Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09187


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Full Text
All XXXTI. HUMERO 287
QUl&TA FEIRA 12 DE DEZEHBRO DE 1861
Por tres mezes allantados 5JJ000.
Por tres mezes vencidos 6J000.
Por anno adiantado 19$000
Porte franco para o subscritor.
PAKllUAS DOS CUKKE1U9.
ENTREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE "gK Gotanna' VrSI asegundas
Pai.ahiba, o Sr. .\nlonio Alexandrino de Lima
e sextas feiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaly, o Garanhuns as tercas feiras.
Sr. A de Leraos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de Ol I Pao d'Alho, Nazareth, Liraoeiro, Brejo, Pes-
veira; Mar.tnhao, o Sr. Manoel Jos Martina Ribei- queira, Ingazeira. Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
. c..;m.\n, n:,,.i>.- ^ c i o i j Oricury o Exu as quartas-fciras.
ro Guimaraes Pnuhj, o Sr. Joao Fernandes de, Cab girinhaem, Rio Formoso. Uns, Barrerus,
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos; Agua preta, Piraenteiros e Natal quintas feiras.
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa. (Todos oscorreiospartem as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
5 Quarto minguante as 3 horas e 40 minutos
da tarde.
12 La nova as 10 horas e 2S minutus da manha
20 Quarto cresceute as 3 horas e 50 minutos
da manha.
28 La cheia aos 58 minutos da manha.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 4 horas e 54 minutos da manha.
Segundo as 4 horas e 30 minutos da tarde.
AL'DINECIAS DOSTRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio : segundas e quinlas.
Relaco tercas, feiras e sabbados.
Fazenda : trras, quintas e sabbados as 10 horas-
Juizo do commercio: quartas ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel ; quartas e sabbados a urna
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Melquades p. m.; S. Gemelo b.
11 Terca. S. Damazop.;S.Trazon m ; S.Francoc.
12 Quarta. S. Justino m.; S. Merencia m.
13 Quinta. S. Luzia v. m.; S. Othilia m.
14 Sexta. S. Agnello ab. ; 9. Matroniano m.
15 Sabbado. S. Euzebio Verselense b. m.
16 Domingo. Ss. Ananias, Azarias e Mizael Mm.
ENCARREGADOS DA SIBSCRIPCO NO SL
Alagoas, o Sr. Claudino FelcSo Dias ; Baha,
Sr, Jos Martina Alves ; Rio de Jauelro, o St.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBICO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa d
Faria, na sua livraria praca da Independencia ns.
6e 8.
Aviso.
cao infurmou V. S. em olficio de 28 de outubro
ultimo.
DESPACHOS DO DIA 7 DE DEZEMBRO DE 1660.
Reqnerimentos.
Antonio Lopes de Souza.Passc patente.
Dervindo Jos da Cmara. Remettido ao Sr.
director geral da instrucgo publica para attender
Os Srs. asignantes des le DIARIO, de
ora da cidade e provincia, cuja assig-
ratura termina no im do corrente
mez, queiram mandar renovadas antes i f Piante nos termos de sua informaco de
23 de novembro ultimo.
Racharel Hisbello Florentino Cmara de Mello.
Como requer
A mesa regedora da irmandade de Nossa Se-
nhora d'Assumpgo das Fronteiras.Dirija-se ao
Sr. coronel commandanle das armas.
Jos J^aquim da Silva Guimares.Fira desig-
nado o dia 13 do corrente para a arremataeo de
que so tsata.
Josfi Francisco Tavares. Como requer, pagos
os ilireiios e foros devidos.
Manoel Antonio Ferreira.Informe com urgen-
cia a cambra municipal do Bonito.
do 1' de Janeiro, no escriptorio da re-
dacQao os desta provincia, e era casa
dos respectivos agentes os das demais,
atim de nao solFrerem demora no rece-
Limento do DIARIO.
Hoje damos cometo re-
messa do DIARIO para a villa
da Escada. Os Srs. assigaaa-
es queiram fazer reclmalos
na esaco competente.
PARTE OFFICIAL.
(invern da provincia.
Expediente do dia 7 de dezembro de 1860.
Otlkio ao commandante das armas Sirva-se
V.S. do mandar postar em frente da igreja de
N. Senhora do Rosario da Roa-vista no dia !) do
corrente, as horas da tarde urna guarda de hon-
ra para acompanhar a imagem de N. Senhora da
Assumpnao, que tem de sabir em procisso para
a capella da Estancia.
Dito ao comm indante superior do Rio Formo-
so.Remetiendo V. S., era resposla ao sen
officio de 5 de novembro ultimo, copias das in-
formaces ministradas pelo collector do muni-
ripio do Barreircs, e inspector da thesouraiia de
azenda acerca do pagamento dos vencimentos, I
relativos ao mez de setembro deste anno, do
commandanle do destacamento d'aquella villa,;
tenho a dizer, que mande V. S. organisar novo
pret de taes vencimenlos, e o remeta ao mesmo
collector depois de authenticado com o seu visto.
Dito ao inspeclar da thesouraria de fazenda,
Tendo em vista a sua informaco de 3 do cor- ]
rente, sob n. 1260, resolv autrisar a V. S. a
mandar pagar a Joo Joaquirn de Soma a quan-
:a de 2005 despendida com o transporto do trem
REPARffJCO ESPECIAL DAS TRRAS
PUBLICAS.
Expediente.
OfTicio ao Wsmo. Accuso recebido por co-
pia o aviso expedido pela repartico geral das
ierras publicas, em 8 de novembro d'e 1855.
Dito ao mesmo. Accuso recebido o ofcio
de V. Exc. transrailindo-me a copia do aviso ex-
pedido pela rpparlicao eeral das Ierras publicas
em 12 de setembro de 1351, bem como copia do
outro que foi ourigido a presidencia do Para so-
bre a execugao no art. 28 do regulamento de 30
de Janeiro de 1854.
Acho-mo do posse do of-
. Exc. ordeuando aos vigarios
gislro das ierras possuidos em
L)iio ao mesmcl
flcio circular de
a procedercm o 1
sua freguezia a c
dasdespezas feitas com a colonia militar de Pi-
menteiras.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Acho-me de posse do ofcio do V. S., remetten-
do-me a demonstraco das despezas fei'as com
a colonia militar de Pimenleiras.
Dito ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Era vista da ordera do Exm. Sr. presidente,
sirva-se V. S. mandar pagar a importancia de
5lJ000rs. provonientes da compra de livros para
esta repartido.
Dito ao Exm. Sr. presidente. Fico sciente de
terS. M. o Imperador approvado as nomeagoes
interinas de Francisco Pacifico do Amaral e Joo
Crisostomo Fernandes Viauna, este para porteiro
e aquelle para amanuense, ambos desla reparti-
co.
Dito ao mesmo.Accuso recebido o ofQcio de
V. Exc, reraettendo-mo por copia o aviso ex-
pedido pela repartico geral das trras publicas,
relativo a cobranza "das multas.
Dito-ao Exm. Sr. presidente. Tenho a honra
de aecusar recebido o officio de V. Exc. remet-
tendo-me por copia o aviso circular expedido
pela repartirlo geral das trras publicas provi-
denciando sobre obras ou concertos que so te-
nham de fazer na colonia militar de Pimenteiras.
Dito ao Exm. Sr. presidente.Informando so-
bre o requerimento da companhia da estrada de
ferro do Recife a S. Francisco.
Hilo ao Exm director geral. Passo as mos
de V. Exc. a relaco dos objectos comprados para
esta repartico.
Dito ao delegado das trras publicas da pro-
vincia de Alagoas. Participo a V. S. que passo
a dar as providencias necessarias que solicita V.
S. em seu officio de 13 do corrente.
Dito ao Exm. Sr. presidente. Tenbo presente
o olfi.io de V. Kxc, remettendo-me por copia o
acto pelo qual V. Exc. coacedeu a cslraa de
ferro do Recife S. Francisco
utjr do 1 de Janeiro.
Dito ao mesmoi Tenho presente o officio de ferro do Recife S. Francisco a parto de um ler-
V. Exc. de 15 do torrente, remeitendo-me a co- reno pertencento a Aldeia da Escada.
pia do aviso expedido pela repartico geral das | Dito ao director geral das trras. Communico
trras publicas datado de 13 de Janeiro de 1855, a v- Exc'. '& o presidente da provincia, cedido-a
providenciando acerca de demarcacoes. j estrada de ferro do Rocifo S. Francisco, urna
Dilo ao mesmo. t Acenso recebido officio de Parte do terreno perlencenle a Aldeia da Escada,
V. Exc. |de 15 do jtrenle acompanhado a co- jem vista da condico nona annexa ao decreto n.
pia do aviso do ministerio do imperio de 30 de l30 de 9 de agosto de 1852.
marco de 1854, resolvendo as duvidas propostas
pelo vigario da Alago.!.
Dilo ao mesmo. Accuso recebido o officio
de V. Exc. remellendo-rae a copin do aviso de
12 de outubro de 1855, expedido pela repartico
geral das trras publicas, resolvendo algumas
duvidas propostas pelo presidente do Amazonas.
Dilo ao mesmo. Tenho prsenle por copia o
officio circular de V. Exc. dirigido em data de
16 do corrente aos juizes de dircito sobre o que
Dito ao Exm. Sr. presidente. Nesla dala ap-
I prove as contas da colonia militar de Pimentei-
ras dos mezes de abril, junho e julho.
Dito ao Exm. Sr. presidente. Convindo que
esta repartico remella ao Exm. director geral,
' o orcaraento provavel da despeza a fazer-se com
a calhecheze, e colonia militar de Pimenteiras,
no anno Coanceiro de 60 4 61 ; rogo a V. Exc.
se digne expedir suas ordens para qu
as infor-
macoes necessarias para tal Ora, cheguem a esta
do i" bat/lhYo'deaViirha'ria' p"3o'qiiarteT'da lrala arl- 28 do rgulameuto de 30 de Janeiro repartido por todo o mez de dezembro do cor-
cidade de Olinda para o do campo das Princezas! de 185. 1 rente anno
aesla capital,como so vO da conta que devolvo em
duplcala, e que rao fui remeitida pelo comman- !
daiite das armas com olficio de 30 de agoslo ul- '
limo sob n. 96'J. Officiou-se ao commandanle
das armas.
Dilo aoinspec'or da thesouraria provincial',
Certo do contedn da inforrcaro ministrada hon- j
lem por V. S., e sob n. 560, tenho a diznr que 1
approvo a deliberaco que tamou a junta dessa u/j0 Pc,a repartico geral das trras publicas,
thesonraria de transferir para o dia 13 do cor- |dcc''ando nao eslarera sujeitos ao pagamento do
rente, a arrematado da illuminaco da cidade Stl' S livros dos registros das trras,
de Olinda, a fim de se habililarem os pretenden- n'l a0 mesmo. Tenho presente o officio de
les al o dia 10, devendo porem essa arremata-) txc. enviando-me a copia do aviso circular
,-ao, no caso de nao haver inconveniente, ser 1ue declara que as sesmanas e concesses do
C-iiU por um trienio conforme propo Jos Joa-: governo provincial eslo fra da aleada das as-
quim da Silva Guimares no requerimenlo a que sembleas provinciaes.
se refere a rilada informago. I ta ao mesmo.Accuso recebido o officio de
Dito ao mesmo Accuso recebido o officio de Pil ao director da colonia militar do Pimen-
V. Exc. de 15 do correle rcmeltendo-mo ac- ,eras.Devolvo a V. S. os documentos das des-
pia do aviso do ministerio do imperio, expedido pezas feitas com ossacolouia, peilenconte ao mez
pela repartico geral das Ierras publicas em 15 dfi agosto ; aflm de V. S. attender a omissio de
do outubro'de 1855, providenciando coulra os 800J rs. que deparei no documento n. 1.
abuzas de serem vendidas as laceas publicas. Duo ao Exm. Sr. presidonte da provincia .
Dito ao mesmo. Accuso recebido o officio de Remello a V. Exc. o officio do inspector da ihesou-
V. Exc. rcmetleudo-mc por copia o aviso expe- raria do fazenda e mais papis relativos a quan-
*'-------- -- ---- lia entregue "~'~ '-- -- >- :>-- >-
4 batalho de artilharia p.
2o lente Francisco Pedro Borgea. Gaslrilc
chronica. Curavel dentro de um mez em qual-
quer parte. Este official est com paite de
doente desde 24 de novembro do corrente anno.
2o lenle Americo Clemente Duarte Pereira.
Hemopthise. Curavel. Precisa da 4 a 6 mezes
para tratar-se fra da capital. Esta official es-
i cora parle de doente desde 9 de uovembro
do crreme anno.
9o hatlho de infantaria.
Tenente Augusto Leal Ferreira.Hepatite chro-
nica. Curavel em qualqufjr parte dentro do 2 a
3 mezes, urna vez que se sujeite ao tralamcn-
lo. Este official est com parte do doenle des-
de 5 de se'embro do corrente anno.
10. bitalho de iufdntaria.
Tenonle Joo Aatonio Leito.Ozena. Curavel.
Deve continuar no tratamenlo em que so acha,
para o quo se marcou o prazo de 3 mezes. Es-
te official est com parte de doenle desde 28
de julho do corrente anno.
2o cadete Io sargento Jos Vicente Lins da Silva.
Rheumalismo. Curavel. Deve recolher-se ao
hospital para tratar-se. Esta pnca est com
parte de doeoto no quartel desde 24 de outu-
bro do corrente anno.
Companhia de artfices.
2o tenente Miguel Teixeira Lopes Malheiros.
i'.iI[11 laroes nervosas do coraco. Curavel den-
tro de 3 mezes, se por ventura so sujeitar a
um tratamenlo apropriado. Este official est
com parlo de doenlo desde o Io de agosto de
1859.
Os senhores tenente Augusto Leal Ferreira, e
2 tenente Miguel Teixeira Lopes Malheiros, de-
vera desde j ser recolhidos ao hospital militar,
para entrareraem conveniente tratamenlo, vislo
que lem elles asquecido as recommendaces da
junta de sade feitas a seu respeito as inspec-
Coes anteriores, que a terem sido observadas, j
se achariam restabelecidos.
AssignadoJos Antonio da Fonceca Galviio,
Conforme.nfonio Eneas Gustavo Galeno.
alferes ajudante de ordens interino do com-
mando.
EXTERIOR.
sim, tomarei a liberdade de
as-
acrescentar um
s,.lraerdeTr,arC' se,nl"?re/- a considerar a 1 nada pub|cou para r0SpOnder a isto. nem para
?iT w S eT'''al dC,1Ue eStS "IV"" ; J"'Bcar a conducta haviJa pelo governo n'cstas
tido o soberano que ofrendemos de urna maneira circunstancias
M8.rfw*' B na m'nl,a 0,p,HlS0. la0 inexplicavel.. Este silenciosa effectvamento lugar a aera-
Saosab.dos meus sennmentos a este respeito.! dUar que a aecusaco apresentada pelo jornal
Nao enste de certo um cathoheo digno deste no- | romano era perfetamento fundada. So is o as-
me que nao estremeca ouvindo fnllar dos alta-'
ques crueis que ha algum
lacerar o coraco a
Geis.
Mas quero lirailar-me a chamar a vossa atten-
Co para o insulto feito ao ponlifice-rei, isto a
sua soberana temporal.
Ninguem duvida que o papa com juslo di-
reilo, principe temporal e unnimemente reco-
nhecido como tal lia dez seclos por todas as po-
tencias ; que por consequencia deve ser olhaoo
algum lempo nao cessam de | simples dilemma do governo nolrri iulusva ne-
ngelico do pai commum dos | cessaro, como se pretumia, o ultimtum expp-
__pp
dido por elle para Rom, ou nao. So o nao
julgava, por que que rompeu as hostilidades-
antes do ler recebido urna resposta? Porque
que d"esta maneira incerrou voluntariamente na
bem merecida censura de violaco do direito das
genios ?
Julgo do meu dever, senhores, apresenlar no
vosso conhecimentooutra infraeco que seria ain-
I, __ ... 1 "JJ Ll-llllCLIHICIMUUlId lilil
da mesilla maneira que os outros, como inteira- da mais grave se fosse exacta. Reslvo-me a is-
mcule independente. ou, para explicar era ter- | so na consequencia da origem muito respeitavel
mus mais vulgares, mais ou menos exactos, se- je quc me proveio, origem por de certo nao ad-
nhor absoluto no seu pa.z mle suspeila de invenco fraudulenta, sem com-
Mdssoopapa e incontestavelmenle soberano ido dcHr de adroitlir a possibilidade de infor-
teraporal inleiramento livre e independente, | maces inexactas e equivocas. Expondo-vos pois
IT..T! ,lUl P,0d'a nUnCa 2 S"Vern d r-l r" fac, de 1" se lrala. a """ho ntenno nao
solver-se a invadir os scus dominios a mao ar- criminar pessoa alguma, para nicamente chamar
msda, e enlrar violentamente na posse delles? S()bre 0 facio a vossa mais seria altenco, nao
Commetteu contra nos sua santidade algum aclo menos que a dos honrados conselheiros da ora,
deprovocncao? Nao, seguramente. Somos nos, : qiie, nao duvido, jolgaro necessario ejus*o pro-
pelo contrario, que I he temos dado graves mol- 1 ceJer s infurmacoes officiacs que pareceram con-
vos de descontentamento, favorecendo a revolta ; venientes para conhererem a verdade alira de
111a, e aceitando a annexacao, sera alten- conservar, se poderem, como vivamente desejo.
der aos seus piotestos e condemnacoes reiteradas.
E desla maneira era elle que ttnria allamente a
qutixar-se de nos, e nao nos a queixarmo-nos
deile. Permilli-me repetir, que direito pois po-
da ter o governo do rei para fazer oceupar pelo
seu nxercilo os dominios pontificios, de violar
evidentemente, era detrimento do papa, esse
principio de nao inlervenco hoje lo proclama-
do, ainda que muito pouco respeitado?
Nao se mo responda que seria pouco fundado nhagem e da
1 pura e sem mancha a hnnra das armas da osa
. de Saboya. que al hoje ainda ninguem vio offus-
!cada.
Disse-vos, senhores, que Uve conhecimento
d'esto fado por urna origem muito respeitavel, e
estou certo deque ninguem poder contradizer-
I me n'este ponto, quaudo eu fallar de urna carta
! que me foi escripia, e assignada pulo conde de
1 Uuatrebarbes, gentil-lionera francez de alia li-
mis bem merecida reputaco, o
invocar este principio no.caso presente, atienden-; qual se achava era Ancana durante o assedio, ni
do a que se nao trata de urna potencia nao Ha- 1 qa[idade de g0vernador da cidade e da provin-
lianaque houvesse invadido urna parte da pe- cia. Peco pois lcenca para vos fizer leitura da
pelo director da colonia militar de
Pimenleiras aos ex-subiirector para occorrer as
despezas da raesma colonia.
Officio ao Exm. Sr. presidenta da provincia.
Tenho a honra de aecusar recebido o officio de
V. S., remetleodo-me um exemplar impresso do
decreto n. 2168 de 9 de maio ultimo, e regula-
mento annexo para transporte de emigrantes.
Dito ao Sr. inspector da thesouraria de fazen-
ilo ao Jirector do arsenal de guerra.Em vis-! v- Exc- remetlendo-mo copia de um aviso expe- da- ~ Sirva-se V. S de mandar pagar ao portei-
ro desla repartico a quanlia de 8380, que se
despendeu com esta repartico no mez de se-
tembro prximo passado.
Officio ao Exm. Sr. presidente. Tenho a hon-
ra de aecusar recebido o officio de V. Exc. no
qual rae communica ter concedido ao official des-
la repartico, tres mezes de licenca sem orde-
nado.
Dito aoSr. inspector da thesouraria de fazenda.
u do seu officio de 6 do corrente, sob n. 339, o
autoriso a fornecer ao tenente coronel comman-
danle do corpo de polica o armamento equipa-1
ment, e utencilios mencionados no pedido jun-
to por copia ; devendo Vmc. remetler a conta a i
fim de ser indemnisado pela thesouraria provin- \
cial.Officipu-se ao commandanle do corpo de
polica.
Dito ao superintendente da estrada de ferro. |
Remetiendo por copia ao Sr. superintendente da ;
estrada de ferro o olficio que me dirigi o admi-
Distrador docorreio desla cidadeem6 docorrente,
tenho a solicilar-lheque se sirva do providenciar;
em ordem a evitar o abuso lesivo do3 inleressesi
da Fazenda de que traa aquelle administrador'
no citado officio. Officiou-se ao administrador j
do cerrcio.
Dito a mesa regedora da irmandade de N. Se-
nhora do Amparo de Olinda. Respondendo ao
oiruiode28 de novembro ultimo em que a mesa
regedora da irmandade de N Senhora do Ampa-!
ro erecta.na sua igreja na cidade deslinda, soli-
cita urna guarda do honra para acompanhar a
procisso da mesraa Senhora, tenho a declarar-,
. ie, que muito sioto nao poder annuir ao sen !
pedido por haverem orden3 do governo imperial ]
para nao formar a guarda nacional antes do
dia 30 do corrente mez, nem mesmo para offira
in licado pela mesa.
Dito ao director geral da inslrucco publica.
Ao officio que Vmc. me dirigi era 6 do corrente,
iospondo declarando, quo designo os professo-
res padre Miguel Vicira de Barros Marreca, Mi-
guel Archsnjo Mindello para comporem a cora-
misso de exame de que trata o citado officio.
dido pela repartico geral das trras publicas,
auiorisando aos presidentes das provincias a co-
nhecerera das reclamaroes feitas contra as mul-
tas impostas petos vigarios.
Dilo ao mesmo. Convindo que esta repar-
tico tetilla conhecimeuto do todas as sesraatias
o concesses feitas pelo governo geral ou pro-
vincial, dos terrenos da provincia, a fira de po-
der dar ella os informaces que forem exigidas.
rogo a V Exc. se digne expedir suas ordens tan- Communico a V. S. que o Exm. Sr. presidente
to a secretaria da presidenciacomo a thesouraria da provincia, por portara de 4 do corrente, con-
de fazenda para facultara esta repartico os docu- peQ"eu tres mezes de licenca sem ordenado para
montos que exislam para serem copiados.
Dilo ao mesmo. Accuso recebido o officio
de V. Exc. rercelteudo-mo a copia do aviso cir-
cular, expedido pela repartico geral das trras
publicas cuminunirando qu pelo decreto n.
2,105 do mez passado foi declarado, a que alca-
da pertence as sesmarias e posses particulares
confrontantes com terrenos devolutos.
Dilo ao mesmo. Accuso recebido o officio de
V. Exc. remeltendo-rao por copia o aviso circular
expedido pela repaitico gerai das Ierras publicas
declarando quem deve registrar as trras as ses-
marias dos ludios.
Dito ao mesmo.De posse do officio de V Exc.
de 20 do corrente tenho a honra de aecusar re-
cebido, o.'viso circular expedido pela repartico
geral das trras publicas, declarando que devem
ser reraellidas as thesourarias
ir ao Rio do Janeiro ao official desla repartico.
Dilo ao mesmo. Tenho a honra de partici-
par a V. S. que o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, por portara de 4 do outubro, se dignou
conceder ao official desta repartico tres mezes
de licenca sem ordenado para ir a essa corte.
Officio ao Exm Sr. presidente. Em curapri-
mento do que rae ordena V. Exc. em officio de
11 do corrente, tenho a dizer a V. Exc. que at
agora nao tem o parocho da freguezia de Taque-
ra dirigido a esta repartico informaco alguma
a respeito do registro de trras.
il ao Exm. Sr. presidente da provincia.
Informando o requerimento de Virginio Gomes
de Andrade, em que sollicitou o dominio de um
terreno ou sitio denominado Riacho secco.
Dito ao mesmo. Informando o requerimen-
to de Francisco Cavalcante de Albuquerque e
_ do fazenda as re-
laces nominaos dos possuidores de trras que as Mello, que solticita a concesso de urna sorte de
nao registraram. 'erra devoluta no dislricto da colonia militar de
Dito ao mesmo. Para poder curaprir o des- Pimenteiras.
pacho do V. Exc. no requerimenlo de Manoel Dilo ao mesmo.Informando o requerimenlo
Salgado Accioli Lins, rogo a V. Exc. naja de do D. Mara Rosa das Virgens e Joo Braz de
Dilo ao juiz municipal do termo de Nazareth. mandar ministrar urna copi3 do contrato ou con- Vasconcellos que prelendem so lhe mande passar
__\pprovo as providencias que Vmc. deu como ; cesso feita pelo governo imperial a II. A. Mi- Ululo de urna legua de Ierra de quo eslo de
me commuoicou em sou officio (sem data], afim 'tl1. Para a construeco da estrada de ferro da posse na comarca do Bonito no lugar denomina-
do ser tratado o reo Joao Francisco dos Sanios, quelle lugar. do Gado-Bravo.
quo adoeceu da carila ao chegar a^esso termo
e junto remetto-lhe urna lata com puz vaccnico
afim deque o faca propagarahi do melhor modo
possivel
Dito ao juiz de paz mais votado do primeiro
dislricto da freguezia de Sanio Antao. Respon-
do ao officio que Vmc. rae dirigi era 30 de no-
vembro ultimo, declarando que lhe transmilti
com o officio de 17 d'aquelle mez, copia da por-
tara de 27 do setembro deste anno, e um exem- i deslas legitimacoes.
piar da tabella da mesraa data ua qual esl de-
clarado o numero de eleilores que deve essa
freguezia tlar para a legislatura prxima vindou-
ra, sendo possivel que Vmc. nao tenha recebido
aquelle olficio. lhe transmillo copia delle, bem
como da citada portara acompanhada de exem-
piares da tabella a que alludo e do decreto o.
2621 de 22 de agosto deste anno.
Portara.0 presidente da provincia tendo em
vista o que requereu Antonio Ignacio Borges
guarda da extincti mesa do consulado e ora ad-
dido a alfindega desta capital, e bem assim as
informaces das repartices competentes, resolve
codceder-lhe 2 mezes de licenca com vencimen-
tos na forma da lei para tratar de sua saude.
Dita.O presidente da provincia attendendo ao
permisslo para independente de carta do piloto
poder Jos Alves Ribeiro. servir como capto do
mesmo brigue, someete na viagem a que ora esl
destinado para o Rio Grande do Sul, cumprindo
que para oulra qualquer viagem se mostr habi-
litado com carta, devendo esta portara ser apre-
sentada ao Sr. capilo do porto para ter adenda
execuco.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao commandanle superior da guarda na-
cional da Boa-Vista, O Exm. Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. S., que por despa-
cho desta data mandou passar patente ao capito
nomeado para o corpo de cavallaria n. 3 do Ou-
Dilo ao mesmo. Informando sobro o reque- Dilo ao mesmo. Tenho a honra de aecusar
rmenlo que Manoel Salgado Lins e Luiza l'ran- recebido o olficio de V. Exc, communicando-me
cisca Lins derigiram ao governo imperial, pe- ler sido approvada a resolocao que toraou V.
lindo a manutenco de meia legua de trra que Exc. em conceder companhia da estrada de fer-
circula a forlaleza'de Ilamandar. ro desta provincia a parle do terreno perlencenle
Dito ao mesmo. Acho-mc de posse do of- aldeia dos indios da Escada.
ficio de 19 do corrente reraeltendo-mo por co- Dilo ao mesmo. Accuso a recepoo do offi-
pia o aviso expedido pela repartico geral das ci do V, Exc. ao qual acompanha a copia da
trras publicas, sobre o modo de" proceder-se circular do ministerio do imperio, deliberando
acerca dos registros e multas.
Dito ao mesmo. Accuso recebido o officio Dito ao mesmo. Para poder informar o re-
de V. Exc. remetlendo-mo por copia o aviso de queriraenlo de Francisco Gomes di Luz Freir,
9 de fevet-eiro providenciando acerca da despezas que versa sobre um terreno no termo de Bonito,
feitas po^esla repartico. faz-se necessario quo, depois do parecer do fis-
Dilo ao director fiscal.Remello a V. S. os do- cal da repartico seja ouvido o juiz de direito de
cumentosidas despesas da colonia militar do Pi- Caruar, afim de poder se conhecer bem da na-
menteirasl j tureza do terreno de quo trata o supplicante, e
Dito ao\ Exm. Sr. presidente. Convem que informar enlo a V. Exc.
esta repartico tenha scencia dos Indios e seus j Dito ao mesmo. Para poder informar e pedir
terrenos aitim de poder informar ao director ge- ( providencias acerca do que requer Manoel Fran-
ral; rogo a V. Exc. so digne expedir suas ordens cisco Pereira, rogo a V. Exc. se digne de mandar
neste sent Jo. I que o juiz de direito daquella comarca informe
Dito ao mesmo. Em virtudo do regulameulo : sobre ludo o que allega o supplicante em sua pe-
de 2f de atiril de 1854, que autorisa esta repar- lico.
ligo a taze.r as despesas miudas cora o expedi-
ente da secretaria; rogo a V. Exc. se digne dar
suas ordenslpara que sejam pagas ditas dispezas.
Dito ao Sr. inspector da thesouraria. Em
vista da ordem do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, rogo a V. S. se digno dar suas ordons a
fim de ser entregue ao porteiro desla repartico
um dos livroJ) de sesmarias para ser copiado.
Dito ao Exm. Sr. presidente.Para poder cum-
prir o quo mo foi ordenado peto director geral
das trras, en\ officio de 10 do corrento, do qual
remello a V. Exc. a inclusa copia, rogo a V. Exc.
se digne dar suas ordens para que a thesouraria
de fazenda ministre a esta repartico a nota de
todas as desperas feitas com a colonia militar de
Pimenteiras.
Dito ao secretario do governo.Fico sciente de
ter o Exm.Sr. presidente ordenado a thesouraria
Dito ao mesmo. Accuso recebido o officio
de V. Exc. acompanhando a planta de sesmaria
situada no lugar denominado Laga d'Anta.
Dilo ao mesmo. Informando o requerimet >
de Vicente Ferreira Calumb eslabelecido n'um
terreno devoluto na comarca do Bonito.
COMMANDO DAS ARMAS.
ricury Antonio Lopes de Souza, sobre cuja peti-1 para ministrar d esta repartico a demonstraco
Quartel do commando das armas
em ffernambuco, na cidade do
Recife, O de dezembro de I86O.
ORDEM DO DIA N. 54.
O coronel commandanle das armas faz publico
para conhecimento da guarnico e devido effei-
to, o resultado da inspeceo de sade, porque no
dia 5 do corrente passaram os senhores okiaes
e pracas de pret d09 corpos abaixo moncionados.
TIRI\
SENADO PIEMONTEZ
Sesso de 18 de outubro.
O ministro da justicia apresentou o projoctode
lei relativo prnmulgaco das leis na Toscana.
A commisso do senado propoz urna ordem do
dia era honra de Garibaldi.
O Mrquez Doria : ha doze annos que come-
Cou o movimento nacional. O projeelo de lei lem
por fim concluir a obra da constiluico da Italia,
e eu apoiu-o com todas as minhas torcas.
O Mrquez de Urignole : Tomando a palavra
nesla importante discusso, sinto necessidade de
declarar que nao sou levado por nenhum senti-
mento do opposico ou de antagonismo pessnal.
Tenho polos honrados conselheiros da corda, e
por todos os meus respeitaveis collegas que
teem ideas diferentesdas minhas, a estima a que
elles teem direito pelo seu proprio mereciraento,
e pelos servicos quo podem ter prestado no inte-
resse pblico, certo do que da sua parte elles nao
quererao nunca attribuir a outro sentimcnio que
nao seja o desejo, as oxpresses que sao por aca-
so contrarias s suas ideas e aos seus princi-
pios.
Depois de feita previamente esta prolestaco
leal, nao usarei de menos franqueza era recordar
que a conducta havida at agora pelo ministerio,
tanto na direceo dos negocios internos, como
as relacoes com as potencias estrangeiras, me
tem parecido, nestas circumsiancias lio graves,
dever merecer reprovacao. Muitas vezes, senho-
res, me tem sido permitlido submelter directa-
mente vossa sabedoria as razoes desta censura,
e devo agora procurar outro meio para as fazer
conhecer publicamente. Nesta occasio, em que
o governo de S. M. lera persistido, quauto ad-
raiiiislrac.50 interna, as medidas que eu tenho
constantemente combatido, nao ha necessidade
de que eu exponlia de novo as consideracoes que
al hoje me leem impedido conceder-lhe a minha
confianca.
A qusto estrangeira, isto o systema em-
baracado e constantemente seguido pelo governo
as suas relacoes com as outras potencias, nao
mo prescrevia menos, na minha maneira de ver
as cousas, a obrigac.o de me conservar separado
delle. Mas nao recordarei tainbem perante vosos
motivos desta opposico, tanto menos que ella
tem por objecto actos que quasi todos foram re-
cebidos pelo Piemoule
Nao fallarei pois da oceupaco e das annexa-
coessuccessivas de alguns estados da Italia cen-
tral, annexacoes que linham sido precedidas da
permanencia nesses paizes dos nossos commis-
satios mandados expressamento para alii intro-
ducir e estabelecer as nossas formulas adminis-
trativas, e que foram contestadas pelo voto mais
ou menos contestado dessas povoaces apezar dos
enrgicos protestos dos soberanos depostos, no
numero dos quaos entre o augusto e veneravel
chefe da igreja ; annexacao que nos pagamos tao
caro pelo abandono irrevogavel de duas fraudes
importantes da monarchia sarda urna que faz incoo-
testavelmente parte do solo italiano.e a oulra pro-
clamada,com justo titulo e um recente manifestoso-
berano, como a origem de outroseculo do gloria,
que constituo o nosso principal baluarte contra as
passivas aggressoes de urna poderosa e belicosa
naco iznha; agora em poder dessa naco ;
d-lhc a facili lado de descer al s nossas pla-
nicies e de se apoderar dolas. Direi somente al-
gumas palavras lo francas como breves s res-
peito de cerios fados mais recentes que deram
lugar ao pedido que hoje se submetlo nossa
deliberaco, mas com o senlimento do encontrar
anda desta vez em completa divergencia com a
poltica ministerial.
Qual o fim desto pedido ? E' obter, era vir-
tude de urna lei de approvar.o anlecipada, a an-
nexacao ao nosso estado das Marcas, Ombra, e
de todas as oulras parles da Italia, quer tenham
sido recenlemente sujeitas pelas nossas armas,
em detrimento do soberano pontfice, quer te-
nham sido olTerccidas por umaiosurreico trium-
phanteno reino das Duas Sicilias : bastara que,
pela prova ordinaria do que se chama o sufra-
gio universal, manifestassem a votitade de se ag-
gregarem ao nosso territorio.
A esperanca destas futuras aggregacoes, taes
como o ministerio vo-la exprime, fund"a-se evi-
dentemente no presumido voto dos povos que,
no affastaroenlo toreado (grabas s nossas tropas
ou s da insurreico) das autoridades que os ad-
ministravam era nome dos seus soberanos respec-
tivos, podero dqr um livre desenvolvimento s
suas sympathias pela reunio da Italia sob oscep-
tro constitucional do nesso rei. AQra pois de fi-
xar bem a nossa opinio no que ha do justo nes-
ta esperanca, convem ou absolutamente indis-
pensavel, examinar primeiro se devemos olhar
ninsula, mas de um exercito juliano que nao fez
mais do que alargar a sua oceupaco -oulra
parle da Italia. E' natural e sem replica respon-
der que a unidade poltica di Italia ainda nao
est feita ; que mesmo at ao presente a confe-
derago dos diversos estados quo a compoem,
nao existe sen.lo era projeelo, e ainda nao foi
aceita por nos: que por consequencia esses esta-
dos sao entre si to independentes uns dos ou-
tros, como esto a respeito dos governos d'alm
das montanhas.
Estara, pois, bem claramente demonstrado
quo se oo pode, por meio de um semelhante ar-
gumento, justificar esta aggresso repentina e
contraria a toda a previso. E de facto, quando
em Janeiro ultimo se tema a entrada das tropas
napolitanas nos estados pontificios, os jornaes
quo defendem a politice do ministerio, declara-
ran] que seiia urna verdadeira inlervenco, ac- |
cresecntando que a intervenco prohibida a '
qualquer potencia, qualquer que ella seja.
Mas nao foi somente as folhas pblicas que se !
declarou prohibido a qualquer governo intervir !
militarmente debaixo de qualquer pretexto no
territorio eslrangeiro.
Esta mesma theoria foi proclamada na mesraa j
poca, e em termos ainda mais preciosos, em
um famoso opsculo, cujos planos parece quere- ,
rem agora realisar-se ou mesmo exceder-se;;
opsculo que como todos sabem, fez um grande '
arruido, e cuja auloridade, em razo da sua im-
portancia intrnseca, e da elevada origem que
geralmentese lhe altnbuiu, deve sem duvida ser:
collncado em urna posico superior do um ;
jornal.
Es aqui os termos em que se exprima, rea-
IWameote intervenco, o autor anonymo do li- ;
vo O papa e o congressso, Pars, loja do Daatu
el Fermn Didot, 1859, paginas 35 e 39 :
....Se o exercito napolitano enlrasse nos es- ,<
lados da igreja, nada haveria que impedisse o
exercito piemootez de oceupar Parm3 e a Tos-
cana. Urna semelhante desordem nao seria
' s um anniquilamenio de todas as regras iu-
: ternacionaes, seria tambera urna revolta con-
ira a jurisdieco da Europa, que respeitando o
direito das soberanas particulares, tem o o
dever de vigiar pela ordem geral, que interes-
al sa a sua seguranca eo seu equilibrio. E' para
a garantir d'esses' interes*es que ella prohibid
* a todos os governos da Pennsula qualquer in-
lervengo armada de uns para com os outros,
a que constituira um ataque s garantas com-
muns.
carta que a este respeito me foi dirigida a 11 de-
outubro :
Sr. raarquez.
Tenho a honra do vos dirigir a nota junta.
Contera a narraco de um dos fados mais cri-
minosos da invaso das Marcas, e do silio d'An-
cona. Podis fazer o uso que bem vos parecer
e indicar o assignatario no caso de necessidade.
O facto tambera incontestavel; tem por tes-
tiraunha dous exorcitos, a esquadra e a popuia-
cao d'Ancona.
Aproveilo esta occasio, Sr. raarquez para
vos renovar a homenageni dos sentimentos
i respeilosos cora que sou vosso deiieado servi-
dor.
Turin, 11 de outubro de 1860.
Conde de Quatrebarbes.
Quando o fogo fez callar a battena de 8 pe-
c< cas que deffendia a entrada do porto d'Ancona,
deslruindo pola exploso o paiol das casas-raa-


