Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09189


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Full Text
illl XXXYI. HUMERO 289
Por tres mezes abantados 5J000.
Por tres mezes vencidos 6$000.

ESXTA FEIRA 14 DE DEZEHBRO DE 1861
Por anno adiantado 198000
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGAD03 DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Aleinndrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaly.
Sr. A de Lemos Braga; Ceara, o Sr. J. Jos de 01/
veira; Marinho, oSr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Guimares ; Piauhy, o Sr. Joao Fernandes de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
FARLIUAs UOS CUKKElUs.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Paralaba nal segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e
Garanhuns as tergas feiras.
Pao d' Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo. Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Sirinhem, Rio Forraoso. Un, Barreiros,
Agua preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partero as 10 horas da raanha
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO. JAUDINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL!
5 Quarto minguante as 3 horas e 40 niinutosf-r j
da tarde. ""'"" Tribunal do cororaercio : segundas e quintas.
12 La nova as 10 horas e 2S rainutus da manha
20 Quarlo crescente as 3 horas e 50 minutos
da manha.
28 La cheia aos 58 minutos da manilla.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas e 6 minutos da manhaa.
Segundo as 6 horas e 30 minutos da tarde.
Relaoo tercas, feiras e sabbados.
Fazcnda : tercas, quintas e sabbados 9 10 horas-
Juizo do coramercio: quartas ao meio da.
Dito de orphios : tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio da
segunda vara do civel ; quartas e sabbados a urna
non da tarde.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Melqoiades p. m.; S. Gemelo b.
11 Ter^a. S. Damazo p.; S. Trazon m ;SvFrancoc.
12 Quarta. S.Justino m.; S. Merencia m,
13 Quinta. S. Luzia v. m. ; S. Othilia m.
14 Sexta. S. Agnello ab. ; S. Matroniano m.
15 Sabbado. S. Euzebto Verselense b. m.
16 Domingo. Ss. Ananias, Azarias e Mizael Mor.I 6 e 8.
ENCARREGAD09 DA SUBSCRirCO NO SLL
Alagoas, o Sr. Claodino Fareo Das; Babia,
Sr, Jos Martins Alves; Rio de Janeirt, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Flflueiroa da
Faria, na sua livraria praca da Independencia o.
PARTE OFFICIAL
Governo da provincia.
expediente do dia 11 de dezembro de 1860.
Offieio ao Exm. visconde comroandante supe-
rior da guarda nacional do Recife.A' vista da
su3 informaro datada de 10 do crreme, sirva-se
V. Bxp. de mandar dispensar do servico activo da
guarda nacional a Pedro Donnelcy, secretario da
inspecco da saude do porto.Communlcou -se a
aqueila reparligo.
Diio ao cnsul de Franca.Das informacos
junt3s por copia ministradas pelo inspector da
thesouraria de fazcnda, e parecer do procurador
fiscal da mesmu cnm referencia a representarn
do subdito fraucez F. M. Duprat, que me fui apre-
sentada coni o cilicio do Sr. cnsul de Franca de
31 de outubro ultimo, ver o mesmo Sr. cnsul,
que nenhuma injustica ou arbitrio se tem prali-
cado contra o mesmo Duprat com o procedimeo-
to executivo que se lhe move para cobranca do
imposto sobre escravos, que ello elTectivamenle
deve a fazenda nacional, e que quanto se deduz
nessa representacao materia de defeza quede-
yia ter sido allegada opporlunameiil perante o
juizo do respectivo processo, em que foi condem-
i.ado o referido subdito francez.
Nao me sendo licito pelas leis do paiz n'.ervir
as decises do poder judiciVio, a que est
alfecta essa queslo, sintr nao poder altender a
requisico do Sr. consol, deferindo a representa-
cao de M. Duprat, o qual s peranle o juizo com-
petente poder defender-se, e obter a justija, que
de mira reclama.
Dito ao coronel comniandantc das armas.
Sirva-so V. S. de mandar postar em frente da
igreja matriz desla freguezia na tarde de 15 do
correle as 5 ).t horas, una guarda de honra
para assistir ao baptisado da innocente ftlha de i
Joao Ferreira Vilella, da qual se uignaram SS.
MM. imperiaesserem padrinhos.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de mandar
avisar a tres oflioiaes superiores do exerrilo para
seivirem de vogaes na junta que tem de julgar
em ultima instancia ossolJadusdo corpo de po-
Dito ao mesmo.Ao tenente Luiz Jernimo ao que lhe requeren Firmino da Silva Amorim,
os so
licia Jos Francisco Vieira, Marcolino Peres Cam
pello e Manoel Victorino da Silva, pelo crime de I a est> presidencia, todas as vezes que
Ignacio dos Santos mande V. S. pagar, estando
nos termos legaes a fulha e pret juntos em du-
plcala, dos venrimenlos do destacamento de
guardas uacionaes da cidade do Rio Formoso, a
contar do 1 a 30 de novembro ultimo, visto as-
sim me haver requisitado o respectivo comraan-
dante superior.em offirio de \ do correte.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. S. de informar-
me circumstanriadamente e com urgencia sobre
a materia do offieio do F.xm. presidente do Cea-
r c mais papis juntos relativamente ao paga-
mento que pedem os rabes, que, estando ao
servico d'aquella provincia, foram remettidos pa-
ra i>-t .
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
F.m vista da conla e requerimentos juntos, man-
de V. S. pagar aos orentes da comp nhia da 1-
luminnco gaz a quautia de 214200 em que
importou o gaz consumido na casa de detenco
durante o mez de outubro ultimo.
Dito aojuiz de direitode Pao o'Alho.Remet-
to-llie por copia para seu conhecimcnlo o aviso
incluso expedido pelo ministerio dos negocios
da justica em 20domez prximo passado, de-
clarando, em soluco a seguinte duvida, pro-
posta porVmc. em officiode4 de jnlho ultimo,
haheas-corpus que, sendo apenas ordern de
habeas-corpus isenta de cusas pela disposico
do art. 343 do cdigo do processo criminal, com
a nlteraro do art. 156 do regiment de cusas,
e nao havendo lei alguma que dellas exima ex-
pressamente as deraais pecas do respectivo
processo, devem estas ser sujeitas ao pagamento,
como se tizessem parle de qualquer outro pro-
cesso criminal, pois que nao mudam de nature-
za ; nao sendo licito, porm, demorar o anda-
mento da causa c soltura do paciente pretexto
de fulla de preparo e cusas, que podem ser
cobrados executivamenle de quem direito fOr.
Dito ao director das obras publicas.Nao con-
vindo dar-se ordens lo- ampias como a que V.
S. pedio, em seu ofTicio de 5 do corrente, sob
n. 322, para o ajudanle de engenheiros dessa
reparlico ter passagem livre de ida e volts nos
trens da compnnhia da estrada do ferro por
espaco de seis mezes, requizite Vmc. um passe
se fuer
tenente do extinelo 5. batalho da antiga guar-
da nacional do municipio do Recife, resolve re-
forma-lo no mesmo posto, de conformidade com
o que dispem o art. 71 da lei n. 602 de 19 do se-
tembro de 1850, e art. 83 do decreto n. 722 de 25
do outubro do mesmo anno.
Dita.Os senhores agentes da companhia bra-
festasse o seu enthusiasmo : o Times alroava os
ares com os seus hurrahs. Nunca houve come-
dia lao bem representada.
Infelizmente para elles a verdade cedo ou larde
acaba por ser conhecida. Soube-se que esse
homem, que partir sem dinheiro, tinha- receba-
do dous milhes da Inglaterra: que em Malta se
achaya um deposito immenso de armamentos e
desercao ; devendo os referidos officiaes compa-
recer neste palacio no dia 22 do corrente as 11
loras da manhaa.Deu-sc sciencia ao juiz de
direito da 1.a vara.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de expedir as
suas ordens nlim de que no dia 16 do correle
pelas 4 horas da tarde seja postada em frente da
igreja de N. S. do Amparo na cidade de Olinda
urna guarda de honra de um dos corpos do 1.a li-
nha para acompanhar a procisso da ruesma se-
nhora.
Dito ao mesmo.Para cumprimento do aviso
junto por copia expedido pelo ministerio da
guerra em 14 de novembro lindo, queira V.S.
consultar os mdicos contratados para o servico
da guarnico nesla provincia, se pretenden! en-
trar para oquadro do corpo de saude por occa-
sio de sua reorganisaco ; devendo iransraillir-
nin com toda a brevidade as suas respostas e as
preciso para o transporte desse erapregado nes
mencionados trens; licando assim respondido o
citado offieio.
Dito ao mesmo.Concedo a autorisaeo que
Vmc. pedio em seu offieio de hontem.'sob n.
327 para mandar lavrar o termo de recebimento
definitivo das obras do Io e 2o leos do 500
bracas da estrada do norle, de que empreitei-
ro o engenheiro Jos Mamede Alves Ferreira,
visto haver-se lindado o prazo de responsabili-
dade eacharem-se aquellas obras em bom es-
lado de conservarlo, segundo consta do citado
offirio, que fica assim respondido.
Dito.Approvo a deliberaco que tomou a
cmara municipal de Pao d'Alho de levar nova-
mento j praca com o abate da quinta parle o
imposto do 2^000 sobre licencas de mscales e
boceteiras, a que n3o concorru licitante algum
na ultima arremattc;ao, como consta do seu offi-
silcira de paquetes a vapor mandem dar passa-! muntces ; que muitos navios carregados de
gera para a corte, no vapor que se espera do voluntarios enviados por todos os club3 da Bu-
norte, em lugar de proa destinado para passagei- ropa esperavam o signal convencionado para
ro de estado, a Leandro Joaquina de Sani'Anna,
que leve baixa do servico da armada por estar
invalido.
DESPACHOS DO DIA 11 DE DEZEMBRO DE 1860.
Requerimentos.
3295Francisco Affooso Ferreira. ^-Ficam ex-
pedidas as convenientes ordens do sentido era quo
requer.
3296Jos Francisco Pinto Guimares.In-
reunirem-se a sua exccllenria ; que a marinha
ingleza_ recebera ordem de 8judar c defender a
expedico; que dous navios inglezes se aclis-
vam alli cmo por acaso para protegerem o
desembarque
Soube-se tambem que, grecas ao ouro inglez
espalhado por toda a parte onde ha um crime
perpetrar-se, a esquadra napolitana vender a
sua honra e trahira o seu rei.
Em pouco lempo essa expedico impossivel,
homrica, oonheceu-se ser urna conspirac.o
ignobil, tramada na Inglaterra, tendo-se previsto
e calculado todo de ante-mao, tendo-se com o
tet. S Pr0Tedr da Sant8 CaSa d0 M'Se" 0,,ro "P'ainado todos os obstculos ponto d
3297-Manoel Ferreira Vianna -Estao expe- i arbald deserabarca
didas as providencias possiveis sobre a requisi- (P juas [*orti
q-Jil s"pP|icanip- _.. _. Sicilia. O publico
3298Manoel Figueiroa de Faria.Informe o
van,Qa"rfcarP1r CCrU? 8ve^,s. vam os mais forles : d ah o traludo de Vienna beranos em Varso7a
que, sem respeito aos interess- s e aos direilos
pwte
t:
entrevista que
so-
lera sido
iiaTnadonXades. 13^ e Ud^'pTr 5"58ff S'eSr.'c.',XProt 1S"
achavam separadas pelas mais vilenlas antipa- povos-.
ponto ao
r com a maior, facilidad e.
Aqui coraegam sem duvida as lulas do gigan-
tillas : d'ahi finalmente a invaso dos-estados pon-
tificios pelo rei do Piemonte.
V-se pois que, quaoto mais os governos se
leem afastado do direito catholico, dessa deferen-
cia que elles devem Iributar ao chefe do calholi-
cismo como vigario de Jess ohristo e personifi-
cacao viva de sua lei, lano maior se tem tornado
a desordem na Europa, e lano mais os povos se
hao tornado presa dessas guerras de ambico e
impostura, origem de tanto sangue derramado, de
tontas ruinas amontoadas, sem proveilo algum
para a causa, que nica deve exigir o sacrificio
dos iiosbos fillios, os nossos proprios sacrificios,
isto a causa da religiao e da patria, do direito
e da liberdade.
V-se mais que a invaso recento dos estados
pontificios moslra, at que ponto um principe se
e 40 mil horaens defondera a pode deixar fascinar pelo direito da torca, pois que
Com effeito era impossivel que os ?ccessos da
Italia nao despertassena o desejo de urna colli-
gacao aos principes que reinara ainda em virtude
do anligo direito publico da Europa ; era Impos-
sivel que nao tizessem renascerao menos era par-
le a antiga santa alliane de 1814 e 185. Mas
attendendo se para o que subsiste, e s pode
subsistir, dessa instituigo olygarcliica, ver-se-
na que os interesses democrticos da oossa Eu-
ropa teem mais razoes para esperar, do que para
receiar. '
Nao de hoje que os povos trabalham por
emanciparem-se, nao de hoje que elles procu-
rara dispr de si a sua vootade : e tambera nao
e de hoje que se formam colligacoes monarchi-
cas e aristocraticas'para esbarrar-se no seu ca-
minho o impulso democrtico.
Eram apenas decorridos tres anuos depi
Sr. inspector do rsenal de marinha.
3299Manoel Ignacio de Oliveira.Informe o
Sr. capito do porto.
3300 Antonio Francisco das Chagas.Infor- cito"diMerra'
me a cmara municipal do Rio Formoso.
s reis julgra firmar sobre urna base
espera ancioso ; fallam-lhe'sem urna protestacao armada Vtctor'Emmanel o concilio'do""
sem cessar de victorias, mas nao lho nomeam
urna s : elle espera verse o procedimento, q
lornou mudos os canhdes de cem navios, pod.
ser empregado com successo igual contra o exer- rao e deslealdade os mais inauditos.
Assim pois nao se pode contestar que, longo
am por meio dos seus soldados apoderou-se de um inabalavel o reino lemplo do direitoT divino, e
,,,e ternlor o que pertence a tqdos os calhohcos, e o edificio se abalava por todos os lados. Era
Jla Jl*f obra de cspol.ar.ao d_esenv0|veu um cynts- 1818 no congresso de Aix-la-Chapelle tratara-se
de urna mediaco dos soberanos europeos eutre
a Hespanha e suas colonias rebelladas da Ame-
nja-
sileira de paquetes.
gens deixando-se transportar em trra firme ? E catholicas, as qu.aes se devem unir eslrettamenle Austria, se reunirn) com ste soberano en.
j ludo isto sera duvida nao;tinha sido previsto, era af"n 'le conlriouirem para a perfeico da oora por p3U a 3 dc 0(1tuar0 formando um cun
EXTERIOR.
inforraaces que a respeito delles e de suas pre- fi de 27 de novembro findo, pudendo a raesma
leric.es poder V. S. obler.
Dito ao mesmo.Respondendo ao offieio quo !
V. S. me dirigi em 5 do corrente, sob n. 1298, I
teuho dlzer-lheque deveudo ser transferida do
quartel de Santo Amaro para o do Campo das
1'rinceias, a companhia tixa de cavallaria, deixo
de providenciar cerca da subslituiqo das duas
estivas que abateram na cavallarica d'aquelle
quartel alim de evitar despezas A fazenda.
Dito ao mesmo.Ao offieio que V. S. me diri-
gi em 10 do correle sob n. 1310, respondo de-
clarando que era 27 de novembro ultimo, levei
ao coniccimento do Esrn. Sr. ministro da guerra,
alim de resolver oque entendesae conveniente o
offieio que a V. S. endorecou 0 delegado do ci-
rurgiao-mr do exercito" era 20 d'aquelle mez,
pedindo nao s a viuda de um alteres pharmaceu-
lico para encarregar-se da pharmacia militar,
mas tambera o engajamenlo de um pralicante
para coadjuvar o boticario Braz Marcelino do Sa
cramenlo n'esse ser'ico, emquanto nao chega
esta provincia o referido alteres
Dilo ao Dr. chets de polica.Para cumprimen-
to do aviso expendo pelo miriisletio da justica
em20 do mez iroximo lindo, informe V. S. acer-
ca da conveniencia e necessidade de continuar-se
abonar a g-attiicaro de 600$ marcada Anto-
nio Alves Toixeira Muribeca. vigia da costado
cabo de S Agostinho.
Dito J capilao do porto.Para que eu possa
provid'nciar acerca do pagamento que solicitou o
seu aitecessor em offieio, n. 166, de 28 de seiem-
bro ulimo necessano queV. S. mande satisfazer a
exig'iicia do inspector da thesouraria de fazenda
coi.*da no incluso offieio que me ser devol-
vi.
Dito ao mesmo.Annuindo ao que reqnisitou
rcommandaole da esiac.no naval em offieio de
i0 do corrente, sob n 216, recommendo V. S.
que mande por disposiqao d'elle, alim de llca-
rem perteocendo s guarnicoes dos respectivos
navios nao s os seis recrutas que existem alli
depositados, mas tambem os que se forera apu-
rando al completar as referidas guarnicoes.
Communicou-se ao commandante da e&laco
naval.
Dito ao commandante superior de Santo An-
io.Remello por copia V. S. o offieio do ins-
pector da thesouraria de fazenda e parecer da
contadoria, que elle so refere, dado com refe-
rencia ao pagamento dos venetmentos dos guar-
das naciouaes destacados na villa da Escada.queV
S. requisitou em offieio de i de novembro ultimo,
afun de quo mande reformar os respectivos prets.
que j lho fram devolvidos por parte da thesou-
raria. no sentido indicado no predilo parecer.
Fica assim resolvida a duvida, que enconlrou
V. S. na remessa d'aquelles prets, e de que tra-
tou 00 citado offieio.
Dito ao ao inspector da thesouraria de'lazenda
Estando nos termos legaes os prets juntos,
mande V. S. pagar Jos de Oliveira Ramos e
Silva os vencimentos, inclusive fardaraento, dos
guardas nacionaes destacados na villa do Pao
dtlXlho, contar do Io do novembro ultimo al 4
do crreme, visto assim me haver requisilado o
respectivo commandante superior em oificio de 1
e 5 deste mez.Communicou-se ao suprado
commandante superior.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar, de con-
.formidade com a sua inforruacao de hoje. sob
n. 1296, a gratificacao a que liver direito, nos
termos da 13.a observaco da tabella annexa ao
regulamcnlo mandado observar pelo decreto n.
2,583, de 30 de abril ultimo, o padre Primo Fe-
liciano Tavares por haver servido de professor
de primeiras lettras uo arsenal de marinha desla
provincia, contar de 24 de julho al o flm do
outubro do correle anno.
Diw ao mesmo.Ioieirado do conledo de sua
inorraagau j hontem, sob n. 1291, dada cora
referencia a da notadori dessa theaouraria,
acerca do pagamento qu pede o alteres Aatonio
Jos Ribeiro, commandante interino da compa-
nhia de pedestres de Tacaral, na importancia
de 36$800 por elle (Koeudida, como se v das
contas que devolvo, com condueco do arma-
mento e artigo de fardaraento a nesrua do por-
to de Pirnua para aquella vili. autorisu V.
S. a mandar aftectuat esse pgamelo, visto nao
haver inconveniente
cmara proceder quanto ao augmento da paga
coucedida ao repesador nos acougues dessa vil-
la, como propc no final do "seu citado offieio,
que assim fica respondido.
Dito. Pode a cmara municipal de Pao
d'Alho proceder como prope em seu offieio de
27 de novembro ultimo acerca da arremataco
do imposto de cepo e repeso dos acougues le'sse
municipio, licando scienle de que approvo a sua
deliberaco alientos os motivos que allega no
citado offieio.
Dito ao director geral interino da instrucc.ao
publica.O estado dos cofres provinciaes nao
comporta por ora despeza alguma com compra
de livros, que requisita o bibliothecario provin-
cial era offieio de 12 tle novembro findo, e que
me foi apresenlado com o de Vmc. de 15 do
mesmo mez. a que respondo.
Dando disto sciencia a Vmc. com o offieio jun-
io por copia do inspector da thesouraria provin-
cial, devo assegurar-lhe que aquella requisicao
ser salisfeita logo que for possivel.
Dito.Approvo o contrato que celebrou o con-
selho de compras navaes com Carlota Stcpple
Pereira para a lavagem de roupa dos aprendizes
artfices do arsenal, bem como da enfermara de
marinha, cumprindo que as contas da despeza
sejam organisadas distinctamente, como exige a
thesouraria de fazenda no offieio incluso por
copia.
Dito ao thesourelro das loteras.Respondo ao
seu offieio desla data dizendo-lho que o autoriso
a addiar, at deliberaco ulterior do>ta presiden-
cia, a extraccao da 2a parle da Ia lotera conce-
dida irraandade de Nossa Senhora do Bom Par-
to da igreja de S. Sebastian de Olinla, que es-
lava designada para amanhaa.
Dilo ao subdelegado de Cimbres.O capito
Jos Francisco Carneiro Montciro, a qiem allu-
de Vmc. em seu offieio de 28 de nocmbro ulti-
mo est com effeito exonerado do cargo de dele-
gado de polica desse termo, tendo sido substi-
tuido pelo capito Teraoliao Peres de Albuquer-
quo Maranho, que j deve ter chegado ao lugar
de seu deslino Com a presenca ani desta aulo-
ridade devero cessar os motivos de queixas que
tinha Vmc. do ex-delegado e que desejo se nao
reproduzam com o seu substituto.
Dilo ao gerente da companhia pernambucana.
Tendo ouvido o inspector do arsenal de-mari-
nha, como se v da copia junta, acerca do que
Vmc. pondera era offieio de 21 de novembro ul-
timo, com referencia ao estado de ruina em que
se acha a caes construido no Forle do Mallos pela
companhia pernambucana de navegado costei-
ra, mandei orear pelo engenheiro W. Martineau
03 reparos deque necessita o mesmo caes, e vou
levar ao conhecimenlo do Exm. Sr. ministro da
marinha a queslo de inderanisaco das despo-
zas a fazer-se com os ditos reparos; entretanto
pode a companhia pernambucana pd-los em exe-
cuco atienta a necessidado urgente que tem do
caes.
Fica assim respondido o seu citado officie.
Officiou-se ao engenhairo W. Martineau.
Portara.O presidente da provincia, tendo ero
vista o que representou a cmara municipal do
Recife em offieio de 31 de outubro ultimo, sob n.
91, resolve approvar o seguinte artigo de pos-
tura.
Artigo nico. Fica revogado o art. 9 das pos-
turas addicionaes de 10 de novembro 1855, o era
nteiro vigor o art. 1," til. 6." aos de 30 de ju-
nho de 1849.
Dita.O presidente da provincia, attondendo
ao que lho requereu Jos Cordeiro do Reg Pon-
tes, e lendo em vista as informacos ministradas
pelas reparlices competentes resolve conceder-
Ihe licenca para collocar na caes do Ramos, em
frente do sen armazem, um guindaste de ferro pa-
ra embarque e desembarque de pipas ; devendo
esta portara ser apreseotada aos chefes das re-
feridas repartieres.
Dila.O presidente da provincia de conformi-
dade com o que informou o juiz de direito da
comarca de Pao d'Alho em 6 do corrente, resol-
re conceder a Benedicto Manoel Carneiro da Cu-
nda a demisso que pedio da serventa interina
do offieio de escrivo do jury e correices da
predita comarca de Pao d'Alho.
Existe um homem que ha dous annos pouco
mais ou menos gosa do previlegio de oceupar
exclusivamente a imprensa europea; esse homem
Garibaldi."
A imprensa liberal na Franca, onde elle
conheciJo por ter em 1849 ensopado a sua espa-
da no sangne dos nossos soldados, e por sua
violenta opposiQao annexaefio de Nico e da
Saboin. o tem proclamado unnime grande
hornera, hroe iovencivel, primeiro guerreiro da
poca.
Na Inglaterra tem-se feito anda mais: dolhe
um lugar entre os semideoses a 1 liada e da
Eenida !
Entretanto Garibaldi ser realmente um gran-
de homem, e o primeiro general da poca? Ou
ser simplesraente um chefe de guerrilha?
Elle anda menos que isso : por quanto nao
oulra cousa mais do que o braco das socieda-
des secretas, o instrumento da ignominiosa pol-
tica ingleza. Estaraos no nosso direito de esla-
belecer essaquesto; quem poder que responda i
evidencia dos fados.
Quando rebentou a guerra da Italia, a revolu-
co comprehendeu para logo a utilidade que lhe
tilia de ler s suas ordens um homem cujo no-
me servisse de incentivo o podesse influir sobre
obra do acaso I
No dia seguinte a impronsa revolucionaria en-
toava crnicos de trumpho : o publico sempre
crdulo a imitara sem saber a razo ; pois para
elle havia a falla de urna batalha, ou pelo me-
nos de um pequeo cerco. Lembrava-se de certa
campanha na Italia no fin do ultimo seculo, a
qual annunciou ao mundo o apparecimenlo de
que foi concedido todo o poder na Ierra e mesmo
no co o progresso christo da civilisaco e a
salvaco do genero humano.
Sendo assim, o que pensar dos escriptores que,
em vez de censur.arem Vctor Emmanuel, se tor-
r.am, quanto pode, cmplices das fraudes e vio-
lencias desse rei; que com os seus escriptos con-
correm cora elle para despojarem o Papa da sua
m Trop-
-..gresso a
quo foram admittidos os ministros da Franca e-
da Inglaterra. Decidio-se ahi que se em;ireas-
sem tjdos os.meios para aniquilar a revolu-
Cao no reino das Duas Sicilias : mas conviolia,
antes de recorrer-se forca, qne fosse convida-
I do o rei de Napoies a um novo congresso,'o qual
, teria lugar em Saytoach. Ero consequencia deste
congresso foi dirigida aos agentes diplomticos.
um grande homem: as suas estacos foram Moo- corda, humillando, aviltando aos olhos da chris-;de ordem do soberanos urna circular dataria ,i
tenolte, Mondovi, Millesimo, Montebello, Rove-
redo, Castiglione, Rivoli; e pois elle esperava
que se reproduzisse quando nada urna oulra ac-
co pouco mais ou menos senielhanle de Ri-
voli.
Illudido ainda nesle ponto.
trou as suas esperances em Messinaa inexpug- cipes, a
navel! Nova sorpreza, porm de diverso genero. : Vejan
Era Palermo houve pelo menos um simulacro de
lula ; em Messina julgaram que esta nao valia a
pena. Depois de um combate entre as primeiras
filciras das tropas reaes e das garibaldinas, as-
sentnu-so mui cordealmenle no que deveria ser:
Convencionou-se que o exercito deten teria a for-
taleza e que sua excellencta oceuparia a cidade :
finalmente, cada qual foi dormir era paz, unssob
a impresso dos louros fcilmente alqueridos,
outros sob a impresso causada por sua des-
honra.
laudado o nosso Pai commum, o Pai de todos os
fiis, moslr.in n-o inferior aos reis, o declarando
por conseguir. que a lei de Christo no pode
elevar-se e chegar at as relaces intern cionaes
dos povos; que finalmente essas relaces nao
publico concen- teem oulra regra seno o senso privado dos prin-
que se lia a seguinto
demogagia dos soberanos ?
t2 de maio de 1821, era
formula de senteoca :
_ As reformas u'leis ou necessarias na legisla-
gao e na adminislraco dos estados nao devera
emanar se n.io da vontade livre, do impulso re-
flectido e esclarecido d'quelles a quera Deus cz.
responsaveis do poder : ludo quanio se aflasta
mos agora quaes senara os cITeUos da se- deste principio couduz infallivelraente desor-
?ui T r ? a d Pd0r em refercnc,a a dem, ruina, e i males ainda ma.s insupporta-
hlierdade individual veis do que esses que se pretende sanar. Con-
Para quem rusto reflectar manifest que era vencidos desta verdade eterna o soberanos nao
nossos lempos o pengo maisgrare que smeaca o hesitaran) um s raomenlo em proclamarem-na
ctdadao -perder el e a hberdade pessoal e pas- Com franqueza e vigor ; e decidirara que. ces-
sar das ruinas amontoadas para o protestantismo petando o direito e independencia de todo o po-
ea revolucao, sob a autoridad do um poder er legitimo, julgariam lcgalmente nulla e re-
que, dispondo das torcas concentradas da nacao prorada pelos principios, quo constituera o direi-
o de machinas de guerra perfeitamente acabadas, to publico da Europa, qualquer pretendida re-
faca pezar soore elle cidadao a oppresso a mais forma levada a el"
A Sicilia foi conquistada a expresso de que
se servem. Garibaldi suspender ahi os seus pas-
sos, ou levar o arrojo ao po;to de atacar o con-
linento napolitano? Eis-aqui oulra queslo que
a credulidade das populaces; nesse intuito fo- se suscitou enlre aquelles que se obstinavara em
rara empregados todos os esforcos a fim de ere-: nao ver as cousas como ellas erara. E inlerro-
ar-se urna popularidade para Garibaldi. Qual; gavara-se mais Como passar elle o estreito ?
e ser
...ceram
publica italiana ? Ou ser a revolurao univer- commentarios sem lira ; cada qual forraava urna
sal? Nada mais fcil de responder-se. opinio, cada qual emiltia um parecer; at que
Aqui ha alguns annos passados conseguio-se afinal um despacho telegraphico veio por todos
apprehender urna circular das lojis italianas de commum accordo. Esse despacho annunciava
espantosa que se tem conhecido. Neste estado
de cousas o nico azilo da liberdade a religio
catholica, sao os sentiraento3 que ella inspira,
os devores que prescrevera, e por tanlo a invio-
labilitade, a independencia do corpo constituido
por Deus pariperpeluar essa virilidade das al-
mas, a realeza do Jess e suas doctrinas di-
vina?.
-. v. ....... v,.v,,, iu- |.nm uaiiuaiu.. vua> i 6",,,u mais uorno passara ene o estr
ser o fim dos carbonarios? -er a unidade sob Se a esquadra napolitana se apresentar qu
o sceptro de um rei constitucional ? Ser a re- feito do Cezar e da sua fortuna? Dahi nasc
elleilo por meio da revolucao e
por meio da forca declarada.
Os monarchas quando se separaran) era Lay-
bach prometieran vollar uo anno seguinte Ro-
ma, onde se abriram as conferencias a 20 de ou-
tubro de 1822. Entretanto occorrera um grave
incidente, isto a discordancia da Inglaterra
com a santa alliauca n'ura ponto capital de dou-
trina.
E esla urna verdade que sera duv,da o cardaal Quando a Inglaterra provocara a cottgaci'
R.chel.eu presentto quando aboli o que res- contra a Franca s tinha em vistan an,,ui-
i,"i,?nl.'8aaar"'ocrac.a. e as .mmunidades |araent0 da influencia franceza no mundo. Sen-
da, provincias e cidades. em proveilo da realeza do o principio da legiliraidade o do direito di-
mSLi Lssc S^"J ge'"o comprehendeu que vino o nico vinculo que podia estrenar entre
; 1 er-t i36"3 pedlda S8 Pd?r si as r,h" tnonarchiai, a Inglaterra recorrer a
dirigida a todos os associados, e assim conceb-'que 3J0 barcos carregados tmliam atravessado o nao ?osse ''milaJ? pelo respeito que a egreja esse principio, como a um expediente extremo
da: A revolucao universal nao possivel estrello : o lempo eslavo soberbo, o passeio era ,nsPira : o por isso que no seu testamento re- mas sem pretences de fazer delle a baso da sua'
senao medanlo urna condigo a destruico do o mais delicioso possivel; ao longe divisavam-so commeodou com tanta insistencia que fosse real- poluica futura. 'Lord Castelrea"h respondeu' s
papado. As conspiraces no estraogetro, e as i apenas algumas velas de navios inglezes, sempre Saa.. mais possivel o prestigio da aulondade ; circulares de Troppau e de Laybach por urna ou-
revoluQoes parciaes na Franga s poderam le-por acaso! fragatas napolitanasera urna! As- "/'g'osa, e forlemente constituida a independen-[ ira circular em que tracava a linha de conducta
var-nos a rcsullados secundarios em quanlo Ro- i sim dizia o jornal de bordo. cla moral e religiosa do clero. A final os suc- que a Inglaterra jul*av dever eslabelecer entre
ma se achar de p. Poslo que fracos, como! Garibaldi pe pe na Calabria ; 30 rail horr.ens ssos ulteriores deram de todo razo aos calcu-j ella o seus alliadu.s. Passo a dar um extracto
potencia temporal, os papas conservara anda defendem a costao choque vai ser pois immi- 'os e.as vls'as do celebre poltico. Sabe-se como, desse documento cuja publcaco as actuaes cir-
nente. Outro engao I Esses trinta mil homens .?,!f..,c. *"_le"d0.?_C._?e(lu!a,rlia.'1o. p"der na curaslancias me parece de muilo interesse :
Essas medidas abracam dous objectos dis-
immensa forrea rroral: para destruir essa forca
lodos os meios sao bons. Urna vez cahido "o
pap3, os raais thronos do universo cahiram
naturalmente.
Nada mais claro : estas poucas pahvras do
bem a entender o realismo de Garibaldi e a sua
misso.
Se elle, apesar de lodos 03 obstculos, ctinvo-
estn a leste, e sua excellencia desembarca ao
oesle. O Inumphador marcha avante: diante
dille enconlra todas as portas abertas : nem
mesmo lem o trabalho do queimar um cartu-
cho.
Mas nao, sobre os muros de aples que se
ha de travar o grande combate: ao menos era
esta a opinio do publico. Porm Garibaldi o
monlanha e seus ageoles, a liberdade softreu so-
bre o solo da Franca, como grande era o servi-
lismo nesses lempos em que o cidado honesto
nao podia levantar a cabeca sem que por este
fado simplesmenle cahisse ella sob o alphange
do carrasco !
Reconhecamos pois que a independencia do
tinelos : Io a fixaeo de certos principios geraes
destinados a regular a conducta dos alliados nos
casos ahi indicados; 2o o modo proposto de
obrar de aecrdo com esses principios quanto
aos negocios actuaes de Napoies.
O systeraa das medidas propostas sobre r>
ca os povos da Italia para o monte Q.nrinal, se esia a opinio do publico. Porm Garibaldi o papai a consorvacaVdas "suas relaces naluraes Primp|r" poni, sendo o objeclo de urna recipro-
quer proclamar a unidade sobro as ruinas do hornera das sorprezas: julga que lempo de ter- com o poder poltico o seu prestigio lo legiti- cidaJe de acao- seria diamelralmente opposto
papado, e justamente porque, derribado o papa, minar a pec.a ; e deixando o seu exercito, entra mo, o livre c completo exercicio da sua autori- s leis fundamentaos da Gra-Bretanha. F. Juan-
era Napoies tranquillamente recostado na sua se- dad'e, todas estas cousas sao na actuald.ade o 'do mes.mo nao prevalecesse essa objeceo deci-
geT i0,a' interesse mais precioso para a liberdade indivi- s,va. ainda ass'm o governo biiaiinico nao se
loiai das perdag soffridas pelo exercito gari- dual. Porquanto fcil de prever-se que. se de acna menos convencido de que os principios, que
baldino-6 homens I consenlmenlo dos subditos o principe chegasse servera de base a essas medidas, nao podem ser
tem dinamos nos que nunca houve comedia a libertar-se da soporioridade da lei do Christo ai'',"i|"Jos com alguma seguranza como systema
que fosse lo bem representada. Nella os logra- personificada no seu vigario. ver-se hia abater de ,e'en,re as naces. O governo de sua ma-
consumar-se-ha a revolucao universal.
Deixemos porm de parle a divisa : Italia e
Vctor Emmanueldestinada Iludir o publico
crdulo. Saiarnos, se possivel dessa atmosphe-
ra de lorpesas e iniquidades sob quo a imprensa
abafa o espirito publico, e julgueraos Garibaldi
como deve elle ser julgado.
Se Garibaldi no ponto de vista moral nao
outra cousa mais do que o humilde e obediente
servidor da assocaco carbonaria, no ponto de
vista militar elle realmente o genio, o hroe
inveneivel, como se proclama ? Para formarmos
un. juizo respeito sigamos os seus passos al a
lomada de aples.
Quando o exercito francez atravessou o Tecino,
Garibaldi, general piemonlez, se separou iramo-
diatamente de Vctor Emmanuel, e se intermou
as montanhas com 1,200 a 1,500 voluntarios.
A sua nlenco, segundo
a passagem do Stelvio ; ma
Garibaldi confundido no meio do exercito fran-
co-sardo, perda a suaindividualdade, e nao era
seno um general s ordens do rei da Sardenha;
Garibaldi, as montanhas, achava-se s, licava
sendo o hornera da revolucao, urna especie, de
estandarte que altrahia as populaces para ao
redor, de si; depois contava sem duvida com
algum lance arrojado quedevesse influir sobre a
surto da campanha.
Esta ultima esperanca foi frustrada; apenas
urna escaramuza em Como e em Varesa contra
algumas companhias austracas, ao passo que o
exercito francez conquistavs a Lombardia. tal foi
o raovimeulo da pnmeira campanha de Garibal-
di. Elle nao estove nem em Magenta, nem era
Solferino. A paz se fez sem que fosse elle ouvi-
do e attendido.
O hroe reappareccu no parlamento italiano :
ahi nao foi mais brilhanle a sua campanha contra
a annexaco de Nice e da Saboia; pois a annexa-
cao se effcctuou sera elle e apesar delle, cmoja
se havia effecluado a paz do Villa-Franca
Depois deslas duasdecepces sua excellencia,
diz a chronica, se relirou para a Sardenha, ea
Europa eslava quasi a poni de nao ouvir fallar
mais no seu nome, quando surgi a expedico
da Sicilia.
Sentimos nao poder aqui reproduzir tudo
quanto se disse e se escreveu sobro a audacia,
energa, e herosmo desse homem que, s, sem
armas, sem dinheiro,ousou aftronlar um estado
que tinha 100 vazos de guerra na sua marinha,
e 100,000 homens no seu exercito.
O Seculo pasmava de adrairaco ; a Opinio
dos se rnntam aos milhes: mas tambem quan-
tos milhes nao seriam precisos para leva-la
scena? Quantos milhes nao teriam custado
Inglaterra e revolucao europea essas victorias
de Garibaldi? Cedo o"u tarde saberemos.
XtVIER DE FONT.USES.
seu vigario, .... -... ------..
sbitamente o senlimento do direito e do dever,' 8estade nao julga que os alliados, avista dos tra-
a dignidade das almas, e o cidadao inclinar-se ilados existentes, tenham o direito de assumirern
voluntariamente para o abismo de urna tal es- i P0l,eres geraes dessa ordem ; e muilo mais nao
Depois da reforma urna mudanca profunda se
lem operado as relaces iriternacionaes e na vi-
da interior dos povos da Europa. O systcma de
interesse ou de equilibrio subsiituio a autoridade
chrisla que d'antes reuna as diversas naciona-
IDam; T ?. l,dad?s; Pr Ulr- la'1J0 9C vi0 crS"er-se sobre eis-aqui o ponto para que devem convergir
*t^!*S.*?KL' f".S.*!?;-l?.SV*** divino do poder, ou das esforqos de lodos aquelles que presara a d.gni-
Dita.0 presidente da provincia, atleadeado \ nacional nao achava expresses com quo mai-
inslituies tradicionaes, essa democracia moder-
na que uo cessa de vacillar entre o despotismo
de um s e o despotismo do maior numero, entre
o cesarismo e a demogogia.
A verdade esta : o catholicismo so acha ba-
nido do direito das gentes e do direito poltico
dos povos; e nos tocamos poca em que, sob o
pretexto de secularisar-se por urna vez o poder,
os estadistas procuran) despojar a nossa religio
das condicoes essenciaes da sua independencia,
ou quando menos, tirar-lhe o seu ascendente e o
seu prestigio.
Mostremos n'ura rpido exame que nunca esti-
veram to arriscadas como hoje a dignidade o a
liberdade do hornera.
No estado de civilisaco, a que chegamos, po-
der ser proveitosa aos povos a secularisago do
poder como a enlendem os estadistas, de que fal-
lamos ; poder aproveilar-lhes esse poder liber-
tado de lodo e qualquer vinculo de deferencia fi-
lial, seno de dependencia, para com o poder
religioso ? Basta urna pequea analyse para con-
vencer-nos do contrario.
Vejamos, por exemplo, o que succedeu depois
que pelo tratado da Weslphalia os soberanos se
desligaran) da autoridade secular do direito ca-
tholico, uns constrangidos, outros de livre von-
tade. As relaces internacionaes nao tendo oulra
regra mais do que um direito das gentes, cujo
syrabolo nao poda ser determinado seno de
commum accordo dos governos, vio-se esses go-
vernos estabelecerem na reciproeidade das suas
relages o dogma ya razo universal, a soberana
do numero que no interior da vida poltica
das nacoes se.rjb.aixa a soberana do povo : e por
julga que elles possam, era virtude de alguma.
nova trans.acco diplomtica enlre as cortes al-
liadas, arrogar-se poderes lo extraordinarios
sera se atlribuirem urna supremaca incompati
yel com os direilos dos outros estados, ou sen
introduzir-sn na Europa um systema federativo
oppressor, no caso mesmo era que conseguissem/
enca, garanTia"'da "ub'erdade '"civil"pola dce- l ad1uir'r esses poderes do consenso dos ditos es-
ncia do poder poltico ao pontfice romano. !aJos; o que nao s seria inellicaz no seu ob-
jeclo, como poderia ler os mais graves inconve-
nientes. O governo brilannico, fiel aos seus
principios e sua boa f, recusando o seu assen-
timento deve protestar contra qualquer interpre-
tado dessa especie dada aos tratados existentes.
Em nome desses principios invocados por lord
Castelreagh. o partidario mais exaltado dos to-
rys, o duque de Weltingl.m, plenipotenciario
britannico no congresso de Verona, oppoz-so
cravidilo, que s o inferno se lhe poderia compa-
rar, Esse perigo j bastante inminente, pois
que inspiraces socialistas agilam a sociedade
presente, e nella se descobre urna tendencia n-
conleslavel para concentrar a direceo de lodos
os pensamentos, de todas as aclivdade6 indivi-
duaos, as mos do soberano. Liberdade de con-
sci
ren
re, os
dade humana, que se julgam nesle mundo para
fazer parte de um povo livre, e nao da um vil
instrumento tanto raais desprciivel quanto lera
elle consciencia da sua baixessa e da sua infa-
mia.
Resumindo todos estes principios, diremos :
lodo aquello que busca deprimir o soberano pon-
tfice, abater a sua autoridade, subordinando- co0(a ,odo seu Poder \_intervengo armada da
o na hierarchia dos governos, o collocando-o I F/anS* na Hespanha. Vendo porem a nulilida-
abaixo dos res, comraelte um alternado contra Ue dos seus esforcos e querendo evitar um rom-
a dignidade e liberdade individuaes. No ponto I p!mento? e ao mefuo leraP (Jue governo in-
em que se achara certos povos modernos, enlre lez s01*39 do isolamento em que so a achar. o
os quaes o poder nao ostenta outro principio se- I duL?ue offereceu a medtacao da Inglaterra erOra
nao o valor de si proprio ou da forca, e as na- ; Vrana. e. a Hespanha. Esse projecto de .--
propno
tituiQes de liberdade se acham sepultadas no
p, atacar o poder temporal do papa destruir o
ultimo sustentculo da liberdad'o humana. Urna
vez concluida essa ruina fcilmente chegaria o
dia em que o lugar do homem de bem seria no
tmulo 1
Sao Jemos pois com amor e respeito aquelles
que acabam de derramar o seu sangue em defoza
da santa s. Elles sao mattyres sublimes de
Deus e da honra, do direito e da liberdade.
M. DE CaSTKbHBAN,
(Afonde.Sieetra.)
A. entrevista de Varsovia
Julgava-se impossivel a reconciliaco entre a
Prussia e 3 Austria avista da conducta da Prus-
sia durante a guerra da Italia, entretanto, as duas
potencias reconciliaram-se.
Julgava-se tambem impossivel a recenciliago
entre a Austria o a Russia avista da. conducta da
diaco nao levo resultado algum.
O' Sr. de Caning, que succedeu a lord Caslel-
reagh. declarou-se mui enrgicamente ca favoe
da ernancipac.o das colonias hespanliolas, 0>Sr.
de Caning previo que Fernando, restaurado so-
bre o sea ihrono, nao tardara em reclamar uffi-
cialraenlo o concurso dos seus alliados para res-
tabelecer na America a ordem tal qual a enten-
da a santa allatica ; e pois nao hesitou em
manifestar a conducta que abracara a Inglaterra,
no caso de intervenco armada por parte dos so-
beranos nessa queslo ; e a 9 du outubro de-1823
leve urna conferencia cora o cmbaixador da
Fran;a, o principe de Polignac. Eis aqui em
resumo as declaraces do Sr. de Caning :
a A intervenco do qualquer potencia estran-
geira n'uma erapreza da hespanha conlrs as co-
lonias ser considerada pela Inglaterra corno
urna queslo ioieirainente nova, sobre a qual o
governo inglez adoptar as medidas que exigi-
rem os intereses da Graa-Bretao.ua ; ello cons>


