Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09183


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Full Text
AH XXIVI. HUMERO 283
.....
Pop tres mezes adianlados 5J00O.
Por tres mezes vencidos 6$000.

QIITA FEIBA 6 DE DEZEMBRO DE 1861.
Por amo adiantado 19$000
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGAD05 DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrinode Lima !
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ,-Aracaty, o
Sr. A de Lomos Braga; Ceara, o Sr. J. Jos de Oli-
veira; Mannho. oSr. Manoel Jos Martina Ribei-
ro Guimaraes ; Piauhy, o Sr. Joao Fernandcs de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justiino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
l'AKllUAs DiJS UOHKE109.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Paralaba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e
Garnnhuns as tercas feiras.
Pao d' Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo.Sirinhera, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partera as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO HEZ DE DEZEMBRO.
5Quarlo minguante as 3 horas e 40 minutos
da tarde.
12 La nova as 10 horas e 28 rainntus da manha
20 Quarto crcente as 3 horas e 50 minutos
da manha.
28 La cheia aos 58 minutos da manha.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeiro as 11 horas e 42 minutos da manha.
Segundo as 12 horas e 6 minutos da tarde.
AUDINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do comraercio : segundas e quintas.
Relaco torgas, feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas
Juizo do commercio: quartas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Pnmeira vara do civel r tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel; quartas e sabbados a urna
hora da tarde.
AVISO.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda. S. Francisco Xavier apostlo.
f Terga. S. Barbara v. m.;S. Pedro Chrisologo.
5 Quarta. S. Geraldo are.; S. Sabas m.
6 Quinta. S. Nicolao B. de Mira ; S. Leonisa.
7 Sexta. S. Ambrozio b. doutor da igreja.
8 Sabbado. tfc Conceico de Nossa Senhora.
9 Domingo. S. Leocadia v, m. ; S. Reslituto b.
ENCARREGADOS DA St'BSCRIPCO NO SL-
Alagoas, o Sr. Claudino Falca* Dias ; Bahia
r, Jos Martins Afves ; Rio de Janeiro, o Sr
Joao Pereira Mar lina.
EM PERNAMBUCO.
t> proprietario do diario Manoel F/^jpiroa d
hara, na sua livrajia praea da Independencia ns.
ancora-
e dos canacs da barra para se conhecer
a sua profundidade e dir-'eces, e parli-
aquclli
mais gente oceupada na praticagem, e providen-
ciar quando esse pessoal nao fr suieiente por
motivo de maior numero de navios, por moles-
Achando-se aberta a commuiiicaco liaa0"0falla de comparecimento.
CnlPft PSta fidndP P a villa iU F -uc csirt tiuaue e 1 Villa (Id I.M .1(1.1,: mais empregados da praticagem cumpram os de-
pcla va frrea, rosamos aos nossos vores acciirnanfac nna alli ..oiil. ~- | ment e quaesquer ordens dadas pela capitana.
assignaniesqoe all residem, c rece- 4." .r parte o capio do porto de todas
l>em SUaS aSSisiiatliraS em OatraS lOCa- a.s occurrencias diarias do servico da praticagem,
lidades,que enviemscus nomes ao es- 5." Examinar ""doTestado dos
cristorio da redaceo. napa que llics!douros e dos
... i- sempre
sejam remettidos diariamente os nu-; cpar ao capito do porto quaiqer mudanza que
meros desle DIARIO; assim como nt!lles enconlrar; assira coraoiaforQiar mensnl-
|c ,-. _. ~..:___ menle ao capitn do porto sobre o desenvolv-
as pCSSOaS qUC Se qUIZerem MS-j ment, capicidade, procedimento dos praticos e
Cl'CVCr COmO assimiaotes. i mais individuos empregados no servico da prati-
| cagem.
6. Observar as quatro phases da la, em
cada mez lunar, as occisioes de baixa e prea-
mar, quanlo descem e sobera as mares, tomando
nota do lempo e sonJ i em taes occasies, afim
de se conhecer a diflerenca do nivel d'agua ; for-
mando de todas estas observacoes um mappa de-
talliado e esclarecido, que addiccionar aquel-
las reffexes que julgar convenientes, apresen-
tando-o depois ao capito do porto, para ser re-
gistrado na respectiva secretaria em livro com-
petente.
7. Administrar a arrecadaeo da renda da
praticagem e seu material, fiscalisaodo urna e
; oulra cousa, sob a inspoeco do capito do porto.
i Art.. 14. Os praticos sero obrigados com-
I parecer na capitana do porto e na sua estacan,
j conforme o detalhc feito pelo pratico-mr, e to-
; das as vezes que este os mandar chamar para
ment comprobatorio do dinheiro recebido
deve existir no cofre.
Art. 25. Todo e qualquor rendimento
ticagem ser recolhido um cofre de duas cha-
ves para liie dar o deslino iudicado nos arts, 18
6 I 7
Art.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio da marinha.
AVISO DE 9 DE OLTLBRO DE 1860.
Manda observar o regulamento provisorio para
a praticagem da barra e porto da provincia
da Parahiba.
2a seceo. Rio d Janeiro. Ministerio dos
negocios da marinha, em 6 de oulubro de 1860.
Illm. e Exm. Sr. S. M. o Imperador deter-1
mina que se observp o incluso regulamento pro- !
visorio para a praticagem da barra e porto dessa \
provincia ; e recoraraenda V. Exc, quo infor-
me esta secretaria de estado sobre as altera-1
co>s que a experiencia do um anno, pelo menos '
indicar, como necessarias ao mesmo regula-!
ment.
Deus guarde M. Exc. Francisco Xavier
Paes Btrrello. Sr. presidente da provincia da
Parahiba.
q 11 H;,e d,a em 1ue Priende sahir. devendo
da ora- ofoorto IT- dep'S de rubrMda Peo "P*
' lili nii luera suas vezes fuer, ser apresen-
X..CkP,U2 d"io ao pratico-mr, que
marcar a hora da partida.
26 D'entrc os praticos ser escollada 41 e A'ifaphcd'K'K8 dS
plurahdade de votos um que servir do thesou- sthir. HP"caaas aos
reiroscndoapprovadopelocapilaodoporto.de Art 44 Sa aUmm __a
quo lavrar termo o sccreiarii da ranimnia i*^. .!.!l?n..,COmraa ndantp. capi.lo ou
arligos 37, 38. 39
navios que tiverem de
isso concedido, comanlo
' outro houver de pagar
cora um.quau.u!,,..,^,,,
esluer marcada na respectiva tabella.
nos.
capito do porto, sorn de novo eleito outro. |Conllanca, ser-llie-ha
Art. 27. O thesoureiro ser um dos clavicula- que, alm do qu. a,
e o outro ser da nomeaeo do capito do entre para o cofre
porto.
Art 28. No dia 2 de cada mez organisar-se-ha !
urna relajao de todas as qnantias cobradas, na '
qual se mencionar os nomes das pessoas de
quem foram recebidas e dos navios que deram
ongem a essa renda ; o proceder-se-ha cora-
nte receita ; devendo a dita relago com o
Dtt penas por infraeco
Art. 49. Quando um pralico incumbido de diri-
gir qualquer navio, encalhar ou perder, o capi-
tao do porto procurar saber inmediatamente :
i. se o sinistro leve lugar em consequencia de
lorr;a maior, ou nutras causas alheas vontade
do pratico ; 2. se por erro de officio por elle
commetlido; 3., se do proposito, ou por qual-
quer outro motivo reprovado.
1. Quando se derem as cirtumstancias do
primeiro caso, consideror-se-ha justificado o
pratito e continuar no livre exercio de seu em-
prpgo.
5 _2. Quando realizar-se o segundo caso, ser
sujeito wspens e mtilQ, e esmo demis-
Iicando o d
havere
yaycuxav r biiiu, e u>nio a demis-
ir?rio""i,a,Ko*aS*?f,.h? .\ZPZanl''
rem a indemnisaco no juizo"eomp85
senc regulamento.
-.-... .^^^,u f uocuuu a un* iei.ii^jo tura o CAPITULO 1.
conferedo pratico-mr, e rubrica do capito do Da* 1ue dizem respeito aos empregados da prali-
porto, servir de guia o pega justificativa de pro- '
da receita; depois do que lngara o encar- | ArL 45. Todos
cesso
TITULO III.
para
das disposirdes do pre- \ tente.
3. Quando, finalmente, houver lugar as cir-
cumstancias do lerceiro caso, o pralico ser pre-
so demiltido e enlregueas autoridades criminaes,
para procederera conforme a lei.
Art. 50. Se qualquer ombarcaco encalhar, ou
poder responsabilisar-se pela praticagem do
da RrahlL bafra C deDlr de"a' al porl
Todo aquello que sem ter a competente no-
nieagao se apresentar a bordo de qualquer navio
para desempenhar o servico d pratico.ser pre-
0 pelo eapilao do porto e eulregun a auWmdadc-
tompetenie para ser punido ce-mo e.vercendo func-
opsquejhe sao vedadas.
af^, ^ Ser en,retanlo permiitido aos capi-
taes ou mestres tomarem na cosa, como pralico
aigum manol.eiro com a necesaria intelligencia'
irini. a barra o,, ol nreleoder pasar dah
para dentro, sem que seja charaad. oPpi" .-f11
?5.c*i?eit0' disPos'o no artigo antecedente,
maior, o qeYudoVSv$rJdLob,8",do. VV or^x
convenientemente.. "'""" d >ono
Art. 56. Os empregados na praticagem usaro
e uniformes iguaes aosestabelecidos para os da
provincia de Pernambuco. e gozaro das iseneoes
determinadas pelo regulamento
puentes, e os erros de (lirio pelo capito do
pono, com recurso para o conselho da canitanU
A respeito porra dos palroes, remadores ornis sefuindo-se nm processo TSon MMuSS
empregados bom como de quaesquer contas do nolilulo 7 do regul.menlc de 19 de S do
costeio do material, ser o crdito feito com co- 18. ma10 ae
nheciraento de recibo. ti. 46. Todo e qualquer individuoemoresadn
JftaliX!Lil!LSSL&>secomprarenaTiC3*em-v**hX52 o
i?." e"t/;*. como ancoras, amarras, an- | regilamenlos da policia naval, fiscal das alfan-
dente.
O mesmo lera lugar se algumaembarcaco per-
der-se depois que o pralico a liver fudoado,
provando-se que o sinistro teve lugar por haver
dado tundo, ou sido collocada em posico nao
conveniente, sem concorrer para isso motivo de
forca maior.
objecto de_servico da praticagem ; devendo cura- corles, ele sero taes objeclos abonados em I deg.s e de s7nidd^"?,MrrMcito aTm dw"^-"
connecimenlos nm i*""' ks^ ...... ;~ .--" ,-. .
Regulamento provisorio para a pra.
ticagem da barra c porto da pro
vieta da Parahiba, orjganisado
conforme o disposto nos arts. 91
*i 92 do regu'amento que b ixou
com o decreto n. 447 de 19 de
inaio de 184C.
TITULO I
Da praticagem.
CAPITl'LO l.
Da organsac,o do pessoal.
Ait. 1. A pralicagem da barra e porto da pro-, c
vincia da Parahiba str feita por urna associaCo ^.^sanUaria ^ regulamento da po-
de praticos, subordinados an capito du uoito, c Arl ,, ..:.,. _..,,..,,_.. .
coniposla de uor pratico-mr. quatro praticos^ e aA"t/'s fZVL ?!,,%? r al"cad"
dous praticanles; servindo um dos pralicos de JS? mente JSSfl^. f67"3
aiuilantp do nratirn-mAr ? commandante, capito ou mestre, se
aJArt,.,2.dO Eaco.raor'ser nomeado pelo go- S T'nv 1m aaluuer W*'0' der
verno. precediendo proposta do capitn do porto, 0U'T, Cm 1ualiuer los ancoradouros
prir as ordens que lhe der tal respeito.
Art. 15. A estaco dos praticos ser no Cabe-
dello, e nenhum sahir delta sem licenca conce-
dida al 24 horas pelo pratico-mr, e at 15 dias
pelo capito do porto, mediante requerimento e
cora motivo justificado. As licencas por mais
lempo ou para fra da provincia sero dadas pe-
lo presidente, sob informado do capito do por-
to, que ouvir ao pratico-mr.
Art. 16. Os pralicos anles de atracarem a qual-
quer nivio, fra do porto, devero inquerir se
elle traz carta de saude limpa.
Se a resposta fr aQirmativa, subiro livre-
raente, e depois de se informarem do comman-
dante, capito ou mestre, sobre a intenco com
que demanda o porlo, e qual o calado de agua
do navio, o dirigiro convenientemente.
Se porm fr a resposta negaliva, nao atraca-
rlo, devendo da parte de fra pedir as informa
ces cima mencionadas; e collocando-se na
posico que raais conveniente fr, para dar di-
recjo ao navio at o ancoradouro de quarente-
na, onde deve fundear, fa-lo-ho desde logo tcar
bandeira de quarentena, c seguir ludo o meis
enviada secretaria de estado dos negocios da
marirha, por intermedio do presidente da pro-
vincia, e cora o seu parecer.
Art. 3." O individuo que se houver de propor
para o lugar de pratico-mr dever ser Rrasilel-
ro, ter bom procedimento e probidade, e possuir
conhecimentos pralicos, tanto dos rumos, mano-
liras, apparelho, amarrares de navios, etc., co-
mo da praticagem, ^pela forma prescripta neste
regulamento.
Art. 4. O ajudante do pratico-mr ser esco-
Ihido d'entre os praticos mais intelligentes e ap
tos para tal servico. sob proposta do pratico-mr
ao capilo do porto, que a enviar com o seu pa-
recer ao presidente da provincia, e este, appro-
vando-n, mandar passar o respectivo titulo pela
capitana do porto,
Esta nomeaeo servir to somenic para desig-
nar aquello dos guatro praticos que durante os
legtimos i.upedimentos do pratico-mr o dever
substituir.
Art. 5." Para obter qualquer individuo o titulo
de pralico preciso mostrar que Brasileiro,
maior do 21 annos, que sabe 1er e escrever, que
tein bom procedimenlo e plena approvaco no
exame estabelecido por este regulamento.
Art 6." Para ter noraeago de praticante pre-
ciso mostrar que Brasileiro, maior de 18 annos,
quo lera bom procedimenlo, sabe 1er e escrever,
que possue conhecimentos do rumo da agulha e
alguroa pralica da manobra, apparelho, amarra-
rles de navios, o ter j navegado do barra fra.
Ar. 7. Os exames dos pralicos sero feitos
perante urna commisso composta do capito do
porlo, de um official da armada nacional de gra-
duaco inferior daquelle, e de um capito de
navio mercante, com a precisa inteligencia; e,
na falla dos dous ltimos, por duas pessoas habi-
litadas, e Horneadas pelo capito do porto.
Art. 8." Servirlo de examinadores dous prali-
cos, tirados sorte em preseoca da commisso e
presididos pelo pratico-mr.
Arl. 9. Ao pratico-mr compete, no acto do
exame, fiscalisar o inteiro cumpriraento das obri-
gaQoes dos dous examinadores, lembrando-lnes,
quando estiverem interrogando, aquelles pontos
ou materias que por essenciaes nao devam pas-
sar em silencio.
Art. 10. Aos dous examinadores incumbo in-
terrogar cada um por sua vez sobre manobra, di-
receo das correles, sondas e marcas dos canaes
da barra at o porto da cidade da Parahiba,; bem
como acerca do que se refero ao apparelho e
amarraces de navios.
Art. II. Concluido o exorne, recolher-se-ha a
commisso urna sala com o pratico-mr e os
dous praticos arguenles, e ah conferenciando
entre si estes tres ltimos, o dando o pratico-
mr dita commisso as necessarias informacoes
acerca da conducta, aptido, assiduidade, desen-
volvimento, e mesmo das faltas do examinando
( no caso de t-las ) procedero votaco sobre
a qualidade de sua approvago ; depois do que a
commisso, devidamente apreciando o acto do
exame, e as informantes ministradas pelo prati-
co-mr, julgar definitivamente, se conformar-se
com esss votacao, lavrando o ecretario da capi-
tana do porlo o competente termo.
Se porm a mesma commisso se nao confor-
mar com a votaco e julgar o acto improceden-
te, disto far lavrar termo pelo referido secreta-
rio, devendo o capito do porlo mandar proce-
der outro exame dentro do esparo de oilo dias,
servindo de examinadores os outros dous prali-
cos que no primeiro exame foram excluidos pela
sorte.
O resultado deste acto ser definitivo.
Art. 12. o lempo dos exames ser hora e meia,
mss poder prorogar-se por mais meia hora, se
a commisso o julgar conveniente.
CAPITULO II.
Das altribuices do pratico-mr e mais praticos.
Art. 13. Ao pralico mor, como director da as-
sociaco, compete:
t. Organisar a escala dos individuos empre-
gados na praticagem.
2. Detalhar o servido diario dos praticos, e
que mais lhe convier; e no affirmativo, no an-
coradouro de franqua, para ahi desembarcar a
plvora, com as cautelas cstabelecidas pela po-
licia naval do porlo.
CAPITULO III.
Dos vencimentos dos empregados da pralicagem
Arl. 18. Os vencimentos dos individuos em-
pregados na praticagem em geral, sahiro do
producto resultante do salario que elles devem
_ i perceber pelos servicos que prestarem as en-
tradas e sahidas dos navios nacionaes e estran-
geiros, mercantes e do guerra, e outros traba-
Ihos designados na tabella annexa este regu-
lamento e suas observarles. E quando o mes-
mo rendimento nao puder fazer face despeza
mensal cima indicada, ficar cargo da fazen-
da nacional o supprimento do que faltar, so-
raente no tocante a vencimentos fixos.
Art. 19. O rendimento da praticagem ser di-
vidido em Ires partes, a saber: Ia, vencimentos
fixos ; 2a, gratilicaces ; 3a, fundo de custeio.
1. Os vencimentos fixos sao os seguintes.
animalmente ,
O do pratico-mr...................... 2{0$000
Ode cada pratico....................... 1929000
O de cada praticante................... 96jOO0
O de cada patro....................... 140J>000
O do cada remador.................... 120000
O do empregado da escripturaco...... 120f000
2. Eeduzidos estes veucimentos fixos do
rendimento total, -o que restar ser ainda sub-
dividido mensalmente em tres partes na razo
seguiote : 1 em 60/100, 2a 15/100, e 3 25(100.
A primeira, para se distribuir1 pelo pratico-
mr, e mais praticos, como gratificarlo, em par-
les proporcionaes aos respectivos vencimentos
fixos designados no presente artigo.
A segunda, para semelhantemento ser distri-
buida pelos palroes, remadores e mais pessoal
da pralicagem.
A terceira, para occorrer s despezas do cos-
teio do material da associaCo, ficando o restan-
te para fundo de urna caixa desoccorro muluo
entre o pratico-mr e mais pessoal da prati-
cagem.
Art. 20. Os empregados da praticagem, achan-
do-se impedidos por molestia comprovada, mas
curavel, ou por licenca ot 10 oos, pvrccbeOu
siocnte os vonnmonij (Ixos, rccolheiidn-se a
gratiticacao mensal que Ihes pudesse pertencer
caixa onde existi o fundo de soccorro mutuo.
Por ausencia, excesso da licenga, ou quando
esta fr concedida por mais de 15 das, nao per-
cebero os vencimentos fixos correspondentes a
esse tempo, nem tero parte alguma na gratifi-
cae.ao de que deveriam gosar reparadamente os
que durante o mesmo lempo estiverem promp-
tos.
Art. 21. Os patres e remadoros que faltarem
ao ponto diario, nao recebero o rencimento
correspondente aos dias em que nao compare-
cerera.
CAPITULO IV.
Da arrecadaco, distribuido e contabilidade
da renda da praticagem.
Arl. 22. O pagamento do servico da pratica-
gem ser regulado segundo a tabella annexa
este regulamento.
Art. 23 Logo que qualquer pratico tiver con-
cluido o servico da praticagem de um navio, ou
outro trabalho, cujo producto fa;a parle do ren-
dimento da mesma, organisar-se-ha a devida
conla, que depois deassigoada pelo dito pratico,
e rubricada pelo capito do porto, ser debitada
em liro proprioao navio que se refarir, de-
clarndole o neme do commandante, dono ou
consignatario, dia, mez e anno em que teve lu-
gar o servico prestado, e finalmente o numero do
toneladas e ps d'agua que ento eslava.
Art 24. Feil a cobranca, creditar-se-ha o de-
vedor, e recolhendo-se o dinheiro ao cofre, se
extrahir de um livro de talo o compotente co-
nhecimento em forma, que o capito do porto
rubricar no alto da margem e se far no talo
a nota da quantia recebida, sendo esta nota assig-
nada pelo thesoureiro, quem servir de docu-
face de
Jas cargas
petir.
Arl. 29. No
feitas
em forma, extraludos as impostas pelos ditos regulamentos, sus-
por inventarlo a quem cora- pernio por um a trinta dias ; e quando o tacto
r ... ior trave devea ser demiltido.
I de cada snno civil organisar- | A suspenso
- ---- -- -- w.e,^,-. ouofrciiaau importa
";,"*" f*.9.'8. *S&* t03 r.eodi- imanlo Dxo, e de toda a gratificado corres- consignatario
quando o
a perda de metade do
ment arrecadado e sua distribuigo, com decla-
rado da divida activa e passiva (se a houver) e da
quantu paga para amortizar a divida do material, do siccorro-muto*
devendo um desles balanrjos ficar archivado, e
ser o outro remettido ao capito do porlo.
Arl 30. Para fazer a escripturaco da pratica-
gem, nomear o capito do porto um empregado
da respectiva capitana.
CAPITULO II.
Das penas que dizem respeito aos rommandantes
das embarcacocs.
Arl 51. Quando alguma embarcado entrar nu
sahir sem pratico, ser Abrigado o seu dono ou
...io a pagar a pralicagem, segundo a
poniente ao periodo da pena, deveudo a impor- tabella annexa a este regulamento o como se ti-
j ao cofre em favor vesse recebido o pratico, salvo o caso excepcional
do art. 40, ficando serapre responsavel pelo daru-
CAPITILO v.
Das embarcarles da praticagem e seus anco-
radouros.
Art. 31. llavera as seguintes embarcaces para
o servigo da -
A:t. 47. Qualquer empregado da praticagem
: que,sem causa justificada, recusar-se ao servico
para que fr nomeado, ser pela primeira vez
susmnso por 8 das, pela segunda preso por 15
das pela terceira demiltido.
Erriodo o caso de priso perder o empregado
a gratificaco correspondente ao lempo da pena,
a quil reverter em favur do fuudoSoccorro
Muluo.
ainda que possam nicamente ficar isenlos das
multas os das pequeas embarcacoes costeiras,
que demandarem menos de 6 ps inglezes d'a-
gua, todava sero responsaveis por quaesquer
Art 48. O pratico que se apresenlar a bordo' damnos que essa mudanca po3sa causar,
de qialquer navio para dirigi-lo estando embria- Art- 53. O capito do" porto far quanto em si
6 remos cuma "lan h d d" 5" --'-0' S-6-r pu"ido cora susPenso at quinze dias | couber para que verifique- se a punieo, na for-
pela rrimeira vez, pela segnndp c terceira com ma das leis, do commandante, capito ou mes-
pelo pralicasem sera demorada alm de tre's dias;
e no caso de nao ser realizada neste praso sern'
justo motivo, far-se-ha peremptoriameule por
intermedio da respectiva autoridade. Se,, porm,
o navio fr de guerra, convira aguardar-se orden
da presidencia, sendo elle nacional; c se fr es-
trangeiro, ler-se-ha para cora o commaudale as
dovidasatlences.
Arl. 59. as amarraces o desamarraees Dea
livre a todo o capilo ou mestre empregara sua
guarnieo, ou de algum outro navio, bem como
servir-se de qualquer lancha que nao soja a da
pralicagem.
Art. CO. O pralico que dirigir a entrada de
qualquer navio obrigado a conduzi-lu al o
porlo do Varadouro, para perceber a praticagem
por inleiro.
Art. 61. Se o pessoal e material da pralicagem
a 20$ em favor do cofre~Va"praiica"gen fe tnarcado neste regulamedto nao fr bastante para
'o desempenho do servico publico, o pratico-
mr propor ao capito do porto o augmento pre-
ciso
Art. 62. Podero ser applcadas a associaco
dos praticos da Parahiba as disposiees dos arts.
61,66, 67, 68 e 69 do regulamento que baixou
no que causar ou receber.
Art. 32. O capito ou mestre que pretender
mudar de ancoradouro e o uzer sera licenc.a da
capitana e direceo do pralico, ser multado de
evando o occorrido ao conhecimelo da
e do presidenta h. ../>
Pacidade de rceltr l V*' emS' ""/fc a8 m(Sm,s penas do artigo antecedente.
^arntL.,ra ferr 1uo Pe al 15 Asraesmas penas sao applicaveis ac P
^d!L!2K.*??: a 0U Prtica'e quo maltratar de palavras ao cora- *?rid*de competente.
" ancr?.douro deslas embarcacoes dever ser mandante, eapilio onmulu, .< r.u-.-.u ao > quai.uu ....,.
o i a 1' I respeiio.
pr ornecer. Pr uma s vez as embar- I Se porm a offensa fr physica, ser preso e
,nrL mencionadas e seus necossarios entregue autoridade competente para ser pro-
-Uj.' mandara proceder aos primeiros re- \ cessado conformo a legislaco respectiva,
paros de que precisaren!, at que ao possa fazer
pela parte do rendimento que se houver de ap-------------------------------------------------------------------
plicar s despezas do custeio do material, confor- |TiDI,rri ,
S!,HAd!,posto ?art;19, sendr preiiaindera-! i^y/ziLL/l o nisado da sua importancia; e fazendo-so no Qm I r l J .l > -l, J
de cada trimestre do anno financeiro a entrada : SerVICOS prCSladOS OOS 110VIOS nOS entradas e SOludOS O VeSpeCtlVO P0ri
Art. 54. S
offender ao pratico, verbal ou physica- | C0Ta avso de 28 de fevereiro de 1854, quando
nisloconcordarera os inleressados e permillirem
.vu.iioiancids na assui lai.ao. snucuando ella
neste caso aulorisacio do governo imperial pelos
meioscompetrnles.
Hio de Janeiro, em 6 de oulubro de 1860.-
Francisco Javier Paes Brrelo.
TITULO IV.
Disposiroes geraes.
quera tiver nomeaeo de pratico
das quantias que se dstinarem para semelhante
indemnisaco.
Art. 32. Os praticos faro o servico diario, ou
semanalmente, conforme o detalhe do pratico-
mr, previamente approvado pelo capito do
porto.
Art. 33. Para o servico das duas embarcacoes
haver effeclivamenle um patro e seis rema-
dores.
Se fr necessario maior pessoal para as duas
embarcacoes, ae chamar gente maritima, proce-
dendo ordem do capito do porto, na forma do
respectivo regulamento, correndo a despeza por
conla da embarcado, em favor da qual fr aquel-
la gente empregada ; ficando responsavel pelo
seu pagamento o commandante, capito ou mes-
tre, dono ou consignatrio da mesma embarcago.
Art. 34. O pratico-mr regular o emprego
mais conveniente das embarcacoes em quo devem
sahir os praticos destinados a dirigir ou soccorrer
os navios.
TITULO II.
Dos capiles ou mestres de navios em relae
praticagem.
CAPITULO I.
Doscommandantes, capito? ou mestres das em-
barcacoes que prelenderem entrar.
Art. 35. O commandante, capito ou mestre de
qualquer navio que pretender entrar far jar no
tope de proa a bandeira designada no quadro dos
distinctivos do que trata o aviso He 18"de Janeiro
de 1850, c que se acha anr.exo a este regulamen-
to, mandando arria-la depois que tiver recebido
o pratico.
Art. 36. Logo que o pratico entrar no prtalo
do navio que liver de dirigir, o capilo ou mes-
tre Oca obrigado a declarar-lhe com a maior
publicidade possivel os ps d'agua que cala o
navio.
Arl. 37. Todo o commandante, capilo ou mes-
tre lambem obrigado a salisfazer a quaesquer
requisicoes do pralico tendentes ao bom desem-
i""1'"' d* ppMiofjom a c*u caigo, uem como a ter
safos o promptos o ancorle, virador, ancoras,
amarras, etc.
Art. 38. Nenhura commandante, capito cu
mestre poder maltratar ao pratico, devendo,
quando este se comportar mal, dirigir ao capillo
do porto uma queixa em regra logo que der fun-
do, para que o mesmo capito do porlo resolva
na forma das disposiees do respectivo regula-
mento e do presente.
Art. 39. Todas as vezes que a bordo de qual-
quer navio se apresentar o pralico que o tiver de
de dirigir, em estado de embriaguez, o comman-
dante, capito, ou mestre o far logo rollar para a
embarcaco que o trouxe, e jar de novo o sig-
na! de pedir pralico ; devendo, quando liver dado
fundo, dirigir ao capito do porto uma parte d-
successo para providenciar como est determio
nado no presente regulamento.
Art. 40, A nenhum navio que cale mais de
seis ps inglezes de agua (inclusive), e cuja ar-
queado exceda a setenta toneladas, permittido
entrar sem pratico, uma vez qne noseja impel-
idlo por forca maior ; o smente neste caso, que
justificar no acto de dar entrada ao navio na ca-
pitana do porto, ser isenlo da multa.
Art. 41. A' excepeo de canoa, barcada, lan-
cha de coberta e algum hiate, quo cale menos de
seis ps inglezes de agua, qualquer oulra embar-
caco nao se poder desamarrar ou armar a qua-
tro cabos, sem que tenha um pratico ou pratican-
te a bordo.
oa, pelos
prestados aos navios as entradas e saludas do respectivo porto at o
varadouro, conforme a tonelagem e calado a"agua nos mesmos navios.
CALADO D'AGUA DE
CADA NAVIO
EM PS INGLEZES.
Ps........



_____ S



....... 10



....... 19







....... 16
TONELADAS.
70 90
110
130
150
170
190
210 230
250
270
290
310
330
350, 400
500
600
700
800 90U
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PAGAS.
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1
42-3
43
Oiserrofes.
1.a Os navios que demandando o porto pedi-
rera pralicos, e se utilisarera do seus servicos,
quer na entrada quer na sahida, pagaro, fn-
deando no Cabedello, ou no ancoradouro de qua-
rentena, dous tercos do que est marcado na pre-
sente tabella, e no porto do Varadouro toda a
quantia.
2.a Se o navio passar do porto do Varadouro
para o da ponte du Sanlian, pagar mais um
tere do que est marcado na tabella.
3.a Se algum pratico no servico da praticagem
se demorar a bordo de qualquer navio por mais
do 24 horas, por cir-^rastancas alheias sua
vontade, perceber mais 2J por dia, e o capilo
ou mestre do n^vio lhe dar sustento.
4.a Nao so dever exigir pagamento pelo trans-
porto do respectivo pralico, porque j se acha
incluido em cada uma das quotis csta laueiia.
5.a O aluguel de lanchas, ancoras, ancorelas,
amarras, viradores e espias, e os jornaes dos re-
madores da praticagem sero regulados pelos
usos estabelecidos e admitlidos pela capitana do
porto.
6.a Se o navio tiver calado d'agua e tonelagem
maior ou menor do que a correspondente na in-
terspcgao desles dados, attendidos na presente
tabella, calcular-se-ha o pagamento do modo se-
guate : se as differencas forera para menos do
metade dos dados, tomar-se-ha por navameiilo o
que resultr **- ->"Jci.ido dos dados menores ;
se, porm, forera iguaes metade ou maiores,
tomar-so-ha o que corresponder dos dados in-
mediatamente maiores.
7.a O navio que se apresenlar era fenle da
barra pedindo pratico, e quando esle chegar a
bordo nao quizer se ulilisar de seus servicos, se-
r obrigado ao pagamento como se livesse tun-
deado no Cabedello.
capitulo 11.
Doscommandantes, capites ou mestre das em-
barcacoes que prelenderem sahir.
Art. 42. Todo commandante, capito ou mes-
tre das embarcacoes que tencionarem sahir, e
pedir pratico na forma do presente regulamento,
dar parte por escripto ao capilo do porto, de-
Governo da provincia.
Expediente do da 3 de de:embro de 1860.
Officio ao Exm. bispo diocesano.Pela infor-
mac.o junta por copia, ministrada pelo inspec-
tor do arsenal de marinha em o 1 do correte,
em virlddc da requisico do V. Exc. contida em
seu officio de 26 do mez prximo lindo, ver V.
Exc. qio nao ha disponivel africano algum que
possa cnpregar-se no servico da cathodral de
Olinda.
A' vina pois desta inforrasco sinto nao poder
acceder ao pedido do V. Exc.
Dito 10 Exm. ministro plenipotenciario do Bra-
sil erajl-ondres.Levo ao conhecimento de V.
Exc. que, conformando-me com a informaco do
engenheiro liscal do governo, constante da copia
inclusa, .permilti ncsla data que a 2a seceo da
estrad de ferro desta provincia fosse aberta ao
IransiU publico no dia 3 do co'rento, mediante
as coniigoes acerca do recebiraenlo definitivo das
obras, 9 coosequentemente da garanta dos ju-
ros err. que asseniarem o respectivo superiten-
dente t o referido engenheiro fiscal, depois de
approvadas pelo governo.
Dito ao coronel commandante das armas.
Tendoem attenco o que informa V. S, era data
do Io deste mez com referencia ao officio do di-
rector do arsenal do guerra de 29 de novembro
proxino ndo, devo dizer-lhe que podo V. S.
mandar fabricar na comarca da Boa Vista, ten-
do-seera attenco a maior economa, os objec-
los constantes da rclaco junta por copia, pedi-
dos para o corpo Qxo de guarni;o desta orovin-
clarando o numero de ps d'agua em que se achalcia, a cujo transporte desta capital para aquella
comarca seria exccssivamenle dispendioso.
Communicou-se ao director do arsenal de guerra
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de mandar por
era lberdade o recruta Galdino Jos Vital, a que
se refere o seu officio. n. 1275, dol" do crrente.
Dito ao inspector do arsenal do marinha.Cons-
lando-me de aviso da repartico da marinha de
2t) do novembro ultimo que se approvou o con-
tracto celebrado por V. S. com Samuel Power
Johnslon & Ca em 29 de outubro deste anno, pa-
ra acquisico e colloca$o da coberta de ferro des-
tinada a urna das carreiras de conslrucco desse
arsenal; assim o ceramunico a V. S. pava seu
conhecimento.Coramunicou-se a thesourarla de
fazenda.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Visto que foi juls;ado incapaz para o servico da
armada, conforme communicou-me o comman-.
dante da diviso naval em 30 do mez prximo
lindo, o soldado do corpo desse commando, Fe-
lisberto Monteiro Accioli, que V. S. mandou-mo
apresentar com seu officio de 26 do citado mez.
recommendo a V. S. que o conserve por ora no
corpo, a que pertence.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Em additamento ao meu officio do 1 do corfente
declaro a V. S. que tendo o major Ilerculano
Sancho da Silva Pedra de dfmorar-se algum tem-
po no termo de Tacarat% por assira convir ao
servico publico, deve V S. mandar por a dispo-
siqo delle, por conla, dos 12 contos de reis des-
tinados para pagamento dos vencimentos do cor-
po de guarnicao ^esla provincia, quantia que
julgar conveniente afira de que possa o mesmo
for indispenswel fazer-se com a companKia do
dito corpo estacionada n'aquelke termo ; fiondo
elle obrigado a prestar contas opportuoamente
da somraa que lhe for entregue para esse lim.
Dito ao raesmo.A'vista dos documenlos jun-
tos mande V. S. pagar ao gerente da companUia
Pernambueana, por conla do minister.o da guer-
ra, aquantia de 6349400 reis, proveniente das
passageos que se mandaram dar diftercnles pra-
cas do exercito nos vapores da mesma cnn<(ia-
nhia.Communicou-se ao commandante das
armas.
Dito ao mesmo.Transmiti a V. S. por copia
para seu conhecimento o aviso circular da re-
partirlo da guerra de 5 de novembro ultimo de-
clarando.as vanlagens quo compotera aos officiaes
do exercito no caso previsto no nrt, 2. dos ino-
trueces de 24 de julho do 1857, isto do viaja-
ren de um para ostro ponto dentro da mesma
provincia.Igual copia se enviou ao coronel,
commandante das armas.
Dito ao mesmo visto quo a collectoria -jt ren-
das geraes da villa de Garanhuus, secando V.
S. informou era officio, n. 1251, do 28 de no-
vembro ultimo, tem com que pagar actualmen-
te o mez de vencimentos das pracas d* guarda
nacional destacadas em dita, villa, naja V. S. de
expedir nesto sentido as r.onvenientes ordeos ao
respectivo collector.Communicou-se ao com-
mandante superior respectivo.
Dito ao mesmo.'Transmuto por copia a V.
S. para seu conb.ecimento o aviso expedido pela
repartico da fazenda em 7 de novembro ultimo
cerca da res'iuieo dos direitos e sello das no-
major occorc^r ao pagamento das despesas quo meaces que Qcarem sem effeito, passados acs
i
________u
ILEGVEL


t)
I

MARIO DE PKRSAMSUGO. QUINTA fERA 6 DE DEZEMBRO DE 1860.


