Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09190


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Full Text
All IXXTI. HOMERO 290
Por tres mezes adiantados 5$000.
Por tres mezes vencidos 6$000.

SIBBADO 15 DE DEZEffiBEO DE 1861,
Por anno adiantado 49^000
Porte franco para o subscritor.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Anlono Alexandrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty,
Sr. A de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de Ol
veira; Maranho, oSr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos'.
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAKIIUA3 DU3 CUtltltUUs.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Paralaba as segundas
e sextas feiras.
S. Antao, Bezorros, Bonito, Caruar, Allinho e
.Garanhuns as torcas feiras.
Pao d' Alho, Na/.arelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
(queira, Iogazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury o Ex as quartas-fciras.
l Cabo, Sirinhem, Ro Formoso.tJns, Barreiru,
Agiin prea, Piraenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partero as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO HEZ DE DEZF.MBRO. IaDINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAlI
5 Quarto minguante as 3 horas e 40 minutosL ,.i A .
da tarde. (Tribunal do rommercio : segundas e quintas
Relaco lergas, feiras e sabbados.
12 La nova as 10 horas e 28 minutus da manhaa
20 Quarto cresceate as 3 horas e 50 minutos
da manha.
38 La cheia aos 58 minutos da manha.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas e 54 minutos da manhaa.
Segundo as 7 horas e 18 minutos da tarde.
Fazenda : lergas, quintas e sabbados as 10 horas-
Juizo do coramercio: quartas ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel ; quartas e sabbados aumo
non da tarde.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Melquades p. m.: S. Gemelo b
11 Terga. S. Daroazop.; S. Trazon ;S.Francoc,
12 Quarta. S.Justino m.; S. Herencia m.
13 Quinta. S. Lacia v. m.; S. Othilia m.
14 Sexta. S. Agnello ab.; S. Matrouiano m.
15 Snbbado. S. Euzebio Verselense b. m.
16 Domingo. Ss. Ananias, Azarias e Mizael Mm.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagoas. o Sr. Claudino Faleo Dias ; Bahia,
Sr, Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBICO.
O proprietario do diario Manoel Ficueiroa d
Faria, na sua livraria praga da Independencia ns.
6 e 8.
PARTE 0FF1CHL
MIXISTFRI0 DA GUERRA.
Rilaro dos offlciaes do exercito que por decreto '
desta data sao promovidos para os corpos de es-
lado-maior-general, engenheiros, estado-maior
de primeira e segunda classe, repartira eccle-
xiaslica e corpo de saude.
COUPO DE F.STADO-M.UOll GENERAL.
Para tenente-general eEfectivo : o tenente-ge-
neral graduado Jos Maa da Silva Bittancourl.
Para tenenle-general graduado : o marechal de
campo Joo Frederico Caldvell.
Para marechal de campo ; o brigadetro Pedro
do Alcntara Bellegarde.
Para brigaderos effedvos : os brigadeiros gra-
duados Manoel Felizardo de Souza e Meilo e So-
liJouio Jos Antonio Pereira do Lago.
CORP-0 1>F. E>GEXIIE1K0S.
Para primeiros lenles : os segundos tenentes
D. Eugenio Frederico de I.ocio e Silbilz, Henr-
que Jos da Silva Quintanillia, Augusto Fausto
de Souza, Vicente Ferreira Dias, Henrique Luiz
de Azevedo Marques, Baln izar Rodrigues Gam-
bo, Herculano Carlos Ferreira Penna, Jos Car-
neiro da Rocn, Andr Piolo Rebougas, Antonio
Pereira Reboucas, Joaqoim Jos Pinto Chicorro
da Gima, Joaquim Leovigildo de Souza Cuelhu,
Jos Eduardo Barbosa.
OORPO DE ESTADO-MAIOR DE PRIMEIRA CLVSSE.
Para coronel: o tenente-coronel Caetano Ma-
noel de Faria e Albuquerque, por merecimento.
Para tenente3-coroncis : o tenente-coronel gra-
duado Sebastin Francisco de Oliveira Cliagas,
por merecimento ; o major Manoel Rodrigues de
Carros da Fonseca Brilo, por merecimento.
Tara majores: os capites Manoel Francisco
Coelho de Oliveira Soares por merecimento ; Jos
Joaquim do Lima c Silva, por merecimento
Para tenentes : os alferes Antonio Ma-earenhas
Telles de Freitas, Benjamn Constant Botelho de
Magalhes, Manoel Feliciano Pereira de Carvalho,
JosThom Slgalo, Jos Pompeo de Alouquer-
que Cavalcanli.
:ORPO DE ESTADO-MAlOll DE SEGl.VOA CLASSE.
Para coronel : o tenente-coronel Francisco Tul-
les Carvalhal de Menezes e Vasconcellos, por roe-
rec ment
Pan tenenlcs-coroncis : o tenenle-coronel gra-
deado Antonio de Souza Mondes, por anliguida-
dade ; os majores Antonio Alfonso Vianna, por
antiguidade ; Nicolao Tolenlino de Vasroncellos,
por raerecimenlo ; Jos Lucas Soares Raposo da
Cmara, por merecimenlo.
Pira majores : os capites Jeronymo Jos Vel-
loso, por anliguidao ; Antonio Francisco deSou-
y \ Magalhes, por antiguidade ; Domingos Jos
Freir de Carva.ho, por merecimenlo ; Antonio
Eduardo Martins, por merecimento.
Psra teneute : o alferes Agoslinho Francisco
Coelho.
Pira alfares : o 1. cadete do -!.' batalho de
arlilharia a p Beorique Evenldino Bittencourl
lourinho.
uepakticao f.cclesiasth: v.
Para capellao capilo : o capello lenle pa-
dre Francisco Pereira de Moraes Jardim.
Para capellao lente : o capello alferes padre
Gandido da Guerra Pasaos.
CORPO DE SU'DE.
Para cirurgiao-mr do brigada : o \. cirur-
gio-oapito Thomaz Cardoso de Almeida.
Para primeiros cirurgioes-capiles. os segun-
dos crurgioes-lenlos Olegario Cesar Caboss,
Rozendo Aprigio Pereira Guimares, Jos Muniz
Balalho de Goyaz.
Para capilaes : o tenente do 12 batalho Eu-
genio Luiz Franco, para a 4a companhia ; os le-
neutes do batalho de Mato-Grosso Mathias Pe-
reira Fortes, para a 5a companhia ; Joaquim Jos
de Pinho, para a 6a companhia : o lenenle-se-
crctario do 5o batalho Goncalo de Mallos Ro-
cha, para a 7a companhia ; o'lenenle do 8o dito
Jos Cezario Varella de Franca, para a 8" com-
panhia.
Balalho da Baha.
Para capites ; o lenlo do mesmo batalho
Felisburto Coelho dos Santos, para a 5a compa-
nhia ; o lente do corpo de guarnico do Para-
n Nicacio Alves de Souza, para a 6a compa-
nhia ; o lente do balalho do deposito Domin-
gos Eustaquio da Cunha, para a 7a companhia ;
o teueiite o corpo de guarnigo da Parahiba Au-
gusto Lopes Villas-Boas, para a oitava compa-
nhia.
Batalho do deposito.
Para captao : o tenente secretario do mesmo
batalho Antonio Joaquim Gomes, para a 6acom-
piuhia.
Corpo de guarnico de Minas-Geraes.
Para capites ; o lente do 12 balalho Ma-
noel Bento de Andrade, para a 3.a companhia ; o
lenle do corpo de guarnigao do Piauhy Xilde-
rico Cicero de Aleucar Aranpe, para a 4" compa-
nhia ; o lente do corpo de guarnigao do Cear,
Raymundo Remigio de Mello, para a 5a compa-
nhia ; e tenente do batalho de Mato-Grosso
Jos Henrique de Souza Aguiar, para a 6a com-
panhia.
Corpo de guarnico do Amazonas.
Para major o capio do5o batalho Jos Mu-
niz l'avares, por anliguidade ; para caplo, o te-
nente do mesmo corpo Manoel Joaquim da Cos-
ta, para a Ia companhia.
Corpo de guarnico do Maranho.
Para capites : o tenente-ajudanle do corpo
de guarnico da Parahyba Belarmino Correa da
Silva, para a 2d companhia : o tenente do 12
do 4. batalho Joao Soares Neiva, o sargento-
ajudanto do 1. regiment Joao Luiz Gomes, o 1.
cadete do 1. balalho Antonio da Rocha Bezerra
Cavalcanli, o particular 2. sargento do 2. bata-
lho Antonio Jos de Sanl'Anna. o 2 sargento
do 3." balalho Marcos Antonio Rodrigues, o 2
cadete do 2. batalho Jos Urbano Pacheco do
Mello, o I. sargento do 3. balalho Jos Theo-
philo Cardoso, o 1. cadete do 1." batalho Anni-
bal Antones Maciel Jnior, o 2. cadete do l.
regiment Alexandre Rodrigues de Souza, o 1.
cadete do 3." batalho Luiz Carlos deMouro Pi-
n h tiro, o 1. cadete 2. sargento do 1. regimen-
t Frederico Soln deSampaio Ribeiro, o 2. ca-
dete 1." sargento do 4. batalho Ascencio Mi-
nervino Meira, o 1. clete 2 sargento do 1.
regiment Francisco Maria Pinheiro de Bitan-
court, o 1." cadete do 1." batalho Patricio Emi-
lio de Sepulveda Ewerard, o 1. sargento do ba-
talho de engenheiros Amphriso Fialho, o 2.
cadete 1." sargento do 3. batalho Macrino Leo-
cadio Ferreira da Silva, o 2 cadete 1. sargento
do l batalho Antonio Luiz Ferreira Campos, o
particular 2." sargento do 4." balalho Francisco
de Paula Barros, o 1. cadete 1. sargento do 1.
regiment Carlos Machado de Bitlencourt, o sar-
gento quartel-raeslre do balalho do engenheiros
Jorgo Diniz de Santiago, o 1. cadete 1. sar-
gento do 1." batalho Paulino Pompilio de Arau-
jo Pinheiro, o 2." cadete do 3." batalho Joo
Valento do Coulo Pinho, o 1. cadete do 4." ba-
lalho Francisco Paulino Paes Ribeiro.
ARMA DE CAVALLARIA.
Pimi'iro regiment. -
Para tenenle-coronel: o major do mesmo regi-
ment Manoel Pedro Drago, por merecimento.
Para major: o capilo do 2." regiment Joo
Raplista Alves Porto, por merecimento.
Para capilo : o lente da enmpanhia de Per-
nambuco Jos Joaquim Coelho Jnior, para a 8.a
com panhia.
Segundo regiment.
Para capites: o lente do 5 regiment
Adolpho Sebastio de Athayde, para a 4.a compa- balalho Manoel Alexandnno de Albuquerque
u CarCi sargento do batalho do deposito i Retardo dos o/ficiaes aggregados aos differentes
Hypolito Jos Rodrigues, o sargento quartel-1 corpos do exercito que por decreta desla data
mestre do corpo de guarnico do Paran Manoel j passam a efleclivos nos mesmos corpos.
1 .erJrf 'J0 Nascimenlo, o 2o cadete Io argento! No corpo de engenheiros: o major Francisco
dot) balalho Antonio Maria de Souza Lobo, o Pereira de Aguiar e o capilo Gabriel Milito de
sargento ajudanle do 13 dito Francisco da Lapa ; Villa-Nova Machado.
Faria, Pedro Thom de Castro Araujo, Francisco-
Manuel da Silva Guimares, Bonifacio Joaqnia
de Sanl'Anna.
A loi tenentes: os 2' tenentes Francisco de
Paula Fragoso, Braz Jos dos Reis, Camillo do
Lellis e Silva. Jos Antonio da Silva Maa. Jayme
Gomes de Argollo Ferro, Joo Antonio AlvesNo-
gueira. Amonio Luiz von Iloonhollz, Joo Gon-
_ Lap..,
Troncoso, o Io sargento do 4 dito Francisco Nos corpos de estado-maior de 2 classe: os
Antouio Reiner, o Io cadete 2o sargento do corpo capites Firmino lien-ulano de Moraes Ancora e
de guarnico da Parahiba Francisco Severiano Jos Caetano de Andrade Camizo.
Beuicio de Carvalho. o particular Io sargento do No corpo de estado-maior de 2a classe : os ca- ; Fr.nriSpri!:lr^,'.lrfi'0?U r, <1? L?a{? Suares.
Io baUlho Tiburcio Joaquim de Andrade, pitaes Antouio Jos Ferreira Cavalcanli, Genuino imy^Vnrlr!lt^0'^vea^BLei^atn
o 1 sargento do 13 dito Fortnalo Machado Olyrapio de Sanpaio, Josquim Xavier de Araujo, j T <*,* ,u,ac. '1oni fe ^ "' .
da Rosa, o 2 sargento do batalho do deposito l Antonio do Reg Duarle e Joo Anselmo da Cruz: jfP :. y'lulTr 1 BE i /5- m-* r4',nc'scc,
Maano Jos de Ges, o V sargento do Io bata-I o alferes Luiz Gomes Ferreira. p'L- h n' Cus,odloJ.se1de Mello. Antonio
o Adriano Joaquim de Andrade. o 2a cadete! Palacio do Rio de Janeiro, eml de deiefflbro Salt Werawk Ril^ro'd A UI Vj"^'
sargento quaitel-mestre do dito Francisco Coe- de 1861).Sebastio do lego Barros.
Iho de Souza, o particular sargento quartel-mes- I
tro do batalhS de Mato-Grosso Constantino Pe-' felaco dos ofpciaes que vor decreto desta data
dro Duarle, o 2" cadete 1 sargento graduado do
corpo de guarnico do Espirito-Santo Francisco
Silva; o 2 cadelo sargento
ardo Au-
gusto de Oliveira. Eduardo Fabio Pereira Franco,
Hannibal .los liamos, Jou Bernardinn Morara
Antonio Leilo da
quarlemostr do corpo de guarnico da Parahi-
ba Jos Marinko de Azevedo Villa-Nova, o 1
cadete do 1 balalho Jos Manoel da Silva, o 2
cadete 2 sargento do corpo da guarnico de Mi- """
nas-Geraes Cosme Ribeiro de Carvalho, o 1 ca- P
exercito.
ARMA DE AUT1LIIER1A.
Para o 1 regiment de arlilheria a cavallo : o
tenente-coronel cornmandanto do balalhj de
arlilheria de Mato-Grosso Gabriel Alves Fer-
des.
ara commandanlc do batalho de arlilheria de
nezes, Manoel Joaquim da Costa Jnior.
O pillo : Domingos Jos Azevedo.
Palacio do Rio de Janeiro, era 2 dedezembra
de 1860 Francisco Xavier Paes Brrelo
deto do 8 batalio da Bahia Levegildo Tanvi da Malo-Grosso : o tenente-coronel do 1 regiment
Cosa Gupava, c sargento quartel-meslre do 9" de arlilheria a cavallo Hermenegildo de Albu-
balalho Soeumuo Ayres Velloso de Mello, o sar- querque Porto-Carreiro.
genio quartel-nestre do2" dilo Joaquim Evaristo Para a 5a companhia do 1 batalho de arlilhe-
dos Santos, o 1' sargento do balalho do deposito ria a p : o capilo do 1 regiment de artilhe-
Joao Eduardo Tiganigo, o 2 sargento do dilo ria a cavallo Luiz Fernandes deSampaio.
Alexandre Francisco da Costa, o particular 2o Para a Ia batera do 1 regiment de arlilheria
sargento do 1 lalalho Leocadio Jos Rodrigues, a cavallo : o capilo do batalho de arlilheria
o particular 2 sargento do 12 dito Firmino do Mato-Grosso Joaquim Antouio Xavier do
Jos Espinla, o sargento-ajudante do 7o dito
Joo Nunes Sarment, o particular 1* sargento do
12 dilo Eduardo Honorio Vieira de Auiar, o
1 cadete sargento quartel-meslre do 11 dilo So-
Valle.
ARMA DE CAVALLARIA.
Para comniandanle do corpo de Malo-Grosso :
o tenenle-coronel do Io regiraeuto Jos Antonio
nhia, o tenente do 4. dilo, Joaquina Thomaz dos
Santos Silva, para a 8.a companhia.
Terceiro regiment.
Para captao : o lorenle da companhia de Minas
Geraes Jos Cesar de Mello hampaio, paia a 5.a
companhia.
Quarto regiment.
Para capilo : o tenente do mesmo regimenlo
Clemeute Jos de Araujo, para a 2.a companhia.
Quinto regimenlo.
Para capilo o tenete do S. regiment Fran-
cisco Olilo de Carvalho, para a 7. compa-
nhia.
Para tenentes : os alteres Antonio Joao Ribei-
ro, Leopoldo Alves Barrio. Joaquim Jos Baplis-
la, Francisco Ferreira da Rocha, Jos Luiz da
Cosa Jnior, Joo Elysario Brando de Lima,
Pilla, para a 3a companhia ; o tenente do" corpo
de guarnico do Paran Felippe Nery Msnteiro,
para a 4a compauhia.
Para ^L^^1?f* Pa"h>"ba-. A,
THnfir p.nl .-" f Tu" dt) """Vi 1?rp0 Ale" H" Gleaenlino Marlins, o! cadete sargento
i rZl lTnUn dt AIUHerque Mello, para a quirlel-raesfe do balalho da Bahia Constancio
4 companhia Querino de Aguiar e Silva, o 2" sargento du
Corpo de guarnico de Pernsmbuco. 113 batalho Saturnino Alonso da Silva, o par-
mandante : o naajordo'J0 bata- lidiar sargenU-ajudante do 6 dito Jos Fran-
(cisco Avelioo Javier, o sargento ajudanlo do 8"
, dito Pedro Pieria de Carvalho. o particular Io
sargento do 12dilo Jos Ignacio
lino Velloso daSilveira, o particular 2o sargento ^'as da Silva.
,do 13* dilo Josino Franklin Bellota, o 2o cadete P'1" a 3a companhia do 1o regimenlo, o ca-
;do balalho di Bahia Autonioda Vera-Cruz Doria, P'lao do 3 regiment Leocadio Jos de Figuei-
j o 2 cadela 1J sargento do corpo de guarnico do I redo.
Amazonas Manoel Martinho dos Santos breu,' Para a 7 companhia do Io regiment : o capi-
I o particular sargento quartel-meslre do corpo de lao do 2o regimenlo Pedro de Araujo Rangel.
guarnico do Cear Peregrino Alves Ribeiro da Para a 3a companhia do 3o regiment : o ca-
Silva, o i sargento do 11" balalho Joo de Ol- pno do 1 regiment Manoel Alves de Aze-
veira Mello, 2 cadete 2
o capi-
Ihao Herculano Sancho da Silva Pedra.
Para capilo, o tenente quarlel-meslre do Io
balalho Joo Mara Petra do Bittencourl, para a
2a companhia.
Corpo de guarnirlo de S. Paulo.
Para major-commandante : o major do mesmo
corpo Antouio Jos Fernandes Braga,
Corpo de guarnico do Paran.
Para
vedo.
Para a 4a companhia do 3o regiment .
to do 5 regiment Manoel Antonio daCruzltiri-
lhante. '
Para a 3a companhia do 5 regiment: o ca-
pilo do 3a regimenlo Luiz Muniz Barreto Nelto.
ARMA DE INFAMARA.
Para coramandanle do corpo do guarnico do
. Pinheiro, o 2 Maranho: o tenente-coronel do corpo deguat-
, cadelo 2# sargei.todo 7 dilo Manoel Estevo de| "'S do Paran Manoel Lopes Pecegueiro.
( Oliveira Pinto, c 2 cadete do 4o dito Frederico1 Para commandante do batalho de Govaz : o
Augusto de Suu:a, o2 cadete 1 sargento do tenente-coronel docorpo de guarnico de S". Paulo
, corpo de guarnijo de S. Paulo Albino Justiniano JaT)ira Mendos Guimares.
Barbosa Lima, c 2 cadete 2o sargento do batalho ?" o cor,io de guarnico
Hei por hora promover no corpo de sauJe da
armada nacional e imperial aos crurgioes cons-
tantes da relaco que com esle baixa, assignada
por Francisco Xaxier Paes Brrelo, do mea con-
selho, ministro o secretario de estado dos nego-
cios da marinha.
O conselho supremo militar o tenha assim en-
tendido e faca executar.
Palacio d Rio de Janeiro, em 2 de dezembru
de 1860 39" da independencia e do imperio.
Com a rubrica do S. M. n imperador Francisco
.lacier Paes Burrelo.
Relaco a que se refere o decreto desta dala, dos
cirurgtoes promovidos no corpo de saude da ar-
mada nacional e imperial.
X cirurgio de esquadra : o cirurgio de div-
sao Dr Jos Mara Noronha Feilal.
A crurgioes de divieso: os primeiros crur-
gioes Claudio Jos Pereira da Silva, Dr. Joo Jos
Vieira.
A primeiros cirurgocs : os segundos crur-
gioes Dr. Jos Candido Martins, Dr. Trilo Ar-
lliur de Campos Pi. Dr. Joaquim Barata Goes.
Dr. Pamphilo Manoel Freir de Carvalho.
Palacio do rtio d'1 Janeiro, em 2 do dezcmbjo
de 1860. Francisco A'uyter Paes Brrelo.
do 3 dito Hildebrando Herueterio Torres, o par-
ticular sargento quartel-meslre do 3 dilo Patri-
cio da Costa Nunes, o 2 cadete da companhia de
S. Paulo Manoel Coelho Nctlo, o sargento-aju-
danle do esquadro da Babia Antonio Placido
de Guimares Cova,; o 2" cadete sargento quar-
ques, Rosendo
mingues. Joa
Cordeiro Gitahy, Jos Joaquim Gongalves de Car- tel-raeslre do 4a regimenlo 4nloni Dolphim
valho, Francisco Gongahes de Moraes, Theophilo Leile do Cerqueira, osargenio-ajudanlo do 1 dito
Clemente Jobina, Jos Coelho Moreira de Souza,
Antonio Jos Moreira, Jos Joo de Araujo Lima,
Ignacio Jos Garca, Manoel Jos de Oliveira e
Jos Candido da Silva Muricy.
Para segundos cirurgies-lencnts : os Drs. em
medicina Pedro Leo Borgcs de Lima, Jos Ri-
beiro Saoches, Manoel de Arago Gesteira, Joo
Francisco de Almeida, A'cibiades Jos de Aze-
vedo Podra, Americo Alvares Guimares, Anto-
nio da Silva Dallas, Francisco Antonio Fernandes
Jnior, Flix Mureno Brando, Joaquim Augusto
Muniz Barreto^Galdino de Carvalho e Andrade,
Augusto Pedro do Alcntara, Manoel Enedino do
Reg Valenca, Joaquim de Mallos Telles deMe-
neze?, Alexandre Jos Soeiro do Faria Guarany,
Joo M iria Lop-s da Cosa, Vicnnte Ignacio Pe-
reira, Ernesto Feliciano da Silva Tavares.
Palacio do Rio de Janeiro, em 2 de dezembro
de 1^60.Sebastio do Reg Barros.
Rela^ao dos o/pciaes, officiaes inferieres e cade-
tes das armas de arlilharia e cavallaria pro-
movidas por decreto desta data.
ARMA DE AHTII.II UA.
Primeiro regiment de arlilharia a cavallo.
Para coronel-commandante : o tenente-coronel
do 1. balalho a p Alexandre Gomes de Argollo
Ferro, ror merecimento.
Primeiro balalho de arlilharia a p.
P.ua lenle coronel-commandanle : o tenente-
coronel graduado do 3. da mesma arma Hilario
Maximiaoo Antunes Gorjo, por merecimento.
Segundo batalhu de arlilharia a p.
Para nnjor: o capilo do 1." balalho da mes-
nia arma Joo Jacques Godfrov, por mereci-
menlo.
Para capites o 1. lenle do 3." batalho da
mesma arma Paulino de Almeida Brilo," para a
2.a companhia.
O." tenente-ajudanle do dilo batalho : Joa-
quim Antonio Ferreira da Cunha, para a 8.a com-
panhia.
Terceiro batalho de arlilharia a p.
Para major : o major graduado do mesmo ba-
talho Joo Francisco Cllete, por antiguidade.
Para capilo : o 1." lenle do mesmo batalho
Joaquim Jos Pertira, para a 7.a companhia.
Corpo de arlilharia de Malo-Grosso.
Para cap to : o 1. tenente do 1." batalho de
arlilharia a p Antonio Jos Augusto Conrado,
para a 3.a companhia.
Corpo de arlilharia do Amazonas.
Para major commandanlc : o major do exlinc-
to corpo da mesma provincia Carlos de Moraes
Camiso.
Companhia de artfices da fabrica da plvora.
Para capilo commandante : o 1. tenente do
1. regiment de arlilharia a cavallo Jos Carlos
Cabral.
Para primeiros tenentes da arma : os segundos
lenles Manoel Jos da Silva, Sebastio Chry-
sogno de Mello Tamborim, Raymundo de Soaza
Raposo, Pedro Ribeiro de Souza Rezend-, Joo
Thomaz de Canluaria.
Para segundos lenles da arma : o 2." cadete
2." sargento do 1." balalho Francisco Joaquim
Afl'onso, o 2. sargento do balalho de engenhei-
ros Jos Ignacio da Silva Raynant, o sargento
ajudunle do 4. batalho Sabino Fernandes de
Souza, o 1 sargento do 3. baUlho Carlos An-
tonio Espindola, o 2." cadete 1. sargento do 3.
batalho Jos Facanha da Silva Baena, o 2. ca-
dete do l-' batalho Olympio Amelio de Lima
Cmara, o 1. sargento do corpo de artfices da
corte Amaro Theophilo de Almeida, o sargento-
ajudaute do 3. batalho Miguel Antonio de Arau-
jo, o 2. tadeto argento quartel-meslre do 3.
balalho Jos Conrado de Souza Mascarenhas, o
1. sargento da companhia de artfices de Mato-
Grosso Jos Leile da Silva, o 1." sargento do 3
batalho Liciano Pereira de Souza, o 1. cadete
Mouteiro do Luna, Feiicio Do- panhia de Sorgipe Francisco de Rezende Perei-
Antonio dos Santos Vital. Luiz ra, o 1 sargento do corpo de goarnico do Cea-
ViccHte \ianna Jos Francisco Machado, Joao ra Jos da Cunha Lyra, o 1 sargento do 8 bata-
Pinto Hornera, Jacintho Bento de Castro, Auto- Iho Manoel Antonio Tavares, o 2 cadete sargento
n o Rodrigues Pereira, Cypnano Jos Pires For- ajudante do corpo de guarnico de S. Paulo Jos
tuna, Antonio Mauoe1
Rodrigues; Antonio
Carlos Frederico da
Ignacio Jos "di Silva Azevedo, o' Io cadete 2 sar- I {s G""cia leixeir
genio do 4 dito Francisco de Castro Canto c ; MaDoeJ Dyonisio de Souza, Joo Gongalves Bap- genio docorpo de guarnico'do Cear Joo Er-
Mello, o 1 cadete da companhia de S. Paulo M. Salriano Pires Campos, Joao Daraasceno neslo Dominguos do Coulo, o 1 sargento docorpo
Francisco Geraldo de Andrade Vasconcellos, o i u Albuquerquo, Joaquim Manoel da Silva e S. de guarnico do Piauhy Geraldo de Araujo Mal-
parlicular 2 sargento do 4o regimenlo Samuel i felippe Nery dos Aojos, Basilio Magno da Silva tos, o 1 cadete t" sarento do 13 balalho Ra-
Fellppe Pires, o 2 sargento do 5 dito Leopoldno Jnior, Severiano de Siqueira Dallro, Anaslacio phacl Fernandes Lima o 1 saraento do 6 dilo
Slveira da Fontoura, o 1 cadete 2o
do 2" dito Rogerio Pedro de Alca
genio do 4 dilo Jos Ribeiro \ icuu, u i" sai ~ --.-, wo^ iuiu u.-wa ua v*o,a- mames, o 2" cadete "" sarge
genio do 1 dito Jos Joaquim Ferreira Jnior, "10" Antonio Joaquim Faleo, Leopoldo Borges '
o 2 cadete 2 sargento da companhia de Goyaz Calvo L'cha, Manoel Verissimo da Silva, Flix
Domingos Marques Lopes Fognca,
1 regiment Joaquim Pantale Te
roz, o 2 cadete do dito Joo Jos da
cadete do 3 dito Germano Julio da
ticular 2 sargento da companhia
uiiu ueuyoiumu i -----.i ----- -- ^.H-.v,i... ^..,v,, aiiiuii.iii jjiiaoi rernanues Lima, o 1" sargento do u dito,
lele 2U sargento Antonio de Faria, Ludgero Braulio da Cruz. An- Pedro Goncalves dos Sanios, o particular 2 sar-
miara, o lu sar- ln", Pedro Gomes de Castro. Manoel Jos dos genio do lf) dito Manoel Anselmo Pereira Gui-
Vieira, o 1 sar- pantos lortella, Jos Antonio Possoa de Carva- maraes, o 2 cadete 2a sargento do batalho de
Egydio de Oliveira Prado, o sargento quarlel-mes-
tre do 5a regiment Joaquim Elias Machado.
Palacio do Rio de Janeiro, em 2 de dezembro
de 1860.Sebastio do Reg Barros.
Relaco dos officiaes, officiaes inferiores e cadetes
da arma de infatuara promovidos por de-
creto desta data para os di/ferentes corpos da
mesma arma.
Primeiro batalho.
Para major : o capilo do 12 bataiho Anto-
nio da Silva Paranhos, por merecimento.
Para captao : o lente do mesmo balalho
Cyrisco Jos da Silva, para a 3a companhia.
Terceiro balalho.
Para capilaes : o tenente do 1 balalho Fran-
cisco de Paula Pimentel, para a Ia companhia ;
e o tenentedo 6a dito Jos Antonio de Lima, para
a 7" companhia.
Quarlo balalho.
Para capilo : o lente do mesmo balalho
Manoel Baptista Ribeiro de Faria, para a 2" com-
panhia.
Quinto batalho.
Para capilaes : o tenente do mesmo batalho
Raymundo dos Santos Lima, para a Ia compa-
nhia ; o lenle do balalho da Bahia Jos Ma-
ra do Nascimenlo, para a 4a companhia ; o te-
nente do 11 batalho Antonio Eloy d3 Cunha
Mello, para a P," companhia.
Stimo balalho.
Para capilo : o tenente do balalho da Ba-
ha Joaquim Ferreira de Paiva, para a 7" com-
panhia.
Otavo batalho.
Para major : o capilo do 2 batalho Jos Go-
mes de Almeida, por antiguidade.
Para capilaes : os tenentes do mesmo batalho
Jos Alves Teixera, para a 5a companhia ; Gui-
herme Marques de Souza para a 6a companhia ;
Uos Anselmo Valejo, para a 7a companhia.
Nooe batalho.
Para capilo : o lenle do corpo de guarni-
Secundino Filaliano de Mello Tamborim, Fran-
Anionio de Godoy Moreira, Affonso Jos de
Almeida Corle Real, Pedro Alvares, do Alencar,
Julio Cesar Pereira de Cirvalho, Francisco Jos
de Souza.
Para alferes da arma: o sargenlo-ajudante
graduado da extincta companhia de pedestres de
Santa Calharina Antonio Martins Milaneixas, o
1 cadete do batalho da Baha Pedro Thcodoro
Pereira de Mello, o 2 sargento do corpo de
guarnico do Piauhy Carlos Cesar Maciel Ara-
nha, o particular sargento quartel-meslre do 5
batalho Candido Maria Alves, o 2 sargento do
9 dito Jos Longuinho da Costa Leile, o 2 ca-
dete 2 sargento do balalho de Matto-Grosso
Joao Baptista de Almeida, o 1 cadete sargento
quartel-meslre do 7 batalho Francisco Evaris-
to Barros Passos, o 1 cadete do batalho de
Mato-Grosso Jos Augusto de Figueiredo, o 2
sargento do balalho da Baha Pedro Joaquim
Alves, o 2 cadele do balalho de Goyaz Anlono
Carlos da AnnunciaQo, o 1 cadele sargento
ajudante do balalho'de Mato-Grosso Francisco
de Paula Duarle Pinheiro, o 1 cadete 2 sargen-
to do 9 batalho Frederico Jos Wicknihagen,
o particular 1 srjenlo do corpo de guarnico do
Cear Raymr-
Paia a 5a companhia do batalho do deposi-
to : o capilo do G batalho Joo de Souza Fa-
go ndes.
Para a 3a companhia do batalho de Goyaz: o
capilo do 3 batalho Joaquim de Sanl'Anna Xa-
batalho : o capilo
da Silva.
batalho : o cap-
lo do 10 batalho Francisco de Assis Guima-
res.
Para a 2' companhia do corpo de guajnigo de
S. Paulo : o capilo do corpo de guarnico do A-
mazonas Joo Manoel Florindo.
Para a 2a companhia do 7U batalho : o caplo
do 8" balalho Joo Anlono Cardoso.
Para a companhia de Sergipe : o capilo do 7o
batalho Luiz Antonio Favilla.
Para a 4a companhia do 7 batalho : o capilo
da companhia de Sergipe Manoel Agostiuho da
Silva Moreira.
Pira a 6a companhia do 9 balalho : o capilo
do 8 batalho Tunolco Peres do Albuquerque
Maranho.
Para a 5" companhia do 2 balalho : ocapi-
batallio Joo Theodoro Pereira de
compauhia do 12 balalho : o capi-
batalho Frederico Augusto de Mes-
anymo remandes oa suva c companhia do 3 balalho : o capilo
Antonio Fernandes da Silva, o particular sargen- dp corpo de gnarnigo do Cear Gustavo Jos Xa-
to quartel-meslre do 8- batalho BernarJino v,eJ dos Anjos.
Goyaz Paulo Antonio Ferreira Lisboa, o 1 sar-
gento do 9" batalho Francisco de Freitas More-
Rego
Candido de Araujo, o 2- cadete do corpo de guar-
nico do Cear Francisco Ferreira Rebello, o
2; sargento do 5" batalho Fabiciano Augusto da
Silva, o 1- sargento do 2- dilo Jos Domingos
Para a Ia companhia do corpo de guarnico do
Cear : o capilo do 3" batalho Domingos de Li-
ma Vega.
Para a 2a companhia do corpo de guarnico do
Ramos, o particular 2- sargento do corpo de f5P'r!4 SaDlu : capilo do 3" batalhoJo'o Jos
guarnirn da Parahiba Antonio Alves da Cunha, c rltj-
o 1- sargento do 1* balalho Manoel Bezerra Lima, |
o 2-cadele do corpo de guarnico de S. Paulo
Jos Martins Bonlha, o ? sargento do 10" bala-
lho Manoel Alves de branles, o 2- cadete
I* sargento do 5* dito Manoel Antonio Sadr,
o 1 cadete Io sargento do corpo de guar-
nico da Parahiba Bento
1- sargento do 4 betalh
do Andrade, o 1* cadete do
a 7a companhia do batalho de Maio-
o capilo do 1 balalho Luiz Anloniodo
Luiz da Gama, o L
io Agoslinho Jos 'Peraawbuco
Io dito Euzebio
Gomes de Argollo Ferro, o 1 sargento do
6" dito Libralo Augusto Pereira Lomba, o
2 cadele sargento ajudanlo do corpo de guar-
nico de Minas-Geraes Joo Maria Berqu,
o sargento-ajudante do corpo de guarnico da
Paralaba, Leopoldno Evangelista Paralaba, o 1
cadele 2a sargento do Io balalho Augusto Tibe-
rio Cesar Budaniaque, o 1 cadete Io sargento do
ixas, o 2
Para
Grcsso
Coulo.
Para a l1 companhia do corpo de guarnico
Maranho : o capilo do 5o batalho Aolouio Cae-
lano Travassos.
Para a Ia companhia do corpo de guarnico de
: o capito do 9" batalho Jos Joa-
quim de Barros.
Para o 13 balalho : o capilo do 11 balalho
Jos Bonifacio de Andrade Vandelli.
Palacio do Rio de Janeiro, em 2 de dezembro
de 1860.Sebastio d> Reg Barros.
Ministerio lamarinha.
Ilei por bem promover no corpo da armada
nacional e imperial aos olFiciacs constantes da
relago que com este baixa, assignado porFran-
da extincla companhia de pedestres de Sania Ca-
lharina Delfino Jos de Gouva, o particular
2 sargento do batalho do deposito Julio Augus-
lo Carlos e Silva, o particular 2 sargento do
cao da Parahiba Jos Anselmo Rodrigues, para a 4 batalho Fortunato Melchiades Ferreira Lobo
" companhia.
Dcimo batalho.
Para capites : o tenento do c
undo Augusto Das Martins, o'parti- |3" dilo Andr de Paula do Athayde Sei
ticular sargento ajudanlo do Io balalho Claudino cadete do batalho do deposito Colatino Teixera I cisc Xavier Paes Brrelo, do meu coseno, mi-
Jos dos Santos Ferreira, o Io sargento do8 dito ? Azevedo, o cadete 2- sargento do 1" batalho nistro e secretario de estado dos negocios da ma-
rinha.
o conselho supremo militar o tenha assim en-
tendido e faga executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 2 de dezembro
de 1860 39 da independencia e do imperio.
Jos Francisco Alves de Lima, o 2 cadete 1 sar-' Theraistocles do Reg Cavalcanli de Albuquor-
gento do 1 dito Antonio Grigorio Pinto, o 2 ca- 1"e Ba rs, o 2- cadete 2- sargento do corpo de
dele 2 sargento do corpo de guarnico de S. Pau-' guarnigao da Parahiba Franklin Tupinamb Ma-
lo Francisco Antonio de Macedo, o* 2 sargento ribondo da Trindade, o 2- cadete do 1" balalho
L ..!!.-. .
para a 2a companhia ; o
Joo Antonio Leilo, p
tenente do 11 dito Cari
de Brito, para a 8a companhia.
Dcimo primeiro batalho.
Para capito : o lente do 13 balalho Ma-
noel Antunes de Abreu, para a 7 companhia.
Dcimo segundo batalho.
Para capito : o lente do mesmo batalho
Jos Manoal de Carvalho. para a 6a compa-
nhia.
Dcimo terceiro batalho.
Para capilo : o tenente do mesmo batalho
Camillo Xavier de Mello, para a 3a compa-
nhia.
Batalho de Matto-Grosso.
Para capito : o tenente do mesmo balalho,
Anlonio Jos Baplista Camacho, para a 8a com-
panhia.
o 2 cadete dojl0 dilo Antonio Vicente F.qyiiY-
da Fonseca, o 2 C^V'"."".. f"1. oo .1 ,
j j-^uaiiujoao alachado de Souza, o 2 cadete
sargento ajudante do 3 batalho Jos Machado
os Frederico Av'ellos Goes de Souza, o 1 sargento do balalho de Mato-
Grosso Domingos da silva Nunes, o 1
Jos Thomaz Ferreira Neves, o 2 cadete 2- sar-
gento do corpo de guarnigao do Piauhy Domin- i Com a rubrica de S. M. o imperador.Francisco
gosda Costa Alvarenga, o particular 2 sargento Xavier Paes Barreto.
do 12- batalho Olympio da Costa Dourado,! Relago a queje refere o decreto desta data, dos
cadele do dito batalho Pedro Nunes o/Jiciaes protnoyjfto* no nomo da armada no-
li 1" sargento
do batalho do deposito Mauricio Egidio Marlins,
o 2 sargento do 5 balalho Vicente Ferreira de
Faria Goiabeira, o 2 cadele sargento quartel-
meslre do 4 dilo Bernardo Rodrigues Fres,
o 2o sargento do corpo de gnarnigo do Cear
Herculano de Lima Pires, o particular ^sargen-
to do 11 batalho Raymundo do Nascimenlo
Pereira, o particular sargento ajudante do dito
Jos de Souza Abreu, o 1 cadete 1 sargento do
3o dilo Fernando Jos da Gama Lobo, o particu-
lar 1 sargento do 7 dito Urbano Wenceslao
Gomes de Carvalho, o 2o cadele do 1 dito Ame-
rico Rodrigues Gamboa, o sargento quartel-mes-
lre do 6o dito Antonio Pedro da Silva, o Io sari-
gento do 7 dito Francisco Antonio Machado, o
"dito'
rriir q T* no *; '*
Aurelio Augusto
\T'3'
o % cadete sargento o 2'
Ignacio dos Santos, o particular
K. m;i d.i:.i__V-~:~L n__- _
Carlos Bezerra,
dito Jeronymo
l" sargento do
A chefe de esquadra: o chefe de diviso Dogo
Ignacio Tavares.
A chefe de diviso : o capilo de mar e guerra
5- dilo Feliciano Xavier Freir Jnior, o 2- sar- I Joo Custodio de Hondahin.
genio do 7-dito Antonio Rapnael Floquet, o A capilaes de mar e guerra : o capilo de mare
2-cadete I-sargento do 1-dilo Faustino Mini- guerra graduado, Augusto Wenceslao da Silva
mus Duarle Gameleira, o 1-sargento do 5- dito Lisboa, os capites de fragata Guilherme Carlos
Joaquim Alves Fetosa, e 2- sargento do corpo '"
da guarnigao de Minas-Geraes Maximiano de Oli-
veira Leile e Abreu, o 2- cadete do 1* batalho
Sebastio Raymundo Ewerton, o % cadete do
dito batalho Manoel Alvares de Azevedo Mace-
do, o particular sargento quartel-meslro do
12* batalho Luiz Xavier Esteves, o particular
I" sargento do 9' dito Jos Ignacio Ribeiro Roma,
o 1' cadete Ia sargento do 13 dilo Joo Barbosa
Cordeiro Feilosa.
Palacio no Rio de Janeiro, em 2 de dezemwo
de 1860.
Sebastio o fteqo Barres,
Lassance e Cunha, Benjamim Carueiro de Cam-
pos, Jos Maria Rodrigues.
A capilaes de fragata : os capitacs-lenentcs
Jos Manoel da Costa, Carlos Augusto da Rocha
Freir, Jos Antonio de Siqueira, BcrnardoJAlves
! do Moura, Joo Gomes de Aguiar, Viclorio Jos
de Barbosa da Lomba.
A capites-tenentes : os primeiros tenentes Ale
xandre Jos do Araujo, Antouio Pedro Carneiro
Pereira da Cunha, Jos Gregorio Affonso Lima,
Ignacio Accioli de Vasconcellos, Anselmo Jacques
Godfrov, Silvino Jos de Carvalho Rocha, Anto-
nio Carlos Rodrigues da Silva, Jos Raymundo de
Governo da provincia.
Expediente do dia 12 de dezembro de 1860.
OQicioao juiz de paz mais votado do primeiro
distncto da Boa-Vista desla cidade.Atienden-
do a reprosentaco que me fizeram os eleitores
supplenles da pa.-ochia da Boa-Vista desla cida-
de, pedindo a revogaco do acto desta presiden-
cia de 28 de noverabro ultimo, pelo qual deela-
ret a \ me. que devia fazer a chamada dos vo-
lantes na prxima eleico de eleitores pela qna-
lilicagao do auno passado, visto se le provado
haver-se falsificado no respectivo livro a do cor-
rente anno :
Considerando que em regra a chamada para
qualqucr eleigo se deve fazer pela qualiQcago
do auno actual, havendo, scomo excepeo! o
rncuiso a do anterior, quaiiuo nao t(n ausbiula-
mente possivel servir regularmente para seme-
Ihante fira a do anno.da eleigo ;
Considerando que na queslo sugeita se nao
d motivo para a excepeo,visto como, pelo exa-
me a que ora mandei proceder, v-se que a co-
pia existente na secretaria do governo fdra ex-
trahida do livro anles de ser ello falsificado, o
que se evidencia pela comparago do que expo-
zeram os per tos, que examinaran- o livro da
qualificaco no juizo municipal da segunda vara
sobre os noraes alterados, que conslituem a fal-
sificaro, e o que se ve acerca dos mesmos no-
mes na copia existente na secretaria ;
Considerando finalmente na disposico do
17 das instrucoes de 28 de junho de 1849 e do
aviso de 29 de oulubro do correte annoiJ hy-
pothesepara o caso de perda do rol da chama-
da, existente em poder da mesa, no que importa
a falsicacao, que o inulilisa, sendo que onde
se d a mesma razo procede a mesma dispon
gao resolv remelter a Vmc. a inclusa copia
da qualificaco do correte anno da que existe na
secretaria do governo,e recommendo-lhe que por
ella se faca a chamada na prxima, eleigo de
eleilores. fic>ndo para isso sem effeito a declara-
cao que Ihe fi/. no mcu predito officio de 28 de
novembro lindo ;
Observo a Vmc. que nao obsta o lapso de lem-
po decorrido de 30 de novembro at hoje para
a conyocaco dos votantes, por ser permittido
reduzir o przo dos 30 dias anteriores eleico
para a fixaco dos editaos nos termos do aviso'n.
100, de 28 de agosto de 1818 ; devendo port.anto
Vmc. manda-Ios aflixir quanto antes nos termos
desta deliberaco.
Dito aoExm". presidente da Paralaba. Tendo>
ouvidu o director do arsenal de guerra acerca do
que V. s. solicitou em o seu oOicin n. 1261 de
23 de novembro ultimo, foi-me declarado, como
V. Exc. melhor ver da copia junta, nao existir
ordera naquella repartico para forneciraento de
arligos de fardamenlo "ao meio balalho dessa
provincia, estando porm promptos outros arti-
gos, que seroenviaJos ao mesmo meio batalho)
na primeira opportunidade, a excepgo de cinc
cornetas de loque que nao foram compradas pelo-
conselho administrativo.
Dito ao Exm. presidente do Maranho.Por
nao haver navegago directa desta capital para a
cidade da Parnalaba, mandei dar passageni para
essa provincia a Francisco Affonso Ferreira que
vai servir na all'andega daqnella cidade na qua-
lidade de feitor conferenie, e rogo a V. Exc se
digne de mandar proporcionar-lhe transporte
par3 o lugar de seu destino OUkiou-se agen-
cia dos vapores para manda-lo transportar para
o Maranho.
Dito ao conselheiro presidente da relaco.
Tendo-me Manoel Ferreira Vianna representado)
contra a demora no julgamento da appellago por
elle intentada da deciso da juiz de direilo' da co-
marca de Goianna, que o condemnou, sirva-se V.
S. de providenciar no sentido de ser essa appel-
lacojulgada por esse tribunal, logo que for pos-
sivel.
Dito ao Dr. chefe do polica Remello por co-
pia a V. S em resnosla ao officio que me dirigi
em 30 de oulubro ultimo, sob n. 1425, a infor-
mago que acerca da materia delle ministrou o
inspector da thesouraria provincial m 11 ir
tuicmi', i--".ii u'-iij.iii'i'i-m'j que, so convier,
faga por em pralica o alvitre lembrado pelo mes-'
mo inspector no tinal de sua citada informaco.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Pode V. S. mandar engajar no corpo sob seu
commando o paisano Servlo Manoel de Jess,
que, segund o alteslado annexo ao seu otficio
desta dala, sob u. 553, foi julgado apio para o
servico.
Dilo ao inspector, da thesouraria de fazenda.
Em vista do alteslado junto em duplcala mande
V. S. pagar a gratificaco de 8$000. que compete
ao soldado docorpo de polica Joo Baptista do
Nascimenlo por haver apprehendido o soldado
desertor do 10 batalho de infantara Manoel de
Souza, a quo se refere a sua inforraago do hon-
tem, sob n. 1297.Communicou-so ao comman-
dante das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Dos termos do sua informaco de honlem, sob o.
563, mande V. S., logo que'fr possivel, entregar
ILEGVEL


