Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09191


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Full Text
lHIf XIXTI. HUMERO 291
Por tres mezes adiantados 5$000.
Por tres mezes vencidos $000.
SEGUIDA FEIEA 17 DE DEZE1B10 DE 1861.
Por anno adiantado 19)000
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGAD03 DA Sl'BSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaly, o
Sr. A de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de 01/
veira; Marmho, oSr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
l'.\ t llii.-V.i DOS COKKEIUS.
Olinda todos os das as 9 I horas do dia.
Iguarass, Goianna e Paralaba as segundas
e sextas reiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Garuar, Altiaho e
Garanhuns as tercas tetras.
Pao d' Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Viila Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Caho.Sirinhem, Rio Formnso, Un, Barreirus,
Agua prela, Pimenleiras e Natal quintas feirns.
(Todos oseerreios partera as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
5 Quarto minguante as 3 horas e 40 minutos
da tarde.
12 La nova as 10 horas e 28 minutus da roanhaa
20 Quarto crescente as 3 horas e 50 minutos
da manha.
-8 La china aos 58 minutos da manha.
PREAMAR DE HOJE.
Priraeiro ssJ8 horas e 30 minutos da manha.
Segundo as 8 horas e 54 minutos da tarde.
ADINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relacao trras, feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas
Juizo do commercio: quartss ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel ; quartas e sabbados a urna
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. Bartholomeu de S Geminiano.
18 Terca. Nossa Senhora do O' ; S. SpondiSo b.
19 Quarta. S. Fausta; S. Dario m.: S PauriHo tn.
20 Quinta. S. Liberato ro. ; S. Fuligoneo b.
21 Sexta. S. Thom ab. ; S. Temistocles m.
22 Sabbado. S. Honorato m. ; S. Floro m.
123 Domingo. S. Servato adv. contra a paralysia.
ENCARREGADOS DA Sl'BSCKirCO NO SUL
Alagoas, o Sr. Claudino Falcan Di*s ; Baha,
Sr, Jos Martins Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.
Jou Pereira Martins.
EM PERNAMBLCO.
O propietario do nunio Manoel Figoeiroa 6*
Faria, na sua livraria praga da Independencia na.
6 e 8.
O Sr, Jos Ferreira Lo-i
pes Reis, residente na estacan
da va frrea da Escada, esta
autorisado a receber assigna-
Diario na
; eem sua re-
EXTERIOR.
turas para este
quella comarca
sidencia sero entregues as
folhaa truln n 'IldS, lOUOh OS (HAS epOlS Oa | sSo Braafleiroa, e guardamos o pesar de que des-
chegada do priuieiro trem.
O rei da Sardenha transpoz a fronteira napoli-
tana frente do exercito, e submetieu pola tor-
ga as provincias fiis do reino, depois de ter
expedido por mar, para aples, infantera e ar-
tilheria.
Apesar de tantas traiges c desgracas, o rei es-
lava prompto a combatter a revoluto no inte-
rior : o mazzinismo no exterior ; os bandos ila-
noraeados para
alerial de guerra, entrararn
tomar posse do
e receberam 290
Propriedades lirasileir s.
Montevideo, 16 de novembro de 1860.
Por occasio de dar cunta do processo instau-
rado em virlude da descoberla de ttulos de pro-
priedade subtraliidos dos archivos, uns, e falsifl- .
endos outms, diz o correspondente do Diario do lanos do Ganbaldi, e os aventureros de todas as boceas de fogo de bronze, 240 metros de ponte,
Itio que essa fraude vinlia a lesar principalmente nagoes que se gruparam ao redor da sua bandei- duas excellentes equipagerts de ponte, 90:000
as propriedades brasileiras nesle paiz. jra- Mas nao eslava preparado, nem o poda es-1 espiugardas quasi todas le alcance, 10:000 sa-
Nao a primeira vez que vemos usar desta ex-1 lar> para combatter, alm dos seus inimigos, o bres, 500 cavallos, urna eoormo qu'anlidade de
exercito regular do Piemonto. S. M, nao poda I projectis. armazens cheios de equpamenlo de
eslar perparado para esta eventualidade, nao s ] toda a qualidade, suflicienle para fornecor um
por causa da insufficienca das suas torgas ma-
Na manha se?uinte, 3 de novembro, ao rom- nao devo suppor-so que esse leslimunho de von-
per d aira, os arlilheiros piemonlezes tomaram iade popular um capricho ou um affecto sem
posse das baleras de Capua. Depois os gari- causa.
baldmos e piemonlezes formaram em linha dos Ha quirenta annos que o povo napolitano fez
dous lados da estrada que conduz de Santa Maria urna tentativa regulare moderada para reformar
a Lapua.
Os ofliciaes
o sen governo sob a dynastia reinante As po-
tencias da Europa, reunidas em Laybach, re-
solvern), com exeepgo da Inglaterra, abafar
essa tentativa por m>'o da fnrea. Foi balada,;
e um numeroso exercito es'raugeiro ficou as:
duas Siciliis para manler a ordem social. Em i
1848 o povo napolitano tenlou novamente asse-
gurar-se a liberdade sob o dominio da dvnastia
PARTE OFFICIAL
Governo da provincia.
Expediente do dia 13 de dezembro de 1860.
. Ofkio. Ao provedor da santa rasa de mise-
ricordia. Com a copia junta da informarlo do
chefe de polica remeltua V. S. o incluso reque-
r meato do preso Amaro Jos recluso na casa de
delenco afim de que man le V. S. promover a
defesa do supplicante pelos meos a sen alcance.
Diio ao commandanlc superior da comarca du {
Boa-Vista. Para que possa ser salisfeila a im-
portancia dos prets dos guardas naconaes desta-
cados na villa de Cahrob, que foram enviados'
com seu ofTicio de 26 de outubro ultime, e que '
junio devolvo, convem que sejam sanadas as ir-
regularidades notadas nos niesmos prels pela '
coutadoria da thesouraria de fazenda, e indicadas)
em sua informago constante da copir. junta.
Dito 3o inspector da thesouraria de fazenda
A Jos Das Mureira, mande V. S. pagar os ven-I
cimentos relativos ao me/, de novembro ultimo '
dos guirdas naconaes destacados em Caruar, I
urna vez que estejam nos termos legaes as rea-i
<;6es e prels juntos, que rne foram rometlidus
pelo rcsperlivo commandaule superior cora of-
ficio de 30 do citado mez.
Dito ao mesnio. Mande V. S. nos termos de ,
sua infurmaco de 11 do corrate, sob n. 1298.
restituir ao ex praga da companhia de artfices
Hermenegildo Severiano Goncalves, aquantil de
5(5001) ris com que de mais entrara p-ira os co-
fres, a lim de ser es-uso doservico.
Dito ao inspector da thesouroria provincial.
i,t ii no 'fin-i utl llir>iiimtiui l'lll llllltM. ----- (..ir. l' .,. i, :t, i
Logo que for possivel, mande V. S. entregar ao ;}' qlV? "
director da inslrurg publica, ou a pessoa por SU1|PRril.nn?^K
elle autorisada. a quanlia necessaria para a cora- tlS^^
d
ell
de a primcua vez que se usou della nao se teolia
rectificado um juizo equivoco que podara por
em duvida nassa independencia e soberana ter-
ritorial.
Porque, porra, at agora nao tenha havido
a menor lenlaliva par* desvanecer esso erro, nao
isto urna razio para deixa-lo passar sera res-
posta.
Apezar de nao sermos doutores, mas vendo.que
os doulorcs se esquivam de tratar as questes de
\ direito, nao tememos opinar que no estado orien- '
tal nao existen propriedades branleiras, nem de
, nenliuma outra nacioualdade, seno proprieda-
i des orientaes possuidas por individuos de tal ou
qual nicionalidade.
Se os nossos governos nao tivessem estado
i sempre oceupados era cousas que elles julgavam
i de mais importancia para o paiz, como sustentar
i a autoridade contra os embates da anarchia, mu-
! las vezes originada de urna pessima marcha ad
I minstralivj ; se em vez de ter caciques, houves-
sernos tido frente da administraco horaens
; vcrdadeiramenlo Ilustrados, cojo nico fim fosse
promover por lodos os meios ao alcance du um
boni governo e engrandeciraenlo do paiz de que
erara mandatarios, estrangeiro algum leria sido
proprietario, porque para so-lo sena preciso so-
licitar a sua caria de cidado.
A razo que temos par* o.-inar assim que ve
mos pela legislaco de todos Os paizes, excepto
os que, como nos, teem vivido em perpetua con-
vulso. que ao estrangeiro nao permillido pos-
suir bens de raz, e que pelo acto de seinelhaute
posse se lornam de fado c de diroilo cidados
ou subditos de naco em cojos dominios adqui-
rem essas propriedades.
Assim venios, por exemplo, em Inglaterra que
nunca se pergunta ao eleitor onde nascido, mas
simplcsmeute se lera satisfeito caria de contri-
bmrjij que a lei marca para exercer aquello di-
se sub-eulende que o
territorial subdito de
cerlo nao se pode entender
teriaes contra tantos adversarios, seno anda,
e esta a raso principal, porque S. M. sejulga-
va, como todos os oulros soberanos, sob a pro-
lecgo do direito publico.
Cheio de conlianra na palavra do re de Sar-
denha nao poda esperar que viesse frente do
seu exerciro invadir o territorio napolitano, e
apoderar-se d'elle, sera nenhum pretexto de ru-
ptura, e antes de urna declaraco de guerra, em-
quanto os ministros respectivos eslavara anda
accreditados junio das duas cortes.
As tropas do rei sero, talvez, analhematisa-
das por esta inqualificavel aggresso ; a inde-
pendencia e a soberana d'este paiz, a sua ami-
ga e reconhecida monarchia suicunibiro talvez ;
raas ao niesmo lempo succumbirao tambera to-
dos osdireilos, todas as leis, lodos os principios
sobre que descancam a independencia e seguran-
Qa das nacoes.
O exemplo dis Duas Sicilias dir ao mundo
que permitido esmagar lodos o
de juslica e de lealdade, levar a revoluco ao
territorio de urna soberano amigo para so podo-
rar era plena paz dos seus Estados, vi alando o
direito e os tratados, despresando os interesses
mais legtimos, e desaliando a opiuo publica da
Europa.
(Assignado) Casella.
para
horaens de tudo quaoto Ihe
exercito de 50:000
faltasse.
Alera d'isso, um eslabelecimento de arlilharia
e de pyrolechina com magnificas machinas.
Pouca plvora. lo, expulsem os Borbnns,
zem os napolitanos que nao tnham muni- Inglaterra aos Siwaris?
?ao no conselho do imperio da monarchia, como-
pelos regulamentosdecret-dos. adquiriera desde
lioje urna posic.au poltica, que, longo de preju-
dicar os deveies e as nbrigacoes da Austria na
classede potencia confederada, nao faro mais do
que contribuir, debaixo de lodos os asperlos para
manler e consolidar, cada vez mais, o laco inti-
mo que prende essas provincias, como patria
allem commum.
S. M. nulre portanlo a mais firme esperanca de
que os Ilustres principes, seus confederados al-
leraaes, de cuja amizade pessoal e ardenio svw-
paldia lera recebtdo (antas provas que nao pude
csquece-lo, saudam com jubilo as imporlanles
dos Borbnns; mas os seus melhores p. pagaram com dez annos de prisao o crime de se muidas oVIm m, Tu 'JT^/a ",it,ur"1"l.,;s
esforcarem pela eraancipaco do seu paiz. Que' 2 :ra h W ?reh, < 0lr*ani"ao
ha Pois de extraordinario que em 1860 os napoli-1 P{!,\- F l? ? ',,^"l* f?" i'S,!S-
taos, che.os de desenfianca e de resentimen- I ,Pn, V^S/n i nfn d" ^mfrDU"lc.i,r P*-
to. exnulsem os Borbnns. como em 1688 fez g r" lun, du q"al tem a honr" de
na verdade,
raas tara-
goes seno para dous das
baria anda para quatro.
Os manimentos nao abundavam
bem nao faltam.
Demais, a guarnigao podia prover-se sahindo
a porta de Kuraa, porque os piemonlezes nao
E' necessaro admiltir induhitalmenle que o
rompimento dos lagos que unem um soberano
aos seus subditos urna desgraca para si mos-
mo. As nagoes de fidelidade chpgam a confun
dir-se; a successo aos tronos poc-se era ques
to; os partidos hoslis ameagam a p*z da socie-
ao governo
estar acreditado.
Recebei, etc.
Conde de Rechberg.
linha d aquello lado, mais do quedos batalhes dade; os direilos e as prelengoes oppoem-se uns
de linha ; mas a guarnigao nao quiz arriscar-se s outras e perturbara a harmona do Estado,
a urna sahida da praga. A guarnigao corapu- Todava, preciso reconhecer, por outro lado,
nha-sc da dez mil hmeos, achandu-se, mil e que a revolugo italiana foi dirigida, com um
quinhentos doenles no hospital. moderagao, "e urna tolerancia singular
A'oito horas coraecaram a desfillar os prisio- A queda dos poderes nao foi seguida, como
neiros. Sahirara pela porta de aples, e depois acontece em muitos casos, da explosao de
de havorem depositado as armas no campo in-
trincheirado. fura das furlificaces, seguirara o
F.isaqui a proclamago distribuida em aples,
quando Garibaldi j ia* navegando na direceo da
sua querida ilha Caprera.
AuS MLUSCOMPAMIF.IftOS D'ARMAS.
Estaraos ebegados penltima tregua, que nos
separa di completa ressurreico da patria.
L lempo de pensarraos no periodo histrico que
so vai fechar, e de nos prepararmos para ultimar
esplndidamente a obra adrnjravel dos hoinens
senlimenlos caminho al Santa Maria.
Apezar da convenco, foram em parte trans-
portados para aples pelo caminho de ferro,
Pareciam todos indifferenles sua sorle.
A cidade nao soffreu cora o bombardeameotc .
os estragos sao insignificantes.
i vin- quem cliamarei a flor de vinle earacocs i
l^aa??i'a"10 tIUHDOn- S',n pre?leC- 'l"c Providencia incumbi geraSau'actual o
ram as ideas extremas dos demcratas. A opi-
nio publica paralysou os excessos do Iriumuho
publico. As formulas respeitadas da monarchia
pra de 20 livros que requisita o mesmn director
ora officiq de 10 do crreme, sob n. 237, junio
por copia para a matricula das aulas que a nao
Uver. Communicou-si ao supradilo director.
Dito ao juiz do paz mais votado do 1. distric-
to de Flores. Constando de represenlaco do
eleitor Antonio Joaquim Leile Brasil, que desap-
precara do archivo da respectiva cmara n
livro da qualificago dessa fregoezia, remello a
Ymc. urna copia aulhentica da referida qualifica-
go, que foi enviada secretario da presidencia,
aim de que por ella se faga a chamada jos vo-
tantes na eleigo de eleilores, que se lem de pro-
ceder na ultima dnm'nga do crrente mez, a ser
exacta a assergo d'ai|uelle eleitor, e fazer-se por
isso necessario o recurso eopia, que lhe envo.
Portara. O presidente da provincia resolve
conceder a exoneraco que pedio Francisco Go-
mes de Oliveira, do lugar de rogal do conselho
administrativo da palrimonio de orphos.Com-
municou-se ao mesmo conselho e ao dispen-
sado.
Dita.Os Srs. agenies da companhia brasileira
de paquetes a vapor, mandem dar una passagera
de estado para o Maranho, no vapor Oyapock,
ao baeharel Ovidio da Gama Lobo, secretario do
governo daquella provincia.
Espediente do secretario do governo.
Offieio ao coronel commandante das armas.
OF.xm. presidente da provincia manda declarar
o V S., em resposta ao seu offieio n 1322. de
12 diste mez, que deu sciencia ihesouraiia de
fazenda de haver o amanuense do hospital mili-
tar Joo Tiburrio da Silva Guimaraes fruido so-
mente iim mez de licenca que se lhe conredeu
por portarla de 5 de noverubro ultimo, renuncia-
do o restante no dia 7 do corrente.Fez-se com-
municaco ihesouram de lazenda.
DESPACHOS 00 DA 13 DE KEZENBRO DE 1860.
Ilcquerimentos.
3317.Alrxandre Von Bailes.Satisfaga osup-
plicanteas exigencias da2'sccgo eda contadoria
da thesourtria de fazenda de 10 e 11 du cor-
rente.
3318.Francisco Jos Ribeiro.Informe o Sr.
Di. chefe de polica.
3319 Hermenegildo Severiano Goncalves.
D'uija-se 5 thesouraria de fazenda.
3320.Joaquina Lopes de Almeida. Indefe-
rido ,'i vista das informagoes.
3321.Maria Francisca da Annunciago e mais
herdeiros.Informe o Sr. inpector da thesoura-
ria de fazenda
3322.Jos Antonio Leite.Sellado os eocu-
mentos que junta, volie, querendo.
2a sergi.Secretaria do governo de Fcrnam-
buco 14 de dezembro de 1860.
Pela seiTctina do governo se faz publico para
conliecimentu daquelles, a quem possa interes-
sar, o despachos consiantes da relacfto que se
segu, prolendos pelo Exm. Sr. ministro, secre-
tario de estado dos negocios da justiga durante o
nioz de novembro prximo fiodo.
15 Umbelina Coelho da Silva Roma, resti-
tuigo de urna (ilha. Use dos meios ordina-
rios.
16.Bacharel Manoel Teixeira Peixoto, magis-
tratura.Nao ha vaga.
dem. Desembargador Antonio Joaquim de
Albuquerque Mello, magistratura. Nao ha
vaza.
25. Loiireoco Jusliniano de Siqueira, aug-
mento de orden 11'.Nao lem lugar por ora.
tem.l.uiz Candido Pereira deCarvalho, aug-
mento de ordenadoNao lera lugar por ora.
Joo Rodrigues Chaves.
COHMWDO DAS ARMAS.
Quartel do cominando das armas
em ernambuco, na eidade do
Recife, 14 de dezembro de 18GO.
ORDEM 1)0 DA N. 55.
O coronel commandante das srraas faz publico
para conhecimento da guarnigao C fins conveni-
entes que approvou o engajamenlo que no dia
13 do correute contrahiram para servir por mais
seis annos, nos termos do decreto e regulamentn
do Io de mio de 1858, o cabo de esqualra da 2a
companhia Ignacio Joaquim Leile, e o soldado da
5f Manoel Pereira da Silva, ambos do 4o bata-
lho de arlilharia a p.
Assignado Jos Antonio da Fonceca Gilcao.
Cuuforme.Antonio Eneas Gustavo Galvo,
alferes ajudante de ordens interino do'cora-
mando.
Mas nem temos necessidade de recorrer le-
gislago das nacoes eslrangeiras para adiar a
exactido do nosso raciocinio. Veja-so a de nos-
sos progenitores antes, durante o depois da po-
ca colonial, e se achara que a Hespauha nunca
consentio aviziohar-se de seus dominios seno
o que renunciava a sua nacioualdade e se azi.i
subdilu hespanhul.
Dga-se-nos,- alera disso, se existe alguma lei
patria que estalielega clara e positivamente o
contrario, e ento us humilharemos ante olla,
por mais absurda que nos parega. Por hoje basta :
vollaremos ao mesmo assumptu cora opporlu-
nidade.
[Jornal do Commercio, do Rio.)
Convenco da Capitularan de Capua
Artigo 1. A praca de Capua, eo seu arma-
mento completo, bandeiras, depsitos de plvo-
ra, armas, roupas, raantiraenlos, preparativos
para ponles, cavallos, trens de equipagens e
quaesquer outro objectos que pertengam ao go-
verno, tanto militar como civil, ser entregue,
o mais breve possivel, isto no praso de vio-
lo e quitro horas, depois da assignatura desta
capilulago, s tropas de S. M. el-rei Viclor
Emmanuel.
Arl. 2 Para esso fim, sero immediatamen-
te abenas s tropas de sua dita niagcslade as
Despacho de lord Russell ao ora -
baixador in^lez em Turin.
Ministerio dos negucios estran^eiros, 27 de ou- O governo de S.
tubro.
Senhor.Parece que os ltimos actos do rei do
Sardenha teem sido furleraenie desappruvados
por algumas das principaes cortes da Europa.
O imperador dos francezes, ten 10 noticia da
invaso dos estados do papa pelo exercitu do ge-
neral Cialdini, reliiou o seu ministro de Turim,
manifestando ao raesmoterapo a opimo de que
o governo imperial conderana a invaso do terri-
torio romano. Disse-se-nos que o imperador da
Russia declarou em lermos enrgicos a sua in-
constitucional associanm-se ao nome de um prin-
cipio que representa urna anliga e gloriosa dy
nastia.
Em vista destas causas e das circunstancias
accessorias da revolugo da Italia, o governo de
S. M. nao pode ver razes sufiicientes para a
severa censura que flzeram a Austria, Franca,
Prussia, e Russia aos actos do rei da Sardenha.
M. quer antes volt3r as vistas
geragau actual o
S.I crapiemento dessa obra graudiusa.
A Italia deve rnocidade feitus heroicos, que
serau saudados pela Europa inlcira.
A gerago nova renceu, e anda rencer, por
que d'ora avante nao lhe extranha a lacca de
que dependo o resollado das batalhas.
Italianos Nao dezenerou em vos o sangue dos
I que ha seculus se preciplaram subre as phalao-
ges espessas dos niacedonios, esmagando o pei-
to dussuPeibos vencedores da Asia !
A esta pagina raaravilhosa da nossa "historia,
juntareis outra anda mais gloriosa, e o escravo
par. a agradare perspectiva de um povo que : p0der finalmente mostrar ao seu irmao. j ivre.
constilue o edificio das sua independencia no 0 ferro aliado cm se fundiram as cajus *
meio das syrapaihias e dos votos favoraveis da 0 algemavam I
Europa.
A sir James Hudson, etc.
Son, etc.
7o/m Russell.
portas da cidade, e franqueadas todas as obras dignago pela entrada do exercito do rei de Sar-
de fortificacoes. denha no territorio napolitano, retirando toda a
Art. 3. Toda a guarnico da praga do Capua,
comprehendendo os erapregados militares do
exercito que se encontrara na ptaga, sahir cora
as honras de guerra.
Art. 4. As tropas que corapem a guarnigao
sahiram com bandeiras, armas e bagageus, suc-
cessivamente, do hura era hora, 2,000 homons
de cada vez. Estas tropas, depjis de lerera pres-
tado as honras militares, deposilaiara as anuas
e as bandeiras junto s obras de foriilicago (ex-
cepto os olciaes de todas as graduacovs que
cunservaram o sabr ou espada) e sero manda-
dos para aples, d'onle sero transporta-
lados aura dos portos de S, M. el-rel da Sar-
denha.
sua legaco de Turim. O principe regente da
Proclamacao de Victor
Emmanuel aos pavos napolitanos
e sicilianos.
O sntlragio universal deu-mc o soberano pp-
der d'eslas nobres provincias. Aceiio este so-
nacional, nao por
ambicio de reinar, mas por consciencia de ita-
liano.
Os mens deveres augraentam como augmentam
as de lodos os italianos. Mais do que nunca se
torna agura necessario um aecrdo serio e urna
constante abgnegago.
Todos os partidos devem inclinar-se com de-
dicago diante da niagestade de Italia, que Dos
Aota do governo Francisco II,
Apenas o re Francisco II BUbiu ao ihrono, a
revolugo comegou a conspirar e a iribalhar aber-
limenie contra os seos direilos. A paz de Villa-
tranca deixava era inarco ludus os humens em-
prchendures e os espiriios ardenles da Italia: os
aventureirus de lodas as nagoes que iraiavam de
desenvolver a sua actividade na guerra da Italia,
uniram-se a elles, e esculheram o reiuu das
Duas-Sicilias cuino ponto de partida para as suas
inrasoeg futuras.
A revuluco, por meio de intrigas, de seduc-
roes c de iraigoes, preparava um triumpho pos-
sivel, por causa do apoio eicaz, mas ainda oc-
cullu do um esladu importante na Italia.
O rei, nosso amo, nunca leve illuses sobre a
gra*idado dos acuntecimentus que sobrevieram
na Sicilia. S. M. sabia que o desembarque du pe-
queo bando de Ganbaldi era precursor de mais
furmidavel invaso.
O corpo de exercito de que este bando era a
j vanguarda, corapunha-se de corpos francos que
tnham feito a guerra na Lorabardia, de, volun-
tarios italianos, inglezes e hngaros, amigos ou
I modernos sollados da revoluc.au ; a reserva sub-
I niiiiislrar-se-hia em caso de necessidade pelos
! alisiamenlos felos publicamente na Lorabardia e
| no Piemonte -
Comprehendendo o que a situarn linha de
j ameagadora. S. M. apprcssou-se a arrostar o pe-
j rigo : militarmente, concentrando na Sicilia um
exercito do 30,Oll homens; polticamente, pre-
ludiandu as insliloices liberaes pelas refurinas
administrativas, e pelo reslabeletimenlo da cons-
lituigo de 1818 ; dijilomaticamenle, denuncian-
do a lodas as potencias da Europa a iraminencia
do perigo, e provando que a caus du re urna
causa commum a todas as raonarchias, a lodosos
governos, propondo ao l'iemonle, em vez da sua
allianga intima cura o reino das Duas-Sicilias, al-
hanca que, fondada na semelhanga das inslitui-
ces, pudia assegurar a paz e u fuluro da Italia.
A Eurupa sabe como foram accolhidas as pre-
visoras medidas do re. O seu exercito na Sicilia,
depois de numerosos combales, foi chamado para
salvar Palermo da ruina. As portas do continente
foram abertas aos bandos de Ganbaldi. A liber-
dade poltica, que nao leve lempo de radicar-.se,
s servio de escudu e garanta a todus os cons-
piradores', o a Europa escnndalisad.i vio um mi-
nistro de S. M. vanglonar-se de ter organisado,
durante o seu ministerio, a revolugo que devia
arrancar a corda ao rei.
Os gabinetes de primeira ordem respondern
s communicagdes diplomticas do governo do
rei, que S. M. devia combatter a revolugo cum
as pruprias [oreas, fazendo-lhe esperar que as
vantagens militares obtidas pelas suas tropas po-
diam offererer, talvez, um ponto de appoio
assisllencia e ssympathias da Europa. Eis-aqui
o que ro o fez desde o momento em que sahiu
de iples para evitar sua capital os horrores
da guerra, renunciado voluntariamente s van-
tagens e reaarsos de toda a especie que esta ci-
dade rica e populosa pode ministrar a quera a
possua.
O mundo lem visto ha mez e meio, que as
valentes tropas que a iraicao deixou ao seu so-
berano legtimo, lem bastado, no racio das cir-
cunstancias mas desfavuraveis, para deTender
a praga de Capua e a Huta do Volturno, para
lomar a offensiva victoriosamente, e frustar to-
dos os Obtreos combinados da revolugo e de Ga-
ribaldi. A Europa Sotibe pelos buletins que os ge-
ni raes des'.e condottiere publicaran', que ha as
ser. ico da revolugo urna legio hngara e tro-
pas de diflerentes nagoes, cuino alegio ing eza
desembarcada era aples na semana passada.
Viu-se que os batalhes de Bersaglieri correram
era soccorro de Garibaldi ne combatlc do 1. de
outubro.
Apesar de tudo, o rei eslava preparado para
baller as trop*s da revolr.co e de Garibddi, e
linha plena confianga no xito. Mas a reserva
imponente e imprevista desta tropas chegeu, c
tomou parte na aecc.
Todos os ditos militares, os menos enfer-
mos, sahiram da cidade pela porta de ap-
les, amanha, 3 do mez do novembro. deven-
do comegar s 7 horas da manha. Sero Ira-
lados como desertores de guerra aquelles que
ali permanecerera sem causa que os embarace de
marchar.
Arl. 5. Os officiacs do lodas as graduacOes
(excepto os geueraes, que seru mandados para
aples pelo caminho de ferro) raarcharam com
os seus corpos. As familias dos militares nao po-
deru seguir as columnas.
Art. 6. Os feridos e os doenles icaro em
Capua sob a garanta das tropas que oceupam a
cidade. E' permiitidu aus ofliciaes doenles con-
servar as suas ordenangas.
Art. 7. As partes contratantes nomearo
urna coramisso mixta, composla, por cada urna
d'ellas :
Dura official de arlilharia,
D'um official de eiigenheiras,
IVuin empregado da intendencia militar, afim
de receber ludo quanto existe na praga esuis
dependencias, pertencente ao governo. De ludo
ser formulado um inventario
Arl. 8. Os ofliciaes levaro comsigo a sua
simples bagagera.
Arl. 9." Cuncordou-se que depois da assigna-
lura d'esta capilulago, nao continar a haver
mina alguma carregada na cidade. Se fr en-
contrada, esla capilulago ser considerada mil-
la, e a guarnigao ficar exposla a lodas as con-
sequencias como se se reudesse descripgo.
Art. 10. Esta capilulago ser igualmente
considerada nulla, se na "praca Jse enconirarem
pegas de arlilharia encravadas* ou em estado de
nao poderem servir as espiugardas, carabinas e
outras armas.
Art. 11 As familias dos ofliciaes da guarnigao
de Cipua, assim como dos que perlencera ao res-
to do exercito de Francisco II, que se encontrara
em Capua, ficam sob a prolecco do exercito de
S. M. el-rei Victor Emmanuel.
Art. 12 Os cavallos perlencentes aos officiacs
ser-lhes-ho conservados.
Esla foi redigida em duplicado no quartel ge-
neral de Santa Mara, hoje 2 de novembro de
1860.
(Assignados]
Girolamo de Lignori, brigadeiro.
Gianluca de Fornari,
Ve Cerni, marechal.
Delta Rocca, general de excrcilo.
Urna correspondencia uc aples diz que os
dous ltimos arligos- nao tinham sido pedidos
na ultima capitulagau. De Lignori vollou s
lre3 huras para all os faz6r acrescentar. O ge-
neral de La Rucea aceituu-os c assignou. A's
quatro horas, de Lignori parti de novo para
Capua, acompanhadu do teneule-curonel de
Fornari, chefe do estado-maior do 5o corpo de
exercito, que n'.esta curta campanha tem desen-
volvido urna euergta notavel, c aplido para
commando.
Capua cedeu depois de tres horas de bom-
hardearaenlo real; porque os projeclis horados
desde s sele horas da nuile e na rnanhi du da
2 cuncorreram muito para que a praca se ren-
desse.
Pela manha, os piemonlezes tinham augmen-
tado urna batera, de maneira que lnhain vinle
o olio boceas de fogo em exercicio.
No dia precedente, doze pegas de sitio nao to-
maran) parte no borabordeamento fizeram fogo
s vinte e quatro. Todas as bateras estavam
sobadircego do tcnente-coronel Butacco, que
perraaneceu constantemente no centro das ope-
rages ; na extrema esquerda eslava o major So-
brero e o capito Snvio. Os piemonlezes nao cx-
cediam ao todo a 6:000 homens.
Sobre Capua foram langados 300 projectis,
urna parte dos quues Se perdeu, oulra (oi roben-
tar nos taludes das muralbas, e ainda outra par-
te cabio nos reparos das furtificaces. A' cidade.
proprisrneute dita, ? nlcarcoraic dez ou doze
bombas e bailas.
Prussia pensnu tarabem que era necessario com- lemne decreto da vonlade
municar Sardenha os seus sentimentos de des-
gosto, aiuda que nao julgasse que era necessario
retirar de Turim o ministro da Prussia.
Depois desses actos diplomticos, nao seria de
todo juslo para a Italia, ou respeiloso para com
as outras potencias da Europa, que o governo de
Sua Magesiade se reservasse por mais lempo em
manifestar a sua opimo.
O governo de Sua Mageslade comludo, fazendo
a sua declarago, nao lera de maneira alguma a
intengo de promover urna disiusso sobre os
motivos que se tem dado no nome de el-rei de
Sardenha, a favor da invaso dos estados roma-
nos e napolitanos.
Que o papa estivesse ou nao justificado para
defender a sua auluridade com o auxilio de levas
eslrangeiras; que el-rei das Duas S ctlias, cun-
servaudo desenrolada a sua bandeira em Capua
ou em tiaeta, possa ou nao di/.er-se que abdicou,
essas nao sao as questes de que se prope oceu-
par o governo de Sua Mageslade.
As grandes questes que lhe parecem dever ser
discutidas, sao estas :
Eslava o povo da Italia justificado em reclamar
o auxilio do rei da Sardenha para liberlar-se dos
governos de que eslava descontente 1 E eslava
el-rei da Sardenha jusliGcauo era dar o apoio das
suas armas ao povo dos estados romanos e napo-
litanos ?
Parece ter havido dous motivos que leem levado
o povo dos estados romanos e napolitanos a unir-
se de plena vontade para langar por ierra os seus
governos. O primeiro desses motivos era que o
governo do papa o o do re das Duas Sicilias vi-
giaram tu mal pela administrago da justiga,
oela prolecco da Iiberd3de pessoal, e pelo bern-
estar em geral dos seus poros, que os seus sub-
ditosconsideram dever oerribar seus amos como
um preliminar necessario para uclhorar a sua
siluago.
O segundo motivo era que desde o anno de
1819 se linha generalisado a conviigo de que o
nico meio que tinham os italianos para poder
protege
Devemos estabelecer aqui um governo que de
garantas de urna vida lvro aos poros, e de se-
vera probidade opiuio publica. Cooto cura o
concurso efficaz de lodos os homens huneslos.
Era toda a parte onde a lei poe um freio ao po-
der, e garante a liberdade, o governo pode tanto
pelo bem publico como o povo pela virtude.
Devemos provar Eurupa, que se a furga irre-
sistivel dos aconlecimentos poz de parte os tra-
tados eslabelecidos pela desgraca secular da
Italia, sabemos restaurar, unida a" nago, o im-
perio o'esses principios immutaveis, sem os
quaes qualquer sociedad se pode considerar en-
ferma, e iuccria qualquer aoioridade.
Helor Emmanuel.
A's armas todos sem excepgo, todus que sois-
Italianos e os oppressores desapparecerao como
nuvens de p.
Mulheres repudiai para longo de vos os co-
vardes.
Se nao procedis assim, covardes sero lambenj
os vossos filhus.
As donzelias nao devem desojar seno que a
patria possua. na prospendade, uraa geraco T-
lente e corajosa.
Italianos procedei por forma tal, que os dou-
trinarios medrusus, r&o palomear luuge de vos o
seu servilismo e a sua degradago.
Esie povo senhur de si.
Quer ser irmao dus ouirus poros, mas encara
cora altivez os sobarbos, e nao est resulvido a
mendigar a liberdade.
Nao quer andar reboque de horaens cujo co-
raco tiu palpita pela patria.
A Providencia ollereceu Italia a Victor Em-
l raanuel
Todos os Italianos se devem ligar a elle, e o
: devem affecluosauente cercar.
Ao p do rei cavalleiro, cessam todas as riva-
| lidades, acabara todos os ressenliruentos. K' por
i este motivo que ruis urna vez vos brado s armas
sem excepgo al^uraa.
Se em marro de 1861 nao csto em armas um
milnode Italianos, mal ir u liberdade e exis-
tencia da Italia. Nao ser assim... nao p6 a ssim.
Repudio porlanlo urna supposico que me re-
pugna como o veneno.
No mez de margo de 1861, e se for mister an-
tes, em fevereiro, estaremos juntos.
Os Italianos de Calaiafini, de Palermo, do Vol-
turno, de Castellidarno, de Isernia, e cora ellos
todo o hornera desta Ierra que nao covarde era
senil, todo*, reunidos era volta do glorioso sui-
da lo de Palestro, daremos o ultimo abalo, der-
radeiro golpe lyranuia, que deve baquear ero
ruinas.
Recebei, voluntarios ainda mogos, restos hon-
rosos de dez balalhas, estas patarras de despe-
dida.
Partera do mais inlimo da minha alma. Reti-
ro-rae, porque assim o devo fazer ; mas nao se-
r longa a uiiulia ausencia.
A' hora do combale estarei novamente com
vosco e cora lodos os soldados .da liberdade ita-
liana,
em urna s familia as diversas pruviucias da nos-; Vallemos ao lar domestico nicamente aquel-
sa patria i les que ah sao chamados pelos deveres imperio-
O i sus da familia, ou
Cominunicaciio de Garibaldi ao
prodictador.
Os decretos de 8 e 15 do mez pascado, nos
quaes convidamos o povo da Italia Meridional
a declarar-se a favor de Victor Emmanuel de
rem ler-vos feito conhecer que carainhamos para
o mesmo fim a que se tem dirigido a guerra na-
cional.
O rerediclum popular j est pronunciado,
e como vos annunciei varias razes e era difle-
rentes circunstancias, vou resignar os meus po-
deres, deposilando-os as maos do re feliz a
quem a previdencia cunfiou a misso de reunir
Per consequencia o meu governo conclue e
du rei coraeca, a vossa misso.
que oor impossibilit idos em
Combales, j bem merecern] da pairia Estes
raesraos serviro anda, lauto pelo conselho como
pela signilicago patritica das cicitrizes que aos
vinle annos os fizeram veteranos da liberdade !
Salvo as nicas excepcOes que apunto, os
pois, na corte
assegurar a sua independencia contra a interven- de S. M. cessa ipso faci. Os representantes
cao dos eslrangeiros, era constituir ura governo do rei, acreditados as corles eslrangeiras,
furto para a totalidade da Italia. reassumem e sao responsaveis pela poltica oa-
A lutado Carlos Alberto em 1843, e a sympa- ciunal.
thia que o actual rei de Sardenha manifestou a Retirando-vos os poderes que vos confiei no ; mais fiquera tddos a guardar os nossos gloriosos
favor da causa italiana, produziram naturalmente inleresse do paiz, sinto a necessidade de deca-, estandartes.
a associago do nome de Vctor Emmanuel un- rar-vos u'este momento, que lendes dessempe-' Dentro em pouco nos encontraremos para li-
ca autoridade, sob cujo dominio aspiran) viver os nhado o vosso cargo com inteira satisfaro mi-> bertar nossos iruios, ainda escravos dos es-
italianos una. ou-vosos mais sinceros agradeciraenlos, i Irangeiros, para alcangarmos juntos novas vic-
Considerando a questo debaixo desle ponto de eficae seguro de que jamis esquecerci o rossu tortas,
vista, o governo de Sua Mageslade deve admiltir desinterese, e os vossos servicos lo nobreraeule
execulad.PS.
Dei conhecimento ... do motivo por que ros
felicito, mas reun os meus altelos.
Perrailto-vos fazer d'esta comraunicr.co o uso
que quizerdes.
/. Garibaldi.
que os niesmos italianos sao os melhores juizes
dos seus proprios interesses. I
O eminente jurista Vatlcl, discutindo a legali-
dade do apoio dado pelas provincias unidas ao
principe Orange, quando invadi a Inglaterra, e
derribuu o throno de Jacob II, disse : C A auto- j
ri tade do principe Orange leve, sem duvida, in-
fluencia subre as deliber-ges bus estados geraes, '
mas nao a arrastou a commeller um acto dejos- !
liga ; por isso que quando um povo loma por boa
razo as armas contra um oppressor, ura acto
de justiga e de generosidade ajudar aquelles que
concurren) para a defeza de suas liberdades.
Por conseguinte, segundo Vsilel, a questo
refere-se a isto; tomaram os povos de aples e
dos Estados romanos as armas cora boa razo
contra os seus governos?
Sobre esta questo, o governo de S. M. sus-
tenta que os povos de que se trata sao os melho-
res juizes dos seus proprios negocios.
O governo de S. M. nao julga ter fundamen-
to para declarar que os povos da Italia meridio-
nal nao teem boas razOes para retirar a sua sub-
misso aos seus amigos governos; o giverno de
S. M. nao pode, pois, pretender censurar el-rei
de Sardenha pelos soccorrer.
Ha, porm, urna questo de tacto Os parti-
darios dos governos cahidos leern affirmado que
o povo dos Estados romanos era dedicado ao Pa-
pa, c o povo do reino de aples dynastia de
Francisco II, u,as que. os agentes sardos e os
aventureirus eslrangeiros derribaran) pela torga
e pelas intrigas os thronos desses soberanos.
Nao obstante, 6 difflr.il accredilar, julgando pe-
los ruidosos aconlecimentos que se leem visto,
que o Papa c o rei das Duas-Sicilias possuissera
o amor dos seus povos. Deve ento perguntar-
sn: Como que o Papa se enconlrou na iuipos-
sibilidade de levantar um exercito romano, ren-
do-se obrigado a contar quasi inteiramente com
mercenarios eslrangeiros? Como lanibem que
Garibaldi conquisluu toda a Sicilia com i 000
homens, marchando de Reagio sobre aples
com 5:000? Se nao fui a desaffeigo universal |
do poro das Duas Sicilias, qual fot a razo?
Circular do gverno austraco*
Vienna, 21 de nulobro.
Na Gazeta Official de hoje encontrar V. Exc.
0 texto das disposiges soberanas adoptadas por
S. M. o Imperador sobre a importante ejieslo da
organisago da monarchia austraca, depois de
ter maduramente estudado as propostas do con-
selho do imperio. A historia do nosso paiz re-
Mita muitos aconlecimentos, mas contera poucas
pocas comparaveis siluago to grave desle
momento.
Nunca existi urna poca mais agitada nem
questes mais serias que resolver. Aceresrcnlu
Caria do cardeal Antonelli ao car~
deal de Wlseman.
Sr. cardeal. Os recursos oo thesouro pu-
blico que j tinham diminuido os ptogresses da
revoluco, chegarara a ser iusuCGcieutes medi-
da que o exercito revolucionario se aproxiraou
dus muros de Roma, de maneira que o padre
santo se v privado de lodos os meios ck fazer
face s instantes necessidades do seu exercito.
dos seus subditos fiis, assim como de todos
aquelles que teem renunciado s suas (uneces
publicas e teem emigrado, aura de encontrar em
Roma ura refugio contra os artificise sedurgoes
que tendera a viular o juramento de fidelidade
quei orestaram ao seu legitimo sonecauo.
N'esta situaco, o nosso muito sanio padre,
que nao quizera acceilar neuhuma ollera de di-
ilieiru, que podesse fazer-lhe ura governo de-
baixo de certas condiges, aeceita, todava, con
muito prazer o bolo os fifis do mundo colho-
com a mais profunda conrieco que nunca houve : |co qile qizerem vir em seu auxilio.
vontade mais pur3 nem mais nobro para conce-
der as medidas- de que o povo esperava a sua sal-
vago e.a sua prosperidade.
s resoluges adoptadas pelo nosso augusto
soberano fallara por si mesmo. Nao trataeei de
mencioni
sideral
las o
nidos sob o sceptro imperial a lomar parte nos
rano lallara por si mesmo. i>ao iraiacei ae | ^oposito. Peco-vos, pois pt
donar aqui o carcter particular dellas. Con- : qUe escrevais aos vosso colles
adas no seu lodo ou isolamento, vc-se nel- i aa Inglaterra, para convida-lo
pensamcnlo de chamar lodosos povos reu-j meios mais conreninent-s- all
Depois de ros fazer conhecer este desejo lo
padre santo, julgo intil accresct-nlar mais cowsa
alguma. O concurso do episcopado cuncorrra
poderosamente para a prompta realisagao deste
proposito. Peco-vos, pois, por consequencia,
gas do episcopado
s a empregar os
ni de que os deis
confiados ao seu cuidado concorrarn era-auxilio
assumplos geraes do imperio, assim como nos j0 ,0 corniBUU3 n0 mel0 dai ore8 qilc lhe
assumptos particulares de cad paiz. o crear com
este fin instituiges conslilucionaes que consoli-
dando a unidade e a torga da raoaarchia, segundo
as exigencias da aclualidade, satisfazera ao mes-
mo lempo siluago especial das diflerentes par-
les du imperio e ao espirito que anima as suas
pruvages.
Alm disso, nao posso dirgir-mo neste mo-*
ment aos representantes do irapetadot na Al'.e-
raanha sem lhes mencionar a alta importancia
que S M. d, como membro d) confetierago ger-
| manica, as resoluges hoje prodamaiUs.
As provincias austracas do territorio da con-
Elfedecaco germnica, assim pela sua representa-
causa a perversidade dos seus inimigos, e Jaquel-
es mesmos que dizer seus mais canuhosi s fi-
lhus.
Aproveito esta occasin para ros offerecer,
beijaedo as mos de V. Exc,, as segutaucas do
meu profundo respeito.
Sou de V. Exc, etc.
Q. C. Antonelli.
Circular do ministro do interior de
Franca.
Paris, l de novembro,
Sr. prefeito.O governo do imperador neo tem