eiupregjdos do arsenal de marinha desta provin-
cia, qua foi'am conservados cao os mesmos ren-
cimeulos nos lugares que JA oxerciam antes da
publicado do decreto, 2588, da 30 e abril
esto auno, ou que tambera cora o mesraea ven-
ciruentos teem de servir novos lugares o mag-
ui arsenal.Igual aoinspector do arsenal de
marinha.
Dito ao mismo.Communicando-me o com-
mandanle das armas era offlcio do 1. do cor-
rente que fallece nesia cidade no dia 30 de
uovembro ultimo o 2," cadete do 3. balalhao de
infanlaria, Antonio Mara de Soma Lobo, que
oceupava o logar de ajudanlo da companhia de
pedestres da Bda-Vista, hoje cfirpo de guarnido
desta provincia ; assiu o declaro a V. S. para
scu conheciracnto.
Dito ao mus rao.Transmiti por copia a V.
S., para seu conhcclu,enlo o aviso da repartiese
da guerra de 22 de noveubro ultimo no qual
se dudara o venciraento de cuja reposigo flea
desoncrado o leuente do 8." balalhao de infan-
Uria Claudio Marques de Souza, e qual o que
dte repr por lhe ler sido abonado indeviJa-
meute.Igual ao coronel commandanle das
armas.
Dito ao ruesrao.A'vsta da petigao, conti e
inormacau que inclusas remello, auloriso a V.
s. a mandar pagar aos gerentes dos empre-
sarios da illuminagac a gaza quar.Ua de 119->>20
ruis em que importa o gaz consumindo cora a
illuminagau do arsenal de marinha no mez de
oulubro ultimo ; (cando V. S. prevenido deque
cesta data so expede ordem para veritic3r-se no
dia 1. de cada mez, em presenga do engenhei-
ro encarregado das obras do ministerio da ma-
nnha Villam Martineau, ou de pessoa por elle
autorisada, o gaz consumido no mez antecedente.
Officiou-M ueste sentido ao engunheiro Villiam
Martineau e a companhia da illuminacao a gaz,
dando-se scicncia desla providencia ao inspec-
tor do arsenal de marinha.
Dito ao incsra.Informe V. S. acerca do que
poniera o commandanle das armas no olli io jnn
lo, rom referencia a representaceo do delegado
du cirurgiao-mr do exercito, datada de 30 de
uovembro uitimo, declarando V. S. ao mesmo
lempo se ha crdito para pagamento dos venci-
nentos do pratiwin. j mv*re$ao se pede em
i... .cyiesenlacao.
Hito ao inspector da thesouraria ur^-~:-'
.nicauos, a que se
sar recebido o oficio que V. S. lhe dirigi era
23 de oulubro ultimo participando ter u'aquelia
data entrado no gozo da licenga que lhe oi con-
cedida por portara de 27 de setembro prximo
lindo.Fizeram-se as participares do costme.
DESPACHOS DO DIA 3 DE DEZEHB0 DE 1860.
fogueri mentes.
3235.Antonio Jacinlho Borges.Dirija-se a
thesouraria provincial a quera nesla data se ex-
pede ordem para pagar ae supplicanle em apo-
lees.
8236.Joaquim de Paula Pesaos de Lacer-
da,Informe o Sr. inspector da thesouraria de
farolito.
3237.Jos Francisco Tavares.Volle ao Sr.
inspector da thesouraria de tazeoda.
3238.Leonharde Metller Kaiup.Indeferido
vista da informagao.
3239.Manoel Zeferino Candido.Nao ha que
deferir em vista da informagao.
3210.Manoel Thom Fialho de Albuquerque.
D-se-lhe.
32l.Manoel Brito de Queiroz.Nao ha qen
deferir.
exercitos piemonlczes iovadem sem motivos ap-
parenles os estados da groja, sera allegar oulro
pretexto se nao a necessidade de acudir era soc-
corro da revolugo.
A carta do general Fauti ao general Lamori-
cire a mais evidente preva de que o direiie
das gentes e o direits publico da Europa j nao
existem.
Dopois de ter cumplido t onde lhe perrallli-
rem as suas (oreas a ardua larefa que lhe coube,
de combaler ao mesmo lempo a revoluto inte-
rior e a invasao exterior, a resta ao rci das Duas
Sicilias o dever de dirigir-se de novo a todas as
potenpias da Europa para consignar a legitimi-
dade da sua causa, indicar o escolho contra o
qual se quebrou e contra o qual naufragaran] ou-
tros thronos; protestar contra os actos e as con-
secuencias da invasao de que victima, e deixar
imparcialidade da opinio publica a apreciacao
dos successos que a obrigaro talvez a deixar a
monarchia que havia recebido de Deus, do seu
direilo e do amor de seus povos.
O melhor aceolhimento que lhe podemos fa- I Ferros, que tinham sido adiadas por motivos.
zer, e proclama-lo re da Italia pelo nosso livre queja demos noticiado publico. Sao dirtgidas
povo ; pelo Dr. Jos Thomaz Arnaud, do lado sulisla, e
e unnime suffragio, Desla manelra, o
desta parte meridional da Pennsula ter a glo-
ria de sellar o pacto de amor que j prende com
um no iDdissoluvel a Italia e Viclor Emmanuel.
(Seguem as assignaturas.)
EXTERIOR.
Devolvendo a V. S. os.-'
,-,rra --- 'iorniacao de 13 de noverab'o ulti-
o'io, sob numero 521, o auloriso a mandar pagar
em apoiiees a quaulia de 1005'iuO que se esi a
dever a Antonio Jacinlho florges, proveniente de
8') canoas deareia, que forara foruecidas para as
obras do calganienio da baca numero 2 nesta ci-
dade, prevenindo-o de que recommendo nesta
data ao director das obras publicas que providen-
cie para que os pedidos meiisaes daquella repar-
ticao sejam calculados por forma que, como bem
pondera V. S., possara ser pagos lodos os credo-
res da natureza do de que se trata, afim do evi-
lar-sc as duvidas que occasionaram o seu pasa-
mento.OTkiou-se. ao director das obras para o
Em cima indicado.
Dito ao juiz municipal da primeira vara.Re-
metiendo a Vmc. paia terera o conveniente des-
tino as guias dos sentenciados mencionadas na
relaca o junta, sob numero 1, que deixaram de
ser enviados pira o presidio Je Fernando no va-
por Viuinao, lenho a recommcndar-lhc que en-
re ora urgencia as dos indicados na relacio nu-
mero 2, que foiam sera ellas para o mesmo pre-
sidio.
Relago n. 1, a que so refere o oficio cima, dos
sentenciados, cujas guias s devolvem.
1 Uaaoel Firmioj Ges de Oliveira.
Manuel Jos da Silva.
3 Loureojo Cavaleanli de Albuquerque.
4 los Gomes do Nascimento.
i Eslevo Ferreira Ja Silva.
6 C.isemiro Mariusio Espin lula.
7 Antonio Joaquim da silva.
8 Manoel dos Santos.
!) B.iymundo de Vaseoncellos.
10 Manoel Hartos da Silva.
11 Januario Jos da Rocha.
12 Francisco da Rocha Fontes.
13 Filippc Gomes do Santa Anna.
14 Luciano Roberto Florencio do Espirito Saolo.
Relaco o. 2, de que cima se trata, dos senten-
ciados que segm-am sein guias' para o presidio
no vapor Viami.
1 Antonio Manuel de Merelles.
4 Feli* Crroii \ilella.
3 Joaquim Jos* Poii G*paii*
4 Joaquim Soares e Silva.
e Uifj.ial > G Severino Al ves Uaneto.
7 Tiiomaz Amonio de Gouveia.
Dito ao engenheiro Bacal da estrada de ferro.
Cora a inclusa copia do aviso da roparlicao do
imperio de 23 de dovembro uldmo, transmiti
a Vine., aura de que inlcrponha com urgencia o
sci parecer o oficio de 5 do oulubro desto anna,
do ministro brasilein em Londres, e mais papis
relativos i conslrueco de um lele^npho eletri-
\it;i do geverno russo ao scu ciu-
baixatlor no Pieiuonte.
S. Pelersburgo, 28 de setembro [10 de oulubro).
Sr. principe. Desde que os preliminares de
Villa-franca pozeram lermo guerra da llalla,
lem-se praticado na Pennsula urna serie de ac-
tos contrarios aodireito das gentes, e creado urna
situacao irregular, cujas ms coiisequencias esta-
mos agora sentindo.
No conieco desta siluagao julgou-so o governo
imperial ob'rigado a chamar a attencao do gover-
no sardo para a respoosabilidade com que licavs,
cedemlo a damnosos eulhusiasmos. QuanJo a
reroluco da Sicilia principioa a receber uo Pie-
monte o apoio moral o majeral, sem o qual nao
hatera, rerlameule, obtido os meios que alean*
con, dirigimos ao governo -.i. -* -'- wum-
flios. *" -.....^V"'iao a queslao passava os h-
lifes de complicacoes locaes, e, tocan lo em
principios admltlidos como regia as relacea in-
ternaciunaes, se eucaminhava a atacar a baso em
que asseula a auloridade dos governos constitui-
dos.
Com profunda raagoa aceitamos os motivos que
o conde r.avoor allegou para so desculpar de nao
ter o;>posto autores obstacalos taes manejos, li-
mitan lo-nos. por agora, a consignar a reprovaco
que elle proprio lhes dava.
Conservando esta atlitudo, en*; firmemente o
governo imperial ter dado ao governo de Turim
urna prova de sincero desejo de manter com elle
amigaveis relacoes : mas tambem o satisfaz ha-
ver feilo o conveniente para claramente mostrar
as resolucoes que sua mageslade o imperador se
vera obrigado a tomar, no da em que o governo
sardo se dexasse levar de impulsos a que al en-
lao houvesse julgado dever resistir, pelo respeilo
a direiios internacionaes. Lamento o ter agora
que declarar, era vista do que se passa, que
chegado o momento de nao deverera adiar-se
essiis resolucoes.
No cenlro da mais profunda paz. sem ter rece-
I bido a menor provocacio. e sem pr/ia declara-
| cao de guerra, man lo o gov rno sardo que as
suas tropas atravessassc.o os estados romanos.
, Obrou em manifest conveniencia com a revolu-
.Qao trumphanle era iples ; saneconon os ac-
| tos deua revolucao pelo faci do haver nella tro-
pas pieraontezas, e empregados superiores que
hao sido vistos frente da revolucao, som que
dex,.ssem de so intitular empregados de Vctor
Emmanuel.
O governo sardo acaba finalmente de COroa*
esta serie da violicesdo dircito das gentes, ao-
nunciaudo face da Europa o proposito era que
est de aceitar a annexac.io ao Pcmonte, de ter-
ritorios perlencentes a soberanos que, todava,
continuara dentro dos seus estados a defender a
sua auloridade contra os violentos ataques da re-
volucao.
Era vista de semelhantes actos, nao possivel
deixar de reconhecer o governo sardo como cum
plco na agiucoque lera sublevado a pennsula
Nota d* conde de Cavour aos ;m-
baixadores pieimontezes as cor-
tes estrangclras.
Turn, 13 de oulubro de 1860.
_ Senhor ministro.Sabis pelas mnhas ante-
riores comrauuicaQoes o aspecto que o gover-
no de el-rei julgou dever lomar na queslao da
Syria.
Quando no ultimo mez de agosto, ao consU-
rem os assassinios que ensanguentarara as re-
gios christaas d'esse paiz, as potencias se reJ-
niram na confurencia de Paris, para concordaren)
nos meios de por lermo a tao horrorosos exces-
sos. obstando a sua repetico, reclamamos o di-
reilo de lomar parte as resolucoes queso hou-
vessem de tomar.
O nosso direilo era evidente, estava consagra-
do no art. 7o do tratado de 30 de marco de 1856;
o qual, admiuindo a sublime porta ao b "" ,f 's
vantagecs do direilo publico, e accordo europeu,
contera o empenho furmal, das potencias sjgna-
larias, de garantirem a uoramum a indepen-
,i_.. ^ dintegridade territorial do imperio ol-
io na no.
Km virtude d'esla dsposciicr, o asseutimeuto
da Sardenha oceupacao d urna parto do ter-
ritorio otlomano, era indispensavel a legaliJaOe
dos meios que deviam adoplar-se de comraun
accordo.
O di.eilo da Sardenha nao foi pois contestado.
Apenas se fez observar mais como direilo do qoe
como verdaieira objeccio, que a queslao da Sy-
rya, tal como acabava "de ser xada, se prendi a
accordos a que haviamos sido eslraohos; e que,
u muito mais vendj o lomar hoje toda a respon-
eompieuVpo*sY5o'oWS-arrglfc'lge?^ em
_E nao pretenJa elle descul(iar-se cora a preci-
san em pois a verdade que aioda nao deixou de trilhar
a sonda da revolucao, para colhor della a heran
ja, e nao para lhe impedir o curso, e atslhar as
in|quidades. ^ Semelhantes pretextos sao inid-
missiveis. Nao se trata agora s de interesses
Hllanos, mas de inieresses aeraes, ecorarauns a
lodos os governos. Traa se de nina queslao di-
rectamente xada com as leis eternas, sem as
l'ie.em sen nomo, desempcuhdes na
curte de Sardenha, ordenando-vos que ao rece-
berles estas iiistruccoes, e lendo obldo os vossos
passaportes, immedialanrenle vos retiris de Tu-
rim cora todo o pe-soa 1 da legago.
Para commuaicardos ao conde Cavour os moti-
vos desla soberana resolucao, lhe lereis o pre-
sente despacho, deixando-lhe a copia correspon-
dente. Por esta occasiao, Sr. principe, recebei
ele Cor Uchakof.
.Heinoi-duriuiii do ev-rei Eran-
ciseo II.
terponha expressaraenio n seu parecer acerca da
adepeo das tabellas a que acorapantiaram o ci-
tado offlcio.
Dita ao bacharel Jos Mara CirJoso.Remet-
iendo- lhe por copia para seu conhecimento avi-
so expedido pelo ministerio da jnatica era i do
mez prximo lindo, recommendo a Vmc, sobpe-
de respousabilidade, que entre quanio antesno
exercicio do seu cargo de juiz municipal e de oi-
pliios do termo de Cabrob, de que acha-se au-
sente desle dozembro do anuo passado-
PortaraPara o conselho de julgaraento a
que devem responder os soldados do rorpo de
polica Jos Justino do Nascimento, e Claudino
Antonio pelo crme de fuga de presos, de que
trata o incluso procosso, nomeio :
Presidente.
O major do mesmo corpo Alexaodre
e Albuquerque.
Audictor.
i) promotor publico interino do lermo do Recife
bacharel Francisco Leopoldino de Gusmao
1.U1JU.
Vogaes.
O lenle secretario do mesmo corpo Luiz Jer-
nimo Ignacio dos Santos.
O tenente quarlel-meslre Manoel Antonio
Albuquerque.
O cinirgiao-mr-lencnte Dr. Jos Joaquim
Souza.
O tenante Francisco Burgos Leal.
a ,lf,.v JU.(I.I. O..L... na Rpjs>
ttemetieu-se copia desta no co'inmanuu.,i0 de
polica.
Dita.O presidente da provincia, altendendo
ao .[oe lhe requeren Joaquim Cavalcaule de Al-
buquerque Mello, capitao da 5." companhia do
balalhao de infanlaria n. 45 da guarda nacional
do municipio de Barrcros, resolve conceder-lhe
seis mezes de licenca.
Dita.-OSr. gerenle da companhia Pernambu- -
cana expeca as suas ordens para que no vapor ?? '"'orna e pelos ataques externos, e enfra.io
Persmunga sejam transportados para Macei.por c,do Por "" stuaco em que a Sardenhi tem
conia do minisleno da guerra, nao' s o raajor ,odas.as vanlagens '
< >o momento de afastar-se da capital para r
combaler na linha do Volturno os aventureiros
de Barros 1"t l,aiam excitado n revolucao do que eran!
promotores, e tinham invadido o scu territorio.
i a rei 'lo re'" liai 1)uas Siciliaa dirigo-se a
m,?8'18 Potencias dj Europa para protestar for-
h,i ulnlQ conlra os "dos do avenlureiro Cari-,'circumstancas.
DaiJi e Coaira a escandalosa
v3sao, que,
Publicamos em seguida a Mensagem ao rei
Vctor Emmanuel, que a cmara dos deputados
do Piemonte volou na sessao de 19 de outubro
corrente, .
Senhor :Esta cmara, que deve a sua ori-
gen) s recentes annexacoes da Emilia e da Tos-
cana, ser dentro em poucb dissolvida em con-
secuencia de um acontecimenlo egualraente fe-
liz, a annexa?io de novas e mais extensas pro-
vincias, o era virlu.de da qual se poder dizer
que, seno de faeto, ao menos virtualmente, ha
de ser levada e effeilo a liberlaco e unificacao
de loda a Peninsnla.
Nenhura parlamento ter pois urna historia
tao gloriosa como este, por isso que os termos
quo marcam a sua curta existencia sao realmen-
te os maiores fados da nossa resurreico nacio-
nal, porque leve i veotura de proclamar o pri-
meiro desses dols tactos, e de preparar o segun-
do cora o auxilio do completo e leal concurso
que se gloria de haver prestado politca do nos-
so governo.
Os deputados das provincias que j se cha-
mara antigs ou se chamsrao dentro em pouco,
nao podem separar-se sem pensar que a vos
principalmente, senhor, que se deve o merec- o.uaesquer escusa
ment dos maravilhosos acontecimentos para que Pa<"ecr;r all para esse fim.
leera tido a honra de cooperar.
Mas considerara que nao seriam os interpre-
tes Beis da naco que represenlam, se o seu ul-
timo acto nao fosse a expressao solemne do pro-
fundo e dedicado reconhecimenlo que, de todas
as rnaneiras e em todas as occasioes, a Italia vos
tem manifestado.
Nao ha momento mais opporluno para fazer
Cargar ao vosso conhecimento as homenagens
do reconhecimenlo nacional, do que aquello em
que Vossa Magestade, fronte do seu valoroso
exercito, chega ao termo da grande empresa que
asseguraudo no lmite do reino a independencia
italiana e o livre c regulir desesenvolvimento
das suas grandes facilidades, abre Europa urna
nova era de prosperidade, de progreisoe de
paz.
Possa, senhor, a affeigao e a confianza que
a Italia deposita era vos, sustentar a vossa co-
ragera e a nossa no meio das difficeis provas,
que, talvez nos separem anda do dia em que
um novo c mais numeroso parlamento se hade
pelo Dr. Amaro do nortisla.
O Dr. juiz de direilo, Dehino Augusto Cavalean-
li de Albuquerque acha-se na Serra do Martina,
ou cidade da Imperatriz, com a senhora grave-
mente doente ; pelo que n5o asslstira a esse pro-
eesso, nao obstante ambos os partidos o requere-
rom, como um garante da liberdade do voto, que
o Exm. Sr. presidente daquella provincia procura
manier em sua plenitude.
A' testa da delegada de polica acha-se o Dr.
Antonio Jos de Alcovia, e a forga de 35 pragas
de linha, que para all foi enviada, commanda-
da pelo capitao Autoniu Juliano Correia de Pa-
rias.
Com taes condices de garanta da ordem pu-
blica, espera-se que nolseja esta alterada, como
o foi anteriormente pedradas.
Constava que, pelo facto da priso do delegado
de Porto Alegre pelo 5o supplente do juiz muni-
cipal, era consequencia de denuncia do promotor
publico, queja noticiamos, o presidente mandara
responsablisar aquello supplente, e o respectivo
juiz de direilo exonerara a este promotor inte-
rino.
Hoje pelas 10 horas da manhaa reune-se,
no pago da cmara municipal, a junta revsora da
qualificaco dos jurados desle lermo do Recito,
sob a presidencia do Sr. Dr. juiz de direito da 2a
vara criminal desta comarca, Francisco Domio-
gues da Silva.
As ptssoas qualifica las que tivercm de oppor
jsas ou reclaraacoes, deveru con*
desde enlao, se po loria julgar que as potencias
obravam nesta occasiao, menos em vlrludo lo
tiatado de 1856, do que por causa de anterioras
convencaos.
Fcil nos demonstrar que a queslao nao pe-
dia ser olhada simplesraeuie como queslao loca,
mas que era de interesse geral, pela influenca
que devia exprcer na situacao da Turqua, e n-
laeoes entre os diversos estados da Europa.
Juagamos poder at. acrescentar que sem falbr
as eonvencoes de 188, relativamente ao morte
Lbano, o tratado de i8">6, eslabelecendo uovo
direito para com a Turqua implcitamente, sin-
plilicou todas as eonvencoes particulares antera-
res, contratas ou nao conformes com este novo
direilo geral e permanente.
Coraludo, nao ignoravaraos que os obslacdos
que se oppunham, por eraquanto, a approvaio
de nossas exigencias.erara principalraoute devilos
aos esforcos da Austria para nos excluir de bes
accordos. Tratava-se eolio da vida de niilhares
de enlistaos que corriam os maiores porigis ;
IraUva-so de remediar prorapta e efficazmmie
lo assombrosa situacao. A queslao de hunimi-
dade era superior queslao poltica. Julganos
nao dever insistir mais, porque as nossas instan-
cias causaran] algumas demoras as decisei da
conferencia de Paris ; e qualquer demora torn as
mais funestas eonsequencias.
Preferimos suspender por algum tompo o er-
ado do nosso direilo; mas.Qzemos ao meimo
lempo nossas declaracoes peranle os gabinetes a-
migos e Miados.
Pela sua paite a Sublime Porta, lendo contado
no crrente mez de junho, a sua alteza o grao-
vi/.ir Kuprizl pacha, a miao de vizitar as ffe-
rentos provincias do imperio para reconhecer o
daV-a^'' ^3S PPu'a90l-'s chrislaas, se apressou a
r cuiii10l.raOin< oUicUl desle posio $ repre-
seotantea das potencias signatarias do tratado de
t aris, residentes em Constanlinopla. Nao te-.ido
i legacaode sua magestado, recebido esta coraran-
nic.cao, o ministro do el-rei, pedio explicac.-s,
e enlao se expressaram verbalmente duvidas, por
parle da Porta Oltomaua, sobie a legitimidade de
nossas reclamaces.
Dei immediaiamenle ordem ao general Duran-
do para responder categricamente s obser-
vacoes expostas, e previamente protestar contra
qualquer lolerpretacio restrictiva de nossos di-
reilos.
Tenno i honra de vos remoller copla da ola
qua a legaco de sua magestade dirigi para este
lim a S. Exc. Sarfet-Ellendi, era 11 de setembro
ultimo, rogando-vos que acaes leitura dcste do-
cumento, doixando copia delle, ao ministro dos
negocios estrangeiros.
Sou, etc.
Conde de Caeour.
Ascerebrinas interpretages de disposigdes
de lei anda nao desappareceram da ropartigodo
sello, onde o Sr. administrador tem urna herme-
neolica jurdica espe.-ialissima para decidir o que
claro o positivo, tornando-o por conseguinte
obscuro o de uraa intelligencia sui generis.
Os Diarios que, quando anda ha pouco iam
ser all sellados, eram laxados era 2JJ60, desce-
rara hoje 640, como deu-se hootom.
Essa nova taxagao por que passa o Diario de
presente, bam musir emanar da mesraa indi-
ligencia, sernpre prompta exaegoos vexatorias,
por supporsem duvida que nisto est o ser bora
empregado. Sim, ella procedo em linha recta da
mesma origera sem um fundamento justificativo,
em que assente. e conlra a disposicao terminante
da circular de 25 de outubro p. p.,"que j foi ex-
pedida para obviar a anterior nlelligeiica do
mesmo Sr. adminislrador.'e qual elle anda pro-
cura sophismar por semelhante nianeira I
Circularslhesourarias, declarando, para o fa-
zeremconstars repartigoescompetentes, em cun-
ar indissluvel.i ente os destinus
da vossa uobre familia.
reunir em torno de vos para vos acclaraar libor- \ tormidade com a decisao do tribunal do tlicsouro
tador com o titulo de Augusto, que deve assoc- j de "-:J docorrcnlo, que estando limitado ornea-
da Italia e os, mente corte e provincia do Ro de Janeiro o
uso do papel sellado, nao se deve sellar cora
mais de 160 rs. cada meia folha sugeila aquella
verba do imposto, embora o papel teuha roaio-
<< res dimenses do que as marcadas no regula-
menlu de 10 de julho de 180, art. 67.0
Em presenga desle disposio, nao ser ora ver-
dadero emperr o novo sello exigido pelo
Diario ?
Como que sendoordonado, que a nao se de-
ve sellar com mais de 160 cad3 raea folha sugei-
la aquella verba do imposto, embora tenha o pa-
pel maiores diraeiises,e exige-se 60 rs. pela
folha do Diario sugeita ao sello ?
* Estas anomalas, que revelara capricho a nao
amor pele regular an Jmenlo do servigo publho,
nao devem ser tolralas ao ponto de serein dei-
xadas assim ao abandono, tanto mais quanto nao
deve o contribuienle concorrer cora mais do que
se achaestabelecido por lei; e a este respeitu pe-
dimos ao Illm. Sr. inspector da thesouraria se
digne providenciar.
O Rvdra. frei Sebasliao lenJo missionado
Despacito do governo prussiauo ao
seu representante eiu Turin,
Ao Exm. Sr. conde Brassier de Sainl Simn,
em Turin.Coblentz, 13 de oulubro de 1860.
Sr. conde.O governo de S. M. el-rei de Sarde-
nha, comraunicando-nos por meio do seu repre-
sentante em Berln o inemoranhim de 12 de se-
tembro, parece ter querido conviJar-nos a trans
raiitr-lhe a impressao que os seus uliimos actos
e os principios com que quz justfica-los, tem
causado no gabinete de S. A R. o principe re-
gento. Se nao temos at agora respondido a essa
communicagai, V. Exc. saber apreciar anticipa-
damente os motivos dessa demora.
Porque do urna parte sabe quanto desejamus
conservaras boas relagoes com o gabinete de Tu-
rin, e por oulra deve ler bem prsenles as rogras
fuuJanicntaes da nossa poltica para que nao te-
nha presentido a profunda divergencia de prin-
cipios que qualquer explicaoo devia consignar
por necessidade entre nos e o governo de Vctor
Emmanuel.
vez raa
em Crrenles, onde fez construir um cemiterio,
comoj noticiamos, dirigo-se ltimamente para a
villa do Bom Conselho, outr'ora Papacaga. acum- N 12.Antonio Jos Soares
pandado de grande numero do pessoas ; o alli
Silva Campos, casa terrea arren-
dada por..........................
dem 16. 0 mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 18. O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 20. Francisco Maciel de
Sotrza, casa terrea arrendada por
dem 22. Joao Jos de Paira,
casa terrea em obras e 2 cazinhas
de madeira no fundo, arrendadas
por...............................
dem 5. Antonio da Costa e S,
casa terrea arrendada por........
dem 9. Joao Manoel Gongalves,
casa terrea oceupada pelo mes-
mo, avallada em ................
dem 11. Francisco Lourengo,
casa terrea oceupada pelo mes-
rao, avaliada em..................
Travessa da Conquista.
N. 1.Luiz Jos da Costa Amorim,
1 moia-agua arrendada por......
dem 3. O mesmo, 1 meia-agua
arrendada por....................
dem 5.0 mesmo, i meia-agua
arrendida por....................
Ba de Joao Fernandes Vieira;
N. 10. Tilo Avelino de Barros,
casa torrea arrendada por......
dem 14. Vuva e herdeiros de
Joao Evangelista da Costa e Sil-
va, casa terrea arrendada por..
dem 20. Jos Pinto da Costa,
casa terrea arrendada por.......
dem 36. Jos Maria da Cosa
Carvalho, casa terrea arrendada
por ..............................
Idera 38. Manoel Ferreira de
Araujo Caslro, casa terrea arren-
dada por........................
dem 40. Luiz Jos da Costa Amo-
rim, casa torrea arrendada por..
dem 41. O mesmo, casa teirea
arrendada por....................
dem 50. Herdeiros de Jos An-
tonio de Magalhes Bastos, casa
terrea com 8 meia-aguas, arren-
dado tudu pur....................
dem 62.Jos Antunes Guima-
res. casa terrea arrendada por.
llera 3. Recolhimento da Gloria,
casa terrea arrendada por.......'
llera 9.Joaquim Jos dos Santos,
casa terrea arrendada por......
dem 19. Luiz Jos da Costa
Amorim, casa terrea arrendada
por...............................
Travessa de Joao Fernandes Vieira".
N. 6. DelQna Maria Filippa de
Lima, casa tenca arrendada por
Belm.
N 3.Francisco Geraido Moreira
Temporal, casa terrea arrendada
por...............................
dem 5.Jos Alvos da Silva Gui-
mares, casa terrea arrendada
por .............................
llera 7. Francisco Jos Fernan-
des Pires, casa tortea arrendada
dem 9. O raesrao, casa terrea
arrendada por....................
Idera 11.O mesrao, casa terrea
arrendada por....................
dem 13. O raesrao, casa terrea
oceupada pelo raesrao, por......
Pombal.
N. 1.VisronJe de Suassuna, casa
lorrea arrendada por............
dem 3. O mesrao, casa terrea
arrondada por....................
Idera 7. O mesmo, I subradooc-
cupado pelo mesmo, avahado
por ..............................
Roa do Palacio do Bispo.
. casa
terrea arrrendada por
963000
96#00O
72$00O
2009000
ISOjJOOO,
200JO0O
96S000
120#000
60$000
COgOOO
60*000
72j}00O
849000
1509000
600^000
3009000
240J000
192600O
492*000
192J009
COOSTOO
96S00O-
OjOOO
600$000
180;000
192^000
2 OjOOO
21OJ00O
24OJS00O
2005003
1441000
180S000
800S003
anuel. Mas era presenca da marcha, cada entrou 2o do passado, sendo recebido pela po- dem liJos Gomes da Fonse-
lais rpida, dos acontecimentos, nao per- | pulagao cora ddinonstragoes de viva e pronuncia- ea, casa terrea arrondada por.
iltido prolongar um silencio que podera dar i,,a satisfacao pela sua auspiciosa visita luella Idern 16.Jos Dias da Costa cs
a secun-
das pro-
o decre-
O Jornal Oficial de aples publica
te circolar dirigida aos goveruaJores
vincias :
a Senhor guvernador,
J pelu telographu baveis recebido
lo que convoca o povo para aceitar ou regeilar o
plebiscito seguiute :
O povo quer a itala uma e indivisve!. a
A importancia desle grande acto que deve de-
cidir da nossa sorte o reunir a naco, visivcl e
manifest, e seria duvidar do
pensar em donionstrarvo-Io.
julgnei do mcu dever expor-vos algumas
consideracoes a este respeilo, am de que lodos
saibam que o ministro conhoce e compruhenJe
eres supremos que lhe impe as presentes
Transmillreis
vosso patriotismo
IJ...W-...o.M..w.a. .lansuiiiiireis pois a lodosos
o inqualificavel in- unecionarics pblicos sub a vossa dependencia
ods",03""9 e pro-l1raa ruinn rftino csla circular.para que a facam espalhar em toda a
'- principies polticos que servem jurisdigo.
de
de
iforculano Sincho da Silva Pedr, e os olficiaes
p. pragas constantes da reiaeJm junta por copia,
os qnaos vao servir no corpo de guarnicao desta'
provincia no tormo de Ouricury, mas laiberu a
familia do referido major.
Dita.O Sr. gerente da companhia Pernam-
bucana mande dar uma passagera de esiado al
Penedo, no vapor Persinungv a Manoel Thom
Fialho de Albuquerque.
de base seguran.,. e independencia das nacea
Do momento cm qu. a revolucao, organsada
regularmente em toda a-L,iropa, achara um che-
fe e um exercito; em que ihq estado vizinho lhe
permittia tomar a sua bandeuj e em que os
portos desse mesrao estado lhe d,vam armas
marinha c soldados, o rei poda esperar que sen
do s a combaler contra todas as forras da rovn
lucao europea, a turopa acudira em seu auxilio
ao menos para impedir que o territorio piemon-
lez servisae de quarlel general ede asylo a essas
ncnveis emprezas. '
dnMseu(f0^lad^ da Europa n5 Jll'Sam inda
do seu dever o do seu irit, resse oppr-so s in-
vasoes da revolucao, e o reino das Duas Sicilia"
abandonado s proprias forgas, minado pe
gao interna e pelos ataques externos, e enl
-"o em qu
da guerra sem nenhura dos
succurab0ir.Ven'ea,e8 r,SC0S ^ em pcriS de
Mas suecumbindo, no/a era vai comegar para
a Kurona : os antigoe tratados cslao abolidos
um novo direito publico r ..oiond, 0 "
do sabe pelo nosso exemplo que permillido aos
aventureiros da revolucao, nao s vcombaterem
de mao armada os thronos mais bem
dos, inao tambera solear
Expediente io secretario do governo.
Oicio ao Exm director geral da secretaria de
estado da justigaS. Exc, o Sr. presidente da
provincia, manda aecusar recebida a communi-
cagao, que V. Exc. lhe fez em 7 do mez prximo
tlndo, de quo w. M, o Imperador, houve por bom,
por decreto de 30 de outubro ultimo, acceitar a
desistencia que Aotonie Pinheiro da Palma fez
da serventa vitalicia dos officios de tabelliao de
notas, e escrivo do civel do lermo de Rio For-
ojoso nesla provincia.Fizeram se a semelhante
respeilo as pirticipacoes convenientes.
Dito ao mesmo.- Sr.Exm. presidente da pro- a fevl
viocia manda aecusar recebido o offieio de 14 do
corrente em que V. Exc. lhe communica ter sido
dignado o capilo do 3. balalhao de infanlaria
da guarda nacional desta provincia, Antonio
Bernardo Quinteiro, por decreto de 2 desse mez,
para servir o lugar de mejor do meemo bata-
lhau.Coramuuicou-se ao commandanle supe-
rior respectivo.
Dito ao bacharel Jos Rodrigues do Passo.-S.
we., obr. presidenta da provincia Biaods secu-
rem
estabeleci-
livremeote com seus
navios este mar Mediterrneo, em que todas as
nacfles do globo teem inleresees commerciaes e
polticos.
Ha quatro mezes, a Europa tem visto sorpren-
dida, mas impassivel, milhares de soldados da
revolucao passarem por entre as esquadras de
lodas as nages marlimas em navios carregados
de armas e rauniges ; os pcrlos de uma poten-
cia em relagoes de paz e amizade com o reino das
Duas Sicilias serviris de asylo e de refugio in-
violavel aos que vinham invadir o nosso lerrilo-
rio; e o paviiho da marinha real sarda cobrir
I impunemente a esquadra e os batalhoes do che-
actos o rei da Sardenha
esapprovra offleialmente, aecusando-os de at-
tentado o asurpago.
Este exeroplo nao ser perdido, e em presenga
da sanego dada pelos acontecimentos a esla des-
Iruigao doanligo direilo das gentes e do antigo
direito publico, todos os estados independenles
do mundo devem sentir-se do mesmo modo
ameagados. As eonsequencias nao tardarao, e
com effeito, o aniquilamento da dymnastia e do
governo legitimo do reino das Deas Sicilias nao
est anda consumado completamente, e j 08
Esta oobre parte da pennsula que se chama
uto de aples, esleve at agora privada da vi-
i nacional. Um despotismo feroz, sem igual
i historia, secundado por forgas mercenarias e
s pelos mais iniquos e vis procedimentos, compr-
. nnndo lorlcme.ilo o povo. era um grande obsia-
- culo para a roslauracao da patria italiana. Mas
um hroe, seguido do um punhado de bravos
por um sene de prodigios que maravilbaram
mundo, quebrou essas correntesquesuslentavam
uma tyrannia horrivel c libertou-nos della
< Pur loda a parte, antes edepois da passa"em
desse hornera extraordinario, sublov.ivam-sQ0 os
povos e a monarchia, acompanhada dos ltimos
restos de seu exercito, tinha apenas lempo para
se occultar pola parle de Iraz dos baluartes de
Capua o de Gaela.
Urna vez despedagadas as cadeias que nos
prendinro, o povo passou a uma vida nova o ad-
quiri o precioso direito de pronunciar-se sobro
os seus destinos futuros : necessario pois se-
nhor governador, que procuris fazer coraprhfln-
der altamente que actualmente pertence ao povo
da provincias contineniacs, assegurar para
sompre a sua redempgao, assim como a da Italia
nleira. a
A senlengaque ha de sabir da urua no dia
21, revelar s nagoes se a Ierra do Samn'um e
da Grande Grecia, onde pela primeira vez se ou-
vio o sanio nome de Italia, e onde surgi i pri-
meira civilisago do occidente, digna do fazer
parle da grande familia italiana.
O ministerio tem confianga em que os iovos
napolitanos nao sero inferiores em ener'ia e
em palriotismo aos da Toscana o da Emita e
que completaram essa grande obra da resurrei-
co da palna fundando por um livre sullrao a
monarchia italiana.
Senhor governador, adoplareisas mais efli-
cazes medidas para que se respeite o direilo que
cada um lem de manifestar a sua opinio livre-
mente ; procurai impedir qualquer violencia, que
debaixo de um pretexto qualquer, possa Irans-
tornar a consciencia doscidadaos, e nao permilli
que por meio de ameacas hypocrtas ou faxio-
sas se altere o acto solemne.
<< O rei magnnimo esl s nossas portas, con-
vidado pelo dictador; nao vem impellidopela
perra
lugar a laraeritaveis intorpetragues, ea que se
forraasso uma falsa idea a respeilo dos nossos
verdadeirossentmenlos. Para evitar pois aprecia-
cues errneas, responderoi sera reserva, por or-
dem de S. A. R. o principe regente, sobro a ma-
neira porque consideramos os ullimus actos do
governo sardo e os principios desenvolvidos no
scu mencionado menorandum.
lodos os argumentos daquelle documento as-
senlara no principio do direilo absoluta d.io na-
cionalidades. Estamos seguramente longe de
querer p6f ern duvida o grande valor da idea na-
cional. E esto omovel essencial e publicamente
confessado na nossa piopria poltica que na 41-
Iomanha lera sempre por objecto o desenvolvi-
menlo e a reuniao, em uma organisaco mais ef-
ticaz e pudorosa, das forcas nacionaes. Mas sem
deixar de atlribuir ao principio das nacionalida-
des uma grande importancia, o governo prussia-
no nao poderla encontrar nellc a justificago de
uma poltica que renunciassom o respeilo que se
deve ao principio. Polo contrario, longe de olhar
como incompativois esses principios, opina que
sopor va legal das reformas, e respeitindo os! A
direitoe existentes, licito a um governo regular "a'
realisar us direitos legtimos das nagoes.
Altendendo ao memorndum sarlu ludo loria
que ceder s exigencias dasaspragoes nacionaes,
e sempre quo a opinio publica se pronuncie a
favor dessasaspiraces, as autoridades existentes
deveriam abdicar o seu poder ante seraelhanle
manifeslaco.
Muito bem ; uraa mxima tao diametralmenle
opposla s regras mais jlementares do direilo
dasgenles, nao poderia encontrar a sua appli-
cagSo sem os mais graves perigos para a tran-
quildade da Itilia, para o equilibrio poltico e
para a paz da Europa. Sustentando-a, abando-
na-se o camnho das reformas para se laucar no
das revolucoes.
F. todava, s appoiando-se no direito absolu-
ta da nacionulidade italiana, e sem ter outra ra-
so para allegar, pediu o governo de S. M. el-
rei de Sardenha a santa s que despedisso as
tropas que tinha ao scu servigo quo nao eram
italianos, e sem ao menos esperar a negativa
d'aquella, invadiu os estados pontificios, cuja
maior parte oceupa na actualidade. Sob este
mesmo pretexto tem sido mandas as insurrei-
goesque rebentaram era consequencia dessa in-
vasao, altacado % disperso o exercito do sobe-
rano pontfice formado para manter a ordem pu-
blica.
E o governo sardo, longe de deter-se no ca-
mnho que conduz ao despreso do direito inter-
nacional, den recentemente ordem ao seu exer-
cito para atravessar era differenles partes a fron-
teira do reino de aples, com o lra reconhe-
cido de aecudir era auxilio da insurreigao e de
oceupar mililarraenie o paiz. Ao mesno lempo
apresentou s cmaras pieraontezas um projecto
de le para elfectuar novas annexagoes em virtu-
de do sufragio universal, convidando d'esla ma-
neira as povoiges italianas a declarar turmai-
raenle a disiiluigo dos seus principios. D'esla
maneira, o governo sardo, eraquanlo que invoca
o principio da nao intervengan a favor da Ita-
lia, nao recusa dianle das infraeges mais fla-
grantes do mesmo principio as suis relagoes
com os demais estados italianos.
Convidados a dar a nossa opinio sobre simi-
llianles actos o principios, nao podemos deixar
de lamenta-las profunda e sinceramente, ejul-
garaos cumprir um dever riguroso manifestando
da maneira mais explcita o formal a nossa des-
approvacao. tanto d'esscs principios como daap-
plicacao que d'elles se tem querido fazer.
Convdando-vos, Sr. conde, a fazer leitura
d este despacho ao conde de Cavour. e a deixar-
Ihe copia d'elle. approveito esta occasiao para
renovar-vos a seguranga, etc.
Schleinilz.
villa.
Cum effeito, a rasdeocia alli do Rvdra. frei Se-
baslio deve trazor muitos bens ao collegio de
educacao exist-inte nossa villa, e que fura creado
pelos incansaveis esfurgos do Rvdin. prefeito Fr.
Caelano de Messina.
Na ponte veUia do Recife existe uraa Ira-
ves fra do lugar, deixando urna granJ s aber-
tura, cuja permanencia pule ser fatal aos vian-
dnntes. D!zera-nos rnesmu que jS atguem esto-
ve ponto de quebrar uma perna, o q ie pode
ser roproJuzidu anda ; e por isso cumpre que se
faga esse reparo som detenga a'guma.
us dias 3, 4 e 6 fize'ram actos 3 estu-
dantes quo obtiverara a votadoseguiote :
Prmeiru anno5 approvad'os plenamente, o
7 simpliciter.
Segundo anno 9 approvados plenamente I
simpliciter o 2 reprovados.
Quarto anno1 appruvaJo plenamente.
Quinto anno9 approvados plenamente.
Passageiros do ata biasileiro < Sania An-
na, vindo do Ass :
Amonio Baplista da Silva, e II. Alves de
va.
Passagciros do vapor -.'.Persinunga.), sabido
para os porios do Sul:
Juaquim Mauricio Wanderley, Silvestre Fer-
reira da Silva, Luiz Augusto Cintra Santos, Joa-
quim ongalves da Silva Rocha, Jos Thomaz de
Freitas, Dr. Joo Pedro dos Santos. Antonio Be-
zerra Cavaleanli, Joaquim A. Alvino Bastos, F.
Jos de Oliveira Bodrgues, I). Auna J. Wander-
ley e um filho menor, Rufina e Belarmina. Joo
Vasco C, Filho, Thomaz Mauricio Wanderley, P.
Bento da Silva, Manoel Thom Fialho de Albu-
querque, 2. sargento J. J. Neves Seixas.
Passageiros do hiato Sergipano, saludo
para o Aracaty :
Joo Gongalves Pereira, Jos J. D. Carneiro,
Samuel Filippe de Souza e Eugenio Gomes
Becco.
MATADoeno publico :
Mataramse no dia 5 do correle para o con-
sumo desta cidade 96 rezes.
M01lT.iL10.VDE DO DU 5 DO CORRENTE.
Mara, preta, 3 horas; espasmo.
Apoiinario, pardo, i mezes ; convulsdes.
Joao Bipsta do Naszimento, pardo, solleiro. 14
annos ; peritonite.
3O0OOC
3GO5000
6008000
(Jornal do Commercio, de Lisboa.)
PERNAMBCO.
CONSULADO PROVINCIAL.
Altcracoes feitas do lancamento da
dcima que pagam as" casas -per-
(enccnlcs fregoezia da Boa-Vis-,
ta, pelo lancadop Joao Pedro t\klO^:JSU^^&
Jess da Malta.
. casa
terrea cora soto, arrendada por
dem 18. Miguel Archanjo de
Fi^ueireJo, casa terrea arreada-
da por............................ 1S0SO0O
dem 20. Manoel Ribeiro Fer-
nn les, casa torea arrendada por 300J0OO
dem 22.O mesmo, casa terrea
arrendada por.................... 3OO$00O
dem 2. O mesmo, casa terrea
arrendada por.................... 300000
Mera 26.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por...................... 3003000
dem 32.Orphio Joiu Rodrigues
Lima casa terrea arrendada
Por.y,............................ 132000
idem di. O mesmo, casa terrea
arrendada por.................... 132JO0O
dem 42. Frincisco Jos Fernan-
des Pires, 3 meia-aguas arrenda-
das per.......................... 2165000
dem i. O mesmo, casa terrea
dividida em 3 partes, arrendadas
, por................,.............. 336^000
Idern 9.Thereza de Jess Salga-
du Cavaleanli, sobrado de 1 an-
dar e loja, oceupado pela mesma,
avaliadu em...................... 600^000
Mera 13.Antonio Jos do Parias
Lino e outros, casa terrea arren-
dada por ......................... 360J0OO
Becco da ra du Pa acio do Bispo.
N. 2.Manoel, meia-agua arren-
dada por.......................... 96g000
Idera .O mesmo, meia-agua ar-
rendada por..................... 96J00O
dem 6.O mesmo, meia-agua ar-
rendada por...................... 96SOOO
fdem 8.O mesmo, meia-agua ar-
renda pur........................ 963000
Ra da Traigio.
N'. I. Jos Guedes da Trindade,
casa terrea arrendada por........ 120JOOO
Ilem 1 Miguel Joaquim da Costo,
1 portao com 3 meia-aguas, ar-
rendas por....................... 141-5000
dem 3.Jos Joaquim Valerio, 1
portao cora 7 meia-aguas, arren-
dadas por........................ 5S8J00O
dem .">.Antonio Pereira de Fa-
rias. casa terrea arrendada por.. 132J0OO
Mem 7 O mesmo, casa terrea
arrendada por................... 144JO00
Ra do Desengao.
N. 4 Jos Fernandes Lima, casa
terrea arrendada por............
dem 6.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por......................
dem 12. Maria Duarte, sobrado
REVISTA DIARIA.
mH K?q,U,m. Anlonio Carneiro nao foi no-
meado subdelegado desta freguezia de Sanio An-
tonio. Como 6 supplenle co subdelegado" en-
trou em exercicio do lugar, na falta dos anterio-
res supplentes, como j outr'ora se deu.
*/}?" nocias de Pao dos Ferros, que che-
Vero a tesla desse poderoso exercito que eraX Jom K cZ. 9^!m'/V'M- processo
z?^;^* -a-- ^^Hir^? ram
i o da 15 do passado comecaram as de Pao dos
ilua do Progresso.
N. 2.Joaquim Baplisla, casa ter-
rea arrendada por................
dem 4.Jos Lucas, 1 porlao'cm
2 meia-aguas, arrendadas por___
dem 6. Antonio Ferreira de Oli-
veira, casa em pilares, e 2 raeia-
aguas de madeira. arrendadas por
dem 10. Manoel Serra, 1 portao
com 2 meia-aguas, arrendadas
por ..............................
dem 14.Gongalo, casa terrea em
alicorees com 3 meia-aguas no
fundo, arrendadas por...........
Idera 11. Joaquim Fernandes dos
Santos, 1 telheiro de madeira e 3
cazinhas no fundo, arrendadas
por............................
dem 13.Manoel Joaquim de Oli-
veira, casa terrea arrendada por.,
dem 15. Antcnio Furtado, ca-
sa terrea arrendada por......
Idera 17. Serino Rodrigues da
Silva Campos, casa terrea arren-
dada por ..............
dem 19. o mesmo, casa 'terrea
arrendada por..................
Idera 81.Alexandre Jos da Siva!
casa terrea com 1 quarto no fun-
do e l portao com 6 quartos, ar-
rendado tudo por.................
Ra da Conquista.
N. 4.Vicente Jos* do Brito, ca-
sa terrea arrendada por.........
dem 10.Joaquim fernandes dos
Sanios, casa terrea arrendada
por ..............................
dem 12.O mesrao, casa terrea
arrendada por....................
dem 14. Serino Rodrigues d
2IO$000
2WSO00
132*000
2403000
3125000
180.JO0O
150g000
150S000
120S000
150JS00O
828JO00
7003000
72J000
72JKK
20T*000
20JO0O
OGJOOO
144SOOO
por acabar, arrendada por ......
dem 1.Luiz Pereira Raposo, 1
porlao com 4 meia-aguas, arren-
dado iur...............
Travessa do Desengao.
>- 2.Jos Ferreira, 4 cazinhas ar-
rendadas por ....................
dem 4.Ramos, casa terrea ar-
rendada por......................
dem 6. O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
Sabida para Belm.
N. 2.Joaquim, casa de madeira,
dividida em 6 quartos, arrenda-
dos por..........................
dem 4.Rosal, meia-agua. arren-
dada por ........................
Mera 6. O mesmo, meia-agua,
arren Jada por....................
Idera 8.O mesmo, meia-agua ar-
rendada por......................
dem 10.O mesmo, meia-agua ar-
rendada por......................
dem 12.O mesmo, meia-agua ar-
rendada por......................
dem 14.O mesmo, meia-agua ar-
rendada por................
dem 16.Guilhermina Mara da
Conceicao, casa terrea dividida
em 2, arrendada por.............
dem t8Jos Antonio de Figuei-
redo. casa terrea arrendada por.
dem 20.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por...................... 2009000
Ra do Deslino.
iv. o.Patricio Jos da Silva Sa-
raiva, casa terrea arrendada por:
Idera 8.Francisco Jos da Silva
Saraiva, casa terrea arrendada
por ......................
Idern 1. Tiburcio ntni'd
Oliveira, casa terrea oceupada
pelo mesmo, avaliada em.....,.. 40O9OOO
576$000
360S00O
108000
10SS0OO
432$00O
728000
72*000
72S000
72S000
72#O0O
72J000
I449OOO
200J>000
2403000
40000
ILEGVEL


