Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09226


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Full Text
ANO IIXT1I HUMERO 24
Por (res mezes adiantados 5$0o0
Por tres mezes vencidos 6J000
.
DIARIO
>'M2i
TBCi FEIIA 191)E JAHE1B0 DE ISII
Por mo adantado .9S0O0
Porte fraseo para o Subscriptor.
PERN
nn
KNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, o Sr. A, de Lemos Braga ; Cear, o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Mar-
tins Ribeiro Guimares ; Piauhy, o Sr. Joao Fer-
naodes de Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS DOS COKIlElUs.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anio, Bezerros, Bonito, Caroar, Altinho e
Garanhuns as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Fx oas quartas feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso, Uos.Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiosparlem as 10 horas da maoha]
1'tlli.HKKlDES UU MEJ DE JANEIRO."
3 Quarto minguante as 11 horas e 4 minutos
tarde.
11 La nova a 1 hora e 8 minutos da maoha
19 Quarto crescente a I hora e 11 minutos
manha.
26 La cheia as 2 horas e 47 minutos da tarde
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas e 54 minutos da maoha.
Segundo as 7 horas e 18 minutos da tarde.
da)
28
da]29-
30
31
1
2
3
DAS DA SEMANA.
Segunda. S. Cyrillo b,; S. Lenidas rr.
Terga. S. Prancisco de Selles b. doutor.
Quarta. S. Martinha v. m.; S. Jacintha.
Quinta. S. Pedro Nolasco fundador.
Sexta. S. Ignacio b. m. ; S. Brgida v.
Sabbado. <%> Purificado de Nossa Senhora.
Domingo. S. Braz b. m.; S. Odorico f.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAS. DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundase quistas.
Relacao: lerdas, quintas e sabbado as 10 horas.
Fazenda : tergas, quintase sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quartas,ao mel dia:
Dito de orpJios: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: Urca e sextas ao meio
dia.
Segunda rara do cirel: quartas e salbados a 1
hora da tarde.
PARTE OFFICIAL.
Goverao da provincia.
Expediente do dia 25 de Janeiro de 1861.
Ofiicio ao Exm. presidente do Rio Grande do
Norte.Communico a V. Exc. que era 23 do cor-
reule foram entregues pelo arsenal do guerra ao
agente Jos Joaquim de Lima, como melhor se
v do termo e relago junta, os artigos que se
mandaram (ornecer conipanhia fixa e enferma-
ra militar dessa provincia.
Dito ao cornmandante das armas.Sirva-se V
S. de mandar inspeccionar o soldado do corpo
de polica Paulino Vieira de Mello e Silva, que
pretenda servir no exercito voluntariamente.
Officiou se ao commaadante de polica para or-
denar a apresentago do relerido soldado.
Dito ao mesrao.Sirva-se V. S. do mandar
inspeccionar ao paisano Francisco Pires Ferreira,
que pretende assentar praga no exercito.
Dito ao commante do corpo de polica.Pode
V. S. mandar engatar oo corpo sob sou coraman-
do o paisano Jos Xavier de Mello, que. segundo
consta do aiteslado annexo ao seu olcio desta
data, n. 39, fui julgado apto para o servico.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.
Pode V. S., em vista de sua informagao de 23 do
correle, sob n. 58, mandar adiantar ao 2o len-
te quartel meslre do 4o batalho de artilharia a
p, Hygino Jos de Oliveira Coelho, promovido
por decreto de 2 dezembro de 1859 a importan-
cia de 3 mezes de sold para lhe ser descontada
pela 5a parte do rnesmo sold de conforraidade
cora o art. 28 da lei n. 514 de 28 de oulubro
de 1818.Communicou-sc ao cornmandante das
armas.
Dito ao director do arsenal do guerra. vista
da sua informarlo datada de 2 do correte o au-
toriso a foroecer 6s scegoes de pedestres das fre-
guezias da Boa-Vi,ti e Recite mediante indem-
nisagao os artigos mencionado na relacao junta,
os quaes deveni ser poslos dsposigo do Dr.
chefe de polica.
Relacao de que tYata o officio supra
10 terrados.
10 frdelas de panno azul.
10 caigas de brim.
10 ditas de panno azul.
10 grvalas de couro de lustro.
10 onets do panno azul.
10 pares de sapalos.
30 bornaes de brim.
30 concias para capotes.
Dito ao mesrao. vista da sua informarlo
datada de 24 de corrento o auloriso a mandar ad-
millir na companhia de aprendizes desse arsenal
depois de salisfeilas as exigeucias do art. 40 do
regulamento de 3 de Janeiro de 1842, o menor
Joaquim Francisco de S.
Dito ao director das obras publicas.Ioteirado
do cooteudo do seu officio de hontem, sob n. 12,
lenho a dizer em resposta que approvo nao s a
deliberacao que Vmc. tomou de mandar adminis-
trar pelo ex-administrador Candido Emigdio Pe-
reira Lobo as obras que eslao sendo executadas
ui estrada de Pao d'Alho, mas tambera a desig-
narlo qua fez de Jos Joaquim Ramos Ferreira
para substituir o mesrao Lobo nos trabalhos de
escripturago dessa repartigo.Communicou-se
a tnesouraria provincial.
Portara.O presidente da provincia resolve
conceder 15 dias do licenga que solicitou o sub-
delegado de polica do dislricto da cidade do
Goianna alteres Antonio Moniz 'lavares para vir
a esta capital.
Dita.O presidente da provincia resolve no-
mear o Dr. Joo Vicente da Silva Costa para exa-
minar era arithmetica, suas applicages ao com-
mercio, cora especialidade a redugo de pesos c
medidas nacionaes e cstrangeiras, clculos de des-
cont, juros simples e compostos, theorias de
cambio e suas applicages, nos concursos a que
se est procedendo na thesouraria de fazenda para
preenchimento dos lugares de 2. escripturario
daquella leparligao e 4. da alfanJega, ficando
sem elleilo a nomeacao do Dr. Felippe Nery Col-
lago para examinador nos referidos concursos
visto achar-se incommodado. Fizeram-se as
convenientes coniraunicages.
Dita. O presidente da provincia, attendendo
oo que requereu Caetano Cyriaco da Cosa Mo-
rcira, consignatario do hiale nacional Artista
resolve conceder perroissao para Joaquim Jos
Alves das Neves, malricular-se, independenle de
presentarlo de carta de piloto, como capilo do
dito hiale na viagem a que est destinado para o
Rio de Janeiro, devendo o raesrao capilo assig-
nar termo na capitana do porto, pelo qual se
obrigue a exhibir a predita caria psra outra qual-
quer viagem.
'guaes concessoss foram feilas para as matri-
i" .^Manoel Exequiel Miguis e Jeronymo
jse ae So.iZa, este como capilo do brigue Prin-
ceza, e aquelu \m bxP"',ent'do secretario do governo.
Ollicio ao coronel francisco Joaquim Pereira
Lobo.o Exm. Sr. presiente da provincia man-
da aecusar recebido o officio de 22 do correle
cm que V. S. lhe communicou achar-se interina-
mente no exercicio de comraaodante superior da
guarda Daciooal dos municipios de Olinda e Igua-
rass.
DESPACHOS DO DU 25 DE JANEIRO DE 1861.
Requerimentos.
3634.Anm Felicia da Cooceigo.Aprsenle
0 moe"0r ao Sr- drector do arsenal de guerra.
3635.Francisco de Barros Reg.Selle o sup-
pltcante os documentos que junta, volte que-
rendo. "
Jos Mamede Alves Ferreira.Dirija-so a the-
souraria provincial.
3636.Joaquim Francisco de S.Aprsente o
menor ao Sr. director do arsenal de guerra.
3637.Joo Machado Dias.Informe o Sr. Dr.
juiz de direito da comarca de Garanhuns.
3638.Manoel Francisco dos Santos e outro.
Remettido ao Sr. Dr. juiz de direito da comarca
de Tacaral para deferir, mandando passar as
cerlides requeridas pelos supplicantes de coo-
formidade com o decreto o. 2566 de 28 de marco
de 1861. *
3639.Hara Joaquina da Triodade.Aprsen-
le o mcoor ao Sr. director do arsenal de guerra.
36*0Trajano Felippe Nery de Barcellos.
Informe o ooselho administrativo do patrimooio
dos orphos.
Regalamenio para o corso commercial
Pcmambucano.
O presdanlo da provincia, em execucio da lei
provincial n. 414 de 30 de abril de 1857, re-
solve :
Art. 1. Ficacreadoum Curso Commercial Per-
xiambucaoo.
Art. 2. Este curso seri dividido em tres ca-
deiras:
1.* De nocoes geraes do commercio, osos com-
roerciaes,est8tislica,geographiae historia do Com-
mercio;
t.* Coolabilidade, escripturago e pralica de
operarles commerciaes ;
8.' Principios do economa poltica relativos o
Commercio, o de direito mercantil.
Esta_ ultima cadeira s ser provida quando a
sembl provincial autorlsar sen provimento.
. 3. Os professores ser&g no meados pelo
presidente da provincia d'enlre os habilitados pe-
lo Curso Commercial Pernambucaoo ; e em quan-
to os nao houver, d'enlre os cidados que o pre-
sidente da provincia julgar apios. Terao de or-
denado um cont de ris e de gratficago qui-
ohentos mil ris.
Art. 4. Ter um porteiro que servir d <>-
tinuo com o ordenado de trezentos mil ris e a
gratificaco de duzentos mil ris.
Art. 5. A jubilago dos professores e a apo-
sentadoria do porteiro ser pela forma marcada
para os do Gymnasio provincial, aos quaes em
ludo ficam equiparados. *
Art. 6. O director geral da nstrucco publica
provincial, ser lambem odirector do Curso Com-
mercial Pernambucano, e presidir todos os seus
adose junla dos professores.
Arl 7." As aulas comegaro 3 lo fevereiro o
Gndaro 31 de outubro: vembro destinar) r"ra os exaraes. Corneraro
porra e gulameoto.
Arl. 8." Para]a matricula do Curso Commercial
Pernambucano, exige-se : ses maiorde 14 annos,
provando-se com cerlido de idade, ou justifica-
cao delta ; saber caligraphia, grammatii-.a nacio-
nal, arithmetica als quatro operarles e algebra
at s operaQoes do primeiro grao.
Art. 9 Os exames de preparatorios sero fei-
tos por examinadores nomeados pelo presiden-
te da provincia, presididos pelo director geral
da nstrucrao publica, e do seu impedimento
pelo professor ou pessoa que o presidente de-
signar.
Art. 10. Poderoser matriculados independen-
te de eximes, os hachareis em lettras do collegio
de Pedro II, ou de eslabelecimeotos das provin-
cial do imperio, om que se facam exames das
materias do art. 8."; os que liverem lilulos de
approvaco do Gymnasio provincial at o quarto
auno, os approvados no primeiro anno das esco-
las de marioha ou militar da corte.
Arl. 11. As aulas comec.aro s 3 horas da tar-
de e findaro s 6, durando cada urna hora e
raeia, sendo urna hora para a oxplicaciio dos len-
tes e raeia para ligao dos espdanles.
Art. 12. Os exames coraegarao no primeiro dia
til do novembro e deverao estar concluidos ateo
da 20 de dezembro.
Art. 13. Os approvados as materias do Curso
obiero carias de habilitados, e sero preferidos
para professores do mesmo Curso e para os luga-
res de fazenda provincial.
Arl. 14. O estudante quo der mais de 20 fal-
las no anno lectivo, para obter fazer came, se
sujeitar, alera do ponto que tirar e ao qual res-
ponder pelo lempo marcado para os outros es-
tudantcs, satisfazer por outro tanto tempo
quaes^uer perguotas, que os examinadores enien-
derem dever fazer-lhes sobre as materias do seu
anno.
Art. 15. Os exames sero feitos pelos profes-
sores do Curso, e presididos pelo director geral da
inslrucso, e no impedimento de qualquer delles
porquera for designado pelo presidento da pro-
vincia.
Arl. 16. Podero coraecar os estudos pela pri-
meira ou segunda cudeir; smento a terceira,
quando for provida, ser reservada para os que
tiverera sido approvados as duas outras. Ne-
nhum ostudante ser admitlido exanie de ma-
terias de duas cadeiras no mesmo anno, com
quanlo as possa frequenlar.
Arl. 17. Os habilitados pelo CursoCommercial
poderao so inscrever como oppositore3 s suas
cadeiras, e nos impedimentos dos professores os
subsiiluiro, vencendoasgratilicacoes que elles
competiriam. Os que assim srrirem com proQ-
cieucia terao preferencia s cadeiras que va-
garem.
Art. 18. Os professores faro escolha dos seus
compendios, e ossugeilaro ao parocer do direc-
tor geral da nstmcco publica e subsequente ap-
provaco do presidente da provincia.
Arl. 19. No da 7 de Janeiro abrir-se-ha a ins-
enpeo para os que se prelenderem matricular, e
se lechar 31 de Janeiro. Por esse tempo se
farao os exames de preparatorios.
Art. 20. O rgimen interno das aulas ser re-
gulado pela maoeira que fdr proposta pela jun-
ta dos professores, presidida pelo director geral
da instrucjo publica, e approvada pelo presiden-
te da provincia.
Art. 21- Da mesma maneira ser regulada a
relagao dos pontos para os exames, e a lista dos
estudanles, que no fim do anno se acharem ha-
bilitados para os mesmos e dos que por demasa
de fallas se tiverera desujeitar aoexame vago.
Art. 22. O estudante habilitado para matricu-
lar-se era cada ura anno, pagar cinco mil ris.
O habilitado pelo Curso Commercial pagar pelo
respectivo titulo dez mil ris. O examinado em
qualquer anno ou preparatorio dous mil ris pela
cerlido de approvaco.
Palacio do governo de Pernambuco, 29 de fe-
vereiro de 1860.Luiz Barbalho Moniz Fiuza.
Regulamento interno do curso
Commercial Pernambucano,
TITULO 1.
Da organisaco do curso.
CAPTULO 1.
Da sua inslitukao.
Art. 1. Alm da inspeceo autorisada pelo
art 6. do regulamento d 29 de fevereiro de
1860, sero commettidas ao professor mais anligo
as seguintes attribuicoes:
1. Inspeccionar os trabalhos diarios do
estabelecimeolo a frequencia dos professores,
e mais empregados.
2. Regular a ordom e rgimen interno das
aulas.
3. Julgar as infraeges disciplinares, elmpor
as penas decretadas pelos 1. e 2. do art. 30
deslas disposiQoes.
4.a I'ropr ao director geral a necessidade de
convocar a junla dos professores, sempre que
convier, corresponder-se directamente com o
governo, com o director geral, e com os professo-
ros, quando for necessario.
5. Remetter ao director geral no fim de
cada anno um relitoro circumslanciado do estado
do Curso Commercial, da disciplina, estudos. e
progressos dos alumnos, addicionando asmis
observarles que lhe parecerem convenientes.
6. Antorisar, e rever as despezas feilas pelo
porleiro assignando a folha do pagamento dos
professores e sujeilando-a aovistodo direc-
tor geral.
7. Provr sobre todas as necessidades, que
nao possam ser especificadas no regulamento, e
"que nao sejam da privativa attrbuicao do director
geral ou da junla.
Art. 2 O curso de estudo ser de dous annos,
e as materias de eosino sero deslrbuidas pelas
seguintes cadeiras :
Primeiro anno.
I.' cadeiranoces geraes do commercio e usos
commerciaes.
2.* ditaescriptorago commercial.
3.> ditaprincipios de economa poltica relativos
ao commercio.
Segundo anno.
! cadeiraestaliatica, geographia, e historia do
commercio.
2.a ditacoolabilidade e pralica de operaces
commerciaes.
3.a ditaprincipios de direito mercantil,
Ati, 3.* Tara conceiiio oslituloa de qae traa
ENCARREGADOS DA W^.,,,^ DQ -^
Alagoas. Sr. Glaodino Falco Dias .K,
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Sr"
Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do numio Manoel Figoeiroa d
Faria. na su livraria praj. da Independencia ns.
6 t 8.
o art. 13 do regulamento, ser indispeosavel o
quo exigem os arls. 14 e 15 do regulamento de
29 de fevereiro de 1860.
capiti"'- m;
Da ,--' aos professores.
Arl A junta dos professores compoe-se
uestes, sob a presidencia do director geral da
instru:co publica.
Art. 5.* Compete-lhe o que se acha disposto
nos arts. 20 e 21 do regulamento de 29 de feve-
reiro de 1860.
capullo 3.
Dos professores.
Art. 6." Os professores sero nomeados por
meio de concurso entro os oppoaitores de que
trata o art. 17 do mencionado regulamento de 29
de fevereiro, competindo ao governo provincial
fazer as primeiras nomeacoes.
Art. 7." Os professores do Corso Commercial
substituiro uos aos outros em quanlo uo ha a
classe do oppositores.
Art. 8. Os professores exercero em suas au-
las nao s a inspeceo scienliQca, como a de
ordem.
capitilo 4.
Do porteiro.
Art. 9.* O porteiro, que servir de continuo,
ter as chaves do edificio do corso, devendo
nelle comparecer antes das horas, em que tem
de comecar as aulas,para abrir o edificio e cuidar
do arrano e asseio das classes.
Arl. 10. Far as despezas com o expediente,
e asseio da casa e as que forem autorisadas pelo
lente mais anligo, quera aprestar no Qm do
mez a respectiva conta, para o competente paga-
mento pela thesouraria provincial.
Arl. 11." Organisar no 1. de cada mez a folha
para o pagamento dos professores, a qual apre-
sentar ao director geral da instroccao publica,
para o visto e observares que julgar convenien-
te fazer relativamente s faltas.
Art 12. No primeiro dia do exercicio das au-
las, depois de cada om dos professores subir
sua cadeira designar aos alumoos os lugares que
Ibes perlence individualmente, segundo a ordem
da matricula, constante da cardonla pelos seos
nomes, onde ir marcando as faltas de cada
um. Nos demais dias lectivos, hora designada
far a chamada, e marcar o ponto aos au-
sentes.
Art. 13. Tomar tambem nota dos dias em
que os professores dcixarem de comparecer, afim
de mencionar as fallas na folha de que trata o
art. 11. .
Art. 14. Acudir chamada dos professores, e
[requemes vezes apparecer porta das aulas
para teslemonhar e certificar por ordem do res-
pectivo professor, as oceurrencias uotaveis, que
pertubem a ordem ou interrompam o devido
silencio.
TITULO 2."
Do regiment do Curso.
capitulo 1.
Do tempo dos trabalhos.
Art. 15." As aolas coroegaro 3 de fevereiro
e eocerrar-se-ho 31 de ootubro.
Art. 16. Os exames lero principio no Io dia
til de novembro e deverao concluir-se al o dia
20 de dezembro.
Art. 17. Cada orna das aulas trabalhar urna
hora, abraageodo todas, o espago decorrido das
3 horas s 6 da tarde.
Art. 18. Cora excepgo do tempo que decorre
do encerramento abertura do Curso no anno se-
guinte, os feriados sero os mesmos consignados
no regulamento do Gymnasio provincial.
CAPITULO II.
Da matricula.
Art. 19. Nngoera sert admillldo matricula
do 1 anno do curso, sem ter as condicoes se-
guintes.
1 Ser maior de 14 annos.
2o Saber caligraphia, grammalica nacional, ari-
thmetica al s quatro operaces, inclusive pro-
porpes geomtricas, e algebra al s operaces
do Io grao.
3o Haver pago a laxa respectivs.
Art. 20. Ficam salvas as exoopfdes do art. 10
do regulamento de 29 do fevereiro.
Art. 21. A matricula encerrar-se-ha definiti-
va menle no dia |15 de fevereiro, tendo comego
no dia 15 de Janeiro, e nao podendo depois desse
dia ser admittido alguera ella, sob qualquer
p retexto.
Art. 22. A inscripeo da matricula ter lugar
na secretaria da instrucQo publica, cargo do
respectivo secretario, quem tambem incumbe
passar os certificados que forem exigidos, e ex-
pedir os diplomas orden idos pelo art. 3i.
CAPITULO III.
Dos txames de preparatorios.
Arl. 23. Os exames doi respectivos preparato-
rios come^ar&o no dia 15 de Janeiro e findaro
15 de fevereiro, sob a presidencia do director
geral, e no seu impedimento, do professor que
o mesmo designar.
Art. 24. Os examinadores soro nomeados pelo
presidente da provincia, d'eotre os professores
de instruego secundaria.
Arl. 23. Os examinandos deverao requerer oa-
me ao director geral da inslruc$o publica, que
os adraittir ; e depois ds commnnicaco pre-
sidencia, e da nomeacao determinada no artigo
antecedente, m arcar-lhos-ha o dia das pro vas.
CAPITULO IV.
Da frequencia dos alumnos e polica do Curso.
Art. 26. As faltas dos alumnos sero notadas
diariamente pelo poiteiro n'uma caderneta, qoe
no fim da ligio ser examinada, corrgida, e ru-
bricada pelo respectivo professor.
Ait. 27. Enlende-se por falla nao s o nao
comparecimenlo do alumno, como tambem a sua
sahida da aola sem licenca do professor, ou a sua
recusa ao trabalho que lho for commettido. Nes-
tes doos ltimos casos, mandar o professor to-
mar pelo porteiro em sua caderneta a competen-
te nota.
Art. 28. O alumno que der mais de quarents
(alias nao justificadas perder o anuo.
Art. 29. O alumno que perturbar o silencio e
cansar desordem na aula, ou nella proceder mal,
ser advertido pelo professor. Se nao se conti-
ver, este o fsr sahir da aula, mandando o por-
teiro tomar nota na caderneta para ser levado o
facto ao conhecimento do director geral, suspen-
dendo o professor o exercicio da aola, se assim o
julgsr cooveoiente.
Arl. 30. Depois de feilas as respectivas averi-
guares, ser punido o alumno perturbador da
ordem ou da disciplina, conforme a gravidade do
caso :
Io Com reprehenco particular.
2 Com reprehendo publica.
3 Com a expulso do Curso.
Esta ultima pena porra ser imposta pelo di-
rector geral, e s ter efieito definitivo com ap-
provaco do presidente da provincia, quem se
sobmetter a causa quo a motivou.
Art. 31. No fim do anno lectivo sero conferi-
das as faltas dos alomos pela caderneta do por-
leiro e pela do professor, para cumprimento do
CAPITULO V.
Dos exercicio praticotdas aulas.
Art. 32. As preleccJJus sero dadas sobre com-
pendios determinados, quer de composicao dos
proprios professores, qaer de outros individuos,
urna vez que sejam approvados pelo governo da
provincia, sobo parecer 4o director geral 4a
mstruejao publica.
Art. 33. as prelecces dar o os professores as
B"SL?S.frnltl5x-d-i materfa7com7~para~ mais
fcil comprehenso dola.
TITULO III.
Disposicoes geraes.
Capitulo i.
Providencias diversas.
Art. 34. Os ttulos de que trata o art. 3o sero
em forma de diploma, e assignados pelo director
geral da instruccio publica e pelos professores.
Art. 35. Os professores prestaro o juramento
do eslylo as maos do director geral da instruc-
?ao publica, assim como o porteiro.
Art. 36. O presidente da provincia poderi dis-
pensar as condicoes exigidas pelo art. 19 menos
a terceira, aos que se quizerem matricular no 1
anno, cora a condigo, porm.de fazerem exarae
das materias requeridas no fim do mesmo anno,
para poderera ser admitlidos ao acto respectivo!
Arl. 37. Aos matriculandos ser licito comecar
os estudos pelo Io ouSanno do curso, com
tanto que para acquisico do titulo de que traa o
art. 3, aejam approvados na materia do outro
anno.
Secretaria da directora geral da instrueco
publica, 14 de dezembro de 1860.Jos Soares
de Azevedo, director geral interino.Dr. Manoel
de Figueiroa Faria Antonio Viilruvio Pinto
Bandeira e Accioli de Vasconcellos.Dr. Fran-
cisco Pinto Pessoa.
EXTERIOR.
As seguintes expresses da carta do Sr. bispo
dn Arras nos impressionaram particularmente:
O respeito liberdado religiosa faz hoje par-
te essencial dos nossos costuraos.
Esta declarado textualmente imitada do ab-
bade Laraennais: de om sentido lato e radical
forma ella orna doutrina. Mas a questo consiste
em saber-se como monseahor Parisis a entende
na pralica.
O veneravel prelado de parecer que o go-
verno francez, consertanda-se sobraoceiro a cer-
tas influencias perniciosas, se approxime exclu-
sivamente do verdaieiro espirito publico. Em
outros termos quer que era materia de f cada
qual seja livre de pedir o mesmo de combater por
quem rauito lhe parecer Para que fallar-se em
estandarte nacional ? Para todo o homem de
bem s ha um estandarte, e este muito glorioso
o da religio I
Ha poucos dias a Unio fallava a mesma lin-
guagem Nao queremos dizer (Deus nos defenda
desemelhante cousajque nao seja rauito glorio-
so o estandarte da religio : queremos porm di-
zer que de certo tempo para c se tem elle tor-
nado rauito commodo, e ecletico: as suas cores
predominantes sao >lternativamente, conformes
ascircumstancias, napolitanas, modenezas, par-
nasianas, austracas, emflm sao todas as cores
do arco-iris poltico, menos as cores francezas 1
E' preciso acabar com isto. Nao nosso inten-
to, fallando da carta do Sr. bispo de Arras, era-
pecharmo-nosem nova questo com os nossos
adversarios habituaos. Pretendemos s submetter
humildemente ao nosso illustre contendor a se-
guate observaco, bstanle simples:
Vos reclamis para todo o cidado frincez a
liberdade de supplicar por aquellos que forem
particularmente do seu agrado, e isto como e
quando queira. V que seja. E' urna opinio que
lendes semelhante do coronel Du Couret. Tam-
bera hontem pela manha no Secuto Hadji-Abd-
El -Ha raid -Bey, apoiando-se sobre argumentos
pouco mais ou monos idnticos aos vossos, recla-
mava_ a ereccao em Paris de urna mosquita, e a
creagao de escolas livtes musulmaoas. Elle pelo
menos se contentava com isto, e nao estabelecia
como principioque os nossos tres milhoes de
Argelinos deviam ter o direiio de irem collocar,
sem o assentimento da Franca, sob o estandarte
de Abdul-Medjid, seu chefe religioso, no dia em
que fosse ameacado o seu poder temporal.
Masoexemplo nada tem om o cristianis-
modiris vos Pois bem : Nao ha ainda muito
lempo que o Sr. arcebispo de Upsala, verdadeiro
prelado lutheraoo, mostrou-se alguma cousa en-
fadado em relacao aos seus beneficios lemporaos.
A Franca tem em seu seio milhares de luthera-
nos. Quererieis admittir o principio de que o go-
verno francez devera favorecer urna cruzada em
favor dos beneficios do prelado sueco ?
Mas 6 exemplo nada tem com o catolicis-
mo, diris ainda. Pois bem : ha pouco mais de
um seculo o ducado de Modena foi subtrahido
Santa S quasi da mesma maneira porque hoje o
sao as Komanhas, as Marcas e a Ombra, com a
diir-renca de que o usurpador nao era euto o rei
da Sardenha, mas sim o imperador da Austria.
Por ventura Loiz XIV permitlio a seus subditos
que pleiteassem pela causa do Papa' e que fos-
sem Italia reinvindicar os direitos imprescrip-
tiveis da Santa S? Esteve tip longa disto que,
por aviso dos proprios jesutas, nao hestou em
reprimir o zelo ultramontano de alguns nobres,
fazendo-lhes sentir que elle era rei e senhor en-
tre o seu povo. E na verdade que bem fizeram
Luiz XV e os jesutas era pralicarem por essa
forma. Nao vimos ltimamente o Papa Po IX
esquecera esse ponto a recente usurpado da ca-
sa de Este, que proclama va sua legilimidade, e
cuja causa associava sua propria causa?
O governo de Na polea o III nao tem querido
recorrer aos meios rigorosos que a senhora de
Maioteoon aconselhava a Luiz XIV, o que esle
adoptara. O Sr. bispo de Arras nao nega que
o governo quiz mostrarse em ludo isto toleran-
te mas avau;a a dizer que o fez por pru-
dente I
Prudente, sim ; mas nao oo sentido em que se
quer entender. 0 imperio prudente, calmo e to-
lerante, porque tem consciencia da sua torga ir-
resislivel. E pois moito justo que nao haja en-
gao sobre este ponto.
Coraprehendemos perfeilameote a dor e a so-
licilude do orbe catholico na presente crise, e
admiramos, sem alguma restriego, as dedica-
coes individuaes que tem encontrado a causa da
Santa S. Mas acontece quo se lenha dado a es-
ses fados um carcter muito mais poltico que
religioso : acontece que o espirito de partido, de-
pois de ter especulado com a vida dos infelizes
suecumbidos junto montauha de Lorette, queira
tambera especular enm a sua raorte. Dando a .'s-
sas tristes maoifestagoes a importancia que con-
vm, julgamos todava dever assignala-las
consciencia e boa f do publico.
Que se tenhs feito preces e oracoas em bene-
ficio das victimas de Castelfidardo, nada mais
consentaneo com o espirito do christianismo que
se nao tiresse imprimido a essas preces um ca-
rcter de tanta affectago. Ha dezoito mezes S.
Exc.o ministro do culto pedia ao elero francez
ue elevasse a sua voz em favor dos soldados do
lagenta e Solferino. A consciencia do bispa-
do, como diz monsenhor bispo de Arras, nao se
achara empenhada, porque nao houve resisten-
cia, nem reclamaco. Nao houve resistencia,
verdade, nao houvo reclamaco, els tudo Nao se
vio um s bispo subir ao pulpito para glorificar a
essas victimas do dever e do patriotismo I
Hoje*q^ue diHerenga 1 Tem-se j celebrado em
toda a Franca mais ofRcios solemnes do que fo-
ram os combatentes de Castelfidardo 1 Alguns dos
nossos prelados nio se contanlaram seno indo
elles mesmos pronunciar a oracao fnebre por
aquelles que auceumbiram. Ainda nao* ludo:
gvnco'sneU!,,a0ei?vrRn*ePracs ie oaPw
g> neos pessoaes ; e como a tanta eMenw ios-
sera preciaos morios de todas as -'sses e condi-
goes cenfeno-se ao acaso, e-m a mior le-
.---- ao acaso, e-UQ> a maior le-
viandade, a palma do roartyryesse bjecto do
nosso respeito e da rosas venerado. Nao diz,
por exemplo, a chrc-nica ^ue o operario Gicquet,
noo e modesto Cario V, assistio aos seus pro-
prios funeraes, indo depois agradecer ao Sr. bis-
po de Poitiers a oracao fnebre, que este lhe dis-
pensara, estando elle ainda viro?
Esta aventura causn riso muila gente, e foi
na verdade urna grande fatalidade. Ha cousas
de que nnguom deve rir-se ; e nos somos da-
quelles que um bispo sobretudo deve assistir
=".' prudencia e reserva. Se 6 Sr. bispo de
rouiers iiUu,,e esperado mais alguns dias, te-
na nio ha duvida, exprimido as suas preferen-
cias po iticas, mas teria lambem servido melhor
causa da igreja.
A Unido de hoje nos aecusa de usar para
a?r ._DlsPai10 de m"l animosidadee violencia.
m Preencn. ssira aecusando-nos, o seu
olcio de jornal logitimista : e tudo quanto diz
nem por isso tem o poder de commover-nos :
porque nunca poder esse jornal, apezar das suas
reticencias quotidianas, provar que nao sao jus-
tas as nossas intenges, que nao sincera a
nossa f.
Sem duvida entende que nos comprehendemos
de urna maneira mui diversa de que elle, a mis-
sao do bispado, Eogana-se. Nos suppomos o
a P*Ad l5 0,evado e tao glorioio que, nosso
ver, e urna verdadeira impiedade abato-lo assim
ao poplo de intromette-lo as querellas epaixoes
da poltica. Dos preserve o clero francez de
aragar novamente os interesses temporaes de
um partido ante-nacional I Ninguem se esquega
que s a sua imparcialidade tem nestes ltimos
annos reconstituido a sua forga e restabelocido
entre nos sua influencia legitima.
Ora, o que deveriamos esperar delle, julgando
pelo artigo que o Sr. bispo de Arras condemua
com tanto rigor Nada mais seno um acto de
imparcialidade : novas preces espontaneas em
favor doscampees do christianismo na China e
na Conchiochina. O que havia pois de irrespei-
toso nessa nossa esperanca ? Parece-nos ao con-
trario que o bispado deveria contar-se muito fe-
liz por essi occasio que se Iheoflerecia, de mos-
trar aos mais incrdulos que elle nao obedeca
a um calculo puramente humano, e que todos
aquellos que morriam pela religio, ou fosse em
Castelfidardo. ou fosse em Pakou, eram iguaes
aos seus olhos.
E" verdade que o Sr. bispo de Arras nao julga
igual o mrito dos dous exercitna. pode ao
exercito francez que oonclua a sua obra, nao
pelos tratadm de paz derisorios e funestos, mas
por urna oceupagoseria e poderosa; porque s
assim. e somente assim, a greja poder celebrar
olriumpho da f.
Fallando com toda a franqueza, o argumento
nao bem pensado, Pois que! Os nossos bis-
posj uo terao preces para o exercito francez
seno depois de concluidas as emprezas, e con-
cluidas completamente 1 Todavia sao menos
exigentes para com o exercito romano. Monse-
nhor Parisis, que acha nao ser ainda tempo do
pedir ora favor dos nossos soldados, depois de
urna primeira victoria, tem supplicado pelos sol-
dados pontificios, depois de urna primeira derro-
ta ; elle, que nao quer que a Franga cooclua com
a China um tratado do paz derisorio e funesto,
perdoa completamente ao general Lamoriciero
todos os artigos da capilulago de Ancona.
Tudo isto rediculo, e seria talvez mais pru-
dente suspender urna discusso que, coilocada
era semelhante terreno, nao pode manter-se por
muito tempo. Porm urna vez que o nosso ve-
neravel contendor julgou que devia fallar, em
termos ura pouco equvocos, da nossa dupla ex-
pedigo na China e na Cochinchina, devemos tam-
bera acompanha-lo ate o (Ira, e mostrar a injus-
tiga de suas allegages to crueis quanto err-
neas.
Nao verdade dizer-se que a expedigo fran-
ceza no imperio annamisla illudio as esperaogas
dos calholicos desse paiz.
Nao s o estandarte francez foi arvorado em
Touraone e om Saigoo, como tambem all crea-
mos um estabeleciraento perduravel. Eulretanto
onde eslao csses numerosos exercitos de calholi-
cos cochiochinezes, que deviam responder ao uos-
so chamado, como affirmavam os missionarios.
Um s homem nao appareceu I
Cora isto nao queremos dizer que duvidamos
da boa f dos missionarios, que nos fizeram es-
perar o auxilio dos chrislos indgenas: nao ;
longe de nos semelhante pensamento, Nunca
se pode suspettar de homens, que derramam co-
rajosamente o seu sangue pela religi, Porm
seja-nos permiltido dizer que elles toraaram pro-
vavelmente come realisados os seus proprios de-
sejos. O cerlo que esses ardeotes meophylas
que, dar-se-lhes crdito, suspiraran pelo U-
bertamento com urna impaciencia e coragem ca-
pazos de supportarem at o martyro, novieram
em auxilio dos libertadores que esperavara.
Monsenhor Parisis nao confia na nossa espada,
e pouco espera dos esforcos da nossa diplomacia.
S. Exc. falla mui leviameote dos tratados solem-
nes, e das suas coniequencias. Isto nao bom,
O eminente prelado nao faz mais do que um aclo
de justiga, dispensando os seus louvores aos ser-
vigos prestados f e" pelos ebefes das nossas di-
versas missdes na China: estes teem salvado a
vida a muitos dos nossos sacerdotes. Esqueceu
j monsenhor Parisis que, grabas ao tratado ce-
lebrado pelo Sr. de Lagrene, os Srs. Huc e Gsr-
bet especialmente, em lugar de serena conduzidos
ao supplicio, poderam ser transportados do inte-
rior doThibet para Cantn, e all entregues aos
cuidados de um cnsul europeo ?
c Os insurgentes da China, accrescenta o Sr.
bispo de Arras, causam s nossas igrejas catho-
licas grandes estragos,
Pode ser: porm nao est as nossas maos
impedir, nem supprimir todas as causas da guer-
ra civil. Nao com os insurgentes que devemos
tratar, mas sim com o governo estabelecido. Es-
se governo guardar as suas promessas, quando
liver seriamente contratado? Assim o eremos.
A aprovacao, por que elle acaba de passar, nao
pode deixar de fortalece-lo nessa fidelidade de
palavra, de que alias em outros lempos j nos
deo provas.
Con vm nao descoohecer-se que dorante todo
o lempo, em que o Sr. de Montigne residi
no norte da China, nao houve um s acto de vio-
lencia commettido cootra os nossos missionarios,
qoe nao livesse sido immediatamente reprimido
pelas proprias autoridades chiaezas.
Mas tudo isto nao bastante para o senhor
bispo de Arras; quer elle urna oceupago se-
ria e poderosa para ser protegida a liberdade dos
nossos sacerdotes catholicos: quer quo a espada
da Franga assegure definitivamente o triumpho
da cruz da China e na Cochinchina; e ser s
depois desse resultado completo que a igreja ha
de celebrar esse triumpho das nossas armas, co-
mo acto espontaneo do sou reconhecimento.
Repetimos com respeitosa franqueza: muito
lastimamos oslas reticencias de patriotismo; o
paiz nao as pode compreheod^r: elie se admira-
r de ver que, depois de taitas preces estrondo-
sas polos soldados do ext^eito. pontificio, venha-
se declarar que se wp*-jrA M requisigaa oQlciaes
i r-r se poder "ar em favor dos soldados da
Franga'
,_ A Grasdguillot.
[Le ConslUunonnel.Silieira).
A nova, circular do senhor conde de Persigny
faz-nos lastimar profundamente que os diversos
ministros do interior, que ha oto annos se suc-
cedera no nosso paz nao tenham todos elles
passados- anles pela cmbaixada de Londres. Al-
gumas das consideragoes do novo ministro sebre
j a siluagao presente e passada da imprensa inale-
zanosparecem um pouco inexactas; todavi j
multa cousa vir do oulro lado da Mancha com
I urna tal ou qual boa vontsde em favor da nossa
mprensa, para propor-lhe a liberdade ingleza
como o ideial a que ella deve attingir, e iodicar-
Ihe com benevoleacia t3o siocera os meios de
cnegar a esse ideial.
.vSeV.no* licil. porm, dizer em que tpicos a
,iriese histrica apresentada aos prefeitos pelo mi-
nistro do interior se torna contestavel. Neste
intuito procuraremos com todo o cuidado de fazer
que sobresaiara as suas concluses fovoraveis
nossa roprensa. e examinar no ponto de vista
pnramente pratico qual a mudaoga que essa cir-
cular irouxe siluagao dos.'joroaes.
A these sustentada pelo senhor de Persigny -
nosconhecida de muito tempo: a mesma, que
ja tem sido por diversas vezes apresentada pelos
defensores da legislago excepcional, que rege
actualmente a imprensa : a mesma quo ha ol-
io annos tem fornccilo motivos para mais de
um artigo da Revista Contempornea, quo figura
talvez as paginas da Revistd Europea, e que
appareceu por Ires ou quatro vezes em diversos
artigos do Monitor : a mesma finalmente, de
que tanto se tralou no pleito cootra o senhor de
Montalembert, e depois do pleito cootra nsl
J se vS pois que o systeraa de assemelhagao
entre a Franga. de 1852 e a Inglaterra, de 1688
se nos tomou j muilo familiar.
Mas o que felizmente estabelece urna difTeren-
ca eotre a circular do seohor de Persiguy e os ar-
tigos, dncursos ou requisitorias, dos quaes nos.
lembraraos. o facto de que, em lugar de tornar a
comparagao absoluta, e addiar para d'aqul a uma
centeoa de annos a liberdade da imprensa fran-
cez, omioistro do interior nos offerece desde j
na pralica uma liberdade;consentanea, cujo nico
deleito, nosso ver. nao ser garantida por algu-
ma, lei e por isio poder desapparecer dos nossos
costumes no mesmo dia em que elle deixar o
ministerio.
Como quer que seja, acceiteraos por om mo-
mento a assenielhago, que se nos prope, e sup-
ponhamos de 1088 para c possam ser exactamente compa-
radas com o nosso decreto de 17 de fevereiro de
1852: ora, anda assim haveria uma singular
disproporgo entre a siluagao dos dous paizes :
e vem a serque a Franga conheceu a liberdade
da imprensa por mais de trinta annos antes que
ella fosse suspensa ; entretanto que a legislago
ingleza, se desenvolvendo para fazer face a um
perigo novo, nao fez mais do que acoropanhar e
conler o progesso da imprensa ngleze.
E' pois rasoavel quo se nos venha hoje dizer
apontando para ,a Inglaterra de 1688: a Eis a-
qui o que deveis ser em 1860 ? Nao : por-
que podemos responder que durante trinta an-
nos tivemos loda a razo para vangloriar-nos de
terdeixado muito atrazados de nos, em materia
de pralicas liberaos, nao s os avs dos nossos
visinhos de alm da Mancha, como os nossos
proprios visinhos de hoje.
A8fa 18az podo ser comparado aos monumentos os
mais rigorosos da legislago ingleza sobre a im-
prensa? Senes respondem que os escriptores
inglezes estao sujeitos penalidades excessivas,
e que nao tem comparagao com as nossas, con-
cedemos fcilmente: mas assim mesmo ha duas
eircuinstancias que restabelecem singularmente
o equilibrio em favor da legislago ingleza, ainda
a mais amiga e rigorosa ; em primeiro lugar
ella emana de om parlamento livre, sempre se-
nhor de estatuir o uso e de aboli-lo; um segundo
lugar ella nao pode tocar o escriptor sonio me-
diante a sentenca de uro jury. Com o parla-
mento e o jury nao podemos conhecer nada de
mo as jis em materia de impreusa ; porque,
se os escriptores podem sotrer a mais severa pe
nalidade, sentem todava que se acham sob a
pressao da nago que fez a lei, que a estatuio, e
que lhe d applicago.
isto to verdade quo o Sr. de Persigny cilou
na sua circular, como um exemplo da amiga se-
veridade das leis ioglezas, uma disposigo que
redima o jury a prouunciar-se sobre esta sim-
ples questo de facto: c Foao autor de tal
escripto? e era o juiz que depois da senlen-
Ca anplicava a pena sua vontade. Porm o
Sr. de Persigny deixou de aceresceotar sua ci-
tagao que esse mesmo sustentculo do jury pro-
tega a liberdade do escriptor quando esta me-
reca ser protegida. A razo muilo simples : o
jury nao tioha escrpulo algum em dar, Armado
na justiga, uma senlenga contra a evidencia, co-
mo acontece muitas vezes entre nos em materia
de duello ou de escusa legitima, e isto sem of-
fender o bom-seoso ou o direito.
Nao ha, portaoto, comparagao alguma entre
una sentenca, nascida de um jory soberano de-
pois de livres debates, e o exercicio desse poder
de advirtir, suspender e supprimir, que o Sr de
Persiguy com tanta lealdade 'qualificoo na sua
circular de discrecionaf, excepcional e dictato-
rial.
O ministro nao pode ter-se engaado tambem
sobre o estado actual da imprensa ingleza?
_ Em resumo, diz elle, o espirito da legisla-
go ingleza em materia de imprensa pode ser as-
sim formulado : liberdade completa para tudo o
que representa uma vantagem e nao um perigo
para o estado, navegago de toda a liberda-
de quaodo se trata de atacar o mesmo es-
tado. >
So o Sr. de Persigny tiver a curiosidade de
ercorrer os jomaos demaggicos e socialistas da.
oglalerra, ver, a respeito da rainha, da cmara
dos lords, da aristocracia, do parlamento e da
prosperidade, theorias e uma linguagem que ex-
cedem em loucora e violencia tudo o que se lea
visto no nosso paiz. A liberdade ou antes a li-
cenga completa para essas produeges misera-
veis, que nao coolam oulro oimigo seno a in-
diilerenga publica. Nos recebemos por algum
tempo ura jornal, a qoe nada fallava para ferir
a susceptibilidade dos sentimentos da religiosa
Inglaterra: chamava-so lhe Alheist e empre-
gava lodos os esforcos em provar orna vez por
semana quo nao existe Deus. Esse jornal ba-
queou, mas baqueou por si mesmo; porque nao
nos consta que a justiga vesse tido parle na sua
queda.
O exemplo mais frisante, felizmente o mais.
iuconcebivel para os espiritos fraocezes, dessa
licenga sem punicao da imprensa ingleza sao
as descripgoes dos mettings, e os artigos de
fundo que nos chegam todos os dias da Irlanda.
Temos vista o Irishman de 8 de dezembro, e
ah lemos os discursos pronunciados em um
meeting. que leve ltimamente lugar em Dublin,
oo lugar mais publico da cidade. Figurai-vos
ver sobre um estrado muitos sacerdotes, e de-
pulados irlandez em torno delles immeasa mullidlo saudando
Icora as suas acclamacea a cada ama das pala-
vras que pronunciaran!: o objecto da* reunio



