Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09221


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Full Text
AIIO XIITII IDIEIO 19
Por tres mezeadianUios 58000
Pop tres mezcs vencidos 6S000

*wew-*

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ii


SasTWrflrTSjBni
r
J7
OOABTA rail 23 DE JAIEIRO DE MI -
Por amo adiaitad 49$000
Porte fraico para o subscriptor.
K.NCARREGADOS DA SU8SCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexaodrno de Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, oSr. A, de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Mar-
tins Ribeiro Guimares; Piauhy, o Sr. Joao Fer-
nandes de Moraes Jnior; Par, o Sr. Justino J.
Ramos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS DOS UJKllKlU.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas e
sextas-feiras.
S. Anio, Bezerros, Bonito, Caruar, Altioho e
Garanhuns as tergas-feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista*,
uricury e Fx as miarlas feiras.
Cabo, Serlnblem, Rio Formoso, Uoa.Barreiros,
Agua Preta, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correiosparlem as 10 horas da manilla]
fcrUEMKHlDES DU MKZ DK JANEIRO.
3 Quarto minguanle as 11 horas e 4 minutos da
larde.
11 La ora a 1 hora e 8 minutos da manha.
19 Quarto crescente a 1 hora e 11 minutos da
manbaa.
26 La cbeia as 2 horas e 47 minutos da tarde.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 2 horas e 30 minutos da manha.
Segundo as 2 horas e 6 minutos da tarde.
DAS DA SEMANA.
21 Seg. S. Ignez t. m.; s. Palrocolo m.
22 Terg. S. Vicente m.; s. Gaudencio b.
23 Quart. Os desporios de N. Senhora.
24 Qulnt. N. Senhora da Paz; s Themoteo b. m.
25 Sext. Conversiodo S. Paulo ap.; s. Ananias.
26 Sab. S. Policarpo b. m.;s. Paula v. m.
27 Dom. daSepl.; S. Joo Chrysostomo b. d.
AUDIENCIAS DUS TRIBUNAL DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco: tercas, quimas e sabbados as 10 hora;.
Fazenda: lerdas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quartas ao mel dia:
Dito de orbaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda Tara do civel: quartas o sabbados a 1
hora da tarde.
ENCARREGADOS "DA SUBSCRIPGA DO SBL-
Alagoas, o Sr. Claudino Falcan Olas; Baha,
Sr. Jos Martins Aires; Rio de Janeiro, o Wt.
Joao Pereira Martins.
EH PERNAMBCO.
O proprietario do diario Manoel Frgneiro* da
Faria, na sus livraria prega da Independencia ds_
6e8.
s.) Por
>cada
) via.
PARTE OFFtClAL.
Ministerio da fazenda.
DECRETO X. 2,713 DE 26 DE DEZEKBRO DE 1860.
Manda execular o regulamento do imposto do
sello c de sua arrecadagio.
Usando da autorisagio do art. 11 9 da lei n.
1,114 de 27 de setembro de 1860, hei por bem
ordenar quo se execute o regulamenlo que com
este baixa, assignado por Angelo Moniz da Silva
Ferraz, presidente do conselho de mioislros, se-
nador do imperio, ministro e secretario de eslado
dos negocios da fazenda, o presidente do tribu-
nal do thesour nacional, que assim o tenha en-
tendido e faca execular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 26 de dezenibro
de 1860, 39. da independencia c do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador. angelo
Moniz da Silva Ferraz.
REGULAMENTO DO IMPOSTO DO SELLO E DE
SUA ARRECADACO.
PARTE I
Do imposto do sello.
TITULO I.
Do sello proporcional.
CAPITULO I.
Dos ttulos e papis de que se deve pagar o sello
proporcional.
Art. 1. E' devido o sello proporcional dos t-
tulos compreliendidos as seguintes classes, e na
importancia marcada as respectivas tabellas.
1.a Classe.Letras de cambio e da Ierra, escrip-
to8 ordem e crditos.
TABELLA.
Letras de cambio.
De 1O0SO00 at 400g000 100 rs.
De mais de 400$000 at 1:0003000 20<
De mais do 1:0009000 at2:000*000 400 ,.
Assim progrossivamenle, cobrando-se mais 200
rs. por via de toJa a quanlia que exceder a cada
cont de ris.
Letras da trra, escriptos ordem e crditos
Nao excedendo de 100&000 100 rs.
De mais de IOO9OOO at 200*000 200
200JO00 3COS0O0 300
300*000 400*000 400
4OOJ00O 500*000 500
500*000 6003000 600 >
6O0J0O0 7OOJ0O0 700
700000 800S000 800
800*000 900JO0O 900
900JOOO 1:000*000 1100
_ E assim por diante, guardada a mesma progres-
sao, e cobrando-se a laxa na mesma razio de
1.10 de 1 0/0.
2.a Classe.Notas, bilhetes. vales, e lodo e qual-
quer papel ou titulo ao portador.
TABELLA.
Do valor que nao exceder de 2O0J000 200 rs.
De mais de 200*000 at 1:000*000 500
E assim progressivaraente, cobrando-se mais
500 rs. de (oda a quantia que exceder a cada con-
t de ris.
Obervacoes.
1.a Os bancos de circulacSo pagarlo a laxa de
sua cmisso annualmenle, a cortar do 1. de ju-
lho de 1860, no prazo de 30 dias, calculadas sobre
o termo medio dos bilhetes de cada classe exis-
tentes em circulado duranlo o anno anterior ao
referido prazo.
Esto termo medio ser computado, verificndo-
se o numero dos bilhetes emillidosde cada classe
existentes em circulsgio no flm dos mezes do re-
ferido anno, o dividindo-se depois o total dos
mesmo3 bilhetes pelo numero dos mencionados
mezes, desprezad3S as fraeges.
2.a Os bilhetes dos bancos de circuladlo que
substituirem outros, retirados da circuladlo em
virtude do disposigio da lei, ou em consequencia
de falsficagio, sao isentos do sello.
3.a Classe. Escripluras ou escriptos de veoda,
cesso, troca, dagio in solulum, hypotheca,
doagio, em presumo, deposito extrajudicial e
qualquer oulro titulo de transferir a proprie-
dade ou uso-fructo ; quinhoes hereditarios e le-
gados ; quilages judiciaes e exlrajudiciaes ;
contratos, ttulos e papis que contiverem pro-
messa ou obrigaglo, e distrato ou exoneraglo
de obrigaglo.
TABELLA.
Nao oxcedendo de lOOjJOOO
1

6




De mais de

>




10Oj>0OO at 200000
300*000
400*000
500*000
600gOOO
7005000
800*000
900*000
100 rs.
200
300
400
500
600
700
800
900
2OOJO00
300*000
> 400*'l00
500j00i)
6OO30OO
700g000
800*000
900*000 1:000*000 1000 -
E assim por dianle, guardada a mesma pro-
fresslo, e cobrando-se a taxa na mesma razao de
/10 de 1 0/0
Observacoes.
1.a Os contratos desociedade pagarlo na razao
de 1/20 de 1 0/0 se o lempo de sua duracao nao
exceder de cinco annos.
2.a Nos casos de prorogagao do prazo da dura-
gao da sociedade o sello ser cobrado na mesma
proporclo.
3.a sello do capital das companhias e socie-
dades anonymas, suas caixas liaes e agencias,
proporgao que o mesmo capital se for incorpo-
rando ou reahsando, ser satisfeilo pelo proprio
accionista na poca em que flzer a entrada do
valor de cada aegao que possuir, dcando a admi-
mstragao ou gerencia responsavel pela sua Im-
portancia, que entrar para os cofres pblicos no
prazo de que trata o rt. 32.
4.a As escripluras, contratos ou estatutos das
sociedades quo nao liverem capital cam sule:-
tos nicamente ao sello fixo, na forma do art. 59
9 3-
4.a Classe. Fretamentos, apolices de seguro,
contratos ou letras de risco.
TABELLA.
Fretamentos de navios.
Tara fra do imperio 1/5 de 1 0/0) Sobre o valor
Para dentro 1/10 de 1 0/0 ) do frete.
Apolices de seguro, contratos ou letras de risco.
2 0/0 da importancia do premio estipulado.
5.a Classe Tilulos de nomeagio expedidos pelo
governo, ou por funecionarios pblicos, por
autoridades ecclesiaslicas, pelas mesas das c-
maras legislativas, das assemblas provinciaes
e pelas cmaras municipaes ; ttulos que con-
ceden) reforma, jubiladlo, aposentadoria, pn-
alo, tenga, meio sold e quaesquer oulras tuer-
ces pecuniarias.
TABELLA.
1 0/0 do veneimento annual de 100$ ou mais.
CAPITULO 11.
Dos ttulos da 1.a, 2.a e 3.a classe.
Secgio 1.aLetras, escriptos ordem, notas, bi-
lhetes, etc. a pessoa determinada ou ao porta-
dor e crditos.
Art. 2.-Nos ttulos desla scelo sao compre-
tendidos os seguintes:
I- Todas as letras de cambio da trra sacadas
no imperio.
II. Letras de cambio sacadas no imporio para
paz eslrangeiro.
III. Letras paseadas pelos devedores da fazen-
da nacional, a quero se concedo fazer pagamento
por prestarles.
IV. Letras paseadas e aceitas pelos contratado-
res para o pagamento do prego dos contratos.
O sello ser pago pelos devedores e contrata-
dores.
V. Letras, notas promissorias, crditos o es-
criptos ordem, anda que em forma interior de
cartas.
VI. Vales e Deas aceilos entre os commercian-
les da praga.
VIL Notas, vales, bilhetes, papel ou titulo ao
portador, letras e escriptos cootendo promessa
ou obrigaclo de pagamento.
VII. Cautelas ou vales, e quaesquer oulros t-
tulos de transaeges do emprestimo de dinheiro
sobre penhores de preciosidades e de quaesquer
outros objectos.
IX. Letras de cambio ou da Ierra sacadas pelo
governo e seus delegados em beneficio de parti-
culares.
X. Letras passadas pelo pagamento da sisa an-
tes da le de 28 de outubro de 1818, quando ti-
verem de-ser ajuizadas, ficando os devedores res-
ponsaveis pelo sello (sem revalidadlo).
XI. Os conhecimentos ou bilhetes definitivos
de metaes preciosos passados pela casa da moe-
da, na conformidade do art. 83, 2.a parle, do re-
glamento n. 2,537 de 2 de marco de 1860.
XII. Os conhecimentos ou bilhetes de deposito
de merradorias era entreposto, trapiches e arma-
zens alfandegados passados na conformidade dos
arts. 262, 263 e 281 do regulamento n. 2.647 de
19 de setembro de 1860.
XIII. Os bilhetes passados pelos assigoantes
das alfandegas e as letras de direilos de consumo,
e de reexportadlo a que se referem os arts. 585
I, 586 e 612 n. 2 do citado regulamento de 19 do
tetembro de 1860.
Art. 3. Das carias de crdito nlo se pagar
sello proporcional, mas sim do acto quecontiver
obrigaglo e constituir titulo a favor do mutuante,
donde conste a somma realmente abonada. (C-
digo commercial art. 264.)
Art. 4. Todas as letras, escriptos, notas pro-
missorias e crditos que estivessem vencidos ao
lempo do regulamento de 26 de abril de 1841, e
que at a publicarlo do presente regulamento
nao foram sellados, pagaram o novo sello se de-
pois do sua execucao forem ajuizados.
Art. 5. Os ttulos sugeitos ao sello proporcio-
nal passados antes da execuglo do presente regu-
lamento, e que n3o foram devidnmente sellados,
(icario sujeitos disposigio do arl. 51.
Secgio_2.aEscripluras ou escriptos de venda,
cessao, troca, doacao intolutum, hypotheca,
doaclo, emprestimo, deposito extrajudicial e
qualquer outro titulo de transferir a proprie-
dade ou usufructo; quilages judiciaes, exlra-
judiciaes; contratos, ttulos e papis que con-
tiverem promessa ou obrigaclo, e dlstralo ou
exoneracao de obrigaclo.
Art. 6. Nos ttulos desta seclo comprehen-
dem-se tambem:
I. As escripluras e escriptos de contratos ce-
lebrados com o governo ou qualquer reparticlo
publica.
II. As escripluras publicas ou particulares dos
contratos desociedade.
III. As escripluras ante-nupciaes, e de dote e
arras.
IV. As escripluras publicas ou particulares
de nanga ou abono de qualquer nalureza que
sejam.
V. As escrituras publicas ou particulares de
dissoluclo de sociedade, quando nellas se contra-
tar a divisao dos bens entre os socios, ou se es-
tipular que cada um dos contrahenle, ou qual-
quer delles tenha de haver urna quantia em di-
nheiro ou em outros valores, ou quando por ou-
lras clausulas se possam subordinar regra dos
arts. 12 1 da lei de 21 de outubro de 1843
?oH 9" n- da lei de ^ de setembro de
I06O.
VI. Os ttulos que se passam aos arrematantes
das rendas publicas.
VII. As tranferencias de apolices da divida pu-
blica geral e provincial, e de aegoes de compa-
nhias ou sociedades anonymas.
VIII. Os pertences passados nos conhecimen-
tos em forma que expedem as repartios e esta-
belecimenlos pblicos aos credores do estado para
haverem o seu pagamento.
IX. Todos os contratos, transaeges, ttulos e
papis que contiverem promessa ou obrigaglo, e
dtratoou exoneraglo de obrigaglo, que nao fo-
rem comprehendos ou isentos no presente regu-
lamento.
X. As escripluras publicas ou particulares de
troca de beos do raiz, na proporglo dos valores
permutados, de que se nao deva siza.
XI. Os ttulos da contratos de arrendamento de
predios ruslicos ou urbanos.
XII. Os de contratos de empreitada.
XIII. As facturas ou conlas de gneros vendi-
dos nao reclamadaslno prazo legal, sendo assig-
nadas pela paite. (Cdigo commercial art. 219.)
XIV. Os saldos liquidades em conlas correntes
dadas e aceitas, que pagarlo o sello no caso de
serena ajuizadas.
Arl. 7. O sello proporcional:
I. Dos contratos de aforamento de terrenos de
marinhas, de ailuviao ou de quaesquer outras
propiedades perlencentes ao estado, s provin-
cias, s cmaras municipaes ou oulras reparlices
publicas e a particulares deve pagar-se avalian-
do-se para esse fim o aforamento na somma de
20 annos de foro.
II. Das fiaogas ser regulado pelo valor qne
competentemente se livor arbitrado para a exi-
gencia da flanga, quandosenlo ache estabelecido
em lei ou regulamento.
III. Dos ttulos de arrematantes de rendas pu-
blicas se calcular pela lolaglo do excesso do ren-
dimenlo que o contrato deve producir, e que cons-
titue as vaolagens do arrematante.
IV. Das transferencias de apolices e acedes de
companhias ou de sociedades anonymas ser
cobrado sobre o prego da negociaglo ou trans-
missao.
V. Dos contratos de arrendamento sfir arre-
esdado sobre o prego accumulado de lodos os an-
nos do arrendamento.
VI. Dos contratos de compra e venda do di-
reito e aegao de herangas ser devido do prego da
compra, resliluiodo-se o que de mais se houver
pago, quando se verificar o valor dos de raiz su-
jeitos a siza.
_ Disposiges communs.
Art. 8. Nlo sao cemprehendidos nos ttu-
los desla secgo para pagamento do sello propor-
cional : r
I. Os de locagao de predios, de movis e de
servigos de qualquer natureza, compreheodidos
os de colonos, criados, offlciaes ejornaleiros, li-
vres ou escravos, os de voluntarios par o servi-
go do exercito, da armada e da torga policial,
e os de guardas das alfandegas e mesas de
rendas.
II. A divisao de bens entre marido e mulher
divorciados por senlenga.
Art. 9. Ser considerada como vespera do ven-
eimento dos ttulos de Ia e 2a secges deste ca-
pitulo quo nlo tiverem prazo estipulado, a do dia
em que forem ajuizados.
Art. 10. Dous ou mais ttulos, do mesmo con-
trato, ainda que passados entre dous ou mais
contratantes, pagarlo um s sello.
Art. 11. Os sellos dos ttulos comprehendidos
as referidas secges sao devidos, embora sejam
argidos de nultidade em juizo ou fradelle; se
porm a nuliidade for absoluta, ser restituida a
importancia do sello pago.
Art, 12, O sello proporcional ser tambem de-
vido, quando os actos comprehendidos nos arti-
gos antecedentes forem realisados nos termos de
concitiagao do juizo de paz, e de composiglo ou
(ransacgo.cm qualquer juizo ou instancia.
Art. 13. O sello proporcional do titulo com-
prehende as obrigages correlativas que consti-
tuem o contrato, bem como as disposiges que
forem consequencias do mesmo contrato ; se o
titulo porm couliver muitas disposiges indepen-
deotes ou que nao derivem necessariamento
urnas das outras, ser devido de cada urna dellas,
sello proporcional ainda quando se referirem aos
mesmos contrarenles.
Secgo 3.aQuinhoes hereditarios.
Arl. 14. E'devido sello dos quinhoes heredi-
tarios, quaesquer que sejam, ainda dos ascenden-
tes e descendentes.
nico. Esta disposigao extensiva aos le-
gados.
Arl. 15. Os quinhoes hereditarios, ainda que
havidos em virtude de partilhas, feilas uxlraju-
dicialmente por escripluras publicas ou particu-
lares, esto sujeitos ao mesmo sello que os das ju-
diciaes.
Art. 16. Para o pagamento do imposto do sello
do artigo antecedente as partilhas judiciaes,
basta urna simples nota declarativa do respectivo
escrivlo, ou quitaglo dada ao interessado antes
de ser assignada, na forma do disposto nos 2
e 3 do alvar de 2 de outubro de 1811, pondo-
se a verba do pagamento do sello na mesma qui-
laclo.
nico. as partilhas de exlrajudiciaes as es-
cripluras publicas ou particulares pagarlo o sel-
lo na forma do art. 21 1 e 3.
Art. 17. O quinhoes hereditarios, judiciaes ou
exlrajudiciaes, slo sujeitos a sello, ainda quo pro-
venham de inventario ; de pessoas fallecidas an-
tes da execuglo do regulamento de 26 de abril
de 1844, se depois delle forem expedidos formaes,
quilagOes ou outros i.uulos.
Arl. 18. O sello dos quinhoes hereditarios, e
legados, serl cobrado, fazendo-se adeduegaoda
somma correspondente decima de heranga e le-
gados.
CAPITULO III.
Dos tilulos da 4.a classe.
Secgio I." Fretamentos.
Arl. 19. O sello de fretament de navios deve
ser pago pelo consignatario ou mestre, vista de
urna nota por elle assignadi, em que declare o
nome.naglo elonelagem da erabarcaeloe o impor-
te total do frete. Esta nota lhe ser restituida
com a verba da taxa que pagar.
Secgio 2.aApolices de seguro, contratos ou le-
tras de risco.
Art 20. As apolices de seguro, contratos ou
letras de risco deverlo ser selladas dentro de 30
dias contados das datas desses ttulos; as cartas
de freta ment antes qu.e as alfandegas e mesas de
rendas ou seus agentes expecam o despacho da
embarcaglo para sahir do porto, onde taes con-
tratos ou tonhecimenlos forem passados.
CAPITULO iv.
Disposiges communs aos ttulos da Ia, 2a, 3a, e
4a classe.
Art. 21. Os ttulos destas classes que tiverem
de ser lavrados, a saber:
I. Em livro de notas do tabelliao ou do repar-
tieres publicas, nlo o serlo sem lerem pago a
taxa.
II. Em autos judiciaes, ou ofncialmente fra
delles, nao serio assignados ou subscriptos
pelo escrivlo ou ofllcial competente sem serem
sellados.
III. Por particulares, em lugar onde houver
recebedor do sello, ou distante delle al tres le-
gua, serlo sellados dentro de 30 dias, contados
da sua data ; e sendo em maior distancia, mais 30
dias por cada tres leguas.
IV. Em livros de companhias, pelo que per-
tence transferencia de suas aeges, pagarlo a
sello antes de lavrado o termo ou asseoto della
na forma do art. 26 e seguintes.
V. Os escriptos ordem poderlo ser sellados
em qualquer lempo, no lugar em que tiverem de
ser pagos, com tanto que o sejam antes do acei-
te, transferencia ou pagamento, na -forma do
art. 24.
VI. O sello dos bilhetes e escriptos ao portador
que forem emiltidos na forma da legislagao era
vigor, io estando comprehendidos as observa-
ges Ia e 2a da tabella da 2a classe do art. 1, se-
r cobrado conforme seu numero e valores nos
termos do art. 33. Os dos que forom passados
visla pagarlo o sello annusmente, no mez de ju-
dio, conforme o numero o valores em circula-
glo.
Vil. As leguas de que trata este arligo serlo
calculadas pelas distancias marcadas para o ser-
vico do correio, e na sua falla por outros docu-
mentos ofliciaes, ou por estimativa visla de in-
formages de pessoas de conflanga, salvo s par-
tes ioteressadas o recurso legal na forma do cid
6 da parte 2a.
Art. 22. as lettras poderlo ser selladas no lu-
gar em que se verificar o aceite, negociaglo oa
pagamento, estando dentro do prazo marcado no
artigo antecedente, n. 3.
Art. 23. Se o prazo do veneimento dos ttulos
fr menor de 30 dias, o sello proporcional deve
ser pago antes de aceite.
Art. 24. Os escriptos ordem nlo podem ser
accitos, transferidos ou negociados no lugar em
que teem de ser pagos, sem previo pagamento do
sello.
Art. 25. Os endossos e pertences passados de-
pois do veneimento, as letras e crditos de que
trata o art. 38, n. 13, e os que o forem em qual-
quer tempo nos ttulos sem prazo estipulado de
veneimento slo sujeitos ao sello, como ttulos de
transferencia, revalidagio, quando apresentados
fra do prazo legal, e multa verificando se al-
guma das infraccoes previstas do cap. 6o da par-
te 2 .
Art. 26. A disposigao do art. 21 Io exten-
siva aos corretores pelo que respeita ao sello das
transaeges sobre apolices, e aeges de compa-
nhias e sociedades anonymas, Picando os mesmos
ofliciaes obrigados a mencionar o*'senlo da
Iransacgao em seus livros, as decarages constan-
tes da nota de que traa o art. 102.
nico. A referida nota dever ser apresenta-
da na recebedoria ou na companhia, cujas aeges
se tiverem de transferir, estando ella legalmenle
sulonsada para arrecadar o imposto ; e nlo ser
recebida para pagamento do mesmo imposto sem
assignatura dos contrarenles ou de quem legti-
mamente os representar.
Art. 27. O signal do sello e verba respectiva,
quando os correctores nao intervierem as tran-
saeges, serlo langados nos competentes escriptos
dentro do prszo do art. 21, n_3, mas sempre
antes da transferencia, na forma do n. 4 do cita-
do artigo.
Art. 28. As companhias, alm das estages Cs-
caes, incumbe fiscalisar se o pagamento do sello
das Iransacges de aeges foi realisado na forma
das disposiges antecedentes e de quaesquer nu-
tras em vigor; e suscitando-se duvda, nlo se
poderlo effectuar as transferencias sem ulte-
rior decislo da autoridade administrativa compe-
10D16,
l- Quando as transaeges tiverem sido res-
inadas por intermedio de correctores, os termos
de transferencia de aeges s poderlo ser lavra-
dos vista da copia do assenlo por que conste o
pagamento do imposto.
2. Nos termos de transferencia e as caute-
las que as companhias entregarem aos possuido-
res de aecesse far meugio do numero, quantia
e data da verba do sello, da estaglo ou compa-
nhia era que foi pago, mencionados na nota, es-
criptura, senlenga, copia do assentamenlo dos cor-
rectores, escriptos ou oulro qualquer documento
apreseotado para a transferencia.
Art. 29. Quando as transaeges sobre aeges fi-
carem sujeilas revalidagio porconlravenglo das
disposiges deste regulamento, os corretores sof-
frerlo as penas dn arl. 117, e as companhias as
do art. 113 na parte que Ihes fr applicavel.
Art. 30. As copias dos assenlos das transaeges
a que se refere o arl. 58 do cdigo commercial'
serio extrahidas de um livro de tallo, aberto, ru-
bricado, numerado e encerrado pelo chefe da es-
taglo fiscal do districto encarregada da arrecada-
gio do imposto do sello.
1. Os corretores que infringirem a disposi-
gao deste artigo soffrerio as penas do art. 51 do
cdigo commercial e seus respectivos regulamen-
los, que serio impostas pelas autoridades compe-
tentes, na forma da mesma lei, considerando-se
para este flm fraudulenta a violacio do qu neste
artigo se prescreve'para applicacao do art 57 do
referido cdigo.
2. No tallo serao mencionadas as declara-
ges da copia do assenlo, inclusivamente o nu-
mero, quanlia e dala da verba do sello, e onde
foi pago.
3." Sendo necessario extrahir do livro de ta-
llo mais de urna das copias de que trata o presen-
te artigo, mencionar-se-ha no tallo de cada urna4
esla circunstancia, e o assenlo e primeira via a
que pertencer.
Art. 31. As repartieres Qscaes poderlo exigir
os livros dos corretores para conferirem cora elle
os de tallo, e em qualquer oulra circumslaucia,
a bem da flscalisago do imposto, procedendo-se
00 caso de recusa da parte dos referidos ofliciaes
na forma do cdigo commercial e seus respectivos
regulamenlos.
Art. 32. O sello do capital das companhias, suas
caixas liaes ou agencias, ser recolhido esta-
glo fiscal competente pela respectiva administra-
dlo ou gerencia, na forma do art. Io. dentro de
30 dias contados daquelle em que Dudar o prazo
de cada entrada
1. O imposto em divida, findo este prazo,
ser cobrao execulivamente, e os infractores in-
correrao n;s penas do art. 51.
2. O registro de contratos ou estatutos de
sociedades anonymas ou companhias, suas caixas
liaes ou gencias, nao poder ser admlttido era
qualquer repartigio ou tribunal, sob as penas do
art. 1135 sera que conste, por declaragio lau-
cada pela reparticlo, ou empregado encarregado
da anecacagio do sello, que se acha aberto o as-
sentamenlo da divida do respectivo imposto sobre
seu capitel.
3.a Cs estatutos e contratos de companhias
ou sociedades anonymas, embora nlo desigoem
capital fixo, e sim apenas fluctuante c Ilimitado,
ou que nlo exceda am mximo determinado, es-
to sujeitos ao sello proporcional, quo se pagar
em jullio de cada anno, em relaeao ao mximo
capital com que tiverem funeciouado no anno an-
terior, cobrando-se d'ahi em dianle do augmento
que for tondo o.mesmo capital.
Art. 33. As notas promissorias, vales, bilhetes
ou escriptos ao portador, de que trata o a4. 1,
serlo em todo o caso exlrahidos de livros de tallo
e nlo sendo emiltidos por b-sneos de circulagao
se lngara a verba e signal do pagamento do sel-
lo, em cada urna das folhasdo lalio.
1." Os tales, ainda que pertengam a bancos
de circulagio, serio apresentados s estages Qs-
caes, quando estas o julgarem conveniente para
qualquer exame ou verificagio do pagamento do
do sello.
S 2." No fim de cada anno proceder a estaglo
fiscal, a cujo cargo estiver a cobianga deste im-
posto, verificagio, pelos livros de tallo dos
bancos, das sees, nmeros e valores dos bilhe-
tes ou escriptos emiltidos no anno lindo.
Art. 34. O sello de escripluras de quaesquer
contratos ser restituido quando elles nao che-
guem a ser lavrados em nota, ou assignados pelas
parles.
Art. 85. Nao sao sujeitos ao sello actual, nem
roaioria, sej oantigo tiverem pago, os ttulos
e papis que estavara lavrados ao tempo da exe-
cuglo do regulamento de 26 de abril de 1814, e
assignados por particulares, ou as notas dos ta-
hellies, livros de companhias, em autos judiciaes
ou oflicialmente fora delles
Art. 36. Os papis lavrados ao tempo da exe-
cuglo do regulamento de 10 de julho de 1850, e
assignados por particulares ou as notas dos ta-
beliiios, livros das companhias e autos judiciaes
ou oflicialmente fra delles, lendo pago o sello
devido, nlo esto sujeitos ao actual, nem a sua
maioria.
Arl. 37. Os papis lavrados ao tempo da exe-
cucao do regulamento de 10 de julho de 1850,
nao sujeitos por elle ao sello proporcional, paga-
rio o novo sello, se lorem ajuizados depois da
execug&o do presente regulamento.
CAPITULO v.
Dos ttulos que sao isentos do sello proporcional
Art. 38. Sao isentos do imposto do sello pro-
porcional os ttulos seguintes:
I. Os bilhetes, notas promissorias e quaesquer
ttulos de crodito cmeitidos pelo thesour nacio-
nal e pelas thesourarias de fazenda geraes ou
provinciaes.
II. Os saques para movimento de fundos de
urnas para outras repartieres da fazenda geral ou
provincial, ou feitos por seus empregados e agen-
tes devidamente autorisados contra a mesma fa-
zenda, ainda que as letras sejam para esse fim
passadas por particulares a favor do thesour e
thesourarias, ou dos referidos empregados e
agentes.
III. Os bilhetes do banco do Brasil e de suas
caixas filiaos, e bem assim o seu fundo capital.
IV. As escripluras ou escriptos particulares
sujeitos ao pagamento de siza dos bens de raiz.
V. As quilages e outros ttulos de dinheiro
provenientes de contratos que j tenham pago o
devido sello, de sorte que este se nao repita
em urna mesma transaegio, salva a disposigao do
art. 13.
VI. As letras passadas em consequencia de
contratos de que se tenha pago o sello proporcio-
nal, um vez que a importancia dellas nlo exce-
da a dos contratos, que sejam da mesma data, e
que independentemente do contrato nao consti-
luara neva obrigaglo.
VII. Os conhecimontos em forma que aos ven-
dedores de gneros para os arsenaes ou oulros
estabelecimentos pblicos se passam para have-
rem seu pagamento, bem como as cartas ou fac-
turas que servem de base extraegio dos referi-
dos conhecimentos.
VIII. Os conhecimentos passados pelas esta-
ges flseaes, geraes, provinciaes e municipaes de
quitaglo de imposto; e quaesquer ootras quita-
Ses de sommas pagas ao estado; recibos de or-
enados e outros vencimentos.
IX. As quilages passadas pelas reparliges pu-
blicas, geraes, provinciaes e municipaes, aos res-
ponsaveis, quaesquer que elles sejam, quando
correntes em suas cootas.
X. As conlas correntes e cerlides de dividas
exlrahidu as reparliges geraes e provincia*
contra os responsaveis por dividas provenientes
de alcance, imposlos ou qualquer oulra ohgera.
XI. As concordatas commercaes que se cele-
braren] judicialmente na forma <1o art. 847 do c-
digo commercial. (Decreto n. 2,481 de 28 de se-
lembro de 1859 )
XII. As maiorias concedidas pela autoridade
competente na forma do art. 898 e seguintes do
cdigo commercial.
XIII. Os endossos ou pertences passados antes
do veneimento as lelras de cambio, da trra,
notas promissorias, nos escriptos particulares ou
crditos, com promessa ou obrigaglo de pagar
quanlia certa e com prazo fixo, a pessoa deter-
minada ou ao portador, ordem ou sera ella.
(Cdigo commercial art. 426), comprehendidos os
dos bilhetes definitivos de metaes preciosos, de
deposito de mercadorias, e das letras mercantis
das alfandegas, a que so referem os 11. 12 e
13 do art. 2o, e bem assim os abonos e quilages
passadas nos proprios effeitos.
XIV. Os ttulos, actos e papis lavrados e pro-
cesados nos consulados das nages estrangeiras
dentro do imperio, se tiverem de produzir todos
os seus effeitos fra do mesmo, nao havendo
nelles clausula ou condigio que tenha ou possa
ler verificagio o validado dentro do Brasil, eutre
naciooaes e cstrangeiros, caso era que se obser-
var a dsposigio do artigo seguinte.
XV. As quilages jndiciaes, quando relativas a
letras, bilhetes e outras transaeges de que tra-
a m os ns. 1 e 2 deste artigo.
XVI As quilages judiciaes dos quinhoes here-
ditarios e legados inscriptos as partilhas, quan-
do dos mesmos quinhoes o legados j se leona
pago o sello proporcional.
XVII. Quaesquer ttulos e documentos apre-
sentados em juizo a favor dos que litigirgm, oa
qualidade de autores ou reos por sua liberdado.
XVIII. As quilages e recibos particulares de
aiuguel ou de arrendamento de predios urbanos
ou rsticos, de locagio de movis, semoventes e
de servigos, e quaesquer outros que nao irapor-
tarem reennheciraento de debito, obrigaglo ou
responsabilidade do qualquor natureza, dislrato,
cessao, renuncia ou exoneraglo de Obrigaglo ou
responsabilidade.
XIX. A desappropriagio por utilidade ou ne-
cessidade publica, promovida por conla do esta-
do, ou das administrarles provinciaes, e pela c-
maras municipaes.
XX. As cartas de liberdade.
XXI. As obrigages, cautelas de peohor, e to-
dos os actos relativos s adraioistrages das cai-
xas econmicas, montes pos, montes de piedade
ou soccorro, e sociedades de soccorros mutuos, e
o capital dos mesmos estabelecimentos, quando
forera credos na forma da lei n. 1,083 de 22 de
agosto de 1860.
XXII. Os recibos e mandatos ao portador, ou
a pessoa determinada, passados para seren pa-
gos na mesma praga em virtude de eootas cor-
rentes na forma do art. 1 10 da lei n, 1,083 de
22 de agosto de 1860.
XXIII As flsngasque prestam os reos presos,
ou pronunciados para sollos se livrarem, e as que
se lavram nos livros das reparliges publicas.
-XXIV. Os ttulos de contratos de parceria ce-
lebrados cora colonos.
Art. 39. Os tilulos, actos e papis labrados e
processados fra do imperio, mas que nelle tive-
rem de ser executados. deverlo pagar as esta-
ges fiscaes competentes o selle proporcional
conforme a nalureza dos mesmos ttulos, actos e
papis, antes de apresentados era juizo, ou a
qualquer autoridade, funecionario, oficial ou re-
repartigio publica para produzirem efieilo.
nico. Este artigo nio comprehende as lelras
sacadas em paiz eslrangeiro, que s no caso de
serem ajuizadas pagarlo o sello proporcional
marcado na tabella da Ia classe do art. 1.
Art. 40. As transferencias de apolices, aeges
de companhias e sociedades anonymas e outros
tilulos nio slo sujeitas ao sello proporcional no
caso em que na conformidade dos regulamentos
das reparliges publicas, ou dos estatutos dos
estabelecimentos bancarios, edos montes de soc-
corro ou de piedade se lornarem necessarias para
que laes ttulos e aeges sejam recebdos como
peohor.
Art. 41. Nio ser devido o sello por occasiio
das transferencias de apolices e acger de compa-
nhias e sociedado anonymas em consequencia de
transmissao por titulo oneroso ou gratuito, por
communhao de bens entre os conjuges, para
composiglo do fundo social, sendo do proprio so-
cio ou em virtude de partilha do mesmo fundo
no caso de dissolugio da respectiva sociedade,
quer sejam realisadas entre os particulares, quer
as transaeges tenham lugar por conla do gover-
no geral ou provincial ou das cmaras munici-
paes, quando se tiver pago o sello respectivo das
escripluras, quilages e outros ttulos compre-
hendidos no titulo 1, parte Ia do presente regu-
lamento.
Arl. 41 Quando em virlude de contrato se ti-
ver de lavrar escriptura deque seja devido sello,
e passar lelras a favor das quaes proceda a isen-
gio de art. 33, n. 5, serio estas selladas, dndo-
se parte a ola competente para ser inserida na
escriptura com a mengio do imposto respectivo
pagfl as lelras.
Art. 43. A disposigao do n. 5 do arl. 38 nlo
applicavel reforma das letras de cambio e da
Ierra ou novagio de qualquer outro contrato
comprchendido no tit. Io parle Ia do presente
regulamento.
capitulo vi.
Dos ttulos da 5a classe.
Ttulos de nomeaefio e de mercs pecuniarias.
Art. 41. Nos tilulos desla classo slo compre-
hendidos :
1. Os de nomoaglo expedidos pelo governo,
ou por funecionarios pblicos, por autoridades
ecclesiaslicas, pelas mesas das cmaras legislati-
vas, das assemblas provinciaes, e pelas cmaras
municipaes.
2. Os que concedem reformas, aposentado-
ras, penses, tengas, meios sidos e quiesquer
outras mercs pecuniarias.
Art. 45. O sollo dos ttulos desla classe ser
calculado sobre o ordenado, gratificarlo, ou ou-
tro veneimento, compreheodidas as quantias ar-
bitradas para quebras, as porcentageos, comrais-
ses e emolumentos, conforme a lotagao. e bem
assim sobre o melhoramento dos mesmos venci-
mentos, qualquer que seja a sua nalureza.
1." Se por qualquer motivo se passar novo
ttulo, ainda que para continuar no mesmo lugar
que o empregado estiver oceupando, cora ou sem
accrcscimo de veneimento, o sello ser devido,
nio da maioria soraente, mas integralmente da
somma totatdo veneimento, calculado conforme o
disposto na respectiva tabella.
2. Sedo accrescimo de veneimento do em
pregado se passar titulo especial ou apos-
lila langado no titulo do emprego, o sello ser
devido soraente do mesmo accrescimo.
3. Nenhum sello se cobrar do accrescimo
do veneimento concedido ao empregado se nio
lhe pusar titulo ou apostilla.
Art. 46. Smcnte vista dos ttulos de no-
meagio competentemente sellados se abrir as-
sontamento no thesour e thesourarias de fazen-
da aos empregados. e serio estes incluidos em
folha de pagamento, oa simplesmente serio in-
cluidos nesta se nio dependerem de fazer assen-
tamento, afim de serem pagos, podendo tomar
posie e entrar em exercicio antes de satisfazerem
o sello.
M
Art. 47. Quando, por convir ao bem do- serv-
, qualquer empregado entrar era exercicio do
lugar para que for noraeado antes da expedigio
do titulo ser o pagamento de sello averbado
no titulo provisorio do emprego, traosferindo-se
depois para a patente ou carta, decreto ou Ululo
provisorio, com declaragio da dala em que so
uzer essa transferencia.
Art. 48. Forados casos especificados as ios.
truegoesdo 16delaneiro de 1854. s se poder
bnr assentamenlo no thesour sem previo pa-
amento do sello :
*", Aos empregados do corpo diplomtico que
e acharem em paiz eslrangeiro, cujo sello ser
obrado as legages pela qual forem pagos os
seus vencimentos.
2. Aos empregados residentes as provincias.
s quaes pagarlo o sello na conformidade do
rt. 81.
3. Aos aposentados, os quaes pagarlo o sella
10 titulo de declaragio de veneimento de inac-
lindade antes "de proceder-se ao asseotamenlo.
4. Aos pensionistas residentes nu provincias
os quaes pagaiao o sello na conformidade do
*rl. 81.
capitulo vh.
Dos tilulos da 5.a classe que sao isentos do selle*
proporcional.
Arl. 49. Slo iseutos do pagamento do sello
nesta classe :
I. Os tilulos de nomeagao que tiver de durar
monos de anuo.
II. Os de subsliluiges temporarias, ou nomea-
goes interinas.
III. Os dos empregos de rendimento menor do
100* annual.
IV. Os de nomeagao de inspectores de quar-
leirao.
V. As patentes dos ofliciaes da guarda na-
cional.
VI As provises de vgarios encommendados
que tiverem de durar menos de anno.
Vil. As apostillas simplemente declarativas
(angadas as patentes dos ofliciaes, militares que-
passam de urnas para outras classes, em virlu-
da e por execuglo de disposiges legislativas
conceruentes ao quadro do exercito, nio sendo
esla isengio extensiva a outras quaesquer apos-
tillas em que as passagens se concedam por ou-
tro titulo.
VUI. Os ttulos de remoges dos juizes de di-
reito de uus para outros lugares, quando nio
houver augmento de venejmento ; se houver
augmento ser devido sello smente deste con-
forme a respectiva lolaglo.
IX. As gratificaron militares inherentes ao
exercicio do posto em tempo de paz e de guerra.
AjI. 50. Os tiiulos comprehendidos na 5'*
classe nio pagarlo sello por ioteiro, ou a maio-
ria sobre o antigo, se ao tempo da execuglo do
regulamento de 26 de abril de 1814 j tinham.
passado pela chancellara os que slo sujeitos ao
transito della ,- tinham assentamenlo ou langa-
mento om folia os que nio traositam pela chan-
cellara, e carecem dosse assentamenlo ; ou ti-
nham produzido seu cffeito pela posse e exerci-
cio dos titulados os que nao transitara pela chan-
cellara, nem carecem de assentamenlo..
CAPITULO VIII.
Das revalidaces.
Art. 51. Os ttulos ou papis do qualquer espe-
cio sujeitos ao sello;proporcional,apresen(idos era-
juizo.ou s aulordades.funccionirios.roparliges,
e ofcies publicos.que o nao tiverem pago nos pra-
zos marcados no presente regulamento, poderlo
sor revalidados, pagando 5 % do respectivo valor,
at a vespera do veneimento, e 10 % depois da
vencidos.
Se porm dentro dos referidos prazos houve-
rem pago um sello inferior taxa devida, ficario
sujeitos revalidagio, pagando o triplo da diffe-
reaga entro o dito sello e taxa at a vespera do
veneimento, e o sxtuplo depois delle.
Art. 52. A dsposigio do arligo antecedente
nao applicavel aos mulos da 5. classe do sel
lo proporcional.
l.8 Os ttulos da classe mencionada neste ar-
tigo, expedidos antes do regulamento de 10 do
julho de 1830, e que nio houverem pago o sello
a qu-i estavara obrigados pelo de 26 de abril da
1844, embora lenham produzido effeito pela pos-
se e exercicio dos nomeados, ostao sujeitos ro-
validagio na forma do artigo antecedente.
2. Os ttulos anteriores ao regulamento de
26 de abril de 1814, quando forem apresentados,
deverlo pagar simplesmente o sello a que es-
tavam sujeitos na poca de sua data.
Art. 53. Os ttulos sujeitos eo sello proporcio-
nal que nio leverem data, qualquer que seja a
sua natureza, quando apresentados ao sello, se-
rio revalidados na forma do art. 51.
Art. 54. A revalidagio s ter lugar quando
existir titulo sujeto ao sello, e que o nio tiver
pago nos prazos marcados neste regulamento.
Art. 55. A revalidigio ser calculada em todo
o caso sobre o valor de que se deveria pagar o
sello proporcional, ainda quando o mesmo va-
lor se acbe effectivamente diminuido por quita-
gao parcial ou outro meio legal.
Arl. 56. Se por erro, ou por qualquer oulra
circumstancia se houver pago um sello inferior
taxa devida, e fr de novo o titulo aprsenla
do ainda no prazo legal para satisfazer a taxa
respectiva, ser esta cobrada pela estaglo fiscal
integralmente, restituindo-se parte, se o reque-
rer, o que tiver pago pelo dito erro ou engao,
e procedendo-se contra os empregados na forma
do art. 112.
nico. A disposigao do presente artigo ex-
tensiva ao sello Uxo.
TITULO II.
Do s e l o fi x o .
Ait. 57. Slo sujeitos a este aello, na confor-
midade do art. 12, 2. e3.da lei de 21 de
oulubro de 1843. o art. II 9. n. 2. da lei de
27 de setembro de 1860, os papis, livros e ttu-
los comprehendidos as seguintes classes.
CAPTULO I.
Casse 1.aDos que pagara a taia segundo o nu-
mero de folhas.
Secgo 1.aPapis forenses.
Arl. Do
,. ,-. Autos de posse, tombo, inquiriglo e jus-
lincagao degenere, ejusticagio de servigos. 200
ris por cada meio folha.
Autos de qualquer natureza, comprehendidos
os que correm ante os delegados, e subdelega-,
dos justiflcages, e legitimages para haver pas-
saporte, para meio sold e monte-pio. para ser
reconhecido cidadio brasileiro, ou para qual-
quer outro flm, 100 ris por cada meia folha.
Paga antes da conclusio para sentenga final.
Observacoes.
1.a Ficam comprehendidos na dsposigio deste
artigo os requermentos, memorias, memorlaes e
quaesquer outros papis que fizerem parte, forera
juntos ou appeosos a processos administrativos
de natureza graciosa ou contenciosa, pela parte
ou parles ioteressadas, nio sendo dos especifica-
dos neste regulamento.
Excepluam-se os manifeslos, declaraces ou
oulros papis de mero expediente nio especifica-
dos, relataos a actos a que as parles forem obri-
gadas em virtude de le. regulamento ou iostruc-
coes do governo, e os que forem juntos pelas re-
parliges as informages offlciaes para esclare-
cimentos dos negocios.
2 As laxas cima sao devidu por cada meia
folha de papel que oio exceder as suas dimen-
soes doze pollegadas de comprido e 8 de largo.


