal btonzeado coas.
Editaes.
PERNAWBUCO.
. REVISTA DIARIA-
Embarcou honlem no Tocantins com destino
provincia da Baha o Sr. capilao-teuenle Pedro
Leito Cuuha que para ali vai em commisso do
governo imperial.
Durante o lempo que entre nos residi, esse
distincto cavalleiro, soube gaohar a amisade
daquelles quo o converssram, porsuis maneiras
afaveis e lhanss, e deixou no intimo do
coragu de cada um de per ei, e' de todos em
geral, rerdadeiras sympathias e pungentes e
immorredouras saudades.
Qoando um coraco ornado de dotes taes
como o desse Sr., toda a loealidade sua patria,
todos que o cultivam um amigo, e se ao chegar
qualquer parte ve-se Infeliz no deserto do
mundo, logo depois, ao expandir seu carcter,
verifica quo nem sempre eslt mundo i um
deserto para os que viven s ve*u infelizes.
Apreciador do carcter elevado de S. S nao
podemos deixar d desejar-lhe urna prospera
viagem, certo de que a'sua missoser comple-
tamente saiisfeita, justificando desla sorle S. S. o
acert da escolba, que de sua pessoa fai feia.
No dia 4 proeedeu-se, no paco da cmara
municipal, ao sorteio dos quarenta-e oito juizes
defacto, que lecao de fuocuionar na 1. sesso
annual do jury deste termo, aob apresidencia do
Dr. juiz de direito Ja 2 a vara criminal.
Ao sorleio assisliram o Dr. juiz de direito
Francisco Domlugues da Silva, o Dr. promotor
(publico interino Gusmao Lobo, e o presidenta da
cmara.
Pelo juiz de direito da 2.a vara foi condem-
nado Antonio Marinho Paos Darreto um auno
de gales para Femando, como incurso no art.
175 do cdigo criminal, combinado com o art. 8
da lei de 3 de eutubro de 1833, pelo crimo- de
*v iotrodttzrr dolosamente moeda falsa na circu-
lacfleV
Por portara de 4 da brrente foi concedida
a demtsste pedida pelo Isncador do tonsurado
provincial, Francisco Caroeiro Machado Rios,
sendo nomeado para o nesmo lugar Demetrio
de usxoao Colho.
.~ Wemeltem-wos a seguinte Umbranca, qae
apresaamo nos publicar pe importancia de
suamateria.
IW medida quo ella conten), ja nos oceupamoa
nesta Revista no anno paasado ; e fotgamos que
Ha tivesse acceitacao. Cumpre, pois, que a
idea aeora aventada acerca da execucao ache
tambem assesso no patriotismo pernambucanot
Sr. redactor da Revista Diaria.Venia'
quanto Vaic. se interesas pelo cmbellesamento
da oossa cidade, ierabrafldo sempre na sua /<-
vista difenos melhoramenios, agora que se vai
proeadaf' ao cat{amento- da ra. do Imperador,
pedimos para que aprsenle a idea de se fazet
urna espade de loulcvart, alargando se o pas-
seio am toda a ertenso a ra, tfuma-recta des-
de a prara.de Padao II ao-Cimpa das Princezas,
iicaado apenas o espaed sufficiente para transito
dos cirro? e cavaUos.aQm-de em toda a raargem
i do paiseio.se plantar frondosas arvores por raeio
da lraa*plntaco, como aa pralica hoja na Euro-
pa, e S ao Rio da J joera. 0
Achamos qujdevem concorrer para isso os
rroprferWfcs doragar.oue muito lucraro pela
importancia e*"SMturs qfta tero osseus predios
I visto que a insafllcienca dos nossos cofres ps>
inhibe disto ; ede mais.. nao devemos esperar
tudo do govefJBJjT. tanto mais quanlo nao era
osle trabalho rauUo despeodioso.
No Rio ji se-rnlentam estes aformoseamen-
Aprejsamp-nos fazer ej|te pedlo antagjque
Como nossos letores viram no expedionle
aagMCfao^astaprorincU dotldo mez oda.
pabUcade JianUa aaste Viati*. S. Bac o 8a.
proaid^De d prqijncia. praJiiaodo Hm acto de
jusifcd qu* murto" o heors, Tvou ao Sr. chefe
X dame da estacao naral, qua aa acaa ramavMal
Alfandega.
Rendimento do da la 4 .
dem do dia 5......
28:67523a
20 870,j873
49:546>105
Hovlmento da Ifandegra.
Volumes entrados cora fazendas.. 104
> com gneros.. 254
Volumes sahidos cora fazendas..
> com gneros..
------358
68
314
------412
Desearregaro hoje 6 de ferereiro.
Barca sardaLuizacerveja.
Barca inglezaDiana fazendas.
Patacho ioglezExpressbacslho.
Patacho americano James Coale farinha de
trigo.
Barca americanaAzeliadem.
Barca inglezaChazebacalho
Brigne portuguezLaia IIImercadorias.
Escuna portuguezaMariafazendas.
da Gunha Rodrigues.
Passageiro do briguo nacional Velos sahlde Patacho nacionaTJuliodiversos" gneros,
para o Rio Ue Janeiro Caetano Jos Car- BmsA4A&
cia.
MOR.TALlDA.DE DO DIA 5 :
Adolpho, prelofccscraro,2 annos, enterile.
Victoria, preta, cscrava, solteira, 29 annos, tu-
brculo pulmonar.
Manoel, pardo, 8 das, espasmo.
Jos Joaquim Goianna, pardo, casado, 62 annos,
apoplexia.
Belarmina, parda, solteira, cscrava, 2 annos,
gastro hlenle.
Flariana, parda. 8 das, espasmo.
MATAD0UR0 PUBLICO :
Matarara -se no da 2 do corrate
sumo desla cidade 92 rezes.
No dia 3 do mes-no 86 ditas.
No dia 4 89
No dia 5 81
para o con-
Publicacoes a pedido.
UM CONT
F. d'AIbuquorque Mello.
Sobre a mortalha do mando
He deitei :
Dorm am somno profundo ;
Acordet I
F. Doria.
Na mafiha d'um bello dia
A natureza toda ria'
E as aves em meloda
Gorgeavam em bom folgar ;
Mas en mudo e sempre triste
Como j urna vez me viste
Pela ddr que em mim persiste
Quiz as ondas me embalar.
Batel lindo apparelhei
Brancas velas desfraldei
E no* alto mar me lancei
Cora to veloz conductor :
D'essas praias arenosas
Sobre as aguas marulhosas
Agitadas altanosas
Fugia audaz, cortador.
O vento mu sibilante
Qual de queixosa amante
O suspirar anhelante
Arrebata o forte baixel :
Absorto em meu seisena r
Paz-me triste 6 chorar,
E do continente no mar
Sumio-se o lindo painel.
Perdida de vista a trra
Que a ingratidao encerra
Desastrada como a guerra
Perdeu-se e mundo p'ra mim :
Nao importa!... antes morrer .-.'.,
Que martyrios mais soffrer,
Em agonas anlns ter
Do naufrago o cruel Qm.
Sentado no fundo da barca
Preseatia a fora parca,
Cujo golpe fatal marca
Em meu ser o acabamento :
Errante aas vagas doudeja
Gomo quem satvar-ea almeja jt.
Da batalha em que peleja
Contra irada mar a rento.
Minh'almi ardendo em ragoa
Met peilo cheio de magoa ; "^
Como ao ria o leabo d*agua
Se afundaadolento e lento... -
Faiiam qua lagrimas corrasaem
Qua anausolhoB s'dmorleceasam
E na murta aUiria lessem
De mea intimo e cru tormento.
Meu Den'i'l... que anclashorrlrei i
Meu Deas I... eh!... lulas pnlrls I
'Morral... morro I... slo temvels...
Ai!... al!1....desfne5M"
Que norial... nioguom via 1
Que eu fnfelir, morrla
Ni
^JBB&&WSSmm** a,
lmportafo.
0 brigue inzlez Slrallon, vindo de Cardiff,
consignado a Rothe & Bidoulac, mauifestou o se-
guinte :
301 toneladas, 18 quintaes e 1 arroba de tri-
litos, barras e espigas de ferro ; a Th. 11. Hir-
rison.
A barca ingleza Lady Daly, vinda de Andros-
sau consignada, manifestou o seguinte :
442 toneladas de earvo de pedra ; a Mills
Lalham & C.
A barca ingleza 0iama, vinda de Liverpool,
consignada, manifestou o seguinto :
50 gigos e 1 caixa Iouca. 16 fardos e 2 caixas
tazenda de algodo, 12 caixas linha de algodo ;
a H. Gibson.
23 fardos e 1 caixa leudo de algodo, 1 dita
dito de linho, t tardo dita de laa, 1 caixa miude-
zas. 25Jooe'aaas earvo de pedra ; a N. O. Bie-
ber 4 C.
50 birria bairila, 201 barrea e 40 chapas de
ferro; a S. P. Johnston & C.
38 caixas vinho linio e branco, 20 barris oleo,
47 caixas e 45 fardos tecido de algodo ; a Mills
Lalham.
1 caixa tecidos ; a Henrique & Azevedo.
1 caixa camisas e meias de algodo ; a E. C.
de Oliveira.
1 caixa um carnario : a L. A. Siqueira.
200 barricas e 50 caixas cerveja, 6 fardos teci-
dos de algodo ; a C J. Aslley & C.
99 toneladas, 3 quintaes, 1 arroba e 24 libras
de inlhos e barras de ferro ; a Tti H. Harrison.
20 barris manteiga : a F. G. de Araujo.
100 ditos barrilha, 9 fardos aniagem de algo-
do ; a Roslroo Reoker & C.
10 formas de feltro ; a ordem.
76 caixas tecido de algodo, 5 fardos mantas,
1 caixa tecido de linho. 1 dita lencos de cambraia
de linho ; a Soulhall Mellors & C.
5 fardos e 5 caixas tecido do algodo ; a Bar-
roca & Medeiros.
67 caixas, 83 fardos tecidos de algodo, 1 dito
cobertores de la ; a James Ryder & G.
5 barricas ferragens, 2 caixas mludezas ; a Isi-
doro Ilallidsy.
5 caixas e 2 fardos tecidos de algodo, 1 caixa
fumo de seda para chapeo ; a A. C. de Abreu.
7 caixas e 4 fardos fazenda de algodo, 100
barris manteiga ; a Johnston Pter h C.'
38 caixas. tacidos de algodo; a Adameon II
& C.
1 caixa miudeaas; a Kalkman &C.
3 ditas tecidos de algodo, 2 dita dita de li-
nho e algodo, 1 caixa toalhas de algodo ; a J.
Kellerdi C.
2 caixas tecidos de algodo. 1 embralho uten-
silio* de escriptorio ; a James Crablree & C.
3 barris pezqa, 1 caixa estribos. 1 dila e 2 har-
ria ferragens, 1 dlo ganchos, 1 dito facas, 52 fei-
xes ps de ferro; a Purente Vanna A 0.
10 lopeUdaSide ferro bruta ; a C. Stars t C.
-40 badas e 2B caixa* lo*do de algodaa, i eai-

I
De ordem da iospeceo da alfandega se faz pu-
blico, que no dia 6 do correntc depois do meio
dia se ho de arrematar em hasta publica porta
da mesma repartico de conformidade com o dis-
posto no nico art. 756 do regulamentn de 19
de setembro do 1860: 7 espanadores a 2#, cada
um, total 14 o 4 papa.iios a 2i cada ara, total
8j, que foram appreheodidos pelo guarda cora-
mandante do 2o ponto fiscal Frederico Cansello
NapoleSo, sendo a arremataco livre de direitos
ao arrematante.
Alfandega de Pernambuco, 3 de fevereiro de
1861.
O Io escriplurario,
Firmino Jus de Oliveira.
Secretarla do governo de Pernam-
huco 16 de Janeiro de 1961.
De ordem de S. Exe. e Sr. presidente da pro-
vincia, f.>co publico para conhecimento de quera
inleressar possa. que se acham vagos os offlcios
de tabelliao publico de judicial e escrivo do cri-
mo, civcl e execoedes do termo do Rio Formoso,
por desistencia que delles fez o respectivo ser-
ventuario Antonio Pinheiro da Palma.
Os pretendentes aos mencionados oflkios sao,
pois, convidados, para que, habilitando-se na
forma do decreto n. 817 de 30 de agosto de 1851,
e aviso o 252 de 30 de dezembro de 1834, a pre-
senten! seus documentos no prazo de 60 dias,
contados desta data.O secretario do governo,
Joo Rodrigues Chives.
Secretaria do governo de Pernam-
buco 16 de Janeiro de 1861.
Por esta se:relaria se fazcm pblicos para co-
nhecimento dos ioleressados os despachos pro-
feridos pelo Exm. Sr. ministro e secretario de
catado dos negocios da justiga no mez de dezem-
bro prximo Ando sobre os reqnerimentos dos
individuos abaixo declarados:
Dia 5Jos Peres Carapello, (objecto) offlcio de
juslica, (despacho) nao tem lugar.
Dia 5Joo Ferreira Vilella, (objecto) officio de
_ juslica, (despacho) prejudicado.
Da 5Antonio Ignacio de Torres fiandeira, (ob-
jecto) officio da juslica, (despacho) pre-
judicado.
Dia 28 Bernardo Jos Barbosa, (objecto) perdo,
(despacho) ao tem lagar:
Wa 28Joaqtm Mara da Conceico (objecto)
perdo, (despacho) nao tem lugar.
Joo Rodrigues Chaves.
Joo Baptista de Castro e Silva, inspector da
thesouraria da fizeada do Pernambuco por S.
M. Imperial a Constitucional qae Deas guarde.
Em comprmeme da ordem do Exm. Sr. mi-
nistro da fazenda de 27 de dezembro ultimo, faco
Sber ao Sr. Jos Alexandre dos Santos que foi
indeferido pelo tribunal do thesouro o requeri-
mento em que pedio o Sr. Sanios urna indemni-
sac&o por prejeizos queallegou ter tido durante
a revofta de 1848, vslo se ter prescripto o seu
direito por nao o haver requerido dentro do pra-
zo de 5 annos.
Thesouraria de Pernambuco 19 de Janeiro de
1861.Joo Baptista de Castro e Silva.
A cmara municipal desla cidade declara
para conhecimento do publico, que segundo a
communiuacao que lhe fez o Exm. Sr. presidente
da provincia, se acha restabelecido o transito de
pessoas a p pela ponte velha do Recre, visto j
se achar concluido o passadico que para esse Qm
se mandn construir na mesma ponte.
Paco da cmara municipal do Recife era ses-
so de 4 da ferereifo de 1861. Luiz Francisco
de Barros Reg, pro-presidente. Manoel Fer-
reira Accioli, secretario.
O Dr. Fraociso' de Araujo Barros, cavalleiro da
imperial ordem da Rosa e juiz municipal da
'gunda vara do termo do Recife, por S. M. I.
e C, que Reos guarde, etc.
Faco saber que pelo Dr. Francisco Domingu
da Silva, juiz de direito da segunda vara crimi-
nal da comarca, me foi commuMcadb- haver de-
signado o dia 18 do correte, palas 10 horas da
raanha, para al>rir a primeira sesso do jury
deste termo, que' rabalhar em das consecuti-
vos, tendo procedi ao-soaJeip das 46 jurados
qae teisudajdatalasni pesnie sestfo, e de con-
fetmidade cjja otlrligo 3* do regulamento n.
120 de 31 de Janeiro de 1842, foram sorteados e
designados os cidados seguintes :
Freguezia de S' Fre Pedro Gonalvs.
Jo3 Feliciano Machado.
Martinho do Oliveira Borges.
Leandro Lapes .Das.
'Pedro Donney.
Jos* de Uora.es Sarment.
Arsenal de guerra.
Por ordem do Illm. Sr. coronel director do
arsenal de guerra se faz publico a quem convier
que nos termos do aviso do ministerio da guerra
de 7 de marco de 1860, se tem de mandar ma-
nufacturar os seguintes artigos de fardamento e
equipamento :
109 sobrecasacas de panno azul.
5 caigas de dito dila.
161 capotes de dito dito.
1123 calcas de brim branco.
464 camisas de algodaozinho.
400 boroaesde brim.
400 pares de polainas de psnno preto.
Quem quizer arrematar o fabrico de taes arti-
gos no prazo de 30 dias, comparece na -sala da
directora do mesma arsenal pelas 11 horas do
dia 7 do crreme mez com Suas propostas era
que declare o menor preco e quaes seus dadores.
Arsenal de guerra de Pernambuco 4 de teve-
reiro de 1861.O amanuense,
Joo Ricardo da Silva.
CORREIO.
Pela administrarlo do correio desta provincia
se faz publico que amanha (7) as 3 horas em
ponto da tarde fechar-se-ho as malas que deve
conduzlr o vapor costeiro Iguarass com des-
tino ao Ccar e portos intermedios.
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
nfoDUco7f*<
O secretario
Antonio Ferreira da AnBaociacao.
Conselho dintaiaraktivo.
O conselho administrativo, para '--------Intrata
do arsenal de guerra, tem de comprar oa ebjae-
tos seguintes :
Para a companhia de cavallaria de linha.
6 davinas de fuzil com vrelas
1 espadas com btiohas de ferro.
11 apparelhos de limpeza.
1 boleas para apparelho de limpeza.
11 bornaes para racoes.
Para o fabrica do fardamento do 8o batalho
de infautarla.
1360 corados de panno verde.
1088 varas de cordo preto de la,
3056 botes grandes de metal bromeado cosa
o n. 8.
1224 ditos
o n. 8.
1652 ditos grandes de metal amarello lisos.
272 bonets.
272 grvalas.
27 pares de platinas de meis la de marei.
345 pares de dilaa de panno segundo o nova
figurino.
21 bandas de la.
262 manas de lia.
542 esleirs de palha de carnauba.
Para provimento os armazens do arsenal
de guerra.
8 arrobas do zinco em barra.
4 caixas com folhas de Flandrcs marca IX.
4 ditas com ditas ditas marca GI.
2 dilas com ditas dila marca XXI.
20 arrobas de ferro ioglez de varande.
1 serrote de 30 pollegadar.
20 duziss de taboas de plnho americano.
Para o meio batalho de cassadores da proviacia
da Parahiba.
5 cornetas de toque.
1 cordo para as dilas.
Bocal para corneta.
Para o batalho da guarda nacional do S
riuhem.
8 corbetas de toque.
Para o batalho da guarnicao desla provincia.
3 cornetas de toque "com vollas, bocaes 9
pontos.
Quem quizer vender taes objectos aprsente a
suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 8do
corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo.
para fornecim-nto do arsenal de guerra, 1 da
fevereiro de 1861.
Denlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Jaaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
xa lencos de cambraia da Uaho. 2 ** W^rlKS?!. *
fardo baetas ; a ArkWrighva C. ffide FrX Rodrigues
d*Bte MUS*-- fencfoFX$.:hXdeiro
siga a da a
guinte:
228 toneladas earvo de pedra, 270 caixas cer-
veja ; aos meamos.
400 barris plvora ; a Samuel Poirec Johnston
&C.
Scott WiUon i C, a\$tXOa*t+-\J(a9kiUttiorM,}h0.
Flix Antonio Airea Mascarenhaa.
Mathias Antonio de Mello.
,Leocadio Hermogenes da Conceclo.
loaquim Jos de Sant'Atwa Carioso.
^OdJlo, dita. 150 ditos cerveja;. SaunderalSJ^^^^^.
Antonio
14flJmws ecrvoja, 509 ditos pevoc; AtlMsK
son H. & C.
UccebedurU de randas
ajjeraes de Pernaabaco
Rendimento do dia 1 a 4 i-.itjfW
dem do dia 5 DSOJiyO-
1:8S5#598
Rendimento do dr 1 a 4
dem do dia 5 .
aroTiaclal
r-FeStosa.
Nati
dias, ni
Faancxco de
Mlroel Ignacio
JOS* JeOqufm da osea.
tateraaa, aadido Jasi* 4%
MarcoliQO Dordcll** Caaar.
Antonio Jos da Costa* Rejo'
Antonio-Jos- da. Coat.
Jlo laptuta Cesar..
Leopoldino Pe
Bernardo Fa^
AnrorrioJoai
asm..
O novo banco continua a substituir
ou a resgalar o resto das notas de 10$ e
'20s que liavia emittido e anda existe
em circulaqao, declarando que, em
cumprimento do decreto n. 2,664 de
10 de outubro do corrente anno, esta
substituirlo ou resgate devera' effec-
luar-se dentro de 4 mezes, e que findo
este prazo s podera' ter lugar romo
disconto progressivo de 10 por cento ao
mez, icando as^im na forma do art 5
da lei n. 53 de 6 de outubro de 1855
sem valor algum no fim de l mezes.
Recife 9 de novembro de 1860. Os
directores, Joo Ignacio de Medeiros
Reg, Luiz Antonio Vieira.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico qae do dia I.* de fevereiro rindouro em
dianle se principiara a contar os 30 dias uteis pa
ra pagaraeolo bocea do cofre dos seguintes im-
postos : 12 0|0 sobre as lojas a retalho, armazens
do fazendas. tabernas e casas de leilo ; 4 OO
sobre os armazens de recolher, botequlns, hoteis,
casas de pasto, typographias, prensas de algodo,
cocheira, cavallaricas, e todos os mais eslabele-
cimentos em que houverem gneros exposto
venda ; 200> sobre casas de cambio, 50 sobre
casas de modas, perfumaras, de chapeos fabri-
cados era paiz estrsngeiro e por essa de jogo de
bilhar ; e bem assim o imposto sobre carros, m-
nibus e carrejas, tanto da servico particular co-
l-mo de aluguel. M"sa do consulado provincial
28 de Janeiro de 1861.Pelo administrador,
Theodoro Hachado Freir Pereira da Silva.
Directora geral de inslrucco publica.
Por esta secretaria se faz constar aos Srs. pro-
fessores e directores de estabelocimenlos particu-
lares de inslrucco primaria e secundaria de am-
bos os sexos abaixo mencionados, que os mappas
de seus alumnos relativo ao ultimo trimestre do
anno passado, anda nao foram entregues nesta
repartico ; o que deviam efectuar coro a maior
urgencia, para nao iocorrerem na multa deter-
minada no art. 100 la lei a. 369 de 14 de maio
de 1855; advertindo que os mappas dos alumnos
de instruceo primaria, deveai ser separados dos
mappas dos alumnos de inslrucco secundaria, o
todos assignados.Assim o determina o Illm. Sr.
r. director geral.
Secretaria da inslrucco publica de Pernambu-
co, 29 dojianeirode 1861.O secretario interino,
Salvador Henrique de Albuquerque.
Nomes a qae se refere a declaraco suppra :
Padro Thomaz de Santa Maana de Jess Maga-
Ihacs.
Bernardo Fernandos Vianna.
Dr. Americo Netlo de liendonca.
Dr. Jorge Dornellas Ribeiro Pesaoa.
Padre Joo do Reg Moura.
Alexandre Jos Gongalves de Miranda.
Antonio de Padua Hullanda Cavalcaati.
Joaquim Theotonio Soaresde Avallar.
Francisco Jacintho Sampaio.
Dr. Jos Joaquim de Maraes Navarro.
Dr. Joaquim Borbosa Lima.
Francisco Antonio Cessrio de Azevedo.
Padre Francisco Peixoto Duarte.
(-laooel Fonseea de Medeiros.
EitevSo Xavier da Cuoba.
Dr. Antonio Casiano de Moraes Navar.o.
Manoel Francisco de Honorato.
Antonio Joaquim de Passos.
Joaquim Josa de Sant'Anna Barrse
Angela Fcaaciaco da Costa.
Salustian da Silva Cajueiro de Campos.
Padre Jtaioarrala Taixeir*.
Laiz Emigdio Rodrigues Viaana.
Manoel Alves Vianna.
Zeferlno Aureliano de Fi
FrancUco de Frailas (jal
Jos Mara i Machado de
Padre Fra*J}^B **?
Br..Americo F
0. Thon-
Di
de Campos 04ireir.
Oreira Saaloa
DaaUe.
jMr^VatTM
daCooceicaoLuna.
Geaaaaa da Rooba:
^m Saaioa,
%iiatmlm daCunha.
en*do por eet~eubdeiefaeia
do Mello.
Capito alo porto
Do ordem do chefe de divigao. capito do porto,
se faz publico o aviso abaixo, da capitana du>
MaranliAo.
Capitana do porto de Pernambuco. 4 de Janei-
ro de 1861.O secretario, J. P. B. de Mello
Reg.
AVISO AOS NAVEGANTES.
Pela capitana do porto do Maranho, sa faz
publico aos navegantes que do dia la de feverei-
ro prximo futuro em dianle ser de novo ilu-
minado todas as noites o pharol da ilhit de Santa
Anna desta provincia, di lat. eul 2o 16' 30" long-
0 Grew. 43 38' 25" ; sendo do systema de rota-
cao com eclipses de 31".
Capitana do porto do Maranho, 25 de Janeiro
de 1861.Hermenegildo Antonio Barbosa de Al-
roeida, capito do porto.
Pelo j'tizo dos feilos da fazenda se ha de-
arrematar no dia 7 do corrente. Onda a audien-
cia, um sitio em aberio, com casa terrea de po-
dra e cal, rom 4 janellas e urna poita na frente,
tendo esta 54 palmos e 21 de fundo, com cozinha
fura, avallada por 2009, sendo Oito sitio no lu-
gar do Rio Doce, e peohorado por execucao da
fazenda, eontra a viuva de I ir reino Jas Flix da
Rosa. Recife, 4 de fevereiro de 1861.Caetano
Pereira de Brilo, solicitador interino.
O padre Jos Lei te Pitan Ortiguei-
ra, jui de paz do primeiro anno do
primeiro districto da reguezia de S.
Fre Pedro Gonqalves, dar' audiencias
as tercas e sextat-ieiras as 10 hozas da
manhaa em cata de tua residencia na
ra da Cruz n. 19.
THEATRO
Em coeseqoencia de se nao achar convenien-
temente ensaiado o drama que tem desunir
scena em beneficio da actriz Isabel Maria Nonas
de Oliveira, fica transferido a mesmo benefeio
para sext.i-felra 8do correnle.
A beneficiada pede ao publico a necssarla des-
culpa.
CASSINO POPLMI