w
DIARIO DE PERSAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 17 DE DEZEMBRO DE 1860.
posto embarazo algum nos reforcos que se teem' nao podemos crcr que homens Ilustrados, co-
' ido os que se acharo actualmente testa da ad-
uiinistrago aquello paiz, pense-n seriamente
era adoptar urna poltica que a ninguero mais
prejudicaria do que ao proprio Estada Oriental,
cuja seira em grande parte devida aos capilaes
o bracos estrangoiros.
A Repblica trxagerou sem duvida o verdadei-
ro intento do seu governo, so algum existe, ou
quiz dar-nos urna demonstraco do seu mo hu-
intentado para favorecer as operagoes ventisti-
cas do governo pontificio ; autoriseu em Franca
a negociago do emprestiroo que o Papa tinha
rcsolvi.io conlrahir; deixou plena liberdado as
manifostagoes de sympaihia que -e demonstr-
vara por raeio de offertas particulares, e estas
olleras chegaram a Roma em o menor ebsta-
culo.
Mas o governo nunca julgou quo fosse licito
estabrlecer, sem sua autorisagao, em toda a ex- mor do momento. Gomo quer quo seja, nao
tenso do imperio, e com um carcter do iosti- '
taicao permanente, juntas nem associaces qne
tenha-n por fin organisar, estimular, ou con-
centrar a percepgo de ama especie de tributo
em beneficio da corte do Rom.
Por urna circular datada de 5 de mnio de 1860,
S. Ex;, o ministro da instruego publica e dos
cultos, recordou aos bispos quaes eram, neste
particular, as prescripces da lei e as tradices
do diieito trancez.
Apezar disso lizeram-se algumas tentativas
era um sentido absolutamente opposlo s pres-
cripges daquella circular, e nos documentos
que teem sido publicados, tem se annunciado o
proposito do reformar nina associagao represen-
tada por meio de comraisses ligadas entre si,
sugeilas a um impulso cora mura c que consti-
luein ii ma especie de iostituicao occulla orgaui-
sada no seio do paiz'
O governo nao pude tolerar que desla maneira
se esquecam as regras pelo mesmo assentadas,
nem se violen) assim as leis que tem obrigac.au
de fazer respeitar.
Convido-vos por consequencia, senhor prefei-
to, a prevenir os organisadorese oradores dessas
comrriisscs, se porventnra liverem comegado j
a exercer as suas funegoes no vosso districlo,
que se disssolvam inmediatamente, na ntelii-
gencia de que se apezar desta prevengo persis-
lirem no seu proposito, incorrerao as penas de-
terminadas por lei.
As olleras particulares para o padre santo fa-
zem-se o h.u de fazer-so sem obstculo, mas
trata:i'lo-se de associaces, sombra das quaes
se pi'dem encobrir intrigas polticas com a capa
da religiao, nao devem ser consideradas licitas,
sem previa auloris.ic.ao do goveino, e osla auto-
risagao nao I los foi concedida.
Reeebei, Sr. prefeilo, etc.
o ministro e secretario de estado da reparlico
do interior.
Billaul.
isso de bom consolho para com urna nacao que
merece respeito e amizade.
- 29
Ilontcm s 2 horas da manha descobrindo um
vizinho da casa da ra do Rosario n. 66, que
nesta lavrava um incendio, apressou-se em
correr igreja da Candelaria, e all pedio que se
dsse o signal de fogo.
Respondern!-Ihe que nao era isso possivcl pw
caber a inciativa nesse caso igreja de S. Fran-
cisco de Paula, e nao ser apresentada urna ordera
escripia para o llm requerida.
Nesse lempo urna patrulha que rondava a ra
da Quitanda ouvio partirem reclamos de soccorro
da niesma casa ra do Rosario; approximou-se,
e dos moradores do sobrado receben um ferro
para arrombar as portas da luja onde se dizia
lerem entrado ladrdes.
A patrulha esprcitou pelo orificio da techado-
ra, e fcilmente descubri qual era a causa do
borburinho que aquelles moradores tomavam por
pisadas de malfeilores.
Era o fogo que j se atenda com intensidade
no interior da toja de gneros norte americanos,
e fazia esi.il.ir a madeira e despegarem-se varios
objectos de seus lugares.
Ao teirivel auuuacio de incendio quo deu a
patrulha coraecou o alarma no sobrado e nos
prodios immediatos.
0 dono da loja n. 66 partir ha alguns dias
para o interior, e niuguem nella pernoilava.
Apesar de nao daten as igrejas al e na o o
menor signal de fogo, comecaram a affioir ora
soccorro da casa iuceudiaJa'muilos de seus vi-
zinhos.
Do sobrado onde eslava estabelecido com o-
I cia de costuras o Sr. Grandjasse, desceran
' ra em trages de noile os cheles do eslabeleei-
i ment, costureras e criados.
Era poucos minutos a labaroda tinha-se eleva-
\ do vehemente o impellida pelo vento, e lamba
, com rpido estrago as paredes vsinhas.
Os moradores das casas prximas foram os
apagado a luz antes de retirarse lo eslabelcci-
mento. >
Voltando agora questao dos signaes de in-
cendio, en do sysiema errnea -que je ten
seguido neste servigo, resta-nos accresoemUr {toa-
cas palavras ao que hontcm dissemos. -
F tanto mais censuravel o que se pratica actu-
almente, quanto devera aor conhecidas as dis-
posices do novo regularoento do corpo de bom-
boiros, publicado nesta folha era 3 do julho pr-
ximo passado, onde se previdencia para o prompto
auccorro dos pontos em que se manifestar o in-
cendio.
Diz com eTeito o art. 23 do capitulo 5o desse
regularaento, que trata especialmente dos signaes
de incendio ou toque de fogo:
O signal de fogo ser indicado :
Io Pelo toque do maior sino-da igreja que
primeiro souber.
^ "2 Pelo toque do maior sino da igreja
matriz da freguetia em que se manifestar o in-
cendio.
3o Pelo toque do sino grando da igreja de
S. Francisco de Paula.
Ha portante em pleno vigor medidas que de-
, vem facilitar e apressar a apparigo de scennos
, nos lugaros em quo sao reclamados, porra tem
, se Ihes dado a m iulelligencia de quo se urigi-
i nam os inconvenientes e os males que honlera
' aponamos.
D se esse erro principalmente da parte dos
j erapregados das igrejas, que mais de urna vez
: so teem negado a fazer sismal de fogo sem a ini-
ciativa do sino de S. Francisco de Paula.
Consla-nos porra que u Sr. ministro da Jus-
tina acaba de providenciar sobre a observancia
do regulimenlo, e que se trata de facilitar os
signaes confirme as novas disposcoes deste e
no sentido em que hontem escreveinos.
[Jornal do Commercio, do Rio.)
pnnieiros em procurar diminuir os desastrosos
Na Suecia encerraran)^ as sess-es da Dieta, eifolos da calaslrophe, mas lo veloz ella prose-
gua, com tanta presteza lavravam as chamma*.
que era impotente ante ellas o gneros esforz
dessa geni.
Boa sinos conlnuavam mudos.
J achavam-so no lugar alguma3 bombas, j
nelle hatiam comparecido algumas autoridades
quando do alto da torro de S. Francisco de Paula
por haver terminado a legislatura. El-rei prufe-
rio nesse aclo, segundo o eslylo, o seguinto dis-
curso :
* Senhores. Tem decorrido mais de um a-
ilo, depois que a abertura desla Dieta inaugurou
08 vossos tratialhos : mas ess lempo foi util-
mente empregalo, o a patria pode esperar salu-
tares resultados para o progresso das suas insli-
luices.
< Gracas protecgo do Tolo Poderoso, conti-
nan! os reinos unidos a gozar de cutnpUHa trau-
quillidade no interior e do exterior.
t A ii i-s,i independencia e a uossa seguranca
eslao mantidas, e sao amigareis as nossas rea-
ces mm lodos os paizes.
Por proposta inhiba tendes adoptado urna lei
que, applicada conforme o sentido da sua redac-
parlio urna nica badalada para annuuciar que o
fogo i ra na freguezia do Sacramento, segoiram-se
depois duas para chamar o soccorro freguezia
de S. Jos, o einQm lies ambiciando o verda-
deiro ponto do incendio, a freguezia da Cande-
laria !
Sub esta confuso do signaes lardaram os
soccorros quo reclainava a urgencia do caso;
porin s 3 horas da madrugada estavam reuni-
das no lugar 3s autoridades seguinies: chefe do
cao, e segundo os piinclpios da mais perfeita to-| policii Dr. Barros Pimenlel, 1. delegado r-
lerancia. deveri salisfazer as legitimas pretcncea i lloreira lavares, subdelegados do 1." e^2. da-
te o na lber lado de conllssao at agora negada i trelos da freguezia do Sacramento rs. Peruan-
as erencas religiosas que differeis da nossa. des Bina o Peregrino Freir, com alguns de seus
O cuidado que leudes lido no mellioramento inspectores, inspector Targin, coronel Drago e
diversos piquetes das guaruices da cidade.
do cdigo das nossas leis, contrbuio para fazer
mais feralmente conhecer os principios de que
depende a reforma legislativa.
Na conf irmidade do projecto que vos sub-
tnetl leudes votado a continuac.o das vias fr-
reas do Estado, lo ndispensaveis para o desen-
volrimento dos uossos interesses materiaes ; e
meditas sabiameule combinadas para osempres-
imos coutratados para esse lim, enntribuindo as-
sim para consolri.tr a fazenda nacional.
Nao tendes por agora julgado dever conce-
der clgumas medidas que considero ndispensa-
veis para a dt ca nacional ; mas vejo com pra-
zer que as mudancas quo vos propuz no sysiema
de conscripcSo militar, raerecem a vossa appro-
raeo.
'< A agricultura, assim como tolas as industrias
aaciooaes, foram favorecidis, ao mesmo lempo
que a inslroccao primaria, e os meios de alargar
ns conhecimeotos uteis at urna escala mais ele-
vada reecberam proras do vosso generoso inte-
resse.
Em pregara m-se entao grandes meios para ala-
Ihar o progresso dasciammas; trabalhavam to-
dos com dedicsco, o testa do corpo de bom-
beirus deslinguia-se o seu commandante o Sr.
major Juvencio.
Apar no entonto dessas tentativas, reconhecia-
se em faver do incendio o pouco aoxilio que
prestaram os npparelhos de que os bombeiros
militas vezes procunrain servir-se para dumi-
na-lo, ou salvar alguns objectos do seu fu-
ror. Lancava-se mo do urna mangueira para
apagar as faiscas que se pregavam ao vigamenlo
dos sobrados visinhos, e nao turna urna man-
gueira cora di mnades bastantes para esse fin ;
lentara-M salvar por meio das grandes mangas
de lona alguns movis de maior valor e niuguem
se atreva a empregar esse meio, duviJando da
solidez do apparellio !
Bsses graves eslorvos crnbara^avam a marcha
do servico, e nesse decurso o desastre attingia
nho occasiao de renovar-nos. senhores,
ranea da rainha real benevolencia.
{fontal do Conmercio, de Lisboa.
maiores proporcoes; tinham enlo apparecido
^Clarando boje termina la a legislatura, te- | al.n do Sr. subdelegado da freguezia da Caude-
asegu- lana Dr. lavares, reforcos das guaruices dos
rasos de guerra brasileirs, e fragatas franceza e
, ingle7a com a respectivos bombas; o Irabalho
era activo, a boa vontade e o denodo salientes,
mas rusenlia-se o servigo de falla dessa boa
direceo que em laes emergencias vale tanto e
, tao bons eTeitos pruduz.
j Duas causas essenciaes concorriam para esse
! fado que iodos observaram : a tardanza dos soc-
| corros cm consequencia do silencio dos sinos,
dando em resultado a intensidade do fogo quan-
INTERIOR.
guir as chammas ; eslava eulo tolo queimado
o predio da roa do Kozario n 66, o o 4o anJar
do n. 68*. muilo estragado o da ra do Hospicio
n. 3., e damnificados os da mesma ra ns. ''i e
37, e o da Quitanda ns. 91, )3 e i).
cons'ou ao
Emquanto se alalhiva o incendio
Sr. chefe de polica que em urna burra de ferro,
prrtencente loja onde elle eomecira, havia al-
gum dinheiro ; o Sr. chefe mandou'abrir a burra,
cojos gonzes j estavam mal seguros, e na mes-
ma occasiao so lavrou termo dus oDjectos nella
encontrados, que foro : urna pulseira de ouro,
Hontem, s 1/2 horas da tarde, tiido-se re-
novado o fogo em alguns pontos da mesma loja,
para all seguio urna bomba ; nao proseguindo o
logo.
Nao terminaremos esta noticia sem do novo
reforma que exigo o sysiema
incen
reclamarmos a
actualmente seguido
dio.
para os signaos do
DIO DE .A\i.IRO.
S8 de iioveuibru do 18GO.
A Repblica de Montevideo publicou recen-
lemeaie um artigo que tem por titulo proprie- i el'es apparecerarn, c o estrago dos apparelhos
dados brasileiras.Damos a sua Iraducco na 1U? Jeviam fa.-ilia-los.
parleExterior. t-ia pois da tdaro quan io se conseguio extin-
O escripior oriental estranhou que o corres-
pon ionio de urna das folhas diarias desla cidade,
fallando das propriedaJes terriloriaes que subdi-
tos do imperio possiem no Estaio-Jrienlnl, ns
Ciamasse propiedades brasileiras. Esta ex-
pressio souu mal aos ouvidos do redactor da
Ilepubliea, pareceu-lhe um desconhecimento
dos direitos de inJepeudencia e soberana do seu
pa:/.
Nao parou aqui o Jilo escripior. Estabeleceu
como priii'ipiode direilo que'deve vigorar no
Estado Oriental, o que, segundo elle, s lera si-
do csqui-cido na repblica e nos oulros Estados
Americanos da mesma origem, que os eslraugei-
ros u.io podem adquirir bens de raiz, e que pelo
fado dessa ocqui>icao perdem a sua nacionalida-
le, e tomam a do territorio era que se achara os
Seus bens.
O ortigo da /{'publica, por exagerado e des-
conhecedor dos principios que a civilisagao ha
muito consagrou na Europa e na America, nao
nos firia impressao, se por acaso essa folha nao
gozasse dos foros de orgao oflicial em Montevi-
deo. Sob este ponto de vista a sua opiniao me-
rece reparo e torna-se digna do ser recom-
meniaJa altencao do governo imperial e de
nossos .compatriotas residentes naquelle oslado
vi/.inl 0.
Evilonteinerite o escripior da Repblica con-
funde o dominio eminente que pertenco a cada
estado, e do qual emana o dircito de desapro-
priasao por uiilidado publica, com o dominio
ordmino que compete a ludo habitante que le-
galmente adquiri os bens que possue. Con-
ltinde o direito de propriedado dos particulares
cora o direito de soberana inherente ao territo-
rio, e que nao exclue o primeiro.
\ questao seria de nome e nao valeria a pena
considera-la, se a Repblica pretendos3o semen-
t que, emvez da expressopropriedades bra-
sileiras-, por exemplo, usassemos do crcum-
loquio propriedades orientaos possuidas por
Bi-asileiroa. Mas. como lica dito, contesta-se
aos esirangciros no Estado-Oriental o direito de
adquirirem bens imraoveis, e declara-se agora
que o facto em contrario, pralicado desde que
o Estado Oriental estado, constitue abuso,
pelo qual em na Ja menos incorrerao os propie-
tarios estrangeiros, que na perda do suas nacio-
nalidades.
J nao se trata de urna desapropriagao mais
ou menos vilenla, trala-se presentemente de
urna naturalisacao forcosa e forgada, contra a
qual o Estado Oriental nao teria s o Brasil por
diaote, teria todas as naces do mundo, quesa-
bem o que ba-f, o qe justiga, o que re-
ciprocidadee direitos adquiridos.
Nc contestamos em absoluto o novo direito
cnil que a Repblica parece desojar no aeu
paiz; pelo contrario, reconhecemos que, con-
forme a lei commum das naces, o eslrangeiro
nao tem a mesma faculdade que o reinicola
quanto aos bens de raz, e especialmente
quanto a propriedades terriloriaes propriamente
ditas.
Mas uuviJamos que a constiluico do Estado
Oriental admita tao grando desigualdade entro
o nacional e o eslrangeiro, e asseguramos ao es-
cripior de Montevideo que os seus principios
restrictivos nao teem a voga que elle Ihes at-
trbue. Nao lhe ser preciso ir muito looge
para conhecer um paiz onde os Orientaes podem
gosai*, e gosam ha muitos annos, de disposiges
mais liberaes, diametrtlmente oppostas; basta
vir ao Brasil.
Dissemos que a Repblica pasea por orgo dos
pensa tenlos do governo oriental, a neste con-
cetlo nos oecupamos com e seu artigo; mas
Anda hontem se reproduziram os funestos
eTeitos dessa suberdinaco em que se achara as
igrejas mais prximas dos pontos do incendio ao
signal que tem do dar a de S. Francisco de Pau-
la, era alguns casos a mais distante do lugar on-
de e reclamado prompto soccorro.
Porque motivo so ha de impedir que o sino da
freguezia onde tem lugar o fago d o primeiro
signal delle, e que por meio lesto signal appa-
rega mais cedo o auxilio que podo poupar muitos
bens, salvar muilas vidas?
Que sertico presta essa iniciativa dada n um
ponto central, de onde, como hontem, partem
signaes errados, quando as immediajes do pe-
rigo ha um recurso fcil para esse reclamo-que
hontem tardou mais do urna hora?
Tcm-so feito alt^races nesse servigo a bera do
publico, nos o reconhecemos, porm a mais ur-
gente, a mais necessaria anda a quo ievo ex-
tinguir em um momento de grando risco, de
alicgao extrema essa dependencia dos soccorros
precisos, essa sujeigo prejudicial das vozes que
os podem trazer mais cedo a urna s voz que os
pede mais tarde, e isolada podo desvia-los do
ponto em que sao reclamados.
30
Conlinuou hontem a funecionar al tarde urna
bomba da polica para extinguir o resto do fogo
que apparecera nos destrocos do estabelecimento
de gneros norte americanos do Sr. Alexandrino
Ribeiro do Meneze?, i ra do Rosario n. 66.
Sobre as causas deste incendio proseguo o Sr
chefe de polica em averiguacoes, lendo receb-
do a seguinte communcagao na parto que lhe
dirigi sobre a calastrophe o Sr. major Juvencio
Maciel Cabral do Menczes, director geral do cor-
po de bombeiros:
Pelas indagagoes a que procede presumo oao
ser casual a causa deste sinistro, porquanlo o
dono do estabelecimento onde se deu o incendio,
tendo-so retirado terga-feira passada para a villa
delguarass, deixou na gerencia da casa um
menino de 14 annos, que pela sua pouca idade
e pratica de negocio, visto ser empregado ha pou-
co lempo no commercio, nao lhe devia merecer
conflanga alguraa; accrescendo mais ordenar-lhe
que nao dormisse em caaa, quando antes disso o
menino ahi dorma s, o que tambera me parece
extraordinario.
Deu-se tambem o facto de haver o amo com-
prado ha pouco dias, na ra do Hospicio n. 33,
oito libras do agua-raz e urna garrafa do alcool,
misturando ludo isso com breu para limpar, se-
gundo dizia, os trastes; o mesmo declarou ter
DIARIO DE PERNAMBUCO
Pelo vapor inglez Magdalena, fuicado no
sabbado s i horas da tardo, recebemos jornaes
do Rio e Baha, que adiantam dous dias s de
que foi portador o brasileiro.
Rio de Janeiro. Por decrelos de 4 do cr-
reme :
F.iram aceitas as renuncias que fizeram :
O padre Bdlarmino Francisco Marlins Gafa-
, nhoto, da igreja parochial da villa de Gurupa,
| na provincia e pispado do Para, era que era col-
lado :
O padre Joao Antonio de Paria, do beneficio
que oecupava na igreja cathedral do mesmo bis-
pado.
Foram comrauladas :
Em gales perpetuas, a pena de morlo que foi
imposta ao reo escravo Raplnel, pelo jury do
! termo de Caldas, na provincia de Minas-Geraes ;
Em 200$ para o hospital da Misericordia da
capital da provincia do Espirito Santo a pena de
um mez de priso que foi imposta ao reo Joao
Antonio de Freilas, por senleuca municipal do
termo da Serra, na mesma provincia.
Por decreto de 6 do dito mez:
Foi perdoado a Jos Ferreira da Silva o resto
do lempo que lhe falta para cumprir a pena de
; oito annos de gales, a que [oi conderanado pelo
jury de.Guimares. da provincia do Maranho.
Por decretos de 7 do dito mez :
I Foi removido o Juz municipal e de orphaos
Jeronymo Jos de Campos Curado Fleury, do ter-
[ rno de Catalo para os do Meia Ponte e Curum-
b, na provincia de Goyaz, por assim o haver
pedido.
Foram comeados:
O bacharel Bernardo Joaquina d< Silva Guima-
res, juiz mnnicipal e de orphaos do termo de
Catalo, da dita provincia :
O capilao Jos de Souza Bronlao, major com-
mandante do 6o esquadrao de cavallaria da guar-
da nacional da provincia do Rio de Janeiro.
Foram reformados :
Jos Gomes Ribeiro do Avclar, tenente-coro-
nel commandante do 6o corpo de cavallaria da
guarda nacional da provincia do Bio do Janeiro,
no posto de coronel;
Alexandre Collares Moreira, capilo da guarda
nacional da provincia do Maranhao, no posla de
major ;
Vicente Ferreira da Luz, capilo da guarda na-
cional da provincia do Paran, no poslo de major ;
Joo Albino Pinto de Magalhcs. capilao do
b.tilho do inantaria n. 6 da guarda nacional
da provincia de Minas-Geraes, no posto de major.
Foi noraeado Tlieodoro Eulerpe Alfavaca, se-
cretario da reparticSo da polica da provincia do
1 Espirilo-Santo.
A caria do nosso correspondente dz-nos o se-
guinto :
S. M o Imperador complelou no da 2 do
corrente, os seus 35 annos de idade, e est
! quasi a completar tara bera o trigsimo do
, seu reinano, que gomegou antes de haver
elle chegado aos seus seis annos de idade. E'
j portanlo o nosso Luiz XIV debaixo deste pon-
to de vista, o lalvez o seja anda mesmo de-
i baixo de alguns oulros, islo por que du-
rante o sen reinado, que promette ainda ser
muito mais longo, tem visto o seu paiz pros-
perar, o espirito do empresa desenvolver-se, os
melhoraracntos materiaes do paiz tomara grande
impulso c suas instiluicoes polticas consolida-
rero-se de tal maneira, que boje o Brasil a se-
gunda ou lerceira nacao, em todo o mundo civi-
| Usado, que possua constiluico mais anliga, mais
| sabia c mais respailada nos seus principios car-
ideaes. Islo j nao pequea gloria para um
I principe que coraecou a reinar tao mogo, c que
tem mostrado sempro uma sabedoria e prudoo-
! cia dignas dos applausas geraes do reis c povo-
extranhos, sendo lodos esses beneficios o pro-
grossosquo cima mencionei devidos cm grande
parle ao vigoroso impulso, o que parle sempre
do throno imperial em favor de tu lo quanto
P'SJe convir o favorecer aos brastleiros.
J v por tanto qno o da 2 de dezouibro
sempre um dia de prazer e de gratas recordages
para os brasileiros, que em toda a parte cosiu-
mara festeja-lo com as solemninades do ostylo e
cora verdadeiro enlhusiasrao de coracao. S. Al
o Imperador houve por bem dispensar este anno
a parida que costme haver n'eslc dia, atlen-
| deudo aos rigores da estaco calmosa quo ull
l mmenle se tem aggravado muito, o quo podia
,dar em resultado, algumas molestias graves,
. em lodo ocaso muitos eneommodo3 para os ci-
' tladaos que corape a guarda nacional, quo a
que faz a maior parle tiestas reunioes militares
; nos dias de festejo publico.
j Como complemento das solemnidades do dia
; houve numerosa promogao no exercilo e na ar-
. mada nocional, na quaf-levo lor tocado sempre
alguma futa aos militares de mar e turra que
,se acharem nessa provincia, pelo que tenho des-
de j o prazer de felicita-loa.
Pelo que respeila nossa poltica externa,
pouco ou nada temos a dizer, pos. como sabe,
loda ella se refere aos estados do Rio da Prala,
com os quaes por ora estamos m paz, ou ao
menos em estado de suspensao de hostilidades.
E quanto .1 Europa, esta nao nos d muito en-
commodo nem com asna diplomacia, nem com
os seus exercitos, no que nos faz muilo favor; o
tambem ellos l entre si teem bastantes sarnas
para se cogarem, e sempre motivos novos para
andarem s cabecadas.
A nossa poltica interna actualmente ci-
fra-so toda no oslado de crise eleitoral do que
nos vamos todos os dias approximando, e nos
variados incidentes a que ella d lugar. E por
mais imparcial e neutro que o governo desoje e
lhe convenha realmento ser, irapossivel dei-
xar de prestar um cuidado especial a todas eslas
lulas travadas por motivos eleitoraes, adro, de
que o interesse geral, que aquelle quo lhe
compete fiscalisar e gtranlir, nao seja sacrifica-
do ou compromeltdo pelos interesses particula-
res dos candidatos quo disputam a eeigo nos
difieren tes dislrictos, e pelas paixoes e violencias
do alguns demagogos que os apoiam. E pre-
cisamente a necessidade era que o governo se
acha collocado de tomar algumas providencias
tendentes a nianter a ordem e Iranquillidade pu-
blica durante o processo eleitoral, e a proteger
a liberdade do voto a todos os cidadaos, qua-
quer que seja a opnio ou grupo poltico a que
se achera ligados, que o expe ao periga de ver
I interpretar os seus actes como raanifestagoes de
' agrado o favor para uns, e de desagrado e hos-
lilidade para outros ; porquanlo neslas occasioes
ha sempro um partido, ou uma parcialdade,
: que, como todos sabem, tunda todas as suas es-
perangas de successo na agilagao e na desordera
que procurara fomentar entre o povo; e 6 m-
possivel que a auloridade publica sympathiso
com hemens que professara e espalhara taes
principios, e que julgara estar em seus inte-
resses fazer applicagao delies nem que deixe
de cohibir por lodos os meios os seus planos.
Aqu na corle alguns homens exaltados, mas
que todava aspirara as honras do suffrago elei-
torat, declaram-8e liberaes frenticos depois de
varea que suas jprolengoes tinham poucas proba-
bilidades do successo. e levantaran) uma cruzada
o trina propaganda contra o governo e contra os
chefes conservadores, na qual tem corameltido os
maiore* exeessos, quos poderiam ser tolerados
dando uma latitude muito njuslificavel nossas
liberdades coustitucionaes Guerreara os chefes
conservadores, porque tiverarn estes a ousadia
do adoptar um certo numero de candidatos seus,
e de aprosenta-los aos sectarios de sua poltica
era todo o imperio ; e guerream o governo por-
que entendera que so inclina om favor destos
candidatos, que alias sao no raes muito conheci-
dos e estimados no paiz.
A leitura quotidiana dos dous preges da diffa-
mago e do insulto, o Correio Mercaniil e o Dia-
rio do Rio, onde se tem levantado as maiores
calumnias e atirado as injurias mais torpes a to-
dos os homens que nao pactuam com os seus in-
teresses, tem produzdo no espirito publico uma
tal reaegao contra aquelles que promover e lu-
cran) com tao oraissa conducta, quo a repulso
desses homens das urnas eleitoraes, seria hoje
um movimento espontaneo de loda a populago.
Ora preciso nao coraprehender nada da
formag das sociedades e da direegao das deas,
para desconhecer que as grandes cdades pre-
dominan) sempre os interesses conservadores,
que sao os interesses permanentes do grande
commercio, da industria, dos grandes propriota-
rios e capitalistas, cuja forca e poder sao ex-
traordinarios, e entao mullo natural e cohoren-
le que todas eslas sympithias o esforcos reunidos
deem o triumpho aos candidatos conservadores,
que representan) e dvfendem estes fmportantissi-
mos interesses, o tragam a derrota dos que se
dizera liberaes, que ordinariamente especulara
sobre as paixoes e sobre a credulidade do povo,
c que agitam as massas, de cojos interesses se
apregoam representantes e defensores, todas as
vezes que os seus propros interesses se acham
em pergo de naufragar. Assim eu pens quo o
triumpho dos candidatos conservadores no dis-
trcto eleitoral da corte, fora de toda duvda,
porque o resultado da lgica dos fados o das
ideas e da existencia dessas causas que mencio-
nei e que nao podem ser removidas ou annulla-
das pelos artigos do ilercaniil e do Diario, por
mais furibundos e injuriosos que de dia em dia se
torneo.
Estes dous orgaos do liberalismo exaltado,
fizeram ltimamente em suas publicaces uma
variante, cada uma no seu genero, queme pare-
ce digna de mencionar aqui como mais urna pro-
va do seu amor verdade e dos seus sentmen-
tos polticos. O Diario publicou ha poucos das
orna revollanle calumnia contra o integerrimo
ministro da justga, que hoje o son duende e o
seu terror, a proposito de uns quarenta contos
que conduza um passageiro do vapor que ia para
o Piauhy, e que o escripior fundando-se n'uma
correspondencia que disso haver recebido do
Cear, alurmeu quo eram enviados pelo sr. Pa-
ranagu para all se fazer a eleicao em seu favor.
E' verdade que o escripto e o escripior foram lo-
go no dia seguinte formalmente desmeulidoscom
documentos e testemunhos irrecusaveis, mas elle
pouco se imporlou comiste, ficou muito fresco e
preparado para forjar uma nova calumnia logo
quo lhe venha cabega, e expo-la as suas co-
lumnas para divermento do publico, como
seu costume : sempre um bufo de mo goslo.
A do Correio Mercantil consiste nos applau-
sos o elogios enthusiasticos que teco Garibaldi,
relativamente invaso do reino do aples e
desthronago do re, todas as vozes que aqu che-
gara os paquetes da Europa ou algum barco >iue
trata noticias desses aconlecimenlos. Com os
elogios a Garibaldi mistura elle sempre alguns
doestos e recriminaces ao re de aples, so-
brinho da nossa Emperatriz, porque sabe que isto
ha de desgostar a familia imperial : a lorraiga
mordendo o p do leo de que falla a fbula. O
rapaz do Mercantil nao d importancia a estes
senliments e lagos de parentesco ; um libera-
lo e espirito forte. E com islo feiclto por hoje.
Os cambios ficarara : 27 d sobre Londres,
334 e 355 sobre Paris, 675 e 630 sobro Iiam-
burgo, e 103 n'0 sobre Lisboa e Porlo.
Daliia.Nada de importante occorreu, aps a
paitida do Oyapock.
O cambio eslava : 26 3|l e 26 5t8 d sobre
Londres, 355 e 360 sobre Paris, 680 e 700
sobre Hamburgo. o 110 e 115 sobre Lisboa.
REVISTA DIARIA-
O Sr. Dr. Aprigio Justiniano da Silva Guirna-
raes, lente substituto da nossa Faculdade, acaba
de enriquecer as ledras patrias com mais uma
publicaco do merlo real em suasLices sobre
a infallibilidade e o poder temporal dus Papas.
Esta publicagao, como vo-sc da propra de-
noraioaco, oceupa-se de duas materias, cuja
importancia resalta della mesma; e, alera disto,
tem a ultima uma cor actual no desenvolvi-
meato quo d legitiraidado da soberana tem-
poral dos Summos Pontfices, que hoja tanto se
contesta, lendo j passado at a pugna dos ga-
binetes dos polticos para os campos dos cmba-
los, onde substiluiro os meios violentos bran-
dura da persuaso, que caraclerisa a ius-
tica.
A lucidez das dcmonslracoes na referida pu-
blicaco casa-se cora o cot sequen lo dos argu-
mentos, que licarn ao alcance de todos pela fa-
cilidade do estylo, era que sao desenvolvidos.
4 Seo conforto, que o Salvador depositou em Pe-
dro.diz ello. a verdade. a f, se a f fallando com
S. Paulo, vem do ouvido; se para o ouvido o
alimento a doutrina ; se para doutrinar dove
haver um raestre, e esto meslre Pedro, poder-
se-ha comprehender na igreja de Jesus-CItristo
uma fe que Iluda, unta doulrina que corrompa,
um ntestre que possa errar? Jesus-Christo pro-
raetteu estar com a sua igreja por todos os dias
al a consumagao dos seculos; logo nem por
um momento o erro pode alterar a sua dou-
trina ; logo deve haver um raestre alea consu-
magao Jos seculos ; logo nem por um momento
tal meslre pode errar; logo a raisso de Pedro
passou a seus successores; logo o Papa infal-
livel era materia de f e do eos tu mes.
Por esta escala de deduegoas, que se pren-
dera urnas s outras pelos naluraos, o espirito
nao pode deixar de abracar a verdade quo ollas
demonstrara ; o por corto nao ha nada ruis evi-
deule, mais persuavivo do que a forma esta-
blecida para a p ova pelo Sr. Dr. Aprigio.
Igual elTeito notamos na segunda parte da
obra, relativa ao poder temporal, que demons-
tra nao s pelas sagradas lettras, como pela ne-
cessidade da religio, nao ser contrario ao Evan-
golho.
Nao prelendendo fazer uma aprociaco neslas
linhas da obra do Sr. Dr. Aprigio." adiamos
conveniente todava, ao dar noticia da respecti-
va publicagao, ajuntar-lhe algumas palavras ba-
seadas as consideracoes que nos foram sugge-
ridas pela leitura della. E' isto o que ora faze-
mos, mesmo porque o nomo do referido doutor
auleposlo uma obra lilterario-scientifica, j a
caraclerisa notavelmante para nao carecer de
uma recoramendaco previa, que so podesse en-
jergar.
Da cidado de Nazareth temos noticias fir-
madas a 9 do correle.
A cidade gosava do tranquilJadc.
Os gneros da alimentago publica conservara
um prego alto, no que os acompanhara os alu-
gueres das casas, que acham-se n'uma elevacao
fabulosa.
A populago va desfrurtando, sob os esforcos
da polica local, nao s de garanta individual,
como de oropnedade.
O capilo S Brrelo nao cessa de empregar
todo ozelode que susceplivel, e de trabalhar
cora afinco para fazer desapparecer da sua ju-
nsdcgo os ladres e os assassinos, que all erara,
era numero nao pequeo. Neste intento tem
elleobhdofavoravel xito, e os malfeilores ou
tem sido capturados, ou ho procurado guarida
em outras localidades.
A esto respeito diz o nosso noticiante: Nao
exacto o que escreveu o correspondente de uma
folha d ah; o qual daspeitado por conhecer j a
jusUcado capilo delegado, vinga-se aecusan-
do-o calumniosamente por tactos que jamis
se derara. Esta calumnia somonte lera feito re-
voltar os nimos das pessoas sensatas d'aqui,
quo muilo raelhor do que esse correspondente
podem, devem eeabem apreciar os servigos do
capilao r Brrelo; e tanto falso o que elle
alira ao publico, que, alera das importantes cap-
turas quo ha realisado, muito persoguio a Rei-
naldo Gomes da Cunha Pedrosa, crimiooso pe a
morte do infeliz afanoel Corumba. occasionada
era noile da sexla-feira da paixo; de maneira
que elle vio-se forgado a render-se prisao, na
qual ora existe.
O capilo S Brrelo, se j nao tivesse uma
reputago feito por sua inteireza, flquo certo que
a conquistava agora pelos seus actos nesta ci-
dade.
Sabbado pela manha enlrou uma lancha
conduzindo o capilo e ttipolago do brgue bel-
ga Plantin, composta de 10 pessoas, procedente
de New-Castle, com 47 dias de viogera, o qual
Toi piquo na altura da Ponta-Negra ; o carrega-
mento era trilhos para a estrada de ferro tiesta
provincia, consignado Saunders Brothers C.
Foi adraillido a collaborador na secretaria
do governo o Sr. Henrique Carlos da Costa,
mediante a graticago mensal de56J666 rs.
_ Reconsiderando a materia, em consequen-
cia da repreaentago feita por eleitores supplen-
tesda parochia da Boa-Vista, resolveu o Exm.
Sr. presidente reformar o acto presidencial de
28 do passado, que declarou dever ser feila a
chamada dos votantes na prxima futura eleigo
de eleitores dalli pela qualilicago do anuo an-
tecedente ;_ visto que tora a do corrente argi-
da e elfecliyamenle julgada viciada no respecti-
vo livro.
O Exm. Sr. presidente Ormou a revogago do
acto anterior no exame a quo mandou proceder,
e de que resullou ter sido extrahida a copia da
qualiicacao oxistente na secretaria do governo
antes da falsifieago do livre ; e por conseqnen-
cia ser ella a expresso verdadeira dos trabalhos
da junta qualiicadora.
Islo posto, tem a chamada de ser realisada
pela copia que existia naquella secretaria, e que
foi remollida por copia tambem ao juiz de paz
mais votado do primeiro districlo da referida pa-
rochia.
No exame de veriGcago decapacidade pa-
ra o magisterio primario, procedido nos d:as 10
e 11 do corrente, foram considerados habilitados
os Srs. Joaquina Gomes do Souza. Francisco da
Silva Miranda, Mauoel Marinho Cavalcauti de
Albuquorque, Torquato Laurenlino Ferreira de
Mello, Virgilio Vieira da Costa Pinto e Ricardo
de Souza Ramos.
Foram julgados nao habilitados os Srs. Vicen-
te Urabeltno Cavalcanti de Albuquerque e Joao
Verissirao de Lacerda Jnior.
llavendo a polica procurado capturar um
criminoso que se dizia homisiado para as bandas
da travossa da P. de U dizem-nos dera busca
um sitio nessa localidade, sem que obliveaso um
resullado favoravel. S uma das casas que
foi varejada, e nao foi ella a do Sr J. P. de Pa-
ria, como alguem lalvez maliciosamente lem
jeito propalar.
No dia 1 do corrente foro recolhidos
casa de delenco 1 homem o urna mulhcr, sen-
do ambos Iivres; 1 a ordera do subdelegado da
Boa Vista ola ordera do da Capunga.
Passageiros do vapor inglez Magdalena,
vindo dos uortos do sul:capilo Leilo da Cu-
nha, e Jos Mario Menezes.
Passageiros do vapor brasileiro Oyapock,
sahidos para os porlos do norte : Praderc Alexan-
dre, Manuel Jos do Nascimenlo Silva, Joao Otn
Araaral Henriques, Francisco Alfonso Ferreira,
l'rei Sarattm do Citauho, Manuel Odorico Caval-
cante de Aliuquertue, Augusto Cezar F. de
Mondonga. Florinda Josephina Pacneco, Maria
Silvana Pacheco. Melcades Pereira da Silva,
Joao de Brillo Marques, Jos Barroso Bastos,
Jos Maria de Albuquerqae Mello, Ovidio da Ga-
ma Lobo, urna escrava, e ura criado, Sergio Jos
Vianna, Antonio Teixeira Poixoto, Joaquim Ro-
berto, Faustino Fernandes Lima, o ura criado,
Fernando Maria Rigoni de Vasconcellos, Jos de
Almeida Nunes Lima, Joaquim Amelio Wander-
Wy sua senhora I). Maria da Conceigo Cavalcan-
te de Albuquerque cinco filhos e um criado, Pri-
mo Pacheco Borges, D. Rosalina Carolina Ale-
xandiia, Jos Gonsalves Reis, Dr. Alfonso de
Albuquerque Mullo, e 11. Brown.
Mataouro publico :
Malararaso no dia 14 do correnlc para o con-
sumo desla cidade 52 rezes, o no dia 15, 90
rezes.
MOItTALlDADE DO DIA 15 DO CORRENTE :
Maria, branca, 17 mezes, convulsoes,
Marcos, pardo, escravo 1 anno, atone de es-
tomago.
Fallecerom durante a semana 49 pessoas,
sendo Iivres 12 homens, 8 rnulheres, o 20 pr-
vulos escravos, 2 homens, 2 rnulheres, c 5 pr-
vulos.
CHRONICA JU01CIARIA.
TRIBUNAL DA RELACAO.
SESSiO EM 15 DE DEZEMBRO DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO ERJIELINO
DE LEAO.
As 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os Srs. desembargad o res Caetano Santiago,
Silveira, Gitrana, Lourengo Santiago, Guerra,
Silva Gomes. Costa Molla, que tomou posse e
assenlo, e Villares, procurador da cora, fot
a hera a sesso.
Passidos os feilos e entregues os distribui-
do.*, procedeu-se aos seguinles
JULGAMENTOS.
RECLUSOS CHIMES.
Recrreme, o juizo ; recorrido, BernarJo Be-
zerra dos Santos.
llelator o Sr. desembargador Caetano San-
tiago.
Sorteados os Srs. deseinbargadores Silveira,
Costa Molla e Gitirana.
Improcedente.
!l'>corrente, o juizo ; recorrido, l'irmino Cer-
doso Siqueira.
Relator o Sr. desembargador Caetano San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Costa Molla,
Gitirana e Silva Gomes.
Improcedente.
Recorrente, Malaquias Pinto de Souza ; recor-
rido, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Silveira.
Sorteados os Srs. desembargadores Silva Go-
mes, Costa Molla e Caetano Santiago.
Deram proviraento.
Recorrente, o juizo ; rocorrido, Francisco Al-
ves de Barros.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira,
Costa Motla e Lourengo Santiago.
Improcedente
Recorrente, ojuizo ; rocorrido, UaymunJo An-
tonio do Freitas.
Relator o Sr. desembargador Lourenco San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Gitirana,
Costa Motta e Silva Gomes.
Ficou adiado.
Recorrente, ojuizo; recorrido, Francisco do
Abrou Barros.
Relator o Sr. desembargador Lourenco San-
tiago. ,
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira,
Gitirana e Costa Molla.
Ficou adiado.
Rocorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Gitira-
na Tavarcs e Vasconcellos.
Relator o Sr. desembargador Silva Gomes.
Sorteados os Srs. desembargadores Costa Motta,
Gitirana e Lourenco Santiago.
Improcedente.
Recorrente, o juizo; recorrido, Seriolau Guillon.
Relator o Sr. desembargador Silva Gomes.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira,
Caetano Santiago e Gitrana.
Mandou-se voltar e processo ao jui#o a quo pa-
ra declarago do nome do reo.
REVISTA CIVEL.
Recorremos, D. Francisca Brrelo de Jess e
oulros ; recorridas, D. Anna Kosa Marlins e os
firrros.
Julgou-sea favor dos recorridos.
APPELLACES CIVEIS.
Appellanto, Jos Joaquim Fernandes Firmo :
appellado, o coronel Manoel Dias Gonzoga.
Conrmaram a sentenea.
Appellante, Jos Ponciano Gomes de Mello ;
appellado, Francisco Bruno Jacome Bezerra.
Conlirmou-se a sentenea.
Appellante, Luiz Antonio Gongalves Ferreira ;
appellado Joao Francisco de Arruda Falco.
Improcedente a appellaco.
Appellante, D. Thereza da Silva Vianna ; ap-
pellado, Joao Pires Soares.
Nullo o processo.
Appellanle, Manoel Tavarcs de Aquioo ;' ap-
pellado, Jos Jacinlho Pavo.
Reformada a sen tenga.
Negou-so a soltura pedida por Manoel Antonio
de Moraes
dem a Alexandrina Maria da Luz.
APPELLACES CRIXES.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel An-
tonio de Andrade.
A nove jnry.
Appellante, o juizo; appellado, Vicente Fer-
reira Gomes da Silva.
Improcedente.
Appellante, ojuizo; appellado, Saturnino da
Silva Peixoto. /
A novo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Ale-
xandre da Silva.
Improcedento.
Appellante, Zeferino. escravo; appellado. o
juizo: '
Improcedente.
Foi proposta a petigo do Antonio Carlos Pe?-
soa, pedindo ordem de habeas-corpus, foi-lhe
concedida para odia 18do corrente, s 11 hora3
do da.
DILIGENCIAS CRIBES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
juslica, as oppellagoes crimes :
Appellante, Manoel Marinho Falco ; appella-
do, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellrdo, Severlno Jos
de Souza.
Appellante, Jos Lourengo-de Lucena ; ap-
pellado, o juizo.
Appellanle, Salviano Jos de Oliveira; appela-
do, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Jacinlho Ma-
noel da Hora Mendes.
Appellanle, Joaquim Jos de Mello ; appella-
do, Benedicto e Paula, escravos.
Appellante, Joao Francisco da Silva ; appella-
do, o juizo.
DISTIUBUICES.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago, as
appellages crimes :
Appellanle, ojuizo; appellado, Antonio Viei-
ra de Castro.
Appellante, o juizo; appellado, Malbias Pe-
reira Homem.
Ao Sr. desembargador Silveira, as appellacdes
crimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Joo Cardoso
Damasceno.
Appellante, o juizo ; appellado, Gervazio, lho
de Antonio Cosme.
Ao Sr. desembargador Gitirana, as appellacoes
crimes : "
Appellanle, Francisco Gomes Panlaleao ; ap-
pellado, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Vicente Fer-
reira Oraena.
Appellanle, Palatino Augusto Barbalho Ucha;
appellado, o juizo.
O recurso crime :
Recurrente, o juizo; recorrido, Jos Antonio
Pereira.
A appellaco civel :
Appellanle, 0 juizo ; appellado, Luiz do Reg
Barros.
Ao Sr. desembargador Lourenco Sanliago, as
appeUacos crimes
Appellanle. Sevenno Correia de Araujo ; ap-
pellado, o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Fran-
cisco Pereira Jnior.
Appellante, ojuizo; appellado, Manoel Fran-
cisco da Molla.
As appellacoes civeis :
Appellanle, a aduiinislraco da massa de Alves
iV Cruz ; appellado, Manoel Joaquim da Silva
Lo o.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, as appel-
lacoes crimes :
Appellante, Manoel Jos Ferreira de Gusn.ao ;
appellado, o juizo.
Appellante, Joaquim Cordeiro llibeiro Cam-
pos ; appellado, Guilhernie Vieira Ramos.
Appellanle, Trajano Pereira de Oliveira ; ap-
pellado, o juizo.
A appellaco civel :
Appellante, Henrique I.ins de Barros Wonder-
ley ; appellada, Maria Francisca da Trindade.
Ao Sr desembargador Costa Molla, as appella-
coes crimes :
Appellante, Hilario Urbano da Silva ; appel-
lado, o juizo.
Appellante, Jos Joaquim Carneiro ; appella-
do, Isaias Missias de Mcsseno.
As 3,'i horas da tarde encerrou-se a sesso.
Communicados.
Bonito e Gravat.
Ha certo correspondente, nao sei de onde, que
consliluindo-se advt.gado das freguezias do Bo-
nito e Grvala, comprehendidas no quarto dis-
Iricto eleitoral desta provincia, nao cessa de cs-
crerer para o Ditrio de Pernambuco, censurando
ao governo e ao chefe de polica porque nao d
todas as posiges oiucites d'aquellas freguezias
& certa gente, a quera chama conservadora; e
ltimamente, creio que mais apaixonado, do quo
de outras vezes, noduvijou atacar violentamen-
te ao hnralo delegado do Bonito o Sr. Jos Co-
negundes da Silva, bem como a tolas as autori-
dades dessa freguezia, porque se do curvara co-
mo escravos ao mando do Sr. lenente-coronel
Jos Joaquim Bezeira de Mello, a quem o cor-
respondente considera o symbolo da honro, do
saber, da constancia e do poder eleitoral do Bo-
nito. Tem passado isso desayercebido, mas hoje
cumpre queso Hiede uma resposta.
Na comarca do Bonito, que comprehende as
freguezias deste nome o Grvala, nao se trata do
montar on desmontar partido ou lado poltico,
porque os liberaes que ahi ha, alias cheios do
patriotismo, bom senso e ir.oderaco, apreciara
debidamente a pocas e servem ao*governo. co-
mo o teem feito, com lealdade. Do que se traa
ahi de fazer imperar a lei, punir os criminosos
e proporcionar ao povo, que vivia sob a presso
de certas influencias, occasiao de votar livremen-
to ; do que se trata ahi de fazer cessar os abu-
sos, coraraeltidos por alguem, quo illudindo tai-
vez a boa f e siruplicidade dessas influencias,
pode na verdade compromctie-las, apresentan-
do-as menos fiis ao pensamento do governo e
incapazesde exercer o auloridade.
Nao ha quem pretenda offeuder ao Sr. Bezer-
ra de Mello, que se aprsenla como nome hist-
rico o tradicional, nem quem lhe queira tirar o
prestigio, do que se suppo elle alardear, nao ; o
que se nao quer lalvez que o Sr. Bezerra, in-
vastido de auloridade, forse uma parte dos elei-
tores do Bonito a aceitar urna candidatura, que
por lado algum se poJe crer legitima e bem
fundada ; o que se nao quer lalvez que por
amor de aspiraroes exageradas o Sr. Bezerra
comprometta o seu nomo respeitavel.
Quanto as deinissoes que assevera o corres-
pondente, de que tratamos, tem soffrido o Sr.
Bezerra, ha de peunittir que lhe eu diga, que
oceupando ellesete lugares no Bonito, a saber :
tenente-coronel, presidente da cmara, primeiro
supplenle de juiz municipal, primeiro supplento
de delegado, subdelegado da villa, juiz de paz e
delegado littcrario, consla-me que fora apenas
exonerado do lugar de subdelegado, que alias
nao fri anda precnchido; e se est demiltido
do de delegado luterano, isso corre por conta do
director geral da instruego publica ouviio o
respectivo consolho director e nao do governo,
que nesses negocios sempre se conforma com as
propostas do director e do conselho.
Respondido assira a parle relativa ao Sr. Be-
zerra de Mello, perguntarei agora : quaes sao as
autoridades do Bonito que guerreiam a acluali-
dade e por consequencia ao governo? basta dizer
os seus nomes para que o publico so convenga
da tctica miseravel, de que so serve o corres-
pondente do Diario para chegar bos seus fins.
O juiz de direito o Sr. Dr. Francisco Antonio* -
de Oliveira Ribeiro, o juiz municipal o Sr. Dr.
Lourengo Jos do Figueiredo, o promotor o Sr.
Dr. Josutno Claro dos Sanios Silva, e delegado o
Sr. Jos Conegundes da Silva, hoje principal vic-
tima das falsidades e calumnias do corresponden-
te apaixonado. Ora, em verdade suppor e pro-
curar fazer crer ou mesmo suppor, que nomes
desla ordem que erapregados coma estes, alguns
dos quaes sao por assira dizer de commisso o
podem ser demittidos, quando aprouver ao go-
verno, guerreiam a actualidado, guerreiam ao
governo, cousa que s podo caber na escaldada
imaginagao de atgura candidato desapuntado. Islo
so era comedia seria tolerado.
E' verdade, segundo vemos, quo fra Hornea-
do para subdelegado de Capoeiras districlo do
Bonito, um cidado que nutre sentimentos libe-
raes; mas, alem de que esse lugar se achava
vago desde muito, e se nao pretera nem offen-
der o direito de pessoa algum com essa nomea-
cao, creio que o governo nao est privado de
*