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I i
> t T
- >f r -
i f* r
URJO Di ERSiOUCO. QRTl-reiBi 5 DI UREIBO Di IMI.
wm
ii
qualquer que soja a qualidide
meii folha exceder es referida*'
r o dubro da taxa de cem tis establecida neste
arligo.
2." Escripturas de qualqucr conlrato, era
que directa ou indirectamente rio se declara Ou \
apel. Se a Dita de conde ou condessa e de grandeza
'iOt paga-! Dita't<*ie<|de ou viscondessa
pJo-5000
60J00O
Dita-de baria ou baroneza.....503000
Dita docorrselho...... 5$000
Alvar de merc de tralamento. de ex-
Ctlencia.........
r vilor ceU4^O0 ris^jor cada meia Dilo Oilo de seuboria ... .
Sttso 2.*-olmae tarazan
os.-fMD res pareada
fiossa
olha.
Trabados dosaii
folho.
MUicas-CuMMs, duzeutos lis por cada meia
olhe.
Precuragtea e-gubstabelaafswtoa apud-acta,
200 ris por cada meia folla.
Traslados de autos, q o armo orem extrahidos
como taes e tnko como instnrmeuto de publica
forma,.260 rs. por cada meia futra.
Sen tengas exiraludas de processo ordinario ou
summario, de embargos de 3*senhor e possuidor
ou prejudicado, de ariigos do preferencia, de ha-
bililago, de deterco do. epoellacao, de eggravo
80J>000
50*UU
Art. "70. Alvar* InmacrVitri fidetgo-ca-
va Iteiro eu moco ndiigo coco aveni-
B0 ..........
Dito de fldahjo escueiio ou "moco fl-
*4o...........
DUo Je marr de cevaUeiro fidalgo ou
eaeueirn Odalgo. t ,
DHo ttetraiaod'arcag.......
Seceo 3.aOfflcios da casa imperial.
Art. 71. ere* do cargo da mordo-mr,
capellao-mr, eslribeiro-mr. cama-
reiro-mr, viador -e qualqucroQirial-
mr da casa imperial
5Q0MO
401600
29*090
aatMO
nteipacs, ecapitanas dos portos^fto loles de sa lancer -selles a verba do registro na
eepecicadas........- -J80 t,'epartifio ooia latern lavrado, ou antes do
Seccao 1Ttulos dos daspachantoovrtw **-;[ *mpr** uUm$Huiie que tiver de dar-lhes
H*. -oa'o o caso antes do assenta-
raeMo*uis&frree lancamento em folha, se este
*iTtfnug.
^it 90 faJfh'"* e pape
o predii Ao acti||Miilsaio declara"*, ou que pem-
ma nrs*wr4fne 'lavida, poderorsawalM-
dc* sMMhoendoaaintcello dez vezes cror doqpn
>arosijaM(ptciivas tabella,, a o cuadru-
plo da dillevearea aguando hoirvewai eetisfciio
lean menor^awjomwida.
fuico. A diaaaairao desle aitfeo n4o
aos'tiMIiE de nomagiov)eilos ao
35008
e honras de oQicial-mr
Dita de dama ou honras do dama. .
Dita de mordomo, guarda-roupa ou aca-
fala............
Dita de officitl-mcnor ou hoaras desse
officio...........
ORa de qualquer outra noraeaco de of-
ficio ou emprego na casa imperial, ox-
pedida pela mordomia-mr....
Seccao 4a Condecorages honorficas.
Art. 72.-Merc de graa-cruz de qual-
quer das ordeos........100;j00a
Dita Ue grande dignitario da ordem da
Rosa............8OJ000
Dila de dignitario da imperial ordem do
Cruzeiro e da Rusa.......
Dita de commondador da Rosa. .
Din de ullicial do Cruzeiro o da Rosa.
Dita de coramendador das outras ordens
Dila decavalleiro de qualquer ordem
Seccao
Art"
de instrumento e ouiros, 200 ris por cada meia Dita do genlilbomem da cmara, veadoT
olha.
Sobre-sentenras, duzentos ris por cada meia
tolha.
Scntengas do formal de paililhas, 200 rs. por
cada meia folha.
Mandatos de precerto, 200 ris por cada meia
olha.
Cartas teslemunhaveis, 200 ris por cada meia
folha.
Cartas proraloria?, avocatorias, rogatorias,
execotorias. de Inqoirlgao, arrematacao e adju-
dicaco, anda que expedidas a favor da fazenda
provincial, 200 rs. por rada meia *lha.
Instrumentos da dia do apparecer, 200 rs. per
cada meia fulha.
f ro-vises de ttriela e oulras qnasquer, 200 ts.
por cada meia folha:
Instrumentos de posse, protestos e outros fra
das notss, 200 rs. por cada meia folha.
Taga antes da assignatura ou concert.
Secfo 11.Papis e documentos cim.
Art. 59.
<. Testamentos ou codkilios, 200ris por
cada meia fotlia
Paga depois da verba do primeiro registro, nao
tendo sido antes.
2; Passaportes, guias de mudi.nra do domi-
cilio e ttulos de residencia, 200 rs. por cada
meia folha.
Traslado* de autos era publica-forma, 200 ris
por cada meia folha.
Paga antes da assignatura da autoridade que os
deve passar.
3." Editaes, mandados do penhora, embargo,
sequestro, citico, nolifleaeo, demolicao, ma-
nulenrao, arrolamento, levantamenlo, ou para
qualquer outro llm.duzentos rs. por cada meia
folha.
Cerliddes das citac,6.?s, intiraacocs, e de quaes-
quer outros actos judiciaes em execu^o de man-
dados, e despachos relativos a causas pendenies,
ou necessarios pan o andamento o conrlusao das
mesmos cans?, duzentos ris por cada meia fo-
lha.
Certides quaesquer, duzentos ris por cada
meia folha.
Artlestados, 200 r.. por cada meia folha.
P orumeoes feilas no livro das notas, ou fra
das notas, ou por pessois particulares c substa-
belecimentos das mesnias, nao cinteudo estipu-
lagao ou clausula que torne exigivel o sello pro-
porcional, 200 rs. por cada meia folha.
Contratos, ttulos e papis nao sujeitos ao sel-
lo proporcional, duzentos ris por cada meia fo-
lha.
Recibos e qullaces idem, 200 ris por cada
meia tolha.
Qualquer outro doenraonto ou papel, 200 ris
por cada meia folha.
Carlas de ordens ecclesiasticas, 200 rs. por ca-
da meia folha.
Compromissos das irmaudades, contrarias e or-
dens terceiras, estatutos, memoriaes, 200 rs. por
cida meia folha.
Paga antes da njaAtada a autos e peticocs,
ou de lavrar-se qualquer mitro acto nos proecs-
os, ou de apre-sculacao a qualquer autoridade,
repartidlo, [uncriooario ou olTicial publico para
prodiuirem o cffeilo para que (oram passados ou
para serem approvados.
4. Ttulos de nomearao interina, de subsli-
tuirao e outros que devem durar menos de un
anno, 200 rs.
Ditos il-js empregadosdo rendimenlo menor de
101'. 200 rs.
Provises de parochos encommendados que t-
verem de durar menos de ura anno, duzentos
i-ts.
P.'ga antes do assentamenlo ou lancamenlo em
folha para a percepcao dos vencimentos.
5." Patentes dos oiTu-aes de guarda nacional,
200 r?.
Ttulos de nomeaco de inspector de quartei-
ro, 200 rs.
Paga antes da posse e exercicio dos nomeados,
sondo esta disposicao extensiva aos ttulos de que
trata o paragrapho antecedente que nao carece-
rem de asseutamento ou de lancamento em fo-
lha.
6. Cada va do conhecimenlo do frete ou de
carga anles que as alfandegas e mesas de rendas
ou seos agentes expecam o despacho da embar-
caran para sohir do porto onde taes conhecimen-
tos forem passados, 200 rs.
Art. rjo. Sao sirjeilos aoello fixo do art. 59 os
documentos otTereeidrs e apresentados pelos vro- '
motores pblicos e fiscaes da fazenda gcral em |
requerimenlos, officios ou quaesquer inquerilos
no desernpeoho de seus empregos, devendo, quan-
do se houverem de juntar os autos, ser averba-
dos pelo escrivao do procetso para se effectuaro
pagamento do sello pela parlo obrigada a pagar
custas.
Seeco 3.aLivros.
Art 61. Os dos termos de bem-viver e segu-
ranga, e os dos culpados ; -os dos cofres dos or-
plios, tOO rs. por cada folha do livro.
Os das ordens terceiras, irmaudades, confra-
rias, fabricas, hospilaes o albergaras ; os de as-
sontos de baplismos, calamentos e bitos das pa-
rochiase curatos ; os ltvros e protocolos de tn-
belliese escrives de qualquer juizo, compre-
hendidos os dos escrives de juizes do paz, dele-
garas e subdelegaeias; os livros de depositarios
geraes, distribuidores e contadores judiciaes, 80
rs. por cada folha do livro.
Os livros que sao obngados a ler os commer-
ciantes, corretores, agentes de leudes, trapichei-
ros e administradores de armazens de depsitos
(Cdigo commercial, orts. 11, 13, 50, 71 e 88);
os livros dos despachantes, 40 rs. por cada folha
do livro.
Paga antes de rubricados pela autoridade com-
petente e do se comecar nelles a escripturaco
para que devam servir.
Ari. 62. Os livros designados no artigo ante-
cdeme, que nao erara sujeitus a sello, deverao
pagar o actual era qualquer estado em que se
achem, dentro do.prazo de trinta das da publica-
cao desle regularaenlo, nao se podeadOiescrever
ou continuar a escrever nelles, e sellando-io so-
mente as folhas que so acharem em branco ao
tempo da publicarlo do mcsnio regularaenlo.
Art. 63. Os livros sujeitos a sello pagaro as
laxas cima eslabelecidas, quando a folha do li-
vro exceder as suas dimenses a doze pollega-
das de coruprido e oito de largo, qualquer que
seja a qualidade do papel; nao excedendo pe
rm pagaro na razao da melada das ditas taias.
Arl; 64. Os livros .da que trata o art. 61 nao
poderan ser exhibidos eui juizo ou produzr qual-
quer elTeito, anda mesmo no caso de fallencia,
arrecadarao e outros semelhantes sem serem re-
validados quando nao tiverem pago o sello-de-
vido.
nico. Exceptuam-se os casos de procedi-
mento oCQcial, em que se observar a dtsposico
do art. 60.
Art. 65. Ficam comprehendidos as disposi-
(oes dos.artigas anteeadentes os lirros dos ban-
cos e das companhUfl ou sociedades aoonymas.
Art. 66. O sello dos livros de que trata os ar-
tigo* 61 a 65 ser *go pelas corporacas, o fu-
ciles pblicos o individuos nelle mencionados ; e
o dos livros de asseutamento dos baplismos, ca-
samentas e bitos pelos parochos o curas.
Art. 67, A falta do pagamento do sello dos li-
vros nao prejudica os actos escriptos selles o es-
tes actos tiverem pago o sello devido.
Stcsao 4.a~-Lulerias.
Art. 08. Btlhetes de loteras, segundo o nume-
ro de menos do plano approvsdo, cada um 150
8OJ0O0
608000
509OOO
30S0OO
259OOO
10000
60^000
509000
4OJO0
353000
20JOO
degas, seas judanles a etixeiros
les: dos correctores e outros.
Art. 79. Os ttulos dos despachantes,
cor re cite*, it^|Axiiies, angols 4p
leilcs, trapidJvrua e adammltadoraa
de aromns de depositas ,particula-
res paf ario -,....., .
Os ejudantedos despachaotae e caixei-
ros despodleunaa.......
Art. 80. licencie de que e deve pagar-o
sello fixo, em exceptuar twvao especilicadas,
sao *o mente.quellas ^speciaesaasignados pelas Traajeciivag Butarid*-
des, nao sondo portifito jaitas o sello ordo
nado noart, 78 as lieancas a dispensas tempora-
rias doscrvjco militar, ou da^uarda nacional, as
oimples perniiases-qae es jurtes eoaecde por
seus despachos em caso de necessidade para
as partes, ou seus 'procuradores assignarem os
articulados e allegarles, para o que nao preci-
so expedir titulo ou diploma itgum: devendo
sostente pagar a laxa de 200 rs como compra-
hendidas no artigo 59 desle regulamento, debsi-
xa da designado de qusnxuer outro documento
ou papel.
Art.61, O pagamento do sollo das licenras-ex-
pedidas na corto ou provincis a empragadosabi
residentes deve ter lugar antes de cmpro-. e
rcgislre-se do ebefe da repartirlo ou autoridade
de quem depende a sua execuc&o.
Quanto s licencas concedidas na corle e expe-
didas para as provincias. objervar-3e-ha o dis-
poslo nos arts. 12. 13 e 14 do dterelo n. 632 de
27 de agosto de 1849, nao podendo ler execujo
sem o pagamento do sello.
Arl. 82 Tambem se cobrar 200 res de sello
Gxo das permissoes concedidas por simples despa-
cho, e das liccngas concedidas para ir a bordo de
qualquer navio entrado, na conformidade do re-
5*Diplomas scienliflcos e Iliterarios- gulamenlo das alfandegas.
pplicavel
ello fixo.
ARTE H.
Da cobranca dn ttlln,
^Pmrfct iWKtJ.
C\PULLO I.
Do sello'adhesivo.
uV' 9J* a9 sell ttulos da i* classe do sello proporcional, o aos
papis e decomentos da Ia 2a seccao da t*
classe do sello flxo, nos lugares e quando o mi-
nistro da fazenda o julgar conveniente.
nico. Ser todava permitido s compa-
nhtas, e casis de commercio que o requererem
ao ministro da fazenda na corle e provincia do
Rio de Janeiro, e aos iuspectores das thesoura-
nas as outra3 provincias, fazerem sellar previa-
mente, por meio de cunho especial semelhante
i ao sello adhesivo, o papel estampado para uso de
sua firma destinada a ttulos sujeitos ao sello
proporcional.
"Art. 2. Os ttulos e papis das demais classes
nao enumeradas no artigo antecedente; tanto do
sello Oxo corno do proporcional, sern nica-
mente sellados as esta;oes fiscaes ou outras en-
carregadas da arrecadaran, por meio de verba que
ser lancada sobre um sello adhesivo especial
para as referidas classes, pelos empregados, cai-
a taxa
pelsujeito ao sello, sera gue-lenha psjo
. ; 6.0- O.aaxoragio.encacragado do registro do
qutlquer carta, diplarna ou titulo sujoito a sello,
ajan ata lisar sssunlsmento em folha que o re-
cnptariQJo, quando o chefe da dita eslaco
queira conferir com elles a dila not.H
11. O decompinhias pirticulares,.*lm doi,
requisitos cima referidos obliverem Hcelrc> d'
ministro da tazenda na corte, a dos inspectores
das thesourariasnasproviacias, a quil Ihesser B
m^MSmm^l offerece^a^fflcie^^irantlAig'^.,'rnenl N_
selbyitsoiugar da-oxtiaecio, aates que
"i
gistrar, ou lanzar nelle a verba de registro anles
asjiWSiSTi
rt. 73. Carla de doulor ou bacharcl Art, 83. Os ttulos, diplomas, alvars e merefis xas de companhiis, ou outros indiviJuos quo fo-
forniado .......... 25^000, que tiverem sido passados e expedidos anles do rem incumbidos da arrocadaco ou da Qscalisa-
l(l di) film rm nrvnn t tt> 1 r> r, n rl r.',^^ .- Clf\*l\fU\ rom I mixn I n ,t .1 l An ^ *.~l\ J. 4(I mir,A*rw,.e. = ^ J ^ ^^r_ _! j t -
20S000,
20S0U0
200 rs.
2S0OO
IJ9OOO
61S00O
2#0l.O
tOsOOO
30MHK)
IOO5OOO
OJJOU
105000
TS.
.P*? lnie? *eBda ""bilhete, na forma do
arrt. vi, JJ4.
CATItULO u.
titulot que pagam
classe 2.a-ot ntuiot que 1 agam a t se-
gundo a tua qualidade.
Seefo l.1Ttulos a trtame
Art.
intmenlos
69. Carla de merc ou titulo de du-
qua eu duqueza..... 1003OOQ
"Dita de msrquei ou maTqueza. 9QJ>000
Dita de pharmaoeutico c parteiras
Titulo de dentista........
Tititulos de doulor em medicina, botica-
rio*, c parteiras passados pelas uni-
versidades ou acuidades estrangeiras
As apostillas as carias dos mdicos,
pharmaceulicos e parteiras estrangei-
ras pagaro o sello cima estabeleci-
do para as cartas passadas pelas fa-
culdades do Imperio.
Dito dos premios concedidos pelas fa-
cuMades e escolas publicas, de hacha-
re! em letras, de approvaeao do curso
do instituto commercial e semelhantes
Dito deadvogado do conseibo de estado
Dito de solicitador ou procurador de
causas ante os tribunaes e juizos de
corle, Babia, Pernarnbuco e Uaranho
Sendo anle r>s juizos das oulras cidades
ovillas. .: r .
Titulo de approvacio dos pilotos e pra-
ticoa, machinislas de barcas de vapor,
ou fabricas........; .
Seccao 6*Privilegios.
Arl. 74. Diploma de privilegio exclusivo
concedido a qualquer emprezo, al 3
annoa............
Al 10 anuos. .'.......
ahi para cima.........
Dita de matricula de negociante .
Arl. 75. A disposicao do arl. applicavilaos
privilegios estipulado nos contratos e estatutos
de conipanhias ou sociedades anonymas.
Ssccoo 7aOulras mercs.
ArL 76. Diplomas do qualquer merc
nao especificado no presente regula-
mento, feita pelo poder executivo,
anda que em virtude de autorisagao
do corpo legislativo, comprehendidos
os do nomeajo para empregos, cujo
vencimenlu seja eventual, as cartas
de aulorisagao da companhias ou so-
ciedades anonymas, ou de approva-
vaco de seus estatutos, de perfilha-
go e adopeo, de supplemenlo de
idade, de insiniiaro de doaco, provi-
sao do opere demoliendo,s\vxh de sup-
primeoto de licenca para casamento
ou de aulorsagao para esse fim, de
confirmac,ao de compromisso, de pro-
viso de confirma^ao na parte eccle-
siastica, e quaesquer outras nao es-
pecificadas .........
Carlas de naturalsaco de cidaiao bra-
silero, excepto das que forem passa-
das graluitamento a cstrangeiros era
virtude da le n. 601 de 18 do setem-
bro de 1830. arl. 17 e decreto n. 712
de 16 do selembro de 1853 808 a 16
dejunho de 1855.......
Secgo 8aBullas, breves e dispensas.
Art. 77. Bulla ou breve de confirmacao
de arcebispo ou bispo......
Dita de bispo in partibus......
Dita de prelado domestico de Sua San-
tdado...........
Dita conferindo honras a clrigo secular
ou regular.........
Dila de sccularissc.ao ou mudanca. .
Dila nao especificada. ". .
Dilpensa de intersticios para ordens, ou
idade. ..."........
Dila do lapso de lempo concedida pelos
bispos...........
Dita do impedimento de matiimonio,
salvo sendo a favor de pobres declara-
rados taes pelo parocho compe-
tente ...........
Dila de prego, salvo no casamento de
conscieucia..........
DiU de llanca de banhos, as chamadas
de tmporas, irregularidades, etc.,
quando dadas pelo ordinario, as con-
cedidas a sacerdotes para administra-
cao de sacramento em casos urgentes,
reconhecida a sua necessidade pelas
autoridades ecclesiasticas, nao sendo
das especifcalas.......
Ditas de illegllimid,.do para o provi-
menlo do beneficios ecclesiasticos. .
As dispensas e licencas sobre objoctos eccle-
siasticos, especificados ou nao especificados nes-
te artigo, ou sao sugeitas ao sello flxo, declara-
do do dilo ertigo, ou sejam concedidas pelos bis-
pos, ou pelo summo ponliQece por quaesquer
outras autoridades maiores ou menores que po-
der tenhampara as conceder.
Seccao 9aLicencas.
Art. 78. Para oratorio particular*
Por urna s vez.........laOOO
Por um anno.....; gOOO
E por mais de anno :
as povoaj5es .........
No campo, ou em lugar distante da igre-
ja matriz..........
Licencas a empregados pblicos, com-
prehendidas as que os chefes de re-
pirticao eslo aulorisados a dar em
virtude de lei ou regulamento :
Sendo al tres mezes com venciraenlo
Sendo de mais de tres mezes idem .
dem sem venciraenlo, e a empregados
que nao percebem venciraenlo algum
pelo exercicio de seus empregos. .
Licenca para advogar:
Concedida a individuo que nao seja for-
mado, nao sendo vitalicia, por cada
anno............
Concedida vitaliciamente a individuo
qua qo seja formado em direito. ou
3oe o seja em universtdade, faculda-
e, ou academia estraogelra. .
Dita para citar o procurador da corda
Dila,para aceitar emprego, pensao eu
condecoracao de qualquer goveroo es-
trangeiro..........25#000
Licenca para abertura de Ihealro. : 400000
Dita de qualquer diverlimeoto de es-
pectculo publico.......
DiU que deve ser annnal, para abrir
cass de >ogo licito :
as cidades do Rio de Janeiro, Baha e
Pernambuco.........
as outras capitaes de provincias. ..
as demais cidades, villas o povoacoes
Licencas concedidas pelas cmaras mu-
nicipaes para ediflcases ou quaes-
quer outros actos da sua competencia
Ditas concedidas per quaesquer autori-
dades Aseses e civis para os cases o
na conformidade de seus respectivos
regiment, contaoto qac deltas se ex-
pecara ttulos especiaes assignados
pelas respectivas" autoridades .
Qualquer outra licenga concedida por
titulo de autoridade constituida, nio
sendo das especificaeas 8$000
Alvars judiciaes nao especificados. SfOOO
Licencas concedidas pelas cmaras mu-
regulamento de 26 de abril de 1844, anda que
nolenham pago sello algum, smento deverao
pagar aquelle a que estavam sujeitos ao tempo
do sua expedico, no caso de terem j antes
produzido seu efieilo, e por elle se ler feilo obia,
gao do rererido imposto.
nico. Excepluam-se da disposicao desle ar-
tigo os livros. bilhetes de loteras, s ttulos da
IV. 3\ 4a, 5', 6a e V seccao de 9* classe do
sello flxo, as bullas, breves, e outros ttulos ou
escriplurando-se a taxa nos livros acluaes com a papis que forem designados pelo miaistro da fa-
declaragao. tanto no as-ento como na verba, do zeuda. devendu ser sellados por meio de verba
ser laxa antiga. Quando porm taes ttulos, e cunho na forma do art. 100.
ainda que anteriormente expedidos, nao tiverem
lido o seu c,uuiprimcnlo, ento pagaro o sello
actual.
Art. 84. Os papis de dala anterior ao regula-
mento de 26 de abril de 1844, ao de 10 de julho
de 1850, e no presente j sellados nao pagaro a
SJ59O00 maioria do sello actual, ainda qua sejam exhibi-
dos como documentos.
CAPITULO 11!..
Dos Mulos da 1.a e 2.a classe que sao wUJof
do sello fixo.
Art 85. Sao iscntos do pagamento do sello
flxo :
I. Os processos em que forem parte a jusliga
ou a fazenda publica ; os traslados e sentencM
que dellesse extrahirera ; os mandados
Arl. 93. O ministro da fazenda poder tornar
extensivo o sello adhesivo de qualquer das refe-
ridas especies a outros Ututos e papis nao espe-
; ciflcados nos arligos antecedentes, ou sujeitar ao
sello por verba e cunho d'entre os designados
nos mesmos artigns os que entender convenien-
te, conforme a experiencia o aconselhar.
Art. 91. Para o sello adhesivo haver tres es-
tampas.
1. A primeira ser destinada ao sello pro-
porcional dos ttulos de Ia classe. e ter no cen-
tro a efflgie do imperador, em torno della a ins-
cripcao Imperio do Brasil; no alie o valor em
Igarismo; embaixo o mesmo valor por extenso,
do lado esquerdo a designarlo da nalureza do
e quaes- imposto, e do direito a dos ttulos a que desli-
S? u!ros os.promovidos ex-officio cm qual- nada. O sello adhesivo desla estampa ser ira-
presso com tinta vilete, mas a letra da inscrip-
to dos valores sero impressas cora tinta car-
quer juizo, seudo porm o reo, quando aTinal
corideranado, sujeilo ao pagamento do sello
respectivo, so nao for pobre.
II. Os ttulos, condecorares, honras e quaes-
IO5OOO
80gOOO
GOjfOOO
5QS000
405000
405000
IO5OOO
155000
155000
10$OO0
10500O
200
200
305000
IO5OOO
25OOO
-jOOO
1J000
55000
505000
15000
305000
605000
305000
155000
25060
25000
quer distingues concedidas eos oflicues do"exer-
cilo, armada e guarda nacional em destacamento
ou coros destacados era reuiuneraeo de servi-
cos militares; devendo esta circunstancia ser
declarada para o elfeito da isengo no proprio
decreto de merco, salvo quanto s condecorages
da ordem de S. lenlo de Aviz concedidas 3 offl-
ciaes militares nos termos do alvar do 15 de
selembro de 1790.
III. As mercs conferidas a prucipes, e
igualmente a subditos estrangeiros que se fue-
rera dignos de benevolencia do imperio.
IV. Os primeiros traslados de scripturas
publicas que j tiverem pago o proporcional.
V. Os mandados judiciaes pssadosex-ofDcio.
VI Os documentos apresentados pilos agen-
tes da fazenda nacional, ou quaesquer outros
empregados pblicos para legalisar stas contas
as respectivas repartiges.
VII Os documentos que pertencemao expe-
diente das repartieres geraes, proviociaes e-mu-
nicipaes, como sao, guias, aiteslados de frequen-
cias, folhas. relages de fornecimentos, conheci-
menlos era forma, recibos authenticadosde ven-
ciraenlos militares e de empregados publicas,
ferias, salarios, pensionistas e outros senclhan-
tes, e igualmente os manifeslos, suas opias, tra-
j dueges, declaragdes do contendo dos volumes,
, autorisages dadas aos despachantes para despa-
| chai- corlas e determinadas mercadorias, folhas
I de descargas e recibos de carga, ou de mercado-
ras despachadas, ordens para despachos e reci-
bos passados s capatazias ou aos liis e admi-
nistradores de depsitos pblicos ou alfaodegados
de mottadorias entregues s parles.
VIH. Os livros das caitas economicns, mon-
tes-pos, montes de picdade.ou de soccorros mu-
tuos croadas era virtude da lei n. 1,083 de 22 do
agosto de 1860.
IX. Os livros da casas de caridade e de mise-
ricordia, e quaesquer outros nao especificados no
art. 64.
X. Os dos termos das multas dos jurados e
das correicoes.
XI. As licengas que dito os commandanles
militares, e as autoridades, pira que sous subor-
dinados possam requerer ou seren citados.
XII. As licengas para diverlimento e espec-
tculos de que os encarregados, directores ou
donos nao percebem lucro, ou quando este fr
applicado a obras piss
XIII. Os attestados dos mdicos e as guias
que passam as autoridades para se dar sepultura
aos cadveres.
XIV. Os processos quo correm porante os
joizosde paz, e os papis, requerimenlos e docu-
mentos respectivos sujeitos ao sello flxo.
XV. Os actos praticados e os documentos offe-
recidos pelos empregados do juizo da provedoria
devendo ser o imposto averbado pelo escrivao
competente para ser pago a final pelo testamen-
leiro, a quera nao se dora quitago sem a prova
do pagamento do mesmo imposto.
XVI. Os ttulos passados aos posseiros em
virtude da lei n. 601 de 18 de selembro de 1850,
art. II, e aos colonos pelas torras que lhes forem
concedidas na forma da legislago em vigor.
XVII. Os processos dei desapropriagao por
utilidade ou necessidade publica promovidos por
conla doeBtodo ou das ad|ministrac,oes provin-
ciaes, e pelas cmaras inuincipaes.
XVIII. Os-actos promovidos o qnaesquor "t-
tulos ou docuraeotos apresentados em juizo a
favor dos que lligarem na qualidade de autores
ou de reos, por sua liberdade, sendo porm a
parlo contraria sujeita ao pagamento do sello
respectivo qusndo final cundemnida.
XIX. Os processos do Iconselho de direcgo,
inquirigo, disciplina, investigago, de guerra e
outros que tiverem lugar no exercto, armada
nos eorpoa polioiaes e u. guarda nacional.
XX. Todo o titulo ou papel sujeito ao sello
proporcional, e os que delle forera isentos pelo
presente regulamonto, salvo quanto a estes lti-
mos o caso de serem exhibidos ou juntos, como
documentos om qualquer tribunal, juizo ou esla-
co publica, em que pagaram o sello flxo do art.
59 3
Art. 86. Nao ser permitlido escrever-se ou
lavrar-se em seguida em cada meia iolha de pa-
pel dous ou mais ac .os sujeitos ao sello Oxo
salvo pagando-so o sello respectivo.
nico. Exceptuarr-ie as certides do cila-
goes ou notileagoes, e de quaesquer outros actos
judiciaes e administrativos e execuco de man-
dados ou despachos relativos a causas ou pro-
cessos pendentes, as quitages judiciaes ou extra-
judiciaes, e os sbitaoelecimentos das procura-
coes, que podero ser escripias eu lavradss na
meia folha que teuha pago o tallo devido 4o
primeiro acto.
Art. 87. Seo titulo de que se dora sello eonti-
ver differentes actos ou mercs, de cada urna das
quaesseia devidoo sello fixo. pagar o imposto
smente do aclo,cjo sello fr moior, Otando os
demais isentos.
Ait..88. Nao ser retardada a expedico e jul-
gaoiento dos procesaos, criminaes e policiacs em
qualquer instancia per falla do pagamento do
sello, o qutl se eCecluar depois do dito iu lea -
ment na.frma do ait. 470 do regulamento do 31
de Janeiro de 1848, ou pela parte iotereesada no
andamento dos ulteriores termos do processo
salvo sendo esta pobre.
0AP1TDLO -IV.
Das retalidatits.
Art. 89. Os diplomj; ou ttulos comprehendi-
dos na 2.a classe, quo forem sujeitos ao tramito
da chancellara, sero sellados antes delle, os
outros o ora.0 ou anlej de rersm assigiatdos ou
mezim, e as ontrai de cr branca.
2. A segunda estampa ser igual primei-
ra, cora a diftVrenga porm de que no lito lera
inscripta a palavra sello, e om baixo a palavr.i
fixo, dus lados as palavrasImperio do Brasil,
sendo o fundo do cor azul, e as letras dos valo-
res de cor branca, e as demais impressas com
tinta carmezim.
3. A terceira eslampa ser igual primei-
ra, mas cora as seguimos alleragoes : Ia, em vez
da efflgie do imperador, ter as armas impe-
naes; 2". do lado direito ter a inscripeo Im-
perio do Brasil, e do esquerdo a seguite ins-
cnpgao Sello adhesivo especial, e 3a, o sello ser
impresso cora tinta prela.
A referida estampa servir indislin clamen te
para o sello proporcional ou flxo.
Art. 95. O sello adhesivo ser Collocado e col-
lado no alto do titulo, escripto ou documento,
quando nao poder ser no rn do mesmo titulo,
logo depois da ultima linha do que estiver es-
cripto, e ao lado .da assignatura ; o iuutlisatio
pela parte ou pala reparticao, autoridade, fuoc-
cionario ou ofDcial publico a quem fr apresen-
tado para este fim, ou a cuja fiscaiisago compe-
tir, escrevendo-so o u norae do lugar, a data e a
firma da pessoa, ou a rubrica da autoridade ou
empregado que o inulilisar, parte sobre* o papel
e parle sobre o sello. Para inulilisar o sello,
bastar que a parte escreva sobre o mesmo sello
a assignatura, ou qualquer outra declirago que
se lenha do fazer no titulo, como a do algarlsmo.
ele.
1." as letras de cambio ou de Ierra, o sello
ser collocado e collado ao lado esquerdo dos re-
feridos ttulos.
2. O sello que nao fr encontrado com es-
tas formalidades reputar so-ha nullo e de ne-
nhum efieito, ficando sujeitos revalidagio os
ttulos, e 6 multa as partes inleressadas, reparli-
goes, autoridades, funecionarios ou ofDciaes p-
blicos, conformo as circumslancias.
3." Em caso do necessidade ou de falla de
sollo do valor que exigir a Importancia do Ululo,
so collocaro os quo forera necessarios at que
a somma do seus valores prefaga a laxa devida,
inililisando-se todos nostermos desle artigo.
Arl. 6. O preparo, venda e uso do papel sel-
lado continuar em vijor no municipio da corte,
e provincia do Rio de Janeiro, em quinto nao
seempregar o sello adhesivo para os ttulos e
pipis sujeitos ao sello desta especie, devendo
es parles, quando nao tiverem empregado papel
sellado, fazer soltar por verba na estigo com-
plente, em vez de juntar papel sellado na forma
do regulamento de 31 de dezerabro de 1851, que
flea em vigor, menos na parle relativa s laxas,
isengoes, revalidagfs, e designaco dos papis
sujeitos ao sello, em quanto nao estiver cm uso
o mesmo sello adhesivo:
I as provincias ora que uo est em U30
o papel sellado, coatinuaro em vigor o lanca-
mento da verba e o sigrral do sello e as disposi-
goes do regulamonto de 10 de julho de 3850, que
nao forem relativas s laxas, isengoes, revalida-
goes e designaglo des papis sujeitos a sello,-ern
quanto ato fdr applicado o sello adhesivo na
forma dos arts.' 91 e 92.
2." A disposicao do 4. Cea extensiva
corte e provincia do Rio de Janeiro pelo que res-
peita aos titulo: e papis sujeitos'actualmente ao
uawooles, ou o ascrivao qua concertar- a saiga ir
no'tha-
go do
vHbi. comp.Btooil^ComSSneta? ^r^^ejtol->i^el. *>*
8*. O das cansantes ns^nt tiL 7* lhMWKtm 4dS lo,CT4*s
dos, e-dos lirros do commercio
sollo por verba
Onde,
CAPITULO II.
e por qi*m deve ser arrecadado e escrip-
turaio o imposto desello.
Art. 97. O mpoelo do sello ser arrecadado
e escriptorado as meamas estagoes, e pelos
mesmos empregados que ora oarrecadam, a sa-
ber : as recetMdorias de rendas internas; as al-
fandegas que lambem-servem de taes recebetio-
rlas; as mesii de rendas e seas agencias; as
collectorias ; s sdrinistrages dos correios, ou
as thesourarii!. non lagares onde as alfandegas
que servem d receliedojias nio esti\rerem ao al-
canco commo o do'publico ; e em quaesquer nu-
tras repartido s pualicas. Exceptuam-se os se-
guintes :
l. O aall 1 flxo dos pas*aportes de embarca-
gees e documentos pertencentes ao despacho
dellss, o ser, las alfandegas, mesas de rendas e
suas agencias, e por oode taes despachos se ex-
pedom.
2. O doi autos e processos que correm pc-
ranle os juizos de p iz, delegados o subdelegados
art 58), de llagares onde nao houver alguraas
das estagoes retertdts, e o de alguns ttulos que
ahi se paesarem, comprehendidos nos arts. 12,
59 e 78, ser arrecadado e escriptorado pel03
respectivos escrives, os quaes remetterfio o pro-
ducto no fim de cada trimestre a eslagao fiscal
do distiielo com a guia competente; e por este
encargo tero claco por vento do mesmo pro-
ducto.
4. O das api I ees de seguro, e contrato de
risco e outros pspeis ou ttulos, que forem desig-
nados pe/o ministro da fazenda, poder ser arre-
cadado pelos gerentes, caixas ou thesoureiros
das companhias puafteas eu particulares, como
recebedores, a saber:
1. O das companhias publieas, on sotorisa-
dis pe/o governo ou seus de/egados, -se forem
para isso oxpressimente aiilorisadas pera-respec-
tiva directora, e assignarem termo na directora
geral do contencioso na corle, e as seeges do
contencioso das thisourarias, nss provincias, no
qual se obrigsrem a entregar eilacao de ar-
reoadago oes prirreiros dez dias do cada mez o
o producto da taxi arrecadida no mez antece-
dente, acorapanhadu de urna nota da quantidade
dos ltalos panada i ouemittidos, e valor deltes
_ ser irrec**do
pelos inbunaes do oaimireo. onde os houver,
recolheno-se o prooaatto o.primairos dix4i
doisademez estagoteaelarrecadadoTa.
. 8-. O de ttulos ejipeis expdidos.pelas re-
partiges pubirew poder ~uear a cargo dos -eiir-
pregados que o ministro da fazenda designar.
Art. 98. Sero escrives do sello e seas anu-
dantes, as recebedorias ou alfandegas que ser-
virern de recebedorias, ou empregados delinque
os respectivos chefes designarem. as mesas de
rendas e colleclorias desempenhario esse encar-
go os proprios escrives deltas.
Art. 99. Os escrives, empregados, gerentes,
aaixss ou thesoureiros das companhias, os the-
soureiros das loteras o quaesquer outros que ar-
recadarem o imposto do sello, ficam sujeitos,
como recebedores, s penas do art. 43 da lei n.
514 de28 de outubro de t8!8 no caso He lodevi-
da detengo du producto do dito imposto.
capitulo 111.
Signal do sello e verbas nos papis.
Art. lOO. Todos os papis em que nao so em-
pregaro sello adhesivo, sero sellados do relevo
cora cunhos das armas imperiaes, fornecidos pe-
la casa da moeda, os quaes tero urna legenda da
eslagao fiscal a quo perlencerem, v. g Receb.
do Rio de Janeiro, collecloria de Campos, etc.
nico. Nao precisara sigual de cunho :
I Os bilhetes de lateras.
II Os que pagarem a taxa em estago oade o
oo houver
Art. 101. O pagamento da taxa no caso do ar-
tigo antecedente far-se-ha constar pelo sigual
do sello na frente ou no verso dos papis, ou
ttulos, como fr mais coramodo, e por uraa
verba escripia abaixo delle, a qual devora conler
e numero do assenlo respectivo do livro do re-
edita, a taxa por extenso, lugar e dala, rubrica
do recebedor, escrivao, thesoureiro, caixa de
companhis, etc.
1." Nos papis revalidados e nos reformados
se accrescentar ao lado da quantia por exteoso
Rev., Ref.
2." as minutas para asapolices de seguro
e nos contratos de risco cuja taxa fr cobrada pe-
los caixas das respectivas companhias, ser lau-
gada a verba na forma do arligo antecedente,
mas s cora a rubrica do cilxi.
Ait. 102. O signal do sello e verba, ou o sello
adhesivo dos ttulos que devem ser lavradas de-
pois de paga a taxa, como os de notas dos tabel-
liaes, e os do transferencias de aegoes de com-
panhias publicas a particulares, cujos caixas nao
esliverem aulorisados a arrecadar a taxa, ser
langado era uma uota ou declaragao, que deve
ser apresentada na recebedoria. contendo os no-
mes das partes, qualidade e transaego. a data e
assignatura de algumas deltas, ou do labellio
ou caixa ; e qo ttulo 011 assenlo, que s vista
desta nota ou declarauo se poder lavrar, far-
se-ha mengo do numero, quantia e dala da ver-
ba do sello.
Arl. 103. A contadas folhas dos livros foren-
ses, e a da tara respectiva, ser feila e declara-
da na ultima folha delles pelo respeclivo escri-
vao ou tabelliao ; e a das folhas dos outros li-
vros pela parte a quem deva servir o livro apre-
sentado.
Arl. 10L Apresentado qualquer papel ou ti-
tulo que soja por.este regulamenlo sujeito a sel-
lo por verba, o escrivao a lngara e o recebedor
recebor a importan a da taxa que nclla esti-
ver, e ambos a rubricaro, o quo feito, se lhe
imprimir o signal do 6ello, e entregar parle.
Art. 105. Observar-se-ho quanto escriptu-
rago da receita do imposto e multas, e enlregi
do producto no thesouro e thesourarias. as dis-
posigoes actualmente era vigor, em quanto nao
forem alteradas pelo ministro da fazenda para
harmonisa-las com o systema do sello adhesivo.
Art. 106. Os livros da receita do sello das
companhias e outros estabelecimentos; sero ru-
bricados as repartiges fiscaes competentes.
captulo iv.
Fiscaiisago.
Art. 107. As conlas das estagoes e pessoas que
arrecadam o imposto do sello, serio lomadas as
estagoes fiscaes, e pelo modo que a respeito des-
ta renda, o das outras internas est determinado
nos regularaenlos e ordens em vigor.
Art. 108. Quando se tomarera as contal s es-
tagoes e pessoas que arrecadara o imposto do
sello, o thesouro e thesourarias podero exigir
de quaesquer tribunaes, autoridades, funeciona-
rios, repartiges, oiUciaes pblicos, ceilides,
informages e requlsitar exames nos papis das
mesaras repartiges, secretarias o cariorios, aBra
de se verificarse foram ou nao devidarnente lan-
gados. e pago o sello competente.
. Ait. 109. As estagoes enrarregadas da|arreca-
dagao do imposto do sello nao podero fazer exa-
mes nos carinos dos labetlies e escrives :ou
em quiesquor oulras repartiges pira averiguar
as fallas de pagamento de sello, mes deverao.
quando taes fallas chegarem por qualquer for-
ma ao sou conhecimenlo, requisitar as autorida-
des competentes as certides ou os precisos exa-
mes para, vista do resultado, procederem ul-
teriormente na forma da lei contra os infracto-
res das disposiges desle regulamento.
Arl. 110. Os delegados, sublelegados e juizes
de paz sao tiscaes do procedimenio dos seus es-
crives, a respeito das obrigages que lhe sao im-
postas por esto regulamento como recebedores do
sello.
Ait. III. Os juizes de direito as correiges
que lzerem, como dispoe o artigo 207 do regula-
menlo n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, e artigos
28, 49 e outros do regulamento de 2 de outubro
de 1851, examinarlo particularmente se os livros
e nolis e protocolos dos tabellies e escrives es-
lo devidamonte sellados, ese osjuizes de paz,
delegados o subdelegados teem feito cumprir,
quanto ao sello irrecadado pelos seus escrives,
as disposiges do presente regularaenlo que lhes
dizem respeito ; e bem assim examinaro na re-
viso uue devem fazer, em virlude do artigo 86
do regulamento n. 143 de 15 de margo de 1842,
se tambem eslo devidarnente sellados os livros
das ordens terceiras, irmandades e contrarias, e
das administraces que os devam ler. Quando
eocontrerem qualquer omisiao ou irregularidade,
remettero s eslages Gscas competentes ou aor
presidentes de provincia os documentos e mais
papis por que conste a iofracgo psra se proee-
dern forma da lei centraos infractores das dis-
posiges deste regulamento.
nico. Em caso nenhura ser permillido aos
ditos juizes impor as multas commioadas neste
regularaenlo.
capitulo v.
Multas.
Art. 112. Ficam sujeitoa a multa de 5$ a 255,
alm daa penas to arligo 135, nmeros 2 e 3,
combinado com os artigos 21 e 22 do cdigo pe-
nal, os empregados na arrecadago do sello que
exigirem, averbarem ou laogarem na livro de re-
ceita taxa msiorou menor que a marcada na par-
to Ia deste regulamento.
Art. 113. Ficam sujeitos multa de 108 a 505,
alm das penas .dos arligos 153 o 15 do cdigo
penal:
1. Osjuizes quo senteaciarem autos, ou as-
signarem mandados, e quaesquer outros instru-
mentos, e papis sujeitos ao sello, no 'caso de
falta absoluta de pagamento do imposto, ou de
sua averbacao, ou quando esta liver ido fesla
por pessoa incompetente.
S 2. Os empregados a cujo cargo estiver o
transito de papis pela chancellarla, e o assenta-
menlo em folha de ttulos de nomeaco, que sem
previo pagamento do competente sello, a que sao
obrigados os papis, diplomas ou ttulos, os fize-
rem oudeixirem transitar ou os assenurem em
folha.
I 3. O juiz ou qualqutr autoridade civil, ec-
clesiastica, militar ou municipal, que der posse
e exercicio a qualquer empregado sem que o seu
titulo de nomeago esteja sellado, ou quando a
averbacao liver sido felta por pessoa incompe-
tente, salva a disposicao dos arligos 46 e 59.
8 4.
4." O chefe dareparligo publica, juiz ou ou-
tra qualquer autoridade constituida, sem dislinc-
go de classe ou jerarchia, que attender oflkial-
mente ou deferir qualquer requerimenlo ou ou-
tro papel instruido do documentos, sem-que as-
iles tenham sido sellados ou fizar guardar e cum-
rJuraato o-dito mi; '' exhibir es Urros da es- prr, oo-qne ttnha effeito qualquer titulo ou pa-
JpMVdo se x-
a lotana aatai do pagamenlufltunelb.
Ait. 114. fitaa ujailo mulla ato -*!IfJOy,
alm das aeiMs 4lo*rtigo'i77 do toojaro qpsaal,
quem subtrehir ao aaniea>to da isxa-eermpon-
denle quarquer papel sujeito a sello.
^-UUM4I. Entender-ie-hi verificada a hypothe-
se e prevista neste artig quando concorrerem
circumslancias que demnstrete ou fagam presu-
mir designio ou prcmeditago de Tacto.
*rl- H5. Ficam sujeitos a multa de 405000
aWSOOO, alm dis peuas dos artigos t67 e 168 do
cdigo penal :
9 l.'Qa que flsealisarem o signal estampado
ou a verba escripia nos papis sujeita a aello, se-
js usado de falso cunho ou sello adhewvo, seja al-
terando de qualquer modo o sello adhesivo e ver-
bas verdadeiras. seja cscievendo verbas falsas ou
empregando sello que j lenha sido usado em ou-
tro papel ou titulo.
i." O escrivao, 011 outro qualquer emprega-
do as estagoes do-sallo, que antedatar qualquer
verba escripia com o fim de evitar o pagamento
da revalldago, ou que alterar' qualquer algaris-
mo, dala ou palavra da formulada verb.
Art. 116. Oaaerives eu offlciiespblicos que
escreverem ictos, contratos, ou papis obrigados
ac sello, ou que os receberem e lhes derem an-
damento sem previo pagamento delle, alm das
outras penas cm que possam incorrer, perdero
o officio ou emprego que exercerera.
1." Esta pena ser imposta administrativa-
ou judicialmente, conforme a nalureza dosofi-
eos e empregos. polas autoridades competentes.
2." Competindo a imposigo da pena auto-
ridade administrativa na conformidade do para-
grapho antecedente, torntr-se-ha cfleciiva me-
danlo o processo cstsbelecido nos arligos 16 e
segiiinies do decreto numero 806 de 26 de julho
de 1851.
Art. 117. Quem negociar, aceitar ou pigar
qualquer letra de cambio e da Ierra, escripto
ordem ou nota promissoria pisssda no imperio,
antes de haverpago o sello nos prazos legaes, ou
a revalidago, quando seja devida, sei sujeito
pela primeira vez multa de 10 por ceoto do va-
lor da letra, escripto ou nota, e ao dobro na rein-
cidencia. Se, porm, o negociador da letra, es-
cripto ou nota for correlor, nao s ti-ar sujeito
ao dobro das multas, como na reincidencia ser
destituido do ofiicio.
Aft. 118. As multas comminadas no presente
renulamenio serao impostas pelas estagoesQscaes
competente!, excepto se os infractores forem au-
toridades judiciaes, singulares ou collcctivas, por
que neste caso o sero pelo ministro da fazenda
na corle e pelos presidentes ns provincias, com
recurso para o conselho de estado, na forma do
regulamento de 5 de feverciro de 1812.
1.a As penas do artigo 114 sero impostas
mediante o processo eslabelecido nos artigos 744
e seguinles do regulamento n. 2,647 do 19 do se-
lembro de 1860.
2. Para iraposic.Sa das demais penas previs-
tas no mesmo esptalo, os chefes das estagoes fis-
caes tendo passado em julgaJo as docises admi-
nistrativa, remettero, na forma do artigo 137,
os*termos, papis, e documentos por que se pro-
ve a infraego auloridade competente, pan pro-
ceder ulteriormente na forma da lei.
Arl. 119. As multas a que se refere o prsenle
capitulo sero cobradas executvamente pela jui-
zo dos feitos quando nao forem pagas amigavel-
mente polos multados.
nico. A disposicao do % Io do arligo 32,
quanto aa emprego do meio executivo psra a co-
branga do sello, exteusiva ao sello dos bilhetes
de loteras o das qotas, outro qualquer titulo, do-
cumento ou papel ao portador, ou com o nomo
deste em branco.
Art. 120. Os chefes das repartiges, autorida-
des, funecionarios e ofllciaes pblicos, no caso
do infraego deste regulamento, sero nicamen-
te respcmsavels pela importancia das mullas, e
nao pela da revaidade a que estiverem sujeitos
os ttulos, a respeito da qual se proceder na for-
ma do capitulo seguite, quando os mesmos tiiu-
los forera apresentados em juizo, ou perante as
repartiges, autoridades, funecionarios e eiciaes
pblicos.
captulo vi.
Do processo e recursos cm materia de sello.
Arl. 121. As dundas quo occorrerem entre as
parte e os agentes fiscaes acerca da obrigacao.
applicago, isengo e arrecadico do imposto de
sollo, dos prazos marcados para os revalidages
e sua quola, e das multas incordias por infrae-
go da loi n 317 de 21 de outubro de 1843, e do
presente regulamento, sero julgadas pelos em-
pregados quo servirem do chefe3 das estagoes
fiscaes que arrecadam o imposto.
i As questes de reslituigo do sello serao
smeute decididas pelas recebedorias de rendas
internas e alfandegas na forma do regulamento
n. 2,251 de 17 de margo de 1860, e art. 731 do
regolamenlo n. 2,617 de 19 de selembro do 1860,
o nos lugares onde nao as houver pelas thesou-
rarias de fazenda, com recurso daquellas reparti-
ges para as mesmas thesourarias de fazenda, des-
las para o tribunal do thesouro, e desle para o
conselho de slalo, nos termos da legislago em
vigor (decreto de 29 de janoiro de 1859).
2." Quando as duvidis que se refere este
arligo se levantarem em qualquer repartigo que
nao seja a eslagao de arrecadago do imposto do
sello, os chefes respectivos deciararao ais partes
interessadas que se dirijam referida eslaco
para decidir as mesmas auvidas como fr de jus-
tiga, aguardando as decises competentes para o
ulterior andamento do assumpto.
3." Quando as partes inleressadas apresen-
larem ao sello qualquer titulo, documento ou
papel, e a estago fiscal decidir que o papel nao
est ella sujeito, ou que della estisenla, assim
o far constar por uma declarago feila peto che-
fe da repartigo no mesmo titulo, documento ou
papel.
Art. 122. As autoridades, empregados, juizes,
tabellies, escrives e ofDciaes pblicos, aob as
penas do art. 113, a quem fr presente algum
titulo, escripto, ou papel sujeilo a rivalidagio, o
remettero logo ofilcialmeote ao chefe da -esla-
gao fiscal do respectivo dislricto para se proceder
ulteriormente na forma da lei.
Arl. 123. Os chefes das eslages fiscaes que
arrecadam o imposlo do sello, quando suscitar-
se alguma das duvidas a que se refere o artigo
retendo os titulos ou papis e colhendo ou exi-
gindo os esclarecimenlos que lhes parecem ne-
cessarios, proleriro a sua aeciso, mandando
lavrar termo, e intimar parteamesina deciso
para seu conhecimenlo, e no caso de imposigo
de mulla que nao exceder a 20$ para salisfazer
no prazo de 30 das a respectiva importancia.
.1." O termo.ser autoado para os effeitos le-
gaes, devendo o chefe da estago fiscal mandar
juntar ao processo o titulo ou papel sujeito ao
sello ou revalidago que houver-aido retido ou
copia aulhentica para os effeitos legaes quando
os Infractores salisDzerem logo o sello ou re-
validago.
2. Juntdodo-se o titulo ou papel ao pro-
cesso, no caso em quo a parte deixar de salisfa-
zer logo o sello ou revalidago, lancar-ae-ha
nelle uma nota para que conste a duvid'a sobre o
sello respectivo.
3. A segunda parle do 1 desle artigo nao
ipplicavel aos ttulos e papis as circumslan-
cias de que trata o art, 115, os quaes decidida e
definitivamente a quosto, sero enviados a qnam
de direito fr, para que tenha lugar o processo
crimioal.
8 4.a A copia de que trata o l'.nfioser ex-
trihida indslinclaraentede todos os papis su-
jeitos revalidago, mas sim apenas quaado tal
copia se tornar necessaria para ulteriores effeitos
legaes, como de servir de base ao processo d
imposigo da multa, se no caso couber.
5. Nao 10 extrahlr copia de autos ou do-
cumentos que incorrerem em revalidago, por te-
rem sido, juntos sem sello.; bastando esa taes sa-
sos, para a formago do proceaao,.urna expoagao
circunstanciada do occorrido feita palo etapre-
gado incumbido da arrecadago do imposto : de-
vendo assim proceder-ie em.qualquer outro caso
se os papis sujeitos revalidago loram de gran-
de volume.
6. No caso da serem logo revalidadas os
autos ou documentos, o que poder effectuar-e
em qualquer estago fiscal, nao tara lagar re-
measa da seus origioaes aoiaUicto da r asid en-
ca do infractor, mas sim cpii delles quando bou-