DIARIO DE FERRAM1UCO. QUINTA FEIRA 6 DE DEZEMBRO DE 1860.
W
dem 18.Joo Luiz Ferreira Ri-
beiro, casa terraa arrendada por.
dem 1.Viuva e herdetros de Je-
ronymo, casa terrea arrendada
Pr ..............................
Ra Nava do Pires
N. 4. Tiburcio Aniunes de Olivei-
ra. casa terrea arrendada por___
dem 8. O mefrao, casa terrea
arrendada por....................
dem 10. O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 12.O jnesmo, casa terrea
arrendada por...................
dem 14.O mesmo, casa terrea
arrendada por ...................
dem 16.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por......................
dem 22.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por......................
dem 26. O mesmo, caai terrea
arrondadi por....................
dem 28.O mesmo, casa torrea ar-
rendada por......................
Ra do Socego.
N. 2Miguel Jos da Costa, casa
terrea arrendada por............
dem 22.Manoel Antonio Tcixei-
ra, jasa terrea arrendada por___
dem 32 Jos Faustino Lemos. ca-
sa terrea arrendada por........
dem 34.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por......................
dem 50.Joao Luiz Ferreira Iti-
beiro, casi torrea arrendada por.
dem 15.Manoel de Jess Monlei-
ro, casa terrea dividida em 2, ar-
rendada por......................
dem 21.Francisco Jos Conni-
ves da Slira, casa terrea arren-
dada por ........................
dem 23. O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 45.Manoel Antonio Teizei-
ra, csa terrea arrendada por___
idea 47.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por .....................
dem 59. Luiz Pereira Raposo,
casa terrea arrendada por........
dem 63.=Joaiuim Donnogos Fas-
sos, casa terrea arrendada por ..
20OJ00O
24OO00
240*000
240JO00

2408000
2403000
240*000
24OJO00
240*000
24OJJ000
da polica tyaaoel de fouzs Garca. O reo foi
novaraente .bsolvida e o Dr. promotor interino
appellou par a relago.
Contra aseguraoga individual houve ora
brbaro a3sassieato em ama pobre moga mii de
llhinho. A infeliz nio querendo mais viver
dades me manifestaran, apenas foi lido na c-
mara o projeeto do alargamento dos circuios.
Amigos, porm, de outra ordem, depois oste
facto legislativo, conceberam a conveniencia de
rae presentar eu pelo circulo de Garanhuas, ho-
je do Bonito, desistindo do da Victoria, hoje do
flHY filial i\\ KanPA A\ Dr- An9eImo Franeisco Porett, eommendador
'* da iroperitl ordem da Rosa e da de Chrislo, e
Brasil.
em compinhia dosceloralo cora quem viva, pro- Cabo. Era verdade, se se tratasse somente do
eurou refugio em uns casa, viainha onde o ver-; antigo circulo de Garanhuns, que alias se acha
dugo foi procura-la e acaricia-la, e esta ananas ''
apparecendo a assasstuou !
EM 4 ni: DEZEMBRO DE 1860.
A. caia descoma letras a 10 "/. 'ma saquee
l a prega do Rio de Janeiro, e recebe di-
a Acha-se o feroz sicario em poder da justiga.
a Este sicario era casado, mas ha rauito lwvia
abandonado sua mulher vivia nos prostbulos
at que consumou suas maldades nessa infeliz,
no lugar Arronches, urna legua distante desta.
Sua Esc. continua solido em empregar ara
tudo Jlra de que os negocios pblicos corram o
melhor possivel. E' justiga que se faz a 8. Exc.
que illuslrado, e enrgico e bem intencionado a
tudo prev em lempo. Pelo que respeita d-
nheiros pblicos, S. Exc. em prega todos 03 meies
possiveis arn de que um seiV.I nao seja dispen-
dido indevidameote. Os vendedores de materiaes
240ft000; para as obras publicas por certo quo reconhecam
que nao podem obter a menor vantagera em favor
de suas algibeiras.
2400000 Ha dias chegaram do Para noventa e tantas
pragasde primeira linha,diz-se que psra disiri-
300$000 buir pelas differentes localidades por occasiao
das eleigoesquo vo ter lugar.
163JO00; Julgamos quo a comarca do Cralo o ponto
onde se faz mister urna forga respeitavel e cora
144*000; ofciaes enrgicos. Alli os nimos acham-se
I alguma cousa exacerbados. Algumas aulorida-
400$000 des policiaes abusara de sua autoridade e al de-
monstran porseus actos urna parefalidade cri-
minosa ; pois que nao procedem criminalmente
120$000 contra os delinenles, quando estes sao de sua
parciadade.
Infelizmente pelo centro as cousas inda cor-
216O0O rem mui mal apezar de todos os esforgos e bons
desejos do governo.
216$000 Le-so no Cearense, acerca da commisso scien-
lillca :
192J000 As diversas soeges da commissio explora-
dora, que aquisedemoraram por falta dedinhei-
1923000 ro' se acbam em diversos pontos do interior d3
provincia para o lado de noroeste, lendo o
96ji000 *nao Pasado ja explorado todaj a parte do su-
doeste.
NOVO BANCO
I)E
bemoecupado por um desses'amigos, nao ha-! nhoiro ao Premio de 8 %
vera de minha parte a menor hesitago em com-
prazer com elles, desde que a desistencia do
circulo da Victoria nao signiQcasse a mais leve
suspeita dequebra de conflanca entre mira e os
meus amigos da Victoria e la'mbem do Rio Far-
moso, quo to cavalheiramenta me acolheram.
Digo que nao hsveria 1 menor hesilagao ; porque
do antigo circulo de Garanhuns tinha recebido
as mais evidentes provas de considerago ; entre
ontras a de ter sido eleito dcp'utado provincial' do 6
2I6S0OO
LC'onttiuor-se-/ia.J
DIARIO DE PERNAMBUCO
Pelo vapor Paran, entrado honlern dos por-
tos do norte, recebemos jornaes com as dalas se-
guiates: Amazonas 3, Para 24, Maranhao 27,
Piauhy 25 do passalo, Cear Io, Rio Grande do
Norte 3 e Parahyba 4 do corrente. "
Amazonas. o da 30 de outubro reuni-se a
nssembla provincial, com numero suficiente de
deputados, encelando os seus trabalhos prepara-
torios. A mesa flcou coraposta dos Srs. : Dr.
Francisco Mendos de Araorim, presidente ; pa-
dre Antonio Augusto de Mallos, Io secretario ;
Jos Flix de Azevcdo, 2 dito ; o padre Romual-
do Concalves de Azevedo, vice-presidente. No
dia 3 levo lugar, cora as solemnidades do estylo,
a abertura, pelo Exm Sr. presidente da pro-
vincia.
As elevos correram rom a maior ordem c
legalidade na Prainha e Monto-Alegre.
Para. Embarcara, para tomar posse da pre-
sidencia do Amazonas, no dia 17 do passado. o
Exm. Sr. Dr. Manuel Cleraentiao Carueiro da
Cunha, ltimamente nomeado.
Repelidos casos de ataques apoplticos se ha-
viam dado na capital, em consequencia do ele-
vado gsXo de calar alhmospherico.
As ultimas noticias alli recebidas de Camela,
tranquillisaram aquellos que suppunham hou-
vesse nessa cidade urna epidemia reinante, quan-
do apenas eram molestias que accomraettem to-
das as localidades, em certas e determinadas
pocas.
Maranhao. Nada occorreu digno de menguo.
Piauhy. Urna caria de Tuereziiia, diz-nos o
seg i ate :
A nova lei de eleices veio desmoronar
muilos caslellos. A provincia d um s circulo,
fi os candidatos liberaes, que presumiam sahir
pelo antigo 2" circulo (o de Oeiras) estao de to-
do baldos de esperanzas.
Sera duvida alguma sao deputados o Exm.
or. conseiiieiio rarftnagua, u i>.. o;Pi.. a
de Souza Mandes, medico dislincto o importante,
e bem provavcl o tabellio francisco Jos Fialho
lho da provincia e ora morador na corte.
S. Exc. nao protege candidatura alguma,
nem to pouco hostilisa : sua Hnguagem o
caminho est aberlo e cada um liabalhe. A op-
posigao, consta nao estar atsfeita com o Exm.
Sr. presi lente, posto que sendo vermelho 011
conservador, tenha feilo rauilas concesses ao
partido liberal ; mas essa gente que com cousa
alguma se consola, enten le, que guerreando lotis '
viribus o governo, deve o mesmo goveroo auxi-
lia-la. ^a realidade a opposigio aqui em nada
avulla.
Chegou a esta cidade o Dr. Jos Jo3o de
Araujo Lima na qualidado de medico do meio
batalho. Foi urna boa acquisigao pira o bata-
lho. Suas bellas raaneiras, seu trato ameno, e
affavel afiaucam-lhe um porvir brilhante. Tai
oppdr>se a urna das caleirus vagas da escola de
medicina da Bihta. U esl escriplurado. O
mio batalho contina a prestar bons servicos a
provincia. Acha-se em bora p, devdo isso a
energa e pericia do seu dislinclo commandanle
O commendador Magalhaes Castro.
O Sr. cominan Jante superior da capital o coro -
nel Jacob Almendra, acha-se bastante doente. E'
um excellenle cidado e um dos mais distinctos
membros do partido conservador.
A pouros das lvemos missocs pelo vene-
rando missionjrio Fr. Dorolheo. Pregou elo-
quenlemente. Conseguio que mais de 60 aman-
cebados^ se casassera. Deixou-nos saudosos.
Cear. O nosso correspondente narra-nos como
se segu as occurrcncias havidas :
Acab de chegar do centro o Dr. chefe de
polica que foi Tena instaurar o processo por
occasiao do morticinio que alli lev* lugar era
10 de setembro ultimo, e consta que foram pro-
nunciados 21 individuos, achando-se prosos a
Idaior parle.
J nao esl mais em problema que os libe-
raes foram os autores da carnificina Entretautu
que foram assiduos em terem a habilidade e 11-
vengao de dareni a palernidade desse horroroso
feitu aos seus adversarios polticos 1...
Teve lugar 110 dia 11 do mez ultimo a elei-
gao municipal na cidade do Ico e villa da Telha.
Assislio naquella localidade o Dr chefe de poli-
ca e nesti o Ur. juiz de dircito da comarca.
o Em urna e outra localdade venceu comple-
tamente o lado ordeiro at nossupplentes.
A eleigao correu rcgulire legalmentc e 3em
que se desse mnima aecurrencia. Os propnos
liberaes j declararam alto o bom som que as-
sim succedeu, [e elogiam o Dr. chefe de polica
e as mesas parchiaes.
Tambera no dia II do mez ultimo, teve lu-
gar a eleico municipal na villa do Aquiraz por
occasiao de ter sido annullala a eleigo de se-
tembro. Venceu, como era setembro, o lado con-
servador por urna raaioru singular.
Sahiram eleitos juizes do paz dos dislrictos,
e vereadores da cmara, aquellos cidados que
haviam sahtdo eleitos em setembro, o que prova
exuberantemente a legalidade que houve na elei-
go de setembro. mas que a opposigo pretextou
una al tu vilo de irregularidades e (Ilegalidades,
e nesta ultima emuJeceu.... e at reconheceu, e
seu chefe pu'Micou, que houve legalidade, regu-
laridade, etc.
Ilavndo o poder competente approvado a
annullagao d3 eleiro desta localidade, proce-
dida era setembro, impoz orna multa de 400*.
Ha dias, nao poucas pessoas, passaram aqui
por uraa decepeo 1
a Uraa porgo de h'ceistas aqui resolveram so-
lemnisar as ferias com um acto religioso, dan-
do um Teeum na matriz para o que tudo pre-
pararam e designararao dia. GhegaJo este.acha-
vam-se os lyceistas promplos na matriz cora todo
o necessario ; achavam-se igualmento os convi-
dados e alguns sacerdotes, faltavam dous para
que o acto religioso tivesse lugar. Alguns ly-
ceistas correram s casas dos dous sacerdotes que
tinham compromcllido-se funecionar no acto, e
estes responderara j vamos e aQnal nao se '
dignaram comparecer e deixou por isso de ter
lugar o Te-Deum e os convidados voltaram
suas casas sabe Dos como indignados e os ly-
ceistas exasperados___com as despezas fcitas, e
a alguns vimos com as lagrimas nos,olhos !
Houve pela primeira vez jury em a nova
villa villa de Maranguape onde respondeu o reo
Argerairo Mendes da Cruz Guimaraes. Servio de
orgo da jusiiga para este reo c Dr. secretario
A secgo astronmica geographlca, de que
I chefe o Dr. Gabaglia, se acha concluindo os es-
to Jos da costa at Amarrado (extrema com Piau-
hy. )
A secgo botnica de que chefe o conse-
Iheiro Allerao, eslava ltimamente na Serra da
Ibiapaba, extrema da provincia com Piauhy.
a A secgo geolgica, de que chufeo Dr. Ca-
panema, achava-se na Serra da Uruburetama,
explorando nao s toda aquellu sera, como o
litoral visinho (Mundah), e tinha de descer pa-
ra o sertio salitroso do Aracaty-Ass. exami-
nar as aguas mineraes, e thermaes do Pag, e
dalli os serrotes volcnicos do Barriga e Pico
na comarca de Sobral, depois as minas do Ip,
e Ubaj.irra (Serra da Ibiapaba) donde pretenda
passar para Piauhy, chapada de Maranhao al o
Tocantins.
A secgo ethnographica de que chefe, e
nico o Dr. Gongalves Das se acha no interior
do Maranhao era busca das tribus selvticas, que
demorara nos confus daquella provincia cora a
de Goyaz,
Restava aqui anda a seccao zoologi:a de
que chofe o Dr. Lagos, a espera de dinheiro que
s veio no ultimo vapor.
a Amanha parte para Sobral, e serra da Ibia-
paba, afira de continuar as suas exploracoes no
arduo ramo da sciencia que Ihe foi confiado. To-
dos sabem que este nosso distincte patricio, alera
de urna ampia colheita de objeclos nnturaes.teve
a feliz lembranga de reunir na sua primeira di-
gresso quanto poude achar de curioso e com-
probatorio do esttdo de civilisago, industria,
usos e costumes dos habitantes desta provincia,
para que na corto se conheca que uo somos to
barbaros como l se acredita.
Des;jando-lhe a mais prospera vagm, es-
timaremos que obteuha os mesraos satisfactorios
resultados na sua segunda pprigrinago, e seja
acolhido pelos nossos patricios com o bora aga-
zalho que confessa haver serapre recebido, e de
quo na verdade elle se faz merecedor pelas suas
maneiras affaveis e genio caritativo.
lio Grande do Sorte. Tudo corre placida e
tranqnillamenle nesta provincia, soba previden-
te e jusliceira adrainislraco do Exm. Sr. Dr. Jos
De ii iu.
Parahyba.Eis o que nos diz nosso corres-
pondente :
O commandante do vapor Tocantins que to-
cou neste parto na raanha de dous, segundo rae
iul'orinao, noliciou a quJa infallvel do actual
ministerio, oque nao foi acreditado, nao obstan-
te as demisses conceJidas aos dous gcoeraes J.
Jos Ignacio e barao de Suruy.
Nosou poliltco, como sabe; mas rae parece
que nao poltico urna mu Janea do governo em
urna pocha era que 6 preciso muita energa, e
conhecimenlos dos negocios ; preciso que se
conheca quaesos racijs era aeco; n'uraa pocha
om que os partidos estao era 'campo guardando
j alguma descruuinago nos fados que se rc-
p'-tem.
na mesma occasiao, em que o fui pelo do Rio
Forraoso.
Mas a annexago do circulo do Bonito ao de
Giranhuns, e a apresentngo immediata de mais
de tres candidatos, suscita'vara difflculdades, que
eu nao tinha a presurapglo de poder logo remo-
ver, havendo estado fora di provincia mais de
ura anno, e nao podendo determinar o grao de
sympathias, que por ventura obteria na comarca
do Bonito. Assim o declarei, francamente aos
amigos a quem alludo, fazendo-os arbitros de
minha causa, na certeza de quo, justos e ben-
volos para coraigo elles nio rae doixariam em
falso.
Ora, desta especie de hesitagSo ou compla-
cencia, fundada nicamente no desejo que tenho
de nao desharmonisar com pessoas, que me me-
recem muita considerago, que tem nascido o
boato, que agora me cndui iraprensa.
Nao desdenho, por certo, a honra e gloria de
urna eleigo por dous e mais circuios: estou po-
rm conv^ncidissimo de que a nao raoreco, nem
tenho a loucura de pretende-la. principalmente
em urna provincia como a de Pernanibuco, onde
regorgita_grande numero de candidatos, ricos de
habilitages e de influencia, para com mais van-
tagem do que eu disputarem a honra de repre-
sentaren! a nago. Mal, e muito mal poderei
atlingir, como pretendo, as boas gragas de um
circulo; edar-me-hei por sobradamente feliz se
o conseguir. As probabilidades vejo-as por ora
mais pronunciadas do circulo do Cabo ; e por isso
iu'oco e contouarei a invocar o apaio e coa I-
juvago de todos os meus amigos, sem jamis
querer alcancar dous crculos. Quera o contra-
rio peosa est iateiraraente Iludido ; e quera o
propala, faz-rae seguramente ura mal laUez sem
o querer, mal que devo allastar dando esta noti-
cia ao publico, e aos que quizerem ler a longa-
nimidade de favorecer-me.
Recite, 26 de novembro de 1860.
Jos Benlo da Cunha e Figueiredo.
peuhambico.
EM 4 DE DEZEMBRO DE 1800.
O banco descorda na presente semana a 10 %
anno at o pnzo de 4 mezes e a 12 % at o
mezes, e toma dinheiro em contas correntes
simples ou com juros pelo premio e prazo que se
convencionar.
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 5.
I Rio d6 Janoiro_24 dias.brigue hespanho! Agoia
de Ouro. de 268 toneladas, capitao Dora Jos
Mass, equipagem 11, em lastro; a ordem.
Cardilf56 dias.brigue inglez Sea Nympha, de
223 toneladas, capitao Dawkius, equipagem 9,
carga carvo de pedra ; a N. O. Biober i C.
Portos do norte 10 diasvapor brasileiro Para-
n. commandante o capilo lente Jos Leo-
poldo de Noronha Torrezo :
Ass8 dias.hiate brasileiro Santa Annn. de
49 toneladas, capitao Joaquina Antonio de Fi-
gueredo, equipagem 6, carga algodo o mais
genores; a Berasim do Grugel do Amaral.
Navios sahidos no mesmo dia.
Parahybapatacho poriuguez S. Jorge de Avei-
ro, capitao Carlos Jos dos Santo : era las-
tro.
Portos do sulvapor brasileiro Persinunga.
commandante Moura.
juiz de direito especial do comroereio desta ci-
dade do-Recife de Pernnmbuco e seu tormo,
por S M. I. e C. o Sr. D. Pedrp II, me Deus
guarde, ete
Fago saber aos que o presente edital virem e
i delle noticia tiverem, qoe no din 19 de dezem-
kro prximo futuro, se ha de arrematar em prugi
publica deste juizo, na sala dos auditorios finda
a audiencia, a casa terrea sita no largo do Parai-
^ zo n. 4, a qual tpm 3 portas na frente, 2 salas, 4
quartos, cozinha na sala de delraz, quintal mu-
rado, cacimba moeira o com sahida no fundo para
a ra de S. Francisco, avaliada em 3000* e vai
praca por execugSo de Manoel Buarque de Ma-
cedo Lima, contra seus devedores Joaquina Flix
Machsdo e sua mulher de Mtga a mesma per-
tencente ; e caso nao baja langador que cubra o
prego da avalisro, sera a arrematago feita pelo
proco da adjudicago cora o abale da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar editaes. que sero publicados pela
imprensa c afflxados na forma d lei
Cidade do Recife 26 de novembro de 1860.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimcnto, es-
crivo o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
Declarares.
a.