MAGESTOSOSALAO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado 9 de fevereiro.
A sociadade Cassino lem a honra do annuncar
ao respeilavel publico que dar no dia 9, um es-
plendido baile, espera grande concurrencia por ser
esta a poca em que a todos licito tomar parte
em sous folgares. A sociedade nio quer illudir o
publico cora grandes proraeasas e enfadonhosao-
nuncios e portanlo limita-se a dizer que f*rl
oarriO' couber no posSivet para que os bailes do
aeeioo nadi deixem a desojar e que nelles con-
tinu a reinar ordem, moralidade e respeito. A
sociedade lisoegea-se em ter relio a aCquisico d
um lindo gabinete ptico, no qual es- concurren-
tes Uro de apreciar os mais ricos quadros e caa-
fundir-sc a^nifUperfeill illusio cora a realldaj.
dopolc
i venda no p
oo dia do baile.
" Entrada pa
um
frente abasta, paa oaloadoa, aaxeHantea a
pdr^r 01 rreMmaolo a hoT m.; para p^
i*to e paisajjMtftt, tato-aa cora e-eapiao Joto
Aomoo 4* Silveixa, no armuetn de Augusto
rerreir* C roa da Lapso. 4.
tagua por aatas dias a brlgua>S. Manuell; pa-
ra a resto da eargaapaaaagwroa, paca a qua taaa
quem for seu dono, coas pareja paM Bgaataria-
Welegacia, que pronodo a paste qae BtWTwm o capillo na prata."
iaaaa, ttata-aa eoaa oaaa-
a taita, ata


m
MAMO 01 PWUUMIUCO. QU4HTA FEIRjV* m..PBfMO|0-DB4Hl.
Para o Aracaty
seguir brevemente o hia te'nacional Sanl'Anna;
para o retanle do seu carregamento e passagei-
ros, trata-se com Gurgel Irmaos, en sen escrip-
torio na ra da Cadeia do Recife, primeiro an-
dar n. 28.
Para
Riode Janeiro,
o veleiro e bem conhecido brigue escuna Jovem
Arthur, pretende seguir com muita brevidade,
lera dous tercos de sua carga prompla: para o
resto que Ihe (alta, trata-se com os seus consig-
natarios Azevedo & alendes, no sou escriplorio
ra da Cruz a. 1.
MA
Rio de Janeiro
o bem conhecido e veleiro brigue nacional Al-
mirante pretende seguir com muita brevidade,
tero parte de sua carga prompla : para o resto
que lhe (alta, trata-se com os seus consignatarios
Azevedo & Mendos, no seu escriplorio, ra da
Cruz n. I.
Para o Rio de Janeiro
segu nestes dias por ter mais de meio carrega-
mento a bordo o palnabolo Artista ; para o
resto e escravos a frete, trata-se com Caetano Cy-
riaco da C. M. & Irmao, ao lado do Corpo Santo
numero 25.
Para Lisboa
sahir com brevidade o brigue porluguez Bella
Figueirtnse, capito Jos Ferreira Lessa ; para
carga e passageiros, para os quaes lem excelleo-
tes commodos, trata-se com os consignatarios F.
Sevehano Rabello & Pilho, largo da assembla
numero 12.
Para o Rio Grantlo do Sul pelo
Rio de Janeiro
segu com muita brevidade a veleira barca na-
cional Thereza I por ter ja alguma carga a bor-
do, e parte engajada : querh quizer carregar, di-
rija-se a Bailar & Olivara, ra da Cadeia do
Recife n. 12.
Para a Bahia segu era poucos dias o palha-
bote nacional Dous Amigos, tem parle de sua
carga engajada; para o resto, trala-se com seu
consignatario Francisco L. Azevedo, na roa
da Madre de Deus n. 12.
gam
O hiato (Santo Amaro recebo cacga a frele : a
tralar com Caelano Cyriaco da C. II. & Irmo, ao
lado do Corpo Santo n. 25.
Quinta-feira7 docorrenle.
O agente Evaristo autorisadu pelo* despachos
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito e especial do
commercio de 31 de Janeiro e 1 de fevereiro,
far leilo em seu armazem n. 22 da ra do Vi-
gario, das dividas de Fulgencio Jos do Oliveira
e Miguel Comes da Silva a requerimeoto de Fer-
reira & Martins e outros, sll horas do dia ci-
ma mencionado.
Avisos diversos.
ALERTA
Entrado domingo,
O Julio estaa ra do Imperador n. 44, pri-
meiro andar por cima da botica, onde os rapa-
zes poderlo achar um grande sortlmeoto de ves-
tuarios tanlo a carcter como a phantasia lodos
novos e por pequeos precos, apparecam para
cerlificarem-se.
QtcsocUco Tnpog vapulea
}3cvtfamhucatta.
Hoje, 6 do correle, haver sessaO extraordi-
naria da assembla geral s 8 horas da noite.
Convido portauto aos Srs. socios effectivos que |
se oignera de comparecer a esta sessao, vislo lar
de tratar-so de negocios de alta importancia ]
Secretaria da Associaco Typographica Per-
nambucana, 15 de Janeiro de 1861.
Je venci Cesar,
Io secretario.
cai-
cai-
0 advogado Dr. Manoel do asciracnto"
Machado Pcrlella pode ser procurado para
os negocios de sua profissa, das 9 s 4
horas da larde, em seu escriplorio no pri-
meiro andar da casa n. 83 da ra do Im-
perador.

de
Publicacao litteraria.
VaiTiestes dias entrar no prelo um drama de
cosluraesem 4 actos, intitulado Culpa e Arrepea-' dm% mintm k;,;^.
Amento, por J. G. de Bastos, que sahir i luz aPa^at0* ChimtCOS, e Uin
acompanhadodeumjuizo criticodo Illm. Sr.! numero de ODJectOS relativos
Dr. Jos Soares de Azevedo.
O autor lcar summamente grato a todas as
pessoas que com a sua assignatura se dignarem
auxilia-lona publicacao desta obra, sua primeira
e acariada produccao, conOando que o publico
benvolo Ihes prestar favoravel
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3$
Tira ratratos por 3
Tira retratos por 3$
Tira retratos por o
Tira retratos por 3$
Tendo recebido um sortimento de
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande saloda ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. W. Usbiin, o retratista america-
no tem recentemente recebido um gran-
~ e variado sortimento de caixas, qua-
grande
. .arte.
Como tambero um grande f ornea men-
t de caixas para retratos de 3#000 rs.
cada ura, as pessoas que desejarem ad-
quirir conhecimentos pratiecs na arte
uenevoio ines prestar favoravel acolhimenlo !j ---------? praiivw na arir
Para as assignaturas existom prospectos no Ga-|de retratar acharao o abaixo assignado
rs, 5.s: sazr t lac: rmpt<> ,ob co"di^ *>*
Souia 4C, Miranda & Va'scoceHs e Guiar
k Oliveira.
O brigue nacional Encantador, a chegar por
es'.es dias do Rio de Janeiro, seguir ao mesmo
porto com muita brevidade, para cargas
sageiros trata-se na rus da Cruz n 45,
torio.
e pas-
escrip-
Seguo nestes dias o palhabole Garibaldi, tem
parte da carga prorajl i: a tratar com Tasso Ir-
osos.
o Rio de Janeiro
pretende seguir no dia 31 do co'rrente mez a bar-
ca nacional Rio de Janeiro; para carga miuda,
e passageiros, para o que lem muilo bons com-
modos, e escravos a frete, trata-se com Anlunes
C'uimaraes & C, no largo da Assembla n. 19.
C01FANHI.4 FEIMMBICAY4
DE
Navegado cosleira a vapor
O vapor lguara33&, commandante Moreira, se-
gu yiagem para os portos do norte at a Granja
no dia 12 de fevereiro s 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 6 ao meio dia. Encom-
iendas, passageiros e dinheiro a frete at o dia
II s2 horas da tarde. Escriplorio no Forte do
Mallos n. 1.
Aracaty e Ass
O prego de cada exomplar la
da entrega.
CamargoSilva,
razoaveis.
Os cavalhetrosesenhoras soconvida-
pagos no acto j dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
; ra examinarem os specimens do que
cima ca anunciado.
2K>!?n. sita na ra do Crespo n. 1, junto ao arco de San- Magdalega com excellentes commodos para urna
lo Antonio, pedem aos devedores daquella firma &r.ande familia, ptimo banho no fundo : na ra
que por obsequio venhara salisfazer suas conta D,rei,a n- 3-
aflm de evitar que sejaro procurados. i 4 H^naTir.
O abaixo assignado faz publico que o an- AlieilCilO.
teSVue cC."m w0.'8"08 d6.3 6t d0 corren-' ?n8on>"- com perfeicia e aceio. e promp-
ia Jos Joaquim de Abreu, nao se Udao : na ra da Mangueira n. 5.
Gouvea & Filho com casa de consig-
nacOes novamente estabelecida nesta
praca, avisa m aos seus committentes e
ao publico em geral, que podem ser
procurados a qualquer hora do dia em
seu escriptorio na ra da Cadeia do Re-
cife n. 3, primeiro andar.
Aluga-se o sobrado de 2 andares e sotao :
da rna da Imperial n. 109, a fallar na ra da
Aurora n. 36.
COMPJM0A
ALLIANCE,
estabeecida em Londres
sp m im.
CAPITAL
Cinco mittioes de Ufcras
stcrUnas.
Saunders Brothers Si C. tem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, propietarios
de casas, e a quem mais convier, queesto ple-
namente autorisados pela dita companhia para
eflectuar seguros sobre edificios de lijlo e peJra,
cobertos de telha, e igualmente sobre os objeetos
qua contiveremos mesmos edificios, quer consis-
ta em nobilia ouem fazendas de qualquer qua-
lidade.
Banhos econmicos!!
Na casa de banhos do pateo do
Carmo.
nesie esiaDeiecimento (alem dos banhos i co-
mmJi".? OrD^er dor* em ". Jo? -.Tor
commodo do publicobanhos
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic Gautier, cirurgiio dentista, faz
todas as operaces da sua arte e colloca
| denles artificiaos, ludo com a superiori-
P dade e perfeigo que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos denlifricios etc.
econmicossero
aUurnie?"C0,nt0,,* ^-cu e .oTp^oTTe
Fraociseo Pinto de Penaoeos, subdito por-
tujraez. val a Europa.
Perdeu-ae uma carreira de algibelra. de
raarroquim erte, i usada, nlo contioha dinhei-
ro, o somenie algum papel ; qaem a ver acha-
I quePr1cVbne,r.e?;:,t "' >"* -< B"VSU Z U>
-.T p.r.?ci"*M < uma criada para casa de pou-
ca familia, qua saibj eogommar, coziohar e la-
guintes
1 baoho avulso
7 cartoes para banhos
jfrio 320 rs.
i momo 400 ra.
Ifriosi rs.
(momos 2)500.
30 banhos consecutivos fros ou mornoa 5#.
Mudanca de esta-
belecimento.
Jos Moreira Lopes avisa aos seus amigse
freguezes desta e de outras provincias, que mu-
dou o seu estabelecimento de fazendas que tinha
no sobrado amarello da ra do Queiraado, para a
loja e armazem quefoi dos Srs. Santos & Rolim,
onde lem o mais completo e variado sortimento
de razeodaa de todas as qualidadea para vender
em grosso e a retalho por precos muito baratos
ra do Crespo, sobrado de 4 andares n 13, e ra
do Imperador, oulr'ora ruado Collegio. sobrado
de um andar o. 36.
escrava \ na ra da Caixa
14 a 10 an-
ua ra da
AUncao.
Hiate Dous Irmaos, sabe na presente semana,
anda recebe carga.
Leiles.
LILAO
DE
Bois, vaccas, c-
vanos e carrosas.
O agente Hyppolito da Silva, auto-
risado pelo Sr. Antonio Leite. fara' lei-
lo de 7 bois mansos, um quartao, uma
vacca prenhe que da' 7 li'2 garrafas de
leite, um cavallo para sella, 1 burro, 1
carroca nova com eixos e rodas paten-
tes, 1 dita para um boi ou cavallo:
quarta-feira 6 de fevereiro as 11 horas
da manha, no seu armazem da ra do
Imperador n. 33.
Importante
LEILAO
enlende com Jos Joaquim Gomes de Abreu
Antonio Caelano da Molla, subdito nortu-
guez, retira-se para as provincias do norte!
/~ i. !8a"?e de uma aa,a Para engjmmare
coz.nhar, lambem se recebe uma orph! ou so-
nnora do bons coslumes que queira prestar al-
Novaner'QS Uma PeiUena famili^; na rua
ror7n!^rr.aa!nJrKnd^UadaAU-
Camargo recentemente estabelecidos rom loja de fazendas
AnloHd0,CreSPOi.D- 1'hJUd1 a" co de lano
Antonio, teem a honra de convidar aos senhores
vu1tS0reS' "."i0, da P"a como d0 to a
visitarem seu estabelecimento aum de sorlirei- '
i se de boas fazendas por prejos mui razoaveis '
| dos Uaes aqu eslao alguns : chitas francezas de'
muito bom panno, cores flxas. a 210 rs. o cova-
do. velbulioas lavradas imitando velludo a600'
rs. o covado, sedas de qnadrinhos a 640 e 800 rs I
ocovado, grosdenaple de cor com algum loque a
1* o covado, camisinhas de cambraia parase-'
nhora a 1, ricos cortes do vestido de seda com !
algum toque, muito barato, cassas, orzandvs '
chales de diversas qualidades, enfeites de cabec
de H a 5, luvas de seda enfeitadas a 1 o par
e outras multas fazendas que se raoslraro od-
portunamenle. e
Hotel inglez.
O cnsul de Franga sendo pela morte da fioa-
da M. Marmier, conhecida nesta pra?a como M
Dubois, incumbido de realisar a parte que a dita
senhora lioha no hotel inglez, convida as pessoas
que lem cootas a receber da dita senhora ou do
inesmo hotel, de as apresentar no consulado
francez no prazo de 10 dias da data deste para
seren reconhecidas : outro sim roga as pessoas
que se acham devendo aodilo hotel ou a M Du-
bois o favor do mandar pagar as respectivas'con-
las ao referido cnsul no mesmo prazo de 10 dias-
as pessoas que desejarem comprar o dito hotel
dereno dirigir-se para tratar do ajuste ao supra-
dito cnsul. Pernambuco 5 de fevereiro de 1861
A. L. Delouche vai Europa em compa-
nhia de sua senhora e tres fjlhos menores.
Precisa-so de uma ama : na travessa do
Rosario n. 14.
precisa-se
aliancada.
Na rua larga do Rosario n. 36,
alugar uma preta, sendo de conducta
para lodo o servico.
Precisa-se de um negro psra todo o servi-
5 *? uma padaria : na rua das Cincos Ponas
n. 98.
Precsa-se compnr ou alugar um prelo
que saiba cozinhar em fofa de Portas, rua do Pi-
lar n. 143; na mesma precisa-se de um caizeiro
que enenda de taberna, e que d fiador a sua
conducta.
Precisa-se de um criado para fazer o servico
necdssarioem uma cocheira, prefere-se caplivo,
e paga-sc bem ; a tratar na rua do Queimado
numero 51,
Traspassa-se o arrendamento do engenho
Novo de Iguarass, e vende-so a saTra e todas as
lavouras que existem. O engenho bom de la-
vouras e lem bons terrenos e matas, perto do
embarque, pode safrejar 1,000 pies e mais,
bom de passadio ; o rendeiro faz o traspasso por
querer comprar outro : os pretndanles dirijam-
se ao dito engenho que achara com quem tratar.
Aluga-se um armazem no caes de Apollo n!
7, com bastantes commodos para qualquer esta-
belecimento, tendo embarque : a tratar no oafeo
de S. Pedro n. 6. v
Precisa-se de uma que cosinhe e engomroe
para uma s pessoa, na rua do Rosario estreita
casa n. 20 segundo andar.
Precisa-se de uma pessoa para feilor de um
siiio que trabalhe, de preferencia de 40 annos
para cima, a tratar na rua da Cada do Recife
n. 54.
Na raa da Cada do Recife n. 54 existe uma
carta para o Sr. Frei Antonio Pinto das Dores
Tartaruga e uma para o Sr. Caetano da Silveira
Amaral e Dr. Augusto Lamenha Lins.
O Dr. Casanova
pode ser procurado todos os dias em seu
consultorio especial homeopathico
30Rua das Crazes-30
Neste consultorio tem sempre os mais
novos e acreditados medicamentos pre-
parados em Paris (as tinturas) por Ca-
tellan e Weber.por precos razo/veis.
Os elementos dehomeopalhia obra, re-
commeodada intelligencia de qualauer
pessoa. '
Jos Antonio dos Sanios, subdito brasileiro
vai a Europa.
I Dentista francez. g
@ Paulo Gaignoux, dentista, rua das La-
ngeiras n. 15. Na mesma casa tera g
Z agua e p denfico. g
MOA
TRAVESSA DOS PIRES
JOSEPII GROSJEAN
Joseph Grosjean previne ao respeitavel pu-
blico e em particular os seus freguezes, que ten-
do voltado de Franca, lomou novamento conla
da sua oUiclna de ferreiro, sita na travessa dos
Pires, e queso echa prompto para qualquer con-
cert de seu officio : as pessoas que quizeretn
honra-lo com sua cooanga, acharao o seu esta-
belecimento muito bem sorlido de ferros do toda
quahdade para os carros, e tambem ura bonito
sortimento de
Lanternas para carros,
Couros e vaquetas de lus-
tre,
e outros ornamentos necessarios para carros lu-
do de superior qualidade, e mais barato do que
em qualquer oulra parle, por ter sido todos es-
ses objeetos comprados a dinheiro vista, em
casa dos melhores fabricantes de Pars.
y*r, preferndo-se
Q'Agua n. 06.
Precisa-se de um calxeiro da
noa, que tenba pratica de taberna
Florentina n. 32.
Fogio da refinacao da rua do Bruna o prato
francisco, fulo, alto, secco do corpo. pernas fl-
us, tem cravos na sola dos ps, representa ter
2U annos de idade, sem barba, muilo pacboia e
regnsta, crroulo, quaodo ae ri di uma garga-
ln*>. eoatuma iotitular.se por forro, costuma
andar de camisa de meia por baixo de oulra
branca ou azul, levou sapa toes, calca branca e de
cor, camua de laa encamada aberta pela frente
do i?" Ug' na D0i,e d0 dia n d 8neiro
S? bSRi.?.nno : ?* eteT" toi >Pdo ao
b o da rm "' Cava,canl[ Lina em 17 de dezem-
...?n,fi a Pr,sso o biio assignado roga s
ser o M.t.B!i1iP-,;,0aV PP^ensao do dito
escravo, e leva lo a dita reflnacio. ou mandar dar
d7oeesDcaravoM,DaemqUal,lUe^ar{6 *"* "4""
Precisa-se da quanlin de 500*. pagando-se
um juro vantajoao e dando-so em hypotheca um
excellrnle escravo.
4enco.
Vende-se ama taberna na Capunga Velha pro-
pna para qualquer principiante por ter poucos
fundos : quem pretender, dirija-se a mesma ta-
2Ea nV ou. ,ambeai se permuta pUr oulra que
;JsaCrraabb.0.d3esdgena.a,Mm0 ^ >* M P"*a 0tt
Vende-se ura boi com carroca, tu do bom
novo ; na ruada Esperanca ou Caminho Novo do
bairro da Boa-Vista n. 45.
j."^Ve^de'5a CMa arrean. 17, sita
da B.ca dos Quatro Cantos : a traUr na
Bomfim. em casa de Joaquim de Sanl'Anna.
c mnt!.? e*Uma prela Pr P"So commodo. e
> motivo se dir ao comprador :
na rua
na ruado
da Cadeia do Recife n _
SaBlo, loja de cabos n. 21.
. ~" Vende-se um prelo de
a tratar na rua
52, ou na praja do Corpo
nagao, ptimo co-
.- m pieiu ue nacao, ptimo co-
SSf^0 : nos Afogados, rua do S. Miguel o. 13.
Na rua do Queimado n. 49 precisa-se de uma
ama para comprar e cozinhar para casa de ho-
mem solleiro.
Aluga-se o 2 andar da casa n. 14 da rua
das Larangeiras : a tratar na rua Nova n. 20.
CASA DE SALDE
DOS
' %
Aviso.
DE
MOVIS.
Quarta-feira 6 do corrente.
Anunes far leilao por conla e risco de quem
pertencer no armazem da rua do Imperador n
17,-defrontede S. Fraociaco, de reos e variados
movis para uma caaa de familia, grande porcao
de cadeiraa avulaas do diflerentea qualidades
mesas elaaica, oas, marquezu anuiloa ou-
tros objeetos indiapenst??*** a ama aala, tdo
em reserva Je preeo, s X Jwras em ponto,
O abaixo assignado declara ao respeitavel pu-
blico que de hoje em diante deixa de uma vez de
fazer transaccoes sob penhores, como j por cer-
tos motivos lioha deixado de o fazer, cepcio
de algumas pessoas a quem por araizade tem ser-
vido, prevenindo-as, que da presente data em
diante por forma alguma jamis a isto se presta-
ra : e ao mesmo lempo roga aos donos de al-
guns penhores que lhe restara, o favor dos res-
gatar quanto anle3. porque nao lhe convera te-
\oJ0T .raau temP- Recife 5 de fevereiro de
lool.Hauoel Cypnano Ferreira Rabellp.
Precisa-se de uma ama para o servico de
pequea familia, e que compre : na rua larga do
Rosario, loja de charutos n. 30.
Precisa-se de uma ama forra ou captiva,
que saiba cozinhar e eogommar, para uma casa
de pouca familia : na rua da Praia n. 9.
Constando ao abaixo assignado que sua r-
maa D. Mara Margarida Cameiro da Cunha ven-
der a escrava Luzia, na qual temo abaixo assig-
nado parte, isso por sugestoes de uma cria de
casa de nome Jos Eleuterio, vem protestar o
mesmo abaixo assignado pelo presente contra a
referida venda, e declarar que pelo juizo compe-
tente vai tralar da reivindicarlo da dita escrava.
Olinda 4 de fevereiro de 1861. Antonio Jos
Victoriano Borgea da Ponseca.
Quem quizer mandar cozinhar em alguma
casa particular, diriia-se a camboa do Carmo nu-
mero 38.
Pela delegada do Cabo se faz publico que
se acba recolhido cadeia o escravo de nome
Manoel Joaquim, o qual diz pertencer a Joaquim
de S Cavalcanli, aenhor do engenho Jardim. fre-
guesa de Iguarass.O delegado.
Joa Pereira Teixeira.
Algum senhor estudante da academia que
quizer morar em uma casa de familia, indepen-
dente da mesma, dando elle bom conhecimento
de sua conducta moral e civil, e at nao se du-
nda a auppri-lo com a comedora
tender, diriia-ae a eeta typogrphia
cara quem faz este trato.
Precisa-se de um caixelro para uma c
de negocio fra desta praca, sendo de idade de
12 a 14 annos; a tratar na raa da Cadeia do Re-
cife. loja n. 26.
Compram-se Diarios em porcao a 3/J00 a
arroba ; na raa Direita n. 78, reflnacio.
O Sr. Luiz Bernardino da Costa queira di-
rigir-se ao escriplorio de Domingos A. Uatheus,
na rua da Cadeia do Recife o. 51, paca receber
uma carta rinda da Baha, pola jgnora-se a aua
manda,
U JuSa SiJSlHUS & SSif a
Sita em Santo Amaro'.
Esteestabelecimentocontinua debixoda administrarlo dos pro-
prtetarios a receber doenles de qualquer natureza ou cathegoria que
seja.
O zelo e cuidado all empregados para o prompto restabelecimen*
to dos doentes e geralmente conhecido.
Quem se quizer utilisar pode dirigir-se as casas dos propietarios
ambos morsdores na rua Nova, o u entender-se com o regente no esta-
tabelecimento.
Reforma de presos.
Escravos. .....
Marujos ectiados, ....
Primeira classe 3|( e. ,
As operac,<5esserSo previamente ajustadas.
2$000
2$500
3J500
; quem pre-
que ae indi-
CONSULTORIO
DO
MED RO COPAR TEIE OPERADOR.
3 RUADAGLORIA9CAyiDOFUHD03
Cliniea ^or ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manhaa, e de tardedepois de 4
horas. Contrata partidos para curar annualmente, nao s para acidade, como para o ensenos
oo oulras propriadades ruraes.
Os chamados devera ser dirigidos sna casa at is 10 horas da manha e em caso
de orgasMM outra qualquer hora do dia oo da ooite, sendo por eseriptoem que se declare
o nome da pessoa, o da rua e o numero da casa.
Nos casos que nao forero de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife oo-
remetter seos bilhetes i botica do Sr. J. Sounn & C. na roa da Crox, ou' loja do
do Sr. Jos Nogoeira de Sooza na rua do Crespo ao p da ponte velha.
Nesaa loja e na casado anuuncianteaehar-se-ha consuntemente os mamares medica-
mentos homeopathicoa ji bom conhecidos e pelos presos seguales:
Botica de ti lobos grande............ 10*000
Dita de 24 ditos........;........15*000
Dita de 86 ditos. ... 7 ........... ^ 209000
Diu do 4i ditos................. 259000
Dita daeoditod................. 809100
Tubos avuUoacada um......... 19000
Fraseos de Untaras. i............ 2mo
Manual de madieuia homeopaihica polo Dr. Jahr, tra-
duwdo em porluguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia ato., etc. .......109000
Medicina domestioa do Dr. Hering, eojn dicdtraario. lOfOOO
lajariono do Dr. MeUo Maraes. ni,.|H 6900f
dorio
litros
3Rna estreita do Rosario-3 I
j Francisco Pinto Ozorio continua a col- ft
$ locar denles artiflciaes lano por meio de Oa
^ molas como pela pressao do ar, nao re- A
Bj, cebe paga alguma sem que as obras nao Z
jj fiquem a vontade de seus donos, tem pos 2
j e outras preparacoes as mais acreditadas Z
g, para conservarlo da bocea.
Quem quizer comprar um bom
escravo, dirjase a rua Direita n. 7, es-
cada pela rua da Penba, primeiro andar.
Precisa-se de um porluguez para criado
que tenha pratica de montar a cavallo, e que te-
nba 12 a 13 annos de idade : a tratar na loja do
Passeio Publico n. 11.
Aluga-se um pequeo sitio na Soledade, na
rua de Joo Fernandes Vieira, com excellente
casa de moradia, cocheira e estribara para dous
cavallos equarlos fra para escravos : quem pre-
tender e o quizer examinar, achara as chaves do
mesmo na casa contigua ero que mora a Sr. Fe-
meley, a tralar na rua da Cruz n. 2, armazem
de Isidorio Hallyday & C.
Veneral contraria de Santa
Rita de Cassia.
A mesa regedora da confraria de Santa Rita
de Cassia, convida a todos os seus charissimos
irmaos para comparecerem no dia 13 do correte
mez pelas 2 horas da tarde no consistorio da
mesma confraria, aflm de acompanharem a pro-
cissao de Cinza.
Consistorio da veneravel confraria de Santa
Rita de Cassia, era 4 de fevereiro de 1861.O es-
crivo, Joao Pedro de Jess da llalla.
Eu abaixo assignado faco sciente ao corpo
do commercio que deixei de ser caixeiro dos
Srs. Castro Houra S Goncalves desde o dia 31
prximo passsdo ; e ao mesmo. tempo agrade-
cendoo seu bom tratamento que roe deu o dig-
no socioJos ourenco Goncalves, durante tres
annos.
Joaquim da Silva Boa-Vista.
Consultas medicas.
Serio dadas lodos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escriplorio, rua
da Cruz n. 53, desde as 6 at aa 10 horas
da manha menos aos domingos sobro :
1. Molestias de olhos.
2." Molestias de coraco e de peito.
3." Molestias dos orgaos da geranio e
do anus.
O exame dos doentes ser feito na or-
dem de suas entradas, comecando-se po-
rm por aquellea que sonreren dos
olhos.
Instrumentos chimicos, acsticos e p-
ticos sero empregados em auas consul-
tares, e proceder com todo rigor e pru-
dencia para obter certeza, ou ao menos
probabilidade sabr a sede, natureza e
causa da molestia, e dahi doduzir o plano
de tratamento que deve deslrui-la ou
curar.
Varios medicamentos serio tambem
empregados gratuitamente, pela cer-
teza que tea de sus verdadtra qualidade,
promptidao em seus effeitos, e a necean-
dade do seu emprego urgente que se usar
delles.
Praticar ahi mesmo, ou em casa doa
doeatea toda e qualquer opera;o que
julgar conveniente para o restabeleci-
menlo dos mesmos, para cuio Ora se acha
prvido de uma completa colleccao de
instrumentos indispensavel ao medico
operador:
*^ NA LOJA
Encyclopedica
DE
Guimardes & Villar.
[Rua do Crespo numero 17.J
Vende-se fazendas de superiores qua-
lidades egostos por precos incriveia:
Chapeos de seda para senhora brauces e
de cores a lf.
Dltooo de dUos de cores e br>ncos
Ditos de palha ticamente eufeitados a
289 e 4(XJ.
Riquissimos corles de cambraia branca
bordados a 359.
Ditos ditos a 20.
Laas de Garibaldi em corles com 25 co-
vados a 10;).
1 Cassas a Garibaldi e outros delicados
1 gostos a 700 rs.
Cassas miudas superior fazenda de cores
flxas a 260 rs. o covado.
Laas de todas as qualidades a 3S600 rs.
rt". e e,le8' 8,hiJ" de baile riquissimas.
timas francezas de todas as qualidades.
s>edas de quadrinhoa e gros de todas as
cores.
Cambraia branca da China com palmas de
9 varas cada pega a 6fl50O.
Saias bales de 30 arcos a 5.
Chales de louquim brancos e outras qua-
lidades de chales finos.
Cambraia bordadas a mi a peca a 24.
Saias bordadas e de fuslio.
Sedas do cores e pretas de S saias borda-
das a velludo em cartoes ultima moda
de Paris.
Espartilhos de molas.
Grande sortimento
de roupas feitas. sobrecasseas, palelota,
colletea. calgas.camisas e seroulas, meias,
grvalas ele., etc.
Calcado Moli" ultmame! '.e chegado de
Pars.
Neste eslabelecimeolo encontra-ae
grande sortimento de fazendas de to-
das as qualidades proprias para senho-
ras, homens e meninas e seus precos
saoadmiraveis.
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender en
eu armazem, na praca do Corpo Santo n.ll
alguns pianos do ultimo gosto recentiment
ehegados dosbem conhecidose acreditados fa-
bricantes J. Broadvrood di Sonsde Londres
muito nroprioaoara este clima
O
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ce
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ce
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Si
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9
O*
S2