as, do faroi da baha, e envolva os seus def-
fensores n'um monto de ruinas, o general La-
moricire, vendo o porto aberto, e sem a me-
nor defeza n'uma exienco de mais de 500 rae-
tros, fez icar a bandeira branca na cidadella, o
no forte, e cessar immediatamente o fogo. O
almirante interrompeu tambem o seu; foi man-
dado a bordo um parlamentario, porque era a
esquadra o nao o exercito do trra, cuja arti-
Iheria liuha felo callar as fortificacoes, e que
foicou Anconi a capitular. Eram enlo qua-
tro horas e meia da larde. As batterias de tr-
ra seguiram o exemplo damarinha. Qual nao
foi pois a admiraran do general em chefe ven-
do recomecar o fo"go, s oito horas da noit", sem
a menor provocaro. Assim durou toda a noi-
te at s sele horas da manh, sem parar por
um nico instante, apezar da presenca dos par-
lamentarios, apezar da bandeira branca arvora-
da nos fortes, apezar do loque de cessar o fogo
repetido durante cinco ou seis horas, ap-zar
principalmente de urna carta do oimirante que
protestava contra este acto selvagem, chaman-
do a bordo os marioheiros que serviam em ier-
ra urna batteria. Durante onze horas, o exercito
de Ierra nao cessou de disparar sobre a cidade
sem que se lhe tivesse respondido com um ni-
co tiro de artilhcria.
Conde de Quatrebarbes,
anligo deputado. governa-
dor civil da cidade e pro-
vincia de Aucona na poca,
do sitio.
Passando finalmente da oceupaco dos Estados
Sei peifeitamc-nte qne, na impossibilida Je sem j 00 Papa, de que n'este momento se effeclua no
duvida de explicar de oulra maneira as hoslili-I territorio das Duas Sicilias, nao pode, Beohores,
dades que o governo d'el-rei se prestou a com- escapar vossa aitenco quo aquelle lenitorio
melter, se apresentou era primeiro lugar a certo pertence tambem a um principio ndependenlc,
numero de individuos que nao eram italianos.; que nao deixou de residir alli, e que, cercado de
Mas qual a disposirao de direito internacional,! urna notavcl parle do seu exercito, que permane-
qual o cdigo em'uso entre os povos civilisa-j ceu fiel sua causa, resiste com valor e quasi
dos, que jamis prohibiu a um soberano inde-i todos os dias aos repetidos attaques das tropas
pendente tomar estrangeiros ao seu servico?
Confesso que, nem no lempo em que eu estuda-
va, j um pouco affastado, verdade, nem du-
rante a longa carreira publica, que tenho per-
corrido, nunca semelhanle facto se deu a meus
olhos. Pelo contrario, record-me muito bera,
e estou corto e outros d'enlre vos, honrados col-
legas, se lerabram cerlamentc de que exisliam
oulr'ora entro muitas potencias europeas da pri-
meira e segunda ordem, regimentos completa-
mente estrangeiros, como na propria Italia li-
nh irnos o exemplo ainda nao ha dous annos.
Todos sabem tambem quo em 1819, se collo-
co u um cstrangeiro a tesla do nosso exercito ;
revolucionarias. E nao estaramos nos em paz
cora esse soberano? Nao teria elle, ainda al es-
tes ltimos dias, um representante junto da pes-
soa do rei? E nao teria o nosso rei igualmente
um representante acreditado junto daquelle sobe-
rano ?
Nao desapprova muitas vezes o pubiieamente o
governo de S. M. a revoluco siciliana? Nao foi
filialmente esse mesmo rei das Duas-Siclias que,
longe de ter tido a menor desavenca para com-
nosco ou provocado de qualquer maneira o nos-
so resentimento, concedeu em priraeito lugar aos
seus povos a constiluico que elles desejavam, e
' que nos lhe haviaraos acouselhado, mandando
que os generaes italianos que mais se teem dis- j depois os seus plenipotenciarios, pedindo viva e
tnguido n'estes ltimos feitos d'armas foram
primeiro combater em paiz estrangeiros; e tam-
bem se sabe que, ua invaso ainda recente que
se effectuou na Sicilia, os bandos revoluciona-
rios se compunham, e compoem-se anda, nu'ma
grande parte de voluntarios estrangeiros. Ora,
se se considerou como irreprchensivel a presen-
Ca do numerosos estrangeiros, generaes. olficiaes
e soldados, para sustentar o que se chamava a
causa da liberdade por que que lo amarga-
mente se censura hoje aquelles que correram
para defender contra os seus inimigos .0 poder
temporal da Santa S?
Seja-nos ainda permitlido, relalivamenlo in-
vaso dos estados do papa, apresenlar ao senado
urna observaco de simplas facto, mas que nao
de mediocre importancia, por isso que na mi-
nha opinio agrava muito a posico d'aquelles a
quera diz respeito.
De um jornal official de Roma de 12 de se-
tembro ultimo, que tenho presente resulta :
Que o presidente do couselho dirigi a 7 de
setembro a S. E. o cardeal secretario d'estado a
carta que j conhecda, para o reduzir a licen-
ciar as tropas eslrangeiras reunidas sob a ban-
dearas de S. S.
Que esta carta foi recebida pelo cardeal na tar-
de do dia 10.
Que o cardeal respondeu a 11.
Que no mesmo dia s 11 da manha, tinha
Pesaro sido atacado pelas tropas sardas, e
como justos os actos praticados pela insurreico que por consequencia essas tropas invadram as
ou por nos, e que s por si podem ter dado ori-
gem ou fortalecer essa esperanca.
Comecando pelas provincias romanas, que ra-
zo, ou pelo menos que pretexto plausivel se po-
Marcas antes que a resposla pndesse ter chegado
ao seu deslino, talvez mesmo que antes d'esta
ter sahido de Roma.
E' alm d'isso necessario considerar que estas
der allegar para se procurar juslificor os fados | hostilidades repentinas foram objecto de queixas
que o nosso governo j coosumou e que se trata i graves manifestadas pelo jornal de Roma cima
' mencionado! e que a Gaseta Oficial do Reino
instantemente a nossa allianra para concorrer
para tudo quanto polesse asscguiar a felicidade
da Italia .' Porque pois que hoje se lhe uta a
guerra, secundando, em seu detrimento, os e3-
forcos de urna insurreico que desapprovamos*
Como poder o governo explicar a conducta hos-
til que parece resolvido a ter para cora aquelle
raonarcha ?
O honrado presidente do conselho, era urna ex-
posico que ltimamente fez, acceitava, verda-
de, a revoluco como meio. Mas permlla-me
tile trazer sua memoria as palavras que em 1G
de abril de 1858, elle mesmo pronunciava na ou-
lra cmara o parlamento, respondendo a um ora-
dor que proclamava a revoluco como uosso gran-
de ailiado.
Insensatos, exclamara o presidente do con
selha, sao aquelles que julgam que a revota-
cao, pondo d!e novo em pengo os grandes prin-
cipios em que assenta a ordem social, poda
ser favoravel causa da liberdade na Eu-
ropa I
Considero-me feliz de poder declarar que des-
ta vez me acha completamente de accordo com o
peosamentodo principal ministro de S. M. o vejo
chegar o momento de protestar altamente, como
elle, a favor dos grandes principios em que as-
senta a otdem social. Mas precisamente nesta
convieco, e por todas as outras razoes j apre-
senladas, que me vejo obrigado a regelar fran-
camente com o meu voto, o projeelo de lei que
agora proposto.
Mr. Brlgnoliaccusou-me de favorecer a poltica
revolucionaria que outr'ora tinha combattido sa
a nossa poltica livesse sido revolucionaria, teria
encontrado urna viva oposico neste senada, guar-
da natural dos principios conservaderes, e que
rene em si lodas as uossas glorias, Eu poderla


)
nft i

MARIO DE fERMlBUGO. QUlRTA fERA \i DE DEZEMBRO DE 1860.
^
lado, a transformado individual, e urna especio
do cosmopolitismo ; nao sao os principios o li-
beralismo moderno, que respeita lodos o* direi-
lecordar discussoes era que o senado fez a raais
viva opposigo a urna poltica swwplcsmente enr-
gica.
A approvaco quo encontramos no senado pro- ios, mas o programla democrtico assusta igual-
vou-me, que* a nossa poliiica mal avallada por j mente a Europa que ainda se records de 1848.
M. Bngnoli. E' urna poltica altamente conser- A Franca langou-senos bragos do imperio para
vadoura, no verdadeiro sentido da palavra. i escapar aqiiello parlido, c nao devenios esquecer
Se so entende por revolucionaria a poltica ] que a Italia deve a elle ter abortado o movimen-
que tem por 11 rn derrubar os fundamentos da to em 1848. Quinto ao ministerio, possue a con-
sociedade, abalar todos os princioios, nao pode; ic. do paiz, o deveu-a sua conducta na Ita-
Jesconhec rso que sempre alemos coaibal-,"
(iJo. I
Comparemos a Italia de 1806 com a de 1818, e
veremos que estas ideas extremas, e perigosas,
perderam muilo terreno. A Italia da um exera-
plo adrairavel de ordem e de cmlisago ; nunca
ressurreico nacional tem sido acompanhada de
menos erros o desordens.
Apresentou-se-vos o quadro do governo pon-
tificio na Romana. Quande en disse as mesm'as
cousas no congresso de Pars, os plenipotencia-
rios enlao presentes nao me conlradisseram, cora-
quanto fossem partidarios naturaes dos poderes
estabelccidos.
E todava nao tem havldo reaego bcih vingan
<;., e, salva urna lamentavel excepgo, a mesma (bravos).
lia conir.il.
A Europa tem admirado a attilude daquelle
paiz, ha um anno. Se o parlido que nao pode
conseguir perturbar a ordem na Italia central go-
vernasso tres mezes, a causa dos duques e do pa-
pa estara ganha.
A uuidade da Iialia vai ser um facto consuma-
do, e nos apresenlamo-nos na Europa como res-
tauradores da ordem, e a Europa nao ha de de-
morar a sua sanecao. A Italia comprehendeu as
palavras de Napoleo III quando diz que a for-
tuna d aospovos occasies que uao devem dei-
xar escapar.
A presenca do re em aples far.l ver qual a
rontade do povo, e pora termo a todas as ordens
woderac.io pode observar-se na Tosca na e nos
ducados ; e isto porque o nico governo inde-
pendenlo da Italia lomara a direc-cao do movi-
miento nacional.
O proprio povo forcou os sectarios asahir do
paiz.
pede para fallar s no da imrae-
o Sr. Sineo (sussurro geral,
Mr. de Brignoli reprova a uossa couducta em t 1819 se q
aples e e;n Roma. | patio do g(
Os (actos verileados iiaquellc paiz nao podem
ser julgados pelas regras aeceitis na diplomacia,
quando o honrado senador represenlava o go-
verno.
Se se nao admillisso o direto dos povos reagi-
rem contra os nios governos, os aconteciraentos
da Italia meridional nao podiatn ser justificados.
Mas o governo nao podia permanecer ndifferenle
ao estado deploravel do meio dia da Italia, e cs-
e estado era utoleravel desde que a ordem ret-
nava no norlo da Italia.
papa e o re do aples regeilaram os nos-
.sos conselhos, que todava erara muilo madera-
dos e s por sipoliaru salva-Ios de um catha- pronunciado, e nao se pode fallar do federago.
clismo. S restara duas bandeiras, a da monarcliia
Tendo o re de aples declarado que nao po- constitucional, e a da repblica. Nao sou con-
dia mudar o governo de seu pai, era inovitarel tradictorio, pondo fra desta os membros dopar-
Mr. Ferrari
dalo.
Toma a palavra
longa inlerrupcao.;
Direi poucas palavras (demonstraces desalis-
facao). Mr. Armelooghi, pretende que em 1818 e
ucria ludo ou nada. Eu fazia ento
governo, nunca ouvi dizer semellianlo
cousa.
Todos nos temos o mesroo Tra ; annexigo ou
fu sao ; queremos todos chegar at esse "ponto.
Fiz o que pude para accelerar a annexago da
Emilia e da Toscana ; confesso que fui dos mais
enthusiastas, mas nao queremos fnzer a menor
opposigo ao homein illoslre a quem devemos
molade da Italia.
Presidente : Aqui ninguom faz opposicoa
Garibaldi (muilo bem).
Mr. Ghiavos; E' necessario preoecupar-nos
das quosles quo suscita o movimento ilaliano
a qucslo de unidade, o voto popular est
nao qner fazer sacriQcios, porque o governo nao
representa o paiz.
Nao accredito que questao seja entro a rep-
blica e a monarchia. A Italia est unnime, sea
que exista dissidencia esseucial.
Na Sicilia nao existem dez republicanos. Ufas
aquellos que poderam por so ao abrigo desse
grande colosso quo se chama Garibaldi, sao os
mesraos que querem viver pelas intrigas e
conspiracoes.
A lei necessaria, porque nos representamos
a nao regida em nomo de Vctor Emmanuel quo
um syslema, nao urna pessoa, o porque O
nosso voto ha de dar ao ministerio a forca ne-
cessaria pira estabelecer na Sicilia a liberdade
do vol.
Quando nesle momento supremo vejo o gover-
no local convocar urna asscmbla, que apezar
da desordem em que est o paiz, o apezar mes-
mi de ludo, ha de ser annexionista, necessario
lomar precauges A nossa revolugo est che-
gada ao nosso ponto culminante, pacifica e glo-
riosamente. Assegurai a liberdade do voto das
Duas Sicilias.
Nao fallo do quo se tem dito contra raim : que
sao as nossas humildes pessoas a par da Italia ?
Temos soflrido muito pela causa nacional para
pensar em pequeas offensas; mas pensemos nos
soffriinenlos dos voluntario., se sabis quanlo
ellos teem soflrido I (Bravo )
Peiio-se para se encerrar a sesso.
Mr. de Carour.Nao linha toncio de fazor uso
da palavra, mas tendo-se posto di parlo a ques-
tao pessoal desejo dizer algunas coosa. Mas que-
ra fallar quando tivesso conhecimento dos argu-
mentos da opposigo. Se ninguem lera mais que
dizer, fallare, alias, pcJirei para me liear reser-
vada i patarra para amunha, alira de que cada
n possa explcar-se. Appello pois para todos
urna revoluco.
Novo milhoes de italianos nao podiara soffrer
um rgimen tao opposlo a tolos os senlmenlos
liebres.
Um punhado do voluntarios pode lancar por
Ierra n'algunaas semanas um edificio sustentado
por lOO.DiiO bayonetas. Nada ha que inelhor pro-
ve a franqueza desse govorno, se o governo, revo-
lucionario aquelle que nao pode resisltr as re- i fiar deiles.
volucxtes. Mr. Ga
Bata ijiais revolucionarios em aples do que confianca
o quo se
lamento ; mas nao devemos desprezar
passa 14 fra.
Disse-se-nos quo nao ha repblica, por isso
que se grita Italia o Vctor Emmanuel I Has
Vctor Emmanuel um hornera, e nao um prin-
cipio, polr maior que elle soja. Existe urna seita
a que euj chamarei dos jesuilas vermelhos. Sao
os das restriegues mentaes ; 6 necessario descon-
*> i'ii- Em aples era impossivel urna reslau- i ls jaco
raco.
u re recenheceu a sua forca abandonando a
sua capital sem combater. O seu governo eslava
moralcenle moiio.
Podamos nos deixar csse paiz em um estado
precario, deixar ao germen da revoluco o lem-
po para desenvolver, e robustecer as paixdea que
tanto mal fueram em 1848? Nao cammellemos
leo'.li julga quo o governo merocia n
do parlamento. Repele os argumen-
nhecidos. A polilica da Italia repousa
no principio da nao interveneno. Traia-se de
tirar todo o pulido possivel sem assustar a Eu-
ropa.
U projocto de lei justo, razoavele opportuno.
A idea italiana tem adquirido vida desde o mo-
mento era que se incarnou no rei, que merecen
o titulo dejhere.
Mr. Car^uli :Nao jnlgo que esta lei possa ser
os oradores.
(Levantou-se
quarlos.)
a sessao 5s cinco horas e tres
um a,ti revolucionario indo a aples dar ao po- objecto Je^uma discussao. E alm dtsso as ob-
Toodireito de manifestar a sua vontade; mas
praticamos um acto conservador.
(Juanto aos Esudos Romanos, seria possivel
nianiii-los entre a [lata superior emancipada c a
Italia do meio dia em revolar? .V sorle do
poder temporal as Marcas eslava decidida no
dia em que a Italia do Meio-dia fosse emancipa-,
da. Julgamos praticar um acto de justica fazen- ) f'indou a Indicie ita....
do desapparecer o mal que re&ultava nomeio da dade era impossivel, porque era contraria a his-
Itila de um paiz cuntido por mercenario?. Os-j toria.
asases actos nao podiam ser mais regulares
jeccoes nSo se lom apresentado da qucslao es-
sencial, nnsdas consideracoes accessorias. Ora,
o paiz nu tem necessidade de. elocuencia dis
palxoe, massim do accordo das vontades.
Se temnsWmbatido o discurso de Mr. Perra ni
loi m"nos era consequencia do sei talento do que
por ello ser >> represonlante de um systema. Pro-
"lana, e eonclui que a un-
o nunca guerra alguma foi^cond: | t&'fUFSZ*" mlMm "e UU'
magnaiiimidade e generostlade.'
Mas concordareis,
mais federaco, encontr eu a origera do dominio
estrangeiro.
As nossas difficuldades sao graves; a rival ida-
de das cidides e das provincias ha de ser urna
das dillicul lides, mas preciso nao asexaggerar
era ag^ravar.
Nao dizeis que o Pierr.onte quer antepor-se
Italia, vos quo sabis uo ser isso verdadei-
ro ? Do futuro a unidade italiana est feila : a
llalli reage contra as autonomas particulares.
Comecamos urna grande experiencia com esta
poltica a que chamaos piemonleza, o a que eu
chamarei a da razio.
Devemos persistir nessa poltica a cireums-
creve-la; nao devemos alienar os systemas que
ata agora nos teem sustentado a arma dos
nossos inimigos dizer que vamos para a revo-
luco ; devemos repelllr esta aecusacio.
O nosso principio de que a Italia deve ser
dos italianos; as relajos entre os estados ita-
lianos nao podem ser regidas senio por leis iu-
leroarionaes ordinarias, porque os povos desses
estados sio membros da mesma familia.
A poltica do governo nacional, o a nao in-
. fu- i 'crvenco que reclamamos, n.io mais do que o
le este principio ha de re- conhecimento do nosso direto.
o catholicisnio com a socie- ^s nos-os hornens de estado nunca esqueceram
que carecemos de olliancas. \ revoluto n.io
procura alliancas; traz co'msigoimplicilaraeule a
ruina da monarchia,devora os seus lilhos.
A principal causa do nosso bom exilo foi o
instinclo dos povos, que virara que esse xito
assenlava na ordem e na monarchia.
Cumpramos boje o nosso dever, e a tnanh.ia
poderemos ser mais exigentes para com o go-
vernn.
Mr. Lafarina :Parcce-me que ainda se nao
Iratou d'aquella parle da Italia que se trata de
libertar.
A cmara ignora qoal o verdadeiro estaio
dessas provincias.
Eu separo o governo d'csse paiz de Garibaldi,
porque ninguem sabe nem pprecia raelhor do
que eu os servicos que elle tem pres'.ado
Italia.
Se temos empregado meios extraordinarios, le-
mo-lo feito pelo principio conservador esclare-
cido.
A Italia vai, finalmente, seradmiltida ao bao-
Quete das naces. Desdo esse momento o par-
tido munarcliico ha de sabir fortalecido, e nao
podemos acreditar que as potencias esclarecidas
da Europa deixem de applaudir os nossos esor-
r.os. Outras potencias ha que fazen como nos,
e a Prossia nao deixa de ser conservadora collo-
c.mlo-se tesia do movimunti allemao.
Esperamos que a opinio di Europa se ha de
pronunciar por nos, e ento a soluco dos pro-
tilomas quo nao estao resollido', ser fcil. Pro-
ferlram-se nobres palavras a respailo de Venosa.
Quinto a Roma, devo responder a Mr. Gioia.
Fui adiada imprudente a esperanca que eu n.a-
oifeatei de ver Roma lomar-se a capital da Italia.
Recooln'co as ditficuldades do problema, e se eu
nao esperasse urna mudanca no espirito da corte
de Roma, perdera a esperanza. Mas julgo que
o exemplo da liberdade lea I mente praticada ha
de mu lar o espirito da corte de Roma.
O principio da liberdade de consciencia
vo; o passa Jo nao podo pois fazer prever n
turo. Mas espero q
conciliar os chefes d
dade moderna, e tornar fcil a coexistencia em
Roma do chefo da religiao e do rei da Italia.
Taires soja urna ius.io Conlicco a3 difficulda-
des ; mas o lempo ludo pudo arranjar. Com o
voseo voto prorareis quo a nossa lei n.'io revo-
lucionaria, mas Sim o reconhecraen'.o do
diieito sagrada. (Bravos )
Foi adoptada a orden; do dia a favor de Gari-
baldi por unanimidade, incuns um ou dous votos
A lei foi unnimemente adoptad3, menos um
ou dous votos.
Eram cinco horas da tarde, quando se passou
ao escrutinio secreto.
no-
um
necessario dar forca
Cmara dos leputados.
SBsaio de 10 be oiTiBRo.
Abno-se a sessao hora o meia, continuando
a discussao do projecto do lei sobre as aunexa-
roes.
Mr. linghelli: A commissao den o exemplo
de oxsminar as questoos pessoaes. O parlamen-
to deve seguir o exemplo. Prestei a Mr. Ferrari
a attencao que devia, mas pensamos de maneira
diversa. Elle julga-se no lempo dos Visconti e
dus Slorza. dos Guelfos, e dos Gibelinos, e enu-
mera-vos os obstculos que se oppera unida-
de. Mas todas as cidades, todas as provincias
sto proraplas a sacrillcar-se no altar da patria.
Mas nao facto de enlhusasmo, mas sim de
conviceo profunda e rasoavel.
Nao queremos impor-uos aos povos de aples
e da Sicilia: queremos fazer-lhcs partilhac da
uossa liberdade. Quando rebentou a guerra, a i A,, :----------- -
liana linha vontade de se constituir. Se as divi- i 1UF se "ome'iri"n alguns juizcs, mas no 1.
soes terriloriaes livessem mais valor a exuedi- ""lubro nao havia na Sicilia nem municipios,
cao das Marcas seria injusl.cavel, Garibaldi *
SESSAU DE II DEOUTUBRO.
Coiitii.a a discu.'so sobre o pnij-sclo de lei
relativo as annexacoos.*
Mr. de S ialoia : A lei deve ser considerada nos
seos eireilos polticos ; ha do dar mais forca ao
ministerio, e mais coragem s populacoes do
Heo-dia.
Disse-se que aquella le impona o Piemonte
ao Meio-dia da Italia. O Piemonte j nao existe
se nao como nma lembranca uloriosa. Sao as
duas melados de um lodo que se reuni. As po-
pulacoes do Meio-dia usara 'de um direto im-
preseriptivel.
Pelo suflragio universal o Meio-dia da Italia
ser legalaienle o que legalmento, una parte
da Italia. Nao teremos j o triste espectculo do
um punhado de hornens que se servera do nome
do dictador para se collocarem entre os povos e
o rei. Os napolitanos julgaram nos seos comi-
cios do systema que devo rege-los. At agora
j o teem julgido as suas unnimes acclama-
yoes.
Alguns dos nossos collegas pareccu receiarem
que essa lei offendosse cortos senlimentos das
pojulaces. Quantu a mira, voto pea lei, por
que nos ha de fazer evitar perigos que poderiam
loriK-.r-se graves.
(aribaldi grande, rio por ser uro grande es-
pirilo, mas por que e um grande inslincto. I)e-
bauo doste ponto do vista ello est supeiior a
tudn. Esta lei faz parte de um syslema com-
pleto, e liai-vos no inslincto de Garibaldi. que
elle ha de comprehender-vos. Mr. Bertani dis-
se-nos que Garibaldi eslava satisfeito pelo xito
quo haviamos alcancado as Marcas e na Ombra;
agora j as nossas tropas alravessam a frontoira
e a lei nao raais do que a coulirmaro de urn
facto consumado. Esl3 lei faz-nos cortar gran-
des perigos.
Mr. Depretis tomou a palavra para explicar
um laclo pessoal.
Nao quena fazer uso da palavra pan dizer que
votara pela lei. (Nesta occasiosento-se ura
grande bulicio na sala. Era ura ped ico da cor-
nija do tecto que cahia sobro as canecas de Mr.
Bertani e Mauro Haechi, sem comludo os ferir.)
Mas Mr. Ea Faria fallou por tanto tempo a res-
peito di Sicilia, que eu nao posso deixar do fa-
zer algumas observaooes, em presenca da posi-
5ao que all ocoupei. Quanlo a lei n'o compre-
henle que possa ser agitada. As Marcases
Ombra oslao oceupadas pelas nossas tropas, que
tambera oceupam j o remo de aples. Nao
devemos 1er duas direccoes e dous exercilos. Se
a unidade produz a forca, o duelisrao faz a fra-
lueza. Nao posso acreditar que se queira ser
ingrato para com o hornera que libortou metido
da Italia. Quando mesrao na exposico dos mo-
tivos houvessera passagens que n5o podessem
approvar-se, nao seria essa a razio para regeitar
a lei. Quando so traa de urna questao nacional
temos sempre sido unnimes sera nos prcoccopar
dos ministros e dos seus erros. Explicado desti
maneira o meu voto, vou agora oceupar-me da
Sicilia.
Mr. Ea Faria lera razio em separar Garibaldi
do seu governo. E' necessario que este grande
vulto esteja su pe ora ludo como un symbolo.
de patriotismo. Desla maneira anlecipanios o
juizo futuro.
Mr. Ei Faria pareca disposto a fazer urna he-
catombe do governo da Sicilia. Nao procurarei
encobrir os meus actos com o nomo do Garibal-
di : reivindico a responsabilidade dos meus actos.
Sim, pere;am as nossas pessoas, o raesmo a nos-
sa gloria, comanlo quo a Italia seja regenerada!
Quero fallar sem indicar pessoa3, por que quero
ser conciliador. Mr. La Faria pintou o estado
da Sicilia com as mais sombras cores.
Disse Mr. Ea Faria que a lei era urgente, para
^ssegurara liberdado da votacao. Julgo que
juma vez votada a lei, a liberdade ha de existir
( para todos as Duas Sicilia*. A impressao que
I sent quando cheguei a Sicilia, foi do que aquelle
pas era um paraso que linha sido governado
, pelo diabo. Alli nao hnvia estradas ; tres grao-
i des cidades sem meios de communicago entre
s; nada de escollas; os impostos o mais mal
, repailidos possivel ; nada de liberdade commu-
nal. Osoverno croara eleitores ; muitos empre-
os mal retribuidos, alguns dados a creincas. A
iila .,, til ? H.-UIUUIUUS, diguns uauos a creincas. A
ai ii L S ''"'baldi do seu governo, como industria perseguida, toda a forga resida a po-
1 v M nlA J S0U T,tofW- i 'cla- A lort"ra- 'l"c S9 lulSava na Italia, exis-
no>'!'"'lSAUraa "cssidade. urgente, r ta na patria de Beccaria/ Conheci algumas pes-
ao ministerio para poder | soas dislinctas, emcujo"corno^ se"vi'am""ainda as
prover de remedio acs males das Doas Stci- mercas do ferro era brasa
lia. O governo das Duas Sicilias quer convocar zio ; grande numero de
urna assembla
, comprehendercis quaes seriam
as difficuld.idos em que nos adiaramos se pu-
zessemos condicoes annexaenn.
Para a ficilia nao peco mais do que a liberdade
| do voto. Essi liberdade nao existe na Sicilia em
consequencii do proprio syslema qoi alli rege.
Na Sicilia hoje nao ha municipalidades, nem
antigs era modernas. Por um decrelo foi
idissolvida toda a ordem administrativa: ver-
pau
quo a polilica produ-
proscriplos poltico?,
revoluco deveria ser
uao sena ura here mas ura expoliador.
A le nao nos pede seuo para acceitar as an-
nexaces que nos forem oferecidas. Debaixo
desle ponto de vista nao quer ella ser contesta-
da, mas essa lei c tambem um vol de conGan-
ea. E1 por isso que urgente, e voto nolla por-
que lenho confianca. Quanlo urgencia, nao
ser evidente que m paiz que sahede um'longo
despotismo nao pessa permanecer por muito
tempo n'um estado provisorio sera cahir na anar-
cnia? Nao se pode dissimular que existem em
aples ntcresses e paixos ro?ccionarias, que
levanlanam a cabeca se a anarchia apparecesse
na praca publica."
Comprehendo o enlhusasmo que excita Gari-
baldi, mas era Vulturno deve elle raesmo ter re-
conhecido quanio se torna necessario o concurso
de tropas regulares. Nao comprehendo que se
tenha felo ura programma poltico de algumas
palavras proferidas por Garibaldi para excitar on-
tliusiasmo (Bravo'
nem lribuna6s, c isto existe ha seis mezes.
Como pomo de discordia foi lancado na Sicilia
ura decreto que concede os ben's coramunaes
aquellesque teem combattldo; d'aqui resullaram
pretpnces da parte d'aquelles que dizem ter-se
ballido; essas prelencoes tom.irara carador de
una guerra civil.
Nao quero conlrislar a cmara.'mas convi-
N'ura semelhante
leirivfl.
Quando se quer comparar a Sicilia Toscana,
prolere-se urna vordadeira raonstruosidade.
A revolugo rebentou, na Sicilia nao ficou um
nico gendarme vivo.
A' Sicilia fez-se a triste offerta de lodos os for-
cados, aos quaes se deve juntar os elementos de
desordem que n'um lal paiz existe pela propria
rarca dis cousas.
Comprehendercis quaes as difficuldades que
nana a vencer neste paiz. Na Sicilia nao havia
adminislracao do guerra nem de marinha ; era
necessario crea-las do novo. O priraeirode todos
os deveres consista em prover aos meios do fa-
zer a guerra. Devii pensar-se tambera era reor-
gamsar a juslica. Desde o mez de agosto que os
ribunaes esto do novo abertos em "
- novo abertos em Palermo.
---------. ..,....-. i.reou-se urna commissao para apurar a mauUira-
dor-vos-hia a ir nao; s Palermo. era a Messina.' Ulis : creio que isto absolutamente nesor o
mas no italerior da llha, e podereis ver Iranquil- Dejde o 1." de outu"
lamente p que alli se passa.
- .. oU uuiubro, devem todos os tribunaes
. Sctoe^rrro'rm'uSrforrT
.. t 5 i------------ Q--- v. v*vi>u IOIU 11 M rij'l
condicao Uillicil; a populacao linha desojo, en-
thusiasmo\ mesrao pela anexacao; o governo
eslava, po\s, em opposicao cora os hornens raais
eraminentes, cora lodos aquellos quo linham
feito a revdluQao.
Separadoldesta maneira da intelligencia e da
riqueza do tan, o governo nao era mais do que
um partido.Igovernava alli.
Temos visto a dictadura ser offerecida a duas
tres, quatro fe cinco pessoas. Os governos frcos que diz rspeilo" "crTtor'coVrsso
a envolver-se as conteudasUrriloriaes.
A propria Europa nos lera, umitas vozes, feito
uvr conselhos severos, e o seu governp deve
attender opiniao publica. A Inglaterra quer
principalmente evitar os embaragos ; as poten-
cias do norte vera com indiloreoca aintroduc-
odo novo direito. Finalmente a Austria, em-
barazada pelo estado das suas flnancas, observa
ludo com m vontade. Se encontrarme circuros-
Hncias de poder-nos aproveilar, nao as devemos
deixar escapar.
Existe ainda oulro perigo. E' a reuniio era a-
po es de todos os representantes ds democracia.
EsU reuniao deve assustar a Europa. Aquelle
partido tem por principio a omnipotencia do es-
meados segundo a lei siciliana do 1818.
Quanto seguranca publica, era necessario ter
ura ncleo de forjas solidas para reorganisar a
gendarmera ; mandaram-mo 42 carabineiros
ora pouco para um paiz de 2 milhoes e 500 mi
almas.
A justica penal nunca deixou de existir : esla-
va administrada por commissao. A justica civil
i sujeita a urna simples suspensao. Pelo
que o di-
Um jornal e Hazzini publicava no seu pri-
raeiro numerlo falso tratado da cesso da Sar-
denha. A Sicilia tem feito os raaiores esforcos ;
est era revoluco desde o 1." de abril, roas'tera
bradado sempre : Viva Vctor Emmanuel I E
o governo sahido desta revolugo oppoe-se
annexago. I
Os proprietarios recusara pagaros impostos, o
governo langa multas duplicadas, mas nem por
isso se paga mais.
omJlZrJKa empreS,m0- Bdraiilind0 cora a alministragaque aca"Co"il seme7h3re"
em pagamen|o na melado o emprestismo nao re- sultados.
conhecido de 1848. Ninguem deu real; mas nao
porque o paiz n8o ame a Italia.
Em 1848 concorreu cum 25 milhes em tres
das, quando Messina j estara tomada; Hoje
uheiro era o menor de lodos os annexioislas. A
maior parte dos recebedo.-es linham abandonado
os seus poslos : abrimos um empreslimo, mas o
dmhciro nao chegou, ainda que admitlissemos
PaP' sem valor pelo numerario. O empreslimo
de 1848 era um empreslimo forgado. O conde de
Cavour aconselhou me a que verificasse um, mas
era necessario mostrar Europa quo a Sicilia es-
tar governada pela revolugo; eu porm nao
quiz.
A administragio de 1848 pode ter sido excel-
Ienle, mas ella irouxe de novo osBourbons a Pa-
lermo. A de 1860 pode ter sido m, mas conduz
a liberdade de aples. Pode ser.-se indulgente
Quanto annexago, Garibaldi sempre a quiz ;
so era motivo de questao ser raais ou menos bre-
ve. Eu eslot aqui porque a quero appressar; nao
me considero pois suspeilo. Garibaldi nunca quiz
seno conservar urna base de operaces para po-
der lavar a cffeito a sua obra.
Se Garibaldi nao lvesse seguido o seu inslinc-
to, em vez de rejeitar, como agora, um parla-
mento em Palarmo, teriamos um em Napole3, e
seria um grande? obstculo.
Se Garibaldi dase que quera proclamar a uni-
dade era Roma, nao reconheceraos nsqual era o
seu pensamento, e quo o seu designio era digno
'de urna grando alma? (Susurro).
I Quanto ao decreto que concede aos soldados os
bens coramunaes, neg quo seja obra de Gari-
oaldi. Nunca se transigi com os deudos cora-
munsnunca se deu aranislia. Podia haver falta
deJorga para reprimir, mas nao se transigi.
Nao posso accoitar sem reserva que a revolu-
5ao reina na Sicilia. Garibaldi certamento o
maior annexionista que jamis houve. As nossas
nslituigoes esto proclamadas na Sicilia, Cari-
baldi representa a justica, a redempcao dos po- '
vos, mas nao a revolng'ao.
Vemos os pas do familia, os mancebas, a aris-
tocracia, a gente de todas as nages, de todos os'
partidos, combalerem com Garibaldi.
Garibaldi foi um grande educador da mocidade
Italiana. Quanlos elementos nos forneceu para
esse grande exercito que ba.eu a Austria I Quan- ;
do um hornera faz desles milagres, representa um
grande poder.
Nao julgo que o ministerio quera reninc3r a
servir-se do elemento revolucionario que crea
Garibaldi. De certo se privava de urna erande
forca.
Desejo que o paiz obtenha dentro em pouco um
voto unnime da cmara, que ha de ser urna ga-
ranta da opinio publica.
Mr. La Farini pedio para responder. A cmara,
depois do consultada, concedeu-lhe a palavra.
Direi nicamente duas palavras. AOirmei al-
guns faclos que Mr. Deprelis conlrariou. Quero
provar-vos que se trata apenas do um equivoco,
porque en nunca fiz a menor nllusao a Mr. De-
pretis. Permanec muito pouco tempo na Sicilia
para sr responsavel do que alli se passou. Mas
toda a sua energa foi impotente. Repito que nao
havia municipio na Sicilia, nem segundo a lei de
1818, nem sogundo a lei piemonteza.
Os municipios sao regidos por tres ou quatro
pessoas da escolha do governo.
Isto nao sao verdadeiros municipios, os se
lizerara o que se quiz.
Quanto aos tribunaes, Mr. Depretis organisou o
tribunal superior, mas quaes seriara os processos
de que elle se devia oceupar na falla de tribu-
naes inferiores ? Affirrao que esses Iribunaes an- !
da nao funecionam.
Todo o mundo f;>z juslica a Mr. Deprelis ; fez
o que pode. Nao fallo de Roma, nem das inten-
ges de Garibaldi ; seria necessario dizer, o que
devo callar.
Mr. Depretis-Persisto as minhas affirmal-
vasos tactos podem verrficar-se.
Mr. Ferrari desenvolveu a opinio de que a
desordem e a anarchia sao a consequencia ine-
vilavel das revoluces, e que preciso nao se
queixarem desles males passageiros quando se
levam a eleito grandes cousas.
Mr. cavour.A discussao que acaba de ler lu-
gar demonstra quanta razo tivemos para convo-
car o parlamento. Esta discussao dissipou re-
celos e conjecturas. Salva urna brilhanle excep-
cao lodos aqui leconhecem a necessidade de fa-
zer votar os povos do Meio-dia da Italia, Fago
justica aos nossos habitmes adversario?.
Toda a queslao se reduz ao vol de conffanca,
que pedimos, e maneira porque queremos fa-
zer a annexago.
Dirigem-nos censuras por querernos obrar em
aples de urna maneira diversa porque proce-
i demos na Toscana e na Emilia. Mas se aquel-
las provincias nao forem annexadas sem demora,'
a culpa nao ser do governo, o fallo tanto no que
respeita aos nossos antecessores, como ne que
loca a nos. Depois de Villa-franca era impossi-
vel acceitar as annexagoes immodiatimente. Ja
a resposta dala s priraeiras deputages foi um
acto arrojado. Nao se podiara acceitar as an-
I nexages no dia inmediato ao convenio de Zu-
Irich. Todas as potencias linham acceitadoum
congresso e o principio da nao intervengao
: apresentado pelas duas grandes potencias. Nao
se podiara precipitar as annexages.
Quando se nao tralava de congresso, tratava-
se do me mandar a Paria'a a Londres para abre-
viar as annexaces. Sobreviveu a crise minis-
terial, que nao foi de modo algum originada pe-
la polilica externa ; essas causas forara todas in-
teriores, e eu quera pode-las riscar da historia
desle anno.
Quando as provincias liverem votado, convo-
caremos os seus eleitores, excedendo mesmo des-
ta maneira os nossos poderes. Nio hesilarei em
excedo-los se for necessario para aunexar a-
ples.
Os obstculos que encontra a annexacode a-
ples nao se parecem em cousa alguma cora o
quo se passou na Toscana, e nos podemos pro-
ceder legitmenle.
Emquanto os povos votarem, os representantes
das antigs provincias votarao da suo parte.
Vos ro ssnccionaieis um tratado feito, mas da-
ris a indicago positiva para um tratado que se
ha de fazer. Votando, provareis que queris a
annexago sem ondiges. Nao julgo que em
aples exisla perigo municipal, mas o voto des-
te parlamento ha de reforgar as convieces da
grande maioria daquelles povos.
Resta-rae fallar da questao de confianga.
Wisse-se que qunamos fazer julgar pela c-
mara, nao o ministerio, mas Garibaldi: nao es-
so o nosso pensamento, Ao contrario, julgamos
prestar ao general a maior de todas as homona-
Sens : entre nos existo uui disseniimenlo grave,
mas nao fimos nos quo o provocamos : temos
feito quanto podemos para o nao tornar publico,
mas quando urna misso qoasi solemne o revel-
lou ao paiz, o ministerio julga dever peigunlar
ao parlamento se esla circumstancia modifica a
sua opinio Quo podemos nos fazer mais hon-
roso para o governo ?
Podamos nspresuppor que o parlamento par-
iilnava da opinio do general t
Disse-nos que a retirada nos engrandecera ;
compenetrado da gravdade da desintelligencia.
temos raesmo procurado evitar conhece-lo. O
i dictador anda esl longe de aples, para que
, nos preoccopemos da possibilidade dessa desin-
telligencia.
Fizemos ver cora o que se passava, porque
vamos os hornens que cercavam o general subs-
tituir os seus verdadeiros amigos. Propoze-
mos cora nao urna mudanca de polilica, mas
urna raudanga de hornens.
A co:a declarou que o poder monarchico po-
Jeria assim a sua forga em face do paiz c era fa-
ce da Europa, o que nos devumos conservar-
nos. Desde enlo era impossivel a nossa reti-
rada.
Se a cora livesse permiltido que um tidadao,
por mais elevada que fosse a sua posico, podes-
se derrubar um ministerio, o syslema constitu-
cional receberia um golpe profundo talvez
mortal.
Convocamos o parlamento, nao para lomar in-
conciliavel a desintelligencia, mas para Ihe por
terrao.
Se desseis um cheque ao ministerio, relirava-
mo-nos sem enfraquecer do maneira alguma o
principio. So nos derdes razo, julgamos que
Garibaldi ouvir de preferencia os desejos dos
representantes da sua cacao do quo os de alguns
hornens poohi trisli que tentara separa-lo da
grande causa nacional.
Aposentaremos ao general a ordem do da que
houverdes proposto, e a que nos associamos. e
Ihe diremos quo se rena a nos em nome da Ha-
lia. ( Bravos prolongados. )
Passo a questao diplomtica, porque se fallou
docessao a Franga. Nao preciso dizea-vos que
nunca se tralou disso, mas uo comprehendo
que se conserves Halla dividida para evilar urna
cesso hypolhetica.
O tratado de 21 de margo nao poder ser in-
vocado como precedente. Nao possivel a ques-
tao de nacionalidad?, e o que so pode pedir ao
Piemonte, ne se pedir a 22 milhes de italia-
nos reunidos. Collocai no ministerio quom qui-
zerdes, e a semelhanto pedido dar a resposta do
Gino Capponi. Fallou-so de Roma e de Veneza
poda invocar razoes do Estado para nada dizer'
mas nesta occasio vale mais fallar bem alto. '
Por agora lodos recoohecem que nao op-
portuno ir a Roma emquanto os francezes alli
esliverem. Mis um hornera de estado deve pre-
ver o futuro, para mudar a direcgo das cousas
segundo os aconteciraentos. Qual pois a
nossa idea ? E' fazer com que a cldade eterna se
torne a explendida capital do reino ilaliano.
(Bravos enthusiastas e prolongados). Mas per-
gunlar-nos-hSo-quo meios temos nos para che-
gar a esse resultado ? Mas diris vos, sabis o
que ser a Europa dentro em pouco lempo ?
Posso indicar as grandes causas que faremos
progredir quando este wnblemaestiTerresoivido,
devendo para isso corabater as forgas morae3
que j contamos. Esperamos quo a sociedade
calholica ha de convencer-se, de que a liberdade
favoravel religiao. Espero que esta verdado
ha de tnuraphar; temo-la visto reconhecer pe-
loa mais fervorosos calholicos. Nao hesito em
dizer que o nosso rgimen liberal favoravel ao \
desenvolvimenlo dos sentiraentos religiosos. No '
Piemonte nao haveria religiao, sem os nossos do- I
ze annosde liberdade.
Quando esta opinio estiver por toda a parte
espalhada, e a conduela do nosso exercito e do '
nosso re para isso contribuirr a grande raassa
dos calholicos ha de ver que o pontiQce que pre-
sida nossa religiao exercer raelhor o seu mi-
nisterio deffendido por vinte cinco milhes de
italianos, do que por vinte cinco mil baionetas
estrangeiras.
Todos nos reconhecemos que nao podemos na
actualidade fazer a guerra 5 Austria. Nao pudo-
mos, porque a Europa se oppoo a isso, e nao pos-
so deixar de qizer-vos que sempre lera sido fa-
tal aos povos desatlcnder a opinio das grandes
nages ;o maior guerreiro dos lempos moder-
nos tentou faze-Io, o succurabio pcraiitc a Euro-
pa. Ainda oulro imperador que dspunha de
muilas centenas de rail baionetas nao leve tam-
bem em conta a opinio da Europa, e arrepen-
deu-se amargamente. Como se ha de, pois. re-
solver a questao de Veneza ? FazenJo mudar a
opinio da Europaa Europa duvida ainda da
capacidade que temos para nos consltuirmos em
nago lirro e independente ; a nos que cum-
pre fazer mudar essa opinio. Constituimos um
estado forte, que se baseie no consentimento
unanimo dos povos, e a opiniao da Europa ha de
mudar.
A Europa iulga tambem que esses povos po-
dem conciliar-se cora a Austria. A conciliaco
impossivelnao ha favor nem beneficio, que
faga renunciar Veneza s suas aspiraces ; quan-
lo mais forte fr a Italia, mas a forc de altra^-
go se ha de engrandecer.
A Austiaconhcco uto muito bem. Tanto as-
sim o reconheceu o imperador da Austria em
Villa-Franca que quiz fuer entrar Veneza na
confederaco. So quizar conservar Veneza, lica
condeninada a repressao.
Ela verdade ha de afinal ser comprehendi-
da. Se os diplmalas nao lera coracio, lera-
no os povos, e sao elles que dictara a lei Eu-
ropa.
Temos pela nossa parle nao s a Franca e a
Inglaterra, mas a nobre Allemauha, e ura da vi-
ra em que os alleraes livres nao querero asso-
ciar-se a este systema.
Alcangareraosns vantagem pelas armas ou pe-
las negociaces ? Nao sei.
Tenl.o toda a esperanga de que o vosso voto
ha de ser unnime, e que ser grande a sua in-
fluencia, para quo se possa chegar a conseguir
a maior, e a raais magnnima ompreza que ja-
mis foi tentada por um povo, (Applausos pro-
longados).
Depois declarou-sc encerrada a discussao.
O Presidente leu a ordem do dia proposti pela
commissao a favor de Garibaldi.
Foi unanimeute adoptada no meio de applau-
sos enthusiastas.
O Presidente leu o texto do projeclo de lei.
Approvada por unanimidade, e o proprio Mr.
Bertani tambem se levanlou a favor do projecto.
A cmara applaudio-o com enlhusasmo.
Passou-se a escrutinio secreto.
Foi adoptada a le por unanimidade. menos 6
votos por :9(i.
Mr. Bertani lancou ostensivamente urna esphe-
ra branca.
O resultado do escrutinio foi ouvido com gran-
des demonstraces de enlhusasmo.
Levantou-se a sesso s 5 1(2 horas.
'Jornal do Commercio de Lisboa).
DIARIO DE PERNAtvlBCO-
Veio-nos s mos quatro nmeros do Herald
de New-York, de que foi portador o vapor S.
Luis, qoe torou anle-honlem em nosso porto.
Esses jornaes alcangam at a dala de 21 do no-
vembro.
Eis aqui em resumo as noticias mais impor-
tantes que ahi encontramos.
Nos Estados do Sul, mormente ni Carolina os
jonnes e cm geral todos os escritores abiiram
ltimamente urna discussao scerbissima contra
as ideas abolicionistas da eseravida que susten-
tara com pertinacia os jornaes e os livros es-
criptos uos Estados do Nurto.
.Na Carolina do Sul parece mesrao que o poder
legislativo apoiava cora certas medidas o senti-
mento popular manifestado contra o abolicio-
nismo.
Os Yankees sao alli olhados com SUspeita.
Os agentes da companhia de paquetes do nor-
te recebera m a nolilicagao do quo nao era per-
miltido para o futuro desembarcar passageiro al-
gum sem que a companhia se comprometlesso a
sustenta-los no caso do seren vagabundos. Os
agentes da companhia derara iminediatamenle
".viso telegraphico para o Noilc para que hou-
vessera all de recusar passagera a essa especie
de passageiros. A notifleacio foi feita em vir-
lude de urna antiga ordenariga que at o presen-
te era leltra mora, mas que se fez reviver por
causa do receio de que a deficiencia do gneros
alimenticios que j se experimenta antes do in-
vern nao inunde as cidades do Sul com a raul-
tidao de pobres do Norte.
Este E,lado (Carolina do Sul) tem manifestado
desejos de separar-se da fjnlo a datar do 1 do
Janeiro prximo em diante.
A tendencia de separaco nao se limita so-
mente ao Estado da Carolina, mas vai-se deseri-
volvendo era quasi todos os Estados do sul. No
Tennessee, na Virginia, na Georgia, no Mssis-
sipi e na Florida tem-se manifestado a mesma
prodisposico. A sempre crescente rivalidade en-
tro os Estados do Norte o os do Sul a causa
principal do deseiivolvimenlo d'esse desejo de se-
paraco; e nao de adamar que em urn futuro
mais ou menos propinquo vejamos a divisan com-
pleta dos Estados-Unidos em duas confederjees
dislinctas o nvaes.
b' esto ao menos o caminho que parecem levar
as cousas.
Em New-York eslas noticias do sul linham
produzido urna sensacio profunda, e e mesmo
succedeu era Washington. Reuniram-se diversas
associaces patriticas com o fim de lomar me-
didas c empregar todos os meios possiveis afim
do fazer desapparecer as ideias de separaco.
De noticias recebidas dos portos dogolpho do
Mxico corijl3va que apparecora alli a febre ama-
rella, o eslava fazendo horriveis e-tragos, espe-
cialmente na gente do mar.
O Sr. Martnez, presidente da repblica de Ni-
caragua, dirigi ao povo urna proelamacio exci-
tando os seus senlmenlos patriticos com o fim
de oauxiliarera a dar cabo dos fiibusteiros que
perlurbam o socego das cinco repblicas do cen-
tro da America.
Por um paquete chegado em New-York, pro-
cedente do Ilavana tinham-se recebido jornaes
d'esla cidade at 18 do novembro.
Noticiara os referidos jornae3, que o general
Miramon, presidente da repblica do Mxico re-
signara a presidencia, na qual o havia substituido
o Sr. Robles.
Os reaccionistas linham abandonado Puebla.
Na capital havia grande excitaraerrto nos esp-
ritus o muito receio pelo futuro.
03 jornaes que temos vista trozem algumas
noticias da Europa ; mas sao todas de datas ante-
riores sque recebemos pelo ultimo paquete in-
glez. O paquete, cujas noticias vera colligidas
nos jornaes a que nos referimos, parlio de Liver-
pool no dia 7 de novembro, isto dous dia an-
tes de partir para o Brasil o paquete inglez que
por estes Ires das devo aqui chegar de loma
viagem dos portos do sul.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Tor portara do 6 do corrente, foi nomeado o
Sr. Luiz Antonio Cordeiro para servir tempora-
riamente o olllcio do escrivio do jury do lermo
de Caruar, na conformidade do art. i3 do de-
creto de 16 de dezembro de 1853, n. 1291, e se-
gundo a represcnlago do respectivo jniz de di-
reito.
Amanha ter lugar a arrematago da 11-
luranago publica das cidades de Olinda e Gei-
anna, quo tem sido transferida por mais de urna
vez pela falta de concurrentes respectiva lici-
tago.
A illuminago desta compe-so de trinta lam-
peoes na razo de300 rs. por cada um, ea d'a-
quella decent o umnade260rs.
onlem continuando o processo de habili-
tacao pira o concurso s cadeiras de inslrurcio
primaria, produzirara os habilitandos a prva
oral, com o que encerrou-seo processo. aim de
serem examinadas as provas escripias para a
respectiva votago.
Por occasio da chuva que hontem pela
madrugada cahio, o em consequencia do remo-
que soprava riji, desabou una oleria da Torro
com a felicidade do na occasionar sinistro al-
gum, apesar de ter Qcado debaixo um preto,
mas era tal posigao que Ihe garanti urna com-
pleta incolumidad.
Temos noticias de Corrento, comarca do
Oaranhuns, quechegam 26 do passado, as quaes
nasos scioncia do publico em suas nroonis
expresses ;
> Urna missio sempre a ma3 vira e locanle
monifeslacao do culto da nossa religiao depois
da missn e anniversario da Paixao, o morle do
Crucilicado.
E'a predica, como deve, o quer a groja
quo sea, abundante da palavra evanglica, edi-
UcantlP pelo exemplo, piedosa pela doutrua
enrgica pela coragem, respeitosa pelas conve-
niencias, e consequenlemente pelos seus fruc-
tos.
No entretanto quando ella se ressonte da
exageragao, e fanatismo puramente urna lic-
cao. O terror, c as discripges pavorosas depois.
de proluzrem, por mais de urna vez. seus ef-
fetos vao produzindo ell'ei'os contrarios.
O povo familharS3-so cora o medo da mor-
le, e do inferno ; a descrenga invado os corages
dos tmidos, c arraiga a impieda le nos dos im-
pos, e os sazonados fruetos de urna misso apo-
drecem, cahem, sem que sojam ao menos apete-
cidos.
O missionaro Fr. Sebaso incontesta-
velraente um varao apostlico Ilustrado pela
historia sagrada, e da groja, versado as sagra-
das leltras, as suas homilas, os seus calhecis-
mos, e sermes deleitara e edificara.
Peninente por viriude. e seu maior cuidado-
versa na salvaciu das almas, na reforma dos
costumes, na pralica de boas ac-oes, no trium-
pno, era fim, da moralidade.
Sio excellentes os seus des'jos, por sua
vontade este pobre Corrento seria urna mancao
de anjos e bera aventundos. e a sociedade sa-
manta composta de hornens de bem. Mas qual L
parent rari mants in gurgite vasto.
Depois de quinze dias de predica, retirou-se
hontem, depois da missa com deslino a Papa-
caga, haveodo-se despedido do povo. de urna
maneira tocante. Eu vi esse digno padre de joe-
Inos, invocando per 15o dos hornens livres a
quera elle fulrainou ;om o peso das suas pala-
vras.
Vi lo bem ura ; gemido, um s pranto,
urna so aiilicgo, urna s saudade amargnrando
sensivelratnle ura auditorio do seis mil pes-
soas.
En para ver-se !
O seu acamporihamento foi nn-neroso, e vo-
luotario, e tendo em caminho peioso povo,
queso rettrasse, anda assim chegou a Papacaca
bera acompanhado. Vai ali raissionar.
Fez ura grande benifico a esto lugar; fun-
dou como j Ihe mandei dizor, ura bello cemi-
lerio, que feito 3 dinheiro importara em 3 cori-
tos pouco mais ou menos.
Deixou grande porcio de materiaes para 1
conclusao da nova capella, ni qual celebrar-se-
na a primeira missa no dia de Santa Engra-
cia.
Os conflasionajios foram Concorridos por tal
modo, que seis sacerdotes nao poderam dar ven-
cimento ao numero de penitentes, que, ou arre-
pendidos, ou por imitacio, prelendiam remedios
par i as suas queixas.
* Alera do Rvm. vigario, que conslantamenle
nao se poupou aos trabalhos de sou cargo nes-
sas occasies, esliveram presentes o ajudando,
quer no altar, quer nos confesionarios, o co-
adjulor c estolleres da freguezia.
Reinou paz, porque foi olla a primeira pala-
vra enunciada pelo padre s turbas : pax vodis.
Um facto extraordinario leve lugar, quando
na ultima misso discorria luminosamento o pa-
dre sobre o triompbo da misericordia divina.
Oanlo o' auditorio pareca extalico na con-
templado dos effeitos pr iduzidos no obstinado
pela Omnipotencia Divina; quanlo o coracao
do crente tremia, e a razo ajirvavase a essa
verdado absoluta... urna mulher ergue-se do lu-
gar ondo eslava, e nao gemen lo, mas sim u-
vaniodetou a correr em direcgo ao padre pi-
sando a ludo, que se Ih'antepunha, cahindo por
sobre as outras rnntheres, que, j repassaOaa de
medoorgiiersm-se aterradas para dar passagera
a essa Infeliz, que depois de extremosos esforcos
pode ser subjugada. Tinha enloquecido...!)
n P- D'
O vapnr Paran, que ltimamente aqui (o-
cnu. conduzio seu bordo o callao Amonio Jo-
sa Mendos, e 8 pessoas da tripolagio do briguo
portuguez Trovador, naufragado nos baixos das
Cobras oeste de Fernando d Noronha, na noi-
le de 22 do passado.. Promove-se na praca do
commercio urna subscripcio em seu favor. *
O vapor americano s\ Luiz que anie-hontera
tocou em nosso porto, viudo de New-York, e,0m
destino S. Francisco, na California, conduz \
seu bordo lady Fiankliu, viuva de Sir John Fran-
klin, e sua sobrinha miss Cracroft.
A o parlir de New-York achavam-se conclui-
das as eleices para presidente da repblica, ob-
tendo maioria de votos, e como tal proclamado
presidente, o Sr. Atraham Lincoln.
Ura grande excitamento de nimos se havia
declarado nos estados do sul da L'nio.
. Tendo-nos alguera enviado as considera-
coes seguioles, nao podemos furtar-nos de leva-
las ao conhecimento daquella corporaco, a que
se ellas dirigem.
O lira a que ellas visara, tao obvio que pou-
pa-nos a respectiva indicago; ea sua importan-
cia ficar ao juizo do publico quo tendo oi/ios,
bera ve o que vai por ahi nes gocios pblicos, que se reputam no melhor estado
possivel.
.1 cmara municipal e as ras da capital.
Quera pensara quo a cmara municipal da
cidade do Recife, lo pouco caso faga de suas
posuras, por ella mesma iniciadas?
O caso que os tactos existem, e que, ape-
sar das queixas e reclamages dos prejudicados,
nem urna providencia sequr, lera ella tomado
era ordem a previnir innmeros males, desgos-
tos e recriminaces I
O caso que os obedientes lei. sao os
que mais solTrera, restando aos transgressores a
utilidade de seus caprichos c espiculages ruino-
sas, a despeilo daquelles que promptos e sub-
missos cahirara na esparrela, do muJarom seu3
estabelecimento^ de nadara, ferrara ou de cal-
deireiro, gastando enormes sommas, quando os
refractarios a par do goso da situaco mais fa-
voravel ao commercio, nao ha quera os incom-
mode 1
Oulro fado nao menos censuravel por cer-
to a execuco da postura que manda amurar
os terrenos devolutos, a qual s lera servido de
pesado onus, para os pobres de proteceo, sendo
estes os prraeiros que com grandes "sacrificios
pecuniarios satisfizeram o preceito da lei; ou-
tros pelo contrajiozombara impunemente da c-
mara ede seus agentes, nem urna salvo-rainha
de penitencia se Ihes tem dado. Espinho quo
nasce torio, tarde ou nunca se endireita, e a
cmara quer confirmar por seus actos a verdado
deste axioma.
Nao eremos que essa culposa indifferenca
pela sorte do municipio seja filha do patronato,
ou da ignorancia : nao o eremos, porque aca-
mara tem um habilissimo advogadu a frente de
seus negocios, que nao ignora sem duvida que
ha urna lei municipal a semelhante respeio ;
nem podemos concordar que caprichos particu-
lares se oppooham a una corporago respeita-
vel como e a cmara municipal, nem to ponco
que a cmara esmorega logo a primeira intima-
gao de algum protegido ou favorecido de quat-
quer supplente do juizo municipal. O cerlo
quo a muitos respeitos existe ura clamor que vai
assumindo grandes proporcoes contra a cmara
municipal.
Quanto s calgadas e lmpeza das ras, islo
nao se falla ; malhar em ferro fri; mas coi-
tado daquelle que cahir no desagrado de algum
Sr. fiscal.
Accorde a cmara municipal, saia do lethar-
go em que vive seus membros se auxiliem mu-
tuaraenle, aclive seus agentes, recorra das in-
justas senlencas, cerlo que colher meHiores
fruetos, e com ellos a gratido e respeitos de
seus municipes. Urna receila de perto de cen
contos de ris, d para muita cousa seno para
termos jardins e parques as pracas e ras largas
da capital, ao menos para fazer 'cora que desap-
paregam montunas, aguas estagnadas, camalecs
e ouiros precipicios.
Sr. redactor, clame e reclamo contra abusos
e omraisseg sejueibautes, a. re se a quem.
<-.
%
v .
*-
v-
-