DIARIO D& MBMMMGO. 8EGUHOA FEIRa 17 OS DEZEMBRO DR 85.
m

nomear liberaos para lugares de confian;*, quan-
dn elles a merecerem e nem a missao do hon-
rado Sr. Dr. Ambroito Leito da Gunha excluir
dos em pregas pblicos os ddidios da capaeidade
e verdadeiro mrito, porque seguem esta ou
aquella politic. Ahi esto os Srs. Artoaso Fer-
reira, delegado d'Agua Preta, o Sr. Dr Lucena,
delegado do Recife, que merecen pleni conflarr-
<;a do goTcroo, e que me parece, commungo
ideas liberaes.
Finalmente, para que trazer questoes de par-
tidos para a cleico de Bonito, para que revlver
odios psssados e extinctos, para autoridades do Bonito e de Gravat, que cum-
prom exactamente o seu dever? Toda a ques-
tio que ahi ha, de candidatos a dmulacao ge-
ral e o correspondente agoniado, afllicto porque
nao lema polica na mao. d por paos e pope-
dras e nao dunda calumniar a quem nunca o
offendera Sirvam pols estas linhas de defeza ao
Sr. Conegundes, e as autoridades censuradas,
sirvam de deffesa ao governo e ao Sr. chefe de
polica, que nomeando para a comarca do Bonito
jilguus liberaos de mrito, aflm de exercerem
lugares de polica, mostrara a devida imparcia-
lidad? e jutica que mu i tu os honram Oj con-
servadores do Bonito e Gravat sao verdadeiros
oposicionistas.
O justo.
Correspondencias.
A censura que faz c-Sr. Jos Paulo do Reg
Brrelo cmara municipal do Recife, no Diario
de hoje, tiio injusta, que nao dispensa urna li-
gelra resposta.
Nao segundo artigo 58 9 do regutamento
n. 120 da 31 de jaoeiro do 1842, que as cmaras
municipaes s5o competentes para legislar sobre
a polica e economa dos seus municipios ; esta
lei apenas se refere a do Io de oulubro de 182S.
art.66, que Ibes confeic expressamenlo-um tal
direito.
A cmara municipal do Recifo, confeccionando,
sob proposta do Sr. Dr. chefe de polica actual, o
edilal de 13 de agosto de 1859, que talvez se
queira referir o correspondente, nao exorbilou
de suas attribuices, cxerceu pelo contrario um
direito que Ihe perraitle, e nao foi anda revoga-
do por le posterior, o artigo 299 do cdigo pe-
nal, sem offensa do disposlo no artigo 297 do
mesmo cdigo, nem revivencia do artigo 3 da lei
de 26 de outubro de 1831 J
O citado artigo 299 diz as9im : As cmaras
municipaes declararo em editaos quaes sejam as
armas ofensivas, cujo uso podero permittir os
juizes de paz : os casos em que as podero per-
mittir, e bera assim quios as armas ofensivas,
que ser licito trazer e usar sem licenca aos oc-
cupados em trabalhos para que ellas forem ne-
cessarias.
Ora, so a cmara formulando aquello edital,
que alias mereceu a sancco proviso-ia do govor-
no da provincia, nao se apartou desta disposi-
co, nao decretou pcnna, como que diz o cor-
respondente que ella alterara o disposto no art.
297 docod. pen. ?
O correspondente nao lera*rdzo : seja mais
justo para com urna corporaco, que nao sabe
ultrapassar os limites que as leis lhe leem tra-
ca do.