t*
V I
MARIO DE PERNAMBUC. SEXTA flSllU U D* DEZEMBRO DE 1860.
derar toda e qualqaerintervengSo, exercida pela | dado do corpo de polica Celerino Marques das
orca on araeaga, na sospaita entre a Hospaoha Chagas aero crirae de primeira disergao agzrava-
su.is colonias como um motivo para lomar
conheciraento dessa disputa sen dllaco alguma. conselho de julgamenlo:
da e condemnado seis metes
rcSo aggra
de priso pelo
O principe de Polignac respondeu :
A Frauda renuncia a lodo o project de obrar
contra as colonias por meio da torga armada >.
V-se, pois, por essa exposigo histrica, e,ue
o rompimento da Inglaterra cora a santa allian-
;a sobre o principio da legtlimidade e do direilo
divino nao dala, como se ci commummeute, do
Sr. de Canning, e da era ministerial do paitido !
whig, mas sira do srchilory Caslelreagh, herdei-
to da poltica de Pitt; em uniros termos, v-se I
que es.'c rompimento nao um accidente da his-1
toria da Inglaterra dependente casualmente da
presenta no poder de qualqner um des dous gran-
des partidos ingleses, mas de. alguma sorte o
resulta Jo fundamental da tradigao de 1688, que
anda hoje nao poderia ser assim desprezada nem
pelo partido lory nem pelo partido whig.
Porm emquanlo a Inglaterra, que alm disto
nao se bate por urna idea se achava isolada
oppondo smenle a sua negacs passiva c a sua
forga d-; inercia aos actos provenientes das deli-
beragis oligarchicas de Aix-la-Chapelle, Prop-
pau, Saybach e Verona, a espada na Franga por
uin lado e a da Austria por outru favorecan! as
ideas da santa allianga, comprmindo as aspira-
ces /i liberdadedas populages das duas Penn-
sulas.
Oepois disto quantos successos alravessaram
por sobre es edificios elevados em 1815, consoli-
dadas em 1822 e 1823 !
A Grecia, ajudada pelas armas e pelo dinheiro
da Franca, da Inglaterra e da Russia, anniquillou
a legitiuiiJado do Grao-Turco.
A Franja derribou o ramo mais velho da casa
dos Bourbons sem o concurso de uinguem, mas
cora a adhes.o manifesta ou tacita das grandes
potencias.
A Blgica violou a legitoiidade do re da'llol-
landa, e a dynaslia revolucionaria, que ella arvo-
rou, se acha hoje em intima allianga com a
Austria.
Alada a Franca, assim como bavia derrbalo o
ramo raais velho da casa dos Bourbons. derribuu
tambera o ramo mais novo dessa casa, e hoje rei-
na sob.'c olla i dyuastia revolucionaria que a san-
ta ailianca jolgra sepultar para sempre as mar-
geas afrieanaa de Santa Helena.
Os successos Qiudam com os lempos. Soba
dyuastia de Napoleao a Franja fui re3lisarna Ita-
lia em 1859 um pensamenlo diametralmeiiLe op-
posto aquello que, sob
bous, realisra em 1823
forma lora soberanamente de encoulro aos priu-
cipjos e actos de Laybach e de Verona.
A vista disso comprehende-se perfeitamenle
que a Austria, rcpellida da Italia pela Franca, ti
vesse que dizer ao ouviJo da Prussia e da Russia
alguma cou Franca ; e esta cousa nao dillicil de antever-
se. X Russia, a Prussia e a Austria, que no ul-
timo seclo dividiraru entre si a Polonia, dovein
necessariamenlo receiar pelo futuro das suas pos-
soss es aili, garantidas aos seos sceplros pelos
tratados de 1813, a que os aconteciuentos occorri-
dos na Italia negam precisamente a sua sanelo;
e por isso de fcil lOluigao que essas potencias
tenham algumas combinages a fazerera sobre
esse ponto.
O que poderiam ellas fazer contra a Italia qur
em principios, quer em tactos? Peque diteito se
prevjieceriam para formularem anda que fosse
una simples prelexlagao contra as annexages ao
Pieui'inte, que se ccnsuuiioaui pela espontanei-
dad; e vontade persistente das populagesessas
iiages'que annexaram as por meio da violencia
as provincias polonezas apezar da m vontade
dos seus habitantes, cojos clamores se repereu-
tem de geracao era Keraco ?
Quando muito a sua ailianca intima servara
para garantirem-se mutuamente as possesses
que conservara no centro do continente europeo ;
e assim mesmo j&duvidoso que a, associaco
i! js seus esforcos e dos seus recursos seja idli-
uidamenle sufficiente para semelhanle m. Mas
para aii'astarem-se desse crculo interior, para ef-
fecluarem una reslaurago na Italia, onde esta-
riain os s.;us muios de aeco, quaes seriara os
seus auxiliares?
Lia tudo isto nao ha ura s fado que pareca de-
monstrar que a Franca tenha formado o ltenlo
Jos Antonio Rbeiro de Fretas.
Filippe Marques dos Santos Ju-
Presidenle
Major Alexandro de Barros Albuquerque.
Auditor
Dr. Francisco Leopoldino do Gusmlo Lobo.
Vogaes
O 2o lente Maooel Gongalves Rodrigues
Franca.
O 2o
O 2o
nior.
Alferes Leodegario Liberato Pereira Caldas.
Joaquim Barbosa dos Res.
Foram recolhidos a casa de detengao no
da 12 do corrate, 6 homens e 2 mulheres, sen-
do 7 lvrese 1 escravo, a sabor,- a ordem do Dr.
juz municipal da Ia vara 1, a ordem doDr. de-
legado do lodistiicto 1, a ordem do subdelegado
do Recite 2, e a ordem do de S. Jos 4.
Matadouro publico :
Mataramse no da 12 do correle para o con-
sumo desta cidade 83 rezes, e no o da 13, 41
ditas.
MOHTtLIDADE DO OA 13 DO COMIENTE
Mara, branca, 5 annos; sarampo
Manada Conceicao, parda, soltera, 25 an-
uos; gangrena.
Zumira, parda, cscrava, 7 mezos; dentico.
Firmino Muraos de Navarro, branco, slleiro,
20 annos: tzico.
Joz Antonio de Souza Freitas, branco, viuvo,
oo annos; abeesso.
Delmiro Jooquira Jos, pardo, slleiro, 20
anuos; pneumouia.
Joo, branco, 6 mezes; convnlses.
Manoel, branco, 2 mezes; toce ronvulca,
Joaqun Fippe de Souza, branco, casado, 60
anuos; entente.
CHROfUCAJUlGUBIft.
TRIBUNAL 00
SESSAO
COMMERCIO.
13 DEDEZEM-
ADMINISTRATIVA EM
BRO DE 18G0.
PHESIDEXCU DO EXM. SR. DESE11BARCADOR
V. A. DE SOUZA.
As 10 horas da manlia, reunidos os Srs. depu-
a dynaslia dos Bour- lados Reg, Lomos, Bastos e Silveira, o Sr. pre-
a llespanh i; e desla Bidente occkirou aberla a sessao.
Foi lida e approvada a acta da anterior.
EXPEDIENTE.
Foram presentes as cotasoes oinciaes da junta
dos corretores da semana nda.
DESPACHOS.
Lm requermenlo de Jos Francisco de Azeve-
do. porseu procurador, peduido o registro da es-
criptura do hypulheca que aprsenla.Como re-
quer.
Outro de Manoel Rodrigues Femandes Leal,
Joaquim Jos-5 Pereira Borges e Francisco Jos Pe-
reira Borgea, pedndo o regisiro da escriptura de
seu distrato da sociedade.Regislre-se a decla-
ra gao, sendo sllala.
Outro de Francisco Alvos de Plnho, pedndo o
registro da procurarlo junta.Como requer.
Outro de Antonio Bernardo Quinteiro, Miguel
Bernardo Quinteiro e Luis Goucalvcs Agr, pe-
dndo o registro do ssu contrato social.Decla-
rem a parle dos lucros ou perdas de cada asso-
ciado.
Outro de Antonio de Paula e Mello, pedndo
carta de registro do seu hiato Garibaldi.Pres-
laJo o juramento e assignado o termo de respon-
sabilidadc. como requer.
Outro do Roslron Rooker & Companhia, pedn-
do o registro de urna procuncao que aiuotom__
Lomo requerem.
Outro de Uenrque de Oiivera Soares, pedin-
o registro de urna procuraco que junta
Como requer.
, RES01.LC0
O tribunal rcsolvi-u era virlude do artigo 2o do
decreto numero 1096 de 10 de selembro ultimo
que liquem annullados os registros dos navios
nacionaes de propriedaJe Je brasileras casadas
com estrangmro?, seguindo as eondcoes de seus
maridos, devendo effecluar-se in continente as
pelicao de Antonio Alves Barbosa, fu* requereu
para domolir um portao de 18 oateos de frente
os dous sobrados ns. 26 e 28 da ra dos Guarara-
pes, fazendo duas portas de seis palmos, e levan-
tar afrente al igualar s altara dos dona reteridos
sobrados.Condedeu-se a licenga.
Outro do Qscal da Varzea, communicando ter
Jos Joaquim de Oliv.ira pretendido tirar a ser-
vido de urna aotiga estrada que condes do Ga-
xang^de Baixo ao Bru.
Leu-se igualmente urna pelicao de diversos
proprielarios o moradores da povoaro do Ca-
xang. queixando-se do procedimento do mesmo
cidadao Oiivera.Mandou-se remetter nao s o
offlcio, como a pelicao a commisso deedicacao
(Mello e Dr. Firmo Xavier.)
Outro do fiscal de Jaboalao, dzendoqueno
mez de outubro findo foram mortas para o con-
sumo da mesma freguezia 28 rezes. Ao ar-
chivo.
Foi approvado ura parecer da
Correspondencias.
que nao s foi urna calumnia, mas lao bem urna
injusiica, o que respeito avancou.
Se o Sr. Tulles quera obter s'enlenca a favor,
estudasse a ac$ao competente era relacao ao di-
reilo que Ihe assistia e enlao a propozesse, pois
quera assim nao faz e s se regula pelo desejo do
ganho, necessaramente ter desses e semejan-
tes resultados, restando-lhe apenas no furor de
j suas pai_xoes ruins o injusto e ingrato proced-
Sn. redactor*. Eu nao praticaria a melhor
das virtudes, a gralidao, se deixasse sepultado no
weio o Tacte, que acaba de dar-se em minha
16 ID Rita
Achaodo-se minha consorleem pergo de vida
porque leudo dado a luz umi creanca na mei
noito do da 2 doste corren le mez canheren-so n
depois pelos offrimentos da padente que !"ndt: mmldfi8CCU!" ^ elh? f"er i">P'ces
rest.v.m urna ou duas crean'aa wra nsiler ?elo I -merec"!?S U,f" s ProPrM de uem f
que. recorr ao Sr. Manoel Joaquim das Trevas,
boticario desta cidade. o bem conceituado, o com
este recurso multo aproveitei: porque, comquan-
to o Sr. Trevas nao lirasse bom resultado da ap-
phcacao do sentcio espigado era doses de 6 graos
de meia em meia hora, e depois recorrosse eu a
homeopalhia, que foi applicada pelo Sr. Paulino
e sem proveito, todava entregando de novo
ura parecer da commisso de ; paciente aos cuidados do Sr. Trevas este todo
ediucacao uo sentido de se perrolltir que Candido loso, e cheio de humanidade, como'. applicou
diligencia para a salvar, e assim
Alberto Sodr da Molla reedifique asua casa n.
16 da ra do Codorniz. Mandou-se dir
deaco.
A cmara mandou lavrar a acta da
geral dos votos para voreadores.
Despadiaram-so as petices de Bernardino
Jos da Silva, Candido Alberto Sodrc da Molla,-
Francisco Alves Veigas, Francisco Ferreira Bor-
cor-
apuraro
ges. Gustavo II. Praeget, Jos Mara Freir Ga- Cenlo tomar as" porces
toda a possive
usando dos columlanos na dse de S
como porgante, dos banhos do vapor, c clisteres
fez apparecer a provocaco, depois tentou urna
operacao, que nao pJe levar a elleito pelas gran-
des dilliculdades, que encontrou por falta de di-
latarlo, e as contraeces erara de mais; recor-
reu entao a poc.io absletrica velfuan
para a pa-
colhendo o feliz
as 5 horas
sino trata-
ras da noitc
ManoelFelixda SiWa. Manoel Rufino da Luz.*^ i 1*1 iaKS!h!at
u'Jr'Jr?"!???! ala *,arlll,ha. commendador i 'e do grande perigo de vida, em quo se achava.
Purtanto, depois de rendar gracas ao Todo-Po-
e levanlou-se a
Manoel Gongalves da Silva,
sessao.
Eu, Francisco Canuto da Boa-Viagera, official-
maiora escrevi no impedimeulo do secretario.
Reg e Albuquerque, presidente.Rego.IJara-
a di Almeida. Mello. Pinto. Gamiero
Firiflo.
do
COLLECTORIA PROVINCIAL DE
OLINDA.
Alleiaroes feilas no lancamento da
(Icciiua urbana, que pagan as ca-
sas pertenecntes coflectoria de
Olinda, para o anuo de 1860
1861, pelo collector Maioel Jos
de Azevedo Amorim.
IConlinuaco.)
Bus dos Deuse?.
N. 3. Joao Sirno de Almeida,
proprielario de urna casa terrea
arrendada annualmente por......
dem 5. o mesmo, proprielario
de urna casa terrea arrendada
annualmente por ....... ........
dem 6. O mesmo.
. proprielario
de urna casa terrea oceupada pe-
lo proprielario avahada annual-
mente............................
Beci-o do Ji-intho.
M. 3. Jos Vicente de Lima, pro-
prielario de urna casa terrea ar-
rendada annualmente por......
Ideoq Jos Gomes de Souza,
proprielario de urna casa terrea
arrendada annualmente por ....
de desligar-sedos seus compromissus relativa-, transferencias dos navios que
mente queslo italiana, e que a Inglaterra pe-
las maus do Whyg Palmerston, ou pelas raaos do
lory Derby, queira alfastar-se dos principios con-
signados na circular de lord Caslelreagh em 1822
A Inglaterra, se se visse reduzida hoj* ao iso-
lam.'uto de 1822 o 1823, o que mais poderia fazer
era njij mporUr-se com oque fosse occorrenJo,
q-lando nao se decidisso a auxiliar com o seu tri-
dente a espada da Franca, tao gloriosamente des-
einbainhada j a prol dessi causa, para nao dei-
xar a ella Franca o mrito e a gloria de ter sido
o nico insl-umento activo da emancipado e da
uniucecao da Italia.
Supponlia-se porra o caso em que a Franca ou
a Inglaterra se tornem neutra?, ou mesmo am-
bas ellas reunidasaiuda assim, seria por ven-
tura di Pennsula Ibrica que a Austria, o Papa,
ou n re de aples poderiarn esperar qualqner
assislencia armada? Aquello que se apraz em
drscutir essa erenlualidade nao se lembra de que
rf>Sgovernos actuaos da Ilespanha e de Purtugal
iiid..rani-se por meio do tratado chamado da
quaJrupIa ailianca, e que elles sao o mais fla-
;-a:il
- estivcreni neslas
coaaicoes soj as penas impostas pelo cdigo com-
morcial, e mandn publicar esta esolurao.
.Nada mais houve.
SESSAO JDICIABUEM 13 DE DEZEMBRO.
PRESIDENCIA DO EX. SR. DESEMBARCADO!!
. SOL/A.
secretario, Julio Guiniarea.
A moia hora depois do moio-dia, achado-se
prsenles os Srs. desembargadores Villares, Sil-
va Omimaraes e Guerra, e os Srs. deputados Re-
g, Lemos, Bastos, Silveira, e os Srs. suplien-
tes Velloso Soares e Livra, o Sr. presidente abri
a sessao.
Foi lida e approvada a acta de 6 do cor-
rente.
Barlholomeu Ribeiro
proprielario de urna casa
arrendada annualmente
de Antonio
jili; AMENTOS.
Embargantes, Antonio Alves da Cunha A Com-
panhia; embarg.do, Francisco Jos Regalo Braga
ac d >5p"-vads os eiu"argos e assignado o
F.raharganlps.o presidente e directores da caixa
desvio dos principios dynasticos dos con- | blial do banco do Brasil nesta provincia erabir
ados, N. O. Bieberir C. e J. Keller A
torain despiezados os embargos,
que a huropa oci- Recorrente, Jos Teixeira Basto e Silva, socio
;;^ii h i ll"J'rcre,'le1;,0^"e se!ai Passar liquidante da firma de Bittancouri o Silva -Ve-
no concilibulo varsoviano da Europa do centro,,' corrida, D. Maria Carolina de Quadros herdeira
00 nOrte e lili Pala ni ic :i ,1l..i..l..r_........... .__-I.. I.'... :___,-_ .. V *<, lUUUIJ
jjressos do Vienna, de Aix la-Chapalle de Trop-
pau, de Laybach, e do Verona.
Nao quero eom isto dizer que a Europa oci-
denlal deva ficar indiffereiile aoque se vai passar
uo concilibulo varsoviano da Europa do centro,
do norte e do ste : mas a atiender-se a maneir i de Francisco Jos de BilUiicourT"
| i | ie se achara organisadas essas duasmelades Ful julgado millo o proceiso
o nosso mundo apetico, dilcilmente cedera- Appellanle, Manoel Cabral Bor
mos ao receio de que a nossa metade fosse amea-
gada do ser absorvida ou anniquillada pela
oulra.
Gustavo Cautas.
[Jornal d<, Jaere. Silveira.)
PERNAMBUCO.
. REVISTA DIARIA-
Em consequencia da existencia de dez vaas
<-e praticanles na alfandega desta cidade, lera de
iiaver concurso para o respectivo preenchimento
no da 10 do futuro mez de Janeiro, perante a
tnesouraria de azeoda.
As materias sobre iue lera de ser argidos os
candidato, cifra rn-se ns le tura e aoalyse gram-
matical da lingua verncula, no conheeimento
da orlhographia e da arilhraelica at a theoria
das proporces inclusivamente.
Temos algunas queixas contra urna pe3soa
da povoac.ao do Monteiro, quo com detrimento
da saude publica o prejuizo das pessoasque mo-
rara th, entendeu dever criar porcos pelas ras
d aquello pnvoado.
lie preciso quo essa pessoa nao continu ero
semelhanle pralica abusiva visto que o fado
de deilar canga na porca, nao veda que os baco-
rinhos entreno pelos silios mesmo cercados, o os
damnifiquem por meio de fossaduras no terre-
no, jue muiUs vezes acha se plantado, lcando
assim estragadas as plantaces.
Amaoha finalisa o'prazo de seis mezes
marcados para a inscriprao do3 candidatos ao
concurso da substituiejo vaga da faculdade d^
direiro.
Hontero, perante a junta da fazenda pro-
vincia! foi arrematada a iuroinacao das cida-
oes de Olinda e Goi,uina.
Atremalou a desta o Sr. Jos Augusto de Arau-
jo na razao de 293 rs. por cada lampeao. e a
-quella o Sr. Joo Francisco Antones na de
2o rs. e por trs annos.
^.~lNo ^ ll ,d.oco"ente. foi julgado o soldado
pelo erme de pr.me.ra deaerco aggravado. sen-
00 condemnado ura anuo de priso pe o se-
grate conselho de julgamenlo : P
Presidente
O Sr. major Alexandre de Barros Albuquerque.
Auditor
O Sr. De. promotor publico interino Francisco
J-eopoldmo de Gusmao Lobo.
Vogaes
0 2 lenle do 4o batalhao de axtilharia Jos
Antonio Ribeiro do Freitas.
0 2 tenonle do 4o batalhao de artilharia Filio-
Pe Marques dos Santos Jnior.
Joo Manoel Rodrigues.
Foi confirmada a senlenca,
cordao.
Appellanle,
appellado,
e assignado o ac-
Autonio Primo Soares & Compa-
nhia o J0S0 Cl.ysostomo Pacheco Soares ; ap-
peMado, Carlos Jos Astley & Compauliia.
esprezaram-so os embargos.
Foi assignado o accordao proferido na sessao
de \) do mez lindo entre partes:
Appellanle. Antonio da Silva Rocha ; appella-
do, Antonio Goncalres de Azevedo.
passagens.
Appellanle, o embargante 3 Jos Estoves Vi-
anna ; appellada, D. Maria Joaquina dos Sanios
Abreu.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
descinbargador Guerra.
Nao havendo nada mais a tratar, o Sr. presi-
dente encerrou a sessao, as 3 horas da tarde.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 26 DE NOVEM-
BHO DE 1860.
Presidencia do Sr. Reg e Albuquerque.
Presentes os Srs. Reg, Mello, Gameiro, Pinto,
e Ur. Nery da Fonseca, abrio-se a sessao, e foi
lida e approvada a acta da antecedente.
Foi lido o seguinle
EXPEDIENTE.
Lm oflicio do Exm. presidente da provincia
recommendando ,\ cmara quo mandasse proce-
der a demolicao da casa n. 16 da ra do Cordo-
mz, no bairro do Rccife, queso acha bastante
arruinada, e que pode desabar, sobre cuja ruina
representou o provedor da Santa Casa da Mise-
ricordia. Mandou-se responder a S. Exc, que
ja haviam sido dadas as providencias para a de-
raollcao da referida casa, econstava estarem fin-
cados andaimes para semelhanle fim.
Outro do Dr. chefe de polica, acompanhado de
oulros (2) por copia, do delegado do 1 districto
desto termo, e do subdelegado da freguezia do
Recite, todos representando sobre o estado de
ruinas da mencionada casaMandou-se respon-
der no mesmo sentido em que se respondeu
presidencia.
Outro do engenheiro cordeador. informando o
rejuerimenlo de Manoel Ferreira dos Santos,
que pede p^ra edificar urna trapeira cora varan-
a S0 be* Sua PrPrieda<1e na ra de Aguas Ver-
des n. 55, declarando que, tratando a caara de
revogara disposicao quo permitte a construcc.o
de taes obras, substiluindo-as por simples aguas
turtadas, nao Ihe pareca conveniente conceder-
se a ticenga requerida, emquanlo nao houver de-
terminado definitiva.Addiado.
Outro do Dr. Hermogenes Scrates Tavares do
Vasconcellos, communicando terassuraido o ex-
ercicio da 1 vara muncipal.-Inleirada.
Outro do Dr. Heorique Pereira do Lucona,
t| lenle do 4o balalho do artilharia Ma- I ?.?'Sf 3ue,xtSlld.0.0 Pr-Juiz municipal da Ia
noel Goncalves Bodrigues Franca Ia a8Su.mi^ de juiz vde direito, entrara elle
O alferes Manqpl Germano de Miranda. i?.,mK.tt iID,e8-,Da. vara no impedimento do
O a Joaqim Barbosa dos leis. 4 iSt T"161" i"'.
- .No da 12 do corrente, foi iuigado o sol- LnJ^0A0 3!c, "PPlente em exorcicio da fre-
i uo o soi iguezia do Recie, lufgrmando faforavelmenle a
2 OtfOOO
2i0d0
Ba das Pernambucanas.
N. 1.Joao Simao de Almeida, pro-
prielario de urna casa terrea ar-
rendada annualmente por........
dem 3. Maria Magdalena dos
Arijos, proprietaria de urna casa
terrea arrendada annualmente por
dem 4. A mesma, proprietaria
de una casa terrea arrendada
annualmente por................
dem 5. Antonio Goncalves da
Silva, proprielario de ma casa
terrea arrendada annual ment
por..............................
dem 7.
Peres,
terrea
por ..
dem 19. Viuva
Dias da Silva CarJial, proprietaria
de urna casa terrea arrendada an-
nualmente por..................
dem 23. Lucia Maria da Con-
ceicao, proprielario de urna casa
terrea arrendada annualmente
por .........................
dem 28. Manoel Cavaicnli Coe-
Iho, proprielario de urna casa
terrea arrendada annualmente
por ..............................
dem 32. Jjs Antonio Ferreira
Vinhas, proprielario de urna ca-
sa lenca arrendada auuualmente
por ..............................
Ra dos Gallos.
N. 1.D. Anna Ferreira da Rocha
Lima, proprielario de urna casa
terrea arrendada annualmente
por............................
dem 5. Viuva o herdeiros de
Manoel Leonardo Sudr, proprie-
larios de una casa terrea arren-
dada annualmente por ..........
dem 6.Os rnesmos, proprielarios
do uma casa terrea arrendada
annualmente por ................
dem 21.Maria Francisca da Puri-
Ocacao, propietaria de uma ca-
sa lerrea arrendada annualmen-
te por.........................
dem 22.Maria Joaquina de Je-
ss, proprietaria de umi casa ter-
rea arrendada aunualmenlo por
Ra do Guadelupe.
N. 11 Rita Quitea da ora, pro-
prietaria de uma casa lerrea ar-
rendada annualmente por........
Ra de S. Joao.
IV. 15. Arsenio Antonio Carnei-
rp da Cunha Miranda, proprieta-
rio de uma casa lerrea arrendada
annualmente por ...............
dem 20. Herdeiros de Antonio
Jos do Espirito-Santo Barata,
proprielarios de um sobrado do
1 andar, arrendado annualmente
por ........................
dem 21. Herdeiros do oao Dr.
Francisco Joaquim das Chagas,
proprielarios de uma casa terrea
arrendada annualmente por......
,rafr-"erdciro8 de Joaquim
Jos Ribeiro, casa de sobrado de
andares, arrendada annual-
mente por .....................\
N Rua dos Quarteis.^/
" -Luiz Jos Gonzaga, proprie-
lario de uma casa te-rea arron-
dada annualmente por ..........
a i~Viuva de Antonio de Pa-
dua Moraes Bomba, proprielario
de uma casa terrea arrendada
annualmente por................
dem 5. A mesma, proprietaria
de urna casa lerrea arrendada an-
nualmente por ..................
dem 8. Antonio Luiz Pereira
Bastos, proprielario d uma ca-
sa terrea arrendada aunualmenlo
por ..........................
dem 16.Cipriano Jos de Santa
Anna, proprielario do uma casa
terrea arrendada annualmente
por ....................... t
dem 19. Francisco das Chagas
Salgueiro, proprielarios de uma
casa lerrea arrendada annualmen-
te por ...........................
dem 20. Vicente Ferreira da
Costa, proprielario de uma casa
lerrea arreudada aunualmenlo
por ..............................
dem 21. Francisco das 'Chagas
Salgueiro, proprielario de lima
casa lerrea arrendada annual-
mente por.......................
dem 27.Irmandade de Nossa Se-
nhora do Rosario, proprietaria do
urna casa terrea arrendada annu-
almente por .....................
dem 28. A mesma irmandade',
proprietaria de uma casa terrea
arrendada annualmente por....
(Continuarse-ka),
300300
1449000
rooo
2005000
722)000
120g000
350000
120J0OO
3005000
1SOSO0O
deroso pela conservacao de tao preciosa vida,
cuja falla de cerlo me seria assaz sensivel e la-
mentada mxime pelo crescido numero de nos-
sos lhos, que anda carecem das caricias maler-
t as, agradece cordealmenle ao Sr. Trevas tanto
zeto cuidado e diligencia, que applicou para ti-
rar das garras da morle, uma mai, que deixava
na orphandade tantos lilhos Quereria dizer al-
guma cousa sobre o Sr. Puntes, massomeuto res-
sinlo-me de ter desprendo o couvile, que lho fiz
para ver a minha doente.
Queiram, Srs. redactores, ter a boodade de dar
publicidade a estas linhas, no que muito obriga-
rao ao seu constante leilor.
Victoria, 10 de dezerabro de 1860.
Thoma: d'Aquino Oliveira,
VICTORIA.
5 de dezembro.
ors. redactores.Iuformando-rae ante-hontem
ura amigo queem dous jouiaes dessa capital de 2
el ido passado.haviam sido publcalas duas cor-
respondencias, urna sob o pseudnimo de Veri-
iilra ass'8"ada por Jos Telles de Oiive-
ra o Mello, as quaes era eu aecusado em quali-
dade do juiz municipal desto termo por urnas
questoes havidas entre aquelle e ura seu lio de
nome Antonio Rayraundo do Mello, Qquei ancio-
so por ver e 1er essas primorosas produces e pro-
curando os taes peridicos (porque felizmeute
nao os assigno) com elfeito hoje m'os foram mi-
nistrados; li-os c admrando-os, nao pude antes
de ludo deixar do admirar lambem a maneira es
caodalosa porquu faltara a verJade, calumniara
os autores d seraellianles correspondencias ou
anles aquelles que por vergonha das anliguida-
des forenses os dirigem para lo negros proced-
metilos.
Deveria, senhores redactores, nac responder
esse montao de disparates e nao provadas propo-
sicoesque a meu respeilo e das autoiidades de
Santo Antao avangarara o Verdico ou antes o
Mendax e o Sr. Teiles de Oliveira ou antes o seu
consclheiro escriptor, pe
ou aconselba.
Nao menos Talso Srs. redactores, aflrmarem
os dous campeoes que o rendero Antonio Ray-
muedopz ao mesmo tempo uma acgo de ma-
nulencao, fasendo eu qwe houvesse accoes em
duplcala, por quanto do documento iofra no
primeiro quisito v-se que esta aegao foi inten-
tada anles do errado adipiscendoe, como que
anda quando o fossem simultneamente, jamis
poderiam formar uma duplcala e nem seria eu
o culpado della. nao s porque o adipiscendoa
defleria era sua especie e razes da manutencao,
cumprindo ao Sr. Telles e seu socio desistir d
uno adipiscendoa posteriormente proposto 4 ma-
nutencao e contestar esta pelos meios legaes
mas tambera porque sendo ambas as accoes en-
tre parles maiores sem que nellas se desem os
raotivws pelos quaes era de meu dever supprir-
Ihes os erro, nao eslava as allribuices de
meu magisterio rchndir ditas accoes em "umas
nem quizera, Srs. redactores que n Sr. Telles
o o seu Verdico me explicassem essa historiado
aupiicala, que para mira oque elles poderiam
chamar verdadeira novidade na historia do foro
da Victoria. Talvez que essa duplcala seja a-
quella que so du na socedado da compra da
engenhoca Riachao ; talvez que se possa ella cs-
plicar anda pela duplcala do Sr. Telles
com
o seu Verdico nos negocios que ellos desojara tor-
nar forenses na Victoria. Vejara aiuda, Srs. re-
dactores, o fioal das duas senlencas no
quizito do documento abaix'e as quaes se ree-
^ 0.,-; Telles e st'u Verdico, allegando te-
rcm oblido uma a seu favor
se deve pensar da
e digam-mc o que
intelligencia e hermenutica
jurdica desse Sr. Telles e seu Verdico.
bem duvida, para admirar quealguem acon-
seihe a esse mo;o para cahir de absurdos era a-
bsurdos vjndo assim a carregar, segundo a op
mao de todas as pessoas desla cidade. cora os
onusdoserroseinjuslmas desse Verdico, cerlo
deque sinto profundamente serao mal retribui-
do porquera na verdade s lera recebido de mim
oons tratamentos e juslica.
E' inconlestavel j.or aquellas senlencas que o
r. telles e seu socio perderam ambas as ar-
coes, sendo
O alferes Belarraino dos Santos Bolcao Tabellio
do judicial, e dos registro geni das hypolhe-
cas, esenvao do crime. eivil, jury 0 execucoes
interino nesta cidade da Victoiia e seu termo
comarca de Santo Antao, e provincia de Per-
nambuco por Sua Magestade o Imperador o
Senhor Dora Pedro Segundo a quem Dos
uuardT), etc.
Certifico que em virtude da portara retro, re-
vendo os autos dos mous carlorios de uue Irata
a mesma1 consta Io que Jos Telles do Oliveira
Mello e Jos Lourenco de Lucena proposeram
uraaaegao de adpiscendo contra Antonio Ray-
raundo do Mello no dia 10 de dezembro de 1858
1e1o-o de "uanulonco no dia 23 do novembro'
de 18j8, 2 que nao consta haver aejo alguma
com a denominaco de despejo 3, nao consta
lambem a escriptura ter a clausula consliluinte
4 sao o theor do final das sentencas do adpis-
cendo da maneira seguinte considerando tudo
isto os mais que consta dos autos, julgo por sen-
tenga carecercra os autores de direilo para a
accao proposla, nao poderem pedir a emissao da
posse no engenho Racho e o despejo dos reo
senao depois da collecta de 1859, a 1860, fazendoo
pelos meios competentes e no tempo designado
na ordem livro 4o titulo 23 1; como julgo
igualmente por sentenca caber aos reos a reteo-
cao da posse do mesmo eogenho pelas bemfeilo-
rias, sendo legalmenle liquidadas, e conderano
os autores as cusas Victoria 6 de sete.nbro de
IHa'J.Antonio Joaquim Buarque Nazareth.
l*rlidco mais que consta dos autos de minuten-
cao sendo autores Antonio Rayraundo de Mello
contra Jos Tulles de Oliveira Mello e Jos Lou-
renco de Lucena, o theor da sentenca da
seguinte sendo o seu final
a maneira
julgo por sentenca
competir aos autores aprsente aeco para o fim
de Ihcs ser concedido o mandado do manuten-
cao requerido, e pelo qusl fiquem manutenidos
na posse em que seachjm da engenhoca Riaciio
que Ins fui arrendada por D. Auna Ferreira de
Mello, inhibidos os reos de nao mais pertuba-
rem os autores na mesma, at que por accao
competente eomsigam doasppoaa-los, e obriRa-
dos a abrirera nao dos recados que esio fazendo
ludo sob a pena de qualro ceios rail ris, se d
loro tornaren, a turbar os autores, e as mais
- que pur .'ireilo Ihcs couber, pagas as costas pelos
mesuras reos era que os conderano. Victoria 10
WeM, ^o 1|S-A7,,0a0 Ju'11"im Buarque
^a/areth o finalmente consta que a carta de
exocucao de sentenca foi requerida por Jos Tel-
les de Oliveira Mello, e Jos Lourenco de Luce-
na sendo adpiscendo contra Antonio' Ravmundo
pa ? bUa mu,her no dl" 1(i de jlho de
iou, assim como que de referida
execuco de
.waass&nsss > aswriS-jrtrjaxi
o que se prova alm das sentencas supra citadas
cora as appellacoes por elles inlerpostas, fallado
"ae"S> u,a v" que cerlo'que ninguem
appella de nma sentenca era seu favor
tamo inconlestavel tambera
e por-
. a iniustics e falla
de verdade com que pronunciara a celebre novi-
era** de haverem obtido uma sentenca
serem assim mesmo condemnados'
della.
a favor e
as cusas
Mais novidade. Srs. redactores, intenl
os venados e appollantes a execuco da sei
larera
. nlen-
era vez de proporem a accao cora-
ptienie antes de maio do corrente ann
sollreiera o mesmo
ea contraria
das, e que o estado em que ella se acha estar
no cartono p>ra dar vista ao advogado a aJeni
competir, e isto quando a procuren!. Creio ter
desta rorma cumpndoa respeitivel poitaria doste
JU1lZ.0WR,.qU n ,adu ou f Vicloria 5 de dezembro
de t8bJ -Oescrivao do civil.-Belarmino dos
Sanios Bolcao.
RIO DE J.WEIKO.
QOESTES DO DIA.
Al mentiras eleitoraes.
h sobremodo faligaute e tedioso o trabalho de
relutar lalsidades que com a mais insigne m fe
repeler loJos os dias as l'olhas que advo-ara as
r-rque cima daquellases- ment de 15 de mareo d.. iks-T
u questoes havidas en- | que no direito e rXforinea Vp^ZT-
co tenlio visto requerido e pralicado.
para nao
que o passado c approveila-
em a todicacao d'aqueila sentenca que elles di-
truhdir\Ue m,?^ l,*"' n'J.\"la^ e lnJa ea- Candidaturas dos Pogiruns, dos genros, dos so-
' a s ,. i, ? 1 Ul?f Ve?Cld0' T'1" l0 ""ao P" CSt i0* Sert'"lt's du Correio Mercantil e do
ga as cusas depois de requerido para pagi-las Difrio do Rio de Janeiro. Mas que muito auo
rom At.SV" P3Sa d9 C'ldtia ; como re'uera- pr0CUrem gUrrear seus adversarios coni ca!um-
"era e^HEi, 'ES'S ^
deslriclo, ignorando-so assira o di
ligo 8. combinado com o arli
o 15 do regula
------------- -.. wi* jut^ivvj uuii'.a.i un-
ir telles c seu lio e acuna Uestes eslo minha!
reputacao e procedimento judicaiio sobre o qual
lenno consciencia nao me aecusam, nem cora jus-
15a podero aecusar-me, o publico sensato e os
homens nlelligcnles e honestos: deveria pois,
repito, deixar que esses zoilos coirompidos pela
torga irreauUvel da mmoralidade, e que devida-
meiile eslao collocados na crpula da sociedade
ou da dasse a que pertencem, fulminados por
seus muos inslincios, uivassem raivoos contra
mini: entretanto como prezo altamente os deve-
res do magisterio que oceupo, e para mim uma
obngarao indeclinavel reslabelecer sempre a ver-
dade, quando a dcscarreiam, porque a estimo tan-
to quanto Santo Axustiiiho as palavras Fiat
Justitia, dum pereal munduse nao obstante
nunca oecupar-rue com questoes periodiqueras ou
antes despreza- las constantemente, como hei pra-
ticado com aquellas para que se me lera querido
arraslar, oscrevendo-se sobre a poltica della, e
nome, tomei o pesado onus de apresentaraopu- cena muito deve nuexir J ,t .i .
blico era duas palavras quanto Vespe.lo das de- que,- -- <>- do seu socio e de
mandas desse Sr. Telles e seu lio se tem dado uo loes
dipiscendw contra Antonio Raymundo.'mas onde
estar a perseguido feita a este muco, se como
ja dcmonstre por este mesmo Diario no mez
de selembro prximo passado, se bem me recor-
nmvi-'.ril6! P aSU eJ' ''"' ?o arl 10 da desposico
prou?0ria Queixe-se de si ou de seu lilao con-
selheiroque na verdade mais o agravou c Ihe
em feto injusticas do que eu, que nenhun in-
U^rese leoho em Ihe fazer mal, prejudicando
minha reputacao, tanto mais quaudo nunca fui
por sua merc oirenJUo. L" igualraonte verda-
de que Lucena, socio do Sr. Telles, est con-
demnado a dous anuos e meio para Fernando
mas nem eu. nem o juiz de direito, que o con-
demnou somos culpados de ser elle criminoso
de introduccao de sedulas falsas na circuladlo,
nao podendo restar duvida que este infeliz '
a a relcao do I som menor fundamento, sustentara" qoV^o-
sposlo no ar- v<-'r"0 ai decretar, se elles nao recuam dianteda
guerra civil e dos disturbios que podera produzir
o dtrramamcuto de sangue innocente ?
Quando elles fallara de phosphoros e invisiveis
sabera muito bem que essa praga, se existe, nao
mo-
que
superior da relacao, e por
b verdade que o Sr, Telles foi preso por fal- i creagao de um s partJ0, mas de todo''
ia uo pagamento das cusas na que.-tao em que bem 4!ie a le procurou evitar esses dolos d'o
101 venciuo como autor, ou na d seu famoso a- i d mais effieaz possivel por raeo de recursos
io at o tribunal superior da relacao, e p
eioda composicao das juntas; sabem'que a le
ocurou tambera na organisacao das mesas as
loro dessa ciJade, pedindo a aquello que contes-
to com documentos as verdades, que vou aunun-
ciar e quaudo 010 o possa fazer, queixe-se antes
de sua m direccao ou de quem lo indigna e er-
) raaameute o couduz, e seja com o seu Verdico
mais sisudo e amante da justica para nao mero-
cer o conceito de calumniador, e vil detractor,
como ja. de oulra vez Ihe foi dito.
Principia o Verdico por contar a historia da
celebre compra da engenhoca Riachao que um
cerlo Lucena fiZOra a oct3genaria av de Telles,
u. Anna Ferreira de Mello, ecuj historia enver-
gonhana na verdade a quem tivesse vergonha, e
diz que Antonio Rayraundo, rendero daquella
engenhoca, lendo plantado caonas depois daquel
la compra e do mez de maio de 1859 sera Ihe fa-
zer entrega da engenhoca, os proprielarios Telles
e Lucena Ihe propozeram uma acg.io de despejo
ao mesmo lempo que o rendero poz tambera uma
accao de naoutencio: que vendo o advogado dos
proprielarios duas aegoes uo foro, arguiuentou
mostrando que loodiam ellas para a entrega ou
nao da engHiihoca, mas que ojuiz dcsallciideudo
a isso fez que houvessem demandas em duplca-
la : que correndo as duas causas seus lermos, ob-
leve o rendero sentenga a seu favor para ser
mantido no arrendameulo, ao mesmo tempo que
os proprielarios foram tambera allendidos, con-
demnado o rendeira a entregar a engenhoca ape-
nas colinda a safra que era a do corrente anno : e
que finalmente procurando os pruprictarios exe-
cutarem em maio a sentenga em seu Livor, alm
dos em baragos que Ihes crou o escrivao do feto
cantos Roalo, cinbaracou-se o negocio, ficando
anecio a conclusao do juiz que a mais de ura mez
nao leve lempo para resolver o nogordio doren-
ueiro, chuchando no dedo o advogado e os pro-
prielarios sem saberem do resultado da execugao
ua sentenga e entrega do engenho, quando o tem-
po para isso uruia.
nwrn^nf" Prm diz oSr' T,'lles 1uc o
ayraundo procurando indispo-lo e a seu socio
cora as autoridades da Victoria pondo obter todo
quanto de favores judiciaes po n fJSlIC88' COmo so,nfrc se as faz. Vando
queremos agentes de ura foro amigo : que Seu
Dar,.F8.0reVJUS P.rCeSS0S uma "endeninagao
nriM.ft.7 d, pur dous annos e mei. e elle urna
"Io Pr cusl". ende uma novidade na histo-
a do foro da \ .dona ser condemnado em cus-
a favor qUesl0es' tendo ne,las uma sentenga
Ora senhores redactores, muito fallar a ver-
dade fallar assim !! Com elTeito ou o Sr. Telles e
o Kendtco, seu accessor, nao sabem, como creio
a quantas andam, porque nunca propondo aeco'
de despejo contra Amonio Raymundo, assim o
alhrmam, ou ignorara a natureza e especie da
aegao que propozeram (o que acredito anda mai
pojssendo o interdicto adipisceodm a accao por el-
les intentada, lhes chamara despejo. *
Vejam, senhores redactores, o documento abai-
xoe pnncipiarao com o publico a conhecer o
crdito que merecer devem o Sr. Telles e seu Fe-
ridico QUe culpa tenho eu. Sr. Telles, de en-
ea minhar sua merce erradas accoes o depois pa-
ra jusliflcar-se trocar-lhes os nomes?.. Accao
adip.scendiB, Sr. Telles, aquella pela quaUs
herdeiros legtimos e testamentarios ou aquelles
que uverem titulo legal deaequisigao cora trasla-
Saoda posse pela clausula conslituli pedem a
te" ea. Z> CDUa "l-er deten!
ln^fa,edes?ej0 porm a1uella Pela qual o
locador demanda o co onn. innUn ... J.T.-
72>000
-85OO0
83SOOO
30J560
36$00
48{000
60000
963000
76S400
200S000
723000
6O3OOO
48S000
1203000
188000
2J000
283880
luem tao erradamente o aconselhou para as ques-
ela aquelle perdeu. Finalmente, se-
que Co
e-
es-
nhoros redactores, para mim por demais
tranho dizer o Sr Telles que dormiram
conclusao mais do um mez os autos d
canlada execugao, erabaragando-se assim
cha da mesma, que aiuJa mais se embaracou
com as protellaroes do escrivao do feto n'los
Bolcao, porque do quinto quisito do documento
rallado se ve o contrario e bem palpitmte a ca-
lumnu e deseuficiado d
vao ate o tribunal
mt
proc
melhoies garaalias para a justa soluc
questoes que por .al motivo se suscitassem ; a-
bem que todas essas cautelas e previdencias tem
por fira evitar as dacisoes tumultuarias, a desor-
den! e os conflictos.
lias elleaem nenbuma conla lem todas asfor-
raa dadesdale.,equerera que o seu povo do
gritadores e aquistas v s igrejas cora herraras
e ameacaa afas-ar das urnas" aquelles que ""o
votarem as suas chapas, e ate expedir as mesas
legal mente com postas sob pretexto de flagrante
delicio de nomo suppostoou mudado.
babem muito bem que o direito de prender em
flagrante delicio s se refere aquellos crimes cu-
ja peipetraguo cabe debaixo da apreciaco de lo-
dos os assisteutes e nao aos Crimea
tem descoberlos e apreciados
pulsao do documentos, exame s ,,,ie
que para se-
necessilam a com-
tn na minha 'lualler do povo u;io pode apreciar pruna fa-ie
de sua d- ariamente o uso de nurae supposlo ou mudado "
sim a mar- u'n crirae; mas quem decido se um humera na
embaracou MSiao da eleigao usou de nome sunmxi.i *
xou-se delle
Santo-Anto,
283880
483000
48JOOO
esejo de fenr-me, por-
quauto a requererara era 16 de julho desle auno e
nunca esleve era minha conclusao mais de oito
das.
E' sabido nesta cidade e seu termo que nunca
demoro despachos interlucutonos e no de que se
tracta nao sei onde estara o nogordio para tan-
to ineerabaracar, salvse consista ello na cras-
sa asneira de semelhanle execuco
TaUez o Sr. Telles se infade Tanto cora o es-
crivao Santo Bolcao, por querer quo esle traba-
lho a seu goslo sem Ihe pagar devidameote. nao
recelando que dito escrivao o execute pelas cus-
las porque nada possue. a lm de que se o es-
crivao protollou seusdireitos porque oo quei-
a autoridade competente ? fim
Srs. Vindico e Telles, nao h,
,ragas a ueus e a os meas exforcos, como dos
uemals agentes da jusliga, foro amigo, como au-
oasmeule. porom sem rellexo, avango os se-
nhores, o para prova disto basta advinimos que
as autoridades de Santo-Anto vivem em desar-
monia e porlanlo que cada uma mais se expia
da oulra, resultando d'ahi a maior recldo. hu-
manamenie possivel, em beneficio das parles.
Nao duvido que em oulra poca houvesse foro
amigo nesta infeliz cidade e injusticas que an-
da clamara ; nao duvido que fosse fr'o amigo o da
minha administrago, se consontisse nos corrom-
pidos costumes cora que, se me tem dito, esla-
va alguem avesado e dos quaes ainda nao se
pode desaferrar.
Era conclusao e lendo inteirado o publico da
verdade desafio ao Sr. Telles e seu Verdico pa-
ra que sob pena de serem vis calumniadores e
sorapnle dignos do despreso de lodos raostrem
os fados de minha vida de magistrado ou pu-
blica ou mesmo privada, que a tanto os aulho-
nzera, cerlos de que os chamarei a responsabili-
uade, quando me ferrem cora injusticas o ca-
lumnias semelhantes as que profenram u'aauel-
les peridicos.
Tenho sido por demais extenso senhores le-
daclores e um lano arrependido de haver easlo
o meu precioso tempo com quem nao mtrece
apenas, ficando todava a espera, rogo-lhes pu-
bliquen! estas huhas em seu conceituado jornal
e fiquem ceilos da gratido do seu constante
Antonio Joaquim Buarque.Vazaret/i.
Publicages a pedido.
n..!??hOManl0S Blc5a revend0 os aulos da
OiveraSahuB1naS "V0 6Dlre JS TelU's de
Utiyeira e Mello. Jos Lourengo de Lucena e An-
naf.%nda"e.110' CerlQqu "Pe-e.".
,lm din ? ? ProP*la Por aquelles conlra este
ahm de o tirarem da posse da engenhoca Riachao
o era que data foi ella internada, como a em que
propoz este contra aquelles a de manutengao 2
!.! i03 ,ra!8mos houve acgo de despejo, por
quera intentada e quando 3o so a escriptura de
ro por motivos
Ihe entregue a
.'; sube; kt K^'fffflu-w^ i
juslosparaquenoprazode 30di i/,,, m Jose Lourengo de Lucena,
cousa a.luAaou'alendada?'Lf iu 2^? ^U^.f, 1 *e'J fl"al
---ma n."ieU '^S'*0 '"9 arj. do terdilo isto ,
es.nPdtsurmercmpfarCae iWuVSfel! fS
mesra
nao
das sentengas dadas as aegoes propostas por
aquelles, esses contra oulros 5o em que dala re-
re de sua av, as cendfcoes U a caoadioiscen lC"ri Antonio. -/". de qual das
do por elle proposta, visto nao serseuJicrddr, !e',,en" o. 8 maior espago do lempo que
nem ter sua escriptura de comora folda r?i"' "teve essa, execugao em minha conclusa^, bem
-a. segundo s do documS ff iat STdfiS A," Sf^" -JS^
segundo se ved
soque inlevidamen
nao a de despejo, que Ihe
compela; claro ka
inicipal.
Anlonio Joaquim Buarque
. usou ue nome supposlo e a
mesa s. assira crao quem Ihe pJe impr a ne-
na que o cdigo decretou s o juiz competen-
La 'enrar "*reC" a m f' "m a ul K
Susteulaiu como ptineipio de nosso direito cri-
rainal que pode cada un, imaginar que outro esl
ti commettendo um crime e logo preJde-o
anda que seja uma autoridade n exercicio d
suas funtcoes como a ,ueia parochiaL Sabem
muito bem que este principo conduz.ria ma s
cmplela anarch.a social; ,,u, e,n virtude delle
qualquer turbulento la prendero jola na sua ca-
deira, o recebedor de reu las na sua mesa e at
o ministro de estado em conselho.allegando que
naquelle momento eslava o juiz da-do urna sen
tenga por peita, o recebedor do renJ, recebendo
o que nao era devdo, eo ministro pr.poQjo un;
derreto contrario conslituico, ou S^nranea
do estado. o"'u"g
O bom senso do povo nunca se cuganou \ rCs-
peito dos casos em que direito c at devlr de
todo o cidadao o preuder o criminoso emi-
grante delicio, e aquelles em que s os ttibuiu's
s os magistrados podera dizer houve crine'
tem lugar a priso.
Elles sabem ludo isto, ludoj tem sido exp.
cado ; mas usistem na sua doulrina, porque a
dosordem mesma quo elles procurara.
Sabera que todos os ordenados q le accumula o
Sr. Euzebiu nao excedem de 12-401'3 por anno a
saber: i:600 de conselheiro de oslado e sena-
dor e 4:600^ do desembargador e inspector gc-
. ral da instrucgao publica durante 8 mezes do
anno, porque nao vence ordenado, nem exerec
l estes_ dous empregos nos qualro mezes quo dura a
; sessao legislativa, se mais nao dura por virlude
de prorogjgao, como sempre acontece. Sabem
muito bem que no mesmo caso se achara os ou-
lros seuaJores e conselheiros de estado ue ac-
cumulam oulros veocimentos ou aposentadoras
do empregos que exerceram. Mas continuara a
repetir sem demonstrago alguma que o Sr Eu-
zebio recebe mais de 20:000$ por anno
Sabem muito bem que nenAmna 'lei aulori-
souo governo a tancar imposto nenhum sobre
ojiadlos dos obreiros; sabem muito bera que
sobre os lucros dos banqueiros e negociantes,
de maneira qae seja preciso ir examinar os seus
livros e avallar as mercadorias de seus.arma-
zens para conhecer quanto ganhara. Sabera isto
muito bera ; entretanto nao se coulontam de ci-
tar era falso um artigo da ledo orcaroenlo, que
so nao claro para quem nao lem o habito das
expressoes e termos da scieucia das finaucas er#
que elles pretendem ser mestres. *
Nao se contentara de citar em seus escriptos a
le em falso ; de palavra andatn por seus emis-
sanos pregando era toda a parte onde se reunem
artesanos o obre.ros que o goeerno est autori-
Mda a langvr um imposto sobre os seus sala-
rios. Ura cabalista de Santa Anna se gabava do
ler assim explicado o imposto aos operarios :
v< Sois carpinteiro, gauhais 2$ por dia. lendes
de pagar-ao governo por dia 400 ris. isto 20
por cont do que ganhais. > '""
elleaSs'pa !ZLVTX*a da lei d0 rS*ento a que
f,-nL, erem pa" ver ue nerase traa de um
imposto nooo.nom do despropsito que elles an-
dam pregando. A lei portuguoza. qu o Jfer transcreveu para crear confuso no espirtos
mil vezes mais rigorosa do qu* rligo da nossa
a que o referera, ainda osim nao vai ao ponto-
de rigor com qut elles eslo assuslando os 00
bres Irabalhadores brasileiros. v
Expliquemos a lei em lins-agem que or ln
dos seja compreheodd_e Ser lalrez trahalfi
perdido, porque am^oaa, apezar da explicaco
he de repelir o -esaj0 que lem dito- Veiarn'
porm, nao se^nganero : osaes pobres homen .
n..-n freiriswafflgdrontar, nSo sSo .
^M deconhe.