o bk nmutmm. guAnr* raim ^DiJnRa cr
ver de impor-se multa, excepto no esto do art.
115, entregando-se os mesmos originaos parlo
oUpoil deextiahidis as referidas copias,
Art. 124. Findo o prazo do artigo aotecodente
e nao tnvendo o mnltndo recolhido a importancia
da multa, o chefes das estaeSes Aseaos assim o
pankipario'logo, no municipio da corle e pro-
vincia do Rio de Janeiro, directora geral d
rendas.publicas, e as demais provincias s ibe-
sournriaa de foronda, enviando certido do ter-
mo, a (i m de ser inscripta a divida nos livros com-
petentes e remedida a certido respectiva ao
juizo dos feijos, onde a cobranca ser promovida
pelosprocuradores dos folios dafazeoda na f/ma
do art. 119.
Art. 123. Haver recurso voluntario, que flear
arbitrio da- parle :
1. Das decises dos chefes das estacos As-
caes oo municipio da corte c provincia do Rio
de Janeiro para o tribunal do thesouro, e as de-
mais provincias para as thesourarias respectivas
e destas para o referido tnbnnal.
S 2." Das decises do tribunal do thnsouro
para o coaseiho de estado uos casos do art. 28
do decreto o. 2.343 de 29 de janoiro de 1859.
3." Das decises do ministro da fazenda e dos
presidentes das provincias para o conselho de
estado na forma do regulamenlo de 5 de foverei-
ro de 18(2
Art. 126. Haver recurso necessario, interpos-
(o ez-ofBoio, dasdocisdo proferidas pelos admi-
nistradores das mesas de n^idas o colleclorias
para o tribunil do Uiesouro nacional na corle e
provincia do Rio de Janeiro, e para as thesou-
rarias de fazeoda as demais provincias, quando
versarem sobro laxa do sello que exceda a 10;>,
e mulla que exceda a 20$.
Att. 127. Se a quitolis sobre qua versar a de-
cisao das mesas de rendas e colleclorias exceder
a 10# qunnto laxa do imposto, ou a 20$
quonto multa, depoisde Invrado otermo oiuti-
iiiad i a decisao, o chefe da eslfao fiscal no pra-
zo d>! 30 dias ioterpor recurso ex-offlcio na con-
formidade do artigo precedente, juntando ao
processo quaesquer outros documentos coocer-
nenles u questo.
nico. No caso deste.artigo ag partes Inte-
ressadas podero allogir o que fr a bem do seu
dlreito, por via da petizo dirigida supeiior
instancia, a qual ser entregue ao chefd da esla-
jao Cscal para junta-la ao mesmo recurso.
Art. 128. As decises do ministro da fazenda,
do tribunal do lliesouro, dos presidentes das pro-
vincias e das loosourarias sero publicadas no
livro da p.irl'i da reparlico competoiraWara co-
nhecimento dos inieressados. e comrn^cadas
quando convioraos chefes das eslacoes-focaos
subordinadas.
Art. 129. Se dentro do trinla dias contados da
publicacao deque trata o artigo precedente, nao
tiver o mulladu rccolliioo a importancia da mul-
ta, remetter-se-ha ad*cisao e mais documentos
precisos i eslaco compeleote do thesouro e the-
souraras,a\av--^e procedor-se inscrpcae e
cobraocAe*c'ullva da multa, nos termos do art. L
1IG, gcrdada a disposicu do art. 33 do decreto
Ti? 2,486 de 29 de seterabro de 1859.
Art. 130. Os recursos seraosempre interpostos
no prazo do 30 dias, em forma de requer monto
dirigido superior instancia, datado, arsiguado
peli parle ou seu legitimo procurador, o instrui-
do cora a certido do termo e mais documentos
que forero bem da recianSago, por intermedio
do chefe da reparltgo ou eslago que tiver deci-
dido a queslo ou confirmado a decisao recorri-
da, e sem demora remcltidos pelos mesmos cha-
fes comas iuformcoes precisas referida ins-
tancia.
Art. 131. Os recursos voluntarios das decises
dos chefes das cst ic6>'s fiscaes e repartieres de
fazenda nao su rao dmitlidos sem deposito ou
flanea idnea do valor correspondente impor-
tancia do sello, revalidacao ou multa, observada
a disposlco do art. 33 do citado decreto de 29
do selembrode 1859 ; e prestada a cauco pode-
r ser entregue parle o titulo, documento ou
papel, (cando junto ao processo traslado authen-
tico do seu theor.
Art. 132. Em nenhuraa instancia se tomar co-
nheciuienio do recurso que Ihe fr apresentado
com pttericao das formalidades dos arligos
antecedentes, imputndose parle aderaorque
por essa causa houver.
1." Os erros c>mmetlido3 pelos empregados
fiscaes nao prrjudicarao as, parles que tiverem
curnprido as disoosiges legaes, deveado deforir-
se-lhescomo fr de Justina, salva a responsibi-
lidide dos mesmos empegados.
S 2." Se os recursos se porderem por desastre
ou falla do correio, poder a parte, provando o
fado, nierpor nnvamonie o recurso.
Art. 133. Findo o prazo de 30 dias, nao tnndo
a parte apresen! ido ao chefe te rcpartio.no 00 es-
taco competente o recurso, fiear "este pe-
rempio.
, Art. 13i. A's partes inleressaias facultado
.exigir das autoridades c funeciouarios menciona-'
dos no art. 112 reriificados com as dnclaracoes;
aQuejulgarem necessarias, e mesmo copia do' li-
jwo ou papel sujeilo liralidacao.
Arl. 135. Inlerpondo-se recurso, as parles in-
teressadas poderao exigir da cstagao ou reparti-
gacoes e documentos annexos, com especificarla
declaracio do dia, mez o annu e do numero e
qualidn Je dos mesmos ttulos e documentos.
Art. 136. Os chefes das estacos fiscaes veri-
ficando alguma infracto do prsenle regulamen-
lo que nao leona sido commeltida no districlo de
sua jurisdiccao remllenlo na c&rle o provincia
do Rio de Janeiro directora geral das rendas
publicas, e as Jemais provincias s thesourarias
de fazenda, os documentos o quaesquer outros
csclarecimonlos necessarios para se providenciar
sobre a imposiQo da pena pela eslacao srai do
districlo era que se tiver realisado a iofraccao ou
residir o infractor, se esto nao fr all encon-
trado.
Art. 137. Se alm das penas meramente admi-
nistrativas, os regulament03 comminarem outras
cuja imposicao nao seja da competencia das au-
toridades fiscaes, os chefes das eslacoes e repar-
tieres da fazenda, tornan Jo-so a decisao irrevo-
gsvel.remetlerao os documentos que comprova-
rem o tacto aos funecionarios competentes para
se proceder ulteriormente na forma da lei, de-
yendo os chefes das estages arrecadadoras do
imposto assim participa-lo, na corte e provincia
do Rio de Janeiro directora geral das rendas
publicas, e as demais prorinciiss thesourarias
de fazenda.
Art. 138. Os termos assipnados no presente re-
Rulamento para satisfazer quaesquer obrigaces
impostas devem cootar-se pela maneira estabe-
lecido na Ord. liv. 3. Ut. 13.
Art. 139 Ficara revogadas todas as disposicoes
em contrario.
Palacio do Rio de Janeiro, em 26 de dezembro
de 1860.Angelo Monii da Silva Ferraz.
Governo da provincia.
Expediente do dia 19 de Janeiro de 1861.
Offlcio ao Exrn. visconda da Boa-vista comman -
danle superior da guarda nacional do municipio do
Recite-Tendo cessedo os motivos que deram lugar
expedicao da ordemde31 de dezembro prximo
findo, mandando que a guarda nacional deste
municipio auxilie a forga de linda no servigo da
guarnicao diariamente e por escala na forma da
lei ; tenho resolvido dispensar a mesma guarda
nacional d'esse servjgo para prestar unicameole
o da guaruigao aos domingos, segundo a ordem e
pelos corpos que V. Exc. designar de accordo
com o coronel commandante das arroas.com
quem V. Exc. se entender respeilo.OUiciou-
se ueste sentido ao predilo coronel.
Dito ao iospecto^Jo arsenal de marinha.
Mande V. 8. forajffer ao administrador do cor-
reio as oito bandeiras e dous galhardetes men-
cionados no pedido junto por copia remetindo-
me a conla da respectiva despeza.Communi-
cou-sc ao mencionado administrador.
Dito ao inspector da thesourtria provincial.
Declaro V, S. para sua inlelligencia, e devida
execugao, que aos arrematantes e empreileiros
de obras publicas qua teem reeebido avimportan-
cia de seus contratos em a plice da divida pro-
vincial creada pela lei n. .488 do 10 de maio.d*
1860, deve V. S. mandar satisfazer os juros esti-
pulados no art. 1. do regulamenlo de 7 do julbo
do dito anno, contados do dia 1. desse mez era
diaote para os arrematantes e empreileiros de
obrasecneluidas e entregues al esse dia, e para
os das domis do dia da eatregi das mesmas
obras ; por nao ser justo nem rnoarei que os
possutdores das apollces pereara os joros desuas
diviJas garantidts por lei desde o referido dia Io
de-jalho do anuo passado pelo facto sitiero da
demora na emissao das aplleos depoie do rece -
ihecimento oa divido.
Dito ao mesmo. Em visla dos documenlos
juntos, mande V. S. pigar aos agentes ds com
panhia brasileira de paquetes Ttpr a qTranha
de 28$50O rs., prorenieote das passasjens dadas
na vaaor Toisntine d'aqoella compsohi ao pre-
so Joao Nepomuceuo da Gra e duaspragas que
O escoltaram da provincia da Parahiha para esta
capital;Communicou-se ao chelo do polica.
Dito ao mosmo.Mande V, S. pagar ao len-
te quart-l-mestrfe'do eorpo de polica Manuel
Fernandas, da Albuquerque Melle, conforme-re-
quisita o chefe de poiicia sjo offieio do hootem,
sob n. 26. a quautia del4720 rs., dispendida no
semestre de julho dezembro do anno prximo
Ando com oforneehnento de agua aos preso re-
colhidos no quartel d'aquelte eorpo.Cdmaruni-
cou-se.
Dito ao mesmo.i' Dorcingoa das Neves Tei-
xeira Bastos, mando V. S. pagar, conforme re-
quisita o chefe de polica em offieio de hontem,
sob n. 31, a qnanlia de f8j720 rs dispendda
no trimestre de julho a selembro do 1859 com o
sustent dos presos pobres da cadeia de Uira-
bres, como se v da conla junta. Commu-
nicou-se ao chefe de polica.
Dito ao director do arsenal de guerra.Em ob-
servancia do aviso do ministerio da guerra de 7
dest mez, de que Ihe remedo copia, bem como
da nota que so elle refere, compre que Vine,
logo que esteja prompto o ardamentoque se lera
de foruecer ao 8." iiatalhao de iofanlaria, o man-
de acondicionar bem, a Qm de ser remetlido
para a provincia da Baha, cuja guarnigo per-
lenco hoje esso eorpo, e d'onde deve-se esperar
igual remessa do fardamenlo, que se determDOu
sersupprido ao 2" balaldo da mesma arma ; fo-
cando sem effeilo as minhas ordens de 29 de no-
vembro e 6 de dezembro do anno prximo pas-
sado. Communicou-se ao commandante das
armas.
Dito acamara municipal de Barreiros.Estan-
do j coocluidos, como constou de ofTiuio do juiz
municipal d'esse termo, os trabalhosdo conselho
municipal que tinha de conhecer dos recursos in-
terpostos das qualiflcages que se procedeu.cm
o anno passado n'essa freguezia e na de Agua-
l'rela, recommendo cmara municipal da villa
do Barreiros que, leudo presentes os meus oQicios
do 23de agosto e Io de selembro d'aquelle an-
no, de- com urgencia e de conformidade cora a
lei de 19 de agoslo de 186 as providencias ne-
cessirias a lira do que se procedan com toda a
rcgularidade a eleigao do juizes de paz e verea-
dores n'esse municipio e no de Agua-Pieta no
dia 3 de margo prximo vindouro, visto que pela
falta das referidas qualiQcagoesno liveram logir
no dia designado por le. Remetteu-so copia
deste aos juizes de paz mais volados das duas
parochias supraditas. ^
Dito ao jmz de paz mais votado de Carnar, o
presidente interino do collegio oleitoral.Wrifi-
cando-seque houve equivoco na aeaigoaco de
numero de cleitores para as freguezias de ti. Sp-
nhori da Coriceigo de Cruar e S. Cietano da
Kapoza, indicado na tabella de 27 de selembro do
anuo prximo passado, ea que servio de base o
numero de 21 nleitoces tizados na tabella de 9 de
oulubro de 1856.para a primeira dessas freguo-
zias, de que fot desmembrada a segunda ; entre-
tanto que osse numero ha via sido depois reduzido
17 por deliberadlo da presiden ia de 29 de ndW
vembro do mesmo anno de 1856 ; pelo que cal-
culando-ie novamente com esta ultima base re-
conheco-e que vera a dar frrguezia do Crua-
r 14 eleitores e a dn S. C ttano'da Rapuza 1,2 ;
assim o communico a.-Vmc. para faaer sentir ao
collegio eleitoral dessa cidade, que deve tornar
em separado os votos dos eleitores que excede-
real a essse numero legal nos termos do arl. 30
das instruegoes di 22 de agosto 186<).
Dito ao director das obras,publicas.Havendo
melhoradode alguma maneira o oslado deficiente
dos cofres da provincia, e convindo acautelar que
por causa do transito ua proxiraf^sragao inver-
nosa se dctorioreoi.aaiea'.radas-publicaa, occasio-
nando assim miior prejuizo fazenda provincial,
determino a Vine, que faga continuar quanto an-
tes as obras de conservagao c reparos das mes-
mas estradas, que estavara suspensos era virtu-
de roinha orJora de 20 de novembro ultimo, ob-
servando em ludo a maior economa.
Dito ao mesmo.Respondo ao offlcio que Vmo.
me d.rgio em 17 do corroule, sob n. 7, declaran-
do-lho que o portan de ferro encoramendado para
a provincia doCear, deve ser enviado seu des-
tino no primeiro vapor da corapanhia Pcrnamhu-
cana, quo seguir para o norte no mez de feveroi-
ro prximo vindouro, para o que fica expedida a
conveniente ordem, polendo entrelanlo ser de-
positado no arsenal de marinha, urna vez que os
encarregados da fundigao de Starr & C.a se obri-
guem a manda-lo por bardo opportunamnnte.
Quanio ao pagamento da quautia de 2600i)0,
por que fui contratado o mesmo porlao inclusive
a despeza de embargue, vou officiar ao inspector
da thesouraria provincial pata salisfazer efsa im-
portancia. Expediram-se as demais ordens e
communicou-se ao Exm. presilente daquella pro-
vincia.
Dito ao bacharel Joao da Costa Riheiro Hacha-
do, 4.J ioiz de paz de S. Jos do Recite. Em
virtude da terminante disposigo do arl. 110 da
lei de 19 de agosto do 1816, oxplicado pelo aviso
n. 346 de 18 do o ilubro do 1856, por Vmc. cita-
do em seu offigio desta data, deve Vmc. presidir
a junta de qualificago dessa freguezia como 4.
juii de paz do quatrieunio findo, e no impedi-
mento dos iros prtmeiros.
Tenho assim respondido a consulta que faz
Vmc. no referido offieio.
Portara. O presidente da provincia resolve
conceder ao bacharel Eugeuio Augusto do Couto
Relmont, juiz municipal e de orphos nomeado
para o termo de Traip, na provincia das Alagdas,
a exonerarao que pedio, do cargo de promotor
publicla comarca de Tacaral.Fizeram-se as
parlicipages docoslume.
Dita.O presidente da provincia, altendendo
ao que Ihe requereu o 2." lenle do 4.- batalho
de artilharia a p Americo Clomento Duarte Pe-
reira, e tendo em vista o parecer da junta mili-
tar de saude. resolve. de conformidade com o
decreto, n. 2677, do 27 de outubro ultimo, conce-
der-lhe 3 mezes de licenga com sold simples
para tralar de sua sale dentro da provincia.
Dita.O Sr. gerente da companhia Pernambuca-
na mando dar transporte para a provincia da Pa-
ralaba, no primeiro vapor que seguir para o nor-
te, o preso de nomo Joaquim, escravo, all pro-
nunciado por crimo do offensas physicas.Com-
rnunicou-se ao chafe de polica.
Expediente do secretario do govemo.
Offieio ao chefe de polica S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia manda declarara V. S. para
seu conhecimento e em resposta ao seuofficode 18
do crranle, n. 29, que ica scieoie de ler V. S.
nomeado Cuillierme Tell Schefflor pata servir o
emprego de guarda da casa do detengo. Com-
municou-se a thesouraria provincial.
BESPACilOS DO DIA 19 DE JANEIRO DE 1861.
Itequerimenlos.
3579.Agostinho Jos Alves. Informe o Sr.
director do arsenal de guerra se neste pode ser ad-
miltido o rrenor a que allude o supplicante.
3580.Amnio Clemente Duarto Pereira.P,as-
se portara coneedendo 3 mezes de licenea com
sohlo simples.
3581.Jorge Joao Ferreira Lima. Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
3582.Joaquim Jos da Costa. Informe o Sr.
commandante do eorpo de polica sobro os guar-
das dn que trata o supplicante.
3583. Mara Joaquina Ribeiro. Informo o coa
seibo administrativo do patrimonio doa-orphos.
3581. Manoel Antonio Gongalves-Informe o
Sr. inspector da lhso*raria de fazenda.
3585.Baro do Livramento. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
3586.Manoel do Nascimento Aranjo. Infor-
me o Sr. engenheiro director das obras pu-
blicas.
PERNAMBUCO.
Nao sabemos de mais circamstancias, porque
apenas isto nos*rraran.
Remeltem-sn o-stigoiate oscripto :
Sr. redactor da Mviatn. O sm artigo sobre
a nfferta que Jrtabaorte ftSOT Srs, Flix Sawa-
Re St C de ana baixeH dt*prata so Sr. Joo de
Siqueira Feoao, nos saosjprio a seguinle re-
flexao.
< Bem que o faci con relatto no Sr. FerrSo
merega por ai mesmo urna consigna?* especial,
nao sei com ludo o inie ser mais a admirar, se
a conducta deste sensor, que foi pautada pelas
regras do derer e da prohidade, oo se a dos Srs.
Sawage & C. tornando-se os apreciadores man-
festos della, fazendo-a sabresahir por um modo
lo lisongeiro quao Jiheio dreortnzio.
yoantos actos louva.ois, danos de todos os
encomios, oio morrem oo olvido, nao passsm
desapercebidos, por nao haver quem os aprecie
devidamente, ao passo que moito importarla a
sua raanifestagao para servir de estimulo?
Os Srs. Sawage & C. apartaram-se da roti-
na ; plantaram o incentivo ; e bem oshsja, por-
que o Qzeram sob um ponto de vista em que lodo
o aprego pouco'
Recebam, pois, esses senores a quem quosi
todo o commercio pequeo desta praga deve-
dor de obsequiosas allengoes, s nossas sinceras
feiicitages por esse acto de mrito, que sempre
os far lembrados nos annies do nosso com-
mercio.
Abaixo publicamos urna correspondencia,
em que vem narrada mais ('traia operago prali-
cada pelo Sr. Dr. Garolino'' Francisco de Lima
Santos:
Srs. redactores da Revista Diaria. Mui sen-
sivel ao imp irtantissimo obsequio que se digno*
prestar-me o lllra. Sr. Dr. Csrolino Francisco de
Lima Santos, corando-me radicalmente d orna
enfermidade por demais aterradora, eu seria ic-
grata se vacillasse em offerecer a to distincto
cavalleiro um testemunho publico e expressivo
de meu eterno reconhecimente.. >
a E na realiuade, padecendo ha oito annos de
cataratas, j tinha perdido a esperanga de resta-
belecer-me, nao s porqua eupponha ter-so em-
pregado lodos os meios ao alcance da medicina
para combalor o mal, como tambem porque mi-
nha avangada idade superior a 70 annos era para
aquellas a quera al enlio consultei obstculo
iuvencivel cura.
Ptestas circunstancias dilTIceis seno impos-
siveis deoxplicar-se.oparessa de acerbos desgos-
tos, condemnada a ne ver mais a luz do dn,
entregue s vicissitudes de unja sorte cruel,
aconselharam-meqoe recorresse aos cuidados do
lllra. Sr. Dr. Carolino, assegurando-me que o
lluslrado Dr. havia restituido a vista e saude
pessoas que se achsvam em meu penivel estado.
- Posto qne despersuadida de-restabeleeer-me;
tanto ruai que o mal se linda consideravelmente
aggravad, resignei-mo operago no da 13 de
novembro do anno prximo passado.
Porrri o milito digno Sr. Dr. Carolino hou-
ve-se com admisavel pericia e acert. Quando
renos julgava tornei ao meu anligo estado do
Wlbe : hoje, gragas a Providencia Divina, gozo
jamis
alean-
do que
me aejt>rroina, de via di-lo a publicidade ; por-
que d ludo para aquclles que padecerem desses, tor-
mentos que mo flagellaram durante o longo-spa-
go de oito annos.
Aceite, pois, o Illm. Sr. Dr. Carolino mais
esta bomenagem siucera e leal do muito que Ihe
sou obrigada, e acredite para sempre que farei
fervorosas supplicos ao Todo Poderoso para quo
o acumule de bengos. ,
Dignem so, Srs. redactores da fie-vista Da-
ra, dar publicidade estas lindas, scieutes de
que muito e muito obrigeiro tua humilde res-
peitadora
Margarida-da Costa Monteiro.
MXUDOTiRO. PI-BL1S0 : .
Malaram-se no da 22 do correle para o con-
spmmo desta cidade to' rezos.
' MORTAUDADE DO DIA 22.
Manoela Rosa Auta de Jsus, branca, solteira, 60
nnos; dyarrhea.
Rils Mara dos Praicres, parda, solteira, 80 an-
nos ; congeslo cerebral.
Angela Leodegaria Diniz e Silva, branca, soltei-
ra, 24 annos ; hepetrophia.
Jos Flix de Araujo, pardo, casado, 50 annos ;
anuos ; dyarrhea.
l'lorinda Miria de Jess, parda, solteira, 26 an-
uos.; anemia.