Recife 15 de dczembro de 1860.
Publicaces a pedido,
nesti escala ascendente em que a humanida-
de caminha para o seio de Deus.
E' por isso, senhores, que o christianismo vin-
do. reunir e regenerar a httmanidaite, prcgou a
caridade e a tolerancia, elementos necessarios
toda a.sociedade.
A a3soci3co e fraternisacao de todos liomons
concorrendo ao fim do aperfeicoamento geral.
derrocados como montanhas de nee do appareei-
mento do sol, todos osses privilegios mesquinhos
que s6 scrvem de desunir os homens excitando
rivalidades; a queda necessaria do priacipio
egostico, pens, senhores, que ser o facto por-
tentoso a que nos seculos futuros a sublime civi-
lisago da erangelho ha de lovar a humani-
dade.
Fallci-ros das associaces em goral, permitti
agora que ros falle da vossa em particular.
A imprensa, senhores, essa magnifica inven-
cao do mmortal Guthemberg, para o mundo
moral um faci ISo grandioso, quanlo o sao para
o mundo material os carainhos de ferro e os (los
elctricos. Ao primeiro golpe de vista ella se
nos aprsenla logo como o melhor meio de
communicar o pensamento, como um admiravel
vehculo que approxima os espiritos a maneira
do vapor e da elcctricidade que encurtam as
distancias e approximara os paizes.
Na imprensa, nao somos os primeiros a diz-lo,
a sciencia encontrou um poderoso auxiliar a sua
causa, o pensamcnlo um meio fcil de difun-
dir-so por lodosos espiritos, e todos os cidados
viram n'ella una arma defensiva cootra os des-
varios da autoridade contra a injustica e contra a
calumnia
Associar-se, pois, era bera da lmprensa, se-
nhores, um facto muid importante o significa-
tivo, acudir aos reclamos do progresso, tra-
balhar pelo engrandecimiento da patria.
Assim, senhores socios da sociedide typogra-
phica, vossos esforcos e vossos designios sao
dgaos de todo louvr e de loda a uninac.io ;
prsperos corrara largos annos de existencia pan
vossa bella instituieo, e, distante de vos, mas
operario na mesma causa do progrosso, o Athe-
neu saber sempro ler urna expresso de alegra
em vossos triumphos e urna palma para vos
oferecer que, se for simples e inodora como esta,
nem por isso dexat de ser semprc um symbolo
de seu afecto.
Tenho concluido.
F. de Carvalho Soares Brando.
Discursos pronunciados na scsso mag-
na da 4ssociaco Typographica Per-
nambucana.
Srs. da* Associaco Typographica Pernambuca-
na.Urna mal acertada escolha me colloca hoje
ni melindrosa e importante posQo do servir po-
ranie vos, como orgao da sociedade das Artes
Mechanicas e Libenes : honra esta para raim
assaz subida, porra, que nao pode deixar de
confunr-me, visto os poneos recursos, que dis-
ponho para betn desempenhar esse lugar.
A' ninguera, porra, dado recusar-se ao cum-
pri ment de um dever ; mormente quanlo, sa-
tisfazendo a pullo, quo nos imposto, experi-
mentamos cora isso grande prazer ; eis, senho-'
res, porque flz calar a minha consciencia, que
proclamava arminlia insulencia, e antepuz ella
a religio do dever.
A sociedade das Artes Mechanicas e Liberaes,
por meu intermedio, felicita a Associaco Typo-
graphica Pernauoucana, e acompa >ha a sua ir-
.m.i no contenlamenti) que boje se acha apode-
rad i, festejando o anniversario de sua insta-
laca o.
O progrosso, senhores, a lei da humanidade :
o homein dve ler como Ihermometro do suas
acedes o bem ; o di ortica deste sublime e san-
to preceito moral, resulta para elle a sua perfec-
tibilidade, carainhar, camtnhar al chegar bar-
roira inrensivel, alm da qual nao nos dado
passar ; melhorar de dia em da as condicoes
da humanidade, procurar o til, o agradavoi, o
bora ; emlira chegar ao aperfeicoamento pliysico
o moral do hornera, tal a obfigicao da huma-
nidade, e que lambem comprehendida e des-
emponhada por vos.
Fillio deste seculo em que os conh'ciraentos
humanos leem lomado tal incremento, que nos
admira, Glhos desto seculo por excelloncia i-tivo
e para o qual o trabalho o repouso do proprio
trabalho, nao poderieis porcerlo deixar de alis-
tar-vos I essas bandeiras. onde se v desenliados
os brazes do progresso.
Esta associac.io cujo anoiversario hojo comme-
moraesuma prova de que nao vos mostraes
alheios noque se passi no mundo civilisado, de
que sabis comprehender as salutares c benelicas
leis da humanidade ; eraflra, senhores, o sym-
bolo de vossa adheso ao aperfcigoamoulo moral
da humanidade.
Mostrar-ros as vantagens, que da imprensa
tora resultado humanidade ; provar-vos a su-
blimidade, excellencia e utilidado desta arte, se-
ria repetir aquillo, que v6S todos sabis, e quo os
fados exhuboranloraente no3 provam : basta di-
zer-vos, que ella o baslao em que so apoia a
cvilsaro para trlhar na vereda do pro-
gresso.
A Associaco das Artes Liberaes e Mechanicas
faz sinceros votos para que continuis no empe-
nho de melhorar a vossa arte, collocara impren-
sa no devido p, que seus mere;iuientos do
direito ; e vos prognoslica um futuro risonho e
thcio de esperancas.
/. Borges Caraeiro.
Srs. da Associ*c.ao Typographica.rgo nes-
le momento dos sentimenlos do Alheen Per-
nambu cono para com vosco,irago-vos em seu no-
mo, a mais sincera saudacao, boje que com lau-
ta pompa e regosijo celebris mais um anniver-
sario do vossa bella instituieao.
Vosso companheiro de p'eregrnacao, o Athe-
neu, senhores, da-vosos seus parabons, e sem-
pro com o maior jubilo que elle contempla os
veesos successos na ardua, porm, gloriosa coi-
preza cora que vo3 sobrecarregisles.
E' com grande prazer, senhores, que temos ob-
servado essa tendencia que ltimamente se lem
desenvolvido entre nos para a associagao.
Digo, que com grande por para que na as-
sociaco para tins uteis, revelara osossociados a
grande importancia que ligam a esses lins; e
porque v.-jo na concurrencia dos esforcos um po-
deroso meio, que em mu raros casos deixar de
produzir aconsecuco do flin.
Ainda digo, que cora prazer, porque no facto
de os homens associarem-so, eu enxergo um
aipeifeiQoamento moral, porque entre os espiritos
grosseiros o incultos achoimpossivel a associa-
co, pelas dissencoes que iramediatamente so de-
veriam seguir nascidas do desconhecimento dos
direitus e deveres communs.
A associaco em geral urna concorrencia de
exforcos, para fim commum ; d'onde vos vedes
que nella nao pude, noradeve predominar o dis-
aolvenle funesto do egosmo fatal, necessaria
partilha do atrazo moral.
O estado de sociedades, senhores, ninguem po-
der uega-lo, o que mais se conforma com a
natureza humana.
Tendo por parlilha a fraqueza, o hornera" pre-
cisa do soccorro de seus semelhanles para ven-
cer! necessidades cm que o collocou o erro do
primeiro par. Seu espirito se aperfeicoa pelas
reUces_ com oa outros espiritos ; suas forcas
unidas s de outros ajudam-no a superar, em
bem commum, obstculos que cada indivduali-
dade por si s nao conseguira remover ; pelo
que somos levados a pensar que a associaco o
meio mais certo de camiuharmos com feliciade
Para o Sr. ministro do im-
perio ver.
Nenhutn empregado geral pode
aceitar eraprego algutc provincial sem
que previamente solicite e obtenha a
sua demissao. Avisos de 10 de no-
ve mbro de 1837 e 7 de outubro de
18io.
Ora, nao tendo sido derrogados os ci-
tados avisos, cuja tao sabia, quao ter-
minante disposico se acaba de ler :
fora de duvida que nao deve continuar
a ser inspector da thesouraria provin-
cial o proessor de geometra do colle-
gio das artes (ou a ser proessor de geo-
metra do collegio das artes o inspec-
tor da thesouraria provincial )
lisse funecionario, a desneito dos avi-
sos citados, foi nomeado inspector da
thesouraria provincial de Pernambuco ;
e, em prejuizo do seu substituto, da
instruccaoe dos cofres pblicos, se acha
(ora da sua cadeira, ha 15 anuos!!!
(fazem hoje 15 de setembro de 1860)
Manteiga---------A francaza ven4eu.se 640 ti.,
por libra, e a ingleza de 800 a
820 rs. por libra.
Massas-----------Idea a 6*000 r.
Oleo de-lrrriaga- Idenr de I950r>' a 1*000 rs, por
galo.
Passas- Venderam-se de 7J a7jf500 rs.
a caixa.
Queijos----------Os flamengOB venderam-se de
1900 a 2*400 rs.
Toucinho-----------dem 7*000' a 7J500 rs. por
arroba.
Vinhos-------------Os do Estroito veuderam-se a
2103, e os de Lisboa de 260*
a 280* rs. a pipa.
Descontos O rebate de letlras regulou de
10 a 15 por ceulo, discont ni-
do a caixa filial cerca do 500
cont'is de rs. a 10 por cento ao
ano.
Freles---------------Para o canal a 30, e 7/16
pelo algodo.
Paula dos procos correntes dos princi-
paes gneros e prodneces
nacionaes que se despacharam pela alfandega
na semana de 17 a 22 de dezembro
do cor rente anno.
Agurdente de cana. caada 1*000
dem restilada e do reino 18000
dem caxaca...... *7O0
dem genebra...... 1*000
dem alcool ou espirito dex
agurdente......
Abanos ....:... cenlo
COIIMERCIO.
Alfandega,
Rendimento do dia 1 a 14. .
dem do dia 13.....
162:0825305
10:35;iV3l
172.435*736
Movimento da alfandegra.
Voluntes entrados com fazendas.. 216
com gneros..
Volnmes sabidos cora fazendas..
com gneros..
485
269
130
190
------320
Descarregam hoje 17 de dezembro
Patacho americano Henry edier merca-
dorias.
Barca ingloza Belera dem.
Lugre hollandez Felicitasidom.
Barca nacionalXorvalbicalho
Barca ingleza Sarahcarvo.
Barca francezaPernambucocarvo.
Barca francezaAdeleidem.
Uccebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimenlo do dial a 1. 14:558*788
dem do dia 15.......1:133*753
15:692*511
Consulado provincial.
Bendimento do dia 1 a 14. 33:198*034
dem do dia 15.......2:686J48
35881*518
PIUCA DO RECIFE
15 DE DEZEMBRO DE 18GO.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios----------Sobre Londres saccou-se a 20
1/2 e 26 5/4, sobre Pars a 365
rs. por franco, sobre llambur-
go 63 i rs. por M. B., e sobre
Lisboa a 110 por cenlo de pre-
mio subindo os saques a
120,000 S, sondo os ltimos a
26 1/2.
Algodao----------O superior vendeu-se a 8*100
rs. por arroba, e o regular a
8*000 rs. por arroba.
Assucar O branco vendeu-se para ex-
portarlo do 3gS00 a 4*100 rs
por arroba. O smenos a 3&600
rs., mascavado purgado a SjJS'K)
rs., e brulo de 2*500 a 2*600
rs. por arroba.
Agurdente-------Vendeu-se do 80g000 90*000
por pipa.
Arroz-------------dem de 2*600 a 3,000 rs. por
sacc.
Azeite doce-------Vendeu-se a 3(000 rs. por
galo.
Bacalho--------Nao houve vendas em atacado.
Rclalhou-se de 9* a 11$ is a
barrica, flcando cm dopozito
12,500 barricas.
Balala----------Venderam-se a 1*280 rs. por
arroba.
Carne secca-------A do Rio Grande vendeu-se de
1*600 a 5*000 rs.. e a do Rio
da Prata de 3*010 a 3g400 rs.
rs. por arroba, flcando em ser
35,000 arrobas da primeira, e
22,000 da segunda.
Caf----------------Vcndeu-se de 6*000 a 6*500 rs.
por arroba.
Cb-----------------dem de 1#600 a 1*800 por li-
bra.
Carvo de pedra- dem de 17$ a 18* rs. a tone-
lada.
Cervoja- dem de 5*500 a 5*600 rs. por
duzia de garrafas.
Farinha de trigo. Retalhou-sc de 20* a 24* rs.
por barica da de Philadelphia,
23* de New-Orleans.28* de Tri-
este, e de 25/ a 26$ rs. de Ri-
chmond, flcando em depozto
10,800 barricas.
Far. de mandioca Vendeu-se de 4*000 a 4*500 rs.
por sacca.
Feijo---------- dem a 1$600 rs. por airoba.
Geocbra----------Em frasqueira vendeu-se a 6*
rs., eem botija a 940 rs.
Loaca- A ingleza negociou-se a 280
rs. por conlo de premio sobre
a factura.
Algodo em em carolo, arroba
dem em rama ou eml.
Arroz com casca.....
dem descascado ou pilado.
dem raascavado.....
Assucar branco .....
dem refinado...... b
Azeite de amendoim ou mon-
dobim........ caada
dem de coco......
dem de mamona..... >
Batatas alimenticias .... arroba
Bolacha ordinaria propria para
embarque.......
dem fina........
Caf bom...... ;
dem escolha ou restolho
dem torrado...... libra
Caibros........
Cal.......... arroba
dem branca......
Carne secca charque. ... >
Carvo vegetal...... >
Cera de carnauba em bruto. libra
dem em velas (carnauba).
Charutos........ cento
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados libra
dem seceos.......
dem verdes......
dem de cabra corlidos um
dem de onca......
Doces seceos...... libra
dem em calda. .....
dem em massa ou geleia
Espanadores grandes. m
dem pequeos .....
Esleirs propris para forro de
"avio........ cenlo
Estoupa nacional .... arroba
Farinha de mandioca. alqueire
dem de araruta..... arroba
Feijo de qualquer qualdade.
Frechaes........ um
Fumo em folha bom. ... *
dem ordinario ou restolho.
dem em rolo bom ....
dem ordinaro restolho.
Gomma........ arroba
Ipecacuanha (raz) ....
Lenha em achas..... cento
dem em toros. ...
Lenhas e estelos..... um
Mel de canna...... caada
Milho........ arroba.
Pao brasil ...... quintal
Pedras de amolar una
dem de filtrar.....
dem rebolo.......
Piassava........ molhos
Puntas de vaccas e de novilhos cento
l'ranchoes de amarello de
dous custados...... urna
dem louro.......
Sabo......... libra
Salsa parrilha....... arroba
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta ..... urna
rabosa de amarello .... duzias
dera dirersas......
Tapioca........ arroba
Travs......... urna
nhas de boi....., cento
Vinagre........ caada
OSCILLaC,AO da mu.
Preamar as 6 h. 30' da manha.altura 6,4 p.
Baixamar as 0 h. 42' da tarde, altura l.t p.
Observatorio do arsenal de marinha, 15 deda-
zembro de 1860.
ROMAKO STEPPLB.
1 lente.
Editaes.
1S800
1;*000
2$100
8$200
$900
2$ 500
2*800
4$500
6$400
2*000
1*600
i $120
1*000
4$OC0
7$000
7$500
5$000
$31
*400
*3C0
$400
4$000
1$600
280
$400
2*100
4$000
*225
S400
150
giOO
osooo
1*000
*500
*100
3$20O
1$600
24*000
1$600
2$400
8$000
1$230
5$C00
155000
7$O00
160000
6$000
3*200
25S0G0
2$000
12*C00
50$000
24t
1$000
10*0C0
80C
9$00f
1$12G
$200
5*000
16-JCO0
8$0C0
5120
25$000
5$000
2$800
96*000
40*000
3*500
12*000
$300
*280
T) Dr. Anselmo,Francisco Peretli, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Chrislo e
juii de dircito especial do commerfllo desta ci-
dade do Recife de Pernambuco e sau termo
por S. M. I. e C. que Dousginrde, ele.
Faco saber aos que o presento edital virem,
quo Jos dos Santos Nevos me dirigi a segulnte
peticao : 1
Exra. Sr. Dr. juiz do coramercio.Diz Jos !
dos Santos Nevos, quo Aniceto Pereira da Costa
l/ie devedor da quaolia de 1:192* proveniente!
de uma letra mercantil sacada a 22 de maio
de 1855 com o prazo do seis mezes, e que
se acha vencido ha quasi cinco annos e por- '
quanlo o supplicante nao tinha sido pago da!
mesma e devia acautelar o seu direito futuro afim
do que a dita letra nao prescreva, vem na forma !
da leifazer o competenic protoslo para que seja !
interrumpida a prescripgo, e requera V. Exc. se '
digne manda-lo tomar por termo e inlima-lo ao
supplicado. e porque este se acha ausente e se
nao saiba do seu domicilio certo, requer a V.
txc.se digne de admittir a justificago do sup-'
pilcante,e julgado por sentenca se passe carta edi-
tal com o prazo da lei, alim de ser por ella o
supplicado intimado.
Nesles termos pode V. Exc. que assim lhe
defira.E R. M.Alcolorado.
E mais se nao conliuha em dita peticao aqui'
transcripta, na qual d o seguinte despacho :
Justifique. Recite 12 de novembro de 1860. :
Anselmo Francisco Perctti.
E nada mais se declarava em meu despacho,'
em virtude do qual fora a mesma petigo distri- i
buida ao escrivo d'esle juizo Manoel Mara Ro-
driguesdo Nascimenlo, que lavrou o rermo de
protesto do termo seguinle :
Termo de protesto.
Aos 12 de novembro de 1863, n'esta cidade !
do Recife, em meu cartorio, appareceu o suppli-:
cante Jos dos Santos Neves, e disse perante
mim, e as testemuuhas infra assignadas, que re- '.
duzia a protesto o conleudo de sua peticao re-
tro, a qual olfereceu como parlo do presente,!
quo fies sendo. E dei como assim o disse e pro-
teslou lavrei este termo, em que depais de lido, I
se assignou com as referidas testemuuhas.
Eu Manoel Maris Rodrigues do- Nascimenlo, I
escrivo, o oscreviJos dos Santos Neves.
Adolpho Liberato Pereira d'Oliveira.Luiz Fran-
cisco de Mello Tavarcs.
E mais se nao conlinha em dito termo aqui
Iranscrplp, e tendo o supplicanle produzido suas
provas, q'ie jsulilicariim a ausencia do supplica-
do, e subindo os autos minha concluso, n'elles
dei a sentenca do theor seguiote :
A' vista da inquirido de fls. 4 a fl. 5 julgo
provala a ausencia do supplicado era lugar nao
sabido, o mando que lhe seja intimado o pro-
testo de fls 2 verso por meio de edilos, passando-
se a respectiva carta com o prazo de trala dias,
pagas pelo justificante as cusas. Recife 3 de de-
zembro de 1860.Anselmo Fruncisco Peretti.
E nada mais se conlinha cm dita sentenca
aqui transcripta em virluda da qual o res-
pectivo escrivo fez passar o presente edital pelo
iheor do qual intimo, e hei por intimado ao dito
supplicado de todo oconthelo do presente,
E para quo cheguo ao seu conhecimecto,
ser este publicado na forma do estro.
Cidade do Recite 10 de dezembro de 1860 Eu
Manoel Naca Rodrigues do Nascimenlo, escri-
vo, o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
OJDr. Anselmo Francisco Pcrelti, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Chrislo, e
juiz de direito especial do comraercio desta ci-
dade do Recife de Pernambuco e seu termo,
por S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, que Deus
guarde, ele
Fago saber aos que o presente edital virem e
delle" noticia tiverem, que no dia 19 de dezem-
bro prximo futuro, se ha de arrematar em praca
publica drste juizo, na sala dos auditorios linda
a audiencia, a casa terrea sita no largo do Parai-
zo n. 4, a qual tem 3 portas na frente, 2 salas, 4
quartos, cuzinha na sala de detra/., quintal mu-
rado, cacimba meeira o com sahida no fundo para
a ra de S. Francisco, avaliada em 3 000* e vai
praca por execucSo de Manoel Buarque de Ma-
cedo Lima, contra"seus devedores Joaquim Flix
Machado e sua mulher do quem a mesma per-
lencente ; e caso nao baja lancador que cubra o
proco da avaliaco, ser?i a arrematarlo feita pelo
proco da adjudicarlo com o abate d lei.
E pata que chegue ao conliecimento de lodos
raandei passar editaes, que sero publicados pela
imprensa e affixados na forma da lei
Cidade do Itecife 26 do novembro de 1860.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimenlo, es-
crivo o subscrevi.
A/isef/o Francisco Peretli.
O Ilion Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desta provnola manda fazor publico que
no dia 10 de Janeiro prximo seguinto haver
concurso nesta thesouraria para preeochimetito
de 10 vagas de praticante da alfandega desta ca-
pital, oomecando os exames as 10 horas da nu-
nha sobre as seguintes materias : leitura, e ana-
lyse grammatical da lingua verncula, orlhogra-
phia, o arithmelica al a theoria das proporces
inclusive.
Aquelles, que pretenderem ser admitlidos ao
concurso, devero previamente provar que tecm
18 annos completos de idade, que estao livres de
culpa e penn, e que leem bom procedimento.
Secretaria da thesouraria de fazenda do Per-
nambuco 12 de dezembro de 1860.O official-
maior interino, Luiz Francisco de Sampaio e
Silva
E da pessas lambem de fardamento, e ootros
objectos, para a enmpanhia de aprendizes art-
fices, sendo bonet do uniforme, lenco de seda
preta, frdela de panno-, calca de dito, dita de
brin, dita de algodao, beluga do brim.dita de al-
godo, spalos, camisas de algodo, sueco, col-
xao de riscadode hnha chero de palhs, t'ravrs-
seiro na mesma conformidad*, coberta de la,
lencol de algodo, frouha, e colcha de diio.
O contrato effectua-se por via de propostas
recebidas n'aquelle dia al as 11 horas da ma-
cha, e sob condicoes do garanti-lo fiador ido-
neo, e pagar o contratante a multa de 50 por
cenlo do valor dos objectos, caso nao sejam en-
tregues em lempo conveniente, e na por^o, e
de qualidade contratadas ; sendo que o mesmo
contratante tem a favor haver o importe do for-
necimentode um mez l"go no subsequente : as
propostas conrindo que sejam apresentadas de
forma distincta, isto reforindo-se a cada um
dos citados fornecimentos,
Sala do conselho de compras navaes em 11
de dezembro de 1860.
O secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
H Vaccina publica. 8
Qj Havendo presentemente mui boa se- SJg
JE mente vacciniea, o commissario vaccina- f|
| dor provincial convida aos paes de fami- SJJ
B lias desta cidade a comparecerem com ?
8cus llhos e mais agregados que preci- (
sarem ser vaccinados as quintas-feiras ^
e domingos, no toneo da alfandega das S
7 s 10 horas da manha e nos sabbados q|
P na casa de sua residencia, segundo andar J
H do sobrado da rua estreila do Rosario n jas
30, para assim poder conservar a trans- S
missao do fluido de braco braco, nica |f
| maneira de sua conservago cm-pro- 3
'i
Porto por Lisboa no
dia i 5.
Iraprelerivelmente vai sabir no dia 15 para o
Porto com escala por Lisboa o brigue portuzuez
Promptidao II. forrado e encavilhado de cobre,
de primeira classe e marcha, com a carga que ti-
ver : e para carga e pnssageiros. aos quaes effe-
rece excellentes commodos e bom tratamenlo
Irata-se com Elias Jos dos Sanios Andrade & C.
na rua da Madre de Dos n. 32, ou com o capi-
lao. Roga-se aos seuhores passageiros que pre-
tenderem ir no mesmo navio, de virem realisar
suas passagens.
Porto e Lisboa
A bem conhecida barca portugueza Sympa-
Ihia, capito Nogueira dos Santos, vai sahir bre-
vemente para os porlos cima indicados ; quem
na mesma quizer carregar ou ir de passagem.
poder entender-se com os consignatarios Bailar
&01iveira,rua da Cadeia do bjirro do Recife nu-
mero o. 12.
Para Lisboa,
pretende sahir com brevidade a bem conhecida
e acreditada barca Flot de S. Simaos ; para
carga e passageiros, trata-se cora Carvalho No-
gueira & C, rua do Vigario n.9, primeiro andar,
ou com o capito.
C

i}
r-
Para a Bahia segu em poneos dias o palha-
bole nacional Dous Amigos, lera parte de sua
carga engajada; para o resto, trala-se cora seu
consignatario Francisco L. O. Azovedo, na rua
da Madre de Deus n. 12.
A f* si f* A t \r
A junta administrativa da santa casa da mi-! o.r. "^V-
sericordia do Recife manda fazer publico, que nao lei,,or|o e8"e brevemente o hiate na-
lendo havidosesso honlempor achar-se doente ",Aun3B ; pa" res,a"le ga <-'
o thesoureiro csmoler interino, ficou transferida a;lsaSclros- trala-sc com Gurgel Irmus, rua da
para o dia 20 do correnle a arremalaco das ren- adeia Uo Rocife' Vaeuo andar a. 28.
das das casas abaixo declaradas :
Bairro do Recife.
Rua do Pilar n. 74.
Becco do Abreo n 2.
Bairro de Santo Antonio
Rua Direita n. 7.
Rua Nova o. 55.
Dila do Padre Floriano ns. 45, 47 e 49.
Dita do Fagundcs n. 32.
Dila do Santa Thereza n. 4.
Dila da Calcada n. 36.
Dita dos Pescadores n. II.
Secretaria da Sania Casa da Misericordia do Re-
cife 14 de dozembro de 1860.
O escrivo.
Francisco Antonio Cavalcanti Cousseiro.
Pela secretaria da cmara municipal do Ro-
cife se avisa segunda vez aos senhores arrema-
tantes de talhos de ougue, que comparucam na
j mesma secretaria com seus fiadores, afim'de as-
signarem os termos de arremataces, ao contra-
rio lomar a cmara a providencia que for de
lei.O secretario,
Manoel Ferreira Accioli.
, Pela collecloria das rendas geraes do niini-
cipio de Olinda se taz publico que no ultimo do
correte mez, termina o praso do recebimento
dos impostes sobro lojas c tabernas, taxa sobre
escravos, 2a decima das corpora^c-es de mo-
morta, barcos do interior, foros dos terrenos de
marinha etc., perlencentes ao exercicio lindo de
18^>9 a 1860, lindo o qual sero ditos impostos' O patacho Btm Jess, pretende seguir com
| cobrados judicialmente. Assim como o do pa- brevidade, recebe carga a frele : a tratar com Cae-
' gameuto na collecloria do primeiro semestre do taoo Cyriaco da Costa Moreia & Irmo no Ufo
exercicio correte de 1850 a 1861, livre da mu- do Corpo Santo n. 25.
COmPANHlA BRAS1LEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Espera-se dos porlos do norte at o dia 18 do
correnle o vapor Tocantins, commandante o
pnmeiro-lcnente Pedro Hypolito Duarle, o qual
depois da demora do coslume seguir para os
porlos do sul
Recebem-se desde j passageiros e ongaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
ver-ser embarcada no dia de sua chegaa : agen-
cia rita da Cfaz n. 1, escriplorio de Azevedo &
Mendos
Bnliia.
Segu nesles dias o palhabote Sania Lruz* ;
para o restante da carga, trata-se. com Caetano
Cyriacoda C. M. & Iruio, no lado do Corpo San-
to n. 25.
Rio Grande do Sal
Alfandega
1860.
de Pernambuco 15 de dezembro de
Moyimento do porto.
flauios enlradosno dia 15.
Cardif45 das, barca ingleza Liriopi; de 308 to-
neladas, capito George Potter, equipagem 11,
carga carvo de pedra ; Scott Wilson & C.
Swansea46 dias, brigue francez Adelede, de
201 toneladas, capito L. Evoque, equipagem
10, carga carvo de pedra ; ordem.
Liverpool37 dias, brigue inglez Uranos, de 261
toneladas, capito R. Wightraan, equipagem
10, carga fazendas e mais gneros ; a Soulhal
Mellors & C.
Portos do sulVapor inglez Magdalena, com-
mandanie R. Wolward.
Navios sahidos no mesmo dia.
Porlos do norto :Vapor brasileiro Oyapock,
commandante o capilo-tenente Antonio Joa-
quim de Santa Barbara.
8. Thomaz. Patacho hamburguez Thekle Sch-
mide, capito A. C. F. Burmiister ; em lastro.
os oa _^
a, te
o.
35
O.
O
5
Horas
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Atmosphera.
M w Direcgo. a H O
SS T3 r~ o 50 1 Intensidade 1
S 8 9 -4 Fahrtnheit n s
S g 8 o b-. u. te OS C5 8 Centigrado. n O
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Cisterna hydro-
melrica.
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Sel
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H o
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r.
V.
la de 3 por cento dos impostos cima menciona-
1 dos, pois que do Io de Janeiro em diante ficam
! sujeitos a referida multa.
Cellectoria da cidado de Olinda Io de dezembro
da 1860.
O colleclor
i Braz Ferreira Macicl Pinhciro.
Recebedoria de rendas inter-
nas geraes.
I Pela recebedoria de rendas internas geraes sa
faz publico, que no correnle mez termina o prazo
Porto por Lisboa.
A barca portugueza Silencio, capito Fran-
cisco Martina de Carvalho, preteude sahir rom
toda a brevidade para os portos cima indicados :
quem na mesma quizer carregar ou ir de passa-
gem, dirlji-se ao consignatario Manoel Ferreira
da Silva Tarroso, na rua de Apollo o. 28, ou ao
referido capilo.
Para a Bahia
pretende seguir com moita brevidade a sum-ica
: do recebimento dos impostos do exercicio de 1859 naci"al Ilortoncia, a qual tem prompta parle
de
a 1860, no domicilio dos contribuintes a cargo
dos recebedores, assim como o do pagamento na
recebedoria do primeiro semestre do exercicio de
1860 a 1861, livre da mulla do 3 % dos impos-
! tos seguintes : dcima addicional de mo niorla-
! imposto do 20 % sobre lojas e casas do descon,
i to ; dito especial sobre casas de movis, roupns;
calcado, raobilias fabricadas om paiz eslrangeiro ;
i dito sobre barcos do interior; findo o qual se- | escriplorio Tua"do TrapTche"n."4."
Iguir-se-ha a cobranca cxeculiva quanlo ao de-'
bito daquel'e exercicio, e a percepeo da mulla
quanlo ao desle.
Recebedoria de Pernambuco, Io de dezembro
de 1860.-O administrador, Manoel Carneiro de
Souza Laccrda.
seu carregamento : para o resto que lhe fal-
la, trata-sc com o seu consignatario Azevedu v\
Mendes, no seu escriplorio rua da Cruz n. 1.
Para o Rio Grande do Sul
segu com brevidade a barca Mathilde por ler
a maior parte da carga prompta : para o restan-
te, trata-se com Manoel Alves Guerra, no seu
Decaraocs.
o

" !
50 '
? !
A noile clara, vento E regular al 1 b. que
roudou para ENE e assim amanheceu.
Crrelo geral.
Relaco das carias seguras vindas de sul pelo
vapor Oyapock, para os senhores abaixo de-
clarados :
I). Auna Perpetua de Carvalho Mcndonca.
Conolano Augusto de Loyola.
Domingos Carlos de Tavora Leal.
Dr. F. pifan i o Jos da Rocha Bitencourt.
Francisco Xavier de S (2).
Francisco Ferreira Borges.
Juvencio Augusto de Alayde (2j.
Joaquim Gilsino de Mesquita.
Joo Pedrcira do Cerqueira (2],
Joo Bernardo de Vasconcellos.
Jo3o Pinlo de Lenios Jnior.
Jos Antonio Pereira.
Jos Maria de Carvalho Jnior.
Jos Maria Ferreira.
Manoel Vicente da Silva Guimares.
Olimpio Policiano Barros Brrelo.
Vigario de Una.
Conselho de compras navaes.
Contrata este conseibo em sesso de 18 do
correnle, os seguintes fornecimentos por lempo
de tres mezes (Indos em marco do anno pr-
ximo.
De vveres e outros objectos, para consumo
dos navios d'armada c cstabelocimentos de ma-
rinha, sendo arroz do marnnho, agurdente,
assucar branco grosso, azeile doce do Lisboa,
bacalho, bolacha, carne secca, caf em grao,
cangica ou milho pilado, carne verde, farinha
de mandioca, feijo, manteiga, mallo, pao, tou-
cinho de Lisboa, velas de carnauba, dilas slea-
rinn, e vinagro de Lisboa.
De dietas para os doentes dos dilos navios, e
d enfermara de marinha, compostas de ara-
ruta, lclria. assucar branco refinado, bolachi-
nha, cevsdinha. cha, galinhas, manteiga, tapio-
ca e vinho de Lisboa.
De pedra de alvenara grossa, oita de canta-
ra, cal, e lijlo d'alvcnaria grossa, para as obras
a cargo do arsenal de marinha.
De pessas de fardamento para as pra;as do
batalho de fuzileiros navaes, sendo frdela de
panno, dita ue brim, calca de panno, dita de
brim, carniza de brim com o colarioho do mes-
mo panno, sapalos e grvalas de corro.
De pegas de fardamento para as prncas do
corpo de imporiaes mariuheiros. e da companha
de aprendizes ditos desta provincia, eompondo-
se essas pessas de farda, camisa de brim, dita
de alsredo azul, calca de brim, dita de algodo
azul, sapalos, manta,' e sacco.
Gllectoria provincial de
Olinda.
O colleclor interino faz constar pelo presente
aos contribuintes da decima urbana dacollecto-
ra de Olinda, que do Io de dezembro prximo
futuro priiicipia-se a contar o prazo de 30 dias
uteis marcados para a cobranca do primeiro se-
raeslre do anno de 1860 a 1861, e findo este pra-
zo pagaro 3 por cenlo de multa os que nao com-
parecerem no referido prazo.
Collectoria provincial de Olinda, 2S de novem-
bro de 1860.O escrivo servindode colleclor,
Joo Goncalves Rodrigues Franca.
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
O novo banco continua a substituir
ou a resgalar o resto das notas de 10$ e
20$ que havia euiittido e ainda existe
em circuliicao, declarando que, em
cumprimento do decreto n. 2,661 de
10 de outubro do corente anno, esta
substituir,!.) ou resgate devera' elTec-
tuar-se dentro de 4 mezes, e que findo
este prazo s podera' ter lugar com o
disconto progressivo de 10 por cento ao
mez, ficando assim na forma do art 5
da lei n. 55 de 6 de outubrcgj p o5
sem valor algum no im de lo mezes.
Recife 9 de novembro de 1860. Os
directores, Joo Ignacio de Medeiros
Reg, Luiz Antonio Vieira.
Pelamesa do consulado provincial se faz
publico aos propietarios dos predios urbanos das
regueziasniesta cidade e da dos Afogados, que os
30 dias uteis para o pagamento bocea do cofre,
do !.* semestre do anno linanceiro da 1860 a 61
do imposto da decima, se princpiam a contar do
dia 1.-de dezembro vindouro. Mesa do consu-
lado provincial de Pernambuco 24 de novembro
de 1860.
Tara o Rio de Janeiro vai seguir com moita
brevidade o brigue nacional Encantador-, de
muito boa marcha, ainda recebe alguma carga a
frote : trata-se na rua da Cruz n. 45 ou com o
capito a bordo.
Lisboa.
Vai sabir brevemente a barca Gratido por
ler parle do carregamenlo prompto ; para o res-
to e passageiros, trata se cora os consignatarios
Carvalho Nogueira & C rua do Vigario n. 9,
primeiro audar, ou com o capito Borges Pestaa
COMPAKHU PER\AHBICAM
DE
L\avegaoo costeira a vapor
O vapor Persi'iKngt, commandante Moura,
| segu viagem para o* portos^do sul de sua escal.-t
:nodia20do crrente mez as 5 1(2 horas da
i tarde.
Recebe carga para Macei e portos intermedios
at o dia 19 ao meio dia.
O expedicnle na gerencia ser at 3 horas o
depois de fechado nada mais se admillir : es-
criplorio no Forte do Mallos n. 1.
ysos martimos.
Porto por Lisboa.
A barca portugueza Silencio, capito Fran-
cisco Uartios de Carvalho, segu viagem para os
portos cima mencionados em 28 do correnle,
ainda recebe alguma carga o passageiros: os
protendentes podem entender-se com o cousig-
ualario Manoel Ferreira da Silva Tarroso, na rua
de Apollo n. 28.
Maranho ePar.
Segu com brevidade, por j ler parle do seu
earregamento para este ultimo porlo, o bem co-
ohecido brigue escuna Graciosa, capilo e pra-
heo Joao Jos de Souza, e podendo completar
o carregamenlo todo s para o mesmo porto do
Para, seguir vn direilura sera tocar ao Ma-
ranho.
O hiate Garibaldi, segu para o Cear empll-
eos dias : a tralar com Tasso Irmos ou com o
capito Custodio Jos Vianna.
Aracaty.
Segu nasles dias o hiate Vdela para o
resto da carga e passageiros, trata se com Caeta-
no Cyriaco d< C. M., no lado do Corpo Santo nu-
mero 25.
O hiate Camaragibe sahe para o Ass na
prsenle semana : para o resto da carga diri'um-
se a rua do Vigario n. 5-
Leiles.
Terca-fe ira 18 do correute.
Evaristo aulorisado pelo despacho do Exm. Sr.
Dr. juiz especial do commercio, a roquerimenlo
dos Srs. Ferreira & Martins, fir leilo do depo-
sito n. 15 no largo da ribeira de S. Jos, de to-
dos os objectos no mesmo existentes, como do
balanco consta, sendo a casa garantida ao com-
prador, as II horas do dia cima mencionado.
Avisos diversos!"
Quera precisar de urna am.a com bora leile,
dinja-se a rua da Senzala VeAia n. 42.


()
DIARIO DE KKNABMUCO. SEGUNDA FEIRA 17 DE DEZEMPJAO DE 1860.
Publicco jurdica.
Consituicfto poltica do imperio.
Nova edica, anotaila pelo Sr. Dr Braz Floren-
tino Henriques de Souza, sehjo luz e esl i
venda na livraria universal Jos editores Guiroa-
raes & OUveira, ra do Imperador n. 54, onde
lambeo se vende o cdigo criminal e o do pro-
cesso criminal, anotados pelo mosmo Sr. lio'itor,
ludo encadernado cm um so volurae ou separa-
damente.
Aluga-se um sitio no principio da estrada
dos Afllicios, pertencente a viuva de Jos Joa-
3uim de Mosquita, com muitos arvoredos pro-
uctivos o urna excelleole casa assobradada que
se torna recnmmendavel pelos seus commodos e
dependencias : a tratar na ra do Qucimado n.
18, seguuJa laja viudo do Rosario.
Arrenda-se
um sobndo ile um andar e sotao com s compe-
tente loja, sito na ra do Itangol, o qual predio
se alugar a quem se obrigar fazer os eoncerlos
que o memo precisa, mediante as condices que
se assentar : trata se na loja u. 20 da ra do Quei-
maJo.
Curso particular derhetorica.
Manoel do Honorato tem aberto o seu curso
do elocuencia e potica Racional : na ra Direi-
a o. 88, primeiro andar.
Preeisa-se alugar um moleque para servir
cm urna casa eslrangeira : na ra da Cruz n 5.
Ol-reco-se urna ama de leite : na Passa-
gom da Magdalena n. 19, passando a ponte pe-
quea.
Attenco.
a
O abaixo assignado pedes pessoas qne Ihe sao
dovedor.is o favor de irem satislazer visto ser iim
de auno : no pateo do Paraizo u. 13.
Augusso Xavier de Souza Fonscca.
Manoel Fornandes Prente retira-se para a
Europa.
Cachaug.
Nesle bello arraial ha $ara alugar urna casa
com bastantes commodos para grande familia,
muito fresca e defronte do rio; na ra Nova nu-
mero 63.
&MA
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e
seja limo, para casa de pouca familia : ua ra
Diioita n. 16, loja.
Urna costure ira.
Prccisa-se de urna costurelra. que saiba fazer
vestidos, para trabalhar em osa de urna familia
que Ihe drS um bom ordenado o todo o neces-
sario : na ra da Cideia n. 57.
ageueadws tu linean tes america-
nos Grouver& Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Jontiston iSi ra da Senzala Nova n. 52
I Dentista de Pars. 1
15Ra Nova15 j
FredericoGautier, cirurgiaodentista,,
hs todas asoperar6e da suaartee col-a
laca lenles artificiaos, ludo com a upe-q
Maridado e perfeif;ao queas pessoaten-J
tendidas Ihe reconheepm.
Tem agua e pos dentifricios ele
Manual
DE
Coritas itas
para compra e venda de assucar e raais objpclos
obra muito til pira os negociantes esenhnres
de engenhoa, pois com um lance de vista podem
saber o importa de quaasquer quanlidade do ar-
robas e libras; um vulume bem encadernado por
39OOO. Vende-se ua livraria econmica, junto ao
arco do Santo Antonio.
Aluga-se o arrc3zem da ra da Madre de
Dos n. 2 ; a tratar com Martina V Irmao.
No paleo da Santa Cruz n. 26. sobrado, la-
va-se e engomma-se toda a qualidade de roupa,
por preco commodo.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva
para o semeo interno e muilo leve n'uira casa
de pequea familia : na ra Nova de Santa Rita
n. 85.
PROTESTO DE REIVINDICADO E RESTI-
TU1CAO.
D. liara Clara de Salles Castro, viuva de Jos
1)mangues de Castro, negociante que foi da pra-
ca do Maranhao, totora do scus lillios e residen-
te em Lisboa, d'onde ullimamentu resida e
fallecen sen marido; e suas filhas maiures de
15, 16 o 17 anuos D. Mara Luiza, D. Mara Jos.
1). Mara Clan, leudo do se oppor devidamentc
ao irregular e nullo procedimento cm que foran
alonados os mais importantes bens do casal em
llaraiihao pelo juizo orphanologko Dr. Barradas,
cscrivao jj ; fazera publico por este meio, e por
que acabam de ser setentas de se haver julgado
o celebrrimo 0 monstruoso inventario instaura-
ndo em Maranhao sobre o seu casal, que ella
lulora e suas Alnas m i'iore. Protestain contra os
abusos e uolli iades desse irregular inventario, e
especialmente pelo direito de resttuieao e lesao
enorme perJas, dainos e lucros cessanles, na
venda a que se procedeo pelojuizo orphanologico
Dr. Barradas e cscrivao S, do ama sumaca de-
nominada < Parnahba, e quatro'esoravos raari-
nheiros que a Iripulavam, de nomesAdrio, pre-
lo, Leonel, preto, Joaquim, prcto e Uenediclo.
preto, coja sumaca navegando do Marauh.io para
a'villa da Parnahba, c pertcncendo asen finado
marido o pai, so arhava fondeada em Maranhao
oa poca da alludido inventario, e foi vendida
por orden dijuello juizo, pela quantia de 2:3011$
rs., e os qiulro escravos inarinheiros por 2:917j>
rs. !! ao lodo 5 21780K) I quando ludo valia
aproximad imenlc de 17 contos I sendo o com-
prador Francisco Pereira da Silva Novaos, a quem
o mesmu juizo eonstuin inventariamenlo sem
que para se ni l ha rile venda fosse prevenida ncm
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista am< ricano
Tira retratos por 3$
Tira ratratos por 3$
Tira retratos por 3
Tira retratos por 3^
Tira retratos por 3$
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhiS novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xiohas novas
Tondo recebido um sortimento de cai-
mnlias novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinlias novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
No grande salao da ra do Imperador
No grande saloda ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
A. \V. Usborn, o retratista america
no tem recentemenle recebido um gran-
de e variado sortimento de caixas, qua
drOS, aparatos chimicos, c um grande
numero de objectos relativos & arte.
Como tambero um grande fornecimen-
to de caixas para retratos de 5#000 rs.
cada tim, as pessoas que disejarem ad-
quirir conhecimentos pratiecs na arte
de retratar acliarao o abaixo assignado
semprc prompto sob condicoes muito
razoaveis.
Os cavalheirosesenhoras sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra^ exammarem os specimens do que
cima fica anunciado.
SYSTEMA MEDICO DEOLLOWAY.
PILLAS HOLLWOYA-
Este nestiroavel especiGco, composto inteira,
mente de hervas medicinaes, ao contm mercu-
rio nem alguma oulra substancia deleeleria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleic,ao mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compltelo mais robusta ;
entecamente innocente em suasoperacoes eef-
feitos ; pois busca eremove as doenijas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e lenazes
que sejam.
Entre miihares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j eslavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forjas, depois de haver tenta-
do inultimente todos osoutros remedios.
As mais aQlictas nodevem entregar-se a des-
esperado ; fajam um competente ensaiodos
efficazes efTeitos desla assorabrosa medicinare
pre.Mes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
PROGRESSO
de
MMk$
--Largo da Peiia-
Os proprietarios deste estabele-
REMEDIO INC0MP1R1VEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Miihares de individuos de todas as nacoes
podem testemunhar as virtudes deste remedio
incomparavel e provar em caso necestario, que,
pelo uso que delle izeram tem seu <*>rpo e
membros inleiramenle saos depois de havs; era-
pregado intilmente outros iratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilbosas pela leilura dos petiodicos, que lh'as
relatam todos os dias ha muitos annos ; e a
maior parle deltas sao to sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com esle soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois de ler
permanecido longo tempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a amputado 1 Deltas ha mui-
cas quehavendo deixado esses, asylos Je psde-
limentos, para se nao submeterem a essa ope-
rajo dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das laes pessoa na enfuso de seu reco-
cimento convidam ao respeitavel publico, principalmente aoe amigos do bom abarato, que se i nheci.menl declararara estes resultados benefi-
acham em seu armazem de molhados de novamenle sonido degeneres, os melhores que tem cos.dlanleJ1o |ord corregedor e outros magis-
vindo a estemercado, por serem escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa e por serem
a maior parte delles vindos por conta dos proprietarios.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Am polas.
Areias (mal de).
Asihma.
Clicas.
Convulses.
Debilidadeou exlenua-
?o.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga..
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febrelo intermitente.
Febrelo da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indines loes.
Itiflammar5es.
Irregularidades
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Abstrucjao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheumalismo.
Symptomss secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Vende-se estas pilulas no ostabelecimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguista e oulras pessoas en-
carregadas de sua venda em toda a America do
!alf Havana e Hspanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. cada
urna dallas, coniem urna instruccao em nortu-
ouvida previamente a viuva caneca do casal, que ,.., nn >!... .i. j i .
se achala fazendo seu inventario'em Lisboa, vis- | fU" p8ra e,Phear raod de Se usar deslas P'
to que alii resida, all tinha fallecido seu mari- 'u'as.
do, e all tinba e possuia os seus mais valiosos
bous, nem to pouco ouvidas ou citadas suas li-
lhas maiores. Oque ludo conslitue monstruoso,
irregular e nullo seinelhante procedimento em
face da* leis do imperio, tanto mais quando s-
mente venia leconhccida por enormemente
lesiva para os reclamantes, pois que um dos pre-
tos marinheiros, deixeu de so vender era lempo
do fallecido, pela ollera de mais de dous coritos
do r>';. ; emquanlo que se venderara os quairo
por 2:017-5000 I o que inanifesta o accordo de
urna arremaUeio ficticia.. Nao pudendo pois a-
reclamantes prejudicadas aehar justic* nesta ci-
dade, e havendo recorrido de lana violencia e
extorso iS. M, o Imperador do quem esperam
jusli a e paternal provisao : fazera e publlcam o
presente protesto, de revndicarem e peJirem
roslitiiicao diquel.es escravos e navio, eprevi-
nem ao publico para que nao se faga transaccao
alg'irna sobre laes bons com o referido Francisco
Pereira da Silva Novaes, de quem tem de have-
los, Maim romo todas as periias e damnos e lu-
cros costante*, que caleulam ludo em mais do
Q conloa de ris, ou em mo de quem elles es-
tivereui, por isso que bens adquiridos por actos
nuiles ii.io couferera direilos lerceiros, quando
fnosiiio eslraulios posse viciosa de vendedor.
para que chegue ao conhecimento de todos e nao
se allegue ignorancia, visto que as reclmenles
esli deulro do prazo da Ord.4, lit. 13, 9 ; tan-
to nuisquaodo a semolhante acto ou venda nao
derjin seu a^sentimento. Se d publicidade ao
preneite protesio pelos jornaes desta cidadee ou-
tros do imperio.
Lisbja 19 de novembro de 1860.
Viuva D. Mara Clara de Salles Castro.
0. tfcria Luiza de Salles Castro.
D. Mafia Jos de Salles Castro.
D. Mara" Clara de Salles Caslro.
(Estaram reconheci'w-J
Chocolate
dos meihores autores de Europa a 900 rs. a libra em porcao a 850 ?fc.
Marmelada impevial
j do afamado Abreu, e de outros mais fabricantes de Lisboa em latas de 1 a 2 libras a 800
rs., em porc,ao dse far alguno abatimento.
m Maca de tomate
era latas de 1 libra por 900 rs., em porcao vende-se a 850 rs.
L>atas com ervlias
vende-se nicamente no armazem progresso a 640 rs. cada huma.
Conservas trancezas e nglexas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs. o frasco.
"Latas de bolacninha de soda
com diferentes qualidades a 19600 a lata
iVmeixas Crancezas
as mais novas que tem vindo a este mercado em compoteiras, contando 3 libras por 39000 rs.
eemiatasdel 1|2 libra por 1S500 reis
Yerdadeivos ngos de comadre
em caixa com 16 libras por 39000 rs. a retalho a 240 reis a libra.
Caixinnas com 8 libras de passas
a 39000 rs. em porcao se far atgum abatimento, vende-se tambera a retalho a libra a 500 rs.
Manteiga ingleza
perfeita raen te flor a mais nova que ha no mercado a 19000 rs. a libra, em barril se far al-
gum abatimento.
Cha nerola
o laelhor que ha neste genero a 29500 rs. a libra dito hyson a 29000 rs.
Palitos de dentes Ucnados
a 200 rs. ce ni 20 raacinhos.
neixe sarel em posta
o melhor peixe que exzisle em Portugal era latas grandes por 1300 rs. eada urna e de
outras muitas qualidades que se venden) pelo mesmo preco
Manteiga ranceza
a 720 rs. a libra em barnl se far abatimento.
Toncinbo de Lisboa
o mais novo qua ha no mercado a 320 reis a libra.
Macas para sopa
em caxinhas de 8 libras com deferentes qualidades por 49000 rs.
Tambera vendm-seosseguintes gneros, tudo recentemenle chegado e de superiores qua-
lidades, presuntos a 48& rs. alibra,chouria muita nova, marmelada do mais afamado fabricante
de Lisboa, maca de tomate, pera secca, passas, fructas em calda, araendoas, nozes, frascos com
amendoas cobertas, confeiles, pastilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux, proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de San Flix, magas de todas as qualidades,
gomma muito fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de dita?,
sperraacete barato, licores francezesmuito finos, marrasquino de zara, azeite doce purificado, azei-
tonas muito novas, banha de porco refinada e outros muitos gneros que encontrarao tendentes a
molhados, por isso prometiera os proprietarios venderem por muito menos do que outro qualquer,
prometiera mais tambera servirera aquellas pessoas que raandarem por oulras pouco praticas como
seviessem pessoalraente; rogam tarobem a todos ossenhores de engenho e senhores lavradores
queiram mandar suas encommendas no armazem Progresso, que se lhes amaneo a boa qualidade e
o acondicionamento.
Irados, afim de mais autenlicarem sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperarla do estado de saude se
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar inconlestavelmente.
Que tudo cura.
til, mais particu
seguintes casos.
lnflainmago da bexiga.
Vende se a 800 rs.', cada' bocetinha conim
urna inslruccao em portuguez para explicar o
modo de fazer uso desio ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22. em
Pernambuco.
Aluga-se um bom cozlnheiro, tanto para
botcquim como mpsuio casa particular ou hotel
para o que entende bem ; na ra larga do Rosa-
rio n. 23.
Quem precisar de um bom cozlnheiro, tan-
to para casa particnlar, como botequim, hotel
etc. : procure na ra larga do Rosario n. 23. '
Quarla-feira 19 do correnle mez, depois da
audiencia do Sr. Dr. juiz municipal da segunda
vay, lem de serem arrematadas, porrera ultima
praca, a requeriramto do testamenteiro de Bento
Fernandos do Passo, todas as dividas activas per-
tencentes so casal do dito finado no valor de
12:o04668.
Furlarara de um silio na ma Imperial n.
164, um relogiode ouro coberlo, dt Roberto Ros-
kell n. 57,997, com a respectiva cadeia com dous
flos de bom ouro e um grosso passador, tendo
este em cada um dos lados urna pequea cabeca
de azeviche, n'utua das quaes tem tres pequeos
diamantes, e na outra um dito : roga-se as au-
toridades e a algurm quem for offerecido, que
o af.prehenda e leve ao sitio cima indicado, que
ser generosamente recompensado.
O ungento he
lamiente nos
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Aneares.
Cortadurts.
Dores de cabera.
das cosas.
- dos me-xbros.
Emferroidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Eruproes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Fialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escaldadass,
Incliacoes.
Inflamagao do figado.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
deolhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraces ptridas
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulages.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Vende-se esle ungento no estabelecimento
geral de Londres n. 244, Slrand, e na loja
de todos os boticarios droguistas e oulras pes-
soas encarregadas de sua venda era toda a
America do sul, Havana e Hespanha.
MOA,
Precisase de urna ama para comprar e cozi-
nhar para casa de homern solteiro : na ra do
Qucimado. luja de ferragens n. 49.
Cari
Macei.
F. Bekrends vai para o Penedo
por
Luiz Antonio Goncalves Fereira, tendo ne-
gocio a tratar com o Sr. deserubargador Villares
a morando este longe desta cidade, roea-lheou
se digne indicar-lhe onde o deve procurar nesTa
n.esma cidade.
F. W. Konigsroarck vai para a Europa.
O abaixo assignado, lendo o jornal de 13
do correte, deparou ser chamado pelo dono da
2! es.....-' a rua da Cadeia n- Para liquidar
certo negocio que ter.ho com a masea de Clau-
diano OUveira hoje pertencente a Fgueiredo &
Irmao, declaro aos dilos senhores que felizmen-
te nada devo dita massa ; assm como nunca
ti ve negocio algum com o diio Claudiano. Appro-
veito a occasiao para declarar ao respeitavel cor-
podo commemo que nada devo a esta praca.
Recifo 14 de dezembro de 1860. '
Luiz Bernardo da Costa.
Aluga-se o armazem da rua do Trapiche n
4 : a tr.tar na rua da Cruz, armazem n. 33
Quem precisar de um guarda livros. diriia-
y VS 1 ^J!"0' arra"enWn. 28, a tratar com
M. r. da S. Tarroso.
-- Joao Baplisu Gongalves Bastos faz sciente
ao respeitavel publico e com especialidade ao
corpo do commemo desta cidade. que tendo ds-
solvido amigavelmentfl a sociedade que tinha
com o >r francisco* Antonio de Assis Goes, que
gyrava sob a firma de Goes & Bastos, na rua do
Queimadon 46, .e acha hoje esubelecido na
rua Nova a. 49, associado com o Sr. Joao Ber-
nardo da Costa Rpgo Monieiro. cuja sociedade
prarsoh a firma dP Bastse Rea0
CDNSLI'ORIO'
DO
*. Ik MI ll(g:
MEDICO PARTEIRO E OPEKADOR.
3 RUA DA GLO HIA, CASA DO FUjf DO 3
Ciinica por ambos os syslcmas.
O Dr. Lobo Moscoso d consullas todos os das pela manha, e de tarde deoois de .
horas. Contrata partidos para curar annualraente, nao s para acidade, como para cr ene h
cu oulras propriedades ruraes.
O; chamados devera ser dirigidos a sua casa at s
de urgencia
10 horas da manhaa e em caso
outra qualquer hora do da ou da noite, sendo por escrptoem ue se declare
o nome da pessoa, o da rua e o numero da casa. "ciare
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recito
derao remellar seus bilheles botica do Sr. J. Sounn & C. na rua da Cruz ou l ~
livros do Sr. Jos Nogueira de Souza na rua do Crespo ao pe" da ponte velh.
Nessa loja e na casa do annuncanle achar-se-ha constantemente os melhores medica
raemoshomeorattiicos ja bera conhecdos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes......... 108000
Dita de 24 ditos...............". 13?00e
una de 36 ditos.................205000
Dita de 48 ditos................. 25C000
Dita de60diios................ 305oOO
lubos avulsos cada um.........i 1(:0Q
Frasees de tinturas................2*000
Manualde medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr, tra-
duzidoem portuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. ele........209000
Medicina domesticado Dr. Herng, cora diccionario. 103000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 65000
DE
NA 1^0J\ \RM\ZEM
PlA HMM
fe.,