MARIO DE PERH1MBCO. SEXTA FEIRA 14 DE DEZEMBKO DE 1850.
(3)
ccr que queris explorar sua simplicidade para
podcrdes subir sobre suas espaduas e galgar as
altas posicoes. Vejsm que vos podem julgar in-
dignos deles, vista desses instinclos de embus-
te e oveja que estampis.
O imposto de 120800 sobre loja, creado por D.
Joo VI eni 1812, tem sofTrido varias tranfor-
mares pelas leis de orcament de 1836, 18*3,
1356 c 1857, e afinal pela de 1860 que deve vi-
gorar de julho de 1861 a junho de 1862. Todas
estas alieracea teera tido por fim nao s a ele-
vncao do imposto, mas urna distribuico mais
equitativa.
A elevaco tem sido motivada j pela ne-
cessidade de augmentar a renda, j pela depre-
ciado da moeda, e j pelo augmento da riqueza
c importancia das transaccocs, que faz que a
mesma industria pode hoje suportar um encargo
maior.
A tendencia da legislaco tem sido de con-
verter este imposto noseu principio mal lanzado
en. um imposto adoptado por quasi todos os
povos cultos com a denominado de imposto das
potentes.
Leva-lo a um tal ponto de perfeico que aca-
barse com toda a desigual Jade e uo pesasse mais
soare um contribuidle do qua sobre oulro ira-
possivel. Mas o que se trata de sproxima-lo
quando possivel de urna distribuidlo equitativa.
A' imitaco pois do que se faz em Franca, na
Prussia e cm outros paizes bem regradas, deter-
minou a lei do orgarneuto ultimo no 10 do art.
11 o seguinto:
1." Que nao paguera tal imposto as industrial
que pela nalureza privilegiada de suas funches
(por eiemplo casas de saudo) ou pela recouhecida
insufficiencia e penuria de seus recursos nao o
deverem ou puderem supportar.
2 Que o imposto em lugar de ser fixo e uni-
forme (como os 12;80 por loja), se divida era
duns partes, urna fixa e outra variavel.
3." Que a parte fixa do imposto soja marcada
em cada cidade ou villa, segundo a natureza,
classe, o condico da industria ou profisso.
Por exemplo^o leiloeiro pagara no Rio de Ja-
neiro tanto por anno, na Babia e era Pernambuco
tanto, uo Maranhao e Hio Grande menos, e as-
siro por dianle ; vas lodo o leiloeiro pagar o
tiiesmo imposto de patente para exercer a sua pro-
fisso.
O mesmo a respeito do negociante de grosso
trato, do negociante de reUlho, do fabricante de
volas, de charutos, de movis, etc., etc. A ne-
nhum se perguntar quantos leiloes faz, nem que
capital emprega no commercio, nem quanta fa-
zeuda vende, nem quantos obreiros oceupa, nem
quantos caixeiros lein, uem quantos charutos, ou
velas, ou movis fabrica. Para exercer a sua in-
dustria deve pagar tanto por anno, esse tanto o
mesmo para todos os que excicem a mesma in-
dustria, por isso que esta parte do imposto se
chama fixa.
4." A outra parle da taxa, isto .a parle varia
vel, estar na proporcao do aluguel que paga, ou
do valor locativo que" tem o predio em que a in-
dustria se exerce. Assim. poi excmplo, o leiloei-
ro pagara tanto por oento do valor locativo do
seu armazem, o baiiqueiro pagar tanto do valor
locativo do seu escriptorio, o negocenle do gros-
6o tralo tanto do valor locativo do seu armazem,
O negociante de retalho tanto do valor locativo de
sua lais o fabricante de velas, de charutos, etc.,
taoto do valor locativo da sua odicioa. E' por isso
que esta parle do imposto se chama variavel, por-
que segundo o valor locativo maior, maior o
imposto.
Os especuladores da mentira lizeram urna es-
ludada confuso do que narfe fixa do imposto
com o que parte variavel, edisseram e escre-
veram que a parte variavel recahia sobre a renda
de cada um, e portaoto sobre o ordenado do e:u-
p regad o, o salario do obreiro, a soldada do cai-
xeiro. emfim, sobre o vintem do pobre.
Assustaram assim aos pobres, mas nao esque-
eram os ricos; edisseram que para saber que
imposto variavel a pagar o banqueiro e o nego-
ciante, o fisco tiuha de mandar examinar seus
litros c balancear seusarmazens.
. Os pobres e os ricos veera agora e se confir-
maro leudo a lei que os especuladores men-
tirn! aos pobres e aos homens de
vada.
Podiam allegar o temor de seren as laxas, quer
fixas quer variaveis, lancadas com muito peso ;
mas a lei poz limites a esse arbitrio, que por ne-
cessidade deu ao governo. Esse to praguejado
c explorado artigo da lei coucloe assim :Nao
devendo exeder a taxa variavel [sobie o valor
loca'.ivo do predio) a 10 quando se der ao mes-
vio lempo o pagamento da fixa, e a 20 % no caso
contrario,
J se ve que a iacuiod<> darla, ao governo tem
um limite que bem indico a inlencao ao legis-
lador.
E' preciso um longo trabalho para designar a
taxa fixa que deve pagar eada industria e as dif-
irenos que devera haver de urnas para outras
cidades. E' por isso que existindo esta autorisa-
co ha annos s pode o Sr. Souza Franco decre-
tar a taxa fixa que deviam pagar os leiloeiros,
porque sendo urna industria mullo lucrativa.aqui
e de nenhum jsco no seu exercicio, e por isso
mesmo pouco popular, o Sr. Souza Franco ue-
:ihura receio leve de comecar por ella.
O Sr. Torres-Homem no seu ministerio, pode-
rosamente auxiliado pelo thesouro c especial-
mente pelo Sr.cunselheiro Arcas, liaba bastante
adbntado um trabalho, que licou s ordens do
Sr. ministro da fazenda, o qual com asluzesda|
seccao do conselho de estado, e com seus proprios
cou'hecimentos, pode dar-lhe urna forma a mais
approximada possivel da perfeico, mas que pro-
vavelmente ter anda do ser allerado e melho-
rado. .
O que nos cumpre agora com a cxposicao
clara da* verdade quebrar esta arma com que o
interese eleilorel de homens de pouco escrpulo
quer agitar a nossa sociedade, e exacerbar pai-
xes
O povo j soffre bastante de algumas contrarie-
dles que o lempo, as estacoes e os vossos des-
manchos passados tem IraziJo ; cessai de provo-
ca-.o lucias sanguinolentas, e a turbulencias
em que, abalada a confanos, ufugentados oscapi-
taes, se paralysam as emprezas e as obras em
que seu trabalho acha os recursos de sua vida.
Os Constitucionaes.
(Jornaldo Commercio, do Rio.)
o. ts a. ce 2 g-5 floras
i' o* c cm w c -I c o B B e O) tmosphera. O w t/1
w X ireecao. M 2 H p < i
as 39 a - 3 Ci O OQ e Intensidade
2 S 00 -4 00 | Fahrenheit r H o m S B S s
' SS 8 c^ Centgrado.
-4 a ~1 -4 ^1 Hygrometro 0- ? Cf
o O O O | Cisterna hydr mtrica.
-4 00 -4 1 w en 4 Francs. 1 -o
ce o o Iw co ce 5 o o o i* 00 "s p o -. Inglei. -i o
A uoitc esteve nublada, vento ESC regular
e assim amanheceu.
0SCILL*C\0 DA R4B.
Preamar as 5 h. 18' da tarde, altura 7,3 p.
Baixamar as 11 h. 6' da manha, altura 0,7 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 13 dede-
zembro de 1860.
R0M.VN0 STEPPLB.
Io tenenle.
Collectoria provincial de Olind, 28 de novem-
bro de 1860.O escrivo servindo de collector,
Joan Goncalves Rodrigues Franja.
Edita es.
Cellectoria da cidade de Olioda 1 de dezembro
da 1860.
O collector
Brsz Ferretea Uaciel l'inheiro.
Correio.
Pela administradlo da correio dests provincia
se fsz publico que no da (20) do corrate s 3
horas da tarde em ponto serio fechadas as ma-
las que deve conduzir o vapor costeiro Persi-
nunga, cora dettAnj) a Maceio e porlos Inter-
medios.
Recebedoria de rendas inter-
nas geraes.
Pela recebedoria de rendas internas geraes sa
faz publico, que no correte mez termina o prazo
do recebimento dos irapostos do exercicio de 18?9
a 1860, no domicilio dos jcontribuintes a cargo
dos recebedores, assim conH o do pagamento na
recebedoria do primeiro semestre do exercicio de
1860 a 1861, livre da multa de 3 % dos impos-
tes seguintes : decima addicional de mo morla-
imposto de 20 /0 sobre lojas e casas de descon,
to ; dito especial sobre cssasde movis, roupas;
calcado, mobilias fabricadas em piz esirangeiro ;
dito sobre barcos do interior ; lindo o qual so-
guir-so-ha a cobranza executiva quanto ao de-
bito daquel'e exercicio, e a porcepcao da multa
quanto ao deste.
Recebedoria de Pernambuco, Io de dezembro
de 1860.O administrador, Manoel Carneiro de
Souza Lacerda.
Collectoria provincial de
UllllUd. pei mo,a ,j0 consuiado provincial se faz
O collector interino faz constar pelo presente publico aos proprietarios dos predios urbanos das
aos contribuintes da decima urbana da collecto- freguezias desta cidade c da dos Afogados, que os
r>a de Olinda, que do Io de dezembro prximo 30 dias uteis para o pagamento bocea do cofre,
futuro principia-se a contar o prazo de 30 dias do !. semestre do anno linanceiro da 1860 a 61
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
O novo banco "continua a substituir
ou a resgalar o reto da notas de 10$ e
20$ que havia einittido e ainda existe
em circulado, declarando que, em
cumprimento do decreto n. 2,664 de
10 de outubro do corrente anno, esta
substituicao ou resgate devera' efTec-
tuar-se dentro de 4 mezes, e que fiado
este prazo s podera' ter lufjar com o
disconto progressivo de 10 por cento ao
mez, ficando astim na forma do art 5
da lei n. 53 de 6 de outubr8l 3P
sem valor algutn no fim de l mezes.
Recife 9 de novembro de 1860. Os
directores, Joo Ignacio de Medeiros
Reg, Luiz Antonio Vieira.
O hiate Garibaldi, segu para o Cear empou-
cos dias : e tratar com Tasso Irmos ou com o
i capitao Custodio Jos Vanos.
COMPAMHA PIINA1BICANA
PE
O Dr. Anselmo Francisco Terelti, commendador
da imperial ordam da Rosa e da de Chrislo e
julz de direito especial do commercio desta ci-
dade do Recife de Pernambuco e seu termo
por S. M. I. etc.
Faco saber aos que o presento edital virem em
como no dia 2 de dezembro do corrente anno,
se ha de arrematar em praga pblica deste juizo
na sala dos auditorios a casa terrea sita na ra
da Rola n. 25, de 2 portas e una janelb, 2 sa-
las, 4 quarlos, rosinha fora e cacimba do serv-
co, avallada em 3:000?, pertencente a Joaquim
Flix Machado e vai a pra;a por expcucio que
llie move Manoel Jos Leile e caso nao h'ja lan-
cador que cubra o preco da avalia^ao ser a ar-
remata-gao feila pelo preco da adjudicaco com o
o abate da lei.
E para que chegue ao conhecimento de lodos
mandei passar editaes que sero publicados pela
imprensa c affixados nos lugares do costme.
Cidade do Recife 19 de outubro de 1860.Eu
Manoel Mia Rodrigues do Nascimenlo, escri-
vo o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelti.
O Illm- Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desta provincia manda fazer publico que
no dia de Janeiro prximo seguinle haver
concurso nesla thesouraria para preenchimcnlo
de 10 vagas de praliCante da slfandega desta ca-
pial, comegando os exaraes as 10 horas da ma-
nha sobre "as seguintes materias : leilura, e ana-
lyse grammatical da lingua verncula, orlhogra-
phia, c arithmelica at a theoria das propor^oes
inclusive.
Aquelles, que prctenderem ser admitliJos ao
concurso, devero previamente provar que teem
18 anuos completos de idade, que esto livres de
culpa e pena, e que teem bom procedimento.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 12 de dezembro de 1860.O official-
maior interino, Luiz Francisco de Sampaio e
Silva
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico que
oo dia 13 do corrale vai novameole prace para
ser arrematado a quem por menos fizer o cosleio
grvala la- je 30 Umpeoes da cidade de Uoianna, pelo pre-
go de 300 rs diarios por cada um.
A arrematarlo ser feita por teropo de 1 anno,
a contar do dia 20 do mesmo mez.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo aDiario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, Io dezembro de 1860 O secretario,
A. F. da Anuunc3cao.
uteis marcados para 1 cobranca do primero se-
mestre do anno de 186'1 n 1861, e lindo este pra-
zo pagarao 3 por cento de multa os que nao com-
parecerem no referido prazo. ________________
do imposto da decima, se principian) a contar do
dia 1." de dezembro vindouro. Mesa do consu-
lado provincial de Pernambuco 21 do novembro
de 1800.
Navegado cosleira a vapor
O vapor Perstuunoo, comraandanle Moura,
segu viagem para 03 portosjdo sul de sua escala
no dia 20 do corrente mez as 5 lf2 horas da
larde.
Recebe carga para Macei e portos intermedios
ate o dia 19 ao meio dia.
O expediente na gerencia ser at 3 horas e
depois de fechado nada mais se admillir : es-
criptorio no Forie do Mallos n. 1.
Aracaty.
Segu nosles dias o hiate Vedeta ; para o
resto da carga e passageiros, tratase com Caeta-
no Cyriaco da C. M., no lado do Corpo Santo nu-
mero 25.
Leiloes,
ATTEiNCAO.
Ponciano & Garrido fazem sciente ao respeitavel
corpo do commercio e juntamente aos seus do-
vedores que dissolveu asociedado que existia na
padaria das Cinco Puntas n. 38, n ficando como
socio o Sr Joo Lyiz "de Basio Jnior, e junta-
mente o Sr- Jos Garrido Ferreira dos Santos
com todo activo e passivo da dila sociedade, fi-
cando gyrando a firma de Garrido &. Basto,lazem
o presente annunco para nao haver reclamaces
sobre a sociedado.
Attenco.
o
O abaixo assignado pede s pessons que llie sao
devedoras o favor de tren satisfazer visto ser fim
do anno : no paleo do Parai/.n 11. 13.
Augusso Xavier de Souza Fonseca.
Manoel Fcrnandes Prente relira-se para a
Europa.
Caang,
Neste bello arraial lia para alngar ama c.tsj
com bastautes commodos para grande familia.
muito fresca e defronte do rio; na ra Nova nu-
mero 63.
THEATRO DE S. ISABEL.
"OSPANIIIt IAIIIC1IE G. IIUNGELI
Sabbado 15 de dezembro
Representar-se-ha a grande opera em tres actos de Doniz-mi pela ultima vez
LUCRECIA
Yendem-se os bilhetes no iheatro.
Principiar s 8 horas em ponto.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e
seja limpa, para casa de pouca familia : na ni
Direila n. 16, loja.
Urna cosiureira.
Precisa-se de urna costureira que saiba fazer
vestidos, para trabalhar em casa de una familia
que llie d.r um bom ordenado e todo o neces-
sario : na ra da Cadeia n. 57.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Sexti-feira 14 do corrate.
Costa Carvallio far leilo no dia cima men-
cionado as 11 horas da manha de diversos mo-
vis no seu armazem na ra Nova n 65.
SALOES
DO
Dp.ilaraeoes.
Caes de Apollo
Sabbado 15 do corrente, haver grande baile
particular, offerecMo pelo nlministrador dos*
mesmos saloes, o anligo que foi por ter compra- \
do os mesmos ao Sr. Antonio Teixeira dos Santos
a G. C. P. intimo seu amigo e a sua despedida.
Acham-se os salos reedificados de novo, tanto |
de pintura como o novo gaz, botado pela illustre
companhia por meio de lustres e aceio com que'
se acham 03 referidos saloes, rivalisando aos sa- ;
loes de Pars. O proprietario nao se tem poupado
a despezas, s afim de obsequiar o seu amigo. A
msica deste dia a do 4 batatho de artilharia
de primeira liuha, dirigida pelo insigne artista !
mesire da mesma o Sr. Branco, o qual teru esco-
lladas de seu repertorio as mais ricas pe-'
cas de composico nacional e estrangeira, ludo .
fiiha da sua sabedoria, lambem se apresentar
nos referidos saloes um riquissimo pianno aonde
differentes pessoas convidadas, habilitadas para
isso, locaro :Pistn, operado Ajuivi, Norma ;
o tambor locar os hyranos nacional e francez em
grande parada ; Opbclide, Norma, Traviata, va-
riaQoes diversas, executado ludo pelo capitao da
msica de Pars da guarda imperial, do impera-
dor do Iraijcezes ; havendo urna porco de con-
vites especiaes.lanio u._-.,,.,a i^
Aracaty.
Para esto porto segu brevemente o hiate na-
cional Sanl'Anna ; para o restante da caga e
pissageiros, trata-se com Gurgel Irmos, ra da
Cadt-ia do Recife, primeiro andar a. 28.
60a70c*ixascom
ameixas.
Sexta-feira Ado corrente.
Antones far leilo no porta da alfandega de
60 a 70 caix.is com ameixas de expeliente qua-
lidade que sero vrndidas sem reserva de preco,
as 11 horas da manha do referido dia.
Alfandega,
Rendimento do dia 1 a 12. .
dem do dia 13.....
132:0125207
9:7533492
141.765699
Ivlovhnento da alfandega.
Voluntes entrados com fazendas..
com gneros..
Volnmes sabidos com fazendas..
com gneros..
149
130
------279
52
25
------297
Descarregam hoje 14 de dezembro
Brigue americano nio o resto.
Barca nacionalNorvalbacalho
Barca nacionalTrinculoidem.
Barca ingloza Belem fazendas e louca.
Lugre hollandezFelicitas queijos e genebra.
Patacho americano Henry Dedier merca-
dorias.
Br goc nglezEvertoncarvo.
Barca inslezaSarahcarvo.
Recebedoria de rendas internas
seraes de Pernambuco.
Bendimenlodo dial a 12. 9:930*708
dem do dia 13.......2:9459181
Consulado
R;ndimento do dia 1 a
Id'jm do dia 13. .
12:8753889
provincial.
12. 25:363fi02
.... 4:3778616
29741*218
Movimento do porto.
Navio entrado no dia 13.
CardifT3i dia3, barca franceza Pernambuco,
de 280 toneladas, capitao Corduan, equipa-
ge ra 13, carga carvo de pedra ; a Tisset Fre-
re&C- tJ a-
Navios saludos no masmo da.
Canalbrigue inglez Spy capitao Phelp
Hocquard, carga assucar.
Parahibsbrigue inglez Balciulha, capiliro
George Harl; era lastro.
Observaco.
Fundou no lamarao urna galera americana ;
nao leve communicar-ao com a trra.
Conselho de compras navaes.
Contrata este conselho em sesso de 18 do
corrente, os seguintes fjrneciraentos por lempo
de Ires mezes aJos em marco do anno pr-
ximo,
De vveres e outros objoclos, para consumo
dos navios d'armada e cstabelccimentos de ma-
rinha, sendo arroz do maranhao, agurdente,
assucar branco grosso, azeite doce de Lisboa,
bacalho, bolacha, carne secca, caf em grao,
cangica ou milho pilado, carne verde, farinha
de mandioca, feijo, manteiga, malte, pao, tou-
cinho de Lisboa, velas de carnauba, ditas slca-
rna, e vinagro de Lisboa.
De dietas para os doentes dos ditos navios, e
da enfermara de marinha, compostas de ara-
ruta, Ictria, assucar branco refinado, bolachi-
nha, cevadinha. cha. gatinhas, manteiga, tapio-
ca e vinho de Lisboa.
De pedra de alvenaria grossa, dita de canta-
ra, cal, e tijolo d'alvenaria grossa, para as obras
a cargo do arsenal de marinha.
De pessas de fardanienlo para as pravas do
balalho de fuzileiros navaes, sendo frdela de
panno, dila uc brim, calca de panno, dita de
brim, carniza de brim com "o colarinho do mes-
mo panno, spales e grvalas de ennro.
De pegas de fardamento para as pravas do
corpo de imperaes marinheiros, o da companhia
de aprendizes ditos desta proviucia, compondo-
se essas pessas de farda, camisa de brim, dila
de algodo azul, calca de brim, dila de algodo
azul, sapa'os, manta, e sacco.
E de pessas lambem de fardamento, c outros
objeclos, para a companhia de aprendizes art-
fices, sendo bonot do uniforme, lenco de seda
prela, frdela do panno, caiga de dito, dita de
brim, dita do algodo, belusa de brim,dita de al-
godo, sapalos, camisas de algodo, sac:o, col-
xo de riscado de linha cheio de palha, travs*
seiro na mesma conforniidade, coberta de la,
lencol de algodo, fronlia, e colcha de diio.
O contrato effectua-se por via de proposlas
recebidas u'aquelle dia al as 11 horas da ma-
nh.esob condiges do garanti-lo fiador ido-
neo, e pagar o contratante a multa de 50 por
cento do valor dos objeclos, como sejam en-
tregues cm lempo conveniente, e na porco, e
de qualidade contratadas ; sendo que o mesmo
contratante tem a favor haver o importe do for-
necimentode um mez logo no subsequente as
propostas convindo que sejam apresenladas de
forma dislincta, isto referindo-sc a cada um
dos citados fornecimentos,
Sala do conselho do compros navaes em 11
de dezembro de 1860.
O secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
O Sr. inspector da alfandega faz constar que
era virtude da circular do thesouro de 9 de no-
vembro prximo passado, e de ordem do thesou-
raria, tem de ser posto em execugo o decreto n.
2,684 de 3 daquelle mez, e a-nova tarifa das al-
fandegas, a que elle se refere a datar do dia 9
de fevereiro de 1861.
Alfandega de Pernambuco 11 de dezembro de
1860.O 1. escriplurarioda 4.* seccao,
Firmino Jos de Oliveira.
Pela secretaria da cmara municipal do Re-
cife se avisa segunda vez aos senhores arrema-
tantes de talhos de acouguc, que comparecam na
mesma secretario com seus fiadores, afim de 33-
signarem os termos de arrematarles, ao contra-
rio tomar a cmara a providencia que for de
lei.O secretario,
Manoel Ferreira Accioli.
Pela collectoria das rendas geraes do mini-
cipio de Olinda se taz publico que no ultimo do
corrento mez, lermini o praso do recebimento
dos impostos sobro lojas c tabernas, laxa sobre
escravos, 2a decima das corporoces de mo-
morta, barcos do interior, foros dos terrenos de
mirinha etc., perlencentes ao exercicio flndo de
18)9 a 1860, lindo o qual serao ditos impostos
cobrados judicialmente. Assim como o do pa-
gamento na collectoria do primeiro semestre do
exorcico corrente do t8S0 a 1861, livre da mul-
ta de 3 por cento dos impostos cima menciona-
dos, pois que do 1 de Janeiro em diante flcam
sujeitos a referida mulla.
ras- Principiar s 9 horas da noile para um sig-
COMPANHIA BRAS1LEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Espera-se dos portos do norte at o dia 18 do
corrente o vapor Tocanins, commandante o
primeiro-tenente Pedro Hypolito Duarte, o qual
depois da demora do cosime seguir para os
porlos do sul
Recebem-se desde j passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
vora ser embarcada no dia de sua chegada : agen-
cia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azevedo &
Mendes
Militares de individuos de todas as nsgea
podem teslemunhar as virtudes desle remeJio
ncomparavele provar em caso necesario, qup,
pelo uso que delle fizeram lem seu 'irpo e
membros inteiramentc saos depois de havo: etn-
pregado intilmente outros tratamentos. Cada
pessoa poder-se-lia convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leilura dos peridicos, que Ih'aa
relaiam todos os dias ha muitos annos ; e a
maior parle deltas sao lao sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quamas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois de ter
permanecido longo lempo nos hospitaes, onde
deviam soffrer a amputarlo 1 Dellas ha mui-
11 cas que havendo deixado esses, asylos de ptde-
limentos, para se nao submeterem a essa epe-
racao dolorosa foram curadas completamente,
medanle o uso desse precioso remedio. At-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimenlo declararan! estes resultados beoefi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais aulen'.icarem sua a irma-
liva.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tvesse bstanle confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
Antones autorisado pela viuvade Joo Germa- I nenio que necesslasse a natureza do real,
no do Espirilo Santo, far leilo em seu arma- cujo resultado seria provar incoiilestavelriei.te.
zem na ra do Imperador n. 73, de um terreno j Qqq ludo cura .
na (".aponga que tem 40 palmo? de frente e 200 [
O ungento he til, mais particu-
larmente nos sesuintes casos,
Un terreno na Cannnga
Sabbado 15 do corrente.
a que tem 40 palmos de frente
de fundo, as II horas do referido dia.
nal de urna gyrandola de fogueles. aerexeeu-
tado fielmente o regulamento do Illm. Sr. Dr:
chelo de polica.
Avisos martimos.
Maranhao e Para.
Segu com brevidade, por j ter parle do seu
carregamento para este ultimo porto, o bem co-
nhecido brigue escuna Graciosa, capitao e pra-
tico Joo Jos de Souza, e podendo completar
o carregamento todo s para o mesmo porto do
Para, seguir cm dreitura sem tocar no Ma-
ranhao.
Porto por Lisboa no
dia 15.
Impreterivelmento vai sabir no da 15 para o
Porto com escala por Lisboa o brigue porlosuez
Promptidao II. forrado e encavilhado de cobre,
de primeira classe e marcha.com a carga que ti-
ver : e para carga e passageiros, aos quacs effe-
rece excellentes commodos e bom tralamenlo,
Irata-se com Elias Jos do3 Sanios Andrade& C.,
na ra da Madre de Dos n. 32, ou com o capi-
tao. Roga-se aos senhores passageiros que pre-
tenderen! ir no mesmo navio, de virem realisar
suas passagens.
Porto e Lisboa
A bem conhecido barca portugueza Sympa-
tlia. capitao Nogueira dos Santos, vai sabir bre-
vemente para os portos cima indicados ; quem
na mesma qoizer carregar ou ir de passagem,
pnder entender-se com os consignatarios Bailar
& Oliveira, ra da Cadeia dobairro do Recife nu-
mero n. 12.
RRftf, r,(l|l'\Mll\
Paquetes inglezes a vapor.
At o dia 16 desle mez espera-sc do sul o va-
por Magdalena, o qual depois da demora do
costume seguir para Sjuthampton, tocando nos
portos de S. Vicente c Lisboa, para passageiros
etc., trala-se com os agentes Adamson, Howie
k C., ra do Trapiche Novo n. 42.
N. B. Os embrulhos s se rcc3bem at-; 2 horas
antes do se fecharom smalas ou una hora an-
tes pagando um palacio alcm do respectivo
frete.
Brigue nacional Olinda.
Segu impreterivelmento no dia 17 do corren-
l" para o Rio de Janeiro ; re ebendo anda, para
all escravos a frete: consignatarios. Bailar &
Oliven a, ra da Cadeia do Recife n. 12.
Rio Grande do Sal
O patacho Bom Jess, pretende seguir com
brevidade, recebe carga a frete : a tratar com Cae-
lano Cyriaco da Costa Moreia & Irmo, no largo
do Corpo Santo n. 25.
Porto por Lisboa.
A barca portugueza Silencio, capitao Fran-
cisco Marlns de Carvalho, pretende sabir com
toda a brevidade para os portos cima indicados :
quem na mesma qoizer carregar ou ir de passa-
gem, dirlja-se ao consignatario Manoel Ferreira
d Silva Tarroso, na ra de Apollo n. 23, ou ao
referido capiao.
Avisos diversos.
Aviso
Jeronima Thereza de Jess, parteira
examinada, muiou a sua residencia da
ra do Ara Rao para a ra Velha n. 17\. \
onde pode ser procurada.
Quem quizer dar uma crianca
para se criar (sem ser deleite), dirija-
a* ra Vellia n. 73, que achara'com
quem tratar.
Pede-se aos Srs.
Alporcas
Caimbras
Callos.
Aneares.
Corladures.
Dores de cabeca.
das costas.
- dos men-:bros.
Emfermidades da cutis
em eeral.
Ditas do anus.
Erupces escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Fialdada ou falta de
calor as extremida-
des.
Ceaia.
InflaiDmacao da bexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de cilios.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquil -
Pulmoes.
Quetiuadeloa.
Sarna
Supurares putridas
TinKa, em qua!.; r
parle que seja.
Tremor de ervos
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculacoes.
Veas torcidas ou
das as pernas
no-
Alfredo de AI-1
buquerque Bfartins Pereira e Jonquim Frieiras.
de Carvalho Cub-eira, o fi*or de vi- Gengiva escaldadass.
rem a ra da Cruz n. 21, a negocio que Inchaces,
os mesm .s senhores nao ignoram. Inflamagao do figadc
-^ Precisase alugar um Sobrado de! Vende.se esle
um andar que seja no bairro da Boa- .geralde Londres n. 244, Strand. e na loja
: quem tiverqueira annunciar por de todos os boticarios droguistas e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toJa a
America do sul, Havana e Hespanha.
Vende se a 800 rs., cada bocelinba conten
uma instruccao em portuguez para explicar o
modo de fazer uso desto ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Scum,
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
ir
uimi &iip(hl
Espe:a-se aos portos do sul at o dia 14 do
Palhabote Santa Cruz, recebe carga a frete e corrente o vapor Oyapock, commandante o ca-
passageiros ; a tratar com Caetouo Cyriaco da C.
M. & Irmo, no lado do Corpo Santo n. 25.
Para Lisboa,
pretende sabir com brevidade a bem conhecida
e acr.editada barca Flor de S. Siraao ; para
carga e passageiros, trala-se com Carvalho No-
gueira & C, ra do Viguio n. 9, primeiro andar,
ou com o capitao.
COMPAXHIi
DAS
Mcssageries imperiales.
At o dia 14 do corrente espera-se da Europa
vapor francez Eslramadure, commandante Trol-
lier, o qual depois da demora do costume se-
guir para o Bio de Janeiro, tocando na Baha,
para passugeiros ele a tratar na agencia ra do
Trapiche n. 9.
Para o Assu' e Aracaty
segu com a carga que houver o hiate Camara-
gibe : a tralar na ra do Vigorio n. 5.
n >i i t:
Para a Baha segu em poucos dias o palha-
bote nacional Dous Amigos, tem parte de sua
carga engajada; para o resto, trata-se com seu
consignatario Francisco L. O. Azevedo, na ra
I da Madre de Deus n. 12.
pito tenente Santa Barbara, o qual depois da
demora do cusime seguir para os portos do
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada :
agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azeve-'
do & Mendes.
Para a Baha
pretendo seguir cora muita brevidade a sumaca
nacional Ilortencia, a qual tem prompta parte
de seu carregamento : para o resto que Ihe fal-
ta, trata-se com o seu consignatario Azevedo &
Mendes, noseu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para o Rio Grande do Sul
segu com brevidade a barca Malhilde por ter
o maior parte da carga prompta : para o
te, trata-se com Manoel AUes Guerra,
escriptorio na ra do Trapiche n. 14.
restan-
no seu
Para o Bio de Janeiro vai seguir com muita
brevidade o brigue nacional Encantador, de
muito boa marcha, anda recebe algunia carga a
frete : trala-se na ra da Cruz o. 45 ou com o
capilao a bordo.
Vai sahir brevemente a barca Gratido por
ter parle lo carregamento promplo ; para o res-
to e passageiros, trala-se com os consignatarios
Carvalho Nogueira & C, ra do Vigario n. 9,
primeiro audar, ou com o capilao Borges Pestaa
esta follia para ser procurado.
Roga-se a pessoa que levou por
emprestimo, do escriptorio deste DIA-
RIO, a colleccao do anno de 1833,que-
ra manda-la restituir, visto ser ella
muito precisa.
No dia 18 de novembro prximo passado,
desaparecen doengenho Parari da comarca de
Limoeiro, oescravo Benedicto.crioulo.de O an-
nos pouco mais ou menos, pertencente aos or-
phaos, fllhos do finadp Jos lavares de Mello,
de quem Jos Manoel Mendes da Bocha tutor;
o dito escravo tem altura regular, bem preto,
bom corpo, cabeca redonda, rosto comprido,
boca grande c dentes um tanto largos e aspa-
cados, mu to ladino, ps e dedos eompridos,
rendido de ama verilha, esupe-se que levou
umcavallo grando e bom carregador. Pede-se
aos capies decampo, e o todas as nrtis auto-
ridades que o aprehendan!,e o leve ao dito enge-
nho, que ser bem gratificado.
Troca-se um santuario com ricas iniagens.
assim m*is diversos trastes, 2 commodas, 1
jogo de bancas. 1 lavatorio, marquezas, etc. :
no ra de Hurtas n. 1
Precisa-se de uma ama para casa de pouca
familia : a tratar na ra da Cadeia do Beci'e n.
45, ou na ra da Senzall-velha n.8 O abaixo assignado, morador em Picada
da comarca do Limoeiro, fazsciente ao respeita- ]
vel publico que nao se responsabilisa a pagar
qualiuer debito, que por ventura possa sppare-
cer feilo por sua mulher D. Catharina Francelina
Pessoa de Lacerda, moradora na mesma comar-
ca, contra o seu casal; assim como lambem
qualquer outro negocio, como seja vendas, hy-
pothecas de escravos, ou alforrias dos mesmos
ou alienarlo, que ludo ficar de nenhum effeito,
por esta nao estar habilitada para isso por lei, o
mesmo porque a (enho eu convidado por diver-
sas vezes para minha compaohii, dando-lhe eu
lodo o necessario para a sua subsistencia, e a
nada tem ella querido annuir. Picada 13 de de-
zembro de 1860.
* Alexandre Barboza de Souza.
Peranle o Illm. Sr. tuii de paz do Io dis-
triclo da freguezia de S. Antonio, no dia 14 do
oorrente, pelas 2 horas da tarde, tem de ser ar-
rematada uma armaco de pinho por 40jf000 rs.
em bom estado, e um cendieiro d gaz do qualro
luzes avaliado em 909. os quaes objeclos foram
^penhorados por execu^o de Jos Mria Jorge de
Azevedo contra Antonio da Cosa Reg Monteiro
por ser ultima praca.
D-sappareceu da casa do niajor Abreo, na
praqa da Boa-Vista, segundo andar por cima da
botica do Sr. Gameiro, um pardinho livre de no-
me Carlos, de 9 a 10 annos de idade, o qual len-
do evadido-se anteriormente, veio conduzido por
uas barcaceiros da cidade de Goanna, o que se
previno a quem convier, tendo-se j dado parte
respectiva auloridade.
Ama de leite
Uma familia que tem de partir paras provin-
cia das Alagoas, necesita uma ama deleite
para amamantar uma crianca de 8 mezes, mas s
quer ama que nao tenha fllhos, ou que tendo,
queira dexa-los : na ra de Santo Amaro (Mun-
do Novo) n. 6.
phar-maceutico,
Pernambuco.
na
ra da Cruz n. 22.
em
afeada dos fabricantes aim-r!;:..
nosfirouver & Baker-
Machinas de coser: em casade SamuelT.
Jonhston & ra da Senzala Nova n. 52
de Pars.
.-,
15Ra Nova15
FredericoGautier, cirurgiao dentista,
jj faz lodas as operace da suaarle e col-jg
ng locadentes artiticiaes, ludo com a upe ^%>
Jg rioridade e perfeico queas pessoaten-gj
tendidas Ihe reconhecem. n>
Tem agua e pos dentifrioios ele
Ama.
Precisase alugar uma escrava para casa de fa-
milia, que saiba fazer todo servijo de casa : na
ra do (Jueiraado o. 39, loja, se "dir quem pre-
cisa.
Para o Sr, ministro do im-
perio ver.
Nenhum empregado geral pode
aceitar emprego algum provincial sen
que previamente solicite e obtenlia a
sua demissao. Avisos de 10 de no-
vembro de 1837 e 7 de outubro de
1843.
Oa, nao tendo sido derrogados es ci-
tados avisos, cuja tao sabia, quao ter-
minante disposicao se acaba de 1er :
fora de duvida que nao deve continuar
a ser inspector da thesouraria provin-
cial o proiessor de geometra do col!e-
gio das artes (ou a ser proessot de geo-
metra do coll^gio das artes o inspec-
tor da thesouraria provincial )
Lsse funecioaario, a despeito dos avi-
sos citados, fot nomeado inspector da
thesouraria provincial de Peroambueo ;
e, em prejuzo do seu substituto, da
instruccao e dos cofres pblicos, se acha
fora da sua cadeira, ha 15 annos!!!
(fazem hoie 15 desetembra de 18GQ.)
ILEGVEL


