Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09196


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Full Text
illl IXITI. HUMERO 296
Por tres mezes adianlados 5$000.
Ptr tres mezes vencidos 6(000.
SJBBADO 22 DE DEZEMBEO DE 186,
Por anno adiantado 19(000
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaly, o
Sr. A de Lemos Braga; Cear, o Sr J. Jos de O'
veira; Marinhao, oSr. Manoel Jos MartinsRibei"
ro Guimares ; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos!
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAKl'luAs uuS COKKEl.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do da.
i Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas
(e sextas feiras.
i S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e
Garanhuns as tergas feiras.
Pao d" Alho, Nazareth, Liraoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa Bolla, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Sirinhem, Bio Formoso, Uns, Barreirus,
Agua preta, Piraenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da raanha
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
5 Quarto minguante as 3 horas e 40 minutos
da tarde.
12 La nova as 10 horas e 28 roinotus da manhia
20 Quarlo cresceute as 3 horas e 50 minutos
da manha.
28 La cheia aos 58 minlos da manha.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro aos 51 minutos da manhia.
Segundo aos 30 minutos da tarde.
ADINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco tergas, feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quartis ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio di
Segunda vara do civel ; quartas e sabbados a urna
ora da tarde.
PARTE OFFICIAL
DAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. Bartholomen de S. Geminiano.
18 Terga. Nossa Senhora do O' ; S. Speridiio b.
19 Quarta. S. Fausta; S. Dario m.; S Pnurillo m.
20 Quinta- S. Liberato ro.; S. Foligoneo b.
21 Sexla. S. Thom ab. ; S. Temislocles m.
22 Sabbado. S. Honorato m. ; S. Floro ra.
3 Domingo. S. Servulo adv. conlra a paralysia.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO fL
Alagoas, o Sr. Ciaudino Fatcao Dias ; B.thia,
Sr, Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, o-Si.
Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBLCO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa d
Faria, na sua lirraria praga da Independencia ns.
6 e 8.
ministerio da fazenda.
Senhor. Diz Jos Luiz Dias Diniz que tendo,
aido instituido herdeiro pelo falecido Miguel Gon-
calves da Cunlla no testamento junto por docu-
mento sob n. 1. foi por este eropossado da he-
ranga ento Jlitigiosa por causa de outro testa-
mento que a lina I se julgou falso, tendo sido pro-
cessados e punidos os que o fizeram ; e na cons-
tancia do litigio, nao podendo prevcr-se com cer-
teza o que di'lle resultou a linal, o supplicante,
condoendo-se do triste estado de precises a que
ficariam reduzidos quatro menores, tidos e havi-
dos por Dlhos naturaes daquelle fallecido, se
fosse julgado falso o testamento em qne ero co-
mo taes reconhecidos, combinou com sua mu-
lher e com a sua futura herdeira e marido cm
Ihes fizeruma doagao gratuita correspondente s
duas tergas partes do liquido da heranga, para o
caso improvisto da declararlo da falsidade do
referido testamento, e combinados fizeram em
commum a escriptura junta por documento sob
n. v qual nao contt>m, como de seu contexto
se v, mais qua a promessa da doacao futura, in-
teiramente subordinada a um acontecimenlo de
lo afim dse pagarem fazenda os seus direitos. pondenle ao que importassem pelas avaliaces
como que o supplicante os houvesse comprado;
e ojniz de orphos, perante o qual CJrre o pro-
cesso, ordenou, como autoridadu administrativa
neste ponto, que assim se procedesse no calculo
e diviso da heranga, salvo o direito de reclama-
cao, que sempre sesubentende em decises dessa
nalureza. Foi disto que o supplicante recorreu
para o thesouro com os documentos quo se
acham juntos sua reclamaco, fazendo ver que
sendo o nico (jerdeiro conhecido pelo lesta-
DieotO do fallecido Miguel Gouglves da Cuoha,
o dominio e a posse de todos os bens passarara
logo para elle com todos os effeitos jurdicos que
produzem e que nunca demittio de si, nao tendo
poder para tanto a escriptura quocumprio, cons-
tando ella de urna promessa de beneficio sem dc-
claracao da especie era que a devia realisar, leu-
do isto ficado para o fira da liqudago, que os
beneficiados nao quizeram esperar, convindu-
Ihes receber antes as quantias com que se satis-
fizeram.
Sendo to claro e palpitante o direito que pre-
side a essa reclamaco devia o supplicante es-
perar que Ihe fosse deferida, mas como assim nao
E todava esse calculo ainda nao foi lanzado nos
autos pelo escrivo ; acha-se apenas em minu-
ta, que tem de flcarappensa aos autos. Nem ha
por ora sentenga alguma que o confirraasso. Nao
obstante isto, ponderarei sobre as reelamages do
supplicante :
1. Que nao Ihe pode ser alten lida como des-
peza a deduzir do monto, em prejuizo tambem da
quota respectiva dos direitos nacionaes, a quantia
de 50 0008, 1,1C deu Por composicao e herdeiros
de Portugal que Ihe disputavara a heranga por
que essa transaego nao foi em beneficio da mes-
ma heranga ou espolio, mas sim exclusivamente
em seu beneficio proprio e individual;
2." Que igualmente nao se Ihe devem alten-
der, em prejuizo tambem da fazenda, os rebates
de di idas que bem Ihe apprnuve fazer a devedo-
res do espolio, porquo foram sem acquiesconcia
do representante da fazenda, e portanto sem tor-
ca obrigatoria para a mesma, alm de terem sido
mais em seu proveito proprio por evitar deman-
das ou por outros quaesquer motivos ;
3. Que as dividas reputadas incobraveis fo-
ram vendidas em praga com autorisacao do the-
souro nacional, e produziram apenas 330$, como' aconteceu, o decreto citado no principio Ihe por-
confessa o supplicante. Outras que nao estavam mitte recorrer da decisao negativa para o conse-
lho de estado, assim o faz, requerendo como re-
quer e pede a V. M. I. seja servido admillir-lhe
o seu recurso o fazo-lo expedir por ond* deve
ser decidido, em harmona com os principios de
que tiveram de annullar o testamento, de cj i 1" consta do calculo referido, s se contempla- direito e de justiga, contra os qujes sem duvida
validade dependa o direito do que o s'upplican-' rara div'das activas na somma to'al de 7;425$524, o pagamento a titulo de siza exigido no juizo ad-
qne nao havia nem poda haver certeza, como'no mesmo caso nao se autorisou a sua venda
era o do julgamenlo que muilo tempo depois se Como eliminarem-se para se nao deduzirern del-
verificou, e qne foi todava embancado por liti- Ias os d're'tos, ou se nao contemplar a fazenda
gio dos irmaos do mesmo ffillecdo," na ir.tenro com respectivo quinhd*? Aioda assim, pelo
que se Ihe dovolveu pel morte e testamento do
fallecido Miguel Goncalves da Cunha.E R. Me.
Rio de Janeiro, 9dejunho de 1860.
O adrogado doconselho de estado, Jos Pedro
Carlos da Fonsera.
Despacho.Seja presente seceo de fazenda
meiro. E tanto assim que o supplicante promo-
veu o inventario pelo juizo de orphaos por serem
a esse tempo menores essescedeotes, e reconhe-
cou-os com direito aos dous tercos da heranca, a
que loriara direito como lllhos. O supplicate
tado, como "Ihe permitte o decreto de 29 de Ja-
neiro de 1859. J
Nao isenlando a le de pagar decima de tolo
o acervo da heranca aos herdeiros da classe do
recrreme, muilo bem ponderou o Dr. procura-
te precisava para poder fazer, como herdeiro que "cando todas as outras para sobre-parlilhn. Co- mistrativo do inventario e liqudago da heanca
nelle era instituido, a doacao promettida. Apre- mo- Pois diz supplicante que a decima respec- '
seniando-se primeramente os que residiam no l'T* importa em alguns contos de ris. E quando
Brasil, o supplicante, que nao sabia que havia I ""Portasse. elle 03 deveria pagar, ou aquinhoar-
olitros em Portugal, tratou de accommoila-los!se a !ia<*a> n frma da lei o dos reglamentos
com 50:000, para por termo a urna questao que I Vls,e"ls* .
apezar de sua fragilidade, deveria levar tempo a j ^"e a 8Iza "os dous tor5os os predios est
decidir-se, e cuslar despezas, incommodos e pre-1 c,llculalla em 6:009799, e a moia siza dos dous do conselho de estado relator o Sr. visconde de
juizos, como ero os que ia tendo com o em- 'lercos ae u"i escravo em llj)666. Jequitinhonha.
bargo feito em ludo que era da heranca, tendo-1.. E,llendo devidos estas impostos, porque, na Rio, 11 de junho de 1860.Silva Fer.az.
Ihe sido necessario, para os evitar, prestar urna p? mesma das escripturas de composicao of- Resoltt^o de consulta. Senhor. Jos Luiz
Ranga de summa responsabilidade. Mas, quan- fyrecidas pelo supplicante, veso que os outor- Dias Diniz, sendo indeferido pelo tribunal do Hie-
do julgava tudo concluido, apresentaram-se os sanlPS liseram cesso ao oulorgado supplicante souro acerca de varias exigencias feilas pelo Dr
que residiao em Portugal, donde foram mand-j-I de ,odo3 os direitos qne podessem ler como li procurador dos feilos da fazenda perante o Dr!
dos vir por especuladores e ambiciosos da for- !,nos naturaes do Miguel Goncalves da Cunha era OH de orphaos na liquidarlo da decima da he-
tuna alheia, para proporem-lhe nova demanda, face d0 reconhecimento no assento de baplismo, ranea do fallecido Miguel Goncalves da Cunha
da qual teve dedefender-se desde a primeira pe-1 fi.como donatarios do dous tergos da heranca, e de que herdeiro o mesmo Jos Luiz Das Diniz'
tigao at o uliimo recurso, com muitos incommo- "ao l3nto Por es,e "IW0 Wlo como pelo pri- recorreu daquella decisao para o conselho de es-
dos e despezas para desembaragar de urna vez *
para sempre a herenga, e poder cumprir para
com toda a certeza do seu proprio direito. Ven-
cidos os novospretendentes, e nao havendo mais
embaraco, tratou o supplicante de dar principio
liquidaco pelo inventario de arrfeadagao a
que no principio se tinha procedido pelo juiz dos
ausentes para a verificagao e pagamento da d-
cima que devia lirar-se della e para fazer a doa-
cao promettida dos dous tercos do valor liquido ;
houvo porm quem se lembrasse de dar direito
aos futuros doados para se intrometterem na li-
quidaro como interessados na heranga de que
estavam excluidos pela lei, e isso deu lugar a
diversas reelamages a que o suplicante pz
termo depois no meio da confusao com que se
proceda era um negocio j decidido e acabado,
antecipando-se a dar a cada um a quantia em
que se ajusiram. sendo todos ento emancipa-
dos, e deram-lhe a quitacau eousiaue cripturas juntas sob n. 3, as quaes puzeram fin
a todas as questes e deixram o supplicante li-
vre e desembaragado para proseguir na liquida-
cao com o Dr. procurador dos fuitos da fazenda,
para o pagamento da decima.
Deu o supplicante conla de todas as despezas
fetas com os diversos litigios, e com a accommo-
daro dos irmaos, que embargaram ; foram-lhe
porm glosadas, para se tirar a decima disso
mesmo que despendeu, assim como de muitas
quantias que nao ariecadou, como Toram as que
teve necessidade de abater a certos devedores,
portanto um verdadeiro ccssionano desses her- dor dos feilos da fazenda que as quantias dedu-
deirosou interessados, e est por conseguinte zidas daquelle espolio por contratos ou ajustes
obrigado siza e meia siza supra referidas. Nem feilos entre o recrreme e outros para evitar
obsia a instituigo testamentaria, j porqu* elle demandas ou por quaesquer motivos, em provei-
se deve entender salvos os direitos de lerceiro. to proprio e sem asseutimento da fazenda nacio-
ja o porque o preprio supplicante demonstrou nal, devero ser computadas no respectivo espo-
actos reconhec-T esses direitos nos c-idenles, lio para por ellas ser paga a competente decima
j porque, quando se olhe s doagao, o suppli-
cante a declarou no inveutario plena e perfeila
(ransmitliiido por esse titulo direitos que depois
readquirio pela cessao constante das escripturas.
Por ultimo tomarei a liberdade de observar i
V. S. que o supplicante, ha muilo lempo de em-
baracado dos litigios mip si ---;
nerab"
assim que a secgo de parecer que deve vigo-
rar a decisao do tribunal do thesouro que inde-
ferio as reelamages fetas pelo recorrente, cujo
recurso julgara improcedente e inattendivel.
Vossa Magestade Imperial porm resolver o que
for mais justo. Sala das conferencias, e,ro 5 d_e
por causa aa heranca, nao leni al hoje pago a Viscondo de branles. Visconde de llaborahv
dcima ou laxa da mesma, apezar das maiores
diligencias por mim postas para esse tim, recor-
rendo eu as meios judiciaes para o coagir. E
lera sempre langado mo de quanto subterfugio
Ihe occorre para reter em si a importancia dos di-
reitos ora calculados em porto de 100.000$, cora
manifest prejuizo da fazenda.
Dos guarde a V. S. Rio, 14 de maio de 1860.
Illm. Sr. conselheiro Dr. Jos Carlos de Alme-
da reas, procurador fiscal e director geral do
Como parece.Pago, 11 de agosto de 1860.
Com a rubrica de S. M. o Imperador..4ngeo
Mus da Silva Ferraz.
Governo da provincia.
Expediente do dia 19 de desembro de 1860.
Officio ao Exm. mordomo da casa imperial.
Tenho a salisfago de communicar a V. Exc. que
I contencioso.O procurador dos feilos, oosin/io no, d,a .? do correnle teve lugar com as precisas
Marques Perdigo Malheiro. solemnidades o baptisado da innocente Isabel, li-
I'arecer fiscal. Parecc-me que nao 60 deve na Joao rerreira V,|eila e sua mulher p. Ida-
para nao perder ludo, como suteeoeu l0m as, / h lina Nunes Vilella, de quem foram padrinhos SS.
dos crditos que foram ltimamente arremata- ser o suppucanie inueieriuo a \isia aas ponuero reoresi-niadiB nPo ndo t,nr mim e mi
EsasVosVirnToMam \.M^uV^, ^ a" mmL procurador da fazenda que renov je d. 18 ^bro fe no
& afKaTtar fqr %n v samase si; sw ra 5 Y^^p^^^^
lio ha d aoere conncedn-2 de aue n"', quanto anles seja esta indemnizada dos direitos lo e Jos Leilor sobre qoe V. S. informou em
. ,,. .-._ ..A.. ------------... ao ihesouro M omci0 de *' do correnle, cumpre quo se procure
pessoa cura as habiltaces precisas para substi-
que nao
justo nem equitativo que a fazenda nacional I"" lhe sao devidos, remetiendo
cobre decima nao s do que o supplicante des- i l'ara lso for preciso, os esclarecimentos necessa-
pendou por causa da heranga, mas tambem do !ris Para se exlralurem ascertidoes competentes.
que nao recebeu dos devedores, que quasi in-
solvaveis para a liqudago, nao se Ihe podendo
negar o direito de fazer como herdeiro as tran-
saeges que Ihe parecessem uleis. At aqu sao
as despezas e os abatimentos de que o supplican-
te presume que se lhe devem leva era conla
Directora geral do contencioso, em 16 de maio
de 1860. Aras.
Despacho.Xa forma do parecer. Rio, 31 de
maio de 1860.Aras.
Senhor.Diz Jos Luiz Dias Diniz que, tendo
recorrido autoridade competente para o prover
na liquilicagao com a fazenda nacional ; ha pj- i de remedio contra a exig"ncia do doulor procu-
rra oulra exigencia com que o supplicanlo nao rador dos feitosda fazenda na liqudago da de-
pde confurmar-se absolutamente, o vera a ser I cima da heranga do fallecido Miguel Goncalves
a siza que o Dr. procurador dos feilos da f^zen- da Cunha, perante o Dr. juiz de orphaos, fi-lhe
da pretende que elle pague sobre importancia I ndeferida a sua reclamaco, alias fundada em
dos dous tergo dos bens de raiz, como que os direito por nao haver lei que aulorise o paga-
comprasse aquellos a quem tinha promettido fa- ment da siza nos inventarios e parlilhas pelos
zer a doagao sobre que iransigiram alinal, rece-
bendo cada um a quantia de que lhe deram qui-
taco.
bens que se derem cm quinho a qualquer inie-
luir o supplente no emprego do enfermeiro do
hospital militar.
Dito ao conselheiro presidente da relago.
Alientas as razes ponderadas em seu officio de
18 do correnle, podo V. S. maniar entrar o do-
sembargador Agostinlio Moreira Guerra no exer-
cicio do cargo de procurador da cora e fazenda
nacional dessa relago iudependentemente da
apresentago do seu titulo, para a qual lhe mar-
co o prazo de 3 mezes, contados dusla dala.
Devolvv a V. S. a communiesgo da nomea-
cao do predito desembargador, que acompanhou
ao mencionado officio.--Communicou-se thesou-
raria de fazenda.
Dito ao chefe de polica.Communico a V. S.
para seu conhecimento que cm officio de 18 do
ressado, ainda que por ellestenha oe repr qual- correnle parlicipou-me o cnsul da Blgica nes-
Hitar nmnh^ m\r\ n.nql. i. on n.tri inm q Hn fui r.
O supplicante persuade-se de que V. M. I, at-
tendendo suaqualidade de herdeiro nico pelo
testamento, reconhocer que seraelhante exigen-
cia nao tem o menor fundamento, porjue o do-
minio de todos os bens est radicado nolle desde
piincipio pelo Cacto da successo testamentaria
approvada pela lei, nao tendo transmillido parte
alguma delle aos futuros doados pela escriptura
do promessa, os quaes, ainda que nao tivessem
feito como o supplicanle a transaego rom que
se deram por salisfeitos, nao poderiam exigir que
lhcs dsse bens em vez de dinheiro, visto quo s
Ihes promelleu fazer doagao dos dous lergos do
que liquidasse, sem mais declarago. E' pois
principalmente sobre este ponto que o supplican-
te reclama a attengo de V. M. I. para quo nao
seja obrigado a pagar siza de bens, cujo dominio
lhe resultou immediatamenlc do titulo deque s
deve pagar a decima ou sello da heranca como
herdeiro ei'lranho.
Esta reclamafo, que nao pode ser attendlda
pelo juiz do inventario o da liqudago, porque
interessa ao fisco e compete o seu conhecimenlo
ao tribunal do thesouro, o supplicante a faz com
a conviego do que, nao precisando comprar
bens que eram seus e que nao alienou por titulo
algum para os rehaver depois, nao se lhe deve
sobrecarregar a heranga com mais csseonus, que
ao Dr. procurador dos feilos da fazenda pareceu
muito justo para lh'o impr conjunlamenle com
a dcima j bastantemente sobrecarregada pelas
glosas, de que tambem se queixa para que sobre
ellas se lhe faga a equidade que fr compalivel
cora os principios de justiga. Nestes termos re-
quer, eP. a V. M. I. seja servido deferir-lhe,
mandando expedir as orden? necessarias para se
azer observar no juizo da liqudago o que fr
deliberado a respeito da reclamaco proposta.E
B. Me.
Rio de Janeiro, 4 de maio de 1860.Jos Lviz
Dias Diniz.
Em cumplimento da ordem n 172 de 8 de
maio correte, sobre o requerimento de Jos
Luiz Dias Diniz, que devolvo com os documen-
tos que o acompauharam, tenho a informar o se-
grale :
A muito cusi, e forga de intimages para
concluir o inventario do finado Miguel Goncalves
da Cunha, de quem o supplicante hoje nico
herdeiro, chegou-se a fazet ultimamenle o calco.-
quer quantia que exceda importancia de sua
legitima. O supplicante, nao podendo conformar-
so com o indeferimento da sua justa reclamago,
recorre da decisao respectiva para o conselho de
esta lo, como lhe permitte o decreto n. 2,343 de
29 de Janeiro de 1859, e para obter o provimento
que julga ser-lhe den lo tai expr respetosa-
mente a questao e coramenta-la
lavras.
E' pois o caso : o supplicante, tendo sido ins-
tituido em testamento herdeiro do fallecido Mi-
! guol Gongalvea da Cunha, acetou a heranga pela
aceUeao do testamento quando ella se conside-
rava jacente pela falsidade de outro de data pr-
xima ao dia da raorle, antes de haver noticia
daquelle que se descobrio pelo exime de diver-
sos papis no acto da arrecadago, e pela incapa-
cidade legal dos filhos naturaes para entrarern
na posse della sem a forma do reconhecimento
exigido pela lei de de selembro do 1847.
Codoendo-se da sortc desses filhos, que leriam
oe ficar na miseria por um deleito que as auto-
ridades do poder judiciario nao podian remediar
tendo perante si o lei cita la, lomou o partido de
beoeficia-los com as duas partes do que liqui-
dasso no juizo do inventario; e neste sentido,
para que nao houvesse duvida nem arrependi-
raenlo, fez-lhes urna escriptura em que se assig-
uarain sua mulher e sua nica filha com o ma-
rido.
ta provincia, Luiz Antonio Siqueira, que reassu-
mira o exercicio do seu cargo.Communicou-se
tambera a thesouraria de fazenda e ao capito
do porto.
Dito ao mesmo.Nao sendo possivel recolher-
se ao respectivo collegio a orpha Maria, de que
trata o officio de V. S. de 12 deste mez, pela ra-
cm poucas pa- za0 ponderada na informago do conselho admi-
nistrativo do patrimonio dos orphos junta por
copia, mande V. S. entregar a referida orpha ao
respectivo juiz para lhe dar destino na forma da
lei.
Dito ao commandante da estaco.Visto que
sao menores, segundo V. S declarou em seu of-
ficio de 18 do correnle, tres dos recrutas quo
por officio de 11 deste nez manJei por a sua
dsposigao, cumpre que V. S. os mande apresen-
lar ao inspector do arsenal de marnha para se-
rem alistados na companhia de aprendizes mari-
nheiros.Officiou-se neste sentido ao sobredito
inspector.
Dito ao capilao do porto.Approvo o contrato
que V. S., segundo o termo de que me remetteu
copia com o seu officio do 12 do correnle, sob
n. 196, celebrou com o commendador Manoel Fi-
gueiia de Faria para a impresso do expediente
dessa capitana.Communicou-se a thosourara
de fazenda.
Dito ao mesmo.Respondo ao seu officio, sob
n. 200, e data de 18 do correnle, dizendo-lhe
Decididos a seu favor os legtimos que surg- que aguardo a vinda do orgamenlo que exig do
ram da parte dos collaleraes contra o testamen- engenheiro das obras do ministerio da marinha,
lo, passou o supplicanle a dar andamento ao in- para resolver acerca das allerages de que ne-
ventario com audiencia do Dr. procurador dos cessita o ediffkio em que funciona essa capila-
feilos da fazenda ; c antes da approvago de suas nia.
declarages para a liqudago linal, estando Dilo ao commandanle superior da guarda na-
aquelles a quem fez a promessa irretratavel do cional do Rio Formoso.Deferindo o requeri-
beiielicio de duas parles do que liquidasse, es- ment do lente do batalho n. 45, de infanta-
laudo emancipados, convieram em receber cada ra da guarda nacional do municipio de Barreiros
um a quantia de 170:000$ em moeda correnle, Jos Cavalcanti Vercosa, sobre que V. S. infor-
de que lho deram quitago pelas escripturas que mou em officio de 7 do correnle, o autoriso a
ajuntou ao inventario; dando-se por salisfeitos mandar-lhe passar a gula deque trata o art. 40
de tudo que Ihes foi promettido. | do decreto n. 1130, de 12 de margo de 1853. vis-
Cumpndo desle modo o sen compromisso, res-! lo ter elle mudado a sua residencia para o mu-
tava-lhe o pagamento da decima devida fazen- nicipio da Escada.
da nacional, e para o fazer teve de continuar o Dilo ao inspector da thesouraria de faxenda,
processo da liquidaco com o Dr. procurador dos Reslituindo a V. S. a conta em duplcala, que
feilos da fazenda, o qual officiando observou que acompanhou a sua informago de hoje, sob n.
tendo o supplicante Ucado comas duas parles 1324, relativamente a impressas mandadas fa-
dos bens de raiz que havia no espolio em vez de i zer pela capitana do porto na typographia do
da-los os beneficiados, era. de vida a sua corres- i Diario de Ptmambuco, tenho a dizer que man-
de Pifo* a Manoel Figueiroa de Faria a quantia
de 1399X40, em que importa a mencionada con-
ta nao obstante a duvida apreseritada pela con-
tadura dessa thesouraria acerca das verbas rela-
tivas aos livros a qual nao procede, visto ter
sido a conta remellida j como verificada e exac-
ta pe o capito do porto, cora officio de 12 deste
mez, sob n. 197, accrescendo que tendo-se mar-
cado no contrato o preco de 25*000 para cada li-
?rOjJ>ouve na conta presentada o abatiraento de
52>OO0 em cada um delles,
Dito ao mesmo.Inleirado do costeado de sua
informago de 12 do corrente sob n. 1300, dada
acerca do requerimento em que o promotor pu-
blico da comarca do Brejo, Cesar Octaviano de
Olivara pule pagamento dos vencimentos que
lhe~oram descontados nessa thesouraria relati-
vamente aos dias 24 a 26 de agosto ultimo, to-
nhc a dizer quo o referido bacharel tendo parti-
cipdoque por molestia havia deixado de exercer
as luneges do seu cargo naquellesdias, deu-se
disso sciencia a V. S. em 10 de setembro deste
anuo, por tanto, na forma da lei devem as faltas
de que se trata, ser consideradas justificadas.
Dilo ao mesmo.Nos termos do art. 28 da lei
n. 514 de 28 de outubro de 1848. mande V. S.
abinar tres mezes de sold ao major ultimamen-
tepromovido para o eorpode guarnigo do Ama-
zoias Jos Muniz Tavares que tem de seguir pa-
ra all no primeiro vapor que se espera do sul,
viito assim m'o haver requerido o mesmo major.
Dito ao commandante de polica.De coufor-
midade com o que solicitou V. S. om officio de
18 do corrente sob n. 562, autoriso a mandar
substituir por um cabo o sargento do corpo sob
seu comraando, que est em sarvigo na casa de
delengo.
Dito ao juiz de direito da primeira vara.
Transmuto Vmc. par, depois de visto, ser re-
latado em sesso da junta de julgamento o indu-
jo processo verbal do soldado do corpo de polica
Francisco Ribeiro Jac
Dito.Mande o conselho administrativo do pa-
trimonio dos orphos entregar do conformidad*
com a sua informago de 7 do corrente Joaquina
Rosa Antones 03 seus filhos Urbano Machado
Antones e Antonio Jos Anlunes, visto terem
completado a educago que no respectivo eolio-
gio podan receber.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc. recolner esse arsenal duas guantas que
pertenciam guarda do consulado, enlendendo-
se para isso com o coronel commandante das ar-
mas.Communicou-se este.
Portara.O presidente da provincia, confor-
manio-so com a p-oposla apresentada pelo pro-
curador fiscal da thesouraria provincial em 15 do
corrente, resolvenoraear o bacharel Carlos Euge-
nio Donarche Mavignier para exercer interina-
mente as funeges de ajudanta do mesmo procu-
rador fiscal na comarca do Cabo, emquanto durar
o impedimento do respectivo serventuario, o ba-
charel Jos Silvano Hermogenes de Vasconcellos.
Communicou-so thesouraria provincial.
Dita.O Sr. gerente da companhia Pernambu-
cana mande transportar para as Alagoas no vapor
Persinunga, em lugar destnalo para passageiros
do governo, Manoel Thom Fialho de Albu-
ouenue, professor publico de instruego ele-
Officio ao capito do porto.O Exm Sr. pre-
sidente da provincia manda aecusar recebido o
officio de 15 do crreme, em que V. S. lhe parti-
cipa ter entrado no porto dosta cidade um bote
com 8 pessoas que se diz sorem da tripolago do
brigue belga Clautine, que nnufragou, carregado
de trilitos de ferro, na lalitude de 60' e longilu-
de 33'.Remetteu -se copia desta porlicipaco ao
cnsul daquella nago.
Dito ao commandante de polica.Devolvo
V. S., de ordem de S. Exc, o Sr. presidente da
provincia, o incluso processo do soldado do cor-
po sob srt commando Francisco Jos da Silva,
afim do mandar execular a sentenga proferida
pel junta de appellago.
Dilo ao bacharel Francisco Caldas Lins.S.
Exc, o Sr. presidente da provincia, manda de-
clarar V. S. que fica inteirado de que, lendo
V. S., conforme coramunicou por officio de 8
deste mez, deixsdo de assumir por incommodos
de sade o exercicio interino da vara de direito
da comarca do Rio Formoso no dia 5 do corren-
te, em que se findou a licenga do que gozava ;
e Osera na dala do mencionado officio.Commu-
nicou-se thesouraria de fazenda.
DESPACHOS DO DI. 19 DE DEZF.MBKO DE 1860.
Ilequerimentos.
3351 Bailar & liveira.Informe o Sr. capi-
to do porto.
3352.Cesar Octaviano de Oliveira.Dirija-se
thesouraria de fazenda
3353 Jos Moniz Tavares.Dirija-se the-
souraria de fazenda.
3354.Jos Pacheco I.eile.O supplicante ser
admittido logo que houver vaga.
3355.Joaquina Rosa Anlunes.Dirija-se ao
conselho administrativo do patrimonio dos or-
phos.
3356.Manoel Francisco Coelho.Passe por-
tara concedendo a licenca nos termos do art. 26
da le provincial n. 488
3357.Manoel Joaquim Pereira Netto.Infor-
me o Sr. Dr. juiz de direito da comarca de Gara-
nhuns, ouvindo o respectivo juiz municipal.
3358.Vicento Umbelioo Cavalcanti de Albu-
querque.Informe o Sr director geral da ins-
trugo publica.
3359.Bruno Alvaro Barbosa da Silva.Selle
os documentos que junta c volte, querendo.
Sr alevantar para urna vida nova. ,er- ^ e"? BJ^fiff ^aTo^I
E.s a no*sa esperanga. mft*" """?!";, "?ahl a ?nl" d Varsovia.
> povo de DeuS tambem fo, oc vezes esera- JZZ&L ZSSSfl J S gj.
ssta no se
peo dos governos du- antigo
rgimen? Entretanto, em tudo mister conside-
O povo de Deus lambem o, por vezes esera- ^^^^^^^^^11^
vo. A justica eterna entr-gava-o as maos de ral correr em grandei Serlo i n
SSJSTW;.^tef. a "0" d >"d^.:aP^esenU^Tmo6cam(reoPdolsKovAer!oSS
quebrava o jugo dos tyrannos.
Contemplando a obra da revoluco.
rr...... Austria,
O Dea. da justa vinganga tinha livre eu bra-1 fftSlB Att.8* P0?eMe ffen,e ^^
- Russia ha de renunciar o pans-
lavismo e Gonstantinopla? Os soberanos, anda
qo para castigar o povo.
bem ^jsartSSie'dai ua-1 isSus im^dir *
At quando. l)eos, se jactaro os impos ? fura e""sch iraa''O n Zl,TY ^^r:
Al quando os que conamellem injustigas a""., -"i. !.P..1?- qu. d'.^ respeito
ho de soltar a lingua insolente, proferindo pa-
lavras impias ? :
Senhor elles humilham e afiligem vosso po-
vo, devastaram vossa heranga.
Entregaram morte a v'iuva, e ao verdugo o
eslrangciro que Ihes pedir asylo : elles tambem
assassinarara os orphos.
E disserara : eus nao ver isto ; o Deus de
Jacob nao o saber.
Insensatos no meio do povo, aprendei : lou-
eos, vr a hora de comprehenderdes.
As consolages, senhor, enchero de alegra
rainha alma, na
ss, cujo3 cmplices
Misma ? Ora, pelo qi
Austria, eis o perigo mais serio. Indubit.avlmen-
le nao convm assombrar o mundo pola ngra-
tidao, mas bom todava abrir os olhos. O
panslovisino 0 o schisma nao sao menos dignos
, de recelo para a Austria du que a revoluco ou
antes, sob urna forma mais encuberta, tambem
i a revolucSo. Muitas vezos a encontra quem pen-
sa tugtr della. Com elleito, a revolugao nao ou-
, ira eouaa mais do que o anti-chrisiianismo, e
l para ah que tendera, em virtude mesmo do sen
i principio, as nagoes dissidentes. a Quem despre-
za a igreja despreza o Christo : quem nao est
com elle ; e quem nao por elle contra el-
Os filhos d. revolugoP g.o am-se de J 2 ff.SS'S*! csamenos mixtos
iriumphos. e depois de haverem expoliado o pa- : ^KiSESfL^J^V*!"' ?"*
iriraonio dos pobres, os bens da igreja, as neran-, ."" i^T^^fl^ Vl$U >gte-'
gas dos principes ; depois de haverei condera- {fiy?. R?dS 21L! ^t^, W5?ata|-
nado miseria e ao op'probrio os melhores filhos via o nreiud&L* 1 lT **!?'"
Divdindo a presa, dividiram-se si mesmos ;
e pretendem inculcar-se fortes uns conlra os ou-
tros, contando com o auxilio quo Ihes ho de r*tm
prestar os legitimistas.
Quan lo, pois, os Latinos abriro os olhos?
Quando verao elles que acabara sempre por se-
uludidos nessas alliangis com potencias que
lad
li
tri
Engao
A legtimidade nem perde a esperanga: nem
quando a podesse perder, havia de arraslar no
lodo sua baudeira.
II o je v mais perto seu Iriumpho, porque de
um lado a revolugao vai deixando cahir a ms-
cara da hypocnsia, prostrando-se qual ; c de
outro por essa mesma razo, desapparecem mui-
tas illusoes.
D'alli dizem uns : os legitimislas, perdida a
em
paterno? E' junto aos pais que se forma a con-
serva a uno das irmaos. Assim, quebrou-se el-
la desde que os res desdonharam seu pai, des-
| de que as liihas da igreja desprezaram sua mi.
As amizades intimas uo substituiro essa re-
j publica chrisla, onde era a to bem e tio doce
j para os irmaos o viveiem juntos. Sabe a Fran-
I ga o que ellas valem. A Inglaterra hospeda a to-
I dos os nossos conspiradores, o al a assassiuos.
Sua mo est em lodos os embaragos que nos
Wr : d acola dizem outros ; us legitimistas virao vela-nos intrisaa novas *-"uies. re
todos para aosso lado, se Ihes dermos empregos, I .nos "'l"af "?aS-
e Ihes concedermos o que at hoja os governos A lle3l,an"a vingou-se era Marrocos e ajuda-
liberaes Ihes tem negado. no,s na Conchinchina. A Franca auer ihe re.siit.uir
tas, e s egitimislas ;"sua bandeira a de Ouri- c,as" na0 e preciso mais para provocar s des-
que : sua lei a de Almacave ; -'onnancas da Inglaterra. Ella presente ressur-
So monarchistasparque o governo d'Almacave :' MpanhoU e lioeroau
era monarchico; querera a represenlago dos
'..dos
Tres-Esiados, porque em Almacave o clero, no-
breza e povo juntamente com o seu re assim
fundaram o consliluiram esta gloriosa nago.
E ainda al hoje essa forma de governo nao
foi legtimamente alterada.
COMANDO DAS ARMAS.
Qiiartel do commando das armas
em vernamnuco, na cidade do
Recife, SO de dezembro de 1860.
ORDEM DO DIA N. 57.
O coronel commandanle das armas faz publico
para conhecimenlo da guarnigo e devido efl'ei-
to, quo a presidencia em officio de 18 do cor-
rente aprovou a tabella da clone para a (ropa de
linha aqui existente, e da forrajera para a com-
panhia fixa de cavallaria, organisada pela (he-
souraria de fazenda para o semestre a decorrer
do 1. de Janeiro a 30 de junho do vindouro an-
no em cuja tabella scfixou o valor da rago da
etape cm 440 rs o de pao alvo substiluilivo da
l'arinlia de mandioca para o doente em tratamen-
to no hospital militar em 80 rs., e a da rago
de forra ge m em 800 reis.
Assiguado Jos Antonio da Fonceca Galvao.
Conforme.Antonio Eneas Gustavo Galvao,
alfcres ajudanle de ordens interino do com-
mando.
EXTERIOR.
ltimos destinos da legitimidade.
Se ouvissemos os orculos da corrupgo, de-
viaraos acreditar que no eterno quadrante dos
lempos marcava agora o dedo de Deus a ultima
hora da legitimidade.
Mas o hornera cathejico tio ere n morle do
direito ; crenajuslica de Deu.
Nao rejeitam o verjadeiro progresso; que-
rera-no; mas viudo por caminhos legaes, e nao
pelos tmulos, nem pela torga.
Se um principe da familia' de Braganga viaja
pelo reino de Portugal, nao o podem desacatar
os successores daquelles que no throno assenta-
ram D. Joao IV. Vem nesse principe um pro<;
xirao prente daquelle que reputam re legitimo,
ven-no, embora de facto, investido de autorida-
de ; respeitam-no, portanto recebem-no com o
explendor que se pie esperar de cavalheiros,
acolhem-no at em sua casa ; mas nao trocam a
nobreza que herdaram, nem a que Ihes lem ad-
quirido sua lealdade e firmeza de carcter, pela
falsa moeda com que se compram traidores.
E' assim que responden), aos que.cuidara que
os principios sao o interesse pessoal.
legilimista monnrchisla em Porlugual,
como fora republicano na Suissa, ou parlamentar
em Inglaterra.
A legitimidade nao morre ; vive como vive o
direito.
Os individuos acabara, as geraces passam ;
mas os partidos subsistem, os principios ficara.
Embora o rei esteja no exilio, o throno nao
est vago.
Quando por dosgraca o estivera, como nos
lempos de Joo I, as legitimas cortes elege-
ram rei, como ento fizeram.
Se a reuniao dessas mesmas cortes fosse im-
possivel, voltava Poilugal poca do Ourique,
poda constiluir-se como lhe aprouvesse, reino
ou repblica, poda se quizesse re, assentar no
throno, quem reputasse raelhor.
Eis os ltimos destinos da legitimidade.
Porque somos monarchistas, uo somos de toda
e qualquer monarchia.
A monarchia bastarda tem tanto comnosco,
como a ropublica democrtica.
Se hoje combatemos cora ardor conlra a demo-
cracia, porque ella se associou ao principio
revolucionario na sua mais negra cxpresso, a
impiedad*.
Faca se a democracia calliolica, e a prefeire-
mos monarchia bastarda.
Mas a democracia dos Mazzinis polo menos
to bastarda como as monarchias nascidas da
revolugao.
Se Deus lem resolvido em seus altos designios
qu desahem os ihronos legtimos em castigo oa
cegueira do reis, os legitimistas longe de insul-
larem a desgraga, deploraram essa catastropiae,
mas reconhecerara a justiga de Deus.
Um dia surgir do p o direito opprimido, e
com elle renascer a paz.
E ha de surgir; esperamo-lo, porque o reino
da injustiga e da impiedade nao pode durar.
Quando porm esse dia anda estivcs3e longe,
nem por isso o partido legtimista renegara suas
crengas, o inscreveria alheio' mote em sua
bandeira.
Ama c quer o monarchia, mas nao a basta-
da. A esta preferira a democracia, se nao a
encontrasso to bastarda como os bastardos
tli runos.
O legilimista primeiro que tudo calholico.
E porque cathollco, ama a juslica ; e porque
ama a justiga, a legitimidade.
Desilludam-se portanto os quo pensara, rou-
bar-lhe a honra O partido legilimista nao se
deixarji enga.oer por neohum dos falsos apost-
los, quer lhe pregueui as vanlagens da monarchia
baslaida. quer as da democracia anlicatholica e
impia.
i ( Kaco. )
mares, se nossas frotas chegassem um dia'i
unir-se. A Hespanha pagar a gloria de Marro-
cos, seus combales da Conchiuchina. suas co5\.
magnificas e suas sympatliias pela Franga. Es-
peremos, pois, ver um dia a Inglaterra proteger
D. Joo como protegeu Luiz Philippe depois da
tomada de Alger, os Druzzos depois do Sebasto-
pol, Garibaldl depois de Solferino.
A allianca com a Prussia e a Russia ser mais
provelosa' Austria? A hostilidad?, sera duvi-
da, ha do ser menos grosseira, e os res usaro
de formular que despensa lord Palmerston. Mas
ser por isso meuos intima ?
A Austria foi vencida. Esgotaram-so os seui
ilai
ra olla urna decepgao amarga
Ha seculos que a Austria desconfa da Franga ;
um costme velho que a guerra da Italia uo
dfxar perder; e comtudo a Franca, s porque
catholica, urna alinda natural para a qual
mister dirigir-.-e nos limites do possivel. Alm
disso, o interesse reciproco. Sentio-o esse ins-
tincto das massas, do que testemunho 0 aco-
lhimemo fraternal que. rec;beram de arabas as
parles os p isioneiros da guerra da Italia.
De todos os povos latinos, s a Hespanhe cora-
prehendeu a Franga. Assim, as mudangas de go-
verno o de dynaslia nao alteraran! o pacto de fa-
milia era sua essenca. A guerra que to injus-
tamente baamos provocado sob o imperio, iu-
lerrompeu sem desfazc-lo, to inherente pro-
pria nalureza das cousas era ello. Anda mais:
a guerra da independencia servio de reconciliar
os dous povos: pois deu ella occasio a Ilespa-
nha do apreciar os beneficios da allianca ingle-
za. Sob pretexto das necessidades da defeza, os
bons amigos queimaram-lhe as fabricas e arrui-
narara-lhe a industrio. Por isso, a simples ces-
sacao da guerra foi bastante para restabeleier en-
tre a Hespanha e nos urna allianca duravel, ao
passo que fui cada vez mais detestada a Ingla-
terra, que a tuha soccorrido, mas soccorrido co-
mo sabe faz-lo. Cousa eslranha! as massas pre-
sentiram antes dos estadistas, de que Ihes serve-
ria a amizade da Inglaterra. Desconfiavam dos
Inglezes s porque elles erara hereges E' fana-
tismo, diro. Duei antes que era o iusliucto da
f, o echo daquella voz que fall ao intimo do
corago dos povos fiis com una clareza quo
confunde de assombro, to superior aos clcu-
los dos sabios.
Infelizmente a Hespanha nao tem aprendido.
Mais eu menos dominados pelo racionalismo mo-
derno, professam os diplmalas urna completa
indfferenga religiosa e politici a respeito dasal-
liangas. Equilibrio o interesse, eis a sua pedra de-
toque. Segundo esses Diestras, nada leera que
ver com a diplomacia a religio c o principio da
oonctitni^n tgnnvAin i>lh in uJu o*- sitia ni>
homem? que a Inglaterra manda levar s claras
seus algodes ; suas biblias c suas ii.sluiges
parlamentares? que a Russia uni o panslivis-
mo sua fingida orthodoxia ?
Os diplmalas nao sabeni mais que a uno dos
homens e mormeule das nages exige urna torca
divina, to natural a diviso ao homem depois
da queda. Nao sabem mais que sem o Repara-
dor,, sem a igreja da qual elle chefe. ha muitas
esperangas frusiadas, porque o egosmo o tris-
te a>anagio da nalureza decahida, e qne toda a
nago separoda torna a cahir sob seu poder. E*
pelo interesse que querem unir os po/os. Mis se
para unirs nagoes fosse bastante um interesse
commum, todos os povos unir-*c-hiam afim de
repellir essa religido do futuro que anteara la-
dos os cullos. Ora, deixem crescer a religio hu
manitaria, e vero como as nagoes separadas da
igreja ho de defender a crengaem Deus.
Se para UDir as nscoes fosse bastante un in-
teresse commum, esiariam de aecrdo toios os
povos ch'istos na questao do Oriente ; e cora-
ludo a Inglaterra protege o islanismo o d a mo
aos Druzzos. O auxilio da propria Kussia seria
um obstculo para nos. S o calhoheismo po-
der fecundar a expedico da Syria : ho de fa-
zer urna fuso.
Finalmente so para unir homens fosse bastan-
reru^ospecu'niariosV O traUdo'de.Tur'ichToi"'^"-1 'e um interesse commura, todos os POTOS cWU-
Seu isolameato elsados combateriam coe^gicamento a revolueao
ILEGVEL