P)
MARIO DE FERHIMBUCO. SABBADO 15 DE DEZEMBRO DE 1860.
I
" *
ao almojarife do arsenal de guerra, conforme re-' em cavidades de 21 ps. Os lubos sao de ferro;
quisilou o respectivo director en bkio de 85 de leoni 22 pos de altura, e 16 do largura. O com-
oulttbro ultimo, sob n. 310, a quaniia de 819$,
era que irnporlam diferentes bjectos f o meci-
dos por aquelle arienal a diversas repartidles
provinciaes, como so v da retacio que derolrt.
Dito ao mesmo.Auloiiso V. S. a mandar
pagar om apolices, conforme pede Jacinlbo de
Almeida e Silva no requerimenlo, a que se refe-
re sua i ti lo r tu n.; Ti o de boutem, sol) n. 570, a
quantia de 1:6829, que sa Ihe est a dever prove-
niente Jo madeiras que vondeu para as obras da
casa de delencio, e cojo pagamento j se orde-
nou por ofcio de 9 de novembro ultimo.
Dito ao raesrao.A Simplicio Jos do Mello
mande V. S. pagar, couforme requixitou o chrfe
de polica era olficio de honlem, sob n. 1572, a
quantia de 211 despendida nos mezes de selem-
bro e outubro deste anuo cora o sustento dos pre-
sos pobres da cadeia do Brejo, como so v da
conlt j ma.
Dito ao mesmo.Cerlo do conloo Jo de sua inor-
maco de 10 do corrente, sob n. 565, dada acerca
do requerimenlo cm que Antonio Pedro Rodri-
gues pode o pagamento da quanlia de 7djJ630 rs.
que despenden com o susleulo dos presos pobres
da cadeia do linda nos mezes de junlio a seletn-
bro deste anno.tenhoa dizer que mando efeclua-
esse pagamento logo que fr possivcl, consider
raudo osla despeza como do alimentos, e por
consequencia, das urgentes.
Dilo ao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc alistar na companhia de aprendiz.es desse
arsenal depois de preenetadns as formalidades
do arl. 4o da decreto n. 113 de 3 de Janeiro do
1612. os menores Francisco Felippe de Oliveira,
Dito ao director das obras publicas.Pode
Vmc, como pede em sen offkio de 7 do corren-
pnmento total da poule do 9,084 pes ou cerca
de duas milhas. Comegada em 1834. o parausa-
da em consequoncia da crise monetoria de 1857,
da qual muito se ressentio a compinhia,. essa
erapreza colossal oi concluido em 1859 cora o
dispendio de seto mili.oes de dollares ou trinta e
sele milhoes de francos.
Scmelhante trabalho um indicio manifest
da industria e da riqueza do Canad. E' esta
provincia o ultimo Qorao da corda britannica na
America do Norte, e acconlece que a nica co-
lonia que se couservou fiel a nossos amigos ri-
vaes sobre esse continente 6 urna colonia de ori-
gein franceza, e aquella que Jacques Cartier, seu
fundador, appellidaratiova Franca. Depois que
ella foi cedida Inglaterra pelo vergonhoso tra-
tado de Pariz. em 1763, os Canadianos por duas
vezes tiverara occasio de liberlarern-se do domi-
nio britannico : em 1775 quando os Americanos
proclamaran) a sua indepeudencu, e em 1812
quando rebentou a guerra de novo entro a Gra-
Brelauha e a moderna repblica de Washington
Forera os Canadianos, longo de se aproveilarem
dessas duas occasioes, ao contrario prestaran)
um apoio-franco e leal aos seus antigos iniraigos
que eram ono seus senhoros. E' este um facto
bastante singular, e que por isso merece una
explicacao.
Depois da luta encamisada e prolngala era
que us Canadianos haviam dado proras do urna
dedicado filial para cora a Franca, veudo-se por
esta abandonados, e separados dos seus mais ri-
cos compatriotas que sa reliravara para a mi
patria, ulm disso fracos no numero, o por assim
dizer descripeo das populosas colonias ingle-
zas que elles combaleram durante seculo e meio,
prometieran) linal submisso e idcluado
le, n. 3250, admiitir urna pessoa para coadjurar i Graa-Bretanha, com a condicao porra do que
esla respeilaria do sua parle tambera llelmente
os droilos quu lites liuham sido garantidos pelos
tratados. Representaram que a dillcrenga de lin-
goagem e de religio que existia cutre elles e as
colonias visinhas as conservara antes ligados a
causa metropolitana do que causa colonial :
liuham antevisto a revoluco americana !
Euconira-se consigna la n'uma excedente his-
toria do Canad, escripia polo cauadiano M. X.
Garneau, urna amiga memoria, descoberla nos
archivos de Quebec, cujo aulor lizera prediccoes
que bem depressa se realisararn. Elle annun-
ciava ao goveruo biitannico que nao s a Ame-
rica do Norte se separara da Gra-Breanha, mas
tambera que prximo so achava o lempo em que
nao llcariara Europa colonias americanas senao
aquellas que a America mesmo quizesse deixar-
Ihe, e accrescenlava: se pJe haver um meio
de impedir ou pelo menos de addiar essa revo-
lucao, esse meio ser nicamente favorecer ludo
quanlo possa enlrcler urna diversidade de opi-
nies, de linguagem, de coslumes, e de iuteres-
ses entre O Canad c a Nova Inglaterra.
Os estadistas eminentes que dirigiam enlo o
lemo dos negocios pblicos da Gra-BreUnha
coniprehenderaiu essas radas, a que davara no-
va torca os successos quo se preparavara alem-
mar. A linguagem, as leis, e a religio Jos Ca-
nadianos oram respeitados; e a Inglaterra leve
bem depressa motivos para nao se arrepeuder
desse acto do moderaco. Dou* annos apenas
tinham decorrido depois da promulgado do aclo
de 1774, asseguranlo a naciooal lado cauaJiam,
e j as colonias americanas da Inglaterra loma-
vara as armas e ^rocuravam apodflrar-s do Ca-
nad. Mas o cougresso das provincias rebelladas
havia mui (ora do proposito declaradoquo esse
aclo de 177 outorgado aos Canadianos era ura
previlegio injusto, inconstitucional, mui peri-
goso e subversivo dos direilos americanos. As-
sim araeacaJos as suas instituices, e profes-
sando alm disto pouca sympathia* aos seus vi-
siuhos, couira os quaes haviam ja sustentado
diversas lulas, que nao so tinham ainda riscado
da sua memoria, os Canadianos se collocaram
sob o estandarte da sua nova patria; e es aqui
como a Inglaterra deve francezes de origen) o
poder linda conservar-se na America do Norte.
Como sigual de reconhecimenlo ella conceden
em 1791 urna caria constitucional ao Canad,
cuja iJeliJade nunca fui abalada ncm pelos suc-
cessos da repblica e do imperio, ora pela se-
guiida guerra dos Americanos em 1812. Um veo
pareca ler sido laucado pela ausencia o pelo
soffrimento na memoria desse povo sobro a ima-
gen] da patria.
Foi smenle cm 1&J7 que O senilmente do in-
dependencia se despertou entre os Canadianos
franceses por urna poltica que, relrocedeitdo os
seus primetros passos, pareca assuslar-se com o
maravilloso progresso deesa populacao; a qual
nao contando em 17GJ mais que 70,000 almas se
ele cara a nerio de um milho por sua propria
fecundidad?, c sem o auxilio da emigraco. Es-
ta linha sido iolroduzida smenlo no alio Cana-
d, onde obtinha lodos os favores do governo
inglez, que s professava desconfianzas para com
o baixo Canad. Dessa parcialidade'nasceram as
rebellines de 1837 e 1839, as quaes liveram por
chafe o celebre Papincau, c foram severamente
reprimidas.
Porem o alto Canad nao tardou muito em
moslrar-se tambem por sen lado impaciente do
jugo da metropole, e afim de suspender as suas
tendencias rnanifestas para incorporarlo dos Es-
lados Unidos, a Inglaterra conceden sua ind-
cil colonia inmunidades pariarncularfs eiuva
lentes quasi a urna independencia. O baixo a-
nada nao leria lilo senao motivos para lotivar
essa mudanca, do cojos benelicios tambem froia,
se concedendo maior.-s iseneoes as suas duas
provincias da America do norte a Inglaterra nao
tivesse formado a idea de fundir n'uma s as suas
administraces al enlo dislnctas. A fuso dos
os trabullius de escripturico dessa repariiQo,
OS quaes, segundo consta do citado oQlcio, achara-
se bastante atrasados.
Dito.Inteirado quanlo rae communica a
cmara municipal da villa de Pao d'.Uho om seu
officio do 29 de novembro ultimo, relativamenle
quantia ad [uirida para a recepeo uessa villa
de SS. UM. Imperiaes, leuho a di/er que deve
a mesina cmara proceder de coiifi.rmidaie com
oque prope no linal do citadoolficio.
Dito ao joiz municipal da Ia rara.Faca Vmc.
entregar ao bacharel Francisco Luiz Concia de
Audrado da Silva, juiz inuuicipi! lomeado para
o lermo da Maiondade, no Uio Grande do Norte,
o officio incluso, em que o presidente dajuella
provincia Ihe recommenda que siga quinto autos
para o lagar de seu deslino, comuiuuicando-rae
Vmc. o da em que elTeclivamente leve lugar a
enlrega.
Dilo ao juiz de direito da Ia va-a.Transmillo
a Vmc. o processo verbal do soldado do corpo
de polica Genuino Francisco Nunes para, depois
te ralo, ser relatado na sesso da junta que de-
ve ler lugar no da 22 do corrente.
Dito ai regedor do gymnasio provincial.PJe
Vine, m indar fazer um novo armario para acon-
dicionamealo dos objectos do rauseu desse gym-
nasio, pilo proco indicado em seu ofUcio de 3
desie mizQoanto a 2a parte do citado olficio
j se participen em 5 do corrente ao director ge-
ral da nslrucco publica e ao professor L. Jacques
Brunel a liceuca quo se concoleu ao mesmo pro-
fessor ali o fim do anuo de 1SG1.
Dito ao administrador do correto.lim officio
de 10 deste raez informa o supeiinlendento, da
va frrea desta provincia que lem havidodosua
parle o preciso cuidado a evitar que se reilise o
abuso, de que se queixa Vmc. em seu olficio de
C do carrele, e assegura-me que carecera de
fundameulo as informacoes, que a Vmc. lera si-
llo dadas a semelhanle Vespeiio, o que Ihe coin-
munico para sua sciencia, como oonvom.
Poitna.Os Srs. agealcs da companhia bra-
sileia de paquetes a vapor manden) da<- trans-
porto para a provincia do Maranho, por con la
da luesouraria de fazenda, no Io vapor quo pas-
ear para o norte a Francisco Affonso refreir,
eitor conferente da alfandega da cidade da Par-
aabiba.
h'xpedieale do secretario do governo.
O.Ticio ao bacharel Jos Quinliuo de Castro
Leaa.S. Esc, o Sr. presdeme da provincia
manda iccusar a recepcao do olficio que V. S.
Ihe Slrigo no Io do corrente rae/., participando
ler na mesma dala entrado no exercicio do car-
go de juiz de diieito da comarca do Brejo, para
a qual fo-.i removido por decreto de II de se-
taoibro ultimo.Fizeram-se as participares do
eslylo.
Dito ao bacharel Francisco Antonio do Olivei-
ra Ribeiro, juiz de direito da comarca do Boni-
to.S. Ex'-., o Sr. presidente da provincia man-
a* mbm-i ..!_:.. jo ofncio quo v. 3 iho
dirigi eii 8 do crreme, participando ler assu-
mido na mesma data o exercicio das funecoes do
seu cargo.
Dito te bacharel Miguel Archanjo Monteiro do
AnJrade. S. Exc, o Sr. presidente da provin-
cia, manda aecusar a recepcao do officio que V.
S. Ihe dirigi era 2C do novembro ultimo par-
ticipando ler na mesma data assuniido as func-
(des de juiz de direito da comarca do Brejo, na
qualidade de Io supplcnte.
Dito ac bacharel Gervasio Campello Pires Fer-
reira, juiz municipal do termo de Serinhem.
S. Exc., o Sr. presidente da provincia, manda
aecusar recebido o officio que V. S. Ihe dirigi
em 8 do corrente, participando ler assumido
n'aquella data o exercicio do seu cargo, por ter
entrado no da vaia de direito, em que V. S. se
achava, o respectivo Io supplcnte.
Dito a Luiz Jacques Brunet, Conimunico a
VS. para seu conliecimeulo que S. Exc, o Sr.
presidente da provincia, attendendo ao que V.
S. represonlou era olficio de 10 de oulubro pro-
a essa provincia.
despachos no da 12 de dezeubuo de 1860.
^ejuerime/ios.
3305.Amando Aires Sdreira.Iodeferido.
3306.Antonio Pedro Rodrigues. Dirija-se
a thesouraria provincial.
3307.Francisco Joaqun) de Oliveira Baduen.
Informe o Sr. inspector da thesouraria provin-
cial.
3308.A mesa regedora da contraria de Sinta
Rila de Cassia.Informe o Sr. thesouieiro tas
loteras.
339.Joo Antonio Ribeiro.Informe o Sr
inspector da thesouraria de fazenda.
3310.Joaquim Malaquias de Souza Coussei-
ro Espere o supplicante pela autorisaco do
governo imperial a quera?so vai submelter o pro-
cesso de liquMaelo.
3311.Joaquina Delfina de Mello.Requeira
a supphcanle a assembla provincial.
3312.Jucinto de Almeida e Silva___Dirija-se
a thesouraiia provincial a quem nesla dala se
expede ordem como requer o supplicante.
3313 Miguel dos Sanios Coelho. Informe o
Sr; inspector da ihesouraiia de fazenda.
33H. Miguel Archanjo Monteiro do Andrade
e reais proprietarios.Informe o Sr. fiscal da
illuminaco saz.
3315.Manuel Coelhoida Rncha Cavalcanle.
I asse portara mandando aggregar o supplicante
a um dos corposda guarda nacional do munici-
pio da Escada.
3316.Eleitores supplentos da freguezii da
Boa-vui.Esto expedidas as convenientes pro-
videncias no sentido da supplica dos reoresen-
antes. r
EXTERIOR.
O Canad eo prineipe de Galles
ro por occasio da inaugurarlo da ponte Vic-
toria que uno as duas margeos do S. Lourenco
e os dous ramus da via frrea do Grand-Tronc
um pouco abaiio de Monlreal. que o Canad re-
cebeu pela primeira vez a visita do um herdeiro
presumplivo da cora da Inglaterra. Essa honra
solicitada pela companhia do *Grand-Troruj foi
pois devida obra gigantesca que essa compa-
nhia concluir, e que destinada a oceupar um
lugar entre as maravilhas architectonicas do
globo.
A ponte Victoria construida com lubos cora-
posta de viole e tres aberlas ou arcadas de 242
ps inglezes cada urna, nao contando a do centro
que tem 330 ps.
De cada lado do rio existem maeieos de pedra
do imprmenlo cada um de 278 ps, e disididos
- pois para admirar
quo a par dos canadianos salisfeitos se enconlrem
tambem descontentes em nao pequeo numero,
um delles, o Sr. Homier meinbro do consclho
municipal de Monlreal, para exprimir os seus pe-
zares e rancores aproveitou-so de urna proposta
leila no conselho com o fim de mudar-se o no-
me do Sonare dos commissarios para o de Squa-
re Victoria, era altenc.o prxima chegada do
principe do Galles.
O irascvel csnadiino fallou da maneira a mais
desdenhosa dos emigrantes inglezes e irlandezes
que vinham arruinar e deshonrar o sou paiz. As
galenas ipplaudiram essa violenta linguagem :
mas a populacao ingleza mostrou-se indignada
e os da legalidade deverao o seu terror ao poni
de verem em ludo islo o indicio de urna conspi-
rado com o fim do se insultar, al rnesmo de
se assassinar o herdeiro presumplivo da cora da
Inglaterra. O Times observou e com alguma ra-
zao que os canadianos poderam ler-se dispen-
sado de convidarera o principe de Galles para ir
visita-ios, se nao estavam decididos a mostraren)
o respeito que Ihe era devido.
Foi sob a impressao desse successo que o prin-
cipe fez a sua entrada em Quebec. O jornal official
dessa cidade diz a que elle eslava pallido na
occasio do desembarque, e que urna ligeira agi-
acao nervosa como que trahia urna commoco
bem natural, avista da t-eneraedo, de que era ob-
lecto, e que pareca incoramona-lo e quasi que
intiraida-lo. O jornal intitulado A Reforma
esta longo de asseverar essa veneracn, como
vamos ver : O principe, diz esse jornal, lem
la annos de idade, porem parece nao ler mais
que 15. A sua figura exprime a siraplicidado in-
fanta para nao dizer mais. Elle esbelto, seus
cabellos nos pareceram louros.e seus olhos azues :
n urna palavra um pequeo allemap inglezado
?-f_V'VaS JaJos P,r 'nlerrallos nao queriam di-
Esses gritos nao erara a nossa vez, seno o 'eclfo
de urna pulidez fria e calculada.
Urna correspondencia diz que o princixie ficou
sorprezo de ouvir o mairo de Quebec ler a feli-
cilaco ou discurso municipal em francez, e de-
pois traduzi-lq na lingua ingleza : entretanto o
gnnope leu a resposta escripia tambem as duas
linguas.
Os habilanles de Quebec, que sao catholicos
mu fervorosos, ficaram bstanle indignados ao
mem o lugar que no prestito se destinou aos
seus sacerdotes. O nnire quera que o clero ca-
Inotico marchasse na frente dos outros ; mas vio-
se obngado a ceder is exigencias do bispo in-
glez. posto que fosse excessivamenle limitado o
rebanno deste ultimo pastor.
0 mao humor causado aos candianos e nos
irlandezes pelo que elles consideravam urna pre-
leriQo, augmento-u muito no diaseguiote, quan-
do o principe nao lespondeu aos discursos fran-
cezes dos prelados se nao em inglex, o cbaraan-
o-os senhores c nao monsenhores, omo-tinhara
esperado. Os prelados ligaram tanta importan-
cia a essas pequeas circunstancias que recusa-
ran) assislir ao grande banquete dado na tala do
parlamento. Os camponezes esnadianos-revaram
o leu rancor a ponto de rocusarem vender as
suas cagas sos eacarregados desse banquete, quo
se^irara forcadss a manda-las vir dos Estados
Unidos. Nao se sbese foi por um motivo igual
que o Sr. Cirios Alleyn, membro do gabioelo.
porem lrlandez catholico, deixara flcar a sua casa
na escuridao no meio da illuminaco geral da ci-
dade. Os legalistas inglezes, indignados com es-
se seto, reuniram-se era torno da casa do minis-
tro, e quebraram-lhe todos os vidros pedradas.
A etiqueta pede que a pessoa que dirige urna
felicilaQao ou discurso ao principo pouha ura joe
Iho em torra emquanto responde sua alteza real.
Quando chogou a vez do conselho legislativo, o
principe disse ao presidente desse conselho Nar-
ciso Belleau.que acabava de dirigir-lho o seu dis-
curso : De joelhos I e o Sr. Belleau na sua
precipilacao era obedecer deixou-se catar sobte
os dous joelhos, o que fez que os espectadores
desatassera a rir somenle o principe devera ter
conservado a sua gravidade como quera se acha-
va encarregado do preencher funecoes mui serias.
Virara-no lanzar m3o do uraa espada desembai-
nhuda, que trazia o duque de Newcastle, o com
ella liater de leve sobre a espada de Bollem, di-
zendo-lhe : Lnrantai-ros, Sir Narciso Belleau.
E o Canad contava de mais ura cavalleiro inglez.
O joven principe, antes de deixar a Inglaterra,
fra investido de todos os poderes de um vice-
rei, e podia fazer cavalleiros com o simples lo-
que, como o lord lenle da Iran la. Era a pri-
tncira vez que elle usava desse previlegio, e dizia
rindo-so depois da cerimonia : Eu nao linha
a rao muito firme quando lomei a espada, e to-
cando com ella no hombro de Belleau live raedo
que nao Ihe cortasse a cabeca por descuido.
Entretanto o principe devera agradecer a Deus
por nao Ihe ter succedido essa desgraca ; porque
a sua visita a Quebec foi assignalada por bastan-
tes outros incidente?, quo esse nao [aria mais do
qoe augmentar o numero.
Durante a illuminajo urna parte do vasto am-
philieatro construido sobre a esplanada, o onde
se acharara reunidas perto de quinze mil pessoas,
se abateu abalando as suas ruinas um milheiro
de curiosos, dos quaes alguns sahirim mortal-
mente feridos. Poucos instadles depois cahio
um grande espelho da sala do baile, quando se
eslava no raeio de uraa polka bem animada, e
fez-sa em pedacos, o que indicio de grande
desgraca, como alli se suppe Com effeilo a des-
graca nao tardou a acontecer : o principe wal-
sando com a Sra. Carlier, mulhci do primeiro
ministro, deu ura passo em falso, 0 cahio arras-
trando o seu par na sua queda.
O correspondente do Herald noiiciou que de
rite o qualro contradancas o principe dansou
vinle duas, deixando smenle de dinsar duas por
se adiar na ceia. Finalmente diajm que ludas
as vezas que os grandes breles s iiuenam pro-
ferir os seos gritos e hurros, a popilacao de Que-
bec lies impuuha silencio ; e quei polica pren-
deu dous homens no acto de proferera ameaijas
de niorio contra o seu hospede.
Em Monlreal o principo ouvio o discurso do
maire o Sr. Roiier, que, segundo affirmam os
lornaes, esperara receber tambem o titulo de ca-
valheiro : quanlo poz o joelno em trra, ahaixou
a vista e cruzou os bracos na allitudede profun-
do recolhimento, para'raelhor ouvir a resposta
qoe it sahir dos labios roies ; porra vio-se obri-
gado a lovaular-se visivelracnle logrado.
As inauguracoes da ponte Victoria o do palacio
de cryslal foram contrariadas por urna chuva
continua que nao dava lempo a coua alguma ;
o que deu lugar a que a gente do pevo dissesse
que o principe obraria melhor era n) ler deixa-
do a Inglaterra so tiuha de trazer consigo tanta
chuva.
No almo;o ofl'erecdo ao principo pela compa-
nhia da eslrala de ferro, um refugiad) irlandez
chamado Me. Goe, fra convidado responder
sade do eslylo feila por parle di companhia ;
mas o governsdor geral do Canadl oppoz-so a
que elle fallasse. eos amigos de ic. ee resol-
veram tambem nao consentir que oulro satisfizes-
se a aaO.de. Esperava-se qoe resultasse dahi um
incidente desagradavel ; mas quando afinal Me.
Geo quiz lomara palavra, o priucipe e o gober-
nador geral sahiram da mesa, e acabaram assim
com a querella. I
Deil-se um bailo por snbscripco q^ie cuslou
16,000 dollars, sendo que a icceiti apenas che-
gou a 26,000, de surte que havia um dficit de
"2 1,000 dollars : pretendia-se cobrir esse deficil
fazendo percorrer a subscrpcao por loda a cida-
ie. No outro da, porm.'nfio sa ouvia sanio
fallar da maneira porque o principe se porlava
cora as senhoras n quem tirara para dansar, dei-
xando-as depois da conlradanca sem tomar ao
menos o trabalho de reconduzi-'las aos seus luga-
res juntos a seus pais ou prenles.
Finalmente sobre quasi todos os edificios p-
blicos flnctuava a baudeira franceza ao lado da
bandeira ingleza ; e os canadianos haviam pre-
parado as cousas de tal sorle que a priraeira fica-
va um pouco mais cima que a segunda. as ca-
sas particulares, as pracas e na cilhedral foram
basteadas iros banleiras'fraacezas, ao passo que
inglezasurna s.
As correspondencias de onde extraamos osles
promenores, que deram lugar a diversos com-
rnentarios no Canad, (firmara una voce que a
partida do principo ser o signal de urna lula
mais rlente que nunca entro as populaees de
origen] franceza, ingleza eirlandeza
Os republicanos dos Estados-Unidos se mos-
Iram, a cerlos respeitos, mais altinciosos e cor-
lezes para com o principe de Calles deque os
monarchistas canadianos. ispulam-se j a hon-
ra da recepcao da visla augusta, cada qual dse-
la por a sua casa disposico do real risilanle.
Esto aceitou os convitos "olliciaes das cidades
mais importunes.
Depois de terminar oseupasseio no tillo Ca-
nad pela queda de Nigara, entrar nos Estados-
Luidos, l para o da 6 de oulubro. pelo Chicago.
O hcening-Posl, de New-York, tero a irreveren-
cia do publicar urna pretendida carta do famoso
acrbata Blondn dirigida ao duque de New-Cas-
tle, na qual esse acrbata se ofiereco para fazer
passar gratuitamente o augusto viajante por cima
djscaladupas do Nigara em ura carro sobro urna
corda teza ; e islo afim de mais abrilhantar a
soiemnidade da sua viuda.
F Gaillardet.
(La Preste.Silveira )
correspondencTdg~diaiuo de per-
NAMBUCO.
Hamburgo, S de novem-
bro de lW!JO.
A. conferencia de Varsovia, e o seu mo re-
sultado, anda assumplo proveitoso para as
discussoes dos jornaes.
Os detalhos da conferencia apparecem do dia
em da mais completos, e tauto mais se sabe
tanto mais parece verdadeira a supposicao que
a entrevista na capital da Polonia foi at cerlo
ponto urna verdadeira comodia.
A Prussia, o sobretudo a Auslria foram para
Varsovia na esperanca de encontrar da parte da
Uussia um alliado cventualraenio contra a Fran-
sa ; mais o principe de Gortschakoff achava-se na
melhor harmona cora o gabinete das TuillerTas
e quando, no da 25 do outubro, leve lugar
conlercncia de urna hora entre os chefes das
res potencias, o imperador Alexandre aprosen-
lou urna carta do imperador Napoleo, na qual
expunha as suas inlcncocs respelo da Italia,
dando o principe Gorlchakoff 5 entender ao mes-
mo lempo, que a Russia nada linha objecMr
contra a poltica exposta pela Franca. O comea-
do da carta de Napoleo era o seguinl6 :
A Franca est decidida, no caso do lomar a
Austria a offensiva contra a Italia, unir os seus
exordios aos da Italia, o oppr-se enrgica-
nioao" a 'rang,av''sojo'f|!;r8rigJ(,.,lf,ualo T^sS
que a Italia lome a offensiva, garantir, em to-
das as circunstancias, os resultados dos tratados
do paz de Villa-franca e do Zurich, e nunca
admiltir que a Austria se aproveile de urna even-
tual fortuna das armas que favoroce, para de
novo tomar posseda Lombardla.
Quinto s oulras partes annexas Italia os
ducados. Roma e aples, em caso de urna of-
fensiva piemonteza, a proteceo da Franca nao
i se entender ellas.
Finalmente o imperador Napoleo declarou,
que q"ualqucr inlerrenco da Confederado
i Germnica na Italia em favor da Austria, elle
! responden com urna guerra no Rheno. Bem
se pode imaginar o desapponlamento da Russia
e da Auslria com essas declaraces da poltica
franco-russa.
Ero todo o caso a molestia da imperalriz riuva
da Russia veio muito lempe pare dar um mo-
tivo plausirel para o encerramenlo da confe-
rencia ; depois das leituras da carta do impera-
dor Napoleo e das respeclivas declaraces da
Russia, a sua conlinuacSo nao linba mais cabi-
mento. Ura desconlentamento bem pouco infe-
rior oroduzo o-procediraento da Inglaterra, que
segoio imraediatainenle a conferencia.
Como sabemos, quando os Piemuntezcs entra-
ram nos estados de Roma a Franca tinha cha-
mado o seu embaixador de Turim, a quando el-
rei Vctor Erarnanuel entrou em aples, a Rus-
sia fez igual demonstracao. A Prussia o8o segui-
r o exemplo dos seus dous visinhos. deixando o
seu eravudo era Turim ; porra decidir cen-
surar o procedimento revolucionario do Piomon-
te em urna nota bastante enrgica.
Tudo isso tinha lido lugar antes da conferen-
cia de Varsovia, e muito proravel que os pas-
sos demnstrateos da Franca e da Russia s le-
nhira por flm chamara Prussia ao mesmo ter-
reno, Hfim de separa-la inloiraraente da Ingla-
terra, euni-la .1 Russia, secretamente alliada
com a Franca. Esse plano nao teve resultado,
mas oSr. de Schleinitz por sua nota dirigida ao
gabinete de Turim tinha era todo o caso compro-
mtalo a sua posico para com a IngUterra. A
consequencia nao fallou.
Em urna nota, datada de 27 de oulubro, de
Lord John Ruase!, dirigida Sir James Hudson
em lunra, a Inglaterra emitlio sua opinio acer-
ca do procedimento das outras potencias para
cora a poltica de Turira. e declarou que nao
podia applaudir esses passos, e que reconheceria
poltica do Piemonte como justificavel e digna
Os fundos brasileiros 5 0(0 a 99; e os 4 li2 0i0
n?'o0s 6 l chilGn"S 102 : os hollandezes 4 0i0
99 7i8, 3[4; os mexicanos 3 OO 21 3i4 : os por-
tuguezes 3 0[0 45 5[8 ; os russos 5 0i0 a 105 Si i !
os sardos 5 0|0 a 87; os hespanhoes 3 OO a 49 3i8 ;
e os Turcos 6 0|0/'de 1854) a 73 1(4.
Do Brasil chegaram a varios portes de Ingla-
terra no decurso da ultima quinzena os seguintes
navios:
Do Para Sif (8 de novembro) a Falmouth ; da
Bihia Trouw (10) a Liverpool; do Ceai Isa-
bella (lo) a Liverpool; do Rio Grande Lizzio
Gowan (16) a Deal; do Rio Grande Hiram (16)'
a Falmouth ; da Baha Helene (17) a Grave-
seud : do Para Isabella Scot (17) a Liverpool '
da Baha Ernst Merct (18) a Deal; e do Rio'
Grande Capriosa (0) a Falmouth.
De Pernambuco Bonita (22) a Liverpool: e de '
Macei Pilot Fish (22) a Liverpool.
De Inglaterra para diversos pnrlos do norto do I
Brasil seguiram no mesmo periodo os navios abai-
SO mencionados.
,De CardiffFand I (8) para o Maranho; de1
Liverpool Lindesfard (12) para Pernambuco; de
Liverpool (14) Garry Clera para a Parahiba ; de
Gravesend D. Francisca (16) para a Bahia ; e de
Gravesend Gczina Gertrude (8) para Pernam-
buco.
Hoje dovo tocar era Plymouih o hiate da ma-
nuha ingleza Victoria & Albert. trazendo a seu
bordo sua mageslade a imperatriz d'Austria, de I
viagera pars a ilha da Madeira. onde vai passar o '
invern por conselho dos mdicos em consequen-
cia do sua delicada saude. O conde Apponeji,
de toda a consideraco, e que" el-rei Victor Era- miuslr'ustraco i
manuel por sua entrada era aples e nos esta- para aquella porto, alim de recebe e acampa
tt,, ma D0,lnh" ,03adoos direitos dM Btar^^^^Va"lSefaS7;.
gentes. moulh. J
ca SSS&Jf-o," c0"venie",e dessa declara-! Os jomaos de hoje, referindo-se a urna parto
da des?onh ,Lt HC0"ra. a,Pr.uss,?> "ao Po- lelegraplaca de aples em data de honlem; an-
?i.,:"L-.nhc?eredeP0,?de8l..l? fetoemVar- nunc.ara que el-rei Francisco II se achava era
sovia a experiencia da impossibilidade de ir de
accordo cora a Russia e a Austria, tambem vio-se
agora ruis ou menos afastada da poltica ingleza.
fc. verdade que a nota Russel tocava ainda mais
directamente poltica da Austria, que nao tinha
adiado em Varsovia urna amiga sincera na Prus-
sia. e um adversario coberto na Russia. Agora
a Inglaterra proclama o principio mais irrecon-
ciliavd contra a poltica da legilimidade, olfe-
recendo ao Piemonte toda a sua influencia rao-
ral. Sobre a Franca ella j ha muito nao podia
contar e a sua solado era indubitavel.
Segundo toda a apparencia, essa siluaco das
cousas nao deixar de influir sobre a futura po-
sicao da Auslria.
Eolretanto o drama sanguinolento na Italia
meridional chega ao seu fim. Depois do have-
rem os Piemoutezes e Ganbaldianos forrado o
t-angliano, e preparado urna decidida derrota ao
exercitr. napolitano, o silio do Gaeta se tornou
maiseslreito. Uraa parte do exercilo napolitano
.em numero de 18 mil homern, nao adiando alli
acolhimento so havia retirado para o territorio
romano, onde foi desarmada.
Em 12 de novembro as tropas napolitanas, em
frente de Gaela, tentaran) ainda uraa vez a deci-
sao das armas, mas forara refellidas com grande
perda, ao passo que os Piemontezes penetraran)
at mmediaces da fortaleza de Gaeta o come-
cavam levantaras soas bateras. Com tudo a
continuada desgraca das armas napolitanas e a lenire os quaes muitos guardas-marnha) e 10
completa falla de esperanca para continuaco da pravas deguarnico
resistencia, influiram alguraa cousa sobre o es- Podoram todava salrar-ae os seguintes offi-
pintodo el-rei Francisco II, e das sua tropas, ciaes, cojos nomes abaito Iranscrevo alm de
reunidas em Gaeta ; lano que el-rei Francisco 3 raarinheiros :Seguudo lente Joo Meudes
se repugna idea de abandonar a resistencia, c Salgado, dilo Fernando Mondones Paes Lemo, e
dito Jos Marques Guiraares ; guardas-raariha
Guilherme Rodrigues Villares, Manoel Marques
Mancebo, Joaquim Xavier de Oliveira Pimenlel,
Jos Antouio de Alvarim Costa, Fernando Xavier
de Castro, e Francisco Soarcs de Andrea ; e o
commissario Ignacio da Silva Mello.
Sao por emquanto ignorados aqui os delalhes
de lo desastroso aconlecimenlo ; sabemos en-
tretanto que a crvela ficou completamente des-
pedcela sobro os rochedos onde uaufngou, po-
lendo apenas apurar-se de salvados a somma de
190 pesos hespanhoes, realisada por meio de um
aquellos objectos
aterra,
Gaela gravemente enfermo, havendo-se-lho rom-
pido um dos vasos sanguneos. Um vapor linha
chegado a aples procedente do Gaeta, auna de
buscar mdicos para sua mageslade.
A rainha me havia chegado a Cirita-Vec-
cnia. acoraoanhada das princezas, irmes d'ei-
rci Francisco II.
linlre as diversas nuticias que desla vez me
cabo communicar figura urna de carcter bem
desgranado, e quo diz respeilo naco brasileira.
Quero fallar (e bem rae custa diz-lo) do comple-
to naufragio da nossa crvela U. Isabel sobre a
costa do imperio de Marrocos ; trisle e lamenta-
yel successo, que teve lugar no da 11 do corren-
te, pelas 8 horas da noite, como para aqui foi
comraunicado telegraphicaraente pelo nosso vice-
cnsul em Gibraltar.
A corveta itnperial havia deixado Marselha cm
lins do mez de outubro, seguindo para o Rio de
Janeiro de volta de sua riagem pelo norte da
America e pela Europa, depois de haver cumpri-
oo a commissao que ao seu commandanie fra
dada de ir aples para receber a bordo Suas
Altezas Reaes a princesa D. Januaria, o conde de
A juila o seus augustos filhos ; e fuera felizmen-
te sua derrota at a hora daquelle malfadadodn,
em que naufragou a seis militas de distancia do
cabo de Spartel, perlo de Tnger, (cando com-
pletamente destruida e perdendo morios o com-
mandanie Benio Jos de Carvalho, 22officises
,entre os quaes muitos guardas-marinha)
deixar Gaela, visto como nada Ihe restar nestas
circomstancias. Eniretanlo Victor Emmanuel
nao se julgou impedido de lomar conla do go-
verno das Duas Siclias. apezar de so achar anda
em Gaela el-rei Francisco.
Em 7 de novembro teve lugar a sua solemne
entrada na capital do Napoles.com vivo jubilo da
populacao. Antes disso Garibaldi tinha depositado
a sua dictadura em mo3 de el-rei e do mesmo
modo so liuham retirado o? prodiclatore3 Pal-
lavacino era Napol-s, e Mordini em Palermo dan-
do o ministerio Conforli
....... ...... > v. i,.i. i, li'Jiu Ul
se ihe olTereceram e s aceiloi
para marechal. Ao mesmo lempo elle pedio
(licenca por rauilos mozos e parlo para a Ilha
de Capra, onde tom urna pequea fazenda. Em
urna prodamago elle so despedio do exercito,
asseverando q>ie era futuros combates pela li-
berdade da Italia elle nao deixaria de apparecer
as lileiras dos seus anligos companlieiros d'ar-
mas. Ao mais tardar at marco prximo futuro
dizia na dita prodamaeoesp-rava elle ver
ura milho de Italianos era armas c enlo a Ita-
lia seria invencivel.
Dentro era pouco el-rei Vctor Emmanuel rai
partir para a Sicilia, e fi-ar qualro mezes em
Palermo. A fortaleza do Hessina se acha ainda
em raaos das tropas de el-rei, e ltimamente ro-
jeilou a capituladlo que Ihe foi offerecida.
O coraeco da eslaco invernosa muito peiorou
o eslado de el-rei Frederico Guilherme da Prus-
sia, c uestes ltimos dias esperou-so a sua
morle.
Tambera a joven imperatriz da Austria, cora a
approximacao do invern, teve syraptomas as-
suslalores da molestia. Os mdicos declararam
o seu estado algum tanto perigoso, e aconselli i-
ram-lhe a residencia na Ilha d) Madeira. A im-
peralriz parti auto-honlem de Vicnna indo pa-
ra slenle, onde csjera um yatch vapor da
ramha Victoria que a levar para a Madeira
Quanlo a reforma da constituidlo na Austria,
tolos os dias apparecem novas dficuldades, so-
bretudo na Hungra aonde se esl organisando
una agilneao. que 0 governo nao podia prever.
A dieta allema terminou as suas ferias em
lins de oulubro. as sesses que at agora tive-
ram lugar, segundo consta, nao occorrou nada
digno de mencao.
------ a sua demisso Cari- r------.^.uw, nu
i numero do recompensas que leilie em Tnger, onde foram aquellos c
u a sua nomeaco vendidos por ordem do ministro de Iri"
t.,fMn,-. Un n^.4,,. i *nli pillee Kiuib rtm;. -n .-_.. ?
officios so collocou a tripolaco
Londres, 83 de novembro.
Chogou no dia 20.do corrento a Brdeos o pa-
quete francez coma mala do Brasil do melado de :"'f i?1*"^' ^teIl""^f** ^J*"*",1 **"} "eS'e
oulubroliliimo, c por elle recebemos noticias des- '"?' *!**"* Parl,.r Para u?ar.do. nau-
-|------------------www ..i u Ul.i.,i ut* UIU3I1 UW i:-..i i UU
oulubro ullirno, c por elle recebemos noticias des-
so imperio quo todava foram destituidas da
raaior nter esse para a Europa.
Quando poltica interior do paiz soube-se
aqu com terror que era algumas localidades do
iraptro as eleires rauncipaes haviam dado lu-
gar a lulas sanguinosas, resultando disso era va-
rios pontos muitas mortes.
Segundo essas mesmas informacoes. parece
que o ministerio perdera essas eleicoes em gran-
de numero de municipios; d'onde" se presagia
que o governo lera de sustentar mui renhido
combale para as eloices de deputados.
Esta rainha caria ser expedida pelo paquete
da Brdeos que dever largar do porto desse no-
me no dia 25. Como j annunciel na minha an-
tecedente, seguir do Lisboa para o Brasil a bor-
do desse paquete o nosso navo bispo do Rio Gran-
de do Sul, o Sr. I). Sebaslio Dias Larangeira
que foi demorar-se em Portugal 15 dias.
As nossas eraprezas frreas conlinuam nete
mercado em um eslado de discredilo raedonho.
As acedes da de Pernambuco esto a descont de
4 l[t a 3 3| por cada aeco sobre trada ; as da Baha a 3 1 7-16 a $ 1 5-16 so-
bre 7 l(2 de entrada ; e as de S. Paulo a 3 1 1|8
a 7|8 sobre 4 de entrada.
Consta-mo mesmo que os possudores de ttu-
los desla ullima empreza estiverara a ponto de
nao entrar com a ullima chamada que se fez no
da lodo corrente, donde leria resultado a que-
bradessa nossa companhia com grave prejuizo
para os interesses da provincia de S. Paulo. O es-
tado de compromettiraeolo, em que o publico a-
credita estar a erapreza de Pernambuco quo
influe principalmente de ura modo desfavoravel
sobre as outras eraprezas; e como j disse, nao
creio que o actual estado de cousas melhore sem
que o governo so resolva a prestar um forte apoio
empreza do Recife, garantindo o juro sobre o
capital que anda se requer para a coneluso dis
obras, salvo o direito que assisto ao mesmo go-
SamPJirociirar as garantas que Itre convenhara
wF**que aq,,i leera as Dossa8 """=-
O algodo da Bahia lera sido rendido a 8 d 1.2
por libra ; o de Pernambuco a 8 d 3,1% d ?2 'e
10 d ; o o do Maranho a 9 d Ii4 '
O coro do Brasil do 55 s 66 per'cwt.
segunda 58 sfinfia1)qU8'dadeJ 62 s 73 s Pcr i
d pe? cwL 6 ordlnario 53 s 57 s 6
ton0olffi.B'r,S lem Sd Ctad de O s a 85 s por
co2r6Cdr3dAPfier;arabuCOe d* Parahb. ran-
cwL 6 masc"d0 23 s 28 s per
O couros salgados do Rio Grande 5 d 3.4 a 7 d
1(2 ; ditos seceos 9 d a 9 d 1.2 ; e ditos teccos
salgados 6 d a 8 d 112. eccos
Os consolidados inglezes Acaro a 93 3.8 e li2
A renia franceza de 3 0t0 a 70 fr. 15.
sob cojos bous
salva.
Felizmente para nos, a populacao mourisca
condiizio-se humanameule para cora os nufra-
gos, de modo que estes poderam entrar todos com
seguran; em Tnger, erabora era deploravcl es-
tado pela lula do naufragio c pela completa des-
iitui;ao em que se acluvam.
A primeira communica;o que aqu recebemo?
desse desasir foi-nos transmillida pelo vice-
cnsul do Brasil em Gibrallar, o Sr. Xavier Ma-
chado, que em lo embaracosa occasio houve-
se com urna energa o acer'lo digno dos maiores
lourores.
No desempeuho de suas funecoes consulares,
aquello nosso agento requisitou inmedialamente
das autoridades inglezas o soccorro de um navio
de guerra, e havendo-llie este sido concedido se-
gura do Gibraltar para Tnger a bordo da corveta
-i vapor Argus, alim de ir alli encontrar os nu-
fragos e Iraz-los para o lugar de sua residencia,
onde com elleito chegou com elles no dia 18 do
corrente depois de haver visitado o lugar da ca-
taslrophe, para de tu lo dar certificado, e depois
de haver providenciado era Tnger, de accordo
com o ministro inglez, a bem das pessoas que se
salvaram o dos interesses do Brasil.
O nosso ministro nesla coito, apenas foi infor-
mado daquelle triste successo, tomou as mais
aceitadas providencias, ordenando mmediata-
Bjcnle ao dito vico-consul, que provese s ne-
cessidades dos nufragos e que os lizesso coudu-
zir Lisboa, donde seriam elles Iraosporlados ua-
ia o Brasil K
E cora elTeito esses infelizes j deixaram Gibral
tar no da 21 do corrente, a bordo do vapor Bre-
tagne, e provavelmente se embarcaram em Lis-
boa no fim desle mez de viagem para o Brasil.
O almirante Grenfell, nosso cnsul geral nesle