a.
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Intensidade
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Correspondencias.
Srs. redactores.Vendo hoje no Liberal Per-
nambucano na parte dosFados Diversosdizer-
se o contrario do quo se pnssou, sou forrado a
declarar ao respeitavel publico que eu nao" disse
que eslava com os meus amigos Dr. Epaminon-
das, Jovinoe Silva Reg no hotel do Sr. Blan-
din, sim que depois das 6 horas e meia da larde
os enconlrei junto ja casa do Sr. Dr. Sarmeuto,
que vioham do Recife, aonde jintarara naquelle
hotel, o que fcil saber-se da verdade.
oque me curapre responder, porque fcil-
mente nao deposito era raeu estomago liquido
que me faga ver as nuvens por Venus.
Recife 5 de dezerabro de 1860.
O major, B. F. L. Cesar Loureiro.
Publicacoes a pedido.
1
10 0 en
0 ce t Cn
I Fahrenheit
Centgrado.
02
en

g I Hygrometro
I Cisterna hydro-
we trica.
Se motivos exigiera que posso concorrer
para urna mudanca ministerial, nao serao moti-
vos novo, por certo causadores do pnico espa-
Ihado. E se os miafstros se lera conservado reu -
nidos, quando nao haveria desvantagem em uraa
mudanca de pessoal; por certo quo ser falla de
patriotismo se nao fizerom o sacrificio de conti-
nuaren na gerencia do3 altos negocios do esta-
do, atienta a pocha eleitoral, que o de tran-
siccao e difTiculdades.
A urna hora da tarde do dia 2 do correnle,
aniversario nataliciode S. M. o Imperador, hou-
ve crtelo a elfige do mesmo augusto senhor, a
que concorrerara raoitas pessoas jdistmetas e
gradas da capital, a oi .ialida Je de liuha o guar-
a nacional, e funecuraarios pblicos : esteve
rauito concorrido.
As cinco horas da tarde houve parada e re-
ceheu o Sr. Silva Nunes as honras devidas ao
delegado do Imperador, que foram fcitas por
urna brigada coraposta do corpo de guarnico e
do prinieiro de infantaria da guarda nacional,
a3 mando do teneute coronel Ernesto Emiliano
le Mediros, offi'ial dislincto e br3vo.
O facto mais importante da trra a notne3-
go de promotores.
Teno o da capital pediln deraissao, foi re-
movido para substitu-lo oda comarca de Souza,
para esta o da de S. Joo, e para esta o bacharel
Antonio da Trindadu Autunes Mera llenriqnos,
filho do actual presidente] da provincia de S.
Paulo.
Nada mais ln que mcreca as honras da pu-
blicidade; salvo o que consta' de terem sido fei-
los na cidade de Souza as eleiges raunicipaes
sem novdade.
Tributo ao mrito.
Assim como o funecionario publico que nao
cumpre com os seus sagrados deveres no lugar
que oceupa sempre mereceu e merece a mais jus-
ta censura, e militas vezes severa punico, se al-
gura aelo por elle praticado no seu exercicio
justiga o conduz, assira tambera entendemos quo
digno de louvor aquello, enjo exercicio sempre
cheio de honra e dignidade conservou e contorva
por base do seus ajtos a justiga. Neste ultimo
caso, pois, aclia-si; o funcoiouario publico de
quem hoje nosoecupamos
No verdor dos annos nomeado para exer-
cer ura lugar muitissimo importante em distan-
ca consideravcl da capital desta provincia, nao
recusou em exerce-lo, antes pressuroso, chtio
de prazer, foi occupai la3 arduo quanto difOcil
lugar ; compreheodendo que a soedade preci-
sa va dos seusS'Tvicos, e principalmente onde de
ordinario di fcilmente se encontra quera os quei-
ra prestar. No exercicio, pois, de mais de um
anno em que se acha, a sucesso brilhante de
sus actos demonstra clara e dislinctanienle a
inielligencia, honra e digniJade com que ha sa-
bido exerce-lo, conservando, como j dissemos,
sempre por base de seus actos a justiga. A crse
por que atravessou ha pouco o Uuricury por oc-
casiao das prises, forraacoes de culpas dos au-
tores e cmplices no assassinato do infeliz capilo
Domingos Alves Branco Muniz Brrelo ; a voz
forie e constante pela justiga
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- As milas que tem de coniuzir o vapor bra-
sileiro Paran para os porlosdo sul, serao fe-
chadas hoje (6) as 3 horas da tarde. Os seguros
at 2 horas.
Re cebe doria de rendas inter-
nas geraes.
Pela recebedoria de rendas internas geraes sa
faz publico, que no correnle mez termina o prazo
do recebimenlo dos impostos do exercicio de 1859
a 1860, no domicilio dos conlribuintes a cargo
dos recebedore?, assim como o do pagamento na
recebedoria do primeiro semestre do exercicio de
1860 a 1001, iuic da .,!,, de 3 tos seguintes : decima addicionai uu n.o morta-
imposto de 20 /0 sobre lojas e casas de descon.
lo ; dito especial sobre casas de movis, roupas;
calgado, mobilias fabricadas em paiz estrangeiro ;
dilo sobre barcos do interior ; lindo o qual se-
hgnir-sc-ha a cobranca exocutiva quanto ao de-
rt'bito daquel'e exercicio, e a percepgo da multa
quanto ao desle.
Recebedoria de Pernambuco, lu de dezembro
de 1860. O administrador, Manoel Carneiro de
Souza Lacerda.
Para a aecretaria do corpo.
1 litro-"de registro geral das pracas e officiaes
aggregados addidus; 1 livro das ord'ens do dia do
commando de corpe ; 1 llvro do tegistro dos of-
ficiaes; 1 livro do ndice dos documentos archi-
vados ; 1 livro de carga e descarga geral do cor-
po ; 1 livro de termo do juramento dosofficiar-s;
1 livro de registro das notas semestraes; 1 livro
de termo de deliberages tomadas pelo conse-
Iho perempiorio para castigos corporaes; 1 livro
de registro dos termos dos soldados engajado
que assenlam praga ; 1 livro das notas diarias
dos mdicos.
Para o conselh ecominoco.
1 livro de remita e desneza do rancho das
pragas do corpo; 1 livro de reeeitas e despnas
das economas lcitas ; 1 livro de acta das sesees
do conselho econmico.
Para o liseal do corpo.
1 livro do detalhc do servico exigido ao corpe
por estas companhias.
Para o qusrtel roeslre.
1 livro de registro das folhas dosofficiaes pros
c rnais vencimer.tos; 1 livro de entradas e salu-
das dos respectivos armazens.
Para o subalterno agente.
1 livro da receila e despeza das sommas rece-
bidas da caixa do conselho econmico.
Para as companhias.
2 livros de registro das pracas e offlciaes ag-
gregados e addidos ; 2 livros de"carga dos genero
e fardaraenios semestraes distribuidos s pracas
das companhias. '
Os livros cima mencionados sao de conformi-
dade com os modellos e dmeneoes marcadas na
ordem do dia do qusrtel general do exercito n.
12 de 24 de abril de 1857.
Ouem quizer vender taes objeclos aprsenle as
suas proposlas em carta fechada na secretaria
do conselho, as 10 horas do dia 7 de dezembro
prximo vindouro..
Sala dassesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 28 de
novembro de 1860.
Benlo Jo Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel rogal secretario interino.
Conselho administrativo.
A uoile esteve chuvosa al as 8 h -50' e depois ,
mblada, vento ENE fresco at as 2 h e depois;
calma
OSClLLtC.O DA MMU .
Preamar as 10 h. 18' da manha, altura 5,2 p.
ilaixamar as 4 h. 30' da tarde, altara 2,1 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 5 de de-
jembro de 1860.
nOMANO STF.PPLF.
Io lente.
NOVO BANCO
DE
ernamkco.
O novo banco continua a substituir
ou a ivsgalar o resto das notas de 10$ e
O conselho administrativo, para forneciraento 1 20$ que havia emittido e ain la existe
em circulacao, declarando que, en
curnprimento do decreto n. 2,66i de
10 de outubro do corrente anno, esta
substituicao ou resgate devera' efec-
luar-se dentro de 4 mezes, e que lindo
este prazo s podera* ter lugar como
disconto progressivo de 10 por cento ao
mez, licando astim na lorma do art 5
da lei n. o~) de 6 de cutubregj 3p o3
sem valor algum no im de lu mezes.
Recife 9 de novembro de 1860. Os
directores, Joao Ignacio de Medeiios
Reg, Luiz Antonio Vieira.
Editaes.
0 Illin. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, *m cumprimentn da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico que
no dia 13 do corrente vai novamentp prace para
ser arrematado a quem por menos flver o cosido
de 30 lampeos da cidade de Goianna, pelo pre-
go de 300 rs diarios por cada um.
A arrematago ser feita por terapo de 1 anno,
a contar do dia 20 do mesmo mez.
E para constar se mandou affixar o presente e
puolicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, Io dezembro de 1860 O secretario,
A. F. da Annunciaco.
bunal do jury ; tudo prova altamente os valiosos
servidos de um funecionario publico, que alheio
sempre s fraegoes polticas do lugar 6 almeja o
triumpho da jusiiga.
Um funecionario como este, robustece cada vez
mais a conflanca de lodos do lugar, e anhelara a
0 Dr. Francisco Dsmingues da Silva, juiz de
dirito da 2a vara criminal da comarca do Re-
cife, por S. M. o Imperador, que Deus guar-
de ele.
Fago saber que as audiencias deste juizo leo
logar as quintas-feiras de cada semana pelas
11 horas ds raanha, na respectiva cesa.
E para que chegue ao conhecimenio de todos,
mandei passar o presente que ser publicado pela
imprensa.
Recife 3 de dezembro de 1860.
Eu Joaquim Francisco de Panla Esleves Cie-
no respeitavel tri- j mente, escrivao do jury a subscrevi.
Jo arsenal de guerra, lera de comprar os objec-
los seguintes :
Para o 2o batalho de infantaria.
507 cuvados de panno azul.
140 1/4 covadosdo panno preto.
209 1/4 varas de brim di Russia.
133 botoes de metal araarello lisos.
400 esleirs.
Pesos de bronze de 1^8 at meia arroba.
Para a corapanhia fixa de cassadores do Rio
Grande do Norte.
150 bonets.
150 grvalas.
150 mantas de lia.
Para o hospital militar.
60 pares de chinellas rasas.
Quem quizer vender taesobjectos aprsente as
suas proposlas em caria fechada, na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 12
do corrente mez.
Sala das sesscs do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 4 de
dezembro de 1860.
B&nto Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Collectoria provincial de
Olinda.
O colleclor interino faz constar pelo presente
003 coniribuinloo d.i dcima Ul! ra de Olinda, que do 1" de dezembro prximo
futuro principia-se a contar o prazo de 30 dias
uleis marcados para a cobranca do primero se-
mestre do anno de 186') a 1861, e lindo este pra-
zo pagaro 3 por cent o de multa os que nao corn-
parecerem no referido prazo.
CoMertcria provincial de Olinda, 28 de novem-
bro de 1860.O escrivio aervindo de collector,
Joo Gongalves Rodrigues Franga.
Capitana do porto de Per-
nambuco.
Pela capitana do porto se faz publico para co-
nhecimento dos interessadns, que tica em effecti-
vjdad" a multa de 100;} estipulada no edital de
5 de outubro ultimo, para cada um dos propie-
tarios de navios velhos que exislem na Cora dos
Passarinhos, visto que nao foram desmanchados
dentro do pMio de 30 dias, etitao fixado, nao
lendo os mesinos proprietarios apresentado nesta
capitana recWmaco alguma, que prove impos-
sibilidade dsse Irabalho, dentro do mesmo prazo.
Francisco Domingues da Silva.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin- 0ulr" l l-se "'"d" publico, que a multa de-
dal, emcumpriracto da resolugo da junla da 'ser paga dentro do prazo de 8 das, durant-
fazenda, mana fazer publcj, que a arrematsgo
do contrato do costeio da illuminagao publica da
cidade de Olinda, foi transferida p'sra o da 6 de
sua conservago. O governo de Sua Magestade o dezembro prximo vindouro.
Communicados.
Imperador, apreciindo devidamente to impor-
tantes servigus Ihe formar justiga. O seu nobre
pai vendo que a sociedade chamando quelle que
com tanto desvello elle procurou aperfeigoar-lhe
o espirito, ha com justiga exercido o lugar quo
oceupa, exulta de prazer. Toda a sociedade em-
ba se alegra.
Louvor, honra e gloria a este filho do berco
das sciencias, da amena e brilhante antiga capi-
tal de Pernambuco, que to digna e honrosa-
mente ha sabido desempenhar os seus deveres!
Continu pois sempre assim o Ilustre funecio-
nario publico, que os Olindfnsos, a provincia e o
Brasil inteiro sempre bem o diro, e os seus va-
liosos servigos causa da justiga jamis sero
esquecidos."
faccionario publico de quem acabamos de
fallar, nao por nenhuma considerago qualqner
que encontr com a justiga, porm somentc pela
forga qua exprime o titulo do presente artigo, o
Ilustre promotor publico do termo do Ouricury,
o Dr. AgnelloJos Gonzaga.
O respeitador do mrito.
A minha candidatura. (')
Como se vai sublmenle espalhando o boato de
pretender eu ser eleito deputado assembla
geral por dous circuios, vejo-me forcado dar
conta de mim aos meus amigas e ao publico,
para que fique bem definida a minha situaco.
Tive a distincta honra de ser eleito quasi un-
nimemente depulado geral pelo circulo da Vic-
toria na aclual legislatura NI- me doe a cons-
ciencia de haver coraraettido erro algum, como
representante da naco, que me nlicnasse da af-
feigo que tive a fortuna de ganhar dos amigos
leaes e generosos, que tanto penhorarain o meu
intimo agradecimento com os seus suffragios.
Era pois natural que me conservasse na expec-
tativa de ser reeleito pelo mesmo circulo me-
diante a benevolencia dos meus protectores.
A nova reforma eleitoral trouxe o alargamento
dos circuios, Picando o do Cabo e Rio Forraoso
reunidos ao da Victoria. Esta ev;ntualidade nao
podia alterar o meu animo ; porque calculava,
corao anda calculo, com a boa vontade de' ami-
gos dedicados "O circulo do Rio Formoso, por
onde acabav de ter a honra de ser espontnea-
mente eleito deputado provincial, quando me
achava auzente. No circulo do Cabo tambem en-
chergava amigos, q.ue me poderiam dar a mo.
Parece-me por tanto que nao seri muita teme-
ridade nutrir a esperanga de conseguir a minha
reelei;o pelos eleitores das tres comarcas: e
entao persista na Arme intengao de apresentar-
me por alli, tanto mais quanto era animado pi-
las favoraveis disposiges, que de taes localida-
COMMEBClOa__
Alfanje;?:,
Rendimento do dia 1 a 4 32::252j>524
dem do dia 5.......12:8515964
45.1043486
Movimento da alfandesra.
V'oluraes entrados com fazendas..
cora gneros..
Volnraes sahidos cora fazendas..
com gneros..
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria provincial de Per-
nambuco 20 de novembro de 1860.O secretario,
A. F. d'Annunciago.
A cmara municipal da cidade de Olinda,
em observancia do que Ihe foi ordena lo pelo go-
verno da provincia em officio de 26 deste mez,
manda declarar a quem convier, que estar ain-
da em praca nos dias 1.. 6 e 13 de dezembro
prximo vindouro para ser arrematado por quem
mais der, o imposto municii'al dos 500 rs. por' horas da larde
cabega de gado var.cum, avahado em 400j, po-'
dendo os pretendentes comparecer no paco das
sessoos da mesma cmara nos referidos das, mu-
nidos de fiadores habilitados, na forma da lei,
para poderem lascar, sem o que nao podero ser
admittidos n faze-lo.
Pago da cmara municipal da cidade de Olinda
em se3so ordinaria de 29 de novembro de 1860.
Joaquim Cavalcanli de Albuqucrque,
Presidente.
Eduardo Daniel Cavalcanti VellozdeGuivarara,
Secretario.
os quaes podeio comparecer nesta capitana os
supracitadns proprietarios, para convenciona'-se
sobre os meios de demoligo e remogo dos dfSpo-
josdos referidos navios; lindo que seja este trazo,
far-se-ha judicialmente a cobranca das millas, e
o servigo de desrnanchameiito e remogodos des-
pojos dos navios por conta dos respec'tvos pro-
prietarios, cojos nomes sero enlo publicados
por edital.
Capitana do porto de Pernambeco 27 de no-
vembro de 1860.O secretario,
J. P. 15. de Mello Rogo.
A junta administrativa da irmandade da
Santa Casa da Misericordia do Recife, manda fa-
zer publico, que no dia 1* do corrente, pelas 4
na sa
() Por ler sahido com algumas tnexactidoes,
repetimos hoje o presente communicado.
A redacrao.
2(8
21
------459
48
672
------720
Descarregam hoje 6 de dezerabro
Rarca americana Margarcth farinln de trigo.
Iliate americanoGeorge Byron farinha e bo-
lachinnha.
Galera francezaAdelefazendas.
Patacho hamburguez Thekle Schmidtilem.
Brigue brasileiroCastro III farelo e barricas
vasias.
Brijjue inglezGradan bacalho.
Brigue portuguezActivofarelo.
Barca americanaDacotahcarvo.
Bccebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rcndiment do dia 1 a 4 2:2909608
dem do dia 5....... 932*680
3:223*318
Consulado provincial.
Rondimonto do dia 1 a 4
dem de dia 5
9:188*90
3:256S24
12:4'(5*213(
De ordem do Illm. Sr. Dr. procurador fiscal
da fazenda provincial se faz publico, que as ic-
lages de dcimas e outros imposlos, relativos
ao anno financeiro de 1859 a 60, se acham em
juizo : os ioteressados podero solicitar as res-
pectivas guias, no escriptorio da ra do Impera-
dor n. 41, das 9 ,'2 da manha s 3 da larde,
para o que se lhes'd o prazo de 30 das, conta-
dos de hoje. Recife 28 de novembro de 1860.
O solicitador, Joo Firraino Corroa de Araujo.
O Dr. Anselmo gmmilauu r da imperial ordem da Rosa,da de Cbrist >,e juiz
de direito especial do commercio, desta cidade
do Recife e seu tormo, capital du provincia de
Pernambuco, por S. M. Imperial e Constitucio-
nal, o Sr. D. Pedro 11, que Deus guarde, etc.
Fago saber aos quo o presente edital virem, e
dellenolicia tiverem, que no dia 12 de dezembro
do corrente anno se hade arrematar em praga pu-
blica deste juizo, na sala dos auditorios a parte
ou metade do sobrado de um andar com tres^por-
tas na frento da loja c tres janellas no primeiro
andar, duas salas e quatro quartos e quintal em
aberto, sem cacimba e casa por acabar, o qual
situado na ra da Concordia desta cidade n. 34,
e lendo sido o mesmo sobrado penhorado a Jos
Muniz Teixeira Guimaraes, por execugao que con-
tra este encamiuba Manoel Francisco de Mello,
fra avaliado no lodo em cinco conlos de ris, c
nao havendo lanendor que cubra o prego da ava-
liago, ser a arrematago feita pelo prego da
adjudigo com o batimento da lei.
F. para que chegue ao conhecimenlo de todos
mandei passar editaos, que serao publicados pela
imprensa e affixados nos lugares doooslume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
inambuco aos 19 de outubro de 1860, 39 da in-
dependencia edo imperio do Itrasil.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es-
crivao do jnizo espacial do commercio o (iz es-
! crever.
de suas sesses no largo
do Paraso n. 49 i*10 a praca as rendas das ca-
sjs abaixo declar-Jis, Pp'o lempo que decorrer
do dia da a"raalamaco at 30 de junlio de
1863.
Os propendentes devero comparecer acorapa-
nhados de seus fiadores, ou tnovidosdo cartas
deste?.
Bairro do Rciefe.
Ra do Pilar n. 74.
Bccco do Abreu n. 2;
Bairro de Santo Antonio.
Ra Nova n. 55
Dita do Padre Floriano ns. 45, 47 c 19.
Dita do Fagumtcs n. 32.
Dila do Sania Thereza n. 4.
Dita da Calgada n. 36.
DitadosPescadoresn.il.
Bairro da Boa-Vista.
Becco doQuiabo n. 8.
Secretrria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife 3 de dezembro de 1860.
O escrivao.
Francisco Antonio Cavalcanti Cousseiro.
Tela secretaria do tribunal do commercio
sao chamados para que venham pagar a impor-
tancia dos livros e papis abaixo mencionado?,
aquellos a quem os mesmos pertenecrem.
LIVROS.
Diario de Lourenco Luiz das Neves.
Copiador do mesmo.
Diario de Fernandes & Feliciano.
Protocolo do Correlor Jorge Patchell.
Copiador de Domingos Francisco Rsmallio.
Futradas e sabidas do trapiche Novo.
Copiador de Antonio Jos de Casln.
V ATIS.
Lscriptura de hypolheca de Passo Irmo.
1 i i n i 1 111 i ), q
Id"m dem de Victorino Domingues Alves Haia.
Contrato de sociedaie de Francisco Ferreira de
Novaos e Jos Luiz Pereira Lima Jnior
Dislracto de Jos Luiz Pereira Lima Jnior. Ftji.-
csco Ferreira de Novaes e Jos Luiz Pereira
Lima Jnior.
Carla de registro da barca lecife.
Distrito de Joo Teixeira de Souza Lima e Fran-
cisco Thomaz das Neves.
Contrato de Antonio Lopes Rodrigues, Mariano
Lopes Rodrigues e Jos Dias Brandan.
Reforma de contrato de Eduardo Alexandre Bur-
le, Filippe Francisco Truclion [e Nards > Ma-
ra Carneiro.
Cerlido apedido de Antonio Pedro das Noves.
Distracto de Lluardo Pelteu Wilson Jnior, i
Carlos Moireau.
Nomeago de Jos Joaquim Ramos e Silva, cai-
reirode Manoel Joaquim Ramos e Silva.
H-irito de Antonio Valenlira da SiWa Barroca,
Joaquim da Cruz Lima e Jos Gongalves Mar-
ti na.
Distrato de Francisco Marques Guimaraes, c
Francisco Jos Correia ftfvrques
Certido apedido de Manoel Joaquim Ramos e
Silva Jnior.
Copia a pedido de J. Palchett
Distraa de Francisco Antonio do llego Mello e
Jacinlho Jos de Mello.
Procuragao de losquim de Oliveira Maia.
Certido apedido de Luiz Borges de Cerqueira
Secretaria 4 de dezembro de 1860.
Julio Cuimores,
Oili i i maior.
Para o Sr. ministro do im-
perio ver.
Xenlutm emptegado geral pode
aceitar emprego algum provincial sem
I que previamente solicite e ohtenha a
sua demtssao. Avisos de 10 de no-
vembro de 1837 e 7 de outubro de
1843.
Ora. nr t*n tados avisos, cuja lao sabia, quao ter-
minante disposicao se acaba de ler :
fora de duvida que nao deve continuar
a ser inspector da thesouraria provin-
cial o proessor de geometra do cotle-
gio das artes (ou a ser proesso de geo-
metra do collegio das artes o inspec-
tor da thesouraria provincial )
Esse funecionario, a despeito dos avi-
sos citados, foi nomeado inspector da
thesouraria provincial de Pernambuco ;
e, em prejuizo do seu substituto, da
instruccaoe dos cofres pblicos, se acha
lora da sua cadeira, ha 15 annos!!!
(azem hoje 15 de setembro de 1800 )
Conseibo administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
los seguintes :
Para o corpo da guarnigo desta provincia.
11 bandas de la ; 154 "bonets ; 2 bcoels para
sargentos ajudanle e quarlel-mestre ; 5 bonets
para cornetas e corneta -mor; 2 pares de charla-
teiras para os sargentos ajudanle c quarlel-mes-
tre ; 2 tellins de lustre para os mesmos ; 2 cana-
nas de lustre para os mesm&s ; 2 espadas para
os mesmos; 161 esleirs; 161 grvalas; 161
mantas de la ; 10 cordoes de la para canudos
de inferiores; I bandeira imperial; 1 porto para
a dita ; 1 liaste para a dila ; 1 capa de brim para
a dila ; 1 capa de oleado ; 1 chapa de (erro para
fogao com 4 ferros ; 6 resmas de p3pel alnaago ;
400 pennas de gango ; 2 caivetes ; 72 lopis ; 6,
garrafas de tinla preta para escrever; 6 libras de, w\ w I ,. ,.
areia preta ; 20 taboadas ; 20 collerces de car-l/"V/JYf O iOFlOC LlSUO,
Avisos martimos.
Porto por Lisboa.
A barca porlugueja Silencio, capitao l'ra'i-
ciseo Martins de Carvalho, pretende sahir rom
toda a bri.-vid.idti para osportos cima indicados :
quem na mesma quizer carregar ou ir de passa-
gem, dinja-se ao consignatario Manoel Ferreira
da Silva Tarroso, na ra de Apollo n. 28. ou ao
referido capilo.
tas para principiantes ; 6 grammaticas portugue- '
zas por Monte verde ; 6 arilhmelicas por Avila
6 pautas ; 20 traslados ; 6 podras para escicvcr
o brigue Esperanca sahir com toda a brevida-
de : para carga e" passageiros, trata-se cornos
consignatarios Barroca & Modeiros, na ra da Ca-
Anselmo Francisco Peretli.
24 lapis de pedra ; 3 cmelas com vollas, ponas \"" "i '"', ,
iSL. k ~tAM de la para as n.esmas ; 4 !ia do *fe n. 4.
balido para23 pragas; i ca-' Para ollio Grande do JNoi'te e
e bocaes ; 5 cordoes de la para as mesraas ; 4
caldeiras de ferro
deira para 50 pragas; 2 caslvgaes de lato ; 1
copo de vidro ; 4 culheres grandes de ferro ; 4
espumadeiras de ferro ; 4 enchades de 'ferro ; 4
garfos grandes de ferro ; 1 prato de loga ; 4 ps
de ferro ; 1 siocte de armas ; 1 lalha, do barro.
Ass,
sahe o hiate Camaragibe por ja
seu carregamenlo : para o TQSlo e
trata-se na ru do Vigerio.
ter parte de.
passageiros,
ILEGVEL


(4)
DIARIO DI PERNABMW. QUINTA FEIRA 6 DE DEZEMBRO DE 1860
Porto por Lisboa no
dial5. .
Impreterivelmento vai sahlr no dia 15 para o
Porto com escala por Lisboa o brigue portusiuez
"ProoipUdo II. forrado e encavilhado de cobre,
de primeira classe e marcha, com a carga que ti-
ver : e para carga e passageiros, aos quaes eflo-
rece excellenles comraodos e bom tratamento,
Irala-se com Elias Jos dos Santos ndrade& C,
na ra da Madre de Dos n. 32, ou com o capi-
tSo. Roga-se aossenhores passageiros que pre-
tenderen! ir no niesmo navio, de virem realisar
suas passagens.
Quinta-feira 6
DE
Para
Rio de Janeiro,
segu nesles dias a barca :>Caslro III por ja ter
parle do carregamento prompto; para o resto da
carga e passagoiros-, trata-se com os consignata-
rios Pinto de Souza & Bairo, ns ra da Penha
n. 6, ou com o capito Antonio GoocaUes Torres
na pra^a.
QA&D
do corrente.
lina taberna no paleo do
Terco n. 20.
Antouio Serafim dos Santos Lima
com autoriwcao de seus credores fara'
leilao por intervenco do agente C a. mar-
go de sin taberna consistindo em armt-
cao, gneros e mais utenoilios da dita
sua taberna sita no pateo do Terco n.
20, englobado ou aretalho a votade
dos compradores: quinta-feira 6 do
; corrente as 11 horas em ponto.
Sociedade
Ortodoxa Litteraria Amor a
Caridade. .
Para o Rio do Janeiro vai seguir com brevi-
dade o brigue nacional Mentor, recebe aindi
carga a frele, trata-se na ra da Cruz n. 45, com
VUTa aii: nni & Filho.
Maranhao ePar.
Segu com brevidade, por ja ter parle do scu
carregamento para este ultimo porto, o beni co-
nheeido brigue scuna Graciosa, capito e pra-
tico Jai J* ue Souza, e podendo completar
o carregamento todo so para o mesmo p'< J
Tari, seguir em direiiura sem tocar no Ma-
raiilio
Porto e Lisboa
A bem conhecida barca porlugueza Sympa-
thia, capito Nogueira dos Santos, vai sahir bre-
vemente pura os portos cima indicados ; quem
na mesma quizer carregar ou ir de passagem,
pider ontender-se com os consignatarios Bailar
4\ Oliveira, ra da Cadeia do bjirro do Itecife nu-
mero n. 12.
De ordcm do seuhor provedor, convido os se-
nhores socios S comparecerem ses3ao hoje (6)
no lugar e as horas do costurae.
Sala das essoes da sociedade Ortodoxa Litte-
raria Amor a Caridade 6 de dczombro de 1860.
Manoel Francisco de Barros Reg.
Escrivo.
Alu4-se urna ptima casa terrea com com-
raodos para urna grande familia bastantemente
fresca e em estado de nao precisar o menor re-
paro, situada na ruada Palma n. 9i : quem pre-
tender alugar eaqueira examinar pode procurar
a chave na ra da Concordia n. 34. armazein do
sol ou defronte do referido armazcm, e para tra-
tar de seu aluguel na ra do Livramenlo loia
n. 27" '
Precisa-se alugar urna ama para cozinhar
em urna casa de pouca familia : na ra do Tra-
piche n. 26.
Pede-se ao Sr. Augusto Rufino de Almeida
de vir ua da Moeda fallar com o Sr. Joiio Bap-
tista Vieira Fialho, ja que est para rctirar-se
para o mallo.
A viuva de Miguel Luiz Songey pede as
pessoas que tivercm objectos na ofcina de ten
Uado marido, que os venham buscar dentro de
8 das, sob pena deserera arrematados por conla
e risco de quem pertencer.
Fui apprchendida e acha-se recolhida ca-
sa de detenco desde o dia 29 do mez prximo
Cosa Carvalho far leilao de diversos movis, """do a preta Anna, que diz ser escrava de Joao
Movis e escravas,
Quinta-fera do corrente.
de urna familia que se relira desta provincia con-1 Lucio da Silva,
sistindo em camas francezas, armacao e ferro, I Subdelegada
aparadores, guardas-lougas e vestidos, pianos e '
mobilias de sala de visita e janlar.
Na
mesma occasiao
vender 2 escravas sem limite
UlUO.
Sexta-feira 7 do corrente.
Evaristo autorisado pelo despacho do Illm.
Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio fa-
rua Direita n. 93, as 1Q
do Recife, 5 do dezembro de
Antonio Gomes de Miranda Leal.
Monle Pi Philarmonico.
OSr. presidente manda convidar a lodos os se-
nhores socios para comparecerem no consistorio
de Santa Cecilia, no da 6 do corrente, s 9 horas
da manhaa. aflm de so proceder a eleicao da no-
va administraco.
Desappareceu na sexta-feira 30 do prximo
passado mez urna vacca amarella com a cauda
torada ao meio. com urna bczerra malhada de
branco e preto.-j bastante cresciifa : quem sou-
ber, dando parte ou levando-a povoacao do
Montciro, no largo de S. Pantaliao, sitio do an-
tigo morgado, ser generosamente recompen-
sado. '
r ~, .ab,aix, assi'gnado, comprador da loja do
tinado Antonio Francisco Pereira, pede aos devo-
dores da mesma o favor do virem realisar seos
dbitos aflm de evitar duvidas para o futuro. Re-
cife a de dezembro de 1860. Leandro Lopes Dias.
Aluga-se a casa da ra da Trempe n 11;
a tratar na ra Direita n. 24.
O escrivo privativo do jury e execueoes
cnminaes desta cidade enlrou em exercicio" do
seu magisterio desde o dia 3 do corrente, tendo
o seu esenptorio na ra da Ponto Vclha n. 1.
Na ra do Amorim n. 58, segundo andar,
existe urna carta para ser entregue ao Sr. Luiz
Costa que esleve na Bnhia, e por se ignorar sua
residencia faz-se o presente.
Quera precisar de um caixeiro com slguma
ortica para loja de miudezas, dirija-se a ra da
Matriz da Boa-Vista n. 14, que achara com quem
tratar.
Bolinhos.
Leiteapda
vacca.
Asphalto.
O esenptorio da fabrica de asphalto
transieno-se para a ra da Concordia
Continua a haver leite ao p do vacca, na co- n. 71, onde pode Ser nroninrln
cheira da ra da Florentina, de quarta-feira 5 do v n I H'o^uraao.
corrente em diante. i -^ u. iiieer <\ L. successores e
Charles Johuson, subdito brilannico, reli- Domingos Alves Matheus, administra
"ZBiSZSmmm d, ru, da Madre de ?! t Ta &,l<7do Marool ^
Dos n/2 ; a tratar com Martins A Irmao. HOrja (jeraldes, parlicipam aos deve-
Na ra do Queilliado n. |?resd mesmo fallecido que ieum-
biram o Sr. Bernardino de
r leilao da taberna da
horas em ponto do dia acii
Avisos diversos.
Para o Rio Grande do Sul
segu com brevidade a barca Mathilde por ter
a maior parle da carga prompla ; para 0 restante
trata-se cura Manoel Alves Guerra, no seu escrip-
torio da ra do Trapiche n. 14.
Baha.
A escuna nacional Carlota, segu em poucos
dias para a Rahia, tem parte do sua carga en-
gajada ; para o resto trata -se com o seu consig-
natario Francisco L. O. Azevedo, na ra da Ma-
dre de Deus n. 12.
Para Lisboa.
O brigue portuguez Constante pretende se-
guir viagm com a maior brevidade,para o que j
tem parte da carga engajada : quem no mesmo
quizer carregar ou ir do passagem, para oque
lem aceiados com modos, dirija-se ao consignata-
rio Thomaz de Aquino Fonseca, na ra do Viga-
rio a. 19, primeiro andar, ou ao capito o Sr.
Augusto Carlos dos Reis, na praca.
cqivipinhiajrasileira
paquetes" a vapor.
Espera-se at o dia 5 do corrente o vapor Pa-
lana, commandante o primeiro lente Torre-
zo,o qual depois da demora do costume se-
guir para os portos do sul.
flecebem-se desde j passageiros e engaja-se
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada : agen-
cia ra da Cruz n. 1, escriplorio de Azevedo &
Mendes.
O abaixo assignado, tendo de retirar-se pa-
ra fura desla provincia, julga nada devera pessoa
alguma, tanto nesla priga como fra della, nao
s de gneros que livesse comprado para o seu
eslabelecimento, como mesmo de conta particu-
lar, mas com tudo quem se julgar seu credor,
queira apresenlar sua conla al o dia 10 do cor-
rente mez para ser paga. Igualmente roga a to-
das aquellas pessoas que ainda lhe sao devedoras
de gneros que lhe compraram era seu antigo
estabeleciracnlo, que lhes venham pagar al o
da 10 do crrente mez: e o nao fazendo, o an-
nuncianle ser obrigado a enlregar suas contas
a um procurador para ser cobrada judicialmente.
Recife 1." de dezembro de 1860.
Manoel Jos do Nasciraento e Silva.
Aluga-se um sitio no principio da estrada
dos Afilelos, pertencente a viuva de Jos Joa-
qun] de Mosquita, com muitos arvoredos pro-
ductivos e urna excellenle casa assobradada que
se torna recommendavel pelos seus commodos e
dependencias : a tratar na ra do Queimado n.
18, segunda loja rindo do Rosario.
Aluga-se um primeiro andar, aceiado, com
commodos para familia, na ra Direita : a tratar
na dita ra n. 54.
Aluga-se urna sala e alcova, espacosas, p-
tima para um escriplorio de advocacia ou para
estudanles, na ra das Larangeiras n. 21 : a tra-
tar no sotao da mesma, das 2 horas s 6 da tarde.
T dia ^ ao meio dia> na rua X> na Por-
ta do Sr. Dr. juiz de ausentes, se ha de arrema-
lar uro cavallo pertencente a heranca dos finados
Joao Hedgson e sua mullier.
Se ha de arrematar a casa sita na rua das
Aguas-Verdes n. 52, no dia 7 do corrente mez,
pelas II oras ai njauli&a, n. c3<. jU3 oudieu-
V'oViIIel0JU'z(> dos orunu03. e Pe' quanlia de
'slof, e a ultima praca, pertencente ao fallecido
Jorge Borges Alves.
Precis3-se de um molcque ou preto para o
botequim do caf dos arcos; na travessa da rua
do Imperador, paraoservico do mesmo : a pes-
soa que tver, annuncie ou dirija-se ao mesmo
botequim do Paiva, que l achara com quem
tratar. *
No dia 22 de novembro fugio um escravode
nor"e Domingos, cujos signaos sao osseguintes :
pardo, idade 14 annos, baixo e grosso, cabellos
crespos, cara larga, nariz chalo, tem marca de
panno no rosto, pernas linas, e levou um ferro no
p: quem o prender, poder conduzi-lo ao en-
genho Ilha das Cobras ao seu senhor Aolonio
Miguel da Silva. .
Precisa-se de um menino que queira ser
ate baribaiai, segu para o Ceara em pou- caixeiro em urna taberna era Pao d'Alho ; a tra-
com o lar na padaria do paleo da Santa Cruz n.O.
eos dias : a tratar cora Tasso Irmos ou
Apparereu no Io do corrente em um
na Soledade n.l, urna vacca com um bezerro :
a pessoa a quem pertencer pode ir procura-la
no dito sitio, dando os sisones competentes,
a i-s.-seum excellenle quarlo ou corredor
loja do sobrado da rua das Cruzes n. 39 : quem
o pretender, dmja-se a mesma.
Na rua da Praia n. 10, precisa-se de urna
ama que coslnhe para duas pessoas, prefere-se
que nao lenha familia ; na mesma casa tem urr
rnenino chegado do Purlo proprio para taberna
sabe 1er. escrever de 12 a 1 anus de idade
gera anntinciou querer comprar urna ti-
po,* dima-se a rua Direita no sobrado n. 74, qut
ia se dir quera tem uina para vender.
Engomma-so lanto roupa de hornera como
de senhora com perfeicao, promplidao e por prH
QO commodo : na rua do Jardim n. 13.
Caxang.
Nesle bello arralal ha para alugar urna casa
com bastantes commodus para grande familia
muiio fresca ejdefronte do rio : na rua No?,
n. bJ.
ASSOCIACO POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
Tendo de celebrar-se domingo 9 do correntj
a sessao magna em coramemoraco do quart
anniversano da Associac.ao Popular de Soccorros
Mutuos, cujo acto lera lugar no palacete da rua
da Praia, e deve comecar as 11 horas da manhaa
era ponto, de ordem do conselho administrativo
convido a todos os senhores socios, tanto houo-
nanos como eftectivos, e ao publico em geral
para que se digne de abrilhanlar com a sua pre-
senta essa festa social.
Secretaria da Associacao Popular de Soccorrts
Mutuos 4 de dezembro de 1860.
Joao Francisco|Marques.
1." secretario.
Ensino de msica.
OfTerece-separa leccionar soUejo.coaotam-
bem a tocar varios instrumentos; dandj'as li-
5oesdas7horass9 1l2danoile:atratarriarua
ds Roda n. 50.
Esteiras da India de 4,
e 6 pamos de largo.
No armazem de tazendas da rua do Queimado
n. 19, propnamente para forro de salas e cama
por ser di melhor qualidade, e todas brancas.
. ~Z A|ugam-se dous andares do sobrado da rua
da Cadeia n. 24, tendo commodos para grande
familia : a tratar na loja do mesmo.
Preparam-se bandejas enfeiladas com di-
versos modelos de bolinhos dos mais perfeitos
siiio que ha era nosso mercado, para bailes, casamen-
los, fesias de igrejas e solemnisar as formaluras
dos senhores acadmicos; tudo da forma que
torea as encommcudos: dirijam-se a rua da Pe-
nha n. 25.
37, precisa-se saber aoode
mora a Exma. Sra. viuva de
Jos Cordeiro de Carvalho Lei-
te. ou alguem que a represen-
te nesta cidade, para se lhe
fallar a negocio de seu inte-
resse.
Aluga-se urna casa para passar a festa, no
Monteito, para pequea familia : na rua do Vi-
ga i o n. 25.
Photographia, ambrolypo
e daguerreotypo.
Eduardo Gadault vende nao s machinas com
todos os objectos concernentes essesdifferenles
modos de retratar, incumbindo-se alem disto de
mandar vir qualquer encommenda r os preten-
dentes podem procnra-lo em seu eslabelecimen-
to de retratos oleo e daguerreotypo, na rua
Nova n. 23, primeiro andar, sobre a loja de cha-
peos de sol de Mr. Manoel Ain.
Quem precisar de um caixeiro para liberna
ou armazem de molhados, appareca na rua do
Trapiche n. 20.
casa
a prelender,
segundo andar, a
Sena Dias
para promover cobranca.
Aluga-se urna casa para lempo de Natal
ou por anno, no pUoresco silio dos Arrombados
com banho peito no saudavel Beberibe a
esta concertada e pintada : quem
dirija-se ao largo do Tcrjo,
tratar com o coronel Salguei'ro.'
Os abaixo assignados administradores da
massa dos bens do casal do finado Joao Tavares
Cordeiro previnem a os devedores o do dito casa!
por dividas vencidas, que no caso de nao virem
salda-las no praso de dous mezes, do oresf-n
annuncio, terao de ser accionadas/afim de ha
ver-se os pagamentos referidos, visto como o
praso marcado pelo lllm. Sr. Dr. juiz de 0X09
do termo desta cidade, para a liquidacao do !
tivo e passivo do mesmo casal est conc!uindo-se
e poucos tem sido os devedores que tenham pro-
curado saldar suas contis. pi
Recie, 12 de novembro de 1860.
Viuva Tavares Cordeiro.
Jos Teiieira Bastos.
Juan Anglada Hyjo.
Henrique Jos da Cunha.
Gravuras.
Gravam-se e imprimem-se com perfrico bilhe-
tes de visita, registros msicas, letras ele
abrera-sc s.netes e chancellas, tamo era relevo"
como em qualquer outro
Agoas-Verdes n. 62.
genero ; na rua do
FUNDICO
ENGENHEIRO
DO
W
Rua do Bram, passando o chafariz.
No deposito deste estabelec.ment sempre ha grande sortimento de mechanismo para eneenhos de
Machinas de vapor modernas de golpe cwnprido, econmicas de combustivel e de facillimo asiento
Rodas d agua de ierro com cubos de madeira, largas, leves, fortes, e bem balaneadas
Canos de ierro e portas d agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteiras com virgens muito fortes e convenientes ;
Mei.as moendas com rodetes motoras para agua, cavallos, ou bois, acunhadas e maguilhoe de azas
Taixas de ierro fundido e batido e de cobre; '
Pares e bicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornalhas ;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinha
Rodetes, dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou Bois