t
DIARIO DE PRRIUM1CO. SABBADO 1 O DEZEMBRO DB 1860.
ifl Aj
negac.au radical,do direito humano e do direito
material ; o todava revoluto raarchuu tran-
quil mente Reste mundo. Cada un espera que
s a casa do vi/.inho ser queimada, e a Ingla-
terra a'.ira o fogo. Se por acaso virem a enten-
der-se, nao ser rouiUXtarde ?
(andarte precisa da igrffa. Mas que qualquer
ouira rwoao, o imperio apostolice obrigade-a
saber qtM aerdem europea repousa em Pedro ;
que'o en patrimonio a garanta de todos os
patrimonios, assim como sua a garanti de
toda a fe Assim oi um erro da parle da Aus-
Fiquein sabendo que as nacoes, assim como os i tria o abaudunu repentino de Bulutih.i. Pcaocu-
liomens, nao podem unir-sc de um modo per-', ea*do-ae um penco menos com a Vcnecia, um
nenie senao na i^petjo e pela igreja. Pera do ifouco mais com a santa s, ella serven melhor
a seos inieresaes, pois os teria servido de mais
caUolicismo, o iutei-esse coa mura urna chime-
r*. S ha interesses particulares que por isso
mesiiio diviem as nacoes. Antes de ludo, o
inglez inglez ; antes de ludo, o russo russo,
e assim deve ser. 3"ora da igreja, onde se en-
conirar a humantdade?
Ptra um verdodeiro inglez, o coramercro da
tiria-Brelaiiha, e por consequenciao imperio das
mares, superior juslica, idea, aos alliados,
ao genero humano inteiro. Para chegar a esso
alvo supremo, a Inglaleria envenenar a China,
arruinar e motralhar a India, hospedar Qrsi-
ii, proteger Garibaldi. Pili, Canning, lordPal-
mcistou, lord -Straiford, os maiores inimigos de
Franja e de Roma, eis os seus hroes. Nunca
um bem inglez envergonhou-se de um crime ou
de urna fCiao desleal, proveilusa sua nacao.
Bera o mostraran) Quibrun e Santa Helena. Para
os inglezes, o egbismo c n cabera sao wi ludes
cvicas quando se Irata da patria.
A Itussia tem a esse respeito mais ceremonia.
' m nonie da h'gilioiidae e Ja orlhodoxia que
ella raininha. Em realidade ; o seu nico lira c
u imperio do mundo ; ora, para esse iim,.o po-
vo russo leude com mais ardor anda do que os
czares.
Misas nacoes calholicas leem o coracao maior.
Ellas teem sede de juslica e di^raleiuidaJe ; eis
por que a levolueaoas desvair lao fcilmente.
Em ausencia de f a idea douina-as. A philan-
tropia asseduz quando Ihes falla a caridade ; s
abaudouam a causa da igreja para abracar a cau-
sa do genero humano. U patriotismo de detm-
siadameiile acanliadu para -nos ; ua ausencia do
catholicisnio, chega o humanitarismo.
Eis a razo por qoe enlre os povus calliolico?.,
c mrmenle eoi Franca, a revulucao ullerece
tantos petigos. N'um ceno seniido, o catholicis-
mo prepara-nos par isso: Corrupiio optimi pes-
sinuu Coraludo, anda quando a fe esl adorme-
cida, resta um nubre patnelo que derrua mili-
tas ve/.es as melhores intrigas da revoluco. A
honra hrisla, que o explendor da juslica,
aindi vive no centro das almas, qualquer que
eja o paiiido a que perlenea o corpo. As mas-
as sentcm que a juslica eleva os homens,
que ella a origem da uossa veidadeira gloria e
de nossa verdadeira preponderancia. Ellas sen -
lera que a Franca nao deve mais sacrificar o op-
primido aos clculos da polilica. Scduzida pela
idea, a Franca pode revolucionar o mundo n'um
da de delirio ; nunca ella ha de eneei r.n-.s-
n'um cobarde egosmo ; nunca aneara raizes na
geneiusu lena dos Flancos a mxima inglesa :
Cadi um ne seu, cada um por si ;
Assim, a opiniao ordenou impeiiusamenle a
expedie.u da Syria. Era para nos urna cuusa
beui diversa de urna queslu poltica, era urna
queslo de honra.
E' severa a o^iuio da Europa para com os ca-
tholicos, Lio severa para com as uaces como
para com os individuos, e para com a Franca
mais do que para com qualquer ouiro povo. A
Franca a primognita da igreja ; a lidalguia
obriga. Poderia ella tratar a Algeria como a
Inglaterra Iratou a ludia ; ou,a Alsacia como a
Eut#ia. trato u a Polonia '? Ninsuem tolera as na-
eois cailiulicas o que a l'russia, a Russia, a In-
glaterra pudeni impunemente fazer.
Assim, a partillia da Polonia deshonron a Ma-
ra Thereza, que foi quem se aproveitoo, e alea
Luiz XV que cootodUo. A confe-lerac.ao da Ros- ^ot desistencia do respectivo serventuario,
sia e oa Prussia nao leve o menor "dezar ; era i Manoel Vicente Goncilves Ayres, achim-se va-
mui simples pelo que lhe dizia respeito. i go os oflieios de lublliao dopublieo, judicial e
Nao respiran! a niesuia atniosphera os povos! notas, e escrivio do crime, civel e orphaos do
calholicos u os povos dissidentes. Assim, colli- i termo de Villa Bella, comarca de Paje de Flores,
gam-nus. mas ninguem os une. O inleresse do! Fara a competente habilitarn, e aprcseulaco
dia seguiute dis(,oz desdo logo o laco que havia consequente dos requerimeutus, esl marcado
fomiado o interesse da respeta. Para se unir as prctendenlcs essas serventas o prazo de
misler um mesmo principio de vida. Essa se- sessenta dios.
ruelhanca, essa vida commum exUlism na cluis- A habilitaran deve ser feiti na forma do decre-
tandade. Ella falta pre6enlemeule a Europa que lo 817 do 30 d'agosto de 1851 e aviso n. 252
nao sabe mais senao a pratica de equilibrio, o ue 30 de dezembro de 185i.
maior dos logros para os Latinos ; baja vista os A festividad^ religiosa de N. S. do Monto
gigantesco* crescimeulos da Inglaterra e da Rus- eUl Olinda foi transferida para o da 13 do futuro
' mez de Janeiro.
alto. Se em Varsovia souber ella fazer prevale-
cer os verdaderos principios de Justina, se l fi-
zar penetrar o sentido calholico, ser-lhe-ha pro-
vcilosa a entrevista a si e ae mundo, alias, nao;
e larde ou cedo ha de pagar caro o-spoio de seus
perigos inimigosos.
Depois de escripias estas lionas, soubemos da
entrega de Ancoua. Annunciavam os potilicos
que a derrota do exercito pontifical havia de
simplificar a quesiao em duida penst) ago-
ra que o papa s tem de en l regar-se a diploma-
cia. Ei-lo s Cahio o seu ultimo baluarte ; fo-
ram morios ou aprisionados cus ltimos solda-
dos, e es.'i s portas de Roma o exercito piemon-
itea. Durante esse lempo, est a Europa de arma
no braco e olha.
Os eolticos uo sabem que o papa um sim-
ples cigario 1 Assim quando ello parece o ho-
mem mais abandonado, -c euto que principia a
gra.ide lula ; pois o proprio Jusus Christo a
quem cfoi dado lodo o poder sobre a Ierra, toma
a peilo sua propria causa.
Turne sentido a Europa O principe dos reis
da Ierra nao um duque da Toscma ou um re
de aples. Nao o engHiiam os hypocritas, nao
o cnfrtquecem os desertores, nao o sorprenden)
as trnsfugas. Quando as nacoes dcixarn o seu
seeptro paternal, uem por isso deixo do estar
sugeitas a sua deuomina;o. Elle as governa
com urna vara de ferro que ora so chama Atlila
ou Mahomet, ora Robespierre ou Garibaldi; e
quebra-as como a argilu immonda quo o oleiro
delta fora. Elle ri-se do estremecimento das na-
coes, dus -aos projectos dos polticos, das in-
surreices dos povos e das alliancaa que os prin-
cipes formum : as nacoes sao heranga que lhe
per.ence, e elle possui toda extenso de Ierra
(P*. 2 )
Urna revoluco, cujo preludio foi apenas 89
prepir.i-se nossa vista, e a queda do throno a
Pi IX seria o signa! da deslrun;o de lodos os
turnos. Tudo desuba quando S6 tira a nnslrj
da abobada.
Apressem-se a Franca e a Eoropa I Com al-
guns dias mais, rauitos fados sero consuma-
dos)), e para deter a revoluco Iriumphaulc ser
xmuilo larde.
Mas, succeda o que succeder, honra e gloria
aos soldados do papa aos companheiros de
Laraoncire e de Pimodau 1 Honra, accan de gra-
c.as aos martyres da juslica e do direilo. aos
marlyres da realeza, da li'berdade, da civlisa-
co, vii timas personificadas em Pi IX Seu san-
gue que rai recahir sobre a Italia interceder
pela Franca ; pois c por ella tarnbom que mor-
reram nossos irruos Esse sangue generoso nao
smente a mais pura das nossas glorias, ainda
aoraco mais poderosa. Unido ao sangue de
Jesus-Chrislo, pelo qual Foi derrimado um
sangue redomptor que supplica e expia.
V. DE M.U MIGNY.
[Monde. II. Dupeiron )
PEBMtfflBUCO.
REVISTA DIARIA-
ala. para nada dizerda Prussia.
\jleo equilibrio esse sonho, ou se querem,
essa < hiera de Alexaudre a que cliainavam San-1
la A llanca.
A mao do homem nao fabrica com elTeito urna
al.lauca verdaderamente sania, pois O fruclo
da caridade de Ctuisto. Ora, a caridade c ura '
doni divino que s perlence a igreja. Par della
pailuipar preciso acompanha-la. Allumiar-se
ffUVaS-'iSlliV (yii*ca#.ft.-;vwojuun,de evitar os !
viduos; inspirar-se no seu espirito o nico
m^in Je acaten) un*- Assim fazia
^a clirisla. Os povos entao, comprehendendo
a insulfieieneiada sabedoria do homem e prioci-
pahc vtmtade, tiravam a vida social de urna fon te mais
alta; pediam a Christo. reparador da ualureza
a sabedoria de que precisara os rcis e os legisla- I
dores ; pediam-lhe a uniao e a paz, que o uem
mais precioso dasnaees, por que elle, depois I
da fe a origem de lodos os outros bco?.
Naquelles lempos a legitimidade abracava lodo
odirnto christao ; os direilosde Dos, de Chris-
to, da Igreja, das nacoes. das corporales, dos
Apezar da razSo pas d'argenl, point de Suis-
ses, que nos oppoz um correspondente quando
tratamos da necessidade de reparar desde j a
pequea damniflcacao que ha na enlrada e sa-
bida da poule da Boa-Vista, anda insistimos em
pedir que se faca esse reparo; 3ssim cqmo que
se nao omita aiuelle da excavagu ou buraco,
que accresccu quas em meio da mesma ponlt.
Eqi quanto as dumniticaces existen) um pe-
^ T>a?i ueanojiMB ; se porum or s esperar-se que
republi- e"'1s loraem proporcesde ruina, entao ter-se ha
de fazer nova obra, a despeza crescer em mili-
to, e nao havendo dinheiro. soffrei o transito o
nileuido do lempo para o concert respectivo.
Aim de que, parece que havendo urna impo-
Sicao sobre carros, e sendo esta reasada para
coulribuieao dos donos, dossa relaco synallag-
matica resulta para a fazenda o deverde dar-lhes
om transito fcil, livrando-os desses buracos, era
que a cada passo corren) os carros o risco de
quebrar-se, e os donos o de algura siuistro em
sua pessoa.
Toinou posse e entrou cm excrcicio, no dia
15 do corrente. de desembargado!- d.i raUrn 0
da barbaria apenas domada
vinha exporitoiieanienle.
das nages
simpliciler.
finarlo anno, 1 approvado plenamente.
Sera essa seiva vivificante da inaiiea do nena T '"Jidij.20 desle mei 'oran recolhidos ca-
que tenham co
lot-ado ot os K''!" P"Seros: Domingos de liveira Ribeiro, sua
insignia da ,antartL\*. A re.Udade ,oeo, T^' 6 ^ %? es-<>s Jos Pedro Vello-
nao tem condemnado a Europa iradeAoi* cl-^JJu p-"^ 6T'2, d do ou tarde. Ella ha de vir quando os C ca liW p",",r?. 0,ne""1' Dr' ioa'lia> freir
tholicos comprehenderr-m a necessi'ade de se h" '0> Dr'C" 3 Au^10 *"" ^ M. Al-
unirem e pedirem o Ruma o SSSKStfaZS^S' Fl1,0?ena F-,Aul" oscravo,
tin.oes durareis e da verdadeira na/ Fll Joaquim Pereira de Castro e 1 escravo. Jos Ma-
vir quando a Franca, JimogeiS if a no- "' Mcnezes'.Tllora" -W. ^ '"os, Jacin-
zer-se altiva -----:-- v
Lli
o Pereira do Kcgn,
Boma iras hoje heroicamenle o es-: s
tandane de Christo : porra n'oulro terreno, *
Joao Baplisla da Costa Carva-
menos
nacoes
-, paz-, o triumpho da verdade,
do direito e da juslica. e esse Iriurapho uiil a
todas as nacoes, quer o saibo, quer nao. Ahi
encontrarao sua ulilidade a Inglaterra e a pro-
pna Russia Nao sua e nossa a causa quo Pi
IXdeleude hoje ? Aleta disso, urna roullido de
protestantes o teem comprehendido, e a ai'mira
cao universal que inspira sua coragem, oo
a aas glorias menores da igreja e a predica
eloquenle. Coroprehendam os reis e as
separadas, bem como os individuos, a
causa desse herosmo sobrehumano.
As nacoes catholicas teem tudo a ganhar, nada
a perder era sua unio. Tudo quanto aproveita
a urna, aproveita a ouira ; pois da igreja
sobre ellas um nao sei que reflexo da
nhao dos sanios. A que povo catht
causar deiconliaoca a conquista da Ihglalerra ?
h quando Marrocos locasse por sorte s Hespa-
nha, quando a Austria aiargasse suas fronleiras
para a Turqua, onde estara o mal para nos?
Eutrei catholicos, fra a poltica egosta o meoti-
rosa do equilibrio A Franca nao ser mais for-
te, se a Austria, a Uespanha, a Italia, a Polonia
resussitada, crescerem, augmentare em riqueza
em territorio ; a cabeca governar um corpo
mais robusto. O mundo nao assaz grande para
todas as ambires legtimas? A Aza e a frica
nao estap diante do n ?
Todo o corpo precisa de urna alma : a chris-
pesa
commu-
catholico pode
1^ fllha menor, preto liberto Benlo, Joa^uim Jos
Gomes, Belrairo. escravo de Manoel Pinto Arau-
jo, Manoel, escravo de Joo Jacintho Muniz, Cari
F. Bohrenas, Joao Baplisla Marlins, M. Doxon
Lowdu, Antonio Aidano d'Almeida o 1 criado,
Jos Rodrigues Valenca el criado, Jos Mariano
de Campos, 2 escravos e 1 criado, Pedro Ornellas,
Mariano Zanott e 1 mano. Jos Gongalves da
Silva, Dr. Luiz Duarto Pereira o 1 escravo, Do-
mingos, Isabel e Vicencia, escravos de Guilher-
rae Augusto Ricardo, Dr. Manoel Buarquo de M.
Lima, Jos Teixeira Lima e 1 escravo, Fr. Joa-
quim do Espirito Santo o 1 criado, Domingos
Antonio Pires, Garca Dias Pires o 1 criado, Joao
Ferreira d'Oliveira e Silva, Margarida, Hilario,
Benedicta, Luiza o llemeterio, escravos de Ma-
noel Joaquim Marques, Dr. Jos d-i Molla Aze-
vedo Correa, Luiz Ayres Almeida Freitas e 1
criado. Joo Gualberto Paulo Franco, Joo Qui-
rino Gomes, soldado, Manool Filippe do Reg,
desertor. Alexandre Eduardo Ferreira Molla. An-
tonio Muniz Sodr de Arago e 1 escravo, Anto-
nio Joaquim F. d'Oliveira.
O hiale brasileiro Sam'Anna, sabido para
o Aracaly, levou a seu bordo os seguintes pas-
sageiros: Jos Ribeiro Campos, Dr. Manoel Fe-
lizardo Ferreira Bamaceno, sua mulher e 2 es-
cravos, Franklin Goncalves Bastos, Antonio Mara
d Lima e seu llio.
O brigue brasileiro Olinda, sin ido para o
Rio de Janeiro, levou a seu borda os seguinles
passageiros: Francisco da Silva Maia i escla-
vos a entregar.
M.VTADOLUO PUBLICO :
Mataram-so no dia SO do correte para o con-
sumo dasla cidade 46 rezes. e no dia 21, 75.
Mmtamdadb do ou JO do corrente :
Manoel, pardo, 14 dias, espasmo.
Maria, preta, 3 metes, gastro intento.
Gcrtrudes Josepha do Espirito Santo, preta, sol-
teira, 50 annos, hydropesia. *
Jos, pardo, 4 annos, angina.
Isabel Maria da Eucarnacao, parda, casada, 44
annos, urna queda.
Francisco, pardo, 1 auno, hydropesia.
Maria, preta, escrava, solteira, 50 annos, para-
lysia.
MinoeJ,preta, escravo, solteo. 35 annos, hepa-
itte.
Liberata Mara da Conceicao, parda, 8 anuos,
gastro inierite.
D. Anna Joaquina dos Santos, branca, solteira,
71 annos, abeanle.
Mariana, parda, 3 aunos, estupor.
-21
Antonio Pereira da Silva, branco, 9 annos, t-
tano.
Mana, parda, 6 dias, espasmo.
Florinda, preta, 5 annos, coqoeluchc.
Joaquina Epifana, parda, solteira, 40 annos, ma-
rasmo.
Thereza Maria da Conceicao, parda, viuva, 42
annos, dyarrhe.
Tenante Antonio Manoel Barbosa, branco, viuvo,
36 annos, phtysico.
Mana, parda, 2 mezes, infiammaQo.
COLLECTORIA PROVINCIAL DE
OLINDA.
Alteradles feilas no laacamento da
dcima urbana, que pagam as ca-
sas pertcnceutes collectoria de
Olinda, para o anno de 1860
186, pelo collector Manoel Jos
de Azevedo Aiuorira.
IContinuaco.)
Ra da Casa-Forte.
Numero 3.Ignacio Francisco dos
Santos, proprietario de urna ca-
sa terrea arrendada annualmento
por..............................
dem 4. D. Marianna Dorotha
Joaquina, proprictaria de urna
casa terrea arrendada annualmen-
to por............................
dem 6. Antonio Ferreira Bjt-
cellar, proprietario do urna ca-
sa terrea arrendada animalmente
por..............................
dem 7. Maria Domingas do Je-
ss, proprielaria de urna casa
terrea arrenda la annualmento
por ..............................
dem 10.Luiz Candido Ferreira,
proprietario de urna casa terrea
arrendada animalmente por......
IJem 12.Francisco Jos Gongal-
ves Guimaros, proprietario" de
una casa terrea arrendada annu-
almento por ....................
dem 16.Joaquina Maria do Es-
pirito Santo, propiietaria de urna
casa terrea arrendada annualmen-
te por............................
dem 17. Joo Manoel de Pa-
ria, proprietario de urna casa ter-
rea arrendada aunualmentc por..
dem 19. Jos Maria de Mello,
proprietario de urna casa terrea
arrendada animalmente por......
dem 200 mesmo, proprietario
de urna casa terrea arrendada an-
nualmenle por ..................
dem 21.Jos Joaquim Ribeiro,
proprielaiio do urna casa terrea
arrendada annualmento por......
dem 28.Benlo Antonio Domin-
gues, proprietario de urna casa
terrea arrendada annualmento
I P^ ..............................
dem 37. Jos Joaquim Ribeiro,
proprietario de urna casa terrea
arrendada annualmento por......
dem 38.Herdeiros de Francisco
Jos Roberto, uroprielario de urna
casa terrea arreudada annualmeu-
Idem 39. Jos Ignacio Pereira
da Rocha, propretaro de urna
casa terrea arrendada annualmen-
to por............................
dem 42.Balbina de Souza Lima,
proprielaria de urna casa terrea
! arrendada annuaimentc por......
dem 60.Calharina Jorge da Cu-
nha, proprielaria de urna casa ter-
rea arrendada annualmeole por..
dem 63. Joaquim Jos da Cos-
ta, proprietario de nina casa ter-
I rea arrendada annualmento por...
Mera 65.Pelona Francisca Go-
mes, proprielaria de urna ca-
sa terrea arrendada annualmen-
to por............................
dem 66.Joo Cavalcauti do Al-
boquerqoe, proprietario Je urna
casa terrea arrendada annualmen-
te por............................
dem 70Manoel Domingues Ri-
beiro e Silva, proprietario de urna
casa terrea arrendada animal-
mente por........................
dem 71.Pedro Jos Duarte, pro-
prietario de urna casa terrea ar-
rendada annualmcnte por ......
fdem 72.Jos Manoel de Partas,
proprietario de urna casa terrea
arrendada annualmente por......
Uem 73. Francisco Jos Justo,
proprietario de urna casa tarrea
arrendada annualmente por......
dem 74.Iiyppolita Generosa da
Conceicao, proprielaria de urna
casa terrea arrendada annual-
mente por......................
dem 75.Jos Ignacio Pereira da
Rocha, proprietario de urna ca-
sa terrea arrendada annualmente
por ..............................
llu.i da Campia.
N. IAntonio Joaquim de Almei-
da, proprietario de urna casa ter-
rea arrendada annualmente por..
dem 22.Joo Antonio Teixeira,
proprietario de urna casa terrea
arrendada annualmente por ....
dem 23. Pelona Francisca Go-
mes, proprielaria do urna casa
terrea arrendada aonualmcnte
por ..............................
dem 25. Jos Maa de Mello,
proprietario do urna casa terrea
arrendada annualmente por......
dem 26.O mesmo, proprietario do
urna essa teriea arrendada an-
nualmente por ..................
dem 33.Thomaz do Aquino Fon-
seca Jnior, proprietario do urna
casa terrea arrendada annualmen-
te por............................
dem 34. O mesmo, proprietario
de urna casa terrea avaliada
annualmento por ................ 300$000
1 MfOO
tsojooo
12030.0
723000
1113000
200.5000
1005000
965000
120-5000
15000
72iOCO
72SOOO
605000
OMOOO
72^000
I2O5OOO
rafooo
725000
C05000
1203000
1203000
96;000
725OOO
83OOO
483000
72JOO0
1203000
485000
24-5000
48SO00
85OOO
3005000
mos, verao os leilores at que ponto lera a op-
poaicio do Limoeiru a sua maldade :
< JUfi/Tgptrra V., que a lei dos novos impostes
ha sido urna Vico mina, que os homens de m f
desla localidade teem ex pitada Aa mil maravi-
Ho manejado astuta e perversa mente es-
pois, mui pacificamente di minha propriedade,
como o eslo outros senhores de engenhos da-
quaella, aldeia que se acbam em idnticas cir-
cumstancias.
Crescendo a villa da Escada, e apparecendo
por ali o eolio presidente da provincia, o Sr.
conselheiro Sarava, autorisou cmara muni-
cipal mandar levantar urna planta do novo po-
la arma, que oaaunnos delles, na quadra actual, Toado, que effeclivamenle foi levantada, 1
(orna-se mais ternvel do que a clava de Hercu- mellida para a secretara do governo da provin-
cia. Depois appareccu por ali o eugeoheiro
IConUnuar-se-ha).
Communicados.
Quem sao os anarchistas ?
Sero os conservadores 1
Sero os iniu/ados liberaes ?
O publico sensato que decida pelo que vamos
noticiar.
Ninguem hoje duvida quo o partido conserva-
dor tem grande mnioria na comarca do Limoeiro,
e que tudo lera a perder, e nada, a ganhar com a
perlurbacao da ordem publica.
Apellamos para otestemunho dos que conhe-
cem os partidos polticos daquella comarca, o sa-
bem de suas situecoes.
Pois bem.
Os Pogiruns esto em campo, especulando com
a credulidade da populaco do Limeiro, e que-
rendo precipita-la oro um profundo abysmo.
Do seguinte trecho de urna carta, que recba-
les I
Logo na promulgacao deaaa lei. limitaram-
se s nsuflaces de emissarias, que i surrelfa lo-
ram predispondo a animadversao dos incautos.
Hoje, purera, nao ha tir-te nem guar-te I Os
sycophaulas dessa capital concitara o povo a re-
belliao, e dissemiuam, muideaassombradamente,
ideas vertiginosas e doutrinas subversivas !!
De cada casa de negocio pululiam apostlos
de anarchia, eatechisainlo os pobres matulos pa-
ra compraren clavinoles, plvora, bala e capote
para se abrigarem durante as nuiles em que se
acharem em campanha contra a lei dos novos tri-
butos, que, alm de oulras vexacoes lyraonicas,
compelle apagar-se :De des escravosum ; de
menos do dez escravos-100 rs. diarios por cada
um;de cada cavalloa^; do cada porco200 rs.;
de cada cabra 100 rs.; de cada gallinha40 rs.;
do cada dez vaccasurna (alera do dizimo ami-
go) ; de dez bracas de trrasurna ; de pernear-
se o cabellodez lusioes ; do corlar 500 rs. ; de
cada baptisado 10*000. Do dia 30 do corrente
ez em dianle, sero osjuizes de paz que faro
os casamentes, sendo os parochos meras tesle-
munhas. No mesmo dia 30 se lera era todas as
inalrizes o papel do captiveiro, o a lei dos tribu-
tos, porque o Imperador, compadecido dos escra-
vos, e querendo queelles descancem veto incg-
nito Peinambuco, e deoxu para esse fin o pa-
pel do captiveiro, etc. ele. etc.
Um dos sycophantas energmenos o Sr.
p... Neste momento acabo de saber, que, um dos
seus satellites, de nome F... que mora em Mara-
enj, anda amotinando, de casa era casa, o povo,
recomraendaudo-me miro e aoRvm. vigario
sua salina, propalando, quo nos estamos j do
pofsedo papel !l! Consla-mc, que o povo, para
quem o tal patife come especie do carolla. o
lera acreditado, porque anda de orelha accesa;
tannto assim, que ante-hontem. afflxando-se na
porta da capella de Queimadas a relaco dos noi-
teiros da novena de Santa Anna do Bom-Jardim,
algumas pessoas do povo scismaram, o seamoli-
naram ponlos do Cabral arrancar logo papel pa-
ra eviiarum ensaio hostil !___
Todas estas miseras invectivas, forgicadas
nos antros iofernaes produziro mais de um po-
mo do discordia, cojo resultado ser fatal!!! No-
te o prfido aleive : No mesmo dia 30 se lera
em todas as matrizes o papel do captiveiro e a
le dos tribuios Veja que insiouaco lucife-
rina !!___
Na formacao da mesa raster lr-sc os ca-
ptulos rerpectivos da lei eleitoral, que os anar-
chisadores impingiram ao povo pelo papel e lei
dos trbulos !1
Vo assim vender gato por lebre, as pro-
fundas do inferno !!___
Atienda, que nao me arvorei de espauta ra-
pozas.
Cusla-se a crr, que homens, que se dizera
apostlos da tiberdade, sustentculos da ordem
publica, e amigos dedicados da monarchia propa-
len) ideas da ordem das que ficam transcriptas, e
que procurem turvar as aguas l para seus tins
oce nttos.
Entretanto os factos fazem desapparecer a du-
vida.
1 Sao os meamos motores do raovimento insur-
'reccioual contra a lei do senso que esto em
scena.
Mas desla vez nao se sahirao tao bem, como
da ouira feila ; porque nem o governo recuar
diante do aspecto da anarchia, e nem os habilan-
tes do Limoeiro, [ quenvpretendeui amedrontar
I com as mentiras que espalham) sao to nescics e
.estpidos, como pensam, que n?o conhecara que
se qur explorar a sua sirnplicidade, para gal-
gar-se asaltas poe^oes, subindo-se sobre as suas
espaduas.
O imposto de que trata a lei do orcamenlo,
que deve vigorar de julho de 1861 a juilio de 62,
alm de ser um imposto autigo que sempre figu-
ro u nos orcamenlos desde 1812, soUreiid algu-
mas alteragoes em 183G1841 1S561857na-
da tem quo ver com o vinlem do pobre.
Opedreiro. o carpina, o lenhador, o meslre de
assucar, o cargueiro, o carreiro, emlira os ar-
tistas de qualquer especie os trabalhadores jor-
nal, nenhum imposto pagaro, como nunca pa-
garan).
K mentira, e mentira com un fim sinislro, o
3of W j8s"loS?"'>">;"'" am ''""""'n i*roa .la Ini
Querem expellir o juizde paz da presidencia
da mesa eleitoral, e por isso espalham, que os
casamentos sero feilos de ora em diante pelos
juizes de paz, sendo os pirochos apenas meras
leslemurihas, na supposico de que assim tornara
aquelles odiosos ao povo.
UesejauHierlurbar a eleico logo em seu prin-
cipio, e para isso procurara fazer crer ao povo,
que a leitura dos captulos da lei da eleiro, 6 a
eitura desse papel de captiveiro, que inventaran)
L" M" I,nPert,dor deixado para ser lido 110
da 30 do corrente.
Esleja a populaco do Limoeiro de sobre aviso ;
repula como deve estes apostlos da guerra ci-
vil, que disfarcados com a capa de liberaes, e
amigos do povo, querem conduzi-ln perdico.
Nenhuma alleraco houve na lei do ornamento
que deve vigorar de julho de 1861 a junli a 1862
que airete as classes menos abastadas da socie-
dade.
Os impostos, contra os quaes clamara esses fin-
gidos amigos do povo, smenle tem de pesar so-
bre os n'co.
O suor do pobre, o sen vintem, nada tem que
solTrer. Delles nao precisa o governo para sup-
prir as despezas do estado.
Tudo quanto dizem os apostlos da anarchia
nao passa de urna raiseravel collecco de menti-
ras, paraseduzir os pobres raaiutos do Limoeiro.
Mas repelimos, enganam-se completamente ;
porque nao subiro, fazendo escada das espaduas
daquelle brioso povo, que tem bastante discer-
nimento para inulilisar lo negros planos.
E sao os autores dessas miseraveis trama3, que
diariamente alcunham o partido conservador de
anarchistas e revolucionario ? I
O publieo sensato decida, de que lado figurara
os revolucionarios, os anarchistas.
Recife, 21 de dezembro.
W.
Quintaniha com ordem de demarcar as trras
da Aldeia, o andou cora effeito fazendo urnas
veriguages, que vieramadar n'aquillo, em que
ninguem pensava; isto : em urna nova planta,
de que nem a cmara, e nem os particulares ti-
veram sciencia e consciencia, excepcao do Sr.
baro de Guararapes. No entretanto esse Sr.
dignou-se declarar-me, que eu nao poda plan-
tar mais n'aquelle termo comprehendido na tal
planta; porque preter lia afora-lo quem qui-
zesse edificar. Eu lhe observei, que quando
houvesse direilo de se me esbulhar da posse,
em que me achava, eslava tambera prompto
aforar ; visto que aquello terreno fica s portas
do meu engenho. S. Exc. uegou-se a isso, e
somente pretenda que eu a abandonasse, su-
gerindo-me a copia de urna carta, que eu lhe
devetia responder. Neguei-me tanto; e cm
lugar de admillir a suggeslo do S. Exc, res-
pondi-lhe de modo constante da copia abaixo
transcripta.
Nao gostando o Sr. de Guararapes de minha
resposia, disse-mo verbalraente, quo curnpriria
as ordens do Sr. presidente, mandando arrancar
as minhas cannas, que j estavo nascidas- Dito
e feito. Dahi a meia hora estavo os intitula-
dos C3bocoIos arrancando as cannis. Fui ao
lugar do delicio, e vendo a minha lavonra invadi-
da e estragada, recorr ao Sr, delegado, o qual,
acudinlo logo ao meu reclamo, perguntou aos
mencionados caboculos porque razao commci-
liam elles aquello disturbio. Respondern), que
estavam cumprinao as ordens do director geral
e do presidento da provincia; mas sendo-lhes
pedida a ordem, nao apresentaram-na : e como
nao quizessem eslar pela intimaco da autori-
dade, que Ihes disse na conlinnassem, tiveram
voz do prtso.
O Sr. delegado os conduza presos, quando Ihes
.ahira ao encontr o Sr. baro de Guararapes,
acompanhado de 12 a 16 cavalleiros, gritando
que as suas ordens serian cumpridas; o ordenou
aos caboculos que nao oaedecessem o delegado,
c as>im mandou-os continuar no arranc3menlo.
Em presenta de seraeihante attentado o del-
galo den tambera voz de prso ao Sr. do Guara-
rapes, e aos quo com ello resistiam oidem da
polica. Foi o delegado formalmente desobede-
cido, e arrancados os presos da mo da juslica
pelo Sr. de Guararapes ; e em virlude do que
so maudou lavrar o termo de resisleucia, etc., etc.
Depois de urna hora, pouco mais ou menos, do
conflicto, veio o Sr. de Guararapes, e os seus
cmplices, culregar-se a pri.*o. O Sr. delegado
eulendeu, que lendo remeltido o auto de resis-
tencia ao juiz municipal, nada mais Ihecumpria
fazer; e vieram lodos no mesmo irem da estrada
de ferro presenca do Sr. presidente da pro-
vincia.
At aqu o fado simples e descarnado. Teremos
logo de moralisa-lo averiguando:
Io se poderia eu pela maneira, de que usou o
Sr. de Guararapes, ser despojado de minha pro-
priedade 2o se o Sr. director geral dos f:idios,
pretexto de desforc.amenlo, podia deixar de obe-
decer voz da polica, e tirar os presos das mos
della ; 3o se urna planta de povoago, organisada
particularmente, e nao publicada", podia dar ao
director geral dos Indios direilo para pralicar o-
que pralicou, Tudo islo dar muito panno para
mangas; e eu me reservarei para occasio op-
portuna dizer o resto.
At logo, Srs. redalores.
Recife, 21 de dezembro de 1860.
Jos Francisco de Faria Salles.
n \i =
> Vn'Aea"iflfuFelicia da Conceicao Gon-
es, esposa uo Ilitu. or. niiiu aOse uou-
Acaba de chegar esta cidade. vindo da corle
no vapor Oyapock o Illm. Sr. Dr. em medicina
Sos Suriano de Souza.
Tendo terminado ha pouco os seus estudos m-
dicos na faculdade do Rio de Janeiro, o lllm. Sr.
Dr. Soriano, vem eslabelecer-se nesta cidade,
aura de exercer a sua nobre profisso.
Dotado de talento e estudioso o Sr. Dr. Soria-
no foi serapro considerado pelos seus .raestres
como um dos mocos mais aproveitados da facul-
dade, sendo que, durante alguns annos eslivera
praticando no hospital de raarinha da corte, onde
muito se distinguir d'oolre os condiscpulos all
empregados.
Felicitamos ao Sr. Dr. Soriano pela sua boa
viuda, e esperamos que os nossos patricios o dis-
tinguiro cora sua confianca, chamando-o ex-
ercer a sua profisso, e honrando assim o seu ta-
lento e merecimenlo'
Recife 20 de dezembro de 1860.
Correspondencias.
Sis. Redactores. Nao desejava recorrer
imprensa acerca do acto importante, que no dia
19 do corrente s 5 horas da larde se deti, no
meu engenho Sapucagy na Escada, para nao pre
venir ojuizo das autoridades. Agora porra qne
no seu respeilavel jornal no artigo Revista dia-
na leio esso fado contado com a maior inex-
aclidao, procurando so fazer, que a corda se que-
br pelo lado mais fraco, julgo do meu dever en-
coramoda-lo, rogando-lhe o favor de inserir a
presento correspondencia, cuja veracdado oo
ten lio modo que seja contestada. E' o caso :
Comprei a diversos posseiros de terrenos, si-
tos na aldeia da Escada, o usofructo de al-
gumas partes, em que ediQquei o engenho co-
nhecido pelo nome de Sapucagy, com interven-
Cgo do direcor geral dos indios, a quem pague
o competente laudemio, razo de 5 por cento ;
do que tenho os corapeteoles ttulos, em vista
dos quaes requer ao governo da provincia, que
mapuasso registrar as ditas trras, que com ef-
etto se achara registradas. Eslava gozando,
Publicacoes a pedido.
ELEICiO
da uisa regedura da irmandade de \".
Seukora da Conceicao da Congrega-
cao, para o futuro'anno de 1801.
luiz poreleicao.
O Illm. Sr. Jos Goncalves Malveira.
Juiz por devocao.
O Illm.Sr. Barihulomcu Francisco de Souza.
Juiza por eleico.
,il
galves.
Juiza por devogo.
A Exm.a Sr.a D. Rita Margaridados Prazeres Gui-
raaraes, esposa do lllm. Sr. Miguel Jos Bar-
bosa Guimares.
Escrivo por eleicao.
O Illra. Sr. Manoel Azevedo de Andrade.
Escrivo por devoco.
O Illm. Sr Antonio de Souza Rolim.
Escriva por eleico.
A Exm.a Sr.a U. Cezaria Candida deGusmo, es-
posa do Illm. Sr. Antonio da Silva Gusmo.
Escriva por devogo.
AExm.' 3r.a Candida Rebello da Silva Mar-
ques, esposa do Ilira. Sr. Sebaslio Marques do
Nascimeuto.
I T11 Thesourtiro.
i O lllm. Sr. Jos Antonio da Cosa e S.
' Procurador geral.
O Illm. Sr. Mathias Lopes da Costa Maia.
Procuradores.
Os Illras. Srs. :
Jos Joaquim Barbosa da Silva.
Joaquim Olintj Bastos.
Mesarios.
Os Illms. Srs. :
Joaquim Lopes da Costa Maia.
Antonio Francisco dos Santos.
Antonio Goncalves de Barros.
J ustino Manoel Ramos.
Jos Joaquim de Novaes.
Manoel da Costa Lima.
Bernardino Lopes de Oliveira.
Joo Jos Ribeiro (iuimaraes.
Joo da Silva Chrispiniano.
Joaquim Francisco da Silva Salles.
Mordomos.
Os Illms. Srs. :
Cuslodio Ferreira Mouliuho.
Antonio Joaquim Femandes da Silva.
Manoel de Oliveira Maia Jnior.
Jos Gomes Villar.
Joaqajm de Oliveira Maia Sobrinho.
Jos Francisco Brando,
Joaquim Percria da Silva Santos.
Manoel Jos Lopes.
Manoel Rodrigues da Silva.
Victorino Jos ferreira.
Cuslodio Jos Alves Guimares.
Manoel Jos Machado.
Manoel Fernandos da Silva.
Narciso Jos da Silva.
Antonio Pereira da Cunha.
Antonio Annes Vieira de Souza.
Manoel de Azevedo Poutes.
Paulo Jos Gomes.
Joaquim de Souza Maia.
Joo Baptista do Medeiros.
Antonio Goncalves de Azevedo.
Joaquim Rodrigues Tavares de MeliJ.
Joo Ribeiro Lopes.
Lourengo Pereira Mendes uiraares.
Antonio do Oliveira Maia.
Consistorio da Igreja de Nossa Senhora da Con-
ceicao da Congregaco, 2 de dezembro de 1860.
O conego vigario,
Fettancio Uenrique de Resende.
Quartel do com mando da compauhia de
cavallaria de Pernambuco, cm 16
de dezembro de 1860.
ORDEM DO DIA N. 130.
repartico do ajudante general n. 221, declara o
capilo commandaule que nesta data o referido
Sr. alferes excluido do estada effectiro.
Ao despedir-se o capito commandante do Sr.
Demetrio de Guarni Coelho, o qual durante o
lempo que servio debaixo do 9eu immediato com-
raando, se portou cora toda a dignidade, zelo e
iulolligenca. honrando d'esla arte a memoria do
sea benemrito pai o Enj. Sr. tenente-general
conselheiro de guerra baro Ja Vidora, compre
um dever sagrado, dirigindo-lhe coldial agrado-
cimento, lamentando ainda urna vez o capilo
commandante, que das flleiras do exercito se
aparten offieiaes, que como o Sr. Demetrio, se
distinguen), por seu brioso caraporlamento.
AssigoadoManoel Porfirio de Castro Araujo,
capito commandante.
Para o Sr. ministro do im-
perio ver.
Nenhum empreado geral pode
aceitar emprego algum provincial sera
que previamente solicite e obteuha a
sua demtsspo. Avisos de 10 de no
vembro de 1837 e 7 de outubro de
1843.
Ora, nao tendo sido derrogados os ci-
tados avisos, cuja to sabia, quao ter-
minante disposicao se acaba de ler :
fora de duvida que nao deve continuar
a ser inspector da thesouraria provin-
cial o proessor de freometria do colle-
gio das artes (ou a ser proessor de geo-
metra do collegio das artes o inspec-
tor da thesouraria provincial )
Esse (unecionario, a despeito dos avi-
sos citados, foi nomeado inspector da
thesouraria provincial de Pernambuco;
e, em prejuizo do seu substituto, da
instruecoe dos cofres pblicos, se acha
fora da sua cadeira ha 15 annos!!'?
(fazem hoe 15 de setembro de 1860)
OHiHERGIO.
\Ifii(I,'j
Rendimento do dia 1 a 20.
Idera do dia 21. .
a.
2i3.481a867
24:084912
27:566579<)
.llovimento da alfandcga.
Volumes entrados com fazendas..
com gneros.. 2
Volnraes