Ilannal
DE
Conlas eitas
para compra e venda de assecar o mais objectos
obra muilo otil pira os negocenles e senhores
de engentie-s, pois coro um lance de vista podem
saber o imporle de quaesquer quanlidado de ar-
robas libras; um vulurae bera encadernado por
59000. Vende-se na livraria econmica, junto ao
arco de Santo Antonio.
Aluga-se o armazem da ra da Madre de
Dos D. 2 ; a tratar com Marlins & Irmo.
pumo de nmwmiao. ^ sexta feta u de dejsmbro de im
Ensiao de msica. 1 Attenco
Offpror.ton ... I____:_____ ....
Saca-se
Mm.
Attenco.
0 "mu quizer arrendar algum sitio que tenha
bc.ab.Tixa decapita em qualquer dos arrabaldes,
anuuin.ie para ser procurado.
senhor estudauU do 3." auno da Facul-
dade da Direilo desla cidade, que sanio reprova-
do, queira virou mandar buscar um arligo'que
deixou na lypographia da Ordem, relativo a sua
reprovacao, pois-nesta lypographia nao se fazem
publicaces setnelhmtes.
Deaeja-se fallar com o Sr. Ulisses Juslinia-
uo de liveira, na tua Velha n. 3o*.
para LUboa, Porto-e Ilha de S. Miguel,
no escriptorio de Carvalho, Nogueira C ra do Vigario n. 9, primeiro andar.
Os lancadores dos impostos provinciaes
abano assignados fazem publico aos possuidores
do carros tanto do servico patticular, como os
de aluguel, e bem assim os de mnibus e de car-
rocas, para que manden repartido do consula-
do provincial notas do numero' de carros que
possuem e suas qualidades. afim deque os mes-
J.e*K0rM PSSam C0"ferr Com rcla5ps
Primeira sercao da mesa do consulado provin-
i P-Hm i ? de"?bro Para acabar.
*> Kh"7peoiLdo ?hy,e flnos- Pel "i" prego de 4$,
o. o, / e BS cada um na ra da Cadeia n. 17.
AtteiiQio.
De hoje por dianlo haver todas as noiles sor-
vele e cafe, na travessa do Abreu n. 4. primeiro
andar. r
O Sr. alferes Thome G. Vieira de
Lima, queira dirigir-se a esta typog a-
phia, que ge lhe precisa fallar.
Barroca A Medei ros tam-
be in sacampara Portugal.
Bolinhos.
rrrep?r,ara"se bandejas enfeitadas com di-
versos modelos de bolinhos dos mais perfoitos '
?n". fiem ino" .raercad. P bailes, casamen-
Contreta se pqr venda a casa de negocio da ra
da Crui n. 15. livre e desembaracada : a tratar
na mesma com os proprietarios Pinto & Carvalho
Aluga so urna casa que tera commodos nara
grande familia com arvoredos de algumas fe-
las com bata de caP1m. no Poco da Panella 11-
rase passar a festa. em frente a caa doS G .
son : quem a pretender, airiia-se a Fra de Por-
tas a fallar com Manoel da Silva Neves
Na ra da Cadeia o. 25, trocam-se as se-
guutea imagens : N. S. da Agonia de 21,8 nal
mc-s. S. Jn de 9 polleg.das, S. Francisco del
s psa.^de 5 p,iegadas=^ &
juta de Mesquita, com mullos arvoreaos Z.
Ef V"" exce,lele casa assobradada que
e' "-ecommendavel pelos seus commodos e
dependencias : a tratar na Tua do Queimado n
18, segunda loja rindo do Rosario. vutimflU0 n'
Na ra da Cadeia n. 25, precisa-se de urna ama
que saiba cozitihar.
Us Srs. Luiz Gonzaga do Nascimenlo, Joa-
qun) dos liis Gomes. Joo da Cosa Reg Lima
c Francisco dos Reis Gomes, queiram vir a rua i pial i rta ~,
do Crespo n 23, que so lhe deseja fallar a neg- I PmSJaTi *"?.. 186O lancador. Joo
ci que nao ignoram.
No pateo da Santa Cruz n. 26. sobrado, la-
va-se e engamma-se toda a qualidade de roupa,
por prego com modo.
l'recisa-se de urna ama forra ou captiva
para o servico interno e muilo leve n'urra casa
de pequea familia : na ra Nova de Smta Rita
n. t)5.
Offrece so um moco Brasileiro para ser cai-
xeiro de escriptorio, o qual sabe bem 1er, esere-
ver G cuniar, assim como tambom para fazer al-
gumas cuntas de lojas : quem precisar, dinja-se
ao pateo de S. Pedro n. 3.
Precisa-se de um caixeiro de idade de 12 a
1G annos. que tenha pralica de taberna : a tratar
na ra da Ponha n. 33. taberna da esquina.
Manoel .los do Nascimenlo e Silva vai ao
Marar.hao e deixa por seus procuradores em pri-
roeirc lugar os Srs. Silva & Santos, em segundo o
Sr. Joajuin Francisco da Silva Jnior, em tor-
ceiro o Sr. Antonio Ramos : lica tambera o Sr.
Joo Antonio do Rogo cora procuraco para re-
ceber deseos devedores o que lhe devem, tanlo
amigavvl como judicialmente.
Movimento dia-
nhas dos om-
no das li-
----------- nibus de
Claudio Dubeux, horas da partida e
___yolta dos respectivos lugares.
CONSULTORIO
ESPECIAL HOMEOPTICO
Rua de Sanio Amaro (Mundo-novo) n. 6.
ODSERVACOES.
Os Srs. assignan-
tes que deixarem de
o ser devem fazer a
sua despedida por
escripto ou bocal-
monte no respectivo
escriptorio, para set
o seu nomo elimina-
do do livro respecti-
vo, sem o quo serao
considerados como
tacs al que se dis-
peca ni.
DE APIPUCOS P\RA
O RECIPE.
m
id
a
i.Vl 0,grejas e soleronisarasformaluras
dos senhores acadmicos; ludo da forma que
tilia a!5"coramcuJs.- dtrij^m-se a ra da l'e-
Outro sim, se ad-
verle que, os Srs.
assignanles s tem
direilo a sua assig-
naturs nos dias uteis
cujas mensalidades
serao pagas adianli-
das.
Do Cachang
Recife.
para
DO RECIFE PARA
APIPUCOS.
a
ce
Q
Do Jaboato
Recife. .
para
lr"i7 irf-r^':,e um homem Pohre para um cha-
, o da ador a sua conduela : quem quizer,
Urija-se ra do Paraizo n. 27. '
o s7 Evlnaba'i'"> 1ssi"ado.eontralc e ajustei com
co,n;^ h "lnn "",i0 Leal de Barros, a
PonUsadVUa Ul,erna SU na rua da* Cinco
i ontas n. 82, que gyrava sob a firma de Leal &
Camero : quem liver alguma reclamacao a fazer
Tul\TTccr PT es,es Ucsdias- '"
rU,\% a m? reclamacao ser atlendida. Re-
o* 11 de dezembro 1860.-Juao de Azevedo Pe-
dp7Zrrf*enh0r a quera Guilhcrme Gomes Pinto
dever dinja-se a rua do Apollo n. 43.
deTniTn "Se dr "?.' ama para todo orvi?0
no"dif *q Kreceu do."8enlro linga de Baixo!
"res*" p,roxi,no Passad0 enoverobro
c.lf,.lnTi rd0 um t,ava|I caslanho com
!"peJ,M e oulra Pre'a carita, com urna mar-
ca que representa a metade de um quadrado c
d dos ha pouco do serlao, todos tres
sela c carga, os quaes pertencem
l'nt A Ve P.rPrlelar' do mesmo engeniio
ashr d"embrde i86 -j--
I Precisa-se de urna escrava para o servico
|da aUhaardade T,**- A a 5'T
MMugar.dirya.se aloja do Leconte, na rua da
De ordem do Sr. vice-presidenle, de novo sao x,nDera,r'2 n. 7, Boa-Vista.
No hotel da Europa haver sorvele lodosos
dias das It horas em dianle.
Joao Percira de Carvalho, como procurador
de Joaquim Goncalves de Azevedo Maia, declara
que leu Jo de ir em prara publcaos bens penho-
rado, e avallados por execucao que se nioveu
contra Alexandre Jos de Sant'Anna para screm
arrematados por venda, a quem mais der ; por
so ruga a todas as pessoas que queiram lanzar
em algum dos rnesmos, comparegam porta do
juiz de paz da freguezia de S. Jos, tendo lugar
dita arremalaco no dia 1 { do correte, pelas 9
lioras do dia."
ASSOCIACAO
DE
Soccorros Mutuos
E
Lenta Eiuancipaco dos Captivos.
Adverle-so mais
que nos dias festivos
se augmentar o mo-
vimento dos mni-
bus conforme a ne-
cessidade o exigir.
DeOnda.....
para o Recife. .
Do Recife para a Pas-
sagem. .
Do Recife para o
changa. .
Ca-
en
<

O
33
31|2
4
41|2
51[2
6
61,2
OBSRVAtES.
Do Recife
boatao.
para -Ja-
Do Recife para Olin Ja. 7JD0 Recife para Olinda
|De Olinda para
cife.
o Re-
Da Passagem para
Recife.
Da Varzea para o Re-
cife
81|2
Do Recife para a Pas-
sagem.
Da Passagem
Recife.
para o
Do Recife para a Var-
zea. .
fll2
31[2
Nos domingos e
dias santos tem do
Recife para Apipu-
cos mnibus as 6, 7
e 8 horas da manha
para Olinda tem
um mnibus as 7 e
volla as 8.
De larde parlo do
Recife para Apipu-
cos as 3 horas-e vol-
ta as 5. 6 e 7.
Para Olinda parte
as 4 horas e volla
as 6.
Preco das mensa-
lidades
Apipucos.
Cachaog.
Jaboato.
Olinda. .
Passagem .
Varzea. .
26*000
2630J
7OJOO0
263000
20:000
26-5000
U Dr. Sabino 0.. Pho d consulta*
todo os das uieis desde as 10 horas al meio
t. Visita aos doenles em seus domicilios
de meio da em dianle, e em caso de ne-
MMidade qualquer hora. As senhoras de
parto e os doenles de molestia aguda, que
naot.yerem ainda lomado remedio algum al-
lopath.co ou horaeopathico, sera5 attendid
preferencia.
As molestias mais frequntes debaixo
climas do Brazil, principalmente as que
mais difficeis de curar, lhe tem merecido
estudo especial; sao ellas :
1. Molestias proprias das mulheres.
- Molestias das cranlas.
3." Molestias da pelle.
4." Molestas dos olhos.
5." Syphilis, ou gallico.
6. Febres sympthomaiicas Jjs leses do cere-
bro e de suas membranas, dos orgaos do peilo,
do apparelho digestivo ; febres ialermillen-
tes e suas consequencias.
Pharmacia especial homceopathica.
los de
dos
sao
um
munido
as unidades,
As mensalidades
annuaes leera 10 por
cenlo de abatimento
no flm do anno a
contar de Janeiro de
1861 em vante, me-
nos as da Passagem
Capunga.
mansos de
ao abaixoas-
convklados lodos os senhores socios effcctivos
para reunio da assembla geral domingo 16 do
correte, as 10 lloras da manhai, vislo haver ne-
Attenco.
gocios de summa importancia,nao s reati?os"ao I ^ ,e.nonl.e Frantisco Xavier de Salles Cavalcan-
regimem da socedade, como resulver-se sobre o Almelda. negociante, avisa ao respeitavel
acontocimeato na pessoa do presidente Modesto corp. d. con)mercio da cidade do Recife e isnal-
Pranciscu das Chagas Cunabarro,
mos ailenrao dos socios.
Secretaria das Assoeiaco de Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipacao dos Captivos 12 de dezem-
bro de 1860.
Albino de Jess Bandeira,
1." acLieailu
Sexta-feira 14 do correnW-, Onda a audien-
cia do Sr. Dr. juiz do orphaos, ir praga por
venda urna escravinha perlencente aos herdeiros
do finado Henrique Amante Chaves, afim de ser
o seu producto dividido enlre os mesmos her-
deiros: os pretendeoles dirijam-se no dia cima
indicado, na sa'.a das audiencias, casa em que
foi outr'ora cadeia.
Itodolph I.auryen, subdilo dinainarquez, vai
ao Rio de Janeiro.
Na rua da Florentina ns. 10 e 12 alugara-se
doos quartinhos : quem os pretender, dirija-se
ao mes rao lugar, ou a rua de Apollo, sobrado nu-
mero 9.
O Sr. Joao Luiz Machado, estjdante de pre-
paratorios, tem urna carta viuda do Rio de Ja-
neiro, na rua do Livraraenlo n. 20,
andar.
is
de Salles
i dianle so as3igna por
ao que chama- "*n'e da ^idado da Victoria e lados os maiS ha-
bilanles, que por haver muitos nomes
1 "esta cida.le, de hoje em i
francisco Xavier Cavalcanli de Almeida.
- Jos Mana da Silva Ferreira avisa'a seus
T,VeA .e,,.m.,8:s T'e ** o estabeleci-
42, conti-
Acham-se venda na livraria da rraca da Independen-
t) pograjhia conhecjd^ folhinhae Oipressas nesta
Folhinka de porta ou KALENDARIO eeclesiaslico e civil para o
n .... bispado de Pernambuco.. ...-.-.-. .-.-;-
Ulia ae akjlbeira contando alm do kalendario eeclesiaslico e civil,
explicarao das fesias mudaveis, noticia dosplanelas,
tabellas das mates e nascimento e occaso do sol'
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio '
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos impostos geraes, prosinciaes emunicipaes, ao
que se juntou urna colleccao de bellos e divertidos
jogos de prendas, para entrelenimenio da mocidade. 320 rs
160
rs
AGITADOR DYNAMICO.
A pharmacia homceopaihica est longe de
preencher todas as vistas dos mdicos homce-
paihas em quanlo forem os medicamentos pre-
parados a mo. A for5a do homem nao po-
de lar a precisa uniformidade para bem de-
smvolver as propiedades medicamentosas das
substancias; ella vae naturalmente enfraque-
cendo a med Ja que se vae fazendo o traba-
nll ynami5a0; e Pr essa rfz0 ^e
numerosas vezes accontece que duas preparaces
de acnito, por exeraplo, da mesma dynami-
cao lenas pelo mesmo homem, no mesmo
da, ou emd.as diversos, ou feilas por dous
homens d.lTerentes, nao produzem o mesmo re-
sultado em casos anlogos de molestias
desinvolve urna accao mais
urna acjo mais lenta.
Alm disso, sendo essencial para a refra-
landade das dynamisafdes que cada rfi/M{a0
omero certo de abalos ou vascole-
venientes na pralica, principalmente para os m-
dicos que comecam fazer eosaios, e para as
pessoas curiosas que nao sabara conhecer essas
diRerencas, e por isso poder^ allribuir inefica-
e.a da homo3opaihia, o que lealmente depende da
Mi preparaco dos medicamentos.
Para obviar estes graves inconvenientes o
aguador dynamico do Dr. Sabino
de um contador em que se acham .
de/enas, centenas, milhares, dezenas de mimara
col ocadas convenientemente, de maneira que
cada vascolejacao apparece um numero riovo
desde i 3l io mil; nao sendo desta son
possivel engao algum.
Os medicamenios hommopaihicos preparados
por meio desta maquina sao os nicos que de-
sinvolvera propriedades uniformes capazes de
curar cs molestias com a maior certeza oos-
suel. r
Alem disso, desejando tirar de sua viagem
a Lurcpa todas as vantagens para o progresso
da homoeopaihia no Brasil, o Dr. Sabino nao
poupou esforcos para obier as substancias me-
dicamentosas dos proprios lugares, onde ellas na-
turalmente nascem, e para isso enlendeu-se com
um dos melbores herboristas d'Al.'emanha, para
Hie mandar v,r as llantas frescas, afim de pre-
parar elle mesmo as tinturas.
E assim que o acnito foi mandado vir dos
Alpes a rnica das montanhfs da Suissa, a
neiadona, bryonnia, chamomilla, pulsat.lla.rhus
bywciamus, foram colindas n'Alleraanha, n
franca o na Blgica, o veralrum no monle Ju-
ra, ele. etc.
Desta son provida a pharmacia do Dr.
oamno das substancias que serviram para as ex-
periencia, puras deHahnemann, descripias na
omoeopathia os me.03 seguros e verdadeiros de
curarom as enfermid^les.
OS PRECOS SAO OS SEGULNTES:
urna
prompla, a oulra
tenha um
Botica de 2 tubos grandes .
Dita de 36 ......
Dita de 48 a .
Dita de 60 .
N.B. Existem carleiras ricas de
maior prego.
Cada vidro de tintura avulso. ; .
Cada lubo avulso ........
Caixas com medicamentos em glbulos e un-
turas de diversas dynamisacoes ( mais usadas )
De 24 vidros com tintura e 48 tu-
bos grandes. ........4&mo
ue JIj ditos dita e 06 tubos grandes 645000
12a 16
185 a 225
2#a29
30 a 355
vtludo para
: 25
. i?
p_4 r------- f"" ouuc.ciiiiuciiiu ua mociaaae. 320 rs. ""r,"ys << proprieaades qi
^siao no prelo oaimanake outrafolhinhacontendo das. ou/iue wnvem ca
,-------.._..,v.u i.c.iuuc auaios ou vasco e- n or i. i ------0-.w ,,..^uu
jacoes para que nao acconiega que pelo excesso' nfl ll n J"a e lu!'us Srandes 70000
ou pela insuiBciencia d' estas nercam M mSZ S" 8 ^8 d."a e 88 lubos Sondes 920OO
todas as ora?es para assistir semana santa, etc. Com-
prando-se em porgues se daro por prego mais commodo.
primeiro
Attenco.
Muito sodoseja fallar com os Srs. Simplicio
Fortunato Ferreira, Agapilo Antonio de Barros,
tiuillit-rme Quinlinode Avellar,
S!fuH ,P 'i"lur3"-'> de indas as cores do
Soledade para a rua do Hospicio n. A
nuando a recebor nos mesmos depsitos, lamo o
largo do arsenal de marinha n. 8, do Sr \nsemo
os Du9rt s,drimi assm como-no Ut\2_
qrimep^coAnl0ni D- 2' d Sr- Joa-
O.uem 'ver urna ami de leite sera fllho
pode dirigir-so rua dos Prazores, nos Coelhos
casa de ponao com 2 lees.
Precisa-se de um selim em meio uso com
todos os arreos : quem o liver e quizer vender
dinja-se rua da Praia n. 34.
--Aluga-se urna casa terrea com j quarlo"
corredor independente. quintal e cacimba ail
na soledade : a tratar na rua do Nogueira n 21.
O abaixo assignado vem pelo presente
scientificar ao respeitavel publico, e em particu-
lar ao commercio, que d'ora em diante, nenhu-
se pode isso obter as p
porque o numero de abales e sempre maior ou .
menor, d' onde evidentemente resulta um effei.o :
tambera maior cu menor, e por
duvidoso na applicaco do medicamento
abalos sao insufficienles
jerai a loaos qi
dedicar pralica da horcoeopalhia,
>endem-se tambera machinas elctricas por-
'j talis, para iralamento das molestias nervosas.
I\\ r M A A n I h\l V M Jm abalos s5 ins"fficienles nao se desinvolvem Lo- raacllinas ^o as n,ais mojernas e as
i rAi Piiy ann ^asw^**v****%^t. z:z^*ac,umTie,em,idaaEurpa'
ULlH J 1 III a T,e se1uer hz'r- e ^ sao de mais de *" ^**nU0%J > I HUU -'-- -i0.....uo piopr.eaaueJ" a dva 'hs na 8isiheira- "nn' F"lue trabalham com
la qualidade proprio para mesas, consolos, bancas etc. ele a 3*000 o cova.. Ztl T'' T P"d' C6rla de mui,as HEEL ^ ** ** "t" = ert
a excessiva larKura: na oarca d. lndpn.ntin.-. At' e'^> a dUOO o covado, baralis- das que convem dvnamisaco m Xaaum!v........5000f)
superior, com perda certa de muas
convem a dynamisaco que se qoer
preparar, o que sem duvida tem graves incon
preparares que nao sao nocivas :
ada un'a-K.' '......500O0
u r. Sabino ensma a maneira de se servir
desta maquina.
O
que seja,
tSggg; SflfEtsrs |&.sli,er a dev
oacio l'urreira, na rua das Trinchei-
Francisco 1
ras n. I.
Oil'-rece-se urna ama de leite : na Passa-
gem da Magdalena n. 10. passando a ponle oe-
quena. K
Arrenda-se
ura sobrado de um andar e solae com compe-
tente loja, silo na rua do Rangcl, o qual predio
se alagar a quem se obrigar fsier os concerlos
que o mesmo precisa, mediante as condices que
se ..-sentar; traa se na loja n. 20 da rua do Quei-
malo.
roa transaccao, por mais pequea
Si'ffiVft TMnasfaSKl c,i5?JU?fiSK"raAM B0^:
qua quer papel, tilulus. letras, ou instrumentos
pblicos, nao podem ser mais firmados por seu
sobrinho Joao Sania Anna da Silveira : declaro
5 que o seu caixeiro Francisco Martins de '<
he o competente para receber toda o
Re-
EXTRACTO
COMPOSTO DE
ELOGIADO E FABRICADO SOB ADIRECfAO- DO DB JAMES B. CH.LTON,
_Oiniico e medico celebre de New York
Amorim
TRACTO FLUIDO COM POSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pAo seo extraordinario
e qaasi miraculoso effeito no
sangne.
Cada um sabe que a saude ou a inferraidade
Constituivao poltica do imperio. dePen,,.e direcumente do estado deste floioo vi-
Barlholomeu Lourenco.
Publicictio jurdica.'
O Sr. Antonio Moreira da Silva nao se pode re-
tirar para o Rio de Janeiro como annuncia, sem
que pague a quantiadel2# aos abaixo assigna-
dos, tu rua larca do Rosario n. 31.
Jos Joaquim dos Santos A. C.
LARGO
Urna dis-
forraada e destinada
as 10 horas da
subdito por-
da Assembla ha sorvele das C
joile lodos os dias.
Jos Antonio Pinto Gouveia
l'lgiiez vai a Eurnpi.
*mwxmm s^g mmsmemn
noga-se aoSrs. ibaixos mencionados o gg
HTor de virem ou mandaren] saldar suas H
Cenias, provimentes de compra de fazen- Sg
d, que fi/.erao a extinta firma de Marti- >
m ItohodOljveira, hAje perlencente. Mar- a*
^ iitiho d'Oliveira Burgos, loja de fazendas H
da raa da Cadeia do Recife n. 40. X
Alfrede de Albuquerquo Martins Peroira.
Antonio da Costa llego Minleiro.
Manoel Candido Pereira de Lyra.'
niiizarlo do Reg Barros.
Trajano Caraeiro /Jal.
M8M99MM8 mm>msmamm&
Lo Jos da ftocha Pjnheiro tem contratado
vender a sua taberna da rua da Conceico da
Boa-Vista denominada armazera do sal aos
Srs. Joaquim Aires Estima o Paulino Ferreira da
Cosa : so alguem se juigar com direilo de em-
pedireste negocio, comparec na mesma taberna
no prazo de 3 lias, do contrario perdero o direilo
a rechmaces. Recife 12 de dezembro de 60.
O abaUo assignado, comprador da loja o
tinado Antonio Francisco Pereira, pede aos eo-
dores da mesma o favor do virem realisar seus
'ienVaT.*!,^
raes & Oliveira, rua do Imperador D 5( ol i A luaul",ade do sangue n'um hornera d'es-
tambem se vende o cdigo criminal e o do oro- ta,ura roediana est avallada pelas as Driraeiras
cesso criminal, anotados pelo mesmo Sr. doutor, i autoridades em vinte e oito arralis. Em n.l.
tud^encadernado em um s6 vo.ume ou sepa.: | pu.sacao duas oncas sahera do corado Bfl?b?
HOTEL
Pernambucano.
Na villa da Escada, rua do Compra-fiado, se
acha eslabelecido um hotel em que se encontrara
as melhores acommodacoes para cima de 40oe-
soas O bom agasalho, bons peliscos. ele ele
tudo se encontrar all, e para rujo fim se rosa a
concurrencia, qurdos eslrangeiros, qurdosoa-
conaes que por all transitaren].
O escrivo da irmanlade de N. S. da Sole-
dade, fregueiia da Boa-Vista, participa a todos
os o? irmaos para comparecerera no domingo 16
do correle, no consistorio da mesma igreja pelas
9 horas do da, afim de se proceder a nova mesa
que tero de reger- a referida irmandade no ani-o
de 1861.O esenvao.
Luiz de Azevedo Souza.
Precisa-se de urna ama de leite :
da Ribeira n. 13.
Precisa-se de urna ama
no pateo
para casa de urna
pessoa para o servico diario : quem precisar di-
nja-se a rua do Vigario n. 25.
C. F. Behrends vai para o Para.
Perdeu-se da povoaco do Cachang Ven-
da Grande, pela estrada dos Remedios, urna car-'
teira contendo diferentes papis importantes
denlre elles urna letra aceita por Antonio Rodri-
gues Pinheiroe eadossada pelo Sr. tenente-coro-
nel Joaquim Lucio Monteiro da Franca, em favor
de Andrade 4 Campello, da quanlia de 1:S45152
Ja vencida e accionada no juizo de paz desla ci-
dade : pede-se, porlanlo, a quem dita ctrleira
achar ou lenha echado, por ler sido perdida na
manhaa de sabbado, o favor de traze-la ao abai-
xo assignado, que gratificar generosamente ; bem
como por esle avisa que dita letra nao seja paga
senao a Francisco BoteJho de Andrade. Recife
11 de dezembro de 1860:
Hermenegildo Ed*uardo Reg Monteiro.
debitoaaflm de evitar duvidas para o futuro Re-f^'si?."'^ Fa!reiri d9 Ma">8e e
eifc 5 de dezembro de 1860. Leandro Loo' ni.r .m".h" Albi"a Diag de ihio. subditos
-racao nos bofes
, e dall. lodo o sangue passa alem no corpo huma-
no era menos de qatro minutos.
posiQo extensiva tera sido
cora admiravel sabedoria a destribuir zer
circular esta corrbnte db vida por todas as
parles da organisac-io. Deste modo corre sem-
pre pe o corpo em torrente, o qual a -ran
onte de inferroidade ou de saude.
Sj o sangue por causa alguma se emprenha
de materias ftidas ou orrorapidas, diffunde
, cora VBLOClDAnB elctrica a corrupeo as
mais remotas e mais pequeas partes do corno.
V veneno lanca-se para tras e para dianle pelas
arterias, pelas veias, e pelos vasos capillarios,
ale cada orgo e cada leagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta mMeira
a circuIaQo evidentemente se faz um engeniio
poderoso de doenca. Nao obstante pode tam-
bera obrar com igual poder na criaco de Mide
Esiivesseo corpo infecionado da doenca maligna'
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se somante o san-
gue pode fazer-se puro e saudavel ficar superior
a doenca e inevitavelmente a expedir da cons-
lituigao.
, O grande manancial de doenca enlo como
d aqu consta no fluido ClRCULANTE.e nenhum
medicamento que nao obra directamente sobreel-
lepara puriGcar e renova-lo.possue algum direi-
lo ao cuidado do publico.
O SANGUE O sangub 1 o pomo o qual
se ha mysler fixar a attenco.
O ORIGINAL E O GINUINO!
AO PUBLICO.
New-York, bavemos vendido durante muitos an-
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, constderaraolo ser o extracto original e se-
muo de salsa parrilha do Dr. Townsend. o
qual primeramente sob este norae foi apresen-
tadoao publico. F
BOYDPAUL. 40 Conlandt Street.
WALTER. B TOWxNSEND & Co, 21V Pearl
otreet.
JLOH?SrA&RTHrAAD' ,2! Maiden Lane-
wW,? Co 153 Waler Sireei.
M WARD & Co, 53 Maiden Lane.
GRAHAM Co, 10 OldLIip.
OSGUOD & JENNINGS, 188 Pearl Street.
R.B. HAVILAND & Co, Office 177 Broad-
way.
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wMA?r^MAXWELL- 86 WHkn Sireet.
E-,f;R;^, Junr, .83 Water Sireet.
?MDJ- LANMAN, 69 Water Street.
M.4R>H & NORTHROP, 60 Pearl Slreet.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
OLCOTr, M KFSSON & CO, 127 Msiden
Lane.
A; D" SANDS. 100 Fulion Street.
SCHIEFFELLN, BROTHER & Co, 104 &
'06 Jobn St.
LEWIS & PRICE. 55 Pearl Street.
HAVILAND, KEESE & CO, 80 Maiden La-
ne.
RSHTON, CLARK & CO, 110 Broadway,
lOAslor. J
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
otreet.
PHILIP SCHIEFFELLN & CO, 107 Water
Slreat.
POU& PALANCA. 96 John Street.
d/,oST00D & C0FFIN. 64 Pearl Street.
RUST & HOUGHTON, 83 John Streel.
I. MINOR& CO. 214 F.iton Streel.
ESK0LL & BR0THER, 230 Pearl Street.
rS?, TRIPPI ,28 Maiden Lan-
GREENLEAF & KLNSLEY, 45 Corilandt
Street.
HAYDOCK, C0RLIES& CLAY, 218 Pear
Sireei.
CMMING & VANDSER, 178Greenwch
Street.
HASKELL & MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK & Co. 49 Jobn Street.
CONHECEMOS A ARVORE E SUAS FRU-
TAS ,
E IGUALMENTE
Conhecemos um Medicamento nos seus Ejfeilos.
O extracto composto de Salsa parrrlha do
Dr. Townsend est
0 MEDICAMENTO DO P0V0
Adala-sa to maravillosamente a constituicao
que pode ser ulilisado em quasi todas as enfernii-
dades.
ONDE E DEBILIDADE,
fortalece;
O J D E .E' C U R R U P C A O,
purifica;
ONDE HE PODR DAO,
ALIMPA.
Esle medicamento celebrado que tao grandes
servicos presta a humanidade, prepara-se agor
na nova fabrica; na esquina das ras Fronte
Washington, Brooklyn, sob a inspeccao directa
do muilo conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da Cidade de New-York, cuja cer-
tidao e assignalura se acha na capa exterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL /E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSAPARRILDA
DO DR. TOWNSEND.
O grande purieador to sangue
CURANDO
O Herpes
A Hertsipkla,
de
cai-
Ns, os Assignanles, Droguista na cidade de
u,,., d.C$/.'" ,i8i"' gMaM """ 0 >' *- m
A Adstricqaodo ven-
TRE,
As Alporcas
Os Effeitos do azod-
ge,
Dispepsia,
As Doencas.de figa-
do,
A Hydropesia.
AImpingb
As Ulceras, -
O Rhedmatismo,
As Chagas
A Dedilidade geral-
As Doencasde pelle
As Borbulhas na ca-
ra,
As Tossesi,
O artista americano
O artista americano
O artista amerc?no
O artista americano
O artista americano
Tira retratos por os
Tira ratratos por o$
Tira retratos por o^
Tira retratos por o
Tira retratos por os
Tendo recebido um sortimeulo
xinhss novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinlias novas
Tondo recebido um sortimento
xinljas novas
Tendo recebido um sortimento
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento
xinhas novas
No grande salao da rua do Imperador
No grande sa'lao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
A. \N Osborn, o retratista america-
de cai-
de cai-
de cai-
de cai-
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
OExlraclo acha-seconlidoemgarrafas quadra-
das e garante-se ser mais forie emelhor em to-
do o respeito a algum outro purificador do san-
gue., conserva-se em todos os climas por cer-
to sspago de lempo.
a assignalura e a ceidlo do Dr. J. R. Cbliuon, Da capa
tuturo Re > n. li UB """"'aes e sua'-------- r-r ---------------...... v-i...., u. U|
LopAsbiu i II.V ." "'^"J"^' """^Pw-I o esariptorio do prosmetario. 212 Broadwa ik. v^a, d
0P'8W-ltu5BeiH,rern.ieparoRloPfddgNorie.liema blica da ra Direiu 88 do Sr! ParanhS h ? em Pernambuco n Gruz n. 21 escriptoric 1. andar, tam-
no tem recentemente recebido um gran-
de e variado sortimento de caixas, qua-
dros, aparatos cliimicos, e um grande
numero de objectos relativos i,, arte.
Como tambem um grande ornecimea-
to de caixas para retratos de 5$000 rs.
cada um, as pessoas que disejarem ad-
qn.nr conhecimentos pratiecs na arte
de retratar acharao o abaixo assignado
sempre prpmpto sob condices muito
razoaveis.
Os cavalheirose senhoras sao convida-
dos a visitar estes estabelecimentos, pa-
ra^ examinarem os specimens do que
cima lica anunciado.
. "1 Alugam-se dous andares do sobrado da rua
oa Cadeia n. 24, tendo commodos para grande
1 familia : a tratar na loja do mesmo.

