Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09181


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Full Text
illl IXXVI. HUMERO 281
Por tres mezes adianlados 5$000.
Por tres mezes vencidos 6$000.
TERCA FEBI1 4 SE DEZEMBRO DE 1861.
Por amo adiantado 19$000
Porte fraseo para o subscritor.
ENCARREGADOS DA SCBSCfUPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima !
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o
Sr. A de Lemoj Braga; Cear, o Sr. J. Jos de Oli-
veira; Maranho, oSr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Guimares ; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAR11UA3 1)1)5 CUKKttU.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinho e
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d' Albo, Nazarcth, Liraoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazcira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
ricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Sirinhem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua prela, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
5 Quarto minguante as 3 horas e 40 minutos
da tarde.
12 La nova as 10 horas e 28 rainutus da manha
20 Quarto cresceute as 3 horas e 50 minutos
da manha.
28 La cheia aos 58 minutos da manha.
PREAHAR DE HOJE.
Primeiro ss 10 horas e 6 minutos da manha.
Segundo as 10 horas e 30 minutos da tardo.
AUDINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL'
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco tercas, feiras e sabbados.
Fazenda : trras, quintas e sabbados as 10 horas
Juizo do commercio: quartas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel ; quarlase sabbados a urna
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda. S. Francisco Xavier apostlo.
4 Terca. S. Rarbara v. m.; Pedro Chrisologo.
5 Quarto. S.Genldoarc.; S. Sabas m.
6 Quinla. s. Nicolao B de Mira ; S. Leonisa.
7 Sexta. S. Ambrozlo b doulor da igreja
8 Sabbado. <& Cuncei^o de Nossa Senhora.
9 Domingo. S. Leocadia v, m. ; S. Reslituto b.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SUL
Alagoas. o Sr. Clnudino FalrSo Dias; Bahia,
Sr, Jos. Martins Alves; Rio de Jauelro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O propriftario do diakio Manoel Figueiroa d
Faria, na sua Irvraria pra^a da Independencia na.
6 c 8.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio do imperio.
3 seceo.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne- 9ue fosse
e a mesma eleicao o prazo de um mez marcado 27 de setembro do correle anno. decretar o se-
no art. 91 da lei de 19 de agosto de 1816, resol- : guinte :
vera V. Exc. transferir a cleic,o para a 1.a do- ^rj o
minga do prximo mez de dezembro, de maneira dos n, ifandegas do imperio
guardado o dito prazo, e ordenar ao ....
nico. Os ajudantes de ordens apresentaro
aos presidentes de provincia uma relucho de to-
Os direilos de consumo sero cobra- d"S as ordens que houverem transmiltldo no dia
na conformidade: *D}frloir. quer verbalmente, quer por escripto.
' seccao.-Rio de JaneiroMinisterio dos ne- S '"sse *"a" P*o. e ordenar ao ; da ,abea A ODservalDdo_se alm do que se acha | a*'* relaco depois de rubricada pelo presidente
gocios do imperio, em 6 de novembro de 1860. J"'.z d(\P" Presidente da mesa parochial que. se disposto no regulamento n. 2 617 de 19 de se- era. archivad
III.M ,. i:__. o_ i i. .. ftle n Illa V (ltelo ftloi in/* ronah.ii'ca imw. I'io nr_ ... iw' "*- ** _
Hito, e Exm Sr.Tenho presante o officio de V.
Exc. n. 236 de 19 de oulubro ullimo, submettendo !
consideraco do gnverno imperial a seguinte res-:
posta dada a consulta que V. Exc. dirigi o pri-
meiro juiz de paz da cidade de Mamanguapc
Que mal procedis o di'o juiz, pretendenlo^
presidir a mesa parochial, achando-se pronuncia-
do por crime de falsidade, pois que o art 2o da
lei regulamentar das eleigoes combinado com o
disposlo no art. 39 explcito e terminante, e s
pode presidir a mesa parochial o juiz de paz pro- !
nunciado, quando a prenuncia proferida em
crime de responsabilidade.
Em resposta declaro-lhe que o governo impe-
rial approva nao smente a deciso de V. Exc.
como tambem a deliberarlo que tomou, de or-
denar que proseguisse nos trabalhos daeleifo o
segundo juiz de paz que assuraira a presidencia
da mesa pirochial.
O que communico a V. Exc para seu conheci-
mento e para o fazer constar aos referidos juizes
de paz.
Deus guarde a V. Exc Joao de Almeida Pe-
reira Filho.Sr. presidente da provincia da Pa-
rahyba.
al o dia 2desle mez nao recebesse aquellas or-
dens, fizesse a convocaeo na forma do citado ar-
tigo.
Em resposta declaro-lhe que o governo impe-
rial approva a deliberacao de V. Exc. por ser
conforme ao que varias vezes tem decidido, e
ao disposto no art. 6 das instrueces annexas ao"
aviso n. 168 do 28 de junho de 1849.
Observo entretanto a V Exc que o menciona-
do juiz procedeu irregularmente, pois que, se-
gundo o citado artigo das mesmas instrueces, a
demora que houve na espedido das ordens da
cmara municipal nao podia impedir que no dia
proprio elle fizesse a convocado para a reunio
da assembla parochial.
Dos guarde a V. Exc Joo de Almeida Pe-
reira FUho.Sr. presidente da provincia do Ma-
rauho. t
3. seceo.Rio de Janeiro.Ministerio dos
negocios do imperio, em 20 de noverabro de
186o.Em resposta ao officio de Vmc. de ledo
crtente mez, declaro-lhe que, tendo o escrivo
do juizo
tembro do crrente anno, as seguintes regras :
1. As fazendas bordadas de ouro ou
ni
na razio imposta classe
de paz dessa freguezia sido noraeado as quaes licam sujeitas aos direitosna rozao igual'
para igual lugar na da Gloria, c nao podendo el- que estiver sujeila a mais onerada das referidas
________ leaccumulsr amos os officios por ser sso n- materias primas.
3a seceo.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne- coa>pativel, cumpre que Vmc. de accordo com o As obras de marceneiro, porra a roupa feila
gocios do imperio, em 6 de novembro de 1860.- *J"f dlsPoc a lel' Picure obler a nomeagao de 0 calgado e oulros artefactos semelharites, Uca '
Hlm. e Exro. Sr.-Tenho presente o offiio de V. '
Exc. n. 20, de 6 de outubro prximo lindo, re-
iiieltendo-me o mappa dos votantes qualificados
ns parochias dessa provincia, nos annos do 1857,
1858 c 1859, o da fixago do numero de cleitores
de cada urna das ditas parochias para a prxima
legislatura, e o da designacao dos collegios elei-
toraes.
Em resposta declaro a V. Exr. o seguinte
Art. 4 Os ajudanlasde ordens farao aprom-
_ prata I ar Pflos respectivos amanuenses, e submettero
e as quo liverem enfeiles de galoes, guamicoes assignatura do presidente da provincia, para
ou franjas de qualquer metal tiim, -..lir.'- i* < fn< remettiilos a secretaria de estado dos ne-
quaes nao houver laxa especial ou fixa, ou dis- gocios da guerf, todos os roappas, relagSes, par-
posigo particular ficom na tarifa sujeitas ao ,PS e ma'3 papis, que, segundo as ordens geraes
dobro dos direilos marcados para idnticas fa- do ex>rcito.
zendas sem bordados ou enfeiles.
2 Os direilos das fazendas ou lecidos lavra-
dos. bordados ou com enfeiles. snjeiios despa-
cho por factura, nunca poderao ser menores do
que os fixados para os mesmos artefactos sem
lavor, bordado ou enfeite.
3 An mercadorias nao contempladas na la-
bella A, qua nao poderem ser assemelhadas, na
forma do art. 568 do regulamento rindo, pagarao
direilos ad valoren na razao de 30 0[0
Excepluam-se desla regra : Io, as que fJrem
fabricadas de materia prima que na mesma la-
bella esliver incluida, as quaes pagarao direilos
na razao por que esta tiver sido tributada ; 2o,
, as composlas ou fabricadas com duas ou mais
materias primas contempladas na referida tabella.
outro ; e se por parte do subdelegado nao se an- | sujeitos aos direilos
nuir isso, Vmc. requerer auluridade compe- respectiva
tente, atim de ler um escrivo privativo para o Art. 2." Alera dos direilos de consumo, de que
ton J,20 deTueP Z o Se ii! rCSUlamen- j lral,a arl *. cobrar-se-ha, da dala era que'for
n. ih ue Janeiro de 13*. ,,osto eic exPCUrao 0 presente decreto al ao fira
Olido o escrivo para esse juizo lera Vmc. do anno fioanceiro de 1862 1863, em todas as
quem sirva perante a mesa parodia na e eicao i ifaniWaB Hn imn. TijT I
de 30 de dezembro prximo futuro ; ficando ceato | ?0d., "mercK>' 8dJ=.onaos de
de que no poderia o escrivo que servio na elei-
Io Que, concluindo-se do citado officio de V. i ?ao de cercadores e juizes de paz, servir naquel-
a, sem nova nomeacao e juramento, porque a
sua uomoaco e juramento anteriores forarn ni-
camente para a dita eleic&o de vereaJores e jui-
zes de paz.
Dos guarde a VmcJuo de Almeida Pereira
Filho.Sr. juiz de paz mais votado da freguezia
da Lagoa.
do
paiz.
que se despacharem para
na razao de 5 por 0[0 do seu
consumo
vaior
Excepluam-se : Io. as mercadorias constantes
da tibella B, cojos direilos addicionies sero ar-
recadados na razio de por 0[0 ; 2o, as que go-
zam de isengo di direilos de consumo, na forma
do regulamento o. 2.617 de 19 de setembro do
corrcnle anno, e as constantes da tabella C, que
ficam isentas dos direilos addicionaes.
Art. 3." Na alfandega de Albuquerque se dar
o abalimento de 20 por 0(0 na importancia dos
direilos do consumo e addicionaes. emquanto
Ministerio dos negocios da jusliga.Rio de Ja- estes subsistirera, da3 mercaduras constantes da
neiro / de novembro de 18C0.Illm. e Exra Sr. tabella D.
Foi prseme a S. M. o imperador o officio de V. 1. Esla disposico lera lugar da dala da exe-
xc. de 23 de maio ultimo sob n. 135, acompa- ; cuyao do prsenle decreto al ao Qm do anno fi-
Miuisterio da justiea.
Ese., que nao foi executnda a disposico do 11
do art Io do decreto n. 1,082 .le 18 de agosto
cleste Bnno, quanto fixagao do numero de elei-
tores das parochias do Santa Philo.nena e de
l'arnagu, deve V. Exc, tomn lo por bise a qua-
lilicaco anterior ao desraeonraruento, fixar o nu-
mero de eleitores das ditas parochias, guardando
a proporgo do aviso n. 159 de 1819. e seguindo
o meio pratico indicado nos avisos de 20 e 22 de
outubro ultimo, de que lhc envi as inclusas
copis;
2" Que nao podendo haver collegios eleiloraes.
seuao era cidades ou villas, como determina o S
3o do art. Io do citado decreto, n5o podem os
eleitores da parochia de Santa Philomena deixar' "hado da copia de um outro em que o juiz mu- ] naeeiro de 1865 a 1866 : d'ahi'em dlan
de votar, onde volarem os deraais eleitores do I nicipal da 2 a vara da capital dessa provincia con-'. C*ds anno financeiro que se seguir, se di-dzir
municipio, de que faz parte aquella parochia. isultou se, estando impedidos os dous juizes de'8 por 0[0 do mesmo abatimenlo' al que este
Deus guarde a V. Exc Joao de A Imeida Pe-1 direilo e cabendo-lhe substituir oda 2.a vara,! cesse.
reir Filho.r. presideute da provincia do I essa substituido comprehendia tambem as func- j 2." As mercadorias constantes da tabella
Piauhy. I oes de juiz dos felos da fazenda, ou se estas de- | j despachadas para consumo na referida alfan-
------------ I viam ser excrcidaa pelo juiz especial do com- ; dega, que llverem por qualquer motivo de seguir
31 secrao. Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-I mercio. < para oulra provincia, satisfirao previamente
gocios do imperio, em 14 de noverabro de 1860. Ac que V. Exc. respondeu que, comquanlo a importancia do abatimenlo que ni poca d.>seu
lllm. e Exro. SrTenho presente, o officio de ; o art. 4 da lei de 29 de novembro de 1841 esla- embarque ou enlrega da carta de guia tiver lugar.
V. Exc. n. 3d de 6 de outubro ullimo, subraet- beleca que os juizes municipaes s polero subs-l na frma do prsenle artigo, lanc,ando-se a ver-
lendo considerado do governo imperial a dol- tituir os dosfeilos dafazenda na fallaabsoluta dos1 ba do seu Pagamento no despacho respectivo. No
beragao que tomou de approvar a eleicao de ve-; de direito, doutrina que foi confirmada pelo avi- caso do fall de verba na alfandega ou mesa de
juizes de paz que so procedeu na so n. 48 de 28 de julho de 1813 entenda com- i rendas importadora, ser a referida differenca co-
a presidencia do terceiro juiz | ludo que a elle juiz municipal, e nao ao juiz de btada n? rnzao dupla.
direi'.o especial do commercio, competa a subs- ._~_ *". A? Presenles dls
liluico do dos feitos da fazenda ; 1., porque a
lei e avisos citados nao comprehendem na ex-
presso juizes de direito os especiaos do com-
mercio, cuja creago Ihes poslerior; 2., porque
a simples categora de juiz de direito nao os ha-
bilita para aquella substituido, como nao habi-
lita os chefes de polica, que sao tambem juizes
de direilo ; 3., porque entre o juiz de direito or-
dinario e o especial do commercio nao ha a si-
mililude de jurisdicc.ao em quo repousa a razao
das substituyes ; 4.", porque em regra geral sao
: os juizes municipaes os substitutos naluraes dos
soha ao re- i juizes de direilo era todas as suas funeges, com
decretada excepto nica das expressa o nomeadamcnle
eram peridicamente dirigidos s
reparticoes do ajudaole general, e de quartel-
mestre general pelos exlinctos assistenlcs do
ajudante general nas provincias.
Art. 5. Os ajudantes de ordens velaro sobio
que oscommanilanles dos corpo, fortalezas, e
fortifieacoes. o chefe dos estabelecimentos milita- !
res
l
rcadores e
villa da Uniao sob
de paz e de annullar a que foi presidida pelo
primeiro.
Era resposta declaro-lhe quo o gnverno impe-
rial approva a deliberado de V. Exc, po}s que os
successos que occorrerarn durante a elei(ao pre-
sidida pelo primeiro juiz de paz, e que iconslam
da portara expedita por V. Exc em data de 3
do mesmo mez, constituera irregularidades in-
sanaveis que wicfhm todo o processo eleitoral
ao passo que, segundo as informaQoes
e o que consta das actas, a elei^ao pre
terceiro juiz de paz foi feila com toda
ldades legaes.
Cumpre portanlo que V. Exc. im
ferido primeiro juiz de paz a muW
revogadas as dispo3ices em
V. Exc.
dida pelo I
as forma-
no art. 126 da lei regulamentar das eleicoes, designadas; 5 u, porquo sendo feila a subslitui-
Io n. 4.
Deus guarde a V
reir Filho.Sr.
Piauhy.
, Exc.Joo de
presidente d:
3a seceo.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 19 de norembro de 1860.
lllm. e Exm. Sr.Tenlio presente o officio de
V. Exc. n. 167, de 26 de outubrp ultimo, commu-
nicando-rae ter feilo constar s/caraaras munxi-
paes dessa provincia que os aleilores que tecm
de proceder a elciQo de um senador no dia 25
do correte mez devera rurjir-ie nos mesmos
collegios cm que reuniram-se o anno passado
para eleigo idntica, visto q
i cao do juiz dos feitos pelos de direito, segundo a
Almeida /e-jordem da numerao das varas destes, nao pode
provincia do competir especial do commercio, que nao lera
I lal numeraeo, exactamente porque por sua es-
pecialidade nao lem relaco nem lgar.ao alguraa
com aquellas; 6." nalrente porque tal tem si-
do a pratica seguida nas outras provincias.
E o mesmo augusto senhor, por sua imperial
e immediala resoluco de 10 de outubro lindo, ,
dada sobre consulla daseceo dejuslica do coose- \Tj' de HSuf"ny. bel por bem exonera-lo do lugar
Iho de estado, houve por bem mandardeclarar qu.e I deJJ"dlnle-general do cxercito.
uaopJe ser approvada a deciso de V. Exc. econ-
seguintemente que a vara dos feitos du faenda
pode ser interinamanle exercida pelo juiz com-
posices, e as tabellas
annexas, tero vigor era ca la uma alfandega, ses-
senta dias depois do recebimento da ordena que
mandar execula-Ias, pira o que previamente se
annunciara nos peridicos de maior circulaco,
ou por editaos nos lugares cm que os 'nao
houver.
Art. 5. Ficam
contrario.
Angelo Moniz da Suva Ferraz, do meu coi30-
Iho, senador do imperio, presidente do consellio
de ministros, ministro e secretario de estado dos
negocios da fazenda e presidente do tribunal do
iheseuro nacional, assim o tenha entendido e faca
executar.
Palacio do rio de Janeiro, era 3 de novembro
de 1860, 39 da independencia e do imperio.
Com a rubrica de Sua Magestade o Imperador.
Angelo Moniz da Silca Ferraz.
i.w* lenles.
Alexandre Jos do Araujo, Antonio Pedro Car-
neiro Pereira da Cunha, Jos Gregorio Alfonso Li-
ma, Ignacio Accioli de Vasconcellos, Anselmo
Jacqurs Godfmy, Silvino Jos do Carvalho e Ro-
cha, Antonio Carlos Rodrigues da Silva, Jos Ray-
mundo do Faria, Pedro Thom de Castro e Arau-
jo, Francisco Manoel da Silva Guimares, Bonifa-
cio Joaquim de Sania Anna. Joaquim Guilhermc
de Mello Carrfio, Felicio do S Brito, Jos Perei-
ra de T.fma Campos, Joao Pedro de Carvalho Ra-
poso, Candido Benicio da Silva. Francisco de Mi-
randa Ribcirn, Sabino Eloy Pcssoa, Marcellino
Gomes de Andrade e Almeida, Ricardo da Silva
Noves. Pedro l.eilo da Cunha, Carlos Augusto
Victoria, Giacomo Raya Gab.-.glia, Candido Custo-
dio de Lomos, Honriquo Antonio Baplisla. Jero-
nymo Pereira do Lima Campos, Antonio Mariano
. de Azcvedo. Jos Cirneiro do Amorim Bezeira,
n 'nr?H 1T "W" n0S dev'Jos lempos | Luiz Mara Piquot, Eneas Juslo de Barros Tor-
miiP/n.S e. da Pro^ni'a os raaPP". rHacoes e ; reo, Maraede Simoes da Silva, Basilio Antonio
iffiK... 8g'.'r' rerae",'10 a2S dfiS1"Pra Rarbede. Antonio M.noel Fernandes,
droii?A JL- i g nnpfra|. com,. deslno *s Jos Lopes de S, Jos Henrique da Silva Fres
XZSE53 2 Se/,,0r nr ,g0 4l ^Ue Jus Avelinu da Kl Jacques. Joo Carlos de
aciualmenlcteera de ser dirigidos pelos piesiden- SouzaJacq.es. Manoel Francisco Correia L-al
tes dasproV|incias secretaria de estado dos ue- -
gocios do guerra. Activaro em nonie do presi-
dente a remessa desdes papis, e dar-Ihe-ho
parte de qualquer omissan, negligencia ou de-
mora que houver em tal remessa ; assim como
na execoco de qualquer outra determinaco,
tanto das contidas nas orden3 do dia do exercito
como das especiaos do presijpnle.
Art* 6. Os ajudantes de ordens tero sob sua
guard o archivo dos exlinctos assislentos do
ajudao'e-geeral, e sero encarregados do lisca-
lisar e dirigir a escripturago dos livros mestres
e mais livros de registro que eslavam a cargo dos
mesmos assistentes, e nao forera dispensaveis
pela suppresso desle emprego.
Art. 7. Os ajudantes de ordsns sero rospon-
sabilisados pela omisso. negligencia ou demora
na execuQo das ordens concernentos ao servico,
se para a promplido dessa execucjio nao pro-
cedercra de conformidade com o disposto no ar-
tigo 5.
Art. 8" Os ajudantes de ordens sero encar-
regadas de lodo o detalhe do servico militar da
guarnico da provincia, e fiscalisarao a execuco
desse servic,o, sendo obrigados a dar pirte aos
presidentes de. provincia das irregularidades que
uel'ese praticarem. Pela falta da competente
parlo sao responsaveis os ajudantes de ordens.
Art. 9." Os amanuenses dos ajudantes de or-
dens sero lirados dos corpos da guarnico da
provincia, cscolliidos e propostos pelos mesmos
ajudantes de ordens, o approvados e nomeados
pelo presidente.
Art. 10. Os amanuenses sero encarregados
do escripturar toda a correspondencia que hou-
ver de ser assignada pelos ajudantes de ordens,
os livros meslccs e os do registro a que se refere
o artigo 6, e a organisar os mappas, rclaces e
mais papis concerneotes adminislrar/o da
guarnico militar da provincia, qua devem ser
submeltidos assignatura do presidente.
Art. 11. Os amanuenses percebero, alm de
seus vencimentos militares,uma gratiQcaQo meu-
Jos Nolasco da Fontonra Pereira da Cunha, Fran-
cisMi Freir de Borj.i Saloma Garco, Juo Carlos
de Souza Machado, Joaquim Leal Ferreira. Eugle-
nio Pedro da Rocha Pita, Antonio Coelho Fragto-
zo, Antonio Luiz da Silva Souto, Jo&o SoarVs
Pinto, Francisco Leopoldo Cabral do Canto e Tei-
ve, Salusliano Caelano dos Santos. Manoel Jot-
quim de Castro e Cos'.a. Antonio Marcellino da
Ponte Ribeiro, Jos da Cunha Moreira, Pedro IN-
polilo Duarto, Joaquim Jos Pinto, Justino Joj
de Mac odo Cuimbr, Manol Pereira de Figueiredo,
Joaquim Mara de Almeida Portugal, Joaqun
Ribeiro Guimares, Manoel Rodrigues do Almeida,
Luiz da Costa Fernandos, Balduino Jos Ferreira
de Aguiar, Lourenco Eloy Pessoa de Barros, An-
tonio Ximenea de Araujo Pitada, Ignacio Joaq/iira
da Fonseca, Maaoel Antonio Vital de Oliv/ra,
Antonio Correia do Brito, Manoel Ernesto deson-
za Franca, Antonio Benedicto Orozimbo Xavier
de Azevedo, Pedrn Cordoirod? Araujo Fcio,
quira Nolasco Pereira da Cunha, Antonio
Toixeira, Francisco Gomes da Silva, Joo 1)
da Ponte Ribeiro, Domingos Joaquim da Fonjseca,
Antonio Gomos de Mallos. Euzebio Jos Ani
Jos Francisco Piulo, Dr. Brasilio da Silv
rauna, Joo Moreira da Costa Lima, Galdido L ce-
ro de Minnda, Aurelio Garejudo Fernande de S,
Francisco Antonio Salom Pereira, AaguaioTMa-
ximo Baptista, Jos Martiniano de Mello e Aivin,
Felippe Orlando Short, Francisco Manoel /lvcs
de Araujo, Francisco da Cunha G ilvo, Elistario
Jos Barbosi, Pedro Ferreira doOlivoira, Jacftrac
Martins Baggl, Francisco Jos C. Netlo. Desidero
Celestino de Castro Jnior, Thomaz Pedro l-
tencourt C')lrin, Manoel Jos de Araujo C>vJ|l-
canli do Albuquerque Lias, Carlos Braconnit,
Erneslo Ignacio Cinlim, Jos Rodrigues de Sui-
za, Carlos Ramel, Alvaro Augusto de Carvalh
Guilhrme Jos Pereira dos Santos, Pedro D ivi j
Diro'-her, Antonio da Silva Toixeira, Manoel MarA
tos de Araujo Castro, Jos Mara do Nasoimento
Jnior, Rufino Luiz Tarares MesUbo, Jos de San-
ta Auna, Collalino Marques de Souza, Ricardo
Joa-
Luiz
arte
ines,
B,i-
M,leSK, Greenhalgh. Joo Evangelista Correia de Araujo
Art. 12. Os ajudantes de ordens terao por or- Lima, Pedro Mara Amaro daSihein, Joo Men-
denanca uma praca de prel da guarnico, a qual des Salgado, Americo Brasili Silvado Gaio Pi-
sen cropregada naconducSo do expediento mi- nlioiro do Vasconcellos, Antonio Joaquim Morei-
ra Marques, Benrique Francisco Martins, Jaciulho
Ministerio da guerra.
Altcndendo supplica do Icnente-general ba-
eleitos antes do decreto n. 2,621 de 22 de agosto !
deste anno, nao Ihes applicarcl o que neste se
acha disposlo.
Em resposta declaro a V. I xc. que o governo
impeiia! nao approva a dclib-roco que V. Exc.
tomou, pois que o ser a oleic dos referidos
eleiloresanlerior creaco dos" collegios eleilo-
raes feila pelo citado decreloj nao razo para
que elles deixera de rolar oestes collegios; e
nesta conformidade V. Exc expedir suas ordens.
Deus guarde a V. Exc./o 0 de Almeida Pe-
reira Filho.Sr. presidcnlo c
ranho.
le tendo elles sido' mercial, com preferencia aos juizes municipaes;
a provincia do Ma-
33 seceo.Rio de JaneirojMinisterio dos ne-
gocies d imperio, en 19 do novembro de 1860.
Illm. e Exc. Sr.Era aldilamento ao aviso de
6 do corrcnle mez, que dirig a V. Exc. em res-
posta ao seu officio n. 30 de 6 do oulubro ultimo,
observo a V Exc. quo o governo imperial,-al-
tendendo ao disposlo no 3" do art. Io do de-
Io, porque, segundo a constituido do imperio,
os juizes de direito nao perdem de sua essencia
pela diversidade de jurisdieco, e nesta condi-
Co se achara comprehendidos os juizes espe-
ciaes do commercio, embora a sua creaco seja
posterior lei de 29 de novembro de 1841; 2.,
porque justamente na categora de juizes de
direito que se funda a substituto do dos feitos da
Sebasto do Rogo Barros, do meu conselho.
ministro e secretario do oslado dos negocios da
guerra, o tenha assim enleneido e expega os des-
pachos necessarios.
Pelario do Ro de Janeiro, em 7 do novembra
de 1860, 39 da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador.Sebas-
tio do Reg Barros.
1.a directora geral.1.a seceo.Rio de Ja-
neiro. Ministerio dos negocios* da guerra, cm 7
novembro de 1860.
Havcndo por bem, S. M. o imperador, por de-
litar .'.i autoridades a que'm elle frdirgido.
Paco, em o do uoo,nbro de 1860.Sebaslio
do Reg Barros.
CONSELHO NAVAL.
Quadro do pessoal militar da armada, por or-
dem de antiguidade nas classes respectivas, pu-
blicado pelo conselho-naval, em execuro do
que determina o art. 12 do seu regulamento.
Vice -almirantes.
Joo Pascoe Grenfell e biro de Tamandar.
Chefes de esquadra.
Antonio Pedro de Carvalho, Guilherme Parker,
Joaquim Jos Ignacio.
Chefes de di viso.
Jlo Maris Wandelkolk. 'Antonio Leocadio do
Cont, Diogo Iguacio Tavares, Francisco Manoel
Barros da Silva, Jesuino Limego Costa, Joaquim
Raimundo de Lamare. Joaquim Manoel de Oli-
veira Figueiredo, Felippe Jos Ferreira.
Chefes de diviso graduados. -
Jos Mara Ferreira. Francisco da Silva Loho,
Jorge Broom.
Capiles de mar e guerra.
Pedro da Cunha, Francisco Vieira Leito, Mi-
noel Francisco da Costa Pereira, Antonio Flix
Correa de Mello, Raphacl Mondes de Moraes e
Valle, Joo Custodio Jo Houdain, Francisco Pe-
reira Tinto, Francisco Xavier de Alcntara, Eli-
ziario Antonio dos Sanios, Gervazio Mancebo,
Lourenco da Silva Araujo Amazonas.
Capites de mar o guerra graduados
Pedro paulo Boutrouelle, Augusto Venceslao
da Silva Lisboa.
Capites de fragata.
