Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09185


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Full Text
IIII'IIXTI. HUMERO 285
Por tres mczes adianiados 5$000.
Por tres raezes vencidos 6$000.
SEGD8D FEIHA 10 DE DEZEMBRO DE 1861.
Por aDRo-adiaiitado 19$000
Porte franco para o subscritor.
ENCARRBGADOS DA SOBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima '.
NiUl, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaly, o
Sr. A de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de Oli-
vara; Marxnhio, oSr. Manoel Jos MartinsRibei-
ro Cumares; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Maraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PARTIDA? DOS conRElo.
I Olinda todos os dias as 9 12 horas dodia.
Iguarass, Goianna e Paralaba as segundas
I e sextas feiras.
I S. Aulo, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d' Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazoira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
| Cabo, Sirinhem, Rio Formoso. Una, Barreiros,
Agua preta, Pimenteiras e Nalal quintas feiras.
j (Todos os correios partem as 10 horas da manhaa
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
5 Quarto minguante as 3 horas e 40 minutos
da tarde.
12 La nova as 10 horas e 28 minutes da manhaa
20 Quarto cresceute as 3 horas e 50 minutos
da manha.
-S La cheia aos 58 minutos da manhaa.
PREAMAR DE UOJE.
Primeiro as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
Segundo as 2 horas e 54 minutos da tarde.
AUDINECIAS D03 TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco tercas, feiras e sabbados.
FazoDda : Ierras, quintas e sabbados as 10 horas
Juizo do commercio: quartss ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel ; quartase sabbados a urna
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Melquades p. m.; S. Gemelo b
11 Terca. S. Daroazop.;S.Trazon m ; S.Francoc,
12 Quarla. S Justino m.; S. Herencia m.
13 Quinta. S. Luzia v. ni.; S. Othilia id.
14 Sexta. S. Agnello ab. ; S. Matrouiano m.
15 Sabbado. S. Euzebio Verselense b. m.
16 Domingo. Ss. Aaanias, Azarias e Mizael Mm
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SEL
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Babia
Sr, Jos Marrins Aires; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martius.
ESI PERNAMBUCO.
O proprielario do diario Manoel Figueiroa t
Faria, na sua livraria praca da Independencia as.
6 e 8.
Aviso.
Os Srs. assignantes deste DIARIO, de
fora da cidade e provincia, cuja assig-
ratura termina no im do corrent
mez, queirarn mandar renova-las antes
do 1
provincia,
nadas pelo ministro ou pelo director gura!.
3, D ver de sor expedida.
capitulo u
Do gabinete do ministro.
Art. 7." O ministro no lera chamar para os
de Janeiro, no escriptorio da re- .trabalhos do seu gabinete uro ou mais emprega-
dac^ao OS fiesta provincia, e em casa | dos do qualquer das quatro dircctoiias geraes,
dos respectivos a>nte$ os das demais,; ? esmo al dous ** a ellas *-
? / i i^* unos.
Art. 8. Incumbe aos empregados do gabi-
1. Da guarda mclhodica dos papis c livros] 3," Distribuir vigiar o servico dos continuos
da primeira directora geral. e dos correios, participando em lempo opporlu-
De passar as certides que forein dctermi- no ao director geral, ou ao seu substituto, as fal-
tas ou abusos quo qualquer dos ditos empregados
aura de nao sollVerem demora i
bimento do DIARIO.
PARTE OFFICIAL
Ministerio la guerra.
DECRETO N. 2,677 DE 27 DE OUTUBHO DE 1860.
coromctler.
4." Cuidar na conservado dos movis e mais
objectos pertencentes primeira directora.
Art. 17. Tanto o porlciro orno os continuos o
os correios, devem comparecer na directora meia
hora antes da designada para o comecp de seus
Ira balboa.
Art. 18. Os continuos e os correios curopriro
todas as ordensdo director geral, e as do portei-
ro, como seu superior immediato, sendo em ne-
gocio de servico.
Art. V). Os correios respon lero ao director
Art. 36. O ministro poder, pelos mcsmos
motivos, suspender a qualquer empregado at 3
mezes.
Art. 37. O rffeito da suspensao priv.-r o em-
pregado, pelo lempo correspondente do ezercieio
2." os officiaes que tiverem de ser processados
pelos conselhosde inquirir; o, ,'i mediada que for
obtendo ao necessarias provas nu iuformacos que
indiquem mi conduela habitual.
3." Os officiaes que, na forma da lei, tiverem
note
1. A rec.epc.ao e abertura de corresponden-
cia que fr levada ao gabinete e determinada geral pela prompla e fiel entrega dos papis de
pelo ministro. que forein incumbidos.
2. O protocolo da entrada e destino dos. capitulo iv.
papis recebidos no gabinete. j Da nomeaco, demissao eaposontadoria dos em-
3." A expedico da correspondencia ur- j pregados.
gente.
S 4. Auxiliar o ministro
este reservar para si.
5." Transmittir as ordens que nao possam ser
communicadas immediata e directamente pelo
belmente ou p >r escriplo.
CAPITULO Vil.
Dos vencimenlos.
Art. 39. Os veucimentos dos empregados da
primeira directora geral conjlaro do ordenado
c gratificado, de conformidade com a tibella
annexa este decreto sob n. 1.
Art. 40. Alera dos ordenados e gratficacoes de
que trata este decreto, neuhuma outra despeza
; se far com a retribuic/io do servicos ordinarios
Art. 20. Por occasio de oxecutar-se o presen- da primeira directora geral.
nos trabalhos que le decrete, o governo noroear para os lugares Art. 41. Os emolumentos qie se cobram na
Ida pnmea directora as pessoas que julgar ido- secretaria ficam pertcnceodo receila geral do
CAPITULO IV.
Da ordem, lempo e processo do servico.
do emprego, da antiguidade, ordenado o gratifi- do passar a aggre~gad.iV u reformados'"e'aa'iie'lTea n Arl-6a- Aj disposiepes do cap. 8o, ll. 2" do
cao. que, perleuceudo a 2.a classe do exercito devara pre*en,e 'solamente sero applicadas ao servi-
Art. 38. Alm da suspensao, o director geral reverter I." '-0 "i1 segunda directora geral. quaudo nao hou-
poder admoest.iru advertir os empregados, sen-, 6. Apresenlar ao ministro ate ao fim de de- *** lnc01l,eweillc-
do advcrlenca publica ou particular. O minis- zembro de cada anno a distribuirlo que se deva n TITULO IV.
tro tem igual direlo, pod-lo-ha exercer ver- fazer pelo municipio da corle e provincias do tercena directora geral ou reparlico do
numero de
geral percebero as vantagens constantes da ta-
bella n. 2.
Approva o regulamenlo para a secretaria de es-
tado dos negocios da guerra, repartieres do
ajudante general do exercito e quartel-neslre- D"lslr" os directores gerae.
general, e conladoria-geral da guerra. i Arl- 9- A "''"slro poder ter um ou maja
| ajudantes de ordeus, segundo as necessidades dt)
Usando da autorisacao concedida pelo Io do '. servido.
art. 7" da lei n. 1,042 de lJde setembro de, capitulo ni.
1859. e Io diart. 9o da lei n. 1,101 de 20 de '- Das atlribuicoes dos empregados da primeira di- cumstancias, os concurrentes que servirem em
setembro de 1860. hei por bem approvar o re- I rectora geral. alguma das reparligdes do ministerio da guerra.
golaoientn reorganisando a secretaria de cstadj Art. 10. O director gfral o chefe da primei- os officiaes reformados, e as pessoas que tiverem
u is negnos da guerra, repartios do ajuijnte'ra directora geral,e a elle sao subordinados to- servido no exercito seis annos ao menos.
general do exercito e quartel-mestrc-general, e| dos os seus empregados. Os hachareis em ledras e os de qualjuer facul-
Art. 11. Ineumbe-llie : dade nao sero sujeitos a concurso,
neas, preferindo os empregados aetuaes que es-
tiverom as condi^dea de continuar a servir-
Art. 21. Depois de reorganisada a secretara,
sero os lugares de amanuenses prvidos por
concurso, e de conforinid ide com as instruegoe,
que o regularem e forem expedidas pelo ministros
preferindo-se na escolha, em igualdade de cir-
contadoria geral da guerra que cot osle baixa,
aasignaio por Sebastiao do Reg Barros, do meu
conselho, ministro o secretario de esta lo dos
negocios da gjprr.i, que o tenha assini entend-
do, e faia ex^cutar com os despachos necessa-
rios.
Palacio do Rio de Janeiro, em 27 do outubro
de 186), 39' da inl-penlencia e do imperio.
Com a rubricado S. M. o Imperador.6'e&usioo
do lego Burros.
REG(JUMENTO PARA A SECRETARIA DE ES-
TADO DOS NEGOCIOS DA Gl ERRA, APPRO-
VADO POR DECRETO DESTA DATA.
1. Dirigir e inspeccionar os trabalhos da
mperio, e sero arrecadodos ni repartido com-
petente, e provisoriamente na secretaria da guer-
ra, se assim fr indispensavel. remettendo-se pa-
ra o thesouro de quiote em quhze dias.
CAPITULO VIH.
Da ordem, lempo e processa do servico,
Art 42. O trabalhos da primeira directora
geral comecaro, todos os dias o,ue nao forem de
guarda ou feriados, s 9 horas di manhaa. Para
este fim o porlciro abrir as portas da casa s 8
1/2 horas.
Art. 43. Nos dias do guarda t feriados, quan-
do a affluencia dos negocios ou o servico publi-
quarlel meslre general.'
CAPITULO i.
Da divisao da lerceira directora geral ou repar-
lico do quarlel meslre general.
Art 65 A lerceira direcloiia geral divide-se
era tres secces. competindo ;
A Ia, fjzer toda a escripluraco relativa ao ar-
mamento do exercito e das fortalezas, equipa-
tiver de organisar" ooa corpos de exercito?divJ '''I''!0' .rreimeBl0. 'nunQes de bon-a o de
recrutas precisos para preenchimen-
loda_forca decretada.
7. Organisar, sujeilando-as approvacao
do governo, os sinstrueces por que se devero
reger:
1." Os ajudantes deorJens dos presidentes das
provincia?.
2." O ajudante-goneral da reparlico
soes ou brigadas d
campo de nslrucgo.
operamos.
que se
o, di vi -
obsorvjco ou
d. A reparlico de ajudante-general ere;
rovincia de S. Pedro pelo decreto n. 722,
a fevereiro de 1851.
pro
de
ada na
de 22
8. Conhecer da idoueidade e iJentidade das
pracas que pretenderen! ser !. e .* cadetes, e
soldados particulares, para o que Ihe sero re-
mettidos lodos os processos dos conselhos de di-
reccao e de averiguaco, organisados segundo
a legislaco cm vigor. A deciso dada sobre
taes conselhos ser publicada em ordem do dia
do exercito.
Da deciso do ajudante-general podeio a.<
partes inleressadas recorrer para o miuistro e se-
cretario de estado dus negocios da guerra.
Quando os conselhos de direceo e averiguaco
entenderem que as pracas suj'eitas ao processo
eslo as circurcstaucias de ser reconhecidas
1."' el"' cadeles ou soldados particulares, e a
primeira autoridade militar da provincia se con-
formar cora o parecer de taes conselhos, ser a
TITULO 1.
CU-ITULO NICO.
Da organisaro da secretaria de estado dos ne-
gocios da guerra.
Art. 1.* A secretara de estado dos negocios
da guerra se compor de quatro diiectorias ge-
raes
l.
2.'
Directora geral e gabinete do ministro.
Art. 22. As nomearoes do director geral e dos co o exigir, o Iraballio eomecar, para todos, ou
directora, maniendo a ordem e regularidade do cheles de seego sao de livre escolha do governo. para alguns empregidos, hora desi"nada polo
servigo, admoeslaodo, advertindo e suspendendo ( Arl. 23. As nomeaces dos primeiros e segn- director geral, o qual mandar avisar aauelles
os empregados na forma eslabelecida nj presen-; dos officiaes sao sujeitas a accesso, mas nao a que devam comparecer,
te regulamenlo. antiguidade, excepto em caso de igualdade de Art. 41. Dar se-ho por lindos os trabalhos
3 2 "Organisar c submetter em lempo con- mereciment... quando o director-g-ral despedir os empregados ;! deciso maulada execular provisoriamente.'
siaeracao do ministro o relatono que deve ser Arl. 2 As nomeaces de dirrector geral, che- nunca porra anles das 2 horas da larde Emca-I 9. Verificarse mantido em toda a sua in-
prCSono r 9SS,embIa geral legislativa les de sessao e officiaes, sero Celias por decreto so extraordinario poderao os en.preg.idos, depois legridade o plano dos uniformes e o systema da
s? Ejecutar os trabalhos que lhe forem imperial. de fechada a.dire.:toria geral, ser chamados a el- 1 iustruccao pratica do exercito.
corumeitidos pelo ministro, e prostar quaesquer As dos amanuenses sero feitas por portara la, casa do ministro ou do director geral ; e os
informacoes e pa.-eceres que forem exigidos. do ministro, assim como a do porteiro, as dos que f.illarera fkam sujeitos disposico do'arli-
4. Fazer as coraraunicics de todas as no- continuos e dos correios. go 46.
modces, licengas, demissirs, despachos e de- Art. 25. Aos actuacs adddos da secretara que Art. 45. Os empregados da primeira directora
Cisoes minisleraes que forera expedidas pela forem contemplados na primeira organisaco geral, menos o director, os empregados no ga-
primera directora geral. contar-sc-ha o tempo de servico que tiverem co- bnete, e os correios que nao cstivcrerapde s"er-
5. Accusar o recebimento de quaesquer do-. mo taes. tico, assignaro, logo que entreo, o lvro do
cumenlos ou informacoes reraeltidos pelos pre-1 Art. 26. Os empregados da primeira directo- ponto, que estar para esse fim sobre a mesa do
na, antes de entrarem em exercicio, preslaro as director geral. s 9 1/2 horas ser encerrado o
oaos du ministro ou do director geral juramento ponto.
de bem_5eryAr- Art. 46. Os empregaios que faltarem, e nao cl.irago das que nao esiiveretii satisfeiias.
. Sao causas de demissao, anda que o justificaren! a falta, perdero o ordenado e agr-1 Os alteres alumnos que, por nao haver vagas
silentes das provincias, e outras autoridades ou
tribunaes, asSociaij-s e particulares.
6. RequisiUr de todas as autoridades, ex-
ceptuando as cmaras legislativas, miuistros e
conselheiros de estado, bispos, tribunaes e pre-
sidentes de provincias, e snmpre era nomo do
ministro, as iiiforraices e pircceres que noces-
10. Fazer organisar o quadro das vagas que
exislirem no exercito, para ser torrado em con-
siderarlo por occasio das prorao^es.
11. Examinar as relagoes que na 3* seceo
tem de ser organisadas, de todos os cadetes e in-
feriores que reunirera as circumslaucias legaes
para seren promovidos, sendo taes circunstan-
cias expressamente declaradas : bem como as
relaces dos cadetes e inferiores a quem faltem
aquellas circunstancias, fa/.endo-se expressa de-
Directoria geral do pessoal, ou reparticao sarios forem para intelligencia dos negocios.
-e '
pe
empregado cont dez annos de effeclivo servido
na primeira directora geral !
S 1 A pcrpelraco do qualquer crime grave
2. A revelaco de segredo, a traico, o abu-
do a|udaute-g>'neral. 7." Receber. abrir e distribuir tola a cor-! so de confianza, a insubordinaco grave ou re-
encia official pelas diversas directoras pctiJa, e a irregularidade de conducta.
3.a Directora g">ral do material, ou reparlico responde
do quartel-mestre-general.
4.a Directora geral, ou reparlico de cont3-
Jil.dade da guerra.
Art. 2 A primeira directora geral sercom-
pjsti dosseguinles empregados:
Um director geral, tros chefes de seceo, qua-
tro primeiro officiaes, cinco segundos officiae*,
- i manilenses, um porteiro, tres continuos c
cinco correios.
Art. 3. A segunda directora geni, ou re-
partido do ajudante-goneral, se compor de :
lim ajudante-goneral, cffi-'ial-goneral ; um
secretario, officUl superior : tres chefes de sec-
5o, offi.-iaes superiores ou cipites ; seis es-
cripturarios, capiles ou sulnlternos ; seis ama-
nuenses, officiaes subalternos r-formados, cade-
tes, sargentos efleclivos ou reformados, e final-
. ------0.~ ----------que, por nao
uucacao ao da. nao tiverem sido promovidos, apezar de osiarom
Os que faltarem e juslificarem a falta perdero habilitado para o accesso, sero poslos frente
dasprimejras relaces de que trata esle para-
12. A'risla das informacoes das escolas mili-
tares organisar a relaco dos alumnos que tive-
rem os requisitos lega'es para serem promovidos
a alferes alumnos, e a dos altores alumnos que
J1^ conformidade da lei poderem ser despachados
lenles, ou altere* do corpos o arrai; do
a gratificarlo.
Os que entrarem depois de encerrado o ponto,
e justificaren! a demora, perdero smente me-
tade da gratificico.
Art. 47. O dire"ctor goral podei julgar justifi-
cadas as faltas at tres dias era cada raez. As
que exoderem este lempo s sero justificadas
cora atiestados de medico, a juizo do director
geral.
Art. 48. No fim de cada niez o director gerl
rreg
geraes, para que seja olla instruida com os pre- Arl. 28. Os empregados da primeira directo-
cisos esrlareeimentos, n suba ao ministro por ria geral s polero ser aposentados no caso de
forma a poder elle deliberar. | se acharem inhabilitados para o desempenho de
A correspondencia reservada e confidencial s seus deveres, por avanzada idade, ou molestia,
ser aborta quando para isso houver expressa ou quindo o bem do servico o exigir, observau-
autorisaco do ministro. Quando na correspon- do-se as segunles regras :
dencia fr encontrada materia de natureza ur- | Io Ser aposentado com o ordenado por in- remetiera ao ministro urna copia do ponto, ex-
gente, ser levada immediatameute ao conheci-; teiro o empregado que contar 30 ou mais annos trahida do respectivo livro, coro as observaroes
monto do ministro. de servigo, e com ordenado proporcional aos an- que entender convenientes ; e ao thesouro o" al-
Ser tambero remettida ao ministro da guerra, nos o que tiver menos de 30e mais de 10, levan- testado de frequencia dos empregados, para ter
no mesmo dia nim que fr recebida a correspon- do-se-lhe era conla o tempo de servico prestado lugar o pagamento de seus vencimenlos.
dencia, una relacao dos officios entrados e ex- em oulros empregos de nomeaco do governo e Art. 49. llavera na primeira directorio geral,
P1do a\ .. \ estipendiado pelo thesouro. Na aposentadora em lugar accessivel aos pretendent-'s. urna cai- afeadas na 3a seceo da ~2" d
5 8. Dir licnca aos empregados al 15 das poder o governo levar em conla os servcos que xa, para nella lancarera os roquerimontos, repre-1 pontos, armas o corpos e anizuidades com
em cada anno, \quandj se allegaren '
justificados.
2'
exercito ; euma outra relaco dos alferes alum-
nos militares qie, apezar de dous annos de fre-
quencia das escolas militaros da corle, nao hou-
vereni adquirido aindi aquellos requisitos, As
relaces contero todos os esclarecimientos ne-
cessarios para bem se avaliarcm as circumstan-
cias em quo se acham os alumnos militares.
Id. Apresenlar ao ministro as relaces de
todos os olfioiaes da Ia classe do exercil", orga-
9. Propr ao ministro o plano de cscriptu- | vigos nao exceda a um" terco dos prestados na
mete paisanos que lenh.am servido no exerci- \ "Qo, cora a desfgnaQo dos livros necessanos reparlico geral. Para este lim o governo xi-
to o lempo marcado era lei ; um porteiro, capi- i Para qi'e com aciUdaie se conher;a o estado dos g'r documentos authonlicos que provena : Io, a
.... ni i--------- 6-hi mal cui luuia m ocnivs Ho in nena lau^iirern os requerimenios, repre- pomos, armas ou corpos e anlguidades cora
motivos os empregados lenham prestado as repartices senlaces. memorias e quaesquer papis que qui-l lodos os dizeres necessanos para so conhec'erera
i proviuciaes, comtanto que o lempo de taes ser- zerem por este meio dirigir ao ministro. Esta lodos aquelles que se acharo ero circumslancias
uro ajudante do porteiro,! negocios.

10. Conservar\debaixo da sua guarda o in-
to ou subalterno
offi-ial inferior.
i 1 O ajudante-goneral ser sempre lirado venlario de toda a\raobilia existente na primeira
da Ia classe do exercito; os oulros empregos directora geral. e \ei sob sua inspccqo os di-
s-ro inlistinctamente escolhidos na Ia ou na | nheiros que se receberem para as despezas da
2* classe, ou reformados coro a precisa idonei-
dade, nao tendo silo excluid js da Ia classe por I
di conducta.
2." Ni falla de officiaes reformados com a
necessaria capacidade, sero preferidos ospai-'
sanos que houverem servido no exercito como !
officiaes, e nao tiverem perdido as patentes por'
sentenca.
t; 3 Os officiaes dos corpos arregmentados
E podero ser empregados na absoluta falta de !
officiaes do eslado-maior da Ia e 2a classe do
corpo de engenheiros, e anda dos individuos de
que traa o paragrapho antecedente.
4." H i vera mais um official dos corpos de '
engenheiros, ou do estado-maior de 1a o 2' cas- '
se, cuja patente nao soja superior de raajor,
que servir de ajudante do ordens do ajudante-
goneral.
Art. 4. A torceira directora -geral, ou repar-
lico do quartel-mestre-general ser composta
do :
Um quartel-mestre-general, offij-ial-general ou
coronel ; tres chefes de senco, ofliciacs supe-
riores ou cipites ; tres escrip'iurarios, ou subal-
ternos ; seis amanuenses, offieiaes subalternos
reformados, cadetes, sargentos effectivos ou re-
forma los, e finalmente paisanos quo tenha ra
servido ni exercito o lempo marcado em lei ;
um porteiro, capitn ou subalterno ; um aju-
dante do poreiro, ofliciat inferior.
Uoic-a. Para a nomeaco do pessoal da ter-
ceiva direclorii-geral se observaro as regras
cstabeleci las para" o provmento dos empregos
da segunda directora geral.
Arl. 5. A quarta directora geral, ou repar-
tido de contablidade da guerra, ser compos-
lado :
L'ro director geral, tres chefes de scc^o, tres
primeiros escriplurarios, sete segundos escrip-
lurarios sendo um carlorario seis lercei-
ros escriplurarios, sete quarlos escriplurarios,
sendo um ajudante do cartorario, seis pra-
licantes, um dorteiro, um ajudante do por-
teiro, dous continuos.
secretaria
mente.
fazendo-os escripturar conveuientc-
cffectividade e qualidade desses servicos ; 2o, que
nao forara anda remunerados por aposentara
ou outro beneficio.
2." Nenhum empregado ser aposentado
leudo menos de dez annos de servico.
3." O empregado ser aposentado no ultimo
caixa abrir-se-ha todos os dias em presenca do
director geral ou de seu substiluto, em cuj po-
der Oovor estar a chave.
Art. 50. Ero geral, a forma do processo dos ne-
gocios i seguidle:
Nenhum papel subir a presenta do ministro :
Io Sem nota ou signal do registro de en-
trada.
' Sem informacoes do presidente da provin-
lugar que servir, comtanto que tenha ires annos fia ou qualquer outra autoridade por quero deva
11. Servir de secretario da seceo de guerra de effeclivo exercicio nelle ; e, eroquanto os nao o negocia ser remettido a secretaria.
do conselho oe osladf, lavrando as acias do que completar, so poder ser com o ordenado do 3. Sem extracte c ntormacaO da secgo a que
occorrer as conferencias. lug.ar que linha anteriormente oceupado, confor- perleocer o negocio, referindo os precedentes
12 Inspeccionar lo ponto dos empregados. me a disposico do 1, salvo se contar 35 annos havidos, o estro da reparlico, e ajuntando os
13. Assignar as folhas das despezas, annun- de servico. papis respectivos ou que forem importantes,
cios officiaes o certidSes ; e authenlicar os papis ; 4 Nao se contar para aposentadoria o tem- convenientes e anlogos queslo.
que se expedirom pola primeira directora e exi- i po excedente a 60 dias cm cada anno em que o 4. Sem o tiste do director geral, qnc mar-
girem esta formalioade. empregado faltar ao servijo, anda que seja por gem e vista da informaco da seceo dir o que
14. Tomar nota, p comrounicar ao ministro molestia. mais convier, daudo tamb'em o seu parecer.
5." Ao empregado da Ia directora geral que
TITULO III.
reservada
e ter sob sua guaraos papis a ella relativos.
17. Verificar se as ordens expedidas pel3
primeira directora geral lera tilo a devida exe-
cuco, e quando nao, dirigir-se em nome do mi-) o caso de aposentadoria, smente metade do dilo I
nistro as. diversas autoridades, chamando-lhes j augmento.
em torraos convenientes a aliento para o cum-| Art, '29. Os empregados acluaes, quo conlarem
primento do que tiver sido ordenado. No nu- J 35 annos de servido e nao forem contemplados
mero daquellas autoridades nao se comprehen-j na presente reforma, sero aposentados com o
dem as exceptuadas nog 6, e, nesle caso, a falta! ordenado marcado na tabella annexa a este de-
de satisfago dos avisos ser levada ao conho- creto sobn. 1.
captulo v-
D a s licencas.
Arl. 30. As licencas por molestia, se nao forem
por mais de seis mezes, nao prejudicam a anti-
guidade. Por todo o tempo que excederem a seis
raezes, mas nao a um anuo, sofrer o emprega-
do a perda da metade do antiguidade. As licen-
TITULOII
Da primeira
directora gera
ministerio.
I e gabiaete do
capitulo i
Da dicieo da primeira directora geral.
Art. 600 A primeira directora geral se divi-
dir em tres secces :
1.* A' Ia seceo compete ;
1. O preparo de todos os papis que houve-
rem do subir assigikatura imperial.
2. O preparo do todas as nomeaces dos em-
pregados dasdifferentes repartices subordinadas
ai ministerio da guerra.
3. Toda a correspondencia que nao perten-
cer 2*, 3a e 4 direclorias, ou ao gabinete do
ministro.
2. Compete 2a seccio :
1. O registro de todos os trabalhos confeccio-
nados na primeira directora geral, e que te-
obam de ser por ella expedidos.
2." A escriptura;oem protocolos apropriados
da entrada de todos os papis que vierem ter
primeira directora geral, Dolando o destino que
se Ibes der.
3. A' 3* seccao eocarregsda :
sfago
cimento do ministro.
18. Remover, excepto os chefes de seccao,
os empregados da primeira directora de urnas
para outras sec^os, conforme as exigencias do
servico, dando porm parle ao ministro para de-
ciso final.
Art. 13. Em suas 'altas e impedimentos, ser
substituido pelo chefo de seceso que fr desig-j cas concedidas por raais de uro anno importan
nado pelo ministro ; e na ausencia do designado perda total de anliguidade por todo o lempo que
pelo empregado mais graduado ; e em igualdade exceder quelle prazo.
de graduaco, pelo mais aotigo qne estiver pre- Art. 31. Os empregados que obtiverem cenca
senle.
Art. 14. Aos chefes de seccao incumbe :
1. Execular e fazer executar com pontua-
lidade os trabalhos pertencentes as suas secges.
2. Representar ao director geral sobre as
omisses praticadas pelos empregrados das sec-
Qes.
3. Examinar, dirigir, fiscalisar c promover
lodos os trabalhos que pertencerem as respecti-
vas secces.
4." Prestar e reqnisitar dos oulros chefes da
primeira directora geral todas as informacoes
que forem necesssrias para a perfeico dos tra-
balhos.
5." Apresenlar ao director geral os esclare-
cimenlos que possam ser iiecessarios para a con-
feceo do relatorio da reparlico.
6. Dar sua opinio sobre os negocios que,
periencendo a respectiva seceo, tiverem de su-
bir ao director geral ou ao ministro.
Art. 14. Sero substituidos pelos primeiros of-
ficiaes seguodo a ordem de antiguidade, salva
desigpacao especial do ministro,
Art. 15. Os officiaes e amanuenses faro o
servico que lhes for distribuido pelo chefe da res-
pectiva seceo.
Art. 15. Ao porteiro incumbe *
1.. Sellaros diplomas ou ttulos, segundo as
leis e orden em vigor.
2. Sttisfazere que lhe for ordenado pelo
I director geral, ou seu substituto, e pelos, chefes
1 de seceo, pay-a objecto de servico.
anda que seja por motivo de molestia, sofTrero
em seus vencimer.tos um descont, que ser re-
gulado pela raaneira seguinte :
1." O descont ser da metade do venci-
mento se as licencas excederem a seis mezes
at um anoo, lindo o qual cessar todo o veoci-
menfo.
2 O venciraecto tambem cessar, ainda
que o empregado nao requeira mais licenc,
(indo que seja o anno, dando apenas parte de
doente,
Art. 32. O tempo das diversas licencas conce-
didas dentro de um anno, qualquer que tenha
sido o prazo de cada urna dellas, reunir-se-ha
para se proceder perda de antiguidade e ao
descont de que tratam os artigos antecedentes
Ait. 33. Nenhum empregado poder obter li-
cnca antes de haver entrado no effeclivo exer-
cicio do seu emprego.
captulo vi.
Das penas.
Art. 34. Todos os empregados da primeira di-
rectoria-geral sao responsaveis pelas faltas que
commelterem no exercicio do emprego.
Art. 35. Podcm ser suspensos pelo director
geral al 15 dias, quando deixarom do desempe-
nhar, por negligencia ou por motivo nao juslifi-
cavel, os trabalhos que Ihes forem incumbidos,
ou de qualquer modo faltarem aos seus estrictos
deveres. Quando a suspensao exceder a 8 dias. o
director geral dar conl ao ministro, q'io resol-
I ver sobre ella.
o que as parles tiverem de dizer ou requerer
verbalmente, quandp nao puderem fallar ao substituir a outro as suas faltas e impedimen- Da segunda directora geral, ou reparlico do
ministro por nao comlparecor as audiencias. j tos, pcrmitlido optar entre a gratificado e a| ajudante general,
15. Mandar passar ccrlides de quaesquer quinta parte do vencimento do substituido, com- j capitulo i.
documentos ostensivos existentes na primeira tanto que o vencimento loial nao exceda o do em- Da divisao da segunda directora geral, oure-
directoria geral, quando sejaro relativos as partes pregado substituido. partico do ajudante-general.
que as requerem. 6 O governo poder conceder ao emprega-j Art. 51. A s'eguuda directora geral se dividir
16. Fazer toda a Correspondencia reservada do que, completando trinla annos de servico, nao j em tres secces ; competindo :
estiver inhabilitado, um augmento nos seus ven-| A' 1.a, fazer todo o expediente que tenha de
cimentes, de 5 em 5 annos, na razo de 10 O/o ser assignado pelo ministro, ou pelo ajudanle-
por cada vez, compulando-se ao ordenado, para general ;
A' 2.a, escripturar ludo quanto respeitar
disciplina econmica e insirurgo das difieren-
tes armas e corpos do exercito o ao recruta-
menlo ;
A' 3.a, o exame das inspecces, e todos os tra-
balhos relativos a liquldoco de servidos, auli-
guidades, informacoes semeslraes, promoces,
raappas e organisaco do almanak.
Qualquer servido nao comprehendido nesla
classificaQo ser incumbido pelo ajudante-gene-
ral secgo que mais conveniente parecer.
CAPTULO II.
Das atlribuicoes dos empregados da segunda di-
rectora geral.
Arl. 52. O ajudante-geueral o orgo do mi-
nistro da guerra, e assignar todas as ordens que
delle tiver recebido, relativas disciplina, ins-
Irucco, econmica e moviroento dos corpos do
exercito ; nao podendo, porm, dirigir-se s c-
maras legislativas, ministro e conselheiros de
estado, presideotes de provincia, bispos e triu-
naes.
Arl. 53. Incumbe-lhe mais:
1. Publicar em ordem do dia, em nome do
ministro, todas aquellas deterinioar^es, cujoco-
nhecimenlo interesse ao exercito.
2. Fiscalisar o cumprimento das ordens do
ministro, relativas aosobjectos a cargo da segun-
da directora geral, podendo solicitar de todas as
autoridades, menos as exceptuadas no artigo an-
tecedente, os esclarecimentos e informages que
necessario3 forem para verificar se taes ordens
leem tido execuro.
3. Apresentar ao ministro, nos dias que esle
determinar, lodos os negocios de servico publico
que tendo corrido pela segunda directora, esti-
verem competentemente preparados, com as in-
formacoes e esclarecimentos precisos para resolu
cao final. As informacoes e esclarecimentos
sero datados e assignalados pelo chefe da seceo
em que for processada a materia, emitliudo o
ajudante-general o seu parecer.
4. Fazer as communicaces de todas as li-
cencas, despachse decisoes rainisteriae.'; que fo-
rem expedidos pela segunda directora geral.
5. Propr ao ministro:
1. As providencias que mais conducentes fo-
rem a simplificar, unitormisar, e regularisara
administrarlo, disciplina, escripluraco e instru-
1 o dos corpos do exercito.
que se acharo ero circumslancus
exigidas pela legislado, para serem promovidos
ao posto Immediato; nao so omiitindo nessas
relaces os servicos nota veis que lenha cida um
feito, e as recompensas obii las, as filias ou cri-
mes commeltidos, e a punic.ao sofrida ; bem co-
mo o juizo dos chefes romedialos, dos rorhinan-
danles de armas ou dos presidentes de provincia
e do ajudante-general. para que o ministro possa
resolver coro perfeilo conheciroento de causa.
14. A estas relaces juntar oulras organi-
sadas por poslos, armas ou corpo?, e anliguida-
des, de lo lo* os officiaes que por seu merec
ment possam, na conformidade da le. ser pro-
movidos com preferencia a seus camaradas mais
amigos. Est.is relaces contero, alm das de-
claraces indicadas iio paragrapho antecedente,
os motivos porque os officiaes ah contemplados
o sao com raerecimenlo superior ao geral dos
seus camaradas. As relaces de que irata este
artigo desde o 10, e que nao depen lerem era
sua organisaco do resultado dos trabalhos das
escolas militares, devero ser entregues ao mi-
nistro at ao ultimo de outubro de cada anno ;
as que, porra, nao poderem ser confeccionadas
seno depois de encerrados os exercicios escola-
res, sero entregues at ao fim de fevereiro.
Art. 5f. A segunda directora geral, ou repar-
tirlo do ajudante-general, tica sujeita ao rgi-
men militar. Os empregados militares que fal-
t irom ao servico as horas determinadas, perde-
ro a gratificado do exercicio, nos casos em que
os da primeira directora geral perdem as grati-
licaces ; e todos os vencimenlos, excepto o
sold, nos casos em que elles nao leem direito a
vencimento algum. Os empregados paisanos fi-
cam sujeitos s mesmas penas que os da primei-
ra directora geral.
Art. 55. Emquanto o ajudante-general exercer
as funivos de coramanlanle das armas da corte
e provincia do Rio de Janeiro, ser substituido
pelo official mais graduado que existir na direc-
tora. Quando essa accuomlacao, porm, ces-
sar, ser seu subsiituto da mesma sorle o chefe
da seceo mais graduado, quando outro nao te-
nha sido designado pelo ministro.
Arl. 56. Aos chites de seceo competen! as
mesmas incumbencias que sao commetiidas ios
da primeira directora pelo art. 13, cap. 3o. til.
2o do presente regulamenlo, seado substituidos
pelos escriplurarios segundo a ordem de gradua-
co ou antiguidade, salva designaco especial do
niinisiro.
Art. 57. Os escriplurarios e amanuenses faro
o servico que Ihes fr distribuido pelo chefe da
respectiva seceo.
Arl 58.Um dos escriplurarios servir de ar-
chivista, tendo sob sua guarda todos os livros,
correspondencia e documentos de qualquer na-
tureza que possam existir no archivo da segun-
da directora geral. Ser obrigado conserva-lo
em boa ordem, prestando as informacoes que fo-
rem exigidas pelo ajudanle-general e chefes de
scego. Quando a affluencia dos trabalhos o exi-
gir, ser coa tjuvado por um dos amanuenses
desgnalo pelo ajodaute-general.
Art. 59. O porteiro e seu ajudante sao encar-
regados do asseio da reparlico, e obrigados a
cumprir tedas as ordens do director-gerai.
capitulo ni.
Da nomeaco, demissao e vencimenlos dos em-
pregadoe da segunda directora, geiL
Art. 60. O ajudante-general ser nomea.do por
decreto; e todos os mais empregados, da direc-
tora por portara do ministro.
Art. 61. Os empregados da secunda directora
geral sao considerados comrr>;,sses puramente
militares, e os titulares dellas podero sor dis-
pensados ou removidos pava outro exercicio sem-
pre que o governo julg/.f conveniente
Art. 62. Os empreados da segunda directora
. ; :-------------- ...^vvj w*. futa u ue
rra, insignias, utensis e quaesquer oulros ob-
los mencionados nos decretos ns. 547 de 8 de iu-
neiro de 188, c 26U de 23 de juuho do correo-
te anno ;
A' t* a escrpturac'io d ludo quanto for rela-
tivo ao fardamento do exercito, sua carga e des-
carga nos arseiiaes, depsitos e corpos mili-
litros ; o
A 3 a classificajo e guarda de todos os pa-
pis recebidos na icparteo.
Arl 65. O expediente que houver de sel assig-
nado, tanto pelo miuistro, como pelo quartel-
raeslre-general, sc foito pelas Iresseccdes, se-
gundo sua natureza, e a arbitrio do quariel-roea-
tre-geoeral.
CAPITULO II,
Das attribuicoes dos empregados da lerceira di-
rectora geral,
Arl. 66. Ao quartol-raeslre-general incumbe :
S Io Fiscalisar tolo o material do exercito, quer
elle exista nos arsenaes, deposites, corpos do ex-
ercito, fortificaces, fabricas, offlcinas, hospilaes,
aquartellamcntos, prses, corpos de guarda, co-
mo em todas as outras repartieres militares da
qualquer denoroinaco.
2o Fiscalisar o fornecinienlo de todo o ma-
leiial do guerra preciso ao servico do exer-
cito.
3 Propor ao ministro as nstraeces que ex-
girem a marcha de tropas, aboletamenlos, for-
ueiiuienlu de vveres, lorragons, torrageos, trans-
portes e remontas.
1" Fazer as communicacSes de todos o- des-
pachos e decisoes que forero expedidos pola ler-
ceira directoia goral.
5o Organisar, sujeitanio-se approvacao da
governo, as iiislrucees por que se devero
reger
Io 0 quartel-mestre-geiieral da reparlico que
se tiver de organisar nos corpos de exercito, di-
vises ou bigadis de operacoes, observaeo ou
campo de iostrueco.
2" A repartigo do quartel-mestre-general,
creada na provincia de S. Pedro pelo decreto n.
722 de 22 de fevereiro do 1851.
Arl. 67. Exercer todas as attribuicoes que sao
dadas ao diruclor-geral da primeira directora e
ao ajudante general, e forero compaiivois com a
nalurez.1 do servico distabuiio lerceira direc-
lorii.
Art. 63. O quartel-mestre-general ser substi-
tuido pelo chele de seceo mais graduado, e, em
egualdade de graduaco, pelo mais aotigo, quau-
do o ministro nao "tenha designado o substi-
tuto.
Art. 69. Aos chef'S de secc.o competem as
mesmas incumbencias que sao commetiidas aos
da primeira directora pelo arl. 13, ca;.>. 3, lit. 2
do presente regulamenlo, sendo substituidos pelos
escriplurarios, segundo a ordem de graduac&J ou
anliguidade, salva doaigiiago especial do mi-
nistro.
Arl. 70. Os escriplurarios e amanuenses faro
o servico que Ihes fr distribuido pelo chele da
respectiva seceo.
Arl. 71. O porteiro e seu ajudante sao encar-
rcgados do asseio da reparlico, e obrigados ao
cumpraeiro das ordens do director geral.
capitulo m.
Da nomeaco, demissao e vencimenlos dos em-
pregados da lerceira directora gtral.
Arl. 72 O quartel-mestre-general ser Bornea-
do por decreto ; o lodos os mais empregados da
directora por portara do ministro.
Ait. 73 s Os empregos da lerceira directora
goral sao considerados lommisses puramente
militares, e esto sujeitos aos regolamenlos mi-
litares, Bcaudo porm os empregados paisanos
sujeitos s disposigoes do art. 54 deste regula-
meato.
Os titulares dellos podero ser dispensados ou
removidos pira oulros exercicios, sempre que
o governo julgar conveniente.
Art. 74. Os empregados da lerceira directora
geral porceberao as vantagens constantes da ta-
bella u. 2.
CAPITULO IV.
Da ordem, tempo eprocesso do servico.
Art. 75. As disposicoes do cap. 8, tu*. 2" da
presente regulamenlo, "sero era ludo applicadaa
ao servico da lerceira directora geral, quando
nao houver inconveniente.
TITULO V.
Da quarta directora geral, ou reparlico de con-
tablidade da guerra.
capitulo i.
Da divisao da quarta directora geral, ou repar-
lico da contablidade da guerra.
Art. 76. A quarta directora geral se dividir
era tres sccccis :
Io Compete Ia seceo :
Io O exame de tola a despe/.a feita por conla
do ministerio da guerra, exceptuando a que fr
cffr-ctoada no thesouro nacional.
2o O langaraento dos veucimentos que forem
pagos a tolos os officiaes do exercito, da guarda
nacional, honorarios e permanentes.
3o A tomada de coritas a lodos os responsaves.
que, na conformidade da legislaco vigente, nao
sejam sujeitos a prest, r flanea no the.ouro na-
cional e ihesourari.a de fazenda, por dinheiroa e>
raais valores pertencentes ao ministerio da,
guerra.
4o Informar sobre *pretenc,es que por sua aa-
tureza tiverem de correr pela 4a directora eecal,
e sobre duvidas propostas pela thesouraria e fa-
zenda, e pagadura militar, respeito de f.enci-
mentos militares.
* 2o Compele 2a seccao :
\" A escripluraco da despeza.
2o A organismo dos ornamentos.
3o A escripluraco e dislribuicte dos cr-
ditos.
4o A demonstrarlo da necessidade dos crdi-
tos sui>plementares.
3o Compele 3a seceo :
Io Oassentamenlo geral rie todos os emprega-
dos do ministerio da gueria.
2o O exame da despea que por ordem do mi-
nistro houver de ser paga.
3o A liquidaco das dividas c sua inScripco.
4o A liquidaco de indcmnisaeo do ministerio
ds guerra, aos outros ministerios, c inversa-
mente.
CAPITULO II.
Das attribuicoes dos empregados da quarta direc-
tora geral.
Arl. 77. O director geral o chefe da quarta
directora geral, e a elle sao subordinados todos
o empregados dcsla directora.