cobertos e descobartosr poaaeoH t graneas, de
ouro pataote ingles, para homaro a senhora it>
um dos melhores fabricantes de Liverpool, vln-
dos pelo ultima paquete inglez : em casa da
SoBibaUMaUaffdtC;


imawo mmmmco. ** w**j '**** m^sy*ww o*.im.
w
] O EXTRACTO
** COMPOSTO DE
SALSA IPRRDLHA E)@ R. T@W1NINE)
MELHORADO E FABRICADO SOB ADIBJECCAO* DO DR JAMES R. CHILTOf,
____^^ I mico e medico celebre de New Tforlt
GRANDE SUPERIORIDADE DO EX-
TRACTO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo -seo extraordinario
e qaasi miraculoso effeito no
sangue.
Cadt un sabe que a saude ou a infermidade
depende directamente do estado dasie floido vi-
tal. Isto ha de ser, visto o partido importante
que tern Da economa animal.
A. quaulidade do sangue u'um homem d'es-
ta tura mediana est avallada pelas as primeiras
autoridades era Tinte e oito arralis. Em cada
pulsagao duas oncas sahera do corago nos bofes
e dalli todo o sangue passa alera no corpo huma-
no em menos de qdatro minutos. Urna dis-
posjeoextensiva terasido formada e destinada
com alrniravel sabedoria a destribuir e fazer
circular esta corrente db vida por todas as
partes Ja organisacao. Des te modo corre sem-
pre palo corpo em torrente, o qual a gran
foate de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se emprenha
de materias ftidas ou carrornpidas, diffunde
con vslocida.dk ELCTRICA a corrupeo as
mas remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno lanca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veias, e pelos vasos capillarios,
at cria orgao e cada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneira
a cireulaco evidentemente se faz um engeniio
poderoso de doenea. Nao obstante pode tam-
ben obrar cora igual poder na eriago de saude.
Estivesse o corpo infecionado da doenc.a maligna,
ou local ou ?eral, e situada no systema nervoso
ou glaniuloso, ou muscular, se smente o san-
gue pola faxer-se puro e saudavel ficar superior
a do>n;a e ioevitavelmente expellirda cons-
tiateo.
O granie raanancial de doenca ento como
d' aqu consta no fluido circulante,e nenhum
rnaiicamentoque nao obra directamente sobre el-
le para purificar e renova-lo,possuealgum direi-
to ae cuidado do publico.
OsANGUBl O sangos o ponto no qual
se ha mysler finar a attenc,o.
O ORIGINAL E O GINUINO !
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na cidade de
Cada garrafa do original e
exterior de papel verde
No esarip torio do propietario, 212 Broadway,
em na botica da na Direita n. 88 do Sr. Pranos.
New-York,bavemos vendido durante muitosan-.H ASKELL 4 MERRICK, 10 Gold Street.
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, consideramo lo ser o extracto original e ge-
nuino de salsa parrilha do Dr. Townsend. o
qualprimeiramente sob este nome foi apresoa-
lado ao publico,
BOYD PAUL, 40Cort!andtStreet.
WALTER.B TOWNSEND Co, 218 Pearl
Street.
LEEDS& HAZARD, 121 Maiden Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F. TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAM & Co, 10 Od Llip.
OSGOOD & JENNINGS, 188 PearlStreet.
R.B. HAVILAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACK.SON, R0BINS& Co, 134 Water Street.
THOMAS & MAXWELL, 86 William Street.
WM. UNDERHILL, Junr, 183 Water Street.
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOL, CLAY & Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M KFSSON & CO, l27.Msiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFELIN, BRUTHER & Co, 104 &
106 Jobn St.
LEWIS & PRICE. 55 PearlStreet.
HAVILAND, KEESE & CO, 80 Maiden La-
na.
RUSHTON, CLARK & CO, 110 Broadway,
10 Astor.
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
PHILIP SCHIEFFELIN & CO, 107 Water
Slreat.
POU PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Street.
RUST <& HOUGHTON, 83 John Street.
I. MINOR & CO. 214 Futon Street.
INGERSOLL & BROTHER, 230 Pearl Street.
JOSEPH E. TRIPPI, 128 Maiden lae.
GREENLEAF & KLNSLEY, 45 Corllandt
Street.
HAYDOCK, C0BLIES& CLAY, 318 Pear
Street.
CUMMING & VANDUSER, 178 6reenwch
Street.
B. A.FAHNESTOCK & Co. 49 John Street.
CONHECEMOS A ARYORE E SUASFRU-
. TAS i
B IGUALMENTE
Conhecemos um Medicamento nos seus Effeitoi'
O extracto comporto de Salea parrrlha do
Dr. Townsend est
0 MEDICAMENTO DO POYO''.
Adata-te to maravilhoaamente a constituido
que pode ser utilisado em quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E' DEB1L1DADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPCAO,
purifica;
ONDE HE PODR1DAO,
AL1MPA.
Este medicamento celebrado que to grandes
servicos presta a humanidade, prepara-se agor
na nova fabrica, na esquina das mas Fronte
Washington, Brooklyn, seb a inspecc.acdirecta
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chuln, da Cidade deNew-Yoik.cuja cer-
tido e assignatura se acha na capa exterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL (E GENUINO
EXTBACTO COMPOSTO DE SALSAPARR1LHA
DO DR, TOWNSEND.
O grande purieador do sangue
CURANDO
AHydbopesia.
AImpingb
As Ulcebas,
O Hheumatismo,
As Chacas
a ded1l1dade gebal
O Herpes
A Hertsipbla,
A Adstmcqaodo ven-
tee,
AsAlpobcas
Os Effeito* doazoc-
GUE,
Dispepsia,
As Doencas.dbfiga-
do,
ASDOENCASDE PELLB
AS BOBBDLBAS NA CA-
BA
As Tossesi,
Os Catarrhos, As Tsicas, btc
OExtraclo acha-secontidoemgarrafasquadra-
das e garante-se ser mais forie e melhor em to-
do o respeito a algura outro purificador do san-
gue., conserva-se em- todos os climas por cor-
lo sspaco de tempo.
assignatura e a certidiodo Dr. J.R. Chlillon, na capa
F0iHimiA8 te see*.
Acham-se a venda na livraria da praca da independen-
cia as, 6 e 8, as bem conhecidas folhinhas impressas ntsla
typographia
Folhinha de porta ou K ALENDA RIO eclesistico e civil para o
| bispado de Pernambuco.. *-....... 160 rs.
Dita de lgibeira contendo alm do kaleodario eeelesiasiieo e civil,
explicado das festas mudaveis, notieia dos planetas,
tabellas das mares e nascimento e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio;
ditas do sello ditas do porte das cartea; ditas
dos imposto? geraes, provinciaes e munieipaes, ao
que se juntou urna colleec.no de bellos e divertidos
_. jegoe deprendas, para en traten i ment da mocidad*. 320 n.
Dita alia .. contendo alm do kalendario eccleeiaeiico civil, expli-
cagao das fastas mudaveis, notieia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commercio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e munieipaes, ao que se reuni o
modo de eonfessar-se, e comungar, e os oficios que a
igreja eostuma celebrar desde domingos de Ramos, at
sexla-feira da Paixo, (em portugus). prec/>..... 320 rs.
Dita do almanak civil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao preco de:....... 19000
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e lizeram-se militas alteracoes, sendo a correc-
co a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias soffre mudan gas) acrescentando-se a nu-
meracao dos estabelecimentos con merciaes e industriaes ;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
que se deseja pela oceupaco do individuo de quem se quer
saber a residencia.
gennino extractu do Dr. Townsend tem a
New York, e em Pernambuco na ra da Cruz n. 21 escriptoric 1. andar, lam
CASA DE BANHOS
H0
Assignatura de banhos fros, momos,de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,......5 .
30 cande? ?>ra os ditos banhos tomados em qualquer tempo. .
15 Ditos dito dito dito i .
7
Banhosivulses, aromticos, salgados esulphurososaospregos annanciados
Estareduceio de presos facilitar aorespeiiavel publico ogozo dasvantagens que resultara
da frequenciadeum estabelecimenlo deuma ulidadeincontestavel,masque infelizmente nao
estando em nosso- hbitos, ainda pouco conbeeida eapreciadat
109000
15*000
000
4000
TABAC CAPORAL
Deposito das manufacturas imperiaes deran^a.
Esteexeelente fumo acha-se depositado, diretamente na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
JAMBO A DOC ARMO, o qual ae vende por mseos de 2 heciogramos a IPOOOe era porfo de
10 masaos para cima com descomo de 25 porcento ; no mesmo estabelecimenlo acha-se tambem
o verdadeiro papel de linho para cigarros.___________________________
-- Na (ravessa da ra
Arrenda-se um sobrado de 4 andares e ar-
mazem no Forte do Uattos, ra ou becco das
Boias, o qual tem boa vista de mar, excellentes
commodos e muito fresca ; aluga-se por anda-
res ou todo predio, o por preco commodo : a
entender-se com o proprielario na roa da Impe-
ralriz n. 53, segando indar.
Um mo?o Portuguoz, guarda-livros de urna
casa commercial, dispondo de algunas horas,
nellas se oereco para fazer alguma escriptura-
Qo : quem precisar, deixe carta fechada nesta
ivpographia sob as ioiciaes I. A.
Precisa-se de urna ama que saiba engom-
mar: na ra da Imperalriz o. 40, lojt;
O Sr. Jeronymo Joaquim da Silva tem urna
caris na ra do Aatorim, armazem n.50.
O abaixo assigoado, leudo recebido as le-
tras que passou a um dos consenhores do nge-
nho Lefio, declara que contina a estar em vigor
o eeu aviso anterior com relacao ao Sr. Ernesto
GoucaWes Pereira Lima, que ainda se nao dig-
no devolver-me as que recebeu.
Joao Carneiro Lias Barradas
Deseja-se fallar aos Srs. seguintes: Senho-
rioho Marques GaUao. Vicente Ferreira Guaes
da Suva, Domingos Jos da Costa, Gaudeocio
Ferreira de Siqueira Mornes, Jos Balcebino Gon-
calves Lima, Joaquim Antonio Goncalves da Bo-
cha, Aotoaio Joaquim Brito de Oliveira. Jos
Telles Marinho, Maoool Joaquim Souza Vanos
e Vctor Barbosa da Silva a negocio de interes-
se: na leja de miudezas da na Direita o. 103.
O abaixo assignado dea procuracio bastan-
te ao Sr. Antonio de Paiva Ferreira para cobrar
as dividas activas da casa de Tbiago da Costa
Ferreira Estrella, por I he pertencer como consta
da arrematado feita peranle em audiencia do
Etm. Sr, Dr. jaiz especial do commercio e cons-
tara das coalas e relacao que o dilo Sr. Paiva
apresentari. Recite 1 de fevereiro de 1861.
Antonio Joaquim Vidal.
Aluga-se o terceiro andar da casa da ra
do Pilar o. 143, a qual tem vista para o mar e
muito fresca: a tratar na taberna por balxo.
Jos de Piano Borges val a Europa.
Rio Mu.
Constando a una pessoa residente no Rio
Granae do Norte naa margena do Rio Jak, que
nesta cidade ha um homem que deseja fallar com
alguem daquelle lugar, roga-se-lhe queira diri-
gir-* ra do Rangel n. W, que poder ter to-
dos os esclarecimenlos.
Aluga-ae a casa terrea por detraz da ma-
triz da Boa-Vista n. 14 : a tratar na ra da Flo-
rentina n 32.
Precisa-se alagar urna ama de leite prafe-
rmdo-ae eecrava : na roa Augusta n. 24.
Preciaa-se de urna ama boa cosinheira pa-
ra eaaa de dous mecos solteiros : na roa do Cres-
po lojan. 1.
. T flV*?^*9 fnnazea*. da roa da Floten-
tina n 10 e 12, com bastantes commodos, e pro-
prlos paca qualquar estabelecimenlo, com acie
de embarque, e bastante terreno; quem preten-
der dinia-se i ruajlo Apojl,|obtado n. 9.1
n^LA-,02a"?e ** **"* T 1 *
H! I u?Ul > *'< m*4* isllecdo
coMMBdedor UuaGoaMaFecreka.
das Cruzes n. 2, primeiro andar, contina-se a
tingir com toda a perfeico para qualquer cor, e
o mais barato possiret.
Alugam-se duas casas no lujar de Santa
Aona ra qualquer familia, tendo o banho perlo : a tra-
tar no pateo de S. Pedro n. 6.
AtteiNjo.
As peseoas que tivernm relogios para se con-
certar na roa Nova n. 2-2, e qne tem mais de seis
mezes ; facam o favor de vir busca-Ios no prazo
do 30 dias, sob pena de seren vendidos para in-
damuisacao dos colicortos.
Aluga-se um sobrado na na Bella n. M
sendo o I. andar e lambem um armazem no caes
de S. Francisco n.6; quem pertender dirija-se no
mesmo caes, armazem de pinho da esquina que
volla para a ra do Imperador.
O Sr. Jos Joaquim de Abreu
que no anno de 1859 esteve no Rio de
Janeiro, queira ter a bondade de ap-
parecer na ra da Cadeia do Recife n.
15, loja de Jos Leopoldo Bourgard,
que se lhe deseja fallar.
Na pra^a da Boa-Vista n. 14, acha-se urna
carta para ser entregue com urgencia e em mao
propria ao Illm. Sr. Manoel da Costa Camarate.
Lauriano Jos de Barros
participa aos seus numerosos freguozes desla ci-
dade e mesmo de fora, que acha-so regendo a
grande offlciua de roupaa feitas de Ges & Bas-
tos na ra do Queimado n. 46, onde pode ser
procurado a qualquer hora, pois est prompto a
desempenhar qualquer obra importante, pois
para iaso tem na mesma loja um completo sor-
timeoto.
A quem interessar.
OfTerece-se urna pessoa para fazer escriplura-
cao de qualquer estabelecimenlo poc partidas
smeles ou dobradas na ra do Queimado n. 33
se dir.
Bernardino Augusto Cesar declara quo se
ratira desta praca, e que segu no mais prximo
vapor com destino ao Rio de Janeiro.
Precisa-se alugar um moleque para levar
janlares para fura : na ra larga do Rosario, bo-
lequim n. 25.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
Jobston & C, ra da Senzalla Nova n. 52.
Aviso.
Francisco Jo* Regalo Braga faz scien-
te ao respeitavel corpo do commercio e
principalmente a seus devedores que
desde o 1* do corrente mez o Sr. Mar-
celino Jos de Andrade, deixou de ser
administrador de sua casa sita na tra-
vesa do Corpo Santo n. 25. Recife 1-
defevereiro de 1861.
Aluga-se a casa da praca do Cor-
po Santo onde foi o estabelecimento dos
Srs. Rostron Rooker & C. : a tratar na
travessa do Queimado n. 1, com Joa-
quim de Almeida e Silva.
ASSOCIAQAO
DE
Soccorros Mutuos
CONSULTORIO ESPECIAL IIOMEOPATHICO
DO DOUTOR
SABINO O.L. PINHO.
Ra de Santo Amaro (Mundo
Novo) n. 6.
Consullas todos os dias uteis desde as 10 horas
at meio da, acerca das seguiutes molestias :
1. molestias das mu Aerea, molestias das crian-
cas, molestias da pelle, molestias dos olhos, mo-
lestias ssphililicas, todas as especies de febres,
febres intermitientes esuas consequencias,
PHARMACIA ESPECIAL 110XBOPATIIICA '
Verdadeiros medicamentos homeopatbicos pre-
parados som (odas as cautelas necessarias, in-
falliveis em seus efTeitos, tanto em tintura, como
em glbulos, pelos precos mais commodos pos-
siveis
N. B. Os medicamentos do Dr. Sabino sao
uoicamente vendidos em sua pharmacia ; todos
que o forem (ora della sao falsas.
Todas as carteiras sao acompanhaJas de um
impresso com um emblema em relevo, tendo ao
redor as seguintes palavras : Dr. Sabino O. L.
Pitillo, medico brasileiro. Este emblema posto
igualmente na lista dos medicamentos que se pe-
de^ As carteiras que nao lerarem esse impresso
assim marcado, embora tenham na lampa o no-
me do Dr. Sabino sao falsos.
Almanak social
DA
Provincia de Pernambuco.
Esta obra, exprc-ssamente dedicada s corpora-
;oes sociaes desta cidade, contm alm do ca-
lendario dos mezes a resenta nistorica de to-
das as sociedades populares, artsticas, commer-
ciaea, litterarias e scientiOcas de Pernambuco,
seguida do quadro desuas acluaesadministiacoes
e da lista alphabelica de seus respectivos mem-
broa effeciivo.o, honorarios, etc. E'de suromo
interesse s classes associadas. Est impressa
com nitidez em bom papel e excellentes lypos, e
a venda na livraria Universal, ra do Imperador
n. 54, o na livraria Econmica, ra do Crespo,
confronte ao arco de Santo Antonio, a IgOOcada
exemplar.
Traspassa-se o aluguel de urna casa terrea
no bairro da Boa-Vista, de 258 mensaes, com a
condico de pagar-se urna pequea bemfeitoria e
de comprar-se urna mobilia de Jacaranda que
nella existe, composta do 12cadeiras. 1 camap,
2 bancas cora pedra, 1 mesa de mcio de sala e
oulra de jantar, tudo em muito bom estado : a
tratar na ra dos Prazeres n. 30, de manh&a at
as 8 horas, e a tarde das 4 em dianle.
Aos pais de familias.
D. rsula Alexandrina de Barros, directora do
collegio de Santa rsula, competentemente pro-
visiooada pela directora geral da inMrurco pu-
blica, tem a honra de prevenir ao respeitavel pu-
blico, e principalmente aos pais de suas discipu-
lar, que desde o dia 15 do corrente se acbam
abertas as aulas do seu collesio ; o qual se acha
por ora estabelecido na ra Furmosa, sobrado
nurrero 15.
A mesma directora approveila esta occasiao
para asseverar aos pais de suas disi'ipulas que
estas encontraro em seu collegio a mesma ins-
peccao, vigilancia e desvelos, que encontraro
em suas proprias casas, e que nelle receberao
urna educaco moral e religiosa, como convm s
lilhas das sociedades christ.ies, que devem um
dia exercer o espinboso ministerio de mais de fa-
milia.
Finalmente, abstendo-se a mesma directora de
encarecer o melhodo de ensino adoptado em seu
collegio, limitar-se-ha apenas a afirmar aos pais
de suasdiscipulas, tanto internas como externas,
que tudo envidar pata o adianlamento das mes-
mas, visto ser este o n eo mais propicio de sus-
tentar o lisongeiro crdito, que gracas ao favor
publico, lem acompanhado ao collegio de Santa
rsula, desde a sua crcajao o insullaco.
As differentes aulas do collegio serio dirigidas
pelos seguintes professores :
Os se nh ores :
Dr. Jos Soares de AievedoFrancez.
Dr. Filippe Nery CollacoIngle/.
Dr. Augusto Carneiro Monttiro da Silva San-
tosGeographia.
Joaquim Bernardo de Me ndoncaPiano e canto
Eduardo GadaultDeseobo.
DO
RECIFE A S. FRANCISCO.
(limitada.)
Aviea.se ao respeitavel publico qne do dia Io
de eyemro al outro aviso o tre.ni que parle da
eitacto das Cinco Puntas s 8 1|2 horas da ma-
?*!? I0"6'. SUD,en,e *l Villa do Cabo, e o
52 ?!h V.r" 8efS dintlnuaao. mas s,hi2
do Cabo s 8 horas da tarde como e.tumv
As horas da patuda dos trens serio
pela tabella seguinte :
reguladas
I
i
B
o
<
<
CU

as
W
te
a
ce
es
co
feC
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-o
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2 O ec ta t^ t^ t- t-O B
1, i, = c?3S liSSS s 3S
z i i H O es < 00 t^a>i^aoooooacoioo>o> o
3 s
CO H
< < a i 1 o pSS x t fm q"* 1 -TI -^ s
5 co 00 OO O OJOSO o