DE
Pazendas e de miudezas.
i
Era casa de Augusto C. de Abreu, ha para vender um completo
sortimento de perfumarlas, constando de leos, banhas, pos para
dentes, sabao, extractos, aftuas de cheiro e muitos outros artigos dos
melhores perfumistas de Londres e Paris.
l W$ *J>c* 'J/1 ';* ty& ^ 3^-^-^ <&$} *> saos, (
O deposito geral era casa do Sr. Soum
dharmaceutico, na rua da Cruz n. 22, era Per-
nambuco.
Juo Pereira de Carvalho, como procurador
de Joaquim Goncalves de Azevodo Hala, que sen-
do marcado o da 1 i do correnle para serem ar-
rematados os bens do Alev ndre Jos de San-
t'Anna, quo forara penhorados e avahados, e co-
mo nao se lenha effectuado dita arremalac.ao e
lendo Picado para o dia 18 do niesmo oriente
mez, por isso roga a todas as pessoas quo quei-
ram tancar era ditos bens, comparecam no citado
dia, 3s9 horas da manha, na porta da juiz de
paz da fregue7.ia de S. Jos. ,
A relinajao do Montero precisa de sr-
venlos.
Casa de Detencao.
Pagando a Veneravel Ordem Terceira Francis-
cana um capello para disnr missa nos domingos,
e dias santos ; consta quo somenlo em um dia
ali se celebrara o santo sacrificio ; por isso roga-
se ao Dr. chefe de policir, queira dar providen-
cias que o caso exige.
Offerec es para caix>iro um rapaz brazileiro
para qualquer estabelecimento na rua Imperial
n. 37.
Aviso em tempo.
A viuva do finado Miguel Soug avisa aos do-
nos dos objectos o carros que exista na cocheia,
quo venham se entender com ella na rua do Hos-
picio n. 80 para pagarem e tomarem conta delles
at o dia 20 deste correnle mez, pois do contra-
rio serio vendidos por ordeno
tente.
Manoel Carneiro L. Roque, subdito portu-
guez, retira-se para o Para. *
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RUA DO QUEMADO 40
Defronte do neceo da Congregaco letreiro verde.
Seda de quadrinhos muito fina covado
Eofeites de velludo cora froco pretos e
de cores para caneca desenhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo seda la
e seda, cambraias e seda lapada e
transparenre, covedo
Luvas de seda bordadas e lisas para
senhora?, homens e meninos
Lencos de seda rxos para senbora a
2000 e
Mantas para grvalas e grvalas de
seda de todas as qualidades
Chapeo francez forma modrrna
Lencos de gurgurao pretos
Ricas capailas brancas para noivados
Saias balao para senhora e meninas
1000
do juiz compe- Tife|a rxo covado
Chitas franceza a 200, 380, 300, e
Casias francezas, a vara
2&500
81500
2*000
9500
33*0
9500
Setira preto azul e encarnado proprio
para forros cora 4 palmos de largara
o covado
Casemiralisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de miron bordados, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Seda lisa preta e de cores propria para
forros com -i palmos de largura, o
covado
Ricos cortes de seda pretos e de coros
com 2 saias e de babados
Ditos de gaze e de seda phanlasia
Chalas de toquim muilo finos
Crosdenaple preto e de cores de todas
as qualidades
Seda la vrada preta e branca
Capas de fil e visitas de seda prea
com froco
19600
29000
19500
ARMAZEM DE ROUPA FEITA
4 11 A UlilMIi 4
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Casacasde panno preto a 309, 359 e 4011000
Sobrecasacas de dito dito a 359000
Paleiots de panno pretos e de cores a
20, 259, 309 e 359000
Ditos de casemira de cores a 159 e 229000
Dilos de caserairas do cores a 79 e 129000
Dilos de alpaca preta gola de velludo a 129000
Ditos de merino selim preto e de cor
a 89 a 99000
Ditos de alpaca de cores a 39500 e 59000
Dilos dealpaca prea a 39500, 59,
79e 99000
Ditos de brim de cores a 3J500,
49500 e 59000
Ditos de bramante de nho brancos a
49500 e 69000
Calcas de casemira preta e de cores a
99, J09e 129000
Ditas de princeza e alpaca de cordao
pretos a 59000
Ditas de brim branco e de cores a
29500 49500 e 59000
Ditas de ganga de cores a 39000
Dius de casemira a 59500
Colleles de velludo decores muitofino a 109000
Ditos de casemira bordados e lisos
prelos e de cores a 59, 59500 e (9000
Ditos de selim preto a 59000
Ditos de casemira a 39500
Ditos de seda branca a 59 e 69000
Ditos de gurgurgo de seda a 59 e 69000
Diios de fustao brancose decores a
39e 39500
Diios de brim branco e decores o 29 e 29500
Selouras de linho a 29500
Ditas de algodo a 19600 e 29000
Camisas de peitode fusio branco e
de cores a 29300 e 29500
Ditas de peilo e punhosde linho mui-
lo finas inglezas a duzia 35*000
Di las do madapolo brancas e de cores
a 19800, 29e 29500
Ditas de meia a 19 e 196C0
Relogios de ouro patente eorisontaes 9
Ditos de prata galvanisados a 259 e 309000
Obras de ouro, aderecos, pulseiras e
rosetas *


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA fERA 17 DE DEZEMBRO DE 1860.
C5)
Avis.
Jeronima Thereza de Jess, parteira
examinada, mudou a sua residencia da
ra do Aragao para a ra Velha n. 73,
onde pode ser procurada.
t Quem quizer dar urna enanca
para se criar (sem ser de leite)*, dinj-
a' ra Velha n. 73, que achara' com
quem tratar.
Pede-se aos Srs. Alfredo de Al-
buquerque Martins Pereira e Joaquim
de Carvallio Cab-eira, o favor de vi-
rem a ra da Cruz n. 21, a negocio que
os mesm >s senhores nao ignoram.
Trocase um santuario com ricas imagen.',
assim mais diversos trastes, 2 commodas, 1
jogo de bancas. 1 lavatorio, marauezas, etc. :
n3 ra de Hortas d. 1.
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SALSA PARBDLHA @ R. TOWKI8IIRIE)
MELHORADO E FABRICADO SOB ADIRECQAO' DO DR JAMES R. CHILTON,
Oimico e medico celebre de \'ew York
Os netos da fallecida Cus-
todia Mara Rosa, esta irma
do finado Joaquim Francisco
de Axevedo [por antouomazia
Dizimciro] e aquellos seus 2
s jbriuhos legtimos tendo
embargado a sentenca que
julgou a partilha dos bens da
herancado mesmo finado na
qual nao foram osannuncian-
tes contemplados como her-
deiros instituidos substituti-
vamente em seu testamento e
A GRANDE SUPERIORIDADE DO EX-
TRACTO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARFULHA
Explica se pelo seo extraordinario
e quasi miraculoso effeito no
sangue.
New-York, baveraos vendido durante rauitos an-
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, consideraraolo ser o extracto original e ge-
nuino da salsa parrilha do Dr. Townsend. o
qual primeramente sob este nome foi apreson-
' lado ao publico,
: BOYD & PAUL. 40 Cortlandt Street.
WALTER. B TOWNSEND Co, 218 PearI
Cada um sabe que a saude ou a inferraiJaJei
depende directamente do estado desleFLOioo vi-'irjrtc' r
tal. Isto ha de ser. visto o partido importante! SKK*LH l2l,Mil Lae,
que tem na economa animu JOHNCARLE & Co, 153 Water Street.
M WARD i Co, 53 Maiden Lae.
fk dJ ^ ue lem na economa animal.
/Mi lOll^QA Aquaulidade do sangue n'um homem d'es-
/mlll III (llf. talura meill3,ia est avaliada pelas as priraeiras
^uy^vi autoridades em vinte e oiio arralis. Em cada
pulsarlo duas oaqts sahem do corago nos bofes
e dalli lodo o sangue passa alem no corpo huma-
no em menos de quatro minutos. Urna dis-
posujao extensiva tem sido formada e destinada
com admiravel sabedoria a deslribuir e fazer
circular esta corrrnte db vida por lodas as
panes da organisa^o. Oeste molo corro sera-
pre polo corpo em torrante, o qual a gran
fonte de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se emprenha
de materias ftidas ou rrompidas, diffunde
com vblocidaue elctrica a corrupto as
mais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno lanca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
at cada orgao e cada leagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneira
a circulado evidentemente se faz um engenho
poderoso de doen?a. Nao obstante p le tara-
naVendO appelladO para O SU- ;bem obrar com igual poder na criado de saude.
perior'tribunal da relaco da I EslivesseocorPoinfecionaJO(ladoens8 maligna,
Sentenca miP pon firmn 1u lo1cal,,u seral e s'<"ada no systema nervoso
seUlLUCa que C O n II r m OU ou gUadaloso, ou muscular, se sdmenle o san-
aquella OUtra pelo JUIZO mil- P&le fazer-se puro e saudavel ficar superior
- -- a doenca e ineviiavelmente a expeltii da cons-
tituido.
O grande manancial de doenca entao como
d' aqu consta no fluido circulante^ nenhum
medicamento que nao obra directamente sobreel-
le para purificar e renova-lo.possue algum direi-
to ao cuidado do publico.
O sangue I O sangob o ponto no qual
se ha mysler fixar a attenc,o.
O ORIGINAL E O GINUINO !
AO PUBLICO.
Nos, os Assignanies, Droguista na cidadede
nicipal da segunda vara desta
eidade, escriviloVasconcellos,
previnera disto ao publico pa-
ra jue nioguem faceftransac-
co alguma com os outros co-
herdeiros acerca dos ditos
beDs, dos quaes protestam os
annuociantes haver os seus
guinhes hereditarios, se ob-
tiverem como esperam pro-
vi me uto ao seu recurso, e pa-
ra que ninguem possa allegar
ignorancia e boa f fazen o
presente.
Vandenbruel, Francois, subdito belga, re-
lira-so para o Rio de Janeiro.
Pierre Marletet, subdito belga, retira-se
para o Rio de Janeiro.
Joao Jos da Cunha Lages val a provincia
das Aiagoas, levando era sua companhia sua se-
nhora e 3 menores.
Francisco Ignacio Ferreira declara S pessoa
(quem quer que seja) da ra das Trincheiras n.
1, que despja (aliar llio, quo a sua residencia
na ra eslreita do Rosario n. 29, onde pode ser
procurado a qualquer hora do dia.
Altenco.
Te-rca-eira 18 do correte, finda a audiencia
do Dr. uiz de orpltos ir a pr3ea por venda urna
cscravinha de 14 nanos, muito habilidosa, cose
etc., etc., perlencente aos herdeiros do tinado
Ileiirijuo Amante Chaves, afim de ser seu pro-
ducto devi'lido entre os mesmos herdeiros: os
pretendenles dinjim-so no dia indicado, sala
das audiencia, casa em quo foi oulr'oracadeia.
*k. Itoga-se ao Srs. abaixos mencionados o SU
<0 favor de virem ou niandarem saldar suas 1$
9 cotilas, provimentes de compra de fazen-
C* das que fi/.erao a extinta lirma de Marli-
S2 tinho (l'liveira, h"je perlencente, Mar-
** tinho a'Oveira Borges, luja de fazendas
da ra da Cadeia do Recife n. 40.
Os senhores.
0. Alfredo de Albuquerque Marlins Perc-ira.
jtg Antonio da Costa Hego Monleiro.
J, Manoel Candido Pereira de Lyra.
3| Bilizarlo do Reg Barros.
t&m Trajano Carneiro Lial.
Joaquim Dativo Telles de Souza.


O abaixo assignaJo, comprador da loja do
finado Antonio Francisco Pereira, pede aos devo-
d ores da inesma o favor de virem realisar seus
dbitos a(im de evitar duvtdas para o futuro. Re-
cife 5 de dezembro de 1860. Leandro Lopes ias.
Alugam-se dous andares do sobrado da ra
da Cadeia n. 24, tendo commodos para grande
familia : a Iratarna loja do mesmo.
PILMAS PAULISTANAS.
Tratamentu contra a tinlia.
Paincipiara conforme a guia do folhetodas
molestias chronicasque sao : 4 massosde pil-
las. Lavar a cabera nos dias de falha com agua
morna, e a esfregar com sabo oriundo, ede-
pois a entogar.
N. B. Fasei a pomada seguinle : folhas de
arueira 4 onceas ; socai-as no pilao, misturai 4
onca de azeile doce, conservai n'uroa vasilha ;
e quando fur mister empregar, aquentar-so-ha
as brazas. Conservar urna especie de carapuca
de baeta, alim de transpirar ; nada de dieta* :
com quatro tratamentos que sao 16 massos, esta-
r sao perfeilo, e gozar abundancia de cabellos
annellados. Esti planta anniquilada pela impu-
reza do sangue, brotar com lodo vigor.
C. P. Etcbecon.
DEPOSITO GERAL.
. 119 Una do Paito119
RIO DE JANEIRO.
O lllm. Sr. B. A. M. C. B.
senhor de eogenho na provin-
cia das Aiagoas, queira fazer
o favor mandar pagar na loja
de ferragens da ra do Quei-
mado (que nao ignora) a sua
letra vencida ha muito tem-
po, producto de negocio rea-
lisado a 28 mezes, visto que
nao tem-se dignado dar a mais
insignificante resposta amis
de umaduzia de cartas que se
Ihe tem escri to.
Para administrar engenho
sa offorece um hornera que ji foi rendeiro de
um e que sendo victima da infelicidade se u-
geila por qualquer ordenado tanto nesta provin-
cia como n'ouira : na ra do Crespo loja n. 10,
so dir.
J & J. F. TRIPPE, 92 Mai.lea Lae.
GRAJUMA Co, 10 Od Llip.
OSGOD&JENMNGS, 188 PearI Street.
R. B. BAVILAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON, R0BINS& Co, 134 Water Street.
THO.VUS & MAXWELL, 86 William Street.
VVM. UNDERHILL. Junr, 183 Water Street.
DAVID T. LANSf *N, 69 Water Street.
MiR-.II & NORTHROP, 60 PearI Slreet.
NORTON, BABCUCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
PENFOL, CLAT&Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M KFSSON & CO, 127 Msiden
Lae.
A. B. & D. SANDS. 100 Fullon Street.
SCHIEFFELIN, BROTHER & Co, 104 &
I06Jobn St.
LEWIS & PRICE. 55 PearI Street.
HAVILAND, KEESE & CO, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & CO, 110 Broadway,
10 Aslor.
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
PHILIP SCHIEFFELIN cV CO, 107 Water
Slreat.
POU & PALANCA. 96 John Streel.
SHERWOOD & COFFIN. 64 PearI Slreat.
RUST & HOGHTON, 8 i John Street.
I. MINORA CO. 214 Fnton Slreet.
INGERSOLL & BROTHER, 230 PearI Street.
JOSEPH E TRIPPl. 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Corilandl
Street.
HaYDOCK, C0RLIES& CLAY, 218 Pear
Street.
CUMMING & VANDSER, 178 Greenwch
Slreet.
HASKELL & MERRICK, 10 Gold Slreet.
B. A.FAHNESTOCK & Co. 49 John Slreet.
CONHECEMOS A ARVORE E SUAS FRU-
TAS ,
E IGUALMENTE
ConAecemos um eicamenlo nos seus Efeitos.
O extracto composto de Salsa parrrlha do
Dr. Townsend est
OMI-:iHaME\T0I.O POYO
Adata-sa lao maravilhosamenle a constiluicao
que pode ser ulilisado em quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E* DEB LI DA DE,
fortalece;
ONDE E'CURRUPCO,
purifica;
ONDE HE PODRID AO,
AL1MPA.
Este medicamento celebrado que lao grandes
CONSULTORIO
ESPECIAL HOMEOPATH
Ra de Santo Amaro (Mundo-novo) n. 6.
O Dr. Sabino O. L.
todos os dias uteis desde
dia. Visita aos doenles
de meio dia em (liante.
Pinho d cousu!la I venientes na pralica, principalmente para os me-
as 10 horas al meio dicos que comegam fazer ensaies, e para ?s
em seus domicilios pessoaa curiosas que nao ssbem conhteer essas
e em caso do ne- | ditTerencas, e por isso podeis atlribuir nefic3-
cessidade a qualquer hora, As senhoras de ca da homeonalhia, o que realmenie depende da
nartA a no .l...^..i M- ___i .. t
parto e os doenles de molestia agudo, que
nao tiyerem anda lomado remedio algum al-
lopathico ou horaeopaihico, serao attendidosde
preferencia.
As molestias mais frequentes debaixo dos
climas do Brazil, principalmente as que sao
mais difficeis de curar, Ihe tem merecido um
tsludo especial; sao ellas:
1. Molestias proprias das mulheres.
2 o Molestias das cranlas.
3. Molestias da felle.
4. Molestas dos olhos.
5. Sypilis, ou gallico.
6. Febr.essympthomalicasJjs leses do cere-
bro e de suas membranas, dos orgaos do peito,
O Herpes
A Hertsipfla,
A AliSTRICCAODOVtN-
TRE,
As ALrORCAS
Os EFFEITOS DO AZOD-
GUE,
Dispepsia,
As Doenc*s,defiga-
bo,
AImpinge
As Ulceras,
O Rheumatismo,
As Cuagas
A Df.dilidade geral-
As Doencasde pelle
AS BORBLDAS "A CA-
RA,
As ToSSESt,
Pharmacia especi >1 homoeopathica.
servicos jjresia a humanidade, prepara-se aore i f do aPParelho digestivo ; febres^ iniermillen-
na nova fabrica, na esquina das ras Fronte leseS3S consequenc.as.
Washington, Brooklyn, sob a inspecgo directa
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da Cidade de New-York, cuja cer-
tidao e assignalura se acha na capa exterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSA PARRILHA
DO DR. TOWNSEND.
O grande purMtcattor do sHugue
CURANDO
A Hydropesia.
tai prepar^ao dos medicamentos.
Para obviar estes graves inconvenientes o
agitador dynamico do Dr. Sabino munido
de um cortador em que se acham as unidades,
decenas, centenas, militares, dezenas demilhares
collocadas convenieniemenle, de maneira que
cada vascoleja^ao apparece um numero tio\o,
desde 1 al 10 mil; nao sendo desla sorte
possivel engao algum.
Os medicamentos homcajBalhicos preparados
por meio desla maquina sao os nicos que de-
sinvolvera prcpriedsdes uniformes capazes de
curar as molestias com a niiior certeza pes-
si\el.
Alem disso, desejando tirar de sua \iagtm
a Eurcpa todas as vantagens para o progresso
da homojopaihia no Brasil, o Dr. Sabino no
poupou esfor^os para obier as substancias rre-
dicamenlosas dos proprios lugares, onde ellas na-
turalmente nascem, e para isso entendeu- se com
unidos melhures herboristasd'Aemanha, para
llie mandar vir as llantas frescas, afim de oro-
parar ello mesmo as lnluras.
E" assim que o aconio foi mandado vir dos
Alpes, 3 rnica das montanhss da Suissa, a
belladona, bryunnia, chamomilla, pulsaiilla.rhus,
hyos.ciamus, foram colhidas n'llemanha, na
Franca e na Blgica, e veralrum no monte Ju-
AGITADOR DYNAMICO.
Desta soi te provida a pharmacia Jo Dr.
! Sabino das subsidncias que serviram para as ex-
periencias puras de Hahnemann, descriptas na
palhogensia, acharao os mdicos e os amigos da
homoeopaihia os meios seguros e verdadeiros de
curarom as enfermidades.
Cada garrafa do original e genuino extracto do Dr. Townsend tem a assijrnatura e a cerlido do Dr. J. R. Chtlon, na capa
exterior de papel verde
No esariptorio do propietario, 212 Broadway, New York, e em Pernambuco na ra da Cruz n. 21 escriptoric 1. andar, tam-
bem na blica da ra Direita n 88 do Sr. Paranhos.
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
OExlraclo acha-seconlidoemgarrafas quadra-
das e garante se ser mais forie e melhor em lo- .
do o respeito a algum oulro puriGcador do san- sacio, feitas pelo mesmo homem, no r
gue., conserva se em todos os climas por cer-
to sspaco de lempo.
OS PRECOS SAO OS SEGUINTES:
Botica de 24 tubos grandes
Dita de 36 a a .
Dila de 48 ,
APPHOVACaO E AlTORlSACiO
DA
ADB1 IMPERIAL Di ME&fGlM/L
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
CMC!
129 a IrlSj
189 a 223
2i3 a 9
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPATICAS
iearilo Kirk
Para serem applicadas s partes afectadas
sem resguardo nem incommodo.
A .AS CHAPAS MEDICINAES sao muito ceiihecidas no Rio de Janeiro e em todas as provincias
?nr- aln>Ke" ras,s de 22 a"nus' e s'ao afan>adas. Pelas boas curas que se tem eblido as enfer-
!J naixo esenpus, o que se prova com innmeros alteslados aue existem <1 pessoas capa-
zos e de distinccoes.
am .Cora estds CH*!,:^-ELECTno-MACNETic.\s-F.pisrASTic*s obtem-se urna cura radical e ofallive
rmvO(i03r0s sos de n.flammacao [cansaco oh falta de respirao), sejam internas ou externas
"f "S^0. bofes, estomago, bago, rins, ulero, peito, palpilare de coraco, garganla, olhos
mZ,V.J rheun,all,snj. paralysia e todas as adercoes, nervosas, -etc., etc. igualmente para as
umerenies especies de tumores, como lobinhos, escrfulas etc.. seja qual Mr o seu tamonho e pro-
lunaeza, por meio da suppuraeao serao radicalmente extirpados, sendo o seu uso acoi.selhado ao,
habis e distinctns facultativos.
u?or AS encommc"d,s das provincias devem sor dirigidas por escripto, tendo todo o cuidadode
,!"/'? necessanas l'l'cnoes. s as chapas sao para hemem, senbora ou crinea, declarandop
mofesiiaem que. parte do corpo eriste, se na cabeca.pescoco, braco,-coxa. peni, p, ou Irorwc
uo corpo, declarando a circunferencia, e sendo inchacoe*. feridas ou ulceras, o mol le do seu la
raaimo em um pedazo de papel e a declaracaooude exislew, alim de que as chapas possam ser
bem applicadas no seu lugar. v
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do B rasik
As chapas serao aeompanhadas das competentes explicacoesc tambem de lodosos accesso-
rios para a tollocagao deltas.
Consultas todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianra. em s escriplorio,
que se achara aberto tedos os dias, sem excepeo, das 9 horas da manhaa s 2 da ta
119 Ra do Parto ||(j
PER TO DO LARGO
CARIOCA
A pharmacia honceopathica esl longe de
preencher lodas as vistas dos mdicos homue-
pathas em quanto forem os medicamentos pre-
parados mo. A forja do homem no po-
de ler a precisa uniformidade para bem de-
sinvolver as propiedades medicamentosas da3
substancias ; ella vae naturalmente enfraque-
cendo medida que se vae fazendo o traba-
llio da dynamisacjjo; e por essa nzo que I
numerosas vezes accontece que duas preparacoesj Dita de 60 > ..... 30 a 3b)
de acnito, por exeroplo, da mesrua dynami- | H. B. Existem carleiras' ricas de' vtludo para
- maior pr(c.o.
da, ou era das diversos, ou feilas por dousj Cada vidro de tintura avulso. .. 2
homens differenies, nao produzem o mesmo re-1 Cada tubo avulso.......... iM
sulladoem casos anlogos de molestias; urna | Caixas com medicamentos era glbulos e tin-
desinvolve urna acc.ao mais prompla, a oulra turas de diversas dynamisagoes ( mais usadas )
urna acSao mais lenta. [De 24 vidros com tintura e 48 tu-
Alm disso, sendo essencial para a regu-{ bos grandes.......... iSvOCO
landade das dynamisafdes que cada dtluieio. De 36 ditos dita e 56 lubos grandes'. C'iOO
tenha um numero cerlo de abalos ou rascle- De 36 Jilos dita e 68 lulius grandes. 7<'3()i0
jacoes, para que nao acconiega que pelo e>:cesso De 8 ditos dila e 88 tubos grandes. 923000
ou pela insufficiencia d' estas percara os medica- De 60 ditos dila e 110 lubos grandes 1165000
memos as prepriedades que Ihes sao assignala-, Estas caixas sao uteis aos medios, aos =rs,
"T~ t I0"* ou M convem cada dynamisacao, i ao de engenho. ftzenleirn< rhefp da Assemblea ha sorve o das 6 as 10 horas da M nA,i .v... _. : ,. r"8e""u 'eiueiros, cneies de loinilias
nuio todos os dias. se podo isso obter as preparares fnas a mao capilaes de navio, e em geral lodos gue se
j porque o numero de abales sempre maior ou quizerem dediear a pratica da hon ceopathia,
menor, d' onde evidenlemenle resulla um effeito Vendem-se lambem machinas elctricas pov-
tambem maior ou menor, e por conseguinte talis, para tralamenlo das molestias nervosas.
duvidoso na applicc,ao do medicamento ;seos: Estas machinas sao as mais mojemos eos
abalos sao insufficientes nao se desinvolvem mais asadas actualmente era toda a Euiopa,
, todas as proprieda les convenientes dyni.misa- tanto pela commodidude de podeiem s^r tra'i-
yo que sequer fszr, e se sao de mais. desin- das na algibeira, como porque trabalham com
volvem-se algumas das propriedades da dyna-'preparares que nao sao nocivas:
j misajo superior, com perda certa de multas Caa urna........5OSOC0
das que convem dynamisasao que se quefl O Dr. Sabino ensin'a a maneira deseser.ir
preparar, o que sem duvida lem graves incon jdesta maquina.
TABAC CAPORAL
Deposito das manufacturas mperiaes Aeran?a.
"Eiteexcelente fumo acha-se depositado, diretamente na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
CAMBOA DOC ARMO, o qual se vende por masaos de 2 hectogramos a lSPOOOe em porcaode
10 mseos para cima com descomo do 25 porcenlo ; no mesmo estabelecimemo acha-se tambem
o verdadeiro papel de linho para cigarros.
EAU MINERALE
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na botica f ranceza ra da Cruz n. 22
Remedio ofallivel contra as agnorrhas antigs e recentas.
nico deposilo na botica franceza, ra da Cruz p. 22.
Pr^o do frasco 3JW00.
LARGO
..roblea ha s
noilo todos os dias.
A0PIBLIC01
SB O arrematante da loja de miudezas da *
Me ra do Livramcnton. 2, que fui de Igna- ^
^ ci Nery Ferreira da Silva Lopes, avisa <*>
Ib nos devedores do mesmo que somentede- ^
!S vem ir pagar si"us dbitos na loja de miu- 5
II dezas da ra da Imierilriz n. 82, sob m
pena do pagarem segunda vez no caso de S
quepaguem a oulrem. p
msmtsmmm m mmmmm
Precisa-so de urna ama para casa de pou a
familia : a tratar na ra da Cadeia do Ueci'e .
45, ou na ra da Senzall-velh n. 80.
Ama de leite
Urna familia que tem de partir para 3 provin-
cia das Aiagoas, necesr.ita de urna ama deleite
para amamentar una crianza de 8 mezes, mas s
qupr ama que nao tenha lilhos, ou quo tendo,
queira deixa-los : na ra de Santo Amaro (Mun-
do Novo) n. 6.
Ensino de msica.
OITerece-separa leccionar soUejo.comotam-
bema tocar varios instrumentos; dando asli-
toesdas7norass9 li2 da noiteratratar na rus
d Roda n. 50.
Sacase
para Lisboa, Porto e Ilha de S. Miguel,
no escriptorio de Caivalho, Nogueira &
C, ra do Viga rio n. 9, primeiro andar.
Os lancadores dos imposlos provinciaes
abaixo assignados faz ero publico aos possuidores
do carros, lano do servido particular, como os
de alugnel, e bem assim os de mnibus e de car-
rocas, para que mandem repaitic.aodo consula-
do provincial notas do numero de carros que
possuem e suas qualidades, 3im deque os mes-
mos lancadores possam conferir com as relacoes
que existem
Primeirs ser?ao da mesa do consulado provin-
cial, 10 de dezembro de 1860O lanzador. Joao
Pedro de Jess da Malla.O terceiro escritura-
rio servindo de laneador, Vicente Machado Freir
Pereira da Silva.
Para acabar.
Chapeos do Cbyle finos, pelo baixo preco de 4),
5, 6, 7 e 8jJ cada um na ra da Cadeia n. 17.
Attencao.
De hoje por diante hatera lodas as noiles sor-
vele e caf, na travessa do Abreu n. 4, primeiro
andar.
O Sr. alferes Tbonie G.Vieira de!
Lima, queira dirigir-se a esta tvpogra-
pbia, que se Ihe precisa fallar."
Jos Maiia da Silva Ferreira avisa'a seus
freguezes e imigos que mudou o seu estabeleci-
menlo de tinturara de lodas es cores, do largo da
Suledade para a ra do Hospicio n. 42, conli-
nuando a recebtr nos mesmos depsitos, tanto no
largo do arsenal de marinhn n. 8, do Sr Anselmo
, Jos Duart Sodrim, assim como no largo da ma-
triz de Santo Antonio n. 2, do Sr. Aulonio Joa-
quim Panasco.
Quem liver urna arai do leite sem filho,
I pode dirigir-so ra dos Prazcres, nos Coellios|
casa de porlo com 2 lees.
HOTEL
Pernambucano.
Na villa da Escada, rus do Compra-fiado, se
acha establecido um hotel em que se encontram
as melhores acommodagoes para cima de 40 pes-
soas. O bom agasalho, bons petiscos. etc., etc.,
tudo se encontrar alli, e para cujo flra se roga a
concurrencia, qurdos eslrangeiros, qurdosna-
Cionaes que por alli transitaren!.
Achani-se venda na lrvraria da praca da Independen-
cia ns 6 e 8, as bem conhecidas folhinhas impressas ntsta
typogr^phia
Folhinha de porta ou KALENDARIO eeclesiaslico e civil para o
bispado de Pernaiibuco........... 160 rs
Dita de algibeira amiento al6m do kalendario eeclesiaslico e civil,
explicado das fesias mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e nascimenio e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio
ditas do seilo; ditas do porte das cartas; dia's
dos imposlos geraes, provinciaes e municipaes, ao
que se juntou urna collec?ao do bellos e divertidos
jogos de prendas, para enirelenimenlo da mocidade. 320 rs.
Esto no prelo o almanak e outra blhinha cotendo
todas as oracoes para assistir semana santa, etc. Com-
prando-se em porces se daro porpreco mais commodo

Sila em Santo Amaro.
Esteestabelecimentacontinua debaixo da administrado dos pro-
pnetanos a receber doenles de qualquer natureza ou catheporiu iiue
seja. r* -
O zelo e cuidado alli empregados para o prompto restabeleeiinen*
to dosdoenteegeralmcnte conhecido.
Quem se quizer utilisai podedirigir-se as casas dos propietarios
arribos mora resna ra Nova, ou entender-secom o recente no esta-
tabelecirnento.
m

Reforma de piejos.
Escravos. .....
Marujos eciiados.....
Primeira classe o$ e. ,
As operaqoesserao previamenteajustadas.