*; *
w
61 ARIO DE FERHAMWGO. SEGUNDA fElKA 10 DE DEZEMBRO DE 1860.
* -----------------------------------.
Art. 78. Incnmbe-lhe
1. Dirigir e inspeccionar s trabalhos da di-%|
rectora, maniendo a ordera regularidade do
servico, admoestando, advertudo e sospondondo
os empreados na forma estabelecida por este re-
gulamenlo.
2. Apresentar nos devidos lempos os relat-
nos, ornamentos, distribnico do crditos, de-
TITULO VI.
CAPITULO NICO.
Disposices gtrat*.
Art. 102, Aos directores geraes competa o ti-
tulo de consolho.
Arr. 103 As qualro directoras geraes sao indo-
pendentes entre si, niraedialamcntc a subordi-
nadas ao ministro e- secretario do estado dos oe-
monstraco da necessidnde de crditos supplo- gocios da guerra, e corresponder-se-ho seropre
mentares, e o estado da qoidaca da divida. que a carencia de esclarecimeotos Azor isso ue-
3. Executar ostrabalhos que lhe forem com-, cessario.
Porteiro Vantagens de estado maior d V
elasse.
Ajudante do porteiro Alm
oportunamente
O supplicante ser altendido
pelo governo im penal.
I.-Jos Muniz Tavarcs.Dirja-se a the-
dos vencimentos
militares, urna grUc?ao que aouraria de fazenda "a quVm NTexpcde^esta data
nao exceda a 20j mensaes. a conveniente ordem
Observares. Jfc> Nepomuceno Alves Haciel.Informe o
O aiudante general perceber mas urna grati- Sr. director da instruccao publica,
fleacao de tretelo *a 150 mensaes emquanto 3266,-Lourenco da Costa.-O supplicante se-
t> t^PZh?T aUT,ecoesf|ecomm.ndanle d'ar- r altendido opportuuamcnte pelo gbverno ru-
mas da corte e-provincia do Rio do Janeiro. penal. e 1IU
Art 104. Ficararcvogados os decretos n*. 778 do^6o"5a1aJaVXg^an^ ^^ ^.-Antonio Norber.o de Souz. Lcaldade.
de 15 de abril do 1851, 1,881 e 1,350 do 31 de ------------
pareceres que lhe forem exigidos.
4. Requisitar de todas as autoridades, excop- Janeiro e 29 de julho de* 857~ na parto em que
toando as cmaras legislativas, ministros e con-
selhciros de estado, presidentes de provincias,
bispos e trbunaes, esempre em nome do minis-
tro, as informacoes e pareceres que necessarios
forem pura intelligencia dos negocios.
5 li.ir licenra aos empreados at quinze
das em cada aniio, quando se allcgarera motives
justificados.
6. Inspeccionar o ponto dos empregados
7. Assignar as folhas das despezas, annun-
cios oliciaes e cerlides ; c aulhenlicar os papis
que se expedirom pela quarla directora e exigi-
rein esta fortnalidade.
8. Mandar, quando nao houver inconvenicn
pelo presente decreto forem alterados.
Art. 105. Os presidentes das provincias em
que nao houver commandos de armas tero
um ajudante de ordens de patente nao supe-
rior a major : cabendo lhe nao s fazer o
expediento que pelo decreto n. 1,881 de 31 de
Janeiro da 1857 competa aos assistenles do aju-
dante-genoral, como executar, em relacao ao
servico militar, todas rs orden3 quo receber das
mesraas presidencias, s quaos cumprir trans-
mettir ao ministro aquellas coramunicacocs que
os assistenles eram obrigados a remellar ao aju-
tiante-gcneral. P3ra desempenho de tacs func-
Qoes ter o ajudante d'ordens, segundo a forca
te, passar cerlides de quaesquer documentos. da guarnilo' um oudous amanuenses, offkiaes
ostensivos existentes na quarla directora geral, i inferiores, quo o coadjuvem.
se forem relativos s parles que as requererero. | Art. 106. S ao ministro compete dar licenea
9. Verillcar so as ordens expedidas pela j com sold por iuleir, ou quaesquer oulros ven-
quarta directora geral leem tido a devida execu- cimentos a ofliciaes e pracas de pret do exercito.
'.jn ; e quando nao, dirigir-se em nomo do mi-! Os presidentes das proviucias, porm, em caso de
nislro s diversas autoridades, cliamando-lhes. molestia, comprovada peranle juntas de saude
em termos convenientes a altencao para o cura- | e ouvido o commandante das arma?, se o houver,
primenlo do que houver sido determinado. No nu- podero conceder al tres mezes de licenQa com
mero aquellas autoridades nao so jomprehen- i sold simples, coraiijntpndo logo ao governo
dein as exceptuadas no i deste artigo : e quan- seu procedimento part T*r deliberar como mais
to a estas, a falla de salifaco dos avisos ser le-
vada ao eonheciraenlo do ministro.
10. Remover os empregados da quarla di-
rectora geral, excepto os chotes de se.xo, de
urnas paraoulras seceos, conforme as exigencias
do servico, dando poim paite ao ministro para
a final deciso.
II. Propdr ao mnislro medidas tendentes
ao rnellior andamento o Hscafisacio dos servicos
a rarso da directora,
_J 12. Dar quitaeo, precedendo ordem do mi-
nistro, aos reaponsave por dinheiros e ouiros
valores, quan Jo asconlas nao forem tomadas pe- mas, e onde os nao houver, dos presidentes das
lo Uiesouro.
g 13. Inspeccionar,
do governo sero
nao houver
-V.
3. Tabella: dos vencimentos dos empreados
da 4'. directora geral da sscreUria de estado
a que se refere o re-
dos negocios da guerra,
gulamenlo desta dala.
Empregos
Director geral
Chefe de secano
1 Escriplurario
2o Escriplurario
3o Escriturario
4o Escriplurario
Pralcante
Porteiro
Ajudantodopor-
teiro
Continuo
Ordenados.
4:8003000
2:4'J50J0
2:0005000
1:600.-000
1:2O000
800000
360;000
1:2002000
8OO5OOO
6l)0>000
Palacio do Rio de Janeiro, ern 27
do 1360. Sebaslio do Reg Barros.
Gratificace.
1:7009000
8OO9OOO
6OO3OOO
4(0J00)
300*000
200^000
itosooo
300J000
200OOO
20O;OOO
de outubro
Governo da provincia.
Expediente do dia 5 de dtzembro de 1860.
Oicio ao Exm. presidente das Alagoas.Ro-
go a V. Exc. que se sirva de expedir as suas or-
dens allm de que .sejam enviadas para esla pro-
vincia, como requisita o commandanto das ar-
mas no olicio incluso por copia as guias do soc-
Remeltido a cmara municipal de Olnda para'
attender ao supplicante.
3268.Manoel Izidro de Miranda.Dirja-se
ao Sr 'nspeelor da thesouraria de fazenda.
d269.-^Rufino Goncalves de Parias.Como re-
quer satisfazendo o foro e laudemio devido.
PERNAMBUCO.
O conselho fra constituido pelo seguinte mo-
Presidente.
Major Alexandre de Barros Albuquerque.
Auditor.
Dr. Francisco Leopoldino de Gusmo Lobo.
Vogaes.
V Jenenle interrogante, Jos Antonino Ribeiro
de Freilas.
dem 83. Dr. Jos de Almeda
Soares de Lima Bastos, casa ter-
rea de madeira dividida em 2, e
mas 1 meia-agua no oilo, ar-
rendado indo por...............
dem 93. Raposo, casa terrea
oceupada pelo mesmo, avaliada
por ..............................
Becco da ra das Npraphas.
Alfr,j.mt PR P^f* San,'>ir., casa terrea arrendada por......"
t! i-SrJ fJ+L -6- O -o. casa frrea aV-
Alteres Manool Germano de Miranda.
A junta revisora, composta dos Drs. juiz de
direito da 2a vara, promotor publico e presi-
dente da cmara municipal, prosegue os seus
rabalhos.
REVISTA DIARIA-
No da 8 foi a padroeira do imperio, a Imraa-
culada Virgem da Chnceico, festejada com toda
a solemnidade em diferentes templos desta cida-
de, sobresahiuJo a da ConceiQo dos Militares a
do Are o da ponte do Rccife e a do hospicio da
Penha.
Neale foiaVirgem festejada com noveuas de
medrugada, a qual foi sempro assistida por un-
meroso concurso de liis com o respeito e a mo-
destia docostume, que ainda mais sobresahirara
qela novidade do augmento da novena Pi IX
e a Sanlissima Conceico de Mara.
O Revm. prefeilo, frei Caelano de Messina,
em todas as madrugadas expoz com clareza o
dogma da Sanlissima Conceieao ; explicou em
termos claros o como o poder temporal, to in-
timamente ligado ao espiritual, concorre para o
engrandecimento do culto de Mara Sanlissima ;
conveniente for. As deolses
publicadas em ordem do dia.
Arl. 107. as provincias em que
commaodantes de armas as atlribuioOes quo a es-i"-;;-----"" rt" """V" ""iiu uaquim riuwjio pea nisiona I
tes pertenceriam sero exerciJas pel'os respectivos a,"fru3 lllx Jsiir.iano de Albuquerque. estado allliclivo, em que ora acha-se a eg'reja ro-
presidenles. | tf?. ao Eim- Presidente da Baha.evoUo mana e o seu ponlilice.c rei reproduz urna dessas
Art. 108. As transferencias de pracas de pret aJ* 5* S pa,el a,.',-uc se- rffere seu mc, foru"s persegui5oes que o espirito do mal teui
da corte para as provincias, e do urnas para ou- 1 1U e novem4ro "'nio. indo annexas por co- suscitado em lodos os seculos contra a mesma :
tras provincias e para a curto s sero verilicaJas ^'a os f2 ,m!? 1UU m,n,slr;,ram o c.r.uiel oque, assim como ella e o Papa tem sempre
preeodendo ordum do ministro. De um pan ou- com,"'nl">aiiie das armas e o tencnl-; Luiz Marlins saludo victoriosos por intercesso de Maria Sau-
tro corpopora ni mesma guarnicao polerao ter .1^arJ'al.ho acerca de pagamento que pretende tissima e preces dos fiis, exhortava-os faz-
'ugar, por determinacao dos cominandantes d'ar- i ".z Vlclor omem de Carvalho pelos ser.- las, confessando-se, reconciliaudo-se co
n. ~ (------_r.. n>;os mdicos e pharmaceul'
leos que pre'stou no ; ruigos, fogido do luxo.
m os ni-
extendendo a niao aos
ou
maular inspeccionar
poreiupregidos da quarta directorii geral,-pre-
cedeudo autorisacao do ministro, a escripturago
de tola e qualqur reparticao do ministerio da
guerra, por onde baja receita. oa se faca despe-
1 de di 11 li01ro c outros valores, dando ao gover-
no minuciosa inforraacao do estado em que se
acharen as ditas repartie.es.
S I i. Fiscal isa r a'lespezas do expediente e
sero liradas quaesquer pracas de. pret sem pre-
via informacio dos respectivos commandanles,
directores de arsenaes, e spprovaeo do presiden-
te da provincia ou do ministro.
Arl. 109. Os presidentes poderao fizer seguir
para a corte a qualqur olficial ou prae.a de pret,
cuja existencia na provincia se tornar prejudicial
( ao servico, dando circunstancia Jmenle ao go-
oespeuaer o crdito volado para esta verba, con-; verno as razes deste aclo.
forme as necessidades do servico. Art. 110. S em casos mu urgentes, e quando
. Art. /9. O director geral. em suas faltas ou nao fr possivcl providenciar do outro modo sem
impedimentos, ser substituido pelo chefe de gravo prejuizo do servico publico, algum offkial
seccao que fr designado pelo minisiro, e na au- poder ser dislrahido para commisso estranha
sencia do designado; pelo empregado mais gra- sua arma ou corpo, sera preceder a aulorisaeao
duado, e em igueldade de graduado, pelo mas do ministro.
antigo que esliver na rnparti;ao. Arl. 111. As funcr;oos de coxmandanlo das ar-
Ait. W. Aos chefes de seceo compele : mas da corte e provincia do Rio de Jaueiro ser
a I- txecutar e fazer executar cora pontualida- exercidas pelo ajudante-general, emquanto e
de os traalhos pertencentes as suasseccoes, e os corpo le-islalvo nao providenciar sobre a M>pa-
elo director geral lhes forem commellido*. ra:o dos dous exercicios. Naquella circumslan-
mnn nm,, .".. -i- criminoso Simo o 2 orneas,
provincias. Exeei-luam-se as companhias de ar- '"7,-,'T BS ao, d' stime,,l estaciona- ( indigentes, para desi'arte scr.applacaJa a ira de .desertor J, Ferreira da Silva, criminoso Francisco
llflces, para onde nao sero passadas nem donde aonn, "la NoW d R>mha nessa provinna. eus Ferreira Paca o 2