A noile nofca#t-e da^paq^enos* agoaceiros,
vento ESE regular, ibanangaado ao jmanheccr.
oaiJM9aaa.A -ate
h. 54' da
Preamar a 0 h. 54* da tarde, altura 5j p.
Baixamar as 6 h. 30' la roanaia, altura 1,8 p.
Obserrtorh)dd-arsenal da marinha, SI de Ja-
neiro de 1861.
MO STF.PPL.
1* lente.
"...... ~----------rTii
lfavos entrados no dia 22.
Liverpool 45 dias, brigoe portuguez Mara,
de 224 tone-tedas; ciipitioFraociseo Domingues
Villa, equipagem 12, carga fazendas a Saunders
flrolhersAC.
Anvers46 dias, patacho hanoveriano Nicolao.
de 106 toneladas, eapitao A. Spiensen, equipa-
gem 7, carga faze-adaa e mais gneros, a Roihe
Bidoulac.
Navios sahidos no mesmo di-.
JJh.a de Fernando de Norouha.Patacho nacional
de guerra Itio Prvioto, commandante o 1.
lente Manoel- Carneiro da wcha.
Parahiba brigue inglez /Le va ni eapitao David
Gorne, em lastro.
Portos do sul Vpor nacional Paran, cora-
mandante o eapitao lenle Jos L. de N. Tor
razio.
Edita es.
cojumercio.
N f nevisTi um\K.
Nos informara o seguinle:
C A poule do Maduro, na estrada que vai-de
Santo Amaro para Belhlcm, est necesitando
quanto antes de um reparo em alguraas madei-
ras ; das quaes, segundo supponho, urnas jes-
lao reduzidas 6 p, o outras achara-se podres,.a
ponto de Ocarem nao s moradores deste lugar,
como os que por ah hoyverem de transitar, pri-
vados de o fazerem.
Convinha por tanto, que se fizesse o referido
reparo, pois que eUo importa urna utilidade paca
o publico.
Amandas lera lugar o levantamiento da ban-
deira de N. S. da Saude', no-Pogo d Faoella,
sendo o acompanhamenio feito pela msica do
4. baUldao de artrunie..
Ante- hontem acodo puxada urna ancorado
um navio, foi tirado.o cadver de um preto, ia
todo comido. .....
Praca do Recife 22 de Ja-
neiro de 1861.
\s tres Uoras da tarde.
Cotacoes ofOeiacs.
Frete para Liverpoolda Pafahiba1(2 d. o 5 0i0
por algodo, 17)6 e 5 0(0 por assucar.
Cambio sobre Londres 26 1|2 d. por 1J> a 90
dias de vista.
Couros espichados260 rs. por libra.
Leal SevePresidente.
Frederico Guimaraessecretario.
caixaTilial
DO
BANCO DO BRASIL
EM 22 DE JANEIRO DE 1861.
A caixa descont letras a 10 %, toma saques
sobre a praga do Rio de Janeiro, e recebe di-
nheiro ao premio de 8%.
Vlfandega,
Rendmento do dia 2 al. .211:2190578
dem do dia 22.......20:140J055
231.3595633
Movlmento da alfande&a.
36
203
------239
123
130
------253
Descarregam hojo23de Janeiro
Patacho hanoverianoNiculaus queiios e ba-
tatas.
Brigue americanotriaranfarinhs de trigo.
Patacho americanoEagletmercadorias,
ftrigue hamburguezCapibaribeidera
Beeebedorla de rendas Internas
!>*-' **-' %mw7 r5i nniuuucfjrr
Kendimento tedia 2 a 21. 12 595*526
dem do. dia 22.......1:070847
Volutnes entrados com fazendas..
> cora gneros..
Volnmes sahidos com fazendas..
com gneros..
Consulado
Rendimento do dia 2 a
dem do dia 22: .
13;666}373
provincial.
21. 4i:694a373
, 2:3600281



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^Anselmo Francisco Peretti, commendador
imperial ordem da Rosa oda Chrislo, ejuiz
de dir?ito espacial do commercio, desta cidade
do Recife, capital di provincia de Pernambuco
e seu termo, por S. M. I. e C. oSr. D. Pedro
II, quo Dens guarde, etc.
Fago saber aos que o presente edital vrem.
e delle noticia tiverem, que Johnston Pater & C.
me dirigiram aseguinte peligo :
Di/em Johnston Pater & C, negociantes ma-
triculados nesta praga, qoe sondo-Ihes devedores
as'pessoas constantes da relagao junta por letras,
e pplas importancias ahi nwnvcionadas, e estando
a nndar os 5 annos epols cfie Ihes ra feita a
ultima citagao e intimagao judicial para paga-
mento, quero supplicante na forma le, e o pro-
testo intimado aos devedores para inlerromper a
presciipcio e conservar salvo o sen dreito. E co-
mo sejam os 17 piimei'ros moradores e presentes
nesta cidade, e os demaigNausentes com residen-
cia incerta ou nao sabida,^Te^querera a V. Exc.
que mande citar a aquellos pesoajmente o a es-
tes por carta de edites precedendo justificar a
ausencia e incerteza de sua residencia pela forma
admitlida em juizo.
Pedem a V. ExcTHm. e Exm. Sr. Dr. juiz do
commercio assim Ihey delta ; seudo o seu pro-
testo tomado por'termo aos supplicdos.E R.
M.O advogsdo, Alcoforado.
B mais se nao conlinlra em dita peligao, na
qual dei o despacho do theor seguiule :
Distribuido. Como pedem. Oliudj 22 de de-
zembro de 1860.A. F. Perolti.
Em cumpriraento do meu despacho fra a p^
tigao distribuida ao cs:rivao desto julzo' Manoel
Mara que lavrou o termo de protesto do iheor
seguidle :
Termo do protesto.
Aos 21 de dezembro de 1860. nesta cidade do
Kecife, em meu cartn appareceram os supli-
cantes por seu bastante procurador Antonio Pin-
to de Barros, e disseram peranle as testemunhas
infra assignadas, que reduziam a protesto o con-
t"udo de sua petigao, a qual offereceara como
parte do presento, que tica sendo : e de como as-
sim o disseram e protestaran! lavrei est termo
no qual depois de lido assigoaram com as ditas
testemunhas : eu Manuel Ufara Rodrigues do
Nascimento, escrivao o escrevi.Antonio Pinto
de Barro*.Joao Nepomoceno Ribeiro.Jos Ja-
cintho da Silva.
. E mais se nao continha em dito termo, e os
devedores constantes da relagao deque tratam os
supplicante e de residencia incerta, sao os se-
guintes :
Jos Domingues da Costa por 13 letras venci-
das 2:2210896 ; Apolinario Florentino de Albu-
querque Maranhao ; 1 dita vencida 3:605*101 ;
Silvestre Ferreira da Silva Gflimariies saldo do 22
letras 1 9150181 ; Jonquira da Silva Guiraaraes
saldo do 2 letras vencidas 1:5150780; Jos An-
tonio da Cruz saldo d* 5 letras 8650910 : Joaquim
Esequiel Barbosa saldo dp 5 ditas'993$962 ; An-
tonio Lopes da Silveira saldo do 3 dit*s 1.586*690 ;
Jos Antonio Lopes da Silveira saldo de 2 ditas
11:3S97-15; Luiz Antonio Cutmaraes e Antonio
Teixeira Lopes, herdeiro, saldo de 1 dita 6(i0 ;
Luiz Jos de Brito saldo de 2 ditas 1:182*400 ;
francisco Duarte Coelho saldo de 1 dita 128S :
Francisco Cavalcanli da Alnuquerque saldo do 2
ditas 120; Joao Botelhc. Neiio saldo del dita 3OU0;
anels Cowie saldo de 1 dita 191096; Clemen-
cia de Mendonga Guimuraes saldo-de 1 dita......
2790515; Antonio Joaquim de Azevodo por sal-
do 60186 ; Jos Corris dos Santos por saldo
3:5980560: Manoel Toruno Aranha por saldo
l:2G9j?650; Jos Martins Alves da Cruz por saldo
3;i20500 ; Antonio Joaqnim de Olivcira por saldo
4220233; Antonio Jos Ma -hado por saldo......
2;2320848 ; Jernimo da Costo Guimares e Silva
por saldo 340^471 ; Manoel Antonio Gomes por
saldo 4930180; Joaquim Jos Morria por saldo
560560: Joaquim Congalves Dias por saldo___
4100057; Thomaz da Silva Guimares 460980 ;
CaetaDo Luiz Pendra por saldo 860400 ; Claui-
oo Salvador Pereira Braga por saldo 2:754j8J7 ;
Manoel .Jos de Magaldas Piuho por saldo....
2O707OO ; Jos Maitins Alves por si'do 3320 ;
viuva de Santos Mendonga por saldo 2.223JJ754 ;
Francisco do Borja Buarque 5860193; Joao-Do
mingues Pereira por Baldo 1:2910544,- Francisco
Pereira Cavalcanti l:231g401 ; Autoai Joaqeim
de Oliveira por saldo 1:5060018; Antonio M. de
Almeida Leal por saldo 1:8660860; Antonio F.
Dias Machado por saldo 2050540; Joaquim Ca-
valcanli de Albuquerq ie Mello ; Simo Pereira
te Amtate por 1 letra 17290; Manoel Lopes
da Costa por saldo do 1 val 200; Flix Pereira
de l.yra e Jos Miguel de Lyra por 1 letra 750200;
Jo9e Leandro do Alme.da por sua obrigngao....
2:0720082 ; viuva dos Santos Mendonga e Jos
Leandro de Almeida por 2 letras 1:308 : Joo
Alves da Silva Olival por sua obrigacio 9150454 ;
Elias Jos da Silva por sua obrigaga 4oO0; Ber-
nario Joaquim Correia por sua letra 1000 ; Ma-
nuel Jos Piulo Coelbo por 2 letras 1:5820120;
Antonio Bapttsta Agujar abonada por Jos Carlos
da Costa Nogueira po: sua obrigago 1:3708507 ;
Joo Domingos Pereira e Jos Pereira de An-
drade por sua obrigagio 6160: Alexandre Lopes
Htbeiro por sua obrigaga 5:4910128 ; Joao An-
tonio Carvalbo Siquelra por 3 letras l:363>728;
Joao Antonio Prior por saldado 3 letras 5660 ;
Simo Pereira ds Andrade por saldo de 1 letra
940 ; Joaquim Jos de Sampaio Jnior e Anto-
nio. Ferreira de Paria por saldo de sua letra----
1:0600; Jos Manoel Dias & C. por 3 letras....
4:093$098 ; os herdeiros do Thomaz Jos da Sil-
va Gusmo 5780885.
E mais se nao continha ero dita relagao aqni
raui bem e Qelmente>traBscripta o copiada, e sen-
do sellados os autos e subindo minha conclu-
sao nclles dei a senter.ga do theor seguinte :
Avista dainquirigo de f Idas 8 a folhas 9,
julgo provada a ausencia dos justificados era lu-
gares nao sabidos, e mando que Ihes seja intima-
do o protesto de folhas 6 por rmo de editos,
passondo-se a respectiva carta no prazo de 30
das ; e peguero os justificantes as cusas. Re-
cife 2 de Janeiro do 1861.Anselmo Francisco
Peretti.
E mais se nao continha om dita minha son ten-
ga, aqui mui bem o fielmente transcripta e co-
piada, em cumpriraento fez o respectivo escrivao
infra assign ido passar o presente edital pelo
theor do qual intimo o referido termo de protesto
supra transcripto aos mencionados devedores,
a para que Ibes chegue ao conhecimento ser o
presente publicado pela imprensa e aQixado ua
forma do eelylo.
Cidade do Recife 12 de Janeiro de184>l,Eu
Manoel Mara Rodrigues do Nascimento escrivao
o escrevi.
. Anselmo Francisco Perelli.
=
Beelara^es.
Tritrnal do eommercio.
'Pela secretaria do tribunal do eonrnrercio da
(provincia d Pernamnueo se faz publico, qoe nes-
ta data fica inscripta no livro competente a carta
Idu registro do vspor Jrguaribei da Companha
|Pemambucana te navegagjo costelre, a vapor,
Wo porta de 458'tooeladas, do qual mestro Ws-
TTOel'JoaqoWi LoWlfr."
Secretaria do tribooal do commercio ds Per-
nambuco 17 de Janeiro de 1861.
Julio Guimaies. Oftefal-msiiir.
Consefbod aniinistratlro.
O conselho administrativo, para fbrnecimenlo
do arsenal de guerra; lem de comprar os otese-
los seguintes :
Para provimento dos armazens do arsenal
de guerra.
10 resmas do papel aimaco greve.
10 resmas do dito pautado.
10 arrotes te salttr calcinado.
Quem qnizer vender Mes objectos aprsente as
suas propostasom caria fechada.na secretara do
erjirseHw, s-10 hora na-manhSa de a 28 do
corrente mez.
Sala das sesses do conselho adminislralivo,
poro forneimento do arsenal de guerra, 21 de
Janeiro de 1861.
Denlo /os Lamenha Lins,
'Coronel presidente.
Francisco Joaquim Ptrtira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Santa- canr de mtserieordia do Recife.
A junt, administrativa da irmendade da Santa
casa d_e misericordia do Recife. manda fazer pu-
blico que oo-dia 29 do corrente. pelas 10 horas
da manha, na casa dos expostos. far-ae-ha pa-
gamento amas que forera acompanbadas dos
respectivos expostos. Secretaria de santa casa
da misericordia-do Recife 18 d Janeiro de 1861.
Fanciseo Antonio Cavalcaiiti Cousseiro.
Esrrivo.
Joo Baptista de Castro e Silva, inspector da
thesouraria de fazenda de Pernambuco por S.
M. Imperial e Cntilueional qn* Dos gat^rde.
Em cumpr menlo-da ordem do Exm. Sr. mi-
nistro da fazenda de 27dodezombro ultimo, fago
saber ao Sr. Jos Alejandre dos Santos que foi
mdeferido pelo tribunal do thesouro o requer-
mento em que pedio o Sr. Sanios urna indemni-
sago por prejuizos que allegou ter lido durante
rcvolta de 1818, visto se ler prescripto o seo
direito por-oo haver requerido dentro do pra-
10 de 5 annos.
Thesouraria de Pernambuco 19 de Janeiro de
1861.Joo Baptista de Castro e Silva.
Directora geral da instmeca
publica.
Por esta secretaria se fac publico que o Illm,
Sr. Df. Joqoim Pire Machado Portelia reaaau-
mio hoje as funeges de director geral.
Secretaria da inslrucco publica de Pernam-
buco 16 de Janeiro de 1861.
Salvador llenrique de Albuquerque.
1 Secretario interino. -
t
ParaCear.
O hiato ctergipaao j-tem a maior pwrle-da
carga ; para o resto trala-se com Hastie & If-
mo^a ra Nova o 48,^ com o espitas
ttque Vieira da Silva. v
s ir-
T
Rio de Jaalro
O velejro e bem^conhecido brigue nacional Ve-
loz pretende^seguir com moita brevidate, teta
parte de seu carregamenlo prompto: para o res-
to que Hie falta; escraves a.frele e psssageiros.
para o quaes tem excelleotes commodoa, trota-
se com os seus consignatarios Azrete di Mendos,
no seu escriptorio ra da Orna n, 1.
Caixa filial.
Da ordem do Exm'. presidente da cai-
xa filial do 4>anco do Brasil nesta pro-
vincia, se faz' publico para conheci-
mento dos Srs. accionistas, qu o the-
souretro da mesma caixa esta' atitoti-
sado a pagar d'ora em diante o li
Para a Bahia segu em poocordias o paltia-
bote nacional Dous Amigos, tem parte de sua
carga engajada;: para o resto, trata-ai com seu
consignatario Francisco L. O. Azevodo. na ma
da Madre de Deas n. 12.
Para o Cear^ Ma-
ranhao e Para.
O hiato nacional Irosa, recebe carga par os
portos cima e seguir- en paseos dias-, trata-se
com J. B. da Fonseca Jnior, na ra do Vigario
Para o Rio de Ja-
neiro
Segu ern.poneos dias o patacho nacional ut-
az, s falta-lhe 3,000 arrobas de carga, recebe
escravos a frete e passageiros, trata-s com l.
B. da Fanseca Jnior, na roa do Vigario n. 29.
Para o Aracaty
seguir brevemente o hiale nacional Sant'Anna;
para o restante do seo carregamenlo e passagei-
ros, trata-se rom Gurgel lxm&os, em seu escrip-
torio na ra da Cadeia do Beeife, primeiro an-
dar n. 28.
Cear com escala por Aracaty, a frete
re luzidos.
O hiale Nicolao I, eapitao Trajano Antune
da Costa, salte infalivelmente no Cm do corrente
mez por ter a carga prrepta : para uta- re.'to qoe
Ihe falta, e passageiros, irata-ee com Patente
Vianna & C, roa da Cad*ia n. 57
O brigue Constante
SPgue impreterivelmente viagempara Lisboa, no
dia 28 do correle. Anda recebo casga e passa-
i genos, para o que trata se na ra te Vinario n.
Ul" i 19, primeiro andar, com o consignatario Thomaz
viclenuo relativo ao semestre lindo em de Aquno Fonseca, ou com o eapitao o Sr. Au-
31 de dezembro p. p.. a razao de 10$ S"slo Carlos dos Res,
por accao de conformidade com as or-
dens recebidas da caixa central.
Caixa filial em Pernambuco 15 deja- i
neiro de 1861.O guarda livros,
Ignacio Nunes Correia.
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
o Rio deJaneiro
segu cora brevidade o hiate Artista, recebe
carga a frete e passageiros: a tratar com Caeta-
noCyriacoda C. M. & Irmas, no lado do Carpo
Santo n. 23.
Barcaca Tbereza.
Segoo com brevidade pora o Aracaty com es-
cala pelo Ass quem nella qnizer carregar, ou
ir de passagem, dirija-so a ra da Cruz do Ke-
cife n. 50 1. Andar, ou com o meslro da mesma
na escadinha d'alfandega.
B
O novo banco continua a substituir
ou a resgalar o resto das notas de 10$ e
20$ que havia emittido e anda existe
era circulacfto, declarando que, en>
cumplimento do decreto n. 2,664 de
10 de outubro do corrente anno, esta
substituicao ou resgate devera' eftec-
tuar-sedentrode4rae7.es, etiue findo i .
. i vai seguir ero poucos das a barca Rio d
este prazo so podera ter lugar com o : por tor parle d seu carregamenlo pron
disconto progressivo de 10 por cento ao !ra re9l. trata-se
mez, ficando as^im na forma do art 5
da lei n. 53 de 6 de outubro de 1855
sem valor algutn no im de lo mezes.
Recife 9 de novembro de 1860. Os
directores, Joo Ignacio de Medeiros
Reg, Luiz Antonio Vieira.
Pela inspecco da alfandeg.i so faz publico,
qne no dia 2i do corrente, depcis do meio dia, e
porta da mesma repartiese, continuar a arre-
malagao das morca Jorias j annunciada em edi-
taes do dia 16 do andante. Alfandega de Per-
nambuco 21 de Janeiro te 1861.
Mazimiano Francisco Peinlo Ruarte.
____________________2. escripturario.
Avisos martimos.
Para Li
Rio de Janeiro,
e Janeiro
rregamento prompto: pa-
cora Antunes Guimares i
C, no largo da Assembla n. 19.
Para o Hit de Janeiro.
seguo neste dias'o patacho Alfredo; para o
resto da carga, trata-se cos Cefano Cyriaco da
G. M. & Irm, no lado do Corpo Santo n 23, ou
com o eapitao AntonioTravasso da Rosa.
Baha.
O hiate Santo Amaro, recebe carga a frete;
a tralar com Gaetano Cyriaco da C. M. &lrmto,
no lado do Corpo Santo n.23.
Leiles.
sahir com brevidade o brigue portuguez Bella '
Figueirrnse, eapitao Jos Ferreira Lpsss ; para j
carga e passageiros, para os quaes tem ezceen- i
tes coramodos, trata-se com os consignatarios F.
Severiano Rabello &Filho, largo da assembla
numero 12.
COjiPANMA rERYUIBLCAiVi
PE
\avegacao cosleira a vapor
O vapor Jaguaribe, commandante Lobato,
sahe para os portos do norte at ao Cear no dia
2 do corrente as 5 horas da larde. Recebe car-
ga at ao dia 25 ao rneio dia e passageiros at o
dia da sshida s 2 horas : no escriptorio da com-
panhia largo da Assembla n. 1.
Para o Rio de Janeiro
O brigue Mara Risa sahir impreterivel-
mente no dia 25 do correte, recebe nicamen-
te escravos a frete : na ra do Vigario o. 23.
i*ara
segu em poucos dias o brigue Mara Rosa,
ainda admilte alguma carga, tem bonscommodos
dar passageiros e escravos ; trata-se com B.
pa Fonseca Jnior, ra do Vigario n. 23.
Para o Rio de Janeiro
O bem conhecido e veleiro brigue nacional Eu-
genia sega opa brevidade, tem parte de- seu
ca rregamento a tordo : para o resto que Iba talla,
tratarse com os seus consignatarios Azevedo &
Hiendes, na ssu eseiiptorio ra da Cruz q. 1.
Para o Rio Grando.do Sul pelo
Rio de Janeiro
segu com amita brevidade a veleira barca na-
cional Thereza I por ter j'alguna carga a bor
do, o parta engajada: quem qnizer carregar, di-
rija-se a Baltar & Oliveira, ra da Cadeia do
Recife k f%
Para Aracaty e Ass
segu o hiate Doos Irmao*; para carga, ttata-
:se cora Martins Armo ns ra Nova n. 48 ou
como moatre Joaqpfm Josa daSHveira.
Charutos de Havana.
Quarta-feira 23 do corrente
as 11 horas,
O agente Camargo fira' leilo por
conta e risco de quem pertencer de urna
porcao de charuto da liara na, no seu
armazem na ra do Vigario n. 19. *
Quarta-feira 23 do corrente.
DE
limcavalloile Monlevido,
0 agente Camargo tara' leilao no dia
mateado no seu armazem na ra do
Vigario n. 19, a 11> hora em ponto,
deutn exccllente cava I lo de' Montevi-
deo.
UllO.
Quinta-foira 24 da coarente.
Costa Carvalho far leilo em seu armazem na
roa Nova o. 65, poreonat da quem pertencer
D8
Urna poreaa.de caiits com vinho do Torio.
Urna poreo de cestas portuguesas
i caizoes cora qwarlinhas do Haroburgo ; em um
s lote ou a retal lio a vontade dos comprado-
res, as 11 horas em ponto.
Quarta-feiVff 23 do-corrente.
O agente Evaristo, competentemente autorisa-
do pelo Sr. Domingos da Silva Torres, morador
a-provincia? d>lefloa, tari leilo o m-ft-
- II FftfV/FI L


w
DIARIO M PIWUWIUCO. QIURTA UU a$ L>R JAIWRO DE: MU.
cravo Joqnim, p.rdt, sapeteiro. de idade 25
anuos, assitn cooao de diversas pegas de raarci-
neiria e caitas de josar, no sen armazem n. 22
4a rua do Vigario, as 10 horas do di cima
mencionado.
Transferencia
DO
Leilo commercial.
Quarta-feira 23 do corrente
as 10 horas.
Antunes antorisado peln-Exm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio tranferio o leilo commer-
cial da mnssa fallida de Siqneira Pereira para
o dia 23 do corrente que definitivamente ser ef-
fectuado era presenta do mesmo Exm. Sr. Dr.
juiz do commercio.
Piincipiaras 10 horas em poulo.
LEILO
DE
Urna rica arma cao, gene-
ros de estiva e perten-
ces de um armazem de
molhados na ra da
Cruz do Rec i fe n. 15.
Quarta-feira 23 do corrente.
Antunes por conta de quem perten-
cer fara' leilao na ra da Cruz a. 15,
da artn.ico, gneros de estiva, doces
de dilerentesqualidades, uina grande
mesa milito propria para hotel, duas
mesas com tampos de marmore, urna
batanea franceza, caixas para doces
etc., etc., que tudo sera' vendido ao
correr do martello e aos estouros da
cliampagae, as 11 horas em ponto do
referido dia.
Importante
LEILAO
Exm. Sr. 'Dr. juiz especial do commer-
cio e a requerimento de Joao Francisco
de Souza, fara' leilao dos gneros, ob-
jectos e dividas pertencentes a Jos Do-
mingues da Silva, no becco de Jos Cae-
tano.
DE
Burros, vaccas e cavallos.
O agente II vppolito de novo leva a
leilo os animaes que se acham deposi-
tados no arrmzem amarello em frente
do arsenal : quinta-feira 2i do corrente
as-11 horas em ponto no referido ar-
mazem.
DE
Queijos suissos,
Quarta-feira 23 do corrente.
Antunes fara' leilao por conta de
quem pertencer na occasiao de vender
o armazem de molhados da ra da Cruz
do Recife, de urna porcao de queijos
suissos muito novos viudos do Hivre
pelo navio francez Thuspan, a boa qua-
lidade destesqueijps cima o agente a
convidar aos Srs. taberneiros, para que
vao ao referido lugar as 11 horas em
ponto comprar os ditos queijos sem re-
serva de preco.
Quinta feira 24 do correle
Leilao
E DE
Urna excellente escrava.
Antunes fara leilo por conta de quem per-
tencer, na ra do Imperador n. 17, de urna por-
qo de taboas de amarello, cadeiras hamburgue-
zas, pretas e brancas, bcrgos, camas, marquezas,
secretarias, lavatorios com pedra e sem ellas,ca-
deiras de pianno, cabides, bidets, camas para
menino, costurciras, mesas elsticas, pedras mar-
more para consolos e mesas de meio de sala, ca-
deiras americanas de diversos gostos etc. ele.
5s II horas em poni, na ra do Imperador n.
17, defroniede S. Francisco.
ti
Ima taberna
Costa Carvalho far leilao por conla de quem
pertencer da taberna do pateo do Terco n; 23,
muito afreguezada propria para quaqiuer princi-
piante a dinheiro ou a prazo : quarta-feira 23 do
corrente s 11 horas em poBto.
LEILO
DE
120 barris com bo-
lachas de Trieste.
Sexta-feira 25 do corrente,
Antunes fara' leilSo por conta de
quem pertencer no caes do Apollo ar-
mazem de farinha do Sr. Jos Duarte
das Neves, de 120 barris com bolachas
de Trieste muito nova, chegada lti-
mamente, para o que chama a attenco
dos Srs. de engenhoque em consequen-
ca da caresta da farinha vao ou man-
dara comprar as referidas bolachas para
sustento de seus escravos, as quaes se-
rio vendidas sem reserva de preco as 11
horas do supra mencionado dia.
LEILAO
Sexta-feira 25 do corrente.
Evaristo fari leilo de urna meia-agua sita na
ra dos Guar.rapes n. 65, com 2 quartos, per-
encente ao Sr. Manoel Jos da Costa, 08 pre-
tendentes podero examinar no armazem n. 22
da mu do Vigario, s 11 hora* do dia cima.
Quinta-feira 24 9o corrente
as 11 horas.
O ageste Ct margo por despacho do
Avisos diversos.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de le te sem
filhos : na ra dos Guararapes n. 50,
em Fora de Portas.
Bi
U. Mana Kila a Lniz Neves, Jos re-
dro das Nevea, Francisco Pedro das Neves,
Ignacio Pedro das Neves, Antonio Francis-
co Correa Cardozo, Antonio Francisco das
Neves, Eduardo Ferreira Bailar, Francisco
de Paula Bias Fernaades, f.uiz Pedro das
Neves e Antonio Botelho finio de Mesqui-
ta muilo agradecer a tjdos seus amigos
que se dignaram asstir os ltimos sufra-
gios que se Qzeram a seu milito presado
esposo, pae, sogro, lio e cimbado e acom-
panh.ram ao cemiterio, rogando nova-
ment o obsequio de assistirem a urna
missa que lera lugar na quinta-feira 24 do
corrente s 6 horas do dia na igreja roa-
triz do Corpo Santo.
Oualquer llvj. sacerdote uuoei cele-
brar na igreja matriz do Corpo Santo, quin-
ta-feira 2i do corrente missas por alma de
Antonio Pedro das Neves com a esraola de 35.
SOCIEDADE BASCARA -
Amorini, Fragoso Santos
Companhia.
Os senhores socios commanditarios sao convi-
dados a reunirem-se em assembla geral segun-
da-feira 28do corrente, no escrlptorio da sacie-
dade Caneara, ra da Cadeia do Kecife n. 6, as
.11 horas do dia, afim de dar comprimeoto ao que
dispoe a ultima parle do artigo 3. do respectivo
contrato social. Recife 22 de Janeiro de 1861.
Aluga-so o segundo anda do sobrado o.
26 da ra alraz da matriz da Boa-Vista : a tratar
na ra dos Prazeres n. 30.
POCO DA PANELLA.
Fesla da Milagrosa Senhora da Saude.
Sabbado 2 de fevereiro prximo, dever ter lu-
gar a festa da Milagrosa Senhora da Saude que
se venera na igreja -motriz do Poco da Panella.
O levanlamentoda banleira ser na madriga-
da do dia 24 do corrente. O prestito sahir de
urna das melhores casas do lugar, onde s de-
vem reunir as senhoras que se dignarem acom-
pauhar a bandeira.
A msica dos versse de nova e bella corapo-
sico, assim como os versos sao produccao de um
distinelo poeta pernambucano.
O acompanhamcnlo ser feito pela banda de
msica do 4. batalho de artilharia.
O leyanlamenio da bandeira ser annunciada
por girndolas de fogo e por bales aerost-
ticos.
Durante as novenas haver boa msica, versos
cantados pelas scjihons devolas daquclla Mila-
grosa imageni, Iluminaran baldes, e os signaes
de regosijo proprios do taes actos, conformo a
influencia e o enthusiasmo religioso dos de-
votos.
Na fesla pregar o insigne orador Rvd. Sr. Joa-
3uim Ferreira dos Santos, e no Te-Deum um
os mais dislinctos alumnos do seminario de 0-
linda.
A igreja estar armada com toda magnificen-
cia. A msica ser dirigida por um dos mais
habis professores desta cidade.
A' noilo depois do Te-Deum queimar-se-ha
um grande fogo de vista.
Ao romper de lo grato dia, assim como
tarde haver salvas, baloes. msica e outros fes-
lejos que se preparara.
Espera-se portanto o concurso dos devotos.
E' preciso que todos de sua parle conlribuam
para o esplendor dessa festividade, urna das mais
antigs e da mnior devogao de quantas se fazcm
em nossos arrabaldes; o que certamenle devi-
nos mullos lestemunhos que de sua ineffavel
bondade lem dado a Senhora da Saude aos scus
devotos.
Antonio Goncalves de Souza e Antonio Nu-
nes Beiro vao a Portugal.
Aluga-se o sobrado de 2 andares e solao:
da ra da Imperial n. 109, a fallar na ra da
Aurora n. 36.
D.-Maria Bernardina da Concei-
co Lima viuva de Antonio Rodrigues
Lima, novamente roga a todos os ere-
dores de seu fallecido marido o obsequio
de a presen tu rcm su as contas e letras ao
Sr. padre Jos Leite Pita Ortigueira
ate o dia 50 do corrente impreterivel-
mente, aim de se cuidar no pagamento
das mesmas contas e letras.
Manoel Ferreira da Silva Tarrozo
na ra do Apollo n. 28, saca sobre a
cidade do Porto.
Precisa-se de urna mulher maior de 30 an-
uos., que tenha exemplar conducta e sem filhos,
e inteiramente desembarazada e indepeodento,
parase encarregar da regencia de urna casa e do'
trato de 4 meninos : quem esliver nestis cir-
cunstancias, dando prova de sua boa conducta,
dinja-se ao sobrado da ra de S. Francisco n. 10,
como quem vai para a ra Bella, das 6 s 7 ho-
ras da manha, e*das 4 s 6 da tarde, para fallar
com o proprio dono da casa, e Iratarem do ajuste.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica
de taberna, e que d fiador a sua conducta : a
tratar na ra Imperial n. 7.
Aluga-se urna prela cozinheira, que coziohe
o diario de urna casa : a tratar na travessa do
Queimado n. 1, primeiro andar.
Preci?a-se de urna criada portugueza para
casa de pouca familia: na ra do Imperadorn.
51, segundo andar.
Deseja-se fallar ao Sr. Sabaslio Jos Lame-
nha Lina, na ra Direila o. 66. a negocio que Ihe
diz respeito.
Pede-se ao Sr. J. L. M F., que mora na
villa da Escada, para vir pagar o seu vale de 108a,
na ra do Bangel n. 53, a Jos Joaquim Fer-
reira.
OSr. Domingos Ferreira de Oliveira nao se
pode retirar para fra da provincia sem que pri-
meiro nao dirija-se a ra da Imperatriz n 54, pa-
ra o Qm que o mesmo senhor nao ignora.
Roga-se ao Sr. Francisco Jos Coelho que
queira ter a bondade de dar conta do que se Ihe
entregou.
Banhos econmicos!!
Na casa de banhos do pateo do
Carino.
Neste eslabelecirnento (alera doi banhos j co-
nhecidosjseforaeceri dora em vanle, por maior
commodo do publicobanhos econmicossem
luio, mas com toda a decencia e aos precos se-
guintes:
1 bmho avulso 11LS'
. ( morno 400 rs.
7 carines para banhos JJl'! 2..^
v (momos 2$50O.
30 banhoi coow)utTps fros ou momos 53.
DE
GEOGRAPHIA E HISTORIA
DE
PHILOSOPHIA
DE
RHETORICA E POTICA
POR
JOS SOARES DE AZEVEDO,
prolessor de lingoa e litteratura nacio-
nal no Gymnazio de Pernambuco, em
sua residencia, [praca de D. Pedro II n.
37, segundo andar,
A inscrever.se de manha at as 9
horas, e de tarde a qualquer hora.
Attenco:

Trocam-se sedulasde 18 e 5$ das que o tbe-
souro desta provincia exige 10 0|0 de descont,
assim como notas dos bancos e caixas das mais
pracas do imperio mediante o abate de 5 0i0 : no
?scnptorio deAzevedo & Mendos, ra VU Cruz
numero 1. ^L
GOIP.MHIA DA VIA FRREA
DO
Recife ao r,io Sao Francisco.
Ilimitado.
De conformidade com as inslrucQoes recebidas
da respectiva directora faz-'se publico que desta
data em diante sao convidados-os accionistas
desta companhia a cumprirem cora os termos do
aviso que por ordem da mesma abaixo icam pu-
blicados.
Escriptorio da companhia 17 de dezembro de
1860.E. H. Braman, thesoureiro.
Aviso.
COMPAMHA DA YLA FRREA
- DO
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(LIMITADO.)
Pelo presente faz-se publico que por reolucao
da directora desta companhia, tomada nesla da-
lem-se feito urna outrachamada de duas li-
bras sterlinas por eada ac;ao, a qual chamada ou
prestado dever ser paga at o dia 31 de Janeiro
prximo futuro no Rio de Janeiro em casa dos
Srs. Mau Mac. Gregor& C, na Baha aos Srs. S.
S>. Davemoort v C, e *m Pernambuco no es-
cnptono da thesouraria da mesma via frrea.
Polo presente fica tambem entendido que no
caso de nao ser a dita chamada ou prestado sa-
tisfeila no dia marcado para o seu pagamnnto ou
antes o accionista que incorrer nesla falla paga-
r juros a razo de 5 por cento ao anno sobre
tal chamada ou preslacao a contar deste dia at
que seja realsado o pagamento. No caso de nao
eirectuar o pagamento desta chamada ou preata-
ao dentro do 3 mezes a contar do dito dia fizado
para o embolso da mesma ficarlo as aeces que
incorrerem em tal falta sujeitas a serem confis-
cadas segundo as disposices dos estatutos a este
respeito.
Por ordem dos directores.
AssignadoW. H. Beltamy,
. Secretario.
199 Gresham House.
Od BrouadStreeL
E C. *
22 de novembro de 1860. .
Attenco.
0 abaixo assignado roga as pessoas que lho es-
tao a dever o favor de virem pagar seus dbitos
ateo fira deste mez: na ra do Imperador o. 63.
. Recife 9 de Janeiro de 1861.
Jos Antonio Soares de Azevedo.
Prec9a-se de um homem para feilor de um
engenho no termo de Serinhem.offerecendo-se
bom ordenado, e entendendo de hortalice, com
preferencia ser engajado : quem quizer, pode
dlrigir-se aos Afogados, ra Direita n. 41, ou no
pateo do Parado n. 30.
MRIk
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : a tratar na ra da Cadeia do Rece n.
45, ou na ra da Senzala Velha n. 80.
Caelano Jos Garca, subdito porluguez, vai
ao Rio de Janeiro.
Precisa-se de um pequeo cora pratica de
taberna ou sem ella : na ra do Rangel n. 75.
Roga-se aos Srs. Joo Francisco Maia e
Manoel Lopes dos Res de se dirigirem J ra do
Crespo n. 3, ou annunciarem suas moradas para
serem procurados.
Jos de Azevedo Maia e Silva declara pelo
presente que entregou as dividas daloja de miu-
dezas da ra Direita n. 102 ao seu proprielsrio
que linha sido da loja, o Sr. Antonio Aleo Ra-
mos Maia, pois o nico dono que as pode co-
brar, e para constar a todos qae lhes sao devedo-
res, fago o presente para todos ficarem scientes.
O bacharel Joo A. de S. Beltro de Arau-
jo Pereira agradece aos seus co-parochianos da
freguezia da Luz a votaco que Ihe deram para
juiz de paz e eleitor as duas ultimas eleiQdes,
nao obstante nao ter annuido a partilha quo se
Ihe propz para juizes de paz, e nem ter compa-
recido em neohuma das eleicoes ; esle agrade-
cimento tanto maior, quanlo certo ter a pre-
ventiva polica de Pao d'Alho, acompanhada de
nao pequeo numero de soldados empregado os
maiores esforc.os para fazer melhor eleigio [eli-
minando-se certos uomes, e especialmente o do
mesmo bacharel] e para obrigar o poro a votar
livremente.
Attenco.
Aluga-se o sitio perleocente s orphaas do fal-
lecido Francisco Mamede de Almeida, sito na es-
trada que segu para a olaria de Bento Joaquim
Gomes, junto ao sitio de Bailar & Oliveira : os
pretendentes dirijara-se a ra do Vigario n. 1.
Aluga-se urna escrava moca propria para o
servico interno de una casa : quem precisar di-
rija-se a ra do Seve n. 30.
ASSOCUfjO POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
Domineo 27 do corrente haver ses'o ordina-
ria da assembla geral de accordo com a primei-
ra parte do art. 25 dos respectivos estatutos : os
seuhores socios sao pela terceir* vez convidados
a comparecer a esta sesso, visto nao terem com-
parecido como Ihos cumpra nos dias 6 e 13, co-
mo foram avisados, e se por casualidade aioda
deixarem de comparecer as 10 horas da manha
do referido dia mencionada sesso, nao haver
mais a convoca cao da reunido da assembla geral
neste mez. Outro sim, os senhores socios te-
nham em vista o disposlo no art. 70 l. dos
respectivos estatutos, quesera pontualmenle eie-
cutado al o dia 15 de fevereiro futuro.
Secretaria da Associaco Popular de Soccorros
Mutuos 21 de Janeiro de 1861.
Joo Francisco Marques.
1. secretario.
iVegocio de vantagem.
D-se sociedade em. orna taberna no melhor
lugar da Boa-Vista, est bern sorlida ebem afre-
guezada pira praga, mas precisa-se de urna pes-
soa que tenha bastante pratica deste negocio, e
que entre com a metade, pois o dono faz ele
negocio por ter outros afaieres e nao poder estar
effectivo no balcio, o que offerece grandes van-
tagens e garanta ; quem pretender, pode annun-
ciarsua morada para ser procurado, ou deixena
livraria da praca da Independencia ns. 6 e 8 em
ama carta fechada com as letras iniciaos A. B, C.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 30
Tira ratratos por 3jj(
Tira retratos por 3$
Tira retratos por 3^
Tira retratos por 3#
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de ca-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. W. Osborn, o retratista america
no tem recentemente recebido um gran'
de e variado sortimento de caixas, qua-
dros, aparatos chimicos, c um grande
numero de objectos relativos & arte.
Como tambem um grande fornecimen-
to de caixas para retratos de 30000 rt.
cada um, as pessoas que desejarem ad-
qnirir conhecimentos pratiecs na as
de retratar acharo o abaixo assignado
sempre prompto sob condicoes muito
razoaveis.
Os cavalheirose senhoras s5o convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima fica anunciado.
Quem precisar de um criado para copeiro
ou para outro qualquer servigo do urna sala, di-
nja-se a ra da Penha, casa n. 9, que l achara
com quem tratar.
A quem interessar.
D Pr5cIsa-8 < seguinlo : 3 linhas de 50 palmos
l9, 6 travs de 28 palmos 8,8, 1 dita do 40 pal-
mos 8|8,26 ditas de 30 a 32 palmos 8|8, todas de
madeira de qualidade, ou piuho risinoso. Tam-
bera se comprara bois mansos e habituados ao
servido de carrocas : na casa de banhos do paleo
do Carmo at 8 horas da manha, ou das 4 da
larde em vante.
Urna pessoa que no pode ir ao
Manguinho fallar ao Sr. Manoel Ephi-
genio da Silva, roga Ihe queira annun-
ciar onde o pode procurar nesta cidade
visto n5o ser permittido fallar se-lhe na
alfandega.
A offleina de marmore
mude a sai residencia do caes 28 de Notembro
para travessa da roa da Praia d. 3, junto ao
cata 4o Ramos.
Aluga-se
O primeiro andar do sobrado na ra Direita a.
93 : a tratar na mesma ra o. 91.
Aluga-se
A loja do sobrado na ra Direila n. 89: a tratar
na mesma ran. 91.
Aviso s familias.
Acha-ae a berta assignatura do jocoso jornala
SEMANA ILLSTRADA,
que se publica no Rio de Janeiro e aahe lux
urna vez por semana,eonlendo cada numero qua-
tro paginas de gravuras primorosas, e as outras
quatro de artigos escollados inleressantes s
senhoras e pessoas de bom goslo. J se achara
aqu os dous primeiros nmeros. Assigna-se e
paga-se adiantado na ra da Imperatriz n. r2
joja. Por trimestre 69, semestre 11, snno 18!
Aviso.
Roga-se aos devedo res da loja do fina-
do Antonio Francisco Pereira. que ve
nhara realisar seus dbitos no prazo de
15 dias, na ra do Crespo n. 8, do contra- |
I rio vero seus oomea por este Diario at ]
H pagarem o que eslo a dever.
COUPMHIA
ALLIANCE,
estabeecida em Londres
iisp si mu.
CAPITAL
Cinco miUioes de liaras
sterUnas.
SaunJers Brolhefs & G. tero a honra de in-
formar aos senhores negociantes, proprielarios
de casas, e a quem mais convier, que eslo ple-
namente autorisados peta dita companhia para
eflecluar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de telha, e igualmente sobre os objeclos
que contiverem os mesmos edificios, quer consis-
ta em mobilia ouem fazendas de qualquer qua-
Jidade.
tII''W"W\ Ia ^aJ>BdftAat^.^iaa,Aa.AaaSitf
r -juj uium umm vnrnnmciv vbv vbs< CA **%
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederic Gaulier, cirurgio dentista, faz
todas as operaces da sua arte e colloca
deotes arlifieiae, tudo com a superiori-
dade e perfei das Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentifricios etc.
Um moco solteiro aluga melade de um se-
gundo andar em que mora a urna pessoa que es-
leja em iguaes circumstanrias ; a tratar na ra
da Cadeia n. 28, primeiro andar, das 9 horas s
4 da tarde.
Precisa-se de urna ama que cozinhe com
perfeigio e limpeza, para casa de pouca familia,
nao se olhando a preco ; a fallar na ra do Quei-
mado, loja n. 46.
Aluga-se ums casa terrea sita ns ra da
Marigueira da Boa-Vista : atractar na ra do
Livrsmento n. 41.
Aluga-se urna casa terrea cita na ra Im-
perial ; a tratar na ra do Livramenlo n. 41.
Precisa-se para escriptorio urna sala inde-
pendente, err 1. ou 2. andar, na freguezia de
Sanio Antonio ou S. Jos : quem a tiver para
arrendar, dirija-se a ra do Queimado n. 43 a
indicar sua morada para se procurar.
CASA DE SAUDE
DOS
DBS, BJISS <& Sl
Sita em Santo Amaro.
Esteestabelecimentocontinua debaixoda administrado dos pro-
pnetarios a receber doentes de qualquer natureza ou cathegoria que
seja.
O zelo e cuidado all empregados para o prompto restabelecimen
to dos doentes e' geralmente conhecido.
Quem se quizer utilisar podedirigir-se as casas dos proprielarios
ambos moradores na ra Nova, ou entender-secom o regente no esta-
tabelecimento.
Reforma de presos.
Escravos. -..... 2#000
Marujos ecriados..... 2^500
Primeira classe 3$ e. 3^500
As operaqOes serSo previamente ajustadas.
CONSULTORIO
DO
he s>a a* mm mmmm9
MED RO COPAR TEIE OPERADOR.
3 RIJA DA GLORIA, CASA DO FIJ1IDAO 3
Clnica por ambos os syalemas.
O Dr. Lobo Hoscoso d consultas todos os dias pela manhis, e de tardedepos de i
horas. Contrata partidos para curar annaal mente, nao so para acidada, como para o engenbos
ou outras propriedades ruraes.
Os chamados devera ser dirigidos i sua casa at s 10 horas da manha e em caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noiie, sendo por eserptoem que se declare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
derlo remoller seus bilhetes- botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou toja de
vros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao pe da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annuncianieachar-se-ha constantemente os melhores medica-
mentos homeopalhicos j nem conhecidos e pelos precos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes.....,.....109000
Dita de 24 ditos........;........ 169000
Dita de 36 ditos.................209000
DiU de 48 ditos................. 259000
Dita de 60 ditos................ 309000
Tubos avulsoscada um.......*.;... lfOOO
Fraseos de tinturas. : .<............2#000
Manual de medicina hoaeopathica peto Dr. Jahr, tra-
dozido em porluguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. etc........309000
Medicina domestica do Dr. Bering, com diccionario. 109000
Bopertorio do Dr. Mello limes. ,.?...,. 09000
Imperial matriz da Varzea
Oa irmies de N. S. do Litramento, collocada
emaua grej na imperial malru da Varzea.deae-
jando ee anno solemnisa-la com e bnlho e pom-
pa que dc*m, promoveram entre oa fleia, mora-
dores daquelle ugar. algumas esraola, e con-
tinuara a ped-las, aOm de poderem occorrer aa
grandes dapezas que (eem de fazer, para tornar
mai3 bnlnante e magestosa a fesla, que ter lu-
gar domingo S7 do correle. Os meamos reaol-
veram que no sabbado ztt do andante, pelas 6
horas da tarde, e ao som de urna banda de msi-
ca, a bandeira, cooduzida por algunas nocas de
familia, que a isto se prestan por ser?i$o a nosea
mai sanlissima, percorrci as ras da poFoaco
trazida da casa da juiza al a igreja. onde ser
nasteada. Nesle soto as mesmas mocas rogarao
donativos para augmento da solemnidade. se-
guindo-se um variado leilao dos roesmoe, que
em beneficio da mesraa Senhora Sanlissima he
enderessarem os devotos. No dia seguiole 27
ser celebrada a fesla. em que pregai um dos
dul netos oradores desta cidade, canclurta a
qual a mesma banda de msica do nalinaua
3eUcea h o/irraK0't0Mr beU- e K'-oSK
. pegas. Os rmos, annuncianles, rogam aos mo-
radores daquelle lugar de mandaren limp.?,s
testadas de suas casas, de adorna-l e llum"
na-las as ditas noites de 26 e 27
Escriptorio de eoterros
Va rua Nova n. 63, entrada dos carros
fnebres pela rua das Flores.
BrttV*' a<|"?lu,slr'lor deste cstabelecimenlo.
grato ao publico e aos seus amigos, pela coone-
r.cao que conelaoltmente lhes leera prtdoP e
IX.'"?*?lconiinahx a merecer-lhes, tem-
se esforcado bem cumprir cora as suis briga-
toes para oque lem preparado ura novo cerro
com riqueza, mas sem estes apparalos de fisuras
annumdo assim ao pedido de muila^ pessoa i' o
tendo tambera oulros carros cora Oguras lofr!
^,60Sl, *" pe5MM objectos. lera igualmente os bolieiros preparados
cora diversas libres: assim como. encarre-sl
offi^rTl"rrCr- qual^uer eS3fo
ollicief^or tero eslabelecirnento mootado delu-
do quanlo relativo a taes mysleres. podendo ser
procurado a qualquer hora do dia ou da "le no
rDXe0rvSB,4beleC',Sem0- Apr0Tei,a <>'nsejo'pa-
ra fazer ver que esl preparando raais dous carros
T f g8 ,'ng,ez (ma8 de conformid.de
com o regulamento e outros para anjos, o qual
com esmero preparado. q
Um pessoa que se relira para tora da pro-
vincia, vende urna duzia de cadeira* dous con-
solos, urna commoda, urna mesa redonda, um
sef duas cadeiras de braco, urna cama franceza,
tudo de amarello e em bom estado, e un orato-
rio moderno : na roa de Hortos n. 122, onde d-
de ser visto e Iralndo. v
Precisa-se de um homem que lenha inteiro
conhecimento para (.rabalhar e administrar urna
refinacao, a quem se paga bom ordenado : na
rua da Senzals Nova n. 30.
ODr. Tristio HenriqueCerta,.lendo de re-
ar-se des:a provincia, declara nada dever se
aIgLem se julgar seu credor dirija-se ao hotel in-
glez, ou a bordo do vapor Viamao.
A~~,o0**b'ixo 'stsiB Lu^YTl ""o2 dei.,0u de 8cr 8eu caixeiro
o Sr. Manoel Joo Francisco Duarte. e previne
d^6."1"11 l0dSV.8 pe8S0" contrahiram
dividas em seu eslabelecirnento durante a sua ad-
^mD!^aCa' h*jara. de Tir ou roandar atisrazer
em lempo, pois o abano assignado esl resolvi-
do, Andas as ferias, proceder a cobranca das
mesmas judicialmente. *
Jos Joaquim Moreira:
Aluga-se ou vende-se um sobrado em Olin-
da, concertado de novo, n* rua da Ladeira da
Ribeira lado esquerdo n. 26 : a tratar no Recife.
na rua da Senzala Velha, no segundo andar do
sooradon. 1d6, aonde mora a proprietaria D.Jo-
sepha alaria da Conceico.
Attenco.
Fugio em 18 de outubro de 1860 um prelo por
nome Sevenno, crioulo, idade 50 anoos, pouco
mais ou menos, estatura baixa e magro, com os
signaes seguintes : um lobinho de baixo do co-
tovello direito eoulro no p esquerdo, os hom-.
oros relados de carregar madeira, foi escravo do
Sr. Monoel Olimpio Carneiro da Cunha, senhor
de engenho S. Caelano : quem a pegar e levar a.
rua da Senzala Nova o. 7, ser bem gratifcalo? '
Furlaram da olaria da Torre, perlencenlo
ao abaixo assigoado,-2 quarlo?, um aleso bus-
cando a caxilo e oulro castanho, aquelle com os
signaes seguintes. muilo sellado, ferrado da par-
le direita, e da esquerda lem um O, a dina e
cauda comprida ; eeste com urna grande verruga
a cima da venia da parle direita. e un lobinho
na mao junto ao joelho, 3 ps pretose 1 calcado
ambos castrados ; da-se 40$000de gralicacao a
quem descobrir ; rogo a todas as autorldaddes a
apprehenso dos ditos animaes.
Manoel do Naacimeoto Silva Bastos.
o Faz-se negocio com a loja de barbeiro n.
28 da rua d.s Trincheiras.
A pessoa que levou por imprestimo um se-
cretario de cait.s, no botequim do Paiva, queira
manda-lo restituir.
Aluga-so urna casa em Sanio Amaro com
coromodos para grande familia ou collegio, de-
fronle da fuodico do Sr. Star; ss pretendentes
podero enlender-se com o proprielario Guilher-
rae Pursell, defronle da capella de Belem, ou na
rua do Imperador n. 26, com Manoel Joaquim
Games.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado da
rua Notb n. 19 ; a tratar na loja.
Companhia
Indemnisadora.
A direcloiia da compsnhia de Seguros Marti-
mos Indemnisadora convida os senhores accio-
nistas a reunirem-se em assembla geral no res-
pectivo escriptorio, no dia 25 do corrale, pelas
11 horas da manha, para os fins designados no
artigo 40 dos estatutos, e prOceder-se a approra-
co das transferencias de aeces ltimamente el-
fectuadas. Recife 22 de Janeiro de 1861. Os
directoresJoo da Silva Regadas, Joo Ignacio
de Medeiros Reg.
Gazela Musical do Brasil.
Peridico scientifico, critico e
lilterario.
Publica-se na curte todos os domingos, e cada
numero sempre acorapauhado de una peca de
msica moderna, escomida e indita para piano
s, piano e cinto ou flauta.
D todas as noticias musicaes de algum vulto
quer do Brasil, quer da Europa ; publica as bio-
graphias dos compositores, cantores e instrumen-
tistas celebres, e os retratos dos que nos vislam-
apalysa as operas nacionaes e eslrangeiras qu
vo scena no Rio de Janeiro, emflm trata de
ludo quantodiz respeito msica.
O prego das assignaturas sem msica 9}J por
anno, ou 49500 por semestre ; e com msica 22
por anno, ou 119 por semestre.
Assigna-se nesta cidade, na livraria Universal
de Guimaraes & Oliveira, rua do Imperador o.
54, onde as pessoas que quirerem inscrever-se
podero examinar em urna colleccao da gazela a
quantidade e qualidade tanto dos artigos cono
das msicas que ella publicou durante o anno
prximo passado. Ver-se-ha que s as msicas
importara pelos precos porque sao vendidasavul-
sas, em mais de 60.
@iyi
cobertos e descobertosr pequeos e grandes, do
onro patente inglez, para homem e senhora do
um dos melhores fabricantes de Liverpool, yin-
dos peto ultimo paquete ingles : em casa de
SooihaJl Meller C.


DIARIO DE H51NA1BUCO. QUARTA FE1RA 23 D JANEIRO DE 1861.
S?~
W
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA tPARRDLHA @ g)R. f WHIIWE)
MELHORADO E FABRICADO SOB ADIRECgAO' DO DR JAMES R. CHILTON,
imico e medico celebre de New York
EX-
GRANDE SUPERIORIOADE DO
TRACTO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seo extraordinario
e quasi miractuoso effeito no
sangue.
Cada mn sabe que a saude ou a infermidade
apea le directamente do estado desle floido vi-
tal. Isto ha de ser, visto o partido importante
que tem na economa animal.
A quautidade do sangue n'um hornera d'es-
tat'ira mediana est avaliada pelases primeiras
autoridades era vinte e oito arrateis. Em cada
pulsado duas ongas sahem do coradlo nos bofes
e dalli todo o sangue passa alera no crpo huma-
no em menos de quatro minutos. Urna dis-
pesijio extensiva tem sido formada e destinada
com admiravel sabedoria a destribuir e fazer
circular esta corrbntb db vida por todas as
partes *a organisacao. Deste modo corre sera-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
fonte de infermidade ou de saude.
So o sangue por causa alguraa se emprenha
da materias ftidas ou corrompidas, diunde
com vblocidadb rlectuica a corrupgao as
mais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno lanca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
at cada orgao e cada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneira
a crculaco evidentemente se faz um engenho
poderoso de doenc.a. Nao obstante pode tam-
bera obrar com igual poder na criic,o de saude.
Esiivesss o corpo infecionado da doenc,a maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanluloso, eu muscular, se sement o sal-
gue pie fazer-se puro e saudavel ficar superior
a doenc,a e inevitavelmente expellirda cons-
tituic.jto.
O grande manancial de doenc,a entao cerno
d' acrui consta no fluido GiBCLANTE.e nenhum
medicamento que nao obra directaraente^obreel-
le paTa purificar e renova-lo,possue algum tfirei-
to ao cuidado do publico.
O sangue 1 O sangus 1 o pontotic qual
se ha myster fixar a atten^ea.
O ORIGINAL E O GINUINO!
AO PUBLICO.
Nos, es Assignantes, Droguista na eidadede
Cada garrafa do original e genuino ertractu do
exterior de papel verde
No esoripiorio do propietario, 212 Broadway,
em na betica da ra Direita n. 88 do Sr. Prannos.
New-York, bavemos vendido durante muitos an-
uos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, consideramo -lo ser o extracto original e ge-
nuino de salsa parrilha do Dr. Townsend. o
qual primeramente sob este nome foi apresen-
tado ao publico.
BOYD A PAUL, 40CortlandtStreet.
WALTER.B TOWNSEND &Co, 218 Pearl
Street.
LEOS & HAZARD, 121 Maiden Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
M WARD St Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F. TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAMd Co, 10 Oid Llip.
OSGOOD & JENNINGS, 188 Pearl Street.
R.B. HAV1LAND & Co, Offiee 177 Broad-
way.
JACRSON, ROBINS& Co, 134 Water Street.
THOMAS & MAXWELL, 86 William Street.
WM. UNDERH1LL, Junr, 183 Water Street.
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lonc.
PENFOLD, CLAY& Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M KFSSON & CO, 127 Msiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFELIN, BROTER & Co, 104 &
I0G Jobn St.
LEWIS & PR1CE. 55 Pearl Street.
HAVILAND, EEESE & CO, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK &CO, 110 Broadway,
10 Astor.
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
PHILIP SCHIEFFELIN & CO, 107 Water
Slreat.
POU & PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Streot.
RUST & HOGHTON, 83 Jonn Street.
I. MINOR& 00. 214 Futen Street.
INGERSOLLA BROTHER, 230 Pearl Street.
JOSEPH E. TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortlandt
Street.
HAYDOCK, COBLIES& CLAY, 18 Pe
Street.
CUMMING & VANDSER, I70reenwck
Street.
HASKELL & MERBICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK & Co.49 John Street.
CONHECEMOS AARVORE E SUASFRU-
TAS i
B IGUALMENTE
Conhecemos uro Medicamento no seu Effeitot.
O extracto composto de Salsa parrrlha do
Dr. Townsend est
OMDICUIEMODO POYO'.!
Adata-so tao maravillosamente a constituicSo
que pode ser utilisado em quasi todas as enfema-
ciades.
ONDE W DEBIL1DADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPCAO,
purifica;
ONDE HE PODR1D0,
AL1MPA.
Este medicamento celebrado que tao grandes
servicos presta a humanidade, prepara-se agor
na nova fabrica, na esquina das res Ftonte
Washington, Brooklyn, sob a inspeccao directa
do muito conhecido ohimico e medico Dr. James
R. Chilln, da Cidade deNew-York,cuja cer-
tidao e assignatura se acha na capa exterior da
cada garrrfa de
* ORIGINAL E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DESALSAPARRH.HA
DO DR. 1WNSEND-
W grande purliicador do sangue
CURANDO
160 rs.
FOLWialnS SE WM.
Acham-se verija na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bem conhecidas folhihas impressas ntsta
typographia
Folhinha d6 porta ou K. ALENDA RIO eeclesiasiico e civil para o
bispado de Peroambuco...........
Dita de algibeira contando alm do kalendario ecclesiastico e civil,
expeacao das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e nascimento e occato do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos imposto geraes, provinciaes e municipaes, ao
que se juntou urna collec?ao de bellos e divertidos
jogos de prendas, para ntrele ni raen lo da mocidade. 320 rs.
Dita dita .... contando alera do alendar eclesistico civil, expli-
cscao das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commertio ; ditas dos impostes
geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de conlessar-se, e conungar, e os officios que a
igreja costuma celebrar desde domingos de Ramos, at
sexla-feira da Paixo, (em portuguez). prego.....
Dita do almauk civil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao preco de:.......
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e fizeram-se muitas alteracoes, sendo a corree-
cao a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordero,
(que lodosos dias sofre mudancas) acreseentando-se a nu-
meiacao dos estabelecimentos commerciaes e industriaos ;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
O Herpes
A Hertsipela,
A Ar.STRicriO uo TSN-
TBB,
As A^poRCAS
Os Effeitos do azoo-
6UE,
Dispepsia,
As DoENCAS.nETrcA-
do,
AHydbopesia.
A Impinge
As Ulceras,
O Rheumatismo,
As Chacas
A Df.dilidad.e geral-
As Doencasde fellk
AS BORBULHS NA CA-
RA,
As ToSSESt,
Os Cataras, As Tsicas, etc.
OExtracto acha-secontidoem garrafasquadra
das e garanle-se ser mais forie e melhor em to-
do o respeito -a algum outro purifieador do^an-
gue., conserva-se em lodos os climas por-cor-
to sspaco de empo.
Dr. Townsend tem a assignatura e a certidaodo Dr. 5. R. ChHtton, naoapa
New Yo*, e em Pernambuco na ra da (fots n. 21 scriptoric I. andar,lan>
N0
Assignatura de baebos fros, momos,de choque ou chuviscos (pare urna pessoa)
tomados em 3-0 xas consecutivos. ,......;....
30 carter paraos ditosbanhos tomados em quatquer tsmpo........
15 Ditos dito dito dito ; ....
"7 > ...:..
Baahosivulsos, aromticos, salgados esulphurososao;precos annnnciados
EstareducQio de presos facilitar aorespeiiavel publico ogozo dasvantagens que resuHam
da frequenciadeum estabeleciment "deuma utitidadeiveontestav,masque infelizmente nao
estando em nosso habrtos, anda ponco conhecida eapreciadas
O Sr. alferes Thom^G. Vieira
Lima, queira ditigr-se acsta t-jpogra-
pliia, que se lhe precisa fallar.
Com o descont de 5 0|0 trocam-se as se-
dulasde Y& e 5$. das que s podem ser trocadas
do thesouro geral dsta provincia, com o descon-
t de 10-0(0, na travessa da Madre de Deos-o. 17,
das 8 horas da maaha s5 da tarde.
PIANOS
J. Laumonnier, ha vendo sabido de casa d Sr.
J. Vignes, olTercce-se para tudo quanto diz res-
peito sua arte, como seja, afinar e coocertar
piano?, orgos de isrejs, harmnicos, etc., em
sua officina, ra da Gideia do Becife n. ti, pri-
meiro andar.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado a. 34,
na ra do Rsngel, coro bastantes rommodoe pa-
ra familia ; a iraUr no seguodo andar do mesmo
sobrado.
103*00
15**00
000
4000
TABAC CAPORAL
Deposito das manufacturas impcraos de^rau^a.
Esteexcelente fumo acha-se depositado, diretmente aa ra Nova n. 23, ESQUINA -DA
CAMBOA DOCARMO, o qual'se vende por mseos e 2 hectogramos a 19000o em porcao de
10 masaos para cima com descomo de 25 por cento ; no mesmo estabeleci ment ache-se tambem
3 verdedeiro papel de Iinho para cigarros.
EAU MINERALE
NATURALLEDE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22
"O Sr. Dr.JoaoP.i-|
nheiro de Lemos queira ir a negocio que
noignora a loja de fazendas da ra a
Cadeia do Recite d. 23.
.Pwcisa-se alugar um-sobrado no bairro de
Santo Antonio ou S. Jos : a-tratar o largo da
Penha n; 8.
INJECTION BROU
Remedio infallivel contra as aguorrhas antig*s e rcenles.
nico depasito na botioa franceza, ra da Cruz n. 22.
Preco da frasco 3000.
Scientifieam aos seus amigos e freguezes desta e d'outras
provincias, que mudaram o aiitigo estabeleci ment de fa-
zendas que tinham na ra do Crespo n. 13 e do Imperador
n. 36, para o bem conheicdo sobrado amarello, na esquina
da ra do Queimado n. 31, propriedade do Illm. Sr.com-
mendador Magalhes Bastos, oode continuaro a ter p mais
completo sortimento de fazendas de todas as qualidades
para venderem por mdicos precos em grosso e a retalho.
SOBRADO AMARELLO
ESQUINA DA RA DO
Quem precisar de urna pessoa^pjra^obrar
dividas fra da capital, tanto pira os centros do
QUEIMADO N. 31.
sul como do norte, anuuncie para ser procurado,
Ou dirjale a ra da Lapa n. 13, terceiro andar.
csr Manoel Pereira Lopes
Ribelro, com loja de barbeiro e cabelleireiro tem
bichas de Hamourgo, lira denles, sangra, appli-
ca ventosas pela pressao do ar, bola ouvidos em
armas de espoleta, amolla lodo o ferro cortante
tudo isto com promptido a pode aer procurado
a qualquer hora na ra da Imperatriz n. 13.
Aluga-se a loja do sobrado da ra das Cru-
zas n, 18 r a tratar no mestoo sobrado.
O abano assignado previne ao publico que
ninguem contrate cora a Sra. D. Carlota Estrepe
Pereira a compra da casa terrea sila na ra do
Brum n.2, e de mais 2 escravos, porque dita ca-
sa e escravos nao pertencem a mesmasenhora,
mas sim foram dados no Inventario e partilhas
que se pracedeudos.bens de seu finado marido
Manoel Jos Pereira, para pagamentos de Seus
credoreade seu casal, em cujo numero se acha o
abaixo assignado, que protesta desde ii annullar
ditas vendas, no caso de serem efectuadas. Re-
cife 7 de janeiro de 1861.
Luiz Antonio d Sauza Ribeiro.
Trovador.
' -O proprietark) deste eslabeleciraento desejan-
do por todos os modos a seu alcance corresponder
a bandado de 6eus reguezes, mandou vir de Pa-
rs um primorosobilhar de mognee o tem a
disposiQao dos amadores desso bello passa lempo
a todae as horas do dia e da noite. Espera que
seus freguezes e amadores no desarao de fre-
quentar conslantemeole o seu estabelecimento,
conrorreodo assim para que seus exforejos sejam
coroados.de bom xito. Ilua larga do Rosario nu-
mero 44.
i PrecUa-se do um cozinbeiro ; na rus Nova
n. 21, loja do Germano.
Candido Bernardino da Coeta retira-se para
fura do imperio por motivo de molestia.
Aluga-se um moleque de 12 aonos ; aarua
da Praia n. 47,
Hotel estrella do sul.
JVa estagao da villa da
Escada.
Antonio Flix" Pereira tem a honra de avisar
ao respeitavel publico e especialmente aos senho-
res passsgeiros da estrada de ferro, que no dia
20 do correte ter lugar a abertura do hotel es-
trella do sul, e desde enfo se achara prompto a
receber e hospedar qualquer pessoa que se digne
procurar dito hotel.
De sua parte empregar todos os meios possi-
veis afim de que seus hospedes sejam bem ser-
vidos, para o que tem todas as proporgoes e boa
vontade.
As familias quequizerem passar dias, achario'
todos os commodos desejaveis, e um excellente
banho no Ipojuca, a distancia de 100 palmos pe-
lo fundo do hotel.
Assim pois o 'anounciante espera ser animado
em tao til e necessatio emprego pela concur-
rencia.
_ Aliitram-se dnaa casas para passar a feata
sitas em Sam'Anna de dentro, tendo romrrodo,
suuieienlespsra qualquer fimilia, c banho pulo,
de cssa, o aro mi.4 saudavel par a saude : a
tratar no pateo de S. Pedro n.6.
Agencia dos fabricantes americanos
Grouver di Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.l
Johston d C, ra da Senzalla Neva n. 52. !
GABINETE PORTUGUEZ
DE i
LE1TURA.
Nao tendo thio lunar a sessao ordinaria do con-
selho em 15 do correte, como foi .anunciada,
em consequeocia de nao haver-se reunido nume-
ro competente de membros que podessem func-
cionar, su de novo convidados os senhores con- i
st'lhfciros a reunirra-ae para tal lia, qoiula-feira
24 do corr nt, pelas 6 e meia horas da tarde, na
sala das sesdes do mesmo gabinete.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leilura
21 de Janeiro de 1861. i
Francisco Ignacio Ffrreira.
1. secretario.
Aluga-se o quarlo andar da casa da ra do
Trapiche n. 1*, e o segundo andar da ra Veiha
n. 43 : a tratar no prtmeiro andar da primeira.
Ha um excellente bote com todos os seus
pertences para alugar, pelo preco o lempo que
.e cnovencionar ; a tratar na praeja da ludepen-
demia n. 34.
Alugam-se o segundo e (erceiro andares da
casa aa ra da Cruz n. 45 : Irata-se no primeiro
andar da mesma casa, das 9 horas da manha s
4 da tarde.
Mudanca de esta-
belecimento.
Jos Moreira Lopes avisa aos seus amifioa e
freguezes desta e de oulras provinria?, que rou-
dou o seu eslabelecimento de fazendas que linha
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja earmazem que foi dos Srs. Sanios & Roliro,
onde lera o mais completo e variado suitirarnio
quesedeseja pela OCCUpacO do individuo de quem Se quer ce fazendas de todas as qualidades para vender
i em grosao e a retalho por precos muio baratos
320 rs.
15000
saber a residencia.
Ama de leite.
Na rus da Mangueira n. 8, precisa-se alugar!
urna ama de leite.
Lavase e engomma-se com perfeicSo ej
promptido : na travessa do Carmo n. 16, seguu-1
de andar.
O Dr. Aotonit) Agripino Xavier de Brilo # I ..._ ___...
@ reside na ra da Imperatriz n. 47, pri-jb da rUa Direita n. 87, propna para qualquer esta-
raeiro andar, onde pode ser procurado a &i belecimento, por preco c
Aluga-se aloja
e armaco
iralar na
qualquer hora, para
profisso.
o exercicio de sua
ra do Queimado n. 46, loja.
Na codherra de orouibus de Claudio Dubeux
existem recotrridos dous 'burros, ignorando-se a
quem pertencem : quem (dr seu dono pode pro*
cura-Ios.
4os consumidores de gaz.
A etnpreza da illuminaco
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o -favor de nao en-
tregarem aos seus machinis-
tas eu serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de Ibes ser nova mente
exigido. Todos os pagamen-
tos devem seY feitos ao Sr.
Thomaz Garrett unioo cobra-
dor autortsado ou no escrip-
tonio dos gerentes.
Aluga-se a loja n. 9 na ra Direita a tra-
tar na ra da matriz da Boa-Vista*. 36.
Ha por alugar urna casa de porla e janella
com duas alas a um quarto, llca com a frente '
P"* rio ao aorte da fabrica do gaz, junto eo
sobrado do Sr.'Valenga : a entender-ao com o
mesmo.
Ignorando se a actual residencia
do Sr. Jose Mana de Oliveira e Silva
natural de Lisboa, que foi guarda do
gabinete portuguez de leitura e ultima-
mente caixeiro do Sr. Candido Jos da
Silva -Guimaraes, roga-se-Jhe queira
comparecer a ra do Crespo loja n. 20
A, que se'lhe deseja fallar.
Thiago da Costa FerreiraEet#eMe, relira-se
para fora da provincia.
Notas
na do Crespo, sobrado de andares n 13. e ra
do Imperador, onir'ora ruado Collegio, sobrado
de um andar n. 36.
Prerisa-se de urna preta escrava que saiba
coznhar eengommar : na ra da Seozala Velha
numero 106.
5*5000 mensaes.
Constanca Perpetua de Larerda Machado, pro-
fessora de instrurco primaria, competentemente
autorisada peioExro. Sr. presdeme da provincia,
avisa ao respeilavel publico, que do <1>a 4 de fe-
vereiro vinduuro em diente, ter aberta sua aula
em Fra de Portas, ra do Pilar n. 141, onde to-
dos os dias nteis das 9 hons da manha s 3 da
tarde, funecionaran os seus trabalhos : aos pas
de familia que se quizerem ulilisar de seu magis-
terio, garante toda a elcacia no ensino de suas
alumnas.
de 5#000 e de 1$000 de urna
figura.
Trocam-se estas nnlas por gneros, no eslabe-
lecimento de Sodr & C, ra estreita do Rosario
n. 11 ; tambem se vendem as bellas uvas de lia-
marac.
ADVOCACIA.
O ab.-ijxo assignado mudou seu escriptorio para
a ra do Imperador, oulr'ora do Collegio n. 54
primeiro andar, onde pode ser procurado indos
os dias uteis, desde as 6 horas da manha al as
4 da tarde.Antonio 1. da Costa Ribeiro.
Quem perdeu urna canoa, uirija-se barca
aova da escavacao da alfaodega.
Jos Dias Pereira retira se para fra da
provincia.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
tub Imperial o. 195, com vista para o mar e es-
trada de ferro, t-endn 6 quarlos, i salas e soio
corrido com mirante : a tratar no primeiro an-
dar do mesmo.
Aluga-se um primeiro andar na ra da Cruz
n. 29, com fundos para a ra dos Tanoeirus : a
tratar no paleo de S. Pedro n. 6.
O advogado Antonio de Vasconcellos Me-
. nezes de Drummond achar-se-ha prompto para o
exercicio da sua prolisso em iodos os dias uteis,
das 10 oras da manha s 4 da tarde : na ra
do Imperador n. 43, primeiro andar, por cima da
cocheira dos mnibus do Sr. Claudio Dubeux.
Atienda f>.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 15 da
ra do Vigario : quem pretende-lo, dirijs-se ao
caes do Ramos n. 23, ou a ra >ugusla n. 114,
a fallar com Prxedes da Silva Gusmao.
Acha-fe aberta a matricula d'-ula
publica de latim da freguezia de San
Jos desta cidade, e o seu exercicio tera'
comeco no dia 4 de fevereiro prximo
futuro : os intetessadoa dirijam-se a'
casa do respectivo prolessor sita no lar-
go do Terco n. 33.
LICJOES
DE
PARTIDAS D0BR4DAS.
O ensino pratico de escripturago rommerrial
por partidas dobradaa e de ariihmetira, dirigido
pelo abaixo assignado, contina a funrrionar re-
gularmente as quarias e sabbados de cada se-
mana, das 7 horas s 9 da noite.
As pessoas que di sejaiem ler conhecirr.ento de
qualquer das referidas materias, quriram dirigir-
se rasa do aonunciante, na ra Nova n. 15, se-
gundo andar, nos dias e horas cima designadas.
E lo claro e fac' o systema de esrripinrar os
livros mercanlis por partidas dobladas, que so as
pessoas desfavorecidas do menor.grao de inielli-
gencia sero rapazes de noreronhererem a ver-
dade do expendido logo as primeiras liedes que
receberem do abaixo assignado.
M. Fonseca de Jledeiros.
Attencao.
Gouvea di Fho com casa de consig-
nares novamente estabelecida nesta
praca, avisam aos seus coinmitter.tes e
ao publico em geral, que podem sor
procurados a qualquer hora do din em
seu escriptorio na ra da Cadeia do Re-
cife n. 3, primeiro andar.
VIA FRREA
DO
II
LIMITADA.
ABERTURA DA SKDNM SECCAO AT A SfitBA.
Do dia 3 dedezembro de 1860 at outro aviso a partida dos
trens ser regulada pela tabella seguiute :
liia.
Perderam-se 4 quartos de ns. 2653 da lotera
a beneficio da cmara de Valenca, coja exliac-
< tem lugar no Rio de Janeiro, adverle-se a
quem osliverachado que costume trazeremno
verso o nome de Joaquim Diabo, e tambem jase
prevenio o correspondentee thesoureiro da lotera
para nao pagar, caso saia algum premio seno ao
preprio dono ou a sua ordem : quem o tirar aeba-
do tenha a bondade de mandar levar na praga do
Corpo Sanio armazem p, 4J de Palaeira & Bel-
Ir, que se gratifican!.
ESTACES.
Cinco Pontas
Afogados.........
Boa-Viagem......
Prazeres.........
Pont'zinha.......
Ilha..............
Villa do Cabo.....
Ipojuca..........
Olinda............
Timb-Ass......
Escada (chegada).
Trens para o interior.
DIAS DE TRABA-
LHO.
.VAXHAA.
ESTACOES.
Escada...........
Timb-Aas......
Olinda.............
Ipoju'es........
Villa do Cabo.....
Ilha................
PonteziDha........
Prazeres.......,
Boa-Viagem.. .
Afogados..........
Cinco Ponas (che-
gda.)........
Hor.
8
8
8
9
9
9
9
10
10
10
10
Min.
30
40
50
15
25
40
20
35
50
TABDE.
Hor.
4
4
4
5
5
5
5
6
6
6
6
Min
3f
40
5(
15
25
40
i
DOMINGOS E DIAS
SANTOS.
J1AHHAA.
Hor
7
7
7
8
8
8
8
9
9
9
9
Min.
30
40
50
15
25
40
20
35
50
TARDE.
Hor.
6
6
6
7
7
7
7
Precos de bilhetes.
VIAGENS >1NGE-|VIAGENS DE IDA
LAS. r vniTi
l.
Min.
31
40
25
40
Trens do interior.
400
50| 1200
1400
15 2400
2700
3400
4500
5300
6000
6500
!
300
900
1100
1900
2200
2700
3300
3800
4300
4500
3.
E VOLTA.
I.
200 fiOO 500
500 18UO 1400
600 2(100 1600
1000 3600 2fc00
1100 4000 3200
140O 5000 4000
2000 6900 5000
2300: 8000 5700
2600 9U0O 6500
30n0ll000 7000
O Dr. Casanova
H pod ser procurado todos os dias em seu
X consultorio-especio! homtopaihico.
1 30-Rua das Grnzes30
s Nesle consultorio tem sempro os mais
O novos e arredilados mpdiramenlos pre-
M parados em Paria (as tinturas) por Ca-
S 'elAn P WeD<,r. Pr precos razoavti.
=H Os elemento. de homeopathia obra, re-
jfto commendada a intelligeocia de qualquer
jg pessoa. '
mjmmtm ummmmmvu
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho saram
sobre Lisboa ePono : no largo do Cono Sanio,
escriptorio. *
Dentista francez. I
Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- *
j rangeiras n. 15. Na mesma casa km #
't- agua e p dentifico. #
*-0ti ti I
Traspaasa-so a renda do eng7r.no t sito na freguezia de Afogados, P,?uco mais de
tUemam"?Kd,5tSnle de" *"* tM "f""
tem mu.io boas trras, boas matas, e muito
bom de agua com a nova obra qoe se fez. irm
grande casa de vivenda e concerlada de novo
safreja de dous a tres mil pes e m.is que fe
queira plantar, pois lera terrea suDcienies para
isso : quem o pretender, precure ao maior Anto-
nioda Silva Gusmao, na ra do Queimado, loja
n. 41, ou no mermo engpnho.
CUM'LTOIHO
DB
3."
300
800
900
500
1700
2100
3000
3iO0
3900
45O0
DIAS
DE TRABA-
LHO.
MANHA.
Hor.
5
6
6
6
7
7
7
7
7
8
Min.
45
5
20
35
15
25
40
50
10
TARDE.
Hor
1
2
2
2
3
3
3
3
3
-4
4
Min
45
5
20
35
15
25
40
50
Hor.
DOMINGOS ED1AS
SANTOS.
N AMIA A.
1( 7
TARDE.
Min. Hor. 3 4 4 4 S
-^ 5
15 5
25 5
40 0
50 5
6
10 O
Min
451
5
20
35
15
25
40
50
10
Precos de bilhetes.
VIAGENS SINGE
LAS.
1.a
700
1400
2100
3200
3800
4400
5000
5600
6000
2.a
500
1000
1500
2200
2800
3100
3800
4000
4300
3.
300
600
91 Hl
140(1
170(1
190(1
2300
240t
2700|
6500 4500 3000 10000 7000
VIAGENS DE IDA
E VOLTA.
!.
1000
2100
32(Xl
4800
5700|
6600
7900
800
9500
2.
800
1500
.2200
3300
4200
4600
5700
6000
6800
AssignadoE. H Bramah,
Superintendente.
3.
500
900
1400
2100
2500
2800
3400
3600
4000
4500
Joo da Silva Ramos,
Medico pela nniversidade de Coimbra.
Tendo de passar algum tempo no sil
to dos Buntis na estrada do Arraial.
meu consultorio estara' abrto todos c*
das das 9 horas as 11 da manhSa e das
5 as 5 da tarde. As pessoas que man-
daren! procurar-me, terao a bondade
de dirigir os chamados por esc ipto ra-
ra a loja de louca defronte da casa de
min ha residencra ua ra Nova.
Protesto
signados pelos artistas seus engajados, declara
rorraal epublicamente qua nao perten.era mais
a sua companhia todos aquelles artistas que nao
curnpriram com a ordem que receberam peto
Diario, as publiracoes do abaixo assirnado
inseridas nos dias 1. 17 e 18 do correnle por
lerero assim fallado as obrigacoes de seus e'nga-
jameolos; sendo os que faliaram as suas obriga-
coes e que fleam porisso exonerados a Srs. Eais-
lena Cecchini. e o Sr. F. Hubert. Tanto Oca dilo
para conhecimenlo de lodos.
rt O. Marinangeli.
Ouem precisar de um caixeiro ou adminis-
trador para engenha, dirjase a ra dos Guara-
rapes, casa n. 59.
a 1 ^5?*1? 'nado (confeiteiro) lendo viu-
do da cidade do Lisb-a em direitora par rasa do
Sr. Domingos Jos da Cunha Leges, paraexercer
*eu lugar, taz ver ao respeitsvel publico que so
despedio do mesmo senbor no dia 19 do rorre-
te, assim como est pago a saiisfeito de seus or-
denados al a mesma data. Recite 21 de ianeiro
lelWl.-ManoeldaSilva Ribeiro, '