Vctor Santiago Subr, Rodrigo Jos
Joaquim Jos de Oveira, Guilherme
sanee Cunha, Frincisco Luiz da Gima Rosa, Jos
Furtado de
He
3" seccao.Rio do Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios da marinho, 18 de outubro de 1860. Em
resposta ao officio, que V. S. me dirigi com da-
tade 10 docorrente, sob n. 751, a respeito dos
operarios que adoecerem nesse arsenal : se me
oHerecc dizer-lhe que smente os artfices mili-
tares teem dreiio a tratamento nos hospilaes da
armada, como dispoe o $ Io do art. 118 do decre-
to n. 2,o83 de 30 de abril ullimo, mas nos casos
extraordinarios de desastros e doencas graves e
repentinas, que nao permitlam aos enfermos cr
transportados aos seus domicilios sem porigo
pode V. S. faze-los recolher ao hospital de ma-
rmita, d'onde devem ir para as suas casas lo.}
que nao houver nisso inconveniente. Dos guar-
de a V. S Francisco Xavier Paes Brrelo, Sr.
inspector do arsenal de Marinha da corle.
fazenda; nao se dando o mesmo quanto aos che- ". h.-",a c" 'T' crlc?de.r ao 'enenle-gene-
fes de polica, que, alm de eslarera fura do exer- "'^ *EE d,e!",ssa0 T,,e Ped, do Ju:
..'.. !7ar ne rcu IC1 n.trnnnn tin f, i- .ro .. n.imnrn ftnfl
crcto n. 1,082 de 18 de ogssto deste anno, nao nha Paranagu.Sr. presidente da provincia do
pode approvar a deliberac* quo V. Exc. tomou,
de nao annexar a villa de S. Goncalo cidade de
Oeiras, apezar dedistarem ntre si menos do 30
leguas; e era ple ser aceita a razio, que V.
Exc. allega.de que, tendo-se de proceder a elel-
co secundaria em lempo de chovas nessa pro-
vincia, fl;a quasi serepre corlado o transito pelas
endientes dos ros
determina que nos mum
verificar o numero de 20 e
cicio do juizado de direilo, podem muitas vezes
ser nomeados d'entre os desembargadores ; 3.,
porque a substituto do juiz dos feitos da fazen-
da pelos do direilo no. fundado na similitude
das funces, mas na gerarchia dos juizes, a qual
se d nos especiaes de commercio, sendo termi-
nante a este respeito o texto da lei no art. 4 ser-
vndo os juizes municipaes smente na (alta ab-
soluta dos do direito. O que communico a V.
Exc. para sua intelligencia e execuco.
Dos guarde a V. Exc Joo Lustosa da Cu-
Maranho.
gar de aju Jante-general do exercito, compre que
Vmc na conformidade do regulamento approva-
do pejo decreto n. 2,677 de 27 de outubro deste
anno, assuma interinamente as fuaeces daquel-
le lugar.
Dos guardo Vmc. Sebaslio do Reg
Barros.Sr. Frcderico Carnero de Campos
Primeira directora geral.
Instrueces para o servico dos ajudantes d'ordens
dos presidentes de provincia.
Art. I." Os ajudantes d'ordens dos presidentes
de provincia onJe nao houver comraando de ar-
2.a seceoMinisterio dos negocios da justiea. mas, institu los pelo art. 105 do regulamento
Rio do Janeiro, 17 de novembro de 1860. I approvado pelo decreto n. 2677 de 27 de outubro
Illm. e Exm. Sr,S. M. o imperador, a quera fiz
prsenle o officio de 25 do agosto do correte
anno, em que V. Exc consulla sobre o procedi-
pois qile o citado paragrapho ment que deve ler no caso ahi oceurrente nes-
ipios em que se nao sa dala, e que pode reproduzir-se, de Ucar preso
eitores, osles forma-
rao collegio com os da cida lo ou villa mais pr-
xima, excepto quando dista
30 leguas por trra, caso
rem entre si mais de
em que poder haver
collegio de menos de 20 e'eitores. visla desta
terminante disposico, devi
os eleitores da villa de S. G
logio cora os da cidade de
o que V. Exc. informa, a
i V. Exc ordenar que
incalo formassem col-
Oeiras, que, segundo
nais prxima pedin-
do, quando muilo, ao governo imperial que so-
liciusse da assembla geni legislativa alguraa
providencia para fazer desapparecer o inconve-
niente de lal annexaco.
Deus guardo a V. Exc. oo de Almeida Pe-
reira Filho.Sr. ptesidei te da provincia do
Piauhy.
3.* seceo.Rio de Jauiiro.Ministerio dos
negocios do imperio, em tO de novembro de
1860.Ulm. e Exm. Sr.Tnho presente o offi-
cio de V Exc. n. 166 de 2> de oulubro ullimo,
communicando-me que, tendo a cmara munici-
pal dessa capital expedido np dia 16 do correnle
tnez. as orden; para a nov i oleico de juiz de
paz da parochia de S. Joo aplista de Vinhaes,
quando j nao podia media entre a convocaco
indefinidamente, ou por mais lempo do que es-
tara se tivesse sido condemodo o individuo aD-
solvido pelo jury, de cuja deciso appella o juiz
de direilo : manda declarar a V. Exc\ que. dis-
pondo a le de 3 de dezembro de 1811 no art. 8
que a appellacoda senlenca de absolvigo sus-
pende a execuco no caso do art 79, s ao poder
legislativo geral compete alterar essa disposico
em ordem a fazer cess:r o inconveniente apunta-
do por V. Exc a quem cumpre entretanto inda-
gar d'onde procede a demora da deciso do pro-
cesso, e fazer responsabilisar aquellos que esti-
verem em falla.
Dos guarde a V. Exc.Joo Lvslosa da Cu-
nta Paranagu.Sr. presidente da provincia da
Parahiba.
Ministerio da fazenda.
Decreto n. 2,684 de 3 de novembro de 1860.
Manda executar a nova tarifa dasalfaodegas.
Hei por bem, usando das autorisaces conce-
didas pelo art. 29 da lei n. 369 de 18 de setembro
de 1815, art. 28 10 da lei n. 939 de 26 de se-
tembro de 1857, eart, 11 l da lei o, 1,114 de
do correnle anno, sero o orgo legitimo dos mes-
mos presidentes para a transmisso das orden3
destes aos corpos, fortalezas e estabelecimentos
militares, aos officiaes do exercilo que cxlstirem
solados na provincia, ou por ells transitarem, e
aos da guarda nacional em servico da reparlico
da guerra.
nico. Os ajudantes d'ordens nao podero
transmiilir ordens aos officiaes generaos, nem
quaesquer estabelecimentos quo tenham sob sua
guarda valores de qualquer natureza, quando
taes ordens forem relativas despeza
Att. 2. Osajudanles de ordens sero sempre
tirados do preferencia dos dous corpos de estado-
maior, e da privativa noraeaco do ministro e
secretario de estado dos negocios da guerra. S
na falta absoluta de officiaes idneos daquclles
corpos, do de engenheiros, ou reformados, sero
lirados dos arregimeniados
Art. 3. Os ajudantes de ordens Iransmittiro,
quer verbalmenle, quer por escripto. todas as
ordens que do presidente da provincia receberem
para expedir, e o faro sempre em nonie do mes-
mo presidente, assignando os officios de comrau-
nicaco das que nao forem vnrbaes, salvo aquel-
los cuja assignatura o presidente reservar para si,
por qualquer consideraco, ou porque assim o
exija a importancia do objecto da ordem, em re-
laco s conveniencias do serrico 9 da disciplina
militar.
Mendonca Paes Leme, Joo Gomes
'Je.Faria, Cincinaius de Cerqneira Lima, Jos Can-
dido uaite, v.....,, p..-d..r Vidal Anelo de
Faria Pinlo Mangaboira, TlKV. 8a l\" 12L
Cyprano Basilio Goncalvfs, Manoel Carneiro d
Rocha, Joo Baptista de Oliveira Montaury, Joa-
quim Rodrigues de Souza Aranha, Joaquim Ma-
ra Nogueira, Helvecio de Souza Pimentel, Ber-
nardino Jos do Queiroz, Antonio Carlos de Na-
riz e Birros, Joaquim Romano Stopple da Silva.
Augusto Netto de Mendonca, Manoel de Moura
Cirne, Jos ilrppolito de Menezes, Fernando Das
de Mendonca Paes Leme, Amallo Jos Pinto de
Cerqucira, Luiz Antonio da Silva Peixoto, Joa-
quim Francisco de Abreu, Jos Bernardino de
Queiroz. Joronyrao Francisco Goncalves, Manoel
Moreira Neves Filho.
20s lenles.
Francisco de Paula Fragoso, Braz Jos dos
Reis, Cimillo de Lelis e Silva, Jos Antonio da
Silva Maia, Jamos Gomes de Argolo Ferro. Joo
Antonio Alves Nguoira, Antonio Luiz Iloon-
hollz, Joo Goncalves Duarte, Aureliano Jos do
Cont Soares, Francisco Ferreira Pinlo, Ciernen-"]
lino de Cerqueira Lima, Francisco Antonio de
Vasslmon, Pedro Jos Ahes, Lucio Joaquim de
Oliveira, Francisco Jorge da Silva Araujo, Geral-
do Candido Martins, Emilio Augusto de Mello e
Alvim, Augusto Cesar Pires de Miranda, Jos
Luiz Toixeira, Manoel Lopes da Cruz, Francisco
Forjaz de Laccrda, Joaquim Cardoso Pereira de
Mello. Jacinlhn Fornandes Pinheiro, Eduardo
( Wandcnkolk, Manoel Lopes de Santa Rosa, Pe-
s Ferreir.1 dro L"Pes dn Concedo, Evaristo Ferreira da Vei-
Carlos tas- g'1' rcl'PPe Firmino Rodrigues Chaves, Olympio
Jos Chavantes, Manoel Soares Pinlo, Manoel
Eduardo Wandelkok, Henrique Manoel de Mo- 'rdo da Cunha Couto, Francisco Esperidio
raes Valle. Jos Antonio Corre,, Gabriel Ferreira ^.rigues \ az Lourenco Luiz Pereira de Souza
da Cruz, Joo Maria Pereira de Lacerda. Jos Junwr Joao Uenriques de Carvalho e Me lo. Pe-
Moreira Guerra. Antonio Caetano Ferraz. Benja- dru de bouza Travassos. Tancredo Jos da
mim Carneiro de Campos, Jos Maria Rodrigues,
Francisco C'-ir.leiro Torres e Alvim, Joo Baplis-
la do Oliveira Guimares. Manoel de Oliveira
Paes, Jos Maria Galhardo, Joo Climaco Hunos,
Fernando Lzaro de Lima, Jos Segundino Go-
mensoro, Joaquim Jos da Silva, David Pelr.i de
Barros Ernesto Alves Branco Moniz Brrelo, Can-
dido Jos Ferreira, Francisco Candido de Castro
Menezes e Ernesto Frederico de Verna Bilslein.
Capitos-tenenles.
Jos Manoel da Costa, Cirios Augusto da Ro-
cha Freir, Jos Antonio de Siqueira, Bernardo
Alves de Moura, Joo Gomes de Aguiar, Jos Ma-
noel Picaneo da Costa, Manoel Joaquim Correa
dos Santos, Manoel Luiz Pereira da Cunha. Anto-
nio Lopes de Mosquita, Victorio Jos Barbosa da
Lomba, Joo Carlos Tavares, Pedro Antonio Luiz
Ferreira. Joaquim Lucio do Araujo, Hermenegil-
do Antonio Barbosa de Almeida, Flix Lourenco
de Siqueira, Jos Pereira Pinto, Francisco lied-
Miniislerio dos Urgocios Eslrangeiros.
O Sr. D. Buenarenlura Seoane. noraeado mi-
nistro residente da Repblica do Per, foi rece-
recebido em audiencia publica de aprescntao
por S. M. o imperador no dia 10 do correnle
mez. s 6 horas da larde, no palacio de S. Chris-
tovao.
O Sr. Seoane inspirado pelos sentmentos que
sem interrnea* tem presidido as relaces enire
os dous paizes, proferio ao entregar sua car-
ta de erenca a Sua Mageslade a seguinte alio-
cueao :
Senhor.! O governo do Per me enviou pa-
ra junte) de V. M. 1 com o carcter de ministro
residente, afini de manter e augmeuiar as boas
relicoes que existen) onlre este Imperio e aquel-
la Repupliea.
Guiados os Brasileiros c os Peruanos, quasi
contemporneamente, c um mesmo altar pela
unidado de suas crencas reliogiosas, e a urna
mesma luta de independencia pela de suas cren-
Cas politicas, habitando o mesmo continente com
ignaoa condi.es de existencia e de piogresso
materiaes, e separados apenas por uma liaba
ideal, que nao os impede dedar-se de um a ou-
To lado as mos, podem consilerar-se como al-
liados pela natureza para viver era concordia e
em commercio permanentes,
O governo e o povo de Per, que lera es-
sempre em perfoita harmona e era cordial intel-
ligencia com o governo e o povo do Brasil, fa-
zera votos pola prosperidade desta formosa por-
C&O da America do Sul, que rapidimei.te mar-
cha para seus allos destinos por um caminho
sem sangue; e dirigida por instiltuces sabias
e por um monarcha que acompanha o espirito
do seculo. Os vnculos que ligam a ambas as
naces tendera a robustecer-se cada voz mais. e
eu que tenho a fortuna de sor o primeiro minis-
tro que o Per ostabelece no Brasil para che-
gar a esse resultado.de reciproca utilidado, verei
amplamenlo satisfeitas as minhas aspirares se
conseguir alcanga-lo merocende ao mesmo lem-
po a benevolencia do V. M. Imperial e do cons-
picuos membros do governo.
Ha algum lempo, senhor, quo me lera a-
\presontido nesta corte, se outra raisso diploma-
ba de urgencia que cm caminbo rae foi con da-
lla para a Confederaco Granadina, nao honres-
se retardado mais do.que eu desojara a honra que
o_^a tenho de deppsitar na3 mos de V. M. Impe-
rial a credencial autographa de minha inissj.
S. M._ o Imperador apreciando devidamente as
exdressos de que foi orgo aquelle ministro, res-
pon\leu-lhe nos tormos sesuinles :
\Voss3 misso, Sr. ministro, e nu>v usi^m.i
ca do Per e do Imperio do Brazil. Seus tute-
rcsse9 ligam-se estreiamente, e confio, Sr. mi-
nistro era que fiel, interprete dos senlimentos
de vosso governo, e corto da benevolencia do
meu vos empenhareis em promover o ulil de-
senvolvimento das relaces que felizmente exis-
tcm entre nossos paizes. o
vges Bricio, Guilherme Augusto de Freilas. An-'
Ionio Alfonso Lima, Antonio Joaquim de Santa
Barbara, Rodrigo Antonio de Lamare, Manoel
Joaquim de Souza Junqueira, Marcos Jos Evan-
gelista, Joo Paulo da Cosa Netto, Thomaz da
Cunha Vasconcellos. Joo Manoel de Moraes o
Vallo, Antonio Jos Pereira Leal, Joaquim Ro
diigues di Co3ta, Pedro Garca da Cunha, Anto-
nio Ernesto Lassance e Cunha, Antonio Alves dos
Santos, Francisco Joaquim de Siqueira, Nuno
Alves Pereira de Mello Cardoso, Luiz da Cunhe
Moreira, Jos Antonio de Faria, Bento Jos da
Carvalho, Theotonio Raimundo de Brito, Antonio
Claudio Sido, Jos da Cosa Azevedo, Ddlfim
Carlos de Cacvalhi, Miguel Jos de Mello, Fran-
cisco Jos de Oliveira, Antonio Joaquim Curvello
d'Avila, Dr. Joaquim Alexandre Manso Sayo,
Bernardo Antonio Loureiro, Lodgero de Salles e
Oliveira, Manoel Renilicio Furtado de Mendonca,
Jos Antonio de Souza Netlo, Jos Leopoldo de
Noronha Torrezo, Antonio Joaq/iim Ferreira 111
Quintanilhn. Antonio Ferreira de Oliveira. Anto
nio Joaquim de Mello Tamborn), Francisco Gou-
larle Rolin, Jos Marques Guirnares, Jos Igna-
cio da Silveira, Antonio Altes dos Santos Jnior,
Antonio Calmon du Pin e Almeida, Frederico
Guilherme de Loreua, Joo Joaquim Rodrigues
Pinto, Marcelino Perdigo de Oliveira Ribeiro,
Erneslo Carvalho de Souza e Mello, Jos Carlos
Palraeira, Augusto Leopoldo de Noronha Torre-
I zo, Joaquim Villela de Barros, Arnaldo Leopol-
do de Murlnely, Henrique Francisco Caldas, Joo
Jos Lisboa, Hypolilo de Sirraas Bitlencourt,
Joaquim Canudo do3 Reis. Damasco Pinto de
Araujo Correa, Jos Soeiro Moreira Ros, Tello
Jos Ferrio, Pedro Antonio do Monto Bastos, Ma
, nool de Souza Gomes Jnior, Augusto Jos de
Souza Soares de Andrea.
GuarJas-raarinha.
Joaquim Velloso Tavares, Antonio da Costa
Oliveira. Francisco Jos de Freitas, Custodio Jos
Governo da provincia.
Segunda seceo.Palacio do governo de Per-
nambuco, cm :i de dezembro de 1860. Illm. Sr.
Intoirado pelo sou officio desta data do ataque
contra a seguranea individual que tivera lugar na
pessoa de Madesto Francisco das Chagaa Cana-
barro, da cai^sa que V. S. o altribue, e da
.romp i priso\do autor de semelhantc alien! id:>,
e de outras pessoas suspeitas de cumplicida le,
cabe-me louva\lo peh energa e acitvidade com
que se houve nariuella deligencia, e recommen-
dar-lhe toda a solicitude na formaco da culpa
dos mesmos individuos, alim de que possam vir
a sor devidamente punid/)!, e se evite por es;a
frma a reproiucco daquelle fado que nao ple
deixar de depr altamente contra a civilisacao de
um povo, que n merece impulaces desatrosas,
o que deve estar convencido de que quaesquer
que sejim as offensas felas indiscreta ou mal-
volamente pela imprensa, nao cabe ao offendido
seno os recursos lei e opinio sensata e es-
clarecida do paiz, e nunca os que occasionam
successos como o que V. S. refere, o qual nao
podia deixar de provocar, como provocou, o mais
vivo desagrado o reprovaco da parte desla presi-
dencia e da de V. S.
Deus g'iarde a V. S.Ambrosio Leito du Cu-
nha.Sr. Dr. chefe de polica.
de Mello, Antonio Pompeu de Albuquerque Ca-
valcanli, Francisco de Salle3 Werneck Ribeiro de
Aguiar, Eduardo Augusto de Oliveira, Eduardo
Fabio Pereira Franco, Annibal Jos Ramos, Joo
Bernardino Moreira de Araujo, Joaquim Augusto
da Costa Sampaio, Manoel do Araujo Corlez, Jor-
ge Saturnino de Menezes, Manoel Joaquim da
Costa Jnior, Manoel Gomes de Abreu Villar,
Jos de Arujo Gcs, Joo Caetano da Silva J-
nior Isidoro de Senna Madureira, Joo Maria dos
Anjos Esposel, Frederico Carlos Ferreira da Cruz,
Jos Lucio dos Santos Caldeira, Guilherme Ro-
Expediente do a 30 de novembro de 1860.
Officio ao coronel commandanle das armas.
Em cumprimento do aviso junto por copia, no
qual o Exm. Sr. ministro da justiea declara
achar-se tambem comprehendida na "disposico
do aviso circular de 16 de julho ultimo, que pro-
hibe as reunios da guarda nacional at o Gm de
dezembro prximo vindouro, a for IB atura para
solemnisar o inniversario natalicio de Sua Ma-
gestade o Imperador, tenho resolvido que a pa-
rada do dia 2 do mez vindouro soja feita somenta
pelos corpos de primeira linda existentes nesta
provincia. O que communico a V S. para seu
conhecimenio e exjedico das convenientes or-
den.Coraraunicou-se tambera a materia deste
aviso ao commandanle superior do Recite para
dar execuco na parte que Ihe toea.
Dilo ao mesmo.Transmuto a V. S., para ler
o conveniente destino, o processo de averiguaeo
para a qualificacao de segundo cadete do soldado
da companhia lixa de cavallaria, Geminiano In-
fante Lumachi Miguis, que me foi tranmitlido.
com aviso da reparlico de guerra de 15 do coc-
rente.
Dilo uo mesmo.Concordando o Exra. Se mi-
nistro da guerra, segundo me declaren em a/iso
de 7 do correnle junio por copia, era que a com-
panhia fixa de cavallaria seja removida para o,
drigues Villares. Manoel Marques Mancebo, Jos seu antigo quartel, contiguo ao convento de S
Joaquim Garcia Sobrnho, Fernando Xavier de j Francisco, conformo V. S. propoz ; assim lh'o
Castro, Manoel Alvos do Azeredo Sampaio, Jos communico para sua intelligencia e derda oxe-
Maria de Santa Barbara Garcia, Jos Carlos Pe- cuco.
reir de Macedo, Antonio Luiz de! Castro Barbo-
sa, Henrique Hesseder da Rochb Freir, Jos
Antonioaate Alvarim. Costa, Francisco Soares de
An lras, Joaquim Xavier de Oliveira Pimentel.
Sala das sesse's do
Dito ao raesmoTransmillo a V. S., aOm de
que sejam cumpridas as sentencas proferidas pelo
conselho supremo militar de justiea, os autos de
processo verbal dos soldados Manoel Francisco
ios Santos, Manoel Joaquim Ferreira, Manoel
conselho naval, em 6 de
mos, Cyprano de Acerado Torapson, Manoel Ma- i novembro de I88i).Joaquim Jos Ignacio.Ba-' Pereira dos Santos e Manoel Ignacio do Rosario,
ria Lobo Botelho, Jos Duorte da Ponte Ribeiro, 1 rao de UurU'iba.Z. de Ges e Vasconcellos. I perteceentes os dous primeiros "ao dcimo bata-
Francisco Duarte da Costa Vidal, Joaquim Fwn-1 Joaquim Manoel de Oliveira Figa.Joao Marta |Uio de infatuara, o terceiro ao batalho numero,
cisco Chaves, Genuino Augusto de Barro* Tor-i Pereira de Lcerda.Ricardo Jos)Gomes Jardirn. ij da mesma arma, e o ultimo & companhia de ar-
ireo. I --------------- Itices.
ILEGVEI


w
-________

MAMO DE PERHAMBUO. TERQA fEIRA 4 DE DEZEMBRO DE 1860.

Dito ao presidente da caixa Hal Jo bnnco do
Brasil. Traiisnullo a V. Exc, pera seu conheci-
mento e devida execugo, o inclusos racmpla-
es. que roo foram reruHt|dos coro aviso do mi-
nisterio da fazenda de 8 da correte, dos decretos
numeres 2679 e 2680 de 3
deverrs e Bllubuiges
irculagao. Iguaea ao
impondo aos bancos o ou
'-edades anonymas obiigagao 4o enviarem eni
ceitaspocas scompleme* secretarias de esta-
do os respectivos balnncetf e outros documentos
eosegNiido marcando os
dos fls( es dos banros de
tlscal da roesnu caixa e direcgio do novo banco
e remambuco.
Dito ao capitao do port.Ficam approvadas
aspiovidencias que N. S., seguudo o seu offlclo,
n. 186, de 28 do coneute, tcm dado a flm de
sercm removidos da Cor* dos Passarinhosos
navios velhos ali encallados, os quaes nao sao
uinis do que o cumprimenlo do regolameuio de
19 de maio de 1846, o da ordeiu cuntida no niou
oiVu 10 de 4 de seterobro ultimo.
Dito ao inspector do aisenal de marinha.Para
que o governo imperial possa resolver sobre a
baixa do vapor de guerra iFhelis, curopre que V.
S., nos termos do aviso juhto por copia, expedi-
do pela repartico da mari hs em 22 do curren-
te, mande proceder uro minucioso exaroe no
casco e marhnispao do racismo navio, dando-me
cotila das iufurinacocs do peritos encarregados
desse servico, a fim de i eren transmitidas -
quella secretaiia de estado Deu-se sciencia ao
coinmandante da estago naval
Dito ao mesmo. Haja f. S. de informar-roe
se dos africanos livres existentes nesse arsenal se
pode dL-lrahir alguna para eropregar-se de ser-
vente na callicdral do Olihda, couforme solici-
iou o reverendo bispo deocesano por oGicio de
26 do correte.
Dito ao commandantc superior de Garanhuns.
Devolvo a V. S. a repu
panliou o seu oflicio, n.
mez, a fim do mandar oulvir,
tenente coronel commanda ule do balalho n. 28
de infantaria da guarda di cional dessa comarca
acerca dos faltos quo na
contra elle.
Dito ao comnindanle d
mandar engajar no corpo
OS paisano! Luiz Lopes Ferjro eThoruaz Amaro
jiiej-s Cavalcanle, visto q|ie, segundo o seu of-
cio dista data, sob n. 529, foram ju'gadus aptos
para o servico ero iiispecco de sade.
Dilo ao inspector da thes
A' vista do que V. S info
n. 125:1, de 29 do coi rente
udian'.ar ao ilinoxarife
quanlia de 1:2003000 is., de que trata o inclu-
so pedido, a lim de occorrrr ao pagamento das
espesas 'aqu'-lle eslabelecimento na lJ quin-
sena do inez de dezembia prximo vindouio.
Cuniniunicou-se ao cominatidanle das armas.
Dito ao mesmo.Ileinei||o por copia a V. para seu conlu-cimenlo e devida ex-cuco, o
aviso expedido pelo ministjerio da juslica em 12
do expirante roez, noqua
lou do ministerio da faze
convenientes ordens a lim
as consignacoes marcadas
mesraos com os servidos prestados pela estrada
de ferro ^servicos que era devem crescer com a
abertura da segunda sergo ao. transito publico,
cuja isauf uragu houve lugar no domingo 2 do
crrente, querendo-so por eslo modo ligar um
drsU aw, o primen o (acto momenloso j>ara esta provincia de Pernam-
ras companhias e so- | buco no dia natalicio do m o n archa brasileiro,
que issim tornar-se ha dupiicadstnente memo-
ra ve 1 para os oulros.
O acto da inauguragSo foi urna verdadeira festa
de irroos, que em momentos de alegra se abrem
s i flutoes de coragoe, que transbordan) de ju-
bilo per um motivo que lhes comuum
Partido o Irero, que conduzia os convidados,
em numero de Irezenlos cnlre senhoras e catal-
leiros, da estago das Cinco Ponas s 7 horas e
20 minutos da msnha do referido dia. as 8 horas
despendidos nette trajelo at as Cloc Poetas,
onde despodiram-se os convidados desta fesla
toda intima, rujo motivo abre um* nova era para
a proviricia, sendo mais um passo adiinlado para
o enirelagamento delta com as nossas irmans do
sul do imperio.
Tcndo ufferecido aos nossos leilores um apa-
nhado breve e resumido dessa festa, nlo deve-
nios omittir sua seiencia, que as obras da esta-
blo da Escada cham-se concluidas inleiramente,
apresenlando vista urna bella e solida edifica-
rlo, Sao dignos por cerlo de louvor o zelo e o
bem acabado dos trabalhos em geral desta se-
gunda secgao, que muila difTert nga fazem da pri-
meira por occasiao da respectiva abertura, mcre-
cendo especial menguo o tnel, que alm de ser
urna bella obra,6 urna das mclhores de toda a linlia
em ponto loca va aquella do Cabo, e dah seguio, e lano mais importante quanlo maiores foram
depois de 10 minutos, para a Escada, onde che- \ as difficuldades que te\e-se de vencer cara
ou as 9 horas precisas, lendo g.sio 20 segundos sua construeco n'uma monlanha mui elevada
napassagem do tnel do Pavo, passagem que E' isio portaulo, urna prova da regulariddo
ioi urna verdadera sorpreza para aquelles quo era que marcha a direccao da companhia e um
pela primoira vez passavam do da noite. e garaute fuiuro da solidez das obras que devam
logo depois das trevas desta claridade inagni- ser feilas naconlinuago da estrada, obras que
ftcadaquell*. nesta segunda seccao melhoraram quasi que na
Apos a descida dos wagoes na cslago da Es- razao das maiores difliculdades encontradas em
cada, loram lodos os conviJados de ambos os um terreno accidentado em sua mor parte
saxos encaminhadosparao salo em que eslava Igualmente faz-se recommendavel nosa cs-
ysriadameule servida urna mesa de 120, lima o Exra. Sr. Arnbrozio pelos esforgos empre-
gados para ser aborta ao transito publico esta sc-
nlacao que acom-
>. de 7 do espirante
com urgencia,
mesma sao allegados
\ polica.Pode V. S.
sob seu lommando,
ouraria de fazenda.
mou em seu oflicin,
o autoriso a mandar
do hospital militar a
declara que se solici-
nda a expedigaa das
de ser augmentadas
esta provinria para
as despezas dos 4, 6, 8,9 e 10 do ait. 3 da le
do otcamenlo proxiinarnenle lindo; e .se exige
dessa'tiiesouraria unu denlonstrago detallada
dos despesaa feitas no decjrso do exercicio de
1659 a 1S de priDieira instancia e
paes.