DIARIO DE PERHAMBCO. ~ QUARTA FEIRA 11 DE DEZEMBRO DE 1860.
m
mostr que nao estamos no deserto, que temos
gnverno, para que o audaz nao fique impune e
v andando seu eamtnho
Existe na ribeira de Santo Antonio ura rai-
seravel, coberlo da chagas, e quasi moribundo,
que boro digno de ser levado para o hospital,
alim de que se evite sua morte alli, sem os soc-
corros que a igreja s6e dar nos ltimos mo-
mentos de un christao. Nao ser um dos de-
verej da polica vigiar pela moralidade publi-
ca ? Pois ella pedimos se digne lancar suas
vistas para aquella localidade, e remover csse
tniserarel para ura dos nossos hospitaes.
O tribunal da relaco na sesso de hontem
desprczou os embargos oppostos pela F.xma
viuva e filhos do commondador Luiz Gomes
Ferreira ao venerando accordo proferido na ac-
co queelles traziamcom oSr Luiz Gomes Fer-
reira, guarJa-mr interino da alfandega dostj
cidade.
Assim, pois, est confirmado aquelle venerando
accordo que reconheceu o Sr. Luiz Gomes Fer-
reira ilho natural do fallecido commendador.para
entrar na heranga paterna era concurrencia com
seus irmaos : a deciso foi unnime, e foram
juizes os Srs. desembargadores Lourenco Jos
ta Silva Santiago, Antonio Joaquim da Silva Go-
mes, Antonio Raptla Gitirana, D. Francisco
Balihazar da Silveira e Agostinho Moreira
Guerrs.
E' por actos como e3le, qne o Ilustrado tribu-
nal da relico do districto se tem distinguido, e
gosa de born concoito iacontestavel.
Foram re:olhidos 4 casa de delenijo no
do 8 livres o 2 escravos, a saber : a ordena do
Dr. che fe de polica 1, a ordem do subdelegado
do Reeife 1, a ordem do de Santo Antonio 1, a
ordem do de S. Jos 5 e a ordem do dos Aboga-
dos 2
Li3ta dos baptisados e calamentos li.avidos
na freguezia de Santo Antonio do Recite do 2 a 8
do correnle :
Ladislao, branco, fillio legitimo de Marcelino
Marines da Silva e Candila Cyriaca Barcellos.
Maxirailla. branca, tiln legtima de Pedro Al-
fonso Rigueira e Laurinda Maria da ConceiQao.
Anacleto, cnoulo, escravo de Antonio Jacintho
R urges.
Mara, parda, filha legitima de Vicente Ferreira
de Suuza e Belarmina Brasilina de Millos.
Alfredo, branco, Glho legitimo de Jos Peres da
Cruz e Virginia Mara Peres.
Jos, branco, fillio legitimo de Jos Mauricio
Borges e Anna Joaquina Joaquina Raoiista do
Moraes
Manoel. branco, filho natural de Marianna da
Conceico.
rrsciliana, crioula, Glha legitima de FilippeNe-
ry Carduzo Brrelo e Carolina Maria do Al-
buquerque
Leonid.i. crioula, filha natural da Benedicta Nor-
berta Valeria.
Um filho legitimo de Domingos Joaquim Ferrei-
ra Gui maraes.
Urna filha legitima d- Christovao Jos de Abreu
Guimaraes.
Italbina, de20annos, filha natural de Theodora...
Urna i'ha legitima de TheoJoro Bensem dos
Santos.
Um filho legitimo de Manoel Duarte Vieira.
Urna filha legitima do mesmo.
Casamentos :
Jos Anlonio da Silva Araujo com Francelina
Amalia de Souza Ramos.
Manoel Xavier de S Albuquerque cora Luiza
Candi'la de Albuquerque Mello.
Manoel Firmino de Parias com Francisca Maria
da Conceico.
Jos Vicente dos Santos cora Maria das Dores
Lagos.
Manoel Alves Lessa com Maria Isabel de Souza
Rangel.
Jo^ Tlieoduro Goncalves Fialho cora Theodora
LVnbelina Duarte Vieira.
Antonio Mara de Brit) com Maria
Cruz
Joaquim Bornardino de Castro Portella com An-
na Tertulia da Conceico.
MORT.tLIDADE UO DA 11 DO CRREME.
Joo Martins de Castro, branco, solleiro, 18 an-
nos, tubrculo pulmonar.
Paulino, branco, 6 mezes, colite.
Luiz Gomes de Franja, preto, solleiro, 50 an-
nos, bexigas.
Francelina, parda, escrava, solteira, H annos,
apoplexia.
Eugenia da
COLLECTORIA PfOVIXClAL DE
OLINDA.
AUcrardes fcilas no lancamcnlo da
dcima urbana, que pagara as ca-
sas pci'lencentes collccloria de
Olinda, para o anno de isgo
1861, pelo colleclor Manoel Jos
de Azevedo Araorim.
Estrada da Passagern.
N. 6 Henriiue Gibson, proprieta-
rio de ums casa terrea arrendada
annualmente por ................ 300JOOO
Estrada do Salgadinlio.
N. 10.Ilenriquc Gibson, uroprie-
lariu de urna casa terrea arren-
dada annualmenle por............ 40DJO00
Eslr.aia do Campo-Grande.
N. 4.D. Francisca Barbosa, casa
terrea arrendada por............ 3609000,
Estrada de Beln).
N. 17. Joo Antonio Garpintei-
ro da Silva, proprietario de urna
casa terrea arrendada annualmen-
te por............................ 8JJ0O0
dem 18.O mesmo, proprietario
de urna casa terrea arrendada
animalmente por ................ 72#000
dem 19.O mesmo, proprietario
do um a casa terrea arrenda la an-
nual mente por................... 72JO0O
I.Iom 21). O mesmo, proprieta-
rio de urna casa terrea arrendada
annualmenle por................ 72JOO0
Ilcm 21.O mesmo, proprietario
de urna casa terrea arrendada an-
nual menle por.................... 72j[000
dem 22.O mesmo, propri-lario
de urna casa terrea arrendada
annualmenlo por................ 72J000
dem 23. O mesmo, proprieta-
rio de una casa terrea arrendada
annualmenlc por................ 72J000
Estrada de Joo de Barros.
N. 5. Dr. Pedro Dornellas Pes-
soa, proprietario de urna casa
terrea arrendada por............ 24OJO0O
IJem 6.Z-ferino de Lima Caval-
canti, proprietario de urna casa
terrea arrendada por ............ l4S$000
IJem 15.Jorge Frederico Colher,
proprietario de urna casa terrea
arrendada annualmenle por..... 500#000
dem 18 Thomaz de Carvalho
Soarcs Brando, proprietario de
1 casa de sobrado de 1 andar, ar-
rendado annualmenle por........ 1:2003000
dem 22.Guimaraes & Alcanfora-
do, propriclarios da urna casa de
sbralo de 1 andar, arrendado
por .............................. 1:2005000
Estrada do Rosarinho.
M. 2. Bernardo Jos da Cunha
Guimaraes, proprietario de urna
casa terrea arrendada annual-
menle por........................ 3603000
dem 6. Furluoso Jos Pereira
Dutra, proprietario de umajeasa
casa terrea arrendada annual-
menle por ..................... 300*000
dem 8 Ignacio Manoel Vibgas,
proprietario de urna casa terrea
arrendada annualmento por.... 480J000
dem 13.Jos Norberto Casfello-
Bran:o, proprietario de tima ca-
sa terrea arrendada annualmenle
por........................r...... aiOJOOO
dem l.Jos Ignacio de Oliveira,
proprietario de urna casa terrea
arrendada anoualmente por...... 200g000
Estrada de Cruz d'Almas dos Pobres.
N. 2.Miguel Marques de Luna,
proprietario de urna casa terrea
arrendada annualmeote por..... 180JO00
dem 3. O mesmo, proprietario
de urna casa terrea arrendsda an-
nualmenle por .................. 120SO0
dem 4. Jos Gomes d'Alberga-
ria, proprietario de urna casa
torrea arrendada annualmeote
por .............................. 108SO0O
lieni 6.Maria Rita da Coacj)irao,
proprielaria de urna casa terrea
arrendada annualmenle por...... 103JOO0
dem 7. Anlonio Pereira de Oli-
veira Ramos, proprietario de urna
casa terrea arrendada por......;. GOOjJOOO
Estrada dos AfQctos.
N. 9 D. Baria Carolina Ferreira
de CarvalhV proprielaria de urna
casa terrea arrendada annual-
menle par. A..................... 60OJOO0
dem 11.JoioNFilippe dos Santos,
proprietario de urna casa terrea
arrendada annualmenle por...... 200)000
dem 13. D. Maria Joaquina Ma-
chado Costa, proprielaria de urna
casa terrea arrendada annualmen-
le por ........................... 200*000
dem 16. D. Thetteza de Jess
Coelho de Souta Leao, propriela-
ria de urna casa terrea arrenda-
da annualmenle por ............ 8O9J00O
dem 23.Herdeiros de D. Laori-
anna Rosa Candida Regueira,
proprietariss de urna casa Ierre*
arrendada annualmenle por...... 7700000
IJem 25. D. Josephina Sebas-
tiana Cavalcanli de Albuquerque,
proprietario do urna casa terrea
arrendada annualmenle por.... 300*060
dem 33. Joaquim Anlonio Car-
neiro, proprietario de urna casa
terrea arrendada animalmente
por .............................. 360*000
dem 36. Ignacio Luiz de Brito
Taborda, proprietario da urna ca-
sa terrea arrendada annualmen-
to por ............................ 480*000
Estrada do Espinheiro.
dem 9. Major Jos Joaquim Au-
tunes, proprietario de urna casa
terrea arrendada annnslmente
por............................. 2i0*000
Estrada d'Agua-Fria.
dem 8. Henriqun, Gibson, pro-
prietario de urna casa terrea ar-
rendada annualmenle por ...... 600*100
dem 13 Joo Joaquim da Cos-
ta Leite, proprietario de urna ca-
sa lerrea arrendada annualmenle
por ..............................
Estrada de Cruz d'Almas das Mogas.
N. 1.JosJacomo Tasso, proprie-
tario de urna casa terrea arren-
dada annualmenle por ..........
dem 2.O mesmo, proprietario de
urna casa terrea arrendada an-
imalmente por..................
dem 5. Herdeiros do visconde
de Loures, proprietario do urna
casa lerrea arrendada annualmen-
le por............................
Estrada do Arraial.
dem 17.Manoel Cordeiro Vieira,
proprietario de urna casa terrea
arrendada animalmente por .... 96*000
dem 28Francisco Jos Vianna,
proprietario de urna casa terrea
arrendada annualmenle por.... 96*000
dem 31. Antonio J js Conrado,
proprietario de urna casa terrea
arrendada annualmenle por...... 1:000*000
Estrada de Santo-Amaro.
IJem 11. Dr. Joo Pedro Madu-
ro da Fonseca, proprietario das
bemfeitorias do silio das Almas
da matriz de S. Frei Pedro Con-
exivos do Recifn, arrendada an-
nualmenle por.................... 300*000
dem 12.O mesmo, proprietario
do urna casa*lerrea arrendada
annualmenle por................ GOjjOOO
Roa da igreja de Santo Amaro.
R. 1.Domingos da Silva Campos,
proprietario de urna casa terrea
arrendada anoualmente por...... 96j000
dem 2. O mesmo, proprietario
de urna casa terrea arrendada an-
imalmente por .................. 96*000
Mom 3. O mesmo, proprietario
de urna casa terrea arrendada an-
nualmenl* por ...........'....... 96*000
dem 5. Herdeiros de Joao Fran-
cisco Piolo, propriclarios de urna
casa terrea orrendida annual-
man'e por........................ o
dem 10. Ignacij do Albuquer- 144*00
que Maranhao, proprietario de
urna casa torrea arrendada an-
nualmenle por.................... 6005000
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Francs.
Inglez.
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ro
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i!
A uoite chuvosa das 10 horas as 3 horas, vento
bstanle fresco de I al u 4 horas, que rondou
para o NO e assim amanheceu.
oscillacao da bar:.
Preamar as 3 h. 6' da tarde, altura ~, p.
Baixamar 38 8 h. 54' da manha, altura 0,7 p.
Observatorio do arsenal de marinha.lt dede-
zembro de 1860.
ROMANO STF.PPLK.
Io lenle.
Edita es.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, cm cumprimento da resolucao da junta
da fazenda, manda fazer publico, que a arrema-
200*000 l,1cao da illuminacao publica da cidado de Olinda
foi transferida, para o di* 13 do correnle.
E para constar se mandou aliixar o prsenle
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 6 de dezembro 1860.O secretario,
A. F. da Annunciago.
De ordem do Exm. Sr. S'isconde de Cama-
ragibe, director desta Faculdade, so faz publico
que do da 15 do corrente se linda o prazo para
a inscripto do concurso a urna subsliluigo vaga
nesla Faculdade de Dircito, segundo foi annun-
ciado por edital de 16 de junho do corrente anno,
cujo theor o seguinte :
EDITAL.
De ordem do Exm. Sr. director interino o! d0 serial de guerra, tem de comprar os objec-
200*000
40O;O00
300,-000
crivo do juizo especial do commercio o fiz es-
crwer.
v Anselmo Francisco Perelti.
O Sr. inspector da alfaodega fz constar
que, era virlude da circular de thesouro de 9 de
novembro prximo passado, e de ordem da the-
souraria, tem de ser posto em execugo n. 2684
de 3 d'aquel.e mez, c a nova tarifa das alfande-
gas, a que elle se refere a datar do dia 9 de
fevereiro de 1861.
Alfandega de Pernambuco, 11 de dezembro
de 1860. O." escriturario da 4.a seceo.
F ir mino Jos de Oliveira.
THEATRO DE S. ISABEL.
Pela cullecloria das rendas feeraes do mini-
cipiQ de Olinda se faz*publico que no ultimo do
corrente mez, termina o praso do recebimento
dos imposlos sobre lojas c tabernas, taxa sobre
escravos, 2a decima das corporacoes de mao-
morta, barcos do interior, foros dos terrenos de
marinha etc., perlencentes ao exercicio findo de
18)9 a 1860, findo o qual sero ditos imposlos
cobradosjudicialmenle. Assim como o do pa-
gamento na collectoria do primeiro semestre do
exercicio corrente do t860 a 1861, lirra da mul-
la de 3porcento dos impostos cima menciona-
dos, pois que do Io de Janeiro em diante Ccam
sujeitos a referida multa.
Cellecloria da cidado de Olinda Io de dezembro
da 1860.
O colleclor
Braz Ferreira Maciel Pnheiro.
A junta administrativa da irmandade da
Santa Casa da Misericordia do Recite, manda fa-
zer publice, que no dia 13 do corrente, polas 4
horas da tarde, na sala de suas sesses no largo
do Paraso n. 49. iro praca as rendas d3s ca-
sas abano declaradas, pelo lempo que decorrer
do dia da arreraatamaco at 30 de junho de
1863.
Os prelendentes devero comparecer acompa-
nhados de seus fiadores, ou movidosde cartas
destes.
Bairro do Rciefe.
Ra do Pilar n. 74.
Becco do Abreu n. 2:
Bairro de Santo Anlonio.
Ra Nova n. 55
Dila do Padre Floriano ns. 45, 47 e 49.
Dita de Fagundrs n. 32.
Dila do Santa Theroza n. 4.
Dila da Calcada n. 36.
Dita dos Pescadores 11. 11.
Bairro da Boa-Vista.
Becco doQniabo n. 8.
Secrelrriada Sania Casa da Misericordia do Re-
cite 3 de dezembro de 1860.
O escrive.
Francisco Antonio Cavalcanli Cousseiro.
Conselko administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
(Contmuar-se-ha).
Caixa filial do banco do
Brasil.
EM 11 DE DEZEMBRO DE \860
A caixa desconla letras a 10 %, toma saques
a praca do Ru> de Janeiro, e recebe
sobre a praca do
nheiro ao premio de 8
di-
NOVO BANCO
PERNAMBtlCO.
EM 11 DE DEZEMBRO DE 1860.
O banco descorita na presente 3emana a 10 /0
ao anno at o prazo de 4 me/es e a 12 % al o
de 6 mezes, c toma dinheiro em contas correntes
simples ou com juros pelo premio o prazo que s e
convencionar.
Alfandega,
Rendimento do dia 1 a 10. .
dem do dia 11.....
99.627*371
20:864$S79
120.492*250
Moviniento da alfandega,
V'olumes entrados cora fazendas..
com gneros..
Volnmes saludos cora fazendas..
com gneros..
48
48
69
228
------297
Descarregam hoje 12 de dezembro
Barca ingleza Belem mercaduras
Briguo americanoUniao firinha, railho c
papel.
Barca americana Margareth farinha, cha e
papel.
Patacho americanoIluny Dedurmercadorias.
Barc3 ingleza Sarah:arvo.
Brigue inglezSea Nymphidem.
Briguo ing'iez.=Clienyidem.
Brigue inglez tsabcllatrilhos de ferro.
Brigue inglezLaurent Junethcarvao e trilhos.
Btigue inglezEverloncarvo.
Barca americanaDacotah carvao.
BrigueinglezD. Israelitrilhos de ferro.
Palhabote brasilciroDou3 Amigoso resto.
Barca nacionalNorvalbacalhao
Barca nacionalTrinculoidem.
Hiate aacionalInvenciveigneros do paiz,
Recebe doria de retidas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dial a 10. 7:253*804
dem do dia 11.......1:341*855
conselheiro Pedro Autran da Malta e Albuquer-
que se faz publico, que Cea marcado o prazo de
seis mezes, contado da data desle, para a inserp-
c,o dos que prelenderem concorrer ao lugar de
lente substituto desta Faculdade, vago pela no-
meaco do Dr. Braz Florentino llenriques de
:>ouza para a cadeira do fallecido Dr. Nuno Ay-
que de Avellos Annes de Brito Inglez, e accesso
do substituto Dr. Joao Silveira de Souza, a pri-
meira cadeira do segundo anno. deixada pelo
mesmo Dr. Braz ; pelo que todos os prelendentes
as dito tugarse poderao apresentardesde j nes-
la secretaria para inscrever seus nomes no livro
competente, o que lhes permittido fazer por
procurador, se esliverem a mais de 20 legoas
desla cidade, ou tiverem justo impedimento Sao,
porm, obrigados a apresentar documentos que
moslrem sua qualidade de cidadao brasileiro, e
de que esto no gozo de seus direitos civis e po-
lticos, certidSo de baplismo,- folha corrida do
lugar de seus domicilios, e diploma do doutor
por urna das Faculdades de Direito do imperio,
ou publica forma, justificando a impossibilidade
da apresentacao do original, e na mesma occa-
siao podero entregar quaesquor documentos que
julgarem convenientes, ou como titulo de habi-
litadlo, ou como provas de servidos prestados ao
estado, a humaninade ou a sciencia, dos quaes
se lhes passar recibo, ludo de ennformidade
com os artigos 36 e 37 do decreto 1386 de 28 de
abril de 1854, e 111 e seguintes de numero 1568
de 24 de fevereiro de 1855.
E para que chegue ao conhecimento do lodos
mandou o mesmo Exm. Sr. director interino afli-
xar o presente, que ser publicado pelas folhas
desta cidade e da corte.
Secrelarii da Faculdade de Direito do Reeife
16 de junho de 1860.O secretario,
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Secretaria da Faculdade do Dircito do Reeife
f. do doiombru de 1861. D nfT.iil SOrvindo de
secretario, Manoel Antonio dos Pa3s>s e S> 11 v a
Jnior.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fjzer publico que
no dia 13 do corrento vai novamente prace para
ser arrematado a quem por menos fizer o costeio
de 30 lampees da cdude de Goianna, pelo pre-
co de 300 rs diarios por cada um.
A arremataba* ser feita por tempo de 1 anno,
a contar do dia 20 do mesmo mez.
E para constar se rcundou aEQxar o prsenle e
putilicar pelo aDiario.
Secretaria da Ihesouroria provincial de Per-
nambuco, Io dezembro de 1860 O secretario,
A. F. da Anuunc3(ao.
De ordem do Illm. Sr. Dr. ptoc.undor fiscal
da fazenda provincial se faz publico, que as te-
laces de decimas c outros imposlos, relativos
ao anno financeiro de 1859 a 60, si achara em
juizo : os inlercssados podero solicitar as res-
pectivas guias, no escriptorio da ra do Impera-
dor n. 41, das 9 )i da manhaa s 3 da tarde,
para c que se lhes d o prazo de 30 das, conta-
dos de hoje. Recite 28 de novembro de 1860.
O solicitador, Jo5o Firmino Corrcia de Araujo.
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, commendador
da imperial ordem da Rosa, da de Chrislo, e
juiz de direiio especial do commercio desta ci-
dade do Rocife e seu termo capital da provin-
cia do Pernambuco, por S. M. imperial e cons-
titucional o Sr. Pedro II, que Deus guar-
de etc.
Far;o saber pelo presente que no dia 12 de de-
zembro do correnle anno se ha de arrematar em
pra^a publica desle juizo, a quem mais der, na
sala das audiencias os bens seguales ;
Urna carroca em bom estado sem arrcios, ava-
llada cm 80*.
Um cabriolel avaliado cm 60j.
Tresquailos em muilo nio estado, tendo um
delles umgerimun na sarneia c um grande en-
chaco as raaos, avahadas em 30* (lodos tres),
os quaes bens vo praca por execuco de An-
tonio de Almeida Gome* como liquidalario da
exlincla firma de Almeida Gomes & C. contra
Antonio Pinlo Soares, e serao arrematados na
faltado licitantes pelo preco da adjudicado com
o abalimenlo da lei.
E para que chegue ao coahecimento de tolos,
mandei passar edilaes, que serao publicados pela
imprensa e affixados nos lugares do costume.
Dado e passado nesla cidade do Recite de Per-
nambuco aos 26 de novembro de 1860, 39. da
independencia e do imperio do Brasil. Eu Ma-
noel de Carvalho Paos de Androde, escrivao do
juizo especial do commercio o fiz escrever.
Anselmo Francisco Peretli.
LRICA DE G. AUIMGELI
Quinta feira 13 de dezembro
Representar-se-ha a grande opera em tres actos de Donizetti:
LUCRECIA B0RG1A.
\eHdern-se os burieles no ihealro.
Principiar s 8 horas em ponto.
Avisos martimos.
Maranhao e Para.
Segu com brevidade, por j ter parte do seu
carregamenlo para este ultimo porto, o bem co-
nhecido brigue escuna Graciosa, capilo e pra-
tico Joo Jos de Souza, e podendo completar
o cnrregamenla lodo s para o mesmo porto do
Para, seguir em direitura sem locar no Ma-
ranhao.
Porto por Lisboa no
dia 5.
Brigue
nacional Olinda.
Segu imprelerivelmentc no dia 17 do corren-
te para o Rio de Janeiro ; recebendo anda, para
alli escravos a frele : consignatarios R*llar &
Oliveia, ra da Cadeia do Recite n. 12.
Rio Grande do Sul
O patacho Bom Jess, pretende seguir com
brevidade, recebe carga a frete : a tratar com Cae-
lano Cyriacoda Costa Moreia & Irmao, no largo
do Corpo Santo n. 25.
Porto por Lisboa.
A barca portugueza Silencio, capitao Fran-
cisco Martins de Carvalho, pretende sabir cora
piB'! i C '8ahir ,n? dla ,a P" o toda a brevidade para na portes cima indicados :
ffi",' Por LJsboa brijW P<'f'uW toen, na mesma quizer carrear ou ir de passa-
S. Slt. }l frrad0 ev.Pncavill,ad0 J" cobre, gem. dirlja-se ao consignatario Manoel Ferreira
,n; rlra. f rCha- C"m a C8rga q,1V- da Silva T"9<>. le Apollo n. 28. ou ao
ver e para carga e passageiros. aos quaes effe- referido ranin
rece excolleHt.'s conimodos e bom tratamento,
trata-se com Elias Jos* dos Santos Andrade & C,
na ra da Madre de Dos n. 32, ou com o capi-
tao. Roga-se nos senliores passageiros que pre-
tenderem ir no mesmo navio, de virem realisar
suas passagens.
Poito e Lisboa
A bem conhecida barca portugueza Sympa-
thia, capitao Nogueira dos Santos, vai salar bre-
vemente para os portos cima indicados ; quem
na mesma quizer carregar ou ir de passagern,
poder entender-se com os consignatarios Bailar
& Oliveira, ra da Cadeia do bairro do Reeife nu-
mero n. 12.
referido capilo.
los seguintes
Para o 2" batalho de infantaria.
507 covados de panno azul.
, 140 1/i covados de panno prelo.
" 209 1/4 varas de brim da Russia.
133 botos de metal araaretlo lisos.
400 esleirs.
Pesos de bronze de 1;8 al meia arroba.
Para a companhia fixa de cassadores do Rio
Grande do Norte.
150 bonels.
150 grvalas.
150 mantas de la.
Para o hospital militar.
60 pares de chinollas rasas.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas proposlas em carta fechada, na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 12
do corrente mez.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 4 de
dezembro de 1860.
Cen/o Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Pela secretaria do tribunal do commercio
de Pernambuco se faz pnblico que, tendo-sc reu-
nido hoje o collegio eleiloral para a eleico dos
dous deputndos do mesmn tribunal, que tinham
de substituir aos auctuaes Srs. Joao Pinlo de Le-
mos c Joao Ignacio de Medeiros Reg, no qua-
Iriennio seguinte de 1861 a li>65, foram reeleilos
os niosmos senliores : o segundo com 23 votos
e o primeiro com 21 ; tendo comparecido ao col-
legiu 29 commereiantos. Obliveram votos os
Srs. : Joao "Baplista Fragoso, 4 ; Antonio Joa-
O hiato Garibaldi, segu para o Cear em pou-
cos djas : a tratar com Tasso Irmaos ou com c
capitao Custodio Jos Vianna.
Para Lisboa.
O brigue porluguez Constante pretende se-
guir viagem com a maior brevidade,para o que j;'i
tem parte da carga engajada : quem no mesmo
COMPANHIA BRASILEIBA
DE
rlQMTIES TOa,
Espera-se aos portos o sul at o dia 14 do
correnle o vapor O'japock, coininar.dante o ca-
pitao lente .Santa Barbara, o qual depois da
demora do cosime seguir para os portos do
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada :
agencia ra da Cru2 n. 1, escritorio de Azeve-
do & Mendes.
Para a Babia
pretendo seguir cora muita brevidade a sumara
nacional Ilortencia, a qual tem prompla parti-
do seu carregamenlo : para o resto que loe fal-
ta, trata-so rom o sou consignando Azevedo c\:
Mendes, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Para o Rio Grnelo do Sul
segu com brevidade a barca Milhilde
'a maior parte da carga prompta : para o
te, trata-se com Manoel Alvos Guerra,
quizer carregar ou ir de passagern, para o que
tem aceiadoscommodos. dirija-se ao consignata-
rio Thomaz de Aquino Fonseca, na ra do Viga- escriptorio na ra do Trapiche n. 14.
no n. 19, primeiro andar, ou ao capilo o Sr.
Augusto Carlos dos Reis, na praca.
Para o Rio de Ja-
neiro
sae em pouros dias o brigue nacional leao ;
quem no mesmo quizer carregar, dirija-se aos
consignatarios Ballhnr & Oliveira nu ra da Ca-
deia do Recite d. 12.
Cear.
Palhabote Sania Cruz, recebe carga a frele e
passageiros ; a tratar com Caetano Cyriaco da C.
M. ci Irmo, no lado do Corpo Santn. 25.
Para o Assii' e Aiacaly
segu com a carga que h,ouvor o hiate Camara-
gibe : a tratar na ra do Vigario n. 5.
Para Lisboa,
pretendo sabir com brevidade a bem conhecida
e acreditada barca Flor de S. Simao ; para
carga e passageiros, irata-se com Carvalho No-
por ter
restan-
no seu
Tara o Rio de Janeiro vai s> i i r rom rr.ui'a
brevidade o briguo nacional Encantador, de
muilo boa marcha, anda recebe alguma carga a
frele : trala-se na ra da Cruz n. 45 ou com o
capilo a bordo.
Vai sahir brevemente a barca Gralido pot
tor parle Jo carregamenlo promplo ; para o res-
lo e passageiros, tratase cora os consignataric*
Carvalho Nogueira & C ra do Vigario n. 9,
primeiro audar, ou com o capilo Borges Pesiara
L
eiloes.
COJSIMlXHIA
DAS
Messageries imperiales.
Al o dia 14 do corrente espera-se da Europa
quim Seve Antonio Jos de Castro. Antonio \ a- ; g,jeira & c, ra do Vigario n.9, primeiro andar,
lontim da Silva Barroca o. Candido C. G. Aleo- j ou C0Qi 0 capitao.
forado, 2 ceda um ; Manoel Gonralves da Silva e
Jos Francisco Lavra, 1.
societaria 11 de aezemtiro de oiiO.
O official-maior
Julio Augusto da Cunha Guimaraes.
Recebedoria de rendas inter-
nas geraes.
Pela recebedoria de rendas internas geraes sa
faz publico, que no corrente mez termina o prazo
do recebimento dos impostos do exercicio de 1859
a 1860, no domicilio dos contribuinles a cargo
dos recebedores, assim como o do pagamento na
recebedoria do primeiro semestre do exercicio de vapor no^E^Mi^"romVu^^ '
} .A :..-'- i?.!1-3 m."!ajf'..7o -d,os '"^"l'ier. o qual depois da demora do costume se-
guir para o Rio de Janeiro, locando na Rabia,
para passegeiros etc., a tratar na agencia ra do '
Trapiche n. 9.
Araealv.
Para osle porto segu brevemente o hiate na- '
cional Sanl'Anna ; para o restante da caga e
passageiros, trata-se com Gurgel Irmaos, ra da I
Cadeia do Reeife, primeiro andar a. 28.
Para o Porto e Lisboa,
o briguo Esperanca sahir com toda a brevida- '
de : para carga e passageiros, trata-se cornos,
consignatarios Barroca & Medeiros, na ra da Ca-
deia do Reeife n. 4.
Quarla-feiral3docorrenU.
Costa Carvalho fari leili em seu
na na Nova n. 65, de varios escravos
serao entregues sem reserva de preco,
ras em ponto.
armazeni
os quaes
as
*. l b. -
8.5953659
Consolado provincial.
Rendimento do dia 1 a 10. 19.6853213
dem do dia 11.......2:410^452
22-0953665
Moyimento do porto.
Navio entrado no dia 11.
Buenos-Ayres.35 dias, barca Ingleza Samuel,
de 3000 toneladas, capitao James Gronoev,
equipagem 13, em lastro ; a ordem. Seguio
para West Indies.
Terra-Nova.38 dias, barca ingleza Trenculo, de
310 toneladas capilo F. Demond, equipagem
14, carga 3210 borricas com bacalhao ; a Jo-
hnslon Pter & C.
Rio de Janeiro.29 dias, brigue hespanhol Mer-
cedes, de 221 toneladas, capilo Dom Juan Cos-
ta; equipagem 13, em lastro ; a ordem.
Dahia 6 dias, brigue Inglez Mercury, de 184
toneladas, capilo Knighl, equipagem 11, em
| lastro ; a Joanslon Paler & C.
O Dr. Anselmo Francisco Perclli, commendador
da imperial ordem da Rosa,da de Christa.e juiz
de dircito especial do commercio, desta cidade
do Reeife e sen termo, capital do provincia de
Pernambuco, por S. M. Imperial e Constitucio-
nal, o Sr. D. Pedro 11, que Deus guarde, etc.
Faco saber aos quo o presente edital virem, e
delle noticia tiverem, que no dia 12 de dezembro
do corrente anno se hade arrematar em praca pu-
blica desle juizo, no sala dos auditorios a parte
ou metade do sobrado de um andar com tres por-
tas na frcnlo da loja e Ires janellas no primeiro
andar, duas salas e quatro quartos e quintal era
aberto, sem cacimba e casa por acabar, o qual
situado na ra da Concordia desta cidade ti. 34,
e tendo sido o mesmo sobrado penhorodo a Jos
Mudz Teixeira Guimaraes, por execuco que con-
tra esle encaminha Manoel Francisco de Mello,
tora avaliado no lodo em cinco conlos de ris, e
nao havendo lancador que cubra o prego da ava-
liaco, ser a arrematarlo feita pelo prec,o da
adjudifo com o abatimenlo da loi.
E para que chegue So conhecimento de todos
mandei passar edilaes, que sero publicados pela
imprensa e affixados noslugares do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recifo de Per-
nambuco aos 19 de outubro de 1860, 39 da in-
dependencia e do imperiodo Brasil.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es-
tos seguintes : dcima addicional de mo niorla-
imposlo do 20 "/ sobro lojas c casas de dcscon,
lo ; dilo especial sobre casas de movis, roupas;
calcado, mobilias fabricadas em paiz estrangeiro ;
dilo sobre barcos do interior; findo o qual se-
guir-sc-ha a cobranca executiva quanto ao de-
bito daquel e exercicio, e a porcepeo da multa
quanto ao desle.
Recebedoria de Pernambuco, Io de dezembro
de 1860.O administrador, Manoel Carneiro de
Souza Laccrda.
Pola mesa do consulado provincial se 3z
publico aos proprielarios dos predios urbanos das
freguezias desta cidade c da dos Afogados, que os
30diasutcis para o pagamento bocea do cofre,
do 1.* semestre do anno financeiro do 1860 a 61
do imposto da decima, so principiara a contar do
da 1.- de dezembro viiulouro. Mesa do consu-
lado provincial de Pernambuco 24 de novembro
de 1860.
NOVO BANCO
DE
ernamkco.
O novo banco continua a substituir
ou a resgalar o resto das notas de iOjjt e
20# que lutria euiittido e ainda existe
em circulaqao, declarando que, em
cumprimento do decreto n. 2,66 \ de
10 de outubro do corrente anno, esta
substituicao ou resgate devera' effec-
tuar-se dentro de 4 mezes, e que findo
este prazo s podera' ter lugar com o
disconto progressivo de 10 por cento ao
mez, ficando as'.iin na forma do art 5
da lei n. 55 de 6 de outubrggf >p o5
sem valor algum no im de lo mezes.
Reeife 9 de novembro de 1860. Os
directores, Joao Ignacio de Medeiros
Reg, Luiz Antonio Vieira.
Collectoria provincial de
Olinda.
O colleclor interino faz constar pelo presente
aos contribuinles da decima urbana da collecto-
ria de Olinda, que do Io de dezembro prximo
futuro principia -se a conlar o prazo de 30 dias
uteis marcados para a cobranca do primeiro se-
mestre do anno de 1860 a 1861, e findo esle pra-
zo pagaro 3 por cento de multa os que nao conf-
parecerem no referido #azo.
Collectoria provincial de Olinda, 28 de novem-
bro de 1860.O escrivao servindo de colleclor,
Joo Gongalves Rodrigues Franja.
Foi apprehendida e achi-sorecolhida ca-
sa de delenco desde o dia 29 do mez prximo
findo a pret Anna, que diz ser escrava de Joo
Lucio da Silva.
Subdelegacia do Reeife, 5 do dezembro de
1860.
Anlonio Gomes de Miranda Lela.
Sexta-feira 14 do corrente.
Costa Carvalho tari leilSo no dia cima men-
cionado as 11 horas da manha de diversos mo-
vis no seu armazcm na ra Nova n 65.
Aracaly.
Segu naslcs dias o hiate Vdela ; para o
resto da carRa e passageiros, tratase com Cicla-
no Cyriaco da C. M., no lado do Corpo Sanio nu-
mero 25.
de cerca do 150 bar-
Liverpool por tCa-
Aim
Para a Babia segu era poucos dias o palha-
bote nacional Dous Amigos, lera parle de sua
carga engajada; para o rosto, trala-se com seu
consignatario Francisco L. O. Azevedo, na
da Madre de Deus n. 12
Tasso Irmaos fazcm leilao
ricas comcerveja viuda de
berfeigh c Elizabeth Basler por inlervenco
do agente Evaristo e por conta de quem perten-
ec, e quesera entregue por qualquer preco pa-
ra fechar contas : quinia-feira 13 do correte, a
11 horas, defronte da alfaodega-
ra
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Espera-se dos portos do norte at o dia 18 do
correnle o vapor Tocantins, commandante o
primoiro-tcnenle Pedro Hypolito Duarte, o qual
depois da demora do costume seguir para os
porlos do sul
Recebem-se desde j passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
vora ser embarcada no dia de sua chegada : agen-
cia ra daCtuz n. 1, escriptorio de Azevedo &
Mendes
Qninta-feira 13 do correnle.
Tasso Irmaos fazom lcilo de 200 caixas com
340 duzias de conservasPecklesviudas de
Liverpool por Elizabeth Baster e Merck, por inlervcngo do agente Evaristo c
por conta de quem pertencer: quinta-feira 13
do corrente as lt horas, defronle da alfandega.
LicOes
real fionmim
DE
Paquetes inglezes a vapor.
Ate o dia 16 desle mez espera-se do sul o va-
por Magdalena, o qual depois da demora do
costume seguir p3ra Southampton, tocando nos
portos de S. Vicente e Lisboa, para passageiros
etc., lrata-se.com os agentes Adamson, Hovvie
di C, ra do Trapiche Novo n. 42.
N. B. Os einbrulhos s6 se recebem at 2 horas
antes de se fecharem smalas ou urna hora an-
tes pagando um palacio ara do respectivo
fcete.
Sobre a infallibiliilade c o
poder temporal dos Papas.
pelo m.
Aprigio Justiniano da Silva Guimaraes.
A. venda na livraria dos Srs. Miranda
& Vasconcellos, ra do Imperador n.
79, a Bf cada evemplai.
LEiLO
Quinta-feira 13 do corrente.
PELO AGENTE
dwmjiti.
A recjueriinento de Uabe Schametau
&C. e por despacho do Illm. Sr. ins-
pector da alfandega, o referido agente
fara' leilaj no dia cima indicado pelas
tOhorasda maniaa, na porta da mes-
ma alfandega, de urna porcao de caixas
i cora couros de lustre era lotes a vonU-
i