;


0*ftittJ0Wflftiura<* ^wmfrnmA.gunaAmo w$m.
DOS
Guarda-livros
EX
Pernambuca.
Ossenhores socios inatalladores sio convidados
paro a sesso de hoje (t3 do correle), s 7 ho-
ras da ooile, na casa do costume.
F. Fuaseci de Medetros.
Sooceterio.
Aluga-se
o terceiro andar do sobrado da roa da Cruz n.
40 : a tratar no armazem do raesmo sobrado.
Graliuao.
Agralidego ao Sr. Dr. Antonio Jos Ferreira.
AUes o reslabelecimenlo de minha ora, que sof-"
freado da 20 mezes e sem esperanzas de vida est
cotnplcuronle salva. Aceite, Sr. Dr., o protes-
to de minha gnlidao, que durar tanto como a
minha vida.
Recife 22 de jaoeiro de 1861.
Jos Luiz Pereira
Precisa-se para um hornera solteiro de uro
criado que cozinhe, prefure-se escravo : a din-
gir-se rm da Imperatriz o. 8, lerceiro andar.
Chirles Ja nes Densos, sua senhora e urna
filha menor, relirani-s < para a Baha.
A nbaixo assignada participa aos pas de
suas alumnas e a quera convier, que se achara
no exprcirio de seu magisterio a 3 de favereiro :
no principio da tui da Aurora.Mara Caroeiro
de Souza Lcenla Villa-Secca.
Fugiu no dia 9 do corrale, urna prela de
nome Isabel, com os sigaaes seguales : idade
de 36 anuos pouco mais ou menos, altura regu-
lar, it'in urna bellido no olho esquerdo, tem os
dedos dasmos defeituosns, e a cabeca chata e
com cintos, e crioula : quem pegar leve-a
ra das Aguas Verdes, sobrado n. 46, primeiro
andar.
Vendera-ae pe de larangeiras^e umbigua
da china, pea de sapoli, fructa-po, japota, li-
mio para cerca, outras qualidades de plantas i
no smo da tieva de Joo Carrell, na Pont 4
Uchoa.
Vendo-se um par do arrojos para carro do
4 rodee' eomipetiuetfo uso, por prego commodo r
na ra do Trapiche n. 14, primeiro andar. Na
njesma casa vende-se urna bonita parelha de ca-
relios do Rio Grande, estando j eosinado para
carro.
Vende-se a loja de calcado da travessa da
ra das Cruzes n. 2 A, a dinheiro vista, e mul-
to afreguezad, pelo dono se retirar, a tratar de
suaaaude ; a tratar na mesina.
Vende-so urna escrav'a de idade 34 annos,
pouco mais eu menos, que cozioha beta o- diario
de urna casa, eusaboa o engomma solriveltneote:
na ra da Praia n. 57.
Vende-se urna rasa terrea com Smei-aguas
no fundo, e ehos proprios, na ru do Padre Flo-
riano ; cujas rende por anuo 1:550*; a tratar na
ra larga do Rosario n. 2o, segundo andar.
1-
fJUUL Ift (EMMII,
JSrtE2ttSSS.
oa ra do Cabug n. 8, loja de Almeida ABurgo
Vndem-se4 vccas, sendo. 3 paridas c 1 mo>-
jando, 1 boi manso: a tratar na Estrada Nova,
aonJe te acharo as raccaj, no rancho do Masca-
renbas: venderavse por precos commodos para
acabar.
Vendte-se' na roa-dln Apollo*. 28,: armazem
do Maooel Ferreira da Silva Terroso, o superior
vinho do Pbrto em garraTw. por preeo cemaedo.
Veode-se umarro (lestes que trabaUtetn-ca
alfaodega, concertado de novo: quem pretenden,
dirija-so ao caminho novo da Soledade, na lenda
de Joao BapHsta, crioulo ; o carro tem o n. 144.
Vende-se' a casa do becco do Lobato n. 4
quem vai pela ra de Sao La Tbereza : a tratar na
cua eslreita do Rosario n. 1.
S3OT
DE
t ompras.
Compramse escravos.
Compram-se, vendem-se. e trocam-se escravos
de ambos os sexos e de toda idade : na ruado
Imperador n. 79. primeiro andar .
Oompram-se escravos,
de ambos os sexos, que sejam sadlos e de boa
figura, com habilidades, e que sirvam para o ser-
v ; i de campo, de 8 a 40 annos de i isde ; no es-
criptorio de Francisco Mathias Pereira da Costa,
na ra Direita n. 66.
Compra se uuia mobilia de jaca
randa' com tirapos de pedra e urna
mesa elstica : na ra da Imperatriz
n. 58.
Compram-se raoedas de ourobrasileiras de
20} ; no escriplorio de Manoel Ignacio de Uli-
veira & Filhos, largo do Corpo Santo.
Compra-se ou aluga-se um escravo que
saiba cozinhar, e que nao soja de bebidas : na
ra do Pilar n. 143.
Co;iipram-se escravos
senio do .exo masculino, mocos, de 12 a 20 an-
nos de ilade, e sadios : na ra da Imperatriz n.
12, loja.
Compra-se urna taberna com poucos fun-
dos, sendo nos arrabildes da cidide, e tundo a
casa commodos para pouca familia ; quem liver
e queira vender arinuncie.
G'>mprnni-se mangabas em grandes porcoes
para doce : na ra da Senzala Nova n. 30.
Compram-se gigos vazios cora palha, indo-
so buscar aotrde estuerem : na ra Novan. 52,
loja.
Compra-se
na praca da Independencia n. 22, notas do 1$ e
5;000 velnas, com mdico descont.
NA LOJA % XVMMXM
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RA DO QUIMBO 40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Sedado quadrinhos muito fina covado
Knfeites de velludo com froco prelos e
de cores para cabera de senhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo seda la
e seda, cambraas e seda tapada e
transparenre, covedo
Luvas do seda bordadas e lisas para.
senhoras, homense meninos
Lencos de seda rxos para senbora a
2oooe
Mantas para gravatas e gravatas de
seda de todas as qualidades
Chapeo francez forma modrrna
Lencos de gurguro prelos
Kicas capellas branca* pera noivados
Saias balo para senhora e meninas
Tafeta rxo o covado
Chitas franceza a 260, 280, 300, e
Cassas francezas, a vara
19000 Selira prelo azule encarnado proprio
para forros com i palmos delargnra
o covado
Casemiralisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de miron bordados, lisos es-
tampados de todas as qualidades
Seda lisa preta e de cores propria par?
forros com 4 palmos delargnra, o
covado
Ricos cortes de seda prelos e de coros
com 2 saias e de baba dos
Ditos de gazeedeseda phantasia
Chales de toquim muito finos
Grosdenaple prelo e de cores de (odas
as^ualidades
Seda lavradapreta e branca
Capas de fil e visitas deseda prela
com froco
2JP50O
89500
2*000
#500
9320
9500
I6O0
29000
19500
PR00RESS0
de
GMSDE SORTIME^TO
I
roupa feila
NA LOJA E ARMAZIH
Joaqnim Rodrigues Tarares de Hetlt
RA DO QUEIMADO N. 39
E,SCA. LOJ* Ii8.QU\IR0f0aTS.
cov^al,.m.C,','npl0t0,SOrtm8nl0 d0 rOUPa feila
convida a todos seus fteguezes e a quem deseiar
terum uniforme feito com todo gosto dirijam-se
a *ste estabetecimento que enconlraro um ha-
mt artista ohegado ltimamente de Lisboa para
desempenharasobrasavontade dos Treguezes e
ja tem um grande sortimento de paletots saceos
loglecadeoslanenhi de c> cinzento. escuros,
mais claro a 4 cada um. ditos da mesma fa-
zendade pura la fina a 8. ditos de raeiacaee-
mira ds cores escuras e claras e sinzentos de
M!do.?09,oa10*.,'"osdocasemira de cores
?fi*5;-. ,S de na caemira de quadrinhos a
109, diios.de alpaca fina saceos a 6, ditos so-
orecasacosa 8t, ditos com gola de velludo a 99,
ilo do panno e de casemiri preta a sabrecasa-
dos a 22, 25ge 30.sobrecMacos muito finos a
doS e 40. paletn de brins, ga 49 e 5#, colletes de velludo bordado a 129.
oitos de gorgur^o de seda, pretos muito boa fa-
f-en O.1 dllos de c"9*mira a 59, ditos de fus-
taGadiSOO, cala dearim e de f.stio a 4J e 5J,
i L0"!.'^ de cores a 9 e 'O, diltpre-
ias a I2g e f49,,assim como rmiitos mats arligos
que seria imposaivelaqil as poder mencionar.
Barato.
Pala quem precisa de estabelecer qualquer ne-
gocio em ponto pequeno. aluga-se a loja da ra
Uiretta n. 102 com a competente armacao, pro-
pria para qualquer rjegocio : quem precisar pode
procurar na mesma ra n. 100.
Queijos muito novos.
a?H ao "^^r a'o>*'*.rt*tko veo-
*<7i^,222^2* ched0 "o ultimo vapor por
$%>&Zf,m*m** **>+*** 8UM0 e
Vende-ao una mocada de casa
terrea na ra da matriz da Bea-VUta :
a fallar na meama ra obnrdo que rol-
ta para a ra da GloriaMib, 33L
Roa do Crespo,
L2nD;3!Jtq!li'nFerreira daS- nde-ae
por precos baratiSsimos, para acabar : pecas de
modernas a 500 re. o covado, canee abenas de
benitas cores a 240 rs.. chitas largas a 200 e 240
cortes dflicassa de core a 2, eorremeies bordad
aoa a 19500 a pega, babadas bordados a 320 a
vara, aedinhas de quadros Qnas a 800 rs., casa-
veques de caminaia e flUS a 5*, perneadores de
cambrina bordados a 5. goiiiohas bordadas a
M^dilaSBowpontaaaaMO, meeguito borda-
dos de cambai e ul a 2, damaeco de la com
palmos de largara* 1*600, bramante de linho
com 3 palmos do largura a 900 rs. a vara, luvas
para sephora a 10 rs. o par, capas de fuatao en-
tenada a 59, pecas de madapolo fino-a 4\ ISa-
zuina do quadros para vestidos a 32, comjausde
cambraia bordados-a 2j, sobrecasacas de panno
i i?* 6 25S' Plelol de Pono e caaemira de
io a 20$, ditos de alpaca de 3500 e 89, ditos de
onm devrese branco* de 3**00 5S, caigade
casemira pretas e de cores par todos ps precos,
ditos de brim decores e brancos de 29 a 59, ca-
misas brancas e de cores para todos ea precos,
colletee de casemira de corea finos a 5$ ; assim
comooutramuitasfazenda por menos do seo
valor para fechar conlas.
Padaria
!
240.
Veode-se um esfabelecimenlo de padaria bem
montado,eco um deposito no centro desta cida-
de, em muito bem lunar: tambem ae vende
a padaria multo aconta ; a uuar na traressa
- Machinas d vapor. wwww^ww
m odas d'agu. Z
dj Moendaa de canoa. Z
# Taixas. ^
9 Rodas dentadas.
ay-lromes e agoMMee.
9 Alaabiquesde ferro..
^ Crivos, padroes etc;elc."
Nafundicde Ierro deO. W, Bowman.S
% ra do-Brom passando-o ctafatir.
> mmmmmt
Bolsas de tapete para
Veodem-se mu bonitas bolsaa de tapete oro-
pnas para nagam, te^ tc^ pelnaibaeVtiaaSos
xms*mm.mmm tmmwni
JjLiuha ameneaua a 100 rs.j
ft 200 jardas
S branca e de todas as cores, estas linhas
|f sao fabricadas para coter om machinas
a por serem moilo fortes e iguae sio as
S. meihores linhas que tem rinda a este
SI mercado.
Retroz trotjalpreto e de^
^T indas,
Liohas de Pedro V.
VoaJe-se na ra larga do Rosario, paseando a
botica do Sr. Bartholomeu, segunda loja de raiu-
deiis n. 3S, tnm para vend.r umsoaimento de
nnas do Pedro V, em cario, e muilo em conti
proin*s para casas de familia ealfai3tes. Na'
mesma loja tem grande soriimonto de miudezas
vnntade dos compradores, lulo muito em conta
que so i vista se dir o preco.
Chapeos de castor
Na praca da Independencia a. 4, 32 e 3{, ren-
dem se escolenles chapeos do castor brarcos e
prelos, rpalos e com pello, pelo diminuto pre-
co de 10 o 129.
MUS!!!
Acnde-se um palanquim novo, ltimamente
pintado, e forrado em o ultimo gomo, por preco
muito commodo ; na ra da Cadea do fiecife n
56, loja de ferrageas.
Queijo suisso e
prato.
Na ra das Cruzas n. 41 A, taberna da porta
Unta, vende-se queijo suisso e pralo muito novo
a \)00 rs. a libra, assim como tem grande sorti-
Meoio do charutos da Baha, dos fabricantes mais
afamados qm ha. e vende por menos do ooe em
oulra qualquer parle, (mais a dinheiro vista).
Batatas hambur-
guezas.
Chegarara alguns gigos com batatas hambur-
guezas, que se vendem uo armazem de Barros A-
Silva.
Vendem-se 4 burros muito mansos
ga-so urna escrava de cozinha : aratar
da Concmcao n.25.
Venle-se um piano de mesa, em bora es-
tado, que strve para aprender, por preco eom-
molo ; no paleo do Carmo n. 9, primeiro andar.
Acha-sa venda no pateo do PaH-aito n. 1S,
em casa do Sr. Augusto Xavier de Souza Fonsoea",
^4Jecionarif dos termes das molestias, contendo
alam disto a doscripcao dos principaes orgaos que
entram m eomnoaicia do .corpo humano, da ta-
bre, suas divisos e denominaces, da circula-
cao, dos syraptomas e suas divisos, ele., etc. : e
ro 'i o abaixo assignado aos snnhored asaigoontes
da 1 1,1 obra que tenham a b i ida le de mandar
recebe la nos lugares cima mencionados.
Vnde-ae urna pequea casa na freguezia
de Santo Antonio : os pretendentes podero pro-
curar na ra do Livramento n. 6, que ah achara
com quem tratar.
Vende-se um encllente cabriolan pintado e
frralo de novo, por comando preco-: na rm do
Imperador, coclieira Sr. Maooel, defronto de S.
Francisco.
Vende-se um rico piano : na ra dos Gua-
rarapps n. 61.
Venle-se urna preta de nico, boa vende-
deira de roa, sem vicio nlgum, por preco com-
modo porpreeisao: alratar na ra dos Pires n. 2.
J1A0L
largo da Penha-
Os proprietarios deste estabele-
e alu-
na ra
Cera e sebo
No armazem da ra da-Cruz n. 3S, rendo-se
cere doc3rnaub em por;o de saceos a 89500 a
arroba, sobo do Porto om cantles em porcao a
1011, fio da Dahia a 750 rs. a libra, cera amarella
a 320 rs. libra, velas de composIcSese carnauba
pura a 149-
cimentoconviJam ao respeilavel publico, principalmente aoe amigos do borne barato quese
achara em seu armazem de molhados de novaraente sonido de gneros, os raeihores'que tem
viudo a este cercado, por serem escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa porseren
a raator parte delles vindos por conta dos proprieUrioa
Gigos com eViaiupaulia
las molhores marcas que ha no mercado a 20??000 e em garrafa a 29000.
Figos de comadre
era caixas proprias para mimo a 19000.
Barris eom azeitonas
os mais novos que ha no mereado a l?2000.
Serveja branca
das mais acreditadas marcas a 5000 a duzia e era garrafa a 500.
Queijos Wamengos
recebidos pelo ultimo vapor de Europa a 3000
Queijos par
da* meihores qualidades que tem vindo a este mercado a 90O res a libra, e ara porcao se fa-
ra algura abatemenlo. e v
Queijos suisso
recentemente chegado e de suqerior qualedade a 960 reisalibra.
Chocolate
dos meihores autoresde Europa a 900 ra. alibra em porgan a 8f>0/w.
Mariuelada imperial
afamado Abreu.ede outros mais fabricantes de Lisboa em latas da 1 a 2 libras a 800
em porcao de se far lgum abatimento.
Maca de tomate
em latas de 1'libra por 900 rs.,em porcao vende-se a 850 rs.
Conservas francezas e inglezas
s mais novas que ha no mercado a 700 rs. o frasco.
Latas de bolacuiuua de soda.
com diferentes qualidades a i600 a lata
Vmeixas Crancezas
gresso.
Oueijos fia engos chegados uo ultimo paque-
te da Europa a 2J500 ; vende-se nicamente no
armazem Progresso, no largo da Penha o. 8.
fg Gurgel & Perdigao.
^Ruada Cadeia loja n. 23.
k> R"Ceberam modernos vestidos de phan-
lisia e de cambraia brancas bordados.
|p Receberam ne^os veotidoa de seda, di- !
S tos de blonde com todos os porteoces.
gf Roceaeram cmprelo ser tmenlo de
manteletes, sahidas de baile, taimas de
croxe de seda, ditas pretas bordadas.
Vendem.-modernos; chapeos d<)
, palha,
enfeiies modernos para senhoras.
Vendem as commodas saias balo de
mussehna e culim para aenhoras e me-
ninas.
Vendem seda de quadrinhos, grosdena-
ples escuros. diloado quadrinhos.morean-
tio.ua e lanzinhaa em covado, cassas de
salpico.carotoraiadecorea.organdis e mais
farendas proprias para vestidos. i
Cassas de lindos padrees e cores fizas que se
pode garantir aos comprados, >240 rs. o covado
na ra do Queimido, loja de 4 porta n.39i
r Anda contina a estar para se vender, per-
mutar por casa nesla cidad. e em ultimo caso,
arrenda-se a quem flzer as obras e concerros que
a casa precisar, sendo descontada a quaolta gasta
do alogoel que tiver de pagar, o sitio da travessa
ao Kemedio, na freguezia dos Afosados n. 21:
qnem o pretender, ent-nda-se com seu proprie-
tano na ra de S. Francisco, como quem vai pa-
r.a'.rU? !". ^rado n. 10. ou na alfaodega
aonde enlpregado.
Relogios.
Vendem-se emeasa da Braga, Silva & C, re-
logios de onro de diversos fabricantes inglezes
por prego commodo.
Assucar e caima.
Vonde-se assucar mascavado a 100 rs. a li-
bra, agurdente de caona engarrafada a 240 a
garrafa ; na travessa do pateo do Tamizo n 16
casa pintada de amarello. '
Esteiras da India de 4, 5
e 6 pamas de largo.
Noarmazemde tazendas da ra doQueimado
n. 19, propnameote para forro de salas e cama
por ser di melhor qualidade, e todas brancas
-- Vende-se doce da casca da goiaba, e que
pode haver de melhor nesle genero : no paleo
do S. Pedro n. 6.
Tachas e moeodas
Braga Silva & C., tem serapre no seu dep-
sito-da ra da Moeda n. 3 A., um grandesorti-
meoio de tachas e raoendas para engenho, do
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no raesmo deposito ou na ra do Trapi-
cores
lamben proprio para coser em machi-
nas, tem em carreteise vende-se em li-'
bra a 20 ou 2g ura carretel de 12 em li- '
' na ra da Iraperatm n. 12, princi-
bra
pal deposito de machinas de coser.
Fi\ B. Como aliste' um- grande sorti-
l melo desies objeclos vende-se meimo
a quem nao tem comprado machina da
cuzer.
Vicho do Poeto, genuino,
Rieo db 1820.
Stmacal de 1830.
Preeieso de 1847.
As dozias.e em oaixinhas, a dinheiro, por ba-
rato prego : vende-s* na ra do Trapiche n. 40,
es^riptorio.
Femle-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lona:.
Camisas inglezaa,
PeitospaxacamUas
Keconttrs
Emeasa de Arkwight *C, ra da
Cruz n. 61,
che n.4.
A Loja da ba-f
na ra do Queimado n. %2
e-st muito sortida^
e vende muito barato :
Cbeg* para todos.
FarinbaaoS560
VenrJe-sefarinha de mandioca a 5^500
a sacca: na ra da Madre de Dos nu-
mero 35.
* os zb um z a i sm- sb o
t
I
9
OCStBDX
Seguro contra Fgo
COJHPAHB1A
[i
I
I

LONDRES
INGENTES
J. A.stley A Gompanhia.
!
do
rs.
s
Bus novas que tem yindo a este mercado em compoteiras,contendo 3 libras por 3000 r
aera ralas de 1 e 1[4 libra por 1*500 res iwmi.
CaixinUas eom & libran de nnssas
3J000 rs. em porcao se far alguna abatimento, vende-aa tambem a retalhoa. libra* 500 rs.
Hanteiga iugiexa
perfeitamenteflor a mais novaque ha no mercado a lOOOrs. alibra, em barril se far al-
gum abatimento.
Cha nerola
o melhoriue ha neste genero a 2^500.rs. alibra ditohyson a 29000 rs.
Manteiga franceza
a 740 rs-. a libra em barril'se far abatimento.
Toueinho de Lisboa
o mais nevo qttaha no mercado a 380 rail a libra.
Mateas para, sopa,
ao eaxinhas-de 8 liaras com deferenHB qualidadespor 4W00 re.
Tambem vendepn-seos seguintes genaros, tudo recen temen techegado e de superiores qua-
lidades, presuntos a 480 rs. a libra, chonricamuita nova.rnarmekda do tnais afasnado fabricante
de Lisboa,maca de.tmete, persseeea, passas,/ruciasem calda, amendoas nofcs, frascos com
amasdoM eobertes, eonfeites, pasiilhas-de Tariasiualidadet, vinagrebraneo Blrdeaux, proprio
para conservas, charirtos dos meihores fabrican les de San Flix, macas dloda* as qnaJidadas,!
CfAmm* mu I n fino nru Ihatc franrtaa ob* >%> a <1*c m ',<, -"-- ***- j_ ____4 ... ..
Brim brinco do puro linho trancado a IJOOO e
nonn rs' a ViTa' oi, Pardo muito superior a
1|I00 a vara; gangas francezas muito finas de
padroes oscuros a 500 rs.; riscadinhos de linho
proprios para obras de meninos a 200 rs, o co-
vado : crtc-de calca de meia easimira a lg600 ;
ditos de brim de linho de edres a 2-j rs.: bret-i-
nha de linho muito fina a 20*. 229 e a 24$ rs. a
peca com 30 jardas; atoalhado d'algodao muito
superior a 1400 rs. a vara ; bramante de linho
coa 2 varas de largura a 2$400 a rara ; lencos
de cambraia brancos para algibeira a 2J40 a
duzia; ditos roaiores a 3|; ditos de cambraia
de linho a 6. 7# e 8$ rs. a duzia; ditos borda-
dos muito finos n 8 rs. cadaum; ditos de cam-
braia de algodo com bico largo de linho em
rollai a t280; ditos cora renda, bico e labyrin-
lo.aSjOOO; e alm disto, outras muilas tazen-
das que se vendem muito barato a dinheiro a
visla : na ra do Queimado u. 22, loja da Boa .
Bonitos cnto.s para senho
ras e meninas.
I Na loja da aguia branca vendem-se mui boni-
tas fltas com fivelas para cintos de senhoras e
meninas, o pelo baratissimo preco de 2fl : em
dita lo.a danfiuia branca, ra do Queimadonu-
mero 16.
GhegueiQ ao barato
ja na
O Pregaica est queimande, em sua loi
ra do Queimado n. a.
Pe^as de bretanha de rolo com io varas a
28, casemira escura infestada propria f ara al-
ca, collete e palitots a 90 rs. eorado. cam-
braia organdy de muito bom gosto a 480, rs.
a vara, dita liza transparente muito fina a 3J>,
4|, 5, e69 a peca, di'.a tapada^ com 10 raras
a 5. e 6 a peca, chitas largas de modernos e
escolhidos padroes a 240, 260e 280 rs. o cova-
do, riquissiraos chales de merino estanpado a
? e 8*, ditos bordados cora duas palmas, fa-
zeoda muito delicada a 9 cadaum, ditos com
umas palma, muito finos a 81500, ditos lisos
com franjas de seda a 59, lencos*de cassas coto
barra a 100, 120e 160 cadaum, meias muito
Unas para senhora a 49 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3a 3X400 a duzia chitas fran-
eezas de ricos/desenhCs,paraobertaa 28,0 rs.
O covado, chitas escuras Inglesas a 5J900 a
Vende-se umaMal^-^^^
d>! calcado cuni poucos fundos, sitina rUa Direi-
ta n. 11 adinheiro ou a prazo, mni propTli para
algara principiante por ser bem afregoerada e
coa peqiono copital pode fazer muito negocio ;
o prte lente queira dirigr-se "'rua largado
Rosario n. 2, ou oo largo do LTvraanialO, loia
de Hanoal Fraucisbo de Mello.
spermaceiebarato, lcorefrneezeemai|ofinos, marsasqBino.de zjrra, azeitedocafurificado, azei-
tonas;muitova, banba d porcerefnada eoutros muitosigeneiros quaenaontrarab tendentesa
mp4h*4oi, por isso promeliem ospidpriaarioa.yenremporinuiio menos d*quej)utro quaiquer,
proraettem mais tambera servirera aquellas pessoas que mandrem por oulrai pouco prattoas como
ae vieaeei.pw8oaaiBata; rogara tamben a todos os tenhores de engenho seirhore lariaduresj
queiram maudar suas encommnda do armazas Progresso ,que selhes affianca a boa qualidada a
acondictonamento, n
linho al, 1200 e 1600 a vara, dito preto
muito eneorpad* a I950O avara, brilhantin
arf a 400'rs/ o covado,. al pacas de difforenus
cores a. 360 rs. o covado, oaserairas pretas
fioa*a 2W0O, 3 e 3|liOO o covado, cambraia
prata> e desalpicos aIMJ rs. a vara,, a outras
mnias faiends que se !r patente Moompra-
dor, e de todas se darao amostras om penkor*
j Cassas francezas muito bonitas e de cores fizas'
a doze viuteuso covado, mais barato do qne
cftia, approveitem em quanto nao se acabam
na ra do Queimado n. 22. na bom conhecida lo-
ia as i>ua re.
ftua do Queimado n. 39
Loja de quatro portas
BE
JOAQUIM RODJUGUfiS TA-VAilES
DE MELLO.
Ha cortes de vestidos de seda de cores, fazenda
250 iuP9rior com Pequeo toque de mofo a
oOCOOO,ditos sem defeito a 100#000, tem um
resto de chales de loquim que esto-se acabando
a 309000, ditos de mirin bordados eom ponta
redonda a 8*000, dilos sera ser de ponta redonda
a 89000, ditos estanpados com listras de seda
em roda da barra a 9*000, dilos de ricas estam-
pas a 70000, ditos de ganga franceza com fran-
ja branca a 2*000, dilos sem franjan muito
encorpado a 2000, rios manteletes de groedi-
naples preto e de cores ricamente enfeiudos a
259000, ditos muito superiores a 300000, en-
feilesde vidrilho preto a 3#000, ditos de retroz
a 3*500-, fgaudisda mais fin qne ha no mer-
cado a 1*000 o covado, cambraia decores
de padroes muito delicadosa 800 rs. a vara, ditas
de outras qualidades a 600 rjL_a_wa, rieaaohitas
farncezasde muito boas qualidades a 280, 300,
320, e 400' rs. ao covado, a melhor que se pod
imaginar, pettos para camisa a 240rs. cada urna,
cortes de casemira decores a 6000, ditas em
pesca de quadrinhos a 40000 o covado, goiiiohas
de ramio bom goslo a 1*000, ditos da-outroa
bordados neos a 30000, manguitos da cazniraia
bordados a 3*000, lirasbordados e entrimeios
quese vendem por preco commodo, bombazil de
cores proprio para roupa de enancas, e capinbas
para senhoras a 1*400 rs. o covado, corles de
cambraas de salpicos a 50OOOi cor,es dfl cam_
brata eofeitadas com tiras bordadas a 6*000,
e outras muilas mais fazendas que ser difcil
aquipode-las mencionar lodas.
Por inetade do $m\
valar.
Ruado QueioBado n. 19.
VestMae de gaze ptiantr, muitoaliados.de
co't"' tanUuwime preeo deie*cad
(aitiViraias
baratas.
m Ra da Qiwimado 19
de forro*, para
Vene-se
Formas
purgar assucar.-
Enchadas do ferro.
Ferro sueco.
Fcpingardas.
SAco de Trieste.
Pregos de cobre de com-
posico.
IBarrilha e cabos.
Brim de vela.
j: Couro de lustre,
j Palhinfia para marciiiei-
I ro : no armazem de CT.
J. Astley* C.
I
I
I
*
ftflfiAG
LVVlile
Cortes de cambraia branca muilo finscomaaL-
pico mindlnhos a 4*600.
Camhraieta para vestido, muito fina, pelo W.
ratiul.mo preto de 8*600*. J800,3 e $5500 cada
peeij
Baldes de mussulina, ditos arrendados, ditos
Vende-se- emasade^aunJera Bo herafi
C. pra?a do Corpo Santo, relogios da afama
do abricanle Roakell, por precos commodos
e tsmbemr ancellins e cadeiasfar a oa meamos
daaxoeallnia costo..
Paral acabar. _
Pecas de cambrsta de flores a- 3*560 a peca
chita franceza otara e escura a 26 rs. o corado'
gravatas de linho a Pintau. e de setlm a 580 rs '
grosdenaple preto a l*0O, 220& e 2*40* ao-
vado, cortes de catabrala de cores'a 2"!20Ot"8lgo-
dao com 20 jardas a-3* eJ300, e 4*900 com 22
jardas.chapeo de sal d panno a 1*800, ditos de
fellro para cabeca Me ?J800, aoeiaa- para se-
nhora a dfSOO; e8800 superior, algode de duas
larguras a 600 rs. a vara, chales de la escuro
a 18806-, brins aludos a 160 o covado, ditba da
linho puco braaco fino a tJtOO a vara, caaniu
franceza de cores e brancas a 1*700. madannlan
a 39300, 4*560 e 5$ a peca, e outras auiitaa f.
zondas que vita do comprador far f : na loia
ia ra do Passeio-Pirblico n. 11;
As meihores machinas de co-
zer dos mais afamados au-
toresde NW-York, Singer
& G. Wheoter fe m\mm e
Geo. B. Sloat A C.
Esta ma-
cninas que
sio as melho-
fW o- tnfs
,dnra*ouras
mostram-se a
qualquer hora
e ensfrn-se a
tsataTaW^
caga dos coaaj.
psadores ga^
ranndo-se a
sua boa qua-
fue e dura-
Ce: no depo-
sito de ma-
chi na>s de
Raymundo Garlos Leile dt Irmao, ra da Impe-
ratriz n. 12, adtigamente aterro da Boa-Via la.