w
v
ftlARIO DI rBRBiMBOQO. t- TE&CA IRA 49 DI JANEIRO DB 1S61.


14WT
!


cicobrir os meios de separar-se a Irlanda da
Inglaterra ; a razie tem sido debalda invocada
j nada esperam sent da lerca; as -ibes,
Ereciso um alliado estrangeiro para combaier a
nglalerrae o brado de tifa Franca rt-m
ba de lodos os lados; j ao ciiaslim rom a leoi-
branga do dia em que atjuadra ingiera ser
derrotada pela nos* cm que o noas* dcacm-
bara* X>Mnda se ffrctaar* ; appeltaua para
a espada luarechal Mac-Mahon: ludo isto
tem lagar ao sen de estroadosos applausos, do
meio do enlhusiasuio, que faz os leamos e os
chapeos agilarem-se no arl
Quanto se jornal que d conta deseas bellas
Quanto ao jornal que oa conta oesaas bellas
c o usas, o seu principal empenho mostrar que a
Irlanda ao se poder libertar da Inglalerxajftj
nao pela guerra; maa que --vX*'
aso pela guerra
chegar sera oat..
nijoo un uuuo lempo,
hojel
Queris vri
pa podesie lim-los ; Niebukr, t. IV, p. 390 e
Cocee-*e agora porque a usura era odiada
pela autoridade ratholica. Onde as demcratas
ny viram mais do que uma questo econmica,
a igreja to principalmente uma qupi*o de mo-
ral e da liWd.dc atara es individuos e parata
pnvos.
Tal em lado o mais a differenca eotre o chris-
tiaoismo considerado como auloridade social e
* o laicismo. Ninguem reflecte bstanle a tal
respeile.
Voliemoe,, porm, aoiroprettimo ajero,
rois bem l Pader-ae-ha dizer hoje que a aver-
sao da igreja usura aeja si ratee, sem des-
CQ8uImMTl"*'UlB M0 Ponera altar .Amo.
C lempo, corae a Julia ceuos ^"ittX'.V. ??: L?J
.....? .. jOascom as pagas, pensamos au a asara lria
uuere.s w -. pergeniar-nos-hao, que hoje os meamos inconvenicoles que em qualquer
eDre oAem se pratique. tambera se_ es- outra poca de sua historia F fac de pTovar
creva assim ? Nao ; Deus nos hvre de semelhan- F nnster oeservar em prineira lugar, que, lo-
te tovsa 0 que queremos c provar comente cando na distribuicao dos; lucres a maier parte ao
cora este cxeraplo, apotado por multes outres usurario, o fabricante ver-ae-hia ebn*do a bai-
que poderiamosapreseRtarque a imprensa m- ar o salario do operario, sera que alias ho-
gleza nem sempre respeita o est>do, e que se.vesse augmento no preco da materia prima
lem merecido uma libetdade sem limites, ao e Aesim, sob este ponto de vista a usura nao araro-
dotada de uma prudencia sem exemplo. |*eitaria definitivamente nem industria asrieoa
Os nossos desejos sao mais modestos. Bese- nem industria mmufactureira ; nao trra eu-
'tr0N-eSxIUdo 8en' a l'Pressao do operario.
Nao todo. Lembremos como em nossos das
a industria procede e catas io ha, Oual a relacao
entre a capital e o trabalhe ? Ser exaolo nue ha
** um a outro reciprocidade de serviros equiva-
le nitc, com,|eia iudependencu ; qu o u&uaino
nunca dependa no todos sabis como os adiautamenlos sao
necessanos ao oper.ra para occarrer necessi-
aaaes da familia ; ctr em consequeacia das
enrermidades, das folb,s eu torna-se elle escravo do capitalista e sa-lhe os
direitos, as prcrogativas de dador.
wj, supponha-se que a laxa dojuro seja sem
imites, nao claro que vira um dia em que para
esses mesmos adianlamenlos desejar o capita-
lista um juro ? Eis, pois o operario mote do
capitalista.
liar-se-ha o mesmo, quando.cm virtuJe de suas
eceaomias, o operario que tirer ajumado seu po-
r* u I i n .i... i..t.. r r
jamos para a iioprensa frauceza (aiuda suspuiia
uu ^ paj convimos nisto) un> iei qual-
quer que, cuW..^, ^ a acii0 MekMuta da
Jfslica, subltaha i-e., HaUuiva da Oi.
matracBo. Se lei Oe 1%, qu" qH,Ue\era-
po pareca lao severa, boje nos parece UheraL
com maior salisfaccao aceitaramos as leis al
sclembro. E se tud nos querem negar, ao me-
nos pedimos que se nos conceda uma modifica-
cao verdaderamente indispensavel legislacoo
presente, isto a modificado do artigo 32 do
decrato pe 17 de fevereiro
E-te artigo doclarajie pleno direito pronuncia-
da a suppresso de qualquer jornal cendemeado
duas vezespor delicies ou contraveuopes no es-
paco de dous anoos. Temos vina um triste e
curioso exemplo doseleitos d'essa disposicao lao
rigorosa. IJm jornal importante de Bordeaux,
e de muia acceilaeoa Gironda, foi coudeui-
nado 50 francos de multa por ura delicio, e
Slnniura.POr "" C0nlrave,ii0 a lci 8bre as I <="'". *' leMar'or^o. alm de seos a*aa
v" s. .- "tuaes, quandoqaizer fabricar P..a si. Ex-
.ml I q e "eSle seS"ndocase sobre citada peta concurreiici-, a usura prosta-lo-ha
n^HS!i SeHm "8-s,|n,ll,rif; na,qual su dl8Culia c<>"> sou peso, ummaranha-lo-ha em lacos ioex-
qualidades do vmho de Bordeaux. O lalal das Iriucaveis.
Es lio dous desses misera veis pitra, jera.ae
foram encontrados om uma casa desbt ~
cora ferimenlos graves do bala, e se 1
delles foi um dos assassioos do infe
Tenorio o ambos criminosos por terooi-j
cido so grupo-daquelles seus companlieirot, que
em numere de 9 ee 10 invadiraaa com o aca-
marle em punho a igreja com o aeu ex-direclor
Francisco Alaes Machado (reate : lem-se man-
dado foraecer sustento a estes preses que eram
alimentados por esmola. Nada me licito por
emquaalo dizer-lbe mais aceres de diligencias
feilss para a captura des criminosos; e que Ihe
posse afirmar que a ordem publica e a cigu-
anea dos povos vao resUbelecendo-se ncia fre-
,.~. .-- -- r--_r r--.iacias empre-
gadas pelo juiz de direiio e ea seas dedicados
amigos e agentes e o naxilio poderoso do gover-
o faz sentir satntarmenie- -------
Era em rerdade ailerradore triste o aspecto
dest3 povoacao so Dtrar a for^a no dia SI do
passado e desde o dia do combate 1 Nao via-se
uma casa aserta e o menor signal de vida, a ex-
cep;ao da casi do Sr. Viciorioo Rocha e uoia ou
duas mais : tenJo-se postado a torca e descan-
sado no largo om freo le da m a tria, indago u o
juiz do direito em ultima analyse, visto nao ha-
ver aqui enhuma autoridade era eierekio, pelo
inspector do querteirae, e respondco-se-lhe, qoe
o inspector se achara baleado ; entao forca
lembrara boa vonlade com que o Sr. Victorioo
Ilacba se prestou a proporcionar ao juiz, i$ au-
toridades que oacampaoham e & forca, quarleis.
CalaSv .i"faScl|{SV oftppW5.P^/mttem esle lugar,
feilos o estudados como o tem sido os"vesflglol
materiaes da luti se pede bem imaginar que pro-
Barbosa Pinheiro. .
Cavalcante de Albu-
971
967
919
Sent*. i ,
Agricultor Francisco
Hegeoiasne Jeetsniss
fjajejsjeaj. ^
^'5m5ove&-abio, do Santiago(Chili), M. Ra-
mn Ficarte apresen lo u a o iuatituto de Franca
rariot trnsanos, sn mereceram na seesie de 14
de fcvereire ultimo a mais hnrese approracao
dos acadmicos.
O mais importante urai taboa de divido
ana redas esta approvaco lao penosa 4 uma sim-
ples sommn, e habilita a pessoa menos exereila-
da no clenlo 4 servir-so dclla ImmediaUmate.
Esta taboa excede em implicidade e em exacti-
dao tudo quanto at boje se coahece para o mes-
mo fim.
Ella reduz a operacao i uma pequea addic-
5ao, e d o resultado com dezdecimaes exactos :
-uu HU lao*. log^miw^ .^ 4.
um emprego mais complicado, e as latoas de
Barioni, j renitis vetes reimpresas na Ingla-
terra obrigam i recorer uma multiplicacao
dando afiual smente seis algarismos exactos.
Esle resultado um passo feito na aciencia ; os
sabios, os engonheiros, os induslnaes, os finan-
ceiros, os negocian.es eecoolraro neste traba-
Iho um silivio sfadigasdesens longos clculos
e sobretudo i certeza de aso errarem, sendo
dispensados de tirar a prova.
Urna outra obra do mesmo aulher uma pe-
quena taboa de logarithmos que contem era qna-
reBtae ciaoo paginas lodos os resultados das ta-
beas do Lalaude, e <\w, pela modicidade de um
preco est as alcaose do todas as bolsas.
lipTieac'aTqu'e yjJ ompoi sertas taboas de mol-
10,000 completos, enrola"0108 dos numero* a'
COMMERClOe
Vlfandcga,
Rend ment do dia 2 a 26. .
dem do dia 28. ... .
294.9899270
22:5045002
317^3*372
Observatorio do arsenal de marinha, 23 deja-
neirodelML
CHARO STEPPLI.
Io lente.
Movliueato ala alfaudeara
Voleases entrados com fazendas..
> > com gneros..
Volamos sabidos com fazendas..
com gneros..
70
356
------486
93
104
------S97
Descarregam hoje I9de Janeiro
Brigue brasileiroJoven Artbur diversos gee
OfOBi
Brigue hollando* Gesiena Gerlruidaccrveji.
Patache americanoEagleto resto.
Escuna purluguezaliarafazendas.
Bccebedorfa de residas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 2 a 26. 15:6949671
dem do dia 28.......4:735gl6l
19 8299832
Consulado
Rendimento do dia 2 a
dem do dia 28. .
provincial.
26. 53689*319
.... 1:815*568;
duas condemnacoos monlava 330 francos de
mulla: mas a cousequencia ineritavel, se fosse
applicado o decreto de 1852, sera a suppresso
pura e simples do jornal 1
Parece-nos impossivel. quando mesmo seja
mantida em tudo mais a jurisdieco administra-
tiva eslabelecida pelo decreto de fevereiro de
1852, que nao se sinla a juslica e necessidade de
modificar ao menos um artigo que na sua appli-
cajao produz semelhanies cousequencias.
Ora. a circular do Sr. do Persigny, se por um
ladodeixs Subsistir em lodo o seu rigor a legis-
laco excepcional, que nos rege, por outro lado
promelte-nos, por assim dizer, snspende-la na
pratica, ou, o que vem A ser o mesmo, reservar a
applicagao d'ella para aquclles que aUcarem por
meio da impreusa a forma ou o principio do nos-
so governo. Nao duvidamos um s momelo de
que spji essa promessa lealmeule mantida pelo
ministro que a fez ; e islo j uao pequea van -
tagem.
Aquelles, que nao quizercm enchergar a im- um lempo era que se
portancu da feliz mudanca que o Sr. de Persig- \ nidade humana, em
Com a mullier e filhos lornar-so-Ua um feudo
do credor.
Fallemosagora na propriedade-territorial.
Quando proraulgou-se a lci sobre a Iranscrip-
cao, ou que se autorisou o crdito agrcola, qual
foi o airo do legislador ou da adminislracao ? fa-
cilitar as hypothocas, esublrahlr assim o propie-
tario agrcola ao favor muilas vezes ruinoso dos
b.inqueiros ou s manobras dos usurarios. Pois
bem I suppoodo-se abrograda a lei de 1807, o
quesera dos propietarios que forem obrigados a
tomar emprestado ?
E' primuiramente mui exacto que a usura, com
parada ao rendimento habitual da propriedade
territorial, ser um roubo formal e em grande
escala. E coucebe-se tambera que o roubo assim
comraeltido ter como outr'ora por consecuencia
ineviUvel lanzar sob o dominio do usurario a
grande e a pequea cultura, horaens e cousas.
Assirr.a abrogaco da lei de 1807 teria um al-
cance desastroso quanto a liberdade pessoal. Em
faz lo pouco caso da dig-
qoe se eslima lao pouco o
porcoes nssumio ella ; foram disparados seguro- '",.U^CTplC,0i' 6 oa" *^aVontr"neaue"
mente quinhentos tiros de armas finas, grossas o ob"nn,aa. 1 *miosameS\VpttuTt Sefl^r
de granadeiras, e cruzou-sc oogo eotre diversas 1 8 escrlPloriQ9 da unanea e do commereo.
casas da ra ao lado esquerdo da matriz com a I amos esta "-- __---
caso fronteira que a que servio de quartel nos aindVtVe'sX" VSo s^coun^a^^ se I
guarda, e des le mesmo lado da casa em que de utilidade que nossas linarias as im norias
resida o ex-direclor um vivo logo se fez para a sem im n.ii,____
casa fronteira do capillo Scverino Rodrigues e
o outros.
Na matriz a lula foi tiros de clavinetes. ta-
ces e putihaes, e ahi foi era grande porcao o
saoguc derramado ; ahi durante o fogo os ad-
versarios que nao enlraram em lula se responsa-
bilisaram reciprocamente por suas existencias e
trocaram entre si palavras de confianca, qualquer
que fosse o lado vencedor; no entreunto o Dr.
Cistu, o escrivo Manoel Apeliuario e outros
nao esiiveram pelas promessas e eradiram-se,
sendo perseguidos por algum lempo pelo mato,
onde se diz que dous individuos andavam ca-
5S504887
Nwvio murado no dia 27.
Barcelona74 diee, brigue hespanbol Francis-
co, do 252 toneladas, capito Bartholomeu
Barotau, equipagera 14. carga tioho e onlros
gneros; a N. O. Bieber A C
Obtervaeo.
Passou para o norte a galera portagoezaOlinda.
Nao houveram sabidas.
Navios entrados no dia 28.
Ass 13 diaa, hiato nacional Exalaao, de 37
toneladas, capillo Antonio Manoel Affonso,
equipagpm 5, carga sulla, couros e mais gne-
ros; a Gurgel Irmso.
Peoedo- 4 dif, hiato nacional Deberibe, de 31
toneladas, capito BeroarJioo Jos Bandeira,
equipagem 5, carga pedra de amollar e arroz ;
a Pedro B. de Siqueira.
Anvers31 dias, brigue sueco nna, do 2(2 to-
neladas, capito Sjoland, equipagem II, carga
varios gneros ; a N. 0. Bieber & C.
Navios sonidos o mesmo dia.
Rio de Janeiro Barca nacional Atrevida, capi-
to Claudino Jos Raposo, carga sal.
Rio da l'ratiBrigue hespanhol Vigilarte, capi-
to Jos Mirambelle, carga assucar.
demBrigue bosoauhol guticila, capilo Ualo
Fruch, carga assucar.
sem para se espalharcro.
Os elogios do instituto de Franca, e o acolhi-
que ah mereceram da populacao sao o melhor
documento favor dos bellos Irabalhos do sa-
bio americano que hoje recomraendamos.
Os Chinas celebrara o anno novo com mais
pompa do que os europeos ; a unics festa em
que elles gozam de uma completa liberdade, e
por isso elles a fazcm durar 20 dias, nao obstan-
te a lei conceder-lhes smente a metade dest o
tempo. Visilim-se, do cartoes absolutamente
como fazemos entro n6s ; perm elles sao mui
in un u,ue uous iujiviuuos anaavam a ca- grandes, ornados com uma estampa que repre-
fidi de genie, seudo assassinado nessa occasio seula 3 priocioacs felicidades que um homem
um velho inerme e exlranho i todas estas desor- Pssa 'er na trra ; um herdeiro, um emprego,
deus. de nume Vicente Quisoco : no interior da e uma longa vida. Os emblemas que as repre-
malriz foram vislos os vestigios de nao menos, sentam sao um menino, um mandarira, e um
sele projectis, e ahi morreram o capito Lus velho com uma cegonha, symbolo de longevi-
Gonzaga e mais dous ou tres Indios e muitos fe- dsde.
ridos, por tersido o thoalro do maior encarnec- ,,
ment. 1 foram recolhidos a casa de deleoco dos
A imagem do CruxlOcado de altar-mr ape- Til88 25, 26, e V o corrcn,e. 10 hmeos e 3 mu-
zar de se conhecer ter sido lavada, eslava raau- 'hre'"> ''" e 4 escravos ; ordem de
Cont.-se esle res- If'^A ?* ol"c" J ot6*a d delegado
mi rp<-AKirtn n. r... i V. dislncto 1, i ordem do subdelegado do
ttecife 4, i ordem do da Boa-Vista 5, ordem do
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
Pauta dos precos dos gneros sujeitos direilos
deexportaco. Semana de 28 Janeiro a 2
o mez de fevereiro Mercadoriaa. Unidades. Valores.

>
ny nos annuncia, teem um ineio mui simples de I homem, ella multiplicara as probabilidades de
convenceiem-se. Percorram essa curiosa collec- ; serviiao, sem fallar no roubo. que em ultimo re-
cao de advertencias dadas imprensa, a qual nao sultado juslilicaria e sysleraalisaria.
ha muito fui publicada pelo .-r Viogtaiu; ahi I Ainda mais : plantada em nossa naco, a li-
vetao a cada passo representadas multas asser- [ cenca do juro oixuparia logo um grande lugar
coes ou doutrinas que nada leem com a formado i entre as causas que teademlo clarameule a de-
governo riera com o principio sobre que elle se i pravar o carcter e os coslumes da Franca. De
Dasea. uesde a apreciagao dos acoiiteciraenlos expansivo e generoso que era ainda hoolem, o
consignados na fusiona do pnmciro imperio al Fraucez voltaria ao egosmo srdido dos povos
a discussao das ouakdades de um certo mixto re-1 rncrcanlis. Elle excede-lo-hia nessa ignomia,
commendado pela admimsiracao, se lem eelabe- ; pois de sua ualureza levar ludo ao extremo, o
lecido uma vasU sene de q.iesloes elsticas ou mal assim como o bem.
rnmn^hln^/111'0 1uaesjera,n ? T"10,3 < Ea> re8un,u. a lheor'a revolucionaria acerca do
comprehendidos esses actos de autoridade local, juiuaot. delcerlo no espirito do despotismo, que a
que a imprcnss das provincias tem especialmen- I impiedade nos annuuii..
te por fim e por misso discutir. i:..iamin om ,?,..., '
_ Nada lo inevlavel, e nada ao mesmo tempo
to natural, como ver-se as autoridades de todas
as classes agarrarcm-se essa taboa de salvaco,
e empregarem em sua defeza pessoal a arma ter-
rivel que Ihes confiada para defeza do inle-
Gelaado em nossas seias aquull compaisao ge-
nerosa que o chrislianismo fez uascer, e uu di-
xa de ordenar, ella desporia maravilhosamente o
povo francez a soffrer sem murmurar o jugo da
cscravido.
Eis b razao porqno a fustigamos em nome de
tudo quo ha de mais precioso sobre a trra : a
rcligiao, os bous coslumes e a liberdade.
M. de Castlln'au.
Le Monde.H. Uuperron
PERNAMBUCO.
resse c segurauca do c.-tado I Islo assim lem si-
da, c assim ser em todo o lempo 1 0 abuso do
poder disrrecionaiio se ada de antemo estm-
palo na nomi propria natureza. Ha muito que
Boileau disse :
Qui n'aime point Cotin n'ctimepoint son roi,
Et n'a, uivaat Coln, ni Dien ni foi, ni loi.
Os mais sabios de entre nos, armados de serlie-
lliante poder, talvez nao possam resistir a tenia-
cao de julgarem A sua propria inviolabilidade um
dos mais solidos fundamentos da paz publica !
Os abusos s podero dcsappareccr vista de
ima nova lei : temos pelo menos a convi cao de
-rensos em quanle o Sr. de Persigny =
for o propno applicar as cencluses da sus cir- o urna da Sra. lzabel Maria
cular. A mpreosa franceza, livre de uma ap- E" uma occasio que se proporciona ao nos'o
prenensao quolidiana, animada pouco pouco p-jblico. que deve por certo achar-se vido de
para discutir os actos do poder, e a conducta dos represeuiaco draraelica, pela qual ha entre elle
^nSr'i9^ P Paitar aopaKerricos re- pronunciado gosto ; e assim tambera forneceu
levantes, e disipar no espirito do publico aspre- S. Exc. uma opporlunidade a esses nossos arlis-
teojees injustas, de que se re ella ainda acer- sos de haveem meios para sua aslenX"de-
caaa- cente.
.ni i Vr P,lcn\M. as "'se"*" de uma Hoje rcune-se o corpo eleitoral, na malri
cl^ Tmtnie C e"a nehuma Perturba- desta reuezia dc Sanl Antonio, era'seLrp-
Cao causa Franca: pelo contrar.o. tendo fna paraloria, para a eleigo dedeputados geraes
rnnvi^T6*?' *"* mo"1- Por ser Por solicitaco da superintendencia da s-
in. 11 Am" P"rte 2? nos se,ls neg- Irada de ferro e conceso do Exra. Sr. presiden-
cos por me.o de suas assemblas : mas lem ao i le, ha smenle ura trem por da, entre as villas
chada de sangue humano .
peio que tendo om tal Vicente receido na ca-
bera um golpe profundo pelas raaos de um indio,
que usou do seu faco, atravessara cora uma es-
pada ou faca a um oulro, a quem eslendera mor-
to ao chao, e depois fora homisiar-se em um
canlo da igreja, onde sendo dascoberlo pelos in-
dios e pelo seu cx-dirtor, de armas empunha-l
das, valera-se daimagem que arrebatara do aliar
todo banhido em sangue, e implorara aquelles a
vida por Aquelle que nos deu a salvaco, e foi
salvo, declarando os assassioos que a victima apa-
drinhara-se bem 1
No coro da igreja erjconlraram-se rauilos
fragmentos de cartuxos partidos como quaoJo
isto uecessario para carrogar as armas, e das ja-
nellas do mesmo conheceu-se que se fez forle
fogo em direceo s casas circuravisinhas de ura
lado e de outro, seodo que uma bala o dous ou
tres lugos dc chumbo vieram lerir o braco direito '
de cruzeiro da matriz.
>
>
At esia data nao se acha preso nenhum dos i
compromellidos, e eatra esla circunslancia nos
planos e vistas da autoridade com o que nada te-
mos a entender, mas., acreditamos que actos mais
decisivos de conveniente repressao oo se faro
esperar por muito lempo e ruto ver-se-ha que
a prudencia e lino sao condicoes indispensaveis
para o bom eiito de qualquer empreza.
de S. Jos 1, e 4 ordem do dos Afogdos 2.
Passageiros do hiato nacional Beberike, en-
trado do Pcnedo : Andr Gomes de Ara ojo, Jos
Quinno Bodrigues da Suva, e Luiz D. dos
Saint os.
Baplisados havidoa aa freguosia de S. An-
tonio do Recife de 13 a 20 do cerrente.
Idalina, parda, fllha lepiima de Candido Fran-
cisco Dulra e Francelina Joaquina dos Pra-
zeres.
Alfredo, serai-branco, Qlho natural de Antonia
Francisca da Ora.
Jos, branco, filho legitimo de Jos Joaquim Pe-
reira de Mndonca e Candida Eugenia Pereira
de Meodotica.
Joaquina, parda, liberta.
I Joanna.crioula, Ulha natural de Benedicta da
Costa.
Antonio, pardo, filho natural de Victorina Maria
< Aqu a parcialidade denominada dos-C.r- Ja africano Hv'rV
lozose donrofssnrro7 ..m. ,i; j._..j. rS""' "cano, uvre.
da Conceico.
Maria, parda, filha leeiiiras de Joo Baplista Ro-
drigues e Jesnina llenriquela Rodrigues.
Leopoldina, branca, filha legitima de (iuilher-
mino Rodrigues de Monte Lima, e Maria Can-
dida de Figuciredo Lima.
Francisco, pardo, filho legitimo de Alexandre
Ferreira da Silva e Josepha Amalia Carneiro.
J-EV1STA D1IRIA.
Acaba o Exm. Sr. prcsiJeule da provincia
...------ ,.. .-..* v^.m.1 v.iuuo de conceder o theatro de Santa lzabel. pira nellc
que serao suspensos em quanle o Sr. de Persigny seren dadas duas recitas a favor Sr Sania Roza
for o propno applicar as cenclus5es da sus cir- ', o urna da Sra. lzabel Hara '
nismo passo conservado urna extrema descon-
tanca contra a liberdade da imprensa, e fez ain-
da d'ella, como os nossos vizinhos, um ccesso-
rio indispensavel, e at4 mesmo ura olil contra-
pelo lioerdade da tribuna.
Defendendo honesiamente os Terdadeiros inle-
resses do paz, esforcerao-nos em convencer a
ascao da salular utilidade de uma i-nprensa in-
dependentn, e em conquistar para estas sympa-
thias to profundas que a possnm resguardar de-
fiuilirsmenle da inconstancia das revolugoes.
Piievost-Pahadol.
[Journal de Debis. Silveira )
lia muito que o principio divino do poder v-
se perdido noscachopos do vemo liberalismo e
darevolucao, e nos excessos do falso raeoar-
chismo
Se d possivei, salvemos a liberdade, a dignida-
de individuaos, pois por ahi smente que pode-
remos dispor do cosaqo dos homens deste secu-
to enfadado de provar ludo o que ha de grande,
de saudavel na doutrina catholica da autoridade.
Alm disso, notavelcomo as theorias quo a re-
jo ucao cusa crear, respirsm o desprezo do ho-
mem. Disso vamos dar urna nova prova.
fc justa a le que fixa a taxa dojuro ? ade-
quada aprsenle poca? Tal a questo que
acaba de ser descutida por um jornal revolucio-
aQsrio.
Como era de suppor, pensou esse jornal, que
le rao era mais jusliflcavel, que era injusta
bos, pelo contrario, sostenamos que nao se pone
dadVCa a USUra Sem CmProraealer a liber-
u.?meTO q"* lud?. "inemos porque mo-
tivo lem a igreja professado serapre uma averso
An I"-* vBra'9 Porque "" eixou de a de.
clorar illegit.ma ? porque, durante secutes, de-
nuaciou infatigavelmeule a usura autoridade
secular, e reclamou para ella uma gravo penna ?
Ouando dizem-nos que se a usura era censurada
e condemnada pela igreja. era porque em geral
implicara da parte do credor o pedido do que se
Ibe nao devia, nao se apresentam todas as molas
que raziara mover nesse caso a autoridade reli-
giosa.
Se a igreja oborrecia a usors, era por amor da
liberdade.
Vede cjeclivamenle em que se resolva o em-
presliraojuro na mais bella antiguidade paga.
Desde o .oslante em que era permettido empves-
.am^a 8xa I"81"!"16', os eapiulistas nao dei-
l?m*s mulun.!a"la nai8 D08sel8e os empres-
leTL^' T"B-,a' E de >">o com el-
les as leis condemnarom o deaedor iosolvavel a
sua muihir;86, d.6 m68mo- de 8eu fllhoa.de:
A?Z pV:da 8eeinco,n amilw Preprie-'
df usr* qaal eta "oce social.
JSeoergastulorinhaaaearTazio, eu se o co-
lonato aoffru, os deredores alrmdos eram inti,
mados para pagar anen divinal, e assim poeoa-
Tam-se os campos disertos, ou ents aquelles
Jugares sombros, indissriftirobi, nos quaei agri-
JnoavAaj-Mjjseacravojg esperndole qne o Pa-
Escada, nesta qualra da duraco
do Cabo e da
das chuvas.
As audiencias do juizo do paz do 2" destric-
lo desta fregue/'u de Santo Antonio achara-se
marcadas para as quartas e sabbados de cada se-
mana.
Informam-no que nao pdem chegar s
janellas as pessoas moradoras pela v7nhanca da
ribeira da Boa-vista, em consequencia dos actos
de devassido que alli sao praticades por aquelles
mesmos que devero velar, afim de que nao bp-
parecessem elles.
Solicitamos pois da autoridade competente a
coarclacao de taes abusos, tanlo mais iniolera-
veis quanto implicam com a raoralidadc publica
que deve ser sustentada a todo o transe.
Domingo passado houve lugar as festividades
religiosos de Santo Amaro dc Jaboato, Varzca
e Boa-Viagero, sendo todas celebradas com a
coslumada decencia.
Temos noticias da comarca de Garanhuns.
que chegando a 18 do correle, erpem-nos as
oceurrencias de Aguas-Sellas.
Aqui chegon no domingo 13 pelas 7 horas da
manhaa o Dr. Theodoro, juiz de direito da co-
marca, acompanhsdo de diversas autoridades do
termo de Garanhuns e de cento e tantos homens
a cavallo, armados e municiados, sendo a msior
parte voluntarios e alguns officiaes e pracis da
guarda nacional; desde esse dia teem chegado
outros contingentes de tropas de S. Bento, Pa-
pacara o Buique, ao todo corea de 200 pessoas
armadas oceupam esta povoacao, mss hoje pela
manhaa parle o lente coronel dc Buique e a
sua forca em diligencia que se ignora. A forca
em diligencia credora de toda a coirfianca e se
ba portado ofllciacs, chefes e praca dignamente,
a ponto de nao se ter ainda visto um homem
ebno pelas ras e nenhum furto.
Ignora-se circnmtancialmente ss providen-
cias que teem partido do juiz de direito, mas sao
saiisialonos os resultados obtidos at esla data.
Os indios (que em numero de 20 tantos toma-
rain parle no terrivcl oonfiicto do dia 31 do pas-
sado, do qual resoUaram, pelo que se sabe al
hoje, 10 mortes, 9 ferimenlos graves e 12 leves 1
entre homens mulheres e crinneas e al verbas
decrepitas, allrahidos pelos chamados e meios
brandos, suasorios qoe se tem empregado se
acham recolhidos aldeia em numero de 35* in-
dios e cerca de 50 indias ; e o numero dos que
afiluem augmenta todos os dias: lem-se distri-
buido sustento e algum dinheiro a essas pobres
creatura, que evidentemente nao teem recebido
a conveniente direccao contituindo-se raoitas
vezes um elemento pederoso de desordena as
mos de homens mal Intencionados e perversos ;
esta aldeia foragida pelas catingas e serras desta
freguezia vagava morrendo a fome, no passo que
hoje os que ee em acolhido sombra da auto-
ridade ae mostrara alegres e cheios de confianca :
-de que o juiz de direito os nao mandar tno-1
tar, nomo racufiram no animi inculto desses
homens semi-sclvagens: o juiz de direito e a.
sua ente Ihes tem fallado per tnuitai vezes des-
illudiodo-os e pessoa'lmente distribuindo-lrres
socoorros.
Honoria, cruula, escrava de Escolstica Maria d
Piedad*.
Um filho legitimo de Joan Jos da Fonceca.
Casamenlos:
Jorge Joo Ferreira Lima, com Manoella, ambos
africanos, elle liberto e lia livre.
Antonio da Costa Paria, Jnior, com Antonia Af-
fansa de Albuquerqec.
MoilTALlDADE do di* 28.
Anua Maria da Costa, parda, solleira, 17 annos ;
Phlhysica.
Izidora, preta, escrava, solleira, 23 annos; Tu-
brculo pulmonar.
Um prvulo encontrado no adro do convento de
S. Francisco.
Maria Francisco de usmao Lobo, branca, viuva,
89 annos; intcrcollites.
Jos, branco, 1 hora ; espasmo.
Correspondencias.
dozose doprofessorfez uma eleico depoisda
I carnificina do dia 31 conservando o juiz de *az
i Jos de Mello, presa para este fim a lavrou-se
acia em um qnaderno, no qual se assignou o juiz
para remir a vida. A parcialidade de tenen-
le-corouel Afro estando a igreja interdicta proce-
den a uma cleicao cora o quartojniz de paz vis-
to que o pnmoiro fra apanbado polos adversa-
rios j esleve debaixo de priso, correndo esla
eleicao com a possivei regularidade e leeiii-
midade. *
Nao qoer. tormar jnizos sobre quem fossem
os provocadores e verdadeiros autores dos actos
de canibalismo aqui praticadosno infauslo dia 31
de dezembro do meraoravel anno de 1860 : as in-
dagarles a que se lem procedido e a opinio mais
Kl!S!''*9m*m 9 Cavalcantiseorao
os aggredidos i ,ao armada, com sorpreza e
irdicao : o processo feilo sob as vistas do Dr. iuiz
de dire.io.autortdadeinsspeitae superior a qual
quer censura ou dcsconfiano, magistrado muilo
couhecido pelo seu espinlo de rectido e provada
morahdade, melbar eir ; e a juslica dos ora",
com a possivei uifallibLlidade se far sentir rreste
lugar inexoravel e severo.
Paz aos qne descancam eternamente I
Falloceu ante-hontcm pelas 7 horas da noi-
te a Exma. Sra. D. Maria Francisca de Gusmao
Lobo, mae do nosso araigo o Sr. commendador
francisco Joaquim Pereira Lobo. A Ilustre fi-
nada, passando para a vida do cu na edade de
87 anuos, couservou al aos uliimos momentos
o goso perfeito dc suas /acuidades inlellectuaes.
tila deixa uma descendencia de 89 pessoas, que
chorara inconsolavois a sua perda.
Celebraram-se hontem os ltimos suffracios
no convento de N. S. do Carmo no meio defrau-
de concurrencia.
Abaixo publicamos o resultado das eleices
D*ce.,l..!LC8 da re*ucz' do Espirito Santo do
i ao d Alho :
Tenenle coronel Luiz d'AIbuquerque Mar-
nhao.......
Dr. Francisco Teixeira de S! '.'; '
Tenenle coronel Joaquim Cavalcante d'Al-
buquerque Mello......
Agricultor Pedro Alexandrno de Mallos'.
Capilao ManoelThomaz d'Albuquerquo Ma-
ranhao. ,
Tenenle Joo Anaslacio' Camello Pes'so
Jnior. :.......
Coronel Luiz Candido Carne'ro'da' Costa".
Capito Antoniode Barros Correa. \
Agricultor Jeronyme Cavalcante d'AInu-
querque Mello......
Mijor Sebasliao Jos de Barros Barrlo." '.
Dr Manoel Innocencio Pires de Figueiredo
Camargo........
Vigario Jos Zacaras Rbeiro. '. "
Atieres Jesuino Doraingues Carneiro.
Tenenle coronel Jos Maria dos Santos Ca-
valcante .......
Dr. Manoel Teixeira Peixto.' .' .' .' \
Dr. Christovao dos Santos Cavalcante. .
Tenenle coronel Jetonymo d'Albuquerque
ello............ 1199
Capilo Antonio Joaquim Camello. 1191
Alferes Alexandre Barbosa Souza Jnior! 1189
Alteres Joo Paulo Nunes de Mello. 1187
Alferes Flix Jos d'Oliveira Mello. '. H8,j
Alcres Jos Joaquim d'Oliveira. .' H83
Tenenle Antonio Francisco de Abreu. 1181
Aleies Francisco Xavier de Souza Ramos. 1179
Dito Joo da Motta Silveira......1085
Dito Manoel Gsrcia Souza Ramos. io81
Dito Manoel Alves do Souza Cavalcante. '. 1079
Dito Francisco de Souza Monleiro. 1069
Tenenle Antonio Bernardo Ribeiro de Mou-
ra............. 18S4
Agricultor Manoel Ignacio Cavalcante' d
Afbuquerqae..... ... 1057
Alferes Jos Barbosa de Motta Silveira." 1051
Agricultor Francisco dp Paula Cavalcante! 104
Dito Joaquim Dizerra Cavalcante. f014
Dilo Simplicio Celestino Cavalcante. 1037
Dito Pedro Alexandrino Brando deMattos 1036
icionno Alexandrino deMattos. 1Q29 j Luiz Francisco de Barros Reg, leen le-coronel
lOflQ Ha rmarri* naninnal nfiMsl Am U.^.l .-J____
Abanos.....: cento
Agurdente de cana. ." .' caada
Jdem resillada e do reino
dem caxaca ....
dem genebia '.
dem alcool ou espirito de
agurdente......
Algoso em caroco .... arroba
dem em rama > U.
Arroz com casca.....
dem descascado 00 pilada. >
Assucar mascavado .... >
dem branco ....
dem refinado. .
Azeite de amendoim oa mon-
dobim........ caada
dem de coco.......
dem de mamona.....
Batatas alimenticias .... arroba
Bolacha ordinaria propria para
embarque.......
dem fina........
Caf bom.....: :
dem escolha ou restolho >
dem terrado...... libta
Caibros........ um
Cal.......... arroba
dem branca......
Carne secca charque. .... >
Carvo vegetal...... >
j Cera de carnauba em brulo. libra
; dem dem em velas. ; >
| Charutos....... cento
j Cocos seceos....... *
Couros de boi salgados libra
dem seceos espichados. >
dem verdes......
dem de cabra corridos .
dem de onca.....,
Doces seceos......
dem em geleia ou massa .
dem em calda. .....
Espanadores grandes. .
dem pequeos.....
Esleirs para forro ou estira de
navio........
Estoupa nacional ....
Farinha de mandioca. .
dem de aramia .....
Feijo de qualquer qualidade.
Frechacs........ nm
Fumo em folha bom. ...
dem ordinario ou restolho.
dem em rolo bom a
dem ordinaro restolho...
Gomma........ arroba
Ipecacuanha (raz) ....
Lcnha em achas..... cento
Toros........
Leuiias e eeteies..... um
Mcl ou melaco...... caada
Milho........ arroba.
19000
1000
1S00O
8130
Edita es.
O Dr. Angelo Henriques da Silva, juiz do paz
mais volada do 2." dislricto da freguezia do
Senlissimo Sacramento do bairro de Santo An-
tonio da cidade do Recite etc.
Fago saber i quem convier, que as audiencias
deste juizo sao as quartas e sabbados as 2 horas
, da larde em a casa da minha residencia na ra
laOOO de Hor,as 2a- Recife 26 de janeCro de 1861.
E eu Juoqujra da Silva Reg, escrivo que o
escrevi. Angelo Uem\.tv.es da Silca.
900 Secretarla do governo de Pcniam-
2gt00 buco t6 de Janeiro de 18ttl
8J4OO De ordem de S. Exc. e Sr. presidente da pro-
$900 Tinciai fa? publico para conheciraenlo de quem
9ff-nn ',nlere8,ar Posse. que se acham vagos oa ollicios
2" j de labellio publico do judicial e escrivo do cri-
I ] me, civel e execucoes do termo do Rio Formoso,
por desistencia que delles fez o respectivo sei-
venluaiio Antonio Pinheiro da Palma.
Os pretndanles aos mencionados oflicios sao,
1 pois, convidados, para que, habiliUndo-se na
25OOO forma do deerelo n. 817 de 30 de agosto de 1851,
29500 1 e av'so 2a* dc 3 de dezembro de 1854, apre-
seiitem seus documentos no prazo de 60 dias,
contados Jesla data.O secretario do governo,
Joo Rodrigues Chaves.
3$700
1$M0
19c 00
1284
1284-
1284
1244
1242
1240
1235
1233
1231
1230
1227
1225
1219
1214
1208
1201
Senhores redactores. Conslande-me, que o
Sr. Manoel Jos de Santa Anna Araujo, escrivo
do orphos da villa do Cabo se dirijira ao Illm.
Sr. capillo delegado Teixeira, exigmdo a minha
demisso de inspector de quarteiro do lercciro
dislricto, pelo simples facto de lhc contarera que
eu havia fallado do sua sagrada pessoa agora as
prximas passadas eleiges, e que nesta occasio
dissera ao mesmo senhor delegado., que seno
providenciasse, ello Araujo ira queixar-se ao
Illm. Sr. Dr. chele de polica, fortificando ainda
assim o seu pedido com esta ameac, fiquei na
verdade boqu-aberto de arrojo descomunal des-
se escrivo Araujo, que no excesso do seu nervoso
se acha tao allamcnte coflocado, que suppe do-
ver ser logo aniquillado todo aquelle, que tiver
a ousadia de tocar de levenoseu formos pessoal, '
nao se lembrand* esse pobre homem que se o
fallar do outrem fra grave crime, de ha muito I
devia elle eslar em Fernando, porque dolado co-1
rao do urna veperoa lingua, nao cessi de ferir
mortalmenle a todos aquelles. que tiveram a in- j
felicidade decahir no seu desagrado.
Sr. Araujo, teoha diante dos olhos o nosce fe '
tpsum, e nao d espectculos, pois que o Sr. ca- i
pito delegado, jusliceiro como nao podia at-
tender ao seu caprichoso pedido, filho to smen-
te de ogerisa, que o senhor me lem, asseveran-
do-Ihe que a minha demisso, a nao ser por in-
fluencia sua, rae muito ventajosa, porque enlo
mo restar mais tempo para cuidar nos raeus af-
fazeres, oo ignorando Smc. que o meu emprego
nao como o seu que rende dinheiro, e dinheiro
quo o torna soberbo, e to soberbo que nao po-
de levar a bem que se Talle de nm homem to fi-
Jalgo, bonito, e soberano, como Smc.
_ Eu o aconsetho,, Sr. Araujo, que nao d saltos
lo mortaes. que pde'ficar cxo depois de velho
e nao peca mais ao Sr. delegado demisscs de
inspectores de quarteiroes que nao forera do seu
agrado, perquanto j deve saber, que e Sr. dele-
gado nao esl disposto a pralicar injuslicas por
amor de Smc, devendo recordar-se que quando
Ihe botaram (segundo me disseram) uns chiTres
de boi na porla, acompanhados de uma carta
anonyma, Smc. exigi a priso de algumas pes-
soas que na sua escaldada imaginado, suppunha
serem autoras de tal presente, mas nao foi satis-
fula a sua exigencia, porque o Sr. delegado pru-
dentemente enlendeu que nao haviam provas
contra as pessoas indicadas, e que o caminho que
devia seguir Smc para obter a priso dessas pes-
soas era oulro, e que por ser mais lODgo e ebeio
de rodeios nao quiz o senhor segui-lo com receio
de perder-sc.
Com a insereno destas linhas, senhores redac-
tores, muito obrigaro ao seu constante leitor,
Ignacio Tolentino da Fonseca.
Publicacoes a pedido.
>
um