ILEGVEL
Tragio, quando aqui se recebeu a noticia de haver
seguido para alli o vice-consul, e por isso desis-
ti de urna viagem que sena j intil: entretan-
to cumpre louvar seu zdo e decisao.
Lord John Russell enlendeu-se com a nossa
legaco, logo depois da communicago do vice-
consul do Brasil, afim de participar a trisle nova
que Ihe fra annunciada pelo ministro da rainha
em Tnger, assim como o expediente que este
tomara de acolher sob sua proteceo official os
nufragos e os inleresses do Brasil.
Constn-me que a legacao imperial responder
em termos do raaior reconhecimenlo aquella cora-
raunicacao official do governo britnico.
Mr. Drummond Hay, ministro da Gra-Bteta-
nha em Maocos, prestando sua olficiosidade ao
Brasil no caso do naufragio da crvela Isabel,
dispoz.os Marroquinos a consideraren) a Ingla-
terra como um alliado e bora amigo do Brasil,
facilitando provavelmente-por esto modo a posi-
;o dos nufragos, e preparando para o futuro a
boa vonlade dessa geule para com os nossos
quando por quaesquer circumslancias lenham de
alli comparecer novamenle. Assim pois somos
devedores de um bom servico quclle diplomata ;
e nenhuma duvida tenho de" quo o governo im-
perial seapressar de significar ao governo bri-
tannico seu profundo reconhecimenlo pelos bons
e generosos olficios que Ihe acaba de prestar om
Tnger aquello ministro.
Varios jornaes inglezes noticiaram aquello to
triste successo ; mas, na ausencia completa de
pormenores, abslivcram-so de critica-lo.
Segundo me consla, na opinio do almirante
Grenfell, poderia lalvez ter succeddo aquelle
desastre por haver sido impellida a corvett pelas
correles sobra as pedras, era que naufragou, se
que foreada pelo vento do oeste leve de fazer
algura bordo naquella direceo depois de haver
passado o eslreitode Gibraltar- Poderia tambem
ter naufragado era consequencia das cerracoes que
alli reinam nesta quadra do anno, e que a im-
pederara de avistar a trra. Fussc, porra co-
g "o disUnc'tosSandolsn
tesla destes o bravo command-ule daquelle vaso
oo guerra, o capito lente Bento Jos do Car-
va mu 1
O tenente Salgado, official raals anligo enlre
os que se salvaram, tomou o commando da euar-
mcao que igualmente sesalvou : e formulou i
o rea torio dos successos que precedern) o acom-
panharam o naufragio, tendo remeltido para o
Ju'wU.In'0 no8la.corle uma CP q'o toda-
va est anda em viagera, e guardando comsieo
o original que lera de apresentar no minislerlo
2urarfJnh?nA,Ri0 d6 Janeir0- A corveta de
guerra D./afiei era. como se sabe, uma escola
a nale.U,?nDa?,eai cnenles condicoes para
?. f"?i : a'nda na via8e"> qe ltimamente
fizera de aples para Marselha, percorreresse
i espago em quarenta e oito horas O es do.po "
perdeu um dos melhores navios da sua marinha
que nao poderia !ter-lhe custado era completo
armamento menos de quinhootos tontos de ris.
Causara aqu vivas inquietacoes e sospeitas da
naufragio a longa viagem queja Irazia a fragata
vapor ingleza Hero, em que se embarcara em
I oriland nos ltimos dias do raei passado, Sua
Alteza Real o principe do Galles, de regresso
Graa-Breiauha da sua viagem a-Amrica" Vinle
se e das durou essa viagem, que hoje aqui con-
siderada como a mais longa at o presente feita
por umuavio vapor ; tendo sido a causa de
lana demora nao s ventos contrario? como lia-
ver-se acabado o corabustivel que Irazia aquelle
vaso, contando com carvao para apenas dozo
U13S.
O principe de Galles era aqui esperado a 9 do
correle, da do seu aniversario natalicio ; mas
s chegou a Plymoulb no dia 17, depois daquella
tao contrariada derrota. Em Plvmouth foi Sua
Alteza Real recebida com toda a pompa c forma-
lidade. sendo comprmentado pela municipalida-
de por moio de umaallocacao que Ihe dirigi o
presdeme desse corpo, allusiva s sympathia3
que na America enconlrou o priocipe e ao seu fe-
liz regresso a este reino. Depois de uma peque-
a demora naquelle porto o herdeiro pa coroa in-
gleza, segura em caminho de ferro para Wind-
sor, afim de reunir-se rainha, sua augusta
mate a mais familia real, quo anciosamente o
esperava. Sua Alleza foi recebido na eslaco
do caminho de ferro de Windsor pelo principe
Alberio, seu augusto pai ; eem pouecs minutos
se achou no centro de sua rea! familia, de auem
estere separado por mais de 4 mezes. Era Wind-
sor loi o principe cumprimontado por grande
numero do pessoas da corle, que alli concorre-
ram; actualmente, porm, Sua Alteza Real so
acha om Oxford, para onde foi contiitiiar seus
estudos superiores.
Poucos dias autes do regresso Inglaterra de
Sua Alteza havia chegado a Portsmoulh, de sua
viagem ao Brasil e ao Cabo da Boa-Esperanca o
principe Alfredo, filho segundo da rainha. B* 88-
bido que este principe estove no Rio de Janeiro
cora bas Magostades Imperiaes e com as augus-
tas princezas.
As noticias polticas desle paiz sao desla vez
destituidas de uileresse novo. O parlamento in-
glez que fora prorogado at esto mez acaba de
st-lo novamenle, e nao ser aberlo antes do lira
de Janeiro ou principios de fevereiro. Lord Pal-
mersl'in se acha cada vez mais firmo na sua ca-
deira ministerial; e os rcenles iriumphos que
as armas malezas acabara de ganhar na China,
conforme menciooei na minha ullima caria, Ihe
tem grangeado anda maior popularidade. sendo
que ao mesmo lempo o apoio que osle ministro
tem prcslado reveluco italiana, com quem a
Inglaterra tem deveras syrayathisado. mais um
motivo para que a administradlo Palmerston-
Kussell seja apoiada pela opinio publica desta
grande naco.
No jania'r poltico com que cm 9 do corrente
maugurou o seu governo arraual o novo lord
Mayor da Cit: de Londres, lord Palmerstou fez
um importante discurso tendente a socegar os
espirites receiosos pela paz. e fazendo alluso
alhanca com a Franca disse que esso laco fra
anda ltimamente mais cerrado pelo tratado do
cornmercio enlre esto paiz e aquella naco.
Nossa mesma reunio o conde de Peisigny,
embdxador francez nesta corle, orou lambera
naquelle sentido, declarando firmemente que a
mais solida garanta da paz europea est na al-
lianca franco-iogleza.
Da China nada mais sabemos aqui com certeza
depois do que leve lugar era seguida tomada
dos lories do Tak e chegada dos plenipotencia-
nos alliados ao Tien-lsm. Entretanto alguns
joroaes leem querido inculcar positivamente que,
succedendo vir ao cooheciniento de lord Elgin J
do baro de Gros que os Mandarins reunidos em
Tien-lsm para negociarem a paz se acluvam sera
plenos poderes para esso lira, Czeram elles mar-
char sobre Pekin o exercito alliado no intuito de
irem ali impor as condicoes da paz; de modo
que cm principios de outubro essa capital tena
j calado em poder dos alliados. Mas por oulro
lado, segundo uma parte telegraplaca transmilli-
da de Aden, constara em Hong-Kong no dia 7
de setembro que o general Grant ii fazer partir
para a India Ingleza varios regenlos que en-
tra rara na campanha da China ; e d'alli se lera
aqoi inferido que a paz est feita, sen) que o
exercilo lenha marchado sobre Pekin. Islo ca-
rece lodavia de tonfirmacio que nos poder ser
irazi la pelas proxirais noticias que se esperara
da China.
Nestes ltimos dias tem feilo grande sensaco
nesla capital a visitada imperalriz dos Francezes
Inglaterra e Escossia. No dia 14 do correle
chegou a Londres S. II. I., viajando incgnita, o
acompanhada da princeza d'Exasling, da raarque-
za de Lagrange, de madama de Sauley, e do
marquez de Lagrange, seu escudeiro ; e depois
de uma demora aqu da tres da?, sem que fosse a
Windsor fazer uma risita particular rainha,
segura para a Escossia, onde foi hospedar-sc no
easlello de Hamilton, de que proprietaria a du-
queza deste norae, prima do imperador Napo-
leo. '
Parece que fora esta viagem aconselha Ja im-
peralriz pelos mdicos em consequencia do esta-
do de sua sade alterada rcrenlemente pelo abalo
que solVrera com a morte da duqueza d'Alba, ir-
raa de S. M. 1. Esla augusta senhora reunir-
se-ha ao imperador Napoleo depois de olgumts
semanas de ausencia.
A muita genio tem parecido extranho que a
imperalriz Eugenia se absliresse de ir a Wind-
sor, embora viage guardando o incgnito ; e mes-
mo ha quem diga qoe S. M. a rainha lem levado
isso muito a mal.
As nolicias da Italia pouco offerem de novo
que relatar; o quo de mais notare! occorren de-
pois da rainha ullima caria foi a entrada cm Ter-
recas de quinze mil homens das Iropas reaes
forcados a entrar nos estados do Papa pela per-
seguco das tropas piemontezas. Esta noticia
se acha confirmada, e at aquellas tropas se
achom j desarmadas c internadas.
O re Francisco II continua a sustenlar-se em
Gaeta c>m dez mil homens contra o cerco dos
Piemontezes; mas parece que em breve ceder
el-rei s circunstancias sempre adversas, lendo
de erabarcar-se para Hespanha, visto que nao
pode mesmo contar com os officiaes que cora-
mandam as suas iropas dentro da fortaleza. Se
S. M. partir, a sorle de Gaeta estar ipso faetc
decidida ; cahir as raaos dos Piemontezes.
El-rei Vicior Emmanuel esl ainda em ap-
les ; parece, porm, que dever em breve visitar
a Sicilia, onde espralo com eulhushsmo. S.
M. nomeon o ministro Farioi seu lugar-lenenle
as Duas-Sicilias.
As provincias pontificias da Ombra e Marchas
teem volado quasi unnimemente pela sua anne-
xacao Sardenha : mesmo as localidades oceu-
padas pelos Francezes.
Os Sardos oceuparam Terracina, conlra que
protestou o general Goyon.
Mr. Lincoln, do partido republicano, acaba de
ser elcito presidente do Eslados-Unidos.
Lisboa 28 de novembro.
El-rei depois de regressar da sua virita a pro-
vincia do Alemlejo resolveu ir assislir exposi-
cao*agrcola do Porto. Para aquella cidade par-
ti pois no dia 18 do correnle acompanhado pelos
Srs. infames D. Luis e D. Joo, os ministros do
reino marquez de Loul, e das obras publicas
Thiago Augusto Velloso e Horta. O marquez d
rulho, brigadeiro Caula e mais alguns officiaes
do sua casa formavam a limitada comitiva com
qee sabio da capital.
A invicta cidade do Porto esra>rou-so quanlo
poude em hospedar o chefe do estado, com as
mais inequvocas deraonslrar,es do respeilo o
sympathia. A exposidio foi realmente merece-
dora daquella honrosa visla. A sociedade agr-
cola do dislricto desempenhou-se perfeilamenlo
da sua patritica misso. Alguns bailes esplen-
didos paradas, festejos pblicos e muitos oulros
regozgos populares celebraran! eothusiaslica-
mento a passagem do primeiro magistrado cons-
titucional deste paiz por aquella, cidade heroica
innegavel que em Portugal, ao mesmo pass
l as,.insllluloes liberaes se vio desenvohendo
eidentificando nos coslumes, eleva-se a civilisa-
cao poltica desle povo. o o amor pelo soberano
radica-se profundamente. E' que o neto do li-
bertador comprehende a actualidade e tem di-
reilo por suas elevadas qualidades sincera po-
pulandade de que goza.
El-rei risita no Porto os mais importantes es-
labelecimenlos fabns, os monumentos de arte,
aquelles que a luta da reslauracao tornou me-
mora veis, as escolas, os templos mais dignos de
de.Tdrcid^erm"Pr0praS -M* ""
ramiiin6raCc0,n!OUn0 D0SS0 Vr'"o romancista
SSTnm i",16'!0 BraDC0' PfeS0- """lO SS diz
por um rapto de que aecusado,varios reos de
1,


X.
DIARIO DE MBEUAMBOGO. SADBADO 15 DE DEZEMBRO DE 1880.
M______
m
Riis ou menos importancia e o famoso bandido
Jos do Telliado. A todos aquelles infelizes el-
ri dirigi palavias de consolaco e benevolen-
cia, seodo S. M. o primeiro re'i de Portugal que
lera visitado prises, al hdje. A nobra figura
do rei mancebo, nao era menos gloriosa acola
entre o desconsol dos criminosos do quo era
ainda ha poucos annos cabeceira dos agonisan
tes, nos hospitaesda tebte amaralla, quando essa
horrorosa epidemia deraslava a populacho de
Lisboa 1
El-rei estere hoje, de passagem para a capital,
em Coimbra, onde presidio deslribuigao dos
premios universitarios, cuja solemnidade foi an-
tecipada por este motivo.
No dia 30 d entrada em Lisboa. S. M. foi e
v em pela mala posta em carainha da ferro.
A 7 de Janeiro abrir-se-ho as cortes, e nao
obstante os boatos do dissoluciio que se tem es-
palhado nao acredito que o ministerio aconsnlhc
ao poder moderador essa medida excepcional, em
quanlo nao houver no parlamento algum conflicto
serio que a justifique.
Em casa do ex-presidenle da siluacio transac-
ta, Joaquina Antonio de Aguiar houre ha dous
das um comido eleitoral, preparatorio, a que
assisliram 37 deputados e apenas uns seis pares
do reino. Esta diminuta concorrencia nao assus-
tou os ministeriaes. Os deputados sao perto de
200, e aquelle numero de membros da cmara
alta, insignficaulissimo. O conde de Thomar
que deve cliegar no paquete do Brasil amanha
vem achar os trabalhos da opposicao ja um Unto
adiantados. Parece mesmo que houve alguma
pressa em os comegar antes do conde vir, para
se Ihe nao concoderem as honras da iniciativa.
Seja como fr, estas reunies sao innocentes e
eslo completamente nos limites consluciouaes.
S. M. a Ioiperatriz da A'islria esperada na
ilha da Madeira, ou Je j tem alojamento prepa-
rado. S. M. Imperial vai alli restabelecer-se
de sua deteriorada sade Foi nomeado o con-
de Linhares para ir uompriraenlar a augusta via-
jante em nome de el-rei. Parece que S. alteza
o infante D. Luiz, assim que chegar do Porto
sahir para aquella ilha para visitar a imperalriz.
Diz-se que vem a Lisboa o principe de Horen-
sollern Sigmarigne, cunhado de el-rei.
Espera-se aiui o marquez de la Minerva, na
qualidade de plenipotenciario do rei de Sarde-
nha junto a esta cuite.
Nos primeiros dias do mez que vem publicara
se os despachos dos novos funccionarios do ihe
souro publico e ministerio da f.izcnda, segundo
a reforma que ltimamente se docrelou para es-
tas repartieres, e bern assim para as de fazenda
nos diversos districtos do reino e ilhas.
Projecta-se a creago de urna bolsa na praca
da Lisboa.
Receberam-se officios do governador geral do
estajo da India at 20 de outubro o do governa-
dor de Maco al 26 de setembro.
Na India portuguez havia completa tranquil-
lidade, e quanlo saude publica, apenas consta-
va que as pragas do norte tinha havido alguns
casos de cholera que felizmente hian desappa-
recendo.
Em Maco nada tinha occorrido de nolavel,
depois que o governador havia regressado do
Ja pao, e smente tinharn apparecido mais la-
dros do que de coslume, tanto alli, como em
Hong-kong e viziuhangas, em consequencia do
estado de miseria do paiz a bracos cun a rebel-
li.io e a guerra cstrangeira.
A corveta O. Joilo /, ainda est era Shangai,
mas devia regressar a Maco no Qm de se-
tembro.
Sobre o tratado cora o Japo, cumpre infor-
mal-o do que tendo o actualgovernador de Maco,
o conselheiro Isidoro Francisco Guimaries sido
nomeado plenipotenciario de S. M. para celebrar
cora aquella corle ura tratado de a.nisade e com-
niercio igual aos que ltimamente haviara con-
cluido cora aquella imperio a Inglaterra e os
Estados-Unidos, e constando-lhe que o governo
japonez eslava disposto a entrar na negociaco
do mesmo tratado, resolveu partir para Yeddo,
o que verificou sahindo do Maco a 6 de junho
ultimo para Shangai e d'alli para Yeddo, onde
chegou a 12 de julho.
Dezembarcando no dia imraeJiato para a lega-
cao ingleza de que era chele Mr. Alkok, poz este
logo sua disposico o seu interprete Mr. Roi-
chard Eusdeu.
Tendo tido os rainislrosjaponeze3 urna en-
trevista com o nosso pleoipoteuciario, participa-
ram-lhe haverera sido nomeados 3 plenipoten-
ciarios, Midzogoetzi tiaranekino Kinni, Sakal
Okino Kaeni, e Maladaira Dzirch, para enlrarera
cora elle em negociages.
A 17 desse mez liveram a primeira conferencia
e coraegando a discussao sobre o tratado, conse-
guio o nosso plenipotenciario que se tomasse por
base o que ltimamente havia sido concluido
com a Inglaterra, mulatis mutandis, e nao o
celebra lo cora a Hullanda, como os japonezes
desfijaran).
Obtido este ponto, propoz o plenipotenciario
portuguez que se fizessem no referido tratado as
seguales aileraces:
l'rimeiro, que os tres portos do Japo actual-
mente abortos ao comracrcio estrangiro, fossera
franqueados aos porluguezes a contar da data
do mesmo tratado.
Segundo, que asfazendas de linh fosseiu i ti
cluidas na classe 2.a das tarifas de iraportacao
pausando assim a pagar 5 por cento em lugar
do 20.
Terceiro, que os direitos sobre vinhos c bebi-
das espirituosas fossem reduzdas de 35 a 20 por
centu.
Quanlo primeira altoraco, prclcndiara os
ministros japonezes quo a execago do tratado
sj tivesse lugar depois da sua ralilcago, mas
tenia o plenipotenciario portuguez combatido
esta idea, Consegu que fossem abertos aos
nossos navios os portos do Japo a datar do 1."
de outubro dcste anno, por ser preciso algum
tempo para se expedirem as necessarias ordens
para Nagasaki e Hakodade, porlos mais deslau-
tus de Yeddo.
Sobre os oulros ponius deixaram os ministros
a sua discussao para os plenipotenciarios.
Quanlo aos direi'.os sobre as fazendas de linhn,
c vinhos, obteve o nosso plenipotenciario depois
de grande debate, urna reduego so nos primei-
ros, ficando adiada a rodueco propona dos
direitos dos vinhos para a revisodo tratado.
A bem dos interesses do commercio, nomcou
cni seguida o plenipotenciario portuguez cnsu-
les para os portos de Nagasaki e Kanagona, es-
colheodo para o primeiro, Mr. Joseph H. Evans,
subdito britnico, representante da casa Deul &
C, o para o segundo. Jos da Silva Loureiro,
subdito portuguez, representante da niesma casa
comraercial o, cnsul de Frang, reservando-se
proceder opporlunamenle a iguaes nomeacoe
para outros pontos.
Na primeira vi/.ita que o plenipotenciario por-
tuguez fez ao3 ministros do imperador, foi acom-
panlndo desde a legaco ingleza al ao palacio
dos dilos ministros, por grand-s nmeros de ofi-
ciaes japonezos, que o precediera o seguiam,
coramandados por dous vice-governadores.
O sequilo do mesmo plenipotenciario corapu-
nha-se do seu secretario, do seu ajudante de
A folha officiil rwblicou o officr do comman-
daote da expedicao em que ae d conta do Iri-
umpho das nossas armas.
Estreou-se entre nos no theatro normal e dis-
(incto actor braaileiro, Joo Caelano dos San-
tos. Este artista muito sympatico, e por todos
os motivos devia ser entre nos rocebido com
verdadeira estima, aio s pelo seu talento in-
queslionavel, mas pelos repetidos obsequios e
finezas que tem generosamente prestado a mu-
tos dos nossos compatriotas residentes no
Brasil.
Joo Caetauo nao vem a Portugal especular
comr.oseo ; mas a convite de muios homens de
lellra>, ver sanecionada. pela apreciado das
nossas plateas e da nossa impreza Iliteraria,
urna reputacao creada e robustecida em um paiz
co-irmo do nosso.
Vi-o na Dama de S. Tropez, e admirei a ins-
piraco do actor, o talento de que dotado e o
mrito dos seus esforcos, tanto mais quanlo se
deve atlender a que a si proprio deve ludo quan-
lo vale, que j nao pouco. A visita que vai
fazer pela Europa deve alargar muilo os honson-
tes da sua vocaco, pela analyse dos bons mode-
los. Era Joao Caelano ha muita originslidade,
lances em que se est entreven Jo o sea genio
criador, e a par de ludo isto que e bello e ver-
daderamente grandioso, algumas incorreccoes
que servem como de fundo ao qaadro.
Um numeroso publico enchia a sala do nosso
prinnv.ro theatro de declamarlo no dia de sua
eslra. A corlo, as pessoas roaes, o ministerio
todo, os jornalistas, os homens de letras a me-
Ihor sociedade brasileira, o mais escolhido dentro
a melbor companhia da capital, damas cavalhei-
ros, lodos applaudiram com eulhusiasmo o artis.
ta que emprehendra to longa viagem para ter
o piazer de nos agradar.
Sem paixo nem desfavor Ihe digo que Juo
Caotano, colhendo tantos bravos, ramalheles e
cerdas, era festejado nossa noite nao s pelo seu
merecimento de actor, como pela frjnca e since-
ra amizade quo os porluguezes folgam de tribu-
tar aos filhos desse iraporio, sobre ludo aos que
fazem jus a laesdemonslraces por suas quali-
dades individuaos.
Hoje me disseram que Joo Caelano Gcar era
Lisboa al ao fira do anno, e conta apparecer no
chelo, Cabo Simo Clotilde, (com a nossa Emi-
lia das Noves) e na Gargalhada do infeliz Arago,
que para bem dizer, expirou nos bracos do Tai-
ma brasileiro.
Em Janeiro tenciona alravessar a Ilespanha,
passar Franca e seguir para a Inglaterra. De
Soutamplon regressar para o seu paiz n'ura dos
paquetes transatlnticos.
Estou convencido de que Joo Caelano ha de
tirar o raaior proveito desta viagem arlistica, e
cultivar muito o seu j assombroso talento dra-
mtico. Uxal que elle encontr a insigne llis-
tori !
Nao conheco outro modelo superior para ac-
tores ou actrizes.
L.
P. S.N'oulro lugar, e om separado Ihe dou
noticia de um laiuenlavel sinistro que a muitas
familias vai consternar cesso paiz.
demnisacio da guerra, diz om jornal de Madrid
que a celebre paz africana foi urna paz meaqoi-
nha e estril ; pois que nem assegurou aos fies-
panbea as suas conquistas, nem Ihes adquiri
maior influencia no imperio de Marrocos, nem
Ihes deparou finalmente beneficio algum, a nao
ser a faculdade de estabelecer urna pescarte n'em
ponto em que nada ha que pescar, se nao moles-
tias contagiosas e mortferas.
Depois de registrar este sarenstico beneficio,
enumera o alludido peridico as calamidades que
produzio a guerra da frica, a saber :
1* A morte de seis i oito mil homens hespa-
nhdes, pelo menos.
2a A orphandade de milhares de familias.
3a U enorme gasto, sobre o orcamenio ordina-
rio, de mais de quinhentos mithoos de reales,
1. de dezembro.
Por decretos de 20, 21, e 23 de novembro
udo .
Foi declarado denenhum oTeito o de creto de 19
Malta, Pedro Benjamim Cerqueira Lima, Octavia-
no Antonio Vital de Otiveira, Carlos da Silveira
Bastos Varetla, Theotonio Cocino Cerqueira de
de marco ultimo, que nomera o bacharel Joe- Carvalho, Joaquim IGongalves Martios, Adriano
quim do Rogo Barros jniz municipal e de orphos i Manoel Fernandos. Francisco do Paula Telles de
do termo do Buique, na provincia de Pornam- Menezes Antonio SeverianoNunes, Luiz Barbalho
buco
Concedram-se as demissoes quo pediram.
0 juiz de direilo Pedro Camello Pessos, do
cargo de chele de polica da provincia das Ala-
g6as ;
O bacharel Jos Marlins Vieira, do lugar de
juiz municipal e de orphos do termo da Laguna,
da provincia das Alagdas ;
Foram nomeados
O juiz de direilo Joo Francisco da Silva Bra-
Monit Fiuza, Eduardo Frederico Meunier Con-
que o governo, para occorrer sdespezas daguer- ga, chefe de pulicia da provincia do Rio-Grande
ra, tomou do producto da venda dos bens desa- do Norte ;
mortizados do clero, dos estabelecimentos pos, O bacharel Umbelino Moreira de Oliveira Lima,
quantia essa que tem de ser paga pela naco. juiz de direito da comarca de Paruagu, na pro-
5a Um encargo exorbitante no orcamento da vincia do Piauhy ;
guerra, por causa da profusu sem exemplo com O bacharel Domingos Pialo Franca Mascare-
que se distrlbuiram graduacoes e postas militares, nhas, juiz municipal e de orphos do termo de
mxime entre os prenles, amigos e protegidos Sanl'Anna do Livramento, na proviucia de S.
dos corifeus da unio liberal. Pedro do Rio-Grande do Sul;
6a Ainsurreiqo de S. Carlos de la Rpita, com 0 bacharel Braulina Candido do Reg Mendes,
Hespunha.
Lisboa, 28 de novembro do 1560.
O gabinete hespanhol fez redigir o deu a maior
publicidade ao seguinle protesto contra a entrada
das tropas piemootezas no reino das Duas-Si-
cilias.
Legaro de Ilespanha em Tarin,Ao Exm. Sr.
ministro dos negocios estrangeiros do S. M o rei
da Sardenha
Torta, 9 de novembro de 18G0.
E\m. Sr.-O governo de S. M. a ninfa de
Hespanha me manda protestar, contra a entrada
do exercilo sardo no reino das Duas-Sicilias e
annexacao projectada dos estados de S. M. Fran-
cisco II raonarchia de S. M. o rei da Sar-
denha.
Eraquanto que os dolorosos aconlecimenlos de
hoje theatro Italia meridional poderam pare-
cer obra exclusiva da revoluco, a Hospanha dan-
do todo o crdito aos reiterados prolestus do ga-
binete sardo, que assegurava nao ter parle al-
guma nos actos contrarios a todo o direito inter-
nacional, deveu limitar-se a conderanar de ac-
cordo com todas as potencias europeas, esles at-
tentados, e pedir a S. M. o rei da Sardenha o ter-
mo de ura estado do cousas quo elle mesmo re-
provava e a manifestar-lhe as funestas conse-
quencias que fados de tal natureze nao podiam
deixar de produzir para a causa da Italia e da
Iranquillidado da Europa.
Esta conJucta prudente do governo hespanhol
era urna nova dos seus vivos desejos de conser-
var as cerdeaos relacoes que o uoera ao governo
de S. M. rei da Sardenha em vista do desenvolv-
ment da revoluco.
Contudo era presenta dos tactos officiaes o pu-
blicos que a Europa contempla com dolorosa sor-
preza, u silencio da Ilespanha equivaleria a urna
abdica^odo direilo o do dever, de defender a
existencia legitima de urna dynaslia unida a S. M.
a ninfa Isabel pelos lacos mais sagrados, e de
susleotar os direitos que do a S. M. cathollca so-
bre o reino das Duas-Sicilias os tratados do 1759,
reconliecidos pela Sardenha e garantidos e ratifi-
cados por estipularles posteriores.
Os tratados que cuustituem o direito publico
sobre quo repousara paz e o'equilibrio da Eu-
ropa, nao podera ser annullados pelo suffragio
universal emiliido as circumstancias e pela for-
ma que vai a se-lo no Meio-Dia da Italia.
A Europa nunca admitlir as suas relacoes
internacionaes ura criterio poltico que destrua
direitos legtimos c todo o pacto internacional.
Para condemr.ar a serie de fados que levaram
o reino das Duas-Sicilias ao estado em que hoje
se encontra, nao n cessita o abaixo assignado re-
correr s mais simplosooQesdcdireo.ocm a opi-
nio da Europa,.era aos principios de urna mo-
ral elevada ; basta-lhe reproduzir o juizo severo,
mas justo que o governo sardo formuu das inva-
soes armadas na Sicilia e aples e recordar-lhe
que reprovou explcita o solemnemente em docu-
mentos officiaes, e em nome de S. M. o rei Vc-
tor Einmanuel os que violavara o territorio de
urna potencia amiga, levando a guerra a urna na-
co que se encontrava era completa paz com a
Sardenha.
Era vio se pretende justificar esta intervengo
hostil ao rei das Duas-Sicilias com e desejo de
p6r termos a urna anarchia nascida do aggressoes
voluntarias, e cora a intengo de impedir que a
revoluco demaggica se assenhoreasso da Ita-
lia meridional.
As almas rectas e os governos verdadeiramen-
le conservadores, sustenlaram com razo que a
violago de todos os piincipios inlcrnacionacs e o
ostracismo das dynaslias legitimas, nao podera
nuuca ser meio eficaz para contero desenvolvi-
mento dos elementos revolucionarios na Italia e
na Europa.
O governo de S. M. a rainha de Ilespanha, que
nao omiltio estorbo alguma na esphera de sua
influencia para que existisse eslreila illiauca en-
tre os dous estados principaes da pennsula ita-
liana, e que sompre lera secundado toda a ten-
dencia dirigida a ligar os interesses dos principes
com os dos povos, contempla cora profunda diir
otdens, do interprete da lingua chineza, do in- I a serie de acontecimentos que dundo principio por
terprete da logaco ingleza, e do commandante atacar os direitos legtimos de um orpho inno-
da coverta D Joao l coro sete dos seus officia- cente, na pessoa do duque Roberto I, e continan-
es. Um porta-bandeira japonez levava o pa- do com a invaso dos estados da Santa-S, acabe
vilhao portuguez, precedendo o nosso pleuipo- cora a conquista do reino das Duas-Sicilias, e a
tenciario, e o atrio o jaque nacional. annexacao da Italia meridional s possessoes he-
Ncssa ordern atravessaram mais de i milhas [ redilarias de S. M. o rei da Sardenha
da capital do Japo, no meio de um grande con-1 O governo de S. M. a rainha de Hespanha, de-
curso de povo, que em toda a parte se mostrava sojando vivamente que se cansolide a paz do con-
respeiloso e muito curioso dever os porlugue- tinento,se affastem todas ascausasde perlurbages
todas as suas consecuencias.
7a O incremento desnecessario, desproporcio-
nado e manifsstamenle prejudicial que leve o
exercilo.
8a A supremaca do elemento militar sobro o
eivel, ou, o que vem a dar no mesmo, do rgi-
men da forca sobro o suave imperio da razo, da
justir.a e do direito.
9a O adiamento do leis importantes e de refor-
mas uteis, que o povo hespanhol necessita, e em
vo reclama ha tanto tempo.
Foi esse o prego por que fieos Hespanha,
segundo as contas do Clamor, a gloria da guerra
da frica.
Nao foi barato ; comtudo preciso dar os de-
vidos descontos s exageraces da opposico. So
os sanios do co fizessem poltica precisariara de
persignar-se a toda a hora para o domo os nao
tentar a serom parciaes.
No dia 19 do corrate, anniversario natalicio da
rainha, celebraram-se em Madrid, no pago real,
os desposorios do infante D. Sebastio Gabriel,
com a infanta D. Thereza Bourbon.
A ceremonia, qual assistirara SS. HM. e s
corle, verificou-se com e raaior solemnidade.
Pela doenca da rainha D. Isabel, a ceremonia
nao teve lugar na cspella, mas na cmara de
S. M.
Findo o aclo, os novos conjuges foram para a
sua casa na ra de Alcal, provisoriamente ador-
nada.
A noiva oslentava ura adereco de brilhanles
do valor de dous milhes de reales.
Na sessao do congresso, o presidente do conge-
nio de ministros naandou para a mesa 36 copias
dos documentos relativos aos negocios de Huma,
e outros sobre altalia desde a invaso da Sicilia,
ale retirada do embaixador de Hespanha em
Tarin.
Os deputados Gonzlez dla Vega e Oligaga
pediram que se imprimissem esles documentes,
porm o congresso resolveu o contrario por 83
votos contra 27.
A 5 deste mez chegou Roma S. M. a rainha
Christina, installando-sc no seu palacio dasQua-
tro-fonles, prximo do Quirinal.
No dia 18 noite declarou-se um terrivel m-
ceudio na estacas do caminho de ferro de Valia-
dolid em um grande deposito e officina de car-
pintero, ficando ludo reduzido cinzas.
S. M. a rainha Isabel acha-se outra vez no seu
estado inleressante.
As corles approvaram urna indemnisacao ao
infante D. Sebastio pelo sequestro indevido quo
so tinha feito aosseus bens.
O congresso depois de um discussao muito aca-
lorada, que durou algumas sessoes, approvou
21 do correte, por 132 votos contra 14, o pare-
cer da coraraisso respectiva sobre dolacoes o
orcamento da casa real, triumphanlo o gabinete
nesta questo.
Falla-se muito alli em dissolucao de curtes.
Nao posso apreciar os fundameutos que ha para
fazer correr este boato, nem espero muito da effi-
caeia desta medida.
Foi aceita a semana passada a demisso de D
Autonio de los Riosy Rosas, do cargo de embai-
xador extraordinario e ministro plenipotenciario
de Hespanha junio s apostoliza.
Foi por decreto da mesraa data nomeado em
seu lugar D. Manoel Pando, marquez de Mirado-
res, senador do reino e ex-presidenlo do conse-
Iho de ministros.
Oprocesso intentado contra o insensato quo ha
pouco tempo altenlou contra a vida da rainha do
Hespanha, na porta do Sol, est quasi termiuado.
O promotor fiscal da causa j apreseutou o seu
libellode aecusaco. Os facultativos que o tem
observado por espaco de muilos dias, concordara
unnimes no estado do alienaco mental do
reo.
Apresentou-se ao governo hespanhol urna pro-
posta garantiia por qualro milhes, para a cons-
trueco do caminho de ferro do Palencia Punle-
ferrada, e de Mouforle Vigo.
Esta noticia tambera de grande importancia
para Portugal pela prosperidade que promette ao
Porto, a qual Ihe dever resultar dessa nova ar-
teria de communicaro com o paiz vizinho.
L.
juiz municipal e do orphos do termo de Alcn-
tara, na provincia do Maranho:
Foram nomeados
O chefe de polica da provincia do Rio-Grande
do Norle, Jayme Carlos Leal, para o mesmo car-
go na provincia das Abgas ;
O juiz municipal Francisco Jos de Souza Lo-
pes, dos termos reunidos de S. Jos e S. Miguel,
na proviQci de Sania Calfariaa, para o do Pa-
raty, na do Rio de Janeiro, por assim o haver
pedido ;
Foi demiltido AmplioquioNuncs Pires do em-
prego de official externo da secretaria da polica
da corte ;
Foi commutada em gales perpetuas a pena
de morte imposta ao reo Antonio, escravo, pelo
jury de Cantagallo, da provincia do Rio de Ja-
neiro.
Psr decretos de 26, 27, e 28 de novembro
findo
Foi apresenlado o padre Carlos Luiz d'Amour
no beneficio da ordena presbyterial, que se acha
vago, na cathcdral do Maranho ;
Foi dispensado o deserabargador Agostinho ciado.
Carlos Balthazar da Silveira. Arthiir Silveira da j durftrrte a ausencia do Dr. Derqui, entre o Sr.
- Pujol e o governo argentiuo.
OSr. Pujol, psrtindo em commissao para Cor-
rientes, provincia de que fra ha pouco gover-
nador, de l pedio demisso do cargo de minis-
tro do governo da confederado, era virtude d*
ter este lomado urna resolug'o contraria agua
. opinio, sobre um ponto das reformas .ultirna-
calves. Pedro Piulo da Vetga. Estanislao Przwovo- mente decretadas pela convenco ad hoc.
dowki, o Jos Pinto da Luz^ a questo era a seguintc : 'a convenga
Pela canhoneira a vapor Igualemy, entrada
honlera dos portos do sul, recebemos jornaes da
Porlo-Alezre at 23 do passado.
A assembla provincial prosegua era seus tra-
balhos com alguma lenliJoem consequencia da
repetida falta de comparecimento de numero le-
gal de membros cora que deve funcionar.
Na sessao de 14 apresentro as commissoes
reunidas do constituirlo e poderes o parecer re-
lativo ao merabro da assembla Dr. Goulart, pro-
nunciado e preso como implicido as desordens
eleiloraes da Cachoeira.
A maloria das commissoes, sustentando que
pelo tacto da pronuncia ao pode, em vista da
constituico e da !ei de 3 de dezembro de 1841,
consiJerar-se aquelle senhor suspenso do direito
poltico de funecionar ua assembla, propoz que
se deprecasse presidencia da provincia a expe-
dicao de ordern para que elle fosse conduzido ao
recinto d'aquella nos dias de trabalho, hora
marcada no regiment.
A minora, posto que concordasse com o prin-
cipio sustentado quanlo questo de direito,
opinou que, oslando o Sr. Goulart pronunciado
em crime inafiancavcl, e como tal obrigado a
cor3ervar-se na priso, d'onde nao licito au-
loridade permillir a sabida de qualquer indiciado
se nao nos casos marcados em lei, achava-se
physica e legalmente impedido do exercicio de
quaesquer funecoes publicas que lenho por base
a liberdade de aeco, e assim nao poda tomar
assenlo como merabro da assembl.
Esta questo, cuja discussao era acompanhada
com Ulerease pelo publico de Porlo-Alegre, ser
provivelmente cortada antes do enccrraniento do
debate pela noticia, que j publicamos, de tjr a
relaco da corte concedido provirnento ao recur-
so inlerposto pelo Sr. Goulart e por outros indi-
I ciados no mesmo fado porque elle foi pronun-
INTERIOR.
zes, sendo o mesmo plenipotenciario recebido e
tratado pelos ministros japone?es com exireraa
civilidade.
futuras, e se acabe na Italia a era de coovulsoes
quo to profundamente a lera transtornado,espera
que alm decunlinuarem isenlos de lodoo ataque
Fixado o dia 4 de agosto para a entrega da carta os direitos legtimos que nem a violencia, nom a
- forca podom destruir, so deter a Sardenha nessa
marcha funesta, e demorando soluces que nun-
ca poderiam ser definitivas, deixar Europa a
alta misso de pdr fim s lulas da Italia e pro-
funda ioquietaco das nages europeas, consul-
tando os verdadeiros desojos dos tovos italianos.
e tendo em conta direito oomr-- -"o""* uo ies*
peito. .... ,
Aproveito esta occasiao, anda que sensivei,
para reiterar a V. Exc. os sontimentos da minha
alta consideraco. ,
Dxogo Coelho de Portugal.
Da cathegoria do boato para a de verdadeira
patranha, parece ter passado a noticia, que nao ha
muilo dava um jorual de Madrid corca de uns
qnaren a milhes de reales, que os Mouros li-
nham enlsegue em Moyador oo agente du Hes-
panha, por cooia do segunde prazo d3 indemni-
saco da guerra, nao se acbando alias saliseilo
ainda 0 primeiro.
Estranhando a demora que ve havendo, e
que.por ventura continuar a haver, por parle
dos Marroquinos em solvere Hespanha a ia-
de el-rei as mos dos ministros, por nao ser
possivel ao nosso plenipotenciario demorar-se
para a depositar as do imperador, foi escoltada
a dita carta de S. M. desde a legago ii'g'eza em
procisso, por urna guarda de 50 pracas da
guarnico da corveta D. Joo I, com o pvilhao
real portuguez prximo do palanquim e que o
secretario do mesmo plenipotenciario leava a
car a seguindo-se em qnanlo ao mais o mesmo
cerimorial da primeira visita aos ministros japo-
nezes
Est pois levantado o anthema, que ha mais
de dous seculos pesava sobre o nome portuguez
pela excluso dos nossos compatriotas de urna
parte do mundo, onde haviam outr'oraexercido
influencia, e merecido considerarn.
Nao ha muilos mezes que lambem celebramos
um tratado com os res de Sio, sendo plenipo-
tenciario o meimo governador de Maco.
Segundo as ultimas noticias de Angola, que
alcangara aes primeiros dias de selerubro, o es-
tado provincia satisfatorio, nao o sendo menos
o resultado da expedicao ao norte do Dando.
n> di: ,i v\i:ino
30 de novembro de 1860.
A rcunio que annuociamos, leudo por fim
aceudir aos solfrimentos to extraordinarios das
populagdes dos serloes da Babia, verificou-se
honlem pela manha no escriptorio do Sr. con-
selheiro Nabuco de Araujo. Comparecern),
alera deste senhor, os Srs- marquez de branles,
baro de Muritiba, conselheiros Prannos e Sam-
paio Viauna, deserabargador Soulo, c Drs. Maga-
ihes de Castro e Bonifacio de Abreu.
Esles cavalheiros accordaram entro si di vi Ji
rem-se cm duas commissoes, afin de promove-
r ;n pessoalmento a subscripeo dos donativos
que de esperar da generosa populaco desta ca-
pital. As duas commissoes sao assim corapos-
tas os srs. marquez do branles, Nabuco, Para-
nhos, e Soulo ; os Srs. baro de Muriliba, Sam-
paio Vi mili, Magalhes de Castro, e Bonifacio
de Abreu.
Os Srs. banqueiros Soulo, Gomes, e Bahia,
preslara-se a receber os donativos que furem le-
vados aos seusescriptorios, onde lambem pode-
raosubscrever lodos os quo possam e queiram
concorrer para este acto philautropico. Pelos mes-
r>ios senhores ser o producto da subscripeo,
medida que fr sendo entregue, remettidoao Sr.
presidente da provincia da Bahia, a quera com-
petir o seu ulterior destino.
Eis aqu o convite que a populaco do Rio de
Janeiro dirigem os cidados que cima mencio-
namos :
quadro horroroso e laraentavel que offerece
aos olhos da humanidade o serto da Bahia, cu-
jas populacoes por causa da secca emigrara ou
morrera do fume, nao pode ser indifferente aos
habitantes dessa opulenta corto e provincia, on-
de as desgragas publicas achara sempre os eifei-
los da candado e os sacrificios do patriotismo.
Os abaixo assignados, bahianos residentes
nesta capital, convidam, pois, a lodos os brasi-
leros o estrangeiros para que concorram, con-
forme suas possibilidades e animo generoso, a
favor dessas populacoes flagelladas por todos os
horrores ifa miseria, reduzidas pela morte eemi-
grago que as dilaceram ; dirigindo-se aquelles
que o quizerem casa dos Srs. Antonio Jos Al-
ves Souto & C, Manoel Gomes Pereira, Bahia
Irrao& C, os quaes so prestara a receber os do-
nativos e a transmilli-los ao Exm. presidente
daquella provincia, que ser rogado pelos abaixo
Moreira Guerra do exercicio do lugar de adjun-
to do tribunal co commercio da provincia de
Pernarabuco ;
Concedeu-se ao bacharel Augusto Fausto de
Guimares Alvim a demisso quo pedio do lugar
de juiz municipal e de orphos do termo de Oli-
veira, na provincia de Mioas-Geraes ;
Foi remov'o o juiz municipal e de orpios Joo
Diniz Ilbeiro da Cunta do termo de S Bernardo,
na provincia do Cear, para o deCoriliba, na do
Parao ;
Foi demiltido o bacharel Joaquim Augu3lo do
Livramento do lugar de secretario da polica da
provincia do Sania Calhariaa ;
Foram nomeados
O desembargador da relaco de Pernambuco
Agostinho Morreira Guerra,"para o lugar de pro-
curador da corda e fazenda nacional da mesma
relago ;
Joaquim Jos Rodrigues Torres, tenenlo-co-
ronel chefe do estado-raaior do commando su-
perior da guarda nacional dos municipios de Ha-
cah o Barra de S. Joo, da proviucia do Rio de
Janeiro ;
O major Joo Ferreira de Salles, tenente-co-
ronel commandante do batalhao de infanlaria n.
12 da guarda nacional do servico da reserva da
mesraa provincia ;
O cjpitao Antonio Marliniano de Oliveira So-
brinho, major ajudante de oideus do comraanJo
superior da guarda nacional dos municipios de
Guaralinguct Lorena o Cunha, da provincia de
S. Paulo ;
O Dr. Antonio de Souza Dantas, capilo cirur-
gio-mr do coraraando superior da guarda na-
cional do municipio de Alagoinhas, da provincia
da Bahia ;
O escripturario da secretaria da polica da
corte, Belarmino de Arroda Cmara Jnior pan
o lugar do official da mosraa secretaria ;
Domingos Alves da Silva Porlo, para o lugar
de official externo da mesraa secretaria ;
O amanuense da socretaria da polica da pro-
vincia de
de Souza,
r epartico
Foram aceitas as desistencias que fizerarn
Manoel Barbosa Ribeiro, da serventa vitalicia
dos officios de contador e partidor do juizo de
orphos do termo de Cabo-Frio, da provincia do
Rio de Janeiro ;
2
Francisco Eleuterio Ferreira Tinoco, da serven-
ta vitalicia do ollieio de contador e partidor da
cidade do Bananal, da provincia de S. Paulo ;
Foram concedidas
A Caudido Jos Pamplona, as honras do posto
de tenenle-coronel, que exerceu na auliga guar-
da nacional da provincia do Cear ;
A Luiz Vicente de Mello Medeiros, as honras
do posto de capito, que exerceu na anliga guar-
da na.'ional da provincia .la Parahyba ;
Foi commutada em gales perpetuas a pena de
morte imposta ao reo escravo Eugenio pelo jury
de Ilapemirim, e na de priso perpetua cora tra-
balho a mesma pena imposta ao co-ro escravo
Francisco.
Por decretos de 30 de novembro findo
Foram nomeados
O capito Jao Antonio Anlunes, tenenle-co-
ronel do corpo de cavallaria n. 43 da guarda na-
cional da proviucia de S. Podro do Rio-GranJe
do Sul;
Jos Gabriel de Lima, lenente-coronel do cor-
po de cavallaria n. 4 da guarda nacional da
mesma provincia ;
O alteres Antonio Pereira Borges, major cora-
maudanle da seceo de batalhao n. 1 da guarda
nacional da dila provincia ;
O major Antonio de Novaes Coulinho, ma-
jor commandante da seccio de batalhao da re-
serva n. 21 da guarda nacional da mesma pro-
vincia :
Tiveram merco da serventa vitalicia
Jos Peres Compeli de Almeida, do officio de
oscrivao de appellagoes e aggravos da relago
de Pernambuco ;
Zefurino Nunes da Costa, dos officios do es-
crivo do crime o civel, e tabellio donlas da
villa do Pombal, da provincia da Parahyba ;
Vital Pedro de Moraes, do officio de escrivo
de orphos da capital da provincia do Santa Ca-
tharina :
Foi perdoado a Manoel Alves de Oliveira o
resto do lempo quo Ihe falla para curaprir a
pena de dous mezes de priso e multa corres-
pondente raelade do tempo quo Ihe foi impos-
ta pelo 2." delegado de polica do municipio da
corte ;
Foi commutada em 300$ pa as obras da ma-
triz de Pilanguy a pena de seis mezes do priso,
imposta a Joo Cardoso Fernandos pelo jury da-
quella cidade.
A receila da provincia para o futuro anno fi-
nanceiro foi oreada pela commissao de fazenda
em 1,020:000-5000.
Tinham-se concluido as obrigaeoes municipaes
de Santa Auna do Livramento, venecudo por
grande maioria, segundo o crrelo do tul, a
chapa dos amigos do Sr. general David Cana
varro.
Na noite de 15 sabio de Porlo-Alegre umi for-
ga de linlia na diligencia de capturar alguos ga-
les e soldados que se evaJiro do quartel do ba-
talhu n. 4.
O eruzeiro transcreve dos jornaes do Rio-
Grande, de 17, o seguinto :
Florisbollo da Silva Pimonle!, Brazileiro, re-
sidente d'esla cidade, onde servio por muilo tem-
po como soldado de polica, vinha pelo Estado
Oriental em direcco a esta cidade, quando as
Canhas o conuniss'ario de polica, acompanhado
de seus sequazes, foi-lhe ao encontr e pren-
deu-o.
E depois ile desarmado varou-lhe o coraco
cora duas balas, consummando assim esso acto
de vandalismo com requintada rualvadez e co-
varlia !!
D'esla vez porm o sangue brazileiro, tantas
vezes derramado no Estado Oriental pelo punhal
do ass3ssino, ser vingado, e a justica publica
satisfeita, porque o chefe poltico do departa-
mento de Serr-Largo o Sr. D. Paloraeque.
Nos informara que os assassinos es'.o j
presos e responlendo ao respectivo processo.
a No leito da dor, chora o pobre c velho pai a
desgragada morte do seu infeliz filho. Lamenta-
mos a sua grande desgraga, e o acompanhamos
em sua dor profunda. >,
De Sania Catharina ha datas at 29. Nada oc-
correr de importancia.
- 6
O paquete ing'ez Mersey, entrado honlem dos
portos do Rio da Prata, trouxe-nos folhas de
Montevideo al 30 do mez passado, de Buenos-
Santa Catharina, Augusto Galdino de Ayres al 28, do Paran at 25 e da Assumpgo
para o lugar de secretario da mesraa al 17 do mesmo mez.
Ni Ja de extraordinario havia occorrido n'a-
quellas capilaes.
Era Montevideo liaba lido lugar a 25 de no-
vembro, como eslava marcado, a cleico de re-
presentantes da nona legislatura.
A _dar-se crdito ao que diz a repblica, e
eleigo correr pacificamente o no meio da maior
questo era a seguintc : a convenci esta-
beleceu como requesito indisponsavel que os
deputados ao congresso fossem naturaes das pro-
viucias que os elegessem, ou quando menos
que contassem dous annos de residencia nella.
Sobro isto suscitou-so urna duvida. O parti-
do federal, e com elle o Sr Pujol, entenda que
essa lei nao tinha applicago aos deputados plei-
tos antes da reforma, porque a lei nao tem effei-
to retroactivo. O partido unitario ou liberal
sustentava, pelo contrario, que as leis pohticus
eram suscepliveis de relroaclividade, porque
um mandato do povo nao podia dar direitis ao
mandatario contra sua vontade legilimumente
expressada posteriormente.
O governo argentino decidi a questo como
a entenda o partido unitario, e ordenou que so
praticassera novas eleigs para substituir os de-
putados que nao eslavam nesse caso.
Achava-se ento o Sr. Pujol era Corriente, e
com o seu pedido de demisso de ministro da
confederago veio a declaraco official do gover-
no daquella provincia, que nao mandara proce-
der eleigo dos seus representantes seno as
condicoes conslitucionaes.
Ainda nao se sabia que devisio tomara o Sr.
Derqui para salvar essas difficuldades creadas
pelo gabinete do Paran durante a sua ausencia.
Por igual motivo achava-se lambem suspenso
o decreto uacional que crcava a suprema corla
de justiga.
O Sr. Carril havia sido nomeado presidenta
da cmara de justiga de Eotre-Rios.
Do Paraguay nada ha a menciouar, a nao se-
ren as restas do anniversario natalicio do Sr.
presidente da repblica, de que acharaos a se-
guinle descrico em urna das folhas que lentos 1
vista :
O natalicio do Sr. presidente da repblica
foi celebrado com festejos pblicos. Huuve de"
tudo : jugos de argolinha, mascarados, baile*.
ambig (cela), luminarias e serenatas, alero de-
urna chuva de patacoes que caba dos beleoes
da casa de S. F.xc sobre os dansantes que feste-
javaoi os seus anuos em frente delle.
As noticias do Pacifico alcancara at 31 de ou-
tubro.
O Chile achava-se ora vesperas de eleico de
presidente da repblica ; dizia-se que o Sr. No-
vas, actual ministro de relacoes exteriores, seria
eleito presidente.
Tinha sido sanecionada, depois de debates
calorosos, a lei de responsabilidade civil.
Haviara coraegado os Irabalhos do caminho de
ferro pe Coquimbo.
Falieceu nos Estados-Unidos o encarregado de
negocios chilenos juuto ao governo smericano, o
joven Joo Bello.
O Per continuara no mesmo estado era suas
relacoes coui a BoHvu, e raoslrava tendencia de
intervir uos negocios do Ejuador.
lia Bolivia nada lia a narrar que intersse.
Uo Equador, o mais importante a oceupat.o
de Guayaquil pelo general Flores, depois de "ura
combate sanguinolento cora o general Franco,
que [agir.
Era Venezuela tinha sido suffocada a revol* d>
que appareceu contra o governo legal.
Em Nova Granada, fiualraente, continuava a
guerra civil, cada vez mais encanijada.
Reunio-se hontera o conselho de estado na
paco de S. Chrislovo, sol) a presidencia de S. H.
o Imperador, achando-se presentes todos os se-
nhores conselheiros.
A reunio teve por fim o exame das seguales
quesloes :
Ia Se os officiaes do exercilo podem exercer
as funegoes de vereadorda cmara a.unicipal ?
Deu lugar a. esta questo a consulla que a Illra.a
cmara municipal fez ao governo imperial por
occasiao da eleigo do lenente-coronel do corpo-
de engenlieiros Manoel de Fres Vasconcellos, o
do assisteute do cirurgio-mr do exercilo Adol-
pho Bezerra do Menezes.
21 Se o principio da invijlabilidade do segredu
das cartas pJe soffrer llmitaco, quanlo a auto-
rilado publica, supeilaiido a existencia de ura
delicio, exige das repartlces do correio a entre-
ga das cartas que possam conler provas ou indi-
cios pira descobrimentu e pnica o dos cul-
pados.
Teve origem esta questo cm um officio do di-
rector geral do corren, dando part-1 de ter o che
calma, nao leudo de lamentar-se illegalidade j fe de polica di provincia do Para requisitado d
era desastre algum. | respectivo administrador do correio a entrega de
O resultado 'das eleicoos da campanha ainda, cartas, que deviara ser queimadas por haver-se.
assignados a dispor desse auxilio do .njo,,2ti do
julgar maisconvenien$eJ01Q^s)' Marquez de
%l>ranlei"Ba'ra"o de Muritiba.Jos Thomas
Nabuco de Araujo./os Maria da Silva Para--
nhos.Luiz Antonio de Sampaio Vianna. Jos
berreira Souto.Jos Antonio Magalhes de
Castro.Jote Bonifacio de Abreu.
Eslimoscertos de que a populago fluminense
dar mais um testemunho da generosidado do
seu carcter e dos seus sentimentos de (ralcrni-
dade.
Por decretos de 28 do corrento obtiveram a
demisso que pediram do servico do exercilo o
capito do corpo de engenheiros Manoel da Cunha
Galvao, o alferes de cavallaria Demetrio de Gusmo
Coelho, o alfert-s-secrelario do 13. batalhao de
infanlaria Feliciano Coutinho Ferreira da Silva,
e o 2. cirurgiio lenle do corpo de saude Dr.
Cesar Augusto Marques.
_ 2
Por decreto de 29 de novembro ultimo foram
nomeados cavalleiros da ordem de S. Benlo de
Aviz os Srs. lenente-coronel Joo Francisco Men-
na Brrelo, major graduado reformado Francisco
de Assis Monteiro de Mondonga, e capito Joo
da Gama Lobo Bentes.
Por decreto da mesma data leve merc da pen-
so annual de 720S. seo?.esquiva' do chefe de
diviso graduado Jorge Broom.
Diz-se que o Sr. chefe de esquadra Joaquim
Jos Ignacio foi demiltido da commissao de exa-
me de prezas, e substituido pelo Sr. conselheiro
do guerra Antonio Pedro de Carvalho.
Temos datas de S. Paulo al 26 do corrente.
No dia 24 iuauguraram-se na capital os traba-
lhos da estrada de ierro de Santos a Jundahy.
Por aviso do ministerio da fazenda, com data
de 29 de novembro prximo passado, foi proroga-
do al ao dia 1" do maio de 1861 o prazo para a
subsliluicao das notas de IV, primeira estampa, e
de 51}, torceira estampa ; devendo dahi om dian-
te comegur o descont progressivo de 10 por cen-
to at ficarem sem valor algum.
_ 4 _
Por aviso de 30 de novembro foram promovi-
Rocebemes jornaes de Cuyab'ol 7 do'pas-l dos a guardas-raarinhas os aspirantes Antonio
sado. Manoel Perdigo Fernandos. Carlos Frederico de
Nada coutm de inleresse. I Noroaha, Constancio Graciado de Souza Biito,
nao era ao certo conhecido na capital ; j porem
conslava que tambem em nenhum dos deparla-
mentos tinha sido peitubada a ordem.
Apreciando o resultado da eleigo, o Pueblo
observa que nao houve triumpho porque nao
houre lula ; que nao houve questo entre dous
partidos oppostos, mas simplesmente enire Ires
clubs de um mesmo partido, entre tres matizes
de urna mesma opinio poltica ; era uraa pala-
vra, que as tres chapas que disputavam a eleigo,
a do Club Liberdade, a d.i Club Unio, e a do
Club Independencia ,e Constituico, corapunham-
se todas Ires de homens do partido dominante, c
que apoiara o governo.
A lista triumphanlo as nove secedes do de-
parta ment di capitil foi a seguinto :"
Representantes : Joo Jos Duro, Joo Tho-
maz Nunes, llamn Vilardeb, Jao Garca Sien-
va, Paulino Berro, Pedro Fuentes, Jaime Illa y
Viaraent. Adolfo Pedralhcs, Adolfo Lapuen'.e,
Estanislao Camino.
Supplentes: Thomaz M. Fernandes, Joao G.
Cont, Estanislao Uriarle, Francisco G. Cortinas,
Ricardo Alvares, Diogo Esteres, Carlos Juanic,
Joo E. Horne, Basilio Alcorta, Thomaz Pereira,
Henrique Artagabeylia.
Havia fallecido o coronel de engenheiros e Ion-
io cathedratico da escola militar Jos Maria
Echeanda.
Fra suspensa a quarentcna para os navios
procedentes deste porto, continuando para os
progedentes do porlo da Bahia.
Tinha-se instalaJo urna sociedade de seguros
mutuos contra quebras e suspenso de paga-
mentos ou ponto sob a firma Garanta Com-
mercial.
TraU-se de estabelecer entro o Salto e Uru-
guayana (no Brasil) urna estrada de ferro que
devia alravessar urna extenso de 321 kilme-
tros. Um engenheiro estudava j o terreno, se-
gundo Prensa Oriental.
A' ultima hora publica o mesmo jornal o re-
sultado da eleico de Mercedes. Saliiram elei-
tos, representantes os Srs. Thomaz Diogo, Dr. I
Vasques Sagastume e Manoel Sandalio Rosello ;
e supplentes o Dr. Henrique Arrascaela, Uajnel
Rodrigues e Ignacio Iturbey.
De Runos-Ayres poucas sao as noticias.
Ainda nao havia regressado o governador da
provincia o Sr. general Mitre de sua viagem ao
Uruguay. Era porra esperado a todo mo-
mento.
Continuava o mesrao^myslerio sobro o assump-
to da conferencia do lies governadoro3. Causa
reparo que a Tribuna e o Xacional, que eslo
as confidencias do governo, nada tenham ain-
da deixado transpirar a esse respeito. Esse fac-
i faz suppor com cffoilo que ou se trata de al-
guma cousa de grande importancia, ou, como
querern oulros, de cousa alguma.
X assembla convocada extraordinariamente
achava-se funecionando.
As elcigoes de deputados ao congresso teriam
lugar a 23 deste mez; j haviara coraegado os
trabalhos preparatorios.
Do Paran ainda nao njs.lza-nUi:ional, que
wnserva Suspensos todos os aiaios.
Alm da sabida do Sr. Alvcar, j sabida dos
leitores ; do as folhas como elTeduada a do Sr.
Pujol, que renunciara a pasta,do governo. O
Sr. Olmos, porm, continuava ainda na pasta da
inslrucso publica.
Ero muitas as versos que corriara sobre os
successores desses tres ministros. A que porm
tinha mais aceilagio era aseguinte: ao Sr. Vic-
torien seria dadaj a pasta d governo ; ao Sr.
Paz a de instrueco publica ; e ao Sr. Carril a de
relacoes exteriores.
Ja havia chezado do Uruguay o Sr. Dr. Der-
qui, presidente da repblica : linha-o acompa-
nhado ao Paran o Sr. general-Mitre, donde j
havia partido, achando-se ultima data no Ro-
sario.
Nao se confirmara, as noticias do revolugoes
as provincias. Quanto ao boato da de Corrien-
tes, tinha tomado incremento em razo da des-
inlclligencia que. apparecera nos ltimos lempos,
em urna
falsas.
dellas encontrado amostras de notas
Pelo vapor Princeza de Joincille da linfa da
sul temos dalas de Porto-Alegre at 29 do pas-
sado. do Rio Grande at 1, e de Sania-Cathartna
al 4 do correte.
As noticias sao destituidas de inleresse.
Continuava na assembla legislativa rio-gran-
dense a discussao do parecer sobre a adraisso dj
do Sr. Dr. Goulart.
Tmham fallecido: no termo de Taquary ofa-
zendeiro Joo Xavier do Azambuja, e na cidade
do Rio Grande o commerciante Francisco Anto-
nio de Azevodo Magalhes.
O Alejretense de 27 de outubro, referindo-se a
una carta do Ilajui, diz o seguir.te :
Ura crime brbaro, boje (21) pelas 11 horas
do dia, teve lugar ne.-la villa, e deu-se da ma-
neira seguate, ao menos o que por ora 3
sabe :
Um mogo achinado, de idade de 19 anne?.
estava para casar com una rapariga da mesma
qualidade, cora a qual se dizia viva era relacoes :
hoje, porm, estando a me da moca, urna parda,
era casa de um vizinho, ouvio gritos da filha, a
qual logo sahio, porra j a eacoutrou fra do
apunhalada e abracada com o
apunhalado e prestes a ex-
casa expirando,
noivo, tamkem
pira r.
Nao se sabe
o mogo quera
por ora se sena
commetteu to criminoso atlentado, levado" por
ciumes, ou so algura rival, que consta haver; a
verdade 6 que nada se pode ainda saber 30 cer-
to, porquanlo o mogo, que ainda lera alguma fal-
la, diz que foi um liomcra barbado quera matou
sua noiva, e o apunhalou, porra a nio diz que-
anda vjo quando vinha da casa do vizinho elle
fazer movtmcnio como quera alirava a faca, e
correr a bragar a moga que j era cadver !...
Achou-se queimado ura sobrecasaco de pan-
no que a moga estava fazendo para o dia de seu
noivado, pelo que julgo que haveria alguma du-
vida entro elles, e que dsse lugar queiraa du
casaco, e dahi as punhaladas, purquanlo noap-
parece pessoa alguma que rase sabir de casa al-
guma outra, de quem se possa syndicar, muito
mais quando a casa aonle se deu o ficto est
entre muitas.
O lugar aondo a moga expirou abragada cora
seu noivo lambem ferido estava juncado de pela-
las de rosas.
O Illm. Sr. tenenTe coronel Luz, juiz muni-
cipal e delegado do polica, logo que teve tal no-
ticia procedeu com espirito e energa, e cora o-
maior escrpulo, prendendo todos os viziahos.
prximos, e pessoas de quem poda cpllier albura
esclareciruento, porm nada lera conseguido^
por ora.
O Sr. subdelegado Firniino dos Santos, da
mesma firaa portou-se com aclividade e zelo.
Felicitamos aos habitantes do Itaqui por te-
rem autoridades to dignas o activas.
O Sr. coronel Tamarindo tinha sabido An.iVn
Grande em uma '"' '
Fora apprehendido pela mesa de rendas dm
Jaguaro um contrabando no valor de 645j[0O0.
Tinha sido suspenso e rebocado para o porto o
patacho Regulo, do qual se salvou, alm de gran-
de parte da carga, o apparelho completo cora ex-
cepgo da onxarcia real.
L-se no Diario do lio Grande do 30 do pas-
sado :
Somos informados que o governo geral raan-
dou suspender al 31 de dezembro do correnttt
anno o direito de rasis 2 por cento sobre expor-
tago que as falfandegas desta provincia princi-
piaran! a cobrar ha pouco mais de um mez.
chegou arrombada.
Feito o corpo de delicio, requisicodo res-
pectivo agenle do correio, deu-se por falta de
urna caria segura, dirigida polo Sr. Jos de Sei-
xas, redactor do Alegretense, ao Sr. Manoel du
Freilas Noronha, tabellio desta cidade.
Em-quem reoahiro as culpas ? 1...
No da 23 de uovembro comecou a ter execu-