5
O
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a
ft. .= .5
o ^ i O
S je 5- _
5? e-?r *
cj-^:cf-w

s
Notas
r CNS5
^M^.
Precisa-te de urna ama para o servigo interno
e externo de urna casa de pouca familia : na roa
do Cabog n. 3, aegundo andar.
Precisa-se de urna ama que saiba cosinhar
e fazer lodo o servico de casa : na ra do Cal-
deireiro taberna n. 0.
_ Arrenda-se uma eaaa-na praia de S. Fran-
cisco confronte a capajlinha. a qual lem 3 quar-
tos, I salas, cosinha fora fe Si perlo dos banhos
salgados : na casa de 4 facea junto ponte do
Varadouro de Olinda achara com quem tratar.
: ~" Aluga-aaoaegunda andar e solio do sobra-
do o. 87 afta- na ruado Imperador: a tratar no
Mondego em casi do fallecido cemBienda'lo, Luis
aoM Ferreira,
Lenta Emancipaco dos Captivos.
Quarta-feira 6 do corrente, s 7 horas da lar-
de em ponto, dever ter lugar a reuniSo de lo-
dos os socios effectivos, afim do funecionar a as-
sembla geral extraordinaria, visto que ha ne-
gocios de alta monta a tratar-se dos quaes de-
pende o futuro da mesma sociodade, e sobre esse
ponto o Sr. presidente interino espera que os
Srs. socios residentes nesta praca nao deixarao
de comparecer quando a necessidade exige.
Secretaria da Associacao de Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipaco dos Captivos 4 de ferereiro
de 1861.
Albino de Jess Bandaira,
1.a secretario
Precisarse alugar uma ama escrava ou far-
ra que saiba cosinhar e engommar : na ra larga
do Rosario n. 28, primeiro andar.
Companhia de seguros
equidade.
Establecida na cidade do Porto.
O agente desta companhia em Per-
nambuco, Manoel Duarte Rodrigues,
aceita por conta da mesma companhia
seguros de todos e para todos os porto?
conhecidos, sobre embarcares de qual-
quer parte e a precos muito razoaveis :
agencia ra do Trapichen. 26.
Manoel Ignacio de Oliveira 4 Filho sacara
sobra Lisboa e Porto : do largo do Corpo Santo,
escriptorio.
Aluga-se a loja do sobrado da ra das Cru-
zes n. 18 : a tratar no mesmo sobrado.
Dase um cont, 2, at 3 de
res, a um e meto por cento, por 6
mezes, pagando logo os juros daquan-
tia recebida sobre nypothecas em bens
de raiz, declara se tambem que se d
este dnheirocom respiro de um anno,
anno e meio ate 2 annos, com condico
pore'm de pagar por quarteis depois dos
6 mezes vencidos ; isto e na mesma ra-
zao de um e meio, depois do quartel
vencido, sendo pflgo impreterivelmente
no dia do seu vencimento, e q nSo a-
zendo vencer' o jaros desde esse dia
na razio de 2 e meio por cento: a
quem convier este negocio procure ao
solicitador o Sr, Catao na ra da Con-
cec5o da Boa-vista, lado direito casa de
4os consumidores de gaz.
A empreza da illumiua^o
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregaren! aos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido. Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
Ignorando se a actual residencia
do Sr. Jos Mana de Oliveira e Silva
natural de Lisboa, que ioi guarda do
gabinete portuguez de leitura e ultima-
mente caixeiro do Sr. Candido Josa da
Silva Guimaraes, roga-se lhe queira
comparecer a ra do Crespo loja n. 20
A, que se lhe deseja fallar.
_ Precisa-se alugar urna eecrava para o ser-
de 5#000 e de 1#000 de uma
figura.
Trocam-se estas nnlaspor gneros, no estabe-
lecimento de Sodr dr C, ra estreita do Rosario
n 11 ; tambem se veodem as bellas uvas de Ha-
marac.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra da Cruz n. 29, com a entrada para a na dus
Tanoeiros ; a tratar no pateo de S. Pedro n 6.
Quem annunciou precisar de l'OOftycom
hypotheca a um sitio perlo da cidade, pode ap-
parecer na ra do Queimado, botica do Sr. Jos
Alejandre, at as 9 horas da mauha, que 3cha-
rcom quem tratar.
JOIAS.
vico iulerno de uma casa, que nio tenha vicios;
na roa Direita n. 72.
O hachare! Manoel Netto Carneiro de
Souza Bandeira abri na villa do Cabo o
seu escriptorio de advocada, ra da ma-
triz casa amarella, e ahi ofTerece oa ser-
fieos de ana proflssao mesmo aos habi-
tantes fora da comarca que Uverem al-
guma questo para aquello foro.
Gasa de aluguel
Aluga-se o primeiro andar e armazem da ra
ao Trapiche n. 4, mullo proprio para escriptorio
ou consolado: a tratar no mesmo, ou no arma-
zem da ra da Cruz n. 13.
Joaquim Monteiro de Oliveira Guimares com
loja de ourivea na ra do Cabug n. 1 A, partici-
pa aos seus amigos freguezes e ao publico em
geral, que ae acha aorlida das mais bellas e deli-
cadas obras de ouro e prala, e querendo acabar
com o negocio, est re3ol*ido a vender mais ba-
rato do que em outra parte, garantindo as dilas
obras, passando conta com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca ohras velhas, pa-
gando o ouro por mais do que em outra parle.
Veneravel ordem
lerceiradeS. Francis-
co da cidade do Recife
Tendo sido pela actual mesa regedo-
ra deliberado que se expozesse a' vista
dos fiis na tarde do dia 15 do corren-
te a proc'issao de cinza e tendo de tran-
sitar pelas ras do Imperador, praca
de Pedro II, Queimado, Livamento,
Direita, Terco, travesa do Marisco,
Hortas, largo do Carmo, camboa, No-
va, Cabuga prs^a da Independencia e
Cruzes, roga-se aos moradores das men-
cionadas ras as conservera com limpe-
z sob pena de se tomar outra direccao.
O secretario da meima ordem appro-
veita j occasiao para" rogar ai muito
dignas ordens, contrarias e irmandades
*- ^ -^ in
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Assigoado E. H. Braman,
Superintendente.
A pessoa que ha um anuo mandn fazer um
espanador rico na rua do Livramento n. 11. se-
suodo andar, queira vir busca-lo uestes oito'dia,
do contrario ser vendido, e nio seresponsabili-
sando pelo cabo. Na mesma casa f*?em-se es-
panadnrps mais em conta do que em oulra qual-
quer parte.
Romualdo Alves de Oliveira, ad-
vogado provisionado pelo superior tri-
bunal da relacao de "Pernambuco, pode
ser procurado no mesmo lugar de tua
residencia na rua Direita n. 7. Como
tem de se instaurar brevemente a *e*s3o
dojury, offerece se a toda e qualquer
pessoa que necessitar de advogado para
deezas. Aos que nao tem absolutruan-
te com que pagar os de endea' gra-
tuitamente como sempre tem feito.
LICES
DE
PARTIDAS DOBRADAS.
O ensino pratico de escripturagao commerrial
por partidas dobradas e de ariihmetica, dirigido
pelo abati assignado, contina a funecionar re-
gularmente as quartas e ssbbados de cada se-
mana, das 7 horas is 9 da noite.
As peasoaa quo desejaiem ter eonhecimenlo de
qualquer das referidas materias, queiram dirigir-
que foram convidadas se dignem comA?jV!?rtT>?aMtD?t?' rua.No" ". -5.'"-
f________ t__________ ,, T | gundo andar, noa das e horas arima designadas.
A rredaco de imposto.
Os arrematante! do imposto de 20
ri. sobre libra de sabSo importado na
provincia, tem resolvido proceder a ar-
recadac5o do mesmo imposto, reduzin-
do-a a 5 n. por libra at o ultimo de
junho vindouro, do que dao aviso ao
corpo do commercio. Fortaleza 28 de
aportas n. 2 q^uc ah sabera' quem o Janeiro de 4861.Joaquim Jos Bar-
< e te convencioiiara' do juste, | bOsV~Jo* Joaquim Carneiro.
- --------* ----------------------- --*--#
lao claro e faci< o systema de escriptorar os
livros mercarais por partidas dobradas, que s ae
pessoas desfavorecidas do menor grao deinielli-
geneia serio capazes de nao reconliecerem a ver-
dade do expendido logo as primeiras licoes que
receberem do abano assigoado.
J\ Fonieca de Medexros.
parecer a' hora que lhes foi marca
das ea seus charissimos irm&os de com-
parecerem em nossa igreja pelas 2 ho-
ras da tarde do refei ido da paramenta-
dos com seus hbitos afim de abrilhan-
tarem tao tocante acto da nossa sacro-
santa religio.
Secretaria da veneravel ordem ter-
ceira de S. Francisco 1 de evereiro de
1861.O secretario, Francisco Lopes
da Silva.
Preciaa-se alugar uma prela escrava que
coaiohe e engomme para duas peasoaa '. a tratar
na rua do Imperador o. 44. botica.
Antonio Joaquim Das Medronho faz publi-
co que tem dado sociedad* em aua botica da rui
do Kangel n. 62, desde o Io de Janeiro do corren-
te anno, ao Sr. Grciliauo Octavio da Gru Mar-
linbo, gyrando deasa data em diante a eaaa sob a
firma de Medronho & Martina. Recite 4 de fe-
rereiro de 1801. .
Aluga-se a loga do sobrado da rua do Livra- "'S0* -J*!" qn 08.n,e8moejam vendidos com
mentn. 17,cpm ermaju propria para qualauar Pre"P,I,I0- Bin de-que sena s^nhor^s nio sof-
negocio, e commodos no fundo para Jamilia : a rr*,nPe ct>p **nda delles. Neste mesmo
tratar Ira praca da Independencia n. l*e 3. eauoelecimenio ha sempre para vender eacravos
Na roadeOBXdo Recife n. 48. segundo ao- de *"bM M ,exo8'te,nt>8 mo dar, por cima do eacriirtorio da Sr. Burle, vea- j Preelse-se de orna prela eecrava que saiba
2S2J1VVIS!?0 C.om .m,or M8ei0 i engommar : na rua da Seozala Tena
ero posaire!, e precos nal laioaves. I MBMro jo.
de commisso de escravos, pa-
teo do Para izo u 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni -
colo.
Para a dita easa foi transferido o antigo escrip-
torio de commisso de escravos que, se ochava
estabelecido na roa larga do Rosario n. S" ; o
ah da mesma maneira se contina a recober es-
cravos para serem vendidos por commisso, e
por conta de seus senhores, nao se pnupando es-



*^^^
Compras.
Compram-se sscravos.
Compram-se, vendera-se. e troram-se escravos
4o amOus os sexos e de loda idade : na ruado
Imperador n. 79. primeiro andar .
Compram-se escravos
sendo do sexo masculino, mogos, de 12 a 20 an-
uos de ilade, aadios : na-rus da lotperairiz n.
12. loje.
Compra-se ama grade de madeira com ba-
laustres par* escripiono : na praca da Indepen-
dencia n 22, loja.
Compram-se acqdn do novo bar-
bo de Peraambuco: na ra da Cadeia
n. 41.
Compra-se urna mobilia de jacirand com
tampo em muito boa uso; quera lier e queira vender
dirija-su a praca da KOa-vista n. 16. A.
Corapram-se gigos vasios com palha, inde-
se buscar aondc eslivercm : na ra Nora n. 52,
loja.
Compra-se um escravo preto ou pardo, of-
ficial de sapnleirn, sendo do boa conducta paga-
se bem : na ra Direila o. 3, se dir quem quer.
*
Milho farelo a
3,100 rs.
Venden-sa saceos eom 24 cuits d*e milho a
Vendas.
FROCO.
Venle-sefrco de todas as cores egrossaras,
com rame e sem elle a 400, 500, 640 e 18 rs. a
pega ; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca q. 16.
Goes & Bastos.
Ra do Queimado n. 40.
Tendo os annuncisnles conseguido elevar este
estabelerimoto a um engrandecimento digno
desla grande cidadc, nprescniam 4 concurrencia
deste tilustrado publico, o inais moderno, varia-
do e pscolhido sortimento de roupas diversas e
de fazpii las escolhidas inra loda as estarces
Semprn solcitos era bem servir aos seus nume-
rosos (regufizes nao s em precos como em bre-
vi ladc, acaba de augmentar o pso 1 de sua uf-
fina, sendo ella d'iri cm dianl-' dirigida pelo
insigne mnalro lAURIANO JOS' DE BARROS,
o qoal os seos numerosos fre^uezes podem pro-
curar na luja n. 46 ou no primeiro andar do
Bies .'io pslab.'l' rimi'iilo, assim pois em poucos
das so iprompta qualquer encommenda, quer
casaca, quer f.irdes dos Srs. ofhViaes de mannha
e exercii'i. Outro sira recommendam aos Srs
paes de farailia gr.nle sorlirannlo de roupas pa-
ra meninos de tolas as idados.
3luO, lo nova a 3|6CO. em porta aa faz difle-
reuca, e saceos com (arelo muito barato por ser
decommissao: na traressa do pateo do Paraizo
n. 16, casa pintada de amarello.
/uatto Crespo n. 8, loja
de 4 portas.
Pechineha que admira!
Chitas francezas, cores fitas e liados deaennos"
a m rs. a covado; do-se amostras com penhor
V..ude-sc urna casa terrea com muitos bons
com rao los para familia, tendo nm bom quioMl
cora 7 pes de pinheira na ra da Indeira da Mi-
sencordia na cidade da Oltnda : dirija-ae ra
do Amparo n. 1, que achara com quem tratar.
% pro
Com fazenda e roupa feUs, ra
(laluiper.itriz n. 48, juoto
u a padaria fratceta.
Vende-se paletot do alpaca preta e de corea a
3. 35o e 4^. ditos de brim de cores e pardos,
ditos de meia casemira a 7j>, ditos de casemira,
ditos brancos, ditos para menino de 6 a 16 amos,
da alpaca preta e de ores, calcas de todas aa qua-
lidades, colletes ceroulas, camisas, ricos chapeos
enfeilados para menina, de 6f 109, cortes de
meia casemira para calcas a 2*500 o corle, esli
acabando-se, grvalas de todas as qualidades a
500, 700 e 1*, um grande e variado sortimento de
fazendas.
Petkiicha
iras de eogenbos :
ai 1el3 ff-LSL" & .A'dr^e' rua d0 Brum
w..r ;.^. W*/od aortimento da aUm-
Slir. ? StSSZ de eonl>< : alambiques de
cobre de lfJ^o^afto.iiakrica decaldei-
4RMAZEM DE ROLPAFEITA
imito msiii& m
Defronte do beeco da Congregacaoletreiro verde.
Na rua DireUa n. 76, v"od*-se um cavallo
gordo, bem f-ito, novo, sem acln jiis, boa pelle
anliator de baixo a moio. da melhor turma
I Os baraleiros 1
gGuimares Rua do Crespo n. 17.
C irles iie colle(.>s de velludo preto bor- [
da io a 7$, parece incrivel.
Casemira prela setim a 6j o corle.
Siias burladas de 3 pannos a -29500.
Ditas de 4 pannos bordadas a 45. J
Osemiras de quaJroa miudos duas J
Unturas a joo o covado.
Saiai bil-s dn lo las as qualidades a j
5J fi# o 8?> cora bab.idos. q
Cortes de cassa a Sluarl a 2J500.
A 1S0 o par.
Ven1em-se sapalos de marroqum do cores
praprios para o carnaval, para humam e mulher
lj o par: na loja da esquina da rua dasCruzes
o. 2.
Para o baile de mascaras.
Na loja de miudezas da rua Oireita n. 101, (em
um completo sortimento de mascaras de bom
gosto e coaimolo preeo, e um completo sorti-
mento de litis da melhorqoalidade e bom gosto
a ellas antes quose acabem.
Parece incrivel.
de cartas francezas finas
a rua da Cadeia do Recite i
Attenco.
Wnle-se urna mobilia de Jacaranda com tara-
dos de pedra Luiz XIV ; a tratar na rua do
Queimado n. 51.
Para o carnaval.
Um rico vestuario de hespanhol, todo de vel-
ludo fino, vende-se ni rua da Cideia do Recife
numero 11.
Agua imperial.
Na rua do Queimado n. 6. primeiro andar, ca-
sa de caoulleireiro. vende-se a excelleate agua
imperial para lavar a cabeca, limpar ss caspas e
fater reuascer os eabeltos; nnsta raesma casa
Iava-se cablea com esta maravilhosa 3m uur
500 rs.
Attenco.
Na rua do Trapiche n 46, em casa de Rostron
Rookr (S C existe um bom sortimento de li-
nhas de coreg e brancia em candis do melhor
fabricante de. Inglaterra, as qaaes se reatis por
preQos mui razoavois.
Casaeasde panno preto a 309, 35. e
Sobrecasaeas de dito dito a
Paletots de panno relos e de cores a
20, 2&9, 309 e
Ditos de casemira de cares a 15 s
Ditos de caserniras de cores a 7# e
Dilosde alpaca preta gola de velludo a
Ditosde merinosetim preto e de cor
a 89 e
Ditos dn alpaca de cores a 3300 a
Ditos de alpaca preta a 39500, 59,
79 e
Ditos de brim de
49500 e
Ditos de bramante de linhobrancos a
49500 e
Calcas de casemira preta e de cores a
9, 109e
Ditas de princeza e alpaca de cordo
pretos a
Ditas de brim braneo a de cores a
2S500 49500 e
Ditas de ganga de cores a
Ditas de casemira a
cores a 39500,
4 0*000 Colletes de velludo de cores mui tofino a 109000
359000 Ditos de casemir.i bordados e lisos
pretos e de cores a 59, 59500 e 69000
35*000 Ditos de setim prelo a 5*000
929000 Ditos de casemira a 39500
12*000 Ditos de seda branca a 59 e 69000
129000 Ditos de gurgorSo de seda a 59 a 69000
Ditos de fusto brincase deoores a
09000 39 a 39500
59000 Ditos de brim braneo e decores a 29 e 29500
- Selouras de lindo i 39500
99000 Ditas de algodo a 19600 e 29000
Camisas de peitode fusto braneo e
59000 de eores a 29300 e 29500
Ditas de peito e punhosie linho mui-
69000 lo finas inglezas a duzia 35*000
Ditas de raada polo brancas e de cores
129000 a 19W>0, 29 e 29500
Ditas de meia a 19 e 19600
6*000 Relogios deouro patente eorisonlaes 9
Ditos da prata galvnnisados a 259 309000
59000 Obras deouro, adeirecos. palseiras e
3*000 rosetas f
59500
GRANDE SOBTIMEOTO
DE
HIllAT
PROGRESSO
de
Fazendas e roupa feita
NA LOJA E AIMAZEM
Jwqnim Rodrigues Tarares de Bello
ROA DO QUEIMADO N. 19
rSOA LO DE QUATR POB1AS
Tem um completo sortimento de roupa feita e
convida a lodos seus freguezes e a quem desejar
. LLm uol.U,m feit0 com t0,,0 *os, diriiam-se
hi.nuf,Ab.el*clr,D,t0 *" enoontrario um h-
bil artista chegado ultimameale de Lisboa para
?.effmf!fnh'r,1!.0brM.*,r0D<,,',e ao freguezes o
ja tem um grande sortimento de paletots saceos
ajjgloiada estamenha de cr cinzeoto. escuros,
mai c aro a 4* cada nm. ditos da mesma fa-
zenda de pura laa fina a 8*. ditos de meia case-
mira de cores escuras e claras e sinzentos de
apurado gosto a 10*. dilos do casemira de cores
4f11'? dc fla casemira de quadrinhos a
lo, ditos de alpaca fina saceos a 6, dilos so-
brecasacosa 8. ditos com gola de velludo a 9*.
rtl.08.ie9^?2e.c,,9?'Dir,, Pfet asobrecasa-
vl iB' "f e "bwcasaeos muito finos a
do8 a 40*, paletots de brins. de fusto ede gan-
gai 4* e 5. colletes de velludo bordado a 12a
2" de wrguro de seda pretos moito boa fa-
ff1,\x7tx' <,u," a 59, diles de fus-
taoa 500. cajeas de brim e de fusto a 48 e 58,
uL" ?0Casfmira de corM a 9 e O*. ditas pre-
a I* e 14#, assim come muitos mais artigos
que sena mpossivelaqui as poder mencionar.
SO NO PRO-
gresso.
Ooeijos flamengos chegados no ultimo paque-
te da Europa a 28500 ; vende-se nicamente no
5L!32ie^,Progresso' DO lar8 da Penha n. 8.
e continuas. mafibinis de cobre psra dSaVe
reblar esp^.los at 40 grao, pelo systema La-
gter. todos os cobras pertencentes ao fabrico do
assocar amos da 16 libras a 8 arrobo lado
rende se por menos 5 a 10 por cento do'que em
oulra qualquer parte, a praza ou dioheiw e
Mhmh* MMMrta-i tedas as obras de cobre
nronsa e folla com a maior orester b.i..i '
Relogios.
^^"^.ojP de Brasa, Silva & C, re-
oarsxJauUaarao.: fabri
OfIOi
or preco commodo.
jricantes iaglazea,
maior presteza passirel.
Rua do Crespo,
loja n. 25, de Joaquim Perreira de S. vende-se
por precos baratsimos, para acabar: pecas de
cambraia|isafinaa39, organdys moito finase
modernas a 500 rs. o covado, cassas aberlaa de
honilas cores a240 rs., chitas largas a 200 e 240,
cortes de cass? de cores a 2*. entremeios borda-
dos a 1*500 a Mea, babadas bordados a 320 a
vira, aediohas de quadros finas a 800 rs., casa-
vequesdecambraia e fil a 5>, penteadores de
cambraia bordados a 5*. goltiabas bordadas a
640, diUecom ponas a 2*500, manguitos borda-
dos de cambraia e fri a 2*. damasco de la com
9 palmos de largara a 19600. bramante de linho
com 5 palmos de largura a 900 rs. a vara, luvas
para senhora a 100 ts. o par, capas de fusto en-
tenadas a 5*. pegas de madapolo fino a 4J, la-
zinha de quadros para veatidoa a 320, camisusde
cambraia bordados a 2*. sobtecaaacas de panno
?8 "*S 855. paletots de panno e casemira de
i a 20g, ditos de alpaca de 35O0 a 8*, dilos de
onm de crese brancos de 3*500 a h$, caljas de
casemira pretas e decores para todos ps precos,
ditos de brim de cores e brancos de 2* a 5*. ca-
misas brancas e decores para todos os precos,
colletes de casemira de cores finos a 5* : assim
como ootras multas fazendas por menos do seo
valor para fechar contas.
Ba do Caldei-
91
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Moen ds de can na. -
# Taixas.
8 Rodaa Hatadas.
Broozes e agullhoea.
0 Alambiques de Urro. -
Cnvos,Maaaaei #BBdo-BTnmpa'ssaBdOo cnafsrit.
i
1
X
Bolsas de tapete para
iiagens.
yendam-aamalbalUsol8as de tapete pro-
prias para Jiageaa .etc. eteM loa baraUaaiaoa
precos de 59, 6* e7| : D, |oj A. aguiaiSTca*
rua do Queimado n. 16: '.
100
rs.
Baralhos de cartas francezas finas a 80 rs.
vende-se da rua da Cadeia do Recite n. 9.
wmm
-larso da Penha
Os proprietarios deste estabele-
cimentoconvidam ao respeilavel publico, principalmente aoe amigos do boma barato auese
acbam em seu armarem de molhados de novamente sonido degeneras, os melnores'que tem
Fazendas muito bara-
tasadinheiro.
RoadaGadeialjan. 2Sj
confronte aobecco Largo.
Vendo-s9 grosdenaples preto encorpa-
ao com 4 palmos de largura a 1*800 o
covado.
Vende-se grosdenaples prtto superior
a2| o covado-
Vende-so mantas pretas de fil de seda
com 4palmo8 de largura a 8*.
rer o n.
Queijos muito frescaes a
Champagne superior a garrafa
Presunto primeira quahdade a
libra
Batatas novas a libra
Manteiga muito boa a libra
I Bom e barato.
g Cortes de meias caserniras finas a 1*900
m ditos de>:asemira muito fina a 7*500: na
loja da rua do Passeio Publico n. 11.
2000
2'000
500
80
800
[Linha americana a
de 200 jardas
branca e de todas as eores, estas liohas
sao fabricadas para coser esa machinas
por serem mullo fortes e iguaes sao as
meihores liabas que (em vindo a este
mercado.
[Retroz e trocal preto e dej
cores
tambem proprio para coser em macbi-
k8S' *2 em Carrele* vende-se em li-
bra aso ou 25 nm carretel de 12 emll-
m bra : na rua da Imperatrrt n. 1, prioci-
Sr? P8'de,P081l d machinas de eoscrl
ag N. B. Como existe um grande sort-
; ment destes objectos vende-se mesmo
a quem ao tem comprado machina de
cozer.
Vinho do Porto, genuino.
Rico de 1820.
Slomacsl de 1830.
Precioso de 1847.
As duziaa.e em caisinhas, a dinbeiro, por ba-
rato preco : rande-se na rua do Trapicfee n. 40
escriplorio.
P
< Ral.
Vende-se mantas pretas de fil delT"
nho a 12.
vindo a este aereado, porteram escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa e
a maior parte delles vindos por conta dos proprietarios
por serem
Gollarinbos.
Novo sortimento de
firmas mais modernas
rua do Oespo n. 4.
collarinhos inglozes das
en casa de J. falque,
pretas para a
quiiresma
Na rua do Queinaado n.
39, loja de 4 porl|5.
Objectos para senhora.
Ricos manteletes de grosdetiafrT pnt de 23 a
35*000.
Ricas mantas de Monde hesparrfcotas a 209-
Mantas de fil preto, fazeoda multa boa, de 13
a 151000.
Grosdaaple preto, fazenda muilo superior, de
29 a 39200.
Objectos para homem.
Sobrecaiacas de panno Una, obra muito bem fei-
ta de 35 a 401r
Paletn de panno fino prelo de 25.a 30J.
Coll"tos de vllu4o prio bordado a 12).
Dilos de gorgurao preto a 79.
Bitos de setia preto a 6J-
Dilos de casemira preta a 5J.
Calcas de casemira preta lina 4e 11 a 14.
Chapeos de cantor pretos e brancos a 16|.
Ditos francezes muito finos da 7,8 e 10
Panno fino pr>to e casemira preta de diversos
!
Gigos com cYiampanYia
das meihores marcas que ha no mercado a 20*000 e era garrafa a S4000.
figos de comadre
em caixas proprias para mimo a 19000.
Barris com axeonas
os mais novos que ha do mareado a 1*2000.
Serveja branca
das mais acreditadas marcas a 59000 a duzia e em garrafa a 500.
Queijos amengos
recebidos pelo ultimo vapor de Europa a 39000
Queijos parto
las meihores qualidades que tem viada a este mercado a 90O res a libra, e em norcao sa f
ra algum abatemento. r *
Qmeijos suisso
recenteraente chegado ede suqerior qualedade a 960 reisalibr.
Chocoiate
dos meihores aatoresde Europa a 900 rav alibra em porji a 8O 4.
M.arime\a4a imperial
afamado Abran, ede o.tros mais fabricantes de Lisboa emlatas de 1 a 2 libras a 800
ara porcao de se fara algum abatimento. vv
Maca de tomate
em latas de 1 libra por 900 rs.,em porjaovande-se a 850 rs.
Conservas francezas e inglesas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs.o frasco.
L-uas de balachinna de soda
com diferentes qualidades a 19600 a lata
A.meixas francezas
Caixinuas com 8 libras de p:\ssas
i 3*000 rs. em porjao se far algum abatimento, vende-se tambera a retafhoa libra a 500 rs
Manteiga ingleza
perfeitamenteflor a mais novajua ha no mareado a i9O0*>rs. a libra, em bmilsaari al-
Venle-se manteletes modernos de
prelo a 20g.
fil
Vende-se urna negra eozioheira pereila
e boa engommadeira, pelo preco del:400SOOO :
na rua da Praia n. 9.
Queijos frescos
a 1^800.
Veodem-se queijos vindo no ultimo vapor, e s
serve para comer j por ser frescos e de nao po-
der aturar muito lempo a 19800, dilo em libra a
J"' najravessa do paleo do Paraizo n. 16, casa
pintada de amarello.
. Vende se urna casa terrea na rua
Imperial n. 66 com 30 palmo de
trente, 3 salas, cosinh ora, 3 quartos,
quintal cm mais de 600 palmos de
tundo, alguns arvoredos de fructos do
ladodamar pequea, porto de em-
barque, a qualquer hora encllente ba-
nho, einfim com todas as cumrcodida-
des necessarias : os pretendentes enten-
dam-se na mesma casa que se dir*
quem vende.
VENDE-SE.
No armazem de Antunes iimaraes & C.m.
milho novo e farello em caceas grandes no largo
da Assembla n. 16.
Tachas e moendas
L Braga Silva & C, tem sempre no seudepo-
Sto da rua da Moeda n. 3 4, um grande sorti-
I ment da taebas e moendas para engenho, do
na ma do Queimado n ^C I muito aer,Ji"dft fabricante Edwin Maw a tra-
1 tar no mesmo deposito ou na rua do Trapi-
Trapicbe n. 40,
I
A
Vende-se vestidos de grosdenaples
prelo superior de duas saias e dous ba-
bados a 609.
Vende-se
a 3S.
enfeiles pretos de vidrilho
Vende-se eiifui(s
5J.
modarnos de froco
Venderse as commodas saias balao
_ madapolo e cutim de algodo a 5.
completo
homem.
de
sortimento de roupa para
O* proprietarios deste eslabeleclmento
aesejando liquidar com o"negocio de fa*
sendas finas aproveitam a quaresma o
expoe venda por preQos complela-
meDte baixos.
ende-se
Relogios patentea.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglesas.
Peitosparacamisa,
maeootos
Emcasade Arkwight 4 C, ruada
.Cruza. 61.
do
rs.,
A loja da ba-f
ma do Queimado n.
est mnito sor-tida,
muVio barato
gura, abatimento.