Hito ao mesrno. Em visita de sua nfarmaco
de li.'nlem, sob n, 1255, "
DMiidar pagar a quautia db 58>000 rs. em que
impoitam os conceitos feitok em objeitos da fa-
Cttldade de direito pelo marcineiro Deliran, como
se veda coma que devolvo. Deu-se conheci-
mento ao supradito director
Dito ao inspector da lhes jurara provincial
Mande V. S., conformo indica era sua informa-
rlo de honiern, sobji. 551, por novainenlc em
pra^a a llumiuacno da cida e de Goianna, s>t-
vindo de base essa arremaliro o prego de 300
rs. diarios por cada latnpeao
l Dito ao mesmo.Visto que, segundo consta de
talhers, desuada para refeigao Selles, e cujo
"ugar de honra foi ocupado polo Exm. Sr. pre-
sidente.
Duas bandas de msica militar, a dos apren-
dizes menores do arsenal de guerra e a do ;{.
balalho_ de infantaria da guarda nacional dcslo
ihuiiicipio, tocavatn ahi no decurso da comida,
como linham-o feiloj durante a viagero, difun-
dindo aos valles cni ondis de harmouia os acen-
tos inspirados do progresso.
Seis brindes foram eitos.
O primeiro pelo Sr. superitendente Bratnah ao
Exm. Sr. presidente da provincia, acompanhan-
do-o com urna allocucjio anloga do faci que
se solemnisavR.
0 segun.lo pelo nosso engenheiro fiscal o Sr.
Dr. Buarquc de Slacedo. prosperdade e ao en-
granderimento do paiz, que o vio nascer, por
meio dasvias frreas, e nessa occasiao desenvol-
veu o seu patritico brinde pelas palavras se-
guintes:
gunda secgao da via frrea, sendo nesle louvavcl
interesse ajudado eflicaz c diligentemente pelo
nosso engenheiro fiscal, o Sr. Dr. Buarque, cuja
aclividado credora de todos os elogios; os
i qiaos resumiremos porm na sua qualidad de
l pernambucano, quo nao podo ser estranhc ao
engrandecmenlo de Pernambuco.
O dia natalicio de S M. o Imperador, rajan-
do para um acto verdadeiramenle patritico, illa-
, minando com os seus fulgores urna funegao de
impotlancia nacional, presidindo Onalmenle 5
urna festa de Pernambucanos, que eslremecem
pela expansao das aculdades sociaes com ofer-
; vor de ilhos reconhecides, ajuntar maisum elo
cadeia do amor que Pernambuco vota i sua au-
gusla pessoa, ao passo quo marcar tambero um
novo periodo de prosperidades e engrandecimen-
lo paia ella.
i .No sabbado passado, pelas 6 horas da tar-
de, foi
. foi espancado, no paleo do Curmo, o redac-
,< Senlinres iNao me censuris so depois das lor do Vapor dos Traficantes por um individuo
eloquenles palavras que acabara de ser proferidas, vulgarmente conhecido por Uilo, que logrou
ouso levantar minha voz. O interesso quo ligo ( evadir-so na occasiao do faci, sendo porm no
ligo as oDjcilo de lao bnlliante reunio, e o en- dia seguiuie "
thusiasmo de que
mover vossa benev
Senhores, a pa
gao da 2" seccao da via frrea do Recito S. I Era consequencia dessa occurreniia lastima-
SCO urna prova irrefragavel do interesse vel, fui demillido, c roc.olhido ao cstado-maior
CHR0mCA_JU0ltURII.
TRIBUNAL 00 COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 3 DE DEZEM-
BRO DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEHBAHCADO*
V. A. DE SOUZA.
As 10 horas da manha, reunidos osSrs. depu-
ta Jos Lemos, e Bastos, o senhor presidente
declarou aberla a sessao de mero expediente, e
designou o Sr. deputado Lemos para servir de
secretario.
EXPEDIENTE.
Um ofjicio do secretario do meritissimo tribu-
nal do rommercio da capital do imperio, acom-
pannando a relagao dos commerciaoles que fa-
rara matriculados nos mezes de setembroeoulu-
brn' Accuse*se a recepgao e archive-se.
Foram presentes as cotages officiaes da junta
dos corretores da semana fnda.
DESPACHOS.
Um requerimento de Antonio de Paula e Mello,
armador do hiato Garibaldi, pedindo carta de
registro para o mesme hiato.Haja vista ao se-
nhor desembargador fiscal.
Outro de Antonio Jos Leopoldino Arantes, pe-
dindo o registro de sua nomeagao do caixeiro
despachante de Carlos Luiz Cambrone.Regis-
tre-se.
Outro de S. Blum Lehman & Companhia, pe-
dindo o registro do seu contrato de sociedde j
registrado no tribunal do commercio da capital
do imperio.Registre-se.
Outro de Lourengo Pereira da Silva Pimentel,
Jos Marques dos Santos Aguiar, e o Dr. Joao da
Silva Hamos, visto pelo Sr. desembargador fis-
cal, pedindo o registro do seu conlrato de socio-
dado.Satisfagan! o parecer fiscal.
Outro de Antonio Ignacio Brando, caixeiro de
Jos Velloso Soares & Filho, pedindo o registro
da sua nomeagao Registre-se.
Nada mais houve.


chado Ros, 1 telheiro quo serve
de olaria. avaliado em..........
dem 25.Manoel Jqaquim do Re-
g e Albuquerque, casa terrea ar-
rendada por....................
200gO0O
_....... 120$90
Lt'ontinuar-se-Aa J
Jos Francisco Gomes.
Jos dos Sanios Lamparina.
Os reos absolvidos eram indiciados :
2 era crime de raorte.
2 cru ferimenlos graves.
5 em ferimentos leves.
1 em crirae de furto.
O Dr. juiz de direito, presidente do tribunal'
appellou da sentenca que absolveu aos dous reos
indicladoa como autor e cumplice do crime de
morie.
Foram condemnados pelo jury : : Aos communicados i
Mariano Antonio Barbosa, pena de gales per- "ao se deve dar resposia, por nSo merecerem f
peluas e do 20 minos de gales como incurso alS"raa os communicados cajo autor se pia do
no groo mximo de art. 193, o no grao maxi- assignar. e apparecer era publico i assim acorilc-
Communicados.
ce a
mo do mesmo artigo combinado com o aitigo
34 do cod. crim.
Leandro Aprigio da Purificacao, pena de 12
annos de prisao com trablho como incurso^ Cissao de Corpus-Christi.
no grio medio do artigo 193 do cdigo cri-
minal.
Manoel Ignacio, pena de 6 annos de prisao
com trsbalho como incurso no grao mnimo
do arl 193 do cod. criro.
Emile Irchy, pena de 6 mezes de prisao com
Irabalho como incurso no grao mnimo do arl,
264 do cod. crim.
Ivo Antonio de Azevedo Larangeira Leite, pena
de 2 mezes e 20 das de prisao com trablho
como incurso no grao mnimo do art. 264 com-
binado com os artigos 34 e 35 do cdigo cri-
minal.
Jos Gomes Pereira, pena de 4 mezes de pri-
sao coro Irabalho como incurso no grao m-
nimo do artigo 264 combinado cora o artigo
34 do cod. crim.
Vicente Ferreira, pena de 1 mrz de prisao sim-
um rmao que apparece no Literal
Pernam6rcano n. 2o8 de 24 de novembro prxi-
mo passado, tratando sobre a mudanga da pro-
JUIY
preso por um piquete de cavallaria,
me smlo possuido, deverao que salnra era sua perseguido, quanJo elle pro-
foleocia, e eu vo-la supplico. curava deixar a cidade por urna das nossas eslra-
irle qu lomis na inaugura- das para o interior.
que yus inspirara os mellioramenlos raaleriaes da
provincia. Comprclieudeis a verdadeira impor-
lancia dessa va do eommunicaco; soubea#s
do corpo policial o subdelegado desta freguezia
de Sanio Antonio Juvino Carneiro Machado
lios, assim como foraro presos Bernardino de
aquilatar os tropecos e difTiculdades porque pas- I tal, e o cadete Tude, como indiciados no delicio.
samos para Irazermos o elemento civilizador at
estas paragens, nao podieis porlanto deixar de
comparlilhar do regosijo daquelles quo nesses
trabadlos gigantescos, que acabis de atravessar,
cropeuhararo seus capilaes e sua honra.
Nao > lestes, senhores, inaugurar una seceo
da
va terrea, como ha tres anuos o fi/.esles, con- gao da via frrea, que
A polica prosegue activa as pespiizas con-
venieiit'js para a inslauraco do respectivo pro-
cosso, e no intento de attiugir os verdadeiros cri-
minosos, cun quera nao podo e nem deve ella
p actuar.
. Na funegao da inauguraco da segunda sec-
reilizou-se uo dia 2, co-
das verbas juslica
seminarios episco-
DO RECIPE.
SESSAO.
Presidencia do Sr. Dr. juiz de direito da ptimei*
ra vara criminal Bernardo Machado da Costa
Doria.
Promotor publico, o Sr. Dr. F. Leopoldino de
Gusno Lobo.
Escrivo, o Sr. Antonio Joaquim Pereira de
Oliveira.
Durante a 5a sessao judiciaria. que se encerrou
no da Io do corrate, foram julgades 15 pro-
cessos em queestavam envolvidos 17 reos.
Foram absolvidos da aecusagao intentada pelo
ministerio publico os seguinles :
Antonio llibeiro de Lima.
Jos da Silva Ferreira.
Jos Nunes do Rosario.
Antonio Victor de S Brrelo.
Manoel Pereira Garca.
Antonio da Costa o Mello.
Luiz Paulu Noblat.
Belchior Anuncio Monleiro.
Mas como quer que esse commnnicado corre
por toda a parte, o as pessoas que ento fora
desta praca possam Rnorar do procedimenlo da
trmandade do S. S. de Santo Antonio, o anno pas-
sado, para com S. Exc. Revroa por sso. e era
attengao ao publico vou refutar nquelle comrnu-
nicado, era juslilicagao da resolugao do nosso
prelado, este auno, e da irmandade do Divino
tspinlo-Santo que pertengo.
Confessa o irmao que a igreja do S. S. do
Sanio Antonio no anno de 1859 era inapta para
que della sahisse a procissao naquello anno
lambem diz que no dia 7 de novembro de 18i
receberam o oico mandando armar a igreja
vestir figuras, etc. etc., e que no dia 10 recebe-
ram outro oflicio, participando a mudanga; lo^o
nao podia ter havido da parle da irmandade des-
pezas, e isto quando ellas fossera da irmandade.
pies como incurso no grio mnimo do art 201 pois que lodos sabem que esta procissao feita i
do coi. crim. | expensas de S. Exc.
Al aqui est S. Exc. justificado pelo dito do
. proprio irn.ao da razao que tere para a mu-
danga da igreja d'onde deveria sahir a procissao.
de
Foram d'est'arte condemnados ;
1 por crime de raorte e tentativa de morte.
2 por crime de morlo
1 por ciimo de estelionato.
1 por crime de tentativa de estelionato.
1 por crime de complicidadc om tentativa
estelionato.
1 por crime de ferimenlos leves.
Das sentengas condemnatorias, houverara as
seguintes appellagoes :
1 pelo reo Loando Aprigio da l'urificaco.
2 pelo Dr. juiz de direito respeit dos reos
Mariano Antonio Barbosa e Manoel Igimio.
Advogaram durante a 6a sessao peraulc o jury
os senhores :
Dr. Francisco de Paula Baplisla,
Dr Aprigio Juslniano da Silva Guiraaraes.
Dr. Amonio Epaminondas de Mello.
Dr. Augusto Elisio do Castro Fonseca.
Dr. Jacinlho Pereira do Reg.
Dr. Jos Amonio de Magalhaes Bastos.
Dr. Americo Netlo de Mendong.
Acadmico Benedicto de Barros e Vasconcollos.
Bernardo Vieira de Amorim*
Ofliciaram como escrivaes :
O escrivo interino do juzo municipal da 2a
vara, Antonio Joaquim Peieira de Olivein.
O escrivo da subdelegada de Santo Antonio,
Joaquim da Silva llego.
Ofliciaram como juizes :
O Dr. juiz de direito da Ia vara criminal Ber-
nardo Mochado da Cosa Doria.
Agora ire provar com olesteraunho do publi-
co que S. Exc. leve motivo muito forte, para que
nao desse mais occasiao aos irmiios do S. S. de
Santo Antonio de terem os incommodos e sa-
crificios de despezas que cerlamente S. Exc. os
dispensava, se a mais lempo soubesse de taes sa-
crificios, pois que todos sabem que a irraandado
do S. b. de Santo Antonio nao leve coosideracao
alguma, nem a S. M. I quelinha do acompanhac
a procissao, nem a S. Exc. Revma., sendo que o
peior de tudo ao p-opiio Sacramentado, e deixa-
ram de salur incorporados para fazerero parte do
prestito da procissao, < onslando-me at que qui-
zeram obstar que S. Jorge sahisse ; anda mais
lizeram._ Aconselharam ao guarda da igrrja da.
Concen.ao que nao consenlisse que o santo en-
trasse montado para o corredor da igreia como
era de cos time.
E cora effeito o sanio foi apeado publicamente
na ra e levado mao. Estes fados foram
senciados pelo publico.
Seralhante procedimenlo foi bastante pan que
S. E\c. mandasse fazer um S. Jorge & sua casta
e usando di liberdade que lem de fazer sahir
procissao d onde Ihe convier, a fez sahir da igreja
do E Jndeenxerga o rnio a snpeiiori 'aje que in-
pre-
culca ter ou o previlegio adquerido para que s da
matriz de Santo Antonio deva sahir a procissao
O Dr. juiz municipal dalavaisillern.cccncs So- de Cor-
atea Tavsres de Vasconcellos. prara i
pus Christo ? Que melhor capacidade o
a mairiz para o arranjo da procissao.
o Thiers nao queriam estradas de ferro sido organiudos era msica marc.ia
no Brasil, anda quando ellas cahissera constru- ( no-lo intormam ; visto que o pessoal que a cora-
das uo ceo. p,Jn|la anieriorraenle foi distribuido por dillo-
< A esculla de um trago parallclo a un va rentes Corpos do exercito.
invegavel.atravessando em grande parle terrenos ; Pulga moa de consignar este faci, que revela
a eentao improductivos, o pouco zelo e intelli- o aproveiUmento daquelles menores, e conse-
aVr.'.. d'!"i?, f[r,r"'n, a ?*?!*? ,1.a, l'r'meflra g"inlemente a ulilidade da respectiva nst.luiiao.
? \u ? fTr na ?rna'le dU,Vld'1' J" fu" I"formam-nos que o mnibus, que no do-
uro da estrada de ferro de Pernambuco ; e com mingo" tarde rrgressava do Cachng.V cahira
iranqueza vos digo que sua oxploracao nos cir- na estrada nova n'um vallado do
curo,uncas em que se lera realisado, seria urna varios ferimenlos e conlusOos
pesada carga para o estado, e s-jbreludo para que uclle viuham para a cidade.
"Ur.Sm,.|Jr0,V11!''!,'1'','ie- ''"0!,0531'1'3 SaiJ"li ', Altribue-se o occorrido. segundo a mesma in-
ll nZ V um dB 0li0, i 0r1maao que "os referirnos, embriaguez do '
Uoje, porm, que um grande parle doscen-1 boleeiro; pois que a
, TABELLA do rendimcato da alfandega de Fernakbco no[iSSf^'tSftLSli^/^
mezde novembro do anuo fioanceiro correntc coDipa-L-tr,il^,o-!1e^is':cr?n;^o %
rado com iguaes mezes dos dous annos anteriores lScom Es)1,it0 Sa,"' "e ycra aocaso
-------------------------------------------------------------------------------------^___________"v>c. I os annos que a irmandade possuo a igreja sendo
que ma conta 123 annos de existencia nesla ca-
pital !
De passagem seja dito ao irmao quo i
mesa regedora do Espirito Santo, e ne
que resultou
nos passageiros,
1MP0RTACA0.
Direilos do impprlago para consumo............
Ditos de baldeacao reexporlag.no................
Ditos de baldeagio e reeipotlaco para frica..
Expediente dos gneros eslrangeiros navegados
por cabotagem
Dito do Paiz......................................
despeilo' das reclamagoes i Oilo livres.
- -}in
issignados......................
DESPACHO MARTIMO.
1800 18C1
acao
dantc soba administra
la comarca at que se
lado.
Dito ao aesmo.Cerlo do conteudo de sua n-
ormagaode hontem, sob n. 519, dada acerca do
re i'ieiimeiito em que a professora do inslnircn
publica da fregutzia de AlTogafdos, Mara Coellio
da Silva, pede o pagamento dqseus vencimentos
relativos ao mez de ouiubro ullimo, leuho a di-
zer^iue mande elTectuar esse pagamento logo que
lor possivel. \.
Dito ao juiz municipal de Cimbres.Sciente do
Conteudo de seus oflicios de 7 e 9 do cadente mez,
devo dizer-lhe era respbsta que cmara muni-
cipal desse termo cumpre ethibik o livro de nua-
IBxoou oe oanles desSa fregutzia otra wr or
.me. examinado na casa uu sua residencia, ou
no auditorio costumado, nao senuo porm obri-
gaJa a consevar esse livrlo em poner do juiz alero
do lempo preciso para a deligencii, ou em quan-
deslc cmara
ncia, atienden-
lo ella durar.Roraelleui-se copii
do Cimbres para a sua sciencia.
Portara. O presidente' da prov
do ao que requeren Francisco de Assis GongaUcs
Peniii, resolve conceder-ilhe peniissao para in-
dependente de caria de p|ilot>, poperservir como
capito do brizne nacional Algrele na viagero
a que esl destinado para, o Rio ( raode do Sul;
cumprindo que para outra qualq ler viagem se
musir habilitado com carta, devi ndo esta por-
tara sci apresenlada ao capito de porlo para ler
a dovida execucao.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes a vapor mandem dar ransporle para
o Cear DO vapor Tocaniins em lujares de proa
destinado para passageiros de estado a Viriato de
Oliveira Barcellos e sua mulher. 1
Dita.Os Srs. agentes da compai hia brasileira
de paquetes a vapor mandem dar
de estado para o Cear, no vapor q
o norle, ao Dr. Pedro de Alcntara*
Miranda Veras.
Exuediente do secretario do cocerno.
Oflicio ao coronel commandante las armas.__
O Exm. Sr. presidente da provincia landa trans-
miilir a V. S. para lerem o destino indicado na
nota junta n? forma das ordens mperiaes 49
exemplares da crdem do dia, n. 21 i, da repar-
ticSo do ajudante general datada de 12 do cor-
rente.
Nota dos ejemplares a que se refj
supra.
Para o commando das armas
dli collecior d'aquel-1 pelo depreciainenlo das acgjes da companhia,
ess(e servico arrema- l''i parecido Ilusoria, sei uiegralmeutu perce-
bi Ja pelos accionistas sera quebra de seus ca-
pilaes.
< E' por isso, senhores, que acabis de inau-
gurar nina poca de prosperidades, urna poca
desejada pelos pernambucanos, que lambem lem
sabido ccmpicheuder o alcance de urna empreza
dessa ordem.
A estrada de ferro de Pernambuco ser sem-
pre urna das principies arterias da futura rede
de eommunicacoes internas do Brasil.
_ Aspiramos o iniraenso valle do Rio de S.
Francisco, onde daremos as mos aos uossos vi-
ziulios do Joaseiro.
, ri..0..uu a este ponto teremos rcsulvido o
grande problema das eommunicacoes interiores
enlre as provincias e a capital do imperio.
A estrada do ferro de I). Pedro II, quo n-
conleslavi'irneiite ser o tronco dessas coinmu-
niesges estender seus bracos airares da pro-
rincia de Minas era direcc.io ao norte 5 o ramal
esquerdo leude procurar a navegaco do S.
Francisco, e por ella ligar-80 aos trilitos per-
nambucanos.
E'_este, senhores o futuro que DOS aguarda.
Nio so diga que atravessamos deserlos, se
I deserlos po lemos chamar terrenos de pioduceao
que constituera V. Exc. tote do r queza d '
Como quer que seja, cumpre que para laes lu-
gares se bus jue gente nao s que ten ha mais
\ cuidado no cumplimento de seu dever, como
tambem que nao empreste do vez era quando o
juizo ao fuudo d'alguraa garrafa, e por essa ra-
, zo v dando coro tudo era pantanas.
Por portara policial fui demiltido, por con-
vir ao servico publico, o guarda da casa de de-
tencao Alexandre Joaquim Celbo da Silva.
Entrou houlem ero exercicio da subdelega-
da da freguezia de Santo Antonio desta ciJade o
Sr. Joaquim Antonio Carneiro, que reside na ra
larga do Rosario n. 18 prir>">'-> "dar.
n.intjua Joouiuuimos aos nossos assignan-
. les urna f.-lhulia coraraerci:i
i mo do 1861.
para o anuo proxi-
Foram recolhidos casa de delengao. nos
ias 1 e 2 do correte mez, 72 hornens e 2 mu-
eres, sendo 72 livres e 2' escravos, a saber- &
d
Ihe
ordem do Dr. delegado
Anchoragcm....................................
Direilos de 15 % das embarcagoes estrangeiras
que passarn a nacionaes........................
na compra c venda das embarcaces.
EXPORTACAO.
Ditos de 5 %
Ditos de 15 % de exporlagao de pao Brasil........
Ditos de 5 /o d>3 exporlagao......................
Ditos de 2 % de exporlagao......................
Ditos de 1 70 do miro era barra..................
Ditos de .', 7. dos diamantes....................
Expediento da Capatazla.
INTERIOR.
Multas............................................
Sello do papel | flxo* .":....................
* v i proporcional....................
Imposto dos despachantes........................
Emolumentos.....................................
do Io dislricto 1, or-
dein do subdelegado do Itecifo 4; ordem do de
S. Jos 01, ordera do da Boa-Vista, 5 ordem
do da Capung.i 3, ordem do da Magdalena 2 e
a ordem do tit Muribeca I.
Passageiros que trouxe o vapor francez .Va-
Parre, entraJo dos portas do sul : D. Antonio
Arinaga, R.,bert Leghllowne e Augustin Spina.
- Passageiro que trouxe a bar,, brasileira ^mSs J3 PrV,nC,a ,,aS A,aSas................
EXTRAORDINARIA.
I Indemnisaroes....................................
Receila eventual..........................!!.!!!!!
3223395750
63j01
63^012
732g965
9805190
597g978
i:790|967
377*930
1:5035300
1:5035300
1:503cJoU
1:5035300
155lj;722
43580
435810
43584o
9515990
322:940
1.196SO40
575577
65250
40J000
1859 a 1860
815739
ftA%t&&'^,^\tta^S$*szz;.
Brasi
Francisco s inleressa Pernambuco, quando I
demandamos um ponto, que, ligando interior-! Passageiros que conduzo a barca franceza !
meles as pronucias do imperio, vai eslreitar nos-1 sPnere. saluda para o Tlavro com escala pelo '
sas relagoes, e por consequencia estabelecer so- Cear : Augusto Labille.
Contribuicao de caridade.
ma passagem
e seguir para
Peixoto de
;re o oflicio
4o balalho de artilharia a
a companhia de Artfices...
o corpo de guarnicao.......
a companhia de cavallaria.
o 2o batalhao de infamara.
0 9o dlo da nie'iia arma.,
o 10 dilo da mesma arma.
3
.... 10
1
4
..... 1
.... 10
10
.... 10
49
Dilo ao chele de pocia.S. Ere o Sr. prc^
sidente da provincia manda declararla V. S. que
nesla dala se ordenou cmara municipal deta
cidade que fornecesse o azeite necesario para a
luz da ufermaria da casa de delengao, conforme
V. s. requisitou em offico de 25 del outubro ul-
timo, sob n. 1407.Olciou-se cmara para o
lim aciroa referido.
DESPACHOS 00 DIA 30 DE SOVEMBR ) DE 1660.
Requerimenlo.
3227.Jos Augusto do Araujo.
mente a praga a iluminarlo do q
o supplicanle concorrer a ella, se
vier.
3228.Joaquina Maria Pereira
supplicanle ser opporlunamente
3229.-Vicente Ferreira da Cosda -O suppli-
cofre-86 P3g 8 qU8 permitra 'o
Indo nova-
Irala, pode
ssini Ihe con-
Vianna. A
Hendida.
urna garamu para a
dos transpor-
a mais considera-
breuma base solida, ma:s
uuiao brasileira.
Senhores, animai a industria
tes, que inconlestavelmentc
vel da sociedde.
E' d'ella que carecemos, para a exploracao
do nosso imperio.
Mostrai a mesma solicitude para todos os era-
pregos que, como a estrada do ferro desta pro-
vincia, vierera melhorar nosso systema de cora-
raunieages.
Nenhum paiz pode prosperar desdo que Ihe
altam os meios commodos de transporte.
Olhai paro o Mxico, quo lendo seguido pa- cravo, Luiz Manee
ripasso ou Eslado-Unidos as suas instituyos, '
naoisoube imia-lo nos seus canaes e estradas
de rerro, eesse erro accarretou a sua ruina.
As vias de comrounicacao, que leem trans-
formado ascendiges de todos os paizes, e a ba-
langa do futuro do Brasil, o como-Brasiieiros de-
venios cora esforgos o sacrificios desenvol-
ve-los.
i ~ 5.a"aSirS 'l'ie conduzio o patacho brasi-
leiro Bebenbe, sahido para o Rio de Janeiro
Pedro Baptista Moreira, Virgilio Nunes de Melo
Augusto Nunes de Mallo e 7 escravos enUegar.
-- Passageiros do vapor francez Novarte, sa-
hilo para Bordeaux e portos intermedios : Jo-1
s Thomaz Airea de Almeida. Roberto Hoade, I
L. Leliene, Geovani Placidi.
Rendimento liquido da alfandega.
dem do consulado ate o da 9.....
319:5683190
6405571
l:19t*5lli
4075717
8455833
352:6583850
3S5:65!)g8i
750
75000,
2:496jJ84/
1:657i989t
2279i9
9175523
4586
1 815400
1:481S400
1:.'>71000
1:5713000
21:1784817
21.1785817
21:178;8I7
21:1785817
702;500
1858 a 1859.
da
m
755818
592320
9IS190
255010
035400
635 000
53100
417:1895533
2853320
2.2883712
2525380
2383030
b AK ,,e1a,S"nl de scs irmaos, houve a lerobranca da
1-'i.VSah,da, tJai'rocissa de sua "groja, lano o'anno
4 i$J0J passado como este anno, foi acto voluntario de
f.WksiMK ?V?."d? irJDao beDlfe"r do Espirito
?22ln S3"l d0 CollpS>o. se lerobrou della para o seu
o ro e1",an,do 1S5a ao bastasse mandava como
< >-^li I "SS0 Pr,lado- c "os "o 'he poriamos emba raros
- c nem Ihe negaramos o S. Jorge so o possu'is-
semos. r
Os meus aTa/cres nio me dero teropo para
vir cora estas refulaces ao communicado do
irmaoa mais lempo, e mesrno esperava que
alguern mais habilitado, doqueeu, respondesse
licando cerlo o irmao que nao voltarei mais
ao prelo, principalmente se senao descubrir as-
signando-se como o faz o irmao de divino Espi-
rito Santo. r
7:3003022
1:89 5950
1:894,-950
1335'.>0
420:253597.'i
O inspector.
Bento Jos Fernandes de Barros.
346:840#038
5:818ff8l2
AlfaDdega de Pernambuco 30 de novembro do
O chefe da 2a seceo.