2$000
26-500
Ij/SOO
i


(8)
Kalkmann I raos & C. a viam ao
respeitavel corpo do commercio que
foram nomeados agentesnesta praradas
companhia* de seguros martimos de
Hamburgo.
COMPAJVniA
LIANCE,
stabeecida m Londres
wmm m mu.
CAPITAL
Ciaco ml\\i5es de libras
sterlinas.
Sanadora BrolhersJt C. tem a honra de nfor-
maraos senhores negociantes, proprielarios de
cuas, e a quem mais conrier, que estao plena-
raenieautorisados pola dita companhia para ef-
factuar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
coberlos de lellia, e igualmente sobre os objeclos
q:e conliverem os raesmos edificios, quercon-
sista em mobilia ou em fazendas de qualquer
qualidade. %
srrvvrrTTTTry-rrTTTTTYiTTTTAfc
DENTISTA FRANCEZ. 2
> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- *
ra-;g 'iras 15. Na mesma casa tem agua e M
w P dentifico. m
Mi.l.tti.tAAA4jtjl.AAAAAAAAAAjl i?
Em Santo Amaro de Jaboatiio aluga-se urna
excellento casa por seus commodos e posieao : a
tratar na ra Nova n. 56.
Coiiipanliia Pernanibiicaiia
Tendo breve de se convocar reuniao da as-
sembla geral, os Srs. accionistas desta compa-
n.iia sao convi Jados a fazer registrar suas acrps
no escriptorio da mesma companhia largo" do
orle d Mallos n. 1, at ao dia 24 do corretile.
1 ernambueo 13 d.> d->zerabro de 1860.
Si
DIARIO DE PEKBABDCO. SEGUNDA FBIA 17 0E DEZEMBR0
DE 1860.
2,000 a 3,000 pares
praptos.
iletrado publico desta capital e de fra, e de
?,mL. flv!ncias- nm numeroso e riquissimo sor-
timento de lamancos de todas as qualidades ao
?X2KS2t> e8, "olvido a vender
tanto a retalho como em pequeas e grandes
2-SIJP "" mm ,em unia erando quanti-
ado de lamancos feitos. sendo do Porto con a
pre
e
f nr.r. h oni,0> q,,e de Puente acha-se nes-
Ve'nrin ?*'** ""*" do Queimado. Iota n. 63,
mCuL inleresse. anuncie a su
assistencia para ser procurado.
Agencia de passaporle e
folha corrida.
S r a n^ ima ,ra Pasaporte para
Cera de carnauba e sebo.
Ra da Cruz d. 33.
\ende-se cera em porreo e a retalho, de arro-
ba para cima a 9J, sebo refinado do Porto em
emoles e barricas a 10 e 10*500 cada arroba
0o da Baha a 800 rs. a libra, velas de composU
cao e de carnauba. v
Vende-se urna carroca nova com arreios
para cavallo, de madeira de sicupira, muito bem
acabada ; na roa dos Pires n. 72, na Boa-Vista.
u.Tul Imp^.T. i!1""1 nV P"a S6Dh0ra :
Attenco.
Vende-se ou permuta-se por casas pequea
urna gyande casa sita em um dos arrabaldes nro-
ximo desta cidado : para tratar, diriiam-se ao
agente Anlunes, na ra do Collegio.
Vende-se urna luja de funileiro e'm muito
bora.lugar, bem afreguezada, e com poucos fun-
dos, na ra DireiU n. 15 : quem pretender, di-
rija-se mesma. '
Enfeites de velludo, ultimo
gosto.
A loja da aguia branca acaba de receber mu
ponitos o delicados eufeiles de velludo, obra de
toda perfeicao e ultima moda : vendem-se a 10
e ny: quem os vimao hesitar de os comprar:
2n""S oulros de velludo e froco a
&, 48 e m; na ra do Queimado, loja da aguia
de vinho superior ; no
Vende-se espirilo
caes de Apollo n. 57.
Attenco
a cocheira nova.
a> Na Bia-Vista ra do Tambi n. 11,
pf alugam-se cavallus proprios para passeios
^ e tambem receben)-se de trato por mez
ou por dia mais barato do que em outra
ff parte, na mesma cocheira vende-se um
(D> exeellente cavallo para passeios de se-
9| iihora.
Lindas caixinlias de cos-
tura.
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. 1
B, vendem-se as lindas caixas de costura pro-
arias para mimo, assim como pianinhos com a
mm compleme msica, q.iadros dourarfos, lan-
os oe sanios como de retratos, proprios para en-
khio ae sala, jarros com fiores muito lindos, es-
campas tanto de guerras como de vistas decida-
oes, caixas de msica com lindas pecas, realejos
grandes cora 30 pegas compostas d'e valsas as
rliS n'odernas, ludo isto se vende por precos
commodos.
"IMm
Deposito de sabo barato
oes do Apollo n. 57.
O vigario de Santo Antotiio desta
tde tem mudado a sua residencia da
Laves;* da, matriz para a ra de Ilor-
tas casa que faz canto na travesa de
Santa Thereza.
Quem pretender comprar um es-
.yo bom cosinlieiro dirija-se a ra da
Gadeia do Recife n. -2.
Balalho de artilharia a p
numero A.
O cODSelho econmico do mesmo balalhaucon-
t.ala o fornecimento de gneros para o rancho
das pracas durante o primeiro semestre de 1S5I
smiIo arroz, nssurar, mascavinlio relinado, bi-
calho. azeile doce, caf em grao, carne secca
d-ta verde, farinha, feijo, lenh. m^nteigi. pao
G e_4 oncas, toucinho e vinagre. Os gneros
eraoser de primria qualidade, e as propostas
S as 10 horas do da 21 do crrenle,
balalho, nu quarlel do Campo
nrolefradoinlperio' l,or co'mmodo pre'?o e
mero 47. "a rUa da Praia' primeir0 nu-
c,T 1>rccisa/se de uma ama capaz para urna ca-
VelhVr."04 ; lralaf na rUa da Sen"la
AVISO.
AI.iga-se uma casa nova com muito dods com-
modos para familia passar a fesla ou annualmen-
ie, e urn pequeo silio com larongoiras e sapo-
9' 6.i!a*u de bebcr, no principio da
BES n Am'Cl0S : n l:a,ar no sil da capcl-
linha do Chora-meninos.
No dia 18 do corrente vai praca na au-
diencia do Illa,. Sr. Dr. juiz do civel da priraei-
ra vara um carro de passoio de 4 rodas, penho-
StiXK**por execu5d5 rau,
Joaquina Jos Pacheco do Amaral Reg
morador na villa de S. Bento, pede a Sra. I)j'
r. ue F. que tenha a bondade de mandar sats-
fer a qoanUa de 789780ao Sr. Joao Ferreira da
mia, na ra Hireila, assim como tralou de eu
^SKKyfSSfflffjar* Ceblas a 700 rs. o ccnlo
nm como tambera pede ao Sr. Dr. II C S Ju-
moraquanlia de29jy420 '
iniTr,0'^"' l,r,rcisarde uma amaparaosorvico
Piio n 6i quaI,,uercasa- diria-" a ra do los- -WB 51,oes ingiezes para mon-
_ Roialsfi &m n.M.. ii e senhra, osquaes tem pouco uso, e d-
lospitaldol'.. n. 18, e cujos prazos
eslao venrUos. venham lira-Ios nestosS dias, na
na Dlreiti primeiro andar n. 82, do contrario
serao vendidos.
v,7L'}lug'\'S0 para passar a festa uma casa na
arzea : a tratar na ruada Cadoia Nova n. 3f
~boteo;oimda ra larga do Rosario preci-
sa-so do um coznheiro forro ou captivo.
o s7 n8' W P[-Vcnda. 'orca-feira, pernnte
o Sr. Dr. juiz de orphaos, um cavallo bom anda-i
dor c gordo, bem como de renda o silio Piedade
cora casa de v,venda e com arvores de fruclo e '
Prras do plautacao : quera nos dilos objeclos
quizer lancar, corapareca as II horas do dia na
casa da audiencia: a ultima praca.
Fu -:-
Pede-se toda at-
tenco.
?TSpor sTebcr e"dircilura d*'Eu"-
puH8.8 de Ti*ilho muii ,inds-
Dilas mdei'n,?!anga ""menle enfeiladas.
Fio. o lndas ""'"do cornalina.
F os de cora verdadeiro lapidado.
S. to dmnrnmnf:,,aS Par.a Ci,llcir0 dfi sen,'"a.
uno- J| promptos com laSo e sem elle.
para "co S nco que pode haver' Pata cinto e
Enfeites de velludo a Luiz XV.
Di os de tranca de relroz.
n!Lf de ?>far" e de vidrilho.
pitos de flores elaco de fita
Ligas de seda muitb lindas.
qualidade?. Md" ricamen,e afeitadas e de oulras
Franjas de seda.
Ditas de linho.
nrS,ri.de l5a' 8a!ozinhos brancos e de cores
BBSEStSirK'**da *+de ;
Feijo mulatinho.
B
nL?rSe um piano in8,ez de Colar & Colar,
cnmnrX0' Pr pre. q,,e nao desagradar ao
comprador : na rus das Flores n. 81.
A Voz do Alagoano.
Acha-se nesta cidade.no hotel Trovador, che-
Grzano da Rocha Algarro. com suas poesas do
15500 6 Vende Pe' diminul P"Co de
Vende-se um cabriolet moderno.com arcos
por prego muito commodo : quem o pretender
dirija-se a ra do Colovello n. 26 ^reienaer.
Bolsas h (apele para
Mellics
ISM
i!*!?!!!u,lifno ^vi0 franccz-bo,inas "e
HSfmSTiT1"^: na ,oja d0 vapor
Bonels para meninos.
"llun-o e i "lrS cn(eilad>s com la de
raJoMtaL! i'* I0"1'03 COm 5l""o dou-
4 '<&> 2?,Apel" barf'lsS"nos precos de 3JJ500,
4JS e 5, ditos de palha escura, ui bonitos
Knaao3j-1g0rraSdeJpalha brauca enlejiadas a
15500,e oulros mu d.fferenles bonets de panno
fnU"d*.lla80: na ra do Queimado
loja da aguia branca n. 16. '
Vendem-se mui bonilas bolsas de tapete nro-
?u7doyeUe?ma?oen!916.D,,OJa "" "^ *"*
Bonitos cintos para senlio-
ras e meninas.
meninas o pe o baratissimo preco de-"m
ro'e. g",a braCa' FUa doQ""mSonu-
Objectos de gosto
da ra do Queimado
n 51.
\ende-se madapolao fino muilo lareo nelo
asare .ri,^iE.r ***
Sebo e graixa.
JSSSgttJ dbeeXKon "maZCm
l?^?d!?raf
Rodas d'agua. 8
Moeodas de canoa.
Taixas.
@ Rodas dentadas.
senhorase meninas.
^ ?^J da allla branca recebcu um bello sorti-
mento de objeclos de muito gosto e ultima mol
da proprios para senhoras e meninas, sendVde-
licadas goll.nhas e vollas de vidrilho. vollaS 1
coral e coma .na com atacador de mo a don
neioh3r,"!eTaraen,c ova e de muito'gstoe
pelos baraiissimos precos de 2 cada objeclo
naoadoOueiraado.loja da a'guia braZ^J
mero 16.
Alambiques de ferro.
Crivos.

B
rilendeoslcobola a700 rs- o cenlo, toucinho de
Lisboa a 320 rs. : na ruj das Cruzes n. -21, esqui-
na da travessa do Ouvidor.
>endem-sedous silhoes ingiezes para
lana de senhora, osquaes tem pouco uso,
Esteiras da India de 4, 5 i ?-^K&lS'eD.w.iow
e C pamos de lar^o 'tI" BruB Passa"d chafar"
Gurgel A Perdigo. 1
lua da Cadeia loja n 23.1
H Receberara novos corles de cambraia 9
S Dranca bordada de duas saias e babadi- %
(% nhos. 9
ruado
Por ser d, me.hor SLlr.wSKSr
Chales.
Ricos chales de merino eslampados, de cores
mu, o bonitas a 7, ditos muit Cnos a 8S50O
m mmmmiHmmtmmm
W Manlenmde las fazenda nova do ul-
II '?r W^h9m. casa d0 Ju,0& Conrado
^ na ra do Queimado u. 48
Receber
Mam cmplelos sorlinientos do
eslidos de blonde cora manta, capella e
mais perlences.
SiS lh
U-ceherara mojemos
chapeos de pa- H
ga ...a para senhora enfeilaJos de plumas o SS
ar* flores. 5I
na
d
d
e re,
Ba se n taria do
das Princez is
lartel uo Recife 13 de dzembro de 1860.
Franeisio Jus da Silva.
2 lente agente.
- Fugio no diasabbado 15 do corrente, pela
nnaa umpapagaio com correte no p, do
sobr..do da na larga do Rosario n. 20, tomou o
voo para o lado da matriz de Sanio Antonio :
quem o pegar, levo o ao dito sobrado n. 20. que
ser recompensado generosamente.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
Attenco.
Acha-se fgido o moleque Antonino de 16 sa-
no, de ida te. s,,,o. de cor f,a. e cora a "beca
rapad de poucos das ; foi es.ravo do Dr. Lopes
welto.de quem tambem f,.i sea pai o nrtto li-
erio e no,,,. Relia, que mora na' Pass'agVra e
loe ah o coatuma r,-ceber quando o mesmo mo-
Receberam novos enf-ites de cores e %
peitos para senhora, pulceiras e eslralos 3
de sndalo. Sil
R'-ceberara chapeos para
castor prcto, branco e de
moderna
lionicm, de
seda forma
ralas
baratas.
19 Ra do Queimado 19
Corles de cambraia branc
picos miudlnhus a 4>60.
Cambraiela para vestido
a minio fina cem sal-
muilo fina, pelo ba-
Taclias e moendas
man.g
NMMJMti!!
Na loja da boa f, na ra
do Queimado n. 22,
vende-se muito barato.
iasm?S Uia.fin,a com 8 !l* varas cada peca a
S?i?D-,,l f'na COm sa,picos 5. dila de
cores do padrees mu.lo boni.os a 320 o covado
cor os de cassa pintada cora 7 vara., a 2^240. fil
na StA'filT"0 BiV 800 rs-a vara? larlala-
na muito fina branca e de cores cora 1 Ii2 vara
bra aT T LT"'!' ^r^.s d'ccara
braia manguitos e Rolla) bordadas muito finas a
><>, goll.nhas bordadas de cambraia muilo fina a ,
Preeo5dae fiS mU,t0 s"P"or'S pelo baratissimo Sil8?.'^!,le de de veuo~cc"m'aVrra
Precode 6j. penles de tartaruga a iraperalriz I f nui"a! niais fazendas
^ssimo precode 2,60^6^3^0 3^;
de"madeaSpolLD1USSU,"a' "^ rrCDdad". "
Loja da boa f
NA
Ruadalmperatriz n. 74.
rt..4srdo7;r.dosni.rS:
: muito superior.^ a 9. bonets de veHndo
_ Braga Silva & C, tem sempre no seu deno-!nCdpSmrVdilos-d" P"J/w """mpm'!
s'to da ru, da MoeJa n. 3 4, L grande sorii- E?S!!!^
barato para acabar.
que se vendem
Vendem
ricos cortes de vestidos de
seda ditos de barege o gaze de seda
banadinhos.
de 8
Vendem as rommodas saias"
musselinas c cutim do al
nhora e chancas
Vendem sedas e grosdenaples de qua-
dnnlios padroes modernos e
curas, dilos lisos.
memo de tachas e moendas para engenho, do
muiioacr-dJitado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na ruado Trapi-
chen. A, l
Capailas e llores.
tas francezas Qnss escuras e claras a"280 o eoVa-
rmC?lilesdocarabraiade cores com 3 babados
cora lie 12 varas cada corte a 4>50O. superiores
^ncos de carabrah de linho rauilo fina e ci-
mente bordados a 9J, ditos de cambraia de algo-
"77 d linho a l2S0. ditos de cam-
oraia de lmho proprios para algibeira a 6$, 7 e N. O. BIEBER & C SITCF^SlHrc
5 a duza, ditos de cambraia de aleodo aliin i, ~mZ.\ *^^l*bl)&tS,
e 3 a duzia tiras bordadas largas e finas co'm 3 l.eu,rexP08to ^us armazens ria ra
I|2 aras cada peca a 23500. e assim oulras mui- da Cruz n- 4
Machinas ameri-
canas
E OLTROS ARTIGOS.
las fazendas quo vendem-se por precos i
baratos : na ra do Queimado n. 22, na bem co-
nhecida loia da boa f.
macliii
Zc^ tlVTJ^l'}"*^10' ,em ...7 O S'- JW* dos Santos Braga
que
ama caria na ra da Madre de Dos n. 33.
Desencaoiinhou-SG da Ponte de Uhoa, do
s.tu de Jos Joaquim Bolelho, no dia 7 do cor-
i n e, urna vacca castanii, parida de 15 das: a
cria feraea ; a pessoa que a liver fin seu poder
annuncie ou mande levar no mesmo silio,
ser generosamente recompensado.
Al iga -se n primeiro andar do sobrado da
ra Jos Taooeiros no Recife, muilo fresco : a
t lar na roa da Cruz no Recife n- 3l.
Achando-se justa e contratada a compra da
r;;i terrea sita ni ras Nova n. i, pede-se a
n sejulgarcom direiio a mesma. qoed-clare
P esse Diario aflm de nao se ultimar a compra
da mesma casa.
l'ugio do sit o de Jos Joaquim Botelho, na
travessa de Sant'Atina na Ponte de Uchoa ha 6
ou 8 das, uma vacca de cor amarella escura
im ira da mesma cor porrn clara, cuj tinha 3
das de nascida ; a vacca 6 bstanle arisca por
ser m-lito nova, c ser tirada de gado da matacca-
quem a l-var ao mesmo sitio, ser gratificado
generosamente.
m bonil
e ta ni-
SO folhas
loque est fgido : quem o'pegar Teve-o a
n. id, quesera recompensado
lera duas
o Imperador
callas de Canind : na livr
da Independencia.
- ioo Bapiista Mooteiro, subdilo portaauei
relira-se para o Rio de Janeiro.
\endem manteletes pretos do grosde-
naples, ditos de seda bordados e dous
bicos, capinhas de croxe brancos e
cores, polooezas degorgurao, taimas
tilo, filas para cintos.
raria ns. 6 e 8 da praca M 3KSI&3K3I8 ZM%W& 61
C oinpras.
Tem chegado na ra Nova n. 22, un
sortimento de instrumentos de msicos,
bom livros do escripluraro diaria de 78
muito bjnltos.
Aluga-se uma escrava que seja cozinbeira
para casa de fimilia, que agradando paga-se bem*
ia do Cabug n. 2, loja.
Aluga-se a casa de um andar e setao n. 30
na ruada Hospieio, que Caz quina para a ra d
ni rao : na roa da Aurora n. 70.
Comprani-se escravos,
sendo de ambos os snxos, de 12 a 20 annos de
idade. sedios e boas figuras ; na ra da Impera-
Inzn. 12, loja. '
Compra-se um armario para louca do cozi-
nha e uma mesa de qualquer lamanho, usados
quera liver anuuncie.
eciimciia
Lindsimos riscados de cambraia de seda a
roimC.d;a?45.e"e8' qUC SeaCabam : "a rua
Barato. j
Vendem-se barato duas taboletas de amarello I
em bom estado, algumas taboas de louro e ai- '
guns caxilhos: na ra do Cabug, loja n 9 <
(UM SODTUIEXTO
DE
Vendas.
le uma ama secca para uma
na ra nova de Santa Rila uu-
Precisa-se
chanca de peto
mero"63.
Prank Vanson, subdito americano
para o Rio de Janeiro.
Vende-se uma escrava de bonita figura com
habilidades ; na ra da Imperalriz n. 5
Calcado,
Qualidades escolhidas.
45-Rna Direita4 o
Eia a festa! i: necessario renovar o calcado o
correr ao estab.lecimento da ra Direita, que
ende muito fresco o em pcrfeilo estado por cs-
retira-so les precos :
Borzeguins de hornera (bezerro c lustre) 950
Fjenlas e roupa feila
NA LOJA E ARMAZEM
Na loja do successor do fi-
nado Antonio Francia-r^l'PtffiJSST* Me,,
co Pcreira.
>cndem-seos melhores fazendas de go=to
If, ? VaV div"?qualid4des. ntremelos e
tiras bordadas, esparlilhos da ultima moda de
Pars, robe-de-chambre bordado a velludo o de
outras qualidades. vestidos de seda brinca para
Padaria.
Antonio Fernandes da Silva
39
EM^SLA L0J4 OE QU.VTR0P0R7AS
lera um corapletosonimento da rouna feila
convidadlo los os seus f regules e a todos
que losajarem ter um uniformo feito cora todo o
gosto Jirij.ra-fe a este estabeliclmenlo que em-
sta chafado uliimamen-
as obras a von-
complelo sorli-
ra moJello ira-
6*300, dilos
^-1" .a 12*000, ditos do alpaca
de alpaca sobre casacas
Pao de Sentei o novo.
Acha-se todas as quartas
horas do dia em diante : en. Santo Amaro.
e 9, uma nlinidade de
as etc., como sejam :
ARADOS de dierentes modeles, traba-
mando de 2 lados.
CULTIVADORES para limpar e abrir a
trra.
MOIMIOS para cana em ponto peque-
o, podendosergovernadaspor urna
1 pessoa. proprias para lavradores.
D.t.,s de DESCAROCAR MILIIO, um
procifopclo qual se poupa muito
tempoeemprega-se somente 2 pes-
soa s, '
Ditos de MOER MILIIO, CAFE etc ,
etc. ate o grao mais fino que liouver'
Ditos para FAZER FARIMIA d
llio etc.
Je mi
11
e sabbados, das
i. Sanio Amaro, pa-
berna Da fUa d" ImPcratri^ > 2. ta-
Segan coaira Foge
* a> :2
J
MACHINAS para fazer BOLACIHMIA.
BOMBAS para cacimbas e
navios, muito man iras e
de forra superior por
mdicos precos.
3

JJ
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia.!
Ditas com crlenles para
tirar agua de lu<
mui fundos.
igares
su
perior qualidade para
(idem,
(idem)
(dem)
(idem!
dita i .i iceza, farinha do reino muito nova rro-
para seqolhos, lado das melhores tarinhas
e o maisbem Irabalho possiveh
Mull se desoja fallar com ossenhores abai-
x>dec arados, na ra do Queimado n. 39,loja
Antoriiolos deAraorim. ".'ja.
inio Francisco da Silva.
Manoel Jos Hlele Helriz.
J laiaim Jos Bolelho.
Verdadeiro caf de Moka, s
no hotel trovador, ra larga
do Rosario n. 44.
A qualquer hora do da ou di noite encontrar-
se-na ueste eslabelecimento gosto dos fregue-
lS,7AU'r'h \Vn M/ de M,,ka-- bora "-ira w-
vetes das melhores fraclas que exisiem no mer-
eci, das 0 horas da tarde em diante, n.'pMC.S(,
o annuncio para maior ciencia do publico c ha-
?ernestanflama estabelecimenlo comida feila a
gualquer hora que se procure, e bem assim o
n.ecer-sr. p,ara casas parlicnlares. No mesmo
ftolcl precisa-se de um molequo captivo para o
scvico interno e externe. K '
ls^.A?*;8e ?,brad,de d0,s andares e so-
t-.oda ra Imperial n. 169 : a fall
Aurora n. 3C,
Dilos de dito
Ditos dedito
Dilos dedito
Ditos dedilo
Uorzeguins de senhora
Dilos de dita
Dilos de dita
Dilos do dita
Sapatdes de LczTro (3 1|2 balera'
Ditos de dito e de lustre
M'ios borzeguins de hnmem
Borzeguins de menina 4g00 e
Sapatdes de bezerro para menino 4} e
Vende-se urn cabriole! bonilo e i
estado
91000
8g()0
81000
6*000
55000
4J800
46500
43000
5j500
5J-000
6J000
3ji6
33500
e era perfeilo
na ra da Imperalriz n. 33, primeiro
andar, so dir quem vende.
Em casa de N. O. Bieber & Successores. ra
da Cruz n. 4, vende-se :
Charapanha marca Farre &. C, uma das mais
acreditadas marcas, muiconhecidas no Rio de Ja-
neiro.
Vinho xerez em barris, cognac em barris e
caixas.
Vinagre branco e tinto em barris.
Brlhantes de varias dimenses.
Eiher sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brinzaos e brins.
Ac de Milao.
Ferro da Suecia,
Algodo da Bahia.
masco de la de 2 larguras, leques de sndalo
zasiSb Sr^cSs: sssiRSi^- *-
dasadrena2oafr,eSCUr3S-e U,traS ""i" fazen-lj.?90?; (lllJS -
s de gosto que serao patentes aos compradores. d,los ^ fwtia, ditos de ganga, dilos de trim
lidLiSi,0'1l0S d9brira da lin,, *a:
I do a 6J00O, caiga de brini de linho muilo su-
,r,eMaT,Um"rabrcade charu's multo bem:SS0' a 5S00,)' ,litas de easanira de cor a
^^"^r^Z^^^^l^000 '05 tOO, ditas de casemira pre!
pelo localPemPqueLach por'.S Ze%c l, T" '"?** 12000' P* '
rar; a fallar na Lingoeta n. 2 MU' "f" ''e panno Qao fazenda muito fina
para
Attenco.
Confeitaria.
Nesle novo estabelecimenlo preparam-se bau-
ia a 25$
sonrecasacas de panno muito superiores a 35?
ea 401000, um completo sortimento de cami-
sas fracezas, tanto de linho como Je algodo
deijas pelo gosto do paiz, fValcosTomVeVo'rcs' e fus,a0. vende-se muilo em conta, afim de que-
ve.delirisosc"feill,-s- v<">e--se o delgado rer-se ltqiudar com as camisas.
xarope de abobara propno para a esta;ao calmo -,
sa, superiores doces para a Ierra e exportacao I
bem como fructas em calda, ludo do melhorg'os-
opossivel: na ra Senzella-uova n. 30 |
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n 2
tem cobertores de algod.io de core T bastanfe
grandes, propios para escravos, pelo bara fs" !
mo prcc.0 de 1S- -
I
E pechincha.
Botica.
lar na ra da
Ama.
Precisase de uma ama para fazer o servico de
uma familia, de portas dentro, sendo desemba-
racada livro ou escrava : na taberna giande da
Soledadp so dir qiem precisa,
HaTn?ir"i,0Ce"S-i> V homem Para adminislrador
de engenho. pon lera pratica sufficienle ; quera
T;izcr, dinja-so a ra diCadeia n. 07 *
cnptonodoSr. Manoel B. M. Lima.
- Antonio da Costa Reg Lima 'declara
aever a pessoa alguma nesta praca.
nada
Bartholomeu*Franciscodo Souza, ra larga do
Rosario n. 36, vende-se os segointes medica-
mentos :
Robl'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegelaes.
Salsaparrilha Brislol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulasamericanas (contra febres).
Ungento Hollowav.
Pilulas do dilo.
Ellixir anli-asmathico
elTlirbradseb0CCaIargaC'0m r'haS> de 2 or"a*
oe'narTf;0m0 t,em "? gr8nde ^'mento de pa-
peUara forro de sala, oqual rende a mdico
Adinheiro.
Loja amarella da ra do Cres-
po n. 8.
Vende-se na ra do Li
vrameuto
ende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Euchadasde ferro
Ferro sueco.
Pemngardas. |
Ac de Trieste. |
Pregos de cobre de com- S
posigo.
Barrilha e cabos.
1 Brim de vela.
I Couro de lustre.
I Palhinha para marcinei-
| ro : no armazem de C.
i J. Astley A C.
Arados americanos e machinas
Sobrecasacas de panno finissimo de 25,s00Oa'"- ,9 bO"eBUni francezes rT^ICI^IV^''8 f/*1* deS< P< Jo
eJSS......-* dt bezerro a G$. dito de vaqueta a 7^ C. ra daSea
Casacas de panno ioo'a 30JK>00.
Paletts de pinno prcto e de cores a 16.O0O
Ditos de panno (saco) a 18*000 *"u"-
Dilos de dito a 15JS0O0.
Ditos de pampolina mcsclado a-10000
D,SD;etfM'M,id*de--0"die-boa,b..
Enfeites para cabeca de Sra. de 3 a 5000.
lar ataas do cores, vara de 400 a 600
Corles de coleles de velludo a 6SO0O
Dilos de dito de merino a 3ff00.
aS,400O0S6da d div,ers03gsl" de 40000
GraOSlSo30P.le de CreS de mU, boa 1uaIdde
Dilos de quadrinhos (gosto do Pars] a 15000
Sed nhas de quadrinhos de rauitos gosto a 1*5)
SSo re8e-e gaze-de bom K
J8Ede pall,a para homem (a Garib,d
Ditos de
molla a 3#000.
D'aO25PJ0a0Sra,dO SCda f"ZeDda de 8so! de 15
Cobertores de laa encarnados a 7J000
Penteadores de cambraia rica a 8SO0O*
Roquete para padres a lSfOOO.
Aos senhores armadores e
proprietarios de carros fn-
nibres.
Vendem-se velbutina prola superior a 400 rs
o covado ; na ra do Crespo n. 25.
Por metade do seu
valor.
Ra do Queimado n. 19.
; Vestidos de gaze e phaniasia, muitoslindos de
'urnc*!"' baratissimo prego de 10 cada
A' pechincha, antes que
se acabe.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n 2
tem saias balo abenas, do ultimo gosto, pel
diminuto preco de 5j, F
zal n.i2.
t (nrtCebeU"Se 6 C0nlinua a recTbfr-sTpofl
I 1 S 8p,reSl arl20S de modas para I
homens, mcluindo calcado do folies na I
Loja de marmore.
a
@#9a-@@@@@ @@@|
ma^eVoo-r1'0 C""P vendem-se
ani-
Recebou-se e continua areceber-se po?
i chanta VapreS' ves,imcDlas. calcad e I
| chapeos para meninos na
1 Loja de marmore.
VERNIZ de
carros.
n.Uv?.do T5 muito ,eve e boiatos.
BALANZAS de 1,000 libras para bai.xo
proprias para armazens, depsitos,
tabernas, boticas etc., etc.
MAPPAS gcographicos do mundo e
suas partes.
MACHINAS de costura de Sivat & C. as
memores que ale l.oje tem appare-
cido. 'r
Vende-se uma tipoia nova com
todos es seus perlences: na ra da
Cruz n. 21.
I Charutos de Ilavana superiores,
ci.egados ltimamente: em casa de
Kalkman limaos & C, ra da Cruz nu.
mero 10.
Mel de engenho.
Quem quizer comprar niel de eugenho dtrii.
suas encomiendas cocheira da ra da Floren
Una, que achara com quem Iralar. *lor">-
Mel de furo novo.
baaTalbla? Um prcsefio grande muilo bom e
bem enhilado: quem pretender, dirija-se aro.
do Rosario n. 56. cm frente a ra do Ara^o
ytmm @ @@c.
I K,ccs, vestidos de cambraia #
i franco bordados de gosto de 5 e S
| /babados, cortes de vestidos de I
m lilo de cores, preco commodo, de 9
| o0,S a 250, e muitas variedades 1
de fazendas de phanthasia, oigan- f
m dy$ do ultimo gosto, tarlatana #
| bordadas, gorgurao escocezes e I
outrosmuitosobjectsnccessarios S
P^a uma senhora de goso e do 9
| grande mundo : na ra da Ca- I
dea do Recife n.40,1 oa do RJ
tinho.
st
lar-
S
-(
BEL06I0S.
Yande-se em:asade Saunders Brothers A
G. praca do Corpo Santo, relogios do afma
J- bncante Roskell, por precos com modos
tambem-auca Un* i-dni..______ ,s
daexceeUnrasto?CadeaSI,lrSOSn
@@ @@@@
Entremeios e liras
bordadas.
h.h I mui booilos en,renieios e tiras bor
d' ,.flna C8Q)br3,,a- ob* ""i bem acaba-
ifiaf 2lZVm pe'S bMiB0 Precos de
ifsasm PSS U"^ c as lr" ^rdad.s por
IStaSiV*^ W9 AtsI8 dasuperio-
ndade da fazenda ninguem deixar de comprare