I
Cha perola
o melborqne ha neste genero a 25J500rs. alibra ditobysoc a 2000 rs.
Manteiga franceza
a 720 rs. a libra em barril aa far abatiaMoto.
Toneinho de Lisboa
o mais novo qnaha no aereado a 3S0 reis a libra.
Macas para sopa
m caxinbas de S libras coa deferentesqualidadespor 4*000 rs.
Tambem vendem-seos seguintesgneros,todo receniementeehegado e de superioressjua-
fidades, presuntos a 4 O rs. alibra, ebenrica muila nava,mermelada domaafaiMdofabriciinta
de Lisbaa.aaca de tomata, perasecca, passss, finetas em esWa, meaCe, poseav fraseos cem
imeodeas cobertas, eonfeites, pastilhas de ?iriai7oalidades, vinagrejjranno Bprdeaw nrooria
para conservas, charutos dos memores fabricantes de Sin Flix, ms&is de todas as OMlidadas.
gomma muito ffna ervilbas francasas,, champagnedas mais acreditadas marcas, cerre/as dedittT'
spermacete barato, licores f rancezesmuito-inaa, marrasqarno de ira, ttiertedoeepuricado asei-
tonas mmtanovaas banha d parco refinada aotros mafia gneros qTieenTJotriwdiuess
mamados, por isso prometiera osproprittiios vender porBarjite tMncaj^oqwoutro^ualaSiar
promettem maistsmbemserviremqi^Us^passaaaaiienaanaram par o tras pwwo pratfcas eom
srrlessampasaoalaesite; rogara tambaia .todoeo* senborea da ensjBolia e tertoteitavradorva
c vende
?rSibranco de pnro IBho trn?ado i
\0SSi"' 3 Tar": dll, p,rd0 'o superior a
lS20pa vara; gangas francezas muito finas de
padroes escuros a 500 rs.; riscadinhoi do linho
propnos para obras de meninos a 200 rs o co-
vado : cortes do calca de meia casimira a 600:
u0aA df- buf'ra e-linh0 -e cre8 2# rs.; breta-
nha de linho muito fina a 20$, 22 e a 24 rs a
fSS*!? .3?JrmdaS: aloalndo 'algodo muito
superior a 1*400 rs. a vara ; bramante de linho
com 2 varas de targura a 2#400 a vara lencos
de cambraia brancos para algibeira a 2J100 a
aL 9< n8*' 7*oe 8^ a au"; ditos borda-
vnu ,d?, com blC0 '"8o d ""he em
le?, 9anM 1ilM 5m renda' bico e abyrin-
lo a 2*000; e alm disto, ootras muilas fazen-
dasque se vendem muito barato a diaheire a
: na rua do Queimado o. 22, loja da Boa .
cutes para sendo
ras e meninas.
Na loja da aguia branca veedean-se mui boni-
tas utas com fivelas para cintos de senhoras e
meninas a pele baraUssimo preco de 2J : em
miro 46.da aUIa brnc. rua do Queimadonu-
Cdegaem ao barato
O Pregaioa esti queimando, em saa loja n
rua do Queimado n. 2.
c:
ssjanwi--
Pe^as de braUnha de rolo eom 10 varas a
2$, casemira escara infestada propriapara cai-
ca, collete e palito ts a 960 rs. e ovado, eatn-
brala orgaady de muim bom gosto a 480, rs.
a tara, dita liza transparente muito fina a 3,
i* P65"* dt'*Pda.>m 10 varas
s 99 e 6^a pe$a,ohitas largas da modernos a
escolhidos padroes a 240, 260e 280 rs. o cova-
do, nquissimos chales de marin astanpado a
7 e 8, dilos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada, a 0 eadam, ditos com
urna s palma, nrafto finos a 8#500, ditoslbos
eom franjas barra a 100, 120 16o cada nm, meias mnito
sm para saaftora a imi,, ftasde boa
qualidade a 3 a 29560 a dosia, chitas W
JJezsa ^raeadesenhas.paMaoaajr a 280 rs.
u eoxaa, ebilaseantras iagieasa 5*900 a
!* J60 wfc bnmbraiMoiB raro
hnbo al, 19290 e UgOO a var*, dHa prato
mnito encorpado a 19500 a vara, btilaanlini
ainl s 400 rs. o ofsdo,lpacas de diSarentw
edres a 300 rs. o covado, cascjnras pratas
fcsss 26W; 399 3>500 cvsoo, ambraia
prata ednstlpieos s 500 .rs. i vara, e outras
snoitse-fsnendas (toe se '
ts, e de lodas n daraa
che n.4.
Chega para todos.
Cassas fraacezas muito-bonltas e decores flxa;
a dosa Vintens o covado, mais barato do qn
cbila, approveitem em quaoto nao se acabara
oa rua do Qoeimado n. 21, na benzcoahecida lo-
a da Boa. F.
Mna do Queimado n. 3B
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Ha cortes de vestidos de seda de eores, fazenda
2S?a Erior com pe?ueno l0,Iae de to
t09000,diios sem defeilo a 100*000, tem um
reslo de chales de toquim que esto-seacabando
a 309000, dilosde mirin bordados eom pona
redonda a 89000, ditos sem ser da pona raleada
a 89000, ditos estanpados com listrasdeseda
em rodada barra a 9#000, ditos de ricas estam-
pas a 79000, ditos deganga francesa com fran-
ja branca a 20O0, ditos sem franja e muito
encorpado a2|000, ricos manteletes de groei-
ln8Rre!? e de cores ''"nonle enfeitadas a
25*000, ditos muito superiores a 309000, en-
fetesde vidrilho prelo a 3000, ditos de retroz
a 3500, organdisda mais fina que ha n mar-
eado al 000 o eovado, eambraias de eores
de padroes muito delieadosa 800 rs. a vara, ditas
deoutrasqealidadesa 600 rs. a-vara, ricos ebitas
farncezasde muito boas qualidades a 280, 300,
320, e 400 rs. so covado, a melhor que se pod
imaginar, peitos para camisa a 240 rs. cada urna,
corteado casemira de cores a 69000, ditas em
pesca do quadrinhos a 49000 o covado, goinhas
de muito bom gosto a 1000, ditos da outras
bordados ricos a 30000, manguitos de cambraia
bardados a, ,3*000, tiraskofdsdos a aptrneios
que se vendem por prego commodo, bombazil de
caresproprio para roupa de enancas, e espiabas
para senhoras a 1*400 rs. o eovado, cortes de
eambraias de salpicos a 59000, cortes de eam-
brtia enfeitadas eom tir^ srdidas a 6*000,
e outras muitas m,aaftzei(ka qn* ser difcil
aquipode-las mencionar todas.
ambraia
baratas.
19 Rua do Queimado 19
, Cortes.de cambraia branca muito fina com eat-
pisos aiudioboa a 4*600.
as U> mw i. pela ba-
se fajante; attcomX' Sf1"9 |Mt,'W,t,i WW.SsV* StMOca-la
C* a^s4rW^^tmor? *laioes de mussulina, ditos arrsndidos, ditos
Largo do Carao,
esquina da rua de Hortas
numero 2.
arito San" qU.ea| nOTOt a S*500' tflos de
latw. V m? "*,a '!br* ""eiga ingleza a 800 e
JSL "' ban,', dP<>fco a500rs. alibra,
gomma para engommar a 140 rs. alibra. Islas de
400rs. a" fc'6 Ia ,*^' Pr8",<'
* *!ut*moMmema
I
Sfegiiro contra Fogo
COMPAMHU
lil'PITUPi
I
I
i
I
C J. Astley Companhia.!
LONDRES
IA.GKNTES

Ifene-se
'SSH____
Formas de ferro para
purgar assucar,
Eirchadas de ferro-.
Ferro sueco.
Fspngardas.
ac de Trieste.
Pregos de eobre de com-
posiefo.
Barril ha e cabos.
Brim de vela.
Couro de lustre.
Palhinha para marciuei-
ro : no armazem de C.
S. Astley As meihores machinas de co-
zer dos mais afamados au-
tores de New-York, Siuger
AC, Whecler t Wilson e
Geo. B. Sloat A C.
Basa -
ekinaa a tre
ao as malJio.
ras o na-
uraWooraa
mostram-se a
ajaalqaer har
aaiavKSe a
trabatbar -tMa
casa$ dos com-
praslem >***
raatosas-aa5 a
anaaoo^roa-
ararr-
depo-
ma-
de
Ray mundo Carlos Lei le dt Irma o, rU aa Iom-
lerro d. fUM-ViT
fo.- no d
ito de
'?hias
ratriz n. 12, adtaga
Na rua da Gru diTRecife a. JJ asouma araa
.rua da tingeata, ha Um compleli, aoVSaVilI*!
calcado de todas aa qnaUdtfi. a-eim^sat^U
fianceaa, cerdavlo, coaro 4e nSl\ t2ZH
aviamentos precisos, o que ludo se TsaeTalw
menos preco que em ouira qaaloaer oarla m
mesasa laja precisaba mSn #a sawfa&n !
Luvas
darasMieaia
senhoras a
vapor : em casa de
J.
Falque, rus do Crespo
ti



cuta motwimmoo^ t^viviifuia moto m itei.
A500rs.
vea oaroadaH proprlas. para o e*rna*al; noarmnem
* lazantes 4e*io Jasado r^uveia, ra do
Qusimado o..
Pechinchasem
igual.
Castas Franceas de cores a 200 rs. o
cova Jo, ditas muito inai miudinhas de
muito liados padroes a 240. rs. o cora-
do, ditas organdyt matisadas a' bom
gosto a 2 iO r. o covado : na lo ja do so-
brado de 4 andares na ra do Crespo
n. 13 eno armazem da ra do Impera-
dor n. 36 de os Moreira Lopes.
Ceblas a 600 rs. o
cento.
Vendera-se ceblas a 600 rs. o beato : na ra
das Gruzes n. 21, esquina da travessa do Ouvidor.
Vcnde-se um fardao de offlcial do 3o bala-
lho, com seus pertences: do Forte do Uattos,
roa da Moedi d. 27.
CALCADO.
45 Ra Direita 45
Teodode augmentar 30 t, o calcado de se-
nhora e o de homem 10 | do dia do fevereiro
ea diaote, eaa consequeneia da ora pauta que
ha de vigorar na alfandega; o proprietaro do
bem sonido stabelecimenlo da raa Direita n.
45. nao quer que oa seus fregaezes carreguem
com as coosequencias do systema fiaanceiro do
Sr. ministre da fazenda e por iaso sustenta os
presos de seu calcado pela tabella seguale :
Homem.
Borceguins para horneen (im-
pertes)....... 10$000
Ditos (aristocrtico). 9*000
Ditos (prova d'agua) 8$500
Ditos (Sersagtien)..... 8#000
Ditos (communistas). 60000
Meios borzeguins (patente). 6 SapatOes (3 bateras). i 5f600
Ditos (sola dupla). .... 5|200
Ditos (blusar)...... 5000
Senhora.
Botinas (prima dona). 5$000
Ditos (vis a vi)..... 4^800
Ditos (me deixe)..... 4^500
Ditos (grisete)...... 4^000
Meninos e meninas.
Sapatoes (bezerro).....4,s000
Ditos (diabretes).....5$5O0
Ditos (salva ps)......3$000
Botinas (botosas).....4^000
Ditas (para enancas). 3#500
Sapatos para senhora (lustre). 1#200
E um completo sorlimento de couro de lustre,
marroquim, sola, bezerro raneez, ce mohos e
tudo que necessario a um irroao de S. Cris-
pira, adrogado dos artistas sapateiros, por precos
que s este estabelecimento pode vender.
Grammatica in*
gleza de Oliendorff.
Novo methodopara aprender a lr,
a escrever e a fallan nglezem 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os e&tabelecimentos de instruc-
cao, pblicos e prticulares. Vnde-
se napraca de Pedro II (antigo largo
do Collegio) n. 37, segundo andar.
&8&9B9K9M 9M9K CWQieflMdieB
P)
[MITA FEITA ANDA HAIS BARATAS.!
SORTIMENTO COMPLETO 3
[Fazendase obras feitas.!
IA
Algodiie nonstro.
Vende-se algodao moastro coto dua largaras,
muito proprio para loalhaa e lenges por dispen-
sar toda e qualquer costara, pelo baralissimo
rejo de 600rs. a rara ; na ra 4o Queimado n.
a, na loja da boa fu.
0 BASTOS

Aba Sr%. e^tidatotss. ,
Veade-sa por ptece mello ceassodoeftaeguin-
leaiirree, ena Utiaa : Horacio, lito Lira, Vir-
&Coralio, Malas da Fmdre, inlerpiaiacoet
Litio. U{Nd, gtograobia pelo abbede
Cautier, historia remana, ara ingles, e tambem
de direilo; Bergier dioccionario theolog ico tm
6 voluntes e um sapplemenlo, Georg Phillips em
tres rolumea e um aupplemento, Colombel ins-
liluicoes da Franca, elementoa de direito publico
, pela conselheiro Aulran Coualitoigao poltica :
quera os quiser comprar, diriji-se ra Direi-
ta o. 74.
LOJA E ARMAZEM
DE
!Ges k Basto!
NA
Wua do Qaeimado
n. 46, frente amarella.
Constantemente temos um grande e va-
riado sorlimento de sobrecasacas pretas
de panno e de cores muito fino a 28},
80$ e 359, paletots dos meemos pannos
a 20$, 22g e 24?, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 14jp, 16$ e 18$, casa-
cas pretas muito bem feitas e de superior
panno a 28, 30jg e 35. sobrecasacas de
casemira de cores muito finos a 15, 16$
o 18$, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 10$, 12 e 14J, calcas pretas de
casemira fina para honem a 8, 9, 10/
e 12, ditas de casemira decores a 75. 8,
9 e 10, ditas de brim brancos muito
fina a 5J, e6$, ditas de ditos de cores a
3, 3500, 4 e 4500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4$500, col-
letes pretos de casemira a 5 e 6, ditos
de ditos de cores a 4(500 e 5, ditos
brancos de seda para casamento a 5,
ditos de 6, colletes de brim branco e de
fustao a 3-5, 3500 e 4, ditos de cores a
2.J500 e 3, paletots pretos de merino de
cordo sacco e sobrecasaco a ~S, 8 e 9,
colletes pretos para luto a 48500 e 5,
caS pretas de merino a 55500 e 5 pa-
letots de alpaca preta a 3500 e 4$, ditos
sobrecasaco a 6, 7e 8$, muito fino col-
letes de gorguro de seda de cores muito
boa (arenda a 38o0 e 48, colletes de vel-
ludo de cores e pretos a 7 e 8, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14, 15 e 16, ditos de
casemira sacco paraos mesmos a 6500 e
7, ditos de alpaca pretos saceos a 3 e
39500, ditos sobrecasacos a 5j e 5500, O
calcas de casemira pretas e de cores a 6, 1
635OO e 7, camisas para menino a 20 |J
a duzia, camisas inglezas pregas largas E
muito superior a 32 a duzia para acabar. 2
Assim como temos urna offieina de al |e
Catate oude mandamos executar todas as 2
obras com breridade. |
mmmmz wsm nmkmmmI
j*\* "CAS* *-A?\LW
!T EAU MINERALE
NATRALLEnr. VICHV
Deposito na botica franceza ra da Cruz n.22
SYSTEMA MEDICO DEH01X0WAY.
PILLAS HOLLWOYA-
Este inestimavel especifico, composto iateira'
maule de hervas rneJicinaes, nao contera merca-
rio nata alguana outra substancia delecteria. Be-
nigno raiis tenra infancia, e a eonpleico tais
delicada igualmente prorapto e seguro para
desarraigar o mal na compleicao raais robusta ;
enteiraraente innocente em suas operaces eef-
feitos ; pois busca e remove as doencas de qaal-
quer espec6 e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre miinares de pessoas curadas com este
raraelio, militas que j eslavamas portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn)
recobrar a saude e forcas, de pois de ha ver tenta-
do inuliimeale todos os oatros remedios.
As mais afQictas nao devera entregar-se a des-
esperado ; fajara um competente ensaio dos
e'Ikazes elleitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da aaude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
Accidentes epilpticos
Alporeas.
Ara polas.
Areias (mal de).
Astbma.
Clicas.
Convulsoes.
Oabilidadeou extenua-
cao.
Dbil ijada on falta de
forjas para qualquer
cousa.
Oasioteria.
Dor da garganta,
da barriga.,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidadesno ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto, da espacie.
Gotta.
Heraorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammscoes.
Irregularidades
menslruacao.
Lorabrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na calis.
Abstruceo de ventre.
Phtysiea oa consump-
pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tieo doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Febreto intermitente.
Vende-se estas pilulas no estabelecimento'ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na loja da
todos os boticarios droguista e outras pessoas en-
carregadas de sua venda ea toda a America do
Sul, Ha vana e Hspanha.
Vandern-se as bocettnhas a 800 rs. cada
ama dallas, contera ama instrucc5o em portu-
guez para explicar o modo de se asar dess pi-
lulas.
O deposito geral em easa do Sr. Sonm
dharmaceulico. na raa da Cruz a. 22, em Per-
nsmbuco.
Vende-se o engenbo Oiterio na freguaxia
de Santo Anta, disUote da cidade do Heae 6
legse, moente e eortente, mnilo bons temaos
de plantarles, boas matas, boa casa de vireada,
boa estribara, casa de distataca com alambique
de eobre. boa casa de aaigar, estafa, e tedea os
mais perteaces : os pretendentes diriiaaa ae ao
ogenho- Jtos-* faajMa, #>? a4w soberao
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacoes
podem testemunhar as virtudes deste remedio
tncompawveleprovarem ctrso neeesEario, que,
pelo uso que delle fizeram lem seu orpo e
membros inteiramente saos depois de havor em-
pregado intilmente outros tratemenlos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas mi-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, que lh'as
relatam todos os das ha muitos annos; e a
maior parte dellas sao to sor prndenles que
admirara 06 mdicos mais celebres. Quanus
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus brsjos e peroas, depois de ter
permanecido longo tempo nos hospiues, onde
deviam soffrer a amputacao 1 Dellas ha mui-
cas que ha vendo deixado esses, asylos de pade-
timenios, para se nao submeterem a essa ope-
racao dolorosa foram caradas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de se reco-
nbecimento deelararam estes resaltados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afimde mais autenticarem sua a firma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivesse bastante eonfianca para encinar este re-
medio constantemente seguindo alga tempo fl
tratamento que necesstasse a natareza do mal,
cujo resuludo seria provsr inconlestavelmente.
Que todo cura.
O ungento be til, mais partieu
rmente nos seguintes casos.
que oui 'ora tinha loja na ra do fuei
mado a. 46, que ,jyrara sob a firma de
Ges & Bastos participa aos seus nume-
rosos fregueses que di.solveu a sociedade
que liaba com o mesmo Gea tendo sido
substituida por um seu mano do mesmo
nome, por isso ficou gyrando a mesma
firma de Ges A Haslos, asaim comoapro-
reila a occasio para aoaunciar abertura
do seu grande ariaazcm na ra Nora jun-
to a Conceico do i Militares o. 47, que
passa i gyrar soba firma
DE
Bastos ( Reg
com um grande e numeroso sortimento de a|
roupas feitas e fazendas de apurado gos- &
o, por precos mu lo m jdicados como
de seu costme, auim como sejam : ri- -
eos sobrecasacos de superior panno fino
preto o de cor a 25g, 28$ e 30, casacas
do mesmo panno a 30 e a 35, paletots
sobrecasacados do mesmo panno a 18,
20 e a 22g, ditos taceos de panno preto a
12 e a 148, ditos de casemira de cor
muito fina modelo inglez a 93, 10, 12
e 14, ditos de estamenha fazeoda de
apurado gosto a 5 e G, ditos de alpaca
preta e de cor a 4, sobrecasacos de me-
rino de cordao a ditos muito superior
a 12, ditos sacco a 5, ditos de esguiio
pardo fino a 4, 4;)50O e 5g, ditos de rus-
to de edr a 3, 3&500 e 4, ditos bran-
cos a 4500 e 5*5(0, ditos de brim pardo
fine sacco a 2800, caigas de brim de cor
linas a 3. 3500, 4e 48500. ditas de di-
to branco finas a 5| e 6S5C0, ditas de
princeza proprias para luto a 48, ditas de
merino de cordo pelo fino a 5 e 6,
ditas de casemira de cor e preta a 8, 9
e 10, colletes de casemira de cor e pre-
ta a4$500e5, ditos do seda branca para
casamento a 5, ditos de brim branco a
3 e 4, ditos de cor a 3,colletes de me-
rino para lulo a 4;{ e 4&500, ricos rob-
chambres de chita para homem a 10,pa-
letots de panno fino para menino a 128 e
14,casacas do mesmo panno a 15g,calcas
de brim e de casemira para meninos, pa-
letots de alpaca ede brim para fs mesmos,
sapatos de tronca para homem e senho-
ra a 1 e 1500, ceroulas de bramante a
18 e 20 a duzia, camisas francesas fi-
nas de cor e brancas de noros modelos a
178.18. 20, 24$, 28 e 30 a duzia,
ditas de peitos ae linho a 30 a duzia, di-
tas para menino a 1)800 cada lima, ricas
graratas brancas para casamento a 1;800
e2 cada urna, ricos uniformes de case-
mira de cor de muito apurado gosto tatito
no modello como na qualldade pelo di
minuto prego de 35J, e s com arista se
pode recoohecer que barato, ricas capas
de casemira para senhora a 188 o 20,
e militas outras fazendas de excelente
gosto que se deixam de mencionar quo
por ser grande quantidade se torna en-
fadonho, assim como se recebe tada e
qualquer encommenda de roupas feitas,
para o que ha um grande numero de fa-
zendas escolhidss e urna grande offieina
de alfaiate que pela sua promptidio e per-
,, feicn nada deixa a desejar. Wt
Milho novo.
Vende-se milho novo em saceos mui-
to grandes a4|: na ra da Senzala
Velha n. 106.
Cassas de cores.
Ainda se rendem cassas de cores fixas, padroes
muito bonitos, pelo baratissimo prego de 240 rs.
o corado, e mais barato que chita: na ra do
Queimado o. 22, na bem cenhecida loja da
Boa f.
RENOS DE F4I4.
O pre Existe A renda ama pequea quantidade des-
leiremos, de factura a escolher-se. NSo se dei-
xara de fazer qualquer negocio em vista da crise,
e se adrerte que nao existe desta fazenda em
parte alguma da provincia, a nao ser no arma-
zem n. Oda roa da Senzala Velha, perlencente
a Vicente Ferreira Pinto 4 C.
Batatas hoandezas.
No arraaica de Aunes, defronte do porto da
alfaodega a 28560.
Arados americanos e machinas
par a lavar roupa :em cas a deS. P. Jo-
hnston & C. ra daSenzala a.42.
Cheguem aloja da B oa f
Chilas francezaa muito finas de cores Gxas
280 rs. o covado ; cambraias francezas muito fit
as a 610 rs. a vara ; dem lisa muito fina a
4500 e a 6J00O a pega com 8 varaa; di-
muito superior a 88000 a pega com 10 varas;
dita fina com salpicos a 480O a pega com 8 l[
varas; fil de linho liso mullo fino a 800 rs. a
vara; tarlatana branca e de cores a 800 re. a ra-
ra ;e outras uuitaa fazendas que, sendo a di-
nheiro, rendem-se muito baratas: na ruado
Queimado n. 22, na leja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lengos muito finos proprios para os
tabaquistas por serem de cores escoras e fiaas a
5O00 a duzia : na ra do Queimado n. 22, na
loja da Boa f.
Na loja da Boa f vende-se
panno preto fino a 4, 5, 6, 8 e lOfrs. o co-
vado, casimira preta fina a 28. 3 e 4 rs. o co-
rado ; gros de naples preto a 2, 2$500 e 33 o
corado ; alr aka preta Cna a 640, 600, e muito
fina a 1 rs. o corado ; casimiras tnuito finas de
cores escures com 6 palmos de largura a 4 rs. o
corado; ditas de cores claras a 68 rs. o corte de
i*oWn' IDeias e IgodSo cr muito superiores a
4800 rS. a dnzia ; ditas Je algodo :ru tambem
muito superiores para meninos a 4$ a duzia; e
assim rouitos oulros artigos de lei que se ren-
dem baratlssimos, sendo a diaheiro : na referida
loja da Boa f, na ra do Queimado n. 22.
Camisas e toalhas.
Vendem-se camisss braness muito finas pelo ba-
ratissimo prego de 28 rs. a duzia ; toalhas de li-
nho para rosto a 9 a duzia ; ditas felpudas muir
lo superiores a 12 a duzia : na ra do Queima-
do n 22, loja da Boaf.