sabidos cora fazendas..
cura gneros..
106
21!
------325
Desearregnm hoje 22 de dezembro.
Brigue inglezL'rinis carvo.
Brigue brasileiroConceicaomercadorias.
Rccebetluria de retidas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 20. 23:149*453
dem do dia 21.......1:4065188
24:555;(il
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 20. 55-1075610
dem do dia 21.......8:114S"63
63.221;8;
Movimento do porto
Xavios entrados no dia 21.
Bahia7 dias, galera ingleza Derby, de 893 to-
neladas, capito Creen, equipagem 23, era las-
tro ; a ordem.
Rio de Janeiro19 dias, sumaca hespanhola Ren-
go, de 200 toneladas, capilo Pedro Calme,
equipagem 10, carga 2.100 quintaes de carne ;
a Bastos & Lemos.
Rio de laneiro19 dias. patacho poituguez Ma-
ra da Gloria, de 279 toneladas, capito Anto-
nio de Barros Valeiite, equipagem 11, em las-
tro ; a Francisco Scveriano Rabello.
Savia sahido no mesmo dia.
AracalyHiato nacional Santa Anua, capito
Joaquim Antonio Je Figueiredo, carga varios
gneros.
Delaware Bre"kva'.erBarca americana Marga-
rit, capito Daniel Quing, carga assucar.
Cabo da Boa-EsperancaBrigue inglez Lumb'j,
capuao Jotin Lawson, carga varios genero?,
BahaLugre hollandez Felicitas, capilo M.
NVeldcboer, carga parle da que trouxe do Ro-
Iherdam.
Rio de Janeirop.rjgue nacional O/inJa, capito
Manoel Antonio Marques, carga assucar.
Portos do sulVapor nacional Tocan/iris, cora-
mandante Io lente Jos Candido Duarte.
33 ce * Ti o. 5 | Horas 9 > IC ?! n m 33
O, c 'Jl * 3 Atmosphera. C
2 yj J71 Direcco. < 91 C m 53 <
2 35 V Z3 O 3 3 Intensidade >-O o
-1 -4 00 00 00 3 Fahrenheit -i X o pi -i B O X P3 i O sa o O o
o -i --i Centgrado.
-1 ^1 ^1 C5 ^1 ~4 S 1 Hygrometro
s O o ?o C5 Cisterna hgdr mtrica. 9- -i
OS -1 en o en Ol 00 s i Francez. S3 > 9 O -4 a o
o ce 9 O lo co "o -a. o ce H Inglez.
A noile nublada at as 2 h. 30'. que turnou-
se de pequeos aguaceiros, veulo SSE bonan-
ca e assim aminheceu.
OSCILLaC.AO da hab.
Preamar as 11 h. 6' da mhha.iltura 5,2 p.
Baixamar as 5 h. 18' da tardo, altura 2,2 p.
Observatorio do arsenal de raarinha, 21 de de-
zembro de 1860.
ROMANO STEPPLF.
Io lente.
Editaes.
De ordem do Exm. Sr. Viscoodo de Cama-
ragtbe, director desta Faculdade, se faz puulico,
que no dia 15 do corrente se nda o prazo para a
loscripco do concurso de urna subsiiluico vaga
nesta Faculdade de Direilo, segundo foannun-
ciado por edital de 16 de junho do corrente an-
no, cujotheor o seguinle :
De ordem do Exm. Sr. director interino, o con-
selheiro Pedro Aulran da Malta Albuquerque, so
faz publico, que fica marcado o prazo de 6 mezes,
contados da* dala deste, para a inscripcao dos qu
pretenderen) concorrer ao lugar de lente substi-
tuto desla FaPoldade, vago pela nomeacao do Dr.
Braz Florentino Henriques de Souza, para a ca-
deira do fallecido Dr. Nuno Ayque do Aveilos
Annes de Brito Inglez, e accesso do substituto
Dr. Joao Silveira de Souza, a primeira cadeira do
segundo anno, deixada pelo mesmo Dr. Braz;
Dimanan .Te r T* a \ Pe!. que todo3 os prelendentes ao dito lugar sa
28 dn nnvVmhrJ?*.. ImPeraa0F. por decreto de poderao apresentar desde j nesta secretaria para
^rvirn Sn T?.,"Ulia0e confcoder .emi.sao do inecrever seus nones no livro competente, o que
S2HhjS!ai "0 SfValfe,,eS deS a comPa- [ i^s permellido fazer por procurador, se stive-
Sir. ...^ d. Gu^ao Coelho conforme pe- rera a mais de 20 legoas desla cidade, ou liverem
dir, segundo est publicado na orden, do da da justo impedimento. Sao, porra obrigados a
'presentar documentos que mostrem sua quali-
dade de cidado brasileiro, e de que esto no go-
zo de seus direitos civis e polticos, cerlidao de
baptismo, folha corrida do lugsr de seus domici-
lios, e diploma de doutor por urna das Faculda-
des de Direito do imperio, ou publica forma, jus-
tificando a impossibilidade da apreseotaco do
original, e na mesma occasio poderao entregar
quaesquer documentos que julgarem convenieo-
/
l
ILEGVEL


DIARIO DE PERIUMBCQ. SABMDO 22 DE MZEMBRO DE 1860.
m
Dado e passido neete
de S. Fr. Pedro Goncalves do Recife 18 do de-
zembro de 1860.
Eu Innoceucio da Cunha Goianna, escrivo o
escrevi.
Padre los Leite Pitia Ortigueira.
(es, ou como litlo de habilitacao, ou como pro- ser afindo nos lugares do costura^ o publicado
vas de sericos prestados ao estado, a humanila- pela iroprensa. ..Aim.^tn fro.,p7n
de, ou a sciencia. dos quaes se Ibes passar roci- Dado e passid. neste P distnclo da freguezi
bo, tudo de conformidad* com os artigos 36 e 37
do decreto 1386 de 28 de abril da 1854, e 111 e
seguales de numero 1563 de 21 do evereiro de
1855.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
mandn o raesm i Exm. Sr. director iolerino affl-
xar o presente, qe ser publicado pelas folhas
desta cidade e da corte. Secretaria da Faculda-
de do Direito do Recife 16 de junho de 1860.O
secretario, Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Secretaria da Faculdalo de Direito do Recife 6
dedezembro de 18600 official servio Jo do se-
cretario Jianoel Antonio dos Passos e Silva J-
nior.
Declarares.
O Dr. ilerniogenes Scrates Tavares do Vascon-
cellos juir municipal da primeira vara nesta ci-
dade do Recife de Pernarabuco, por S. M. 1. e
Constitucional o Sr. D. redro 11 que Dos guar-
de etc.
Faro saber que por este juizo se hao de arre-
matar por venda a qnem mais der findos os das
da le em praca publica, que tora lugar n casa
das audiencias, (Inda a desle juizo depols de meio
da : 11 cadeiras do amarello novas com assento
de palinha sem verniz, a 4jJ000cada urna 41&000,
2 ditas de bracos da mes ra madeira tambora no-
vas por enveruisar a 10#000 20$000, 1 sof novo
sem verniz de amarello assento de palinha, por
309000, t2 cadeiras tambem novas com assento
de palinha por envernisar a 48000 48*000, 1 c-
moda nova de amarello por 16J000, 3 mesas de
amarello por acabar, para meio de salla a 16$00
489000, 2 cadeiras de bragos por envernisar a 109
209000. 4 laboas de cedro com 20 palmos cada
urna, a 39OOO 12J>009. Penhorados a Joaquim Car-
neiro l.eal por execuco de Manoel Antonio dos
Passos e Silva.
E para que chegue a noticia de lodos mandoi
passar o presente edltal que ser publicado c af-
iliado no lugar do costume mais publico.
Dado e passado nesta cidade do Rerife de Per-
nambiicn, aos 18 de dezembro de 1860.
Bu Manoel Joaiutm Baptista escrivo que o
subsercvi.
Hermogenes Scrates Tozares de Yasconcellos.
Quem quizar vender tees objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria
do conselho, a 10 horas da manha do dia 22
do corrente bkz.
Sala das seases do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 17 de
dezembro de 1860.
Sanio Jos Lammha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo, _
Coronel vogal secretario interino.
Para Lisboa^
pretende sahir com brevidade> a bem conhecida
e acreditada barca Fter de S. Simio; para
O Dr. Antonio Epaminondas de Mello, Official da
Imperial Ordem da Roza, o 1." juiz de paz do
1 distrieto da freguezia do bairro de S. Anto-
nio da cidade do Recite etc.
Fago saber que cm virlude da lei, e corarauni-
cafo da cmara municipal, convoco os eleitores
o supplcntes da parochia de S. Antonio, que vio
abaixo designados por seus nomos, para que com-
pareci na 3.a dominga do mez de Janeiro do
anno prximo futuro de 1861 no corpo da ma-
triz da dita |iaro.-iiij pelas 9 boras da manha,
alim de organizar-se junta de qualileaco que
tem de rever a dos cidados que tem direito de votar tas elei-
qbes de eleitores, juizes de paz, e venadores da
cmara municipal, ficanlo scienle o referidos
eleilorr"s e supplentes abaixo declarados que sof-
frero a multa de 409 a 6O9 mil reis senocom-
parecerem, ou tendo comparecido, deixarem de
assignar a acta respectiva.
Eleitores.
Os senhores :
Coronel Domingos ATonsoNery Ferreira. *
Dr. Angelo Henriques da Silva,
f enenle-coronel S^basti.io Lupes Guimares.
Dr. Antonio Rangel de Torres Bandeira.
Dr. Antonis Epaminondas de Mello.
EmpregaJo publico Caelauo Pinto de Veras.
Escrivo Joaquim da Silva Reg.
Alferes Caetano Jos Mendes.
Vlgario Venancio Henriques de Rezende.
Capito Firmino Jos d'liveira.
Major Claudino Beoicio Machado.
Capito Silvino Guilbrrme de Barros.
ProprieUrioiHanoel Antonio de Jess Jnior,
rroprielario Jesuino Ferreira da Silva.
Capito Joo Alhanasio Botelbo.
Empregado pu'jlico Joao Manoel de Castro.
Tenente-coronel Rodolfo Joo Barata d'Almeide.
Alferes Joaquim Francisco de Torres Gallindo,
Tcnnte Francisco de Paula Machado.
Empregado pubiieo Joao Pereira da Silveira.
Artista Guillicrme Pinheiro Roza.
Artista Antonio Francisco Goncalves.
Artista Jos Luciano Cubral.
Alferes Bartholomeu Guedes de Mello.
Empregado publico Marcolino dos Santos Pi-
nheiro.
\lferes Francisco Lucas Ferrreira.
Supplentes.
Os senhores :
Commercianle Antonio Augusto da Fonceca.
Dr. Joaquim de Aqoino Fonceca.
Dr. Antonio .los da Cesta Ribeiro.
Tenente-corouel Justino Pereira de Paria.
Emprehado publico Joo Francisco Bastos.
Capilo Jos Luiz Pereira Jnior.
Dr. Joao Francisco Ttiietra.
Dr. Joao da Silva Ramos.
Brigadeiro Joaquim Bernardo de FiguerJo.
Dr. DeoJoro Ulpiano Coelbo CaUnho.
Dr. Francisco Ferreira Marims Ribeiro,
Escrivo Floriano Corre! de Brilto.
Dr. Jos Flix de Brillo Maccdo.
J)r. Antonio Jos Alves Ferreira.
Kmpregcdo publico Manoel da Silva Ferreira
Capito Pelix Francisco de Souza Magalhaes.
Dr. Caruno Francisco de Lima Santos.
Commercianle Ftancisco Antonio de Brito.
Proprietario Jos Francisco Carneiro.
l'roptietario Jos da Poncela e Silva.
Cimmerciante Severiano Jos de Moura
Proprietario Domingos Nones Ferreira.
Capito Francisco do Souza Rogo Mouteiro.
Artista Francisco Jos Correia de Queiroga.
Commercianle Ctet.mo Silvcrio da Silva.
Artista Rufino da Costa Pinto.
Commercianle Silvcrio Joaquim ^Marlins dos
Santos.
Artista Joao Paulo de Souza.
Artista Joaquim Melilao Alves Lima.
E para constar mandei fazer este edilal, affi-
xa-lo nos lugares mais pblicos desta freguezia,
e publica-lo pela imprensa. Primeiro destriclo
da freguezia de S. S do Bairro de S. Antonio do
Recife 17 de dezembro de 1860. Eu Joaquim da
Silva llego, escrivo que o escrevi.Antonio
Epaminondas de Mello.
O Illra- Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desta provincia manda fazer publico que
no dia 10 do Janeiro prximo seguinle haver
concurso nes'.a thesouraria para preenchimenlo
de 10 vagas de praticanlc da alfandega desta ca-
pital, coraecando os exames as 10 horas da ma-
nhaa sobre as seguinles materias : leitura, e ana-
lyse grammalical da lingua verncula, orthogra
O conseibo econmico do batalho de in-
fanlaria n. 10, tendo de contratar os gneros ali-
menticios abaixo mencionados, que devem ser
do superior qualidade para alimento de suas pre-
gas, no 1* aemeslro do anno futuro da 1861, con-
vida aos senhores licitantes que so queiram en-
carregar de fornecer laes gneros a apresenta-
rem suas propostas em carta eichada na secreta-
ria do mesmo batalho, no dia 22 do mez cor-
rente.
Arroz pilado.
Assucar refinado c mascavado.
Azeile doce.
Bacalho.
Carne verde.
Dita secca.
Familia de mandioca.
Feijo.
Leoha cm acha.
Manteiga franceza.
P*o de 6 oncas.
Dito de 4 onc_s.
Toucinho.
Vinagre.
Quarlel do batalho de infanlaria n. 10, na ci-
dade do Recife, 19 de dezembro de 1860.
Lino Augusto de Carvalho,
alferes servindo de secretario.
CONSELHO DE COMPRAS NAft'AES.
Promovo esto conselho em sesslo de 22 do
correte mez, a compra dos objectos abaixo de-
clarados, do material da armada, mediante pro-
postas cm cartas fechadas, aposentadas nesap
dia al as 11 horas da manha. acompanhadas
das amostras do que caiba no possivel.
Para os navios.
100 cascos de coco, 30 torneiras de metal, e 20
garrafas de tinta de escrever.
Para os navios e arsenal.
100 brochas sorlidas, e 8 arrobas de fio de
vela.
Tara o arsenal.
lCarrobas de almagre, 3 grosas do parafusos
d urna polegada, 4 sorras francezas de 4 ps
de comprimento e 20 arrobas do ochre.
Para os aprendizes artfices.
3 fronhas de algodo. e 6 lcncoes de dilo.
Tara as obras do porto.
100 travs de qualidade, com 30 a 40 pal-
mos de comprimente, ^20 martelo de pe-
dreiro. Tf -*
Para a enferma! de marinha.
24 travesseiros de ciscado df linho cheios de*
palha. ^*>
Contrata o mesmo conselho em dita sessao,
mediante tambem j|ropostas, a taracen de ronpa
dos aprendizes arlinces, e da enfermara de ma-
rinha, bem como de toda a mais do arsenal de
marinha, por lempo de trez mezes a ftndar cm
marco do anno prximo; e igualmente o forne-
cimento durante este lempo, de sabo que for
preciso para os navios.
As condiccoes para effoctuarera-se a compra,
o os contratos, sao as do estillo, j ha muito
conhecidas pela populago.
Sala do conselho de compras navaes em 19
de dezembro de 1860.
O secretario
Alexandre Rodriguas dos Arijos.
Vaccina publica.
Havende presentemente mui boa se-
ment vacciniea, o commiasario vaccina-
dor provincial convida aos paes de fami-
lias desta cidade a comparecerem com
scus filhos e mais agregados que preci-
saren] ser vaccinados as quinlas-feiras
e domingos, no torteo ds alfandega das
7 s 10 horas da manha e nos sobbados
na casa de sua residencia, segundo andar
do sobrado da ra estreita do Rosario n
30, para assim poder conservar a trans-
misso do fluido de braco braco, untca
maneira de sua conservarn com pro-
veito.
guerra & C, ra do Vigario n. 9, primeiro andar,
ou com o capito.
nota familia estranajerra que se retira para fora
da provincia far leilo de todos 09 trastes eon-
sistindo em ricas mobilias de sala de visita e de
jantar, mesa elstica, aparadores, guarda louca
carga e passageiros, trata-se com Caryalho No- e guard roupa, machina de engommar, mobitia
phia, e arithmelica at a theoria das proporges
inclusive.
Aquelles, que pretenderem ser admittiJos ao
concurso, devero previamente provar que te.em
18 annos completos de idade, que esto livres de
culpa c pena, e que tcem bora p'ocedimento.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 12 de dezembro de 1860.O^official-
rnaior interino, Lu: Francisco de Sampaio e
Silva
O Rvd. Jos Leite Pilla Orligeira, juiz de paz do
i" anno da freguezia de S. Fr. Pedro Gongal-
ves do Recife, etc.
Fago saber que devendo proceder-se na ler-
ceira dominga do mez de Janeiro do auno de
1861, a revi-o da qualifuago em virlude do
art.25dalei de 19 de agosto do 1846, convido
aos Srs. eleitores e supplentes abaixo designados
para que comparegam, afim de se proceder a for-
roago da junta de qualifi ago, que ser organi-
sada segundo dispoe o Io do art. Io do decreto
n. 812 de 19 de setembro de 1855, devendo os
Srs. eleitores e supplentes, as 9 horas da ma-
nha da mencionada dominga, comparecerem na
matriz de S. Fr. Pedro Gongalves, sob pena de
serem multados como determina a raesma lei.
Domingo Henrique Mafra.
Antonio Henrique Mafra.
Manoel Amancio de S. Cruz.
Jos Marques da Costa Soares.
Jos Pedro dasNcves.
Ignacio Antonio Borges.
Antouio Botelho l'iuto de Mosquita Jnior.
Eslevo Jorge Baptista.
Supplentes.
Manoel da Silva Neves.
Amonio Jos Silva do Brasil.
Candido Thomaz Pereira Dutra.
Manoel Bastos Abreu Lima.
Manoel Estanislao da Costa.
I.uiz Anlonio Gongalves Peona.
Constancio da Silva Neves.
Joaquim Jos Sanl'Ann. Barros.
Major Alexandre Augusto Frias Villar.
Dr. Cosme de SS Pereira.
Dr. Jos Joaquim de Souza.
Major Thomaz de Almeida Antunes,
E para constar mandei passar o presente que
Directora gcral da instrueco
publica.
Por esta secretaria se faz publico, de ordem 00
lllm. Sr. director geral interino, |a portara abai-
xo transcripta.
Directora jeral da inslruccao pnblica de Per-
nambuco 17 de dezembro de 1860.
O director geral interino da instrnrgo publica,
tendo verificado a ulilidade e vantagens .que re-
sultan) doexercicio das escolas primarias urna s
vez ao dia ; providencia solicitada cora instancia
por muitos delegados Iliterarios da provincia ; p
usando da altribnign que lhe confere o arl. 23
das inslrocres do 30 de junho de 1859, determi-
na o seguinle :
As escolas publicas de instrueco primaria de
um e outro sexo da provincia funrcionaro do da
7 de Janeiro de 1861 em dianle, das 9 horas da
manha s2 da larde. Por esta medida em nada
(lea alterada a tabella. A que acompanha as
instruegoes de 30 de julho de 1859, devendo po-
rro os respectivos professnres aproveitar para a
continuaco da secgo de leitura o quarto de ho-
ra que era dado para a chamada c sahida dos
alumnos de manha ; e para continuago da sec-
co de arilhmetic, o lempo concedido para a
entrada dos mesmos tarde ; os delegados litte
rarios, a cuja inspecgo pertencem as sobreditas
aulas, faro cumprir fielmente a presento porta-
ra.Jos Soares de Azevedo, director geral in-
terino.
Conforme.O secretario interino,
Salvador Henrique de Albvquerque.
NOVO BANCO
DE
ernamhuco.
O novo banco conlinua a substituir
ou a rasgal ar o resto das notas de 10# e
20# que bavia etnittido e ainda existe
era. circulacao, declarando que, em
cumpriroento do decreto n. 2,66-t de
10 de outubro do corrente anno, esta
substituirlo ou resgate devera' efec-
tuar-se dentro de 4 mezes, e que findo
este prazo s podera' ter lugar com c
disconto progtessivo de 10 por cento ao
mez, ficando as'.im na forma do art 5
da lei n. 55 de 6 de outubrggi ap o5
i sem valor algum no im de lo mezes.
Recife 9 de novembro de 1860. Os
directores, Joo Ignacio de Medeiros
Reg, Lulz Antonio Yieira.
Conselho econmico do batalho de in-
fantaria n. 9.
Recebe doria de rendas inter-
nas geraes.
Pela recebedoria de rendas internas geraes so
faz publico, que no corrente mei termina o prazo
do recebimenlo dos impostos do exercicio de 1859
a 1860, no domicilio dos contribuintes a cargo
dos recebedores, assim como o do pagamento na
recebedoria do primeiro semestre do exercicio de
1860 a 1861, livre da multa de 3 % dos rapos-
Ios seguintes : decima addicional de mo morta-
imposto de 20 0/ sobre lojas e casas de descon,
to : dito especial sobre casas de movis, roupns;
calcado, mobilias fabricadas em paiz estrangeiro ;
dito sobre barcos do interior ; findo o qual se-
guir se-ha a cobranga executiva quaoto ao de-
bito daquel e exercicio, e a pcrcepgo da multa
qutalo ao desle.
Racebedoria de Pernarabuco, Io de dezembro
de 1860.-0 administrador, Manoel Carneiro de
Souza Lacerda.
2* secro.Secretaria do governo di Pernam-
' buco, 20 de detembro de 1860.
Achando-se vagos os officios de tabellio do
publico, judicial e notas, e escrivo do crime,
civel e orphos do lermo do Villa-Bella, co-
marca de Paje de Flores, por desistencia que
delles fez Manoel Vicente Gongalves Ayres; S.
Exc. o Sr. presidente da provinefa, assim o
manda fazer publico, afira de que os pretenden-
tes aos mencionados officios se habiliten), na
forma do decreto n. 817-de30 de agosto de_1851,
e aviso n. 252 de 30 de dezembro de 1854, a-
presentem seus requerimenlos no prazo de 60
dias, contados desta dala.
4 O secretario do governo
Joo Rodrigues Chaves.
De ordem do lllm. Sr. inspector da the-
souraria de fazenda desta provincia, sao convi-
dados os Sr. Geraldo Pereira Dutra, Francisco
Antonio das Chagas, Francisco Antonio Pereira
de Brito e Luiz de Franga da Cruz Ferreira, fo-
reiros de terrenos de marinha, para aprsenla-
rem nesta thesouraria os respectivos ttulos, afim
de que se possa fazer o calculo da reduego dos
foros da parte dos mesmos terrenos, cedida pe-
los mesmos senhores companhia da estrada de
ferro.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
narabuco, 18 de dezembro de 1860.O offkial-
maior interino, Luiz Francisco de Sampaio e
Silva.
Companhia de cavallaria do
ex ere i to
Conlrala-se o fornecimenlopara 0 primeiro
semestre do anno prximo futuro, dos gneros
abaixo mencionados:azeile dore, assucar refi-
nado, arroz, bacalho, caf em grao, carne ver-
de, dita secca, feijo, farinha de mandioca, le-
nha, manteiga franceza. pes de 4 e 6 ongas,
toucinho, vinagre, farello, milho, mel e capim,
sendo taes gneros de boa qualidade.
Os concurrentes podero entregar suas propos-
tas no dia 28 do corrente, na secretaria da com-
panhia.
Quarlel em Santo-Amaro, 20 de dezembro
de 1860 Manoel Porfirio de Castro Araujo, ca-
pilao commandante.
O hiatc Garibaldi, segu para o Cear emoou-
eos dias : a tratar com Tasso Irmos ou com o
capito Custodio Jos Vianaa.
Porto e Lisboa
A bem conhecida barca porlugueza Sympa-
thia, capito Nogueira dos Santos, vai sahir bre-
vemente para os portos cima indicados ; quem
na mesma quizer carregar ou ir do passagem,
peder entender-se com os consignatarios Bailar
&01iveira,rua da Cadeia do bairro do Recife nu-
mero n. 12.
Para a Bahia segu em poucos dias o palha-
bote nacional Dona Amigos, lem parte de sua
carga engajada; para o resto, trata-se com seu
consignatario Francisco L. O. Azevedo, na ra
da Madro de Deus n. 12
Aracaty.
Para esle porlo segu brevemente o hiate na-
cional oSant'Aona ; para o restante da caga e
passageiros, irata-se com Gurgel Irmos, ra da
Cadeia do Recite, primeiro andar n. 28.
para quartos de dormir, apparelhos de porceU-
ns e varroe objectos de loxo, como urna rica es-
leir da ludia para assoalho e outros objectos
que seria enfadonho mencionar, para mais com-
modidade dos concurrentes haver un mnibus
que estarn ra Nova a hora marcada.
LEILAO