()
DIARIO DE KRHABMUGO. SABBaDO 15 DE DEZEMBRO DE 1860.
cao ua alian Jega o noo regulamcnlo. N4o hou- I
?, diz o Commercial, a menor confuso notra-
balho com a mindanga do systema.
O que ha a noticiar de Santa Calharina fice re-
sumido na caria que deixamos.transcripta.
Temos datas da Victoria at 3 do correle.
A noticia de raais importancia a de ler o ma-
jor Antonio Vieira Machado da Cunha realisadoa
communicaco quo eslava encarregado do abrir
das freguezias do Cachoero, na comarca de lta-
pemerim, o do Aldeiamcnlo Imperial AlTonsino
com o porto do Guarapary.
Por decreto de 22 de novembro prximo pas-
sado foi agraciado com o habito da Rosa o Sr.
Luiz de Beaurepaire Holian, en allenco a seus
servcos militares.
Fot concedida ao 2o cadete 1* sargento da com
tianhia de invlidos da provincia de S. Pedro
Jos Francisco Affonsa, a medalha humanitaria
de 1" classe.
DIARIO DE PERNAMBUCO
O vapor brasilcro Oyapock, entrado dos por-
tos do sol do imperio, fot portador de jomaos
com datas do Kio at 7, da Baha at 10 e de
Alagoas at 12 do crreme.
Em outra parle vao transcriptas a promoco de
marinha e guerra, o as noticias das repblicas e
provincias do tul da orte, alm das quaes eis o
que demais encontramos na leilura dos joinaes.
Rio de Janeiro.Fallecer, a 26 do passado,
de utn hydropericardite, apos longos padecimen-
tos, o chcfo de diviso da nossa armada, Jorge
Broon, com delles empregalos no servico do imperio.
Por decreto de 28 do passado, foi nomeado
guarda-mor da alfandega da Parahyba, Joo Jo-
s de Letoos Magalhes.
Foi nomeado, por decreto de 7 do passado,
ajudanle-general do exercito, o marechal Fran-
cisco Flix da Fonseca Pereira Pinto.
Nos dias 1 e 2 do correte procodeu-so s
eleices da junta de correctores, o da commisso
' da praga do commcrcio, sahiudo eleitos:
Para a pnineira : Deocleciano Bruce, Frede-
rico Gruudtvg, A. J. de Campos Porto, Agosti-
nho Jos Goncalves Pereira e Alexandre Lalle-
iiiant.
Para a segunda Jeronymo Jos de Mesquita,
Pedro Leopoldo dos Guimares Peixoto, Antonio
Francisco da Costa Cabral, Ilenrique Ilobcrts,
Alexandre de Castro, Alberl Eslienne, Luiz Ave
Lallemanl, O. Antonio do Aranaga, Roberto Cliu-
lou Wnght.
__ O cambio ficav.i 27 d. sobre Londres,
351 e 355 rs por f. sobre Pars, e 680 rs. por
m. b. tore Ilamburgo.
Bixhia.No da 28 do passado, leve lugar na
Faculdade de Hedecina,a ceremonia da cullaco
do grao, aos seguintes esludantes da mesma,
que complelaram o curso este anno: Manoel
Cardoso da Costa Lobo, Manoel Lopes de Oliveira
Hamos, Jos Kibeiro do Valle, Antonio Flix da
Cunha Brillo, Jos Gandido de Menezes Carvalho,
Gabriel Alcides Raposo da Cmara, Joaquim da
Silva Gustno, Possidonio Vieira dus Santos, Au-
gusto Wenceslao da Silva Lisboa, Augusto Fran-
cisco de Vasconcellos Caldas, Manoel Marcolino
da Silva Pimcntul.
Hara chovido bastante : no Rio de Contas,
Lences, Camiso, PurliCHCo, Fera de Santa-
Anna, Feira da Concei vo de Jaculpe at cima das Umburanas.
O cambio (cava : 2 3/4 e 26 5 8 d. sobre
Londres, 355 e 360 rs. por fr. sobre Pars, 680
e 700 rs. por m. b. sobre Hamburgo, e 110 e
115 \'0 nom. sobre Lisboa.
Alagoas.No dia 5 do correte comeoarara na
capital as preces por S. S. o Santissimo Padre
Pi IX e pela paz da igreja universal.
Nada mais occorreu digno de meuco.
Vo'tco depois do vapor brasifeiro, fundeou o
francez, vindo de Bordeaux, com as dalas se-
guintes: Hamburgo 20, Londres 23, llcsnanha
25 e Lisboa 28 do passado.
A noticia que recebemos pelo ullimo paquete
da queda de Garla nao se conlirmou. Francisco
II tenciona resistir al ultima, e recusa-se
todos os conrelos. A praca anda poder resis-
tir por algum lempo e acha-se abastecida de mu-
nicoes e vveres para seis mezes. A rainha no-
va, os jovens principes e princezas, e a condessn
de Trapani foram para liorna, ficou s junto ao
infeliz monarcha a rainha sua esposa. A' pedido
de Francisco II o corpo diplomtico, que tinha
ordem do o acompanhar al o lim, parlio para
Roma tambem. Os objeclns de valor e papis de
in portancia de Fraucisco II foram postos sal-
vo bordo do urna fragata hespanhola. As tro-
pas que nao eram necessarias guarnico da
praca evacuaran-a, e eulraram nos estados da
isreja onde foram desarmadas pelas autoridades
pontificias e francezas. Os irabalhos do silio
avancam; j se achara eslabelecidas baleras as
alturas que dominara a praca. O bombardea-
anda nao comejou.
Nniguem sabe anda as verdadoras intcnces
de Fraucisco II, este passo de nao querer accei-
lar capituladlo, de afastar de sua pesada as que
nao sao necessarias del'eza da praca, as que Ihe
sao charas, e os representantes das "potencias eu-
ropeas, ndica um plano que por ora nos des-
eonhecido. Este pobre mancebo desdo que su-
bi ao throno tem andado de illuses para iliu-
soes. Cuidou poder guvernar como seu pae. l-
ludio-se. Julgou que fazendo causa commum
com a idea italiana, confiariam na sua boa le ;
illudio-se. Acreditou que, restaurando o gover-
no constitucional, ganharia a affeicao publica ;
illudio-se. Poz f no exercito, illudio-se. Espe-
rn alguma cousa dos seus alliados, e anda ou-
tra vez se illudio. E agora mesmo se alguma
esperanza anda lhe resta, ver desaparecer a
sua ultima illuso.
Vctor Emmanue! faz entretanto a sua entrada
suicrnne tm aples e ac Jamado rei da Italia.
A seo lado vae Garibaldi, o enthusiasmo
grande. Vctor Lmmanuel ofereceu Garibaldi
o titulo de principe de Lilatafin, oulras honra-
ras e pensos que este recusou, retiaando-so pa-
ra Lnpras,
As Marcas c a Ombra votaram a annexaro
por grande maioria.
Na ceremonia da entrega das handeiras hnga-
ras legi.io ongara, depois da benco, Garibal-
di tomou-as o pronunciou um discurso, em que
promettia quequando tivesse soado a hora de li-
bertar a Hungra do jugo da Austria, o estandar-
te italiano tremubria junto da bandeira hunga-
**' porque as duas causas sao idnticas, e Gari-
baldi nunca delles se esqueceria.
O ministerio que funeciona era aples cora-
posto de Vnlimiglia. Pecanelli, Scialoga, Firias,
Dasplitto, livcendi, Bonghi, Doblasio e Per-
sano.
O general La Marmora encarregado d-i reor-
ganiser o exercito italiano.
Aperar porm da quasi unaniraidade do sulTra-
gio em lodo o reino das Duas-Sicilis e estados
rumnno*, e do enthusiasmo que causou a idea
da nnnexaco no Pieraonte, nn leem deixado
de liaver em dilerentes pontos manifestacoes an-
li-annuxiooiatas. Julga-se que a Sicilia s ad-
rniliu lazer parle de urna grande monarchia ita-
liana, urna^vez que -tetina um pensamenlo e urna
i Iminislracao especiat-s. e que se conserve inde-
penlento da corle de lorio. No reino de ap-
les precedera-se as desordens lodos os dias. O
paiz n.io est preparado para lo rpida mudan-
za. Os povos precisara de tirocinio mais ou me-
aos longo para eaberem ser livres. Cinco pro-
vincias napolitanas foram declaradas era estado
O SUiijiiiu p,....... .*-
deaes que depois de longos debates"oeciu-io uQt
S. Santidad continuara a ficar em Roma.
Falla-te era Paris de urna carta do imperador
a s. Santidade em quo renova os seus protestos
a lavor di defeza pessoal do padre santo, quer
soja em Roma, quer era nuolqucr oulro ponto
para orideosumrao pontfice julgue dever reti-
rar se. O imperador reprova a manoira por que
teem marcludo os -negocios da Italia.
lizia-se goralmeole que nao approvando S. M.
a ioiperatriz dos francezes a rnaneira porque seu
esposo encara os negocios da Italia, parlio para
j Escossia, incgnita, com o titulo de condessa
de Perreands, indo residir as propriedades da
duqueza de jamilton, prima de seu esposo. A
r3zo otficial riesla separajao oi o seu mo esta-
do de saude, e o desgosto em que eslava pela
rcenle morte da duqueza d'Alba sua irmaa : o
que a impedia de poder assistir as esss de
Coaap'iegne.
sta joparajju prolazio o eiTeito va. Effectivaraente fai derailtido Mr. Fould, re-
volucionario e anle-papista, a quera se altri-
buia o modo por fue Napoleao tem obrado pe-
rante a questao italiana, sendo nomeados os con-
des de Walewski e de Persigny. O primeiro
conservador de convicc5es : foi' ministre durante
a ultima guerra da Italia, o trabalhou de coracao
emquanto vio que se arvorara a influencia fran-
ceza na Italia, sobre as ruinas da austraca, e que
o fogo revolucionario ficaria comprimido pelo
tratado de Tillafraoca, mas logo que vio que o
movimento italiano tomara um carcter decidi-
damente anoexionisla com a acquiescencia ou
consenlimenlo da Franca, pedio a sua demisso.
0 conde de Persigny, tem urna phisionomia po-
ltica menos pronunciada, mas entretanto um
partidario enlhusiasta da alHanca ingleza, para a
qual sempre leal trabslhado no meio das maio-
res orises.
E' prevavel que Luiz Napoleao quizesse con-
irabalancar a poltica de Walewski, que se nao
aclia em harmona com a daGra-Bretanha, com
a de Persigny.
Entretanto se Napoleao nao quizer aceitar os
fados consumados as Duas Sicilias e Estados
pontificios, e quizer reclamar a poutual obser-
vancia do tratado de Villafranca, encontrar gran-
des inconvenientes, dos quaes o mais grave de
certo a opposico da Inglaterra. Entretanto
diz-se que a imperatriz regressar mui prxima-
mente.
O thesouro do Santo Padre acha-se quasi ex-
hausto. O cardeal Aolenelll escreveu urna car-
ta ao cardeal Wisemein, recoramendando ao seu
zelo e ao dos seus collegas do episcopado de In-
glaterra o dinheiro de S. Pedro.
O general Lamoriciere nao qoiz acollar o ulu-
lo de principe, aceilou porm o de nobre ro-
mano.
A Austria concentra cada vez mais forgas em
Borghnfort. Os piemontezes naoficara em nac-
cao, Em Placencia, em Modena, ras provincias
de Bolonha, as Romanias e no Mincio, eslao
reunidos para mais de 120 mil homens. A guar-
da nacional movel vai ser elevada 4 55 mil ho-
mens.
As orlifcacoe3 do liltaral de Veneza eslo con-
cluidas e sao forlissimas, as bocas do Adige, do
Pogrande.de Brenta, de Pagliamento e do Slecla
acham-se lambem fortificadas. No Adritico as
costas da Hungra e Croacia receberara novas
forlilicaces.
O imperador Francisco Jos concedeu consti-
tuices s dfferenles provincias do imperio. Foi
8gora contemplado o Tyrol. Falla-se d'oulra
conslituico para o Vneto em quo se concedera
a autonoma poltica a'aquelle oslado, que seria
governado pelo archiduque Maximiliano como
vice-rei. Enlretauto publicou-se uro decreto obri-
gando todos os pas de familia que tivessem li-
lbos no eslrangfro a chama-Ios patria sob
pena de fortes mullas pecuniarias.
Na Hungra a eonslluicao aulorisada encon-
trou forte opposico, mas o governo conseguio 5
torca de negociaces fazer com que os chefes das
commisses hngaras aceitassem os cargos, que
estavam resolvidos a renunciar. Continua po-
rm a agilaco.c os exaltados queimaram as pro-
priedades do barao Vay, como castigo por liaver
este magnata aceitado b cargo de consclheiro u-
lico daqoelle paiz.
A Austria projecta medidas repressivas para
suftbcar a agitaco.
_ Annuncia-se a apparigao de um manifest de
Kossuth aos hngaros. Explica em termos mo-
derados aos seus concidadaos os motivos porque
nao devem continuar a estar ligados Austria.
Aconselha 3 prudencia o moderacao para que a
causa a quo se vota possa alcancar a deseiada vic-
toria.
A conferencia do Varsovia continua anda a ver
o thema da discusso dos jornaes da Europa. As
npinies que vagara sobre os assumplos tratados
na conferencia sao Lio contradictorias que conti-
nua a ser um mysterio. O que parece poder-se
concluir de lo varias verses que os tres so-
beranos concordaram no principio da nao inter-
venco ; declarando que se a Austria fr atacada
pelo Pieraonte, s ella devora repcllir a aggres-
so, mas sea Franga tomar de qualquer maneira
parte na guerra, os gabinetes de Berlina e S. Pe-
tersburgo. cousideraro esta olerveocao como
casas belli.
Apezar das negativas de alguns jornaes aus-
tracos parece lora de duvida que existo urna cir-
cular do conde de Rechbery aos representantes
d'Austria, e daquella entrevista. O conde d a entender que
os tres soberanos eslao resolvidos a nao dar um
passo que possa provocar a guerra. O conde nao
entra em delalhes, limita-se a dizer que o fim da
entrevista fgi estrtilar as relaces d'amzade en-
1 ire o czar, o imperador e o principe regente.
A Prussia oppe-se a que a Diela considero um
ataque a Veneza como aggressao Confederacao
liermanica. Uiz que pelo acto federativo, qual-
quer potencia alleru que liver possessoes fra
do territorio federal, e romper urna guerra na sua
qualidade de potencia europea, esta guerra ser
inteiramenle estranha confederacao.
llouve modificacao no g-ibinete ausltiaco, sen-
do a parte da gueira conada aogeueral Degen-
pole.
A imperatriz da Austria sahio no dia 17 para a
Madeira, ondo se vai restabelecer. O conde de
Linhares foi encarregado de ir comprimenta-la
da parto de el-rei D. Pedro V.
O parlamento inglez foi addiado para o dia 3
de Janeiro.
Lord John Russell n'um despacho a sir James
Hedwin em quo declarara que o governo inglez
nao enconlrava embaracos alguns em declarar
que as povoaees da Italia meridional estavam
no seu direito resislindo aos seus governos ; di-
zia tambem que o governo inglez nao poda cen-
surar o rei do Plemoule por ter auxiliado aquel-
es povos.
Este despacho causn sensacao no corpo diplo-
mtico, e um banquete dado pelo lord maior, ap-
pareceram s os representantes de Franja, Sardc-
nha, Persia e Honduras. Houveram discursos
muito nolaves pronunciados pelo conde de Per-
signy, lord John Russell, e lord Palmerston.
Fallava-se em Londres no projecto de um pas-
seo militar do corpo de voluntarios Paris. Es-
te projecto foi abandonado pela opposico que
soffreu, dizendo-se que pareca um desafio o pas-
seio de um inglez uniformisado pelas ras de Pa-
rs, e que poderiam ser insultados.
As cmaras prussianas sao convocadas para Ja-
neiro prximo Devem-sc oceupar especialmen-
te da organisaco militar. O orcamcolo da guer-
ra deve exceder a dos anuos anteriores era mais
de 20 milhes de thalers, mais de 25 mil conlos
da nossa moeda.
Na Suecia houve modificacao ministerial. Foi
substituido o ministro dos cultos. O ministro do
reino tendo alcancado oulra collocacao no con-
selho de justica a igualmente ser substituido.
A rainha Chrslina chegou Roma no dia 5,
inst3llandose noscu palacio das Qualro Fcnles,
perto doQuirinal.
O ministro hespanhol era Turrn D. Diogo Coe-
lho de Portugal protestou por ordem do seu go-
verno contra a entrada das tropas pieraontezas as
Duas Sicilias.
A rainha de Hespanh acha-se oulra vez no
seu estado interessanle
O infante L). Sebastio d. sposou se cora a in-
fanta D. Thereza de Bourbon.
Espera-se dissoluco das cortes.
Rios y Rosas embixador de Hespanha em Ro-
ma foi substituido pelo marquez de Miraflores.
O re de Portugal depois da sua viagem pelo
Alemlejo, foi visitara exposico agrcola do Por-
to. Regressa a Lisboa no dia 30.
Foi celebrado um tratado de commercio cora o
imperio do Japo.
As corles que linham sido adiadas devera abrir-
se a 7 de Janeiro.
As tropas francezas nao linham podido apazi-
quu U3?fu-i__ \ carnificina era esperada logo
druzzos achavam-se em Haourero. ondinwjti
Hautpoul recolhia a invernar cora as suas tropas
em Beyrouth.
O prazo marcado para a oceupaco franceza
muito curto, para se poder conseguir algum re-
sultado favoravel.
As potencias europeas lero de lomar novas
providencias.
Parece que se prova por depoimentos de al-
guns presioneiros, que as autoridades ottoraanas
eram as instigadoras daquellas desordens.
Na Cochinchina tem havido gra espersegui-
ces contra os ch.-lslaos; principalmente em
Tanking, e quando p.nrtiram as ultimas noticias
linham chegado a Recite? muitos chrislos presos
por ordem dos mandarins^
A esquadra dt operages- na China preslou um
poderoso apoio operacoes do exercito de trra
Os almirantes franceze ingler tomaran) posso de
Teinking em oome do seus paii'e.?. Ealabolaram-
se negocagoes, mas pelas ultimas noticias consta
tarara de novo rompido as hostilidades. Os chins
esperara, os alliados cebaiio dos muros de Pe-
lara.
O nosso correspondente de Lisboa cscreve-nos
ultima hora.
Pelo Giftrolar C/trontc! e tivemos aqu noti-
cia do lastimoso naufragio da corveta brasileira
O. babel. De primeiro, constara que o navio
perdido na cosa da B_erberia era porluguez, mas.
posteriormente cartas de Tnger conflrmaram ser
a corveta brasileira cima referida, do 18 pecas.
que se perdeu totalmente, s 8 horas da noite do
da 11 de novembro, a urnas seis milhasaosul
do cabo Spartel. O commandaule, o capitio Car-
valho, assim como 1S oRciacs e 121 pracas da
guarnico, morrerara afogados. J3 marinheiros
e 10 olRciaes conseguirn) alcancar a praia. Os
rabes ira tarara os nufragos cora a maior huma
nidade ; receberam-osem suas barracas, acende-
ram fogo para os aquecer e seccar-lhes as au-
pas, e mataram um bo'i para os alimentar. O vi-
ce-rei Mulley-Abas deu ordem para que em Tn-
ger se preparasse urna barraca a fim de receber
esses nufragos e lhes mandou abundancia de
provises para o seu sustento.
Os officiaes brasileiros e a tripulaco, ha-
vendo sido collocados sob a proteegao brilannica,
receberara todo o auxilio de que podessem care-
cer do ministro inglez em Marrocos.
O navio britannico Argos largou a 15 para
Tnger afira de conduziretn os nufragos para
Gibrallar, e o vice-consul interino brasileiro, o
Sr. J. Pereira, tambem parti para Tnger no
vapor Jdelia para prestar os soccorros ao seu
alcance quelles subditos brasileiros.
Adiante lhe transmiti as relacoes nomi-
uaesdos nufragos que pereceram e dos que se
salvaran) :
Ofliciaes morios no naufragio da crvela
brasileira Isabel.
Capito lenle commandanle. Bonto Jos de
Carvalho.
Io lenle.Caio Pinheiro de Vasconcellos.
Io lenle.Antonio Moreira Neves.
2o dito.Francisco Ferreira Pinlo.
2o dito.Antonio Alves dos Santos.
2o dito.Marcelino Perdigo de Oliveira Ri-
beiro.
Guarda marinha Manoel Gomes de Abreu
Villar.
Jos de Araujo Ges.
Joao Caelano da Silva J-
nior
Isidoro de Senna Madureira.
Joao Mara dos Anjos Ex-
posel.
Frederico Carlos Pereira da
Cruz.
< Jos Lucio dos Saulo3 Cal-
deira.
Jos Joaqum Garcez So-
brinho.
< Manoel Alves de Azevedo
Sa rpalo.
< Jos Mara de Santa Barbara
Garca.
< Antonio Luiz de Castro Bar-
boza.
Guarnico cento e vinte urna pravas.
Salvaram-se":
Io lente.Joao Mendes Salgado.
2a dito.Fernando Dias de Mendonoa Paes de
Lerae.
2o dito.Jos Mariues Guimares.
Commissario.Ignacio Jos de Mello.
Guarda uaarinlia.Guilhernie Rodrigues Villares.
Manoel Marques Mancebo.
Fernando Xavier de Castro.
Jos Antonio de Alvarim Costa.
Francisco Soarcs de Andrea.
Joaqum Xavier de Oliveira Pimentel.
Guarnico noventa etres pravas.
Desles llcaram em Gibrallar quinzo doentes
Os nufragos chegarara a Lisboa, viudos de
Gibrallar, no dia 25 do corrente pelas 10 horas
da raanha, e partem para o Brasil no vapor Ex-
tremadure da linha de Bordus.