J: 2. Representar ao director geral sobre as
Omissea o fallas praticadas pelos empregados das
secQoes.
3. Examinar, fiscalsar e promover todos os
trabalhos que pela respectiva seceo correrem.
Preslarera reciprocamente todas asiufor-
marOes que necessarias forem para a perfelcao
dos trabalhos.
i 5. Dar sua opinio sobre os negocios, que,
pertencendo respectiva seccao, liverem de su-
bir ao ministro ou ao direclo'r geral
9 6. Apresentar ao director geral, at ao dia
15 Je Janeiro, o relalorio dos trabalhos queliou-
verem corrido pelas respectivas seceoes no anno
Civil anterior.
Arl. 81. Os chefes desecrao serao substitu Jos
pelos primeiros cscripturarios, segundo a ordem
de aniiguilade, salva designaco especial do mi-
nistro.
Arl. 82. Osescripturarlos c praticantes faro o
servico que lhes (dr distribuido pelo chefe da res-
pectiva seccSo.
Art. 83. Compete ao cartorario :
i; 1. i'er em boa guara e ordem todos osl-
cia exercer a accao disciplinar o administrativa
annexa ao coramanJo d'armas, accao que se es-
tonder ao hospital militar, As enfermadas dos
quarteis e fortalezas, e de oulros eslabelrcimen-
los militares, excepto porm no que fr relativo
ao tratamento prollssiooal medico-cirurgico, em
que, ouvido o cirurgio-rur chefe do corpo de
saude, representar ao ministro sobre o que jul-
gar conveniente. O lugar do secretario ser eli-
minado do ryimero dos empregados da segunda
directora gea-al, logo quo cesse a accumulaijo
das dous exerpicios.
Art. 112. O dicctor geral da primrira direc-
tora, o ajudante-general, o quartel-mestre gene-
ral e o director da quarla directora organisarao
do aceordo, dentro do mais curio prazo. as ios-
trueces precisas para a boa direceao, distribu-
cao e economa do servico. e para regularidade
de suas mutuas relaedes. O ajudante-general, o
quartel-raeslre-general e o director geral da quar-
la directora organisa'-o regulamentos em que
"" dispoiiham as providencias necessarias para su
Dito ao Exm. presidente do Coar.Passando
as nios de V. Exc. as copias inclusas os escla-
recimeotos que deuonforraidade cora o seu o lu-
cio do 13 de abril illlmo ministrou o comman-
dante do presidio d> Fernando acerca do senten-
ciado dessa provincia Francisco Corre 1 Parece,
rogo a V. Exc. que se digne de dar as providen-
cias necessarias pata que me seja enviada a guia
do mesmo sentenciado, que existo sem ella 110
referido presidio.
Dito ao coronel rcnmandanle das armas.Re-
ceb o officio de 4 do crrente com que V. S. trou-
xeao meu eonheciraenlo que lhe dirigi o major
Herculano Sancho da Silva PeJra, peJiulo a pas-
sagem do soldadc da compauhia do artfices,
Manoel da Silva Coelho paia o corpo de guarni-
cao sob seu comrainio, e aitendendo a distancia
era que est o comarca da Roa-Vista, onde deve
o mesmo corpo ler o seu quartel, bern como a
impossibiliJade en. que ficar aquello official de,
conseguir o menor concert no armamento das1
pracas, se nao liv?r o corpo a de espingardeiro
coocedida pelo plato de sua organisaco, tenlioj
resolvido annuir a que o referido soldado v ser- '
vir nessa qoalidadej comoaddido no predito cor-
po : o que declaro a V. S. aflm de que expeca
nesle sentido as convenientes or'ens. Privini-
se o director do arsenal de guerra.
Dito ao mesmo.Mlendeudo ao que V. S. ex-
poz em sous_oicios sob ns. 1271 e 129 e da-
las do 1. e 5 deste mez o autori-o a contratar
um pratcaoto de-pliarmacia para coadjuvar na
preparaca" de remedios ao medico que vai ser
eurarregado da enfermara do Ouricury.Com-
mumcou-so thesouraria Je fazouda.
Dito ao inspector do arsenal de marinha. De
V. S. as suas ordens para que se faca ni pelas of-
Qeinas desse arsenal de coiiformdade com o re-
querirnento junto por copia os reparos de que
necessita o engenho do vapor iguarflssA.
ito ao commandante do polica.Pode V.
Grande numero de fiis loraaram a coramu-
nhao no dia da festa.
No Arco da ponte tocaram duranto a lardee
ooite duas bandas de rausci, sendo grande o
concurso de povo. A capella achava-so bella-
raeuto ornada, sobresahindo anda mais pela
illumiujco gaz.
Na Igreja dos Militares, alera de msicas
larde o noite, houve, ao lindar a festa, as tres
salvas do estylo, dadas por urna brigada ao man-
do do Sr coronel Luiz Jos Ferreira ; queiman-
do-se i noite um bello ogo artificial.
Ainda mas urna vez se fez ouvir a banda de
msica dos menores do arsenal de guerra, e
mais urna vez deixou ella gratas recorJaccs das
composiees quo executou.
De forma alguma e em nenhuraa deslas locali-
dades foi a ordem publica alterada.
O jornal inglez Liverpool Jibin, de 13 de
outubro prximo passado, tratando acerca da
abertura da 2" seceo da nossa eslrada de ferro,
expressou-se desta maneira:
Os directores lio distribuido pelos accionis-
las o relaturiu semestral, acompanhado das
contas e d'outros docuraenlos. O Sr. Greso-
O' ( angenheiro consultor da companhia em
Londres] no relalorio que dirigi aos directo-
es diz, que, tant) 03 engenlieiros como os
cmpreileiros, calculara com certeza estar
prompta para circulaco e Irafego a 21 seceso
al 2 de dezerabro pt'oximo vindouro. Toda-
via mu pouca probabilidade ha de ser realisa-
da esta esperanca, se que acha-se liel-
mente representado o actual estado das obras
na carta do Sr. Bayiiss, dirigida aos directo-
re?, escripia de Peruambuco em 11 de setem-
.< bro ultimo.
Foi esla assercao positiva que o Sr. superin-
tendente Bramah alludi.i, quando, na inaugura-
cao da 2a secgo no dia 2, propondo a saude de
S. Exc, o Sr. presidente da provincia, disse que
;Nos {das 6 e 7 iizeram actos 19 estu-
dantes e o resultado da volacao foi o seguinte .
Pnmeiro anno5 approvados plenamente, o
3simp'.ciler.
Segundo ijnno 1 approvado plenamente 3
simplicitero 1 reprovado.
Quinto anno6 approvados plenamente.
Nos dias 4 e 5 do correlo foram recolhidos a
casa de detenco 31 homens e 1 mulher, sendo
19 livres o 12escravos. saber ; & ordem do Dr
chele de polica 25, ordem do subdelegado do
Rccife 3, e 4 ordem do da Boa-vistu 4.
No dia 6 recolheram-se mesma homens e
mulheres,sendo i livres o 3 escravos, 4 saber:
1 4 ordem do Dr. chefe de polica, 1 4 ordem do
Dr. delegado do 1. districlo, 3 4 ordem do sub-
delegado do Recife, a 2 4 ordem do de S. Jos.
Passageiro do hiale brasilciro lavencivel,
saludo para o Aracaty|. j. Ribeiro Guimares.
Passageiros do vapor brasileiro Jaguaribe,
viudo dos portos do norte:Dr. Adelino Anto-
nio Luna Freir, sua senhora, 4 irmoss, 3 lilhos
menores, 3 cria Jos 5 escravos.Dr Manoel Raziiio
le Araujo.,Dr. Manoel Jos FerriaridesPimeuta.Joo
Damasceno Pinto de Mondonga e I criado, Olysses
de Barros Mendonca, Antonio Caetano Seve Na-
varro, Dr, Estcvao Jos Barbozu de Moura Jnior
el escravo, Antonio Bernardo dos Sanios Jnior,
Uinsluvao Jos Tavares, Jos Framkm do
Alencar Lima, Jos Marlins Ferreira. Luiz Ma-
nuel de Moraes, Joaquim Goncalves Chaves Fi-
mo, Dr. Luiz Antonio Souto Ferreira Junor.AntO-
1110 Jaaquim da Fonseca Jnior, Domingos en-
nques do livera,
casa terrea
Aran-
Mo-
pelo
.-':
;'--
oblerem as mais exactas informacoes sobre Indo | ..Pa"?1?
qianlo se referir ao pessoal e material do exer-
mandar engajar no corpo sob seu commando pssas em Inglaterra ha via m
Antonio Marques do Espirito Santo, bilidade de ser aberta
2 pracas. Dr. Gabriel Soares R.
da La mar e 1 escravo, Manoel Rodrigues de Pai-
va, Joao Maria Cordeiro Lima, Joaquim Jos Mo-
deiros Corris, Antonio Jos de Medeiros, Lucas
da Costa Freir Mariz, Jos Narciso de Carvalho,
Barnab de Fonlcs Rangel, Augusto Gomes da
silva, |)r. Tliomaz Lourendo da Silva Pinto,
Bernardino de Sena e Silva Guimares e sua fa-
milia.
Mataoocro publico :
Mataram-se no dia 7 do corrale para
sumo desla cidade cU rezos.
Uobtalidadb no da 7 do crreme.
Joanna, prcta, cscrava, solleira, 75 annor, moles-
tia no tero.
Joaquim Antonio da Silva, branco, casado, 60
annos, hydropisia,
Maria, parda, 5 dias, espasmo.
Paulina, parda, 6 mezes, ConvulsoCS.
Francisco,prcie, 1 anno, convulses.
Luiz da vi Lisboa, prcio, cabado. 5 annos," an-
ncunsma.
rendada po
dem 8.O rdtesrao, casa terrea ar-
rendada a frente, c o fundo oc-
cupado pelo proprietario, ludo
por...............................
Ra das Nymphas.
N. 5. Domingos Jos Hachad,
urna trente de casa cora urna por-
ta, e oulra casa do madeira, ar-
renda o ludo por ..............
dem 7. O mesmo
arrendada por.........
dem 2.Francisco Bazilio
da. casa terrea com um quarto
no oilo, arrendalo ludo por..
fiera 8 Jorge da Costa Mon-
teiro, casa terrea arrrendada por
dem 10.O mesmo, casa terrea
arrendada por...................
dem 12. Manoel Cosme de
raes, casa terrea oceupada
mesmo, afoliada era ......
Ra das Crioulas.
N. 1. Joanna Francisca de Barros,
casa terrea arrendada por......
dem 3. Manoel Joaquim, casa
lerrea arrendada por............
dem 7.Maria Welsk, casa terrea
arrendada por....................
Ivsses Id"em 15 Manoel Jos Soares Gui-
mares, casa lerrea arrendada
por ..............................
dem 17. Victorino Gomes de
Oliveira, casa terrea oceupada pe-
lo mesmo, avaliada em..........
dem 23.Joao Marlins Olavo dos
Santos, casa terrea arrcidada por
dem 19. Jos Baplista Braga,
casaterrea arrendada por........
dem 25. Viuva de Benedicto Go-
mes de Oliveira, casa terrea ar-
rendada por.....................
dem 33. Jacob Martina da 'il
xo, casa lerrea com 1 quarto ao
lulo, arrendado ludo por........
IJem 35. Francisco d: Freilas
(jjmboa, casa terrea dividida era
2, arrendado tu Jo por............
Idera 39. Francisco Jos Morei-
ra, casa terrea arrendada por..
dem 41. Francisco Jos Morei-
ra e uulro, casa terrea arren-
dada por...................
Idera 43 Jos DiuizdaSiVva o ou-
tro, casa terrea arrendada por
dem 45. Frederico Souton Col-
Ion, casa terrea arrendada por....
o con-
CHRONICA JUimilHIA.
TRIBUNAL OA RELflQnO.
SESSAO EM 7 DE DEZEMBRO DE 1SC0.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. C0S5ELIIEIR0 ERMBLIX0
. DE LEVO.
As 10 horas da manhaa, achando-se presen-
Srs. desembaotadores Caelano Santiago,
324S00O
120000
168000
168S0GO
141$000
I2O5OOO
600$0OO
126;00O,
60g000
6OS00O
72-jOOO
4005000
150300O
1 J00O
l&OgOOO
120$00O
300;00O
2'tOjjOOD
60000
150J00O
16S;000
168;000
14 000
2 !000'J
tes
archivados."
S 3. Passar
v el papis existentes no archivo. no, e s despezas do ministerio da guerra.
ir em ndices todos os livrose papis, Art. 113. E' prohibido aos empregados da.se-
... icretaria de aal4o dos negocios da uuerra recu-
as certidoes que pelo director ge. '
ral forera determinadas.
Art 8f. o ajudante do cartorario auxilia o
cartorario, o o substituu as fallas c impedi-
mentos.
Art. 55. Nenhu-n papel ou livro sahir da
quarla directora sem ordem por escripio do di-
rector.
Art. 8G.
negocios
berem das partes requerimenles ou quaesquer
oulros papis que tenhara de ser processados por
essa reparlico.
Art. 114, Os requeriraentns de militares e era-
pregados civis, que nao chegarem presenra do
governo por intermedio dos respectivos chefes,
nao sero tomados em considerado. E'ilrelanlo
Nenhum
: nao licito a esses chefes demorar os requeri-
era pregado, exccplo o direc- ; menlos de seus subordinados, e antes os devero
ieePr ,'.r.hr,CI? S';aS ^f"8 r' 'lUe",',.C, P0r' l'nviar an sover,l nwrnwos com clareza e pre-
) lera nelle mgresso. e anda rae-. cisao. Quando aconteca que algum requerimenlo
seja demorado por mais lempo do que o preciso
para se darera as necessarias informacoes, poder
nosas possous estranhas directora.
Arl. 87. Ao porteiro compele :
1. Sellaros diplomas ou litlos, segundo as
Ki.s e ordens ern vigor, e echar o expodiente.
S 2. Salisfazer o que lhe for ordenado pelo di-
rector geral, ou spu substituto, e pelos chefes de
sececo paraobjeclo de servico.
3. Distribuir e fiscalsar o servico do aju-
dante do porteiro e continuos, participando era
lempo opportune ao director geral, ou ao seu
substituto, as fallas e abusos aue praticarem
aqueles
i Cuidar na conservncao dos movis c mais
objectos pertencentes directoiia.
Art. 88. O porteiro e seu ajudante, e os con-
tinuos devem comparecer na direr.ioria meia ho-
ra antes da designada para conicco dos "traba-
lhos.
Art. 89. O ajudante do porteiro e os continuos
cimpr'rao as ordens do director geral e as do
porteiro, como seu superior inmediato, sendo era
negocio de servico.
Art. 99, Os continuos responderlo ao director
goral pela prompla c fiel entrega dos papis de
que forera incumbidos.
CAPITULO III.
Da nomearao, demisso, aposentadoria, icen-
cas, penas, e rencimentos dos empregados ;
ordem, lempo e processo do serviro
Arl. DI. Por occasio de execular-se o presan-
te regulamente, o governo nomear, para os lu-
gares da quarla directora geral, as pessoas que
Juloar idneas, preferin.io os acluacs emprega-
dos da conladora geral da guerra, que por suas
habilltacdes e coraporlamenlo forera julgados
dignos de passar para a mesma ditecloria
Att. 92. Depos da organisaco os lugares se-
w.) preenchidos por cscolha, accesso e con-
curso :
1. O do direclor-geral por escolha.
i." Os de chefe de seceo, praticantes, portei-
ro ese o ajudante, e de coulinuos, por escolha.
3." Os do l.<-, 2.0 e 3." escripturarios por ac-
cesso combinado cora o bom comporlameulo,
V5 inle"i6e.nca mostrados no servigo.
4. t)s de 4."s escripturarios por concurso com-
binado com as mesraas circumslancias do nume-
ro anterior.
nArl- ^- direclor-geral, chefes de sececao,
1. e a.* escripturarios sonomcados por decre-
to ; todos os mais orapregados da quarla di-
rectora sao noraeados por portara.
Art. 94. Os empregados da quarla directora,
antes de entrarem um exorcicio, prestarn as
maos do ministro ou do drector-geral juramen-
to de bem servir.
Art. 95. Os palicantes que forem reprovados
por duas vezes consecutivas nos concursos para
os lugares iramediatos podero ser demittidos
por este nico motivo.
Art. 96. Os empregados da quarla directora
virem. c podero tambera ser demillidos nos cd-
os do art. 27 !$ 1." e 2.", ou quando o bem do
servico o exigir.
^rtV97' 0s empre8ados da I""1* diroclorH
poderao ser aposentados, observadas as disposi-
me"? 8 S a 6" d prese,,,e reuI"-
^ Art*.98" As. disPCoes do til. 2. cap. 5." e
>. deste rcgulamento sao applicaveis aos em-
pregados da quarla directoria-geral.
Art. 99. Os vencmenlos dos en
quarla directora
o inte.-essado fazer disso sabedor o ministro, pre-
ferindo as regras cima estabeledidas, dando do-
re.n parte ao respectivo chefe.
Arl 113. O despacho dos negocios que corre-
rem pelas qualro directoras geraes seri feilo pelo
ministro nos dias que elle designar, reunidos os
respectivos directores ; quando porm assim nao
pnssa succeder, o expediento que houver de ser
apreseniado ao ministro ser-lhe-ha roinellidu
diariamente por intermedio do .director-geral da
primcira directora.
Arl. 116. As disposicoos do decreto n. 1,127
de 26 de feverero de 1853 ficam em vigor na par-
to nao alterada pelo prsenle rcgulamento.
Art. 117 Ficam revogadas todas as disposicoes
em contrario s do prsenle regulamenlo.
,'2n '-lo Rio de 'a00'''. p'i> 27 de outubro
de 1860 Sebaslio do lego Barros.
N. 1. Tarei.lv dos vencimentos dos EXPRESA-
DOS DA 1.a DIRECTORA GERAL DA sKCIilvrVRIA DE
ESTADO DOS SEGOCIOS DA GUERRA, A QIE SE RE-
FERE O REGOLAIEXTO DESTA DATA.
que foi julgado apto para o servico, segundo in-
I irraa V. S. era seu oicio deSta dala, sob n.
559.
] Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.
Mande Y. S. adiantar o sol lo do corrente mez
1 ao capilo Jos Muniz Tavares que lera do seguir
para o Maranho ua forma das ordens imperiaes
no primeiro vapor que passar para o norte.
Dito cmara municipal de Olnda.Pode a
cmara municipal do Olinda, como propoe cni
seu officio de 29 de noverabro ollimo mandar
ir novamente em praca por venda com o abato
da quinta parle o predio couliguo a igreja de S.
Sebastio dessa cidade.
Dilo ^ao direclor das obras militares.Hija
Vmc. do apresenlar-rae com brevidade um orca-
mento da despeza a fazer-se com a lalrina cuja
conslrucc&o pede o coronel commandante do 2o
b.atallio do infantaria no officio junto por
copia.
Dito ao gerente da Companhia Pernambucana.
-Comniunico a Vmc para seu eonheciraenlo' para os alumnos do Gyranasio,'" qu*e"a;rio'rera
que por conveniencia do servico publico deiza de : examinados. 4
seguir hojo no vapor Persinunja o major Iler-I
culano Sancho da Silva Pedra, bera como os ofli-
ciaes e pracas de que trata a portara de 3 do i
correle, a qual Tica de nenhum clieito.
Portara.O presidente da provincia, atlen- '
deudo ao que requeren Diogo Baplista Fernn- I
des, ouvidas as repartieses competentes, resol ve
conceder-lhe a demisso que pedio do guarda da ;
alfandega desta capital.Cornmunicou-se a lhe-'
souraria de fazenda.
predito a impossi-
a seccao ness'e dia; e nos
acompanhamo-lo na satisfaco que manifQslou
enlao, porque, apesar de seraelhante prognosli-
co,_ o talento-e energa do en^euheiro em chefe,
o Sr. Penis!oo, o habililaram desempenhar o
seu compromisso para com os accionistas.
Hojo deve ter comeco a defeza das thses
apresentadas, para o lira dd obter o grao de dou-
tor, pelo bacharel Francisco de Paula Salles.
O acto principiar s 11 horas da manhaa, no
edificio da faculdade de dire'it).
Por aclo do governo imperial de 13 do pas-
sado, foi corneado sexretsrio do commando das
armas desla provincia o Sr. lente do corpo do
estado-maior de i* cUsse Joao Muniz deAmo-
nm llangel.
A seu pedido, foi exonerado da delegaca
de polica da cidade de Olinda o Dr. Agostinho
Etmelindo de Leo Jnior.
Por. acto da presidencia de 4
sobre proposta da
publica, fui exigido mais um*gro d'approvaco Duarte a oulros.
rtelaior o Sr.
si1 veira, Gilirana, Loureojo Santiago, Guerra,
Silva Gomes e Villares, procurador da corda, e
o Dr juiz de direilo Domingues da Silva, foi
aborta a sesso.
Passados os feitos e entregues os distribui-
dos, procedeu-se aos scguin's
JLG AMENTOS.
AGORATO DE PETirjVO.
Aggravante, Manoel de Souza'Pereira ; agra-
vado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Silveira.
Sorteados-os Srs. desembargadores Louren-
co Santiago, e Silva Gomes.
Negaram provimcnlo.
Negou-se provirneuto a carta testomunhavel
em que :
eao
a par
Contmtiur-se-ha).
ASSOCIACAO COUMERCIAL BENEFICENTE.
Relalorio da direceo da AssociacoJpmmercial
Beneicanlc de Peruambuco, apreiSftado as-
186Q aendda me8m%' em 21 d o'joslo de
Senhores.Convidando-vos para a presento
, reunan esta directora, de conformidade cora o
1 disposto no arl. 28 dos nossos estatuios, vera dar-
, vos corita de seus trabalhos e relalar-vos as prin-
cipaes oocorrcncias mercantis, ine liveram lugar
no decurso do ann5 de sua regencia. A narra"
ser breve, porque lauto como nos esla
do que se lera passado.
Prirneiro qne tudo nao nos dado deixar de
commemorar a subida honra e grande con(eDta-
rnento que coube a esta provincia, durante o pe-
riodo de nossa administrado pela visita de SS.
A fausta noticia da visita, que SS. UM. II. pre-
tendiam fazer a esla provincia, sen Jo receida
pela nossa associaco cora o mais compfeto ju-
bilo, ella resolveu era sesso da respectiva as-
serabla de 15 de setembro passado, qoo para de.-
monstrarmos o regosijo, em to feliz momento
cumpria que fossem smente entre s cotisados
os nossos socios ; ali.n de que houvessem festejos
por parle da nossa associaco: e que alm disto
p ira corresponder
Rr \&sstts,?uaa chda; -'^*^per;uo^ tt%Era
1>i re"o,0,' do Carmo. se promovida pela no:
Addiado em sesso do 1" do correle.
Proposla a petico do bacharel Joao Francisco
do Arroda Falco, pedindo prorqgacio de inven-
tario, foi-Ihe denegada.
Foi proposta a petico de Juvino Carneiro Ma-
chado Ros e outros, pediudo ordera de habeas-
corpus, foiconeciida para o dia II do corrente,
em sesso, sll horas do dia, ouvida a aulori-
dade competente.
Concedeu-se a soltura pedida era habeas-cor-
pus por.Marcolioo Jos de Sania Amia e outros,
do correte, e
directora geral da instruccao
o reprehendeu-se
vara.
RECl'RSOS
Ilecorrenle, o juzo ;
o juiz municipal da segun Ja subscri
promovida pela nossa associaco entre todas
as classes da sociedade, urna subscripto para se
crear tiesta praca ura asylo de mendicidade para
cuja mauguraco se deveria solicitar a presenga
Apraz-uos mencionar que a nossa associaco
muito se distingui na recepeo feita a SS. MM.
i II., pois que nao s subscreveram ospontaneamen-
; te lodos os nossos socios para os festejos, reu-
; nindo para este fim a soraraa de rs. 28: O'ljOOi
I como lambem concorreram pata a Creagao d
asylo cora avulladas quantias, e promovendo urna.
CHIMES.
recorrido, Antonio Jos
Esla
Empregos.
Director goral. .
Chefo-dc sereao.
1" olicial. .
2o official. .
Amanuense. .
Porleiro.....
Continuo .
Correio : .
Ordenado*
5:000>000
3:600:001)
3 .OOOj'luO
2:60(l000
1:50:13000
1:8009000
1:00 SO00
1 000*000
OnsERVAr.OES
I. Os empregados das directoras
servjrem no gabinete do ministro
Dita.O presidente da provincia, ttendendo
ao que requereu Claudino dos Santos Lopes
Caslello Branco, professor publico de inslruc-
lao primaria da villa do Cabo, e a informaco
ministrada pelo director geral de instruccao
publica, ouvido o conselho director, resalvo, na
conformidade da primeira parte do art. 28 da lei
provincial n. 369 do 14 de maio de 1855, conce-
der-lhe a gralificacJJo correspondente a quinta
1:4009000| Pr,e d03 vencimenlos que lhe competem, nos
1:000:000 erraos do art. 26 da mencionada lei, visto ter-
se distinguido no cnsino por mais de quinze an-
nos.Communicou-so ao director geral da ins-
truccao publica.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasilei-
ra oe paquetes a vapor expegam as suas ordens
para que no vapor Paran sejam transportados
para Macei. porconta do ministerio da guerra
nao s o major Herculano Sancho da Silva Po-
dra, e os ofieiacs e
Gratifica roes
2 30O90OO
800JOOO
5008000
8oo;ooo
4005000
4003000
geraes que
percebero.
alera dos vencimentos como em exercicio eTec
tivo de seus empregos, mais urna gratificado que '""ta Por C0P", os quae's vao servir no corpo
nao exceda a 1:800-3 nnnnalmenle. Se para esse 1 guarnicao desla provincia, no termo de Ouricu-
pracas constantes da relacao
Jos empregados da
constarn de ordenades e gra-
imcacoes, na conformidade da tabella sob n. 3
Art. 100 Alm dos ordenados e gralilcacoes,
ae que trata esto regulamenlo, nenhuma ouira
despeza se far com a relribuicao do servicos or-
dinarios reparlico. v
fin^u1^:1' Sao>pplicavcis aos empregados da
j.uirV.ii";.dlsposi0es do *'cap- 8-
_ para esse
servico for chamado algum individuo extranho
as directoras geraes, perceber urna gratifieaco
correspondente a lodosos vencimentos de Io oli-
cial, alm da especial de 1:800, nao aecutnu-
lando porm quaesquer oulros vencimentos a uno
possa ter direilo.
2." Os ajudanles d'ordens do ministro perce-
bero as vantagens de estado maior de 1* elasse.
3. Os correios tero. alm dos seus vencimen-
tos, I3 era cada da de servico quo llzerem. e
uraa gratifieaco annual que nao exceder a 150.
para cavalgadura o trreios.
. P.'l! d0 R0 de J,neiro, em 27 de outubro
de 1800. Sebastio do Reg Barros.
-v- 2 Tabella dos vencimentos dos emprega-
dos daj-. e 3. directoras geraes da secretaria
de estado do negocios da guerra, a que se re-
fere o regulamenlo desta dala.
Empregos. Vencimentos.
Ajudanle-genoral Vantagens de commando de
dlviso.
Quarlel mestre generalVantagens de comman-
do de brigada.
Secretario Vantagens de commisso activa de
engenheros.
thefo de seccao.Vantagens de commisso
. acliva do engenheiros.
t-scnpiuno Se for militar, vantagens de esla-
do maior de Ia. classo ; se
paisano, as correspondentes
a capillo do exercito em
Amanuense-Se fo^S^SSons de esla- j ^T^f^0 '^** ^
rOomnt!s0r de Y: cI ,s/e ;J I 3260.-Horraogenes Scrates Tavares de Vas-
sargento ou cadete, alm dos concellos -Concedo 2 mezes.
vencmenlos militares, urna, 3261.-Joanna Thereza da Costa.-A suddI-
30amen?-aan.qUeo-a ?xceda a nte ser Hendida opportunamente pefo go-
W9 mensaes ; se paisano, os verno imperial 8
raTf^ln,3 aCo0r/eSTde,ntHeS L 3M2.-Luiza Francisca da CostaInforme o
.wXS? s"v' aaior de 2, elasse. 3263,-Jaciniho Antonio Eliziario da Cosla.-
ry, mas tambem a familia do referido major.
Dita.-Os Srs. agentes da companhia brasilei-
ra ae paquetes a vapor mandem dar passsgcm
do r para a Bahia 110 vapor Paran, em lugar
destinado para passagfiro de estado a Francisco
Mara Corte Imperial, segundo escriplurario da
thesouraria de fazenda daquella provincia.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasilera
do paquetes a vapor mandem daj transportelpara
a Baha no vapor Paran, por conia do minis-
terio da guerra, aos soldados Candido Francisco
das Chagas c Jos Franklin dos Santos, que vao
recolher-se ao 8o halalho de infamara, a que
pertencera.Comraunicou-so ao coronel com-
raandanio das armas.
DESPACHOS DO DIA 5 DE DEZEMBRO DE 1860.
Requerimentos.
3253. Claudino dos Santos Lopes Castcllo-
Branco.Passe portara na forma requerida.
3254.Cesar Oclaviano do Oliveira.Como
requer. *
3255.Diogo Baplista Fernandes. Passe-so
pnjlaria concedendo a demisso pedida.
3256.Francisco Teixelra Borges.-Expedem-
se nesla data as necessarias ordens no seulido
do requerimento do supplicanle.
3257.Fielden Broiher3Informo o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
3258Geminiano Joaquim de Miranda__In-
forme o Sr. director geral da instruccao pu-
blica, ouvindo o respectivo conselho direclor.
3259.Honrique Jos Benlo da Costa.__O sup-
med-ida assenia na deliberaco lomada
pela congregarlo diquello instituto," cujo regu-
lamenlo apenas consagrava dous graos tomando
agora os tres as formulas approvado appro-
vado plenaraed'te approvado com distineco.
Chamamos a altencao de quem competir
abra de que nao continu a abusiva tolerancia d
vasarem-se barris de immundicias e materias fe-
caes pelo caes do araos, como praticado.
Parece-nos que pelas posturas acha-se deter-
minado o ponto para o despejo, a vaslha c a ho-
ra ora que deve elle ser feto ; mas, sera em-
bargo, a condueco praticada em qualqur bar-
ril aberlo, a hora a que apraz ao conductor, e
o porto est as mesmas condicoes, como d-'se
all ; de maneira que, sendo elle para cima da
casa do Sr. Jos Ilygino, vo no entretanto fa-
zendo o despejo n'aqueltas immediaces.
Disto resulta a porcaria que por all se observa,
e o incommodo dos respectivos moradores cada
hora do dia, visto que o despejo nao tem lempo
cerlo para ser feilo n'aquelle.
, Sobre os factos que narramos na sexta feira
passada acerca dos Afogados. damos sciencia
do oublico a parlicipaco olicial respectiva, na
qual assignada a causa da morle do escravo
Pedro.
Subdelegada da freguezia dos Afogidos 3 de
dezembro de 1860.
lllm. senhor.Coramunico V.S. queaoama-
nhocer de hontera, 3ppareceu um cadver den-
tro do vale alm da ponte de Molocolomb, e
dirigindo-me ao lugar proced a vistoria, e
toi reconhecido ser ura prelo, de nome Pe-
dro, escravo do Portuguez Amonio Piulo de
Azevedo, o nao se encontrou feriraenio nem con-
usoes, declarando os peritos, que representava
ler perecido afogado.
Dos guarde V. S.lllm. Sr. Dr. Pristi
de Alencar Annpe, dignissimo chefe de polica
da provincia.Antonio Goncales de Moraes. sub-
delegado.
Conforme.Rufino Augusto d'Alraeida "se-
cretario da polica.
Quanlo ao segundo faci, isto o appareci-
menlo do cadver de urna preta para parles da
Ibura, nada consla ainda s autoridades policiaes,
que no entretanto procuraram averigua-lo agora'
que elle denunciado.
Em addilamento ao que dlssemos acerca do
transporte dos gneros, trazidos pela estrada de
ierro, das Cinco-Pontos ao bairro do Recite, in-
formara-nos queum abaixo assignado se con'fec-
cioriou na se.xla-fcra, firmado pelos armazena-
nosde assucardo caes do Apollo e ra do Brura
para que sejam all descarregadose depositados os
gneros que ihespertencer, sendo o outro deposito
no largo do "Corpo Santo, ou ra do Trapiche.
Assim como nao advogamosa oulra, lambem
nao o fazemos a presente causa, limilando-nos
dizer que em negocio de tal ordem. se deve mui-
10 attender s vantagens que devem resultar para
o commercio, e o beneficio do producto do agri-
cultor.
_ Nos dias 6 e 7 do corrente dezembro. foram
julgados no quartel do corpo de polica, pelo con-
selho do julgamenlo, os soldados do mesmo cor-
po Jos Francisco Vieira, Marcolino Peres Cam-
pello.Manoel Victoriano da Silva e Genuino Fran-
cisco Nunes. Foram os dous primeiros condera-
nados por crime de primeira desorejo aggravada
a um anno de priso, e os dous ltimos a dous
annos de prisao por crime de segunda deserco
aggravada. v
da cora, as
03
re-
o recurso
. descmlrirgador Caelano San-
tiago.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira,
e Silva Gomes.
Improcedente.
DILIGENCIAS CRIBES.
Cora vista ao Sr. desembargador promotor da
jusca, as appellagoes Crimea :
Appellante, ojizo; appellada, Jos Gomes
da Silva e oulros.
Appellaule, o juizo ; appellado. Manoel Go-
mes da Silva.
Apoellante, Ilyppolito Cassano do Soccorro ;
appellado, o juizo.
Appellante, o promotor; appellado, Venancio
Meirelles da Costa.
Appellante, Carlos Jos Asllev & c. ; appella-
do, .los Alexandre Gubian.
C1VEIS.
Ao Sr. desembargador procurador
appellacocs civeis:
Appellante, Antonio-Jos Gomes do Correio ;
appellado, o solicitador de residuos.
DISTRIBCICOES.
Ao Sr. de.-embargador Caelano Santiago
recursos crimes :
Recorren!", Alexandre Ferreira Cmara ;
corrido, o juizo.
Recrreme, o juizo ; recorrido, Francisco De-
glanl.
Ao .Sr. desembargador Silveira,
crimes :
Recorrenle, o juzo
no de Oliveira.
Recorrenle, o juizo ,
Brrelo de Mello llego.
Recorrenle, o juizo ; recorrido, Bento Benja-
mn-da Cruz Gouveia.
Ao Sr. desembargador Gilirana, o recurso
crime :
Recorrente, o juizo ;
na de Jess.
Recrreme, Antonio Joaquim Xavier Borges:
reenrride, Antonio Rogerio Freir.
Recorrenle, o juizo ; recorrido, Joao Pereira
Du'.ra Oliveira.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, os
recursos crimes :
Recorrente, o juizo ; recorrido, Affonso Binel.
ilecorrenle, o juizo ; recorrido, Jeaquim Ori-
nandro da Fonseca.
Ao Sr. desembargador
cursos crimes :
Recorrente
tos Feilosa.
Recorrente, ojuizo ; recorrido, Brasilino Jos
de Araujo.
As 2 horas da larde encerrou-se a sesso.
CONSULADO PROVINCIAL.
Mleracdes feilas no laiicaniento da
decima que pagam as casas per-
tencentes freguezia da Boa-Vis-
ta, pelo lancador Joao Pedro de
Jess da Halla.
Ra da Esperanca.
(Conlinuaco.)
N. 67.Jos Ignacio Borges, casa
terrea arrendada por............
Idera 69. O mesmo, 1 telheiro
com 2 quartos no fondo, arrenda-
do ludo por .....................
dem 77. Joao Jos da Costa e
Suya, casa lerrea arrendada por
peo entre todas as classes arrecadaram a
somata de rs. 165769000, faltando ainda receber
uraa quasi igual de diferentes senhores, quo
subscreveram, em cuja realisacao nao licito du-
vidar. Cabe aqu prestar os mais acrisolados agra-
decimentos e elogies s mu dignas sociedades
Liberal Pernambucana e Auxiliadora da Typo-
graphia Nacional, pela parle que tomarara r u-
uindo-se a nos era lio philantropica idea, sendo
que na subscripeo que entre si promovern! para
a lundaco do asylo, ja arrecadaram a somma do
' rs. 15:2649300, que nos rcandaram entregar, e
| contiouavam a agenciar maior numero de assie-
naturas. 3
Pelas conlas annexas a esto relalorio, veris o
destino qne liveram aquellas quantias. Sentimos
porm dizer-vos que apezar de lulo correr at
corlo poni como so desejava, ton Jo lugar a inau-
guracao do asylo, qual SS. MM II. sedgnararn
assistir, nada mais se tem adiantado de nossas
inlencoes, porque nao havendo ainda ura rcgula-
mento autorisado pelo governo,o queja solici-
tamosnao podemos conseguir em nossos esfor-
cos para altingir que effeclivamonle l'unccionc
esla pa instluico, cuja falla d lugar a quo
continuemos a presencear scenas bem tristes pe-
las ras mais publicas desta cidade.
Recebido pela commisso do Recife
dem idera de Santo Antonio......
dem dem de S. Jos..............
Idera idem da Boa-Vista.........
Idera idem de Seruhera..........
dem de S. M. Imperial............
dem avulsos.......................
recorrido, Manoel Ze-
recorrido, Joaquim Pedro
recorrido, AnnaJoaqi-
21.7603000
7:792^000
1:000;00
10:5005000
86 sOUO
5:0005000
I 90a0OO
Idera das sociedades Liberal Per-
nambucana e Auxiliadora da Ty-
pograpbia Nacional..............
Despendido com a com-
pra de differeules ar-
tigos................. 5.972S0
Erapreslimo ao Hospi-
tal Pedro II.......... 4:000-5000
48:836-3000
1j:2G5OO
6l:10O#5OO
------------- 9:972;.:
Recolhido Caixi Filial...........
54.128J060
53:85a#460
269!60O
os re-
Sil va Gomes
ojuizo ; recorrido, Joao dos San-
150*000
150J00O
725000
Em dinheiro em caixa rs.........
Hecife, 10 de agosto de 1860.
Relarao dos socios da Associaco Commercial Be-
neficenle. que contribuirn para os festejo*
que se /serum pela vinda a esta cidade de
SS. Mil. II.
Manoel Ooncalvcs da Silva........
Manoel Ignacio de Oliveira..........
A mor ni Irmo......................
Jos Pereira Vianna.................
Antonio Marques de Amorira........
I.emos Jnior & Leal Res..........
y. O. Bieber&C....................
James Ryder <& C....................
Saunders Brothers & C..............
Southal Mellors &C................
Rostron Rooker & C................
Johnston Paler A; c.................
Tisset Frres........................
Manoel da Silva Santos.............
Luiz Jos da Costa Amorim.........
Tasso Irraos........................
Jos Jeronymo Monteiro............
J. Keller & C........................
Whaiely Forsler & C...............
Henry Brunn & C...................
Henry Forsler & C..................
Adamson Howie & c................
Monsen Si Vinassa................
Letollier & C......................
enryGibsoa.................,,',['
1:000*000
l.OOdOOO
1:0003000
1:0005000
500.5000
5005000
5005000
5OO5COO
50OJ00O
5O0500O
5005000
50O30OO
5008000
5003000
500000
50OJ000
5OO5OOO
5003000
500J000
5OO40OO
5003000
500000
500JOOO
5O09OOO
soosfo/u


DIARIO DE KNMMBDGO. ~ SEGUNDA FEIRA 10 DE DEZEMBRO DE 1860.
(*)
Luiz Anlonio Vieira................
M^uroa & C.........................
Aranaga & Bryan...................
Rabo Schatnellau & C...............
Jos Antonio do Araujo.............
Francisco Accioli de Gouva Lias...
Bailar & Olireira....................
Patn Nash & C.....................
Basto & I.emos...*..................
Prente Vianna & C................
Vicente Mondes W'anderley.........
Caminha & Filhos..................
Ino Elwin Roberts..................
Siqueira & Pereira...............P.
Sevo Filhos & C....................
Antonio Jos de Castro..............
Arkowright & C.....................
Mello, Lobo & C....................
Flix Sanvage & C..................
Manoel Aires Guerra................
Fredoric RobilliarJ..................
J. P. Adour & C....................
Barroca & Medeiros.................
Vicente Ferreira da Costa..........
Brander a Brandis & C..............
Francisco Mamede de Almeida......
Feidel, Pinto & C...................
Joo Ignacio de Medeiros Reg......
Eduardo A. Burle & C..............
C. J. Astloy & C...................
Ferreira & Araujo...................
Joo Cardos> Ayres..................
Borotl & C..........................
Ramos. Duprat & C................
Amaral Alves & C..................
Guilherme da Silva Guimares......
Jos da Silva Loyo..................
Manuel Custodio Peixoto Soares___
Almeida Gomes Alves 4 C..........
Joaquim Jos Silveira...............
Candido Jos de Souza Travosso J-
nior..............................
Lopes Irmos.......................
Jos Joaquim Das Fernandes &
Filhos.............................
Thomaz Fernandes da Cunha........
Joaquim da Silva Castro............
Joaquina Lucio Monleiro da Franca.
Joao da Silva Rogadas..............
Manoel Gongalves da Silva Jnior...
Manoel Ferreira da Silva Tarrozo ..
John Gatis...........................
JoaoJos Rodrigues Mendes........
Andradu & Campello................
Carvalho A Nogueira................
Guilherme Carvalho & C............
Jos Antonio Moreira Das & C......
Barros & Silva......................
Thomaz de Faria....................
A" gusto Cezar de Abreu............
Joao Bapsta Fragoso..............
Francisco Joao de Barros...........
Joaquim Jos Rodrigues da Cunha.
Joao Licio Marques.................
Joaquim Juvencio da Silva".........:
Antonio AUes Barbosa.............
Francisco Xavier de Oliveira........
Caetano Cyriaco da Costa Moreira..
Jos Antonio de Carvalho...........
L. I)uboureq........................
Manoel Teixeira Bastos.............
. Starr & C........................
Manoel Jos de a Araujo..........
Maia' IrraTOs........................
David Ferreira Balthar..............
M a noel de A?evedo Ponles.........
Jos Velloso Soares.................
D. W. B'Mvman....................
Jos Mara Pestaa..................
Molla Irmo?......................
Amonio Luiz de Oliveira Azevedo..
Manoel Francisco da Silva Carrco,
-issignou 100^, mas nao pagou")..
5003000 Porto 1:0468000 ; em Pernambuco, tendo trazido |
500080 igual genero e exportado assucar, fez de despe-
500g000 zas Rs. 2:145*000 !
5004000 Sendo mu sensiveis estas differencas por
50O|000 certo de necessidado palpitante que o' corpo do
4OO3OOO commercio tome algumas medidas e d provi-
3008000 j deacias, em ordem a fuzer cessar as desvautagens
250JOO01 d'ahi resullaotes.
2508000' Era urna quadra, em que a competencia no
2598000 trabalho traz tambera para os frotes dos navios
200JOOO '"roa grande nudicidade, deixar que elles aqui
20080001 sejam consumidos pelas despezas do porto equi-
2008000 valleria a fazer diminuir a sua frequencia.
2009000 Em vista por tanto das breves consideraces,
2008000 1"e acabamos de fazer indicamos as soguintes
2008000 medidas :
200J000 Em primeiro lugar obter dos actuaes possui-
200J000 dores de alvarengas redueco no prego de seu
200JOOO aluguel; e melhor seria criar urna empreza em
2008000 1ue fossera interessadas as principaes casas ex-
2008000 portadoras, que tivossem embarcacoes idnticas,
flOQfOuO as quaes compelindo em servigo, fariam cessar o
200g000 monopolio que existe.
2OO5OOO (< Solicitar do govorno a conslrucgo de pon-
20J3000 le3 de embarque o desembarque com espago e
2003000 '"gar suflicienie para adraitlir navios de lotagoes
2OO3OOO diversas.
200;0 0 Recommendar-se aos consignatarios .para
2)03000 1ue os navios, que desliuarem-se este porto
200^000 venham prvidos de embarcacoes proprias para
2008000 carga e descarga dos gneros que transporlarem,
2008000 Li/.endo com que as tripulacoas rospectivas se
200j000 encarreguem da estiva.
2OO5OOO Requerer ao gorerno opporlunamente para
>l);)*')f)0 'lue haja maior numero de armazens alfandega-
20Uj\)00 dos; que as descargas de todas as mercadorias
2008000 St'iam perrnilidas das 6 s 11 horas da raanhaa,
2008000 e a ('os seeros de estiva que nao entram na al-
I0O5OOO f'ndega durante todo o da, aflm de poupar-se
101)9000 essa= repetidas graliGcages, o que urna addicao
que tambem oncra os costeios dos navios.
lOOsOOO '^s despezas com guindaste de tod"os os nos-
tnnWM sos productos, c enf-irdaraenlo de algodao, nao
devem ser a cargo dos navios. A Associago Com-
mercial pode propr aos seus membros que por
commum accordo em assembla geral se delibe-
re nao lanear taes despezas em conta de costeio
mas sim ns respectivas facturas, do Io de oulu-
bro em diante.
Devem ser novamenle apreciadas as disposi-
gdes dos regulamentos sobre a policia, e pr'atica-
gero do porto, visto como a maior parte das ob-
1003000 servagoes, quo sobre elles fez o corpo do cora-
IOO5OOO
1008000
IOO3OO1)
1003000
1OO5O00
1008000
1008000
IOO5OOO
1008000
IOO5OOO
1003000
10030(11)
loogooo
1005000
1008000]
1003000
1008000;
1008000!
1008000
1009000:
oogooo,
1009000
1003000
lOOfOOO
lOOfOOOi
100*000!
200&0001
IOjOOO,
O
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3
0
O
8
a.
o
9
:
I
Dinheiro recobido Rs. 23: OOJOOO
Raumo, da sitbscripijo tirada pelos socios da '
associaco Commercial Beneficente, para o'
baile dado a SS MM. 11. e da despesa feita
com o mesmo baile ; o saber
Dinheiro producto da
28:400p000
sulftcripfao tirada.,
dem idetn de varios
objectosquerestaram
do baile, e queforam
vendidos pelo Sr.
Joao Pinto de I.emos
Jnior............... 1:542|083
A deduzir a epguinte
despeza feita com o
m"*""o baile como
segu.. .............
Diversas contas pagas
pelo Sr. Joao Pinto
de I.emos Jnior.... 10.2278610
dem idem dem pelo
Sr. Manoel Ignacio
de Oliveira.......... 9.9818240
1 conti m'i a Izidoro
Haliiday Si C. por
baadejas]........... 180.5000
20:9428033
29 3885850
5548133
Para os compradores do bairro do Recite de 1 a
10 de cada mez.
Para os compradores do bairro de S. Antonio e
S. Jos de 11 a 23.
Para os compradores do bairro da Boa-Vista
de 20 ao ultimo do mez.
Como, porm, ainda as.sim nao se conseguir
completamente o fin desojado, visto que ainda
suas transur.oes, experimentara haver accumulacao relativa, enlende a commis-
sio, que Tirar elle satisfactoriamente preenchi-
uantia em ser Rs.
Pernambuco, 12 de juiho de 1860.
Commercio.
A esperanza, que nutriamos de que esta pro-
vincia passaria inclume pela crise commercial,
que se manifestou no Rio de Janeiro, e depois na
Baha, tem desaparecido. Havenlo-se cornado
geral a cescoufianca, o dimiuuindo porlanlo o
crdito, que enlre nos existia, osembararos an-
da mais se aggravaram.Negociantes, cjos ca-
pitaes, em poca normal, seriara mais, que suffi-
cii'ntes, para
flifiicul lades porque conservam era carteira
grande numero de leltras-vcocidas, que nao tem
sido possivcl realisar pela falla de recebimentos
do interior.
A deficiencia de nossos productos agrcolas
oraparada com a enorme importaran de merca-
dorias estrangeras, nos dous ltimos- anuos,
sem duvidaalguma a principal causa do mal que
soffremos.
Na presenra de somelhante crise, grande nu-
mero de nossos associados se dirigiram a esta
drecco em mio p. p., pedndo que fosse con-
vocada a assembla geral allm do se tratar de
un i representarlo, que se pretenda encaminhar
directora do Rauco do Brasil, por intermedio
da Caita Filial desta provincia, pedindo provi-
dencias tendentes remover os males, de que
nos aclrivamos ameacados pela falta de meio
circulante.
Assisiisies essa reunio, c vistes que quasi
por unanimidade se volou pela elTectivilade da
predita representacao, a qual fui encarainhada ao
seu destino.
Cumpre porm louvar a prudencia das direc-
toras dos dous estabelecimentos bancarios exis-
tentos nesta provinciao Novo Banco de Per-
nambuco c a Caixa Filial, pelo soccorro que
tem prestado ao commercio ; c de suppr que
dessa forma se evitem males que seriam inevi-
taveis, se oulro fosse o seu proceder o respeito.
A enorme despeza que em nosso porto se faz
com a Cirga, e descarga dos navios, praticagera,
e amarragoes dos raesmos, como nao ignoraes,
merecendo de ha muito o cuidado, e extorco
dosla ossociacao alim do que se tomassem algu-
mas medidas para f.izer cessar semelliante gr-
vame, levou esta directora noraear una com-
raissao para cstudir a materia c dar o seu pare-
cer a respeito.
As s?guiriies consideracoes resultado do
trabalho da commissaovos sao aqui mesmo
approseniadas para que deliberis noque achar-
des mais conveniente.
Nomeados pela Associacao Commercial para
dar o nosso parecer sobre o'melhor modo de re-
duzir as despezas, que actualmente sao obrigados
a fazer os navios que demandaiu este porto de-
pois de estudar a materia, e discutiros raeios de
equiparar estas despezas com as que teem lugar
nos outros portos do Brasil, deliberamos consig-
nar aqui as nossas observarles, que todava
submettemos a apreciado dos senhores direc-
tores.
stao fra de toda proporQo com as que fazem
os navios ra Baha e Rio de Janeiro.
Alguns rxemplos demonstrara a exactido
-do nosso ssscrlo.
O navio James Stewart,(\ne descarregou aqui
um carregamento de bacalhu, e levou outro do
assucar, fez de despea Rs. 2:2618936, quando
no Rio de Janeiro tendo tambem descarregado
bacalhu, e lomado caff despondeu apenas
Rs. 1:2918280 F.m idnticas circurastancias o
navio Slella gastou aqui Rs. 1 6108853, no Rio
de Janeiro Rs. 1:2868110. A barca americana
Imperador descarregou no Rio de Janeiro fari-
nha de trigo e recebeu caff fez de despezas no
mercio presidencia da provincia em 9 de se-
tembro de 1855 nao foram tnleiramente attendi-
dis. Subsistem, por exemplo, os inconvenientes
de ser o negociante obliga Jo a admitlir em seus
navios, nao o pralico de sua confiauca, mas sim
b que designado pela capitana, salvo querendo
Sugeitar-se ao pagamento de urna desbeza dupla.
Somos de opinio que ura pralico a bordo do va-
por de reboque poderia muito bera fazer o ser-
vido de entrada ou sabida dos navios sem a ne-
cessidade de um pessoal to crescido, como o
que actualmente existe. Que a despeza occasio-
riada com tal repartirlo um grave onus ao com-
mercio. prova a somma enormo que a caixa dos
pratcos tem recolhido aos estabelecimentos de
crdito, aonde possuem ra. 23:2308000 era aeces
do\ banco do Brasil.
Sao estas as observares que nos occorre fa-
zer\era desempenho da commissao para que to-
mos nomeados.
Recite, 7 de agosto de 1860.
Antonio Marques de Amorim.
Edward Feotn.
Joo Matheus.
P. C Yon Sohslen. .
Henry Forsler Hitch.
TeAdo a directora da caixa filial resohilo que
do selembro em dianlo nao fossera admillidos a
descont naquelle eslabelt-cimenlo lilulos, cu-
'jos vejiiciraentos se rcalisassem era urna mesma,
: dala, pela ininossibiiidade em que se eslava de
fazer la respectiva cobranza em ura s dia, esla
' direcefio nomeou umi commissao para tratar do
assumpto, e dar o seu parecer conciliando-se os
intereSjSes do commercio em geral. O parecer
dessa commissao foi o seguinte que tambem ora
submettemos vossa esclarecida approvac,o.
A tommissao encarregada pela illuslre di-
reegao ida Associagao Commercial Beneficente, de
indicaras medidas, que convert adoptar em or-
dem a (azer cessar a pratica seguida nesta praca,
de accutiiularem-se os vencimentos de letras em
um s dia de cada mez, prnlica deque lera re-
sultado eerios embaragos, vem apresenlar resu-
midamente o resultado de suas deligencias.
E' manifest, que o actual systema nao pode
Mniinuail por mais commodo que elle possa ser
aos contratantes, em presenta Uj resolucao lti-
mamente \ tomada pela ca,xa filial do banco do
Brasil, delnao admiltir a descont, de setembro
prximo em diante, ttulos vencer em um mes-
mo dia, seno dentro de limites compativeis com
a regularidade do expediente e pralicabilidade dos
recebimentos.
Nestas circumslancias o commissao, depois
de ter apreciado diversos alvilres que lhe foram
propcslos, accordou no seguinte que lhe parece
conciliar os diversos interesses, lano quanto
possivel. i
Que as letras provenientes de mercadorias
serio saccadas pelos prazos que os contratantes
convencionarem, sendo, porm, a data de seu
vencimento
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81 Luiz Amavel Dubourcq Jnior
82 Luiz Antonio Vieira
83 Letellicr & C.
84 Matheus Austin & C.
85 Manoel Gongalves da Silva
86 Meuron & C.
87 Honoel Ignacio d'Olireira
88 Manoel Aires Guerra
89 Manoel da Silva Santos
90 Manoel Custodio Peixoto Soares
91 Manoel Teixeira Basto
92 Manoel Ferreira da Silva Tarroso
93 Manoel Jos de S Araujo
94 Manoel Joaquim Seve & Filho
95 Maia Irmos
96 Molla Irmos
97 Marques Barros & C.
98 Maooel Gongalves da Silva Jnior
99 Manoel de Azevedo Pontes
100 Mauoel Jos Dantas
101 Mello Lobo C.
102 Mills Ltham \ C.
103 N. O. Bieber &. e.
1(14 I'aton Nash & C.
105 Trente Vianna & C.
tO Prudencio Marques do Amorim
107 Rolhe & Bidoulac
108 Uostron Rookcr & C.
109 Rosa Irmos
10 Ramos Duprat <& C.
111- Rabe Scharaetau & C.
112 Saunders Brothers &. C.
113 Soulhall Mellors & C.
lli Samuel Power Johnston & C.
115 Schafheitlin & C.
116 Scotl Wilson G.
117 Sexas & Azevedo
118 Tasso Irmos
119 Thomaz de Paria-. %
120 Tisset Frres *
121 Trsvasso Jnior & C.
122 Thomaz Fernandesda Cunha
123 T. Boroll & C.
124 Teixeira Basto S & C.
125 Vicente Ferreira da Costa
126 Vicente Mendes W'anderley
Salau"associa?o commercial benecente em
31 de juiho de 1860.
GNEROS exportados para o Imperio no exercicio de 1859
60, e comparrdos com outros iguaes exportados no
exercicio de 1858 a 59."
Assucur........
Algodao........
Agua-ardentes
Alcool,........
8

diversas.! C*
........
1858 59
Couros diversos
707,139
10,086
129,933
57,211
1.587
1859 60
953,95")
13,9S:>
295,25
24.C75
140.101
29
DIFFERESCaS.'
2*6.815
3.899
134.279
83,136
1,514

