Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09218


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Full Text
A1I0 XXXT1I HUMERO 16
>4*
Por tres mezes adiailados 5$O0O
Por tres mezes vencidos 6$000
puvaai a ouiam
SABBADO 19 SE JUMO DE lili
Por ana* adianlado 19g000
Parte franco para o subscriptor.



cnni
i
KNCARBEGADOS DI SUBSCHIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Araca-
ty, oSr. A, de Lemos Braja ; Cear, o Sr. J. Jos
de Oliveira; Maraoho, o Sr. Hanoel Jos Mar-
tins Ribeiio Guimares ; Piauhy, o Sr. Joo Fer-
naodfs de Moraes Jnior ; Par, o Sr. Justino J.
H irnos; Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDAS US UJKKElOa.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas el
sextas-feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Ciruar, Altinho e
Garanhuns as tergas-reiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa-Bella, Boa-Vista,
Ouricury e Px as quartas reiras.'
Cabo, Serlnhaem, Rio Forraoso, Una,Barreiros,|
Agua Preta, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partero as 10 horas da manha
El'tfcMERlDES UU altZ UE JAME1K.
3 Quarto minguante as 11 horas e 4 minutos
tarde. *
11 La nova a 1 hora e 8 minutos da manha,
19 Quarto ccescente a 1 hora e 11 minutos
manha.
26 La cheia as 2 horas e 47 minutos da tarde
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 10 horas e 54 minutos da manha,
Segundo as 11 horas e 18 minutos da tarde.
da
da
DAS DA SEMANA.
14 Segunda. S. Flix de ola m. ; S. Macriua r.
15 Terca. 9. Amaro ab. ; 8. Seeundina m.
16 Quarta. S. Marcello p. m.; S. Berardo m.
17 Quinta. S. Anto sb.; Ss. Eleusipo e Lehilla.
18 Sexta. A cadeira de S. Pedro em Roma.
19 Sabbado. S. Canuto rei m. ; S. Audifax m.
20 Domingo. O SS. Nome de Jess; S. Sebastio.
AUUltNClAs uos TKIBNaEs da CAPITAL.
Tribunal do commercio ; segundase quintas.
Relago: tergas, quintas e sabbados as 10 horas.
Fazenda : lerdas, quintase sabbados as 10horas.
Juizo do commercio : quartas ao mel dii:
Dito de orphos: tergas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tergas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel:
hora da tarde.
quartas e sabbados a 1
ENCABREGADOS DA SUBSCRirCA DOSUL^
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Das ; Baha,.
Sr. Jos Martlns Alves ;
Joao Pereira Marlios.
Rio de Janeiro, o Sr.
EM PERNAMBLXO.
O proprietario do duhio Maoocl Figueiroa de>
Faria.na sua livraria prega da Independencia ns
6e8.
PARTE OFFICIAL
Ministerio da fazenda.
Decreto n. 2,708 de 15 de dezembro de 1860.
Manda executar no municipio da corle o regula-
mento desta data para a arrecadago da taxa
Usando da autorisago conferida pelo art. 46
da lei n. 514 de 28 de outubro de 1848, hei por
bem que na arrecadago da laxa de berengas e
legados se observe o regulamento que com este
baixa, assignado por Angelo Moniz da Silva Fer-
riz, do meu conselho, senador do imperio, pre-
sidente do conselho de ministros, ministro e se-
cretario de estado dos negocios da fazenda e pre-
sidente do tribunal do thesouro nacional, que
assim o tenha entendido e faga executar.
Palacio do Rio da Janeiro, em 15 de dezembro
de 1860, 3'J da independencia o do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador Angelo
Moniz da Silva Ferraz.
ttegulamento para a arrecadaco no municipio
da corte da taxa de herancas e legados, em
conformidade do art. 46 da' lei n. 514 de 28
de outnbro de 1848.
CAPULLO I.
Da laxa de herancas e legados e sua quota.
Art. 1.* A taxa de herangas c legados o im-
posto devido ao estado pela transmissao da pro-
priedade por titulo de successao legitima ou tes-
tamentaria. (Alvar de 17 de junho de 1809,
8e9.) *S
Art. 2. A quota do imposto ser deduzida
(citado alvar de 17 de junho de 1809, e regula-
mento de 4 do junho de 1815, art. 6], pela forma
seguinte :
1. Pela transmissao por testamento a her-
deiros ou legatarios que nao forera ascendentes
ou descendentes do testador, se pagar a taxa
correnpondenle decima do valor da heranga ou
legado quo effecii va mente se arrecadar.
2. Pela transmissao a herdeiros abintestado,
quo nao forem ascendentes ou descendentes do
fallecido, mas parentes at o 2o grao inclusive,
na forma do direilo cannico, pagar-se-ha a quo-
ta igual dcima da heranga que realmente se
arrecadar.
Sao prenles collateraes ou traesversaes den-
tro do 2o grao j>ara serem sujeitos sraenle ao
imposto da decima do heranca havida abintes-
tado :
1. Os irmios.
2. Os sobrinhos lhos de irmos.
3." Os tios irmos dos pas.
4. Os primos fllhos dos tios, irmos dos pais.
3." Pela transmissao a parentes do fallecido
intestado fora do 2. grao se pagar a taxa igual
5* parte da heranga por elles arrecadada.
4. Pela transmissao abintestado ao conjugo
sobrevivo se pagar a taxa igual 5a parte da
heranca por elle arrecadada, salva a disposigo do
Art. 3." A disposigo do artigo antecedente,
quanto aos ascendentes e descendentes, refere-se
aos herdeiros necessarios ou forgados. (Dec. n.
1,343 de 8 de margo de 1851; ordens n. 68 de 6
de fevereiro de 1856, e n. 110 de 31 de margo do
185o, 1
1. Osfllho3 naturaes reconhecidos por es-
cnplura publica ou testamento nos termos da lei
de 2 de setembro de 1847, pagaro a laxa que
fr devida quando em juizo fr contestada a sua
qualidade, salvo o direlio de restiluico provan-
do o seu dircito e qualidade de herdeiros forga-
dos. (Ord. L. 4. til. 93 e lei de 11 de agosto
de 1831.) *
2 o Os ascendentes e descendentes por alll-
nidade nao pagaro o imposto se a acquisigo se
realizar havendo communicago de bens; os
adoptivos porm reputar-sc-ho estranhos para
os effeitos deste regulamenlo.
3." Os filhos do primeiro matrimonio, que
herdarem de seu irmo predefuuto, nos termos
da Ord. liv. 4o, til. 91, 2o, esto sujeitos taxa
de herangas e legados. (Alv. de 13 de Janeiro de
1854.)
Art. 4. No caso de curadora e successao pro-
visoria, na forma da Ord. L. Io, til. 62, 38;
regiment do desembargo do pago 50, e reg. n.
2,433 de 15 de junho de 1859, art. 47, a taxa se-
r devida, salvo o direito de restituigo appare-
cendo o ausente.
Art. 5 A doago causa mortis, por ser equi-
parada a legado, Oca sujeita ao imposto, quando
se ereOcar na poca do fallecimento do doador
ou testador.
CAPULLO II.
Das isencoes da taxa de herangas e legados.
Art. 6. Sao iseotos do pagamento da taxa :
1." As herangas c legados de propriedade ou
usufructo deixados santa casa de Misericordia,
aosexpostos, ao recolhimento e hospicio de Pe-
dro II, como partes integrantes do seu iaslituto
(atvs. de 28 de setembro de 1810 ede 20 de maio
de 1811, res. de 13 de dezembro de 1831 e dec.
d. 1,077 deJ4 de dezembro de 1852), e ao reco-
lhimento de Santa Thercza, fundado pelo dec. n.
931 de 14 de marco de 1852.
2." Os premios ou legados deixados aos testa-
menteiros que nao excederem /iolena testa-
mentaria, pagando-se o imposto do excesso,
quando taes premios e legados excederem mes-
ma vintena, sendo para este fin arbitrada na
forma do decreto de 3 do julho de 1851. (Res.
'" de julho de 1817).
do Io
3. As herangas ou legados consistentes em
apolices de fundos pblicos geraes ou provinciaes
que gozarem dos privilegios daquellas, se os fal-
lecidos cram dellas possuidores, e bem assim
seus juros. (Lei de 15 de novembro de 1827, art.
37.)
4. As alforrias ou doaeges de liberdade fei-
tas em testamento e os legados deixados para
csse fim.
5." Os legados de propriedade ou usufructo
deixados s caixas econmicas, roontes-pios ou
de soccorro e sociedades de soccorros mutuos
creadas era virlude da lei n. 1,083 de 22 de agos-
'4o de 1860. *
CAPULLO III.
Du arrecadaco e flscalisago da taxa de heran-
cas e legados.
Art. 7 Todas as herangas, ou sejam de testa-
mentos ou abintestado no municipio da corte,
cojos herdeiros e legatarios liverem de pagar
taxa, sero inventariadas, avalladas e parlilha-
das. com audiencia do procurador da fazenda do
juizo dos feitos ou do seu ldanle. (Res. de 28
de abril de 18i2, art. Io.)
nico. A partilha dos bens poder efectuar-
se amigavelmenle, satisfeilo previamente o im-
posto devido na forma deste regolamenlo.
Art. 8." O procurador da fazenda, por si, por
por seu ajudanle, e pelo sol i citad or, a quem da-
r as inslrucges necessarias, assislir a todos os
actos da arrecadago e inventario, para Cscalisar
a exaclido da descripgo o avaliago dos bens,
das declaragea do invenlarante, das despez
attendiveis, e da certeza das dividas activas e
passivas, e para requerer quanto convier a expe-
digap do mesmo inventario. (Citado regulamen-
to de 28 do abril de 18*2, art. 2o.
Art. 9. Os juizes peranto quqm se proceder
4 arrecadagap e inventario dos bens ,j03 j},uc.
A"
dos, testados ou intestados, de que se deva pa-
gar taxa, ou seja a requerimeoto de parte ou ex-
officio, ordenaro previamente a citago e audien-
cia do procurador da fazenda, sem embargo ero
prejuizo da assistencia e promogo que pertenca
ao promotor dos residuos. (Citado regulamento,
art. 3o.)
Arl. 10. As avaliages dos bens nos inventa-
rios em que se deva pagar a taxa sero feitas por
luuvados nomeados a aprazimeulo das pariese
do procurador da fazenda, nos termos da Ord. L.
3, tit. 17. (Regulamento de 15 de junho d 1859,
at. 36.)
Art. 11. A cobranga do imposto se effecluar
logo que se possa liquidar directamente pelo in-
ventario, em qnalquer estado delle, ou esteja li-
quida pelo testamento a sua importancia. (Art.
2o do regulamento de 4 de junho de 1845.J
nico. Nenhuraa partilha se julgar por sen-
teoga, nenhuma heranga ou legado, anda mes-
mo de usufructo, poder ser entregue,, nem se
passar ou receber quitago sem constar o pa-
gamento do imposlo devido pela forma marcada
neste regulamento. (Alv. do 17 de julho de 1809,
8o e 9o.
Arl. 12. O procurador da fazenda, achando que
o imposto est em termos de se liquidar, reque-
rer que se proceda ao calculo respectivo ou con-
la, e que para seu pagamento se arrematen) do
espolio tantos quantos bens foiem necessarios,
excepto no caso de usufructo,em que se proceder
do modo determinado nos arts. 13 e seguidle.-.
1. Se algum herdeiro ou interessado se of-
feecer a pagar a importancia devida ao thesou-
ro, e effactuar o pagamento em moeda correte
dentro de 48 horas, nao ter lugar a errematago
de que trata este artigo.
2. as arrematarles de bens para paga-
mento do imposto seg'uir-se-ho os termos das
execuges fiscaes no mesmo juizo do inventario.
(Arl. 11 do regulamento de28 de abril de 18(2,
e art. 9 do regulamento de 4 de junho de 1845.)
Arl. '13. Consistindo as herangas e legados,
nao na mesma propriedade, mas em usufructo,
os herdeiros e legatarios podero pagar o impos-
to ou por urna vez somente, ou em presiages
annuaes. (Art 12 do regulamento de 28 de abril
de 1842.)
Arl. 14. Se os herdeiros e legatarios proferi-
rem pagar a taxa do usufructo por urna vez so-
mento, c quando a heranga ou legado consistir
em bens movis ou semoventes nao exceptuados
no art. 15, a laxa do usufructo ser cobrada na
razo da decima sobre metade do valor em que
forem arbitrados nos respectivos inventarios;
com declarago porm de que os eacravos meno-
res de 12 annos so ficam sujeitos ao imposto de-
poisde completaren) esta idade. (Art. 13 do ci-
tado regulamenlo de 1842.)
Art. 15. Se os herdeiros e legatarios preferi-
rem pagar o imposlo era presiages annuaes, se-
r a decima deduzida do rendiroento annuo do
objecto deixado em usufructo, e paga pela for-
ma seguinte:
9 1. Se os bens deixados em usufructo forem
predios sujeitos decima urbana se pagar an-
nualmenle a taxa do sen aluguel liquido, ou do
seu valor estimado, deduzidos primeiro 10%.
equivalentes dcima urbana e s despozas do
concerlo e reparo. (Art. 12 Io do citado regu-
lamento de 1842, e aviso de 13 de Janeiro de
1857.)
2. Se porm nao forem sujeitos decima
urbana, a laxa ser devida do rendimento por
que esliverem alugsdos, ou do prego por que po-
dero alugar-se no caso de serem oceupados
pelos mesmos usufructuarios, procedeudo-se para
esse fim ao competente arbitramento. (Citado
regulamenlo de 1812 arl. 12 2.)
3.s Nos usufructos consistentes em fundos
do companhias ou sociedades, qualquerque seja
a sua natureza ou denominarlo, se deduzir o
imposto do rendimento liquido annual que cou-
ber aos usufructuarios era raleio, fazendo-se a
conta vista do respectivo dividendo, e, no caso
de o nao haver, pelo ultimo balango, ou contas
das mesmis companhias ou sociedades (Citado
regulamento de 1842 art. 12 4o.)
4." Nos usufructos de dinheiro o imposlo
devido dos juros da lei quando o usufructuario o
conservar em seu poder, ou do juro estipulado
ou corrente no caso de o ter em gyro. (Citado
regulamento de 1842 art. 12 5o.)
Art. 16. O arbitramento urna vez feito, nao
poder ser renovado durante a vida dos usufruc-
tuarios, salvo provando que os bens teem dimi-
nuido coosideravelmente de rendimento. (Cita-
do regulamento de 1842 art. 14, o aviso de 13 de
Janeiro de 1857)
Art. 17. Para se lazer a cobranga da taxa das
herancas e legados do usufructo, de que trata o
artigo antecedente, o procurador da fazenda pro-
mover o cumpriraento das disposigdes testa-
mentarias, c o herdeiro ou legatario apresentar
na recebedoria a guia passada nos termos do art.
43 e rubricada pelo procurador da fazenda, e so
visla da declarago feita em urna das vias da
guia, de estar aberta a conta para o pagamento
annual da laxa pelo competente empregado, po-
der vericr a entrega da hera'nga ou legado.
Art. 18. Quando fr preciso o arbitramento em
algum dos casos dos artigos antecedentes, ser
feito por louvados nomeados pelo administrador
da recebedoria, e por este confirmado, com re-
curso para o tribunal do thesouro nacional, a
arbitrio das parles que se julgarem tesadas, den-
tro do praso legal, contando da data da intima-
gao, que Ihe se- feita, do arbitramento, nos ter-
mos do regulamento n. 2,551 de 17 de marco
deste anno. (Art. 16 do citado regulamento de
1842, e aviso de 13 de Janeiro do 1857.)
Art. 19. Havendo entre Jas dividas activas de
heranga algumaa que se possam reputar incobra-
veis ou de difcil liquidago por insolvabilidade,
fallencia ou outras circunstancias dos devedores,
permittido que os herdeiros paguem o impos-
to sobre o producto das mesmaa dividas em has-
ta publica no juizo do inventario, ou renuociem
as dividas para exoncrarem-se do pagamento da
taxa, recolhendo-se os respectivos ttulos ao co-
fre dos depsitos pblicos.
nico. Se os devedores rehabilitarem-se, se-
ro os titulos entregues sos ioterssados quando
os reclamaren), s3tisfazendo previamente a taxa,
ou prestando fiaoga idnea para paga-la em pra-
zo razoavel.
Art. 20. Quanto aos ttulos de fundos pblicos
e aegoes de companhias ou sociedades estrangei-
ras ou nacionaes, salva a disposigo do art. 6 3,
ser a taxa regulada pela cotacao media no dia do
fallecimento do testado ou intestado.
nico. Se os titulos de que trata este artigo
nao liverem colago, observar-se-ha a respeilo
delles a regra geral proscripta no art. 10.
Art. 21. Das deixas e legados commetlidos em
segredo pelos testadores as cartas chamadas de
consciencia, pagar-se-ha a laxa na forma eatabe-
lecida pela resolugao de 26 de julho de 1833.
Arl. 22. O imposto nao extensivo sos [rucios
e reodimentos havidos depois do fallecimento dos
lestados ou intestados. (Alvar de 9 de novembro
de 175ij ordera 163 de 12 de oatubco de. 1850). .
Art. 23. O .augmento de valar que liverem os
bens desde a morle do testado ou intestado at
poca do pagamento do imposlo, ser attendido a
favor da fazenda nacional para dalle so pagara
laxa devida ; bem cerno o ser em prejuizo da
mesma fazenda a parda de valor no caso de ruina
total ou.parcial dos bem de .que 19 comeozer a
heranca. (Ordem n. 163 de 12 de outubro de
1850).
Art. 24. A favor da fazenda publica correro os
juros legaes desde que se completar um anno de-
pois do fallecimento do testado ou intestado sem
que se tenha pago o imposto, salvo se na forma
da legislarlo em vigor o tempo para o cumpri-
raento do testamento tur maior, ou o da conclu-
so do inventario prorogado.
nico. Os juros sero cabrados conj ueta men-
te e do mesmo modo quo o imposto.
Arl. 25. O leslamenteiro ou inventarianle mo-
roso pessoal e solidariamente reponsavel pelo
imposto e seus juros, guardada a. disposigo do
artigo antecedente. (Res. de 21 de maio de 1821)
Art. 26. As arrecadages, inventarios e parli-
Ihas sero feitos pelos juizes da provedoria, dos
orphos e do civel, conforme a logislago exis-
tente quando se lhes der principio, dentro de 30
das, contados do fallecimento do testador.
nico, se dentro deste prazo se nao tiver da-
do coraego arrecadago e inventarlo, o procu-
rador da fazenda obrigar os testamenleiros, ad-
ministradores e cabegas do casal a virem faz-lo
no juizo dos feitos da fazenda, e ahi se seguiro
os termos ex pos tos no art. 10 eseguintes. (Arts.
7 e 8 do citado regulamenlo de 1842).
Art, 27. O que tica disposto nos artigos ante-
cedentes extensivo a todas as arrecadages .e
inventarios actualmente pendentes em que hou-
ver divida de taxa de heranga ou legado, e nao
liverem sido julgados por sentenga na poca da
publicago deste regulamento. (Art. 9 do citado
regulamento de 1842).
Arl. 28. O procurador da fazenda, pelos meios
a seu alcance, procurar lor noticia de todas as
herangas de fallecidos, testados ou intestados, de
que se devam laxas, para promover os inventa-
rios e pardillas, na forma dos arts. 10 e seguiotes,
correspondendo-se com os parocbos e juizes de
paz e subdelegados do municipio para Ihe faze-
rem a parlicipagodos que fallecerem e deixarem
heranga, examinando os cartorios dos escrives,
dos juizes da provedoria e do civel, e os livros da
distribuigo, todas as vezes que julgar oecessario.
(Art. 10 do citado regulamento de 1842 )
Art. 29. Os testamentos que forem aberlos no
municipio da corte, ou nelle liverem de ser cum-
pridos, logo depois de registrador devero ser
presentes recebedoria do municipio, para ios-
crev-los no Iivro competente, langando-lhes a
verba da apreseatagao, assignada pelo adminis-
trador. (Arts. 17 e 18 do citado regulamenlo de
1842).
nico. Nenhum testamento se poder man-
dar definitivamente cumprir sem que conste que
se tenha feilo a referida remessa e inscripgao, e
o juiz que o contrario lizer incorrer na multa de
50g a 100*. (Citado art. 17 do regulamento de
1812.
Art. 30. Ao escrivo do juizo da provedoria de
capellase residuos que deixarde fazer a remessa
dos testamentos na forma do artigo aotecedenle,
dentro de 8 das da data do registro, que dr cer-
tido ou praticar qualquer outro acto relativo a
testamento que nao esteja inscripto na recebedo-
ria, ser imposta a mulla de 25j a 50, alera das
reuas era que incorrer pela responsabilidade.
Art. 17 do citado regulamento de 1842).
Art. 31. Na recebedoria do municipio se far
a inscripgao dos testamentos de que trata o arl.
29, ainda mesmo daqnelles que nao instituirem
herdeiros e legatarios sujeitos taxa.
1.0 titulo da inscripgao constar do numero
que Ihe competir, nome do testador, naturalida-
de.festado, profisso., data do bito, residencia ao
tempo doste, data da abertura do testamento e
prazo concedido para o cumprimento das disposi-
ges testamentarias.
2. Sero designado os herdeiros e legatarios
por seus nomes, natureza da heranga ou legado,
com especificago do que consistir em dinheiro,
apolices, aeges, bens movis, semoventes, e de
raize outros effeitos.
3. Abonar-se-ho na inscripgao os pagamen-
tos da tata medida que se verificaren.
Art. 32. Os escrives dos juizos, perantoquem
se proceder arrecadago e inventario dos bens
dos fallecidos abintestados, cujos herdeiros de-
vam pagar taxa; sao obrigados a remelter esta-
go fiscal os inventarios logo depois do encerra-
mento dos mesmos, e os que deixarem de fazer
incorrero em urna mulla de 25$ a 500 por cada
inventario.
taxa das herangas e legados os eslrangeiros (lei
u. 317 de 21 de outubro de 1843 art. 31. e regu-
lamenlo de 4 de Junho de 1845 art. 1.), e del-
les se cobrar nos mesmos casos e pela mesma
forma por que se cobra dos nacionaes.
Art. 41. O direito do thesouro percepeo da
laxa de herangas e legados consistentes em bens
situados as provincias ao lempo da morle dos
testados ou intestados o a cUssificago da respec
n. 1,083 de 22 de agasto de 1860, decretar o se-
guinte :
Capitulo I.
Da creago e orgaoisago dos bancos.
Arl. 1. A creagao, organisago ou incorpora-
gao de companhias ou sociedades anonymas, que
lenham por fim operoges chamadas do banco, |
nao podero realisar-se, sob as penas do art. 2
Jartelas diapoaicoca seguintes : Cm vir.ode de lei ou de decreto do podeTexeeu-
tivo. (Alvar de 30 de margo de 1818, decreto de '
22 de agosto de 1825 5 art. 295 do cdigo do
1. Nenhuma laxa se arrecadar das heran-
gas e legados dos testados ou intestados que fal-
leceram antes da publicago do alvar de 17 de
junhe de 1809, qualquer que seja a poca emque
lenha sido ou fr effectuada a entrega e dada a
quitago. (Alv. de 2 de outubro de 1811 6.,
e dec. de 27 de novembro de 1819.)
2 A taxa das herangas e legados dos lesta-
dos ou intestados, fallecidos desde o 1. do julho
de 1838 at ao ultimo de junho de 1836, pertence
era iguaes partes, por metade, s rendas geraes
e provincias, anda que em pocas posteriores se
tenha realizado ou realizo a entrega e quitago.
(Le de 22 de outubro de 1836 art. 2\, e de 24
de outubro de 1832 art. 77.)
3. A taxa das herangas e legados, dos testa-
dos e intestados que fallecern! antes do 1.
de julho de 1833 pertence por inteiro renda
geral, posto que a intrega e quitago tivesse lu-
gar dentro do lempo decorrido desde o 1." de
julho de 1833 at o ultimo de junho de 1836.
(Lei de 24 de outubro de 1832. art. 77.)
4.* As disposigdes dos paragraphos antece-
dentes sao extensivas ao usufructo de bens que
por heranga deviam ou devem passar a ouirem ;
devendo a taxa do usufructo e da heranga per-
tencer no todo renda geral, ou em partilha
com a renda provincial, com atteogo ao lem-
po da morle des testados ou intestados, sem na-
da influir a poca da entrega e quitago.
Art. 42. A taxa de herangas e legados consis-
tentes era bens situados no municipio .da cdtte,
ser prga na recebedoria do raesrao municipio,
qualquer que tenha sido o domicilio do defunto.
Art. 43. As guias dos escrives dos juizes pe-
ra nte quem se fizerem os inventaros ou se de-
rem as contas testamentarias, para pagamento
do imposto, sero passadas em duplcala, e de-
vero conter, alm da declarago do fallecimen-
to do testado ou abintestado, natureza da he-
ranca ou legado, e declarago do grao de paren-
tesco do herdeiro ou legatario, a de quem tiver
ofliciado por parte da fazenda, e do solictador
respectivo.
Art. 44. Do producto da taxa de berengas e
legados arrecadada na conformidade do art. 8.,
e sem o em prego do meio executivo, se deduzi-
r 1 %, sendo 2/3 para o procurador da fazenda
commercio. e art. 2 da lei n. 1,083 de 22deagos
to de 1860.)
1. Pica dependente de autorisago legislati-
va, em quanto por lei nao for regulada esta ma- \
tena, a creagao, organisago ou incorporago :
Io, de quaesquer bancos de circulago ; 2o, de i
caixas filiaes e agencia dos bancos que preten-
dam enoiuir notas, bilhetes, letras, vales, papis ,
ou ttulos de qualquer natureza ou denominar,'
ao portador, exceptuados todava desta disposi-
go os mandatos e recibs de que tratam a se-
gunda e lerceira parles do 10 do art. 1 da le
n. 1.C83 de 22 de agosto de 1860.
2. Compele ao goveruo a concesso e auto-
risago para a creago, organisago ou incorpo-
rago de quaesquor oulros bancos nao compre-
hendidos na regra do paragrapho antecedente.
3. Reputar-se-ho bancos as companhias ou
sociedades anonymas sem firma social, e admi-
nistradas por mandatarios (art. 2t>5 do cdigo
commercial), que icnhara por objecto :
1* O commercio por conta propria ou da ter-
ceiros : Io, de ouro ou prala era moeda ou em
barras ; 2, ttulos da divida publica nacional
ou eslrangeira, e de aegoes de emprezss de qual-
quer nalurezi ; 3o, de effeilos de commercio e
oulros valores negociaveis ou transmissiveis por
via de endosso, ou por simples tradigo.
2 Emprestimos de qualquer especie ou na-
tureza
3 Operages de cambio.
4. Dopositos do valeres de qualquer natu-
reza.
5." Abertura de conlas correntes.
6. Em geral quaesquer operagdes chamadas
de banco, ou que lendam ao esenvolvimenlo do
crdito publico.
Art. 2. A autorisago de que trata o art. 1 po-
de ser concedida em separado pessoa ou pes-
soas que pretenderem a creago, organisago ou
incorporago de taes companhias sob bases defi-
nidas, ou conj'.netamente com a approvago dos
estatutos ou escriplura da associago.
Art. 3. Na primeira hypothese do artigo ante-
cedente ao registro da carta de autorisago pre-
e % % para o soliciiador pagos pelo thesouro na- ceder a incorporago, ou organisago da com-
conal, sem prejuizo da porcenlagem que com-
petir aos empregados da recebedoria.
nico. Da laxa de herengas e legados devi-
da ao thesouro antes da execugo do regulamen-
to n. 1)6 de 28 de abril de 1842 se abonar ao
procador da fazenda 5 c ao solicitador 1 %, e
esta porcentagem lambeta ser paga pelo thesou-
ro nacional.
Art. 45. A taxa de herangas elegados ser es-
criplurada como renda propria do exercicio em
que for exigivei, na forma dos arts. 24 e 25.
Art. 46. Os livros da inscripgao de que trata o mencionar o
art. 31 permanecero na recebedoria do munici- Iranes.
panhia, c ser feito na forma estabelecida no ca-
pitulo 2.
1.0 que impetrar carta do autorisago dere-
r em seu requerimento expor :
1, o fim e objecto da companhia ;
2o, o ljgarera que deve funecionar ;
3, as probabilidades de seu hora xito ;
4, o tempo dentro do qual deve ser organi-
sada.
2. O requerimento deve ser datado o assig-
nado, e as assigoaturas reconheciJas, e nelle se
lugar da residencia dos impo-
pio em quaulo nao esliverem findos pela deca- Arl. 4. Na segunda hypothese do art. 2 e na
ragao de julgamento das contas dos testamentos, de simples approvago dos estatuios, ou escrip-
I ser feila vista dos autos, que o escri- tura de associago ao requerimento de que trata
vo da provedoria dever remelter dez das de-
pois da publicago da scnlenga, sob pena de mul-
ta de 25 a 50g.
Arl. 47. O procurador da fazenda, por intor-
raedio dos colleclores da provincia do Kio de Ja-
neiro, e os procuradores fiscaes por intermedio
dos mesmos agentes fiscaes as dentis provin-
cias, promovero o andamento dos inventarios a
?ue ahi se proceder, quando a fazenda nacional
or interessada pela laxa, sendo os referidos agen-
tes fiscaes citados e ouvidos, como fica dsposlo
no art. 9.
Art. 48. Ao administrador da recebedoria in-
cumbe igualmente promover a cobranga da taxa,
dando ao procurador da fazenda e directora
geral das rendas todes os esclarecimentos sobre
o 1 ao ortigo antecedente dever aconipanhar
8 1. Escriptura, ou escripto particular, d'onde
conste que os estatutos foram aceilos ou appro-
vados por um numero de subscriptores de ae-
goes que representem pelo menos metade do ca-
pital social.
2. A relago dos subscriptores, na qual se
dever mencionar os seus nomes, prosses,
domicilio ou residencia.
3. Os pedidos por escripto dos subscriptores
que nao liverem assignado as escripturas, ou es-
cripias de que trata o 1 com as declarages
exigidas no 2.
Art. 5. Na escriptura de associago ou nos es-
tatutos se devero menciouar :
1. 0 nome, naluralidade, profisso e domici-
oraissoes ou fallas commeltidas de que tiver no- lio dos oulorgaoles ou subscriptores de aegoes.
1 Os juizes ordenaro, quando os escrives
o nao lenham feito, essa remessa, sob as penas
do paragrapho nnico do art. 29.
2. Em quanto nao constar do processo que
esta formalidade foi preenchida, nao se poder,
sob as penas deste artigo, julgar a partilha, extra-
hir formaes, certides de quinhdes, nem passar
ou aceitar quitagoes judiciaes. (Arts. 11 do pre-
sente regulamenlo, 19 do citado regulamento de
1812, e 4 do regulamento de 4 de junho de 18(5).
Art. 33. No principio de cada trimestre a di-
rectora geral do contencioso remetiera ao pro-
curador dos feitos nm extracto da inscripgao que
se tiver feito no trimestre anterior na recebedo-
ria do municipio, para proceder Ss diligencias
que Ihe incumbe o presente regulamento. (Art.
5 do regulamento de 4 de junho de 1845).
Art. 34. A cobrancas das laxas devidas de he-
rangas j inventariadas c partilhadas ser pro-
movida pelos meios executlvos, vista de cer-
tides extrahida na conformidade das leis em
vigor, depois de inscripta a divida nos livros
competentes do thesouro nacional. (Art. 11 do
citado regulamento de 1842, e art. 9." do citado
regulamento de 1845).
Art. 35. Os usufructuarios actualmente sujei-
tos laxa podero pagar o imposto sobre o usu-
fructo na forma do art. 13, requerendo-o ao juiz
do inventario, com andiencia do procarador da
fazenda.
Art. 36. O usufructuarios podero pagar a taxa
por nma vez smente, na forma do art. 14, em
qualquer lempo, anda mesmo depois de abortas
as contas de usufructo na recebedoria do mu-
nicipio, nao devendo porem levar-se-lbes em
conta o imposto em divida.
Art. 37. A cobranga da taxa do usufructo, no
caso em que se tiver aberto a conta na recebe-
doria do municipio aos herdeiros e legatarios fia-
ra paga-la em prestagoes annuaes, ser realiza-
da boca do cofre, no mez de junho de cada
anno, annunciando-se este prazo por editaes
com a necessara antecipago.
Art. 38. Nenhuma conta de taxa de usufructo
aberta na recebedoria do municipio se poder
fechar a requerimento dos herdeiros ou legata-
rios sem que estes proven) achar-se exincto|o
usufructo, mediante medanle declarago da au-
loridade judicial no inventario respectivo, que
nao ser feila sem mostrar-se pago o imposto
vencido al extinegao do mesmo usufructo
CAPITULO 1T.
Disposicois geraes.
Arl. 39. A taxa daa herancas e legados reca-
he sobre lados os bens, qualquer que seja a sua
natureza, movis, semoventes ou iramoveis, di-
reitos e aegoes, comprehendidos os ttulos de
fundos pblicos ou aegoes de companhias ou so*
ciedades estrangeiris, comante que lenham per-
tencido ao defunto no momento da sai morle.
nico. ExeepUo-se da disposigo deste ar-
tigo os bens immoveis, movis e semoventes,
situados em paiz estrangeiro.
Art. 40. Sao comprehendidos as diaposlge
do presente regulamenlo para o pagamento da
2. O lugar onde deve funecionar a compa-
nhia.
3.
4.
5o
6.
7:
ticia pelos livros da inscripgao e por qualquer
outro meio ao seu alcance.
Art. 49. Ao juro da mora de que tratam os
arts. 24 e 25 ficam sujeitos os que deverem taxa
de herangas, cuja partilha tiver sido julgada an-
tes da publicago deste regulamento, se nao rea-
lisarera o pagamento no praso de sessenta das,
contado da publicago do presente regulamento.
nico. Esta disposigo nao applicavel ao
caso era que se liverem adjudicado bens fazen-
da, nao sendo dinheiro, na forma do art. 5 do
regulamentj de 28 de abril de 1842, salvo se os
devedores preferirem pagar a taxa, para Ihe se-
rem adjudicados os mesmos bens, marcando-se-
lhes para esse fim o novo prazo de dez das.
Art. 50. Aos actuaes devedores da taxa da d-
cima de herangas e legados, se no prazo que for
marcado pelo ministro da fazenda expoolaoea- races da adralnistrago.
mente se apresentarem recebedoria do munici- 11. Os poderes reservados
po para solveren) sena dbitos, poder o mes-
mo ministra conceder um abatiraento nunca
maior da importancia do juro legal, deixando de
abonar-se nesle caso a porcentagem marcada no
art. 44. |
Art. 51. As quesles que se levantaren) era
juizo ou perante as repartid-oes de fazenda res-'
peito da obrigago, applicago, isengo, arreca- necessarimnle operar a dissolugao dacompa-
dago e restituigo do imposto da laxa de heran-| nhla ou sociedade anonyma, na forma do art.
gas e legados, e bem assim as multas commina- 36, n. 3.
14. As pocas em que se devem organisar e
1 apresentar os inventarios e batneos da corapa-
1 nhia, nao podendo deixar de veritlcar-so pelo
1 menos urna vez em cada anno, e as formalidades
' com que tem de serem revistos e approvados pela
Seu fim, objecto ou operages.
Sua denominago.
O tempo de sua durago.
O capital social.
O numero de aeges, ou de suas fraeges
(arl. 297 do cdigo do commercio) em que se
deve dividir o capital e a importancia de cada
urna.
8." A forma e prazos em que devem os ac-
cionistas fazer effectiva a importancia de suas ae-
ges.
9. O rgimen adminislrativo da companhia, a
organisago e escolhade seus membros.
10. As attribuiges do seus administradores, e
dos que lenham a seu cargo a inspecgo das ope-
assembla geral
dos accicnislas, e a poca de sua convocarlo, nao
podendo deixar de verificar-se pelo menos urna
vez cada anno.
12. A forraago do fundo de reserva, e a parte
que annualraeote ha de separar se dos lucros l-
quidos da companhia para conslitui-lo.
13. A porgo do capital social cuja perda deva
das nesle regulamento, sao da exclusiva compe-
tencia da autoridade administrativa (decreto n.
2,343 de 29 de Janeiro de 1859 art. 3 1 e 25),
pertencendo julgamento das mesmaa quesles,
bem cmo a imposicSo das mullas, recebedoria
do municipio, nos termos do regulamento n.
2,551 de 17 de margo deste anno.
nico. As multas em que incorrerem os jui-
zes, na forma do presente regulamento, sero
impostas pelo ministro da fazenda, vista da par-
ticipado ou provada falta, ou negligencia, com
recurso para o conselho de estado, na forma do
regulamento de 5 de fevereiro de 1842.
Art. 52. Para a imposigo das multas dos al-
vars de 17 do junhp de 1809 13, e de 2 de ou-
tubro do 1811, admittir-se-ho denuncias peran-
te as repartieres fiscaes e o procurador da fazen-
da ou aeu ajudanle, sendo o producto das mes-
mas multas distribuido entre o denunciante e a
fazenda nacional, na forma estabelecida as dis-
posigdes citadas.
A rt. 53. Ficam revogadas as disposiges em
contrario.
Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 1860. An-
gelo Moniz da Silva Ferrax.
Decreto n 2,711 de 19 ie dezembro de 1860.
Contm diversas disposiges sobre a creago e
organisago dos bancos, companhias, socieda-
des anonymas e outras, e proroga por mais 4
mezes o prazo marcado pelo art. 1 do decreto
n. 2,686 de 10 de novembro do correte
anno.
Hei por bem, para boa execugo do art. 1 8,
i. SL 99 1 2,8. 4, 5, 6, 7, 10, 11, 12, 13.14,
15, 4*17^8,19,20 6 22, e arta.' 6 e l da lei
assembla dos accionistas.
15. A forma e lempo em que tem de fazer-se
a distribuigo de dividendos aos accionistas, guar-
dada a disposigo do art. 1, 8 da lei o. 1,083 de
22 de agosto de 1860.
16. Exprcssa mengo das disposiges dos
10,11, 12, e 13 do art. 2 da lei n. 1,083 de 22 de
agosto de 1860.
17. Expresas condigao de que: 1, o fundo de
reserva exclusivamente destinado para fazer face
s perdas do capital social, ou para substitoi-lo ;
2o, nao se poder fazer distribuigo de dividendos
emquanto o capital social, desfalcado em virtide
de perdas, nao for integralmente reslabelecido ;
3o, os accionistas sao responsaveis pelo valor das
acees que lhes forem distribuidas.
18. O modo da liquidago.
Art. 6. E'nullo ede nenhum effelo todo o
accordo, ou contrato, clausula, ou condigao oc-
culta, contraria s clausulas ou condiges cou-
das nos estatutos oa escriptura de associago ap-
provados, ou, artigo adeional, que nio tiver sido
approvado (art. 302 do cdigo do commercio).
Os infractores incorrero as penas do art. 2,
1 e 4 da lei n. 1,083 de 22 de agosto de
Art. 7. As cartas de pedidos de aeges abrigara
os subscriptores a fazerem effectiva a importancia
das mesmas aeges na forma proscripta na es-
criptura de associago ou nos estatutos, se estes
forem approvados, e conlero os requisitos exigi-
dos pelo art. 3, 2.
Oa pcomotpre ou fundadoras de companhias
sero responsaveis pela authenticidade das suba
cripges, para considerarse preenchido o nume-
ro de aeges que se requeren), afim de que pos-
sam constiiuir-se as mesmas companhias.
Art. 8._ Os requermenlos para concesso de
autorisago ou approvago dos estatutos eu es-
criptura de associago deque tratam os arts. 3 e
4 sero dirigidos so governo ou ao corpo legis-
lativo por intermedio do presidente da respectiva,
provincia, onde a creago deva ter lugar, ou di--
rectamente apresentados na eecrofaria de estado
dos negocios da fazenda.
No primeiro caso o presidente da provincia, de-
pois dos exames e informages que julgar conve-
nientes, os remetiera respectiva secretaria,
acorapanhados das informages e esclarecimen-
tos qne tiver colhid ou puder fornecer.
RecebHos na competente secretara os referidos
requermenlos, sero em todo ocaso Submellidos.
ao exame e consulta da secgo de fazenda do
conselho do estado, e a qualquer outra que o mi-
nisterio da fazenda julgar conveniente.
Arl. 9. O exaraa de que traa o artigo antece-
dente versar principalmente sobre os soguinles
pontos :
1." Se o objecto ou fim da companhia ou
sociedade anonvma licito e de ulilidade pu-
blica. r
2." Se a creago pedida opportuna e do xito
provavel.
3." Se o capital marcado nos estatutos bas-
tante para o objecto da empreza; se est convenien-
temente garantida a sua realizago, ese as pocas
estabelecidas para as suas entradas esto combi-
nadas de maneira que a caixa social se ache suf-
ficientemcnle provida para acudir s suas ob-
gages.
4." Se os estatutos ou a escriptura da associa--
go (no caso de sua apreseolago), ou as bases so-
bre que se fundar o pedido de autorisago, es-
to de accordo com o presente decreto e mais
disposiges em vigor, e se sao convenientes e-ra-
zoaveis.
5. Se o rgimen adminislrativo da compa-
nhia offerece ai garantas moraes, idispensa-
veis, para o crdito da empreza e seguranga dos
interesses dos accionistas e do publico.
6. Se as disposiges relativas preslago de
contas, diviso dos lucros, formago do fundo de
reserva, e aos direilos e interesses dos accionis-
tas e era geral s suas operages sao sufficien-
tes para inspirar conQanga aos interessado e ao
publico.
1." A secgo, ou secgoes do conselho de es-
tado, depois dos exames e informages que jul-
garem necessarias, daro seu parecer sobre os
pontos consultados, e quaesquer outros que Ihe
parecerem convenientes, indicando as alterages
e addlamentos que convm fazer aos estatutos,
ou escriptura ou bases de associago.
2. Resol7ida a consulta, se dar della co-
nhecimenta s parles inieressadas.
Art. 10. Sea autorisago dos estatutosdepender
do corpo legislativo, ser a consulta com todos
os documentos reroettida acamara dos deputados
na forma do art. 2, 3 da lei de 22 de agosto de
1860.
Art. 11. Concedida a autorisago solicitada,
ou a approvago dos estatuios ou escriptura de
associago na forma dos artigos solecedentos, e
adoptados pelas partes inieressadas as alterages
ou addlamentos exigidos (se os houver), vista
do competente decreto de approvago se passa-
ro as cartas de autorisago ou de approvago,
ou conj ueta mente de autorisago e approva-
go dos estatutos, conforme as hypotheses do
arl. 2.
Arl. 12. No decreto de approvago se marcar
caso nos respectivos estatutos ou escriptura se
nao tiver determnalo:
1. Os presos em gue : Io, se dever concluir a
distribuigo das aegoes que restarem poremillir;
2o, os accionistas devem fazer a primeira entrada
do valor nominal de cada acgo ou fraego de sc-
go ; 3o, as eperages devem comegar.
2. O quanttativo das entradas do capital e o
mnimo necessario para que isoperages lenham
comego.
3. A clausula do se julgar caduca a autorisa-
go, se nos prazos marcados se nao effectuar a
distribuigo das aeges restantes, se nao se Qzer
a 1* entrada de seu valor, e nao coraegarem as
operages, e a de ser cassada a autorisago em
todos os casos de infraego do arl. 2 7 da lei n.
1,083 de 22 de agosto de 1860, e'quaesquer ou-
tras que forem convenientes para garantir os in-
teresses dos accionistas e do publico.
CAPITULO II.
Do registro da carta de aulorisagiio e dos esta-
tutos dos bancos e sua publicago.
Arl. 13. A carta da approvago dos estatutos,
assim como os mesmos estatutos ou escriplura
de associago, sero registrados e publicados pelo
menos 60 das antes do comego das operaces,
sob as penas do art. 7* da lei n. 1,083 de 22 de,
agosto de 1660.
Io. O registro ter lugar no tribunal ou na
conservatoria do commercio de cada provincia,,
ou disiricto ora que se houver de eatabelecer o
banco, suas caixas filiaes ou agencias (arl. 301 do-,
cdigo do commercio e regulamento n. 1,597 do-
Io de maio de 1855. arl. 12 3o).
2o. A publicagdo ser feita pelos interessa-
dos e sua cusa nos peridicos em que se pn- .
blicam os actos officiaes, e na falla destes no de
maior circulago da sede do tribunal ou da con-
servatoria em que o registro livor lugar. Alm,
desta publicago, por annuncios insertos nos de-
ntis peridicos, se dar aviso ao publico da exis-
tencia do banco, indicando-se a data e o numero
do peridico que houver feito a publicago de
que trata o presente artigo, e bem assim o nume-
ro e folha do livro de registro era que tiver sido-
langado, ou o numero e data do seu deposito na
forma do artigo seguinte.
Art. 14. O registro peder ser substituido, se-
os presidentes dos Iribunaes do commercio ouv
conservadores o julgarem conveniente para eco-
noma da respectiva secretaria e rapidez de seu
expediente, pela entrega ou deposito de um ejem-
plar, ou copia authenlica das cartas de autorisa-
go, approvago de estatutos.
Para este fim o empregado competente, depois
de verificar que o exemplar ou instrumento me-
rece f, numerar e rubricar suas tolhas, e ln-
gara a competente nota na ultima dellas da con-
ferencia do numero das mesmas e de estarera ru-
bricadas, e do numero da entrega que ser de-
terminado pela ordem de aaligoidade de sua apre-
sentacao, cuja data se mencionar.
Estas copias ou exemplares sero emmassadas
por sua ordem, e no fim de cada semestre ou
anno encadernadas, precedidas de um ndice quo
facilite a sua busca.
Feila a entrega ou deposito oestes termos, se-
dar parle ceriidio da mesma, mencionndo-
se sea numero data para os fins requeridos no-
presente decreto.
Art. 15. A vista da certido do registre, da en-
trega ou deposito e da publicago dos estatutos o
de documento que prava a realisago da parte do
capital de que trata o art. 12, o ministro da fa-
zenda na corle, e os respectivos prndenles oas
provincias declararo constituido o banco e o
communicaro ao presdeme do tribunal do
commercio, ou conservador da provincia da sede
da companhia ou de toas caixss filiaes, par
que este o faca publico. Depois do que, os ac-
cionistas,: na formo dos estatuios, se reunir"