libra
>
>
um

cento
arroba
alqueire
arroba
4JJOC0
78500
6S5O0
5O0O
faCG
360
J5C0
S8C0
4S000
1$600
9280
|400
2J00
4S0O0
9227
9360
150
S300
1OJ000
I9OOO
9500
95O0
4,000
2$000
249OOO
1S600
2S0O0
8g000
1J50
58000
Secretaria do soverno de I'eruam-
teneo 1 de Janeiro def-tii,
Por esta secretaria se fozem pblicos para co-
nhecimento dos interessados es despachos pro-
feridos pelo Exm. Sr. ministro e secretario de
estado dos negocios da juslica no mez de dezem-
bro prximo Ando sobre os requeiiraentoe dos
individuos abaixo declarados:
Dia 5Jos Peres Campello, (objeeto) oflicio de
juslica, (despacho) nao tem lugar.
Oi 5Joo Ferreira Viletla, (objecte) oflicio de
juslica, (despacho) prejudicado.
Dia 5Antonio Ignacio de Torres Bandeira, (ob-
jeeto) oflicio de justija, (despacho) pre-
judicado.
Dia 28Bernardo Jos Barbosa, (objeeto) perdi,
(despacho) nao tem lugar:
Dia 28Joaquim Maria da Coo:ei;o (objeeto)
perdo, (despacho) nao tem lugar.
Joo Rodrigues Chaves.
Joao Bautista de Castro e Silva, inspector da
thesouraria de fizenda de Pernambuco por S.
M. Imperial e Constitucional que Dos guirde.
Em cumprimento da ordem do Exm. Sr. mi-
nistro da fazenda de 27 de dezembro ultimo, faco
saber ao Sr. Jos Alexandre dos Sanios que foi
indeCerido pelo tribunal do Ihesouro o requeri-
menio em que pedio o Sr. Sanios uma indemni-
sacopor prejuizos queallegou ter tido durante
a revolU de 1818, visto se ter proscripto o seu
direito por nao o baver requerido dentro do pra-
zo de 5 annos.
Thesouraria de Pernambuco 19 de Janeiro de
1861.Joo Baplista de Castro e Silva.
Pao brasil ......
Pedras de amolar .
dem de filtrar.....
dem rebolo......
Piassava........
Puntas ou chifres de vaccas e
ovlhos.......
Pranchoos
quintal
uma

a
molhos
cenlo 55000
DitoRomo Alexandrino BrandSo deMattos 1009
Padre Antonio Domtagues VasconceTlos
Aragao.......# ;. 1005
Agricultor Manoel Francisco Macnafo de
Araojo........... 1000
Dito Jos Pereira de Araojo. ] 995
filio Joaquim Nones Vianna. 979
Empregado poWico Urbano Csrvtho dos
da guarda nacional, offlcil da imperial ordem
da rosa, e cavalleiro da de Cbristo, ele
Atiesto que no asno de 1813 dei carta de liber-
dade a miaa escrava creoula de neme Jeanna,
que me coubo por beranca na legitima pateroa.
Eogenho Catar 24 de Janeiro de 1861.
Itttr fVoncisco co Reg Hartos.
de amarello de
dous distados......uma I69COO
dem louro....... 85000
Sabo.........libra 12C
Saka parrilha.......arroba 25$0 00
Sebo em rama...... > 5$000
Sola ou vaqueta ..... uma 23800
Taboas de amarello .... duzias 1209C0O
dem diversas.....; 729OO0
Tapioca........arroba 39500
Travs.........urna 129000
Unhas de boi...... cenlo S300
Vinagre........caada 280
Alfandega do Pernambuco 26 de Janeiro de
1861. O primeiro conferenle, Manoel Peregri-
no da Silva. O segundo conferente, Joo de
Freilas Barboza.
Approvo. Alfandega de Pernambuco 26 de
Janeiro de 1861. Barros.
Conforme.Joo Jos Pereira de Paria, tercei-
ro escriplurario.
Directora geral da instruccao
publica.
Faco saber ao professoros e professoras, direc-
7?r>nA ilores e dlrec,oras. de collegios o escolas de en-
73000 sino particular primario e secundario, que foram
I23OOO absolvidosda multa imposta por infraeco do art.
53000 da ,ei rcgulamenlar n. 369 de 14 de maio de
Mam : 1855' que lllm- Sr" Dr dirlo'" geral di ins-
ar"ZZ i "ruccao publica da provincia, tem marcado o
o>WOl prazo de 60 dias, contados da data deste, para os
23OOO I mesmos Srs. requererem a licenga e lirarem os
120O0 resPepllTos ttulos ; uma vez que continuem no
-formnl menciOBa<, cnsino particular; evitando deste
oujwu, moflo a duplicada multa que Ibes deve ser im-
922O [ posta pela reincidencia.
A metan advertencia se faz a aquelles, quo
por ventura tenham aberto estabelecimentos des-
ta ordem, sera a competente autorisago na for-
ma da lei citada.
F. para que chegue ao conhecimento de todos,
mandou o mesmo illm. Sr. director geral publi-
car o prsenle.
Secretaria da instruccao publica de Pernambu-
co, 28 de Janeiro de 1861.
Salvador Heniique de Albuquerque,
Secretario interino.
1
1090C0
9800
100000
1S2C0
32OO
Movimento do porto.
09 co ++ a. a. tii g. r* r* 5" os 0. m B Horas
0 -. B 5" (A t SE 5' er en Atmosphera. O ce
g P5 se Direcci. -i P3 <
3P 03 B5 < S 'ti UQ w n c o> O D 5S oa c 9 I g 1 Intensida-de 0 1 >
3 g SS 8 --a en 00 Fahrenheil H ea kt 0 1 -i m 0 0 K v P: z C
3 '85 3 9 tS Centgrado. c te
a i 3 S S 1 Hygrom.etr ^ b
* ^ O 2 O Cisterna hydro-"leiTfCe.
766,9 756, 755,2 t os 0 "4 00 Froneiz. > 0
B S B -i o 1 es 00 Inglez. 1 ? 1
A elle de agoaoeiroi, Tent E regular al ao
aminhecer que rondou para o terral.
OSCILLACIO da mar.
Preamr as 5 h. 18* d* tarde, sltura 7, p.
Bairaaar as 11 h. C da manhaa, altura O,* p.
Directora geral da instruccao
publica.
Faco saber aos interessados, que o Illm. Sr.
Dr. director geral da instruccao publica, de con-
formidade com as inslruc.6es de II de junho de
1859, tem designado o dia 18 de fevereiro pro
ximo futuro, pelas 10 horas da manhaa, pa~ ter
lugar o concurso s cadeiras vagas de i elementar do Io grao do sexo matultno, men-
cionadas no edital de 3 de no^embro do anno
passado. Sao pois convidaos os Srs. que se
acham habilitados na fivma da lei a vir inscre-
ver-se o a comparecer nesta repartico no refe-
rido dia e hora.
Secretaria da instruccao publica de Pernam-
buco 28 de Janeiro de 1861.
Salvador Uenriquc de Albuquerque.
Secretario interino.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador
da imperial ordem da Bosa e da Chrislo, e juiz
de direito especial do comraercio, deslacidado
do Becife, capital da provincia de Pernambuco
e seu lerrao, por S. M. I. e C. oSr. D. Pedro
II, que Deus guarde, etc.
Fago saber aos que o presente edital viren) e
delle noticia liverera, que Joo C'ardoso Ayres
por seu procurador rae dirigi a petico do Iheor
seguinle :Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz do com-
raercio. Diz Joo Cardoso Ayres, que deven-
do-lhes Antonio Baymundo de Mello a quanlia
de rs. 1259360, importancia de uma letra venci-
da em primeiro de dezembro 1851. Lirio Lopes
Caslello Branco a quanlia de 969850, letra ven-
cida em fevereiro sele de 1842. Jos Francisco
de Souza a quanlia de reis 759965, letra vencida
52" de abril 1843, e Tempett a quanlia derei
4679742, de 2 letras vencidas em 16 de fevemiro
e abril de 18l7,cujis letras e uns debito j foram
em 1855 protestadas por se acharara aozenies
era lugares nao sabidos os devedores cima re-
feridos, e querendo evitar a prescripeo, vem
protestar contra esses devedores, de quem op-
pMtiwmente hovera as referidasquaetias esees
juros at effectiao embolso. Natforma do artigo
453, g 3o, requer a V. Eic. digne-ie do mandar
iomttpot termo seu protesto e justificar a con-
linuago da auzencia dos supplicados, sendo-
Ihesintimadodiio protesto par ediles. Pede a
v. Exc. deferimento. Espera receber merc6.
Manoel Luiz da Veig, procurador. E mal se
nao continha e nem olra alguma cousa se de-
clara va em dila peligo, que aqui est fielmente
copiada e transcripta, a qual sendo-me apresen-
tada, dei e profer o despacho qoe se segu.
Destrbuldo, come xeqner. Recife 26 .de daiem-
bro 1860.A. F. Perelli. Hada mais se conti-
nha em Hilo despacho aqui copiado e transcripto.
em observancia do qual fez-si a destribulco o
escrivo Manoel de Carvalho Paes de Anflrade,
que lavrra o termo de protesto seguidle:
Termo de protesto.Aos viole e oilo de de-
zembro TBW, nesta cidade do Recife de ter-


- -
MAMO Mt rSUUMOOO. ** TBB^JL fBIRA 28 MI JaHHBO DI 1*1.
narabuco em meu cartorio veio o solicitador
Manoel Luiz da Veiga, procurador do supplican-
te Joo Cardoso Ayros, o parante mira e as tes-
temunhas inlra assignadas disse, que do s ter-
mos de sua policio retro, que lca seado parle
da presente, protestan por lodo o conteudo na
mesma peligio 'expen lido e de como assim o
disse e protestou. flz o prezente, no qual se fir-
mou aquello solicitador com as mcsmas leste -
munhas. En Manuel do Carvalho Paes de An-
drade. escrivao o escrevi.Manoel Luiz da Vei-
ga.Manoel Bonto da Saude.Faustino Jos da
Fonceca.E mais se nao conlinha e neta oulra
cousa alguma se declarara em dito termo de
protesto aq i inserto, e dos respoclvos autos de
protesto mu bem e verdadeirameute va-se,
que produziiido o supplicante as precisas pro-
vas, foram os autos coupeleolemenlo sellados,
e subindo a conclusao, dei o profer a sentenca
do iheor e forma que se seguem. A' vista da
rnquirico do folhas 4 e folhas 5, julgo provada
a amencia dos justificados em lugares nao sa-
bidos, e por isso mando que Ihes seja inti-
mado o protesto de folhas 2 v. por meio de edi-
tos. passando-sa a respectiva carta com o praso
de 30 das : pagas pelo justificante as cusas.
Recife 9 de Janeiro de 1861.Anselmo Francisco
Pereili,E mais se nao conlinha emdita miohs
senieuga, que aqu est bem e Qelmenle trans-
cripta e copiada, em virtude da qual o escrivao,
que eslesubscrereu, fez passar o presente ediial
com o praso de 30 dial, pelo qual e seu theor
chamo intimo e hei por intimados aos sobredi-
tos justificados auzenis supra mencionados de
lodo oconlcuo na petico e lermo do protesto
cima transcriptos. I'elo que toda e qualquer
pessoa, prente, amigo ou conhecido dos indi-
cados supplicados auzenles e justificados Ihes
poder Facer semilles do que aqu tica exposto; o
prsenle ser affixado nos lugares do costume c
publicados pela imprensa.
Dado e passado nesla cidade do Recife capi-
tal da provincia de Pernambuco aos 24 do mez
do Janeiro de 1861. Eu Manoel de Curvalho Paos
de Audraie, escrivao do juizo especial do com-
mcrcio o Ih escrever.
Anselmo Francisco Pereili.
Deciara^es.
tora de quem faz a remessa e a data. Dos ditos
objectos os que nao preencherem estas condi-
cocs serao considerados como cartas e tratados
como tal. >
O correio tambem segurar cartas para os lo-
gares j designados como aquelles para onde
facultativo o pagamento do porta das cartas or-
dinarias, excepto os Estados-Unidos da America
do norte.
llavera ser entregues no baldo como as do in-
terior, e a retribuido do seguro consiste nica-
mente em pagar-se adlantado o dobro do porte.
Por cxemplo, urna carta de duas oitavas paga
560 si for para a Franca, 600 ris si para a In-
glaterra, tt. O remetiente deve exigir recibo.
A este respeito o art. 6o da convenci postal
dispe oseguinte:
No caso de extraviar-se qualquer carta se-
gura, aquella das duas administrarles sobre cujo
territorio houver tido lugar o extravio pagar o
segurador, como indemaisacao, a quanlia de 50
francos, no prazo de tres mezes, a contar da
data da reclamaco. Fica, porm, entendido que
as reclamares nfto sero allendidas seno den-
ro dos seis mett contados da dia em que hou-
ver sido feito o seguro : lindo este prazo, as duas
adrninistraces nao serio responsaveis urna para
ooni a outra por iodemnisago alguma.
E o regutamento convpncionado entro as di-
rectoras dos correios do Brasil e da Fraoca diz
assim :
Art. 7 As cartas seguras, procedentes das
agencias do correio brasileiro com destino Fran-
ca ou aos paizes com os quaes o Brasil se pode
corresponder por intermedio do correio froncez,
e, reciprocamente, as cartas seguras, proceden-
tes das agencias do correio francez, destinadas
para o Brasil, nao sero recebidas seno cm ca-
pis lacradas, pelo menos em duas partes, o com
o raesmo sincte representando um signal parti-
cular ao remllente da carta, e collocadu de mo-
da a segurar todas as dobras da capa.
Para evitar demoras ou descaminho, as cartas,
as amostras de mercaduras e os impressos de-
vero ter em leitras maiusculas, na parte infe-
rior do sobrescripto depois do seu endereco par-
ticular, a designaco geral do imperio ou reino,
estado ou cidade a que forem dirigidas, confor-
me a nomenclatura feita cima ; por exemplo :
Austria, Prussia, Portugal, ilhas do Cabo-Ver-
de, Gra-Brelanha, Estados da Allcraanha, Es-
tados Sardos, Estados Pontificios, Duas Sicilias,
Estados-Unidos da America do Noria, Alexan-
dria, Andrinopla, etc. Quando Franca, in-
dispensavel mencionar o departamento, para que
possamos saber do premplo a que mala perten-
cem os objectos, si de Pars, si de Brdeos.
Os remetientes pJera sellar em suas casas,
com os sellos actuaes, as cartas ordinarias, as
amostras do mercaduras e os impressos. Devem,
porm, ficar scicotes de que esta administraco
inulilisari os sellos, quando forem insuflicien-
les, e neste caso os objectos deixaro de seguir
s forem destinados para Hespanha, Portugal e
oulros lugares, a respeito dos quaes o pagamen-
to do porte i obrigatorio ; restando, todava, aos
interessados o direito salvo de reclamar o valor
dos sellos.
Sero recelados os impressos e as amostras das
mercaduras at tres horas antes da quo fdr mar-
cada para a partida do paquete, e as cartas para
segurar e as ordinarias at 2 boras antes. As
cartas ordinarias que chegarem al 1 hora antes,
serao tambem recebidas, mas iro avulsas. De-
pois desse prazo devem ser entregues cm mo
do agente do correio francez, no proprio pa-
quete.
Existe nesla reparlicio, ao lado da caixa ge-
ral, urna especial com duas fendas, em urna
das quaes deve ser posta a correspondencia para
Cabo-Verde, ilha do Gora, Senegal e Portugal,
e na oulra a correspondencia que tiver de ser
incluida as malas de Brdeos e Pars. Esta se-
pararlo indicada por dous letreiros, e portanto
indispensavel que os portadores saibam 1er.
Administrarlo geral do Correio de Pernambu-
co, 17 de Janeiro de 1861.
O Administrador
Domingos dos Passos Miranda.
Pela administraco do correio desta pro-
vincia so faz puolico que hoje as 3 horas da tarde
em ponto se fechar-se-ho as malas que devem
conduzir o vapor cosleiro Jaguaribe, com des-
tino as provincias do norte, isio at o Ceari
smenle,
Correio.
Hoje (29) as 9 horas em ponto da manha fo-
chsr-se-ha a mala que deve conduzir o vapor de
guerra \iamao, com deslino ao Rio de Janeiro.
Santa casa de misericordia do Recife.
A junta administrativa da irmandade da Santa
casa de misericordia do Recife, manda fazer pu-
blico que no dia 29 do correte, pelas 10 horas
da manha, na casa dos expostos, far-se-ha oa-
gameiiio s amas que forem acompanhadas do.
respectivos expostos. Secretaria do santa cass
da misericordia do Recife 18 de Janeiro de 1861a
Fancisco Antonio Cavalcanti Cousseiro.
Escrivao.
Pela administraco do correio desta cidade
se faz publico para litis convenientes, que em
virtude do disposto no art. 138 do regulamenlo
geral dos correios de 21 de dezembro de 1814. e
art. 9 do decreto n. 785 de 15 de maio de 1851,
se proceder a consumo das cartas axistentes
nesta administrars, pertencentes ao mez de Ja-
neiro de 1860, no dia 4 de fevereiro prximo, s
II horas do dia, na porta do mesmo correio, e a
respectiva lista se acha desde i exposta aos in-
teressados.
rija-se a Bailar
Recife n. 12.
& Oliveira. roa4a Cadaia do
Correio geras de Pernambuco.
Em virtude da convenci postal celebrada pe-
os ge-vernos brasileiro e francez em 7 de julho
do anuo passado, taco publico que pelo paquelo
Ouyenne, da linha de Brdeos ao Rio de Janeiro,
cuja chegada ao nosso porlo, de volla para a Eu-
ropa,ha de ter lugar no dia 31 do present me?,
ou l. de fevereiro, esta administraco expedir
tres malas, seo lo urna para o agente embarrado
no dito paquete, a secunda para o correio de Br-
deos e a oulra para o de Pars.
Na prmetra iro para Cabo-Verde, Senegal,
ilha de Gora n Portugal cartas c impressos de
qualquer nalureza ; deveudo entender-se por es-
tas ultimas palavras, sempre que deltas usarmos
neste aun unci : jornaes, gazelas, obras peridi-
cas, livros brochado?, livros encadernados* em
couro ou em papelo, sera ornamento algum, bro-
churas, papis de msica, catlogos, prospectos,
annuncios e avisos diversos impressos, gravados,
liiliographados ou authographados.
as outras mclas iro cartas c impressos de
qual'iuer naluw.a para Austria, Blgica, Dinamar-
ca, Duas Sicilias, Estados da Allemanha, Estados
Pontificios, Estados Sardos, Gibrallar, Gra-Bre-
tanha, gro-ducado de Luxemburgo, Grecia, Hes-
panha, Ilhas Jnicas, Ilha de Malla, Noruega,
Paizes-Baixos (o reino do Hollanda) Polonia,
Prussia, Russia, Suecia, Suissa e Toscana ;
Para as cidades do Egyplo e da Turqua, cujo
servico postal feito por intermedio dos paque-
tes francezes (Alexandria, Alexandretta, Beyroulh,
(jonstantinopla, Dardanellos, Gallipoli, Ineboli,
Jalla, Kerassunde, Laliaqui, Mersina, Meielim,
Rhodes. Salnica, Samsoun, Scutari da Asia, Si-
nope, Sroyrna, Sulin, Trebizonda Trpoli da Sy-
ria, Tulsha, Varna, Vol) ou pelo correio aus-
traco (Andrinopla, Antivari, Burgas, Caifa, Can-
da, Canea. Cvale, Chio, Durazzo. Janina, Lar-
naca, Preven, lletino, Routschouck, Serez, So-
pbia, Tenedos, Valoua) ;
Para as possessoes franeczas na ludia (Chan-
dernagor, Karikal, Mah, Pondichery, Vanaon) ;
para Aden, Australia (via de Suez), Balavia, Cey-
lo, China, Hong Kong, ilha da Reuoio, ilha
Mauncia, ilha Mayotti e suas dependencias (is
ilhas Pomanzi e Zaoudzi), Indias Orienlaes, Pe-
nan;;, Santa Mara de Madagascar, Syngaporo, e
oulros paizes cuja correspondencia pode com van-
tagera ser dirigida por via de Suez ;
Para as colonias francezas de Martinica e Gua-
dalupe com as suas dependencias (as ilhas Mara
tialante. Santas e Desejavel), Estados-Unidos da
America do Norte, Guoyanna Francs, as iihasde
Sao PeJro o Mi peln, na Terra Nova ; e para
outros paizes que sao de alm-mar para a Franca
e que nao se achara cima mencionados.
Alm de cartas e impressos, receber-se-ho
tambem amostras do mercadorias, mas smenle
para a Franca e Argelia.
O peso do cada porte simples, quanto as car-
tas, de duas oitavas ou fraeco de duas oitavas.
A carta que pesar mais de duas oitavas pagar
dous portes, a quo pesar mais de quatro oitavas
tres portes, e assim por diante.
Os precos de cada porte sao os seguintes para :
Portugal e ilhas de Cabo-Verde......... 60 rs.
Franca, Argelia, Senegal, ilha de Gora
ellespanha............................ 280 rs.
Gr'i-Brelouha.......................... 300 rs>
Blgica, gro-ducado de Luxemburgo,
Paiaes-Bateos, Suissa, Estados Sardo?,
Toscana, Estados da Allemanha, Prus-
sia e Austria.......................... 430 rs.
Estados-Unidos da America do Norte o
ilhas Sandwich........................ 510 rs.
Demais lugares.......................... 570 rs.
O pagamento do porte facultativo e at o des-
tino das cartas para Argelia, Austria. Blgica,
Dinamarca, Duas Sicilias, Estados da Allemanha,
Estados Pontificios, Estados Sardos, EsladosUni- i videndo relativo ao
dos da America do Norte Franca, Gora, Gra- 31 de dezembro p.
Bretanna, Grao-ducado de Luxeraburg, Grecia,
ilhas Jnicas, Malla. Noruega, Paizes-Baixos, Po-
lonia, Prussfa, Russia, Senegal, Suecia, Suissa,
Toscana. cidades do Egypto e da Turqua, cujo
servico postal feito por intermedio dos paque-
tes fwBcezes ou pelo correio austraco, possessSes
francezas na India, ilha da Reunio. Mayolla e
suas dependencias, Santa Maria de Madagascar,
Guadalupe e HU dependencias, Goyana Franee-
za, ilhas de S. Pedro e Miquelon.
Para todos os oulros lugares (Portugal, Hes-
panha, ilhas de Sandwich, etc.) o pagamento do
porte obrigairio, e nao at o destino da carta.
Quanto s amostras'de mercadorias, que, como
fica dito, s so recebem para Franca e Argelia, o
peso de cada porte simples de 11 oitavas ou
fraeco do 11 oitivas, e seu preco 52 rs. aleo
destino da amostra.
A este respeito diz o art. 8. da convenci
postal:
Nao gozaro do favor da taxa concedido pelo
precedente artigo as amostras do mercadorias
que nao rcunirem as seguintes condicoes : serem
transmittldas directamente por via dos paquetes
que navegara entre a Franca eo Brasil, nao con-
terem valor algum, serem franqueadas, cintadas
ou acondicionadas de molo a nao deixar duvida
alguma acerca de sua uatureza, e nao trazerem
designaco alguma manuscripta alm do ende-
rezo da pessoa a quem forem destinadas, mar-
ca da fabrica ou do negociante, oumeraco e
prego.
As amostras de mercadorias que nao preen-
cherem estas condicoes, sero laxadas como car-
tas.
O peso de cada porte simples dos impressos
tambem de 11 oitavas, ou fraeco de 11 oitavas,
o os precos sao estes :
Para-as ilhas de Cabo-Verde, Senegal,
Gora e Estados da Europa, menos
1-rauca, Hespanha e f.ibralur......... 10 r.
Para a Franca e Argelia................. 52 rs.
Para a Hespanha e Gibrallar............ 60 rs.
Para os demais lugares....'.............. 80 rs.
Devem ser franqueados, mas s para a Franca
e Argelia o sao al seu destino.
Diz o art. 10 da convenso postal:
Para que goz6in o favor da laxa concedido
pelos arts. precedentes 7o e 9o, os jornaes, gaze-
las, obras peridicas, livros brochados, livros en-
cademados em couro ou papelo sem ornamento
algum, brochuras, papis de rausicu, catlogos,
prospectos, an nuncios e avisos diversos i mpressos,
gravados, lilhographados ou aulographados, de-
verao ser franqueados at os limites respettiva-
meale xadoa pelos ditoartigas, ser dotados o
nao conler manuscripto algum. algarismo ou
qualquer ootro. signal escripia alm 4o endereco
da pessoa a quem forem destinados, a aasign-
Para Cear.
O hiate Sergipano j lem a maior parte da
carga ; para o resto trata-se con Martins r$ Tr-
rao na ra Nova n. 48, ou eom o capilao llen-
rique Vieira da Silra.
BAHA,
Para a Bahia segu ero-poneos dias o palha-
bole nacional Dous Amigos, lera parte de sua
carga engajada; para o resto, trata-se com seu
consignatario Francisco L. O. Azevedo, na ra
da Madre de Deas n. 12.
Para o Cear, Ma-
ranho e Para.
O hiate nacional Rosa, recebe carga para os
portos cima e seguir em poucos dias, trata-se
coa J. B. da Fooseca Jnior, na ra do Visado
n. 23.
Rio Grande do Sul
O brlgue Princeza ainda recebe alguma car-
ga : trata-se eom os consignatarios Marques, Bar-
ros & L largo do Corpo Santo o. 6.
Para o Rio de Janeiro.
o patacho S. Salvador ainda recebe alguma
carga miuda : trata-se com os consignatarios
Marques, Barros & C, largo do Corpo Santo nu-
mero 6.
Para Aracaty e Ass
segu o hiate Dous Irmaos ; para carga, trata-
se com Martina clrmo na ra Nova n. 48, ou
com o mestre Joaquina Jos da Silveira.
Para o Rio de Ja-
neiro
Sega* en poucos dai o patacho nacional Lui-
za, sralta-laa 3,000 arroba de carga, recebe
escraro* a frete e passageiros, trata-se com J.
B. da Panseca Jnior, o ra do Vi gario n. 23.
WL FttKJL
DO
o Rio de Janeiro
pretende seguir no dii 31 do corrento mez a bar-
ca nacional Rio de Janeiro; pata carga miuda,
e passageiros, para o que tera muito bons com-
modos, e escravos a frete, trata-se com Antones
Guimares & C, no largo da Assembla n. 19.
DE
Navegado cosleira a vapor
O Tapor Iguarass, erratnrarnfante Moreira, se-
gu viagem para os portos do norte at a Granja
no da 7 de fevereiro s 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 6 o meio dia. Encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at o dia
7s2horas da tarde. Eaeriptorio no Forle do
Matlos n. 1.
COMPANHA BRASILE1RA
DE
MOTiOTS ilJUMbl.
Espera-se dos portos do nerte a o dia 4 do
correte o vapor Tocantins, commandante o
pimeiro-tcnenle Jos Candido Duarte, o qual
depois da domora do costume seguir para os
portos do sul,
Recebem-se desde j passageiros o engaja-sa
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada : agen-
cia ra da Cruz n. 1, eseriplorio de Azevedo &
Mendc
Leiles.
Rio de Janeiro,
vai seguir em poucos dias a barca Rio de Janeiro
por ter parle de seu carregameoto promplo : pa-
ra o resto, trata-se com Antunes Guimares &
C, no largo da Assembla n. 19.
Para a Figueira
com escala por Lisboa, pretende sabir no dia 31
do corrente por ter a maior parta de seu carrega-
meoto prompto, o veleiro e bem conhecido pa-
tacho poriuguez Maria da Gloria, capilao An-
tonio da Barros Valente, ainda recebe alguma
carga e passageiros, para os quaes tem excellen-
lescommodos; a tratar cara es consignatarios
F. Severiano Rabello & Filho, largo da Assem-
bla n. 12.
COMPANHA BUSILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Espera-se dos portos da sul at o dia 29 do
corrente a vapor Oyapock, comiandante c ca-
pito lenlo Santa Barbara, o qual depois da
demora do costme seguir para os portos do
norte.
Desdo j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada :
agencia ra da Cruz n. 1, eseriplorio de Azeve-
do & Mendes.
Segu para o Cear al o fira do presente
mez, o veleiro culer nacional Erna, visto j ter
grande parte da carga prorapta : quem pois nelle
quizer carregar ou ir de passagem, pode enten-
der-se com o respectivo Manoel Joo Antunes da
Silveira, no trapicho do algodo, ou a bordo do
dito navio.
Para o Aracaty
seguir brevemente o hiate nacional Sant'Anna;
para o restante do seu carregamento e passagei-
ros, trata-se com Gurgel Irmaos, em seu escrip-
torio na ra da Cadeia do Recife, primeiro an-
dar n. 28.
ara
PELO AGENTE
PESTAA.
O referido agente far leilo com autorisago
do Sr. Manoel Joaqun) da Cunh com o consen-
timento de seuscredores de sua taberna sita na
praca da Boa-Vista n. 21, terca feira 29 do cr-
reme, s 11 horas da manha
DA
armaco, caixes, fatura toda nova o todos g-
neros novos, constando de luucas, vidros, vinhos
do Porto, Bordeaux, Mus-atel,' licores finos, mar-
rasquino, genebra, azeite fino, conservjs, ervis
Ihas, vinagre, vinho de Lisboa e outros rauilo-
generos de fora e da Ierra todos novos que s a
vista do comprador. Vcoder-se-ha em um s
lote ou a retalho a vontade dos compradores,
esteestabelecimento est proprio para um prin-
cipiante, pois a casa lem bastantes commodos
para familia e o aluguel barato.
LILAO
RECIFE A S. FRANCISCO.
(limitaua.)
A visa-se ao respeilavel publico que do dia 1
oe Tevereiro at ootro aviso o Iroro que parte da
estacao das Cinco PoaUs as 8 li2 horas da ma-
nha correr somente al a Tilla do Cabo e o
trem que at4 agora tem sahido da Escada 1 3i4
horas da tarda ser discontinuado, mas sahii
do Cabo s 3 horas da tarde como costumv
As horas da partida dos tretis sero reculadas
pela tabella seguinte :
I
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a
0
Ul
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se