para mais no exercicio de 59 60
para mais dito
para menos dito
para menos dito
pora mais dito
Mesa do Consulado de Pernambuco,
O administrador.
Joao Xavier Carneiro da Cunha.
de juiho de 1860.
O escrico.
Jacome Geraldo Mnrii Lumachi de Melol.
que
do adoptando-se a subdiviso em ras, de modo
que os compradores tomom para aceite das letras
0 dia que lhe corresponder na ordem em que es-
tn collocados os seus estabelecimentos no alma-
nak organisado por Jos de Vasconcellos :ex-
emplifiquemos bairro do Recite, ra da Ca-
deia :
Marliuho & OliveiraIo do mez.
Guiraares & Reg 2
Salvador Pereira Braga3 do mez.
E assim por diante aleo dia 10, vollando de-
pois ao dia Io e repelindo este processo lanas
vezesquantas forern necessarias.
Seguir-so-ha o mesmo systema em rclacao
aos outros bairros. cora a dillarenca dos dias que
a cada um competircra, de modo, porm, que em
cada ra so comecar pelo prirneiro dos referidos
dias, observando-se sempre a ordem em que os
estabelecimentos se achara collocados no dito al-
manak ; e como ah est-jam uxtiemadas asclas-
ses, tambem cala urna dolas comedir pelo pri-
meiro do3 dias que corresponderem a seu bairro.
Concluindo, a commissao de parecer que,
sendo adoplido este systema, e havendo perseve-
rancia eboavontade em sua execuco, desappa-
recero as difficuldades cralas pe'la autiga pra-
tica.
Recite, 7 de ajusto de 1860.
Joo da Silva Regadas.
Francisco Joo de Barros.
Iuo Lilly.
Joaquim da Silva Caslro:
Guilherme da Silva Guimaros.
P. C. Von Sohslen.
F. Sauvage.
Informada esla direcgo de que a cobranza dos
dircitos do algodao de segunda c terceira quali-
dades, por suas respectivas laxas estabelecidas
no consulado geral desta praga, nao eslava em
harmona com os procos do artigo neste mercado
anles ao contrario existia notavel differenca cora
grave prejuizo do commercio, solicilou a atten-
go do Illm. Sr. administrador do mesmo consu-
lado sobre aquella oceurrencia, e teve o con-
lentamento de ser altcndida nesta justa rocla-
raagao.
Havendo un projecto de reforma para a tarifa
das alfandegas do imperio, esta direceo sendo
raaudaJaouvir a respelo pela circular n. 31 do
ministerio dos negocios da fazenda, datada em 9
de selembro prximo passado, transrailtida era
24 do mesmo pela presidencia desta provincia,
nomeou urna commissao para dar o seu parecer,
o qual logo que foi apresentado teve o conve-
niente destino.
Agricultura.
A Iproduceo da provincia diminuio bstanle no
exercicio do 1859 a 1860, como podis apreciar
pelop seguin'es mappns que nos foram ofereci-
dos pelo mui digno administrador do consulado
geral o Illm. Sr. Joo Xavier Carneiro da Cunha.
A diminuirlo maior ainda do que a menciona-
da, iltendndo nao s aos melhores pregos obli-
dos naquelle exercicio, como n acharem-se j re-
colhidos, e quasi todos exportados os producios
da safra, em consequencia da estago pouco in-
vernosa, que reitiuu at maio.
Durante o periodo de nossa administracao fo-Mauoe
rara eliminados por difforenles rasocs 21 socios, i Manoe
admillidos outros tantos'21, sendo conferidos os
ttulos de nossos socios honorarios aos Exm. Sr.
Luiz Barballio Muniz Fiuza, hojo Haro do Bom
J.irdiin e Ambrozio Leito da Cunha, aclual pre-
sidente desta provincia.
As assignaluras dos jornacs da Europa e do im-
perio, teem sido renovadas.
Era contormidade com o que os direccoes pas-
sadas adoptaram, o rendimenlo dos 23 e 2 di-
videndos das 100 acedes da Companhia de Bebe-
ribeque esta associago possueRs. Gl'dOOi),
foram entregues a irmandade da Santa Casa da
Misericordia para os estabelecimentos de carida-
de desta cidade.
Tambera foi entregun ao hospital de cari la lo
a quantia de Rs. 38}055, que a caixa filial do
banco do Brasil nesta praca, nos mandara entre-
gar por contado extincto "banco de Pernambuco,
para ser por nos distribuida pelos estabelecimen-
los pios.
O nosso thesoureiro apresentando suas coatas
moslra um saldo a favor da nossa caixa no 1 do
crrente de Rs. 3:348-9560, que est a cargo do
mesmo.
Eis Senhores o que nos' lembra communicar-
vos, e finalisando osle relatorio compre-nos jgra-
decer-vos a conlianr.a que era nos depositasles,
Alves Guerra, secretario.
Gonc8lvos da Silva Jnior, thesourero.
Joo da Silva Regadas, Henry Forsler Hitch,
Eduardo Peatn, Jos Jacome Tasso, P. C. von
Sohslen, directores.
Relaro dos socios effeclivos "Atociacao Com-
mercial Beneficente.
Amorim Innbs.
Adamson Howio & C."
Antonio Marques de Amorim.
Augusto Cezar d'Abreu.
Antonio Alves Barbozn.
Antonio Jos de Castro.
Azevedo & Mendes.
8 Arkwrighl & C.a
9 Antonio Gongalves Ferreira CascPo.
10 Amara! Alves & C-*
11 Antonio d'Almcida Gomes.
12 Antonio Rolnlho Pinto de Mesquita Jnior.
13 Brender a Brandis & C.a
14 Bar-oca & Medeiros.
15 Basto & I.emos.
TABELLA que indica os dias que compete a ca-
da um ds Srs. logistas da praca de Pernam-
buco para assiynarem letras n'as diversas ca-
sas importadoras pelos dbitos que com as
ntesmas conirahirern, em vista da resolnco
lomada pela commissao norneada pela direc-
eo da associaro commercial beneficente em
7 de agosto de 1860,
I.OJAS DE FAZENDAS.
Ra da Cadeia do Recite.
Dias.
1 Martinho & Oliveira.
2 Guimares & Hego.
3 Salvador Peteira Braga.
4 Joaquim Bopli-ta de Araujo.
5 Manuel Moreira Campos.
6 Joo Pereira Moutinho & C.
7 Gursol & Perdigao.
8 Castro Moura & Gongalves.
9 Campos & Pereira.
10 Valle, Porto & C.
1 Manoel l.uiz Gongalves.
2 Manoel Antonio Flores.
3 Leile & Irrao.
4 Antonio Comes da Cunha e Silva.
5 Lopes & Miranda.
6 Joao da Cuaba Magalhes.
7 Alvaro & Magalhaesl
8 Manoel de Azevedo Pontes.
9 Figueiredo & Irrao
10 Luiz Antonio de Sequeira.
1 Ferreira A Matheus.
2 Manoel Gongalves da Silva.
3 Candido Nues de Meilo & C.
4 Porto Ra da Madre de Dos.
1 Manoel da Silva Poutes.
2 Ponseca & Mar tos.
3 Antonio Fernandes Velloso.
4 Senna & Rabello.
Crespo.
11 Andrade JaRego.
12 Joaquim da Silva Caslro.
13 Joaquim Vieira Coelho.
14 Joaquim Lopes da Cosa Maia.
15 Jos Gongalves Malveira.
16 Campos & Lima.
17 Diogo & Fernandes.
18 Jos Manoel dos Santos Villaca.
19 Joaquim de Azevedo Andrade"
20 Adriano & Caslro
21 Marcellino & C.
22 Guimares ; Lima.
23 Manoel Jos Machado.
24 Antonio Luiz dos Santos & Rjlio.
25 FerrSo & Main.
11 Guimaros & Villar.
12 Jos dos Santos Neves.
13 Francisco Jos Rodrigues Basto;.
16'Bailar & Oliveira.
17 Barros & Silva.
18 Relarmino do llego Barros.
19 C. J. Aslley & C.a
20 Caetano C. da Costa Moreira.
21 C Starr & C.a
22 Candido Jos da Silva Guimares
senlindo porm se ella nao livor correspondalo i A
vossa plena expectativa. Ides agora proceder' G^ucanas S Dubourcq
eleigo dos novos membros, que devem subs- ;
liluir-nos, e como de
presumir que essa esco-
Domingns Alves Matheus.
25 I) .vid W. Bowman.
de Andrade.
Iha recaa em pessoas cujas habililares vos ga- *? Domingos Rodrigues c
rantam o progresso de to til soc'iedade. coa S R p wVd** r
vosco nos felicitamos pela futura prosperidade', !.,,.* ,
desta associaco. V f?. guardo A Burle.
loO Emilie Laurencc.
. Sala da Associago Commercial Bene-131 Francisco S. Rabello & Filho.
e Pernambuco 4 de agosto de 1860. I 32 Frederico Robilliard.
Recife.
fcenle d
Antonio Marques de-Amorim.
Presidente.
Antonio Ignacio do Reg Medeiros.
Secretario.
Recebido d) Io de agos-
to oe 1859 al 15 de
agosto de 1860........
8.614*130
Sendo, saldo da conta da
caixa em o Io de agos-
to do 1859............ 2.405$020
Da companhia de Bebe-
ribe, o 23 e 24 divi-
dendo .................
Da commissso dos feste-
jos a SS. MM. Impe-
riaes, (como sobras)...
Annualidadcs dos socios
da associago.........
De saldo de contas de
premio recprocos___
615*000
55il40
4:792gOOO
247$970
8:6H*I30
Entregue ao Ihesoureiro
dos estabelecimento de
caridade a importan-
cia recebida da caixa
filial em 30 de juiho
de 1859 por conta do
exlincto banco de Per-
nambuco.............. 3843053
Entregue mais a irman-
dade da .Santa Casa da
Misericordia os divi-
dendos recebidos da
companhia de Bebe-' '
ribe................... -8158000
Despendido com o paga-
mento de contas da as-
sociago.............. 4.266J5t5
Rs.
5:265570
3:348560
Saldo em caixa
15 de agosto de 1860.
Joaquim Jos Silceira.
Thesoureiro.
Direcrao que tem de servir de agosto de 1860 a
agosto de 1861.
Antonio Marques de Amorim, presidente.
Jos Teixira Bastos, vice-presidente.
33 Flix Sauvage.
3f Francisco Gomes d'Oliveira.
35 Francisco Xavier d'Oliveira.
36 Francisco Manoel d'Almeida.
37 Ferreira Araujo.
38 Francisco Accioly de Gouveia Lins.
39 Frederico Lopes Guimares.
40 Francisco de Miranda Leal Seve.
41 Guimares & Alcoforado
42 Guilhetnie da Silva Guimes
43 Guilherme Carvalho & C.
44 Ceorge Palchet
45 Gurgel Irmos
46 Henry Forsler & C.-
47 Henry Gibson
48 Hennque Slepple
49 James Crabtree & C.
50 Johnston Pater & C.
51 J. P. Adour & C.
52 Joaquim Jos de Amorim
53 J. Keller & C.
51 Joo Ignacio de Medeiros Reg
55 Jos Vellozo Soares
56 James Ryder & C.
57 Jos Joaquim Dias Fernandes & Filho
58 John Calis
59 BarSo do Livrsmento"
60 Joo da Silva Regadas
61 Jos Nunes de Paula
62 Jos Pereira Vianna
63 Jos Marcelino da Rosa
6! Jos da Silva Loyo
65 Jos Mara Pestaa
66 Joaquim Jovencio da Silva
67 Jos Antonio de Carvalho
68 Joaquim da Silva Caslro
69 Joo Bapsta Fragozo
70 Jos Francisco do S Leito
71 Joaquim'Jos Silveira
72 Jos Jernimo Monleiro
73 Jos Joaquim Rodrigues'da Cunha
74 Joaquim Lucio Manleiro da Franca
75 Joo Cardozo Ayres
76 Jos Anlonio Moreira Dias & C.
77 los Duarte das Neves
78 Jos Antonio da Cunha Irmos
79 Luiz Jos da Costa Amorim
80 Lopes Irmos
14 Joaquim Ferreira de S.
15 Antonio Gonralve
ves de Oliveira.
16 Anlonio Pereira da Silva.
Ra do Queiraado.
11 Manoel Jos Gongalves.
12 Machado & Santos.
13 Manoel Jos de Sequeira Pitanga.
14 Hanoel Jos Leile.
15 Manoel Ribeiro de Carvalho.
16 Jos Moreira Lopes.
17 Jos Joaquim Pereira de Mondonga.
18 Guimares & Bastos.
19 Jos Francisco Lavra.
20 Bernardio Lopes de Oliveira.
21 Joaquim Francisco dos Santos.
22 Albino Jos da Silva.
23 Julio & Conrado.
2! BernarJino Jos Monleiro A; frmo.
23 Antonio Bizerra de Meoezes L\ra.
11 Ges & Bastos.
12 Joao Casemiro da Silva Machado.
13 Albino da Silva Leal.
14 Guimares & Fonseca.
15 Miguel Vieira de Mello.
16 Antonio de Azevedo Villarouco.
17 Carvalho & Gongalves.
18 Francisco Pereira da Silva.
19 Miguel Jos de Abreu.
20 Manoel Antonio do Carvalho.
21 Jos Antonio dos Sanl >s Coelho.
22 Antonio Ferreira da Silva Maia.
23 Jos Teixeira Leile.
2 Francisco Pereira da Costa.
25 Joo Jos do Govela.
11 Joaquim Rodrigues lavares do Mello.
12 Manoel Florencio Alves de Moraes.
13 Joaquim Francisco Lavra.
14 Ribeiro A; Lobo.
15 Francisco Ignacio Ferreira 3s.
16 Anlonio Sergio Pires Muniz.
17 Silvestre Pereira da Silva Guimaros.
18 Jos Marlins da Cruz.
19 Jos Antonio da Casta eS.
Praga da Independencia.
11 Joo Alves Machado.
12 Antonio Casimiro de Goveia.
Ra do Cab'jg.
11 Marlins & Santos.
12 Almeida & Burgos.
13 Moreira & Miranda.
14 Valentim do Valle Lobo.
Cabug.
15 Jos Brando da Rocha.
16 Augusto Jos Ferreira & C.
Livramento.
11 Lesl & Rorges.
12 Coelho & Almeida.
13 Antonio Jos Nunes Braga.
14 Silva A; Ferreira.
15 Anloniu Candido d'Araujo Real.
16 Luiz de Franga da Cruz Ferreira.
14 Jos Das da Silva Guimares.
18 Anlonio Gongalves de Azevedo.
19 Joaquim Moreira Guerrido & C.
Direita.
11 Joaquim Jos Ribeiro d'Oliveira tS C.
Imperador.
11 Antonio Jos dos Reis.
12 Mathias d'Azevedo Villlarouco.
Caes d 22 de Novembro.
11 Domingos Jos Gongalves Pereira.
12 Amaro Goncalves dos Santos.
13 Ferreira & Cruz.
Novj.
11 Vieira & Pinto.
12 Diogo Jos da Costa.
13 Anlonio Jos Pereira.
14 Paria & C.
15 Manoel do Amparo Caj & C.
16 Tertuliano Candido Ramos & C.
Imperatriz.
26 Gama & Silva.
27 Magalhes & Silva.
28 Manoel Jos Guedes de Magalhes.
29 Joo Ferreira Ramos.
30 Raimundo Carlos Lfiite & Irmo.
26 Julio Cezar Pinto d'Oliveira.
27 Duarlo Borges da Silva.
28 MkucI Baplista da Costa.
29 Jo Francisco Paredes Porto.
LOJA DE FERRVGENS.
Cada do Rec fe.
1 Thomaz Fernandes da Cunha.
2 Jos Alves Fernandes.
3 Sampaio Silva & C.
4 Vidal & Bastos.
5 Vianna & Guimares.
6 Antonio Francisco Correa Cardoso.
Dircita.
11 Antonio Duarte Carneiro Vianna (ra Nova.)
12 Manoel Beoto de Oliveira Braga.
Nova.
11 Antonio dos Santos Oliveira & C.
12 Sebaslio Jos da Silva.
13 Moreira & Codiceira.
14 Miguel Ferreira Velloso & C.
15 Jos Lapes da Silva Guimares.
16 Fortunato Ribeiro Bastos & C.
17 Antonio Duarte Carneiro Vianna.
Queimado.
11 Magalhes i Maia.
12 Jos Moreira Ponles.
13 Jos Rodrigues Ferreira.
14 Luiz Antonio de Souza Ribeiro.
15 Santos Oliveira A; C.
16 Muniz & Nevos..
17 Manoel Joaquim Rodrigues de Souza.
18 Joo Jos de Carvalho Moraes
19 Domingos Jos Ferreira Guimares.
20 Machado & Souza.
21 Guimares A; Azevedo.
22 Fonseca A; Vianna.
23 Joaquim Jos d'Arruda
Cinco Ponas.
11 Guilherme Luiz de Almeida.
Imperatriz.
26 Jos Vctor da Silva Pimentel.
27 Francisco Dubarrq.
LOJ.VS DE HIUDUZAS.
Dias. Cada do Recife.
1 Ismael Cezar Duarte Ribeiro.
2 Fonsaca & Silva (2 lujas.)
3 Antonio Jos d'Oliveira Lobo.
4 Domingos Teixeira Bastos.
5 Cuedes Gongalves.
Direita.
11 Caetano Lenidas Gama.
12 Laurenlino Teixeira da Silva.
13 Jos d'Azevedo Maia e Silva (na tua do Quei-
mado )
14 Joaquim Antonio Gongalves da Rocha.
15 Augusto Carlos de Lemos.
16 Antonio Joaquim Machado Brando.
17 Joaquim Aniunes da Silva.
Kangel.
ll Cunha & C.
Imperador.
11 Joaquim llenriques lia Silva.
Crespo.
11 Anlonio Fernandes de Castro.
12 Jos Eleuterio d'Azevedo.
Queimado.
11 Guimares & Luz.
12 Cmara Guimares.
12 Iuuoceiicio Garca Chaves.
14 Jos Aiit;[io dos Santos Araujo.
15 Guimares A; Rocha.
16 Jos d'Azevedo Maia A; Silva.
17 Maia & Barros.
18 Mano! Rodrigues da Silva.
19 Antonio Casimiro de Goveia.
20 Fajozes Jnior O Guimares.
21 Joo Anlonio d'Almeida.
Largo do Rosario.
11 Vicente Monteiro Borges.
12 Manuel Jos Lopes.
13 Victorino Jos Ferreira.
Estrcita do Rosario.
11 Joaquim Francisco dos Sanios Maia.
12 Leile & Malinas.
Cabug.
11 Casfo & Amorim.
12 Mauoel Joaquim Dias de Castre.
13 Custodio Jos Alves Guimares & C.
14 Francisco Garca Chaves.
13 Joo Jacinlho de Souza.
Nova.
11 Nabuco A; C.
Imperalri/:.
26 Narciso Jos Machado A; C.
27 Mauoel Joaquim Dias.
28 Joaquim Francisco dasChagas A; Silva.
29 Joao Augusto llenriques da Siiva.
30 Jos Mara d'Azeve.lo.
26 Manuel Pereira Lopes Ribeiro.
I.OJAS DL CALCADOS.
Cruz do Recite.
Antonio Jos Duarte Sedrim.
Mauoel Teixeira d'Andrade.
Cada do Recito.
Joo Jos de Paira.
Praca da Independencia.
Santos Porto A. C.
12 Joaquim Pereira Arantes.
13 Anlonio Augusto dos Sontos rort.
Cabug.
11 Burle Jnior & Marlins.
Nova.
11 Francisco Antonio do Rogo Mello.
12 Silva $ Ribeiro.
Travessa das Cruzes.
11 Garcia A; Ferreira.
Imperatriz.
26 Antonio Rodrigues Pinto.
27 Vieira Das Pereira A; Guimates.
28 Joo Luiz Vianna.
29 Jos Bitancourt do Amarante.
LUJAS DL CHAPEOS.
Dias. Cada do Recite.
1 Viuva Vieira A; C.
2 Joaquim Luiz Vieira A; C.
3 Joo Antonio Pereira da Rocha.
Direila.
#11 Joo de Souza Marinho.
12 Bento de Barros Fej.
j Nova.
! II ChrislianijA; Irmo.
Caes de 22 de Novembro.
11 Severiano Bandeira de Mello.
Crespo.
11 Maia ; Irmos.
Queimado.
11 Jos Mara Ferreira da Cunha.
Indepeudencin.
11 Joo da Malla Beltro.
12 Joaquim d'Oliveira Maia.
13 Manoel Ferreira Pinto.
14 Domingos Francisco Ramalho.
15 Francisco Jos Gongalves de Siquoira.
16 Guilherme Rodrigues Monte Lima.
17 l'ar A; Santos.
18 Bandeira \- Barboza.
As loltras sero saccadas nos dias anteriores
quando os marcados forern domingos ou dias san-
ios.
Dias.
1
ll

.
Alfandega,
Rendimenlo do dia 1 a 6 .
dem do dia 7.....
62:&342S'.(
8:358^237
71.192526
tlovimento da alfandegra.
Volumes entrados com fazendas..
com gneros..
Volnmes sabidos con fazendas..
com gneros..
139
189
------32S
67
776
------3i3
Descarregam hoje 10 de dezembro.
Barca inglezaSarahcarvo.
Barca ingleza Belem gigos com louca e fa-
zendas.
Brigue inglezBalclutecarvo.
Brigue inglezSea Nymphidem.
Barca americanaMa'rgareth farinha, pimenti
e cha.
Barca americanaDacotahcarvo.
Brigue americanoniofarinha, bolachinha e
papel.
Hiate americanoGeorge Byron farinha, bo-
lachinnha c papel.
Brigue porttiguezActivoo resto.
Brigue brasileiroCastro IIIfarelo.
Palhabote brasilciroDous Amigosdiversos g-
neros,
alera froncezaAdelefazendas.
Patacho hamburguez Thekla Schmidt fa-
zendas.
Rccebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimenlo do dia 1 a 6 4:070520.T
dem do dia 7........ 9S9fi7t
5 059?9i
: T-,-


()
DURIO W PHINABMUOX SEGUNDA FEHU id DE DEZEMBRO DE
1860.
AlgoJo -
'^sno'i -Tnnn P"rado | S1 Pdeo enircgarqi.aesquor documentos
9tm J;000 rs e bruto a julgarem convenientes, ou como titulo de h
rs. por
Consulado provincia
Rendimento do dis 1 a 6 14-90*290
I-Jen. do dia 7.......1:303*468
16:206>7i8
PRACA DO RECIFE
S DE DEZEM3RUDE I86o>
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios----------Saccou-se sobre Lqadres i
26 i2. 26 3)4e 27 d. por lj0*0
rs., sobre l'aris 365 rs. por
Ir., sobre Hamburgo & 584 rs.
por M B, e sobre Lisboa 110
por cento de premio, regulan-
do por 53.0O _> o valor dos
saques.
O superior venden-se a 8J60O,
e o regular 8t)40 rs. por "ar-
roba.
Assuear----------O branco vendeu-se de 4#20'J a
4j8O0 rs., somens de 3MOO a
3700 -
de
* 2^600 rs. por arroba.
Agurdente-------Vendeu-se a OOgO pipa.
Couros- Os seocos salgados venderam-
se de 225 a 230 rs. por libra.
Azeitc doce-------Vendeu-se a 2;600 rs. o
galo.
Arroz-------------dem de 2J600 a 3,000
arroba.
Bacalho----------Era atacado vendeu-se IOjj[20P
por barrica, o a retalho de
de 9jf0O0 a 124 eni deposito 13.000 barriras.
Caf----------------VenJeu-se de CjdOO a 70000 rs.
por arroba.
Cha-----------------I lem do I56OO a I38OO por if.
Cerveja-------------dem de 4 100 rs. por du/.ia
de garrafas.
Cobro------------- Para caldeireiro vendeu-se de
80 960 rs. por libra, e para
forro 760 r..
Carne secca- A do Rio Grande vendeu-se de
1$600 a J500 rs., e do Rio di
Prata de 3jf200 a :)!00 rs., li-
caudo em ser 53.000 arrobas da
primeira, e 13,000 da se-
gunda,
de trigo. Chpgaram nesta semana quatro
carregamentos, dos quaes um
seguio para o sol. Rotalhoti-se
de 20 a 23-000 a de Phila-
delphia, 22^000 a de New-Or-
leans, 2S0OO a de Trieste, e de
225000 a 2HSP00 a de Rich-
mond, ficand>em ser.: 6,900 da
primeira, 500 da segunda, 2,400
da terceira.e 2,000 da qnarta
Par. de mandioca Vendeu-se de jiOOO a 1-500 rs.
por sera.
Ffijao-------------dem 1)3600 rs. por ai-oba.
Follu defbndres dem de 19-JOO a 2O5COO rs.
caixa.
Uanleiga- a ingleza vendeu-se 800 rs p
a franceza de 60
Para o Rio de Ja-
EITAL. !
De ordem do Exm. Sr. director interino o
conaelheiro Pedro Autran da Malta e Albuquer- I
que se faz publico, que flca marcado o prazo de
seis mezes, contado da dota deste, para a inserip- \
cao dos que pretenderen concorrer ao lugar de
lente substituto desta Faculdade, vago pela no- sao em poucos dias o brisar n.,.'>ARtl r,r,n
meacao do Dr. Braz florentino Henriques de quem no mesmo quizer caro*^T L ..
ouza para a cadeira do fallecido Dr. Ni.no Ay- consignatarios Baln"* Olivisf ".?/.V-"- r.
que de A vellos Annes de Brito Inglez, e accesso deia do Recito-n. 12 "U rua da Ca"
do substituto Dr. J0S0 Silveira de Souza. a prl-
neiro
meira cadeira flo segundo anno, deixada pelo
mesmo Dr. Braz pelo que todos os pretndanles
ao dito lugar se ^oderao apresentar desde j nei-
ta secretaria para inscrever seus nomes no Hvro
competente, o que lhes permiltido fazer por
procurador, se.esliverem a mais de 20 lernas
desta cidade, ou tiverem justo impedimento Sao,
porem, obrigados a apresentar documentos que
moslrera sua qualidade de cidado brasileiro e
Jo que esto no gozo de seus direitos civis e po-
iticos certidao de baptismo, folha corrida do
lugar de seus domicilios, e diploma de doutor
por urna das Facilidades do Direilo do imperio
ou publica forma, justificando a impossibilidad
la apresentacao do original, e na mesma ocra-
Cear.
Palhabote Sania Cruz, recebe carga a frete e
passage.ros a tratar com Caelano Cyriaco da C.
U. & Irmao. no lado do Corpo Santo n. 25.
Para o Asu' e Aacaty
*ih -T, ",carga que hourer hial -Camara-
gibe a tratar na rua do Vigario n. 5.
Lisboa.
1386 de 28 de
de numero 1568
Farinli
que
. habi-
uacao, ou como provas de servicos prestados ao
estado. 1 humaninade ou a sciencia, dos quaes
se lhes passar recibo, ludo de conformidade
com os artigos 36 e 37 do decreto
abril de 18H, o 111 e segrales
de 24 de fevereiro de 1855.
E para que chegue ao conhecimento do lodos
mandou o mesmo Exm. Sr. dirpclor interino affl-
xar o presente, que ser publicado pelas folhas
desta cidade e da corle.
Secrelari* da Faculdade de Direilo do Reeife
Ib de jiinho de 1860.O secretario,
Jos Honorio Bezerra d Vonezes
Secretaria da Faculdade de Direito do Recife I
6 de dezembro de 1861. O offichl servindo de
secretario, Manoel Antonio dos Pa3sos e Silva !
Jnior. I
Directora geral da instruc^ao
publica.
Fago saber aos inleressadoa aue o Illm. Sr. di-
rector geral interino, de conformidade com as
'ostrupeoes de 11 e junho d(, 1859> lem desi
do o da 10 do corrente, pelas 10 horas da ma-
nhaa, para o exame de verificacao de capacidade
para o magisterio, dos oppositoies s radeiras
vagas de inslrucco elementar do 1
se aeham a concurso. Os senhores que para esse
hm seins;reveram no prazo marcado no edilal
de de novemhro ultimo, sao convidados a com-
parecerem nesta reparlieio no referido dia e hora
Secretaria da inStrucclo publica de Pernambu-
co 6 de dezembro de 1860O secretario interino
Salvador Henrique de Albuquerque.
lopVaSahrbre,ementea barca Gralido por
er parte Jo carregamenlo prompto ; para o res-
r0,^?.588^1'- ,raclase cora os consignatarios
CarvalhoNogueira&C, rua do Vigario n. 9
pnmeiro audar, ou com o capilo Borges Pestaa
Para Lisboa,
ST ?? fahJr COrn br,evidade > bem conhecida
e acreditada barca Flor de S. Simio,, para
m,JV?.,,geI,?s\,!r,la-e com Carvalho No-
mi co"A 2! d0 V'sano 9- Pr'Q'eiro andar,
ou com o capilao.
Para a Bahia
pretendo seguir cora moila brevidade a sumaca
nacional xllortencia, a qual lem prompta parte
de sen carregamenlo : para o resto que Ihc fal-
ta, irata-se com o seu consignatario Azevedo &
Vendes, no seu escriptorio rua da Cruz n. 1.
Para o Rio Grande do Sul
segu cora brevidade a barca tMalhilde por ler
a maior paile da carga prompta : para o restan-
te, trata-se com Manoel Alves Guerra, no seu
escriptorio ca rua do Trapiche n. j4.
sua taberna sita no pateo do Terco n.
O. englobado ou areUlho a vontade
dos compradores: terqa-feira H do
corrente as 1 i horas em ponto.
LEILAO
Attenco.
Contrata se por venda a casa de negocio da rua
da Cruz n. 15, hvre e desembarazada : a tratar
na mesma com os propietarios Pinlo & Carvalho
- Precisa-se de um moleque ou preto para o
bolequim do caf dos arcos, ,, ,raTssa darru
do Imperador, para oservico do mesmo : a pes-
soa que tiver. annuncie ou dirija-se ao mesmo
botequun do Paiva, que l achara com ouera
iratar.
Precisase alu
gar urna ama forra ou capliva
para urna casa de pouca familia, que saibacz I
Il.. dnlT"" *' a tr8,ar na rua d0 Seve ou
!':a *!S?.r ,errea O Sr. Tiburcio aonde
onde
no principio da esrada'
lem o lampiao do gaz.
A.rtm"?a",e "m 8ili0 '
doa Afilelos, perlencente a viuva de Jos Joa
18, segunda loja rindo do Rosario.
Terca-feira 11 do corrente
as 11 horas em ponto.
Rua da Gloria n. 27.
(Sem limite)
hora cima designado de todos os
lentes na mesma casa e por todo
de pessoa queso relira para
movis exis-
preco por ser
serlao.
Avisos diversos.
ni. A(*am;se A venda na livraria da rraca da Independen-
^pogr^hia' ^ bem CnheCdaS flhUhaS imPressas nes?a
Folhinha de porta ou kalendario eeciesi
para o
Perdeu-seumaIGnetedepeito, de
ouro, com um retrato : quem o achar,
querendo restituir, dirija se a rua do
Imperador, n. 17, pnmeiro andar, a
se recompensara'.
O aba
que
astico e civil
n.. ., aspado de Pernarabuco........
Ulta de algibeira Mateado lita do kalendario ecclesiasco e civil,
explieafio das fesias mudaveis, noticia dos planeta/
tabellas das mares e nascimenio e occafo do sol'
ditas dos emolumenios do tribunal do comrtercio '
ditas do sello; ditas do porte das carias; ditas
dos impostos genes, provinciaes e municipaes, ao
que se junlou urna colleccao de bellos e divertidos
jogos de prendas, para entreleniraenio da mocidade
reo r3
h,rnr Rio/l? Janeiro va: seguir com
We uacional Encantador, de
recebe ..l^miia carga a
Asit^wa
>ec!ara?oes.
CORREIO
PeU administracSo do correio desta provinci
e faz publico, que em conformidaie do decrel
frele : Irala-se na rua da Cruz
capito a bordo.
n. 45 ou cora o
-xo assignalo, comprador da luja do r-e(- nrx ,JSS ue Pnoas. para enirelenimenlo da mocidade. 320 rs
SrSa.farWi'Bi^:Loas0^,"^ ?u^ e ou,ra f0,hi,llla nd
rbM" "!'"! !::i""""t"' 'touas.asora^ocs para assistir a semana santa, etc fom
.dr. lPoS ... I tran SgOO rs. a
Passas Venderam-se
caixa.
- dem de 58600 a COOO rs.
- dem a 2-5U)0 rs. os tlamengos.
- dem a 7fi5(!(l rs. por 3).
- I lem de UO^OOO rs. a pipa.
- Sem transAcroes.
Hsssas----------
Oueijos -
Toucmho- -
Vinagre -
Vinhiij- -
a
a 6b0 rs I *" 4iw1iUDle0J <,ue om conformiJale Picando em deposito 800 barris! SwSLTiI 1 ma'? ^e 185, e rosPectiv:,s ins-
truccoes, levo lugar hoje o processo do abertura
oas cartas atrasadas pertencenles ao mez de no-
VP, .ar2^ft 1859- ""Jpmnadas a consumo pelo
il. IJ8 Bo regulamento geral dos correios de 21
de dezenibro do 181, assislio ao dito processo
o negociable Jos dos Santos Ne.ves, dessa aber-
tura nao rtesullou arharem-se documentos de im-
portancia. \ Por ultimo procedeu-se a queima
das menciohadas cartas de que se hvrou o res-
pectivo (crino, que 6 o que se segu. Adminis-
a 60 por
e pelo al-
Stearina----------Em velas vendeu-se
libra.
Frotes-------------Para o canal a 35,
godao a 7|16
Desceios regulou de 10 por cento ao
anno, descontando a caixa cer-
ca 30 contos do ris a 10
por cenlo ao anno.
^l-jcs.....Do Novo Banco, ao
par.
Movimento do porto.
\>uos entrados no dia 7 [ larde.)
Cariil-l das, brigue inglPz Laura Jennetle
de zl 1 toneladas, capilo E. Skinner, equipa-
gem ll.c-irga trilhos de ferro para a estrada
de ferro ; a ordem.
[Jem15 dias, brigue ingle habella, de 20S
toneladas, capao F. Howell, equipag'm 9
carga carvao do podra e Inllio de ferro para .1
estrada de ferro ; a ordem.
A"",y,6 dias- n".ale brrsileiro Inaeiicwl, de
38 loneladas, capilo Jos Joaquim Alves de
Silva, erjip.lgcra o, rarga couros e mais gene-
ros ; ao mesmo rapiio.
Rothedam 41 dias brigue escuna holandez
Cici'a, do 2-:j toneladas, capilSo F. C Schol
equipagemlO, carga varios gneros ; a liran-
der a Rrandis.
'MlNteli|hMII das, barca americana Unido,
de IOS loneladas, capiSo Williara Heard
c lu.pagera 10, carga 1800 barricas cora faii-
n.i de trigo c mais gneros; a Matheus Aus-
un <\ (j.
.\aiins sahidos na mesma larde
Hampton Iloads Patacho
/-
V3^^0 co\rei,) de Pernambuco 3 de dezembro
do 1SG0.O administrador.
\Damingos dos Passos Miranda,
termo do consumo das cartas atrasadas nerlen-
renles ao mez de novembro de 1859
Aos 3 de dezembro de 1860, nesta administra-
cao do correio de Pernambuco. as 11 Horas da
manhaa, estando presante o Sr. administrador
Uomingiis dos Passos Miranda e mais emprega-
dos, abaixo assignados, procedeu-se em viriude ^arg engajada;
8 do regulam-nlo gerfl dos correios '
COMPANHA BRASILEIRA
UE
irioDiiras &Tim.
tspera-sedjs poitus do sul >t o dia 14 do
corante o vapor Oynpock, commar.dante o ca-
Pitao lente Santa Barbara, o qual depois da
aemora do costme seguir para os portos do
norlp. '
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir, a qual de-
vera ser embarcada no dia de sua chegada :
8rf 3C rU? da Cruz D- 1. escriptorio de Azeve-
do & vendes.
Aracaty.
Segu nasles dias o hiato Vdela ; para o
resto da carga e passageiros. tratase com Caeta-
no Cjnaco da C. M., no lado do Corpo Santo nu-
mero 2o. r
Para
-.0 ....... ...v e.-ru. UU3 1VIIVHIS dO
l de dezembro de 181 f, o consumo de 365 car-
las, sondo 9carlas selladas e 216 nao selladas
na importancia de 363280, cuja importancia va
opscarreg-ida nesta data ao respec'.ivo administra-
dor e ihosoureiro.
E para constar1 so lavrou este termo em que
assignou o referido administrador e Ihesoureiro
e eu FranciscoSitfaoea da Silva, ajudanle e con-
^idor o oscrevi.O administrador, Domingos dos
lapsos Miranda, os offlciaes papelistas Ismael
Amavel Gomes da Silva, Eduarda Firmino da Sil-
va L,,,z ,jp Fran;a de Oliveira Lima, o pratican-
L?.liVai* Feur;;a -,la r'lr'i"n'-"'a. o porteiro
Manoel Mannho de >ouza Pimenlel.
Avisos maritioios.
Porto por Lisboa no
da 15.
a Baha segu em poucos dias o palha-
Dous Amigos, lem parte de sua
para o resto, trala-se com seu
consignaiano Francisco [.. O. Azevedo, na rua
da Madre de Deus n. 12.
Porto por Lisboa.
A barca portugueza Silencio, capillo Fran-
cisco Martins de Carvalho. pretendo sahir com
toda a brevidade para os portos cima indicados :
1'ieni na mesma quizer carregar 011 ir de passa-
gem, dirlja-se ao consignatario Manoel Ferreira
da Silva Tarroso, na rua de Apollo n. 28, ou ao
referido capilo.
Para o Porto e Lisboa,
I o brigue Esperance sahirl com toda a brevida-
[de : para carga e passageiros, trata-se com os
consignalarios Barroca & Mcdeiros, na rua da Ca-
deia do Recife n. 4.
w
Roa do Bru, passamlo o chafariz.
No deposito deste estabelecimentofemnre ha o-iinlocn,.i;^^ 1 O
imo assento;
Rodasd'agua deerr0 com cubos de madeira," larras leves "nrlf.*"
Szb,epor sd'asua para d.iu!-e ^K^aKSi^-
HoendM inteiras cora Tirg. n muilo fia tes e conrenienles
a^Jfa^Sl&f?e pDrla!0 f01TO para a ,or"alhas
_e mandioca, fornos para cozer farinha':
tSSSiJh^*^? taman'r ^ Vapr' a^ua' cavallos ou Bois
Aguiihoes, bronzes, e parafusos, arados, ei\os
D. W. Bowman, achan
ferercia.comque o honrara
viada, e pelo facto de ter mandado construir pessoalmente as s
dnrmpTrP COn,"lu^oJda sua ferina Pernambuco, para modi/ica
dor, ede fazer os concertos de que podero necessitar. moaiuca
sos arados eixos e rodas para ca,rocas, formas fialvanisadas rara km
hando se na direcoao da sua fabrica, confia que Jm^JTS
., pela boga experiencia que elletera do minmnnZ^. f .,u
etc., ttc.
tudo digno da pre-
pro-
ancas da Inglaterra,
o mecliamsmo a vontade de cada compra-
mechantsmo proprto para os agricultores dtsta
obras as mais acreditadas fab
OLEADO PINTADO
Rio-Grande do SulBrigue nacional
capilo Franeiscode Assis Goncalves Pai
c^r;i assuear e ra?is genoros.
Rio : roBrigue nariona
la, Manoel Jos Vieira. carg assuear
1 raros a entregar.
h-'i! :~^'V'Vr'g;'z '''""'' "Pil5 Thomas
11 :, cru lastro -lo assuear.
Observaco.
O brigue escuna holandez Ceeitia. arriboa a
este pono po, haver perdido o mastro grande
seu de.tuoera para Java.
Para o Rio do Janeiro vai seguir com brevi-
de primeira classe e marcha.com a car^aoue t:dade br,gue nSC,onaI Mentor, recebe ainda
Algrele, \ ver : e para carga c passageiros. aos quaes effe- 1 Can?a a frel?' ,r!t,-1? na rua da Cruz n- 5, com
Bo linh os.
Preparam-se bandejas enfeiladas rom rfi
versos modelos de bolinhos dos ma.s pC.Ui~
!1 ".em i"0-*80 mercad. Pa" bailes, calamen-
tos feslas de .grojas e solemnisar as formatos
f"; o-enticos; tudo da forma "
S" a|-cncoramc'jdos: dirij,m-se a rua da
que
a Pe-
rece excellentes comraodos e bom Iratamenlo
/),,- i rala-se rom Elias Jos dos Santos Andrade & C,
Damuo, cap- na rua da Madre de Dos n. 32,
mais lo. Roga-se aos
011 com o capi-
viuva Amorim & Filho.
Maranho e Para.
Segu com brevidade, por j ler parte do seu
mtmSTrfo^r^^JZ^^r^10 P"" "^ rUm P0r,' bera c-
M nhecido brigue escuna Graciosa, capilo e pra-
a.
I
3
3 I
Horas
3
a
3
it'ttosphera.
-1
y
'30
I Cisterna hydro-
melrica.
>
2*8
-i 5
5=
9
suas passagens.
rara
tico Joao Jos do Souza, e podendo completar
, o carregamenlo todo s para o mesmo porlo do
1 Para, seguir em direilura sem locar no Ma-
ranho.
EXTRACTO
COMPOSTO DE
%IhL$k PAMILHA E)R- TWKl[i
AIELIORADO E FABRICADO SOB ADIRECgAO' DO DR JAMES R. CHILTO.V,
__________________O eliimico e medico celebre de Stow York
i30
V.
~1
en
OO
Francs.
._ ._ I
e i- i o
Inglez,
vento E
A iioitcconservou-se sempro nublada,
regular o assim amanhereu.
OfiCILlACAO DK MH.
Preamar as 11 h. (' da manhaa, altura o o
Baixamar as 6 h. 06' da larde, altura 1 6 o
ll'i.nn-iUri" dr* ______! __ _''.
Rio de Janeiro,
segu nesles dias a barca Castro III por j ter
parte do carregamenlo prompto : para o resto da
carga e passageiros, trata se com os consignata-
rios Pinto do Souza & Bairo, na rua da Penha
n. 6, ou com o capilo Antonio Goncalves Torres
na praca.
Porto e Lisboa
A bem conhecida barca portugueza Sympa-
Uiia, capito Nogueira dos Santos, vai sahir b/e-
vemenle para os portos cima indicados; quem
na mesma quizer carregar ou ir de passagem
podera cntender-se com os consignatarios Rallar
& Oliveira, rua da Cadeia do bairro do Recife nu-
mero n. 12.
B
Observatorio do arsenal
zembro de 1800.
de marinha, 7 dede-
ROJIANO STF.PPLF.
Io lente.
Edita e?.
O Illm. sr. inapeclor da thesouraria pro-
vmnal. em cumprimento da resoluco da junta
da la/onda, manda faz^r publico, que a arrema-
UCo da illuminacao publica da cidade de Olinda
foi transferida, para o dia 13 do corrente
E para constar se mandou aflixar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria
COffiPANHlA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Espera-se al o dia 5 do corrente o vapor Pa-
ran, commandanle o primeiro lente Torre-
zo, o qual depois da demora do costume se-
guir para os portos do sul.
Recebem-se desde j passageiros e engaja-sa
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
vora ser embarcada no dia de sua chegada : agen-
cia rua da Cruz n. t, escriptorio de Azevedo 4
Mendos.
Albardas rudezas.
Para liquidar,
Quarta-feira 12 do correnle. s 10 horas di
manhaa, no escripiorio Oo agente Oliveira, sero
vendidas sem reserva de preco para fechar enn-
las. 46 albardas completas, inglezas do melhor
syslema para supnortar grando carga sera ma-
guar os animaes.
4 GRANDE SUPERIOMDADE DO EX-
TRACTO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se p lo seo extraordinario
e quasi mi rculo so effeito no
Mague.
^^rnc;^rrrr:'!,AS^L^>,ER,,icK',oGMsi'ee,:
seod, consiJeraraolo ser o extracto original e "e-
nuino de salsa parrilha do Dr. Townsend.o
qual primeiramenle sob este norae foi apresca-
ladoao publico.
BOYD PAUL. 40 Conlandt Street.
Cada um sabe que a saude ou a inferraidadeI WA,LTER- B TOW.NSEND & Co, 218 Pear
O hiate Garibaldi, segu para o Cear em pou-
eos das : a Iratar com Tasso Irmaos ou com o
'la thesouraria provincial de Per- caPliU0 Custodjo Jos Vianna.
iro 1860.O secretario,! Para Lisboa
O brigue portuguez Constante pretende se-
guir viagam com a maior brevidade.para o ane i
^mPar,e da carga engajada : quem no mesmo
_ L !_**"_? d0 Pas"gem, para o que
lem ac,doscommodos. dirija-so ao consignata-
rio Thomaz de Aqnino Fonseca, na rua do Viga-
rio b. 19, primero andar, ou ao capilo o Sr.
Augusto Carlos ot Reis, na praca.
nambuco, 6
A. F. da Annunciacu.
De ordem do Exm. Sr. Visconde de Cama-
"gibe, director desta Faculdade, so faz publico
que no da 15 do corrente se iluda o prazo para
a inscripcao do concurso a urna subslituicao vasa
nesla faculdade de Direito, segundo foi anin-
ciado por edial de 16 do junho do corrento anno,
cujo iheor e o segninle:
Terca fcira 11 do corrente.
DE
lima taberna.
Rua da Praia n 35.
Antunes autorisado pelo Exm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio far leillo a requerimento
doscredores do Costa Silva, da armaco, per-
tencese todos os gneros existentes n taberna
sita na rua da Praia n. 35, o qual ser em dita
taberna as 11 horas da manhaa.
Terca-feira XI do corrente.
DE
Urna taberna o paleo do
Terco n. 20.
Antonio Serafim dos Santos Lima
com autorisacao de seus crores fara'
leilao por intervencao do agente Cunar-
godesui taberna consittindo etn armt-
Qao, gneros e mais utenctiios u'a dita
depende directamente do estado desle floido vi-
tal. Islo ha de ser, visto o partido importante
que tem na economa animal.
A quautidade do sangue n'um homem d'es-
lalura mediana est avallada pelas as prirneiras
autoridades em vinte e oilo arralis. Era cada
pulsacao duas on5as sahem do cora5o nos bofes
e dalli todo o sangue pa?sa alem no corpo huma-
no em menos de qtro minutos. Urna dis-
posicao extensiva tem sido formada o destinada
com adra.ravel sabedoria a destribuir e fazer
circulrosla courrnte db vida por lo las as
partes da organisacao. Deste modo corre sem-
pre pelo corpo em torrme, o qual a ran
fonle de infermidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se emprenha
de materias ftidas ou corrompidas, diffunde
com velocidaue iclectbica a corrupcao as
ma.s remotas e mais pequeas partes do corno.
U veneno lanca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veias, e pelos vasos capillarios,
ale cada orgo e cada teagem so faz complela-
menle saturado e desordenado. Desta maneira
a circulado evidentemente se faz um engenqo
poderoso de doenca. Nao obstante ple tam-
bem obrar com igual poder na cri?gao de saude.
Eslivesse o corpo infecionado da doenga maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glan luloso, ou muscular, se smente o san-
gue pode fazer-se puro e saudavel ficar superior
a doenca e inevitavelmente a expellir da cons-
tituico.
^ O grande manancial de doenca enlo como
d' aqui consta no fluido circulante^ nenhum
medicamento que nao obra directamente sobreel-
le para puriGcar e renova-lo.possue algum direi-
to ao cuidado do publico.
O sangue I O sangue o pomo no qual
se ha myster fixar a attengao.
O ORIGINAL E O GINUINO!
0 PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguisla na cidade de
Street.
LKEDS& IIAZARD, 121 Maiden Lae.
JOHN CABLE & Co, 153 Water Streel.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
S.&J.F. TRIPPE, 92 Maiden Lae.
^RAHA.M Co, 10 OldLIip.
OSGOODA JENNINGS, 188 Pea.l Street.
R. B. HAVILAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON, R0BINS& Co, 134 Water Sireel.
THOMAS & MAXWELL, 86 William Street.
WVI. UNDERH1LL. Junr, 183 Water Street.
DAVIDT. LANMAX, 69 Waler Sireel.
MARSH NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTO.N.BABCOCK & WOOO, 139 Mai-
den Lone.
PENFOLD, CLAY& Co, 4 Fleicher Street.
OLCOTT, M KFSS05 & CO, 127 Msiden
Lae.
A. B. & D. SAN'DS. 100 Fulton Street.
SCHIEFFELIN, BROTHER & Co, 104 _
lOOJobnSt.
LEWIS & PRICE 55 Pearl Street.
HAVILAND, KEESE & CO, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & CO, 110 Broadway,
lOAslor. *'
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
atreet.
PHILIP SCIIIEFFELIN
Streal.
POU & PALANCA. 96 John Street.
_?_W00D & COFFIN. 64 Pearl Streat.
RUST & HOUGHTON, 83 John Street.
I. MINORA CO. 214 Fiiton Street.
INGERSOLL & BROTHER, 230 Pearl Street.
JOSEPHE TRIPPI. 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KLNSLEY, 45 Cortlandt
Si ron I
& CO, 107 Water
B. A.FAHNESTOCK A Co. 49 John Street.
CONHECEMOS A ARYORE E SU AS FRU-
TAS ,
E IGUALMENTE
Conhecemos um Medicamento nos seus Effeilas.
O extracto composto de Salsa parrrlha do
Dr. Townsend esta
0_EDIC4_E.YTODO POV0
Adata-so iao maravilhosamente a constituido-
que pode ser ulilisado em quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E DEBILIDADE,
fortalece;
ONDE E' C U R R U P C A O,
purifica;
ONDE HE PODR DAO,
AL1MPA.
Este medicamento celebrado que lao grandes
servicos presta a humanidade, preparase apare
na nova fabrica, na esquina das ras Fronte
Washington, Brooklyn, sob a inspeccac directa
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da Cidade de New-York, cuja cer-
lidao e assignatura se acha na capa exterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL E GENUINO
extracto composto de salsaparrilha
DO DR. IWftSEAD.
O grande puriticador do sangue
CURANDO
O Herpes
Pear
Street.
HAYDOCK, C0RLIES& CLAY, 218
Street.
CUMMING & VANDUSER, 178 Greenwch
Street.
A Herysipela,
A Adstriccaopo ven-
TRE,
As Alporcas
Os Effeitos do azo-
GUE,
Dispepsia,
As Doencas.defiga-
DO,
A Hydropesia.
A Impinge
As Ulceras,
O Rhecmatismo,
As Chagas
A Df.dilidade geral*
AsDoencasde pellk
as borbulhas ia ca-
RA,
As Tossesi,
Os Catarriios, As Tsicas, btc.
OExIracto acha-secontidoemgarrafas quadra-
das e garntese ser mais forie e melhor em lo-
do o respeito a algum outro purieador do san-
gue., conserva se era todos os climas per cer-
lo sspa$o de lempo.
Cada garrafa do original e genuino
exterior de papel verde
*.__!__nfSft J__f"f'N,w Yo,k' *em pl~ -u&"'21 -**- *-,_.
ex/ractu do Dr. Townsend tem a assignatura e a certido do Dr. J. R. Chlitton, na capa