w 1MIM 02.3*11 M ?I Ml
*-. ;
11ARK) DB fERHiMBUCO. SABBADO 19 f JANEIRO DE 1861.
para a nemeaco da odminislraco ou directora I sempre proporcional ao cejoputo da pensao ou
da companhia. lcap*a|, ca pVobabilidade do daracao dos coutri-
Arv. 1 Os membros d.a dmintslracac- pao p.o-1 b.u.jntes Mi sea idade, o tempo da durac.ao
dero enirar em exercicio sera a^i tenham pros- i eontribuifao, raod
tado acauco marcada nos respectivos estatuios.
Arl. 17. Emtanlo o go rento liaTTTecTaar
COIiStlLkiaMtOi Cauco, r I Mil fllj-1 Oll_flSfc/lCI_il0J-
te. r.nodcta-cnittir. e&^ualejaieTprclesla,
titule algum.csuieila, promessu dueeajiies ou de-
clacjajn> do aual.utr natutcM fuo ajeea* cetliA-
aalidede de accionisaa--e alada depois e
lida, sttes aeces io serse igociVe,
fler. ate ruladas sean ajo* Coteja reattaa-
Juarto-'deseu. laior. ..
aecia-ans diapesicAea 4a presea te artigo
d^LIB*r >npot(o d muela de l:Mw*Mt a
o:0IQ|S eos que emitiwea. Irawse riles, oegecia-
reai ou cataren! aceden taes companhias ou
sociedades, ou sob qualquer pretexto lomarem
parte -em seos acto ou lrascees, aleo das
rais pena sern que incorrerem eai virluee da le-
gislaco eui vigor.
CAPITULI tu.
Da prorogaco ou renvac-ao do prazo de dura-
cao, reformas e alteracdes dos estatuios, ou
escripturas de associacao de bancos.
modo e prazos de sua realisa-
coo ou percepcie, e a* penas em que devem in-
correr os remissos ou omissos.
*" .iwparijnqia^a aensan ou capital, e
*. 6 euaprege do fonda do moute-pio.
5. O do e coadcoo da noateeco ou
gibilidede do seus aseanbros, envenda a no)
cao de sea proeidenle ser feita pelo governo na
corto o Batee ftestdMtos nao pro*iocios. a reca-
lnr em ur m memeces do edriiiiiietraco.
Art. 30. Rio poderlo aer reputados raoates-
pioa: as sociedades da seguros de vida de, qaat-
qoalqaer aapecie ; a* lootraes e outras quaes-
'l'ier saciedades que ten ha* por flrn
^1
laoUrV
companhia ou sociedade nao fdr
tiluida na Corma do art. 15, ou Dio'
da, e sens estatutos ou escriptura dfc
approvados, registrados e publicadds*_
cm que na forma do presente decretjt
necessaria semelhanle declararlo.
de indiroctameata promover, agraciare re,
teniarem por qaaalquer iitdte>seu w| a crea- negocio da a
que ten ha* por flm a reearli-
|rao dos lucros.por meio da sorte^eautorisacao I__2.^ Os socios que aulorjsarem ou approvarera
'para sua creacfto ou organisacao e eppTovaeee o*-ctoa doa IoJuiu*iug-a qua traa a ^peragra
do seus estatutos sero impetrados do governo "
imperial na forma da legislacao em vigor.
curwuie vm.
Das sociedades de soccorros mutuos.
Art. 31. As sociedades do soccorros mutuos
tero unicamento por objecto prestar auxilios
Art. 18. Na prorogaefio ou rrnovaro do prazo temporarios aog seos respectivos, socios Hectivos
i Alala em ii/\ K *n nku n > a f. v afci a n ^ 1 t. > r > un .. ^ .1_____r____? j t '__- i
de duracae dos bancos e uas reformas ou altera-
rles de seus estatutos se observaros as disposi-
ces dos captulos antecedentes no q>ie lnes forern
appltraveis, sob as mesmas peuas d art. 2; gl
d* Je n. 1,08de 2 de.agesto de-tSSO ; ficai.do
dependentes da approvarao do poder legislativo
a prorogacSo ou renovar o de praao dos bancos
de tiriuiaeao esieteuies, ou de suas caixas Qliaes
qaw e.-tiu-re/ii as circurastanciaa do arl. Io,
Io, n. 2 e as alieracues ou reformas de seus es-
tatutos.
'GAVITULO IV.
Dos montes de pieiade ou de^oecorro.
Arl. 19. As disposicoes dos arts. Io, 2*, 3o, S
\\V, arts. 4*. 5,.6o. 7o, 8. 9. 12. 13. 14.
15,17 e 1,8 do presente decreto flcam extensivas
aos mentes' de succorro, oo de pi-dade, no que
lheg furem applicaveis.
Ait. 20. Os montos de sccorro creados em
Tirtude da !ei n 1,083 de 22 de agosto
rentfi anno nao podero fazer outras operacoe*
srrao a do emprestamos de dinheiro sobre perillo-
res, pela laxa do juro que o governo annualmeu-
te fixar e a prazo nunca maior de nove mezes
Os fundos dstes ostabelecimentos para tal fim
poderao consistir no producto de subscripgdes,
doaces e legados de particulares, ou poderao
nos casos do enfermidade ou inutilisaco do ser-
vio, e occorrer, no caso de seu fallecimeuto, s
despezas do seu funeral.
Art. 32. Os estatutos de uras sociedade de
ooeeoffoo mutue* deirem conter e mencionar,
ajm do que requer o art. 19 na parle que Ibes
for applicavel:
1. As condicoes de admissao, exduso ou eli-
minacao dos socios e numero desles.
2 o Os casos em que os.soccorros devem ser
prestados, o modo de sua prestarlo, o respectivo
quanlitalivo e&ua fiscalisaco.
3. A importancia de cada conlribuico ou co-
lisago, as pocas em que deverao ter lugar., o
modo da sua porcopro ou arreoada^o, e os pe-
nas era que devem incorrer os remissos ou mo-
rosos.
4 O emprego do fundo sociaL
5.9 O modo deaua administraba o, e as condi-
:or- -8S ds 0(,ro08?ao ** elegibilidado de seus mem-
bros, dovendo o presidente ser noroeado pelo go-
verno na corle, e pelos presidentes as provin-
cias.
------------------
ja 1825 S .rt. Ib
*..$ Io da
fW*toaM,
re>
gelo
se
i.mi
' r**M IITIXI m
do cdigo do comraercio, e
d. 1,083 de 22 de agosto do
Iquer que teoha sido a poca
organisagao.
revogadas as disposicoes em
ou organaaa anoBjrmaa ssim civis
eaias ftaea a agencias.
ia, aa socieda-i
tis.
ade qaaaV Pal
thasouta aaci
faca execuUr.
a na i|n ^B^k a 1
quer soewdadeaei Qrma aaotal ald^raxa^o1ki860
mandatarios, anda quo aa|| beaefleente. ou Um
entra rom em eperagoes atea da ippfovaceo e
seus estatntoa. noa lermed da lei a. 1,(183 de %t
de agosto de 1860.
CAPITULO IX.
Das associat;oes religiosas e polticas, e oulrat.
Art. 33. As irmand indes, corporales de mi
ser ornecidos poromprestimo doj(overao,'qeM- ?'_UV ? oulr38 oeiacoes religiosa <
do este o julgar conveniente, pola Importancia
depositada nos cofres pblicos, ou por particula-
res a titulo benfico ou oneroso.
Art. 21, Os lucros realisados pelos referidos
motiles de socCorro, deduzidos os juros dos U\a
dos fornecidos por eluprc^l^mo a f/ma do ar-
tigo antecedente, farn parte de seu capital; 0
logo que esto seja suflkienle para suas'opera-
coes, poderan ser applicados aonualmenie is des-
peras dos eslabolecimentos pios que o governo
designar.
Art. 22. Os muios de sccorro creados em
Tfrtude da referida le n 1^083 de 22 de agosto
de 1860 poderao aceitar doaces c legados.
Ait. 23. No caso do dissuluco do um monto
de piedade ou deseccorro, parte de seu capi-
tal, proveniente de doaces, legados e do imposto
das lolerias_ na forma do art. 8".'45 da lelo.
1,114 de 27 de setembro do correntc anno, ser
recolhida nos cofres pblicos at que o governo
lhe d outro deslino de conformidade com a re-
ferida lei n. 1,083.
CAF1TVL0 V.
Das caixas econmicas.
Art. 21. As disposicoes do3 afU. 1., 2., 3.,
4.. 5., 6., 7., 8, 9.. 11., 1-2.. 13., 14., 15.,
17. e 18. do presente decreto ficam igualmente
extensivas s caixas econmicas que forero crea-
das em vrtude da lei o. 1.083 de 22 de agoste
docorrenta anno, no que Ihes forera applicaveis.
1. As referidas ciias econmicas, como es-
tabelecimentos de beneficencia, sero dirigidas e
administradas gratuitamente por directores no-
meados pelo governo ; n os bous servigas por es-
tes prestados 3erao reputados relevantes em qual-
quer occasiao, e para qualqucr flm.
S 2 Us directores podero sr propostos pelos
instituidores ou depositante?, e alm desses ftic-
cionarios, poder haver urna cemmissao fiscal es-
collvida lelos mesmos deposilantes.
Art. 25. As caixas econmicas nao poderlo
facer uutra operacao que nao seja a de reeeber a
premio seinanaWnente valores nao excedentes a
50S0O por cada depositante. As quantias depo-
sitadas na niesma ou em diirerente caixa por um
mesmo iodividuo, e quer por accumulacio eu
por qualquer ontro motivo excederem o computo
do 4:0(0J, nao vencero juros.
Arl 20. A importancia dos dinbeiros recebi-
dos ou depositados as csixas econmicas ser
semanariamente entregue aos cofres do thescu-
io, ou aos da eslavo fiscal, ou estabelecimeMo
que o ministro da faenda designar, sem distinc-
cio de depositantes, e escripturada em cunta cor-
ronle, devendo a sua retirada oporar-se pela sim-
ples requisicao dos respectivos direetores ou ad-
ministradores.
Os juras sero semestralaverto accumulados,
na forma do g 10 do art. 2." da referida lei
n. 1,083.
Esta disposicao extensiva s caixas economi<-
cas que aclualmenle funecionam com autofisa-
;jo do governo, aos montes pios e sociedades de
soccorros muluos, que o requererom.
CM'ITILO vi.
fa crsarao e organisaco de companhias e so-
ciedades de toda e qualquer qnalidade sem
firma social, administradas por mandatarios,
aindo que sejam beneficentes, nao comptthen-
didas ii.s disposicoes dos capitulas antece-
dentes.
Art. 27. As disposicoes dos caps. Io, 2o e 3o
do presente decreto flem extensivas no que Ibes
forem applicaveis, s companhias e sociedades
de toda e qualquer qualidade. sem lirma social,
administradas por mandatarios, observando-6e
todava as seguinles regras :
J. A aulorisar;ao e approvajo dea estatutos
das companhias que omprehenderem a eonstruc-
o de estradas do ferro e canaes do navegado
que servirem a roais de urna provincia, uas re-1
formas, modificaces on alterarles e prorogsciio
de prazo do durogo ficam dependentes do po-
der legislativo, e sero impetradas nos termos
proscriptos p^los orts. 2o, 3* segoinles.
2J" O exame de que tratam os arts.'8. e9.-
se eslender aos seguinles ponlcisr
4. Se o flm social -eootrario aeebons'oes-
tumes.
cam extensivas as disposicoes dos arts. 1.", '2,,
3.". 4.. 5.-, 6.,.. 9., 11. 12, 13. 1., W e
Js7, n. 2,ni parle que Ibes dr applicavel, preee-
dendo api.rovar;ao do ordinario na parto espiri-
jlual. coourme o art. 11 da lei de 22 de se te maro
do 1828, silva a disposicao da lei de 12 de agosto
do 1884, arl. 10, 10.
1." A respeilo das que se crearem ou organi-
sarem as provincias paro autorisaco ou appro-
va^o dos seus estttulus ou compromissos, se
^bservar e que estiverou fflr rogulado na legis-
laco peculiar de cada provincia dentro dos limi-
tes marcados pela lei de 12 de agosto de 1834,
arl- 4" 10 e mai 'egislacao em vigor.
2." O registro exigido pelo o arl. 13 1. ser
feto no competente jmzo da provedoria.
3 A disposicao do 1.
comprebende as
associacoes pulilicas, nos termos do art. 10, 8 10
da lei de 12 de agosto de 1834.
Art. 31. Em toda e qualquer hypolncso ae
as autoridades policiaes observaro o disposlo
nos arts. 282, 283 e 281 do cdigo penal, a res-
peilo das sociedades secretas, na parle que nao
for opposla s disposicoes da lei n. 1,083 de 22
de agosto de 1860 e do presento decreto.
CAPITULO X.
Da dissoluro dos bancos e ostras companhias e
sociedades anonymas.
Art. 35. A dissolueao dos bancos e oulras
companhias e sociedades anonymas, suas caixas
liiiaes, e ageneias autorisadas e com estatutos
approvados pelo governo lera lugar :
1." Expirando o praso de sua duracao, se nao
tur renovado ou prorugado, ou o de sua proroga-
co ou renovaco.
2. Por fallencia ou quebra.
3." Mostran Jo-se qo a companhia nao pode
preeucher o seu (im art. 295 do cdigo docora-
merciq), ou por perda inleifa. ou do dous tercos
do seu capital se menor limite nao liver sido mar-
cado pelos respectivos estatutos, e o seu fundo
de reserva nao eobrir ou indemnisar a mesma
perda.
4. Prorada a mpnssibilidade de ser precnclii-
do, ou por insufflciencia do capital, ou por qual-
quer outra causa, o intento e fim social.
5. No caso de ullrapasrar o circulo do suas
operacoes trfado pelos seus estatutos, ou de
serem dirigidos de um modo contrario s con-
dicoes e regras por elles establecidas, ou pela
lei n. 1.083 do 2 de agosto de 1860.
Ar. 36. A disBolurao se pode operar em qual-
quer poca e em qualquer hypothcse, antes da
expiraeso do praso ae urtjjo marcado pelos
vep bla geral dos accionistas, na rm'a dos mesmos
estatutos, ou por'mutuo conselho dos socios,
observando-se as disposieos do arl. 338 do c-
digo do commercio, e do'art. 58. n. 5, do regu-
lamenlo n. 738 de 25 de novembro de 1830, oa
judicialmente nos casos previstos pelo artigo
antecedente, ns. 2. 3 e 4, a requerimento de
qualquer dos accionistas, e finilmente por ser
cassada a aotorisir;,io, no caso de violaco dos
estatutos e da citada lei n. 1,083.
Art. 37. Para ser cassada a autorisaeo,
pbo antecedente, oo tomarem parte as delibe-
rarles, direcao ou gerencia daa/eompanhias ou
sociedades em taes circumstanclas, os quaes
serio- ueste ponto c pora lal fia equiparadn aos
socios de sociedade em nomo coljccti*o.
'.>.a_EsU responsabilidade comprehen,de 8
obrigjcoes: 1., de pagamento das murtas que
forem impostas na eonformidade do arl. 2.. SS
l'\>7- e 8- d* *; de 22 de agnaio
de 1860, e do presente.decreto .no parle quo for
correspondente ; 2.% de restituicjko de quaesquor
qaantias, premios o quaesquer inieresses recei-
dos por promessas de acedes, on entra- qnaiquer
transago ou 'contrato a que d lugar o projecio
de creagao do de organisaco de companhias.
sociedades, caixas fllites ou agencias nao aulu-
risadas nostermos da citada lei.
2.* Depois de declarada pela autoridade
compleme na firma do art. 15, constituida um
compannia ou sociedade anonyma, ou depois de
autorisada e approrados, registrados ou publica-
dos os seus 'estatutos nos casos em que essa dc-
ctaraQao na forma do presente decreto nao ne-
cessario, serdo nicamente responsa veis os socios
pelo va|or de suas aeces, ou pelo interesse por
que se houverera compromettido e os seus admi-
nistradores, directores, on gerentes pela- exern-
gao do mandato. (Art. 298 e 299 do cdigo do
commercio.)
CAPITUL XII
Disposicoes communs aos bancos e oulrasl com.-
panhias e sociedades.
Art. 42. S6 podero fazer parte das dividendos
dos bancos e outras companhias, ou sociedades
anonymas de qualquer natuieza, os lucros lqui-
dos provenientes de operacoes ofTeclivameole
concluidas no respectivo semestre.
Esta disposi;iio comprehendo as companhias
o sociedades anonymas que actualmanie fune-
cionam.
Art. 43. E' n ulla a sociedade ou companhia em
que se estipular que a lolalidade dos lucros per-
lenca i um s dos associados, ou em que algura
seja. excluido, e a que desonerar do toda a con-
lribuico as perdas as sommaa ou effeilos en-
trados por uro ou mais socios para o, fundo social
(art. 88 do cdigo do commario).
Art. 44. Os socios devem entrar para o fundo
social eom as quolas e contingentes que se
obrigarem, nos prazos e pela forma que se esi-
pular no coulraio.
O que deixar de oazer responder sociedade
ou companhia pelo damno emergente da mora
se o contingente nao consistir em dinheiro ;
consisliodo em dinheiro, pagar por indemniaa-
Qao o juro legal sement (art 289 do cdigo
commercial), se outra causa nao fr estipulada
uos estatutos, ou escriptura de assciago.
Iva Ferrf^^^aaaii.cons
io, presiM i Bn*
e secretasto daastado dos
e presidente da. MpanaA da
assira o lenhataataadlda o
10w jfffflJant50' ** ?8?* Pr Ando, pelaaaal Sua
' T^ *W*Pendencia e da ia.-riax radvr hauve por ba>,-J
a rubrica da f. M.
dafani da Silva, Ftnraz.
lmp.oraddr. toaao
, c Expediente io dia 16 de Janeiro de 1861.
Offlcio ao Exm. presidente do Maranhio.-*-Pas-
10 s maos.de V. Exc, para ter a convenieate
destino, a f de officio do lenle do 5 balalho
de infantaria Leonardo Luciano de Campos, que
egue hojo para essa provincia no vapor Tt-
eanttn. ,
. Dito ao cemmandante das armas.Determi-
nando o Exm. Sr. ministro da guerra em aviso
de 26 de dezembro ultimo que siga para a corte
aum de ir reunir-se ao coepo de guaroicao de S.
laulo o soldado Firmino Antonio- Mariano, que
sendo dtrS tratattio de infantaria engaju se
com destino aquello corpo dasde 27 do outubro
do anno prximo passado ; assim o communico
V. S. para ter execooao.
Dito ao mesmo.Para curoprimento do aviso
imperial de 28 de dezembro ultimo, sirra-se V.
S. de informar acerca do requerimento jooto em
que Minoel reretra de Jess pede a trsnsferon-
cia do soldado Manoel Pereira do Naseimeato,
que diz ser seu filho, da companhia de artfices
para o corpo de guarnicao da provincia do Cear.
Dilo ao mesmo.Paseo s naos do V. S. por
copia, para seu eonheoimento, aviso do 29 de
dezembro ultimo, em quo Exm. Sr. ministro
da guerra declara que a correspondencia desti-
nada reparticao a seu cargo deve ser enviada
por intermedio desta presidencia.
Dito ao comaiandaBte da estscio noval.Au-
tonso d V. 8. 4 consentir que o capito reforma-
do Joaquim Guiarte da Silra, v ao presidio de
Fernando no hule de guerra Rio Fomoso quan-
do para all partir.
Dito ao inspector do arsenal de marinba.A'
vista do que V. S. informen em offlcio n. 11,
datado de 15 do correte o autoriso 4 mandar
alistar na companhia do aprendtzes artfices desee
arsenal o. menor Joo, filho de Francisco Hibeiro
da Silva.
Dito ao commandanle superior de Garaiihut.
Para que eu possa solicitar do governo Impe-
rial as alteracoes que V. S., era officio de 25 de
novembro ultimo, declara serem oecessarios -
guarda nacional sob seu commando superior, faz-
se preciso que me remetta com a possivel brevi-
dade e de eonformidade com omodelo junto, um
raappa, no qual se demoostre a torca da guarda
nacional perlencente lista do ser vico- activo e
de reserva do cada um dos municipios dessa co-
marca.
Dilo ao cora mandante superior de Santo Anto.
Haja V. S. de mandar postar em frente da igre-
ja matriz da freguezia de Sanio Anio no da 27
do correte as 10 horas da manhaa urna guarda
de nonra, tirada de um dos corpos da guarda
| uacional sob seu commando superior, a flm de
Art. 45. As cornp.nhias ousocdadeVanony- 'If.u^ims.Vlm'!^!J***** a?MnPDbar B
mas sero administradas por mandatarios (socios1 s-5l!M,mo Sacramento em procissao.
ou nao socios), revogaveis pelas respectivas as-
2. So a companhia em por fim, ou tende mo-
nopolisar oo gneros de primeira necessidade, ou
qualquer ramo de commercio.
3. Se, no caso de constituir parte do capital
bens movis ou de raiz, o valor real destes se
acha devida e legitimamenle avaliado
I. A autorisarjao pprov4r-ao dos montes-
pios, das sociedades de sccorro mutuo*, e de
qualquer outra sociedade de boeBceocia'sob
forma anonyma ser concedida as provincias
pelos respectivos presidentes, medanle as for-
mlas requeridas pelos capitales antecedentes, e
observadas as disposicoes especiies des se-guin-
tes e qoaesquer oulras que no futuro forem esta-
belecidas em regulamenlos expedidos pelo go-
verno.
2. As sociedades scienlificas e lillerarjas
sob a forma anonynra podero impetrar aulri-
saco directamente do governo, on dos presi-
dentes as provincia?. ,
3. As associacoes e ordens religiosas a im-
pelraro do governo na corle, ou dos presidentes
as provincias, na forma dos caps. 9 e 13.
4." Os requerimentos em qualquer caso se-
ro dirigidos competenlo secretaria de estado
ou do governo da respectiva provincia nos casos
previstos pelos arligos antecedentes.
CAPITCLO Vil.
Dos inon'US'pioi.
Arl. 28. 0: montes-pios tero por fim a crea-
co de capilaes, ou de pensos ees beneficio dos
seus cor)ir*uiates. ou socios dorante a vejuine,
ou, Hihabilidado, .servido em vitUded moloo-
lia, ou de seus ascendentes o descefldeotes^fllkos
adoiUvQs; oa Jo oonjuces erilre si, e ppsjoas
da familia no caso de seu ff llecimento
jrt. 29,. Alm dos requisitos exigidos pelos
2M& a-\ai'.,5.v6.', 7.-,.r49.Mlif,r
1^ ,>2- earl,^8.-, na parte ene lhes Mr appli-
cavel, os estatuios de um montu-pio dsverio
conter os segaintes retmisUes:
, As condicoes da admissao dos soalribnia- ,
leif dosj.bfloefieiiaijosv waaxojuaan oueoian-i
it" 0 quactiUliro da caniriJruicao, qu sei
forma- do artigo anlecedenle, mlster: 1., au-
diencia do respectivo banco, caixa filial on agen-
cia, no praso que o gi>verno marcar ; 2., exame
e inquerito sobre o ponto ou arligos que forera
objecto de infraecio. por pessoas da escolha e
Confianca do governo.
1. No caso do violaco on inobservancia dos
estatutos e escriptura de associacao, oo> da lei o
1,083 de 22 de agosto de 1860 ser exclusivamen-
te fllha de actos dos directores, gerentes ou
administradores, s poder ser cassada a autori-
sacao se os actos conlrarios aos estaUtos ou lei
forem approvados, ou nao corrigidos, amiulla-
dos, au cassados pela assembla geral dos accio-
nistas, que pan isso ser extraordinariamente
convocada, dentro do termo de 15 das para dia
certo que nao poder exceder do praso de 20 dias
con lados, da data da con roca cao, pelos adminis-
tradores, directores ou gerentes, sob as ponas do
art. 7." da referida lei n.< 1,083 de 22 doagostto
de 1860, ou de sua recuse, ou nao reuniao depois
da convocaco.
3.* A convocaco no caso d recusa dos
adn^ir/islradores, ou de qualquer cco(a, pe-
der'ter lugar olueiamente pel ministro da fa-
zenda na corle, ou pelos presidcnle as provin-
cias, ou por pessoas para este flm por estes
especialmente aulorisadas.
Arl. 38. Em lodo o caso em quo a dissolueao
se deva operar, era vktude do art. 2 7. da
lei xt. 1.083- de 22 de agosto de 1860, en forma
do art. 39 n. 5, do presente decreto, poder o
govern previamente mirt.r um prono deoUo dp
qual um basco, sua caixa Tiliai, ou agencia entre
dent/o do circulo trabado pelos seus estatuios e
pela citada lei, e reparo quaesquer damoos que
de sua jfreco tenham dimanado, ou suspender
alguma ou afgumas facilidades que se lhe tenham
concedido, ou a pralica e exercicfo das operaqes
sobro que se tenha dado falta, infraeco, ou
abuse.
rl. 39. A drsoluijo no caso, previsto ns l-
tima parte do art.. 36*. do recosa, de nao coovo-
cacSQ ou de filta de reuoiao, se operar por
decreto do governo.
Para este fim os presidenles das provincias, e
sob as penas do arl. 7," da lei n. ,083, quaes-
quer autoridades judieiarias e administrativas,
.assim flseaes como policiaes, remeltecSo a com-'
.pctenle secretaria de estado os documentos e
informaces que foj^m necesarias, esob as mes-
mas penis participarao a existencia de quaesquer
^bancoe, caixas econmicas, montes desoccorroe
outras companhias e sociedades anonymas que
funeciosarem semaulorisacSd eapprovaco d
do presente
semblas geraes dos accionistas; nao pddendo
admilr-seque seus sdminislradores sejam per-
petuos, e substituidos por successao ou poj ou-
tro qualquer meio que nao seja a livre esculpa
dos accionistas (art. 295 do cdigo do commer-
cio].
capitulo xui
Dos bancos e outras companhias e sociedades
anonymas, suas caixas filiaes on ageneias, ou
asscia trangeiros que vieren estabelecer-st no Im-
perio.
Art. 46. As disposicoes do presente decreto
sao applicaveis aos bancos e outras companhias
o sociedades anonymas eslrangoiras, suas caixas
filiaes e agencias uue.so eslabelocerem no impe-
rio com as seguintes restriejaes :
1. Nao se poderao farer atteracfles nos estatu-
ios, ou esr.riplura de associacao approvados por
governo oslrangeiro, devendo simplesmente con-
ceder-se ou negarse a aulorisago.
2." As referidas caixas filiaes, ou agencias de
bancos, de companhias ou sociedades anonymas,
nos casos era que o gDverno julgar conveniente,
vista do seu objecto, ou da natureza de suas
operacoes, deverao ter um fundo de garanta no
imperio, nao obstante a responsabilidad das cai.-
xas malrizcs.
Art. 47. As associacoes astrangeiras beneficen-
te?. ou religiosas e suas filiaes, que se estabele-
rem no imperio ficam dependentes, sob as penas
do arl. 2o, Io da lei n. 1083 de 22 de agosto de
1860, de auiorisacao e approva?o Je seus esta-
tuios, compromissos ou regras que Impetraro do
governo imperial nos termos da mesma lei, e do
presente decreto.
CASITL'LO xit
Dos empresfirnos de governos estrangeiros e dis-
tribttico de
accoes de companhias estrangeiras.
Art. 48. Nenhuma subscripeo, dislribuico,
ou transferencia de acedes de companhias esla-
belecidas ou que se estabelecerem em paiz es-
trangeiro, sua cota cao e transferencia poder ter
lugar no imperio, sob as penas do 5. do ait. 2o
da lei n. 1,683 de 22 de agoste de 1860. sem pre-
via autorisac.no do governo imperial, quo ser
solicitada nos termos do cap. l.do presente de-
creto.
nico. Esto disposicao flca extensiva a pro-
moco de em prest mes cm favor do governo ou
companhias eslraogeiras e comprebende o arlo
da subscripgo, distribnicao, cotaeo ou transfe-
rencia de ttulos de divida..
Arl. 49. A carta de a uto risa cao, os estatutos,
os contratos ou condicoes de etnprestimos, serio -
registrados e publicados antes da abertura da'?a!
subscripgo, de qualquer acto de dislribuico de
accoes ou tilalo do sua cotacao ou transferencia.,
na forma do cap. .%.",- sob as penas- do ciado
art, 2, da lei ns 1,083.
Art, 50. Incorrer na* ponas dos arligos ante-
cedentestodo e qua,lquer individuo que em anal-
quer prega oo lugar do imperio : 1\ distribuir
accoes de semelhantes companhias e de sussoai-
Dilo ao commandanle superior (Jo Bonito.
Mande V. S. dissolver o destacamento da guar-
da nacional existente na cidde de Caruar, que
nesta data substituido por outro do corpo do po-
licia.UUiciou-se ao commandanle de polica
acerca da subsiiiuico do destacamento, e deu-se
sciencia ao chee de polica
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Mande V. pagar Albino Jos Ferreira da
Cunha os veneimeatos relativos ao mez do no-
vembro ultimo, dos guardas nacionses destaca-
dos re lugar denominado Duas Barras, em So-
rinhae.ro, urna vez que es leja nos termos lgaos
o prct junto em duplcala, que para esse fim me
foi remettido pelo commandanle superior da co-
marca do Rio Formoso com offlcio de 17 de de-
zembro prximo lindo.Communicou-se ao re-
ferido commandanle superior.
Dito ao nipsmo.Aporovo a deliberaco que
lomou o inspector da alfandega, conform parti-
cipou V. S. em oiTicio do 29 de dezembro uliimo,
que com o de V. S. de 8 deste mez me foi ro-
metlido porcpia, de considerar demiltides os
guardas Augustode Souza Magalhes, Diogo Bap~
lisia Fernandes, Marcelino dos Sanios Pinheiro,
e lito Avelino de Barros, pelo abandono que fi-
zeram de seus lugares, depois quo foram incor-
porados ooropanhia de guardas ltimamente
organisad em vidude do regulamento de 19 de
selerobr.ede.1860 ; o que para os devdos effeilos
communico V. S. em resposta ao seu citado
ollicio.
Dilo ao mesme.Estando dos torraos legaes
os documentos juntos em duplcala, mande V.
S. pagar ao sargento Marlioiano de Barros Bran-
co.no s os veneimeutos, relativos ao mez do
deaembro ultimo, do destacamento de guardas
nacionaes da villa da Escada, mas tambero a
quanlia de 3&90O ria. despendida naquelle
mez com o fornecimeolo de luz para o quarlel ds
mesmo destacamento, visto assim me haver ro-
quisitado o respectivo commandanle superior em
officio de 13 do corrente. Communicou-se
esto.
Dito ao mesmo.Transmuto V. S. para ter
a devida execucflo, copia do aviso de 24 de de-
zembro ultimo em que o Exm. Sr. ministro da
guerra determina que essa thesouraria proceda,
nos termos das nslrucces do, 21 de julho de
1857. respeilo do requerimento em que o ma-
jor Joo do Reg Barros FalcSo outros ofll-
ciaes pedirara pagamento de ai.uda decusto.
Dilo ao mesmo.Conslaudo-mo do aviso da
repartirlo do imperio de 5 deste mez que nessa
dati se expedir ordem ao engenbeiro fiscal, Dr.
Manoel Buarque do Macedo, para Ir a Babia
proceder nos exames que torern necessarios afioi
de resolver-se acerca das dissidencias que ha
entre o superintendente da estrada de/ferro da-
quella, pr9vincia e o respectivo engenbeiro fis-
roocio
da consi
do ore
auaclo dos repar
Bita ao juiz Je
io par copia v
deveaV
../de A.bu,uo-rqu-e. Tifc > W^tiS^
ou outro rmeressado, ou quando
dolas se chama a atienc
otada
ir. mm cori q-adirig.^rTKhoriSdeT-1
execucao a decreta da 21 da ezerabro
xas filiaes : S., promover em prestimos favor
de governos ou de companhias eslrangeiras ; 3a.
servir de intermediario em transaccoea sobre li-
tlos de governo ou companhia estrangeira, ou
desecos de taes eompsohia. .
CAPITULO XI.
Disposii-Ses geraes,
Art. ai. Os ministros con>pe|aiiM e os presi-
dentes dus provincias, por meio dos Hhu. doa
bancos, de commissoes .especiaos o,u de outros
agenles.de sua escolha, ppderjio proceder ordina-
riamente em pocas, carias, ou cxtraordinszia-
menle qundo osrvigo publico o exigir, quaes-
quer exames.nos livros, a cstabelecimentos dos
banco?, companhias ou .sociedades de que trata aj
Jei n. UWrMe. 23 de agosto de l?fiQ, e as sua*
adminwfrajofis, directorias ou, gorept^aa -,so
p0] devendo o mesmo doulor xegreesar para esta
toso que lenha concluido* sua misso j assim
o communico. V, S. para seu conhecmeplq.
Communicou-se ao' .superinlendete da estrada
de ferro desta provincia.,
Dijo so mesmo. Curamnico' V.^'pasa
scu'conhecimenQ, que em aviso.de 3de'ste mez
declarorme o Exm. Sr. ministro do jm pe rio ter
sidoi o'eageoheiro fiseal da eslrada.de ferro desta
provincia, Dr. ManoeJ Buarque de Macedo in-
cumbido na mesma dala de examinar por parte
do governo imperial nao s as obras da primei-
ra seccao da estrada de ferro do D. Pedro II,
como ludo que fr concernsnlo administraco
da mesma estrada.
Dito ao mesmo.TcansrniUo V. S. para os
convenientes exames, as duas olas inclusas,
as quaes eslo declaradas os medicamentos e
mais objectoaqoe tanda sido, condicionados em
un caixao.com, deslino enfermara do Ouri-
cury. foram corregidos, depois pharipacia do
hospital militar, beni cqmo os que se acharara
inulilisa'dos por se ter partido dentro do mesmo
caixo um vidro de acido splphurico.
Dilo ao mesmo.Aos negociantes Andrade &
Reg, mande V..S. pagar, estando nos termos le-
gaes os documentos juntos em duplcala, os ven-
por OM perdone i Antonio T
Feraira o resto do tMOff qalhe falta BeraTei:
fi.V.na de i<*"*s*o quo lhe roiiaa-
pia pelo jury desta comarca.
aowtieu-so tamben pac o mesmo effeite oa-
-L***!-19 4e-*ttl dala comroulando em 12
aonos do prisaa a peno de goles perpetuas impos-
ta por aquelle jury >0 reo Francisco Comes
Lima.
Dito. Autoriso o conselho administrativo
comprar para fornecimento do arsenal de guerra
os objectos mencionados no pedido incluso.
Corauuoicou-se thesouraria de fazenda.
Dilo. Aos Srs. Theotonlo Jos de Freitas
Francisco Jos Fernandes Gitir-na e Vicente Fer-
reira Padilha Clumby. Por ouTcio de 7 deste
mez communicaram Vmcs. esla presideocia que,
cencidos pelas vloleocias praiieadas pelo delega-
do de polica desse termo, havium suspendido os
;trabaHros da etejean de ehntores, i que entao se
proceda, at minha ulterior deliberaco.
Em 10 do corrente communicaram ainda Vmes.
que continuaran! sob a mesma coaeco, e que a
raaiorij da mesa parochial no dia seguinte ao da
suspensa dos respectivos trabalhos, presidida
pelo 1. sopplente doju^z de paz, tendo aberto a
urna, e apossando-se dos papis e'livros, nella
guardados, proseguir nos termos do processo
eleitoral.
Em vista de taes informaces providencie!, como
convinha, indicando que Vmcs. constituidos em
matoria, cnnlinnassem a elei^o assim suspensa
e adiada, e nesle sentido officiei minora, para
que aguardasse o dia designado para essa reuniao,
aflm de proseguir nos trabalhos com a precisa
legalidade.
Conslando-rhe, perra, agora por participares
otriciaes boje recebidas, quJVmcs. nao suspende-
rom, nem auiaram essa cleico, nos termos do
rt. 60 da lei do 19 de agosto de 1846, como afflr-
roaram em seus citados oloios, fazendo-se disso
expressa menco na acta, como regular, mas
sim que abandooaram seus lugares na mesa pa-
rochial, a qual, constituindo-se em acto continua-
do com ol. supplente do juiz de par, na ausen-
cia ou impedimento dos outros, e roais dous
rrembros designados na forma da lei, concluir a
eleico, de que envic-u a esta presidencia a res-
pectiva acta com as formalidades legaes, o qoese
confirma com um offlcio, qne me foi presente, do
2." juiz de paz Theotonio Jos de Freitas, parti-
cipando ao 3. Malinas FCTreira de Mello, que por
impedimento d moleslia nao podia preslar-se
presidir a mesa parochial, como lhe cumpra, por
igual impedimento do 1., sendo aquello mesmo
juiz, que depois assevera tor funccionado e sus-
pendido os trabalhos.
Evideocia-se do expoilo que, regalar na irre-
gularmente, a eleico dessa freguezia est con^
cluida, e qne nao cabeodo as allribuicons da pre-
sidencia conhecer de sea merecimeiit'o o legali-
d.-.de, nao podo ser satiefeita a requisicofeila por
Vmcs. om seus oficoo de 13 do crreme mez, de
urna copia de qualilicaco extrahida da aoTuen-
tica existente na secretaria do governo, atim de
por ella fazerem orna nova eletco, eomo teem
deliberado, mandando afftxar editaes, e de cuja
validado, se cora efMto a registrero, tambera s
o poder competente podar julgar, o que lu-
do consta dos referidos odelos, que tenho assim
respondido.
Dito ao commissario vaccinador provincial.
Tendo o Exm. Sr. ministro do imperio declarado
em aviso de 26 de dezembro ultimo, nao poder
ser nomeado Augusto Paulo de Lemos Duare pa-
ra o lugar de porteiro dessa reparticao, por nao
exislir as proviucias o lugar de que se trata,
como se v do regulamento do 17 de agosto do
1846, e bem asira por falta de fundos na lei para
semclhante despeza ; assim o communico Vmc.
para seu cenheeimeuio.
Portarlo.O presidente da provincia, atlen-
dendo ao que lhe requere Bellarmino dos San-
tos Pinheiro, resolveeonceder-lhe permisso para
matrcular-s, independento da apresentaco de
caria de pitlo, como capilao da barca nacional
Ciementina, no viagen que est destinada
para o Rio de Janeiro, devendo assignar termo
na capitana do porto, pelo qual se obrigue
exibir a predita carta, para outra qualquer
vitgem.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes vapor mande dar passagem para a
crto, no vapor que se espera oo norte, em lu-
gar de pida destinado pora passageiro de estado,
o nao havendo raga, por cont do ministerio da
guerra, Jos Leitor, que leve baixa do ser vico
do exercito no 10 baUlho de intantana.
Dita.Os Srs. agentes ds companhia brasilei-
ra de paquetes vapor monden) dar passagem
para a provincia da Parabibe, per conta do mi-
dUterio da guerra, no vapor Tocanlins, ao sol-
dado domoio batalhodaquella provincia Felippe
Mery da Silva, que veio esla cm servico.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao Exm. director geral da secretaria da
justica.Em cumprimenlo da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, aecuso recebida a
comraunicaco que V Exc. lhe dirigi em 4 do
correle, de que 8. M. o Imperador houve por
bem, por decreto de 28 de dezembro prximo
lindo, reconduzir o hachare! Ilisbello Florentino
Correa de Mello, ao lugar de juiz municipal e de
orphos do termo do Orejo da Madre de Dos
nesla provincia.Fizeram-se as comraunicacoes
convenientes.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
3. Exc o Sr. presidente da provincia, manda
traosmitlir V. S. as 9 inclusas ordens do the-
souro nacional, sob ns. 213 215, 218 222, e
ni de 4 do corrente, bem como dous officos
da directora gejal das rendas publicas, datados
de 28 de dezembro ultimo, e dous deslo mer.
DESPACHOS DO DIA 16 DE JANEinO DE 1861.
Requerimento.
3551 Psdre Florencio Xavier Dias de Abu-
qoerque.-Qirlja-se thesouraria provincial.
3552Francisco Ribeiro da. Silva.Dirija-se
;ao Sr. Inspector do arsenal de marinha quem
ne9ta data se Oxpede a conveniente ordenj.
3553Joaquim Jos Tavares.Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
3554Josepba Amalia de Godoy e Vaseoncel-
los.Informo o Sr. director-geral da instrueco
publica.
3555Joaquim Guiarte da Silva.Dirija-se oo
Sr. commandanle da ditisao naval.
3556Prxedes da Silva Gusmo.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
3557Vicente Umbelkio Cavalcanli de Albu-
querqueO requerimento que o supplicante
Ilude j foi iodeferide desde 31 de dezembro
prximo fiado.
3558Jos Mnniz Teixeira Guimares.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
te
aao dar aaalicidado a
aa do i maraese oral,
-; isto m poaoka ata ora
de eloiqies daaquaeaaa
obngados i franquear e facilitar todo .p. que .for mentes relativos ao mez de novembro ultimo, do
necessano pata os referidos oxAm.es, sol as pe-
nas do art. 7," da mesua lei, e de Ibes ser cassa-
da a uulorisaco.
. Arl. 52, Adisposicoes do decreto n^2,680oe
de 3 de novembrn do corrente anno com'prebpn-.
der os flseaes dos bancos em geral, qualquer que
se'p a saa denominago e a nalureza de suasope-
rajoes.
Arl. 53. As directorias ou agencias de toda o
qualquer companhia ou sociedade anonyma, anas
caixas filiaes, ou agencias flcam sujeitas s dis-
posiQoes da dearcto n, 2,679 de 3 de novombrp do
corrente anno.
:: Art. 54. As multas por infraeco dis disposi-
fpes do presente decreto-serio-impostas adminis-
seus estatutos, e qualquer infraeco
decreto, pu da referida lei o. 1,083.
A.ti.,40. As aliriBuires, d.o presente capitulo
.reUtivas.dissoluga das companhias ou socie-
dades nos casos d*a art, 37,.g,K<' e'', dart. 38
poderao sor exer'jcids pelos.presidentes idas pro'-'
ompetenfemenlo aulorisadas. jmenle poto esmo modo e^reMie.pir^tom
AMTt*o-.w a]dl4dbl tfrtiM"aa fazeadH pOBlfelt
onstbiRdad^dos- prornttore e WaiMir ii '
r MHVdi sotiiStm -tufnttmds ftfio oiio'-'
'da, t de seui mdtHfktrtbt.
Arl. 44- Responder pessoal t olldariamoote
o tarcmroai cota queta drarares, e quonto vm
yaliv^inpnte pelo ministrQ comnelente, distri-
(juidas-na firma do art. &> da li -1083 de fe
Arf. 5S. Pida protogido per Dais1 qulro meaes
prtitf nartaoym eW^ Io do-decreto hi 1,686
i 10 de novembro do correle anno. cujas dispo-
Ce cotaprheldon todas as cosos*notes ou
)0i4*des if qte m rlfeem b altar Sftf 30
o iaarjo de) t8r&, dacreto- de lfcte agnii
destacamento de guardas nacionaes da villa de
Flores, visto assim me haver requerido o res-
pectivo commandanle superior em offlcio de 24
de dezembro prximo findo.
Dito ao mesmo^r-Comrauoico i V. S. que o
Exm. Sr. ministro da marinha declarou-me em
.aviso datado de 28 de dezembro ultim, que so-
licitara do ministerio da fazenda ordem, aum de
ser despachado livre do direitos o canvb de po-
dra importado por Scolt Helt & C., paro ciUBpri-
menlo do contrato que celebra'ram em 15 do no-
vembro do anno prximo passado.
Dito ao mesmo. Declarando-me o Exm. Sr.
ministro da guerra, em oviso de 5 do corrente,
que pode ser feilo pelo arsenal de guerra, m-
dioiate-indemnJsacao,,o fornecimento dua caixoles
do pinito neoessatioH- para acommoSacio das se
d u las.qoe essa thesouraria tea de remoller tneo-
Salmeoleathe*otiioiiC!enal; assist o commu.
Diop.4 V. Si para; satticnabocimento. Moa Comron-
nio*-ae aadirecton4araaeaal dacaarra.
> -Dito so .raasoo.losjnwaniea; V: S.,para su
Coaneffltaease, qutv 'Seguodo tooats do aviso da
ministerio da fazeodJcde'dadeaaajbro aUiaao,
lira doaakJado.ro atsttcanto- dea tflesouuri,
FWlW0*l4liFMSoca*:.:, i ;;
INTERIOR.
Minas Geraes
" Oar-Preto, 26 de deterr/bro. de 1860.
E' bem difHcil da desempenhar a lorefa que to-
B>a um correspondente de noticiar o que de mais
importante se passa em todos os pontos desta
vasta provincia : primeramente nao ha, a ex-
ceptu do 5tri.de Hias, na cidsde da Campa-
nil*, o do Bem Publico, nesla cidode, outros pe-
ridicas donde se possoexirabir noticias: as que
eosluma dar aquelle as lera Vmc. em primeira
man, ae, cerno 4" de erer, Iba elle remettido ;
as do Bem Publtco, portn, creio queno ae lera,
porquo elle nenhumas da, a nio serem as
que peda colligir do expediente da presiden-
C' provincia a dos debales da assem-
bla provincial, qae qaasi exclusivamente oceu-
pam o peridico em urna boa parte do anno; e
em prava disto veja que tonda a assembla fene-
cionado eos os mezes do agosto e selembro ainda
hojea publican as sesgeos de 10 de selembro,
faliando kina tercaparte~ dea trabalhos, qae po-
dero estar pobhcades em dous e meio -rnezes
vtebacadMeon cinco se lea publicado os dous
lareaa.
De mal-iriaro otdeputadottsa preoisassenv
prvar sene coasviiuirrtes -aue por elles Qzers
naasseaabla, so Outros itdht; "Rae livessem a
exhibir, asa aboco, de suas cindidaturas di pro-
ente
aer nasatta,
seaaeatroee da _
relafia aos reaaUdos
l-m alguna noticia pasas jeraaes 4a aorta, qaa
sao a iodos oa resoeitaa os tnicos itrrtaa da oa-
blieldade da opiatoeo dos MineirosT *
Anda agora tefihj) disto.una prova. loado no
seu Jornal, de 81 oeste asee urna eeereeponden-
cia de b. Joao de El-Rei. referndo-se a acon-
leciroentos daquelto cidado. o dos auaenasetu-
rando inforraar-me, soube que liveram por ori-
gem desintelllgencias entre o juiz do drreilo e o
"nntcipal. e qae, nio tendo va si grande isa-
portancia, tomarom um carcter ai ais serlo por
occorr.erem.em poca eleiloral, em quo os partidos
aeraveitam qualquer queslaznha, quando nlo as
promovem de proposito, para exaltaren) os ni-
mos eoblerera do governo medidas que possa
parecer, protectoras da sua causa, come aconte-
cen era relaco ao fado de que trato.
Els como me coalaretn n'iUri':"
Andava o uiz dedireilo ha bastante lempo em
desinielligenciss eom o |uiz municipal, das quaes
resultou, a erapenho no primerro em lirar des-
forra na pessoa do um pobre solicitador, hornero,
oarregado do numerosa fatuilK que teqdo pro-
tegido do segundo, provavelmenle preslou-se a
deosa de sua causa, excedendo-oe lalvez em
suas maoifeslacoes conlra o juia do direito. o
qual procurou por sua parle viogar-se, faaeodo
reviver processos lindos o que tiveran origen
as pocas do exaltaroenlo polilico de 1812.
Neste estado das cousas, e porque o tal soli-
citador fosse ao mesmo tempo um dos campees
mais activos na caballa eleiloral em favor do
partido conservador., os libcraes exagerando os
acontecimentos e Inventando perigof pesso*
do juiz de direito, conseguirn! persuad-lo nao
s de que corria elle perigo oa sus seguranza in-
dividual, como que nao encontrara para a pu-
tncso do solicitador o necessario apoto da parle
do delegado de polica, por ser amigo do juiz
municipal. '
Dislo persuadido o juiz de direito. prende o
solicitadora ordem do chefe de policio (!!t) e a
esle e presidencia officia dzeodo-se em perigo
o pediudo sccorro I
A presidencia atleodendo a to j|uslas moti-
vos, demitie p delegaijo e manda-o substituir
por um offlcial do corpo policial que daqui par-
ti i toda a pressa com urnas tpracas.
Era justamente isto 6 que desejavara oseaba-
listas onti-eonservadores. EspatluVam logo que
a forrja io para auxilia-Aos; que baveiia grande
recruiameuto as Uleiras conservadoras, o que
seriara presas muilss das principa-es pessoas
desse partido.
Bem se pode calcular o terror que taes boatos
deviam prujuzir na populaco menas avisada
ludo foi confusas e sustos, e ainda agora quo
poderara os assuslados ir conhecendo que ludo-
isto foi urna farCa eleiloral, que entretanto deu
em resultado achar-se o pobre solicitador eogaio-
lodo e obrigado a defender-se de mil e cem ri-
mrs, de que se julgava livre. Ha um rifao, do
que me nao lembro bem, que dizbrigaua osjoi-
zes e pigam os escrives: pouco mais eu-
menos o que aconteeeo, e que poderla ter evi-
tado o tal solicitador se fosse to medroso o acau-
telado como se moslrouao juiz de direito.
Escrevo-lhe sempre a ultima hora, e por isso
nunca lhe possodar noticias variadas e quo nun-
teera alguma lelaco com elei^oes, que o
objecto evelusivo de todas as converseeoes o mis-
sivas. Ahi vai urna entretanto que est tora
deslas condicoas.
Foram demiltides pelo governo imperial todos
os empregados dos terrenos diamantinos da ci-
dado Diamanlina, e pela thesouraria o cotteclor
da mesma cidade. Corre que deu causa a essas
demisoes a reluctancia que lera havido em se
cumprirem as prescripcoes legislativas e admi-
nistrativas, relativamente aos bilheles da illegal
emisso da caixa bancaria estabelecida naquella
cidade. o da qual parece que sao ioleressadas os
demitUdos.
Nao sei que tenha o governo imperial Romea-
do os substitutos aos primeiros empregados :
acredito purui quo ha ver oa escolha toda a
attengo. Bao s pela importancia das fonecoes
de taes empregos, que sao por dentis melindro-
sas e do grande alcance para aquella lugar, como
pela posicao de grando numero de pessoas, quo
dependem dos actos de taes empregados para a
acquisico de terrenos diamantinos e regdlarisa-
co de seus direitos quinto aosjacoBcedtdos.
Concluo por buje.
30
E' bastan te difficil escrevor-se nesle dia semquo
se falle deeleicces. Como aqui.devem esla mes-
ma hora em todas as freguezias do imperio achar-
se reunidos oas respectivas malrizes, os cidados
quo escapararn s depuracoes das qualilicaces,
para preslarem os seus votos naquelles, que
trinla dias depois. lera do escolbcr os deputados
da nova legislatura. Oxal porm que em todas
ellas se proceda a esse importante seto com a
mesma serenidado como at o momento em que
esta escrevovai-so verificando as duas fregue-
zias desta cidade!
Nada lhe posso dizer do resultado provavel da
eleigo, visto como, alm de nao ter entrado aa
caballa, nem ao menos fui ainda prestar o meu
voto, reservaodo-me para a terceira chamada A
dar crdito porm ao que me ioformam pessoas
que foram a, ambas as freguezias, pequeo ser o-
nuraerode chapas batidas quo concorreram s
urnas, ao menos pelo que respeita aos votantes
de dentro da cidade, cuja opinio menos intole-
rante entretanto quasi sempre abafada por
massas que dos suburbios vm capitaneadas por
che fes que os pdem disposiQo de alguma das
parcialidades.
A rieza com quo os conservadores entraram
aqui no tula, deu lugar a que- se detrvairasse a
opinio dos seus combalentes, que ee subdivi-
diram apoiando difTereaiea chapas, o d'ahi po-
dervir o triumpho do partido liberal'? mas nao
pepsa que isto-intluir grondameote no resoliado-
da eleico do districto, a menos que nao *e re-
produza na eleico seeuadaa o mesmo derra-
mamBio de vo'tos, que be de nava* aqoi aa
primaria. .'-...
Nao ha aqui appreheases de grandes con
nietos nos diversos pontos da provincia mas n.io
falta quem espere noticias desagradare dessa
corte.
O governo provincial acaba da pralicar um ac-
to que agradou aos horneas sizudos de todas as
opinioes.
Eram anligamente tratados gratuitamente pola
Casa da Misericordia desta cidade os presos po-
bros da cadea ; posteriormente toaseis o go-
verno osse encargo pagandu-se polas cofres pro-
vincises urna diaria, que successivameote foi
elevada at lJoO poto tratamento de cada um ;
mas, em vez de aproveitar este beneficio a
quem at ento tinha carrogado coa o nnus
deu-se a particulares, que tiravam do tal negocio
grande interesse.
ra deferimento proposta da mesa adminis-
trativa da Santa Casa da Misericordia mandn
pois S. Rxc oSr. conaelhetro Prea do Molla de-
volver-lhe. este servido, qae ha de nao s 'aer
desempenhado com o maior zelo.como aprovoitar,
na parle dos lucros que os particulares tiravam,
a muilos enfermos pobres que o estabelecimeulo
poder admiltir em suas eufermarias.
Haja muilos destes actos, que nao fallar
quem os applaud, e en serei sempro o pri-
meiro, pois enteno- que' em taes materias
nao devem narer coDlemplacoes com quen quer
qae seja. *
Espirito Santo,
Ptctoria. 3 d Janeiro d$ 1861. '
Concluio-se o processo eleiloral, e correram
regularmente as coosas em qaasl todas as fre-
guezias. O partido qae triumphou ero mu lo
grande maiorla proclama as candidaturas dos Drs.
Pereira Pinto e SilvtrNunes, o este Mimo ps-
receque tambera srb adoptado pelo'partido
veneido se Uvesse trfnmphado.
Na freguezia de enoven te 'deu-se u r fljstux-
bro que dixou suspensos o trabaihos, jaas a
ordem restabeleeen-se.pelBpradencla dos-cop-
teodaros e pelas providencias que pmodlaft-
Hreatleo.Bixr; 9t. preUdeirre da: frrtrVtirc,
-A