-.">
DE
Um terreno na Capunga.
Sabbado 22 do corrente.
Antunes autorisado pela viuva de Joao Ger-
mano do Espirito Santo, far leilo em seu ar-
mazero na ra do Imperador n. -3, de um ter-
reno na Capunga que tem 40 palmos de frente e
200 de fundo, as 11 horas do referido dia.
LEILAO
Bahia.
Segu nestes dias o palhabole Santa Cruz ;
para o restante da carga, Irala-se com Caelano
Cyriacoda C. II. & Irwo, no lado do Corpo San-
Rio Grande do Sul
O patacho Bom Jess, pretendo seguir com
brevidade, recebe carga a frele : a tratar com Cae-
lano Cyriaco da Costa Moreira & Irmo, no largo
do Corpo Santo n. 25.
Para a Baha
pretendo seguir com muita brevidade a sumaca
nacional llorlencia, a qual tem prompta parte
de seu carregaraento : para o resto que lhe fal-
ta, trata-se com o seu consignatario Azevedo .
Mendes, no seu escriplorio ra da Cruz n. 1.
Sabbado 22 do corrente.
Antunes autorisado pelo Exm. Sr. Dr. juiz es-
pecial docommercio e a requerimento dos ere-
dores de Ignacio Nery Forrera da Silva Lopes,
far leilo em seu armazem na ra do Impera-
dor n. 73, no dia cima designado de todas as
joias oue pertenceram ao mesmo, dando princi- ;
pi s 11 horas era ponto.
LEILAO
DE
Lisboa.
Vai sahir brevemente a barca Gralido por
ter parte lo carregamenlo prompto ; para o res-
to e passageiros, tratase com os consignatarios
Carvalho Nogueira & C, ra do Vigario n. 9,
primeiro audar, ou com o capito Borges Pestaa
Para o Rio le Janeiro,
o palhabte Novaes segu em poucos dias, po-
de receber alguns escravos a frele ; trata-se cora
os consignatarios Marques, Barros & C, largo do
Corpo Santo n. 6-
Leudes.
Transferencia
Sablado 22 do corrente,
Antones autorisado pelo lllm. Sr Dr. juiz mu-
nicipal da primeira vara a requerimento da in-
ventarianto dos bens deixados pelo fallecido Mar-
colino Lndugero da Fonseca Can4, far leilo
em seu armazem na ra do Imperador n. 73, no
dia cima designado dos escravos pertencentes
ao mesmo, entrando neste numero o escravo
Dorotlio que s ser vendido 3 partes de son
importancia. Principiar s 11 horas da ma-
nha.
Avisos diversos.
CASSINO POPULAR
BAILE EXTHAORDIXAIO
NO
GRANDE SALO
DO
Palacete da ra da Praia,
Sabbado, 22 do corrente.
Este baile, cujo producto a favor dos profes-
sores que compoem a orcheslra, ser, como sem-
pre tem sido todos os bailes do Cassino, o mais
brilhanto e raimado que 6 possivel, sondo sem-
prc inalleravelmente manlida a tranquillidadc e
o socego que todos os concorrenles tem o direito
de gozar.
Antes de principiar, o baile, a orcheslra tocar
a Estrada de ferro, e alguraas outras pecas de
msica de diversas operas.
Epera-se, pois, a concurrencia dos amadores
desle divertiraento.
Procos os do costume.
Para hoje sabbado 22 as 3
horas da tarde narna da
Conccicao n. 58.
(Sem limite e com anche)
Costa Carvalho nao podendo effectuar o leilo
annunciado para hontem convida as pessoas que
se qoizerem prover do mobilias porpouco dinhe-
ro a comparecerem e que qnizercm gozar de
ura excellenle banho fresco visto que se garante
a chave a quem ficar corn a mobilia.
Prorisa-so de um criado fo'ro ou captivoj:
na ra da Cadeia do Recife n. 50, primeiro andar
No dia 18 do correte desappareceu da casa
do abaixo assignado um seu escravo de nonie
Moyss, de 18 annos de idade. pardo, de estatura
regular, corpo secco e espigado, sem barba ne-
nhuma, olhos pardos, nariz afilado, bocea peque-
a, labio inferior grosso epgrandes, levoo ca-! Dor
misa branca, una calca parda escora e outra '
azul : a pessoa que o apprehender, pode leva-lo
ou a rua do Vigario, sobrado n. 21, segundo an-
dar, ou a roa das Cruzes, em Santo Antonio, so-
brado n. 33, primeiro andar, ou ao sitio na tra-
vessa da Casa Forte para o Po<;o da Fanella, que
ser recompensado.
A. J. de Moraes e Silva.
Perdeu-se do poder dos abaixo assiguados,
cm 17 do corrente, una letra, sacadores Gnima-
res & Alcoforado, da quantia do reis 652320,
5 mc/.es, aceitante Joo Jos de Carvalho Jnior:
quem a lirer adiado e queira restitu-la na rua
do Amorirn u. 51, ou as Cinco Ponas no esla-
belecimento do aceitante, visto uuc elle j se
acha prevenido, s paga-la aos abaixo assigna-
dos. Recife 21 de dezembro de 1860. Cand Jo &
Alcoforado.
1.0.MPA.MIIA 11 i VIA FRREA
DO
/?ecife a Sao Francisco.
Avisa-se, ao respeilavel publico que se emit-
tem nai Cinco Puntas, bilheles de periodo de 1
a 6 mezes para todas as estacoes, com grande
abatimeulo nos presos eque se flzeram diversas,
redueces nos procos de transporte entre Cinco
Ponas, Escada e as outras eslacoes nos seguintes
artigos a saber 5 cavallos, assucar, madeira, "pe-
dra, lenha, carvo de pedra, estrume, capim, li-
jlos, tclhas e ladrilhos, para mais informages
dirijam-se ao Sr. James Kiikham na villa do Ca-
bo ou em qualquer das estacoes.
AssignadoE. R. Braman,
Superintendente.
Vende-se um viado manso ; na rua estrei-
ta do Rosario n. 1, taberna.
O advog3do Antonio de Vascnncellos Me-
nezes de Drummond, durante as actuaos ferias
forenses pode ser procurado para o exercicio da
sua proOsso. na rua do Hospicio n. 17.
Antonio Joaquim Vidal, tendo arrematado
para seu pagamento ss dividas da casa de Thiago
da Costa Ferreira F.-trclla, como constan do edi-
lal no Liberal Pernambucano de 19 do corrente
mez, vem pelo presente fazer sciente aos ditos
senhores devedores que elle o nico habilitado
ao recebimenlo das mesmas dividas, e pede a
brevidade do pagamento, alim de poupar despe-
zas entre as parles.
SYSTE11A MEDICO DEHOLLOWAY.
plelas hollwoya-
Esle inestimavel especifico, comp slo nteira,
mente de hervas medicinaes, nao contera mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno a mais tenra infancia, e a comp!eic.o mais
ddiieada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compleicio mais robusta ;
enleiramente innocente em suas operaces eef-
feilos ; pois Lusca e remove as doenijas de qual-
quer especib e grao por mais antigs e teuazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j eslava ni as portas da
morle, ptoservando em seu uso : conseguirn!
recobrar a saude e forjas, depois dehaver tema-
do inultiinente todos os outros remedios.
As mais afflictas nodevem eniregar-se a tles-
esperago ; facram um competente ensaio dos
efficazes effeilos dela assombrosa medicina, e
pre.Mes recuperarao o beneGcto da saude.
Nao se perca lempo em lomar esle remedio
para qualquer das seguinles enfermidades:
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Am polas.
A reas (mal de).
Aslhma.
Clicas.
Convulses.
Debilidadeou extenua-
Febreto da especie.
Golla.
Hemorrhoidas.
Uydropesia.
Ictericia.
I mi igestees.
Intlammarjes.
Irregularidades
menstrusc.50.
Lombrigas de
toda es-
Jockey club
Urna taberoa.
Sabbado 22 do corrente
as 10 boras.
Costa Carvalho far leilo por conta de quem
perlencer da taberna cima sita no pateo do Ter-
co n. 23, sabbado 22 do corrente as 10 horas da
manha est bem afreguezada, o leilo ser a di-
nheiro ou a prazo com boas Ormas.
O mesmo conselho contrata para suas pracas
arranchadas durante o primeiro semestre do an-
no vitidouro, os seguintes gneros : azeile doce,
assocar branco de torro, ou mascavado refinado,
arroz, bacalho, cafem grao, carne verde, dita
aecca, feijo molatinho ou preto, farinha da tr-
ra, lenha em achas, manteiga franceza, pes de
4 e 6 oncas, toucinho de Lisboa, e vinagre tam-
bera de Lisboa : os quaes gneros devero ser
de boa qualidade: quem pois quizer se propdr
ao fornecimento, compareQ-a na secretaria do dito
batalho, no dia 28 do corrente, at as 10 horas
da manhaa, com suas propostas em cartas fecha-
das. Quarlel ns Soledade 17 de dezembro de
1860.O lenente-secretario,
Jos Francisco de Moraes & Vasconcellas.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tom de comprar os objec-
tos seguintes :
Para proviracnto dos armazens do arsenal
de guerra.
20 duzias de taboas de nssoalho de louro ; 5
arrobas de colla da Bahia ; 3 arrobas de cabo de
linho branco, teado de grossura 1 1;2 pollegada ;
1 arroba de cera branca.
Para o hospital militar,
12 arrobas de assucar branco refinado da Ia
qualidade, e 25 garrafas de charope brasileiro.
Para o rancho dos menores do arsenal de guerra
durante os mezes de Janeiro e fevereiro do
anno prximo vindouro.
Pao de 4 oncas, bolacha, manteiga franceza,
caf em grao, cha hrsson, assucar retinado de 2a
sorte, carne verde, "dita secci, farinha de man-
dioca, feijo preto ou molatinho, toucinho de
Lisboa, bacalho, nzeite doce de Lisboa, vinagre
de Lisboa, arroz do MaranLo.
Avisos martimos. !
HaranMo e para,
Sahc nestes das para os indicados portos o
brigue-escuna Graciosa, capito e pratico Joo
Jos de Souza ; para a pouca carga que ainda po-
de admittir, trata-se com os consignatarios Al-
meida Gomas. Alves & C, rua da Cruz n, 27.
Porto por Lisboa.
A barca portugueza Silencio, capito Fran-
cisco Martina de Carvalho, segu viagem para os
portos cima meucionados em 28 do corrente,
ainda recebe alguma carga e passageiros: os
protendentespodem entender-se com o cousig-
uatario Manoel Ferreira da Silva Terroso, na rua
de Apollo n. 28.
Para o Porto e Lisboa,
o brigue Esperanza sahir no dia 29 impreteri-
velmcnte, ainda recebe carga c passageiros : a
tratar na rua da Cadeia do Recife n. 4.
Para o Rio de Janeiro
seguir at o dia 22 do corrente a barca nacional
Marianna, e recebe alguns escravos a frele :
trata-se na praga do Corpo Santo, escriplorio de
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho.
Aracaty pelo Ass-
O hiate <'Gratido sane por estes dias com n
carga que tiver: para o resto e passageiros, tra-
ta-so com Pereira & Valentc, rua do Codorniz
n. 5 e no Forte do Mallos.
Porto por Lisboa no
dia5.
Impreterivelmente vai sahir no dia_ 15 para o
Porto com escala or Lisboa o brigue' porluguez
Promplido II. forrado e encavilnado de cobre,
de primeira classe e marcha, com a carga que ti-
ver : e para carga e passageiros. aos quaes effe-
rece excellentes commodos e bom iratamento,
trata-se com Elias Jos dos Santos Andrade & C,
na rua da Madre de Dos n. 32, ou com o capi-
t5o. Boga-ge aos senhores passageiros que pre-
tenderem ir no mesmo navio, de virem realtaar
'suas passagens.
DE
2 cabriolis novos
Sabbido 22 do corrente.
Costa Carvalho far leilo no dia cima as 11
1(2 horas da manha de dous cabriolis novos
com arreios, os quaes sero entregues pelo maior
prego encontrado, no aterro da Boa-Vista hoje
ruada Imperatrizn. 55.
A direccao pede por mais urna vez,
aos Sis. socios par. comparecerem hoje
nosalao do hotel inglez ao meio dia
a im de tratar se de negocio? q ie exi -
gem prompti decisao, a qual sera' to-
mada p?lo trmero que comparecer.
Algam-Sti os dous an lares do so-
brado da rm da Cruz n. 45, recente-
mente pintados e commodos suflicientes
para familia: a tratar no armazem do;
mesmo
Fugio no di;i 10 deste mez a es-
crava romana, crioula tula, estatura re-
gular, usa gaforma, anda sempre cal-
cada de borzeguin? ou sopito? de couro
delusttv, ->.nda de chales mai'o pro-
sista e ha noticias de ser vista na fregue-
zia de S. Jos : a pes?oa que apprehen-
der leve-a a praca da Baa-Vista n. 22
Aluga-se
urna casa terrea com bastantes com-
modos acabada ha dous anno, sita na
rua do Motocolomb n. 75 da fregu
/.a dos Afogados: a tratar na praca da
Boa-Vistan. 16 A.
9,ao.
Debilidade ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
de garganta.
de barriga..
nos rins.
Dureza no ventre.
Knfermuladesno ventre.
Ditas no figido.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Fehre biliosa.
Fehrcto intermitente.
Vende-se estas plalas no ostabcleeimenlo ge-
ral de Londres n. 224, Strand. e na luja de
todos os biticarios droguista e otilras pessoas. en-
carregidas de sua venda cm toda a America do
Mil, Havana e Hspanha.
Vendem-se as bocelinhas a 80C rs. cada
urna dallas, contera urna instrueco em porlu-
guez para explicar o modo de se usar deslas pi-
tillas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
dharmiceutico, na rua da Cruz n. 22, em I'er-
nambuco.
pecie.
Mal de podra.
Manchas na cutis.
Ab?trucc,ao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengo de ourina.
Rlieumatismo.
Syrapiomfs secundarioi
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Irmandade do Senbor
Jess das Portas.
O actual escrivo da irmandade do
Bom Jess das Portas, erecta na igreja
Bom
Sexta feira 21 dedezembro as
10 horas em ponto.
NA
Alfaiidcga armazem n. G.
O agente Pinto autorisado pelo lllm. Sr. ins-
pector da alfandega c era preseuca do cnsul da
Blgica, far Isilo no dia e hora cima mencio-
nados dos seguinles objectos salvados do navio
belga Planten, a saber: urna lancha e seus
pertences, ura bote, 6e 1|2 pe^as de lona, urna
barrica com bolacha, urna lata com r.h5, um lam-
peao, urna chaleira e panella de cobre% um bar-
ril com manteiga, duas pecase duas meias pe-
cas de cabo, urna vela e ara salva vida.
Importante
EtM)
DE
MOVEI
(Sem limite c com lanche.)
Segunda-feira 24 do corrente
as 11 horas em ponto.
NA.
Estradft (IC JOUO de f?/M*-! Marques, anemalante do imposto
MJfiOM MtKt U/V tfuuu 1*1/ mjiai jteg (1UC d() (o de janeir0 vindoun
ros sitio da Cscala.
Costa Carvalho honrado com a codidq
Seohor
na igreja da Madre
de Dos, convida a todos os seus irmos a reu-
nirem-se no consistorio da dita igreja, no dia 2{
do corrente, pelas 10 horas da manha, afim de
em mesa geral, se eleger a nova mesa que tem
de regnr esta irmandade no anno d 1861 a 1862
Joaquim Francisco da Silva Jnior.
Escrivo.
Clemente Tavares da Cruz, subdito porlu-
guez, retira-se para o Rio de Janeiro a tratar de
seus negocios.
Os abaixo nsMgnados declarara ao respeila-
vel publico, part'cuarmente ao corpo do com-
roercio, que tem dissolvido amigavelmenlc a so-
ciedade que tinham as duas tabernas, snndo
urna na travessa do Marisco n. 7, e outra na rua
do Padre Floriano n.74. que gyravam sob a fir-
ma de Silva & Rosas, ficando o activo e passivn
das mesmas a cargo do mesmo Silva. Recife 21
de dezemhro de 1860.Jos Gomes da Silva.
Jos Anlonio Soares Rosas.
Ausentou-so da casa do abaixo assignado,
no dia 19 do corrente, o crioulo Eustaquio, ca-
lafate, j de idade, corpo regular, magro, olhos
encovados: quem o apprehender, queira leva-lo
em Santo Amaro, casa de Manoel Custodio Pei-
xoto Soares, ou na rua da Moeda, armazem de
ferragens, a Joo Francisco Marques.
Manoel Custodio P. Soares.
A irmandade das almas da freguezia de
Santo Anlonio precisa de um copello : qualquer
senhor sacerdote que quizer oceupar o referido
lugar, podo dirigir-se a rua do Queimado n. 22,
que achara com quem tratar.
Pede-se ao Sr. Severino Ferreira da Silva,
morador na cidade do Rio Formoso, que no pra-
zo de 20 dias veuha tirar os penhores que exis-
(em na rua do Cabug n. 4, lindos os quaes sero
vendidos para pagamento.
e O abaixo assignado avisa o Sr. Luiz Jos
das aguarden-
ro cm diante dei-
xt de vender agurdente em sua taberna sita na
! na dos Martyrios n. 36. Recife, 21 de dezembro
de de 1&60.Luii Anlonio dos Santos Pereira.
ymiraveis remedios
americanos,
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, etc., devein estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos
com os quaes se cura eficazmente as principis
molestias.
Prompto alivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de reumatismo, dor de
cabera, nevralgia, d:arrha cmaras, clicas,
bilis, indigeslo, curp, dores nos ossos, contu-
ses, queimadura, erupcoes cutneas, angina,
reten^o de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Gura tojas as enfermiJades e>cropiiulcsas,
crnicas esyphilitiras : resolve os depsitos de
maos humores, purifica o sangue, renova o
systema : prompto e radicalmente cura, escro-
phulas, venreo, tumores gran lula res, ictericia,
dores de ossos, tumores brancos, afeccoes do fi-
gado e rins, erysipelas, aboessos e ulceras de
lodos as clases, molestias d'olhos, diftlculJaJe
das regras das mulhores hipocondra, venreo,
etc.
Pilulas reguladoras de Bad-
way
para regularisar o systema, equilibrar a cirru-
lacjio do sangue, inleiramenle" \egetaes favora-
veis em todos os casos nunca ocasiona nau-
zeas nem dorres de ventre, dses de 1 a 3 re-
gularisam, de 4 a 8 purgam. Estas pilulas
sao efficazes as alecijes do figado, bilis, dor
de cabera, ictericia, indigeslo, e em todas as
enfermidades das mulheres, a saber: inegula-
ridade3, fluxo, relences, flores brancas, obs-
Iruc^oes, histerismo, etc., sao do mais prompto
effeilo na escarlatina, febre biliosa, febre ama-
relia, e em lodas as febres malignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companbados de instrucc,5es impressas que mos-
Iram com a maior miouciosidade a maneira de
applica-los em qualquer enfermidade. Estao ga-
rantidos de falcificajao por s haver venda na
armazem de fazendas de Raimundo Carlos Lei-
te & Irmao, na rua da Imperalriz n. 10, ni-
cos agentes em Pernambuco.
cobertos e descobertosr pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para bomern e senhora de
um dos raelhores fabricantes de Liverpool, vin-
dos pelo ultimo paquete iugle : era casa ds
Sonthadl Mellor & C,
ILEGVEL


{>
DORIO DE reRNABMUCO. SlBBDO 22 DE DEZEMBRO DE 1860.
Perguntase
3 mesa rogedora da irmandade de Nossa Senho-
ra da Conreino de Beberibe, se leodo o actual
sachrislra da capella para sua residencia um
espacoso quarto cora dous dormitorios junto a
sachrisria indepoodonte porm por sea ingresso
e egresso exterior; poder* consent que esae
guarda dando outro destino moradia que lhe
foi concedida para gallinheiro, e invada cora seis
ilhw, mulheres, toda a igrej, recebendo e hos-
pedando diariamente valas de diversos sexos
qus o procurar, fatendo da sachristia sa!a d
oosturtts, do consistorio e carnarios do throno
dormito:ios, baveHdo alias encerrado continua-
mente o Santissimo Sacramento no sacrario?!..
Sendo assim fcaoitada a casa de oracao, o saoc-
luario do Seoiior, que tem dado as vezes o es-
pectculo e publico de verecn seus aliares ga-
los e gallinfcas do sachristaa, ser justo, decente
e honesto c^ie continu a desrespeitar esta sa-
grada morada do Senhor, que s por urna fatali-
dade on condescendencia crimiuosa tcm sido
tolerada ? Espera prompla e eflicaz providencia
afim de remover o escndalo
Onx-discpulo do Fr... da Victoria....
Ablha de S. Pedro.
t> habito nao faz o monge, o meio de vida
ualquer, nao condemna o homem a ser tratado
com lesdem, e era servir de objecto de escar-
n. operante o publico, urna vez que a sua con-
ducta differente da daquelles que nao compro-
henderi Jo a lei faitam ao nspeito devido as au-
toridades, em cojo raso nao est Albino de J6-!
que se
Deposito de rap Prince-
taGasse do Rio de Janeiro em Pernarobuco em
casa de Pinto de Souza & Bairao na ra da Cruz
n- 2-j. avisara aos amantes desta excellente e
acreditada pitada que ltimamente receberao
nova remessa della, e se acha por essa forma o
deposito soitido com todas n qualidades.
Quem annunciou nos Diarios de terca e
quarta-'eira 18 e t9 do correte nwz offereceodo
bom ordenado a unja pessoa que se encarregue
das cobrancasde urna grande casa de molhados,
sendo que anda qaeira, pode uigir-se a Boa-
Vista, nes Coelhos,rua dos Praeeres n. 28, que
ah se indicar urna pessoa oem as habilitacoes
que o annuncio exige.
Desappareceu urna cacTiorrinha do reino,
branca, pequea, e cga de ambos os olhos ; ro-
ga se encarecidamente a quem a tiver ou achar
de a mandar levar a ra do Sebo n. 35,
recompensar.
A pessoa que mandou empenhar li galfos
urna caixa para tabaco e urna salva, todo da pra-
ta. pela quautia de 110. desde o dia 15 de feve-
reiro do correte anno, haja de mandar tirar no
prazo de 10 das, na ra Direila n. 18, pois do
contrario serao vendidos para seu pagamento e
juro?, visto j ter-se mandado avisar por diver-
sas vezes.
0 senhor que anDunciou precisar de um
priraeiro caiteiro para estabelecimento de mo-
lhados, no bairro de Sanio Anlonio, queira ler
a bondade de so dirigir ra da Cadeia do Rcci-
ie n. 2, estabelecimento do Sr. Marcelino Jos
Gonealves da Fonte.
Roga-se as pessoas que lnham penhores
na ra da Cadeia desle bairro, n. 15, e depois no
pateo do Hospital do Paraizo n. 18. e cujos pra-
dal de justioa provisionad'oYeio I na' S!ttS5S^S^ZS^ "'i'" 8 f*"
i na ra Uireita n. 82, pnmelro andar, do contra-
rio serao vendidos. Recite, 14 do dezembro de
Quem quizer dar urna enanca
para se criar (sem ser de leite), dirija-
a* ra Velha n. 73, que achara' com
quem tratar.
Imagens
Trocam-so as mais ricas e perfeitas imagens do
N S. do Carmo, Santo Antonio e Menino Jess,
de diversos tamanhos, proprios para o festejo da'
noite de natal, e por precos commodos : na ra
do Queimado, loja de ferragensn. 14.
Aluga-se por preco commodo o armazem da
casa n. 39, sito na ra do Imperador : a tratar na
casa do fallecido commendador Luiz Gomes Fer-
reira, no Mondego.
raiIllBJL
juizo especial do commercio, e por sso fnnjadn
por motivos ponderosos deixa do ser olkial do lc"
jateo municipal da segunda vara, ende igual-i00
menie servia por ter pedido demissao daquelle Os abaixo assignados tendo perdido um
- -- meio bilhete da segunda parte da prlmeira lote-
i na conceJida a irmandado de N. S. do Bom Par-
Recife 21 de dezembro de 1860.
Albino de Jesus Bandeira.
Quem precisar de una ama com muito e
ooni leite, limpa e cuidadosa, dirija-se ao es-
criptorio de Claudio Dubeux, que achara com
quem Iratar.
Aluga-se duas casas sitas em Santa Anna
de denlro com bastantes commodos para qual-
quer familia, sendo o lugar o mais eaudavel
para a sale, cora hanho perto de casa : a Ira-
lar no pateo de S. Pedro n. 6.
Alug*-se o priraeiro andar do sobradada
ra da Cruz n. 29 a tratar no pateo do S. Pedro
o. 6.
Aenco.
m
Quem tiver e quizer vender um sitio perto da
praca que tenha boa casa de vivenda, arvoredo
fructfero e boa agua, queira annunciar por esto
Diario para ser procurado.
Gollegio de Beiufieal
Este estabelecimento precisa de urna ama go-
vernanle, de urna costureirae de dous criados de
mesa.
XjIjYo. DI ('110. Pelo mesmo consulado se previne s pessoas
Desappareceu hontem 19 do corrente, dos Coe- ; I"8 I0'wreoi subscrever para o monuraonto de
lhos, una cabra de leite s^m cria, com os sig-, Ca.mes e lida o nao tenham feito, que a subs-
nats seguinlcs : preta, cora urna estrella na tes- \ criP5<> se encerrar no dia 25.do corrente, e ro-
la, bargada de Graneo do lado esquerdo, nao i 6a"se aos senhores que tivercm qualquer quan-
lern signal algum na orelha. tem ss ponas ser- j a j>ertencente a esta subscripeo, tenham a bon-
lo de S. Sobasliao do Olinda n 1971, previnem
ao Illm. Sr. thesoureiro e senhores cautelistas
naopagarem dito bilhete, caso saia premiado,
se nao aos abaixo assionados, vislo esterera as-
signados no verso do dito bilhete. Guilherme
Joiquim da Silva Braga.Jos Sabino Lisboa.
Atso.
Pede-so ao Sr. que recebesse pnr engao ou
achasse ama carta viuda de Barreiros, para An-
tonio Augusto de Amorim, que a v levar na ra
do Queimado n. 50 ao mesmo senhor, ainda que
por engao a abrisse, e ser gratificado. Essa
carta tralla denlro urna lettra do que sacador
Francisco Jos Leite e um papel de grande im-
portancia.
Consulado de Portugal.
Por este consulado sao convidados os pensio-
nistas do estado a apresenlar em devida forma os
documentos comprobados da sua existencia al
ao dia 29 do corrente para so poder fazer as de-
vidas communicaces para o ministerio dos ne-
gocios eslrangeiros de Portugal.
Recife
DO
radas de pouco, boa de leite : quem della der
noticia ou pegar, levo aos Coelhos, ra dos Pa-
seres n. 28. que receber boa gralilicacao.
Da ra dos Pires casa n. 15, fugio no dia
19 do corrente um casal de jac : quem delles ti-
ver noticia queira ter a bondade de annunciar
por esle Diario ou mandar entregar na referida
casa que se pagar o trabalho.
Aviso
i
Ao Sr. arrematante do imposto das aguarden-
es Luu Jos Marque?, faz sciente o abaixo as-
signado, proprietarioda taberna da ruadas Cinco
P-mtas n. 66, que do 1. de Janeiro vindouro em
Jiante deixa de vender agurdente na referida
sua taberna ; e posto que esle aviso fosse dado
pessoalmente ao dito Sr. Marques, o annuncian-
te fa repeli-lo pela imprenia para evitar duvi-
das Juo Jos de Carvallio Jnior.
dade de a reraetter a este consulado cora os no-
mes dos subscriptores alao referido dia, para se
poder organisar a lista geral delles, e remecer-
se o producto no paquete do flm do mez.
Deseja-se tarabem saber nesle consulado se
existe nesla provincia o.subdito porluguez Fran-
cisco Barbosa da Cunha e Mello, Dlho de ou(ro
do mesmo nomo, natural de Sardoura, conselho
de Villa Real. Roga-se a qualquer pessoa que
delle saiba nolicias, que venha participa-las a
este consulado.
Precisa-se alagar um priraeiro andar ou
casa terrea que tenha alguna commodos para fa-
milia, no biirro de Santo Antonio, pagando-se
25$ mensaes, bem garantidos ; na ra do Quei-
mado e. segundo andar.
Ama deleite.
Precisa-se de urna ama torra ou captiva, que
seja limpa e saudavel, com bom leite, para criar
urna menina de 5 mezes ; a tratar na ra do Se-
bo n. 36, das 6 horas da manha at as 8, e das
4 1|2 da larde em dianle.
Presentes para festas.
. cestinhas com fructas e flores arliflciaes, tendo cada fructa e flor um tosco com Uno
v* 1|3C10 D3T3 l*?n',O.
Objectos de crystal e dourados para adornos de loilels, ricos alfinetes e
fle seuhoras
horas bonito sortircento de bonecas. l.ndos chapeos de seda e de palha para se.ihoras e me-
ulltmo gosto de Pars e Rio de Jane.ro e muitosoutros objectos muito proprios para presen-
- razoaveis, em casa de "
Dinas
tes das estas que se approximam, os precos sao muilo
Crespo n. 4.
N. B. Todas as noites at 8 horas estar a vidraca Iluminada a gaz com
versos objectos aununciados para as familias poderem apreciar ditos objectos.
J. Falque, ra do
exposico dos di-
CHARUTOS.
das melhores fabricas do
Recebem-se por todos os vapores do sul superores charutos de urna
Rio de Janeiro, esta
tem
de, '
Cadeii
entro commercia
Movimelo dia-
nhasdosom-
rio das li-
nibus de
Claudio Dubeux, horas da partida
volta dos respectivos lugares.
OBSERVAf.ES.
Os Sr. assignan-
tes que deixarem de
o ser devem fazer a
sua despedida por
esiriulo ou bocal-
men'e no respectivo
escriptorio, para ser
o seu nomo elimina-
do do livro respecli-
o; sem o que serao
considerados romo
lacs at- que se dis-
pe;aai.
Outro sim, se ad-
verle que, os Srs.
assignantes s tem
direico a sua assig-
n.ilurj nos di.i.s uleis
cujas roensalidades
sero pagas adianta
das.
AJverte-sfl mais
que nos diaa festivos
se augmentar o mo-
vimento dos mni-
bus conforme a ne~
cessidado o exigir.
DE
API PUCOS PVRA
O RECIFE.
<