DU*W.I4MttMUa>..- tlMBaU (FBIRA 53 M JOlIlO Dt Wtt.
PO
Calcado
dualidades escolhidas.
45-*u Wreita-45
Bis t (esta I necessario renovar t calgado e
correr ao estabelecrmeoto da ra Oireita, que o
rende muito freaco e em perfeito estado por es-
tes pregos :
Borzeguins de hornera (bezerro e lastre) 98500
Ditas de dito (dem) 9JJ0O0
Ditos dedito (idem) 8S500
Ditos dedito (idem) 8ff000
Ditos dedito (idem) 69006
Borzeguins de senhora 5jOO
Ditos de dits 498OO
Ditos de dita 4*500
Ditos de dita 4jJ000
Sapa loes de bezerro (3 t|2 batera) 5^600
Ditos de dito e de lustre 55OOO
Heios borzeguins de homem 6J1I0O
Borzeguins de menina 4g000 o 3JJ600
Sapatoes de bezerro para menino 49 e 8850O
Sapatos de lustre para senhora a 15200
Pechinchasem
igual.
Cassas francezas de core a 200 rs. o
covado, ditas muito finas miudinhas de
muito lindos padroes a 240 rs. o cova-
do, ditas organdys mattsadas a* bom
gosto a 210 rs. o covado : na loja do so-
brado de 4 andates na ra do Crespo
n. 13 eno armazem da ra do Impera-
do:* n. 36 de Jos' Moreira Lopes.
Wkf
0
@ Vendem-se5carrosnovos com lodosos 5
@ arreios : na ra Nova n. 21. @
Inferas sterttms.
Venda-se libras Merlinas no eacriptorio de "Ma-
nuel Ignacio de Oliveira de Flto no largado
Corpo Santo.
Campos ^ Lima
receberam urna factura de chapeos de sold se-
da para homem, tendoentre estes alguna peque-
os que serven) para as senboras que vio para o
campo lomar baahosee cobriram do sol,e come
a porco seja grande se resolvero vender pelo
prego de 69 e 6g500, e alguna com pequeo de-
bito a 5 : na ra do Crespd n. 16. | ..r;..-
Gorurua doAracaty.
Vende-se excellente gomma de Aracaty ; na
ra da Csdeia do Recite, primeira andar; o. 28.
Pechincha.
Vende-se urna oegrade nacao, ou troca-sepor
um moleque : na ra do Rsngel n. 11.
Na loja do barateiro, Braga &
Lima, na ra Direita n. 68,
alm de muitas (azendas e roupas Teilag existe
grande quantidade de chiles de chita pretos a 6?
a duzia.
6 flMIstfft.
Vende-se algodao monstro com daas larguras,
muito proprio para toalhas e lences per dispen-
sar toda e'qualquer costura, pelo baratissimo
prego o> 600rs. a vara ; na ra do (Jueiwado n.
2. aa loja da boa .
Ceblas.
i Remedios americanos |
| DO DOCTOR *
IRadway & C, de New-York5
| PROMPTO ALIVIO
Resolutivo renovador.
i Pilulas reguladoras. |
Estes remedios j sao aqui bom conhe-
W c'uos pelas admiraveis curas que tem ob- 8
* tide em toda a sorte de febres, molestias
chronicas, molestias de senhoras, de pe-
le etc., etc., confrmese v as inslruc- '
coes que se acham traduzidas em por- C
# tuguez. ?
> -------------
f Salsa parrilha legitima eg
original do aotigo
SDR. JACOB TOUNSENDl
0 mellior purificado!' do sangoc
cara radicalmente

m
S
Vende-se a 6i0 e 800 rs. o cenlo ; na travessa
do pateo do Paraizo r. 16, casa piniada de ama-
relio.
Ra do Queimado
n. 39.
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TA VARES
DE MELLO.
Chegou ltimamente a este estabelecimento um
completo surtimonlo de chapeos pretos francezes
do mellior fabricante de Pars, os quaes se ven-
dem a 7 JOOO, ditos a 8*000, ditos a 99000
ditos muito superior a 108000, ditos de castor
pretos a brancos a 16*000, o melhorquese
pode desojar, chapeos de feltro a Garibaldi de
muito superior massa a 7*000, ditos Je copa
bai&a para diversos precos, ditos de palha escura
de varias quaiidades que se vendem por preco
barato, bonets de veludo parameninosa 5*000,
ditos de palha escuras e claras a 49000, ditos]
de panno muito bera arranjades a 3*500
chapeos Je seda para senhoras a25*000 muito,
superiores, ditos de palha escuras proprios para
campo a 129000, ditos para meninas 10*000,
chapeos de sol de seda inglezesa 10* e a 12*
muito superiores, ditos francezes a 8*000,
ditos de panno muito grandes e bons a 49000.
sapatos de valudo a 29000. ditos de tranca a
1*600, sintos de gruguro para senhoras e me-
ninas a 2*000, coeiros de casemira ricamente
bordados a 129000, e outras rauita fazendas
que a vista dos freguezes nao deixaro de com-
prar.
FROCO.
Vende-se frco de todas as cores e grossuras,
com rame e sem elle a 400, 500, 640 e 1* rs. a
peca ; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.
SYSTEMA MEDICO DE iIOLiOAVAY.
PILULAS JJOLLWOYA'
Este ineslimavel especifico, composto inteira,
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio nem alguma. outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a comf leiQao mais
delieada igualmente prompto e seguro para
desarraigar o mal na compleicao mais robusta ;
enteiramente innocente em suas operagoes eef-
feilos ; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao par mais antigs e lenazes
que sejam.
Entre mimares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j eslavam as portas da
morte, preservando em seuuso : conseguirn)
recobrar a saude e forcas, depois dehaver tenta-
do inullimente todos os-eutros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a des-
esperado ; facam um competente ensaiodos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
ara qualquer das seguintes enfermidades:
Erisipela.
Rheumatismo.
Chagas.
Alporcas.
Impingeos.
Phtisicas. g
Catarrho. @
Doencas de figado. g
EITeitosdo azougue. jg
Molestias de pellc.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ara polas.
Areias (mal de).
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidadeou extenua-
do.
Debilidade ou falta de
forgas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.. .
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidadesao ventre.
Ditas ao figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreuf da especie.
Gotta.
Hemorrboidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indige&tes.
Inflammacos.
Irregularidades
menstrua (ao.
Lombrigas de toda es-
pacie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abstrucgao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengo de ourina.
Rheumatismo.
Symplomas secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Febreto intermitente, i
Vende-ge estas pilulas no estabelecimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na lojaJs
todos os boticarios droguista outraspeasoas en-
carregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Harvana e Hspanha.
Vendera-se as boceiinhas a 800 rs. cada
urna dallas, conten ama inslrucclo era pon u-
guez para explicar o modo de se usar deslas pi-
rulas. K
O deposito geral em casa do Sr. Soum
dharraiceulico, na ra ia ruz n. 22, em Per-
nambuco.
,;-j Vende-se no armazem de fazendas de
'U Rymundo Garlos I.cite & Irmo, ra do S
jg, lmperatrizn 12. ^
@g@@ @ 3@@@@
Potassi da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido eacreditado deposito da
ra da Gadeia do Recife n. 12, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
edra, tudo por precos mais baratos do que em
utra qualquer parte.
Vende-ae urna cscrava crioula, cozinha c
engomma sofTrirel, e cose costura chaa, de ida-
de 20 annos, bonita fgura, sem vicios nem acha-
ques : na ra da Guia n. 9, taberna .
que out 'ora linlia loja na ra do Quei-,
mado n. 46, que gyrava sob a firma de
Ges & Bastos participa aos seus nume-
rosos frpguezes que dnsolveu a soeiedade
que tinha com o mesmo Ges tendo sido
substituida por um seu mano do mesmo
nomo, por is.-:o rou gyraodo a mesma
firma de Ges & Rasloi, assim como apro- '
reila a occasiao para annunciar abertura ]
do seu grande armazem na ra Novajun- i
to a Conceicao dos Militares n. 47, que j
passa i gyrar sob a firma
DE
Bastos cora um grande e numeroso sortimeuto de i
roupas eitas e fazendas de apurado gos- j
to, por precos muito modificados como ]
de seu costme, assim comb sejam : ri-
eos sobrecasacos de superior panno finos
prelo e de cor a 25$. 28$ e 30*, essacas
do mesmo panno a 30* e a |35#, paletots ,
sobrecasacados do mesmo panno a 18*, (
20^ e a 22jt. ditos saceos de panno prelo a '
12* e a 14$, ditos de casemira de cor.
muito fina modelo inglez a 9$, 10*, 12*
e 14J, ditos do estamenhi fazenda de
apurado gosto a 5* e 6$, ditos de alpaca
preta e de cor a 4. sobrecasacos de me-
rino de cordo a 8*, ditos muito superior
a 12*, ditos saceos a 5*, ditos de esguiao
pardo fino a 4*, 4*500 e 5$, ditos de fus-
| to de cor a 3*, 38500 e 4*, ditos bran- |
z eos a 4*500 e5*5C0, ditos de brira pardo
i fine socco a 2$80O, calcas de brim de cor 1
S finas a 3*. 3*500, 4*e 4$500. ditas de di- g
1 to branco finas a 5$ e 6*500, ditas de \
princeza proprias para lulo a 4$, ditas de i
g merino de cordao pteto fino a 5* e 6*,
ditas de casemira de cor e preta a 8*. 9*
elO*. colletes de casemira de cer e pre- i
fin -i $500 e 3?, tutus do seda branca pan j
R> casamento a 6*. ditos de biirn branco a t
g 3* e 4*. ditos de cor a 3*. colletes de me- {
ri para luto a 4$ e 4*500, ricos rob- <
2 chambres de chita para homem a 10*,pa-
V letols de panno lino para menino a 12$ e'<
K 14*, casacas do mesmo panno a 15S,calcas <
g de brim e de casemira para meninos, pa-
m letols de alpaca ede brim para os mesmos, i
K sapatos de tranca para homem e senho-
| ra a lj e 1*500, ceroulas de bramaule a j
n 18* e 20* a duzia, camisas francezas li- j
Jfj as de core brancas de noros modelos a
a 17$, 18*. 20*. 24$. 28* e 30* a duzia, i
Si ditas de peilos ao Iinhoa30*a duzia, di- ]
|V tas para menino a ljSUO cada urna, ricas
il grvalas brancas para casamento a 1;800
$ e 2; cada urna, ricos uniformes de case- :
mira de cor de muito apurado gosto tanto
no modello come na qualidade pelo di-
minuto prego de 35$, e s com avista se
pode reconhecer que barato, ricas capas
de casemira para senhora a 18* e 20*,
e muitas outras fazendas de excellente
gosto que so deixara de mencionar quo
por ser grande quantidade se torna en-
fadonho, assim como se recebe tada e
qualquer encommenda de roupas feitas,
para o que ha um grande numero de fa-
zendas escolhidas e una grande ofiicina
de alfaiate que pela sua promplido e per- ,j
feico nada deiza a desojar.
IROPA FEITA A1MU MAIS BARATAS.]
SORTIMENTO COMPLETO
DB
(Fazendas 6 obras feitas.]
A
LOJA E ARMAZEM
Ges k Basto!
Queijos de Minas,
21, chegados no
Narua da Cruzn.
vapor Tocantins.
Milho novo.
novo em saceos mut-
ua ra da Senzala
NA
Una do Queimado
n. 4$, trente amaveUa.
Constantemente temos um grande e va-
riado sorlimento de sobrecasacas pretas
de panno e de cores muito fino a 28*, ;
30$ e 35*, paletots dos mesmos pannos
a 20$, 22$ e 24$, ditos saceos prelos dos !
mesmos pannos a 14*. 16* e 18$, casa-
cas pretas muito bem feitas e de superior
panno a 28*. 30$ e 35*. sobrecasacas de '
casemira de cores muito finos a 15*, 16$
e 18$, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 10$, 12* e 14$, calcas pretas de
casemira fina para homem a 8*, 9*, 10
e 12, ditas de casemira decores a 7$, 8*,
9* e 10*. ditas de brim brancos muito
fina a 5$ e6*, ditas de ditos de cores a
3$, 3*500, 4* e 4*500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4$500, col-
letes prelos de casemira a 5* e 6, ditos
de ditos de cores a 4$500 e 5*. ditos
brancos de seda para casamento a 5*, .
ditos de 6*, colletes de brim branco e de
fusto a 3*. 3*500 e 4*. ditos de cores a
2*500 e 3*, paletots pretos de merino de
cordo sacco e sobrecasaco a "P, 8* e 9*,
colletes pretos para lulo a 4*500 e 5*,
cas pretas de merino a 4*500 e 5* pa-
letots de alpaca preta a 3*500 e 4$, ditos,
sobrecasaco a 6*. 7*e 8$, muito finocol-
. leles de gorgurao de seda de cores muito
ooa fazenda a 3*800 e 4$, colletes de vel-
ludo de crese pretos a 7* e 8*. roupa
| para menino sobre oasaca de panno pre-
tos e de cores a 14*. 15* e 16*. ditos de
casemira sacco paraos mesmos a 6*500 e
7*, ditos de alpaca prelos saceos a 3* e
3*500, dilos sobrecasacos a 5$ e 5*500,
calcas de casemira pretas e de cores a 6*,
6$500 e 7*. camisas para menino a 20*
|K a duzia, camisas ioglezas pregas largas
S** muito superior a 32* a duzia para acabar.'
Assim como temos urna ofiicina de al M.
faiale oude mandamos ezecutar todas as X
obras com brevidade. 1
MS16SS5S1S fiKSIS SKMHHWff
A2,000ris
Sapatos de borracha para senhora e 5*500 para
homem de p grande: na ra da Iinperaliiz n. 12.
Grammatica in-
gleza de Olleadorff.
Novo methodopara aprender a lr,
a escrever e a fallar 1 nglezem 6 mezes,
obra i nteir menle nova, parauso de
todos os estabelecimentos de instruc-
caa, pblicos e prticulares. Vnde-
se napraca de Pedro II (antigo largo
do Gollegio) n. 37, segundo andar.
Interesse publico.
6 escravas de idade 25 a 40 annos, acem todo
o aervico interno e externo de ama casa, de pre-
cos de 7009 a 850*, 1 bonita moleca de idade 9
annos por 900*, 1 bonito moleque bom boleeiro,
de idade 20 aanos: narua de Aguas Verdes nu-
! -mio-to.
Vende-se milho
to grandes a 5# :
Velha n 106.
Cassas de cores.
Ainda se vendem cassas de cores fixas, padroes
muito bonitos, pelo baratissimo prego de 240 rs.
o covado, e mais barate que chita: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
Boa .
Vendem-se escravos.
Um mulatinho de 18 annos, boleeiro. 1 dito de
< annea por'SOUt com n> peque* deleito, 2 ne-
gMS de 30 asnos, que cozinha o diario de urna
casa, e ao boas nnsaboadeiras, 1 negro de 20 an-
nos, 1 moleque de 15, e 1 negra de 22, ambos
I pra o servico de campo, 1 moleque perito co-:
peiro de 18 aunes, e cutres escravos que se
acbam venda no esciiptorio de Francisco Ma-
linas Pereira da Costa, na ra Direita d. 66.
Barate que admira.
Superiores cortes de chila francesa larga de
muito lindos padroes, de cores escuras e claras,
miudinhas, com 11 covados cada corte, pelo ba-
ratissimo preco de 2*500; na leja de sobrado de
4 aadaies na ra do Crespo o, 13, de Jos Mo-
reira Lopes.
Espirito de vinho.
Vende-se de 2*560 a 2*800 a caada : na tra-
vessa do pateo do Paraso n. 16, casa pintada de
amarello.
A 9,000 a arroba.
Vende-se cera de carnauba da velha
e nova safra a preco de 9# : no antigo
deposito do largo da Aisembla n. 9.
Arados americanos e machinas
par a lavar roupa: cm casa de S. P. Jo-
linston & G. ra deSenzala n.42.
Cheguem loja da Boa f.
Cbilas francezas muito finas de cores fixas. a
280 rs. o covado ; carabraias francezas muito fila
as a 640 rs. a vara ; idem lisa muito fina a
4*500 e a 6J00O a peca c om 8 112 varas ; di-
muito superior a 8$000 a peca com 10 varas;
dita fina com salpicos a 4*800 a peca com 8 1|2
varas; Ol de linho liso multo fino a 800 rs. a
vara ; tarlatana branca e de cores a 800 rs. a va-
ra ; e outras muitas fazendas que, sendo a di-
nheiro, vendem-se muito baratas: na ruado
Queimado n 22, ni loja da Boa f.
Lencos para rap.
Vendem-se lencos muito finos proprios para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fixas a
5*000 a duzia : na ra do Queimado n. 22, na
loja da Boa f.
Na loja da Boa f vende-se
panno prelo fino a 4*, 5*, 6, 8* e 10$ rs. o co-
vado, casimira preta fina a 2$, 3* e 4* rs. o co-
vado ; gros de naples prolo a 2*. 2$500 e 3* o
covado; alpaka preta Gna a 640, SOO, e muito
fina a 1* rs. o covado ; casimiras muito finas de
cores escuras com 6 palmos de largura a 4* rs. o
covado ; ditas de cores claras a 6$ rs. o corte de ]
calca ; roeias de algodo cr muito superiores a
4*800 rs. a duzia ; ditas le algodao :ru tambera
muito superiores para meninos a 4$ a duzia; e
assim muitos outros artigos de lei que se ven-
dem baratsimos, sendo a dinheiro : na referida
loja da Boa f, na ra 4o Queimado n. 22.
Camisas e loalhas.
Vendem-se camisas brancas muito finas pelo ba-
ratissimo preco de 28* rs. a duzia ; loalhas de li-
nho para rosto a 9* a duzia ; ditas felpudas mui-
to superiores a 12* a duzia : na ra do Queima-
do n 22, loja da Boa f.
Paletos.
Vendem-so paletos de panno preto fino, muito
bem feitos a 22* rs.; dilos de brim branco de
linho a 5* rs.; ditos de selineta escuros a 3^500,
muilo barato, aproveilera : na ra do Queima-
do n. 22, loja da Boa f.
Aos proprietarios de co-
cheiras, de carros de
alague!, e particulares
Na loja da ruh do Crespo n. 14, vende-se um
completo sorlimento de objeclos para Trro de
carros, como sijam, vaquetas, sola, encerado,
lanternas, chiccjtes, gales, virola, berlotas, aa-
masco de seda.puxadores. botocs, velas de cera,
o arreios para cibriolet, ludo por menos preco do
quo em outra qualquer parle.
BATATAS.
S oo Progresso, chegadas no ultimo paquete a
mente no armazem Progresso.
3*200 a arrasa MO rs. a libra.
ueica-
Fumo em folti a para-charutos.
De todas as quaiidades em fardos
grandes e pequeos: na travessa da
Madre de Dos armazem n. 21.
Vendem-se saceos cem farelo de Lisboa a
4*500, saceos com feijao mulatinho proprios pa-
ra animaes a 3* o sacco : no pateo de S. Pedro
numero 6.
Vende-se urna mulata de idade 18 annos,
com urna cria de 4 mezes. engomma, ensaboa
perfeilimente, cozinha e faz lodo o mais servico
de urna casa, muito carinhosa para crianzas: na
ra do Queimado n. 39, loja de fazendas.
Vende-s" a casa de sobrado na ra
imperial n. 79, com frente para o largo
do viveiro e no undo passa a estrada
de ferro: a tratar na ra Direita loja de
miudezas n 103 ou no Recife na ra do
Capim escriptorio do Sr. Manoel da Sil-
va Santos a tratar com Joo Ferreira
dos Santos Jnior.
E'baratissimo!
Ra do Crespo n. 8, loja de 4 portas.
Cassas de cores fixas miudinhas a 240 rs. o co-
vado, cambraia, organdys lindos desenhos a 400
rs. o covado, e chitas largas Boas de 240, 260 e
280 o covado, e outras muitas fazendas por ba-
ratissimo prego : oo-se amostras com penhor.
Ruada Senzala JNo\an.42
Vende-e|em casa da S. P. Joobston d C,
selhnse silbes nglezes, eandeeiros e cssticses
bromeados, lonas nglezes, fio de vela, chicote
para carros, e momaria, arreios para cairo de
um e dous cvalos relogios de ouro paiente
ingles.
Perfumaras
novas.
A loja da aguia branca acaba de receber de sua
propria encommenda um lindo e completo norli-
roento de perfumaras finas, as quaes est \en-
dendo por menos do que em outra qualquer par-
le : sendo o bem conhecido oleo philcn i n p f 1_
nha(Societ HygieniqueJ a Ijfrofrasco, finos ex-
tractos em bouitos frascos de cores e delirados a
zj, 28500, 3 e 4, a afamada banba transparen-
te, e outras igualmente finas e novissimas cerr
ajaponaiseem bonitos frascos, cuja lampa de isi-
dro tambem cheia a mesma, huile conrrefe
odormell, principe imperial, creme, em boniks
copinhos com lampa de metal, e muitas oulrt*
diversas quaiidades, todas estas a 1 o frasc>
bonilos vasos de porcellana dourada proprios ra-
raollera a 2 e 2j500, bonitos bahuzinhos rom
9 frasquinhos de cheiro a 2, lindas resliorias
com.3 e 4 frasquinhos. e caixinhas redondasri.m
4 dito* a 1$200 e 1*600. finos pos para denle* e
agua balsmica para ditos a 1 e 1500 o fiasqui-
nho ; e assim urna inlinidade de objeclos que .So
patentes em dita loja da aguia blanca, na ra do
Queimado n. 14.
Relogios.
Veade-se em casa deJohnston Pater & C,
ra do Vigario n. 3, um bello sorlimenlo de
relogios de ouro, patate inglez, de um dos mais
afamados, fabricantes de Liverpool ; tambem
urna variedade
mesmos
de bonitos trancelins paraes
[Sedlas de 1,000 e de
SI de urna figura. ]
Trocam-se eslas sedulassem descont i
por fazendas que vendem-se por baralis- |
simos pregos, na roa do Crespo loja ama- \
relia n.8 de Leandro Lopes Das succes- j
sor de Antonio Francisco Pereira.
Fazendas finas, j
Vendem-se chapeos de seda de muito <
bom gosto a 150 ea 25$, vestidos de se-
de de muito bom gosto a 40$, 50* e 805,
dilos de barege e gaxe a 109, dilos de g
cambraia branca bordados [mullo ricos), j|
chaly e barege a 500 rs. o covado, nr- a
gandiade muilo bvm gosto a 800 e 900 ||
rs. a vara, basquinas de fil com ricos bi- SK
eos de seda a 39, tainos com bicos para W>
vestidos de senhora a 500 rs., camisas fij
coro pellos e punhos de luiho a 309 a du- lt>
zia, gollinhas bordadas para senhora a S|
19. mussulinas de urna s cor a 240 rs.
o covado e muitas outras fazendas de bom |g
gosto que se vendem por roetade de seu 5E
Wk valor na ra do Crespo loja amarella n. w
fij 8 de Leandro Lopes Dias successor de E
jg Antonio Francisco Pereira. g
)MFBDj!rBW WBv WW <^BJW W oW VOntJl^
J0I4S.
Serafim & Irmo com loja de ourives na ra do
Cabug, esquina n. 11, confronte a ra Nova e
paleo da matriz, participan) a seus amigos, fre-
guezes e ao publico em geral, que se acfiarn sor-
tidos das mais bellas e delicadas obras de ouro
para senhoras, 8ssim como pan homens e meni- completo sortimento de moendas e meias nioen-
nas, pormenores preQos do que em outra quol- das para engenho, machinas de vapor e taixas
querparte; egarantem ditas obras passando conla | tfl fflrrft haiiln a on*An j. ij. ... i
com recibo, declarando a qu.l.oafle do ouro;!t *r balld0 8 Wado, de todos os tamanhos
para facilidade das familias que quizerem esco- f Olio,
Iher mais a gosto no estabelecimento, acha-se
este aberto at as 7 1/2 horas da noite.
Vendem-se figos de commadre o mais novo
posMvel, em caixas pequeas, mermelada nova
ero latas de libra ede 2 libras, e barris de 5." de
vinagre chegados ltimamente de Lisboa na bar-
ca Bella Figueirense, tudo por preco muito
commodo ; no armazem de Francelino" Izidoro
Leal & C, ra da Madre de Dos n. 10.
Ceblas a 600 rs:
o cento,
Vendem-se ceblas a 600 rs. o cento : na ra
dasCruzes n. 24, esquina da travessa do Ouvidor
AGENCIA
DA
FlNDICiO LOW-MOW,
Ra da Scnzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver um
Metachromatypia,
Escravos fgidos?
\mm
arte de trasladar em poucos minutos, ima^ens e
desenhos coloridos, impressosem papel prepara- de nacao, que lepivseiita
do, para objeclos e materias de loda a especie,'
como sejam, madeira, fulha, couro, vidro. papel,
ele, ele. ; vendem-so curiosas collec;es em
caixinhas com a expliraco do uso que se faz de
tao inleressanle divertimento : na ra da Cadeia
do Recife.
Saunders Brothers & C. tem para vender em .
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,' pessoa poder-se-ha convencer
alguns pianos do ultimo gosto recentimente
chegados doEbem conhecidose acreditados fa-
bricantes i. lkoadwood & Sons de Londres
muito nroDrioaoara esteclima
Rival sem segundo.
Na ruado Queimado n. 55, loja de miudezas,
est queimando os seguintes arligos abaixo de-
clarados, todas as miudezas esto peifeitas, e o
preco convida :
Caixas de clcheles a 40 rs.
Ca loes de dilos a 20 rs.
Croza de pennas de ac muito finas a 500 rs.
Charutos muito finos, caixa com 100 a 2V500.
Croza de botOes de louca a 120 rs.
Carretel de linha com 100 jardas a 30 rs.
Bules com banha muito fina a 320 rs.
Ditos com dita dita a 500 ts.
Banha em lata com \\i libra a 500 rs.
Frasco de oleo de babosa a 400 rs.
Caixas com obro i as muito novas a 40 rs.
Ditas com phtsphoros especiaes o mellior que
ha a 160 rs.
Pares de meias cruas pera homem a ICO rs.
Ditos de ditas muilo linas a 200 rs.
Pecas de franja de 13a muito bonitas cores a
8G0 rs.
Duzia desabneles muito finos a 600rs.
Iscas para acender charutos a 60 rs.
I'hosphoros em caixa de folha a 100 rs.
Cartas de alfinelea finos a 100 rs.
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapatos de tranca de algodao a 19.
Ditos de la para meninos a 200 rs.
Frascos de macass perola a 200 rs.
Ditos de oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garlos de cabo preto a 3$.
Pares de luvas de o de Escocia a 320.
Massos de grampas finos a 40 rs.
Caivetes de aparar penna a 80 rs.
Tesouras para unhas e coatura muito finas a
500 rs.
Pecas de Irancaide la com 10 varas a 320.
Escovas para dentes muito finas a 200 rs.
Cordo imperial fina a 40 rs.
Dito grosso a 80 ri.
Cordoes para espartilho a 80 rs.
Caixas para rap muito finas a 1.
Pares de meias de cores prra meninas a 160 rs.
Linha de marcar (noiello) 20 ra.
Groza de marcas para cobrir a 60 rs.
Acaba de chegar ao arma-
zem de Bastos & Reg
Urna grande quantidade de camisas inglezas pei-
los de linho com pregas largas, e por ser grande
quantidade deliberamos vender pelo diminuto
prego de 309 a duzia com o fim de dar prompta
extraccao : na ra Nova unto a Conceicao dos
Militares n. 47.
Vende-se o engenho Sibir do Malo, silo na
fieguezia de Ipojura ; quera quizer comprar, di-
rija-se ao proprielario Francisco Lins P. B., no
engenho Areuipe, eu ao Sr. Manuel Alves Fer-
reira.
Attenco.
Vende-se a taberna da ra Direita n 31, com
poucos fundos, piopiia para principiante, a prazo
ou a dinheiro ; a tratar na mesma.
Carros.
Vendem se dous ricos carros, um grande e ou-
tro menor ; no escriptorio de Manoel Ignacio de
Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo.
Xarope peitoral brasi-
leiro.
Os Srs. Joo Souw & C, nicos possuidores
deste xarope j bem conhecido pelos seusbons
effeitos, centinuam a veode-lo pele prego de 19
tivesse bastante cnfianca para encinar este re-i"?,8 ?idro : ,fa5em uma d,ITereT,C81 no preco
j!n ..1..,..,. 1 collegase a todas as pessoas que lomarem de 12
medio constantemente seguindo algam lempo o1 vidros paracima-
traiamento que necesstasse a natureza do ma'
REMEDIO 1NC0MPARAVEL
NGIMNTO HOLLOWAT.
Milbares de individuos de todas as nagoee
podem testeraunhar as virtudes deste remedio
incomparavele provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeraxn tem seu roo e
membrosinteiramente saos depois de bavor em-
pregado intilmente outros tratamenlos. Cada
s curas ma-
ravilhosas pela leilura dos peiiodicos, que lh'as
relatara todos os dias ha muitos annos; e a
maior parte dellas sao tao sorprendentes que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran com este soberano remedio
o uso de seus bragos e pernas, depois de ter
permanecido longo tempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a amputa$o 1 Dellas ha mu-
cas que havendo deixado esses, asylos de pade-
timenios, para se nao submeterem a essa ope-
rario dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de sen reco-
nhecimenio declamara estes .resaltados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, aflu de mais autenticaren) sua afirma-
liva.
Ninguem desesperara do estado de saude se
Cuvas
>res avas para mont
As nielhores uvas para montar a cavallo
vendem-se em casa de J. Falque, ra do Crespo
n. 4, chegadas pelo ultimo vapar.
Cvatta doyau
Vende-se Unto a retalho como por atacada,
pelos precos seguintes : arroba a 28200, e em
saceos a 3g a arroba : na ra da Penh n. 33,
taberna.
Vende-se cera de carnauba, superior qua-
lidade, e por menos de que em qualquer outra
parte ; a tratar na ra da Guia, taberna n. 9, ou
na ra da Madre de Dos n. 4.
cujo resultado sera
Que tudo cura.
O ungento be
lurmeute nos
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Aneares.
Cortadurts.
Dores de cabeea.
das costas.
dos membros.
Emfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupgoes escorbticas.
Fstulas no abdomen./
Fialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escaldadass,
Inehaces.
Inflamagao do figado.
Vende-se este ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguistas e outras pes-
soas encarregadas do sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende se a 800 rs., cada bocelinba contera
uma iostruccao em portuguez para explicar
modo de fazer uso desto ungento.
O deposito geral i em casa do Sr. Soum,
pbarmaoeutico, na ra da Cruz n. 23. en
1 Pernambuco,
provar incontestavelmente.
til, mais partieu-
segnintes casos.
Inflammaso da bexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernos.
dos peitos.
de o!hos.
Mordeduras de reptis.
Picadora de mosquitos
Pul mees.
Queimadelas.
Sarna
Supurages ptridas
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos
Ulceras na bocea.
do figado.
das arliculages."
Veias torcidas ou no-
das as pernas.
Relogios
Suissos.
Em casade Schafleitlin & C.rua da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sorlimento
de relogios de algibeira horisontaes, patentes,
chronometros, meioschronomelros de ouro, pra-
ta dourada e loteados a euro, sendo estes relo-
gios dos primeiros fabricanteda Suiasa, que se
vondero sor precos razoaveis.
Vende-se
EU CASA DE
Adamson Howie & C.
Vinho do Porto de superiorqualidsde.
Tinta de todas as cores.
Lona e fille.
Fio de vela.
Sellins.silhOes, arreios echicotes.
BOlhas.
Ra do Trapiche n. 42.
Vendem-ie noventa apolices da
companhia do Beberibe : na ra Nova
n. 14-, primeiro andar.
Vende-se na cidade do Aracaty uma casa
terrea com solio, hora quintil e cacimba, na prin-
cipal ra de commercio, propria para quam qui-
zer. ali estabeltcer-e, por ter nao s coromodos
precisos para residencia, como tambem loja, arma-
zem, ate.: a tratar na mesma cidade com os Srs.
Gurgel Irmos, que esto aulorisados para esso
Iflm.ou nejla. praja na ra do Cabug, loja a. 11.
No dia 8 do torrente fugio o prelo redro
ter 40 anuos, iouco
mais ou menos, estatura regular, negro, barba
no queixo, coro falla de 2 denles de um lado da
pane de cima, levou vestido calca do brim escu-
ro, chapeo de fellro usado, bem fllame e pa-
rece crioulo, tem o peilo de um p irchadb de
eiysipella ; este escravo fui arrematado pelo: n-
nunciante em praca publica do juiz dos feilos da
fazenda. porexecuco contra o senbor do enge-
nho Poulisla, a quem peitencia o oilo estravo;
fugio 0a padaria das Cinco Puntas que foi da An-
dr Nauzer & C. : quem o pegar, uode leva-lo
mesma padaria, ou a seu senhor Joaquim da
Silva Lopes, no Recife, travessa da aladro de
Dos n. 18, que ser bem recompensado de seu
trabalho.Joaquim da Silva Lopes.
Annuncio.
Fugio na manhaa de 7 do correle o escravo
Gaudencio, mulato escuro, natural do Para mo-
co, sem barba, de eslatura regular, um "tanto
cheio do corpo, e sem defeito algum ; trabalha do
pedn-iro soffrivelmenie, o tocador de viola : le-
vou vestido roupa una aira de passar por homem
livre.
Tambem seacha fgido desde27 de novembro
do auno passado o cabra Marcolino, que fui es-
cravo do Sr. Antonio Uaptista de Mello Pejxoto,.
subdelegado de Garanhuns : de estatura i alia,
grosso do corpo, bem barbado (bem que nnles de
fogir raspasse toda a barba), com falla de der na frente, e usa constantemente de um tenturo
de soldado na cintura. Consta que este escravo
se dirigi para Papacaca.
Quem apprehandar os referidos escravos; e os
levar ao abaixo assignado no engenho Dous Ir-
mos, na freguezia ao Poco da Panella se| re-
compensado com generosidade.
Recife 7 de Janeiro de 1861.
JossCesario de Mello.
Do engenho Cutigi, freguezia da scada,
fugio no dia 3 de novembro do correcle anoo o
escravo de nome Antonio, com os signai s se-
guintes : estaturaregular, cor mulato, cebello de
negro, ponca barba, denles limados, idade 25 ou
28arnos, pescogo e ps gtossos, tem pelo rosto,
pescoco e peilos.algumas marcas de papes, e
algumas cicatrizes pelas costas que parecem ler
sido de chicote ; nao levou comsigo roupa algu-
ma, e consta haver fgido para o lado do serto
d'onde viera : quera o apprehender, poder el-
va-lo ao referido engenho, ou no .Recife, ra es-
treita do Rosario n. 29, ao Illm. Sr- Florisrr urj-
do Marques Los, que ser bem recompensado.
Escravo fgido.
Um moi8iociar0i Bsgr0t com pannos prelos
na macaa do.rosto, representando ter 25 annos
de idade, natural do Rio do Peixe, chamado
Luiz, desappareceu no dia 30 de outubro da casa
do Dr. Cosme de S Pereira, de quem escravo -
suppoe-se ter lavado um cavallo preto do Sr.
Rostron que se bavia soltado, e que elle fflra
em busca do mesmo ; suppe-se mais que sua
mulber de nome Mara tambem o acompanha.
levando um pequeo bab de flandres : roga-sa
as autoridades policiaes e a oatraa quaetques
pessoas que o prendero, e remetiera ao seu se-
nhor, que pagar qualquer despeza.
Pugio da cidade.do Aracaty, no mez de se-
tembro prximo passado, um escravo do rom-
mandante superior Manoel los Penna Pacheco
que ha pooco o havia comprado ao Sr. Bent
Lourenco Collares, de nome Joaquim, de idad*
decincoenta e tanloaannos, fulo, alto, magro
dentes grandes, e com falta de alguns na frente'
uutiio Ano, ps grandes, e com os dedos grandes
dos ps bem aberlos, multo palavriador, incul-
ea-se forr, e tem signaes de ter sido surrado^
Consta qoe este escravo apparecera no dia 6 do
crranle, vindo do lado das Cinco Ponas, e sen-
do enterrogado por um parceiro seu conhecido,
disse qoe linha sido vendido por seu senhor para
Goianninba : qualquer pstoa que o pegar o po-
der levaj em Peroambuco aos Srs. Basto & Le-
mos, que gratifitttao gonorosemetue.