imto,-MMwm:&i.-%imDOMMMiMmm*m'
tul em toda esta lula guardou mulla impar-1*'' maancs P"a este quarteU o jrrico pubh-
cialidade. Apparecera varia queixas conlra as ca a(1 *r Ve *>ffrer,' V****** detalheda
autoridades poiieiaes de Seorele, que perlen- i nemo wria s seroelhaB Oo jase taris
ciam ao partido que vencou na roaioria da pro-
rincls; mas o Sr. prsideat,e provou que ato
poda aeorocoac abusos qusndo de sea parte dera
o templo do inteira abstOnco ; e de.roiitio ao
Dr. Joio dos Santos Nares, juiz municipal, do
cargo 4 delegado, quo accumular*, nomeando
para este carga a um odictal do ejercito eatra-
nh'o s quesioes do lugar, gue [fara alli parti
afim de assistir mesuia eleicao oo dia que ar-
car o presiden le da mata pareen al.
O bacharel Sarahyba, cada Vez mais ceg em
seus desalios, commetten.no exercico do car-
go de juiz municipal alguos (actos qualiOcados
criminosos pelo rosso cdigo; pelo que a pre-
sidencia, em virtude da represe o tacao do juiz de
direito da comarca, quo um magistrado muito
conoeituado, lavrou a suspensao de lal juiz, c
mandou responsabtlisa-lo, mas ordeno* que es-
tas ordons s fossem publicas e livessem execu-
co depois do passados os trabalhos da eleicao,
para que se nao atlribuisse a cites o seu proce-
dimente. Todava 6 muito natural que o Dr.
Sarahyba queira passar como urna victima da
intervenco do governo em eleicoes. A comar-
ca de S. Malheus, que tem soffrido as suas lou-
cuns, ha de receber com prazer o acto de S.
Exc. contra um juiz que alli no mais derra
voltar, depois do rrodu por que fui demonstrada
a sua sahida ltimamente, iato com innme-
ro: (oguetes e repiques de sinos.
Tinha-se infelizmente realisado no dia 18 do
passado o fallecimento do baro de Itapemirim,
urna das primeiras notabilidades desta paovincia.
{Cartas particulares.)
(Jornal do Commercw, do Rio.)
PERNAMBUCO.
outr'ora aqui, a aa que actualmente se Ui em a
TjoartelSa'a SflledJftJe e em-^WrTos, ce nao seren mui mais pertos do que o d'aqui.
Srs. redactores, cara a publicaco deslas liobas
mui agradecido lho Acara o seu constante lei-
tsro
Olindente.
Olinda 18 de Janeiro de 1861.
Eleicao de deputndos
elreulo.
no primeiro
REVISTA DIARIA-
Em consequencia de desistencia eita pelo Sr.
Antonio Piaheiro da Palma serventuario dos ofG-
cios de iabellio publico do judicial e escri'o da
crime, civele execucoes do termo do Rio Foimo-
so, acha-sc elle vago, e aberto coosequentemen-
te o respectivo conourso.
Est marcado o prazo de sessenta dias para
que, depois da hablilaco estatuida no decreto
n. 817 de 30 de agosto de 1851 e aviso n. 252 de
30 de dezembro de 1854, aojara apreseolados os
requerimenios dos protn Jomes aos referidos of-
ficios.
O prazo comecou dn 16 do correnle mez.
l'elo vapor Guienne, da linlia de Bordeaux,
expede o nosso correio tres malas para os portos
da Europa, cm virtude da conrengo postal cele-
brada entre o nos-o e o governo fraocez.
A re^poito de destino, ou que pontos abrangem
essas realas, remellemos os nossos leitores par-
o aviso da reparticSo competente, inserido em oua
ro lugar deste Diario ; no qual acharo nao s-
menle isto, romo a tabella dos procos de cada
porte, e a designado das localidades quo, pela
referida convenco postal, gozam do porto facul-
tativo.
Por decreto imperial de 3 deste mez fui con-
ferido ao paireo rar do arsenal de raarinha, Gon-
zalo Joao d Silva Fortes, a gracia do posto de Io
teneule da armada.
sta graca assenla no disposto no art. 47 do de-
creto de 3t de abril do auno passailo, n. 2583.
Lista dos bsplisados havidos na matriz da
Boa-Vista, de 1 15 do Janeiro de 1861.
Juvenal, pardo, cora 3 anuos de nsacido, filho
natunl de Jos Francisco dos Santos e Maria
Leopoldioa de Farias.
Francisca, crioula, com 3 raezes de nascida, lha
natural de Joanna, escrava.
Manoel, (.ardo, cora 10 raezes de nascido, Qtho
legitimo de Joo Cuines a Felicidade Maria da
Conceicu.
Theodora, parda.com 10 mezes de nascida, filha
de Felicidade, escrava.
Joao e I*adro, gemeos, pardo*, com um mez de
nascido. Ultras de l'ilippa, escrava.
Amaro, pardo, com 5 mezes de as ido, flho le-
gitimo de Manoel Pereira Gouveia e Canuta
Maria da Piada Je.
Manuel, pardo, cora 4 mozes de nascido, Qlho na-
tural de Benedicta Maria.
Auna, parda, cum 5 metes de nascida, filha legi-
tima de Antonio Calislo Silvestre do Monte e
Rosa Anglica de Lima.
Antonio, braaco, nascido era 7 de novembro do
anuo passado, filho legitimo do capito Fran-
cisco Ferreira Gomes e Maria da Naiividade i
Goraes.
Jos, branco, com S annos e 7 mezes de nascido, <
filho natural de Firmino Pessoa da Gama e'
Francisca Maria das Chagas
Anna, parda, cora 1 anuo do nascida, Olha natu-
ral de Ignacio Jos do Espirito Santo e Ale-
jandrina Roaa do Espirito Santo.
Joo, brani-o. nascido em 17 de setembro do an-
no passado, filho legitimo de Joa Fernandos
da Silva Oliveira e Maria Augusta de Castro
Oliveira.
Thereza, crioula, cora 4 mezes de nascida, filha
natural de Jos Pedro de Santa Anna e Joaqui-
na Maria da Conceicae.
Jos, pardo, com um armo de nascido, filho natu-
ral de Justina, escrava.
C i-amentos :
Zeetino Dias Ferreira de Oliveira com Antonia
Mara da Concerno, pardos.
Rufino da Costa Soares com Libania Maria do Es-
pirito Santo,- crioulos.
Dr. Felisberto Jernimo Coelho com Amelia Mar-
tiris de Almeida, brancos.
_ Foram recolludus cssa de delencao, no
dia 17 do correte, 1 hornera 1 mulher* ambos
escravos ; 1 a ordem do Dr. chafe de polica e 1
a ordem do subdelegado da Boa-Vista.
Acham-se concluidas as eleicoes de todas as
freguezias, que compoe o primeiro circulo da
provincia. Gs eleitores, eneu grande maioria
perlencem ao partido poltico que se denomina
conservador, e como lal born conhecido na pro-
vincia, pelos seus serviros, bera como pelos seus
soITrimentos eoppressa quando estere fra do
poder.
Sendo o triampho eleitoral pertencente ao par-
tido conserrador, consequencia immediata quo
os depulados eleitos devera sahir das mesmas
flleiras, os oscolhidos devem ser da mesma po-
ltica. Bem sabemos que a provincia de Per-
nambuco conta muitos lilhos dignos de obterera
tamanha honra i rass os principios, a crenca e a
f poltica sao os moris de urna eleicao. prin-
cipalmente nos paizes oude impera a forma de
governo, que temos. O systema representativo
o governo em que prepondera a opinio publi-
ca esclarecida, e esta opinio se faz sentir e ep-
pareeer por intermedio dos partidas polticos que
tem urna oranisacao regular, servicos e prece-
dentes que o abonam e acreditar perante a
maioria da nacao. -
Soria um erro grosseiio, que um partido po-
ltico ganhasse a eleict) primariafizesse elei-
tores seusisto que seguem e adherem a
mesma poltica, e depois fossem eleitos depula-
dos, cuja conviccao e opinio polillo lpes sao
contrarias e hostis. Nada ha que atenu sorao-
Ihante desvio, qne julgamos imoossivel de rea-
lsar-se, porque importara elle o mais estpido
suicidio poltico.
Assim, portento, esperamos que o eorpo le-
toral do primeiro circulo.se mantenha na altura
de sua nobre missao, que conserve a honra e
gloria tradicionaes do partido que o elegeu, nao
renegu a sua f, as suas trencas e convicc.de
ideas
foi pelo mesmo Exm. Sr. ordenado que se pro-
dia 17 de fewiro ptojdmo futfjtn, 4e eonaaOnT
-tto eora asdosic6 a lai de 1 de atesto
4sm, arisd que coavoco os eleitores e supplentes abaixo de-
clarados, assim como os- -oidedos Cualificadas
votantes afira comparecerem no referido d(a
17 s 9 hor-ts da manha, na matriz, pata que ae-
jam conferidas as disposices-e ordeus a respeUo,
sob pena comminada ua difa lei.
Eleisores.
fea acatare: -
AnionioCarneiro Machado Ros.
Simplicio Jos de Mello.
Jos Joaquim Aniunes.
Amaro de Barros Corroa.
Antonio Carlos de Pinho Barges.
Tbeodero Machada Freir Pereira da Silva.
Dr. Beato Jos da' Costa. "
Tbomsz Jos da.Silva Gusmo.
Vicente Antonio do Espirito Santo.
Tliomaz Antonio Maciel Monteiro.
Jos Maria Freir Gameiro.
Dr. Lui/de Cirvalho Paes de Andrade.
Manuel Coelho Cintra.
Padre Francisco A-Wes de branles,
Jos Antonio dea Santos e Silva.
Jos AfTouso dos Santos Bastos.
Manoel Luiz Viriee.
Joao Grigorio dos Santos.
Jos Goncalres da Silva.
Jaaquim Jos Ferreira da Penha.
Francisco da Barros Correii.
Hypohto Cassiano de Vascoocellos Albuquerque
Mareohao.
Francisco d Lemes Duarle.
Lniz de Azevedo Souza.
Francisco Ignacio de Altahvde.
Joaquim Mehto Manz.
Jos Carneiro da Cucha.
Benlo dos Santos Ramos.
Beleiiro Augusto de A meda.
Jos Anlao de Souza MagalhSes.
J oao da Silveirn Borges Tarara. ,
Alexandre dos'S.nlos Barros.
Supplentes.
Us senlioies :
Deeioda Aqaino1 Ponseca.
Fia vio Ferreira Callo.
Thom Carlos Perelti.
Joaquim Elias de MouraCondira.
Francisco Acctbly de Gu.u^raia Lins.
Dr. I.ourenco Triga de Louieira.
Clorindo Ferreira Clao.
m
nao abandone as suas ideas e principios. Assim,
esperamos una o illustre corpo eleitoral do pri- Jos llygino de Miranda.
meiro circulo, d novas provas de sua firmeza e Venceslao Machado Freir Pereira da Silva.
constancia, de sua dignidade e independencia, e Joao Bartholomeu Gongajves da Silva.
azendo sobresahir e realoar os seus teatimentos Jos Barbosa de Miranda Santiago.
de bro e probidado, confunda os seus adversa- Pedro de Alcntara Silva,
ros, o sustente o mandilo que lite foi conferi-
do, em toda a sua pureza e sinxeridade.
E* j publica e notoria a combinaban que hs
de candidatos deputaco geral, e quaes as frej
gueziasqnejd Un abracado essa combnaco.
Hojn niaguem ignora mais que apresentam-se
candidatos os seguales cidados
E mais se nao continha em dita relafio.e ten-
do o mesmo supplicante justificado com teste-
munhas a ausencia dos justificados en Inga*
yes nao sabido ; e sobrado os autos minha
concluso nelle dei a sentenca do theorseguinte:
Avista da inquizico de fls. 10 fls. 12 julgo>
pravada a ansencia dos justificados em lugares
nao sabidos, e mando que Ihes seja intimado o
pretesto de fls. 2 por meio d'aictos ; pasendo-
se a respectiva caria com oprazd de|SO-dat: pa-
gas pelo justificante as cusUs.
Recife, 2 de janeiso de 180l'.~AailmoPra-
cisco Peretti.
E mais se nao continha em dita sentenca aajai
transcripta era cumprimento da qual o Tespec-
o escrlvao Manorf Maria fez pesiar ?,presen-J
lo edita 1 cum o referido prazo de 30 dias pelo
theor do qual intimo, e hei por intimado o sobre"*
dito protesto dos devedores constanias da rea-4
cao supra transerpta^ t para que chegue ao ce-
nhecunento de todos, mandei passar o presen-,
te que ser publicado peta imprensa, e adiado
na forma do eslylo.
Cidade do Recife, 8 de Janeiro de 1861.
en Manoel Hara Rodrigues do Nascimnto,
escriVao, o subscrevi.Anselmo Francisco, Be-
retli. r
A cmara unicipat do Ree're manda pu-
blicar para conhccinienlo do publico, que o Exm.
presidente da provincia, tem recommendsdo ao
director das ebras publicas .que mande lomar as i
avenidas da ponte velha do Recife, que se aeha j
arruinada com perigo eminente dos que por ella |
transitm, de forma que fique completamente
vedado o transito qqe ella se presta.
Paca di careara municipal: do Recife, em ses-!
sao de 7 de Janeiro de te>I.Luiz Francisco de
Barros Reg, presidente. Francisco Canuto da
Boa-Va"gem, official-roaior servindo de secre-J
tario.
.; O Illm. Sr. inspector da tbeaauraria pro-
vincial manda facer pub.ico, que o tbesoureiro da
xnesma theaoararia est autarisado a pagar do
dial do corrente perdante os juros das poli,
ees da divida publica provincial, venetdos st o
ultimo da dezembro preximo Sedo.
E para copular se mandou aCQiar o presente e
publicar pela Diario.
Secretaria da thesodraria provincial de Per-
nambuco 9 dojaneire de 1861.--0 secretario,
A. d'AeauBiacao
Rio de Janetro
O veWWoe bem cooiiecido Vigue nacional Ve-
/o; pretende seguir com muita brevidade, tem
pars dneau oarregamento prompto : para a rea-
to que Ibe falta, escravos a frete e passageiros,
Casa aqnarteii eteejlenres^swaeries. trata-
so com os seus eonsigoatanoa Azevedo ^Mendos,
no sen ecriptoiio ra 4* Cnas a. 1.

Declara^oes.
Visconle de Camaragibe.
Dr. Francisco Xavier Paes Brrelo.
Dr. Antonio Epaminondas de Mello.
Hoje, tambeai, oinguera mais ignora, qne sao
esles tres nomes os acolhidos j por grande nu-
mero de eleitores; os quo entraran! na combi-
naco, ou chapa accordada deQoilivamente pelo
partido conservador. Se outros candidatos ap-
parecem.ellesno contara senio com os seus re-
; cursos injividuaes, e nao foram aceilos pelo
centro ou direccao de lado conservador.
E' vista a necessidade. asenlados e aceilos os
tres nomes que cima publicamos, de concen-
trarse todos os votos conservadores nesses
candidatos. Todo e quelquer desvio desta com-
bin-igao, poderla aer encarada como uraa falta de
lealdade aos principios Nao ha neste pensa -
ment imposigao alguna positiva, ou drsfarca-
da : oe partidos polticos considerara ponto de
honra, a pralica das resolu;oes e medidas que
adoptam os seus cheles receohecidos, e as suas
maiorias. Alen de que esses ires cidados sao
bem conhecidos pelos seus servicos, lealdade e
posicio poltica.
Rogamospois a lodos os eleitores conserva-
dores do prraei^i crculo que vo'em cerrados
nos tres cidados que acabamos de mencionar.
Assim o recommenda o merecimeulo pessoal de
cada um delles, assim o exigem as circunstan-
cias especiaos do primeiro circulo que foi inva-
dido por eleitores de um partido opposlo, assim
portanto odelcrmloam o exigem as convenien-
cias polticas do partido conservador no presante
e lambcm no futuro.
O eleilor constante.
Communicados.
O ijimrto batalbo de artilharia e o
quariel de Olinda.
Srs. redactores.Achava-se o quarto balalhio
de artilharia aquartelado oo arejado quariel des-
ta cidade at o mez de agosto prximo passado
Apnroximava-se o 7 de selembro, dia em que se
devia proceder as eleicoes para joizes de paz e
vereadores em todo o imperio. Poraquelle lem-
po enteudsu o Exm. Sr. presidente da provincia
de chamar para junto de si as torcas de sua ple-
na confianca, para qualquer eventualidade que
por ventura houvesse de apparecer durante aquel-
lo processo eleitoral. Essa confianca coube tam-
bem ao disuado e disciplinado quarto batalho
. cima referido, que recebera ordem de se trans-
portar para essa cidade, o que se effectuou in-
continente, indo estacionar-se no amigo quartel
de eavallaria era frente do palacio da presidencia.
Para aquello qaarlol pois.foi removido e ah se
acha at o.presente.tendo prestado relevantes ser-
vigos em prol da ordem publicicom zelo e ideli-
dade, tendo at alguns dos seustlluslres offlciaes
ido encarregados de commissoes poiieiaes para
diversos pontos da provincia, havendo elles des-
crapeuhado plena e satisfactoriamente 13o ardua
tarefa.
Agora porem, Srs. redactores que ja cessou a
necessidade da oslada alli naquella cidade, desle
batalho, por isso que j l se vai a calamitosa
poca eleitoral, que sem duvida tantos desgos-
tos lia causado ; agora que devenios contar com
urna completa placidez nesses espirites meaosre-
flectidos, lembramos a autoridade competente a
conveniencia de fazer regressar aquello batalho
para o seu quartel dcsla cidade, do qual, por
cerlo e ioconteslavelraente ha muito melhores
accomraodaooes do que no d'ani acevescendo
aioda ser mui salubre pela sua constante venti-
laco.
Estamos intimamente conve.icidos, Srs. redac-
tores, que os Srs. oliciaes e mais pragas, dar-se-
. baaai por atisfsilos -deaerem para este quartel
mndalos; por quanlo aqui nesta cidade achara
elles mais conveniencia e commodidadesem seas
arraajos raines, onda os artojanentoa sao muito
mais era conta, e onde se passa sob urna etmoi-
phera benigna e suave.
Como aqui viremos, esta a razao porqae sr-
deaiemeaie deaejamos de ver euro rts estacio-
nado este batatuas, porque assim proiuove, evi-
dentemente mais anim e afftuencia de gente
neala bes trra, merecederasera ui*a de entra
asiste qual* que es sovefoostranBactosteem-ltie
dado, e ppre/ie sendo aqueile corpo cemposto
de genteass;as disciplinada t de offlciaes ld ae-
cessiveis, principiando pelo seu respeiiavelcom-
nundajm, ts anda:tnasaiao pan daSejar-
sats . Doaaas < iaahtuitoes. ,-
Julgamos, senbores redacesiss, -ape Jandoris
OIIfIIO.
^lfanrlega,
Rendimento do da 2 a 17. .
dem do dia 18......
169.012J025
13:600^701
182642*726
Movlmento da alfandega.
Voluines entrados cora fazendas..
> com gneros.. 52
Volnmes sabidos cemfazendas., 131
> com gneros.. 300
52
431
internas
Bccebedoria de rendas
Roraes de Peruambaeo.
Rendimento do dia 2 a 17. 8:2723657
dem do dia 18....... 214^320
S:516}977
Moyimento do porto.
Da 18.
Nao houveram entradas nem saludas.
M
a. o. to
a.
I
floro
V *
Z
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Atmotphtra.
M 5! 5S 38 O Direceo. < H z -s p
V. V e ! InUtisidadt
-i O -1 -J, 00 Fahrenheit -i re K o
os Yo te en Ea ts 4> Centgrado. H H
s> s 8 2 1 Hygrometr
o on o o 2 o Cisterna liydro-meirica.
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A noitc chu vosa com eacencio do espseo de
terapo comprehendido eqtre 11 h. da noite e 3 h.
da manha, vento fresco de ESE al io amaohe-
cer que roudou para o terral.
OSClM.iC.AO DA HAR.

Preamar as*9'i. 16' da mnna, sttura 6,-2 p.
Baixamar as 3 h. iy~A larde, allura 1,4 p.
Observatorio do arsenal de mariafaa, 18 de Ja-
neiro de 1861.
ROMANO STF.PPLK.
1* lenle.
Edita es.
s*
JU.