Do Cachang
Recife.
para o
Do Jaboato
Recife. .
para o
6
6I|2
r"l
Slil
81|2
Do Recife para Olinda.
De OHnda. .
para o Recife.
Do Recife para
sagem. .
a Pas-
0a Passagem
Recife. .
pata o
I
DO RECIFE PARA
API PUCOS.
n
<
Pfl
O
pq
a
-a
Do Recife para o Ca-
chang.....
31|2
4
41,2
5
51i2
6
61,2
61,6
81i2
81|2
Da Varzea
cife. ,
para o Re-
Do Recife
boalo.
para Ja-
Do Recife para Olinda.
De Olinda para
cife.
o Re-
Do Recife para a Pas-
sagem. .
Da Passagem
Recife.
para o
Do Recife para a Var-
zea.....
41,2
31|2
OBSRVAgES.
Nos domingos e
dias santos tem do
Recife para Apipu-
cos mnibus as 6, ti1,
e 7 horas da manha
e para Olinda tem
um mnibus as 7 e
volta as 8.
De tarde parte do
Recife para Apipu-
cos as 3 horas e vol-
ta as 5, 6 e 7.
Para Olinda parte
as 4 horas e volta
as 6.
Preco das mensa-
lidades
Apipucos. 26jt000
CachaDg. ; ? 26SOO0
Jaboato. 70)5000
Olinda. 26000
Passagem 20i000
Varzea. 265000
As mensalidades
annuaes teem 10 por
cenlo de abalimento
no flm do anno a
contar de Janeiro de
1861 em vante, me-
nos as da Passagem
e Capunga.
Nos domingos e diai santos tambem havej
l|2 da manha e regresrarao para o Recifa a= .
manha, e regressar as 5 horas da tarda rollar do Recife as 7 horas da noite.
-.n havej omnib.s para a Varzia e Caxang, quaahi
2 da manha e regresrarao para o Recifa as 5 e li2 da tarde ; para Jaboata as 6 feo
ira o ns
ras da
ao rio Sao Francisco.
"Limitado.
De conformldade com as instruyos recebldas
da respectiva directora faz-se publico que desti
dala em dianle s5o convidados os accionistas
desta companhia a cumprirero com os termos do
aviso que porordem da mesma abaiio icam pu-
blicados.
,o?nCri?-lrrio da companhia 17 de dezembro de
louo.E. II. Bramah, thesoureiro.
AVISO.
COXFAMIA DA VIA FRREA
DO
RECIFE A SAO FRANCISCO.
(LIMITADO.)
Pelo presente faz-se publico que por resoluco
da directora desta companhia, lomada nesla da-
ta tem-se feito urna outra chamada de duas li-
bras sterlinas por cada aego. a qual chamada ou
prestaco dever ser paga at o dia 3t de Janeiro
prximo futuro no Rio de Janeiro em casa dos
Srs. Mau Me. Gregor & C, na Bal,a aos Srs. S.
S. Davemport & C, e era Pernambuco no es-
critorio da thesouraria da mesma via frrea.
Pelo presente fica tambera entendido que no
caso de nao ser a dita chamada ou prestaco sa-
lisfeita no dia marcado para o seu pagamento ou
airles o accionista que Incorrer nesla falta paga-
r juros a razo de 5 por cenlo ao anno sobre
tal chamada ou prestaco a contar desle dia at
que seja roalisado o pagamento. No caso de nao
eirectuar o pagamento desta chamada ou presta-
co dentro de 3 mezes a contar do dito dia (liado
para o embolso da mesma ficaro as a^.ces que
incorrerem em tal falta sujeitas a serem confis-
cadas segundo as disposices dos estatutos a esle
respeito.
Por ordem dos directores.
AssignadoW. II. Bellaray,
, Secretario.
199 Gresbim House.
Od Brouad Street.
E. C.
22 de novembro de 1860.
Precisa se de 6:000$ a premio
dando-se por segu rauca predios nesta
praca por tetnpo de um anDO : qnem
os quizer dar dirija-se a esta typogra-
pliia que se dir' quem precisa ou an-
nuDcie por este Otario.
Nova pauta ou tarifa da
alfandega
Ne livrria da praca da Independen-
cia n. 6 e 8, existe a nova tarifa que
tem de executar se a 9 de fevereiro, a
qual sera' mostrada aos Srs. assignantes
do Diario, que a quizerem consultar em
quinto nao chegara algum para vender.
Botequimdaespe-
ranca.
j>
No pateo do Terco n. 42 acha-se estabelecido
um botequim onde se encontrar a qualquer hora
do dia o bom lanche, e a noite haver bom caf
e cha, ondo tambem haver o bom charulioho de
Ravana para a rapazeada fumar.
Joao Baptista Gon^alves Bastos faz
sciente ao respeitavel publico e com es-
peciahdade ao corpo do commercio
desta cidade, que tendo dissolvido ami-
gavelmente a sociedade que tinha com
o Sr. Francisco Antonio de Assis Ges
que gyrava sob a firma de Ges & Bas-
tos na rua do Queimado n. 46, se acha
hoje estabelecido na ra Nova n. 49 as-
ociado com o Sr. Joo Bernardo da
Costa Reg Monteiro, cuja sociedade
passa agvrar sob a firma de Bastos &
Reg.
Christiano d Almeida, subdito porluguez,
embarca para a Bahi.
Em casa de Wills Laikam & C, rua da Ca-
deia n. 52, vende-se vinho branco e tinto do Lis-
boa em barril do quinto.
Para pastis.
Ancoretas de azeilonas novas a 1/280, em gar-
rafa a 240 rs., farinha do reino a 160 a libra,
loucinho a 320, banha de porco a 560, vinagre de
Lisboa a 240 ; na taberna da estrella, largo do
Paraizo n. 14,
Festa do Monte
em Olinda.
Os festeiros do Monte, do conformidade com o
Exra. 1). abbade de S. Benlo, lera accordado que
a festa da Sra. do Monte lenha lugar no domingo
13 do Janeiro prximo vindouro, em razo de
acharem-se empedidos os ultimse os primeiros
dias do corrente e do prximo Janeiro com as
eleices primarias, que nelles devem ler lugar,
e que necesariamente ernberacarao a muitos de-
votos e as suas familias de poderem concorrer
cora suas romanas, e assira todos llcaro satis-
feilos.
Aquelles dovolos, que quizerem concorrer para
a mesma festa com suas esmolas, podem procu-
rar no Recije ao Sr. commendador Manoel Luiz
Viraes, e em Olinda ao Sr. Lima Jnior, casa do
sobrado em frente da igreja do S. Bento.
Aos consumidores de gaz.
A empreza da illumiiiaeao
gaz, roga a todos os Srs. con-
sumidores o favor de nao en-
tregaren! aos seus machinis-
tas ou serventes qualquer di-
nheiro quer de reparos ou
outro qualquer pretexto, sob
pena de lhes ser novamente
exigido. Todos os pagamen-
tos devem ser feitos ao Sr.
Thomaz Garrett nico cobra-
dor autorisado ou no escrip-
torio dos gerentes.
Moseg Williamsr, subdito american reit-
ra-se para o Rio de Janeiro.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por 3$
Tirara tratos por 3$
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3#
Tendo recebido um sortimento de
xinhhf novas
Tendo recebido um sortimento de
xinbas novas
Traspasse.
A pessoa que em flns do anno prximo passa-
do oflereceu maior aluguel e \^a, ao proprieta-
na""!/-,84 d8 rua d" In>P*"l'. queira ap-
m..?h-* d,ta.?" ,'UI1U("' outra pessoa
que lhe convenha este negocio, para tral.r-se do
j.?"*** Cm 0,n1ui,,no "dual, segundo o con-
'senso do senhono, etc.
H"ia^qUem lhe fallar uma crianca e 2 annos
nth ,i>0UC0 maia ou monos- bellos louros,
olhos pardos, vestido de um palelot de chita azul
procure na rua do oilo da matriz da Boa-Vista
roa. S6 ,gasalhou Para ,ndar perdido pela
COMPANHIA
ALLIANCE,
stabeecida m Londres
CAPITAL
Cinco nlhoes de Vibras
sterlinas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de nfor-
mar aos senhores negociantes, proprielarios de
casas, e a quera mais convicr, que esto plena-
Tn ,nienteautorisadoa pela dita companhia para ef-
1 ondo recebido um sortimento de ca-i fec.lu" seguros sobre edificios de tijolo e pedra
xinhas novas 5?..e.r!:8.5d_e. lelha e 'ualmente sobre os obie
Ten Ja recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas i
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinlias novas
No grande salao da rua do Imperador
No grande saloda rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No-grande salao da rua do Imperador
A. W. Osborn, o retratista amYica
no tem recentemente recebido um gran- R?.mboS n Va al k dJa ,2iJ correnle-
dppvari-.riftinri;mn j i lcrDaDueo 13 de dezembro de 1860.
L !I O^jmento de.Catxas, qua- I ^- Aljjgam-se dous andares do sobrado da ru
n- 24JLtendo commodos para grand
Cachang.
cai-
cai-
que contiverera
objectos
osmesmos edificios, quercon-
SquLea'aem/W,U U em fa"das de\ua.quer
S DENTISTA FRANGEZ. S
g Paulo Gaignoux, dentista, rua das Ls-Z
Vrang,>iras 15. Na mesma casa tem agua 7
> p dentifico, <
Companhia Pernambucana
Teodo breve de se eonvocar reunio da as-
sembla geral. oS Srs. accionistas desia cojapa-
nn JMf-511?08 a faZer rPSSlrar SUaS a*CC0eS
no escr.ptorio da mesma compnhia larso' do
Noste bello arraial ha para alugar un 1 casa
cora bastantes commodos para gFaode famHia
muiloresca e defronte do rio ZVoTt:
Aluga-se um excellente quarto no corredor
da escada do sobrado da rua das Cruzes n 39
Cmzres0n.Tnder' PrCre "' lravessada rua S
Escnptorio de enterro, na rua Nova,
casa n. 63, entrada dos carros fne-
bres pela rua das Flores.
Agr administrador desle estabelecimento. ro-
ga aquellas pessoas que sao devedoras ao mes-
mo o obsequio de roandarem saldar seus dbitos
visto que lem de prestar conlas at o da 30 d
corrente. e espera que attenderao ao justo moti-
vo que tem : igualmente pede aos que tem pe-
mesmoda JO. ao contrario os vender para ser
embolcado. rulo ler passado do lempo em que
combinaram para os tirar ; e para que nao se
chamem a ignorancia faz o presente annuncio.
KaIkmannIrmaos<& C. aviam ao
respeitavel corpo do commercio que
loram nomeados agentesnesta piaradas
companliias de seguros maiitimo's de
Hamburgo.
lfr.,FJrtTradfum silio na n,a Imperial n.
le 7eS10 6 Ur COberl' de Roberl Ros:
flnl p f C0ra a resPcctiva cadeia com dous
t..m Hur0 eum grosso Passador, tendo
este em cada ura dos lados uma pequea cabera
dros, aparatos chimicos,
numero de obj
Como tambem
to de caixas pal-
eada um, as pessoas que desjaremyd-
qnirir conhecimentos pratiecs na arte
de retratar acliarao o abajxo assignado
sempre prompto sob condicles muito
razoaveis.
Os cavalheirosesenhoras sao convida- ^rliraent0 d
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do que
cima fica anunciado.
Manual
DE
Coritas eitas
para compra e venda de assucar e mais objectos
obra muito til pira os negociantes e senhores
de engenhos, pois com um lance de vista podem
saber o importe de quaesquer quanlidade de ar-
robas e libras; um volume bem encadernado por
55000. Vende-se na livrria econmica, junto ao
arco de Santo Antonio.
Aluga-se o armazem da rua da Madre de
Dos n. 3 ; a tratar com Marlins A Irmao.
Verdadeiro caf de Moka, s
no hotel trovador, rua larga
do Rosario n. 44.
A qualquer hora do dia ou da noite encoulrar-
Capibaribe
do finado
Xisto.VieiraCeelho : quem as preten-
der dirija -sea-leja da esquina da rua
do Crespo r8.
Tem chtfWdo na rua Nova n. 22. um bonito
. istrumentos de msicos, e lam-
,V?:d.e.escriP,uraGao di3a de 780 folhas
'ugaAdqjPiteiro, sitio
m
mui
o bonitos.
? .ch6' *-T.e.tenr Vr pequen s
diamantes, e na oulra um dito : roga-se as au-
o annn?..n ? f6" ^m f0r "Liti', que
o apprehenda e leve ao sitio cima indicado oue
ser eenerosamenle recompensado. q
rorS Sr$,' a.b,ixo aM8n re* a rua da Imperalriz, loja n. 82, a neocio,
que mu>to lhes inters*, o diz respeito" 8
Jos Caelano Pinto do Queiroz
Manoel Flix Nasario, de SantoAnto.
Domingos Jos Dantas.
Sabino Joaquim da Purificacao.
Joao Augusto de Hollaoda Silva
Lucas Antonio Evangelista.
Jos Joaquim de Aguiar.
Manoel hidra do Nascimento Araujo.
Manoel Seraphim. '
Joaquim Juvencio de Almeida.
TheodoroJos Pereira Tavares
Jos Pedro Ralis Barbosa.
Antonio Homem Ledo.
Miguel Carneiro de Hures
Manoel Flix.
Conrado Jos da Silva.
Domingos Francisco Regis.
Jos Antonio da Silva.
Joao Barbalho de M^llo.
Jos Leocadio do Res, morador no engenho Jar-
dim, freguezia do Cabo. 6 "
Curso particular derhetorica.
Manoel de Honorato tem aberto o seu curso
de eloquencia e potica nac.lnn! na gg
ta n. 88,
J potica nacional
primeiro andar.
CONSULTORIO
LX)
lla fc A,
MEDICO PARTEIRO E
OPERADOR-
3 RUA DA GLOIA9 CASA DO FU^DAO 3
Clnica por ambos os sysientas.
se-ha nes'le estabelecimento aguato duVfregu- O Br. Lobo Moscoso d consultas todos os dias nela manhSa
zeso verdadeiro caf do Moka, bem assim sor- horas. Contrata nanHna nor ,. iouo, us oas pea mandaa,
vetes das melhores fructas que xiate nn?i!et Ji^S^SJST P annualmente, na'o s para acidado,
cado, das 6 horas da tarde era diante, Repele se
o annuncio para maior ciencia do publico e ha-
ver nesle mesmo estabelecimento comida feita-a
qualquer hora que se procure, e bem assim o
fornecer-st para casas particulares. No mesmo
hotel precisa-se de um moleque captivo para o
servio interno e externo.
Aluga-se o sobrado de dous andares e so-
loda rua Imperial n. 169 : a fallar na rua da
Aurora rt. 36,
Roga-se ao Sr. Jernimo Gomes Ferraz, de
apparecer na rua larga do Rosario n. 20, segundo
andar, que se lhe deseja fallar a negocio de seu
interesse.
O Dr. Joaquim da Silva Gusmo, medico l-
timamente chegado a esta capital, pode ser pro-
curado para o exerclcio de sua prosso, na rua
Imperial n. 64.
Na povoaijao de Santo Amaro do Jaboato
lem para alugar-se uma casa de tijoio. grande e a
moderna, pintada de novo, cora raobilia dentro,
tem banho no fundo do sitio, e este todo cerca-
po com porto ao lado : quem a pretender, diri-
ja-se a rua Direila n. 95.
agenciados fabricantes america-
nos Gr o uve r|& Baker.
Machinas de coser: em casade SamuelP.
Jonoston (Si rua da Senzala Nova n. 52
A relnaQo do Monteiro precisa de ser-
ven tes.
ou oulras propriedadas ruraes.
| Os chamados devem ser dirigidos sua casa at s 10 horas
de urgencia a outra qualquer hora do dia ou da
o nome da pessoa, o da rua e o numero da
Nos casos que nao forem de
dero reraetter seus bilheles botica do Sr. J.
e de tarde depois de 4
como para o engenhos
Dentista de Pars.
15Rua Nova15
|- Frederic Gautier, cirurgio dentista,!
faz todas as operacoe da suaartee col-9
locadenles artificiaes, ludo com a upe-5j
rioridade e perfeico que as pessoasen-j
tendidas lhe recohecem.
Teraagua e pos denlifricios etc
Muiti se deseja fallar com ossenhores abai-
todeclarados, na ruado Queimado n. 39 loja.
Antonio Jos de Amorim;
Anlonio Francisco da Silva.
Manoel Jos Milete Meiriz.
Joaquim Jos Botelho.
Quem precisar de alug3r urna escrava, diri-
ja-se a rua dos Marlyrios n. 2, sobrado de dous
andares.
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
rua da Lapa n. 13 ; a tratar no armazem do
mesmo.
Precisa-sede uma escrava que saiba cozi-
nhar e engommar ; quem tiver, dirija-se a rua
larga do Rosario n. 28, primeiro andar.
Desappareceu do sitio de D. Bernarda, em
santo Amaro, um cavallo rudado escuro, tendo
uma ferida na mao direila junto ao casco, e outra
na pa esquerda cora tres dedos de largura ; ro-
ga-se s pessoas que o virem ou delle tivorem
noticia, de o levar ao mesmo silio junto ao quar-
lel da cavallaria do que ser generosamente gra-
tificado.
da manha e era caso
noite, sendo por escriptoem que se declare
casa.
rgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
*. >. i. ii^a.*ai.v- oV A"MAC^ u loja d
Nessa lo|a e na casa do annuncianiaa.hr--.i,. .^..._._P. *e"?.a"
res tnedica-
na rua do Crespo ao p da .
toja e na casado annunciante achar-se-ha constantemente os melhe
raemoshoraeopalh.cos j bera conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes...........iOgo00
D.U de24dos.................1350
2 36 ditos.................205000
Dita de <8 ditos........... 25~000
Dita de60diios...........'.'.'.'.'. 30c00
Tubos avulsoscada ura......... |*0qq
Frasees de Unturas. ;.......'.'.".'.. 29000
Manualde medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr, tra-
duzido em porluguez, cora o diccionario dos lermos
de medicina, cirurgia etc.. etc. ..... 205000
Medicina domestica do Dr. Hering, cora diccionario. 1050CO
Repertorio do Dr. Mello Moraes........ 65000
DE
NA. IuOJ\ i ARM\Z^M
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RUA DO QUEIMADO 40
Defronte do becco da Coogregaco letreiro verde.
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa de pequea
familia: a tratar na rua da Cadeia do Recife n.
45, esquina da Madre de Dos.
A luga*-se o segundo andar d%-*obrado da
ruado Rosario da Boa-Vista n. 53. quasi de-
fronte do sobrado da esquina que deita para o
pateo da Santal Cruz. quem pretender falle na
taberna do rae; rao sobrado.
Ainda es i por alugar-se o segundo andar
do sobrado da rua das Aguas-Verdes n. 86 :
quem a prelen ler falle na rua das Cruzes n. 9,
penltimo sob
do paraS. Francisco.
ado quem vai da rua do Queima-
Seda de quadrinhos muito fina covado
Knfeiles de velludo com froco pretos e
de cores para cabera desenhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo seda la
e seda, cambraias e seda tapada e
transparenre, covedo
Luvas Je sedabordadas e lisas para
senhoras, homens e meninos
Lencos de seda rxos para senbora a
29000 e
Mantas para grvalas e gravatas de
seda de todas as qualidades
Chapeo francez forma modrrna
Lentjosde gurgurao pretos
Kicas capellas brancas para noivados
Saias balo para senhora e meninas
Tafeta rxo o covado
Chitas franceza a 260, 280, 300, e
Cassas francezas, a vara
19000 Setim prelo azul e encarnado proprio
para forros cora i palmos de largnra
o covado
Casemiralisa decores 2 larguras*, o co-
vado
Chales de miron bordados, lisos ees
lampados de todas as qualidades
Seda lisa preta e de cores propria para
forros com 4 palmos de largura, o
covado
Ricos cortes de seda pretos e de coros
com 2 saias e de babados
Ditos de gaze e de seda phanlafia
Chales de toquim muito finos
Crosdenaple preto e de cores de todas
as qualidades
Seda lavrada preta e branca
Capas de fil e visitas de seda preta
com froco
29500
89500
29000
5500
5320
5500
19600
2900O
15500
ILEQVEL

/


DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO 22 DE DEZEMBRO DE 1860.
(61
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
ALA FARffiJLHA @ Bfi. TWK3gI[Kl
MELHORADO E FABRICADO SOB ADIRECgAO' DO DR JAMES R. CHILTON,
mico e medico celebre de Sew York
A GRANDE SPERIORIDADE DO EX-
TRACTO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seo extraordinario
e quasi miraculoso effeito no
sangue.
Cada ura sabe que a saude ou a infermidade
depende directamente do estado desle floido vi-
tal. Islo lia Je ser, visto o partido importante
que tem na economa animal.
A quautidade do sangue n'urn homem d'es-
tatura mediana est avallada pelas as primeiras
autoridades era vinte e oito arralis. Era cada
pulsagao duas onceas sahern do corado nos bofes
e dalli todo o sangue passa alem no corpo huma-
no era menos de quatro minutos. Urna dis-
pos'iQao extensiva tem sido formada e destinada
cora admiravcl sabedoria a destribuir e fazer
circular esta corrbntk db vida por todas as
partes da organisac,ao. Deste modo corre sera-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
fonle de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguraa se emprenda
le materias ftidas ou corrompidas, diflunde
cora vblocidadb ELCTRICA a orrupijao as
raais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O venene lanca-se para tras e para dtante pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
at cada orgo e cada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneira
a circulaqo evidentemente se faz um engenho
poderoso de doenc.a. Nao obstante pode tam-
bem obrar com igual poder na criago de saude.
Estivosse o corpo infecionado da doenga maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou -gisn luloso, ou muscular, se smenle o san-
gue ple fazer-se puro e saudavel ficar superior
a doenc,a e inevitavelmente a expellW da cons-
tituigo.
O grande manancial de doenc.a enlao como
y aqui consta no fluido circulante,e nenhum
medicamento que nao obra directamente sobreel-
le para purificar e renova-lo.possue algum direi-
to ao cuidado do publico.
O SANGUE O sangue l o ponto no qual
se ha mysler fixar a altencao.
O ORIGINAL E O GINUINO!
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na cidade de
New-York, bavernos vendido durante muitosan-
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, consideramo lo ser o extracto original e ge-
nuino de salsa parrilha do Dr. Townsend. o
qual primeramente sob este nome foi apresen-
lado ao publico,
BOYD PAUL, 40 Cortlandt Street.
WALTER. B TOWNSEND Co, 218 Pearl
Street. *
LEEDS& HAZARD, 121 Maiden Lae.
JOHN GARLE & Co, 153 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F. TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRAHAMACo, 10 Od Llip.
OSGOOD R.B. HAV1LAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON, ROBINS & Co, 134 Water Street.
THOMAS & MAXWELL, 86 William Street.
WM. UNDERHILL. Junr, 183 Water Street.
DAVIDT. LANMAN, 69 Waler Street.
MARiII & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCUCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PEN'FOLD, CLAY& Co, 4 Flelcher Street.
OLCOTT, M K.FSSON & CO, 127 Msiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Street.
SCH-IEFFEL1N, BROTHER & Co, 104 &
106Jobn St.
LEWIS & PRICE. 55 Pearl Street.
HAVILAND, KEESE &CO, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & CO, 110 Broadway,
lOAslor.
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
PHILIP SCHIEFFELIN & CO, 107 Water
Streat.
POU & PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Street.
RUST & HOUGHTON, 83 John Street.
I. MLNOR & CO. 214 Futon Street.
INGERSOLL& BROTHER, 230 Pearl Street.
JOSEPH E TRIPPl, 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KLNSLEY, 45 Cortlandt
Street.
HAYDOCK, C0RLIES& CLAY, 218 Pear
Street.
CUMMING & VANDUSER, 178Greenwch
Street.
HASKELL & MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCR & Co. 49 John Street.
CONHECEMOS A ARVORE E SUAS FRU-
TAS ,
E IGUALMENTE
Conhecemos um Medicamento nos seus Effeitos.
0 extracto composto de Salsa parrrlha do
Dr. Townsend esta
0 MEDICAMENTO DO POYO'!
Adata-sa lio maravillosamente a constituido
que pode ser ulilisadu em quasi todas as enferme-
dades.
ONDE K DEBILIDADE,
fortalece;
ONDE E'CURRUPgAO,
purifica;
ONDE HE PODR1DO,
AL1MPA.
Este medicamento celebrado que tao grandes
servicos presla a bumanidade, prepara-se agor
na nova fabrica, na esquina das ras Fronte
Washington, Brooklyn, sob a inspecc,c directa
do rauito conbecido chimico e medico Dr. James
i R. Chilln, da Cidade de New-York, cuja cer-
tido e assignalura se acha na capa exterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL ;E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSAPARR1LUA
DO DR. TOWNSEND.
O grande purkiieador do sangue
CURANDO
O Herpes
A Hertsipela,
A AnSTRICC,AOD0VFN-
TRE,
As Alpobcas
Os Effeitos do azo-
gub,
Dispepsia,
AS DoENCAS.DEFIGA-
B0,
A Hydropesia.
A I.MPINGB
As Ulceras,
O Rhematismo,
As Chacas
A F.D1LIDADE GERAL'
AsDoencasde PELLE
AS BORBULHAS ^A CA-
RA,
AS ToSSESt,
E;
consultorio
PECIAL HOIHEOPATHIGO
O
todos
dia.
es
sita os doentes em seus domicilios
de raio dia em diante, e em caso do ne-
cessidide qualquer hora. As senhoras de
e os doentes de molestia aguda, que
verem ainda tomado remedio algum al-
ico ou homeopalhico, serao allendidos de
encia.
molestias mais frequtntes debaixo dos
parto
nao t
lopatl
prefe
Asi
climas do Brazil, principalmente as que sao
mais difficeis de curar, Ihe tem merecido um
estud > especial; sao ellas :
1. Molestias proprias das mulheres.
2. Molestias das creancas.
3.' Molestias da {elle.
4.' Molestas dos olhos.
5.a Syphilis, ou gallico.
6.' Febressymplhomaticas Jas lesoes do cere-
bro e de suas membranas, dos orgaos do peilo,
e do apparelho digestivo ; febres intermitien-
tes e uas consequencias.
Pharmacia especial homceopathica.
os rae-
para as
pessoai curiosas que nao sabem conhecer essas
differencas, e por isso podeav atlribuir inefica-
cia da horneen jiatliio, o que realmente depende da
m prepararlo dos medicamentos.
Para obviar estes graves inconvenientes o
agitador dynamico do Dr. Sabino munido
de um contador em que se acham as unidades,
de?enas, centenas, militares, dezenas de militares
collocadas convenientemente, de maneira que
cada vascolejac,ao apparece um numero novo,
desde I at 10 mil; nao sendo desta sorte
possivel engao algum.
Os medicamentos homceopathicos preparados
por meio desta maquina sao os nicos que de-
sinvolvcm propriedades uniformes capazes de
curar as molestias com a maior certeza pos-
si el.
Alem disso, desejando tirar de sua viagem
a Europa todas as vanlagens para o progresso
da homceopaihia no Brasil, o Dr. Sabino nao
poupou esforcos para obler as substancias me-
dicamentosas dos proprios lugares, onde ellas na-
turalmente nascem, e para isso enlendeu-se com
um dos melhores herboristas d'Allemanha, para
lhe mandar vir as lanas frescas, allm de pre-
parar elle mesmo as tinturas.
E' assim que o aconio foi mandado vir dos
Alpes, a rnica das montanhas da Suissa, a
100#000 ris de gratificado.
Fugiram hoje 21 do correule. s 8 horas da
niannaa, pelo largo do Hospicio, 2 escravos mu-
alos, pai e Qlho. sendo o primeiro de nome Eze-
quiel, de 40 annos pouco mais ou menos, e
lho Vicente de 12 annos; estes escravos' vie-
rnra ha pouco do Salguciro e forma vendiJos no
armazem do sal: quem os pegar pode lera-Ios
ao aterro da Boa-Visla n. 12, para reetber a'gra-
tifleaeao.
Precisa-se alugar urna sala e um quarte
para escriptorio, no pateo do Imperador, ou em
qualquer das mas do mesmo nome. Crespo,
Queimado. das Cruzes. S. Francisco, estrella ou
larga do Rosario : quem o tiver queir dizer as
h'jas da praca da Independencia n. 6 e 8, ou na
da esquina do Cabugi, por baixo da casa do re-
tratista para ser procurado.
C ompr as.
Compram-sc escravos,
sendo de arabos os sexos, de 12 a 20 annos de
idade, sadios e boas liguras ; na ra da Impera-
trizn. 12, luja.
Compra-se um tacho que leve de 3 a 4 ca-
adas, em segunda mao, que esteja cm muito
bom estado ; em Santo Amaro, taberna de Jos
Jacintho de Carvalho, ouannuoeie.
Na casa n. 3 da ra da Alegrii comnra-se
ma cabra de leMe.
Vendas.
A 2#400 cada queijo.
Na ruada Imperatriz n. 54, vendem-se qoeijoa
oTH/g.0S cheados Be=le ulmo vapor frincea
Queijos suissos,
Vendem-se queijos suissos dos melhore.< que
pode haver, a 960 rs. a libra; assim rumo Buenos
i flamcngo, dos vindos no vapor, e tamben, nuti-
belladona.bryonnii.chamoBiilla.pulsal.lla.rhus.jjoi.pr-io, moito bom, doce de goiaba^fl
hyociamus, foram colhidas n'Allemanba, na baixn, tudo por menos que poss?vd: na ra
Franca e na Blgica, o veralrura no monte Ju-
ra, ele. etc.
extracto do
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
OExtracto acha-secontidoemgarrafas quadra-
das e garante-se ser mais forie e melhor em to-
do o respeito a algum outro purificador do san-
gue., conserva se em todos os climas por cer-
to ssparjo de lempo.
Dr. Townsend tem a assignatura e a cerlidao do Dr. J. R. Chlitton, na capa
Cada garrafa do original e genu
exterior de papel verde
No esariptorio do proprielario, 212 Broadway, New York, e em Pernambuco na ra da Cruz n. 21 escriptoric 1. andar, tam-
em na blica da ra Direita n. 88 do Sr. Prannos.
AGITADOR DYNAMICO.
pharmacia homceopathica est longe de
preen her todas as vistas dos mdicos homie-
palbas em quanto forem os medicamentos pre-
parados mo. A forja do homem nao po-
de lar a precisa uniformidade para bem de-
sinvtl.'er as propriedades medicamentosa* das
substancias; ella vse naturalmente enfraque-
cendo medida que se vae fazendo o traba-
Iho da dynamisacao; e por essa nzo que
numerosas vezes accontece que duas prepara^es
de acnito, por exemplo, da mesaa dynami-
sacao, feitas pelo mesmo homem, no mesmo
dia, ou em dias diversos, cu feitas por dous
homers differenles, no produzem o mesmo re-
sultad* em casos anlogos de molestias; urna
desinvilve urna srcao mais prompla, a oulra
urna scrao mais lenta.
Alera disso, sendo essencial para a regu-
lariiiai e das dynatnisa(6es que cada diluigao
tenha um numero cerlo de abalos ou vascole-
|@Q %fr\
mQ
Ensino de msica.
Offerece-separa leccionar soUejo.comotam-
bema tocar varios insinmienlos; dando asli-
coesdas? horas s 9 1\2 da noite:atratar na ra
l Roda n. 50.
Assignatura de banhos fros, momos,de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,........... 109000
30 candes para os ditos banhos tomados em qualquer lempo...... 159000
15 Ditos dito dito dito .;.... 000
7 ; 4*000
Banhosivulsos, aromticos, salgados esulphurososaospregos annunciados
Esta redcelo de preces facilitar aorespeitavel publico ogozo dasvantagens que resultan)
da frequenciadeum esiabelecimento deuma utilidadeincontestavel,masque infelizmente nao
estando em nossc hbitos, ainda pouco conhecida eapreciada;
ARIH4ZEM DE ROUPA FEITA
Defronte do becco da Congregacaoletreiro verde.
Casacas de panno preto a 309, 359 e 409000
Sobrecasacas de dito dito a 359000
Paletots de panno pretos e de cores a
209, 259, 309 e 359000
Ditos de casemira de cores a 159 e 229000
Ditos de caserniras de cores a 79 e 129000
Ditos de alpaca prela gola de velludo a 129000
Ditos de merino setim preto e de cor
a 89 e 99000
Ditos de alpaca da cores a 39500 e 59000
Ditos de alpaca preta a 39500, 59,
79 e 99000
Ditos de brim de cores a 3J500,
49500 e 59000
Ditos de bramante de linho brancos a
49500 e 690C0
Caigas de casemira preta e de cores a
99, I09e 129000
Ditas de princeza e alpaca de cordo
prelos a 59000
Ditas de brim branco e de cores a
29500 49500 e 59000
Ditas de ganga de cores a 39000
Ditas de casemira a 59500
Colletesde velludo decores muilofino a 109000
Ditos da casemira bordados e lisos
pretos e de cores a 59, 59500 e t 000
Ditos de setim preto a 59000
Ditos de casemira a 39500
Hitos de seda branca a 59 e 69000
Ditos de gurgurao de seda a 59 e C9000
Ditos de fusto brancos e de cores a
39e 39500
Ditos de brim branco e decores a 29 e 29500
Selouras de linho a 29500
Ditas de algodo a lCGOO e 29000
Camisas de peitode fusto branco e
de cores a 29300 e 29500
Ditas de peilo e punhosde linho raui- .
to finas inglezas a duzia 359000
Dilasde madapolobrancas e de cores
a 19800, 29e 29500
Ditas de meia a 19 e 19600
Relogios de curo patente eorisontaes 9
Ditos de prata galvanisados a 259 a 309000
Obras deouro, aderemos, pulseiras e
rosetas
TABAC CAPORAL
Deposito das manufacturas imperiaes deFranca.
Esteexcelenle fumo acba-se depositado, diretamente na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
GAMBOA DOCARMO, o qual se vende por mseos de 2 hectogramos a 19000 e em porgode
10 mseos para cima com descont de 25 porcenlo ; no mesmo esiabelecimento acha-se tambem
verdadYiro papel de linho para cigarros.
EAU MINERTL
NATURALLEDE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22
Sacase
Desta sorte provida a pharmacia do Dr.
Sabino das substancias que serviram para as ex-
periencias puras de Hahnemann, descriplas na
pathegensia, acharao os mdicos e os amigos da
homoeopalhia os meios seguros e verdaderos de
curarem as enfermidades.
OS PRECOS SAO OS SEGUINTES:
Botica de 24 tubos grandes .. 129 a 169
Dita de 36 ......189 a 229
Dita de 48 > ......2i9 a 299
Dita de 60' ......309 a 355?!
N.B. Existem carleiras ricas de vtludo para |
maior prego.
Cada vidro de tintura avulso. ; 29
Cada tubo avulso...........lr>
Caixas com medicamentos era glbulos e tin-
turas de diversas dynamisacoes (mais usadas) :
De 24 vidros com tintura e 48 tu-
bos grandes...........469000
das Cruzesn.41 A, taberna da porla Urga
Vndese um lindo cabriolet o?m
todos os seus pertenecs : na ra da ma-
triz da Boa-Vista sobrado n. 33, pri-
meiro andar.
Capachos.
De 36 ditos dita e 56 lubos grandes 649000
De 36 dilos dita e 68 tuhus grandes. 709000
jacoes para que nao accontec.a que pelo excesso De 48 ditos dita e 88 tubos grandes. 929000
ou pela insuficiencia d'estas percam os medica-1 De 60 ditos dita e 110 tubos grandes 1159000
mentes as propriedades que lhes sao ass.gnala- Estas caixas sao uteis aos medico?, aos Srs,
das. ou que convera cada dynamisacao, io de engenho, fazendeiros, chafes de familias
se podo isso obter as prepararles feitas maownes de navio, e em geral todos que se
\endem-sc caoachos redondos pegenos pin-
tados de 3 palmos pelo dimiuulo preco de 13
ditos redondos maiores a 19280, ditos quadrodos
para camas de armacao 7 palmos de cumprido r
'I?do largura a lSOO: na ra do Imperador
n 63, lberna.
I Altencao. |
p Vende-se on permula-se por casas pe- >
^g quenas urna grande casa sitj em um lo-
g; gar prximo desta praca, podera dirigir- |fe
1 se para informado e ajuste ao ageole <
^S Antones na ra do Collegio. ?K
Atleucuo ao bello gesto.
Vende-seo superior doce de perluxos ; na ra
Augusta n. 31.
Para a festa.
Na praca da Boa-Visla n. 16 A. veudem-se
queijos namengos chegados nesle ultimo apor
francez a 2J400, dito pralc a 900a libra, vir.hodo
tamben maior ou
porque o numero de abales sempre maior ou 1 quWrem dedicar' nraiir da hZLZIT ?nom e^r^do muito fino a I92OO a garrafa.
I 11 1 1 V 1 lluuerfcm ueuicar a prauca oa norr.ceopailua, presuntos portuguezes a OO r? a litr nnin**
"'Ti d_"d.e ev,d!nteraenve resulla m effei, Veudem-se tambera machinas elctricas por- | muitos gneros muito fre'coV^Vsem, vuK
rador se pode fazer negocio.
BOM E B4UT0
por- 1 uiunus geuurus nimio irescos, qu
menor, e por conseguinte talis, para tratamento das molestias nervosas. 1 comprador se pode fazer negocio.
duvid.sona appliccSe do medicamento ;seos Eslas machinas sao as mais moJernas e as
abalos sao tnsufficienles nao se desinvolvera mais usadas actualmente era toda a Europa,
para Lisboa, Porto e liba de S. Miguel, $",! 'ZS^SZ TTSiTiiS'St "0 tt,comraodidade poderem r traai-
U escriptorio de Carvalho, Noguefra 5J S^S*! VfAZ \%Z "" "^^ ~" ^ ^^
misario superior, com perda certa de muilas
das que convem dynamisajo que se quer
prepanr, o que sera duvida tem graves incon
C., ra do Vigario n. 9, primeiro andar.
O Sr. alteres Thom G. Vieira de
Lima, queira dirigir-se a esta tjpogra-
phia, que se lhe precisa fallar.
Jos Mara da Silva Ferreira avisa a seus
freguezes e imigos que mudou o seu esiabeleci-
mento de tinturara de todas as cores, do largo da
Soledade para a ra do Hospicio n. 42, conti-
nuando a recebtr nos mesmos depsitos, tanto no
largo do arsenal de marinha n. 8, do Sr Anselmo
Jos Du3rt Sedrim, 'assim como no largo da ma-
triz de Santo Autonio n. 2. do Sr. Aiitooio Joa-
quina Panasco.
-
re
Remedio lofallirel contra as agnorrhas antigs e recentes.
aico deposito na botica franceza, ru da Cruz d. 22.
Prejo do frasco 39000.
DA
PROVINCIA
O Sr. thesoureiro das loteras manda declarar
que a exlraccao da segunda parte da primeira 1 ol-
lera da irmandede do Nossa Senhora do Bom
Parto da igreja de S. Sebaslio de Olinda ha dje
impretcrivelmente ser efectuada 110 dia 22 dio
correte mez as 10 horas da manhaa no lugdr
do costume.
Thesourana das loteras 20 de dezembro dje
1860.Jos Maria di Cruz, escrivo.
Na ra Augusta casa n. 43, aluga-se o pri-
meiro andar que lem 3 salas, cosinha puchada
forae quarlos bons, muito fresca e acha-se
asseiads.
Precisa-se alugar urna casa terrea ou pri-
meiro andar de um sobrado na freguezia de S.
Jos, que tenha commudos as ras seguales:
largo do Terco, Direila. Ilortas ele. nao se du-
vioandodarde 259 a 30} ruensaes : a tratar na
ra dos Mailyiios n. 18.
Aluga-se urna boa escrava cozinheira : na
Iravessa das B>rreiras da Boa-Visla 11. 2.
Jos de Souza Garca, subdito brasileiro,
tira-se para o Ceai tialarde sua siude.
A administiacao do correio da
Parahiba do Norte contrata homens ca-
minheiros para a conduccao das malas
e paga o jornal mensal de" 24#.O ad-
ministrador, Francisco de Assis Car-
neiro.
Precisa-se de duas amas captivas
ou forras, sendo urna que costnhe o
diario de urna casa com limpeza e ou-
tra que engomme : a tratar na ra do
Vigario n. 19, das 9 as 4 e das 4 em
diante na ra da Aurora n. 80.
Francisco Pereira reM-se para Europa. I
Na ruados Prazeres, nos Coelhos, casa de
portao com 2 leOes, se precisa de urna ama forra
ou escrava para o servico interno e externo de
urna casa.
Aluga-fo melade de urna casa no bairro do
Recife, daDdo-se preferencia a urna senhora viu-
va ou alguraa senhora casada com pouca familia ;
a tratar na ra da Camboa do Carrao n. 19.
O hospital militar precisa contratar com
quem tenba habilitares para exercer o logar de
enfermeiro mor : quom esliver em taes circums-
tancias, compareca no mesmo esiabelecimento,
no da 20 do correnle, pelas 11 horas do dia.
Hospital militar de Peroambuco, 19 de dezembro
de 1560.-O -almoxarife, Thoraaz Antonio Maciel
Monteiro
Aluga-se urna casa com soto, na ra da I
Alegra n. 36: ti tratar com Marcolino Jos Lo-
pes, ds ra do MorMego, otaria n. 13.
. Willam JacksoD; subdito americano, vai ao
Rio de Janeiro.
Precisase alugar urna sala e alcova para
ap az solleiro, e que seja no bairro de Santo An-
tonio : quem tiver annuneie por este jornal.
Aluga-se ura quarto no corredor da escada
do sobrado da ra das Cruzes n. 39 : trata-se na
travesse da ra Beila d. 6.
com
preparares que nao sao nocivas:
Cada urna..... 509000
O Dr. Sabino ensina a maneira de se servir
desta maquina.
so no armazem de i por-
tas, na ra Nova nu-
mero 48.
VenJe-se so
Fol
Ditk
upenor rnanteiga insleza a I*t20
rs. a libra, dita a 800 rs., dita franceza a 800
r?., queijos viudos no ullimo vapor a 3-O rs
3oV^rrf,V-C"-muil BuKr? 282:
dilo a 89OOO .cafe muito novo a 80. anoz do
Acham-se venda na livraria da praca da Independen- [ TSffi^^S\m{S9 T"
ns 6e8, asbem condecidas folhinhas impressas ntsta &ftei2I?J?"J.a,i,.*i l??38 iua,-
cia
typ^graphia
linh de porta ou KALENDARIO eeclesiastico e civil para o
bispado de Pernambuco...........
(le lgibeivd conlendo 8lm do kalendario eeclesiastico c civil,
explicado das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mais e nascimenio e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do comaercio 5
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos trapos tos geraes, provinciaes e municipaes, ao
que se juntou urna collecc,ao de bellos e divertidos
jogos de prendas, para entretetiimento da mocidade.
160 rs.
a 560
1 640.
daJes a ]c80O c.da una, vinho Fiaoeira
agarrara, dilo Lisboa a 560, dilo Porlo .
ditos engarrafados de todas aa qualidades a 1.-CD0
cada rrafa, colhcndo o freguei a qualidade
que lhe agradar; queijo suisso a 960 a libra,
ameixas muito novas a l$200 a libra, o tambdr-
!^ir"c08Pe.1,!'nM.docode goiaba mono bota
a 1JS200 o caixao. dilo da casca a l500, msrme-
3. da awf,'J uu,ros rauifos gneros ludo
de^supenor quahdade o pre-os mullo cm

Dita dita
ser
320 rs.
Peciiiich
1
contendo alm do kalendario eeclesiastico civil, expli-
cjao das festas mudaveis, noticia dos planetas, tabellas
das mares e nascimento e occaso do sol ; ditas dos emo-
lumentos do tribunal do commercio ; ditas dos impostos
"geraes, provinciaes e municipaes, ao que se reuni o
modo de confessar-se, e coaungar, e os cilicios que a
igreja ccsluma celebrar desde domingos de Ramo?, al
sexia-feira da Paixo, (em portuguez). pre$o.....
Est a concluir-se a impressao do almanak que breve
i annuneiado, uao estando j prompto pelas grandes al-
i
320 rs.
temedes que se deram neste auno.
CASA DE SAUDE
Sita em Santo Amaro.
Esteestabelecmentucontinua debaixo da administrarlo dos pro- &
prietanos a receber doentes de qualquer naturezaou cathegoria que Sj
Vestidos de bar."ge e gaze de dous e tres
babados a tOg para se acabar, vende-se
IV na ra do Crespo loja amarella d. 8, do i
I Uu^ce?sor dc Antonio Fraocisco Pereira. i
Paos de Jacaranda.
Na serrara do Paulo Jos Gomes, ra do Im-
perador, vende-se duzia e meia de paos de Jaca-
randa : a irlsrna ra do Crespo n. 7, I ola de
Guimaraes & Lima. !
MHM IMS!
Wa luja de miudezasda ra do Imperador n.'cb
endn-se urna machina de coser da melhor qual
i.aao e por mdico prego.
Na casa n. 3 da ra Ja Alegra, vende-so
um piauo de armario em bom oso.
.,
ien>
O zelo e cuidado all empregados para o prompto restabelecimt
to dos doentes egeralmente conhecido.
Quem sequizerutilisai pode dirigir-se as casas dos proprietarios
ambos mors resna ra x\ova, ou entenderse com o regente no esta-
tabeleciraento.
Reforma de presos.
Escravos. -..... 2$000
Marujos ectiados, .... 2^500
Primeira classe 3$ e. 3#50O
As peraqes sei^o previamente ajustadas.
-
Quejosa 2,240 r
vinho a 560 e 400 rs.
agarrafa.
Na tabeinada estrella, Ia:o do Paraiao o. l.
Vaquetas.
Na loja de selleiro da ra larga do Rasario P.
28, vendem-se vaquetas de lustre para cobrir
carros.
Vendo-se urna preta moca porfeita engem-
madeira. coslureira e cozinheira : a Irilo' na
ra da Roda n. 47.
Aos viajantes da estrada de
Ierro.
Itiquissiroo sortimenlo dc bolsas para vjagmi
a moda da Europa, as quaes sao muito necesa-
rias para conduzr preparos para viagem : na ra
Nova n. 20.
Vende-se um preto bom cozinheiro na
ra Direita n. 123.
Farinlia a 3;;500.
Vonde-se no armazem da ra da Madre do Dos
n. do, saceos com boa familia dc mandioca, de-
sembarcada hontero, pelo baralo preco de 3<50Q
cada sacco.
Mi I lio novo a 4^000.
Vendem-se milho novo em saceos grandes, pe-
lo prego cima ; no armazem da ra da Madre
de Dos n. 35.
Doce bom
Vende-se doce de goiaba a 800 e 1$ o eaisio ;
na iravessa do pateo do Paraizc n. 16, casa piltr
tado de amarello.


m
DIARIO DE PEKNAMBtJCO. SABB,
Na ra da linperatriz nu-
mero 80,
rendp-se Tinho engarrafad n;uscalel de Setubal
a-li6tl0, qupvjo prato a 1S libra, nnzps a 200 rs.
a libra, azeitonas l)a ancoreta, a garrafa a 200
rs., chuurigas a 480 a libra, paios de 1|2 libra a
W r Utas de raassa de tmales de 2 libras a
2J, talharim e macarro a 400 rs. a libra, latas
d doce de calda de 1 libra, de [rucias de diver-
sas qualidades a 640.
Libras sterlioas
Vendem-se no escriplurio de Manoel Ignacio
e Oliveirad Filho, prac.a do Corpo Santo.
Milho