ILEGVEL
1


DUKIO D PRNlMBUCO. i- SEXTA FElIlA U DE DEZEMBRO DE 1860.
(6)
* Aluga-se pelo tempo da festi ou
ou por anno urna casa na Passagem da
Magdalena junto a ponte grande com
duas salas, seis quartos, sotao, cosinha
fora e bando no fundo : as pessoas que
pretenderen* dirijrm-se a ra Direita
n. 3t
Milita attencopara nao sei
dar ao engao.
Rogamos aos abaixo assignados que
tcnham a bondade de virem a ra da Ga-
deia do Recife d. 55, loja fallida di Cl.in-
diano Oliveira, liquidarem certo negocio
que teem com a massa o qual cao igno-
ra m :
Joo Baplisla Morcira.
Antonio de Souza Pereira de Brito.
Jos do Souza Pereira de Drilo.
Domingos Alfonso Ferreira.
Francisco Alfonso Ferreira.
Manuel Jos de AlraeiJa Soarcs.
Jos Isidoro Pereira tos Res.
Cielo da Costa Campello.
Antonio Joaquim de Figueiredo.
Joaquim Coelho Cintra.
9 Guiilierme Coelho Cintra.
jjjj Joaquim Cordoiro Cintra.
a| l.uiz Bernardino da Costa.
5 Jlo Xavier e Silva.
|b Joao Leopoldo Lopes:
SE Trajano Carnoiro Leal.
j Joo Ferreira Chaves.
1. Napoleo Olimpio Pratis.
11 Joo Paes de Oliveira.
p Benjamira do Carmo Vopes.
jR- Jos Luiz de Macedo Cavalcanli.
CASA DE BUHOS
KO _____
Assign.tura^ba^s f^.^rnos, de choque ou chuvifcos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,.......... i^aq
30crt5as paraos ditosbanhos tomadosem qualquer tempo...... 000
15 Ditos dito dito dito ...... 4oo
Banhostvulsos, aromticos, salgados esulphurososaospreQOS annunciados. iiarosllUam
Estare,iucSo de preces facilitar ao respeitavel publico ogozo das 'antagens queresuna
dafrequenciadeuraestabelecimento deuma uluidade.ncontestavel.raas que tnlelizraenie
estando em sso* hbitos, ainda pouco conhecida apreciada;
** m
EAU MINERALE 3
Precisa-se tomar sobre hypothe-
ca de l'lescravos todos de bonitas i
guras e alguns de habilidades a quantia
de 3:000$ : quem quizer dar dinja-se
ao aterro da Boa-Vista n. 40, que se
dir' -quem toma.
NATRALLE DE VICHY.
Deposito na botka franceza ra da Cruz n.22
Ama.
Precisa-so de urna ama idosa para casa dcpou-
ca familia, para tratar de dous meninos : na loja
de livros ao ir do arco de Santo Antonio.
Preciza-se alugar urna escrava que saiba
cozer e vngemmar pcvfeitamcnte para caso do fa-
milia : tratar na ra dacadoia do Recie. loja
n. 41,
Jos Francisco Maia, subdito portuguez re-
tira-se pan o Ric Grando do Sul, com escalla
pelo Rio de Janeiro.
Precisa-se de um meslre oleirc para se en-
carregar de urna olaria em Santo Amaro de Ja-
boato^ tmbela se far negocio com urna casa
e moradia, e juntamente com a olaria que esl
montada com lodos os utensilios: quem a pre-
tender dirlja-sc ra da Praia d. 31, onde lodo
o nogocio se far.
Pre.cisa-se alugar ura moleque para servir
cm urna cas* estrangeira : na ra de Cruz n. 5.
ATTENQAO.
O abaixo essignado empregado da companhia
da estrada do ferro gratifica com a quantia de
cincoenla mil res O'JO) a quem Ihe der noti-
cia de urna bolea nova de couro de vaqueta de
lustro com fexadura no ccnlro e correia dos
lados eom ivella do lalao contendo roupa e al-
juns papis de circumstancia a qual desapare-
ceu de um vagn de 2." classe no noile de sexta-
feira 7 do corrente por occasiao da sahida do
trem especial da estaeo da EscaJa para a villa
-a Cabo. Recife 11 de dezembro de 1860.
Maee! Jos de Carvalho.
Precisa-se de ura a dous amasador de poe
bolaxa. que enlendam perfectamente do trafico
de pidaria, massar, certar, tender, belhar, etc.,
e de um forneko cora os mesmos quizitos,
aquelle que esliver as circumstaticias de de-
sempenhtr os presentes quesilos dirija-se a roo
do Larga Rosario n. 18 padaria que acharo
com quem tratar.
Ca\ang.
Neste bello arraial ha para alugar urna case
com bstanles coramodts para grande familia,
muito fresca e deroute do rio : na ra Nova
n. 63.
Padaria.
Na padaria do Antonio Fernandes da Silva
Beirizru* dos Pires n. 42, d-se pao de venda-
sen) e na ir.esma lnde-se pao comraum, dito de
provenga,-bolacha de boa qualidade e nova, dila
fina, bolachinhas, biscoulos, doces e aguados,
fatias, roscas, araruta franceza, bolachinhas de
dita franceza, farinha do reino muito nova pro-
pria para sequilhos, ludo das melhores farinhas
e o mais bem trabalho possivel.
Malta se deseja fallar com ossennores abat-
i destarado*, na ruado Queimado n. 39,loja.
Antonio Jos de Amorira.
Antonio Francisco da Silva.
Manuel Jos Milele Meiriz.
Joaquim Jos Bolelho.
Para administrar cngenlio
se oferece um homom que j foi rendeiro de
ume que sendo victima da infelicidade se su-
geita por qualquer ordenado tanto nesta provin-
cia coko n'outra: na ra do Crespo loja n. 10,
se dir.
Curso particular de rhetorica.
Banoel de Honorato tem aberto o seu curso
de eloquencia e potica nacional : ca ra Direi-
ta n. 68, primeiro andar.
Aluga-ee o sobrado de dous andares e so-
tao da ra Imperial n. 169 : a fallar na ra da
Aurora n. 36,
O Ilim. Sr. B. A. M. C. B.
senhor de ngenho na provin-
cia das Alagoas, queira fazer
o favor mandar pagar na loja
de ferragens da ra do Quei-
mado (que nao ignora) a sua
letra vencida ha muito tem-
po, producto de negocio rea-
lisado a 28 raezes, visto que
nao tem-se dignado dar a mais
insignificante resposta amis
de umaduzia de cartas que se
lhe tem escribo.
Kalkmann Irmaos& G. a visam ao
respeitavel corpo do commercio que
Foram nomeados agen tes nesta pracadas
oompanhias de seguros maiitimos de
Hau burgo.
COMPAMflUUL
ALLIANCE,
. stabeecida m Londres
imp m mu.
CAPITAL
Cinco uaAYYxoes de tVbias
sterUnas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de nfor-
mar aos senhores negociantes, proprielarios de
cagas, e a quem mais convier, que eslo plena-
menteautorisados pela dita companhia para ef-
fecluar seguros sobreodilcios de lijlo e pedra,
cobertos de telha, e igualmente sobre osobjectos
que conlircrem os mesraos edificios, quer con-
sista em mobilia ou em fazendas de qualquet
qualidade.
*X r rf TTTTTTTT TTTTYTT"? 7TTTx>
3 DENTISTA FRANCEZ. 2
M. Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- ^
2 rangiras 15. Na mesma casa tem agua e M
3 p dontico. *
Em Santo Amaro de Jaboato aluga-se urna
excflltnle casa por seus commodos c posicSo : a
tratar na ra Nova n. 56.
Festa de N, S. da
Conceico.
O escrivo actual da irmandfde de N. S. da
Conceico eierla na igreja da Congregacao, em
nomo da mesa regedora convida a seus charis-
simos irmus paia assislir a sua fesla que tem
de se fazer-com toda a pomp devida no dia 16
do corrcnlc com vesperas e Tc-Deum, sendo prc-
gador da f-sla o 111 m. e Rvmd. conego Joaquim
Frrrcira dos Santas e do Te-Oeum o Rvmd. Sr.
Diacsno Jos Esttves Vianna, roga-sc por tanto
a todos os devotos quo se disnem comparecer.
Recife 14 de dezembro de 1860.O escrivo,
Francisco Jost Leile.
excelente fumo acba-se depositado, oirelameme na ra Nova n, aa.ISQtflNA PA fjlJl[U|ll|ljo PppilUllklIC'UII
Tendo fcreve de s convocar reunio da as-
sembla geral. osSrs. accionistas desla compa-
nhia sao convidados a fazer registrar suas acedes
no escriptorio da mesma companhia lergo do
Forte do Matas n. 1, at aodia 21 do crrente.
Pernanibuco 13 dn dezembro de 1860.
2,000 a 3,000 pares
promptos.
Na grande fabrica de tamancos da ra Direita,
esquinada travessa de S. Pedro n. 16, achara o
Ilustrado publico desta capital e de fra, e de
outras provincias, titn numeroso e riquissimo aor-
timentode tamancos de todas as qonlidades, ao
qual oseu proprieiario est resolvido a vender
tanto a relalho como em pequeas e grandes
porQes por muito menos do que em oulra quj-
quer parte, assim como tem urna grando quautt-
dadede tamancos feilos, sendo do l'orlo, com a
mesma perfeigo esegu'anga. a casa tem sempre
um effeclivo de 2.000 a 3,000 pares pregados e
promptos para qualquer encomrnenda, com pou-
dinheiro todos podero andar com os ps li-
en
Bolsas de (apele para
viagens.
Voudem-se mu bonitas bolsas de topeto pro-
prias par8 viagens, etc., etc., pelos boralissiicos
precos de 5J>, 6 e 7J : na loja da aguia bracj,
ra do Queimado n. 16.
Bonitos cintos para senio-
ras e meninas.
Na loja da aguia branca vendem-so mu boni-
tas fitas com flvelas para cintos de senhorasc
meninas, e pelo baratissimo preco de 2j : em
Remedio lafallivel contra as gnorrhas antigs c recentes.
nico deposito na botica franceza, roa da Crut n. 22.
Prero do frasco 3$000.
TABAC CAPORAL
^e^osilo das mauuaciuTas mpcra^s detatt^a.
CAMBO A DO CARMO, o qual se ven Je por mseos de 2 hectogramos a 1$000 e em porrao de
10 mseos para cima com descont de 25 porcento ; no mesmo estabeleciment acha-se tambera
overdadiro papel de linho para cigarros.
vresda huroidade que tao prejudicial a saude. dila loja da iguia branca, ra do Queimado nu-
O abaixo assignado declara que tem nesta oicrc 16.
dala constituido seu procurador bastante ao Sr.
Rento da Concee.o Ferreira, o qual tem para
este fim a competente procurarlo bastante.
3 hat i u.
i Objectos de gosto
Recite 12 de dezembro de 1860.
Maximino N. Sobrelra de Mello.
Iri^andade de N. 5" da Coucei-
go dos Militares.
*k~
senhorase meninas.
A loja da aguia branca recebeu um bello 301 t-
menlo de objectos de muito gosto c ultima mo-
Pelo presento convida-se a todos os senhores ; da, proprios para senhorase meninas, sendo d-
irmaos para que comparecaro no dia 15 do cor- licadas gollinhas e voltas de vidri.ho, voltas du
rente, pelas 9 horas da manhaa, no respectivo coral e cornalina com atacador de mola, doura-
ennsistorio, afim de prncedcr-se a eleicao da no-' do, obra inteiramenle nova e de muito gosto, e
va mesa, como determinamos estatutos. pelos barassimos presos de 2S rada objecto
Maooel Jos Victoriano de Borba. na ra do Queimado, loj da agaia branca nu-
Secrelario. mero 16.
O Sr. Justino Eugenio I.avaner, morador na '
baratas.
comarca do Bonito, que de presente acha-se nes-
ta prafa, dirija-se a ra do Queimado, loja n. 63,
a negocio de seu inleresse, ou annunde a sua
assistencia para ser procurado.
Agencia de passaporle e
folha corrida.
Claudino do Reg Lima tira passaporle para
dentro e fra do imperio, por comraodo preco e
presteza na ra da Praia, primeiro andar nu- picos miu
mero 47.
Na Capunga vclha n. 21, taberna da estrel-
la, precisa-se de um menino de 12 a 11 annos,
para caixeiro, preferindose destes chegados de
pouco, ou mesmo que nao lenh-j pralica : quem
quizer, dirija-sc a mesma taberna
III
a
an
9 Ra do Queimado 19
Cortes de cambraia branca muito fina cem sal-
Cambrnicta para veslido, muilo fina, polo ba-
ratissimo preg) de 29600, 2;800, 3J e 3ii500 cada
peca.
Baldea de raussulina, ditos arrendados, ditos
de madapolao.
CASA DE SALDE
Site em Santo Amaro.
v:
C ompras.
Na roa Direita n. 84 precisa-se comprar um
cavallo que seja grande, manso e gordo.
Conipram-se 12 cadeiras, 1 mesa de mei >
de sala, 1 sof e 2 consoles ou bancas, lujo em
meio uso, s*ndo de nmarello ou Jacaranda, pe
rnmmodo preco, annunric ou dirija-sc ra do
Livramenlo n. 19, loja.
Compra-se um armario para lou^a de cozi-
nha e urna mesa de qualquer tamanho, usados :
quem tiver annuncie.
Compra-se moedas de uuro de 20$ rs. do
armazem da ra da Cruz n. 19.
74.
Aitenco
a'cocheara nova.
Esteestabelecimeatocontinua debaixo da administrado dos pro-
pnetarios a recebar doenles de qualquer natureza cu cathegona que
seja.
Ozelo e cuidado
to dos doentes gera__
Quem se quizer tilisai podedirigir-se as casas dos proprielarios .
ambos more rosna ra Nova, ou entenderse com o regente no esta-
tabe (aciment.
Reforma de precos.
^<
Na Boa-Vista ra do Tambi n. 11,
alugam-se cavallos-proprios para passeios
e tamliein retebem-se do trato por mez
ou por dia mais barato do que cm oulra
parte, na mesma -coche-ira vende-so um
cxce'leDle cavallo para paaecios de se-
nhora.
Deposito de sabao barato
caes do Apollo n. 5-7.
O abaixo assignado faz sciente
; que desde o dia 9 do corente foi ad-
milcido seu il-ho Germano Pinto de
Vendas.
Mel de engenho.
Quem quizer comprar mel deeugenho, dirija
suas encommendas cocheira da ra daFljrcn-
tina, que acharfi cen quem tratar.
Mel de furo novo.
Vende-se no^ngenho S. Severino, treguezia
de Muribeca.
Vende-se tama escrava crioula que cozinha
:|&IS5SIHie9l5-K5IS^l!Per'ei.,"*. e engomraa bem ; para ver,
na botica do Sr. Manoel Antonio Torres, pateo
do Terijo.
Vende-se um presepio grande muilo boin e
bem enfeitado : quem pretender, dirija-se a ra
do llosario n. 56, em frente a rna do Aragiio.
Vende-sc um molequo de bonita figura, de
idade de 14 a 13 annos : na ra da Praia n. 10.
Vende-se urna pareltu de burros de cor ru-
t alli empreados para oprompto restabelecimen- ./r:\ Magalhaes, a gerencia des negocios ten- co queimado. propria para carro : quem os mes- :
?almenteHconhecido. j _,^ Q|| dentes aoestabelecimento de carros fu- ^\^^t^^Z LBget9' ^ \
iMff
Escrcvos. ....
Marujos ecriados.....
Primeira classe 3$ e. ,
Ai eperaefies serao previamente ajustadas.
2$000
2S00
o.SOO
I nebres do p.iteo do Para'izo n. 10.
Jos Pinto de llagallies.
O vigario de Santo Antonio desta
cidade tem mudado a sua resitlencia da
travessa da matriz para a ra de lor-
tas casa que faz canto na tra vessa de
Santa Thereza.
CONSULTORIO
DO
11. !>. A. L1
AOPIIBUCO!
O arrematante da loja de miudezas da J
ra do Livramenlo n. 2, que foi de Igna- =
ci Nery Ferreira da Silva Lopes, avisa *
aos devedores do mesmo que smente de- o|
vem ir pagar seus dbitos na loja de miu- 5
dezas da ra d Imperalriz n. 82, sob |g
penado pagarem segunda vez no caso de y
que paguem a oulrem. y
Verdadeiro caf de Moka, s
no hotel trovador, ra larga
do Rosario n. 44.
A qualquer hora do dia nu da noile encontrar-
se-ha neste eslabelecimento gosto dos fregue-
zeso verdadeiro caf de Moka, bem assim sor-
veles das melhores fructas que existem no mer-
cado, das 6 horas da tarde em diante. Replese
o annuncio para maior sciencia do publico e ha-
ver neste mesmo eslabelecimento comida feila a
ualquer hora que se procure, e bem assim o
arnecer-se para casas particulares. No mesmo
hotel precisa-se de um moleque captivo paja o
cervino interno e externo.
MEDICO PARTEIR0 E OPERADOR.
3 RA DA GLOUIA, ASA BO FUNDO 3
Clnica por amks os sj-stemas.
Q Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manhaa, e de tarde depois de 4
horas. Contrata partidos para curar annualmente, nao s para a cidade, como para or engenlios
ou outras propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidlos sua casa al s 10 horas da manhaa e em caso
d-3 urgencia outra qualquer hora do dia ou da noile, sendo por escriptoem que se doclare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residente* no bairro do Recife po-
dero remetler seus bilheles botica do Sr. J. Sounn Se C. na ra da Cruz, ou loja de
livros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponle v.elha.
Nessa loja e na casado annunciante achar-se-ha constantemente os miuhores medica-
menlociameofalliieos ji bem conhecidos e pelos presos seguinles:
Botica de 12 tubos grandes...........10000
DiU de 24 ditos.................15>000
Dita de 36 ditos.................205000
Dita de 48 ditos................. 25ro00
Dita de 60 ditos............... 305OOO
Tubos avulsos cada um............. 1$(>00
Frascos de tinturas. ;............2J00O
Manual de medicina homeopalbica pelo Dr. Jahr, tra-
duzido em portuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. ele........205S000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. lOtfOCO
Repertorio do Dr. Mello Moraes. ,....... 65OOO
Vende-se um piano inglez de Colar & Colar,
quasi novo, por preco que nao desagradar ao
comprador : na rus das Flores n. 31.
Na taberaa n. 21 na Capunga velh.i, deno-
minadaTaberna da Estrellaavisa a rapazeada
que gosta da patuscada da fesla, que alli
Loja da boa fe
NA
Ruadalmperatriz n.
Vende-se pera de franja para corliuados rom
15 varas a J.8, manguitos com gollinha boi jado
a -ij, camisinha com gollinha i '2$ o 's, gull i
bordadas a tiO e 10200, tiras bordadas muilo fi-
nas a 18200 c 600 r., ntremelos a 2jj a prca,
pentes de tartaruga a 4J, ditos virados muilo (or-
les a 8, enfeites de fu de velludo con. larjo o
2jj50O, e muias mais fazendas que se vendem
baralo para acabar.
Machinas ameri-
canas
E Ol'TROS ARTUiOS.
N. O. BIEBER & C. SUCCESSORES,
tem exposto nos seus armazens .ia ra
da Cruz n. 4 e 9, urna iufinidade d<
machinas etc., como sejam :
ARADOS de dilerentes modelo.;,, ;., ,,.
lhando de 2 lados.
CULTIVADORES para limpar e abrir a
trra.
MOIXIIOS para cana em ponto pcnue-
no, podendosergovernaJas por rjma
pessoa. proprias para lavradores.
Ditas de DESCAROCAU 3IILHO, um
procesto pelo qual se poupa m. to
tempoe emprega-se somonte
soas,
Ditos de MOER MILIIO, CAFE etc.,
etc. ate o gio mais fino que houver.
Ditos para FAZER FARINHA de mi-
llio etc.
.. eneon-
Quem ppetender comprar um es- trarao a boa cerveja a 560 rs., cognac a 1-5280,
cravo bom cosinheiro diriia-se a ra da vinho engarrafado a l#, e outras umitas bebidas,
n j t / a mais barato do que em oulra qualquer
parte.
Cadeia do Recife n. 2.
Baialho de artillara a pe
Diiinero 4.
O coflselho econo trata o fornecimrnlo de generas para o ranche
das pracas durante o primeiro semestre de 1861,
sendo arroz, assucar, mascavinhc refinado, ba-
Vende-se um cabriolel moderno, com arcos,
por preco muito commodo : quem n pretender,
dirija-se a ra do Cotovello n. 26.
Mellis
_ chegados pelo ultimo navio francez, botinas de
calho. azeiledoce,f ero gto, carne secca, 1 ^llis de diversis qualidades : na loja do vapor
dita verde, farinha, eijo, lenha, manleigi, pao ova D- 7-
de 6 e 4 oncas, toucinho e vinagre. Os gneros
deveros^r de primeif3 qualidade, e as propostas
entregues at as 10 horas do ,dia 22 do corrente,
na secretaria do batalho, no quariel do Campo
das Princezas-
Quartel oe Recife 13 da dezembro <3e 1860.
Franciseo Jos da Silva.
2.c lente agente.
Pede-ge ao Sr...... que ha 5 dias que levon
a chave do sobrado de um andar da ra da Madre
de Dos n. 5, com o fim de no mesmo da resti-
MACH1XAS para fazer BOLACfliXiiA.
BOMBAS para cacimba? e
navios, muito man iras e
de loica superior per
mdicos piceos.
Ditas com
tirar
mu fundos.
corren les para
agua de lugares
da ra do Queimado
n. 51.
Vende-se madapolao fino muilo largo
luir a dila chave, lenha a bondade de faze-lo ; diminuto prego de 4400, e roupas fetas
m
m
Fazendas e de miudezas.
Em casa de Augusto C. de Abreu, ha para vender um completo jj?3
soL-timento de perfumaras, constando de leos, banlias, p para
denles, sabio, extractos, aguas de cheiro e muitos outroi artigos dos
melhores perfumistas de Londres e Pars.
e juntamente pagar a despeza do annuncio, o
nao o fazendo, procuraremos aieios poderefos.
O Sr Jos Joaquim de Gveira Jnior tem
urna caria na ra & Madre de Dos n. 38.
Desencaminhou-se da Por/te de L'choa, lo
silio.de Jos Joaquim Bolelho, r.o dia 7 do cr-
reme, urna vacra caslanJia, parida de 15 dias : a
cria emea ; a pessoa iie a tiver cm seu poder,
annuncie ou monde levar no mesao sitio, que
ser generosamente recompensado.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra dos Tanoeiros no Recife. muilo fresco : a
tratar na rus da Cruz no Recite n- 3t.
Achando-se justa e contratada a compra da
casa terrea sita na rus Nova n. 1, pede-se a
quera se julgarcom direilo a meema, que declare
por esse Diario aflm de nao se ultimar a compra
da mesma casa.
O abaixo assignado vendo no Diario de hon-
lem um aviso de sen lio, o Sr. Barlholomeu Lou-
reneo, cas'sando a toda e qualquer pessoa a fa-
culdade de firmar por elle, feilo de ura modo
que se presta a supposi:5es pouco airosas para o
abaixo assignado, que julgando le-lo servido com
tanla dedlcaco como fidelidade, roga-lhe o ob-
sequio de declarar se algum dia abusou da con-
fiarla nelle depositada. Recife. 13 de dezembro
de 1860.Joo Sanl'Anna Silveira.
Pugio do sit'o de Jos Joaquim Bolelho, na
travessa de Sanl'Anna (na Ponte de Uchoa) ha 6
ou 8 dias, urna vacca de cor amarella escuro,
com cria da mesma cor porm clara, cuja tinha 3
dias de nascida ; a vacca bastante arisca por
ser muito nova, c ser lirada de gado da matanca:
quem a levar ao mesmo sitio, aera gratificado
generosamente.
Tem chegado na ra Nova n. 22, um bonito
sorlimento de instrumentos de msicos, e lam-
bem livros de escriplurag diaria de 780 folhas
muilo bonitos.
- Na travessa da ra do Imperador no botc-
quim do Paiva, casa do caf dos arcos, haver
sempre bom sorvete de hoje em dianle ; a elle,
rapazeada do bom gosto.
Aluga-se urna escrava que soja rozinheira,
para casa de familia, que agradando paga-sebem:
na ra do Cabug n 2, loja.
Joaquim Aurelio Wandcrley, em resposta
a pergunta feila por este Diario de 13 do corren-
te, declara que est alojado na ra dos Marty-
rios, casa terrea n. 12, onde pode ser procurado.
Aluga-se a casa de um andar e solo n. 39,
na roa do Hospicio, que faz quina para a ra do
Camaro : na ra da Aurora n. 70.
Precisa-se de urna ama secca para urna
crianca de peito : na ra nova de Sania Rita nu-
mero 65.
Frank Vanson, subdito americano, retira-sel
para o Rio de Janeiro. e
pelo
ludo
mais barato do que em outra qualquer parte.
Vende-so urna teberna bem afreguezada :
a tratar na ra das Cruzes n. 1.
Esteiras da India de 4, 5
e 6 pamos de largo.
No armazem de lazrndas di ra do Queimado
a, 19, propriamente para forro de salas e camas
por ser di melhor qualidade, e todas brancas
VERNIZ de superior qualidade para
carros.
CARROS de mao muito leves e baratos
BALABAS de 1,000 libras para I ,, ,o
proprias para armazens, deposi ..
tabernas, boticas etc., etc.
MAPPaS geographicos do mumio c
suas partes.
MACHINAS de costura de Sivat & C. as
melhores que ate boje tem appare-
tido.
Vende-se
todos os seus
Cruz n 21.
Chai utos de Ilavana Superiores,
chegados ltimamente: em casa de
Kalkman Irmos & C, ra da Cruz nu-
mero 10.
urna tipoia nova com
pertences: na ra da
de
; JOAQUIM DE OLIVEIRA MAIA
24-30-Pi'aca da ludppcndeucia-24-30
Grande, variado e f tcolhido sorlimento de cbgpos
lodas as formas e qualidades, a saber:
De seda finos, de castor, braacos e pretos, compello e
sem pello, de JO a 14$, defeltrode todas as qualidades e
vanas formas, Magenta, Solferino, Touristas, Jerome, etc.,
etc.: depalha escura (phantazia), de palha e casemira
(ido.m), depalha do Chille, ditos muito unos, velludados,
altos e baixos, de gorgurao de seda, de oleado para criado.
De Manslha,
elegaoies e de
os mais recommendaveis para| a eslavo por serem leves, muito frescos, escure?.
De baleia, forma cavour,
elegantes, muito frescos, leves e de duracio
escuros e claros, com eofeiles e sem enfeilcs.
Completo sorliiueulo para meninos e mancas.
dem de lionels para homens e meninos
iaalaienle oulros muitos, quo en eufadouho mensionar.