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bi a ce < <0 |89SISS3ISSS 9
o
< S S8s isa?
a
o
m
Rival sen segundo.
Na roa do Queimado n. 55, Foja de mudeza,
elar.? i 'J? M S,?UBle "'* 'X <-
precawnvkfa""011 e'U PerfeU"' 60
Caixas da clcheles a 40 re.
C art oes de ditos a 20 rs.
Croza do peanas da aeo muito finas a 500 ra.
Charutos muito finos, caixa com 100 ?*5 Groea de hotoes de louca a 120 rs. Vt'
Carretel de liona un loo jardas a 30 rs.
Bules coor banba muito fina a 320 rs.
Sitos com dita dita a 500 rs
anuo c. t, .., ip lih [.
Frasco de aleo de babosa a t? "'
Caixas com obreias muito novas a 40 re.
kDi MC0m phosphorM "Peciaes o melhor qua
Pares de meias cruas pera homem a 160 ra.
Ditos de ditas rnuito unas a 200rs.
on*5*9 fr,Da ** la,l M"ito bonitas cores a
800 rs.
Duzia de sabonetes muito finos a 600 rs.
Iscaspara acender charutos a 60 rs.
I'hosphoros em caixa de folha a 100 rs
Cartas de alfinetes finos a 100 rs.
Caixas de agulhas fraocezas a 120 rs.
Pares de sapatos de tranj de algodo a 1J.
Ditos de la para meninos a 200 rs.
Frascos de macass perola a 200 rs
Ditos de oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garlos de cabo preto a 3|
Pares de luvss de fio de Escocia a 320.
Massos de grsmpas finos a 40 rs.
Caivetes de aparar peona a 80 rs.
Tesouras para unhas e costura muito finas s
500 rs.
Pecas de tranca de la com 10 varas a 330.
Escovas para denles muito finas a 200 rs."
Cordo imperial lino a 40re.
Dito grosso a 80 rs.
Cordoes para espartilho a80rs.
Caixas para rap muito finas a 1$.
Psres de meias de cores prra meninas a 160 rs.
Linha de marcar (novello) 20 rs.
Croza de marcas para cobrir a 60 rs.
Pianos
Caixa filial.
De ordem do E\m. presidente da cai-
xa filial do banco do Brasil nesta pro-
vincia, se faz publico para conheci-
mentodosSrs. accionistas, que o the-
soureiro da mesma caixa esta' autori-
sado a pagar d'ora em diante o di-
semestre (indo em
p.. a razao de 10
por accao de con for mi da de com as or-
dens recebidas da caixa central.
Caixa filial em Pernambuco 15 de Ja-
neiro de 1861.O guarda livros,
Ignacio Nunes Correia.
NOVO BANCO
DE
Pernambuco,
O novo banco continua a substituir
ou a resgalar o resto das notas de 10$ e
20,s' que bavia emittido e ainda existe
em circulacao, declarando que, en
cumprimento do decreto n. 2,664 de
f 0 de outubro do corrente anno, esta
substituido ou resgate devera' effec-
luar-se dentro de 4 mezes, e que findo
este prazo s podera' ter lugar com o
disconto progressivo de 10 por cento ao
mez, cando as da le n. 55 de 6 de outubro de 1835
sem valor algum no im de 10 mezes.
Recife 9 de novembro de 1860, O
directores, Joo Ignacio de Medeiros
Reg, Lulz Antonio Vieira.
avisos martimos.
Rio de Janeiro,
o veleiro e bem conhecido brigue escuna Jovem
Arthur, pretende seguir com muita brevidade,
tem dous tercos de sua carga prorapta: para o
resto que lhe falla, trata-se com os seus consig-
natarios Azevedo & tiendes, no seu eseriplorio
ra da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro
o bem conhecido e veleiro brigue nacional Al-
mirante pretende seguir com muita brevidade,
tem parte de sua carga prompta : para o resto
que lhe falta, trata-se com os seus consignatarios
Azevedo & Meodas, no seu eseriplorio, ra da
Cruz n. 1.
Para o Port
segu al o fim da corrente mez o brigue 3 Ma-
noel 1 ; para o resto da carga e passageiros, pa-
ira o que tem excellentes commodos, trata-se com
o consignatario Manoel Joaquim Ramos e Silva,
ou com o capilao na praca.
O agente Hypolitto da Silva fara' lei-
lo por conta e risco de quem perten-
cerde um sortimento de miudezaseal-
gumas fazendas recommendaveis as
quaes se acham em seu armazem onde
tera' lugar o referido leilo : no dia
quarta-feira 30 do corrente as 11 horas
da manha.
LEILO
Quarta-feira 30 do corrente.
Costa Carvalho autorisado pelos credores de
Manoel Teizeira de Miranda far leilo do bolo-
quim da ra das Cruzes o 41, consL-lindo em
armaro e gneros do mesmo eslabelecim-. nlo :
quarta-feira s II horas em ponto._____________
Avisos diversos.
ASSOCpO
Soccorros Mutuos
E
Lenta Eniancipacto dos Captivos.
Quarta-feira 30 do correnlo. as 6 horas da lar-
de, haver sesso do conselho administrativo
desta sociedade, para a qual sao convidados to-
dos os senhores conselheiros.
Secretaria das Associacao do Soccorros Mutuos
e Lenta Eraancipano dos Captivos 28 de ianeiro
de 1861.
Joo da Cost Draga,
1." secretario
Alogs-se a loja da ra do Livramealo n. 17,
com commodos para familia, a armaro propria
para qualquer negocio por ser toda envidraqada.
e est muito afreguezada, para calcado, por ser
esse o negocio que tem tido : a tratar na pra^a
da Independeccia ns. 1 e 3
Previne-se que pessoa alguma faca tran-
sarco, pois seri considerada nulla, com duas
letras sacadas por Lopes Irmaos, e aceitas por
Thomaz Gomes da Silva, do Rio Grande do Nor-
te, urna de 528J para 24 de marco, e oulra de
700J790 para 24 de julho, pois perderam-se no
sabbado 26 do corrente, a bordo do vapor Ja-
guaribe.
Os ofciaes marinheiros e artistas do brigue
barca Itamarac agradecen) ao ex-mesire do
mesmo, Ernesto Dias Monteiro, que se retira pa-
ra o Rio da Janeiro, pelas maneiras sympathicas
que moslrou aos meamos durante o lempo que
exerceu o lugar de mestre no referido brigue
Saunders Brothers & C.tem pra tender em
eu armazem, na pra^a do Corpo Santo n.H
alguns pianos do ultimo goste recentiment
1 chegados dosbem conhecidose acreditados fa-
bricantes i. Broadwood & Sons de Londres
muito oropriosoara este clima
Corveta a hlice Viamo.
O primeiro sargento do cerpo de imoeriaes
marinheiros, ex-mestre do brigue barca Itama-
rac)), Ernesto Dias Monteiro. e o fiel de segun-
da classe do corpo de fazenda Joo Baptista de
Amorim, fazem sciente no respeilavel publico que
mui breve se retirara para a corte, e julgam nada
dever a pessoa alguma desta provincia, ese ha
alguem que se julgue credor destes senhores, di-
' rija-so bordo da dita corveta a hedice, ou do
brigue barca Itamarac ; assim como desde j
os mesmos senhores se despedem de alguma
pessoas de suas amizades.
Ama.
Precisa-se de urna ama
Citnbj do Carino n. 4.
de leite, na ra da
Desspparereu no dia 18 do correte, do si-
tio de Manoel Luiz Goncalves, na Ponte de Uchoa
urna canoa aberia que podo conduzir 500 lijlos*
i forrada do cobre, com 2 banquinhos na proa, um
menor outro maior, e com trm bico de forro na
proa : quem delta der noticia na ra da Csdeia
do Recife n. 43, ou leva-la no seu sitio, na Pon-
to de Uchoa, ser recompensado.

Assigaado E II. Braman,
Superintendente.
Precisa-se de
cocheira, prefere-se
do Tambi n. 11, cocheira.
um criado que enlenda de
escravo ; na Boa-Vista, ra
Aloga-se.
Urna sala e alceva propria para eseriplorio, na
ra eslreila do Rosario, a tratar na mesma ra
n. 27 segundo andar.
Flix Dopelo e Jernimo Larco. mscales
italianos, moradores no Forte do Mattos, becco
das Boias n. 2, quarto andar, reliram-se para a
Europa, a rogam a todos os seus devednres que
tenhara a bondado de salisfazer o raals breve pos-
sivel, e se houver algumas pessoas que se julga-
rem seus credores apresentera as conlas na dita
casa, que sero satisfeilas dentro de tres dias.
Para Lisboa
sahir com brevidade o brigue portuguez Bella
Flgueircnse, capilao Jos Ferreira Lessa ; para
carga e passageiros, para os quaes tem excellen-
tes commodos, trala-se com os consignatarios F.
Severiano Rabello Si Filho, largo da assembla
numero 12.
Para o Rio Granito do Sul pelo
Rio de Janeiro
sag o com muita brevidade a veleira barca na-
cional Thereza I por ter j alguma carga a bor-
do, e parte engajada: quem qwiztr carregar, di-
COMPANHA
DAS
Messageries imperiales,
Ate o da Io de fevereiro espeta-se do9 portos
do sul o vapor francez Guienne, commandante
Eoout, o qual depois da demora do costume se-
guir para Bordean*, tocando em 9. Vicente e
Lisboa, para paasagen, escoramendas ele, a
tratar na agencia ra do Trapiche n. 9.
COMPAA FIRNAMBICWA
BE
Navegaco eosteira a vapor.
O rapor Pcrinunga. comutndarite Moura, s-
gue viagem para os portos do wl de aire escala
no dia 5 de fevereiro &s% horas da tarde.
Recebe carga al o dia-4 ao meio di. Dinhei-
ro e passageiros at" o da 3 s 3 horas. Escrip-
torio no Forle do KatR* n. 1,
coberios e descobertesr pequeos e grandes, de
ouro patente ingles, para homem e senhora de
ora dos raelhores fabricantes d Liverpool, viu-
dos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Sonlhall Mellor & C.
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A DIlFCO DE E- ktlSVVM)
Este hotel eollocado no centro de urna das eapitaes importantes da Europa, torna-se de grande
Talor paraos brasireiros e portuguezes, por seus bons commodos e confortavel. Sua posicao
urna das raelhores da cidade, por se adiar nao s prximo s etac5es de caminhos de ferro, da
Allemanha e Franca, como por ter a dous minutos de si, todos os iheatrosa diverlimentos; e,
alm disso, os mdicos preces convidara
No hotel ha sempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
uguez, para acompanhar as touristas, qur em suas eteurses na ddade, qur no reino, qor
emfim para toda a Europa, por presos que nunca excedem de 8 a 10 francos (39200 49000)
por dia.
Durante o aspaco de ito a lez mezes, ah residiram os Exms. Srs. conselheiro Silva Fr-
reo, e seu filho o Dr. Pedro Augusto da Silva Ferro, ( de Portugal) e os Drs. Felippe Lopes
Netto, Manoel de Figueira Faria, edeserabargador Pontes Visgueiro ( do Brasil,) e muitas ou-
lros pessoas tanto de um, como de outro paiz.
Os precos de todo o servico, perda, regula m de 10 a 12 francos ( 455000 4*500.)
No hotel encontram-se ioformacoes exactas acerca de tudoque pode precisar um estrangeiro
Consultorio medico-cirurgico
DE
DA SILVA RAMOS.
Medico pela uoiversidade de Coimbra.
O desejo do prestar s pessoas menos abastada* da sociedade os recursos necessarios para o tratnmenlo de suas enfermidades, suggerio-me a
id"a deestabelccer um consultorio medico cirurgico oede os doentes terao em troco do urna pequea renuraeracBo nao somonte 0 exame medico, mas
.tambem os medicamentos necessarios.
Os remedios serlo fornecfdos pela acreditada pharmacfa do Sr; Joaquim Martinho da Cruz Correia, com quem tenho contratado, como se cosiu-
ma fjzer para o fonMctmentb dos hospitaes, dar os medicamentos exigidos as receitas por precos mdicos.
As qualidailBa dos remedios me merecer sera pro tods a aftenclo e posso afBrmar que ser& sempre superior, nlo eausanlo o baixo prer^o pre-
juizo algum ao pharmaceutico pala quantidade maior de receitas que dever aviar.
A consalla e o medicamento custaram a quanlia de IgOOD, pago em minha casa:
Posso sor procurado fw* estas consultas na casa de nafca reieocis otrttosaf m& ts-S horas da larde, menos nos dias santitados.


)
DIARIO M WWBMUCO. TERCA FEtU. *t OS JAXIBO DE 1811.
Allenco.
DE
Ramos & Cirne, ourives na
ra do Gabug a. 2 A, rogam
as pessoas que lhes devem, o
favor de salda rem as suas res-
pectivas coritas, atiento o
tempo que tem decorrido, e
previaem que dcsta data em
diante tem resolvan c von*
W a Jiuaeiro vistasem ex-
ceptu, e para que este firme
proposito leuha pleno e abso-
luto vigor, sem ser tuister re-
produzi-lo individualmente,
fazem publicar o presente
convictos de seu bom xito.
0 Suisso protestante, que at o dia 25 de
Janeiro de 1861 se chamava Andr Naozer, teodo
abracado a religio catholica, e nesse dia rece-
ido o baptisniueui condicione, licou so chaman-
do desde entao Joao Andr Nanzer.
O vigario, Venancio Henriquesde Rezende.
Precisa-se fallar com o Sr. Manuel da Silva
Ribeiro. (coofeiteiro) que sanio da casa do Sr.
Domingos Jos da Cunha Lages, no collegio da
Cooceicu na Cruz de Almas, para negocio de
seu inleresse e do annunciante.
No silio Coqueiro do engenho Carauna, ha
para vender 7 bois mansos, gordos e muilo bons,
e 1 vacca que d 7 garrafas de leite, 1 quartio e
1 carrosa que o eixo eas rodas vieran) de Ingla-
terra, e carrega 250 feixes de canna : quem qui-
zer comprar, dirija-se ao dito sitie para ver, e
para aju*lar, na Capunga no sitio em quo morn
o Sr. cnsul francez ; e oeste mesmo ha una
outra carro;* para um boi ou cavallo, com ca-
brestos as rodas, e muilo propria para carre-
gar canna, pois que nao precisa amarrar.
Urna pessoaquetem muilo boa letra e al-
guma pralica de escripturacao, offerece seus rer-
vicos a quera delles precisar : quem quizer an-
nuncie por este Diario.
Aluga-se um armazem no caes de Apollo n.
7, com bastantes comruodos para qualquer esta
beleciroento, tendo embarque : a tratar no pateo
de S. Pedro n 6.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra da Cruz n 2(J, com a entrada para a ra dos
Tanoeiros ; a tratar no pateo de S. Pedro n 6.
umm fmmtu
DE
GEOGRAPHIA E HISTORIA
M
PHIL.OSOPHIA
DE
RHETORICA E POTICA
POR
lootL SOARES DE AZEVEDO,
proessor de lingoa e literatura nacio-
nal no Gymnazio de Pernambuco, em
$ua residencia, rpraca de Pedro II n.
37, segundo andar,
A inscrever-se de manhaa ate as 9
horas, e de tarde a qualquer hora.
CASA
de commisso de escravos, pa-
teo do Paraizo n. 16, sobra-
do que foi do fallecido Ni
colo
Para a dita casa foi transferido o antigo escrip-
torio de cammissao de escravos que se achava
eslabelecido na roa larga do Rosario n. 20 ; e
ahi da mesma maneira se contina a receber es-
cravos para serem vendidos por commisso, e
por conla de seus senhores, nao se poupando es-
forros para que os mesmos sejam vendidos com
promptido, aQm de que seus senhores nao sof-
fram empales com a vendaj delles. Nesle mesmo
eslabelecimento ha sempre para vender escravos
de ambos os sexos, velhos e mogos.
DE
PARTIDAS DOBRADAS.
O ensino pralico de escriplurago commercial
por partidas dobradas o de arithmelica, dirigido
pelo abuixo assignado, contina a funecionar re-
gularmente as quarins e sabbados de cada se-
mana, das 7 horas s 9 da noite.
As pessoas que de.sejaieru ter conhecimenlo de
qualquer das referidas materias, queiram dirigir-
se casa do annunciante, na ra Nova n. 15, se-
gundo andar, nos dias e horas cima designadas.
L tao claro e faci' o systema de escripturar os
livros mercaulis por partidas dobradas, que s as
pessoas desfavorecidas do menor grao deinlelli-
gencia serao capazes de n5o reconhecerem a ver-
dade do expendido logo as primeiras liedes que
receberem do abaixo assignado.
M. Fonseca de Medeiros.
Attenc&o.
Gouvea & Filho com casa de consig-
nacoes Dovaraente estabelecida nesta
praca, avisam aos seus cotnmitter.tes e
ao publico em geral, que podem ser
procurados a qualquer hora do dia em
seu escriptorio na ra da Cadeia do Re-
cife n. 5, primeiro andar.
m&w&msm -ase &9&-m&&mn
m O Dr. Casanova
me pode ser procurado todos os dias em seu
consultorio especial homeopathico.
n 30-Rua das Gruzes-30
8 Neste consultorio tem sempre os mais
novos e acreditados medicamentos pre-
S| parados era Paris (as tinturas) por Cs-
C tellan o Weber.por precos razosveis.
Ib Os elementos de horaeopathia obra, re-
S commendada ntelligencia de qualquer
H pessoa.
Precisa-se de urna preta escrava que saiba
cozinhar eengommar : na ra da Senzala Velha
numero 106.
COMPAMHADA YIA FRREA
DO
Recife ao rio Sao Francisco.
IA mita do.
De conformidade com as inslrucges recebidas
da respectiva directora faz-se publico que desta
dala em diante sao convidados os accionistas
desta companhia a cumprirem com os termos do
aviso que por ordem da mesma abaiio cam pu-
blicados.
Escriptorio da companhia 17 de dezembro de
1860.E. H. Bramah. thesoureiro.
Aviso.
COMPANHIA DA YIA FRREA
_ DO
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(LIMITADO.)
Pelo presente faz-se publico que por resolugo
da directora desta compauhia, lomada nesta da-
ta tem-sefeito urna outra chamada de duas li-
bras sterlinaspor cada acgo, a qual chamada ou
prestasao dever ser paga at o dia 31 de Janeiro
prximo futuro no Rio de Janeiro em casa dos
Srs. Man Mac. Gregori C, na Baha aos Srs. S.
5. Davemoort & C, e m Pernambuco no es-
criptorio da thesouraria da mesma va frrea.
Polo presente Qca tambem entendido que no
caso de nao ser a dita chamada ou prestagao sa-
tisfeita no dia marcado para o seu pagamnntoou
antes o accionista que incorrer nesta falta paga-
rjuros a razo de 5 por cento ao anno sobre
tal chamada ou prestago a contar deste dia al
que seja realisado o pagamento. No caso de nao
ellectuar o pigamento desta chamada ou presta-
gao dentro de 3 mezes a contar do dito dia xado
para o embolso da mesma Qcarao as aeges que
tncorrerem em tal falta sujeitas a serem confis-
cadas segundo as disposic6es dos estatutos a este
respeito.
Por ordem dos directores.
AssignadoW. H. Bellamy,
. Secretario.
199 Gresham House.
Od BrouadStreet.
EC.
22 de novembro de 1860.
Banhos econmicos!!
Na casa de banhos do paeo do
Carmo.
Neste estabelecimento (alem dos banhos j co-
nhetidos)8efornecer dora em vante, por maior
coromodo do publicobanhos econmicossera
luxo, mas com toda a decencia e aos precos se-
guintes:
1 banho avulso
7 cartoes para banhos
NOTICIA.
A. Cowper, cnsul de S. M. brilannica, decla-
ra que tendo cedido a consiguaco do brigue in-
glcz v(Mary Winch, nao se responsabelisa mais
por qualquer debito a que o meocionado navio
estoja sujeito.
In pursuance with the acl 6 Geo IV cap
87 a mceting of British Residents will bo held
at Ihe British Consnlate on Thursday next the
31 at inst at 12 oclock (noonj
Brilish Consnlate.
Pernambuco 26 de january 1861.
Arrenda-se ou vende-se urna propriedade de
excellente producSocom terreno siiffiuientepara se
levantar um engenho d'agoa. ou para qualquer
outro genero de cultura, distante una legua da
terceira estago da estrada de ferro: a entender-
se com seu propriolario no engenho Brejo.ou com
o bacharel Christovo Xavier Lopes.
Precisa-se de um homem pralico para to-
mar conla de um excellente sitio de fruteiras e
verduras em um engenho distante legua e meia
da terceira estacao da estrada de ferro, a quem
se far boas vantagens : a entender-se na ra
estreita do Rosario n. 23, 2o andar, ou no en-
genho Brejo, de Serinhen.
Pedro Orler de Camargo, scienlifica ao ros-
peitavel publico ecorpo de commercio, que dei-
xou do ser caixeiro do Sr. Antonio Pereira da
Silva.
Alugam-se para armazem ou casa, dons
escravos, um cozinha e engomma ; vendem-se
travs de 4 a 6 palmos : na rus do Imperador
n. 5, terceiro andar.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado da
ra Nova n. 19.
Precisa-se de urna sala para escritorio
na* ras do Collegio, larga do Rosario e Quei-
mado; quem a liverpara alugar, deixe caria nes-
ta Jypographia ou annuncie para ser procurado.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar : na ra de Aguas-verdes o '
andar.
primeiro
Aluga-se
urna pequea casa terrea na ra da Nascsate : a
tratar u* ra do Queimado n, 53,
I fri 320 rs.
momo 400 rs.
I trios 29 rs.
(momos 2j500.
30 banhos consecutivos frios ou momos 59.
Fesla do glorioso martyr
S. Sebastiao na villa do
Cabo.
O thesoureiro da testa do glorioso martyr S.
sebastiao, cumprindo o que por este jornal pro-
metleu, vem hoje anuunciar a fesla que preten-
de fazer de etnformidade com as esmolas dos
juizcs e mais devotos que tem oblido, o espere
No domingo 3 de favereiro vindouro lera lugar
na matriz desta villa a festa do glorioso martyr
S. Sebastiao.
O levantamenlo da baudeira ser s 9 horas
k* i}le- do dia l da1uelle e*. cujo prestitosa-
nira da igreja e percorrer toda a villa, entoando
as mocas um hymno. produegao de um cabista,
sob narmoniosos sons de msica de nova e bella
composijao.
Antes, porm, s 6 horas da tarde desse dia Io
lera lugarcom toda a solemoidade a benso da
imagem, que est encarnada de novo, sssim co-
mo a bandeira, de um ptimo desenho : termi-
nando esse acto com urna gyrandola de 5 duzias
de fogo.
Todos esses actos ser5o annunciados por urna
gyrandola de fogo e repiques de sino ao romper
desse da Io, r
javcr "a noite do dia seguinle vespera. Em
odo o da se achara urna boa msica para dis-
traegao dos diletanli, tocando lindas e variadas
pecas novas.
Na festa e Te-Deum pregar o insigno orador
conego Joaquim Ferreira dos Santos. Estar a
exposigao dos fiis o Senhor Sacramentado. Dis-
tribuirse-ha registros e medidas No gloria ter
urna gyrandola de 10 duzias de fogo.
Salvas, bales aerostticos, e um lindo e varia-
do fogo artificial ha de haver nesse dia e noiles
do artista Jos Joaquim de Santa Anna e Sil
A igrejaser magniflcaraonte armada pelo artista
Innocenclo Rodrigues de Miranda, e Iluminada
magestosamonte, quer interior como exterior-
menie, e toda a ra quo fica em frente, a qual
estar embandeirida. offerecendo assim urna vis-
ta grata aos circumstantes
A tarde sahirao em solemne procisso as ima-
gens de S. Sebastiao e a da Sonhora das Dores,
sendo esta pela primeira vez depois que foi eu-
carnada. r i
Finalmente serio as. msicas dirigidas pelo
bera conhecido proessor Queiroga.
Espcra-se dos devotos grande concorrencia pa-
ra tornar o acto mais brilhante.
Muito preciso que todos de sua parte con-
corraro com seus donativos para o explendor
dessa festividade, que data de muito tempo, e
de grande devogo, o que certamente devido
aos llimitados testemunhos que de sua bondade
tem dado o glorioso' martyr S. Sebastiio, advo-
gado contra a peste, aos devotos.
Ama.
Precisa-se dn urna ama
nhar para casa de bomem
Queimado n. 49.
para comprar e cozi-
solteiro : na ra do
O abaixo assignado convida as pessoai
relacionadas em parentesco o amizade com
o finado Dr. Jos Silvano Hermogenes de
Vasconcellos, ex-promotor publico da co-
marca do Cabo.para ouvirem algumas mis-
tas, que no dia 29 do correnle pelas 7 ho-
ras da manhaa serio celebradas na igreja
do convento de .Nossa Senhora do Carmo,
por alma daquelle seu mui presado amigo.
Antonio di Vasconcellos Menezes de
Drummond.
cai-
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3#
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3$
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3$
Tendo receido um sortiment de
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento decai-
xinhas novas
Nograndesalodarua do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
"No grande salo da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. W. Osborn, o retratista america
no tem recentemente recebido um gran
de e variado sortimento de ca xas, qua-
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte.
Como tambem um grande fornecinien-
todecaixas para retratos de 30000 rs.
cada um, as pessoas que desejarem ad-
quirir conheci icen tos pratiecs na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prompto sob condic/ies muito
razoaveis.
D. Mara Bernardina da Concei-
co Lima viuva de Antonio Rodrigues
Lima, novamente roga a todos os ere-
dores de seu fallecido marido o obsequio
de a,pr-esentarem suas contas e letras ao
Sr. -padre Jos Leite Pita Ortigueira
at o dia 30 do correte impreterivel-
mate, aim de se cuidar no pagamento
das mesmas contas e letras.
Aviso s familias.
Acba-se aberta a assignatura do jocoso jornala
SEMANAILLUSTRADA,
que se publica no Rio de Janeiro e sahe luz
urna vez por semana,contendo cada numero qua-
tro paginas de gravuras primorosas, e as oulras
quatro de artlgos escolhldos e interessantes s
senboras e pessoas de bom gostu. J se acham
aqu os dous ptimeiros nmeros. Assigna-se e
paga-se adiantado na roa da Imperatriz n. 12
loja. Por trimestre 69, semestre 11, anno 18.
Attemjo.
Os cavalheirosesenhoras sao convida,
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do
cima fica anunciado.
que
H Dr. em medie-na M, A. da
g Costa Brancante mudou a sua re.
ff sidencia para a ra Nova casa n.
H 52, primeiro andar, onde pode
| ser procurado para o exercicio
de sua proissao.
O abaixo assignado roga as pessoas que lhc es-
.5 ni ,,or de *ire,n P"8ar debito
aleo U" deste mez: na ra do Imperador o. 63.
Recife 9 de laneiro de 1861.
Jos Antonio Suares de Azevedo.
Attenco.
Trocara-se sedulasde 1 e 5g das que o the-
souro desta provincia exige 10 0i0 de descont,
assim como notas dos bancos ecaixas das mais
pravas do imperio mediante o abate de 5 OO : no
escriptorio de Azevedo <& Mendes, ra da Cruz
numero 1.
A abaixo assignada participa aos pais de
suas alumnas e a quem convier, que se achara
no exercicio de seu magisterio a 3 de fevereiro :
no principio da ma da Aurora.Mara Carneiro
de Souza Lacerda Villa-Secca.
Aluga-se urna crioula para ama de leite, de
condicSo escrava, de pouca idade, sadia, e da or-
meira barriga : a pessoa que pretender, dirija-se
a ra Direita, sobrado n. 9. segundo andar, sea-
estrada pela ra da Penha.
do
Aviso.
Roga-se aos deredores da loja do fina-
do Antonio Francisco Pereira. que ve-
iham realisar seus dbitos no prazo de
15 dias, na ra do Crespo n. 8, da contra-
rio vero seos Domes por este Diario at
pagarem o que esto a dever.
COMPANHIA
ALLIANCE,
estabeecida em Londres
Mee) m mu.
CAPITAL
Gineo mVVYi&es de Vibras
stevUnas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de in-
formar aos senhores negociantes, propietarios
de casas, e a qnem mais convier, queestao ple-
namente autorisados pela dita companhia para
ellectuar seguros sobre edificios de lijlo e podra,
cobertos de lelha, e igualmente sobre os objectos
que coniiveremos mesmos edificios, quer consis-
ta em mobilia ouem fazendas de qualquer qua-
lidade.
s>(l>2Btt2- ^*m *""* *&* Tr", fffff Hf?, *
jiiw waw VK9 cSfWvnfsVf Vw M iyai#%
Dentista de Pars. |
15Ra Nova15
Frederic Gautier, cirurgo dentista, faz I
todas as operaedes da sua arte e colloca W
denles artificiaos, ludo com a superiori- o
dade e perfeigo que as pessoas entend- 3
das lhe reconhecem. m
Tem agua e pos deniifricios ele.
MAS.
A quem nteressar.
Precisa-se do seguinle : 3 linhas de 50 palmos
8i9, 6 travs de 28 palmos 8[8, 1 dita do 40 pil-
mos 8|8, 26 ditas de 30 a 32 palmos 8|8, todas de
madeira de qualidade, ou pinho risinoso. Tam-
bem se comprara bois mansos e habituados ao
servico de carrocas : na casa de banhos do pateo
do Carmo at 8 boras da manhaa, ou das 4 da
tarde em vante.
Um raoQo solteiro aluga metade de um se-
gundo andar em que mora a urna pessoa que es-
teja em iguses circumstanrias ; a tratar na ra
da Cadeia n. 28, primeiro andar, das 9 horas s
4 da tarde.
A officina de marmore
mudou a sua residencia do caes 22 de Novembro
para a travessa da ra da Praia n. 3, junto ao
caes do Ramos.
Precisa-so alugar urna escrava boa engom-
madeira e cozinheira. que faga as compras para
urna casa de pouca familia; paga-se bem : na
ra de S. Goncalo n. 14, primeiro andar, casa de
otao indo para a igreja.
Alugam-so dous segundos andares, um com
muitos commodos para grande familia, no caes
do Ramos, e outro na ra Velha : a tratar com
Jos Hygino de Miranda.
CASA DE SALDE
DOS
i is AJHB5 <& Sf ir S a
Siia em Santo Amaro.
Esteestabelecimentocontinua debaixo da administrarlo dos pro-
pietarios a receber doentes de qualquer natureza ou cathegoria que
seja.
O zelo e cuidado alli empreados para o prompto restabelecimen-
to dos doentes geralmente conhecido.
Quem se quizer utilisar pode dirigir-se as casas dos proprietarios
ambos morsdores na rui Nova, ou entender-secom o regente no esta-
tabelecimento.
Reforma de presos.
Escravos. -..... 2#000
Marujos ecriados, .... 2$500
Primeira classe 3$ e. o#500
As operaqoesserao previamente ajustadas.
CONSULTORIO
DO
Serafina & IrmSo com loja de ourives na ra do
Cabug, esquina n. 11, confronte a ra Nova e
paleo da matriz, participara a seus amigos, fre-
guezes e ao publico em geral, que se acham sor-
tidos das mais bellas e delicadas obras de ouro
para senhoras, assim como para homens e meni-
nas, por menores presos do que era outra qual-
quer parle; e garantem ditas obras passando conla
com recibo, declarando a qualidade do ouro;
para facilidade das familias que quizerem esco-
Iner mais a gosto no estabelecimento, acha-se
este aberto al as 7 1/2 horas da noite.
Aluga-se o sobrado de 2 andares e soto:
da ra da Imperial n. 109, a fallar na ra da
Aurora n. 36.
Quem annunciou precisar de 1:000* com
hypotheca a um silio perto da cidade, pode ap-
parecer na ra do Queimado. botica do Sr. Jos
Alejandre, al as 9 horas da manhaa, que acha-
ra com quem tratar, s
Aluga-se o quarto andar da casa da ra do
Trapiche n. 14, e o segundo andar da ra Velha
n. 4o ; a tratar no primeiro andar da primeira.
Aluga-se a loja do sobrado da tu da Au-
rora n. 44 ; arralar na ra Nova n. 16.a
Precisa se alugar urna escrava pa-
ra o servico de urna casa de familia : na
ra da Cadeia n. 53, terceiro andar.
Aluga-so urna casa em Santo Amaro com
commodos para grande familia ou collegio, de-
fronle da fundiclo do Sr. Star; es pretenderes
podem entender-se com o proprietario Guilher-
me Pursell, defronle da capella de Belem, ou na
ra do Imperador n. 26, com Hanoel Joaquim
Gomes. ]
Aos pais de familias.
D. rsula Alexandrina de Barros, directora do
collegio de Santa rsula, competentemente pro-
visionada pela direcloria geral da instruejao pu-
blica, lera a honra de prevenir ao respeitavel pu-
blico, e principalmente aos pais de suas discipu-
lar, que desde o dia 15 do correte se acham
abertas as aulas do seu collegio ; o qual se acha
por ora estabelecido na ra Formosa, sobrado
numero 15.
A mesma directora approveila esta occasiao
para asseverar aos pais de suas discipulas que
estas encontraro em seu collegio a mesma ins-
peccao, vigilancia e desvelos, que encontrarlo
em suas propiias casas, e que nelle recebero
urna educagao moral e religiosa, como convm s
Urnas das sociedades christaes, que devem um
da ezercer oespinhoso ministerio de mais de fa-
milia.
Finalmente, tbslendo-se a mesma directora de
encarecer o melhodo de ensino adoptado em seu
collegio, limitar-se-ha apenas a afirmar aos pais
de suas discipulas. tanto internas como eternas
que ludo envidar para o adiantamento das mes-
mas, visto ser este o rreio mais propicio de sus-
tentar o lisongeiro credilo, que grabas ao favor
publico, lem acompaohado ao collegio de Santa
rsula, desde a sua creacSo einstallacao.
As differentes aulas do collegio serao dirigidas
pelos seguintes professores :
Os senhores :
Dr. Jos Soares de AzevedoFrancez.
Dr. Filippe Nery Collacolnglez.
Dr. Augusto Carneiro Monttiro da Silva San-
tosGeographia.
Joaquim Bernardo de MendoncaPiano e canto
Eduardo Gadault Desenho.
Retratos a oleo em ponto na-
tural, e por precos mui ra-
zoaveis.
Es^ecialidade de retratos em panno encerado
para se remetterem dentro de cartas. Tiram-se
no eslabelecimento photographico de F. Vilell ,
ra do Cabug n. 18. sobrado, entrada pelo pateo
da matriz.
Precisa-se alugar urna escrava para o ser-
vico interno de urna casa de pequea familia : a
tratar nafundico doSr. Starr, ou annuncie para
ser procurado.
Joseph Grospan previne ao respeitavel pu-
blico e em particular os seus freguezes, que ten-
do vollado de Franca, lomou novamente conta
de sua officina de ferreiro, sita na travessa dos
Pires, e queso acha prompto para qualquer con-
cert de seu offlcio: as pessoas que quizerem
honra-lo com sua confianea, acharao o seu esta-
belecimento muito bem sortido de ferros do toda
qualidade para os carros ; e tambem um bonito
sortimento de linternas para carro, couros de
lustre, e outros ornamentos necessarios para car-
ros, ludo de superior qualidade, e mais barato
do que em qualquer oulra parte, por ter sido lo-
dos esses objeclos comprados a dinheiro tsU
em casa dos melhores fabricantes de Paris.
.-Tl/""""^ de un" Pes80a habilitada para
se encarregar da escripturco de urna casa de
commercio em M.ceio : quem pois se achar BM-
las circunstancias e queira para aili seguir, po-
de entender se para o ajuste com Jos Joaquina
bla 16* DOl8rg d* A"cm"
Aluga-se um sitio perlo da praca : quem a
pretender, dirija-se a ra do Crespo n. 7, loia de
miudezas. '
rt.*!tSrtw',e alugar uma Prela escravs para o
servico de uma casa de pouca familia : a pessoa
que tirer e queira contratar, dirija-se a ruado
Queimado. loja de fazeodaa. 43.
Offerece-se uma ama de leite : quem
asar, dirija-se a ra da Gloria n. 37.
pre-
Aos amantes do carnaval.
Jayme, cabelleirelro. na ra do Queimado n
6. primeiro andar, avisa que recebeu de Paris
um lindo sortimento de cabelleras a caracteres
alem de um grande numero deltas crespas, que*
para este bello divertimento as tem pVeparado
com esmero e gosto. aparado
g 3-Roa estreita do Rosario-3
g Francisco Pinto Ozono continua a col-
g locar denles artificiaes tanto por meio de m
@ molas como pela pressao do ar, nao re- Z
g^ cebe paga alguma sem que as obras Do a
^ fiquem a vontade de seus donos, tem pos 1*
@ o oulras preporacoes as mais acreditadas Z
H para conservacao da bocea. S
Aluga-se a loja do sobrado da ra das Cru-
zes n. 18 : a Iratar no mesmo sobrado.
Aluga-se o piimero andar do sobrado n.
13 da ra da Lapa; a fallar no armazem do
mesmo.
Precisa-se alugar uma prela de meia idade
para servir a uma senhora tambem de idade :
quem pretender dirija-se ao pateo de S. Pedro
sobrado n. 4.
Precisa-se de 600 sobre hypotheca de uma
negra e tres crias, ficando os servaos da negra
pelos juros, ou como se couvencionar
quizer annuncie.
quem
Mudanca de esta-
belecimento.
MED RO COPAR TE1E OPERADOR.
3 RA DA GLORIA, CASA DO I l \ l> \ O 3
Clnica por ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manhaa, e d9 tardedepois de 4
horas. Contrata partidos para curar annualmente, nao s para acidado, comopara o engaitos
ou outras propiedades ruraes.
03 chamados devem ser dirigidos sua casa at s 10 horas da manhia e em caso
de urgencia i outra qualquer hora do dia ou da noite, sendo por escriptoem que se declare
pessoa,
o da ra
nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
dero remetter seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & G. na ra da Gruz, ou loja de
livros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p d ponte velha.
Nessa loja e na casado annuncianteachar-se-ha constantemente os melhores medica-
mentos homeopalhicos j bom conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes...........10*000
Dita de 24 ditos........ ;........159000
Dita de 36 ditos.................20*000
Dita de 48 ditos................. 359000
Dita de 60 ditos................. 309000
Tubos avulsos cada um; ........'....: 1000
Fraseos de tinturas. : ;........... 2000
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
ducido em porluguez, com o diccionario dos termos
de modicina, cirurgia etc.. etc........209000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 109000
Benartorio do Dr. Mello Moraes. ,....,,, 69000
i I i
Jos Moreira
|g u ur. Joao Mana Sevo medico parleiro efi
e operador avisa aos seus doentes e ami- <(t
gos, que mudou a sua residencia para o SK
bairro da Boa-Vista (llha dos Ratos) ra a>
r. do Seve ou Uniao. casa n. 28, onde pode |
ser procurado para o exercicio de sua
profisso, a saber de manhaa at as 10 S
horas e de larde das 4 em dianle.
Os moradores do Recife, Santo Antonio
e S.Jos para mais commodidade pode-
rlo dirigir os seus chamados por escrip-
to, fazendo as devidas notas da ra, nu-
mero da casa e assignatura, sendo: no
Recife ra da Cadeia loja do Sr. Joao
da Cunha Magalhaese em Santo Antonio, xl
ra nova botica do Sr. Jos da Cruz JS
Arrenda-se a excellente propriedade da
Barra de Serinhem : na ra do Hospicio n. 17.-
Precisa-se de urna ama de leite que seja
boa, saIia, som Qlho, ecom bastante leite: quem
esliver nestas circunstancias, dirija-se a ra das
Cruzes, sobrado de dous andares n. 2, no pri-
mojio andar, que achar com quera Iratar.
Agencia 'dos fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de
Lopes avisa aos seus amigos e
freguezes desla e de oulras provincias, que mu-
dou o seu eslabelecimento de fazendas que tinha
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde tem o mais completo e variado soitimenlo !!, n
de fazendas de todas as qualidades para vender > ,onslon *" ru* da Senzalla Neva n. 52.
em grosso e a retalho por pregos muito baratos: LicOes de inglez e francez.
dnMnfHnr ?"d0 de Vna,r,es P* 13' e rua L In*,ez e franc. sioadas a cscrever e fallar
Aa W"' 0Sir 0ra raa d0 Co,lS'. obrado da maneira mais fcil, de man haa e de larde na
ae um andar n. 30. rus estreita do Rosario n. 10
coser: om casa de Samuel P.
segundo andar.
ARMAZEM DE ROLPAFEITA
Defronte do becco da Congregago letreiro verde.
Casaeasde panno preto a 309, 359 e 409000
Sobrecasacas de dito dito a 359000
Palelots de panno prelos e de cores a
20, 259, 369 e 35000
Ditos de casemira de cores a 159 e 929000
Ditos de easemiras de cores a 7f e 129000
Ditos de alpaca preU gola de velludo a 129000
Dilosde merino setim preto e de cor
a 89 e 99000
Ditos de alpaca de cores a 39500 a 59000
Ditos de alpaca prela a 39500, 59,
79 e 99000
Ditos de brim de cores a 39500,
49500 e 59000
Ditos de bramante de linhobrancos a
49500 e 69000
Calcas de casemira prela e de cores a
99, i09e 129000
Ditas de princezae alpaca de cordo
pretos a 59000
Ditas de brim branco a de cores a
29500 49500 e 59000
Di las de ganga de cores a 39000
Ditas de casemira a 59500
Collelesde velludo decores muitofino a
Ditos de casemira bordados e lisos
prelos e de cores a 59, 59500 e
Ditos de setim preto a
Ditos de casemira a
Ditos de seda branca a 59 e
Ditos de gurgurao de seda a 59 e
Ditos defusto brancose decores a
39e
Ditos de brim branco e decores a 29 e
Selouras de linbo a
Ditas de algodo a 19600 e
Camisas de peitode fusto branco e
de cores a 29300 e
Ditas de peilo e punhosde linbo mui-
lo finas inglezas a duzia
Dilasde madspolobrancas e de cores
a 19800, 29e
Ditas de meia a 19 e
Kelogios de ouro patente eorisontaes
Ditos de prata galvanisados a 259 a
Obras deouro, aderegos, palseiras e
rosetas
109000
treco
5}000
39500
690CO
WCOO
39500
29500
29500
29000
28500
35900o
29500
19600
9
30*000
Gazela Musical do Brasil.
Peridico scientifico, critico e litterario.
Publica-se na corte todos os domingos, e cada numero 6 sempre acompauhado de uma oeca
de msica moderna, escolhida e indita para piano s, piano o canto ou flauta umpe<,a
D todas as noticias musicaes de algum vulto, quer do Brasil, quer da Europa oublica as
biographias dos compositores, cantores e instrumentistas celebres, e os retratos dos que no5 viaam-
f.^B'rr^r.D.,i.alriD,WM qUe '" SCe" R de -iroS,,Uemflm IS/ft
^ po?S oduVr8l,r.s,'reS.em """^ Prann' ^ = c0 usi"
Kt ^.8!!"j,lie,U C,dade< "' Hvrara U0"'""1 d Guimaraes & Oliveira. rua do Imperador
-..4;m.h "T?"? q? ?ui"rem >D.screver-se poderao examinar em orna colleecao da gazela a
quantidade e qualidade tanto dos artigas como das msicas que ella publicou durante o anno
Ka.lmVai'daW qUe "* mu8lc"imPorlam Pelos P"5o P que sao vendidas avul-