Vendem-se saceos coni milho, (triaba e gorn-
ma muito alva propria para engomniar e fazer
bullidlos.
endera-se 500 bracas de t erras de lesla(j
propria para rngnnho por ser brejo, e anda ier
rnal's, no lugar de Alagd Grande de Tiuma da
fre^uezia da cidade do Nazareln quem preiPn-
der. dirija-se a S. Vicente casa do padre Andr
Curcino Vcndem-so duas pr^t.-.s boas cozinheiras e
^ngomroadeiras, nma dita lambem ba en"um-
madeira e cozinheira com tim filho de 6 annos
e nma dita com principio de todo o arranjo de
una casa, tres pretos, sendo utn molcque do 16
naos, um preto bom canoeiro e caiadnr, e um
dilo para todo o Barrica por ser do mato, lodos
Mdiua a sem vicio algum : na ra das Cruzos nul
tuero 18.
Palelots de seda a 10f: na luja de Julio &
Conrado.
Vendem-se tres bois mansos, grandes e
sordo*: na Estancia, sitio ao lado da jarcia nu-
mero 22.
Fardo do Lisboa,
tt.irito superior c novo, por preco coramodo ; na
ra do Vigario i>. 19, primeiro andar.
Burros andaluzes
Na roa do Vigao n 19. primeiro andar, anda
lem por vender 2 burros *. pura raca despatill-
la, dosquaes se dispnm a preco commodo.
Vende se urna morada de casa
terrea na ra da.matriz da Boa-Vista :
a fallar na mesma ra sobrado que vol-
ta Dar a ra da Glorian. 53.
Gurgel Perdigo.
\Rua da Cadeia loja n 23.1
Reccberam duvos corles de cambraia
, branca bordada de duas saias e babadi-
! Dhos.
ReceDeram cumpli'los sortimentos de
vestidos de blonde com manta, capella e
mais pprlem'es.
R-ceberam moiernos chapeos de pa-
Iha para senhora enfeitados de plumas e
flores.
Re^eoeratn no vos BOfcUei de cores e
peitos para senhora, pulceiras e estratos
de sndalo.
Receueraio chapeos para homem, de
castor preto, branco e de seda forma
moderna
Vetidem ricos cuites de vestidos de
seda, ditos de barege e gazo de seda de
babadinhos.
Veodem as commodas saias balo de
musseluias e cutim do algodao para se-
nhora e mangas
Ao publico.
Faria & C. proprietario da loja de mar-
mort>, avisam aosseus uumorosos fregu*
* za e ao publico em geral que acaban" de
reober um completo sorlimento de fs-
zeiidis de modas e ludas scrao vendidas
pot presos mdicos.
Vendem spOus e grosiienaples de qua-
drinhos padroes modernos e cores es-
coras, ditos lisos.
Para acabar.
Chapeos do Chyle finos pelobaixo preco de4,
J. j, i c 85 cada um ; na ra da Cadeia n. 17.
Vende-se nina ca?a terrea n. 23, 'sita' na
ra do Calabouco, ppilencenle au Sr. Francisco
Cordeiro Raposo, da Illia de S. Miguel : quem a
pretender, dirija-se a ra Direitf n. 91.
Fitas de seda.
Vendem-se ricas 0 proprias parasiolee para lagos, assim como litas
de velludo da todas as larguras, que se vende
por procos baratsimos-: na loja da aguia de ou-
ro. ra do f.abug u. 1 B.
Vendeni manteletes prelos de grosde-
naples, ditos de seda bordados e dous
Jg bicos, capinhas de croxe brancos e de
ft fil. -i'as paro cintos.
Ba do Crespo,
loja n. 25. do Joaquina Ferreira de S, vende-se
por preros baratissimns, para acabar : pecas do
cambraia lisa fina a 33, organdys muito finas c
modernas a 500 rs o covado, cassas abertas de
bonitas cores a 2i0 rs.. chitas largas a 200 e 240
cortes de cassa de cores a 2. entremeios borda-
dos a 12500 a peca, babadus bordados a 3->0 a
vara, se.imlias de qtiadros finas a 800 rs casa-
vcques de cambraia e fil a 5, perneadores de
cambraia bordados a 5, eollinhas bordadas a
640, ditas com ponas a 29500, manguitos borda-
dos de cambraia c fil a 2. damasco de laa com
9 palmos de largara a I36OO, bramante de linho
com 5 palmos de largura a 900 rs. a vara luvas
para senhora a 100 rs. o par, capas de fus'to en-
lejiadas a 53. pecas de madapolao fino a 48 la-
zinha de quadros para vestidos a 30, camisusde
J. Praeger k C.
Ra da Cruz numero 17.
Offerecem aos seus fregueses o ao publico cm
eral os seguiotc gneros :
Cerveja branca e preta m garrafas e meias gar-
rafas de diferentes mateas como Teonent, Tru-
mao, cavallinho e eobrioha.
Cliampanhe superior dos afamados fabricantes
Eugene Clicquot, Bruch Toucher & C. e oulras
marcas mais inferiores.
Vinho do Porto muito velho a differentes precos
Dito Xerez (Pal, Bweoo o Golden.)
Dito da Madeira.
Dito Cordeaux muito fino marca Chatcau Lo-
ville.
Dito pito branco Haut Santernes.
Dilo do Rheno.
I Dito dito espumoso.
Cognac de varias qualidades superior Pal Bran-
dy e oulras.
Licor muito fino do Marselha e de Bordeau* cm
caixas assortidas.
Dito marrasquino.
Conserva ingleza em frascos (Pieles.)
Dita em latas de differentes qualidades tanlo de
carne como de hortalice.
Ervilhas francezas em latas.
MuslarJa ingleza em frascos.
Biscouto inglez.
Bolacha de soda em meias latas.
Agua de Selter em meias botijas
Chocolate francez.
Queijo suisso muito fresco.
Dito de Limburgo em latas.
Salames de Hamburgo.
Charutos do Havana muito finos por menos pre-
co do que em qualquer outra parle.
Abstnthc verdadeiro suisso.
Kirsch dito dilo.
Vinagre em barris etc., etc.
wmmastmm mamsBmwm
I Ao bello sexo. I
**> Faria C. proprietarios da loja de f
a marmore, avisam ao bello sexo em geral *y
g que acabam de receber um complelo ser- fg
3> tmenlo de fazendas de modas proprias t
j> da presente eslacao. H
Enfeites de velludo, ultimo
gosto.
A loja da aguia branca acaba do receber mu
bonitos e delicados eufeiles de velludo, obra de
toda perfeicao e ultima moda : vendem-se s 10J
e 12)>: quem os virolo hesitar de os comrrar;
ndent-se lambem oulros de velludo e froco a
a da guia
DO 11 DE DEZEMBRO DI UM.
Bom e barato,
pe macelo a 680 azeite de carrapato a 410 a gar-
risi milho efarelo a 200 rs. a cuia, cha tf,
ho do Porto engarrafado a 1# e 800 rs. a aar-
i ; na travesa do pateo do Paraizo n. 16, ca-
ointada de amarello.
- Vende-se urna mulata de meia idade peri-
mgommadeira c cozinheira, e coso soffrivel-
nte : a tratar na ra da Cadeia velha n. 51.
"ido andar das 7 s 9 horas da manha, e
4 Ipz da larde em diante.
Vende-se urna escrava crioula, anual cozi-
i com perfeico. engomma, faz doces e refina
na ra de Hurlas n. 85.
240.
Cassas de lindos padroes e cores (has que se
"e garantir aos comprados, a 210 rs. o covado'
ra do Queimado, loja de 4 portas n.39.
verdadeiras luvas de
Jouviu.
pe
ral
virj
rafa
sa
ta
mdnte
segur
da4
nh
asquear
p(
na
1. loja da aguia brancas acaba de receber de
encommenda as verdadeiras luvas de Jou-
pnmeira qualidade, lanto brancas como pre-
para homem e senhora : quem precisar, dirt-
:e a dita loja da aguia branca, roa do Quei-
ma Jo n. 16.
-- Vende-se urna escrava moca, prepria para
sua
vin
tas
j
i -. ,* fc- p""ols "e panno c casemira de branca n 16
16 a 20$, litoide alpaca de 39300 a 8, ditos de m
Attenco.
brtin de iore.se brincos do 3j500 a 5S, calcas de
casomira pretas e de cores para todos ps precos
ditos de brim decores c brancos de 2& a 5, ca-
misas brancas e decores para todos os prcus
culletes de raseruira de cores finos a 53 ; assim
como otitras muilas f.izendas por menos do seu
valor para frenar coritas.
Vende-se um carro de 4 rodas de carrear
teneros de estiva em muito bom estado : na ra
Direi'.a n 22.
Vende-se um cabriolet novo e um cavallo
g >rdo : para vcV, na cocheira do Sr. Malveira
onde se saber com quera se dove tralar.
^ndem-se velas do nova composigao para
malar furmigas de roca, as quaes lera feito o ef-
feto desejado, que com 10 velas se mata um
lormigtieiro, custando a diminuta quanlia de 53 ;
tambera se vendem ferros de cortar capim, cal-
cados de ac, bem feilos e fortes, obra do Porto ;
na ra do Imperador n. 43
Vendem se coroas e resplandores de metal
branco imitando prala, de varios tamaitos e mo-
delos propnos para o diario de imagens. feitas
na cidade do Porto, e por preco commodo ; na
ra do Queimado, loja n. 1 .
Chapeos deso
mu
ditd
na
DE
mmt

Os
proprielarios (leste eslabele-
n.nir.conv.lam ao wpeitavel publico, principalmente aoe amigos do bom barato quese
tfn cm seu armazem de molhado. da nov,monte sonido degeneres, os melhors'que em
vln lo a este aereado, por serem escolhidos por um dos socios na capital d Lisboa e por" eem
mor parte delles viudos por coma dos proprietarios P
Gigos com eUnmpanlia
BHlhores mareas que ha no mercado a 205000 e era garrafa a 25OOO.
Figos faeoraare
^.ti caixas proprias para mimo a 13000.
llarris com aicitoaas
M mais rovos que lia no mercado a 1 72000.
Se i-veja branca
ia3 mais acredita Jas marcas a 5000 a duzia e em garifa a 500.
Queijos Uauengos
rebebidos pelo ultimo vapor de Europa a 3*000
Queijos navio-
da* merio'es qualidades quo lem viudo a esle mercado a 9'JO
Seda grandes para homem
a 55000.
Na ra Nova n. 36. defronte da groja da Con-
ceicao dos Militares.
Ra Nova n. 32.
J-oja de molas de Thom Lopes de Sena, e ou-
ir ora de su0 s Mod^nc Theard, receben pelo
ultimo paquete bons chapeos de seda de diversas
cores equaUdades para senhora, ditos de palha
aa llalla ditos do seda para meninos se baptisar
bous enfeites de dilTeronles qualidades e cores
para cabera, crep preto, filas do velludo e de
seda, franjas, a outros muitoa odjectos ; recebem-
se figurioos todos os mezes, fazem-se vestidos,
capas, manteletes e vestuarios para meninos bap-
tisar-se, e ludo mais quanlo perlencc ao loilele
de urna senhora.
sito
met
muilo
tar
che
M
dita
xos
Que
Espirito de vinho.
Veode-se a 2*560 e 280O a caada ; na 1ra-
vessa do pateo do Paraizo n. 16, casa pintada de
amarello. r
Toucioho a 320 a libra,
arroza 100 rs.
Vndese toucnho de Lisboa muito novo a 320
rs., arroz muito bom a 100 rs., presunto muilo
novo a 480 : na ra das Cruzes n. 2, esquina da
travessa do Ouviior.
Bonets para meninos.
0 tempo proprio para se comprar os bonitos
bonets de panno fino enfeitados com fila de cha-
malote e borlota, outros enfeitados com fila de
velludo e pluma, e outros com galaozinho dou-
"do- 'odos pelos baratsimos pregos de 3#500,
4J e qfj, ditos de palha escura, mui bonitos e
fortes a 3>, gorras de palha branca enfeiladas a
19500, e outros mu differenles bonets de panno
enfeitados a 1 e 1*280 : na ra do Queimado
loja da aguia branca n. 16.
Bolsas de (apele para
o SbrTico do campo, e tambom urna negrinha de
a a 1U annos : na ra da Cadeia do ftecife n. 22.
Farinha de mandioca a 5$500
o sacco.
ende-se na ra da Cruz, armazem n.26.
Fleijo mulatinho.
ga.
ros
E
r n. 9, propriamente para forro de salas e camas
por ser di mclhor qualidade, e todas brancas
Sebo e graixa.
Se'^ocoadoe graixa em bexigas: no armazem
i" Tasso Irmos, no caes de Apollo
**$# $X$3
W Nachtoas de vapor. @
g Iludas d'agua. ^
9 M jen das de canoa. aa
@ Taixas.
Rodas dentadas.
@> Rronzes e aguilhes. *
Alambiques de ferro. &
9 Cmos, padroes etc., etc.
y-i Na fundicaode ferro de D. W. Bowman S
@ roa do itrura passando o chafariz. @
rcndem-sesaceos com feij.io mulalinho, che- 3>&&3 ^@S @g@
o da Ilha de Fernando ; no armazem de Bar- -, .
*"" Na loja da boa f, na ra
Reirs da India de 4, o do Queimado n. 22,
l6_Pamos 4e,ar80- vende-se muito barato.
li^r3'" Usa f,na com 8 1l2 Taras cada Der;1 a
4-5500, dita muito fina com salpicos a 5jJ, dil de
cores de padroes muilo bonitos a 320 o covado
cortes de cassa pintada com 7 varas a 2*240 fil"
de licbo liso muito fino a 800 rs. a vara, tarlata-
na muito fina branca o de cores com 1 1.2 vara
de largura a 800 rs a vara, guarnieres de cam-
braia (manguitos e golla) bordadas muito finas a
39, gollmhas bordadas de cambraia muito fina a
10, esparlilhos muito superiores pelo baralissimo
pre?o de 6j, penles de tartaruga a imperalriz
muilo superiores a 9*. bonets de velludo para
meninos a 5J, ditos de panno preto a 3$, sapati-
nhos de merino muito enfeitados a 2J o par, chi-
tas francezas finas escuras e claras a 280 o cova-
do, corles de cambraia do cores com 3 babados
com lie 12 varas cada corte a 45500, superiores
lencos de cambrais de linho muilo fina c rica-
mente bordados a 9$, ditos de cambraia de algo-
dao com tuco de linho a |J2S0, dilos de cam-
braia de linho proprios para algibeira a 6$, 7 e
? a duzia, ditos de cambraia de algodao a 2$400
Vendem-se mui tonitas bolsas de tapete pro-
prias para viagens. etc., etc., pelos baralissimo
Bonilos cintos para senho-
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vendem-se mui boni-
tas fi.as com Ovelas para cintos de snhoras e
meninas e pelo baralissimo preco de 2 : em
dita loja da aguia branca, ra do Queimado nu-
mero lo.
Objectos de gosto
senhorase meninas.
A loja da aguia branca recebeu um bello sorti-
mento de objectos de muito gosto c ultima mo-
da, propnos para senhoras e meninas, sendo de-
licadas gollmhas e voltas de vidrilho, voltas de
crale cornalina com atacador de mola, doura-
do obra tnteiramente nova e de muito gosto. e
pelos baraiiss.mos precos de 2t cada objecto
, na raido Queimado, loja da aguia branca nu-
; mero 16.
c
Chales
Ricos chales do merino estampados, de cores
to bonitas a 7, ditos muilo finos a 8j500
s lisos a 5-3, ditos bordados a matiza'8s50i/
ua do Queimado n. 22, loja da boa-f
Hanlerimde laa fazenla nova do ul- %
mo g.nto, em casa do Julio & Conrado 2
ra ra do Queimado n. 4. %'
mmm mmmimmmmm
Tachas e moendas
raga Silva & C., tem sempre no sei depo-
da ra da Moela n. 3 A, um grande sort-8
ii bonitas capellas para noivas a 5J, 6# o 7J
para m te flores fins a ljOO. 2o e 3J : na ruado
mado, loia da aguia branca n. 16.
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisas,
Biscoutos
Emcasade Arkwight 4 C, ruada
Cruz n. 61.
PaodeSenteionovo.
tlnta ubatsmetilo.
reis a libra, e em por^o se fa-
Queijos suisso
recen te rnente ebegado e de suqerior qualeiade a 960 reis a libra.
CUocolato
as melhores autores de Europa a 900 rs. a libra cm porreo a 850 tb.
Mrme\aoA imperial
ma lo Abreu, e de huiros mais fabricantes de L
'soca em latas de 1 a 2 libras a 800
do
a., em porsaodese far algum abatimenlo.
Ma?a de tomate
> lita? de 1 libra por 900 rs.,em porcao vende-se a 850 rs.
Conservas fraacexas e inglezas
Bats novas que ha no mercado a 70u rs. ojfraseo.
Latas de bolaeuiuua de soda
ra diferentes qualidades a 1600 a lata
iVmei\.as raucezas
do
?em iatas de 1 e l| libra
Caixiulias coua H libras de passas
^"000 rs. era porcao se '' -'- -
novas que tem vindo a este mercado era corapoleiras, contendo 3 libras por 33OOO rs.
por ljoOO res r
Lindos sqjs.
Vendem-se lindos sintos j promptos com la
e sem elle, por baralissimo preco de 2$500 e 8# !
na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. 1 B
Leques.
\endem-sc os ricos leques de madreperola e
ae oulras multas qualidades, que se vendem por
staawk",oja da a,ad8 "
Penles.
Vendem-se lindos pentes de tartaruga virados,
pelo baralissimo preco de 9j. 10, 11 e 129, ditos
lisos muito fortes a 4 e 55. ditos de travessa a 3,
anos virados para alar cabello, que parece tarta-
ruga a I*00, ditos lisos o 200, 500 e l ditos de
travessai 8M rs. ; na loja da aguia do ouro,
ra do Cabug n 1 B.
Oculos.
Vendem-seoculos muito finos do cores para
aoenca de olhos, assim como de oulras qualida-
des, que so vendem por menos quo em oulra
qualquer parle.
F
Joaquina Rodrigues Ta vares de-Mello
(JA DO QUEIMADO N. 39
DE QIMTRO PORTAS.
Tem
con vi
Vendem-so
Meias.
ditos
tu lo al
far
algum abat-mento. vende-se lambem a retalhoa libra a 400 r*
nlanteiga ingleza
perfeiiamnle flor a mais nova que ha no mercado a 1000 rs.
guin abatimento.
a libra, em barril se far al-
Gli perola
y melbor que ha neste genero a 2500rs. a libra dito hyson a 2&000 rs.
Manteiga franeeza
s 7>.0 rs. a libra era barril se far abatimento.
Tonciiilio de Lisboa
i mais novo que ha no mercado a 320 reis a libra.
Ma?as para sopa
a.DjMxm'ias de 8 libras com deferentes qualidadespor 4O00 rs
Tambera vendara seos soquinu gneros, t.Mo recenteraenle'chpgado e'de superiores ma
anaendoas cubarlas, confeiles, pastilhas de varias "' "
m
meias tanto para homem como para
senhora e para menina e menino, que so ven-
dem por boratlssimos precos ; na loia da aguia
do ouro, ra do Cabug a. 1 B.
Enfeites para senhora
Vendem-se lindos enfeites decabeca, sendo de
velludo a 5 e i), dilos de froco a 2&500, dilos
de aljofares a 3, dilos de tranca de reloz a 4g e
53, dilos de vidrilho a 2J500 e 3>: na loia da
aguia de ouro, ra do Cabug o. 1 B.
Gollinhas e pulseiras
Vendem-se gollinhas de vidrilho c muilo lin-
"|.P'lob,r'Min>o preco de 2$, pulseiras de
conlinha muito lindas a 1S : na loia da aguia de
ouro, ra do Cabug n. 1 B.
la sur]
cezes
Luvas.
lfinl So %} de,seda para senhora a **
IjOOO o 2j>, ditas de algodao e fio de Escocia,
tanto para homem como para senhora, que se
vendem por baratsimos precos ; na loia da aguia
de ouro, ra do Cabug n.l B.
Caixinhas de costura.
\ endem-se lindas caixinhas de todos os taraa-
noe0S'n"Ca,TC'!-e .enfcitad".1 P'opriaa para meni-
&fn baral,.39'mo PrcC de 69. 10, 16, 20 e
3090O : na loja da aguia de ouro. ra do Cabu-
K<* u. 1 i>.
.nha de porco refinada e outros muito ^^^Z^^JZ
moll.ado,. por ISso prometiem os procelarios venderem por muito menos dooue outro m,alm,
romett.m maistambemservirem aquellas pe^,^^a4W^tZmX!S^^Z
+ ria.sem pessoaimente ; rogara tambera a lodosos senhores de angeX .SESlS
Vendem-se pianinhos com a sua competente
msica, propnos pora meninos, pelo baratissi-
dmo0CParbeugdn.% na '0ja da "gUa dC Ouro' rua
Caixinhas de msica
\ endem-se lindas caixinhas com
loca
msica, que
moas pegas, pelo baratissimo prego do 6,
10 40 e 60 : na loja da aguia de ouro, rua do
Cabug n. 1 B.
Realejos grandes.
Vcndem-se realejos com figuras e sem ellas
que lem tres cyhndros tocando lindas pocas qu
so vende por preco commodo : na loia da aguia
de ourc. rua do Cabug n. 1 B
rer-se
Nal
tem cd

GR.MDE SORTIMECTO
DE
izeaas e roupa feila
NA LOJA E ARMAZEM
DE
EMESIA LOJ
Jirijam-se a este euabalicimenlo que em-
l-ao um babel artista che
isba para desempenhar as obras a von-
os freguezes, j tera um completo soni-
do piliiots di fina casemira raodello im-
e raiii) bo:n acabijos a 16*309, ditos
merino selira a 123000, dilos de alpaca
tira corapleto;ortiraento de roupa feila,
la a tolos os seus freguezes e a todos
iquad.sejarem tar um uniforme feito cora todo o
' gosto "
conlra[ro um babel artista ebegado ltimamen-
te da
lade (1
ment
de
P^H 5*000. ditos de apaca 'sobra casacas
00, ditos com galla de valo a 9000,
JautS* dl0S de dilos de Lrim
5P0)0, ditos de brim de linho tranca
do a 6J0OO, caiga de brim de linho muito s,,_
penor a 5Oao, ditas de casemira do c6r a
9300 ea 102)00, ditas de casemira pre!
enor fazenda a 12*000, palitois fran-
je panno fino fazenda muito fina a 25
sobre (asacas de panno muilo superiores a 353
ea 40100, um completo sortimenlo de cami-
sas fncezas, tanto de linho como de algodao
efusta) vende-se muito em conta, afira deque-
iqiudar com as camisas.
3
( B
E pechincha.
hftr,i m das as oras do da em dianle : em Santo Amaro, pa-
aaria allemaa. e na rua da Iraperatriz n. 2, ta-
I -'-"3 1T3 :9 .13 _nj> C : 5T.11 CB C9CI)I3>:*
i Seguro coaira Fogo
I Mira
f LONDRES
AGENTES
|C J. Astley A Companhia.l
I------------------------------i
eode-se
Forias de ferro para
purgar assucar.
Erichailasde ferro
I Ferro sueco.
i Feringardas.
. A50 de Trieste. i
*j Pregos= de cobre de com-
| posicao
t Barrilha e cabos.
S Brim de vela.
I Couro de lustre.
Palhiuha para marcinei-
de C.
mbralas
baratas.
19 Rua do Queimado 19
Cortes de cambraia branca muito fina cem sal-
picos miudinhos a -1;C0.
Cambraieta para vestido, muilo fina, pelo ba-
ralissimo prec. de 2C00, 2^800, 3 e 35500 cada
Baloes de mussulina, ditos arrendados, ditos
de madapolao.
Loja da boa f
NA
Rua da Imperalriz d*. 74.
Vende-so peca de franja para cortinados com
lo varas a 45. manguitos com gollinba bordados
a 49. camisinha com edlinha a2$e 3*. gollinhas
rda2^6O/ ,2- liras b>adas uilo fi-
nas a 15200 c 600 t$., entremeios a 2 a prca
penles de tartaruga a 4$. ditos virados muito r-
SiL*' en0,tes de ti,a d^ Hudo com laco a
SSUSSSJ^fazendas que seTenem
Machinas ameri-
canas
E OITROS RTICOS.
N. O. BIEBEK & C. SUCCESSORES,
tem exposto nos seus arinazens da rua
da Cruz n. 4 e 9, urna ininidade de
machinas etc., como sejam :
ARADOS dedilerentes modelos, traba-
lliando de 2 lados.
CULTIVADORES para limpar e abrir a
trra.
MOl.MIOS para cana em ponto peque-
no, podendosergovernadas por urna
pessoa. proprias para lavradores.
Ditas de DESCAROCAR MILHO, um
procosso pelo qoal se poupa muilo
tempoe emprega-se somente 2 p-
soas,
Ditos de MOER MILHO, CAFE etc.,
etc. ate' o grao mais fino que liouver.
Ditos para FAZER FARIMIA de mi-
liio etc.
MACHINAS para azer BOLACHXHA
BOMBAS para cacimbas c
navios, muito man iras e
superior per
de loica
>
mdicos precos.
Ditas
com correntes para
tirar agua de luf
mui fundos.
igares
VERNIZ de superior qualidade para
carros.
CARROS de mao muito leves e baratos
BALANCAS de 1,000 libras para baixo
proprias para armozens, depsitos,
tabernas, boticas etc., etc.
MAPPAS geographicos do mundo e
suas partes.
MACHINAS de costura de Sivat & C. as
melhores que ale boje tem appare-
cido.
Charutos de Havana superioies,
fjehegados ltimamente: em casa de
| Kalkmau limaos & C, rua da Cruz nu-
mero 10.
11 Entremeios e liras
I ro : no armazem
| J. Astley & C.
r-.V -3 T> -B -3 1 -3> 0!Dt>l!0!iO>
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: cm casa de S. P Jo-
f^rrg^ii^VeS^bet^ ^^ & rUa ******** ***>
m7pdrC'C,oPdePJ!OSparaeCrflVOS' Pel baratissi-igS**** @@
no pr Qo iau. | Recebeu-se e continua a recebor-se por *
Vende-sena rua do Livrmeuto 1 os TaPores arligos de modas para
19, borzeguins francezes a 6j4 dito1 i "t ,D.clui"do ca'ado dc Mcliana
de bezerro a Gjf. dito de vaqueta a 7? I Lojade marmore.
' $@&@@&-@$@@ @1
Confeitaria.
Neste novo eslabelecimento preparam-se bau-
detjas pelo gosto do naiz, frascos com melhores
doces e-del.ciosos enfeites. Vende-se o delioad o
tarop de abobara proprio para a estaso calmo -
sa, superiores doces para a Ierra e exporlaco .
bem como fructas em calda, ludo do melhor sos -
ioposivel: na rua Simzella-nova n. 30
n Kecobeu-se e continua arcccbcr-se por 2
9 todos os vapores, vestimentas, calcado e 2
g chapeos para meninos na p
% Lojade marmore.
em ou
Vidros.
VenAem-se caixas de vidro de diferentes la-
manhese grossura=, os melhores quo tem vindo
neslainca, pelo preco mais commodo do ouc
ra parte
, na mesma casa vendem-se c
afama; os cocos italianos pelo proco de SU rs n
emdut.aa3;50O; na rua da Imperatri:b. 65
Por metade do seu
valor.
F ua do Queimado n. 19.
Vesidosdegazee phantasia,muitosliodos.de
auaas las, pelo baratissimo preco do lomeada
M pechincha, antes qae
se acabe.
Na I rija do Pregaba, na rua do Queimado n. 2
lera saias balao aberlas, do ultimo gosto, pelo'
dimini to preco de 5j. v
bordadas,
Vonde-se mui bonitos entremeios e liras bor-
dadas em fina cambraia, obras n;ui bem acaba-
da5xslnlrenie,os Pelos l-aratissimos Breos de
1*600 2j e 2J5400 a peca e as tiras bordadas ror
2* W500 3.5, 4?, 5? e6. A vis.a da superio-
udade da fazenda ninguem deixar dc con prar e
paraissodinjam-searua do Queimado loia da
aguia branca n. 16.
Peina
Lindissimos risesdos de cambraia de seda a
400>rs. o covado, a elies, que se acabam : na rua
do Queimado n. 44.
Alleco.
Vende-se urna fabrica de charutos muito bem
afrrgnezada, assim como se negocia a armarao
srou.lo propria para taberna ou chvpchan'dle
pelo loca em que se acha, por seu dono se reti-
rar ; a fallar na Lingoeta n. 2.
g^~
& Villar.!
RELOGIOS.
Vende-se encasa de Saunders Brothers *
C.praca do Corpo Santo, relogios do afama
o abncante Roskell. por precos commodo
e tambemrancelUns e cadeiasfaraos mesmos
deexceellota Kosto.
Rua do Crespo n.17.
Grande sortimen-
lo de sedas, cortes
do vestidos de cam-
braia broncos, man-
teletes, chapeos de
seda de palha de Ita-
lia e todas ns quali-
dades de fazendas
da moda para se-
nhoras e meninas.
Grande sortimen-
lo de sobrecasacas,
palelots, caigas, ca-
misas, seroulas, col-
leles, meias, calca-
do Mellis, casen i-
raa de todas as qua-
lidades e tudo mais
perlencecte a ho-
mem e meninos.
91 Vende-se baratissimo.


DIARIO 31 -NBCNAMBUCO. SABBADO 2 Dfi DEZEMBRO DE 1860.
m
.
).
.
Calcado.
Qualidades escolhidas.
45-Rm Direita-45
-3 a [esta I E necessario renoar o calcado e
correr.ao estabelecimento da ra Direita, que o
vende muito fresco e em perfeito estado por es-
tes presos :
Borzeguins de horaem (bezerro e lustre) 9g500
Ditos de dilo (idem) 9}000
Ditos dedito dem) 8|500
Ditos dedito (dem) 8g000
Ditos dedito (dem) 69000
Borzeguins de senhora 5&000
Ditos de dita 498OO
Ditos de dita .5500
Ditos de dita igOOO
Sapaloes do bezerro (3 \\i balero) 5&600
Ditos de dito e de lustre 59000
Meios borzeguins de homem 6jj0O
Borzeguins de menina 4$O00 e 3>600
Sapates de bezerro para menino 49 e 3j>500
Sapalos de lustre para senhora a 1$200
Vende-se uta cabriolet bonito e em pcrteito
estado : na ra da Impenlriz n. 33, primeiro
judar, se dir quem veude.
Bramante
bretanhas e atoalhado
Na loja da boa le, na ra do Queimaao n. 22,
vende-se bramante de linho muito uno comduas
varas de largura, pelo baralissimo prego de 23400
a vara, bretaoha de linho muito fina e muito
targa a 20, 22J e 21 a peca com 30 jardas,
atoalhado de algodao com duas larguras a 1JH00
a vara, dilo do liuho muito superior, tambem
com duas larguras a 33 a vara, ; na ra do Quei-
mado n. 22. na loja da boa f.
Cera de carnauba e sebo.
Ruada Cruz u. 33.
Vende-se cera em porc.o e a relalho, de arro-
ba para cima a 9$, sebo refinado do Porto em
caixotes e barricas a 109 e 10$500 cada arroba,
o da Baha a 800 rs. a libra, velas de composi-
;ao e de carnauba.
Lindas caixMas de cos-
tura.
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. 1
B, vendern-se as lindas caixas de costura pro-
prias para mimo, assim como piartinhos coma
sua competente msica, quadros dourados, tan-
tos de santos como de retratos, proprios para en-
feito de sala, jarros com flores muito lindos, es-
tampas tanto de guerras como de vistas decida-
des, caixas do msica com lindss pegas, realejos
grandes com 30 pegas compostas de valsas as
Licoes
|BiMiNiNningis9NNi8CN|!^ 99000 a arroba.
Sobre ainfallibilidadeeo
poder temporal dos Papas.
PELO PR.
Aprigio Justiniano da Silva Guimarcs.
A. venda na livraria dos Srs. Miranda
& Vasco ncel los, ra do Imperador n.
79, a 2# cada exemplai.
niNDIClO LOW-MOW,
Ra da Scnzalla Nova u. 42,
Neste estabelecimento contina a baver um
completo sor limen lo de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taix'as
Jejerro balido e coado, de lodos os tamanhes
,ara dito,
Potass da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhacido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha pata vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
podra, tudo por precos mais baratos do que em
oulra qualquer parte.
Vinho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrmaos&C, ra da
Cruz n. 10 encontre-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Freres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac 4 0., em Bor-
deaux Tem as seguintes qualidades :
DeBraadeaburg frres.
St. Estpb.
St. Julien.
Vlargaux.
Larose.
Chteau Loville.
Chateau Marganx.
De Oldekop A Mareilhac.
St, Julien
St. Julien Mdoc.
Chateau Loville.
Na mesma
vender:
Sherry em barris.
Madcira em barris.
ROLPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.
SORTIMENTO COMPLETO
DI
iFazendas e obras feitas.
Vende-se cera de carnauba da velha
e nova safra a preco de 9,J : no antigo
deposito do largo da Assemblea n. 0.
HA
LOJA E ARMAZEM
DE
Ucef ad/t
o\
NA
casa ha para
mais modernas, tudo isto so vende por precos Cognac em barris qualidade fina
commodos.
Assucar e caima.
Vcndo-se assucar mascavado a 108 rs. a li-
bra, aguardeute de canna engarrafada a 240 a
arrafa.-, na travessa do pateo do Paraizo o. 16,
casa pintada de amarello.
Cognac em caixatqualidade inferior.
Cerveia branca.
As melhores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, I.
M. Singer &C. e Whccler &\Ylson.
Una do Queimsnlo
i\. 46, frente amaveUa.
Constantemente temos um grande e va-
riado sorlimcnlo de sobrecasacas pelas
de panno e de cores muito fino a 28>, i
30$ e 35?, paletois dos mesmos pannos \
a 20g, 22JJ e 24J, ditvs saceos prelos dos
mesmos paonos a 14#, 16$ e 1S$, casa-
cus prelas muito bem fritas e de superior
panno a 289, 30$ e 359, sobrecasacas de
casemira de cores muito finos a l.'c 16$
e 18$, ditos lceos das mesroas casemi-
ras a 10$, 12$ e 14$, caigas reas de
casemira fina para hornera a 891 99, 10
e 12, ditas de casemira de cores a 7$, 89,
$ c 109, ditas de biim branebs muito
fina a 5$ e6$, ditas de ditos de cores a
39. 39500, 49 e 45500, ditas detaea ca-
semira de ricas cores a 4$ e 48500, col-
leles prelos de casemira a 59 a 69, ditos
de ditos decores a 45C0 e'59, ditos
broncos de seda para casamento a 59,
ditos de 69, colletes de brim br; neo e de
fustao* 39,39500 e 49. ditos /de cores a
29500 e 39, palctots putos de, merino de
cordao sacco e sobrecasaco a ~fl, 89 e 99,
colletes prelos para lulo a 4(500 e 5j>,
caigas prctas de merino a 4$50O e 59, pa-
lelo'ts de alpaca preta a 3{500 e 4$, ditos
sobrecasaco a 69, ~s e 8$, muito Gnocol-
letes de gurgucio de seda de cores muito
boa faienda a 3980O e 4$:_colletcs de vel-
ludo e crese prelos a 79 e 89, roupa
para menino subte casaca de panno pre-
tos e de cores a 149, !> e I69, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6)500 e
79, ditos de alpaca prelos saceos a 39 e
395OO, ditos sobrecasacos a 5$ e &9500,
cairas de casemira pretas e de cores a 69,
6$500 e 79, camisas para menino a 209
a duzia, camisas ingieres pregas largas
muilo superior a 329 a duzia pan acabar.
Assim como temos urna ofAcina de al
siale oude mandamos execular todas as
obras com brevidade.
Vendern-se 5 carros novos com todos os Qp
aneios : na ra Nova n. 21.
CANDIEI/OS
ECONMICOS
NA
$ua Nova n. 20.
Chegou um riquissimo sorlimenlo de candieiros
econmicos de muito bonitos modelos, desde o
mais superior at o mais ordinario, por prego
muito Icommodo, com a experiencia propria de-
ver akradar ao comprador, o vista da pouca
despeso que faz, animar a ser Iluminado so com
os ditos candieiros a gaz ; os mais baratos sao a
imitacao de urna lamparins, produzindo a luz a
tres velas de espermacete com a importancia de
40 rs. por noite ; gradualmente ir sobindo to-
das as mais qualidades al o maior, que servir
para ornar e iluminar urna rica sala, equivalente
a 16 ve|s de espermacete, tudo isto se garante
sob a condigno de vollar e restiluir-se o seu
import, na falta de nao agradar a experiencia
feila: na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
Cofres de ferro para dhiheiro,
I joias. etc., etc.
Na loja da aguia branca vendern-se bonitos co-
fres de fierro mui forles e seguros, com fechadura
e chavo, e de dironles tamanhos, proprios para
se guardar dinheiro, joias e papis de importan-
cia, pelqs baralissimos precos de 4f90O, 5g000,
5;500 e p$ : em dila loja da aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
Ceblas.
\ ende-se a 640 e 800 rs. o cenlo ; na travessa
do pateo do Paraizo n. 16, casa pintada de ama-
relio.
Ra do Queimado
n. 39.
NA
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
BE MELLO.
Chegou ltimamente a este estabelecimento um
completo surtimeato de chapeos pretos francezes
do melhor fabricante de Paris, os quacs so ven-
dem a 79000, ditos a 89000, ditos a 09000
ditos muilo superior a 10*000, ditas de castor
pretos e brancosa 16^000, o melhor que se
pode d.jsejar, chapeos de fellro a Garibali de
muito superior raassa a 79000, ditos de copa
baixa para diversos precos, ditos de palha escura
de varias qualidades que se vendern por preoo
barato, bonels de veludo para meninos a 59000,
ditos de palha escuras e claras a 49000, diles
de panno muito bem arranjades a 39500
chapeos de seda para senboras a 2,39000 muilo,
superiores, ditos de palha escuras proprios para
campo a 129000, ditos para meninasa 109000,
chapeos de sol de seda inglezesa 109 e a 129
muito superiores, ditos francezes a 89OOO,
ditos de panno muito grandes o bons a 49000.
sapatos de valudo a 29000. ditos de tranco a
19600, s utos de grugurao para senhoras e rae-
ninas a 29000, coeiros de casemira ricamesUe
bordados a 129000, e outras rauita fazendas
que a vista dos freguezes oao deixaro de cora-
tprar.
Campos receberam urna factura de chapeos de sold se-
da para homem, tendo entre estes alguns peque-
nos que servern para as senhoras que vo para o
campo tomar banhos se cobrirem do sol, e corno
a porr.ao seja grande se resolverlo vender pelo
prego de 69 e 6$500, e alguns com pequeo de-
eito a 59 : na ra do Crespo n. 16.
Ra da Senzala Nova n.42
Veode-so e casa de S. P. Jonhston 4C
vaquetas de lustre para carros, sellinse silhes
cgle;.es, etndeeiros e castigaes bronzeados, lonas
nglezes, fio de veis, chicote para carros, e mon-
aria, arreios para carro de um e douscvalos
refugios de ouro paiente inglez.
9 Recebeu-se recentemente e continua a >
9 raceber-se directamente de Paris e Lon-
dres por lodosos vapores, de cncommen
9 da especial, artigos de modas para se- @
j nhoras na @
Lojade marmore. i
Machinas de costura
DE
Slvat & Compaohia.
Estas machinas sao as mais perfeilas
no ramo de mecanismo, unindo a urna
siinplicidade a maior ligetreza e perl'ei-
cjio para toda e qualquer qualidade de
costura, do ponto mais lino ao mais
grosso. O vendedor se obriga a ensinar
o methodo aos compradores st o sa-
berem bem, assim como a ter as machi-
cbinas em ordem durante um armo.
Estas machinas cosem com 2 los nao
quebram o fio como militas outras o fa-
zem e sao as melhores e mais baratas
ate hoje conhecidas no mundo, ellas se
achm expostas na galera do SR. OS-
BORN, RETRATISTA AMERICANO NA
RA DO IMPERADOR N. 38, onde
urna senhora competentemente habili-
tada as ara' ver e trabalhar. Igual-
mente se achara expostas no armazem
de MACHINAS AMERICANAS, RA DA
CRUZ N. 4 E 9.
Imperatriz n. 10
Yista.
Neste estabeleci-
mento vendem-s as
machinas desles dous
autores, moslram-se a
qualquer hora de dia ou
da neiie, erespousabili-
samo-nos por sua boa
qualidade e seguranza :
no arma7em de fazendas
do Raymundo Carlos
Leite 4 Irraaos ra da
amigamente aterro da Boa-
Hua do Queimado n. S9
Lojade qtsatroportas
Coke (carYo),
ou combustivel para cozinhgs, caldeiras, etc.,
muilo econmico pora as casas particulares: ven-
de-se na fabrica do gaz, em pWces de um quin-
tal para cima a 19 o quintal.
No armazem de E. A. Burl
le C., ra da Cruz nu-
mero 48,
vende-sc tiampanha das melhores marcas que
ven ao mercado, mais barato que em qualq.uer
oulra parte ; cofres de ferro (burras) dss que cos-
tuma receber, do melhor fabricante que ha nesle
i