-77T
(*)
de dos compradores e sem limite de
prero.
LEILAO
Quiuta-feira 13 do corrente.
Evaristo aia leilao em seu armazera da ma
do Vjgario n. 22, de ums casa terrea n. 21 sita
na ra dos Quarleis, os prctendcntes terao as
iriformaces jelo mesmo ageute, assim como
tambem fai leilao de diversos objectos de mar-
cineiria no mesmo armazem, as 11 horas em
roela do da cima.
DIARIO m HAWa^ ^jaRTA FEIRA n D ^miKO DE m,.
Albardas malezas.
Para liquidar,
Quarta-fejra 12 do corrente, as 10 horas d.i
inaiifcaa, no escriptorio do agente Oliveira, serao
adidas srm reserva do preco para fechar can-
tas.-i6 albardas completas, inglesas do melhor
svslcma para supportar grando carga sem ma-
g'-3r os animaes. .
nac^h.C!,a C*lei* 5' Preci3a-90 de urna ama
que saiba cozwhar.
- Perguuta-se directo da sociedade Jockey
wuD a razao por que nao marca corridas esto ve-
espectar Prad Sl SeCC 6 S flC0S andam Da
A alma do padre Tenorio.
Os Srs. Luiz onzaga do Nascimento, Joa-
quim dos Res Gomes. Joao da Corta Reg Lima
e Francisco dos Res Gomes, queiram vr a na
do Crespo n 23. que se Iho deseja fallar a nego-
cio quo nao ignoram.
m-Ti,i\6.i?eDt?v Ferreira le MagalhSes e sua
nwlner Albina Das de Magalhes, subditos por-
luguezes, reliram-se paraoRio Grande do Norte.
Santa Luzia no Corpo
Santo.
Convidase a todos os devotos da advogada dos
olhos a assisli- -:------
Para o Suministro do im-
perio ver.
Nenhum empregado geral pode
ceitar emprego algum provincial sem
que previamente solicite e obtenha a
sua demissao. Avisos de 10 de no-
yembrode 1837 e 7 de outubro de
Ora, nao ten do sido derrogados os ci-
tados avisos, cuja to sabia, quao ter-
minante disposicao se acaba de 1er :
fora de duvida que nao deve continuar
a ser inspector da thesouraria provin-
cial o proessor de geometra do colle-
gio das artes (ou a ser proessor de geo-
metra do collegio das artes u inspec-
da^c W VendaJa casa de DeSC' ^ ra
. 15. hvre e desembarazada : a tratar
Atten^o.
se por venda a casa de nej
o segundo andar
, ~ ^in n^. H.0.RK08ano Bo-v"tn- 53. quasi de-
fronte da taberna da esquina que deita para o
aDerna do mesmo sobrado.
a7im^'SC ',m 8ili0 no P"ncipio da eslrad
m.? ?-u' P.erlencente a viuva de Jos Joa-
qun de Mosquita, com muilos arvoredos pro-
ductivos e urna encllente casa assobraaada que
se torna recommendavel pelos seus comtnodoVe
dependencias : a tratar na ra do Queimado n
18, segunda loja vindodo Rosario.
&T&5S 7."*iSST I lrEt'.aria prcinclal )
Joras da madrugada, tenJo lambem a noite la-i Lsse lunccionano, a despeito dosavi-
prejmzo do seu substituto, da
Quiuta-feira 13 do correte.
O agente Camargo fara' leilao no
becco do Joao Caetano, as 11 horas em
ponto, por mandado do Exm. Sr. Dv.
juiz especial do commercio e a reque-
runento de Ijs Francisco de Souza,
dos bens e dividas pi-rtencentes a Jos
Domiligues dos Santos.
lavor de virem ou mandareni saldar suas
comas, provinientes de compra de fazen-
* que flzerao a extinta firma de Marti-
tinhodOlivfira, hoje pertencenle. Mar-
liuho d Oliveira Borges. loja de hiendas
da ra da Cadeia do Recito n. 40.
Os senhores.
Allredo de Albuquerque Marlins Pcreira.
Antonio da Costa llego Monlciro.
Manoel Candido Pcreira de Lyra.
Simos dos Santos (empregado no catai-
nho de ferro.)
Bilizario do Reg Barros.
Tnijano Carneiro Lial.
instruccaoe dos cofres pblicos, se acha
Jora da sua cadeira, ha 15 annos !!!
(fazem hoje 15 desetembro de 1860.)
Perdeu-se um alfinete de peito, de
ouro, com um retrato : quem oachar,
querendo restituir, dirija se a ra do
mperador, n. 17, primeiro andar, que
e recomDensar\
Avisos diversos.
Acham-se venda na livraria da praca da Independe
tTpographia' *~ C0DheClaS "M*2 ^SSSSL
FolHnha de porta ou KALENDARIO eeclesiastico e civil para 0
. .... bispado de Pernaiibuco.. .'.". .~'.-,
(le algibeira co'nlendo alm do kalendario ecclesiaslico' vil,
explicago das festas mudaveis, noticia dosplaneta'
tabellas das mares e nascimento e occafo do sol-
ditas dos emolumentos do tribunal do commercio '
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos imposto geraes, provinciaes emunicipaes, ao
que se juntou urna collec^o de bellos e divertidos
jogos de prendas, para entretenimento da
Dita
160 rs
320 rs.
Luiz Jos d
vender a sua taberna da roa da Conceico da
iioa-\ista denominada armazera do sal aos
Srs.JoaquimAlves-Eslima c Paulino Ferreira da
costa: se alguem se juigar com direito de em-
peor este negocio, compareca na, mesnia taberna
to prazo de 3 dias.
[
: se recompensara .
! O abaixo assignado, comprador da loja do i KatSsi ^ i*"" "C VrmmM' Para entretenimento da mocidade.
o-^^^ oa mannk e outra folhinha contendo
ebi.osafim de.i duvidasp-T^o.T.i^ ordSes para assistir semana santa, etc Com
.efeodedezembro de 1860. Leandro Lopes Dias. prando-Se em porces Se darQ por prero
COMPANHIA
DE
Seguros Milidade Publica
Transferimos de il n, n .i. .
Ututos. e ,rl- 42 de iossos es-
^ratificaco de
cem mil rs.
Ao amanhecer do dia a a~
abaixo assignado um escravo^Crreo,S,ueio da
de idade de 30 annoa f!w0JJenon,e Florencio,
os signaos segui le!'- Pel' "'1'S0U D,enos. "m
bellos crespos, bembarhartn3'?' Inulal- ca"
Knu. i :._m D.arl>ado, rosto regular, falla
mansa e mal. lem todos os d
po sem defeiti, andar ligeiro
de couro de ovelha
calcas de brim de cor
nbo e 1 dita france
entes da trente, cor-
'. c conduzio maca
em cabello com 3 pares de
z e St" d6 fl|gd5ozi-
mais usadas, 1 redo bnnr nov"' oulras
ga- ter ido para o nfin r.?1, 7ra,d'- e jul-
h. pouco t f ATSViJS d 0Dde
pouco lempo
eio
Sf=K.a:aa *---
'orThomLo-
Precisa-se alugar um molenne
anuos, para o servico
pequea familia
mais commodo.
AVISO.
Tendo-me
.
autonsado o Exm. Sr presidenta da
provincia pelo oflicio abaixo transcripto a addiar
ate ulterior deliberado a extracoo da sraunda
parlo da pr.meira lotera concedida a irmandade
\l ni'^ bl,"hra 0 Bum Parlo de S. Sebastiao
de Olinii, nm consequencia da duvida oae so
suscitoo na thesouraria de fazeoda sobre o pa-
gamento do imposto de 12 por cenlo sobre o ca-
pital da mesma lotera, pelo presente declaro
que-nmv.iliaa nao podo ser extrahHa a referida
latera pela causa cima mencionada.
iJ/>"S''.,.Kar3,das lo,erii de dezembro de
lbGJ.-.lanoel Camillo Pires Falco, Uiesou-
OFPICIO.
4. seccao -Palacio do govemo de Pernam-
bico II d,- dezembro do 18B0. Respondo ao seu
oflicio desta data dizendo-lbe que o utoriso a
addiar ate ulterior deliberacao desta presidencia a
Xtracioda segunda parte da priranira lotera
concebida a irmandade de Nossa Senhora
Kom Paito da groja de S. Sebastiao
q je eslava designada
Deis guarde a Vmc. I.eilao
I Justino Francisco de Assis & C. fazem sriente
qie venderam seu estabelecimento de carros de
Psseio silo uo largo do arsenal de niariiiha, ao
sit. Custodio Ferreira Moutiuho. obrigando-se o
mesmo senhora pagar todas as divitas passivas
;jol mesmo estabelecimento, contrahidas at o dia
8 do correte mez. ltecife II de dezembro de
loU.
T Perdeu-se da povoacao do Cachang Ven-
da grande, pela estrada dos Remedios, urna car-
teira contendo diferentes papis importantes
denlre elles urna letra aceita por Antonio RoJri-
FUNDIC
zn
DO
de
do
Olinda.
para ainanha.
Vmc. Ambrozio i
Uunha.Sr. lliesoureiro das loteras.
recisa-se de um selim em meio uso com
iodos os arreos: quem o tiver e quizer vender
irija.se ra da Praia n. 31.
rnrr^'Uga"fe "T "** le"Ca COm qUartOS,
i.,5S2 V,depeDdc,,,e- quinUl e "cimba, aita
Soledade : a tratar na ra do Nogueira n. 21.
pede-se, portanto, a auem dita carleira
acnar ou lenba adiado, por ter sido perdida na
manhaa de sabbado, o favor de traze-la ao abai-
xo assignado, que gratificar generosamente ; bem
como por este avisa que dita letra nao seja paga
senao a Francisco Boielho de Andrade Recife
II de dezembro de 1860.
Hermenegildo Eduardo Reg Monteiro.
_ ATTFNgAO.
U abaixo assignado empregado da companhia
da estrada de farro gratifica com a quanlia de
incenla mil ris 50->JOO) a quem lhe der noti-
cia de urna bolga nova de couro de vaqueta de
ustro com Teidura no centro e correia dos
lados com livella de latao contendo roupa e al-
5 papis de circumslancia a qual desapare-
ENGENHEIRO D. W.
Ra do Brum, passando o chafariz.
de 14 a 1
externo de urna casa de
do_Oue,m3do n ffSJSitS^ '
para figlSiJTJS ST.ff ^"'
seus negocio* I'roWDCia do p"a a inleresse de
Os lancadores dos
abaixo ai s 3zca
lo sen
assim os de mnibus' e de car-
Je carros, Taoio^YoTen^.8.08 l'OSSuiJores
de alogoel. e bem L^lVA'H^!"' como os
namero de carros que
ssuem e suasqldte "iTd C"rros que
dfiW JS8Bbre deer8 C0nTlad No deposito deste estabelecimento sempre ha prande S(
,s de vapor modernas de golpe cupido. l^Z'^Z^S^T ^
Ei? C0?!,eubo,de Tde,ra' ***&> 'eves, fortes, e bem balancadas ;
Machina
Rodasd
M^Ul -e7 e Pr d'agUa Para d,taS' e $er"U Para roda'sde" n
s inte.rascom virgen muito fortes econveni"
a
ios de assucar a saber
tacillimo assento:
entes
ibZS!: sasfa:tXrdepcX:gua'caval,os'ou bois' ^^e ^>
ALrmbi~b'^'Para Cald-' CrV-S G POltaS de err Para as iovna\haS
para
alma do
pequea que seja,
sua propria assigna-
" ignar. e Iodo e
por seu
declaro
Marlins de
SOCIEDADE
Unio Beneiceate
DOS
D d martimos.
Ueordem dj conselho convido a lodosos nos-
sos /raaos que se dignem comparecer na %ria
do Corpo hjnto hoje as 7 horas da manhaa
assisiirem a missa do stimo dia pela
nosso irmao Jacinlho Jos dos Sanios.
0r,':"'--", J- -"-K-uaue ciiiau Deneliceote dos
Martimos. 11 de dezembro de 1860.
Jos Sabino Lisboa.
. ., t. secrelario.
- Acha-se lugido o escravo Miguel criouln
de estatura regulare alguma cousa grossodo cor^
po, tem urna falla de den.es na frente eum Un-
to por cima do olho direilo. e trajava calca e cal
misa do algodo : recommenda-se, portento
autoridades competentes a captura dese "se
vo, pelo que se recompensar genrosameole no
armazem dePB,0&c.rralbo.'ro, da c : n.'lo
- O baixo assignado vem pelo pre enie"
scieotificar ao respeitavel publico, e em oariico
ma^ iransaccao, por mais
ser operada se nao com a _
lura visto que hoje j pode assi
quaquer papel, litlos, letras, ou i
Pdbl.-os nao poden, ser mais firmados
obnnho Joao Sania Anna da Silveira
ma.s que o seu caixeiro Francisco
Amor.m he o competente para receber toda
qlquer quanlia que se lhe estiver a dever Re
efe, 1! de dezembro do 1860.
Bartholoraeu Lourenco.
rubJicago jurdica.'
Constituir,,, poltica do imperio
Nova edicjio, anotada pelo Sr Dr Rr^ pi ,
tino Henriques de Souzi, s.hio 4 luz e es,
venda na livraria universal dos editores Coima-
raes & Oliveira, ra do Imperador n. 54 onde
lambem se vende o cdigo criminal e o do pro!
cesso criminal, anotados pelo mesmo Sr. do olor
5am n"e= Cm *" S Vlume ou P-
HOTEL
Pernambucano.
,^J-'!l3K,a^Cada,,.rua d0 Compra-fiado.
a,ha e>iabelec.do um hotel em ,,ue se cncontram
as melhores acommodaces para cima do 40pm-
soas O bom agasali.o. bons petmeos. e"c., etc
todo s^ encontrar all, e para cujo tiro so roa
. HK.irreiHia, qurdos eslrangeiros, ciouaes que por all transitaren]. r"
O escr.vaoda irmandade de N. S. da Solo-
dade, rregueaa da Boa-Vista, participa a todos
os o-i irmaos para comparecerpra no domihao 1fi
do corrente.no consistorio da mesma igreja pela,
V horas do da. afim de se proceder a nova mesa
'}V? n reger -" referi',a irmandade i.O anno
*ie IMjI.O escrtvao.
Luiz de Azevedo Souza,
^fiat?*uraa ama de ieite d pate
c,or/reC1Sa'Se de- uma ama Para caa de urna
peoa para o servico diario : quem precisar, di-
rva-se a ra do Vigario n. 25.
- C;) Behrends vai para o Para.
Attenco.
A Pessoa qa achon ama pulseira esmaltada de
Torde, da ra Imperial at o arco da Conceirao
m norte de sabbado, querendo restitoi-la dinia
se a ra do Imperador n. 16, hotel. J
Muga se uma casa que lera commodos para
grande familia com arvoredos de algumas fruc-
ias, com baixa de capim. no Poco da Panel|a na
rase passar a festa, cm ren'.e casa doSr.Gib-
son : quem a pretender, irija-se a Fra d Por-
tas a fallar com Maooel da Silva Neres.
Na ra da Cadeia o. 25, trocam-se as se-
guinte imagens : N. S. da Agona de 2 Ii2 pal-
mos, s. Jos de 9 pollegadas, S. Francisco de I
palmo santo Onofre de 5 pollegadas ; sao todas
vindas de Lisboa.
Precisa-se alugar um moleaue para servir
ors ymacasa ostrangeira ; na ra da Cruz o. 5..
cea de_um vagn do 2.a dasse na"noitede s'exta-
ieira do corrente por occasiao da sabida do
Irem especial da estaro da Escada para a villa
uo Cabo. Recife 11 de dezembro de 1860.
. Manoel Jos de Carvalho.
l recisa-se de um a dous araacador de pao e
ootaxa, que entendam perfeitame'nto do trafico
,de padana, massar, cerlar, tender, belhar, etc.,
i o e um forneiro cora os mesmos quizitos,
aquella que estiver as circuraslancias de de-
(sempenhar os presentes quesitos dirija-se a ra
: oo i.arga Rosario n. 18 padaria que achirao
com quem tratar.
provin-
ado
no eervindo de lancador" Vkenl'e^if^1''prUra-
Percirada Silva. "ule Machado Freir
pencar e um niho menor reli-
erreas na Boa-Vista,
a tratar na ra do
fere
vi
as
dor,
, na'di;^ d7;S,CS galvaniwdaI para
A Sra. C. S.
ram-se para Inglaterra.'
Alugam-se duas casas
ra Uo Destino ns. 10 e 12 ;
p^&JJBS! Daaoprrcom >-
com as habilidades nece,arir,r^all"CI09' e
vire de casa, ficando o ~alnif.ilPh" d Ser"
Para acal)ar.
.SWstsftrtfttapfft*
ian. i;
da Sil
purgar etc. etc
ererca,comque o honrara, pela longa f^^l^T^^^^^Sl^0* reSuezes acharao tudodgno'da pre-
mca. e pelo facto de ter manaado cL^^X^^^l^^^^^^^ l &**?* desta to-
assim como pela conlinucao da sua fabrica era Pernamhnm nar ^?rr S ?cre.d,tad fabricas da Inglaterra,,
e de ftzer os concertos de que poderao necessitar! P aodlakr "^anUmo a vontade de cada ^ompra^ mZSX &&***
Antonio Moreira oa silva
guez. retira-se para o Rio de Janeiro P
No pateo da Santa Cruz n 26
va-se e engomma-se toda
26, sobrado, la-
porpreco commodo.
qualidade de roupa,.
Ama.
OLEADO PINTADO
I recisa-se de uma ama uosa para casa de pou-
ca familia, para tratar de dous meninos : na loja
oe iivros ao p do arco de Santo Antonio.
Preciza-se alugar uma escrava que saiba
coser e engommarperfeitaraente para casa de fa-
milia : airatar na ra da cadeia do Recie. loja
Jos Francisco Maia, subdito portuguez re-
ura-se para o Rio Grando do Sul, com escalla
pelo Rio de Janeiro.
Precisa-se de um mestre oleiro para se en-
carregar de uraa olaria era Santo Amaro de Ja-
boato ; tambem se far negocio com uma casa
de moradia, e juntamente cora a olaria quo est
montada cora lodos os utensilios: quem a pre-
tender dirija-se ra da Praia n. 3i, onde todo
o negocio se far.
de excellente qualidade proprio para mesa
imn or ana pirsv taren
" r>"a
Mfl consolos, bancas etc., etc., a 3000 o covado baralis-
Bolinhos.
.-7n.Prepf riain',e baDdpJ enfeitadas
versos modelos de bolinhos dos
para o Rio do Janeiro 'q^"se"ji,lra"
credor, queira apresentar as suas coritas
enpteno de Rostron RoikerA C
po Santo n..J8. '
- Os abaixo assignados fazem scienteque (em
dado procuracao bastante ao Sr. Frederi?" Cha?.
casa commercial nesta
seu
no es-
aCa do Cor-
les Cox para irigir a sua
Recife 10 de dezembro do 1660.
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
DIS. T@WSSI
Veile-se
-MELUORADOE FABRICADO SOB
EX-
de chave cora bomba, era boro es-
do Alecrim, em casa de Barboza,
urna corneta
lado : na ra
muzico.
Vende-se um cabriolet de dota rodas, cora
reos e em muito bom estado : quem o preteo-
der dirija-se a ra Imperial n. 40.
so
Encyclopedica
Guimares Villar
Ra do Crespo n. 17.
Receberam sedas, chapeos para senhoras, raan-
leleles, saias baldes, laas de quadros ricos de-
senhos. manteletes,
A GRANDE SUPERIORIDADE DO
TRACTO FLUIDO COM POSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seo extraordinario
e quasi miracaloso effeito no
sangue.
Cada um sabe que a saude ou a infermidade
depende directamente do estado deste floido vi-
tal. Islo ha de ser. visto o partido importante
que tem na economa animal.
Aquautidade do sangue n'urn homem d'es-
talura mediana est avaliada pelas as primeiras
au ondades em vinte e oito arralis. Em cada
pulsado duas oocas sahern do coraco nos bofes
e dallt todo o sangue passa alera no corpo huma-
no era menos de quatro minutos. Uraa dis-
posicao extensiva tem sido formada e destinada
cora adra.ravel sabedoria a deslribuir e fazer
circular esta cORItam db vida por todas as
DO DR JAMES R. CHILTON,
Oimico e medico celebre de Kew York
New-York, bavemos vendido durante muitos an-,HASKFI AMFRRirir .n r o-------
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town- ""----- -RICK' 10 Gold Slreel-
o
apresen-
neos de- i P"ru <** organtsacao. Deste modo corre sera-
capas, casaveques, ricos Pre Pel corPo era torrente, o qual
Z[Zt^br^^rauZT-a 189, 25* e *? I 'T de inftrraJade ou de saude.4
lindissimos, cassas de Se o
a gran
organdies de padrfies
cores a 260 rs. o covado, cassas brdalas da Chi- \,
na a 63509 com 9 varas, ditas a 4 e 5 com 9 :
varas, manteletes para meninas a 8#, meias para
senhoras de todas as qualidides, grande sorli-
mento de roupas para homens e meninos e
quaiquer objecto para senhoras por procos cora-
modos.
Para acabar
Guimares $ Villar
Ra do Crespo n. 17.
A 4^000,
Cortes de cambraia com tres babados de 20 a
Zcovadoscada um a 4$
A 260 rs.
Cassas organdizes a 260 rs. o covado de lindis-
simos padroes.
A 25^000,
,Q=Rlqols"nos chaPe08 res a fc e d0 palha de Italia rkaente enfei-
13Q05.
A 360 rs.
Lias miudinbas de liodissiaios padrees t 3,60
i dinhelro.
rs.
sangue por causa alguraa se emprenha
materias ftidas ou cjrrompidas, diunde
om vblocidade rlectrica a corrupcao as
raais remotas e mais pequeas parles do corpo
<- veneno lanca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veias, e pelos vasos capillarios,
ate cada orgao e cada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneta
a circulajao evidentemente se faz um engenqo
poderoso de doenca. Nao obstante pode tam-
bera obrar com igual poder na crilo de saude
bsuvesse o corpo infecionado da doenca malisna'
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se smente o san-
gue pode fazer-se puro e saudavel ficar superior
doenga e meviiavelmente a expedir da cons-
Utuigo.
O grande raanancial de doen5a enlao como
d aqu consta no fluido ctRcuLANTE.e oenhum
medicamento que nao obra directamente sobreel-
le para punflear e renova-lo.possne algum direi-
to ao cuidado do publico.
O sangue I Osangb! o ponto no qual
se ha mysler fixar a attenrao.
O ORIGINAL E O GENUINO!
AO PUBLICO.
Nos, os Assignanies, Droguista na cidadede
.,,;, a C8da .g*r"ia d 0rgina! e eBuino 'W d
exterior de papel verde
No esoriptorio do proprietario, 212 Broadwav
bem na beuct da ra Direita n, 88 do Sr. Prannos.
send, consideraraolo ser o extracto origina
mimo de salsa parrilha do Dr. Townsend
qual primeramente sob este norae foi
lado ao publico,
?vPAUL, 40 Cortlandt Street.
WALTER. B TOWNSEND Co, 218 Pearl
olreet.
LEEDS& HAZARD, 121 Maiden an,.
uSSPfCo',53 Wa- w
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
GRAHAM Co, 10 OldLlip.
R R HDt ,E,NINGS' 188 Pearl Street.
v HAV,UND & Co' Office 177 Broad-
B0BISS4 Co, 134 Water Street.
' ai SV""'1 ,83 Waer Street.
2hT-AIMa;N' 69 Water Street.
NORTo 9X3BP** 60 Pearl Street.
NORTON,BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den Lone.
o\?mP,iiLk2-Co' 4 F,e,cher Slreet-
OLCOTT, M KFSSON & CO, 127 Msiden
J-iSne.
?n FuELeiiV' BR0THEB & Co, 104 &
lOoJobnSt.
HAVILAND, KEESE &CO, 80 Maiden La-
ne.
B. A.FAHNESTOCK & Co. 49 John Street.'
CONHECEMOS A ARVORE E SUAS FRU-
TAS ;
No dia 12 do correle, na
cas, depois da audiencia do III
E IGUALMENTE
um Medicamento nos seus Effeitos.
composlo de Salsa parrrlha do
RUSHTON, CLARK & CO, 110 Broadwav,
lOAslor, "
rs
House, and 273 Broadway, cor. of Chambe
Slreet.
PHILIP SCOTEFFELIN & CO, 107 Water
otreet.
mJmS^:96 John Slree-
l'^RVVOOD & COFFIN, 64 Pearl Street.
RUSTT HOUGHTON, 83 John Street.
I. MINOR & CO. 214 Futon Street.
INGERSOLL& BROTHER, 230 Pearl Slreet.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortlandt
Street.
BAYDOCK, C0BLIES& CLAY. 218
Street.
CUMMING &
Street.
Pear
VANDSER, 178Greenwch
Conhecemas
O extracto
Dr. Townsend est
OMED.C4MEXT0D0 POVO
Adata-so tao maravillosamente a constitui?3o
que pode ser ulilisado em quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E DEBILIDADE,
fortalece;
ONDE ECURRUPCAO,
purifica;
ONDE HE PODR DAO,
ALIMPA.
Este medicamento celebrado que tao grandes
servicos presta a humanidade, prepara-se agor
na nova fabrica, na esquina das ras Fronte
Washington, Brooklyn, sob a inspecQao directa
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da Cidade de New-York, cuja cer-
lidao e assignatura se acha na capa tterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSAPARRILHA
DO DR. TtWNSEND.
O grande purieador do sangue
CURANDO
O Herpes
uo largo do Corpo" SaotTescrip!
a sala das audien-
munic.pal da segunda vara cveUenfde u\ fr
ca por venda um terreno uo lugar d, VI P
da Magdalena, penhorado or cfoonrL?assaem
Jos AlrM da Silva GuinS Z r 'VZ?
Ionio de Oliveira. -"nira Jos An-
O Sr. alferes Tl.om G. Ve,s de
Lima, queira dirigir-se a esta tvpogra-
pliia, que se lhe precisa fallar.'
iu- Joao da Costa Ribeiro, relira-se para Por-
par7oJparBarrS0BaSl0S' Sbdil Por,uSu" vai
- Gusta* Julius Gunthcr, relira-se nan R..
ropa no vapor Magdalena P Eu"
- Vandcnbrucl Trancois), subdito belga re-
tira se para o Rio de Janeiro. '
- Manuel Carneiro da Silva Roque ubditr.
portugufz, retira-se para o Par.
g%mw tftttiii
| Recebeu-se de Franca. gSSS
@ naplcs de quadros e lisos cores
| escuras, fazenda a covado : na i
g ra da Cadeia do Recie n. 40 5
S loja do Martinho.
Meias muito bara-
tas.
Aloja da aguia branca est provida de mu
grande quanlidade de meias, c melhor sorfimen-
S.?"lufre,.P0He dar' 6 Pr 5S0 cs, vendendo.,s
mai> barato do que em outra quaiquer parte
hS.iT1? CrU8S tcncorPadas. abanhado ou'
,-n = co F'ara homrnl 25500, 3 300 4
4So00e 5 a duzia, ditas ingleZas o melhor'q,f<
se pode encontrar a 6 e C500, dilas de
Escocia prela encarnada imitando seda
o par, e de cores a 640 e 800 rs..
i
que
fio de
a 800 is.
dilas brancas
mui linas e tapadas a 2*400, 3S50 e'B, e fiis!
simas a 8* a duna, ditas brancas finas e fio unido
A Hertsipela,
A AliSTRICQAODO VEN-
TRE,
As Alporcas
Os Effeitos do azo-
gue,
Dispepsia,
AS OoENCAS.DEFIGA-
DO,
AHydropesia.
A Impixge
As Ulceras,
O Rhematismo,
AS CHAGAS
A Dedilidade geral*
ASDOENCASDE PELLE
AS BORBDLHAS VA CA-
RA,
As ToSSESt,
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
OExlracto acha-secontidoemgarrafas quadra-
das e g8rante-se ser mais forie e melhor em to-
do o respeito a algum outro puri6cador do san-
gue., conserva-se em todos os climas por cor-
to sspaco de tempo.
assignatura e a eertido do Dr. J. R. Chlitlon, na capa
New York, e ea Pernambuco na ra da Cruz n. 21 escriptoric 1. andar, um-
o Dr. Townsend tem
scocia primeira qualidade a 8500 a du-
iEiSl*&braDCa8 e pre,as 250. 3.
dftoOOe-, ditas cruas mui encorpadas para me-
ninos a 200 e 240 rs. o par, ditas brancas e do
cores a 240 e 280 o par, Sitas para meninas a 3
a duna, ditas de seda para baptisado a 25 o par
ditas de laia e de seda para padres a 2 3fi
o par. Emtira vista de lanas e diversas uualit
dade, o melhor approreiiar-se a occasiao e
dirigir-se a ra do Queimado, loja da aguia brn-
rifad qU Se' se"id0 com aSrdo e since-
MIMiKMIHl @,
Rices vestidos de cambraia
g branco bordados de gosto de 5 e
I 7 babados, cortes de vestidos de I
blo cor de podra de oOs a 250, 5
e muitas variedades de fazendas f
v de phanthasia, organdys do ul-
timo gosto, tarlatana "bordadas,
gorguiao escocezes e outros mui-
@ tos objectes necessarios para uma
senhora de goslo e do grande
I mu?fdo : na rua da Cadeia do
Recife n. AO. loja do Martinho.
a
i
De hoje
vele e ca
andar.
Attenco.
por dianle haver todas as noites sor-
, na traressa do Abreu n. 4, primeiro