O taaeute-coroael Antonio Cinadro Machado
Ros, conmendador da imperial ordem da Ru-
sa, juiz de paz mais volado do !. disCricto da
freguezia do Saoiissima Sacraaetto da Boa-.
Vista-do termo daei Jada do Hecifi de Pernasn-
buc em virtude ds lei, etc.
Bago sabor que tendo ido mnejunicado por
oQcio de 5 do corrente do Exm. iesldente Ida
provincia que por viso de 4 de diesmbro pao
limo nnrtn foram auouUdas pelo governo impe-
rial as eleicoes que.ltimamente ttverm logar
nesta freguezia pira jWe*e pe* s Toreadores,
Portino da Cunta Morclra Alves.
Miguel Archanjo Permindes Vianna.
Jos da Costa Bandeiru Cordeiro.
Manoel do Nasciraeoto da Costa Monteiro.
Joaquim Fernandes de Azevedo Jnior.
Jos Joaquim Ramos eSilra.
Jeo Pacheco de Queiroga.
Francisco Rafino Curreia de Mello
Francisco Martins Raposo.
Feliciano Juaquim dos Santos.
Manoel do Nascimeoto Vianna.
Oesembargador Manoel Rodrigues Villares.
Jos Nones de Oliveira.
Francisco Mendes Martins.
Froculino Augusto de Hollanda Chacn.
Joaquim Jorge de Mello.
r. Joaquim Oliveira Sonza.
Jos Lucas Rodrigues Machado.
Outro sim advirto aos cidados qnatlficados
volantes, que nao serao apuradas as listas que
coaiiverem nomes rlscados ou substituidos por
outros.
E para que drague ao conhecimente de todos,
ser o presente afixado nos lugares mais pblicos
desta freguezia, e publicado pela imprensa
Dado e passado nesta fregsezia da Boa-Vista
aos 16 das do mez de Janeiro do anno de 1861.
Eu Francisco d* Barros Correia, escrivo que es-
crevi. AnionioCarneiro Machado Rios.
0 Dr. Anselmo Francisco Pereiti, commendador
da imperial rdera da Rosa e da Chrislo, e juiz
de direito especial do commerco, da cidade do
Recitado Peraambucoe seu termo, por S. M. I.
que Dees guarde, etc.
Fago saber aos que o presento edilal virera,
quo Manoel Luiz ongalrcs, dirigio-rae s petigo
do tiieor seguate :
a Illm. c Exm. Sr. Dr. juiz do commerco.
Diz Manoel LuizGongalvcs, commerciante esla-
belccido nesta cidade, que quer protestar contra
seus devedores mencionados uas relages inclu-
sas para resalva dos direitos d'elle suppiicanle,
e alien de interromper a presciipco dos dbitos
de cada um dos seus devedores, segundo ra in-
dicado as mesmas relages.
Requer por tanto V. Exc, srva-se man
dar tomar por termo o.seu protesto, o iutima-lo I
a Jos Antonio da Silva Grillo, morador na fre-
guezia dus Afogados, passando-se precatoria ps-':
ra a freguezia de Nazareth, am de ser ahi inti-
mado o mesmo protesto Jos Francisco Belm,'
morador na freguezia do Tracunhera, e adniit-',
tirtdoS. Exc. osupslicame prestar jusli&cecio
da ausencia dos demais devedores em lugarHp-,
certo e nao sabido, para qne jalgada por SaVart
tenga se pasae cariaAt edites na .loras ds.-sr.
153 3." do eodjgo coramercial e art. 371 do're-
gularaento n. 737.
Nesles termos oede^ V. Exc. doferimento
E R. M.Costa Ribeiro.
E mais se pao continha em dita pcligo, na
qual dei o despacho do Iheor Seguinte :
D.Como requer. Recife 13 de deaerabro de
1860.A F. Peretti.
E em cumprimento do meu despacho, fdra a
mesma petigo distribuida ao esuivo Manoel
Maria, que lavrou o seguinte termo de protesto:
Termo de protesto.
Aos 13 de dezembro de 1860, nesta cidade do
Recife em meu carlorio, appareceu o supplican-
te. e disse perante snim c tesieraouhas infra as-
signadas que reduiia protesto o couie Jo de
sua petigo retro, qual offereceu como parte
do presente quo tica sendo, e de como assim o
disse e protestoj. lavrei este termo, no qual de-
pois de lido se formou com aa ditas testemunhas.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimeoto, es-
crivo, o essrevi. Manoel Luiz liongalves.
Ignacio do 65 LopeFernandos. Joaquim Pa-
tricio da Costa \'siente.
E mais se nao continha em dito termo e theor
da relago dos devedores, de que trata o suppli-
cante da forma seguinte : Delfino do Nasci-
mento, una letra vencida em 20 de Janeiro de
1855-114$92S; Manoel da Silva Leite, dita ven-
cida em 25 de maio de 1842 1789225 ; Ignacio
Xavier Carneiro da Cunha, dita vencida m 19 de
fevereiro de 1853 6939560; Gaspar Leite Fer-
raz, dita vencida em 7 de setembro de 1843
209OOO; Luiz Maximisno Alvos Barbo/.a, dita
vencida em 21 de maio de 1844 2625679 ; An-
tonio Pereira de Oliveira, dita .vencida m 14 de
agosto de 1845 7979; Jos Ribeiro Seabra,
dita vencida em 19 de maio de 1842, hoje seu
. testanteoteiro J060 Bispo Bezerja Cavjicanle ~-
172j}0tB;-Domingos AlTongo Ferreira, dita: ven-
cida em 7 de fevereiro de 1846, hoje seus her-
delros 366^640 ; Bellarmino Alves de Souza,
dita vencida em 10 de Janeiro de 1847 19g ;
Jos Pedro de Miranda Henriques, dita vencida
era 8dejulho de 1847 409&00 ; Manoel C-.
volcante d'Albuquerque, di'a vencida era 9 de'
novembro de 1847 150$; Joo Domingos Pe-
reira, diua vencida em 10 de Fevereiro de 1848
197^310; Trajana da Molla Cavalcante, dita ven-
cida em 27 do margo de tBS9 1159932; dita
veocide era 27 de feyejro aje 1847 I15S932 ;
dita vencida cm 27 de marca de 1811 1155932 ;
dita vencida cm 7 de margo de 1852-^1159932;
Bento Concalves, dita vencida m 21 de uovem-
1 bro de 1850 42*640', Joso Inodoro da Croz,
l dito vencida, era 16 de abr de 1852 119140,;
Jos Porfirio Ferreira de lendonga 3459580,
importancia de dous fieos ; Francisco Gomes da
Silva, urna leura vencida ra H> c Janeiro de
1845--jr-41309480 ; MigaAeU ta vertida em 22 de maio de 1855 5959040 ;
-Manoel lavare* Beaevidejt, dita vencida m 17
de osttbro de 18 t *- 449W0 ; Trajano Barboza
de Soeza; dita veacida em.25 de.junho de 1855
3041650 ; Francisco Kf ardo Brav>o .Suma-
rana, Cencida etnj l de .setembro d^SW-
2603C9B; Manoel da Silva Chayes; dita v-fftcida
em 9sdc jnoho do RO-r 345? 15; .Manrique
Oas, dita rencilla am 1(1 de marco de 18
2SI6*i Ftancisso, o. B
em 1* do aoverajbrsi ;de
voncidji-ern 7 de noterab:
dita vencida em 7 de awrg
padre-Joaquim Cypriano
em 7 ejiinho de.i85^ jl:p7S$; ditsMncida
9 de deeetnbro de 4*35 '4:1909; Ciandin
do Reg Toscanu de Biito, dita vencida em 15
de Janeiro de 1W7 lllfOOO, T
Consellio administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
osseguinles :
Para o ? batalho de infantsria.
Casera ira azul, cavados 10 1|%.
Para a fortaleza do Brum.
Bandeira imperial de Alele com 8 palmes 1.
Adriga com 32 bracas 1.
INrvora grossa, arrobas 60.
Quera qaizer vender taes objeclos aprsente as I
sua- propieetas em carta fechada a secretara
do conselho, s 10 horas da manha do dia 23 do
correle mez.
Sala para feroecimentu do arsenal de guerra, 16 de segu uestes dias
Rio de Janeiro,
sesue em poucos dias o brigue aMarla Rosa,
anda orille hjuma carga, lera seos com modos
dar passageiros eeacravos : trata-se com J. B.
pa Fonsecs Jnior, roa do;Vifsrio.B.93.
Para o Rio.de Janeiro
O bem conhecido e veleirp brigue nacional Eu-
genia segu com brevidade, tem .parle de seu
carregameoto a borda : para o resto que lhe falta,
tratase com os seos consignatarios Azevedo A
Meades, ao seu esciiptore cus do Cruz n. 1.
Pra o Rio Ora udo do Sul pelo
Rio de Janeiro
segu con uuita hrevidvde a Meira barca na-
cional Therez". I por ter j alguroa carga a bor-
do, e parle engajada : quera quizer carregar, di-
rjanse a Bailar o: Oliveira, rus da Cadeu do
Hedfe o.H.
iHIi
Para a Bahia segu era poucos dias o paile-
bote nacUoal Uoua Amigos, tem parte de sua
carga engajada; para o reato, trala-se cora seu
consignatario Francisco L. Azevedo. na roa
da Madre de Deus n. 12.
IPM
o Rio de Janeiro
o armazem de moldados da rao da Cruz
do Recife, de tima porefio de queijos
suitsos muito doto vindos do- Havre
pelo navio irancez Tbuspan, a boa qua-
J detestes queijos cima o agente a
lid
convidar aos Srs. tabemeiros, par que
^o ao referido Jugar as 11 horas em
ponto comprar os ditos queijos sen re-
serva de prco.
0ifllatra24cofreiite
Urna exeeitnte cscrarja^
Antones far leilao por conta de quepi per-
tenecr. na ra do Imperador n. 17, de.umaper-
gao de taboas de atnarello, radeiras Karrfburfot-
zas, pretas e broncas, bercos, cenas, niisipiii'sor
secretarias, lavatorios com peora a sem oltaa,*-
delras de pianno cabides, bidets, camas paja
menino, costarcitas. mesas elastic s, potfra^miii*-
more par conwtlae e mesas > mel d (ala, eo-
deirae americanas de diversos goslus. etc. eac ;
s II horas em pentfl, na ra do lpetatar .0
l/,defr6nted S. Francisco.
sb es


segu cora brevidade o hiate Artista, recebe
carga a frota passageiros : a Katar cora Caeta-
no Cyriaco da C. M. i Irmo, no lado do Corpo
Santo n. 23.
Para o Rio de Janeiro.
Burros, cavallos e vsteas
con crias.
O agente Hy ppolito da Silva autari-
sado pelos Srs. Arlturjes Gitintarw 4
C, consignatarios da galera americana
Massonie, vindo ltimamente de Mon-
tevideo, do qual capitao Sebort, fara*
ledao dte uma porco de burros, cae/si-
los e vaccas com cras : no dia segunda-
feira i do corrente mez, as 11 hd,*asi
da manha, no armazem amarello en-
frente do arsenal de marinlia. ,,
Janeiro de-18dl.
Senio Joti Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Prnnrt'sco 'Joaquim Pereira Lolo,
Coronel vogal secretario interino.
Caixa filial.
De ordem do Exm. presidente da cai-
xa filial do banco do Brasil nesfa pro-
vincia, se faz publico para cooheci*
ment dos Srs. accionistas, que o tbe-
soureiro da mesma caixa esta' autori-
0 patacho Alfredo ; para o
da
ou
resto da carga, trata-se com Otauo Cyriaco
C. M. & Irmo, no lado do Corp Santo n. 23,
com o capito Antonio Travasso da Rosa.
Baha.
Leiles.
O hiate Santo Amaro, recebe carga a frete ;
a tratar com Gaelano Cyriaco da C. M. & Irmeo,
no lado do Corpo Santo n. 23.
Para o'Cear
segu com brevidade o cter nacional Erama,
capillo Joo Antones da Silveira ; pare sarga e
passageiros. tratase com Augusto Ferreira &-C,
ra da aladre de Dos n. 4, ou com o capito no
sado a pagar d ora em diante o 1 ** di-; trapiche do algodo.
video do relativo ao semestre fin do em I _-_____
31 de dozembrop. p.. a razao de 10$
por accao de conlormidade com as or-
dens recebidas da caixa central.
Caixa filial em Pernambuco 15 de Ja-
neiro de 1861.O guarda livros,
Ignacio Nunes Cor rea.
Por esta subdelegada se far publico queso
acha sob a guarda de dous individuos dous prao-
choes de aiaarcllo, que por elles furara echados
pelo rio abaixo ; quem se julgar com direito c
dando ossignaes cerlos e pagando aa despezas.
lhe sero entregues. Subdelegada do 1." dis-
1 iricto da freguezia dos Afogados 18 de Janeiro de
.12861.
Jos Bu arque Lisboa.
Subdelegado snpplente.
Atsos martimos.
LEILAO
Commercial.
Para Aracaty e Ass
hUie.cDous Irmiesa ; para carga, trats-
com Martins & Irmo na.rus Nova o. 48, ou
cem o mestee Joaquim JOS da Silreira.
Ito.Lvra., dita vencida'
1855-pM^;.4t
i LdetW.r-MSMMO;
ejif,iditSrVeon COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Espera-se do norte at o dia 22 do corrente o
vapor Paran, ooratuandante o capito lenle
Jos Lepoldo de Noronha Turrezo, o qual de-
pois da demora do costurae seguir para os
portos do sul.
Desde j reeebem-se passageiros e engaia-se
a carga que o vapor poder conducir, a qual de-
ver sor embarcada no dia de sua chegada :
agencia ra da Cruz n. 1, escritorio de Azeve-
do & alendes.
Para o Cear, Ma-
ranlio e Para.
hiate nacional foia, recebe carga para os
pertos flcimaSeguir em poucos dias, trata-se
com J. B. da Fonseca Jnior, na ra do Vigario
n. 23.
Para o Rio de Ja-
neiro
Segu em poucos dias o patacho nacional Lui-
ax, s fo lia -lhe 3,090 arrobas de carga, recebe
escravos a frete e passageiros, trata-se com J.
B. da Fanseca Jnior, na ra do Vigario o. 23.
Para oAracaty
seguir brevemente o hiate nacionalSsnf Anos;
para o restante do seu.carregaraeato e passagei-
ros, trata-se cora Gurgel Irntos, em seu escrip-
lorio na ra da Cadeia do Recife, primeiro an-
dar n. 28.
Para Lisboa e Porto.
Segu iropreteriveleienle no dia 92 do.corren-
te veleira barca Sympalhia, por estar com-
pleto o sen carregamcnio ; recebe passageiros,
acerca do que, trata-se- cora Bailar & Oliveira,
na ra da Cadeia de Recife n. 12.
Barcaca Thereza.
Segu com brevidade para o Aracaty cora es-
cala pelo Ass : quem nelle quizer carregar, ou
ir d passagem, ,dirija-sea ra da Cruz do Re-
cife n. 50 1. andar, ou com o meilre da mesma
na escadinha d'altandga.
yai seanirem.
lucosdias a barca, Jlio de Janeiro
ior ter'parte de'seu carrega^ntjrprrrato pi-
ra o .tfSto. traale 'cota \A^tu^',$ulta>IB| &
C.',aoliiti*bJtr ASetta -n/M.
Sgunda-feira 21 do corrente.
Antuaes aulorisado pelo Exm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commerco a reqoerimeoto1 dos depo-
sitarios da messa fallida de Siqeeira 4 Pereira,
far li'ilo no dia cima designado das fazendas
e dividas, assim como da parlo da casa cm que
est o establee!ment na Toa do Crespo n 7.
onde lera lugar o lelo as 11 horas em ponto
com assisteaeia do mesmo Exm. Sr. Dr. juiz do
commerco.
LEILlO
DE
Uma rica armacao, gene-
ros de estiva e perten-
ces de um armazem de
molhados na ra da
Cruz do Recite n. 15.
Quarta-feira 23 do corrente.
Anturtes por conta de quein perten-
cer fara' leilao na ra da Cruz n. 15,
da arma cao, gneros de estiva, doces
de diliereates qualidades, uma grande
mesa muito propria para hete!, -duas
mesascom tampos de marmore, uma
Ij al anca franceza, ca xas para doces
etc., etc., que tudo sera' vendido ao
correr do marteHo e aos estonros da
cliampagae, as 11 horas em ponto do
referido dia.
LEILAO
DE
ILlft a
A 21 do corrente.
O leilao de mobiliadoSr. C. J. Ben-
son, annuneado para 18, ica transfe-
rido por causa ida chava para segunda-
feira 21 do corrente, consiste o mesmo
em mobrlial completas e de gosto e de
todos os mais artigos precisos era urna
grande casa de amilia, tera' pois lugar
dito leilao na sua casa de residencia ra
do Jfondego n. 38.
Importante

Queijos suissos.
Quavta-feira 88 do tunes far' lieiUo ,,por conta de
qtieaa pe*tencer a occaso de vender
Com grande lundh.
O sgente Hyppolito da Silva aulorisado pelo
Sr lienrique Augito Cawper, que ae relira para
fora do imperio lemporeriantenlA- com liwnca do
governo de sua naco, far leilao de suas es-
plendidas e completas mobilias de apuradissi-
ssos gestos e variadas qualidades onde os Srs.
cuncorrenles encontraro ehryslaes finissimos,
ricos aparelhos pxra mesa de apurado gosto e
bem assim um excelleate serrico de cosinha.
Tambem encontraro um rico carro e cavados
possantes e escolhidos, rom os srreios necessa-
rios tanto para carros como para mentara. Por
esta meama occasio tambera ser arrematado
uraa porcao de armase petrechos proprios para
caca, los melhores o mais acrediladus fabrican-
te* de Inglaterra e por isso os amadores desse
entreteniraento devem aproveitar essa bceasISo-
para se proverem. Para comodidade das pes-
soas que quizerem hunrar cem suss presencas
esse leilao o qual dever ter lugar no da ter-
ca-feira 22 do correnle mez, na rasa de residan-
ca do mesmo Sr. Cowper oo lugar denominado
Chacn, serio poetados doos mnibus na ruado
Crespo as 9 horas da manha do da acuca in-
dicado, a fin de conduzir gratuitamente as-pee
soas que para o mencionado leilao quizerem ir.
LEILAO
DE
i20barris com bo-
lachas de Triest^.'
Sexta-feira 25 do comtete*.
Antones fara' leilao per conta de
quem pertenec' no caes do Apollo asy
mazem de farinha do Sr. Jote Duaptc
das Neves, de 120 barris com bolachas
de Trieste muito nova, chegada lti-
mamente, para o que chama a atteiicSo-
dosSrs. deengenhoque im consequen-
cia da caresta da familia vao ou man-
dam comprar as referidas bolachas pata
sustento de seus escravos, as quaes se-
rio vendidas sem reserva de preco a* 11
horas do supra mencionado -dia-. -
11
Avisos
de uma- pesson qoo ssjba com-
s tratar ns na* 'BSHperador.
andar. Jas TI as oras da
Precisa-se
prar e cozinner
n. 43, primeiro
larde.
Precisa-se de um hornera para (nitor de una
engenho no termo do Sennheni,ol'eraeendo-ser
bom ordenado, e entendende de heHahea, om
preferencia ser engajado-: quera Jju-Uwr, podo
dlrigir-ss aos Afojiados, fua Direila 0. 4|, bumo
pateo do Paraizo n. 30.
M&
m:
Precisa-se de uma ama para casa de pouca fa-
milia : a tratar na ra da. Cadeia. do. ftecife n.
45, ou na ra da Senz-fa1 Verta 0. 80. -
Os bilhetes da s'exia loterja da caa 4>
mar municipal de Vplenca do Rio 'de Jan
pertescenres a Socieade elrz, sao es sfgn
1 bilhele de n. 5097, 4 guarios de n. 51, 1
3518,4817.Alcntara'; l.'preedrUor. .- .1! '
No dia 27 de novembro da 1860 fugio ido
engenho Co'qefro, comarca de' Santo 'Antloj' o
escraro Clemantino. cabra, Njirseiita ter da
idade 20.a 22 annos, imberbe, tendo apenas vm
peojueno buco, tern nariz chito, rosto alegre, es-
tatura regular, corno bem feito, cabellorum pdu-
cr moles e appwiisiaoda-ss a ioeoaiinhatdstd-
te intelligente, e tem muito uso de servico do-
meatiso. t Urna14MPJsW<>^si#,>oa^odos os
instrusneatosdo oflie : levou emswompa-
nhia ama malner forra dajfuaeifupa, com
qusm arassiou-se e per fneai KiloM^abeca-
do', natatdl o,ue' forro, e que tenlia,-m*ifas> i a aouie ; suppoe-se
haver fgido para aaaj>DlC;edft maja cert
have-lo feito para ns Mrtaadesi* pronocta, es-
periolraante para os da Paralaba, d iorta: f^tfa
o pegar, poder levar no referdo ungonAB *-k+-
quim de Barros Corris de Queiroz, que*S/tWp>
de gratiOcaco, eu seohor, o a*aqD-a*sfg-
nado, morador na villa do Pilar, a raraarb* "d<>
Norle.--LuizXIorreiae ftawWVvT"jrv1
Frecfsa-Se'de urhaama VorainWAguas
Verdes n. 8. *h ituJ moa .niociJI
Precrsa-se alirgap ni cMa coa taiasaodsa
tm Brnde;'fimilfc^lw^so^Q&'*lo
SMnt A-nitrato- WrafWW ' fmM arnaco M) *:-&fm*W***+r
gi* s4- <-"''qraT ef itJi te sica rplsiir b


*>
ftltiVJte MMtiMRttO. ~ SaBBADOIS 0 JiSHBfr DE li'.'
M|tJ
| i-.

0 EXTRACTO
wrm
*?+
COMPOSTO DE
SALSA ^AB^OLHA @ R* T@WiIWE)
MELOORADO E FABRICADO SOB ADIRECCAO' DO DR JAMES R. CBLTON,
imco e medico celebre de New York

M IM.
^ #
1,
GBNDB 'SUPERTOIUDADE DO
TRACTO FLUIDO COMPOSTO
SALSA PARRILHA
EX-
New-York, baveraos vendido durante rauitosan- HASKELL & MERRICK, 10 Gold Street.
i
9
i
i
a
Explica se pelo seo extraordinario
e qaasi miraculoso effeito no
sgue.
Cada um sabe que a saude ou a infermidade
iepaude directamente d.estado desleFLOjDO vi-
tal. Isto ha de ser, visto o partido importante
que lem .na egoxomu ANIMAL.
' A'quatidade do sangue q'udi hornera d'es-
tatura mediana est avallada pelas as primeiras
autoridades era vinte e oiio arrateis. Em cada
pulsacao duas on^ss sahern do coraeo nos bofes
e dalli todo o sangue passa alem nocorpo huma-
no em menos de qiutro minutos. Urna dis-
pasigao extensiva lera sido formada e destinada
com -admiravel sabedoria a destribuir e fazer
encolar esta comiente bb vida por todas as
partes da organisasao. Desie modo corre sem-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
fonie de infermdade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se emprenha
de materias ftidas ou corrompidas, diffunde
com vblocidadb elctrica a corrupcao as
Sais remlas e raais pequeas partes do corpo.
veneno lanca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
at cada orgo e cada teagera se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneira
a ctrculaQo evidentemente se faz um engenho
PODEROSO de doenca. Nao obstante pode tam-
bera obrar com igual poder na criicao de saude.
Esiivessa o corpo infecionado da doenca maligna,
oulocal ou gara), e situada no systema nervoso
ou glanluloso, ou muscular, se smente o san-
gue pode fazer-se puro e saudavel ficar superior
a doemja e inevitavelmente i expeliir da cons-
tituicao.
O grande manancial de doen$a enlao como
d' aqu consta no fluido circulante^ nenhum
ni iiieamonto que nao obra directamente sobreel-
1 para purificar e renova-lo,possue afgum direi-
to ao cuidado do publico.
O sangue \ O SANGCB I o ponto no qual
se ha myster fixar a atten$ao.
O ORIGINAL E O GINUINO!
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na cidadede
Cada garrafa do original e
exterior de papel verde
No esjriptorio do proprietario,
em na blica da ra Direita n. 88 do Sr.
nos o extracto de salsa parnlha do Dr. Town-
send, coas i Jeramo-lo sor o extracto original e ge-
nuino de salsa parrilha do Dr. Townsend. o
qual primeramente sob este nome foi apresen-
tado ao publico.
BOYDfABL, 40 CordandtStreet.
WALTER. B TOWiNSEND Co, 218 Pearl
Street.
LEEDS&. HAZ.vRD, 121* Muden Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Street.
M WARD di Co, 53 Maiden Lae.
J. & J F. TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAM & Co, 10 Od Llip.
OSGOOD & JENNINGS, 188 PearlStreet.
R.B. HAVILAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON, R0BINS& Co, 134 Water Street.
THOMAS & MAXWELL, 86 William Street.
WM. UNDERH1LL, Junr, 183 Water Street.
DAVIDT. LANMAN, 69 Water Street.
MARMf & NORTHRUP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAY& Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M K.FSSON & CO, 127 Msden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFELIN, BROTHER & Co, 104 &
106 Jota St.
LEWIS & PR1CE. 55 Pearl Street.
HAVILAND, KEESE & CO, 80 Maiden La-
e.
RUSHTOJV, CLARK & CO, 110 Broadxvay,
10 Astor.
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
PHILIP SCHIEFFEL1N & CO, 107 Water
Street.
POU & PALAJNCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Streot.
RUST & HOUGHTON, 83 John Street.
I. .MINOr ^ CO. 214 Fotn Street.
INGERSOLL & BROTHER, 230 Pearl Street.
JOSEPHE TRIPPI, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortlandt
Street.
HAYDOCK, COBIJES & CLAY, 218 Pear
Street.
CUMMING & VANDSER, 178Greenwch
Street.
B. A.PAHNESTOCK & Co.49 John Street.
CONHECEMOS AARVORE E SUASFRU-
TAS ,
IGUALMENTE
Conhecemot um Medicamento nos seus Effeitos.
O extracta cora posto de Salsa parrtlba do
Dr. Townsend esta
0 MEDCiMEMO DO POVO
Adata-se (So maravillosamente a constituic.ao
que pode ser utilisadoem quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E! DEBIL1DADE,
fortalece;
ONDE E' CURRtPgAO,
purifica;
ONDE BE PODR1DO,
ALIMPA.
Este medicamento celebrado que tao grandes
ser\icos presta a humantdade, prepera-se agor
na nova fabrica, na esquina das ras Fronte
Washington, Brooklyn, sob a iospecfo directa
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da Cidade de New-York, cuja cer-
tido e assignatura se acha na capa exterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL E GENUINO
extracto composto de SALSA PARRILHA
DO DR. TOWNSEND.
O grande ptiricador do sangue
CURANDO
O Herpes
A Hebtsipela,
.
Acham-se venda na librara da pra^a da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bem conhecidas folhinhas impressas nesta
typographia
Foihin/ia de pbra ou KALEDARIO eedesiastico e civil para o
bispado de Pernambuco........... 160 ra.
Dita de algibeira contando alem do kalendario ecclesiastico e
expiiea^o des festas mudaveis, noticia dos pl.
tabellas das mares e
ditas dos emolumentos
ditas do sello; ditas
dos impostos geraes,
civil,
lelas,
nasciment e occaso do sol;
do tribunal do commercio;
do porte das cartas; ditas
provinciaes e municipaes, ao
A AnSTRICQAODO VEN-
TRE,
AsAlporcas
Os Effeitos doazou-
gub,
Dispepsia,
AS DoENT.AS.DE PICA-
DO,
A Hidropesa.
A Tmpingb
As Ulceras,
O Rheumatismo,
As Chacas
A Dedilidade geral-
As Doencasde pellb
AS BORBULHAS ." A CA-
RA,
As ToSSRSt,
genuino extractu do
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
OExtracto acha-secontidoemgarrafas quadra-
das e garante -se ser mais forie e melbor em to-
do o respeito a algum outro purificador do san-
gue., conserva*se em todos os climas por cor-
to sspaco de tempo.
Dr. Townsend tem a assignatura e a certidodo Dr. J. R. Chlitton, na capa
que se juntou urna collecjao de bellos e divertidos
. jgs de prendas, para entreten ment da mocidade. 320 rs.
Dita dita .... contendo alm do kalendario ecclesiastico civil, expli-
ca^o das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
.das mares e nascimento e occaso do sol; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commercio ; ditas dos impostos
geraes, provinciaes 6 municipaes, ao que se reuni o
modo de confessar-se, e conungar, e os officios que a
igreja eosluma celebrar desde domingos de Ramos, at
sexta-feira da Paixao, (em portuguez). prego. ....
Ditado almanak civil, administrativo, commercial e industrial da provin-
cia de Pernambuco, ao preco de:......i
Para facilidade do uso deste almanak, augmentou-se
de formato, e fizeram-se muitas alteracoes, sendo a correc-
co a mais exacta que foi possivel, em materia desta ordem,
(que todos os dias soffre niudancas) acrescentando-se a nu-
meraco dos estabelecimentos commerciaes e industriaes;
acompanhado de ndice para facilitar o uso, procurando o
quesedeseja pela,pccupaco do individuo de quem sequer
saber a residencia.
320 rs.
19000
_ Alugam-se duas casas para passtr a (esta
sitas em Sani'Anna de dentro, tendo commodo,
euulcientespara quatquer familia, e banhoperto
de osa, aro maia saudavel par a saude : a
Iralar no pateo de*. Pedro n. i.
Agencia do fabricantes americanos
Grouver & Baker.
Machinas de coser: era casa de Samuel P.
Jobston & C-,. ra da Senzalla Nova n. 52..
-
petmaitihucaiiA.
De ordem da presidencia desta astociccXo
convido aos Sr?. socios eTecvos a se reunirem
domingo 20 do corrente, em sesso extraordina-
ria do conselho da assembli geral, sendo esta
as II horas da manhaa e aquella s 10, oflm _de
tratar-sede negucios de grande interesse social.
Secretaria da Associac.3o Typographica Per-
nambucana, 15 de Janeiro de 1861.
JtvEscio Cesar,
' 1* StcrtlatW,
Precisase alagar urna escrara ta-
ra casa de familia : na ra da Cadeia n.
53, terceiro andar. i
,omn,P?dSa"Se de Juma ama Pr cn'aiohar e
Precisa-se de urna prela escrava que saiba
numerSri06ngmiB'r '' "** d* S*bmU Velha
Precisa-se deum preto para o servico in-
terno e externo de urna casa : quem o ver e
queira aluga-lo dirjase roa Diretta d. 7.
Aluga se o armazem na ra do
caesdeApoHon. 7, proprio_para de-
posito de,todo e qualquer genero ou
estabelecimento : tratar no rateo de
S. Pedion. 6.
Candido Nunes de Mello 4 C e.'tabelecidos
na ra da Cadeia do Recite n. 60, declarara ao
corpo do commercio e com especialidade a seus
credores, que venderam seu estabelecimento ao
Sr. Francisco da, Rocha Passos Lina, a saber,
o estabelecimeuto e as fazendas, ficaudo d'ora
em dianle o escritorio des raesmos no fundo do
armazem da mesroa casa, aoodo ficam tratando ;
da liquidaco da mesma Arma. j
Marlha Morsia, Guililas B. Horgi, Eduvi- da ra Direita n. 87, propria para qualquer esta-
gens Adelaida, Madre Rdcs Capitani e urna filha belecimento, por preco commodo : a tratar na
subditos Italianos vo para o Para. ra do Queimado n. 46, loja.
Furtaram em a noite de 13 do corrente da | Giavanni Fissi, Baciolti Gugeppe, Bulli Ga-
rampa do caes 22 de Novembro, urna correle geppe retiram-se para o Para.
de ferro tendo em cada ponta urna argola, tendo: Silvaio Hubert, subdito francez, retira-se
a pessoa que a furtou provavelmente algum ca-i para o Para.
noeiro desamarrado a dita corrente dos pranxes' Aluga-ae o sobrado de um andar e sotao
Aluga-se aloja
e armaco
O Dr. em medicina Ignacio Firmo Xa~"3
vier, faz publico que mudo a sua resi- 7f>
dcncia para a ra Direita sobrado n. 45, Sg
onde pode ser procurado para o exerci- fB
co de sua profisso a qualqyer hora do St
da e da noite, sendo as consultas e visi- 15
tas feitas aos pobres gratuitamente. m
O mesmo doulor tendo era sua lonea *
prallca j no hospital militar o i no
grande hospital de caridade e dos lazaros S
feito um dedicado e especial estudo sobre m
s molestias syphiliticas da pelle e dos 2
orgaos da respiracao, afferece o seu pres- ||
time nessas especialidades dando a quera ?
o recorrer gratuitamente alguns medica-
merlos, sendo muilos indgenas de reco- S
nhecida virtude.e dos quaes tem sempre E
> lirado proveiloso resultado de sua ap- *
5^000 mensaes.
Constanca Perpetua de Lcenla Hachado, pro-
fessora de instruecao primaria, competentemente
noeiro desamarrado a dila correte dos pranioes Aluga-se o sobrado de um andar e sotao fessora de instruecao primaria comDetenteeni
que eslava segurando e deixando-os sollos, e co- da travessa da Concordia, com rauitos commodos' aulorisada pelo Exm. Sr. presidente'da?r Z
ZJn PmDX,oe" f6 an3are-ll01 d 35 P1? de P"a 8r?nde fe" : r<" Augusla n. 94. a.isa ao respeit.vel pub ico' que doi dia 4de f '
compnmentocada um nao lenha apparec.do, a Aluga-se o segundo andar do sobrado da vereiro vindouro em di.nu..' teri anerla m.\X
pessoa que der noticia da corrente e oranxes' ra Imnerial n. 19 rnm vUi na n mr .. va.. j d.... ..7.1. 'n-, a a .la su" 8ula
212 Broadway,
Paranhos.
New York, e em Pernambuco na rna da Cruz n. 21 escriptoric 1. andar, tam-
- .-^ ':'' T-: ju LJ/*LJmau
Assignatura de banhos frios, momos,de choque ou ehuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,......; 109000
30 carioer pira os ditos banhos lomados em qualquer lempo...... 159000
15 Ditos dito dito dito .... 000
7 > ....;.. 4|000
Bauhos iv ulsos, aromticos, salgados esulphurosos3osp.ree.os annunciados
Cstareduc^o de presos facilitar aorespeitavel publico ogozo dasvantagens que resultara
da (requenciadeum estabelecimento de urna uiilidadeincontestavel,masque infelizmente nao
estando era nosso* hbitos, anda pouco conhecida eapreciada:
^i
TABAC CAPORAL
Deposito las manutaetuTas im^eriaes deranQa
Esteexcelente fumo acha-se depositado, diretamente na ra Neva n. 23, ESQUINA DA
CAMBO A DOC ARMO, o qual se vende por mseos de 2 hectograraos a 19000 eem porcaode
19 raascog para cima com descont de 25 porcento ; no mesmo estabelecimento acha-se tambem
4 verdadeiro papel de linho para cigarros.
MiMMJlRKK-^-slHHHnBlsslal *
EAU HIINERALE
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n.22
O Sr. alferes Thom G. Vieira
Lima, queira dirigir-se a esta typogra-
phia, que se lhe precisa fallar.
Na Iravessa do caminho novo da Soledade,
estrada doManguinho, casa n. 74, precisa-se de
urna criada para o servico interno de urna peque-
a familia, quer-se q.u"e saiba particularmente
cozinhar e engommar, prefere-se que seja por-
tugueza.
Fabrica do Monteiro^
com deposito na ra de Apollo n. 6, principia a
ter assucarcrystalisado flno pelo systema Euro-
peo ; assim como amarellinho para caf por pre-
go baratissimo.
Com o descont de 5 0|0 trocam-se as se-
dulnsde 19 e 5$, das que s podem ser trocadas
no thesouro geral desta provincia, com o descon-
t d 10 0|, na travessa da Madre de Dos a. 17,
das 8 horas da maoba is5 da tarde.
PIANOS
J. Laumonnier, havendo sahido de casa do Sr.
J. Vignes, offerece-se para tudo quanlo diz res-
peito sua arle, como seja, afinar e concertar
pianos, orgos de igreja, harmnicos, etc., em
sua oCficina, ra da Gadeia do Recife n. 11, pri-
meiro andar.
_ o bacharcl Joo de Carvalho Moura, cida-
do brasileiro, relira-se para Europa.
Offerece-se um caixeiro que tem pratica d6
taberna, de idade 17 aonos, porm anda est ar-
rumado : quem precisar annuncie, dizendo a rus
e o numero para se ir tratar.
Precisa-se alugar um sobrado no bairro de
Santo Antonio ou S. Jos : a tratar no largo da
Penha n: 8.
Aluga-se o sobrado de dous andares e so-
lio da ra Imperial n.169: a fallar na ruada
Aurora n. 36.
INJECTION BROU