<)
DIARIO DE WltmiWJOO. SEXTA PMRA 14 DE DEZEMBRO DE 1860.
Ceblas a 700 rs. o cento.
Vndese cebla a 700 rs. o cento, toucinho de
Lisboa a 320 rs. : na rui das Cruzes n. 24, esqui-
na da travessa do Ouvidor.
Vendeii-sedous silhes inglezes para mon-
tana do senhora, os quoes tem pouco uso, e da-
se por prego commodo cora todos os arreios : na
ra do Livramenio o. 83, loja.
Vende-se um boi de todo o servido, proprio
para earror.3 ou carro : quem o pretender dirja-
se 6 ra' da Domingos Pires n 3, quo achara
com quem tratar.
1$ Gurgel & Perdigo.
jfeRua da Cadeia loja n
aj? tter.eberara novos corles de cambraia
3$ branca bordada de auas saias e babadi-
hos.
FABRICA
DE
ummmtk i $mmm m unes.
Sita na ra Imperial n. 118 e lio Junto a fabrica de sabao.
Sebastio J. da Silva dirigidaporoFranciscBelmiro da Costa
stabelecimenio ha seropre promptos alambiques de coble de
Neste
U> vestido* de blonde com manta, capella e
mais pTtences.
nVceberam molernos chapeos de pa-
lha para senhora enfeilados do plumas e
flores.
Ueceeram novos enfeites do cores e~
peiios para senhora, pulceiras e estratos
de sanilalo.
diferentes dimen
d
c^de300a 3:,00^ simples e dobrados, para disti.ar agurdenle, apare.hos destilatorio
ra resillar e destilar espalos com graduacao at 40 graos (pe
rnelhores sistemas hoja approvados e conhecidos nesta e oatras prorincias do imperi-
bombas de todas
,r?'Jf!!Pr"ffS.'.f?!r?puch0' l.anl?.de cobre corao de bronze e ferro
irafusos de
chumbo de todas as dim^y'^ZcS^'" de cob'
as e envos de ferro, tubos
camas de ferro com armacao e sera
pot veis e econmicos, tachas e tachos de cobre, fundos de alambique, passa^
Receberam chapeos
castor preto, braaco
moderna
para homem, de
e de seda forma
\
Vendem ricos cortes de vestidos
seda, ditos de barege e gaze de seda
babadinhos.
de
de
Vendem as toromodas
musseltaas o culto da il|
nliiira o rri.in.\is
satas
odko
balao de
para se-
fu>5es de ferro
deiras, espumaderas, coccos" pfta engenho, folha de flandes, chumbo oralencoTe b
em
de
32' lS2irSJ. *s=5^^.?f^'J?^.d:'^ta^rs-ss;i1
Algodilo monslro.
Vende-se algodo monstro com duas larguras,
mutto proprio para toalhas e lences por dispen-
orecole 600^^" C0StU"' pel b"timo
Chales.
'^i!5. ditos bordados a matiza sK
na rua do Queimado n. 22, loja da boa-f.
Venic-se a muilo acreditada Iota do >.!..
r de rel.Var^araVma- U* **** i"5"".'"o'cel d'e" Apollo
do da ra do Livramento n. 33,
prazo, por se
LVmih T a,,c? dc ser muil afreguezada,
5? ?nmnni0"1 da dl? e tl>da envidrar-
se perePtrenPdeabP;aar.qUalqUer "'cimenl. W
Bonels para meninos.
O lempo proprio para se comprar os bonitos
Donets de panno uno enfeitados com ta de cha-
ma ole e borlla, outros enfeitados com fila de
velludo e pluma, e outros com galozinho dou-
rado. lodos pelos baratissimos precos de 3^500
45 e 5J, dilos de palha escura, mui bonitos e'
jortes a 3, gorras de palha branca enfeitadas a
lj>5)0, e outros mu differenles bonels de
enfeitados a lj> e 1$280 : na
loja da asuia branca n. 16.
Sebo e graixa.
So'so coadoe graixa em bexigas:
Toalhas.
Vendem-se toalhas de linho para mos pelo
baralissimo preco de 9 a duzia, ditas de pello
muito superiores a 12 a duzia : na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
panno
do Queimado,
no armazem
r,Url6a0r?deSejador8pPaul Cordeiro. na
ra larga do Rosario, passando a bolica a segun-
da loja de miudezas n. 38 ; na mesma leja tem
rap grosso ejneio grosso. e fino, Meuron, rolao.
tornos e folies para ferreiros etc.e outros muitos artigos poj! !anc';z dil ?0cha;'dio"Bo"rbV,lio'LslBoa ;
daccmPp;esleSaq; nf :?A^a:q!!![r^pa^te'"deSemPenha.nd-.se loda l"* encommen-! L"*!"!*"? .". chegad. agora de
honrarom-nos cora
litada para tomar nota das encomiendas.'
rgg?-|fr^-*!* le7r.ndrortlento de
se dir o
J! "m.1IOddae d0.S fr.eU9Z0S *ue se dignarem \ miudezas. e i dos compradores
perieico ja conhecida e
s c,i. ^-fi._ t -----O-------" V" uiQiiaieiu uiium.v.as. B a
a sua conanca, achao na ra Nova n. 37, loja de ferragens, pessoa habi-1 Pre de l"do.
rinhos padrftea moderaos t ceri es-
iras, lulos lisos.
fij| Vendora manteletas prcloa dc grosde
8 napias, dilos de se.la bordados e dous
?5 bicos, eapiabas do croxo braocos o io
ires, polonesas do gorgorito, tahuas de
IS, litas para cinlos.

- Vonde-se ame casi lerre sita no pateo do; d^sc"?ar alSdo. prengas para mandioca e oleo de r
proprio, e propria para neg-' nnos "6 venloi arados, cultivadores,
n. 22, dio proprio, e
i iimrada : a tratar na mesma.
Pecbincha.
a i Z ?. ou m\mT0T,freguezes e ao Pubbico em 8eraJloda eqa'-
h -0'" Sm' reCOnhflf'J eslabB,icimenl a ^ber machinas de vapor de ?odes
os nanhos rodas 4 agua para engaitos, todas de ferro ou para cubos de madeira moendas e
moias moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamanbos, guindastes 'S !
bombas, rodas, rodetes^aginli^se boceas para totn^.m^^^^^^f^n
icini, porloe gradara, columnas e raoi-
, ponles, cadeiras e tanques, boias. alvoreni?a Lntoc o i \Z;:; :^;:.,sr1nm0-foreFmecula-se,qrIqu3obLa seja **** &z
' Z do Bram n 28 A ST?1?^ R.ecT"se encommendas neste eslabelecimento na
otolk2^M:rrl.CnH<,g!6 I,0J6 doIraPerad n.65moradiadocaxeirodoes-
.. men' Jos Joa1u,ra da Usta freir, com quem os pretendentes se podem emende
qualquer obra.
para
lissimos riscados do cambraia de seda a
corado, a cues, que se acabara : na ra
di Qaeimado n. 4i.
Barato.
* en lom-so barato duas tabolelas de amarello
'ii bnm estado, algumaa taboas de looro, e ai-
guos caxilhos : na ra d Cibug, loja n. 9-
Na loja do successor do fi-
nado Antonio Francis-
co Per eir.
Vendem-se as rnelhores fazendas de gosto :
manteletes tiras bordadas, espartilhos da ultima moda de
Pars, robe-dc-chantbre bordado a velludo e de '
ouiras (vialidades, vestidos de seda brinca para
iiios bordados a velludo, ditos de blonde,,
dilos de cambraia fazenda de muilo gesto, dilos
de ooir-anliqoe, sahidas de bae, capotinhos de
velludo preto, saias bordadas pan senhora, ra-
- bordadas, casaveques, penteadores, da-
masco de la de 2 largaras, loques de sndalo,
madreperola e charao, chales de muito gosto'
lys de differentes padrdes, cassas, chitas cimenlo convidam
ensarnaIsseseurss e outras muitissimas fazen-
.\- de gosto que serio patentes aos compradores.
AU.enco.
\cr.l.1-so ama fabrica de charutos muito bem
afregupzada, assim como s^ negjcia a armacao,
s( muilo propria para taberna oh chvpcharidl
P '
ra
Os proprietarios deste estabele-
onvidam ao respeitavel publico, principalmente aoe amigos do bom e barato, oue se
raazem de molhados de novaraente sortido de gneros, os rnelhores que tem
rindo a este aereado, por serem escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa
a maior parte delles viudos por conta dos proprietarios.
e por serem
Chocolate
!o locaki :n qoo s acha, por s'eu donVse reli- dos rnelhores autores de Europa a 900 rs. a libra era porco a 8O et.
r : a tal! r na Lingoeta n. 2. r
Mar suelada imperial
Lisboa em latas de 1 a 2 libras a 800
CoueiUria.
Mi ste nov
' .- p(>|0 TQStO
cslsbelecimenlo preparam-se ban-
do paiz, frascos com rnelhores
doces c deliciososonfeites. VenJe-se o delicado
xaropo de abobara proprio para a eslaeo calmo-
ipcriores doces para a Ierra e exporlacao.
co no fruclas em calda, ludo do mclhor^os-
lopossivel: na roa S'-nzella-nova n. 30.
A dinheiro.
Loja amarella da ra do Cres-
po n. 8.
:asa:as do panno Qnissimo de 25^000 a
-' 10.
as de panno inoja 3OJJO00.
Paletls dw pinno prclo e de cores a 16j000.
D 9 de panno (saco) a I85OOO.
Dil is de dito a 153000. :
Ditos de pampolina mesclado ajlOtOOO.
Dilos de diversas qualidades de seda e bomba-
s n a 69OOO.
- eir cabera de Sra. de 3 a 5#000.
rarlal mis de cores, vara de 400 a 600.
Cortes de elotes de velludo a 6#00.
Dil isde dilc de merino a 3j00.
Vestido .ln seda do diversos gostos de 40,3000
^ a 1OjOOO
Grosdenaple decores de muito boa qualidade
I l-M').
D ; do quadrinhos-(gosto do Piris) a 15^000.
ihis dequadrinhosde muitosgoslo a 1&200.
> ilido de barege, e gaze, de bom cosi a
10JJOOO.
is de palha para homem (a Garibaldi) a
100.
i de molla a 3j000.
s Dar ara. (de seda fazenda de gosto! de 153
10D.
rtores de l3 encarnados a 7?000.
Penleadorejj de cambraia rica a 8j000.
Roquetes para padres a 153000.
ntremelos e liras
bordadas.
^ '! le se mui bonitos enlremeios e tiras bor-
t)i \.-, em lina cambraia, obras mui bem acaba-
iS "tiiromeos pelos baratissimos presos de
1J6 11, 15 e2ji00 a peca c as tiras bordadas por
50 ), 35, 49, 5 e di. A vista da superio-
rid ido da fuenAi ninguem deixar de comprar e
pira 5-o .|rijase a ra
"'lia branca n. l.
Manderim de laa fazenda nova do ul-
timo gosto, m casa do Julio & Conrado :
na ra do Queimado n. 4b.
~?, Prl de Galiinhas. freguezia de Ipoju-
;^nd'S2 T l"pChe C dnas casas de podra
mniTa 8S muit0 prP"a Para eslabeleci-
mento de seceos e molhados e de muito consu-
mo, cojos ediGcios sao muito bem construidos.
a mesma freguezia vende-se a propriedade Boa
.nimln.0",' a Cl1Sa de ,lj0l- b0m CerCa'10 Para "
"Tm i* r05 para P|anla5a. c<"n olaria, bar- preco de 65, penles
ro e matas, pode-se, com pouco Irabaiho, fazer- muilo superiores a 9S
ro rnm VnrrADa, ura1, al?m dcsl^ q"alro ou ci"-1 ra"nos a 5S. ditos de
co, com 105 ps de coqueiros quasi todos de truc-
lo : a entenderse com Viccute Aires Machado
nt/rn! 2?" .de,s"" R n. 31, e com Jos d
Barros Wanderley, no Porto de Galiinhas.
Caoa.
1 in,de"i'e Ta ,canoa de amarello que carrega
1,10(1 lijlos de alvenaria grossa : na ra da Con-
cordia, armazem n. 3G.
Vende-so urna pequea armacao na ra Di-
reita, propria para um principiante, cujo local
tem commodo para familia, por ser urna boa casa
terrea com quintal e cacimba ; e lambem se tro-
ca por oulra casa convido o negocio : a enten-
der-sc no paleo de S. Pedro n. 1, taberna.
Vende-se um escravo pardo, bonita figura
e sm vicios nem defeitos, com 22 annos deia-
ao proprio para todo o servico, principalmente
paraalgoma reQnacio: na ra das Cruzes n. 18.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempro no seu depo-
sito da rui da Moeda n. 3 \, um grande sorti-
mento de tachas e moendas para engenho, do! I
muito acreJitado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesrao deposito ou na ra do Trapi-!
chen.4. L
(ajiellas e llores.
Hu bonitas capillas para noivas a 5, 63 o 7*
ditas para m*ninas n 25. bonilos e delicados cai-
*os de flores finas a lgOO, 2 e 38 : na ruado
Uueimado. loja da aguia branca n. 16
W Machinas de vapor. @
Rodas d'agua. S
@ Moendas de canna. &*
$ Taixas.
9 Rodas dentadas.
Broflzes e aguilhoes. m
<$ Alambiques de ferro. *i
9 Crivos, padroes etc., etc.
J3 Na fundicao de ferro de W. Bowman, t
3 ra do Brum passando o chafariz.
3@ @@@ @@1
Na loja da boa fe, na ra
do Queimado n. 22,
vende-se muito barato.
{41raJ?lb.raia Iisa fina com 8 ,l2 varas cada peca a
-iJSoW, dita muilo fina com salpicos a 53, dita de
cores de padrdes muito bonitos a 320 o covado
cortes de cassa pintada com 7 varas a 23240. fil
de licho liso muilo fino a 800 rs. a vara, larlata-
na muito una branca e de cores cora 1 1[2 v3ra
de largura a 800 rs a vara, guarnieres de cam-
braia (manguitos e golla] bordadas muilo finas a
oS, gollinhas bordadas de cambraia muilo fina a
1-3, espariilhos muito superiores pelo baralissimo
\0
Bramante
bretanhaseatoa)
van,?Qloa.da D0\. rua lo Ouetmaoo n. 2S
varas dPUb/am8nle ,dcjinh'? mui, Cno com duas
I vara bre.K"a' P.eloI.brl>""'o preco de 23400
a vara, bretanha de linho muilo fina e muito
lSngthaH20^2?8e24a Peca com 30 ja^ds
aloalhado de algodo com duas larguras a 14Q0
a vara, dito dc linho muito superior, t.mbem
rdodn?V2a.rfar,aoj: 5. US = ~ ^ Ue"
Bonecas cliioezas.
Mui bonitas bonecas de choro vestidas a rh-
neza a 18300cada urna, assim como outras taml
too egna,ncm-,e Te-lidas e de ""Wa".
lo n?16 88U'a rua d0 Quema-
E' o ultimo gosto.
o covado, grosdenaples liso de liadas cores a 23
o covado, corles de lia muito fina com 15 cov
n^VL3 .0eS,n'Ul0 b0nil0S a 8- dilas oe quadros
padroes tambem muilo bonilos a 480 rs. o cova-
do, chales de cores, padroes intciramenle novos
Vat* covadoj aproveiiem em quanto se nao
acaba
boa-f.
na
ou
rua do Queimado n. 22. leja de
Coke (carvao),
combuslivel para cozinhas, taldeiras
muilo econmico para as casas particulares': ven'^
rlaruga a imperatriz "c-se na fabrica do gaz, em porcoes dc
bonels de velludo para
- panno prelo a 3$, sapali-
nhos de merino muilo enfeitados a 2J o par, chi-
tas francezas finas escuras e claras a 280 o cova-
do, corles do cambraia de cores com 3 babados
com 11 e 12 varas cada corle a 4500, superiores
lengos de cambrah de linho muito fina e rica-
mente bordados a 9, dilos de cambraia de algo-
docora bico de linho a 13280, ditos de cam-
braia de linho proprios para algibeira a G, 7 e
o} a duzia, ditos de cambraia de algodo a 23100
e 33 a duzia, liras bordadas largas e finas com 3
1|2 varas cada peca a 2S500, e assim outras mu-
las fazendas quo vendem-se por pregos muilo
baratos i na rua do Queimado n. 22, n'a bem co-
nhecida loja da boa f.


e-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisas,
Biscoutos
Emcasade Arkwight 4 C,
Cruz n. 61.
ele,
ven-
e um quin-
tal para cima a 1| o quinta..
Xo armazem de E. A. Burl
le C, rua da Cruz nu-
mero 48,
vende-so champsnha das rnelhores marcas que
vem ao mercado mais barato que em qualquer
outra parle ; cofres de ferro (burras) das que cos-
tuma receber, do melhor fabricante que ha nesle
oue lio nc'Sle
goncro.sortimenlos de lodos os tamanlios e lo-
dosos precos ; novo sortimer.to de pianos, de
umcxcellenle fabricante, que se venderao
conta do mesmo, deduzindo-se
descont que os
por
a commissao e o
ornasse baratissimos.
Vende-se um cabriolet de doas rodas com
arreios e em muilo bom estado : quera o preten-
der dinja-se a rua Imperial n. 40.
Botica,
o afamado Abreu, e do outros mais fabricantes de
., em porgaodese far algum abatimento.
' ese
do Queimado loja da
Ma^a de lmate
em latas de 1 libra por 900 rs., em porcao vende-se a 850 rs.
lalas com erviUias
vende-se nicamente no armazem progresso a 640 rs. cada huma.
Conservas francezas e inglezas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs. o frasco.
Latas de bolacninha de soda -
com diferentes qualidades a l600a lata
A.meixas francezas
as miis novas que lera vindo a este mercado em compoteiras, contendo 3 libras por 3000 rs.
e era idtas de 1 1 fl libra por 1 500 reis
Verdadeiros figos de comadre
em caixa com 16 libras por 3$000 rs. a retalho a 240 reis a libra.
Caixinnas com 8 libras de passas
a 3$000 rs. em porcao se far algum abatimento, vende-se tambem a retalho a libra a 500 rs.
. Manteiga ingleza
perfeitamente flor a mais nova que ha no mercado a 1*000 rs. a libra, era barril se far al-
gum abatimento.
Cha perola
o melhor que ha nesle genero a 2J500 rs. a libra dilo hyson a 25OOO rs.
Palitos de denles llenados
a 200 rs. cem 20 raacinhos.
v
peixe sarel em posta
o melhor peixe que exzisle em Portugal era latas grandes por 1*500 rs. cada urna e de
GSA\'DE SOSTlilEWO
DE
azeaJas e roupa feila
NA LOJA E ARMAZEM
Joaqoim Rodrigues Tarares de Mello
ROA 00 QUEIMADO N. 39
EMESIA L0J DE QUVTRO PORTAS.
lera um completoiortimento de roupa feila,
convida a lodos os seus freguezes
quedesejarera ler um uniforme feilo
gosto di rija nwe a este estabelicimenlo que era-
conirarao utn babel artista ehegado ultimaraen-
ai jTl3b1 pKa de3m[jenhar as obras a von-
tade dos freguezes, j lera um completo soni-
menlo do pilitots da fina casemira modello ira-
g'ez, e milito be.-n acahidos a 16D0O, ditos
de merm selira a 129000, ditos de
pretos a 59000, ditos de
a 83000, ditos com gjlla
ditos do fusto, ditos de
ludo a 590
Birtholoraeu Franciscode Souza, rua larga do
"osario n. 36, veode-se os segnintes medica-
mentos :
Robl'Affecteur.
Pilulas contra sez5es.
Ditas vegtaes.
Salsaparrilha Brlstol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xaropo do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dilo.
EMixir anli-asmathico.
e 12 librad bCCa larga COm rolhas' dc 2 0D<:as
np fm ,Jem utD grand0 sorlimento de pa-
preco. de Sala' ^^ Tende amodic
Pao de Sent! o novo.
hntierlS!l03;,S *J 'I"artas e sabbados. das 11
dar71M-?enld,ante: cra Santo Amaro,
dariaaliemaa.enaruadalmpcralriz
Encyclopedica
Guimares Villar
Hua do Crespo n. 17.
Receberam sedas, chapeos para senhoras, man-
teletes, saias baloes, laas de quffiros ricos de-
senlies, manteleles, capas, casaveques, ricos
corles de cambraias brancas para 18?, 25* 40,
organdes de padroes lindissimos. cassas de
cores a 260 rs. o covado, cassas bordadas da Chi-
na a 6S500 com 9 varas, dilas a 4 e 5g com 9
varas, manteletes para meninas a 8#, meias para
senhoras de todas as qualidades, grande sorti-
aento de roupas para homens c meninos e
qualquer objecto para senhoras por precos cora-
modos.
berna.
n. 2,
pa-
ta-
| -3 .'-3 30C3 COI E5C2CSS
e a todos
com todo

Ricos vestidos de cambraia g| outras muitas qua'lidades que se vendem"pelo"msmo prejo
>raaco bordados de gosto de 5 e
Manteiga franceza
7 bib idos, cortes de vestidos de
u Je cores, preco commodo, de
o')x a 250$, e muitas variedades
fazendas de phantliasia, organ-
dys do altimo gosto, tarlatana
"* bordadas, gorgura escocezes e
# outros muitos object s necessai-ios
I* p.ira urna senhora de gosfo e do
S grande m indo : na rua da Ca-
'j. doRecife n. 40. loja do Mar-
tinlio.
K>
fia!
, a 720 rs. a libra em barril se far abatimento.
i
Toncinno de lsboa
!o mais novo quaha no mercado a 320 reis a libra.
Macas para sopa
em caxinhas de 8 libras com deferentes qualidades por 49000 rs.
;3 3S @3>$ S@893@l
Pedimos toda attenco.
Tambem vendm-seosseguintes gneros, tudorecentemenle ehegado e de superiores qua-
lidades, presuntos a 48i rs. alibra.chourica rauita nova.marmelada do mais afamado fabricante
de Lisboa, maca de tomate, pera secca, passas, ructas em calda, amendoas, nozes, frascos cora
amendoas cobertas, confeites, paslilhas devanas qualidades, vinagrebranco Bordeaux, pronrio
\l rf'Cr'omV.r.o^-Vn deSsn ma^asdetodas ,.41,
as mais ricas que possivel. nas larcas e estre-! *omm* raui' bn8' ervi,bs "ncezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
ta3 o mais lindo qiia se pode encontrar para cin- j spermacete barato, licores francezesmuitofinos, marrasquino de zara, azette doce purificado, azei-
iro de senhora ou para enfeitar chapeos, que tonas rfluito novas, banba de porco refinada e outros muitos gneros queenconlrarao tendentes a
r molhados, por isso prometiera os proprietarios venderem por muito menos do que outro qualquer,
proraettem mais tambem servirem aquellas pessoas que raandarem por ontras pouco praticas corao
seviessem pessoalmente; rogam tambem atodos ossenhores de engenho e senhores lavradores
queiram mandar suas encommendas no armazem Progresso, que se lhes affianca a boa qualidade e
o acondiciona ment.
si vende mais barato do que em oatra qualquc
parle.
Venie-se por preco commodo 10 quorto-
tas proprisspara mel ou azeile, assim como urna
grande porrao iz saceos vasios: na rua do No*
3ueira o. 21.
alpaca
alpaca s'obre casacas
de veludo a 9&000,
_anga, ditos de brim,
;0, ditos de briro de linho tranca-
do a 6*000, calca de brim de linho muito su-
perior a 5000, ditas de casemira de cor a
95OOO ea IOStOO, dius de casemira pre-
la superior fazenda a 12000, palitots fran-
ceses de panno fino fazenda muito fina a 255
sobre casacas de panno muito superiores a 3ou>
ea 409000, um completo sortimenlo de cami-
sas fracezas, tanto de linho como de algodo
efusiao vende-se muito em conta, afira de que-
rer-seliqiudar com as camisas.
E pechincha.
&egN coaira Fogo
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia.
para
Na loja do Preguica, na rua do Queimado
lem cobertores de algodo de
grandes, proprios para escravos,
mo prego delg.
n.2.
cores bastante
pelo baratissi-
rua do Livrmeuto
n. i y, borzegutns rancezes a
de bezerro a G$. dito de
Vende-se na
6$, dito
vaqueta a 7.
Aos senhores armadores e
proprietarios de carros fn-
n;bres.
Vendem-se velbutina prola superior a 400 rs.
o covado ; na rua do Crespo n. 25.
Por metade do seu
valor.
Rua do Queimado n. 19.
Vestidos de gaze e phantasia, muiloslindos.de
duassaias, pelo baralissimo preco de 10 cada
um corte.
M pechincha, antes que
se acabe.
Na loja do Preguica, na rua do Queimado n. 2
tem saias balao bertas, do ultimo gosto, pel
l diminuto preco de 5?.
.
Vende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Enchadasde ferro
Ferro sueco.
Fpingardas.
Ac de Trieste.
Pregos de cobre de com
posico.
Barrilha e cabos.
Brim de vela.
Couro de lustre.
j Palhinha para marcinei-J!
ro : no armazem de C.f
9 J. Astley* C.
ata* -B T -9 E : *&&&*
Arados americanos e machinas
par a lavar roupa: em casa de S. P Jo-
ma daSeazala n.42.
ara ac.
Guimares-Villar
Rua do Crespn. 17.
A 4#000,
Cortes de cambraia coro tres babados de 20 a
22covadoscada um a 4
A 260 rs.
_ Cassas organdizes a 260 rs. o covado de lindis-
simos padroes.
A 25$000,
Riqusimos chapeos dc seda brancos e de co-
res a 2t>#, e de palba de Italia ricamente enfei-
tados.
A 3G0 rs.
Lilas miudinhas de lindissimos padrdes a 360
rs. a dinheiro.
sera segundo.
i
3#.
hnston & C.
Recebeu-se e continua a receber-se por @
todos os vapores artigos de modas para
homens, incluindo calgado de Helias na f:>
Lojade marmore.
No engenho
macs de roda.
Guararapes vendem-se ani-
& Heccbou-se e continua a receber-se por @
@ todos os vapores, vestimentas, calcado e @
@ chapeos para meninos na
| Loja de marmore.
Na loja de miudezas da rua do Queimado n
t>o defronle do sobrado rovo ha para vender
pelos diminuios precos os seguintes artigos :
uza de sabonetes muilo finos a 600 rs.
Carios de clcheles com duas ordens a 20 r
Caixas de clcheles balidos a 60 rs.
Duzia de mcias cruas par' homem a
Dila de dilas para senhora a 3j?500.
Pares de meias para ser.hora a 300 rs.
Latas com banha muito fina a 500 rs.
Iscas para acen^er charutos, caixa a 60 rs.
Phosphoros em caixa de folha a 120 rs.
Carlas de alfinctes muilo finos a 100 rs.
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapatos de tranca de algodo a |J.
frascos de macass peroa a 200 rs.
Dilos de dito oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garfos, cabo preto, a 3a.
Pares de spalos dlos para meninos a 200 r
Ditos de luvas de cor fio de Escocia a 320.
Massos de grampas muito finas a 40 rs
Caivetes de aparar penna a 80 rs.
Tesouras muito finas para costura a 500 rs.
Ditas ditas pa^ unbas a 500 rs.
Pegas de franja de la com 10 varas a 800 rs.
Dilas de tranca com 10 varas a 320.
I.inha Pedro V, cartao com 200 jardas a 60 rs
Dita com 100 jardas a 20 rs.
Escoyas para denles muito finas a 200 rs.
Cordao imperial fino c grosso a 40 rs.
Oleo de babosa muilo fino (frasco) 400 rs.
Filinhss eslreitas para enfeiter vestidos a 800
rs. a per;a. ^^
Labyrinlhos de muilo bonitos goslos por todo
o preco. r
Cordes para enfiar espartilho muito grandes
a luu rs.
Dilo para dilo pequeos a 80 r?
Pecas de tranca de linho com l'varas a 200 rs.
. ''AasdelraDiade seda Pre,a com 10 varas a
1J(41H1.
Vara de dita a 160 rs.
Pares de meias de cores para meninos a 160.
i-anas para rap muilo finas a 1.
Linhapara marcar (caixa de 16 nvelos) a 320.
RELOGIOS.
Vende-se em:asade SaundersBrothers*
C. pracadoCorpo Santo, relogios do afama
do abncante Roskell, porpreSos commodos
e tambem-aucellins e cadeiasparaoa mesmos
aexceellDte Kosto.
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n.ll,
alguns pianos do ultimo gosto recentimente
chegados.dosbem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood Sons de Londres,
muito propriosoara este clima


DU1I0 Dt PKUUM1CG0. SEXTA FEIRA 14 DE DEZEMBRO DE 1860.
CO

A5#000.
Chapeos de sol de seda para homem
a 5$ cada um e em porcao de urna du-
zia para cima far-se-ha 10 por cento
de abate : na ra Nova n. 23, esquina
da Gamboa do Carino.
Ra do Queimado
n. 39.
Na
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVA.RES
DE MELLO.
Chegou ltimamente a este eslabeleciment um
completo surtimcnto de chapeos prelos francezs-
do melhor fabricante de Pars, os quaes se vene
dem a 79000, ditos a 89000, Jilos a 9?000
ditos muilo superior a 109000, ditos de castor
drelos e brancosa 169000, o melhor que se
pode desejar, chapeos de fellro a Garibaldi de
muito superior massa a "5000, ditos de copa
baixa para diversos precos, ditos de palha escura
de varias qualidades que se vendem por preco
barato, bonets de veludo para meninos a 5900<>,
ditos de palha escuras e claras a IvOOO, ditos
de panno muito bem arranjados a 39500
chapeos de seda para senhoras a259000 muilo,
superiores, ditos do palha escuras proprios para
campo a 129000, ditos para meninas j 109000,
chapeos de sol de seJa nglezesa 109 e a 129
muito superiores, ditos francezes a 890OO,
ditos de panno muito grandes e bons a 49000.
sapatos de volado a 29000. ditos de tranca a
19600, sintos de grugurao para senhoras o me-
ninas a 29000, coeiros de casemira ricamente
bordados a 129000, e outras muila lazan Jas
que a vista dos freguezes n5o deixaro de com-
prar.
Campos < Lima
receberam urna factura de chapeos de sold se-
da para homem, leudo entre estes alguns peque-
nos que servera para as senhoras que vao para o
campo tomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porcao seja grande se resolverlo vender pelo
prego de 69 e 63500, e alguns com pequeo de-
eito a 59 : ua ra do Crespo n. 16.
Ra da Seazala Nova n.42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston d C
vaquetas de lustre para carros, sellinsesilhes
nglezes, candeeiros e casiiraes bronzeados, lonas
jnglezes, lio de vela, chicote para carros, e mon-
(aria, arreios para carro de um e douscvalos
e relogios de ouro patento inglez.
@ Recebeu-se receulemente e continua a @
Q) receber-se directamente de Pars e Lon- @
A dres por lodosos vapores, de cncommen
J5 da especial, artigos de modas para se-
@ nhoras na @
Lojade marmore. 1
Machinas de costura
DE
Slvat & Compaiihia.
Estas machinas sao as mais perfeitas
no ramo de mecanismo, unindo a urna
simplicidade a maior ligeireza e perfei-
rao para toda e qualquer qualidade de
costura, do ponto mais fino ao mais
grosso. O vendedor se obriga a ensinar
o methodo aos compradores st o sa-
bertm bem, asiirn como a ter as macl-
cbinas em ordem durante um anno.
Estas machinas xosem com 2 fios nao
quebram o fio como muitas outras o fa-
z.-m e sao as melhores e mais baratas
at boje conhecidas no mundo, ellas se
achm expostas na galera do SR. OS-
BORN, RETRATISTA AMERICANO NA
RA O IMPERADOR N. 38, onde
urna senbora competentemente habili-
tada as ara' ver e traba)liar. Igual-
mente be acham expostas no armazem
de MACHINAS AMERICANAS, RA DA
CRUZ N. i E 9.
idmiraveis remedios
americanos.
Toda as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, etc., devem estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos
com os quaes se cura eficazmente as principaes
molestias.
Promptoalivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de reumatismo, dor de
cibera, nevralgia, diarrha cmaras, clicas,
Lilis, indigesto, curp, dores nos ossos, conlu-
Lices
Vende-se ura negro bom carreiro : ni ra
Imperial n. 33 padaria.
Sobre a infallibidade e o
poder temporal dos Papas.
PELO BU.
Aprigi Justiuiauo da Silva Gumaraes.
A. venda na livraria dos Sis. Miranda
& Vasconcellos, ra do Imperador n.
79 a 2#cada exemplar.
Negocio conYeniente.
Veude-se urna armaeao de urna loja de calca-
do, enidracada e era bum estado, na ra do Li-
vmment n. 29, bem afreguezada, ecom bastan-
tes cmmodos para familia, e isto por ler o dono
de se retirar breve para o mato a tratar de sua
saude, pelo que se faz todo negocio: a tratar na
rnesnia loja n. 29, a qualquer hora do dia.
mmu low-mqw,
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Nesle eslabelecimento contina a haver um
completo sortimento de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e laixas
dejerro batido e coado, de lodos os tamanhos
para dito,
Potassi da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhacido e acreditado deposito da
na da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem ero
pedra, tudo por precos mais baratos do que era
oulra qualquer parte.
Vinho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmaos&C., ra da
Cruz n. 10 encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac 4 C, em Bor-
deaux Tem 33 seguintes qualidades :
De Brandeiiburg frres.
St. Estph.
St. Julien.
Harganx.
Larose.
Chateau Loville.
Chteau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Julien
St. Julien Mdoc.
Chateau Loville.
IVa mesma casa ha
para
mesma cas<
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris qualidade fina
CognacTOi caixasqualidade inferior.
Cerveja branca.
As melhores machi as de coser dos mais
afamados autores de NewYork, I.
M. Singer & C. e Wheeler & Wilson.
Neste eslabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
autores, moslram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e rcsponsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade eseguianca:
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leite & Irraos ra da
amigamente aterro da Boa-
soes, queimadura, erupces cutneas, angina,
relencao de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermilades escrophulosas,
crnicas esypliiliiicas : resolve os depsitos de
maos humores, purifica o sangue, renova o
systema : prompto e radicalmente cura, escro-
p tula-:, venreo, tumores grandulares, ictericia,
dores de ossos, tumores brancos, afecces do li-
gado e rins, erysipelas, abeessog e ulceras de
todas as clases, molestias d'olhos, difBculdade
das regras das mulheres hipocondra, venreo,
etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o systema, equilibrar a circu-
lacjio do sangue, inteiramente vegetaes favora-
veis em lodos os casos nunca ocasiona nau-
zeas nem Jorres de venlre, dses de 1 a 3 re-
gularisam, de 4 a 8 purgam. Estas pilulas
sao efficazes as aleccoes do Ggado, bilis, dor
de cabeca, ictericia, indigesto, e em todas as
enermidades das mulheres, a saber: irregula-
ridades, fluxo, relencoes, flores brancas, obs-
truec,6es, histerismo, etc., sao do mais prompto
effeilo na escarlatina, febre biliosa, febre ama-
relia, e em todas as febres malignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados de instrucc,oes impressas que mos-
tram com a maior minuciosiJade a maneira de
applica-los em qualquer enerrni Jade. Estao ga-
rantidos de falcifioajao por s haver venda no
armazem de fazendas de Raimundo Garlos Lei-
te O Irmo, na ra da Imperatriz n. 10, ni-
cos agentes em Fernambuco.
fmperatriz n. 10
Vista.
Una Ao Queimado n. 39
Lojade quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE_ MELLO.
Ha corles de vestidos de seda de cores, azenda
muito superior com pequeo toque de mofo a
609000, ditos sem defeito a 1009000, tem um
reslo de chales de toquim que estc-se acabando
a 300000, ditos de rairin bordados com ponta
redonda a 85000, ditos sem ser de ponta redonda
a 89000, ditos estanp&dos com listras de seda
em roda da barra a 99000, ditos de ricas eslam-
pas a 79000, ditos de ganga franceza com fran-
ja branca a 2*000, ditos sem franja e muilo
encorpado a 29000, ricos manteletes de grosdi-
naples preto e de cores ricamente enfeitados a
259000, ditos muito superiores a 309000, en-
feitesde vidrilho preto a 39000, ditos de relroz
a 39500, organdis da mais fina que ha no mer-
cado a 19000 o cavado, cambraias de cores
de padres muito delicados a 800 rs. a vara, ditas
de outras qualidades a 600 rs. a vara, ricas chitas
farncezas de muilo boas qualidades a 280, 300,
320, e 400 rs. ao covado, a melhor que se pode
imaginar, peitos para camisa a 240 rs. cada urna,
cortes de casemira de cores a 690C0, ditas em
pesQa de quadrinhosa 49000 o covado, gollinhas
de muilo bom gosto a 19000, ditos de outros
bordados ricos a 3:>000, manguitos de cambraia
bordados a 39000, tiras bordados e entrimeios
que se vendem por preco comraodo, bombazil de
cores proprio para roupa de enancas, e capinhas
para senhoras a 19400 rs. o covado, cortes de
cambraias de salpicos a 59000, cortes de cam-
braia enfettadas com tiras bordadas a 69000,
e outras muitas mais fazendas que ser difcil
aqui pode-las mencionar todas.
A 9,000 a arroba.
Vende-se cera de carnauba da velha
e nova safra a preco de 9# : no antigo
deposito do largo da Assemble'a n. 9.
ROHM FE1TA ANDA MAIS BARATAS.]
SORTIMEiNTO COMPLETO
DB
[Fazendas e obras feitasj
HA
o;