*v
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 11 DE DEZEMBRO DI 1860.
(7)
AMO.
Chapeos de sol de seda para homem
a r>$ cada um e em porco de urna du-
zia para cima far-se-ha 10 por cento
de abate : na ra Nova n. 23, esquina
da Camboa do Carino.
Ra do Queimado
n. 39.
NA
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Chegou ltimamente a este eslabeleciment um
completo surtimcnto de chapeos pretos francezes
Jo melhor fabricante de Paris, os quaes se ven-
dem a 79000, ditos a 89000, Jilos a 9?000
ditos muilo superior a 10&000, ditos de castor
pretos e brancosa 1G9000, o melhor que se
pode desejar, chapeos de fellro a Garibali de
rauito superior massa a 7*000, ditos de copa
baixa para diversos precos, ditos de palha escura
de varias qualidades que se vendem por prego
barato, bonets de veludo para meninos a 59000,
ditos de palha escuras e claras a 45P00O, ditos
de panno muito bem arranjados a 39500
chapeos de seda para senhoras a25&000 muito,
superiores, ditos de palha escuras proprios para
campo a 129000, ditos para meninas a 109000,
chapeos de sol de seda inglezesa 109 e a 129
muito superiores, ditos francezes a 89000,
ditos de panno muito grandes e bons a 49000.
sapatos de volado a 29000. ditos de tranca a
19600, sintos de grugurao para senhoras e rae-
ninas a 29000, coeiros de casemira ricamente
bordados a 129000, e outras muita fazendas
que a vista dos freguezes nao deixarao de com-
prar.
Campas < Lima
receberam urna factura de chapeos de sold se-
da para homem, tendo entre estes alguns peque-
nos que servem para as senhoras que vao para o
campo tomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porgo seja grande se resolvero vender pelo
prego de 69 e 63500, e alguns cora pequeo de-
eito a 59 : na ra do Crespo n. 16.
Ra daSenzala Nova n.42
Vende-so era casa de S. P. Jonhston & C
vaquetas de lustre para carros, sellinse silhoes
nglezes, candeeiros e castigaes bronzeados, lonas
nglezes, fio de vela, chicote para carros, e mon-
era, arreios para carro de um e douscvalos
e relogios de ouro paiente inglez.
Recbeu-se reccntemeiite e continua a @
@ receber-se directamente de Paris e Lon- @
H Jres por lodos os vapores, de encommen $3
",:> da especial, arligos de modas para se-
@ nhoras na @
H Lojade marmore.
Machinas de costura
DE
Slvat & Gompanhia.
Estas machinas so as mais perfeitas
no tamo de mecanismo, unindo a urna
simplicidade a maior ligeneza e perei-
cao para toda e qualquer qualidade de
costura, do ponto mais fino ao mais
grosso. O vendedor se obriga a ensinar
o methodo aos compradores ?t o sa-
bercm bem, assim como a ter as machi-
cbinas em ordem durante um anno.
Estas machinas cosem com 2 los nao
quebram o fio como multas outras o fa-
z >m e sao as melhores e mais baratas
ate hoje conhecidas no mundo, ellas se
achain expostas na galera do SR. OS-
BOR.N, RETRATISTA AMERICANO NA
RA 1)0 IMPERADOR N. 38, onde
urna senhora competentemente habili-
tada as fara' ver e trabalhar. Igual-
mente se aeham expostas no armazem
de MACHINAS AMERICANAS, RA DA
CRUZ N. i E 9.
4(!niiraveis remedios
americanos.
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele, devera estar prevenidos
cora estes remedios. Sao tres medicamentos
cora os quaes se cura eficazmente as principaes
molestias.
Proinptoalivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de reumatismo, dor de
cabega, nevralgia, diarrha cmaras, clicas,
bilis, indigesta, curp, dores nos ossos, conlu-
soes, queimadura, erupcoes cutneas, angina,
rutencao de ourina, etc., ele.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidades escrophulos3s,
crnicas esyphiliticas : resolve os depsitos de
maos humores, purifica o sangue, renova o
systema : promplo e radicalmente cura, escro-
phulas, venreo, tumores grandulares, ictericia,
dores de ossos, tumores brancos, afecces do fi-
gado o rins, erysipelas, abeessos e ulceras de
todas as clases, molestias d'olhos, difficuldade
das regras das mulheres hipocondra, venreo,
etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularizar o systema, equilibrar a circu-
lagao do sangue, inteiramente vegetaes favora-
veis em todos os casos nunca ocasiona nau-
zeas era dorres de ventre, dses de 1 a 3 re-
gularisam, de 4 a 8 purgam. Estas pilulas
sao efficazes as aflecges do figado, bilis, dor
de cabega, ictericia, indigestao, e em todas as
enfermidades das mulheres, a saber; irregula-
ridades, ftuxo, reteugdes, flores brancas, obs-
trueges, histerismo, etc., sao do mais proropto
effeito na escarlatina, febre biliosa, febre ama-
relia, e era todas as febres malignas.
Estes tres importantes medicamentos vera a-
companhados de instruccoes impressas que mos-
tram com a maior miauciosidade a maneira de
applica-los era qualquer enformidade. Eslao ga-
rantidos de falcifieaco por s haver venda do
armazem de fazendas d Raimundo Carlos Lei-
te & Irmo, na ra da Imperatriz n. 10, ni-
cos agentes em Pernambuco.
LicOes
Sobre a infallibilidade e o
poder temporal dos Papas.
PELO rm.
Aprigio Justiniano da Silva Gamares.
A venda na livraria dos Srs. Miranda
& Vasconcellos, ra do Imperador n.
79, a 2# cada exemplar.
DA
Vende-te um molequede bonita figura, de
idade de 14 a 15 annos : na ra da Praia o. 10.
A 9,000 a arroba.
Vende-se cera de carnauba da velba
e nova safra a preco de 9# : no antigo
deposito do largo da Assembla n. 9.
LROLPA feita anda mais baratas.!
SORTIMENTO COMPLETO
DK
[Fazendas e obras feitas.!
FUNDIDO LOW-MOW,
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste eslabeleci ment contina a haver um
completo sortimento de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e tsixas
|e jerro batido e coado, de todos es taannos
para dito,
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambera cal virgem em
pedra, tudo por pregos mais baratos do que em
outra qualquer parle.
Viiiio de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrmos&C, ra da
Cruz n. 10 encontr8-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Braudenburg Frtres
o dos Srs. Oldekop Mareilhac 4 C, em Bor-
deaux Terfl as seguintes qualidades :
De Braudenburg frres.
St. Estph.
St. Julien.
Margaux.
Larose.
Chteau Loville.
Chteau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Julien
St. Julien Mdoc.
Chteau Loville.
Na mesilla casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madcira em barris.
Cognac em barris qualidade fina
Cognac em caixasqualidade inferior*.
Cerveia branca.
As melhores machinas de coser dos mais
alamados autores de New-York, I.
M. Snger & C. e Wheeler & Wilson.
Neste estabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade eseguranea:
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leite & Irmaos ra da
amigamente aterro da Boa-
!A
LOJA E ARMAZEM
DE
Ccre Vendem-se 5 carros novos com todos os m
arreios : na ra Nova n. 21. aa
$@$99$8 -@@@@@
CANDIEIAOS
ECONMICOS
NA
WJI Ra Nova n. 20.
Imperatriz n. 10
Vista.
Uua do Queimado n. 39
ja de quatro portas
Loj
Ra do Queimado
u. 46, frente amareUa.
Constantemente temos um grande c va-
riado sortimento de sobrerasacas pretas
de panno e de rores muito fino a 289,
?0g e 358, palelots dos mesmos pannos
a 20S, 22$ e 24$, ditus saceos pretos dos
mesmos pannos a 14$, 16$ e 18. casa-
cas pretas muito bem fritas e de superior
panno a 280, 30$ e 358. sobrecasaras de
casemira de cores muito finos a 15$, 16$
e 18$, ditos saceos das mosmas casemi-
ras a 10$, 12 e 14$, caigas prelas de
casemira lina para homem a 8$, 9$," 10|
e 12, dilas de casemira decores a 7$, 8$,
P$ e 10$, dilas de brim brancos muilo
fina a 58 e 6$, ditas de ditos de cores a
3$, 3$500, 4 e 4$50O, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4$500, rol-
letes pretos de casemira a 5$ e 6$, ditos
de dilos de cores a 4$50O e 5$, dilos
brancos de seda para casamento a 5$,
ditos de 6$, colletes de brim branco e de
fusilo a 3$, 3$500 e i$, dilos de cores a
2$50O e 3$, palelots pretos de merino de
cordo sacco e sobrecasaco a 19, 8$ e 9$,
colletes pretos para lulo a 45CO o 5$,
calcas pretas de merino a 4$50O e 5$, pa-
lelots de alpaca preta a 3$500 e 4$, dilos
sobrecasaco a 6$, 7$e 8$, muilo fino col-
leles de gorgurao de seda de cores muilo
boa fazenda a 3$800 e 4S. colletes de vel-
ludo de crese pretos a 7$ e 8$, roupa
para menino sobre casaca de panno pre-
tos e de cores a 14$, 15$ o 16$, dilos de
casemira sacco para os mesmos a 6$500 e I
7$, ditos de alpaca pretos saceos a 3$ e
3$500, dilos sobrocasacos a 5$ e E$500,
calcas de__casen.ira pretas e de cores a 6$, '
6g500 e 7$, camisas para menino a 20$
a duzia, camisas inglezas pregas largas
muilo superior a 32$ a duzia para acabar.
Assim como temos urna odrina de al
faiate onde mandamos executar todas as
obras com brevidade.
Chegou um riquissimo sortimenlo de candieiros
econmicos de muito bonitos modelos, desde o
mais superior at o mais ordinario, por preco
muito commodo, com a experiencia propria de-
ver agradar ao comprador, e vista da pouca
despesa que faz, animar a ser Iluminado s com
os ditos candieiros a gaz ; os mais baratos sao a
imilacao de urna lamparina, produzindo a luz a
tres velas de espermacele com a importancia de
40 rs. por noite ; gradualmente ira sobindo to-
das as mais qualidades al o maior, que servir
para ornar e Iluminar urna rica sala, equivalente
a 16 velas de espermacele, ludo islo se garante
sob a condicao de voltar e restilur-se o seu
importe, na falta de nao agradar a experiencia
feita: na ra Nova n. 20. loja do Vianna.
Cofres de ferro para dinheiro,
joias. etc., etc.
Na loja da aguia branca vendem-se bonitos co-
fres de ferro mui forles e seguros, com fechadura
e chave, e de diTerenles lmannos, proprios para
se guardar dinheiro, joias e papis de mportan-
icia, pelos baralissimos pregos de 4JJ50O, 5S00O,
j 55500 e 6$ : em dita loja da aguia branca, ra
! do Queimado n. 16.
Se c o i i
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m o S o> i 5 a = -
S 3 B 4)
O) 60 2 w t-
u = =" re o.
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. ee-r -3 5 o.
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3 H S O
o = re .
re u m s ::
B2 reo
w i_ = = ^
nifui
Coke (carvo),
ou combuslivel para cozinhas, caldeiras, etc.,
muilo econmico para as casas particulares: ven-
de-se na fabrica do gaz, em porges de um quin-
tal para cima a 1$ o quintal.
No armazem de E. A. Burl
le C, ra da Cruz nu-
mero 48,
vende-se champanha das melhores marcas que
vem ao mercado, mais barato que em qualquer
outra parte ; cofres de ferro (burras)das quecos-
turna receber, do melhor fabricante que ha neste
genero, sortimentos de lodos os tamanhose lo-
dosos pregos ; novo sortimento de pianos, de
um excellente fabricante, que se venderao por
conta do mesmo, deduzindo-se a commisso e o
descont que os tornasse baralissimos.
240.
Cassas de lindos padroes e cores fixas que se
pode garantir aos comprados, a 240 rs. o covado'
na ra do Queimado, loja de 4 portas n. 39.
Vende-se um escravo pega com 19 annos,
ptima figura, sem vicios e defeitos, e propno
para lodo o servigo, um moleque de 11 annos, e
um dito de 15 ; na ra das Cruzcs n. 18.
Linas de Jouvin.
Vendem-se as verdadeiras luvas de Jouvin
para homem e senhora a lj500 o par : na ra da
Imperatriz, loja da boa t n. 71.
As verdadeiras luyas de
Jouvin.
A loja da aguia brancas araba de receber de
sua encommenda as verdadeiras luvas de Jou-
vin, primeira qualidade, tanto brancas como pre-
tas para homem e senhora : quem precisar, diri-
ja se a dita loja da aguia branca, roa do Quei-
mado n. 16.
Potassa da Russia.
Potassa da Russia muito superior e
novissima, por ter sido desembarcada
liontem: vende-se na ra do Trapiche
n. 7, armazem deFonseca.
Vende-se urna boa escrava com todas as
qualidades, cozinha, engoroma. e boa qiiilan-
deira, tem 3 filhos, os mais lindos possiveis, 1
com 5 annos, oulro com 4, c 1 com 5 mezes, o
moiivo da venda por nao querer ir para o ma-
lo : a ver na ra do Queimado n. 69.
Vinlio genuino.
Anda ha urna pequea quantidade de ancore-
tas deste vinho sem confeigo, e proprio de doen-
tes : na ra do Vigario n. 19, primeiro andar-
Suissos.
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAYARES
DE MELLO.
Ha cortes de vestidos de seda de cores, fazenda
muito superior com pequeo toque de mofo a
605JOOO, ditos sem defeito a 100$000, tem um
resto de chales de loquim que estac-se acalfndo
a 30$000, dilos de rairin bordados com ponta
redonda a 8$000, ditos sera ser de ponta redonda
a 8*5000, ditos ostanpados com listras de seda
em roda da barra a 9$000, dilos de ricas estam-
pas a 7$000, ditos de ganga franceza com fran-
ja branca a 2$000, ditos sem franja e muito
encorpado a 2$000, ricos manteletes de grosdi-
naples preto e de cores ricamente enfeitados a
259000, ditos muilo superiores a 303P000, en-
feitesde vidrilho preto a 3$000, dilos de retroz
a 38500, organdisda mais Gna que ha no mer-
cado a 1$000 o covado, cambraias de cores
de padres muito delicados a 80O rs. a vara, dilas
de oulras qualidades a 6C0 rs. a vara, ricas chitas
farnceza? de muilo boas qualidades a 280, 300,
320, e 400 rs. ao covado, a melhor que se pode
imaginar, peitos para camisa a 240 rs. cada urna,
corles de casemira de cores a 6J50C0, ditas em
pesca de quadrinhosa 4#000 o covado, gollinhas
de muito bom goslo a i $000, ditos de outros
bordados ricos a 3000, manguitos de cambraia
bordados a 3$000, tiras bordados e entrimeios
que se vendem por prego commodo, bombazil de
cores proprio para roupa de crianzas, e capinhas
para senhoras a 1$400 rs. o covado, cortes de
cambraias de salpicos a 55000, cortes do cam-
braia enfeitadas cora liras bordadas a 6$000,
e outras muitas mais fazendas que sera difcil
aquipode-las mencionar todas.
Enciclopdica
Guimares Villar
Ra do Crespo n. 17.
Receberam sedas, chapeos para senhoras, man-
teletes, saias baldes, laas de qundros ricos de-
senhos, manteletes, capas, casaveques, ricos
corles de cambraias brancas para 18ff, 25$ e40$,
organdies de padrOes lindissimos. cassas de
cores a 260 rs. o covado, cass3S bordadas da Chi-
na a 6S500 com 9 varas, ditas a 4$ e 5g com 9
varas, manteletes para meninas a 8$, meias para
senhoras de todas as qualidades, grande sorti-
mento de roupas para homens e meninos e
qualquer objecto para senhoras por pregos com-
modes.
Veede-se
EM CASA DE
Adamson Howie k C.
Vinho do Porto de superior qualidade.
Tinta de todas as cores.
Lona o flele.
Po de vela.
Sellins, silhoes, arreios e chicotes.
Rolhas.
Ra do Trapiche n. 42.
Loja das seis portas em
frente do Livramento
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
vado, ditas estreilas de cores escuras a 160 rs ,
pegas de brelanha de rolo com 10 varas a 2$|
dilas de esguiao de algodo muito fino a 3jj, ris-
cadnho de linho a 160 o covado, lengosbrancos
com barra de cor a 120 rs ditos brancos com bi-
co a 200 rs., algodo monstro cora duas larguras
a 640 a vara, laziohasde duas larguras, fazenda
nova para vestidos a 500 rs. o covado, enfeiles de
tranca com lago de fila para cabega de senhoras
a 2$5O0, cortes de riscado para vestidos a 2g, pe-
gas de madapolo com 4 1[2 palmos de largura a
4$i00, chales de merino estampados muito Unos
a 6$. A loia est aberla al as 9 horas da noite.
Pianos
A_
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praga do Corpo Santo n.ll,
alguna pianos do ultimo gosto recentimente
ehegados.dosbem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood & Sons de Londres
muito fronrio so ara este clima
ara acabar
Guimares Villar
Ra do Crespo n. 17.
A4#000,
Cortes de cambraia com Ires babados de 20 a
22 covados cada um a 4$.
A 260 rs.
Cassas organdizesa 260 rs. o covado de lindis-
simos padres.
A 25#000,
Rquissmos chapeos de seda brancos e de co-
res a 28$, e do palha de Italia ricamente enfei-
tados. .
A 360 rs.
L3as mudinhasdo lindissimos padres a 360
rs. a dinheiro.
Rival sem segundo.
Na loja de miudezas da ra do Queimado n.
55, defronte do sobrado novo ha para vender
pelos diminutos pregos os seguintes artigos :
Duzia de saboneles muilo finos a 6G0 rs.
Cartes de clcheles com duas ordens a 20 rs.
Caixas de clcheles batidos a 60 rs.
Duzia de meias. cruas para homem a 3$.
Dila de dilas para senhora a 3jj500.
Pares de meias para senhora a 300 rs.
Latas com banha muito fina a 500 rs.
Iscas para acender charutos, caixa a 60 rs.
Phosphoros em caixa de folha a 120 rs.
Carlas de alfinetes muito finos a 100 rs.
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapatos de tranga de algodo a 1$.
Frascos de macass peroa a 200 rs.
Ditos de dilo oleo a 120-rs.
Duzia de facas e garfos, cabo preto, a 3ft. '
Pares de sapalos de laa para meninos a 200 rs.
Dilos de luvas de cor fio de Escocia a 320.
Massos de grampas muito finas a 40 rs.
Caivetes de aparar penna a 80 rs.
Tesouras muilo finas para costura a 500 rs.
Ditas ditas para unhas a 500 rs.
Pegas de franja de la com 10 varas a 800 rs.
Dilas de tranca com 10 varas a 320.
Linha Pedro V, cartocom 2C0 jardas a 60 rs.
Dita com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles multo finas a 200 rs.
Cordo imperial fino e grosso a 40 rs.
Oleo de babosa muito fino (frasco) 400 rs.
Filinhas estreilas para enfcflar vestidos a 800
rs. a pega.
Labyrinthos de muito bonitos goslos por todo
o prego.
Cordes para enflar espartilho muito grandes
a 100 ra.
Dito para dilo pequeos a 80 rs.
Pegas de tranga de linho com 10 varas a 200 rs.
Ditas de Irania de seda preta com 10 varas a
18400.
Vara de dila a 160 rs.
Pares de meias de cores para meninos a 160.
Caixas para rap muito finas a 1$.
Linha cara marcar (caixa de 16 nvelos) a 320.
Vende-se urna parelhs de burros de cor ru-
go queimado, propria para carro: quem os mes-
mos pretender, dirija se a ra da Lingoeta, ho-
tel inglez, a tratar com seu dono.
Algodo monstro.
Vende-se algodo monstro com duas larguras,
muito proprio para toalhas e leoces por dispen-
sar toda e qualquer costura, p'elo baratissimo
prego de 600 rs. a vara ; na ra do Queimado n.
22, na loja da boa f. i
Relogios.
Vende-se em casa deJohnston Pater & C,
ra do Vigario n. 3, um bello sortimenlo de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
urna vaiiedade de bonitos trancelins paraos
' mesmos
Saceos de 115 libras.
O mais superior farelo que lem vindo ao mer-
cado, no armazem de Barros Si Silva ; assim co-
mo se vende saceos de feijo mulatinho, vindo da
ilha de Feruando.
Vende-se farelo ltimamente desembarcado
milho, arroz do Maranho, gomma muilo fina e
farinha de mandioca da melhor que ha no mer-
cado : na ra da Moeda n. 41.
Bales de 30 arcos.
Vendem-se superiores bales com 30 arcos,
sendo muito recommendaves poi poderem ficar
do tamanho que se precisar, pelo baratissimo
prego de 6$ ; na ra do Queimado n. 22, na loja
da boi f.
Cheguem ao barato
O Preguiga esl queimando, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
i Pegas de brelanha de rolo com 10 varas a
2J, casemira escura nfeslada propria para cai-
ga, collete e paliiots a 960 rs. o covado, cam-
braia organdy de muilo bom gosto a 480, rs.
a vara, dila liza lranparenle muito fina a 35?,
4$, 5$, e 69 a pega, dita tapada, com 10 varas
a 53?i e 6?? a pega, chitas largas de modernos e
escolhidos padres a 240, 260e 280 rs. o cova-
do, riqusimos chales de merino eslanpado a
79 e 8J, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 9$ cada um, ditos com
urna s palma, muilo finos a 8$50O, ditos lisos
com franjas de seda a 5$, lengos de cassas com
barra a 100, 120 e 160 cada um, meias muito
finas para senhora a 4$ a duzia, ditas de boa
qualidade a 3$ e 355CO a duzia, chitas fran-
cezas de ricos desenhos, para coberta a 280 rs.
o covado, chitas escuras inglezas a 5$900 a
pega, e a 160 rs. o covado, brim branco de puro
linho a l?, 12-200 e 1$(300 a vara, dito preto
muito encorpado a 13&500 a vara, brilhanlin
azul a 400 rs. oxovado, alpacas de differentes
cores a 360 rs. o covado, casemiras prelas
finas a 250O, 33? e 3$500 o covado, cambraia
preta e de salpicos a 500 rs. a vara, e oulras
muitas fazendas que se far patenie ao compra-
dor, e de lodas se darao amostras com penhor.
Loja das 6 portas
em frente do Livramento
Lazinhas a 500 rs.
Camisinhas muilo bonitas com duas larguras
para vestidos de senhora a 500 rs. o covado, cor-
tes de riscado francez para vestido a 2$, saJas
5|'ao parr menina a 3$500, das para senhora a
4go00e 5$ ; d-se amostra com penhor A loja
est aberta at as 9 horas da noite.
y)
cobertos e descobertosr pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem e senhora de
uro. dos melhores fabricantes de Liverpool, vin-
dos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Sonlhall Mellor & C.
de gra$a.
Cortes de caigas de meia casemira de cores es-
curas a 1S6O0, ditos de brim de linho de cores a
2g, riscadinhos de linho proprios para obras de
meninos a 200 rs. o covado, grvalas de seda de
cores a 640, ditas pretas estreilinhas e largas a
1$, ealem disto outras azendas que se vendem
muitoem conta ; na loja da boa f, na ra do
Queimado n. 22.
Em casa de Schafleitlln & C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e vtriado sortimento
de relogios de algibeira horisontaes, patentes,
chronomelros, meioschronometros de ouro, pra-
ia dourada e foleados a ouro, sendo esles relo-
giosdos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vonderocor precos razoaveis.
FROCO.
Vende-se frco de todas ss cores e grossuras,
com rame e sem elle a 400, 500, 640 e 1$ rs. a
pega ; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.
ua do Crespo
loja n. 25 de Joaquim Ferreira de S, vende-,
e por pregos baralissimos para acalar : ves-
tidos de tarlaiana bordados de seda a 5000,
organdi de cores muilo finas a 320 rs. o co-
vado ,cassas de cores a 240 rs., chita larga a
200, e 240 rs., capas de fuslao enfeitadas a
5$0C0, casaveques de cambraia e fil a 5$000, ,
perneadores de cambraia bordados a 6J00O, j
babados a 320 rs. a vara, tiras bordadas mui- i
lo finas a 155(0 a pega, riscado francez fino
a lGi rs. o covado, golnlss de ponas bor- !
dadas a 2$50O, manguitos de cambraia e fil
a 2$000, camisinhas bordadas muilo finas a
2$0OO, chita larga com lustro e muite fina
propria para coberta e roupes a 320 rs., es-
guiao de linho a 1#200 a vara, roupes de
seda feitos a 125C00, vestidos de seda mofados
a 8$000, luvas arrendadas a 100 rs. o par,
vestidos de grosdenaple prelos com barra de
cor a 20$000, palitos de pao preto e de erres
de 16#000 a 205000, sobrecasacas de panno
muito fino a 25$C00, caigas de casemira preta
e de cores de GtOCO a 1(5000, ditas de biim
branco e de cores de 2#C0O a 55C0O palitos
de brim branco e de cores de 5500 a jjCOO,
ditos de alpaca de 3$000 a 800O, brim
irangodo de algodo com 9 palmos de largura
proprio para toalhas a 900 rs. a vara, damas-
co de la com 9 palmos de largura a ltGOOo
covado, velbutina preta a 400 rs., brim de
linho de cores a 1$500 o corte, meas cruas
para homem a 15200 a duzia, camisas de
linho inglezas a 325000 a duzia, pegas de
madapolo fino a 45500, cortes je lanzinha
muito fina com 15 covados a 80oo rs., ca-
misas de cores e brancas de 155C0 a 3$000,
e outras muitas fazendas por menos do sen
valor para fechar conlas.
Grammtica in-
gleza de Ollendorff.
Novo methodepara aprender a lr,
a escrever e a fallaringlezem 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instruc-
c,ao, pblicos e prticulares. Vende-
se napraca d Pedro II (antigo largo
doColIegio) n. 57, segundo andar.
Relogios.
Vendem-se em casa de Braga, Silva & C, re-
logios de ouro de diversos fabricantes iogjezes,
por prego commodo.
Charutos suspiros e oulras marcas da Ba-
ha e do Rio do Janeiro: vende-se na ra da
Moeda n. 41, armazem de Augusto Ferreira & C.
Farinha da mandioca.
Vende-se por meuos do que em ulra qualquer
parte, na ra da Cruz, armazem n. 26.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e de cores fhas
a doze vileos o covado, mais barato do qne
chita, approveitem em quanto oo se acabam ;
na ra do Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
ja da Boa F.
Cal de Lisboa,
nova, e muito bem acondicionada : na ra da
Cadeia do Recife n. 38, primeiro andar.
Pede-se toda
attenco.
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n 1
B, vende-se ludo por baralissimos precos. as'im
como seja :
Fitas de velludo de todas as larguras,
dos "i*6 8arS8' brancasede cores. "Juito lin-
Leques de madreperola muito finos,
unos do outras qualidades.
golo!6* d0,ai,aru8a aimPeratr, de lindos
Ditos flngindo tartaruga e de outras qualidade"
unos de Iravcsso p.ra menina.
Rosarios de cornalina muilo fino3
Meias muilo finas brancas e pretas para se-
Ditas de seda muilo finas.
Ditas de laia e brreles de seda para os senho-
res padres.
Labyrinthos de todas as larguras.
Bicos e rendas muilo linos.
Oculos muito Gnos de cores proprios para do-
enga de olhos.
Jogos de domin, dilos de chadrez, ditos do
damas, ditos de vispora. Na loja da aguia de ou-
ro, ra do Cabug n. 1 A.
Boi e caffo.
Na taberna grande da Soledade vende-se jm
boi e carro, tujo bom e muito barato.
Meias muito bara-
tas.
A loja da aguia branca esl provida do urna
grande quantidade de meias, o melhor soriimeu-
to que se pode dar, e por isso est vendendo-as
mais barato do que em outra qualquer parle
sendo meias cruas encorpadas, do abanhado o
ic-nnf,"llC0.P"" hornera a 2*500. 3J. 3S5QO, 4$,
4So00 c 5J a duzia, dilas inglezas o melhor quo
se pode encontrar a C e 6^500, dilas de fio de
bscocia ponta encarnada imilandoseda a 800 rs
o par e de cores a 640 e 800 rs.. ditas brancas"
mu linas e tapadas a 2J400, 3g500 c 5, e finis-
simas a 8 a duzia, dilas brancas finas e fio unido
para senhoras a 4, 4$800, 5j500 e 6J500, e do
fio de Escccia primeira qualidacte a 8*500 a du-
lnn 5* i. brancas e P^tas a 2500, 3*.
JSoUUe4S>, ditas cruas mui encorpadas para nie-
n.nos a 200 o 240 rs. o par, ditas brancas e do
cores a 240 c 280 o par, ditas para meninas?"
a duzia. ditas de seda para baplisado a 8 o par"
ditas de laia e de seda para padres a 2j' 33 e 13
o par. Emlim vista de tantas e diversas quali-
dades, o melhor approveitar-se a occaiao o
dirlgir-se a ra do Queimado, loja daagma brn-
c.a n- 16 1ue ca servido com agrado e since-
tmmmm
Hectbeu-se de Franca grosde- g naples de quadros e liscs cores
S escuras, fazenda a coado : na S
ra da Cadeia do Recife n. 40, 2
@ loja do Martinl.o.
Vinho do Porto, genuino,
Rico de 1820.
Slomacal de 1830.
Precioso de 1847.
As duzias, e em caixinhas, a dinheiro, porta-
rato preco : vende-sena ra do Trepide n 40
escriptorio. '
Bramante
bretanhas e atoa)
Na loja da boa f, na ra do Queimaoo n r-=>
vende-se bramante de linho muilo fino com duTi
varas de largura, pelo baratissimo proco de 2 '(JO
a vara, brelanha de linho muito fina e mui'o
tlrg,aH20V 2?S f.24 pea com 30 rdas"
atoalhado de algodo ci-m duas larguras a 1*4< o
a vara, do de linho muilo superior, tambem
com duas larguras a 3g a vara, ; na ra do Quei-
mado n. 22. na loja da boa f.
E' o ultimo goslo.
Superiores gurguroes do seda de quadrinbos
de lindos padroes, pelo baratissimo preco de 18
o covado, grosdenaples liso de lindas rre* a ^
o covado. cortes de laa muilo fina com 15 cova-
dos. padroes muilo bonitos a 8, dilas de quadros
padiues larobtm muilo bonitos a 480 rs. o cova-
do. chales de cores, padics inteiramente noves
a s rs. o covado ; aproveilem em quanto se r;io
acaba : na ra do Queimado n. 22. la ce
boa-fe. '
Escravos fugioosT
0.
No da 4 do corrente ausenteuse da radara
do Sr. Manoel Leao de Castro, em Santo Arr.sro
onde eslava alugado, o escravo Flix, pardo
claro, alto echeiodo corpo, lem ligode e la
vestido rom calca azul e remisa j soja e bone
ja lem sido visto no Recife no Forte do Mallos
escadinha e dizque anda gcnhfndo na ra lam-
ben J mi visto no caminho de Sanio Amaro
foi e.'cravode aimazrm de assucar des Srs. Car-
neiro &Famos na ua do Vigario e por isro o
bastante conhecido: it.ga-se u lodas as aulori-
dades polinaes, ca iiiies de campo e pcdcsirc< o
apnhendam e cenduzam ao seu senhor Antonio
Leal de Barros no reu sitio na ra de Joio Fer-
nandes Vieira junto ao Manguinho, que rece n-
pensai.
Fugiodolugardo Mrnguinho do sitio do
Sr.Carneiro.no dia ) do corrente, o escravo
crioulo de neme Jeronjmo.de idade de 18 a O
annos, estatura regular, bstanle magro, cem
falla de cabello nos cantos da testa, olhos encar-
nados, foi vestido de branco, o que de soproi
lenha mudado visto ter levado porco do ronca
assim como diversos objeclos sendo um lelogi
de ouro com correntona qual linha urna chave
urna medalha e urna cassoltta oval ludo de curo*
boles de camisa e algum dinheiro em cdulas;
quem o pegar pode lvalo ao mn.o silio o
no Recife na ra do Trapiche n. 9, queseibem
recompensado.
Do engenho Culigi, freguezia da Escada
fugio no da 3 de novembro do corrente anno
escravo de nome Antonio, com os signars se-
guinles : estatura regular, cor mulato, cebello'de
negro, pouca barba, denles limados, idade 5 ou
28 annos, pesclo e ps grossos, tem pelo rosto
pesclo e peitos atgumas marcas de pannes,
algumas cicatrizes pelas costas que parecem ter
sido de chicote ; nao levou comsigo roupa algu-
roa, e consta haver fgido para o lado do serla o
d'onde viera : quem o apprehender, poder el-
va-lo ao referido engenho, ou no Recife, ra es-
treila do Rosario n. 29, ao Illm. Sr- Florismun-
do Marques Lins, que ser bem recompensado.
Escravo fgido.
Um mulato claro, magro, com pannos prelos
na macaa do rosto, representando ter 55 annos
de idade, natural do Rio do Peixe, chamado
luiz, desappareceu no dia 30 de outubro da casa
do Ur. Cosme de S Pereira, de quem escravo
suppoe-se ter levado um cavallo prelo do Sr'
Roslron que se havia soltado, e que elle fura*
em busca do mesmo ; supp5e-se mais que sua
mulher de nome Maria tambem o acompanha
levando um pequeo bah de flandres : roga-t
as autoridades policiae e a oulras quaeiquer
pessoas que o prendam, e remellara ao seu se-
nhor, que pagar qualquer despeza.
Pujo da cidade do Aracaly, no mez de se-
lembro prximo passado, um escravo do com-
mandanle superior Manoel Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o havia comprado ao Sr. Rento
Lourcnco Collares, de nome Joaquim, de idade
de cincoenta e tantos annos, fulo, alto, magro,
lentos grandes, e com falla de alguns na frenle,
queixo fino, ps grandes, e com os dedos grandes
dos ps bem abertos, muilo palavriador, incul-
ca-se forro, e tem signaes de ter sido surrado.
Consta que este escravo apparecera no dia 6 do
corrente, vindo do lado das Cinco Ponas, e sen-
do enterrogado por um parceiro seu conhecido,
disse que tinha sido vendido por seu senhor para
Goianninha : qualquer pessoa que o pegar o po-
der levar em Pernambuco aos Srs. Baslo & Le-
mos, que graficarao generosamelae.