Remedioofallivel contra as agnorrhas antigs e rcenles.
nico deposito na botica franceza, ra da Cruz n. 22.
Preco do frasco 3j000.
\.\. SVIVIOS fcTVOIAM.
Scientificam aos seus amigos e freguezes desta e d'outras
provincias, que* mudaram o antigo estabelecimento de fa-
zendas que tinhaiii na ra do Crespo n. 13 e do Imperador
n. 30, para o bem conheicdo sobrado amarello, na esquina
da ra do Queimado n. 31, propriedade do Iilm. Sr. com-
tnendador Magalhfies Bastos, onde continuaro a ter o mais
completo sortimento de fazendas de-todas as qualidades
para venderem por mdicos precos em grosso e a retalho.
SOBRADO AMARELLO
ESQUINA DA RA DO QUEIMADO N. 31.
Offerece-te urna criada portugueza .para
casa de familia, os pretendemos podem deixar
carta fechada cora as iniciaos C. P., nesla lyoo-
grsphia. ,V
Precisa-se de urna ama de leite. nu pateo
do Terco a. 26.
, ./_*?* Manoel Perera Lopes
Ribeiro, cora loja de barbeiro e cabelleireiro tem
toenasde Uamburgo.ljra- 4eote, sangra, jppli-
O abaixo assignado previne ao publico que
oinguem contrate cora a Sra. D. Carlota Estrepe
Pereira a compra da casa terrea sita na ra do
Brom n. 2, e de mais 2 cscraros, porque dita ca-
sa e escravos nao pertencem a mesma senhora,
mas sim foram dados no Inventario e partilhas
que se pracedeudos bens de seu finado marido
Manoel Jos Pereira, pira pagamentos de seus
credores de seu casal, em cujo numero se acha o
ea oaa&vpala ri|an4a r, ,ba a ouvidos era A^o assignado, que protesta desde j aanullar
****&**#'* wMM<>..* emo.cofMmU. ditas vendas, no caso de eerem effectuadas. e-
pte#W. pwiBQifdao apoda sF*xocur,doUfe7 de Janeiro delMl.
quilquer hora na ra da Traperau^-n- J3. J Ltti Antonio de Swiza Ribe.
Trovador.
O proprietario deste estabelecimento desejan-
do por lodosos modos a seu alcance corresponder
a bondade de seus freguezes, tnandou vir de Pa-
rs um primorosobuhar de mognoe o (em a
disposieo dos amadores desse bello passa tempo
a todas as horas do dia e da noite. Espera que
seus freguezes o amadores nao dexaro de fre-
quentar constantemente o seu estabelecimento,
concorrendo assim para que seus exforcos sejam
coroadosde bom xito. Ra larga do Rosario nu-
mero 44.
Lices
de primeiras letras, portuguez, laura, francez,
ingle?, em casas particulares : na ra da matriz
daBoa-Vista n. 34.
Hotel estrella do sul.
Na esta^o da villa da
Escada.
Antonio Flix Pereira tem a honra de avisar
ao respeitavel publico e especialmente aos senbo-
res passageiros da estrada de ferro, que no dia
20 do corrente teri lugar a abertura do hotel es-
trella do sul, e desde enfio se achar prompto a
receber e hospedar qualquer pessoa que se digne
procurar dito hotel.
De sua parte empregar todos os meios possi-
veis aflm de que seus hospedes sejam bem ser-
vidos, para o que tem todas as proporc.es e boa
vontade.
As familias quequrzerem passr dias, acharao
todos os commodos dwejaveisj e um excellenle
banho no Ipojuca, a distancia de 100 palmos pe-
lo fundo do hotel.
Assim pois o annunciante apera ser animado
em tao til e necessario emprego pela concur-
: rencia.
O Sr. Manoel de Sooza Azevedo Pires dei-
xou de ser caixeiro de Domiogos Jos da Cuoha
'Ugsii desde 17 de" Janeiro do correte inoo.
comprimenlo cada um nao lenha apparecido,
pessoa que der noticia da corrente e pranxes
na serrara de Paulo Jos Gomes &. Medtiros ra
do Imperador n. 49. ser recompensado.
Na cocheira de mnibus de Claudio Dubeux
existem recolhidos dous burros, ignorando-se a
quem perlencem : quem fdr seu dono pode pro-
cura-Ios.
ra Imperial d. 195, com vista para o mar e es-
trada de ferro, leada 6 quartos, 2 salas e sotao
corrido com mirante : a tratar no primeiro an-
dar do mesmo.
Saques.
Luiz Antonio Sequeira, ra Ja Ca-
deia n. 20, saca sobre Lisboa por qual-
quer quantia que os pretendentes pre-
cisarem aos prazos e cambios qne se
convencionar.
Roga-se por favor queiram dirigir-se ra
do Cabog, loja n. 11, a negocio os seuhores:
Jos Cecilio Carneiro M. Jnior.
Elisiario Gomes de I.ima.
Dr. Miguel Luiz Vianna.
Marcolino Alves da Silva.
Francisco Jos Alves de Albuquerque.
Tenente Juaquim Ribeiro GuiraarSes.
Jos Francisco Martins de Aln-eida.
Romao Gomes de Oliveira.
gn Claudio Baptisla Barroso.
Aluga-se ura primeiro andar na ra da Cruz
n. 29, com fundos para a ra dos Tanoeiros : a
tratar no pateo de S. Pedro n. 6.
Eu abaixo assignado, proprietario da casa
da ra do Livraraenlo n. 33, declaro em lempo
que nao annuo ao Iraspasse das chaves da loja
da dita propriedade.
Luiz Antonio Goncalves Ferreira.
F. Recci, G. Sostgoi, S Cappeili, subditos
ilaliaDOS, retiram-s psra o Tari.
O advogado Antonio de Vasconcellos Me-
nezes de Drummond achar-se-ha prompto para o
Nova paula ou tarifa da
alfandega
Ne livraria da praca da Independen-
cia n. 6 e 8, existe a nota tarifa que
tem deexecutr-se a 9 de fevereiro, a
qual sera' mostrada aos Srs. assignantes
do Diario, que a quizerem consultar em
riuanto nao chegam alguns para vender.
Aos consumidores de gaz.
A empreza da illuminacfio
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor deno en-
tregarem aos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro a;uer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
j lUot, anr nnvnm i nezes ^e Drummond athar-se-ha prompto para o
JJLIid. QC mes Ser nOVamente excrcicio da sua proQssaoera lodos os dias uteis,
P"Xffdn Tnrlf n nntrumpn. idaslO horas da manhaa s 4 da tarde : na. ra
exlglUO. IOUOS OS pagamen- do Imperador n. 43, primeiro andar, por cima da
tOS deVem Ser feitOS aO Sp. icocheira dosomoibus do Sr. Claudio Dubeux.
r^r, _, Precisa se da quantia de CO^COO apremio
InOmaZ (iarrett UniCO CObra- is?D penhores. mediante o juro quo se conven-
JA..(n.:n.j. -.. cionar: a pessoa que quizer fazer este negocio
OOr autOriSadO OU nO eSCrip- drja-se ra da Ioperiuiz, loia l 82.
torio dos gerentes. pa~ Jdacgm de Azevedo Vil'aiouco celira-se
VIA FRREA
DO
KaFMW
b
LIMITADA.
ABERTURA DA SEGUNDA SECfAO ATE A ESEADA.
Do dia 3 de dezembro de 1860 at outro aviso a partida dos
trens ser regulada pela tabella seguate :
ESTACOES.
Cinco Ponas
Afgados........
Boa-Viagem.....
Prazeres.........
Poiil"ziuha......
Ilha.............
Villa do Cabo....
Ipojuca.........
Olioda...........
Timb-Ass.....
Escada (chegada)
Trens para o interior.
DIAS DE TRABA-
LHO.
M.IM1AA.
Hor.
8
8
8
9
9
9
9
10
10
10
10
ESTACOES.
Min.
30
40
50
15
25
40
SO
35
50
TARDE.
Hor.
4
4
4
5
5
5
5
6
6
6
6
Min
30|
41
5(1
15
25
40
20
35
5
DOMINGOS E DIAS
SANTOS.
MANHAA.
Hor
7
7
7
8
8
8
8
9
9
9
9
Min.
30
40
50
15
25
40
20
35
50
TARDE.
Hor.
6
6
6
7
7
7
7
Min.
30
40
50
15
25
40
Tren do interior.
DIAS
DE TRABA-
LHO.
MAM1AA.
Escada.........
Timb-Ass.......
Olinda..........
Ipojuca........
Villa do Cabo..
Ilha.............
Pontezinha........
Prazeres........
Boa-Viagem......
Afgados.......
Cinco Ponas (che*l
Hor.
5
Min
45
b
20
35
15
25
40
50
10
TARDE.
Hor. Min Hor. Min.
5C
DOMINGOS E DAS
SANTOS.
MANHAA.
45
5
20
35
18
25 6
40
TARDE.
Hor. Mi.
15
25
40
50
10
35
15
25
50
Precos de bilhetes.
VIAGENS SINGE-
LAS.
1.a
400
1200
1400
2400
2700
3400
4500
5300
6000
6500
2."
300
930
1100
190(1
2200
2700
3300
3800
4300
4500
3.J
VIAGENS DE IDA
E VOLTA.
|.
2001 600
500 1800
600' 2000
1000
1100
1400
2000
2300
2600
30U0
3600
4000
5000
6900
8000
9000
10000
500
1400
1600
2800
3200
4000
5000
5700
6500
7000
3."
300
800
900
1500
1700
100
3000
3500
3900
4500
Precos de bilhetes.
VIAGENS SINGE
LAS.
1.a
45
5 700
20 1400
2100
3200
3800
4400 3100
40f5000 3800
5600 4000
6000 4300
500
1000
1500
2200
2800
10 6500 4500
3.'
300
60C
900
14001
1700
1900
VIAGENS DE IDA
E VOLTA.
l.
10O0
2100
3200
4800
5700
600
23O0 7900'
2400 8400
2700 95G0
2.
800
15.00
2200
3300
4200
4600
5700
6000
6800
3000 10000 7000
3."
500
900
1400
2100
2500
2800
3400
3600
4000
em Fra de Portas, ra do Pilar n. 141. onde to-
dos os das Uteis das 9 horas da maohia s 3 da
tarde, unccionaro os seus Irabalhos aos pais
de familia que se quizerem utilisar de seu magis-
terio, garante toda a efflcacia no ensioo de suas
alumnas.
Guilherme Augusto Ricardo ?ai s-Alagoas
I MOI *
DE
PARTIDAS DOBRADAS.
O enslno pralico de escriptura^io Commercial
por partidas dobradas e de arithroetica, dirigido
pelo abaixo assignado, contina a funecionar re-
gularmente as quarlas e sabbados de cada se-
mana, das 7 horas s 9 da noite.
As pessoas quo desejaiem ter conhecimento de
qualquer das referidas materias, queiram dirigir-
se casa do annunciante, na ra Nova n. 15, se-
gundo andar, nos dias e horas cima designadas
E tao claro e fcil o systema de escripturar os
Uvros mercanlis por partidas dobradas, que s as
pessoas desfavorecidas do menor grao deinlelli-
gencia serio capazes de nao reconhecerem a rer-
dade do expendido logo as primeiras lices que
receberem do abaixo assignado.
M. Fonseca de Medeiros.
Attencao.
Gouvea & FiJho com casa de consig-
nnroes novamente estabelecida nesta
prara, avigarn aos seus committer.te$ e
ao publico em geral, que podem ser
procurados a qualquer hora do dia em
seu escriptorio na ra da Cadeia do Re-
cife n. 3, primeiro andar.
O Dr. Casanova
Spode ser procurado todos os dias em seu
consultorio especial homtopathico.
30-Rua das Crozes-30
3| Neste consultorio tem sempre os mais
g novos e acreditados medicamentos pre-
II parados em Faris (as tinturas) pe-r Gs-
g lellan e Weber, por precos razosveis.
llj Os elementos dehomeopathia obra, re-
jg commendada a intelligencia de qualquer
| pessoa.
Agencia de passaporte e
folha corrida.
Claudino do Reg Lima lira pasaporte para
detro e fra do imperio com presteza e commo-
do preco : na ra da Praia, primeiro andar, nu-
mero 47.
% Dentista francez.
Paulo Gaignoux, dentista, ra das La-
| rangeiras o. 15. Na mesma casa tem
H agua e pdeniifico. .
Traspassa-se a renda do engenho Ucha.
sito na freguezia de Afgados, pouco mais de
urna legoa distante desta praca, este eDgenho
tem muito boas trras, boas matas, e muito
bom de agua com a nova obra que se fez, tem
grande casa de vivenda e concertada de noTO ;
safreja de dous a tres mil paes e mais que s
queira plantar, pois tem Ierras suficientes para
sso : quem o pretender, procure ao major Anto-
nio da Silva Gusmo, na ra do Queimtdo, loja
n. 41, ou no mesmo engenho.
Manoel Ignacio de Oliveira 4 Filho sacam
sobre Lisboa e Porlo : no largo do Corpo Santo-
escriptorio.
COMLTOBIO
4500

AssignadoE. E. Bramah,
Supericteadaale.
ra
Joo da Silva Ramos,
Medico pela universidade de Ctinfera.
^ Tendo de passar algum tempo no li-
tio dos Buritis na estrada do Arraial,
meu consultorio estar' aberto todos c
dias das 9 horas as 11 da manhaa edas
3 as 5 da tarde. A pessoas que man-
dare procurar-m, tera a bondde
de dirigir os chamados por escripto pa-
ra a loja de iouca defronte da cata de
minha residencia ua ra Nova.
Feitor para engenho.
Precisa-8&e'BBB'iiertuguef para feitor e uro
engecko pouco distante desta capital: no esetip-
torir. de Manoel Ignacio d&Olireira rFlllio, lar-
go do Corpo Santo. .**-


DIAJU04K ftBISilWCa ^ SAMADO 1 ftfi ^ip^E Wl.
Ul
W
Aviso.
Cose-so e engomma-se, cora moita perfei$ao,
asseio e prompiidao : no pateo do Hospital n. 31.
Aluga-se
O primeiro andar do sobrado na ra Direita n.
93 : a tratar na msm ra n. 91.
Aluga-se
A loja do sobrado na ra Direita n. 89 : a tratar
na mesma ra u. 91.
lllenco.
O artista americano
O artista americano
O artista americano .
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3$
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3#
Tira retratos por 5
Tira retratos por 5$
Tendo recebido ura sortimento de cai-
xinhaa novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinba novas
Tendo recebido um sorYmento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande saloda ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A.. \V. born, o retratista america-
no tem recentemente recebido um gran-
de e variado sortimento de caixas, qua-
dros, aparatos chamicos, e um grande
numero de objectos relativos a arte.
Como tambem um grande fornecimen-
to de caixas para retratos de 3#000 rs.
cada um, as pessoas que desejarem ad-
qnirir conbecimentos pratiecs na arto
de retratar acharo o abaixo assigndo
sempre prompto sob condicoes muito
razoaveis.
Os cavallieirosesenhoras sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima lica anunciado.
Precisa-se de costureiras para calcase ca-
misas de hamburgo e algod&o : na ra da Pcnha
numero 27.
0 abaixo assigndo Iraspassa todo o direilo e
posse que tero na taberna sita na travessa do
Queimado n. 7, ao Sr. Antonio Joaquim Casco,
livre e desembaragada de toda e qualquer res-
ponsabilidade. Recife 17 de Janeiro de 1861.
Antonio Pereira Viaoua.
Attenco.
0 abaixo asignado tem justo e contratado a
compra da taberna tita na travessa o"o Queimado
d. 7, com o Sr. Antonio Pereira Viaona ; por isso
faz o presente annuucio para que ninguera se
chame a ignorancia. Ptosmbuco 17 de Janeiro
de 1861.--Antonio Joaquim Casco.
.Santiago Marag, subdito heapanhol, vai para
o Cear.
-- Precisa-se alugar um preto : na padaria em
Santo Amaro : atraz da funJicao.
-- Precisa-so alugar uma ama engommadeira,
preferindo-se escrava, para casa estrangeira de
pouca familia ; na ra da Cadca n. 37.
O coronel Luiz Jos Ferreira, Luiz Jos
Torn ira Jnior, Prxedes da Silva Gusmao
e Luza Ferreira Gusmao, convidara aos
seus companheiros, amigos e prenles para
assistirem a ana missa com libera-me,
que pelo repouso eterno da alma de sua
esposa, mi e sogra, ser celebrada na
igroja do convento do Carmo s 7 horas da
mauha do dia 21 do cor rente.
Furto
Os curadores dscaes da silencia de Lima &
Uarlins, avisara pela ultima vez aos devedores i
massa de virem saldar seus dbitos at ao Ora do
correnle mez, depois do qual sero compcllidos
pelos meios judiciaes ; devendo, para o paga-
mento, enlenderem-se com os Srs. Barroca &
Uedeiroa, depositarios.
MBMMMBCgsttfe'MMMMMM
f'-tim 1
Roga-se aos devedores da loja do fina-
do Antonia Francisco Pereira. que ve-
nharn realisar seus dbitos do prazo de
15 dias, na ra do Crespo n. 8, do contra-
rio veno seus nomes por este Diario at
pagarem o que esto a dever.
COMPANHIA

Urna pessoa que nao pode ir ao
Manguinho fallar ao Sr. Manoel Ephi-
genio da SitTa, rogalhe queira annun-
ctar onde o pode procurar nesta cidade
visto nao ser permittido fallai-se-lhe na
alfandega.
Furtaram na noite para amanhecer do dia 17.
no rancho do engenho Capibaribe da freguezia de
S. I.ourengo da Malta, ura cavallo de corcasta-
nho amarello, muito gordo, duas mos ovadas,
das quaes urna branca, sobre-caima queimada,
inteiro, tem um carosso e um lobinho no quarto
esquerdo, e urna pinta brabea no beic.u de cima :
quero o apprehonder ou del le der noticia, queira
dirigir-se ou leva-lo no engenho Camarat. da
fregueria de Nazareth, ou no Recife na ra do
Crespo, loja n. 10, que ser generosamente re-
compensado.
Attencao.
Roga-se a quem tiver urna caria vinda da Ba-
ha para Francisco Pinto do Penoucos, o favor de
annuuciar por este Diario para ser procurada,
que se pagar a despeza.
Manoel de Mello Berarro, subdito portu-
guez, retirase para o Rio de Janeiro.
^. Um mo<;o solteiro aluga melado deum se-
cundo andar em que mora a urna pessoa que re-
leja em iguaes circumstanr-ias ; o tratar na ra
da Cadeia n. 28, primeiro andar, das 9 horas s
4 da tarde.
Manoel Cabral de Medeiros, subdito portu-
guez, retira-se para o Rio de Janeiro.
Precisa-se de urna ama que cozirrhe com
perfeico e limpeza, para casa do pouca familia,
nao se olhando a preco ; fallar na ra do Quei-
mado, loja n. 46.
Precisa-se de urna ama deleite, no pateo
do Carmo n.18, primeiro andar, que soja limpa,
prefere-se escrava e que nao tenha filho : quem
tiver e quizer alugar, pode dirigir-se* dita casa,
certo de que se pagar muito bem.
Precisa-se para escriptorio urna sala inde-
pendente, em 1." ou 2. apdar, na freguezia de
Santo Antonio ou S. Jos : quera a tiver para
arrendar, dirija-se a ra do Queimado n. 43, a
indicar sua morada para se procurar.
Hurtara m em a noite de 18-do correte, da
rampa do caes 22 de Novembro, urna correte de
ferio que eslava segurando diversos pranchoes de
amarello, e como a pessoa quo a furlou lirasse a
dita correnle deixando os pranchoes sollos, fal-
tando apparecerem 4 de 35 palmos: rogamos a
qualquer pessoa que souber onde paira dita cor-
renle e os pranchoes, levar serrara de Paulo
Jos Gomes & Medeiros, ra do Imperador d.
49, que ser recomf eosado.
Joaquim Ferreira Ramos Jnior, Victorino
Ferreira de Souza vo a Europa.
Offerece-se um rapaz de 16 a 18 annosde
idade, Glho do Rio Grande do Norte, para caixei-
ro de qualquer estabelecimento, principalmente
taberna, da qual j tem alguma pratica : quem
precisar, dirija-se a ra da Senzala Nova n. 26,
ou annuncie para se procurar.
Ayiso s fomiihrs.'
Acha-ie aberta aassignatura do jocoso rnala
SEMANA ILLSTRADA,
que m publica no Rio de Janeiro sahe i luz
urna rez por seanana.contendo cada numero qua.-
Iro paginas d gravaras primorosas, e as outraa
quatro de artigos escolhidos e ioteresanlea s
aenhoraa e pessoas de bom gosto. Ji se acham
aqu oa dous primeiros nmeros. Assigna-se e
pagase adiantado oa roa d Ioperatriz n. 12,
loja. Por trimestre 6*. semestre 11&, snno 18.
Precisa-se fallar com o Sr. Ale
xandre Joaquim da Silva, no pateo do
ParaizO n. 10.
Aluga-se o primeiro atidar do sobrado n. 3,
na ra do Raogel, com bastantes commodos pa-
ra familia ; a tratar no segundo andar do mesmo
sobrado. t,
Aluga-se a casa terrea da roa dos Pires n.
21 : a tratar na ra Nova n. 51.
33me$djaee smm m^mm^
U heiro de Levos queira Ir a negoci quo ,
g nao ignora a loja de fazendas da ra da
Cadeia do Recife n. 23.

de 5
Notas
e de 1#O0O
figura.
de urna
CASA DE SAUDE
DOS
Sita-era Sanio Amaro.
Eete estabelecimento continua debaixoda administrado dos pro-
pietarios a receber doentes de qualquer natureza ou cathegoriaque
seja.
O lelo e cuidado alli ene pregados para o prompto restabelecimen-
to dos doentes egeralment- conheotdo.
Quem se quizer utilisar pode dirigir-se as casas dos.proprietarios
arabos mor-dotes na tira Nova, ou eatender-secom o regente no eta-
tabelecimento.
Reforma de presos.
Escrat/os. 2/^000
Maruj'os ecriados,..... 2^500
Primeira classe oft e. 5^5450
Al operables sera o previamenteajutadas.
1E
CONSULTORIO
DO
MEDIROCOfAR TE 1 E OPERADOR.
Clnica por ambos os syslemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os das pela manhSa, e de tardeepois de 4
horas. Coatrala partidos para curar annualmenie, nao e para aoidaia, como pare o engenhos
oa outras propriedades ruraes.
Os chamados deven ser dirigidos sus; casa al i* 10 horas da manhaa em caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noite, sendo por escriptoem que se declare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nio forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
dero remelter seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou loja de
livros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casado annuneianteachar-se-ha constantemente os melhores medica-
meruos keraeopalhicos j bem conheeidos e pelos presos seguintes:
Botica de i 2 tubos grandes.........
Dita de 24 ditos......\ ....... .
Dita de 36 ditos................
Dita de 48 dito............
Dita de 60 ditos. .
Tubos avulsos cada um;
Fraseos de tinturas. ;
Manual da medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tr-
t( dazidoem portuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, ciqrgia etc.. etc........909000
Medicina domestica do Dr. Bering, cem diccionario. 10*000
fttfMtorio do Dr, Mello Maraes. ......;, 69000

)
. .
. .
109000
159000
209000
259000
309000
1000
2000
estabeecida em Londres
ip m mu.
CAPITAL
Cinco mvWiocs de libras
sterAVnas.
Saunders Brothers & C. lera a honra de in-
formar aos senhores negoc''antes, propriotarios
Je casas, e a qnera mais convier, que eslo ple-
namente autorisados pela dita companhia para
efloctuar seguros sobre edificios de lijlo e pe Ira,
cobertos de telha, e igualmente sobre os objectos
que contiveremos mesmos edificios, quer consis-
ta em mobilia ou era fazendas de qualquer qua-
lidaJw.
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Fredec Gaulier, cirurgio dentista, faz
todas as operacoes da sua arte e colloca
denles arlificiaes, ludo com a superiori-
dade e perfeico que as pessoas entendi-
das lhe reconhecem.
Tem agua e pos Jeniifrcios etc.
A officina de marmore
mtidou a sua resiJencia do caes 22 de Novembro
para a travessa da ra da Praia n. 3, junto ao
;aes do Rames.
@SSS @ @@@as
.
. Yt -

: /
."Ilua eslreita do Rosario3
;ij Francisco Pinlo Ozorio continua a col- ,
jg locar deales arlificiaes tanto por meio de
j$ molas como pela pressSo do ar, nao re- ,
^ cebe paga alguma sem que as obras nao ,
q fquem a vontade de seus donos, tem pos ,
^ e outras prepara^es as mais acreditadas (
^ para conservado da bocea. i
ParticipaQo
do estado em que se acha o Sr. Manoel Aloes
Saldanha, que pade.cia ha mais de 20 annoa
de urna perna muilo indiada {tres palmos de
grossura, reduzida a palmo e meio), em 30
das de tralamento, com as chapas medicinaes
electro-magnelico-epispalicas do Sr. Ricardo
Kirk.
Illm. Sr. Joao Alves Saldanha, negociante da
ra da Alfaodega u. 46 ao Rio de. Janeiro.Pre-
zadomano e amigoConfirmo-tea minha ultima
do mez fin Jo. aecuso a recepgao da le muilo
estimada de 8 do mesmo mez.
De todo o endeudo do la ultima fleo sciente.
Quanto -as hitpas medicina** do lllm. Sr. Ricar-
du Kiik, j esto* nra posse dellas, como vers
pela carta do mano Jos, aa qual lhe relato os
maravilhosos resultados quelem oblido, e parece
incrivel o grande voluroe de iuchaedes que da
perna penda sobre o pcilo do p, d que ves-eslar lembrado, cujo paoo o mesmo cirur-
gio Jorge, soguiid') sua opiniao, dizia que era
caimcsidade, oque jamis uunca au poderia flear
bom. Agora j receobece quo nao e carnosida-
de,-e j diz que sao humores que para alli se
accuosulam, a eel admirado de ver os etfeitos
que as chapas medicinaes lem feito, e mesmo me
diz que antes de fiO dias fleo completamente
boro, vista dag melhores que ou oblendo d
dia para dia : altn da applicacao das mesmas
chapas, lenho tomado abjumas ga/rafas de Tob,
porque alguns collegas que ja uearam das so-
breditas chapas em moU-slies como a minha, me
aconselharam para que eu lomaas, porqu o
rub puriica o sangue e ,faz4ranspirar o corpo, o
que conlribue muilo para as chapas azerem .me-
lhores effeitos ; tambem teuho lido constancia
no tesguarao ; emflm, como lenho vontade de
ficar bom de minha perna, faeo todo o sacrificio
para vitar aquilloque mejiessa fazer mal.
Desde que comecei a applicaco das etapas me-
dicinan, em poucosdia* as drea que muito me
affiigiam .drsappareceram: o effeito que as ditas
chapas me faziam vou le eiper. Todos os dias,
quaado tiro as chapas para lnpa-Jaa e lavar a
perua, observo que aa chapas eslo cobertas de
uodoas de materias, o que a perna em difieren-
tes partes esiacheia de borbulhas, aa quaes pur-
3m materias, e depois sangue negro : agora o
sangue mais vermelho que ao principio, porque
se v que isto provena das muitas constipaedes,
especialmente as que tenhoapanhado na perna;
eojniudo agota ealou persuadido que com a ap-
plicago das chapas mediciaaet, e vista das
melhoras que vuu oblendo, hei de ficar bom;
assiru mesmo me dou por muilo salisfefto quan-
do nao dimjauisse maia do que agora est ; to-
das as calcas que eram estrellas nao me serviam
agora, eja eslo na mJo do alfaiate para descer
e apenar, porque veslindo-a* issim, me pare-
cea: sacco largo. Agora j poso usar de boti-
nas, o que venho a usar para trazer sempre
aperlados com viga*. Quando deixir de fazer
uso das chapas terei sempre ligado, que para isso
vou mandar fazer ligas com antecedencia.
Junio vai ama Ura de panel, pela qual ver a
grossura em que eeala occasiao lenho a perna e
quanto j tem diminuido, e que a principio li-
aba tres palmos ou mais, e vai sempre diminuio-
do de dia gara da ; agora s fago uso de duas
chapas no lugar onde era preciso tres.e isso mes-
mo ja pondo urna sobre outra;; fleando de parte
urna chapa para applirar cora a que agora le
peco, e que junto vai o molde. ,Recommeodo-te
que digas ao Sr. Ricardo Kirk que a chapa deve
ser tal qual a medida que remello; os cantos
da chapa, tanto- em baixo como em cima, nao
deven ser arredondados, porque .assirn me faz
mais arranjo para coraraodidade da iochaco.
Com a chapa qne espero e com a que ja tenho
supponho que quando as applicar j me bao de
abranger a nern*.
Villa d Vallongo (Portugal) 18 de novembro
de tmr-Teii irnio, Jlaapej Alve* Saldaba.
Precisa-so de 1:0003 a premio sobre hypo-
theca em um sitio perto da praga ; quem quizer
fazer ess negocio, annuncie para ser procurado.
COIFAMIADA \IA FRREA
DO
DO
Recife ao rio Sao Francisco.
lAmitatlo.
De conformidade com 89 ioslruc5es rocebidas
da respectiva directora faz-se publico que desta
dala em diante sao convidados 03 accionistas
desta companhia a cumprirem cora os termos do
aviso que por ordem da mesma abaixo licam pu-
blicados.
Escriplorio da companhia 17 de dezembro de
1860.E. H. Braman, thesoureiro.
Aviso.
(MPAMllV DA VIA FERBEA
DO
REGIFE A SAO FRANCISCO.
(LIMITADO)
Pelo presente faz-se publico que por reolugo
da directora desta companhia, lomada nesta da-
ta tem-se feito urna oulrachamada de duas li-
bras slerlinas por cada aeco, a qual chamada ou
preslago dever ser paga al o dia 31 de Janeiro
prximo futuro no Rio de Janeiro em casa dos
Srs. Man Mac. Gregor& C, na Baha aos Srs. S.
S. Davemoort & C, o cn Pernambuco no es-
criplorio da thesouraria da mesma va frrea.
Polo presente Oca tambem entendido que no
caso de nao ser a dita chamada ou prestarlo sa-
tisfita no dia marcado para o seu pagamnnto ou
antes o accionista que incorrer nesta falta paga-
rjuros a razo de 5 por cento ao anno sobre
tal chamada ou prestago a contar deste dia at
que seja realisado o pagamento. No caso de nao
effectuar o pigamento desta chamada ou presta-
cao dentro de 3 mezes a contar do dito dia Qxado
para o embolsa da mesma ficarao s ac^es que
incorrerem em tal falla sujeilas a serem confis-
cadas segundo as disposicoes dos estatutos a este
respeilo.
Por ordem dos directores.
AssigndoW. H. Bellamy,
Secretario.
199 Greshara House.
Od Brouad Street.
EC.
22 do novembro de 1860.
Attenco.
O abarco assigndo roga as pessoas que lho es-
lo a devr o favor de virem pagar seus dbitos
aleo fim deste mez: na ra do Imperador o. 63.
Recife 9 de Janeiro de 1861.
Jos Antonio Soares de Azevedo.
Trocara-se estas notas por gneros, no estabe-
lecimento de Sodr & C, ra eslreita do Rosario
n. 11 ; tambem se vendis as ttlas uvas de Iia-
marar.
Mudanca de esta-
belecimento.
Jos Moreira Lopes avisa aos seus amigos e
freguezes desta e de outras provincias, que mu-
dou o seu estabelecimento de fazendas que tinhi
no sobrado amarello da ra do Queimado, para a
loja e armazem que foi dos Srs. Santos & Rolim,
onde lem o mais completo e variado soitimeoto
de fazendas de todas as qualidades para vender
era grosso e a retalho por precos muito baratos :,
ra do Crespo, sobrado de 4 indares n 13, e ra
do Imperador, outr'ora ra do Colleglo, sobrado
de um andar n. 36.
Jos Joaquim dos Reis avisa ao respeitavel
corpo de commercio e mesmo a quem cora o
Sr. Joo de Santa Rosa Mariz tenha trantaces
para que nao recebao e nem transado alguma
facocora 4 lettras saccadas em 12 do correte
mez pelo dito Sr. Muniz e aceitas pelo annun-
eiante, visto que de nenhum fleilo est a tran-
sacc,o que o annuneiante fez com o dito senhor
"m vista da declararlo quo o proprietario fez
hontem por este jornal, sendo que a garanta da
continuadlo do estab
* 1-%!V&*'se de nnu pessoa paro admioistrar
os trabalrudores de alguoas carrosas ; assim
iambero.se prc-iaa de doos trabajadores uara
andar com as mesmas : na ra do Crespo n. 25,
as 10 horas da manhaa. achara com quem tratar.
~~ Aluga-se urna casa tenea sita na ruada
Mangueira da Bja-Vista ;a tratar oa ra do Li-
vramenlo a. 41.
Precisa-se de 150* a premio'COTkhypothe-
ca em urna casa nova, teila de pedraeral, no
larga do Remedio, que est no valor de 2 MOf :
quem q<4ta^u cala quanlu. dirija-se ao Re-
medio, rasa de Jos Thenorio, e no Recife no
ecco da Boiao. 12, no botequim.
Avisa-se a quem convier, que hnje 18 do
cerrente mz de Janeiro, appareeeo oa ra do
imperador um cavallo caslanho corn c.ngaiha e
um par de ancoras vasias, cujo cavallo se acha
na cocheara de Augusto Fkher; ferenlo quem a
elle sejulgar com direito. queira SppareCf r roat-
peteiilemeute legalisado, quo lhe era entregue,
S)epoisdo pagar as deapezas que fe tiver feito.
Jos d Reg Pichero comptu pira o Sr.
Ignacio Joaquim do Nascimento, morador em
Bom Jardn), dous melos bilhetes da liceira
parte da primeira lotera da irmandado do Se-
uhor Bom Jess dos Martyrios ns. ^09 e 2181.
Offerece-se ura rapaz portuguez de idqde
16 annos, para caiieiro de loja de fazendas, co
alguma pitica do dito estabelecimenio : quera
delle precisar, dirija-se ao oaes do .Ramos n. 4.
No dia 8 do correte fugiu. o pretu r^drp,
de nago, que representa ter 40 annos, pouco
mais ou menos, estatura regular, magro, barba
no queixo, com falta de 2 denles de um lado Ja
parle de cima, levou vestido caiga de brim escu-
ro, chapeo de fellro usado, bem fallunte e pa-
rece crioulo, lem o peito de um p luchado de
eiysipella ; este cscravo foi arrematado pelo, an-
nuneiante era praga publica do juiz des feito da
quera pettencia o djlu es.ra-o ;
coniinuacao uo estaDeiecimenlo foi a base que' f,7Pnit. nMii'i.t!i ~n^. ..
fez cora ^ue .he aceilasse as r,fnridas lettras'. o ^T&fsl "a^uem S Senhr d ""''
que nao se realtzon, -
mais complicado est
declaracao. Recife i,
Precisa-se de um mogo para entregar pao'Silva Lnpes, no ~
na ra com um preto at 8 horas do dia. e no I Deos f8 ^ue ser bffl
Consultas medicas.
Sero dadas todos os dias pelo Dr. Cos-
me de S Pereira no seu escritorio, ra
da Cruz n: 53, desde as 6 at as tO horas
d-i manhaa menos os domingos sobre :
i." Molestias de olhos.
5. Molestias de coraco e de peito.
2 3 Molestias dos orgaos da geraeao e
* do anus.
0 exame dos doentes ser feito na or-
dera de suas entradas, comegande-se po-
'M teca por aquelles que soilrerem dos
J5 olhos.
|g 'Instrumentos chinacos, acsticos e op-
tioos serao empregados em suas cousul-
j tardes, e proceder com todo rigor e pru-
o dencia para obter certeza, ou ao menos
|X probabilidade sobre a sede, natureza e
55 causa da molestia; -e dahi deduairo plano
do tralamento que deve destrui-la ou
curar,
ig 'Varios medicamentos sero tambem
*P empregados gratuitamente, pela cer-
|n (eza que lera de sua vordadeira qualidade,
? premplido emseuseffeilos.ea neoessida-
II de do seu emprego urgente que ee usar
^ delles.
Pralicar ah mesmo, ou em casa dos
doentes toda e qualquer operago que
julgar conveniente para o restabeleci-
raento dos mesmos, para cujo flm se acha
prvido de urna completa collecgo de
instrumentos iodispensavel ao medico
operador;
Precisa-se de
o. 23.
Aluga-se a loja do sobrado da ra das Cru-
zes n. 18 : a tratar no mesma sobrado.
Especialidade de retrates em pao encera-
do para se remetterem dentro de cartas. Ti-
rara-se no estabelecimento photographico de F.
Villela, ra do Cabug n. 18, sobrado, entrada
pelo pateo da matriz.
PRECISASE
de urna mulher que saiba cozinhar e
eogommar, para ir servir em urna
cata de pouca familia na villa da Escu-
da ; paga-se bem : a tratar nesta typo
grapia.
Josepha Henriqueta do Miranda Barros,
professora particular da inalrucca primaria, avi-
sa aos pas de suas alumnas, e ao rcspeilavel
publico, que abre a sua aula no dia 14 do corren-
te, e se acha prompta a receber alumnas exter-
nas e internas, pensionistas e meia-pensionistas :
quem de seu presumo se quizer utilifar, dirja-
se a ra da Mangueira, casa n. 7.
urna ama: na ra Bella
F. Villela, pholographo da augusta casa im-
perial, stabelecido na ra do Cabug n. 18, so-
brado, entrada pelo pateo da matriz, avisa que
acaba de receber um bello sortimento de alun-
los de ouro de lei para relraloa. Entre esses al-
fioeles acham-ee muilos com folhagens e flores
de ouro de cores, oulros com perolas. coraes e
pedras, e alguns para brilhantes. Os pregos
iessas joias sao mu razoaveis. Na mesma casa
contraua-re a tirar retratos por todos oa siste-
mas photographicos.
Attenco.
Iroeam-se sedulasde 19 e 6| das que o ihe-
sourb desta provincia exige 10 OfO de descont,
assim como notas dos babeos e caixas das mais
pracas do imperio mediante o abale de 5 00 : no
ascriptoriodeAzevedo r$ Mendos, r^a da Croz|
8oero i,
no Par, q&.i*tyzaT*P7X;V^ToTusEo\73Ta:
W negocio, fago a, presente l dr NauzCr & C.: quera o pegar; pode leva "o
17 de iaue.ro de lobl. mesma padaria, ou a seu senhr Joaquim da
um moco para entregar pao silva Lopes.no Reafe. travessa d. >1 Jlo !
resto do dia ajudar abilhar bolaxiuha e arrumar,
e o mais que for preciso tendente ao mesmo ne-
gocio; tambem pntisa-se de um bom amassador
que entenda perfeitamente do trafico; os que se
acherom as circunstancias, dirijam-se a ra
larga do Rosario, padaria n. 18, jnnlo ao quar-
tel.
frecisa-se do urna ama de idade quo nao
tenha pensao do familia para fazer o servigo in-
terno de urna casa de duas pessoas e que nao
durma fora: na praga da Boa-visia o. 2-2, bo-
tica.
Precisa-se de um caixeiro para tomar corita
de urna taberna : a tratar na ra Direita o. 118.
Ra da Camba do|
Carmo n. 22. |
Jos Anacleto tira mui-
to bem denles e raizes com rapidez, cu- ji
ra as dores de denles, caiga os denles fu- w
rados, separa os da frenle, sangra muito fp
bem, appca ventosas sarjadas, tem es-
pecleos para aplacar e destruir as do-
res de denles, tem pos dentifices muito
medicinaes para conservago dos denles
e aceio da bocea, chamado com escriplo
a qualquer hora.
Precisa-se fallar com o Sr. Jos Joaquim de
Oliveira Jnior, na ra da Madre de Deos n. 38.
Joo Pinto da Costa Lima vai s provincias
do norte a negocio.
- Lnpes, no Reaife, travessa da Madio de
Deos n. 18, que ser bem recompensado de sea
. trabalho.Joaquim da Silva Lopes.
Alugam-se o segundo lercerfo andar? da
I casa da ra da .Cruz o. 45 : trata-se no primeiro
andar da mesma casa, das 9 horas damanha as
,4 da larde. T
C ompras.
Conipram-se escravos.
Compram-se, vendem-se. e trocarn-se escravos
de ambos os sexos e de toda idade : na ruado
Imperador n. 79. primeiro andar .
Compram-se escravos,
de ambos es sexos, que sejam sadlos e de bqa
figura, com habilidades, eque sirvom para o ser-
vigo de campo, de 8 a 40 annos de idade ; no es1-
criptorio de Francisco Mathias Pereira da Costa,
na ra Direita n. 66.
Compra se urna mobilia de jaca-
randa' com tatripos de pedia e urna
mesa elstica : na ra da iuiperatnz
n. 58.
Na coebeirade carros do porto das canoas da
ra Nova precisa-se comprar um cavallo grande,
niaBso e novo que ande de baixo a meio.
Compram-se moedas de ouro brasileiras da
20$ ; no escriplorio de Manoel Ignacio de 6Ii-
veira & Filhos, largo do Corpo Santo.
Nulas de 1,000 e de
5S de urna figura. 1
Trocam-se estas sedulassem descont 5
por fazendas que vendem-se por baralis- *
simos pregos, oa ra do Crespo loja ama-
relia n.8de Leandro Lopes Dias' succes- 11
sor de Antonio Francisco Pereira. a
Fazendas finas.
Vendem-se chapeos de seda de muilo*
bom gosto a 15 e a 25J, vestidos de se-
da de muilo bom gosto a 40g, 503 e 80$,
ditos de barege e gaze a 10$, ditos de
cambraia branca bordados (multo ricos),
chaly e barege a 500 rs. o covado, or-
gandisde muilo bom costo a 800 e 900
rs. a vara, basquinas de fil com ricos b-
cosde seda a 3#, talhos com b>cos para
vestidos de senhora a 500 r*., camisas 3
com pellos e punhos de linho a 309 a du- R
zia, gollinhas bordadas para senhora a |
1#, mussulinas de urna s tr s 240 r.. P
o covado e muilas oulras fazendas de bom |
gosto que se vendem por rcetade de seu ?5
valor ni ra do Crespo loja aroarella n. ag
8 de Leandro Lopes Dias successor de 5
J{ Antonio Francisco Pereira. a
O abaixo assigndo faz sciente ao respeita-
vel publico, principalmente aos senhores da pra- i
?a, de nao fazerera transaegao alguma com oilo
letras aceitas por elle aos consenl.ores ao enge- i
uho Leo, sito na freguezia da Escada, por isso
que lendo-as firmado na intelligencia de effec-
tuar a compra do dito engenho a nao realsou,
tendo j esperado pela restituico das mesmas,.
depnis do aviso que lhes dirigi.
Joo Carneiro Lins Barradas.
Ra do Amorim n. 40. :
Precsa-se de urna ama pa'ra cozinhar o diari-
de urna casa de pouca amilia, preferindo-se eso
era va.
Offerece-se uraa ama para cozinhar ; no
beco do Rozado n. 8.
Vendas.
Aos proprietarios de co-
cheiras, de carros de
aluguel, e particulares
Na loja da ra do Crespo n. 14, vende-so um
I completo sortimento de objectos para forro de
i carros, como sejam, vaquetas, sola, rnrerado,
lanternas, chicotes, gales, virola, berlolas, ua-
; masco de seda, puxadores. boles, velas de cera,
! e arrelos para cabriole!, ludo por menos prr.'.o do
, quo em outra qualquer parte.
mtmmm mmm^ mm mi
e y
O Dr. Antonio Agripino Xavier de Brito #
reside na ra da Imperatriz n. 47, pri- #
meiro andar, onde pode ser procurado a ^
qualquer hora, para o exercicio de
proQsso.
sua
Pela segunda vez ausentou-se da
casa do abako assigndo o cabocio for-
ro de nome Aiexandre, com 12 annos
de idade pouco mais ou menos, o qual
se acha va em sua companhia ha quasi 3
annos. O mesmo abaixo assigndo ro-
ga a quem delle souber o favor de di-
rigir-se a ra dos Guararapes em Fora
de Portasn. 30, e declara que de hoje
por diante nao se i esponsabilisa pelo
quepossa sucoeJer ao d.to caboclo. Re-
cife 17 de Janeiro de 1861. Antonio
Rufino de Andrade Luna.
Precisase de uma ama de leite
na ra do Imperador n. 67, segundo
andar.
Sociedade dos devotos da ca-
peila da Senhora da Con-
ceioo da estrada de Joo
de Barros.
m consequencia da grande chuva que hontem
leve lugar nao pode ter lugar o evantamento da
handeira da nossa padroeira, conforme mencio-
nou o programma j publicado e em consequen-
cia ter lugar hoje (19) dito levantamento, se-
guindo-se logo ,o acto da respera o que "taco
constar.
Secretaria da sociedade dos devotos da capella
da Senhora da Conceigo da Irada de oio de
Barros 19 de Janeiro de 18frtO secretario in-
terino, Manoel Manas Fiuza.
Alug-se uma casa terrea [sita na ra Im-
*^iNALOJA
Encyclopedica
DE
Gimares & Villar.
[Ra do Crespo numero 17.
Vende-se fazendas de superiores qua-
lidades egoslos por precos incriveis :
Chapeos de seda para senhora brancos
de cores a ltf.
. Ditos ditos de ditos de cores e broncos a
a 20JKK10.
i Ditos de palha ricamente enfeilados a
. 28#e40.
Riquissimos corles de cambraia branca
bordados a 33jf.
Ditos ditos a' 20$.
I.aas de Garibuldi em cortes com 23 co-
rados a 10.
Cassas a Garibaldi e outros delicados
gostos s 700 rs.
i tascas miudas superior fazenda de cores
uxas a 260 rs. o covado.
Laas de todas as qualidades a 3jj600 rs.
Manteletes, sabidas de baile riquissimas.
Chitas francezas de todas as qualidades.
Sedas de quadrlnhos e gros de tedas as
cores.
Cambraia branca da China cora palmas de
. 9 varas cada pega a 6$5(X>.
Saias bales de 30 arcos a 5$.
Chales de touquim brancos e outras qua-
lidades de chales Anos.
Cambraia bordadas a mo a pega a 24
Saias bordadas e de usto.
Sedas de cores e pretas de 2 saias borda-
das a velludo, em carles ultima moda
de Paris.
Esparlilhos de molas.
Grande sortimento
de roupas feilas. sobrecasacas, palelots,
colletes, caigas,camisas e seroulas, meia?,
gravatasetc, etc.
Calgado Meli ullimameole chegado de
Pars.
Nesto estabelecimento encontra-se
grande sorliraento de fazendas de to-
das as qualidades proprias para senho-
res, nomens e meninas o seus precos
sao admiraveis.
Iperial f a tratar oa ra do Lirramenlo d. 41,
Ven de-se ama carro$a : na padaria da ra
dos Pescadores ns. 1 e 3.
Vendase ura chapeo novo do Chile, flnis-
simo, por 150$ : Da praca da Independencia, lo-
ja ns. 19 e 21.
. Cevarfa nova,
Vecde-se tanto afetalho como por atacado
peLoa precos seguintes : arroba a 2g200, e er
saceos a 2| a arroba: na ra da Peana n. 33
taberna. *
cobertos e iescp.Beriosr pequeas e^rndes, da
ouro patente nglez, paraooawm e senhora d
om dos melhores fabricantes Q*e Liverpool, vin-
dos pelo ultime paquete intlez ; em casa de
SonihallMellordC.