S so Progreso, ehegedas no iltiao paquete a 3200
BMDte ao amoiera Prognato.
I
arroba e 120 ra. a libra, naiea-
Palets.
Vendem-e paletos de panno preto fino, muito
bem fetos a 22 r.; ditos de brim branco de
linho a 5 re.; ditos de setineta escuros a 3500,
muito barato, aproveitem : na ra do Queima-
do n. 22. laja da Boa f.
|Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido eacreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
verdadeira polassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
edra, tedo por precos mais baratos do que em
ul" qualquer parte.
Fumo em folhapara charutos.
De todas as qualidades em f rdos
grandes e pequeos: na travessa da
Madre de Dos armazem n. 21.
Vende-se urna mulata de idade 18 annos,
com urna cria de 4 mezes, eagomma, ensaboa
perfeilsmenle, cozinha e faz todo o mais sert ico
de urna casa, muito carinhosa para enancas: na
ra do Queimado n. 39, loja de fazendas.
E' baratissimo!
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassas de cores fixas miudinhas a 240 rs. o co-
rado, cambraia, organdya lindos deaenhos a 400
ra. o corado, e chitas largas finas de 210, 260 c
280 o corado, e outras muitas fazendas por ba-
ratissimo prego : oao-se amostras com penhor.
Barato que admira, na ra do
Queimado n. 47.
Vendem-se musselinas de cores a 220 rs. o co-
rado, riscado franceza 180 o corado, chitas fixas
a 160, em relalhos a 120, cortes de cambraia de
barra a 2800, graris de seda de cotes a 300
rs., ditas pretas a 600 rs.. lengos de seda gran-
des a 800 rs., gangas de cores para caiga a 500
rs. o corado, giosdenaple preto a 1600 o cora-
do, setim preto maceo a 2800 o corado, lengos
de chita a 200 rs., ditos de cassa a 220, chales de
merino lisos a 4500, ditos bordados a 78, ditos
de la e algodao a 18. chitas largas franelas a
240, ditas mais finas a 280. madapolo de 4$-200,
4J8O0 e 5, cortes de castor, fazenda boa para
caiga a 900 rs., brim pardo a 500 rs. a rara, pan-
no fino preto a 34O0, chapeos de massa fina a
4, chaly de quadro a 700 rs. o corado, las para
restido a 500 ra. o corado, seda de quadro a 600
rs. o corado, cambraia lisa com 8 t|2 raras a
3500, ditasmafs finas a 4$6O0, o muitas outras
fazendas que se vendem vista do dinheiro por
todo prego: dio-se amostras com penhores.
DA
FMC&0 LOW-MOW,
Roa daSenzalla Nova n. 41
Neste estabelecimento eontina a baver um
completo sortimento de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e tsixas
te ferro balido e coado, de todos os lamanhos
para dito.
Na oasa de James Crabtree A C, roa da
Cruz n. 42, tem para vendar pannos aiues de di-
versas qnalidadea para firdamento da tropa, da
melhor que aqu ha, e por menos prego do que
em qualquer outra parte, e tambem panno azul
para capotes.
Cera de carnauba.
A melhor que tem rindo ao mercado, e por
prego commodo : no largo da Asaembla n. 19,
armazem de Antunes Guimaraes & C.
Farelo e milho.
Saceos grandes, e de muito boa qualidade : no
laTgo da Assembla n. 19, armazem de Antunes
Guimaraes & C.
Raa da Senzala iNo\a n.42
Vende-se em easa de S. P. Jonhsion d C
sellinse silbSes nglezes, esndeeito e tastirses
bromeados, lenas nglezes, fio de vU, tt0,e
para carros, emomaria, arreios psia carro de
um e dous cvalos relegios de euro paienie
ingles.
Perfumaras
novas.
A loja da aguia branca ceba de receker a> sua
presria encomote.da iiaa lindo e comi.letnsorli-
mento de perfumaras finas, asqoaes est ren-
dendo por menos do que eos outra qualquer par-
te : sendo o bem conhecido oleo philoron e t b
oha(Societ llygiei.ique) a 1 o frasco, finos ex-
tractos em botutos frascos de corea e donrados a
2, 2,500.3 e 4, bmad. b.ob. tra Jp,rPD!
te, e outras Igualmente finas e norjsain.as retro
ajaponaiseem bonitos frascos, coja tan p o> t
dro tambera cheia da mesma. bulle concrete"
odonoell, principe imperial, reme, em benitos
copinhoscom lampa de metal, muitas ootraa
direreas qualidades. todas estas a 1 o frasco
bonitos rasos de porcellana dourada proprios pa-
ra offerta a 2 e 2,500. bonitos bahuzir.hos rom
frasquinhos de chairo 2, lindas ref tinhae
com 3 e 41 frasquinhos, e caixinhas redondascem
4 ditos.a 1J200 e 1600. finos pos para denles e
agoa balsmica para ditos a te 1500 o fasqui-
nho ; e assim urna intinidade de orjei-tos que sao
patentes em dita loja da aguia branca, na ra do
Quemado d. 14.
Cal de Lisboa,
Vende-se cal superior de Lisboa, propria para
engenho a 7 o barril; na raa do Brum b. 66 at
mazem de assucar. '
Attenco
Alporeas ^., ,_
Caimbras
Callos.
Ancores.
Cortadurss.
OoreS de cabees.
das costas.
dos membros.
Emfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
ErupQdes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Fialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Friairaa.
Gengiva escaldadass.
Inchac5es.
Inflamaco do figado.
Vndense este ungento no estabelecimento
geral do Londres n. 244, Strand; e aa leja
de todos os boticarios droguistas o outras pes-
soas en car regad as de sua venda em toda a
America do sal, Hsvana e Hospanha.
Vende se a 800 rs.,cada bocelinha contm
a. instracoao em portugus para expliear e
nodo de razer aso desta ungento.
O deposito geral em easa do Sr. Soum,
pkarmaosutico, m ra da Crur a. M. em
PeriiajBiBaeo.
Infiammaco da bexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
deolhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Su puraces ptridas
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor do ervos
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulaces.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Vende-se em:asade Saunders Bro hersA
C. pregado Corpo Santo, r elogios do afama
do abricante Roske'.l, porpregos commodos
s tambemrancellins e cadciasf araos meamos
deexceellnte costo.
Padaria.
Na padaria de Antonio Fernandes da Silva
Beins, ra dos Pires o. 42, da-se pao de venda-
gem, e na mesma vende-se pao commum, dito
ne Prorecca, bolacha de boa qualidade e nova,
bolachinhas. biscoitos doces e aguados, fallas,
roscas, aramia franceza, bolachinhas de dita, fa-
rinha do reino muilo nova, tudo feito das me-
Hiores fariohas, e trabalhado com aceio e lim-
peza.
Gneros baratos.
Queijos novos a 1960, vinho engarrafado do
Porto a 800 rs., de Lisboa a 560 e 400 rs., vina-
gre a 240, raanWiga ingleza a 960, franceza a 800
rs.. cha a 2, caf a 240. ^batatas a 120, arroz a
100 rs., toucinho a 8(0 rs., sabao massa a 200
rs., alpiste a 180, azeite de carrapato a 440 a gar-
rafa, doce de goiaba fino algo caixao : na ta-
berna da estrella largo do Paraizo n. 14.
240.
Cassas de lindos padroes cores fixas que se
pode garantir aos comprados, a 240 rs. o covado,
na raa do Queimado, loja de 4 portas n.39.
Por preco muito barato, na
loja de miudezas da ra do
Imperador n. 38, por baixo da
bandeira americana.
Q uad ros grandes domados com mogas e paisa-
gens.
La de todas as cores para bordar.
Franjas e galoes de linho brancos.
Babados do Porto lsrgos bordados.
Ejoco para bordar para flores e enieiles.
Franjas de seda preta e de cores. ,
Fitas de seda, de lioho e de oos.
Cartdes de clcheles.
Alamares do orados para capotes.
Botos de linha.de seda e de vidro, proprios
para casaveque.
Vidrlbo de cores para afeites, rebiques.
Bonets para menino, toucas e chapeos yaca
baptiaados.
Maaguitos e golUnhus brancos e pretos.
Espelhos dourados.
Vende-se tambem a armagao e pertences. Em
porgo vende-se a praco.
f Vende-se em sanctuaro de Jacaranda obra
de apurado gosto com urna meia commoda da
mesma madeira, sania da Cambs do Carino
n. W.


I Remed m americanos |
DO DOCTOR
Radway & ., de New-Yorkr
| PROMPTO ALIVIO 8
Resolitivo renovador.
I Pilulas reguladoras, f
Estes remedios ja sao aqui bem conhe- 9
W cidos pelas admirareis curas que tem ob- 9
9 tido em toda a serte de febres, molestias
chronicas, molestias de aenhoras, de pe- #
le etc., etc., confrmese r as instruc-
9 edes que se acham traduzidas em por- 9
# tuguez. 9
i ------- @
|Salsa parrilha legitima e|
original do auligo
|DR. JACOB TOUNSEND
0 melhor portfcador do sanguc
cara radicalmente
S Erisipela. Phlisicas.
Rheumatismo. Catarrho; q
w Chagas. Doencas de figado. a
&k Alporeas. Effeilosdo azougue. a
ja Impingens. Molestias de pelle.
^ Vende-se no armazem de fazendas de 2
2 Raymundo Carlos Leile & Irmo, roa do j
2 lmperatrizn 12.
@9S 9999 @#
Loja do vapor.
Grande e variado sorlimento de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas finas e perfumaras,
tudo por menos do que em outra parle : na loja
do vapor, na ra Nova o. 7.
Cera e sebo
No armazem da ra da Cruz n. 33, rende-se
cera do carnauba em por;o de saceos a 8500 a
arroba, sebo do Porto em caixoles em porcao a
10$, Qo da Bahia a 750 rs. a libra, cera amarella
a 320 rs. a libra, velas de composicOes e carnauba
pura a 14.
Para a quaresma.
Grosdenaple preto fino a 1600, dito largo a
lc00, dito mujto superior a2 e 2400 o cora-,
do : na ra Nova n. 42, defroole da Conceigao
dos Militares. .
A 31000.
Saceos com arroi de casca, tendo a maior par
te pilado ; no caes do Ramos n. 6.
Attenco.
Vende-se a taberna sita na ra Augusta con-
fronto aochafarizn. lllcom poneos fundos, pre
pria para principiante por ser em bom lugar: a
tratar na mesma.
Vendem-se saceos com feijo mulatinho,
por prego muito commodo : na ra da Cadeia do
Recife. 56 ; bem como se vende um escravo
proprio para todo o servico.
Gomma doAracaty.
Vende-se excellante gomma de Aracety; na
ra 4a Cadeia do Recife, primeir andar, n. 28.
Qaeijoe aovse TgfiUO ; no Basar Pernambu-
cane anra do Impender.
Casa terrea.
Vende-se ama easa terrea acabada i um anno,
n 80 palmo de frente, 4 quartos, corredor
independen te, quintal e cacimba; esa terreno
juate mesma, com 90 palmeo e frente e 125
de faae, ate aa ra a Espranos ; lsst*-se a
ra Djala, taberna n. 109.
Burros de Montevideo,
por todo o preco, mansos e gordos : no armazem
amarello em frente do arsenal : a tratar com o
capiloSebast, ou rom Antunes Guimaraes & C,
no largo da Assembla n. 19.
Veniein-se accOes da caixa filial
do banco desta provincia: na ra da
Cadeia do Recite n. 41.
Vendem-se saceos com farelo de Lisboa,
dito com farinha, mandioca, milho e feijo, pro-
prio para animaos, e tudo por prego muito bara-
to : a tratar no paleo de S. Pedro n. 6.
Relogios.
Vende-se em casa deJohnstonPater S C,
ra do Vigario n. 3, umbello sorlimento de
relogios deouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool; tambem
urna variedade de bonitos trancelins para o
mesmos.
SEDULAS
de $e 5#000.
Continua-se a trocar sedulas de urna s figura
por metade do descont que exige thesouraria
desta provincia, e as notas das mais pragas do
imperio com o nbale de 5 por cerno: no escrip-
torio de Azevedo & Alende?, ra da Cruze
n. 1.
Phosphoros do gaz.
O deposito dos phosphoros do gaz oa traressa
da Madre- Deus n 9 e 16 acha-se de no va mente
suprido e contina a render-se em porgues e a
retalho por prego commodo.
Vende-se um aparador de amarello com
armario em baixo, e tambem um lavatotio com
espelho e lampa de pedra, ludo muiissimo ba-
rato : quem quizer, dirija-se a ra de Hortas n.
130, sobrado de um andar.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joio Souvr & C, nicos possuidores
deste xarope j bem conhecido pelos seas bons
effeitos, cor/tinuam a rende-lo pelo prego de 1
cadaridro; fazem urna difTerenga no prego aos
collegas e a todas as pessoas que tomarem de 12
vidros pira cima.
jfe elogies jfe
Bh dan
Suissos.
Em casa de SchafleitMn & C.rua da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sortimento
de relogios de algibeira horisontaes, patentes,
chronometros, meioschronometros de onro, pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
giosdos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vonderao por precos razoaveis.
, Vendem.se noventa apolices da
companhia do Beberibe : oa ra Nova
n. 14, primeiro andar.
Vende-se na cidade do Aracaty urna casa
terrea com sotao, bom qoirrttl e cacimba, na prin-
cipal roa de commercio, propria para quem qui-
zer ali establecer-se, por ter nao s commodos
precises para residencia, como tambem loja, arma-
zem, etc.: a tratar na mesma cidade com os Srs.
Gurgel Irmios, que esto autorisados para esse
m, oa posta praga na roa do Cabog, loja n. 11.
Barros de Montevideo.
No esrriptorio de Conree & Filho, roa da Ca-
deia do Brcife n. 3, primeiro andar, tem para
rernler o segutnte :
Redes bordadas muito finas.
Oculos de alcance (por diminuto prego).
Chirotes para montara. )
Binha franceza (rosmetique).
Completo sortimento de lalagarsas para bordar
j preparadas rom os desenhos.
Elementos pralicos do fdro civil.
Cnlrifcismo para os parorhos.
Historii chronologica do Brasil.
Para o carnaval.
Completo sortimento de relbutinas de todas as
cores de mnilo superior qualidade, pelo harai0
prego de 600 rs. o corado : na ra Nora n 42
defionte da Conceigao dos Militares.
Vend-se um palanqun leve e
em bom uso : na ra do Queimado n.
12, primeiro andar.
Vendem-se 20 acgfs da companhia do en-
caoamfoto das aguas: a tratar na ra do Quei-
mado n. 12, primeiro andar.
100 barricas de rerveja branca de optirra
qualidade em um lote ou em lotes pequeos
50 gigos e caixas de champagne de urna marca
maia afamada : na casa de James Crabiree di C
ra da Cruz n. 42. '
7.000 rs.
Acaba de chegar ao armazem de Bastos & Re-
g, na ra Nova n. 47. junto a Con. eigao dos
Militares, urna grande quantidade de chapeos de
castor, pello raspado, fazenda muilo superior ;
vende-se pelo diminuto prego de 7, barato que
admira por ser muilo boa qualidade.
Travejamento,
No engenho da Torre na para
vender G travs de sicupira cuna
S5 palmos decomprido e S ditas
de sjrosfcawa, tedas de ajatina viva ,
quem as pretender d rija-se ao
mesmo legara fallar com Manoel
do Nascimento da Silva Bastos.
Escrayos fgitiosT"
Vende-se por tede prego par acabar estes olis
aaiaues para os aenhores de engeahes e larra-
dores, noearmaiena de Aedr* de Abroa Porta,
na frente do arsenal de anariaas, a tratar eom o
dono aosaiBMuos ou na raa do Trapicae Novo
n.14.
T" Fn I dade, o escravo crenlo de nome Manoel, de 43
; anuos de idade, cor preta, espaduas laigas e es-
; tatura regular, indo restido com roupa de alpo-
dao trancado de listras : este preto naturnl da
cidade do Ass, provincia do Rio Grande do Nor-
te, offlcial de ferreiro ; elle falla bem, e bas-
I tanle ladino. Recommenda-se aos rapilos de
, campo a sua captura, e quem der noticias delle
, ou o agarrar, pode-o levar a seu senhor o maior
'Antonio da Silva Gusroio, morador na ra Im-
perial, quesera bem recompensado.
Na madrugada do dia sexta-Tea 1o do cr-
reme mez de (erereiro, fugio do silio do Arraial
de Francisco Jorge deSouza, a sua escrava Sebas-
tiana, cnoula. cia da perna direita, n-presenia,
30 annos de idade. edoente de frialdade ; quem
a pegar far o faror 1. va-la em diio sitio, nU na
Boa-vista ra da Gloria, casa terrea n. 34 do
Joao Jos dos Aojos Pereira, que ser gratificado.
, Fugio de engenho Noro de IguarassA. no
dfa 13 deste mez de Janeiro, o escraro erioolo do
nome Lourengo, de idade de 28 a 30 annos, offl-
cial de pedreiro, baixo, grosso, desdentado na
frenle, testa grande, bastante ladino, casado, o
a muiher mora no Recife, na ra dos Mmtyris,
escrarade um mestre pedreiro de nome Manoel
Xavier, provavel que a dita muiher o tenha por
ahi aculado, e j se tem rute nesta praga : por-
lanto pede-se a qualquer auloridade policial, ou
capito de campo que o pegar, o mandar levar no
dito engenho, que ser generosamente gratifi-
cado.
Do engenho Cutigi, freguezia da Eacada
fugio no da 3 de norembro de corrente anno o
eseraro de nome Antonio, com os aignaes se-
gointes : estatura regular, cor mulato, cebello da
negro, pouca barba, denles limados, idade 45 oa
SSannos, pescogo e ps grossos, tem pelo rosto,
pescogo e peitos algumas marcas de pant.os, e
algumaa cicatrizes pelas costas que parerrm ter
sido de chicote ; nao lorou comsigo roupa algu-
ma, e consta barer fgido para o ledo flo seria
d'onde riera : quem o apprehender, poder el-
ra-lo ao referido engenho, ou no Recife. rna es-
trella do Rosario n. 19, ao IMm. Sr- Fiorino un-
do Marques Lins, que sr b recompensado.
Pujo da cidade do Aracaty, no mes de se-
tembro prolimo passado, um escraro do rom-
mandante superior Manoel Jos Peona Parrieco
que ha pouco o haria comprado ao Sr. Rento
Lourengo Collares, de nome JoBqoim, de idade
decincoenta e tantos annos, fulo, alto, magro
dentes grandes, e com falta de algn na frente*
queiio fino, ps grandes, e com os dedos grandes
dos ps bem abertos, mnito palnrrladnr, inrul-
ca-se forro, e tem signaes de ter sido sirrrado.
Consta que este escraro apparecera no dia 6 do
corrente. rindo do lado das Cinco Pona, e sen-
do enterrogado por um parceiro se* eonhecido,
disse que tinha Sido rendido por Sen senhor para
Goianninha ; qoalquer peaaoa que o pegar o po-
der rersr em Pernambweo aos Srs. Basto & Lo-
mos, que gratificareo geneTosatnetoe.
Fegie no dia 1* do correte a preta aera-
ra Vicencia.CTiouia, de estatura recolar, cosa
todos os dentes aa frente, e OS de cima limados,
teso om signal de cabelle no qoeixo e de meia
idade, sahio eom vestido de riseado deabotado a
panno da costa : quem a aprehender ennduza-a
i raa da Palma a. Si, que er recompensado.
Desea n di* 29 de Janeiro que esii fuida a
negra Mari, aerara de Flix Venancio > Cao-
taliee, leven renpe de chita 4a asaeato hrane
a e,uakes c*r de caf quem trr nenicia oa
leve* frea 4o Imperador a* 67, que sa