DIARIO DE f-ERNAMBlCO. SEGUINDA fERA 10 DE DEZEMBRO DE 1860.
(')
DE BANHOS
_____ HO ______
. tt je: ac c i's A-kmi -
Assignatura da banhos frios,mornos, de choque ou chuviscos (par urna pessoa)
ton* los em 30 dias consecutivos. ....... ; *. 105000
30 canoas paraos ditosbanhos temados era qualquer lempo...... 155000
15 Ditos dito dito dito 8000
7 ...... "OOO
Baahosivulsos, aromticos, salgados esulphurososaosprecos annunciados.
Ertaraluccao de presos facilitar ao respeilave) publico ogozo das vantagens que resultara
da f raqueada de um estabelecimeulo deuma utilidadeincontestavel.mas que infelizmente nao
estando em nosso* hbitos, ainda pouco conhecida apreciada:
EAU miNERALE I
NATURALLEDE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n.22
INJECTION BROU
Remedio infallivel contra as ognorrlias antigs e rcenles.
nico deposito na botica franceza, ra da Cruz n. 22.
Preco do frasco 3J000.
Charutos.
Gustavo Boussel & C. receberam pelo ultimo
navio um esplendido sorliraentp de charutos de
Havana dos melhores vindo a este mercado, os
quaes estao a disposicao dos freguezas, na ra
da Cruz n. 5.
Precisa-se de ariadorcs para a fabrica do
Monteiro : a tratar no deposito da ra de A-
pollo n. 6.
Aluga-sc o segundo andar da casa n. 6 da
ra da Lapa com muitos cemmodos para familia;
a tratar na ra da Moda n. 41.
Verdadeiro caf de Moka, s
no hotel trovador, ra larga
do Rosario n. 44.
A qualquer hora do dia ou da noite encontrar-
se-ha nesle eslabelecimento goslo dos fregue-
zeso verdadeiro caf de Moka. bera assira sor-
vetes das melhores fructas que exislem no mer-
cado, das 6 horas da tarde em diaote, Repetese
o annuncio para mdior ciencia do publico e ha-
ver neste mesmo eslabelecimento cernida feita a
qualquer hora que se procure, e bem assim o
fornecer-st para casas particulares. No mesmo
hotel precisa-se de um moleque captivo para o
s'vqo interno e externo.
AOPIBUCO!
} O arrematante da luja de miudezas da
5 ra do Livramenton. 2, que fui de Igna-
cio Nery Ferreira da Silva Lopes, avisa
aos devedores do m^smu que smenle dc-
vem ir pagar s 'us dbitos na loja de miu-
3| dezas da ra da Iinier Iriz n. 82, sob
X pena do pagarem segunda vez no caso de
1 que paguem a onlrem.
Apprehenderam se 16 volumes de diversa8
obras de direito e lilleralura auto preto que a8
andava offerecendo por diminuto prego, e algo- so 0u "defronte do referido aVmazcm, e para tra-
Photographia, ambrotypo
e daguerreotypo.
' Eduardo Gadault vende nao s machinas coro
todus os objeclos concerneotes esses differenles
modos de retratar, incumbindo-se alem disto de
mandar vir qualquer encommenda : os pretn-
danles podem procnra-lo em seu estabelecmen-
to de retratos oleo e daguerreotypo, na ra
Nova n. 23, primeiro andar, sobre a loja de cha-
peos de sol de Mr. Manoel Ain.
Precisa-se alugar urna ama para cozinhar
em una osa de pouca familia : na ra do Tra-
piche n. 26.
Mudanca.
Carros fnebres.
O Agr, administrador dcsle eslabelecimento,
faz ver ao publico e aos seus amigos, que no dia
30 do correle faz a sua mudanca para a ra No-
ra, casa n. 63, ondo tem o seu escriptorio de
enterroi ; e a entrada dos carros fnebres pela
ra das Flores, onde os tem patentes a loas as
pessoas que os queiram ver, pois espera ter este
eslabelecimento ainda em maores proporcoes de
queja tem. e corita que o publico e os seus ami-
gos o coadjuvarao neste empenho, certos de que
para ludo quanto estiver ao seu alcance para be ni
dasempenharas suas obrigaces ; o cnconlrarao
sempre no eslabeleciruenio a qualquer hora do
dia e da noite. Approveita o ensejo para agrade-
car a confianza que o publico e os seus amigos
lhes tem prestado, pelo que eternamente graio.
Muiti se deseja fallar rom ossennores abai-
xo declarados, na ruado Queimado n. 39,loja.
Antonio Jos deAmorim.
Antonio Francisco da Silva.
Manoel Jos Hlele Meiriz.
loaqaim Jos Botelho.
T Aluga-se urna ptima casa terrea com com-
modos para urna grande familia bastantemente
fresca e em estado de nao precisar o menor re-
raro, situada na ra da Palma n. 'Ji : quem pre-
tender alugar e a queira examinar pode procurar
a chave na ra da Concordia n 34, armazein do
C01TS7LTOEIO
CENTRAL HOMO O VTIIH O.
Ra de Sanio Amaro (Mundo-novo) n. (3.
O Dr. Sabino O. L. Pinho d consultas! venientes na pralica, principalmente para os m-
todos os dias litis desde as 10 horas at meto! dices que comeara fazer ensaics, e para as
dia. Visila aos doentes em seus domicilios pessoas curiosas que nao sabem corihecer ess&s
de meio dia em diante, e em caso do ne- differencas, e por isso poderiio ailribuir ine-
cessidade qualquer hora. As senhoras de dcacia da homcepaihia, o que reln ente Je^en-
parlo e os doentes de raoleHia agud, que fie da ni pieparacao dos medica ments
nao liverem ainda tomado remedio algum al-
Para obviar estes graves inconvenientes o
lopalhico ou homeopathico, serao aitendidosde agitador rfynamico do Dr. Sabino munido
preferencia. de um contador em que se acham as unidades,
As molestias mais frequentes debaixo dos .decenas, centenas, mi I ha res, dezenas de imitares
climas do Brazil, principalmente as que sao enllocadas convenientemente, de maneira que i
mais diflieeis de curar, Ihe tem merecido um cala vascolepcao apparece um numero no.3,
TABAC CAPORAL
Deposito das manAifacUiras im\icviaes Aeran?a.
Esteexcelente fumo acha-se depositado, diretamente na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
CAMBOA D0CARMO, o qual se vende por mseos de 2 heciogramos a l?OOOeem porcaode
10 mseos para cima com descont de 25 pcrcenlo ; no mesmo estabeleciment acha-se tambem
verdadeiro papel de linho para cigarros.
CASA DE SALDE
1
mas truncadas ; por isso a quem ellas fallsrero,
queira dirigir-se livraria universal de Guima-
raes S Oliveira, que dando os sigues ccrlos se
Ihe eutregarao.
Em Santo Amaro de Jaboaio aluga-se urna
excellente casa por seus commodos e posicao : a
tratar na ra Nova n. 56.
Quero quizer possuir uro grande e lindo gal-
lo da Conihinch'.na, chegado ha pouco da Euro-
Ur de seu aluguel na ra do Livrameuto, loja
n. 27-
Pede-se ao Sr. Augusto Rufino do Almeida
de vir na la Moeda fallar com o Sr. Joo B-ip-
tista Vieira Fialho, j que csi para ntirar-se
para o matto.
A viuva de Miguel I.uiz Songey pede as
pessoas que liverem objeclos na offlcina de seo
I finad j marido, que os venham buscar dentro de
esludo especial; sao ellas :
1." Moleras proprias das mulheres.
2- Molestias das cranlas.
3. Molestias da jtlle.
4." Molestas dos olhcs.
5. Syphis, ou gallito.
6." Febressympthomalicas Jjs lesoes do cere-
bro e de suas membranas, des orgaos do peilo,
e do apparelho digestivo ; febres intermitien-
tes e suas consequencias.
Pharmacia especi 1 hornee jpabica-
certeza po->
AGITADOR DYNA.MICO.
Jtsde 1 al 10 mil; nao sendo desa sor'.e
possivel engao algum.
Os medicamentos Iumo3opalhicos preparados
por meio desta maquina sao os nicos que Je-
sinvolvera propriedades uniformes capazos >.
curar es molestias com a maior
si-el.
Alem disso, desejando tirar de sua viag i
Curcpa todas as vantagens para o progresso
da homcoopaihia no Brasil, o Dr. Sabino r.as
poupou e^forgos para obier as substancias ire-
dicamentosas dos proprios lugares, onde ellas ni-
turalmenle nasrem, e para isso entendeu-se cora
um dos melhores heiboiistas d'Allemanha, para
Ihe manlar vir as t lautas frescas, afini de re-
parar elle mesmo as tinturas.
E" assim que o accni'o fui mandado vir J: s
Alpes, a arn ca das monlanhos da Suissa, a
belladona, bryunnia, cbaiDOttilla, pu'salilla, rlu:?,
hyosciamus, foram colindas n'AHernanha, Da
Franca e na Blgica, o veratrum no mo.-te Ju-
Desta lo>le provida a pliarmacia do Dr.
ra, ele.
A pliarmacia hon ceopathica est Ion ge deSabin0 das substancias que serviram para -is t- :-
preendier todas as \islas dos mdicos hornee- perieneias puras de Ilahnemann, descriplas r.a
palhas em quanto foreni os medicamentos pre*
e risco do quem perlrncer.
O Dr. Manoel Morcira Guerra contina a
prcstai-sc aossenhores estudanles dt Faculdade
de Direitocomo explicadnrpara a occasiao de
seu esiudo dos pontos para os actos: pode ser
encontrado na ra da Matriz da Boa-Vista n. 24,
pela manhaa at as 10 horas, e a tarde das 4 em
diante.
Sila em Santo Amaro.
Esteestabelecimentocontinua debaixoda administracao dos pro-
pnetarios a receber doenies de qualquer natureza ou catbegora que ^^
seja.
O zelo e cuidado alli empregados para o prumpto restabeleciu:en-
to dos doentes e'geral mente conhecido.
Quem set[u7.eruti!isai podedirgir-se as casas dos propnetenos
amb )S mora l res na ra Nova, ou entender-secom o rigente no csla-
tabelecimcnto.
Reforma de preces.
Escravos....... 2^(100
Marujos 2C liados, .... .s'bOO
Primeira classe j> e. 3,s500
As operaQoes serao previamente ajustadas.
SivS < *' Wr v^ S &5 S2 "2 "v*5^ \
pa, dirija se a ra da Santa Cruz n. I*, defronte g dias, sob penadesrem arrcmatadis por corita
do oiio da igreja, aonde encontraro o seu pos- -;-
suidor, que o vender por preco commodo.
A casa lerrea na ra dos Guararapes sob n.
51, com 18 pemos do Trente c 60 de fundo, _co-
zinha externa, quintal murado, cacimba meeia,
em solo foreiro, avallada por 2.0005, cssa que foi
panilhada com os oiphos filhos dos finados Fer-
nandos Jos da Silva Maula e Jos Fernando da
Silva Manta Junior, cuja parle de que es men-
cionados orphos consenhores importan) em
1:595764, e vai praca a requerimento dos tu-
tores daquelles orphos, sendo a ultima prac.a as
11 horas da mauha, na casa da audiencia, no
dia 11 do correnle ; ultima praga.
Desappan-ceu no dia 25 do mez passado do
berro do Pocinho, urna escrava de norae Delflna,
de 45 annosde idade, com os signaes srguintes :
falta do denles, cor fula, peitos pequeos e rnnr-
chos, gaga e julga-se ter ido com urna mana :
rnga-se as autoridades policiaes o espitaos da
campo a prendam e levcm-na ra Imperial n.
9 que ser recompensado.
Kilkmann Innaosdi C. avisam ao
L-espeitavel corpo do commercio que
foram nomeadosagentesnesta procadas
companliias de seguros matitimos de
Hamburgo.
COMPANIIIA
ALLIANC
stabcecida m Loodrcs
parados mao. A forca do horaem nao po-
de ter a precisa unioro.i !ade para bem de-
sinvolver as propriedades medicamei.tosas das
substancias; ella vae naturalmente enfraque-
cendo medi !a que se vae fazendo o traba-
llio da dynamisaqao; e por essa r zao que
numerosas vezes arcoutece que duas p re parrones
de aecnilo, por ejemplo, da mesma dynami-
saQao, feilas pelo mesrao homem, no mesmo
dia, ou em dias diversos, ou feilas por dous
borneas dilTjrenics, nao produzem o mesmo re-
sultado em casos anlogos de molestias ; urna
desinvolve urna arrio mais prompla, a outra
urna i'crao mais le.ta.
Alem disso, sendo essencial para a regu
lar idade das dynamisa(es que cada dtIui{ao
cerlo de abalos cu vascole-
paihogensia, acha'o o medico e os amigos Ja
hon.oeopathico os meios seguros e verdadeiros ie
curarom as anfermidades,
OS PREQOS SAO OS SEGUINTES:
Boiica de -2'i tubos grandts ... 129 a I 5
Da de 36 i) ......289 a 223)
Din de 4 3 ......-2 i a o
Dita de 60 ......305 a 309
N.B. Existem carleiras ricas de v.ludo para
maior prejo.
Cala vidro de avulso tintura. ; _-
Gida tubo avulso...........:*
Caixas com mlica raen los era gkbos r tin-
turas de diversas dynamisar^oes ( mais usadas :
De 21 vidros com tintura a 48 tu-
bos grandes..........
De 36 ditos dita e 56 tubos grandes
De 36 ditos dita e 68 tuhus grandes
lenha um numero
O Sr. thesoureiro das loteras manda declarar jaces, para que nao acconleca que pelo Oieessol De 48 ditcs dita e 88 tubos grandes.
^ZriZ^^o^^^^l^ peUiosufficientd'esias percam os medica-"; De 60 ditos dita e 110 tubos grandes
4^^^ )
6490C0
7O50C0
9250OO
Ib^OGO
de Nossa Sendera do B Sebasliao de olinda, cojas rod.-s devorao andar
impreterivi'lmente no dia 12 do presento.
Thesourana das loteras I" de Jezembro do
1S60.Jos Maria di Cruz, esciivao.
Sacase
S*A \*v- SJ oS &X- *S':
CONSULTORIO
DO
MEDICO nitTKIRO E ON.VIIOR.
3 RA DlGLOKI, CAHA iiO FiUDO 3
Clnica por ambos os sysiemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas lodos os diae pela manhaa, e de larde depoisde 4
horas. Contraa partidos para curar animalmente, nao s para acidade, eomopara os engenhos
ou outras propriedades ruraes.
0> chamados devem ser dirigidos sua casa al s 10 horas da manhaa e em caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noite, sendo por eseriptoem que se declare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forera do urgencia, as pessoa6 residentes no bairro do Recife po-
derao remellar seus bilhetes botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou loja de
livros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao pe da ponte velha.
Ne isa loja e na casa do annunciante achar-se-ha constantemente os melhores medica-
mentos homeofalhicos ji bera conhecidos e pelos procos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes...........105000
Dita de 24 ditos.................153000
Diu de 36 ditos.................2050G0
Dita de 48 ditos.................25*000
Dita de 60 ditos...............- 3000O
Tubos avulsos cada um............. i;(00
Frasees de tinturas. ............., 2*000
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
duzco em portuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. etc........205000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. K'-TOCO
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 69000
CAPITAL
Cinco miNioes de Vil tas
sler\inas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprietarvos de
casas, e a quera mais convier, que estao plena-
raenteautorisados pebdita companhi para ef-
fecluar seguros sobre edificios de lijlo e podra,
cobertos de telha, eigualraente sobre osobjeelos
que contiverero os rnesmos edificios, queroon-
sista era mobilia ou em fazendas de aualquer
qualidade.
?!-rrrrTrrTrTTTTTTTTTTtTTTT(>
I DENTISTA FRfrNCEZ. :
Paulo Gaijnoux, dentista, ra das La- ,
rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e -
p denlifico.
para Lisboa, Porto e Illia de S. Miguel,
no escriptorio de Ca valho, Nogueira &
C-, ra do Viga rio n. 9, pi imeiro andar.
Roga-se ao senlior que. por en-
gao, levou do ca torio do escrivao Al-
meida, na ra do Imperador, lioutem, Jas que
um chapeo pelo, de cabeca, o favor de preparar,
ir trocar pelo sen a' ra das Cruzes n.
i- \, segundo andar
Atlen^o.
Apparccen no dia i8 do a.ci prximo passado,
na estrada dos Aulictos, em o sitio da viuva Jo
Quintelln, um cavallo a pessoa que se julgsr
com direito a elle, dando os signies certos, Ihe
ser entregue, pagando o annuncio e recompen-
sando o tratamento que a elle se tem dado.
Raga se ao Sr. Jos Fernandos da (.osla Tor-
res o favor apparecer na ra dos Martyiioe n.
36, para se Ihe entregar urna carta de sua fa-
milia.
John Bewan Smith, subdito britannico, re-
tira-se para Inglaterra.
O ab.ixo assigoado, tendo Picado como pro-
rador do >r Satino Bruno do Bosario, durante
memos as propriedades que Ihes sao assignala-1 E:ta; caixas ao uteis aos medict?, aos Sr,
das. ou que convera cada dyn&misac.o, i ao de eligeuho, fazenleiros, chefes de fira
se pdc isso obter as prepararles feilas mo capilaes de navio, e em geral lodos que ;e
porque o numero de abales sempre maior ou quizerem dedicar pralica da hoaoBOpathi,
menor, d'onde evidentemente resulta um effeito : Venlem-se lambem n.achinas eleclrieas por-
tambem maior cu menor, e por conseguinte iatei?, para tratamento das molestias nervosa-,
duvidoso na pplie$3o do medicamento ; se os Estas ma(hias sao as mais modernas e ss
abalos sao Insufficientes nao se desinvolvem rnais usadas actualmente em toda a Iurop,
todas as prop'iela les convenientes dynamisa- tanto pela commodidade de poderem ser trasi-
cao que sequer fazsr, e se sao de mais, desin- q\,s na algibeira, como porque irabalhara cera
volvem-se algumas das propriedades da dyna- prepaia^es que nao sao nocivas:
misaijao supeiior, com perda certa de muilas. Cala urna.......
convem a dynamisnQao que se quer
o que sem dovida tem graves incon Jesta maquina
509000
O I)r. Sabino ensina a maneira de se ser.ir
1
KJLJLJLLi.MJLHLJLLiJLiJJLJLXJLi.AX -
adeuda tos CabrlcaiUes amerita*
nos rpmver & Baker.
Machinas de coser: em casade SamuelP
Jon^ston & ra da Senzala Nova n. 52
**t fr^i c j ct ls?iT,>if W* e'A^ asf VW VT? T^s,*/. ^.

m
Fazendas e de miudezas.
Em casa de Augusto C. de Abreu, ha para vender um completo Sflf
sortimento de perfumaras, constando de leos, banlias, pos para ^J
dentes, sabao, extractos, aguas de cheiro e muitos outros artigos dos ^^
melhores perfumistas de Londres e Paris. g
Dentista de Paris.
15Ra Nova15
FredericoOautier, cirurgiao dentista.,
faz todas as operacoe da suaaTtce col-
locadentes artificiaes, ludo com a upe-
rioridade e perfeic,o que as pessoaten-
tendidas Ihe reconhecern.
Teiiizua e pos dcntifricios ele
Altenco.
Eoga-se ao Sr. Beginaldo Alves de Mello, que
antee de retirar-se para a capital da Baha va sol-
ver o seu debito em Santo Amaro, taberna de
Jos eintho de Carvalho.
Sorvete.
De hrijefm dianl haver sorvete ao meio dia
e a noite, em casa do Sodr & C, na ra estrella
do Rosario n. 11.

Para
engenho
se offorere um homem que j foi rendeiro de
ume que sendo victima da infelicidade se su-
geita por qualquer ordenado tanto nesta provin-
cia coaio n'outra : na ra do Crespo loja n. 10,
se dir.
Curso particular de rhetorica.
Manoel de Honorato (em aberto o seu curso
de eloquencia e potica nacional : na ra Direi-
ta n, 88, primeiro andar.
Aluga-se o sobrado de dous andares e so-
lao da ra Imperial n. IG9 : a fallar na ra da
Aurora n. 36,
O Illm. Sr. B. A. M. C. B
serihor de engenho na provin-
cia das Atagoas, queira fazer
o favor mandar pagar na loja
de ferragens da ra do Quei-
mado (que nao ignora) a sua
letra vencida ha muito tem-
po, producto de negocio rea-
lisado a 28 raezes, visto que
nao tem-se dignado dar a mais
insignificante resposta amis
de una du/ia de cartas que se
ihe tem escri. to.
cu
a sua viagem, e o mesmo senhor tendo chegado
no dia 27 de novenibro, Uve o abaixo assisnaJo
de entregar tudo quanto Ihe era pertencente, as-
sim como Ihe apresenlar as suas contis durante
a sua viagem, as quaes e.-tavara exactis. Tede o
ibaixo assignado se assim nao loi queira declarar
por este mesmo jornal.
Recife 5 de dezembro de 18G0.
Leocadio J. da Conceirao.
A higa-se o sobrado de dous andares na ra
da Matriz do bairro da Boa-Vala n. 28 : os pre-
tenderles podem enleryler-se com Antonio Gon-
calves Ferreira Cascao, na ra de Apollo n. 32.
Samuel Stevart e sua senhora reliram-se
para a Europa.
Preiisa-se de urna ama para casa de pouca
familia, que saiba cuzinhar e engoramar; na ra
da Concordia n 65:
Fransirco Al ves de P.'nhofaz sclenle ao pu-
blicoecom especialidade ao commercio, que An-
tonio Machado Pereira Vianna deixou de ser seu
caixeiro.
Precisa se de urna ama que seja forra ou
captiva : na ra do Hospicio n. C2
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho sacca
sobre Lisboa : no largo do Corpo Saoto, escrip-
torio.
Gabriel Soarea Raposo da Cmara, tendo de
ir sua'provincia, o Rio Grande do Norte, e nao
po leudo, como do e,-a seu dever, derigir-se pes-
soalmt'iiie lodos oe seus amigos, serve-se
d'esle meio pira rogar-Ibes se sirvam acceilaros
seus comprimenlos de dispeliJa.
No da 12 do correiile, na sala das audien-
cias, depois da audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz
municipal da segunda vara civel. lem de ir pra-
fa por venda um terreno no lugar da Passagem
da Magdalena, penhorado por execu^o que move
Jos Al"es da Silva Guimaraes contra Jos An-
tonio do Oliveira.
Aluga-se para casa de familia uro raulati-
nho de 16 annos, proprio para copeiro, e de ex-
cellente conduela : a tratar na ra da Aurora n.
70, segundo andar, das 9 horas s i da tarde.
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista americano
O artista airn rica no
Tira retratos por o$
Tira ra tratos poro$
Tira retratos por ."$'
Tira retratos por 3$
Tira retratos por 3#
Tendo recebido um sortimento
de cai-
de cai-
de cai-
O Sr. al fe res Tbome G. Vieira de
Lima, queira dirigir-se a esta typogra-
pbia, que se llie precisa fallar.
Coke (carvao),
ou combustivel para cozinhns, caldeiras, ele,
muito econmico para as casas particulares: ren-
de-se na fabrica do gaz, em porcoes de um quin-
tal para cima a 1} o quinta!.
Vende-se farclo de Lisboa era saceos gran-
de, milho e farinha de mandioca, arroz pilado e
de casca, ludo por preco
pateo de S. Pedro n. 6
muito em conla ; no
de cai-
xinh. s novas
Tendo recebido um sortimento de cai-
xinhas novas
Tondo recebido um sortimento de cai
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento
xinhas novas
Tendo recebido um sortimento
xinbas novas
Tendo recebido um sortimento
xinhas novas
Xo grande salo da ra do Imperador
No grande S;Iao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grande salao da ra do Imperador
No grandesalao da ra do Imperador
A. \V. Osborn, o retratista america-
no tem recentemente recebido um gran-
de e vanado sortimento de caixas, qua
dios, aparatos chin"os, o, um grande
numero de objectos relativos ',.. ai te.
Como tambem um grande ornecimen-
to de caixas para retratos de 5#000 r?.
cada um, as pessoas que d. sejarem ad-
3nirir conhecimentos praticos na arte
e retratar aedarao o abaixo assignado
sempre prompto sob condicoes muito
razoaveis.
Os cavalheirose senhoras sao convida-
dos a visitar estes estabetecimentos, pa-
ra examinarem os specimens do
cima lica anunciado.
que
PAPEL
DE
Differentes qualidades
Na loja da aguia branca se acha um grande
sortimento de papel de differentes qualidades, 8l-
maco liso e pautado, de peso tambem liso e pau-
tado proprio para se mandar marcar a 3J, a&500,, familia
4$e 4j|500 a resma ; dito fantasa de bonitas co-
res e bons gostos a 1J e 19200 a caixinha, dito de
boira dourada a 2(500 a caixinha, envelopes de
cores brancos, bordados a 1# e 2 rs. a caixinha : mHV."q^e7arba Vzer"tod"UseVr1'oaidel
na dita loja ja aguia branca, NIS do Queima-
do 0. 16.
Fredeiico Kuinox, ailemao, vai para Ma-
celo.
Caxang.
Nesle bello arraial ha para alugar una casa
com bastantes commodos para grande familia
muito fresca eJlcfroLte do rio : na ra Nova
n. 63.
Alugam-se dous audares do sobrado da ra
da Cadeia n. 21, tendo commodos para grande
a tratar na loja do mesmo.
Ama.
Precisase alugar urna escrava para casa de fa-
casa : na
ra do Queimado n. 39, loja. so dir quem pre-
cisa.
Sitio para alugar.
Na Capunga Nova, ra das Pernambucn a?,
tem paTa alugar um sitio com bastantes arvore-
dosde frudo, periodo rio Capibaribe. Unqu
ra b.inhn, len.lo duas cacimbas com exeellen'.s
aguapara beber, cestas com bomba, baisa ;a:.i
capim, que tratada d capinrj para 2 cavallo?,
e alem disso tem bastante terreno para plan'.::-,
a casa lem commodos para urna familia numero-
sa, pois tem -I salas, C quartos, despensa, coi;-
nha fra, cocheira e estribara : a tratar na re 1
do Queimado, loja n. 19, do Jos Antonio I i
Santos Coelho, Jas 9 horas da manhaa s5Ji
larde, ru no mesmo sitio onde aiuda se 1 1
tora a sua familia-
COMPANHIA
DE
Seguros LfliliJade Paila
Nao tendo comparecido numero sufllclente le
senhores accionista paras reunio do dia 30 ia
passado, iiovanuiileconvidaroos aos mesmos *e-
nhores para comparecerem no dia 11 do correnle
ao meio dia, no escriptorio da ra da Cadeia da
Recife, de conformidad^ com a parte segunda 'j
ari. l e ar. 2 dos estatutos. Recife 5 de de-
zembro de 1860. Os directores, Manoel Uvs
Guerra.Jos Antonio de Carvalho.
Precisa-se de urna ama de lejle : ; h
no sobrado Je um andar ao lado do norte da fa-
brica do gaz e a beira do ro.
O abaixo assignado, morador na xift
Iguaraas, aiisa aos senhores de engenho do d .
termo que quizerem mandar seus assucares para
o Recife a entregar aos seus correspondentes n a
darem i casa do abaixo assignado,que serio li '-
mente entregues ; e igualmente receberao ossa, -
eos e gneros que do ltecife vieren, que para 1
lem urna barraca de 30 caixas, bem con-in V,
propria para dito iim.
gnacio Gomes Porto.
Aluga-se um espacoso armaz.rn deitando j
unJo para o no, muito proprio para qualquer es-
liiuelivimento, pidas proporcoes que tem. e \
sua lucalidade, e j eslar bastante conhecido pt' 1
sua denoroinacao de armazein do sol ; qin
prelenJer peder dirigirse ft roa da Concordia
o. bO, casa defronte ao mesmo armazem.
Anda est por alugar o sitio na Torre, pe-,
lencenle a Jo.- Marianno de Altniquerqne : a trj-
lar com o mesmo ou cora o Sr. Jos AzcviJj
Andiade, na ra do Crespo.
O escrivao privativo do jury o execinoS
cnminacs desta cidade entrou em exercicio* do
seu magislciio desde o dia 3 do correnle, Un_>
o seu escriptorio na roa la Poni Velha n. I.
Desappareceu na sexta-feira 30 do proxirr )
passado mez urna vacca aniarella com a culi
torada ao meio. cora tina bezerra malhada io
bronco e preto, j bastante crescida : quera sou-
ber, dando parle ou levando-a povoarto i
lloutciro, no largo de S. Panlalio, sitio 'do an-
tigo morgadn, ser generosaraenlc recoirner-
sado. '
Aluga-se o arrrazcm da ra da Madre 3
Dos 11. > ; a tratar com Martina tV Irmao.
N. O. Bieber & C. successores c
Domingos Alves Matbeus, administra-
dores da casa do fallecido Marcolino de
Borja eraldes, parlicipam aos deve-
dores do mesmo fallecido que incum-
birn! o Sr. Bernardino de Sena Dir.s
para promover cobranca.
Aluga-se urna casa para o timpo de Natal
ou por anno, no pitoresco sitio dos Arrortbado--.
com banhopeito 110 saudavel Beberibe ; a casa
est concertada o piulada : quera a pretender,
dirija-se ao largo do Ter;o, segundo andar, a
tratar com o coronel Salgu'eiro.
Gravuras.
Gravam-se e imprimem-se rom perfeii o bilhe-
tes de visita, registros. msicas, letras, etc.;
abrem-se sinetes e chancellas, tanto era releva
como em qualquer outro genero ; na ra dd
Agoas-Verdes o. 62.