w
Di*Rft> d* pamkumxo. --**MDe w lumo mm.

iairaiiiiiT
1>E
u

Q
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RA DO QUEMADO 40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
19000
Queijos muto no*os.
do Sr. Figueiroa ven-
no ultimo vapor por
lem qaeijo Suisso e
Seda de q\. adrinhos muilo fina corado
Efeiics de velludo cora froco pretos e
de cores para cabeqa de senhora da
I ultima moda
Pazendas para vestidos, sendo seda la
e seda, cambraias e seda lapada a
transparenre, covedo
Luvas lio seda bordadas e lisas para
senhoras, bomens e meninos
Lencos de seda rxos para seabora a
29000 e
Mantas para grvalas e grvalas de
seda de todas as qualidades
Chapeo francez forma modrrna
LeriQosiie gurgurao pretos
Ricas capellas brancas para noivados
Saias balo para senhora e meninas
Tafeta rxo o covado
Chitas franceza a 260, 280, 300, e
Gassas franeezas, a vara
2*500
89500
2*000
3500
9320
9500
Setim preto azul e encarnado proprio
para forros eom 4 palmos delargnra
o covado
Casemiralisa de cores 2 larguras, co-
vado
Chales de miron bordados, lisos ees-
lampadosde todas as qualidades
Seda lisa preta e de cores propria para
forros cora 4 palmos delargura, o
covado
Ricos cortes de seda pretos e de coros
cora 2 saias e de babados
Ditos de gaze e de seda phantasia
Chales de toquim muito fiaos
Grosdenaple preto ede cores de (odas
as qualidades
Seda lavradapreta e branca
Capas de fil e visitas deseda prole.
eom froco
19600
29O0O
15500
AURORA.
Sausproprietarios offerecem aseus numerosos freguezes e ao pubbico em geral, loda equal-
quer obra manufalurada em seu reconhecido estabelicimento a saber: machinas de vapor de lodos
os tamanilos, rodas d'agua para engenhos, todas de ferro ou para cubos de madeira, raoendas e
meias raoendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamaitos, guindastes, guinchos e
bombas, rodas, rodetes aguilhoes e boecas para fornalha, machinas para amassar mandioca e para
descarocar algodo. prencas para mandioca e oleo de ricini, porloes gradara, columnas e moi-
nho> de vento, arados, cultivadores, ponte-, cadeiras e tanques, boias, alvorengas, botes e todas
as obras de machinisrao. Executa-se qualquer obra seja qual for sua natureza pelos desenhos ou
moldes que para tal lira feretn aprestados. Recabem-se encommeodas neste eslabeleciraento na
fu do Brum n. 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. 65 moradia do caxeiro do es-
tabeleciraento Jos Joaquim da Costa Pereira, eom quem os pretendentes se podem entender para
qualquer obra.
GMDE S0RT11ENT0
Fazendas e roupa feita
NA LOJA E ARMAZEM
Joaqnim Rodrigaes Tarares &t Ifllo
ROA DOQUEIMADO N. 39
EM.SUA OlM DI OAI10POK1AS.
BtftT
PROGRESSO
de
libra, a em porc,o se fa-
ll
--Largo da Penlia
Os proprietarios deste eslabele-
enrnerjloconvidam ao respeitavel publico, principalmente aoe amigos do bom e barato, quese
acham em seu arraazem de molhados de novamente sonido de gneros, os melhores que lem
Tiudo a este cercado, por serem escollados por ura dos socios na capital de Lisboa e por serem
a maior parle delles uncios por conla dos proprietarios
Higos eom e\\ampaii\\a
das melhores marcas que ha no mercado a 209000 e em garrafa a 29000.
Figos de comadre
em caixas proprias para mimo a 19000.
IVarris eom axcouas
os mais novos que ha no mercado a 192000.
Serveja branca
das mais acreditadas marcas a 59000 a duzia e em garrofa a 500.
Queijos namengos
recebidos pelo ultimo vapor de Europa a 39000
Queijos parto
das melhores qualidades que tem vindo a este mercado a 9fJ0 res a
r algum abalemenlo. .
Queijos suisso
recentemente chegado e de suqerior qaaledade a 960 reisalibra.
Chocolate
ios melhores autores de Europa a 900 rs. alibra em porgao a 850/e.
Marmela&a imperial
do afamado Abreiij ede oulros mais. fabricantes de Lisboa em latas de 1 a 2 libras 800
ti., em porc,o de se far algum. aba menlo.
M.aa de tomate
era latas de 1 libra por 900 r*.,em poreao vende-se a 850 rs.
Conservas franeezas e iuglexas
as mais novas qneha no mercado a 700 rs. o frasco.
listas de baYacninna de soda
*m diferentes qualidades a 19600 a lata
iVmeixas trancezas
is mais novas que tem vindo a este mercado em compot*irs,conundo 3 libras por 3^000 n
era ratas del e 1)2 libra por 19500 reis
Cai.xinn.is eom 8 Vibras de passas
a 39000 rs. em percao se far algum abatimente, vende-se tmbeme retalhoa libra 5O0 rs.
Maateiga iaglexa
forfeitaraente flor a mais nova/que ha no mercado a 19000 rs. alibra, em barril se far al-
jura abatimento.
Cha perola
a mjlhor que ha aeste genero a 29500 rs. alibra dito byson a 29000 rs.
Maateiga franceza
a 720 rs. a libra em barril se far abatiaaato.
toucinio de Lisboa
o mais novo que ha no mercado 320 reis a libra.
Ma^as para sopa
m caxinhas de 8 libras eom deferentes qualidadeepor 49000 rs.
Tambera vendem-seos seguintes gneros, ludo recen temen te chegado e de superiores qua-
lidades, presifhtos 480 is- a Libra, chouri^a muita nova, marmelada do mais afamado fabricante
Tero um completo sorlimenlo de roupa feita e
convida a todos seus fregueses e a quem desejar
ter um uniforme teito eom teda gosto dirijam-se
a este esUbeleeimeitlo q enetmtreftj um h-
bil artbla chegado ltimamente de Lisboa para
desempenhsr as obras a vontade dos freguezes e
ja tem um grande sorlimenlo de palelets saceos
a ingleza de cslamenlia de qdr cinzeoto, escuras,
mais claro a 4j cada uro. ditos da metma fa-
zenda de pura las Ona a 89, -ditos de meia case-
mira de cores eseuras e claras e ainzentos de
apurado gosto a.l&Uitos do casemira de cores
a 14J, ditos de una casemira de quadrinhos a
. 16#, ditos de alpaca una saceos a &, ditos so-
bri'casacwa 8j, ditos eom gola de velludo a 9,
ditas de panno e de casemira preta a sotwecasa-
dos a 22, 25J e 309. sobrecasacos muilo finos a
a.jj e 4l)a, paUtote de bros, de fusto e de gan-
ga a 49 e 59, collelesde velludg bordado a 129,
ditos de gorguro de seda pretos muito boa fa-
zenda a 6jJ. ditos cm.easofriira a 5, ditos de fus-
taoa350O, calcas de briol e de f'isto a 4g e 5$,
ditas de cniemira de ceres a 99 e 109, ditas pre-
las a l2g e 149, assim como muilos mais artigos
qe.seria impossitel aqu as .poder mencionar.
endemse
queijos os melhores que podem haver nesle ge-
nere-a. 29700, frascos eom 8 libras de manteiga
iQRleza fina a 99, toucinho de lisboa a 360 a li-
bra : na ra larga do Rosario n. 58, quina que
volt para a ra estreita do Rosario.
Liquidaco por todo o
pre$o.
O proprielario "deste eslabelocimenlo estando
8 setirar-so para o centro da provincia por en-
eommodo em sua f imilia tem resolvido acabar
eom sua loja, vendenuo seu calgado pelos se-
gujntes presos : broreguins jolly para senhora a
4&300, ditos dito eom algum defeito na borraxaa
3gOO0, sapates de lustro para hornera, obra do
paiz, a 2*500, 3$ e 49 rs., colgado de lustro para
senhora cora franja e Atolla a 19120, 1280 e
18440, calcado de borracha para a prezente es-
lago, para homem e senhora, a292{0, tarnao-
cos de mirroquim nunca visto pelo primor da
obra a 240, 400 e 500 rs., sapntiohos de la para
crianca ornis bem feito que tem apperecido a
320 rs calcado virado de lustro para homem,
forrado de siarroquim a lgOOO, analmente ludo
se vende sera reserva de prego: na ra do Li-
vramento, loja o. 27.
Aviso
aos amantes da boa fu-
ma^a.
Na ra larga do Rosario, fabrica de cigarros n.
21, os- sebor<)s munies do bom cigarro eocon-
traro electivemente um sortimenlo dos verda-
deiros cigarros de papel de lioho e seda, e de to-
das as.qualidades, os melhores que lem apuara-
cide nesle genero.
junto ao somato novo
dem-ae queijos ebegados
ttTDO caita um, tambera
qwejje prato.
Vende-se ama morada de can
terrea na ra da matriz la Boa-Vista
a fallar na metma ra sobrado qae voi>
te paca a roa da Glorian. 33.
Boa de Crespo,
loja o. 25, de Joaquim Ferreira de S, rende-te
por preoa beratisanos, para acabar: pecaa de
cambia* lisa flaa a 3, organdys muito apaste
modernas a 500 rs. o covedo, cassas aberlasde
Benitas cores a 240 rs., ahilas largas a 200 e 240.
aorta* de casta de cores a 29. entremeios borda-
dos a 19500 a pega, babados bordarlos a 320 a
vsra, sedinhas de quadros finase 880 rs., casa-
veques de cambnia afil a 5, perneadores de
cambraia bordados a 59, gollinhas bordadas a
640, dilaacom poetas a 2-5500, manguitos borda-
dos de cambraia e fil a 2, damasco de laa eom
9 palmos da largara a I96UO, bramante de lioho
eom 5 palmes de largura a 900 r. a vara, luas
jara senhora a 1W re. o par, capas de fustio en-
tenadas a 59, pegas de madapolde lino a 4J, laa-.
I zinha de quadros pare vestido a 320, amisus de
cambraia bordados a 20, sobiecasacas de panno
Farinfaa a 5<{500.
Venda se no arraazem da ra da Madre de
n-85, saceos eom boa larinha de mandioca,
embarcada hoatem, pero barato preco de 3J
cada sacco. .
Milho-nov a 4^000.
Vendem-se milho novo em Saceos grandes, pe
ra da Usan
lo prego cima
de Dos o. 35.
no armaiem
d
re
BoDitts culos |tra seaho
rasewiias.
Machinas de vapor.
9 Rodas d'agua.
9 Moendas decanaa.
af Taixas.
3 Rodas dentadas.
9 Bronzes e aguilhes.
S Alambiques de ferro.
Crrvos, padrdes etc., etc.'
Na fundigio de ferro de D. W. Bowmap,
^ na do Brum passando o chafariz.
iaaaaaa
Bolsas de tapete para
viagens.
Vendem-se paui bonitas bolsas de tapate pro-
prias para viagens, etc., etc., pelos baratissimos
pregas de i, 6a e 7 : na loja da aguia branca,
ra do Queimado n. 18:
Na leja da asraia bra;
tas fitas ese Arelas para
meninas, e *) taretis
ditaloiadaeaaaabraaca,
mero 19.
moi boDi-
aenhoras e
* V em
oeamado u-
t o a 20f e 25$, palelols de panno e casemira de
16a 20$, ditos de alpaca de 39500 a 89, ditos de
brim de crese brancs de 3J500 a 53, caigas de
casemira pretas e de ores para todos ps p'recos,
ditos de brim de cores e brancos de 2j a 59, ca-.'
misas brancas e de cores para lodos os pcegos,
colletes de casemira de cores finos a 59 ; assim
como outras muilasfaiendas por menos do sen
valor para fechar colas.
20.
Cassas Ae lindo* padroes-e cores fizas quese
pdegaraotir aos comprados, a 240 rs. o corado,
na ra do Queimado, loja de 4 portas n. 39.
Anda coalina estar para se vender, per-
mutar por casa uesta cidade, e em ultimo caso,
atrenJa-se a quera zer as obras e concertos que
a casa preeisar, sendo descontada a quantia gasta
do aluguel que liver de pagar, o sitio da travessa
do Remedio, na freguezia dos Afogados n. 21:
quem o pretender, ent.nda-so eom seu proprie-
lario na ra de S. Francisco, como quem vai pa-
ra a ra Bella, sobrado a. 10, ou na alfandega
aoode empregado.
Relogios.
Vendem-ae em casa de Braga, Silva &C, re-
logios de ouro de diversos fabricantes ingleies,
por prego commodo.
Issuear e canna.
Vende-se assucar mascavado a 100 rs. a li-
bra, agurdente de canna engarrafada a 240 a
garrafa ; na travessa do paleo do Paraizo n. 16,
casa pintada deamarello.
Esleirs da India de 4, 5
e 6 pamos de largo.
No armazem de lazendas da ra do Queimado
o. 10, propriamente para forro de salas e camas
por ser di melhor qualidade, e todas brancas
[Linha americaua a 100 rsj
dft 260 ardas
branca e de todas as cores, estas linhas
machinas
ida
em
ao fabricadas para cozer
por serem muito fortes e iguaes sao as
melhores linhas que lem vindo a este
mercado.
Retroz e tro^al preto e de
or?s
lambem proprio para cocer em machi-
nas, tem em carreleis e vende-se em li-
bra a 209 oq 15 um carretel de 12 em li-
bra : na ra da Imperatriz n. 12, princi-
pal deposito de machinas de coser.
. N. u. Como existe um grande sorti-
menlo destes objectos vende-se mesmo
a quem nao tem comprado machina de
cozer.
Vinho do Porto, genuino,
Rico de 1820.
Stomacal de 1830.
Precioso de 1847.
As duzias,e era caixinbas, a dinbeiro, p.orba-
rato prego : rande-se na ra do Trapiebe n. 40,
escriptoria.
Vende-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparaca misas.
Biscoutos
Kmcasade Arkvright 4 C, ruada
Cruz b. 61.
Chales.
Farfolla a 3S500
Vende sefarinha de mandioca a 3^50ft
a lacea : na ra da Madre de Dos nu-'
mero 35.
' 'iOBOasBQn>I>XI>Siaai]9 SBCBOCB
0
6
e
Barato.
Para quem precisa d> estabelecer qualquer ne-
gocio em ponto pequeo, aluga-se a loja da ra
Direita n. 102 eom a competente armagao, pro-
pria para qutrlquei negocio : quem precisar pode
procurar na mesma ra n. 100.
SO NO PRO-
gTesso.
Queijos flamencos chegados no ultimo paque-
te da Europa.a.2f500 ; vende-se nicamente ao
armazem Progresse, so largo da Penhe n. 8.
Vndese urna porcio de prata fina, con-
tendo em varias obras, facas, garlos, cotheres de
sopa, ditas de cha, coquioho para tirar assucar,
cocos para sopa, grandes salvas, 1 copo cora o
pratinho do dito, todo de prata muito boa, ven-
de-se em coota ; na ra Imperial n. 207.
Vande-si* um rito pianno, ao Varadeuro,
em Olinda, junto padaria.
Sal do Assif
de milito boa quaiidadfi ; a tratar eom Auguslo
Ferreira & C, ruada Madre do Dos, n. 4, ou a
bordo do cter nacional Emma, eom o capitao
Joao Anlunes da Silreira.
Cavallo.
Vende-sc nm cavallo coro todos os andares : a
tratar na ra Velha n. 70, ou na padaria do pateo
da Santa Cruz n. 6.
Cheguem a o barato
ra 4o Queimado n. i.
Pfecas de bretanha de rolo cora 10 varas a
2$, casemira escura infestada propria para cai-
fa, collete e palitoua 960 rs. o covado, cam-
braia organdy de muito bom gasto a 480, rs.
a vara, dita liza transparente muito fina a 3!?,
49, 5J, e69 a pega, dita tapada, eom varas
a 59 e 6$ a pega, chitas largas de modernos e
escolhidos padraea SM41, 460e 280 rs. o cova-
do, riquissimos chales de aierin estanpado a
79 e 89, ditos bardadas eem duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 9 cadaum, ditos cora
ama s pahua, moho fiaos a 89561), ditoslisoe
eom franjas de seda a 59,Jengoi de cassas eom
barra a 100, 120e 160 cada um, meias muito
ines para senhora a 49 a duna, ditas de boa
- qna-lidade a 39 e 3*500 a dnia, chitas ftan-
a>L>sboa,msga de tmala, parasecea, paseas, fructas em calda, amendoas, ores, rVaseos cora cezas de ricos desenhos, para coberta a 280 rs
atoeadoas cobertas, confettes, pastillas de varias ua lidades, vinagre braneo Bordflanx, proprio jo ovado, cbilasesouras ingleusa 59000 a
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de Sun Flix, magas de todas *s qualidades,' pesa, ea 160 rs. o evado, brim raneo de puro
la,ei s-c s. linhoal*, 19200 e 19600 avara dito preto
iiees chales de merino estampados, de cares
muito-bonitas a 79, ditos muilo uuos a 8500,
ditos Usos a 59. ditos bordados a matiza 8950o,
na ra do Queimado n. 22, loja da boi-f.
Tachas e moendas
Braga Silva 8c C, tem serapre no sea depo-
sit da ra da Moeda n. 3 1, ura grande sorti-
menlo de tachas e moendas para engenho, do
muito acreditado fabrioante Edwn Maw a tra-
tar no mosrao deposito ou na ra do Trapi-
che, n.4.
Chega para todos.
Cassas franeezas muito bonitas e decores Oas
a doze vintenso corado, mais barato do qne
chita,approveilem em quanto nao se acabam ;
na ra do Queimado n. 22, na bem coahecida lo-
a da Boa F.
ft.ua do Queimado n. 39
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Ha cortes da vestidos de seda de cores, (azenda
muito superior eom pequeo toque de mofo a
609000, divos sem defeito a 1009000, tem um
resto de ehales de toquim que eeto-se acabando
a 309000, ditos de rairin bordados eom poeta
redonda a 89000, ditos sem ser de pona redonda
a 89000, ditos estanpados cora listras de seda
em roda da barra a 99000, ditos de ricas estam-
pas a 79000, ditos de ganga franceza eom fran-
ja branca a 29000, ditos sera franja e muito
eneorpado a 29000, rios manteletes de grosdi-
naples preto e de cores ricamente enleitadosa
259000, ditos muilo superiores a 309000, en-
feilesde vidrilho preto a 39000, ditos de retroz
a 39509, organdisda mais fina que ha no mer-
cado a 19000 o c o va le, cambraias de cores
de padres muito delicados a 800 rs. a vara, ditas
de outras qualidades a 600 rs. avara, ricas chitas
farncezas de rauitoboas qualidades a 280, 300,
320, e 400 rs. ao ovado, a melhor que se pode
imaginar, peitos para camisa a 240rs. cada urna,
orles de casemira decorosa 69000, dilasem
pesga de quadrinhos a 49000 o covado, gollinhas
de muito bom gosto a 19000, ditos de oulros
.p'' ss:ru&T3r.i,.s
!
Seguro contra Pogo
coupaiihia
76-Ra Direita70
Vendem-se livros era braneo cara todas os ris-
cos necessarios para eicriplwacao par .partidas
dobradas e simples, encaderoaclo francesa, haai-
burgueza e nacional, onarnl
Diario e razao.,
Borrador.
Caixa -
Registro da tetras.
Abecedario.
Copiador de cartas.
E um grande aoratmenia de luroe vulso, em
diversos tamartos, cade/netas .para Vpmbrancas.
tinta de todas as cores, lapis, pencas finas, tin-
teiros, papel braneo 9 azul de todas as qualida-
des, dito de cores, dita de mala-borte, lacre
obreas de todas as qualidades, tetras am braneo
conlas lilhographadas, cartas funebros, anvelopos*
de todas as qualidades, e ootrosmritos objectos
o que tuda se vende por eregea omaodos. Cha-
peos do Chile muilo fiaos do ultimo gosto. aba
larga.
Perfumaras
novas.
A leja da aguia branca acaba de receber de sua
propria enedmmenda om lindo e completo sorti-
raeoto de perfumaras Duas, asqaaas est ven-
dendo por menos do qae em aalra qualquer par-
te1 : sendo o bem condecido oleo pniloeoroe e ba-
nha(Societ Hygieiiiqw) a I9 o frasco, finos ex-
tractos em bonitos frascos de cares e dounados a
2, 22500,39 e 49. a afamada banha trensaaren-
te, e outras igualmente Tinas novissimas cono
ajaponaieeam honius fraseos, cuja tempe devi-
dr lambem eheia da weswa, hujle oncrele,
odonnell, principe imperial, creroe. em bonitos
copinaos eom lampa de netal, o maltas outras
diversas qualidades, tedas estas a 19 o frasco
bonitos vasos de porcellana deurada pioprios pa-
ra olTerta a 29 e 2500, bonitos bahuzinbes cem
9 frasquinhos de cheiro a 9, lindas cestinhas
cora 3 e 4 iraMurohes, e caixinhas rdorascam
4 ditos a I5200 e I96OO. finos pos para denles e
agua balsmica para ditos a Tj e 19500 e fiasqui-
nho ; e assim wa ioOoidadede objettoa qu sao
patentes em dita loja da agaia branca, na ra do
Queimado n. 14.
RuadaSenzala Nora n.42
Vende-se ero asa da S. Plonhston & C
sellinse silhes ngfezes, eandeeiros e casaieses
bronzeados, lonas figlezes, fio de vela, chicote
para carros, amoni'aria, arrais para carro de
um e dous cvalos relogios de ouro patente
ingles.
9l5lnV-ICCIl
Gurgel & Perdigo.
\Rm da Cadeia loja n. 23
Becebecara modernos vestidos de phan-'1
tasia e de cambraia brancos bordados.
Roceberam rrovos vestidos de seda, di-
tos de bloRde cora tedos'ee pertences.
Reeabera coasptato ^aatimenle de
manteletes, sabidas de baile, taimas de
croxe de seda, ditas pretas bordadas.
para
I
I

LONDRES
AGENTES
|C J. Astley 4 Companhia.
j \ende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Enchadas de ferro.
| Ferro sueco.
I Fspingardas.
I Ac de Trieste.
Pregos de cobre de com-
posico.
Barrilha e cabos.
Brim de vela.
Couro de lustre.
Palhinlia para marcini-
ro : no armazem de C.
J. Astley i G.
I
1
I
I
I
I
I
S
palba,
Vendem modernos chapeos de
enfeites modernos para senhoras.
Vendem as commodas saias balao de
musselina e cwtim para senhoras e me-
ninas.
Vendemeeda de quadrinhos, grosdena-
; pies escuros, ditos de quadrinhos,morean-
tique e lanzinhas em covado, cassas de
salpico,cambraia de cores.organdis e mais
fa;endas proprias para vestidos.

RELOGIOS.
qae se vendem por prego commodo, bombazil de
ores proprio para roupa de eriaaeas, a capinhas
para senhoras a 19400 rs. o ovado, eorles de
cambraias da-lpicos a 59000, corles de cam-
braia enfeitadas eom liras bordadas a 69000,
e outras rauitas mais fazendas qe ser difcil
aqu i pode-las mencionar tedas.
Por metade do seu
a muito fina, ervilbaa franceta, champagne das mais acreditadas marcas, cervejaa dediles,
ipermacoteibarap, Hcoret ancazos5in0ilofinos, marrasquino de zara, azeiledocepurificado, aaei-
tonas muito aovas, banba def|rcprefiiada e oqtrosrtasrltos gneros qne encentra rao tendentes a
molhados, por isso prornettem. os propne^riosxanderem por muilOmenoa doque outro qualquer,
pYomettem maistanlnem servupm.roivjl^'r^as.que^nandazem par outras peuee pratieasaorao
gvleJsempMSDalnieiifes^rJ^to^ tarnbem'M^oaseBherea de engeariio e seehoreslamdores
ajdmrairj mandar^sr^eJWra^nfas,fio ^mazem!Progresso,que selhes amanea a bo^qejide
muito encornado a 195CO avara, brilhanlin
azul a 400Ir. '4 eovio, apieas de differeotes
cores a 380 t*. o-ovado, ea sem i ras pretas
finas a 29O0, 99 e c!9500 o corado, cambraia
prau adesalpicos 5fJ0 rs. a vira, e outras
muilaa lazandas qm se far patente ao compra-
dor, e de (odas se darao amostras cempeakr
Ra do Queimado u. 19.
Vaatidoedegaeee ptiamasia,mitostindos.de
duassaias, pelo earatissimo preco de 109eada
um corte.
Vende-se emeasade Saunders Bro hers'4
C. praca do Corpo Santo, relogios do afama
do abricante Roskell, porprecqs commodoa
a tambemrancellins e cadeasraraaa meamos
deexceellnte costo.
Para acabar.
Pegas de cambrata de flores a SA500 a peca,
chita franceza clara e escura a 260 rs. o covado,
grvalas de lioho a Pineau e de setim a 500 rs.,
grosdenaple preto a 19900, 29200 e 29400 o co-
vado, cortes de cambraia de cores a 28300, algo-
do eom 20 jardas a 39 e 3300, e 4900 eom 21
jardas,chapeos de sol de panno a I98OO, ditos de
ftltro para cabeea a 49e 24)890, meias para se-
nhora a 3gS00. e 3*800 superior, algodo de das
latfcuras-to 600 rs. a vara, cfrale dola escuros
a 1&80O, brins miufloi s 160 o covado, ditos de
linho pero braneo fino a tglOO a.vare, camisa
francesa de cores o brancas' a lsTOO, madapolio
a 39300, 49500 e 5$ a pega, e outras muitas fa-
zendas que vista da-oomptedor nr f: va reja
da ra do Passeio Publica o. 11.
As melhores machinas de co-
zer dos mais afamados au-
tores de New-York, Slngr
aft-C^ Wheder ft Wilsoa e
Slot AC.
baratas.
19 Rua do Queimado 19
Cortes de canrbrala branca muito fina eom sal-
picos vnfodlnhos a 49600.
Cambraiela paTa vestida, multo una, pelo >a-
ralissimo preco de 29600, 29800,39 a 39500 cada I
Vende-se
EM CASA DE
AdamsoD Hoivie k G.
Vinho do Porto de superior qualidade.
Tinta de ledas as coree.
Lona e Hiele.
Fio de vela.
SeUins.silfcBes, arreios e chicotes.
tolhds.
Ra do Trapiche n. 42.
A loja dabaf
na Tua do Queimado n. 2,
esta muito se ruda,
c vende muilo \>avalo \
Bm braneo de puro linho trancado i 1J000 e
1J>400 rs. a vara ; dito pardo muito superior a
JJ20O( vara j gangas franeezas muito Qaas de
padres oscuros a 500 rs.; riscadinhos deJiaho
proprios para obras-de meninos a 200 rs, o co-
vado r cortes de caifa de meia casimira a lfi600
ditos de brim de linho de cores a 29 rs.: .breta-
nha de linho muito fina a 209, 22 e a 249 rs. a
peca eom 30 jardas; atoalhado d'algodomuito
superior a 1*400 r*. a.vara^bramanle de linho
eom 2 varas de largura a 29400 a vara ; lencos
*e cambraia brancos para algibeira a tJ0 a
duza ; ditos maores a 3J; ditos de caabtaia
*e linbo a 6, 7 e 8J rs. a duzia ; ditos borda-
doy nratro frnes rrSjrs. cada um ; ditos de cam-
*""?* de algodo eom bjeo largo de linho em
Iro i^80 dllflB com rena, bico e labyrin-
loa29000; e alm disto, cetras muitas fazen-
das que se vendem muito barato a dioheiro a
vista : na ra do Queimado n. 22, loja da Boa f.
*:.^ Venderse rawenla apel cempanhia do Beberibe : itlia^fova
n. t4, primeiro andar.
Xan>p*s'peit leiro.
Os Srs. Joio Souvr & C nico* passuidores
steiarope ja bem: conhecido pelos seus bons
effeilos, coolinuam a vwie-lo pefco pre*de Ps
cada idro ; fazem tima difiercata ne .preco aos
collegaa e a. todas as jtessoa. que lomarem Je 12
vidros psfa cima.
-*-'"rend*rt-se dufe* negra*tota shabiN#ades
eeeogommar e cozwawr, roa mulata moca eom
20anooi,nea algumas ba*Wes,-^aBaaegt-
oha de Uannos.muito toed* e esperlj, urna ne-
gra de meia Idade, Snearos de bonitas fieeras
proprios para atada por serem robustos
ra larga do Rosana n, 10, eeModo nadar.
na
tratos de
Estas ma-
chn iitue
sao as melho-
res e mais
.SsS ^uadoueito}adon.l.
e ensina-se a J,ar* aciil,t. *epde>-8eaae8a miudioha fina a
irabalhar as J80*1 co?adoflita gfsnda a 240 o covado,
casaarJoscom- >'***ajfl|le\ 39i^50O e 4. lia da cor
. pradores a- a .40*a. o 00vado, e osarati muitas fazendas por
rantindo-se a Pre508 "nada,
suabfl^flu,!^
flde e -Sttt-
tiorno dep- itviuui
cha? "ai ^^^'todo e variado sorlimenlo de fivela
a *-**.}>e4aBed ** Tjde se pode encontrar
rauss
^^^^i^is^Ssi^^^^ vMSttiskir* -"



DUjfcHO O* WjlHAMBLC*. SBlADO tOI,4*IlRO Dfcmt.
<*)
Qualidades escolhidas.
4S:-Ra Wreta-45
Eis a fesla E necessario renovar o calcado e
correr ao estahelecimente da ra Direita, que o
roude muio fresco e em perieo estado por es-
'es presos ;
Borzeguins de homem (bezerr e lustre] 91500
9SU00
88500
88000
69009
BiMO
49800
4*800
48000
54JM0
5000
68000
39C00
39500
1J300
dem)
den)
(dem)
(idem)
Ditos de dito
Ditos dedito
Ditos dedito
Ditas dedito
Borzeguins de sen hora
Ditos de dita
Ditos de dita
Ditos de dita
Sapates de bezerro (3 1|2 batera)
Ditos de dito e de lustre
Meios borzeguins de huiuem
Borzeguins de menina 48060 e
Sapaldfts de bezerro para menino 49 e
Sapatoa de lustre para senhora a
Pecbinchasem
igual.
Castas francezas de cores a 200 rs. o
corado, ditas muito finas miudinhas de
muito lindos padroes a 240 rs. o cova-
do, ditas organdyt matisadas a' bom
gosto a 210 rs. acovado : na loja do so-
brado de andaies na ra do Crespo
n. 13 eno arraazem da ra do Impera-
dor n. 36 de Jos Moreira Lopes.
m
fef
O Vendem-se 5carros novos com todos os SB
@ arreios : na ra Nova n. ai. &
Ceblas.
Vende-se a 610 e 800 rs. o cealo ; na travessa
do pateo do Paraizo n. 16, casa piniada de ama-
relio.
Ra do Queimado
n. 39.
Loja de quatro portas
JOAQUIM
TAYA RES
novo em saceos mia-
a ra da Senzala
DE
RODRIGUES
DE MELLO.
Chegou ltimamente a este eslabelecimonto ura
completo surtimenlo de chapeos preos francezes
do melhor fabricante de Pars, os quaes se ven-
dara a 79000, ditos a 89000, ditos a 900
ditos muito superior a 109006, ditos de castor
pretos e broncos a 169000, o melhor que se
pode desejar, chapeos de feltro a Garibaldi de
muito superior massa a 79Q00, diosdecopa
baixa para diversos precos, ditos de palha escura
de varias qualidades que se vender por preco
barato, bonets de veludo para meninos a 59000,
ditos do palha escuras e claras a 49000, ditos
de panno muito bem arranjades a 39500
chapeos de seda para senhoras a25900.0 muito,
superiores, ditos de palha eseuras proprios para
campo a 129000, ditos para raeninasa 109000,
chapeos de sol de seda inglezesa 109 e a 129
muito superiores, ditos francezes a 89000,
ditos de panno muito grandes e bons a 49000.
sapatos de valudo a 29000. ditos de tranca a
19600, sintos de grugurao para senhorase me-
ninas a 29000, coeiros de casemira ricamente
bordados a 129000, e outras muita fazendas
que a vista do* freguezes nao detxarao de com-
prar
FROCO.
\ende-se Croco de todas as cores e grossuras,
com rame e sem elle a 400, 500, 640 e 19 rs. a
pega ; na ra do Queimado, loja da aeuia bran-
ca n. 16.
Grammatica in-
gle a de Ollendorff.
Novo methodopara aprender a lr,
a escrever e a fallar i nglezem 6 mezes,
obra intelramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instruc-
co, pblicos e prticulares. Vende-
se napraca de Pedro II (antigo largo
do Collegio) n. 57, segundo andar.
Vende-se urna preta mona, cozinha, en-
gomla e rende quitanda, e um prelo moco, pe-
rito official de pedreiro e alfaiate : Da ruado Vi-
gario n. 20, loja.
Vende-se por 2509 urna mobilia de jaca-
randa em muito bom estado, e composla de 12
cadeiras, 1 sof. 2 consol, e 1 mesa redonda ;
na ra da Palma o. 19.
Vende-se a bem conbecida casa de lanche
da ra estreita do Rosario n. 12, primeiro andar:
quera; a pretender, dria-se ama da Cruz n. 47,
refinaca.
Vende-S' a casa de sobrado na ra
Imperial n. 79, com frente para o largo
do viveiro e no fundo passa a estrada
de ferro: a tratr na ra Direita loja de
miudezas n 103 ou no Recife na ra do
Capim escriptorio da Sr. Manad da Sil-
va Santos a tratar com Joao Ferreira
dos Santos J unior. *
Vende-se um bom cavallo de ear-
ro ecarrega, muito novo e sem deleito :
na ra do Livramento n. 2>, primeiro
andar.
Milho novo.
Veade-se milito
to grandes a 5$ :
Velha n. 106.
DA
FUNDIDO LOW-MOW,
Ra da Seazalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver um
completo sorlimefito de meendas e meias moen-
das para engooko, machinas da vapor e taixas
te jarro batido e coado, de todos os tamaitos
para dito,
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhacido eacreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova a de superior
qualidada, assim ooao tarabem cal virgem em
edil, indo par prugna mais hura las dn qna nm
Gomma do Aracaty.
Veade-see&ceileote gomma de Aracaty; na
ra da Gadeia do Recife, primeira andar, n. 28.
Liquidaco,
[\a ra do Queimado n. 47.
Cheguem ao barateiro que
est queimando
por todo e qualquer preco.
Vender -ee chitas de cores fliat a 160 rs. o co-
vado, ditas era rstalhos 120 e 1*0 rs., ditas 0-
xas a 180 e 900 rs., chitas entrefinas, ciscados
francezes a 200 rs. o corado, cambraiasdo barra
a 3g, musselinas de cores a 240 rs., padroes lia-
dos, cortes de chita de barra a 2$00, casaas de
cores a 200 rs. o covado, rortes de riscado fran-
cs com 13 eovados a 19800, grvalas de seda
de corea a 400 rs., pretas a 700 r?., loncos de se-
da grandes a 1?>, gangas do cores para calca a 500
rs. o covado. corles de laa para cale, fazenda
moderna a 25300, ditos brancos mascado a
29400, lencos de la e seda a 800 rs., grosdena-
ple prelo bom a 1J900 o corado, panno Qno bom
a 3$400 o corado, chapeo de massa fino a3$800,
cambraia lisa a 3&40O a peca com 10 varas, ditas
mais finas a 48500, cortes de la a 2J>, setim ma-
ceo a.3# o covado, cortea de cambraia bordada a
59, fazenda muito fina, lencos de cassa grandes a
220, ditos de ganga a 240 rs., ditos de chita a
200 rs., riscado de hnho a 220 rs. o corado, cor-
tes de casimira de cores a 49500, chales de me-
rino lisos a 4/500, di los bordados a 79, ditos pal-
ma de velludo a 89, ditos de merino bordados a
59800, chales de lia e algodao a lfclOO ; e maitas
outras fizn Jas que se rendera i vista do dinhei-
ro por todo preco : dao-so amostras com pe-
nhores.
Pechincha.
Vende-se urna negra de naci, ou troca-se per
um moleque : na ra do Rsegel n. 11.
Na loja do barateiro, Braga &
Lima, na ra Direita n. 68,
alm de mu las fazendas e roupas feitag existe
grande quanlidade de clules de chita pretos a 69
a duzia.
Vendem-se por commodo prego 6 burros
mansos, bonitos c do pasto : a tratar em Olinda,
defronte da igreja do Amparo, junio a urna pa-
daria. .
Na grande
fabrica de taman-
cos, na ra Direita es-
quina da travessa de S. Pe-
dro n 16,
achara orespeilarel puhlico em gecal um novo e
riquissimo sortimeoto de ta mancos de todas as
qualidades, que se vende tanto a retalho como
em pequeas e grandes porgos, por meaos do
que em outra qualquer parle ; aesim como ts-
mancos feiios a moda do.I'orto com a mesma
perfeigao e mais seguranca ; a casa est provida
de 1,000 a 2.000 pares.
>s americanos |
DO DOUTOR
iRadway & C, de New-York
I PROMPTO ALIVIO
Resolutivo renovador.
Plalas regaladoras.
Estes remedios j sao aqui bem conhe-
5 cidos pelas admirareis curas que tem ob-
9 tide em toda a sorte de febres, molestias
Q chronicas, molestias de senhoras, de pe-
-i le ele, etc confrmese ve as instruc-
roes que ae acham traduzidas em por-
luguez.
Algod
Vendew-se escravos.
inoiidii Ua ,| Vn. b.1,,1,^ d< 19 Bmo 00i#eir0t j dj(0 de
Veode-se algodo monstro com doas larguras, \ annos por 3009 com um pequeodeferto, 2 ne
muito propria para toalhas e lenges por dispen- "
sr toda e qualquer costara, pelo baratistimo
prego'de 600 rs. a vara.; na roa da Queimado n.
22, na loja da boa f.
BASTOS

que ouf'ora linha loja na ra do Quei-
mado o. 46, que gyrara sob a firma da
Ges & Bastos parsipa aos seus nume-
rosos freguezes que dissolveu a sociedad*
que tinha com o meamo Ges leodo sido
substituida por um sea mano do mesmo
nome, por isso ficeu ayrando a mesma
firma de Ges & Bastos, assim como apro- ,
veita a occasio para annuociar abertura !
do seu grande armazem na ra Nora jun-
to a Conceico dos Militares n. 47, que
passa 3 gy rar sob a firma
DE
Bastos < Reg
com um grande e numeroso sortimeoto de
reupas feitas e fazendas de apurado gos-
t do se costme, assim como frejam : ri-
ces sobrecasacosde superior panno fino
prelo o de cor a 258. 28g e 309, cisacas
do mesmo panno a 30 e a 359, palelots
soarecasacados do mesmo panno a I89,
209 o a 22g, ditos sacecs de panno prelo a
129 e a 14. ditos 4e caaemir de cor
muito fina modelo ioglez a 9$, 109, 129
e 149, ditos de estaineoha fazenda do
apurado gosto a&9 e 63, ditos de alpaca
preta e de cor a 49. sobrecasacos de me-
rino de cordao a 89, ditos muito superior
a 129, ditos saceos a 59, ditos de esguiao
pardo fino a 4$, 4B00 e 5$, ditos de fus-
to de cor a 39, 3)500 e 49, ditos bran-
cos a 49bOO e 595C0, ditos de brim pardo
One sueco a 2J80O, caigas de brim de cor 1
Unas 39. 39500,49e 4g500, ditas de di- I
lo branco finas a 5$ e 690OO, ditas de
princesa proprias pasa luto a 45, ditas de
merino de cordao pieto fino a 59 e 69,
ditas de casemira de cor e preta a 89, 9
e 109, Golletes de casemira de car e pre-
ta a 4g500 e 59, ditos do seda branca para
casamento a 59, ditos do brim branco a
39 e 49, ditos de car a 3c, col leles de me
ri para lulo a 4jJ e 49500, ricos rob-
chambroa de chita para homem a ln.pa-
letols de panno fino para menino a 12$ e
149, casaoas do mesmo panno a 15j,caigas
do' brim e de casemira para meninos, pa-
lelots de alpaca ede brim para os meemos,
sapatos de tranga para homem o senho-
ra a 19 e I95OO, ceroulas de bramante a
189 e 209 a duzia, camisas francezas fi-
nas de core brancas de novos modelos a
17$, 189. 209, 24|. 289 e 309 a duzia,
ditas de peitos ae Iinhoa309a duzia, di*
las para monino a 1)800 cada urna, ricas
grvalas brancas para casamento a 15800
e 29 cada urna, ricos uniformes da case-
mira de cor de muito apurado gosto tanto
no modello como na qualldade pelo di-
minuto prego de 358, |J s0 com avista se
pode reconhecec que barato, ricas capas
de casemira para senhora a 188 a 209,
e muitas outras fazendas do excelente
gosto que se deixam de mencionar quo
por ser grande quanlidade se lorna cn-
fadonho, assim como se recebe tada e
qualquer encommenda de roupas feitas,
para o que ha um grande numero de fa-
zendas escolhidas e urna grande officina
de alfaiate que pela suapromptidao eper-
feigo nada deisa a desejar.