Vendem-se 5 carros novos coro todos os ($
arreios : na ra Nova n. 21.
CANDIEIAOS
ECONMICOS
NA
Ra Nova n. 20.
Chegou um riquissimo sortimeno de candieiros
econmicos de muito bonitos modelos, desde o
mais superior al o mais ordinario, por prego
muilu commodo, com a experiencia propria de-
ver agradar ao comprador, o vista da pouca
despesa que faz, animar a ser Iluminado s com
os ditos candieiros a gaz ; os mais baratos sao a
imit(;ao de urna lamparina, produzindo a luz a
tres velas de espermacele com a importancia de
40 rs. por noile ; gradualmente ir sobindo to-
das as mais qualidades al o maior, que servir
para ornar e Iluminar urna rica sala, equivalente
a 16 velas de espermacele, ludo isto se garante
sob a cutuliciio de vollar e restiluir-se o sen
importe, na falta de nao agradar a experiencia
feila : na ra Nova o. 20, loja do Vianna.
Cofres de ferro para dinheiro,
joias. etc., etc.
Na loja da aguia branca vendem-se bonitos co-
fres de ferro mui forles e seguros, com fechadura
e chave, e de differentes tamanhos, proprios para
se guardar dinheiro, joias e papis de importan-
ra, pelos baratissimos precos de 4jg50O, 5g00,
SjOO e ti : em dita loja Ua aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
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LOJA E ARMAZEM
DE
Una Ao Quema do
ii. 46, rente amareWa.
Constantemente temos um grande c va-
riado sortimento de sobretasacas prelas
de panno e de cores muito lino a 289,
SOg e 35, paletol dos mesmos pannos j
a 20?, 22g e 24$, ditos saceos prelos dos
mesmos pannos a 14, 16j> e 18g, cnsa-
K cas prelas muilo bem ftitas e de superior
K panno a 28#, >(i e 35>, subrecasaras de
3i casemira de cores muilo finos a 15$, 16$
mm e 18$, ditos lceos das mesmas caseroi-
|| ras a 10$, 129 14$, calcas prelas de
ra> casemira lina para homem a 8$, 93, I0J
j| e 12, ditas de casemira de cores a 7$, 8$,
PJ> e 10, ditas de brira blancos muito
rjt fina a 5$ e 69, ditas de ditos de cores a
'tf. 3^500, 49 e 49500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 4J50O, col-
leles prelos de casemira a 59 e <>, ditos
de ditos de cores a (:o e 59, ditos
| brancos de seda para casamento a 59,
Oj ditos de 6?, colletcs de brim brauco edcC
S fuMao a 39,395OO e 49. ditos de cores a M
9 2J500 e 39, paletols pretos de merino de 9
m cordao sacco e sobrecasaco a 7?, 89 e 99,
X colletes prelos para lulo a 4J50O e 59, ff
* calcas prctasde merino a 4950O e 59, pa- *
*g lelo'ts de alpaca preta a 3$500 c 4$, ditos j
e sobrecasaco a 69, 79e 8$, muilo lino col- S|
mm leles de gorgurao de seda de cores muilo a
H boa fazenda a 39800 e 4S._colletes de vel- ||
5> ludo de crese prelos a 79 e 89, roupa a
$ para menino sobre casaca de panno pre- ^
| tos e de eores a 149, 159 e I69, ditos de casemira sacco para os mesmos a 6$500 e *
ff 79, ditos de alpaca prelos saceos a 39 e |K
i* 38500, ditos sobrecasacos a 5$ e 59500, O
S calcas dc_casemira prelas ede cores a 69, %
* ti500 e 79, camisas para menino a 20-5 **
* a duzia, camisas inglezas pregas lsrgas S
9 muito superior a 329 a duzia para acabar. 9
a| Assim como temos urna ofliiina de al 3
4$ fslale onde mandamos execuUr todas as v
a| obras com brevidade. Wk
"Vende-se
EM CASA DE
AdamsD Huvvie & C.
Vinho doPorlo de superior qualidade.
Tinta de todas as cores.
Lona e flele.
Fio de vela.
Sellins, silhOes, arreios e chicotes.
Rolhas.
Ra do Trapiche n. 42.
Loja das seis portas em
frente do kivramento
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos gostos a 200 rs. o co- a ^ara dila liza 'ranparente muito Una a 35?, j
vado, ditas eslreilas de cores escuras a 160 rs ,, 4}, 55f,-e 6$ a pega, dita tapada, com 10 varas !
pecas de bretanha de rolo com 10 varas a 2, a 53? e 65? a pega, chius largas de modernos e ]
Vendem-se doces seceos de c. commodo preco, como sej : bom doce secco de
mangab, cidro, latas com boa jalea de arar c
pitanga, tambtrn so fazem bandejas de bolinhos
de armacoes de lindos modelos, e rasas do me-
lhor gosto apetecidas, tambem se fazem pastis
de carne, feitio de nariz, pastis de nata, doces
d'ovos, papos de anjos, alnins, arroz de leite,
jaleas de substancia.
Admiraco!
Vendem-se na ra Direita n. 99, saceos com
fardo muilo novo, dilos com arroz de casca, dilos
com farinha da trra, queijos oliimamente che-
gados a 1$800 e 2$500, linguicas a 560 rs., assim
como passas e ameixas, chapeos de palha do A-
racaty o cento a 18$, a retallio 200 rs. cada um,
manleiga ingleza a 1$100, dila franceza a 840 rs.
240.
Cassas de lindos padres e cores fixas que se
pode garantir aos comprados, s 240 rs. o covado'
na ra do Queimado, loja de 4 portas n. 39.
Vende-se urna mucamba, rica pec^a, capaz
dse dar a urna nuiva por ter todas as habilida-
des, com 16 tiiinus de idade, sendo crioula ; a
pessoa que quizer comprar, dirija-se a ra do
Padre Floriano n. 56.
Liivis ilc Jouvin.
s c ; o S
SJ
!a
li^i se; o
Vendem-se as verdaderas luvas de Jouvin
para homem e senhora a 1J500 o par : na ra da
Imperatriz, loja da boa f n. 74.
As verdadeiras luvas de
Jouvin.
A loja da aguia brancas acaba de reetber de
sua encommenda as verdadeiras luvas de Jou-
vin, primeira'qualidnde, tanto brancas como pre-
las para homem e senhora : quem precisar, diri-
ja -se a dila loja da aguia branca, ma do Quei-
mado n. 16.
Potassa da Russia.
Potassa da Russia muito superior e
novissima, per ter sido desembarcada
hontem: vende-se na ra do Trapiche
n. 7, armazem deFonseca.
Vende-se urna boa escrava com todas as
qualidades, cozinha, engomma, e boa quitan-
Ofira, (em 3 flhos, os mais lindos possiveis, 1
com 5 anuos, outro com 4, e 1 com 5 mezes, o
motivo da venda por nao querer ir para o ma-
to : a ver na ra do Queimado n. 69.
Vmlio genuino.
Anda ha urna pequea quantidade de ancore-
tasdestevinhasem confeieo, e proprio de doen-
les : na ra do Vigario n. 19, primeiro andar-
urna corneta de chave com bomba, embomes-
tado : na ra do Alecrim, em casa de Barbera,
multo.
Meias muito bara-
tas.
A loja da aguia branca est provida de urna
grande quantidade de meias, e melhor sortimen-
to que se pode dar, e por isso est vendendu^as
mais barato do que em cutra qualquer parte ;
sendo meias cruas encorpadas, de abanhado ou
bocal elstico para homem a 29500, 3$, 3$500, 4$,
4$j0e 59 a duzia, ditas inglezas o melln-r que
se pode encontrar a 69 e 69500, ditas de fio de
Escocia ponta encarnada imilandoseda a fc is.
o par, e de cores a 640 e 800 rs., ditas brancas
mui linas e tapadas a 2*400, 3$500 e 59, e finis-
simas a 89 a duzia, ditas brancas finas e fio unido
para senhoras a 49, 4$800, 59500 e 69500, e de
lio de Escocia primeira qualidade a 8951)0 a du-
zia, ditas de seda brancas e pretas a 2$500, 89,
3$500e4ft, ditas cruas mui encorpadas para me-
ninos a 200 e 240 rs. o par, ditas brancas e de
cores a 240 n 280 o par, ditas para meninas a 33
a duzia, ditas de seda para baplisado a 29 o par,
ditas de laia e de seda para padres a 29, 3g e 49
o par. Emtim vista de lanas e diversas quali-
dades, o melhor approveilar-se a oecasiao, e
dirigir-se a ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16, que sei servido com agrado e since-
ridade.
S
i
i

i

Rectbeu-se de Franca groade-
5 naples de quadros e lisos cores
6 escuras, fazenda a covado : na
ra da Cadeia do Kecie n. 40,
H loja do Martinho.
Vinho do Porto, genuino,
Rico de 1820.
Slomacal de 1830.
Precioso de 1847.
As tuzias, e em caixinhas, a dinheiro, por ba-
rato preco : vende-se na ra do Trapiche r. 40,
escriptorio.
Escravos fgidos.
Chapeos de sol
DE
Seda grandes parahomem
A 5$000,
na ra Novan. 36,defroute da igreja da Concei-
o dos Militares.
Cheguem ao barato
O F regula esl queimando, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pe$as de bretanha de rolo com 10 varas a
2$, casemira escura infestada propria para cal-
93, collete e palitots a 910 rs. o covado, cam-
braia organdy de muilo bom gosto a 480, rs.
Acha-se futido o escravo Miguel, cnoulo,
de Pslalura regulare alguma eoosa grosso d" cor-
po, tem urna falta de denles na frente e um tin-
to por cima do olho direilo, e trajava calca e ca-
misa de flgodo : recommenda-se, purtanto, as
autoridades competentes a captura desse escra-
vo, pelo que se recompensar generosamente, no
armazem de Pinto & Carvalho, ra da Cruz n. 15,
Gratificaco de

cem mil rs.
Ao amanhecer do dia 8 do correnle fugic do
abaixo assignado um escravo de nome Florencio,
de idade de 38 annos, pouco mais ou m< nos, cen
os signaes seguintes : entre-cabra, mulato, 'a-
Lelios crespos, bim barbado, rosto regular, falla
mansa e mal, tem lodos os denles da fenlo, cor-
po sem defeito, andar geiro, e conduaio maca
de couro de ovellia em cabello com 3 pan s de
calcas de brim de cor, 3 camisas de algodozi-
nho e 1 dila franceza, e estas novas, o oulrts
mais usadas, 1 reCe branca sem varanda, e jul
ga-se ter ido para o seilo do li, d'unde veio
ha pouco lempo ; quem o prender, peder enn-
duzi-lo ra Nova n. 32 a seu senhor Thon. Le-
pes Je Sena.
Fum'o no dia 10 s 8 horas da noile, no
Campo Verde, da ra do Socego n. 4, um mula-
tinlio de nome Procopio, de 17 a 18 annos de
idade, pouco mais ou menos, tendo os signaes
seguintes: cabello baixo, olhos regulares, labios
semi-grossos, nariz pequeo, bocea regular, tem
urna cicatriz em um dos bracos, trabalha de \-
faiate. Sabio vestido de calca preta e canina
branca; levou um chapeo do Chili, e pode ser
encontrado tambem de calca de fusto azul e ca-
misa de nscadinhu e quasi sempre anda c li adp,
mas sahio descalco. Pedimos a atiem ao di -
pedestres e de oalros qunesquer o appreh n ler -
do, queiram-se dirigir ra Nova dos Pires 11 6
defronte do hospital militar que serio recom-
n. 25 de Joaquina Ferreira de S, vende- 1 pensados. O mulaliuho lho da provincia de
pretjos baralissinios para acular : ves- '
Eelogios
Suissos.
Em casa de Schafieitlln (Si C., ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e Vfriado sortimento
de relogios de algibeira horisontaes, patentes,
chronometros, meioschronometros de ouro, pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo esles relo-
I giosdos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vanderaonor precos razoaveis.
FROCO.
Vende-se frco de todas as cores e grossuras,
com rame e sem elle a 40U, 500, 640 e I9 rs. a
peca ; na ra do Queimado, loja da aguia brao-
ca n. 16.
lua do Crespo
e por
tidos de larlauna bordados de seda a ,?(.''00,
organd de cores muito finas a 320 rs. o co-
vado ,cassas de cores a 2^0 rs., chita larga a
18 de fuslao enfeiladas a
cidinho affifi i^VoTTdSr Teosos' roihid? ^ ? 26oe.28 --; s- 24 cr
com barra de cor a 120 rs., ditos brancos com bi- do' f"]uissimos chales de merino eslanpado a5ff0l0, casaveques rie cambraia e lilo a 59LDU,
ISO.
No dia 4 do correnle ausentou-se da padaria
do Sr. Manoel Leao de Castro, em Sanio Amaro
onde eslava alugado, o escravo Flix, pardo
co a 200 rs., algodo monslro com duas larguras 78 e 89, ditos bordados com duas palmas, fa- perneadores de cambraia lordades a 6?0CO, claro, alto e cheio do corpo, tem bigode'e anda
60 a vara, laziuhasde duas larguras, fazenda zenda muito delicada a 9$ cada um," ditos com
nova para vestidos a 50O rs. o covado, enfeites de
babados
finas
Relogios.
320 rs. a \ara, tiras bordadas mui-
1?T5(0 a rec,a, r'ucado francez fino
o covado, golnbas de ponas bor-
barra a 100, 120 e ICO cada um, meias muito I Ja^as a 250O, manguitos de cambraia e fil
finas para seDhora a 43 a duzia, ditas de boa 2000, camisinbas bordadas muito finas a
qualidade a 3 e 3??5C0 a duzia, chilas fian- j 200O, chita larga com lustro e mu i le fina
cezas d# ricos desenhos, para coberla a 2S0 rs., propria para coberla e roupes a 320 rs., es-
tranca com laco de fita para cabeca de senhoras """ ; V']m*> T'0 fi"0S.a 8*5J0, dilS Hs8 I "
a 2^500. corles de riscado para vestidos a 2g, pe- com 'r:,riJas de seda a 5^i lencos de cassas com a W rs.
cas de madapolo com 1 \' palmos de largura a '
4JJ00, chales de merino estampados muilo unos
6#. A loja est aberta al as 9 horas da noile
vestido com calca azul e camisa j suja e bunel,
I ja Um sido visto no Recife no Forte do Mallos e'
esradir ha e dizque anda ganhando na ra, lam-
bt m j foi visto no caminho de Sanio Amaro,
foi escravotle aimazem de assucar des Sis. Car-
neiro & llames na ra do Vigario e j or i.-.-o o
bastante conhecido : toga-se a tod?s as autort-
1 dades peliciaes, capites de campo e ped sirr= o
aprehendan) e conduzam ao seu senhor Ai Ionio
o covado, chilas escuras inglezas a 5*900 a guiao de linbo a 1^200 a vara, roupoes de Leal de Barros no seu sitio na ra de Joo Fer-
Vende-se em casa de Johnston Pater & C,
ra do Vigario n. 3,
relogios de ouro, patente
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
pega, e a 160 rs. o covado, brim branco de puro seda feilos a 12J00C, vestidos de seda mofados
linho a 1#, 19800 e 1*600 a vara, dito preto; a 88000, luvas arrendadas a 100 rs. o par,
um bello sortimento de j muito encorpado a l~500 a vara, brilhantin
inglez, deum dos mais [azul a 400 rs, o covado, alpacas de differentes
urna variedade
mesmos
de bonitos trancelins
para os
Saceos de 115 libras.
O mais superior farelo que tem vindo ao mer-
cado, no armazem de Barros & Silva ; assim co-
mo se vende saceos de feijo mulatinbo, vindo da
ilha de Feruando.
Vende-se farelo ltimamente desembarcado
milho, arroz do Maranho, gomma muilo fina e
farinha de mandioca da melhor que ha no mer-
cado : na ra da Moeda n. 41.
Balcs de 30 arcos.
Vendem-se superiores baloes com 30 arcos,
sendo muito recomrnendaveis por poderem ficar
do lamanho que se precisar, pelo baratissimo
prego de 6* ; na ra do Queimado n. 22/ na loja
da boi f.
ARMAZEM DE ROUPA FEITA
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Casacas de panno preto a 30??, 35$ e
Sobrecasacas de dito dito a
Paletots de panno prelos e de cores a
20, 25, 30J5 e
Ditos de casemira de cores a 159 e
Ditos de casemiras de cores a 7* e
Ditos de alpaca preta gola de velludo a
Dilos de merino selim prelo e de cor
a 8P e
Ditos de alpaca de cores a 39500 e
Dilos de alpaca preta a 3&500* 55?,
7?>e
Ditos de brim de cores a 39500,
45500e
Ditos de bramante de linho brancos a
49500 e
Calcas de casemira preta e de cores a
9,10e
Ditas de*princeza e alpaca de cordao
pretos a
Ditas de brira branco e de cores a
29500 49500 e
Ditas de ganga de cores a
Ditas de casemira a
409000 Colletes de velludo decores muitofino a
359000 Ditos de casemira bordados e lisos
prelos e de cores a 59, 59500 e
359000 Ditos de selim preto a
229000 Ditos de casemira a
129000 Ditos de seda branca a 59 e
129000 Ditos de gurgurao de seda a 59 e
Ditos defuslao brancose decores a
99000 39e
59000 Dilos de brim branco e decores a 29 e
Selouras de linho a
99000 Ditas de algodo a 19600 e
Camisas de peitode fuslao branco e
59000 de cores a 29300 e
Ditas de peilo e punhosde linho mui-
69000 lo finas inglezas a duzia
Ditas de madapolo brancas e de cores
129000 a 19800, 29e
Ditas de meia a 19 e
59000 Relogios de ouro palente eorisontaes
Ditos de prata galvanisados a 259 e
59000 Obras de ouro, adereces, palseiras e
39000 rosetas
59500
109000
69000
59000
39500
69000
69000
39500
29500
429500
29000
29500
359000
29500
19600
9
30900O
cores a 360 rs. o covado, casemiras pretas
finas a 29560, 39 e 39500 o covado, cambraia
preta e de salpicos a 500 rs. a vara, e outras
muitas fazendas que se far patenie ao compra-
dor, e de todas se daro amostras com penhor.
Loja das 6 portas
em frente do Livramento
Lazinhas a 300 rs.
Caraisinhas muito bonitas com duas larguras
para vestidos de senhora a 500 rs. o covado, cor-
tes de riscado francez para vestido a 29, sa'as
balo parr menina a 35500, ditas para senhora a
4g500e 59 ; d-sc amostra com penhor. A loja
est aberta al as 9 horas da noite.
nandes Vieira junto ao Manguinho, que recom-
pensar.
Fugio dolugardo Menguinho do sitio do
Sr. Cameiro, no dia 9 do correntf, o escravo
crioulo de nome Jeronymo.de idade de 18 o 0
annos, eftalura regular, bastante magro, cem
i falla de cabello nos cantes da testa, olbes i mar-
muilo fino a 2o9C00, calcas de casemira preta nado5i fo VPSlldo dp branc0 0 que' 6
vestidos de grosdenaple prelos com barra de
cor a 20000, palitos de pao preto e decores
de 16000a 20901)0, sobrecasacas de panno
y!
coberlos e descobettosr pequeos e grandes, de
ouro palente inglez, para homem e senhora de
um dos melhores fabricantes de Liverpool, via-
dos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Sonlhall Mellor & G.
Em casa de N. O. Bieber & Successores, ra
da Cruz n. 4, vende-se :
Ghampanha marca Farre & C urna das mais
acrediladasmarcas, mui conhecidas no Rio de Ja-
neiro.
Vinho xerez em barris, cognac em barris e
caixas.
Vinagre branco e tinto em barris.
Brilhautes de varias dimenses.
Ether sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brinzos e brins.
Ac de Milo
Ferro da Suecia.
Algodao da Bahia.
Na ruada Imperatriz o. 80, vende-se vinho
do Porto, Feitoria, engarrafado a 19440, dito a
1&280, dito a lg, dito Madeira a lg, dito musca-
tel do Selubal a 1(600, queijo prato a 19, nozes a
200 rs. a libra, azeitona a 19 a ancoreta, a garra-
fa a 200 rs., chourigas a 480 a libra, paios de 1|2
libra a 200 rs., latas de massa de tomates de 2
libras a 2>, talharim e macarrao a 400 rs. a libra
de grca.
Cortes de caigas de meia casemira de cores es-
curas a l$6O0, dilos de brim de linho de cores a
2t, riscadinhos de linho proprios para obras de
meninos a 200 rs. o covado, gravatas de seda de
cores a 640, ditas pretas estreitinhas e largas a
19, e alem disto outras fazendas que se vendem
muilo em conta ; na loja da boa f, na ra do
Queimado n. 22,
e de cores de 6?0t)0 a U9000, ditas de brim Unha mudado visto ter levado" po"i.;5o "de roupa,
branco e de cores de 2000 a 5~CC0 palitos assim como diverses objectos sendo um relogl
de brim branco ede cores de 29500 a 59000, Je ouro com curenle na qual tinha urna chave,
.. 1 .. onnn o *r>fin 1 urna medalha e una cassoleta oval ludo ie ouro,
ditos de alpaca de 39000 a 89000, brim boies de camisa ealgom dinheiro em cdulas;
trancado de algodao com 9 palmos de largura | o.uem o pfgar pode leva-lo ao meemo sitio ou
proprio para loalhas a 900 rs. a vara, damas- : "o Recife na ra do Trapiche n. 9, que sea bem
co de laacom9 palmos de largura a l*600o!r
covado, velbulina preta a 400 rs., brim de
linho de cores a 1*500 o corte, raeias cruas
para homem a 19200 a duzia, camisas do
linho inglezas a 329000 a duzia, pe madapolo Bno a 49500, cortes de lanzinha
muito fina com 15 covados a 8-5000 rs., ca-
misas de cores e brancas de 19500 a 39000,
e outras muitas fazendas por menos do son
valor para fechar contas.
Grammatica in-
glesa de OHendorff.
Novo methodrpara aprender a lr,
a escrever e a fallartnglezem 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de nstruc-
qao, pblicos e prticulares. Vende-
se napraca de Pedro II (antigo largo
do Collegio) n. 37, segundo andar.
Relogios.
Vendem-se em casa de Braga, Silva & C, re-
logios de ouro de diversos fabricantes inglezes,
por preco commodo.
Charutos suspiros e outras marcas da Ba-
ha e do Bio de Janeiro: vende-se na ra da
Moeda n. 41, armazem do Augusto Ferreira & C.
Farinha da mandioca.
Vende-se por meuns do que em oulra qualquer
parte, na ra da Cruz, armazem n. 26.
Chega para todos.
Cassas francezas muilo bonitas e de cores Cas
a doze viniens o covado, mais barato do qne-1
chita, approveilem em quanto nao se acabam ;
na ra do Queimado n. 22, na bem cuhecidalo-
ja da Boa F.
Cal de Lisboa,
nova, e muito bem acondicionada : na ra da
Cadeia do Recito n. 38, primeiro andar.
50,000 rs.
A quem apprehender o escravo Manoel, cabra
cabellos carapinhos afogueados, estatura regular
suissado, com urna das percas e ps inthados de
erysipella, pretende passar por forro, e muilo
tallador, levou vestido urna calca de algodao azul
e camisa branca da mesma fazenda : quem o an-
prehender traga-o ra do Socego n. 24, en-
tregar ao alteres Manoel Joaquim de Oliv eir Cur-
chatuz.
Do engenho Culigi, reguezia da Escad,
fugio no dia 3 de novembro do correnle ai.no o
escravo de nome Antonio, com os signaes m'-
guintes : estatura regular, cor mulato, cebello de
negro, pouca barba, denles limados, idade -Jb tu
28 annos, pescoco e ps grossos, tem pelo rosto,
pescoceo e peitos algumas marcas de pannos, e
qflguiiias cicatrizes pelas costas que parecen, ice
sido de chicle ; nao levou comsigfj roufa algu-
ma, e consta haver fgido para o lado ut serlo
d'oode viera : quem o apprehender, podea el-
va-lo ao referido enpenho, ou no Reciff, ra es-
Ireila flo Rosario n. 29, ao Illm. Sr- Fiotisn.uu-
do Marques Lins, que ser bem recompensado.
Escravo fgido.
Um muiatoclaro, magro, com pannos prttos
na roacaa do roslo, representando ter 25 annos
de idade, natural do Rio do Tcixe, chamado
Luiz, desappareceu no dia 30 do oulubro da casa
do Dr. Cosme de S Perein, de quem escravo ;
suppe-se ter levado um cavallo prelo do Sr!
Rostrbn que se havia soltado, e que elle fura"
em busca do mesmo ; suppe-se mais que sua
raulher de nome Maria tambem o acompanha,
levando um pequeo bah de (landres : roga-se
as autoridades policiae e a outras queetqoer
pessoas que o prendam, e remettam ao seu se-
nhor, que pagar qualquer despeza.
Pujo da cidade do Aracaly, no mez de se-
tembro prximo passado, um escravo do com-
mandante superior Manoel Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o havia comprado ao Sr. Rf nlo
Lnurenr;o Collares, de nome Joaquim, de idade
de cincoenta e tantos annos, fulo, alto, magro,
denles Brandes, e com falta de alguns na frente,
queixo fino, ps grandes, e com os dedos grandes
dos ps bem aberlos, muilo palavriador, incul-
ca-se forro, e tem signaes de ler sido simado.
Consta que este escravo apparecera no dia 6 do
correnle, vindo do lado das Cinco Ponas, e sen-
do enlerrogado por um parceiro seu condecido,
disse que linha sido vendido por seu senhor para
Goianninha : qualquer pessoa que o pegar o po-
der levar em Pernambuco aos Srs. Basto &Le-
mos, que gratificarlo generosamelae.