Jacome Gerardo Maria I.umach di
Senhores, bebamos prosperdade da estrada
lassagejros da escuna brasileira Carlota sa-
luda para a Baha: Antonio Lourenco do
AraujO e 1 escravo, Emidio Joaquim dos Santos
vo. Tilo I.ivio Vidra Dorias e 1 es-
Mendes Velosa e 1 escravo,
Jos Ignacio P. de Carvalho e Albuquerque, Joa-
quim RibeiroFroes, Allini Rodrigues Pimenla e
1 escravo. Agostinho de Carvalho Dias Lima
Demetrio Jos Texeira, Cicero de Souza Marques'
Carolino Augusto Bacelar, Joo Fernandes Cha- N. 122.-Joaquim de Carvalho Paes
ves Manoel Caetano Barros, Antonio Jos Lopes
F.lho. Daraiao Jos de Abren, Ignacio Antonio
Fernandes, Francisco de Paula Cezer Jacobina
Francisco Antonio Freilas Barros. Innocencia
CONSULADO MOVIXCIAL.
Alleraocs feilas no lanamento da
dcima que pagam as casas per-
tencenles fregnezia dos Afloja-
dos, pelo cscripturaHo V. M. F. P.
da Silva.
[Contintuico.]
Ra de S. Miguel.
casa terrea arrenda-
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Sempre quese encurtam as distancias,
tani um passo que se d na va dos melhora-
aentos materiaes de um paiz, cujas necessidades
mi0 ma'S Uc.i,itad8. e P<>r conseguinte
ro?Ihoradaspor meio de urna aiisfafio
genheiro fiscal pela maneira dislincta e provei-
tosa para a provincia, porque lem sabido gerir
os seus interesses, sem quebra de sua dignidade.
nem perdas da corooanhia.
O quailo pelo Exm. Sr. presidente, ao Sr. su-
perintendente Bramah, louvando-o pelos esfor-
gos que empregara para a abertura da segunda
secgao da va frrea.
O quinto pelo Sr. Dr. chefe de polica ao en-
genheiro em chefe, o Sr. Penniston, elogiando as
maneiras sempre disliuclas e cordiaes por que ha
sabido ligar os inleresses da companhia com osj
de cada urna das pessoas, que eom a mesma
companhia em transaegoes
O sexto finalmente pelo Exm. Sr. presidente &
S. II. o imperador, cujo anniversario lornava-se
mais ama vez grato provincia, por ter de hoje
em dianto do rememorar mais um passo dado
por ella na senda ao progresso.
Esto brinde foi colorogomonle applaudido e a
msica do 3. locou o hymno nacioual.
Concluida a refelcao. dansaram-se algumas
quadnlhas as golas da casa da eslagao ao toque
da mesma msica, espera que chegasse a hora
da pariida qoe eslava Oxada para meia hora de-
pois do meio dia
serninSL0Hra effec,ivamene regressou o Irem,
desde a ;.2.U!, ,c1""-? siendidos ero linha
or mu nd"*,l'5" 8qUella daS o1leDas-
J". Uo P?vo 1ue Pr '" concorrera : o que
Mataoocro publico :
Mataram-se no dia 3 do correte para o con-
sumo desta cidade 9i rezes. P
MonTALIDADE DO DIA 2 DO COMIENTE J
Anna Cabral Pereira, branca, casada, 35 annos-
tubrculo pulmonar.
Balbina, preta, solleira, 50 annos; apoplexia
Manoel do Nascimento Capilla, branco, soltei-
ro, 39 annos ; gangrena.
Jos, branco, 8 mezes; congesto corebral
Augusto, branco, 2 annos: febro beliose.
mais
prompla.
Esta verdade, j temo-la verificada em nos
imr?ln!"d0 Pe'o taroinho cujos cimos
erara bordados de gcnle, que victoriav o agente
do progresso que lhes abra um horonte de me-
Inoramelos reaes.
Urna hora e quareola e tres minutos foram
Da 3.
Thcresi do Jess, preta, solleira. 60 annos: can-
cro no rosto.
Candida Rosalina Gongalves Gamboa, branca
17 annos; eryzipela. '
Jeronima Mara Benedicta, preta, solleira 31
annos; scirrho no uterino.
Jos, pardo, 6 mezes; diarrhea'
Thereza, prela, solleira, esirava, 40 annos
tizico. '
Maria Francisca dos Anjos. parda, casada 64
annos; hepalite chronico.
Rita Mara d Penha, parda, solleira, 40 an-
nos; febre typhode.
Calharina, prela, escrava, solleira, 40 annos
congeslo pulmonar.
Caetano Alves Ribeiro, branco, solleiro, 16
annos; febre typhoyde.
Antonio, branco^ 3 annos; sarampo.
Joo, dardo, 2 annos; sarampo.
Maria, branca. 8 mezes; inflamac-o de entes-
linos.
de Andrade.
da por.
dem 122 A. Luiz Jeronymo de
Albuquerque, casa terrea arren-
dada por ..................
dem 124 A.-Alexandre Jo? Go-
mes, rasa terrea arrendada por.,
dem 128 A. Isabel Moreira de
Moraes Bastos, casa terrea arren-
dada por ......................_#
dem 132. Joaquim Domingos
Passos, casa terrea arrendada
por ..............................
dem 144. Manoel Jos Gong
ves da Luz, casa terrea arrendada
por...............................
dem 25.Manoel dos Santos Leal,
casa terrea aarrendada por......
dem 29. loanna Moreira do Es-
pirto-Sonlo, casa terrea arrenda-
da por ...........................
dem 33. Herdeiros de Thorn
Pereira Lagos, casa terrea arren-
dada por..........................
dem 35. Os mesaos, casa terrea
arrendada por....................
dem 45.Guilherme Augusto Ro-
drigues Selte, casa terrea arren-
dada por..........................
dem 45 A.O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
Idom 81. Manoel do Nascimenlo
da Costa Monteiro, casa lerrea
Brrendada por....................
Idom 83.Anacido Jos de Men-
dong, casa terrea arrendada
por .........,....................
dem 85.Francisca Balbina, casa
lerrea arrendada por............
dem 89.Angelo Estevao da Por-
ciuncula, casa terrea arrendada
por..............................
dem 93. Francisco Antonio "da
Fonseca Galvo, casa terrea ar-
rendada por ..........
dem 107.Manoel do Amparo c-
8*5000
1205000
120S5000
48j?000
120,51000
485000
1205000
96J000.
96$000
968000
60SOOO
8i000
6O5OOO
845000
36JOOO
60*000
485000
13-500
53:336gz77
153:3365277
03:3365277
53:3365277
9975815
527S827
692S160
116S615
8I250
503640
50$6i0
8:987
739:3175427
1:1065642
1:2723291
7545681
I:Si6S44
'13 697at8a
_ Manoel Luiz da Veiga
Recife 2 de dezembro de 1800.
Correspondencias.
1860.
Mello.
J, sobrado com 1 telheiro qu
serve de olaria, oceupado peli
mesmo, avaliado por
dem 109.Joao Rodrigues Estej
ves, casa lerrea arrendada por.
dem 111 O mesmo, casa terrea]
arrendada por....................
dem 113.O mesmo, casa lerrea)
arrendada por.......
dem 119. Jos Buarque Lisboa,
casa lerrea com 1 lelheiro oceu-
pado pelo mesmo, avallado por..
dem 121 A. Antonio Jos de
Sanl'Anna, casa terrea com 1 te-
lheiro que serve de olaria, ar-
rendado tudo por................
dem 123FredericoJoscde Santa
Anna, casa terrea com 1 telheiro
que serve de olaria, arrendado
tudo por..........................
dem 127 A.Antonio Baptista Fer-
nandes, casa terrea arrendada
por...............................
Travessa de S. Miguel.
N. 5. Antonio Dias Canosia, casa
terrea arrendada por............
dem 2.Herdeiros de A Abuso Jo-
s de Albuquerque, casa terrea
arrendada por....................
dem 6. Theodoro Antonio do
Jess Borges, casa lerrea
dada por...................
dem 12 Anna Rosa, casa terrea
arrendada por.....................
Ra do Quiabo.
N. 12-Francisco Carneiro Macha-
do Ros, sobrado de 1 andar e lo-
ja arrendado tudo por............
dem 30 A. Alexandrina Joaqui-
na dos Passos, casa lerrea arren-
dada por..........................
dem 32 A. Joaquim Domingues
Tavares, casa terrea avahada
em..............................
dem 44 A. Thereza Amara d
Jesu?, casa lerrea arrendada por
dem 54. Manoel Jcaquim de
Souza, casa terrea arrendada
por.............................
dem 58 Severino Rodrigues da
Silva Campos, casa lerrea arren-
dada por ........................
dem 60.Luiz Jos Nunes, casa
lerrea arrendada por............
dem 60. Manoel Joaquim da
Silva, casa terrea arrendada por
dem 1. Herdeiros de Jos Pe-
dro de Farias, casa terrea arren-
dada por..........................
dem ll. Francisco Carneiro Ma-
arren-
4005000
485000
90;000
965000
4OO5OOO
5205000
520j>000
84*000
96$0O0
60#000
OfigOOO
1205000
5OO5OOO
l
i
965000
1
V25OOO
fl2060
I929OOO
96SOO0
729000
96g000
J20*000
Srs. redactores,O Liberal Pernamlltcano de
hoje, dando noticia a seu g-ito de unas panca-
das que soil'rra o Sr. Modesto Francisco das
Chagas Canabarro, no sabbado Io do correte, as
5 horas e meia da tarde, diz o seguinte : Em
quanto o fado criminoso se deu, o Sr. Jolino
SJ aArac? em CaSa do Sr' caPi,o Firmino Jos
de Oliveira, onde lambem se achavam diversos
inspectores de quarleirao. .
Isto nao o exacto : quera escreve seguindo as
priroeiras mpresses, inrra someole calumnias
efalsidades. O Sr. Jovino Carneiro Machado
Ros, esleve no s.bbado Io do corrente, desde a
manhaa aleas 4 horas e meia da tarde no es-
enptono do Sr. Dr. Epaminondas, onde cosluma
Uo como subdelegado dar audiencia, e dessa
hora em diautesahimos eu. elle e o Sr. Eparai-
mondas, foraos para a freguezia de S. Fre Pe-
pro Gongalves, pela ponte nova, onde jantamos
juntse vollamos ao escurecer, pela mesma pon-
te, chegando a ra do Imperador parta da casa
do Dr. Epaminondas j noite, eahi paramo*. Na
ida para o Recife, encontramos o Sr. Silvero
Manins dos Santos, que fallou com todos nos :
citamos o noroe deste senhor, por perlencer ao
parlidoliberal, e seu testemunho dever merecer
plena f ao Liberal Pernambucano. Fomos vis-
tos e encontrados por muila gente, tanto pelo ca-
n:nho. como no lugar onde jantamos, que pu-
blicoRestauran!, do Blandi.
A publicagao desias linhas, Srs. redactores,
muilo obrigaro aoseu constante leitor.
Joaquim da Siha /lego.
Srs. redactores.O Sr. Jovino Carneiro Macha-
do Res, no sabbado Io do corrente, estere comi-
go at as 4 para as 5 horas da tardo, em roeu
escriptorio : sahimos dahi para a freguezia do
Recife, levando em nossa companhia ao Sr. Joa-
quim da Silva Reg, escrivo da subdelegada, o
jamamos all juntos, voitando ao escurecer para
a freguezia de Sanio Antonio, onde chegamos j
sendo noite.
E' pois inexacto c falso que o Sr. Jovino, esti-
vesse, como diz o [Liberal Pernambucano do
hoje, no pateo do Carmo, naquelle dia o a tarde,
quando se deram algumas pateadas no Sr. Mo-
desto Canabarro. Pela falsidade dasta assergao,
valiese da importancia que devem ler as oulras
do mencionado Liberal Pernambucano de hoje.
Muito agradecerei. Srs. redactores, se publi-
carem era seu Diario, estas poucas patarras ero
favor da verdadp.
Recife 3 do dezembro de 1860.
Antonio Epaminondas de Mello.
Publicacoes a pedido.
Osabaixo assignados, juizesde facto da 5a sec-
ao juliciaiia, tributamos ao Exm. Sr. Dr. Ber-
nardo Machado da Costa Doria, juiz de direito, o
ao Sr. Dr. F. C. de Gusmo Lobo, digno promotor
publico interino, a mais entusistica horaena-
gem de admirago e reconhecimento.
Antonio Pereira da Cunha.
Jos Antonio Moreira Dias.
Manoel Lopes Rodrigues Guiraaraes.
Antonio Jos da Costa e Silva.
Jos Francisco Carneiro.
Joao da Silva Farias.
Estevao Jorge Baplista.
Jos Joaquim de Oliveira.
Frederico Augusto de Lemos.
epherino de Lima Cavalcanti.
Francisco Antonio da Rosa.
Jos Bernardo de Souza.
Jos Ferreira da Penha.
Flix Joaquim Domingues.
Luiz Salazar Moscozo da Veiga Pessoa.
Juvemio Augusto do Alhayde.
Francisco de Paula Ferreira da Annunciacao.
Belaaro-Augusio de Almeida.
Joaquim Galino Coelho.
Jos Bernardino Pereira de Brito.


DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FE1RA 4 DE MIEMBRO DE 1860.
W
M\noel do Calda Brrelo.
Manoel Jos Lopet Braga.
Joao Pedro da Rocha Pereira.
Joo Eduardo Pereira Borges.
Tnjano Evaristo Castello'-Branco.
Sebasliao Lopes Cuimares.
Amaro Soares Mariz,
Jo* Das da Silva.
Antonio Pinto de Azevedo.
Symphronio Olimpio de Queiroga.
Manael Antonio Ribeiro.
Jos Francisco de Salles Baviera.
Hermenegildo Firmino de Leraos.
Joaquim Candido Fer.-eira.
Luiz Gomes Silverio.
Joaquim Jos Tavares.
Jos Paulino da Silva.
Apolinario Pereira Baduem.
Jovino Epiphanio da Cunhi.
Emilio Xavier Sobreira de Mello.
Ao paiz.
Villa da Escada, 1 hora da tarde do da 23 de
novembro do 1860
L vai o preto Ado ajouj.ido de corlas para o
engenho Dnus-Bracos, do capitao Manoel Ro-
drigues da Silva Cmara 1 I!......
O [acto, que venho narrar ao publico, de tal
forma horrive! para raim, quo supponho, na hora
em que escrevo, nao me deixar guardar a con-
veniencia necessaria, para que nao se oslabeleQa
a prereoc&o contra aquelle a quetn uao preten-
do offondur.
O preto Ado, escravo do capitao Manoel Ro-
drigues da Silva Cmara, apparecou no juizo
deste termo e propoz a aeco de ssa1" liberdade,
fund.imenundo o sea pedido em i ter dado a
seu senhor urna qiinlia como principio do paga.
O preto Adao quera que seu senhor rocebdS3e
o resto da quaniia pela qual sua liberdade foi
estimada.
O preto A lo leve por curador o Dr. Thora
Fernandes Madeira de Castro. O capitao Cmara
conslituio advogado o Dr. Sergio Uiuiz de Mouta
Mallos.
O preto Adao levo por depositario o ciJado
Joao Nicolao, renleiro do engenlio Capiudo.
A queslao corren seus termos.
O advogado do capitao Camin entendeu que o
preto Adao s poJia bem discutir seu direilo
dentro da enxovia di cadeia do Escada, c reque-
reu aojuiz municipal Dr. Luir Antonio Pires nes-
se sentido : urna tal petiro, quando o pobre
preto devi.'i ser garaniido polo juiz diante do
qual linha uazido sua causa foi attenlida e sem
quo o depositario fosse ouvido, o Dr. Luiz Anto-
nio Peres mandou lancar o preln Ajjao na pavo-
rosa enxovia da cadeia desta villa, onde gemeu
al o dia 211 do crrente.
O horison'e carregado desseidia annunciava
um facto immenso era seus horrores, e meu co-
raeo est partido; porque vi o prelo Ado"ojou-
jado de corias ser couduzido pesse dia para a
casa de seu senhor, quando sua questao nao es-
tara acabada, quando a lei lho facultava defeza
ainda.
A lei facultara defeza ao preto Adao; porque
no dia 13 da correle q >e foi intima a a*eu
curador a sentencia proferida pelo juiz Dr. Peres
julgando o carecedor d'ac^ao e condemnando o
capitao Careara as cusas do processo, por ser
senhor d'Ado.
O curador de Adao tere necessidade de ir
capital oad* tcm a familia e a pressa nao con-! aceitar emprego algum
sentio que appellasse da senlenga proferida pelo
Dr. Peres.
Adao soube que eslava prximo o dia em que
seria arrancado da cadeia para ser entregue
seu senhor.
Ado communicou isso mesmo aocidaio An-
tonio I.ins Je Vasconcellos Barros, seu protector
que mandou immediatamente o Dr. Juvencio
Alves Ribeiro da Silva requerer o que fosse a
bem de Adao.
No dia 21 cliegou a esta villa o Dr. Juvencio,
quo informan lo-se do estado da questao reque-
reu ao Dr. Pires que nomeasse ontro curador al-
tendendo a ausencia do primeiro curador: o Dr.
Tires delirio.
O escrivao Mathias de Albuquerque Mello fez o
termo de juramento, o Dr. Juvencio assig-
nou-o.
_0 Dr. Pires eslava no engenho Massanass, e
nao pule tomar o juramento de curador.
O escrivao Mathias fui a prisiio, onde jazia o
preto c em rime do Adao tomn por termo a
appellacao intreposta par>-a relacao do dis-
tricto.
No dia 22 noite chegou villa o Dr. Pires
acompanhado pelo Dr. Sergio advogado c capi-
tao Cmara.
No dia 23 pela manha os autos vao conclusos
ao juiz, que nesss dia tambera despachou urna
petica que o Dr. Madeira mandara do Recife ap-
pellanlo da sentencia.
O Dr. Pires julga sem effeito a appellacao to-l
nn la em notne de Ado, e tambera julga sera ef-
feito a nomcaco quo flzera ao Dr. Juvencio para!
curador, e manda entregar Aduo ao cayilo C-
mara 1 !....
Nesse raosmo dia Ado requeren que se lhe
desse aovo curador, porquanto se tinha appare- '
cido urna petioaojssignada pelo Dr. Madeira, o
juiz ra*smo sabia, que esse dotitor nao estava no
termo, eqno era necessario alera da pctieo pa-
ra appellacao que aquelle que appollava assig-
nasse no cartorio do rtcrivo dos feitos o termo
da nppe!la:ao : o Dr. Pires ogarrou-se a inaltc-
ravel argumentaoo de Adao ja ter curador, o por
esse fundamento indefirio a pelico : Adao re-
plicou dizendo que o curador estava ausente e que
a ausencia do curador nao exlir guia os meiosde
defeza, que elle quera curador para appeliar,
para deffender. O preto Ado nao foi altpndido
pelo Dr. Pires e porque j linh i curador 1 !
Ado pedia appeliar anda, par que eslava no
praso dos dez dias, que a lei concede para se
provocar a instancia superior pelo recurso de
oppellacao.
As horas passavam; Adao nesse dia devia ser
entregue a sea senhor.
O Dr. Juvrncio aggravou para a Relaeio do
dislriclo, o Dr. Tires inaltavelie tal vez com o
louvavcl lim do cortar clncanas nao quiz saber
de aggravos. e por isso indeferio era o Dr Juven-
cio pedio carta lesleraunhavel; mas o escrivao nao
lom escreven'e e pelo geilo que o negocio leva
nao chegar ao couhecimontol da Relacao esta
faci, que lauta consideraeta merece e que deve
ser appre;iado porjuizes
JCJ* A urna hora da tardo Ado arrancado da
enxovia onde jazia.para garanta sua, ajoujado
rio fosse envida e smente por que esa medida
preventiva foi requerida pelo advogado do senhor
de Ado ; do captivo, que urna hora da tarde
do dia 23 de novembro foi entregue a sea se-
nhor. E que ajoujado de corlas atravessou as
ras desta villa procurando o caratnho de Dous-
Bracos.
Seis dias sement : no sexto dia quiz o infeliz
captivo triuraphardiquellas que no foro da Esca-
da o mandaran) entregar a seu senhor.
Ado nao quera ser escravo, affrontou a socie-
dade, que na pessoa do juiz aflirraou em urna
sentenja. que as leu do Brasil nao obrigavam o
senhor a libertar escravos. Ado aitentou contra
a iuviolabilidade da vida humana. Ado quiz
por meio de um crime contra sua existencia pu-
nir o crlme contra sua liberdade.
Os atropellsdores do direilo de Ado eslo hu-
milhados pela altivez do captivo que lhes ensi-
nou que era prefer ve! a morte.....
Os alrcpelladore* do Ado j nao veem o es-
cravo desobediente, por que quiz ser livre pro-
pondo aeco de liberdade no foro da Escada hoje
veem o corago dohomem, que na* quiz ser es-
cravo.
O sangue de Adocorrcu mais Iigeiro do que
o mesmo atropello com quo sua causa foi sacrifi-
cada no foro da Escada.
O espectro de Adao j vem apparecendo dian-
te de seus alropelladores para ensinar-lhes a res-
peitar mais a natureza humana c para lhes pun-
gir consciencia cora o retnorso que os atropel-
lar tambem.
A infeliz brasileira, que sjbe que seu marido
se estorce noleito da mora chora o suas laari-
mas nao enternecem ; par que sso derramadas
pelo escravo desobediente, que levo a audacia do
no foro da Escada propr urna aeco de liberdj-
de. Os desgranados filhos de Ado choram a
miseria, a morte do seu pai e suas lagrimas nao
magoam os coracoes ; por que sao derramadas
pelo cabliru qif quiz ser livre propondo no foro
da tscada ama aeco de liberdade : mas essa des-
graciada familia de Rrasileiros, que esl longe do
seutJhefe amaldicoa aos seus atropeliadores.
O exemplo que Ado den ao termo da Escada
urna continuarn da pagina de seus iguaes.
O sangue do Ado tingio apenas os que regur-
gilam com as miserias da huraanidade.
O escndalo, porm.era ser este fado contado
com os algarismos do socolo XIX com os alg-
rismo3 do anao de 1860 1 ahi que esl o escn-
dalo : ahi que est a immoralidade : ahi que
esl o altentado contra a civilisacao.
A civilisacao do seculo em que vivemos, pro-
testa contra lo alto atlenlido.
Hoje, que talvez Ado j nao vive, pedimos ao
Dr, Luiz Antonio Pires, juiz municipal c orphns
do tormo da Escada, que o julgou carecedor da
acfo, que tambem julguo seus desgrasados fi-
Ihiohos carecedres de tulor, c se em nossa po-
lica considerar-nos capaz de prencher esse en-
cargo, pedimos a tutora destes pobres orphos.
At aqui por hoje.
30 de novembro do 1850 na villa da Escada.
Joo Baplisla do Amaral e Mello.
tu
o.
* -
o.
m
B
Eorat
9.
2
s
B
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A uoile clara, vento SE regular ao amanhecer
rondou para o terral, lomando para o SE frosco
as 5 h. 45' e assim amauheceu.
0SCILI.AC.XO DA M*R.
Preamar as 8 b. 6' da manha, altura 5,4 p.
Baixamar as 2 h. 42' da tardo, altura 1,9 p.
Observatorio do arsenal de uiarinha, 1 dede-
zcrabro de 1860.
ROMANO STEPPL*.
Io tenentc.
Editaes.
Para o Sr. ministro do im-
perio ver.
Nenhum empregado geral pode
provincial sem
que previamente solicite e obtenlia a
sua detnissao. Avisos de 10 de po-
vembro de 1837 e 7 de outubro de
I8i3.
Ora, nao tendo sido derrogados os ci-
tados avisos, cuja tao sabia, quao ter-
minante disposiqo se acaba de 1er :
fora de dttvida que nao deve continuar
a ser inspector da thesouraria provin-
cial o proessor de geometra do colle-
gio das artes (ou a ser proessor de geo-
metra do collegio das artes o inspec-
tor da thesouraria provincial )
tsse Fiineciondrio, a despeito dos avi-
sos citados, foi nomeado inspector da
thesouraria provincial de Pernatnbuco ;
je, em prej'uizo do seu substituto, da
instruccaoe dos cofres pblicos, se acha
j fora da sua cadeira, ha 15 annos !! !
; (fazem hoe 15 de seterabro de 1860.)
O Illm. Sr. inspector da ihesouraria pro-
vincial manda fazer publico que no dia 4 do cor-
rente se dar principio ao pagamento do3 ordena-
dos dos empregados provinciaos, e dahi por dian-
te na proporco da vinda que se for arrecadando.
Secretaria da thesouraria' provincial de Per-
tinmbuco, 3 de dezembro de 1860. O secre-
tario,
Antonio Ferreira da Annunciaeo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exra. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico quo
no dia 13 do curenle vai novamente prac.mpara
ser arrematado a quem por menos Gzer o costeio
de 30 lampeos da cidade de Goianaa, pelo pro-
co de 300 rs diarios por cada um.
A arrcmalacu ser feita por tempo de 1 anno,
a contar do da 20 de mesmo moz.
E para constar so. mandou affixar o presente e
pntilicar pelo aDiario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, Io dezembro de 1860 O secretario,
A. F. da AonunciaQo.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commendado
da imperial ordem da Rosa, da de Christo, e
juiz de direilo especial do comroercio desla ci-
dade do Recife e seu tormo capital da provin-
cia de Pcrnambuco, por S. M. imperial e cons-
titucional o Sr. D. Pedro II, que Deus guar-
de etc.
Fajo saber pelo presente que no dia 12do\de-
zembro do correte anno se ha de arrematariem
prara publica deste juizo, a quem nuis der, \na
sala das audiencias os bens seguinles ;
. Urna carrosa em bom estado sem arreios, a$a
liada em 80>.
Um cabriolel avaliado em 60.
Tres quartos em muito mo estado, tendo uta
delles um gerimun na sarneia e um grande e
chaco as roaos, avaladas em 30} (lo los tres^
os quaes bens vo praca por execu^o de An-
tonio de Altneida Gomes como liquidatario da\
exlincla firma de Almeida Gomes & C. conlrai
Antonio Pinto Soares, e sero arrematados na
falla de licitantes pelo preco da adjudicado com
o abatnenlo da lei.
C para que chegue ao conhocimenlo de lo los, 'l
mandei passar odilae3, quo sero publicados pela \_
imprensa e affixados nos lugares do costume.
Dado e passado nesla cidade do Recife de Per-
nambucoaos26 de novembro de 1860, 39. da
independencia e do imperio do Brasil. Bu Ma-
noel de Carvalho Paos de Andradc, escrivao do
juizo especial do commerco o fiz escrever.
Anselmo Francisco Peretti.
bre- do corrente anno, e por isso devem suas ce- i e mais v encunen tos; 1 lirro de entradas- e sehi- 1.400 libras de tinta branca de zinco 50 lats d
dulas conler os notnes de 38eldados rolla do- das dos respectivo armazens. tinta prela e 6 arrobas de "srcad
miclliarios, espociflcando-se soas respectivas Paa-a o subalterno agente. Para o arsenal
oecnpa?6e\ ni viado com o nowes jiscados, 1 livro da reeeW e despeza das sdmmas rece- 80 cadinko3 de lapls n 30 40 50 e 60
iterados ou substituidos por oulros, conforme f bidas da caixa dwconselho econmico. | P.ra a enfennarts de m'arinha '
i*.?(!l|in" 8e 8Chn de,crminad0 ,n' "specUvas | Para ascompanhlas. 1 apparelho de louca para cha, 21 col'choes da
sr. iQHa",."q? S5 ,"oSEC0e.o^ dc 8g0Sl2 de I 2 Uln* dJ-1gBtr2 ,dss "?" e offl'iaes ag- linho chelos de palha'e 12lalheres.
.,;,, sombro de 1855. 18 do_agosto des- gregados e addidos; 2 livrosde cargados gneros S5o as condir-oes para a cfTectuaco da compra
ic anno. a suas respectivas instrurcoes de diffe- e fardamentos semestraes distribuidlos s pracas'
rentes datas.
E para constar mandei fazer o presente, que
ser affixado nos lugares mais pblicos da fre-
guezia e publicado pela imprensa.
Recie, 29 de novembro de 1860.
F.u Joaauim da Silva Rogo, escrivo que o es-
crevi.
Antonio paminondas de Mello.
das companhias.
Os livros cima mencionados sao de conformi-
dade com os modellos e dimences marcadas na
ordem do da do quartel general do exercilo n.
12 de 34 de abril de 1857.
Quem qnizer vender taes objectos aprsenle as
suas proposlas em carta foichada na secretaria
do conselho, as 10 horas do dia 7 de dezembro
cas | ser paga logo no mez subsequenle do rerebimen-
to dosohjedos, e sujeitarom-se os vendedores
multa^ de 50 % do valor dos mesmos objectos,
I caso nao sejam entregues na porco e da quali-
dados contratadas.