ILEGVEL
--------. ,^


DARO D PERNAMBUCO. QlARTA FE1RA 2 DE DEZEMBRO DE 1860.
i)
CAS DEBANHOS
so
4C3,
Asignaiura de banhos fros, momos, de choque ou chuviscos (par urna pessoa)
tomados era 30 das consecutivos. ...... .\ '. ... 105000
30 canoas paraos ditos banhos tomados era qualquer lempo ,\..... 155>000
15 Ditos dito dito dito \; 8000
7 \ -. 000
Banhostvulsos, aromticos, salgados esulphurososaosprecos annunciados.
Esta redcelo de presos facilitar ao respeitavel publico ogozp das vantagens queresultam
da frequenciadeura estabelecimento deuma utilidadeincontestavel.mas que infelizmente nao
estando era nosso* hbitos, anda pouco conhecida eapreciada:
Aluga-se
EAU MINERALE i
NATRALLEDE VICHY. Sg
silo na boticafranceza ra da Cruz n.22 H
Remedio infallivel contra as agnorrlias antigs e recentes.
nico deposito na botica franceza, ra da Cruz n. 22.
Preco do frasco 3*000.
TABAC CAPORAL
Deposito Aas manuacluras imprtaos aeran?a.
Este excelente fumo acha-se depositado, diretamente na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
CAMBOA D0CARMO, o qual se vende por raseos de 2 hectogramos a lSOOOeem por^aode
10 mseos para cima com descont de 25 porcento ; no mesmo estabelecimento acha-se tambem
verdadeiro papel de linho para cigarros.
o sobrado n. 29 da ra dos Burgos, com arma-
zem proprio para recollier goneros de estiva : a
tratar na ra da Cadeia do Rccife n. 35.
Quera tiver urna preta que leona leito para
criar urna menina de 2 mezes (ffiangando a su3
conducta] annuccie, ou dirija-se a ra do Cano
nll.
Desappareceu da casa do Dr. Paula Baptis-
ta, no da 3 do correle, a preta Vicencia, de 60
annos deidade, letn vestido prelo, panno azul,
lem os ps c as nios foveiras: roga-se, pois, a
todas as autoridades politiaes que a apprehende-
rem, o favor de a conduzirem ra do Colovello
n. 56, que sero recompensados.
Aluga-se na ra da Senzala Nova n. 37, um
escravo ptimo cozinheiro, acoslumado a servir
cm hotel.
Joo Francisco Maia administrador das
matas de Apipucos. avisa a quera convier, que
nos das 15, 16 e 17 do corrente mez se arrendara
as referidas matas a pessoa que roaior preco offe-
recer, devendo os pretendcnles aprescnlar os
competentes fiadores.
Peranto o juiz de paz do 2." destriclo da
freguesa de S. l'rei Pedro Connives, tem de ser
arrematados no dia 12 do correntes, inda a au-
diencia, as 4 horas da larde, na porta do mes-
mo juiz de paz ; na ra do Pilar, os bens que
foram pcnliorados de Jos Estanislao Cordeiro,
cujos bens sao objeclos de venda, una arma-
gao di mesma, por execucao que move por este
juizo, Francisco Jos dos P.issos Guimaracs como
thesoureiro de N. S. Rosario do Corpa Santo.
Verdadeiro caf de Moka, s
no hotel trovador, ra larga
do Rosario n. 44.
A qualquer hora do dia ou da noile enconlrar-
se-ha nesle estabelecimento gosto dos fregue-
zcso verdadeiro caf de Moka, bera assim sor-
vetes das melhorcs fruclas que exislem no mer-
cado, das 6 horas da tarde em diantc, Repete-se
o annuncio para maior sciencia do publico e ha-
ver nesle mesmo estabelecimento comida feita a
qualquer hora que se procure, e bem assim o
fornecer-sc para casas particulares. No mesmo
hotel precisa-sc de um moleque captivo para o
servico interno c externo.
_ sa
COITSITLTOEIO
CENTRAL HOHCKOIMT1II O.
Ra de Santo Amaro (Mando-novo) n. 6.
O Dr. Sabino O. L. Pinho d cousultasvenientesTa pratica, principalmente para os m-
todos os das uleis desde as 10 horas at meio dicos que corae^am fazer eosaos, e para ss.
da. Visita aos doenles era seus domicilios pessoas curiosas que nao sabara conhecer essas
de meio dia em dianle, e em caso do ne- I diflerencas, e por isso poder? atlrbuir inefica-
cessdade qualquer hora. A3 senhoras de. ca da homeeopatliia, o que realmente depende da
parto e os doenles de molestia aguda, que m preparado dos medicamentos.
nao liverem anda lomado remedio algum al- Para obviar estes graves nconvenienies o
lopathico ou homeopathico, serao allendidos de agitador dynamco do Dr. Sabino munido
Compras.
compram saques so-
dirija-se pra^a do
Rostron Rooker C
breaBhia; quem liver,
Corpo Sanio n 48.
Na ra Direiti D. 84 precisa-se comp-ar ura
cavallo que seja grande, manso e gordo.
AOPIBLICO
preferencia.
As molestias mais frequentes debaixo dos
climas do Brazil, principalmente as que sao
mais difQceis de curar, Ihe tem merecido um
es ludo especial; sao ellas :
1. Molestias proprias das raulheres.
2 o Molestias das cranlas.
3. Molestias da f elle.
4. Molestas dos olhos.
5. Syphilis, ou gallico.
6. Febressympihomalicas Jjs leses do cere-
bro e de suas membranas, dos orgaos do peito,
e do apparelho digestivo ; febres intermitien-
tes e suas consequencias.
Pharmacia especial homceopathica.
AGITADOR DYNAMCO.
de um contador em que se scham as unidades,
dezenas, centenas, millares, dezenas de mimares
collocadas convenientemente, de maneira que
Vendas.
Bolsas de (apel para
viagens.
Vendem-se mu bonitas bolsas de tpele p
prias para jiagens.elr., etc., pelos baratsimos
pro-
cada vascoleiacao apnarece ura numero novo, presos de 5p, 63 e 7# : na loja da aguia branca,
desde 1 al 10 mil; nao sendo desla sorlej a do Rimado >
Bonitos cilos para scaho
ras e meninas.
Na loja da aguia branca ven
Alem disso, desojando tirar de sua viagera ilas f!,as com yelas para cin
i Eurcp. todas as ventas para o progresso, Bffi*i gE*
possivel engao algura.
Os medicamentos homar, patneos preparados
por meio desta maquina sao os nicos que de-
sinvolvem proprieJades uniformes capazos de
curar es molestias com a maior certeza pos-
sivel.
n
A pharraacia homceopaihica est Ion ge de
preencher todas as vistas dos mdicos homo?-
palhas em quanto forem os medicamentos pre-
parados mao. A forrea do homem nao po-
de ler a precisa uniformidade para bem de-
sinvolver as propiedades medicamentosas das
j| O arrematante da loja de miudezas da** substancias; ella vae naturalraenle enfraque-
| ruadoLivramenton. 2 quefoi de Igna- M' cend0 me(i)a que se vae fazenj0 0 tr8Da.
Er co Ncry Ferreua da Silva Lopes, avisa Vi! .. .____ -'
aos devedoies do mesmo que si'menle de- ilho da dynamisacao : e e por essa nzao que
vem ir pagar seus dbitos na loja de miu- *4 numerosas vezes accontece que duas preparaces
CASA DE SALDE
Sila em Santo Amaro.
dezas d ra da Imperalriz n. 82, sob
penado pagarem segunda vez no caso de
quepaguera a outrem.
*** i homens diferentes, nao produzem o mesmo re-
Em Sjanlo Amaro de Jaboato aluga-se urna suia(]0 m ca;os anlogos de molestias; uma
desinvolve uma aecao mais prompta, a outra
de acnito, por exemplo, da mesma dynami-
saeo, feilas pelo mesmo homem, no mesmo
SX i dia, ou era dias diversos, ou feilas por dous
Na loja da aguia branca vendem-so mui booi-
cintos de senhoras c
preco de 2J : em
- do Queimado nu-
mero 1C.
Objeclos de gosto
S ^9^ Kt _^lk.
senhoras e meninas.
A loja da aguia branca receben um b.'llo c0lj,_
Bienio de objeclos do muito gosto c oltima mo-
da, proprios pira senhoras e meninas, sendo de-
liradas gollmhas e vollas de vidrilho. voltas de
hyo^ciamus, foram colindas n'Al.emanha na | Z^^Z^Z SSTfJ' 1
tranga o na Blgica, o veralrum no mo.ite Ju- polos barassimos presos de 2j cada objeclo
ra, etc. etc. na rua do Queimado, lja da aguia branca nu-
Desta sorle provida a pharmacia do Dr. inero *
Sabino das subst-ncias que serviiam para =s ex- ^SZZfiZ JUE7 penencias puras de Ilahnemann, descnplas na i deua. lem 3 Albos, os mais lindos possiveis
palhegensia, acharao os mdicos e os amigos da com 5 anuos, oulro cora 4, c 1 com 5 mezes,' o
homo?opalhia os meios se?uros e verdadeiros de' I"0."*0 da vc"Ja P,01- u5u 1"erer ir pare o raa-
- a ver na ru do Queimado n G'J.
da homceopalhia no brasil, o Dr. Sabino nao
poupou esforcos para obier as substancias me-
dicamentosas dos proprios lugares, onde ellas na-
luralmente nascem, e para isso enlendeu-se com j
um dos melhores herboristas d'Aliemanha, para
Hie mandar vir as lanas frescas, aftm de pre-j
parar ello mesmo as tinturas.
E" assim que o aconio foi mandado vir dos
Alpes, a rnica das niontanlus da Suissa, a
belladona, bryonnia, chamomilla, pu'salilla, rhus,
Esteestabelecimentocontinua debaixo da administracao dos pro-
prietarios a receber doenles de qualquer uatureza ou cathegoria que
seja.
O zelo e cuidado alli empregados pax-a o pronopto restabelecimen-
to dos doentese'geralmente conhecido.
Quem sequizerutilisai pode dirigir-te as casas dos propietarios
ambos morad res na rua Nova, ou entender-secom o regepteno esta-
tabeleciracnto.
Reforma de precos.
Escravos....... 2^000
Marujos ecriaos..... 2^500
Primeira classe 03 e- 3#500
As operac/ies serao previamente ajustadas. m
CONSULTORIO
DO
lia >a A,
.a u. a *TAa
MEDICO FARTE1R0 OPERADOR-
3 RUA DA GLORIA, CASA DO FLXD'O 3
CAinica pov ambos os sysiemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consullas todos os dias pela manhaa, e de tarde depoisde 4
horas. Contraa partidos para curar annualinenie, nao s para acidade, como para cr engeuhos
ou outras propriedades ruraes.
O; chamados devem ser dirigidos sua casa at s 10 horas da manhaa e em caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noite, sendo por escriptoem que se declare
o neme da pessoa, o da rua e o numero da casa.
Nos casos que nao forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
derao remoller seus bilheles botica do Sr. J. Sounn & C. na rua da Cruz, ou loja de
livros do Sr. Jos Nogueira de Souza na rua do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annuncianle achar-se-ha constantemente os melhores medica-
rnenlCE homeopalhicos ji bem conhecidos e pelos precos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes...........109000
Dita de 24 ditos.................159000
Dita de 36 ditos.................20000
Dita de 48 ditos............, 25?O0O
Dita de60dilos...............- 30000
Tubos avulsos cada um........*....* 19000
Frascos de tinturas................"25000
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
duzido em portuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. ele........203WOO
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 105P0G0
Repertorio do Dr. Mello Moraes. ,....... 69000
excellenie casa por seus commodos e posic,ao
tratar na rua Nova n. 56.
Ralkmann Irinaos & C. avisam ao
respeitavel corpo do commercio que
; foram nomeados agentesnesta pracadas
oompanlnas de seguros maiitimos de
Ha m burgo.
COMPAMHIA
ALLIANC
stabecida m Londres
CAPITAL
Cinco mVWioes de Vicias
stfcvlinas.
Saunders Brolhers& C. tem a honra de nfor-
mar aos senhores negociantes, proprietarios de
casas, e a quem mais convier, que esto piena-
menteautorisados pela dita companhia para ef-
fecluar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de telha, e igualmente sobre os objeclos
que conliverem os mesmos edificios, quer con-
sista em mobilia ou em fazendas de qualquer
*> qualidade.
iPrrrrrTTTTTTTTTTTTTTT-TTTT-w'
I? DENTISTA FRANCEZ. 3
'w Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- <
\y- rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e M
i *T p denlifico. ^
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver& Baker.
Machinas de coser: em casade SamuelP.
Jonbston & rua da Senzala Nova n. 52
Dentista de Paris.
I 15 Rua Nova15
5, FredericoGautior, cirurgiodentista,
H| faz todas as operare da suaarlee col-
g> locadenles artificiaes, tudo com a upe-
f| riordade e perfeico que as pessoaien-
9J tendidas the reconhecem.
Tem agua e pos dentifricios ele
para alguma reQnaao
N.i rua da Impcralriz n. 80, vende se vinho
dorio, Fritarla, engarrafado a IfrfO, dito a
1280. dito a i|, dito Madeira a l, dita musea-
curarcm as enferinidades.
OS PRECOS SAO OS SEGUINTES:
Botica de 2 '/tubos grandes .... 12 WJTO^wTiSmCSS^.,.,..^
D.la de 36 ......185 8 225" 200 rs. a libra, azeitooa a 1f a aneoretai a gsrra-
Oita de 48 ......2ia29* [? 8 200 rs., chourigas a 480 a libra, palos de 1 i
Dita de 60 ......30 a 3o? u a ^0rf,!1 ,a.Us c mMS" lmalos de 2
N.B. Existem carteiras ricas de ^*n\^{2t^S^^*^
maior prego. c sem ticos nem defeilos, com 22 annos de i la-
Cada vidro de tintura avulso. ..... 25', dc- Proprio para todo o servico.
Cada tubo avulso...........1'-
Cai\3s cora medicamentos em glbulos o lin-!
turas de diversas dynamisaces ( mais usadas) : |
De 24 vidros com tintura e 48 tu-
bos
priiicipiImTfc
na r;ia das Cruzes o. 18
uma scQao mais lenta.
Alm disso, sendo essencial para a rega- bos grande5...........48000
landade das dynamisaces que cada dtluicao : De 36 ditos dila e 56 lubos grandes 6-SOOO
lenbi um numero cerlo de abatas ou vascole- De 3G ditos dita e 68 luhus grandes. 70JfOOO
jagoes, para que nao acconieca que pelo excesso De 48 ditos dila e 88 tubos grandes. 929000
ou pela nsufficiencra d' estas percara os medica-! De 60 ditos dita e 110 tubos grandes 115000
mento as prcpiiedades que Ihes sao assignala-j Estas caixas sao uleis aos mdicos, aos Srs, i .Cortes de cambraia branca muilo fina com sal-
das. 00que convem cada dynamisaco, nao de engenho, facenjeiros, chefes de familias, pi,r?II!'!!?.,"ho*ra 4:GU0; -.
se pode isso obter as preparares feilas mao c8pilkes de n3V0> e em l0(lS r^o'p^f de ^-^%^^
porque o numero de abales e sempre maior ou nuizerm dc(licar prali^a da hon.^pthia, poca.
baratas.
19 Rua do Queimado 19
quizerem
menor, d' onde evidentemente resulta um effeito | YenJem-se tambem "machinas elctricas por-1
tambem maior ou menor, e por conseguinte; lateS) para lratamenl0 das molestias nervosas, j
duvidosona applicago do medicamento ^ se os, Eslas machinas sao as mais modernas easi
abales sao .nsufficienles nao se desinvolvem' mais Ufadas acluaimenle era loda Europ!)) !
todas as propriedaJes convenientes dynamisa- ; lant0 pela commodidade de poderem ser trasi-|
Sao que se quer faZ*r, e se sao de mais, desin- das na algibeira, como porque trabalham com
volvem-se algumas das propriedades da dyna-1 preparaces que nao sao nocivas:
misacao superior, com parda certa de muilas
das que convem dynamisacao que se quer
preparar, o que sera duvida tem graves incon
Bales de mussulina,
de roadapolao.
ditos arrendados, dnos
Cada uma........50#000
O Dr. Sabino ensina a maneira de se servir
desta maquina.
Cliapellari
a
DE
Joaquim deOliveira
Maia.
Anda esta por lugar o sitio na Torre, pe-J 41 >,. n i i i i -.. n
tencenle a Jos M irianno de Albnquerqne : a Ira-1 M-OU-1 filCilUiV lnuepCllUeUCia-24-^0
lar como mesmo ou com oSr. Jos Aievedof
Grande, variado e escolhido soriimenta de ctia-
| peos de todas as formas e qualidades, a saber :
Aluga-se uma casa para o lempo de Natal '-'e Seda llllOS (lo Castor,
ou por anno, no pitoresco sitio dos Arrombados.: hranOO^ P nrpf ns patti rnll^
com banhoperto no saudavel Deberibe ; a casa uiau*'*W c I'ieOS, COQ pello C
sem pello, de 10 a 14^, de fel-
tro de todas as qualidades e
Andrade, na rua do Crespo.
est concertada e pintada : quem a pretender,
dirija-se ao largo do Trro, segundo audar, a
tratar com o coronel Salgueiro.
~tt'
IPM hMk
DE
f.
Fazendas e de miudezas.
Em casa de Augusto C. de Abreu, ba para vender um completo
sortimento de perfumara!, constando de leos, banlias, pos para
dentes, sabao, extractos, aguas de cheiro e muitos outros artigos dos
melhores perfumistas de Londres e Paris.
de
cai-
Precisa-se logar urna mulher forra ou es-
crava para ajudar a cozinhar em uma cas que
faz comer cozido, e ajudar a vender : a fallar na
rua do llangel n. 17, que se dir quem a se-
nhora ea casa.
Est ainda por alugar-se o 1. c 2." andar
do sobrado na rua das Aguas-\erdes : quem pre-
tender, falle na rua das Cruzes u. 9, penltimo
sobrado de dous andares, quem val da rua do
Queimado para S. Francisco.
No paleo do Paraizo sobrado n. 26, preci-
sa-se de uma eogommadeira, preferindo se es-
c'rava.
Hulla se deseja fallar com ossennores abai-
xodeclarados, na rua do Queimado n. 39, loja.
AntoDioJos deAmorim.
Antonio Francisco da Silva.
Manoel Jos Mil.-le Mciriz.
Joaquim Jos Bolelho.
Para administrar engenho
se offerece um hornera que j foi rendeiro de
ume que sendo victima da infelicidade sesu-
geita por qualquer ordenado tanto nesta provin-
cia como n'oulra : na rua do Crespo loja n. 10,
se dir.
Curso particular derhetorica.
Manoel de Honorato tem aberto o seu curso
de elocuencia e potica nacional : na rua Direi-
ta d. 88, primeiro andar.
Aluga-se o sobrado de dous andares e so-
laoda rua Imperial n. 1G9 : a fallar na rua da
Aurora n. 36,
O Illm. Sr. B. A. M. C. B
genitor de engenho na provin-
cia das Alagoas, queira fazer
o favor mandar pagar na loja
de ferragens da rua do Quei-
mado (que nao ignora) a sua
letra vencida ha muito tem-
po, producto de negocio rea-
lisado a 28 mezes, visto que
nao tem-se dignado dar a mais
insignificante resposta amis
;de umaduzia de cartas que se
lhe tem escri oto.
O artista americano
O artista americano
O artista ameriepno
O artista americano
0 artista americano
Tira retratos por 3$
Tiaa retratos por 3^
Tira retratos por 5$
Tira retratos por 5$
Tira retratos por 3{
Tendo recebido um sortimentd
xinhfti novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
TenJo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
No grande salao da rua do Imperador
A. W. Osborn, o retratista america-
no tem recentemente recebido ura gran-
de e variado sortimento de caixas, qua-
dros, aparatos chimicos, e um grande
numero de objeclos relativos f. arte.
Como tambem um grande ornecimen-
to de caixas para retratos de 3/jfOOO rs.
cada um, as pessoas que d-.sejarem ad-
qnirir conhecimentos praliecs na arto
de retratar acliarao o abaixo assignado
sempre prompto sob condieoes muito
razoaveis.
Os cavalheirose senhoras sao convida-
dos a visitar estes estabetecimentos, pa-
ra exammarem os specimens do que
cima ica anunciado.
Caxang. .
Nesle bello arralal h8 para alugar uma casa
eom bastantes commodos para grande familia,
muito fresca e defronte do rio : na rua Nova
n. 63.
Alugam-se dous audares do sobrado da rua
da Cadeia n. 24, tendo commodos para grande
familia : a tratar na loja do mesmo.
Ama.
Precisase alugar uma escrata para casa de fa-
milia, quesaiba fazer lodo serrino de casa : na
rua do Queimado n, 39, loja, se dir quem pre-
cisa.
Gravuras.
Gravamse e iroprimem-se com perfeico bilhe-
les de visita, registros msicas, letras, etc.;
abrera-se sinetes e chancellas, tanto em relevo
como em qualquer oulro genero ; na rua de
Agoas-Verdes n. 62.
Aluga-se o armszem da rua da Madre de
Dos n. 2 ; a tratar com Marlins A Irmo.

Esleirs da India de i.
e 6 pamos de largo.
Noarmazemac lazendas da rua do Queimado
n- 19, propriamente para forro de salas e camas
por ser di melhor qualidade, e lodas brancas
Ensino de msica.
Offerece-separa leccionar soUejo.comotam-
bema tocar varios instrumentos; dando asli-
coes das 7 horas as 9 1(2 da noite:a tratar na rua
di Roda n 50.
O Dr. Casanova tendo de fazer uma viagem
a Europa, pede novamente a todas as pessoas
que lhe cstao devendo, o favor de lhe mandarcm
pagar at o din 15 do corrente infallivelmentc.
varias formas, Magenta, Solfe-
rino, Tomistas, Jerorae, etc.,
etc.: depalha escura (phan-
tazia) de palha e casemi: i
(dem), de palha do Chille, di-
tos muito tinos, avelludados,
altos e baixos, de gorgurao de
seda, de oleado para criado.
De iiianillia,
os maisrecommendaveis para a estaco par so-
re m leves, muilo fresaos, escuros, ele'ganies e de
longa duracao.
forma Cavour, elegantes, auilo
de dura'ao.
frescos, leves e
Sacase
para Lisboa, Porto e liba de S Miguel,
noescriptorio de Carvalho, Nogueira &
C rua do Vigario n. 9, primeiro andar.
Roga-se ao senbor que. por en-
gao, levou do cartorio do escrivao Al-
meida, na rua do Imperador, hontem,
ura chapeo prelo, de cabec,a, o favor de
ir trocar pelo seu a' rua das Cruzes n.
44, segundo andar.
O Dr. Manoel Moreira Guerra contina a
prcslar-seaossenhores estudiles t Faculdade
de Direitocomo explicadorpara a occasiao de
seu esludo dos pontos para os actos : pode er
encontrado na rua da Matriz da Boa-Vista n. 24
pela manhaa al as 10 horas, e a tarde das 4 em
dianle.
Padaria.
Na padaria do Antonio Fernandos da Silva
Beirizrua dos Pires n. 42, dase pao de venda-
em e na mesma vende se pao commum, dito de
provenga, bolacha de boa qualidade e nova, dila
fina, bolachinhas, biscoutos, doces e agoados,
falias, roscas, ararula- franceza, bolachinhas d
dita franceza, farinha do reino muito nova pro-
pria para sequilhos, ludo das melhores farinhas
e o mais bem trabalho possivel.
Barroca & Medeiros tam-
bem sacam para Portugal.
De baleia,
r, elegantes, iluo fr
M FJULM
s, escuros e claros, c
Completo sorlinenlo
inos c criancas.
dem de bouels
para senhoras, escuros e claros, i
sera enfeiles.
para meninos c criancas.
para homens e meninos ; e filialmente outros
muitos, quesera oufadonho mencionar.
Loja da boa f
NA
Ruadalmperatriz n. 74.
Vende-se peca de franja para cortiuados com
lo varas a 43, manguitos com gollinha bordados
a 4, camisinha com gollinha a 2J e 3, gollinhos
bordadas a 640 e 1*200, liras bordadas muito fi-
nas a l-00 e 600 n., ntremeos a 2jj a peca
pentes de tartaruga a 4g, ditos virados muilo for-
tes a 8!, enfeiles de fu de velludo com laco a
2500, c muitas mais fazendas que se rendem
bjruto para acabar.
As verdadeiras i uvas de
Jouvin.
A loj da aguia brancas acaba de receber de
sua encommenda as verdadeiras luvas de Jou-
vin., primeira qualidade, lauto brancas como pre-
tal para homem e senhora : quem precisar, din-
ja-se a dita loja da aguia branca, ma do Quei-
mado n. 10.
Pedimos toda aencao.
Na loja da aguia de ouro da rua do Cabug c.
Aluga-se o sobrado de dous andares na rua "' cneuu um completo surtimento de B'elas
da Matriz do bairro da Boa-Vista n. 28 os nre. M mai ricas 1"e possivel. filas largas e eslre-
tendentes podem enlender-se com Antonio Gon-
calves Ferreira Casco, na rua de Apollo n. 32.
A praQa do juizo dosfeilos da fazenda pro-
vincial, annunciada para o dia 6 do corrente mez,
foi trauslerida para o dia 13 do mesmo mez.
Pracisa-se de ura feitor para sitio e perto
da pre;3 ; na rua da Concordia, loja do sobrado
n. 35.
las o mais lindo que se pode encontrar para cin-
teiro de senhora ou para enfeitar chapeos, que
so vende mais barato do que em oulra qualquer
parle.
Vende-se por preco commodo 10 quarto-
las proprias para mel ou azeile, assim como uma
grande poroao de saceos vasios : na rua do No -
gueira n. 21.
Vende-se um negro bom cirreiro : na rua
Imperial n. 33 padaria.