a
nato da Silva, Crauseu Marie, Souza Lelo. An-
loine Krorapholz, T. de Vasconcellos, Luiz Anto-
mo de Siqueira, Sergio Jos Vianna.Ida Amada,
Jos Francisco Barrote, Manoel da Silva Noguei-
ra, Hygino Correa Durlo, Alvaro de Mendonca
Menezes e Pamplona, Antonio Jos de Souza Gui-
mares.
O vapor francez Exlremadure, sahido para
os portos do su!, levou a seu bordo os seguintes
passageiros : Antonio Goncalves de Almeida, Sa-
lustiano da Silva Cajueiro de Campos, Hygino
Correa Duro. JO
Passageiros do vapor Oyo/)oc*,vindo do Rio
de Janeiro: desembargador Jos Pereira da Cos-
a Molla, sua Sra., 2 lilhos e 4 escravos, Paulo
d Amorim Salgado Ncllo, padre Custodio Fran-
cisco Arrais. JosBezerra de Mello, Francisco
do Paula Cavalcanli d'Albuquerque e 1 escra-
vo, Francisco Jos da Costa Araujo,sua senhora,
i lilhos 1 escravo o 1 criada, Dr. Jos Silvinn de
Souza, Tilo Aveliuo de Barros, ex-praca Joa-
qum da Silva .Queiroz, D. Fortunata Leiv, Joa-
qum das Virgens Lima. Baylac Fierre, Dr. Ga-
briel Alcides R. da Cmara e 1 escravo, Dr. Joa-
qum da Silva Gusrao e 1 escravo, desembar-
gador Martiniano da R. Bastos, sua senhora, 2 fi-
ihas, e 3 criadas, Dr. Carlos Frederico Xavier
dos Santos, sua senhora, 1 filho. 1 ama, e 2 es-
cravos, Braziliano Lourenco do Espirito Santo,
Jpsepha Mana da Conceicao, major Jos Gomes
d Almeida, sua senhora, 2 filhos menores e 1
camarada, 1 criada e 2 escravas, Jos Goncalves
da Silva, Antonio Greziano Rocha Algaro.'com-
mendador Manoel Sobral Pinto, D. Mariana La-
nol e I filho menor, Manoel de Almeida Noguet-
ra, JaymeMas, Dr. Bernardino Pereira de Carva-
lho Jnior, sua senhora. 2 filhos e 2 escravos,
Joaquim Francisco dos Santos Maia, Jos Cardo-
so dos Santos, Alexandro Eduardo Ferreira No-
bre, a 3 Africanos livres.
Soguero para o norte : Laurindo Peregrino de
Mello e sua Ulna menor, Luiz Francisco do Mello
Cavalcan.i, sua irmaa e 2 escravos, capito Elis-
bao Mana do Silva Billenrort, Francisco de Pau-
la Pessoa Jnior, Joao da Rocha Moreira, Jos
Kibeiro Campos, atieres Jos Vieira do Souza!
Guodes e sua senhora, Carlos Riedel, 1 preso de
justica e 2 pracas de polica.
MORTALIOADE DO DIA 14 DO CORRENTE :
Anna, branca, 2 mezes, coquclouche.
Luiza, parda, 2 annos, varila.
Lauriano. branco, 1 anno, aslhma.
Benedicta Mara do Rosario, preta, soltera, 50
aunos, apoplexia.
1200 toneladas, capito H. Brighlman, cqui-
pagem 17, carga cobre e madeira; ao capiro.
Veio refrescar e seguio para Falmouth.
Montevideo29 dias, brigue hespanhol Amable
Rosa, de 207 toneladas, capilo Andr Ca-
nau, equipagom 13, carga 4600 quintaes do
carne; a Aranaga Hojo & C.
Portos do sul6 dias e 18 horas, vapor brasi-
leiro Oyapock, commandanle o capillo len-
te Antonio Joaquim de Santa Barbara.
Bordeaux o portos entermedios 18 dias, vapor
francez Estramadure, commandanle Crol-
lier Charles.
Navio sahidos no masmo dia.
Poilos do sul vapor francez Eslramadure,
commandanle Crollier Charles.
Parahibabarca ingleza Frenculo, capito F.
Demond, carga parle da que trouxe de Terra
Nova.
Parahibabrguo inglez Glaucus, capito Ale-
xandre Reddei, em lastro
Rio Grande do Sulpalhabole nacional Jorge,
capilo Francisco Alves da Costa, carga as-
sucar.
Correspondencias.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
nsirucgao puDiica a comnnssao de exame para
ulgar as provas dadas pelos habilitan los para o
concurso das cadeiras vagas de instrueco ele-
Por torca do disposto no decreto n. 10U6 de 10
I de selembro ullimo. resolveu o tribunal do com-
I mercio, cm sosso do 13 do correle, que fossom
I oullificadosos registros existentes de navios na-
j cionaes, que sao de propriedade do brasileas
l casadas com eslrangeiros ; visto que pelo art. 2o
, do referido decreto soguero, ellas a condico na-
, cional dos maridos.
i Isto poslo, sob as penas comroinadas no cdigo
:do commercio, devem ser realisadas j as trans-
: lerendas dos naeios que se acharem em tas
; cendices.
Por acto presidencial de 11 do correle, fo
concedida a demisso pedida pelo Sr. Benedicto
Manoel Carneiro da Cunha da serventa interina
da officio de escrivo do jury e correices da co-
marca de Pao d'Alho.
Temos queixas respeto do procedimento
I de alguns mogos que residera na ra Augusta,
i procedimento que repugna com a boa cnago,
quenelles se deve suppor.
I E' vexame para nos sempre que nos chegara ao
! conheciraenlo seraelhantes fados, que nao p-
, de servir de justificarlo nem mesmo de attenua-
, Qo mocidade, porque esta lem tambera deve-
, res que nao pdera ser obliterados por tal modo ;
: c a necessidade de public-los anda mais nos
conslrango pela procedencia d'elles ser de um
; ponto, que nao era de esperar produzisse esse
: fructo.
Esperamos pois que esses mocos, refleclindo
| no desconveniente que pr-olcami fujam de es-
I candalis.ar aos visinhos e de dar urna copia m da
educago recebida.
Honlera reunio-se na direcloria geral da
instrueco publica a commisso de exame para
juhr-
con
i mentar.
I A commisso emitlo o seu voto, que deve
hojeser considerado pelo consolho director, para
j posteriormente ser o negocio levado ao conheci-
: ment do governo.
No vapor Extremadure, veio S Fxc, Rvm.
oSr. bispo do Rio Grande do Sul, era busca da
; diocese para a qual foi cscolhido por S. M. o Im-
perador, esagrado ltimamente em Roma.
S. Exc. saltou, e um de seus primeiros cuida-
I dos foi visitar o convento dos religiosos capu-
I chinhos, em cuja igreja fez oraco, elogiando a
| simplicidade do templo e sua beleza, Apos isso
! S. Exc. foi visitar o nosso Lxm. prelado, fazendo
depois urna pequea excurso pela ciaade, em-
barcndole de novo s i horas da larde, sendo
| acompanhalo at bordo pelos Rvms frei Caetaoo
j e Egidio, capuchinhos.
Depois de urna demora de tres mezes, na Ba-
, hia. alim d visitar sua freguezia, e despedir-se
'dos seus parochianos, S. Exc. seguir tomar
conta do seu bispado,
No dia 15 do correnle foi julgado o soldado
do corpo de polica Francisco Ribeiro Jos, acen-
sado por crime de pnraeira desergo aggravada, e
condemnado seis mezes do priso pelo seguinle
conselho de julgamento.
Presidente.
O Sr. major Alexandre de Barros A!buquer-
que.
Auditor.
O Sr. Dr promotor publico interino Fsancisco
Leopoldino de Gusmo Lobo.
Vogaes.
Os Srs. segundos lenles do 4o balalho :
Jos Antonio Ribeiro de Freilas,
Manoel Gompalves Rodrigues Franca.
Felippe Marques dos Santos Jnior.
Os Srs. alferes :
Joaquim BarDoza'oJs-iwra'aldas.
Por acto da presidencia de II do corrente.
foi designado o Sr. Dr. juiz de direito da Ia vara
Bernardo Machado da Costa Doria, para ser-
vir de relator na junla dejustiga quo. no dia 22"
lem de julgar em ultima instancia aos soldados
do corpo de polica Jos Francisco Vieira Mar-
colino Pires Campello e Manoel Victoriano da
hilva. Os vogaes da junla serlo designados oelo
comraando das armas. r
Foram recolhidos casa de detenclo, no da
1 ao corrente. 4 homens e 2 mulheres, sendo 5
livres e 1 escravo, a saber : 4 a ordem do subde-
legado do Recite e i a ordem do de Santo An-
I Ionio.
O vapor francez Extremadure, vindo de
Bordeaur, trouxe os seguintes passageiros : Jos
Antonio da Justa, Geln de Serpa Brando, Gros-
joan Joseph, Ghsjw Dieu Didier, Arseaio Forlu-
Srs. redactores. As cmaras municipaes se-
gundo o ari. 58 9 do reg. n. 120 de 31 de Janei-
ro do 1812 sao competenles para legislar sobre ob-
jectos de polica, que por le se acham seu car-
go, isto por meio de posturas ; mas desla dispo-
sicao nao se pode deduzir, que as cmaras mu-
nicipaes possam alterar o que j se acha legislado
por urna le geral sobre certos Crimea policiaes ;
sendo, pois. como eutendemus, resulla, que ten-
do o art. 297 do cdigo penal decretado as penas
em que devem ser punidos quelles, que usarem
de armas prohibidas, nao podem as cmaras mu-
nicipaes alterar esta disposico por meio de pos-
turas por exceder s suasaltribuicocs, e mesmo
porque seria isto um absurdo, que cada cmara
municipal podesse adoptar urna puniclo I respei-
lo de um crime previsto pelas leis geraes, e j
estabelecido as suas penas.
As cmaras municipaes respeto de armas
prohibidas nada mais lhes compele era seus mu-
nicipios, do que declarar quaes as armas prohibi-
das, quo podem as autoridades policiaes permi-
tir o seu uso, o os casos si m que devem ser laes
licengas concedidas ; e bera assim quaes as
armas prohibidas, que licito trazerera sera li-
cenca os oceupados era Irabalhos, porque se lhes
fazem necessarias, arl. 299 do cod. penal.
A cmara municipal, pois. do Recifo, nao s
allerou a isposigo do arl. 297 do citado cdigo
penal, como quereviveu o arl. 3o da le de 26 de
abril de 1831, que foi revogado pela lei do Io de
selembro do corrente anno.
Desejamos, pois, que as pessoas entendidas na
materia nos esclaregam, se temos ou nao razo na
c-.nsura, que fazemos Illin." cmara do Recite,
censura 03la, que se funda no art. 308 4o do
citado cdigo penal, o queremos apenas saber se
sao permillidass cmaras municipaesjtaes altri-
buigoes em casos idnticos, pois desejamos sem-
pre estar a'accordo com os principios de di-
reito.
Peco-lhes a publicarlo deslas linhas por ser
de Vs. Ss.
Jos Paulo do /lego Darreto.
Era 12 de dezembro de 1860.
os y n s a c a. NA te a. &>* <* es c f B 1 Horas 1
-i c n 3 s c t. n CA rq Atmosphtra. O es
V * -* Direcgo. 2 H O C/5 53 <
V B 03 O 3 B. a 35 Intensidade >
00 o ce 00 95 00 ^ Fahrenheit 1 n a o s [4 H S O n % 5 s o
--t ' ts --1 8 Centigrado. 5 1 5 C o C c.
1 Vi O ^1 -i 0= Hygromelro
O O s o C5 Cisterna hydro-melrica. >
4fc tu t< -4 en 36 o Francez. > o O
C O 8 o s u o "3 5 o te inglez.
03U1EHI0.
Alfandega,
Rendiraento do dia 1 a 13. .
dem do dia 14.....
A noite estere nublada, vento ESE regular
e assim amanheceu.
OSCILLACAO d.\ jur.
Preamar as 6 h. 6' da tarde, altura G,8 p.
Baixamar as 11 h. 54' da manha, altura 0.9 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 14 de de-
zembro de 1860.
ROMANO STEPPLF.
Io lente.
Editaes.
- A junta administrativa da santa casa da mi-
sericordia do Recife manda fazer publico, que nao
tendo havido sesso houlem por achar-se doente
o thosoureiro esmoler interino, ficou transferida
para o da 20 do corrente a arrematado das ren-
das das casas abaixo declaradas :
Bairro do Recife.
Ra do Pilar n. 74.
Becco do Abreo n 2.
Bairro de Santo Antonio.
Rua Direita n 7.
Ra Nova d. 55.
Dita do Padre Floriano ns. 45, 47 e 49.
Dita do Fagundes n. 32.
Dita de Santa Thereza n. 4.
Dita da Calgada n. 36.
Dila dos Pescadores n. 11.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife 14 de dezembro de 1860.
O escrivo.
Francisco Antonio Cavalcanli Cousseiro.
Pela secretaria da cmara municipal do Re-
cite se avisa segunda vez aos senhores arrema-
tantes de talhos de acougue, que comparecam na
mesma secretaria com seus fiadores, afim'de as-
signarem os termos de arremaiages, ao contra-
no tomar a cmara a providencia que for de
le.O secretario,
Manoel Ferreira Accioli.
Pela collectoria das rendas geraes do miai-
cipio de Olinda se faz publico que no ullimo do
corrente mez, termina o praso do recebimento
dos imposlos sobro lojas e tabernas, taxa sobr6
escravos, 2a decima das corporages de mo-
morta, barcos do interior, foros dos terrenos do
u'rn"hfofllc'' Perlencenles o exercicio findo do
18*9 a 1860, findo o qual sero ditos impostos
cobradosjudicialmenlc. Assim como o do pa-
gamento na collectoria do primeiro semestre do
exerricio correnle do 1860 a 1861, lvre da mul-
la de 3porccnlo dos impostos cima menciona-
dos, pois que do Io de Janeiro em dianto licara
sujeitos a referida multa.
Cellectoria da cldade de Olnda 1 de dezembro
i da 1860.
O collector
[ Braz Ferreira Maciel Pinheiro.
Re cebe doria de rendas inter-
nas geraes.
Pela recebedoria de rendas internasIgeraes sa
faz publico, oue no corrente mez termina o prazo
U4roecfteblnl0"10 Jos imPlos do exercicio de 1859
a 1860, no domicilio dos conlribuinlds a cargo
dos recebedores, assim como o do pagamento na
oen ?PJ\ d?. Primeiro semestre do ejercicio de
1860 a 1861, livre da multa de 3 % dps impos-
tos seguioles : dcima addicional de mo morta-
tmposio de 20 / sobre lojas e casas c descon
lo; dito especial sobre casas de moveit, roupa-
calcado, mobilias fabricadas em paiz esftrangeiro
dito sobre barcos do interior ; findo/o qual se-
gn)r-so-ha a cobranga executiva quanto ao de-
bito daquele exercicio, e a percepco da mulla
quanto ao deste. "I
Recebedoria de Pernambuco, Io lie dezembro
O Illm- Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desla provincia manda fazer publico que
no dia 10 de Janeiro prximo seguinle haver
concurso nesta thesouraria para preenchimento
de 10 vagas de praticante da alfandega desla ca-
pital, comecando os exames as 10 horas da ma-
nha sobre as seguintes materias : leitura, e ana-
lyse grammatical da lingua verncula, orthogra-
phia, o arilhmelica at a theoria das proporges
inclusive.
Aquellos, que pretenderen) ser admiltdos ao
concurso, devero previamente provar que teem
18 annos completos de idade, que esto livres de
culpa e pena, e que leem bora procedimento.
Secretaria da thesouraria de fazenda do Per-
nambuco 12 de dezembro de 1860.O oflicial-
maior interino, Luiz Francisco de Sampaio e
Silva
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico que
no dia 13 do corteute vai novamente prage para
ser arrematado a quem por meuos fizer o costeio
de 30 lampees da cidade de Goianna, pelo pre-
go de 300 rs. diarios por cada uro.
A arreraalago ser feita por terapo de 1 anno,
a contar do dia 20 do mesrao mez.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, Io dezembro de 1860 O secretario,
A. F. da Anuunciaco.
Declarares.
. 141.7655699
. 20:316606i
162:082^305
Movimento da alfandega.
V'oluraes entrados com fazendas.. 480
cora gneros.. 230
Volnaies sahidos com fazendas., 28
com gneros.. 139
------167
Descarregam hoje 15 de dezembro.
Brigue inglezEvertoncarvo.
Barca inglezaSarahcarvo.
Patacho americano Henry edicr merca-
dorias.
Lugre hollandezFelicitasdem.
Barca ingleza Belem idem.
Recebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rendiraento do dia 1 a 13. 12:875*889
dem do dial .......1:6460899
14:5225788
Consulado provincial.
ftendimento do dia 1 a 13. 29-741*218
dem do dia 14.......3:456j}8!6
33.19803i
Hamburgo, SO de novembro.
Dolelim commercial.
O mercado lera, estado ltimamente um pouco
mais animado; augmentararn as ordens para os
principacs gneros, e sobretudo para o caf, po-
rm os nossos depsitos sao lo diminutos como
nunca foram.
Caf.Desdo o nosso ultimo relatorio a posi-
go melhorou, e o mercado est muito firme. A
procura para consumo que cresce sempre. consu-
me os nossos depsitos, os quaes al o fim do
mez tornavam-se insignificantes ou quasi nullos.
As ultimas vendas de caf do Rio e Santos,
1000 saceos, se eft'ecluaram a 66 3i4 schil-
lings.
Colamos caf do Rio real ordinario 6 5il6 schil- .:
lings.
Assucar.Tambem esle genero lem sido pro-
vado, o a reserva dos possuidores fez com que s
livessemos pequeas transaeges pregos um
pouco raais elevados.
Colamos assucar da Baha.
mascavado 13 1)219 marcos branco.
branco em saceos 3023.
mascavo dito 17 3|419 l.
De Pernambuco, Parahiba, Mace e Santos.
branco em saceos 20 1(223.
mascavo 1819.
Tabaco.As transaccoes foram limitadas, 19
pacotes'de tabaco do Brasil avariado se vende-
rn) termo medio a 8 1[16 schillings de banco a
libra,
pouco t'inr..,$em mudanga nolavel, lalvez em
Algodo.Em cosqueuuiu *. ...
o banco da Inglaterra o descont, o mercado"de
Liverpool se tornou mais tranquillo, o que nao
deixou de InBuir sobre este mercado. Os precos
soilrerarn urna redcelo de 1(8 schillings.
Cacao.Bom procurado, e pregos firmes.
Co agoes : do Maranho e Pr, 6 3i46 7iS
schillings. l
Da Babia. 6 1,26 3[4 schillings.
Arroz.O mercado est lirmo sera se ooder cha.
ir activo. F
CORREIO.
As malas que tem de conduzir o vapor Oya-
pock para os portos do norte, sero fechadas
hoje [15] as 3 horas da tarde.
Conselho de compras navaes.
Contrata esle. conselho em sesso de 18 do
correnle, os seguintes forneciraentos por tempo
de tres mezes lindos em margo do anno pr-
ximo.
De vveres e oulros objedos, pira consumo
dos navios d'arrnada o estabelecimentos de ma-
rinha, sendo arroz do maranho, agurdenle,
assucar branco grosso, azeite doce de Lisbaa,
bacalhao, bolacha, carne secca, cafo em grao]
cangca ou milho pilado, carne verde, fariuha
de mandioca, feijo, manleiga, matle, pao, lou-
cinho de Lisboa, velas de carnauba, ditas stea-
rina, e vinagre de Lisboa.
De dietas para os doentes dos ditos navios, e
da enfermara de marinha, compostas de ara-
ruta, lelria, assurar branco refinado, bolarhi-
nha, cevadinha. cha. galinhas, manleiga, tapio-
ca o vinho de Lisboa.
Do pedra de alvenaria grossa, dita de canta-
ra, cal, e lijlo d'alvenaria grossa, para as obras
a cargo do arsenal de marinha.
De pessas de l'ardamento para as pragas do
balalho de fuzileiros navaes, sendo frdela de
panno, dita Ce brim, calca de panno, dita de
brim, carniza de brim com "o colarinho do mes-
mo panno, sapatose grvalas de conro.
De pecas do fardamenlo para as pragas do
corpo de imperiaes marinheiros, e da companhia
de aprendizes ditos desta provincia, compondo-
se essas pessas de farda, camisa de brim, dita
de algodo azul, caiga de brim, dita de algodo
azul, sapatos, manta, e sacco.
E da pessas tambem de fardamento, e outros
objedos, para a companhia de aprendizes art-
fices, sendo bonet do uniforme, lenco preta, frdela de panno, caiga do dito, dita de
brim, dita de algodo, belusa do brim,dila de al-
godo, sapatos, camisas do algodo, sacco, col-
xo de riscado de linho cheio de palha, traves-
seiro oa mesma confermidade, coberia de la,
lengol de algodo, fronha, e colcha de diio.
O contrato effedua-sc por.ra de proposlas
recebidas n'aquelle dia at as 11 horas da ma-
nh, e sob condigoes do garanti-lo fiador ido-
neo, e pagar o contratante a multa de 50 por
cento do valor dos objedos, caso nao sejam en-
tregues em tempo conveniente, e na porgo, e
do qualidade contratadas ; sendo que o mesmo
contratante lem a favor haver o importe do for-
necimenlode um mez logo no subsequente ; as
proposlas convindo que seiam apresentadas de
forma distinda, isto relerindo-se a cada um
dos citados fornecimenlos,
Sala do conselho do compras navaes em 11
de dezembro de 1860.
O secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
de 1860.-0 adminislrador, Manoel Carneiro do
Souza Lacerda.
Collectoria provincial de
Olinda.
O collector interino faz constar pelo presente
aos contribuintes da decima urbana d3 colleco-
I na do Olinda, que do Io de dezerribro prximo
i futuro prmeipia-se a contar o pra^o de 30 dias
| uteis marcados para a cobranca do primeiro =e-
meslre do anno de 1860 a 186, e lindo este pra-
zo pagarlo 3 por cento de multa os que nao com-
parecerem no referido prazo.
Collectoria provincial de Olinda, 28 de novem-
bro de 1860.0 escrivo senindode collector,
Joo Gongalves Rodrigues Franga.'
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
r
O novo banco continua s Substituir
ou a resgalar o testo das notas de 10$ e
20$ que ha va emittido e anda existe
em circularao, declarando que, etr
cumprimento do decreto n. 2,06V de
lOde outubro do corrente anno, esta
jsubstituirao ou resgate devera' efec-
jtuar-se dentro de 4 mezes, e que findo
i este prazo s podera' ter lugar tomo
duconto progressivo de 10 por cento ao
,mez, icando as'.im na forma do art 5
da lei n. 53 de 6 de outubregj ap oo
sem valor algum no fim de lo mezes.
Recife 9 de novembro de 1860. Os
directores, Joo Ignacio de Medeiros
Reg, Luiz Antonio Vieira.
Pela mesa do consulado' provincial se faz
publico aos propietarios dos predios urbanos das
: frcgueziasdesl3 cidade e da dos| Afogados, que os
30diasuleis para o pagamento bucea do cofre,
do !. semestre do anno linancciro da 1860 a 61
do imposto da decima, se principiara a contar do
dia 1.- de dezembro vjndouro. Mesa do consu-
lado provincial de Pernambuco 21 de novembro
de 1860.
SALES
DO
Caes de Apollo
Sabbado 13 do corrente, haver grande baile
particular, otl'erecdo pelo adminislrador dos
mesmos saloes, o anligo que fot por ler compra-
do os mesmos ao Sr. Antonio Teixeira dos Santos
a G. C. P. iutimo seu amigo e a sua despedida.
Acham-se os saloes reedificados de aovo, Unto
de pintura como o novo gaz, bolado pela Ilustre
companhia por meio de lustres e aceio com que
se acham os referidos saloes, rivaiisando aos sa-
loes de Paris. O proprielario nao se lem poupado
a despezas, s afim de obsequiar o seu amigo. A
msica deste dia a do 4o balalho de arlilharja
de primeira liuha, dirigida pelo insigne artista
mesire da mesma o Sr. Rranco, o qual tem esco-
midas de sen repertorio as raais ricas pe-
cas de composigo nacional e estrungeira, ludo
fiiha da sua sabedoria, tambem se apresentar
nos referidos saloes um riqussimo pianno aonde
dill'erentes pessoas convidadas, habilitados para
isso, tocaro :Pistn, opera de Ajuivi, Norma ;
o tambor tocar os hymnos nacional e francez era'
grande parada ; Ophclide. Norma, Traviala, va-
riagoes diversas, execulado lude pelo capillo da
msica do Paris da guard* imperial, do impera-
dor dos Irancezes ; havendo urna porgo de con-
vites especaes, tanto de homens como desenho-
ras- Principiar s 9 horas da noite por um sir-
ria! de urna gyrandoia de foguetes. Ser execu-
lado fielmente o regulameulo do Illm. Sr. Dr
chefe de polica.
mar
Movimento do porto.
Navio entrado no dia 14.
MomUu150 dias, galera americana Atalasi>,de
THEATRO DE S. ISABEL.
MtNHIUVIlia de o. Kwmm
Sabbado 15 de dezembro
Representar-se-ba agrande opera em iresactos deDonize.ti .pela ultima vez
LIJCRECIA BOBGIA.
Veadem-se os bilheles no theatro.
Principiar s 8 horas em poni.
ILEGVEL


DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO 15 DE DEZEBRO DE 1860.
f*>
Avisos martimos.
Maranho ePar.
Segu com brevidade, por j ter parle do seu
carregameoto para este ultimo porto, o bera co-
nhecido brigue escuna Graciosa, capitao e pra-
tico Joo Jos de Souza, e podendo completar
o carregamenlo todo s para o mesmo porto do
Para, seguir em direitura sem tocar no Ma-
rauhao.
Porto por Lisboa no
da i 5.
Impreterivelmente vai sahlr no dia 15 para o
Porto com escala por Lisboa o brigue portuguez
Promplido II. forrado eeucavilhado de cobre,
de primeira classe e marcha, com a carga que ti-
ver : e para carga e passageiros. aos quaes effe-
rece excellentes commodos e bom tratamento,
trata-so com Elias Jos dos Santos Audrade & C-,
na ra da Madre de Dos n. 32, ou com o capi-
tao. Roga-se aos sonhores passageiros que pre-
tenderen) ir no mesmo navio, de viren) realisar
suas passagens.
Porto e Lisboa
A bem conhecida barca porlugueza Sympa-
thia, capitao Nogueira dos Santos, vai sahir bre-
vemente para os portos cima indicados ; quem
na raesma quizer carregar ou ir de passagem,
poder entender-se com os consignatarios Bailar
Oliveira, rua da Cadeia do bjirro do Recife nu-
mero n. 12.
Para Lisboa,
pretende sahir com brevidade a bem_conhecida
e acreditada barca Flor de S. Simo : para
carga e passageiros, trata-se com Caivalho No-
gueira & C, ra do Vigario n. 9, primeiro andar,
ou com o capitao.
O hiale Garibaldi, segu para o Cear em pou-
cos dias : a tratar com Tasso Irraos ou com o
capitao Custodio Jos Yianna.
Aracaty.
Segu nasles dias o hiato Vdela
resto da carga p passageiros
Aviso.
tratase
para o
com Caeta-
no Cyriacoda
me ro 25.
C. M., no lado do Corpo Santo nu-
Leiles.
Al,
.a
Para a Bahia segu em poucos dias o palha-
boto nacional Dous Amigos, tera parte desua
carga engajada; para o resto, trata-se cora seu
consignatario Francisco L. O. Azevedo, na ra
da Madre de Deus n. 12.
Aracaty.
rara esle porto segu brevemente o mate na-
cional Sanl'Anna ; para o restante da caga e
passageiros, trata-se cora Gurgel Irmaos, ra da
Cadeia do Recife, primeiro andar a. 28.
Terca-feira 18 do corrente*
Evaristo aulorisado pco despacho do Exrn. Sr.
Dr. juiz especial do commercio, a requeriracoto
dos Srs. Ferreira & Martins, tara leilao do depo-
sito n. 15 no largo da ribeira de S. Jos, de to-
dos os objeclos no mesmo existentes, como do
balanco consta, sendo a casa garantida ao com-
prador, as 11 horas do dia cima mencionado.
UllftO.
Saleado do crrante.
Evaristo far leilao de una porjo de obr3S de
marcineiria que ser enlreguo sem reserva de
preco, as 11 horas do dia cima.
LEILAO
DE
COMPANHIA BRASILE1RA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Espera-se dos porlos do norte at o dia 18 do
corrente o vapor Tocanlins, commandante o
primeiro-tenente Pedro Hypolilo Duarte, o qual
depois da demora do coslume seguir para os
pcrlos do sul
Recebem-se desde j passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada : agen-
cia ra da Cruz n. 1, escriplorio de Azevedo &
Mendes
L'm terreno na Capunga.
S abbado 15 do corrente.
Antunes aulorisado pela viuva de Joo Germa-
no do Espirito Santo, far leilao em seu arma-
zem na ra do Imperador n. 73, de um terreno
na Capunga que tem 40 palmos de frente e 200
de fundo, as 11 horas do referido dia.
Avisos diversos.
Jeroniraa Thereza de Jess, parteira
examinada, mudou a sua residencia da
ra do Aragao para a pa Velha n. 73,
onde pode ser procurada,_
Quem quizer dar urna enanca
para se criar (sem ser deleite), dirija-
a' ra Velha n. 73, que achara' com
quem tratar.
Pede-se aos Srs. Alfredo de Al-
buquerque Martins Pereira e Joaquim
de Carvalho Cabreira, o favor de vi-
rem a ra da Cruz n. 21, a negocio que
os mesmjs senhores nao ignoram.
Troca-se um santuario com ricas imagens.
assim mais diversos trastes, 2 commodas,
jugo de bancas, 1 lavatorio, marquezas, etc.
na ra de llortas n. 1.
REAL 11011 l'\NII l\
DE
Paquetes inglezes a vapor.
At o dia 16 desle mez oppera-se do sul o va-
por Magdalena, o qual depois da demora do
coslume seguir para Soulhampton, tocando nos
portos de S. Vicente e Lisboa, para passageiros
etc., trala-se cm os agentes Adarason, lowie
& C, ra do Trapiche Novo n. 42.
N. B. O; orabrulhos s se recebem at 2 horas
antes de se fecharera smalas ou urna hora an-
tes pagando um palacfo alera do respectivo
Irete.
Roga-se a pessoa que levou porj
emprestimo, do escriptorio deste DIA-
RIO, a colleccao doanno de 1855,quei-
ra manda-la restituir, visto ser ella
omito precisa.
Qiffsoci&cko Ewpojvrap frica
{JcvnamhucanA.
No hotel da Europa haver sorvele todos os
dias das 11 horas em diante.
ASSOCIAgAO
DE
Soccorros Mutuos
E
Lenta Emancipaco dos Captivos.
De ordem do Sr. vice-presidente, de novo sao
convidados todos os senhores socios effeclivos
para reuniao da assembla eral domingo 16 do
corrente, as 10 horas da manhaa, visto haver ne-
gocios de summa importancia.no s relativos ao
regimem da sociedade, como resolver-se sobro o
acontecimento na pessoa do presidente Modesto
Francisco das Chagas Canabarro, ao que chama-
mos attenco dos socios.
Secretaria das Associaco de Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipaco dos Captivos 12 de dezem-
bro de 1860.
Albino de Jess Bandeira,
1. secretario
Bodolph Lauryen, subdito dinainarquez, vai
ao Rio de Janeiro.
Na ra da Florentina ns. 10 e 12 alugam-se
dous quarlinhos : quem os pretender, dirija-se
ao mesmo lugar, ou a ra de Apollo, sobrado nu-
mero 9.
O Sr. Joo Luiz Machado, est idanle de pre-
paratorios, tera urna carl3 vinda do Rio de Ja-
neiro, na ra do Livramento n. 20, primeiro
andar.
Jos Antonio Pinto Gouveia, subdito por-
luguez vai a Europa.
t Roga-se ao.Srs. abaixos mencionados o s|
<& favor de virem ou mandaren) saldar suas E
jl ontas, provinientes de compra de fazen- &j
<> das que izero a extinta rma de Marti- y>
32 tinhod'Oliveira, hoje pertencenle, Mar- cg
tinho d'Oliveira Borges, loja de (azoadas g^
da ra da Cadeia do Recife n. 40. A,
Os senhores. S|
Alfredo de Albuquerque Martins Pereira. v*
Antonio da Costa Reg Monteiro.
Manoel Candido Pereira de Lyra.
Bilizarlo do Reg Barros. J|
Trajano Carneiro Lial. 31
Movimenlo (lia"|lsfisS^^r0 das li-
nhasdosom- t^^^M nibus de
Claudio Dubeux, horas da partida e
volta dos respectivos lugares.
OB3ERVACOES.
Os Srs. assignan-
les quo deixarem de
o ser devera fazer a
sua despedida por
escripto ou bocal-
mente no respectivo
escriptorio, para ser
o seu nomo elimina-
do do livro respecti-
vo, sem o quo serao
considerados como
taes al que se dis-
pecam.
Oulro sim, se ad-
verle que, os Srs.
assignanles s tero
direilo a sua assig-
nalurs nos dias uleis
cujas roensalidades
adianta-
Adverle-se mais
que nos dias festivos
se augmentar o mo-
vimenlo dos mni-
bus conformo a ne-
cessidade o exigir.
DE
APIPUCOS PARA
O RECIFE.
<
<
s
z
<
a
n
<
i
DO
RECIFE PARA
APIPUCOS.
OBSERVACOES.
7 >i
S 1
81|2

es
<
3
Do Cachang
Recife.
para o
Do Jaboalo
Recife. .
para o
Do Recife para Olinda.
DeOUnda.....
para o Recife. .
Do Recife para a Pas-
sagem.....
Da Passagem
Recife.
paia o
Da Varzea para
cife.
o Re-
Do Recife para o Ca-
chang.....
Do Recife
boato.
para Ja-
Ensino de msica.
Offerece-separa leccionar soUejo.comotam-
bema tocar varios instrumentos; dando as li-
cdesdas7horass9 1(9 da noile:a tratar na rus
d Roda o. 50.
Sacase
para Lisboa, Porto e Ilha de S* Miguel,*]
no escriptorio de Carvalho, Nogueira dt
C ra do Vigario n. 9, primeiro andar.
Os lancadores dos imposlos provinciaes
abaixo assigndos fazem publico aos possuidores
de carros, tanto do servico particular, como os
de alugucl, e bem assim os de mnibus e de car-
rocas, para que mandem repartido do consula-
do provincial notas do numero de carros quo
possuem e suas qualidades, afim de que os mes-
mos lancadores possara conferir com as relacoes
que existem
Primeira seceo da mesa do consulado provin-
cial, 10 de dezembro de 1860O lanzador, Joo
Pedro de Jess da Malta.O terceiro escriptura-
rio servindo delancador, Vicente Machado Freir
Pereira da Silva.
Para acabar.
Chapeos do Chyle finos, pelo baixo prego de 4f,
5, 6, 7 e 8# cada um na ra da Cadeia n. 17.
Attenco.
De hoje por dianle haver todas as noites sor- >
vete e caf, na travessa do Abreu n. 4, primeiro sera0 pa
andar. das.
O Sr. alferes Thom G. Vieira de
Lima, queira dirigir-se a esta typogra-
phia, que se lhe precisa lullar.
Barroca AMedeiros tam-
be m sacam para Portugal.
Eu abaixo assignado contralci e ajustei com
o Sr. Alexandrino Maximino Leal de Barros, a
compra de sua taberna sita na ra das Cinco
Ponas n. 82, que gyrava sob a firma de Leal &
Carneiro : quem tiver alguma reclamado a fazer
queira apparecer por estes tres dias, lindo os
q-u,ae,saVie,.'hura? reo?i"5a? H^i?.; P- de exccllente qualidade proprio para mesas, consolos, bancas etc., etc., a 3000 o covado, baralis-
cife 12 de dezembro I860.-Jouo de Azevedo Pe- gimo sua eHxcessiv) laHrgulra: Da p,r5a da Independencia ns. 24 e 30.
reir. ____
O senhor a quem Guilhcrrae Gomes Pinto ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
dever, dirija-se a ra do Apollo n. 43.
Precisa-se de urna ama para todo o servico Aluga-se pelo tempo da festi ou
de casa de pouca familia : na ra da Roda a. W.|ftM nm, ftnnn nma gam na pas$af,eni da
fil|6
81|S
81(2
Do Recife para Olinda.
r.
<
es
O
31|2
5
51)2
6
61,2
4112
31(2
De Olinda
cife.
para o Re-
Do Recite
sagena.
p3ra a Pas-
Da Passagem
Recife.
para o
Nos domingos e
dias santos tem do
Recife para Apipu-
co; mnibus as C, 7
e 8 horas da manha
e para Olinda tera
um mnibus as 7 e
volta as 8.
' De tarde parle do
Recife para Apipj-
cos as 3 horas e vol-
ta as 5, 6 e 7.
Para Olinda parte
as 4 horas e voHa
as 6.
Preco das mensa-
idades
Apipucos.
Cachang.
Jaboalo.
Olinda. .
Passagem
Varzea. .
I Do Rccie para a Var-|
zea.....
26S00
263O00
TOgCO
265000
20 r-000
2G5000
As mensalida Jes
annuaes teeru 10 per
cento de abatiiuento
no lira do anno a
contar de Janeiro de
1861 ero vante, me-
nos as da Passagem
e Capunga.
OLEADO PINTADO
. na ra da Roda n. 51.
- Desappareceu do engenho Ulinga de Baixo,.ou poi anno urna casa na
no dia 29 do mez prximo passado de uoverabro, Magdalena junto a ponte grande com
tres animaes, s cabellos do rusilho, e duas bestas, sendo urna f,indo as nessoas aue
ssa pedrez e outra prela caxita, cora urna mar- | tora e Danlio no lunao as pesboab que
que representa a metade de ura quadrado e pretenderen! dirijim se a ra Direita
um forquilha a direita, cujos annimaes chega- -
ATTENCO.
de
abaixo as-
russa pedrez e outra prela caxita, cora urna ma
ca
e
dos ha pouco do serto, lodos tres i
sela e carga, os quaes perlencem ao
asgnado, que o propr.elario do mesmo engenho
Utinga de Baixo, 12 de dezembro de 1860 Joa-
quim da Silva Costa.
Precisa-se do urna escrava para o servico
de una casa de pouca familia : quem a tiver pa-
ra alugar. dirija-se loja do Leconte, na ra da
Imperatriz n. 7, Boa-Vista.
Attenco.