Sala do conselho de compras njvaes, em 27 de
novembro de 1860.O secretario, Alexandre Ro-
drigues dos Arijos.
prximo vindouro.
ciaT om ; ,n,fecior da t""?urar.a provin. Sa|a dns sess5es do consc,ho administrativo,
fend? m Pir"?el0 d;..re80,l,ao da J"n3l?a para fornecimonto do arsenal de guerra, 28 de
fazenda. manda fazer publicd, que a arremaUgao ; novembro de 1860.
ao contrato do coslelo da lluminaco publica da
cidade de Olinda, fui transferida para o da 6 do
dezembro prximo vindouro.
F. para constar se mandou affixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 29 de novembro de 1860.-
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conselho do compras navaes
Promove osle conselho, em seteno de 5 de de-
niJ- ,zemt>r prximo, a compra do material da arma-
A. F. d Annunciaeo. da> abaix0 declarnd0i mPdiant.. proposlas apre-
0 Dr. Anselmo Francisco Peretli, commendador sentadas nesse dia at as 11 horas da manha,
da imperial ordom da Rosa.da de Christ >,e juiz fcompanhadas das amostras dos respectivos ob-
de direilo especial do comuiercin, desta cidade Jectos- / .
do Recife e seu termo, capital du provincia de ... ,ri,ra os *0.
Pernambuco, por S. M. Imperial e Constitucio-: barris de alcatro. 6 balancas romanas, 200
nal, o Sr. D. Pedro II, que Deus guarde, etc. covados de baetilha, 100 croques, 20 esrarradei-
Faco sabor aos que o prsenle edilal virem, e I?de "'eta'. 10 arrobas de gaxeta deplente,
delle noticia liverem, que no dia 12 de dezembro 200 P*t** e 1?r,n ingle/a estrclta, 100 lencos de
do corrento anno se hade arrematar em praca pu- scda Prela. 1 v'ro mappa de 12 folhas, 20 per;as
blica desle juizo, na sala dos auditorios a'part* c lmna dc barca, 20 arrobas de mialhar branco,
ou metade do sobrado de um andar com Iros por- ""phas dc plvora grossa, 7 molhos de piassa-
(as na frente da loja e tres janellas no primeiro ".] i?J,('i'as. de amo,ar. 400 remos de faia, de
andar, duas salas e qualro quorlos e quintal em 14 a 1 ps- *- P^C'sdo sondareza, 300 saceos de
aborto, sem cacimba e casa por acabar, o qual c con<1urcan. 200 lijlos nglezes e 40 libras de lai-
-.-...-^----------- j---------t. j.-. -. ... i xas de cobre.
situado na ra da Concordia desta cidade n. 3i,
e tendo sido o mesmo sobrado penhorado a Jos j
Muoiz Teixera Cuimares, por execugo que con-
tra esle encamiuha Manoel Francisco de Mello,
fora avaliado no lodo em cinco conlos de res, e
nao havendo lancador que cubra o proco da ava- '
liar.o, ser a arrcmalaco feita pelo proco da :
adjudicad com o abalimento da lei.
E para que chegue ao conhccimcnti de todos
mandei passar editaes, que sero publicadas pela
impreota e affixados nos lugares do costume.
Dado e passado nesla cidade do Recife de Por- I
nambuco aos 19 de outubro do 1860, 39 da in-
dependencia e do imperiodo Brasil.
En Manoel de Carvalho Paes do Andrade, es-;
crivo do juizo especial do commcrcio o fiz es- i
crever.
Anselmo Francisco Peretti.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, eommoRdador '
da imperial ordem da Rosa c da de Christo, e'
juiz de direilo especial do commerco desla ci- '
dado do Rorife de Pernambucn e seu tormo,
por S M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, quo Deus
guarde, ele
Faro saber aos que o presente edital virem c
delle noticia liverem, que no da 19 do dezem-
bro prximo futuro, so ha de arrematar em praca
poli',: ,- deste juizo, na sala dos auditorios linda
a audiencia, a casa terrea sita no largo do Parai-
zo n. 4, a qual tom 3 portas na frente, 2 salas, 4
quartos, eozinha na sala de delraz, quintal mu-
Para os navios e arsenal.
5 arrobas de estanho para sidas, 1 folc com-
pleto de 36 pnllcgadas, 20 libras de linha eraj,
60 pares de ferros, 60 meios de sola da Ierra,
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
O novo banco continua a substituir
ou a resgalar o resto das notas de 10$ e
20$ que havia emittido e-ainda existe
em circulacao, declarando que, etis
cumprimento do decreto n. 2,C6i de
10 de outubro do corrente anno, esta
substituicao ou rescate devera' elTec-
tuar-se dentro de 4 mezes, e que (indo
este prazo s poderse* ter lugar rom o
disconto progressivo de 10 por cenlo ao
mez, carfdo asim na forma do art 5
da lei n. 53 de 6 de cutubrggi p o5
sem valor algum no fim de 1<> mezes.
Recife 9 de novembro de 1860. Os
directores, Joo Ignacio de Medeiros
Reg, Luiz Antonio Vieira.
THE4TR
COMPANHll LYRIC1 DE G. MARI^ANGELI
Quarta fcira 5 de dezembro
Representar-se-ha pela segunda vez a opera em tres ocios de Donizetti:
Os bilheles de carnaroles e plateas vendem-se como de coslutoe.
Principiar s 8 horas em poni.
Avisos martimos.
Para Macei, a barcada cDous Amigos-,
rado, cacimba meeira o com sabida no fondo para mcslre Jos Francisco Nonos, cuja bnreaca no-
a ra de S. Francisco, avallada em 3 000-5 o ri' va, do superior construceao e muito segura :
praca por cxecuc5o de Manoel Buarque de Ma- quem nella quizer carrogar, dirija-so ao caes do
' cedo l.ima, contra seus devedores Joaquim Flix Ramos n. 4, a fallar cora Joo Baptista Santos
I Machado e sua mulher de qu 1 lencenle ; o raso nao haja lancador que cubra o
prego da avaliaciio, sorS a arrematarlo feita pelo,
i proco da adjudicaco com o abale da lei.
F. para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar editaes, que serao publicados pela
imprensa c affixados na forma da lei
Cidade rio Recife 2G do novembro de 1860.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimonto, es-
crivao o subscrevi,
Anselmo Francisco Peretli.
Praca do Recife 3 de de-
zembro de 1860.
\s tres Yiovas i\a t*r&e.
Cotfes oficiaes.
Couros seceos salgados220 rs, por libra.
CotagOes officiaes no dia 1." depois de Ircs
horas da tarde.
Cambio sobre Londres26 3(4 d. 90 d[v.
George PatchettPresidente.
DubourcqSecretario.
Declaracoes.
e Coar nos dijs
o Aracaly no di*
do Norte e Pa-
C'jllectoria provincial de
Olinda.
O colloclor inlorino f >z constar pelo presente
a*s contribuintes da decima urbana dacollecto-
ra de Olinda, que do lc de dezembro prximo
ful uro principia-se a contar o prazo
ut
m
zo
segu neslos das a barca 'Castro III por j ter
parte do carregamonto prompto; para o resto da i
carga e passageiros, Irala-se com os consgnala-1
I rios Pinto de Souza & Bairo, na ra da Penha ,
; n. 6, ou com o capital Antonio Gonralves Torres
; na praca.
Recebe carga para a Granja
29, 30 e Io de dezembro, para
3. Maco no dia 4, Rio Grande
rahiba ns das 5 c 6 at ao meio dia.
O expediente na gerencia ser at s 3 horas o
dopois de fechado nada mais se admillir : es-
criptorio no Forte do Mallos n. 1.
Para o Rio Grande do Norte e
Ass,
sahe o hiato Camaragibe por j
seu carregamenlo : para o resto e
trata-se na ra do Vignrio.
Para Lisboa.
O briguc portuguez Constante pretende se-
guir vingsm com a maior brevidade.para o que j
tem parle da carga engajada : quem nu mesmo
quizer carregar ou ir de passagem. para oque
lom acetadas comrr.odos. dirija-te ao consgnaia-
rio Thomaz de Aquino Fonseca, na ra do Viga-
no n. 19, primeiro andar, ou ao raplo c Sr.
Augusto Carlos dos Reis, naprac,a.
ter parle (fe
passageiros.
0 Dr. Antonio paminondas de Mello, official da
imperial ordem da Rosa e juiz de paz do pri-
meiro anno do primeiro districto da freguezia
do Sanlissimo Sacramento do bairro dc Sanio
Antonio da cidade do Recife, etc.
Fago saber que tendo de procedor-se nesta fre-,
cuesta, no dia 30 do mez de dezembro prximo ; Dr > <*e 1860.O escrivao sen-indo de collertor,
futuro a eleigo dos eloitores que hao
do 30 dias
is marcados para a cobranca do primMro se-
Slre do anno do 1861 a 186, c lindo esle pra- '
pagaro 3 por cenlo dc mulla os que nao com-
palrrcerom no referido prazo.
"oMecloria provincial de Olinda, 28 do novera-
Rendiraento do dia
dem do da 3.
Alfandcga,
t .
9:628*491
11:4758547
21.1053038
Movimento da alfandega.
Voluraes entrados com fazendas..
com gneros..
Volnmes

sabidos cora fazendas..
com gneros..
de cordas e lentamente vai se.
do Dous Ilraqos engenho da stj
casado corn urna brasileira l
distante do cortejo seguem en
llinr e algumas crianess
A mulher e as cria'ncas, qu|e
misero captivo a brasileira,
o iodo o caminho
u senhor. Ado
vre e tem filhos:
pranto urna mu-
seus filhos, que vao
seu marido e pai.
Adosoffre ludo isso; quando sua defeza nao
oslara extin.'la; quando a le
Ado prolesla, que nao se
lempo.
Onde estao as Ieis desla te!
acompanharo
mulher de Ado
chorando o caplveiro de
79
24
------103
55
298
------353
Descarregam hoje 4 de dezembro
Galera franeza Vdelemorca dorias.
Barca inglezaIrisbacalho.
Recebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Kendimenl do dia 1.....
dem do dia 3.......
Al-
498*271
767#725
lhe garanta ainda.
captivo por muito
rra? onde esto as
garantas, quo o poder social na pessoa do juiz
promette aquelle que diz ter um direilo, e que o
Mas Adao nao p le appellajr nao ple se deffen-
der; por que Ad6o quera ser livre.
Aqu fi'-o pedindo aos redalciorcs dos jornaes,
<5m que nao pesa o pugoarpilo desvalido a pu-
quanto eslou reco-
icar a historia des-
blica^o do que vai dito, em
Ihendo documentos pura pub
te infeliz preto
Villa da Escada 24 de novd
mbro de 1860.
Joo Baplisla do kmaral e Mello.
Ao paiz.
1:2659990
Consulado prorlncial.
Randimento do dia 1
dem do dia 3 .
2-79l548
2:375^686
~5:167234
Tilla da Escada, 7 da noite d i dia 29 dc novem-
bro da 13 0.
L vai#o cirurgiao Manoe
Guimires para o engenho I
lo Manoel Rodrigues da
opressadamente ; por que va curar o golpe que
o pr-to Ado deu no pescog' para acabar com a
vida.
Parece que esl consumrhado
misero captivo, que no foro
c8o de liberdade e que nao f
pellar da sentenca profer Id
r. Luiz Antonio Pires re
prazo trae a lei concede para
cao ; d > cap io que quando
rsdor s? i di reilc o Or. Pire3
enxovia da cadea da E-cala
Jos Peixolo dos
ous-Braco, do cap.
Cmara e vai
Movimento do porto.
Navio entrado no da Io.
Pollos do sul 6 dias, vapor francez Navarre, de
1271 toneladas, comraandante F. Vede!.
Navios entrados no dia 2.
Liverpool50 dias, barca ingleza Belem, de 304
toneladas, capitao I. Galbie, eqnipagem 11,
carga fazendas e mais g'neros : a Patn Nash
&C
Rio dc Janeiro19 dia3, barca brasileira Castro
III, de 304 toneladas, capitao Antonio G. Tor-
res, eqnipagem 14, carga varios gneros; a
Pinto Souza Bairo.
Navios entrados no mesmo dia.
Havre pelo Cear barca francez a Sphere, capi-
tn Ribng, em lastro de couros
Rio de Janeiropatacho brasilero Beberile, ca-
pillo Joaquim Tavares Teixeira, carga varios
gneros.
Navio entrado no dia 3.
Burim 32dias, brigue inglez Grccian, de 140
toneladas, c.apio Phelip Legros, eguipagom
8. carga 2o70 barricas cora bacalho ; a Krabb
Whately & C.
Aacio sahido no mesmo dia.
o mandou lancar naBabia escuna brasileira Carlota, capitao Joo
|sem que o deposita-! Custodio dc Lcmos, carga varios generes.
o sacriGcio do j
jla Escada propoz ac-
ti admiilito ap-j
pelo juiz municipal
turrando dentro do
se ioterpdr appella-
Uiscutia por seu en-
de eleger,
nao s os deputados assembla goral para a
prxima legislatura dos annos de 1861 a 1861,
corao os membros da sssombla legislativa pro-
vincial dos anuos de 1S02 a 1863 c de 1861 a
1865, devem os eleitores esupplentcs desla fre-
guezia em numero de 55 nella residentes, com-
parecer s 9 horas do bu pra dito da, em o corpo
da groja matriz do Sanlissimo Sacramento do
bairro de Santo Antonio da cidade do Recife,
afim de se organisar a mesa parochal, ficando
os que nao fizorcm, sem motivo logilinio, sujei-
tos multa comminada no arl. 120 5.* n. 2,
da lei de 29 de agosto de 1846.
Eleitores.
Os senhoros :
Coronel Domingos Alfonso Nery Ferreira.
r. Angelo Henriques da Silva.
Tenento-coronel Sebasliao Lopes Cuimares.
Dr. Antonio Rango! do Torres Bindeira.
Dr. Antonio paminondas de Mello.
Empregado publico Caetmo Pinto de Veras.
Escrivao Joaquim da Silva Rogo.
Alferes Caetano Jos Mendos.
Vigario Venancio Benrique de Rezende.
Capitao Firmino Jos de Oliveira.
Major Claudino Benicio Machado.
Cipiao Silvino Guilherme de Barros.
Proprietario Manoel Anlonio de Jess Jnior,
dem Jesuinn Ferreira da Silva,
Capitao Joo Alhanazio Botelho.
Empregado publico Joo Manoel do Castro.
Tenenlo-coroncl Rodolpho Joo Barata de
meida.
Alferes Joaquim Francisco de Torres Gallindo.
Tenentc Francisco de Paula Machado.
Empregado publico Joo Pereira da Silveira.
Artista Guilherme Pinhoiro Rosa,
dem Antonio Francisco Goncalves.
dem Jos Luciano Cabral.
Alferes Bartholomeu Guedes de Mello.
Empregado publico Marcolino dos Santos
nheiro.
Alferes Francisco Lucas Ferreira.
Supplenles,
Os senhores :
Capitao Antonio Augusto da Fonseca.
Dr. Joaquim de Aquino Fonseca.
Dr Antonio Jos da Costa Ribeiro.
Tenente-coronel Justino Pereira de Faria.
Empregado publico Joo Francisco Bastos.
Capilo Jos Luiz Pereira Jnior.
Dr. Joo Francisco Teixeira.
Dr. Joo da Silva Ramos.
Brigadeiro Joaquim Bernardo de Figueredo
Dr. Deodoro Ulpiano Coelho Catanho.
Dr. Francisco Ferreira Martins Ribeiro.
Escribo Floriano Correa de Brilo.
r. Jos Flix de Brilo Macedo.
Dr. Antonio Jos Alvos Ferreira.
Empregado publico Manoel da Silva Ferreira.
Capilo Flix Francisco de Souza Mngalhes.
Dr. Carolino Francisco de Lima Santos.
Com terciante Francisco Antonio dc Brito.
Proprietario Jos* Francisco Caroeiro.
dem Jos da Fonseca e Silva.
CommerciantcSevcriano Jos de Moura.
Proprietario Domingos Nunos Ferreira.
Capitao Francisco de Souza Reg Mooteiro.
Artista Francisco Jos Correa de Queiroga.
Commerciante Caetano Silverio da Silva.
Ariisia Rufino da Costa Pinto.
Commerciante Silverio Joaquim Martins dos
tos.
Artista Joo Paulo de Souza.
dem Joaquim Militao Alves Lima.
Outro sim, convoco a todos os cidados qu*
cados votantes nesta freguezia, cujos nomis fo-
rana inscriptos na lista afxada na referida ma-
triz, para pcssoalmen'e comparecerem oj dar
seus votos ; observando-lhes que a frcguezB da-
r 38 eleitores, vista do numero
qualificados, c segundo a portara
Joo Goncalves Rodrigues Franca.
apitania do porto de Per-
nambuco.
Para o Rio do Janeiro
dade o brigue^ nacional
carga a froto, trata-se na ra da Cruz n.
viuva Amorira & Filho.
vai seguir com brevi-
Mentor, recebo ainda
15, com
Maranho e Para.
Segu com brevidade, por j ter parte do seu
carregamenlo para este ultimo porto, o bem co-
nliecido brigue escuna Graciosas, capilo e pra-
Pela capitana do porto se faz publico para co-' tico Joo Jos de Souza, e podendo completar _
cimento dos interesados, que Rea em effecti- o carregamenlo todo s para o mesmo porto do
ado a multa de 100 estipulada no edilal de Para, seguir em direilura sem tocar no Ma-
C0M\\M..\ PERNAlBtCAM
DE
Naveg^co costeira a vapor.
O vapor Persiuunga, segu viagem para o*
portos do sul no dia 5 de dezembro as 6 horas
da larde.
Recebe carga para Macei e portos intermedios
1 at o dia 4 ao meio dia.
Ooxpedionie na gerencia ser al as 3 hora* e
( dopois de fechado nada mais se adn.iliirJ : es-
criplorio no Forte do Mallos n. 1.
nh
vii
5 i o outubro ultimo, para cada um dos proprie-
ta ios do navios velhos que existem na Cora dos
Passarinhos, visto que nao foram desmanchados
dejntro do prazo dc 30 dias, enlo (liado, nao
le ido os mesmos proprielarios apresentado nesta
capitana reclsmacao alguma, que prove impos-
si lidade desse trabalho, dentro do mesmo prazo.
O ilrn sin, faz-so ainda publico, que a mulla do-
vi r ser paga dentro do prazo de 8 dias. durante
o quaes podero comparecer nesta capitana os
si precitados proprietarios". para convencionar-se
bre osmoios de demolicao e remosaodos despo-: na mesma aizcr carrear
. I _____f..'4 .. .. ,^l s-i I', ".I.-, iiiia culi n.-lri nri'l^ '
P-
S(
jrsdos referidos navios; lindo que soja este prazo.
far-se-ha judicialmente a cobranca das multas, el
o servico de desraanchamento o remocho dos des-1
ppjos dos navios por conta dos respectivos pro-I
ielarins, cojos nomes sero tnio publicados
ranhi
PARA O ARACATY E ASSU'
sae o hialo Sergipano: para carga, Irata-se com
Martius & Irmo.
Porto e Lisboa
A bem cenhecida barca portuguez3 Sympa-
Ihia, capitao Nogueira dos Santos, vai sabir bre-
vemente para os portos cima indicados ; quera
ou ir de passagem,
poder entender-se com os consignatarios Bailar
& Oliveira, ra da Cadeia do bairro do Recife nu-
mero n. 12.
r
fir edilal
Cpitania do pnrlo
vjembro do 1860.O secretario,
J. P. B. de Mello Rogo.
de Pernambuco 27 de no-
Para o Rio Grande do Sul
COlViPANHlA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
F.spera-se at o da 5 do corrente o vapor Pa-
ran, commaiidanle o primeiro tenenle Turit-
zo. o qual depois da demora do costume se-
i guir para os portos do sul.
Roctbem-se desde j passageiros e engeje-oe
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
vora ser embarcada no da de sua chegada : agen-
cia ra da Cruz n. 1, escriplorio de Azevedo i
Mondes
Conselho administrativo.
?an-
lifi-
presidentv da provincia datada de 2
O conselho administrativo, para fornecimentc
0 arsenal de guerra, lem dc comprar os objec-
es seguimos : *
Para o corpo da guarnicao desta provincia.
11 bandas de lia ; 154 botiets ; 2 bonets para
sargentos ajudanle e qnartel-meslre ; 5 honeis
para cornetas e corneta-mr; 2 pares dc charla-
teirai para os sargentos ajudante e qucrlel-mes-
Ire ; 2 tellins dc lustre para os mesmos ; 2 cana-
nas de lustre para os mesmos ; 2 espadas para
os mesmos; 161 esleirs; 161 grvalas; 161
mantss de la ; tO.cordes de la para canudos
de inferiores; I bandeira imperial ; 1 porle para
a dila ; 1 liaste para adila ; 1 capa de brim para
a dila ; 1 capa de oleado ; 1 chapa de ferro para
fogao com 4 forros; 6 resmas de papel almajo :
400 pennas de gamjo ; 2 caivetes ; 72 lapis ; 6
garrafas de lila prela para escrever: 0 libras de
arein prela ; 20 taboalas ; 20 collerroes de car-
tas para principiantes; 6 grammaticas portuguc-
zas por Monte verde ; 6 arilhmeticas por Avila ;
6 nautas ; 20 traslados ; 6 pedras para escrever;
24 lapis de pedra ; 3 cornetas com vollas, ponas
e bocaes ; 5 cordes de la para as mesmas; 4
caldeiras de ferro balido para 25 pracas ; 1 cal-
deira para 50 pracas ; 2 casticaes de lalao ; 1
copo de vidro ; 4 clheres grandes de ferro ; 4
espuraadeiras de ferro ; 4 enchades de ferro ; 4
garfos grandes de ferro ; 1 prato de louca ; 4 ps
de ferro ; 1 snele de armas ; 1 lalha dc barro.
Para a secretaria do corpo.
1 livro "de registro goral das pracas e officises
aggregados addidos ; 1 livro das ordens do dia do
commando do corpo ; 1 Itvro do icgistro dos ol-
ficiaes ; 1 livro do indico dos documentos achi-
rados ; 1 livro de carga c descarga geral do cor-
po ; 1 livro de termo do juramento dos officiaes ;
1 livro de registro das notas semestraes; 1 livro
de termo de deliberagos lomadas pelo conse-
lho perempiorio para castigos corporaes ; i livro
de registro dos termos dos soldados engajados
que assentam praca ; 1 livro das olas dianas
dos mdicos.
Para o conselho ecominoco.
1 livro de receita e desoeza do rancho das
pravas do corpo; 1 livro de receiUs e despeza-
das economas licitas ; 1 livro de acia dassessoes
do conselho econmico.
Para o fiscal do corpo.
1 livro do dctalhc do servico exigido ao corpo
dos cidados per estos companhias.
Para o qinrlei aeslre.
segu com brevidade a barca Malhil Je por ter
a maior parte da carga prompta ; para o restante
' trata -se com Manoel Alves Guerra, no seu escrip-
lorio da ra do Trapiche n. 14-
Porto por Lisboa.
Vai sahir para o Porto com escala por Lisboa
al o dia 25 do corrente mez o brigue portuguez
Promptido II. forrado o encavhado de cobre,
de PRIMEIKA MARCHA F. CLASSE, por j ter
parte do seu carregamenlo; para o reslo e passa-
geiros, para os auacs tem excellentes commodos,
traase com Elias Jos dos Santos AndraJe & C,
ra da Madre de Dos n. 32, ou com o capillo.
Baha.
A escuna nacional Carlota, segu era poucos
dias para a Bahia, tem parte de sua carga en-
gajada ; para o resto trala-se corr- o seu consig-
natario Francisco L. O. Azevedo, na ra da Ma-
dre de Deus n. 12.
Para a Bahia.
A veleira sumaca nacional Hortenciav, pre-
tende seguir com muita brevidade, tem parte de
seu carregamenlo prompto, para o resto que lhe
falla traa-se com os seus consignnt irios Azeve-
do & Mcndes, no seu cscriptorio ruada Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro
O veleiro e bem conhecido brigue nacional
Dm3o>\ pretende seguir nestes oiio dias, lera
metade de seu carregamenlo a bordo, para o
resto que lhe falta trata-se com os seus consig-
natarios Azevedo & Mendos, no seu escriplorio
ra da Crui n. I.
Cear
O hiale nacional Exhalaco, segu para o
Cear no dia 6 de dezembro. e tem parle de sua
carga prnmpla : para o resto e passageiros trata-
se com Francisco Alfredo da Silva Castro, ou ce m
o mestre no trapiche do algodo.
O hiale Garibaldi, segu para o Cear en fla-
cos dias : a tralar com Tasso Irmos ou con. o
capilo Custodio Jos ViaDDft.
Leiles.
LEIL
DE
Urna casa
terrea
EM
Motoeolomb.
Quarta-feira 5 do corrente.
Antunes far leilo em seu armazcm na ra
do Imperador n. 73, da casa terrea n. 73, sila na
rus de Motocolomb Ireguezia dos Afogados, n
qual lem 2 salas, 2 quartos, cosinha fora, quin-
tal murado etc., com 21 palmos de frente e 56
de fundo e se vender sem reserva de preco, 5s
11 horas cat ponto.
COMPMIU
rERMBICAM
DE
dc scjteav-'
1 livre de registro das fclhas dos offlciaes prcls
LEILAO
DE
gaco cosleira a vapor
O vapor Jaguarihe, commandante Lobato, se-
gu viagem para os portos do norte al a Granja
no dia / dc dezemLrg as 5 1[2 horas da tard
em poni.
llmaescrava.
Quarta-feira 5 do corrente,
Anluncs far leilo em seu armazn', na ra
do Imperador n. 73, de urna escrava dc i.nc.0,
boa cosinheira e quitand?ira, as ti horas em
poni.


()
.DIARIO DE PERNABMUCO. TEBCA PEIRA \ M. DEZEMBRO E 1*#.
uiim
Quarta-feira 5 do corrente.
PELO AGENTE
PESTAA.
A' porta do armazem do Sr. Annes defronte da
alfandega o referido agente vender as 10 hora
da manhaa do mencionado da, por conla de
quem nerlencer em lotes a vontade dos compra-
dores e
Sem limites de preco
20 barris cora presuntos de Lisboa.
LEILAO
O agente Ilyppolito autorisado por
urna pessoa que se retira para torada
cidade fara' leilao de uina mobilia de
Jacaranda' degosto rnoderno, guarda-
roupa, secretarias, vidros, louca, ap-
parador de apurado gosto, urna excel-
cellente esteira para sala e urna inini-
dade de objectos de adornos de sala, in-
clusive um roagpifico relogio pai-a cima
debinc-t: quarta-feira 5 do corrente
as 11 horas da manhaa em seu arma-
zem sito na ra do Imperador n. 35.
Te rea-feir
PELO
4 do corrente.
AGENTE
A. porta do armazem do Sr. Annes
defrnte da alfandrga, o referido agen-
te vender' as 10 horas da manhaa do
mencionado dia cima, em lotes a von-
tade dos compradores, sem limite de
prego, urna porcao de caixas com quei-
jos de excedente qualidade vindos l-
timamente pelo Adelle.
LE i LlO
Hoje, 3 de dezembro.
DE
Obras de roareineiria.
O agente Camargo fara' leilao no seu
armazem na ra do Vigario n. 19, de
diTerentes obra* de marcineiria consis-
tindo em com modas inteiras, meias
com modas, marquezas, solas, cadeiras
deamarello, lavatorio, ca teirae outros
objectos que se tornam desnecessario
mencionar-se ; no mencionado dia as
11 Iioras em ponto.
Terca-feira ido corrente.
O ag-nti! Evaristofar leilo no seu armazem
da na do Vigario n. 22. de grande porcao de
obras de marcineiria as 10 horas em ponto do
oa cima dito.
LILAO
DE
Sobrado de um andar
Na rua do Fogo.
Quarta-feira 5 do corrente.
Antones tari leilao em seu armazem na ra
do Imperador n. 73, do sobrado do um andar e
sota) sito na roa do Fogo n. 35, quo tem chaos
proprios, 2 salas, 3 quartos, um solao com rosi-
nha, quintal, cacimba etc., tendo a loja cosioha
fura. Principiar as 11 horas ora ponto.
rom
Aeham-se a venda na liwaria da rraca da Independen-
cia ns 6 e 8 as bem conhecidas folhinbas impressas nesta
typogr*phia .