DIARIO DE PEHNAfcfttJGO. TERCA 'BULA 2 D& JANEIRO DI 1861,

O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA ^ARBDLHA E R. TOWGDSENB)
MELHOKAO E FABRICADO SOB ADIRECCAO' DO DR JAMES R. CHILTON,
tnico e medico celebre de New York
EX-
GrUNDB SPERIORIDADE DO
TR4CTO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seo extraordinario
e qaasi miraouloso effeito no
sangue.
Cada un sabe que a saude ou a nfermidade
epende d i recta men do estado desle floido vi-
tal. Isio ha de ser, visto o partido importante
que tero na economa, animal.
A qiiaulidade do sangae a'um hornera d'es-
tatura mediana est avaliada pelas as primeiras
autoridades era vinte e oitoarrateis. Encada
pulsadle duas oncas sahera do coraco nos bofes
a dalli todo o sangue passa alera no corpo huma-
no era menos de qoatko minutos. Urna dis-
posijao extensiva ten sido formada e destinada
cora adrairavel sabedoria a deslribuir e fazer
circular esta corrsntk db tida por todas as
partes da organisacao. Oeste modo corre se-
ora pelo corpo en torrente, o qnal a gran
'ante de i nfermidade ou de saude.
Se o sangae por causa alguna se emprenha
de materias ftidas ou corrompidas, diffunde
cora vslocidadk klectrica a corrapcao as
mais remotas e mais pequeas partes do corno.
O veneno Unca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos ea pllanos,
at ca-ra orgo e cada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta mraeira
a circuljo evidentemente se faz un ensenuo
PODEROSO de Joen bera obrar com igual poder na criado de saude.
Sslivesse o corpo infecionado da doen;a maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanluloso, en muscular, se somanto o sari-
gao pola fazer-se puro e saudavel ficar superior
a do.jnija e inevltavelmente i expedir da cons-
ituic.o.
O ^ranie mana ricial de doenca entao como
i' aqui coasta no fluido ciH'Ctxi.A.NTE.e nenhum
raelicaraonto q*e nao obra directamente sobreel-
le para parificar e renova-lo,possuetlgum direi-
to ao cuidado do publico.
O singue 1 O sangue 1 o ponto no qual
se ha myster fixar a attencao.
O ORIGINAL E O GINUINO!
AO PUBLICO.
Ns, os Assignantes, Droguista na cidade de
Cada garrafa do
exterior <*a papel verde
No esariptorio do nroprieiario,
era na blica da ra Direita n.~88 do Sr.
New- Yo rk, ba vemos vendido durante rauitos an-
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send,consideramo lo ser o extracto original e ge-
nuino de salsa parrilha do Dr. Townsend. o
qual primeramente sob este norae foi apreson-
tado ao publico.
BOYDPAUL, 40Cort!andtStreet.
WALTER.BTOWNSEND4Co,2l8 Pearl
Street.
LEOS & HAZARD, 121 Maulen Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F. TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAM & Co, 10 Od Llip.
OSGOOD & JENNINGS, 188 Pearl Street.
R.B. HAV1LAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON, R0BINS& Co, 134 Water Street.
THOMAS & MAXWELL, 86 William Street.
WM. UNDERHILL, Junr, 183 Water Street.
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAY& Co, i Fletcher Street.
OLCOTT, M K.FSSON & CO, 127 Msiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFELIN, BROTHEB & Co, 104 &
IOG J&bn SL
LEWIS & PRICE. 55 Pearl Street,
HAVILAND, KEESE & CO, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & CO, 110 Broadway,
10 Astor.
Honse, and 273 Broadway, cor. f Chambers
Street.
PHfLlPSCKEFFELIN & CO, 107 Water
Streat.
POU & PALANCA, 96 Joba StreeU
SHERWOOB & COFFIN, 64 Pearl Streot.
RST & HQXJGHTON, 83 John Street.
1. MINOR & CO. 214 Futan Street.
ITVGERSOLL & BROTHER, 230 Pearl StreeU
JOSEPH E. TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortranth
Street.
HAYDOCK, C0RLIES& CLAY, 218 Pear
StrflAt
CUMMING & VANDCSER, n8Greenwch
Street,
FOUttNftJtS E 4861.
H ASKELL 4 MERRICK, 10 Gold Street.
B, A.FAHNESTOCK& Co. 49 John Street.
CONHECEMOS A ARVORE E SUAS FRU-
TAS ;
H IGUALMENTE
Conhectmoi um Medicamento nos teu$ Effeitoe.
O extracto composlo de Salsa parrrlha do
Dr. Townsend est
0 MEDC4MEM0DO rOYO!'.
Adata-so lo maravilhosamente a constituic,8o
que pode ser utilisado em quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E DEB1LIDADE,
fortalece;
ONDE E'CURRUPCAO,
purifica;
ONDE HE PODR1DAO,
ALIMPA.
Este medicamento celebrado que to grandes
ser vicos presta a humanidade, prepara-se agor
na nova fabrica, na esquina das mas Fronte
sob a inspecca directa
160 ra.
Dita dita
320 rs.
320 rs.
15000
offerece pra ser empregada no exerciiio de en-
gommadeira, em iilguma casa de familia : para
tratar na ra da Cruz n. 43, segundo audar.
Precisa-se de uro oflicial do pharmaria, na
traca da Boa-Vista n. 2, botica de Jos Mara
Freir Gameiro.
Urna pessoa que nao pode ir ao
Manguinlio fallar ao Sr. Manoel Elige-
neo da Silva, roga lhe queira annunciar
Acham-se yenda na livraria da rra?a da Independen- Jtai^E^'.SJSt
ca ns. 6 e 8, as bem conhecidas folhiiihas impressas nesta alandega.
typOKrStDilia -~" ^m* mu'her parda de boa conduela se
Folhinha de porta ou K ALENDA RIO eeclesiaseo e civil para o
bispado de Per carabuco...........
Dita de algibeira contando alm do kalendario ecclesiastico e civil,
explicado das f estas moda veis, noticia dos planetas,
tabella! das mares e nascimento a occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos impostos geraes, provinciaes e rnunicipaes, ao
que se juntou urna eollec$o de bellos e divertidos
jogos de prendas, para entretenimento da mocidade.
conten do alm do kalendario ecclesiastico civil, expli-
cacao das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commertio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes e rnunicipaes, ao que se reuni o
modo de conessar-se, e codo tingar, e os officios que a
igreja eostuma celebrar desde domingos de Ramos, at
sexti-feira da Paixao, (em portugus). prec,o. ....
Ditado almafiak vil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao proco de:.......
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-s*
de formato, e fzeram-se militas alterares, sendo a correc-
cao a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
Jci Jeronymo Monleiro agradece a lo-
dos os seus amigos que se dignaran) assia-
tir aus ullimos suffragios feilos a sua pre-
mdi ni a i na capella*0o cemiterio e os con-
vida para a mi.-sa do stimo da que sera
celebrada na msir>.i capella pelas ti horas
da manhaa do dia 30 do correle.
JOIAS.
Washington, Brooklyn,
do muito conhecidocbirnico e medico Or.Jtm i (que todos os djas offi^ mudancas) aresceiitando-se a nu-
tiVSeasJi\.'t^ .l-l-Amm^^vILwu^mmm Hn*lriaP :
cada garrrfc de
ORIGINAL ,E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DESALSAPAMtILHA
DO DR. TOWSSEND.
O grande purifteador tt9 sangne
CURANDO
O Hebpes
A Werysipki-a,
A ADSTRICQSODO Vi N-
TBE,
A-s Alporcas
Os EpFEITOS DO AZO O
GUE,
Dispepsia,
AS DoEMCAS,DEFKKA-
D0,
A Hydbopesu .
A Impinge
As Ulcebas,
O Rheumatissw,
AsCtagas
a df.dilidads geral'
as doencas-de pellb
ks Bobbulhas na ca-
As ToSSBSt,
original e genuino exfractu do
OsCatarrhos, As Tsicas, etc.
OExtracto acho-s?contidoemgarrafas quadre-
das e garante-se ser mais forie emelhor em to-
do o respeito a alguna outro purificador do san-
gue., conserva-se em todos os climas por eer-
to !spsc,o de tempo.
Dr. Townsend tem a assignalura e certido do Dr. J. R. Chlrtton, na capa
212 Rroadway,
Paranhos.
New York, e em Pernambuco na ruada Crui n. 21-escriptoricl. andar,'tara-
l$)J W
Assignatura d banhoe fros, momos,de ebeque ou ebuviscos (para urna pessoa)
tomados esa 80 dias consecutivos. ...... ..;.... 109000
30 cartoef paraos diwsbanrros tomados-em qualquer tempo....... 151000
15 Ditos dito dito dito i 000
7 ...:.. 4#000
Beuhos ivulsos, aromticos, silgados esulp'nurososaosprecos anniinciados
Estareducc^o de presos facilitar aorespeitavel publico ogozo dasvantagens qe resullam
da frequenciadeurn estabeleciento de urca ulilidedeincontestavel.masqueinfeUtinente nao
estando em nosw* hbitos, ainda pouee-sohecidaapreciada:
TABAC CAPORAL
Deposito das uiaauraciaras imperVatts de Franca.
Esteexceleote fumo acha-se depositado, diretatnente na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
CAMBO A DOC ARMO, o qual se vende ^or mseos e 2 heotogramos a -1*000 e em porcao de
10 masaos para cima com descont da 25 porcooto ; no raesmo estabeleoimeato acha-se tambem
verdadeiro papel de linhs para cigarros.
EAU MINERALE
MATURALLERE VICHY.
Deposito na botica.ranceza ra da Crcz n. 22
IHMBfflMMB-ttl
O Sr. alferes Thom'C Vieira
Lima, queira dirigir-se a esta typogra-
phia, que se lhe.precisa fallar.
Cora o descont de 5 0|0 Irocam-se as se-
dulasde 1 o j$, das que so podem ser trocadas
no thesouro geral esta provincia, com o descon-
t de 10 0(0, na Iravessa da Madre de Dos a. 17,
das 8 horas da manhia s5 da tarde.*
meracao dos estabelecimentos commerciaes e industriaes
acompauhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
quesedeseja pela occupacoo individuo de quero, sequer
saber a residencia.
Saques pelo vapor francez
Carvalbo, Nogueira-& C ra do Vigario n. 9,1
Drimeiro andar, sacam qualquer quantia sobre]
Lisboa e Porto.
CQ vinfT A7lIMaVla\ F. Vrele, pholographo da augusta casa im-
. Os abeixo assignados declara que o annun-j brado, entrada pele paleo da matriz, avisa que
co com o titulo cima publicada neste jornal no acaba de receber um bel'o soriimrnto de alline-
dia 24 e 25 do correte, nao so enlende com os tes de ouro de lii para retratos. Entre esses al-
annuncianles porque nada devem.Manoel Vi-, tlnetes acham-se muios com fulhagens e flores
cente da Silva Guiroaraes, escrivo do tDesmo.de oaro de coTes, outros coro perolas, corss e
vaporGaspar Jos de Miranda, commissario. pedras, e alguna para brilhanles. Os presos des-
Ptecisa-so fallar au Sr. Francisco da Silva sas joias sao roui rszoaveis. Na mesmacasa con-
Joaquiro Monleiro de Oliveira Guimares com
loja oeourives na ruado Cabug n. 1 A, partici-
pa aos aeus amiftos (reguezes e ao publico em
geral, qne se acha sortida das mais bellas o deli-
radas obras de ouro e prala, e querendo arabar
com o negocio, est resollido a vender mais ba-
rato do que em oulra parte, garanlindo as ditas
obras, passando corita com recibo, declarando a
qualidade, e compra ou troca ohras velhaa, pa-
gando o ouro por mais do que em outra parle,
Joio Vieira de Csrvalho, subdito portuguez
retira-re para o Rio de Janeiro.
MjfljMMiasi MMlfl MfMSaiSa^
ls^ CW iWf^ W?lw pB WW cW~" ^&^W W^ OBSV Cdvf#-
O bacharnl Manoel Netlo Carneiro do &
Souza Bandeira abri na villa do Cibo o f>
seu escriplorio de advocacia, ra da ma- 3
triz casa amarella, e ahi offerece os ser- 35
vicos de sua proOssao mesmo aos habi- K
Ktantes fora da comarca que tiverem al- *
guma queto para aquelle fdro. |k
sai BaM ajaaj> aaM Man SMai msmi bsm Maiai >aa> n^e
Precisa-se de un homero ca. primeiras lellras, grammalica e alguma cousa do
msica, para entinar em um engenho no muti-
cipio de Barreiros desta provincia : quero se jul-
gar habilitado, dando atieslado de sua conducta,
dirija-se das 9 s 11 do dia< ra do Cabug, 1
andar, casa do retratista brasileiro o Sr. Viiella,
que achara coro quem tratar, ou oesla typo-
graphia.
Lisboa, a negocio] de seu interetse : ira ra da
Cruz n. 61.
% Dentista francez.
@ Paulo-Gaignoux.deotista, ruadas La-
| rangeiras o, 15. Na mesmacasa tem
Z agua ep I
tinua-se a lirar retalos
photographico.
por todos os systemas
Na cocheira de mnibus de Claudio Dubeur
nistem recolhidos dona burros, ignorando-se e
quem perteneem : quem r seu dono pode pro-
cura-Ios.
wm&m (de- mumm
\.l SzVKTOS fcKOl.IM.
Scientificam aos seus amigos e freguezes desta e d'outras
provincias, que mudaran o antigo esiabelecimento de fa-
zeudas que tinham na ra do Crespo n. 13 e do Imperador
n. 36, para o bem eonheicdo sobrado amarello, na esquina
da ra do Queiinado n. 31, propriedade do Ilm. Sr. com-
mendador Magalhaes Bastos, onde continuaro a ter o mais
completo sortimento de fazendas de todas as qualidades
para venderm por mdicos precos em grosso e a retalho.
SOBRADO AMARELLO
ESQUINA DA RA DO QUEIMADO N. 31.
FUNOIQAO D'AURORA.
Seusproprietarios offarecera aseus numerosos freguezese ao pubbicoera geral, toda equal-
quer obra maaufaturada em seu reconhecido estabelicimento a saber: machinas de vapor de lados
os lamanhos, rodas d'agua para engenhos, todas de ferro ou para cubos de raadeira, moendas e
meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamanhos, guindastes, guinchosee
bombas, rodas, rodetes aguilhes e boceas para fornalha, machinas para araassar mandioca e para
descarocar algodo. prencas para mandioca e oleo de ricini, portoes gradara, columnas e moi-
nho3 de vento, arados, cultivadoras, ponas, cadeiras e tanques, boias, alvorengas, botes e todas
as obras io machinismo. Executa-se qualquer obra seja qual for sua natureza peles desenhos ou
moldes que para tal Gm feram presentados. Recebem-se encommendas neste esiabelecimento na
ra do Brum n. 28 A e na ra o'o Collegio boje do Imperador n. 65 moradia do eaxeiro do es-
tabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira, cora quem 05 pretendentes se podem entender para
qualquer obra.
Trovador.
O proprietario desle eslebeleeimeclo desejsn-
do por todos os modo a seu alcance corresponder
a bondade de seus freguezes, mandou vir de Pa-
rs um primorosobilhar de mogooe o tem *
disposieo dos amadores desse bello passa lempo
a todas as horas do da e da noile. Espera que
seus frrguezes e amadores nao dexaro de fre-
quentar constantemente o seu esiabelecimento;
concorreado assim para que seus exforcos sejarD
coroados de boro xito. Ra larga do Rosario nu-
mero 44.
0P Perdu-se urna carteica do caes do collegio
al ao crrelo, ou vice-versa, a qual continha
duas sedulae de StKXKI e urna de 1, assim como
urna carta de (reUmento facturas, e urna carta
para uro dos 4ipotantes do mesmo navie : quem
a liver echada e a queira restituir ser gra tilica-
de.com 59, alm dos constantes na mesraa car-
teica, pois que os dilospapis de nada serven:
pessoa alguma, poJenJo-oe restituir no armazem
n. 2 da ra do Trapiche, de Widc-w Rayraond &
C onde recebero a dita gratificagao.
Na iravessa da ra das Cruzes
n 2, Io andar, continua-se a ungir com toda a
perfeico pira qualquer cor e o mais barato pos-
sivel : assim como as pessoas que tiverem obras
na mesraa casa tenham a bondade de as procurar
at o ai Jo mez do contrario scro vendidas.
ROBO.
Roubaram da casa da ra da 6enzalla-velria
n. CO as 5 paa 6 horas do dia 22 do correte,
dous relogins, um palenXe suisso c o outro ori-
zootal com os eignaes seguintes : o de ouro de
n. 5i33, lodo larrado. por fora de um lado,
tem una figura de um avallo. urr>a arvore e
urna moga offereeendo um ramo de flores a um
animal, dentro da caita tem um esmalte azul
claro, dentro tem os signaes, detnche de Lener
13 Jewets Hands M- J. Tovias& C, Liverpool
o de prala n. 18026, levou pendurado urna
liga de arado encastoado ero ouro, sendo ludo
roubado de cima de urna banca. O de ouro es-
lava dentro de urna caixinlia. Por tanto, roga-
se aos Srs. relojoeiros ou a qualquer pessoa a
quem os ditos relogios forero offerecidos do os
aprehenderem e oa levar na mesma casa i en-
tregar a Jos Joaquina Fernandos da Rocha, ou
na taberna n. 9 da ra da Senzella-nova.
D-se dioheiro a juros sobre penhores de
ouro e prata, em pequeas quaotias : na ra da
Cadeia do Recife n. 24, segundo andar, las 7 s
9 horas da manhaa, e das 4 s 6 da tarde.
. No dia 4 de fevereiro principiam os traba-
lhos lectivos do Gymnasio. Recife 25 de Janeiro
de 1861.O secretario, A. A. Cabral.
Companhia de seguros
equidade.
Estabeleeida na cidade do Porto.
O agente desta companhia em Per-
nambuco, Manoel Duarte Rodrigues,
aceita por conta da mesma companhia
seguros de todose paa todos os portos
condecidos, sobre embarcacoes de qual-
quer parte e a precos muito razoaveis :
agencia ra do Trapichen. 26.
O aonuncio de Jos Joaquim Ferreira nao
se entende com o Franca, eslabelecido na villa
da Escada.
Traspassa-so a renda do eogeniio Uchda,
sito na freguezia de Afogados, pouco mais de
urna legoa distante desta praca, este engenho
tem muito boas trras, boas matas, e muito
bom de agua com a nova obra que se fez, tem
grande casa de vivenda e concertada de novo;
safreja de dous a tres mil pes e mais que se
queira plantar, pois lem tetras sufficienles para
isso : quem o pretender, procure ao major Anto-
nio da Silva Gusmo, na ra do Queinudo, loja
n, 41, ou no mesmo engenho.
Vos consumidores de gaz,
A empreza -da illuminagao
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao ea-
tregarem aos -seus machiuis-
tas ou-serventes qualquer di-
nheiro quer de rejparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigid Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autor i sado ou'iio cscrip-
torio dos gerentes.v
Ignorndole a actual residencia
do Sr. Jos Mara de Oliveira e Silva
natural de Lisboa, que foi guarda do
gabinete portuguee de leitura e ltima-
mente caiseiro do Sr. Candido Jote da
Silva Guimares, roga-se lhe
comparecer a ra do Crespo loja ~n. 20 [cata do respectivo professor sita nolai-
A, que se lhe deseja fallar. Igo do Ter^o n. 33.
Notas
Compras.
4e 5^000 e de 1^000 de urna
figura.
Trocam-se estas nntaspor gneros, no esiabe-
lecimento de Sodr & C, ra estrella do Rosario
o. 11 ; lambern se vendem as bellas ovas de Ita-
marac.
CONSULTORIO
DB
Joao da Silva Ramos,
Medico pela universidade de Coimbra.
Teado depassar algum tempo no si-
tio dos Buritis na estrada do Arraial,
meu consultorio estar' aberlo todos os
dias das 9 horas as 11 da manhaa e das
3 as 5 da tarde. As pessoas que man-
daren procurar-me, terao a bondade
de dirigir os chamados porescripto pa-
ra a baja de louca defronte da casa de
minha residencia na ra Nova.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho sacam
sobre Lisboa e Porto : no largo do Corpo Santo,
eseri pierio.
Manoel Ferreira da Silva Tarrozo
na ra do Apollo n. 28, saca sobre a
cidade Aclia-se aberta a matricula d'aula
publica de latim da freguezia de San
Jos deeta cidade, e o seu exerc.icio tera'
cometo no dia 4 de fevereiro prximo
queira jfuturo: os nteteseados dirijam-se a'
Compram-se escravos.
Compram-se, vendem-se. e trocam-se escravos
de ambos os sexos e de toda idade : na ruado
Imperador n. 19. \ rimeiro andar .
Compram-se moedas de ouiobrasileiras de
209 no escriplorio de Manoel Ignacio de Oli-
veira k Filbos, largo do Corpo Santo.
Compram-se escravos
sendo do sexo masculino, mocos, de 12 a 20 an-
nos de idade, e sadios : na ra da Imperalriz n.
12, loja.
Compra-se
na praca da Independencia n. 22, notas de 15 o
5J00O velhas, com mdico descont.
Compra-s urna grade de madera com ba-
laustres par escriplorio : na praca da Indepea-
denrin n 22. loj.
Vendas.
Vendem-se saceos com milho, grande
com 32 cuias, a 5J0C0: na rus da Matriz da Boa-
vista n.27, taberna.
Vi nde-se urna escravj rreoula rom orna
cria de peilo, goza perfeia saude, moca e lem
boa figura, eoirnba e engomma. nao corr perfei-
co, coze bem e boa lavadeira de varrela ; para
tratar na ra da Cruz n. i3, segundo andr.
Vende-se um esrravo moco bi>m co?inhe-
ro, prefere-so vende-lo para algum engenho :
na ruada Cadeia do Recife n. 29, armazem.
Vende-se um negro para engenho e urna
linda mulaiinha de 10 annos: na ra da Impe-
ralriz loja o. 6.
APPOVAjJlO E AUTORISACIO
DA
mmm& tmn&m m mmtu
JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
ELECTRO-MAONETICAS EPISPTICAS
Oe Ricardo Kirfe
Para serem applicadas s partes atTectadas
sem resguardo nem ineommodo.
AS CHAPASJMEDICINAES sao muito conhecidas no Rio de Janeiro e em lodas as provincias
desle imperio ha mais de 22 aonos, e so afamadas, pelas boas curas que so lem obtido as enfer-
maras abaixo eseriptas, o ojie se prova eom innmeros alternados que existem de pessoas capa-
zese de distinc^des.
Com slaa &iapas-ei.bctro-iagneti1S-epispsticas obtem-se ma cura radical e infallive
em todos os casos de inflammacao [cansaco ou falca de respiraco), sejam internas ou externas
eomo do flgado, bofes, estomago, baco, rins, ulero, peilo, palpitado de coracao, garganta olhos
erysipelas.rheumalismo.paralysiae lodas as affecces, nervosas, etc., ele. igualmente para as
diiTerenles especies de tumores, como lobinhos.escrofulas ele. seja qual for o seu lamanho e pro-
fundeza, por meio da suppuragao seroradicalmente extirpados, sendo o seu uso aconselhado ao
habis e distinetns facultativos. '
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escriplo, tendo todo o cuidadode
fazer as necessarias explicagdea, se as chapas sao para homero, senhora ou crianca, declarandop
molestia em que parte do corpo existe, se na cabeca, pescoco, braco, coxa. perita, p, ou tronoc
do corpo, declarando a circumferencia : e sendo inchacoes, feridas ou ulceras, o mol le do seu la
manho em um pedaco de papel e a declararlo onde existem, afim de que as chapas pocsam ser
bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do B rasil.
As chapas sero acompanhadas das competentes explicares o tambem de todos os accesso-
rios para a tollocaco dellas.
Consultas todas as pessoas que a digoarem honrar com a sua conflanca, em s escriplorio
que se achara aberto tolos os dias, .iem excepeo, das 9 horas da manhaa 2 da la '
Na ra da Cruz do Mecife u. 41 esquina para a
na da Lingoeln, ha um completo sortimerto de
cacado de lodas as qualidades. assim corno sola
franceza, cordavo, couro de porco e todos es
aviamentos precisos, o qne ludo se rende ror
menos prego que em oulra qualquer parta : na
mesma loja precisa-se de officiaes de sapateiro e
tambem se recebe alguns aprendizes forros ou
escravos.
Queijos de Minas.
Vendem-se superiores qneijos de Minas muito
frescaes : na ra estreita do Rosario n. 11 casa
de Sodr & C. '
yMM
Por preco muito barato, na
loja de miudezas da ra Imperador n. 38, por baixo da
baodeira americana.
Quadros grandes dourados com mocas c paisa-
La de todas as cores para bordar.
Franjas e gales de linho brancos.
Babadosdo Porto largos bordados
Proco para bordar para flores e en'feites
Franjas de seda prela e de cores.
Filas de seda, de linho e de c9.
Candes de clcheles.
Alamares dourados para capotes
Bol6esdelinha.de seda e de vdro, proprios
para casaveque. t""Hnos
VHrilho de cores para enfeiles, rebiques
ba?,i.:aedsPar" meDOe* ,0UCaS e chPe Pa
tehos0dneu?So?" braDC03 6 Prelos-
Vende-se tambem a arraacaa e perlence? Pm
porcao vende-se a rrazo. V penencC- Em
Vende-se velbutina de todas as cores a "ifO
rs. o covado : na ma Nova n. 17. a 5(0
Aos Srs. estallantes.
ia.VrDde"Se P1rPiecn"'''o commodoosseeuin-
tes livroscm latn,: Horacio, Tilo Livm. gV,-
firi Ii.i ,/''!U,"Ve Fa,dr0' e "-rpretacocs
lito Livio. Licoea de g^ographia pelu abhade
Gaul.er historia romana! en S.gletV taKS
de dire.lo; Bergir-r dioccion.rio theolngico em
fj.ll.?'" 6 Um suPPlertenl<>. Geurg Phillips em
resvolumea e um suplemento, Colombelins-
tiluigoesda Franca, elementos dedireito publico
pela conselheiro Aulran e Constitieo politica
quem_os quizer comprar, dirija-se ra Direi-
ta n. 7-f.
(19 Ra do Parto || PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Admiraco.
-I ^ ru" Dire,la D- 5 PP ar-
queadas de novo, proprias para agurdenle e
farelo em sarcos graudes e ditos de farinha'da
a 3520, linguicas novas a 480 rs.. eij.o a cuia
"m? 5M.' a 24 "; lnho. gueijos no!
vos a 28O0' manteiga franceza a 880 rs.. dila *
rL? ,la ln,eM H00, chapeos do Ara-
"JJ 00 rs. em ceios a 18$. vinho a 5C0 dito a
480 r. e cerveja em pipa a 320 rs a garrafa, e
Outros muilos gneros qne vista se vero.