O tenenle Francisco Xavierde SallesCavalcan-
ti do Almeida, negociante, avisa ao rospeitavel
Ponciano & Garrido fazem scienlc ao respeitavel
corpo do commercio e juntamente aos seus de-
vedores que dissolveu a sociedade que exista na
padaria das Cinco Ponas n. 38, e Qcando romo
soiio o Sr Joo Luiz de Basto Jnior, e junta-
mente o Sr Jos Garrido Ferreira dos Sanlo3
com lodo activo e passivo da dila sociedade, fi-
cando gyrando a firma de Garrido & Basto,fazem
) i o presente annuncio para nao haver rec!ania-'-">-?s
extraor-
da raa-
Brigue
nacional Olinda.
Segu impreterivelmento no dia 17 do corren-
te para o Rio de Janeiro ; reeebendo ainda. para
all escravos a frele : consignatarios Bailar &
Olivera, ra da Cadeia do Recife n. 12.
Domingo 16 do corrente haver sesso
diara do consetho director as 9 horas
nhaa.
Secretaria da Associaco Typographica Per-
nambuciina, 14 de novembro de 1860.
JvESCio Cesar,
Io secretario.
Attenco.
Os uetos da fallecida Cus-
todia Hara Rosa, esta irma
do finado Joaquim Francisco
^ Joaquim Dativo Tclies de bouza- ^^_f Crpo do commercio da cidade do Recife e igual-
KSS&9SS^r 9H9M WmmmmMB&t mente da cidade da Victoria e lados o# mais ha-
.... hitantes, que por haver muitos nomos de Salles
_ O abaixo assignado,.comprador dajoja_do ;; nesU cidadei e hoje em diante se as3igna por
Attenco.
o
O abaixo assignado pede s pessons que lhe So
devedoras o favor de irem satisfazer visto ser fiai
de anno : no pateo do Paraizo u. 13.
Augusso Xavier de Souza Fonscca.
Manoel Fcrnandes Prente retira-se para a
Europa.
finado Antonio Francisco Pereira, pede aos devo-
dores da mesma o favor de virem realisar seus
dbitos am de evitar duvidas para o futuro. Re-
cife 5 de dezembro de 1860. Leandro Lopes Dias.
Alugam-se dous audares do sobiado da ra
da Cadeia n. 24, tendo commodos para grande
familia : a tratar na loja do mesmo.
PILULA.S PAULISTANAS.
Tratamento contra a tinba.
Paincipiar conforme a guia do folhetodas
molestias chronicasque sao : 4 massosde pilu-
las. Lavar a caliera nos dias de faina com agua
moma, e a esfregar com sabo ordinario, e de-
pois a enxugar..
N. B. Fazei a pomada seguinte : fothas de
arueira 4 onqas ; socai-as no pilo, misturai 4
, oncas de azeite doce, conservai n'uma vasilha ;
(lf \7PVPdo TllOr antOUOniazia'equando for mister empregar, aquentar-so-ha
Ue AZ.t5.VeUU [UUI dUlUUUiuaw ^t. ^^^ CoDservara uraa cspecie de carapuQa
DlZUlieirO e aquelleS SCllS Zldc baeta, aura de transpirar; nada de dieta:
comquatro iratamentos que sao 16 massos, esta-
_f .X. C ', 1 .-v .> ,-<, >ii '. t!iihh'
Segie nestes dias
para o restante da carga.
Cyriacoda C. M. & Irmo, no lado do Corpo San-
to n. 25.
Rio Grande do Sul
O patacho Bom Jess, pretende seguir com
brevidade, recebe carga a frete : a tratar cora Cae-
tano Cyriacoda Costa Moreira & Irmo no largo
do Corpo Santo n. 25.
Porto por Lisboa.
A barca porlugueza Silencio, capitao Fran-
cisco Martins de Carvalho, pretende sahir com
toda a brevidade para os portos cima indicados :
quera na mesma quizer carregar ou ir de passa-
gem, dirija-se ao consignatario Manoel Ferreira
da Silva Tarroso, na ra de Apollo n. 28, ou ao
referido capilo.
Para a Bahia
pretende seguir com muita brevidade a sumaca
nacional Hortencia, a qual tem prompta parte
de seu carregamenlo : para o resto que lhe fal-
la, trala-sc com o seu consignatario Azevedo i
Mendes, no seu escriplorio ra da Cruz n. 1.
Para o Rio Grande do Sul
segu cora brevidade a barca Mathilde por ler
a maior paite da carga prompta : para o restan-
te, trata-se com Manoel Alves Guerra, no seu
escriptorio na ra do Trapiche n. 14.
sobrinhos legtimos, tendo
embargado a senten^a que
julgou a partilha dos beiis d a
H| heranca do mesmo finado na
!>*" qual nao foram os annuncian-
0 palhabote Sania Cruz ; ^es contemplados COmO her- padaria do Varadonro. em O
ga, trata-se com Caetano ... ., .. Vandenbruel, branrois,
deiros instituidos substituti-
vamente em seu testamento e
havendo appellado para o su-
perior tribunal da relaco da
sentenca que
aquella outra pelojuizo mu-
nicipal da segunda vara desta
cidade, escrivoVasconcellos,
previnem disto ao publico pa-
para o Rio de Janeiro vai seguir cora muila
brevidade o brigue nacional Encantador, de
muilo boa marcha, ainda recebe alguma carga a
frete : trata-se na ra da Cruz n. 45 ou cora o
capitao a bordo.
Vai eahir brevemente a barca Gralido por
ter parte do carregamenlo prompto ; para o res-
to e pasaafieiros, tratase com os consignatarios
Carvalho Hogueira & C, ra do Vigario n. 9,
primeiro audar, ou com o capilo Borges Pestaa
rsao perfeito. e gozar abundancia de cabellos
annellados. Esta planta anniquilada pela impu-
reza do sangue, brotar com lodo vigor.
C. P. Etcbecon.
DEPOSITO GERAL
119Ra do Parto119
RIO DE JANEIRO.
Precisa-se de ura mestre de masseira : na
Olinda.
subdito belga, re-
tira-se para o Rio de Janeiro.
Picrre Marlelet, subdito belga, relira-se
' para o Rio de Janeiro. .
O procurador da cmara municipal de Olin-
da, abaixo assi^uado, declara, que por delibera-
I cao da mesma cmara, na sesso de hoje, a ulti-
n n n fi i- m mil na prac* por arremataco de 500 rs. por cabeca
degado"vaccum. Ikou transferida para o dia 19
do correute. Olinda 13 de dezembro de 1860.
Jos Joaquim Xavier Sobreira.
Joo Jos da Cunha Lages vai a provincia
das Alagoas, levando em sua companhia sua se-
nhora e 3 menores.
Francisco Ignacio Ferreira declara pessoa
(quera quer que seja) da ra das Trincheiras n.
ra JUe IlingUem faca tranSaC- l, V* eseja fajlar-lhe, quo a sua residencia
"1 _7_ t_ na ra estrella do Rosario n. 29. onde pode ser
procurado a qualquer hora do dia.
Attenco.
Terca-feira 18 do correle, linda a audiencia
do Dr." juiz de orphlos ii a praca por venda urna
cscravinha de 14 annos, muilo habilidosa, cose
etc., etc., pertencenle aos herdeiros do tinado
Henriquo Amante Chaves, afim de ser seu pro-
ducto devidido entre os mesruos herdeiros: os
prctendentes difijam-se no da indicado, sala
das audiencia, casa era que foi outr'ora cadeia.
Desappareceu desde o dia 22 de novembro
um menino por nome Manoel Antonio Doraingues
' natural de Pernarobuco, idade 14 annos, cabellos
' castanhos sollos, tem um signal de queimndura
'.na costa da raao esquerda, andar amarinhado,
' ps descalcos, caira de quadrinho azul, camisa
'branca, chapeo d'e palba cor de chumbo; anda
sempre l para Fra de Porlas, que l foi criado ;
elle muito esperto : roga-*e portanto a quem
o pegar, dirija-se ra Direita n. 51, que ser
bem recompensado.
Justino Fraucisco de Assis faz pnblico que
vendeu, de accordo com o procurador conslilut-
cavallos e benfeilo-
O abaixo assignado vem pelo presente | *"* "^ 1-w*'10, .....
;ientificar ao respeilavel publico, e em particu- guras e alguns de Iiautliaa
r ao commercio, que d'ora era diante, nenhu- e 5:()00 : quem quizer
ia transacQo, por mais pequea que seja, Y. iioa.Vista n.
..! n.,u nnl cao alguma com os outros co-
herdeiros acerca dos bes, dos quaes protestam os
annuuciantes haver os seus
guinhoes hereditarios, se ob-
tiverem como esperam pro-
vi ment ao seu recurso, e pa-
ra que ninguem possa allegar
ignorancia e boa f fazem o
presente.
Francisco Xavier Cavalcanli de Almeida.
Jos Maiia da Silva Ferreira avisa'a seus
freguezes e amigos que mudou o seu cslabeleci-
i menlo de tinturara de lodas as cores, do largo da
! Soledade para a ra do Hospicio n. 42, conli-
nuando a receber nos mesmos depsitos, tanto no
1 largo do arsenal de marinha n. 8, do Sr Anselmo
Jos u3rt Sodrim, assim como no largo da ma-
! triz de Santo Antonio n. 2, do Sr. Antonio Joa-
quim Panasco.
Quem tiver uraa ama de leite sem filno,
! pode dirigir-so ra dos Prazores, nos Coelhos,
casa Je porio com 2 lees.
Precisa-se de ura selira em meio uso com
lodos os arreios : quem o tiver e quizer vender
dirija-se ra da Praia n. 34.
-- Aluga-se urna casa terrea com 4 quartos,
corredor independento, quintal e cacimba, sita
na Soledade : a tratar na ra do Nogueira n. 21.
__ O abaixo assignado vem pelo prsenle
scien
ar
ma
ser operada se nao com a sua propna assigna-
lura, visto quo hoje j pode assignar, e todo e
qualquer papel, ttulos, letras, ou instrumentos
pblicos, nao podem ser mais firmados por seu
sobrinho Joo Sania Anna da Silveira ; declaro
mais que o seu caixeiro Francisco Marlins de
Amorim he o competente para receber toda e
qulquer quanlia que se lhe esliver a dever. Re-
cife, 11 de dezembro do 1860.
Bartholonieu Lourenco.
Publicico jurdica.
Constituido poltica do imperio.
Nova edico, anotada pelo Sr. Dr Braz Floren-
lino Henriques de Souza, sanio luz e est
! venda na livraria universal dos editores Guima-
res A; Oliveira, ra do Imperador n. 54, onde
tambero se vende o cdigo criminal e o do pro-
cesso criminal, anotados pelo mesmo Sr. doulor,
ludo encadernado em ura s volume ou separa-
damente.
HOTEL
Pernambucano.
Na villa da Escada, ra do Compra-fiado, se
acha eslabelecido um hotel em que se encontram
as raelhores acomraodaces para cima de 40 pes-
soas. O bom agasalho, bons petiscos, etc., etc.,
tudo se encontrar all, e para eujo tiro se roga a
concurrencia, qurdos estrangeiros, qurdosna-
cionaes que por all transitaren!.
O escrivao da irmandade do N. S.-da Sole-
dade, freguezia da Boa-Vista, participa a todos
ga.
Neste bello arraial ha para alugar urna caa
com bastantes commodos para grande familia,
muilo fresca e defronle do rio ; na ra Nov
mero 63.
uita attenco para nao sej| isobre a sociedade.
i dar ao engao.
S Rogamos aos abaixo assigndos quo
m tenham a bondade de virem a ra da Ca-
li deia do Recife n. 55, loja fallida do Clau-
|j diano Oliveira, liquidaren ccrlo negocio
ft quo tcem cora a massa o qual nao igno-
(5 rara :
g Joo Baptibt3 Moreira.
fS Antonio de Souza Pereira de Brilo.
j? Jos do Souza Pereira de Brilo.
f> Domingos Affonso Ferreira.
8| Francisco Alfonso Ferreira.
S Manoel Jos de Almeida Soarcs.
j Jos Isidoro Pereira dos Reis.
g Cleto da Costa Campello.
% Antonio Joaquim de Figueiredo.
V* Joaquim Coelho Cintra.
| Guillierme Coelho Cinlra.
Joaquim Cordciro Cintra.
S Luiz Bernardino da Costa.
Joo Xavier e Silva.
ip Joo Leopoldo Lopes:
X Trajano Carneiro Leal.
g Joo Ferreira Chaves,
nr Napoleo Olimpio Pratis.
H Juan Paes de unvelra.
35 Benjaraira do Carmo Lopes.
Jos Luiz de Macedo Cavalcanli. S Trecisa-se de urna co^tureira que saiba fazer
asmm a 1 mm ^s^S^-^i^f^j^^i^SiWt vestidos, para Irabalhar em C3sa do urna larr.ilia
ISSS^l'S?*^* ^SSe SSS.e-SSSfsSS?*** que ,he dilra um bom ord,,nado e (0d0 o neces-
Precisa-se tomar sobre lvypolhe- sario : na ra daCaeiao. 57.
, .1 t a k ;*. agenciados labricanles amerlca-
ca de 12 escravos todos de bonitas fi- os Grouverg& Baker.
habilidades a qoantia Machinas de coser: em casarle Samuel?,
dar dirija-se i Jonbston Ai ra da Senzala Nova n. f2
40, que si- -*szjts&,\'&*:>z.-z as&s^a^sta& r-
dira' quem toma
TSV
Precisa-se de urna
seja limpa, para casa
Dircila n. 16, loja.
ama que saiba cozohai G
de pouca familia : ua ra
Una eostureira.
Precisa-se de um mestre oleiro para se en-
carregar de urna olaria era Sanio Amaro de Ja-
boalo ; tambera se far negocio com urna casa
de mondia, e juntamente com a olaria que est
montada com todos os utensilios: quem a pre-
tender dirija-se ra da Praia n. 31, onde lodo
o negocio se far.
Precisa-se alugar ura moleqire para servir
cm urna casa estrangeira : na ra da Cruz n. 5.
Dentista de Pars, 1
9
15Ra Nova15 p
FredericoGautier, cirurgio dentista,",'
1
faz todas asoperacoe da suaartee col-*
ocadentes artificiaes, tudo cora upe
rioridade.e perfeieo queas pcssoien-|J
tendidas lhe reconhecem. ^'
Tem agua e pos dentifricios ele ffi
- Precisa-sede um a dous amasador de pao e jgg^SSie^gSS fiKQKMIS^e
Ama.
Precisa-se aljgar urna escrava para casa do. fa-
milia, que saiba fazer lodo servi:o de casa : na
ra do Oueimado o. 39, loja, se "dir quera pre-
cisa.
bolaxa, que enlendam perfeitamenle do trafico
do padaria, raassar, cerlar, tender, belhar, etc.,
e de ura forneiro com os mesmos quizilos,
aquello que esliver as circunstancias de de-
sempenhar os prsenles quesitos dirija-se a ra
do Larga Rosario n. 18 padaria que acharo
com quem tratar.
Para administrar engenho
se offerere um hornera que j foi rendeiro de
ura e que sendo victima da iufelicidade se su-
geita por qualquer ordenado tanto nesta provin-
cia como u'outra : na ra do Crespo loja n. 10,
ClirSO nart'lCUlar (le rhetorca. P"a wmpra e yenda de uaneai e mais objecio.!
uuiaumnii-uiai obra muito ulil para os negociantes esenhom
Manoel de Honorato tem aberto o seu curso i Je PDgliDh0Si pojs C0(n um ]ance de vista podera
de eloquencia e potica nacional : na ra Uire- i sabpr Q mporle de quaesquer quantidade ao ar-
ta n. 88, primeiro andar. | robas e libras; um volunte bem encadernado por
\r n i> 53000. Vende-se na livraria econmica, junta ao
DE
Conlas leitas
---- O III111. OP. 15. A. iu. vi mm arco dc santo Anl lio.
senhor de engenho naprovin-! Aluga.
ciadas Alagoas, queira fazer iDeos :
se o artrazem da ra da Madre de
a tratar com Marlins & Irmo.
os os irmaos para comparecer no domingo 16 n favor maridar oagar Ua loja i ~ No pale0 da San!J ,Cr"z ?' ?6,' ob"Jo' la"
do corrente, no consistorio da mesma igreja pelas ,aJ Ul U""* V a "T i va"se e *nS3mma:se loda 3 1"''dado de roupa,
9 horas do dia, afim de se proceder a nova mesa de feTagenS da TUa dO (JUd- i Pr P^C commodo.
Botica.
COMPAMIIA PEKUMICA^A
DB
Navegacao costeira a vapor
BartholomeuFranciscode Souza. ra larga do
Rosario n. 36, vende-se os segoinles medica-
mentos :
Robl'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Saisaparrilha Bristo).
Dila Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulasamericanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosie bocea larga com rolhas, de* i onja*
e 12 libras.
Assim como tem um grande soriinjo^'- -j :v
pe para forro de sala, oau-i nde a mdico
preco.
__ Em casa de X. O. Bieber Successores, ra
da Cruz n. 4, vende-se :
Charapanha marca Farre fj-, '^ ^Vouo o Vnnunciante velhaco. prevei.i-
acrediladasmarcas, muiconhecidas no KioaeJa S^oi dOTcdore da cocheirai para que he nao
Bv\ho__ om harris- COKnac em ba"S *
que tem de reger a referida irmandade no anno
de 1861.O escrivao,
Luiz de Azevedo Souza,
Attenco.
Ov-"-" **** ~ >t- Precisa-se de *.*,
niado ('(Ue liaO Ignora) a SUa para o servico interno e
letra veneida ha muito tem-
po, producto de negocio rea-
urna ama forra ou captiva
muito leve u'un a cas:i
na ra Nova de Sinla Rila
do por sua socia os carros cavallos e oenieuo- i doj ^y ^09" pertencente a" viuva de Jos Joa
riasteilasnacocheira do largo do arsenal n. 1, m de Mesquila Cora muilos arvoredos pro-
ao Sr Custodio Ferreira Moutinho, que ficou LjOCTOg e ua excellente casa assobradada que
obrigado ao pagamento da quanlia de bUg, i sg na recommendaTei pelos seus commodos e
importancia da venda, fazendo o mesmo paga-; dependencias : a iralar na ra do Queimado n.
ment, responsabilisando-se pelas letras aceitas
pelo annunciante e sua socia, e mais dbitos na
quanlia de 3:439g, edo restante, dando quilacao
ao mesmo annunciante e sua socia do crdito que -t^TuIn \n3a"t e sote com a compe-
dito comprador linha na cocheira. Faz jMtfu : l"et"1;' si0 na rua do Rangel, o qual predio
mente publico, que lhe compel.injlffvrador, dirigir i je aiuaaJra a quera se obrigar fazer os concerlos
"' que o raesrao precisa, mediante as eondices que
se assentar: trata se na loja n. 20 da rua do Quei-
Conlratasepor vendaacasa de negocio darua!lisad0 a 28 IUezeS, visto QUe
da Cruz n. 15. livre e desembarazada : a tratar -_ t__, co ^naln iIapj mflifi
na mesma com os proprietarios Pinto & Carvalho ; UaO tem-be UlgnaUO Udr a lUaiS
Aluga-se um sio no principio da estrada insignificante resposta amis
de umaduzia de cartas que se
he tem escriuto.
18, segunda loja vindo do Rosario.
Arrcn^11-0
....."ttl andar sotae
contrato social^ cogjn^'g-Jcios tendeles cochei-
fa'eat promover a cobranQa dos dbitos con-
ra'hidos na raesma, do que alias anda nao cui-
dou, que lhe sorprehendeu que dito p ocurador
desua*socia, nao tendo procurado entender-se
com o annunciante, e conheceudo que de_nenhu-
urna das mais raa cobranQa ainda se
mado.
houvesee cuidado, lenha
O vapor ?eninunga, commandanle Moura,
segu viagem para os portosdo sul de sua escala
no dia 20 do corrente mez as 5 li2 horas da
* Recebo carga para Macei e portos intermedios
at o dia 19 ao meio dia.
O expedioote na gerencia sera ate o oras e
depois do fechado nada mais se adanllira : es-
criptorio no Porte do Mallos n. 1.
xerez em barris, cognac
Vinagre branco e tinto em barris.
Brilhanteade varias dimensoes.
Ether sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brinxos e brins.
Aqo de Mil5o-
Ferro da Suecia.
Algodao da Bahia.
os borrado
annunciante
que tem
paguem, allegando acharem-se anda
res no poder do annunciante. u i
protestando levar era linha de conla o que
sido espalhado em prejuizodesua repulasio .de-
clara que esta prompto a entregar os borradores.
se dito procurador de sua socia exigi-loi. urna
'ez qua elle se digne procur.-lo par.'concluir
os negocios da cocheira, e para reciprocamente
se irresponsabilisarem das obngact.es
das Recife 1* Je dezembro dc 1860.
contrahi-
0 Sr. Antonio Moreira da Silva nao se pode re-
tirar para o Rio de Janeiro como annuncia, sem
que pague a quanttadel2# aos abaixo assign-
dos. ns rua larca do Rosario n. 31.
Jos Joaquim dos Santos es u.
LARGO
da Assembla ha sorvela
noile tolos os djas,
das 6 as 10 horas da
O arrematante da loja da miudezas da
rua do Livramento n. 2, que foi de Igna-
cio Nery Ferreira da Silva Lopes, avisa
aos devedores do mesmo que smente de-
vem ir pagar seus dbitos na loja dc miu-
dezas da rua da Imperatriz n. 82, sob
pena de pagarem segunda vez no caso de
que paguem a outrem.
Procisa-so de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar na rua da Cadeia do Recife n.
45, ou na rua da Seuzall-velha n. 80.
Ama de ieite.
Urna familia que lem de partir para a provin-
cia das Alagoas, necesnita de urna ama deleite
para amamantar urna crianca de 8 mezes, mas s
quer araa que nao lenha lhos, ou.que tendo,
queira deixa-los
do Noto) d. 6.
na rua de Santo Amaro [Mun- : gero da Magdalena n.
I quena.
de pequea familia
n. 85.
Oirece so ura moco Brasileiro para sor cai-
xeiro de escriplorio, o qual sabe bi ler, escre-
ver e contar, assim como tambero para fa/er al-
gumas conias de lojas : quem precisar, dirija-se
ao pateo de S. Pedro n. 3.
Precisa-se de um caixeiro de idade de 12 a
16 annos, que lenha pratica de taberna : a tratar
na rua da Penha n. 33. taberna da ~ ,0: ,0
Mmoel Jos i" "* procuradores em pn-
||a.v.*f0ar osSrs. Silva & Santos, em segundo o
Sr. Joaquiji Francisco da Silva Jnior, em ter-
ceiro o Sr. Antonio Ramos: tira tainhcm o Sr.
Joao Antonio do Reg com procuracao para re-
l i ceber de seus devedofes o que lhe devero, tamo
amigavel como judicialmente.
Attenco.

Quem quizer arrendar algum sitio que ti
boa baixa decapim em qualquer dos arraba!d:s,
aununcie para ser procurado.
Attenco.
Muilo sedeseja fallar com os Srs. Simplicio
Fortuualo Ferreira. Agapilo Antonio de Barros,
Guilherme Quinlinode Avellar, Antonio de Oli-
veira Lopes, Joaquim Pereira da Silva Crespo o
Francisco Ignacio Ferreira, na rua das Trinchei-
ras n. 1.
__OIYerece-se urna ama de leite: na i a?sa-
19, passando o ponte pe-
ztt:
ILEGVEL


(6)
DIARIO DE PEhNAMBUCO. SAB0ADO 15 DE DEZEMBRO DE 1860.
Kalkmann Irmos& C. avisam ao
respeitavel corpo do commercio que
foram nomeado agentes nesta praqadas
campanillas de seguros martimos de
Hatobaryo.
COMPMHIi
ALLIANCE,
sUbeecida m Loudrcs
mm $ m mu.
CAPITAL
Claco mUioes de libras
ster Vinas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de nfor-
miraos senhores negociantes, propietarios de
casas, e aquem mais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para ef-
fectuar seguros sobro edificios de lijlo e pedra,
ccbertos de telha, e igualmente sobre osobjectos
que contiverem os mesmos edificios, quercon-
sista eni mobilia ou em fazendas de qualquer
nualidade.
aluga-se una
e posicSo : a
* rrrrTTTTTTTTTrTTTTTT-TTTTAk
3 DENTISTA FRANCEZ. A
4 Paulo Caignoux, dentista, ra das La- ^
** rang 'iras 15. Na niesma. casa tem agua e <
i p di'utico.
Em Santo Amaro de Jaboatao
eicellenle casa por seus commodos
tratar ca ra Nova n. 56.
Companhia Pcrnanibncana
Toado breve de se convocar reunio da as-
serabla geral, os Srs. accionistas desta compa-
nhla sao convidados a fozer registrar suas acces
no pscriplorio da mesraa companhia largo do
Forte do Mallos n. 1, al ao dia 2 do corrente
rt'rnanibnco 13 df> dezerabro de 1860.
:
2,000 a 3,000 pares
promplos.
Na grande fabricada tamancos da ra Direita
esquinaida travessa de S. Pedro n. 16. achara
Ilustrado publico desta capital e de ra, e de
oulras provincias, um numeroso e riquissimo aor-
timentode tamancos de todas as qualidades ao
qual o seu propietario est resolvido a vender
tanto a retalho como em pequeas e grandes
porcoes por muito menos do que em outra qual-
quer parte, assim rnn.n iom ..m-____, '_ ? .
um effeclivo de 2,000 a 3,000 pares pregados e
promp os para qualquer encommenda.com pou!
codiheira todos poderao andar coro os ps li-
vresda humidade que to prejudicial a saude
Iruiandade de N. S- da Concei-
eodos Militares.
Pelo presento convida-se a todos os senhores
raaos para que compareoam no dia 15 do cor-
P.,as 9 horas da manhas, no respectivo
consistorio, afira de proceder-se a eleico da no-
'a mesa, como determinamos estatutos.
Maooel Jos Victoriano de Borba.
. Secretario.
r. 5' J"s".no Eugenio Lavaner, morador na
comarca do Bonito, que de presente acha-se nes-
ta prara, dmja-se a ra do Queimado, |0ja n. 63.
a negocio de seu interesse. uu annuncie a sua
assistenciapara ser procurado.
Agencia de passaporte e
folha corrida.
Claudino do Reg Lima
dentro e fura do imperio,
presteza
mero Al.
lira passaporte para
. por commodo preeo c
a da Praia, primeiro andar nu-

ittencao
a cocheira nova.
Na Boa-Vista ra do Tambi n. 11,
alugam-se cavados propnos para passeios
e tambem recebem-se de trato por mez
ou por dia mais barato do que em outra
puto, na mesma cocheira "vende-se um
excelleata cavado para passeio3 de se-
nhora.
n
Na Capunga reina n. 21. taberna da
la. precisa-se do um menino de 12 a 14
para caizelro, preferindose desles
pouco, ou mesmo que nao lenha
quuer. dirija-se a mesma taberna
Precisa-sede urna ama capaz para urna ca-
VelhaPnU04 a ; '"'" "" rU" ** Seaula
eslrel-
annos.
chegados de
pralica : quem
AVISO.
* .-..i. <
sea
Deposito de sabao barato
l.ics do Apollo n. 57.
O vigario de Santo Antonio desta
cidade tem mudado a sua residencia da
travesa da matriz para a ra de Ilor-
tas casa que faz canto na travessa de
Santa Therezo.
Quem pretender comprar um es-
cravo bom cosinheiro dirija-se a ra da
Cadeia do Recife n. 22.
Datalho de artilharia a p
numero A.
O conselho econmico do mesmo batalliio con-
trata o fornecimento de gneros para o rancho
das pracaa durante o primeiro semestre de 1861,
sondo arroz, assuear, mascavinho refinado, ba-
calhp. azeite-doee, caf em grao, carne secca,
d la verde, farinha, ffijio, lenha. manleig, pao
1 oncas, loucinho e vinagre. Os gneros
r si : primeua qualidade, e as proposlas
.< 10 horas do dia >i do corrente,
secretariado balalho, no quartel do Campo
l'i i -
Uuarlol ii Recife Id de dezemDro ae tsou.
Francisco Jos da Silva.
2. lente agente.
Pdese ao Sr..... que ha 5 dias que Icvon
a chave do sobrado de um andar da ra da Madre
Dos n 5, con o fin Je no mesmo dia resti-
tuir a dila chave, lenha a bondade de faze-lo
ente pagar a d->speza do annuncio. o
cao o fazendo, procuraremos meios poderosos.
O Sr. Jos Joaquim de Oliveira Jnior lem
ema carta na na da Madre de Dos n. 38.
Deseneaminhou-se da Ponte de Uchoa, do
de Jos I >aquim Bolelho, no dia 7 do cor-
rente, urna vaca castanha, parida de 15 dias ; a
cria femea ; a pessoa que a livor em seu poder,
ncie o;i mande levar no mosmo sitio, que'
* '<' i mente recompensado.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
i'ia dos Taiiuciros no Hecife, muito fresco a
tratar na ra da Cnu no Recife n- 3l.
Achando-se justa e contratada a compra da
i terrea sita na ra Nova n. 1, pode-se a
ulgai con direiio a mesma, que declare
| esse Diario aflm de nao se ultimar a compra
ca mesma casa.
l'ogio do sitio de Jos Joaquim Bolelho na
travessa de Sani'Anna na Ponte de Uchoa) ha C
CU S das, urna vocra de cor amarella escura.
i !i mesma cor portra clara, cuja linha 3
iscida; a vacca 6 bastante arisca por
muito nova, e ser lirada do gado da matara:
m a levar ao mesmo sitio, ser gratificado,
{ nerosamenle.
Tem chegado na ru3 Nova n. 22, um bonito
| lmenlo de instrumentos de msicos, e tam-
lom hvros do escripturaco diaria de 780 folhas '
mUllO b lilOS. '
Na travessa da ra do Imperador nn bote-I
i, casa do caf dos arcos, haver ;
re bom sorvele de hoje em dianle ; a elle
rapazeada do bom goslo. '
Aluga-se urna escrava que seja cozinheira
para casa de familia, que agradando paga-sc benr
r.a na do Cabug n. 2, loja.
loaquim Aurelio Wanderley, cm resposla
pergunta feila por este Diario de 13do corren-
i declara que est alojado na ra dos Uarty-
n casa terrea n. 12. onde pode ser procurado.
Aluga-se a casa de um andar e soto n. 3'J
l roa do Hospicio, que faz quina para a ra do'
Umarao : na rus da Aurora n. 70.
Precisa-so de una ama secca para urna
manca de pe:lo : na ra nova de Santa Rita nu-
ii-ro 6j.
Prank Vanson, subdito americano, relira-se
; ra o liio de Janeiro.
Aluga-se urna casa nova com muito boos com-
modos par familia passar a testa ou anuualmen-
e. e um pequeo sitio com larangeiras e sano-
laSrrLmU,,ld b.m a8'la de beber no principio da
S2di r?Afll,clos: a l alar D0 8ill da "Pe"
linha do Chora-meninos.
No dia 18 do corrente vai a prana na au-
diencia do Illa,. Sr. Dr. juiz do civel d prime"-
ra vara, um *
ra
Jos Gomes C.
mr,|J0"|,1mJs Pacl' do Amaral Reg,
morador na vdla de S. Rento, pede a Sra. D. J
de F. que tenha a bondade de mandar salis-
razer a quanl.a de 78J780 ao Sr. Joo Perreira da I
Sina.na ra Dire.ta, ass.m como tralou de seu
genro Gabriel Mara Velloso 81^760, se alo qui-
fl1ue se" no.me sJa P^lico por extenso : as-
vara um carro de passeio de 4 rodas, pendo-
ido a AususloiFicher, por execucao ds Paulo
Pede-se toda at-
tenejo.
Na loja da agniadeouro, ra do Cabug n. 1
B, yendem-se todos estes objectos por precos ba-
ratis8imos, por se receber em diroitura da Euro-
pa, a saber:
Gollinhas de viarilho muito lindas.
' Pulseira's de missanga ricamente enfeitadas.
Ditas muito lindas fingindo cornalina.
Fios do coral verdadeiro lapidado.
Fivellas muito finas para cinteiro de senhora.
Cintos j promplos com laco e sem elle.
Fitas, o mais rico que pode haver, para cinto o
para lago.
Enfeiles de velludo a Luiz XV.
Ditos de tranca de retroz.
Ditos de aljofares e de vidrilho.
Ditos de flores e laco de fita.
Ligas de seda muilo lindas.
Luvas de seda ricameolo enfeitadas e de oulras
qualidades.
Franjas de seda.
Ditas de linho.
Ditas de la, galaozinhos brancos e do cores,
propnos para enfeiles. Na loja da aguia do ouro.
ra do Cabug n. 1 B.
caixinlias de cos-
tura.
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n.l
, vendera seas lindas caixas de costura pro-
pnas para mimo, assim como pianinhos com a
sua competente msica, quadros dourados, tan-
tos de santos como de retratos, proprios para en-
eito de sala, jarros com flores muito lindos, es-
tampas tanto de guerras como de vistas decida-
ees, caixas de msica com lindas pecas, realejos
grandes com 30 pegas compostas d"e valsas as
mais modernas, tudo isto se vende por precos
commodos. *
Ceblas a 700 rs. o cento
Vende-se cebla a 700 rs. o. cento, loucinho de
Lisboa a 320 rs. : na rus das Cruzes n. 2i, esqui-
na da travessa do Ouvidor.
Vendem-sedous silhoes inglezes para mon-
tara de senhora, os quaes tem pouco uso, e da-
se por proco commodo com lodosos arrotos : na
ra do Livramenlo n. 33, loja.
Vende-se por preco commodo 10 quarto-
laa propnaspara mel ou azeite, assim como urna
grande poreao de saceos vasios : na ra do No-
ueira n. 21.
8 Irurgcl Perdigo. f
MRua da Cadeia loja n 23.1
H Rereberam novos cortes de cambraia <
ff branca bordada de duas saias e babadi- 1
9 nhos. S
da ra do Queimado
n.51;
Vende-se mads^olao fino muito largo pelo
mais barato do que em outra qualquer parte.
. tu"er,e 5m* loberna bem afresuezad
a tratar na ruadas Cruzes n. 1.
ifreguczada
Esleirs da India de 4, 5
e 6 pamos de lar^o.
No armazem de tazendas da ra do Queimado
i LP01,m?lCDl8 Pard furro de salas e camas
per ser da melhor qualidade, e todas brancaT
Chales.
Ricos chales de merino eslampados, de cores
muiobon.tas a7. ditos muito finos a S^OO
ditos lisos 115. ditos bordados a matiza S^On
na ra do Queimado n. 22, loja da boa-f.
rf". \?"'i"a m"it0 acredilada loja de calca-
do da ra do L.vramento n. 33, a dinhelro ou a
prazo, por seu dono ter de retirar-se para o ma-
to ; estaloiaalem de.ser muito afreguezada,
no melhor local da dita ra, c toda envidran-
do e propria para qualquer estabelecimenlo que
se pretende botar. H
Echegado o desojado rap Paulo Cordciro, na
ra larga do Rosario, passando a botica a segun-
da loja de miudezas n. 38 ; na mesma kj. tem
f.SI0!S nme! grosso- e fin. Meuron, rolao.
francez, dito Rocha, dito Borba, dito Lisboa ; to-
do este rap c muito fresco, chegado agora de
f a : na mesma loja tem grande sortimenlo de
SSSUe! '** -Pdore. sedirto
i
Ganda.
1 tffuElV? ,canoa.de sardio que carrega
UO'i lijlos de alvenana grossa : na ra da Con-
cordia, armazem n. 36.
-jn Vende.-30 uma pequea armacao na ra Di-
reita, propria para um principiante, cujo local
tem commodoi para familia, porseruma boa casa
terrea com quintal e cacimba o tambem se tro-
ca por outra casa convindo o nosocio : a enten-
derse no pateo de S. Pedro n. 1, taberna.
m
Vende-se um piano inglezde Colar & Colar,
}*LLDT'0> P0r pre?0 *e n9 desagradar ao
comprador : na rus das Flores n. 31
mi7?a lTbria ".'l'" Capunga velha, deno-
minada-Taberna da Estrella-avisa a rapazeada
quegostada patuscada da testa, que all encon-
trado a boa cerveja a 560 rs., cognac a 1280
vinho engarrafado a 1, e oulras muitas bebidas!
tudo mais barato do que em outra qualquer
parle. ^ *
Vende-se um cabriolet moderno, com arcos
por prego muito commodo: quem o pretender'
dirija-se a ra do Cotovelio n. 26.
Mellis
chegad os pelo ultimo
Mellis J
na ra
panno
do Queimado,
Manderimde laa fazenda nova do ul-
umo goslo, em casa do Julio& Conrado :
na ra do Queimado n. 48
m
si
1
navio francez, bolinas de
de diversas qualidades : na loja do vapor
da Nova n. 7.
Bonels para meninos.
hnnOlc'P0 profLrio P"ra se comprar os bonitos
bonels de panno fino enditados com fita de cha-
ma ote o borlla, outroe enfeitados com Ca de
velludo e pluma, e outros com galozinho dou-
t% f V? ?. Pl?s bar3lissmos pregos de 3?500,
fnrlP^nJ de Pa'ha eSCUra' mU b0n1S e
iwuS 39',8rras de Pa'ha branca enfeitadas a
IJSOO, e outros mu differentes bonels de
enfeitados a lj> e 1280 : na
loja da aguia branca n. 16.
Sebo e graixa.
Se'.a coadoe graixa em bexigas: no armazem
J" lasso Irmaos, no caes de Apollo
?i Machinas de vapor.
"J Rodas d'agua.
S Moendas de can na.
S Taixas. S
Rodas dentadas. i
@ Bronzes e aguilhes. a
-?5 Alambiques de ferro. S
@ Crivos, padres etc., etc. S
S Na fundigao de ferro de I). W. Bowman, S
9 ra do Brum passando o chafariz.
SS3@@ ^@@9 @g@l
s$
Bolsas de tapete para
viagens.
yendem-se mui bonitas bolsas de tpele nro-
i" ?V.a Ji'55.n,'-,c- e,c- Pels baralissiraos
precos de 5a, 69 e 7 : na loja "da
ra do Queimado n. 16
mos
aguia branca,
Bonitos cintos para senho-
ras e meninas.
%B r-r-- '""'"= saz
meninas, e pelo baralissimo preco de 2 em
mero 16. "gUa ^BeB' rUa do Queimado nu-
Objectos de gosto
senhorase meninas.
m]& da u" br recebeu um bello sorti-
menlo de objectos de muito gosto c ultima mo-
da, propnos para senhorase meninas, sendo de-
licadas gollinhas e rollas de vidrilho. voltas de
coral e cornalina com atacador de mola, doura-
nain=3 ,nteTamentc nova o de muito gosto. e
SnSSin,SHPre,OS de 2 cada VcloT
na rundo Queimado. loja da agia branca nu-
Receberam completos sorlimentos de
vestidos de blonde com manta, capella e
mais pertences.
enso ; as
M. C. S. Ju-
sim como tambem pedo ao Sr. Dr
nioraquantia de-2 Quem precisar de urna ama para o sc-rvico
Pk-ionn. Si ^ q"er C8Sa' drja-Se dTHoS-
Roga-so s pessoas quo lenham penhores
"a rua da Cadeia deste bairro n. 15, ao depols
no pateo do hospital P.... n. 18 e culos Brazo*
estao vencidos, venham t.ra-los esles 8 ia na
se"5o^idPoe!r0 aDdar 82' d WBl"ri
Aluga-se
Vanea
Recebe
aeran modernos chapeos de pa-
Iha para senhora enfeitados de plumas e
flores.
Rece
ceberam novos enfeiles de cores e
peilos para senhora, pulceiras e estratos
de sndalo.
para homem, de
e do seda forma
para passar a festa urna casa na
a tratar na rua da Cadeia Nova n. 3.
~ quimLJa- rua lara d0 osario
sa-se de um cozmheiro forro ou captivo.
Receberara chapeos
castor preto, branco
moderna
Vendem ricos corles de vestidos de
seda itos de barege e gaze de seda de
babadinhos.
preci-
Vendem
Pr.
de
desemba-
grande da
/sa-se oe urna ama para fazer o servico de
urna familia, Je portas i dentro, sendo
racada hvr.. .... eacrava : na taberna
Soledado se dir quem precisa,
d7.,?eh*Ce"8e ',"" homem f'ara administrador
de rgen!,,.. ,, leo, ptalKa slllrucnlo
qoizcr, dirija-se a rua da Cadeia n
cnpturiodo Sr. Mauoel R. II. Urna
dovVV'rn'? da,CSta fteS Lma 'decla
Qever a pessoa alguma nesta prara.
i
as commodas saias
musselinas o cutim do algodao
nhora e criancas
balo de
para se-
Vende
em sedas e grosdcnaples de qua-
drinhos padrues modernos e cores es- curas, ditos lisos.
Vende-se um escravo pardo, bonita figura
e sem 'idos nem defeitos, com 22 annos de ida-
wIS!! p3Cr todo serv'0- Pnncipalmente
para alguma rofinaQao : ua rua das Cruzes n. 18.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem serapre no seu depo-
sito da rua da Bloedl n. 3 A, um granJesorti-
mento de lachas e moendas para engenho, do
muito acreJitado fabricante EJwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na rua do
che n.4,
Na loja da boa f, na rua
do Queimado n. 22,
vende-se muito barato.
Jwft!1" Usa RaS com 8 ^- raraa cada Peca a
4?aJ0 dita muito fina com salpicos 5, dita de
cores de padroes muito bonitos a 320 o covado
cor es de cassa pintada cora 7 varas a 2*4240 fil
de Iicho liso muito fino a 800 rs. a vara, tarlata-
na muito fina branca o de cores com 1 1|2 vara
de largura a 800 rs a vara, guaroicOes de cam-
braia manguitos e golla) bordadas "muito finas a
J9, gollinhas bordadas de cambraia muilo fina a
.?P h* 0S muil s,,Per>ores pelo baralissimo
m,!?^cC 6J-' Penlens de tarla>-'>ga aimperatriz
uo superiores a 9. bonels de velludo para
mu i o superiores a 3*. bonels de velludo para
meninos a 5J ditos de panno preto a 3$, sapati-
nhos de merino muito enfeitados a2g o par, chi-
tas francezas finas escuras e claras a 280 o cova-
Capellas e llores.
. -._ ^ wuiuo u .uu u cova
do, cortes do cambraia de cores com 3 babados
com lie 12 varas cada corle a 4^500, superiores
lengos de cambraia de linho muito fina e rica-
lrapi- mente bordados a 93, ditos de cambraia de a"
dao cora bico de linho a lj>2iJ0, ditos de
braia de linho proprios para algibeira
03 a -*
0-
ram-
a 6j, 7 e
baratas.
19 Rua do Queimado 19
pir?srm?udd1nZbaraa6;anCa "^ G S^
Cambraieta para vestido, muilo fina, pelo ba-
ratsimo preco de 2*000, 2*800, 3 e 3*500 cada
det5l.loBWWl1"' dU0S a"cndad*. -os
Loja da boa f
NA
Ruadalmperatriz n. 74.
1\?rJraS ID varas a 4. manguitos com gollinha bordados
hnrk S"misl.n&a com wH'nha lije 3. gollinhas
na a daS'on6ffinnU20' lraS bo'dad" muto fi!
as a1g200 e 600 re., entremeios a 2jS a pera
.entes de larUrog. a 4J. ditos virados muioo
BftaSr1*1 de firt3 de "Iludo com laro a
8S iSSLSfazendas que 8e Tendeni
Machinas ameri-
Mu bonitas capillas para noivas a 5, 03 e 78
ditas para meninas a -2$. bonitos e delicados cai-
xos de flores finas a ia.500. 2* e 33 : na rua do
Queimado. loja da aguia branca n. 16.
canas
E OUTROS ARTIGOS.
N. O. BIEBER & C. SUCCESSORES
e 4 T,3,!, S d? C3!}!tai? de algodo a23400 tem exposto nos scus armazens -
^ 3 a duza liras bordadas largas e finas com 3 ,h fnn n A Q "^-"S .
1|2 varas cada peca a 2,500.els3im oulras mui-' ,lU? 4 e 9 uma micli
machinas etc., como
tas fjzmJas quo vendem-se por preros
narato3 : na rua do Queimado n. 22
onecida loia da boa f.
na bem co- ARADOS de
27,
; quem
no es-
nade
Vendem manteletes prctos do grosdc-
naples, dilos do seda bordados e dous
bicos, capinhas de croxe brancos e de
cores, polonezas de gorgurao, taimas de
filo, litas para cintos.
Coaipram-se cscravos,
Vende-se uma casa terrea sita no paleo do
Trro n. 22, chao proprio, e propria para nego-
a tratar na mesma.
a ci ou morada
da Impcra-
1 mesa de meio
sendo de ambos os sexos, de 12 a 20 annos de
d_ade, sadios e boas figuras ; na rua
trizo. 12, loja.
Compra na-se 12 ca deiras,
desala, j 8ofa 6 2 cjni0|03 uu baricas lu(1
meio uso. sendo de amarelio ou Jacaranda, por
commodo preeo. annuncie ou dirija-se rua du
I.ivramenlo n. 19, loja.
ni,7Cump Tm ra>ar Pa""a louga de cozi-
nhae uma mesa de qualquer lamanho, usados
quera liver annuncie.
Compra-se moedas de ouro de 203 r no
armazem da rua da Cruz n. 10.
Vendas.
Pede-se toda
attenco.
id
R lS da, T" do ouro> rua do Ca"g n. 1
como sej'a : Pf baralissiraos Precos,assi
Filas de velludo de todas as
DUas de garra, brancas e de
dos gostos.
ecliincha
Lindsimos riscados de cambraia de seda a
400 rs.o cova lo, a elles, que se acabara : na rua
do Queimado n. 4.
Barato.
Vendem-se barato duas taboletas de amarelio
em bom estado, algumas taboas de louro e ai-
guns caxilhos : na rua do Cabug, loja n.''J
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peilosparacamisas,
Biscoutos
Emcasade Arkvight & C.
Cruz n. 61.
MI -"^"awi .
ciwDE Nmum
DE
as e roupa feia
PaodeSenteionovo.
hhat"8--,0daa a.a 1uartas e sabbados, das 11
dU.i?JLia m dianl: cra SaQt0 Amaro. pa-
aana allemaa. e na rua da Imperatriz o. 2, ta-
NA LOJA E ARMAZEM
D
Na loja do successor do fi-
nado Antonio Francia- ,,i^S!i!BSSSr* JIe!1
co Pereira.
berna.
t.
4
I
3
o i3 0af3a*3 cao
Seguro contra Fugo
da rua
idade de
sejarn :
dillercntes modelos, traba-
Inando de 2 lados.
CULTIVADORES para limpar e abrir a
torra.
MOIMIOS para cana em ponto peque-
o, podendosergovernadaspor uma
pessea. proprias para lavradores.
Ditas de DESCAROCAR MILHO, um
proa so pelo qual se poupa muito
tempoc einprega-se somonte 2 pes-
soas, ^
Ditos de MOER MILHO, CAFE etc.,
etc. ate o grao mais fino que houver'
Ditos para FAZER FARINHA
llo etc.
de
mi-
Vende
larguras.
cores, muito lin-
Leques de madreperola muito Finos,
linos do oulras qualidades.
rentes de tartaruga a imi
gostos.
imperatriz, de lindos
Na
Padaria.
padana do Antonio Fernandos da Silva
ruma dos Pires n. 42, da se pao de venda-
sen e na mesma vndese pao comraum, dito de
provenca, b.jlacha de boa qualidade e nova dita
fena, bolachinhas, biscoutos, doces o agoados
is,jroscas, ara rala franceza, L-olachinhas de
8 o miULM rSailteiJSi; ""j10 nova pro-
1 """'hores familias
-. MIlj se deseja fallar com ossennoresabai-
X "-iTaoos na ruado Queimado u. 39,loja
Antonio Jos deAmorim. ".loja.
Antonio francisco da Silva.
J.'anoel Jos Milete Meiriz
uim Jos Dotelho.
Verdadeiro caf de Moka, s
no hotel trovador, rua lar?a
do Rosario n. 44,
A qualquer hora do dia ou da noilo encontrar-
se -ha Deste eslabelecimen.o fi gnsto dos froguel
i f~VCriln r ,r Ca/ de Mka- bcm "ssim so?-
- das n.elhores fruc.as que existem no mer-
cado, das 6 horas da taroe em diante. Replese
o annuncio para ma.or sciencia do publico e ha-
ver nesle mesmo estabelecimenlo comida frita a
qualquer hora que se procure, e bem
e pretas para se-
n,'!lS ""Sin,io 'arlaruga c de oulras qualidades.
Jilos de travesso para menina,
osarios de cornalina muito finos.
Meias muilo finas brancas
nhora.
Ditas de seda muito finas.
resDpadrdes.laia barfeleS dt Seda p3ra os senh-
Labyriulhos de todas as larguras,
"icos e rendas muilo finos
en?a tXs? ^ dC t0rS PrPr,0S Dara d^
dimf.03^? d0.min' dilos de chadrez, dilos de
fo.7uSa oo c'.!gaTr; ^ "* '"ta de -
Enfeites de velludo, ultimo
gosto.
A loja da aguia branca acaba de receber mu
bon.tos c delicados eufeites de velludo, obra d
toda pcrfeirao o ultima moda : vendem-e a 101
3S ii oHSn0iS .Vlrna hosi,ar de os comprar
branca o. 16 velludo e froco a
cae7d^o^,deVnh08UPerior:'n;
3'J
EMSUA LOJ* OE Qi:VTHOPOm\S
lera um completosorlimento >h rouoa feila
era-s as melhores fazendas de goslo: convida a todos os seus freaaaW/. S
sss^!ssss^urr s*-,ar um u"iro,mo'-^- <^
Pars, robe-de-chambre bordado a velludo e de g '""jam-se a este eslabelicimenlo que ero-
outras qualidades vestidos de seda branca para Mnlrarao um habcl artista chegado ullimamen-
casamentos bordados a velludo, ditos de blonde. I te de Lisboa para Jesamiienhar nh,.
ditos de cambraia fazenda do muilo eosto ditos lado Ha r,, "-^"ipeniiar as obras a von-
de noir-antique. sabidas de baile.cachos d" S, i '"E***! '* l6m fn COmP'0"3 s-
velludo preto saias bordadas para senhora ca- T do P,,,,oli A* M casemira raoJello
m\ZSn u"1" casave1ues- Perneadores, da-;Slez. e muito bem acabijos a 16JD0O.
masco de la de 2 larguras, leques de sndalo, de marin Setim a l-^fm AhL i i
madreperola e charo. cha es de muilo -oslo nri,,c a,- .- ,-V> d,tos Je alpaca
orgnndys de dilerentes padroes. ff B 2a. J109, d"M de alPaca sobre casacas
imadas escuras e oulras muitissimas fazen- \.- 00, d,l3 COm 3"a develada a 9000
res- ,X SS?' toS de san33' dilos de Lrra!
ludo a 530 JO, ditos debrim de linho
'doa6S000, calca de brim de linho
\ende-se uma fabricado charutos muito bem!P!ri0r a **M. 'utas de casemira
arm."f.a,aiSIinCOino. Su neSJcia aarmarao.j^OOO a a 103)00, din
i
tm- |
c
AGENTES
J. Astley Companhia.?
MACHINAS para fazer BOLACHIXHA.
BOMBAS para cacimbas e
navios, muito man. iras e
superior por
.,^mnM muras rnuiussimas fazc
oas de gosto que serao patentes aos comprador
Attenco.
Feijo mulalinho.
Jzzsrsszt jas-i *
Vend
do da
ros & Silva.
; no armazem de Bar-
ornecer-se para casas particulares.""'!*) mesmo
f.rvLP-^1Sa-Se de U01 m0le1U captivo mmo
servico interno e externo. p ao
.-r,AI"ga;se sol>rado de dous andares e so-
Aurorad f^1 D' 1M : na'ruVda
Boi e carro.
Na taberna grande da Soledade vende-se um
boi e carro, lu lo bom e muilo barato
>ende-se um escravo eca rom 1Qnn<,
oaPram,a0,figUrai S-6m TC0S edefritos eprono
SL do dPiSrem0' umolcfl"c de 11 annos* e
um dito de 15 ; na rua das Cruzes >.
rar ; a fallar na Lingoeta n. 2.
Confeitaria.
Neste novo estabelecimenlo preparam-se ban-
deijas pelo gosto do paiz, frascos com melhores
doces e deliciosos enfeiles. Vende-se o delicado
xarope do abobara proprio para a estai;5o calmo-
sa, superiores doces para a trra e exporlacao
uem como fruclas em calda, ludo do melhor "os-
opossivel: na rua Senzella-uova n. 30.
Adinheiro.
Loja amarella da rua do Cres-
po n. 8.
S3SoOCaS dC PaDD0 flDSSimo dc 2500 a
Casacas de panno fino> 30^000.
alelis de panno preto e de cores a 162000.
"'.'os de panno (saco) a 18SO0O
l)ilos de pa-ui^iaooO.
sin aViT38 qUaUdale3' UB WW____
Enfeiles para cabeca de Sra. de 1 *,%ft(\n
c?V% die Pores-vara d mAS000*
Cortes de coleles de velludo a 6*000
Ditos de dito do merino a 3*00.
al40.ASeda d dVCIS03^oS de 40SOO0
Grosden'aple de cores de muilo boa qualidade
para
das Cruzes 18.
A Voz do Alagoano.
Bad^ChulLanrn,ers%no0rl,oslT?uiad0AriChe-
Criziano da Rocha A.rr.o Sm.aSUS'do0
?SOS aC'ma' e 8S VCndC Pel diminul P"co de Perneadores Ve"camE-r;ra7i7a a
I ItbOuetP nara n>i a lj>800.
?! -hoM e qbUa ;:neheS Jet T a ^
10000. g de bom 6sl a
h5Oe0O.de P,,ha P"**6 a Garibaldi] a
Dilos de molla a 3JO00
D?aa0Sra-de8edaf"end-da^o)del59
Cobertores de la encarnados a 7g000.
(cenca-
muito su-
de cor a
s de casemira pre-
a 12*000, palitots fran-
ceses de panno fino fazenda muito fina a 253
sobre casacas de panno muito superiores a 353
ea 409000, um completo sortimenlo de cami-
sas fraeczas, tanto de linho como de algodao
efusiao vende-se muito emeonta, afira de que-
rer-seliqiudar com as camisas.
E pechincha.
Na loja do Preguica, na rua do Queimado n 2
tem robertores de algodao de -
grandes, proprios para escravos
mo preco de lg.
Vende-se na rua do Livrmeuto
n. 19, borzefjmns francezes a 6,
de bezerro a fy, dito de vaqueta '
Aos senhores armadores e
proprietarios de carros fn-
Vendertr-kr'
o covado ; na rua diTifiXela superior a 400 rs.
cores bstanle
pelo baratissl-
Vende-se
5 Formas de ferro
purgar assuear.
Enchadasde ferro
| Ferro sueco.
Fsringardas.
| Ac de Trieste.
I Pregos de cobre de com-
| posico.
j Barrilha e cabos.
I Brim de vela.
1 Couro de lustre.
I Palhinha para marcinei-
| ro : no armazem de C. *
J. AstleyA C. ?
*C!3 3 3 3 m .3 3 iOf3ftlf
Arados americanos e machinas
paralavarrouparemcasadeS. P. Jo-
dto|hmton & C. rua daSenzala n.i2
de forra
mdicos pi ecos.
Ditas
com concilles para
tirar ;g(la de lu,o;ai
mui fundos.
ues
superior qualidade para
VERNIZ de
carros.
Cx\RROS de iro muito leves e batato
BALA.VCAS de 1,000 libras para baixo
proprias para armazens, depsitos,
tabernas, boticas etc., etc.
MAPPAS jeograpliicos do mundo
suas partes.
MACHINAS de costura de Sivat : C.
melliotes que ate boje tem
cido.
Vende-se
e
as
appare-
araia
i
Por metade do seu
valor.
Rua do Queimado n. 19.
Vestidos de gaze e phan.as.a. mui.oslindos.de
baratissimo preco de 10 cda
duassaias,
um corte.
pelo
m Recebeu-se e continua a receber-se por
todos os vapores artigos de modas para
horaens, incluindo calcado de Mclis na
| Loja de mrmore.
maesderoda?nho Guara"pes vendem-se
ani-
9 chapeos para meninos na
g Loja de marmore.
as, calgado e