S)
MARfO DE PERNA1BUCO. SEMCKD FEIRA ir DE DEZEMBRO DE 1860.
Variedades.
TRESENTE.
O cnsul dos Estados-Unidos cu Beyroulh rc-
ccueu una caixa cora uui par do rewolvers, de
Cult, com toronhas de prata, e perlo de 2,000
cartuchos.
Estes bjeclos foraoi entregues Ab I-cl-Kader,
coni ama certa autogrnpha, era que o presiden.;
le 'los Estados Unidos exprime ao emir a sua
alminc'io'peiu nohrecouiportamcnlo que terepor
sillo do assussiualo ds christos na Syria.
FAMILIA REAL DE APLES.
Os nomos dos principes e prncezas da casa
real de aples, que eslo ( ou cstavam ) era
'fia. gao:
lancisco II (Hara Leopoldo) nascido 16
de Janeiro de 1836, rei das Duas-Sicitias desde
22 de uni de 1859.
A rainha, iilha do Maximiliano Jos, duque de
ftariera, e irraa da imperad iz da Austria.
O conde do Ira ni ( Luiz Hara ). irmao do rei,
mscido era o 1. de agosto de \bii.
O conde de Casera ( AfTonso Mana I, irmao do
rei, nasoiile 28 de marco de 1841.
0 condo de Gi Arati ( Caelnno Mario i, irmao
do rei, nascido aiz de Janeiro de 186.
O canda de Bar (aacal ), irmao do rei, nasci-
do a 15 de seterabro de 1852.
O conde do Cislelgirone ( Januario Maria ], ir-
mo do re, nascido a 28 de fevereiro de 1857.
A priureza Hara Annuiiciada Isabel,irmaa do
rei, nasi'ida 24 de mateo do 183.
A prin~eza Maria Clon.entina Immaculada, ir-
maa do rei, nascida H de abril de 1814.
A princesa Mura Pa, irmaa do rei, nascida
3 de onusto de 1849.
A princesa Maria Immaculada Luia, irmaa do
ri'i. nascida 21 de Janeiro de 1855.
A rainha riura, nie do rei, Maria Thoreza
-abel, archimqueza d'Auslria, nascida era 1816.
L' a viuva le Francisco II.
se so tura ni para Gael.
Dous U'elles eslo, ura era Floronga e o oulro
em l.'indres : o conde de Syracasa c o conde de
Aqmla.
Restam o principe de Cnpua e o conde deTra-
pu.i, o primeiro cora dous e o s.'gundo coni qua-
Iru til los.
As lias do rei sao : a duqueza de Berry, a rai-
nha viuva de Hespanlia, a gr-duqueza de Tos-
cana, a condessa do Moutemolin e a imperairiz
do Brasil.
A rainha Maria Amelia, viuva de Luiz IMilip-
pe, irmaa do re de aples Francisco I, por
Cuosequencla a lia-av do rei actual (em Gaeta).
EFFEITOS DO MAO TEMrO.
A cliuva, engrossando os ribeiros e correales,
lera Ferio muiliis estrados por uifterenles parles,
cansando tambem algumas desgranas.
No dia 9, na freguezia do Monhoce, no conse-
Iho de S. Pedro do Sul, a torrente das aguas plu-
viaes levou ura rapazinho de It anuos, pegu-
reiro, que eslava guardando oveliias junio do n-
beiro cliamadoda Riboira, no silio da Carvalha.
O Cadver appareceu no 11, urna Iejr.ua de dis-
tancia, j n e cora a cebega despedazada.
Para t de Vallongo, tambem na occasio em
que una rapariga do 15 anuos passava sobre as
el| onriras d'uru ribeiro, as aguas d este, engros-
ando repentinamente cora as trrenles du chu-
ya, arrobaiaram a infeliz, que nao appareceu!
mais, suppondo-se que oi arrasteda ao rio que
passa em Ponte Ferreira'e levada na crreme
d'csie.
No da 15, em Lspozende, choveu tanlo, e af
fluia lana -agua sobre a villa, que houve urna
quasi iiiuundaco.
A forea e voume d'agua eram taes que derri-
L iran parle das guardas da rampa do lado do
sul e quebraram o aquednclo, calculando-seo'
prejuizo em mais de 10U#00 rs.
wmmimmm
p(ii ka. ._ izer lle passar o resto da vida naguatle delicioso
lilmente ...? 2"UT" n"ncna,faz nada inu- El'o os hroes italianos. q de!lC1'
n,!r m r'" Rleram-se !' A' Virlor Ernmanuel nao faltaran por este fado
que conlinhaiu antes, c, portanio, o ser branco
urna grande mperfeioao. umacousa artificial,
orna circunstancia que nos condemna ter no
nosso organismo una membrana-inactiva, gr-
vame improductivo sobre os cofres do Ihesouro
da uossa natureza.
Com lodo o nosso orgulho, pois, cora toda a
nossa vaidosa superioridade sobre a raca negra, t-0.
nao somos mais que essa raca denegrida ; nao '
O ALMIRANTE NAriER.
O almirante Napier, ullimanieule tullecido, li-
nlia 74 annos.
Nascou em Mcrchistoun-IIall 6 de marco de
somos mais que um pro lucio mal elaborado, que
] levo a rdr com que o tingiu o fabrcame, mas
que forga de lavar se desiinguiu ; ao passo
que o ramo africano da nossa especio conserva a
sua primitiva cor, que demonstra a superiorida-
de da formagao.
Depois de lio atroz descoherla, o nico con-
solo que nos ica que lalvez algum dia so des-
cobrir tambera, e se provar malhematicamente
que o negro, por fim, nao o produelo original
o perfeilo, e que a perfeijao s se enconlra no
seu legilimo ascendente, o macaco.
O QUE SAO BOATOS !
Um municipal, de servico no barro de San-
to Antonio, gaianleava urna criada bonita. Ul-
timamcnle, como elle tentn prolongar um pou-
co mais a conversa, a rapariga disse-lhe :
I)eixae-me, pois sois lo bon como os vos-
sos camaradas, que Oie causara horror pelo que
fizeram I
Pois que fizeram ellos ?
Ora nao sabis que a-sassinaram urna mu-
Ihor no bosque de Viucenues ? Tudo o bairro falla
nisso.
O municipal sorprendido com a noticia, fo
communica-la ao commissario de polica, que
dcclarou nada sabia lal respeilo, mas que ia
indagar a orgra do boato.
O commissario mandou chamar a criada, que,
interrogada, respoudeu que por toda a paite se
fallava no caso.
Sendo intimada para declarar pessoa que llie
contara a noticia, dcclarou que a ouvira ura sa-
paleirc da vizinhauga.
Inquirido esle. disse que a soubera de um car-
vooiro deSainl-Fiour.
Chamado o carvoeiro, disse que soubera ocaso
do um adclo.
Este disse que Ih'o contara um tinturero.
O tinturero leve a noticia de um alisador de
filas, que a soube de una costureira.
Finalmente, a rosturera outin-a contar urna
asylada de um hospicio de reinas; declarando a
velhi que, estando sentada n'um banco, puvira
contar a horrivel tragedia duas mulheres que
passsvam.
ForcaJo parar aqui, o commissario lavrou
um auto, que offerece singular cxcmplo do modo
como nascem e lavram boatos, que mullas veze3
onginam graves inquietaedes e serias perlurba-
ces.
Flho de um capto de fragata, en tro u na ma-
rinha nn edade de 13 annos, e tomou parte as
guerras da Inglaterra contra a Franja e Estados-
Unidos.
Era tenente em 1805, capto em 1809 e caval-
feiro da ordera do Banho em 1815.
Voltando ao trrica aclivo em 18i5, cruzou
as cosas de Portugual, commandando a Ga-
la tea.
Represenlou um papel importante na guerra
dynastica de Portugal, sendo agraciado, pela vic-
toria naval do Cabo de S. Vicente, cora o Ululo
de visconde do Cabo de S. Vicente e poslo de al-
mirante da raarinhi porluguezo.
Em 1839commandou no Mediterrneo urna di-
risao da esquadra do almirante Stopford.
Era 1840, bombardeou Beyroulh e S. Joao
d'Acre, c, depois de tumor esta ultima praca,
"ssignou em Alexandria o trotado imposto Me-
hemet-Ali.
De 1841 1847, oi membro da cmara dos
coramiins, as fileir'as do partido whig, porm
lornou-se muitas vezes Uo incommodo aos seus
amigos como aos scus adversarios.
Na guerra contra a Russia commaudou a es-
quadra ingleza no Bltico.
Em 1855. vollou cmara dos communs, e fo
reelcto em 1857.
Achando-se em S. Pelersburgo, depois da paz.
o grao-duque Constantino perguntou lho por que
nao entrara em Cronstadt a esquadra ingleza.
Napier responden.:
Pela mesma razao por que a esquadra rus-
sa de l nao sahio.
rio urna raanhaa, caminhando com o seu bando
de boi, que um soberbo cao da Terra Nora mar-
chara ao lado d'um deslcs enimaes. A principio
ato nao o admirou, pois nao raro que um c3o
lome affeiS5o por um animal da casa, o siga, em
semelhante caso por algumas leguas e rolle de-
pois habitac&o; mas nem o lempo, nem a dis-
tancia, nem as njlra5es o podoram determinar
4 deixar o se
as nr
u a mi
Igo, pois tciidj o carniceiro por
DILUVIO.
Le-se no jornal francez Mensageiro do eio-
Dia :
Na noile de 28 para 29 de oulubro pelas 10
horas, rcbenlou urna manga d'agua sobro o ter-
ritorio da communa de Clermont no l'lleraull
(Fraucaj comejindo por urna chura.
HIPRENSA NA RUSSIA.
O governador geral da Finlandia dirigi aos
goviTiiilorcs dos districtos a seguinte circular :
( Pesie que cumecarara as desordens que agi-
lam a Italia, os jornaes publicados em lingua
finlandesa dao muilos pormenores sobre esses
acontccimenlos. Mas com eu julgo que o povo
da Finlandia pouco lucra em saber taes cousas
e que os redactores dos jornaes finlandezes faro
Diuilo mellior elidiendo as suascolumnis cora
artigos mais instructivos, rogo-vos, Sr. governa-
dor, que fac.aes saber aos censores que as fulnas
destnalas ao povo s devem deixar pub'icar,
sobro a queslio italiana, opimes que lurmoni-
sem rom os principios de o: J in, de raoralidade
c do senlimeuto do dever d'um povo obediente.
AS ESPADAS DA CIDADE DE LONDRES.
A cdade de Londres possue qualro espadas : a
espada perola, dada pola rainha Isabel, quando
iuaugurou a primeira bolsa real em 1571, e as-
sim cliamaaa por ser ricamente guarnecida de
perolis. Esta espada rae snmpre adianto do
lord-maire em todas s urcasies de tolas e re-
gosijos pblicos. A espada do estado, que vae
na frente do lord-maire romo emblema da sua
autorilade. A espada preta, que serve nos dias
do j.'jura durante a quareiina, e quando morro
algum membro ua familia real. A quarla espa-
da a que esl por cima da cadeira do lord-maire
no tribunal criminal cintra!.
PADRES AftROTLADORES.
Segundo diz um jornal francez, na Argelia rae
ser prximamente instituida nina nova ordem re-
ligiosa sob o noine de padres arroteadores. Esta
nova congreguco de frados agrcolas ou lavra-
dores occin>ar-e-ha em arrotear o desbravar suc-
cessivameDto as partos incultas d'aquelle territo-
rio, e depois os entregar ao estado para as ne-
cessidade* da colonisacao.
MODELO EPISTOLAR.
Do Viriato jornal de Viten, transcrevemos a
copia de um curioso offieio dirigido por um pa-
rodio A nao sabemos que auloridsde, propo.sj-
tj de um grande arontecimeuto, em que o hdalo
oceupa o primeiro lugar 1
O ouTcio documentu significalivo do estado,
salvas honrosas excopcoes, da illustracao e ins-
tiuccao do nosso clero, sendo multo "mais par
causar eslranheza, que laospxemplos apparecam
ra parte dolle, qii'm conferida a importan-
tissima missao parochial.
drm. Sr. Participo a V. S. que em anoute
de rinte e cinco do correnle pela urna hora da
mesma [dia in) Nat Vtale Domine, mandando
eu fazer segnal de entrada a Missa chamada (vul-
go do Gallo) o juiz da igreja, que cumpria tal
miss.io o de verdade lhe compela, de piompio
enhiu ao campanario os sinos vio, e n'um deslcs
Ladallos nao pncontrou !! Tal eslranheza pro-
rroveu com agona a coriosidado desle a lal es-
iremo que precessaroso corrou com a fan a en-
contrar-rae ; (e com clTeito me encontrn) nao
s a mim, mas alguns dos nieus freguczfs, que
em minha casa reunido se linham, para o (im de
exequiarem o Menino Douse dis Igreja : Sr. Padre Ilndo para rumprir com a
< Missao que V.... me incumbi, e a mim com-
< pelia prehencher, examinando, e prescrulando
c bem, vi. que fallava, no sino o grande, o ba-
< dallo !
Veja agora V... quer que eu faca ? Np me
fiando no seu dizer espantoso, eu com elle gl-
gamos ao campanario, e achei serlo, (romlaml.0
cem um)o que elle afiigidamenle me linha dito
Nao fui eu s na correra, mas alguns dos
reos froguezes, (p destos erao os que em minha
casa estavam) Gritamos, Gritamos Ah Quidel-
Itei etc. ele ect Vendo nos assim ofendilaa
Rloralpublica, Religiosa, o a fillencia nn pudor 1!
Em seguido a esto sii>'Ce;o funesto appareceu o
povo, (nao todo) Tumultuado com grandes assoa-
das. (proprias da aceogao le patarra] e nesle es-
passo ex que eu aos dcs deparo com o badallo
deficiente em bust'do.... (dizer me custa) em es-
cremento humano lili
Rom vV. S. que um altentado merece ser pu-
rido, e de certo o ser) porque V. S. s fas jus-
tlga.
Se V. S. nao tem crenga no meu dizer (o que
duvido) Ah relaciono tostemunhas, que com o
n:eu fallar serao unissonos. E ah rao...,.
ESTATISTICA CRIMINAL DE HESPANHA
E FRANCA.
De ura discurso pronunciado no senado pelo
ministro da justiga do governo hcspanhol faze-
mos o seguinte extracto em que se compara a
eslatislica criminal da despalilla de 1859 com a
da Fianca de 1858, que a uliima que lera visto
a luz publica :
Na L'spanha forara condemnsdos por Crimea e
deltctos 21,259 delinque ules e em Franga 196,970.
De maneira, que contando aquella urna popula-
cao, segundo o conso de 1857. de 15.464 340 ha-
bitantes e a da Frang du 36,039:364, segundo o
censo do 18"6. resulia que por cada 10,000 al-
mas a Ilospanha leve 15,68 delinquentes e a
Franga 54.65, o que o mesrao que tpr hirtdo
na despanha um delinquente por 637,46 habi-
lunies e na Franga ura por 182,96.
Na Ilospanha necorroram no referido armo 193
suicidios e na Franga 3.093,viudo por consequon-
cia em despanha porcada lO.OO habitantes 0.12.
c no imperio francez 1,08, islo 0,96 de diffe-
renga era favor de Ilospanha.
Na despanha, emtim, morreram de forae, de
sedp, d6 fro e de fadiga.53 individuos e na Fran-
ca 131.
CAMINHOS PE FERRO.
[ Portugal ) Na confergao do caminho de fer-
ro de Vendas Novas al Evora teera andado
empregadas quasi duas mil pessoas, segundo nos
Informara. Os seus traballios estao divididos pa-
ra tres pontos, e era qualqucr delles nao ha in-
dolencia porque irabalha-se com actividade.
Por esie modo de esperar que a confecgfto do
caminho de ferro de Vendas Novas Evora nao
levara tanlo lempo como alguem dizia.
Consla-nos que desembarcaram ha pouco mais
cincoenta e lanos homens, empreileiios ingle
zea, que veeui tambera para trabalhar nesles re-
feridos pontos do caminho de ferro.
O CZAR NICOLAO E 03 C VMINIIOS DE FERRO.
De S. Pelersburgo Moscnw o paiz urna
triste planicie. O caminho de ferro, n'uma ex-
lensio de mais de 600 versts, nao atravessa urna
s cdade, com quanto algumas existam pouca
distancia do seu trajelo, como sao a amiga No-
vogorod, a primeira que iniciou o commercio e
a civilisagao da Russia, c Tver, fi dous ou tres
versts, para a esquerda. Por que so desprezaram
osles dous centros da ppulagao? Eis a causa.
O imperador Nicolao nao quera ouvir fallar de
m temado expel lo, continuou seguir d
longe a columna bovina, e no dia seguinte quan-
do F.... quiz continuar o caminho, enconlrou no
pateo da estalagem em que lnha pnssodo a noi-
te. o fiel animal deilado junio da porta do curial.
Onde linha elle comido? Era parlo nenhunia de
cerlo. Todava logo que vio os pobres bos sahi-
rera do seu curra!, poz-se ladrar c sallar
cabeca do sen camarada, que lhe responda por
mugidos. Anda que se nao pode accusa-lo de
sensbildade, o carniceiro icou commorido com
esla ternura dos dous animaes, pcnlo de que
nao leve principio coragem para os separar ;
mas cedendo logo superioridade do seu myster
expulsou novamente o cao que de novo se pz
seguir tristemente a columna 4 distancia.
A' tarde do terceiro dia, F.... acabara de che-
gar sua casa cora a mercadoria, que se doria
matar nessa nohe, quando ouvj0 de repente a voz
grave e quexosa do cao da Terra Nova que cho-
rara na ra. O carniceiro comraorou-se de lal
modo que brindo a porta ao cao o nlroduzio no
curral resol-ido a nao malar o pobre boi e a sus-
tentado al. Mas F.... nao lardou a ser exone-
rado do cargo que Uo benvolamente se linha
imposto, porque M. X...., proprielario dos dous
animaes, sabendo o que se linha pastado, man-
dou ura criado tratar do resgate do boi, que j
enlrou no seu antigo curral. na companhia do cao
que lao singularmente lhe salvou a vida.
vacidade o erro que acabara de commeller, que
to ms consequencias Irouiera.
CASTIGO RIGOROSO.
Ura ofiicial superior em commsso extraordina-
ria junto do principe Gorlschakoff, lugar-tenente
do czar,.no Caacaso, foi condemnad perd de
lodos os seus poslos e condecorages por so ter
batido em duello e morto o capitao baro Fatin-
goff, seu adversario.
Fo, alm dsso, obrigado servir no exercilo
como simples soldado.
A ARTILIIARIA MaIS APERFEICOADA.
Diz o Globe de Londres que pouco mais ou me-
nos dentro de dous annos, toda a artilharia de
Inglaleira ser provida de pegas Armstrong, mas
a mesma folha faz presentir tambera que oslas
pegas poderlo ser mais larde substituidas por urna
nova arma de artilharia mais forte e de mais lon-
go alcance ; o canhao Lynall Thomas.
Se eslamos bem informados, diz o citado jor-
nal, a peca Armstrong foi excedida em alcance e
barateza, nao pela peca Whitworth roas por urna
inteiramente ora. Draos, ha um anno a dos-
cripgao d'uma arma imaginada por M. Lynall
Thomas, o que pareca dever ser superior s pegas
Whitworth ou Armstrong. Pareca tambera dever
cuslar muilo menos dinlieiro e lempo. Agora ex-
perimentou-se urna nova pega. Experenc'as fei-
tas por ordena do governo obtiveram, segundo se
diz, resultados verdaderamente sorprendentes.
A bala, que do peso de 170 libras, alcangou
a distancia de 10:000 yards. Apega Armstrong
caratnhos de ferro, e s se resolveu eslabele- \ nunca, que us saibarans, atirou urna bala de
eer o de S. Pelersburgo Moscow, quando se mais de- cem libras de peso. Mrs. Ilorsfall. dc
demonsir.iram as suas ranlageos, no ponto de Liverpool, sao os fabricantes desta peca, e offere-
vista estratgico. cem-se Cornecer ao governo se elle o exigir, 50
Urna manha, o ministro das obras publicas pegas Lynall Thomas por mez.
fo pedir-lhe inslrucges para o tragado.
O imperador mandou buscar um mappa e com
urna uuha do dedo polegar marcou urna linha
recia entre as duas capitaes.
Nem Novogorod, nem Tver, tveram a fortuna
que sobre ellas passasse a unha imperial, e por
sso so nao enconlra urna s cdade era tao lon-
go trajelo.
CASAMENTO.
ARACA HUMANA.
Dsculu-se recenlemente com toda a serieda-
de qual das duas ragas, negra ou branca, era a
perfeita.
Um sabio iedina-se crer que Adao foi nogro,
que o nejiro o homem perfeiio, e que os brin-
cos nao sao mais que um producto degenerado,
que se acabar cora o projuesso dos seculos. Ci-
ta-se o caso de um riajnle, que residi muilos
anuos no coragao da frica, som vrum branco,
e que ao rollar Europa, rista de toda a mu-
lher branca lho produzia urna repugnancia ln-
vencivel, porque lhe pareciara enfermas e dege-
neradas, como urna rosa sem perfume. A' vi>tn
de urna negra nunca causa este eleito um
branco, memo quando a reja pela primeira rez.
Ha, por oulro lado, um faci phyai o lgico, que
milita em faror da theoria da nossa origem
negra.
A nossa pelle compa-se de um cerlo nume-
ro de capas, entre asquacs ha urna que se chama
No dia 19 celebrou-se no paco real de Madrid
o casamento do infante D. Sebasliao Gabriel de
Bourbon e Braganga com a infanta D. Maria Chris-
tina de Bourbon.
O infame D. Sebastian, nascidoJ 4 de norem-
bro de 1811. filho da piinceza da Beira, Maa
Thereza, filha do rei de Portugal D. Joo VI. c
do infante de Hespanha, D. Pedro, irmo de Fer-
nando Vil.
O infanto D Sebastio foi casado, em prmei-
ras nupcias, com a priureza Mara Amelia, filha
dFrancisco I dc aples.
Enviuvou 6 de no/embrodo 1857.
A infanta Maria Chrij-tina, sua segunda esposa,
nascida 5 de junho de 1833, Giba do infante
de Hespanha Francisco de Paula e da fallecida
infanta de aples Luiza Carila, filha de Fran-
cisco I.
SUPPLICIO CHINEZ.
N'un-a correspondencia particular da Senli-
nelle du Jura, datada de Tche-Fou 21 de ju-
Iho, le-se a seguinte pitloresca e tocante narra-
cao d'um supplicio chinez :
Tratara-se de dous individuos aecusados de
ter farorecido a insurreicao, e condemnados por
esse fado cegueira.
O meu barbeiro gabou-me muilo a clemencia
do mandarina, que leria podido tirar-lhes a ca-
bega c quo s Ihes tirata a vista
Depois de esperar um quarto de hora, vi che-
garera os pacientes no meio de um piquete de
soldados chinezes: o executor da senlenga, com
o seu restido rerraelho, insignia da sua dignida-
de. caronhara alraz delles Mas o que me ad-
mirou foi rer, ao lado do mais novo dos con-
demnados, urna mulher, que me pareceu fazer
parte da classe chamada hurguezia. Os ps nao
erara disformes; era de pequea estatura e mu-
lo galante. Moslre-a com um modo interroga-
tivo Kokin. E' o nomo do meu barbeiro.
E' a pobre Kora I me respondeu elle mu
ndflerenlemenle.Tinha casado ha 15 dias com
Chang, quando elle tere a loucura de se deixar
prender.
Mas elle realmente culpado do que o ac-
cusam?
Qual? E" um rapaz doce e pacifico; mas
tem um irmao entre os insurgentes e conserrou
relages cora elle. Anle-honlera recebeu noti-
cias delle, e na sua alegra, por saber que elle
estar vivo, disse-o quem o quiz ouvir. Isto
chegou aos ouvidos do mandarim, e o pobro
Chang oi preso e condemnad. Sua mulher,
segundo me disseram, tentou ludo para dobrar o
juiz. mas como o nao conseguio. pedio a graca
de acompanhar seu marido, o que lho foi conce-
dido. Mas olhae, ali comega a operacao.
Olhei, procure os aprestos do supplicio, mss
nao va nem fogo nem! ferro, nem um instru-
mento mortfero qualquer; s ri um Chinez
amassando urna materia brauca c formando qua-
tro bolinhas.
Ainda recorr Kokin, qne. me disse ser ral
viva. '
Quando as qualro bolinhas estavam promptas,
foram envolvidas cada urna n'um panno branco
EXPLOSAO.
Na noite de 39 para 31 de oulubro foi pelos
ares o paiol da plvora do arsenal de Cartagena
(despanha), havendo duas grandes detonacoes
com intermedio de um segundo.
Foi um acaso feliz para aquella cdade o lor-se,
no dia anterior, tirado do paiol grande quantdade
dc plvora, porque, nao ser islo, a exploso se-
ra de fataes resudados.
Como era pouca a plvora que ficou, a expo-
sao nao foi to terrivel como era de receiar ;
coratudo, raro foi o vidro que, em tola a cdade,
ficou inteiro.
A grande fabrica de ridros de Santa Luzia sof-
freu prejuizus considerareis e alguns edificios do-
quello bairro forana muilo damnificados com as
podras arrojadas pela exploso
Desgragas pessoaes s houve a de um ou dous
individuos de ura navio inglez, que eslava anco-
rado perlo do arsenal, e que leve grande avaria.
LOCAL APROPRIADO.
Um dos ltimos decretos de Garbaldi, como
dictador de aples, fui para o estabelecmenlo
de um hospital de invlidos, em que sero ad-
mitidos os que ficarem mutilados na presente
guerra.
O local destinado para este fim a residencia
real de Quisiana. >.
K o sitio mais adequado que pode harer.
No fundo de um bosque de caslanhciros que
MONUMENTO.
Em Roma forrr.ou-se urna commsso para eri-
gir um monumento Catholico, por meio de sub-
scripgo. na egreja de S. Joao de Lalran, Ca/>nr
Pros el Orbis, & memoria dos raleles que mor-
reram em defeza da santa s nos ltimos com-
bates.
UM HERCULES.
O caixero viajante d'uma das principaes ca-
jas de drogara de Pars, Mr. Hyacinthe R ... ho-
mem d'uma forga prodigiosa, e antigo turco de
frica, jantara, ha alguns dias, urna mesa re-
dunda, quando o criado que servia a mesa, o ad-
verlio que oprocurava um individuo na sala vi-
sinha.
Julgando ser algum freguez, o caixero ra-
jante levanta-se da mesa e encontra-se frente
frente com um mancebo, perfeilamer.te vestido,
que, engaado provavelraente pela semelhanga,
o aecusa em lermos rnuito vehementes de ter des-
viado sua irmaa dos seus deveres.
Em vo Hyacinthe R..... principio espan-
tado com essas argugoes taitas queima-roupa
protesta a sua innocencia ; o mancebo no paro-
xismo da colera, ameaga cora o maior insulto que
se pode fazer ura homem o rosto do seu inter-
locutor.
Atlruhdos pelo ruido da discusso, tentara,
mas em rao, inlerpr a sua raedago ; R___des-
via-oscom a mao, e conservando todo o sen san-
delgado, que molharam e que foi dobrado tres i 8"e fro, abre urna das janellas de sala de jan-
vezes sobre si mesmj. Dep"ois disto pozeram por'l,r- c depois, agarrando o seu antagonista nos
seus bragos nervosos esuspendendo-o fra daja-
nella .
<' Senhor, disse-lhe elle, calumniaste-me in-
dignamente. Sou senhor da vossa rida ; declaro
formalmente pela minha honra, que ros nao co-
nhego, nem a rossa irmaa. Espero que, em pre-
senga de todas estas leslemiinhas, querereis ter a
bondade de ros retratar e prestar homenagera
rerdade sem me por no caso de usar para com-
rosco destas extremidades que sempre deve de-
plorar um homem honrado.
Na presenga destas palarras tao positivamen-
te formuladas, em presenga da impassibildade
do caixero viajante, em presenga sobreludo da
posigo mais que singular na qual se echara, o
provocador desta deploravel scena apressou-se
logo retratar-se.
Restituido liberdade, estendeu lealmente,
ainda que um pouco contra vontade, a mao ao
seu antagonista, cxprimindo-lhe os seus sinceros
sentimeulos, e attribuindo fi um memento de Ti-
cuna ura panno sceo ; e em seguida collocaram
tudo nos olhos dos dous condemnados, prenden-
do o apparclho por meio de urna venda.
No fim de Ires minutos foram tiradas as ren-
das. Os olhos desles desgragados, vendo-se,
brilharam extraordinariamente ; mas isto durou
um instante, pois logo a rista de Chang se era-
bacou e apagou. A cal hava-lho produzdo
o seu cffelo, linha-lhe queiroado os olhos. A.
mesma phase dolorosa soffria Kora, pois ao mes-
mo lempo a sua brilhante vista se anncroou,
os olhos fecharam-se-lhc, e ella cahio inani-
mada no chao.
AFFEICAO ENTRE ANIMAES.
As oeiges sinceras teem alguma cousa de lo
locante, mesrao entre os animaes, que despertara
as srmpathias das pessoas menos sensireis.
F.... carniceiro nosarrabaldes de Pars, achan-
do-se, ha algnns dias de rolladas suas compras,
O REI DOS BELGAS.
O re Leopoldo agora o Nstor dosmonar-
chas ouropeus, pois nasceu 16 de dezembro de
1790. Perience familia allemaa de Saxe Co-
burgo e Gotha. Casou em 1815 com a prnceza
Carlota Augusta, filha do rei de Inglaterra Jorge
IV, que era a herdeira da cora. e que, por raoti-
ro do seu fallecmento 6 de novembro dc 1817,
passou por morle do rei Jorge IV, para a prnce-
za Alexandrna Victoria, filha do duque do Kent,
irmo do re.
Depois do riuro, o principe Leopoldo conti-
nuou rrer era Inglaterra, onde era muilo es-
timado geralmente.
Em mao de 1631, o congresso nacional da
Blgica o elegeu redos Belgas. Elleacetoua
cora condiconalmente i 26 de junho, e defini-
tivamente 12 do julho fez a sua entrada en.
Bruxotlas.
A' 21 de junho do mesmo anno jurou solemne-
mente ohserrar a constituigao e as leis da Blgi-
ca, manter a independencia nacional, e manter a
integridad'! do territorio.
Casou 9 de agoslo de 1832 com a prnceza de
Orieans, Luza Mara, filha de Luiz Felppe, fal-
lecida 11 de oulubro de 1850.
Desle segundo casamento tete 2 filhos e urna
fllha, saber: Luiz Felppe Mara Vctor, prin-
cipe real, duque de Brabante, nascido 9 de
abril de 1815 ; Feppe Eugenio Fernando Ma-
ria, conde de Flandres, nascido 24 de marco do
1837 ; e Maria Carlota Amelia, nascida 7 de
junho de 18i0, e casada 27 de juihode 1857,
com o archid uque Fernando Maximiliano, irmo
do imperador da Austria.
O rei Leopoldo tem sido fiel aos seus compro-
missos. Perlencendo religio protestante, a sua
missao era ardua, porque linha de gorernar urna
nacao catholica romana, e que, pjr causa da sua
religio, se'separra da Hollanda.
Leopoldo gorerna a sua barca como hbil pil-
lo, no meio dos rochedos.
Consulta sempre os desejos do povo, e quando
este se inclina para o lado do partido catholico,
o re escolhe os ministros entre os amigos do
clero, mas nao Ihes permiite violar a consti-
tuicao.
Quando a nacao se mostra contraria ao governo
clerical, o re escolhe os scus conselheiros no
partido Irbt-ral, restringido-os nos limites de
urna prudente moderaco.
O rei Leopoldo sempre sincero, leal e honra-
do, pondo todo o seu cuidado em dar tanlo aos
seus adversarios como aos seus amigos liber-
dade garantida pelas leis.
Durante o seu governo. a Blgica, que em 1830
s tinha tres milh.'se meio de habitantes, exce-
de hoje tinco milhoes.
Ainslrucgo publica espalhou-se entre asclas-
ses inferiores at ras mais pequeas aldeas.
O espirito liberal cada vez se robustece mais,
porque lodisasooinies podsm serlivremenle ex-
primidas.
A liberdade religiosa, garantida pela constlu-
go.'lornou-Se um habito nacional.
As universidades de Bruxellas, Garid, Liege e
Louvain sao consideradas no numero das raellio-
res instituices acadmicas da Europa.
A industria c o comraercio teem crescido, as
financas eslo prosperas.
Muitos impostos foram reduzdos ou abolidos.
A ordem reina por lodo o paiz.
A Blgica .hoje urna das oages mais felzes
do continente.
A consequencia natural de tudo islo que o
rei Leopoldo possue, como poneos, o amor e o
reconhecimento de lodos os seus subditos.
E' um rei nobremenle popular, como dzem os
jornaes belgas, que o seu povo ama cerno bom
pae e amigo.
PROGKESSO.
E admirado na offkina de um dos principies
photographos de Pars um retrato pholographico
do imperador Napoleao, de corpo inleiro e tama-
ito natural, tom todas as suas exactas propor-
ges, e que parece ter vida.
Cora a mesma machina retralou o photogra-
pho, ha pouco, ura dos carelios favoritos do im-
perador, tambem do lamanho natural, e que foi
muilo admirado.
Cora este systema, sobreludo se possirel ep-
plica-lo ao estereocopo, os nossos remolos des- i
condenles poderao conhecer os nossos con-
temporneos lo bem como nos os conhecemos
riros.
Desappareceu urna mesa de preta e ouro, era-
rejada de brilhaVtes e podras preciosas, de um
ralor de muitos milhoes, e que figurara no Ihe-
souro como monumento do antigo esplendor dos
sulles.
Prenderam-se mudos empregados, porm fal-
la para guia das diligencias, saber a poca em que
i foi feito o roubo.
i __
BUSCAR LA E SER TOSQUF.ADO.
Os jornaes francezes dio nolca d'um roubc
I com crcumstancias muilo estravaganles. Ha al-
guns dias linha chogado Paris um Inglez pelo
jeemioho de ferro do norte ; viajara com dous
mancebos, que. durante o trajelo, se lhe tnham
mostrado cheios de attencoes. A' sua chegada
nao quizerara deix-lo sem que com elles tomas-
so alguns refrescos, e todos tres entraram n'uma
toja de vmhos da rsiohanga.
Era quanto que esiaram mesa, no primeiro
andar, ura dos mancebos desee, agarra ni malla
do Inglez que tinha dexado n'uma sala ao rez
1o chao, lera-a e nao apparece mais.
O filho d'Albion rio. quando deseen, que a sua
malla linha sido roubada ; disse ao mancebo que
ficra, quo suspeitava que elle era cmplice no
roubo, e obrgou-o rir explicar-se a casa do
commissario de policia, que depois do interroga-
torio o mandou prem custodia.
Dias depois apresentou-se um rapaz ao com-
missario, trazendo-lhe urna malla que ticha
adiado, segundo dizia, na ra.
Ora esta malla era precisamente a que fra
roubada na loja de vinhos e da qual o Inglez
dra a descripeo. O commissario mandou pro-
curar o insular ; o rapaz quiz retirar-se. duende
que nao quena nenhuma recompensa, mas man-
daran)-o ficar. Alguns instantes depois eslava
em presenca do Inglez. que ficou muflo pasmado
por encontrar ao mesmo lempo a sua malla e
quem ih'a tinha suhlrahido. Parece que o ladrao
vendo que os ot.jectos que ella continua lhe nao
convmham. tinha querido dar-se por autor d'um
acto de probidade.
Mas era quanto isto se passar a, urna pessoa
que se achara na repartirlo chamou o commis-
sario e disse-lhe ; Tenho a conviego de que
o hornera qne recUmaesta malla nao mais que
ura deslro pick-pocktt [faiante] que commetteo,
ainda ha pouco. numerosos roubos no departa-
mento do norte. Tenho aqui um jornal de Djnai
era que se indicara diversos objectos que elle
roubou. Revistae, pois, a melle. vede se n'ella
ha algumas das cousas referidas n'essa lisia.>
O commissario acceilou o conselho e mandou
abrir a malla. Encontrarara-se, enlre oulros cb-
icetos. urna magnifica (lauta, um mappa-mundi,
um estojo de riegem do qual dava precisamente
o jornal muilo exactas noces.
Esle reconhccmento-;ora tormentoso para o
Inglez, que Ocou completamente embaragado
Allegou para se justificar, raides tao peuco plaul
airis, que fui por seu turno enriado preso jun .
lo com o que tinha roubado.
NECROLOGIO.
A imperatrz da Russia, fallecida no Io de no-
vembro, era rura do imperador Nicolao I, falle-
cido 2 de margo de 1855 [durante a guerra da
Crimea] e filha do defunto re da Prussia, Frede-
rico GuilhermelII. Charaara-se Alex'andra-Foo-
dorowna. Tinha nascido a 13 de julho de 1798,
e casado 13 de julho de 1817. Tinha, portanto
62 3nnos. '
Falleceu na sua residencia de Lhoresby, Park
(Inglaterra] o 2o conde de Maurers, Car!os-Her-
berl Pierreponl, membro conservador da cmara
dos lords de Inglaterra. Tinba 82 annos. Servio
na marinha. e foi eleito pelo condado de Noltln-
gam para o cmara dos communs desde 1801
1816. E' seu herdero no parato sou filho, lord
Newack, membro da cmara dos communs; ca-
sado cora urna filha do duque de Coigny.
Falleceu tambem, com 65 annos de edade, o
conde de Dundonald, mais eonhecido. pelo r.ome
de lord Corhranne. Servio muito lempo na ma-
rinha ingleza duranle a guerra com a Franja.
IMPOSTO NOVO.
Os proprelarios de urna grande fabrica de In-
glaterra impozeram uni3 conlribuico pecuniaria
todas as trabalhadoras da fabrica que usassem
crinolina.
No regulamenloeraquese eslabelece esta me-
dida diz-seque as fabricas um semelhante ala-
rio lo contrario decencia como perigoso para
as que o usara.
O exemplo neo dere passar desapercebdo para
os gorernos, que tanto cogitam em crear fontes
de recetta, por meio do imposto.
PEIXE PETRIFICADO.
Diz um jornal eslrengeiro que em kansas (Es-
tados Unidos), oas minas decarro de Pedra de
Blue Mound, appareceu um peixe petrificado, de
dezeses ps de comprimenlo, perfeitamcnle con-
serrado, distinguindo-se-lhe as escamas e bar-
batanas 1
Seria peixe ou canard ?
DUELO BRBARO.
Em Nora Orieans dous individuos desafiaram-
se bayoneta.
Mal comegra o combate, ura delles atraressou
o oulro pelo lado esquerdo, suspendendo-o no
ar (!) Por esto modo terminou o brbaro du-
ello.
ROUBO.
De&ob'tio-se ltimamente no Ihesouro imperial
da Turqua um roubo importante, cujo autor Sfj
procura descobrir.
ENCONTR DE VCTOR EMMANLEL E
1GARIBALDI.
Urna correspondencia de aples, quo publica
o Jornal des Debis, refere algumas particalari-
daiies acerca do euconlro de Viclor F.ran.anuel,
e de Garbaldi no territorio napolitano.
Garbaldi, que chegou urna hospedara situa-
da a qualro n.ilhas e meia entre Teeno eSperan-
zano. detere-se all na noit- do 25 de-oulubro.
Deu ordem sua columna para que avangasse
e se pozesse era posicfto, e mandou o conde
Irechi visitar o re. Na madrugada seguinte o
conde Trechi e Missori rierain annunciar-he que
Cialdini se achara urna hora e o rei hora e
meia ue marcha, (iaribald parti immediala-
menle rom o sou eatado-moior e lies quartosde
hora depois divisara a columna pieraonteza.
Marchavam fronle d'olla os regimenlos 23 e 24
da brigada. Como, em seguida o 26 e 27 da bri-
gado Pinerola e por ultimo urna balera raiada.
A coluranaabrio-se e ap'esenlou as armas
Garbaldi. Cialdini sahio eo seu encontr e ara-
bos se abrecaram. Depois trocarara algumas pa-
larras, tornou Garbaldi a montar cavallo e foi
receber o rei. Vctor Ernmanuel adiantava-sc
frente da sua diviso. Vendo as blusas de cor,
tomou S. M. um oculo, e tondo divisado Gribal-
di, melleu esporas ao cavallo e correu ao seu en-
contr. A' dez passos de disladcia, os oTkyies
do rei e os de Garbaldi gritaran) : a Viva Viclor
Ernmanuel! Garbaldi adianlou-se entio um
pouco, lirou u ehapo e acerrscenlou cora voz
commorida : Rei de Italia Vctor Emraanuel
lerou a rao ao seu kepi, eslendeu-a era segui-
da Garbaldi, e cora roz to commovicra como
a sua respondeo : Obligado ; e permanecern!
assim com a mao de um na do oulro por algum
lempo. Garbaldi e o rei, com as maos sempre
agarradas por espago de um quarto de hora, fo-
rarn-se adianlando : as suas escoltas iam mistu-
radas e seguindo-os certa distancia.
Passando Garbaldi junto de um grupo de offi-
ciaes, cnlre os quaea se acharara u ministro Fa-
rini, com bonel de ofiicial de csjado-maior eo
general Fanti. saudou -os. O ri eGarbaldi'iam
fallando enlre si. Seguiam o rei os regunenlcs
li, 18, 19 e 20 de linha. cm segida CO pegase
por fim qualro regimenlos de cavallaiia. As tur-
cas que levara S. M. subiam 30 000 homens.
\iclur Emmsnucl, antes dc chegar Teano, pa-
rou e fez desfilar urna parle do seu exercito dien-
te d elle e de Garbaldi para que toda a genio
podsse obserrar todas as attenges e amizado
com que tratera o seu general ; em seguida
edieotou-se e foi passar revista a brigada Bixio
que Uuha parado mais pera c de Calvi, sendo
acnlhido com o grito unnime de Vira o rei da
Italia !i> Garbaldi tmha 7,000 homens, com os
quees oceupava Pigealsro, Calvi, Malina, Zurra o
Speranzano. Vctor Ernmanuel enlrou em Teano
onde descangou, e Garbaldi tornou Calvi para
dar ordens.
[Commercio do Porto.)
PURN. TYP. DE M, F. DE FARIA.-1860.
i
*-
ILEGVEL
"


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