te)
MARIO DE miMMBVGO. If&fA PlllA lt AI JANEIRO DI 1161.
\inho de Bordeaux.
Era casa de Kalkmann Irmaos d C, ra da
Cruz n 10 en contra-se o deposito das bem co-
ndecidas marca dos Srs. Britidenburg Freres e
dos Srs, Uldekop Mareilac & C, em Bordeaux.
Tem as segumtes quatidades:
De liraudenburg frres.
St. Est|>b.
Si. Juhen.
Mrgaos.
La rose.
Cha tea u Loville
Chleau Margaux.
DeOidekop A Mareilhac.
Su Julien.
St. Julien MJoc.
Chateau Loville.
Cognac em barris qualtiiade fina.
Cognac em canas qualidada inferior.
Na ru siria casa ha para
vender:
Sherry em barris.
MaJcira era barris.
c NA LOJA
Encyclopedica
DE
Guimares & Villar.
(Ra do Crespo Dumerol7.]
Vende-se fazendas de superiores qui-
liendra e gosios per precos incriveis:
! Chapeos de seda para seuhora brancas e
de i-ores a 15.
i Ditos ilitos de ditos de cores e trancos a
I aufooe
! Ditos de palha ricamente enfeitados a
28 e 409.
Riqusimos corles de cambraia branca
bordados a 35]).
Ditos ditos a 20?*.
Laas do Garibitdi em cortes com 25 co-
vados a 109.
Cassaa a Garibaldi e outros delicados
gnsins a 700 rs.
Gasaas miudaa superior fazeoda de cores
S> fixes a 260 rs. o covado.
{M Las de todas as qnalidades a 39600 rs.
3K Manteletes, sihidas de baile nqossimas.
-) CluUs francezas de ludas as qualidades.
& Sedas de quadnnhos e gros de lodos as
S' crea.
Cambiis branca da China com palmas de
;fc 9 varas cada peca a 6j}50i>.
W S-ias baldes de 30 arcos a 59.
ji| Chales de luoquirn brancos e oulras qua-
? lidades de chales finos.
|| Cambraia bordadas a mo a pega a 249-
v) Saias liurd iJis e de fustn.
|j SeJ.'s iii cores e pelas de 2 saias borda-
das a velludo em carios ultima moda
J de Paca,
*Espartilhosde molas.
Grande sortiuiento
fj de rnnpas fetas. sobrecasacas, paletots,
CE grvalas ele., etc.
Calcado Meli ultimante.Ve chegado de
Pars.
Sj Nesio estabelecirEe^J eacontra-se
% grande sorlimento de fazendas de lo-
K das as qualidades proprias para senho-
* ras. hotnens e meniaas e seus presos
1E sao admirareis.
vende-se um fardo de ollicial do 3o bata-
lhao, com seus periences: uo Forte do Mallos,
ra da Moedt n. 27.
V6nite-se lriie a 280 rs. a garrafa : na ra
larga do llusaiio n. 42, escada ao p do hotel
Trovador.
PAM (CMIAIM
Ni-lbuima ue cores que pireie verdadero vel-
ludo, capas do laa de diversas cores e mascaras:
na ra do Cabug n. 8, luja de Atmeida & Burgos
Vende se um vestido de montara
de p trino fino preto, eura silliSo de vel-
ludo cirmezim todo novo : na ra da
Cruz n 40.
i Fazendas muito bara-s
tas a dinheiro. 1
iRuadaCadeialojan.23|
confr
nteao-becco Largo.
V nda'se grosdenaples pret'i eneoroa-
dn com 4 palmos de largura a 19800 o
covado.
Veu.le-se grosdenaples prto suueriur
a 23 n covado*
Vende-se mantas pretas de l de seda
com 4 p iliuos de largura a b}.
Vende-se manas pretas de lil de li-
nho a I2f.
Ven ie-81 inanieleles modernos de
prelo a 20$.
l
de grosdenaples
saias o dous ba-
Vende-se vest lus
pretu superior de duas
bad.is a 00$.
Veude-se enfulles pretos de vidrilho
a_3S-_________________________________
Vende-se enfeites modernos de froco
a 58.___________________
Vende-so as cora'uodis saias
roAilauolao e rulim
bilo
do algodao a 59-
de
sorliraeulo de roupa para
Completo
hornera.
O* proprietirio deste c^labeleelmento
de-ejando li jii lar com o negocio 1 fa-
gen las finas aproveilam a q-iaresma e
.'\,ie venia por precos completa-
menle baixos.
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Linkas de Pedro V.
GRANDE SORTIMESTO
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5.a 80
^ > "O
PROGRESSO
de
-Largo da Penlia--
Os propnietarios deste estabele-
cimentoconvidam ao respeitavel pablico, principalmenle aoe amigos do bom ebaralo, quese
achara em seu arraazern de molhadosde no va mente sonido de gneros, os raelhores que tera
vindo a este qeroado, por-erara escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa e por seren
a raaior parte dalles vinaos por coma des propietarios
DE
Fazendas e roupa feita
NA. LOJA E ARMAZEM
Joaqom Rodrigues Tarares de Mell
*OA DOQOEIMADO N. 89
K'SDA LOJ DC QUAIRO (OllAS.
Tem um completo sorlimento de roupa feita e
convida a todos seus freguezes e a quera desejar
ler um uniforme feilo com todo gosto dirijam-se
aesjle astabelecimento que enconlrarao um h-
bil artista chegaJu ullimameote de Lisboa para
desempenhar as obras a vontade "os freguezes e
ja leai ata grande sorlimento de paletots saceos
a inglezade eetaajenha de cor cinento, oscuros,
mais clare a 49 cada un. ditos da mesma a-
zendade pura la fina a 89, ditos de meia case-
mira de cores escuras e taras e smenlos de
apurado gosto a 10J, ditos do casera ir de cores
a 14J, ditos de Qna casemira de quadrinbos $
I69, ditos de alpaca fina saceos a 69, ditos so-
brecasaeosa 8j, diloscoai gola de wlludo a 99,
ditos Opanno a da casemir prela asonrecasa-
dos a 229, 25S e 309. sobreessacos muito Qnos a
35J e 409, paletots de brins. de fusto e de gan-
ga a 49 e 5. colletes de velludo bordado a 129.
ditos de sorguro de seda pretos muito boa fa-
zenda a 63, ditos de casemira a 59, ditos de fus-
to a3j500, calc,a3 debrim e de fusto a 4$ e 5J,
ditas tfe cas-emira de cores a 99 e 10#, ditas pre-
tas a 12g e 149, assiai como muilos mala arligus
que seria impostirelaqiji as poder mencionar.
SON PRO-
gresso.
Oueijos flamengos chegados no ultimo paque-
te da Europa a 2j500 ; vende-se nicamente no
armazem Progresso. no largo da Peoha n. 8.
vende-se um excellente engenho 4 le- #
guas distante do Recite ou permuta-se
@ por casas : quem o pretender dirija-se ao
@ primeiro andar do sobrado o. 33 na ra
01 da rmperalriz onde encontrar com quena 0
tratar. a
4 diiilieiro ou a prazo.
Vende-se urna bonita armaco da loia da ra
do Livramento o. 27, e tambe*! se vende com as
fazendas vontade do comprador ; a tratar em a
mesma leja. Outro sim, a armaco pode pres-
tar-so !> qualquer genero de negocio, como seja
.para fazendas, molhsdo?, ferragens, ete.
Vende-se por todo preco remos de faia che-
gados nltimaraente, carne americana, lanto de
porco como -?e vaca era barris de 201 libras e a
retalho .10 ernvaaera de Andr de Abreu Porto,
ra do Trapiche-novo n. 14.
Burros o cavallos do Montevideo, por todo
prego em lotes a prazo, e a dinheiro no arma-
gera amarello defronle do arsenal de marinha,
de Andr de Abreu Poito, se far todo e qual-
quer negocio das 6 da manha as 6 da tarde a
lrat*r nos armazens, ou na ra do Trapiche-novo
n. 14, V
g mmmm mmm mwmm
Aos senhores de engcatia.
Vende-se um grande carro, caixo americano,
Com i ro-iaa e com volts inltira, su- coostrueco
bistmie (orle, o proprio para coadueco de
assucar em os engpnhos, admilte uos 600 f^ixes
ce canoa : os preiemlentes dirijam-se a ra do
Trapiche n. 8.
Vende-se urna casa terrea com bastantes
commo los na cidado da Victoria na ra da l'nt,
lado direito o. 7, quem a pretender comprar di-
ri|'-se a ra de Sao Miguel, taberna n. 68 nos
AlTogados que ahi se dir quem reade ; a casa
tem os chaos proprios.
Vende-se nma cania nova toda de amarel-
lo, bem conslruida, encavilhada e pregada de co-
bre, propriu para iOO feixes de capim no esla-
leiro du ('. irv.-iih 1, na ra da Concordia : a tratar
na ra do Vigario o. 5.
Ira rico san-
tuario
de Jacaranda, representando o sanio sepolchro,
contendo a Imagera do Ssnhor o B >m e M l+a-
aro, Nossa Senhora, aUiialeoa, S. iiwo, Ciiir,
tuao. o os dous guardas ao seoulchro.: quem
-tetender, dirija-se a rui do Cr-spo. loja da es-
quina n, 8, que volta pan a rus do Intoetsaor,
Gigos com c\\amY>s\nYia
das melhores marcas que ba no mercado a 209000 e em garrafa a 25000.
"Figos de comadre
em caixas proprias para mimo a 19000.
Barris com azcouas
os mais novos que ha no mercado a 192000.
Srvela branca
das mais acreditadas marcas a 59000 a duzia e em garifa a 500.
Qneijos iamengos
recebidos pelo ultimo vapor de Europa a 39000
Queijos parlo
das melhores qualidadesque tem vindo a este mercado a 900 res a libra, e em porco se fa-
r algum abatemenlo.
Qneijos suisso
recen temen te chegado e de suqerior qualedede a 060 reisalibra.
Chocolate
ios melhores autoresde Europa a900 rs. altbra emporrlo a 850 w.
Marmelada imperial
do afamado Abreu, e de outros mais fabricantes de Lisboa emlatasde 1 a 2 libras a 800
rs., em porcao de se far algum ibaliraento.
M.a^a de tomate
em latas de 1 libra por 900 rs.,em porcao vende-se a 850 rs.
Conservas t rancezas e inglezas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs.o frasco.
Lia tas de bolacninha de soda
com diferentes qualidades a 19600 a lata
Ameixas trncelas
ts mais novas que tem vindo a ste mercado em compoteiraS.contando 3 libras por 39000 rs.
e em atas de 1 e Ij2 libra por 19500 res
Caixinnas com 8 Vibras de passas
i 39000 rs. em porcao se far algum abatnenlo, vende-se tambera a retalhoa libra a 500 rs.
tylanteiga iugleza
perfeilamenteflor a mais novaque ha no mercado a 19000 rs. a libra, em barril se far al-
gum abatimento.
Cba perola
meltror que ha neste genero a 2?500rs. a libra dito hyson a 29000 rs.
M.anteiga franceza
a 720 rs. a libra em barril se tax abatimento.
Tonciuho de Lisboa
o mais novo que ha no mareado a 320 rea a libra.
M.a$as para sopa
m caxinhas de 8 libras com deferentes qualidade?por 4C00 rs.
Tarabem vendem-seos seguintes gneros, ludo recentementechegado e de superiores qua-
lidades, presunto? a 480 rs. a libra, chouriea mulla nova,marmalada de mais afamado fabricante
de Lisboa,maca de tomate, peresaces, passas. fructas em calda, araendoas, nozes, frascos cora
imendoss cobertas, confeites, pastilhas de variasqualidades, vinagre branco Bordeaux, proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de San Flix, maca* de todas as qualidades,
gomma muito fina, ervilhas francezasT champagne das mais acreditadas marcas, arveja de ditas
jpermacete barato, licores francezesmutto finos, marrasquino de zara, azeite doce purificado, aaei-
tonas muito novas, banha de porco refinada e outros muitos gneros que encontrarao tendentes a
molhados, por isso prometiera osproprietarios venderem por muito menos deque outro qualquer,
prometiera mais tambera servirera aquellas pessoas quemanarem por ontras pouco pratieas como
sa viessem pessoalmente ; rogara tambera a lodosos senhores de engenho a senioralavradores
queirara mandar suas encommeodas ao armazem Progresso^t sorbes affianeja a. boa qualidade a
lo, ./>V
Vende-se na roa larga do Rosario, passindo a
bolic do Sr. Bartholomeu, segunda lojade min-
dezas o. 38, tem para vender um sertimento de
liohas de Pedro V, em carto, e muito em conta,
arapriaa- para casos de familia e alaiates. Na
asma lejt tem noae sortim.ato de atiadaiu
i vontade dos compradores, ludo mnito em eonla
que s i vista se dir o pceo.
Vende-se um piano de mesa, em bom es-
tado, qutaerve para arrendar, por ereca aom-
modo ; no paleo da Carmo n. 9, primairo aadar
Yeade-se una morada de caaa
terrea na ra 4a Beatriz da Boa-Vista :
fallar na mesma ra sobrado que vol-
ta para a ra da Gloria n. 33.
Ra do Crespo,
laja n. 25, de Joaquim Perreira de SI, vende-se
por precos baratissimos, para acabar : peca de
careia Um Boa a S, organdys muito Unas e
modernas a 500 rs. o covado. cassas abortas de
henrtas cores a 240 rs.. chitas largas a 200 e 240,
cortes de eassa de eores a 2fr, ntremelos Borda-
dos a 1*600 a peca, babadas bordados a 8-20 a
vira, sedinhas de qaadros finas a 800 rs.. casa-
reques de cambraia e fil a 59, penteadores de
cambraia bordados a 59, gol lionas bordadas a
640, ditas cera pontas a 23500, manguitos borda-
dos de cambraia e fil a 29, damasco de la com
9 palmos da Urgir a 16U0, bramante de kobo
com 5 palmos de largura a 900 rs. a vara, loras
fiara senhora a 100 rs. o par, capas de fusto en-
altadas a 99, pecas de matfapolao 8no a 4$, laa-
zinba de quadros para vestidos a 320, camisusde
cambraia bordados s 9, sobiecasacas de panno
fino a 205 ezj, paletots de panno e casemira de
18 a 203, ditos de alpaca de 38300 a 8, ditos de
brim de crese brancos de 3jj50O a55, calcas de
casemira pretas e de eores para todos ps precos,
ditos de brim de cares o braacos de 29 a St, ca-
misas brancas e decores para lodos os precos,
colletes de casemira de cores finos a 5J ; assim
como outras murtas fazendas por menos do son
valor para fechar conlas.
LIQUIDADO.
Barato que admi-
ra, na ra do
Queimadon.47.
Vendem-se mussulinas de cores 220 rs. o co-
vado, riscado francez a 180 rs. o covado, chitas
lixas a 180 rs. 0 corado em retaltio e a 130,
cambraias de barca a 2,8t)0 rs. o corte fazenda
boa, chitas de barras a 2,000 o corle, cortes de
riscado francez com 13 covados a 1,500 rs gr-
valas de seda de eeres a 380 re.. dPUs pretas
a 608 rs., lencos de seda grandes a 800 rs. gan-
gas de cores para calca a 500 rs. o covado, cor-
les de l para calca "a 2,000 rs ditos de brim
adamascado a 2,200 rs., grosdonapoles pretos
fazenda boa a 1,630 rs. o covado. satim preto
maca* a 2,800 rs., lencos de ganga a 240 rs.,
ditos do chita a 200 rs chales de merino liso a
4,500 rs., ditos bordados a 7,000 rs., chales de
l e algodao a 1,000 rs., chiUs largas fraocezas
a 240 rs. o covado fazenda boa, ditas escuras a
20 rs.. madapolo de 4j>200, 5)000 e 4800 rs.,
cortes de castor fazenda boa para calca 900 rs..
brim pardo a 500 rs. a vara, e muitas outraa fa-
zendas que se veodem a vista do dinheiro por
todo prec,o: do-se amostra com pentiores.
Esteiras da India de 4, 5
e 6 pamos de largo.
No armazem de tazendaa da ruadoQueimade
n. 19, propiamente para forro de salas e camas
por ser da meihor qualidade, e todas brancas
Tachas e moendas
Relogios.
Vendem-se emeasa de Braga, Silva & C, re-
rOgiosdeouro de diversos, fabricantes inglazes,
por prece eotomooo.
# !
O Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Moendas decanos.
Taizas.
Rodas dentadas.
9 Brome* e aguilhes.
Alambiques de ferro.
^ Crivos, padrees etc., ate:
l Na fundicSo de ferro de D. W. Bowman, m
ruado Bruta passando a cbaariz. SJ
Bolsas de tpele para
Yiagens.
Vendem-se mui barritas bolsas de topete pro-
prias para viagens, etc., etc., pelos baratissimos
precos de 59, 69 e 79 : na loja da agoia branca,
ra doQueimado n. 16:
gLiuha americana a 100 rs.
d 200 jardas
branca e de todas as cores, estas liohas
jj| sao fabricadas para eozer em machinas
por serem muito fsrtes a iguaes sao as
H melhores liabas que tem vindo a esta
2 mercado.
Retroz e tro^al preto e de!
cores
tambem proprio para coser em machi-
nas, vera em carretela a vende-sa em li-
bra a 208 ou 2J um carretel de 12 em li-
bra : na ra da Imperatriz n. 12, princi-
pal deposito de machinas de coser.
N. B. Como existe um grande sorti-
mento destes otqectos vende-se mesmo
a quem nao tem comprado machina de
cozer.
Vinho do Porto, genuino,
Rice de 1820.
Stomaeal de 1830.
Precioso de 1847.
As duzias,e em caixinhas, a dinbeiro, por ba-
rato prego : vende-se na ra do Trapiche n. 40,
escriptorlo.
I Vende-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas,
Biscoutos
Emcasade Arkvright A C.( ra da
Crnzo. 6t.
Farinhaa3S500
Venclesefarinha de mandioca a *5#500
a $acca: na ra da Madre de Dos nu-
mero 35.
I
0
I
Seguro cofllraFego
COMPAHHIA
i'iprirpr
c
I
Escravos jous.
Urna escrava, idad madeira e cosinheira por 1:000. 3 ditas para
todo o servico, idade 3 a 40 annos, de7O0^r a
8009 urna rauleca, idade 9 annos por 700J. urna
negra moca para todo o servico por 1-0009, na
rus das Aguas-verde, n. 46.
A loja da ba-f
na ra do QueVmado n. 11
est muito sortida,
c venae muito barato i
Brim branco de poro lioho trancado a 1JO0O e
19400rs. a vara; dito pardo muito superior a
1S200 a vara; gangas francezas muito finas de
padroes oscuros a 500 rs.; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : cortes do eelca de meia casimira a 1S600;
ditos de brim de linho de cores a 2# rs.; breti-
nha de linho muito fina a 209, 229 e a 249 rs. a
peca com 30 jardas ; aloalhado d'algodo muito
superior a 19400 rs. a vara; bramante de linho
com 2 varas de largara a 29400 a vara ; lencos
de cambraia brancos para algibeira a 29400 a
duzia; ditos maiores a 33; ditos de cambraia
de linho a 69. 79 e 8j$ rs. a duzia; ditos borda-
dos muito Unos n89rs. cada um ; ditos de.cam-
braia de algodao com bico lugo de linho em
volta a 19280; ditos com renda, bico e labyrin-
lo a 29000; e alm disto, outras muitas fazen-
das que se veodem muito barato a dinheiro a
vista : na ra do Queimado n. 22, loja da Boa .
Bonitos cintos para seuho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vendem-se mui boni-
tas fitas com Bvelas para cintos de senhoras e
meninas, e pelo baratsimo preco de 2$ : em
dita loia da aflata branca, ra do Queimado nu-
mero 16.
. acondicionAmeo."0,
Cbegaem a o barato
O Pregiiicajest queimando, em sna loja na
ra do QueimaWo n. 9.
Pecas de bratanha de rolo com 10 varas a
28, casemira escura infestada propriapara cal-
ta, collete e pUitots a 960 rs. o covado, cam-
braia organdy le muito bom gosto a 480, rs.
a vara, dita liza transparente muito fina a 39,
4>, 59, e GJS a ieca, dita tapada, com 10 varas
a 59 e 69 a peca, chitas largas de modernos e
escolhidos padroes a 240, 260e 280 rs. o cova-
do, riquissimos (chales de merino astanpado a
rdados com duas palmas, fa-
lda a 99 eada uro, ditos com
lo Saos a 89500, ditos lisos
a 59, lencos do cassas coro
'160 cada um, meias muito
a 49 a duzia, ditas de boa
500 a duzia, chitas fraa-
s.para coberta a 180 rs.
uras inglezas a 59900 a
cavado, brim branco de pura
e 19600 a vara, dito preto
muito eneorpado a 195041 avara, brilhantin
azul a 400 rs. o covado, alpacas de difieren tas
cores a 360 rs. o covado, casemiras pretas
finas a 295CO, 39 e. 39500 o cavado, cambraia
prtta e de sal picos a 500 rs. a vara, e outras
muitas fsrendas que se far patente so compra-
dor, e de todas sa darao amostras com peahot*
Braga Silva & C., tem seropre no seu depo-
sito da ra da Moeda n. 3 k, um grandesorli- I
mente de tachas e moendas para engenho, do
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapi-
che n.4.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e decores fixas
| chita, approveitem em quanto nao se acabara;
na ra do Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
a da Boa t'.
i\ua do Queimado n. 99
Lo}ade quatro portas .
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Ha cortes de vestidos de seda de cores, fazenda
muito superior com pequeo toque de mofo a
6O9000,dtos semdefeito a 1009000, tem um
resto de chales de toquim que estc-se acabando
a 309000, ditos de mirin bordados com pona
redonda a 89000, ditos sem ser de ponta redond
a 89000, ditos estaopados com listras de seda
em roda da barra a 9#000, ditos de ricas estam-
pas a 79000, ditos de ganga franceza com fran-
ja branca a 29000, ditos sem franjas muito
eneorpado a 29000, ricos manteletes de grosdi-
naples preto e de cores ricamente enfeitados a
259000, ditos muito superiores a 309000, en-
feites de vidrilho preto a 3900O, ditos de retroa
a 31500, organdis da mais fina que ba no mer-
cado a 19000 o covado, cambraias de cores
de padroes muito delicados a 800 rs. a vara, ditas
deoutrasqaalidadesa 600 rs. avara, ricas chitas
farnceasde muito boas qualidades a 280, 300,
3-20, e 400 rs. ao oovado, a meihor rjue so-pode
imaginar, peitos para camisa a 240 rs.cadi urna,
corles de casemira de cores a 69000, ditas em
pesca de qosdrioaosa 49000 o covado, gollinhas
de muito bom goslo a 19000, ditos da outros
bordados ricos a 35000, manguitos de cambraia
bordados a 39000, trasbordados e enirimeios
queso veodem por preco oonmedo, bombazil de
cores proprio para roupa do criaocas, espiabas
para senhoras a 19400 rs. o covado, cortes de
cambraias de sal picos a 59000, cortes de cam-
braia enfoitadas eom tiras bordadas a 69000,.
LONDRES
AGEIfTES
JC. J. Astley A Companhia. S
r
1
1
para I
Yeide-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Enchadasde ferro.
Ferro sueco.
Fspii gardas.
SAeo de Trieste.
Pregos de cobre de com-
posisao.
Barrilna e cabos.
Brim de vela.
Couro de lustre.
Palhinha para marcinei-
ro : no armazem de C.
J. Astley* .
I
I
3:
As melhores machinas re co-
zer dos mais afamados au-
tores de New-York, Singer
&C, mecler & Wison e
Geo. B. Sloat & C.
sera
difcil y"o castos te,iairmao. rua Injpe.
ratris n. 13 ad liga mete aterro da Bba-Vista.
79 e 89, ditos
zenda muito deli
urna s palma,
com franjas de si
barra a 100 \*
finas para sansn
qualidade a 39 a
oezas de reos dss<
o covado, chitas
peca, a a 160 rs.
linho a 10, 1924
e outras muitas mais fazendas que
aqu i podo-las mencionar todas.
Por metade do seu
valor.
Ra do Queimado n. 19.
Veatidoadagazo e phaniasia.muitosndes.de
duaasaias, pelo baratissimo preco da 109 cada
um ootte.
baratas.
19 Ra do Queimado 1
Cortes de caaabraia ara oca muito fina ctttt eal-
picosmiudiofeoaa 496OO.
Cambraieta para vestido, muile una, pelo ba-
ratissimo prejo. de 29600, 298OO, 39 e 3*500 cada
peca.
Baldes de mussulins, ditos arrendados, ditos
Estas ma-
e hias que
sao as melho-
res e mais
d n r a d o uras
moslram-se a
qualqaer hora
e ensina-se a
trabalhar aas
casas dosesm-
pradores ga-
raatinde-se a
sua boa quali-
dade e dnra-
?o: no depo-
rto a ma-
chinas de
Botica.
Bertholorncu Francisco de Souas, ra larg
do Rosaiio n. 36, vendaos seguinias medica
mantos :
Rob l'A ffecleur.
Pilulss contra sezdes.
Ditas vegetis.
Salsa parrlha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo irrgiez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento HoHoiray.
Pululas do titv.
Ellixir anti-asmadiico.
VHro d hevea larga cem rolhas, do 2 owas
12 vibras; ^
Assim orno tea* um ajando sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vemf* a mdica
proco.
I


DUtlQ DE PEWUMBWO. ~ TKNQL flUEA tf t>I JANEIRO Di 1*61.
O
<-'
Calcado.
Qualidades escolhidas.
48-IWa DireiU-45
Eis a (esta I necessario renovar o calcado e
correr ao estabelecimento da ra Direila, que o
rende muito fresco em pereito estado por es-
tes presos :
Bjrzeguios de homem (becerro e lustre) 9350
Ditos de dito dem) J000
Ditos todito dem) 80500
Ditos de dito dem) 80000
Ditos de dito dem) 6$000
Borzeguins de eeahors 5>000
Ditos de dits 4$800
Ditos de dits 4$500
Ditos de dita 4J000
Sapa loes de becerro (3 1[2 batera) 59600
Ditos de dito e de lustre 5$000
Meios borzegoios de homem 60000
Borzeguins de menina 40000 e 3$600
Sapaldes de bezerro para menino 49 e 3$500
Sapatos de lustre para seohora a 10200
Pechinchasem
igual.
A 3S000.
Saceos com arroz de casca, tendo a matar par-
te pilado ; no caes do Ramos n. 9.
Chapeos de castor
Na otaca da Iodependenoia ns. 4, 32 e 94, Tn-
dem-se excedentes chapees de castor braocos e
pretos, rapados e com pello, pelo diminuto pro-
co de tOe 129.
fibras sterUnas.
Yende-se libras sterlinas no escriptorio de Ma-
noel Ignacio de Oiiveira & Filho, no largo do
Corpo Suto.
Gomrua do Aracaty.
Vende-se excellenle gomroa do Aracaly; na
ra daCsdeia do Recite, primeira andar, n. 23.
Algodao noDslfe.
Vende-se algodio monstro com d vas larguras,
multo propriopara toalhas e lengoes per dispen-
sar toda e qualquer costura, pelo baratissimo
preco de 600 rs. a Tara ; na ra do Qneimado n.
22, na loja da boa f.
Queijos do reioo a
Na ra das Gruzes a. 41 A, taberna da porta
arga, vendem-se queijos novos a29 cada um.
americanos
Cassas francesas de cores a 200 rs. o
cavado, ditas muito finas miudiahas de
muito lindos padres a 2M) rs. o cova-
do, ditas organdys matisadas a' bom
gosto a 2 4-0 rs. o covado : na loja do so-
brado de i andares na ra do Crespo
n. leno armazem da ra do Impera-
dor n. 56 de Jos Moreir Lopes.
@@ a* a@@
I Wef l
9 Vendem-se 5 carros novos com todos os aj
@ arreios : oa ra Nova n. 21. m
@2<^$3S -@SeS@
Vende-se um terreno de mariiftia nos fun-
dos das casas da ra do Vigario, ao p do trapi-
che do Cunha, com 9 bracas de frente.no alioha-
mento do caes projectado, proprio para se eJili-
car um armazem que sirva para trapiche, ou pa-
ra ser alfandegado : a tratar na na do Trapiche
n. 14, primciro andar.
Ra do Queimado
n. 39,
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARGS
DE MELLO.
Chegou ltimamente a este estabelecimenio um
completo surtimenlo de chapeos pretosfrancezes
do melhor fabrcame de Pars, os quaes se ven-
dara a 79000, ditos a 89900, ditos a 99000
ditos muito superior a 109000, ditos de castor
pretos e braocos a 16*000, o melhor que se
poda desejar, chapeos de feltro a Garrbaldi de
muito superior massa a 79000, ditos de copa
baixa para diversos precos, ditos de palua escura
de varias qualidades que se vendem por preco
barato, bonets de veludo para meninos a 5*000,
ditos de palha escuras e claras a 49000, ditos
de panno muito bera arranjados a 39500
chapeas ileseda para senhoras a25$0G0 muito,
superiores, ditos de palha escuras proprios para
campo i 129000, ditos para meninesa 109000,
chapeos de sol de seda ioglezesa 109 e a 129
malte superiores, ditos francezes a 89OOO,
ditos de panno muito grandes e boas a 49000.
sapitos de valudo a 29000. ditos de tranca a
19(300, siatos de gruguro para senhorase me-
ninas a 29000, coeiros de casemira ricamente
bordados a 129000, e outras rauitc fazendas
que a vista dos freguezes nao deixaro de com-
prar.
FROCO.
Vende-se frco de todas as cores e grossuras,
com rame e sem elle a 400, 500, 640 e 19 rs. a
peca ; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.
SYSTEM MEDICO DE HOLLOW AY.
P1LULAS HOLLWOYA-
Este inestimavel especifico, composto inteira^
mente de hervas medicinaos, nao contm mercu-
rio nem alguraa outra substancia delectara. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compltelo mais
delicada igualmente promplo e seguro para
desarreigar o mal na compltelo mais robusta ;
entecamente innocente em suas operacoes eef-
feitos ; pois busca e remove as doengas de qual-
quer espec6 e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre mimares de pessoes curadas com este
remello, muitas que j esuvam as portas da
marte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e Coreas, depote dehaver tenta-
do inultimente todos os outros remedios.
As mais aflictas nao devem en tregar-se a des-
esperage ; fagan um competente ensaio dos
efBcazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca tempe em tomar este remedio
ara qualquer das seguintes enferraidades:
DO DOCTOR S
SRadway & C, de New-York!
I PROMPTO ALIVIO |
Resolutivo renovador.
P i lulas reguladoras.
Estes remedios j sao aqui bem conhe-
5 cios pelas admiraveis curas que teas ob- &
lido em toda a sorte de febres, molestias
chronicas, molestias de senhoras, de pe-
le etc., etc., conforme se v as instruc- '&
9 coes que se acha-m traduzidas em por-
tugaez.
---------
Salsa parriiha legitima ej|
original do a ntigo
DR.JACOBTOUNSENDI
O melhor purificador do saa;ue 9
cora radicalmente
Erisipela. Fhtisicas. @
Rheumalismo. Catarrho. ^
Chagas. Doeugas de figado. c
Alporcas. Effeitos do aiougue. a
Impingeos. Molestias de pello, a
Vende-se no armazem de fazendas de a
Raymundo Carlos l.eiie & Irmo, ra do j5
lmperatrizn 12. a
9999
IROLPA FE1TA ANDA MAIS BARATAS.
SORTIMENTO COMPLETO
DB
Fazendas e obras feitas.i
HA
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Arelas (mal de).
Asthma.
Clicas.
CoDvulses.
Debilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
D 23 i n tena.
Dar de garganta.
de barriga..
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidadesno ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Eochaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto^ da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
lydropesia.
icterieia.
Indigestes.
[aflmaseles.
Irregularidades
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis.
Abstrucgao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengio de ourina.
Rheumasmo.
Symptomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Febreto intermitente,
Yende-se estas pilulas no ostabeleciment 'ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguista e outras pessoas en-
carregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hspanha.
Vendem-se as bocetlnhas a 800 rs. cada
urna dallas, contera urna inslruccio era portu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
lulas.
O deposito geral em casa do Sr. Souna
dharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
naaboco.
LOJA E ARMAZEM
DE
nGes & Basto!
NA
Wua do Qaeima&o
i ii. 4i>, frente amar ella. |
Constantemente temos um grande e va-
riado sorlimento de sobrecasacas pretas
de panno e de cores multo fino a 28$,
30$ e 35$, palelots dos mesmos pannos
a 20$, 22$ o 24$, ditos saceos pretos dos
meemos pannos a 149, 16$ e 18$, casa-
Cas pretas muito bem feitas e de superior
panno a 28, 30$ e 35$. sobrecasacas da
casemira de cores muito finos a 15$, 16$
e 18$, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 10$, 12| e 14$, calcas pretas de
casemira una para homem a 8$, 9$. 16/
e 12, ditas de casemira decores a 7$, 8$,
9$ e 10$, ditas de nrim braocos muile
fina a 5$ e 6$, ditas de ditos de cores a
3$, 3$500, 4$ e 4$500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4g500, col-
leles pretos de casemira a 5$ e 6$, ditos
de ditos de cores a 4$500 e 5$, ditos
brancos de seda para casamento a 5$,
ditos de 6$, colletes de brim branco e de
fustao a 3$, 3$500 e 4$, ditos de cores a
2$500 e 3$, paletots pretos de merino de
cardao sacco e sobrecasaco a 7$, $ e 9$,
colletes pretos para lulo a 49500 e.5$,
cas pretas de merino a 4$500 e 5$ pa-
letots de alpaea preta a 3$S00 e 4g, ditos
sobrecasaco a 6$, 7$ e 8$, muito fino col-
letes de gorguro de seda de cores muito
boa fezenda a 3$800 e 4$, colletes de vel-
ludo de cores e pretos a 7$ e $, roupa
para menino sobro casaca de panno pre-
toa e de cores a 14$, 15$ e 16$. ditos de
casemira sacco para os mosmos a 6$500 e i
7$, ditos de alpaca pretos saceos a 3$ e
35500, ditos sobrecasacos a 5$ e 5$500,
calcas de casemira pretas a de cores a 6$,
6JS500 e 7$, camisas para menino a 20$
duzia, camisas inglezas pregas largas
muito superior a 32$ a duzia para acabar.
Assim como temos urna efcina de al>
aiate onde mandamos exeeutar todas as
obras com brevidade.
%
A2,000ris
Sapatos de borracha para senhora a 29500 para
homem de p grande: na ra da Iinpratriz m. 12.
Grammatica in-
gleza de Ollendorff.
Novo methodopara aprender a lr,
a escrever e a fallaringlezera 6 mezet,
obrainteiramente nova, parauso de
Codos os estabelecimentos de instruc-
580, pblicos e prtienlares. Vnde-
se naprara de Pedro II (antigo largo
doCollegio) n. 37, segando andar.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem confeeeido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova a de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
edra, ludo por precos mais baratos do que em
otra qualquer parte.
Loja do vapor.
Grande e variado sorlimento de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas finas e perfumarlas,
ludo por meses do que em outra parte : na loja
do vapor, na ra Nova n. 7.
Cera e sebo
No armazem da ra da Cruz n 83, vendo-se
cera do carnauba em porcao de saceos a 89500 a
arroba, sebo do Porto em caixotes em por nao a
IOS, Qo da Baha a 759 rs. a libra, cera amarclla
a 320 rs. a libra, velas de composiedes e carnauba
pura a 14$.
>;*a2C3fe} ri-a^at QiB%& 3123139
c|* vmv WBrwVoi W%J TT't WHr VJHV j^ WffW -< *^*
BASTOS
que ouf'ora tinha loja na ra do Quei-
mado n. 46, que gyrava sob a firma de
Ges Si Bastos participa aos seus nume-
rosos freguezes que dissolveu a sociedade
que tinha coa o mesmo Ges tendo sido
substituida por um seu mano do mesmo
nome, por isso flcou grrando a mesma
firma de Ges & Bastos, assim comoopro- |
veita a occasio para annuneiar abertura -
do seu grande armazem na ra Nova jun-
to a C inceicao dos Militares n. 47, que
passa a gyrar sob a Arma
DE
Bastos <& Reg
com um grande e nuraoroso sorlimento de
roupas feitas e fazendas de apurado gos-
to, por precos muito madlflcados como
de seu cosime, assim como sejam : ri-
cos sobrecasacos de superior panno fino
prelo o de cor a 25$. 28$ e 30$, casacas
do mesmo panno a 30$ e a 35$, palelots
sobrecasacados do mesmo panno a 18$,
20$ e a 22$, dilos saceos de panno prelo a ]
12$ e a 14$, dilos de casemira de cor
muito fina modelo inglez a 9$, 10$, 12$
el4$, ditos do estamenha fazenda de
apurado gosto a 5$ e 6$, ditos de alpaca
prea e de cor a 4$, sobrecasacos de me-
rino de cordao a 8$, ditos muito superior
a 12$, dilos saceos a 5$, dilos de esgniio
pardo fino a 4J, 4$500 e 5$, dilos de fus-
tao de cor a 33, 3$500 e 4$, ditos bran- I
eos a 4$00 e 5$50, dilos de brim pardo
fino sacco a 2$800, caigas de brim de cor i
finas a 3$. 3$500, 4$e 4$500, ditas de di- \
lo branco finas a 5$ e 6$500, ditas de ;
praceza proprias para luto a 4$, ditas de
merino de cordao prelo fino a 5$ e 6$,
ditas de casemira de cor e preta a 8$, 9$
eli)$, colletes de casemira de cer e pre-
ta a 4$500 e 5?, dilus do seda branca pars
casamento a 5$, ditos de brim branco a
3$ e 4$, ditos de cor a 3$, colletes de me-
rino para lulo a 4$ e 4500, ricos rob-
chambres de chila para homem a 10$,pa-
lelols de panno fino para menino a 12$ e
14$,casacas do mesmo panno a 15$,caigas
de brim e de casemira para meninos, pa-
lelots de alpaca ede brim paraosmesruos,
sapatos de tranca para homem e senho-
ra a 1$ e 1$500, ceroulas de bramante a
18$ e 20$ a duzia, camisas francezas fi-
nas de cor e brancas de novos modelos a
17$, 18$, 20$, 24$, 28$ e 30$ a duzia,
ditas de peitos ae tinho a 30$a duaia, di-
tas para menino a 1)800 cada urna, ricas
grvalas brancas para casamento a 1$800
2$ cada urna, ricos uniformes de case-
mira de cor de muito apurado gosto tanto
no modello como na qualidade pelo di-
minuto prego de 35$, e s com avista se
pode rcconhccer que barato, ricas capas
de casemira para senhora a 18$ e 20$,
e muitas ostras fazendas de excellente
gosto que ae deixam de mencionar quo
ior ser grande quanlidade se torna cn-
adonho, assim como se recebe tada e
qualquer cncommenda de roupas feitas,
para o que ha um grande numero de fa-
zendas escolhidas e una grande officina
de al aiate que pela sua promptidao e per-
feigio nada deiza a deetjar.
Queijos de Minas,
21, el legados no
Villa do Cabo.
Armazem do barateiro.
'Raido Lrmrmento, esquina da traves-
a da Torrinlia.
O Machado visa a aeua freguezes que conti-
na a tr aempre grande sorlimento de carne, ba-
calhio, e oa mais gneros necassarios para des-
pensa, evande pelos mesmas precos do recife.
Barato que admira.
Superiores cortes de chita francesa larga de
muito liedos padres, de cores escuras e claras,
miudtobas, com 11 covados cada corte, pelo ba-
ratsimo prego de 2$500 ; na loja d sobrado de
4 andares na ra do Crespo n, 13, de Jos Mo-
reira Lopes.
A 9,000 a arroba.
Vende-se cera de carnauba da velha
e nova safra a preco de 9# : no antigo
deposito do largo da Assembla n. 9.
Arados americanos e machinas
par. a lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & G. ra daSenzala n.42.
Cheguem aloja da B 6a fe
Chitas francezas muito finas de cores fizas *
280 rs. o covado ; ambraias francezas muito fita
as a 640 rs a vara; dem lisa muito fina a
4500 e a 6$000 a pega com 8 1(2 varas; di-
muilo superior a 8$000 a peca com 10 varas;
dita fina com sal picos a 4$800 a pega com 8 1(2
varas; fil de linho liso multo fino a 800 rs. a
vara ; tarlatana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muilo baratas: na ruado
Queimado n 22, ni leja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos mullo finos proprios para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fizas a
5JO00 a duzia : na ra do Queimado n. 22, na
loja da Boa f.
Na loja da Boa fe vende-se
panno preto fino a 4$, 5$, 6$, 8$ e 10$ rs. o co-
vado, casimira preta fina a 2$, 3$ e 4$ rs. o co-
vado ; gros de naples preto a 2$, 2$500 e 3$ o.
covado; alpaka preta fina a 640, 800, e muito
fina a 1$ rs. o covado ; casimiras muilo finas dej
cores escuras com 6 palmos de largura a 4$ rs. o\
covado ; ditas de cores claras a 6$ rs. o corle de
caiga; meias de algodo cr muito superiores a
4$800 rs. a duzia ; ditas de algodao tru tambem
muito superiores para meninos a 4$ a duzia ; e
assim muitos outros arligos de lei que se ven-
dem baratsimos, sendo a diobairo : na referida
loja da Boa f, na ra do Queimado n. 22.
Camisas e toalhas.
Vendem-se camisas brancas muito finas pelo ba-
ratissimo prego de 28$ rs. a duzia ; toalhas de li-
nho para rosto a 9$ a duzia ; ditas felpudas mui-
to superiores a 12$ a duzia : na ra do Queima-
do n 22, loja da Boa f.
Patets.
Ycndcm-se paletos de panno preto fino, muito
bem feitos a 22$ rs.; ditos de brim branco de
linho a 5$ rs.; ditos de setioeta escuros a 3$500,
muito barato, aproveitem : na ra do Queima-
do n. 22, loja da Boa f.
BATATAS.
S M Progresso, chocadas no ultimo paquete a
mente no armazem Progresso.
S$t00 a arroba a 120 rs. a libra, upisa-
da
Fumoem foihapara charutos. RuadaSenzaia Aova n.42
De toda, a, quahdade. em f.rdos Vende_g selnse silbSes nglezes, eandeeirot e casiitaes
bromeados, lanas ngleses, fio de vela, chine.te
para carros, e mon,aria, arreios para carro de
um e dous cvalos relogios de ouro
grandes e pequeos: na travessa
Madre de Dos armazem n. 21.
Vende-se ama mulata de idade 18 annos,
com urna cria de 4 mezes, enguanta, ensahoa
perfeilamente, coiinha e faz lodo o mais servigo
de urna casa, muilo carinbosa para criancas: na
ra do Queimado o. 39, loja de fazendas.
E' baratissimo!
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassas de cores fizas mindiohas a 240 rs. o co-
vado, esmbraia, organdvs lindos desenhos a 400
rs. o covado, a chitas largas finas de 210, 260 e
280 o covado, e outras muitas fazendas por ba-
ratissimo prego : oo-se amostras com peohor.
iSeduias de 1,000 e de
5 de urna Ogura.
Trocam-se estas sedulassem descont
porfazendas que vendem-se por baratis-
simos precos, na ra do Crespo loja ama-
relia n.8de Leandro Lopes Das succes-
sor de Antonio Francisco Pereira.
Fazendas finas.
Vendem-se chapeos de seda de muito
bom gosto a 15$ o a 25$, ves'.idos de se-
da de muilo bom gosto a 40$, 50$ e 80$,
ditos de barege e gaze a 10$, ditos da
cambraia branca bordados (multo ricos),
chaly e barege s 500 rs. o covado, or-
gandisde muilo bom cosi a 800 e 9u0
rs. a vara, basquinas de fil com ricos ti-
cos de seda a 3$, talhos rom blcos para
vestidos de senhora a 500 rs., camisas
com pellos e punhos de linho a 30$ a du-
zia, gollinhas bordadas para senhora a
1$, mussulinas de urna s cor s 240 rs.
o covado e muitas outras fazendas de bom
gosto que se vondom por melado de seu
valor ni ra do Crespo loja amarilla n.
8 de Leandro Lopes Das successor de
Antonio Francisco Pereira.
MWMH saaiS MBBMflMBMMI
inglez.
raitnto
Perfumaras
novas.
Attenco.
Na loia de Nabucoo & C. na ra
n. 2, vende-se mascaras de papelo
a duzia.
Nova
a 2$
Ceblas a 600 rs.
o cento,
Vendem-se ceblas a 600 rs o cento : na ra
dasCruzes n. 24, esquina da travessa do Ouvidor.
DA
mido LOWIHOW,
Rua da Scnzalla Nova n. 42.
Nesie ostabeleci ment contina a baver um
completo sorlimento de rooendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
te ferro balido e coado, da todos os tamanhos
para dito.
A loja da aguia branca acaba de receber de sua
propria enrommenda um lindo e comi.lt to eorti-
menlo de perfumaras Unas, as quaes rsi fn-
dendo por menos du que em ouira qualquer par-
le : sendo o bem conbecido oleo philoiune t ba-
nha(Societ HygieniqueJ a 1$ o frasco, finos ex-
tractos em bonitos frascos de cores e douradtis a
2$, 2|5G0,3$ e 4$. a afamada banha transparen-
te, e outras igualmente finas e novissimas romo
ajaponaiaenm bonilus frascos, cuja lampa de*i_
dro tambem cheia da mesma. huile conrrele
odonnell, principe imperial, creroe, em bonilos
copmhus com lampa de metal, o muitas oulras
diversas qualidades, todas estas a 1$ o frasco
bonitos vasos de purcellana dourada proprios pa-
ra oflerta a 2$ e 2&500, bonitos bahuziohc non,
9 frasquinhoa de cheiro a 2$, lindas resnrias
coa 3 e 4 Craaquinhos, e caixinhaa rt-dondasr^m
4 ditos a Ig-i(K) e 1600. finos pos para denles e
aeua balsmica para ditos a 1$ e ijj.vm o frasqui-
nhu ; e assim una iafiaidadedeobjectosque sao
patentes em dits loja da aguia branca, na rua do
Queimado d. 14.
Cal de Lisboa,
Vende-se cal superior de Lisboa, prnpria para
enK#nho a 5$ o barril: na rua da Cruz n. 66, ar-
mazem de a asurar.
Vende se um excellente sobrado de Ires an-
dares esolSo, silo na rua Direila n. 40; quem
pn-tender, dirija-se ao armazem n. 7 ccnlrunie
porta da alfaniega, que achara rom qnem tiatar.
Vende-se a loja de raleado da travessa da
ma das Cruzes n. 2 A, muito areguezada, por
seu dono se retirar, a tratar de sua saude.
Attenco.
38.
Imperador n.
que preten-
achar com
Queijo suisso e
prato.
s
Vende-se a loja da rua o
com miudezas e armagio ; a pessoa
der, dirija-se a mesma loia, que
quem tratar.
Vende-se um cavallo sellado e arreiado,
promplo, com andares, por prego muilo rom mo-
do : quem pretender, dirija-se a rua dos Pires
numero 2.
Vende-se um terreno aterrado, na rua da
Palma para a rua da Concordia, no qual se pode
fazeroiio moradas de casas ; a tratar na rua da
Praia, serrara n. 59.
100 barricas de rerveja branca de ptima
qualidade em ums Inte ou ero loies pequeos,
50 (jigos e raizas de champagne de una marca
maia afamada : na casa de James Crabiree & C.
rua da Cruz n. 42.
Para bales.
Na rua da Cruz n.
vapor Tocantins.
Milho novo.
novo em taceos kii-
na rua da Senzala
Vende-se milho
to grandes a 5# :
Velha n 106.
Cassas de cores.
Anda se vendem cassas de cores fizas, padres
muilo bonitos, pelo baratissimo.prego de 240 rs.
o covado, e mais barato que chita: na rua do
Queimado n. 22, na bem confaecida loja da
Boa f.