()
Precisa-so alugar urna mulher forra ou es-
crava para ajudar a cozinhar em urna casa que
faz comer cozido, o ajudar a vender : a fallar na
ra do Rangel n. 17, quo se dir qucm a se-
nhora e a casa.
O Dr. Casanova lendo de fazer urna viagera
a Europa, pede novamente a todas as pessoas
que lhe esto devenJo, o favor de lhe mandaren)
pagar at o din 15 do correnle infallivelmente.
Est ainda por alugar-se o 1. e 2." andar
do sobrado na ra das Aguas-Verdes : quera pre-
tender, falle na ra das Cruzes n. 9, penltimo
sobrado do dous andares, quem vai da ra do
Queimado para S. Francisco.
No paleo do Paraizo. sobrado n. 26, preci-
sa-se de urna engonimadeira, preferindo se es-
crara.
Quem precisar comprar duas marquezas no-
vas acab.idas de fazer agora, de amarello, dirja-
se a ra de llortas n. 3, por preco commodo.
Ainda est por alugar-se o segundo andar
da na do Rosario da Boa-Vistan. 53, quasi de-
fronte da taberna da enquia que deita para o
paleo de Santa Cruz : quem pretender, falle na
taberna do mesmo sobrado.
O Sr. Jos Antonio da Silva Maia, official de
Mariana, do vapor Viamao, tenha a bondade
du ir rua da Madre de Dos n. 38, taberna, que
se precisa fallar-lhe.
Precisa-so de urna ama para cozinhar : Da
ra do Caldeireiro, taberna n. 60
DIARIO DE PEKNAMUCO. SEGUftDA FEIRA 10 DE DEZEMBRO DE 1860.
K5W lilEf MliTi)
DE
C ompras.
Conipram-se 4 burros que sejam mansos '
n.' cocheira o. 5 da ra da Florentina.
Compra-se urna mesa clstica para jantar,
que nao tenha menos de 21 palmos : na ra do
Cabug" n. 2.
Compr-so urn escrava crioul a de
iiade de 20 a 30 anuos, que seja bonita
e de !>>a figura e que saibi engommari
e cosinhar perfeitaraente : no largo da
Aseinblea n. 12, primeiro andar.
Vendas.
Charutos superiores c oulras marcas da B -
hia e da Rio do Janeiro : vende-se na ra da
Moeda n. 41, armazem de Augusto Ferreira & C-
Para acabar.
Chapeos du Chyle finos, pelo baixo preco de 4J,
"'. 13, 7 e SJ cada um : na ra da Cad,eia n. 17. '
Farinha da mandioca.
\ ende-se por meuns do que em outra qualque
parte, na ra da Cruz, armazem n. 25.
E' baratissimo.
Talils de brim branco muilo be ai feilos e pro
prios para a prsenle cstacao, pelo baratissira
preco de 5} cada um : na ra do Queimado r
22, loja da boa-f.
de graca.
Cortes de calcas de meii casemira de cores os-
curas a l$t>90, dilos de brim delinho de cores a
!J, riscadinhos de linho proprios para obras de
meninos a 200 rs o corado, grvalas de seda de
cores a 60. ditas prctas eslreitinhas e largas a
1>, e alera disto outras fazendas que se vendem
rcuitoem conta ; na loja da boa f, na ra do
malo n. 22.
Ltales de 30 arcos:
Vendem-se superiores baloes cora 30 arcos,
sendo muit> recommendaveis pot poderem ficar
do tamanho que se precisar, pelo baratissimo
prejo de 63 ; na ra do Queimado d. 22, na loja
da boa fe.
Eatremeios e liras
bordadas.
Vande-se mui bonitos enlrcmcios o tiras bor-
dadas em fina cambraia, obras mui bem acaba-
d isntremelos pelos baraliasimos preros de
2-3 6 29408 a peq* e as tiras l-ordads por1
2-, _.:". i>, 33, 43, 5$ 63. A vista da superio-
ridad'! da fazenda ningueio deixar de comprar e
parauso dirijam-sea ra do Queimado loja da
as lia bianca n. 16.
E
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RA DO QUEIMADO 40
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Seda de quadrinhos muito fina covado
Enfeites de velludo coro froco pretos e
de cores para cabera desenhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo seda la
e seda, cambralas e seda lapada e
transparenre, covedo
Luvas de seda bordadas e lisas para
senhoras, horneo* e meninos
Lencos de seda rxos para senbora a
2000 e
Mantas para grvalas e grvalas de
seda de todas as quadades
Cliapo francez forma modrrna
Lencos de gurguro prelos
Kicas capellas brancas para noivados
Saias balao para senhora e meninas
Tafea rxo o covado
Chitas franceza a 260, 280, 300, 6
Cseas francezas, a vara
O Selira prelo azul e encarnado proprio
para forros cora 4 palmos delargnra
o covado
Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de mi ron bordados, lisos ees-
tampadosde todas as qnalidades
Seda lisa preta e de cores propria para
forros com 4 palmos de largura, o
covado
Ricos cortes da seda pretos e de coros
cora 2 satas e de babados
Ditos de gaze e de seda phantasia
Chales de toquim muilo finos
Grosdenaple preto ede cores de todas '
as quadades
Seda lavradapreta e branca
Capas de fil e visitas deseda preta
com froco
22*500
850O
2*000
#500
3320
A* 00
19600
29000
1&5 00
45"RuaDireila-45
ESC0LHID0 S0RTIMENT0
DE
Bonels para meninos.
O tempo proprio para se comprar os bonitos
bonets de panno fino enfeitados com fita de cha-
ma ote o borlla, outros enfeitados cora fita de
velludo e pluma, e outros com galaozinho dou-
rado. todos pelos baratsimos precos de 3*500
,4 e5, ditos de palha escura, mui bonitos e
torios a dtf, gorras de palha branca enfeitadas a
I90OO, e outros mu differenles bonets de panno
I enfeitadoa a 1 e 1#280 : na ra do Queimado,
- lo ja da aguia braaca o. 16.
Aproximando-se o lempo festivo, e sendo in-
dispensavel que as lindas e aroaveia filhas da
opulenta e potica Mauricea se previnam do que
necessario para o resguardo dos seus mimosos
e pequentnos ps; altendendo tambem a que
urna crinolina empavesada nao pode estar de
acord com urna botina acalcanhada ou desco-
sida, assim como um cavalheiro de calca balo
cora um borzeguim estragado, far urna triste
rigura vis-a-vis de urna bella ; considerarles lao
acertadas actuaram noespirilo do proprie'tario do
eslabelecimento, j tao conhecido pela modici-
de do3 precos do seu calgado, para reduai-los
anda mais, raunindo-se de um abundante sor-
tiraenio e sera defeilo, que aprsenla aos seus
benignos freguezes (moeda em punho) pelos
precos abaixo :
Senhoras
39.
Borzeguim 52 a 39. 4$800
Ditos ditos....... 40500
Ditos ditos....... 4J0OO
Meninas
Borzeguins29 a 51. 3$800
Ditos 25 a 28...... 5#600
PROGRESSO
de
Sebo e graixa.
Se'jj coado e graixa em bexigas : no armazem
1" Tasso Irmaos, no caes de Apollo
f99aS993 g*it@,5
3$ Machinas de vapor. @
5$ Rodas d'agua. Q
$ Moendas de canoa. *
Taixas. ql
9 Rodas dentadas.
Bronzes c aguilhes. 9
@ Alambiques de ferro. @
Crivos, padroes etc., etc. *>
Na fundigo de ferro de D, W. Bowman, &
3$ ra do Brum passando o chafariz. |f
8S @@@ @
Na loja da boa f, na ra
do Queimado n. 22,
vende-se muito barato.
Cambraia lisa fina cora 8 li2 varas cada peca a
15500, dita muito fina com salpicos a 53, dita de
cores de padroes muilo bonitos a 320 o covado
corles de cassa pintada com 7 vara* a 2JJ240, fil
de licho liso muilo fino a 800 rs. a vara, larlata-
na muilo fina branca o de cores com 1 Ii2 vara
de largura a 800 rs a vara, guarni.;6es de cam-
braia (manguitos e golla] bordadas muito finas a
5J, gollinbas bordadas de cambraia muilo fina a
19, espartilhos muito superiores pelo baratissimo
prego de 6j. penles de tartaruga a imperatriz
muito superiores a 99, bonels de' velludo para
meninos a 5g, ditos de panno preto a 3, sapali-
nhos de merino muito enfeitados a 2J o par, chi-
las francezas finas escuras e claras a 280 o cova-
I do, corles de cambraia de cores com 3 babados
*uuu! cm 11 e 12 varas cada corte a 4;500, superiores
5$600, lengos de cambrai de linho muito fina e rica-
Ditos 18 a 24.
Homem
Borzegulns. ......
Ditos.........
Ditos prova de fogo e d'agua.
Ditos.........
Meios horzeguins de lustre.
Sapatoes com elstico e lustre.
Ditosarranca pee, bezerro. o#ouu ""S""
Ditos de bezerro. SVOOI) mente "ordados a 9$, ditos de cambraia de also-
,- wu dao com bico de linho a 19280, dilos de cam-
Meninos
50200
90500'
80800
80500!
60000
60000
Chales.
-largo da Penha--
Os proprietarios deste estabele-
cimenlo convidam ao respeilavel publico, principalmente aoe amigos do bom e barato que se
!acham*,em seu armazem de raolhados de novaraenle sonido de gneros, os melhores que lera
lindo esle aereado, por serem escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa e por serem
a maior\parte delles vindos por conta dos proprietarios.
\ Chocolate
dos raelhoes autores de Europa a 900 rs. a libra em porcao a 8o0 R.
Mavmehda imperial
1 a 2 libras a 800
do afamado Abreu, e de outros mais fabricantes de Lisboa era latas de
rs., em porcao de se far algum abatimento.
Ricos chiles Je merino estampados, de cores
muito bonitas a 73, ditos muilo fios a 83500,
lis ia a 5#, ditos bordados a matiza 8;30o,
u ra do Queimado n. 22, loja da boa-f.
a
godo monsfro.
V nde-se algodio raonstro com duas larguras,
> proprio par toalhas e lences por dispen-
la c [iialquer costura, pelo baratissimo
. le 6 )) rs. a vara ; ua ra do Queimado n.
-1, na oja da boa f.
Labyrintos c biccos das
libas.
' ija l'agula brinca acaba de receber urna no-
inilo sortimer.to de labyrintos e biccos das
-. obras ji bem conhecidns por suas boas
ladea e duraco. Os labyrintos por suas
liversas larguras regulara de 240 a 1*200 a
o os biccos de 200 a I3OOO. L'ns e outros
lesurama utiltdado, c por Uso se tornam
issiriospara as familias. Vendem-se em dita
oa d'agaia braca, ra do Qieitaado n. 16.
Carro.
Vende-so um excellente carro lodo enridraca-
",i ama boa parelha de cavallos, por prco
ood>, prazp ou vista : na ra larga do
.0 n. 25, loja de ouro, se dir quem lam.
Vmlio genuino.
ha urna pequea quantidade de ancore-
I te vinho sera confe'tQho, e proprio de doen-
' : na ra do Vigario n. 19, primeiro andar-
Vinlio do Porto, genuino,
Rico de 1820.
Ktoraacal de 1830.
Precioso de 1847.
As duzias, e em caixinhas, a dinheiro, por ba-
rato prego : vende-se na ra do Trapiche n. 40,
e;;riptorio.
em latas de
Ma?a de lmale
libra por 900 rs., em porreo vende-se a 850 rs.
Latas com ervillias
vende-se nicamente no armazem progresso a G40 rs. cada huma.
Conservas francezas e inglezas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs. o frasco.
I
Latas de bolacninlia de soda
com diferentes quadades a 15600 a lata
A.meixas francezas
s miis novas que tem vindo a este mercado em compoteiras, contendo 3 libras por 39000 rs.
eera latas del 1|2 libra por 1500 reis
Verdadeiros figos de comadre
em caixa cora 16 libras por 39000 rs. a relalho a 240 reis a libra.
Caixinnas com 8 libras de passas
a 39000 rs. em porcao se far algum abatimento, vende-se tambem a retalho a libra a 500 rs.
Manteiga ingleza
perfeitamcnleflor a mais nova que ha no mercado a L&000 rs. a libra, era barril se far al-
gum abatimento.
Cha nerola
o mellior que ha neste genero a 29500 rs. a libra dito hyson a 29000 rs.
Palitos de dentes llenados
a 200 rs. cem 20 macinhos.
peixe sarel em posta
aiguns pianos do ultimo gosto recentimente o melhor peixe que exzisle em Ponugal era latas grandes por 19500 rs. cada urna e de
ciegadns.dos bem conhecidos e acreditadosfa- outras muilas quadades que se vendem pelo m-.ismo preco
bricantes i. Broadwood & Sons de Londres, ir*
Manteiga franceza
SapatO-s........5$G00
D"Jos.........50000
Ha tambem na variado sorlimenlo de todasas
classes erireQos nfimos, sendo os annunciados
somente de primeira classe.
Al tenga o.
V'ende-se urna preta de mcia idade, bstanle !
robusta, com urna linda lilln de 6 annos. a preta
lava, engoraraa. cozinhi, e muilo el, o sem
vicios, o que se aQanca : a tratar na ra do Quei-
mado, loja n. 28.
Vendem-se saceos com feijo rajado porJJ
cid,a sacco por tr algum Tirado, sendo muilo
proprio para anitaaes : no pateo de S. Pedro nu-
mero 6.
Tachas e moendas
Braga Silva & C., lera scrapre no seu depo-
sito da ra da Ifoedl n. 3 1, um grande sorti-
ment de tachas e moendas para engenho, do
muito acreditado fabricante Edwin Maw a ira-!
lar no mesmo deposito ou na ra do Trapi-
che n, 4,
braia de linho proprios para algibeira a 6#, 7 e
83 a duzia, ditos de cambraia de algodo a 230O
e 3 a duzia, liras bordadas largas e finas com 3
1|2 varas cada peca a 2S300, e assim outras mui-
las fazendas que vendem-se por precos muito
baratos : na ra do Queimado n. 22, na bem co-
nhecida loia da boa f.
IVeude-se I
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peilosparacamisas,
Biscoutos
Emcasade Arkwight 4 C., ruada
Cruz n. 61.
Botica.
Capellas e llores.
Mui bonitas capellas para noivas a j>, 6# e 7*
ditas para mninas 2$. bonitos e delicados cai-
xos de flores fins a 1J500, 2? e 39 : na ruado
Queimado, loja da aguia branca n. 16
iaoos
1
Saunders Brothers & C. tem para vender em
. irmazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
do ultimo gosto recentimente
Barlholomou Franciscode Souza, ra larga do
Rosario n. 36, vende-se os segointes medica-
mentos :
Robl'AfTecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Uollowav.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico
el2lib0rS1sebOCCaIargaCOm rIhaSl de SonSa"
'' nen'S f0m0 l!m Um grande sorlimenlo de pa-
| 5'eC0 de Sala 0qinl Tende a modico
PaodeSenteionovo.
hn^C='1H'SHt0das3Js q"ar,as e sabbados. das 11
Saria aul18 em danlG : cm SaQl Amaro, pa-
dar^allemaa.e na ra da Imperatriz n. 2, ta-
* 'O 239 _2> ED Di O r3 E3 O O Oc 3
Toalhas.
h,.?.d-m"Se toaIhasde linh<> P8" maos pelo
baranssimo prego de 9 a duzia. ditas de pe o
Brreles de seda
para padres
Finos barretesj)retos de seda para padres a t
midoTE le"3 Ja ^ *8"ia braDC8' rua d0 Quei-
Bramante
bretanhas e atoalhado
Na loja da boa f. na rna do Queimado n. 22
vende-se bramanle de linho muilo fino com duas
varas de largura, pelo baratissimo preco de 2a400
a vara, bretanha de linho muilo fina e Suito
arga,a,205- 2?S e21a peca com 30 jardas"
atoalhado de algodao com duaa larguras alJMO
a vara, dito de linho muito superior, tamben,
com duas larguras a 3S a vara, ; na rua do Quei-
mado n. 22. na loja da boa f.
Franjas de seda
de laa e algodao.
Mui bonitas franjas de seda de diversas larcu-
rag e cores a 500. 640 e 800 rs. a vara, ditas de
ada" !*t32on,8S d6 alg0da br4cas P'-
UdM a 160 e 200 rs. a vara, todas proprias para
enreiles de vestidos e casavpques. dilas com bor-
llas e lisas, com mui bonitos lavrores, prooria^
para cortinados, toalhas, cobertas, etc^ tanto
brancas como pintadas a 3#. 3950O, 43 59 e 6*,
doPDQ.Va 'Ja d'3gUa branCa rUa d0 Qn>a-
Bonecas cliinezas,
Mui bonitas bonecas de choro vestidas a chi-
neza algoOOcada uma, assim como outras tam-
bem elegantemente vestidas e de saias balao a
So n le"' di> agU'a branca' rua do Queima-
E' o ultimo goslo.
Superiores gurguroes dc'scda de quadrinhos,
de lindos padroes. pelo baralissimo prero de 1
o covado, grosdenaples liso de lindas cores a 2?
o covado. cortes de laa muilo fina com 15 cova-
dos, padroes muito bonitos a 8, dilas de quadro*
padroes larobem muilo bonitos a 480 rs. o cova-
do chales de cores, padrOes inteiramente noves
a 1-. rs. o covado ; aproveilem em quanto se nao
acaba : na rua do Queimado n. 22. leja de
boa-fe. '
Phosphoros do gaz.
Existe venda no armazem de Lujz Jos da
tosa Amorim. rua da Madre de Dos n. 24.
Vende-se carne de vacca salgada era bar-
ns, muilo boa : no armazem de Francisco Alve<
de Pinlio, rua do Vigario n. 8.
No armazem de E. A.Burl
le (tC, rua da Cruz nu-
mero 48,
vende-so champanha das melhores marcas que
vem ao mercado, rr.ais barato que em quaiq/uer
outra parte ; cores de ferro (burra*) das que cos-
luma receber, do melhor fabricante que ha neste
genero, sortimenlos de todos os tamanhos e lo-
dosos precos ; novo sonimento de pianos de
umexccllenle fabricante, que se venderao por
conta do mesmo, deduzindo-se a commisso e o
descont que os lornasse baralissimos.
Beceberam pelo vapor francez, superio-
res vestidos de blonde de duas saias.baba-
dinhos e arrogara cgm manta, capella e
mais prrtences : na rua da Cadeia loja n.
de Gurgel & Perdigao.
fiilWDE SORTIHEVTO
DE
seguro coalra Fogo
COHPAHliL
nr
km sla loja oe qi:atro PORTAS
Tem um completosortimento da roupa feila
conv.da a tolos os seus fregUeZes e a lodos
i
Fazendas e roupa feila rtMnnrc
NA LOJA E ARMAZEM L U U f t S
de AGENTES I
*^*l*gS~!2gm Mello JC J. Astley & Companhia.f
EHSL'A LOI DE QtMTRO PlnT.o 3 .------------__--------------
Vende-se i
que.lesejarera ter um uniforme feito com tojo o
gostodinjarn-sea este estabelicimentoque era-S ForaS de feTO para
muito Drooriosoar este clima
Queijos a 2^240, vinho de Lis-
boa a 560 rs,
do mclhir que t*m o mercado, manteiga ingleza
fina a 9C0, franceza a 760, cha a lj920, caf a
2'0, arroza 100 rs., toucinho a 320, chouricasa
."o0, figos de comadre a 160, vinho a 400 rs., vi-
nagre a 310, azeile doce a 610, espermicete a
720, alpisla a 160, azeile de carrapato a 400 rs. :
na taberna da estrella, largo du P.irrizo n. l.
Chega para todos.
Cassas francezas muito bonitas e de cores fixas
a dozo vintenso covalo, mais_ barato do qne
ci.ila, approveilem em quanto nao so acabam ;
na rua do Queimado n. 22, na bem conhecida lo-
ja da Boa F.
Cal de Lisboa,
nova, e muito bem acondicionada : oa rua da
Cadeia do Recite n. 33, primeiro andar.
A' pechincha, antes que
se acabe.
Na loja do Prejruica, na rua do Queimado n. 2,
tem saias balo abertas, do ullirao gosto, pelo
d minuto pre<;o de 5$.
a 7-20 rs. a libra em barril se far abalimenio.
Tft\icVi\\io de Lisboa
o mais novo qua ha no mercado a 320 reis a libra.
Ma^as para sopa
era caxinhas de 8 libras cora deferentes quadades por 45>000 rs.
Tambem vend>ra-seosseguintes gneros, tudo recentemenle chegado e de superiores qua-
dades, presuntos 48i rs. alibr8,chourira rauita Bova, raarmelada do mais afamado fabricante
de Lisboa, maga de tomate, pera secca, passas, fructas em calda, araendoas, nozes, frascos com
amendoas cobertas, confeiles, pastilhas devanas quadades, vinagre braneo Bordeaux, proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de San Flix, macas de todas as quadades
gomraa muito 6na, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas'
spermacete barato, licore francezesmuito Anos, marrasquino de zara, azeile doce purificado, azei-
tonas muito novas, banha de porco refinada e outros rauitos gneros queencontraro tendentes a
raolhados, por Uso prometiera os proprietarios venderem por muito menos do que outro qualquer,
promettem maislambem servirem aquellas pessoas que mandarem por outras pouco praticas como
seviessera pessoalmente; rogam tambera a todos os senhores de engenho e sehofes lavradores
queirara mandar suas encornraenias no armazem Progresso. que se lhes affianca a boa qualidade a
o acondicionameQio,
contrarao um habel artista chegado u I tira
j j p3ra desempen!iar as obras a von-
lade dos freguezes, j tem um completo soni-
mento de pilitots de fina casemira raod-Ilo ira-
g'ez, e muito bem acabados a 16*300, ditos
de merino selira a 129000, ditos de alpaca
KSLi*?*0' dit0s de alpaca sobre ca/acas
a WOOO. ditos com golla de veludo a 9000
ditos da fustao. dilos de ganga, ditos de trira,'
ludo a 550)0, ditos de brim Je linho (ranea-
do a 6*000, calSa de brim de linho muito su-
99000 ea 10JJOO, ditas de casemira pre-
la superior fazenda a 12000, palitots fran-, ,
cezes de panno fino fazenda muito fina a 25 I
S 7a3a C3S de panno muil superiores a 359 S
ea 409000, um compleio sortimenlo de cami- i
sas fracezas, tanto de linho como de algodo *
efusiao vende-se muilo em conta, afira de que-
rer-se qiudar com as camisas.
lteccberam superiores vestidos de seda
g de cores, dilos de phantasia, ambos de
g duas saias ou babadinhos, grosdenaples
j de quadnuhos para covado, seda de qua-
^ dnnhos. moreanlique e grosdenaples es-
W euros de superior qualidade: na rua da
g Cadeia loja n. 23 de Gurgel i Perdigao.
. Beceberam chapeos de palha para se-
| nhora armados a moderna e enfeitados do
| plumas ou flores, completo sorlimento de
pulsoiras, eslratos e essencia de sndalo
# nas adamascadas e a rhamaloladas pa-
?g ra cinlos, luvas do pellica branca e do
n oros: na rua da Cadeia loja n. 23 de
Q Gurgel & Perdigo.
^ Receberam as acreditadas saias balao
^ de musselma e selim de algodao muito
|g commodaspara as senhoras e crianras
oy pelo preco de 4j e 5?, bolinas modernas ',
m para senhora gaspeado alio, capas bran-
cas c de cores de croxe de seda, (almas
n polonezas de gorgurSo, roanleletes e ca-
O pinhas de grosdenaples bordadas e com i
ffi bico : na loja da rua da Cadeia n. 23 de
S Gurgel i I'erdigo.
purgar assucar.
Enchadasde ferro.
Ferro sueco.
Fsringardas.
Ac de Trieste.
Pregos de cobre de com-
E pechincha.
Na loja do Preguija, na rua do Queimado n 2
tem cobertores de algodao de cores baslante"
monpSoPdePirOS Para eCr870S' Pel baralissi"
-- Vende-se na rua do Livrameuto
n. 19, borzeguins francezes a 6A, dito
de bezerro a G$. dito de vaqueta a 7#.
Aos senhores armadores e
proprietarios de carros fn-
nobres.
Vendem-se velbulina preta superior a 400 rs
o covado ; na rua do Crespo n. 25.
Por metade do seu
valor,
Rua do Queimado n. 19.
Vestidos de gaze e phantasia,rouitoslindos.de
duas saias, pelo baratissimo preco de 10 cada
um cor(e.
posico.
Barrilha e cabos.
Brim de vela.
Gouro de lustre. I
Palhinha para marcinei- i
ro : uo armazem de C.
J. Astley A C. I
S>a > C3C9CB)t&f
Arados ame^jcanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. rua daSenzala n.i2.
#%! & @ @ @t
@ Recebeu-se e continua a receber-se pof I
todos os vapores artigos do modas para S
homens, incluindo calcado de Melis na
Lojade marmore.
Ceblas e velas.
Vendem-se ceblas novas a 800 rs. o cenlo
espermacete a 680 a libra ; na Iravessa do pate
do Paraizo n.16. casa piolada de amarello.
^ Heccbou-se e continua a receber-se por
iodos os vapores, vestimentas, calcado e
% chapeos para meninos na
Lojade marmore.

a}; Receberam chapeos de castor prelos e ?
g brancos, ditos de seda forma inleiramen- ^
le moderna na rua da Cadeia loja n. 23 S
de Gurgel & Perdigao. |E
Rival sci segundo.
Na loja de miudezas da rua do Queimado d.
55, dcfronle do sobrado novo ha para vender
pelos diminutos preros os seguinles artigos :
Duzia de sanetes muito finos a 610 rs.
Carles de clcheles com duas order.s a 20 rs.
Caixas de clcheles balidos a 60 rs.
Duzia de mcias cruas para homem a 3ji.
Dila de dilas para senhora o 3jr>00.
Pares de mcias para senhora a 30 rs.
Lalascom banha muilo fina a 500 rs.
Isras para acender charutos, caixa a 60 rs.
Phospheros em caixa de folha a 120 rs.
Cartas de alfinetes muilo finos a 100 rs.
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapatos de tranca de algodao a 1.
Frascos de macass pernla a 2C0 rs.
Dilos de dito oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garfos, cabo preto, a 3#.
Pares de sapatos de laa para meninos a 200 rs.
Ditos de luvas de cor fio de Escoria a 320.
Massos de grampas muilo finas a 40 rs.
Caivetes de aparar penna a 80 rs.
Tesouras muilo unas para cosiura a 500 rs.
Ditas ditas para unhas o 500 rs.
Pecas de franja de laa com 10 varas a SCO rs.
Ditas de tranca coro 10 varas a 320.
I.inha Pedro V, cario com SCO jardas a 60 rs.
Dita com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muilo finss a 200 rs.
Cordao imperial fino e grosso a 40 rs.
Oleo de babosa muilo lino (frasco) 4C0 rs.
Fitiobaa eslreilas para enfeltar vestidos a 800
rs. a peca.
Labyrinlhos de muito bonitos gostos por lodo
o preco.
Cordes para enfiar espattilho muilo Brandes
a 100 rs.
Dito para dito pequeos a 80 rs.
Pecas de tranca de linho com 10 varas a 200 rs.
tAa3 de Itan-ade seda Preta cora 10 varas a
1j}4U.
Vara de dita a 160 rs.
Pares de meias de cores para meninos a 160.
Caixas para rap muilo Onas a 1.
Linhapara marcar (caixa de 16 nvelos) a 320.
RELOGIOS.
?ende-se emcasade Saunders Brothers A
C. praca do Corpo Santo, relogios do afama
do abncante Roskell, por pregos commodos
etambemraic-illins e cadeiasparaot meamos
deeiceellnto osto.
Vende-se uma mobilia pequea, mo-
derna em meio uso, por preco muito
commodo, bem como alguns trastes
avulsos: na rua da Gloria n. 27.