()
DIARIO DE PEfaMAMBUCO. QUABTA FEIRA 1S DE MZEMBRO DE 160.
Ceblas a 700 rs. o cento
Vende-se cebla a 700 r?. o cetrto, tourintio de
Lisboa a 320 rs. : na rua das Cruzes n. 24, esqui-
na da travesa do Ouvidor.
Yendem-sedous silhes inglezes para mon-
tara de senhora, osqaacs toc peuco uso, e da-
se por prec.0 cora modo com lodosos arreios : na
ra do Livramento n. 33, luja
Vonde-se un boi de todo o servido, proprio
para carrosa ou carro : quem o pretender dirja-
se ra de Domingos Pires n. 3, q>ie achara
com quem ira lar.
Manual
DE
Gonlas feitas
pira compra e venda de assucar e ruis objectos
obra nmiio til pira os negociantes e senhores
FABRICA
DE
mmmmm ammm si miuu.
Sita na raa Imperial n. 118 e 1IO junto a fabrica de sab&o.
DE
Sebastin J. da Silva dirigidapopoFraiciscBclmiro da Costa
ces re US ymSSnS. .^ "S?6 /"*"- 1W> e cobre de difierentes dimen
Hr,nJ -?9) 8Jim?.,es 6 .dobrados. P"a sillar agurdente, aparelhos desiilaterio
contmuos para resillar e dest.lar espirites com graduacao at 40 graos (pela graduado de Sellen
carner, dos melhores systemas boje approvados e conhecidos nesta eoutras provincias do imneri-
bombas de todas as dimen?oes, aspirantes e de repucho, tanto de cobre corno de bronza e ferro
robase libras; um volume bera encadernado por! ^'L i 7 / ? d?gU8' Porlas Pa" 'ornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e
45-RuaDireila--45
ESCOLHIO SORTIIEOTO
DE
5j0C0. Vende-se na livraria econmica, jun
arco do Sanio Antonio.
Pechincha
Lindissimos riscados de cambraia de seda a
40,) r>. o covalo, a elles, que seacabam : na ra
do Queimado n. 4t.
Vendem-se os afamados cigarros da Baha
em raacinhos de 25 cada um : na pra$a da Boa-
Vista, taberna n. 14.
Baralo.
A entem-so barato duas taboletas de amarello
em bom estado, algumas taboas de lourn, e ai-!
giras caxilhos: ni ra do Cabug, laja n. 9
loao ff?,* lodas dimen55es para encanamentos camas de ferro com armacao e sera elle,
dlsV/nu? "J*0"'6 0,len3po feliv. e ndo in-
ooiKVSlSSinJk1f* e amaveis filh" da
P. M,ri00llC* Maricea se previnam do que
a XESStfS re88do dos seos mimosos
!nPaM Ps: "endeudo tambera a que
"crinolina empavesada nao pode estar de
acord cort orna bolina ac.lcanh.da ou deseo!
!m'.f k 0mo.UB,caTa,hei" de calca balao,
fiur? rf brzeg",m estragado, far urna triste
IZiJl TSe uma bella considerares tao
firi^"1! ".< espirito do proprietario do
eslabelec.mcnto.jto conhecido pela modici-
?n2 mP.rf.S8 d SeU Cal?ad0' *ra reduzi-los
anda mais, munindo-se de um abundante
Bonels para meninos.
O tempo proprio para se comprar os bonitos
bonels de panno uno enfeitados com fita de cha-
ma ole e borlota, oulros enfeit.dos com fila de
velludo e plum., e outros com galaozinho dou-
rado.todos pelos baratissimos precos de 3*500,
49 e 5*, ditos de palha escura, mu bonitos e
lories a 3j, gorras de palha branca enfeiladas a
1*500, e oulros mu differenles bonels de panno
enfeitados a 1 e 1280 : na ra de Queimado
lo ja da aguia branca o. 16.
Sebo e graixa.
Se'.j coado e graixa em bexigas: no armazem
i" Tasso Irmaos, no caes de Apollo
fuoes de ferro potaveis e econmicos, tachas e tachos de cobre, fundos de alambique m-
tnJSTSST'i C0CCS Para enge* f.lha .d6 fland6S' churaboom fencol WDcoy
em lengol i barra, Jencoes e arroellas de cobre, lences de ferro e lalo, ferro suecia in"lez! dignos freguezes (moeda
de todas as dimencoes, safras, tornos e folies para ferreiros etc.e oulros muitos artigos doj1 pres abail
menos prego do que era outra qualquer parte, desempenhando-se toda e qualquer encoraraen- CanUrtoc,
da cera prestesa e perfeicao ja conhecida e para camnodidade dos freguezes que se diarera e lOraS
H?.iir:r;no.'cora a su,a conllan?a'acho na rua Nova n- zi> ^de <"w, ><>i hS-
uiada para tomar notadas encomraendas.
sor-
inta aos seus
punhoj pelos
AURORA.
Sao pecas.
V ms lindas negrinhas de 9 a lOannos, 1 dita
de 20 annos, t negra coziubera por 780$ : na rua
do Aguas Verdea n. 46
Na oja do successor do fi-
Seusproprietanosofferecemaseus numerosos freguezes e ao pubbico em geral, toda equal-
quer obra manufaturada era seu reconhocido eslabelicimento a saber : machina de vaporde todos
os ta^nanhos rodas d'ag.ia para engenhos, todas de ferro ou para cubos de madeira moendas e
metas moendas, tachas de ferro buido e fundido de todos os tamanhos, guindastes guinchos e
bombas, rodas, rodiles aguilhdes e boceas para fornalha, machinas para amassar mandioca e para
descarocar afgodao. prengas para mandioca e oleo de ricuii, portos gradara, eolumnas e raoi-
nhos de vento, arados, cultivadores, pontes, cadeiras e tanques, boias, alvorengas, botes e todas
as obras de macliinismo Etecuta-se qualquer obra seja qual for sua natureza pelos desenhos ou
liadO AlllOniO FrailCIS- 2? ff Para SiT em aPr1esdlados- Recabera-se encomraendas nesteestabelecimento na
n """ ,d0.Brum 28 A e na rua do Collegio boje do Imperador n. 65 moradia do caxeiro do es-
CO rCrCird. i Jos Joaquira da Costa Pereira, cora quera os pretendentes se podera entender para
qualquer obra. r r
Borzeguins 32 a
Ditos ditos. .
Ditos ditos. .
59.
4$800
40500
4^000
ri F\ arM
PROGRESSO
de
Vendem-se as melliores fazendas de goslo :
manteletes de diversas qua'.id4de., ntremelos c
tiras bordadas, espartilhos da ultima molj de
Paris, robe-de-chambro bordado a velludo e de
ootras qualidades. vestidos de seda bnnra para
nasamnnlos b >r la los a velludo, ditos de blonde,!
ditos de cambraia fazenda do muito goslo, ditos'
de noir-anlique, sabidas de bai'.e, caponhos de'
vellud i pret, saias bordadas pan senhora, ca- '<
misas borladas, casaveques, penteadores, da-1
masco de 1S de 2 rarguras, lequcs de sndalo,'
tnadreperola e charlo, chales de muito goslo,
organ lys de differentes padrdes, cassas, chitas
encarna Jas escuras e oulras muitissima? fazen-
das de gosto que serio patentes aos compradores.
Alienco.
Vende-se urna fabrica de charutos muito bem
afreguezada, assim como se negjcia a armario, i
s muito propra para taberna on chypchaidU
pelo local em que se acha, por seu dono se ret-
i ir; o fal! t na Lingoeti n. 2.
eco admiravel.i
*
M.moel AU-ares dos Prazeres faz scienle ao res-
peilavel publico que se acha estabelecido na Ala-'
goa do Barro, cidade da Victoria, luja encarnada,!
frente chineza, coa) fazen Jas e obras de ouro '
K."SJ23f. ^^^"^^r^^^fo^^:^^^"^".r,:^?^!,,^1!^ p^rn*:aoe -*??*bom ebarai<>' i--
xarao o< frogue/es de visitar este estabelecimen-
to, o qual estar aberto das 6 da manhaa al as
: is da noite, garante-se a qualidade de qual-
quer ohjecto comprado em sua casa.
Vende-se non prta orioula com 36 annos
de iiH-\ sali engommar, cozinhap, lavar per-
fettamenle : quem pretender, dirija-ae a ruada
!' II 'os M. > i, ,i,,s 9 huras do dia at as 3
d- tarde, que abi achara com quem tratar.
5 5^600
5^200
90500
80800
80500
G0OOO
60000
50000
50600
50000
-Largo da Pentaa--
Os proprietarios deste estabele-
Gonfeituria.-
Nesle novo estalielecixento preparam-se ban-
deijas pelo goslo do piiz, francos com melhores
doces e deliciososenfites. VenJo-se odcli;ado
jarope do abjbira proprio para a estajo calmo-
a, su doces para a trra e exporlaco.
bem como fructas em calda, tudo do melhorgos-
ssivel: na roaSt-nzella-nova n. 30.
dinheiro.
Loja amaro!laN da rua do Cres-
de
)io n. 8.
panno finissifflO
de 25.?000 a
S brecasacas
31*000.
: ie panno uno a 30JO00.
Pal^l jis d*. pinno prcto e de cores a 165<)30.
Di!'- do panno [saco] a lSjOOO.
Ditos de dilo a 15^000.
i is de pampolina mcselado a lOjjOOO.
Ditos de diversas qualidades do seda e bomba-
si n a 63OOJ.
E teg para cabega de Sra. de 3* a 5j000.
larlatanas de core, vara do 400 a 600.
Cortes de coleles de velludo a 6;000.
I ilitt do merino a 3;00.
Vestido de s"la di diversosgostos de 405000
i I iOjOOO
Grosd^naple decoros de muito boa quaUdaJe
o IjjS.K).
Ditos de quadrinhis (goslo do Pars'; a 15100.
has de quadrinhos de muitos goslo a 1*200.
lo do barege, e gaze, de bom posto a
KJO.
is de palha para homem (a GaribalJil a
5*000.
Dil s de molla a 30000.
i).'. para Sra. (de seda fazenda de goslo' d-> 15*
o 25810).
Cob rtores de la encarnados a 7J000.
Pe leadorea de cambraia rica a 8j000.
1 ; leles para padres a 15*000.
Ealrcmeios e liras
bordadas.
\ : !e se mu bonitos ntremelos e liras bor-
dalai em fina cambraia, obras mui bem acaba-
das, 03 ntremelos pelos baralissimos pregos de
If6 11, '-' -:"-'i l, 8, 4*, 5Jje6j. A vista da superio-
ridade da fazenda ningaem deixari de rompror e
paraisso dirijam-sea rua do Queimado loja da
aguia branca n. 16.
iacham em seu armazem de moldados de novamente sonido de gneros, os melhores que tem
viudo a este aereado, por seren escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa e por serem
a maior parte delles vindos por conta dos proprietarios.
Chocolate
dos melhores autores de Europa a 900 rs. a libra em porgo a 880 e.
Marisielada imperial
o afamado Abreu, e de outros mais fabricantes de Lisboa
rs., em porgio de se far algum abatimento.
em latas de 1 a 2 libras a 800
Maa de tomate
e^i latas de 1 libra por 900 rs., em porgao vende-se a 850 rs.
Latas com erviUias
veade-se nicamente no armazem progresso a 640 rs. cada huma.
Conservas franeczas c inglezas
as mais novas que ha no mercado a 70o rs. o frasco.
Catas de \io\ac\iiirAia de soda
cora diferentes qualidades a 1*600 a lata
A.meixas fraueczas
as mis novas que tem vindo a este mercado era compoteiras, contendo 3 libras por 35000 rs.
e em atas de 1 112 libra por 1#500 reis
Verdadeiros figos de comadre
em caixa com 16 libras por 35000 rs. a retalho a 240 ieis a libra.
CaixiuYias com $ libras de passas
a 35000 rs. em porgo se far algum abatimento, vende-se tambera a retalho a libra a 500 rs.
Manteiga iugleza
perfeitamente flor a mais nova que ha no mercado a 18000 rs. a libra, em barril se far al-
gum abatimento.
Cha perola
o mellior que ha neste genero a 25500 rs. a libra dito hyson a 25000 rs.
Palitos de deutes licitados
a 200 rs. cem 20 macinhos.
peixe sarel em posta
o melhor peixe que exzisle era Portugal era latas grandes por 1*500 rs. cada uma e de
oulras mullas qualidades que se vendem pelo mesmo prego
Manteiga ranceza
a 7-20 rs. a libra em barril se far abatimento.
Tottcmlio de Lisboa
o mais novo que ha no mercado a 320 reis a libra.
Macas para sopa
eracaxinhasde 8 libras com deferentes qualidades por 45000 rs.
Tambem vendra-seosseguintos gneros, ludo recentemente chegado e de superiores qua-
lidades, presuntos 48fc rs. a libra, chouriga muita nova, raarmelada do mais afamado fabricante
de Lisboa, maca de tomate, pera secca, passas, fructas em calda, araendoas, nozes, frascos com
araendoas cobertas, confeites, pastilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux, proprio
Moja d. ap.i. branca se acha um grande L^^STl.^S! dfog m8lhores,fabrican,eS, de San Fel^ magas de todas as qualidades,
soriimentode papel de differentes qualidades, al- gomraa mu'ifin, emlhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
mago liso e paulado, de peso tambem liso e pau-1 spermacete barato, licores francezesmuito finos, marrasquino de zara, azeite doce purificado, azei-
tadi pmpro para se mandar marcar 3 3, 3500, lionas muito novas, banha de porco refinada e outros muitos gneros que encontrarlo tendentesa
?.V5S iSE ud.1X^d.ioh.?d"o~; ^22 pm0aris,nmphrorae,,e-ra K2S!u!2rdw-por, mui,m9D09 d0 que ou,ro ,ualquer'
promettem mais tambera servirem aquellas pessoas que mandarem por oulras pouco praticas como
seviessem pessoalmente; rogam tambera a todos os senhores de esgenho e senhores lavradores
Meninas
Boizeguins 29 a 31. .
Ditos 25 a 28......
Ditos 18 a2i. ', '. ',
Homem
Borzeguins. ......
Ditos.........
Ditos prova de fogo e d'agua.
Ditos........
Muios lurzeguins de lustre. .
SapatOescom elstico e lustre.
Ditos arranca pelle, bazerro. .
Ditos de bezerro. ....
Meninos
^aPat0s.......50600
D;0*- .......50000
rU.L. em Q;n r*ri*io orlimento de lodas as
"WBWwoitalljm.nH, os annunciados
somentede pnmeira classe.
Vendem-se saceos com feijo rajado por 5
cid'1 sacco por t!r algum forado, sendo muito
proprio para animaes : no pateo de S. Pedro nu-
mero o.
Tachas e moendas
Braga Silva & C., tem sempre no seu depo-
sito da rui da Miela n. 3 i, um grande sorti- j
menio de tachas emiendas para engenho, do
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesm9 deposito ou na rua do Trapi-!
che n.4.
Capailas e llores.
Mui bonitas capellas para noivas a 5*, 6* e 7*,
ditas para m-ninas a 23. bonitos e delicados cai-
xos de flores finas a 1500, 2 e 3* : na rua do
Queimado. loja da aguia branca n. 16.
3* Machinas de vapor. @
-|p Rodas d'agua. ||
9 Moendas decanna. f-^
Taixas. p,
9 Rodas dentadas. '.'
Bronzes e aguilhoes.
Alambiques de ferro. m
^ Crivos, padres etc., etc.
Na fundico de ferro de D. W. Bowman, a
^ rua do Brum passando o chafariz. S
^@sa @@ @@
Na loja da boa f, na rua
(lo Queimado n. 22,
vende-se muito barato.
Cambraia lisa fina com 8 1|2 varas cada peca a
4-*jOO, dita muito fina com salpicos a 5*. dita de
cores de padrdes muito bonitos a 320 o covado.
cortes de cassa pintada com 7 varas a 2j>240. Ci
de hr.ho liso muito fino a 800 rs. a vara, tarlata-
na muito fina branca c o)e cores com 1 1(2 vara
de largura a 800 rs a vara, guamic&cs de cam-
braia (manguitos e golla] bordadas muito finas a
5*, gollinlias bordadas de cambraia muito fina a
15, espartilhos muito superiores pelo baratissiroo
preco de 6S, pentes de tartaruga a imperatriz
muito superiores a 9*, bonets de velludo para
meninos a 53. ditos de panno preto a 3g, aapati-
nhos de merino muito enfeitados a 2J o par, chi-
tis francezas finas escuras e claras a 280 o cova-
do, corles do cambraia de cores com 3 babados
com 11 e 12 varas cada corte a 4*500, superiores
lengos de cambraia de linho muito fina e rica-
mente bordados a 9, ditos de cambraia de algo-
dao com bco de linho a 1*230, ditos de cam-
braia de linho proprio3 para algibeira a 6JJ, 7 e
8* a duza, ditos de cambraia de algodao a23OO
e $ a duzia, liras bordadas largas e finas com 3
1|2 varas cada peca a 2S>00. e assim oulras mui-
las fazendas que vendem-se por preros muito
baratos s na rua do Queimado n. 22. n's bem co-
nhecida loja da boa f.
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisas,
Biscoutos
Emcasade Arkwight & C,
Cruz n. 61.
Botica.
Chales.
Birtholomeu Franciscode Souza, rua larga do
Rosario n. 36, vende-se os segnintes medica-
mentos :
Robl'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brlsto!.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pillas do dilo.
Ellixir anli-asmalhico.
e 11 lbrw! bCCa larg3 Cm r0lhaS' de 2 0nSas
nelnn fa ^ Um grando sortimento de pa-
pejpara forro de sala, oqual vende a mdico
PaodeSenteionovo.
uJt^l a )das aa rtaa e sabbados, das 11
5?.? Cm dianl: en Santo Amaro, pa-
berna e a fUa da ImPNalriz n- 2, ta-
9 A9-zasr
> O T3 HMB Va* CJ5j
Segur* coaira Fogo
dOUPAMHBA
l
f LONDRES
AGENTES
|G J.Astley & Companhia.|
I
i
Ricos chales de merino estampados, de cores
m lito bonitas a 7#, ditos muilo finos a 8*500,
dit s lisos a 53, ditos bordados a maliz a 850(),
na rua do Queimado n. 22, loja da boa-f.
Algodao raonslro.
Ve;; !o-se aloJ5o raonslro com duas Jarguras,
muito proprio para toalhas o lences por dispen-
sar toda c qoaltuer costura, pelo baralssirao
preco de CDOrs. a vara ; na rua do Queiniadd n.
Ti, ta loja da boa f. '
nm
DE
Differentes qualidades
bera doorada a 2*500 a caixinha, envelopes de
cores, branco?, bordados a l*e 23 rs. a caixinha :
na dita loja da Bg'iia branca, rua do Queima-
do n. 16.
M pechincha, antes que
se acabe.
lSStLT li* tmmm **** r i fHM* 41 (emols KiroTets.^d'lu^S0 pefo"
tonameuio, m 1 diminuto preco de 53.
para
filMH SOUTIHEWO
DE
hmim e roupa feila
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaqum Rodrigues Tarares de Mello
RU.V DO QUEIMADO N. 89
S SCA LOI DE QCATRO PORTAS.
Tem um completosortimento da roupa feila
convida tolos os seus freguezes e a lodos
quedesejarem ter um uniforme feito cora todo o
goslo d.rijam-se a este eslabelicimento que era-
contra rao um babel artista chegado ultimaoien-
j j p3ra d3emPenhar as obras a von-
tade dos freguezes, j tem um completo sorii-
mento do pil.tols de fina caseraira raodello im-
g'ez, e muito b3ra acabijos a 16300, ditos
de merm selim a 125000, ditos de alpaca
pretos a 59009, ditos de alpaca sobre casacas
a 89000, ditos com golla de veludo a 9000
ditos de fustao, ditos de ganga, ditos de brim,
ludo a 550 )0, ditos de brim de linho tranca-
do a 6*000, calca de brim de linho muito su-
perior a 59000, ditas de caseraira de cor a
95000 ea 105)00, ditas de caseraira pre-
la superior fazenda a 12000, palitots fran-
ceses de panno fim fazenda muito fina a 255
sobre casacas de panno muito superiores a 353
ea 408000, um completo sortimenlo de cami-
sas fracezas, tanto de linho como de algodao
efusiao vende-se muito em conta, afira de que-
rer-se liqiudar com as camisas.
pechincha.
Na loja do Preguia, na rua do Queimado n 2
tem cobertores de algod.io de cores bastanf
grandes, propr.os para escravos, pelo baratas !
mo preco de 1g. *"ussi-
-. Vende-se na rua do Livrmeuto
a
Toalhas.
Vendem-se toalhas de linho pora maos pelo
baratissimo preco de 9 a duzia, ditas de pello
S3?r?rto^tf.usr:MrBidoQa^
Barretes de seda
para padres
Finos barretes pretos de seda para padres a 2*
cada um : na loja da aguia branca, rua do Quei-
mado n. 16.
Bramante
bretanhas e atoalhado
Na loja da boa f, na rua do Queimado n. 22
vende-se bramante de linho muito fino com duas
varas de largura, pelo baratissimo preco de 2*400
a vara, bretanha de linho muito fina e muito
larga a 20, 22g e 24* a pega com 30 jardas,
atoalhado de algodao com duas larguras a 1MO0
a vara, dito de linho muito superior, tambem
com duas larguras a 3J a vara, ; na rua do Quei-
mado n. 22. na loja da boa f.
Franjas de seda
de la e algodao.
Mui bonitas franjas de seda de diversas largu-
ras e cores a 500, 640 e 800 rs. a vara, ditas de
18a a 240 e 320. ditas de algodao brancas e pin-
tadas a 160 e 200 rs. a vara, todas proprias para
ei.feitesde vestidos e casaveques. ditas com bor-
llas e lisas, com mui bonitos lavrores, preprias
para cortinados, toalhas, cobertas, etc., tanto
brancas como pintadas a 3*. 3*500, 4*. 5g e 6*
a peca : na loja d'aguia branca, rua do Queima-
do d. Id.
Boneeas chinezas,
Mui bonitas boneeas de choro vestidas a chi-
neza alJOOcada uma, assim como oulras tam-
bem elegantemente vestidas e de saias balao a
15000 : na bja da aguia branca, rua do Queima-
do n. 16.
ff 0 ullilBO gOSlO.
Superiores gurgures dc'seda de quadrinhos
de lindos padres, pelo baratissimo preco de 1
o covado, grosderiples liso de lindas cores a 2*
o covado. corles de 15a muilo fina com 15 cova-
dos, padres muilo bouilos a 8*. dilas de quadros
pndioes tambera muilo bonitos a 480 rs. o cora-
do, chales de cores, padres inteiramente novos
a 1? rs. o covado ; aproveilem em qnanto se nao
acaba : na rua do Queimado n 22. lea de
boa-f. '
Coke (carvao),
ou combustivel para cozinhns, caldciras, etc.,
muito econmico para as casas particulares : ven-
ne-so na fabrica do gaz, em porres de um quin-
tal para cima a 1$ o quinto!.
No armazem de E. A. Burl
le C, rua da Cruz nu-
mero 48,
vende-se champaoha das melhores marcas que
vem ao mercado, mais barato que cm qualquer
outra parte ; cofres de ferro (burras) das que cos-
luma receter, do mellior fabricarte que ha nesle
genero, sortimentos de todos os tamanhos e lo-
dosos precos ; novo sortimenlo de pianos, de
um excellente fabricante, que se venderao por
conta do mesmo, deduzindo-se a eommissao e o
descont que os lornasse baralissimos.
ag iteceberam pelo vapor francez, superio- Jfj!
V res vestidos de blonde de duas saias,baba- S
M dinhos e arregaco com manta, rapella e ffi
g mais prtences : na rua da Cadeia loja n. *
H 23 de Curgel 4 Perdiga o.
i
Vende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Euchadasde ferro
Ferro sueco.
i Fsningardas.
| Ac de Trieste.
| Pregos de cobre de com- 6
| posigao.
Barrilha e cabos.
| Brim de vela.
| Couro de lustre.
I Palhinha para maretnei-
ro : no armazem de C.
| J. Astley & G.
asari!i:ja-*:3 ca>ci3M
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
Aos seuhores armadores e
proprietarios de carros fn-
ni)bres.
Vendera-se velbutina prela superior a 400 rs
o covado ; na rua do Crespo n. 25.
Por metade do seu
valor.
Rua do Queimado n. 19.
Vestidos de gaze e phamasia, muitoslindos.de
duassaias, pelo baratissimo preco da 10 cada
um corle.
9 Recebeu-se e continua a receber-se por &
A lodos os vapores artigos de modas para @
@ homens, incluindo calgado de Mclis na j
Lojade marmore. 1
No engenho Guararapes vendem-se ani-
maes de roda.
9 Kecebou-se e continua a receber-se por @
@ todos os vapores, veslimentos, caljado e
@ chapeos para meninos na m.
Lojade marmore.
RELOGIOS.
Vende-se em:asade Saunders Brothers4
C. praca do Corpo Santo, relogios do afama
do abricante Roskell, por precos commodos
etam.bem-afic->llim e cadeiasparaos mesmos
eexceeUnte Rosto.
flieccberam superiores vestidos de seda
decores, ditos de plmilasia, ambos de
O duassaias ou babndinhos, grosdenaples
I de quadriuhos para covado, seda de qua-
g| drinhos. moreanlique c grosdenaples es-
4K euros de superior qualidade : na rua da
98 Cadeia loja w. 23 de Gurgcl 4 Terdigo.
S Receberara chapeos de~palha para ae-
^ nhora armados a moderna e enfeitados do
ctt plomas ou flores, completo sortimenlo de
|f pulseiras, eslraio3 e essencia de sndalo,
H Olas adamascadas e a chamaloladas pa-
21 ra cintos, luvas de pellica branca e do
S| cores: na rua da Cadeia loja n. 23 de
S Curg el 4 Perd pao.
M Reccberam as acreditadas saias balao
I, de musselina e selim de algodao muito
|| commodas para as senhoras e crianeas
a pelo preco d 4 e 5j?, botinas moderis
H para senhora gaspeado alto, capas bran-
ts* cas o de cores de croxc de seda, taimas,
Sf polonezas de gorgurao, manteletes e ca-
|g pinhas de grosdenaples burdodas e com
i bico : na loja da rua da C8deia n. 23 de
Curgel 4 Perdigao.
fleceberam chapeos de C3stor pretos e _.
J| brancos, ditos de seda forma inteiramen- ||
t3> te moderna na rua da Cadeia loja n. 23 K
I de Curgel & Perdigao. m
Rival sera segundo.
Na loja de miudezas da rua do Queimado n.
55, defronte do sobrado rovo ha para vendtr
pelos diminutos precos os seguintes artigos :
Duzia de saboneles muito fines a 6CO rs.
Csrtdea de clcheles com duas ordens a 20 rs.
Caixas de clcheles batidos a 60 rs.
Duzia de mcias cruas para homem a 3*.
Dita de ditos para senhora a 3j(500.
Pares de meias pora senhora a 300 rs.
Latas com banha muito fina a500rs.
Iscas para acender chorutos, caixa a 60 rs.
rhosphoros em caixa de folha a 120 rs.
Cartas de alfinetes muito finos a 100 rs.
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapalos de tranca de algodao a 1*.
Frascos de macass pe roa a 200 rs.
Ditos de dito oleo n 120 rs.
Duzia de facas e garfos, cobo prelo, a 3#.
Pares de sapalos de 15a para meninos a 200 rs.
Hitos de luvas de'cor fio de Escocia o 320.
Mseos de grampas muito finas a 40 rs
Caivetes de aparar penna a 80 rs.
Tesouras muilo finas para costura a 500 rs.
Ditas ditas para unhas a 500 rs.
Pecas de frrnja de loa com 10 varas a 800 rs.
Dilas de Irauca rom 10 varas a 320.
I.inha Pedro V, cartao com 200 jardos a 60 rs.
Dita com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muito finas a 200 rs.
Cord.io imperial fino c grosso a 40 rs.
Oleo de babosa muilo do (frasco) 400 rs.
Filinhas estreitas para estallar vestidos a 800
rs. a peca.
Labyrinthos de muito bonitos gostos por todo
o preco.
Cordcs para enfiar espartilho muito grandes
a 100 rs.
Dito para dito pequeos a 80 rs.
Pecas de tranca de linho com 10 varas a 200 rs.
IJilas de Irania de seda prela com 10 varas a
Vara de dita a 160 rs.
Pares de mcias de cores para meninos a 160.
Caixas para rap muilo finas o 1*.
Linharara marcar (caixa de 16 nvelos) a 320
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n.ll,
alguns pianos do ultimo gosto recentiroente
chegados.dosbem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood & Sons de Londres, a
muito propriospara este clima


DIARIO DE PERNAMBUCO. U QUARTA FEIRA 12 DI DEZEMBRO DE 1860.
W
Carro.
Vende-se um excellenle carro iodo envidraca-
do, com urna boa parelha de cavallos, por prego
commodo, prazo ou a vista : na ra larga do
Rosario a. 24. loja de ouro, se dir quem tem.
Vinho genuino.
Anda ha urna pequea quantidade de aocore-
as desle vinho sem confeigao, e proprio de doen-
>es : na ra do Vigario a. 19, primeiro andar-
Farelo e milho a 3#500,
e era cuia a 200 rs. : na taberna da estrella, lar-
go do Paraizo n. 14.
Negocio conveniente.
Veude-se urna arraacao de una loja de calca-
do, eovidragada e era bora estado, na ra do Li-
vra ment n. 29, bem afreguezada, e com bastan-
tes commodos para familia, e isto por ter o dono
dse retirar breve para o malo a tratar de sua
saude, pelo que se faz todo negocio : a tratar oa
mesma loja n. 29, a qualquer hora do dia.
DA
FUNDIDO LOW-MOW,
Ra da Senzalla Nova n. 42,
Neste estabaleciment contina a haver um
completo sormento de moendas e meias moen-
Jjs para engerido, machinas de vapor e laixas
. e jerro batilo e coa Jo, de todos os lmannos
jara dito.
Potassj da Russia e cal de
Lisboa.
No bsrn conhjciJo e acreditado deposito da
:ua da GaJeia do Recite n. 12, ha para vender
verlaicira potassa da Russia aova e de superior
qu alijada, assim como tarabem cal virgem em
paira tu lo por precos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
Vinho de Borileaux.
Era. csa de ICalkraann lrmaos&C, ra da
Cruz a. 10 .mcontrj-se o deposito das bem co-
Q1 acidas marca loa Srs. Brandenburg Frres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac A C, em Bor-
1 jh Ten as seuintes qualidades :
l>e liran leaburg frres.
St. Estph.
S:. Julien.
Margaux.
Lirose.
Chteau Loville.
Ghiteau llargaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Julien
st. Julien Udoc.
Ghatesn LoviHe.
Na Qcsiaa casa ha para
veiider:
Sherry em barris.
Mideira era barris.
Go,;aac om barris quaidade lint
Cojiracem caixasqualidade inferior.
Cei vjia branca.
Vi tnjlliores machinas de coser dos mais
itam-i los altores de New-York, I.
M. Siager & G. e Wheeler & Wilson
Neste eslabeleci-
menlo vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia ou
ds noiie, crcsponsabili-
samo-nos por sua boa
quaidade e seguranza:
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leite & Irraos ra da
intigamente aterro da Boa-
Labyrintos c biccos das
Ilhas.
A loja d'aguia branca acaba de receber urna no-
vo e bonito sortimento de labyrinlos e biccos das
Ilhas, obra* j bem conhecidis por suas boas
qualidades a duraco. Os labyrinlos por suas
mu diversas larguras regulara de 240 a 19200 a
vara, e oa biccos de 200 a 18000. Uns e outros
sao desunidla utilidado, e por isso se toroam
necessariospara as familias. Vendem-se em dita
loja d'aguia braca, ra do Queiuiado n. 16.