Calcado barato.
E' chegado i loja da Aguia de Ouro da rua do
Cabuga n. 1 B, as verdadeiras molas rara balites
que se vendm pelo bniaralissimo prpgo de 200
rs. a vara ou peca de 50 metros a 8J0I0. assim
como cintos do marroqnim muilo liiuus pelo ba-
raiissimo prego de 1$ 1$200, penies de borra-
Na rua das Cruzes n. 41 A, taberna da porta !cn tanto para alisar como para bixns, e de tra-
larga, vende-se queijo suisso e pralo muito noo 1 e*sa para meninas, dp todos os lamanh' s, o mais
9 Vende-se na loja de Nabttco & C.na r
9 Nov n. 2, borzeguins de senhora a 2$ o
9 Pr, ditos para homem a 7J o par, sapa-
Wiioes de lustre e bezerro para raenioes a
9 2$ par.
RELOGIOS.
Vende-se em;ast do Saunders Bro hers 4
C. praga do Corpo Santo, relogios do afama
do abricaate loskell, por pregos cemmedos
e tambemrancellins e cadeiaif ara oa mesmos
deexceellnt* osto.
Botinas pretas a Garibald i {ta-
ra senhoras a 5$ o par.
Vendem-se na loja do vapor, na rua Nava nu-
mero 7.
Botinas de cores a Garibaldi
para senhoras a A$o par.
Vendem-se *ia loja do vapor, na a Nova nu-
mero 7.
Vende-se um bonito escravo de idade de
22 annos, muilo possante, bom canoeiro, amassa-
dore serrador, muito babtl para qualquer servi-
go, proprio para engenho: as Cinco Pontas nu-
mere 50.
fino qu pode haver, assim cemo chgou o bello
sorlimento de franjas de bnlluls para corlinados
pegas de 15 varas a '% 3$500, o -ISOoO. ditas sem
outra qualquer parle, (mais a dinheiro vista), bolota a 2$600 e a 2$800 a pees de 15 varas, e
a 900 rs. a libra, assim como tem grande sorli-
mento de charutos da Baha, d9 fabricantes mais
afamados que ha, e vende por menos do qne em
240.
Vende-se urna meia agua na rua da Palma '
a tratar na rua Direila n 61, loja.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOW AY.
Milhares de individuos de todas as asedes
podem lesleraonhar as virtudes deste medio
incomparaveleprovarem caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu eerpo e
memferos inteiramete sosdepoisde haver em-
pregado intilmente outros tratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, que Ih'as
relatam todos os dias ha maitos annos^ e a
maior parte dellas sao tao sorprendentes que mesmos
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seos braees e pernas, depois de ter
permanecido longo tempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a ampuiagao 1 Dellas ba mui-
cas queaavendo deixado esses, asylos de pade-
limenlos, para se nao submeterem a essa ope-
raeo delorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reco-
nhecimento declararam estes resultados beneli-
j eos diante do lord eorregedor e outros magis-
trados, afra de mais aulenlicarem sua afirma-
4iva.
Vende-se ou alnga-se urna prela cnoula,
de 25 a 30 snnos. cor.ha bem e faz lodo o mais
servico de urna casa, e ptima quilandeira : a
tratar na rua da Cadeia Velha o. 27.
Vendem-se saceos com farelo de Lisboa,
dito com farinha, mandioca, milho e ft-ijao, pro-
prio para snimaes, e todo por prego muilo bara-
to : a tratar no pleo de S. Pedro n. 6.
Vende-se a casa n. 21 na rua da Esperance
da Soledade para o Manguinho, livre e desemba-
rgada : a tratar na rua do Rosario da.Boa-Vista
numero 25
n mos outros objeclos que se vendem muito ba-
rato que visla do freguez nao se engaita ne-
gocio.
Na casa de James Crabtree C, rua da
Cruz n. 42, lem para vender pannos zoes de di-
versas qualidades para fudamento da tropa, da
mrlhor que aqu ha, e por menos prego du que
em qualquer outra parle, e tambem panno azul
para capotes.
Escravos fgido*-.
Relogios.
Vende-se em casa de Jobnston Pater & C.
rua do Vigario n. 3, um bello sorlimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
urna variedade da bonitos irancelins para os
Attenco.
Proprio para o carnaval.
Chapeos amazonas a 4$S00, velboiinas de co-
rea a 560 o covado, velluilho ae eora "80 o co-
vado, lencos de seda para meninos a 160. ditos
oMinrcs a 600 rs. : na rua do Queimado, loja nu-
nrero 51.
Vende-se no armazem de Anlunes Guima-
res&C., milho novo e facelo em saceos gran-
des : no larga da Assembloa n. 19.
Veede-se um carro da alCaadega, a dinhei-
ro ou a prazo : aa ru do Rangel n, 75,
Cassas de lindos padres e cores fizas que se Ninguem desesperara do estado de saude se
pdegarantir aos comprados, a 240 rs. o covado, twesse bastante confianca para encinar este ra-
na rua do Queimsdo, loja de 4 portas n.39. m^j .,. ^^ e"oluaresw re-
medio constantemente sega indo algara lempo o
tratamento que necessiasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelnenta.
Que lude cura.
O anguento lie n(II, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Alporcas
Gaimbraj
Gallos.
Ancores.
Cortaduras.
Dores de cabeea.
das costas.
dos membros.
Emfermidades da culis
em geral.
Ditas do anus.
Ernpcdes escorbticas.
Fismlas no abdomen.
Fialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escaldadass,
Inchagoes.
Inflamajao do fijado.
Vende-se este ungento no estabelecimento
gwal de Londres n. 244, Strand, e aa loja
de todos os boticarios droguistas e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em teda a
America do sul, Havana e Hespanba.
Vende se a 800 rs., cada boeetinha con tem
urna instruego em porluguez para explicar e
modo de fazer ose desto uogaento.
0 deposito geral e em easa 4o Sr. Soum,
pbarmaceutico, na rua da Crur n. S. em
Peroambueo.
IIIMgM)
por todo pre^o
A dinheiro ou mesmo a prazo
de 100$ para cima.
Por ter de relirar-se o proprietario deste esta-
belecimento para o centro da provincia por in-
commodo em sua familia, lem resolvido vender
seu dito estabelecimento, acabando com toda fa-
zenda para com maisfacilidade vender aroiagao
reduzindo os pregos de seus calcados para os se-
guintes : Borzeguins para senhora, sem nenhum
detilo a 4/250, dilos com algum defeilo no els-
tico a 23500, sapalos de lustre com franjas e II-
vellas a 1$I20, lg280 e 1$440, dilos de marro-
qu m a 640 e 720, ditos de borracha para a pre-
sente eslago para homem e senhora a 23240, sa-
paloes de lustre para hornera a 2J30U o 3$000, e
com.borrocha a3$500, sapalos virados de lustre
paratomem forrados de marroquim al$el$600,
tamancos de marroquim o primor a 200, 400 e
500 rs., sapalinhos de laa para crianza, cousa ra-
ra a 320 rs., bonets para menino, de panno Qno,
a 640 rs., borzeguins de setira para senhora a 6$,
e outros mullos calcados quo se venderao sem
reserva depreco: na rua do Urramenlo, loja
a. 27.
Attenco.
Vende-se a taberna da rua Direita n. 31, com
poucos fundos, pronria para principiante, a prazo
ou a dinheiro ; a tratar na mesma.
Carros.
Vendem-se dous ricos carros, um grande e ou-
tro menor ; ne escriptorio de Manoel Ignacio de
Oiiveira & Filho, largo (lo Corpo Santo.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Inflamma^ao da bexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
deolbos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supurarles ptridas
Tinha, em qualquer
parte qne seja.
Tremor de ervos
Ulceras aa bocea.
do figado.
das articulaees.
Veas torcidas ou no-
dal as pernas.
Os Srs. Joo So'iw & C nicos possuidores
deste xarope j bem conhecido pelos seus bons
effeitos, continuaro a vende-lo pelo prego de 1$
cada vidro; fazem urna differenr;a no prego aos
collegase a todas as pessoas que tomarem de 12
vidros pira cima.
jfe Relogios jfe
Efe OBI
Suissos.
Em casade SchafleitHn & C.roa da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sorlimento
de relogios de algibeira horisontaes, ostentes.
chronometros, meinsch rome tros de onro, pra-
ta dourada e foleados a onro, sendo estes relo-
gios dos primeiros fabricantes da Suissa, qne se
randero por precos razoaveis.
Vende-se
EM CASA DE
Adamsori Howie & G.
Tinho doPorlode superior qualidade.
Tinta de todas as cores.
Lona e flele.
Fio de vela.
Sellins.silhes, arreios e chicotes.
Rolhas.
Rua do Trapiche n. 42.
Vendem-se noventa apolices da
compartira do Beberbe : na rua Nova
a. 14-, primeiro andar.
Veade-se na cilade do Aracaly orna casa
larrea com soto, boro quintal e cacimba, ha prin-
cipal rua de coaamercio, propria para quixm qei-
zer ali estabelecer-se, por ter nao s commndes
precisos para residencia, como tambem loja. arma-
zem, ele. : a tratar as m#sma cidade com os Srs.
Gurgel Irmos, que es tao autorisados oara esso
m, ou oesU praa na rua do Cabug, loja n. ti.1
Fugio na noite de 23 do corronto. desta ci-
dade, o escravo crioulo de nome Manuel, de 43
anuos de idade, cor preta, espaduas laigas e es-
tatura regular, indo vestido com roupa de alo-
dio trancad de lislraa : esle prelo natural da
cidade du Ass, provincia do Rio Grande do Nor-
te, ofilcial de ferreiro; elle falla bem, e bas-
lanio ladino. Recommenda-sc aos rapilcs de
campo a sua captura, e quem der noiu is delle,
ou o agarrar, pode-o levar a seu senhor o major
Antonio da Silva Gusmao, mnradur na rua Im-
perial, quesera bem recompensado.
No dia 8 do corrente fugio o prelo Pedro
de nagao, que representa ter 40 aunos, pouco'
mais ou menos, estatura regular, magro, barba
no queixo, com falla de 2 denles dn um lado da
pane de cima, levos vestido caiga de brim escu-
ro, chapeo de feliro usado, bem futanle e pa-
rece crioulo, lem o peilo de um p inchado do
ei vsipella ; esle escravo foi arrematado pelo an-
nuociaule era praga publica do juiz dos leitos da
fazenda, por execugo contra o senhor do enge-
nho Paulisla, a quwm peilencia o oito escravo;
fugio oa padaria das Cinco Pontas que fui da An-
dr Nauzer di C. : quem o pegar, pod leva-Io
a mesma padaria, ou a seu senhor Juaquim da
Silva Lopes, no Recife, travessa da ladie de
Oeos n. 18, que ser bem recompensado de seu
trablho. Joaquim da Silva Lopes.
Do engenho Cutigi, freguezia da Escada,
fugio no dia 3 de novembro do crreme anuo o
escravo de nome .Antonio, com os signaes se-
gointes : estatura regular, cor mulato, cebello de
ii<-*ro, puuca barba, denles limados, idade 5 ou
28 annos, pescogo e ps grossos, lem pelo rosto
pescoco e peitus algumas marcas de pannos e
algumasciratrizes pelas costas que parecem ter
sido de chicote ; nao levou comsigo rou,.a algu-
ma, e consta harer fgido para o lado do serio
d onde viera : quem o apprehendi-r, poder el-
va-lo ao referido engenho, ou no Recife, rua es-
ireita do Rosario n. 29, ao Illm. Sr- Fiorismuo-
do Marques Lios, que a%r bem recompensado.
Escravo fgido.
Uro mulato claro, magro, com pannos pretos
na magas do roslo, represeoUndo ler 25 annos
de idade, natural do Rio do Peixe, chamado
Luu, desapparecau no dia 30 de oulubro da casa
do Dr. Cosme de Si Pereira, de quem escravo
suRpoe-se ter levado um cavallo prelo do Srl
Rustras que se havia sollado, e que elle ffjra
em busca do mesmo ; suppe-se mais que sua
mulhnr da nome Mara tambem o arompanha,
levando um pequeo bah de flandres : roga-ss
as autoridades policiaea e a outraa quaoquer
pessoas que o prendan, e remettam ao seu se-
nhor, que pagar qualquer despeza.
Pugio da cidade do Aracaty, no me? de se-
tembve proiime passado, um escravo do com-
rnnndanle superior Manoel Jos Penna Pachero
<]ae ba panco o havia comprado ao Sr. Bento
Loaronpo Collares, de nome Joaquim, de idads
de nincoecta e tawtus annos. fulo, alto, rnapro,
denlos arnndea, c oam falla de slgnns na frente,
quoito One, pea graades, e con os dedos grandes
des peo bees bertos, muilo palavriador, inrul-
fm-an forro, *> tem signaes de ter sido surrado.
Consta que ate escravo appnrecera no (lia 6 do
crreme, vinno do lado das Cinco Pontas, e sen-
de ntervogedo por um parceiro seu conhecido,
dise qu* tinha nido vendido por seu senhor para
Goianiyinha ." qualquer posaos quo o pesar o po-
der levar em Peroambueo aos Srs. Baste & Le-
mos, que gratiQcarao generosametae.