Rbouetea para padres a 15JO00.
A pechincha, antes que
se acabe.
teraasI^d^=s^IUa.^Ueraa'
RELOGIOS.
Vende-se
J. pr.c. do Co^ToarntoS,\^oVio,Bdr;thaefarm4
io abricante Roskell. nnrn.??'.Ld0. afama
isfirssffsr ^li:K-X^e^;::
iskell
...Boa
deexceellnte gosto.
ILEGfVEL
uma tipoia nova com
todos es seus pertences: na rua da
Cruz n 21.
Charutos de Ilavana superiores
i chegados ltimamente: em casa de
I Kalkman limaos & C, rua da Cruz nu-
| mero 10.
Mel de engenho.
Ouem quizer comprar mel de eugenho diriia
suas encommendas a cocheira da rua da Fio n-
lina, que achara com quem tratar. *'
Mel de furo novo.
de'MnudriLcca.n0engen,, S" Sevcrin0' **+
v" Ifnde:sc um Presepio grande muito bom e
bera enfeuado : quem pretender, dirija-se a ua
do Rosario n. 56, em frente a rua do Aragao.
Ricos vestidos de camb..
branco bordados de gosto de 5 i
7 babados, cortes de vestidos de 7
U ",u ^e cores, preco commodo. de 9
i oOs a 250$, e muitas variedades I
l de fazendas de phanthasia, oigan-
m dys do ultimo goslo, tarlatana
S bordadas, gorgurao escocezes e 5
outrosmuitosobjectcsnecessarios 2
Para uma enliora de goslo e do
2 T dRec.fe n. 40, loja do Mar- I
.. tinho.
Entremeios e tiras
bordadas,
SfsSbS.aa?S 5gPee?C 11??. b0/dadaS W
ridade daYaTenda ning7m d1i,?d rn"PCri"
-


DIABIO DE PERNAMBUCO. SABBADO 15 DB DEZEHBRO DE 1860.
(7)
A 5000.
Chapeos de sol de seda para homem
a_" 5$ cada um e em porcao de urna du-
zia para cima far-se-ha 10 por cento
de abate : na ra Nova n. 23, esquina*
da Gamboa do Carino.
Ra do Queimado
n. 39.
NA
Loja de quatro portas
DB
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Chegou ltimamente a este esiabelecimenlo um
completo sunimento de chapeos prelos francezs-
do melhor fabricante de Pars, os quaes se vene
dem a 79000, ditos a 8D000, ditos a 99000
ditos muilo superior a 109000, ditos de castor
dretos e brancosa 1C$000, o melhor que se
podo desejar, chapeos de fe!tro a Garibaldi de
muito superior massa a 7*000, ditos do copa
baixa para diversos precos, ditos de palha escura
de varias qualidades que se vendem por preco
barato, bonets de veludo para meninos a 5900(1,
ditos de palha escuras e claras a 43JOOO, ditos
de panno muito bem arranjados a 39500
chapeos de seda para senhoras a-259000 muilo,
superiores, ditos de palha escuras proprios para
campo a 12$000, ditos para meninas OJJOOO,
chapeos.de sol de seda cglezesa 109 e a 129
muito suporiores, ditos francezes a 89000,
ditos de panno muito grandes e bons a 4P0O0.
sapatos de valudo a 235000. ditos de tranca a
19600, sintos de gruguro para senhoras e me-
ninas a 29000, coeiros de casemira ricamente
bordados a 129000, e oulras rauita fazendas
que a vista dos freguezes nao deixaro de com-
prar.
Campos receberam urna factura de chapeos de sold se-
da para homcm, leudo entre esles alguns peque-
nos que servern para as senhoras que rao para o
campo tomar banhos se cobrirem do sol, e corno
a porcao seja grande, se rcsolvero vender pelo
prego de 69 e 63500, o alguns com pequeo de-
eito a 59 : na ra do Crespo n. 16.
Rua da Senzala Nova n.42
Vende-se em casa de S. P. Jonhsion d C
vaquetas de lustre para carros, sellinsesilhes
nglezes, candeeiros e castigaes bronzeados, lonas
jnglezes, fio de vela, chicote para carros,* e mon-
taria, arreios para carro de um e douscavalos
e relogios de ouro patente inglez.
Recebeu-se reccnlemcnte e continua a @
recebor-se directamente de Pars e Lon- @
Cj dres por lodosos vapores, de .oncommen 2
@ da especial, arligos de modas para se-
@ nhoras na @
Lojade marmore.
Machinas de costura
DE
Slvat fe Companhia.
Estas machinas sao as mais perfeitas
no ramo de mecanismo, unindo a urna
simplicidade a maior ligeireza e perfei-
cao para toda e qualquer qualidade de
costura, do ponto mais lino ao mais
grosso. O vendedor se obriga a ensinar
o metbodo aos compradores t o sa-
berem bem, assim como a ter as maclii-
cbinas em ordem durante um anno.
Estas machinas cosem com 2 fios nao
quebram o fio como militas outras o fa-
zem e o as melhores e mais baratas
ate hoje conhecidas no mundo, ellas se
achm ex postas na galera do SR. OS-
BORN, RETRATISTA AMERICANO NA
RUA DO IMPERADOR N. 58, onde
urna senhora competentemente habili-
tada as fara' ver e trabalhar. Igual-
mente se acham expostas no armazera
de MACHINAS AMERICANAS, RUA DA
CRUZ N. 4 E 9.
LicOes
Vende-se ura raolequade bonita figura, de 1
idade de 14 a 15 annos : na rua da Praia o. 10.,'
h
HfcV
dmiraveis remedios
americanos.
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazondeiros, ele, devem estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos
com os quaes se cura eficazmente as principaes
molestias.
Promptoalivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de reumatismo, dor de
cabega, nevralgia, diarrha cmaras, clicas,
bilis, indigestao, curp, dores nos ossos, conlu-
soes, queimadura, erupgoes cutneas, angina,
retengo de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidades escrophulosas,
crnicas esyphiliticas : resol ve os depsitos do
mos humores, putifica o sangue, renova o
systema : prompto e radicalmente cura, escro-
phulas, venreo, tumores grandulares, ictericia,
dores de ossos, tumores brancos, afeccoes do fi-
gado e rins, erysipelas, abeessos e ulceras de
todas as clases, molestias d'olhos, difliculdade
das regras das mulheres hipocondra, venreo,
etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularizar o syslema, equilibrar a circu-
ladlo do sangue, inleiramente vegetaes favora-
veis em todos os casos nunca ocasiona nau-
zeas nem dorres do vnlre, dses de 1 a 3 re-
gularisam, de 4 a 8 purgam. Estas pilulas
sao efficazes as aflecges do figado, bilis, dor
de cabeca, ictericia, indigestao, e em todas as
enfermidades das mulheres, a saber: irregula-
ridades, fiuxo, relences, flores brancas, obs-
truegoes, histerismo, etc., sao do mais prompto
effeilo na escarlatina, febre biliosa, febre ama-
relia, e em todas as febres malignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados de instruceoes impressas que mos-
tram com a maior miouciosidade a maneira de
applica-los em qualquer enfermidade. Estao ga-
rantidos de falcificagao por s haver venda no
armazem de fazendas de Raimundo Carlos Lei-
te de Irmo, na rua da Imperatriz n. 10, ai-
cos agentes em Pernambuco.
Sobre a infallibilidade e o
poder temporal dos Papas.
PELO DR.
Aprigio Justiniano da Silva Guimaraes.
A venda na Hvraria dos Srs. Miranda
& Vasconcellos, rua do Imperador n.
79, a 2$ cada exemplar.
YGENCl.Y
DA
FUNDIIJiO LOW-MOW,
Roa da Senzalla Nova 11. 42.
Neste esiabelecimenlo contina a haver um
completo sor limen to de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de jerro balido e coado, de todos os tamanhos
para dito.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhiciJo eacreditado deposito da
rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra, indo por precos mais baratos do que em
oulra qualquer parle.
Yinho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmaos&C, rua da
Cruz n. 10 encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg l'reret
e dos Srs. Oldekop Mareilhac 4C, em Bor-
deaux Tem as seguintes qualidades :
De Braudeuburg frres.
St. Estph.
St. Julien.
Margaux.
t-arose.
Chteau Loville.
Chteau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Julien
SI. Julien Mdoc.
Ghateau Loville.
Na mesma casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris qualidade Ona
Cognac em caixasqualidade inferior.
Ceneja branca.
As melboresmacbinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, I.
M. Singer & C. e Wbeeler & Wilson.
Neste estabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e rcsponsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade e seguranca:
no armazem de fazendas
do Rayroundo Carlos
Leite & Irroos rua da
Imperatnz n. 10 amigamente aterro da Boa-
Yista.
Hua do Queimado n. 39
Lojade quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Ha corles de vestidos de seda de cores, fazenda
muito superior com pequeo toque de mofo a
G0350OO, ditos sem defeito a 1008000, lem um
reslo de chales de toquim que estac-se acabando
a 309000, ditos de ranino bordados com pona
redonda a 88000, ditos sem ser de ponta redonda
a 85>000, ditos estanpados com listras de seda
em roda da barra a 9*000, dilos de ricas estam-
pas a 75000, dilos de ganga franceza com fran-
ja branca a 28000, ditos sem franja e muito
encorpado a 28000, ricos manteletes de grosdi-
naples preto e de cores ricamente enfeitados a
258000, ditos muito superiores a 3055000, en-
feites de vidrilho preto a 38000, dilos de relroz
a 38500, organJis da mais fina que ha no mer-
cado a 1000 o covado, cambraias de cores
de padroes muilo delicados a SOO rs. a vara, ditas
de oulras qualidades a 600 rs. a vara, ricas chitas
farncezas de muito boas qualidades a 280, 300,
320, e 400 rs. ao covado, a melhor que se pode
imaginar, pellos para camisa a 240 rs. cada urna,
corles de casemira de cores a 6500O, ditas em
pesca de quadrinhos a 43>000 o covado, gollinbas
de muito bom goslo a 18000, dilos de oulros
bordados ricos a 3;>000, manguitos de carabraia
bordados a 38000, tiras bordadore entrimeios
'que se vendem por preco commodo, bombazil de
cores proprio para roupa de criangas, e capinhas
para senhoras a 18400 rs. o covado, corles de
cambraias de salpicosa 50000, cortes de cam-
braia enfeiladas com liras bordadas a 68000,
e outras muitas mais fazendas que ser difcil
aqu pode-las mencionar todas.
Vende-se
EM CASA DE
Adaaison Howie & C.
Vinho do Torio de superior qualidade.
Tinla de lodas as cores.
Lona e flele.
Fio de vela.
Sellins, silhes, arreios e chicotes.
Rulbas.
Rua do Trapiche n. 42.
Loja das seis portas em
frente do Livramento
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
vado, ditas eslreilas de cores escuras a 160 rs.,
pegas de bretanha de rolo com 10 varas a 2jj|
ditas de esguiao'de algodao muito fino a 3g, ris-
cadinho de linho a 160 o covado, lengosbrancos
cora barra de cor a 120 rs., ditos brancos com bi-
co a 200 rs., algodao monstro com duas larguras
a 610 a vara, laazinhasde duas larguras, fazenda
nova para vestidos a 500 rs. o covado, enfeiles de
tranga com lago de fila para cabega de senhoras
a 28500, cortes de riscado rara vestidos a 2, pe-
gas de madapolo com 4 112 palmos de largura a
, 4$iOO, chales de merino estampados muilo unos
68. A loia est aborta al as 9 horas da noile.
tf OIPA FEITA ANDA MAIS BARATAS.!
SORTIMENTO COMPLETO
A 9,000 a arroba.
Vende-se cera de carnauba da velha
enova safra a preco de 9# : no antigo
deposito do largo da Assembla n. 9.
I
Vendem-se 5 carros novos com todos os
jrreios : na rua Nova n. 21.
Fazendas e obras feitasl___EJ*0S
NA
LOJA E ARMAZEM
DE
ECONMICOS
U(re4Mad\ Rua Nova n. 20.
/y S Chegou um riquissimo sortimenlo de candie
ti\ M eco.nomcos de muito bonitos modelos, dcsc
Pianos
Saunders Brothers 4 C. tem para vender em
eu armazem, na praga do Corpo Santo n.ll,
alguns pianos do ultimo gosto recentimecte
chegados.dosbem conbecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood 4 Sons de Londres
muito fironriospara este clima
T\u\ do Queimado
n. 46, frente amareWa.
Constantemente temos um grande e va- ||
riado sorlin.rnlo de sobre casacas pretas *
de panno c de coros muilo fino a 28JJ, &
30 a io*?, i.'S e 21?, dilos saceos prttos dos ||
mesmos pannos a 14, 16 e 1&g, casa- SJ
cus pn las muilo bem fritas c de superior 3|
panno a 28, 30J e 352. sobrocasacas de
casemira de cores muito tinos a 15JJ, 16JJ II
e 18g, ditos lceos das mesmas caseroi- 1
ras a lOg, 12 e 14f, caigas pretas de M
casemira finn para homem a 89, 9. ii)
e 12, ditas de casemira de cores a 7jJ, 8, le
\ PJ> e IOS, dilas de Drira brancos muilo 3
I fina a .">,< e 6, dilas de dilos de cores a |
; 3, 3500, 4 e 4500, dilas de meia en- 1 seroira de ricas cores a 4$ e 4500, col- i%
\ leles prelos de casemira a 5j e 6, dilos S
i de dilos de cores a IJ500 e 5$, dilos C
I brancos de seda para casamento a 5j>, 9|
] ditos de 6, colletes de brim brr.nco e de S
fusto a 3, 3j>500 e 5, dilos de cores a |
1 25500 e 3#, paletots prelos de merino de $J
cordao sacco e sobrecasaco a 7P, 8 e 99, *
; colleles prelos para lulo a 450O e 5, H
I calcas pretas de merino a 4&500 e 5, pa- *=
lelots de alpaca preta a 3J500 c 4g, ditos X
sobrecasaco a 6, 7e 8g, muilo Dnocol- M
leles de gorgurao de seda de cores muilo $>
boa fazenda a 38800 e 4g, colletes de vel- M
ludo de cores e prelos a 7 e 8, roupa ai
para menino sobre casaca de panno pre- |
tos e de cores a 14, 15 o 16, ditos de
casemira sacco para os mesmos a 6J500 e cE
7, dilos de alpaca pretos saceos a 3 e B
3500, dilos sobrocasacos a 5g e 5500, *i
calcas de casen,ira prelas e de cores a 6, 3|
650 e 7, camisas para menino a 20 w
K a duzia, camisas inglezas pregas largas |I
X muilo superior a 32 a duzia para acabar. 9
i| Assim como temos urna oflicina de al -8
R faiate onde mandamos executar lodas as JR
J| obras com brevidade. *s
tmmmm mam ^mmsm
Chegou um riquissimo sortimenlo de candieiros
econmicos de muito bonitos modelos, desde o
mais superior at o mais ordinario, por prego
muilo commodo, com a experiencia propria de-
vera agradar ao comprador, o 6, vista da pouca
despesa que faz, animar a ser Iluminado s com
os ditos candieiros a gaz ; os mais baratos sao a
imitagao de urna lamparina, produzindo a luz a
tres velas de espermacete com a importancia de
40 fs. por noile ; gradualmente ir sobindo lo-
das as mais qualidades al o maior, que servir
para ornar e Iluminar urna rica sala, equivalente
a 16 velas de espermacete, ludo isto se garante
sob a condigno de vollar e restiluir-se o sen
importe, na falta de no agradar a experiencia
feila: na rua Nova n. 20, loja do Vianna.
Cofres e ferro para dinheiro,
joias. etc., etc.
Na loja da 8guia branca vendem-se bonilos co-
fres de ferro mui fortes e seguros, com techadora
e chive, e de dilTerenles tamanhos, proprios para
se guardar dinheiro, joias e papis de importan-
cia, pelos baralissimos precos de g.jOO, 5000,
5^500 e 6g : em dita loja da aguia branca, rua
do Queimado n. 16.
Coke (carvo*),
ou combustivel par cozinhas, caldeiras, etc.,
muito econmico para as casas particulares: ven-
de-se na fabrica do gaz, em porgues de um quin-
tal para cima a 1 o quinta!.
No armazera de E. A. Burl
le C, rua da Cruz nu-
mero 48,
vende-se champanha das melhores marcas que
vem ao mercado, mais barato que em qualquer
oulra parte ; cofres de ferro (burras) das que cos-
luma receber, do melhor fabricante que ha neste
genero, sortimentos de todos os lmannos e lo-
dosos precos ; novo sortimenlo de pianos, de
um excellenle labricante, que se venderlo por
conta do raesmo, deduzindo-se a commissao e o
descont que os lornasse baralissimos.
240.
Cassas de lindos padres e cores fixas que se
pude garantir aos comprados, s 240 rs. o covado'
na rua do Queimado, toja de 4 portas n. 39.
Vende-se urna raucamba, rica pega, capaz
dse dar a urna noiva por ter todas as habilida-
des, com 16 anuos de idade, sendo crioula ; a
pessoa que quizer comprar, dirija-se a rua do
Padre Floriano n. 56.
Luvas de Jouvin.
de Jouvin
a rua da
Enciclopdica
Guimares Villar
Rua do Crespo n. 17.
Receberam sedas, chapeos para senhoras, man-
teletes, ssias baldes, laas de quadros ricos de-
senlio?, manteletes, capas, casaveques, ricos
corles de cambraias brancas para 18ff, 25 e 4o,
orgaodbes de padrSes lindissimos, cassas de
cores a 260 rs. o covado, cassas bordadas da Chi-
na a 6500 com 9 varas, dilas a 4 e 5g com 9
varos, manteletes para meninas a 8, metes para
senhoras de todas as qualidades, grande sorli-
irento de roupas para homens e meninos e
qualquer objeclo para senhoras por precos com-
modes.
Vendem-se as verdadeiras luvss
para homem e senhora a 1500 o par : n
Imperatriz, loja da boa f n. 74.
As verdadeiras luyas de
Joirviii.
A loja da aguia brancas acaba de receber de
sua encommenda as verdadeiras luvas de Jou-
vin, primeira qualidade, lano brancas como pre-
tas para homem e senhora : quem precisar, diri-
ja -se a dita loja da aguia branca, rua do Quei-
mado n. 16.
Potassa da Russia.
Potass da Russia muito superior e
novissima, por ter sido desembarcada
hontem: vende-se na rua do Trapiche
n. 7, armazem deFonscca.
Vende-se urna boa escrava com lodas as
qualidades, cozinha, engomma, e boa quilan-
deira, lem 3 filhos, os mais lindos potareis, 1
com 5 annos, oulro com 4, c 1 com 5 mezes, o
motivo da venda por nao querer ir para o ma-
to : a ver na rua do Queimado n. 69.
Vinho genuino.
Anda ha urna pequea quantidade de ancore-
tas deste vinho sem confeigao, e proprio de deen-
tes : na rua do Vigario n. '19, primeiro andar-
i
na
40,
Suissos.
Alpdao monstro.
: Vende-se algodao monstro com duas larguras,
muito proprio para toalhas e lenges por dispen-
sar toda e qualquer costura, pelo baratissimo
prego de 600 rs. a vara ; na rua do Queimado n.
22, na loja da boa .^SS/M
Em casa de Schafleitlin & ., rua da Cruz n.
38, vende-se um grande e viriado sortimenlo
de relogios de algibeira Iiorisonlaes, patentes,
chronomelros, meioschronomelros de ouro, pra-
I la dourada e foleados a ouro, sendo esles relo-
giosdos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vanderoror precos razoaveis.
Relogios,
Meias muito bara-
tas.
A loja da aguia branca est prvida de urna
grande quantidade de meias, o melhor sortime:i-
to que se pode dar, e por isso esl vendendo-as
mais barato do que em oulra qualquer parte ;
sendo meias cruas encorpadas, de abanhado ou
S-n.elrSliC0 para homem a2jj500, 3g, 3g500, 4$,
4fcoUO o 5 a duzia, ditas ioglezas o melhor que
se pode encontrar a 6$ e 6&50O, dilas de fio de
Lscocia pona encarnada imitandoseda a fcOO rs
o par e de cores a 640 e 800 rs., dilas brancas
mu linas e tapadas a 2400, 3g0 c 58, e Qnis-
simas a 88 a duzia, ditas brancas finas o fio unido
para senhoras a 4, 4800, 5500 e 6&500, e de
Do de Escocia primeira qualidade a 8J}500 a di-
zis, ditas de seda brancas e pretas a 2500, 3f
3g500e4fr, ditas cruas mui encorpadas para'me-
ninos a 200 e 240 rs. o par, ditas brancas e do
cores a 210 e 260 o par, dilas para meninas a 38
a duzia, ditas de seda para baplisado a 28 o pa*-,
ditas de laia e de seda para padres a 28, 3$ e 48
o par. EmOm vista de tantas e diversas quali-
dades, o melhor c approveilar-se a occasiao, c
dirigir-se a rua do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16, que sei servido com agrado e sinc-
ridade.
eee @@@r;s^
Recebeu-se de Franca grosde-
na pies de quadros e lises coi es
escuras, fazenda a covado
rua da Cadeia do llecie n.
loja do Martinlio.
. B@@8@; @& 8@@
Vinho do Porto, genuino,
Ro de 1820.
Stomacal de 1830.
Precioso de 1847.
As duzias, e em caixinbas, a dinheiro, por ba-
rate preco : vende-se na rua do Trapiche n. 40,
esc rip torio.
Toalhas.
Vendem-sc loelhas de linho para mos pt "o
baratissimo preco de 9* a duzia, dilas de pello
muito superiores a 128 a duzia : na rua do Quei-
mado n. 22, na loja da boa fe.
Bramante
brelanhas e atoa!
Na loja da boa f, na rua do Qucimaao n 22
vende-se bramante de linho muilo fino com duas
varas de largura, pelo baratissimo prego de 2$4l
a vara, bretanha de linho muilo fina e muito
larga a 20, 22g e 248 a rega com CO jardas
aloalhado de algodao cem duas larguras a' |
a vara, diio de linho muilo superior, tamtej
com duas larguras a 3g a vara, ; na rua do Ouei-
mado n. 22. na loja da boa f. "
E" o tillimo gusto,
Superiores gurguroes dc'scda de quadn
de lindos padroes, pelo Lnralissimo preco
o covado, grosdenaples liso de lindas cores a 2
o covado. corles de laa muilo fina rom 15 cova-
dos, padroes muilo bonitos a 88, dilas dequadr< s
padroes lambeni muilo bonilos a 480 rs. o cova-
do, chales de core?, padroes intciramenlc noves
a 1? rs. o covado ; aproveilem em quanlo se i i i
acaba : na rua do Queimado n. 22. lea Oe
Loa-f. '
Escravos fiigi(ioT
Para acabar
Guimares Villar
Tilia do Crespo n. 17.
A 4#000,
Cortes de cambraia com tres babados de 20 a
22 covados cada um a 48
A 2C0 rs.
Cassas organdizes a 260 rs. o covado de lindis-
simos padroes.
A 25$000,
Riquissimot chapeos de seda brancos e de co-
res a 288, e de palha de Italia ricamente enfei-
tados.
A 360 rs.
Laas miudinhas do lindissimos padroes a 360
rs. a dinheiro.
Rival sem segundo.
Na loja de miudezas da rua do Queimado n.
55, defronle do sobrado novo ha para vender
pelos diminutos precos os seguintes artigos :
Duzia de saboneles muilo finos a 600 rs.
Cartes de-clcheles com duas ordens a 20 rs.
Caixas de clcheles batidos a 60 rs.
Duzia de meias cruas para homem a 38.
Dita de dilas para senhora a 38500.
Pares de meias para senhora a 300 rs.
Latas com banha muito fina a 500 rs.
Iscas para acender charutos, caixa a 60 rs.
Phosphoros em calza de folha a 120 rs.
Carlas de alfinctes muilo finos a 100 rs.
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapalos de tranga de algodao a l#.
Frascos de macass perola a 200 rs.
Dilos de dito oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garfos, cabo preto, a 3ft.
Pares de sapatos de laa para meninos a 200 rs.
Ditos de luvas de cor lio de Escocia a 320.
Massos de grampas muito finas a 40 rs.
Caivetes de aparar penna a 80 rs.
Tesouras muilo finas para costura a 500 rs.
Dilas ditas para unhas a 500 rs
Pegas de franja de laa com 10 varas a 800 rs.
Ditas de tranca com 10 varas a 320.
Linha Pedro V, carlao rom 200 jardas a 60 rs.
Dita coro 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles multo finas a 200 rs.
Cordo imperial lino e grosso a 40 rs.
Oleo de babosa muito fino (frasco) 400 rs.
Fitinhss eslreilas para enfellar vestidos a 800
rs. a pega.
Labyrinthos de muito bonilos gostos por todo
o preco.
Cordes para enfiar esparlilho muito grandes
a 100 rs.
Dito para dilo pequeos a 80 rs.
Pegas de tranga de linho com 10 varas a 200 rs.
Dilas de Irania de seda preta com 10 varas a
1S400.
Vara de dita a 160 rs.
Pares de meias de cores para meninos a 160.
Caixas para rap muito finas a 18.
Lipbasara marcar (caixa de 16 nvelos) a 320.
Vende-se urna parelhs de burros de corru-
go queimado, propria para carro : quem s mes-
mos pretender, dirija-se a rua da Lingoeta, ho-
tel inglez, a tratar com seu dono.
Vende-se em casa de Johnslon Pater & C,
rua do Vigario n. 3, um bello sortimenlo de
relogios de ouro, patente inglez, de\im dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
uma variedade de bonitos trancelins para os
mesmos
Saceos de 115 libras.
O mais superior farelo que tem vindo ao mer-
cado, no armazem de Barros & Silva ; assim co- '
mo se vende saceos de feijao mulatinho, vindo da (
ilha de Femando.
Vende-se farelo ltimamente desembarcado !
milho, arroz do Marsnhao, gomma muilo fina e
farinha de mandioca da melhor que ha no mer-
cado : na rua da Moeda n. 41.
Baloes de 30 arcos.
Vendem-se superiores baloes com 30 arcos, i
sendo muito recommendaveis por poderem ficar
do tamanho que se precisar, pelo baratissimo i
prego de 68 ; na rua do Queimado n. 22, na loja !
da boi f.
Cheguem ao barato
O Preguiga esl queimando, em sua loja na
rua do Queimado n. 2. I
Pegas de bretanha de rolo com 10 varas a
28, casemira escura infeslada propria para cai-
ga, collete e palitots a 960 rs. o covado, cam-
braia organdy de muito bom goslo a 480, rs.
a vara, dita liza transparente muito fina a 35?,
4*, 55?, e 03? a pega, dita tapada, com 10 varas
a 55? e 65? a pec.a, chitas largas de modernos e
escollados padroes a 240, 260e280 rs. o cova-
do, riquissimos chales de merino estanpado a
7 e 88, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 9j cada um, ditos com
uma s palma, muito finos a 8*500, ditos lisos
com franjas de seda a 55?, lengos de cassas com
barra a 100, 120 e 160 cada um, meias muito
finas pira senhora a 43? a duzia, dilas de boa
qualidade a 3 e 33?500 a duzia, chitas fran-
cezas de ricos desenhos, para coberta a 2SO rs.
o covado, chitas escuras inglezas a 58900 a
pega, e a ICO rs. o covado, brim branco de puro
linho a 13?, 155200 e 18600 a vara, dito preto
muito encorpado a 155500 a vara, biilbanlin
azul a 400 rs, o covado, alpacas de differentes
cores a 360 rs. o covado, casemiras pretas
finas a 285C0, 33? e 38500 o covado, cambraia
preta e de salpicos a 500 rs. a vara, e outras
muitas fazendas que se fat patente ao compra-
dor, e de todas se darao amostras com penhor.
Loja das 6 portas
em frente do Livramento
Laaziolias a 500 rs.
Camisinhas muito bonitas nn duas larguras
paravestidos de se^^oia a 500 rs. o covado, cor-
les de riodu francez para vestido a 28, sa;as
baiao parr menina a 38500, ditas para senhora a
4S500e 58 ; d-se amostra com penhor A loja
esl berta at as 9 horas da noite.
cobertos e descobertosr pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para hornera e senhora de
um dos melhores fabricantes de Liverpool, viu-
dos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Sonthall Mellor & C.
de gfaca.
Corles de caigas de meia casemira de cores es-
curas a 1J600, ditos de brim de linho de cores a
2J, riscadinhos de linho proprios para obras de
meninos a 200 rs. o covado, grvalas de seda de
cores a 640, dita3 pretas estreilinhas e largas a
18, ealem^dislo outras fazendas que se vendem
muito em conta ; na loja da boa f, na rua do
Queimado n. 22,
Vende-se frco de. todas as cores o grossuras,
com rame e sem elle a 400, 500, 640 e l rs. a
pega ; na rua do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16. ,
ua do Crespo
loja n. 25 de Joaquim Ferreira de S, vende-
e por pregos baralissimos para scalar : ves-
tidos de tarlatana bordados de seda a 85?COO,
organd de cores muilo finas a 320 rs. o co-
vado .cassas de cores a 240 rs., chita larga a
200, e 240 rs., capas de fusto enfeitadas a
580C0, casaveques de cambraia e fil a 58000,
perneadores de cambraia lordades a C?0CO,
babados a 320 rs. a vara, tiras bordadas mui-
to finas a 1?5( 0 a rega, ri.'cado francez fino
a 16(. rs. o covado, golinhas de ponas bor-
dadas a 28500, manguitos de cambraia e fil
a 28000, camisinhas Loidadas muito finas a
28000, chita larga com lustro e^muite fina
propria para coberta e roupoes a 320 rs., es-
guio de linho a 1>200 a vara, roupoes de
seda feilos a 125?0OO, vestidos de seda mofados
a 88000, luvas arrendadas a 100 rs. o par,
vestidos de grosdenaple pretos com barra de
cor a 20>000, palitos de pao preto e de ce res
de 16000 a 205OOO, sobrecasacas de panno
muito fino a 258000, caigas de casemira preta
e de cores de 68000 a 1( "COO, ditas de brim
branco e de cores de 2^000 a 55OOO palitos
de brim branco e de cores de 2??500 a 58000,
ditos de alpaca de 38000 a 88000, brim
trancado de algodao com 9 palmos de largura
proprio para toalhas a 900 rs. a vara, damas-
co de laa com 9 palmos de largura a 18600 o
covado, velbulina preta a 400 rs., brim de
linho de cores a 18500 o corle, rne|as cruas
para homem a 18200 a duzia, camisas de
linho inglezas a 325000 a duzia, pegas de
madapolo fino a 45500, cortes de lanzinha
muilo fina com 15 covados a 8?^0oo rs., ca-
misas de cores e brancas de l5?500 a 38000,
e outras muitas fazendas por menos do sen
valor para fechar con tas.
Grammatica in-
gleza de Ollendorff.
Novo methodepara aprender a lr,
a cscrever e afallaringlezem 6 mezes,
obra inteirament nova, para uso dt
todos os estabelecimentos de nstruc-
cao, pblicos e prticuloies. Vende-
se naprajjd de Pedro II (antigo largo
doCollegio) n. 57, segundo andar.
Relogios.
Vendem-se em casa de Braga, Silva & C, re-
logios de ouro de diversos fabricantes inglezes,
por prego commodo.
Charutos suspiros e outras marcas da Ba-
ha e do Rio de Janeiro: vende-se na rua da
Moeda n. 41, armazem de Augusto Ferreira & C.
Farinha da mandioca.
Vende-se por meuos do que em oulra qualquer
parte, na rua da Cruz, armazera 0. 26.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e decores Das
a doze vinienso covado, mais barato do qne
chita, approveitem em quanlo nao se acabara ;
na rua do Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
ja da Boa F. '
Cal de Lisboa,
nova, e muito bem acondicionada : na rua da
Cadeia do Recife n. 38, primeiro andar,
Fugio no dia 10 s 8 horas da noite, no
Campo Verde, da rua do Socego n. 4, um mula-
tinho de nome Procupio, de 17 a 18 annos de
idade, pouco mais ou menos, tendo os signara
seguintes : cabello baixo, olhos regulares, |<
semi-grossos, nariz pequeo, hocca regular, tem
una cicalriz em um dos bragos, Irabalha de al-
faiale. Sabio vestido de calca prela e camisa
branca ; levou um chapeo d Chili, e pede si :
encontrado tambem de calca de fusiao azul e ca-
misa de riscadinho e juas sempre anda calcad >,
mas sahio descalco Pedimos a allengao dos Si .
pedestres e de pairos quaesqaer o api.rehrniK': -
do, queiram-se dirigir 5 nm Nova dos Pires n 6
defronle do, hospital militar que serBo re
pensados. O mulalibbo lilho da provini
Sergipe.