:Salsa parrilha legitima eg
g original do antigo
IDR. JACOB TOUNSENDl
@> 0 melhor purificador do sangue
f$ cara radicalmente %
q Erisipela. Phtisicas. @
@ Rheumalismo. Catarrho.
0 Ch.igas. Ooengas de ligado. ^
jj, Alporcas. ElTeilosdo azeugue. a
U Impingeos. Molestias de pclle. t*
^ Vende-se no armazem de fazendas de m
~ Raymundo Carlos l.eile & Irmo, ra do j*
^lmperatrizn 12. ^
Grande pechincha
a640rs.
Fusto branco patente de superior qualidade a
640 rs. o corado ; vende-se na ra Nora n. 42,
defronte da Conceic.uo.dos Militares.
Chapeos pretos.
RecHbeu-se urna factura de chapeos pretos,
pello de seda, proprios para a quaresma, recom-
mendareis nao s pela sua cxcelleule qualidade,
como pelo modernismo do gosto : na ra Nora
d. 42, defronle da Cooccigao dos Militares.
A 0$ape de. fioissima cambraia adamascada para cortina-
dos, com 20 raras cada pega : rende-se na ra
Nora n. 42, defronle da Conceigo das Militares.
E baratissimo.
Corles de vestido de cambraia branca muito fi-
na com 3 e 4 babadas, ricamente bordados, pelo
diminuto prego de 88 cada um : na ra Nova nu-
mero 42, dafroute da Conceigo dos Militares.
|!Queijos de Minas,
i Na ra da Cruz n. 21, chegados no
1 vapor Tocantins.
(R01PA FEIT4 A1XDA MAIS BARATAS.S
S1 SORTIMENTO COMPLETO
DE
[Fazendas e obras feitas.!
KA
LOJA E ARMAZEM
DE
Ges & Basto!
:- o
Relogios
Suissos.
n
uj q/a.%9nsv%
,U.iG HTl --
Em casa de Schafleillln & C, ra da Cruz n.
38, rende-se um grande e variado sortimeoto
de relogios de algibeira borisontaes, patentes,
chronometros, meioschronometroe de ouro, pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
gios dos primeiros fabricantes da Suissa, quo se
vanderao por pregos razoareis.
Milho a 3,500 rs.
Na ra Real do Hanguinho b. 63, vende-se
muito bdm milho era saceos de 22 cuias, pelo
diminuto prego de 39560, e por cuia a 160 rs., e
mais gneros, que vista nao deixarao de com-
prar.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba de superior quali-
dade, em porgo e a retalho, por prego mais ba-
rato do que em outra qualquer parle : na ra do
Queimado, loja de cera n.|77.
Vcndem-se saceos com farelo de Lisboa a
4450Q, saceos com feijo mulalinho proprios pa-
ra animaes a 3$ o sacco : no pateo de S. Pedro
numero 6.
Vende-se urna mulata de idade 18 annos,
com urna cria de 4 metes, engomma, eosaboa
perfajUmenle, cozinha a faz todo o mais servigo
de urna casa, muito carinhosa para criangas : na
rua.do Queiaudon. 39, loja de fazendas,
Veade-ae. um par da (Tragouas ainda nao
serridas, .nropnas para .alieits ou ttaeato 4a
guarda nacianaJ. _
NA
Una do Queimado
n. 46, trente amar ella.
Constantemente teios um grande e va-
riado sortimento de sobrecasacas pretas
de panno e de cores muito Qno a 28$,
308 e 359, palelots dos mesmos pannos
a 20$, 228 e 248, ditos saceos pretos dos
mesmos pannos a 14$, 16$ e 188, osa-
cas pretas muito bem feitas e de superior
panno a 28$, 308 a 35$. sabrecasacas de
casemira de cores muito finos a 15$, 168
e .188, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 108, 12$ e .148. caigas pretas de
casemira fina para hgmem a 8$, 9$, 10/
e 12, ditas de casemira decores a 7$, 8$,
9$ e 10$, ditas de brim brancos jduio
fina a 58 e 6$, ditas de ditos da cores a
3$. 3$500, 4$ e 4$500, ditas de meia ca-
semira d ricas cores a 4J e 4$5flf), col-
leles pretos de casemira a5$ e 6$, ditos
de ditos de corea a 4J50U a 5j, ditos
brancos de seda para casamento a 5$,
ditos de 6$, colletes de brim branco e de
fusto a 3$, 3$500 e 4$, ditos de cores a
2^500 e 3$, palelots pretos de merino de j
cordao sacco e sobrecasaco a 7f, 8$ e 9$, '
colletes pretos para luto a 4$50O e 59,
fas pretos de merino a 49500 o 59 pa-
elots de alpaca preta a 3$500 e l>, ditos
sobrecasaco a 69, 7$ e 88, multo fine col-
lates de gorgurao da seda decores muita
boa fazenda a 3$800 e 48. colletes de vel-
ludo de cores e pretos a 7 e 84K roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de corea a 14, 15$ e 16$, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6$500 e
7$, ditos de alpaca pretos sceos a 3$ e
395OO, ditos sobrecasacos a 58 o 5$500,
caigas de casemira pretas e de cores a 6$,
6$500 e 7$, camisas para menino a 20$
a duzia, camisas ioglezas pregas largas
muito superior a 32$ a duzia para acabar.
Assim coma temos urna officina de al
fsiate oudo mandamos executar todas aa
obras com brevidade.
Padaria.
Vende-se um asfahalecimeaAo de padaria bem
montado, cera um deposito 00 ceatro desla cida-
da, em muito boas lunar : tambera ae venda s
a padaria muito em cania 4 a fallar aa travessa
do arsenal de guerra n. 1 a 3.
Vende-se urna escrava moga, reforjada e
com habilidades : na ra do Brum n. 33.
Fumo em folha para charutos.
De todas as qualidades em fardos
grandes e pequeos: na travessa da
Madre de Dos armazem n. 21.
gras > 30 annos. que cozinha o diario de ama
casa.oaio boas ensabeadeiras, 1 negro da 20 an-
nos, 1 moleque de 15, el negra de 29,' ambos
para o servigo de campe, 1 moleque perito co*
peiro de 18 annos, e cutros escraros qua se
acbam a renda no escriptorio de Francisco Ma-
thias Pereira da Costa, na ra Direita n. 66.
Barato que admira.
Superiores corlea de chita franceaa larga de
muito lindos padre, de cores escuras e clsras,
miudtnhas, esm 11 corados cada corlo, pelo ba-
ratissimo praco de 26500 ; na loja do sobrado de
4 andaras na ra do Crespo n, 13, de Jos Mo-
reira Lopes.
Espirito de violto.
Vende-se de 2$560 a 2$800 a caada : na tra-
vessa do pateo do Paraso 1. 16, casa piolada da
amarello.
Vende-so na, cidade do Ancaly urna casa
terrea com s<>tao, hom quintil e cacimba, na prin-
cipal ra de cummercio, propria para quem qui-
zer ali eslabelecer-ie, por ler nao s commodos
precisos para residencia, como lambe ni loja, arma-
zem, etc.: a tratar na mesma cidade com os Srs.
Gurgel Irmos, que esto suloriaados para esso
fim, ou neata praga na ra deCabug, leja n. 11.
A 9,000 a arroba.
Vende-se cera de carnauba da velha
e nova safra a preco de 9 deposito do largo da Assemble'a n. 9.
Arados americanos e -machinas
para lavar roupa: emeasa de S. P. Jo-
hnston & C. ra daSeazala n.42.
Relogios.
Veade-se em casa deJohnston Pater & C,
ra do Vigario n. 3, umbello sortimento de
relogios de ouro, palate inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
urna variedade de bonitos trancelins para os
mesmos.
Pescada de Portugal.
Na ra das Cruzes n. 41 A, taberna da porta
larga, tem pescada para vender, assim como I
queijo suisso muito noro a 900 rs. a libra, dito
de prato muito nevo a 1$ ; assim como tem gran-
de sortimento de charutos da Baha, das marcas
mais acreditadas que ha; e tudo vende por menos
do quo em outra qualquer parte, (mas dinheiro
-rista.
Vcndem-se duas canoas grandes que ser-
rem para capim ou lijlos em muito bem estado:
na ra do Hospicio, caja n. 25.
Cheguem loja da Boa f.
Chitas francezas muio finas de cores fixas a
280 rs. o cavado ; cambraias francezas muito fi-
nas a 640 rs a vara; idem lisa muito fina a
4;j00 e a C$000 a pega com 8 1(2 varas; dita
muito superior a 8j)000 a pega com 10 raras;
dita fina cem sal picos a 4$80O a pega com 8 1 \'
varas; fil de linho lisa muito Qno a 800 rs. a
Vara ; larlalana branca e decores a 800 rs. a va-
ra ; o outras rauitas fazendas que sendo a di-
nheiro, vendem-se muito baratas: na ruado
Queimado n. 22, na loja da Boa f.
Lencos para rap.
Vrndem-se lengos muito finos proprios para os
tabaquistas por serem de cores escuras e fixas a
5$O00 a duzia : na ra do Queimado n. 22, n&
loja da Bea f.
Na loja da Boa f vende-se
panno preto Gno a 4$, 5$, 6$, 8$ e 10$ rs. o co-
vado, casimira preta fina a 2g, 3$ e 4$ rs. o co-
lado ; gres de naples preto a 2$, 2$500 e 3$ o I
i covado; 3i,=l, Dreta fina a 640, 800, e muito
fina a 1$ rs. o covado ; casimiras mullo linas de
I cores escaras com 6 palmos de.largura a 4$ rs. o
: covado ; ditas, de cores claras a 6g rs. o corle de
, caiga ; meias de algodao cr mito superiores a
4$800. rs. a duzia ; ditas Je algodo cru tambera
j muito superiores para meninos a 4$ a duzia ; e
; assim muitos oulroa arligoa de lei que se ven-
de m baralissimos, sendo a dinheiro; na referida
i loja da Boa f, na ra do Queimado n. 22.
Camisas e toalhas.
I Vendem-se camisas brancas muito finas pelo ba-
ratissimo prego de 28$ rs. a duzia; toalhas de li-
nho para rosto a 9$ a duzia ; ditas felpudas mui-
to superiores a 12$ a duzia: na ra do Queima-
do n 22, loja da Boa f.
Paletos.
Vendem-se paletos de panno preto fino, muito
bem feitos a 22$ rs.; ditos de brim branco de
linho a.5$ rs.; ditos de setineta escuros a 3$500,
muito barato, sproveilem : na ra do Queima-
do n. 22, loja da Boa f.
Cassas de cores.
Ainda se vendem cassss de cores fixas, padroes
muito bonitos, pelo baratissimo prego de 240 rs.
o covado, e mais barato que chita: na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
Boa f.
ARMAZEM DE ROLPA FEITA
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Gasscasde panno preto a 309, 359 o 40000
Sobrecasacas de dito dito a 359000
Paleto la de panno pretos e de cores a
.20, 2&9,309 e 358000
Ditos de casemira decores a 159 o 929000
Ditos da easemiras de cores a 7 a 1200O
Ditos de alpaca preta gola de velludo a 12000
Ditosde merino setim preto e de cor
a 89 e 99000
Ditos de alpaca de cores a 39500 59000
Ditos dealpaca preta a 39500, 59,
79 e 99000
Ditos de brim de cores a 39500,
49500 a 59000
Ditos de bramante de linho brancos a
49500 e 69000
Caigas de casemira preta e de eores a
99, 109 129000
Ditas de priaceza e alpaca de cordao <
pretos a 59000
Ditas de brim branco e de cores a
39500 49500 e 59000
Ditas de ganga de cores a 39000
Ditas de casemira a 59500
Colletesde velludo decores muitofino a
Ditos de casemira bordados e lisos
pretos e decorosa 59, 59500 e
Ditos de setim prelo a
Ditos de casemira a
Ditos de seda branca a 59 e
Ditos de gurgurao de seda a 59 e
Ditos de fusto brancose decores a
39e
Ditos de brim branco e decores 29 e
Selouras de linho a
Ditas de algodo a 19600 e
Camisas de peitode fasto branco e
de cores a 29300 e
Ditas de peito e punhosde linho mui-
to finas inglezas a duzia
Ditas de majapola o brancas e de cores
a 19800, 29e
Ditas de meia a 19 e
Relogios de ouro patente eorisontaes
Ditos de prata galvanisados a 259 e
Obras de ouro, aderejos, palseiras e
rosetas
109000
tscoo
59.090
39500
691-00
OCOO
39600
MECO
29560
S90W
29500
351000
29500
19600
9
3090OO
Pianos
Saunders Brothers a C. tem para vender em
eu armazem, na praga do Corpa Santo n.ll,
alguns pianos do ultimo gosto recentimente
chegados dosbem conhecidose acreditados fa-
bricantes J. Broadwood dr Sonado Londres
muito srooriospara estecjima
Campos ( Lima
receberam urna factura de chapeos de sold se-
da para homem, tendo entre estes alguns peque-
os que servem para as senhoras que vo para o
campo tomar bastios se cobrirem do sol, e come
a porga a#ja grande se resol vera o vender pelo
prego de 69 e 6S500, e alguns com pequeo de-
eito 59 : na ra do Crespo n/16.
Na ra Nova n. 42
defronle da Conceigo
dos Militares,
S", um esplendido sortimento da organdjs, cam-
raas brancas, do cores, e de salpicos, sedinhas
de quadros, chitas muito lio*., largas e estrei-
ta, claras e escuras,, de modernos o delicados
gostos e padroes escollados, chales do merino 4e
ponta redonda, estampados, bordados e Usos,
manguitos e gollinhas, cortes de vestidas da cam-
braia bordados com 3 e4 babados, e outras mul-
tas fazendas, cujos pregos sao oa mais diminutos
possiveis.
Vende-se milho da ierra a 60 asaecaccm
32 cuias : na ra da matriz da Boa-Vista n. *7,
taberna.
Vende-so urna escrava preta criogla multo
"baa figura, excorente engommadeira, costurcira
e cozinhrra ; na riij do Mundo Novo n. 68, se-
gundo andar.
1 baratissimo l
Ra d*> Crespo n. 8, \< de # .portas,.
Cassas de cores Oxas miudinhas a 240 rs. e co-
vado, cambraia, organdys.Uadoa desanos a 400
rs. o covado. e chitas largas finas de 210, 260 e
280 o covado, e outras muitas fazendas por ba-
ratissimo prego : dao-se amostras com penbor.
Vendo-so um bonito mulilo propri para
psgero, do Idade de 16 a 17 annos, saliendo co-
inhar soflrivelmente'; para ver e tratar, na raa
dos Guararapes n. 64, sendo que se dir o com-
prador o motivo da renda.
Vende-se urna mulata com 30 annos de
idade, perfeita engonynadelra e cozinheira, de
conducta exemplar; na ra larga do Rosario n.
20, segundo andar.
Caixas para rap.
Ricas caixas de tartaruga encastoadas de ouro
lino, de diversos gostos e pregos ; na ra do Cres-
po n. 4, casa de J. Falque.
Machinas de costura
DE
Slvat & Compauhia.
Estas machinas sao as mais perfeiia*
no ramo de mecanismo, unindo a urna
simplicidade a maior ligeirtza e perlt-i-
rao para toda e qualquer qualidade de
costura, do ponto mais fino ao mais
grosso. O vendedor se obriga a ensillar
o methodo aos compradores st o sa-
ber* m bem, assim como a ter as machi-
cbinas em ordem durante um anno.
Estas machinas cosem com 2 los nao
quebrara o fio como muitas outras o fa-
zom e sao as melhores e mais baratas
ate hoje conhecidas no mundo, ellas se
achm expostas na galeria do SR. OS-
BORN, RETRATISTA AMERICANO NA
RA DO IMPERADOR N. 58, onde
urna senhora competentemente habili-
tada as fara' ver e trabalbar. Igual-
mente se acham expostas no armazem
de MACHINAS AMERICANAS, RVA DA
CRUZ N. 4 E 9.
Rival sem segundo.
Na toja de miudezas da ra de Queimado n.
55, defronte do sobrado novo ha para vender
pelos diminutos pregos osseguintesartigos:
Duzia de saboneles muilo finos a 600 rs.
Cartees de clcheles com duas ordens a 20 rs.
Caixas de clcheles balidos a 60 rs.
Duzia de meias cruas pars homem a 3J.
Dita de ditas para senhora a 3$500.
Pares de meias para senhora a 300 rs.
Latas com banha muito fina aSOOrs.
Iscas para acender charutos, caixa a 60 rs.
Phosphoros em caixa de folha a 120 rs.
Carlas de alQnetes muito finos a 100 rs.
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapatos de tranca dealgodo a IJ.
Frascos de macassa perora a 200 rs.
Ditos de dito oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garfos, cabo preto, a 3ft.
Pares de sapatos de laa para meninos a 200* rs.
Ditos de luvas de cor fio de Escocia a 320.
Hassos de grampas muito finas a 40 rs.
Caivetes de aparar penna a 80 rs.
Tesouras muito finas para costura a 500 rs.
Ditas ditas para unhas a 500 rs
Pecas da franja do la com 10 varas a 800 rs.
Ditas de tranca com 10 varas a 320.
Linha Pedro V, carto com 200 jardas a 60 rs.
Dita com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muito finas a 200 rs.
Cordao imperial fino e grosso a 40 rs.
Oleo de babosa muito fino (frasco) 400 rs.
Filinhas estreitas para enfeilar vestidos a 800
rs. a peca. ,
Labyrinthos de muito bonitos gostos por todo
o preco.
Cordoes para enfiar esparlilho muito grandes
a 100 rs.
Dito para dito pequeos a 80 rs:
Pe?as 4e tranga de linho com 10 varas a 200 rs.
Ditas de Irania de seda preta com 10 varas a
i$400.
Vara de dita a 160 rs.
Pares de meias de cores para meninos a 160.
Caixas para rap muito finas a 1.
Linha sara marcar (caixa de 16 nvelos) a 320.
Vende-se um excellente cabriolt t pintado
e forrado do novo, cora arreios quasi novos : na
roa do Imperador, cocheira do Sr. Jos, defronle
de S. Francisco.
Veade-se dooe da casca
pode haver de melhor neste
de S. Pedro n. 6.
da goiaba, o que
genero : no pateo
Escravos fgidos.
Fugio no domingo noite, 13 do correte,
o escravo Flix, pardo, claro, alto, chtio do cor-
po, representa ter SO annos de idade, levou um
palito branco, j estevo alngado em Santo Ama-
ro, na padaria do Sr. Manoel Leo de Castro, cos-
tuma andar com urna carrosa conduzindo estreo
dado a bebidas espirituosas, muito humilde e
calada quendo nao bebe ; foi visto no outro dia
oRecite, onde julgo andar por i ler urna vez
se ausentado quando esteve aa padaria de Santo
Amaro, e l foi pegado ; costuma a ganhar na
ra e muito amigo de andar pelas tabernas be-
bendo h quem o pegar traga-o seu senhor An-
tonio Leal do Barros, no seu sitio na estrada de
oao Fernandas Vieira, junto ao Hanguinho, que
Jera recompensado.
Fugiram no dia sabbado 24 d nevembro de
1860 os escravos seguintes : Leonardo, pardo
escuro, alto, bastante corpulento, fallo de denles
no queixo superior, com cicatriz de um panaricio
em um dedo grande da mao esquerda, tem falla
muito mansa, e sempre que falla rindo-se ; le-
vou algtama roupa de seu uso, e tambem roupa
esgommada de seu senhor, sendo camisas, leu-
coas, meia e um travesseiro. Simio, pardo,
baixo, cabellos corridos, com todos os den tes,
marcado de bexigas pelo corpo, com pouca bar-
ba, guando anda puxa um pouco por um p, na-
riz chato, Descoco bastante enterrado ; levou al-
guma roupa de seu uso, sendo urna caifa branca,
sapatos de couro de lustre, urna camisa branca,
urna dita de riscado de algodao trancado de qua-
dros amarellos, urna calca de algodo trancado
de listras escuras, chapeo do Chile pintado de cor
do.junga ; ambos estes escravos sao filhog da
sertoesdo Cear, foram calgados e inlilulam-st
forros, tendo sido vistos em aeguimento da estra-
da nova do Cachang na mesma noi.te da fuga:
sendo geoerosamepte gralicado quem oa levar i
ra do Destino, gasa terrea de dous potles nu-
mero 16.
Attenc&o.
Fugio no dia 31 do mez prximo pausado o es-
cravo Joao, com os signaes seguintes : pardo
claro, alto esecco, representa ler 24 annos. Ira-
jando camisa e calca de algodao branco. om
ponco calado, carregou comsigo um bsh de
amarello com roupa de homem, e mais aigoiis
objecles ; de suppOr que teora trajado nita
roupa para melhor se Oisfar?r ; julaa-se andar
por esta cidade e seus arrabaldes, asim cedo
desconfia-se que seguio para o serlao rom cuito
que tambem fogio ao Sr. Cesarlo, morador nt-s
Apipucos ; roga-se porlaolo as auloriflerjps r>ori-
riaes e aos capiles decampo de o prender^m e
levar ao Recife, ra de Apollo n.24, ou no llon-
leiro em cata de seu senhor Antonio Jos TVixef-
ra Bastos, que ser generosamente recompen-
sado.
No dia 1. do corrente auno fugio de om si-
tio do engenhoCajabussuzinho urna mulata cla-
ra com mo cabello, estatura ordinaria, secta do
corpo, peitos pequeos, o maior sigpal 6 ler o
dedo minimo e o remedalo sem po proveniente de um panaricio, chamada Benlid-
leza ; levou urna filhinha tambem mulata per
nome Bita, de 2 anuos, que tem na enteca falla
de cabello por rausa do urna postema ; ha uti-
das qne foi para banda do norte em rcmpanMa
de um negro captivo, que tambem anda fgido,
o qual tem os signaes seguintes : catira negro,
barbado, grosso : quem pegar, leve ao diio en-
genhe ao seu senhor Jos Joaquim dos Santo?,
ou na na do Imperador n. 67, segundo andar,
que ser generosamente recompensado.
Attencao
Contina a estar fgido o preto Jos, com
signaes seguimos : baixo, grosso, beicudo, co
os dedos grandes dos ps torios, petroco grosto
de ervos salientes, j um pouco vellm, finge-se
cgo, levou caifa e camisa azues. e outia de bfi--
la verde ; julga-se que est trabalhando em -
gum sitio, ou anda lirondo esmolss, aflm de ras1-
sar romo forro : quem o pegar, dirjase a rira
do Hospicio, cas* n. 25, que ser bem gratificado.
Annuncio.
Fugio na manhaa de 7 do corrente o escravo
Gaudencio, mulato escuro, natoral do Para, mo-
ro, sem barbo, de estatura regular, um lento
cheio do corpo, e sem defeitoalgum ; iiabalha de
pedreiro soflrivelmente, o tocador de vida le-
vou vestido roupa fina afim de passar por Jiomem
livre.
Tambem seacha fgido desde 27 de novpmbro
do anno possado o cabra Marcolino, qup foi e-
cravo do Sr. Antonio Bar lista de Mello Peixnto
subdelegado de Garanhuns : de eslaiura alta*
grosso do corpo, bem barbado (bem que antes d
fugir raspasse toda a barba), com falta de n-les
na frente, e usa constantemente de um reniurio
de soldado na cintura- Consta que este escravo
se dirigi para Papacara.
Quem apprehandar os referidos escravos e hs
levar ao abaixo assignado no engenho Dous If-
mao?, na freguezia flo Poco da Panella sei re-
compensado com generosidad?.
Recife 7 de Janeiro de 1861.
JossCesario de Mello.
Escrava fgida.
Fugio no dia 16 do correle, de minha case
urna escrava cibocoia, de nome Francim-a, idad
25 annos, cabello grande, estatura regular, gor-
da, alem um pequeo defeito na vista ; julga-
se estar aqui no Recife por me constar ella ler
amizadecom um soldado do 2. baialhao, mas
ella natural do serto do Aracaty; roga-se' a
todas as autoridades policiaes, capitn* oP cam-
po s compaobia de pedestre a apprehetisao da
dita escrava, eleva-la' a ra da Praia n. 78. ou
em minha casa, ra de Santa Rita n. 55, primei-
ro andar, que serao generosamente recompea-
sados.Antonio da Silva Ramos.
Fugio no dia 10 do corrente o escravo Joo,
com os signaes seguintes : cabera branca, esta-
tura rogular, cor preta, sem denles na trente de
cima, com o dedo mnimo da mao esquerda que
oao ubre, bebe bstanle, muito amigo a> nape-
des ; quem o pegar ser, generosamente recom-
pensado, e entregar a seu senhor na ra Nova
numero 51.
Do engenho Cutigi, freguezia da Estada,
fugio no dia 3 de novambro do rorrer.tr anuo o
escravo de nome Antonio, com os signar? se-
guintes : estaluraregular", cor mulato, cebeII do
negro, pouca barba, denles limados, idade *& cu
28annos, pesclo e ps grossos, tem pelo rosto,
pescoQo e peitos algunas marcas de par.ru s,
algumas ciealrizes pelas costas que pareo m ter
sido de chicote ; nao levou comsigo mua algu-
ma, e consta haver fgido para o lado o senao
d'onde viera : queni o appreheader, peder f 1-
va-loeo referido engeoho, ou no ReeirV, rus es-
treita do Rosario n. 29, ao Illm. Sr- Florisn un-
do Marques Lins, que ser bem recompensado.
Escravo fgido.
Um mulato claro, magro, com pannos pretos
na magaa do rosto, representando ter 25 anr.os
de idade, natural do Rio do Peixe, chamado
Luiz, desapparece no dia 30 de outubro da rasa
do Dr. Cosme de S Pereira, de quem escravo
suppoe-se ter levado oim cavallo preto do Sr!
Rostron que se havia soltado, e que elle fdra
em busca do mesmo ; suppe-ae mais que ua
mulner de nome Mara lamiera o aconpanlia
levando um pequeo bah de flandres : roga-s
as autoridades policiaes e a outras quae>quer
pessoas que o prendara, e remetlam ao seu se-
nhor, que pagar qualquer despeza.
Pugio da cidade do Aracaty, no mez de se-
lembro prximo pasaado, um escravo do roin-
mandante superior Manoel {ps Penna ^arhero,
que ha pouco o havia comprado ao Sr. Bu.to
Lourcnco Collares, del nome Joaquim, de idade
de cincoenta e tantos annos, fulo, alto, magro
denles grandes, e com falta de alguns na frente,'
queixo fiqo, ps grandes, e com os dedos grandes
dos ps bem abertos, muito palavriador, inrul-
ca-se forro, e" tem signaes de ter sido surra/lo*
Consta que este escravo spparecera no di 6 do
corrente. vindo do lado das Cinco Ponas, e sen-
do eolerregdo por um parceiro seu conherdo,
disse que tinha sido vendido por seu senhor para
Golanninna : qualquer pessoa que o pegar o po-
dei levar em Pvinsmliucu aus Srs. Basto Si Lo-
mos, que gratificarao getaesosametno.
^...^y !