'*)
MAMO l flMIAHNHQ. QUIWA F1IIU < M ffTIfiBtt) BE tMI.
Variedades.
-
/

Revista de Ltstoa.
C Cootiouago. )
E fo por isto que a Sra. duquezi de Palmclla
off-ren-u urna cora ao beneficiado, assim romu
ouiros pessuas de dcsliiu-^o c amigas dus artistas.
Tambera o ador Tasso (ig'umu oeste, numero, of-
ferlando ao eu irmio, irmo pelo abraco frater-
nal em que a mesma ai le os cinge e identifica,
urna bonita eori. Al Levassor, o artista fran-
cez recemedfpfffe chega-do Lisboa, o creador do
genero 1111 que T borda un portento do chisto
e paturalidade enirc nos, at elle mandou o seu
bouquat, semindo niio poder sssistir tao expan-
siva e espontanea festa, por nao ter alcangado
camarote.
E agora duixem que lhes diga alguma cousa
deste Levassor, que aahio de Pars rom o intento
de visitar as principaes cidade da Europa, e que
nao nos quiz esqueoer, porque aabia que tinha
aqui una acea Ilustra la onde po tesse mostrar
os prodigios do seu talento cmico, c um publi-
co conhecedor que o apreciasse o applaudisse.
Levassor fui o inventar das scenas-cmicas, a
digo inventor, porque representa-las, como elle
as representa, multo mus do que escrev-las.
E, rcalroonlo, que delicadeza, que nalurali-la-
du em todos aquelles esludos, que nao sao outra
cousa so nao pequeas saiyras postas em scena I
Para se chegar aquella perfeicao de retratista
de lypos e caracteres, nao bastante possuir ni-
camente fecundos e flexiveis dotes de interpreta-
cao, intsier ser um profundo observador delu-
das as excentricidades que rodeiam o homem em
sociedad)'.
Nos A mours d'un coxffeur, e as Tracasseries
de la danse, principalmente, on le se mostrara
mais estas (acuidades lo artista. Les a mours d'un
coiffeur um cabolloireiro, que exalta tanto u po-
der do cabello, como rao Juica Jor da physionomia
do homem, que, diz elle, basta a mu langa de
urna cabelleira para nos retratar desde logo um
persona^em. E depois passa demonstrar esta
propositan arrojada, variando de cara, .de gestos,
e de figura at, s por variar de urna cabelleira
lo 'ira para urna grizalha, de um chin ricado pa-
ra urna peruca de raras e estupetadas lampas. A
reprodu-'eo da audiencia n'um tribunal de jusli-
lic.i, sobretudu, maravilhosa de verdade, de
chiste e epigramma. E' impossivel exprimir com
toques rnais satyncos a differenle matielta de orar
dos dous advogadus, e, logo em seguida, por urna
transiicao aJrniravel, s operada apenas pe-
las coniraccoes physionomicas, apresentar-nos
a possoa do juiz, velho eugoido, trmulo e fa-
choso I
A satyra, as Tracasseries, dansa tambem
urna delicada compusico, em que dilTerentPS ly-
os, conhecidos nos sales e bailes pblicos, sof-
rea us tortoras de uno critica Onissima. Mas
fe 6on hnmme Jadis o esmero de arle mais com-
pleto que lonho visto reproduzir no theatro. Que
finura, que verdade, e que elevacao ao mesmo
tempo I Al aqu lia misma losse o suffocago
disprtalas pelo riso, tao proprias da vclhico I
E, cmlim, nada esqueceu este Moliere da iiiler-
preugo.
Comegarara os biiles do carnaval, eo Club d
hoje tambem o seu primeiro baile. Fallatei delles
no prximo folhellm.
Cavaliieiro Carnioi*.
palacio do imperador da cbina.
No relaiono o general francez Montauban, em
que se d conta das operages que seg.iio o cor-
vo expedicionario francez desde o dia 5 de outu-
1 i al a sua entrada em Pekio, e da tomida do
palacio do imperador da Chiua, descreve-se cir-
Curaslanciadamenlo a magnificencia e liquew
extraordinaria ileste pal icio, cujos despojos foram
repartidos entre parles eguaes entre o exercito
francez e inglez. A'cerca destas riquezas, eis o
que diz o general francez no referido- rea-
torio :
N'esta primeira visita ao palacio, que eu
stiopeiuva devia encerrar grandes riquezas,
quena eu que 03 nossos alliados fossem repre-
sentados. Depois de ter visitado aposentos, cujo
esplendor indescriptivel, mandei collocar sen-
tiuellas por toda a parte, e nomeei dous officiaes
d-.' arliiliana para vigiaren que ninguem po-
desse entrar no palacio e ludo fogsu conservado
intacto at a chegada do general rant, quo logo
mandei prevenir pelo bngadeiru Fatlle.
Tendo chegado os chefes inglezos,combinamos
sobre o que convinha fazer de tantas riquezas, e
escolhem.is por cada nagio tres commissarios,
enrarregados de fazer apartar os objectos mais
> redosos como curiosidades, allm de que se
uesse orna divisao egunl; lena sido impossivel,
pensar em tirar a lotalida Je do que exista, por
seren mui limitados os no3sos meios de trans-
pone.
Um pouco mais tarde, novas pesquizas trou-
xeram a descoberta de urna soraraa de pertu de
80U.OoO francos em pequeas barras de uuro c
prda ; a mesma commsso procedeu egualmen-
te divisao egual pelos dous exercitos, tocando
cada ura de nossos soldados 80 francos; a divisao
foi feiii por urna commsso composla de todos
os chefes de corpo e de s**rvigo, presidida pelo
gen-ni J.imn; a mesma commsso, reunida e
consultada em nome do exercito, declarou que
esle despjava fazer um presente titulo de lem-
branca S. M. o imperador da totalidade dos
objectos curiosos tirados do palacio, bem como
S. M. a imperatriz e ao principe imperial.
O exercito foi unnime para esta ollreuda ao
chefe do estado, que a considerar como urna
lembranca de rucouheriraenio de seus soldados
pela expedicao mais longinqua que tem sido
emproheiidida.
No momento da partilha entre os dous exer-
FOLHETOl
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
cito, instei. em poma do imperalor, pira que
lord Etgi* fkasa primeira escolha pan S. M.
a raJMha dv IrffUterra.
Lord Elgi ccolheu um bastan da comtnan-
do do imperador-da China, em jade verde(especie
de esmeralda) do maior prego e engastado em
uro. Tendo sido encontrado un segando bas-
tan, em ludo semelhante i este, por seo turno
qoiz lord Elgin que fosse para S. M. o impera-
dor; houve, pois, perfeita paridade nesta pri-
meira escolha.
Ser-me-hia impossivel,Sr.marechal.diier-vos
a magnificencia das nmeros is conslruccoes que
se sucredn n'uma rxtensn de qualro leguas, e
que chiman) o palacio de vario- do imperador;
successao de pagodes encerrando lodos deuses
do ouroe de prata ou de bronze de urna dimen-
sao gigantesca. Assim um s deus do bronze,
um Bouddha, tem urna altura de perto de 70 p3,
e todo o resto proporgio; jardins, lagos e
objectos curiosos amontoados desde seculos era
edificios de raarmore branco, cobertos de lelhas
deslumbrantes, envernisadas e de todas as co-
res ; acrescoutae isto pontos de vista de um
campo admiravel, o nao lereis seno urna fraca
id do que terans visto.
Em cada um dos pagodas existem, nao ob-
jectos, mas armazens de objectos de toda espe-
cio. Para vos filiar s de ura tacto, tal a por-
g.io que existe de seda do mais fino tecido, que
embrulhamos com pecas deste estofo todos os
objectos que sao ex'pedidos para Sua Mages-
tade.
O que entristece no meio de todo estes es-
plendores do passado, a incuria e abandono do
governn actual e dos dous ou tres governos que o
precedern); nada ha que esleja bem conserva-
do, e as mais* lindas couaas, exeepgo das que
guarnecem o palacio que o imperador habita,
esto n'um esta lo deplorare! do degradago.
Em um dos pagodes, no das cirruagens,
meia legua do palacio habitado, encontramos
duas magnificas carruagen* inglezas, presente
da embaixada do lord Marartney; eslavam anda,
bem como seusarreios dourados, no mesmo lu-
gar onde deviam ter sido posUs ha quarcnia e
qoatro aonos, sem que jamis lhes fosse sacudi-
do o p que as cubre.
Seria preciso urn volme para descrever
tudo o qun vi; o meu maior pesar de nao ter
na expedigao nm photographo para reproduzir
aos olhos do impetrador o que a palavra nao tem
poder para exprimir.
( Commercio do Porto. )
Vi a ge m na Oceania.
Os anlropophagos do archipelago Vi-Fidji, (")
composio sobre as notas e manus ripios dei-
xa los pelo barn de Saint Salvy.
No idpz de julho (1849) dexei as ilhas da Son-
da na ilaihilde Amelia, que fazia-se de vela para
a Nova-Hollanda. Nenhum ouiro interesse, que
nao fosse a curioseado alirahia-rne para o gran-
de continente austral ; mas a curiosidade, o al-
trauliro do desconhecido, nao teem por ventura
sido sempre o principal, poderei dizer, o nico
mobil de roinha vida aventureira? Nao sei mais
que viajar,Chateaubriand, crcio eu, falla do um
Francez, que percorria em lodos 03 sentidos o
deserto africano, havia doz annos, em procura
desse mysierioso incgnito, cuja indagago o apai-
xonava e enthusiasmava sem que elle podsse
dizer por que.
Talrez que eu seja um pouco assim. Toda a
Ierra que nao tenho visto charaa-me invenci-
velmcute s, e d que raeus pesa tenhatn cal-
cado, ella apresen! i-se-mu ao espirito como urna
miragem chdadas mais chimericas sedueges. A
desillusao nio ru tem curado, o urna vez que el-
la tem feito apenas mudar o fim de meus dese-
jos, forra concluir quo nasri para vlajor como
outros uascem poetas. A volta do mundo ser
meu poema, e se algumas vezes pergunto mim
mesmo que vanUgem resultar d'ahi para mim,
ou pira os outros, conforto-mo sempre dizendo:
Meminisse juvabil.
Dos piiiueiros dias de minha viigcm nao me
oceurre aiguma lembranca, digna de ser mencio-
nada. A Ualhilde Amelia era um liado navio
de 600 loneta las, construido com essa esvelta
elegancia de formas, particulares sos eslaleiros
de N.mies ; e seu com mandante, o capillo Brazier,
uHerecia o typo completo desses marlnheiros ex-
perimentados e enrgicos, que honrara nossa ma-
rinlia mercanta. Os dezoiio homens quecompu-
nhaui a equpagera pertenciam pela mor parle ao
Modihan, esse vueiro de bons e robustos mari-
nheiros, e minobravam com essa uniformidad e
presteza, pelos quaesse supprc geralmenle a fal-
la do bragos nos navios de commercio bem com-
mandados.
Fallando desses bravos homens n de seus encl-
lenles oii'iaes, nao fago mais do que pagar um
tributo bem fraco de reconhecimento por lodos os
bous cuidados, com que mecercaram bordo da
Malhilde Amelia, Euifim, permitli-se-me dizer
que depois de haver soleado os mares durante
viule annos, fui levado pensar que se em algu-
ma parte existo realmente fraternidade evang-
lica, ceriameule sobre o ocano que se devo ir
procura-la.
Em consequencia de urna calmara podro, que
reinou durante urna semana, nusso com-
maudanle, llm de renovar nossas provises de
bordo e fazer agua la, decidio-se arribar i 1 ha
,
(*) Os viajo res e geographos nao sendo accor-
des sobre a antropaphagia dos naturaes do sr-
chipelago Viti-Fidji, iprouve-nos exlrahtr das
notas que nos foram confiadas o capitulo, que
se vae Inr. Conservamos quanto foi possivel nes-
ta narrago o tora, a cor e a forma das notas, que
serviram-nos para comp-la : era esle, pensamos
nos, o melhor meio de inspirar bem as improsses
de seu autor, e de provar tambem sua veraci-
dade.
IDA lAlfif M
Lili
SiiHMAtu.Scenas contemporneas da vida ma-
rtima um homem no mar Proposta ao go-
verno imperial.
Onlro incidente engragado, e que quasi produz
um desagradavel em barago aos jovens aspirantes,
eve lugar um ou dous dias depois.
Peinntiio o acaso, quo o coramandante da
crvela, acorapanhado pelo inmediato, se diri-
giste urna vez em seus passeios larde pira
ra em que ordinariamente se faziam aquellas
risonhas reunios. Era quasi noite, e j esla-
vam em seus poslos, dangar e brincar, offi-
ciaes brasileiros, americanos e suecos.
Guardava a entrada do templo de Venus urna
rochunchuda negra hollenlotc, que se tintn dei-
xado domesticar, e que era um exrellenle livro
do estudo para os sabios naturalistas consulta-
rom e decidlrem cora conviego a celebre ques-
tao do sinus pudorxs.
Apenas elle foi avistado, a maior parte dos ra-
pazes procurou eclipsar-se, mas um delles, mais
bregeiro que os outros, incitou a negra que o
convidasse dangar.
Foi urna Inspirago diablica, que ia tendo pa-
ra nos funestas consequencias.
A negra sem lir-le nem guarle faz-se de vela
mais ligeiramente do que se devia presumir i
vista oe sua massa, aborda o commandaule o
quer por torga cnnduzi-lo, dizendo Ihe continua-
mente : Commodore you danse polka, you danse
polka I ,
O imraediato, que logo percebeu o negocio,
quiz desembarazar ocommandante, que cada vez
se mostrava mais vezado, porem nao o conse-
guid, e por lim tambera leve que ceder voola-
de de rir que o dominava.
O nico meio para se livrar desla massa ambu-
lante era acompanha-la. Quando vimos que o
negocio ia lomando esta face, osgueiramo-oos
cada uro para seu lado, O deixamos as nossas
bellas companheiras, que nao linhara as mesmas
razes que nos para esconder-se.
< Titi-LtfcoH, mais considenrel do archipela-
go Virr-'F!d/l.
Nao tooho prelengio algum ao tftnlo de sabio,
e jamis conceb o ambicioso oensamefllo de Ira-
zer grandes lazas as qoests geographcas con-
trovertidas, as nem por isso deixo de conside-
rar-oie asiaz feliz per esta arribada. Ella ia fa-
eilitar-meos meios ele colher apontamenlos se-
guros e precisos sobre os coslomes dos naturaes
dessas ilhas pouco fraqueatadas; ser-me-hia per-
miiiido julgar por mim mesmo seesses solvagens
eran ou nao amantes da carne humana ; e com-
prehender-se-ha perfeitamente que com meu
amor do desconhecilo ou do extraordinario, eu
nao era pouco-curioso de saber como eraru feitos
os ntropOpriagos. >
Minha euriosidado devia ser mui completamen-
te satisfeita. Mas, nao antecipemos a continua-
gHo desta narrago, e digamos algumas palavras
rospeito do archipelago Viti-Fidji, que corres-
ponde s ilhas do principe Guilherme de Abel
Tasman, e s ilhas Fidji do maior numero dos
geographos.
Esle archipelago estende-se entre 16 e 20 de
latitude sul. 174 e 179 de longitude leste do me-
ridiano de Paris, sobre urna superficie approxi-
mada de cem leguas quadradas. urna agglo-
merago de algumas grandes ilhas, em roda das
quaes se espalha um i multdo de ilheos sem no-
mes, dispersos sobre o mar como masscosde ver-
dura, e cercados pela mor parte de bancos de co-
ral quo impedera o tecesso. As ilhas principaes
sao Viti-.ebou, a maior Ierra coahecida da Po-
lynesia depois da ilha Harwaii; Vanoua-Lebou,
sua visnlia, que se corda altivamente com sua
floresta de sndalo; Lagueraba, a belllcosa : Kan-
dabar e Yabe-Ouni, cujos picos rivaes dominara
ao longe o archipelago. Entre VitiLibou e Va-
noua-Lebou corre um canal de quinze leguas
pouco mais ou menos de largura, todo e*rigado
de cachopos do arrecifes, no qual s podem aven-
turar-so as pirogas dos indgenas.
Ancoramos por tanto em Vili-Lobou, defronte
de urna aldeia assaz consideravel, que se elevva
na costa N. O. da ilha.
Desde muito tempo os naturaes seguan com
as vistas nossa marcha e manobras, e apenas ti-
nhamos Lineado todas as ancoras, j elles rodea-
vara o navio com cantigas, gritos e gestos, que
para serora deraonstrages de amisade e sauda-
ges de boa viuda ni deixaram de ter umi eslra-
nheza pouco tranquilisadra.
Como porm era demisterque nos pozessemos
era relago cora elles, para aquillo de que care-
camos, e como nosso capito quera inda ten-
tar se era possivel chama-Ios relagdes comroer-
caos, manlidas porcerlos producios do archipo-
l^go, como o aloes e o sndalo, coosentio-se qie
alguns subissem bordo.
Intil dizer que eu estava no tombadilho,
ollundo com todos os meus olhos para os nossos
selvagens visitantes.
Eram homens de alta estatura, bem feitos,
musculosos e ageis linda variedade, quando
no seja puro typo da raga melanesiana. Nelles.
como ora todos os Vitianos o rosto era muito lar-
go em cima, o nariz grosso e excesssivameote
chato, s bocea grande, os labios espessos, e os
denles,talvez fosse efleito das lembrangas, que
esta palavra me disperla ; mas fallando de seus
denles, nao posso dizer outra cousa que nao seja
que elles eram terriveis de ver. As sobrancelhas
espessas, os cabellos crespos e abundantes e a tez
puliginosa contribuam anda para dar-lhes urna
physionomia feroz, que conlrastava com as ale-
gres caretas e riso guttural, pelos quaes agrade-
ciam-nos a nossa recepgo.
Quanto sou trajar, adiscripgo ser breve. Os
Villanos de ambos os sexos nao teem outros ves-
tidos nao ser urna langa, chamada maro, que
apenas cahe at osrins. Este adorno sempre
guarnecido na frente de um curioso e bizarro
mosaico, feito de conchas mtudas, denles do ho-
rnera e denles de tobaro.
Entre os nossos visitantes achavam-se dous
chefes, o raiis importante dos quaes de.-tinguia-se
de seus compaoheiros pela multiplicidade dos
desenhos, que Ihe cobriam o corpo, por um du-
plo collar de denles humanos e de denles de tu-
bario, cahido sobre seu peito, e finalmentedes-
tinecao muito honoriQca entre esses naturaes
pela Untura vermolha em que elle tiuha embebi-
do sua abundante caoelleira.
Elle fez-nos comprehender que era o chefe
principal da aldeia, diante da qual tinhamos an-
corado, equecommandava a tribu mais conside-
ravel da ilha. Com o soccorro de urna mmica
oo menos expressiva que a sua, nosso capito ex-
poz-lhe o que delle esperavamos ; e com alguns
pequeos presentes elle ficou convencido que os
compaoheiros de Toubouai-Nakoro (asim se cha-
mava n Chera principal) Arar-iam oro refeua no
navio em quanto fossemos i Ierra para renovar-
mos nossas provises.
Armamos a chalupa, e o capito Brazier, o
contra-mesfre, seis vigorosos raarinheiros e eu,
dirigimo-nos debaixo da protecgo do Toubouai-
Nakoro, para urna especie de enseada onde os na-
turaesencalhavamsuas pirogas. O terreno esla-
va apinhado de lodos os habitantes da aldeia, e
poupo-me o dar urna idea do terrivel concert de
gritos e clamores, com que saudaram nossa che-
gada. Homens, mulheres e meninos, chegaram-
se para ver-nos, iam e vinham, chamavam-se uns
aos outros, gritando, gesticulando e urrando co-
mo possessos ; nunca alegra hospitalera mani-
feslou-se de um mocio mais terrivel.
Finalmente, depois de muitas gesticulacoe,
acompanhadas de exclamagoes gulturaes impossi-
veis de descrever, o chefe principal conseguio
obter silencio o fallou multidao.
Fenso que depois de ter explicado nossas dio-
posigdes pacificas, elle terminou por alguma pa-
rephrase do indiscreta, por que logo, homens, mulheres e
vamos, e que nao deviam abandonar por um
instante a gravidade stercotypada no regiment
provissional, que convm existir sempre no por-
te do superior. *
Deseulparam-se de nao tomar parte no direr-
lmenlo e retiraram-se promptamente.
No dia seguinte sentimos logo a influencia
deste acto irreQ-ctilo. Todo3 os aspirantes fo-
ram chamados solemoemente ante-caraara, e
ahi o inmediato, era nome do coramandante
lhes passou urna severa reprimenda, e lhes dis-
se que somonte sua intervengo deviam nao fi-
car impedidos de ir trra por todo o tempo
que a crvela eslivesse no porlo.
Terrivel ameaga que nos fez curvar a cabera
amedronlados I
Depois elle fallou-nos com mais bondade, e
at finalmente ajustou-se comoosco para ir
noite ao baile ; porque queria rever certas car-
nhas que na vespera Ihe tinham impressionado.
E cora effeilo, nao faltou mais um s, e di-
venio-so bem agradavplmenle.
Alera da porteira, havia urna especie de mestre
de ceremonias, tambem negro, quera chama-
vara ilonsieur Tines.
Sabia elle de urna receita infallivol para os
males que nos poderiam accommeller, e a dava
de graga :
c Oe bon matin lavti lout corptem pol grand,
em/iniganl boire de sais.
Este francez macarrnico nos records o de m
nnsso aspirante que, mostrando a crvela ora i
offlcial sueco, na occasio em que a guarnigo
ceiava dase este a lis sont aprendre la sou-
pance. s
J se v que a boa vida qoe levramos no Ca-
bo, se oao era de todo editicativa, corresponda
ao monos completamente nossa edade ; e nos-
sas aeges sempre foram propras de jovens po-
ndos, que perlenciam honradas familias, e se
alistavam em urna nobre corporagio.
Os domingos e dias santos na cidade do Cabo
sao tao inspidos como em qualquer outra parte
onde domina o schisraa protestante. As ras fi-
cam desertas ; nao so ouve um s ruido ; parece
que as casas eslo abandonadas, que se penelrou
em um recinto de modos, em um cemiterio pu-
blico.
S pela madrugada que se encontrara alguns
rapazes vestidos de branco, com turbantes mui
alvos sobre a cabega, que fogetn para o campo,
onde vio procurar ama dislracgao na caca, que
ali tem muitos ailravtivos ; porque oflorece seus
perigos, nao sondo raro encootrar-se um tigre
para adversario na partida.
Algumas familias tambem se refugiara nos ar-
rabaides, preferiado folgar em liberdade i som-
. Pif*MMFt. &, bol .volas, di-
rigi-at i usa grupo desses selvagens e destribui
coa elles algumas bagalellas. Toubouai-Nokoro
notou nisto, veio nos, tiroa, sem dizer ama pa-
lavra, os prsenles das mios que os baviaa re-
ceido, e fez-me comprehender que se eu tinha
presentes fazer, era elle que devia da-los. Ti-
rei da minha algibeira um lindissimo longo de
seda verraclho, e araarrei-o moi gravemente na
caboga de Nakoro, o qual prestou-se isso con-
servando a religiosa gravidade de um rei, quem
so cinge com ura diadema ; e quando acabei, cora
um olhar radioso e iriumphante ello passeou por
entre os seus dirigindo-lhes urna nova allocugSo,
na qual devia tratar muito de mim, por quanto as
vistas dos ouvintes s desprendan!-se do longo
para fixirem-se em minha pessoa.
Dissesse elle o que dissesse, eu era d'ahi em
diante seu amigo, e a linda pantomima, com
qual elle me certifleava disso nao tea tido m,
crcio, eu, se elle nio houvesse reparado em mi-
nha espingarda. Esta arma fixou brevemente sua
attengio, e excilou-lhe o desejo, ponto]que el-
!p "*ereeau-me doze dos mais lindos porcos da
ilha para que eu lh'a dsse ; oque recusando eu,
fez-me slgnal para que esperasse e correu i toda
a pressa paras aldeia. 4
Eu perguntava mim mesmo o que Ihe leria
passado pela cabega, quando vejo-o voltar, nao
menos veloz do que partir, trazendo oomsigo
ama joven mulhor, cujas cabellos tintos de ama-
relio compunhara seu nico enfeite.
Toubouai-Nakoro parou diante de mim com
sua companheira, fez com que ella se adiantasse,
mostrou-me seus denles, fez-me notar que ella
tinha nos bragos urna pintara semelhante sua,
gritou, fallou egeslicuiou Analmente, at que eu
tivesse comprehendido que era sua mulher. e con-
dujo ofTerecendo-m'a era troca da espingarda.
Dei-lhe .entender que eu tambem tinha urna
mulher, crendo sahlr assim do embarago em que
me lancava esta nova offertn, mas, meu amigo, o
chefe nio quiz jamis admitlr que urna s mu-
lher me baslasse, visto como elle possuia cem.
Mais tarde cu soube que essa cifra nio era exa-
gerada e que os chefes Vitianos podem ter tantas
mulheres quantas quizerem. A monogamia
anda urna lei apenas para os mais e al serei
levado crer que nio o resultado do urna pro-
hbieo absoluta, mas sim a impossibtlidade em
que se achara as pessoas dessa classe de sustentar
muitas companheiras.
Nada sei das ceremonias de seu casamento. A'
julgar, porm, pelo desregrameoto de seus cos-
turaos e pela ndifferenga dos maridos para com
as infidelidades de suas mulheres, elle deve ser
temporario, e em todo o caso de urna extrema
frieza.
Depois de ter convencido Toubouai-Nakoro
que eu queria, offerecesse oque offerecesse,con-
servar a minha espingarda, segu o capito, e em
quanto nossos marinheiros laziam aguada em
urna fonte vizinha, tomos ambos reconhecer os
arredores da alda.
Eis aqui o que este passeio, junto s informa-
ges que pude colher dos naturaes, me permiti
dizer sobre 9 ilha Vili-Lebou :
Calculo quelella deve ter urnas sessenta leguas
de circunferencia. O terreno accidentado e pillo-
resco, possuindo com profusao todas as nume-
rosas riquezaslda Flora ocenica, vse gradual-
mente elevando-se desde o mar at as monta-
nhas escarpadas que formara como que o espi-
nliago da ilha. f Nos valles, que uraa infinidade
de cursos d'agua conservara sempre frescos, eres-
ce m os cojueiros, as bananeiras, as mangueiras
e mil outras arvores ou arbustos, cujas bagas e
fructos sao o principal recurso alimenticio dos
indgenas.
A' medida que se sobe a vegetagao se despe de
sua coquetera, cresce e cora os cumes de es-
plendidas florestas, onde abundara, o sanalo e o
acaj.
Nao se pode di/.er que es3as madeira precio-
sas sejam objeclo de um commercio real para os
indgenas, bem que de quando em vez ellas for-
negam alguns carregamenlos navios america-
nos, que lhes trazem em troca missangas e quin-
quilleras.
Esta Ierra de urna prodigiosa fertilidad* produz