DAB10 3E PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIU 10 DE DEZEMBRO DE 1860.
P)
s
Pennas
as de ema
18, primciro
Boi.
Vendem-se peanas de ema muito boas
ruado Vigario n. 18, primciro andar.
na
Ha preciso.
Vndese um boi manso j acostumado em
carroca, e proprio para o mesmo fim ; a tratar
no armazem n. 39, caes de Apollo.
Farelo e milho a 3#500,
e em cuia a 200 rs. : na taberna da estrella, lar-
go do l'araizo n. 14.
Negocio conveniente.
Veude-se urna armacao de umaloja de calca-
do, envidracada e em bom estado, na ra do Li-
vramento n. 29, bem afrcguezada, ecom bastan-
tes comftodos para familia, e isto por ler o dono
de se retirar breve para o malo a tratar de sua
saude, pelo que se faz lodo negocio : a tratar na
mesma luja d. 29, a qualquer hora do dia.
INDICIO LOW-MOW,
Ra da Scnzalla Nova n. 42.
Nest estabelecimento contina a haver um
completo sorlimento de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e laixas
pe jarro balido e coado, de lodos os lmannos
dar dito,
Putassi da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhjcido e acreditado deposito da
ra da Caleta do Recite n. 12, ha para vender
verJadeira potassa da Russia nova e de superior
juiIjJ, assiin como lambem cal virgemem
paira, tudo por precos irais baratos do que em
oulra qualquer parte.
Viuho de Bordeaux.
Em casa de ICalkmann lrmos&C, ra da
Cruz n. 10 .mcoutra-se o deposito das bem co-
ndecidas marca los Srs. Brandenburg Frres
e dis Srs. OlJekop Mareilhac & C, em Bor-
d.'jjt le. a3 seguintes qualidades :
De Uraiiileaburg frres.
SI. Estph.
St. Julien.
Margaux.
Larose.
Chteau Loville.
Citeau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Julien
St. Julien Mjdoc.
G.lateiu Loville.
i\a uiesma casa ha
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris qualidade fina
Cojnacem caixasqualidade iuferior.
Cerveia braLca.
As ullores machinas de coser dos maU
atamados autores de New-York, I.
M. Singer & G. e Wlieeler & Wilson
Nesle estabeleci-
menlo vcndem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia o
ds noiie, c responsabili
samo-nos por sua bo
qualidade e seguranca
no armazem de fazenda
do Rayraundo Carlos'
F.eite & Irroos ra da
Imperatnz n. 10 amigamente aterro da Boa-
Vista.
Hua &o Queimado n. 39
Lojade quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Ha corles de vestidos de seda de cores, azenda
muito superior com pequeo toque de mofo a
603000, ditos sem defeito a 1009000, le ni um
resto de chales de toquim que estac-se acabando
a 305000, ditos de nfirin bordados com pona
redonda a 85000, ditos sem ser de ponta redonda
a 8^000, ditos eslanpados com listras do seda
2 escravasde 30 annos de idade, de boa con-
ducta, cozinham e engommsm por 8008 cada urna
1 bonita mulatinha recolhida de 18 annos de
idade, com excedentes habilidades.
1 boa escrava da Costa, ptima quitandeira,
nao viciosa, por 1:200$.
1 elegante negrinha de 9 annos por 800$.
1 excedente moleque de idade 20 annos, pti-
mo criado, pois melhor copeiro.
1 ptimo mulaliuho de idade 11 annos por
1:0005000 ; na ra de Aguas-Verdes n. 46.
Vende-se macella muito nova em barricas
de 30 a 36 libras, por prego razoavel : no arma-
zem de Francisco Alves de Pinho, ra do Viga-
rio n. 8.
mmzsmm m^^m^mmmm
A 9,000 a arroba.
Vende-se cera de carnauba da velha
e nova safra a preco de 9$ : no ant'igo
deposito do largo da Assembla n. 9.
AS^OOO.
Chapeos de sol de seda para homem
a 5$ cada um e em por cao de urna du-
zia para cima lar-se-lia 10 por cento
de abate : na ra Nova n. 23, esquina
da Gamboa do Carmo.
I) lia t\ r\ f\*-u -ki^-w-kx *-! -v arreios : na rua Nova n. 21. X
i lid to yuciinau.0 @@@@e @@@@@
Vendem-se 5 carros novos com todos os
n. 39.
para
F^Para acabar.l
Guimaraes & Villar.
lllua do Crespo numero 17.8
A 20#000.
| Chapelinas de seda para senhora com &E
6 veo.
A 28#000. |
Chapelinas de palha de Italia ricaroen- mis
te enditados. ?|
A 35$000. |
Chapelinas do palha de Italia ricamen- j
te enfeitadas recebidas ltimamente de Kj
Paris. j;
A10$000,
|| Riquissimos cortes de laa a Garibaldi 2
(g> com 2 covados, fazenda inteiramenle a
* nova o delicados desenliis a 10JS.
Vende-se
EM CASA DE
Adamsoo Hoivie & C.
Vinho doPorlo de superior qualidade.
Tinta de todas as cores.
Lona e flele.
Fio de vela.
Sellins, silhOes, arreios e chicles.
Rolhas.
NA
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Ckegou ltimamente a este estabelecimento um
completo surtimcnlo de chapeos prelos francezs-
C&NDIEIAOS
ECONMICOS
NA
Ra Nova n. 20.
Chegou um riquissimo sorlimento de candieiros
do melhor fabricante de Paris, os quaes se vene I econmicos de muito bonitos modelos, desde o
Ra do Trapiche n. 42.
Vestidos blancos bor-
dados.
Vendem-se corles de vestidos breos de cam-
braia com dous e tres tabados ricamente borda-
dadus, pelo baratissimo preco de 5;0
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Para vestidos.
dema 7000, dilos a 8000, dilosa 95OOO,
ditos muilo superior a I00t0, ditos de cantor
dretos e brancosa 16&000, o melhor que se
pode desejar, chapeos de feltro a Garibaldi de
muilo superior massa a 7^000, ditos de copa
baixa para diversos presos, ditos de palha escura
de varias qualidades que se vendem por prego
barato, bonels de veludo para meninos a 5&00O,
ditos de palha escuras e claras a 45000, ditos
do- panno mullo bem arranjados a 3$500
chapeos de seda para senhoras a25&000 muito,
superiores, ditos do palha escuras proprios para
campo a 12v000, ditos para meninasa 105000,
chapeos de sol de seda inglezes a 108 e a 12$
muito superiores, ditos francezes a 8*000,
ditos de panno muito grandes e bons a 4S?000.
sapaios de valudo a 23J0O0. dilos de tranca a
16(0, sinlos de grugurao para senhoras e me-
ninas a 28000, coeiros de casemira ricam'ente
bordados a 125000, e oulras rauila fazendas
que a vista dos freguezes nao deixaro de com-
prar.
Campos receberam urna factura de chapeos de sold se-
da para homem, leudo enlre esles alguns peque-
nos que serveni para as senhoras que vio para o
campo tomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porco seja grande se resolverao vender pelo
preco de 69 e GS500, c alguns com pequeo de-
feito a 5ji : na ra do Crespo n. 16.
Ra daSenzala Nova n.42
Vende-se em casa de S. P. Jonbston & C
vaquetas de lustre para carros, sellins esilhes
inglezes, candeeiros e castices bronzeados, lonas
inglezes, fio de vela, chicote para carros, emon-
11a ra r *
.tana, arreios para carro de um e douscavalos
|6 relogios de ouro patente inglez.
mais superior at o ruis ordinaria, por preco
muilo commodo, com a experiencia propria de-
ver agradar ao comprador, o vista da pouca
despesa que faz, animar a ser Iluminado s com
os ditos candieiros a gaz ; os mais baralos sao a
imilcaa de urna lamparina, produzindo a luz a
tres velas de espermacele com a importancia de
40 rs. por noite ; gradualmente ir sobindo to-
das as mais qualidades al o maior, que servir
para ornar e Iluminar urna rica sala, equivalente
a 16 velas de espermacele, tudo isto se garante
sob a condiciio de voltar e restituir-sc o seu
importe, na falta de no agradar a experiencia
feila: na ra Nova n. 20,'lvja do Vianna.
Cofres de ferro para diuheiro,
joias. etc., etc.
Na loja da aguia branca vendem-se bonitos co-
fres de ferro mui fortes e seguros, com fechadura
e chave, ededifferentes lamanhos, proprios para
se guardar dinheiro, joias e papis de importan-
cia, pelos baralissimos precos de igJOO, 5g000,
5j500 e 6g : em dila loja da aguia branca, ra
do Queimado n. 16.
iW
Vendem-se doces seceos de caj muito bom e
commodo preco, como sej bom doce secco de
maBgabj, cidro, latas com boa jalea de arac e
pilanga. tambtm so fazem bandejas de bolinhos
de arma^es de lindos modelos, o rasas do me-
lhor gosto apetecidas, tarobem se fazem pastis
de carne, feitio de nariz, pastis de nata, doces
d'ovos, papos de anjos, alfinins, arroz de lcite,
jaleas de substancia.
Admira^o!
Vendera-se na ra Dircita n. 99, saceos com
farelo muilo novo, dilos com arroz de casca, ditos
com fariuha da trra, queijos ltimamente che-
gados a ljj800 e 2g500, linguicas a 560 rs., assim
como passas e ameixas, chapeos de palha do A-
racaty o cento a 18j?, a relallio 200 rs. cada um,
mauleiga iugleza a Ig2a0, dila franceza a 840 rs.
240.
o, c(- a o .- X a ,w
o > i= *='- -c: 2 "*= S ^ -
US

-
o
o. > &-~ s e c
c |w Recebeu-se recenlemente e continuo a
Superiores grosdenaples de seda de quadri- @ receber-se directamente de Taris e Lon-
nhos, fazenda de muito gosto e de lindos padres, ^ dres por lodos os vapores, de cncoromen
pelo mdico preco de l$500rs. o covado: na ra da especial, artigos de
do Queimado n.22, na loja da boa f.
para se-
Loja das seis portas em
frente do Livramento
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
vado, ditas eslreitas de cores escuras a ICO rs ,
per;as de brelanha de rolo com 10 varas a 2,
na ra | @ da especial, artigos de modas
| @ nhoras na
Lojade marmore.
Machinas de costura
DE
Slvat & Companhia.
Estas machinas so as mais pcreilasj
i
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i '*" = o _.__
i' -, Z. J= C ~ M
2 re e C o
a m K j: -^ S ~ 'Z -
Cassas de lindos padroes e cores fixas que se
pode garantir aos comprados, a 240 rs. o covado'
na ra do Queim3do, loja de 4 portas n. 39.
Vondem-se tres porcos muito gordo?, sendo
um grande e dous menores: na ra dos Pires,
n. 50.
CARRACA.
a
Vende-se urna carrosa para cavallo, nova : na
ra da Concordia, tenda de ferreiro, confronte ao
armazem do sol.
Vendera-se dua3 balancas para cima de
balco, pequeas, proprias para botica ou depo-
sito, novas e bonitas, e apparelhos ou os ferros
necessarios para cortar carne no ae,ougue, espi-
rito do vinho ou alcool de 36 graos, por preco
commodo ; na ra do Imperador n. 28. '
Relogios
Suissos.
Em casa de Schafleitlln & C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e vzriado sorlimento
de relogios de algibeira horisontaes, patentes,
chronometros, meioschronomelros de ouro. pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo esles relo-
gios dos primeiroi fabricantes da Suissa, que se
vanderlocor grecos razoaveis.
FROCO.
Vende-se frco de lodas as cores e grossura?,
com rame e sem elle a 400, 500, 60 e 1 rs. a
peca ; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.
Machinas ameri-
canas
E OUTROS OBJECTOS.
N. O. Bieber & C. successores, tem
exposto nos armazens da ra da Cruz
n. 4 e 9, urna ininidade de machinas e
ot/lros artigo* como sejam :
Machinas de moer caf e milho.
Uitas de descarocar milho.
Bombas de todas as dimensoes para ca-
cimbas, navios etc.. etc.
Ditas para levar a agua a maneira das
bombas para incendio.
Machinas de fazer assucar de um modo
muito simples.
Ditas de fazer bolacliinha.
Balancas de 1,000 arrobas para bai.o
proprias para armazens de astucar,
depsitos, vendas etc., etc.
Carros de mao mais baratos do que em
outra qualquer r arte.
Mappasgeographicos do mundo e uas
partes.
Ferramenta de toda a qualid: de.
Cadeiras americanas douiadas e outraS.
Obras de metal principe prateado.
Ferros de engommar econmicos.
Vernizpara carros de optimaqualidade.
Rap caco.
Fumo para cigarretos e cachimbos.
Instrumentos para agricultura.
[BOIPA FE1TA AIMH MAIS BARATAS.!
SOKT1ME.NTO COMPLETO
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LOJA E ARMAZEM
DE

UaeJ(L
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ditas de esguia j de algodao muito fino a 3g, ris- o ramo de mecanismo, unindo a urna
adinho de linho a 160 o covado, lencos brancos
om barra de cr a 120 rs, dilos brancos cum bi-
io a 200 rs., algodao monslro com duas larguras
a\00 a vara, laaziuhasde duas larguras, fazenda
nbva para vestidos a 500 rs. o covado, enfeites de
tranca com luco de fita para cabera de senhoras
ra 2^500, cortes de riscado para vestidos a 2g, pe-
raA de madapolo com 4 \\' palmos de largura a
43100, chales de merino estampados muilo linos
a 6ft. A loia est aberla at as 9 horas da noite.
simplicidade a maior ligeireza e perfei- rua,>fr Q,ueE?a,310 *' 2/
i*AVMM *~A^ -i-..........i:Zl. j: _J e?as de brelanha di
Chapeos de sol
DE
Seda grandes para homem
A 5^000,
na ra Novan. 36,defronle da igreja da Concei-
cao dos Militares.
Cheguem ao barato
O Pregula est queimando, em sua loja na gulo d.e
e rolo com 10 varas a
loja n. 25 de Joaquim Ferreira de S, vende-
e por presos baralissimos para acaLar: ves-
tidos de tarlaiana bordados de seda a 800O,
i organd de cores muito finas a 320 rs. o co-
vado .cassas de cores a 240 rs., chita larga a !
200, e 240 rs., capas de fuslao enfeitadas a '
I 5000, easaverjues de cambraia e fil a S&000, '
perneadores de cambraia Lordados a G5000,
babados a 320 rs. a vara, liras bordadas mui-
10 finas a l5'5 0 a pec.a, riscado francez fino
a 160 rs. o covado, golinhas de ponas bor-
dadas a 2&500, manguitos de cambraia e fil
a 2$000, camisinhas bordadas muilo finas a
28000, chita larga com lustro e muite fina
propria para coberla e roupes a 320 rs., es-
inho a 1;>200 a vara, roupes de
seda feitos a 125000, vestidos de seda mofados
a 88000, luvas arrendadas a 100 rs. o par,
Una do Queimado
n. 46, trente amaveWa. ||
Constantemente temos un grande o va- 2"-'
liado sorlimento de sobrecasacas pretas *
de panno e de cores muito fino a 28, f *
30S o 35?, paU-tols dos mesmos pannos S*5
a 20g, 22g e24S, dilos saceos prelos d
mesmos pannos a 1 ?, 16j( e 18, casa-
r-.~______ i i- j i i ; tvus uc uieidiiua ue ruio com iu varas a ->, iu.ua "inunuj.-a w u, u uv\,
o paia toda e qualquer qualidade de 2S, casemira escura infestada propria rara cal- olidos de grosdenaple prelos com barra de
COStlira. dci T\nntn mais linr ar\ irais'. ,. _._ I _____cr>.-r>/. .. ____ ,
ao mais
rollete e palitots a 900 rs. o covado. cara- cor a 20;>000, palitos de pao pelo e decores: cordio saeceSeaob
Relogios,
Vende-se em casa deJohnston Pater & C.i
ra Ido Vigario n. 3, umbello sorlimento de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
em roda da barra a 98000, dilos de ricas eslam-!afamaros fabricantes de Liverpool ; tambem
costura, do ponto mais lio
{jrosso. O vendedor se ob
o methodo aos compradoi
bertm bem, assim como a
cbmas em ordem durante um anno. a 53? e 6!> a peg'a,"chitas largas de modernos e Dranco e
e 18g, ditos saceos das mesmas casemi-
ras a 10$, 12 e 143, cairas pretas de
casemira fina para homem a 88, 98,
c 12, dilas de casemira de cores a 7, &
/-.
! :. '
P8 e 10?, dilas de tirira brancos
".'
llilii!'
fina a 5J e *;, ditas de ditos de cores
33. 3J50O, 43 e I?C0, ditas de meia ca-
semira de ricas cores a 4 e 4|50O, rol-
leles prelos de casemira a 58 e C>, ditos
de dilos de cores a 4J500 o 5Si ditos
brancos de seda para casamento a 58,
ditos de 68, rolletes de brim bronco e de
fuslao a 3?, 38500 e 8, ditos de cores a
2;500 e 3?, paUtots prelos de merino c
casaco a 7?, 8$ e ib.

c'.

e os
ra
r-..Y-
cores de 2000 a
palitos ;
Estas machinas cosem com 2 ios nao escolhidos padres a 240, 26Oe280 rs. o cova- df brim branc0 e de cores de 2?500 a 58000,
quebram o io como muitas outias o fa- do> "quissimos chales de merino eslanpado a Jilos de a,Paca <'e 3G00 a 88000, brim
zem e tao as melhores e mais baratas
ate boje conhecidas no mundo, ellas se
acham expostas na galera do SR. OS-
BORN, RETRATISTA AMERICANO NA
RA DO IMPERADOR N. 58, onde
e 88, ditos bordados com duas palmas, fa-, lrarat, de slgodao com 9 palmos de largura
zenda muilo delicada a 98 cada um, ditos com ProPrio Para toalhas a 900 rs. a vara, damas-
urna s palma, muilo finos a 8850O, dilos lisos ] co de 'aa c0 9 palmos de largura a l8G00o|
com franjas de seda a 53>, lenros de cassas com covado, velbulina preta a 400 rs., brim de;
barra a 100, 120 e 160 cada um, meias muito ''nno ^e cores a 1*300 o corte, meias cruas j
finas para senhora a 43? a duzia, ditas de boa Para homem a 18200 a duzia, camisas de
pasa 7500O ditos de ganga franceza com fran-j ">a Vanedade de bonitos irancelins para os urna senhora competentemente habili- qualidade a 38 e 335C0 a duzia, chitas""iran linho in8lezas a 32??000 a duzia pecas de
ja branca a 28000, ditos sem franja c muito ""# |tada as ara* ver e trabalhar. Igual-'cezas de ricos desenlies, para coberla a 2S0 rs. madapolao fino a 4?500, corles de lanzinba
\[eiidcm-se Ires pretas boas engommadeiras \
tendo urna
encorpado a 28000, ricos manteletes de grosdi-
naplespretoa de cores ricamente enfeiladosa de^trn"hoTe V'C'S lleS,aS'
2^3000, ditos muilo superiores a 303000, en- j perita dm ludo, e
feitesde vidriiho preto a 33000, ditos de relroz nos projjrio para
a 33500, organjis da mais fina que ha no mer-
cado a 18000 o cova lo, cjmbraias de cores
de padrees muilo delicaJosa S0O rs. a vara, ditas
de oulras qualidades a 600 rs. a vara, ricas chitas
farnce/.as de muito boas qualidades a 280, 300,
320, e 400 rs. ao covado, a melhor que se pode
imaginar, peitos para camisa a 240 rs. cada urna,
cortes da casemira de cores a 6J00O, ditas em
pesga de quadrinhosa 4000 o covado, golliuhas
de muito bom gosto a 18000, ditos de outros
bardados ricos a 3->000, manguitos de cambraia
bordados a 33000, liras bordados e entrimeios
que se vendem por prego commodo, bombazil de
cores proprio para roupa de criangas, e capinhas
para senhoras a 18400 rs. o covado, corles de
carabraias da salpicos a 5-J0O0, corles de cam-
braia enfeitadas cora liras bordadas a 68000,
e oulras muitas mais fazendas que ser difcil
aqui pode-las mencionar lodas.
mente se acham expostas no armazem o covado, chilas escuras nuezas a 58900 a muilo fina com 15 covados a 8()00 rs., ca-
colletes prelos para lulo a tjOO
calcas pretas de merino a 18500 e ;>, pa"-' ,
lelots de alpaca preta a 3y50 c A?, di:
sobrecasaco a C?, 7| e 6$, muilo liuocol- |e
leles de gorguio de seda de cores muilo %i
Loa fazenda a 3;80O e 4S. colletcs de \el- =
ludo de crese prelos a 7j c 8J, roupa |
para menino sobre ensaca de panno pre- W
tos e de cores a 1 i, 153 c 16-3, ditos de cj>
casemira sacco para os mesmos a 6coC0 e ^
73, dilos de alpaca prelos saceos a 3- e '. k
.13500, dilos subrecas3cos a 5g c E^5I
calcos de casemira prelos ede cwcs a (-,
6g500 e 73, camisas para menino a 208
a duzia, camisas inglezas predas largas
muilo superior a 3^3 a duzia para acaLar.
Assim como lemos urna officina de al
faiale onde mandamos executer todas
obras com brevidade.
i
a ires anuos, e sendo urna oulra de MACHINAS AMERICANAS, RA DA pega, e a 160 rs. o covado, brim branco de puro misas de cores e brancas de 1??5C0 a 33000, MxzAtasae&a&a. asa^ ssa*s*rws/''
tambera um moleque de 15 an-, CRUZ N. i E 9. linho a 19?, 13>200 e 18600 a vara, dito prelo e oulras muitas fazendas por menos do sen '^^^^^^^^ mmmmwKmim
todo o servico : na ra da Cru- muilo encorpado a 1500 a vara, brilhantina valor fara fechar contas. ^aFa--lj,
zes n. 18.
Saceos de H 5 libras.
O maislsuperior farelo que lem vindo ao mer-
cado, no armazem de Barros & Silva ; assim co-
mo se vende saceos de feijio mulaliuho, vindo da
ilha de Feruando.
Vendip-se farelo ltimamente desembarcado
milho, arr\)z do Maranhao, gomma muilo fina e n, ""T* "? '.'uaaa uo """
fanoha delmandioca da melhor que ha no mer- i ni lazedeiros, ele, d
iuiniravcis remedios
americanos.
Todas as casas de familia, senhores de enge-
evem estar prevenidos
com estes remedios. Sao ires medicamentos
cora os quaes se cura eficazmente as principaes
molestias.
azul a 400 rs. o covado, alpacas de differentes
cores a 360 rs. o covado, casemiras pretas1
finas a 28500,33? e 33500 o covado, cambraia
preta e de salpiccs a 500 rs. a vara, e oulras
muitas fazendas que se far palenle ao compra-
dor, e de todas se daro amostras com penhor.
Loja das 6 portas
em frente do Livramento
cado : na ra da Moeda n. 41.
Ver^de-se urna linda mulatinha :
n rua da^Camboa do Carmo casan. 22.
i A loia de marmore @ Promptoalivio de Radway. r .. Razalas a oOO rs.
;$ A luJa uc niaiiuuil/ S inol.^,,lA .i! X Camisinhas muilo bonitas com duas larguras
S recebeu loques de madreperoh para noi- 2 Instantneamente alivia as ma.s acerbas dores para vestidos de senhora a 500 rs. o covado cor-
@ vas. Z e cura os peiores casos de reumatismo, dor de tes de riscado francez para vestido a 28, 'sa;as
@@S@@@g@@@@@@e@@. caber-a, nevralgia, diarrha cmaras, clicas, ^^.P8" m^nina a 3500' dilas para senhora a
Vende-seo diccionario da conver-1 b'l's. indigestao, curp, dores nos ossos, conlu- Arr*?. '?__. f-sc amostra com penhor. Aloja
sacao em irancez 52 volumes: na rua ses queimadura, erupr5es cutneas, angina,
do Pilar n. 141. retenc,ao de ourina, etc., etc.
ARMAZEM DEROUPAFEITA
Solutivo renovador.
est aberla al as 9 horas da noite.
mam
Cura lodas as enferraidades escrophulosas,
crnicas esyphiliticas : resolve os depsitos do I cober,os e descobertosr pequeos e grandes, de
humores, purifica o sangue, renova o
Defronte do becco da Congregacao letreiro verde.
Casacasde panno preto a 303, 3535 e 408000
Sobrecasacas de dito dito a 35^000
Paleiots de panno prelos e de cores a
208, 253?, 305 e 358000
Dilos de casemira de cores a 158 e 223POOO
Ditos de casemiras de cores a 7J o 128000
Dilos de alpaca prela gola do velludo a 128000
Ditos de merino setim preto e de cor
a 85? e 93)000
Ditos de alpaca de cores a 38.H00 e 58000
Dilos de alpaca preta a 325500, 53?,
73? e 93?000
Dilos de brim de cores a 38500,
43?aOO e 58000
Ditos de bramante de linho brancos a
43?50O e 68000
Caigas de casemira preta e de cores a
98, J03?e 128000
Dilas de princeza e alpaca de cordao
prelos a 58000
Dilas de brim branco e de cores a
28500 43?.OO e 53?000
Ditas de ganga de cores a 38000
Dilas de casemira a 59500
Colletes de velludo decores muitofino a
Dilos de casemira bordados e lisos
prelos e de cores a 58, 53?300 e
Dilos de setim preto a
Ditos de casemira a
Dilos de seda branca a 53? e
Ditos de gurgurSo de seda a 53? e
Ditos de fuslao brancose decores a
_33?e
Dilos de brim branco e decores a 23? e
Selouras de linho a
Ditas de algodo a 13?600 e
Camisas de peitode fusto branco e
de cores a 28300 e
Ditas de peito e punhosde linho mui-
lo finas inglezas a duzia
Dilas de raadapolo brancas e de cores
a 18800, 23Je
Ditas de meia a 18 e
Relogios de ouro patente e orisontaes
Dilos de prata galvanisados a 25 e
Obras de ouro, aderemos, pelseiras e
rosetas
103?000
63?00O
58000
33?500
63?000
63?000
33?500
23?500
23?50O
23?000
23?500
358000
28500
13?600
3?
308000
ruaos
sysleraa : prompto e radicalmente cura, escro-
j phulas, venreo, tumores granJulares, ictericia,
I dores de ossos, tumores brancos, afeegoes do fi-
jgado e rins, erysipelas, abeessos e ulceras de
| todas as clases, molestias d'olhos, difficuldade
das regras das mulheres hipocondra, venreo,
etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
regularisar
para regularisar o syslema, equilibrar a circu-
lagao do sangue, inleiramenie vegetaes favora-
veis em lodos os casos nunca ocasiona nau-
zeas nein dorres de ventre, dses de 1 a 3 re-
gularisam, de 4 a 8 purgara. Estas pilulas
sao efficazes as alecc,es do ligado, bilis, dor
de cabera, iclericia, indigestao, e em todas as
enfermidades das mulheres, a saber: irregula-
ridades, fluxo, reteiiQes, flores brancas, obs-
truyes, histerismo, etc., sao do mais proropio
effeilo na escarlatina, febre biliosa, febre ama-
relia, e em lodas as febres malignas.
Estes tres importantes medicamentos vera a-
companhados de instrueces impressas que mos-
iram com a maior minuciosidade a maneira de
applica-los em qualquer enfermidade. Estao ga-
rantidos de falcificacao por s baver venda no
armazem de fazendas de Raimundo Carlos Lei-
le & Irmao, na rua da Imperatrii n. 10, ni-
cos agentes em Pernambuco.
ouro palenle inglez, para hornera e senhora de
um dos melhores fabricantes de Liverpool, vin-
dos pelo ultimo paquete inglez : era casa de
Sonlhall Mellor C.
Em casa de N. O. Bieber & Successores, rua
da Cruz n. 4, vende-se :
Champanha marca Parre & C, urna das mais
acreditadas marcas, mui conhecidas no Rio de Ja-
neiro.
Vinho xerez em barris, cognac em barris e
caixas.
Vinagre branco e tinto em barris.
Brilhantes de varias dimensoes.
Ether sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brinzaos e brins.
Aqo de Milo.
Ferro da Suecia.
Algodo da Baha.
Vende-so urna escrava moca, perfeita en-
gommadeira e cozinheira, e urna mulatinha mui-
to bonita, com algumas habilidades, duas escra-
vas mocas para servigo do malo, tres negros para
enxada, e um mulatioho de 15 annos proprio pa-
ra pagem por ser bonito, uraa negra com duas
crias : na rua larga do Rosario n. 20, segundo
andar.
Vendem-se dous cabriolis' descobertos, e
em muilo bom eslado, por barato preco ; a tra-
tar na rua da Imperalriz d. 55.
Attenco.
Na rua dos Prazeres nos Coelhos n. 26. ha para
vender dous carros usados, em bom estado, e urna
carroca de alfandega, nova, aor precos muito ra-
zoaveis.
Admira-j
vel pechincha j
Para acabar.
NA LOJA DE
Guimaraes Villar}
A 4$500 rs. o corte.
Cortes de cambraia de cores com 2saias 3
e 20 a 22 covados de fazenda pelo preco i
de 48500 rs. o corte. \
A 2^500 rs.
Cortes do cambraia com 14 covados
aquille a 2g50 rs. I
A 240 rs.
o covado de cambraia superior de lindos l
padres.
Grammatica in-
gleza de Ollendorff.
Novo methodopara aprender a lr,
a escrever e a fallaringlezem 6 mezes,
obra inteiramenle nova, para uso de
todo3 os estabelecimentos de instruc-
$ao, pblicos e prticulares. Vende-
se napraca de Pedro II (antigo largo
do Colegio) n. 37, segundo andar.
Relogios.
Vendem-se emeasa de Braga, Silva & C, re-
logios de ouro de diversos fabricantes inglezes
por preco commodo.
Vende-se um escravo mo^o, bonila figura,
com,n0fficio deca"P'na na rua larga do Rosario'
n. 20, segundo andar.
Vende se familia de milho em
barricas, chegada ltimamente : no ar-
mazem de Matheus, Austin & C. rua da
Senzala Velha n. 106.
Escravos fgidos.
No dia 22 de novembro fugio um escravo de
neme Domingos, cujos signaos sao os seguintes
pardo, idade 14 anuos, baixo e grosso, cabelles
crespos, cara larga, nariz chato, tem marra Je
panno no rosto, pernas finas, e levou em ferro no
p: quem o prender, poder condnzi-lo ao e:i-
genho llha das Cobras ao seu senher Antn;:
Miguel da Silva.
50,000 rs.
A quem apprehehder o escravo Manoel, cabra
cabellos carapinhos afogueados, estatura regular
suissado, com urna das percas e ps iuchados do
erysipella, pretende passar por forro, e muilo
rallador, levou vestido urna calende algodao azul
e camisa branca da mesma fazenda : quem o ap-
prehender traga-o rua do Socego n. 2, en-
tregar ao alferes Manoel Joaquim de Olivcira Cui-
chatuz.
Do engenho Culigi, freguezia da Escada,
fugio no da 3 de novembro do correute anno o
escravo de nome Antonio, cora os signaes c-
guinles : estatura regular, cor mulato, tebello'de
negro, pouca barba, denles limados, idade 25 ou
28 annos, pescoco e ps grossos, lem pelo rosto,
pescoco e peitos algumas marcas de pannos, e
algumas cicatrizes pelas costas que parecem ter
sido de chicote ; nao levou comsigo roepa algu-
na, e consta haver fgido para o lado do serlao
d onde viera : quem o apprehendcr, poder el-
va-lo ao referido engenho, ou no Recite, rua es-
treila do Rosario n. 29, ao Illm. Sr- Florismur.-
do Marques Lins, que ser bem recompensado.
Escravo fgido.
n^m^\lAl0cU!0'm'>g">' COm Pannos Pre(0S
na macaa do rosto, representando ter 25 annos
de idade, natural do Rio do I>eixo, chamado
An' d"aPPareceu no dia 30 de oulubro da caa
ao ur. Cosme de S Pereira, de quem escravo
suppoe-se ter levado um cavallo preto do Sr!
Rostron que se havia soltado, e que elle fura"
ero busca do mesmo ; suppe-se mais que sua
mulherdenome Maria lambem o acompanha
levando um pequeo bah de flandres : roga-se'
as autoridades policiaes e a oulras
pessoas que o prendara, e remellan:
nhor, que pagar qualquer despeza.
Pugio da cidade do Aracaty, no mez de sc-
tembro prximo passado, um escravo do cora-
mandante superior Manoel Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o havia comprado ao Sr. Denlo
Lourcnco Collares, de nome Joaquim, de idado
de cincoenta o tantos annos, fulo, alto, magro,
dentes grandes, e com falta de algons na frente,
queixo fino, ps grandes, e com os dedos grandes
dos ps bem abortos, muito palavriador, incul-
ca-se forro, e tem signaes de ter sido surrado.
Consla que este escravo apparecera no dia 6 do
corrente, vindo do lado das Cinco Pontas, e sen-
do enterrogado por um parceiro seu conhecido,
disse que tinha sido rendido por seu senhor para
Goianninha : qualquer pessoa que o pegar o po-
der levar em Pernambuco aos Srs. Basto t Le-
mos, que gralicaro generosamente.
quaesquer
ao seu se-