^Para acabar.!
Guimares & Villar.
Ra do Crespo numero 11.%
A 20#000. |
Chapelinas de seda para senhora com .
A 28#000.
e palha de Ital
L35#000.
Chapelinas de palha de Italia ricamen-
te eufeitados.
Chapelinas de palba de Italia ricamen-
te enfeiladas reccbidas ltimamente de
Paris.
A 10#000.
Biquissimos cortes de la a Garibaldi
com 24 covados, fazeoda inteiramente
nova e delirados desenhos a 10$.
ASIO00.
Chapeos de sol de seda para hoinem
a 5$ cada um e em porcao de urna du-
zia para cima far-se-ha 10 por cento
de abate : na ra Nova n. 23, esquina
da Gamboa do Carino.
Ra do Queimado
n. 39.
A 9,000 a arroba.
Vende-se cera de carnauba da veiha
e nova safra a preco de 9# : no antigo
deposito do largo da Assemble'a n. 9.
m
Vendem-se 5 carros novos com lodos os
arreios : na ra Nova n. 21,
NA
CANDIEI/tOS
ECONMICOS
NA
Ra Nova n. 20.
Chegou um riquissimo sortimento de candieiros
Iraperatriz n.
Vista.
Una do Queimado n. 39
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAYARES
DE MELLO.
Ha cortes de vestidos de seda de cores, fazenda
mnito superior com pequeo toque de mofo a
605000, ditos sem defeito a 1008000, tem um
resto de chales de loqut'm que estac-se acabando
a 303000, ditos Je mirin bordados com ponta
redonda a 83000, ditos sem ser de pona redonda
a 35000, ditos estanpados cora listras de seda
em roda da barra a 98000, ditos de ricas estam-
pas a 75000, ditos de ganga franceza com fran-
ja branca a 2000, dilos sem franja e muito
Vende-se
EM CASA DE
Adanison Ilowic & G.
Vinho do Porto de superior quaidade.
Tinta de todas as cores.
Lona e flele.
Fio de vela.
Sellius, sillies, arreios e chicotes.
Rolhas.
Ra do Trapthe n. 42.
Vestidos bramos bor-
dados.
Vendem-se cortes de vestidos brancos de cara-
braia com dous e tres tabados ricamente borda-
dados, pelo baralissimo preco de 52300 : na ra
do Queimado n. 22, na loja da boa T.
Para vestidos.
Superiores grosdenaples do seda do quadri-
nhos, fazenda de muito gosto e de lindos padrees,
pelo mdico prego de 1{500 rs. o covado : na ra
do Queimado n.22, na loja da boa f.
Loja das seis portas em
frente do Livramento
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos gostos a 200 rs. o co-
vado, ditas estrellas de cores escuras a 160 rs ,
pegas de bretanha de rolo com 10 varas a 2$,
ditas de esguiaa de algodao muito fino a 33, ris-
cadinho de linho a 160 o covado, lencos brancos
com barra de cor i 120 rs ditos brancos com bi-
co a 200 rs., algodao monslro cora duas larguras
a 60 a vara, laaziuhasde duas larguras, fazenda
nova para vestidos a 500 rs. o covado, enfeiles de
Iranga com lago de fita para cabeca de senhoras
a 25500, cortes de riscado para vestidos a 2g, pe-
cas de madapolao com 4 1[2 palmos de largura a
4^(00, chales de merino estampados muito tinos
a 63. A loia est aberla al as 9 horas da noite.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnslon Pater &. C.
ra do Vigario n. 3, um bello sorlimento de
relogios de ouro, patente inglez^ de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
urna variedade de bonitos trancelins para os
mesmos
1 Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Chegou ltimamente a este estabelecimeato um
completo surtimcnlo de chapeos prelos francezs-
do melhor fabricante de Paris, os quaes se vene! econmicos de muito bonitos modelos, desde o
dem a 7000, dilos a 88000, dilos a 9&000, "|?*!!>Iriorlla, mais ord.inar.io- Por. Pre
.-, ,r\mf.n i-, j ', muto commodo, com a experiencia propr a de-
ditosmuilo superior a 100CO, ditos de castor[ ver agradar ao comprador, o vista da pouca
dretos e braceos a 1G8000, o melhor que se despesa que faz, animar a ser Iluminado so com
pode desejar, chapeos de feltro a Garibaldi de ?s.dil0_s candieiros a gaz ; os mais baratos sao a
muito superior massa a 78000, ditos de copa S&^SLirfi^LJKfiSS -UV
. r ,. ... tres vetas de esperraacele com a importancia de
baixa para diversosprecos, ditos de palha escura 40 r?. por noile ; gradualmente ir sobindo to-
de varias qualidades que se vendera por prego Idas as mais qualidades at o maior, que servir
barato, bonels de veludo para meninos a 5*000, Pa" ornare Iluminar urna rica sala, equivalente
ditos de palha escuras e claras a 45000 ditos l2PZ%S?fiJSTS
de panno muito bem arranjados a 3o00 importe, na falta lie uo agradar a experiencia
chapeos de seda para senhoras a25000 muito, '
superiores, ditos de palha escuras proprios para
campo a 12$000, ditos para menin&sa CSOOO,
chapeos de sol de seda inglezesa 109 e a 12?
muito superiores, ditos francezes a 89OOO,
ditos de panno muito grandes e bons a 45000.
sapalos de valudo a 25000. ditos de tranca a
19600, sintos de grugurao para senhoras c me-
ninas a 28000, coeiros de casemira ricamente
bordados a 125000, e oulras muita fazendas
que a vista dos freguezes nao deixaro de com-
prar.
MI
Vendem-se doces seceos de caj muito bom e
commodo prego, como sejt : bom doce aecco de
mangab3, cidro, latas com boa jalea de arag e
pilanga, tambem se fazem bandejas de bolinbos
de artnage9de lindos modelos, e rasas do me-
lhor gosto apetecidas, tambem se fazem pastis
de carne, feitio de nariz, pastis de nata, doces
d'ovos, papos de anjos, alflnins, arroz de leite,
jaleas de substancia.
Admiracol
Vendem-se na ra Direita n. 99, saceos com
farelo muito novo, ditos com arroz de casca, ditos
com farinha da trra, queijos ltimamente che-
gados a Ig800 e 2g500, linguicas a 560 rs., assim
como passas e ameixas, chapeos de palha do A-
racaly o cento a 18g, a retalho 200 rs. cada uro,
mauleiga ingleza a IglOO, dita franceza a 840 rs.
240.
Campos receberam urna factura de chapeos de sold se-
da para homem, tendo entre esles alguns peque-
nos que servem para as senhoras que vo para o
campo tomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porgao seja grande se resolvero vender pelo
prego de 6j> e 6S500, c alguns com pequeo de-
feito a 53 : na rua.do Crespo n. 16.
Ra da Senzala Nova n.42
Vende-se era casa de S. P. Jonhston diC
vaquetas de lustre para carros, sellinsesilhes
inglezes, candeeirose castigaes bronzeados, lonas
inglezes, fio de vela, chicote pora carros, e mon-
tara, arreios para carro do um e dous cvalos
e relogios de ouro patente inglez.
tHMim e@@@@
t> tiecebeu-se recentemenle e continua a
% receber-se directamente de Paris e Lon- S
@ dres por lodosos vapores, de encommen J
f da especial, arligos de modas para se- %
iihuras na @
Loja de ni a rm ore.
Machinas de costura
DE
feita : na ra Nova n. 20, lojS do Vianna.
Cofres de ferro para dinheiro,
joias. etc., etc.
Na loja da aguia branca vendem-se bonitos co-
fres de ferro mu fortes e seguros, cora fechadura
e chave, ede diTerentes tamanhos, proprios para
se guardar dinheiro, joias e papis de importan-
cia, pelos baratsimos pregos de 4g50O, 5$000,
5c500 e 6g : em dita loja da aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
n o
c c o 1 1
9 x
_ I O I 05 I
s So = ~ 5^
e ; Je a e1? S =
o- O" o .
e-a .'g'5 2
S-8s5
Cassas de lindos padres e cores fixas que se
pode garantir aos comprado?, s 240 rs. o covado'
na ra do Queimado, loja de 4 portas n. 39.
Geneka medicinal.
Rudolphie Schiedam.
De urna eflicacia inconteslavel na3 seguintes
molestias : podra na bexiga, gota, rheumatismo,
tanto chronico como agudo, hydropesia em prin-
cipio, clicas no estomago e nos intestinos, assim
nos adultos como as creangas. Em todos os ca-
sos ordinarios de obstrueges assim do ligado
como dos rins e dos orgos ourinaria?. N'a diges-
ISo difllcil tanto aguda como ebronica. Na de-
bilidade geral, na difficil circulagao do sangue,
em perfeita assemelhagao da nulrigo e falla de
energa vital. Vende-se nicamente no basar
pernambucono da ra do Imperador a 1J500 rs.
o frasco, fazendo-se algum abatimento a quem
comprar em duzias.
Potassa da Russia.
Potassa da Russia muito supeiior e
novissima, por ter sido desembarcada
hontem: vende-se na ra do Trapiche
n. 7, armazem deFonseca.
Vendem-se duas balangas para cima de
balco, pequeas, proprias para botica ou depo-
sito, novas e bonitos, e apparelhos ou os ferros
necessarios para cortar carne no agougue, espi-
rito de vinho ou alcool de 36 graos, por preco
commodo ; na ra do Imperador n. 28.
?5133i3SKSK9ISSH KflKSfe^!
ROIPA FEITA Um MAIS BARATAS.]
SORTIMENTO COMPLETO
^Fazendas e obras feilis
LOJA E ARMAZEM
DE
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*5 CO.^ IC fl U M C^
f Sf Mineas "5 SlTl
Slvat & Companhia.
Estas machinas so as mais perfeitas
no ramo de mecanismo, unindo a urna
simplicidade a maior ligeireza e per'ei-
qua
fino
Chapeos deso
Relogios
Suissos.
DE
Seda grandes para homem
A 5$000,
na ra Nova n. 36, defroute da igreja da Concei-
gao dos Militares.
Cheguem ao barato
O Preguiga est queimando, em^ua loja na
ra do Queimado n. 2.
cao para toda e qualauer quaidade de>/!? fAcoml varas ,a
JL-_ 1 ? ^ <" ot ca;eraira escura infestada nropria para cal-
costura, co ponto mats fino ao |^, coUet 6 ptHttt a 960 o L. oTm-
gTOSSO. Ovendedorseobr.gaaensmar Lraia organdy de muito bem gosto a 480, rs.
o methodo aos compradores ?t o sa- a \ara, dita liza iran prenle muito fina a 355,
bertm bem, assim como a ter as machi- 4#, 59. e 69 a pega, dita tapada, cora 10 varas
chinas em ordem durante um anno. a 59 e 65? a pega, chitas largas de modernos e
Estas machinas coseni com 2 ios nao escollados padioes a 240, 260e280 rs. o cova-
quebram o fio como muitas outras o fa- do f'quissimos chales de merino eslanpado a
zemeaoas melhores e mais baratas 7* e 8*' dilos lj0rdados com duas palmas, fa-
Vendem-se tres prelas boasengonfmadeiras
ecozinheiras, sem vicise molestias, tendo urna
encorpaJo a 29000, ricos manleleles de grosdi- de".as urn '"''J10 ie ,rcs annos, e sendo urna outra
naples preto e de cores ricamente enfeitadosa
253000, ditos muito superiores a 309000, en-
feiles de vidrilho preto a 39000, dilos de retroz
a 39500, organdis da mais fina que ha no mer-
cado a 19000 o covalo, cambraias de cores
de padres muito delicados a 800 rs. a vara, ditas
de oulras qualidades a 600 rs. a vara, ricas chitas
farn.ieza? de rauitoboas qualidades a 280, 300,
320, e 400 rs. ao covado, a melhor que se pode
imaginar, peilos para camisa a 240 rs. cada urna,
corles de casemira de cores a 69000, ditas em
pesca de quadrinhosa 49000 o covado, gollinhas
de raiito bom gosto a 19000, ditos de outros
bordados ricos a 3-jOOO, manguitos de carnbraia
brdalos a 3*000, liras bordados e entrimeios
que se vendera por prego commodo, bombazil de
corjs proprio para roupa de criangas, e capinbas
para senhoras a 19400 rs. o covado, cortes de
cambraias de salpicos a 59000, cortes de carn-
braia enfeitadas com liras bordadas a 69OOO,
e outras muitas mais fazendas que ser difcil
aqui pode-las mencionar todas.
perita em ludo, e tambem um moleque de 15 an-
nos proprio para todo o servico : na ra da Cru-
zes n. 18.
Saceos de 115 libras.
O mais superior farelo que tem vindo ao mer-
cado, no armazem de Barros & Silva ; assim co-
mo se vende saceos de eijo mulatinho, vindo da
ilha de Feruando.
Vende-se farelo ltimamente desembarcado
milho, arroz do Maranhao, gorama muito fina e
farinha de mandioca da melhor que ha no mer-
cado : na ra da Moeda n. 41.
Aloja de uiarniore 1
g recebeuleques de madreperola para noi- i|
A VflS. *i
Baloes de 30 arcos.
Vendem-se superiores baloes com 30 arcos,
sendo muito recommendaveis por poderem Ocar
do tamanho que se precisar, pelo baratissimo
prego de 69 ; ua iua do Queimado n. 22, na loja
da boi f.
Era casa de Schafleitlin & C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e veriado sortimento
de relogios de algibeira horisonloes, patentes,
chronometros, meioschronometros de ouro, pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes rtlo-
giosdos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vonderaoror precos razoaveis.
FROCO.
^ende-se frco de todas as cores e grossuras,
com rame e sem elle a 500, 500, 640 e 19 rs. a
peca ; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.
ua do Crespo
loja n. 25 de Joaquina Ferreira de S, vende-
e por pregos baralissimos para acaLar : ves-
tidos de tarlatana bordados de seda a 89000,
urgandi de cores muilo finas a 320 rs. o co-
vado ,cassas de cores a 240 rs., chita larga a ;
200, e 240 rs., capas de fusiao enfeitadas a
590C0, easaveques de carnbraia e fil a 59000,
perneadores de carnbraia Lordados a 6C00O,
babados a 320 rs. a vara, tiras bordadas mui-
lo finas a 19510 a pega, riscado francez fino
a 160 rs. o covado, golnbas de ponas bor-
Uwa do Queimado
n. 46, frente amareUa.
Constantemente temos um grande e va-
riado sorlimento do sobreca.sacas prelas
de panno e de cores muito fino a S8f,
30g e 359, paletots dos mesmos pannos
a 20?, 22$ e 24?, ditos saceos prelos dos
mesmos pannos a 19. I69 e tfg. casa-
cas prctas muilo bem eitas e de sopeiior 1
panno a 289, 30$ e 359. sobreasaras do
casemira de cores muito finos a 15*. 1CJ
e 18g. ditos saceos das mesmas cosemi-
ras a Wg, 12J} e lig, caigas pr. las de
casemira lina para homem a 89, 9a. U)}
e 12, ditas de casemira de cores a 7, 69,
e 109, ditas de brira bronces u.uilo
fina a 5g e 69, dilis de ditos de cores a
'O, 39500, 43 e 49500, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4$ e 450O, col-
leles prelos de casemira a 5{> e 9, dilos
de ditos de cores a 500 e 59, ditos
brancos de seda para casanento a 59,
ditos de G, rolletes de brim bronco e d
usiao a 39,3$500 e 9, dilos decores a
2c500 c 39, paletots prelos de merino de
cordao sacco e sobrecnsaco a 7J, 8? e 9;*,
colletes prelos para lulo a 4s50(> o %',
calcas prctas de m< ri a 4%100 e 5.;, pa-
letots de alpaca prt ta a 350OO e 4$, diloa
sobrecasaco a 09, 79 e 8g, muito lino rol-
letes de gorguro de seda decores muito
boa fazenda a 3j800 e 4$. rolletes de ni-
ludo de cores e pretos a "9 e 89, roupa s
1 para menino sobre casaca de panno pre- ^
tos e de cores a 149, 159 e I69, ditos de Si
; casemira sacco para os mesmos a (;ijt 0 e H
I T9, ditds de alpaca prelos saceos a 3o e
i 35500, dilos sobrecnsacos a g e EgOO
calcas de casemira prelas ede cores a f.,'
6g500 e 79, camisas para menino a 219
a duzia, comisas inglezas pregas larga
muilo superior a o9 a duzia para a- alar.
1 Assim como temos urna oirina de al.
, faiale onde mandamos exceular todas
[ obres com brevidade.
as
Vinho do Porto, genuino,
Rico de 1820.
Stomacal de 1630.
Precioso de 1847.
As duzia,*, e em caixinhas, a dinheiro, por ba-
rato preco : vende-se na ra do Trapiche n. 40
escriptorio. *
Escrayos fgidos.
Fugio no dia 4 de dezembroa preta Bonifi-
cia, crioula, de idade 40 annos, pouco mais oa
menos, comprada ao Sr. Anlunesda roa Direita
com os signaes seguintes : baixa, magra, ainda
nao tem cabello branco, levando um babuzinho
com 15g de bico, vestido de riscado encarn; loe
chales encarnado, e tambem oi.tro v(-=ij0 de
musselina, tem sido vista pelos Remedios, (.-'.ra-
da a tora, nos Arrabaldes: roga-se es autorida-
des policiaes e capitaes de campo 80 dignem ap-
prehende-la e levar a seu senhor na rualmpe-
n.55, que serao rercm. pensados.

No dia 4 do correnle ausentou-se da padaria
do Sr. Manoel Leao de Castro, em Santo Amaro
*s .*.ss500'. r^ f -t* iss.'S'. sx&JXGrJSt. p',rs
a Jtuu, caroisinliss bordadas muito linas a vestido com calca azul e camisa j suja e benel
29000, chita larga com lustro e muilo fina Ja lcm biJu visl 00 Recife no Forte do Mallos
propria para cobeila e roupoes a 320 rs., es- "caJ.1f,'a. guiaode linho a 1^200 a'vara, roupoes fc|sK/^f^
RA DO IMPERADOR N. 58, onde
uma senhora competentemente h
tada as fara' ver e ttabalhar. Igu
mente se acham expostas no .rmazem'o covado, chitas escuras inglezas a 59900 a
de MACHINAS AMERICANAS, RA DA pega, e a 160 rs. o covado, brim branco de puro
. linho a lt>, 1^200 e 19600 a vara, dito prelo
I muito encorpado a 1^500 a vara, brilhanlina
, azul a 400 rs. o covado, alpacas de diflerenles
I cores a 360 rs. o covado, casemiras pretas
, finas a 2&50O, 3*6 e 39500 o covado, carnbraia
preta e de salpiccs a 500 rs. a vara, e oulras
I muitas fazendas que se fai patenie ao compra-
dor, e de lodas sedaro amostras com penhor.
lodas as casas de familia, senhores de enge- l
nho, fazendeiros, etc., devera estar prevenidos;! m'Q f]ac f\ w^%m^s
com estes remedios. Sao tres medicamentos LiUld. iltlo U IPUI lUC
jrora os quaes se cura eficazmente as principaes
molestias.
seda feilos a 125JCOO, vestidos de seda mofados! neiro i Hamos na iua do Vigario e por isso o
bastante conhecido : roga-se a todas as autori-
iciaes, capitaes de campo e pede-iros o
am e conduzam ao seu genhor Ar I nio
arrosno seu sitio na ruado J.aoF-r-
CRIZN. 4E9.
Admiraveis remedios
americanos,
onde finas pjra sei,hora a 49 a duzia, ditas de boa i a 89000, luvas arrendadas a 100 rs. o par, bastante
abilt- quaidade a 39 e 355C0 a duzia, chitas fran- |[vestidos de grosdenaple pretos cora barra de ap^heud'
gual- cezas de ricos desenhos, para coberta a 2S0 rs. | <>' a 20000, palitos de pao prelo e de ce res Leal le ll,.
) 16^000 a 20500, sobrecasacas de panno nandes Vieira junto ao Manguinho, que recom-
uito fino a 259i00, calcas de casemira preta Pensar.
de
muito uno a 2oiuu, caicas de casennra preta
e de cores de 6*000 a 11*000, ditas de biim Sr"7 f"8-10 do,u8rdo Menguinho do sitio do
1 Sr.Carneiro.no da 9 do correle, o escravo
crioulo do nome Jeronymo, de idade de is a 20
Promptoalivio de Radway.
Inslanlaneamente alivia as mais acerbas dores
em frente do Livramento
ARMAZEM DEROUPA FEITA
Uazinhas a 500 rs.
Camisinhas muito bonitas com duas larguras
! para vestidos de seuhora a 500 rs. o covado, cor-
(ecura os peiores casos de reumatismo, dor de. tes_de riscado francez para vestido a 29, sa;as
! cabera, nevralgia, diarrha cmaras, clicas, 5a!;nnParr mcnina a 39500, ditas para senhora a
bilis, indigestao, curp, dores nos ossos, conlu- oft ht^:afl"SC amostra com penhor. A loja
.- > esia antria ale as 9 horas da naife.
soes, queimadura, erup^oes cutneas, angina,
retencao de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura tojas as enfermidades escrophulosas,
crnicas esyphiltiras : resolve os depsitos de coberlos e descobertosr pequeos e grandes, de
ouro "
branco e de cores de 2)000 a 5*C0O palitos
de brim branco ede cores de :?5G0 a 59OO,
ditos de alpaca de 39CC0 a 89000, brim
trancado de algodao com 9 palmos de largura
proprio para toalbas a 900 rs. a vara, damas-
co de la com 9 palmos de largura a I96OO0
covado, velbulina prela a 400 rs., brim de
linho de cores a 19500 o corle, meias cruas
para homem a 19200 a duzia, camisas de
linho inglezas a 325000 a duzia, peQas de recompensado,
madapolao fino a 4^500, corles je lanzinha
muito fina com 15 covados a 8'reo rs.. ca-
misas de cores e brancas de 1J5C0 a 39000,
e outras muitas fazendas por menos do sen
valor para fechar con las.
annos, estatura regular, bastante mrgro, cem
falta de cabello nos cantos da leta, olhos encar-
nados, foi vestido de branco, o que de sopnoc
lenha mudado \sto ter levado poi^o de roupa,
asini como diversos oljectos sendo um relogia
de ouro com correte na ijoal lio ha una chave,
uma medalha c uma cassoleta oval ludo de otro*
botoes de camisa e algum dinheiro em cdulas;
luem o pegar pode leva-lo ao mesmo sitio otx
no Recifo na ra do Trapuhe n. 9, quesera b-.m
Defronte do becco da Congregacoletriro verde.
mimm
raaos humores, putiQca o sangue," renova o Iouro Palenle inglez, para homem e senhora de
sysleraa : proraplo e radicalmente cura, escro-i ura Jos rae!nores fabricantes de Liverpool, vin-
phulas, venreo, tumores granlulares, ictericia, l|os De, ullimo Pa(luele inglez : em casa de
dores de ossos, tumores brancos, afecces do fi- :>onlhal1 MelIor & c
Casacasde panno preto a 305, 355 e 408000
Sobrecasacas de dito dito a 35JS000
Pale'.ots de panno pretos e de cores a
208, 253?, 30? e 358000
Ditos de casemira de cores a 158 e 22^000
Dilos de casemiras de cores a 78 e 128000
Ditos de alpaca preta gola de velludo a 128000
Ditos de merino selitn preto e de cor
a 85 e 95000
Ditos de alpaca de cores a 38o0 e 58000
Ditos de alpaca preta a 35500, 55,
75e 95000
Dilos de brim de cores a 38500
45500 e 58000
Dilos de bramante de linho brancos a
5500 e 68000
Calcas de casemira preta e de cores a
98, 105 e 128000
Ditas de prtnceza e alpaca de cordao
pretos a 58000
Ditas de brim branco e de cores a
28500 45500 o 55000
Ditas de ganga de cores a 38000
Ditas de casemira a 55500
Colletes de velludo deetres muitofino a
Ditos de casemira bordados e lisos
pretos e decorosa 58, 55500 e
Dilos de setim preto a
Dilos Je casemira a
Ditos de seda branca a 55 e
Dilos de gurgurao de seda a 55 e
Ditos defustao brancose decores a
35e
Ditos de brira branco e decores a 25 e
Selouras de linho a
Ditas de algodSo a 15600 e
Camisas de peitode fustao branco e
de cores a 28300 e
Ditas de peto e punhosde linho mui-
to finas inglezas a duzia
Dtla8de madapolao brancas e de cores
a 18800, 25e
Ditas de meia a 18 e
Relogios de ouro patente eorisonlaes
Dilos de prata galvanisados a 258 e
Obras de ouro, aderecos, pulseiras e
rosetas
105000
65000
58000
35500
65000
65000
35500
25600
25500
25000
25500
gado o rins, erysipelas, abeessos e ulceras de
todas as clases, molestias d'olhos, difficuldade
d8S regras das mulheres hipocondra, venreo,
etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o systema, equilibrar a circu-
lado do sangue, inleiramenle vegetaes favora-
veis em lodos os casos nunca ocasiona nau-
zeas era dorres de ventre, dses de 1 a 3 re-
gularisam, de 4 a 8 purgam. Estas pilulas
sao ellicazes as aflecQdes do ligado, bilis, dor
de cabeqa, ictericia, indigestao, e em todas as
enfermidades das mulheres, a saber; irregula-
ridades, fluxo, retences, flores branca, obs-
trucc,oes, histerismo, etc., sao do mais prompto
jeffeilo na escarlatina, febre biliosa, febre ama-
358000 ] relia, e em lodas as febres malignas.
I Esles tres importantes medicamentos vera a-
28500 1 companhados de instrucc,5es impressas que raos-
15600 tram com a maior minuciosidade a raaneira de
5 applica-los era qualquer enfermidade. Eslaoga-
3080001 ranlidos de ataficaijao por s haver venda no
1 armazem de fazendas de Raimundo Carlos Lei-
9 1 te A Irmao, na ra da Imperairiz n. 10, uni-
j eos agenies em Pernambuco.
Vende-se farinha de milho em
banicas, chegada ltimamente: no ar-
mazem de Matheus, Austin & C. ra da
Senzala Velha n. 106.
Grammatica in-
gleza de Ollendorff.
Novo methodopara aprender a lr,
a escrever e a fallaringlezem 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
.0. Bieber&Successores.rua todos os estabelecimentos de instruc-
9o, pblicos e prticulares. Vende-
se napraca de Pedro II (antigo largo
do Collegio) n. 37, segundo andar.
da Cruz n. -f, vende-se
Champanha marca Farre & C, uma das mais
acrediladasmarcas, muiconhecidas no Rio de Ja-
neiro.
Vinho xerez em barris, cognac em barris e
caixas.
Vinagre branco e tinte em barris.
Brilhantes de varias dimenses.
Ether sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brinzaos e brins.
Ac de Milo
Ferro da Suecia.
Algodo da Bahia.
E' baratissimo.
Palitos de brim branco muito bem feilos e pro-
prios para a presente estaco, pelo baratissimo
prego de 58 cada um : na ra do Queimado n.
22, loja da boa-f.
de graca.
Cortes de caigas de meia casemira de cores es-
curas a 1(600, ditos de brim de linho de cores a
23, riscadinho de linho proprios para obras de
meninos a 200 rs. o covado, grvalas de seda de
cores a 640, ditas pretas estreitinhas e largas a
18. e alem disto outras fazendas que se Tendera
muito em conta ; na loja da boa f, na ra do
Queimado n. 22.
Relogios.
Vendem-se em casa de Braga, Silva & C, re-
logios de ouro de diversos fabricantes inglezes,
por preco commodo.
Charutos superiores e outras marcas da Ba-
hia e do Rio de Janeiro: vende-se na ra da
Moeda n. 41, armazem de Augusto Ferreira & C.
Farinha da mandioca.
Vende-se por meuos do que em outra qualquer
parte, na ra da Cruz, armazem n. 26.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e de cores fixas
a doze vileos o covado, mais barato do qne
chita, approveitem em quanto nao se acabara ;
oa ra do Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
ja da Boa F.
Cal de Lisboa,
nova, e muito bem acondicionada : na ra da
Cadeia do Recife a. 38, primeiro andar.
50,000 rs.
A quem apprehender o escravo Manoel, cabra
cabellos carapinhos afogueados, estatura regular
suissado, com uma das percas e ps ochados do
erysipella, pretende passar por forro, e muito
tallador, luvou vestido urna caiga de algodao azul
e camisa branca da mesma fazenda : quem o ap-
prehender traga-o a ra do Socego n. 2f, a en-
tregar ao alteres Manoel Joaquim de Olive-ira Cur-
chatuz.
Do engenho Cutigi, freguezia da Escada,
fugio no dia 3 de novembro do correlo anno o
escravo do nomo Antonio, com os signis se-
guintes : estatura regular, cor mulato, cebello de
rifgro, pouca barba, denles limados, idarie 5 ou
28annos, pescogo e ps grossos, tem pelo rosto,
pescogo e peilos slgumas marcas de pannos, e
algumas cicatrizes pelas costas que parecem let
sido de chicote ; nao levou eomsigo rouia algu-
na, e consta haver fgido para o lac'o to seno
d'onde viera : quem o apprehendrr, poder el-
va-lo ao referido engenho, ou no Recife, r-ia es-
treita do Rosario n. 29, ao Illm. Sr- Florisnan-
do Marques Lins, que ser bem recompensado.
Escravo fgido.
Um mu]ai0 claro, magro, com pannos pretos
na macaa do rosto, representando ter 25 annos
de idade, natural do Rio do Teixe, chamado
luiz, desappareceu no dia 30 de oulubro da casa
do Dr. Cosme de S Percira, de quem escravo
suppoe-se ter levado um cavallo preto do Srl
ostrn que se havia sollado, e que ello fura
ero busca do mesmo ; suppoe-se mais que sua
mulher de nome Maria tambem o acompanha.
levado um pequeo bah de flandres : roga-se
as autoridades policiaes e a oulras quaetquer
pessoas que o prendam, e rcmeltam ao seu se-
nhor, quep8gar qualquer despeza.
~ Puio da cidade do Aracaly, no mez de se-
lembro prximo passado, um escravo do com-
raandante superior Manoel Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o havia comprado ao Sr. Bfnta
Lourcnco Collares, de nome Joaquim, de idade
de cincoenta c tantos armes, fulo, alto, magro,
denles grandes, e com falta de alguns na frenle,
qaeixo fino, ps grandes, e com os dedos grandes
dos ps bem iberios, muito palavriador, incul-
ca-se forro, e tem signaes de vter sido surrado.
Consta que este escravo apparecera do dia 6 do
correnle. vindo do lado das Cinco Ponas, e sen-
do eoterrogado por um parceiro seu conhecido,
disse que linha sido vendido por seu senhor para
Goianninha : qualquer pessoa que o pegar o po-
der levar em Pernambuco acs Srs. Basto & Lo-
mos, que gratificarlo generosamelae.