F;
e
No dia 4 do rorrente austntou-sc da padaria
do Sr. Slanoel Le5o de Castro, em Sacio Amaro
onde eslava alosado, o escravo Flix, pardo
claro, alio e cheio do corpo, tem bigode e anda
vestido com calca azul e camisa j suja f bonel,
ja lem sido visto no Heciie no Foite do Mallos c
escadinha e d'zque onda gnhendo na rua, tam-
bero j foi visto no caminho de Sanio Amaro,
foi escravo de armazem de assucar des Sr?. Car-
neiro & hamos nn iua dj Vigario c ter isso 0
bastante conhecido : loga-se a todrs as autori-
dades policiaes, espitaos de campo e pedestres o
aprchrndsm e cenduznm ao seu senhor Antonio
Leal de Barros no seu silio na rua de Jcao Fer-
nandes Vieira junto ao Manguinho, que rere :;--
pensar.
Fugio do lugar do Hcnguinho do sitio do
Sr.Carneiro.no dia 9 do cerrentf, o escravo
crioulo de nome Jercnymo, de idade de 18 a i
annos, estatura regular, bastante magro, ccoi
falla de cabello nes csnlos da testa, olhos encor-
nados, fui vestido do branco, o que de soppi r
lenha mudado visto ter levado porcio de rou]
assim como diversos ol'jectos sendo um rel' '
de ouroctm crrente na qual linha uma chave,
uma medalha e uma cassoleta oval ludo de curo'
botOes de camisa e algum dinheiro em cdulas ;
quem o pegar pode lvalo -ao mvsmo silio ou
no Recife na rua to Trapiche n. 9, que sei brin
recompensado.
50,000 fs.
A quem apprehender o escravo Itknorl, cabra
cabellos tarapinhos afogueados, estatura regular
suissado, com uma das pernas e ps inchados de
erysipello, pretende passar por forro, e muito
tallador, levou vestido urna caiga de algodo BZ il
e camisa tranca da mesma fazenda : quem o ap-
prehender traga-o rua do Socego n. 24, en-
tregar ao alteres Manoel Joaquim de Oiiveira Cur-
chatuz.
Do engenho Cutigi, freguezia da Escada,
fugio no dia 3 de novembro do correuc nnno o
escravo de nome Antonio, com os signaes se-
guintes : estatura regular, cor mulato, cebcllo do
negro, pouca barba, denles limados, idade 25 ou
28 annos, pescogo e ps grossos, tem pelo rosto,
pescogo e peitos algumas martas de pannos, e
algumas cicalrizes pelas costos que parecem ter
sido de chicote ; nao levou comsigo roupa algu-
na, e consta haver fgido para o lado de scrlSo
d'onde viera : quem o apirehender, pode:i t!-
va-lo ao referido engenho, ou no Recife, rua es-
trella do Rosario n. 29, ao Illm. Sr- FlorismaD-
do Marques Lins, que ser bem recompensado.
Escravo fgido.
Um mulato claro, magro, com pannos pretos
na raagaa do roslo, representando ter 25 annos
de idade, natural do Rio do Teixe, chamado
luiz, desappareceu no dia 30 de outubro da casa
do Dr. Cosme de S Perein, de quem escravo
suppoe-se ter levado um cavallo preto do Sr!
Roslron que se havia soltado, e que elle fCra"
ero busca do mesmo ; suppe-se mais que sua
mulher de nome Maria .tambem o acompanha
levando um pequeo bah de flandres : roga-so
as autoridades policiaes e a outras quaesquer
pessoas que o prendam, e rcmettam ao seu se-
nhor, que pagar qualquer despeza.
Pugio da cidade do Aracaly, no mez de sc-
lembro prximo passado, um escravo do com-
mandante superior Manoel Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o havia comprado ao Sr. Bento
Lourcngo Collares, de nome Joaquim, de idade
decincoentae tantos annos, fulo, alto, magro,
denles grandes, e com falta de alguns na frente,
queixo fino, ps grandes, e com os dedos grandes
dos ps bem herios, muito palavriador, incul-
ca-se forro, e tem signaes de ter sido surrado.
Consla que este escravo apparecera no dia 6 do
corrente, vindo do lado das Cinco Ponas, e sen-
do enterrogado por um parce* seu conhecido,
disse que linha sido vendido por seu senhor para
Goianninha : qnalquer pessoa que o pegar o po-
der levar em Pernambuco aos Srs. Basto ci Le-
mos, que gratificaro generosametae.
ILEGVEL


rs)
DIARIO DI PEWfAMBUCO. SaBBaDO 15 DE DEZEMBRO DE 180.
L i Mera tura.
A democracia Fraoceza, por Mr.
P radi.
O governo nao morre sob o peso de attribuiges
clranhas sua competencia, e mais forte, por-
que esl niais tatgado. De sou lado, nasce a
Franga para a vida civil e social. Pars nao lu-
do ; a Franca vae sendo alguma cousa. Comega
pira ella a vida poltica que nunca conlieceu se-
riamente, e que enche-a de urna generosa con-
fiaoca, e de urna nobre emulaco, ao pensar no
magnifico papel que lhe confiado.
< O senado, constituido era parlamento ou era
supremo tribunal de juslica, as occasies so-
lemnes
ZTi nnde.ab,ndara os documento, em I Comtudo nao podemos resistir .o pmer de
apo.od. organ.sagao proposta pelo Sr. Pradi. citar urna cloquenle invectiva do sabio publieis-
S-Tri S." U h ^ l6r S< Th0^la U 'S pUblCSl" ue teimara em
Lu L d nn0,xCOnVen.Cer"Se"h5 de qUG S Ven?a0 d0 Deu3 e da Pendencia as cousas hu-
doutore* daquella poca gloriosa tinham clara-
menle entrevislo essa organisago. E' o que o
Sr. Pradi procura provar por meta das eilagoes
que faz desses autore. (P. 220, 222 o 223.)
Cora elTeito, esses autores regeitam unanime-
menlo a forma diapolica ou arbitraria, a mais
deteslavel no pensar delles, quod tst omnino
corruptum ; Bellarmino, De Rom Pon., I, III.
ES. Thomaz pede que o poder seja de tal
sorle que nao degenere em despotismo: Sic
temperelur ut in lyrannidem de facili declinan
nonpossit. O governo deve de tal sorle ser or-
era que se tratasse da responsabilidad ganlsado que o rei nao tenhn occasiao de prati-
niinwtcnal, vena, cora o augmento de sua in-1 car actos arbitrarios : Sic disponenda eet guber-
fluencia poltica, a importancia de suas funeges. j nato ut tyrannidissnblrahelur occasio De Re-
na altura de sua misso que proteger a consli- I gim, priue.. I, VI.-Bellarmino considerava co-
lu.rao e as tais. O corpo judiciario, de sou lado. I no superior monarchia o governo mixto, isto
tomando parle cm todas as represses legaes pro- coraposto de democracia, de aristocracia e de
clora, a liberdade e das immunidades so- monarchia.- Utilior in hac vita quam simplex
naes, e fazendo parte das relages nojulgaraento monarchia, ib. E o notavel que a arislocra-
das causas de cBnslitucionalidade e de re.pon.a- ca. segundo elle o S. Thomaz, devia ser urna
tulidade ministerial, veria reeoraecar em seu pro- aristocracia como a entende o Sr. Pradi, cora-
veito o anligo prestigio cora o esplendor dos an-
Igos parlamentos. Os tribunaes inferiores, como
o parlamento reconstituido sob urna forma mais
lgica, retumbaran! de novo comas grandes lu-
las da liberdade, da lei e dos inleresses popula-
ros que fizerara a celebridade do anligo corpo
judiciario. Os advogados mais illustres, os pro-
curadores geraes mais sabios seriam admiltidos a
discutir nesse grande tribunal aquellas questoes
& respeito das quaes esto condemnados ao si-
lencio o inaccao. Teria ainda bellos das a elo-
quencia ; as carreiras sociaes abrir-se-hiam de
nevo brhanles para a ambigo.
< Doizando o poder central de ser o alvo dos
prelendente. e dos revolucionarios, cada um ha-
via de aspirar ser raembro desses iribunaes
que conduzriara ludo, dessas assemblas le-
gislativa, que teriam de discutir e proteger tao
grande, interesses, daquelle senado, daquella
nl.igo, daquelle parlamento que havia de ser o
areopago mais illustre da Ierra. E o poder ac-
tivo, oc:upado, no pleno exercicio de suas rega-
las, assisdria esse espectculo da liberdade,
prulegondo-se a si mesma, aqui, ali, em toda a
rule, nos corpos constituidos, as municipali-
dades, ua3 corporagoes livres, nos grandes con-
selhos da naco, na egreja, sem que nenhum
do ;us direitos essenciaes ficasse coraproraelli-
c. Seraprelirre e independenle, tendo sempre
meio. do fazer beai, e serapre o ultimo deside-
ratnm sob essasdiversas relaces Que espec-
tculo para se offerecer ao genero humano, e
que gloria para aquelle que completasso o edi-
ficio social lal qual de sorle que delle fizesse
sahlr urna organisago tao nobre, lo elevada,
tao lgica, tao til.
< Porque essa organisago nao urna utopia.
Repousa sobre o que e o desenvolve. Atiende
iodos os principios de ordem e de conservacao
geralmente aceitos pelos publicistas. D razo
aos dous mais illustres conservadores dos tera-
pos modernos, aosSrs. Bonald e Joseph de Mais-
tri, quando ellos diziam que a constituirlo de
iirn paiz era a nocao organisada e nao um pedaro
do papel sujo. (P, 213 e 214.)
Lis o modo por que pensa o Sr. Pradi que se
pode organisar a democracia nos paizes catho-
Cus da Europa ; pois essas theorias nao se ap-
p:icam s Franca. Pareco-lhe incvitavel sua
applicacio Austria, Hespanha e at Italia
0 que se passa naquelles paizes, confirma essas
prerisbes, ou pede a applicaco dessas ideas co-
mo urna necessidade urgente, e julga elle que
essa forma social, infinitamente superior o fr-
a ingleza, a forma natural e definitiva das
sociedades calholicas.
L' desta arle quo o profundo publicista faz
rcnaecei sob novas formas aquelles corpos inter-
mediarios que eram outr'ora a forga e a segu-
ranza das sociedades aristocrticas. Eis o que
e'le charca urna sociedade organisada democra-
1 a, inonarchica e calholicamente, como con-
cern a Franca e a suas tradges nacionaes.
Cora efleilo, se alguem remontar edade me-
dia, achara os principaes lineamenlos dessa or-
ganisago social, como podera convcoccr-se
ion lo a historia dos diversos estados, por Aleixo
Monteil, e o livro de Tocquevillo sobre o anligo
posta de chefes invesiidos de attribui^oes espe-
ciaes, como recompensa do mrito e nao em vir-
taite* atll"?*^ \ TM d6 ,0da Pal"T'a "cramen,al. d H liberdade. nao
i? eir fi Pcn"d aee lerir. nao s para punir, mas para corrigir '* -'- -
manas : estes polticos veem o fado niateri*!,
corpreo, que a. torgas sociaes expriraera, como
os animaes veem as casas sera remontar aos que
as flzeram e sera cuidar no3 que as habilam.
Assim. nao lhe. preciso fallar em Deus ; para
que ? Nao somos um concilio. Era com esla
patarra que as u.timas assemblas revoluciona-
rias ter-vos-hiara fechado a bocca.e teriam focha- zcs ; ora, o christianismo '
do a boca de Cicero ou de Demosthenes ao in-
vocaren! os deuses immorlies. De que servira
fazer intervir a Providencia do Deus as cousas
humanas ? Tudo isso havia do ser mysticisrao
e trabalho perdido. Sim, sim, myslicismo e Ira-
balho perdido representar aos principes, aos le-
gisladores, aos povos, Deus, personalidade viva
e deslinda das homens, que esclarece (oda a in-
lelligencia que veni ao mundo, que Iraga por
conseguinle uro e oulros seus deveres, juiz so-
berano que toma nota de suas determinagoes,
punindo e recompensando individualmente os ho-
rneas e collectivamonte as nagoes.
Nao melhor fnzer a theodica como que-
rem Hgel, Feurbach, Stiruer, Baner, Prudhou ?
Dcpois de lerera eliminado Deus como urna in-
tudcded.re.todonasc.mento: T,rluti non ge- venoao dos padres, aos aristcratas e dos reis a
neredeferatur ; ib. Eram governadores de.pro-! fira de embrutecer o povo e des'ructa-lo esses
vincas ou de edades, occup.ndo na herarch.a j philosophos endeo.am o hornera, seus vicios e
um lugar inferior ao do soberano, tendo porm suaspaixes. Pde-.e definir o destino do
una certa independencia : Aon sint regis vicarii homem e do mundo : urna idoloplaslia do ab-
sed veri principes. Ve se transluzir aqui a iddt soluto ... urna endeosagao ou apoihese da hu-
de de.renlr.h..clo raanidade, o pela humanidade de toda natureza.
Autilidade doelemenio democrtico no go- { Proudhon. ajnsliga, p. 527 t II ; Dtaam o
venjoentrava quando muilo as preoecupagoes que querem, eis urna philosophia que se cora-
dos sabios dou.ores Oueria S. Thomaz que os prebendo, urna philosophi. .positiva, pra.ica. e
chefes fossera escollados pelo poro, ou lirados sobtetudo uotavelmenie provoitosa sociedade
da cla.se do povo. Eis sua aristocracia, a qual Tudo 6 Deus ; tudo quan.o elle faz ben. feilo
parece Inver copiado da dos bispos : Principa- ( Nao vale a pena quebrar a cabega quera pode che-
tusad omnes perltnel tum qnia ex mnibus gar ser sabio por tal ureoo I
elig possnnt, tum qnia etiamub mnibus eli-
gunlur ; Ia Q. CV, A, 1.
Acabando este artigo, repetmos que nos con-
tentamos era apresentar aqui as ideas do Sr.
Pradi. Importara di-las a conhecer antes de
discut-las.
IV.
O catholicismo tem um caracler eminente-
mente social : verdade que sua doutrina reli-
giosa e theologica e sua forma sobrenatural cons-
liluera a sua esseucia ; porm justaraenlo por
isso mesrao que elle se prende & sociedade por
mil modos, que estendo suas raizes, suas rami-
ficagoes por toda a parle, e que a sua invencivel
tendencia abragar tudo em sua esphera absolu-
ta. Elle aspira e lem direito de aspirar urna
accao universal sobre as letras, as .ciencias, as
artes, a pollica, a industria, sobre tudo final-
por tal urego 1
Deus tao visivcl na creago e na sociedade,
e talo esplendor de sua presenca que nos cega
com sua claridade. Estamos mer'gulhados nello,
c 1.1o pouca,conscienca temos delle como do ar
que respiramos. Sua luz no-lo oceulta, sem fal-
lar naspaixoes que, desfigurando-o com seus ul-
trages, impede-nos do o verem sua sabedoria
que sua essencia e que resplandece em todas
as suas obras ( p. 23 e 235 ).
O Sr. Pradi raostra ao depois que poderosas
influencias tem os mysterios e os sacramentos da
religiao sobre a sociedade. A Eucharistia, diz
o sabio publicista, c por exeraplo, um sacramen-
to eminentemento social. Myslerio de amor,
procura elle transformar ha desoito secutas a so-
ciedado do mal em sociedade do bem. Entre-
tanto os polticos nao querem sacramento, e os
; philosophos zombararo desse myslerio ; elles es-
j tenderam urna mao fraternal aos herticos que
mente, pois quer modelar tudo sua imagem
i/'!''0-3 Unive,iialidad; foPrinciPalra^-'na"dacomprehendcndo da substancia das cousas
r roa, :crs;eato,"e,nm d ^ s ** *****
Z y ,CmP 'e dessa ob". mosl" comprehensao.com urna palavra o symbolis-
12 SSST. eSU '""ST'V**'\~***** -egio era sua ssencia.
as, philosoph-cas e,mor.es, esta tambera as qi)e Deus volando-.e. fazeudo-se pequeo pal
sc.euc.as polticas e sociaes, afim de que se ra melhor chegar nos
eslabelega bem que nada ha no Cosmos que nao Myslerio sublime de egualdade que trans
o relra de perto ou de tange ao Deus do catho- formara as sociedades sem des.ruir-lhe a hierar-
'ic.3moc a dvma-r^.o que estabelecrapa-; cha fundada na hier.rchia do Padre, do Verbo
; e do Espirito, mas que destruir nessa hicrar-
ra tudo ligar elle (p. 228)
JjZtOHl g, C*,ra'n Pr Cl'UlUd ,,ue l'o^ver de ofTensivoe injusta.
urna moltidao do pontos no plano divmo. Teem afim de que ella seja consumada na unidade
sua ulil.dade poltica o social os dogmas e os como o Padre, o Verbo e o Espirito : todos em
mysterios. a hierarcha e as pralicas da religiao. um. um em todos.
Sendo a sociedade Celta a imagem do catholicis-
mo, a sciencia daquella devia
desle ; a phosophia
amor
ser a ma
spirito : todos em
e cada um era seu lugar no
Hierarcha dos tres reinados da oaturoza
o culpado. Seu dogma do aperfeigoamenlo pela
provagao c peloesforgo d a razio pratica e phi-
loaophlca de todos os progrewos ociaes, de lo-
dos os aperfeicoaraentos humanos e de todas as
tevolugoes.
A hierarcha da egreja o modelo da hierar-
cha social. O que mais preoecupa aos nossos
polticos de hojo a condigno das classes iofeli-
ensina que nos deve-
nios uns aos oulros, os que teem aos que tiao
teem, e os que-nao teem aos que teem. Deus
chantas est, esla palavra diz tudo, e nosensina
que toda guerra Ilegitima, quando nao tem por
fim repellir um aggressor. e quando se assgnala
por crueldados inutes. O repouso ao inimigo,
urna alta na oragao. e fecunda o trabalho pou-
pando as forgas do Irabalhador. As (adatabas
trazera a bencao de Deus sobre os trabalhos da
agricultura.
As solemnidades fnebres, ligando os vivos
aquellos que os precederam na elernidade, con-
servara o respeito aos antepassados, livram a me-
moria do esquecimento, e continuara a sociedade
anda alera do tmulo, reunindo-lhe a commu-
nhao dos santos. Tem um carcter nao menos
social as outras pralicas e as oulras ceremonias
religiosas. Sob as formas mais diversas, tudo
ah concorre para instruir e melhorar o povo que
sem ellas perdera denlro em pouco o sentido das
cous*s divinas, e com esse sentido a pouca phi-
losophia e moral que est sou alcance. Ellas
por si s lornam o homem religioso e sociavel, e
unindo-o Deus, ultimo alvo de todas as pres-
cripges, nao fazem da sociedade temporal c es-
P'ritual mais do que ums s e mesma sociedade
unida ao seu divino ideal. O catholicismo,
pois, feito para a sociedade e a sociedade para o
catholicismo. (Pag. 241.)
Eis em que ordem e encadeamento lgico des-
envolvem-se as theorias sociaes e polticas do
Sr. PraJ. Mas nao isso lalvez o que mais se
recoramenda na democracia. Essa obra sobre-
ludo instructiva : importa conhecer fundo o
mechanismo aperfeicoado das sociedades moder-
nas, sua orginisagao materia!. Elle aprsenla o
parallelo comparativo dos diversos estados euro-
peus com relagao sua forga e ao seu futuro.
O Sr. Pradi pensa que a Austria pie sahir
do estado de inferoridade, que parece ter che-
gado, e desoja que assim seja. porque veria nessa
resurreigo um comego da allianga dos diversos
estados catholicos, que, segundo elle, a nica
allianga exigida pelos interesses da Franca e do
catholicismo no futuro, quando a quest.'io italia-
na, resolvida pela forga dos aconlecimentos e
pela vontade da Providencia houver, feilo desap-
parecer todos os motivos de realidade ou de iso-
lamento que afastavara ha pouco ou que afastam
ainda essas duas grandes nagoes.
A revoluco, diz o Sr. Pradi. s ha de ser do-
mada quando as sociedades calholicas se organi-
sarem calholicamente, nao sob as formas do an-
ligo rgimen, iucompaliveis com o estado pre-
sente das sociedades, ou sob as formas do par-
lamentarismo inglez, as quaes nao comportara o
estado das sociedades contnentaes, mas por meio
do urna sabia combiiiacaa das diversas autono-
mas sociaes, tendo a sua frente um poder forte e
urna egreja inlependente. Elle pensa na verdade
que seriam tao inefiieazes no futuro como no pas-
sado lodos os mcios erppregados al hoje para
conter a revolugao, os quaes nao poderiam fazer
parar a corrente serapre crescenle da democra-
(Pag. 72.) O Sr. Pradi prope, pois, para salvar
a sociedade, metas mais enrgicos o sobretudo
mai pralicos do que os que foram at hoje em- u
pregados. Dere-se, porm, Ir procura-Ios na
democracia, que ser um dos livros mais uleis,
INVENTO.
O Sr. Bruno da Silva, ura dos fundadores da
associacio dos esteireiros em Lisboa, introduziu
m novo invento no fabrico das esleirs. Este
invento consiste era um lear alto, onde os artis-
mars curiosos e mais originaes que se tem es- tas podera trabalhar em p ou sentados evilan-
cripto de ha muilo.
Teriamos enlretanlo de fazer algumas restrie-
gues, nao aos principio., mas ao modo porque o
autor appltaa-os pollica interior e exterior.
Talvez julgue com demasiada benevolencia cer-
los homens e certas cousas, e exccssva severi-
dade oulros homens e outras cousas; porm,
forgoso reconhecer que a sua censura inspi-
rada por um dosejo ardente eapaixonado de ver
os catholicos frente da sociedado as ledras,
as scioncias, as academias, as universidades,
na poltica, na diplomacia, em toda a parte final-
mente. E pelo que diz respeito s sympalhias
que lhe censuramos, tambera justo dizer que
em substancia sua Iheoria social seria a Irans-
formagao radical daquillo que elle parece accei-
tar com demasiada iodulgencia, porm sempre
cora urna giande independencia.
1. H. Martin.
(Monde.II. Duperron )
Variedades.
INCENDIO.
do-lhes desta forma a incommoda posico que
al agora eram obrigados. Na taja do Sr. Bruno,
em Lisboa, na ra da Annunciada, est exposta
o novo invento.
UMA AMAZONA.
No dia 16 do passado. entrou no campo do tiro
nacional de Vincennes (Pars) urna amazona, que
se apeou dante da entrada. Depois de entregar
oseucavallo ao criado que a segua, entrou no
recinto, levando n'uma mo o chicote, e levan-
tando com a oulra a cauda do seu vestido de me-
rino prelo, de modo deixar ver um p e urna
perna da matar perfeigo.
Dirigiu-separa o tiro de pistola, mandou car-
rogar as armas, e de dez balas melteu oito no
alvo. A joven dama recebeu, sem falsa modes-
tia, as folicitages dos espectadores. Um capilo
, de arlilharia lhe oflercceu o brajo e lhe segurou
o estribo para montar.
Esta amazona viuva de um americano, que
explorava minas de prata, e no que perda ou
ganhava urna fortuna todos os seis mezes, e que
raorreu opportunamenle.
Tres raezes mais cedo ou mais tarde s deixa-
gem na Ierra, hierarchia dos globos celestes no espa- i ca. Os anligos processos nao poderiam prole-
a primera a imagen, do go. hierarcha sacerdotal na egreja, hierarchia ger-nos efilcazmcnto. Tudo isso est velho e
w rxns^K.r!: rfs st^sr zssr-
gragas esto principio do Cosmos, que o mundo deres na sociedade
natural feilo imagem e semelhanca do
mundo sobrenatural, sendo ura o oulro a obra e ; aes', raa unio de'odas e:
a representacao da titadade divina que (lies ser- mas o entre si pela atraegao, pelo amor por
ve de typo e de lago. uraa sernc,hanca commum JJ
dol po- podientes dos anligos partidos. Precisamos de
hierarchia das associages e duas consas para termos urna proteegao efficaz :
vres, hierarchia das classos aoci- a religiao e a forga. porm a religiao inlelligon-
Nodia 29 do mez passado, pelas duas horas e
me.a da tarde, rebentou um Incendio era Hom-
burgo, na grande sala de comer do estabeleci-
raento dos banhos, na occasiao em bava de servir mesa para o banquete de nup-
cias do director do banco de Francfort. Diz a
Caseta de Elberfeld que o incendio se propaga-
Era-U' ume"te q'Je eSU beIla sala- C0" P-|ria a sua raulhcr olho. para chorar,
turas s tiuham custado mais de cera mil francos,
ficara em pouco lempo redunda a ctazas. bem ------------
como o theatro que lhe ficava conliguo, no qual DMA "EROINA.
^^^^::^:i:^a^:^\Em ^*i -
salvar os edificios principaes.' Diz-se quo o fogo "*"*-
se communicra em consequenca de urna expo- Urna bella mexicana, por nome Manuelita
sao dos tubos do gaz do theatro. t- n -
>aldez, amara um joven americano. Este, pas-
sado lempo, abandonou-a, e, o que c mais, fal-
lou em seu desabono.
A bella mexicana aecusou o infiel de dfama-
co, eo charaoii ao tribunal. O juiz, depois de
uraa allocuro cm que fez sentir a merecida es-
limacaoquegozava a bella mexicana, convidou
o aecusado, em nome de sua propria dignidade,
conceder urna reparacao solemne mulherque
offendera, retirando as expresses calumniosas
quo proferir. Quando o juiz acabou de fallar.
SUBLEVACA NO MAR.
O Echo do Povo, jornal portuguez que se pu-
blica em Hong-Kong, de 12 de agosto, d a se-
gunle noticia de urna sublcvago bordo de um
navio de emigrantes sahido de Macla para Ha-
vana :
I Mais ura caso horroroso de levantamonlo
e omigracao lirre, despacha-
bordo de um navio d
do d
te e a tarca aperfoicoada da cvilisagao moderna.
Para fallar mais claramente ainda, precisamos de
hy- um poder civil armado de todas as forgas vivas
senlalivas da monaJa divina.
FOLHETOl"
GDY LEVINGSTONE
ou
A'TODO TRANSE
Jor
POR
je Alfredo Laurcncc
^
XXVI
Entao dobrem os sinos
fnebres canle-se um R-
quiem urna anliphona, um
canto funerario pela mais real
belleza, que roorreu ; mor-
rer duas vezes roorrer Lio
joven.
Duranle os priraeiros minutos que se seguiram
partida do trem, Guy esteve incapaz de reunir
suas ideas. Quando perdeu do vista a grande es-
tatura do Mohun, pareceu-lhe que seu nico
apoio lhe fallava de repente, e sentio-sc mais s
e mais abandonado que nunca.
Nao tardou porera om readquirir ascendencia
e vigor persistente de seu caracler ; c elle olhou
de fronle sua immensa dor, como faria com ura
inimigo do carne e osso ; mas, era nesse dia,
era no3 eguintes, elle pode seguir por muilo
lempo o Go de suas rcflexes, sem interrom-
pe-lo.
principio comegou perguntar si proprio
como achatii Constancia. Estara ella muito
mudada ? Como ella ora bella, m noile em
que se separaran), com seu enfeite de myosolis
azues, brilhando entre os mcgos refloxos de
seu3 cabellos Teriam seus othares a fra ex-
presso, que elle se lembrava de ter-lhes visto
ento, elle nao notara no derradeiro olhar da
pobre moga, ou antes Iho perdoariam clles
por lira e lh'o diriara ? Nao, se ella soubesse
tudo.
E entao elle via, horrivel contraste com sua
pura e mageslosa belleza 1 surgir dianle de
si formas e rostos que tinham tomado parte em
suas orgias duranle esses ullmos mezes ; elle as
via, cober'.as de rebiques, de joias, e de seus
adornos de corlezias.
Havia espalhado nessas apparigdes um horror
mais profundo ainda, do que nos phantasmas os
mais repulsivos em sua pulrefaegao physica, os
quaes os delirios da febre tenham por ventura
evocado de ura CfDiilerlo.
Se desde essa poca, desde a qual j decorriam
"() Vide Diario n. 289.
repre-
Preferraos, po- I No christianismo, tudo tem, pois. ura carcter
rom, mandar nossos lettores as obras do Sr. Pra- social. Elle ensioa as sociedades diri
d^ie onde sao magnficamente desenvolvidas essas bem, visto quo tem preceitos
igirem-se
theorias.
dencia e na sua esphera espiritual urna autono-
por suas proprias tais,
porm iitimamenle convencido das necessidades
des ou pequeas, ricas ou pobres, seu dogma da
para todas, gran- modernas... E se nos permiltem ainda urna pa-
rautos mezes, erara seus labios indignos de tocar
as nios e faces de Conslancia, que nao seam
agora ?
Elle apertava convulsivamente as maxilas urna
contra a outra. condemnando-sc si
com que amargura !
lavra, precisamos tambera, como coroamento,
Entretanto as verdejantes colinas que se er- temperado pelo justa orgulho de um homem,
gera entre Rouen e o mar fugiam e desappare- I que correu era grande perigo, de ura homem que
ciara rpidamente : e chegarara ao Havre, como j navegou sobre ornar, e vio as maravillas de
Mohun tioha dito, juslamenle lempo de lomar seus abvsraos, e que sobreviveu ludo isto
prop.io, c o paquete de Southampton. A' roda do narrador reuniram-se, sera duvida.
Amoagava mo lempo. As nuvens agtame-! cheios de respeilosa adraraoao, seus collegas -
ser-tne-ma muito meno, penivel acha-la cheia ravam-se como massas do algoio
e rriflza p nliivo/ Hn m nt i "'".........------e,-""". coloridas com i a nata da parle seda e fitas os prmeiros so-
ez, do que o-la Dnar-se de re -. urna tinta cor de cobre, eraqnanto as vagas es- I ductores, de manciras polidas. c os
acidado santa e constitucional de Macu na
China. A galera hespanhola Encarnacin, capi- Manuelita Ian?ou sobre seu anliS amante uraa
lo Ancoiiago, que largara de Macu havia 6 dias
cora urna boa carga de mercancia''humana para
o mercado de Havana, arribou antes de honlem
aquella cidado por nao poder proseguir a viagem
por se terem os pasageiros licres sublevado e
dado balalha trpolago ficando esta complela-
menle inhabilitada marear o navio. O resul-
tado do combate fui ficar o interprete (um m-
catela conheciJo peta nome de Nano padeiro) sem
vida, o captao o a mor parte dos maiinheiros
eridos. Da parle dos inimgos houve tambem
bastantes feridos e morios. Esla tragedia levo
lugar no alio mar. porra o entremez vac-se re-
presentar em Macu ; vejamos que passos bao
de dar agora as autoridades daquella cidade es-
lando all o navio cora os sublevados bordo ;
mas esla prova da boa vontade com que vo, bas-
ta para que o navio seja de novo tripulado, afim
de seguir o mesmo destino.
>ioto c qualro horas depois que recebera o
chamado, Constancia sabia que seu amante nun-
ca fra entregue de sua primeira carta, e que elle
agora eslava apoaas quinhenlos passos distante
vista em que transluzia mais affeigao que co'.era,
e pareca implorar-lhe a reparago que lho era
devda.
Todos esperaran, que o aecusado fizesso o que
se lhe poda, porm cm vez disto, declarou fria-
i raenle quo sustentava o que dissera, por que era
i verdade.
A bella mexicana, indignada, interroga o seu
calumniador, dtrigindo-llie as mais violentas
censuras ; porm conservou-so impassivel e com
ar desdenhoso. Manuelita, no auge da indigna-
go, metteu a mo no vestido e urna forte deto-
nago aterrou a assembla.
O joven americano cahiu banhado no seu san-
gne, o pronunciando apenas algumas palavras do
agouia^expirou.
A bella mexicana, cora a dignidade de quera
pralica um aclo de juslica, enlregou-so priso,
dizendo : Miseravel trahiu-me o calumnou-
rae ; leve o castigo que "mereca.
penla como sua carta pareca indicar. Sua
carta .... Quo seria feito da primeira ?___
Se a houvesse recebido, quantas cousas seriam
salvas A vida de Constancia, talvez, e certa-
mente urna parte de sua honra.
Passou-lho pelo espirito que Flora devia ter al-
guma parte no descamnlio desta missiva ; mas
esla suspeita pareceu-lhe mal fundada e banio-a
da mente.
. mais ligeiros,
punanles, cada vez mais numerosas, comegavara que por ventura tenham saltado de um puta por
sacodir seus caixes contra a lioha sombra do cima de um balcao : todos escutaram-o. como
horisontc. I os joven, pescadores do Nantuckettaprestam ou-
I.evingstone era o objeclo de um grando inte-1 vidos algum veterano na pesca da balea, que
resse, e o assumpto de rail supposiges para o vae narrar-llies o furaco que o apanhou um
, pequeo numero de viajantes, que as necessida- dia entre a trra do Fogo c o terrivel cabo de
i des urgentes de seus negocios fofgaram deixar,
lnguidos e trmulos, holeis confortareis por es-
Apezar de enternecer-se por Constancia, nao | S0 ,oa,hadllno de na^ta j hmido e vacillante,
Sua impaciencia de partir era lo evidenle, que o
consciencioso agente encarregado da polica de
bordo czaminou muitas vezs eseu passapotle com
um ar suspeitoso.
Mr. Phineas Hacketi, deBoslon, (Estados-Uni-
dos) negociante, capacitou-se de que tiuha de-
fronte de si o hroe de alguma falsidade gigan-
tesca, ou o de urna ban^arota fraudulenta da
gostava de julgar sua rival muilo severamente ;
porque elle a tinha oftendido tambem se bem que
em menor grao. .
Raras vezes acharis os homens, anda os mais
severos e os mais sabios, dispostos mostrarem-
se rgidos para com as faltas, que nascem de ura
profundo amor de si proprios. justo e natural
que assim seja.
Se quem foi causa indirecta do crime nao acha
Horn.
Mr. Winder gabou-se, dopois de ler ajudado
com seus conselhos e animages todos bordo
desde o mogo da cmara at o capilo inclusiva-
mente, e de se ter tornado essencialmente til
ao homem do lome.
O fado que elle sollou altos gritos durante
toda a noile, e nao cessou de chamar em seu
soccorro o sleward e o cu.
Em suas supplicas esla ultima potencia, elle
muitas vezes erapregava um pedago do symbolo
icha | mais alta escala ; mas no momelo em que elle | dos apostlos, horrivelmente alterado ; "porque
escusa em favor do aecusado, nao sei onde iro tarjara uraa queslao astuciosa, pela qual contava I sua educago religiosa fra oegligenciada pon-
ambos para encoutrarem ura advogado. Saint- j descobrir este myslerio irapenelravel, Guy qu
Kevin nao tinha necessidade de se dar tanto Ira-! Passeiava rpidamente no convez, voltou-se e
balho ; havia mais gente do que era preciso para achou-se face face cora elle,
lancar no abysmo a pobre Kalleen. Creio que Creta que elle nao nolou somente neste roslo
nao rolia a pena canonsa-lo. j curioso e barbeado de fresco, que lhe locava qua-
So meio do to,in3 os pensamentas de Guy, de-'.' colovello ; seu pensaracnto remonlra-so
balia-se anda um outro, com, ria ficil ev. carta perdida ; e o olhar selvagora. que flameia
lar ludo isso, se a menor cousa houvesse ao iva-lhe nos olhos, fez tremer o coragao desse
lecido differenleraente. E assim que depois de affouo uraa grande perda no jogo um homem reflectir prelo.
no quanto ganharia se jogasse urna carta de ou- Diabo de enigma, difficuiiue re decif I
tro modo, ou se aposlasse antes por um jogador murmurou elle com um ar desolado, retiraooo-
do que por outro. jse desapontado. para debater-se duranle o resto
Tenho ouvido bons juizes dizerem que estes da travessia no paroxismo de sua curiosidade nao
clculos posteriores sao o que ha de mais insup- satisfeila.
portavel e enfadonho. Naturalaunte pensar | O lempo pareca peiorar cada momento. Um
nisso alormenlar-se si proprio, como se nao i "Cita furioso do norte soprava do mar assobian-
fosse urna verdade banal que as pequeas cau- do, como para desafiaros navios, que a corren-
ras produzem grandes effeitos. | ta jogava para o interior da molhe, que avan-
Nao quero tornar-me historiador, seno, narra-ICassera e lhe viessora ao encontr,
ria aqui quanlas vezes o continente lem sido O apilo da Gaivota respondeu-lho coa seu
amotinado por causa de urna cousa, que nao'som agudo ; e o velho, mas seguro navio, saco-
agrada a lal ou lal, ou por um navio que nao le-
vantara ancora em lempo.
Guy nao podia admittir de si para comsigo
certeza da morte prxima de Constancia ; e len- sobro a brisa, que lhe moslrava os denles.
dindo a espuma todas as vezes que sua proa mer-
gulhava n'agua, como a sacode de suas azas o
passaro de seu nomrparlio com a proa direta
tou fixar seus pensamentas sobre este ponto, al
que um lorpor indolente, semelhante ao ador-
mecimenlo, lhe gaohouos merabros. Levantou-
se por um movimenlo cheio de impaciencia, e
pz-se pensar com que vagar caminhavain,
Era urna verdadeira noile da Mancha urna
noile, da qual Mr. Augusto Winder, coraraissario
encarregado om Pars da grande casa de raercia-
ria Harris 4 Companhia, da Regen Slreet, fallou
depois com um eslremenimenio retrospectivo,
cagao religiosa lora negugenciada a pon
to, que era esta a nica idea que elle (ovo de
uraa oragao. Entretanto, nao havia ah ninguem
para impedir seu triumpho, ou contradizer sua
invariavcl conclusSo :
Uina noile horrivel, senhoros, mas o dever
dever, e ura bravo sempre se porta bem. Se-
nhor Sasnett, vou pedir-vos um pouco de fogo,
mil perdoes 1
E accendia um havana superfino e beba ura
grog bem doce, fazendo esta saude :
A' nossas nobres 3audes, senhores !
OUm hcec meminisse juvabat.
Havia a mudo Iguem, que fazia um contraste
frisante com o galante Wiuder.
Levingstone nao desceu cmara, mas toda a
noilo passeiou no cenvez, com os olhos anciosa-
menle fixados em frente, alravez das Irevas es-
pessas, e debaixo da chuva que cahia.
O capilSo Wealherby olhou-o com ura ar de
satisfago no momento era que Guy, fazendo um
alto era seu passeio, parou junto delle, direito e
firme como um grande mastro de pinho de Me-
mel.
Eis um passageiro como gsto de ter, diz o
velho marinheiro em ura tom confidoncial seu
mmediatj, bebendo com elle um grog aincal.
Tela manha o venta cessou, e ao romper do
da, a Gaivota eslava vista da Una de Wight,
e enlrava tranquillamente as pacificas aguas do,
Solenl,
Cuy foi directamente 3 Venlnor,
ILEGVEL
Levingstone relirou-se para debaixo di mais
espessa sombra das arvores do jardim. Elle sa-
ba quanla razo tinha Cyrillo para odial-o, e
del.a.pedndo para ser admi.tidoYsuaV^^^^^^ 'r U!D enCOn,ro COm
E.ta Tontinta ZlZ^ ^^ TU* ^ orreu-lhe ao espirito a recomraendaco de
press^di 1 o PU,Ca9 PaI"rU eSCrP'aS "ohun- econheceuqueeraperfoilaraente fun-
a pressa, dizendo-lhe que lhe era impossivel v- dada
lo no mesmo dia, e pedindo-lhe que esperasse .".*",
A leltra desle bilhete era muito mais tremida"' r alguns minutos para tara em
o mais lncerla ainda, qe a j lo pouco firmo
cuja vista o ferira na vespera tao penivelmenle!
iro.
casa esta vara illuminadas :
Ella claramente mostrara que esforgos tinham
custado enferma para tragar somente essas li-
onas lo breves.
Guy n lentou mais nutrir illuses ; porm
duranto o dia iolclro ficou s, face face com
seu desespero.
Elle sahio noitinha, e chegou-so com pre-
cauco casa habitada por Conslancia.
S os phantasmas sao os que errara. Os ho-
mens tao impotentes para repararem o passado
como se fossera espiritos desembaracados de cus
envolucros caroaes, frequenlam, mesmo antes de
morrer. o theatro e os tmulos de suas felicida-
des perdidas. Nao duvido que os exilados do
Paraizo errassera ainda muito lempo em roda
delta, conservando-se somente fra do alcance
do anjo da espada de fogo, bem qfte elles tives-
sem aberto diaoto de si o mundo intei
Duas janellas da
uraa dellas por esse fraco clarao particular
lampada de um quarto de doente.
As arterias do Guy principio liveram pulsa-
goes desordenadas ; mas depois aprlacaram-se
o s pulsaram pesada o dfficilmente. Elle sabia
que Constancia repousava nesse quarlo.
A outra janella eslava brilhantemente Ilumina-
da,porraslsemi-coberla por urna cortina.
Era quanto olhava, urna raao.p..xou brusca-
mente a cortina como por um movimenlo de
impaciencia e de colera, e um hornera veta de-
brucar-se janella, lancando para Iraz os cabel-
los, que lhe cobriam a fronte, para expr caboga
a frescura do vento.
Guy nunca (nha vista esse rosta irascivcl e
sombro; masadevinhou perfetamenle de quem
era, bem que apresenlasse pouca scmelhanga
do familia para guiar suas suspelas.
Cyrillo Brando tinha as feigoes delicadas o
finamente desenhadas, como sua irma, porm
al ahi parara a semelhanga.
Sua tez, naturalmente morena, tinha-se bron-
zeado sob o sida India. Seus olhos negros,
chotas de fogo, seus labios pequeos, que pare-
uiam sempre & poni de tremer e enrugar-se,
formavam um contrasta notavol com a phystaao
ma de Constancia,
fazer movimento algum, e depois deixou repen-
tinamente cahir a cabega as mos com um
profundo suspiro.
A luz brilhante de que fallamos ficara por
detraz delle, o Guy poda ver seus dedos, enlrc-
tag.ados uns nos oulros, lorcerem-se com deses-
pero, como so elle quizesse dislrahr-se de urna,
angustia mental por urna sensaro de dor phy-
sica.
Em presenga de um lal espectculo Guy disso
comsigo que ura outro alera delta renunciara
tambem toda esperanga : e com o coragao mais
despedagado que nunca affaslou-se sem baru-
llio,n.io para repousar, mas pira scismar e
esperar pela manha.
No dia seguale pelo meio dia chogou a men-
sagera tao esperada.
Charo Guy,
Oblive finalmonle a permiss.io do ver-vo
mas nao tai sera muita difficuldade. Eis aqu
com que condiges somente; nao ficarois
comigo um minulo so quer alm da tres horas;
ser mister deixar Ventuor inmediatamente
a depois, e nao vollar mais. Tudo promelli por
vos. Isto parece-me durissimo; mas nao de-
vemos pensar em tal nosle momento. Vide
quanto antes.
C. B.
Dez minutos depois havia somente ua perla
entre Levingstone e Constancia. la par conse-
guinte ler lugar essa eotrevista qua elle dese-
java e que lano temia I
Seus ervos de bronzo nao fraquearara : ora
semelhanle crise nao era de suppdr quo citas
podessem trahl-o.
Quando Conslancia puvio seus passos, erara
elles tao compassados e seguros,como ella nao so,
lembrava de os ter oulr'ora ouvido.
Tal seria seu caminhar, se etto.raarchasse ao
encontr de um fogo de pellotJo.
A lia ds enferma, Mistress Vavasour, eslava
junto della; mas sahio do quarto no momento
em quo Guy abri a porta ; e acharam-se ambos
sozinhos como no dia err. que se tinham sepa-
rado.
( Conlinuar-se-/ia /,
PKRN. _TYP. DE M, F. D PAB^-ISo"",'
\


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