purgar etc., etc.
charo tudo digno da pre-
vincia.e pelo facto de ter mandado construiVpessoa^enieVs^s^^^^^^^^
Z^Tr* COnUnUTAa SUa f,abrCa Cm Pbu>. P-a "orificar olSS7*^2ydet22,
dor, e de fazer os concertos de que poderao necessitar. e caaa cmpta-
OLEADO PINTADO
de excellenle qualidade proprio para mesas, consolos, bancas etc., etc. a 3S0OO
simo por sua excessiva largura: na parca da Independencia ns. 2i e 30.'
o covado, baralis-
capilao Custodio Jos Viann3.
Leiloes.
LEILAO
DE
utrijos flamengos
Q
PELO AGENTE
A' porta do armazem do Sr. Annes
defronfeda alfandega, o referido aeen-
*.._.!__________.. I
ipi'O
te vender' por conta de quem perten-
cer e era lotes a vontade ju
dores, as 10 horas da manhaa
Caixat com superiores queijos flamen-
gos desembarcados hontem.
LEILAO
Ama.
Precisa-se alugar urna escrava para casa de fa-
milia, quesaiba fazer lodo serri;o do casa : na
na do Queimado n. 39, loja, so "dir quem pre-
O abaixo assignado, na villa do Iguarass,
avsanos senhores de engenho do dito termo qu
qnizcr?ro mandar seus assucares para o R.-cifo a
entrega- aos seus correspondentes raandarem
casa do abaixo assignado, que serlo fielmente
entregues, e igualmente receberao os saceos o
gneros qut do Recife vierem, que para isto tem
urna barcacade30caixas, bem construida, pro-
pna para dito'ira.
Ignacio Gomes Porto.
Attenco.
H,Cr,n,!,raia W VeDft' a ca*sa d0 neSc<> da rua
da Cruz n. 15. livre e -.sembaracada : a tratar
na mesma com os propneia,os Pint0 & Carvalho
Fredenco kuinox, allemio, vai para Ma-
cen).
Precisa-se de urna ama para cwa de pouca
lamilla, que saina cozinhar e engoramat
da Concordia n. 61:
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
SMSA [FSIruIlLKIA @ Eg. TT@WI
MELfIORADO E FABRICADO SOB ADIRECCAO' DO
DR JAMES R. CHILTOX,
O chiniico o medico celebre de \ew York
EX-
: na rua
,1
m ^#
Ao meio dia.
I na casa na rua de Motocolomb n.
73, chaos foreiro, edificada em 1858 a
qual rende 12$ raensaes, cuja casa tem
2 salas, 2 alcovas, cosinha fora, quintal
murado, com cornija a moderna, a
qual ira' a leilao hoje ao meio dia pelo
agente Camargo, na rua do Yigaro nu-
mero :9.
Leilao
Sexta-feira 7 do corrente.
O agente Camargo fara' leilao por
COMPANHIA
DE
Seguros Utilifade Publica
Nio teodo comparecido numero sufTicienle de
senhoros accionistas para a reunio do dia 30 do
passado, novamenteconvidamos aos mesmos se-
nhores para comparecerem no dia II do corrente
ao meio da, no escriplorio da rua da Cadeia do
itecire, de conformidade com a parle segunda do
art. 41 e dos estatuios. Redro 5 de de-
zembro de 1860. Os directores, Manoel Alvos
(Guerra.Jos Antonio de Carvalho.
Sitio para alugar.
Na Capunga Nova, rua das Pernambucanas,
tem para alugar um silio com bastantes arvore-
dos de fructo, perlo do rio Capibaribe. tanque pa-
ra banho, tendo duas cacimbas com exeellente
agua para beber, cestas com bomba, baixa para
capim, que.tratada d capim para 2 cavallos,
e alem disso tem bastante terreno para plantar,
a casa tem commodos pira urna familia numero-
sa, pois tem 4 salas, 6 quartos, despensa, cozi-
nha fra, cacheira e.estribara : a tratar na rua
do Queimado. loja n. 19, de Jos Antonio dos
Santos Cocino, das 9 horas da maoha s 5 da
larde, ou no mesmo silio onde aioda se acha
com a suu familia-
Fransirco Aires de Pinho faz sciente ao pu-
blico e cora especialidade ao commercio, que An-
tonio Machado Pereiro Viauna deixou de ser seu
caixeiro.
-- Precisa se de urna ama que seja forra ou
captiva : na rua do Hospicio n. 62
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho Isacc*
sobre Lisboa -----* -
A GLANDE SPERIORIDADE DO
TRACTO FLUIDO COM POSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se p^lo seo extraordinario
e quasi miraculoso effeito no
sangue.
Cada um sabe que a saude ou a inferm
depende directamente do estado deste floido vi-
tal. Islo ha de ser, visto o
que tem na economa animal
New-York, bavemos vendido durante muitos an-
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, considerarlo-lo ser o extracto original e "e.-
nuino de salsa parrilha do Dr. Townsend.o
qual primeramente sob este norne foi apresen-
lado ao public.
B0YD PAUL. 40 Conlandt Street.
Jade WA,LTER. B TOWASEND A Co, 218 Pearl
Slreel.
partido"im^rTanle VoS5 ,H^ZARD' ,21 Maiden Lane-
-al. iJ9HN CABLE & Co, 153 Water Street.
A quautidade do sangue n'um homem d'es-1 M ^VARD Co, 53 Maiden Lane.
taiura mediana esl avallada pelas as primeiras! **.{; F.l TRJPPE_, 92 Maiden Lane.
autoridades em vinte e oito arralis. Em cada- RAHaM Co' ,0 0ld LI'P-
pulsac.50 duas oncas sahem do coracao nos bofes ^ OSGOD S JENNINGS, 188 Pearl Street.
mandado do Exm. Sr, Dr. juiz especial torio". MSDOa : no larg0 doC'P Santo, escrip-
do cornmercio e a requermflntO de Joao Aluga-se uro eupacoso armazem deitando o
Francisco de Souza, dos bens e dividas ,? dPsraori. rauilo proprio para qualquer es-
pe,tef nte. a ,,e Domingue. do. San- StB, ftEXSSESii S
tos no beCCO 00 Joe Caetano, at 11 era 80a denomioacao de armazem do sed ; quem
ponto. i Pender poder dlrigir-se rua da Concorda
' jr. w, sa oe/ron* ao mesmo armazem.
e dalli lorio o sangue passa alem no corpo huma-
no era menos de quatro minutos. Urna dis-
posicao extensiva lera sido formada e destinada
com admiravel sabadoria a desiribuir e fazer
circular esta corrente db vida por todas as
partes da organisacao. Deste modo corro sem-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
fonledeinferraidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se emprenha
de materias ftidas ou corrompidas, diflunde
com vblocidade elctrica a corrupgao as
mais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno lanca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
al cada orgo e cada teagem se faz complela-
monta alnnMn e dfisordunadn. Docta maneira
a circulacao evidentemente se faz um engenfjo
poderoso de doenga. Nao /obsianie pode tam-
bera obrar com igual poder na criacao de saude.
fcslivosse o corpo infecionado da doenca maligna
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se smenle o san-
gue pode fazer-se puro e saudavel ficar superior
a doensa e ineviiavelraente a expedir da cons-
tituido.
O grande manancial de doenc.a entao como
d aqu consla no fluido circulante^ nenhum
medicamento que nao obra directamente sobreel-
le para puriGcar e renova-lo.possue algura direi-
to ao cuidado do publico.
O sangue O sangue o ponto no qual
se ha mysler fixar a atlenco.
O ORIGINAL E O GINUINO !
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantfls, Droguisla na cidade de
& Co, Office 177 Broad-
B. B. HAVILAND
way.
JACKSON, ROBINS& Co, 134 Water Street.
THOMAS & MAXWELL, 8G Williara Street.
NVM. UNDEBHILL. Junr, 183 Water Streei.
DAVIDT. LANMAN, 69 Water Sireet.
MARSH & NOBTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABUJUK & WUUU, 139 Mai-
den Lone.
PENFOr.n, CLAY& Co, 4 Flelcher Street.
OLCOTT, M KFSSON & CO, 127 Msiden
Lane.
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Slreet.
SCHIEFFELLN, BBOTHEB & Co, 104 &
106 Jobo SU
LEWIS & PRICE. 55 Pearl Street.
HAVILAND, KEESE & CO, 80 Maiden La-
ne.
RUSHTON, CLARK & CO, 110 Broadwav,
lOAslor. }
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
PHILIP SCOIEFFELIN
Streal.
POU & PALANCA, 96 John Street.
SHERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Streal.
RUST & HOUGHTON, 83 John Street.
I. MINOB & CO. 214 Futon Street.
INGERSOLL & BROTHER, 230 Pearl Street.
JOSEPH E TBIPPI, 128 Maiden Lane.
GREENLEAF & KLNSLEY, 45 Cortlandl
Street.
HAYDOCK, C0BLIES& CLAY, 218 Pear
Slreet.
CUMMING & VANDUSER, 178 Greenwch
Slreet.
Dr.
HASKELL & MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK & Co. 49 John Street.
CONHECEMOS AARYOKE E SUASFRU-
TAS ,
E IGUALMENTE
Conhecemos um Medicamento nos seus Effcitos.
O extracto composlo de Salsa parrrlha do
Towosend esla
0NEDICaMEaTQDO POYO!'-
Adala-sa lo maravilhosamenle a consliluicao
que pode ser uiilisado em quasi lodas as enermi-
dades.
ONDE E DEBILIDADE,
fortalece;
ONDE E' CURRUPCAO, v
purifica;
ONDE HE PODR D A O,
alimpa.
Este medicamento celebrado que lao grandes
servicos presta a humanidade, prepara-se agor
" nn..o tnhri*-, n!> ocqnina das ras Fronte
Washington, Brooklyn. sob a inspecsao directa
do muito conhecidochimico e medico Di. James
R. Chilln, da Cidade de New-York, cuja cer-
tidao e assignalura se acha na capa exterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL E GENUINO
extracto composto de s.vlsaparriltja
DO R, iWASEAD.
I O grande ptirificador do sangue
CURANDO
& CO, 107 Water
O Herpes
A Herysipela,
A Adstricqaodo ven-
tre,
As Alporcas
Os Effeitos do azou-
GUE,
Dispepsia,
As Doencas.defiga-
do,
Pelo juizo dos feitos da fazenda provincial
se hae de arrematar em hasta publica a quera
mais der, os bens seguintes :
\ casa terrea n. 19 na rua do Bom Goslo fre-
guezia dos Afogados, com 18 palmos de frente e
DOde fundos, com pequeo quintal em aberto e
chaos foreiros, avaliada por 50<.
i?U"?ijCaSia l"r!a i" 21 Da raesraa r,,a acima.
tendo 18 palmos de frente e 50 de fundos, com
S et? aber' e cJiaos foreiros- avaliad Por
rr'fWO. Cujas casas forara penhoras por execu-
cao da fazenda provincial contra os hc/deiros de
Joaquim Caelano da Luz.
A renda annual da olaria na rua de S. Mi"uel
n. 0, sobre pilares, coberla de lelhas, com %u
competente forno, o um quarlo para prctos em
bom estado, avahada em 600. Cuja renda foi
penhorada por execuro da fazenda pruviocial
contra Jos Buarque de Macedo por Manoel da
souza Jardim.
A renda annual da casa na rua dos Pocos n
, co commodos para pequea familia, avalia-
da em /2JJ. Cuja renda foi penhorada por exe-
cucaoda fazenda provincial contra os herdeiros
de Joao Baplista de Souza Lomos.
A renda annual da casa lerrea na rua do Ouia-
bo n. \, na povoacao do Munleiro, freguezia do
I oro, com 2 salas, 3 quartos, cozii.ha. quntalo
cacimba, avaliada em 60. Cuj renda foi pe-
nhorada por execucao da fazenda provincial con-
tra Jos Antonio Teixeira por Jos Gomes da Sil-
va rorlella.
A renda annual do sobrado no largo do Pa-
raizo n. 49, com commodos para familia, avaliada
em o0.JJ. Cuja renda foi penhorada por execu-
Cao da fazenda provincial conira a viuva e her-
deiros do marquez do Recife.
A rendaannual da casa terrea na rua do Tam-
bi n. -ih, leudo 2 salas, 2 quarlos, cozinha fra
quintal e cacimba, avallada em 120. Cuja ren-
da foi penhorada por execucao da fazenda provin-
cial conira os herdeiros de Adriana Maria da Con-
ceicao.
Os prelendenles comparecam as 10 horas da
manhaa do da 6 do correle mez de dezembro
na sala das audiencias.
Stahl & C,
pholographos do S. M. o Imperador, no rua da
Imperajnz n.13, avisam ao respeitavel publico
especialmente a seus amigos c freguezes, que
acaba de voltar de sua viagem cachoeira de
lauo Alfonso, e passa a dirigir o eslabelecimento
photogiachico son socio o Sr. Augusto Stahl
Igualmente pa.licipam a seus freguezes que con-
i"*" a prrpar;r loda q^l'dade de labalhos
fran ^ombl,,ado com a pholographia. e que
,f n!KS S exlorSs Pr servir faem a aquelles
que os honrarem com suas coniancas, garautin-
do esmero e perfeicao no trabalho." ,"uun
n,n., Dr" Manoel -Morcira Guerra contina a
presiar-se aossenhores estudanles de. Faculdade
ae Uireilo-corno explicadorpara a occasiao de
seu estudo dos pontos para os actos .pode ser
encontrado na rua da Matriz da Boa-Vista n. 24
Pela manhaa al as 10 horas, e a tarde das 4 em
oante.
Mudanca.
Carros fnebres.
O Agr, administrador deste estabelecimento.
faz ver ao publico e aos seus amion* n a:1
As Borblhas a ca-
ra,
As Tossesi,
Os Catarrhos, As Tsicas, btc.
OExtracto acha-secontidoemgarrafas quadra-
das e garante-se ser mais forie e melhor em to-
do q respeito a algum outro purificador do san-
gue., conserva se em todos os climas por cer-
lo sspaco de tempo.
assignalura e
ceidlo do Dr. J. R. Chlitton, na capa
Cada garrafa do origina! germine exiracl do Dr. Townsend tem
exterior de papel verde
AHydropesia.
A Lmpixge
As Ulceras,
O RnEUMATISMO,
As Chai;as
A DF.DILIDADE GERAL- JW ao pu,D"fC0 e aos seus -migos, que no dia
As Doencasde pfiir corrente faz a sua mudanca para a rua No-
AcpirlAiD.E.PEI:LE 'ierro. "^Vnu'n 'n"1 ""/riplorio de
enierroi e a entrada dos carros fnebres pela
rua das Mores, onde os tem patentes a todas as
pessoas que os queiram ver, pois espera ler este
esiapelecimento ainda em maiores proporcoes de
queja lero, e conta que o publico e os seus ami-
gos o coadjuvarao nesle empenho, cerlos de que
para tjido quanto estiver ao seu alcance para bem
dasempenharas suas obrigages ; o encontrario
sempre no estabelecimenio a qualquer hora do
da e da noile. Approvcila o ensejo para agrade-
car a eonflanca que o publico e os seus amigos
lhes lera prestado, pelo que eternamente grato.
Mut>-sedeseja fallar rom ossennores abai-
xodeclarados, na rua do Queimado n. 39, loja.
Antonio Jos de Amorim.
Antonio Francisco da Silva.
Manoel Jos Milele Meiriz.
Joaqun) Jos Bolelho.
ILEGVEL



\
D1AR0 Dfci PERNAMBUCO. '- QtjlNtA FEIRA 6 DE DEZEMBRO DE 1860.,
f)
CASA DE BANHO
______________________ HO _____
Asignatura de banhos fros, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,........... 105000
30 cartoes paraos ditos banhos tomados em qualquet tenpo...... 159000
15 Ditos dito dito dito ; 8000
7 > ....... 4#000
Banhos ivulsos, aromticos, salgados esulphurososaospresos annunciados.
Esta reducto de presos facilitar ao respeitavel publico ogoto das vantagens queresullam
da frequeiwiadeum estabelecimento de urna utilidadeincontestavel.mas que infelizmente nao
estando em nosso* hbitos, anda pouco conhecida eapreciada:
EAU MINERALE
NATURALLEDE VICHY
foeposito na botica franceza ra da Cruz n.22
K&M%
INJECTION BROU
Remedio infallivel contra as agnorrhas ar.tigas e recentes.
nico deposito na botica franceza, ra da Cruz n. 22.
Precc do frasco 35000.
TABAC CAPORAL
He^osito das manufacturas imperitas Aeran^a
Este excelente fumo acha-se depositado, diretamente na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
CAMBO A DO C ARMO, o qual se vende por mseos de 2 heciogramos a 135000 e em porciode
10 masaos para cima com descont de 25 porcenlo ; no mesmo estabelecimento acha-se tambem
everdadeiro papel de linho para cigarros.
PUBLICAR AO LITTfcH AMA.
TRATADO DE ECONOMA POLTICA
pelo Sr. Conselheiro
DR. PEDRO AUTRAN DA MATTA E ALBUQCERQUB.
Esta obra do dislinclo economista brasileiro
sobre ludo nolavel pela lucidez e exacc&o com
que trata dasquestes da sciencia, e pela preci-
so e fluidez da forma, em plena harmona coS
as ideas e com a doulrina. Aos hornens de le-
tras, aos estudiosos, e principalmente aquellas
que se dedican) ao, culto do direito na sua parte
racional c philosophica, inlcressa muilo uraapu-
blicacao de scmelhante natureza: o nome do
seu autor por si s urna boa garanta, que va-
lora rnais do que oulra qualquer rccomnicnda-
cao.
Est venda na livraria Universal dos editores
Guimares & Oliveira, ra do Imperador n. 54.
Os Srs. que assignaram (enham a bondade de
mandar buscar os seus ejemplares, e os que bao
assignaram e quizerem, podem faze-loatao ul-
timo de dezembro em que ser fechada a assig-
natura e augmentado o preco.
ERI4
DA
de umaduzia de cartas que se
Ihe tem escri >to.
K Ikmann Irmaos& C avisara ao
respeitavel corpo do commercio que
foram nomeados agentesnesta pracadas
companhias de seguros martimos de
Ham burgo.
Amas.
Precsa-se de duas amas para casa do familia :
na ra da Aurora n. 48, segundo andar, a qual-
quer hora.
insignificante resposta amis|Na loja da boa f, na ra C1NDIE1AOS
"~......... ECONMICOS
Aviso.
CASA DE SAUDE
Roga-se aos moradores da ra da Cadcia que
hajam de armaren) com colchas e Ilumina tem as
suas varandas nos dias 7 e 8 de dezemDro, por
occasiio da testa da Immaculada Conceigao de
Mara da capella do arco.
Francisco Joa quim Alves Rodrigues retira-
se desta provincia.
Aluga se ao armazcm da casa n. 19, na na
do Imperador : >ruem o quizer alugar, eulenda-
se com o inquilino da' mesraa casa.
Na ra da Cruz n. 3, escriptorio do Amorim
Irmaos, deseja-se fallar ao Sr. Jos Jacorae de
Araujo.
- Christiano Jos Tavares,|subdito portuguez
va ao Rio Grande do Norte tratar dos seus ne-
gocios.
Aluga-se urna loja na ra Direila n. 9 : a
tratar na ra da Penha, loja n. 23.
Vervaene Vctor, Prosper Vanderkam, sub-
ditos belgas, rotiram-se para o Ro de Janeiro.
Anda esta por alugar o sitio na Torre, per-
lencenle a Jos Miriauno de Albuquerque : a tra-
tar com o mesmo ou com o Sr. Jos Azevedo
Andrade, na ra do Crespo.
Desapparcceu no da 25 do mez passado do
beceo do Pucnho, urna escrava de nomo Dellina,
de 45 annosdo idade, com os signaes seguinles :
falta de denles, cor fula, peitos pequeos e mnr-
chos. gaga o julga-se ter ido com urna mana :
roga-se as autoridades policiaes o capites d,i
campo a prendam c levem-na ra Imperial n.
9 que ser recompensado.
Precisa-se de urna ama que saiba cosinhar
o engommsr para duas pesso.is '. quem estiver
nesle caso dirij-SQ a ra de Apollo a. 43, en-
trada pelo oiao.
Roga-se aos prenles a amigos do fallecido
Manoel do Nascmento Capilla, para assistrem a
missa do stimo dia que lera lugar do da 7 do
corrente s 6 horas da manhaa na matriz do
Corpo Santo.
Precisa-se de um cont de res a premio
com hypolheca era casa de mnior valor: na ra
do Queimado n. 24, primeiro andar, se dir quem
precisa.
Dcsapparecce da casa de S. P.-Uohnston
um rapaz-inglcz por nome Robert Rubers, de ida-
Sita em Santo Amaro.
m
Esteestabelecimentocontinua debaixoda adminis'racao dos pro- fe^y
prictarios a receber doentes de qualquer natureza ou cathegoria que |K;
seja.
O zelo e cuidado all empregadospara oprompto restabpleoiuien.
to dos doentes geralmente conhecido.
Quem se quizer utilisat pode dirigir-se as casas dos proprietarios
K^L amljs morad res na ra Nova, ou entender-secom c regente no esta- 5W*
tabelecimentc.
-
Reforma-de precos.
Escravos. -..... 2gOG0
Marojos seriados..... 2OO
Primeira classe o$ e. 5#5O0
As operacoes serao previamente ajustadas.
rao criado : quem delle souber pude dirigir-se a
casado mesmo no Arraial ou na ra da Senzala
Nova n. 42, que se gratificar ; assim como se
previne que se proceder na forma da lei con-
tra quem o oceultar.
Jos Januarfo da Costa, subdito Portuguez
relira-se para a Baha.
C ompras.
Cocjpra-se urna mesa elstica para jaotar,
que nao lenha menos de 24 palmos na ra do
Cabug c. 2.
Aliso.
\
f
CONSULTORIO
DO
MEDICO fAlTEIRO E OPERADOR*
3 Rli DA CiLOil A, CASA HO FLNDO 3
Clnica por ambos os sysleiiias.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas lodos os dias pela manhaa, e de tarde depoisde 4
horas. Contrata partidos para curar annualraenle, nao s para a cidade, como para os engenhoe
ou oulras propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manhaa e era caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noile, sendo por escriptoem que se declare
j nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forera de urgeneia, as pessoas residentes no bairro do Recite po-
dero remellar seus bilheles botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou loja de
'ivros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ag n da ponle velha.
Nassa loja e na casa do annuticiante achar-se-ha constantemente os melhores medica-
xenlo homeofaiiicos j bera conhecidos e pelos presos seguinles:
Botica de 12 tubos grandes...........109000
Dita de 24 ditos.................159000
Dita de 36 ditos.................iOSOGO
Dita de -18 ditos................. 25*000
Dita de 60 ditos...............- 305OOO
Tubos avulsos cada um. ..... ... .....' 1*000
Frasees de tinturas. : ;............2#00O
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
duzido em portuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. ele........205000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 105000
Kepertorio do Dr. Mello Moraes. ,....... 6900O
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda declarar
que se acham exposlos venda os bilheles da
segunda parte da primeira lotera da irmandade
de Nossa Senhora do Bora Parlo da igreja de S.
Seba&liao de 01iud, cujas rodns devero andar
impretcrivelmente no dia 12 do prsenle.
Thesourana das loteras i" de dezembro de
1860.Jos Mara di Cruz, escrivao.
Precisase alugar urna ama forra ou captiva
para urna casa de pouca familia, que saiba cozi-
nh-ar eengomroar ; a tratar na ra do Seve ou
Ilha dos Ralos, casa terrea do Sr. Tiburcio aonde
lem o lampio do gaz.
Pede-se a pessoa eue mandou abrir e Im-
primir na ra das Aguas Verdes n, 62, uns bilhe-
les de risita com as iniciaes F. B. F. M. e E. U.
B. II., se digne procura los.
Aviso aos senhores relo-
joeiros.
Desappareceu um relogio de ouro, patente in-
gle*, com o nome de James Hornby e n. 25627,
o qual levou correflte de ouro com podra de to-
pacio e alguns brilhantes roda : a quem quer
que seja oferecido, queira apprehende-lo, le-
vando ra do Crespo n 19, onde se gratificar-
Precisa-se do urna ama de leite : a Iratar
no sobrado e um andar ao lado do norte da fa-
brica do gaz e a beira do rio.
Na obra da travesa da Concordia anda ad- de de 1-f a 15 a na os, que se ttnhaengajado co-
mittem-se serventes forros ou captivos : a tratar
na mesma obra.
PliBLlCAWJlRIWCA.
LCES DE DIREITO CRIMINAL
PELO SEXIIOR DOL'TOR
Braz Florentino Hcniiques de Soaxa.
O nome Ilustre do Sr. Dr. Braz Florentino
Henriques de Souza, collocado frente deste lu-
minoso trabalho, nos dispensa *de encsrece-lo
qur pelo lado jurdico e ltlera-rio, qur pelo da
ulilidade, tanto p8ra os que estudam como para
os queja sao versados na materia. Esl ven-
da na livraria universal de Guimaraes & Olivci-
ra, ra do Imperador n. 54, onde tambem se-vn-
de a lioo da Reincidencia.
COHUPAHMIA
ALLIANC
stabeeeida m Londres
CAPITAL
CVueo miWiocs de UVi-as
sterVinas.
Saunders Brothers & C. temo honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprietarios de
casas, e a quem maisconvier, que estao pieaa-
raenteautorisados pela dita companhia pr*f-
fectuar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de lelha, e igualmente sobre osobjecos
que contiverem os mesmos edificios, quer con-
ista em Biobilia ou em fazentlas de qualquer
.ualidade.
5!-rrTTTTTTTTTTTTTTTTT"l7TTT^
| DENTISTA FRAKCEZ. :
, Paulo Caignoux, dentista, ra das La- ^
rangoiras 15. Na mesma casa tem agua e -<
^ p denli&co. *j
agencia das fabricantes america-
nos Gronver & Balfcer
Machinas de coser: em casade SamuelP.
oiiston Si ra da Senzala Nova n. 52
Alexandre Ff adere, sabdito francez, va i pa-
ra o Haranhio.
O abaixo assigoado, juz do paz do terceiro
annotesta freguezi de S. Jos, acha-se em exer-
cicio no impedimento dos de oais juizes, e as
audienoiassao nos raesmos dase horas marca-
das. Recite 3 de dezeml>ro de 1860.
Eduardo Frederico Bauka.
Attenco.
a
Roga-se ao Sr. Regnaldo Alves de Mello, que
iintes de retirar-se para a capital da liahia v toJ-
ver o seu deLito era Santo Amaro, liberna de
Jos* Jacintlio de Carvalho.
- Precisa-se do um caixeiro eom idade de 16
a ISannos, leudo pralica de venda de molhados,
e quofendo ir para urna villa fra desta capiial,
do Queimado n. 52,
vende-se muito barato.
Cambraia lisa fina com 8 1|2 varas cada peca a
4;500, dita muilo lina com salpicos a 5}, dila de
cores de padrees muilo bonitos a 320 o covado,
cortes de cassa pintada com 7 varas a 23210, fil
de licho liso muito fino a 800 rs. a vara, tarlata-
na muilo fina branca e de cores com 1 1|2 vara
de largura a 800 rs a vara, guarnieres de cam-
braia (manguitos e golla) bordadas muilo finas a
50, gollinhas bordadas de cambraia muilo fina a
l9i esparlilhos muilo superiores pelo baralissiron
preco de 6fl, pentes de larlaroga a imperatriz
muito superiores a 9#, bonets do velludo para
meninos a 5J, dilos de panno preto a 3g, sapati-
nhos de merino muilo enlejiados a 2$ o par, chi-
tas francezas flnss escuras e claras a 280 o cova-
do, corles do cambraia de cores cora 3 babados
com 11 e 12 varas cada corle a -13500, superiores
lencos de cambra3 de linho muilo fina e rca-
DJenle bordados a 0, dilos de cambraia de algo-
dio com bico de linho a 13230, ditos de cam-
braia de linho pioprios para algtbeira a 63, 7 e
8| a duzi.i, dilos de cambraia de algodao a 23400
e 33 a d'i/.ia, liras bordadas largas e finas com 3
1(2 varas cada peca a 2jj00, e assim outras mui-
las fazendas que rendem-se por precos muito
baratos na ra do Queimado n. 22, na bem co-
nhecida loja da boa f.
Toalhas.
Vendem-sc toalhas de linho para maos pelo
baralissimo prego de 93 a duzia, ditas de pello
muito superiores a 123 a duzia : na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Brreles de seda
para padres
Finos barretes pretos do ooria para padres a 23
cada um : na loja da aguia branca, ra u Qup.
mado n. 16.
Bramante
bretanhas e atoalhado
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
vende-se bramante de linho muito fin com duas
varas de largura, pelo baratissimo preco de 23400
a vara, bretanha do linho muito fina e muito
larga a 203. 22g e 23 a pega com 30 jardas,
atoalhado de algodo com duas larguras a 13(00
a vara, dito de linho muito superior, tambem
com duas larguras a 3> a vara, ; na ra do Quei-
mado n. 22. na loja da boa f.
Ra Nova n. 20.
mais superior al o mais ordinario, por rec
mitin rnmmnrtrt *.-----------_- r,c,t
muilo commodo, com
preco
a experiencia propria de-
ver agradar ao comprador, c vista da pouca
despeja que faz, animar a ser Iluminado s com
os dilos candieiros a gaz ; os mais baratos sao a
tmilarao de urna lamparina, produzii,do a luz a
tres velas de espermacete com a importancia de
10 rs. por noile : gradualmente ir sobindo to-
das as mais qualidades al o maior, que servir
pan ornare iluminar urna rica sala, equivalente
a 16 velas de espermacete, ludo islo se garante
sob a condigno de voliar e restiluir-se
importe, na falta de nao agradar
feita
na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
o sen
experiencia
lis
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8.0
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2 O i v
<- = c > c >
a
A loja de marmorc
receben vestidos de blonde bordado
casamenlo.
para
A loja de marmore
receben vestidos de seda de cores do
timo goslo.
u-
SiS1
Franjas de seda 'Mm^^m
de laa e algodao.
Mu bonitas franjas de seda de diversas largu-
ras e cores a 500, 640 e 800 rs. a vara, ditas de
laa a 240 e 320, ditas de algodo brancas e pin-
tadas a 160 e 200 rs. a vara, todas proprias para
eufeilesde vestidos e casavpques, ditas com bor-
llas e lisas, com mu bonitos lavrores, proprias
para corlinado3, toalhas, coberlas, etc., tanto
brancas como pintadas a 33, 33500, 43, 5g e 63
a pega: na loja d'aguia branca, ra do Queima-
do n. 16
Bonecas chinezas.
A loja te na r ti ore 8
recebeu vestidos de phantasia do ultimo 38-
goslo. 2j>
- 6HI5 8Ktte<
A loja (le marmore
recebeu vestidos branros de cambraia
bordada do ultirxo goslo.
m
Compr^-se na ra da Cruz do Recite, armazem
n. 63, O arrobas de tamarindos em bage ; quera
tiverannuncie ou dirya-se ao dito armazem para 11500 na i"ia
Compr-so uta escrava crioulade
idade de 20 a 50 annos, que seja bonita
e desboa figura e que saiba engommar
e r.ofimliar nprfeitampnfp nf* largo da
Assembla n. 1 2, primeiro andar.
Yendas.
\endem-se tres prelas bnnsengommadeiras
ecoznheiras, sem vicios e molestias, tendo urna
dellas um filho de tres annos, c sendo urna oulra
perita em ludo, e tambem um raoleque de 15 an-
nos proprio para todo o servico : na ra da Cruz
u. 18.
Saceos de 115 libras.
O mais superior trelo que tem vindo ao mer-
cado, no armazem de Carros & Silva ; assim co-
mo se vende saceos de feijao mulalinho, vindo da
ilha de Femando.
Vende-se trelo ltimamente desembarcado
milho, arroz do Marachao, gomma muilo fina e
fannha de mandioca da mellior que ha no mer-
cado : na ra da Moeds n. 41.
Vende-se urna linda mulatinha :
n ra da Camboa-do Carmo casa n. 22.
Mu bonitas bonecas de choro vestidas a chi-
neza algOOcada urna, assim como outras tam-
bem elegantemente vestidas e de saias balo a
da aguia branca, ra do Queima-
do n. 16
E' o ultimo goslo.
Ha precisao.