Folhillka d porta on KALENDARIO eeclesiaslico e civil para o
bispado de Perna-nbuco.. ......... 160 rs
Dita de atyibeii'a contendo alm do kalendario eeclesiaslico e civil,
explicado das festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das mares e nascimento e occaso do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do comnercio ;
ditas do sello; ditas do porte das cartas; ditas
dos imposlos geraes, provinciaes emunicipaes, ao
que se junlou urna colleeeao de bel ros e divertidos
jogos de prendas, para entretenimento da mocidade. 320 rs.
Esto no prelo o almanak e outra folhinha cootendo
todas as-oraces para assistir semana santa, etc. Com-
prando-se em porcoes se daro por preco mais commodo.
Aluga-se um excellenlc quarlo ou corredor
loja do sobrado da ra das Cruz.es o. 32 : quem
o pretender, dirija-se a mesma.
Pelo juizo dos feitos da fazendn provincial
se hae de arrematar em hasta publica a quera
mais der, os bens seguintes :
A casa terrea n. 19 na roa do Bonn Gusto, fre-
guezia dus Afogados, com 18 palmos de frente e
50 de fundos, com pequeo quintal em aberlo e
chaos foreiros. avallada por 50g.
Outra casa terrea n. 21 na mesma ra cima,
tendo 18 palmos de frente e 50 de fundos, com
quintal era aberlo e chaos foreiros, avaliado por
50;j000. Cujas casas (oran penhoras por execu-
co da fazenda provincial contra os herJeiros de
Joaquim Caetano da Luz.
A renda annual da olaria na ra de S. Miguel
n. 0, sobre pilares, coberta do tenas, com seu
competente torno, o um quarto para pretos em
bom estado, avahada em 600#. Cuja renda foi
penhorada por execuco da fazenda provincial
contra Jos Buarquc de Macedo por Manoel de
Souza Jardim.
A renda annual da casi na ra dos Pocos n.
39, com commodos para pequea familia, avalla-
da em 72$. Cuja renda foi penhorada por ex-
cucao da fazenda provincial contra os herd As
de Joo Baptista de Souza Le ni o?.
A renda annual di casa terrea na ra do Quia-
bo n. -I, na povoacao do Monleiro, freguezia do
Poco, cora 2 salas, 3 quartos, cozinha, quintal o
cacimba, avaliada era 60j. Cuj renda foi pe-
nhorada por execuco da fazenda provincial con-
tra Jos Anlonio Tixeira por Jos Gomes da Sil-
va Porlella.
A renda annual do subrado no largo do Pa-
raizo n. 49, com commodos para familia, avaliada
em 2500. Cuja renda foi penhorada por execu-
co da fazenda provincial cunira a viuva c her-
deirosdo marquez do Rccife
A renda annual da casa terrea na ruadoTam-
bi n. 25. tendo 2 salas, 2 quarlos, cozinha fra,
quintal e cacimba, avallada em 1200. Cuja ren-
da foi penhorada por execuco da fazenda provin-
cial conlra os herdeiros de Adriana Mara da Coo-
ceico.
Os pretendentes comparejam as 10 horas da
manhaa do dia 6 do correla mez de dezembro,
na sala das audiencias.
Leiteaopda j
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
e fazertodo o servico de casa: na ruado Caldei-
reiro, taberna n. 60.
Precisa-se alugar um silio no Arraial,
Cruz de Almas Parnamerim ou Belm : quem
o liver dirija-se a ra Nova n. 6.
Ama.
Precisa-se de urna ama boa cozinheira e que
compre, para casa do pouca familia ; na ra do
Araorim n.56, se dir quem precisa.
O cscrivao da irmandade de N. S. da Con-
cejero da Congregado, para cumprir o que deter-
mina o art. 48 do cumpromisso da mesma irman-
dade, convida aos seus charissimos irmos para
reunirera-se no consistorio da mesma igreja no
dia 2 do correnle mez, s 9 horas da manhaa,
para o fim de em mesa geral elegerem os rocsa-
rios que tem do reger a mesma irmandade no fu-
turo anuo de ISG1.
Aluga-se um escravo para servico de casa:
quem o pretender drija-se a ra do Queimado
loja de ferragens n. 14.
Jos Narciso Camello mudou seu escrito-
rio para a casa n. 19 na rua do Imperador.
OlTWece-se um menino de 10 a 12 aunos,
com pratica de taberna o qual da fiador a sua
conducta: ua rua Augusta n. 31, taberna.
Ucsappereceu no dia 16 do corrente mez de
novembro. o escravo de nomo Luiz, cor parda,
idade 16 e 18 anuos, sem barba, estatura regu-
lar, cheio do corpo, cabellos crespos, ps e
raaos grandes, bem conhecido por ter sido bo-
leeiro do abaixo assignado e ltimamente do
Illm. Sr. desembargador Firmino, d'onde au-
senlou-se: roga-so as autoridades poiiciaes e
pessoas do povo que o aprehendan) e levem-no
a rua da Cadeia do Recita n. 61, que ser re-
compensado.
Antonio Eotelho Pinto de Mosquita.
Precisa-se alugar urna escrava que lave e
engomme, paga-sebem bem ; e quem a tiver,
dirija-se a livraria da rua do Imperador n. 73.
Estciras da India de 4, 5
e 6 pamos de largo.
No armazem de tazendas da rua do Queimado
n. 19, propriameute para forro de salas e cama
por ser di melhor qualidade, e todas brancas.
Continua a naver leite ao pe da vacca, na co-
cherada rua da Floreuliua, de quarta-feira 5 do Aluga-se una casa na Passapem
corrente era diante. ^ da Magdalena- lmto pQnfe ^^
Radia Pia i Inli'iriunnii'o com excellentes commodos para uma
JIHIIIt IIU 1 llllfll II1UMIU. g. ande familia passar a festa e ptimo
OSr. presidente manda convidar a todos os se- banho no fundo: a pessoa que a pre-
tender dirija-se a rua Direita n. 3.
vacca.
nhores socios para comparecerem no consistorio
de Santa Cecilia, no da G do correnle, s 9 horas
da manhaa, afim de so proceder a eleicao da no-
va a lii.iiii-trai.'o.
Allenfo.
Precisase de uma ama para cozinhar, pa-
gandosebem agradando : na rua dos Pescadores
1 e 3
ns.
Quarta-feira 5 do corrente.
Antones em seu armazem far lleilao de uma
porcao do obras de marcineiria, se|m reserva de
preso.
Principiar as 11 horas.
jury e execucoes
Avisos diversos.
Recebi do Sr Polycarpo
Jos Layme a quaptia de
J2::355000 por saldo de contas
co.ni o mesmo senhor. Reci-
fe 28 de novembro de 1860.
Gamillo Pires.
Rs. 2:355#000.
Aluga-se uma loja na rua Dircita n .
tratar na rua da Penha, loja n 23.
Ausenlou-so hontem pelas? horas da noile
.'..i casa do abaixo assignado, moradoi na rua da
Praia n :j, laua escrava, prela f njme Margarida, de idade de 17 anuos, indo'em
companhia de oulra da mesma i lade, forra, criou-
la, dazidas porserem recolhidns c effecluarem a fu-
ga a mcia hora, depois de voltarera de um passeio
q i deram com urnas enancas lilhas do abaixo
assignado, o qual prolesU conlra quem tiver oc-
cullo sua escrava : roga-se as autoridades poli-
filos e ao Illm. Sr. major de pedestres, que
diera suasordens afim de ser capturada.
50,000 rs.
A quem apprehender o escravo Manoel, cabra,
cabellos carapjnhos afogueados, estatura regular,
suissado, com uma das pernas e ps incitados do
eysipella, pretende passar por forro, e muito
allador, levou vestido uma calca de algodo azul
e camisa branca da mesma fazenda : quem o ap-
prehender trag-o rua do Socego n. 21, en-
tregar ao alteres Maooel Joaquim de Oliveira Cur-
Vervaene Vctor, Prosper Vanderkam. sub- ma(l0 (^UG IlJIO IgnOl'a) a SUa
ditos belgas, relram-se psra o Rio de Janeiro. letra VPnrid/l hfl milita tfm
Anda esla por alugaj o sitio na Torre, per [ UCUI' Iltl mult iCm-
lencente a Jos Marianno de Albuqucrque : a ira- I pO, producto de neffOCO TOA-
tar como mesmo ou com o Sr. Jos Azevedo T ~^ m^^v^.v *^
A.idrade, na rua do Crespo. |HSaaOa28 mezes, Visto que
O abaixo assignado declara ao Sr. Ihesou- nSn j:____i_ i
reiro* da thesouraria provincial, que o Sr, Jos a0 tem-Sedlgnadodar a maiS
Fiancuco de Paula, offlcial da fazenda, nao nSffnOfl!ltP rPnaii l mftic
mais seu procurador bastante, e porlanto que fi-! ,uo,8ulll^llie espObia amaiS
ca de nenhum effeilo a procuracao qye o mesmo d0 llldi duza de CartaS k?nnor tem, e que deila nao pode rafti usar.
Majiojino N, Sobreira de Mello.
Antonio Pinto do Azevedo Jnior pede ao res-
pcitavel publico c em particular as autoridades
poiiciaes. que suspendam o seu juizo a respeito
do que disse em um annuncio de 29 do passndo o
meu miseravel infame e entriganlc cunhado An-
tonio Jos di Silva Guimaraes, pois preciso d j-
curaentarme do contrario do tal annuncio, o qu-
nao posso fazer sem que decorram alguns dias
em razao de s pode lo fazer na cidade do Ma-
manguape, e depois dar a competente publicida-
de oeste Diario, e mostrar que semalhante an-
nuncio nao tem o menor pice de verdade, mas
sim uma rcvoltaute calumnia:
Chrisliano Jos Tavares, subdito portuguez,
vai ao Rio Grande do Norte tratar dos seus ne-
gocios.
Aluga-se a meiicao
na rua no Alecrim n. 2
se mesma casa.
Precisa-se alugar um preto para todo ser-
vico de uma padaria ; na rua das Cinco Ponls
numero n. 98.
Alugam-se dous andares do sobrado da rua
da Cadeia n. 24, tendo commodos para grande
familia : a tratar na loja do mesmo.
Stahl & C,
photographos do S. M. o Imperador, ne tua da
Imperalnz n. 13, avisam ao respeitavet publico,
especialmente a seus amigos e freguezes. que
acaba do rollar de sua viagem cachoeira de
Paulo AITonso, e passa a dirigir o eslabelecimento
pholograchico seu socio o Sr. Augusto Stahl.
Igualmente participara a seus reguezes que con-
tinuara a preparar toda a qualidade do Irabalhos
da arte combinado com a photographia, e que
faro todos os exforcos por servir bem a aquelles
que os honraren) com suas confianzas, garantin-
do esmero e perfeico no trabalho.
Precisa-se de um caiteiro para cobranca,
que seja bstanlo diligente, dando ador a sua
conducta; pode dirigir-se a rua do Imperador
numero 8.
O Dr. Manoel Moreira Guerra contina a
prcstai-se aossenhores estudanles di. Faculdade
de Direitocomo explicadorpara a occasio de
seu estudo dos pontos para os actos: pode ser
encontrado na rua da Matriz da Roa-Vista n. 24,
pela manhaa al as 10 horas, o a tarde das 4 em
oante.
Ensino de msica.
OTerece-separa leccionar soUejo.comotam-
bem a tocar varios instrumentos; daodoTas li-
coesdas7horass9 1(9 da noite:atratar na rus
di oda n. 50.
Muit se deseja fallar com ossennores aba-
xodeclarados, na rua do Queimado n. 39, loja.
Antonio Jos deAmorim.
Anlonio Francisco da Silva.
Manoel Jos Milele rfeiriz.
Joaquim Jos Dolelho.
Bolinhos.
Preparam-se bandejas enfeitadas com di-
versos modelos de bolinhos dos mais prtalos
que ha em nosso mercado, para bailes, casamen-
to?, resias de igrejas e solemnisar as formaluras
dos senhores acadmicos; ludo da forma que
forero as encommcudos: dirijim-se a rua da Pe-
nda n. 25.
Mudanca.
Carros fnebres.
O Agr, administrador doste eslabelecimento,
faz ver ao publico o aos seus amigos, que no dia
dO do corrente faz a sua mudanca para a rua No-
va, rtsa n. 63, onde tem o seu escriptorio de
enlerroi ; e a entrada dos carros fnebres pela
rua das Flores, onde os tem patentes a todas as
pessoas que os queiram ver, pois espera ter este
eslabelecimento ainda em maiores proporcoes de
queja tem, e conta que o publico e os seus ami-
gos o coadjovaronesie empenho, certos de que
para tudo quanto esliver ao seu alcance para bem
dasempenharassuas obrigaeoes ; o encontrado
sempre no eslabelecimento a qualquer hora do
da c da noite. Approveita o ensejo para agrade-
car a confianca que o publico e os seus amigos
Ibes tem prestado, pelo que eternamente grato.
#* @*@ IHMii
W O Dr. Sabino O. L. Pinho tendo encon- fe
irado em aberto quasi (odas as contas que
deixou quando parlio para a Europa, ro- S
ga aos seus devedores que tenham a bon- f>
f dado do mandar salisfazer seus dbitos
0 com a Bator promplido, pois que o tem- @
po que tem decorrido sem que tenham si- @
@ do encoramodadosdao ao mesmo Dr o
direilo de esperar que ser attendido.
Aluga-se o armazem da rua da Madre de
Dos n. 2 ; a tratar com Martins & Irmao.
Kblkmann limaos & C. avisam ao
t'espeitavel corpo do commercio que
foram nomeados agentes nesta pracadas
jompanlnas de seguros maiitimos de
Hauburgo.
Por cerlo.
O Sr. Jos Antonio Rodrigues Canuto (Caznqu)
queira ira fabrica Sebastopool pagar os materises
que deve ha mais de 2 annos.
O l)r. Cosme de Sa' Peieira da
consultas medicas em seu escrip-
torio, no bairro do Recie, rua
da Cruz n. 53, todos os dias,me-
nos nos domingos, desde as 6
horas ateas 10 da manhaa,,so-
bre os seguintes pontos
1.a Molestias de olLos; M
2.* Molestias de coracao e de
peito ; 8
3.* x^olestiasdos orgacs da ge- W
racao e do anus ; |
i.' Praticara' toda e qualquer (|
operacao que julgar conve- H
Diente para o restabelecimen- S
to dosseus doentes.
O examedaspessoafqueo con- g
sultarem sera' feito indistincta- H
mente, e na ordem de suas en-
tradas, fazendo excepcap os doen. tes de ollios, ou aquelles que por |>
motivo justo obtiverem hora |
H marcada para este fim. &
Aluga-se.
para so ppassar a fesla uma casa no Gachang,
cora bastantes commodos, defronte do rio : a
aliar na rua Nova n. 61.
Sorvete.
GAZ.
Pede-se aos senhores consumidores de saz que
se dignem vir sortir-se delle, pois novamente
chegado em abundancia ao anligo deposito, rua
Nova n. 20, loja do Vianna.
De hoje em diante haver sorvete ao meio dia
c a noite, em casa de Sodr & C, na rua eslreila
do Rosario n. 11.
Os abaixo" assignados administradores da
massa dos bens do casal do finado Joo Tavares
Cordeiro, previnem a os devedores o do ailo casal,
por dividas vencidas, que no caso de nao virem
salda-las no praso de dous mezes, do presente
annuncio, tero de ser accionadas, afim de ha-
ver-se os pagamentos referidos, visto como o
praso marcado pelo Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos
do termo desla cidade, para a liquidaco do ac-
tivo e passivo do mesmo casal esl conc!uindo-se
e poneos tem sido os devedores que enbam pro-
curado saldar suas contas.
Recife, 12 do novembro de 1860.
Viuva Tavares Cordeiro.
Jas Teueira Dastos.
Juan Anglada Hyjo.
Henrique Jos da Cunha.
Gabinete portuguez de
Leitura.
Por ordem da directora, rogo aos senhores
associados que teem em seu poder obras do ga-
binclo, com os prazos j vencidas, o favor de
as mandar enlregar com a maior brevidade.
Recife 24 de novembro de 1840.
Anlonio Baptisla Xogueira,
Io secretario.
Manoel Jos do Nascimento Silva, subdito
portuguez, retira-se para fra desla provincia.
Precisa-se de
n. 66.
Asphalto.
O escptorio da fabrica de asphalto
transfrio-se para a rua da Concordia
n. 71, onde pode ser procurado.
Pede-se ao Illm. Sr. Ribeiro fis-
cal de Santo Antonio, que lance suas
vistas para as immundicies que se lan-
cam na rua larga do Rosario de algu-
mas casas muito principalmente do ho-
tel n. 44, que faz da dita rua uma
praia a mais immunda a ponto de quan-
do da' o sol nao se poder estar na por-
ta dos estabelccimentos.
O en com modado.
I N. O. Bieber & C. successores e
Domingos Alves Matheus, administra-
dores da casa do fallecido Marcolino de
Borja Geraldes, participara aos deve-
dores do mesmo fallecido que incum-
biram o Sr. Bernardino de Sena Dias
para promover a cobranca.
Na rua do Queimado n.
37, precisa-se saber aonde
mora aExma. Sra. viuva de
Jos Cordeiro de Garvalho Lei-
te. ou alguem que a represen-
te nesla cidade, para se lhe
fallar a negocio de seu iote-
resse.
Amas.
Precisa-se de duas amas para casa de familia :
na rua da Aurora n. 48, segundo andar, a qual-
quer hora.
Attenqo.
Na rua do Amorim n. 40, precisa-se de uma
ama para casa de pouca familia.
Aluga-se uma casa para passar a festa, no
Monteiro, para pequea familia : na rua do Vi-
gario n. 25.
OfTereie-se uma ama para cozinhar: na
praia do Caldeireiro n. 33.
Aviso.
um.boleein : na rua Direita
OLEADO PINTADO
cmenXni?te qua,,d.8de, PrPr0 Para "esas, consolos, bancas ele, etc., a 3*000 o
simo por sua excessivo largura: na parc da Independencia ns. 21 e 30.
cavado, baralis-
O EXTRACTO
GOMPOSTO DE
^LgA IPlruIruMA @0 R. TGWiSI
MELIOBADOE FABRICADO SOB ADIRECQAO' DO DR JAMES R. CHILTON,
de uro segundo anlar rRl>jnp
quem precisar, dirija- ^
O cliimico e medico celebre de \ew York:
EX-
no
(lew-York, baveraos vendido durante muitos an-
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Town-
send, consideramo-Io ser o extracto original e ge-
nuino de salsa parrilha do Dr. Townsend.o
qual primeramente sob este nome foi apresen-
laJoao publico.
BOYD PAUL. 40 Cortlandt Street.
SUPERIOMDADE DO
TRACTO FLUIDO COMPOTO
DE
SALSA PARRILHA
Alexandre Pradcre. subdito francez, vai pa- Fxnlira sa n .I D .. j-
ra o Haranhio. (*-xpuca se p lo seo extraordinario
Na ruado Amorim n. 58. segundo andar,' e quasi miraculoso effeito
existe uma carta para ser entregue ao Sr. Luiz sangue.
Cosa que esleve na Bahia, e por se ignorar sua Z r-rc-o d-n/->v.rv <-,,.. X......
residencia faz-se o presente. | Lada um sabe que a sauJe ou a infermiJade! "A,L,llllt- B lOVVAbEND Co, 218 Pearl
Quem precisar de um caixeiro com alguma depende directamente do estado desteFLOIDO vi- ^lreet-
tal. Isto ha de ser, visto o partido importante l*-9? & HAZARD, 121
que tem na economa animal.
A quautidade do sangue n'um homem d'es-
tatura mediana est avaliada pelas as primeiras
autoridades em vinte e oilo arralis. Em cada
pulsacao duas on$as sahem do coracao nos bofes
a rua d.a
cora quem
pratica para loja do miudezas, dirija-se
-Matriz da Boa-Vista n. 1 i, que achara <
tratar.
Charles Johnson, subdito britannico, reti-
ra-se para Europa.
Aluga-se a casa da rua da Trempe n 11;
a tratar na rua Direita n. 2.
O escrivo privativo do
criminaos desla
cidade enlrou'cr exercicio de e dalli lodo o sangue passa alem no corpo huma-
seu magisterio desde o dia 3 do corrente, lendo 110 em menos de QUATRO MINUTOS Urna dia.
o seu esr.ptono na rua da Poni Velha n. 1. nnienevlensin to^.M. iZl i ,
#-* POS'ao extensiva tem sido formada e destinada
cnncrTirtr S- adm.ravel sabedoria a desiribuir e fazer
@ ULlh,UAUE circular esta corrente de
Bella Harmona.
O abaixo assignado delxando de fazer
parle da sociedade Bella Harmona por
# motivos que osSrs. socios nao 'ignorara,
recorre as columbas desle jornal para pa-
lenlear a todos os seus ex-consocios e
amigos os seus mais sinceros agradeci-
mritos pelo bom acolhimenlo com que
sempre se dignaram trala-lo durante o
^ lempo a que raema sociedade perln-
eou ; outro sim, offerece o seu limitado
9 preslimo qur siciedade em complexo,
9 qur a cada um de seus socios em parli-
cular, naquillo que esliver ao seu alcance
% alancando-lhesque faz os mais rdanles
votos pelo eograndeciraento da sociedade
@ o que ancioso aguarda suas ordens.
JoSo Francisco Ferreira Jnior.
I"i"""".""' ucuuMd a aesirmuir e
vida por todas as
m partes da organisacao. Desle mojo corre sem-
9 pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
g fonle deinfermidade ou de saude.
g Se o sangue por causa alguma sa emprenha
@ de materias'ftidas ou cirrompidas, difunde
,com vlocidaue elctrica a corrupgo as
mais remotas e mais pequeas parles do corpo.
OH O veneno lanca-se para tras e para diante pelas
9 arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
al cada orgo e cada leagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneira
J a eircula^ao evidentemente se faz um engenho
poderoso de doenca. Nao obstanle pode tam-
bem obrar com igual poder na cr!rao de saude.
Eslivesse o corpo infecionado da doenca maligna,
@ ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanluloso, ou muscula
>i*m>&itl&>&&mw m>J9WV9Wm,'1 g'aniuioso, ou muscular, se smenle o san-
O Illm. Sr. B. A. M. C. B 8ue Pi6 fazer-se puro e saudavel icar superior
senhor de engenho na provin- f,d-e"5a e nevilavelnienl0 a wp**< cons-
i i f "'Qao.
Ca tas A lagO aS, queira fazer! t O grande manancial de doenca enlao como
o favor mandar pagar na loia d a'lui cons,a D0 FLID0 circulante.b nenhum
dft forrftffAid/ln ru fln finn ,raedlcamenlonue n0 "r Rectamente sobreel-
Ua (JO Uliei- le para puriGcar e renova-lo.possue algum direi-
to ao cuidado do publico.
O SANGUE 1 O sangb o poni no qual
se ha mysler Gxar a alinelo.
O ORIGINAL E O GINUINO !
AO PUBLICO.
Nos, os Assignanies, Droguista na cidade de
Maiden Lae.
JOHNCARLE& Co, 153 Water Street.
M WARD & Co, 53 Maiden Lae.
J. & J. F. TRIPPE, 92 Maiden Lae.
GRABAN* Co, 10 OldLIip.
0SG00D4 JENNINGS, 188 PearIStreet.
R.B. HAVILAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON, R0BINS& Co, 134 Water Street.
THOMAS.& MAXWELL, 86 William Street.
WM. UNDERHILL, Junr, 183 Water Street.
DAVID T. LANMAN, 69 Water Street.
MARSH & NORTHROP, 60 Pearl Street.
NORTON, BABCOCK & WOOD, 139 Mai-
den l.one.
PENFOLD, CLAY & Co, 4 Fletcher Street.
OLCOTT, M KFSSON & CO, 127 Msiden
Lae.
A. B. SCHIEFFELIN, BROTHER & Co, 104 &
!06JobnSt.
LEWIS & PRICE. 55 Pearl Street.
HAVILAND, KEESE & CO, 80 Maiden La-
e.
RUSHT0N, CLARK & CO, 110 Broadway,
lOAstor. ; J
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
PHILIP SCHIEFFELIN & CO, 107 Water
Slreat.
rOU & PALANCA, 96 John Street.
SU GR WOOD & COFFIN, 64-Pearl Streal.
RUST & HOUGHTON, 83 John Street.
I. MINOR& CO. 214 Futon Street.
INGERSOLL& BROTHER, 230 Pearl Street.
JOSEPH E TRIPPI. 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & KINSLEY, 45 Cortlandt
Street.
HAYDOCK, C0RLIES4 CLAY, 218 Pear
Street.
CUMMING & VANDUSER, 178 Greenwch
Street.
Roga-se jos moradores|da rua da Cadeia quo
hajam de armaren) rom colchase Iluminaren) as
suas vrandas nos dias 7 e 8 de dezembro, por
ocrasiao da fest da Iramaculada Conceicao de
Maria da capella do arco.
Francisco Joaquim Alves Rodrigues retira-
se desta provincia.
Alaga se ao armazem da casa n. 19, na rua
do aperador : quem o quuer alugar, euleoda-
se com o inqoilinn da mesma casa.
Vende-se um preto oficial de lanoeiro :
quem pretender, dirija-se a rua do Rosario da
Boa-Vista n. 38.
HOSPITAL
PORTUGUEZ DE BENEFICENCIA.
EM
Pemambuco.
MOVIMF.NTO DO MEZ DE NOVEMBRO DE 1860.
Medico o Sr. Dr. Prxedes Gomes de Souza
Fitanga .
Ficaram em Iralamento do mez de
_ "ut"bro ........................... 33 doenles
Lntraram no mez de novembro...... 20
Total ..............53
Sahiram curados .................. 17
Falleceiam .......................... 3
Existem em Iralamento.............. 33
Tolal .:............53
Dos fallecidos foram : 1 de ulceras, 1 de tta-
no, e 1 de gastro hepalite.
Recife 1.' de novembro de 1660.
Manoel Ribeiro Bastos,
1. secretario.
Xa rua da Cruz n. 3, escriptorio de Amorim
Irmos, deseja-se fallar ao Sr. Jos Jacorae de
Araujo.
Um moco precisa alugar uma sala e quarto em
Santo Antonio ou Boa-Vista ; quem tiver annun-
cie ou procure nesla typographia.
(Juera precisar de um caixeiro para liberna
ou armazem de molhados, appareca na rua do
Trapiche n. 26.
Photographia, ambrotypo
e daguerreotypo.
Eduardo Cadault vende nao s machinas cora
todos os objectos concernenles i essesdiffereoles
modos de retratar, incumbindo-se alrm disto de
mandar vir qualquer encomm%ida .- os preten-
dentes podem procnra-lo em seu eslabelecimen-
to de retratos oleo e daguerreotypo, na rua
Xova n. 23, priraeiro andar, sobie a loja de cha-
peos de sol de Mr. Manoel Ain.
HASKELL (i MERRICK, 10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK & Co. 49 John Street.
COSHECEMOS A ARVORE E SU\S FRU-
TAS ,
E IGUALMENTE
Conhecemos um Medicamento nos seus E/feitos
O extracto composlo de Salsa parrrlha do
Dr. Townsend esl
0MEDIC4MEM0D0 POVO
Adata-so ao maravilhosamente a constituico
que pode ser utilisado em quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E DEBILIDADE,
fortalf.ce;
ONDE E'CURRUPQO,
purifica;
ONDE HE PODR DO,
ALIMPA.
Este medicamento celebrado que tao grandes >
servidos presta a humanidade, prepara-se agor
na nova fabrica, na esquina das ras Fronte
Washington, Brooklyn, sob a mspecc,ac directa
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da Cidade de New-York, cuja cer-
tidao e assignalura se acha na capa exterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSAPARRILUA
DO DR. T0\V!\SE\D.
O grande purilicador do sangue
CURANDO
O Herpes
A Hertsipela,
ias
NA
ilhetemescrifto.
Cada garrafa do
exterior de papel verde
original e genuino extracto do
A Adstricqaodo ven-
TRE,
As Alporcas
Os Effeitos do azo-
GUE,
Dispepsia,
As DoENCAS,DEFIGA-
DO,
AHydropesia.