1 r----r-


)
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 14 DI DEZIMBRO DE 1360.
Variedades.
Festejos da inaoprac da estatua eo-
lossal de Nossa Senhora de Franca.
(Concluso.)
amarguras do lulo ; que so o co parece algu-
mas vetes abrir-se para illuminnr-nos com al-
guns raros do >uas felicidades, nem por isso dei-
xamos do eslar no exilio, que condemnou-nos
urna rae culpada : Ai te clamamus exalts lii
Eva.
Prestae nuvidos aos suspiros do desterrado,
doce Rainha da patria ; ouvi os gemidos da egre-
ja ; yode os prantos que currem dos olhos do
vigario de Jess Christo e de seus lllha : nunca
este vallo de lagrimas ostevo perturbado por mais
violentas tempestades, era envolvido por mais
sombras nuvens : Ai le suspira mus gementes el
/lentes in hac lacrymarum valle Ergue-vo3,
pois, poderosa advogada, e collocae nossa causa
aos ps de Deus : soccorro dos chrMos, voltae
para vosso povo esses olhos de misericordia, cu-
consolsm aos bous e confunden) aos
mos : Eia ergo, advcala nostra. Ulus las
ahi por lano, pjJomos dize-lo com o elo-
I icnte secretario da cotnmisso da obra, chega-
a seu tormo a grande empreza. A idea vive
tindmcntc no metal ; a estatua est de p ; pe-
netrando com urna fonte mageslosa n nuvum
. la na azul, ella surge aos olhos desla mul-
l J'ki iunumerarel como urna indcscriptivel sor
prosa ; olla paira d'orj em dianle sobre os lu- .
i ;, s ibreos, lempo-, sobro os homens: o di- J* olnares
vino Menino abencOa a cidade e a Franga ; e a
anliga cidade d'Anis, filha da
gas, orgulha-se urna vez aind
pente remorar. E' sua filha a mais chara e
lau,bem toda a sua historia quo se ergue assirn
immorlaes sobre um ncomparaVel pedestal. E'
por is-o que seu prsenlo se ergue agora muito
cima de seu passado, que elia musir de
novo s piodosas caravanas seus caminhos tao
COnhecidos das gerages antigs ; que ella con-
vida altivamente s fustas de urna esplendidd so-!,u nobis po$t hocexiliumoslende.
lemnidade legides de fiis, um povo inteiro.
Veremos d'aqui ha pouco qual o seu verda- .denles e delegados encarregar-se dos negocios
deiro pensamenlo tal respeilo ; mas, am de de todos ?. Converteu-se n'uma devassa de com-
melhor coroprehende-Io, importa lembrar as des-
s grandes lembran- I mtsencordes oculos ad nos converte. Esse Jess
a sontindo-se de re- j 1" l9n,les nos bracos, e que de vos recebeu o
sang.ie, quo derramou para salvacao nossa. e o lirando-os da barbaria pVra'Vd'uc'a-los'segundo a o tis ni)lavis!
corago. cuja entrada foi-nos aberla pela langa : civilisago chrisla ; isto suppe apparen'.cmente cionarios que
esse Jess que daes a quem queris, ah dae- que reconhecemos na edado media a existencia alguns delega
tineces que os calholicos sempre izeraro.
As follm revolucionarias nao deixam de acu-
sar os calholicos de seren enfadados a maneira
do amigo rgimen. Todava ellas bem sabem
que os calholicos acham mais que censurar do
que louvar no anligo rgimen, c que elles sem-
pre se ijsmoraram em assignalnr e comboler seus
ataques contra os direitos e a liberdade da pgreja,
seus erros, e a corrupfjao & que chegra aflnal, e
que lhe causou a ruina.
Oulra aecusneo que repelem em coro os libo-
raes de todas as cores, a que consiste em apre-
sentar-nos como adoradores da edade media, em
que ludo sem desiincgo, mo ou bom, vicios ou
virtudes, erros ou verdades, parece-nos digno de
admirseo. Entretanto nao ignora.n que o que
admirarnos na edade modia a aeco soberana da
egreja, transformando os homens e os povos, e
no-lo e dae-nos elle ; fazei-oos conhece-lo, dessa barbaria,
fazei-.nos am.i-lo durante nosso exilio, afim de que, despeilo'
icia
e que deslinguimns a poca em
do lodos os esforcos da enreja.
tao i 1"e possamos o-lo e parilhar de sua gloria na ; ella ora anda dominante da poca em que a egre-
OQ- Patria -El Jesum benediclum fruclum ventris ja victoriosa a tinha, nao completamente anni-
Sim, charisimos irmaos, a hora chegada.
Ao signil dado pelo bronze sagrado de nosso?
templos, ao eslrondo do canho das balalhas, o
vu [uj roubi aos olbos o metal transfigurado
i -parece-nos aos albos, e sobum rao Je sol
inesperado offerece vossa admirar o a estatua
d,- Nossa Senhora de Franca.
Vita Xussa Senhora de Franca.
Este discurso,pronunciado com urna voz cora-
ra nida pelo illuslre orador, fui frequentemenle
inlerrompido por griios entusiastas de: YivaNossa \
Senhora de Franca I que partidos de lodos os
po itos do estrado, eram logo repelidos era todas
as extremidades da praca e al as ras adja-
centes.
i'eriiunailo o santo oflcio da missa, monseiihor
bispo do Puy lomou a palavra.
Apenas tinha sua grandeza pronunciado algu-
nas patarras, levanlou-se logo urna acclamatoj
mmensa. Com mil rafias dcr.im applausos, cin-
coenta mil peilos sollararn us gritos de : viva
m-'nsenhor de Morlhon Vioa nosso bispo \ Viva
fiosso pae Monsenhor tinha lagrimas nos olhos
a lagrimas na voz : a omocao transforraava em
suspiros as palavras que lhe escapavam dos la-
bios. A ovarao renovou-se quasi cada minuto,
e quando o veneravel prelado lerminou seu dis-
curso, as forcas abandonaram-o ; o Sr. prefeilo
appro\imou-se delle, e com sua eminencia o
cardeal onuet, carregouo bragos e conduzi-o
A procisso percerreu successivamenlo os quar-
qulado, mas subjugado, fozeudo prevalecer no
muiido a justicx ea verdaoe.
Difieren) profundamento a edado media e o an-
modo e incommodo 1 Quero dizer que se convi-
dara o povo dar sua opiniao peranle um nota-
rio n'um registro abeilo para esse um,; ao de-
pois Iralava-se do negocio as seccoes do inten-
dente.
as cidades, o povo o as corporales fabris
foram suncessivomenle privados do direito de
mandar representantes municipalidade. A bur-
guezia prestou-so essi excluso ; em todos os
lempos ella sempre esleve de intelliaencia com
a realeza, para que o povo fosse excluido da ges-
tao do seos negocios. No X"i seclo, as cidades
ainda eram admimslrads por um corpo urbano,
presidido pelo maire, e nomcado pela assembta
ger-il dos habitantes, que erara consultados as
occasies de impoitnncia, e quem se dava cou-
la da adminislraco dos negocios municipaes.
No XVIIf seculo, s restara dessa organsacao
cralica o corpo urbano, isto a burgue'zia
Esse corpo era composto de func-
della faziam parte de direito, e de
delgalos das corporacoes, que foram
successvamente desapparecendo por consenii-
mento da burguezia. As tuneges municipaes
lornaram-se verdadeiros oflieios, s vezes vitali-
cios, que at teriam passado dependencia do
intendente e de seus delegados, se a realeza nao
os houvesse vendido municipalidade, nao s
ma vez. mas sempre que precisava de meos
sob o nomo de amor, de voluptuosidade. de bas- r..
lardia. de adulterio rehabilitados. Repetir"- "" 80Cleda',M secretas, aos bordis. Convm
iho por mil modos que o detideralum da vida
era o prazer : ehegaram dizer-lhe quo era suas
maos eslava ser feliz, rico, immorlal.
defender o partido do loga. mister que hai*
demagogos, brutos, para que haja demcratas,
christaos, operarios honestos e ntelligenles, as-
iuau esiava ser leuz, neo, immorla o o povo m nm' xrnrn,.n.". u~-~ k """ ao'
acredilou. Dahi concluimos que nao ha re, im- eveTa^cathoUcos solidos1 f p'kV P"a qU8
perador ou Papa, unidos ou separados, que pos- i P ?J fi 1 *J' 87) .
sam dirigirou conter um povo a?sim creado,quan-s/^X1" C,-"O0S **",e em do, tirados todas as *-- ---------- s
I, J'l-.S !t'. Ou M.-irlmirt! it* l.i r.inirririn do ... i o....? -.(,..- .._ *__.-- ... ..____-__ I --____- ___ _? .. ... K"'f v""
Ciiaussade, du Mutouret. de la Courroric, do
Cliaine-Bouterie, de Raphael, e voltou pela ra
das Tables, grande escadaria dacathedral.
Repelimos, a decoraceo de cada ra mereca
urna discripco especial' e detalhada ; o espago,
e o lempo principalmente nos fallim. Por toda
a parle o mesmo enthusiasmo, por loda a parle
essas florestas de pequeas arvores, esses pinhei-
ros sobre os quaes rebentaram rosas, esses ala-
mos ondepodem-se colher feixes de auriflammas ;
por toda a parte arcos de triumpho. grinaldas,
nichos; por loda a parto mastros venezianoscom
brilhantes bandeirolas, lbaros olluscantes, cor-
tinas luxuriosas, transparentes maricos ; por to-
da 3 parto flores ; por toda a paite alegra.
Tambem eslavam esplndidamente adornadas
as ras por onde a procisso nao tinha de passar;
os qnarteirOes ainda os mais pobres lomaran) par-
te na testa, e os eufeites que ahi se impro-
visaran) nao deixaram de lor graca nem dis-
liuccao.
Os arrabaldes nao fiearam eslranhos a esta n-
comparavel manifestacao. Na exlremidade da
planicie, onde serpentea o Dome, no flanco da
rampa escarpada, junto da qual est edificado o
eslabelecimeuto dos alheados de Monlredon,
eleva-se, levantado por esses infelizes que o asy-
'o encerra, o primeiro arco de triumpho, qoe se
deriamos adorar umeoulro ao mosmo lempo, j servado um simulacro de liberdade,' seno gra-
Mas que importa ao liberalismo? O llm que se cas penuria constante do thesouro As mmu-
propoe. lomar odiosos aquellos quem aecusa, | nidades que reslavam aos Francezes, eram pois
e esse lim mais perfeiluncntc alcangado com | um objecto de negocio.
i casa da piefeilura, onde os mais allecluosos cui- offerece aos olhos dos peregrinos e dos touristas,
d:i'ios lhe foram prodigalisailo*.
Al^ons instantes dopois sua eminencia e mon-
senhor Morlhon vollaram tomar seus lugares e
o saliimento.conliauoa.
Mas antes de proseguir era nossa mrracao, ap-
pressemo-nos de fazer conhecer nossos leilores
os termos do discurso do nosso bispo.
rninencia,
Senhores,
i conseguida o lim de nossa piedosa pere-1
grnaco ; esta concluida a obra da Franca in-
leira : as heneaos de que Deus enebeu-nus as'
mios subirm imagem de Maria, e Mara fez j
di": er em Iroca sobre nos as bengaos de seu di-
vino l'ilho : uma palavra, que empresta ainda I
mais unecao ao coraco que a inspirava, do que
grandeza dignidade" dos labios d'onJe ella di-
nianava, diz-nos o sentido desla* ceremonia au-
g ists. S resla-nos, ao que parece, reconcen-
nos em nos mrsmos para em sileucio sabo-
rearmos as deliciosas emoces desle dia : e en-
trelanto o feliz pastor desla diocese nao pode
conler em si os senlinientos que lhe trasbordara
do coragao: Eructavil cor meum verbum bonum :
Si ... nentos de gralida para coaivosco, eminen-
cia, para comvosco, senhores,
aquelles, queconcorreram este grande irium-,
pho da rainha do co ; e para cora"Maria, cora a
Virgem do monte Ans, para cora Nossa Senhora
de i'ranea, sentiinentos de devoeao a mais ar-1
dente e da mais filial submissao.
. meus senhores, sim, senhores, qoero ex-
primir anda uma vez peranto esta immensa as-1
3 uibla a graiidao que vos devo ; sera vosso
Concurso o gigantesco projeelo, que no je chega '
liz consummacao, loria silo apenas um es- ;
toril desojo. E' vosso zelo, vos lodos, coo-
peradores tao dedicados da obra sania que a c- i
da le d'Attis dere hoje sen iucomparavel raovi-
, mirilla diocese sua gloria, e meu coracao
leffarel consolo. F.u vos agrajeco pois,
Senhores, e nunca julgir-roc-hia capaz de
p gara divida de recouhecimenlo, que conlralei \
pira comroseo, se Hara nella nao livesse parte
e nose incumbisse de paga-la por rairu.
Mas agradecendo-vos, meus senhores, e meus
irn aos, permit) que en vos felicite e que me fe-
comvosco. Nao com eucilo para nos urna
grande gloria, o termos hojo sido os mandatarios
di Franca unir para a coroago de sua celeste
Rainha ? Sim, folgo de proclama-lo, e os fados
O proclamara mais alto do que eu, e^ta estatua
njl- a obra de urna cidade, nem de uma diocese,
a obra da Franca ; fui a Franca
que chojam pela nova ou tu liga estrada do l.yon
' uma simples conslrucco de Ires arqueamen-
tos eguaes. A' direita e a esquerda uma immen-
sa estrella, stella matutina ; no cenlro O mono-
grainma de Mua. No cume das monlauhas cir-
cumvisinhas as aurillunmas daS cores da Vir-
gem fluctuarao ao cjpricho do rento.
Na aldea d'Espaly SI. Marcel as casas sao or-
nailas com parilhes, e um arco de triumpho
indica aos viajores que elles apprnximam-se da
cidade. Ura engenhoso calculo de eslalistica pro-
vou-nos que o numero do* eslr.uigeiros elevou-se
hoje cem mil pouco mais ou menos.
Duus mil sacerdotes circulara em nossas
roas.
Dormir em uma granja esta noite um luxo
que mullos alJeies nao poJcram ter.
Cousa admiravel Os aponlaraentos recebidos
oeste instante permiltem-uos afQrmar que a po-
lica nao fez uma s prisao. Nao tem notar-se
o menor accidente As qualro horas tornos ca-
thedraloude penetramos de assallo. Uma mul-
lidlo immensa de peregrinos eslava ajoelhada no
pavimento ; o coro tinha sido invadido, e milna-
res de fiis so succediam aos pes da Virgem ne-
e par i com lodos Sra- na seclos grandemente venerada.
Por medida de prudencia, tinha sido inter-
esaos aecusaces contradictorias Ha pessoas que
detestara o anligo rgimen e que perdoam a eda-
de media ; ha outns que aborrecen) a edade rae-
da o que amara o anligo rgimen ; convm in-
suflar estes como aquellos o odio egreja.
Os escriplores calholicos de no-sos das. Joseph
de Maistre, Bonald, Raimes, Donoso Corles, para
nao citar seno os principaes entre aquelles cuja
palavra teve mais eco em Franca, protestaran)
sempre contra essa lctica dos escriplores revo-
lucionarios. Aps elles, a imprensa calholica,
desde que ha uma imprensa catholica, esmerou-
so sempre era combale-la, mostrando quao ab-
surdo ccourunlir a edade media com o anligo
rgimen, e o que, na edado media ou no anligo
Assira, as municipali-
dades ruraes que nao podiam comprar sua liber-
dado por falla de diuheiro, fiearam completa-
te despojadas.
De um modo anlogo, operou-se a confiscaeao
das liberdades geraes. Era em Franca, como na
Inglaterra, e geralmenle em toda a Europa chris-
taa da edado media, um axioma que o imposto
para ser legitimo devla ser lvremenle consenti-
do. A realeza, porm, lancava roao de toda a
sorlo do expedientes, para livrar-se de convocar
os estados geraes. Entretanto, era mistes tomar
urna tesoluco nos casos excepcionaes em (jue
nao eram sulcienles as rendas ordinarias. En-
to convocavsm-se as tres ordens, onde a lercei-
ra fazia um papel bem diversamente considera-
rgimen, loi obra da egreja com o que foi obra vel do que o que fez depois. A
dos homens e dos governos rebeldes accSo da
egreja ou al em guerra declarada com ella. O
Universo principalmente nao deixou por vnle
annos de insistir respeilo dessa trplice desiinc-
Qo. Hoje, entretanto, a escola calholica liberal
pretende t-la inventado e acusa os calholicos
nao liberaes do ignora-la. Lde o Amigo da Re
/i'oiao, o Correspondeute, os escriplos do'Sr.
principe de Broglie e a ultima obra dj Sr. conde
de Montaleuibert.
O Sr. Pradi nao commelle semelhantn injus-
lica ; acceilando urna Ihese sempre defendida
pelos calholicos, e desenvolvendo-a como emen-
de, nu se julga obrigado injoriar e a calumniar
seus irmaos atina de melhor suslenla-la.
Dizemos que sua Ihese a nossa em substan-
cia, se quizerem passar por alto certas exagera-
goes de linguagem. Em prova disso apresenta-
raos a passagera seguinte que, respeilo do que
tratamos, resume lodo o seu pensamenlo :
A egreja (diz elle, pags. 45 o 46) tinha de fa-
zer prevalecer os costuraos suaves do evangelio,
e achou-ao, desde o seclo V al o XVI. a Dra-
gos com coslumes grosseiros e s vezes ferozes.
A violencia, as estacadas, o homicidio decidan)
de ludo. As guerras de castello caslello, que
nao eram senao depredacocs c latrocinios disfar-
cados, nao deixaram egreja um momento de
tregua. Era tal a paixao de ludo decidir pela
forra, que a egreja vio-se obrigada .1 iranssigir.
Propoz e fez acceilar os das de paz, os das de
Dos, tao mal observados, e que os senhores pas-
savam lirapar suas armas, e foi com esses bar-
baros que fez aquelles cavalleiros sem temor e
sem mancha, dedicados a viuva e ao orphao, lo
: devotos como bravos. Os bellos lempos da ca-
-dicta acnliada docamiuho, que conduz a estatua vallara, alias l-io cheios de abusos, sao um dos
colossa
A's 6 horas os senhores prelados, as notabili-
dades mais gradas di cidade, e os eslrangeiros
de dislnego lomavam parle no banquete, que
OtTerecia-Ihes a eommssao de Nossa Senhora de
Franga, nagrando tala do seminario, maguifica-
menlu ornada.
Nao reproiuzimos os brindes pela excellenle
razo de que nao se fueran).
A's 7 horas toda a cidade illumuou-se romo
por encanto. Os esplendores da (esta noite tai-
vez excedern) os esplendores da fesli de dia.
Nonca se vira cousa eguatem nossas montanhas ;
os proprios Parisienses fiearam admirados.
Se losse nocessario que cuumerassemos os prin-
cipaes detalhes desla illuraiiiaco. escreverlamos
ura volme.
S nos restara apenas algumas nhas, Aquel-
les d'enlro os nossos leilores, que nao poderam
gozar desle mgico espectculo, perdoar-nos-ho
o que, atiento o pouco lempo de quo dispomos,
chamar riossa-brevidade ; ellesacharao finalmen-
te as retocos que nccssanleraente vao appare-
cer, ludo que falta nesla narrago precipi-
tada.
Mencionemos todava pressa o esplendido ef-
burguezia nao
usou do seu poder como devia ; cegou-a 5 in-
veja s outras duas orden, e, gracas sua con-
nivencia com a realeza, vio perecer no mesmo
naufragio suas immuuidades e as da nago.
Foi assira que soobe o amigo rgimen, como
diz o Sr. Pradi. as ideas de liberdade e de au-
toridade, que a influencia da egreja fizera preva-
lecer na edade media, enfraqueceram-se ealte-
raram-ae no meioda coufuso creada pelas dis-
sencoes intestinas da realeza, da aristrocacia e
dos reformadores que em teda a Europa falsea-
rain os priucipios constitutivos das sociedades
clirislas, subslituindo-Ihes os principios raiis
ou menos pagaos da Reuascencia eda philoso-
phia cartesiana.
O anligo rgimen nao seria, poi3, seno uma
falsificaco e urna corrupcao da edade modia, se
a egreja nao se houvesse'separado delle, sempre
verdadeira e sempre pura no meio do cahos in-
barreiras, abolidos todos
os corpos intermediarios, e suppriinidos todos os
pontos do esistencia, elles se achara descober-
tos, si, cara a cara com o monstro da religio.
(P. 80 o 81.)
Fallam era exercilo; porm Invia exercto
em \8i0 e em 184S. O rei de aples tambera
tinha ura grande exercilo. A verdadeira forca
da sociedade est nos povos re igiosos. na nnio
da egreja com -o estado, e nss insiiiuiges inter-
mediarias, appropriadas poea democrtica que
alravessamos. A salvagao da sociedade, segundo
o Sr. Pradi, s pode resultar dessi trplice coo-
perago, da qual expoe circumstanciadaraente as
coodiges essenciaes.
O autor da Democracia, como todos veem,
nao optimista. E quautos acontecimentos ex-
traordinarios consumados desdo a imprcsso de
seu lvro j lhe derara razao 11 Elle descobre
em toda suas hedionda nudez o mal profundo
que corroe a sociedade ; porm longe de deses-
perar, acha o remedio n'uma organisagao que
nao a parte menos Original de seu lvro.
Depois de um profundo exarao do estado so-
cial daS na;es modernas, reconheceu elle por
signaos evidentes que alravessamos uma poca
democrtica. E por democracia emendo, nao o
governo do paiz pela moltido, mas ura certo
estado resolianlo da supprosso dos anligos pri-
vilegios nobiliarios, da egualdado dos direito,
da facildadade de communicar as ideas, e da
grande diffusao dos livro3 e dos jornaes. Essa
poca democrtica, essencialmenio diversa da
poca aristocrtica que a precedeo, tambem re-
sulta do desenvolvimcnlo econmico das socie-
dades modernas. O mecanismo da industria e
do commercio, a rapidez dos transportes e das
trocas, a organisagao do crdito, suppom urna
liberdade cada vez mais extensa as relaces,
e dividindo a riqueza, quo era oulr'ora o priri-
vilegio de alguns, repatem-a por uro grande
numero, por mil meios lcitos ou iludios, o 1ra-
balho, a especulaco, a ag'otagem, ele.
D'ahi o augmento indefinido, nao s da bur-
guezia, mas de uma burguezia inferior, compos-
la de camponezes. enriquecidos, de empresarios,
de mestres de oficinas, de obreiros mais ou me-
nos instruidos, ecada vez mais poderosos, os qua-
es haviam de impedir a volia dos anligos privi-
legios odiosos esla classe, e que seus paes,
ainda que cni menor numero, acharara raeio
de destruir.
O estado democrtico da Franca constloe, pois,
para o Sr. Pradi, uma siluaco' forgada, c im-
pe aos calholicos um complexo do obrgages
que elle enumera, e quo os raesmos calholicos
nao poderiam declinar sera fallar seus deveres.!
Meditando respeilo do que fazia a torga das
antigs sociedades aristocrticas, nolou elle cora
os Srs. Bonalde Joseph de Maislre, que sua for-
ca provinha de uma hierarchia vigorosamente
formada e de um conjunclo de instituicoes capa-
zos de conler ao mesmo lempo o povo e o poder.
iroduzdo na sociedade pelo protestantismo, pelo Essa hierarchia e essas instituicoes eram outr'ora
que pagou com f ., -,-.
x mais puro sangue o material della ; foi a ,r,:11? P'oduzdo pela lluminacao S gaz da casa da
a* An prefoilura, assignalemos tambera a brilhante il-
que olfertou-a pelas raaos generosas do
Ei mga,
Imp i id ir; foi ella, que para dar esta materia
uma forma digna de sua piedade, estimulou a
en.u'aco de seus artistas ; foi sua liberalizado
que fecundou as inspiraces do genio, e afwisloo
os obstculos que suslinham sua realisaco. E'
pois pelo sufTragio universal da Franga, que Ma-
ria, Rainha pelo trplice direito do nasciraenlo.da
coi. pista, e do uma (.ossesso secular, hoje
prn limada de novo a llauha por eiego deste
Quine imperio.
Nao de eraos fecitar-nos, nos, quera a Fran-
ca confia o cuidado de exprimir esta augusta 1ut se PoJem dar a um pyrolechnico.
Rainha, seu reconhecimsnlo. seu amor e sua de- nao causara admiracao o saber que cad
dicago
Sim, meus senhores e meus irmaos, podemos
dize-lo com uma plena certeza, e esla certeza
devo consolar inteiramenle nossa piedade o nosso
patriotismo, o corago da Franga, que ncsle
momento sentimos palpitar era nos. A Franca
inteira lem paite as emoces que nos penetrara
a alma : a unanroidade das homenagens, que
Hara recebo nesla cidade, esle grande auto de
t c d
luminago das casas da praca do Breuil e dos
boulevards, principalmente a casa de Mr. de Mar-
pon, recebedor geral.
Na verdade, ficamos contusos vcado todas as
omisses, quo nos condemnamos ; mas ao ra-
possivel ningiiera obrigado, e nos conlainoscom
a indulgencia do publico.
Pelas 9 horas da nono os prelados e as autori-
dades vieram lomar lugar no estrado do Breuil
para admirar o fogo artificial, composto por Mr.
Ruggieri. Esle nome resume lodos os elogios
Assim
a nova
peca os cem rail espectadores applaudiam com
frenes.
A reproduco da estatua colossal e o raraalhete
final Uvaram o enihusiasmo aos lemites do deli-
rio. O campouio principalmente offuscado e fas-
cinado pergunlava cora sigo se nao seria isso al-
guma cousa de maraviihoso e sobrenatoral ; o
nao juraramos que alguns nao livessem clama-
do milagro I como linham feilo aigumas horas
antes, vendo dissiparem-se as nuvens e o sol in-
res verdaderamente francezes.
Ah! demos-lhes, pois com conanca, de-
mos-lhc com altivez, demos-lhe com amor, esse
mulo ]ue a Franca saneciona, que loda sua his-
toria confirma, sobre o qual se apoiara todas as
suas esperancas ; esle titulo que calmo seus te-
res, e que consola loda3 as suas dores ; e uma
VC2 ainda entes de separarmo-nos digamos jun-
tamente :
Viva Nossa Senhora de Franc3 !
Salve, pois, Rainha Gloriosa, Rai'nha do co
o da ierra, Rainha do universo inteiro, mas so-
bre ludo Rainha deste bello paiz, que mesmo no
meio de seus desvio3 vos tem sempre tanto hon-
rado e amadj) : Salve Regina 1
Ah I em muilas rousas nos temos dividido, e
em lugarde ajudarmo-nos como irmaos, luamos
uns contra os outros como inimigos ; vosso no-
me s, Maria, tem o poder de suspender nos-
sas lulas, de nos fazer esquecer nossas divises ;
e desde que se trata de vos dar ura triumpho, s
ha em Franga um corago o uma voz : sois, por-
taulo, verdadeiraraeute nossa Senhora e nossa
Rainha.^ Oh! sde-o sempre e sde-o cada vez
mais ; sude a Rainha de nossas inlelligencias, e
que ellas nao prefiram mais d'ora em diante en-
gaadores clares, divina luz que leudes feilo
bnlliar sobre o mundo. Sede a Rainha de nossos
corceos, e que elles nao mais ambicionen) para
o futuro outra felicidade e oulra gloria, que nao
seja a felicidade de amar Jess Christo, e a glo-
ria do reino, que elle nos prepara. Sede a Rai-
nha de nossas familias, e que os paes e os Olhos
vo beber em vosso corago as virtudes, que de-
vora sancciona-las, ea dedcago, que devo un-
las. Sede a Rainha da nago, e que sob vossos
auspicios ella seja mais que nunca, o que foi em
todas as grandes pocas de sua historia, o brago
do Deus o a espada da egreja : Salve Re-
gina.
Se nese imperio, que vos reconhece lo alta-
mente por sua sobciana, ha anda alguns subdi-
tos rebeldes ; se ha coragoes, que.tenham esque-
cido o amor que vosdevem, e o que teodes feito
por ellos, ah! lembrae-vos queno sois rainha s-
tnenle, mas que ainda sois me, e me de mise-
ricordia : .Water misericordia.
Ouvs hoje nossos cantos de alegra ; mas hon-
tem ouviels nossos gritos de agonia, e amanhaa,
talvez. aos transpones desla alegra succedam as
gem de sua
Intil acresceotar que o rochedo Cornelo
eslava em fogo : soberbos effeilos de Bengala re-
novnram-se durante loda a noilo.
A's 11 horas a muliido enorme em tolas as
vas pubicas ; muito poucas pessoas partem esla
noile, mas amauha as estradas tornaro a to-
mar a pitloresca animaco desles ullimos dias.
ADRIANO ROSELAT.
( Monitor do Mo Loire.S. Filho.)
LHteratura.
A democracia Fraaceza, por Mr.
Bradi.
i
Temos dado alguns extractos da obra sobre a
democracia franceza que acaba de publicar o Sr.
Pradi. Esse lvro notavel pede um exarae pro-
fundo, o queremos consagrar-lhe algumas re-
lexoes. Talvez que nem sempre sejaraos da
opinio do autor, mas pensamos que nossas dis-
crepancias referem-se mais forma do que
substancia.
Se o Sr. Pradi julga-se e diz que demcrata,
parece-nos que da essa palavra e algumas ou-
tras de egual nalureza, ura sentido inteiramenle
diverso do que teern ellos em nossos dias pata
todos. Cortamente que os demcratas e os so-
cialistas nao o reconhecero nunca por ura dos
seus, e seria fcil estabelecer que na realidade
defende elle os principios da grande escola que a
democracia e o socialismo, segundo a hbil tc-
tica de seu pao, o liberalismo, comprazem-se em
chamar a escola absolutista e theocratica. NSo
sentimos menos que por adoptar semelhaole lin-
guagem, o Sr. Pradi lonha dado lugar 4 confu-
ses que muio prejudicaro a sua obra ; mas
nao pensamos que isso deva impedir-nos de mos-
trar o que seja ella verdaderamente e louva-la
como merece.
,o abrir esse lvro. Oca o leilor impressionado
i sereridade com que o autor julga o antigo
rgimen e a edade media. Toma-lo-hiam por
um inimigo encarnizado desta e daquelle, tanto
insiste elle em fazer seosireis seus vicios o suas
miserias.
bellos triumphos da egreja. De Francos, de Vi-
sigodos, de Hunos, ou de Vndalos sabidos das
florestas da Germania ou das alias planuras da
Asia, fazer veteranos, Alfredos, Rolan Jos. Dugues-
clin, Dayardos, que intima energa foi mister
egreja para operar essas metamorphoses I...
a Os materiaes da edade media eram materia
bruta, a egreja os polio ; fez artistas daquelles
selvagens, e que artistas eram os que construi-
rn) as calhedraos de Colonia, de Strasburgo, fie
Milao, de S. Pedro de Roma, e que as decoraran)
com seus descuhos!...
a Era profunda a ignorancia. Haviam pereci-
do as lellrasgregase latinas s raaos de conquis-
tadores barbaros. A egreja, porm, livrou dos
vermes os livros dos antigo, e fundou Universi-
dades cuja celebridade atiraha discpulos de to-
dos os ngulos do universo. Faziam. apezar da
diFicullade e do perigo das coramunicaces, du-
zentas ou trezentas leguas para ouvir u Alberto
Magno, um S. Thomaz. la-se de Padua Pa-
rs, de Paris Salamanca, ou de Salamanca
Colonia para se obler o ttulo de clrigo ou oca-
pello de doutor, como vae hoje alguem pelo ca-
minhj de ferro, de Orleans ou de Pontoiso, sen-
tar se nos bancos da escola de direito ou da Sor-
bonna. Em esplendor, que reputago, que po-
der deriam ter sobrese) lempo essas escolas ca-
pazos de attrahir a muliido de to longe I...
Tirae, porm, a egreja, que lempo o que
costumes Foram, pois, os barbaros quem salva-
ran) as ledras, quem fizeram honrar de novo a
agricultura e a industria que os frades tambem
salvaran), dando o cxemplo d is raelhores cultu-
ras, construindo ponles e abrindo estradas por
toda a parle? Foram os barbaros quera levanta-
ran) nossas calhedraes e quera fundaran nossas
universidades? Foram os cavalleiros de rapia,
aferrolhidos em suas habitages diformes e som-
bras, quera inspiraran) os nossos ai listas e quem
formaran) essa burguezia ingrata que deve ludo
egreja, at as luzes de que se serve para co-
bri-la de injurias o de ultrajes? Pois foi a egre-
ja quem tambem instituto os officiaes munici-
paes, os magistrados das cidades, os parlamen-
tos. N'uma palavra, foi ella quem fez ludo o
que hiuve de real, de bello e til n'aquelles se-
culos eternamente caliginosos sem ella ......Ella
prodozio os grandes Papas, reformadores dos cos-
lumes, propagidores do evangelho o da civilisa-
go, e os grandes homens de ento : Carlos Mag-
no, S. Bernardo, Suger, S. Luis, Joanna d'Arc.
Ella salvou a Europa de urna nova iuvaso, da
invsso do islamismo, que teria feito do nosso
paiz oque fez do levante, um charco de vicios e
de ignorancia e uma impossibilidade social......
Foi completo o milagro. Com os instru-
mentos mais defeluosos, fez a egreja rnaravi-
lhas, ao passo que ludo cabio em pedagos ao re-
dor de si na frica e na Asia. S ella teve urna
vida de progresso e desenvolvimento...... Tirae
o catholicismo da Europa da eJado media, e nao
Picaramos ainda Musulmanos, pois ha fragmen-
tos do evangelho no Alcorao. O que seriamos
ento, meu Deus? A' respeilo de sociedade, se-
riamos o nao sei que de quo falla Bossucl, que
nao lem nomeem Itngua alguma. Seriamos uma
podrido <.paga entremeada da grosseria e da
crueldade dos Francos, dos Godos e dos Vn-
dalos.
Comparen) essa pagina com a admiravel res-
posta de Donoso Cortes ao principe do Broglie,
publicada ha lempo no Universo; nao o mes-
mo pensamenlo e a mesma doutrina ? O Sr. Pra-
dier nao esquece lo pouco notar a deslincgo en-
tre a edade media o o amigo rgimen. Segundo
elle, o anligo rgimen nao foi seno a corrupgio
do que tinha a edade media de bello e grande ;
elle s conservou dessa poca gloriosa e com
exagerago, os abusos, contra os quaes a egreja
nao deixra de protestar. edade media que
convm remontar' para encontrar o germen do
um conjunclo de instituicoes, cojo effilo seria
fazer reinar na sociedade, com uma urdem per-
feits, uma grande liberdade, que a auarchia re-
volucionaria tornou quasi impossvel.
O povo nunca foi mais livre do que na eda Je
media. A genle ca sorpresa, lendo a historia
das universidades, das agitages que ellas susci-
tava'ra no publico esclarecido de ento, e de lu-
do quanlo podiam tomar a liberdado de fazer
nesse terapo os padres e os burguezes. O mes-
mu aconteca com as corporages fabris e cora as
parolinas ruraes, onde tudo o que imporlava
commuuidade fazia-se em presenga do povo reu-
nido, toque de tino, dianle do prtico da egre-
ja. As communidades ruraes eram administra-
das por funecionarios nomoados pelo povo, que
dcliberava as assemblas geraes acerca dos ne-
gocios importantes : verdadeiras townships, das
quaes reslam ainda alguns vestigios na Escossia,
na Irlanda e na America do Norte.
Sabis o quo toi feito dessa communidade da
edade media, quando o rei qutf com seus inten-
jansenismo, pelo gallicanismo, por uma nobreza
e burguezia degeneradas e infatuadas dos erros
que deshonraran o dcimo oitavo seculo.
II
A revoluco franceza comecava apenas, diz
Joseph do Maislre, e j era pronunciado o seu
cnacler. A liberdade lomava ao nascer uma it-
lil.ude sacrilega..... E'Ia aliava os puuhaes, tre-
pava em cima de cadveres para ser ouvida de
mais longe.... Era na corrupgao do patriciado,
era nos sectarios do plulosophsmo que ella ba-
ria escolhido seus apostlos...... S fallava em
virtude, era probidade, em patriotismo, em jus-
ii.m, e as pessoas Szudas s rian debaixo das
bandxras dellas, padres apostatas, cavalleiros re-
beldes, sophislas impuros, e o complexo hedion-
do de lodos os crimes, que pdera ser commclti-
dos sera coragem.
O autor do lvro sobre a Democracia francesa
tambera assignala os caracteres odiosos o os pe-
rigos da revoluco. E'
as corporages de ai tes o oflieios, as sociedades
de beneficencia, as universidades, as associages
religiosas, as municipalidades, a nobreza, os par-
lamentos e o clero. A nobreza e as corporages
de arles e oflieios, as universidades o os parla-
mentos desappireceram, e s poderiam reappa-
recer debaixo de uma forma appropriada uma
sociedade democrtica. Ficram era p as socie-
dades de beneficencia, as associages rernosos e
o clero; porem a aecodessas grandes instituicoes
protectoras da orden) eda liberdade, acha-se hoje
difliculiada em niuitos paizes da Europa por po-
deres timoratos ; ella nao pe desempenhar a
sua tarefa social, e al sob muitos pontos de vis-
ta, o seu papel religioso. Ora, quem nao v que
perigos nascem dessa fraqueza u'uma sociedade
democrtica, que precisa de i sttuiges de bene-
ficencia para vir era auxilio da miseria causada
pela industria, de associages religiosas para
e diz ser demcrata. Ver-se-ha ain-
da melhor pelo que nos resta i dizer de seu l-
vro.
ITI
_Em todas as pocas, e al as repblicas de
1/93 e de 1848, a Franga constantemente prelen-
deu e finalmente adquiri uma forma cenfralisa-
da em relagao com sua siluago geographica, sua
missao iniciadora, seus goslos militares e seu
ideal de unidade calholica, que domina ainda
aquelles quo quizessera repelli-lo era religio,
pois loda a prcoceupaco dellcs realisar como
que uma sua imitaco em poltica. Forgoso 'ro-
conhecer um profundo designio da Providencia
nesse auxilio singular do catholicismo. da mo-
narchia e da revoluco para imprimir era nossas
almas a necessidado de uma unida 1c poderosa,
de urna unidade quo concenlrasse todas .39 for-
casda nago para augmentar-llie a prosperida-
de, o poder e a gloria. Nao sera uma perms-
sao tacita de Deus quo tolos essos revoluciona-
rios, e morraente os fanticos dal ITberdade, teem
feilo o possivel alim de preparar urna organisa-
gao social que, spezar de os oceupar, asseguras-
se i Franca uma preponderancia decisiva. D'ahi,
porm, uma origem de ciumos da parle das ou-
iras naces cada abalo, levaqta-se sobre nos-
sas cabegas a espada da colligacao. Cercados do
inimigos suscitados mais anda" por noss gene-
rosidade do que por nossa ambiro, e aerndo-
nos descobertos, sentimos instinciivamento a ne-
cessiJade de ura poder forte, dotado de uma for-
ga, iniciada para divulgar nossas ideas pelo mun-
do e proteger-nos. Alera disso, precisamos de
um poder cavalleiro da revologao para cont-
is. Ora, segundo o autor do liro sobre a Demo-
cracia francesa, a revolugo ha de ser poderosa
emquanlo nao houcer percorrido a Europa, era-
qoanto nao houver terminado a sua evoluc. E',
diz elle, triste o pensir que a revoluco ha de'
ser lemivel e popular emquanlo liver' victimas
que devorar. Ao depois, a revoluco, nao lendo
mais razo de ser, desapparecer como um phan-
lasma. Que lastimera ou nao, Deus assim o per-
mute cora intences que j se deixam entrever,
como permiltio a invaso do antigo mundo ro-
mano pelas hordas barbaras. Elle, porm, deu 5
Franga a arma lemivel da centralisaco qom o
genio da iniciativa lim de conler o raovirhento
revolucionario.
Entretanto foi exagerada 03sa centralisacBo, e
isso pelasmesraas causas que contribuirn) pira
funda-la. O Sr. Pradi applica neste lugar b seu
principio fecundo da supenoridade da eda le: me-
d 1 sobre o anligo rgimen aristocrtico, sobre o
anligo rgimen revolucionario, e sobre o antigo
rgimen napolenico ou do primeiro imperio.
Elle prova que a anliga monarchia fizera conver-
gir lodos os seus esforcos para desfigurar as ins-
lituires lvres da edade media, e para constiluir
e organisar era toda a Franga ura systeroa de ad-
mloistrago, que ao depois faclitou extraordina-
riamente a diviso da Franga era departamentos,
obra da revoluco, que centralisra todos os po-
deres no orgo mais monstruoso da lyrannia, na
commisso de salvacao publica. Nipoleao I nada
leve, pois, que fazer para completar a obra da
monarchia e da revologao, orgauisando solidaria-
mente a magistratura,.o exercilo, a poltica e at
a adminislraco departamental.
Pode alternativamente favorecer o despotismo
o a auarchia essa cenlralisaco excessiva ; foi el-
la uma das causas mais poderosas da queda dos
regimens que succederam desle 1793. De todos
os poderes, o poder absoluto o m lis raco as
l pocas em que os povos, vigiando cuiJadosamen-
le aquelles que os governam, acham-se ao mes-
I mo lempo sob a influencia de diversos partidos
: ambiciosos, tendo cada ura seu preiendente. Tem
ento lugar um duplo phenomeno : ou quera
concontrou cm si govema com s*alisfacc,ao geral,
c ento neulralisa a influencia dos partidos fra-
iCOs;ou governa mal, e enlo esses partidos.
moralisar as nassss, e da egreja 'pwderramar(!!?,?[!,'L'SSSl? "^ S,M" de "'0S *"**'"
Ja l.ilta.>, de seduzr o povo com suas promessas.
verdade que apezar de os pela sociedade ura eusino capaz de centralisar
assigoalar, parece s vezes servir a causa da re- ; os teiris effeitos do materialismo e do sensua-
volugo, assim como parece querer que o nao lisrao inherentes urna civilisaco
confuudam com aquelles que negam os progres- cupago principal a riqueza e o uein
sos das sociedades modernas. Pensamos que nada : Em vez de difficulta-los, seria mister dar-lhes
lera de fundado esse elogio excessivo s socieda- una grande liberdade, anima-los, estimula-los,
des de nossos dias; que decadencia seu sup- sustenia-los, dar-lhes um forle impulso. Gra-
posio progresso, e quo oque Ibes resta de bora,' cas, porra, ao seu bom senso poltico e religio- i
nao moderno, mas pe* contrario muito amigo. 60, os pretendidos liberaes nunca deixam de la- !
Talvez que se inslassem um pouco, o Sr. Pradi zer o contrario. Esqueccm que se a Franga
nao recusasse concordar; em todo o caso, os '< hoje profundamente democrtica e monarenica,
progressos em queslo, segundo elle, sao o re- seguudo o Sr. Pa li. era por isso deixou de'
sudado da idea christaa o nao da revoluco, nao ser, por tojas as suas instituicoes rnconaes e;
sendo esta era seu pensar, como no de lodos os por lodos os seus instiiictos, profundamente ca-!
chrislaos, senao um raeio de quo se serve a Pro- I iholica. A Franca, diz elle, e verdade, mo-!
videncia para castigar as nages, culpadas e para narchica. ainda quando faz repblicas democra-
reconduzi-las senda da verdade e da justica,! ticas, ainda quando faz realezas, e sempre ca-
regatando-as. A revoluco franceza parece-fhe1-
principalmente aprsenla? esses caracteres, o elle
a ve sempre suspensa sobre nossas cabeeas. De-
Iholica, ainda quando censura a religio, cerca- espectculos, e
da, como est, por esse ideal de auloridade, de
liberdade, e de egualdade chrislas, qoe formara
cora as suas justas corapleiges, a essencia do
catholicismo cm suas relages com a sociedade
civil.
de fazer brilhar seos olhos perspectivas de fe-
licidade, do prosperidade e do gloria, que nao
estar? es,io em seu PoJ,'r- Cum ai)Xll'o desses engo-
^.ii,. dos grosseiros, pelos quaes se deixa levar mae-
sa, elles cream partidarios em loda a parl, e al
confidentes e cmplices no exercilo, nos corpos
constituidos e ainda s vezes nos conselhos do
governo. Priucipia ento o triste espectculo das
deserges; veem-se, como era 1S1 ministros,
marechaes, amigos, confidentes ntimos abando-
nar no aperto e no momento em que a suacoo-
peraco lhe era mais indispcnsavel; o general
qoe os fez o que sao, que os fez duques, princi-
pes e reis de palafreneros e Camponios quo.
eram. [Pag. 215.)
Acabamos de assistir ura desses vergonhosos
T. Pra
o que diz o
radi da queda
monslra elle que o desenvolviraent da democra-
cia o nivellamento do I0J3S as conJices so-
ciaes ; a desapparigo de todas as barrers e das
amigas nstituigos civs e polticas, protectoras
da ordera publica; a religio e sua3 associages
privadas de liberdade em diversos estados da'Eu-
ropa, e mil outras causas, tem posto a socieda-
de n'uma siluago precaria, e exposta ser pre-
sa do mais audacioso e do mais forte.
Esta siluago mrmente deploravel quan- I
to Franca, onde o nivellamento social che- i 1ue P'!em impelir uma decadencia,
gou seus ullimos limites. Para raostr-lo s liberdade chrisia o desidertum das de-
melhor, o Sr. Pradi peiguuta o que succeJeria se B,ocr*a e 'lU8 '" servir de poder o de
ura poder fraco e impopular se achasse repenli- i "Jabilidade. Sim, a liberdado das associages
mente a merc das massas do povo de uma ; reVJl0.sa? e das obras de beneficencia, inspiradas
capiul de dous milhes de almas, e de demago-
do primeiro imperio, poder-sc-hia dizer com a
mesma verdade da queda da illuslre casa de a-
ples, onde assignalaram-se pelas mesmas trai-
ges os homens que ella havia mais enchido de
suas mercs.
gia pondo a mito na mola real de uma central-
sago excessiva. S restara ento ura rebanho
de homens sera ponto de apoio, sem meio al-
gum do resisleucia, vagando 30 scaso no vacuo
das instiluiges e entregues ura vulgacho ign-
rame e cruel.
Duas vezes, era 1830 e em 18S, deram-nes
esse triste espectculo. Felizmente a demagogia
nao foi ento assaz forte para afastar inleiramtn-
le as classes conservadoras. Mas houve progres-
so : apoderirara-so do poder, era 1815 a aristo-
cracia, em 183U a alta burguezia, em 1848 a pe-
quea. Na prxima eslago, nao se illudam,
seria a demagogia, e despertaremos em plena
Convenci, se nao soubermos aproveilar a mora
que a Providencia uos concede agora, afira de nos
prepararmos vigorosamente. (P. 80).
E' fcil de explicar esse progresso na decaden-
cia. Cada fabrica, cida eslabelecimeuto indus-
trial ou coraraercial que se funda, faz surgir qua-
lro ou cinco proletarios que vivera exclusivamen-
te do producto de seu Irabalho, porumchefe de
officiii 1 ou palio que faz parle desta burguezia
girardiua, que tem um inleresse capitil lano na
couservago da ordera como na conservago da
democracia. A. progresso do pessoal demag-
gico, pois em razo directa do lempo e do de-
senvolvimento industrial e coraraercial, e
esse duplo phenomeno corresponde o desen-
volvimcuto cgualnienle progressivo da propagan-
da demaggica.
Ora uossa sociedade constituida de sorte que
nao ha seno duas potencias cm p para resistir
esse desenvolvimento revolucionarlo : a reli-
gio e a forga, o imperador e o Papa. Em balde
procurara ao redor de si, s encontrara essas duas
potencias. Ora, a revolugo e lo forte que, se
esses dous poderes cstivessem reunidos, nao po-
deriam resistir por multo tempo.... O imperador
e o Papa podem rauito, mis nao pdera o impos-
svel.... Accusam o Papa por nao poder conler a
revolugo em seus estados, quando em Franga, o
rei nao podo cont-la com quinhentas mil bayo-
netas. E' destino dos reis serera arrebatados
pela revolugo. S a religio indestruclivel ;
mas s o cimento dos thronos quando tem os
povos por cmplices, como na edade media. Os
reis que anda eslo em p, serao, pois, arreba-
tados em sua hora, se nao souberem robustecer
suas forras onde est a forga das sociedades de-
mocrticas. Nao se lisongeieiu de seremmais for-
tes do que o Papa. Esto perdidos se s teem
por si o direito e a jusliga 1 E' preciso anda que
lenham o povo, e nao pdem t-lo se o deixam
revolugo.
A revolugo o chrislanismo disfamado, e
o povo deixou-se levar por esse disfarce. Li-
songearam-uo, disseram-lhe que elle era o di-
reito ; e alim de que fleasse bem entendido que
nao havia fra nem cima delle qualquer outro
poder, zeram-lhe crer que era Christo, que era
Deus, que era sua religio, seu sacerdote, seu
rei, seu Papa, e o povo acreditou. Prostaram-
se dianta de seus vicios. Fizeram-lhe adorar
esses vicios lodos os dias em romances obscenos
Como nacao- catholica, a Franca parece ter As deserces esto na razo directa do avil-
uraa missao iniciadora que cumprir. 0 Sr. Pa-, lamento dos 'caracteres. Ora, nada envilece os
dio a verifica depois do Sr. Joseph de Maislre ; e ; caracteres como a adulago e o servilismo na
eis a razao porquo no seu pensar o organisagao prosperidade : segundo Benjamn Constan!, o dog-
das sociedades modernas impossvel sem o au- ma do desposmo a conveno de que a espe-"
rdote e do frade, que sao os nicos ci humana s dedicada ao'seu intoresse, que
s obdece forga e que s merece o desprezo.
Como ser possivel com taes elementos formar
caracteres e partidarios dedicados na dosgraca ?
Com (al rgimen s se pode fazer traidores.
Os excessos da cenlralisago sao, pois, a'perda
das dynastias. Sao alm disso um perigo e un
embarace publico as democracias. Sendo o
maior perigo da democracia o nivelamento social,
achando-se ahi sera prolecgao a propriedade, a
familia o a religio, o governo que concentrosse
em suas roaos todas as forgas da nago e todas as
responsabilidades, nao seria uma garanta e ura
ponto de apoio sufficientes contra os ataques dos
facciosos.
pelo chrislanismo, o mais firmo baluarte das
sociedades democrticas. Essas sociedades s
podem viver o de3envo1ver-se pela liberdade dee-
sas instiluiges, pela liberdade da egreja e pela
i sua grande influencia as massas. O catholicis-
mo livre e poderoso pois, a condigo primaria
da democracia. Comprehende-la-ho cada vez
melhor, medida que os povos, lornaiido-se mais
livres e mais difceis de serem governades, tire-
rem necessidade de mais instruego, nioralidade
e religio.
R-alisem-se essas condges e veja o mundo
abrir-se dianle de si uma perspectiva de explen-
dore de gloria cujos limites 3eriara difliceis de se
fixar. A Franga, testa desse movimento, a
dominadora das nages pelo pensamento, pela
. E', pois, indspensavel supprir a ausencia dos
corpos polticos intermediarios que existan) ou-
tr'ora. Enlo, por meio de uma hierarchia vigo-
rosamente constituida, mantinhara o equilibrio
no estado os parlamentos, a nobreza, o clero.
Urna hierarchia anloga nao pode ser estabele-
alraa ; Pi IX, nobre e generoso pontfice, o c'd"a no estado, a que chegamos, seno pela orga-
Luiz XVI do papado, como esse rei iniciador e nisago, cm autonomas livres, das instiluiges de
victima, acha uma grande corapensaco para sus '. beneficencia, das corporages religiosas, das mu-
dores no pensamenlo dos grandes problemas que nicipalidades principalmente ; pelo, octroi ou ex-
vo se resolver ; seus suceessoies, auxiliando o
vigoroso espirito de iniciativa dos Francezes, coo-
perara para a regeneraco do mundo, imprimi-
do o impulso do alto de sua cadeira sagrada. Os
povos se eonv*rtem esse espectculo de unio
do sacerdote, do magistrado, do rico e do po-
bre, das ragas e das nages oulonomas, quo tra-
balham de harmona para o bem, em vez de fa-
zerem a guerra, e quando introduzem nflo s no
homem e na familia, mas anda no estado e no
direito publico universal, aquello espirito do
chrislanismo que at aqu nunca rcsplaodeceu
com ura brilho lo uniforme I Pois o queque-
remos, o que aspiramos com todo o poder de
nossas convieges, uo nem o que livemos, nem
o que temos, mas uma ordem nova que, sendo
o aporfeicoaraento e o desenvolvimento lgico do
que deixar bem atraz de si todas as formas
sociaes que a tem precedido..... (Pag. 132.)
Mas que bem poderia resultar da liberdade re-
ligiosa, condigo primaria da organisagao da de-
mocracia, se nao se observa o repouso do domin-
go ? Custe o que cuslar, mister que o povo
estoja comnosco, que trabalhe comnosco na gran-
de obra da regenerago social, as sociedades
de beneficencia de S. Vicente de P3ula, de S.
Francisco Regs, de soccorros mutuos, nos asy-
los. Mas, como poderia elle, sem um dia de
repouso, cooperar para todas essas obras, e co-
mo fazer-lhe comprehender seno por meio de
cursos gratis ao domingo, que de todas as classes
sociaes, o povo quera perde mais, quem per-
de muito em todas a3 perturbaces : que a regu-
laridade e o augmento dos salarios depende do
trabalho de encoramenda, e esto, da conanga e
da tranqulllade publicas ; que os demagogos
que inquietan) a capital e obngam-oo a occul-
lar-se, sao os sens maioros inimigos?
Ao lado das universidades de ensino superior,
quzera, pois, o Sr. Pradi um dia de repouso
por semana para dar classe operara o meio de
frequenlar essas especies de universidades popu-
lares de beneficencia e de ensino religioso ; o que
alias comega praticar-se em algumas cidades
de Franga, e assim a parte sa do povo inslruir-
se-hi j e moraUsar-se-hia, emquanlo a outra par-
te, o contingente da demagogia, fosse & barcei-
aoefi
lensao de certos privilegios em fajvor dos tribu-
naes, das unieersidades calholicas,\e dos grandes
corpos do estado, taes como o senado e a assera-
bla legislativa. Tambem dever-sq-hia dar uma
grande liberdade e una grande latltude lodas
as outras corporacoes uteis.
Sao demasiadamente extensas as allribuiges
da administrago, ao passo que as dos tribuuaes
nao o sao basianle em tudo o que diz respeilo
liberdade dos cidaios, e represso dos crimes
polticos.
Expomos aqui as doutrinas do Sr. Pradi, que
sao largamente desenvolvidas em sua obra. Se-
gundo elle, o principio da diviso das attribui-
ces deve dominar a poltica, assim como domina
a industria e a origem de lodo o seu progresso
eo principio da diviso do trabalho, s a tal prego
sao possiveis a liberdade e a ordem. A confusao 1
ilas allribuiges no eslado conduz ao despotismo,
B o despotismo auarchia. O poder mu forle,
porm nao sufficientemenle forte seno tem to-
das as aitr.buiges e se ludo depende delle. Nao
sufficientemenle forle, porque pode ser arre-
batado por um pronunciamento popular, se o prn-
cipe fraco ; mu forle, se podendo tudo, fosse
por acaso mal intencionado, com ura genio suffi-
cieute para ser obedecido.
Esla elevada theora social, admiravelmenle
desenvolvida pelo autor da Democracia, que nao
v outro remedio para a confusao das allribui-
ges seno a sua diviso. Mas converg 1er era se-u
lvro aquella bella organisagao das municipali-
dades livres, administrando seos inieresses locaes
sob a syndicancia e nao sob a tutela do peder;
das corpurares religiosas e de beneficencia con-
curren Jo com a mesma lihrdade para o bem ge-
ral ; dos Iribouaes, de uma osserabla legislativa
e de ura senado obrando com independencia, po-
rm encerrados em sua propria espbera, sem
usurparen) como as antigs assemblas parlamen-
tares, as funegoes essenciaes do poJer central;
da egreja finalmente, gozando da plenitudo de si
aegao e coroando essa bella organisagao social.
(Conlinuar-se-Ao.)
P5KN. TYP. DBM. P. DE PARIA.1
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