FMa msm
DE
Fazendas e de miudezas.
Em casa de Augusto C. de Abreu, ba para vender um completo
sortimento de perfumaras, constando de leos, banhas, p para
dentes, sabao, extractos, aguas de cheiro e muitos outros artigos dos
melhores perfumistas de Londres e Pars.
do Rociie, loja u. 20,
dirija-se a ra da Cadoia
esquine do becco Largo.
Sorvete.
De hoje em dianle haver sorvete ao mco da
e a noile, em casa de Sodr & C, na ra estreila
do Rosario n. 11.
Para administrar engenlio
se offerere um hornera que j foi rendeiro do
ume que sendo victima da iufelicidade se su-
geita por qualquer ordenado tanto nesta provin-
cia como u'outra : na ra do Crespo loja n. 10,
se dir.
Curso particular derhetorica.
Manoel de Honorato tem aberlo o seu curso
de eloquenciae potica nacional ; na ra Uirei-
ta n. 88, primeiro andar.
Aluga-se o sobrado de dous andares e so-
lio da ra Imperial n. 169 : a fallar na ra da
Aurora n. 36,
Seita-feira 7 do correnle, depois da audi-
encia do Sr. Dr. juiz deorphaos, vaa praja por
venda a escrava Lourenga, de idadede 24 annos,
avaliada em 8003000 : a ultima praga.
O Illm. Sr. B. A. M. C. B.
senhor de engenho na provin-
cia das Alagoas, queira fazer
o favor mandar pagar na loja
de ferragens da ra do Quei-
mado (que nao ignora) a sua
letra vencida ha muito tem-
po, producto de negocio rea-
lisado a 28 mezes, visto que
Dotem-se dignado dar a mais
2 escravasde 30 annos de idade, de boa con-
ducta, cozinham e engommam por 800 cada urna
1 bonita niulatnlu recolhida de 18 annos do
idade, com-excellentes habilidades.
1 boa escrava da Costa, ptima quitandeira
nao viciosa, por 1:200.
1 elegmte eegrnbi de 9 ar.nos por 800j.
1 excellente moleqnede dade 20 annos, pti-
mo criado, pois melhor copeiro.
1 oplinio raulatinho de idade 11 annos por
l:000a000 ; na ra de Aguas-Verdes n. 46.
Vrnde-sc macella muito nova em barricas
de 30 a 36 libras, por preco razoavcl : no arma-
zem de Francisco Alves d Tinho, ra do Viga-
rio n. 8.
V*nde-se carne do vacca salgada era bar-
ris. muilo boa : no armazem de Francisco Alves
de Pinlio, ra do Vigario n. 8.
Superiores gurgures dc'scda de quaJrinhos,
de lindos padroes, pelo baralissimo preco de lj
o covado, grosdenaples liso de lindas cores a 2o
o covado. cortes de 15a muito fina com 15 cora-
dos, padroes muito bonitos a 8, ditas de quadros
padroes tambem muito bonitos a 480 rs. o cova-
do, chales de cores, padroes inteiraraente novos
a ltf rs. o covado ; aproveilera em quanto se nao
acaba : na ra do Queimado n. 22. leja de
boa-t.
Ra Direila ii. 103.
1 grande realejo com tambor e palos.
3 dilos com macacos mgicos.
4 menores com um s macaco.
Caitas com msica para costura.
Ditas cara carleiras e eslojos ?ara viagem.
Caigas e paletols de casemiras.
Ditase dilGS de brini branco, riscado e gongs
amarella.
Corles de colleles de velludo e sarja.
Mangas com nichos e ores.
Jarros sorlidos de porcelana.
Pomadas e cheiros.
Armnicas sorlidas.
Bicos e rendas.
Caixas com perfumaras.
Calcado de tranca, bezerro e lustre, o oulras
muita's miudezas, que ludo se vende para liqui-
A loja de marmsre
recebeu manteletes, ronds, taimas
regrinas e mantas do ultimo goslo
Aloja de marmore
recebeu novo sortimento de bournus bc-
douine para sahda de baile.
I
A loja de marmore *
recebeunovo sortimenlo de enf.ites na- ik
ra vestidos, incluindo bicos de bloud fz
mmmm mmm esea
A loja de marmore
recebeu novo sortimcnlo de chapeos c
enfi-ites para senhoras. T^
USE*>AiKft Mimmirn u>a i~-htiSB
HWBW'SB
Pennas.
Vendem-se pennas de enia muito boo db
ra lo \igano d. 18, primeiro andar.
Boi.
carro";6? n ** maD5 >* 'ostuoiado em
'"oca, e propno para o mesmo "
no armazem n. 39, aes de Ap'io ^ '' *'**"
Farelo e milho a 3^500
XcptL-Tu.:nalabernad^''. lar-
Cofres de ferro para dinheir
joias. etc., etc.
o,
dar contas at
anno.
o tira de dezembro do corrente
Na loja da aguia branca ver.dem-e bonitos -o-
fres de ferro mu. fortes e seguros, com Mudara
c chave e de diHeren.cs lananhos, J?o, r os a
tifz 0:rbir. h 5o-joias e papp,;- **V
do Queimudo n. 16.
aguia branca, ra
Oueijos
suissos novos.
1. Prager& C. avism aos seus freguezes que
receberam pelo navioAdele queijos suissos no-
vos c muilo frescos.ledem aquellos que j eu-
commenlaram. de man lar recebe-ios no arma-
zem da ra da Cruz n. !7.
Vende-se a barcaca Coragao de Jess,
nova, fabricada com excelleules madeins, e car-
rega 90 caixas, tundeada no caes do Ramos : a
tratar na ra do Crespo n. 14.
Phosphoros do gaz.
Existe 5 venda no armazem de Luiz Jos da
Costa Amorim. ra da Madre de Dos n. 21.
Machinas ameri-
canas.
SYSTEHA MEDICO DE IIOLLOWAY
ULULAS HOLLWOYA- "*'*
Este inestimavel especifico, composto nleira
menie de hervas medicinaes, nao conten mercul
no era alguma oulra substancia Jelecieiia Bo
"igno mais lenra infancia, e a comr.leic.ao' mais
delicada igualmente prompio e seguro para
desarreigar o mal na complejo mais robusta
e entecamente innocente em suas operaces e ef-
felos ; pois busca erme ve asdoencas de qual-
quer especie e grao por -
que sejam.
Entre mimares de
remedio, muitas que
mais amigas e lenazes
Ricos e eleganfcs cortes de seda d
5 cinco e sete babado prelos, brancos e de i
I cores, ultimamenle:hegados de Franja : 3
na ra da Cadeia doRecife n. 40, loja do *
Recebeu-se ultinamenle de Franja ri- |
i cas sah'idasde baile; theatro : na ra da 2
l Cadeia do Recife n.10, loja do Uartinho. 1
Luvas de pelicabrancas, cor de can- 1
na, pretas e de cora despachadas ulti- A
mmente : na ra da Cadeia do Recite n. <
40, loja do Martinho.
Manlelctes de reda, branca o preta |
ultimo goslo : na ru da Cadeia do Re-
cife d. 40. loja do Mrtinho
Perfumaras franezes de Lubi7 ob-
jeteiia de ouro ebrhanle: na ra da
Cadeia do Reciten. 4, loja do Martinho
Calcado de Melispara homem e Joly
para senhora e crianQs recebido ltima-
mente de Franja : na ra da Cadeia do
Recife n 40, loja do Mrtinho.
3&9&$I89I3 MMt*4IHII0IHI9XI
De urna familia |ue se retira.
Uma escrava dos melhor? coslumei, de idade
de 26 annos, engomraa muii bem, cozinha a ja-
va, por 1:&00#; oa ra de Aqas- Verdes d. 46.
N. O. Bieber & C. succossoros, tem
exposto nos armazens da ra da Cruz
n. 4 e 9, uma inlinidade de machinas e
outros artigos como sejam :
Machinas de moer cal e milho.
Ditas de descarocar milho.
Bombas de todas as dimensues para ca-
cimbas, navioo clv...etC
Ditas Dar levar a agua a maneira das
bombas para incendio.
Machinas de fazer assucar de um modo
muito simples.
Ditas de fazer bolachinha.
Bal ancas de 1,000 arrobas para baixo
proprias para armazens de assucar,
depsitos, vendas etc etc.
Carros de mao mais baratos do que em
outra qualquer parte.
Mappasgeograpiucos do mundo e suas
partes.
Ferramenta de toda a qnalidi.de.
Cadeiras americanas douradas e outras.
Obras de metal principe prateado.
Ferros de engommar econmicos.
Vernizpara carros de ptima qualidade.
Rap caco.
Fumo para cigarretos e cachimbos.
Instrumentos para agricultura.
Attenco.
Vendem-se 3 guardas-roupas, 1 caixa de ca-
briolet a moderna, 2 pares ae aparadores, 1 com-
moda, 1 par de bancas, 1 realejo com 30 pecas,
ludo obra de muito bom gosto, tanto em madei-
ras come em mao d'obras ; OS ra da Aurora,
loja de marcineiro o. 44.
pessoas curadas com ene
j ciiamiu jj jiui tus a
morle, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forjas, depois de haver leu la-
do inullmenle lodos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-se a des-
esperado ; fajam um competente ensaio dos
efilcazes effeitos desta assorabrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca lempo era tomar este remedio
para qualquer das seguinles enfermidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de
Asthma.
Clicas.
Ccnvulses.
Debilidadeou exlenua-
jo.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
De inieria.
Dor de garganta.
de barriga..
nos rins.
Dureza no vertir.
Enfermedades no venire.
Ditas no ligado.
Dilas venreos.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febrelo da especie.
Goita.
Hemorrhoidas.
Uydropesia.
Ictericia.
fndigestes.
Infiamm>j6es.
Irregularidades
menslruajo.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de peJra.
Manchas na cutis.
Abstrucjao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retenjo de ourina.
Rheumstismo.
Symptomrs secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Febreto intermitente,
Vende-se eslas pilulas nooslabclecimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguista e oulras pessoas en-
carregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e IIspanha.
Vendem-se as bocelinhas a 80C rs. cada
uma dallas, contera, uma instrucjSo em portu-
guez para explicar o modo de se usar deslas pi-
lulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
dharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
ILEGVEL


()
E' baratissimo.
Pililos de brina bfaoco maito be a feitos e pro-
prios para a prosete eilaijao, pelo baratissimo
preco de 5| cada um : na ra do Queimado n.
22, toja da boa-f.
de gra^a.
Corles de caigas de meia casemira de cores os-
curas a lg600, ditos de brim de Moho de cores a
2-i, riscadinhos de linho proprios para obras de
meninos a 200 rs o covado, grvalas de seda de
cores a 60, ditas pretas estreitiohas e largas a
1}>, ealem disto outras fazendas qoo se vender
milito em conta ; na loja da boa fe, na roa do
Queima Bales de 30 arcos.
Vendem-se superiores bales coro 30 arcos,
sendo muito recommendaveis pot poderem flear
do tamanho que se precisar, pelo baratissimo
preso de ; na ra do Queimado o. 22, Da loja
da boi t.
Entrenados e liras
bordadas.
Vende-se mu bonitos entremetas e liras bor-
dadas em fina cambraia, obras mui bem acaba-
das, os ntremelos pelos baratissimos precos de
18600, 29 28100 a peca o as tiras bordadas por
2j, 23500, 3>, 4&, 53 e 9. Avista da superio-
ridado da fazenda ninguem deixar de comprar e
para isso dirijam-se a ra do Queimado loja da
aguia branca n. 16.
Chales.
Ricos chales de merino estampados, de cores
muito bonitas a 78, ditos muito finos a 8$500,
dilos lisos a SJ, ditos bordados a matiz a 8j?50o,
na ra do Queimado n. 22, loja da boa-f.
Algodao moiislro.
Vende-se algodao monstro com duas larguras,
DIARIO DE PEftNAMBBCO. QUINTA FURA 6 DE DEZEMBRO DI 1860.
iw mwnssm
DE
N\ IA> J V I& &&M\Z^M
45---RuaDireita--45
ESGOLHIDO SORTIMEKTO
DE
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RIJA DO QUEIMADO 40
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Pianos
Saunders Brothers 4 C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
algn pianos do ultimo gosto .recentimente
chegados.dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwod ASons de Londres,
muito Dropriosaara este clima.
m^^^=s^6;;w^en' a,fasba'ao para 2
sar toda e qualquer costura, pelo baratissimo lajeta roxo o covado
_..,. .. i* ,- a vira n.i ni* da Oueimarin ti. Cliilac frna?q a cien
Seda de quadrinhos muito fina covado
Enfeites de velludo com roco pretos e
de coros paca cabera desenhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo seda la
e seda, cambraias e seda tapada e
transparenre, covedo
Luvas de seda bordadas e lisas para
senhoras, hornens e meninos
Lencos de seda rxos para senbora a
2.J000 e
Mantas para grvalas e grvalas de
seda de todas as qualidades
Chapeo francez forma mudrrna
Loncos de gurguro pretos
Ricas capellas brancas para noivados
Saias balao para senhora e meninas
preco de 600 rs. a vara ; na ra do Queimado n.
22, ua loja da boa f.
Labyrintos c biccos das
libas.
A loja d'aguia branca acaba de receber un no-
vo e bonilo sorlimelo de labyiiulos o biccos das
Ilhas, obras j bem conhecidns por suas boas
qualidades o duracio. Os labyrintos por suas
mui diversas larguras regulara de 240 a 15200 a
vara, e os biccos de 200 a 1^000. Uns e outros
sao dj su uTa utilidado, e por isso se tornaro
aecessarios para as familias. Vendem-se era dila
oji d'aguia braca, ra do Queimado n. 16.
EULOGIOS.
Vnde-se em ;ass le Saunders Brothers 4
G. praga do Corpo Santo, relogios do afama
dj abricante loskell, porprecos commodos
e ;i :>. n'-!i nc-'-lioi e cadeias-paraoa mesmos
d -> t tilo t costo
L* !*2!.33E*3 OM 9.
s
E
f
gar contra Fogo
COMPAHHIA
S*
3
se
u
LONDRES
AGENTES
.. fVstley Chitas franceza a 260, 280, 300, e
Cassas francezas, a vara
19000 Setim preto azul e encarnado proprio
para forros com 4 palmos delargnra
o covado
Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de miron bordados, lisos ees-
lampados de todas as qualidades
Seda lisa preta e de cores propria para
forros com 4 palmos delargura, o
covado
Ricos cortes de seda prelos e de coros
com 2 saias e de babados
Dnos de gaze e de seda phantasia
Chales de toquim muito finos
Grosdenaple preto e de cores de lodas
as qualidades
Seda lavrada preta e branca
Capas de fil e visitas deseda preta
com froco
2^500
8500
2&000
0500
320
500
1600
29000
195 00
3800
3#600
30200
CKAKDE SORTIMENTO

KA.
e armazem
DE
PROGRESSO
de
MUI:
rgo da
Os proprietarios deste estabele-
. cimento convidam ao respeilavel publico, principalmente aoe amigos do bom ebaralo, que se
*. achara em seu armazem de molhados de novamente sorlido de gneros, os melhores que tem
: rindo a este oercado, por serem escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa e por seren
a rnaior parte delles vindos por conta dos proprietarios.
I
1
1

a
Veaic-se
para
Formas de ferro
purgar assuear.
Eochadasde ferro
Ferro sueco.
Fc~ingardas.
ico ie Trieste.
Prego* de cobre de com-
posico
t Barrilha e cabos.
I Bcim de vela.
I Couro de lustre.
i Palhinha para marcinei-
ro : no armazem de C.
,T Astley ft C. j
* 9 i a) '19 T 3 O ."3 ."2> X
da Cadeia n. 21, vendem-se as se-
Ca o colate
dos melhores autores de Europa a 900 rs. a libra em porjao a 830 .
Marme\ada imperial
Lisboa em latas de 1 a 2 libras a 800
0
!
y
Ni rua -.
giintsf".enlis, por melade de seu valor, para
liquidar 1
Bicos'l sala brincse prelos, de todas as
ar 'ir is. vara a l0. 2*0, 00. 800 e ljJOOO.
.-n completo sorlimonto de franjas de sedae
do ->!_' <'"' o.
Chalos de tuoquim a 10, 15. 20 e 35
Botoas deseas, veiiiHo, do louca c de fusto
de inali 1 > les Tinas, duzia a 200, 400 o 600 rs.
Collariahos bordados de DuOr*., 2J, 3 e 4
Enlrearetos Tinos, pec.is com 12 raras a 15.
Folh.is borda los tiras a D'iO, 1, 25, 3;500.
Camisetas con maniruitosa 3, 4, 5 e 6j.
Eofeites de flores a 6J.
Chapos de se4a para senhora a lOg.
Casaretu!3 de vMludo a 40 e 60J
Dilos de seda a 869.
Dilos le fustao a 8 e 123
Fitas de seda e de todas as qualidades de 160
t. a 1 J.300.
Ditas 1o velludo de 210 rs. a 1J.
do afamado Abreu, e de outros mais fabricantes de
rs., em porreo dse far algum abatiraenlo.
Maija de lmale
em latas de 1 libra por 900 rs., em porgao vende-se a 850 rs.
lalas com ervillias
vende-se nicamente no armazem progresso a 640 rs. cada huma.
Conservas francezas e inglezas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs. o frasco.
lalas de bolaeliinna de soda
cora diferentes qualidades a l#600a lata
i
Ameixas francezas
s mais novas que tero viudo a este mercado em compoteiras, contendo 3 libras por 3P000 rs.
e em Utas de 1 1|2 libra por 1500 reis
"Veradeiros figos de comadre
em caixa com 16 libras por 39000 rs. a relalho a 240 reis a libra.
Caixinnas com 8 libras de passas
a 3#000 rs. era porcao se far algura abalimento, vende-se tambem a relalho a libra a 500 rs.
Manleiga ingleza
perfeitamente flor a mais nova que ha no mercado a 1$000 rs. a libra, era barril se far al-
gum abalimento.
Aproximando-se o lempo festivo, e sendo in-
dlspensavel que as lindas e amaveis filhas da
opulenta e potica Hauricea se previnam do que
necessario para o resguardo dos seus mimosos
e pequenlnos ps; altendendo tambera a que
urna crinolina empavesada nao podo estar de
acord cora urna bolina acalcanhada ou desco-
sida, assim como um cavalheiro de caiga balao
com ura borzeguim estragado, far urna triste
figura vis-a-visde urna bella; consideraces tao
acertadas actuarara no espirito do propietario do
eslabelecimento, j to conhecido pela modici-
de dos pregos do seu calcado, para rcduzi-los
anda mais, raunindo-se de um abundante sor-
limento e sera defeito, que aprsenla aos seus
benignos freguezes (moeda em punho) pelos
presos abaixo :
Senhoras
Borzeguns32 a 39. 4#800
Ditos ditos.......40500
Ditos ditos.......4#000
Meninas
Boizeguins 29 a 31. .
Ditos 25 a 28. .
Ditos 18 a 21. v .
Homsm
Borzeguins. ...... 9^(500
Ditos......... 8^8001
Ditos prova de fogo e d'agua. 8^500'
Ditos......... 60000;
Meios borzeguins de lustre. 6#000'
SapatOes com elstico e lustre. 50000
Ditos arranca pelle, bezerro. 50600
Ditos de bezerro. ,
Meninos
SapatOes.......
Ditos........
Ha tambem na variado sorlimento de todas as
classes erecos infiraos, sendo os annunciados
somente de primeira classe.
At te n gao.
Vende-se urna preta de meia idade, bastante
robusta, com un linda fillia de 6 annos, a preta
lava, engorama, cozinha, e muito fiel, e sem
vicios, o que se afiaoc.3 : a tratar na rua do Quei-
mado, loja n. 28.
Vendem-se saceos com feijao rajado por 5))
cada sacco por ter algum forado, sendo muito
proprio para animaes : no pateo da S. Pedro nu-
mero 6.
Tachas e moendas
Braga Silva & C., tera sernpre no seu depo-
sito da rua da Moeda n. 3 A., ura grande sorti- '
ment de tachas e moendis para engenho, do
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra- S^^'iii !*a&
tar no mesmo deposito ou na rua do Trapi- *^^Ws^3*" w^swwwffl**^***
Sebo e graixa.
Se'jj coado e graixa em bexigas: no armazem
i" Tasso Irmos, no caes de Apollo
50000|
50600
50000
pazendase obras feitas.!
Gees Basto.!
Na rua do Queimado n.
46, frente amareila.
Sortimentn completo de sobrecasaca de
panno preto e de cor a 25, 28, 309 e
35, casacas a 28, 30 e 35. palitots dos
mesmos pannos 20, 22 e 25g, ditos de
casemira de cor a \6$ e 18, ditos sac-
eos das mesmas casemiras modelo inglez
casemira fina a 10, 12/14 e 15J, dilos
saceos de alpaca prelo a 4g, ditos sobre
fino de alpaca a 7, 8 e 9, ditos de me-
rino setim a 10)J, dilos de merino cordao
a IOS l2*. ditos de sarja preta trancada
saceos a 6J, ditos sobrecasacos da mes-
ma razenda a 8, ditos de fustao de cor e
branco a 4, 4J500 e 5JJ, colleles de ca-
semira de cor e preto a 5 e C, ditos de
! merino preto pora lulo a 4 e 5, dilos
de velludo preto de c6r a 9e 10, ditos
i de gorgurao de seda a5e6, dilos de
} brim branco e de cor a SfQO e 3, calcas
de casemira de cor e prelo a 7jJ, 8g, 9
e 10, ditas para menino a 6j e 7, dilas
j de merino de cordo para nomem a 5J e
i 6, ditas de brim branco a 5 e 6, ditas
ditd de cor a 3$, 3500, 4 e 5, e de 1|
i todas estas obras temos um grande sor- **
' tmenlo para menino de todos os tama- ft
nhos ; camisas inglezas a 36 a duzia. Na t>
mesma loja ha paletols de panno prelo jj
para menino a 14$, 150 o 16?. dilos de casemira para os mesmos pelo mesmo fft
preco, ditos do alpaca saceos a 3 e <&
3g50, ditos sobrecasacos a 58 e 6g para ^
os mesmos, calcas de brim a 2(500, 3 e B
3JJ500, paletots saceos de casemira de cor SB
a 68 e 7, toalhas de linho a 800 e 1$ ca- |E
da urna. 9
No mesmo eslabelecimento manda-se af
aproraptar todas as qualidades de obras 9
tendentes a roupasfeitas.em poucos dias, *
que para esse fim temos numero suf- K
ficiente de peritos ofDciaes de alfaiates **
rgidos por ura hbil meslre de serae- g
lhante arte, ficando os donos do estabe- |p
leciraeota responsaveis pelas mesmas tg
obras at a sua entrega. y
No armazem de E. A. BurI
le mero 48,
rende-se charopsoba das melhores marcas que
em o mercado, mais barato que em qualaner
oulra parte ; cofres de ferro (burras) das que cos-
tuma receber, do mellior fabricante que ha neste
genero, sortimentos de todos os lamanhos e lo-
dosos precos ; novo sortimeDlo de pianos, de
um excellente fabricante, que se venderao por
oonla do mesmo, deduzindo-se a eommissio eo
descont que os tornasse baratissimos.
Rival sem segundo.
K*N'^a de miudezs da rua do Queimado n.
3>, defronte do sobrado novo ha psrs Tender
pelos diminutos precos os seguintes artigos :
l)uzia de sabonetes muito finos a 600 rs.
Cartoes de clcheles com duas ordens a 20 r
Canas de clcheles batidos a 60 rs.
Duzia de meias cruas para homem a 3
Dita de ditas para senhora a 3J500.
Pares de meias para senhora* 300 rs
Latas com banha muito fina a500rs.
Iscas para acender charutos, caixa a 60 rs
Phophoros em caixa de folha a 120 rs.
Cartas de aIGnetes muito finos a 100 rs.
Caixi8 de agulhas francezas a 120 rs.
Pares de sapatos de tranca de algodo a I.
Frascos de macass perofa a 200 rs.
Dilos de dito oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garfos, cabo prelo, a 3*.
I ares de sapatos de la para meninos a 200 rs.
iios de luvas de cor fio de Escocia a 320.
Massos de grampas muito Dn3s a 40 rs
Caivetes de aparar penna a 80 rs.
lesouras muito Gnas para costura a 500 rs.
Ditas ditas para unhas a 500 rs.
Pegas de franja de la com 10 varas a 800 rs.
Uitas de tranca rom 10 varas a 320.
Linha Pedro V, cartao com 200 jardas a 60 rs.
Dita com 100 jardas a 20 rs.
Escoyas para denles multo finas a 200 rs.
Cordo imperial fino e grosso a 40 rs.
Oleo de babosa muito fino (frasco) 400 rs.
riliuhss estreilas para enfeilar vestidos a 800
rs. a pega.
Labyriuihos de muito bonitos gostos por lodo
o prero. r
Cardos para enfiar espariilho muito grandes
a 100 rs.
Dilj para dilo pequeos a 80 rs.
Pecas de tranga de linho com 10 varas a 200 rs.
JnaS de liania de seda Prc,a com 1 vras a
154U0.
Vara de dita a 160 rs.
Pares de meias de cores para meninos a 160.
Laixas para rap muito finas a 1.
Linhapara marcar (caixa de 16 nvelos) a 320.
[Para acabar.!
A 2^500 rs. o corte.
Na loja de Guimaresi Villar na do
Crespo n. 17, para acabar veridem a2tC0
corles de cassa aquille com 14 covados,
manleleles ricamente bordados a vidn-
lho com bico largo a 30?.
che n.4,
Capellas e llores.
Mui bonitas espolias para noivas a 5, 68 e 7,
ditas para meninas a 2J. bonitos e delicados cai^
-.. 4- u-m fin a 18500 !9J: na rua du
Veimado, loja da aguia branca n. 16

3> Machinas de vapor
j Rodas d'agua. fe
' : Muimi ilc CODUd. ^
@ Taixas. @
m Rodas dentadas._ j
Itronzes c aguilhes. g
^ Alambiques de ferro. (g
^ Crivos, padroes etc., etc. g
I ) Na fundigao de ferro de D W. Bowman, (j*
^ rua do Brum passando o chafariz. @
@S^3@3i @S@g@@
Carro.
Vende-se um excellente carro lodo envidnea-
do, cora urna boa parelha de cavallos, por prco
cora modo, prazo ou visla : na rua larga do
Rosario n. 24. loja de ouro, se dir quera tem.
ou
G8.HDE SORTIMEMO
DE
FazeaJas e roupa feila
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Cha pevola
s SJ3So^^fr5SfS?l mel,ior iue ha nesle 8enero a -*m rs a ,ibra dil hy*R a 23Joo
Palitos do acatos Hollados
200 rs. cem 20 macinbus.
po\\.o sarcl em posta
ros vestidos de blonde de duas saias,baba.
5 dinhos n arregago cot manta, capaila o
w> mus pprtences : na rua da Cadeia loja n.
58? 23 de G'irgol & Per^liso.
Rnceberan suporiores vestidos de seda
ote*, dilos de phinhsia, ambos de
duas saias ou babadinhis, grosdeniples
do qoalriulios para covado, seda de qua- ,
drinlios, moreantiqu e grosdenaples es- K ;
euros de superior qualidades na rua da
Cid-ia loja n. 23 de Gurgel A Perdigo.
Rceberam chapeos de palha para se-
nhora arma los a moderna e enfeitadosdo
plomas ou flores, completo soriimcnfo de
pulseiras, osiratos o essencia de sndalo,
Illas adamascadas e a chamaloladas pa-
ra cinlos, luvas do pellica branca e do
coros: na rua da Cadeia loja n. 23 de
Gurgel & Pordicio.
Recebcram as acreditadas S3ias balao
de mus'i'lina e selim de algodao muilo
coinmolas para ns senlmras e criangas
pelo proco d 4 e 5. botinas modprnas
para st'iihora gnspoado alto, capas bran-
ca* e de cores de troxe de seda, taimas,
pnlonezas de gorgurao, manteletes e ca-
pinhas de grosdenapl^s bordadas e com
bico : na loja da rua da Cadeia n. 23 de
r, irjpl & Pordisao.
lierebersra chapo9 de castor prelos e
hrancH, ditos de seda forma ioleiramen- a|
1< moderna na rua da Cadeia loja n. 23 &
de Gurgel Perdigo. *
Espirito de vinho.
Vende-se barato : na ravessa do palco do Pa-
raizo ns. 16 e 18, casa pintada de smarello.
o melhor peixe que exzisle em Portugal em latas grandes por l500rs. ada urna e de
outras muias qualidades que se vendera pelo mesmo prego
Manleiga franceza
a 720 rs. a libra em barril se far abalimento.
Toneinno leLAsboa
o mais novo qua ha no mercado a 320 reis a libra.
Macas para sopa
em caxinhas de 8 libras com deferentes qualidades por 4#000 rs.
Tambem vendra-seosseguintes gneros, ludo recentemenle chegado i de superiores qua-
lidades, presuntos a 48t rs. a libra, chourica muila nova, mermelada do raai afamado fabricante
de Lisboa, maga de lmate, pera secca, passas, fructas em calda, araendoas, nozes, frascos com
smendoas cobertas, confeiles, pastilhas devanas qualidades, vinagrebrano Bordeaux, proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de San Flix, magas drtodas as qualidades
gorama muilo 6na, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas maras, cervejas de ditas*
spermacele barato, licores frsncezesmuito finos, marrasquino de zara, azeibdoce purificado, azei-
tonas muito novas, banha de porco refinada e outros muitos gneros quecontrario tendentes a
molhados, por isso prometiera os proprietarios venderem por muito menos o queoutro qualquer
promeltem mais tambera servirera aquellas pessoas que maodarera por oos pouco pratieas como
se viessem pessoalmente; rogara tambem a todos os senhores de engenh e serjhwes lavradores
queirsm mandar suas erreom raen das no armazem Progresso, que se lhes aSnra a boa quadade e
o acondicionameolo,
Joaquim Rodrigues Tarares de Mello
RUA DOQEIMADON. 39
KM SCA LOJ DE QCATRO PORTAS
lera ura corapletosortimento da rouna feila
convida a tojos os seus freguezes e lodos
que Jesejarem tar um uniforme feilo com todo o
gos o dir.jam-se a este estabelicimenlo que era-
onlraraoum habel artista chegado ultimamen-
e de Lisboa para desempenhar as obras a von-
Me dos freguezes, j lera um complelo sorti-
menlo do palito* de fina casemira modello im-
giez, e muito bem acabados a 16*300 dilos
de merino setim a 125000, ditos de'alpaca
Ki*' ditos.,dt a,paca sobre -E
a KdOOO. ditos com gclla develado a 9000
do a 6000, calca de brim de linho muito su-
perior a 5000, ditas de casemira de c6 a
95000 e a 105000, ditas de casemira 1!
la superior fazenda a 12000, palitots fran-
cezes de panno fino fazenda muito fina a 255
SObrflf"'c"8 de Panno m''o superiores a 355
ea 408000, um complelo sortimenlo de cami-
sas fracezas tanto de linho como de algodo
efusiao vende-se muilo em conta. afira deQue-
rer-s hqiudar com as camisas.
E pechincha.
Na loja do Preguica, na rua do Queimado n 2
tem cobertores de algodo de core T bstanle'
grandes, proprios para escravos, pelo baSfs"
mo prego de 1J. v "laussi
-- Vende-se na rua do Livrmeuto
n. l9,borzeguinfrancezes a 6#, dito
de bezerro a C$. dito de vaqueta a 7|.
Aos seahores armadores e
proprietarios de carros fn-
n :bres.
Por metade do seu
valor.
Rua do Queimado n. 19.
Vertidos de gaz. e phantasie. muilo,lindos de
nl!ini. -._ m ..... _
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos par ac misas,
Biscoutos
Emcasade Arkvight & C,
Cruz n. 61.
tf-^fitetm i*ffn

Coke (carvo),
combustivel para rozinhas, caldeiras, ele,
muilo econmico pora as casa? particulares : ven-
de-se na fabrica do g8z, em porces de um quin-
tal para cima alju quinta!.
UiiiioIn para nienines.
O lempo 6 proprio para se comprar os bonitos
bonels de panno fino enfeilados com fila do cha-
malote e borlota, oulros enfeilados com fita do
velludo e pluma, e outros com galaozinbo dou-
rado, lodos pelos baratissimos pregos de 3E0O,
j$ e 55, dilos de palha escora, mui bonilos
fortes a 3, gorras de palha branra enfeilados a
1J500, e oulros mui dirTerentes bonels de panno
enfeilados a 1 e 1^280 : na rua do Queirrado
loja da aguia branca n. 16.
rua da
Botica.
Bartholomou Francisco de Souza, rua larga do
Rosario a. 36, vende-se os segnintes medica-
mentos :
Robl'Affocteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegelaes.
Salsaparrillia Bristol.
Dita Sauds.
Vermfugo inglez.
Xirope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Uuguonlo Uolloway
Pilulas do dilo.
Ellisir anli-asmalhico
e albral6 bCCa l8rga Cm roIha8' de 2 oncas
Pa3deSenteionovo.
na"r7uradS amer!Cans e machina
para lavar roupa: emeasa deS. P. Jo-
hnston&C. ruadaSenzaIan.12.
m Recebeu-se e continua a rTcTber-se or1'!
@ todos os vapores artigos de modas oa?a I
| homeus mduindo calcado do Melles na
Lojade marmore.
Ceblas e velas.
Vendera-se ceblas nov.i n nn -<.
^permacete a 680 a libra ; na fraves". doSTo
do Parauc n. 16. casa pintada de amarell?
2 .HReCCb0U"Se e cnnua rrecoblMT p75
f X*S Vapores' estmenlas, calado e 1
chapeos para meninos na
Loja de marmore.
Vinho genuino.
Anda ha urna pequea quantidade de ihh
tea ".iV^in vm confei?o. e proprio de doen-
tea. oa rua do Vigano n. 19, primeiro andar-
Vinho do Porto, genuino,
Rico de 1820. '
Stomacal de 1830.
Precioso de 1847.
,8ndrSaS,ffe C!T caixinhas. dinheiro. porba-
10 preco vndese na .. J- ir__ i* p ..

...
escriptorio. e""1 1ui
ILEQVELJ
Vende-se urna mobilia pequea, mo-
derna em meio uso, ppr picro muito
comrnodo, bem como algn? trastes
avulsos : na rua da Gloria n. 27.
Macaas e peras
de todas as qualidades que exislem em Portugal
lano em porcao como a relalho, sem lemile d
prego : vende-se unicaircnle no armazem Trc-
gresso de Duarle & IrmSo, no largo da Penha
numero 8.
Doce de caj.
Na rua Direiti n 33, primeiro an
dar, vende se excellente doce de caj'
secco e de calda, assim como faz se trda
qualidade de doce, bolos e arranjam-se
bandtijas tudopor precio comrnodo.
Vende-se farelo de Lisboa em saceos gran-
des, milhoe familia de mandioca, arroz pilado e
de casca, lude por preco muilo em conta : no
pateu de S. Pedro n. 6."
NFil
DE
Differentes qualidades
Na loja da guia branca se acha um grande
soriimeulode papel de differcnles qualidades al-
mac.o liso e pautado, de peso tambem liso e pau-
a KF para fe oinndar marcar a 3s 3ffin
4^e 4S50O a resma ; dito fan.asia de bonilas co-
res e bons goslos a 1e 1^200 a caixioba. dilo de
boira dourada a 2^500 a caixioba, cnvelopes de
na S!,fTK Lorda.do! a 1 e 2? rs. a caiiinha :
do n 16 EmB "' rua d0 Queima-
EXPOSICAO
DE
Cutiierias
NA
Rua Nova n. 20.
chegado um riquissimo sorlimenlo de lalbe-
s para mesa e sobre-mesa, conlendo as srguin-
es qualidades, marfim da 1.a, 2.a, 3.a e 4 "qua-
lidade, ditos de sobre-mesa, dilos de cabo de os-
so para mrsa, a imitaco de marfim de 1 2 a
K 4. e 5.a oualidade. ditos de cabo de vadV
dios de cabo de bfalo del. e 2. qualidade'
ditos de sobre-mesa, dilosde cabo de metal rrin-
^/.TV?'" .de.vT 8gr9dar' riq"iimos
ternos de bandejas de todas as qualidades e avul-
so, riquissimo sortimenlo decolheres de todas as
qualidades, desde o mais superior so mais ordi-
nario : na rua ISova n. 20, loja do Vianna.
Attenco
AWn,e."S5 "<" b.orca Por nome Santa Cruz>::
Alagoana, de 80 canas e muito bem eonslruida
quem a quizer comprar, poder dirigir-se casa
oosSrs. Ferrao & MaU, na rua do Crespo n. |5.