A Impinge
As Ulceras,
O Rhematismo,
As Chagas
A Dedilidade geral-
AS DOEKfASDE PELLE
AS BORBLHAS ^A CA-
RA,
As Tossesi,
Rua Nova n. 20.
chegado um riquissimo sortimento de lalhe-
res para mesa e sobre-rresa, contendo as seguin-
tes qualidades, marlim da l.d, 2.'1, 3." e A." qua-
lidade, ditos de sobre-mesa, ditos de c.tbo de os-
so para mesa, a imitarao de marm de 1., 2.a
3.a, A." e 5.a qualidade, ditos de cabo de viado'
diios de cabo de bfalo de 1.a e 2.a qualidade'
ditos de solire-mcsa. ditos de cabo de metal prin-
cipo ; enm a vista de bom agradar, riquissimos
temos de bandejas de todas as qualidades, e avul-
so, riquissimo sortimento decolheres de todas as
qualidades, desde o mais superior ao mais ordi-
nario : na rua Xova n. 20, loja do Vianna.
C\NDIEIftOS
ECONMICOS
NA
Rua Aova n 20.
Chegou um riquissimo sorlimenlo de randieiros-
economicos de muito boniloa modelos, desde o
mais superior al o mais ordinario, por precc
muilo commodo, com a experiencia propria de-
ver agradar ao comprador, e & vista da pouca
despesa que faz, animar a ser Iluminado s com
os ditos candieiros a gaz ; os mais baratos sao a
imilaco de uma lamparilla, produzindo a luz a
tres velas de espermacete com a importancia de
40 rs. por noile ; gradualmente ir sobindo lo-
das as mais qualidades at o maior, que servir
para ornare illuminar uma rica sala, equivalente
a 16 velas de espermacete, tudo islo se garante
sob a condicao de voliar e reslituir-se o seu
importe, na falta de nao agradar a experiencia
feta: na rua Nova o. 20, loja do Yiannj.
Gravuras.
Gravam-seeimprimem-secom perfeico buhe-
rante-se ser mais forieemelhor em ^^^:f^^t^0et\
o o respeito a algum outro purilicador do san- como em qualquer oulro genero ; na rua de
conserva-se em todos os climas por cer
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
OExtracto acha-secontidoemgarrafas quadra-
Agoas-Verdes n. 62.
Ricardo Pereira da Cosa vai ao Rio de Ja-
neiro a tratar de negocios tendentes a sea pai.
. Amas.
SrSfei fS* V2 ?rodway ** York, em Pernambuco M rua da Crur n. 31 escarie,. 8Ddar, t8m. du^Tas'c.irvfre^zL^iSd^se^^Te
!jrn?MCao,'eep.Ur,.d.eUM en8mn,a:
gue.,
lo sspac^o de lempo.
Dr. Townsend tem a assignalura e a cerlido do Dr. J. R, Chlitton, na capa
bern na blica da rua DkarU n, 88 do Sr. Paranhos.


DIARIO DE PERMMBUCO. TERCA FE1RA 4 DE DEZtfMBRO DE 1860.
f)
CASA DE BANHOS
______ NO ______
Asignatura de banhos frios, raornos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tonudos em 30 dias consecutivos. ,........... 109000
30 canoas paraos ditos banhos tomados era qualquer tempo...... 15>000
15 Ditos dito dito dito ...... 89000
7 > ....;.. *000
Banhos tvulsos, aromticos, salgados esulphurososaofprec.os annunciados.
Esta relucho de presos facilitar ao respeitavel publico ogozo das vantagens que resullam
da frequenciadeum estabeleciraento de urna utilidadei ncontestavel,mas que infelizmente nao
estando jem nosso* hbitos, ainda pouco conhecida eapreciada:
EAU MINRALE
NATURALLEBE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22
Remedio infallivel contra as agnorrhas antigs e recentes.
nico deposito na botica franceza, ra da Cruz n. 22.
Preco do frasco 3*000.
TABAC
Deposito das mana facturas mpcraes dt rauca.
Esteexcelente fumo achase depositado, direlaraente na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
GAMBOA DOGARMO, o qual se vende por mseos de 2 hectogramos a 1000 e em porc.node
10 masaos para cima com descont de 25 porceoto ; no mesmo estabelecimento acha-se tamben)
verdadeiro papel de linho para cigarros.
CASA DE SALDE
Sita em Sanio Amaro.
II Itl.lt \\ VO LITTERARIA.
TRATADO DE ECONOMA POLTICA
pelo Sr* Conselheiro
DR. PEDRO Al'TRAN DA HATTA E ALBUQUERQUB.
Esta obra do distinelo economista brasileiro
sobre ludo notavel pela lucidez e exaccao com
quo trata das quesles da sciencia, e pela preci-
so e fluidez da forma, em plena harmona com
as ideas e cora a doulrina. Aos hoinena de le-
tras, aos estudiosos, e principalmente quelles
que se dedicara ao culto do direilo na sua parle
racional c philosophica, interessa muilo umapu-
blicago de scmelhaute natureza : o nome do
seu autor por si s urna boa garanta, que va-
lere raais do que outra qualquer recommenda-
co.
Est venda na livraria Universal dos editores
Guimaraes & Oliveira, ra do Imperador n. 54.
Os Srs. que assignaram tenham a bondade de
mandar buscar os seus ejemplares, e es que nao
assignaram e quizerem, podem faze-loalao ul-
timo de dezembro em que ser fechada a assig-
natura e augmentado o preco.
Os abaixo ass'gnados fazem publico, que
dissolveram de cominum accordo a sociedade
commercial, que sob a firma de Marlinho & Oli-
veira linham no estabelecimento de fazendas da
ra da Cadeia do Recife n. -u, o qual fica per-
tencendo o socio Marlinho, a cujo cargo fica
lambem o activo e Masivo da extincla Arma, que
do 1. de dezembrdo corrente anno em diante
gyrar sob a firma de Marlinho de Oliveira Bor-
ges, licando o socio Oliveira livre de qualquer
responsabilidad?. Pcrnambuco 28 de novembro
de 1860.Marlinho de Oliveira BorgcsAurelia-
no Augusto de Oliveira.
Nos abaixo assignaJos temos dissolvido de
mutuo accordo a sociedade que gyrava sob a fir-
ma de Silva & Ferreira em una loja de fazendas
na ra do Uvramento n.12, ficando a cargo do
socio Silva loda a responsabilizado do activo c
passivo da mesma sociedade e desoncrado deste
absolutamente o socio Ferreira, desde o dia 16
do corrente mez. Recife, 59 de novembro.An-
tonio Moreira da Silva.Jos Ferreira Jnior.
Henrique da Silva vai ao Rio de Janeiro.
Quem precisar de uro cixeiro com pralica
de qualquer estabelecimento a retalho, ou es-
criplorio ou armazem com muilo boa letra, di-
rija-se ao deposito da ra do Rangel, de Antonio
Jos Ferreira Jnior, o qual dir quem a
pessoa.
A viuvade Miguel Luz Sougc convida a to-
das aquellas pessoas que lem carros na cocheira
da ra da Imperatiiz, a virera tira-Ios quanto an-
tes, pois no dia 4 do mez vindouro tem de se
entregar as chaves da referida cocheira ; e para
que chegue ao conhecimento de todos faz o pre-
sente.
Arrenda-se, hypolheca scou vende-se um
engenho bem montado de obras e maisaviameu-
tos, com extenso de Ierras para mais de tres
mil paos de assucar, grandes matas, etc., distan-
te meia legoa da nova estncao da estrada de fer-
ro. Para inormacoes e intervencao de qualquer
contrato de negocio, os prelendentes podem en-
lender-sc cora Joo Pereira Rebello Braga, no
seu escriplorio da ra do Vigario n. 11, primeiro
andar.
Aviso aos senhores relo-
jociros.
Esteestabelecimentocontinua debaixoda administracao dos pro-
prietaroi a receber doenles de qualquer natureza ou cathegoria que
seja.
O zelo e cuidado all empregadospara oprompto restabelecimen-
to dos doentesgeralmente conhecido.
Quem se quizer utilisat pode dirigir-se as casas dos proprietarios
arnbDs morad res na ra Nova, ou entender-secom o regente no esla-
tabeleciraento.
Reforma de procos.
Escravos. -.....
Marujos e criados, ....
Prmeira classe 3$ e. ,
As operaQoes serao previamente ajustadas.
2fl00
*2.so00
o.s'500
CONSULTORIO
WL P. ,
MEDICO PARTE IRO E OPERADOR.
3 l'A DA GLORIA, CASA S1Q FlftftAO 3
Clnica por ambos os syslemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consullas todos os das pela manha, e de larde depois de 4
horas. Contrata partidos para curar annualmenie, nao s para a cidade, como para os engenhos
ou outras propriedades ruraes.
Oj chamados devem ser dirigidos sua casa at s 10 horas da manhaa e em caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noite, sendo por escriptocm que se declare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residenles no bairro do Recife po-
derao remelter seus bilheles botica do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou loja de
livros .Jo Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casado annuncianteachar-se-ha constanleraente os mellicres medica-
rsealos iwmeor.aleos j bem conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes...........10*000
Dita de 24 ditos. ................159000
Dita de 36 ditos. 1...............2OJSO0O
Dita de 48 ditos.................257000 *"
Dita de 60 ditos................ 30&000
Tubos avulsos cada um.......... IJfiOO
Frasees de tinturas.,. ..............29000
Manual de medicina horaeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
duzido em porluguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. ele........209000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 105000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 69000
Desappareccu um relogio de ouro, patento in-
glcz, com o nome de James Hornby e n. 25627,
0 qual levou corrente de ouro com pedra de lo-
pasio e alguns brilhanles roda : a quera quer
que seja offerecido, queira apprehende-li, le-
vando ra do Crespo n 19, onde se gratificar.
Precisa se do um feilor que tenha bastante
pralica da cultura da canna, e mais servico de
campo para um engenho distante desta cidade 6
legoas : na ra da Cadeia n. 36, primeiro andar.
Urna pessoa habilitada para cobrar dividas,
vai a provincia da Parahiba a negocio sen, e otle-
rece-se a fazer algumas cobrancas mediante um
ajusie razoavel : para informaces, na ra larga
du Rosario, loja n. 34.
Precisa-se de urna ama de leite : a tratar
no sobrado de um andar ao lado do norte da fa-
brica do gaz e a beira do ro.
Precisa-se de um menino que queira ser
caixeiro em urna taberna em Po o'Alho : a tra-
tar lia padaria do pateo da Santa Cruz n. 6.
Attenco.
a
O abaixo assignado deixnu de ser caixeiro da
casa que gyra com a firma de Ctipinleiroi Pra-
do, desde o.- de "ezerabro, demorando-sena
dita casa aj o dia 5 do mesmo, afim de concluir
algum debito que o mesmo annunciante tenha
feilo em nome da mesma tirma da casa, que por
descuido tonlia deixado de pagar, e passando esta
data a casa nada pagir.1 era levar era conta di-
vida feila por elle annunciante.
Anlonio Ferreira Mendes.
Aluga-se um segundo andar na ra do Li-
vramciitu n 19: a tratar na mesma casa.
Na obra da travessa da Concordia ainda ad-
millcm-se serventes forros ou captivos : a tratar
na mesma obra.
OiTerece-se urna ama de leite sera filhos :
ua ra de Hortas n. 10.
Precisa-se de urna ama secca : na travessa
das Flores n. 23, junto ao sobrado era cons-
truccao.
Anlonio Bezerr-i Cavalcauli vai Macelo a
tratar de seus negocios.
PIBLICACUVJIKIDI.
LICES DE DIREITO CRIMINAL
PELO SENIIOR DOCTOR
Braz Florentino llciiriqnes de Souza.
O nome Ilustre do Sr. Dr. Braz Florentino
Ilenrques de Souza, collucado frente desl lu-
jminoso trabalho, nos dispensa de encarere-lo
qor pelo lado jurdico e Iliterario, quer pelo da
! uftlidade, tanto para os que estudam como para
os queja so versados ua materia. Esl ven-
ida na livraria universal de Guimaraes & Olivei-
1 ra, ra do Imperador n. 51, onde tambem se ven-
1 de a li.;o da Reincidencia
Precisa-se de urna ama deleite sem filhos,
e outra secca para o servico interno e externo de
casa : na ra dos Prazres", nos Coelhos, casa de
porteo com 2 Iees.
Precisa-se de urna ama para casa
de familia : na ra da Cadeia do Recife
n. 53, terceiro andar.
Precisa-se alugaruma ama forra ou captiva
para urna casa de pouca familia, que saiba cozi-
nhar eengommar ; a tratar na ra do Seve ou
Ilha dos Ratos, casa terrea do Sr. Tiburcio aonde
tem o lampio do saz.
Pede-se a pessoa eue raandou abrir e Im-
primir na ra das Aguas Verdes n. 62, uns bilhe-
les de visil'i com as iniciaes F. B. F. M. e E. II.
B. M., se digne procralos.
Carros fnebres.
Pateo do Paraizoii. 10.
NSo tendo apparecido compradores
ao estabelecimento de carros fnebres
do pateo do Paraizo n. 10, tantas vezes
annunciado (no obstante ser negocio
tao desojado e que tem produzido gran,
de ambicao) tem resolvido seu dono
continuar a fornecer seus carros fne-
bres I.', 2.a e 3.a ordem para defun-
tos, donzellas e anjos com todo o aceio,
sendo parte delles de columnas, cpula
com anjos, figuras etc,, boleeiro decen-
temente vestido. Tambem tem umrica
cortinado prcto de panno fino para or-
nar qualquer igreja, fornece bons car-
ros de paceio, msica, hbitos de todas
asqualiJades,cera, armacoes de urnas
ou eca de columnas, finalmente ahi se
encontrara' toio o mcessario para |
qualquer enterro, sem o menor incom-
modo das partes, com promptidao e
preco conjuiodo a qualquer liora, ou no
sobrado n. 18 da travessa do mesmo
pateo, unto ao sobrado atnarello que
faz esquina para a ra de S. Francisco
e Florentina.
loja
i "^v i ft6i outra qualquer parte.
CIO yUeimadO ll. 12, Mappasgeographicos do mundo e suaS
partes.
Obras de metal principe prateado.
Ferros de engommar econmicos.
Ver niz para carros de ptima qualidade.
Rap cuco.
Fumo para cigarretos e cachimbos.
Instrumentos para agricultura.
DA
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda declarar
que se acham expostos venda os bilheles da
segunda paite da prmeira lotera da rmanJade
de Nossa Senhora do Bom Parto da igreja do S.
Sebasliao de Olmda, cujas rodrs- deverao andar
impreterivelmenle no dia 12 do presente.
Thesouraria das loteras Io de dezembro do
1860.Jos Mara di Cruz, escrivo.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 16 annos,
sendo porlugupz, para trabalhar ero urna fabrica
de velas de carnauba : quera quizer, dirija se a
ra Uireita n. 59.
Na primeira audiencia da prmeira vara
municipal arrematar-se-ha um sobrado do um
andar com soio, na na da Senzala Nova n. 6,
avaliado em 5.00Cg. Escrivo tfotta.
Roga-se aos Srs. Jos dos Santos Moreira c
Jos Antonio Teixeira, a bundade de se dirigirem
a ra da Cadeia do Recife, escriplorio de Manocl
Joaqun) Ramos e Silva, ou annunciarcm suas
moradas para serem procurados.
C ompras.
Na loia da boa fe, na rua.Carro,dem3ma* barato* do que em
ueimado n. 22,
vende-se muito barato. Ferramentadetoda a alidtde
ASa'm'u^o'naTora !&^ ffift1. *~ americanas douVadas e outras.
cores de padies muilo bonitos a 320 o covado,
cortes de cassa pintada com 7 varas a 2^240, tilo
de licho liso muito fino a 800 rs. a vara, tarlata-
na muilo fina branca o de cores com 1 12 vara
de largura a 800 ra a vara, guarnices do cam-
braia (manguitos e golla] bordadas muito Gnas a
5J>, gollinhas tordadas de cambraia muito fina a
1{?, esparlilhos muilo superiores pelo baralissimo
preco de 6j, pentes de tartaruga a imperatriz
muilo superiores a 99, bonets de velludo para
meninos a 5$, ditos de panno prelo a 3$, sapali-
nhos de merino muito enfeilados a 2$ o par, chi-
tas francezas finss escuras e claras a 280 o cova-
do, cortes do cambraia de cores com 3 babados
cora 11 e 12 varas cada corle a 49500, superiores
lencos de cambrah de lnho muito fina e rica-
mente bordados a 93, ditos de cambraia de algo-
do com bico de linho a 1*280, dilos de cam-
braia de linho proprios para algibeira a 6$, 7 e
SI a duzia, dilos de cambraia de algodao a 2400
e 3$ a duzia, liras bordadas largas e linas com 3
1|2 varas cada pega a 2J.j00, e assira outras mili-
tas fazendas que vendemse por presos muilo
baratos : na ra do Queimadon. 22, m bem co-
nhecida loja da boa f.
Toalhas.
Vendem-se loalhas de linho para maos pelo
baralissimo preco de 9) a duzia, ditas de pello
muito superiores a 12$ a duzia : na ra do Quei-
mado ?. 22, ua loja da boa f.
Acones do novo banco de Pernam-
buco.
Compram-se 25 accoes do novo banco de Per-
nambuco ; no escriplorio de Manoel Ignacio de
Oliveira &Filho, largo do Corpo Santo.
Compra-so um escra va crioula de
idade de 20 a 30 annos, que seja bonita
e de boa figura e que saib engommar
e cosinhar perfeitamente : no largo da
Assemble'a n. 1.', primeiro andar.
Compra-se um piano vertical ou horisontal
usado, que esteja em bom estado : na ra da Au-
rora n. 44, no segudo andar.
Compram-se jornaes a 4j> a arroba, sendo
limpos ; rro paleo do Ter^o n. 9.
Compram-se 4 escravos, s^ndo de bonitas
figuras, de 18 a 20 annos de idade ; na ra das
Cruzes n. 18.
Compra-se urna tipoiaem bom ou mo es-
lado ; quem tiver annuncie para ser procurado.
Compram-se
escravos de ambos os sexos para fura da provin-
cia, tendo boas figuras e sendo sadias, paga-se
bem : no escriptorio de Francisco Malinas Pe-
reira da Costa na ra Direita n. 66.
Compram-se folhas de jornaes a peso, a 100
rs. a libra ; no paleo da Santa Cruz, padaria n. 6.
Brreles de seda
para padres
Finos barretes pretos de seda para padres a 2j>
cada um : na loja da aguia branca, ra do Quei-
raado n. 16.
Bramante
bretanhas c atoalhado
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
vende-se bramante de linho muito fino com duas
varas de largura, pelo baralissimo prego de 2-51(10
a vara, bretanha de linho muilo fina e muito
larga a 20, 22$ o 24f a pe?a cora 30 jardas,
atoalhado de algodao cum duas larguras a lSl(H)
a vara, dito do lnho muito superior, tambera
com Juas larguras a 3$ a vara, ; na ra do Quei-
madtPti. 22, na loja da boa f.
Franjas de seda
dela e algodao.
Mu bonitas franjas de seda de diversas largu-
ras e cores a 500, 640 e 800 rs. a vara, dilas de
Ua a 240 e 320, ditas de algodao brancas e pin-
tadas a 160 e 200 rs. a vara, todas proprias para
enfeites de vestidos e casaveques, ditas com bor-
llas e lisas, cora mu bonitos lavrores, proprias
para cortinados, toalhas. coberlas, etc., tanto
brancas como pintadas a 3J. 3500, 4, 5g e 6j
a pega : na loja d'aguia branca, ra do Queima-
do n. 16.
Bonecas inezas.
Mu bonitas bonecas de choro vestidas a chi-
neza algOOcada urna, assim como outras tam-
bem elegantemente vestidas e de saias balao a
l?5O0 : na loja da aguia branca, ra do Queima-
do n. 16
i Dentista de Pars.
15Ra Nova15
II FredericoGaulier, cirurgiao dentista,*
?c faz todas as.operace da suaartee col-^
j^| locadentes arlificiaes, ludo com a upe-J
q rioridade e perfeicao queas pessoa-en-j
H tendidas Ihe recohecem. ?
fiera agua e pos dentifricios etc M
mttammm m} SYSTEJIA MEDICO DE BOLLOWAY.
PILLAS HOLLWOYA-
Este inestimavel especifico, composlo inteira
mente de hervas meJicinaes, nao contera mercu-
rio nem alguma outra substancia Jeltcieria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleic.o mais
delicada igualmente promplo e seguro para
desarraigar o mal na complei;o mais robusta ;
entecamente innocenle em suas operares eef-
feilos ; pois busca eremove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e lenazes
que sejam.
Entre mimares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j esiavara as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forgas, depois debaver tenta-
do inuliimente todos osoutros remedios.
As mais afllictas nao devem entregar-se a des-
esperac,ao ; fa^am um competente ensaio des
efcazes efTeitos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este rfmedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
E" o ultimo goslo.
Superiores gurgures dc'seda de quadrnhos,
de lindos padroes, pelo baralissimo preco de 1
o covado, grosdenaples liso de lindas cores a 2-3
o covado. cortes de laa muilo fina com 15 cova-
padroes tambem muito bonitos a 480 rs. o cova-
do, chales de edre?, padroes inteiramente novn=
a 1$ rs. o covado ; aproveitem em
acaba : na ra do Queimado n
boa-tf.
Ra Direita 11.10
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de).
Astlima.
Clicas.
Convulses.
Debilidadeou exlenua-
Qao.
Debilidsde ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga..
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
liochaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
llydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inlldnimaqoes.
Irregularidades
menslruac;ao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de peJra.
Manchas na cutis.
Ab$lrucc.ao de ventre.
Pbtysica ou consurr-n-
pulmonar.
Retenr^o de ourino.
Rheumalismo.
Syraptom&s secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Wm
f
DE
Fazendas e de miudezas.
m
m
Vendas.
Vende-se um escravo de nacaa por nome
Manoel, proprio para engenho por'saber distilar
agurdenle, e mais outrrs escravos proprios de
engenho: quera os pretender, dirjase a ruada
Camboa do Carmo, casa n. 7, que achara com
quem Iralar.
Vende-se um escravo de bonita figura ; na
rua da Cadeia n. 51. loja do Joo da Cunha
Marques.
Vende-se urna cscrava de na;o, muito sa-
dia, boa quitandeira e lavadeira, "reprsenla ter
40 annos de idade ; na rua do Nogueira n. 25.
Attenco.
De boje era d3nte haver sorvele das 6 horas
al as 9 da noite, na rua das Larangeiras ; pe-
chincha, cheguem, amigos, a 200 rs., e ha bom
agrado do servidor.
1 grande realejo com tambor e pratos.
3 ditos com macacos mgicos.
4 menores com um s macaco.
Caixas com msica para costura.
%tas com carleiras e estojos Dar viagem.
Caigas e paletols de casemiras.
Ditase ditos de brira branco, riscado e ganga
amarella.
Cortes decolleles de velludo e sarja.
Mangas cora nichos e flores.
Jarros sortidos de porcelana.
Pomadas e cheiros.
Armnicas sortidas.
Bicos e rendas.
Caixas com perfumaras.
Calcado de tranca, bezerro e lustre, e outras
muitas miudezas, que ludo se vende para liqui-
dar contas at o tiro do dezembro do corrente
anno.
Vende-se urna negra muito em conta : oa
rua do Rangel n. 11, loja.
Vendo-se frmas ferradas para calcado taxis
do, porprecos muito commodos: defrorite da ma-
triz da Boa-Vista o. 8.
Altenco
Na rua Direita n, 76. vende-se um cavallo gor-
do c grande, andador de ludo, por preco com-
modo.
Attenco.
m
Em casa de Augrnto C. de Abreu, lia para vender um completo ^p|f
sortmento de perfumaras, constando de leos, banha?, pos para ^
dentes, sabgio, extractos, aguas de cheiro e muitos outros artigos dos '^M
melhores perfumistas de Londres e Pars. fl
m
ALLIANCE,
stabeecida m Londres
CAPITAL
Cinc miWioes de libias
sternas.
Saunders Brothers& C. tem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprietarios de
caaas, e aquem maisconvier, que esto plena-
menteautorisados pela dita companhia para e-
fectuar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertosde lelha, e igualmente sobre osobjectos
que conliverem os mesmos edificios, quercon-
sista em mobila ou em fazendas de aualquer
qualidade.
*x % rrryTTy-fTTTrTTTTTT77T-Ti
DENTISTA FRANCEZ. 2
Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- w
rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e M
p dentifico. <
Agencia dos fabricantes america-
no? Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casade Samuel?,
oafcitoq 4 ni "1? Vnzala Nove u. 52
Vende-se urna escrava ue 16 a 18 annos. bo-
nita figura, com algumas habilidades : na rua
Direita n. 76.
Ricos e elegantes cortes de seda" de
cinco e sete babados pretos, brancos e de
cores, ltimamente chegados de Franca :
na rua da Cadeia do Recife n. 40, loja do
Marlinho.
Recebeu-se ltimamente de Franga ri-
cas sabidas de baile e theatro : na rua da 5fi
Cadeia do Recife n. 40, loja do Marlinho. ff
Luvas de pelica brancas, cor de can- gf
na, prelas e de cores despachadas ulti- 3
mmente : na rua da Cadeia do Recife n.
40, loja do Marlinho.
Manteletes de rendo, branca e preta
ultimo gosto : na rua da Cadeia do Re-
cite n. 40, loja do Marlinho
Perfumaras francezes de Lubin, ob-
jeleria de ouro e brilhante ; na rua da
Cadeia do Reciten. 40, loja do Marlinho
Calcado de Melles para horaem e Joly
3| para senhora e crianzas recebido ultiraa-
?g mente de Fringa : na rua da Cadeia do
H Recifo n 40, loja do Marlinho.
~ v*nde:se loja do miudezas da rua Direi-
ta n. 83, a dinheiro ou a prazo, garntese a casa ;
e iralar na rua da Guia, taberna n. 9.
Vende-SJ urna barcada por nome .(Santa Cruz,
Alagoana.de 80 caixas e muito b.-m construida :
quera a quizer comprar, poder dirigir-se a casa
dos Srs. Ferrao & Mata, na rua do Crespo n. 15.
Vende-se ura palanqiira de rebufo, em bom
[ estado : na rua do Hospicio n. 78.
Vendem-se 36 abacaxis proraptos a embar-
car : na rua da Imperatriz n. 8.
Vendem-se 140 saceos com fariaha de man-
; dioca, e urna carleira de amarello com pouco
I uso : a tratar na rua da Senzala Nova n. 30, la-
: berna.
Attenco.
i
Vendem-se 3 guardas-roupas, 1 caisa de ca-
briolel a moderna, 2 pares ae aparadores, 1 com-
moda, 1 par de bancas, 1 realejo com 30 pecas,
ludo obra de muito bom gosto, tanto em madei-
ras como em mao d'obras : na rua da Aurora,
loja de roarcineiro n. 44.
Vende-se a barcaca Coracao de Jess,
nova, fabricada com encllenles madeiras, e car-
rega 90 caixas, fondead* no caes do Ramos : a
tratar na rua do Crespo o. 14.
Phosphoros do gaz.
Existo j venda no armazem de Luz Jos da
Costa Amorim. rua da Madre de Dos n. 24.
Machinas ameri-
canas.
N. O. Bieber & C. successores, tem
exposto nos armazens da rua da Cruz
n. 4 e 9, urna iufinidade de machinas e
outros artigos como sejam :
Machinas de moer caf e milho.
Ditas de descarocar milho.
Bombas de todas as dimensoes para ca-
cimbas, navios etc..etc
Ditas para levar a agua a maneira das
bombas para incendio.
Machinas de fazer assucar de um modo
muito simples.
Ditas de fazer bolachinha.
Balancas de 1,000 arrobas para baixo
proprias para armazens de assucar,
depsitos, vendas, etc etc.
Febreio intermitente,
Vende-se estas nilulas no ostabelecimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguista e ouiras pessoas en-
carregadas de sua venda em toda a America do
>-u\, Havana e Hspanha.
Vendem-se as boceiinhas a 800 rs. cada
urna dallas, contem urna instrucc,o em porlu-
guez para explicar o modo de se usar destas pi-
uanlo se nao I lulas.
22. loja dej O deposito geral era casa do Sr. Scum
pharmaceutico, na rua da Cruz n. 22, em l'er-
nambuco.
REMEDIO NCOMPAR&VEL.
UNGENTO HOLL WA Y.