espontneamente todas as especies de plantas,
raizes e batatas, que animara a indolente apathia
dos Vitianos, e lhes fazera qnasi desprezar todo
o trabalho agrcola. Mas parece que a natureza
mediu sua abundancia por sua preguiga. Ella
lhes d o sorglio, o arroz, a canna do assucar, a
mandioca, o inhame, a balata doce; povoou sua
ilha de urna prodigiosa quanlidade de porcos fa-
cis de domesticar, de ca^a, de numerosas aves
galliaaocaa, entro as i^uaes oilarci atoo piolada
mais pequea que a da Europa, mas infinita-
mente superior era goslo. O hornera so admira
em preseng dessa natureza tao prodiga e per-
gunla si propro com que riquezas ella nao re-
compensara homens intelligentes e activos.
Era lempo de voltar para bordo, e dirigimo-nos
para a chalupa, cujos dous raarinheiros, que
della estavam de guarda, parecen-me que nio se
defendan! bastante contra os encantos das nogras
Circes, que os rodeavam Toubouai-Nakoro
lentou, mas em vio, dctermlnar-me passar a
noite na ilha. Eu nao tinha muita confianga
nelle para fiar-me em sua hospitalidade; ea
maneira significativa pela qual mostrava-rao sua
mulher de cabellos araarellos, fazendo-me esta
offeria, ter-me-hia tirado inleiramente a von-
tade.
Os selrageos, que tinham ficado na Mathilde-
Amelio, achavam-se ahi tao bem, que foi neces-
sario pedir-lhes que se relirassera. Anoitecera
rpidamente; pozeram-so os homens da vigia
em seus postos, e cada qual no navio entregan-
do-se s suas oceupages ou deveres particula-
res, eu f confiar i ansu jornal as Isabroocas
lasa dia. .
No dia seguinte acorde! con a vozeria qu la-
ziam aus amigos, os Vitianos, que vnhara fa-
zer-nos una segunda visita. Sub so tombadi-
lho e vi urnas ciocoeota pirogas, carregadas de
insulares, que so pozeram em Olas ao compri-
menlo dos flancos do navio, com o acompanha-
mento ordinario da gritos e berros frenticos.
Traziam-nos cocos, limes doces, inhames, ba- ,
talas, melancias, porcos e um pouco de caca, que |
lhes lomamos em troca de nossas quiuauilha-1
ras. I
Como eu sndava de um lado o d'oulro exami-
nando estas transaeges, vi nosso contra-mestre,
que se occupsva om cortar em pedagos sobre
urna das amuradas um denle de baleia. Este
trabalho pareca dar-lho muilo que fazer, e elle
empregava ura cuidado e urna attengio, que me
nleressaram.
Que fazeis ahi, Lekerno ? perganlei-lhe eu
approximsndo-mo.
Cunho moeda, diz-me elle com sua risada
grossa ; isto vos admira; mas entretanto as-
sim .
Esta phrase isto vos admira; mas entretan-
to assim que mostr Pedro Lekerno repela i
todo o momento, e com a qual o designavam no
castello de proa, nada me dizia de novo ; e por
uso pedi-lhe que se explicasse com mais cla-
reza.
Com ama pitlorescs expressao, que infelizmen-
te nao me lembra, fez-me ello saber quo entra
os Vitianos os denlos de baleia servem de moeda,
e que preciso para isto que elles sejam corta-
dos em cinco pedajos ao coraprido.
Bem que esta particularidade nio tenha sido
consignada por algum viajor, posso certifica-la,
tendo sido testeraunha de urna prova, que nio
permute alguma duvida. Com effeilo, Lekerno,
depois de ter cortado o dente da baleia em cinco
pedagos perfoilamenle eguaes, tomou diversas
provises, e pagou-as com tres pedagos, que os
insulares receberam como um valor representa-
tivo, com o qual ellas estavam familiarisados.
Toubouai-Nakoro nao tardou em apparecer, e
como na vespera, foi Ihe permitlido, assim como
aos chefes de sua comitiva, subir bordo. Elle
lestemunhou urna grande salisfago por tornar
ver-me, foz-rae notar que nao tinha deixsdo o
singular toucado, que eu Ihe lioha improvisado
com meu lengo e entregou-se todas as sortea
de saltos e risadas alegres quando mandei dar-
me um copo de agurdente. Mas do repente,
cora essa mobilidade de seosages e de expres-
aao, que caracteriza os selvagens, elle tornou-se
serio, grave, quasi solemne, e eomecou um ex-
tenso discurso, no qual se ouvia lodo o instan,
te a palavra Kava.
Comprehendemos, nio sera difficuldade, que
elle convidava-nos para urna ceremonia solem-
ne, que devia celebrar-se nesse dia em houra de
urna victoria alcanzada por sua tribu sobre a tri-
bu vizinha.
O capito acceitou, mas com a condigio de
que, durante nossa nova excursao em trra, um
chele e muitos notaveis do ilha Gcariam bordo
debaixo da vigilancia do immediato. Nossos re-
feos da vespera offerec6ramse em primeiro lu-
gar para serem os garantes de nossa seguranga ;
e eu e dez compaoheiros, bem prvidos d'arraas
e raunigoes, lomamos o caminho de Vili-Le-
bou.
Era pouco mais ou monos meio dia quando
chegamos. O contra-mestre e os marinheiros
ucaram de guarda na chalupa, e nos, precedidos
de Toubouai-Nakoro, e seguidos de duzeotos a
trezenfos naturaes, que acharamos sobre a plaga,
ganhamos a grande praga da aldea, oode estava
reunido o reslo da tribu.
Ahi havia pouco mais ou menos 2,600" solva-
gens vestidos com seus cosumes de festa, isto ,
com seus cabellos mais ou menos tintos, confor-
me a grande importancia de cada um. Estacas,
plantadas de distancia em distancia, desenhavam
um grande circulo no centro da praga, cujo ter-
reno foimava um plano inclinado.
Nosso amigo, o chefe principal, poz-se em
seu posto de honra na parte mais elevada do
circulo, o capito sua direita o eu esquerda,
-e nossos lados ordenarara-se segundo as leis
da precedencia viliana as oulras notabilidades
do lugar. Alraz de nos estabelcceu-se urna se-
cunda Gleira, coraposta das mulheres c donzel-
las da tribu; e depois, mais distante um pouco,
reuniram-se confusamente todos os outros ha-
bitantes da aldeia, exeepgo das velhas, que o
uso exclue dessas especies de assemblas.
Quando cada um tomou o lugar que Ihe era
designado, Toubouai-Nakoro fez um gesto, e um
selvagem appresentou-lhe urna concha da espe-
cie da que se chama vulgarmente caracol do mar.
Nosso amigo, o chefe principal, tirou della tres
SOnS fortes, quo rcporeulirim o louo todoc os
echos, 0 aos quaes responderara cora um terri-
vel urro os assislentes de ambos os sexos. Nao
ha expresses, que posaara dar urna ia do po-
der e selvagem sonoridade desse terrivel hurrah:
foi ura grito iraraenso e supremo, urna espantosa
vibragio, na qual todos esses peitos pareceram
despedagar-se em um mesmo rugido.
Um silencio absoluto succedeu este terrivel
urro, e todos os o liares dirigiram-se para o ex-
tremo da praga, d'onde saliiram urna duzia de
homens, bizarramente vestidos desses estofos,
que os Vitianos (azem do entre-cascas d'arvores,
batidas e adelgazadas como o papel.
Mais tarde eu soube que esses homens eram
nambetli ou sacerdotes, e que os estofos, de que
fallei, so-lhes quasi exclusivamente reservados
oa ilha de Vili-Lebou, com o titulo de ornatos
sagrados.
Elles trouxeram dous grandes vasos de barro
cusido, um vasio, e o ouiro cheio de raizes de
kava, que deviam servir para a ceremonia. Os
que d'enlre elles nao carregavam os vasos, 1ra-
Os dous acharam-se no meio dos oQlciaes es- bnv das parrotrts, i preoder-so i ama biblia.
trangeiros que os receberam enm polidez, e foram
Sao so menos escrupulosas em materia de re-
0 alvo das altenges das Camelias, que nao po- ligiso. Neaes dias o estrangeiro soB om ex-
diam perceber porque, cavatieiroi tao desnelos iraordinario enfado; porque nada o grada, e
se mostravam reservados e fros em urna eompa-1 tanto seo elles bellos nos paizes catholieo, quao-
nhia daqueiias, capsz de ressussiur a aorto.
E' que elles adeviuharam perfeiamaale que
bom perto estavamos ; que por torca os otear ra-
lo to ali aborrecidos.
Nada mais tendo dizer de trra, Tolrenio-no*
para o porto, nio sem saudades.
Na vespera do dia em que devia sahir a cr-
vela, a turma de officiaes e aspirantes que esta-
va de folga, recolhendo-se bordo noite, foi
seguida por urna luzida o brilhanle compaohia
de lindas miss, que, com"suas familias vinham
dar-nos um ultimo adeus, urna grande prova da
sympathia que lhes tinhamos merecido, e de
que nos recordamos com ufana.
Quantas lagrimas deliciosas nio correram pe-
los mais bellos olhos do mundo neste instante
solemne da despedida I quantas promessas lio
depressa fcitas, e tio rpidamente esquecidas I
Dizem uns que o homem do mar 6 o amante
mais constante e fiel que urna moga pode ter ;
airmam outros o contrario, que em assumpto
de inQdelidade e inconstancia excedeos elles o
proprio ocano, onde vivem e respiram a maior
parto do lempo.
Nao decidimos a questao, que anda pende de
juizo final Adhuc sub judice lis est. Mas acon-
sejamos s nossas leitoras que nio seenclinem
estes amphibios, porque o menos que lhes po-
de acontecer, se se ligarem elles pelos lagos in-
dissoluveis do matrimonio, andarem sempre
em reboligo, como dizia o fallecido redactor da
Marmota, isto viajando continuamente, sem
nunca podercm fizar sua casa em parte alguma.
Por honra nossa, oorm, devemos declarar em
alto e bom som, quo nio ha na sociedde classe
alguma que mais destinga e aprecie o bello sexo
do que a maritima. Ella rende-lne cultos em
toda a parte do mundo ; a mulher o sonho
dourado que desassombra imaginagio do ho-
mem do mar .em uraa longa travessia ; o pre-
mio que elle antev s fadigas e perigos arrosta-
dos ; e junto desta divina pwte da humanidade
se olvida de tudo para consagrar-lhe urna ter-
nura sem limites.
Urna nova commissao o transporta outros
portos ; sem esquecer os juramontos que acaba
de proferir, eocontra novos lypos que Ihe en-
camara os olhos, e agitam o coragio. Existe na
sua natureza ama neceasidade de amar infinita ;
de cumprir a lei do Creador ; porque o hornera
oao pode viver no isolamento, e basta o tempo
em que elle se achou forgado soffre-lo, para
que a reaegio se faga sentir.
Adora, pois., agn Annita, como pouco amou
Dulce, e oulras militas, sem pensar que nisto
commette um crime, oppondo mesmo provar as-
sim evidentemente que sua existencia inleira
ama completa dedicagio ao bello sexo, que nio
Ihe pode querer mal ea paga de tanto bem.
O ultimo escaler da corveta largou do caes, e
recolheu-se i bordo. Era o elo da cadeia que
linda nos prenda Ierra que se parta; urna so-
lugio de conttnuidado feita em nosia vida.
Taciturnos, apprshensiveis, .quasi mudos, os
nossos jovens fizeram esta pequea visgem. Um
d'entre elles, principalmente, parara submerso
em profunda afflicco, como se livesa deixado o
coragio.
Ao v-lo se juliana ter li encamada un
daauellas paixees qut nuaca se exliogawm.
0 immediato, sempre bom compasivo, tanto
instou com o com mandante que,- este consentio
em que o aspirante M... fosse trra na manha
seguinle para ver a sua bella. Era ella filha do
urna das principaes autoridades da colonia, o
realmente nunca encontramos urna joven mais
deslinda e digna de ser amada.
M... vio-a anda urna vez ; e ambos trocaram
os anneis, e mutuos juramentos de urna constan-
cia inabalavel.
Dous annos depois uraa ouira crvela brasi-
leira foi ao Cabo, e a joven toi quem primeiro
perjurou, mostrndole afleigoada outro ofucal
que a requestou. M... ao saber dislo nao se in-
quielou muito, e ligou sua sorle urna Bahiana
amavel que faz a sua delicia.
Este exemplo ao menos prov nosso favor.
Durante nossa demora na bahia da Mesa nun-
ca tiveraos occasio de presenciar o magnifico
espectculo de phosphorescencia do mar, des-
cripto por Cook as seguintes linhas ; phenomeno
coohecido entre nos pelo nome de ardenta:
Eotre s oilo e nove horas lodo o mar illu-
minou-3e sbitamente, ou ficou todo em [ogo,
como dizem os marinheiros. Era o maior e o
mais singular espectculo que se pode imaginar:
O ocano, em toda aextensao do horisonte, pa-
reca estar em chammas. O dorso de cada vaga
era esclarecido por urna luz semelhante do
phosphoro, e urna linha luminosa marcava forte-
mente os flancos do navio que tooavam no mar.
Os grandes corpos luminares se sgitavam n'agua
nosso lado, algumas vetes lenlamento, oulras
coq?. mais velocidade ; ora seguiam a mesma di-
reccao do navio, ora se aparlavam della. Em
ceos instantes observavamos deslinda mente que
tinham a forma depeixes ; e quando estes gran-
des corpos luminosos se spproximavam dos me-
nores, forcavam estes se retirarem pressa
Duas horas depois as aguas nio apresentavam
mais um s vestigio desta phantastica illumi-
nagao.
Este singular phenomono, mui frequente as
proximidades da nossa costa, e cm todas ss lati-
tudes intertropicaes, hpjo tio incompreheosi-
vel, como no lempo de Cook, e a opiniio mais
geral, e talvez mais fundada que elle pro-
duzldo por urna infinidade de molluscos, que ha-
bitara o mar, e so reonem em certas psragens,
produziodo a luz, e desenvolvendo a eleclricida-
de. Quem nio tiver anda visto este bello espec-
tculo pode avalia-lo, lembrando-se de ama des-
las formosas noites de verio. em que o cu ata
recamado de myriades de estrellas que scintillam
com um esplendor deslumbrante; ou tambem
fazer delle urna idea, anda que mais imperfeila,
suppondo-se por urna noite escura em urna cam-
pia, de instante em instante illuminada por
urna multdo infinita de pyrilampos, que esvoa-
eam continuamente pouco cima do slo.
Aardepcia no mar pois, oque sao as estrel-
las no tizul de firmamento, os pyrilampos no
verde des prados, qoaado a noite oslen de seu
denso manto por sobre a face da Ierra. E' anda
um nova maraulha da Deus quo. nos seres in-
finitamente pequeo qoe cjeou. e disaenaou pe-
ara diversos uteocilit ja>os*s picles da fo-
lhas de banaoelri.
Os satswntas tinham parmanesdo na mais
computa immobilid.de: porm, desde quo o cor-
tejo enlroa, as mulheres fizeram uvir < canto.
que me sorprendeu por sea domara e toedoncii
ii^m0 -S' se *uber IV V occopei-ae
muito da mus ca. e ie minhirabelca foi coi* a
TSStiVu!l ^"M* inha-ffto, permhttr-
a ProPio deste cato, qae ette
sabia da quart quiot. ~ ^
Apenas elle cessou. dore das mais jovens in-
dgenas, postadas alraz de nos, cntraram no
circulo, acocoraram-se em roda dos vasos e co-
mecaram mustigar e moer nos dentes as'raizes
de kava. que lhes davara os sacerdotes. Deoois
do um certo grao de trituragio, esfes as toma-
ran! sobre folhas de bananeiras e laocaram-as no
vaso vasio.
Terminada esta primeira operaco, corra ao
chefe priocipal a honra de deitar a qasirtidade
d agua e os adobos, que deviam acabar a con-
foc^ao do licor sagrado. Ura erro neste caso
sena fatal, disseram-me. aotoridade de um
chefe villano; o kava mal feito seria interpreta-
do como urna especie de reprovagio celeste, quo
far-lhe-hta perder todo o prestigio e poder sobre
seu povo. /
" Felizmente para Touhouei-Nekoro, ella estara
j exercitado. Adlantou-se para o meio do cir-
culo, psaimodiou palavras, assignaladas por fre-
cuentes pausas e derramou no vaso os diversos
ingredientes, qoe Ihe appresentaram os nameHi.
Depois, armado de urna colher de pao, da forma
de uraa esptula, coraegou I mecher e reraecher
" mistura.
E' preciso qne esta parte da operaco seja olha-
da como imporlantissima na confeegio do kava,
por quinto mea amigo, o chefe principal, de-
sempeonou-a com ama persistencia, que tea
cangadCo brago de dez amas europeas. Mas
nao me qaeixo do lempo, qoe elle gasto a nisso :
o canto das mulheres tinha comegado outra vez,
mais suave e mais melanclico aioda do que da
primeira, e eu, forido o ouvido pelos urros que
inauguraran! a ceremonia, eu estivesse encanta-
do sement pelo contraste oa por que o con-
t fosse realmente urna dessas harmonas, que o
grande repertorio da natureza ensina s vezes
aos poros os mais selvagens, confesso que nun-
ca orenestra alguma de opera ae embalou de
um modo mais sgradavel.
Toubouai-Nakoro vollou para jonto de nos com
esse ar de sattsfaegao, que d a certea do bom
xito. Ia-ae, ou antes, nos iamos julgar disso ;
por que um nambelli offereceu-nos, ao capito
e mira, um pedago de folha de baoaneira, en-
rolada em forma de cartucho, qne devia servir-
nos de copo.
Eu disso que o mo resultado d lleor sagrado
poderis tomar-se fatal ura chefe viliano ; mss
devo acrescentar que elle sempre- o primeira
prova-lo e dar seu parecer, o q/ie evidente-
mente corrigo a grandissima severidade da lei
contra seus erros culinarios Assim, adevinha-
se que Toubousi-Nskoro nao deixo da aohar a
mislura perfeita. Nunca, acredita-lo, elle ti-
nha sido tao bem soccedido.
Nosso capito, ao qual perguntei o que pensa-
va respeilo, respondeu-me rindo-so quo jul-
gava ter engolido um tiro ; e, anda qoe a com-
paragio seja atrevids, mostra com admiravel
jusieza, a sensago que produx o kava em un
paladar europeo. Esle licor sagrado, em res-
pailo-ao leilor que nao antepooho, esomplo do
capito, o epitheto ao substanlivo, era a taoa
d'absiniho, destinada abrir-nos o apetite para
o jantar que ie seguir-se.
Os Vitianos do ordinaria alinentam-M muilo
simplesmente, e s nos dias de gala que elles
comem carne. Assam-a sempre e o processo
que empregaro, por nio ler sido prese ripio por
Brillal-Savario, nao deiu todava de ser excel-
lenle.
Cavam um grande bcaro na trra, lastram-o
de pedras, que o lomara como um forno virado,
e nelle accendem ura fogo- vivissimo, qae ali-
mentado at que as pedras estejam verraelhas.
Ento tirara fra as brazas, e depositara sobre
urna carnada de cinzas quenta o animal estripa-
do, depois decheio de batataa.inhames e sdubos,
e finalmente involvido em- urna quadrupla ca-
rnada de folhas de bsnaneira, ligadas por fibras
de coco e aloes. Nova cioza quente e pedras
chatas bastante finas enchem os vacuos e focham
a bocea do buraco; por cim* espalham-se brazas
e o fogo comees de novo aais vivo.
No fim de urna hora um porco de mediano ta-
ra anho est sufficientemenU assado, e a oarnc
assim como os ingredientes-de que ella reoliea-
da sao de um ubor exquisito.
O jantar, quo Toubouai-Nakoro offereeeu-nes.
compoz-se de um assado desle genero, de inha-
mes e batatas cozidas, e do raizes de mandioca
assadas debaixo da ciuza, o- de diversas fruclas
do paiz. Por bebida, liohamos um licor, que el-
les cbaaam o kalouou, que- fazem recothendo o
sueco dos talos machucados do coco,.quando a
palmeira est com Qores. E' urna bebida mtuto
refrigerante, de um gosto agradavel, qjiaodo nao
tem fermentado, e que, mesmo neste estado,
nao. inferior ruim zurrapa da Europa..
Este jantar presidido por nosso amigo.o ehcfe
principal, e no qual ello se mostrara- cheio de
altenges para comoosco, escolhendo- os-melho-
res pedagos para offerecer-oos, mostrado-so
para cora seus dous convivas delicado e dflicil 4
ponto de s achar os Uiloes dgaos- de serem
servidos sua mesa, este jantar, digo. eu fez-me
pensar que os Vitianos tinham sido prodigiosa-
mente calumniados pelos viajantes, uooao admit-
tir, perguntava i mim mesmo,voltando para bor-
do, que um conhecedoc de violtos,, que s d
preferencias s falias de um porco assado, possa
em oulra occasio fazer. seu janiar do um bifesUck
de carne humana?
{Gontin-uar-se-ha.)
lo mundo em infinita quanlidade, se manifest
omnipotente, como aas suas obras gigantescas,
que admiramos. Esta bahia da Mesa, que lo
doce e altenciosa foi para a nossa crvela, nem
sempre hospitalera. Tem trez mezes de hor-
rvel desespero, em que d a morte aos navios
que se abrigara em seu seio.
N'essa poca junho, julho e agosto -* os ven-
tos de oeste agoutam furiosamente estas aguas
ora quietas, fazem o cameirinho transformar-se
em medonha e alcantilada vaga, que nada po-
de resistir, e ai do navegante quo se deixa ficar
no porto, e nao se abrigar em Simon's bay, ou
bahia falsa, chamada I Inevitavelmentc perder
seus ferros e ser arrojado praia, onde o espe-
ra urna morte dolorosa, um naufragio ioevitavel.
Mas Deus sempre providente collocou junio do
mal o bem, o remedio conveniente, e assim
que um porto serve de complemonto ao ouiro,
conserrando-se este socegado, quando aquello
est inquieto.
Eis chega o dia 21 de Janeiro de 1817. E' um
domingo : a crvela est prompta para partir,
espera apenas que alguns boles de Ierra se reti-
rara : seus escaleres j se achara igados ; as ver-
gas de joanetos cruzadas; os cabos colhidos
manobra ; approxima-se o momento solemne de
metler barras ao cabrestante, e arrancar der fundo
a ancora que nos segurou esto slo : o imrae-
diato tudo inspecciona com o seu olhar vivo e
seguro ; o olicial de quarto esforga-se para que
nada falte, multiplica-se, comraunica guarn-
gao ura ardor inusitado nos dias ordinarios; os
officiaes de proa o auxiliara ; ludo est em ura
raorimento febril, que denuncia ura aeoateci-
mento extrardinario, como a partida de um
navio.
Sybilla o apilo do mestre chamando toda a gen-
te cima ; a guarnigo loma seus poslos, toda a
marinhagem est vestida de roupa branca, o com-
mandante sobe ao catavenlo e manda suspender.
E' faina geral. [ Continuar-se-ha.)
O vice-rei de Marrocos, o ministro inglez em
Tnger, o vice-consul portuguez na mesma cida-
de, e todas as pessdas, que tomara m parte na
obra philantropica de soccorrer aos infelizes nu-
fragos da curveta D. Isabel, acabam de ser destn-
guidas por S. M. o Imperador com a honrosa
coodecorago da ordem da Rosa. Era urna divi-
da de gratido que tinhamos conlrahido em urna
crise dolorosa, e que nobremente foi agora paga
4s duas primeira autoridades, como convinha
dignidede do Brasil, e importancia dos gerri-
vigos que liohamos reconhecer.
Desta maneira a nacionalidade brasileira ser
ali eslimada, e nossa bandeira gesar da coosi-
deragio devida.
lia um laclo, talrez, desconhecido da popula-
gao desta grande capital, que nos foi communi-
cado por urna pessa de amizade, que nos sug-
gere algunas reflexes, que offerecemoa 00 go-
verno Imperial.
Disse-oos esta pesada qae urna somnmbula
muito acredada 00 Rio de Janeiro, e qo,s pa-
trocinada por algumas su mandados medicas, do-,
clarou que o commandanlo Carvslho e o Io te-
nente Caio Pinheiro nao tinham morrido, e q*e
sem duvida apparecariam em abril.
Seria bastante satisfactorio para nos que asa,
esperanga se reesasse; que o somnambulismo
estivesse lo adiantado queso Ihe podsse ciar in-
teiro crdito.
Mas, confiamos tanto no dom que Ihe empres-
tara de revelago, como no poder de presciencia,
que concedem meteorologa.
Todava, pode ler acontecido que aquellos, ou
outros dos nufragos, tenhara sido aiir&doa peUs
ondas caprichosas para lugares mais afa&ados, e
quo cahissem em poder das tribus selvageas o
barbaras, que vivem ahi.
Basta haver esta possibrlidade para naaoer pa-
ra o nosso governo a obrigago de empragar to-
dos os esforgos, afim de conhecer completamente
o destino certo de nossos infelizes carnaradas.
A Inglaterra, a Frange, e os Estados-Unidos
nos offerecem bem notareis exemplos de quo pa-
ra isto nao se deve poupar nem dinheiru, nem
fadigas; que era tambem os.obstculos da na-
tureza podom impossibilitar estas generosas ten-
tativas.
A primeira, para sabor a sorle do Franklio,
tem tido urna perseverauga admiravel, e ha dos^
pendido urna immensa aomma. A segunda so ha
associado aquella com nobre emulacio n'esta pe-
rigosa empresa, e agora invosliga a sorle do Dr,
Levingslone, que se internou pelos deserto d
frica, e desappareceu, nao com meaos inlMeuA
e trabalho. ->
Os Estados-Unidos nio ficam alraz daquellas
duas naees.na exeoucao daquelle grande pensa-
mento, e alm da accio do governo, aola-so ali
um Grinoel mandando duasexpediges, sua cos-
ta em busca do navegante inglez.
Parece, pois, mui natural que oda tambem nio
descancemos, em quanto houver urna s proba-
bilidade, por mais ligeira que soja, de existir al-
gum ofJUcial ou marinheiro da curveU D. Isabel
era poder dos brbaro.
A marinha, portanlo, espera que o governo
imperial cuaipra o seu dever; qoe mostr todo e
interesse, toda a dodioacio qae o fado merece.
Escrevemos o que pensamos, o que sentimos
no coragio, e achamo-nos agora mais alliviado
Nio corremos atrax de urna chimera, de um to"
sonho de urna escaldada imagnagao ; nio. Exis-
te a possibilidade, ba probabilidades, a leuUtiva
pode produxir em resultado livrar de Urriveis
lormenlosalguns Brasileiros, alguns desgrasados
Isto basta para justificar a nossa proposta, pa-
ra excitar mUresse por tata atesto, para fazer
considerar qualquer qunlia dapondida a'ella,
anda que intilmente, coao moi bom embra-
gada.
Vivemos no soto urna naeio generosa^ Uaos
um governo iaslraoo, a porttoto seremos com-
prehendido.
'aal*r-W.llt|.^-flg|ii;
IILEGVEL


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