DIABIO DE PERNAMBUCO. QUIETA FE1RA 6 DE DEZEMBRO DE 1860.
P)
Negocio conveniente.
Veude-so urna armado de urna loja de calca-
do, ao*idra;a vraraealo n. 29, bem atreguezada, ecom bastan-
tes commodos para familia, e isto por ler o dono
de se retirar breve para o meto a tratar de sua
saude, pelo que se faz todo negocio: a tratar na
mesma loja n. 29, i qualquer hora do dia.
Km< .<>> m mmn ~t wt rata-a^ it
Dentista de Paris.
15Ra Nova15
FredericoGaulier, cirurgio dentista,
faz todas as opera$e da suaarte e col-
locadentes articiaes, ludo com a upe-
rioridade e perfeicao que as pessoasen-
tendidas Ihe reconhecem. |*
i Temagua e pos dentifricios etc f
"Ie^a*i*62*S>i6 fiieSiiaSS M
mw WRW e'flm eror/m^; cBwWWBmliiii* ***
DA
FVNDICiO LOW-MOW,
Ra da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver um
completo sortiment de mocnJas e maias moen-
das para engenho, machinas de vapor e laixas
de jarro batido e coado, de todos os tamanhos
dar dito,
Potassi da Russia e cal de
Lisboa.
No bim conluci.lo eacreditado deposito da
ra Ja Cadeia do Recife n. 12, ha para \endera
verdaJeira potassa da Russia nova e de superior
[ii!i bjj, assim como tambera cal virgem em
paira, tudo por presos mais baratos do que em
outra qualquer parte.
Viiiho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrniaos & C, ra da
Cnz n. 10 .icontra-se o deposito das bemeo-
ohecidas marca Jos Srs. Brandenburg Frres
e js Srs. Oldekop Mareilhac &C, em Bor-
dsaix Tem as seguintes qualidades :
De Bratulenburg frres.
St. Estph.
Si. Julien.
Margaux.
Larose.
Chdtcau Loville.
Chjteau Margaux.
De Oldekop fc Mareilhac.
SI. Julien
St. Jucn Mdoc.
Cdateiu Loville.
Na raestna casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac ern barris qualidade fina
Cognac era caixas qualidade inferior.
Cerveia branca.*
As tn.'Ihores imchinas de coser dos ma$
afamados autores de New-York, I.
M. Singer & C e Wheeler & Wilson
Neste estabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, eresponsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade eseguranca:
no armazem defazendas
do Raymundo Carlos
Leite & Irmaos ra da
amigamente aterro da Boa-
Atteneo.
De hoje em diante hatera sorvete das 6 horas
at as 9 da noite, na na das Larangeiras ; pe-
chincha, cheguem, amigos, a 200 rs., e ha bom
agrado do servidor.
Vonde-se um escraro de nagao por nome
Manoel, proprio para engenho por saber dislilar
agurdenle, e mais oulrcs escravos proprios de
engenho: quem os pretender, dirjase a ra da
Camboa do Carmo, casa n. 7, que achara com
quem Iratar.
Vende-se um escravo de bonita figura ; na
ra da Cadeia n. 51, loja de Joo da Cunha
Marques.
A 5#000. I Liquidado.
Chapeos de sol de seda para lioraem Por barato prego, para acabar, na ra da Im-
t hk cada um c em nnrran Ac urna dn- ?era,riz. *>. oulr'ora aterro da Boa-Vista, lojt
a o# cada um e em porcao e urna du- da equiDa do becco dog Ferreit0Si vende.se Of0
zia para cima iar-se-na 10 por centO| sortimento de fazendas para liquidar, a ser cam-
braias brancas, o mais uno que possivel, a pe-
ga a 3, 3j>500. 4, 4$500 e 5, cortes de meia
casemira ebrim lavrados brancoi a l#600 e 2g,
toalhas para rosto de nova invencaoa 610, cortes
de riscado francez com 12 covados a StfJCO' cha-
les estampados de merino a 29500, e ludo o maia
se vende barato.
Chapeos deso
i^Para acabar.!
Guimares & Villar.
Ra do Crespo numero 17a
A 20#000.
Chapelinas de seda para senhora com 5
veo.
A 28#000.
a palha de Ita
i 35#000.
Chapelinas de palha de Italia ricamen-
te eufeiados.
Imperatriz n. 10
Vista.
Una do Queimado n. 39
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TaVARES
DE MELLO.
Ha cortes de vestidos de seda de cores, fazenda
muito superior com pequeo loque de mofo a
609000, ditos sem defeilo a 100*000, tem um
resto de chales de toquim que estac-se acabando
a 30*000, ditos de rairio bordados com pona
redonda a 88000, ditos sem ser de ponta redonda
a 35000, ditos eslanpados com listras de seda
em roda da barra a 09000, ditos de ricas estam-
pas a 79000, ditos de ganga franceza com fran-
ja branca a 2*000, dilos sem franja e muito
encorpalo a 29000, ricos manieleles de grosdi-
naples preto e de cores ricamente enfeitados a
2*59000, ditos muito superiores a 309000, en-
feitesde vidrilho prelo a 39000, dilos de retroz
a 3*500, organJisda mais Gna que lia no mer-
cado a 1*000 o covado, cambraias de cores
de pad ries muito delicados a 800 rs. a vara, ditas
de oulras qualidades a 600 rs. a vara, ricas chitas
farncezas de muito boas qualidades a 280, 300,
320, e 400 rs. ao covado, a melhor que se pode
imaginar, peilos para camisa a 240 rs. cada urna,
corles de casemira de cores a 69000, ditas em
pesca de quadrinliosa 49000 o covado, gollinhas
de muito bom gosto a 1*000, ditos de outros
bardados ricos a 3;)000, manguitos de cambraia
bordados a 3*000, tiras bordados e entrimeios
quesevendera por prego commodo, bombazil de
cores proprio para roupa de criancas, e capinhas
para senhoras a 1*400 rs. o covado, cortes de
cambraias de salpicos a 59000, cortes de cam-
braia enfeitadas com tiras bordadas a 6*000,
e oulras muitas mais fazendas que ser difcil
aqu pode-las mencionar lodas.
Chapelinas de palha de Italia ricamen-
te enfeiladas recebidas ltimamente de
Paris.
A10$000.
Itiquissimos cortes de la a Garibaldi 1|
com 24 covados, fazenda inteiramente cjjr
nova e delicados desenos a 10*. f
leseasteis ^ss &&m&9Bmm
de abate : na ra Nova n. 23, esquina
da Gamboa do Carmo.
Ra do Queimado
n. 39.
NA
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Chegou ltimamente a este estabelecimento um
completo sunimcnlo de chapeos pretos francezs-
do melhor fabricante de Paris, os quaes se vene
dem a 79000, ditos a 8*000, dilos a 99000,
ditos muito superior a 10*000, ditos de castor
dretos e braceos a 169000, o melhor que se
pode desejar, chapeos de feltro a Garibaldi de
muito superior raassa a 79000, ditos de copa
baixa para diversos precos, ditos de palha escura
de varias qualidades que se vender por prego
barato, borris de veludo para meninos a 59000,
ditos de palha escuras e claras a 49000, dilos
de panno muito bem arranjados a 39500
chapeos de seda para senhoras a259000 muito,
superiores, ditos de palha escuras proprios para
campo a 129000, ditos para meninos a 109000,
chapeos de sol de seda inglezesa 109 e a 12*
muito superiores, ditos francezes a 8*000,
dilos de panno muito grandes e bons a 49000.
sapatos de voludo a 29000. ditos de tranca a
19600, sintos de grugurao para senhoras o me-
ninas a 2900O, coeiros de casemira ricamente
bordados a 129000, e oulras rauita fazendas
que a vista dos freguezes nao deixaro de com-
prar.
Campos (L Lima
receberam urna factura de chapeos de sold se-
da para homem, tendo entre esles alguns peque-
nos que servem para as senhoras que vao para o
campo tomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porgao seja grande se resolvero vender pelo
preco de 6* e 6500, e alguns com pequeo de-
feito a 5* : na ra do Crespo n. 16.
RuadaSenzalaJSovan.42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C
vaquetas de lustre para carros, sellins e silhoes
inglezes, c&ndeeiros e castices bronzeados, lonas
Baratos calcados de tranca de
Lisboa a 18$000 a duzia.
Vende-se na loja da ra nova u 1.
Baratos calcados de Mil-
lies a 13#
Vende-se na loja da ra uova n. 1-
I
Vendem-sc carros uvos com todos os <$
arreios : na ra Nova n. 21. qg
A 9,000 a arroba.
Vende-se cera de carnauba da velba
e nova safra a pi tro de 9$: no antigo
deposito do largo da Assemblea n. 9.
Vende-se urna escrava de naco, muito sa-
dia, boa quitandeira e lavadeira, "representa ter
40 annos de idade ; na ra do Ncgueira n. 25.
Na ra Direita u 76. vende-se um cavallo gor-
do o grande, andador de ludo, por preco com-
modo.
Bom e barato.
Veudc-se alpisla e painco a 200 rs. a libra,
gomma de araruta a 144 rs.. presunto muito novo
a 400 rs.. vinho do Porto a 1 jj, dito muscMcl a
1* ; na taberna da ra das Ciuzes D. 24, esquina
da ra do Ouvidor.
Aencao.
Vende-se
EM CASA DE
Adamson Howie & C.
Vinho do Porto de superior qualidade.
Tinta de todas as cores.
Lona e flele.
Fio de vela.
Sellins, silhoes, arreios e chicotes.
Rolhas.
Ra do Trapiche n. 42.
Vestidos brancos bor- .
dados.
Vendem-se corles de vestidos brancos de cam-'inaipypo rin o td riiifi,', n ,. nn,
braia com dous e tres tbidos ricamente borda- n8ieaes de vel8> cnic0'e para carros, e mon-
tana, arreios para carro de um e douscavalos
e relogios de ouro patente inglez.
f;@g@e @@@@@
Ilecebeu-se recenlemente e continua a
@ receber-se directamente de Paris e Lon-
; dres por lodosos vapores, de encommen *
@ da especial, artigos de modas para se- @
nhoras na @
Lojade marmore.
ase gs @g S
Machinas de costura
DE
Seda grandes para homem
A-5$000,
na ra Novan. 36,defronte da igreia da Concei-
c,ao dos Militares.
Vendem-se saccoa com farelo de Lisboa,
chegado ltimamente : na travessa da Madre de
Dos n. 15.
Cheguem ao barato
O Preguira est que-imando, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pec,as de bretanha de rolo com 10 varas a
2g, casemira escura infeslada propria para cai-
ga, collete e palitots a 960 rs. o covado. cam-
braia organdy de muito bom gosto a 480, rs.
a vara, dita liza transparente muito fina a SV>,
4, 5?5, e 6$ a pega, dita tapada, cora 10 varas
a 5$ e 635 a pega, cbitas largas de modernos e
escollados padroes a 240, 260e280 rs. o cova-
do, riquissimos chales de merino estanpado a
7# e 88, ditos bordados com duas palmas, fa-
zenda muito delicada a 99 cada um, ditos com
urna s palma, muito finos a BfSOU, ditos lisos
com franjas de seda a 5J, lengos de cassas com
barra a 100, 120 e 160 cada um, meias muito
finas pira sei.hora a 435 a duzia, ditas de boa
qualidade a 3 e 3500 a duzia, chitas fran-
cezas de ricos desenhos, para coberla a 2SO rs.
o covado, chitas escuras inglezas a 5900 a f
peca, e a. 160 rs. o covado, brim branco de puro e- -Pr- pre?0S l3ra,15?ls F"* *"
Vende-se urna escrava ae 16 a 18 annos, bo-
nita Bgura, com algumas habilidades : na ra
Dirula n. 76.
na ra
dados, pelo baralissimo prego de DcOO
do Queimado n. 22, na leja da boa f.
Para vestidos.
Superiores grosdenaples de seda de quadri- I
olios, fazenda de muilo gosto e de lindos padroes, ,
pelo mdico prego de 1J500 rs. o covado : na ra !
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Loja das seis portas em
frente do Livramenlo
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos gostos a 200 rs. o co-
vado, ditas estrellas de cores escuras a 160 rs ,
pecas de bretanha de rolo com 10 varas a 2,
ditas de esguito de algodao muito fino a 3g, ris-
cadinho de linho a 160 o covado, lengos brancos
com barra de cor a 120 rs ditos broncos com bi-
co i 200 rs., algodao monslro com duas larguras
a CO a vara, laazinliasde duas larguras, fazenda
nova para vestidos a MO rs. o covado, enfeites de
tranca com lago de (ira para cabega de senhoras
a 2.35OO, cortes de riscado para vestidos a 2jJ, pe-
cas de madapolo com 4 1(2 palmos de largura a
4#J00, chales de merino estampados muito linos
a 65. A loia est aberla al as 9 horas da noite.
Relogios.
Vende-se era casa de Johnston Pater & C,
ra do Vigario n. 3, um bello sorlimenlode
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambera
urna vatiedade de bonitos tranceln; para os
mesraos
Para acabar.
Na ra da Cadeia do Recife n. 5, esquina da
Madre de Dos, veude-se para acabar, a dinheiro,
um resto de miudezas, como sejam : caixas de
obreias de cola a 80 rs., pecas de fita n. 1 1|2 a
300 rs pegas de bico a 1& com 20 varas, colhe-
res de metal principo para sopa a 4J000, facas e
garfos a 3jJ a duzia, lapis muilo bons a 2j a gro-
za, grampas a 400 rs. a libra, cordo para vesti-
do a 1)280 rs. o mago de 12 pegas, cartoes de
clcheles a 640 r3. a duzia, papel de peso bom
a 2j500 a resma, lord Jas para candieiro a 600
rs. a groza, e outros artigos quo por se desoja-
ren) acabar nao se olha a lucro. Na mesma casa
tcm um ptimo sortimento de calcado Mellis e
de outros fabricantes.
A loja de marmore
Relogios
Suissos.
Em casa de Schafleitlln & C., ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sortimento
de relogios de algibeira horisontoes, patentes,
chronometros, meioschronometros de ouro, pres-
ta dourada e foleados a ouro, sendo esles relo-
gios dos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vonderoror precos razoaveis.
FROCO.
Vende-se frco de lodas 8s cores e grossuras,
com rame o sem elle a 400, 500, 60 e 1$ rs. a
pega ; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.
toa do Crespo
\ loja n. 25 de Joaquim Ferreira de S, vende-
Escravos fgidos.
linho a 1?>, 19200 e 1600 a vara, dito preto
muito encorpado a 1*5500 a vara, brilhanlina
azul a 400 rs. o covado, alpacas de differentes
cores a 360 rs. o covado, casemiras pretas
finas a 25C0, 35 e 3*500 o covado, cambraia
preta e de salpicos a 500 rs. a vara, e oulras
muilas fazendas que se far palenle ao compra-
dor, e de todas se darao amostras com penhor.
Loja das 6 portas
em frente do Livramenlo
Laazinhas a 500 rs.
Camisinhas muito bonitas com duas larguras
lidos de larlatana bordados de seda a 8$00O,
organd de cores muito finas a 320 rs. o co-
vado ,cassas de cores a 240 rs., chita larga a
200, e 240 rs., capas de fusto enfeitadas a
5S0C0, easaveques de cambraia e fil a 58000,
perneadores de cambraia bordados a 65000,
babados a 3*20 rs. a vara, tiras bordadas mui-
to finas a 15?5( 0 a rec,a, riscado francez fino
a 160 rs. o covado, golinbas de ponas bor-
dadas a 2J50O, manguitos de cambraia e fil
a 29000, camisinhas bordadas muito finos a
29000, chita larga com lustro e muito fina
propria para coberla e roupes a 320 rs., es-
guiao de linho a 1>200 a vara, roupes de
1 seda feilos a 125C00, vestidos de seda rnofldos
para vestidos de senhora a 500 rs. o covadoVcr-,3 8*000, luvas arrendadasa 100 rs. o par,
tes de riscado francez para vestido a 2j>, saas, vestidos de grosdenaple prelos com barra de
sooSs ras -ss 2r jara:: ra \omo'pa,i,s de pano preie de
esl aborta al as 9 horas da noite. de 16;5000 a 205000, sobrecasacas de panno
muito fino a 25C0O, calcas de casemira preta
Ausenlou-se honlem pelas 7 horas da noite
da casa do abano assignado. morador na ra da
Praian. 31, isua escrava, preta fula, crioula de
nome Margando, de idade de 17 annos, indo em
companhia de oulra da mesma idade, forra criou-
la, de nome Delmira, suppe-se ten m sido se-
uzdas porsertm recolhidos e ellettuarem a fu-
ga a meia hora, depois de voltarem de um paseio
quedermeom urnas criancas Dlhas o o alai assignado, o qual protesta contra quem tiver oc-
cullo sua escrava : roga-se as autoridades poli-
ciaes e ao lllro. Sr. major de pedMres. que
deem suasordei.s aflm de ser capturada
CfappBreceu no dia 16 do rorrente mezde
D.0vfn*1lLro"O""T>i'e nome Luiz, cor Larda,
idade 16 e 18 anuos, sem barba, esUtura rr"U-
lar, theio do coi(o, cabellos crespo, pl B
maos grandes, e bem conhecido por ler sido bo-
eeiro do abano< assignado e ullimairrutc do
Illm. br. desembargador Firmino, Wc au-
seniou se: roga-se as autoridades poiiriaea e
pessoas do povo que o aprehendan) e Itvem-no
a ra da Csdeia do Recite n. 61, que ser re-
compensado.
Antonio Eolelho Pinto de Mezquita
50,000 rs.
A quem apprVhender o escravo Manoel, cabra
cabellos carapmhos afogueados, estatura regular.
uisado, com urna das perras e pes inthados do
eiysipella, pretende passar por forro, e muilo
tallador, ltvnu vestido urna raiga de algodao azul
e camisa branca da mesma fazenda ; quem o np-
piehender trngs-o a ra do Soreg n. j en-
tregar ao alteres Manoel Joaquim de Olivei'ra Cur-
cbatoz.
Do engenho Culigi, freguezia da Escada
ugio no da de novernbro do correte
escravo de nome Antonio,
guintes
anno o
. com os signis sc-
esiatura regular, cor mulato, cehrllo de
negro, pouca barba, denles limados, idade 5 cu"
annos, pescogo e ps grossos, tem pelo rosto,
pescogo e peilos algumas marcas de pannos
algumas cicatrizcs pelas costas que parecem t'cr
sido de chicote ; nao levou comsigo roupa alcu-
ma, e consta haver fgido para o lado 0o serio
d unde viera : quem o apprehender, peder cl-
ya-lo ao referido engenho, ou no Recife, ra es-
; trena do Rosario n. 29. ao ll'm. Sr- F c riso ul-
o Marques Lins, que sei bem recompensado.
Fugiram
Exposico
DE
METAES.
Slvat fe Companhia.
Estas machinas sao as mais perfeitas
no ramo de mecanismo, unindo a urna
simplicidade a maior ligeireza e perfei-
cao para toda e qualquer qualidade de!
costura, do ponto mais fino ao mais
grosso. O vendedor se obriga a ensinar
o methodo aos compradores at
berem bem, assim como a ter as macl
cbinas em ordem durante um anno. |
Estas machinas cosem com 2 fios nao i
quebrara o lio como muitas outrs o fa- i
zemesaoas melliores e mais baratas'
at hoje conhecidas no mundo, ellas se i
achm expostas na galera do SR. OS-1
BORN, RETRATISTA AMERICANO NA
RA DO IMPERADOR N. 38, onde TOUpaS fetS S COOl 50 DOr
urna senhora competentemente habili- _____ j i
tada as ara' ver e trabalhar. Igual-
mente se acham expostas no armazem
de .MACHINAS AMERICANAS, RA DA
CRUZ N. 4 E 9.
nc dia sabdado 24 de ncvcmLro,os es-
clavos seguintes : Leonardo, pardo cs-
e de cores de 68000 a 115000, ditas de brim curo, alto, bastante ccrpolento alto
.branco e de cores de 2000 a vCOO palitos1
i de brim branco e de cores de 2#500 a 5000,
ditos de alpaca de 3000 a 800O, brim
i trancado de 8lgodao com 9 palmos de largura
proprio para loalhas a 900 rs. a vara, damas-
j co de laa com 9 palmos de largura a l$600o
i covado, velbuuna preta a 400 rs., brim de
linho de cores a ISoOO o corte, metas cru8s
de dentesno queixo fuperior, cem cica-
Uiz de um panaricoim um dedo gran-
de da mao esquerda, tem falla muito
mansa, esempie que falla rindo-te,
levou alguma roupa de seu uso, e ttm-
bem roupa enrjommada de stu stnl.cr,
sendo camisas, len^ts, meias, e travs-
seno ; Simao. pardo, baixo, cahell
os
....e_-v U.W...UUK. me- a taic esiauoiocinien-
O sa- lo um riquissimo sortimento de melaes que mui-
tachi- ,0 dever agradar aos compradores que pieci-
.sarem : da ra Nova n. 20, loja do Vianna
Liquidado
e oulras muitas fazendas
valor para fechar con las.
americanos.
m
Todas as casas de familia, senhoras de enge-
nho, f3zendero6, ele, devem estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos
rom os quaes se cura eficazmente as principaes
molestias.
Promptoalivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de reumatismo, dor de
receben leques de madreperoh para noi- jbeca, nevralgia, diarrha cmaras, clicas,
bilis, indigeslo, curp, dores nos ossos, conlu-
soes, queimadura, erupcoes cutneas, angina,
relenco de ourina, etc., ele.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermedades escrophulosas,
para homem a 15200 a duzia, camisas de
E' chegado ltimamente a esle estabelecimen- linh in8le7cas a 325OOO a duzia, pecas de 'corridos, cora todos os denles, marcado
_ madapolo fino a 4??500, cortes de lanzinha de bexigas pelo corpo, com pouca bar-
muilo fina cora 15 covados a 8;>000 rs., ca- ; ba,quando anda puxa por ump, na-
misas de cores e brancas de l?5C0 a 39000, | riz chato, pescoco bastante enterrado,
por menos do sen j levou alguma roupa de seu uso, sendo
lun>a calca branca, sapatos de couro de
Rustre, urna comisa branca, urna dita
de listado de algodao trancado de qua-
;dicsamartlIos, e urna calca de algodao
! trancado de listas escuras, e chapeo do
jClulv pintado cor de ganga, ambos es-
, tes escravos sao ilhos de serloes do Cea-
,ra' : foram calcados e intitulam-se for-
, ro?, tendo sido vistos em seguimento da
estrada i\ova do Caxanga' na mesma
noite da fuga: sendo generosamente
| gratificado quem os levar a ra do Des-
tino casa terrea de dous portues nume-
ro 16.
TE1
vas.
Vende-seo diccionario daconfer-
sacao em francez 52 volumes :
do Pilar n. 141.
na ra
cento de abate, na ra
Nova numero 47, junto
a Conceicao dos Mili-
tares.
Casacas de panno Dno de 208 a 30g.
Ditas para menino de 16 a 200.
Calcas de casemira de cor de 6 a 83.
Ditas de dita preta fina de 8 a 10.
Ditas de brim de linho de 1&500 3 5$000.
Ditas de dito para meninos de 1#500 a 3.
Taletots de brim para homem de 3g a 5g:
Dilos de casemira do cor de 10 a 18$.
Ditos de dita pretos de 10 a 20$.
Colletes de velludo de 7 a 83.
Ditos de gorgurao do 4 a 6g
Ditos de fusto de 10500 a 2}.
Camisas francezas a duzia 20g.
Cortes de velludo de 5 a 6$.
Fardas para guardas de 8 a 10g.
Casemira fina enfestada a 30.
Brins em varas e covados, de diversos precos,
e oulras mais fazendas, ludo por barato prej.
Idmira-i
SJDM:
ARMAZEM DEROUPAFEITA
m su a m wommm #>
cobertos e descobertosr pequeos e grandes, de
crnicas esyphiliiicas : resol ve os depsitos de'ouro palenle inglez, para homem e senhora de
maos humores, purifica o sangue, renova o ura dos raelhores fabricantes de Liverpool, vin-
systema : promplo e radicalmente cura, escro- dos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
phulas, venreo, tumores grandulares, ictericia, Sonthall Mellor d- C.
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Casacasde panno preto a 30$, 3535 e 40000
Sob'ecasacas de dito dito a 359000
Pale'.ots do panno pretos e de cores a
20, 25, 301? e 353000
Ditos de casemira de cores a 159 e ?2$000
Ditos de casemiras do cores i")e 120000
Dilos de alpaca preta gola de velludo a 120000
Ditos de marin selim prelo e de cor
a 89 e 99000
Ditos de alpaca de cores a 30500 e 50000
Dilos de alpaca preta a 39500, 59,
79e 99000
Dilos de brim de cores a 3>50O,
49500 e 59001
Ditos de bramante de linho brancos a
49500 e 69000
Caicas de casemira preta e de cores a
9, J09e 129000
Ditas de princeza e alpaca de cordo
pretos a 50000
Ditas de brim branco e de cores a
29500 49500 e 59000
Ditas de ganga de cores a 39000
Ditas de casemira a 59500
Colletes de velludo decores muilofino a
Dilos da casemira bordados e lisos
prelos e de cores a 59, 59500 e
Ditos de setim prelo a
Ditos de casemira a
Ditos de seda branca a 59 e
Ditos de gurgurao de seda a 59 e
Ditos de fuslao brancos e de cores a
39 e
Ditos de brim branco e decores a 29 e
Selouras de linho a
Ditas de algodao a 19600 e
Camisas de peitode fusto branco e
de cores a 20300 o
Ditas de peilo e punhosde linho mui-
lo finas inglezas a duzia
Ditas de madapolo brancas e de cores
a 19800, 29e
Ditas de meia a 19 e
Relogios de ouro patente e orisonlaes
Ditos de prata galvanisados a 259 e
Obras de ouro, aderecos, pulseiras e
rosetas
dores de ossos, tumores brancos, afecres do fi-
gado e rins, erysipelas, abeessos e ulceras de
todas as clases, molestias d'olhos, difficuldado
das regras das mulberes hipocondra, venreo,
jete.
Pilulas reguladoras de Rad-
109000 way
para regularizar o syslema, equilibrar a circu-
6900O lacio do sangue, inieiramenle vegetaes favora-
j9000 veis em todos os casos nunca ocasiona nau-
39500 zeas netn dorres de venlre, dses de 1 a 3 re-
69000 gularisam, de 4 a 8 purgam. Estas pilulas
69000 sao efcazes as aflecQes do figado, bilis, dor
de cebeca, ictericia, indigeslo, e em todas as
39500 enfermidades das mulheres, a saber: irregula-
ridades, fluxo, reteiiQes, flores brancas, obs-
29500
29500
29000
29500
35900O
29500
19600
9
309000
lrucc,5es, histerismo, etc., sao do mais prompto
ufleito na escarlatina, febre biliosa, febre ama-
relia, e em todas as febres malignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados de nstrucfes impressas que mos-
iram com a maior minuciosidade a maneira de
applica-los em qualquer enfermidade. Estao ga-
rantidos de (alcificaco por s haver venda do
armazem de fazendas de Raimundo Carlos Lei-
te & Irmo, na ra da Imperatriz n. 10, ni-
cos agentes em Pernambuco.
No escriptorlo deJ. P. R. Braga, ra do Vi-
gario n. 11, primeiro andar, vende-se cal de Lis-
boa a maie nova que ba no mercudo.
Em casa de N. O. Bieber 4 Successoros, ra
da Cruz n. 4, vende-se :
Champanha marca Farre & C urna das mais
acreditadas marcas, mui conhecidas no Rio de Ja-
neiro.
Vinho xerez em barris, cognac em barris e
caixas.
Vinagre branco e tinto em barris.
Brilhantes de varias dimenses.
Elher sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brinzaos e brins.
Ac de Milao
Ferro da Suecia.
Algodao da Bahia.
Vende-so urna escrava moca, perfeita en-
gommadeira e cozinheira, e urna mulatinha mui-
lo bonita, com algumas habilidades, duas escra-
vas mojas para servigo do mato, tres negros para
enxada, e um mulalinho de 15 annos proprio pa-
ra pagem por ser bonito, urna negra com duas
crias : na ra larga do Rosario n. 20, segundo
andar.
Charutos finos da Bahia o do Rio de Janei-
ro : vendem-se no armazem de Augusto Ferrei-
ra & C, ra da Moeda n. 41.
Vendem-se dous cabriolis descoberlos, e
em muito bom estado, por barato prego ; a tra-
tar na ra da Imperatriz n. 55.
AtteiNjo.
Na ra dos Prazeres nos Coelhos n. 26. ha para
vender dous carros usados, em bom estado, e urna
carroca de alfandega, nova.jjor precos muilo ra-
zoaveis.
vel pechincha |
Para acabar.
NA LOJA DE !??
Guimares VillarM
A 4$500 rs. o corte. |
Cortes de cambraia de cores com 2saias |g
e 20 a 22 covados do fazenda pelo preco l
de 4J500 rs. o curte. Wk
A 2#500 rs.
Cortes do cambraia cora 14 covados *
aquille a 2jJ500 rs. 9
A 240 rs.
2j o covado de cambraia superior de lindos W-
j* padroes. ?>
Grammatica in-
gleza de Ollendorff.
. Novo methodrpara aprender a lr,
a cscrever e a fallaringlezem 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instruc-
qao, pblicos e prticulares. Vende-
se napraea de Pedro II (antigo largo
doCoIIegio) n. 37, segundo andar.
Relogios.
Vendem-se em casa de Braga, Silva & C, re-
logios de ouro de diversos fabricantes inglezes,
por prego commodo.
Vende-se um escravo mogo, bonita figura,
com officio decarapina : na ra larga do Rosario
n. 20, segundo andar.
Travs e inchameis.
Vendem-se travs de 30 a 50 palmos
e inchameis de 22 a 26 ditos, tudo de
madeira de qualidade: a tratar na ra
da Pria n. 55, no estabelecimento.
Vende se familia de milho em
barricas, chegada ltimamente : no ar-
mazem de Matheus, Austin & C ra da
Senzala Velha n. 106.
Vende-se urna taberna com poucos fundos,
propria para principiante, em um melhor lugar
desla freguezia de S. Jos ; na mesma se vende
um relogio de prata dourado de patente inglez, e
um bicudo bom cantador : no antigo becco do
Lobato n. 12.
Vender um preto offlcial de lanoeiro :
quem pretender, diriia-se a roa do Rosario da
Roa-Vistan. 38.
Escravo fgido.
na rnar^1Hl0Clar0,m8S'0' com PaDD0S W^*
de iS .rf'Sl?,J "Presentando ter 25 annos
?***> nl""l do Rio do Peixe, otiamado
n' ""appareceu no dia 30 do outubro da casa
00 ur. Losme de S Pereira, de quem escravo
surpoe-se ter levado um cavallo prelo do Sr!
ostrn que se havia soltado, e que elle fura
mVilK d Dlem ; suPP5e-se s que sua
I muinir de nome Maria tambem o aeompanha,
levando um pequeo bah de (landres : r;)ga-s
! as auloridades poiiclae e a oulras quaoquer
pessoas que o prendam, e remettoni ao seu se-
nlior, que pagar qualquer despeza.
Dosappareceu desde o dia 23 de seletr.bro
prximo passado um escravo de nome Luiz, ofii-
eial de chapolleiro, idade de 23 annos. pouco
mus ou menos, estatura alta, rosto regular, cor
preta. Desde que largou a fabrica da ra da
Florentina (em fevereiro prximo possadn), as-
sktio como ganhndrr na ra da Praia. Suppoe-
seque elle se diz livre. Roga-se as autoridades
policiaes e capites de campo de captnra-lo onde
quer quo o encontr o Iraze-lo ra da Cruz n.
22, botica franceza, onde ser generosamente re-
compensado.
Boa gralificacao
a quem apprehender o escravo Luiz, alio, perna-
lortas, maos grandes ecom dedos bastantes coms
pridos e grossos, costuma embreagar-se muilo o
em extremo preguicoso, demonstrando ter 50
annos. Igualmente o escravo Izidro, dado 20
annos, cabega raimada, estatura regular, esporlo e
bem preto : ambos sao crioulos e marinheiros do
brigue Algrete : recommenda-se as autorida-
des pociaes e campilaes de campo a sua appre-
henso levando-os ao escriptorio de Manoel
Gonc.alves da Silvs, que recompensar genero-
samente.
Pu tembro prximo passado, um "escravo do eom-
mandanle superior Manoel Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o havia comprado ao Sr. Denlo
Louren^o Collares, de nome Joaquim, de idade
de cincoenta e tantos annos, fulo, alio, magro,
denles grandes, e com falla de alguns na frente,
aueixo fino, ps grandes, e com os dedos grandes
dos ps bem bertos, muilo palavriador, incul-
ca-se forro, e tem signaes de ter sido surrado.
Consta que este escravo apparecera no dia 6 do
corrente. vindo do lado das Cinco Pontas, escu-
do enlerrogndo por um parceiro seu conhecido,
disse que tinha sido vendido por seu senhor para
Goianninha : qoalquer pessoa que o pegar o po-
der levar em Pernambuco nos Srs. Basto & Le-
raos, que gralificarao generosamente.
Fugio da ra da Cruz n. 62, segundo an-
dar, a escrava Benedicta que oi escrava do Sr.
Salustiann, caiitelisla fula e levou vestido de
cassa desbotado de dous babados e rnpinho de
chita escura ; tambem levou urna coberla, que
de snppor nao ande cora ella : recommenda-se
as autoridades policiaes e capites de campo que
a pegar, leve-a casa cima, ou a. roa da Seozala
Velha n. 94.