no 1 o 1 n lOeo
CftocS'=^-*T^2
CU
H
o a
c o
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O u.
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"sa"'Ssl,-ai|S.
= -= a s _j
o & 5 o. g
x -
p-o
a
o a
JOAQUIM DE OLIVEIRA MAIA
24-30-Praca da IndepeHdeocia-24-3
Grande, variado e e*colhido sortimento de chapeos de
todas as formas e qualidades, a saber:
De seda finos, de castor, braocos e pretos, compeli e
sem pello, de 10 a 14$, defeltrode todas as qualidades e
varias formas, Magenta, Solferino, Touristas, Jerome, etc.,
etc.: de palha escura { phantazia), de paha e casemira
(idem), de palha do Chille, ditos muito finos, avelludadost
altos e baixos, de gorguro de seda, de oleado para criado.
De Manilha,
os mais recommendaveis
longa durai.o.
para a estaco por serem leves, muito frescos, oscuros, elegantese<:
De baleia, forma cavour,
elegantes, muito frescos, leves e de durarlo.
M 1PMM 1PM SIEHMMS,
escures e claros, cum enfeites e sem enfeiles.
Ccmpleto sorlimcnlo para meninos e enancas.
dem de bonels para homens e meninos
o finalmente outros muitos, quesera enfadouho mencionar.
OLEADO PINTAD'j
de excellente qualidade proprio para mesas, consolos, bancas etc., ele, a 35000
simo por suaexcessiva largura: na pirca da Independencia ns. 24 e 30.
> ccvddo, baralis-
j= s 3 3 ^ C
a 5-e
3 = -5
s* 2 s =
3 O LT -
3 ~
> m
C D
No enaenho S. Paulo, sito na freguzia dos
Afogados, vendem-se animaes de roda e alguns
quartos.
Vinho genuino.
Anda ha urna pequea quantidade de ancore-
tas desle vinho sem confeigao. e proprio de doen-
les : na ra do Vigario n. 19, primeiro andar-
Vendern-se boni*
preco com modo : no
n. 15.
X)S craveiros per
wfio de S. Pedrr
Algodao monslro.
Vende-se algodao monslro com duas larguras,
muito proprio para toalhas e lences por dispen-
sar toda e qualquer costura, pelo baralissimo
preco de 600 rs. a vara ; na ra do Queimado d.
22, na loja da boa f.
i Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C,
ra do Vigario n. 3, um bello sortimento de
um excelleule fabricante, que se venderSo por
conta do mesmo, deduzinde-se a commisso -e o
descorite aue os lornasse baralissimos.
Vinho do Porto, genuino,
Rico de tS20.
Stomacal de 1830.
Precioso de 1847.
As duzias.e em caixinias, a dreheiro, per ba-
rato proco : vende-se na ra do Trapiche n. 40,
escriptorio.
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Ha cortes de vestidos de seda de cores, fazemda
muito superior com pequeo toque de mofo a
60?000, ditos sem defeito a 100*000, tem um
resto de chales de lorjuim que estac-se acabando
a 30*000, ditos de rairin bordados com pona
redonda a 8#000, dilos sera ser de ponta redonda
a 85000, ditos estanpados cora listras de seda
era roda da barra a 9&000, dilos de ricas estam-
pas i 7&000, dilos da ganga franceza com fran-
ja branca a 29000, dilos sem franja e muito
encorpado a 2$000, ricos manteletes de grosdi-
naples preto e de cores ricamente enfeitados a
25#000, dilos muilo superiores a 305000, en-
feites de vidrilho preto a 3000, ditos de relroz
a 3*500, organdisda mais lina que ha no mer-
cado a 1*000 o covado, cambraias do cores
de padres muito delicados a 800 rs. a vara, ditas bnral etastico Para homem a2c500, 3g, 3S500, 4$,
4g500 e 5$ a duzia, ditas infjlezas o melhor que
Relogios
Suissos.
Era casa de SthafleitUn & C, ra da Cruz n
38, vende-se um grande e v.riado sortimento
de relogios de algibeira horionUes, paleles,
chronometros, meioschronometros de ouro. pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes rclo-
giosdos primeiro fabrirsntes da Suissa, que se
vanderaooor nrecos razoaveis.
FROCO.
. relogios de ouro, ptente inglez, deum dos maisj Vende-se frco de todas as cores e grasuras,
geuero.sortmenlos de todos os tamanhos e te-, afamados fabricantes de Liverpool ; tambem com ararae fi f nl,,llp 8 '0o..5V-Ji 1 rs.^a
dosos precos novo sortimento de pianos, de... JjJ Aa L.;,M .^ZLiJ. ~ZTZ W; na roa do Queimado, loja da a guia brao-
Frescas f grandes
parar jffertas.
rerebpm todos os das npli-
.;poito de p,io e de casias ;
- castas ;
-< Itosano de Sani.i .\i,i,nio
sitio na estrada
f cal, bastanif
Das Curcuranas se
mas melanciaf no d>
ero frente ao becco
Vende-se en
com casa de pedra *I,, na estrada do Arra|
quartose um Ral.' J01ra.1- asanles con rr odns, 8
tero laranpeiras, "''e.'ndependnte. o silin cmi-
sapotis e outras 4e1"""as, coijiifiros, pi.heirss.
xa plantada de ""'"as frorag, uma 8,a,1(ll. ba-
beber, uro rio C?,m.' ,eK, rp,n 0 gua de
tender, dirija S'-e^ai ter a Olinda : qu,.m pie-
quero tratar. se ao raemo '"o que atbai iom
gamas h? 2a Je 18 annns com al-
idades, e muilo propria para criar de
a quem convier. po
leite, pois
procurar
l^m bstanle :
Pajitos do gaz
de cera
**' superior qualidade
"*cde Barros & Silva.
s se vende no arm;
uma variedade
mesmos
de bonitos irancelins para os
can. 16.
Meias muito bara-
tas.
A loja da aguia branca esl prvida de uma
grande quaridade de meias, e melhor sorlimen-
lo que se pode dar, e por isso est vendendo-as
mais barato do que em culra qualquer parle ;
sendo meias cruas cncorpadas, do abanhado ou
de outras qualidades a 600 rs. a vara, ricas chitas
farncezasde muitoboss qualidades a 280, 300,
320, e 400 rs. ao covado, a melhor que se pode
imaginar, peilos para-camisa a 240 rs. cada uma,
corles de casemira de cores a 05000, ditas em
pesca de quadrinhosa 45000 o covado, gollinhas
de muito bom goslo a 1*000, ditos de oulros
bordados ricos a 3,->000, manguitos de cambraia
bordados a 3*000, tiras bordados e entfimeios
que se vendern por preco commodo, bombazil de
cores proprio para roupa de enancas, e capinhas
para senhoras a 1*400 rs. o covado, corles de
cambraias de salpicos a 555000, cortes de cam-
braia enfeitadas com liras bordadas a 6*000,
e outras muitas mais fazendas que sor difcil
aqui pode-las mencionar todas.
Vende-se
EM CASA DE
AdamsoD iroic & G.
Vinho do Porto de superior qualidade.
Tinla de todas a cores.
Lona e flele.
Fio de vela.
Sellins, silhes, arreos e chicotee.
Rolhas.
Ra do Trapiche n. 42.
Loja das seis portas em
frente do Livramento
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos gostos a 200 rs. o co-
vado, ditas estrellas de cores escurase 160 rs,
pegas de bretaoha de rolo com 10 raras a 2*,
ditas de esguia j de algodio muito fino a 3$, ris -
cadinho de linho a 160 o covado, lencos brancos
com barra de cor t 120 rs., ditos brancos com bi-
co a 200 rs., algodao moostro com duas larguras
a 610 a vara, lazinhasde duas larguras, fazenda
nova para vestidos a 500 rs. o covado, enfeiles de
tranca com laco de fita para cabera de senhoras
a 2*500, cortes de riscado para vestidos a 2, pe-
gas de madapolio com 4 1(2 palmos de largura a
4*400, chales de merino estampados muito linos
a 6*. A loja est aberta al as 9 horas da noite.
Sancos de 115 libras.
O mais superior farelo que tem viodo ao mer-
cado, no armazem de Barros & Silva ; assim co-
mo se vende saceos de feijo mulalinbo, vimoo da
ilha de Fernando.
Baldes de 30 arcos.
Vendera-se superiores baloes com 30 arcos,
sendo muito recommendaveis poi poderem ficsT
do tamanbo que se precisar, pelo baralissimo
prego de 6* ; na ra do Queimado n. 22, na loja
da boi f.
Cheguem ao barato
O Preguiga esl queimando, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pegas de bretanba de rolo com 10 varas a
25, casemira eseura infestada propria para cal-
ca, collete -e palitois a 960 rs. o covado. cara-
braia organrf-y de moilo bem gosto a 480, rs.
a vara, dila liza transparente muilo fina a 3$,
4*, 5$, e(i*a pc a 53J e 63? a pe<;a, cbitss largas de modernos e
escolhidos padroes a 240, 26Oe2S0 rs. o cova-
do, riquissinos chales de merino eslar.pado a
7* e 8*, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 0* cada um, ditos com
uma< palma, muilo finos a 8*500, ditos lisos
com franjas de seda a -5$, lencos de cassas com
barra a 100, 120 e 160 cada um, meias muito
finas psra setrhora a -495 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3 o 3#5GO a duzia, chitas fran-
cezas de ricos desenbos, para coberta a 280 rs.
o covado, chitas escuras inglezas a 5*900 a
Na loja de miudezas da ra" do Queimado n. PeSa 160 rs. o covado, brim branco de puroj
55, defronte do sobrado novo ha para vender j linho a 1?, lv>200 e 1*600 a vara, dito preto
Ruado Crespo
E' o ullinio .oslo.
uperiores gurgures do seda de qnadu'r les
linoo* !'?<1ro.?i nelo barati nado, ftrosdenaples liso de indas ion .,, :-j
Supe
de r
o cov
o covado. corles de Ia muilo fina rom Jo ro I
dos. padroes muilo bonilos a 8, dita? de qnad.os
padifs tambem muito bonitos a 480 rs. o (eva-
do, chales de cores, padroes intuirn 1 nle nevos
a Ijf rs. o covado ; aproveitem em quaiilo sr i ao
por preqos baiaiifstmos para acal ar : ves-.acaba: na ra do Queimado n. 22. hja de
tidos de tarlatana bordados de seda a 8J0OO, l,oa_f-
organd de cores muilo finas a 320 rs. o
vado ,cassas de cores a 240 rs., chita larD
ros, ciM-gadus pelo va-
loja
e
n. 25 de Joaquim Femara de S, vende-
que
se pode encontrar a 6* e 6*500, ditas de fio de
Escocia pona encarnada iroilandoseda a 00 rs.
o par, e de cores a 640 e 800 rs., ditas brancas
mui finas e tapadas n 2}40O, 3500 e 5*. e fins-
simas a 8* a duzia, ditas brancas finas e fio unido
para senhoras a 4*. i$000, 5*500 e 6J50Q, e de
fio de Esctcia primeira qualidade a 8*500 a du-
zia, ditas de seda brancas e pretas a 2500, 3*,
3^500 e4>. ditas cruas mui encorpadas para me-
ninos a 200 e 240 rs. o par, ditas brancas de
cores a 240 250 o par, ditas para meninas a 3
a duzia, ditas de seda para baplisado a 2* o fiar,
ditas de laia e de seda para padres a 2$, 3$ 4*
o pas V.n iini vista de lanas e diversas quali-
dades, o melhor approveitarse a occasiao, e
dirigir-se a ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16, que sei servido com agrado e sioce-
ridade.
Rival sem segundo.
por franecz.
Vendem-se na ra da Cruz do Recife n 64
a 38500
><*-: Vaquetas para cobrircar-
a 524U rs., clul* larga a |
200, e 240 rs., capas de fusiSo enfeiladas a
5*000, casaveques de canbraia e fil a 5JK'()0,
perneadores de csnib'aia lordades a 6C000,1
babados a 320 rs avara, titas bordadas mui-|
to finas a 13T5 0 a tega, rirailo franre/ fino,
a 160 rs. o covado, golnlas de ponas hor-'
dadas a 2*500, manguitos de cambraia e fil
a 2*000, camisinlias bordadas muilo finas a j
2*000, chita larga com lustro e muito fina
propria para cobeitae roopoes a 3O rs., es-
guio de linho a 1 .'--2011 a vaia, rou|oes de
seda feitos a 1 2"( 00, vestidos de seda mofados
a 8*000, luvas arrendadas a 11 0 rs. o par,
vestidos de grosdensple pretos com barra de
cor a 20#0C0, palitos de pao prtto e de ares
de 16(5000 a 205M0, sobrecasacas de panno
muito fino a 25*(00, caigas de casemira prela
e de cores de O Oro a 11 '( 00, ditas de biim
branco e de cores de 2$< CO a 5~C00 palitos
Vende sefarinlia de mandioca a "f'OG
ja sacca : na ra da Madre de Dees nu-
mero 35.
Vende-se
penco uso
n. 52.
Pianos
Saunders Brothers & G. tem para vender em
eu armazem, na praga do Corpo Santo n.ll,
alguns pianos do ultimo gosto rocentimente
ehegados.dosbem conbecidose acreditados fa-
bricantes J. Broadwood & Sons de Londres
muito sronriospara esteclima
pelos diminuios pregos os seguintes artigos :
Duzia de sabonetes muito finos a 600 rs.
Carles de clcheles com duas ordens a 20 rs.
Caixas de clcheles balidos a 60 rs.
Duzia de meias cruas para homem a 3*.
Dita de ditas para senhora a 3*500.
Pares de meias para senhora a 300 rs.
Latas com banha muilo fina a 5*0 rs.
Iscas para acender charutos, caixa a 60 rs.
Phosphoros em caixa de folba a 120 rs. *
Carlas de alfinetes muilo finos a 100 rs.
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapatos de tranga de algodao a 1*.
Frascos de macass peroa a 200 rs.
Ditos de dito oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garios, cabo preto, a 3ft.
Pares de sapalos de laa para meninos a 200 rs.
Ditos de luvas de cor fio de Escocia a 320.
Massos de grampas muito finas a 40 rs.
Caivetes de aparar peona a 80 rs.
Tesouras muilo finas para costura a 500 rs.
Ditas ditas para unhas a 500 rs.
Pegas de franja de laa com 10 varas a 800 rs.
Ditas de tranga com 10 varas a 320.
Liona Pedro V, carto com 200 jardas a 60 rs.
Dila com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles multo finas a 200 rs.
Cordao imperial fino e grosso a 40 rs.
0|eo de babosa muito fino (frasco) 400 rs.
Fitinhas estrellas para enfeitar vestidos a 800
rs. a pega.
Labyruthos de muilo bonitos gostos por todo
o preco.
Cordoes para enQar esparlilho muito grandes
a 100 rs.
Dilo para dito pequeos a 80 rs:
Pegas de tranga de linho com 19 varas a 200 rs.
Ditas de Irania de seda preta com 10 varas a
1S400.
Vara de dila a 160 rs.
Pares de meias de cores para meninos a 160.
Caixas para rap muito finas a 1*.
Liobasara marcar (caixa de 16 nvelos) a 320.
Vende-se um lindo cabriole t com
todos os seus pertences : na ra da ma-
triz da Boa-Vista sobrado n. 33, pri-
meiro andar.
.muito encorpado a 135500 avara, brilhanlin
azul a 400 rs. o covado, alpacas de differentes
; cores a 360 rs. o covado, caserairas pretas
finas a 2*500, 39 e 3*500 o covado, cambraia
preta e de salpicos a 500 rs. a vara, e outras
muitas fazendas que se far patente ao compra-
dor, e de todas se daro amostras com penhor.
Loja das 6 portas
em frente do Livramento
Laazinhas a 500 rs.
Camisinhas muito bonitas com duas larguras
paravestidos de senhora a 500 rs. o covado, cor-
tes de riscado francez para vestido a 2*, saJas
balo parr menina a 3*500, ditas .para senhora a
4g500e 5* ; d-se amostra com penhor. A loja
esl aberta al as 9 horas da noite.
I Barato para sef
1 acabar.

Q Vestidos de seda de duas saias e tres
^ babados do ultimo gosto e chapeos de se-
^ da com veo para senhora da ultima moda
do Pars, vende-se por rregos baratos na
ra do Crespo loja amarella n. 8, do suc- m
cessorJde Antonio Franciscd Pereira. &
Cortes de
curas al$6
de gra caigas de meia casemira de cores es-
X), dilos de brim de linho de cores a
2fl, riscadinhos de linho proprios para obra de
meninos a 200 rs. o covado, grvalas de seda de
cores a 640, ditas pretas estreitinhas e largas a'
1*. ealem disto outras fazendas que se vendern
muito em conta; na loja da boa f. na ra do
Queimado n. 22,
de brim branco ede cores de j5500 a 5*Ct)0,
dilos de alpaca de 3('C0 a 8*000, brim
trancado de algodao com 9 palmos de largura
proprio para toalhas a 900 rs. a vara, darras-
co de laa cora 9 palmos de largura a 1*600 o
covado, velbutina prela a 400 rs., brim de
linho de cores a 1*500 o curie, meias cruas
para homem a 1*200 a duzia, camisas de
linho inglezas a 327000 a duzia pegas de
raadapolao fino a 4P500, ccries de lanzinha
muito fina com 15 rovados a 8Cflo rs.. ca-
misas de cores e brancas de J?5fo a 3*000,
e outras muitas fazendas ror menos do sen
valor para fechar comas.
Grammatica in-
glesa de Ollendorff.
Novo methodrpara aprender a lr,
a cscrever e a fallaringlezetn 6 mezes,
obrainteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de nstruc-
cao, pblicos e prticulares. Vende-
se napraca de Pedro II (antigo largo
doColegio) n. 37, segundo andar.
Relogios.
Vendem-se emeasa de Braga, Silva & C, re-
logios de ouro de diversos fabricantes inglezes,
por prego commodo.
Vende-se um rylindro de padaria com pou-
co uso ; na ra das Cruzes n. 30, padsria.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e decores fixas
+fl doze vintenso covado, mais barato do que
chita, approveitem em quanto nao Be acabam ;
na ra do Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
ja da Boa F.
Cal de Lisboa,
e muilo bem acondicionada : na ra ds
na
um selim inglez com
ra do Imperador loja
fiscravos fgidos.
Fugm no dia 2dc noven bro doengnho j>\-
bir da Snia Cii.z, sito r.a Iirjura, um esrravo
ce ni me Antonio, por olrurho lloreira, nqua
foi ron.prado ao Sr. Manoel Ignacio des S;-nii.
ser.hor do enpu.ho Santo Antonio
em Mar ci. Stpuio para o Rrrife
nova.
Cadeia do Recife o. 38, primeiro andar.
ds Hurles,
o llrrife aonde pedia
uma carta ao Sr. Amonio Pires Feneira', e e c"e
suppdr que anda a conserve servindo 'de eui*
Tem os signr.es seguinies: representa li r 't..
anuos deidaile punco mais cu menos, ir I mi
preta e espaduas largos : roga-se a quem dcllo
suuber baja de o appiehf nder e levar ao dito en-
genho an abaixo a.'sipnsdo, ou en Benfe ao*r
Manoel Ignacio de Olivena & Filho. que ser
bem rei-.ii.pn,sa.1o. Sibirfi 11 d.-de/.ebro de
IfcoO.-Filippe de S e ilbuquerque.
Do engenho Culigi, freguezia da Estada
fugio no dia 3 de noven.bro do correrte am o o
escravo de nome Antonio, com os signan se-
gui.tes : eslatura regular, cor mulato, c;-l ello d6
nmro, pouca barba, denles limados, idade i5 f u
28annos, pesroco e ps grossos, tem pelo rosto
peseoco e peitos algunos marcas de panno e
algumas cicatriz pelas costas que panr.n. ir;
sido de chicote ; nao levou romsigo rouia n!gu-
rra, e consta harer fgido para o lado oe serla
d'onde vipra : quem o .ipprehender, poder 11-
va-lo ao referido engenho, ou no Recife, roa >s
treila do Rosario n. 29, ao Illm. Sr F do Morques Lins, que ser bem recompensado.
Escravo fgido.
Um mualo claro, magro, com pannos pr.fos
ler 5
ruca
quaoquer
ao seu se-
na maeaa do rosto, represenlando
deidade, natural do Rio do Peixe, ch.nnado
Luiz, desappsreceu no dia 30 de oulubro da rasa
do Dr. Cosme de S Pereira. de quero esrravo
siiipoe-se ter levado um cavaHo prelo do Sr'
Rostron que se havia sollado, e que elle fdr
em busca do mesmo ; suppe-se n.ais que sua
mulher de nome Mara lan.bem o ai-umpanha
levando um pequeo bab de landres : rogn-s
as autoridades poliriae e a outras
ppssoas que o prend^m, e remellara
nhor, que pagar qualquer despeza.
Pu temb'o prximo passado, um escravo do rom-
mandante superior Manoel Jos Penna Pacheco
que ha pouro o havia comprado ao Sr. Brote
Lnorenco Collares, de nome Jnaquim, de idade
de rinroeuta e lanos annos. fulo. alto, magro,
denles grandes, e com falta de alguns na frente,
queixo fino, ps grandes, e com os dedos granee
dos ps bem brrtus, muilo palavriador, incul-
ra-se forro, e lera signaes de ler sido surraifo.
Consta que e.le escrvo apparecera no dia 6 da
corrente. vindo dn lado das Cinco Ponas, e sen-
do enlerrogado por um parceiro seu eonhecidn.,
disse que linha sido vendido por seu senhor para
Gciianninha ; qualquer pessoa que o popar o ro-
dera levar em Pernambuco aos Srs. Basto mos, que graticarao generosanelue.