-,-
rs)
Litteratura.
nne
DIARIO DE PERNAMBUC. SEGUNDA FEIRA i DE DEZfcMftftO t 180.
I ni caso de censciencia proposito das
quesles da nossa poca.
Taires mo votiham suspender logo no primeiro
passo, laiicaodo-se-me ern roslo que cu Ira-
i. Ja i'Olilic,' que entro no dominio das cou-
sas i mporaes, quando a (lieologia, que filha
i .-' da I rra I Mas, perguntarci en, por veulti-
r .i poltca um caso que estejo fra do alcance
(J Dscieneia ? Por ventura msle mundo niio
8' m03 todos nos, nao sio lamben lodos os nns-
fus melos de ser e deol s:s (emporaetl Nao pretendo responder nem
Otscutiressaa quesles, cojo deseovolnuienlo me
i Fot assim tone a lingna franceza se divulgou
na alia sociedade da Allcioanha o da Rossia, e
com ella as ideas, que pouco lempo depois pro-
moveram o IriOmpho da revolugo.
>iote annos de guerra, e tres collighges nao
poderam destruir essa imoressao. Nossa lingua-
jzem, nossos costumes, ulunia pslavrao espirito
trances, reinam Imais que nunca sobre as mar-
gens do Spre. e o era, t'odem harer quantos
desacordos polticos quizerem cora o nosso go-
rerooos nossos livros continuam sur lidos
au, as nossas lumias imitadas, as nossas operas
representadas. TuUez mesruo na prxima en-
trovista austro-runa ern Varsoria se represente
porania os seberanos reunidos unja comedia de
Scribe.
Nao
ura ti
altam cmicos e autores, naoThesfaltm
nos anligos e modernos, nao Ihes faltam mes-
nceza, a
...tu alta
t i a poltica a honra de crfir que ella nao 80cleda,Je estrangeira, que abandona s classes
t s nenie a sciencia do direito do lobo para Uo novo 80Slf e preferencia pelas obras nacio-
o que a Allemanha e a Rossia nao possuam
cairo naduial ; pelo contrario, nao Ihes
cmicos e autores, nao Ihes faltam
amigos e modernos, nao Ihes faltan
tu rallo smenle paro os cotliolicos, a elles s- ."l0. ob.ras dt-' mrito ; mas, a comedia frant
Rnteme dirijo; porque os catholicos devem I ,m'.lSo da opera italiana', agrada muito
naes.
C" r. n cirdi'iro ; porque os catholicos cre.-n e
o/reni crr que todo acto moral depende da cons-
cieucia, e a censciencia por su.i rez depende
tiraban, uosseus juizo3. da autiridale da egro-
j i, i itorpretosupremo de lodo o direito natural e
iuo ; pirque os catholico3 fi-ialmonte crem e
d'ivi'.i crr qufl essa egreja composta de ho-
i, e nao d. inielligencias puras, governada
j r homens e nao por anjos, eserce o aeu culti
l ierra e nao no cu, transmute n doutrina pelos
hmeos do uns pira out'os, e pois lom necessi-
dide das cousa j Umporau para o nisler dos seos
n: lustros, para o eirreiciu do scu poder, tem ne-
cessidad* dos lugares para residencia de uns e
pira a sede do outro, asm como tambera para a
celebrarlo do seu culto, sobre ludo tem neces-
sidade da liberdade e da independencia para dif-
utidit as suas doutriuas. que devem ser aceitas
por todos aquellos que querera ser admltlidos ao
1 tujas chaves s ella guarda.
I".io isi >, passenios ao ca;o deconsciencia.
A egreja,-bem o sel, nao iucluiodo no numero
<: seus arligos de f a utilidade, e muito menos
e necessidade do seu dominio temporal; assim
[ pJe-se negar tanto u.ua romo oulra cousa,
por isso incorrer-se na pecha do hertico, e
tem assim p.ie-seapplaudir aos dignos filhos de!
a mai- que, rodeados dos seus beneficios
sen numero, so applicam con zelo too desinte-
i. ssado desembaraza-la de ceos obstculos, tambera o" gusto
i rra-la de certas leis, encarregando-se com so- llieatro parisin
Itcitude Iota filial de administrar os seus bem, e
muilo mais de aproveilar-sc das suas rendas.
Mas nao sei que seja preciso lornar-sp o ho-
foruialmentc hertico pira ser mu repre-
sirel a sua conducta, mui culpavcl e digna
<: p( nas as mai severas nao s nesta romo"na
outra vida, onJe ello sopporlar o exame e a
senleuca de um julz que nao baja as suas deci-
ispIo numero dos sufragios, ou pelo crdito
das opiuies.
Porqnantonos nao devoraos tmente obedien-
cia fi egroja todas as roses que ella define ura
artigo o"* f ; deremos-liie tambera obediencia,
c obediencia inteira, quando na sua sabedoria e
na sua soli it ideconderatia urna proposigao, ana-
I 'nialisa urna doutrina, prohibe um acto, qual-
quer que seja.
E na rerdade seria bastante hbil iquelle que
C nsogiiisse provar que o divino fundador da
egreja restringi o dever da nossa obediencia so-
l ite ao caso de heresiaou quaodu so tratasse
direcla e puramente de-um ai ligo de f. Telo
contrare o Filho de D..us disseiue aquello que
cao quizesse ouvir a egreja, dercriaser como pa-
go c publicanu ; que aq iclle que. a desprezasse
-/.aria elle tambera ; o quanlo coufiou as
Chaves do seu reino a Pedro, o chefe e o fundidor
cultar-se o
que nos Iraz o coracao compungido, e
assustada a jionsciencia ? Nao O bem que espe-
rramos, rae sendo abatido ; as bellas e lison-
geiras esperanzas que formramos, era parte es-
lao destruidas ; ou pelo menos um veo expesso
as occulla, e amcaca suffoca-las. A desuniao se
divisa em toda a parte onde a unanimidade na
paz pareca firmar-se, e omeeava reinar.
Longo de nos a eiageragiio. Nao dosconhece-
mos, nen pretendemos nogar que a f, a pieda-
de, o respeilo ao que justo, sanio e venerare!,
nao tem desapparecido, nem se extingui de todo
entre ros ; granas Deus, assim nao c : o dizer-
se, e pensar-so o contrario, seria urna injuria na
nifesta. seria urna injustica bradante. Infeliz-
mente, porm, meus charissimos irmaos, nao
menos rerdade que essas sublimes virtudes, isto
e, a f, a piedade e o respeilo do que augusto
e sagrado, a submisso Deus e sua lei, a de-
dicacao devida ao Summj-Pontillce, que das
mos do Salvador recebeu as chaves do reino
do co e quera se refere especialmente esta
phraso de eterna rerdade : Quem vos despre-
zar, desprezar mim tambera infelizmente,
diziamos nos, essas santas e sublimes rirludes de
dous annos para c se lera amortecido entre vos
mero de almas, que nao pode-
mas quo p..r falalMade existe.
trances, de que sao autores Mery, A. Aehard,' 'na q'eslao desastrada, vagamente percebida
5ah5^S5* e-p,c-: e a, horisonte obscuro, foi de sbito suscila-
as regi s da poltica humana... suspenda-
. nos esla patarra : mister urna explicaco
f/tf^t.t^Mit0* Como la:uemJ"o das Boitffes Pa- da nssa Pte. Nao somos poltico ; nao o po-
demos ser na nossa qualidade de sacerdote, e
que j se tem tornardo um fado pa- senhor tem senhor que o domine. Ora ochefe
^nlc e m.nifeaio aos olhos o aos ouvid-a de lo- dos catholicos rilenSes, por exornlo.'ou dos
do.e C.thohcos hespanboes, inglezes, ou de qnaiqoer
-"----------------------------------------------------------
oulra nagSo, "ho dere uem pode ser para bem
da religio.para socego e tranquilidade dis cons
ciencias em todos esses pases, subdito de um
rei italiano, quando mesrao esse rei nao tivesse
sido seu espoliador, nem (ao pouco de algum
oulro principo ou magistrado, quem dererio
era mil circumslancias obedieocia e submisso,
como qualquer oulro subdito.
ror rentnra podis vos comporlar semelliante
idea ? Acaso j imaginasles o que viria ser da
liberdade pastoral, e mesrao da berdalo cor-
Sobre ludo as margens do Rheno, e nos ba-
1,1,03 da Allemanha so estabeleceu por direito de
conquista, essa preponderancia do repertorio
transez. Era Bade, Itaiuburgo, e Ems nao se re-
presenta outra cousa senao a comedia, o rsude-
vtlle emlira as opras mais era vuga nos thea-
iros de Pars. O lucio consideravel, de que p-
demdisporos est-belociraenlos de banl.os e de
jogos. Ihes facilita al mesmo a represeniaQao de
pecas inditas encoramendadas de proposito para un corto n.i
compositores de reputacao ; foi assim que ha an- ,, "' Ct'' ""
nos so cnuseguiu crear na Allemanha um Iheatro ''f'crminar. i
frai.ces, de que sao autores Mery, A. Aohard,' u"
tug. g.unot, Oct. Fouitlet, Barriere, etc.; e com-' al u
posilores Clapisson, V. Mass, Gournod, etc.: os' da m
artistas propnos para a opera, e para a comedia mn
Irancoza, san contratados nao s nos nossos prin-:
ruiensei.
Bid se acha por naturesa frenle desse
-----j. ^u* vul uaiureza a irento aesse mo- ',t:'" u 4"e eraos ; mas essa queslao, incontesla-
fraT,Lvaueaslf1IC|?i;r,^Soedl,Cadn1' *?** mais *e,,nente Polilica ponto de rista. ao mes-
franceza e do
nossa soeiedadu cosmopj-
represenlarom operas pmsenses ura pari-
aieose doas rieses Francs, diz Mery n'uma das
suas comedias espirituosas, c un pue enriquecen
o repertorio da tonversac.ao Os Russus que
froquenlam os banhos d. Allemanha dilfundem
da litteratura
parisiense
lila.
O publico inlernacional que assiste essas re-
presciitacues em geral pouco eiithusiasta; isso
provera de quo e ello convidado, e nao paga ;
junguen se entbueiasna lauto como nos espic-
laculos que assiste costa do seu diuheiro.
>os saloes aristocrticos de Bale applaude-se
cora as pont.s dos d Jos, ri-se com a superficie
N.ssa ciade represenlou-se ltimamente urna
comed i era tres actos
mensuravel para ludo o que ha de mais espiritua
e elevado na religio calholica. E a prova que
ella reio por si mesma co'.locar-se sobre o torre
no religioso, allrahindo para esse ponto, e ahi
conservando forcosamente, nao s aquelles que a
discutiam n'um sentido, como aquellos que a
combatan) em sentido opposto. Ella pois, urna
queslao inminentemente religiosa ao mesmo
lempo para os que amam a religio de Jesus-
Chrisio e para os que aborainam essa religio.
Homens ha, livros e jornaes, em quem nunca
confiaram os chirsliios, c que teem conseguido
hoje diser, escrever.e divulgar por todas as par-
les aquillo que bem elles qnerem mentiras,
ge-
es e
os
poral do Soramo Pontfice,
tyranno caprichoso, como a historia nos aponh
lanos, ou triumviros improvisados de alguma
nova repblica turbulenta prelendesse arrstra-
lo as suas vias iniquas, e hser com que a sua
autoridade sagrada se excrcesse ou nao, confor-
me fosseconrenienteaos interesses de momento,
s paixes desordenadas desses despotas ?
Que diriamas naedes cstrangoiras, que pensa-
riam as consciencias de todas os fiis do univer-
so, afuera se deveriam ellas dirigir ? Vos mes-
mes o que farieis ? E rosaos filhos como recebe-
riam as ordens, os mandatos, e a direc;ao desse
Pontifico despojado de tolo o prestigio, e sub-
mellido lautos erabaracos humillantes e acabru-
nhadores ?
Som duvda Deus ser sempre cora elle, e por
mais que facan os homens, a egreja de Deus
nunca perceber ; porque ello disse : Eu serei
coravosco alea consumagao dos seguios.); e disse
mais : Tu s Pedra, e sobre essa podra edifi-
care a minha egreja, e as portas do inferno nao
prevaecero contra ella.
Assim o disse ; e a sua vonlade ser eterna.
Mas, que porlurbacoes, que escndalos, que de-
feccoes, que males n'usahirao do urna tal situa-
go I
E' com esses males, e com suas consequencias
mentareis, que contara os iuimigos de Jess
Christo e da sua egreja. O mais fracos, que se-
rao tamben os mais fortes, bradam com tolas as
torgas nos seus lirros. Oulros miis moderados,
menos rnal-inlenciouados, mas tarabem menos
perspicazes, e que sao sinceros, pensara em
remover ou prevenir a maior parte das difikul-
dades cora a sua habilidade, e isso mesmo pro-
metiera.
Porm, vaa preoecupago I O chefe de lodos
os cliristaos deve ser tolalmente livre : a sua
condicao necessaria nao ser subdito, nem assa-
lariado de quera quer que soja. Essa necessila-
de lera sido comprehendida e respeitaia por to-
! dos os povos e em todos os lempos, mesma en-
hilantes de Laral, dodiesdos filhos de Deus. dis-
persos por toda a diocese !
Mas se, ao mesmo lempo, as prevenges hos-
ts, as ms paixes e os mos designios vierem
propagar-se, estendondo-se por um numero de
almas cada rez mais crescente, como pode acon-
tecer, o como para receiar; se esses sacerdotes
zelosos que at o prsenle lm sido rossos ami-
gos allendidos, e imitados, como os mais dignos
de o serem, vos virem fechar-lhes o vnssu cora-
cao e repelli-Ws ; so esse grito selvagera de
guerra aos padres que raui escandalosa nenie
relumbou j era alguma parle, torn ir-se o grito
de reuniao, e a senha dessa mociiade que con-
no dia em que um cine a sua educacao as tabernas ; se os perfi los
iornaes, mentirosos, e iuimigos decididos de lu-
do o que perlence ao Deus verdadeiro. c ao ver-
com a idea de que talvez nao o visse mais. Sem-
pre que chegara occasio de rollaren os outro8
filhos do paiz, quo de seu molu proprio se ha-
viam exilado, ella se ia postar na cslrada, jul-
gando enconlrar aquello que nunca cessra de
esperar com essa tenacidado propria da esperan-
za ou anles da afleigao Seis annos haviara j de-
corrido, e Yanto nao vollava.
Ura da, em que Marlza se achara em sua
choupana, rodeada de seus filhos, e entregue s
oceupages dom&Iicas, ouvio um velho cao, que
a (mili aeompanhado desdo que ella deixra a
casa de s. us paes, grunhir como que festejando
alguem julgoa que fosse seu marido que volla-
va do campo mais cedo que de costume, e con-
tinuou no seu trabalho. Poucos inslanles depois
eos gu as seguidos de urna porgao cada vez mais assuslados. volta-so. e d cora as vsIm n'um
T^EZTJZZSl'- r^'f"' h"mCra.'". P "o limisr da por,., vc".".
ga, que tristeza, e que decepcao nao haver em
tal mudanga de espirilos e disposiges !
Pobre de nos Era todos os seclos, quasi por
toda a parle, os priraeiros Mapas das doceses
noramenle creadas foram homens poderosos e
notareis por suas obras e rirludes ; elles tire-
ram o merecimenlo o a felicidade de calende-
rera o reino de Deus, da guiarera aos cos min-
ias almas. Nos nao possuimos urna s das suas
virtudes, e al somos indigno do episcopado.
As3im, pois, que contraste, que lerrivel contras-
te, se acontecer que o primeiro titular da sede
de Laval, quo ella veio rodeado de tantos vo-
tos, sandado com lanos transportes, passasse
pela dr de ver diminuir, em lugar de augmen-
tar, o numero dos verdadeiros discpulos de Je-
ao uso do paiz, com um bordi.o n'uma das mos
e cora os Ps cheios do poera. Drigio-se para o'
des.onhec.do, e ia j desejar-lhe a boa vinda
quando estealirou-se-lhe ao pescogo, eaperlau-
do-a nos seus bracos, eiclamou : Sou eu
Yanko-teu irrao ; oh devo eslar bem muda-
do, j que me n.io recoohecoste logo A po-
bre raulher, muda de contentamenlo, poz-se
mirar o viajante, e sobos seus traeos raronis,
bigodes espessos e roslo fatigado, reconheceu pa-
ra logo o sembldte do joven que ella vira partir
outrora.
Foi um raolivo de grande alegra para a chou-
pana : os meninos foram pouco pouco se ap-
prosimanJo. at que se familiarisaram com o
sus Christo. e alterar-se as almas quer a pur- I ". depois que este abri o sei
za ua le. quer o amor e a pratica dos deveres "iea mil teteias bonitas que Irouxe'a de Constan-
q",eClla lmi'0c! ,0PU- Ya"k0se informou "o dseu pae e
oragas aos vossos donativos, meus charissimos ^ ua mae, julgando-se feliz por encontra-Ios
raos, gragas munificencia do gorerno, ura eom vida a ausencia lhe fizera esiuecer o raSo
bel o e magesloso seminario se ergue, e se pres- ratanento que delles recebera em outro lempo -
=*sX sophismas de lodo o
ne. A cojmodia. que lera por titulo -So campo noro COnlra cK'ro era K*"'. n"* "ge
ura episodio no mesmo oslo dos Contos mo- con3re-gacos de caridade e deroco, contra
raes ou dos Seres do caslello. A serna passa-se bispas, especialmente contra o chefe destas o
co^Io-s^drv.i'lnT'L c venerando Pi IX, o mais santo, o ,
riuv bretaa ; do caralnmroGoureilo sou i?nio-' n,e,hor dus homen5' ta0 Snnde 1,,asi Por Car'3 Magno e Pepino' e mui, mais
do coude R.'voold de Penmarck, s'ua raulher a': virludes e Pela pl'cida dignilade de sua alma
r?,i?SSa ,'"-">"' e du,us B,h3; Qnalmente da aia intrpida, quao pela trplice coroa que cingo a
si^'rai^^ ;-allfron,e sob a ban^ drau pAde A
Soe, o conde diverlia-se, e a condessa suspiravn.: e rePresenlanle impiedades e blasphemias
|Lfn ea3a S V'Ji nabitual ue se levara n'um cas-1 conlra Jess Christo, salvador do mundo, rebai-
ello do campo. j xa0 por esse3 desnaturados simples classo dos
Sobrereio, porm, urna inlri
pois
...ga romanesca, que Slhius ou philosophos, como Scrates, Lycurgo,
ra ParingtL, apresen.ouJ.se no"cll para pa"1 Ti" P ^ *m\Ctt>a *. Persona-
sar sil alg.Mis das : era ura personagem estra- I ado e orBn,l,onl ,ncla eternas mullos desses
oho essa rniss, que viva em busca de um ideal llTros e ornees cliegam al anegar Que es-
como quemtanda caga de boruollas, e cultiva : cndalos lera presenciaio
com esmeru\ e muilo cuidado a=j flores arliuViae* aida presenciar !
; : ua, e sera alguma excepcau que lhe declarou
que ludo quanto elle dcslig'asso na ierra seria
igualmente desligado no cu, e viceversa seria
unido no cu aquillo que elle unase na Ierra.
Assim oschisma foi sempre reptalo quasi pgual
. Iiei :sia, e os doulores estiveram senipr; de ac-
! sobre a grarldade da falla que commelto
do sentiraeiilalismo. Tioha or) mulla conla es
sos frivolos tonheciraenlos codi que s
i Franga, e conlin ua
Ora, se applicarmos ceitis questes da ectua-
tdaJo esses principios iiiconteslareis, no acha-
l;
rem >s nos que = mais das teses tem sido elles
desprezados Quantas pessoas negara a neces-
sidado, a uliliJade das possessoes temporaes da
egrej i 1 Q lanas approvam as esooliages de que
. t tuna, condeinnam a res'
iem oos conselhos de uns, s v
iros, em mesmo seimporiarera
. .......-----r ...- -..s so-
nlios e scismatVrlenle do seu pfeusamenlo.
Essa naturesa bizarra fez profunda impressao
no conde R.-yuotJ, que se acliava alera disto um
pouco aborrecidy da placida hheidade do amor
domestico. O castellao entrou tamben scisnar
por sua vez: estere ponto do tornar-ae amo-
Ora, esses livros e esses jornaes, objectos an-
ligamcnledeqjasi unnime reprovagao no nosso
paiz, sao hoje encontrados era todos os lugares
de reuniao, penetrara era todas as casas ; sao
lidos, corameiilados, acceilas as suas deciss'-s,
c como orculos repetidas. Quantas possoas ha
por ahi, dispostas admitlirem o principio d
que, pcrmitlidi toda e qualquer rerolugSe
mesmo contra a autoridade amis legitima, uma
vez que se invente o pretexto de nao satisfaser
ella, uma rez que para ter pereta razo basta
>que se seja bem succedido Quantas pessoas
sistencii queop-| v ,s' a P,jva sua mulher. a condessa
violenciss de ou- ,"c-v' q"e veld f SoL"'e ell. e descobijo o fio da
,. com os seus ana- i"1"*" : ,,a a lctica conjugal ella favorecida-,
lliemas, e al taires suppondo q>ie esses sao de ("' aro."ez'1 Miltna de Beaufort, innaado Rey- acreditara j que, quando um ambicioso qualquer
uenhum cireito em laes materias I ? "uld aillloa louretra que chora os seus encantas almeja as possessoes e o poder de seu viznho,
E entretanto O concilio de Constanga conJem-! \ r,ada mais tem fazer seno apoderar-so de uma
per sem escndalo esse lago e outra cousa, ora tanlo que disponha da forga
ao nasceiite. A viuva lenta | precisa para esse fin, nao importando por que
SL.'S SS!ZlmM^ r *,,e "W-S^ einstrumeu.os,
nslanc- .
r m a saguinles proposices : conlra a sa- Tralava-se de ro i
grada escriplura que os membros da egreja te- mJ'*terioso, essa pa
i h i n possessoes : enriquecer o clero contra a a principio casar
le Christo: o Papa Silvestre e o imperador' Guenic, amigo da
Constantino ajidaram mal quaudo dotaraai a
tgreja. a
E ciiretanto o concilio de Trenlo [SS. XXII,
cap. XI, de lef) langa o auathema sobie lodo
avante o seu proiec
I se internan mais q
Quando se persa e
xa
ni
Ci.
o : e os amantes imaginarios; e com ue ""nena 1
. le nunca no ocano perli lo e ; Cousa incompreh ensivel!
som limites do setiraenlo. Miss Laura est cr., a
. ponto de cah.r no Cbyano com uma audacia in- SC m?J"a ua pa"ao de nosso Senhor Jess Chris-
luelie, quer seja clrigo, lego, rei, imperador, I 8e."ua. que pdenla leva-la mutl> longo : ella !'" "ao ha quem, por um sentirneoto de inge-
iiue de qualquer nodo ou sob qualquer pretexto ,,rnca c,ofD ? fog'>, e disporta as scentelhas de nuidade e de f felizmente intacto no fundo da
alma, deixe de ter cm horror a tracao do Judas,
a frquesa criminosa de Plalos, a negigo mo-
mentnea de Pedio, a estpida infanta dessa
multidj judaica que, sendo chamada proiiun-
ciar-sc enlre ura facinora, um sedicioso homici-
da e o bom e divino Je*us, exclamara : Nao. nao
queremos Jess I Levae-o aqu, crucificae-o !
pro-
lornar em seu proveilo, ou inpedir que sejam um.a deelaragao de amor, fezraeule interrouipida
I cssuid.is por quem de direito fr as jurislicges,' mu'to 4 proposito no lira do acto. Era lempo I
es bens, as ten Jas, as garantas, quaesquer qu'
ellas sejim, de uma egreja, beneficio, ou lugar
| io, de 1 iranio que o culpado se conservar su-
j ;io pena do aualhma, o s suas consequen-
cias at plena resliluigao eabsolvicao do sobera-
lo pontfice.
E entretanto os soberanos pontfices, o
brando na plenitudc dos seus direitus e do seu
I ider de pastores supremos da egreja, bao deca-
nlo q in o analhema pronunciado pelo concilio
ce Trenlo locava a todos aquelles que usurparan!
SS poss^ssscs e soberanas teraporacs da egreja
riman i, aos qoe os protegern), aconselharam
ou adherirn. Poda citar as bollas de excom-
munhao hincadas por Fio Vil cm 1809 e por Pi
IX em 1861).
F. entretanto o corpo pastoral, frente delle o
seo chefe, declarou da manera a mais expressa e
evidente que o principado temporal da egreja ro-
i nao s ulil, mas tambem eeessarto ao
tere exorcicio do pider e$pirilual.
Assim pois:
A tu el les que prelendem que o principado tem-
rotal nao necessario nom mesmo ulil egreja
so declararan aberlamenie em opposigao cora
: doutrina da mesma egreja :
Aquelles que adhircm s espoliages de que
ella tem silo riclima, approvam o que por ella
reprorado, e por coosegunle desprezsm os seus
rnath''mas :
Aquelles que sustentara possessoes temporaes
sao opposlas ao espirito do evangelho, suslentaui
v:ui doulrina que ella tem condemnado.
Logo lodos elles sao culpados. E' tempo po-
rm que essas estranhas prelenges sejam ava-
lladas no seu justo valor. Nao, nao so pode ser
digno filho da egreja, nao se pode ser catholico
sincero e querer-se ao mesmo lempo approvar o
que ella reprova, suslentar o que ella condemoa.
Pois que Nos catholicos reconhecemos a sua
iafalliotlidade, confessamos a sua autoridale su-
T.roma, c queremos pesar os seus prejuizos, e
querernos jnlgara sua doutrina E isto cousa
que seja possivcl ?
J que somos catholicos, doremos obedecer
egreja, admittir todo o seu eosino, respeiiar todas
as suas leis, reconhecer todos os dreilos que el-
la se atiribue ; porquanlo ella, c ella s, que
nunca vae alera dos limites que Deus marcou ao
seu dominio, compete tambem tragar os limites
da sua competencia,
Dlaviel, rigario geral.
le Monde.Silveira.)
Reunida a familia cm conselho, resolve que se
Unce mao dos meios extremos. Como acabar
com essa intriga? Tralou-se de despoclisar o ga-
ln aos olhos da ingenua : para isso procurara
occuliar lodos os vveres de Rcynold, quo morre
de tomo por nao querer comer diante daquella,
quem ana: depois quando se achara bstanle Queremos Barabbas, restluinos Barabbas Viva
nSStttfci" tsun^siss:B,rabbas! Non hunc sei BwMam!
ssr cTeTnK1 xSoT:; sr, mtT VT hq,,se passaD \ *aUa
sobieneza prope sai. les aeonpanhadas de' can- [ ranSri.laJe 1u.e ha sobre a la. P de todos os
toes. Incitado e provocado pelos oulros convi- i ehrislaos, o vigario eo representanto directo de
rspenle os estribos, falla contra a msica b con-1 Jess Chrislo, desdi que os mos, iralagao dos
uiSSi rond dltauo Ti 5 an,S5 PharSe!- CniprC8a'n MOi 3 mC'S m'-
'ginavcis para desacredila-lo c perde-lo na opi-
cahirem as suas illuses. Pobre mulher I
nao serei eu que a lastime.
Mas
O llieatro francez na Allemanlia.
A pega foi representada como uma comedia
franceza : islo diz tu lo. Os dous Brohan derara
indicios de tlenlo, belleza e eslylo. Hadenoi-
selle Favard desenvoheu bstanle sensibilidade
no amor todo romanesco de miss Laura. Bres-
sant compenelrou-se muilo do carcter amoroso
do .conde de Ueyoold, e empregou lodo o aidor
na sua declarago queima-roupa, que escanda-
lisou o publico de Bale, pouco disposto accom-
modar-se com essa imraoraldade, ainJa mesrao
no Iheatro O successo foi, pois, equivoco nesso
ponto ; cora ludo istD va'.eu mais que uma adhe-
so fiia, e indifferenle.
Mery o Scribe das margens do Rheno. Nesle
anno rep^esentaram-se ah duas comedias delle,
uma eml Ems, intitulada Um casamento em
Lalmeck, \ oulra em Bade, intitulada Os dous
casamentas.
Nesta ultima cidade representaran! egualmenle
um proverbio do conde d'Osraond A berlinda
da senhora\baroneza vae muito adianle. E' uma
engenhosa fmitagao dos costumes da grande so-
ciedade. Ayepresentigao foi em beneficio dos
christos da Syria.
E' assim que o Iheatro francez na Allemanha
tende approwmar os espirilos, e concorre para
essa obra de conciliago internacional que a di-
plomacia nunca pode concluir. Napo'eao I fez
transportar a comedia franceza para Erfurt, e fa-
cilitara ao grande, artista Taima o ser ouvido por
uma platea de monarchas. Bressaut, Regnier,
os dous Brohan, Wavessam todos os annos o
Rheno, assim comoXBoileau, em proveilo da lin-
gua e litteratura francezas.
(S/i. Brainne Sift-eira.)
No se.ulo passado o espirito francez, alguma
cousa suspeito na Franga por causa das suas ten-
dencias philosophicas e iberaes, era mui bem
acclo as cortes absolutistas do norte.
O celebre Frederice e a grande Catharina,
que nos seus estados nao teriara soffrido a me-
nor coniradicgo, davam nao obstante asilo aos
mais ousados innovadores. Vollaire, Diderol,
c d'Alcmbert, professavam publicamente em Ber-
ln o em S. Petersburgo as doutrnas ia encyclo-
pedia.
niao dos povos, se acha tambem por sua vez e.m
comparagao, para bem dizer, nao s com um
monarcha usurpador de reinos estrangeiros, mas
lambem com ura arenlureiro salpicado do san-
gue de innuraeraveis victimas romanas, si-
cilianas, napolitanas e outras, que elle tem mau-
dado fusilar em massa sem preceder um julga-
mento, sem uma sombra qualquer de direito ou
de desculpa acccilavel no simples tribunal da
probidade e da honra 1 E, grande Deus I dos
peilo3 ehrislaos, dos labios catholicos parlera o
analhcma, o desprezo e a raaldigao nao con-
lra o sanguinolento e sacrilego violador de todas
as leis humanas e divinas, nao contra o assassi-
no, mas contra Pi IX, o Sinlissirao Padre I Pa-
ra o crime c o criminoso, na linguagem e na f
de muios jornaes, a admiragao, e o enlhusi-
asmo 1
Nunca, meus eliarissimos irmaos, nunca tea-
mos pensado que fosse possirel semelhanle cousal
Bem sabemos o que elles dizem; dizem que nao
se trata do poder espiritual, mas lo s>menteda
autoridade temporal da sania s ; e accrescen-
tam : Para quo esse poder temporal? Por ren-
lura o Papa lem necessidade de ser um rei para
ser o chefe da egreja, e para guiar as almas no
caminho do erangelho ?
Nao : o Papa nao precisa que seja re para po-
der mostrar o caminho do co aquellos que o
rodeiam ; mas slm, mil rezes sim, lera elle ne-
cessidade de ser moral e materialmente inde-
pendento de toda e qualquer autoridade secular
Carta pastoral do oispo de Laval aos
fiis de sna diocese (").
Acaso ser pormittido, ser me3tno possirel
guardar-se aquillo que j nao um segredo, oc-
(*] Este documento nao se acha reproduzido por
inteiro, rmssim na parte relativa questo, que
actualmente se agita, quanto ao poder temporal
do Papa,
(A'ofo do traductor,)
E' ella mais indispensavel quo nunca nos lem-
pos modernos cora essas mximas do tolerancia
universal, adoptadas por lodos os governos, oque
sao muitas vezes seguidas de desaflVigo e dos-
confianra para con a nica e verdadeira egreja
de Deus. Quanlo nos, sem nada affkmarmos
de positivo nosso resuelto era to delicada ma-
teria, pensamos corao aquelles que pensam que,
naodar-se independencia abslouta, mais valer
taires ao vigario de Jess Christo nao ler, como
o seu Divino Meslre, uma pedra onde repouse a
cabeca, e nao river, esperando melhores das, se-
nao das dadivas espontaneas dos fiis, da mesma
forma que os apostlos.
Os homens sem f, os escriplores que collocam
sobre o papel ludo quanlo so Ihes manda, tudo
que se paga, esses jornalislas judeos, protestantes,
ou mesmo catholicos pelo baplismo, mas pagaos
pelos pricipios e coslumes, esses homens nao po-
dem coraprehender seraelhanles cousas ; nao,
naopodem, nem querem Ellos bradam : Galle-
ros e deixae-nos obrar I E' quasi sempre esse o
seu principal argumento.
Mas vos. meus charissimos irmaos, vos que cons-
titus a gran le maioria, que sois rebuiho dcil
voz do divino pastor, vos quera tambera o es-
pirito das trovas procura tentar, mas que conti-
nuaos ser christao, que conlinuaes querer a
Batracio, como acontece que n'um ponto de tan-
ta gravdade fagae3 causa coramura com os ad-
versarios da cruz do Salvador o da egreja, que
Elle fuuJou, para servir-vos de caminho at a
sua divina pessoa ? Corno vos nao mostraos es-
candalisaios, indignados? Corao leles, e ap-
plaudis essa linguagem, essas ideas, essas blas-
phemias ?
Tendes sacerdotes que ros rodeiam : dar-se-ha
acaso quo lodos elles sejam perversos? Mas aqu
est o rosso hispo que vos falla ; bem o conhe-
ceis, e lhe fazeis sempre um acolhimeulo ral ve-
zes superior ao que elle merece ; julgareis tam-
bera que esse hispo um imposto, como dizem
dos bispos em geral, e em termos aiuda raais
acres, esses jornaes que vos leles ?
Todo3 os bispos da mundo (se nesse numero ha
"Igoma excepcao, condemnae-a, corao se dve
conderanar esses sacerdotes indignos, que, se-
gundo uffirraam, se deixara ir arraslados pela in-
fluencia do sacrilego devastador italiano), todos
os bispos do universo geraem ha um anuo, e er-
guem-se, com risco de passarera por muitas Iri-
bulages pessoaes, contra ludo o que se trama e
se consuma ha pouco mais ou menos esse vempo
om prejuizo da sania s.
Pensareis, porventura que sejara perturbadores
ou homens sem inlolligencia lodos esses bispos
do universo inteiro? Com elles vedes os ehris-
laos prostrados em fervorosas supplicas para ob-
terem de Deus um mclhoramento, se nao termo
esses males : pois seremos todos nos insensatos
que se inquiotam sem razio, ou hypocritas que
se fingem comraovdos, mas quo nao o esto ?
E o Papa ser lambem, corao se lem ousado
repetir, um teimoso ( perdose-lhes, mui digno
vigario do Jess Christo, nosso meslre, perdoae-
Ihes I), ura teimoso que tem a sera-razao do nao
se deixar conduzir para onde o querem levar? Mas
eis qual seria o resultado de ludo islo : a palavra
divina e eterna se achara em falta ; nao seria ver.
dade que Jess Christo est cora a sua egreja pa-
ra a impedir de errar, pois que Elle consentira
ou soflreria, que essa egreja, pela bocea de quasi
todos os seus pastores, sustenlasse e sustente
anda uma doutrina e uma causa opposlas boa
justica, verdade immutavel e ao bem de todos I
Oh meus irmaos, meus charissinos irmaos,
o nosso coragao verle lagrimas de Singue. Ao
menos soja-nos licito dizer que vos tendes pela
maior parle conservado aquillo que oris ; o tem-
plo de Deus conlina ser frequenlado como era
d'anles: ros conlinuaes salisfazer com a mes-
la receber j nesle anno um certo numero de
jovens esludante3 de theologia, ao passo que um
numero maior de aspirantes sania milicia, mais
jovens ainda, se prepara no pequeo seminario,
augmentado e melhorado, devido isto cgualmen-
to ao rosso concurso junto ao quo nos ofTercceu
a cida le da Mayence. Sao esses para nos ver-
dadeiros e legtimos motivos de consolagiio
funda, de vivo e ardenlc reconheciraenlo!
Porui ludo isso nao basta. O que vm ser
ped.-as amonloadas com arte urnas sobre as ou-
tras, ainda mesmo pira um fim sagrado, se por
outro lado e ao mesmo tempo as pedras d edi
fi o espiritual, as almas resgatadas pelo sangue
de Jesu3 Christo, se desllgam da sua egreja, da
sua f e da sua lei para seguirem outras legras
e oulros doulores? E esses asylos do uma moci-
dade estudiosa, que s pensa em proseguir um
d'a frenle de vossos filhos, no caminho do de-
po
regosijava-se cora o pensaraento de tornar ve-
los ; e eis o que combinou com sua rma : pas-
sana a noito em casa della, e partira ao romper
do da seguinte para a sua aldua natal ;. pedira
hospitahdadc seus paes sem dar-se-lhes- co-
nhecer, e gozara da sorpreza desles quando Ihes
dissesse: Es-aqui. rosso filho no dia sub-
sequenle, que era um domingo, Marlza ria jun-
lar-se-lhes com a sua familia, e assim reunidos
festejaran a feliz volla daiuelie que julgaram
perdido para sempre.
Os dous irmaos, depois de disculirem e assen-
larem nesso programma, se pozerara conversar:
Tnico tinha muito que contar ; e assim a noile
os sorprendeu, quando menos o pensavam. Ca-
da um procuro* o seu leito ; e no dia seguinle
ao romper d'alva, o recem-viaJo se poz cami-
nho Alegre por se adiar no meio desses cam-
rer c da honra, esses asylos a :aso leraa porsor- P*! ,0e Da *" h" '3nl temP. a0 perceber no
te formar aihlctas destinados sustentar rudes' hurisonl,s a ,i"!,a tortuosa das monlanhas, para
e penosos combales em deeza de virtude desde- '",e m"' P0T,er"> aida conduza apastaros
nhada, e da f atacada em torno delles ? Qiie! reDan,,0S aoom da sua gaita, um nao sei
Desperada perspectiva Que derrota! Que fu-
turo !
Disspae, dissipae essas sombras nuvens,
meus charissimos irmaos, afaslae os receio, fa-
zei cessar o principio que Ihes den origen, e os
maniera. Nae escuteis os seductores; cerrae os
ouridos. fechae os olhos aos mos discursos, aos
livros impos e perversos; nao vos deixeis arras-
Irar por esses homens incgnitos, qucu, gra -
gas Deus, ros nao queroreis comparar, nem
parecer, nos principios, coslumes, hbitos, e no
coragao. Continuas ser o que foram os rossos
paes, o que ros mesnios fosles e aioda sois. Con-
tnuae ser ehrislaos sinceros, catholicos inaba-
laveis, dedicados ao centro immovel da unilade
fundada por Jess Christo, islo sede aposto-
liza reco-nhecida e honrad com
dreilos iaviolaveis.
que
senilmente do prazer lhe subiu do coragao ia-
bega : ia elle canlarolando essas cantigas que nos
parecm montonas, mas que leero tanta har-
mona aos ouridos blgaros pensava na aleara
de seus velhos paes, no que diran os vzinhos e
sobre ludo pensava em certa raocinha, que dei-
xra muilo moca, e que nao se teria esquecido
Jelle: mil projectos germinavara no seu cere-
bro ; e os bellos maraveds de ouro, que trazia
aperlados na sua ciutura, podiam mui bem fizer
que naofossem esses pensamentos cairos lanos
castellos na Hespanha.
( Le Monde. Si Ice ira.
I'ni drama tu Orientet
Um crime horrendo, mais horrendo ainda pe-
las circumslancias imprevistas que o acompa-
nharara, e falalidade do que se achou revestido,
acaba de causar o maior espanto aos habitantes
de Niche eseus arrabaldes.
Essa porgao do imperio oltomano habitada
pelos Blgaros que, como os Servios e Bosnia-
eos, pertencem grande familia slava. Algumas
familias musulmanas, eslabolecidas no paiz des-
de a poca de sua conquista, formam ah a aris-
tocracia. O slo, rodeado de raraificices da cor-
dilheira de Balkans, rico o fetil na planicie ;
por isso a maior parte dos habitantes se entre-
gan ao trabalho da agricultura e da criagao do
gado, a qual prospera as verdes c abundantes
pastagens que offerecem prados sem fim e a vol-
la das montanhas. Entretanto alguns ambiciosos
ha que abandonara a vida rustica de seus paes
para mui longe irera era busca de uma fortuna '
mais rpida.
Conslantnopla, o paiz das suas esperangas,
Eaifiui chegou s primeiras casas da aldeia : o
coragao bala-lhe forle. Algumas pessoas, que
cnconlrou, nao o reconheceram : mas todos po-
s, dera ler elle chamado por seus nomes se o qui-
jsesse : o caes ladraram sua passagem ; para
osles era tambem um estrangeiro. Seis annos
de ausencia tanto lempo Aos risonhes pensa-
mentos sticcedersm tristes refiOs.de. Quando
chegou dianle da casa de seus paes a porta esla-
va fechada ; bateu, foi sua mae quem lhe abriu,
recebeu-o cora affablidade, segundo o coslurae
slavo ; convidou-o descangar, mas nao o re-
conheceu. Veio depois seu pae, traiou-o corao e
um esirangeiro ; pergunlou-lhe onde ia, e de
onde vinha, Yanko conlou que era. um viajan-
te, aue ia para uma-cidade, cujo nome elle deu ;
porm fatigado de uma vagem bastante longa
peda aos seus hospedes bemfazejos dessem-lhe
um agasalbo, quo'elle saberia ser gralo esse
sorvico. A' eslas ultimas patarras o semblante
da relha sa expandi : passava-lhe pela idea
ama esperanra de lucro.
Chegando noite os esposos Caulcho condu-
siran o mogo para um pequeo quarto ; eslen-
deram no chao urna esteira para serrir-lhe de-
cama, e despedirn)-se delle desojando lhe boa
noile. Yanck nao tardou muilo em adormecer
cora o pensaraento de dar-so conhecer no da.
seguinte apenas chegasse sua irmaa.
Entretanto a vclha Kato Gantcho se coliava:
quasi sempre o termo al onde chegam asper- mergulhada em sombras reflexes : quem seria,
grinacoes desses ambiciosos: nao s ao campo- esse nosP8dc Que aeaso lhe enviava ? Vinha de
nez da Asa-menor, mas tambem ao pastor da :f izer uma vi1SPm lucrativa, seu cinlo se acbava
Romelia, Staraboul pa rete uma cidade das MU e l'aslant2 rechtiado.e elle n5o oceultava ato mes-
para prehencher com a precisa liberdade, entre ma generosldade nossos pedidos, em favor d
lanos interesses oppostos, e muitas rezes era
conflicto com os individuos e as nagoes, uma
raissao recebida do co, e que se estn lo 4 todos
os lugares, fi lodos os lempos: lera por conse-
guinle necessidade de ser senhor e soberano em
alguma parle, e e-*la parle nao pode ser seno
a sua nagao. Porque aquello, que nesle mundo
nao soberano, necessariamenle subdito de
alguem ; quem nao totalmente ndependeiile,
I lambem nao i totalmente livre ; quem no 4
os
nossos eslabelecimentos diocesanos, quo rossos
sao tambem, e em favor dos infelizes ehrislaos
da Syria, rictimas da ferocidade paga dos Dru-
sos, e da ril cumplicidade dos Musulmanos: al
mesrao o Santo Padre, abandonado e Irahido, tem
recebldo nos seus thesouros largas, mui largas
offerendas,d'aqui sabidas para ir^m cahir aos seus
ps como homenagem do nosso profundo amor.
Gloria vos por essae nobres manlfestagoes de
f$ e de Adelidade : gloria 6 tos, euelleates Ba-
uma noites, um paiz de encantos, onde se al-
cangam fcilmente a riqueza e as honras; a
imaginagao exaltada raoslra-lhes ainda mais ar-
rebatadora essa maravilha que elles conhecem
por tradiegao. Todos os annos ali ch gara uns
aps oulros, cheios de esperangas, formando mil
pr>jectos, at que reconhecem que l tambem,
corao era qualquer oulra parle, preciso enlre-
gar-se um Irab alho muilas vezes rude e peno-
so para se poder ganhar o pao de cada da. En-
tao os Blgaros se tornan: quasi lodos aguadei-
ros, bofarinheiros, etc.: e no fim de alguns an-
nos voltam cora as economas que poderam ajun-
lar, rirem rontade entre os seus, contando c
recontando o que riram e o que aprendoram.
N'uma pequea aldeia situ ada perlo de Niche
riria urna familia blgara, composta de pae,
mae, uma filha c um filho. A fllha chamada Ha-
ritza, tendo ca3ado aos dezesseis annos de edade,
se apressra em deixar a casa paterna, para ella
thealro de interminareis, querelas suscitadas pe-
lo carcter vido e ringatiro de sua mae. O pie,
fraco e sem energa, deixra que sua mulher
usurpasse o seu lugar, c se dobrara sem cessar
aos mos inslinclos della. O Glho, de nome
Yanko, sendo jfi um homem feito, tralou tam-
bem de subtrahir-se fi essa tutela severa e (5o
injusta de seus paes ; procurou outro meio de
faser fortuna, e declarou a resolugao que forma-
ra de partir para Constaulinopla, Obtido o con-
sentimento paterno, preparou-se para a viagem,
e juntando-se fi alguns companheiros que lam-
bem para ali parta ra, poz-se caminhu.
Passaram-se muilos annos, e nioguem mais ou-
vio fallar do Yanko ; seu pae e sua mae, apezar
da pouca ternura que lhe havam teslemunhado,
informavam-se i seu respeilo de todos os que vi-
nham da capital, mas debalde : ninguem o co-
nhecia, ninguem sabia o que ra feito delle.
Maritza, que arara sempre fi seu irmao, cho-
rava muitas rezes a sua ausencia, acabrunhada
mo : ninguem o vira entrar na cibana, pois que
chegra mui codo : porlanto seria multo lela se
deixasse escapar tao boa occasao. Mas elle
met hospede, continuara ella comsigo mesma
dominada por um resto de honestidade, que as
ms paixes nao linham ainda conseguido aba-
lar. E o que tem islo? replicou inmediatamen-
te i tatito melhor! o golpe ser, mais seguro.
Resta agora convencer fi Gautcho ; naturalmente
elle se ha de oppor ; mas. eu levarei avante r>
meu plano.
E dosta sorte levou uma hora inteira fi lutar
enlre sua criminosa ambiguo, o lemor deserdes-
coberla, e seus escrpulos de hostldade : ainal
venceu o crime. Bem resoluta, fo pouco pou-
co insinuando o seu projeclo no animo do ma-
rido. Este homem, de um coragao bondoso, re-
sisti principio ; infelizmente, porm, o ascen-
dente que sobre elle exercia sua mulher acabou.
por domina-lo.
Faze o que qufeeres. dis-lhe rile; quanto S
mim, laro as maos. Pobre rapaz! A' esta hora
dorrae um somno tranquillo, amanha o que se-
r delle ?* Olha, mulher, lembro-me agora do
uma cousa : sabes quo 0 nosso filho poderia ter
esla mesma edade, pouco mais ou menos?
Cala-te; quem te fez lembrar aqui o cosso
filho ? Elle morreu ; ninguem mais deu noticias
seu respeilo.
O dialogo parou ahi ; Caulcbo foi deitar-se
mas nao pode fechar os olhos; uma eslranh'
agtagao se apoderara da sua pessou; sahlo para
distrahir-se.
(Co)i/nuar-se-fta.)
PS.HN. -TYP. DEM. F. DE FARIA.-1860.
n
ILEGVEL


Full Text
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