(6)
Litteratura.
DIARIO DE PERNAMBUCO. CUARTA FEIRA M DE DEZEMBftO bE l80.
O (I i re i lo de captura sobre o mar.
Ir. dos mais sabios jurisconsultos do uosso
radas sobra o mar, nao attendu que a ques-
tao hoje mu diversa do quo poderia ser ha
um nieio seculo, ha dez aonos meamo.
O reconhecimento do seguinte principio por
as potencias signatarias do tratado de
lempo, o Sr. de Renouard, conselheiro da corte p,ris de margo de 1856 que o parilho neutro
de cass.icao. erailtio na sua obra de direito n-| C0Dre a nercadoria iuiniga, conduzca forgosa-
dus'.rial, que ltimamente izera publicar, a se- | me[>le logo primeira guerra,
guinte proposico respeilo da 'oviolabHiihde
reconliucimento do principio
das propricdados privadas.
E' com effeito evidente que a inviolabilidado
do pavilho neutro far est.e obter a preferencia
para todos os transportes, es.
inda muilo longc do rellectir maduramente so-! os transportes por coala das nacoes b.-lligeran-' A trra eslava outr'ora submergida' as agua
te?. Ora, uro systema. que lem como resultado cm seu seio burbulhavara elementos era fus.io'
parausar os nsvios mimigos nos seus porto, que agilando-se debaixo do frgil involucro de
nao pode deixar de produzir urna concordata
d propriedade privada sobro o mar : A ad-
iiii-su) .letal principio no direito das gentes na-
da nenes imprlaria que urna suppresso parcial
da guerra martima. A humanidade porm est
bre to ootarel progresso.
Os fictos c as ideas na poca actual marcham
con lana rapidez que podo mui bera acontecer
que eslejamos prestes ver o desenvolvimenlo
desse principio, cujo tiiumpho o Sr. de Renouard
addia para una poca ainda muito distante. E
se j nao vimos osse desonvolvmento por quo
o principio em questao nao se apoia smente na
furca da idea, opoia-se tambem e sobretudo na
n<: nsidade dos interesses.
lira leda essa questao ha um fado que bastar
para remover os prejuizos que a obscurecera, e
impedem a sua prompta solugao, no sentido o
mais f.uoravel civilisacao o huraanidade.
i.sse facto o peri'o que cerrera todos os inte-
resses pela preponderincia do systema actual. A
superioridado de um pavilho sobre oulro nao
urna garanta do seguranga, porque a esquadra a
mais poJerosa nao lera aindi assim o poder do
fsz->r cora que ura navio mercante solado possa
resistir um de guorra, com quanto mais peque-
no, era lio pouco de dominar o espreitar tolo
o ocano para impedir os ataques e prezas par-
ciaes. Pie-so mesmo affirmir que a rnarinha
mercante, quauto mais numerosa, tanto mais de- suPfifmridade maritiraa, possaraos nao s prole-
de hostilidjde sobro o mar
lagrima lanca sobre o corpo rochados e monta-
ohu, e rochedoi e montanhas ainda.
Quando parti, essas agglomerajes titnicas
que escalara as nuvens forraam para a linda Py-
rene um tmulo digno d'ella, digno de Hercules,
il como nunca o orgulho fnebre dos Pharos
do Egypto poder construir. Os Pyreneossao edi-
ticados.
Eis o que narra a fbula. 15o engenhosa e cheia
de ensinas, que nao parece er mais do que urna
agradavel forma da scicncia.
Eis o que diz a sccncia, tao maravilhosa que
pecialmente para parece urna fbula :
aces b.-lligeran- A trra eslava outr'
seno antes, ao
da inviolabidade
geral no sentido de navegarem esses navios,
quer por meio da admissao ou reconhecimeuto
lo principio do inviolabidade.
Haja a guerra que houvcr, o commercio nao
Qcar parausado ; ha de necessariamente prose-
guir, erabora entregando-se todo aos navios neu-
tros: mas preciso que se julgue o genero hu-
mano muito mais destituido de senso commnra,
do que realmente [o para suppr-se que nao
ser para logo reconhecida a loucura enorme
que haveria em privar-se cada qual das vauta-
gens e beneficios dos transportes, para com elles
enriquecer oulras nacoes.
Logo, accrescenta no relatorio a commisso
britsnnica, cumpre-nos ou obter o consculiraen-
to geral de todas as naces afim de collocar-se,
durante as hostilidades, os navios mercantes e
suas carregicoes ao abrigo de qualquer depreda-
cao da parle dos corsarios e cruzadores naci-
naes armados, ou entao reivindicar os nossos
direilosantigos afim de que confiando na nossa
materia solida quo os cobria, lerantaram-a irre-
gularmente. As aguas se escoarara para as par-
les baixas e formaram os mares ; as pules altas
viram o sol e prepararam-se receber o hornera.
Esta agilaco ordenadora foi ora muitos pontos
Nao ama nacSo reunida em um s corpo,
sob umgorerao comraum ; Mr. Cenac-Moncaul
nao pretende tal cousa; elle nao affirma mesmo
que as diversas tribus fossem unidas entre si por
um systema federativo ; mas entre os habitantes
de um e oulro lado das montanhas, reconhece elle
urna communho de costantes, que bem explica
a reciprocidade de invasao, que os confundi.
Ainda hoje nao esto extinctos os traeos d'essa
communho de costumes e tambem de liugua-
gem.
Tendo elles soffrido jcnlamenle rail vicissitu-
des, formaram por muilo lempo seno um esta-
do nico, ac menos estados islinctos, nao s da
Hespanha, como da Franca, e smente na segun-
da metade do seculo XVII que a barreira dos
Tyreneos sceslabeleceu inteiramente entre dous
grandes imperios, quo absorveram cada qual de
seu lado todas as pequeas provincias.
Assim a historia comecada por Mr. Cenac-Mon-
caut, desessete seculos antes da nossa era, s
- -- r-------- ------. -v-v^^.v IUIU3 ouies ua nossa era, so
lo urna violencia extremo, atravz do involucro | termina desessete seculos depois de Jess Chris-
quebrado, as materias liquidas soltaran, cora urna to. Porlanto alravt de 3,400 annos que elle a
torea irresistivel, deixando em baixo as carnadas seguio.
ve temer actos ue uusmiuaae sooro o mar ; por
isso que quanto maor ella, mais pontos vulue-
raveis oilerece.
Fci isto que perfeitamente comprehendeu a
co.ursisso do parlamento britannico, encarrega-
da com especialidade de examinar o estado da
rnarinha. Em toJos os lempos, disse ella, o
oosso psiz contou sobre o mar um numero de
propiedades maior do que qualquer outra na-
;i ; e por isso llie preciso urna rnarinha de
guerra muito crescida para proteger a rnarinha
mercante, precso que se pode dar no caso em
que a tolali JuJe das nossas es juadras 3eja indis-
pensavel para a defeza das nossas costas.
Se querem urna prova da proposico, que aran-
cel, isto que quinto mais numerosa a raari-
nlu mercante, e qualquer que seja a fjrca da
rnarinha militar, tanto mais lera' ella temer os
ataques do inimigo, tanto mais ella vulneravel,
leia-seo trecho do relatorio da commisso cima
ger a nossa rnarinha mercante sobre o mar. mas
tambem apoderar-nns das mercadorias do inimi-
go sob pavilho neutro, impeindo dcsta sorte
que outras nacoes se appropriem do transito ma-
rtimo do reino durante qualquer eslado de
guerra.
A questao por conseguidle roduz-se simples-
raeute estes dous casos, rennuncar todo o
transporte martimo ora lempo do hostilidades,
ou proclamar o principio da inviolabidade das
propriedades privadas sobre o mar. Nada direi
sobre a apprehenso das raercadoras inimigas
sob pavilho neutro, porque sei que a Inglater-
ra, como bem diz o relatorio citado, lem muito
mais propriedades sobre o mar, do que qualquer
outra nac>, e evidentemente quera mais pro-
priedades lem quo mais perdera cora a geuera-
lisacao do principio de guerra sem freio ncm
i medida entre os horneas e as musas.
T. N. Be.NARU.
[Journal do Havre.Siheir.)
indicada, que diz: Pelo depoiraento de diver-
sas lcstemuoh3s soube-se que mui recentomente
,1o simples boato que se espaU.ra, I 0s Pvmicos> ,,s(oi.Ja (|o
so tema que : bJLj.... i n |"vaiuu5
do urna guerra na Europa, na qual so temia que
a Inglaterra fosse comproractlida, o pavilho amc-
rc-ino e outros pavilhes neutros obtiveram una
preferencia nctavel no transporte das mercado -
ras das mais 'onginquas partes do mund.
Europa ; do q.ie resultou, mesmo em le
paz, sirios prejuizos para os donos e capitaes de
navios britannico.
A* meu ver, estabelecer a questao nestes ter-
mos resolv -la ; porque nao se pode admitlir
que hajam no systema actual das cousas ou on-
gens, vanlagens para uon ou outra das nacoes
beligerantes : ahi s quem vera lucrar sao as
nacoes neutras, que aproveitara-se da loucura e
eegneira daqoellas que se acharo em guerra.
Na verdado se a marloha militar ingleza fosse
suflicieiit^, na opinio do muado cominercial,
Cara por ao abrigo de qualquer perigo (odas as
emprezas ntaritimaa do coraraercio inglez, nao
ria recorrido ao pivilho americano, mes-
mo antes Je combadas as hoslilidaaes No caso
em que ou o aystoma actual se perpetuasse, ou
Bobreviesse a guerra entre a Inglaterra e oulras
potencias europeas, a marinlu mercaute de lo-
das ellas, quem quer que fosse, nao excluindo
d sse numero a Inglaterra, ver-se-hia immedia-
laraente ameaeada de duas causas bastante acli
vas de decadencia e de ruina : porque de um
lado o commercio darla preferencia aos pavi-
i >es neutros, de oulro lado os navios, que cou-
tinoassem navegar, seriam exposlos prosas e
Cci.Qscaees.
Quando o Sr. de Renouard oxpriraio o seu pe-
7_>r por achur-se. bem longo de nosso das o lem-
po era que a hnmanidado se compenetrara com
maduren de um progresso tal como o reconhe-
cimento da inviDlabilidade das propriedades pri-
superiores do slo e laneando por cima as cama-
das inferiores. Urna deslas revoluees elevou
entre o Ocano e o Mediterrneo a cordilheira dos
moules Pyreneos.
Aqui como algures a fbula e a scencia se to-
cam
ment do imperador do occidento, foram ao con-
trario dominadores mais brandos e estaveis j
elles fuodaram um reino, que comprehendia
quasi toda a vertenle gauleza e a parle occiden-
tal da vertenle hespanhola.
Mas os Pyreneos nao tnham ainda acabado
com os invasores: do norte correram os Francos,
que roubarara aos Wisigodos melado de suas pos-
sessoes ; e do meio da vieran) os rabes que lo-
ra a rara o resto eoreuniram Hespanha conquis-
tada, travou-sc enlo a lula entre o cresceiit-
o a cruz: esta tnumphou esforcos de Carlos e
lepiuu expeliio osdemeiros rabes de Franca.
Carlos Maguo foi alaca-los do outro lado dos
Pyreneos; mas voltando de urna campanlia iii-
cerla, elle cnconlrou Bouccraux nos dt-spenha-
deiros das montanhas : nao erara os rabes que
at entao o Uhara perseguido, eram os inun-
lauhezes vascomos que ali o tinham esperado.
Assira como os Cntabros resistiram Roma e
cannago, seus descendenlesflgualmente repelliam
o jugo dos trancos e o dos rabes.
r hinlmwque ns allos Talles icaram sempre
rebeldes Augusto tribus de pastores, que guar-
davara seus rebanaos cora as armas era punho.
Ules ficaramidependentesdo reino wisigodo, e
recusavam subraetler-se ao imperio carluvingia-
no. Entretanto, nao obstante Roncevaux, Carlos
Magno lurmou para seu fllho Luii um reino de
Aquitania, que, sentado sobre o aronna. se di-
laiava desde os montes at o Ebro, e reuna pou-
co mais ou menos lodos os estados dos Pvreneos
sob a mesma dominaco.
Mas o immenso imperio, formado de mutas
partes heterogneas s se conservava inlegro pela
lorie ort>ssan l.i mln la. _;.i .. ___ v .
Comprehende-se, verdado, que esta historia
aprsenla poucos fados durante a rar parte dos
seus primeiros desessete seculos ; o at mesmo
a rovoluco por que ella cometa mal conheci-
da. Como, por que lula, ou por que entente ope-
ir7nS'naT "' f d, 'l1"e um vo rU-" sa fusao ou confuso, ou esse desloca- P">es heterogneas s se'cnseVv'aTa'in'eVoMa
ir nsparente que nao occulla a verdade. masque melo dos Gaulezes. Iberios e Cntabro, ?-0 i,, P/e^o da mao imperial ; e ass.m.Tu^o
a honra, visto como ella careco de ornamentos. historiador nao saberla dize-Io com exactido Ki? 5iJiberln pela mort' ^ o pode raais
rauitas vezes al de veos mais eapessos para agr- fc|[e orova f,l exactido cunter, desabou e os restos dispersaram-se em
,tir .., fr,nc ik. i u* P nicamente a permanencia dos novos lodos os sentidos, aneando pela ierra urna aaain
. olltfs dos homens sem olfus- estabelecimentos. At chegada dos Cartilgine- ** P-1"" estados.5 Foi o'U5 do cahoPs fe
zese Romanos ao p dos Pyreneos. o facto nico '
por elle descoberto a apparijo de colonias
phenicias na extremidade oriental da cadeia e
sua installacao pacifica sobro as bordas do Me-
diterrneo.
E'sabido quo os Phencios e os Gregos se en-
arenaras e sonhatJdo a conquista de Jerusalm,
passou-o Fernando, para as.iegurar a neulrali-
dade de um vizinho temivel e duvdoso. Repa-
rando nesta falta. Richelieu antes de morror,
conduzio Luiz XIII Perpignan ; e seu hbil suc-
cessor. Mazarino. preparou para Luiz XIV o
tratado dos Pyreneos, que finalmente fixava es-
las montanhas como o limite da Hespanha e da
Franca.
Assim, iudependentes at a cooquista romana,
absorvidos no imperio dos Cesares, readquirindo'
com a dssoluco delle sua autonoma, unidos ura
momento ainda ao segundo imperio romano de
Carlos Magno, dominados depois pelas duas gran-
des naques, que se formaram ao norte 6 ao sul,
os povos pyreneos dvidiara-se decididamente
entre si como a natureza o indicava.
c-los.
A elhyraologia, clara nesta occasio e certa,
moslra a concordancia do mylho e do facto. Em
Pyrene acha-se a palavra grega, que quor dizer
fugo; essa Pyrene, cujo tmulo edificado por
Hercules urna cadeia de montanhas, nao por- ,
ventura a imagen d'essa forca e d'essa chamma. \ conlram em todas as praias deste mar, que Ihes
que levantaran sobre nosso slo essas agglorae- pcrlencia anles que os Romanos o houvessera
ar,oes, pequeas empolhas de um pequeo globo, reivindicado. Mr. Cenac-Moncaut descobre raes-
mas para nos, pequeos, colossos enormes ? rao nos valles occidentaes os vestigios do colonos
Se os raedirmos por nos, os Pyreneos sao dig-: 8reg-". vindos talvez pelo ocano, passando alm
: das columnas de Hercules. Mas estes estrangei-
1 ros pouco numerosos, commerciantes e nao do-
minadores, desapparecem na historia dos povos
nos sem duvida de alleneo, e Mr. Cenac-Mon-
caut nao so oceupou de um assumpto mediocre
quando escreveu sua historia. Elles pareceram-
Ihe merecer urna historia especial, nao s por
oceuparem em nosso mundo um grandssimo lu-
gar, mas ainda porque eram oulr'ora a sedo de
una aaeo particular.
Das duas vertenles, hoje urna hespanhola e
a outra franceza. A celebre palavra de Luiz XIV
urna palavra que custou-nos caro ; mas
durante muito lempo, antes de Luiz XIV nao
havia realmente nos Pyreneos ; a crista deslas
- ------------------ i nuipu un taos leu
dal e o de ama nova invasao. a dos Norman-
dos, a qual chegou at os Pyreneos.
Por elicidade esta invasao era a ultima. Dis-
sotvido o imperio franco, rae a Franca reformar-
se sob a monarchia Capeciana, que pouco pou-
co reconquista o reino sobre a t'eudalidade ; e
nesse mesmo lempo a Hespanha se conquista de
novo sobre os rabes.
Entre estes dous paizes, que tendera ambos
umdade atravez do mil obstculos e muhos se-
culos, a natureza evidentemente iudica os Pvre-
neos como fronleira. A' Franca o norte, Hes-
panha o sul.
Sobre a vertenle septentrional, quando Luiz
Oordo coraeca a obra da reconslruceo, os restos
do remo da Aquiiama formaram alera do ducado
deste iiome o condado do Toulouse, o IJearn e o
Koussillon. entre outros muitos estados de menor
Estes dous inimigos, travando duello de mor- "sPortancU. 'lue eguiram a sorte dos graudes.
r;g::c;.n:r;r:50?;i"c,riio r fw'La-e ^ff85***36^as
pyreneos, quando esle3 se veem opprmidos en-
tre Roma e Carthago.
mano? 0,a Pr '"o mesmo que alliada d'elles
Hanuibal nao quer espera-Ios no Ebro. mas cor-
re a Italia pelos Pyreneos ; preciso que abra
esta passagem, derrotando os Cntabros c osCel-
nos ; e os bale, e os arrasta consigo, mos-
monlanhas nao separara os povos que habitavam traado-liP? ni
suas rertetes oppostas. Desdo o seculo XVII pojo "' fmuri v.zinha gloria e des-
anles do Jess Christo, elles se haviara intima-
mente confundido.
-- ....." "o pIVacuus N'esses tempos remotos em que os povos
EstaOS dos Pu'CllCOS,por Mr. Ceiae- Ca,la inslante sahiam de seus limites mal defini-
Moiiraill. dos' em 1ue na os prndenlo ao slo origina-
rio, elles emprehendiam para novas regies cor-
reras aventureiras, nenhuraa raca talvez mani-
Moncaut.
J^fi^S SLfS"3S drtes"
imoo de Hespanhai l X L S 9 daS \ U maiS d q"e S Caulezos e3Sa forca. sa ^dor.a ats portas de Roma : e sabe-se lam-
empo ue ; -spanna, e para, beus pes alineos nao esto necessidado de expanso, esse humor de riasem bem orao parou s Porlas de l{otD3'
pitaes de caneados de percorrer o mundo, nem suas poten- e de conquista. Ve-los-hemos nassar os Mnet p r S Iom3nIos enla. e 1nio continham na
A. Franca, portanto, para chegar sua fronleira
natural devia tomar Uordeaux, Toulouse. Pau e
1 erpiguan, e dividir com a Hespanha, Navarra e
Cerdagne.
A annexaco de Bordeaos foi tentada era pr-
Os Romanos procurara tambera alliados entre ^!'r lugar,; Luu GrJo levo a habilidade do
os Iberios da Gallia ; mas estes povos nao teem f S,e, '' cua> Leonor, herdeira da Aquita-
em um amigo longinquo, que nao pode defender '"" nnrm "" ""
Saguuto ; e deixam passar sera resistencia o te-
muel general, que entre seus soldados conta
seus irmaosda Hespanha.
Sabe-se a marcha triumphante de Hannibal,
romo foi rpida, nao obstante os segundos Py-
renneos escalar, e como foi de victoria em
FOiLIIETIJl
GUY
0L
A'TODO TRANSE
POR
Jorge Alfredo Lawrenee
XXIV
Conlinuaro.)
caneados de percorrer o mundo, era suas polen- e de conquista. Ve-los-heraos passar os \|p' e
le naos je carregar um carvalho e de esraagar I eslabelecerera-se ao norte da Italia, onde funda-
1 llii ,erCdeSCOnllCCC estas fraque- rara Milo. Verona e Brescia ; sua posteridade
5 lem oo coracao urna outra, por nao a esquecer. D'ahi iro elles al Roma e at
que emfimlno inteiramente Deus, e desta fra-
queza alias era mesmo os deuses esto isenlos.
O ilho de Jpiter vio Pyrene e achou-a bella
ama-a, e
ror do crin
era Roma, que s aprender vence-los depois
de ter sido mais de urna vez vencida : a penn-
sula helleoca abrir-se-ha dianle de seus passos
,eus ps depoe a pesada massa, ler- como a pennsula itlica ; iro atacar Apollo
Dissipada esta sensato momentnea, todos os
elementos do carcter rispido e altivo de Guv
sublevaran-sc e revoltaram-se contra o que Ih'e
nareeeu urna raqueza digna do uliimo despre-
zo. Assim, como para provocar as cousequencias
deste encontr, elle unio-se Flora Bcllassys
oessa noite e uos das seguintes com um ardor
desicostumado, que lerminou por encommo-
da-la.
Ella pensou que lana cousa nao poda durar
muito.
Mohua. ao saber deste incidente, nao quizad-
mittir que houvesse a menor probabilidade de
um encontr con Cyrillo Brando, ainda queco-
nh-cesse seu carcter violento c intratavel ao
ultimo ponto.
Nao vos lisongeis de fazer vossas coritas
dessa maneira, diz elle Guy com seu sorriso
sardnico. Com nuila facilidade se briga por car-
las ou por loreltes, mas quem que hoje se bate
por um casamento desmanchado 1 E" remontar
ao lempo do Covenant, e nos vivemos duzentos
aonos depois.
Ralph lembrava-se quanto tempo deraorra-
se elle oo slo francez para dar lempo cheara
provocaco, que elle esperava de Inglaterra e
que nunca chegou, bem que versasse sobre urna
oflensa mais grave.
Alguns das depois desta scena. Levn^stonc
vio-se sem criado urna manha. Sua maneira de
obrar para cora esta classe estinavel fra senpre
imperiosa c severa, ponto de tornar-se repre-
Lensivel ; as desde algn lempo esta gente,
assim como oulras pessoas tinham sentido os el-
f -itos de seu humor colrico : elle moslrava-se
era suas reprehenses de una brulalidade que
exceda todos os lmites.
Nesta occasio parlicularnento elle desenvol-
ver sen duvida una dureza extraordinaria, por
quanto tuina esgolado a paciencia do nuito sof-
fredor Wijhs, 4 tal ponto, que elle irritou-se e
lernou-se insolente.
(*) Vide Diario a. 28}.
nercules bao lera o direito de cuidar no pra-
zer. A' essei grandes misionarios do co, o re-
pouso interdicto : preciso que elles cami-
nhem desde \o nasccr al o por do sol, desdo a
tarde at a iibnha ; e seu camiohar s lem por
termo o de sui vida ; nao Ihes permillido fa-
zer alto seno iua raorle : a iranortalidade com
este preco. AlcWss deve repousar no Olympo,
concluida sua lak'fa, consnmraida sua existencia
terrestre nos clamores do (Eta. Mal haja o obs-
tculo queselho collotou na passagem !
O raio divino mala Pyrene, Hercules esle
golpe indigna-se principio, e chora c solta gri-
tos de dr furiosa, capazos de fazer tremer os ha-
bitantes do Olympo ; mas em breve eulra-lhe a
razo na alma, recouhece a nio que ferio e que
llie mostra a senda tragada seu valor ; elle
obedecei, lomar de novo suas armas abando-
nadas e proseguir su\a marcha. Smenle, antes
de relirar-se dos lamentareis restos de sua aman -
te, quer erguer-lhes qra monumento immorre-
douro. Cobre-os cora sas lagrimas, e cora suas
Ello nao linha pronunciado dez pahvras quan-
do seu amo o interrompeu ; lanQanlo os olhos
urna pesado ehicole, que se achava seu alcance,
com urna expresso que fez Willis recuar para a
porta.
Desta maneira, j me roubastes bastante
para vos prles ao fresco ? Ifoito bem, fizei vos.
sas contas, o mordorao as regular comvosco-
Naturalmente levaes alguma cousa do quo me
pertence, nao assim ? Nao me darei ao ttaba-
Iho de revistar vossas mallas ; mas se levardes
um s objeclo, do que cu por acaso necessile al-
gura dia, far-vos-hei prender onde quer que es-
tejaes. Agora, ide-ros.
Nosso hornera sahio de queixo cabido ; mas
voltou no fin de urna hora.
Parto ueste instante, sir I.evingslone ; mas
antes poderei dizer-vos alguma cousa, que vos in
teressa saber.se me promelteis nao vos encoleri-
sardes. E' urna cousa que agora estou arrepen-
dido-de ler feto.
Emquanto fallara, seu semblante aslucioso
apresentava una expresso de raiva e temor.
Guy lancou-lhc um olhar cheio de iudiffe-
renca.
Agradecido Nao estou disposto ouvir
vossas conisses. Podis ficar perfeitamente so-
cegado ; nao me importo com qualquer velhaca-
da iraaginavol, que houverdes fcito. Lembrao-
vos soiente do que vos disse : se rao faltar al-
guma cousa, no mesrao dia a polica est em vos-
so encalco. Agora, ainda urna vez, ide-vos era-
bora. Se torno ver aqui vosso rosto, ser peior
para vos.
O sorriso de Wlls dizia milita cousa, bem que
o medo Ihe tornasse os labios paludos.
V3 nunca tereis necessidadedo objeclo, de
que eu quera fallar-ros, diz elle Guy.
E sem barulho sahio do quarto cora seu pas-
so habitual, fechando sobre si a porta devaga-
riuho.
Se seu amo podesse adevinhar qusl era o se-
gredo, que recusara saber, creio firmemente que,
altivo como era, nao haveria no mundo baixcza,
que nao descesso parasabe-lo.
Mas, a hora da humiliaco, se bem que esti- (
vesse prxima, ainda nao linha soado para essa
natureza vigorosa e (o confiada em si.
O touro enfurecido nao vea rede antes que es-
teja preso em suas malhas.
Na mesma manha Levingstone foi passar urna
hora em casa das senhoras Bellassys, e contou-
Ihes o que linha succedido.
Se elle tivesso olhado para o rosto de Flora,
grande dQlculdade teria em adevinhar o que ha-
via nesla noticia, que podesse faze-la empallide-
cer. Mas foi s por um instante que esta cmica
consummada esqueceu seu papel, e quando elle
a olhou um momento depois, nao reslava mais
um traco ao menos de enoco en seu sen-
blante.
Tonastesoutro criado? pergunlouella con
un ar indiferente.
Dei ordem meu mor Jomo que rae procu-
rasse um, respondeu Guy, e espero quando rol- .
tar encontrar um patife bem disposto. N3.0 obs- onde callirsai
em seu .actuario do De.phos ; a Europa ser nham eUo 2HftJ muSaTeVniores
-------t ^i.^w uvuuuuaui ii tt
Lampania o Brutium o vencedor enfraquecido por
seus tnumphos, forara atacar Carthgo na Hes-
panha.
Os Pyreneos tinham tido lempo de sentir o ju-
go pnico ; elles voltarara-se para os Romanos
corao para libertadores, e favoreeeram o ataque
sobre as possessoes carlhaginezas, da mesma
maneira que tinham favorecido a de Hanuibal
sobre a Italia.
Vencida Carthago, elles notaran que nao li-
pequenissin* para elles ; arrojar-se-ho Asia,
onde fundaro umPestado gaulez, que s Augus-
to destruir. Porm muitos seculos antes de
passarero os Alpes, passara os Pyreneos. Desde o
anno de 1600 espalham-se elles sobre a vertenle
meridional, no valle do Ebro.
Dous povos enlo o habitavam,os Canlabros e
os Iberios. Os primeiros, repellidos pela inva-
sao, esteuderam-se pelas caluas e at pela ver-
os primeiros. Quanto Hespanha meridional
olereceu urna preza fcil aos conquistadores!
tanto a Hespanha septentrional resisti enrgica-
mente ; junto dos Pyreneos principalmente a
luta foi incessanle, vencidos em batalhas formaes
ou as guerras do cercos pela tctica e pelos
grandes generaes de Roma, os montanhezes lan-
caram-se na guerra dos partidos.
Augusto finalmente, por sua poltica e docura.
tanto como pelas armas, conseguio completar a
obra dos Scipies, de ":-
na. Infelizmente, porm, ura divorcio, legitimo
latvez, mas impoltico, fez reverter aos Plantaje-
notes esta rica heranca, e por elles aos Inglezes.
Confiscado a Joao-sem-Terra por Felippe-Augus-
lo, o ducado entregue aos Inglezes por Luiz IX
veoeedor, e somonte oo secuto XV, depois de
urna lula de cera annos, que elle volla deiii-
uramente para a cora.
Mas desde o principio do roinado do S. Luiz o
tratado de Meaux, feliz concluso da lerriv'el
guerra dos Albigeuses, tinha-nos dado Toulouse.
Desde esse lempo, um prncipe francez, Thi-
baut de Champagne, o rei-poela. herdeiro da
Navarra, uoio-a tola inleira Franca ; e no se-
culo seguinte um casamento ligou-a raais estrel-
la mente cora, cabendo em dote Felipoe-o-
Bello. r
Os tres filhos de Felippo foram ao raesmd lem-
po res de Franca o de Navarra ; mas o ramo col-
?Xa?si=2B.&^*&BA'szi
estes thronos.
Os Navarrezes do novo sosepararam, govornan-
do o conde d'Evreux. casa anda franceza : esta
Assira como a diviso dos paizes nao se linha
operado sem obstculo?, assim tambem a fuso
dos povos nao se fez sem resistencia.
Quando Henrique IV declarou seus amigos
subditos que elles iam ser reunidos seus novos
estados : < Nao dou a Navarra Franca, diz elle ;
6 a Franca que dou Navarra.
Henrique occullava sob formulas benignas um
espirito perverso; esta s palavra prova-lo-hia :
esta palavra demonstra mesrao a repugnancia
que as provincias pyreueas, por longos lempos
autonmicas,experiraentavam em absorver-se no
seio de urna grande unidade. Por toda a parte o
espirito provincial repugnava enlo com a cen-
tralisacao. Mas dous seculos depois todas as cou-
sas tinham sido mudadas, e a palavra de Ilenri-
quo linha seu contrapeso.
Discutia-se na asserabla nacional constituinto
os litulo3, os quaes convinha quo fossem accres-
centados ao nome de ura raonarchj constitucio-
nal : Re de Franca e de Navarra, dizia a di-
reita. Accrescentae ; e de outros lugares... re-
lorquio Mrabeau, cujos gracejos feriara de rijo,
quanto fulminavam seus discursos.
A assembla rio-se e decidi que o rei de Fraa-
Ca se chamara d'ahi em diante rei de Franca,
sem mais.
Com effeito, no tempo de Mirabeau nao navia
em Franca mais do que a Frauca ; a obra obsli-
nadameule proseguida pela monarchia fura deci-
didamente concluida pela revoluco, a qual em
lugar de provincias, divisoes polticas, fazia de-
partamentos, divisos administrativas.
Esta estreita unio de todas as partes de nosso
paiz, quaesquer que sejarn sua origem. data o o
modo de aunexaeo, apparcceu aos olhos do mun-
do era urna luz brlhante, no meio de todas as
vicissitudes de nossa recente historia. A guerra
europea de vinte aonos, sustentada pela Franca
republicaoa e pela Franca imperial, no fin do se-
culo passado e no principio deste, provou quo
desde os Pyreneos at o Rheno nao ha mais do
que urna naco ; e essas lutas e essas gloras
coramuns bastaram para crear esta unidade, se
ella nao exislisse j. Os Ilustres infortunio?,
juntamente sofindos, le-la-hiam ainda estrella-
do, se fosse possivel, como as pancadas do raar-
lello augmentara a coheso das molculas do
ferro.
A mor parle dos Francezes esto hoje esqueci-
dos de que elles nao forara serapre unidos ; os
historiadores podem sera temor recordar-lh'o. E'
cora espanto e admirago que lomos a narraco
dos lempos de separaco para serapre passados,
e que, ainda muito prximos, parecer perder-se
na noite dos lempos.
Ser portanto lida com e3ses sentimenlos de
interesse a obra de Mr. Cenac-Moncaut. Nesta
historia de (rinla e quatro seculos, da qual ten-
tarnos csboQar os principaes traeos, Mr. Cenac-
Moncaut reuni urna enorme quaVilidade de fac-
-------- ...., waii diuua uauceza : esia Muiicaui reuni urna enorme quantidade de fac-
separacao, porera nao era completa ; o que suc- I tos. Elle nirra todas as particularidades dessas
Ciueu quaOUO a heranca dos nrinritu.a ni', ,.i,..- mil rrnlupas lyarana .. r,,,n;.nn ___-v-i_____
cedeu quando a heranca dos principes a'Evreux
.passou Aragao. Depois disto passou s casas
de I-roix e d'Albrct.
F'oi enlo que Fernando o calholico separou
tente septentrional das montanhas do oeste, que de'"cesT- l'Txcenc^ K"!?; de P4?mpe? I,.0r,la'n?ue,0 q"e larde V Cedu devia Ser se"
,i .... ^- j--. a.excepcao de alguns dispenha- parado. Elle lomou a par e hespanhola e deixou
nome charaarara-se cantbricas. Uraa I de.ros inaccess.ve.s onde se conservaran, iode- i aos d'Albret a.parto francez, fue Honrhuo de j mente^ nao ench^u o7cmco"oluraer'd7 Mn ^
mil revoluees gerses ou parciaes, que abalaran:
os Pyreoeos at o dia era que seu destmo fui de-
finitivamente (ixado ; e a sua historia muilas ve-
zes elle prende dos grandes estados, que deven
absorve-los.
parle dos Iberios coufundio-se cora os ii
o formou com elles um povo mixto debaixo do
nome composto de Celtiberios ; os outros, recha-
zados, foram tomar na Gallia o lugar que os re-
cem-chegados liuham deixado vasio para desce-
ren Hespanha : duas hordas de emigrados es-
palharam-se una ao osle sobre as bordas do
Ocano, e a outra leste sobre as bordas do Me-
diterrneo. E' desta mudanca de populacao en-
tre as duas vertenles que Mr. Cenac-Moncaut faz
daiar a existencia da nae.o pyrenea.
-"' uma "T" V" ""ue se conservaram mde-!aos u Aiore a parto trancez, que Henriiuede
invasores, [er,.enles tribus guerreiras de pastores, a civi- Navarra reuni Franca, lornando-se Henriuue
li-bix. do 8''a0 romaQa .acabou a conquista dos l'yre- IV. Ao filho de Bearoais eslava reservada a
imano ao neos e 0 ltl)De = nM,;4--iM i, iin rio mi.. ,..;=.. .i! :._' ,esBr aaa a
Entretanto a Darraco dos acontecmenlos so-
tante, nunca mais acharei outro como Willis :
elle tratava perfeitamente dos meus negocios. O
grande principio da Gazella tera sua applicaco
na vida : Quaqdo um ente chega conhecer-
vos bem, etc. Porque razo fazeis essa oergun-
neos, e o imperio nao leve provincias mais bel
las, mais ricas, mais adoradas pelas" sciencias e
arles, do quo os valles do Ebro, do Aude e do
baronna.
Quando chegou o lempo das invases que sub-
mergiram o mundo romano, esses valles offere-
ceram urna preza opulenta aos barbaros, que ahi
se arrojaram em baodos.
Os Vaodalos, os Alaunos eos Suevos pozeram
ludo em saque ; e passaram, deixando apenas
ruiriis, o nem seqner um eslabalecimento. Os
Wisigodos. que Ihes succederaio por consenli-
Uraa nica figura domina lodo o resto, qual
Salan no conclave dos anjos decahidos ; e a
do mais culpado de todos, porque elle lera cons-
ciencia plena de sua absoluta degradado.
ta?Tenderacaso';alrra,proregrdoV;rcoraml"- coraLn^efr^nnr1'';'!^ ^ es'e,lderar" seus
dar-rae ? aro companheiros por trra, apenas fizerara-lhe ap-
Flora se poz rir cora expanso. respondendo I Son^dJ""^'^" a^ilhantcs nas d,
e nao. e deixaram morrer a ennvpr^, ,,hr,> Ba. I ronzeada Pa'l'dez; e sua voz conserva anda
honra de concluir a reunio da vertenle meridio-
nal dos Pvreneos.
nac-Moncaut ; elles oferecem -nos tambera o
quadro dos costumes, das inslituices e da vida
interna dos povos dos Pyreneos; e para confirmar
a exactido nao s da narraco, roas tambem do
quadro, o historiador, que ura archeologoe ura
O Roussillon e a parte norte da Cerda^ne tal- "n8"i*ta, appoia-se no estuda dos monumentos
lavara ser annexadas. S. Luiz renunciara lodo i p das. llnSuas. Assim merece sua obra por titu-
o direito do suzerania sobre as provincias,era fa- los divcr05 a attenco de rauitas classes de lei-
vor do rei de Aragao, afim do que este a'bando- I lore?- K!'? na0 ser,a menos procurada na se-
nassu suas pretences sobre o Languedoc. Luiz Snda ednjao do quo na primeira.
XI fez cora que Joo II Ihe dsse Perpignan como
garanta de um emprestirao de 300,000 escudos,
e oo reclamara o pagamento, preferindo guar-
dar o penhor; porm seu tilho, mais cheio de
que nao, e deixaram morrer a conversa sobre es-
le assumplo ; ocas durante toda a tarde ella con-
servou-se pensativa e dislrahida, e visos do in-
quielaco brilharam de tempos lempos em seus
olhos de tempestado.
XXV
Minguen cuide en esca-
par ao perigo ; porquanto tardo
ou cedo o amor seu proprio
vingador.
Tinham chegado as festas do Natal, e enchiam-
se de hospedes as casas de campo, quintas e cas-
tellns. Mas os faises de Kerton liveram ura ver-
dadeiro jubyleu, com grande desespero de Mal-
lett, que dizia quo nunca se linha visto urna es-
taco egual.
Havia urna abundancia extraordinaria de rapo-
zas gordas no Bulroir e no Pylchley ; em dous
raezes sera geada mais de urna linha cahido mor-
a no meto dos vaslos pastos, attestando por seu .
ultimo suspiro a supenoridade de Goodall ou de gra-se com frenes.
robusto rav-lPi?inHSdeVr alrador.f maisl co.ronel f?"8'"" de achar-se cora Guy era
amda .ipm.l,^ on.,lado,'>>orihamplon taes circuraslancias ; mas desde que apresenta-
t iInio n? mu .FVT' e,VJn."o seo pa- va-seuraa raulher, ello balia era retirada com
UlIllOniO Q3 lUaiS O SSOlula eXlSlPnri o nni.Hn nm'^icinuln n ., m ,!..... :_ l_.
o accento sonoro, calmo e quasi solemne.
Escutae-o em quanto leva aos labios um copo
immenso; onde derramaran! o Bourgogne trans-
bordar :
Ainda urna saude, e com as honras funera-
rias. A' memoria d'aquelles, que gloriosameole
morreram na noite de 2-f de dezembro I
E' verdado por ventura que seis mezes antes as
faces to meigas e to puras de Constancia Bran-
do rcclinaram-se rauitas vezes sobre o largo
peito, que neste momento serve de travesseiro
cabeca desgreuhada dessa Menada de olhar atre-
vido, de voz embriagada ? Abri essas cortinas ;
feehae-as mais cuidadosamente ainda : era hon-
ra do pudor, imped que eulrc ahi a aurora da
Nalividade !
Mohun alraoca com Levingstone era urna fria
o tempestuosa manha de Janeiro, que succedia
urna noite em que bebera-se todo o transo e jo-
trimonio n3 mais dissolul existencia," e "pondo
presurapcosamouto prova sua consliluico de
Ierro.
Lady Catharioa eslava em seu velho castello
solitaria, mais pallida e mais raoda de cuidados
do que nunca. Creio que ella ento preferira
as festas cstrondosas. que perlurbavam-lhe ou-
lr'ora o somno, ao silencio do raorle, que se en-
lenJia qual neroeiro sobre os quartos d-
senos.
Goy fra serapre muilo negligente era sua cor-
respondencia, e nessa poca era difficil qoe ello
Ihe eserevesse umarez por acaso ; porm o boa-
to de seu yiver desordenado chegava rauitas ve-
zes aos ouvidos de sua me, aiuda que de urna
maneira vaga o incerta.
Era melhor que assim fosse. O quo nao teria
sofTrido a pobre Lady Catharioa, se podesse sus-
peitar a scena, na qual seu filho representava o
priroeiro papel, no momento era que ia despuntar
a aurora do da de Natal I
Urna orgia furiosa chega seu termino ; um
cahos bablico do gritos, de fragmentos do canti-
gas, de risos estpidos o insignificantes, vae ex-
linguindo-se nicamente em consequoncia da
prostraco dos convivas; sobre os tpeles do vi-
ras cores e as cobertas da damasco veem-se po-
cas de licores derramados, pedacos do copos que-
brados, ramalhetes e grinaldas, que jl per-
deram o perfumo ha duas horas ; e em ro-
da, em altitudes diversas, ignobeis em seu aban-
dono, os corposdaquelle3 que logo suecunbi-
ran nessa balalha bacckica, jazem por terta
um desgosto e um desprezo indescripliveis.
Guy sofTrera tantos contratempos. que lorna-
va-se mais serio que nunca, pensar nisso, ain-
da que fos-e soffrivelmenle affeito e indifferentc
rn fortuna ; assin a conversacodurante o al-
moco arrefecia.
Quando acabaram, Mohun levanlou-se para
accender ura charuto, emquanto seu companhei-
ro agarrava em um maco de carias e comecava
percorro-las tranquilamente.
De repente o coronel deixou cahir o phosphoro
e estremecen, dominado por una sorpreza, a
qual nao pude reprimir.
Elle vira rtorrerem homens robustos de urna
maneira terrivcl, estropeados, mutilados pelo sa-
br ou pelas bailas ; mas nunca ouvira um grito,
no qual se fizesse sentir to terrivelroeole a
angustia do desespero, como no surdo e profundo
gemido, que escapou enlo dos labios de Levin-
gstone.
Em um abrir e fechar d'olhos lornra-se-lhe o
rosto complelamento lvido, o os olhos pareciam
elle parecesse notar, e percorreu-a cora os olhos.
Era concebida nestes termos:
Fiz todo o possivel para persuadir-me que
nao recebestes a carta, que vos escrevi ha dous
mezes. Creio que te-la-hieis respondido, por-
que pensarieis quanto deveria eu ter soffrdo,
primeiro que meu orgulho fosse tao completa-
mente quebrado. Com ludo, oo mo expora
ver-me desprezar segunda vez se hontem nao
soubesso que d'ora em dianto devo cootar a
exisleucia por semanas, seno por dias.
Nao sei se vos permillir.io ver-mc no caso
de virdes. Mas viris, nao ? Viris? Charo
Goy, nao poderia morrer satisfeita como devo
fazer sem vos fallar ainda uraa vez. pczar de
ludo, quero assignar minha uliima carta
Vossa
Constancia Brando .
F.sta carta era datada de Ventuor.
A despeito de sua dureza de carcter e seu cy-
nsmo, Mohun scntio ura choque violento, e ficou
acabrunhado; mas a urgente necessidade de
obrar nesta crise reslituio logo este soldado
exeicitado a facultada de refleeiir vivamente e a
presteza de resoluco, quo Ihe eram habiluaes.
Elle poz-se de p, aleita e promplo pan ludo,
corao no bora lempo, quando lanciva-se de sua
tenda para repellir uraa sorpreza'nocturna dos
Hngaros.
Preparar ludo para a partida, diz ello ao
criado, que cntrava neste momento ;vosso amo
volta iramediatamenle Inglaterra O trem para
o Havre parle s duas horas. Tomareis o vapor
da larde para Soulhamptou.
Quando o criado sahio do quarto, Mohun vol-
tou-se para Guy.
Cobrae animo, diz elle. Sdehomeml Ten-
des tod a vida para arrepender-vos, c apenas
algumas horas para tratardes de reparar o mal,
que Qzestes. Amanha estaris em Ventuor, cui-
das nisto: preciso quo a vejaes, quaesquer
que sejam os obstculos quo possam espalharera
vosso camiuho ; que nao percaeso sanguefrio se
encontraidcs seu irmo. Ah vejo que nao me
escutaes!
S enlo Levingstono pode fallar, mas com
uraa voz surda e spera, articulando difilcilmenlo
estas patarras uraa urna :
Eu nao linha pensado nisto : ou nao quera
mata-la.
Mohun conhecia mui bem seu amigo para ten-
tar consola-lo, ou laslima-lo, ainda mesmo quo
nao fosse contrario sua natureza. Assira, res-
pondeu resoluta e framente :
uaopoderem despregar-se de um pequeo bi-1 Sim, causastes um pesar amargo Cons-
liPt.V ntlft nllA linha on ra nano r1nr)nr. i.AM..l__ !-.:. \_\_-. "3
lhete, que elle linha entre seus dedos trmulos,
e lancavam nm brilho eslranho, ben que nao ti-
vessem expresso alguna seus olhares xos e
cheios de alonia.
. E,m nc-mo do co, o que succedeu ? pergun-
lou Ralph.
Guy mordeu os labios com forca, mas nenhun
sonlho sahio da bocea, a nao ser o barulho irre-
gular de;8ua rospiraco e urna especie de estertor
convulsiro que se lne ouvia na garganta.
Mohun tomou-lhe a carta das raaos, sem *.ue! tosejara saber quem
lancia Brando ; eis do que julgo-vos culpado ;
as ler-lhe causado a morte,nao : o quo ve-
ris quando souberde do ludo. Quaoto carta
de ha dous mezes, naturalmente nao te-la-hieis
recebdo ? Ou nao Ihe terieis dado attonco,__
lendes to pouca ordem......
Ella nunca me veio s mos, respondeu Le-
vingstono. Sempre olhei para o subscripto de mi-
nhas cartas, e teria reconhecido sua letlra entre
mil. Alguem deve te-la interceptado. Pee Deus !
E.mile Renn r.
[iloniletir.S. Fi.ko]
Elle lornava si do choque, que principio o
atordora, e os raios habiluaes de colera vinham
incessantemenle brilhar-lhe nos cTlhos.
Eu descobri-lo-hei quando houverdes par-
tido, diz Mohun.Nao leudes um minuto per-
der. Nao vos peco que rae escrevaes ; irei ter
comvoscoem Inglaterra dentro de tres dias. Lem-
brae-vos smente de minha nica recommenda-
Co ; Sangue-frio. Sim 1 Sei o que ides duer-
me ; mas podero por vossa paciencia em mais
provan>;as do que tendes lencao.
F.lle pensava ero Cyrillo Brandan.
A presteza da partida impedio-lhes de conver-
saren! por mais tempo.
Na estaco, no momento em que o trem ia par-
tir Ralph disso Guy, apertando-lhe a rao :
Nao pensava que araasseis-me (o terna-
mente.
Muito tempo pasou-se primeiro que elle es-
quecesse o olhar sentido com que Guy acompa-
nhou esta resposla :
Eu mesmo nSo o sabia.
E' precis3 pr-me pista da caria, raurmu-
rava o coronel nlTastando-se passos largos da
eslago. O lindo leopardo pz a palla era sima,
estou certo disso. Foi Flora ; porm ella ao o
confessar. Tenazes envermelhacidas ao fogo nao
seriara capazes de orrancar-lhe ura segrsdo, se
se llie mettesse ero cabeca guarda-lo. Duvid.o alii
que ella fosse trahida po"r corar. Pobre Constan-
cia O que Ihe resta contra um semclhanle Ma-
chiavel de saia ? Eu, nao sou forte era diploma-
cia, eu nao ; ah se Ihe conhecesse ura lado.!...
mas, menos que ella nao perca a cabeca ao sa-
ber onde est Guy, nao muilo difcil saber por
ahi alguma cousa. Ainda rosta Willis, Ella o cor-
rompeu, nao ha que duvidar. O dia.b.0 os confun-
da ambos!
Foi neste humor cumprmenteiro, e nestas ci-
ridosas disposices que ello oi directamente S
casa do Flora Bellassys.
Eocontrou-a sozinha.
Estiva sentada com trjje de quera ia montar
cavallo: seu desabado ehapeohespanhol.de plu-
mos viradas, estava i, seu lado, c em cima delle
estavam as luvas o o chicote.
Ella nao gostava muito de Mohun, porque li-
nha urna vaga idea do que os sarcasmos do coro-
nel relativos sua pessoa linharn mutas vezes
arrancado Guy un sorriso de approvaco. Ella
sabia tanbem que todas as suas sedueces torna-
van-se impotentes, e devian cahir* por Ierra
ante esse pedaco de pedra.
Mohun despeito do que fra em sua mocida-
de, tinha o coracao nais broozeo quo o valenle
sir Artegalt. Radegonda tiraodo seu capacete para
deirar-lhe ver seu rosto, nao te-lo-hia tentado
bstanle para fazer-lhe desprezar suas vantagens
e depr as armas.
Entretanto, foi con um ar cheio de calma c de
satisfaco que ella o saudou.
[Continuar se-ha.)
PFRN, -TYP. DE M, F, DE FARIA.-1860.
' *


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