t)
DIARIO DI FMHAllBUO. QUaRIA fEIlA M M AftstllO frE 4. Mi.
Litteratura.
Scenase leeordacoes de Baiio-
Languedoc.
AS 1RM.VAS COLLADAS,
XIX
(Conc/uo.)
A medida que elle afT.islava-so da Frang, fa-
tia rpidos p**ressos a molestia de peiio q'ie ha-
vji meagado o joven llavanez. Nao poderam
retard r seus ultimes instantes, nein o clima da
jMiria. nem os cuiJados da amizade.
Desejo que meos restos morlaps sejam
transportados para Vardieres, dissera elle Fran-
cisco fazcndo suas despedidas. Ahi, se de um
Id lo o tmulo de Yolanda ensina s mogas a nao
amar quem nao Ihe pode dar o nome de esposo
omen ensinar em coropensago aos mancebos a
nao dpssiminar sua ternura. Quem prora ao mes-
Di') tempo algumas paiies, semeiha-se um gu-
loso que deita diversos lquidos no mesmocopo.
O aroma do mclhor vinho perde-sc nssa mistu-
ra ; o encanto do verdadeiro amor desapparece
com a divisao. A causa de todas as minhas pe-
nas nao ter eu vigiado sufflcient-'menle o meu
coragu ; em vez de o dar urna s mulher, ras-
gu-iu-o, e cada urna daquellas quem amei s
ple rerolher fragmentos.
v Risueo morreu com os olhos cAvados em
dousmod.ilhes, acrescentou Francisco, um re-
presen la va as feiges de Suzana, o outro as de
lf( ijonrirlii- : elle hdvia pintado ambos durante
a viagem. Atavam-lhe as mos geladas duas fi-
tas ; urna ror de rosa, desprender-se dos cabel-
los da senhora de Ners em Vardires no do-
mingo de paschoa; n oulra era a Ola azul que
QiTjuiinette tirara da touca para pensar-lhe a fe-
ridi.
a Eis-aqui os medalhes e as fitas, continnou
Francisco, dando um pequeo embrulho s duas
collagas: 6 ludo que resta do duplo amor do meu
pobre amigo.
Nesse momento resoaram sobre a folhagem os
sons amortecidos de ura realejo, e a serenata de
Scliuberl, como urua oraco, elevuu-se no arsi-
lencioso.
Madama loi.'IS figi'ier.
{La Preste.II. Duperron }
ludo uto precedido d'um prologo, d'uma re-
Uco de suas pdpltcaces e d'uma introdcelo,
origem do* medicamelos.
Ha am seu livro digressoes medico-litterarias,
muito interessatites e tocadas detrtica a mais
fina.
Algumas consideraedes sobre os prin-
cipios therapeuticos do Sr. Dr.
Forget.
Ha pouco tempo os joroaes mdicos- de Paris e
d'oulros pontos do mundo civilisado saudavara a
viuda aos campos da publicidade do livroPrin-
cipios de therapeulica do Sr. Dr. Forget.Nota-
se pela redaegao de laes saudaces que o Sr. Dr.
Forget trazendo lume dr imprensa seus princi-
pios therapeuticos, algoma novidaJe offdrecia
medicina, novos horisontes alargava divina
sciencia do velho de Cs.
Efectivamente o Sr. Dr. Forget acabava de ac-
cender o tacho da sciencia medica e remova pa-
ra muito distante as trevas que at hojo a tem
envolvido.
II
A medicina que tem sempre acompanhado os
passo3 da humanidade na sen la de seu aperfei-
coameoto, como olla, como a historia de sua vi-
da intellectual tem visto tambem em seu seio a
lula dos systemas e os caprichos da philosophia.
A humanidade,fustigada pelos erros dos sabios
de lempos tempos para desmaiada e cao nos
bracos do scepticismo. Se nao fura a providencia;
se nao fura a luz emanada doslivros da egreja, da
palavra de Christo, as trevas lornar-se-hiara per-
petuas. Ah I que muito caro o bolo da verda-
de : os homens devem cubrir de flores e rodeiar
de louro a fronte de seus geuios. Aquello que
sema a verdade muito se assemelha com Deus!
As paginas do livro social sao bem descorogoa-
dGras : misier muita f, muito discernimenlo,
para crer e admiltir a perfectibilidade (indefi-
nita ) dos homens.
A philosophia, ainda hoje, nao a luz da ra-
zao : o ultimo livro publicado, talvez, seja urna
heresia.
A primeira parle a profisso de ( do Sr
Dr. Forget ; a sua medicina positiva, raciona
usada, explicad), theorisada e descriminada das
outras doutrinas medicas.
A doenga para o Sr. Dr. forget nao ura ser
concreto, univoco, immutavel e em essencia tal
que scu tratamento possa ser deduzido, de seu
nome, de sua supposla nalureza ; sira, em ge-
ral, um phenomeno complexo, um todo varia-
vel o movel de elementos, ou de estados orgni-
cos e funeciooaes.
O Sr. Dr. Forget contina : Todos estes ele-
mentos representan) na doenga um papel relati-
vo, mas sempre digno de atlenco ; porque to-
dos podem comportar inJicacoes therapeuticas
particulares.
inda nao haramos lido o que sobre agona diz
oSr. Piotry-em sua medicina pralica.
Tratando do tacto medico o Sr. Dr. Forget ve-
m a signicacao que se deve ligar i esta expres-
>ao: j nao um du del; c o producto com-
plexo d'uma profunda o d'uma experiencia con-
summada, fecundadas, uvificalas por um senso
recio e juizo rpido.
Dcsl'arle o laclo medico deixa de perlencer aos
eleilos do Senhor, para lornar-ae o premio da
applicagao n'um espirito bem organisado. Se
nao islo romper o mysierio ao menos dar
realidade ao que imaginario. Somos partida-
rios das vocages, mas as faculJades d'alraa ahi
esto para serem aoalysadas e explicadas. Em
todo caso preciso procurar no organismo espi-
ritual qual das [acuidades oufaculdade prima,
para termos, o medico, o jurisconsulto, o poeta
o pintor^ etc. etc., etc.
VII.
A doutrina dos elementos a nica que fa-
ga ver e compreenici como um phenomeno se-
cundario ;possa elevar-se cathegoria de primi-
tivo pelo fado de sua importancia pratica
Ella pe em evidencia a inulilidade e os in-
eionalidade A grande obra da reuna* da ami-i lUrdU A* I i.u.
Resta-nos agora a ultima parte do livro do Sr.
Dr. Fosjret. E' a synthese da medicina positiva :
naturalmente ao Sr. Dr. Forget, depois de ter
tratado dos elemeotus nosologicos e therapeuti-
cos e feito a applicagao s ditfereoles classes de
docogas, cabia entrar as vistas largas da syu-
Ihese. e apresentar o corollario de sua doutrina
no diagnostico e therapeulica simplificada. Co-
nhecer a doenga para cura-la a simples ins-
com entente* praltcos de nossos esforgos para re- cripcao u ,emplo da j,^ meJca/
montar sempre as causas primeiras, afira de com-
bate-las directamente.
< Instiluodo a divisao das medicagoes em di-
rectas e indirectas, a doutrina dos elementos
derrama luz brilhante sobre grande numero de
problemas therapeuticos, e termins muitos equ-
vocos, discusscs e rivalidades syitemalicas.
Com estas tao poucas senlengas expe o Sr. Dr.
Forget os principios de sua doutrina dos elemen-
tos pralicos.
O vitalismo, o solidismo e o humorismo, en-
ligo e moderno, transformam-se no verdadeiro
j organicisrno, uo organicismo electico-positivo.
Hippocrates, Galeno, Silvio, Slahl, Boerhaave,
Fred llflman, Cullen. Barthez, Brown, llisori e
Broussais, fkam coociliados e completados.
A pralica nao sacrificada s vistas estrellas
e incompletas dos systemas ; as theonas vo bus-
car sua sanegao na pedra de toque da observagao
e da expetieticia. (3)
Enconlram-so, todava, nesta primoira parte do
livro do Sr. Dr. Forget pontos em que o rigoris-
mo de sua lgica um pouco affroutado : assim
no artigo diatheseso lelor fica suspenso do
que se deva entender por esta expresso. E' tal
o elasterio que muitos palhologislas lhe tem da-
do e que o proprio Sr. Dr. Forget.lhe concede,
que ella se tem tornado um Protheu na medici-
na ; o positivismo da doutrina dos elementos se
eclipsa dianto desse incgnito, desse xalgcbrico
afllxado fachada do edificio medico.
E' verdade que o Sr. Dr. Forget protesta con-
tra esse mytlio, e diz que nos rasler aceitar a
dialhese, como urna necessidade, restando le-
vantar o vu que a encobre. Mas menos que
erremos com Chomel, Hardy e Bouchut, a dia-
lhese j nao esse tnylUo, esse quid ignolum,
sim a doenga se exercendo em loda a economa
quasi ou iuscnsivelmonle.
Se o opio faz vigilias uos e adormece ou-
tros nao por dialhese, como o Sr. Dr. Forget
entende, sim por idosyocrasia.
Se a mesma causa mrbida, actuando sobre
alguns individuos, uns ataca o cerebro e ou-
Iros o peito nao por dialhese.
Esta finalmente nao a predisposiyo tal
doenga em particular. Attribuir-lhe semelhan-
le papel c riscarda technologia medica a palavra
idosyocrasia. (i)
VI
A medicina, reflexo desse camiohar pcrplexo
do espirito humano, se tem tornado quasi scien-
cia das conjecluras.
N um ddalo tal muilo diflicil encontrar o fio
de Ariadne.
O espirito que por nalureza ou por habito de
estudo for lgico por muito cusloso tem o dirigir
os passos nos caminhos incertos da medicina.
Aqu dir um, dieta e sangra ; ali dir outro,
alimentagao continua o tnicos ; este embriagar
seus doentes para cura-Ios de pleuriz ; aquelle
tirar-lhes-ha a ultima parcellade slimulutl
As opinies mais desencontradas hao ldo. em
medicina os mais vehementes defensores Brown
e Broussais sao dous refundidos mentirosos.
Brown indigestava seus doentes, e Broussais fa-
zia-os raorrer fome (1)
Se a arte de curar nao fdra um meio de vida ,
se nao fura o industrialismo medico, a medicina
cahiria por algum lempo em desuso.
Seria urna desforra tanta calumnia, que se
tem atirado pobre e humilde medicina.!
Coovm, certamente, morrer antes da doenga
que ser victima da cura.
III
Foi poi na occasio em que os bons espiritos
procuravam a bussola para andar ; foi quando a
descrenga erguia-se medonha o feia nos campos
da medicina, que surgi o livro do Sr. Dr. For-
get. um tratado completo e resumido de diag-
nostico e de therapeulica ; o positivismo da
sciencia que se despe dos ouropeiscom que a li-
nham ornado os systemas, para se mostrar em
sua descarnada realidade.
A sciencia medica no livro do Sr. Dr. Forget
hombreou com a psychologia ; o espirito nao
oi nelle lo'rcido e arrevesado como na maioria
das obras em que se trata de philosophia medi-
ca ; as duas grandes origeos de coohecimentos,
racionaos e naturaes, esto nelle bem extrema-
dos. Observar e experimentar os tactos e ao de-
pois ioduzi-los : eis a lei suprema, os alicorees
a*bre os quies ass.en.la o edificio da medicina.
Com eguaes principios e a fecundidado do ge-
nio o Sr. Dr. Forget ergueu um monumento
sciencia de Hippocrates. Quasi todos os pon-
tos mais culminantes da medicina sao tratados
era seu livro com loda lucidez possivel. Muita
vez se o v arrancar a venda aos olhos da sciencia
e aponlarali est a leso, ah est a doenga (2)
IV
O Sr. Dr. Forget divide seu livro em tres par-
les principaes. A primeira trata de elementos
de therapeulica geral ; a segunda, de elementos
de therapeulica especial ; a lerceira, d'um en-
saio de medicina simplificada ao nao dos or-
ticos.
(1) E para notar que a actualidad est ace-
phala de systema, mas entregue ao mais anarchi-
co empyrismo.
(2) Nunca lemos nada de melhor e que mais
nos aatisfizesse sobre rheumatismo articular que
o artiga sob esta epigraphe do Sr. Dr. Forget,
Na segunda parte o Sr. Dr. Forget deseo is
particularidades di sciencia. E' o medico que
sahe de seu gabinete de estudo e colloca -se ca-
beceira de seus doentes para cura-Ios ou aliva-
los de seus padecimentos. E' por assim dizer o
phlosopho que abandona as regios da metaphy.
sica e abre os olhos ao mundo da naturoza. Na-
da lhe fica estranho : o observadora doenga, o re-
medio, a influencia deste sobre a doenga,a indc-
elo cientfica,as doengas em suas differentas clas-
ses e a palhologu especial, ludo trata d'um mo-
do resumido, mas completo. E' alem disto o
pratico, livredos preconceitos das escolas, o me-
dico analisador dos prejuizossociaes, quo se ele-
vando toda a altura de seu nobre sacerdocio
condemna os estragos do charlatanismo e nos
denuncia essa nova genteles comeresquo se
oceultara j sob a toga d'um magistrado; j sob
a farda d'um administrador j sob as dragonas
d'um general.
Os arligos, febro typhoida, grippe, rheumatis-
mo articular e lesoes do coragio apresentam vis-
tas e desenvolvimenolos novos que muito se
harraonisam com os principios do sua doutrina.
Assim temos na febre typhoida, como elemento
principal, seno primitivo, a nerie folliculosa
na grippe ainflammago da mucosa gastro-pulmo-
nar, as lesoes do coragao a lei de opislectasia
o de prostenosia.
A lei de opistectasia d eslreitamento de orifi-
cio, e hypertrophia com dlatagao de todas as ca-
vidades do coragao quem do eslreitamento. A
lei de prostenosie d retraego das cavidades do
coragao alem do eslreitamento, e explica o modo
c de leso incomprehendida at hoje das hyper-
trophias concntricas.
O artigo tratamento da agona tambem um
assumpto muilo cheio de ioteresse para quem
esluda medicina, nao por mero amor da scioncia
ou adorno de espirito, sim por f em seus prin-
cipios e conviego de que o medico; quando a
luz da vida est apagar-se pode por seus es-
forgos, por seo saber, torna-la ainda crescida,
clara e reveiadra d'uma existencia inte ira 11...
Os casos feltzes fazem urna excepeo rara em
relagao da immensa proporgo de doentes que
suecumbera urna vez declarada a agona ; mas
nao ha siloago extrema que no deixe um ca -
rao de esperanga.
Foi esta leitura para nos urna sorpreza ; poia
Couhecej, islo comprehenJer a medicina,
simplifica-la. Nao sendo nenhuma das outras
doutrinas mais comprehensiva que a positiva do
Sr. Dr. Forget, nenhuma outra, tambem, pode
ser mais simple*. O medico elementista est
collocado uo ponto mais alto do observatorio me-
dico : diagnostica, independeote da pesada baga-
gem dos dotalhes escholastcos; e cura sem ter
preciso da luxuosa impostura da polypharraacia.
O diagnostico expedito, alm da vantagem de
fazer sobresahir o talento do observador, o tacto
medico do pralico, poupa fadigas ao doente, li-
vra-o dessas manipulages prolongadas, dessos
desarranjos multiplicados e dolorosos, desses es-
forgos physicos e moraes, muita voz, muilo pe-
rgosos. Desprendendo o facto desses numero-
sos accessorios, ao menos superfluos que com-
portara o interrogatorio eslereotypado dos clas-
sicos o aprsenla em sua maior clareza e faz
mesmo evitar certas decepges que nascem fre-
quentemonte das informages errneas fornecidas
pelo doente. Offerece, einfim, urna base mais
ou menos solida, en derredor da qual pio-se
grupar ulteriormente todos os detalhes julgados
necessartos.
O diagnostico expedito urna necessidade de
facto, nao somenle respeito do doente que,
muita vez, impotente para responder s exi-
gencias dos protocolos escholasticos,mas ain-
da respeito da generalidade dos praticos que
nao conhecem ou nao exercem outro.
O Sr. Dr. Forget expoo ao depois o modo de
realisar o diagnostico expedito; e o defende das
aecusages de nivelar a sciencia inleliigencia
do vulgo.
Quaulo therapeulica simplificada, pratica, te-
mos a raesma simplicidade de vistas, a mesma
synthese scientiQca.
Reduzindo-se a grande quanlidade de doengas
um numero pequeo de alteragoes fundamen-
taes, a mullido dos remedios se resume final-
mente n'um pequeo numero de indicages ca-
pilaes. As febres, as phlegmasias, as hemotha-
gias, as hydropisias, as nevroses, as lesoes or-
gnicas, as alteragoes humoraes, ao combatidas
por algum dos medicamentos, pertencentes s
classes, debilitantes, estimulantes, adstringen-
les, sedativos, alterantes e especficos.
Os debilitantes sao a agua pura, os acdulos,
(o sueco do Iimo em particulsr) os mucilagino-
sos, (a gomma) a sangra, geral e local.
O Os estimulantes sao geraes ou espociaes. Os
geraes compreheudem os inicos e os excitantes .-
os tnicos sao principalmente representados pela
quina e pelo ferro ; os excitantes comprehendem
principalmenlo as substancia que contm alcool
e leos essenciaes. Os rubefacientes e os vesican-
tes pertencem este classe : sao particularmeote
os ammoniaeses, a mostarda e as cantharidas, e
tambem os custicos.
Os estimulantes especiaes sao os que actuajn
especialmente sobre certas partes: nos o cha-
mamos especficos de orgos. Assim os vomiti-
vos, representados pelo trtaro oslibiado e a
ipecacuanha; os purgativos representados pelo
sulphato de soda, o calomolaraos, o rhuilwrbo,
o aloes, o oleo de ricino; os dioreticos repre-
sentados pelo nitro o a scilla ; os sudorficos enr
Ir os quaes predominara o sabugueiro, a salsa
parrilha, etc., mas dos quaes o melhor a
agua quente ; 03 sialagogos, mercurio ; os ner-
vinos, estrychnina, o electricidade. O centeic-
espigado determina especialmente as contraceSes
uterinas.
se completar pela sciencia mais directamente
consagrada conservaco, ao melhoramento,
propagagao e por consegnint 0 ao bem estar phy-
sico e moral da especie ; pe la sciencia que e-
melhante nisto roligiao, apossa-se do homem
desde seu bergo, e o acompaoha al e alm do
lumulo. (5)
Dr. MIanoel E. Reg Valenca.
Variedades.
Naufragio do Branseombe.
Os soffriments que leve a tripolago do Brans-
combe de Bristol, nos mares da China, (orara
contados por orna senhora que vinha bordo
desta embarcago, e que rcmetleu aos peridicos
mglezes a seguinle carta :
Amoy, na China, em 20 de setembro de 1860
Partimos de Shang-Uai 3 de agoslo, em di-
reccao Manilha. Tudo correr bem at domin-
go 12, em que o venlo refiescou do um modo in-
quietador.
Pouco depois da meia noite, setornou elle vio-
lento, e na segunds-feira 13, impellia-nos, sem
remedio contra um rochedo, o qual rogamos por
estibordo. Tenamos langar ao mar as lanchas,
mas a violencia das vagas nao o consenta de mo-
do algum.
Cinco minutos depois despedagava-se a popa ;
e o mastro grande e o de mesena cahiram no
mar, tornando-se indispensavel abandonar o
navio.
O tenente c mais tres pessoas, om cujo numo-
ro enlrava eu, langamo-nos ao mar, e nos agar-
ramos urna corda, esperando a occasio de
podermos langar mao de algum pedaco de ma-
deira. *
Empolavam o mar grandsimas ondas, e fui
arrojada ao mein de rochedos. aonde recebi hor-
riveis contusoes. fetas por pedras angulosas.
Pude finalmente agarrar-me ao rochedo, aondo
achet refugiados dous de meus companbeiros de
infortunio.
Vimos depois o capillo e o tenento, refugiados
na lancha grande, que conseguirn) langar ao
mar, e os ajudamos abordar. Abrigamo-nos en-
tao n um rochedo observando ahi que seis de nos-
sos oulros companheiros de naufragio procura-
vam salvar-se sobre o mastro de mesena aonde
se conservaran! por espago de duas horas O na-
vio fez-se depois em pedacos. e nada mais vimos
dos seus restos.
Trepamos pelos rochedos por espago de duas
horas, mas nao podendo chegar-lhe ao cume,
deseemos, e buscamos mal ou bem levantar
urna choca para passar a noite. No da seguin-
le inquietou-nos o nao termos que comer, sendo
o nosso provimenlo apenas qualro aves e um
porco.
Exploramos rochodo onde estavamos, e re-
conhecemos achar-nos na ilha deserta de Agin-
court, voltando logo ao sitio que linhamos dei-
iado, e aonde tratamos de fazer orna cabana so-
lida.
No seguinte da propondo-nos fugir na lan-
cha encalhada na praia, buscamos meio de con-
venientemente a reparar, em quanto dous dos
nossos perecriam a ilha, em busca de monu-
mentos, que nao acharam. Acabado o concert
do barco, queramos langs-Io so mar, porm o
vento contrario nao o permitlio. Pescamos al-
gum peixe, e tendo o porco morrido de tome,
tambera servio para nosso alimento, Adubamos
exquisitamente a carne deste animal,, e quando
o vento nos consenlio langar so mar a canoa,
embarcamos.
Andamos oito das sobre as aguas,, arribando
depois ilha Tormosa, cujos habitantes nos con-
duziram Cahan n'um batel. Mcttemo-nos ahi
bordo do North-Star, em misero estado. O ca-
pillo receben-nos moito bem, dando-nns quanto
precisavamos. Partimos de Cahan, chegando
Amoy 17 de setembro. Haviamos passado doz
dias n'uma ilha deshabitada; conservamo-nos
oilo dias no mar, dentro de urna canea abcita, e
sendo o nosso nico alimento diario- tres ongas
de carne de porco podre.
Era j tempo de sahirmos de tao borrivel esta-
do, por certo dos mais crueis entre os-referidos
nos aonuaes martimos.
(3) Nao podemos deixar passar desapercebidas,
como cxemplo de desharmonia entre a theoria e
a pratica, as ultimas discusses, havidas sobre a
sangra. O Sr. Beau, um dos mais strenuos li-
dadores desse movimento reaccionario anti-brus-
soistico tirou a illagao de que a sangra era um
meio phlogstico I
< Bem que a chimica moderna tenha a pre-
lenco de ter demoostrado a diminuigo da fi-
brina do sangue as febres essenciaes, a expo-
riencia tem provado que os agentes reparadores
da fibrina, o rgimen animal, em particular, sao
formalmente contraindicados em dospeito da
theoria. > Principes de iherapeulique do Dr.
Forget.
(4) Muitas considenges linhamos ainda fa-
zer aqui ; mas o proposito de nao sermos proli-
xos nu-lo prohibe. Seria entao occasio de mos-
trar, quanto razoavel e positivo admittir a opii
niao do Sr. Levy sobre idiosyncrasii.

c Os adstringenles comprehendem o tanaino.e
as substancias que o contem (quina, ratanla) os
cidos miueraes, o alumen, o acetato do chum-
bo, o perchlorureto de ferro, ele. >,
Os sedativos, como os eslimulaot podem
ser divididos em geraes e especiaes. Tambem
lhe ho dado o nome do narcticos. O primeiro
dos sedativos geraes sem contradiegao, o opio
e seus derivados (extracto de opio, saes de mor-
phina, codeina?); os aulros sao muito inQeia,
Os sedativos especiaes sao a digilalis. que
affrouxa os movimentos do coragao, o bella-
dona que dilata a papilla.
< Nao mister confundir os sedativos; directos
com os estimulantes, ornados com o nomo de
anti-spasmodtoes, taes o almiscar, a camphora,
a valeriana, a assatelida etc. etc. O ether e
chloroformio nao produzemasedaegaoseniopro-
duzindo a excilago. a
Os alterante sao muito numerosos os prin-
cipios sao os alcalinos, os mercuriaes', os iodados
os arseoicaes, os anlimoniaes.
As aguas mineraes, a hydrolherapia sao
tambem comprehendidas entre os alterantes.
Os especficos formara nma classe proble-
mtica e vatiavel, da qual temos discutido, omi-
ta vez, o valor. A quina um anli-periodico, o
mercurio um anti-syphilitico, o iodo um anli-scro-
phuloso; o colchico, talvez um ant-rheuma-
tismal. Temos aiuda os anlhelmintlcos.
Munido de todos estes coohecimentos, de to-
dos estes preceilos, o medico conseguir muitos
triumphos e evitar os erros que cobri-lo-hiam
de maldiges nao ser a pedra d'um sepulcro!
Humanidade e saber eis os dous fiordes do
pratico. Quando elle houver bem comprehendido
son nobre e elevado papel, dir-se-ha ento com
razio: o espirito medico essenciilmenle
social; o espirit que sob o bello nome de hu-
manidade tende prevalecer da mais em mais
sobre os aenlimenlo* muilo nobres, tambem, mais
quasi sempre exclusivos, de patriotismo, di nt.
ILEGVEL
NUMISMTICA.
Um dos operarios empregados pelo Sr. Luu
Goin, maire de Saint Yan, districto do Gharolles;
nos trabalhos agrcolas da- sua propriedade de la
Brosse, acaba de fazer urna importante deseo-
berta.
Quando eslava para- entulhar um barranco, lan-
cando trra de um dos- lados, descobrio pouca
altura um pequeo vaso de pedra lio*, parecendo
roena, e commummenle designado pelo nome de
mialheiro.
A' primeira vista tomar-se-hia o tal objecto por
urna pequea pedra de forma cnica.
A curiosidade desle homem ainda mais se ex-
titou por nao distinguir fenda alguma, pois a ni-
ca que o vaso possuia em sentid horisontal, e
somelhando ainda as dos raialheiros de egreja,.
eslava inteiramente tapada com trra, que natu-
ralmente se introduzira,. ou qae, talvez, fosse
ahi mesmo posla para, conservar o que existia
dentro.
Urna enxadada quebrou o vaso, sahindo delle
cem escudos de ouro.
Grande foi a admiragao do pobre operario, sem
embargo de havernos dezeseto anuos em que-se
oceupa nos trabalhos de desentulho as propie-
dades de Goin, sonhando sempre na descoberta
de algum thesouro, Andando esta esperanga na
presumpgao popular de que- 09 antigos possuido-
res do feudo de l Brosse haviam enterrado as
suas riquezas quando tai destruido o castello,
construido na edado media, sobre o comoro que
ainda lhe conserva o nome.
Esle castello, outr'ura situado 400 passos mais
longe do lugar do descobrimenlo, fra, segundo
as tradicoes locaes, o primeiro construido nos
territorios que actualmente forma o conselho de
Saint-Yon.
Depois da sua quedas -que se estibeleceu o
senhorio de Putheri, ou do Selorre do qual o
castello asss moderna, acaba de ser magnfica-
mente restaurado pela familia deSaiat-CyrdeAn-
tiochia. que o habita boje.
Antes do anno de 1780 os donatarios de Selorre
ainda linhara o nome de senhores de la Brosse,
como ultima recordago do valor desse t'tuka na
edade media, e de papel que deviam representar
os primeiros feudatarios quem elle foi conce-
dido.
As ditas cem pegas esto perteitameote-conser-
vadas, apezar de urna dellas perlencer ainda a
primeira metade do seculo XI.
Um tanto oscurecidas pela trra qao se inlro-
duzio no vaso, bastaram Iresou qualro lavagens
com agua tpida.e a limpeza com um pincel para
recuperarem o maior brilho,; descobrindo-se de*
tal arle as letras que podiam ler-se sem custo.
Os reinados dos soberanos de Fraaga, que as
medalhas recordam.sao :
Joo II. fallecido em 1364 ; Carlos V em 1330 -
Carlos VI em iiti ; Carlos VII em 1461 Luiz
XI em 1515 ; e Carlos IX em 1574.
Dous escudos da mesma poca, sem duvi-
daj alguma, esl&o gravados as armas de Fio-
renga.
E' de presumirque fossera trazidospara a Fran-
ga por Catharina de Medicis, regente de reino
na menoridide de Orlos IX.
Tambem ahi se acham duas medalhas dos es-
tados da egreja, urna de Sixto IV, e outra de Bo-
lonha, com a effigie de S. Pedro.
Sixto IV reioou desde 1471 at 1505.
A poca que diz respeito Bolonha sem du-
vida, a do reinado de Julio II, que s coasentio
no anno de 1513, que a repblica de Bolouha fos-
se reunida *seos estados, ainda que desde o rei-
nado de Nicolao II, em 1278, ella reclamasse es-
le favor dos soberanos pontfices.
O ultimo duque de Brelanha, Frederico II,
ahi representado era duas meadas : este princi-
po falleceu em 1488, deixando urna filha nica,
que, pelo seu casamento. com Luix XII, reuni a
Brelanha Franga.
A historia de Borgonha ahi lembrada em duas
-pocas diversas.
A primeira vez, em 1027, por urna inscripeo
da poca de Conrado II, que foi nm tempo im-
perador do Occidente e rei de Borgonha ; a se-
gunda vez pel duque Felippe II, pae de Cirios
I, o temerario, sob cujo governo acabou eml477
a independencia do ducado de Bolonha, termi-
nando assim um poder, que por lo longo espa-
go de tempo contra*esou a autoridade dos reis de
Franca.
(ffaede.)
(5) Peisse L Medicine et les mdicins.
impertirte do Congo Mara Joanna e os seus di-
.!rA h0r*nM< obrigaado-nos urna
E iS!,'~A cflrle da Sra- M"ri* Jwnaae *
-n!? ^M ""--Chegada do bom tempo.
o bom gosto.A moda perde o sou sceoiro
que passou as mos das senhoros que melhor
sabem phantasiar os seus tragesOs bailes o
os beneficios pora o monumento Camea O
thealro normal e o Filodemo.
Lisboa 18 de dezembro.
O verdadeiro acoirtecimeoto da semana a lo-
mada de Pt-kin pelos Ingleses e Frsncezes. N
que desde pocas immemoriaes nunca Acarnos
atraz de Binguera em se tratando de grandes fei-
los, toramos o Congo.
E' verdade que o Congo e Pekn nao sao exac-
tamente a mesma cousa; ha alguma dillerenga ;
mas assim como os homens nao se medem aos
palmos, tambem as aeges heroicas nao nao ce
graduara por mais meia duzia do casas que tenha
esta ou aquella povoaco,
O peior, comalo, que ea prevejo que deste
mesmo passo dado pelas nossas torgas em frica
nos podem vir serias complicaces diplomalicas!
E sabem como ? Eu Ibes cont.
Todos sabem que em Lisboa se abriga ha mul-
los aonos a Sra. Mara Joanna, actual represen-
tan te da dynastia desthrooada do imperio do Con-
go. Ainda ha pouco tempo lodo o paiz foi leste-
raunha do vigore elocuencia com que o seu pri-
meiro ministro, o Sr. Fraocisco Jos, explicou
todos que o quizeram lr, osdireilos qoe a deca-
hida imperatriz tinha urna corda, de one ella
sabe, todava, manter lo dignamente as tradic-
ges roonarebicas no celebrado baile quo d todos
os anuos pelo Reis. Agora o negocio complica-
se por torga, porque ros, conservando amigavel-
raenle no nosso gremio a Sra. Mara Joanna e
coosenlindo que ella fizesse oa seus protestos, re-
conhecemos lacitameute os seus direitos; por con-
seguinte, tomando agora a capital do seu imperio
ao principe usurpador, a nossa obrigaco en-
tregar-lh'a.
Nem eu sei mesmo se estas horas j lera ba-
ndo reclaraagoes. expedidas da su chancellara,
na ra da Rosa das Partilhas. E desuppr, por-
que o seu ministro, o Sr, Francisco Jos, que,
pela sua edade avangada, j nao se atreve caiar
fronlarias, consagra todas a horas de ocio (prga-
do medtago dos direitos da sua soberana, e
eslas horas, de combinago eom outrocouselhei-
ro da mesma prioceza, o Sr,AoJr Faustino, ho-
rnera de porte reglado, que loca charamella no
estado de S. Jorge e que no resto do anira-se de-
dica ao mister honrado de vender cautellas-, J te-
r.formulado a ola, pela qual faga1 conheeer ao
governo de Portugal o s oagoes do mundo ter
ehegado, emfim, o tempo da Sra Mara Joanna
empunhar o sceptro, que a sorte, pela veraatli-
dadee incoherencia das suas alternativas, ha-via
lido o aeiote de fazer substituir talvez por algu-
ma vassoura de cabo cosido, porque a adversida-
de collocra a imperatriz Mana Joanna na condi-
gaode criada deservir.
Mas oque eu nao quero Dcar sem baile pele-
lempo do Reis. Dera-lhe embora o Cengo, se
querem, mas cora acondigo de ella se conservar
em Lisboa e a sua corte. E' o que falta va se as
desavengas d'Africa avam aiuda em cima cm re-
sultado para nos o ficarmos sem urna das func-
goe* mais populares do Lisboa I Nem isto pedia
ses, porque se as velleidades de querer aiuda rei-
nar levassem Sra. Mara Joanna desojar ir lo-
mar posse do Congo, a sua amiga corte, de
certo nao a acompauhava : tem aqui interesses
radicados, que nonhuoi genero de deslumbramen-
to abalara. Perexemplo: a princeza Amelia,
que- a herdeira presumptiva da corda, copeira
em casa do Sr. marquez da Ribeira Grande: a
duqueza de Pemba vende alcomonia aos domin-
gos e diss santos, e de sorle alguma deixaria a
sua immensa freguezia, a qual, pelo seu lado,
declara bocea cheia que ntnguem como olla
tempera com melhor paladar aquelle exquisito
manjar de melago com familia de pao ; a niar-
queza de Santa Isabel, essa de modo algum dei-
xa o seu livre oommeroio de mexilho, porque
mais de sele tascas da Boa-vista reclamam os
seus acepipes estimulante..
Ora, com esta gente, e aestm slidamente es-
tablecida, vejara se possivel Sra. Mara Joan-
na fazer-se de viagem ?
Notem mais-que era os fldalgosda suacerte-a
seguiran), porque todos elles, mais ou menos,
esto habituados levar alguna' Irambolhes no
vero na praga-do Campo de S^nt'Anna, o que
Ibes serve de confortativo peitoral, e, sobretodo,".
esto com a mira na baix de marufo, doce e le-
gitima esperanga que lhe nulre o desappareci-
menlo paulatino da molestia dos vinkedos.
Nao haju receio, perianto, de que a corte da
Sra. Mara Joanna nos abandone, ainda mesmo
que ella se fosse embora.
Depois de baver tranquitisado e este respeito o
animo dos meus leitores, resla-me- annunciar-lhe
que comegamos, finalmente, a gozar de alguns
dias bonitos, e que com o bom lempo, renasceu a
vida exterior, que chuya, tinha amortecido.
E nao lhesparega que esta noticia da chegada
do bom lempo urna queste injirieren te ; nao
se persuadan) que urna serie de dias bons que
quer dizer. apenas um firmamento da um azul
transparente e limpo de nuvens, alargando-no
por loda a parte horisontes que o sol doura, co-
mo se viseemos dtlatar-sediante de nossos olhos
urna immensa faxa purpurina: nao- s isto. Al-
gum da de bom sol e ar. temperado tem a impor-
portancia immediata de urna maltidao desenlio-
ras gyrando pelo Chiade em todos os sentido:
os armazeusde modasenchem-se: o passeio pu-
blico reanima-se, reuaiodo das duas s quatro a
elegancia da capital; os coupe, lburys, dog-
carts surdem de. todas-as ras e pragas, fazende-
nos capacitar, deque urna iovaso de populagao
superabundante enirou capital, e que todo o seu
fim mostrar-se, porque, principalmente nestas
pocas de transiegaode estagoes, a moda apr-
senla as suas noridades, e o bom gosto femiaino
arde em desejos de manifestar as suas escolhas,
as suas inrenges e os seus caprichos.
E se querem que lhes diga nunca eu applaudi
tanto as senhora pela altiva independencia com
que recebem os decretos dessa lerrivel soberana
dos sales. Antigamenle, um Ggurino para o
mundo elegante-era urna especie de bulla,, cuja
coolravengo importara ara caso de conaciencia,
tal era a religiosa observancia com que eram-in-
vestigadas, esludadas, imitadas todas as inuova-
coes que a moda dcceiava. Hoje, um. figurino
apenas urna novidade que o bom grato.das nos-
sas elegantes aceita ou nao. De forma que a mo-
da j nao um deusa potica nos armazens das
nossas modistas e aiuda menos no seio. resptan-
decente dos nossos saldes. O seu sceptro passa
muitas vez es al para asmaos da-senhora que
cousegue alliar a simplicidade ao goso com mais
dstincgo. Sao estas as novidades mais feste-
jadas.
E, realmente, era preciso sabir desta sugeigo
absurda queso avassallava a phanlasis femini-
oa, com sacrificio al dos dotes.physicos da mu-
lher. Cada um vesle aquillo que lhe est bem :
e esta a melhor prova de bom gosto, e a mais
completa demonstrago de andar sempre moda.
E depois, a viriedade, asa rerdadeira rainha
dos eapirilos ligeiros, essa alegra de todo o mun-
do, como que se pde ostentar seno assim ?
Presentemente, olha-se para os camarotes em S,
Carlos e nao se ve um vestido ou um perneado
que sejam irmos. Apenas a nalureza das esla-
ges do urna ligeira uniformidade estas, mu-
dangas, fazendo que as modas de vero so des-
lenguara das do invern, mas isto mesmo]phanta-
siado al ao capricho.
N'uma deslas noitcs Uve eu lugar de observar
isto com o zelo e minucia de um caixeiro de ca-
sa de modas. N'uma das frisas de bocea de S.
Carlos eslava a Exma. Sra. D. S. B. P. A'quelle
bello rosto de urna correcgo grega nao poda ir
bom seno o ponteado das antigs veslaes, e ella
adevinhou-o : trazia o cabello erguido na fronte
e torcido aos lados, apanhando-lh'o atraz um li-
geiro ramo de verbena, que com a negligencia
da propcia nalureza, lhe cahia dos doas lados.
Nao se poderia imaginar busto mais perfeilo,
Naordem opposta, a filha do bario da V...-a-
presntava j outro gosto, mas da mesma bel-
leza ideal: era o cabello colhido por urna corda
de espigas verdes: digo colhido, porque este pon-
teado pareca, ter reduzido esta acgo simples
lodo o seu composto, tal era a singelleza da ana
forma.
Ma* como aquelle verde vrente e naturalissi-
mo sahia bem junto do preto asselioado das ma-
deixas suavemente ondeadas e erguidas, como
urna moldura de bano, em torno da fronte e das
faces ? I
E' n'isto que reside a verdadeira moda. A se-
nhora que posse esle segredo de aUrahir os su(-
o gosto>, aquella qae
saldes e o modelo nos
(regios da gente do*]
proclamada rainha
Iheatros.
No passeio publico apparecu um d'eatss dias
U?7* V.SBiBistro da Blgica com um cha-
peo S duque 'Etampe, e um ampio paletl de
casemira alvadia que acompaohava qoasi o im-
prmenlo do.**iido, Fazi* lembrar urna cas-
tellaa da edade-media. J depois d'isso se apro-
senlou tambem ama familia hespanhola de des-
tinego, vestida qoasi da mesma caneira. E' um
trage exceisivamente elegante e at potico, mas
que por sso mesmo as nossas elegantes tem dif-
liculdade em adoptar pela* mas.
E porque nao adoplaram Vv. Exeas, esta
moda? perguntava cu um d'eslesdias urna
senhora de espirito.
Porque romntico de mai. De mais, nao
digo ; mas effectiramelo romntico esle trage
que nos transporta a imaginago essas pocas
em que a elegancia feminina realgava lano aos
olhos dos poetas que lhe decantavam os dotes,
como dos guerreirea que lhe exallavam e defen-
dtam os caprichos.
O invern ji vse adintado, e os bailes ainda
nao comegarara verdaderamente. Espera-se este
anno urna grande quanlidade d'elles de subscrp'
gao para o mooumeBto Cames. O veror que
nunca a quadra adoquada para este genero de
dtverlimenlos havia naturalmente adiado todo*
os bailes ; mas a chegada da poca propria fez
revivar todas estas teogve*, que s aguardavam
pela opportvnidaae para se converterem em va-
liosos meios de coadjuragv.
Teremos, portento, um baile no Club, outro r>
Academia portugueza, e nem a Academia dos-
proressores ficar atraz. E* de snppqr que as
assetnblas de segunda ordem desejem formar
"'esta linha commum de sufTragi publico. Os
Iheatros tambem j promelteram os seui benefi-
cios. E eu por esta occasio lembrava urna cousa.
Valo que o beneficio para Carnee, ponha o
thealro nacional em scen urna das propries com-
posices dramticas do Camoes. Ponbam, por
exemplo, em scena urna parte do Filodemo ,
que ha de excitar, de cerlo, a curiesMade pu-
blica pela originalidade do dialogo. Nao posso
resistir tenlago de reproduzr aqui alguns
versos da scooa II do aclo 3. passad enlre os
personagens Yenadoro e Florimena, iunlo de
um onte.
Fenadoro.
Serrana, cuja pintura
Tanto a alma me moven,
Ihzei-me por qual ventara
Andaris n'esta espessura..
Merecendo estar no cu ? -
Florimena.
Tamanho inconveniente
Andar na serra parece f
Pois a ventura da gente
Sempre mui difireme
De que, ao parecer, merece. ,
Venadora.
Tal resposta manifest
Nao se parecer co'as cabras,
Pois nao vos parego honesto
Saberdes matar com o gesto
Seno ainda com palavras ?
No mato todo rudeza :
Ha tal gesto e disenco ? ,
Nao o' creio.
Florimena.
Porque nao ?
Nao supprir natureza
Ondo falla creaco ?
Fenadoro.
J logo n'isso, senhora,
Dizefs, se nio sin lo mal,
Que de vosso natural
Nao era serdea pastora.
Florimena.
Digo, mas pouco val.
Venadoro.
Pois quem vos pode irazer
A conversago do monte 1
Florimena.
Perguntae-o essa foute ;
Que as cousas duras de crer
Um as faga, outro aseonle.
Venadoro.
Essa fonle, que est aqui.
Que sabe do que dizeis ?
Florimena.
Senhor, mais nao pergontefs-.
Porque outra cousa de mi,
Sabei que nao sabereis.
De vos agora sabei,
O que nao tendes sabido :
Se queris agua, bebei :
Se andaes por dita perdido,
Eu vos encaminharei.
D^via de ter, de certOj para o nosso publico
bastante novidade ver urna represenlego- d'sas.
Era urna diverso e, ao mesmo tempo, um estu-
do. S o facto de preseociar no diestro urna
composigao_ feila ha- mais de tres seculo* e sa-
hida das mos do grande pico lucitano, chama-
ra urna numerosa concurrencia. Os Francezes
especulam com tudei A' elles nao lhe escapa-
va este incentivo ; muilo mai quando se- ajun-
la ao estimulo para, a curiosidade publica urna
homenagem 6 memoria do poeta, portugus, que
nao era outra cousa mais do que arecordaco de
urna das suas obras.
CAVALLE'lit) CaRMOXE.

GENERAL PIMONOANi.
Quando se traga a breve noticia de m hroe
morto no campo da balalha, de um hmete como
o marquez George de Ptmodan, suffloJente nos
seria dizer, o seu nome o seu-elog.
Porm se a heroica morte do- bravo- general
de todos conhecida, despert.tao nobos. fim, mes-
mo nos mais indifferenles, o desejo- dw conheeer
alguma cousa de nma vida vio nobcemenle ter-
minada.
O marquez George Pimodan, oria>aario da Lor-
ratne oasceu em 1822. e quando em, 1830 o povo
de Paris desterrou da Franca Carlos X, or-
pha do Temple, e ao filha-do assassinado duque
de Berry, talvez porque sua vista lhe acordara a-,
rmorso, quando em 1830sobre as barricadas de.
Luiz Felippe de Orleans levanteu um th,rona, o
joven marquez de Pimodan acoaapanhou seu av
as trras do exilio, que voluntariamente o.aa-
cio si proprio. impunha. pieferindo deiaar a.
Franga ser teslemunhada su* infidelidade.
Nobre e francez, George consagrou-se carrei-
ra das armas, nao podendo eombater pela revo-.
lugo da Fraaga porque era soldado das legilimi-,
dades, dedicou a sua, espada causa da iusliga
da religao.
Fez o seas estudus militares na escola de ta-
vallaria de Neurtadl, e as suas provas de frmas
no exercito- do imperador da Austria, conse-L-van-
do a reputago da. honra e da bravura da sutura,
nobrea fraoceza.
Discipulo de Radetzky debaixo de suas orr'iens
fez a campanha da Italia, ondo fez parte do es-
tado maior do velho marechal, e so desi'.nguio
vlente entre os mais valentes.
A revolugo levantando na Eungtia sea clo
altivo adquiri forgas|oxtraordinarias, ameagando
o imperio austraco, o nobre soldada da legilimi-
dade acoilou o duelo da revolugo, o filho da
Franga legitimisia foi desembainhar a sua espada
sob do rudes climas do norto,
O marquez Pimodan fez esta segunda campa-
nha debaixo das ordena de Ban Jellachich, nes-
ta guerra trabalhosa, cheia de privagoese soUri-
mentos, deu provas de um valor incontestavel e
de urna inleliigencia nao commua.
Entre outras oecasies em qoe o joven offi-
cial excitou a admiragao de seus camarades, men-
cionaremos o da 30de dozembro no combate oue
as alturas de Moor teve a brigada autriaca cia-
mont com um corpo de tropas do general Pere-
zel. Pimodan nesse dia deu a maior prova de co-
ra gem tomando urna batera de artilharia indiffo-
rente morte que o fogo espalhsva, e sustentan-
do, com um valor digno de inveja, urna luta de
morte com forcas immedislamente suppeiiores
que procuram castigar-lhe oincrivelatrovimeato*
sabio vencedor, porm seriamente ferido.
Jelldchich felicilou o bravo guerreiro por ta-
manho gentileza de armas, e o imperador lhe
deu em recompensa a cruz de Leopoldo.
Mal curado de suas feridas, Pimodan voltouao
campo partilhar novametMe os riscos da'guerra
e 6 colher novas palma.
Jellachlch avaliava a intelligeociae a cors-
gem do seu companheiro "de armas, e por isso
lhe entregara arriscadas e difficeis commisses,
em urna deltas, no reconhecimento das margeus
do Danabio em frente de Palanks, apeztr de urna
resistencia desesperada, Pimodan cahio prisio-
nero, e foi conduzido para a fortaleza de Petet-
wardm onde soffreu longo e duro cptiveiro. ^
L.'oniiuar-ie-na.)
MBN,-- IIP. DBM. F. DS PARIA. -18W.


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