'8)
DIARIO DE PERIUMBUCO. QUISTA FEIRA 6 DE DEZEVB&C DE 1860.
Litteratura.
Memoria lid a
na conferencia solemne da abertu-
A propriedade immovd causa cora effeito ao familias, forgoso anda confessar que do ha
propnetano ura senliraento diverso de toda a ou- mais razio, para que os raorgados subsistam na
ira propriedade ; com orgulho que elle peosa, propriedade plena, e cessem na limitada
que aquella Ierra, parcella do mundo material, A ,e desvincula mai, 0 arl< ,0 4,g(erre_
^^^1^ U_ma I-*- <>s ediOcios de.moronadoTou om
mas ao lempo da publicago desta lei. Que a
desvinculajse [esses terrenos em vista das ra-
(Concluso,..) qu,s uma reciprocidaJe de servicos pela q"uaT"o ^,.23^^ '""'03V?'?", CDTC"
Cual*. pois.arazoquesancciona uma ins- hornera empreg. as suas forgas ara bencLar a d Ton, Tes a XoTZZT, ^ S^'
tituicl. cond,mna,.n por t.nio, principio, ? E- trra, o esta ,e abre em compenso o seu seio ^VeJuV. ." Sd. ". aVre /anT
nnr/i n sustentar. P Amirlis mo mo o ^n-., ik .. "iiciiuduieu
m-vucia MtlKiniie Ul aiterlU- ----* ""i -no uinuiu musuiuo uiu i nos
ra da Assoelacao dos Advocados Parte do mundo inlelligente e sensitivo ; de ma.- ^i,
de L sboa, pelo socio efleetivo eir qe entre o individuo e a ierra vera a esta- Mci
Carlos Jos ;ro Olivelra be!ecer-so uma quasi solidariedade, direi raesmo ze
ment intermedio, eatenda-se essa tutella nao
aos parea fomente, mas toda a nobresa. O
contrario eontradizer o proprio principio, que
se invoca, de perpetuar o norae de un nobre,
por que se restringe a lei um certo numero do
O duello.-
O duello, seja qujl fdr a origen 'elle, sem-
pre um acto anti-religioso, e inm.'oral uma
aberragao, que degrada a especie human, uma
affronta ao bora senso, ura documento negativo
nobres mo mi; 7 I """" "ora senso, ura documento negativo
------ ----- "- (""injiius; e, iciij, e hm mu ouic em i-uuiijtrugiii'ao o seu seio
aio ia o prembulo da lei de J770 quera no-lo! para o suslentar, e quelles que ania, e para Ihe
di,: o explendur. das monarchias. A questao dar paz o a tranquilizado do enle feliz c inde-
melindrosa, e som enlrarraos profundamrnie' pendente pelo seu trabalho e aclividade, e
nella para nao fatigar mais as vossas allenges, pelo gozo das sanias delicias do vivir em fa-
observaremo, smente que a Franca monarchi- milia.
ca tem existido sem morgados esem substitu-j Du que levamos dilo fcil ver-se, que a nos-
cdes observaremos com Mr. Sismond que todos sa opnio pela extnegao dos morg'ados e que
as aristocracias que se tem mantido no universo, | emprehender-so a sua reforma so dever'a que-
na Grecia, na Repblica Romana, era Florenga, brar j o principio da vinculado, ou ao meno*
em Vneta, em todas as da Suissa e Allemanha,
teeni sido regidas pela lei da partillia egual en-
tre os filhos. Fortunas colossaes se mantiveram
ala duranle seculos, inusmo estando envolvidas
no commercio, como a dos Suozzi a a dos Medi-
is em Florenga ou a dos Finger em Augsbourg.
Raras rezo, so vi.j n'essas famili.is um numero
gnnJe de irmaos, o ellas nao se exiuguiram r-
pidamente. Todus oscorpos de uobreza que su
virjm reduzidos uma degroiunte pobreza as
monarchias, ou nos priucipados da Ilespnnha, da
Italia, da Allemanha ou da antiga Franga leem
ao contrario vivido debaixo do rgimen dos mor-
gados e dassubstluigcs.
para nao compromeiter iiiteresses pendentes,
dar-lhe o golpe mortal de que mais larde viess
suecumbir.
Hoa o legislador parecendo querer desvincular
a trra foi era muilos pontos incoherente com-
sigo mesrao ; parecendo querer acabar os morga-
dos. sanecionou a possibilidade de novas vincu-
laces ; parecendo finalmente ceder necessida-
de do principio poltico admillio uma dislinccao
que se nao justifica.
Passemos analysar rpidamente a caria de lei
de 30 de junho de 1860.
A lei aboli desdo j todos os raorgados cons-
tituidos, Io era bens movis e semoventes, 2o em
Assira o morgalos sao condemnaveis nao s- juros vinculados de capitaes que csto fra do
monte como contrarios equidade e justiga, mesmo vinculo, quer estes sejam livres ou allo-
ma como contrarios agricultura e economa diaes, ou eslejara vinculados em outros vnculos,
poltica, porque irapede o administrador de em- 3o os capitaes pertencentes vnculos que est-
prehen ior melhoramentos, por falla de capitaes,! veram depositados para serem invertidos em pre-
visto que separando a Ierra do capital circuanle, dios ou om bemfeitoras.
despojam a propriedade do crdito, condieao es-! A Jvrta-se desde j que a le nao faz dslincgo
seneial para obter capitaes vantajosamenle ; sao entre serem os adminislradores desles vnculos,
conlemnavcs porque sacritlcam a gerago viva pares ou nao, e entre ser maor ou menor o ren-
geracio mora e que anda nao nasreu ; sao dimer.t) desses vnculos.
cjr.Jemnavcis porque dispoem os morgados ao Ora, ou a desvinculado ordenada nestes tres
i prodigalidade, sem lerem muiUs vezes nmeros nasce do principio da egualdade da par-
para i>"So rendimentos bastantes, e porquo lhes
concedem oprivilogio das banc^-rotas.o que su-
jeiti os bens enormes usuras; e finalmente por-
que sio causa muitas vezes que o admioisIraJor
de eriorc os bens do vinculo, que ho de passar
para successores que elle aborrece.
Acab->m-se pis os morgados, divda-se a Ierra
pdos fiihos ou herdeiros do possuidor, e em pou-
co lempo dexar de se ver esses brejos e mau-
nhos, porque ou os possuidores os cultivarSo por
sua conla ou vende-los-ho ao lavrador, que por
sua morle os dexar seus filhos, que d'elles ho
de lirar a sua subsslencia ; e em poucas gera-
qO'.s, poucos anuos mesmo, aonde era um terreno
bravo e solitario, elevar-se-hao as cabanas de
duzias de familias felizes, possuidoras de uma
parte daquella Ierra, que ellas approvcitaro como
um jardim-faailliaa duplamente inleressanles ao
estado,j como agriculturas, que cornos seus
esforgos concorrem para o augmento do capital
social, j como uma fonle de receila para a fa-
zenda pelos iraposlos, pelas transmissoes e pelas
importages c exporlaces de que hao de ser cau-
sa ; emqu-jnto poroutro lado melhorar a posi-
goo precaria do lavrador que o adraini tradordo
vinculo langa muitas vezes fra da propriedade
que elle desbravou e arroleou, dando-sc-lhe
meios de obter por legado, heranga ou doac.no,
torras que elle bemfeitorisar o legar seus
filhos.
E' um fado inconteslavel que o proprietario
agrcola o mais moral, porque o maisiute-
ressado na ordem e na paz.
A guerra que para os outros pode ser umi cau-
sa de engrandecimento, o para elle sempre de
desgraga, porque os seus campos sao talados, a
sua cabana destruida, e s
assassinada
Para o agricultor nao ha seno ura cuidado, c
esse vem do supremo arbitro das cousas, do dis-
pensador das chuvas, do regulador das es-
'a^es.
Humens que de Deus ludo esperara, nao sao
ordinariamente os peores cidados ; ao contra-
rio a experiencia mostra que a maior parte dos
crmes nasce de individuos sem futuro, sera fami-
lia, som alfeiges ao llo, sem interesses graves
ua sociedade, e sem oulra esperanga mais do que
a de satisfazerem ruins paixes ou findarem de
uma vez uma vida intil para para si e para a
sociedade.
Ulna, ou nasce do principio econmico da des-
vnculagao dos bens, ou finalmente nasce do prin-
cipio poltico da conservagjda nobreza,
No Io caso, lao justo desvincular a Ierra como
os rendimentos e os capitaes ; o que se pretende
que os quinhoes sejam eguaes entro os filhos.
No 2" caso, nao se enconlra uma razao econ-
mica, que justifique a dTerenga entre os beus
movis, os rendmenlos e os capitaes que a le
desvincula sempre, e a Ierra qno se dexa anda
vinculada quando o seu rendmento exceda a
i005000 rs. lquidos, quando precisamente a
Ierra que precisa ser libertada.
No 3" caso, fiualraente, nao ha maor motivo
para pretender conservar uns o abolir outros raor-
gados, c orgoso qualificar de precipitada o le-
vana uma le que vae lalvez reduzir em poucos
annos pobreza, no entender dos contrarios, urna
geragao cuia existencia se repula impossvel sera
esta instituicao.
Tanto podem os morgados subsistir com os
roudiraenlos dos capitaes, como com os das pro-
priedades immoris, e a lei decretando no art. 4
a desvinculago de lodos os morgados ou capel-
las que nao tiverem de rendimen'lo annual li-
quido 400g000 rs., se nao antinmica auti-
economica.
O principio quo dexa subsistir os morgados
constituidos nestas deve por tolos os principios e
por maiora de razao manter os constituidos na-
quelles. Esta a lgica.
Mas nao bastante. Depoia da lei decretar no
art. 4o a existencia dos raorgados excedentes
400$000 rs diz no art. 6o que fican abolidos to-
dos os morgados ou (apellas ou a parte dos mes-
aos constituidos em dominios utes de prazos
vezes a sua familia quer precedesse quer nao licenga dos senhores
directos.
Aqu temosa le pugnando fogosamente com
a sua razao e o seu motivo. Se nasdsposigoes
deste artigo imperam os principios da egualdade
da parlilha, porque razao despreza-los em todos
os morgados excedentes JiOOifOOO rs. ? Se se quer
libertar a ierra, porque razao libertar os dominios
utes, e conservar presos os dominios plenos, se
ha em ambos a Ierra cultivar, se ha em ambos
a vantagem da diviso da Ierra, e se ao contrario
ha nos dominios utes a parlilha de urna trra
gravada com um foro, e a difQculdade para o sc-
ohorio de receber de quatro que at aqui recebia
deurfl? So finalmente so procura o lustre das
FOjLIIETIJI
GUY LEVINGSTONE
A'TODO TRANSE
POR
Jorge Alfredo Lanrence
XXIII
Olha, por Ierra, linda se-
hora,-o cadver de leu amado.
Nunca esgrimador mais rude
manejou uma espada de ago.
O silencio mortal que seguio-se foi quebrado
por Guy Levingstone.
Bera feito, digo e sustento ; Mohun invejo-
v os esta accao.
E langou osolhos em derredor de si. como pa-
ra provocar uma conlradcco, mas evidentemen-
te a opiniao geralera que Levinge tinha recebido
o que merecer.
Entretanto o miseravel, estendido por Ierra,
tinha recobrado os sentidos, e se levantara com
grande diflkuldade, sentndose principio e
pondo-se depois em p : agora eslava elle apoia-
do na mesa, cambaleando dreita e esquerda,
fixando em torno de si olhos espantados e quasi
vidrados. Por fim podo fallar, mas diffieilraente
e coro uma voz pouco segura, por que elle estan-
cava de tempos lempos com o lenco osangue,
que sahia-lhe golpadas pela bocea.
Algum de vos quer ser meu padrinho ? ou
devo eu procurar um amigo em oulra parte? per-
gunluu elle.
Ilouve um momento de silencio, depois do
qual um dos assistentes adianlou-se : era Camillo
de Rosny.
E^lo nao gostavs de Levinge, e pensava al que
as presentes circunstancias ello obrara de uma
maneira infame ; mas era habito hereditario de
sua antiga casa ser pelo partido abatido ; e as-
sim, apenas vio que todos declinavam do appel-
lo.'saudou gravemente e disse :
Terei cssa honra, se assim o permittis. Em
uma hora estarei dsposigo das teslemunhas
do ser hor coronel. Onde as enconirarei?
Aqui. respondeu Levingslone :pens que
nngucm me contestar o direito de assislir esta
contenda meu velho amigo.
Mohun apertou-lhe a mo dizendo :
Eu vos escolheria entre mil. Vos me com-
prehendeis e sabis o que eu quero.
Enlao, de Rosny, diz Guy, vos esperarei.
O Francez fez um gesto poldo de asaenlimen-
to ; e voltando-se para Levinge :
tos constituidos neslcs bens, e transiere os en-
cargse dividas do administrador que osoneram
para os outros bens vinculados do mesmo admi-
nistrador.
De faci, como possivel e em muitas casas
acontece eslarera os bens vinculares onerados
grande quanldade de dividas e encargos, (lea o
arrendatario complctamento privado de ser in-
demnisadodo prejuizo que a lei lhe causa.
Nem se diga que esta injustiga nasce immcda-
lamente da jusliga da dsposigo do artigo Io n. 4,
porque au assira.
A le declara no art. Io esses bens livres e allo-
diaes no dominio e posse dos acluaes administra-
dores, e porlanto poderao elles dispor delles co-
mo livres o aliena-los em prejuizo dos credores
quem sedeix sem garanta ou com a dos ou-
tros bens vinculados, que equivale quasi ao me?-
mo, quando a lei salvara esta injustiga, deixaudo
subsistir os arrendaraentos n'esses bens j livres
e annullando-os smente morle do administra-
dor, ou subsislindo ainda na vida do immedialo
successor, se por ventura elle tvesse outorgido
na esciiplura.
Pondo porm de parte a descgualdade entre os
diversos morgados.que se nao justifica, estudemos
sraente as prescrpgoes em que se desviucula a
Ierra.
Reduzem-so ellas do art. 4 citado : do art.
9 que decreta a abolco de lodos os morgados ou
capcllas que nao forera registrados no prazo de 2
annos no registro que se crear ; do art. 15,
que permute qualquer adraininislrador de r-
anlo abolir a sua natureza vincular; e do art. j
23 que permute desvincular do morgado tantos '
bens, quantos forera necessarios para constituir
s pessoas quem se dever alimentos, um parlri-
monio equivaleute esse3 alimentos.
A primeira destas disposiges posto que til,
acha-se reslricta nao somonte propriedade ple-
na, como dissemos, mas est, alm d'isso, con-
trabalaocada pelas disposiges do art. 5. Do facto '
este artigo envolve urna dsposigo peor do que
a que sanecionava o art. 3. do decreto de 4 de
abril de 1832, por que este nao facullava a an-
nexagao seno quando os morgados reunidos pro-
duzara um rendmento liquido de seis cruzados,
cmquanto esla lei contenta-se com que lodos
reunidos profagam o rendmento annual liquido
de 600*000 rs. admilte formarera essa uno
morgados pertencentes ao marido e mulher, e
conta no reodiraenlo dos 600^000 rs. os rendi-
mentos dos vnculos de que se iraraeJiato suc-
cessor, e que p5dem deixar de vir perlencer-
lhe, ou de futuro segurem diversa lnha de suc-
cessoje, finalmente, permute a annexagio por
meiu de uma simples escriptura.
Eis-aqui anda os principios de equidade e do
economa sacrificados nao se que principio ; '
porque se a mente da le era acabar com os mor-
gados, nao dsse um meio to ampio para a sua
conservago; acabasse simplesmenle cora os mor- !
gados, que na actualidade livessera este ou aquel-
le rendmento ; se, pelo contrario, o pensamen-;
10 era a conservago do lustre das familias, o
rendmento de 4O0J00O rs. longe de ser uma
raso para a aboligo do morgado, ora uma rasa >
pal! a sua conservago, por isso que abolindo-o
se vae partir um rendmento j insignificante, e
tomar impossvel a conservago d'esse lustre.
A excepeo feita ao art. 4. no art. 25, em fa-
vor dos pares do reino, vem aggravar mais a in-
certeza da mente da lei, por que parece reduzir
o elemento da nobreza ao pariato, opiniao que
nos nao parece admissivel. Concordamos que a
nobresa necessaria as monarchias represen-
tativas, por que quanto raais domina no estado
o elemento democrtico, tanto mais uecessa-
ro um dique que represe a torrente das ideas,
que pode ludo alagar e submergir quando em
Franga e em Inglaterra o elemento aristocrtico
cihio ante o democrtico, cahiram tarabem as
cabegas dos dous soberanos. Entretanto, a no-
bresa nao smente a cmara dos pares, e se
preciso langar uma tutella aos bens dos nobres,
para que elles conlnuem representar o ele-
rem-se na cmara hereditaria.
A disposgo do arl. 9. que decreta a aboli-
go como pena de se nao fazer o registro, re-
lativamente injusta, porque vae ferr os imme-
dalos successores ee'm beneficio dos actuaes ad-
ministradores, que de meros usufructuarios pas-
sam proprietarios dos bens do morgado. So a
lei quz por esle modo acabar muilos vnculos,
usou de um meio immoral, por que se fundou
em um castigo,que recahe sobre innocentes.e por
que tornou inuteis as prescrpgoes dos arls. 15
16 e 18, que determioam o processo da desvin-
culago, moroso edspendiaso, que fica substi-
tuido por uma simples omraissao do adminis-
trador.
A dsposigo do art. 15. que permitte a des-
viuculago qualquer administrador, mediante
as solemnidades prescrptas nos orligos segun-
tes. uma dsposigo utlissima, e oxal que
muilos morgados se abolissera ; mas ella acha-
se conlrabalangada pelas dos nrts. 26 e 27, de
forma que se alguna vnculos se ho de abolir em
virtude d'esla le, ho de iunegavelmente com
ella voltar as quostes sobre anuoxago de baa
permittdas pelo art. 26, em favor de vnculos
que nao reudera lquidos 400*000 rs., o de que
forera adminislradores paro3 do reino, e so abri
a porla instituigao de novos vnculos no art. 27
em favor dos pares do reino, existentes e futuros,
por que o seu numero c indeterminado. Quero
que se nao vote nunca a lei mas o principio
l est.
Finalmente, a dsposigo do arl. 23, qne per-
mute a desvinculago de parle de bens para
crme, emfim, abjeclo, que a verdadera civilisa-
go nao lolra, posto que infelizmente elevado
calhegoria de aegao cavnleirosa pela moderna
sociedade, cujos progressos moraes esto bem
longe de allifigir anda o conveniente grao de
perfectibindade.
O duello nao s fulminado pelas Ies eccle-
siasticas, como um arrojo de inqualificavel re-
belda contra um dos preceitos do declogo, mas
condemnado pelos mais espirituosos o lidos es-
critores das diversas setas heterodoxas como
um acto de estpida barbaria.
O christianismo nao pode deixar de prohibir o
duello, porque um palpitante altcntado contra
a caridade, primeira base da indeslructivel obra
cimentada com o sangue do Supplciado do Gol-
golha.
A razao repelle-o porquo um absurdo offere-
cer-se cada qual em holocausto pela injuria, que .
alias deseja vingar na pessoa do offensor ; por- aosjuzes, que absolveram, a inquidade da sen-
que o sicrifieio da vida nao lava a nodoa, nem tenga, porque 6 possivel que estvessem convictos
justifica a acgo torpe; porque sobremodo de que o fado nao exislin, cumpre-nos confes-
rnaono ostentar valor, diante s vezes de uma sar, quo nos maravilha esse rigor, com que se
lugar um duello por quesles de familia, entre
um capillo de cagadores n. 5, um paisano I
Se o duello existi, e se as leis o puera, como
se acoima de inquo, o tribunal, que applcou a
lei condemoando os culpados *
Mas a lei egual para todos, e por isso se uns
foram absolvdos, nao deveriam os outro3 ser
condemnados.
Se o tribunal fosse o mesmo, e as provtt3
eguaes seria ir.nuafcare! a sentenga que decla-
rasse innocentes parte do3 reos, pronunciados
pelo mesmo crime, em virtude do qual o resto
era condemnado.
O principio da egualdade perante a lei seria
um palpavel conlrasenso se obrigasse os juizes
declararen limpos de qualquer culpa os crimi-
nosos, s porque os cmplices t:nham sido absol-
los n'outro tribunal.
Na qncsto sujeta todas as eslranhezas con Ira
o supremo conselho de justiga militar deveriam
antes recahir sobre quera, tendo a consciencia
de que existi o facto, o deu por nao provado.
Coratudo sem que nos lembreraos de exprobrar
cons.tuigao de alimentos, seria uma providen- ( T P"nr,p!os ""'o*" .brepojassem es-
cia rauito til, sem a aue se .oh. no masmo ar- ""? PnnCipi0S de honr3- I" Ie'a"> "o-
bem leve offensa, e ser fraco poni de nao ter
forga para dominar o animo, e perdoa-lo ; por-
que o duello nao restitue o crdito perdido, nem
prova, era regra, o que se pretende provar.
Sendo, pois o duello vedado, e speramente
anathemalsado pelas leis religiosas e civis, e
couderanado pelo senso comunas, como enlao
que o vemos to frecuentemente reproduzido, e
to calorosamente propugnado onde a religio
christa predomina, e onde a civilsagao parece
avangar passos de gigante ? A razo' obvia.
Se os principios orthodoxos sobrepujassem es-
cia muito til, sera a que se acha no mesmo ar-
tigo 3 que permiti annexar aos vnculos
assm diminuidos, todo o tempo, bens equiva-
lentes aos que por effoito da vnculago tiverem
sido desvinculados, sera oulra formaldade mais
do que uma escriptura d'annexago, quo assm
o declare, e o competente registro. Indepen-
denleraenle de se facultar por esle modo a cons-
lituigo do muilos vnculos, porque ninguera vae
fiscalisar se effectivamente se vinculam tantos
bens quantos os que se desvincularan), accresce
que resulta da pralca d'esla dsposigo uma gra-
ve injustiga, porque por ella se prejudcam os
descendentes em prejuizo dos colhteraes Com
eTeito, administrador que desvincula beii3 para
constituir alimentos seus irmaos. Dada d dos
seus bens d dos do morgado ; mas se elle vin
cular depois bens equivalentes, claro que estes
sahram dos bens livres, e por tanto em prejuiso
dos filhos do administrador, quem cabe uma
heranga menor ; rindo, porlanto, ficarem le-
sados os herdeiros legtimos era beneficio dc3
collateraes.que tendo direito s alimentos vem
receber bens em plena propriedade.
Conclundo, pos, parece-nos que nenhuma
ullidade nos vera da C. de L. de 30 de junho de
1860, era em relago ao principio da equidade
porque dexa substituir a vnculago em toda a
sua forga, nem era relago ao principio economi.
co, poTque se ha uma dsposigo que permille
libertar a trra,ha ouiras que permittem annexar
e instruir novos vnculos, no que esta le mais
dcsfavorel lberdade da trra do que o dec. de
. ., ._.. *" ="'iuiuo oSuia na quesiao ue compeien-
4 do abril de 1832. Passo em s.lencio outros ca, nem na do nulldade, mas na da supposta
muilos inconvenientes e difflculdades que esta inquidade. Provou-se, que os reos militares
enrome, masque omralto por alheias ao pon- pronunciados pelo crime de duello.commelleram
lo em que s me propuz fazer algumas conside- aquello crime ? Se efectivamente os juizes em
{*) Vide Diario n. 282.
Vamo-nos embora, diz elle, meu coup es-
t vossa dsposigo, senhor. Meus senhjres
adeus.
Horacio Levinge o acorapanhou com um passo
anda ncerto o varillante ir.is chegando porta,
vollou-se, olhou de frenle seu adversario, cora
uma expresso, que raras vezes se r em um
rosto humano.
Hava era seus olhos alguma cousa mais que
ura odio mortal: era urna especie de salisfago
diablica, o de triumpho antecipado, como se
soubesse que sua vinganga estava segura.
Mohun leu tudo isto lo claramente, como se
eslivesse cscriptu em caracteres de fogo ; mas
contenlou-se com sorrr-se, e tornando sen-
lar-se accendeu um charuto.
Fot o lira dosero. Uma disputa ordinaria nao
leria produzido mais do que urna impressao l-
geira nesses espiritos sem cuidados, muilos dos
quaesj se tinham feilo coohecer sob tal ou tal
pretexto ; mas desta vez cala qunl 3entia que o
que tinha visto era apenas o prologo de uma
terrivel tragedia. Hava na athmosphera como
ura presagio de raorto : o assim retiraram-se um
por um, deiando sos Malph e Guy, exprimlndo-
Ihe aquello opezarde ler sido forgado nter-
romper uma partida de lansquenet, qual elle
esperava que entrasse pelo da seguinte.
De Rosny voltou pouco depois. Os prelimina-
res foram logo concordados. A armo doria ue-
cessariaracnte ser a pistola, visto como Levinge
quasi nunca tinha tocado um florete, e a ropula-
godo coronel Mohun como esgrimador era Eu-
ropeu, como disse a testemunha de Levinge com
urna saudago, que fazia de sua objecgo um ver-
dadeiro coraprimento.
O encontr foi fixado para o da seguinte pela
manha cedinho no Tr aux Clere3 do secu-
lo IX ;ns bosque de Boulogne.
Quando Guy vio-so sozinho com seu amigo,
olhou;0 tristemente edisse-lhe :
um mo negocio, eu o temo, ainda que
nao podestes obrar de oulro modo, mas eu antes
quera ver danle de vos outro adversario do que
esse Levinge. E' o palife mais sanguinario e mais
isento de escrpulos como nunca se vio. Elle
alira melhor do que o mor parle das pessoas,o
que nao nada, por que tambera aliraes muito
bem ; mas notae bem nisto, Raph : elle leve dous
duellos, o em ambos ferio seu adversario, ao
ultimo mortalmente ; raas nem da primeira, nem
da segunda vez seu fogo foi respondido. Ha
quem diga que elle lera a esperteza de puchar o
gatilho de sua pistola meio segundo antes do sig-
nal. Nao sei se isto verdade, mas o que sei
que Seymour, que foi sua testemunha em Fio-
renga, no duello em que elle raalou O'Nell,
depois disso nunca mais lhe dirigi a palavra.
Por Deus I cteio de bom grado b que me
dizeis, respondeu tranquillamente Mohun, e
provavel quo eu amanhaa seja gravemente ferido;
mas quanto .0 mata-lo, estou moralcenle con-
vencido disso. Crdes vos em pressentimentos ?
Eu creio. Antes que esse bruto bebado estvesse
em meio de seu discurso, vi uma morle immi-
nente indicada em reu rosto, lo claramente co-
mo se eu fosse um Escossez. Parece-nie que
quasi poderia dizer-vos o que deve succeder de-
pois do meu liro de pistola, Vamos, lempo de
tratar de negocios. Mnlias disposiges sero
curtas. Tenho rauito pouco de que dspr, e
quasi toda a minha fortuna consiste em proprie-
dades Escolhei oque quzerdes entre meus bem,
movis e immoves: podis adiar algumas armas!
que talvez vos agradem. Entretanto se minhas
pistolas amanhaa falharem, e se Levinge sobre-
viver est'i encontr, fazei-me o favor de lan-
ca-las ao Sena. E' isto o que ellas merecem.
Quanto ao diohero que tenho era meu poder, e
alguma cousa mais que est em casa do meu
baiiqueiro....
Elle hesitou, mas proseguio com uma voz raas
doce :
Desejava que ludo isso passasse pobro
menina, que encontramos esta tarde. Se eu nao
raorrer, tomarei o cuidado de estabelece-la em
Inglaterra, onde acharemos alguem que a tratar
com bondade. Seu pae era um bom soldado, e
alem disso um leal gcnlleman. E depois, Guy
vede bem, sinlo ter zombado de vos no principio
do sero, eu mal pensava no que dizia fallando
assim.
Isto da parle de Mohun era uma grande conces-
so, e seu amigo assim o enteudeu, quando lhe
sacudi cordealmenle a mo respondendo :
Nao pensis mais usso. Ha uma hora que
vos fiz jusliga este respeto.
Nao s Ralph era insensivel ao perigo como
muilos outros homens, raas anda pareca regosi-
jar-se com elle. O lado alegre de. seu carcter
desenvo'via-se cora a approxiraago de um pe-
rigo de morle, exactamente como certas nalure-
zas3e enternecem sob a influencia de um vinho
espirituoso.
Todas as suas disposiges, entretanto, parece-
r m modificar-se de repente, e quando ello con-
tinuou fallar, depois de um longo silencio, foi
com uma voz surda. entrecortada,, ecorao se fal-
lasse comsigo mesrao.
Ficae ceilo que vossa alta vos acompa-
nhar. Ha trnta annos que ouvi citar este
texto ; esquecio no mesmo da, e nunca pen-
sei nelle at agora. Pode ser que ello seja ver-
dadeiro. Foi a idea que aperseguio al o tmu-
lo, t ella, e que nao a deixar em paz nem mes-
mo em seu sepulcro. E no entretanto ellaaof-
freu bastante para expiar sua falla. Ella esfor-
gava-se por nao dexar-me ver quanto soffria,
mas eu ovia bera, por quanto v-a finar-se du-
rante mais de um auno. Agora, estou certo, e
folgo de crer que um aojo, ainda que por ste
facto mesmo certo que nunca mais a lornarei
ver. Oh I sim, um anjo 1 nao posso ler outros
pensamentos, ainda mesmo que mil padres me
dissessera e jurassem o coplrario; por que depois
de sua morle nao a deixei al que o sorriso vies-
s desabrochar-lhe nos labios, fe,' necessario
que ella fosse muito feliz nesse momento, nao
pensis assim ? Nao possivel que ella fosse
punida para sempre. A falta era toda minha,
vos bera o sabis.
E olhava para Levingslone com um olhar in-
quieto, quasi tmido.
Guy dcUoou a cabega em sgnal de assenti-
mento, mas sem poder achar palanas para res-
ponder immediamente. Uavia um nao sei que
de verdaderamente terrivel nesse remorso.
que trasbordara como uma repreza.
ragOes.
Terminando, pego respetosamente dcsculpa
esta associa gao e ao auditorio que rae escula, de
lhes haver lomado tanto lempo ; a minha ex-
cusa est na minha insufficenca para tratar dig-
namente materia to importante. Chegra-me o
talento at aonde ia a vonlade e era lugar de to
mal estudado discurso, ter-vos-hia apresentado
o que deva esta associago, honra da vossa
cscolha, o vossa numerosa concurrencia n'esta
solemne conferencia. Disse.
Sala das conferencias da associago, 13 de ou-
tubro de 1860.
Carlos Jos d'Oliveira.
[ Jornal do Commercio, de Lisboa ).
Espero, proseguio Mohun, que acabareis
melhor do quoeu, anda que hoje desdis o pre-
cipicio rpidamente. Mas eu nem mesmo tenho
o direilo de dar-vos um conselho. Acautelai-vos
smente....
Elle interrompeu-se de chofre, e levantou-se
com ura esforgo violento.
Vou para dentro ve3tir-me, desembaragir-
me do pouco que tenho escrever, e dormir de-
pois uma ou duas horas. Nao ha cousa quo fa-
ga a mo tremer tanto, como uma note passada
s claras. Vire ter comvosco tempo.
E deixou ,'1 Guy.
Levingslone ficou sentado em uma cadeira
reflectr, e sera fechar olhus um instante at que
Mohun voltou.
O coronel pareca fresco e disposto ; dormir
um somno calmo e pacfico durante o tempo que
tinha marcado :seu anlgo habito de dormir
no acampamento ensinra-lhe a arte de vellar
ou do dormir vonlade.
Depois que Levingslone, pedido daquelle do
quem era padrinho, tomou um toilette assaz cui-
dadoso, elles partirara ambos, e em quareota mi-
nutos acharara-se no lugar marcado.
Levinge chegou quasi ao mesmo lempo com
sua testemunha e o cirurgio ; o conservou-se
um pouco parte tendo cuidadosamente amarra-
da com um kngo a paite inferior do rosto..
Era por uma manha sombra e fra, o cu es-
tava escuro, bago, sem esperanga de algum raio
de sol ; entretanto o astro do da devera ler sur-
gido em alguma parte, mas elle se reservava pa-
ra tempos melhores. Reinava uraa especie de
vento caprichoso, que soprava apenas quanto era
bastante para juncar o solo de tristonhas folhas
pardaccnlas e sceas.
Quando as pistolas foram carregadas segundo
as regras da arle, as teslemunhas collocaram os
adversarios quinze passos distantes um do ou-
tro :Cora lo afamados alradores nao careca
marcar distancia.
;' uma cousa assaz curiosa as sensages do
corami
poucos sao sujeilos ao mdo, eu o creio ;
cada qual imagina que suas proporges pessoaes
augmentara sensivelraente, em quanto as de seu
adversario parecera diminuir na mesma relago ;
de sorte que esle nao parece offerecer mais un
alvo to fcil como ajguns minutos antes. Mas
em resumo sente-se.no sem um certo prazer,
alguma cousa semelhante excitagfto que faz ex-
perimentar a maor probabilidade de termos qua-
tro do que sete nos dados, quaudo as paradas
sao grandes.
Nao pens Jque Mohun senlisse o mesmo. Nao
era por sua vida, mas sira por causa da morte de
seu adversario que elle empenhava esta partida.
O outro pareca absorlo em seus sombros pen-
samentos e projeclos.
Escutao, diz Guy em francez ; Mr. Rosny
vae dar osigaal, um, dous, tres; se um dos ad-
versarios alirar antes de pronunciada a derradei-
ra palavra, sera um assassiuo.
t langando um olhar penetrante Lovioge
mas este pareceu evitar cuidadosamente o olhar
de Levygstone.
Guy nao estava commodo, e SOUlia-ie domi-
raem assassinar ou ser assassioado em duel-
lo : se o mal entendido respeto humano fosse
convertido no horror de posiergar a lei divina e
humana ; se da idea do duello surgisse imme-
diataraenle a idea di infamia ; se a sociedade
acolhcsse o o-Mc/isa. como ocolhe o sicario ; se
o cdigo penal nao fosse letra morta ; se apoz o
crime viesse o castigo, o duello Picara banido
al pelos proprios que hoje mais o defendem
cerno um valioso auxiliar manutengo das leis
da civilidade, at pelos proprios que ahi teem
verberado um do3 tribunaes do paiz porque con-
demnaram alguns militares pelo crime de duello,
guando o tribunal civil absolver dous paisanos
cmplices no mesmo delicto.
Diz-so para demonstrar a inquidade e a null-
dado da alludida sentenga, que a lei desles em
Portugal a carta doex-imperador do Brasil, que
estatu como principio fundamental que a lei
egual para todos, quer preraeie, quer castigue, e
por consequenci que inadmissivcl que os reos
do mesmo crime, e com o mesmo grao de crimi-
nalidade sejam uns absolvidos, e oulros condem-
nados.
Em these nada mais racional, nada mais
lgico, nada mais justo. Mas deseamos hypo-
these.
Parece que os fiagelladores do supremo con-
selho de justiga militar esto na aldeia e nao
veem as casas ; e por isso, no caso sujeto, es-
tranham, quo os reos do mesrao crime fossem
uns absolvidos, c oulros condemnados.
Nao entramos agora na queslo de competen-
visla das provas. so convenceram da criminalda-
de. dos aecusados, seriara iniquos se os absol-
vessera porque n'outro fro^inham sido absolvi-
dos os cmplices no mesmo delicio.
E que tribunal era esse, que absolveu os reos
aecusados do mesmo crime, que levou o suprc-
mo conselho de justiga militar condemnar
quelles militares ? Nao foram porvenlura os
absolvidos julgados pelo/ury ? E porque o jury
deu por nao provado o'crime.deveria o supremo
conselho dejusltga militar, dar tarabem por nao
provado o que realmente estava provado ?
E dizemos, que estava provado, e por conse-
quenci que se houve inquidade nao foi no su-
premo conselho, mas no tribunal da Boa-hora,
porque os mesmos, que aecusam aquelle conse-
lho deniquo, asseveram que ha tempos leve
invectiva o supremo conselho de justiga militar
quando simultneamente se aCfirma com affoite-
za a culpabi'idade dos aecusados.
Note-so quo, tendo-se desde mutos annos to-
lerado os duellos, e continuado tolerar-se de-
pois do que leve lugar entro um official de ca-
gadores, c um paisano, s o de que nos temos
O cupado merecesse as attenges da justiga. E'
digno de censura a indifTerenga da justiga cora
relago ao reslo dos duellos, que tem havido ;
mas nem por isso deve de ser argida porque so
resolveu querelar dos duellistas, que temos
.Iludido.
Porque tem havido grande somma de abusos
devero elles subsistir sempre, e dever seres-
tygmatisado o cumprimeuto da le ?
E' certamente bem amarga a situago daquelle
que lera de optar pela obediencia le religiosa
o civil, ou pela nota de cobarde entre a ctasse fi
que pertence. E' por certo uma circunstancia
atlenuante, que deve actuar muito no anime dos
juizes antes da sentenga. Todava ojuiz, quo
absolve o reo convicto de duello, atropella a lei,
que manda punir o duellisla, e o supremo con-
selho de justiga militar bem andou portanto ol-
vidando quaesquer considerages, e condemnan-
do os que a lei manda mui explcitamente, qus
sejam punidos.
Para subtrahir os militares ao terrivel dilemma
de sebatereraem duello, ou de serem mal vistos
pelos seus camaradas, quando recusando o repto,
mostrara respeto lei, e sentimentos mu con-
formes com as prescrpgoes da e^neja, urgente
que a classe militar, se convenga de que muito
maisatlendivel o dever da obeJoncia s leis ci-
vis, e aos preceitos divinos, do que esse ftil re-
ceo do desobedecer s leis da honra, se essas
lhes sao oppostas.
Quando se lver a conviego de que o duello
uma grande immoralidade, ura grande, ota/nbem
muitas vezes um ridiculo crime, de que bera
longe de rehabilitar, desvirta aos olhos da so-
ciedade Ilustrada, e nao corrupta, a dea do.duel-
lo nos repugnar masenvergonhar esses mes-
mos. que ainda o reputara um acto honroso, em-
bora a religio, a philosophia, todo3 os cdigos
penaes. e a propria dgnilado do hornera o con-
demnera severamente.
Se ha anda quem se ncommode com a justa
perseguigao aos duellistas, e ponto de se de-
primir um tribunal respeitavel com o epitheto
deniquo, porque vio um crime, onde a immora-
lidade ve uma virtude, que rehabilita, ha todava
abundancia de quem rehabilite a tolerancia, com
que em regra a autoridade presencia os duellos,
e de quem louve o supremo conselho de justiga
militar pelo facto, de que o arguem os que en-
contrara nelle um atlentado horrivel contra o tal
principio da egualdade perante a lei.
Nao somos suspeitos, quando louvaraos aquel-
le tribunal. Somos porm justos, e por isso
nao podemos deixar de lhe prestar agora home-
nagem.
fiVacdo.)
Os dous adversarios esta vara em p, um de-
fronte do oulro, como estatuas de raarraore ne-
gro ; nenhura delles offerecia a menor mancha de
oulra cor, que podesse ser notada, e cada qual
estava voltado de lado para seu adversario.
De Rosny pronuncou as duas primeiras pala-
vras do sgnal com uma voz firme e clara, raas a
ultima, escapando-lhe dos labios, foi apenas um
grito penetrante, por quanto, apenas tinha elle
pronunciado metade da palavra, j Levinge lnha
feito fogo.
Por mais rpido que este movmento livesse
sido, elle tinha sido prevenido. No momento em
que Levinge apertava o dedo, Mohun fizera uma
meia volla dreita olhando fixamente seu iui-
migo de frente.
A brusca mudanca de posico, ou a consciencia
que elle leve de ver-se descascarado raudaram
provavelnicnte o olhar exerclado do assassino ;
porquanto a bala, que de oulro modo leria aira-
vessado o coraco de Ralph, apenas rasgou-lhe o
flanco mui profundamente.
Ninguem pude adevinhar que elle estava feri-
do ; abaixou pistola ultura que quz com o
mesrao sangre fro como se fosse em ura exerci-
co publico, e depois de alirar deixou cahir a mo
com ura gesto calmo e compassado.
Apenas a fumaga de sua arma elevava-se-lur-
bilhonando, que Horacio Levinge pulava para o
ar, e estendendo os bragos, cahii pesadamente
sobre a relva, com uma bala na cabega.
Voltaram-o de costas : foi um espectculo hor-
rivel : a bala penetrara justamente debaixo da
arcada superciliaria dreita ; a parle inferior do
rosto estava inchada pelo murro, que elle roce-
bera na vespera tarde ; o que augmenlava o
terrivel aspecto dessa cabega desfigurada.
Era este aquelle rosto, ao qual o defuncto cos-
tumava consagrar horas inteira3, do qual ellecui-
dava, como uma vclha coquetle, forca d'aguas
de sndalo e cosmticos, para o qual ello tema a
menor sarda, ou a menor queimadura de sol
ma wum aso* tunosa as sen3agoes flo menor sarua, ou a menor queimadura de sol
ura dosmorlaes em tal circunstancia. Mu susceptivel de gastar a frescura de sua pelle de-
Q CHA Silifiliii Q\ ri-.A In r.,, .: linaria 9
lalo pelo furor.
lcada ?
O cirurgio nada pode fazer; apressae-vos em
cobri-lo. Admitlndo mesmo que sua mfie o re-
conhecesse, ella recuaria de desgosto o de ter-
ror.
Est acabado, diz Levingslone de Rosny
que ficra tremer de horrorisado, nao s dessa'
- morte, mas ainda da odiosa perfidia, que a pre-
- ceder. r
S um Francez poderia dar ura tal accento
resposla, que elle murmurou baixinho entre den-
les :
Assim o espero !
Ento oceuparam-se da ferda de Mohun, a
qual nao era muito grave, e elle trazia uma duzia
aellas mais profundas em sou corpo cicatrizado.
Na verdade, pens quo sua sade ganhou. muito
com osla sangra.
A primeira advertencia, que elle fez, ao por
na caixa a pistola com tanta ternura como uma
mulher teria deitado no bergo seu fllho, foi.:
Ora bem I Guy, crdes agora nos'presenli-
mentos?
O sol pallido dissipou finalmente as nuvens no
momento em que retiravam-se, e, penetrando cu-
riosamente a folhagero, descobrio e clareou essa
massa angulosa e sombra, nicos restos de
um hornera, que dez minutos antes estava cheio
de mocidade e de vigor.
Foi ahi que pouco depois o guarda do basque
descobrio o corpo de Horacio Levinge, o qual de-
pois de reconhecido foi enterrado no Pre-La-
chaise.
Estes accidentes erara ento muito ccatmuns,
e a polica nao se deu muito trabalho era descu-
brir o adversario do eslrangeiro.
Houve 4 principio grande contcntameBto entre
seus herdeiros e co-religionariosem Houndsditch
e as Minories, mas depois vieram os procesaos
sera fim. Elles pairaram e aba'.eram-se sebre a
heranga como abutres sobre a carniga, reduzndo-
a por ultimo ragalhas.
Elle nem tinha 00 menos um cao favorito ; e
assim ninguem o chorou, nao ser talvez a fr-
gil e delicada donzella, de paludas iaces, de olhos
cncavos, que veio uma vez ajoelhar-se o orar,
sobre sua tumba derramando quontes lagrimas.
De todos os preceitos ordenados pelo Mestre-
Suprerao, aquelle, que a mor parle das mulhees
mais fcilmente pratica, este :
Perdoae e esquece al a septuagsima
vez. E para provarmos sua generosidad^, quan-
Us ha que depois de serem espancadas. por sc-u3
maridos, fizerara embravecer o severo Draao
que presidia o tribunal o desraeulram o polica*
que depunha por ellas, obstinando-se a negar os
ultrajes e pancadas, escripias lisivelraente em
suas pessoas cora caracteres vermelhos, azues e
prelos ? Quantas veaes teem ellas intercedido por
seus lyrannos cora muitas lagrimas e suspiros ;
au est tudo isto consignado extensamente no
livro das Chronicas de Bow-Slreel e de Clerkcn-
well 1
Esta prope.n3o muitas vezes as pa em eraba-
rago, verdade ; porque nosso mundo era sua
sabedoria tira proveilo de bom grado de urna tal
fraqueza. Talvez que isto lhes seja levado era
conla no outro mundo.
Entretanto essa joven nunca langou flores so-
bro sua sepultura ; seria isto uma irona muito
amarga ; os lynos e as rosas murchariam ah an-
tes de lempo. Ella nem mesmo depositou ahi
capellas do sempre-vivas ; porquanto o que me-
lhor se poderia desejar alma do defunclo era
que quanto antes cahissu no nada.
E entretanto, menos faria ainda se Fannv Chal-
looer acceitasse os officos de Mohun, se'adevi-
nhasse que o sangue de seu seductor e iyranno
manchava-lhe as mos. Ella nunca duvdou
disso, e assim passou-se para a casa, que elle lhe
tinha procurado.
E'ahi que ainda habita, tranquilla e contente
bem que sempre humilde e triste, no meio de
pessoas, que nada sabem de sua historia, e que a
amam com ternura, fazendo quanto pode para ser
ulil em quanto viver sozinha em sua cabana,abri-
gada como um ninho sob um rochedo exposto ao
sol, um pouco abaixo da lnha das ondas do mar
de Irlanda.
{Cont\nuar-se-ha],
tU. -IYP. DEM. F. DE ARIA.-.186?.


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