1*8}
Liiieratura.
DIARIO DK PERHAMBCO. AflBADO 42
-----------------------;____*
SpSSE WWMPflRtesaifia
declara. Inclinou-se. pois, o sahio da sata.
Logo que o condo se vio s cotn a menina, deu
livre curso s sensagoes que o agitavam. Com
urna das oaos tapou o olhos e com a outra pe-
gou na mao de Clara, c silenciosamente derra-
mou um rio de lagrimas, que paroceram all*|4r.
lhe o corago do peso que oopprimia. A enanca,
porm, nao cessava de acariciar-llie a mao com
evidente inlenco de o consolar.
Bem depressa a tempestarte acalmou no cora-
gao do conde. De novo enlrou contemplar a
mas di'.-.ia
DI DEZEMBRO DE 1860.
A Orpha Houten Ciar.
{Continuando.)
VII
O conde linha, sem duvida, fgido de casa
(un de encontrar no ar liwe albura soccgo, por-
que, passados instantes, andar passeiando por
etraz das trras do hospital, que distar pouco
das foriifk-ocoes da cidade. E' de suppr que o
a* lhe ivesso, com elfeto, suavisado os soll-
menlos o aplicado a colera, porque depressa
jomnu o camiiino do casa e parecen querer vol-
lar paia o mesmo lugar em que acahava de sof-
ter um golpe too doloroso. Mas nao acontecen
ossiio : passou por diante dd sua habilaco sem
entrar iiella e foi batr porta do recolhimenlo
oas orphas. Que lengn seriara as su as? Ao
ver a sombra rxpresso de seu rosto, jtilgar-se-
nia que a sua colera se ia empregar toda em
lioutan Clara mas o nobre e generoso carcter
do conde nao dava lugar tal supposicSo. Pode
ser que um ceg ciume o levasse ver, ao me-
nos, aquella que era a causa da desgrana e solTri-
menlos que lhe envenenavam a vida ; pode ser
Juri^TV duT?' q"e ha ,a,nl ,ea'P tor-l rando-est pedmdo Deus pormTm'"' Yun-
^uraia. de novo se livesse apoderado delle e o ca o vi'
...na e
guroa distancia della estava a aia, resando
as contas.
Os tenores da condessa ha viam diminuido;
comludo, urna tristeza mais profunda opprimia-
Ihc, de corlo, o corago. Segundo o que lhe ds-
sra Ignoz, entender que seu marido acreditara
a verJade o nao proseguir na cruel suspeita de
que ella lhe era infiel, mas tambera tirara conhe-
cendo que elle quera aban lona-la e ir s para
Hespanha. Como amava muito o conde e se acha-
ra ligada elle pelo duplo lago do rcconher.i-
racnlo edo amor, esta conviegao, preparava-lhe
nm (errivcl g"!pc, que ella esperava com aauel-
O senhor nao o conde de A
En^nS?9^,1*'1 V"*' Pabli<*""">e como per-
tencendo familia do que tinha sido separada
por orna de .loravet desgraga d'esle modo ser
por todos honrada como convm e merece o seu
ano nascimiato. E rina, qiieeiBMDtir* que ella te ame como se
I09ses sua I ai, e eu quero que desde j mo trate
ve?dad"? A,ma"la"has Pr amor de mim, nao
Foi
se-me que tinha muito bom corago l Perianto
tambem eu devo ama-lo 1 '
j que este, levado pela clera, tivesse fallado de
Dondeu f Lara ...mala Y res- modo que atlrahisse o despreso publico sobre ella
liona protectora ama-o edis- e sua fjlha ; Analmente, anquento estava abys-
mada nestas tarrifis reflexes. a porta do quarlo
abrio-se e appareceti o conde d'Alraata.
A condessa lonvaniou-so iramediatamenle,
soltando um grande grito, e. sera se atrever
encarar seu marido, deilou-*o-lhe aos ts,
estendendo pira elle raaos supplicantes.
Perda, senhor conde!exclamou e'la.
O conde pz a cieanea sobre osjoelhos e per-
juntoii-lhe. fazendo-lhe inmensas fest s :
Conheco seu pac ?
Meu pan est no cu !disse Clara, suspi-
di rectora.
A porteira
(jo i
conduzio-o ao locutorio e
Gragas s festas do conde, Houten Clara, con-
depois forme o seu costume, j havia passado do cons-
-wljo na face,
cobno-se-lhe de | disse-lhe como o modo mais carinhoso :
Que Deus lhe d o pago pela amizade que
leve a meu pae!.... Oh! hei de ser muito sua
amiga por sso !
E nem ao menos conheceu sua mae ?per-
i guntou o conde.
llouteu Clara baixou a cabeca e nao res-
pondeu.
Adoravel menina I exclamou o condo com-
movido,nao quer trahir o seu segredu : e to-
n>( niu se a. -citara no negocio? Exige que Iho tra-1 davia, o coracao to puro nao sabe mentir Far
ga una ord> 'm positiva delles? muito bem, nao o diga a niuguera I Far-'se-hia
Nao i. 'ao respondeu a directora, toma-. infeliz Descouheceria a voz de seu pae despre-
da de medo. zana a sua suppli.a, e enveneoaria a ranha vida
Entao di >-se pressa satisfazer o meu de- com crueis remorsos. Chegaria ser lao ingrata
SiJ''- ,. jl"e recompensara o amor com o odio I Ufana
I orm a dir. "-'O", todi trmula, balbuciou : { querida, dove dar muilas gragas Deus, porque
que ella | com o seu encantador sorriso salvou da morle
con e, "p rdcu o lino e o rosto
unja p.illiJez mortal.
Miiiha senliora, disse o conde de Alraata
com v z spera parece que a minha presenca a
irpre >de e faz tremer I V buscar a pequea
que se .mama Houten Clara ; quero v6-la !
A dirt vtora, inquieta, enlrou, com offeito, i
tremer e niurmurou una resposta inintellisivel :
Bnt o. senhora Ireplicou o conde ser
preciu qi le os administradores do eslabeleci-
nos quaes se
e a iucredulldatfe e
nhor conde... creio..
Sun
saliio..Vou ver! jduas pessoas, umadasquVesii lite "bem"cha7"e
Cuita que we engina? I exclamou o a nutra que vira a solo pelos seus beneficios
conde, colrico Tome sentido, que se pode ar- | Sente-se devras dsposta a amar-me, Clara ? "
Ah senhor conde, nao me perguntfl issn :
rependerI
A diicclora sahi. da sala. suspirando, e diri-
gio-se casa do trabalho, d'onde voltou em
fcreve cum llouteu L 'lara. No carainho disse
menina :
Clara, o conde de Almata, o marido da
tua protectora. E' muit carrancudo e parece ser
porrcniura nao o senhor o melhor amigo da
minha protectora? Nao devo eu ama-lo egual-
mente? E demais, nao me disse ella, que a es-
timava com tanto affecto? Atlirmo-lhe que sem-
pre o hei do amar, sempre !
O conde conlemplou silenciosamente aque la
finMlo rao Moslrate i mais amavel que pode- enanca. Um iroperceptivel aorriso de ventura
res com elle, minha filha. illuminou-lhe o rosto, ede nov*> acaricio* a me- I
Sim, querida me ; a rainha protectora tam- nina, nao s com alfecto, mas rom reconheci-
bein mo recoramendou, *s disse-me que era ment. A consolago que experimentara em sen-
bol pessoa 1 (ir urna tal revolucao as suas ideas, a felicidade
c-
A dirertora nao leve lemp'-0 para responder inelfavel que gozara em formar piojctos que po-
la observagio, porque j linham chegado diara transformir-lhe a vida u'um paraizo de
Apresenltu Clara ao conde
porta do locutorio.
e Bcou A entrada da sala, firrai noente resolvida
nao ceder no? rogos oem s am e-agas, se o conde
Intenlasse ficar s com a crianca'. A >obre mu-
ll! eslava muito inquieta, porqu ifi receiavs que
elle maliratasse a orpha.
Ilouten Clara foi collocar-se, sea\ dizer nada,
KKV lheder^habuJar SMS fltJ" I ^ToT^o^TP ^ **
o meu soccego e ventura.... Mas uo hadedizer
-6
amo.-, lodos estes senlimenlos confundidos i-
nundayara-lhe o corago de benficos efluvios
e por sso va com urna especie de adrairag
mSE fI?l?,.e d::rramar* es!?. *'lsa" | lembrar 1ue oulr Pessoas "cerii7a'm ter visto
urna vi ifS".t ",' L C,Q ""P6""10 Pr u,n s"Ud-o hespanbol linar, creanga do fugo
urna voz interior levantou-se rej-enUnarneute, e que ia deroral-a ?
Commetli urna falla, sou culpada; mereco a sua
riogaoca, o seu desprezo, o seu odio I Faga de
mim o que lhe aprouver. Mas em norae da do-
lorosa paixao de Nosso Senhor lhe pego que se
nao separo de mira, nao rae inflinja essa cruel
norte I Perrailla-mo que seja sua criada, sua
escrava. mas que possa, ao menos, acompa-
nna-lo! Nao me repulse, senhor conde! Se
quuer sacnficar-lhe-rrei a minha filha......o, se
Deus me der furgas, esquec-U-hei de todo para
expiar a minha culpa !.,..
O conde nao lhe deu terabo de continuar :
levantou-se e deu-lhe um beij na face.
Esse signal de alecto mar^avilhou-a de tal
forma, que se apoiou, quasi in|inimada, ao pcito
do marido. Eucarou-o cora olhos
via pintada a estupefaego
exclamou :
Ah! tenha d de mim, que endoudegol.....
Mfls nu........nao mo engao. Calislo......tu
nao meodeas..........sornsles para mim !
Arquejando e fra de si de contentamente
langou-se nos bracos de seu esposo-, que conli-
nuava olhar para ella com o raaior alfecto.
Perdas me. nao verdade ? disse ella.
Anda sou digna do teu amor? Anda posso
mar-te............adorar-te como a iraag^nj da
bondade divina ? Abengoa lo sajas, Catislo !
O conde soltou-se dos bragos de sua mulher e
conduzio-a janella, sorrindo-lhe com ternura ;
depois indicuu-lhe urna cadeira, seniou-se ao'
lado della, pegou-lhe n'uma das m-os e dis-
se-lhe :
Tenho soffrido muito, rerdade : urna ter-
nvel suspeita despedgava-me o corago........
ninguem pode dizer qual foi o meu martvrio,
porque le jmo, minha adorada Catharina, o
acredjtava......mas nao tinha razo ; nao falle-
mos mas n3So em quauto Deus nos dr vi-
da. 4conteceu-me hvje" urna fortuna, que me
evaria ao cumulo da alegra, se para isso nao
bastasse a tua presenga.
Urna fortuna ?1acudi a condessa. intr-
rompendo-o.Urna fortuna ti. Calisto? Ohl
agradogo-a Deus do fundo de minhi alma 1
Ouve ;lhe tornou o conde com voz com-
movida sabes muito bem que meu pobre irrao
.norreu e mais sua mulher no incendio quelhe
consumi a casa, no t>rrirel da da Furia-hes-
panhola. Pelos ditos de alguns vizinhos. sou-
be-so que fra adiada morta no raeio das cham-
mas a sua infeliz filha ; n.as tambem te has-de
certo abatimonto
ama-la-hei urna vez que
com
respondeu:
Pois qie venha '
to pertence.
Catharina,-disse o conde (
bem sci o quo le entristece; mus providenciare!
ludo; quToajudar-tc. Trabajaremos juntos
na fehcidae dos entes que ambos sao cha-
ros. Ests agora contenta ?
Ohl m I vezea obrigada !disse a condessa.
cujos olhos l>nlhavam de alegra.
Pois b< m,disse o conde, lomando um ar
solemnesi ja este o penhor da nossa reconcilia-
cao e do msso amor. Dou-te a filha dera.
ao. Ser e-lhe de me, da raesma forma que
disse Houten Clara
d.iquella physiooomia anglica, opevou-sc-lhe
lima mudanga completa no corago e as feiges.
Trmulo de rommoco e lomado de uta senti-
menlo mysterioso. contemplava fiximerrte aquol-
les lindos olhos de um azul celeste, raios de urna
alma ail'ecluosa e pura, e o mgico sorriso que
nada do que se acaba de passar entre nos; nao
e assim? De-me mais nutro abrico, que espero
nao ser o uhimo. Volie para o" seu trabalho e
uao diga nada : eonte que ha de ser feliz, Clara !
O conde sahio do locutorio e dirigi nivlerio-
ncava aquella encantadora bocea de irres.sli- i sameute algumas- palavras boa directora, que o
re s.du.gao. Tambem alto, esposo irritado a esperara porta, nao sem algn, su^to o que
ferido as mais charas affeigoes, ceda ao poder elle Iho disse. de cerl,, Ihecausou grande conten-
do nlhar de urna crianga !
Nao era, comludo, a pura e deslumbrante bel-
lo z de Clara que opera va este milagro ; era ou-
tro si-iiiimento qie fazia palpitar o corago do
condi c lhe irinundava de lagrimas os olhos. A
pobre crianra parecia-se com seu pae : no lindo
rosto va-se Lancelot morto pedindo compaixo
para a sua filha e perdi para a sua uoiva O
Conde, vendo dianto de *i o seu melhor amigo,
coi lava que lhe ouvia a voz, c no lhe era pos-
sivel alastai os olhos daquelas feiges to pu-
ras, onde podia ler, como em livro aberlo, a his-
lizes horas da sua vida,
resistir ao sentimento que Iho
corago, fez signal directora
Esta nao lhe tinha escapado a
loria das mais fe
Nao pudendo
transboedava do
para se ali'aslar
lamento, porque o semblante animou-se-lhe ao
despedir-se delle ; depois corieu, toda radiante
para onde eslava Clara, pegou nella e cobrio-
de beijos.
O conde de Almata sahio do recolhimenlo e co-
ra o centro xt cidade.
ja eslava na ra do Conven-
to ; e, mais tarde, viram-o subir s escadas do
palacio da cmara. Neste dia, seguraratnle foi
bastantes sitios e oceupou-se de negocios urgeu-
ti'S, porque voltou segunda vez ao recolhimenlo
das orphas, e anda no meo de ludo isto nao
tinha ido casa........................
caminhou-se rpido par
D'alli um instante j es
FOL.HETI11
GUY LEVI\GSTO]\E
ou
A TODO TRANSE
POR
Jorge Alfredo Lawrence
\\X.
Pego Deus que me per-
doe por nao poder mais con-
templar suas mais lindas obras,
sem cahir em desespero.
A saudc de Lovingsionc custon muito resta-
bi 'i 'r-se depois do abalo causado por esta en-
(revista. Com ludo como a primavera adiantava-
se, ello comegou adquirir forgas mui rpida-
mente e pelos fins de maio partimos, elle e eu,
no Petrel, yatck de recreio, que
prado, para azermos urna excurso uo Meditar- !
rapen.
Parecer diflicil que um homem, que costeia
pela vez primeira as praias da Italia, e penetra
multo alera, aqui e ali.no interior do paii, possa
nao sentir Dem mostrar interesse alguna por essa
suri i ssio de quadrosda natureza viva ou da ar-
te morta, que cada passo o espera.
Entretanto nao posso dizer que eu houvcsse
dr.-Ciit'irto nada disso em meu companheiro do
viagem. Elle errou comigo travez do antigo
Forum, da quinta de Adriano, e passeiou algum
lempo ao redor do lago Albino ; mas sera oulro
Cui que nao o de fazer-me companhia.
Estes lugares foram-me muito mais prasenteiros
nesia segunda visita, do quena primeira, que
F.ram quasi quatro horas da tarde, o a condes-
sa, profundamente abatida c extenuada pelo mui-
dos e dos Hunos ; ou a Lingua anglo-romana
in bocea Dlooms-luriana ?
Os Godos e os Hunos sabiam em lodo o caso
restringirse seu dialecto nativo, e falla-lo sem
duvida algumu ora urna perfeigo conveni-
ente.
Entretanto nesta occasio o custodio lomou
cerlamenle a cfl'ervescencia sentimental da filha
de Jud por urna recompensa digna, porquanlo
tlespregou a lingua com um ar rnuito salis-
feilo.
Nao julgo que nossas peregrinagoes tivessem
urna s vez dislrahido Guy da grande tristeza,
que durante luda a viagem pesou extremamente
sobre elle.
Em semelhantes circunstancias um philoso-
pho allemo teria ennegrecido resmas de papel, e
escripto voluraes, cometido e bebendo sem
cessar, como Panlagruel, para reduzir suas
emoges llieoras e abstraeges, at o momento
ea. que ellas se desvanecessem em uuvens e va-
pores.
Um verdadeiro discpulo de Rossoau e de La-
martine teria analysado suador em lanos canaes,
quanlos Alexandre abri para o Oxus.de manei-
ra que o braco principal acabasse por se perder,
o cada regato particular podesseser vadeado p
enxuto.
A' esta pergunla, a condessa sacudi a cabega
como querendo dizer :
Nao me lembra disao.
P6de ser que te esquecesselacudi o
conde.Ora tu bem sabes como eu era amigo de
meu irmao, e por isso podes imaginar qual nao
foi a minha alegra, quando o acaso me fez hoje
descobrir sua filha.
eu Iho servil ei de pac: este um laco que mais
nos uuir, ninha adorada Catharina.
Dizeudo i lo, apresentou sua mulher um
pergamraho com graudes ellos pendentes e
acrescentou
Conven que a me saiba o nomo da filha.
Acondess desenrolou opergaminho com mais
cunosidade que gesto; por-n, apenas olhou para
elle, soliouim grande grilo e exclamou, ajoe-
Itiando aos p=s do conde :
Clara! a rainha Clara ha de ser tua filha I
Meu Deus! ( demasiado I......
Nao pode i izer mais e calilo, .sem dar accordo
de si, nos br igos do esposo, que a levanuu.
A aia beijava, chorando; as mos do conde.
pa VII
Fra urna hobre e feliz idea a que Uvera o con-
de de fazer pbssar Clara por filha de seu irmo.
ror este meid, a edopcao da menina livrava-se
de coramentaios, como a honra di condessa de
suspeitas. Asim, pode fazer a felicidade de am-
bas e tributar urna reeonhecida homenagem
memoria do eu amigo, e elle mesmo encontrar
urna recompensa no iliimitido anicf da condessa.
'epois de tfez annos de soflrimento e duvidas, ia
elle urna vrda feliz c socegada ;
egredo que se erguera enlre elle e
. :omo fatal barreira ; acahava-se a
tristeza e o desespero ; d'ali em dianta, o amor
e o reconhecii lento iam semear-Ihe'flcK-es no ca-
mmhodavda. E, alera dista, o cu lhe dava
urna filha. qm j* lhe era lo chara por tantos t-
tulos, e quen j amava como se fra seu
prio pae.
O-conde nao era homem
que podiara servir para o seu trabalho quotidia-
no, ou, cora o correr do lempo, para seus ador-
nos, quando so tivessem emancipado. Nao era,
comludo, o prazerque Ihescaussram lodos estes
miraos o que Suscitava enlre ellas a extraordina-
ria animagao o alvoroto que ali 30 notava.
As mais volhas e mais habilidosas, no numero
das quaes entrava Thereza, a falladora, que era
assim chamada "pela sua verbosidade, esiavam
quo a condessa empregadas, desdo manha. cedo, no arranjo de
um presente que quoriam dar Clara os trans-
portes de alegra e a curiosidade das mis per-
turbavara a orlem cada instante na esa do
trabalho ; levanl ivam-se e sahiam dos seus lu-
gares, cada urna pela sua vez, ou lodas juntas,
para verem em que altura estava o trabalho.
E, era verdade, mereca a pena de se ver o hu-
milde signal de affeigao e reconheeimenlo. feiio
com o suor das pobres enancas. Thereza, a fal-
la-tara, ero a autora da inscrlpgao, e meslre Joo
do Rosario quem a linha desenliado e cortado
o padro. Consista n'ura pedaco de damasco
precioso, cercado de ornatos, em que se lam.
bordadas de matiz, ouro e prata, as seguidles
comegar para
acabava-se o
sua mulher,.
pro-
era homem que deixasse urna
obrairaperfeita, muito mais quando era inspira-
do pela genero; idade e natural bondade de seu
corago. Ha vi 1 assogurado Anna Canllees-e
seu marido umh boa renda vitalicia, em troca das
necessariasdeclarag6es para os seus fins e do seu
silencio : esta tenda dvia ser dobrada no fim de
dous annos se > sagrado do nascimenlo de Clara
tosse religiosamente guardado at essa poca'
SmS ocontruiz uS lntC eS,eV,e, P; """"com oJa" a sua candidez, sera ser pro-
,M o cornee qn.z. e tanto mais- que elle s ciso allera-la com t artificios da-moda.
palavras
Feito em honra
de
D. Brgida, Clara, Joanna,
condessa a"Almata
pelas
euas antigs companheiras, hoje sua;
humildes criadas, as orphas da
cidade de Antuerpia.
1859.
Qitt Deus a faca feliz na tena, e, depois desla
vida, lhe d o descanco eterno :
Amen I
Porto das dez horas da tnanha, Thereza, a fal-
ladora, exclamou com toda a forga de seus pul-
moes :
Viva viva minhas irmSas, est acabado !
Com mais algumas thesouradas e uns fios fra,
tira-se o bordado do bastidor F
Um grilo gerl dn alegra saudou esta feliz no-
ticia. Therezs deixou as outras examinaren! a
obra e disse, avangando para a porla :
Ah chegou lempo o ja-rdineirs do hos-
pital Olhera I Traz tres grandes cestos com fio-
res !
Os cestos cheios de flores vjerara para a sala,
e logo as orphas entraran) a farer u-ma im-meu-
sidade de ramalhetes, nao sera contestado-es e
brigas. Como, porm, nada houresse de"srio
nestas desavengas de momento, a directora nao
inlerreio. Pelo contraria, olhou para ludo com
ar risonho e satsfeila.
Meia hora depois, as orphas, cada urna com o
seu rarnaihcle na mao, esiavam formadas em alas
por todo o pateo al ao porto; o ac*io e sim-
plicldade de seu vestuario era nolavel ; os seus
innocentes-corajes baliam-lhes cora violencia,
o desejo e esperanga coloriam-lhes as faces, e os
lindos olhinhos brilhavam-lhes de alegra. E,
diga-se era verdade, as flores dos ramos esmo-
reciam ao pdnstas- rosas /iras: era seguramente
o mais formoso ramalhete que se podia ver, este
ranchinho de criangas, cuja graga natural se des-
quena que se aisociassem sua boa aego. De-
clararan), pois, perante as autoridades da cidade
de Antuerpia, que Clara era filha de D. Alons
d Almata, e, emjconsequencia disso, orraou-se-,
em presenta do conde, um auto, pelo qual a or-
pha se licou chamando Biigida, Claraj Joanna,
ta.
condessa d'Almi
NSo foi s isU
m iulerpretagr
berta de Clara, o
para que as suas
saludas ero loda
que do tecelhimelnta
noticia nao basta
lar historia, as m
cetlo conseguira
. Con o fim de lirrar de toda a
o a"cVo da maravilhosa deseo-
conde ompregou todos-os meios-
menores circumstancias fossem
A frente do cortejo, junto ao porto, estaram
as quatro orphSas mais vclhas do recolhimenlo.
a gigante Maria, Thereza, a talladora, Gerlrudes,
a beata, eAnna, a curiosa, segurando polas qua-
tro ponas n'uma almofada de velludo encarnaJu,
que emprestara um dos directores da casa, e so-
bre a qual estava eslendido o mimo destinado
Clara.
Em quanio as orphas pareciam esperar o sig-
nal para sahirem, ouvio-se na ra do Hospital o
h! i-*6 ascfm0zes rodar de segse patadas-de cavallos impacientes,
das- orphas espalharam a Pucos instantes depois o porleiro to recolhi-
lem para propagar esta singu- menta corren abrir os dous btanles da porla.
as tomadas pelo conde de As orphas sahiram com passo lento e solemne.
A filha de teu irmo!exclamou, espanta-
oa a condessa como se duvidasse da verdade de sopposto tio, o coride d'Almala.
das, porque j os magistrados
dera para que a irjenina fosse
P
linham dado or-
eniregue ao seo
urna tal nova.
Sim,disse o condea filha do Sr. Alonso,
meu defuntu irmo. e nao me resta a menordu-
vida esta respeilo: j z legalisar competente-
mente o suestada do soldado hespanhol, e tenho
em meu poder outras proras irrccusavgis. E
agora, ouve com aitonco o que le voa dizer,
Catharina. O cu nao* tam abengoado a. nossa
unio, dando-nos filhos........a filha do meu
irmo___.".
B urna filha Iexclamou a condessa.
lima encantadora menina, linda como um
anjo'respondeu o condeSegundo a lei, a
rainha nica herdeira. Ora como ella al hoje
nao tam sido tratada como deve ser o ultimo
descendente dos d'Almatas, lenciono fazo la
educar em nossa casa, nossa vista. Para isso
mandei fa/.er um acto regular de adopeo. Fi-
car sendo minha filha e minha legitima herdei-
Por prudencia, (iterara tambem acreditar me-
nina que aquella era a sua verdadeira historia, o
Uvera u sempre o maior cuidado de a nao deixa-
rem s cora, pessoa alguma, para assim evita*
qunlqucr pergunla teuriosa ou indiscreta.
J havia ires dials que o recolhimc-oto das or-
phlas feslc^java este acotitecimenlo. Em atlen-
go singuUridaUe|do fado, os adiainistradores
consenliram que a directo-
semana, ra i insisiisse no
baldos habituaos. Nao ha-
'ie nao tivesse receida do
o, e de Clara um mimo, em
Urna impelanle quanlia
havia sido recebidalpara se juntar s economas
de lodas-ellas ; e ta.-lto a directora como seu ma-
rido j linham a sueJsorle futura coberio das
eventualidades. Ailm disso, cada orpha rece-
bera uns pequeos objectos de ouro ou de prata,
lacharn aa olhos,
ra, durante toda estl
cumprimento dos Ir
via orna so orpha
conde urna graliticac
signal de lembrancat
Arabos cerlamenle learu chorado lagrimas /-
im; i denles, e sera parar. '
Li um da, que um Francez tendo-se repenti-
namente lembrado no meio de urna numerosa
reunio, que esse dia era o anniversanodaquelle,
no qual linha ello perdido, dez atrios anles, um
amigo que lhe era charo, sahio logo da sala
para chjra-lo amargamente. Este petisamenlo
pareceu-lhc lo feliz, e ello ficou tal ponto en-
cantado, que disse, segundo contara :
Eslou resolvido chorar assim d'aqui cni
dia 11 le no anniversarioda moilc daquelas pessoas,
quem eu liver amado !
Concebeis cousa alguma mais enternecedora
do quo esse quadro de um homem,que perdeu o
que lhe foi charo, que consulta seu aimanak, c
poe-se derrama' lagrimas vontade ?
Tinha cerlamenle um tlenlo athletico esse
quem alludimos ; mas em que fa-
go es nao devia elle achar-se de-
constante exercicio ?
enos mais obcura photographia, de que se ti-1 Desde.a ,eife.n',a de Niob ^ melhores pe-
nha por ventura orgulhado um amador com gran- d.aS08 da l'r^ceza, quanlas bellas cousas poe-
de enfado de seus amigos. .cas cnsagradas esses testemunhos externos e
inram ,'ipuii ia r asna, u \f uuc na 'uuiiii j, juc .
vi-me obrigado fazer-lhes por causa de rainha rersonagera que
sonde; mas duvido que elleshouvessera deixado ror"e's condigoe
no espirilo de Guy urna s imprcsso, egual ao : P.\s e. um.,a0 c"n
. ,-/ *; HU3 iuiggj. 1
As briibanles paisagens, formadas de cabos atre- ,sve.ls J!r
vidos. Ce alias florestas, de golphos banhados pelo
aol. passaram para elle desapercebidas.
( uy s subi So tombadilbo duas horas depois
de termos lancado ancora junto da molhe do
Gaela.
Nossos ciceroni affligiam-se e escandalisavam-
se extraordinariamcDle com urna indiffereuga, que
exceia os limites de ludo que ellos linham vista
em materia de positivismo entre os signori in-
ltsi Vi um, que pareceu muito alliviado, quan-
io depois de nos haver deixado, tere de prestar
ouvidos urna joven Judia impressiouavel, que
fazia quinto loe era possivel para exprimir seu
arrebaiamento no mais execravel italiano, que se
possa ouvir.
O esforc phsico que Isto lhe cuslava era terri-
vcl Oe ver, principalmente se se pensar que ella
passava o invern na Italia para acalmar seus
pulmes.
O' pedras do Coliseu, que lano leudessolTrido!
quera despertou em vos os mais barbaros eehos,
os rugidos que partera das celias, d'onde os
habitantes viam 03 christos ; o jargao dos Go-
Vide Diario n. 291.
Poder-so-hiam escrever mais Irisles elegas e
mais palhcticas lamentagoes sbreos pranlossuf-
focados, quer pelo orgulho, quer pela impossbi-
lidade de deixa-los correr.
Os grandes pezares, bem como os grandes pro-
jcclos, amadureccm geraltnente na sombra. Se eu
houvcsse de designar as tumbas, onde jazem se-
pultadas as matares esperangas e as mais since-
ras affeiges, creio que voliar-me-his nao para
aquellas, que cobrem tangas inscripges, urna
poesa duvidosa, ou urna latinidade condemna-
vel, mas sim para aquellas, onde achasse sira-
plesmento iniciaes e urna cruz, gravadas sobre a
pedra.
Os choramingadores phylosophicose poticos,
entretanto, mui dilDcilmenle solidara mais do
que Guy Levingstone, durante esses poucos me-
zes, e anda muito lempo depois, bem que elle
guardasse sempre um silencio absoluto, e con-
versarse de lempos lempos sobre differenlcs as-
sumptos coro urna apparenle alegra : bem que,
Gnaimente, seus olhos se conservassem to sec-
eos como os cus do Della, desde o dia em que
separou-se de Constancia at a hora em que elle
morreu.
Elle passava horas intoiras nesse estado de in-
difTerenga completa, que faz parecer verdadeiro o
antigo proverbio oriental : O homem melhor
sentado do que em p, deitado do que sentado,
morto do que deitado.
Entretanto, pezar de ludo islo sua saude me-
llioiava lodos os dias. Depois da vida desorde-
nada q le passra durante os ltimos lempos, esse
repouso completo, e a pureza do ar o reslabele-
riam rairavilhosamente.
Tudo isto produzia nelle o mesmo effeilo, que
qujudo sahimos de um quarlo muito quente e
cheio de fumaca, e nos expomos frescura de urna
manha de esli. Sua torga tambem tinha volta-
do quasi completamente. Eu notei isso emBaia.
O guia dos Cenlo Camerelle-, um grande e for-
te lazzaroni. tornara-se de urna insolencia pouco
ordinaria. Tenho urna idea do que elle recebera
quinze vezes pouco mais ou meos o que lhe de-
via ser pago ; mas vendo ao largo nosso yaich,
julgou que eramos principes em nosso paiz, e por
conseguinte que deviamos ser tanto mais esbu-
Ihados no seu.
Os olhos de Guy pozeram-so langar fais-
cas; o, adianlou-se para o palife que oisultava.
Julguei que o lazzaroni ia recebir um ru-de cas-
ligo ; mas Levingstono conlentou-se desuspen
de-lo pelo pescoco, c conserva-lo um momento
nos ares do encontr parede, como se veera os
meninos desse paiz espetar os lagartos na punta
de um pao de forquilha. Depois deixou-o cahir
sem fazer-lhe mal, porm lvido do terror.
Antigameote um bom sopapa lea regulado o
negocio em menos lempo, e produzidouma cslra-
nha alterago na face tostada do bom Giuseppc
Mas esse corago afilelo tinha perdido sua enliga
rudeza.
Tive anda urna outra prova poucos dias de-
pois.
Deixavamos a bahia de aples. Posto que ti-
vessemos levantado ancora cedo, j era mais de
meio dia. e anda nao linhamos passado a Bocea
de Capri, porquanlo apenas havia vento suflicion-
te para que o Petrel caminhasse.
A fumaga de nossos compridos cachimbos tur-
cos suba quasi direilarannte ao cu, e pairava
por cima de nossas cabegas em largos circulus
azulados; entretanto a agua agitava-sesurda-
mente e o balango do navio lornava-so cada
instante mais forte.
Estavamos justamonte esti-bordo das vclhas
penedias, coiadas de paredes arruinedas, bases
do covil, onde outr'ora chafurdou-so o Porco de
Capra, quando Riddell, nosso meslre de equipa-
gem, veio procurar Levingstone.
Creio, senhor, diz elle, que melhor fariamos
em ferrar todas as velas ; temos um pessimo lem-
po, e podemos dar costa.
Era um velho marinhero da marinha de guer-
ra, que linha lutado era seu lempo em lodos os
mares ocanos conhecidos com os ventos, que
sopram dos quatros pontos csrdeaes. Elle pro-
fessava um leve desdera pelo Mediterrneo, o
qual avaliiva justamente um grao cima da en-
ceada de Cowes, e nao ligava seus caprichos
mais importancia do que se daria aos accessosde
importancia de um menino enfadado.
Se elle fosse sorprendido pela mais terrvel
tempestado, que por ventura tenha desolado as
praias do Grande-Lago,nao creio que dissesse ou-
tra cousa quo nao fosse :
Que mo lempo I
Todava, elle eia muito bom marinheiro para
nao tomar lodas as precauges,mesmo no caso em
elle navegasse em urna baca d'agua. Assim re-
lirou-ae para promplamente dar* ordens neces-
sarlas, depois de ter recebidoum signal de asseo-
limenlo de Guy.
os e conhecidos, enlre os quaes se viam tam-
bem sror Catharina, do convento de Faucon, o
mesfre Huygeos, organista da calhedral. Clara
foi levada ao p das quatro jovens encarregadas
de lhe oflsrecem o presente das orphas. Em
quanto a menina, com o corago bater-lhe vio-
lentamente, contemplava o lindo bordado, The-
reza, a talladora, qnia tirigir-lhe, em aome das
suas antigs companheiras, urna especie do al-
locugo ; porm, segunda palavra qu pronun- I
ciou a oradora, filiou-lhe a voz e comegou a tho-'
rar. Este exeranlo nao foi s seguido pelas ou-1
Iras tres portadoras do presente, porqce tambem ,
Clara se pz chorar.
A condessa agradeceu s meninas a prova do
seu affeclo e procurou, por meio de palavras con-
soladoras, por fim .sua tristeza. E, comludo,
nao ocoDseguio, porquo sabe-se rauilo bem que
nado as mulheres lo contagioso como o cho-
ro. Alero, disso, Clara langra-se nos bragos de
Thereza, solucando, e as mais orphas nao ti-
nham podido ver isto sem grande commogo. Por
Este levantou-se iijdolcnlenenle sobre o coto-
velo, fim de olhar ao redor de nos por cima das
bordas pouco altas Ao\ navio.
Um bando de nuvehs de uro negro azulado cor-
ra ao sudoeste ; rajadas de vento, nod'aquel-
las que trazem. fresc ra, raas seccas o indecisas,
como se fossern prodt zidaspor raeios artificiees e
caprichosos, batiara as velas sera locha-las e ius-
peMiam o Petrel por altoe balangos.
Creio realmente que vamos ter um tempo-
ral, observo Guy con um ar indifferenle. llera,
varaos ver como se aorla o batel. Riddell pre-
venio-nos muito lempo.
De sbito raudou de tora, o exclamou brusca e
decididamente :
Nao ferrarei nada.
O meslre da equipagem lancou um olhar expe-
rimentado para o lugf r d"oude vinha o perigo, e
carregou as sobratuiel aas.
Nao muito cedo, r. Levingstone. Se levar-
raos smente urna pol :gada de lona quando clio-
gar a tempestado, nao respoado pelas coasequen-
cias.
Urna escuridio cada vez mais profunda abata-
se ento sobre nos, in peiliudo diante de si urna
massa de espuma fui losa, a tempestado mos-
Irava seus nenies.
Cuy agarrou o velhj marinheiro pelo braco, e
indicou-lhecom odedaum objeclo, que ning'uem
ainda bojdo do yat :h tinha notado. Era uiaa
pequea barca tripola la por quatro homens.
Erara elles Capriola:, como sc-ubemos mais lar-
de, e os mais alreridcs bateleiros da bahia. Se
elles fossem napolilant s de puro sangun, j desde
ranito lempo oslaran) deilades de barriga para o
chao, gritando einvc cando em suas supplicas
urna comprida ladainh 1 de santos.
Elles se conservaran! sompre firmes nos remos,
remando com toda a fo ga, alim de alcangar-nos,
porque nao havia outr salvago para elles.
Nao chegaro ampo, menos que nos
fagamos de panno para e'.les.parairmos encontra-
los; e se nao lizerraos islo, que possibilidade de
salvarem-se lhes resista d'aqui dez minutos ?
Riddell licou apenas meio saiisfeiio.
Evidenlemenlo sua rpinio era que um mari-
nheiro ptimeiro que lado se devo seu navio ;
mas nem ello, nem niuguom, argumentava ja-
mis com Guy.
Como quizerdes senhor, resraungou elle
com mo humor. Fir.nc no leme, Saunders, nos
os alcangareraos.
Se tivesseraos tirad > meia polegada de panno
ao navio, elle nao teria jamis podido alcangar a
arca, posto que aecuipagem desta lutass vi-
gorosamente para chogar nos. Ella comegava
fazer agua pouco pouco; mas ainda chega-
os homens bordo,
a exclamou logo Riddell
com urna voz de trova >.
E foi o priraeir que langou-se aos cabos como
um galo selvagam.
Alegremente, v 1 oulros! e com viveza 1
Todo seu rao hurapr desapparecera no mo-
mento em que toruavaj-se tmminente o perigo.
Nos tinhamos bragos vigorosos, e os Capriotas
portarainse como verdadeiros marujos ; mas
quasi que era muilo urde.
Apenas o derradeirp homem saltava sobre o
tombadilho, que a liiiha de espuma estara so-
mente meio-cabo de distancia.
Os elementos desen :adeados rompern enlo
em um barulho horrirel, como eu nunca tinha
ouvido. Esta barulht comegou por urna especie
de assobio, que asseo elhava-se gritos agudos,
e tornou-se augmentando rapidarosnie egual ao
rugido de rail voz.es furiosas, de hornese ani-
maos, em luto, qupm mais forte berraria, O
mos tempo de loma
Ferrae tudo ago
Petrel inclinou-se, c abateu-se quasi inteiramen-
te sobre o flanco no meio de um golphobranco e
escumoso, cavado pelas ondas loucas de furor.
Entretanto o navio indireitou-sa desta alvlo,
tremendo como urna pessoa viva que houvesse
recebido urna- severa corrego.
Contimamos nosso carainho, gragas aos robus-
tos bragos de nossos marujos, que trabalhavam
na roda do lome de maneira raanler o -jalch
cora venta era popa.
No Pira de mui poucos minutas, suppor.hu eu,
ainda que o lempo tivesse me parecido bera
coraprido, ouvi ao velho fiidell dizer .
E' um pouco duro de passar, senhor Le-
vingstone, este lempo ; mas elles lecm razo de
charaa-lo un temporal ; olios nao leem por aqui
cousa ryiepareca umbom p de venta oomo deve
ser.
Erixugando raeus olhos, cegos pela aguo, que
o vento jogava-mc ao soslo, eu olhava em roda
de mim no moraent) em que Guy Iho responda
to fijamente como do ordinaria Elle li&ha
passado o brago em um cabo, e nao pareca ler
feito algum oulro roovimenlo, no entanto que eu
linha passado pela vergonha de cahir esteridida-
mente, quando a rajada se abatera sobre nos.
Ah sois diflicil de conlentar : ssrapre o
quesuccede quando vemos mullas cousas na vi-
da. Nao dae miengo, Ridiiell, o Mealiterraneo
faz o que pode : mas tal vez que algum dia va-
mos experimentar os voasos lurbilhes. Que
fim levou a urea?
Quo fim r
Para dize-lo, seria de mysler raeraulhar os
olhos cera bragas de profunaidade. Nao restara
mais sobre o mar o menor vestigio que a recor
dasse, nem mesmo urna prancha quebrada. O
ganha-pao dos pobres Capriotas linha seguido o
mesmo carainho que as galeras de Antonio ;
foi um estimulante de mais para o appelile do
annivoro abysmo, para o qual tudo que nada
nem grande, nem pequeo.
A calma estava quasi restabelecida quando de-
sembarcamos em Salerno aquellos que tinhamos
salvado ; eslimamos muilo ficar livre delles, por
que sou reconheeimenlo era verdaderamente
assombroso, e particularmente porque toda a
agua salgada, de que esiavam molhados, nao po-
dia disfarcaroraocheiro de seu legurae favorita.
Guy deu-lhescora que comprar dous balis co-
mo o que linham perdido,quasi tanto como
se poderia perder ou sanhar em um sero ao
whist, com alguma felicidade, e jogando meia
cora a fixa.
Este incidente manifeslou a mudanga, que se
operava no espirito do meu companheiro. Elle
sempre Uvera por principio que aquelle que nao
sabe ajudar si proprio, nao merece que o aju-
dcm. Sua regra de conducta era nunca pedir
soccorro, nem da-lo, nao ser urna mulher.
Creio que se elle me protegen era B., foi um
facto isolado, pelo que lhe sou muito agradecido
como por um favor excepcional.
Dir-me-ho sem duvida que este nico aarvl-
?o, nao era mais do que um simples acto de hu-
manidade.
Se conhecesseis o homem, pensarieis, como eu
fi/,_quo as recommendages d'aquella, que era
ento uro anjo, j produzia seus fructos.
Alravessamoso estreito de Messinaseni algum
accidenta inleressanle, e montamos a costa ori-
ental da Calabria. S paramos para visitar a
Sicilia, por que linhamos projectado chegarem
dia marcado Veoeza, para visitarmos o For-
re ler.
Se eu fosse homem que me deixasse levar do
prater da discripeo, a rainha do Adritico me
lerjUria. Nao conheco 00 mundo espectculo
Jconseqoencta, nao se va em todo o cortejo mais
l do que aventaos levados aos olhos. Todas as
creangas escondan) o rosta e choravam em si-
lencio.
Passados alguns instantes, entendeu o condo
que era lempo de acabar com osles tristes leste-
rounhos de affecto Disse, pois, algoroas pata-
rras a Clara e conduzio-a carruagem, qoe ais-
lara esperando pouco disUnle ; egualrnenle elle
e a condessa subiram para o Irem de jornada, de-
pois disso o cocheiro fez estelar o chicote e os
viajantes desapparecernm na direceo da porlr do
Imperador, 011 da ra de S. Jorge, sobre a estra-
da de Bruxellas.
Pobres orphas 1 Com tanta alegra haviarn
trab.ilhado no presente e nos ramalhetes! E cora
que alvorolo se linham anlecipadamente regosi-
jado peloprazer que causara Clara esla prova
do seu reconhecido affecto!___ E agora leem
de relirar-se com o corago triste e o avental nos
olhos Vo desconsoladas e offlictas oceultar a
sua raagoa no recolhimenlo que lhes serve de
asylo e chorar em liberdade a perda da s-aa an-
glica couipaiihmra !
IX
Cerca de quinre das depois, as orphas pas-*
seiavam no pateo e pareciam fazer umasubscrip
gao, porque, cada urna dellas, chamada da gi-
gante Maria, vinha depositar urna rnoeda de co-
bre no avenlal de Thereza, a falladora. No meio
do pateo via-se um velho, montado n'uma osea-
da, trabalhando n'uma estatua de pedra da San-
tissima Virgem, que o lempo havia arruinad >;
algumas das pregas do manta es'avam quebradas,
e elle diligenciava restituir-lho do melhor modo
possivel a sua forma primitiva. Cora certeza, o
velho esculptar pareca ser muito conhecido no
recolhimenlo^ porque todas as ercangas brinea-
vam com elle, dirigndo-lhe innocentes graoejos.
De repente, terantou-se um lado do pateo urna
viva alterago entre Atina e a gigante Maria so-
bre um ponto que mostrara ser da mais alta ira-
porlancia,-porqu lodas as orphas vieram tomar
vieran tomar parte na discusso com grande re-
toigo de palavras. Esta estrondosa conferencia
pareca interminavel, al que Thereza, a fallado -
ra, exclamou com voz forle :
Vamos, varaos, acabemos com isto f Anna-
metto-se em ludo e uo sabe o que diz Vamos
j perguntir mostr Steveo, que elle irra dir
se possivel.
Meslre Steven virou-se raes-rao na escada para
lomar o carcter de juta da conlenda, mas f?i ta-
inauho o numero de pergunas que lhe fueram
ao raesmo lempo, que el!e nao pode entender
nada.
O l l! assim ninguem se entende, mi-
nhas meninas !exclamou elle, rindo c moven-
do os bragos, como se enxotasse urna nuvem ds
moscasBasta basta, pelo amor de Deus ; ca-
lem-se ou perco a cabega o caio da escada
abaixo Querem ver o velho Steven quebrar as
pernas ? Callem-se, callem-se !
Thereza, a falladora, gritaado-mafofue nenhu-
ma, foi que, como sempre, aleangow a victoria,
porque fez callar todas e disse:
Deixem-me explicar o negocio e repois fal-
lar ca.la una por sua vez, se o que eu dtsser nao
for assim Com estas gritaras- nada se podo
saber! r
Elle que grita mais que todas murmu-
ren a sgante Maria-Assira fcil ter sempre
razao Diga a verdade ao menoe-uma vez- na ua
vida !
Thereza, a falladora, nao fez caso desta- invec-
tiva e disse ao ejculptor :
Meslre Steven, diga-nos so islo possivel
Alcangamos lcenga dos senhoras administrado-
res para odas as semanas separarraos algum di-
nheiro, aira de mandar fazer o retrato de Hou-
ten Clara. Clara foi-se para Hespanha e aqui nao
ha pintor que a coraheca. a giganta Mara diz
que nao l preciso que um pintor veJ3 urna pessoa
para fazer o seu retrata. Que diz isto?
Mestre Steven desatou rir e respondeu :
Sim, sim, possivel....
Ouvam !exclamou a gigante Maria, trium-
phante.
Sina, sim,tornou o rell>o eseulptor com
tom de mofaisso to possivel como eu comer
esta noilea ceia do groo-turco 1 Giganta Maria,
bem poda ir agora mesmo pregar um alamar no
meu capote.... verdade que eu nunca tire ca-
pole, raas isso nao faz aocaso, cainha-filfca-l
lodas as orphas rompern) em.grandes garga-
Ihadas custa da gigante Maria, que se retirou
confusa e abastada.
Enlo j veraexelamou Thereza, a talla-
dora, s suas companheirasque nao pode ser.
Temos, portanto, que juntar dinheiro para man-
dar fazer o retrato e nao ha artista aue visee Hou-
ten Clara I
(Continuar-se-ha,)
mais capaz de provocar o enlliusasma, do que a
?eira quadrada que cerca S. Marcos. Tudo bem
considerado, o autor das Pedras de 'eiwra pa-
rece-me mu suicieniemonle rasoaval e de sao
juiso.
Nao podemos ser todos romnticos para com
a paysagem. A natureza tem bastantes adora-
dores para nao roubar os poucos enthusiastas
I quo a arte possue ainda.
I Quanto mim, que admiro.egualrnenle a per-
; feicao em urna como na outra, prefiro as pedrr
j esculpidas aos- rochedos brutos, o Canalazzo
I nao importa que cascata. A gloria dos antigs
dias, que paira sobre o palacio dos doges, susian-
l la a cornparago aos olhos.de meu espirita cera o
1 arco-iris de X'erni.
Mas por qoe trabalhar um campo, j supera-
: bundautemenle cultivado ? Nunca descrsrerel
um lugar qualquer, no qual eu nao liver deseo-
I berta urna plaga virgem, na qual liurrax aimU
nao lenha tocado. Ento, enviar-lhe-hai minha
descripeo com as minhas iniciaes.
Existe na Europa um lugar nestas CDdigoca !
Por Deus, bera diflicil crer ; elta tocou era
tudo : Ai/ iutaclua* reliquit.
Quanlas obrigages nao devemos nos esses
compiladores co.usummados !
Elte raras vezes clevam-se ai (t poesa
exceptu o autor do guia na Hespanha. e nao
gracejan), mas caminham era sua austera sira-
plicidade, direito seu fim soieroue, quo es-
clarecer os touristas inglezes.
ntegros como Nhadamantho em se^H tribunal
elles empunhara as bataneas, que peoam os rae-
mos das cathedraes, dos' hoteis, dos guias das
ruinas, dos quadros e dos desfiladeros nasmon-
lanhas, e dzem-os o o,ue devemos comer ou
beber, e o que devemos evitar. Descancemos
pois nelles com urna confiaora cega, mas sleta
de satisfagao.
Tem-so fallado de um viajor, homem de- espi-
rito mas excntrico, que acabou por ficar lo
exasperado de ver seus volumes em todas as
maos, e ouvir em todas as loccas p^dagos q ;e
e.les contera; que concebeu contra elles urna es-
pecie de inimisade pessoal : cita poa-so i cor.-
ttadizer suas conrlusoes, e poz era queslo a ver-
dad.; de suas premissus.
Sua capa vermelha, bem conhecida. veio
produzr sobre elle o mesmo elTeito, que o pan-
j no escarate sobre o touro na corrida, e o fazia
bater com os ps de impaciencia e corar de um
1 modo horrivel.
Era sua colera, os deuses tinhim-o tornado
demente. T re misero 1 um tal sacrilegio oodia
lerminar de oulro medo ?
AtTrontaudo e escirnecendo das solemnes ad-
vertencias do prophola, elle tentou passar sozi-
nho urna certa passagem no Tvrol : e ah tendo-
se perdido, tai acommeuido de um pleuriz, quo
se Iho tornou fatal.
Elle morreu corajosamente, mas pesa-me di-
ze-lo, na impeniteucia final, blasphemando con-
tra essa biblia do teurista at exhalar o ulti-
mo suspiro. Discite justitiam moniti, el non,
temer,,
Longe de mim tal heresia Se dependessede
mini, declaro que fundara urna cadeira era hon-
ra de Murray em urna 011 duas de nossas grandes
universidades. Se eu tivesse a menor vea po-
tica,dictara esse Ilustre lirreiro um irmo dos
lambas de Byron.
Elle publicou Childllarold e o Guia univer-
sal. Que mais pode fazer-se no espago de um
secuta pelo ideal e realismo ao mesmo lempo .'
(Continuar-se-ha )
Phus^-.TYP, DEM. F. DE FARA.-18G0,
y
/
W
'/
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ILEGVL


Full Text
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