DIUIO Di PEfcHAMBUCO. AMADO 9 DE JifittlO Dfc 161
Langiedoc.
AS 1RMAS GOLI.ACAS.
X
Continnarf,.'
- Berjonnette nao quer dar sen amor lera-
oamentn, dizia elle. voc drra comprehender'o
sentimento de delicadeza que. a gula. Mis roc
uo v felu e coramovida em son prosear?
Sempre conversanlo, Durti dirigi se coi scu
amigo par a praga redunda, e era quanto espe-
ravim pela hora do jantar, entraram em casa de
Boubasjo os dous mancebos. -Nesse momento
Pedro lia para a joven fauqueirs.
Ten.lo sabido pnle Saboyardo a visita de Risue-
o Sra. Tidel, Berjouneile adevinhra-lho f-
cilmente o molivo. Triste c pensativa; linha de-
sdido fortalecer su a resighago cora a devogo.e
| em quanlo acabava para uma de s'ias freguezas
. urna cor.i de npiva, pedir ao rapazinho que lhe
[lesse olguns captulos de um litro de orages. D.
| Ranqueit-i segua com recolhinienlo "voz un
; tanto embarazada de Podro. Meij recostada "no
'espaldar di! sua cadeirinlia, Berjonnelte havia
1 deixado cahir das raaos as llores virginaes do e-
. feilc que trancara, e que espalhavam-se cm tor-
jnodella como urna nuvem branca. Dtr-sc-hia
. que a au ligio do santo livro transporta va a ra-,
I pariga uma regio celeste. Brilhavara seus
. ollios com um piedoso xtasi, enlrabra-se-lhe
, a bocea como que para deizar chegar 'seu cora-
cao uma harmona divina, e dourava-se de cores
luminosas sua roule radiando sob a luz do sol.
Perturbada e sorpreza por tornar ver Kisue-
; no que julgava to looge de si, colorio-se de um
incarnado anda ans vivo. Pedro fechou o li-
amigoem
Entretanto chegou a Sra. Tidel, alando de no-
vo a tmic, ronchegando corpinho, e to-preoc-
ii:, i m ruin o seu traje improvisado, que respon-
c-. o di-trahida a saudago do mancebo. Porsua*
C..!.;: iti de quo a'mantlllm nao eslava atra-
vi -- ida nera sola a tonca, chegou uma poltro-
D ira liisuenp e po/.-se a chamar a criada, pa-
re n do-lne, como timaos habitantes de S ..,
gue o uso das campanhias era um luso superfino
para qoem a natureza havia dolado de boos pul-
Ojcs,.
Joanninha, minha Glha, grilou ella para a
velhit. trazo lenha e vem accender o fogo.
Joanninha t'onxe, um feixe de cavacos de
corsp.rimenlo desmesurado ; enQou urna das ex-
tremidades noJogo, em quanlo que a outra aca-
rictaVa com insistencia as pernea de Risueo.
'Cusiou accender a mecha, depois o papel, de-
pois os cavacos.
A temperatura do salao era sempre glacial;
c a Sra Tidel, de todo confusa, nao deixava de vro e relirou-so discretamente. Durti dispu-
CuISa'r do traje seno para oceupar-se no fogo.; nha-se segui-lo, alim de deuarseu
Acceso o fogo, notou a Sra. Tidel que lhe fal- '
tara o complemento de sua installaco.
Joanninha, gritou ella de novo, trize-me o
esquenia-ps !
Oh! estou pondo-lhe urnas guarniges, e
rjje leva tempo responden a criada velha com ] XI
aquello tom ao mesmo tempo familiar e grossei- j' .
ro ene caracterisava os criados languedocianos Rt'inou \t% uma alegra estrepitosa na sala
Com os ps no ridi, a Sra. Tidel pode anal! era Q,,e pela manha vendia-se coco. Estava-se
dirigir algumas palavras a Risueo. Purm, de- ; no Y_,n do carnaval, e Roubasse annunciou que
pois de duas ou tres phrases acerca dos doces 'm honra do domingo de cnlrudo, reunira no
que linha acabado na vespera, e da varrella que dia ap6IJ1Q,e lodos os seus pensionistas a sua
devia comecar no dia seguinle, a velhinha, no [ U3esa- ..
Mas, disse ella, para ser admiltido nesse
iro provas de jo-
mascara, uma
era prudente para seu amor confia-lo' uma na-
tureza liio prosaica, quando a chegada do Sr.
Tidel lornou lmpossivel qualquer efluso. O ve- '
Iho buriuc.z poz-se discutir com vehemencia o j
proco dos vinhos e o resultado dos ultimas elei-.
(oes Muio indifl'ereote taes questes, Ri-
sueno isoluu cada vez mais o seu pensamento,
e conservou no intimo da alma a confidencia que B""lu/"lu" ue Antigua aevia tnuiuveimeni
Uvera nos labios ao chesar. I 0a"lu a connecer, e Durti, por sua pirle, olhav
1 com certa desconfianza -
culo. Mas que prazer em offerece-Ws Berjon- prebendido ludo, e branca com* a sua caifa, dei-
nette, que rendo o 6uRo 'das HeeorMie, guar- xava paciniiMBenle \* Risueo a condzisso
da-las-hia religiosamente como um monumento pela mo. r
de familia! Emquanlo a velha dona sorria na
poltrona, a moca, sera onsax acreditar eos seu
olhar, espalbava pela cama os ricos estofo.
Con>o nova fada, parece Vmc. f jzer descer
do cu estes dous trages, disse olla lancando-se
ao pescoco da a v 1 Este presente a resuosta
mais eloquent*, pois bem vejo que Vmcdeseja
que o Sr. Antigua e cu vistamos eles trages pa-
ra irmos passriar em S. Fiacre. Assira animada
por Vmc, minha ii i riJi av, aceitarei o braejo
delle esem scgundi leocaoi
A don fe aio signa) '& Brjoanette para
expe "
seu m
commum em 8... As.ava sorriera melneoli-i sela reS ""uzavam-se em todos os saudas,- e
cemente vista dewas modas antigua que Ihesi *"iam 4S ondulioes dos carros de mascarados.
recordara seus primeiros annos. As raparigas
Veja, meu cbaro, os acoolocimenlos tao as
mil maravilhas para o senhor, e aQual rae saber
osegredo dd coragao de Berjonnelte, disse Fran-
cisco era voz baix seu amigo.
Ao ver, porra oT/r resignado'de sua compa-
nbeira, Antigua abaixou tristemente a cabeefa, e
oaquairo joven, em dUposigio de espirito bem
dtflerentes, dingiram-se para'b rrabalde de*-
Pi'acre. j.
Era um bello di* de inrorno, biava gelo
erimenlarotrejedi!i-e//i, assim"chamado por 1%*' "* ,V0 frio- c6u a'-u1' a lcrf-a dura-
lypo aotigo. Alias, este um disfarce miii V i*Cr. eslavj em ,ol scu plendor.fs pas-
perfeita intimidado com a joven franqueira ; mas
soava a hora da ceia, e levando para a casa Rou-
ba3e, Berjoux e Flora, tornou impossivel qual-
Iquer conversa entre aquelles dous ltimos.
esperara que essei atavos solemnes farbo me-
Ihor sua belleza do que os vestidas moderaos, e
os homens admiram as grabas novas qu fszem
manifestar-se ta raditade. Cora effero, dir-l
se-hia q a% redtis cm carta-sana perfencon-
tes nossas avs tem conservado o reflexo dos
liodos roslos que j aforrapsearam. Q traje de
velha parece encerrar os pensamntos d'outr'ora
em suas pregas misteriosas, e nao ha m a'na-
chronismo mais bello de mq^trar-se um rosto
fresco sorrindo no raeio de adornos antigos.
Obedecendo s iadicaedes da dona, Berjonnette
levantou chioeza seus bellos cabellos aa testa,
para ata-los era tranca na altura'do pescogo. Pdz
em seguida casquilha, linda coifa de que anda
Segundo o costume; cada bairro de S... tioha a
sua cavalgada que esperava eclipsar as outras
com scu luxo. Uma dellas fazia-se notavel peta
akura do carro, todo circulado de grinall* de
verdura, e no qual JupiteT, Vestido de purpura, e
empunhando era guisa de raio uma vassoura dbu-
rad, doroiniva todos os deuses do Olympo, en-
(ileirados roda delle.
Mercurio agilava o caduceu ; Neptuno, ornado
de coropridas barbas brancas, apoiava-*se ao tri-
dente, e Venus folgare com um amor cor de rosa
ctochuuchudo.
Vioha aodepo o carro de Franeisco I. Quenj
poderi feconhecer sob os deslumbrantes fesiua-
rios da cOrte do grande re, aquelles retsaires,
de ordinario to esfarrapados, e que, assentados
..mi h ? "" ," ae q"e nas 1"in da ru, esperara pelas carrocas de
usam algumas donas, e que lembra as loucasdas! |enh3 f y -%
Oulroi rapazolas qe Urftism pedido comprar
m vestuario de coznbeiro, persegiam as mo-
cas, para deftar-lhes farelo ao rosto ou abra-
ca-las.
Segundo o costume, tudas as casa/ de S. Fia-
cre tuiham-se triqsformad. naquille dia em
guinguelas. No andar terreo,'a niesa armada
ao pe a porta chamava os rgue,z* pela expo-^
signo dos orfii/eesappetitosos c do vabo brao^
A genfe pacata que, Jonge'da n5u!-'
Ah 1 pensara ella, mea domin cor de
rosa servio-me craajatirfefczetdo-me sorpre-
hender a conversa inrfnra Btsueno e de Ber-
jornette po, botequezinho da S. Fiaoore. o
posspmir>ilTidrlo araertue 0# unp, eUt
tenho mais eaperanga alguma. -*"
xinv
Desejando pagar a sua hospedaira a poltica'
1
liJflo,. ijuer &sar do eipectacu'lo animado dejr- ?* aspara, Fanctsco e Risueo alugaram no ''
roBlde, refugiam-se rias "jinelfas do-prihleiro f'a seguinle um camarote no theal.ro para ella e
andar dessas hospedaras Linivr^visidas. sua familia.
!S.un" o domingo de enlrudo havia sid,o cele-, O theatro offerece nas provirrcla um genero
Draao m s. tiacrecom tanta pompeo alegria.'de prazer cuja idea difcilmente' so -oda fazer
Lra um. perpetuo cortejo de mascarados aalre- em Pars. E'na aadigo frequenle das peras
nieaao de g-ugaliadas e gritos. Gruzavam-se que o povo adquire principaMneBteequelle gesto
pilheriasde Roquelaure R^quelur, chega-, music.l tao vivo nos meridionaes. I>esde a in-
mvasocs de raorcegos e as, faneia que os Languedocianos assobiam as obras
grxsetles eram perseguidas por mascarados royj-
leriosos.
Foi no meio desse tumulto e dessas ondas de
mascaras, j muito ousados pelos fagos do vinho
branco, que chegaram os nossos quatro jovens,
bem euibaracadus- por causa de suas pessoas.
primas dos nossos maestros, pois, com um qua-
si nada, podem ir, como o poro italiano, ap-
plaudir os cantos que emam e que eacutam como
ctigos amigos. Era Pars, o povo s conhece o
drama, no Languedoc elle so gosta da osera.
Risueo, pensava descobrir Suzanna em todas', Nas provincias, o theatro parece ser proprie-
as janellas; Berjonoetle corara cada allusao dado dos assignanles. Ah gozara de innocentes
que os Roquelaure tura avara a liberdade de la- distraccoes que aliraanta-n suas converss^ber
zer ao par de velhos. Flora havia sido abracada dturante os interaalloi.' A curioidade, a obser-
por tres cozinheros e mystificada por quatro vacao e a ref1eCres que fazem circular ao redor
mascaras; e o pobre Franeisco, sustendo com da sala, sao para elle* outru epedaculo qu* os
grande diQkuldade a saia, cujos cordes haviam idivete a vezes mais do qu* o s'cenrio. Os as-
sido corlados por um morcego malicioso, pro- .signantes formara uma familia reunida pelas raes-
Bretoonas. Somente o paoninbo braceo destas
bstit '
duas grandes lilas
O otBcio dos rachadores reuaxrt na cidade de
curava debalde segura-la com um grande refur-
co de alQnetes que picavam-o cada movi-
mento.
De repente, no meio de uma especie de alvo-
mas sensagoes. Parlilham. juntos os prazeres
ou os enfados do serio, |>* entre ellos como
que uma intimidado tacita. 'uma especie de
sociedade nascida do habito, e que seria mpos-
aqu substituido pela garga diaphaui;, s... serrar, guardara lenha nas adegas dos bur"-1'" causado por um mascara de prna de po.jsivel formar em Paris, onde'os theatros, re'pte-
cruzam-se em baixo do pes- goezes, e distribuir pelos padeiros o ramos que
rt?.5.^.T.l*nl^Ja,>e,:, CD(0 ^"""^aoiservem para aqueceFos fofnos.
Firmes nas calcadas desde o romper do dia,
nena comegar no oa seguinie, a vclhiuha, no ..
Jim do rosario, comecou olhar para o ledo, co- ~~ Mas> .disse e,la> Para ser
mu quem procura alguma idea. j nanq"e'e. e preciso dar nrimen
Risueo perguntava asi com inquielacao se : vulldaue' isto myslifiar sem
Volloii desanimado e incommodado. A tris-
teza da babilago de Tidel e sua mulher pareca-
lhe ler-lhe embutido o espirito ; e gelando-o
despeiio seu a decepgo que sofTrera em sou pri-
meiro passo, foi ao paaseio publico aquecer o
-corpo ao sol e alma n'alguraa impresso nova.
As sombras aleas desse passeio offerecem uma
deliciosa solidao, pois as moutas perlencem aos
paasaros, os perfumes brisa e a calma aos seis-
madores. A tran inillidide deseas bosquezinTios
s de quando em quando perturbad pelo andar
pausauode algura ocioso que passeia com um li-
vro na mao, ou de algum jardineiro atrasado que
Jjz u-raer a arca com seus passos sonoros.
futr t into. ha uma poca no anno que leva ao
passeio publico de S... um alegre enxame de
passeiadores. a primavera, quando um sol agra-
dav 1 fai briibar a nova verdura, e quando os
teuiiihes gorgeiam sob os caramanchones perfu-
mados. E' ahi que ao ar tepidu da estago nova,
aluigadus por uma tenra folhagem, o artista e
a lillia do povo murmurara, doces palavras do
amor, s quaes respondem, scmelhanga de um
eclio aerio, os concertos voluptuosos do rouxinol.
Alas, assiOR que a poeira do verao erabranquecc
os ramos das arvores, e que as (lores qieimadas
baixam suas corullas seccas, tornara-se as aleas
Mlitarias e os bosquezinhos silenciosos.
Risueo cncontrou Francisco Durti que furaava
um charuto no passeio deS... Pensionista de
Jloubisse ha alguns annos, Francisco havia aco-
II..; i nuil bem Antigua, e os dous ni
al!' .i!ii Jos reciprocamente por syrapath
lard. l-iitio di honrados mercadores de Bzier;, que
tinharu-o mandado ,'i S ., para estudar o coramer-
cio ii'uma escala maior, dcscuidoso, brando c
franco, agradavel sem ser bello, e compensando
com urna condescendencia inexgotavel a falta de
e.-lincgao era seus modos, era Francisco o typo
do filbu jovial do uieu-da. Sempre de bom hu-
mor, com o barrete sobre a oretha, o dito agudo
uos labios, o rosto expansivo, a bolsa franca aos
amigos, sua alegra e seus servigospromplos para
todos, loriiri>-se tanto mais fcilmente amigo de
Risueo quanto muitas vezes a amizade nasce dos
conirasies. Aquelles que se admiravam da iuti-
midade dos dous mancebos, de genios tao oppos-
los, nao sabiam quo a opposigao dos gostos es-
trena os lagos da amizade. A raz.io de un, a
alegra do ulro, nao eram alternativamente o
complemento da natureza de cada um delles?
Auruludu pela grata provocadora do Flora,
Durti g na i -.-p.-luss de sorte alguma suas homenageos,
deixou-se voluntariamente escorregar pelo decli-
ve desaa paixao fcil. Roubasse animava-o, pois
dizia ella, c sempre ha de ser um marido em
caso de necessidade. Era, potm, em balde
que a joveo engommadeira ptocurava descobrir
mellior noivo, e entretanto prenda de tal sorte o
ltiiierreiise em suas redes, que, ceg pela paixo,
jurara com tanti confianga virlule de Flora
como seu amor elle. Continuavam, pois, a do-
ce vida de amor a griselle o o joven caixeiro.
Francisco havia sorprendido a dupla paixo de
pessoa conhecida, era S. Fiacre (arrabalde do
S... predilecto dos mascarados e dos passcios
do carnaval]. Cuiden .pois em escolher bons
disfarces e otTeregam o brago minhas fillms,
accescentou ella voltando-se para Francisco e
Risneno.
Isso pareccu difficil aos dous amigos. A
grande altura de Antigua devia infallivelmenle
va
para seus espessos bi-
godes.
Entretanto, disse elle Risneno quando
esliveram s3, devemos alcangar, custe o que
cusiar, a ventura de passar esse dia com Flor
e Berjonnelte, o que lentarei, ainda que perca os
bigodes.
Mas o que dir Suzana? pergunlou Ri-
sueo com anciudade- Durti zombou do amigo
duas asas transparentes.
Assira moldurada, a belleza da moga pareca
mais radiante aind. Ao depois, Berjohncile cal-
gou a meias de seda de cantos bordados, os sa-
paies de salto vermelho e de grande* anneis de
prata, as loupinhas justas, bordadas de galao,
com mangas de renda do cartazana, e avental de
seda, o corpinho branco de grinaldas de flores, as
luvas de rede e ossignaes. Tomn n'uraa moo
leque verde, e na outra a bengala de castn de
ouro. Adjna julanu-se eerSb nos mais3uaves
dias de sua vida. Fez Berjonnelte andar, saudar,
voltear em todos os sentidos,- a qual por anas re-
verencies, por seu porte, soube sdmirameote re-
cordar o seclo que alia linha s costas.
Quando a paralytica admirou bem Sua neta,
fez-lhe comprehender que era occasio de ellere-
cer o traje de velho Risueo, o Berjonnelte pe-
dio Pedro, que, era norae de dona Ranquelle
fosse levar Antigua o seu destaren.
.0 joven Havanez, que nunca, havia pensado
seno no lado buflo do carnaval, fieou adrada -
velmente' sorprezo vista de um traje que to bem
se barmonisava com o seu genio. Em vez de lhe
parecer ridiculo, aquelle vestuario spresentou-se-
Ihe como um preciso reflexo do passade, o elle
respeilo do que elle chamava seus escrpulos ri- I seo to uma certa commogo, quando, ao empol-
diculos. Alm disso, Risueo achara-se n'um
verdadeiros ddalo do sentimenlo por amor das
duas collagas. Vendse incapaz c achar por
si s uma solugo para o problema de seus amo -
res, resolveu deixar-se guiar pelo acaso que tai-
vez lhe viesse offerecer a sabida do labyriotho
em que perdia-se seu curaran.
Nessa mesma noile, Durti leve uma longacon-
ferencia com Flora, e sahiram juntos depois de
sua misteriosa conversa. A joven eogommadei-
ra cutrou logo depois com fazendas de todas as
coras. Levou a noile era cortar e coser dous
trages provengaes. Berjonnctle, que olhava com
melancola para esses alegres preparativos, offe-
reteu irma seus servigos.
Nao, agradcgo-le, respondeu Flora, quero
Iralialhar sozinha nos dous disfarces que eu e
Francisco devemos vestir amanha. V como
elleama-me, consoute corlar os bigodes O ca-
bcll
vilhar os cabellos antes de os prender n'uma fita
com um grinde lagq, volteou em torno delle como
uma nuvem tarda dos tempo antigos, o perfume
do velho polvilho marechal. Veslio os calenes
curios, o collete de seda furta cor, o jaleco com-
prido, bordado ouro, o chapeo de tres biebs e o
rande relogio de esmalte com macissos paren-
deuques. Sendo em geral os nossos antepassa-
dos altos e bem felos, ro lalhe esvelto de Risue-
o eslava gosto no raaje de velho. Seu corpo
curvado foi o complemento da verdade da perso-
nagem que represeotava, e naturalmente paludo
e doente, pareceu elle' ter deixado a mocidade
como bano dos cabellos.
Apenas esteve prompto, deu-se pressa Risueo
em agradecer dona Ranquette. Uma velhiuha
gentil veio abrir-lhe a porta e oflerecer-lhe sor-
rindo ume pitada de tabaco.
Berjonnette 1 exclamou ella ao reconhece-
eireiro deve repartir-lhe os cabellos pelo : la, que agradavel sorpreza 1
meio da testa e friza-los. Nao ser impossivel
arcenos rec.0,l,,ecc-losob o corpinho, a saia ea coifa ar-
lia na0 lesana ? E t, minha querida Berjonnette, o que
esculls para teu disfarce? Tens pensado no do
Sr. Antigua ? Bem receio que deixes passar esli
occasio sem aproveila-la. V, os homens sao
s vezes mais temidos do que as triulheres, ese
t repellires serapre o Sr. Risueo, elle nunca
ousar dizer que le ama. Oh nao abanes a ca-
bega assira; se elle cresce em teu amor, estara
$ teus ps. Seriamos dous pares bem gentis;
reflecte cm ludo isso, e dze-me amanha pe-
la tnanha o que ti.eres decidido; ainda ser
tempo e eu ajudar-le-hei de todo ocorago.
Com effeito, Berjonnette pensou toda a noile
nesse projeclo do divertimento que devia reuni-
la Risueo. Se eu nao acccitar-lhc o brago,
nao ha de elle achar que sou bem affectada, di-
zia ella, ou que tenho muito pouca confianga
nelle? Puder crer, se o recusar, que, descon-
fiando eu de meu corago, nao ouso arrisca-lo
nesse colloquio.
Essa ultima reftexAo levou a seu auge a per-
plexidade de Berjonnette. Apenas lorautou-se,
foi consultar aquella cujos conselhos guiavam-
a nas horas diQjceis da vida.
Minha boa av, disse ella abragaudo-a, e
ajudando-a vestir-se, acho-me n'um grande
embarago e veaho aconselhar-me com Vmc.
E corando muito, referia-lhe suas incerte-
zas tespeito do passeio S. Fiacre.
A paralytica nao poda aconselhar sua querida
neta com a palavra, pois que de ha muito eslava
gelada sua liogua. Habituada adevinhar a lin-
guagem de seus olhos, quasi extinctos pela eda-
de o pelos soflrimentos, Berjonnette havia-se a-
joclhido diante da dona; mas com gran le es-
panto seu, em vez de transmitlir seus olhares
J,i-o. no por Suzana e por Berjonnelte, e como
lia sempre algum egosmo no melhor conselho,
esforgava-se por fazer inclinar o corago do joven s impressos do corago c de os abaixar para
Ilaviiez em favor da irma de sua amante. ella, a doente poz-se encarar uma taboa {jran-
Quaudo eucontrou Risueo no passeio publico de enllocada por cima da porta,
de S..., Francisco nao leve difQculdade em obler Meu Deus 1 disse com terror a moga, mi-
a coniiiencia de sua visita Ilusoria Sra. Tidel. nha av parece que nSo comprehende-me. Por
Fci esta uma nova arma de que servio-se para ultima infelicidade loria ella ficado doente !
procurar arrancar do corag&o magoado de seu Entretanto subi i uma cadeira e procurando
amigo o sentimenlo que o altrahla para Suzaoa. descobrir o que poda desejar sua av, avistou
Ah meu charo Risueo, disse-lhe elle lo- um grande erobrulho coberto de p. A' um sig-
mando-lhe o braco, como nao tem voc a forga nal da dona, ella tirou-o. e o levou para perlo
precisa para resistir casquilharia da Sra. de da janella para onde chegou a poltrona da doen-
ISers ? Ella tem no corago o gelo que voc en- te. Mas em si mesma a pobre menina gemia
conliou em casa de seus paes Poda ella deixa- p0r ver dona Ranquette to indifferente s suas
lo era semelhanle tortura se o amasse? Ri-se de confidencias.
sua dr e faz delta um adorno para seu orgulho. Ah 1 pensou ella, o que ser de mim se fal-
tJm de-ies.dias, ficou impossivel quando eu lhe '" Urie o refugio de sua ternura e o apoio de seu
disse que voco passava as lardes junto Berjon- juizo.
Delle; ora, o ciume nao o grito do amor? Re-I E aodesdobrar o embrulho, derramava silen-
ziunciei-a ou ent.io ba de despedagar seu corago cioss lagrimas, quo cahiam no panno como pe-
contra sua indilTerenga.
Durti era bom, porm sem herosmo, esuana-
tuieii, um tanto material, nao poda comprehen-
der o admiravel martyiio que Suzana condem-
cava-se. Com sua amizade inepta, augmentou,
pois, a perplexidade de Risueo reconduzindo
seu pensamento para Berjouneltu.
FOLUETLU
A LINDA MERCADORA DE PANOS
roR
EUE BERTHET.
rolas de prata.
Esperva a moga ums granle sorpreza. O en-
voltorio poeirento continha dous elegantes trages
de ri7io e velha ; era a resposta da doente.
Recelando profanar aquellas reliquias dos
lempos passados mostrando-as ao vulgo, ella
guarda va-as como um thesonro ha quasi meio se-
Estendida era sua poltrona, segua a dona esta
scena com prazer. Com seus gestos e seus olha-
res, procurava dar entender Risueito que a
Risueo que a moga, nada insensivel, sdissirau-
lava seus sentimenlos em atlengo seuhora de
Ners. nica que poda comprehender .a muda
linguagem de sua av, Benonnetle voltou-se para
cnchugar uma lagrima, emquanto que o manco-
bo, receiando l-ia offendido cora a vivacidadede
sua exclamaro, olhava para ella suspirando.
Durti e Flora que chegaram logo disfargadosem
Arlesianos ; ficaram agradavelmente sorpresos
ao yerem o par de outr'ora que dona Ranquette,'
cheia de orgulho, indicou-lbes com o dedo des-
carnado.
Comprimenlaram-se de parle parte. Flora
estava seductora coma sua coifinha de renda,
presa por um lago de fitas cor de rosa, o qual,
como uma borboleta folgaza, acariciava-lbo os
caDellos negros. Seu talhe delgado eslava preso
n'um corpinho justo de velludo, e tres voltas de
uma correle de ouro cruzavam-lbe no peiio.sera
ocultar-lhe os contornos elegan tes.e a pequea sia
da rapariga de Arles pareeia feita para suas pernas
finas e seus ps roligos.
As raparigas de S... teem uma notavel predi-
lecgo por esse traje, e nao ha uma s que nao
tenha procurado lornac-se mais linda com o me-
dalhao e os brincos compridosdas Provengaes. A
graga, a mocidade e belleza, parecem que s
devem reinar sob esses formosos enfeitcs ; por
isso, sentia-se uma drsagradavel sorpreza ao
descobrir-se sob as elegantes filas artesianas o
carao de Francisco.
Anda que se tiresse aperlado pontos de nao
poder fazoromenor movimento, o joven Bitter-
rense pareca um tonnel : sahiam-lhe os grandes
ps por baixo da sia, como em certos palmlpcdes,
dos quaes pareca ter o andar pesado e feio. Con-
fuso e embarazado em seu traje feminino, o po-
bre Durti pareca ter perdido com os bigodes o-
bom humor e a alegra.
Roubasse nao pode conter sua satisfago vendo
Berjonoetle e Risueo com um traje anlogo.
A av aiuda serve para alguma cousa, pen-
sou ella, e se Gzer mais algumas destas, ha de
ver breve o casamento do mylorif com Berjon-
nelte.
Rerjoux veio logo annunciar que era chegado o
momento de partir, pois os mascarados j se en-
caminhavam para S. Fiacre.
O Sr. sabo, disse Roubasse ao ouvido de
Risueo, que a Sra. de Ners quem deve rays-
tificar, e que miater nao dexar minha Glha;
Vmc. responde-me por ella. Hoje noio beber-
se-ha sade do seu triumpho, pois Vmc tem
de veras o ar, nao de um joven mylord, mas de
uma alma do seculo passado.
A' idea de ver Suzana tendo Berjoooolte ao
brago. Risueo foi accommeltido de um tremor
nervoso que procurou reprimir em balde. .
Crendo n'uma verdade simulada emseu papel:
a Bravo, Sr. velho 1 exclamou alegremente Ber-
os radiadores ah comera, irabalba, dormem
e principalmente dispulam em familia. A qual-
quer hora v-se as mulheres curvadas sob os
feixes espinhosos do earvalho, com a roupa e os
hombros em tiras potos ramos que se cruzara
em raolhos no espinhago, correr praguejando
por diversas padarias da cidade. Alguma del-
las batom-se e arranham-se ao arrancarem-se
os poneos vinteos qne ganbam chorara os fi-
Ihos cahindo por entre os feixes ospalhados no
chao, e os homens blaspbemam, amollando as
serras. '
Estendidos ao tol, embrulhando-se em seus
andrajos com uma cert altivez e com o deleixo
piolado no rosto, os radiadores s se moveos i
vista de orna carroga de lenha qual se jangam
ardentes e impetuosos como uma presa. A'
excepc-o do ollieio, sao de uma tal indolencia
que preferiran] ser esmagados do que arredar-
se i vista de um carro. S conhecem um pra
zer, a cavalgada do domingo de entrado. Se-
ren os hroes de uma lesta popular, de mendi-
gos passarem reis, andar como soberanos por
aquellas ras onde na vespera estavam agacha-
dos na poeira, nao ser por cerlo como que a-
realisago para elle de um sonbo dasMil e
uma noitti l
Chega qnarta-eira do |nza, tornara elle
tomar seus andrajos para enterrar o carnaval e
sua realeza ephemera. O carnaval represen-
lado n'um menequim que elle fazem sallar
n'um lencsl, cujas quatro ponas seguram can-
tando uma melodia lgubre. Os radiadores,.
piltorescos era seus andrajos, como os Bohemios,
os gitanos e os gypsias offerecem sempre ao
artista um quadro original. Podem ser viciosos
e insolentes, sujos e medonhos, nunca sero
vulgares. .
Volieraos, porm, a S. Fiacre, ao domingo de
enlrudo e ao carro de Francisco 1 que provoca
em sua passagem entusisticos bravos.
O radiador que representara de re era um
bonito rapago, caja barba negra, feges regu-
lares e olbjbs penelrantear podiam com effeito
lembrar o baldante monarcha do dcimo sexto
secu|o. Seu olhar era desabrido, porm o sorri-
so enchia-se de uma ternura voluptuosa, quando
dirigia-se uma mulher formse. Assim, a
moga que represeotava de condega d'E'tampes,
mostrava-sc ao mesmo tempe intimidada e sa-
tisfeita pela preseoca de seu real amante. A que
fazia o papel de Luiza de Saboia scyntllava sob
o brilho dos diamantes falsos, cujas mil faces re-
flecliam o- Bol em cachos de chmalas; final-
mente um numeroso cortejo de damas d'hooor e
de cortezos, dispostos ao redor do throno,
altrahiam a- adrairago do povo pela riqueza de
seus vestuarios.
Outro carro conduzia a equipagem de Chcislo-
vao Colorabo, emquanto que o carro precedente
offerecia a diversidadede todos os trajes da Eu-
ropa, e nao tendo este ultimo seno os desfarcea
da carnaval, nelle saltaran! com mil gatimonhas
arlequn e polichinelos.
Os habitantes do um dos bairros mais populo-
sos de S representavam a parte grotesca des-
se passatempo; em vez da corros e do trajas
custoso, haviam chegado a S. Fiacre em duas
comprtdas filoiras de burros, montados s aves-
sas e vestidos de mulher, na maior desordena e
confuso, abrigando-so do sol cora armagbes de
chapeo de sol sem panno, cobriodo-se com
chapeos cuja forma remontara trala annos,
e servindo-se de arcos de pipa em vez de he-
los. Esses mscalas provocavam grande hilari-
dbde em sua passagem. "
Durti e Flora turara separados de Risueo e de sentando muitas retes a mesma pega mais de
Berjonnette. Esta ultima, que nao linha deixado. cera vezes seguidas, s-poden ler umauJitorio
o brago de seu companheiro. olbou com ioquie- que se renov continuamente.
lago em torno do si. Dava-lhe urna certa
tranquillidade a preseng de sua irma, porra
viu-se de toda intimidada quando achou-se s
zinba com Antigua no raio da soultido.
sueno, que comprehendeu s sua turbagAe, fez o
que pode para reunir-ae aos dous Arlesianos,
OLaoguedoc ainda ingenua e epsisooado ;
_ elle applaude, pateia, e nada recebe eom indi-
Rj_ ferenga ; as palavras de encomraenda sao, pois,
desconlVecidas. Amador e apreciadrjf tfa Msi-
ca, os meridionaes ouvera religiosamente o actor
porm tornando -se o circulo cada vez mais com- <}u* l.nes n8rada- Tem enlbusiasmo aquelle ver
paelo.Dinguem poda avaocar ou recuar. Con- i u*oeiro e bom enthusiasrao que nin recea es-
vidou. pois, moga para entrr n'alguma casa I fr,,r lu;." applau lindo. E pnneipajmen-
afiradeJescao^areinquatito eaperava.n que fosse le nas desPedidas companhtr. na noile-do en-
nniuoi rW..Ur m c 'p.^.S' ..; .- i cerramento do anno theatral, que se manifestara
[ Continuago.
VII
O gesto animaio de Rostnha, seu porte cheio
de autoridade sorprenderam os assislenles.
O magistrado previo logo que ia ter lugar algu-
na re --elago importante.
Esperae I disse elle para os guardas.
Que vensfazor aqu, minha filha ? pergun-
tou Puliveau. Queres presenciar com os teus
olhos a desgrag maior que me ferio, depois da
tnoite de tus pobre mi ?
Venho impedir uma iojostiga, respondeu
ella. Meu pae, antes de chorar sobre nossas
desgragas a consciencia me obriga dizer a vor
daue.
Meu Deus I o que ir ella dizer ? exclamou
Poinselot endireitando-se apezar da sua ferida.
Fallae, senhora, disse o magistrado com in-
teresse. O que que sabis ?
Rosinha conservara-so calada, a violencia dos
seus sentimentos a impediam de expressar-sn.
Para que nos demoramos mais ?. exclamou
Villanegra fazendo um movimento para sabir.
joux, ao passo queajovonfanqueira, tendo com-
Cada cavalgada era precedida do-correos e pos
tilbes que agitavam grande quantidade de gui-,
zoseque enfureciam-se em seus burros: po-
rm estes, como animaes bem ensinados, nao
acederavam por modo algum o passo magistral,
o que permittie, a mullidlo admirar os mascara-
dos em todos os seus pormenores.
A maior parte dos carros luham o seu bobo,
chamado Roquelaure, em memoria do governa-
dor do Languedoc desle norae, o qual deve sua
immensa popularidade facecia de sau genio.
Esse traje de marquez ridiculo, essa grotesca
persoaigem, que pode ser comparado, ao PUrt
Jo charlalo, pe-se era p alraz do ultimo car-
ro da cavalgada n'uma espede de aun o fada ura
pouco alta, d'onde enva mulldo seus tregei-
tos e suas pilherias. Tem ao lado mil instru-
mentos de que so serve para representar scenas
cmicas, que muitas. vezes acabara n'um gos-
to mais que duvidoso. E' preciso uma certa
habilidade para fazer o papel de Roquelaure e
provocar sempre a bilaridade do publico.
Havia ainda era S. Fiacre estrepitosos carros
de juizos que,armados de grandes rolos de papel,
gesticulavam gritando arrebentar :
Nao tan oH'retio e alvos bandos de ta-
la-pennet (mrcegosj, armados de folies. Co-
brindo a eabega com un leogo, cujas ponas
amarradas formara quatro cbitrezinhos, e veatlodo
duas saias brancas, uma mais alta que a outra,
qualquer garoto rala-penne pelo eotrudo.
Bolindo em todo por onde passam, soprando
nos roslos ou por baixo das saias, sao o espan-
talho das raparigas.
{} Vide Diario a. 16,
Nao estaes vendo, Sr. juiz, que os tristes aconte-
Cmentos da raoive tranetoiaartcn a cabega esta
pobre moga ?
Nao, nao, senhor, escutae-me, balbuciou
Rostnha agarrando-ae capa do juiz ; eu sei,
tenho toda a certeza de que o Sr. de Villanegra
nenhuroa parte teve nesse roubo abominavel.
Estaes bem certa do que disseslcs, senho-
ra ? Onde eslava ento'o Sr. marquez quando se
arrombava a casa de vosso pae.
Eslava.... estava no meu quarlo.
Profundo silencio acolheu esta eonfisso. De
repente o velho mercador se precipitou para sua
filha, e segnrando-lhe no brago com toda a tor-
ca, exclamou l
Mente I Nao a acreditis 1 ella ama este
mancebo, quer salva-lo ; e para isso nao receia
deshonrar seu pao, deshonrar-se si propria 1
Mente, torno dizer-vos I Sobe, sobo j para o
teu quarlo, continoou elle procurando arraslar a
filha para a escada : disseste hojo cousas que
se nao podem tolerar E vos, Sr. Defunctis,
sois meu compadre, fostes meu amigo em outro
tempo ;' por merc, esquecei semelhsnte asnei-
ra : quando os filhos se querem inlromeller nos
negocios serios de seus paes, faliam lorto e
dircito. Nao pensis mais nisso, e fica certo de
que a hei de castigar como ella merece.
O infeliz mercador se esforgiva por tomar esse
ar de aeveridade ficticia que os pies affectam
para eom um filho malcreado. O juiz,porem,nao
se achara muito disposto tratar de resto o de-
poiraento de Rosinha.
Sinto muito cootrariar-vos, Sr. Polireaa,
replicou elle : compre que deixeis vossa filha
fallar com toda a liberdade.
Mas se eu j ros disse que ella mente 1
Nao sabe do que se trata, nao sabe mesmo o
que diz. Um hornera escondido no seu quarto I
Ella, que tao prudente e (ao piedosa, receber
possivef circular cm S.' Fiacre." Muito ncora-
modada no meio das conversarnos levianas dos
mascaras, cercada pelos eosirmefros e opprimida
pela multido, Berjonnette aceitou de bom grado
esse offerreimento. Os dous velhos, nao sem
difilculdade, conseguiram chegar & uma das hos-
pedariazinhas improvisada que crculavam e
arrabalde; o d'ahi poderam afinal gozar sem
obstculo da perspectiva animada de S. Fiacre.
Ainda que sjdiante de uma mezinha. Risueo
e Berjonnctle nao oosavam romper o silencio. O
murmurio dos mascaras chega va al elles sem
ir-lhe aos ouvidos ; ascaralgadas pasbavam raa-
gestosameete ou travesas, sem altrahir .vista
delles. A trra poder-se-a abrir e tragar mas-
carados, oreilleiles e Roqueta urea, e cites fi ca-
riara sem duvida assim mudos e immoveis;
ambos saboreavam em silencio a intimidada des-
se eutretenimento particular.
Entregue uma indisivel commocao. Antigua
ia em lira perguntar moga s quera aceitar
seu amor, quando uma dama, trajando um ele-
gante domin cor de rosa e cuidadosamente mas-
carada, veio sentar-se na mesa vizinha. Paro-
ceu Risueo que, como flechas agitas, os
olhos da desconhecida alravessavam a mascara
para viren) ferirseu corago, e pensando em Su-
zana, estremecen involuntariamente. Jotgindo
tara bem reconhecer a senhora de Ners, Berjon-
nelle empallideeeu levemente. Porm quasi so
mesmo tempo diversos dminos de todas as cores
entraram na guinguetta para procurar o domin
edr de rosa que faltara 'seu bando. Tendo-o
encontrado, desappareceram logo juntos, deixan
do o velho e a velha livres esos de novo.
Ah I a felicidade como os sonhos ; uma vez
iuterrompila, ninguem podo reata-la. Substi-
tuido uma viva anxiedade o curso das ideas
delles, Risueo e Berjonnelte vollarara triste-
mente aS...,sem acabar a lida pagina de um
romanee comocado.
A' noite f llou-se mutno festim de Roubasse,
de um passeio mysterioso que algumas damas
d'alta sociedade disfargadas em dminos haviam
dado em S. Fiacre.
Affirmara qu'e a senhora de Ners estava
frente, disse Roubasse Risueo. Isso explica
porque o senhor nio erreontrou-a, ou ao menos,
por que nao pode recouhec-la, para mystilica-
la, entre os domin de todas as cores que a
cscoltavam. Sua camarista eslava escoihendo
honlem fitas para guarnecer setim cor de rosa ;
lembra-se de ter viste um domin dessa cor?
Risueo e Bcrjonette oo respondern], porm
troca ra m um olhar que- pareceu ser significativo
gorda hospedeira o que alogrou-a' bastante.
E emquanto em casa de Roubasse crculavam
a mesa viobos generosos, em quanto Flora e
Durti contarara riude suas proesas o desventuras,
em quanto alegres discursos cruzavam-se pelas
cabecas distrahidas continuara fra o carnaval o seu curso estrepi-
toso. Os mascarados e os curiosos- afluiara -
praga redonda, quo pouco mais ou menos para
S o que o boultvard dos Italianos para Pa-
ris, isto um theatro permanente onde o pu-
blico actor e expectador ao mesmo lempo. E'
l que no verso, sombra das erapennadas. in-
clinadas em frente das lujas e dos cafis, no in-
vern um doce raio do sol, e todas as noiles
branca luz do. gaz, a griselle experimento o. ef-
feito da toucs nova, que as damas deixam admi-
rar o chale de cachemira e que transportarse de
bocea em bocea a narrago do ultimo escndalo ;
l finalmente que se aoha a pessoa que se de-
soja encontrar e a que se quera evitas-. E* na
praga redonda que se renen ao cahir da noile
as cavalgadaa que voltaru de S. Fiacro. Masca-
rados de traje mosqueado, appareeem em mull-
do, serpenleam, ondulam e perdem-se na som-
bra ou brirham luz dos lampeos, e que sepa-
rando-sa da roupa dos bmguezes, parecem ka-
leidosconos vivos.
Brilhava uma luzinha n'uma pequen casa da
praga redonda. Seria a lampada discreta de al-
guma griselle que se preparara para apresentar
aos olhos de todos um traje estudado no nys-
terio da solidao ? Allumiara a alegra de algum
marquez de quatro annos que- antes do beijo da
noile, admirav pela ultima voz no espelho ma-
terno a cabelleica empoWilbada e a espada de
ac ? Seria a companheira de algum trabalhador
obstinado que isolava-se da mundo e achara um
encanto secreto em sepultar-se no estudo no
meio do brido sutTocado da folgaoga longin-
qua 1. Velara junto um enfermo cuja insom-
mia era augmentada pelo amor e pelos gritos
da ra ? ...
Essa luz era de Suzana, que chorara sua
claridade.
ali um mancebo.! e Isto quando se roobava a
minha casa, quando se assassioavam os meus
servidores, n'uma palavra. quando no reduziam
miseria, i bancarotn, Infamia I E' isso cousa
que seja possivel I Nao veles, nao comprchon-
deis que um absurdo ? Inveotou semelhante
mentira para salvar este peralvilho, que lhe
dirigi algumas phrases galantes quando vinha
nossa loja. Pedi-lhe as provas do que disse....
Ah 1 ah 1 estou bem certo que nao as pode
dar
E se poz rir com ura rir de lonco, que arran-
cn lagrimas maior parte dos circumstantes.
Defunctis dominou afinal o seu enterneciraento
para poder proseguir nas investigages.
Gil Poinselot, perguntou elle ao ferido.cujo
desespero pouco difteria do de Polivean, julgaes
sincero o depoimento dosta joven ?
Ai de mim I respondeu o aprendiz meia
voz ; da sua bocea nao sae seno a verdade 1 O
que en receiara, aconteceu.
Mas, as provas I exclamou o mercador ;
exig as provas I
Meu pae, disse a linda mercadora con fir-
meza ; nao vos apresseis em aecusar-me : ju-
ro-vos por Deus que sou inhocenlo de todo o cri-
me ; e por isso mesmo quo segu os impulsos
da minha consciencia. O Sr. de villanegra por
um sentimenlo que aprecio, quiz-me fazer o sa-
crificio do seu norae, da sua posigao, da sus li-
berdade, e talvzque da sua vida I Nao aceilei
esse sacrificio. Declaro que esta noite o caval-
leiro, que aqui vides presente, se introduzio no
meu quarto contra a minha vontade ; ahi se
conservou durante o tempo empregado era com-
metler-se o roubo.... e se queris as provas do
que digo, ide l cima, e vere ainda impressos
na janella o sigual dos ps do Sr de Villanegra -,
a sua capa esta sobre uma cadeira junio 4 cha-
min. .
os sent-unentus do publico em todo o sevaoge.
O adore predilectas, sao innundados de-eoras
de flores san. eiamados scena com bravos
prolongados; verdadeiras ovagoes que deiwm
uma longa recordago ne corago- do attista.
Seotiam grande alegra' por irem ao theatro
Roubass e Flora. Berjonnelte preferiu ficar ao
pede sua av, porm. foi-Uia misier obedecer
ordem materna, pol?, feliz por se achar entre
suas duas dinas, Roubasse nao eonsentio que
lhe fugissp r occasio de mostrar ao publico a
belleza dellas- No momento de partir, fot im-
possivel encontrar Berjoux que sem-durida en-
terrara o carnaval no fundo de alguma ta-
berna.
Deslumhrado ou intimidada vista>dasala do
espectculo rosplandecente sob a luz do lustro,
Berjonnette pedio para ficar no fundo do cama-
rote. Fina e sua me aseentarara-se na frente,
e a cadeira de Berjoux. fioou razie ao p da jo-
ven fanqueira. Sempre livre em seu traje come
em sua linguagem, Roabasse nada quizera mu-
dar em seu vestuario ordinario; Trazia a mata-
lote,.especie de corpinho sem' mangas e mu de-
cotadOi saia curta e o corpinho de ct\iUtBm bal-
de tinham-lhe anas filhas supplicado que abai-
xasee as mangas da camisa torcidas como corda.
Estou equipara divertir-me, e se-cu* me-
encoramodasse. nao feria mais prazer, responda
ella, mostrando seos gordos bragos Vermelhos na
raranda do camarote.
Ere um fiisaente contraste o que faoia aquel-
le rosto to commum con- o perfil- delicada- e
suave de Berjonnelte que ioolinavo-so- para-ella
com- ar. ancioso. D'entro em pouoo fazendo
mutlo calor, Roubasse tirou o corpinho sa-m
pesian ojar.
Otheatro eslava cheio ; a platea murmurara
como um mar agitado. Soaaelhantes- -herb-
lelas, grandes, os leques agitavam-se no ca-
marotes;, alguns garotos barulhentosi. emporra-
dos nas torrinhas, procuravam eensorvar-se em
equilibrio uns sobre o outros; os- ofltcioes do
guarnicao vagavam aquie ali sera oconOrar lu-
gar ;. os assignantes procucavam. era habie seus
assenlos habituaes; so estavam livres-os- corre-
dores n ahi disputaram os tomboreto s.
Roubasse estava maravilhado ; seguio cora in-
leresse os rumores da sala.. Como a platea, es-
perando o levantar do panoo, procurava um pre-
texto para fazer barulho, aconteceu qpaeo corpi-
nho da gorda hospedaira pondend da raranda do
camarote, dea occasio ao escndala desejado :
Foro o trapo 1 gritavam, e todo a platea vol-
tou-se para Ronbasse. Plora o- se importou
com esse incidente que a pateoteova todos e
Berjounette, pelo contrario,, affeta, pedia me
que tornasse por o corpinho ; mas como Rou-
basse affirmara que tinha piona liberdade de- o
dexar sobro a balaustrada, os gritos tomaram-se
to agudos, o tumulto to fowidavcl, que oca-
missano de polica, julgsodo necessaria sua in-
lervengo, coovidou-a tirar o corpinho dn- en-
cost do camarote. E com a hospedeira etava
ainda : Ella ha de tira-lo I ella nao- ha de
tira-lo Ia gritavam cem vozes da platea. Rou-
basse decidio-se afinal pcvr do novo nos.hom-
bros o tengo de discordia, e o gesto com que se-
guro u-o foi recebido cora uma forra ida val actla-
mago. Esta scena nao teria provavelrasule a-
cabado ahi se as tres pancadas queannunciamo le
vantar do panno, nao houvessem restabelecido
bem depressa a orden e o silencio.
Representou-se priaeiroos Ilende-z-vous bour*
geois. De todo absorvida pela pega, Roubasse
portou-se soffrivelmeotc ; ella lomara a liberda-
de do fazer de quando em quando algunas refie-
xoes um tanto licenciosas, que faziam rir e corar
Flora ; porm Berjonnette, com um tacto delica-
do, chamara a atlengo de ambos para os acto-
res, e a inierrapgo nao ia astete. Apesar d
sua doce gravidade e reserva^ era Berjounelta
quem se diverta mais coa .o espectculo ^ va-
gava-lhe polos labios um moigo sorriso, e seus
olhos nao deixavara a scena.
Q ntervallo restituio Roubasse a sua torren-
te de palavras e o seu accionado enrgico.. Em
balde pediam-lhe as filhas que fizesse as suas
observagdea em voz tois baixa.
Porque obrarei diversamente daquelles so-
nhores ? dizia ella Mostrando a platea ; elles Sao
por certo mais barulhentos do que eu.
( Conti*uar~se-hau )
A' medida, que olla fallara, o semblante de
Poliveau tomava uma expresso cada vez mais
terrivel ; e quando chegou s circumstancias,
que provavara to claramente a verdade do seu
depoimento, o mercador avangou para ella.
E nao gritou I E nao chamou alguem em
seu soccorro 1 exclamara rangendo os denles.
Oh l que creatura miseravel I
Os soldados apoderaram-se delle.
Contende este pobre hornera, ordenou De-
functis com visivel satisfago : e vos, Sr. sargen-
to, continuou dirigndo-so ao official da ronda,
sub ao quarto desla moga, e verificae a exacti-
do da sua declarago.
O sargento dessppareceu acompanhado de Ge-
noveva, que havia descido com Guilherme pou-
cos momentos antes. Guilherme e os soldados
continham s cusi o infeliz Poliveau, entregue
ao mais completo delirio.
Meu pae 1 meu pae l exclamara Rosinha
arrastando-se de joelhos seus ps: nao me
amaldigoeis I Meu pae, escutae-me I Eu nao sou
culpada I
Purera o velho nada ouvia, nada attendia :
ruga e debalia-se no meto dos homens robustos,
que o haviam agarrado. Villanegra approximou-
ae da linda mercadora, e lhe disse com voz com-
movida;
Infeliz menina, que flzestes l Para que qui-
zestes soffrer o castigo de uma falla que s eu
commeili 1 Nao era melhor abandonar-me
minha serle ? Tenho proteeges poderosas......
Deixae-ma, senhor, interrompeu a moca
repelliudo-o com gesto ebeio de dignidade. Nao
quiz aceitar o tomo sacrificio, e crtOqaei-me
por vos : estamos pagos, nida nos devenios um
ao outro. J nao vos conhego ; de hoje em
diante pertougo de todo este infeliz velho, cu-
jos ltimos dias acabastes de.envenenar.
Nesle momento o sargento desda, depois de
ler concluido o exame que Iba fra ordenado :
vio realmente sobre a janolla os signaes in lica-
dos pela moco ; trazia a capa de Villanegra, e os
lengoes que os jovens haviam amarrado ura ao
outro para fazerem uma especie de escada. Es-
tas provas eram convincentes: pelo que Defunc-
tis nao teve mais a menor duvida.
A verdade finalmente se descobrio, disse
elle : era por delicadeza e generosidade que o
Sr. de Villanegra se declarara cmplice do roubo
commettido. Os verdadeiros culpados,' isto o
pretendido conde de Manle e seus criados, sero
perseguidos e punidos; eu os hei de encontrar,
licae todos mui certos disto, Entretanto, senhor,
continuou elle inclinandu-se na presenga do man
cebo e com as suas proprlas mos desalando as
cordas que amarravam-lhe os pulsos, espero que
fareis ver ao Sr. vosso pae o meu zelo e condes-
cendencia.
Villanegra nao respondeu ; a sua liberdade
pareca preoccupa-lo muito menos do que as la-
grimas de Rosinha, que so conservara sempre de
joolhos; logo que se rio com as mos livres
sdiantou-se para Poliveau, o disse-lhe com pro-
fundo respoito:
Senhor, rogo-vos que moderis a vossa co-
lera ; nio amaldigoeis a vossa desgragada filha 1
Affitmo-vos pela minha f de fidalgo, pela mi-
nha consciencia, que a Sra. Rosinha em nada
tem desmerecido ; ella sempre a mesma, digna
sempre da vessa affeigo e da vossa estima. Se
penetrei po seu quarto (oi por torpreta, e 1 ji
retirar-rne, vencido porsuas instancias, quando
o barulho da ra e o desapparecimento da esca-
da impediram-me de exeoutar esto projeclo.
Estas explicages nao fizeram seno mais exas-
perar o pao ultrajado.
"i ^*
Eslae ouvindo, senhores t Que bom eoval-
leiro I como corlez : como defenJe elle as bel-
las affiigidas 1 exclamou o mercador eom irona.
E vem dar-ma a sai palavivdo Gdalgo 1 Oh !
malditos sejam todos que trazem este titulo
exocrarel pora desgraga e para verftooha dos ho-
mens de bem 1 Emquanto um roubava-me o di-
oheiro na loj, outro roubava-me a filha I Ti-
nham arabos dividido entre si os despojos do po-
bre mercador. Ora arrombava a porta, o outro
entrara pela janella ; nm carregava-me o cofre,
o outro levava-me a honra.... Miseravois I ....
miseraveis 1 E hei do acreditar que ella
innocente, s porque o adirraas I Nao, oo ; a
toa presenga aqui o indicio da sua deshonra :
ella pertence-to : lera, demonio, leva contigo a
alma que perdesle para sempre. I De que me
serrina ler esta peccadora junio ao meo leito de
morte ? Nao a quero ver mais : sahi todos d'a-
qui, o levae-a, levao-a, porque oerta capaz de
mala-U
Meu pae I meu bom pae l nao me acabru-
nheis assim com vossa colera, cora o vosso des-
prezo! Para que desviaes 6 rosto' de mim para
que me repellis I Juro-vos pela virgem santa,
pela memoria de minha me, quem amasias
tanto, que eu nao merego o vosso odio I
O velho repellio-a com o p, cora sombra e
feroz resolugo.
(Conlinvar-st'h*.)

PWN.- IIP. DEM. F. HfrAillt -Wolf -
ILEGVEL


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