*J
DIARIO D EHMBCO. -TBAC& FEIRA M DE JAl Dfi i9l.
Litteratura.
Extrahimosdo volume intilulado Historia po-
pular dos Papas o capitulo seguinte, sob a epi-
graphe: S. Gregorio o grande ponliftce e rei.
As paginas, quo preceden) fozera apenas co-
nhecer ifp*xfilamnle os inira-mos trabaihos
exceulndos por S. Cn-goilo o raudo durante os
qtialorzo anuos de seu pontificado. A'solicitu-
tie dos negocios ecclesiasticos >. Gregorio devia
reunir a nos negocios lornporacs do Roma e da
defoza do muros e fortalezas, fornecer-lhesj
homens e muniges de bocea o do guerra ; deu
um coadjutor joven e capa/ de inspeccionar esses
trabaihos a am bispo, cuja relluce torniva-o
inepto.
A ordem e a sociedade eram defendidas polas
Papas o bispos, emquanto os imperadores as
abandonaram. O rot Agilulpo estar longe de
confundir Gregorio era aou odio contra o exar-
cha; eonsenlio, por instancias do Papa, em tra-
tar do conliges asss moderadas, e no caso em
que estas condignos nao fossem acceitas, elle ot-
Italia ; srm sor anda soberano temporal como m." paz parit.-ular aos Kumaoosetn con-
o forera seus successores partir d> secuto VIH,
elle supportava todos os encargos da realeza, por
causa das guerras continuas dos Lombardos, e du
abandono no qual os imperadores gregos dea-
Tain a llalla, e por causa de outros (1 igellos,a
peste e a fume, que juntavam suas deslruices
as da guerra.
tile mesuio descreveu em duas palavras, em
urna carta dirigida um hispo, a mulliplicidade
de suas oe.rupacea e cuidados.
Reger a egreja, diz elle, e as diversas hlerar
chita clericaes ; prove s necessidades temporaoa
e cspirituaes dos mostearos e dos pobres; estar
sempre precavido contra as astucias do lombar-
do inimuo. e,o que anda mais, fnitar as Irai-
goes e prfidas conjurages dos chefes militares,
sao cuidados e trabalhos, cujo onus immenso f-
cilmente enredareis.
O pootitteado de S. Gregorio corr.egou, bem vi-
mos, no meio dos estragos da pest -. Duranto os
primoir-is mezes o gr.uiJe Papa oceupou-se em
Consolar, orar e instruir.
Urna espida nos traspassa a alma, exclama
este pastor desolado. Eis que o culello da vin-
ganca divina descarroga-se sobre nos com mpla-
cavel rigor. Seus golpes sao to sbitos que a
morte, impaciento e ciosa, nao espera que a pros-
tragnu ou os sodriraenlos da doenca lenham pre-
parado o caminh.1. Ah 1 nossos olhos sao tristos
teslemunhas dissu ; ella accommelle do repente
C abate suas victimas : os paea veem seus lillins
precipitados no tmulo antes delles ; o velho en-
raquecido sobrevive aos mancebos clieios de vi-
da e de orgulho ; os liomens cahom direila e i
esquerda, e nao ha urna s casa que nd soja fe-
rida e morgulliala no luto. Eis ah, meus ir-
maos, l.idos os das onlemplam nossos olhoses-
s.as desgragas terriveis. cujo annun.io nossos ou-
vidusescularan as palabras da nrophecn. Desse
povo numeroso o que resta ?Un puuludo mi-
soravel, o qual inda cada dia deminuido pelos
accidentes Imprevistos, que se succedem com
urna rapidez medonha em torno de nos. Q.tan-
tos, por oxemplo, adormecerara com seductores
projectos para o dia seguinte, e forara sepultados
dcbaixo das ruinas de suas habilages, antes que
a aurora houvesse revelado aos sobrevivos o
desastre causado por esse lurbilho, que arran-
cou do slo as arvores mais arraigadas, derribou
casas, e at aboleu as massas gigantescas de uos-
aos edificios sagrados I
Os Lombardos dcixaram um momento do fol-
ga aos Romanos, gragas piedade da ralr.ha
l'lieodoiiida, que era calholica, e que escolheu
por esposo o re Agilulpo, coja converso devia
juais larde regosijar a egreja ; mas esta folua foi
de curta durago: os Lombardos c a roa adminis-
traran dos govornadures gregos, as vexaces dos
soldados mercenarios, e as calamidad*s physicas
vioham continuamente absorrer a allengo do
su tomo-puntillee. En 595 por elle obrigado a
suspender o curso de suas homelias sobre as pro-
phecias de Ezechiel, por causa dus graudes pe-
rigos pblicos que o chainavam algures.
< .Vio me censuris, diz elle aos liis, se in-
terrumpo o curso de minhas iusiruccoes, por que
as desgracas publicas angmentam toda a hora.
Ah bem o sabis 1 Os estragos da espdanos
circumdam por todos os la-ios e sraeagam urna
completa dostruigo Muitas victimas de nosso
infeliz povo nos vultam, com as nios corladas,
para coutaroni quo outros gemem na escravino
ou que j suffreram a murte. Como deve admi-
rar quo, 'piando miuha alma est cangada de vi-
ver, nimba lingua se recuse explic.ic.oes apos-
tlicas ?Vedo, exclama elle no panoayrico dos
santos maiiyres Nereu e Aehilles ; *Cde como
us escapa este niuudo que amamos I Estes san-
tos, sobre cojo tmulo esiamos reunidos, des-
prezaram todas as iiluses do seculu no momen-
to em que era ello brilhante e agradavcl; hoje o
mundo desiba de todas as parles, e entretanto
nos o amamos. Aqui a oesolagao, ali a morte,
algures as mais pungentes amarguras, e entre-
tanto amamos aquillu, que causa nossa ruina.
Prcndeuio-nos ao que nos foge e seguimos com
um ardot insensato urna felicidade, que se es-
vaecc.
A paz concluida com os Lombardos por inter-
medio du S Gregorio o grande foi de curta du-
ragao. O exarcha de Ravenna, que governava a
Italia em nomo do imperador Mauricio, apo le-
rou-se de Perouse em menosprezo dos tratados;
O Agilulpo, irritado com eata perfidia, renovou a
guerra. O proprio S. Gregorio descreve em ter-
mos de urna energa espantosa o triste estado do
Boma e da Italia nessa poca (595 )
Nossos olhos, diz elle, s encontrara por toda
a parte subditos de lulo, e s ouvimos gemidos.
As cidados sao assuladas, a Ierra reduzida soli-
dao e os mfelizes restos do genero humano sao
balidos coulinuamenlo pelos fiagellos de Ueus.
Uus sao levados em captiveiro e horrivetmenie
mutlalos, outros postus i morte. Roma, ou-
tr'ora sennora do munio, vemos que estado se
acha reduzida : acabruuhida de dores, abando-
nada por seus cidadaos, insultada por seus ini-
migos, cobcrla de ruinas I Os edllicios se des-
truem e os muros desmoronam-se I Que feto
dos cantos de alegra e de triumpho *J Outr'ora
seu3 principes e guerreiros percorriara o mundo
como vencedores; as provincias enviaran a flor
dsua mocidade em busca da gloria o da fortuna;
mas agora, cidade deserta e abandonada, dei-
xam-a ea evitam : apenas conserva ella a lem-
branga de sua grandeza eclipsada 1
S. Gregorio nao se contentara de gemer, elle
obrava ; euviava depulados M iuricio para ob-
ter d'-lle soccorro, e apezar do abandono do im-
perador, apezar das censuras que Ihe fazis Mau-
ricio, em premio de seus esforgos e dos embara-
gos quo oppunha suas aegoes, elle pros*guia
c'm sou euipenho por salvar ao imperio os restos
de seu poder na Italia, e poupar aos povos urna
parte das calamidades que painvam sobre ellos :
oscrovia aos hispes para provocar seu zelo em
de onderem as antigs cidades episcopacs, em-
ponhava-os i velarem na construego, reparo e
concluida no lian decires
sideragao S. Gregorio.
O pontilice escreveu ao exarcha, fazendo-lhe
todava notar que urna paz particular seria fu-
nesta Italia.
A paz goral s foi
anuos 0598.;
Gregorio recusou assignar o contrato por pro-
ver que as clausulas delle nao lardariam em ser
violadas, e elle quera conservar sua posigo de
mediador para a actualidade de um rompimento
provavol entre o exarcha eo rei lombardo.
E' aqui lugar de exararmos um teslemunho
magnifico, rendido S. Gregorio o grande por um
dos mais implacaveis inimigos dos Papas e da
egrejs catholica, pelo historiador inglez e proles-
taue Uibbon. em sua 11 tutora da decadencia e
da queda do imperio romano.
A egrojs rumana, diz (jibbon, possnia im-
mensos dominios na Italia, na Sicilia e em outraa
provincias mais afasladas, e seus agentes, do or-
dinario subdiaconos, gozavam stbre os cultivado-
res desses dominios o urna jurisdigao civil o
criminal. O successor do S. Pedro aimioiatrava
seu patrimonio com a moderagao do mais vigi-
lante senhor. as epstolas de S. Gregorio estao
cheias de sabias ioslrucges sobre a absiengio
dos procossos duvidosos e velatorios, sobre a
conservagao aa iotegridade dos pozos e medidas,
sobre a concesso de esperas convenientes, antes
dos pa6amentos, e sobre a neceasidade do redu-
zir os imposlos de capitacao dos escravos e dos
servos.
Os productos de seus dominios erara trans-
portados embocadura do libre, rosta e risco
do santo padre, o qual delles dispunha como fiel
ecnomo da egreja o dos potores, parar a manu-
lenco da paz e felicidade eornmum.
Os roluraosos registros de suas receitas e
despezas foram muito lempo conservado no pa-
lacio de Laito como um modelo de economa
Clinsta. Elle dava urna quantia trimensal ao
clero, seus criados, aus monteiros, as egrejas,
aos cemiierios, s casas do caridades, aos hospi-
laesde Roma e ao reslo da diocese ; no prnuei-
ro de c-da mez, destribuia com os pobres, con-
forme as estages, urna certa porgo de trigo, de
viuho, queijo, legun.es, azeile, peix, roupa e
dmlieiro ; seus thesouros ba.-tavam para toda as
exigencias extraordinarias do talento e da indi-
gencia ; sua bondade cada da, cada hora,
miha em soccorro aus enfermos, aos pobres, aos
peregrinos e aos estrangeiros ; e elle nunca sen-
lava-se em sua mesa frugal, sem fazer primeiro
repartir cora algum poore algum comer.
A mizena desses lempos tinha reduzido os
nobrese as matronas romanas recebersem co-
rar os soccorros da egreja ; tres mil donzella
recobiam alimento e educago das raaos de seu-
oemfeitor ; muitjs bispos da Italia abrigivam-se
dos barbaros sob os prticos do vaticauo. Gre-
gorio pode ser com jusl'ga chamado o pae de sua
patria ; o era deuma tal delicadeza e conscien-
cia, que leudo satn lo que um mendigo eslava
muri na ra. nao quu. exercer durante rauitus
das as funrces sacerdotacs
Gibbon, diz anda :
Gregorio adverliu ao imperaior Mauricio ;
fez-lhe conhecer a incapacidade e as fallas do
exarcha e de seus subalternos, queixou-se de que
tiressem feilo partir ok Roma os veteranos para
a defezi de Spoleto; exciiou os Italianos de-
fenderera suas aldoias e cidades, e no momento
do perigo nomeou os tiibuuos e dirigi as ope-
ragoes da tropas das provincias.
Se derraos crdito s suas proprias declara-
ges, seria fcil Gregorio exterminar o Lom-
bardos por suas faeges internas, sem deixar um
re, um duque, um conde salvar essa iwgao do
furor do seos inimigos. Mas. como bispo chris-
to, elle preferiu o salutar officio do pacificador.
Sua mediago appUcou o tumulto das armas;
porem, couvencidissimo das astucias dos Gregos
e das paixes dos Lombardos, elle nao quiz com-
prometter sua palavra pela observancia da tre-
gua. Illudido na esperanza que tinha de chegar
urna paz solida e defensiva, elle ousou salvar
seu paiz, sera a permissao do imperador ou do
exarcha. A espada inlmiga, erguida sobre Ro-
ma, foi desviada pela doce eloqueocia o pelos
nons opooriunos do Pontfice, que iuspirava um
goal respeilo aos herticos o barbaros. A corle
de Rysancio iratava com insulto o desprezo os
servigos de Gregorio ; porem ello encontrou no
amor do povo reconhccido a mais pura recom-
pensa de um cdado, e o melhor direito sobe-
rana.
Nunca, antes do grande pontificado de S. Gre-
gorio, os destinos da Europa ioteira linhara re -
pousado mais compluiameo.e as mos de um s
horaem : nunca, desde o lempo dos apastlos,
puntillee algum reunir em si tantos ttulos a
admitragao c gralido da posleridade. Sea
derradoira centelha da civilisago nJo extingiu-
se no occidente, elle que isto se deve. Sal-
vando Roma dos Lombardos e convertendo a In-
glaterra, elle preparou os acontecimenlos, quo
uriginaram a Europa moderna....
E' impossivel dizor como ter-se-hia a Europa
erguido de suas ruinas, se Roma, a derradeira
fortaleza das sciencias e da ordem, livesse tam-
bera cnido, e ella loria cahio nao ser S. Gre-
gorio, nao sor o papado.
Gregorio com urna virtude e magnaniraidade
incomparaveis repellio a invasao sem abandonar
seu cara, t-r de dogora christa, salvou sua pa-
tria, e com ella o nico viveiro dessa raga de
apostlos, que menos de um secuto depois de
sua morte converleram e civilisaram de novo o
occidente cura urna rapidez e felicidade espan-
tosos.
Vimos ha pouco que as relages eolre S. Gre-
gorio e o imperador Mauricio tuiham-se toreado
difficeis. Mauricio, que s<* tmha mostrado grande
capilo antes at reinar, foi apenas um mediocre
imperador. A parcimooia que elle usou para
com suas tropas na guerra contra os ava-
ros, que assolavam as provincias do norte, ori-
ginou sua ruina.
FOJL1IETIJI
A LINDA MERCADORA DE PANOS
Um simples centuriao do exercito, chamado
Phocas, aproveitou o deacontenlamenlo dos
soldados para chegar ao tlirono. O exercito re-
voUou-se, Mauricio fugio e foi preso : e Phocas,
aclamado pelo exercito, pelo senado, pelo povo
e pelo palriarcha de Coostaotioopla, recebeu a
cora 23 de oovembro de 602.
O novo imperador mostrou logo desde os pri-
meiros diasde seu reinado o que se devia espe-
rar delle, dando ordem para (azer morrer Mau-
ricio com sua familia O infeliz imperador foi
arrastado para a praia, u'onde via as torres de
seu palacio. Corla rara dilote de seus olhos a
cabeca seus cinco flllios. e cada golpe elle
repela estas patarras d psalmo : Vos sois
justo, Senhor, e vostet julgamentos sao eheios
de equdade. Finalmente, elle tambem leve a
cabega corlada.
Dizem que a ama do mais joven de seus Olhos
querendo salvar o joven principe, subslituindo-
Ihe seu proprio filho, Mauricio a impedio disso e
descubri seu f 1 lio nos algozes.
O retrato de Phocas foi levado para Roma, se-
gundo o oostume, e o novo imperador foi reco-
uhec Jo. S. Gregorio oesta occasio escreveu
Phocas urna caria do feeilacao.
E', dizia elle, nos incomprehensiveis decre-
tos do Omipoleote que as vicissiludes da vida
mortal tem sua origen), Quando preciso pu-
nir os peccadus do grande numero, Deus suscita
um homem, cuja dureza os acabrunha : o
que por tongo lempo experimentamos em oossa
allligao. Oulras vezes, porem, quando elle ojaer
consolar aos coragoes abatidos da multidno, elle
suscita um oulro, cuja misericordia os eoche de
alegra ; oque esperamos de vossa piedade.
Que os cus se regosijem eq-ue a trra trema,
e que os actos de vossa bondade restituam o
conteutameirto todo o povo da repblica, at
enlao- profundamente alQicto I Que vossa dumi-
nagao abata o orgulho dos inimigos. Que vossa
misericordia elove os coragoes despedagados de
vossos subditos. Que a torga celeste vos torne
horrivel aos primeiros, e a piedade elemente pa-
ra os segundos. Que em vosso reinado a rep-
blica sej-i tranquilla, e que nao mais se veja sob
o nomo de negocios o latrocinio da paz. Que
nJo- hajam mais testamentossuggeridos pelo arti-
ficio', era doares ex4orquidas pela violencia.
Que cada um gose pacificamente de sua' vida e
liberdade; por quaofo ha esta differciiga entre os
res das nagos e os imperadores da repblica,
que os res das nages goreroavara oscrvos o
os imperadores da- repblica homens livres.
As censuras feitas Mauricio nesta carta eram
muilo merecidas ; o jugo que elle fazia pesar
sobre seus subditos torora-se intoleravel ; sua
ayareza tinha dado orna grande exteoso simo-
na, e de ral modo era elle tmido, que S. Gre-
gorio nao- achara por um mais nuncios, que
quizessem t ConsientiDOpla-. Por outro lado, j
nao compet ao Papa discutir a legitimidade do
imperador reconhecido por lorio o imperio, nao
se podia prever anda nessa poca qual seria o
reinado de Phocas, e para duvrdar que Grego-
rio conbecesse mui exactamente as eircumstan-
cias da morle de Mauricio-e de ses Olhos, e sua
carta roe sin o moslra que, dlrigindo-ao imperador
as felicitages-ecumprimentos do- uso, elle nao
Ihe poupava conselhos. OMeilor imparrial pode
por tanto fazer justiga & esta phrase escripia por
um historiador mimigo dos-Papas :
Um rio de sangue separava Phocas do Papa,
inimigo e juiz do homicidio. Gregorio t.* o pas-
se-u, pisou seus eadaveres e appreseu-sei escre-
ver Phocas : Imperadores como tu sao fllhosda
repblica de Deu 1....
Esta ultimas palavras sao repetidas en urna
historia dos Papas, publicada- recenlemente con-
tra o poder temporal dasaDla-s ; talve que o
autor citad o nio as- teoha> inventado', mas o
leilor bera vio que a carta de S. Gregorio nao as
conten. Donde,pois, vem e+las? 6 historiador,
citado mais cima^ esciere em.baixo da pagina
bnperatores vero reipublica Domini tiberi sunt,
phrase que assim isolada pode significar egual-
mente : Os imperadores da rtpubiica. do Senhor
sao livres ou os imperadores sao- os/li&o da re-
pblica do Senhor.
Aqui nao se encontrara as palavras como tu,
o que mostra a mi f do aecusador.
Porm anda mais di vemos notar que o texto
latino citado nao est exacto.. Eis aqui a phra-
se-inteira; a graridade da aecusarao far-uos-ha
desculpar esta discusso ; bom mostrar urna
vez de mais a falsidade e m f dos inimigos do
papado : Uve namque nter reges genlium ct'
reipublica imperalores distab, quod reges gen-
lium domini servirum sunt, imperalores vero
reipublica; domini liberorum-; phrase, que
nao tem outro sentido possivel que nao seja o
que Ihe demos mais cima i Por quanlohaesta
differenca entre os reis das nacoes e os imperar
dores da repblica, que os reis das nacoes go-
vernam escravos^ e os imperadores da rep-
blica homens livres,
Nem mesmo faria senlido se se dissesso : Que
os reis das nacoes governam escravos, e que os
imperadores sao os filhos da repblica de Dius.
Com effeilo, ueste caso, que da opposigao
entre a isas de /tires e escravos 1 Todos os^ue
compreheodem o latim vero alm disso que
impossivel achar na phrase latina o sentido ca-
lumnioso, que se quiz ver nella, e que a.alle-
rago do texto latino egualraenle impossivel
por que essa alterago nao deixa mais senlido
phrase.
S. Gregorio approveilou s boas disposicoes
que Phocas mostrava principio, para, ex.horta-lo
por um termo simona :
r esta heresia, Ihe escreve ella, que tentou
corromper os bous dia. da egreja nascente. An-
da que condomuado desde ento, este erro ex-
ecravel nao deixou toJaria de roproluzir mais
tarde seu germen pestilencial; elle sublevou
contra a egreja]de Deus nao s a multidao ionu-
merarel do povo, mas aindi o proprio poder
real, se que se pode dar o norae de reis 4 ho-
mens, que reduzem ao .capiivelro a esposa de
Jesus-Christo, e que em sua audacia temeraria
pretendem vender peso de dinheiro a heranga
do Christo.
Esta cari i mostra que S. Gregorio o grande
nao eslava dtsposlo rojar-se ante o poder im-
perial. Foi urna das ultimas que elle escreveu.
O flm de sua vida nao fui maia do que um tecido
de enfermidades e soffrimentos, que todava
nao lmpedtrara-o de applicar-se com a mesma
vigilancia aos negocios da egreja. Elle morreu
12 de margo de 604, com sesseota o qualro sanos
deedade, e foi enterrado sem pompa alguma.
como tinh inordenado, na baslica da 8. Pedro., por cima do qual passava a pepul
erai urna gallera, onde estavam enterrados S. ra ana mulher e a presidenta d'/
aga. A sanho-
presidenta d'Aulede, aahindo
para verem este espectculo funesto, foram agar-
radas por esses assassioos, que lhes deram di-
versas pancadas.
O terror tornou-se geral, por quanto pareca
3ne essa multidao perda cada vez mais os senti-
os, chegando ponto de massacrarsem motivo
tinh\rK^^ estojantes que fugiara para a casados
o compnmenlo do de seu pae e a largura padres jesutas. Os
Leao e alguna outros Papas.
O dicono Joio, que escreveu sua historia no
seculo IX, irajou o retrato physico de S.Gre-
gorio, segundo o retrato, que o proprio santo ti-
nha mandado tirar para seu mosleiro de S.
Andr.
do de sua mae; sua barba era de urna extensao
mediocre, e seus cabellos bstanle Degros e fri-
sados ; tinha urna caira na freute cora dous pe-
quonos tpeles, e trazia a cora grande ; tinha
urna fronte linda, urna physioooraia nobreedoce,
e as maos bollas. Tudo nolle respirara a doce
magestade do supremo pastor das almas
Dou3 grandes fados devem inencionar-se no
ponlicado memoravel de 9. Gregorio o grande,
saber : a realeza dos Papas manifestamente
reconhecida e a inauguracao de aua paternal
dictadura. O patrimonio de S. Pedro, cuja pri-
mitiva doagao remonta 4 Constantino e talvez
mais longe, perfeilamente constituido neste
reinado. Gregorio poss, como qrue eontra sua
vontade, urna grande parte da Italia, da Sicilia e
da Corsega ; tem vastos patrimonios as Gallias,
frica e al na Azia ; abastece Roma, tem guar-
das pontificios o exercito ; faz tratados- com os
Lombardos o outros povos ; era urna palarra,
exerce lodosos direitos de soberana ; esporos
oppressos dos quae elle prolector, es- reco-
nhecem, e os imperadores nao os contestara. Ao
mesmo lempo que governa a egreja, protege ios
povos, cojos infortunios mitiga, e revela ero- seus
cscriptos tojos os segredos do ascetismo ; elle
traga era paginas adrairaveis tados os deveres do
christao. Os fundos tragos de seus passos mar-
ca-m o in varia re caminho, o/ue os Papas segui-
r m para confinuarem a sublime misso social,
a qual S..Gregorio foi por assrm' dizer que ini-
cios.
Assim, a historia do papado no seculo VI a ap-
presepla sempret-o grao lo, tao venerarel e tao
beoelteente. como foi nos cinco primeiros secu-
ras da egreja: no' meio do velho mundo desa-
bado, a nica instituigo, que permanece em
p parasolragao da sociedade ; sobre ella que
principaes habitantes o um
grande numero de senhoraa refugiaram-se no
caslello com a marechala d'Albrel. visto como
a guarnigo da cidade nao chogava nem para re-
primir a revolta, nem para garantir a tranquili-
dade, at que liouvessem chegaJo os reforgos
pedidos porMr.de Monlegut.
No da seguinte, 29. o marechal, seguido do
umanohrezi numerosa env iilo, avancou re-
solutamente trarez das barricadas, reprehen-
deu speramente a burguezia por causa de sua
cobarda, e inlimidoo com aua presenga os re-
beldes, aquirlelados em um cemiterio, e que
sua vista precipit'ram-se de Joelhos pedindo-
lhe perdo e a suppressfto dos impostos, pelos
quaes erles tinham tomado armas.
A insrreig9o cessouimmediatamenle ; mas se
a cidadelomou um aspecto raimo, os espritus es-
tavam em iraia (ermeotago, que preoecupava os
magistrados, e ainda 17 de abril o intendente
do Selve escrevia Colbeil:
< A amnista que o rei teve bonlade de con-
ceder aos habitantes de Bordeau* fez cessarolo-
go que arda, mas ainda restara centelha, que
poderiam fazer temer novas desordena, mars-ter-
rires do quo as prlmeiras, se as tropas; com que
forlicou-se a guarnigo do Chateau-TrompeMe
e as que esto prximas da cidade nao'pozessem-
oos em estado de faser valer a autortdade de 9v
Magestade.
Finalmente, oa mesma poca, a Bretagne foi
iheatrode la menta veis col lises, que sao bastan-
te conhecidas para qor eu aqui as relato de um
modo delalhado.
Esta qisesto to complexa de Qnangas-devia
causar sob todas as formas-ineessantes tormentos
a Colbert r depois dos accommodamentos, leve
elle de seoecupar de outros-impostas, aos tjuaes
cada* um queria subtrahrr-se, e fez oxecutar
quena subtrahir-se, e fez executsr
seappoiamasnowsnasoesqueseconstiluem. principio severas devassa contras nobrez, i
della que a egreja witeira tira sua lorga e vida; respeilo "
e sua lu* e calor, por seu impulso;" que s
multiplicara-os santos-.cujas (ileiras sao to den-
sas como nos secul-os precedentes, para provar
que a egrej* nada ten*- perdido de sua- fecundi-
dade.
A santidad brilha sobre os turnos,- sobre as
sedes episcopses, sobre a cadeira de S: Redro ;
brilha nos mo*eiros, no oriente e no occidente ;
porm mais particularmente uo occidente, por
que o oriente cahe pouco pouco na inHdehda-
do, e v extinguir-se-lho a vida, ao passojquse
alTasta do coragao da egreja; O noraes de Santa-
Genoveva de Pars,, de Saota Clotilde de Pran.;,
de Sv Remigio de-Reilns, de S,Vaastd'Arras, de
S. Cesario d'Arle;de S. Benedicto, de S. Medar-
do de Noyon, deS CtaudiOi de S. Mauro, Santa
Radugondes, S. Srraeo-Estellto o mogo, S.-Gou-
traode Bourgogoe, S. Gregorio de-Tours, S?Le-
andro e S. Izidoro-de Sevilha, S. Agostinho de
Canluaria. S. Anastacio de Antiochia, S. dabas,
9.' Elesbo rei de Etiopia, S-. Joo Climacof S.
Btherberto rei de Kent, e milhare d'outro, f>r-
mam urna cora magnifica ao redor dos nomos
dos Santos Papas Symmaco, U*rmisdas, Joao I,
BehrlV, Bonifacio Joo 1L,. Agaplto, Silverio-
Gregorio o grande.
As difficuldades evam grandes, as desorden
terriveis e a anarcbiftlerada ao mais alio grao ;
porm os elementos de urna sociedade vigoro'
se forraa-vam lentamente, e era a egreja quem
forneci esses elementos de regenerago religio-
sa, politieae civil.
?
[MondtS.- Filho.)
[ContinHa-r-st-ha.)
ron.
ELIE BERTIIET.
' Conlinuagao.
ESTADOS ADMINES-TE.VTfVOS-- SOBRE O REi-
NADO-DBLUIZX1V.
Esses- movimentos Qzerara-se sentir no Ago-
nois(IC6'2), no Auvergue, onde gendarmes fo-
ram morios e feridos (1663) e no UelphioaoSo.
No mez do abril de 1669 os coinmtssarios d
marca des viohos, tendo virado ao priorato -do
Grandiaont, porto de Lyon. foram ah maltra-
tados pelos religiosos, ajuda&opelos campone-
zes, e o arcebisp teve de mandar pronder ao
prior e cinco de seus mongos.
No Bearn ainda qu nao fosse ama rebellio
organisada como de Audijoa, deram-seaioda
graves acontecimenlos era 1673, causados-pela
criago do papel sellado : houve urna agitago
era Bayonne; porm a.desorden de S. Joo da
Luz, escreve o raarechal d'AJbrel, causou mais
barulho na provincia, por que houveram morios
o feridos (25 de dezembro).
A efferresceucia rnanterc-se nessas paragens
propagaodo-se,. e fez-e successivameote sentir
pelo mesmo motivo em Pau, Bergerac, e Heole,
e de todas as veies foi necessaria a enrgica in-
tervengao da companha dos guardas do duque
d Albret.
Em Bordeaux o povo.julgando que-oChsleau-
trorapelte era-construido- someoto poa assegu-
rar a percepcao do imposto do sal, pegn em
armas para correr sobre os ladros e cobradores
de impostos, palavras synommas em seu es-
pirito.
Emi 1675.a creagio. decenos direitos sobre o
estanho eo tabico, causou urna collisao muito
mais lamentavel na capital da Guyana /margo) ;
desde os primeiros-instantes cotreu sangue, fo-
ram saqueadas o demolidas as casaa d'aquelles
que submettiam-se s prescripodes municipaes,
e espancavam-se aquelles quo recusavam gri-
tar : Viva o rei sem imposto*,desal 1
O conde Monlegut foi obrig*do sahir com
um batalho para bater por meio da forra urna
multidao que resislia com coragem ; no dia se-
guinte o parlamento prohibiu as reunios ; mas
os insurgentes haviam-se organisado durante a
rioite e prepararan.-se desde pela maoliaa. para
uma lula encarnizada.
Esses sediciosos, duplicando de malicia,
apoderaram-so do hotel da. cidade, flzeram pri-
sioneros, e nao pouparam aos senhoros conse-
Iheiros, visto como N-r. de Parnau, querendo fa-
zer consideragoes aquelles que elle julgava mais
rasoaveis, foi morlo porta de sua casa e depois
massacrado com inqualificavel crueldade, que
chegou ponto de matarem um gallego, que
quiz levanta-lo, compadecido de ver esse corpo,
E fcil de explicar-se a razio porque Nicolao
Poli vea o se vira na triste necessidade de refu-
giar-so. no recinto do Templo : o roubo dos de
mil escudos, que pedir por emprestimo, hari
preicpitado a sua ruina ; alm dislo, fallaudo-lhe
a flha, perder o principal elemento que fazia
prosperar o sou comraercio. Rosinha por su is
gracas c gentilezas, por sua destreza em aitrahir
08 freguezos, era s quem havia retardado a que-
da do morcador, cujos negocios nao se acharara
em bom p depois que os encargos pblicos Ihe
tinham exclusivamente absorridu o lempo. As-
sim cerca de dous mezes depois da catasalrnph
da ra de Tixeranderie o pubre homem vio-se
forgado fazer bancarrota, e i retirar-so para o
quartoirao privilegiado, alra de escapar s ponas
infa nuil les que i.ossn lempo cosluma vara inflingir
aos negociantes fallidos.
Todava, ge o livessem deixado entregue si
mesmo, talvez nao Ihe viesse ao pensamenlo o
aprovoilar-se do asylo, em que se achavam reu-
nidos lanos individuos inferiores elle era hon-
ra e prohdade. Velho, doente, deshonrado, pa-
ra sempr separado de urna filha & quem amara
ponto de adora-la, e cuja lembranga al mesmo
se Ihe tornara odiosa, solfrendo as zumbaras dos
outros seus eguaea, e acabrunhado sob o o lio dos
seus credrop, sua curagem abeteu-seao peso de
tantos males ; porm susieve-o o pensamenlo re-
ligioso, profundamente enraizado no coragao da
antiga burguezia parisiense : e de mais, no meio
das.suas dores, havia conservado um amigo, cojo
elo nao se desmeutio um a instante: era Gil
Poinaelot, seu primeiro aprendiz
() Vide Diario n. 28,
O mancebo, apenas restablecido da ferida que
soffrera, e que por felicidade nao tinha sido gra-
ve empregou esforc.os inau tilos afim de por em
bom estado os negocios de seu amo, mostrando
e-n lo las as circurastancas urna energa que Ni-
colao Poliveau nao poda ler. Renunciando
louca ambigu de querer elevar-se cima do seu
oslado, mana dominantes dos mancebos da sua
condiegao, tornra-se zeloso, silencioso ecuidado
so, e envidara todos os moios ao seu alcance para
salvar o pae daquella a quem amava. Quando a
falloncia pareceu inevitavel, foi elle quom sus-
tcntou a coragem abatida do velho, recordando-lhe
os de- eres do chrisio ; fui elle ainda quem o ar-
rastou quasi torga para o recinto do Templo, e
ali continuara & preslar-lhe seus soccoros e con-
solages.
Desta sorle Gil Poinselot parecia ser o nico
lago que ainda prenda o velho is cousas da vida:
elle se havia inslllado ao lado do seu amo, de
quem se considorava aprendiz como sempre ; e
ompregava os das em ir casa dos credores de
Poliveau afim de chegar com elles urna concor-
data, ou ento ia procurar os meios de adquirir as
pequeas sommas necessarias para a subsistencia
do velho. As noiles passava junto delle, entre-
lendo-o com leituras piedosas, evitando o que
podsse dispertar-lhe certas recordagesdo passa-
do, o fallando-lhe sem cessar da esperance de
ver um da o sou nome rehabilitado : eraQra ti-
nha para com elle oa cuidados e a dedicag&o que
o mais temo Olho pote ler para com seu pae.
Nao pois. de admirar que Nicolao Poliveau
do seu lado tambem concentraste todas as suas af-
feiges no seu fiel amigo. Alm disto urna outra
razo ainda fazia que Ihe fo-so elle charo.
O bom vnlho nunca fnllara de sua filha ; prohi-
bir expressament i Gil, e mesmo Guilherme,
que o vinha ver algumas vezes, o pronunciaren)
em sua presenga o nome dola. Entretanto nio
ignorava que Git tmha obtido de juiz criminal e
da abbadessa do convento, em que se chava en-
cerrada a linda mercado, a permissao de ir ver
muitas vezes a sua antiga patra, alravz do lo-
cutorio ; e era este um grande motivo de conso-
lagao para a pobre reclusa Por urna especie de
instmcio paternal Nicolao adevinhava os das em
que Gil ia visitar sua filha amaldigoada, e nes-
Ses das procurara estudar com cuidado a pliysio-
nomia do aprendiz para ver se ubi podia desco-
da qual as usurpages mnlliplicararrt-se
escandalosamente ; fez depois publicar em WSO
a celebre decloragao do rei, que submettia aos im-
postos cima os funeconario ciris e judiciaries
das casas reae,.que al ealo tinham servido de
asylos- -numerosos privilegiados : entretanto ao
mesmo lempo o-mioistro ordena va que se perce-
besse o imposto com dogura e eqaidide, e to bem
conheeia elle a dureza com que obraratn os a-
gentes subalternos, que escreveu 6 M-r. Le Camus,
intendente no Anvergnn :
A' respeilo da penhoras para o pagamento
dos impostos, podoi fazer com qoe o recebedo-
res nao as execuln ; mas nao & conveniente
dar urna ordenanga publica, por quinto podera os
povos obstinar-se nao pagar. (14 de novembro
1670.)
Ao mesmo lempo eWe esforcava-se por dimi-
nuir osle imposto, uaie recahia sobre a parte mais
desgragada da populago, e conseguio etlecliva-
mente redazido-lo de-44 i 30 milboes.
Colbert echava-se- infelizmente por seu gene-
rosos peosementos em opposico com- Lu XIV,
que ao contrario todo o das necessilava de
mais dinheiro para sustentar seu fastoso- luxo.
suas magnificas instrtuige, pagar seus gloriosos
exercilos, essa mottido elegante e brilhanle,
que fazia da erte da Franca a mais linda da Eu-
ropa, e que nao pouco-contribua para completar
o ascendente da monarohia entre todas a nutras.
Assim, o rei carees de considerareis sommas
para garantir a preponderancia de sua poltica,
mantida com grande despeas por meio de pen-
ses dadas-ao eslrangeiro.
Cirios Stoard recebeu oiilhoes de seu real hos-
pede ; os eieilores allemes.ecclesiasricos o secu-
lares, eran pagas por Lue XIV, prtncipalnvenle o
eleitor palatino e o de Brandcburgo : este rece-
bia regularmente uma-pensao, quo varia-va de30
800,000 -libras.
Os pnneipaes membros dos gnverno estran-
geiros eram snbvenrioaades, anda mesmo cm
lempo de guerra.
Durante um lempo as As longo, s-a Suissa
custava mais de 400,000 libras.
A' estas-- eausas iiicessantes de despezas con-
vem juntar os pedidos que lodos os da faziarn
ao rei as mesmas alias personagens d-a sua corte,
e os funoeionarios da ordem mais elevada : en-
contrarnrn-se os tragosaoonymos desao pedidos
nos registros das ordenanzas" ao portador, teste-
munhas-infelizmente mudasdas despezas secretas
do grande reinado, queelevavam-se regularmen-
te 10 nilhues por mez-.
A oobroza que sabia corajosamente derramar
seu sangue nos campos de balalha, e que alias
nao tnba noi dous secutes precedentes poupado
sua fortuna om secvrgp d* seus reis, tinha natu-
ralmente urna Urga parte as liberalidades de
Luiz JfiiV : estas particularidades se encontram,
nos registros secretos ; porm para lastimar ver
estas listas, onde sao. lautos nomos justamente
inscriptos, abortas.para diversos membros da fa-
milia real, o quaes por si sos absorviam mais de
um milho de penso, ao mesmo lempo que som-
mas considerareis eram concedidas como gratifi-
cago personagens do reconhecida riqueza.
llouve mais tarde a rovogago do edicto de
Sanies, que ainda custou caro aothesouro, e aaais
de um protestante recebeu urna penso em pre-
mio do sua abjurago.
Entretanto, u nao desojara que de tudo oque,
precede se podsse concluir que eu considero
Luiz XIV como um principe prodigo : longe do
mim urna tal aecusago ; e at em suas mais or-
dinarias despezas encontra-se grandeza e urna
vista poltica. Alm disto, a mor parto deslas
sommas, que & primeira vista parecer lo in-
consideradamente subtrahidas ao thesouro, re-
verleram centuplicadamente ao paiz, e deram um
impulso desconhecido industria o s leltras,
porquanto o grande rei sabia noblemente animar
os escriplores, os quaes nessa poca nao eram to
ricos como seus co-irmos do seculo XIX,
sabio editor da Correspondencia- administra-
tiva resume perfeilamente, parece-me, essas di-
versas despezas, que dn algum modo escapam ao
exaroe:
c Con vero juntar a estes artigos o grande nu-
mero de esmolas que o rei fazia, as penses e
gratiQcages por meio das quaes, como vimos no
primeiro volume, era necessario comprar os vo-
tos dos estados protincaos, a* animages dadas
ao commercio iadatatria, principal mete quan-
do crearam-se essas grandes companhias marti-
mas, que deriam rivalisar Com as da Hollanda e
da Inglaterra, e que custaram milboes ao rei; os
magnficos presentes, de que Luiz XIV era to
prodigo para coa seus favoritos e suas favoritas,
para com os representantes das potencias eslran-
geiras e para com as pessoas, que tinhim presta-
do s^rvigos ou Je quem se esperavam.
Foi para fazer face i estas enormes despezas
que Colbert viu-se obrigado fazer verdadeiros
prodigios de habilidade, e multiplicar a fonte das
rendas inlirectas, que nao feriam to universal'
mente como os grandes impostos, que poleriam
ser augmentados, e que assim levantavam urna
opposigao menos geral: foi assim que taxou-seo
papel e o pergamioho em pregados nos actos de
jualiga, e logo depois o papel e lodo o pergauu-
nho que sahisse das fabricas.
J vimos as revoltas, que laes medidas provo-
caran). De tudo fez-se dinheiro: os pequeos
dominio, a Qnanga das secretarias, o monopolio
da venda dos volateispor 500,000 libras, o
franquiamento dos bosques senhoriaes en Nor-
man lia, ludo passou 4 rendeiros.
Alguns manuscriptos de Colbert fazem-nos
anda conhecer oulros projectos, que este espiri-
to inventivo tinha imaginado; elle tratara de ti-
rar partido dos direitos de sello, de numerosos
odiaos', de laxas levantadas sobre os magistrados
das justicas reaes, e teve at a idea de exigir dos-
grandes tribunaes de justtga, para augmento de
ordenados, umssomma, que montara i oris de
quatro milhes.
Tolos estes esforgos desconteatavam em vio a
populago, e em 1682 o estado via que tinha ab-
sorvido perto de 39' milhes de libras sobreras
rendas futuras.
Era preciso que Kolbert estivosse nos ullimos
apuros para dirigir sem corar 'Barillat, pagador
do thesouro, o offlero seguinte,. ne qual Ihe
ordem que embolse es pequea rendas atada
concurrencia de 16,000 libras por dia, retardan-
do o-pagamento das avmltadas at/que expirasse
a demora lixada
Dei ordem Mr. Le Fouio que despedisse ge-
ral mente todos os rendeiros quo pedissea para
ser reembolsados at o ultimo dfefdesf mez,
qualquer que seja a somma i que oossa montar,
e como apenas ros dei um fundo de um milho
para esse reembolsos, rogo-ros que reembolsis
todos os das todas as pequeas partes-l 1,000
libras, e quanto s que excederem desta somma,
addi a-las-neis al o ultimo da deste mez-, no o/ual
far-vos-bei sber o que devoris fazer. Has to-
mae cuidado que nmguem conhega a ordem que
est respeiU vos dou, visto como podis addmr
d da om dia o reembolso dessas sommas seb
pretexto d outros negocios que teodes, tanto
mais quando para o Om do mez apenas faltan
cinco dias, dou dos quaes salteriados. (25" dj
juntio de 1682).
Segundo Colbert, a desorden:-augmento^ ds--
nredidamenle:: e rei mandou em-1689 fundir na
mooda toda apretara dos palacio reaes, e orde-
nu ao clero qae fizesse o mesmo respeito dos
objectos de prata inuleis que exiatrem as egre-
jas. Tratou-se nicamente de-criar novos-em-
progos as companhias, as quaes ciesas de seus
antigos privilegios e deseiosa de conscpva-los
eotisaram-se para compra-Ios : era assim que se
cuohara realmente moeda com as Municipalida-
des-,- e uo btvia eoostrangimentnv para veltbr
muitas vezes seguidas carga.
Mr. Depping cita alguns exemplo eerlosos-:
Os- porleiro? dos parlamentos-, 4iz-nos elle,
saerrticaram lr,00* libras ; os secretarios do par-
lamento 102.000 ; os commissarios- do Chatelet
75,000, para nao leiern novos co-irowaos com os.
quaes eram ameagados, e a commuaidade dos
mereadores meroieiros deu 300,090.'libras para-li--
vrar-se dos guardas de communiiadosinventados
pelo fisoo.
E* preciso ver nos registros dos-edictos ascen-
tcnes de modidas tomadas nesie seatido, para
poder-se realmente comprehender-a< necessidade
ddinheiro, ojua o gnverno seoii-ento, e a im-
poasibilidade em.que se achava de have-lc bas-
tante pelos meioserdinarios.
A correspondencia- de Chamillartenacrra curio-
sa particularidades este respailo especiatmen-
le a que elle mantiiiba com o ptesidente de Har-
lay, com o qual elle tinha toda a-franqueza, pe-
dindo-lhe que drspozesse o parlamento em favor
dos edictos, que nao eessava de proper-lhe.. Um
da elle explioou^lhe as causas de-su-as considera- -
goes para com os anematantos de impostos,. aos
fuaes Mr. de Itarlay eslimava alguau cousa,< so-
que parece :
Se eu fosse presidente, frente da cmara da .
Tournelle, usara de urna outra -linguagem ; po-
rm as pessoas, quem fago mal, mo sao neces-
sarias no lempo em que as ataco ; e se eu nao.
ppupa -las. farei mais mal ao estado do que bem.
Se houvesse um corpo separad de arrematantes
de impostos, que nao houvessem feito outro com-
raercio, podia-se ser mais atrevido. Entre os que
se oceupam. de impostos ha recebedores genero-
sos e generosos rendeiros ; preciso de sou crdi-
to e sirvo-roe delle todos os das. Feliz de mire
se as necessidades nao augmealarera 1 Dou-vos-
esta satisfago do que tanho feito, i flm de que
conhegaes os motivos de minu complacencia para
com pessoas,. i quera nao amaes, e que eu con
demno por que gostam muilo de dinhairo, (8.1a
abril de 1700). l
O. desanimo do secretario de Estado appaaeco
constantemente : 26 de abril de 1704, depois de
urna longa semsaboria, elle deixa escapar esta
phrase, que causou admirago de ser encontrada
em um oificio ministerial :
o Vi chover muilo esta manha.; a.chnva fez-
me tanta impresso como aos castaoheUos e s
outras arvores, que veto diante de meus. olhos, e
que serenaram em um momento.
Alguns mezes depois 25 de agosto :
Cteto que nao posso ler mais rommercio
comvosco nao ser para mos.negocios. Os lem-
pos tornam-se to difficeis, que ninguem pode
susleotar-se sera socorros extraordinarios. En-
vio-vos o projccto.de discurso para a abertura do
annual, pedindo-para os ofiiciaes augmoato de
sold ; nelle acharis urna diffeceuga um pouco
chocante ; mas nao passa de projeclo com. flm de
haver dinheiro em um memento muito critico.
Submetto tudo s vossas tutes e vossa bondade.
para comigo,. expondo -vos. o nosso estado t
brir um vago reflexo da dr ou da alegra de Ro-
sinha. Elle nao o queslionava directamente ; o
seu orgulho e a sua colera oppunham-se 6 que
mostrasse algum interesse pela surte da filha,
que havia repellido : porm ioformava-se vaga-
mente se ludoia bem, se ainda tinha sobre a Ier-
ra alguem quo o amasse, se nos coragoes endu-
recidos era permillido entrar o arrependimento;
e quando Gil responda de urna maneira confor-
me aos seus desejos, o pobre homem chorava,
apertava-o ao poilo, o levara ao labios a mo que
tinha talvez locado na mo de sua filha.
De sua parte Gil Poinselot preslava-se admira-
velmente aos aenlimeotos secretos de seu amo :
mostrava sempro que nopercebia essas porgan-
tas ; e procurava as suas resposlas nao dar
menor idea de que comprehender o alcance del-
tas ; prque primeira palavra, que isio dsse a
entender, o velho encolerisava-se : qualquer al-
luso desastrada leria despertado seotimentos
que mais valia deixar no olvido.
Urna nica vez houve quem se atrevesse sus-
citar enrgicamente e Poliveau as recordsges do
passado : foi o marquez de Villanegra. No seu
desespero o joven Qdalgo tinha vindo supplicar
ao ex-amoltacel que perdoasse filha innocente:
porm essa tentativa inconsiderada mais havia
exarcerbado a colera do infeliz pao, que, aecusao-
do Villanegra de ter sido a causa de todos os
seus infortunios, o acabrunhra de injurias e de
exprobrages. O mancebo teve de retirar-se
vista de urna tal ei.plosao de senlimenlos impla-
cavis.
Depois dessa experiencia to mal succedidaGil
conjecturra que as paixes do seu amo nao ti-
nham lido ainda o lempo sufficienie para acal-
marem-se ; o melhor, pois, era esperado, e nao
arriscar-se a perder tudo porum acto de prece-
pilago. Entretanto nap desanimara elle na es-
peranga de conseguir muito breve a reconcilia-
gao do pae com a lha ; calculava lodos os das
em silencio as alterages que a reueio e o lem-
po, especialmente, teriam a forca de imprimir no
corag&o do Poliveuu ; previa ja o momento em
que poderia pronunciar o nome da fllha, apesar
da severa prohibigao que Ihe f-a feila, e obtere o
perdo para ella.
Tal era a siluago do desventurado pao, quan-
do se deu o encon'.ro do conde de Manle na ta-
berna (oipMcw, A impudeucij, com que esle
aventureiro se jactava dos seus cr-imes, accendera
as veias do pobre velho o pouco sangue rjae ain-
da ahi Ihe resiava. Sahindo da taberna se poz
elle errar ao acc aso por entro os pequeos tri-
litos que rodea vara as habit&coes : a recordago
das suas desgragas tinha sido avivada por esse no-
vo ultraje ; e elle corra como um lauco alravz
do recinto, quando alguem se Ihe apr.ox.imou, o
puchou-o brandamente pelo gibo.
Poliveau voltou-se, e vio Gil Poinselot que o
segua alguns oslantes. A presenga do apren-
diz Ihe fra sempre agradavel desde o comegodas
suas desgragas ; mas nesse momento, sobretudo,
fizara os olhos com alegra sobre aquello que coo-
sidersva como o seu melhor amigo. Accrescia
qoe o mancebo vinha vestido com mais esmero
que de ordinario, signal evidente de que naquel-
le mesmo dia fuera a sua visita ao convenio da
Ave-Mara. Poliveau sogurou com transporte no
braco de Gil, e dsse-lhe com ar de satisfago :
Ah chegatle finalmente, meu amigo, Ijl
nao te esperava mais. Tinha ido ao leu encontr
at taberna dos plebeus, mas tardaste hoje mui-
lo ; e tal era o meu estado de fraquoza que me
vi forgado a entrar nessa mansarda para descan-
sar um pouco : porm, meu Deus I quanto me
arrependo de nao ler vencido a fadiga, pois fui
eoconlrar nesse maldito lugar um dos homens
que mais odio nesto mundo l
Quem ? perguntou Poinselot com inquie-
lago.
Esse abomioavel aventureiro, esse conde
de Manle, que teve a audacia de gabar-se publi-
camente de um crime, pelo qual leria sido en-
tercado na praga de Urve, se hoje se fizesse jus-
liga como no lempo do Sr. do Sully.
O aprendiz pareceu um pouco serenar-se ou-
vindo fallar no nome do conde de Manle.
Socegae, patrio, disse elle com ar dislra-
hido, esse homem de quera fallaos nao pode dei-
xar de acabar na forca.
Pozeram-se ambos caminho para a pequea
habitaco que occupivam no recinto. Gil eslava
pensativo, e como que procurava urna occasio
de dizer Poliveau alguma cousa que o embara-
cava. Muitas vezes parou repentinamente, e es-
tove quasi ponto de fallar, mas arrependta-se
logo e continuara o sea caminho, como se a re-
exao o xesB mudar de peusameato. Some-
(CoNl'nuar-M-Aa.)
1 han te preoecupacao tornou-se to visivel que o
bom velho acaboj por percebe-la.
Que tens hoje que assim te preoccopa, Gil ?
Trazes-me a noticia de alguma nova desgraga ?
Meus credores recusaram decididamente prestar-
se composigo que lhes propuesto em meu
nomo ?
Nao nada d'isto ; os vossos negocios vo
o melhot possivel, e bem depressa talvez possaes
deixar o,asylo do Templo ; porm...
Suspendeu-se de novo como se nao atioasse
cora a oxpressao propria para exprimir o seu pen-
samenlo. O velho percebeu por inslinclo que
elle queria fallar de Rosinha.
i- Tens mais alguma cousa para dizer-me ?
perguntou affectando a mais profunda indide-
renga.
O aprendiz revestio-se de toda sua coragem.
Sim, respondeu elle de um s folego ; pre-
parae-vos para irdes encontrar em vossa casa
pessoas cuja presenga vos ha de admirar.
Pessoas extrsnhas em minha casa '.'
Poinselot nao respondeu.
Quem poderi ser, continuou o velho, seno
algum devedor recalcitrante ? Nao basta que eu
tenha abandonado tudo o que possuia ? Ou ento
ser algum velho amigo... mas nao pode ser ;
nao leoho outro amigo seno d ti...
Pois se assim patro, replicou o mance-
bo com vehemencia aperlando a mo de Poliveau
contra o seu peito, se realcenle julgaes dever-
me algum reconhecimento pelos meus traeos
servigos, pelo zelo, affecto e dediesgo que vos
leoho mostrado, pego-ros por tudo o que ha de
mais sagrado que me proraettaes conservar-vos
tranquillo e rasoavel perante aa pessoas que vos
esperam om casa.
0 velho parou.
Que significa isto, Gil ? O que queres di-
zer-rae T
*- Patrio, replicou o aprendiz tmidamente,
dovo couessnr-vos a verdade: irata-se de vossa
filha.
Nao tenho filha, e nunca a tire I exclamou
Poliveau batendo colrico com o p no chao.
Agradego-te o me ha veres prevenido, Gil. nao
entro agora em casa ; ide dizer essas pessoas
que olo as quero ver.
fi dizendo talo roltoa-ie como prendo te*
o aprendiz o deteva
troceder no seo camino*
com firmeza.
Patrio, diase-lh com a voz commo*ida
por mereft nao fagaes semelhanto cousa, se qu
prezaes a salvagio da vossa alma, e o brado da
vossa consciencia r talvez vosarrependereis lod*
a vida por nao. terdes querido consentir cesla. en-
trevista. Ouvi : eu vos digo tudo ; fui eu quem
prometteu essas pessoas que nao recusarieis
ve-las ; fui eu quem as inlroduzio em vossa es-
sa, e sou eu quem vos supplica que as attandaes I
Nao me recusis o primeiro, o nico servico que
sollicito da vossa bondade, durante os longos an-
uos da minha vida em que lenho passado i ser-
vir-vos I Patrio, pelo vosso repouso, pelo meu
tambem, vlnde, eu vos pego com instancia...
&up.plico-vos !
Gil tinha as maos postas ; grossas lagrimas ro-
lavam-lhe pela face absixo. Sua voz penetrante
tinha vivamente enternecido Poliveau, que tal-
vez do fundo d'alraa se senta muito disposlo S
ceder: entretanto pareceu reflectir MCaUun
instantes. *^ """'"
Concedo, disse elle afinal ; mas por tua
causa, por tua causa somente, meu bom Gil oe
eu consinto em ver essas pessoas. Nada posso
recusar ao amigo que nico conservou-se-me fiel
no meu infortunio! Sim, vou receber cases ex->
tranhos ; terei ainda urna vez a coragem de ou-
vir fallar dessa miserere! quo...
Nao concluiu, porque a voz ombargou-se-lhe
na garganta ; abaixou a cabega para oceuttar a
sua comraoco. Gil observava-o com anxiedade
o velho arrastou-o arrebatadamente.
Vamos, vamos, murmurou elle ; v ver se
lenho preciso de que me recommendem sangue
fro e tranquillidade. Essas pessoas sem duvida
sao o juiz criminal e sua mulher, que veem in-
leroeder por aquella i quem araaldigoei... vers
a resposla que lhes hei de ncarregar de trans-
mittir a essa culpada creatura...
Poliveau esperava que Poinselot o desenga-
nasse, ou o conflrmasse na sua previso : porm
este nada disse com receto de quo elle mudasse
de resolugao.
(Conftnuar-i-na.)
FiRN.- IYP. DE M, r. DB FAIUA, -1861.

*


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