Milhares de individuos de todas as nados
podem lestemunhar as virtudes deste remedio
incomparavele provarem caso necessario, que,
pelo us membros inteiramente saos depois de haver em-
pregado intilmente outros tratamenios. Cada
pessoa poder-se-ba convencer dessas curas ma-
ravillosas pela leitura dos peridicos, que Ib'as
relatara lodos os dias ha muitos annos; e a
maior parte deltas sao to sor prndenles que
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois de ter
permanecido longo tempo nos hospitaes, onde
deviam sofTrer a amputado 1 Dellas ha mui-
cas que havendo deixado esses, asylos de psde-
timentos, paro se nao submelerem a es. rario dolorosa oram curadas complelsmente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimento declararam estes resultados benei-
cos diante do lord corregedor c outros rrrgis-
irados, afim de mais autenlicarein sua a firma-
.iva.
Ninguem desesperara do esudo de saude se
lvesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo lgum tempo o
tratamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelmente.
Que ludo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguintes casos
Alporcas
Caimbras
Callos.
Anteres.
Corladurs.
Dores de cabera.
das costas.
- dos meibros.
Emfermidades da c
em geral
Ditas do anus.
Erupges escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Fialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escaldadass,
Inch3c,es.
Inflamarlo do figado.
InOatomacao da bexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
deolbos.
Mordeduras de repti*.
Picadura de mosquiles
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraces ptridas
TinKa, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos
Ulceras na bocea,
do ligado.
das articulaces.
Veias torcidas ou no-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabeleciraento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguistas e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hespanba.
Vende se a 800 rs., cada bocelinha contm
urna instrucc,o em porluguez para explicar o
modo de fazer uso desto ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na rua da Cruz n 22. em
Pernambuco.


()
DIARIO DE PEhHAMBUCO. TERCA FEIRA 4 DE DEZEMBBO DE 180.
E' baratissimo.
Palitos de brira branco muito be a feos e pro-
prios para a presente estacao, palo baratissimo
prego de 5> cada un : na ra do Queimado n.
22, loja da boa-f.
de graca.
Corles de caigas de meia casemira de cores es-
curas a 1J600, ditos de brira delinho de cores a
2, ris'-a-iinixis de-linho proprios para obras de
meninos a 200 rs o corado, grvalas de seda de
cores a 610. ditas pretas esireiliulias e largas a
1J>. e alem disto nutras fazendas que se Tendero
muito em conta ;
Queimado n. 22
Baloes de 30 arcos.
Vcndem-se superiores baloes com 30
No armazem de E. A. Bur-
le C, ra da Cruz nu-
mero 48,
vende-se champanha das melhores marcas que
vem ao mercado, mais barata que em qu.alrj.uer
outra parte ; cofres de ferro (burras) das que cos-
tuma receber, do melhor fabricante que ha neste
gpuero, surtimentos de todos os lmannos e lo-
dosos procos; novo sortimenlo de pianos, de
um excedente fabricante, que se vendero por
i conta do mesmo, deduzindo-se a commissao e o
a ioja da boa f, na ra do de9con, "lue os lornawe baralissimos.
Pechincha.
arcos.
Vende-so o engenho Primavera, moente e cor-
sondo muito recommendayeis poi poderem Grar renle, e com excellentes torras, no termo de Se-
do tam miIio
preto de 6J
da boa f.
que se precisar, pelo baratissimo
na ra do Queimado n. 22, na loja
Entremeios e liras
bordadas.
Van le se mui bonitos entremeios e tiras bor-
dadas em fina cambraia, obras mui bem acaba-
rte, os ntremelos pelos baralissimos precos de
19600, "2s 2JH0O a poca c as tiras bordadas por
2>. *28!)i), 39, 4J>, 5g e 6tf. Avista da superio-
ridadu da fizi-nda ninguem deixar de comprar e
parauso dirijam-soa ra do Queimado loja da
ag'iia branca n. 16.
rinhaem : quem a pretender, trate com Manoel
Oongalves da Silva, ou com sua proprielaria no
engenho Cjniaro, termo de Barreiros
ga enmmodo.
por pre-
Chlese
Ricos chales de merino estampados, de cores
muito limitas a "9, ditos muito finos a 85500,
ditos Utos a 5$, dilus bordados a matiza 8;5Uo,
ua ra do Queimado n. 22, loja da boa-f.
Algodo monslro,
Vende-se algodo monslro com duas larguras,
muito proprio para tnalhas e lenges por dispen-
sar tola e qualquer costura, pelo baratissimo
proco de 600 rs a vara ; na ra do Queimado n.
22, na loja da boa f.
Vendem-se saceos com feijo rajado por 5
cada sacco por ter algum forado, sendo muito
proprio para animaes : no pateo de S. Pedro nu-
mero 6.
Vende-se ura preto moco de bonita Dgura,
sera vicio algum, proprio para todo o servico, e
tamben cosinheiro, sendo a razo da venda o
sennor se retirar para o serlao ; na ra da Cruz
numero t8.
Msicas por metade do seu valor para
liquidar.
Msicas do Trovador, Travista, Puritanos. Lu-'
ca, Lucrecia Borgia e oulras, pela metade do!
prego marcado e que custam no Rio de Janeiro :
na livraria acadmica, ra do Imperador n 79.'
| Vestidos de blonde i
1 NA LOJA DE f|
fjj Guimares fe Villar,
IfRua do Crespo numero 17.!
n, Vende-se ricos corles de vestidos de
Jg blonde iiltimamente chegados de Paris. f
Atteno.
Vende-se urna preta de meia idade, bastante
robusta, com urna linda fllha de 6 anno. a preta
lava, engomma, cozinha, e multo Bel, o sem
vicios, o que se aamja : a tratar na ra do Quei-
mado, loja n. 28.
A loja demarmore ||
j recebeu vestidos de blonde bordado para 5
S casamento. 3
A loja de marmore
5 recebeu vestidos de seda de cores do ul- i
sm timo goslo.
A lojademamore
recebeu vestidos de phanlasia do ultimo 5
gosto.
A loja de marmore
. recebeu vestidos brancos de cambraia \
i bordada do ultimo gosto.
A loja de marmsre
recebeu manteletes, ronds, taimas, pe- |
regrinas e mantas do ultimo gosto.
Latyrmtos c biccos das EspirilO.de ViilllO.
IlliaS- Vende-se baralo : na Iravessa do paleo do Pa-
, raizo ns. 16 e 18, casa pintada de amarello.
A loja d'aguia branca acaba do receber urna no-
vo o bonito soriimeolo de liibyriiitos e biccos das
Hh i-, obras j bem conhecidts por suas boas
ijii'ilil's e duracao. O labyriulns por SU88
mu diversas larguras reguUm de 20 a l$200 a
vara, os biccos de 200 a IJfOO. Uns c ouiro*
sao de sumnia uiilida.de, c por isso se lornam
ne 1 --ni i para as familias. Yendein-se em dita
'. ija d'aguia braca, ra do Queimado n. 16.
b ta > barato que admira.
C issas de cores de padroes rauiti bonitos que
parecem orgamfys, pelo bar.itissimo prego de 240
rs o rov.i lo : na ra do Queimado n. 22, na loja
da boa f,
IEL0G10S.
Viiie-se em ;asa le Saunders Brothers A
G. pri-;adu Corpo Santo, relogios do afama;
J-i abricaate tfcskell, por precos commolos!
e '.ia ;,' u 1 ic lirn e cadeiasuaraos mesmos,
<1 't'-e illnte 2 J _1J j .9 9 'J> 19 '3 "T S3 33
Aloja de marmore
recebeu novo sortimenlo de bournus be- ?
douine para sahida de baile. *
A loja de marmore
|j| recebeu novo sorlimenlo de enfeites pa- i|
a, ra vestidos, incluindo bicos de blond. S
I A loja de marmore |
^ recebeu novo sortimenlo de chapeos e S
j^ eufeites para senhoras. x
Tachas e moendas
Braga Silva & C., tem sempre no seu depo-
sito da ra da Moeda n. 3 A, um grande sorti-
menlo de tachas e moendas para engenho, do
muito acreditado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapi-
che n.4.
45-RuaDireila45
ESCOiraDO SORTIMEKTO
DE
Pianos
Saunders Brothers 4 c. tem para Tender em
eu armazem, na pra?a do Corpo Santo n. 11
&P.,aHn0,wdo ulUmo 8st0 recentimente"
chegados.dosbemcenhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londre3 ,
muito Drouriosoara este clima
PROGRESSO
de

8
1
m
o
co:hpavhia
P9IT3ESISI
?.
IAI
8G
AGENTES
J. Astley & Companhia.!

ende-se
ferro
V.
I
Os proprietarios deste estabele-
cimento convidara ao respeilavel publico, principalmenle aoe amigos do bom e baralo, que se
.acharo em seu armazem de molhados de novamenle sonido de gneros, os melhores que tem
viudo a este uercado, por serern escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa e por serem
! a raaior parle delles viudos por conla dos proprietarios.
Chocolate
dos raelliores autores de Europa a 900 rs. a libra em porcao a 850 v*.
Nlarmela&a imperial
Aproximando-se o tempo festivo, e sendo in-
dlspensavel que as lindis e amaveis Olhas da
opn4enta e potica Mauricea se prerinam do que
necessano para o resguardo dos seus mimosos
e pequentnos pes; atlendendo tambem a que
urna crinolina empavesada nao pode estar de
acord com urna bolina acalcanhada ou desco-
sida, assim como ura cavalheiro de calca balo
cora um borzeguim estragado, far urna triste
figura vis-a-visde urna bella ; considerarles tao
acertadas actuaram 00 espirito do proprietario do
estabeleciracnto, j to conhecido pela modici-
de dos precos do seu calcado, para reduzi-los
anda mais, munmdo-se do um abundante sor-
liraento e sera defeito, que aprsenla aos seus
benignos freguezes (moeda em punho] pelos
r er^os abaixo :
Senhoras
Borzeguins 52 a 59. P
Ditos ditos. ....
Ditos ditos.......4p00
Meninas
Borzeguins 29 a 51.
GRANDE SORTIMENTO
4^800
4jj|500
. 5800
Ditos 25 a 28......5^600
5^00
Fazendase obras feilas.!
1L oes & Basto
Ka
e armazem
DE
64000'
6#000!
54000!
5$G00'
5)00
Ditos 18 a2i.
Homem
Borzeguins.......9500
Dtos.........8#800
Ditos prova de fogo e d'agua. 8^500
Ditos.........
Meios borzeguins de lustre. .
SapatSes com elstico e lustre.
Ditos arrnnca p;lle, bszerro. .
Ditos Je bezerro. ....
Meninos
Sapat6-$........346OO
D,,os.........5'000
Ha tambera na variado sorlimento de todssasl
classes eprecos nfimos, sendo os annunciados
somente de primeira classe.
Gapellas e llores.
Mui bonitas capillas para noivas a 5*, 6# e 7$
ditas para meninas a 2f, bonitos e delicados cai-
xos de flores finas a 1^500. 2* e 3J : na ra do
Queimado, loja da aguia branca n. 16.
Cera de carnauba nova
por diversos precos, de 8J500, 9#500 e \0$, qna-
lidade especial : no largo da Assembla, arma-
zem de Antunes Guimares & C.
Milho a 3,500 rs. o sacco, hSpdoer?
em muito bom estado, e pira acabar : no largo!! i-l*'le,J
da Assembla, armaem de Antunes Guimares
& Companhia
do afamado Abreu, e de oulros mais fabricantes de Lisboa
rs., em porcao de se far algum abaiimento.
em latas de 1 a 2 libras a 800
a
-
para
de
com-
Fortnas de
purgar assucar.
Eachala'sde ferro
2 Ferro saeeo.
F Miig.i:'das.
g Ac de rrieste.
^ Pregos de cobre
f posico.
@ B irrilha e cabos.
I B.-ita de vela.
! Couro de lustre. |
i Palhiaha para marcinei- S
I ro : ao armazem de G.
j .T. .\stley & C.
Ja na da Cadeia n. 2i, vendem-se as se-
g ti ilesfizeaiis, por metade de seu valor, para
li 1 ii laQo.
! ,- tesada brancos e pretos, de Indas as
at-ins. ara a 161. 210, 400, 800 e lgOOO.
I r. ooaplclo sortimenlo de franjas de sedae
d-; al,'i l.).
Chalis deltijuim 1 10, 15, 20 e 35
B itoes do seda, vollulo, de louca o de fusto
de i'i li 1 des Tinas, duzia a 200, 400 o 600 rs.
Cillarinh'M bordados de 500 rs., 23, 3 e 45
Entren:eius(lnos, poQascom 12 caras a 1j.
Ihos brdalos tiras a 5>0. 13, 2.J. 3^500.
misetns com minsuilos a 3j, 4, 5 e 63.
Enfeites >ie flores a 6.j.
Chapeos de seda para senhora a 10$.
GisavAfiies de velludo a 40 e 60J
Dito de sedi a 85}.
Ditos de fusto a 8 e 12*
Filas le,seda e de todas as qualidaJes de 160
rs. n 100.
Dili 1i velludo de 2i0 rs. a Ifl.
Maca de tomate
em latas de 1 libra por 900 rs., em porcao vende-se a 850 rs.
L*atas eem erviUias
1
end-se unicamenle no armazem progresso a 640 rs. cada huma.
Conservas francesas e iiiglezas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs. o frasco.
Latas de boVaeuinua de soda
com diferentes qualidades a 1*600 a lata
-Ymcxas rancezas
a mis novas que tem vindo a este mercado em compoteiras, conlendo 3 libras por 3#000 rs.
e em iaias de 1 112 libra por 1500 res
"Verdadeiros figos de comadre
em csixa com 16 libras por 39000 rs. a retalho a 240 reis a libra.
Caixmnas com 8 lluras de passas
a 3?000 rs. em porcao se far algum abatimento, vende-se tambem a retalho a libra a 500 rs.
Mautelga Inglexa
1000 rs. a
Na ra do Queimado n.
46,freateamarella.
Sortimenlo completo de sobrecasaca de
panno preto e de cor a 25, 28jj. 30jJ e
3;>8, casacas a 28c?, 303 e35*. palilots dos
mesmos pannos20, 22 e 25J, ditos de
casemira de cor a 16S e 18, ditos sac-
eos das mesmas casemiras modelo iriglez
casemira Pina a 10, 12/14 e 15, ditos
saceos de alpaca preto a 4j!, ditos sobre
fino de alpaca a 7, 8e9, ditos de me-
rino setim a 10, ditos de merino cordiio
alOjJe 12, ditos de sarja preta trangada
saceos a 63, ditos sobrecasacos da mes-
ma fazenda a 8, ditos de fusto de cr e
branco a 4, 4JJ500 e 5g, colletes de ca-
semira de cor e preto a 5 e 6, ditos de
merino preto para lulo a 4 e 5, dilos
de velludo preto de cor a 9 e 10, dilos
de gorguto de seda a 5 e 6, dilos de
brim branco e de cor a 21500 e3, calcas
de casemira do cor e preto a -7g, 8g, ')
e 10, ditas para menino a 6S e 7, dilas
de merino de cordao para nomcm a 5J e
6$, ditas de brim branco a 5} e 6, ditas
ditd de cor a 3J, 350, 4 e 5, e de |
todas estas obras temos um grande sor-
tmenlo para menino de todos os tama- |f
nhos ; camisasinglezas a 36 a du/ia. Na o
mesma loja ha paletots de panno preto Jf
para menino a 14J, 15J c 16;. ditos de tf>
casemira para os mesmos pelo mesmo ff
prero, ditvs do alpaca saceos a 3 e jOj
350, dilos sobrecasacos a 5? e 6$ para ft>
os mesmos, caigas de brim a S05OO, 3 e *ft
3500, paletots saceos de casemira de cor Sft
a 68 e 7, loalhas de linho a 800 e 1J ca- ||
da urna. *>
No mesmo estabelecimento manda-se 9
apromptar todas as qualidades de obras 5*
tendentes a roupasfeitas.em poucos das, ae
que para esse fim tomos numero suf-
ficiente de peritos ofliciaes de alfaiales a|
m hbil raeslre de sme- 2p
flcando os donos do estaba- ^
lecimento responsaveis pelas mesmas a>
S obras al a sua entrega.
Sel)o e graixa.
So'jo coado e graixa em beiigas: no armazem
<" Tasso Irmos, no caes de Apollo
X
I
8
Rival sen segundo.
wNii?'a deiniudes da ra d Queimado n.
50, defronte do sobrado novo ha para vender
pelos diminutos precos os seguales artigos :
Duna de sabonetes muito Onos a 600 rs
tartoes de clcheles com duas ordena a 20 rs
Canas de clcheles batidos a 60 rs.
Duzia de mcias cruas para homem a 3
Olla de ditas para senhora a 3f500.
Pares de meias para senhora a 300 rs
Latas com banha muito fina a 500 rs
seas para acender charutos, caixa a 60 rs.
I liosphoros em caixa de folha a 120 rs.
tartas de alfinetcs muito finos a 100 rs.
tancas de agulhas franeczas a 120 rs
Tares de sapatos de tranca de algodo a 1.
irascos de macass perola a 200 rs
Ditos de dilo oleo a 120 rs.
Duna de facas e garfos, cabo preto, a 34.
n?8- iMpM, del53 Pra meninos a 200 r?.
Ditos de 1 uvas de cor fio de Escocia a 320.
Wassos de grampas muito finas a 40 rs
Caivetes de aparar penna a 80 r.
nffil m"ll linLas r'ara coslura o 500 rs.
Luas ditas para unhas a 500 rs
n,q,aa8ade(franj8 del5a w,m 10 "r" a 800 rs.
Ditas de Irania com 10 varas a 320
Liaba Pedro V. carto com 2C0 jardas a 60 rs
Dita com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muito finas a 200 rs
Cordao imperial lino e grosso a 40 rs
Oleo de babosa muito lino (frasco) 4C0 r.
titinhas estrellas para enfeilar vestidos a 800
rs. a pcc;a.
Labyrinthos de muilo bonitos gostos por todo
o prrro. l "
a foo"de" P"a eDf,r e,P,rU,h0 muil grandes
Dito para dilo pequeos a 80 rs
Pecas de tranca de linho com 10 varas a 200 rs.
18400? 'raniade scda frela com 10 varas a
Tara de dita a 160 rs.
rnirCLde meias ^e cores P8ra meninos a ICO.
tnixas para rape muilo linas a 1.
j Linhararo marcar (caixa de 16 nvelos) a 320
Koupa feia para liquidar
na ruada Imperatriz u. 60,
loja de Goma & Silva.
Cal{8 de casemira de cor muilo finas a 7/, di-
tas de brim delinho broncos muilo fino a 4, di-
tas oe gorguro escuro a 3, dasde brins de co-
res a 2S. 2500 e 3. colh-tea ao velludo, ditos de
sraa e outras qualidades, nalelols de alpaca prela
muilo boa fazenda e 5, dilos de princeza preta
a 0&, ditos de merino preto a 7g, dilos de panno
preto lino, ditos de riscadinho levizinhos a2J5C0
Para acabar.!
A 2500 rs. o corle.
Na li.ja de Guimares & Villar roa do
crespo n. 17, para acabar vendem a 2s5C0
corles de cassa aquille com 14 covados
manteletes ricamedlc bnrdntn a m-T'
ricamente bordados
Iho com bico largo a 30.
a vidr-
GR4SDE SMTIHEWO
DE
PazeaJis e roupa feila
NA LOJA E ARMAZEM
Joaqaim Rodrigues Tarares de Mello
RA DO QUEIMADO N. 39
EM SLA LO DE Qtr.VTRO P0R7AS.
Tem ura completoiortimento da roupa feita
convida a tolos os seus freguezes e a lodos
queJesejareTt ter um uniforme feilo cora todo o
gos!o conlrarao um habei artista chegado uliimamen-
te de Lisboa para desempenhar as obras a ron-
tade dos freguezes, j lora um complelo sorli-
menlo de piluots de fina casemira raodello im-
glez, e muito bera acahaJos a 13D00, ditos
irin setira a 129000, ditos de alpaca
;i Machinas de vapor.
S Rodas d'agua.
^ Moendas de canna.
@ Taixas.
& Rodas dentadas.
@ Bronzos e aguilhes.
^ Alambiques de ferro. a
^ Crivos, padroes etc., etc. *
5? Na fundico de erro de D W. Bowraao, @
jj ra do Brum passando o chafariz. ?*
SDSSS.3 S@S3S QSSSt
i
8
Carro.
Vende-se um excellente carro todo envidrnca-
do, com una boa parelha do cavallos, por prco
com modo, prazo ou vista : na ra larga do
Rosario n. 24. loja de ouro, se dir quem tem.
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisas,
Biscoutos
Eracasade Arkwight 4 C, ruada
Cruz n. 61.
Botica,
Coke (carvo),
ou combustivel para cozinhos, caldciras ele.
muilo econmico pora as casas jarticulares': ven-
de-se na fabrica do gaz, em porres de um Quin-
tal para cima a 1 o quinta!. *
Donis para meninos.
O lempo c proprio para se comprar os benitos
bonets de panno fino enfeilados com fila de cha-
malole e borlla, oulros enfeilados com fila de
velludo e pluma, e outros com galaozinho dou-
rado^todos pelos baralissimos precos de 350O,
4 e o, ditos de palha escura, mui bonitos
'ent a 9l 6rras de r'alha bran"a afeitadas a
1500, e oulros mnl diflermles bonets de panno
enfeilados a 1 e 1|S80 : na ra do Queimado
loja da aguia bracea n. 16.
preos a 59000, ditos de alpaca sobre casacas! memos:
BarlholomeuFranciscode Souza, ra larga do
Rosario o. 36, vende-se os segnintes rcedica-
perfeitamente flor a mais nova que ha no mercado a
gum abaiimento.
dinhos o orregacn com manta, rnpea e
mus pfrtenc.es : na na da Cadeia luja n
23 de C.ru'M & Perliza).
li'ii'iier.iin superiores vestidisde se.la
decores, oitos de phxnlisia, ambos dp
duas salas oo babadinli'is, grosdenaples
de quadriuhos para covado, seda de qua-
diiuliis, more.inticiu" e grosdenaples es-
nuros dnsuperior qnnlidaite: ni ra da
r.adei.n I o j i n 23 de C argel & Perdigan.
Ii i."tiernin chapeos de palha para se-
nhora arma losa moderna e enfeilados de
plumas oa Dores, completa sorlimenlo de
pnlseiras, eslratos o essencia de sndalo,
filas adamascadas o a chamalotadas pa-
ra cinis. luras do pellica branca e do
& core*: na na da Cadeia loja n. 23 de
W% Cure) fi Perdigan.
I cebera ni un a.-reiiiiaiias saias balao
^j do musteUna e setim de algodao muilo
^ com modas para aa senhoras r criancas
pelo preeo d* 4 e 5S, bolinas modpns
pira seiih'ira gaspeado alto, capas hran-
, cas e .le cores de p.rnxe de seda, lilmft,
^ polonexaa d> ajorgnrao, roanielpies e ca-
^ pinlns de grosdenaples birladas e rom
(>fs> bien : na loja da ra da Cadeia n. 23 de
Cg G'irael & i'.'rdiaa'i.
Iti'r..|)i.ram chapeos de cistor preos e
hranco, ditos de sedi forma inlpiramen-
(y, le moderna na ra da Cadeia loja n. 23
g de Gurgel f Pprligo.
C\i perola
o melhor que ha nesle genero a 2$500 rs. a libra dilo hyson a 29000 rs.
Palitos de deules lieliados
a 200 rs. cem 20 macinhos.
pcixe sarel em posta
jo melhor peixe que exzisle em Tortuga! em latas grandes por 1*500 rs. cada urna e de
! outras muias qualidades que se vendem pelo mesmo prego
l
Mantega fraiieeza
a 7-20 rs. a libra em barril se far abaiimento.
T oucirilio de \As\oa
n mais novo que ha no merend a 320 reis a libra.
Macas para sopa
em caxinhas de 8 libras com deferentes qualidades por 49000 rs.
a 83*000, dilos com golla da veludo a 9000,
ditos fe fusto, ditos de ganga, dilos de brira,'
ludo a 530 0, ditos de brim Je linho tranca-
do a 6000, caiga de brim de linho muito su-
perior a 5000, ditas de casemira de cor a
95000 o a 103.J00, ditas de casemira pre-
ta superior fazenda a 12000, palitots fran-
ceses de panno fino fazenda muito fina a 25?
i>hra, em barril se far al-i sobre casacas .le panno muilo superiores a 35?
je a 40000, um completo sortimenlo de cami-
sas fracezas, tanto de linho como de algodo
e fusto vende-se muilo em conta, afira de que-
rer-se liqiudar cora as camisas.
E pechincha.
Na loja do Freguica, na ra do Queimado n 2
tem cobertores de algodo de cores bstanle"
I" preWeT Para eCraV0S' Pel baratissi"
Vende-se na ra do Livrmeuto
n. 19, borzeguins francezes a 6$, dito
de bezerro a 0f, dito de vaqueta a 7|.
Aos senhores armadores e
proprietarios de carros in-
ri b res.
Vendera-so velbutina preta superior a 400 rs.
o aovado ; na ra do Crespo n. 25.
Zojaesperaiica.
Vende-se borracha de seda prela para borze-
guins a 2^200 o covado, graixu em barris muito
boa a 6(0 rs., est" acabando-se, flautas de ebino
de Gaulrot a 18 e 208, braceletes de mozaico a
Robl'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brlslol.
Dita Sands.
Varmifugo nglez.
Xarope do Bjsjue. '
Pilulas americanas (conlra febres).
Uiguenlo Hollowav.
Pilulas do dito.
EHixir anli-asraathico.
Vidrosde bocea larga com rolhas, d
*- i lluros.
netnlV? rCOm ^ um S"nd'e sortimenlo de pa-
pelera forro de sala, oqual vende a mdico
Pao deSenteio novo.
hn^Ci1a"8e,l0daSa,5'"arlas eaabbados, das 11
darUalenla1edianle:JCmSaD, maro. Pa-
dana alleraaa, e na ra da Imperatriz n.
le 2 oncas
2, ta-
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa deS. P. Jo-
hnstondC. ruadaSenzalan.iS.
, f Recebeu-se e conlinia a receber-sc or 2
@ lodos os vapores artigos do modas para I
W homens, incluindo calcado de Melis na @
1 Loja de marmore. i
Ceblas e velas.
rendera-se ceblas novas a 800 rs. o cenlo
espermacele a 680 a libra na Iravessa do paleo
do Pacano o. 16. casa pintada de amarello.
Vende-se urna mobiha pequea, mo-
demaemmeio uso, por pceo muito
commodo, bem como al^uns trastes
avulsos : na ra da Gloria n. 27.
Macas e peras
de todas as qualidades que existem em rorlii"sl
tanto em porcao como a retalho, sem lemile'd
prcjo : vende-sc nicamente co armazem Prc-
gresso de Duarte & Irmao, no largo da Tenha
numero 8.
Doce de caj.
Na ra Direta n 53. primeiro an
dar, vende se excellente dece de caj'
secco e de calda, assim como faz se teda
qualidaue de doce, bolos e arranjam-se
bande-jas tudopor proco commodo.
Vende-se farelo de Lisboa em saceos gran-
des, milhoe familia de mandioca, arroz pilado e
de casca, ludo per preco muito em cenia ; co
pateo deS. Pedro n. C."
if!
Brilo A: C. preteodem vender sua loja de loufa
da ra Nova n. 52: quem a pretender, dirija-se
aos mesmos na dila loja
Tambem vendri-seosseguinles gneros, ludo recentemenle chegado e de superiores qua- 6* la Para bordar a 63ioo a libra, traoeaae~li-
s, presuntos a 48^ rs. a libra, chouriia muila nova, raarmelada do mais afamado fabricante' ^^ra"^ra[a ." rouPas da festa a 800, 1,
lidades
de Lisboa, maca de tomaie. pera secca, passas, fructas em calda, araendoas, nozes, frascos com
'amendoas cohertas, confeites. pastilhas devanas qualidades, vinagre branco Bordeaux, proprio
'para conservas, charutos dos melhores fabricantes de San Flix, macas de todas as qualidades,
gomma muito fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
spermacete barato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azaite doce purificado, azei-
tonns muito novas, banha de porco refinada e outros muitos gneros queencontraro tendentes a
molhados, por isso prometiem os proprietarios venderem por muito menos do que outro qualquer,
promettem mais tambem servirera aquellas pessoas que mandaren! por outras pouco pralicas como
se ve*sem pesoalmente; rogam tambem a todos os senhores de engenho e senhores lavradores
queiram mandar suas encommenias no armazem Progresso. que se lhes affian^a a boa qualidade o
o aconiicionaraenlo,
IgOO c 15600 a pega, set.i padroes differentesi
colheres finas, fucas, trinchantes, etc.: na ra
do Queimado n. 33 A, Guimares Si Rocha.
Por metade do seu
valor.
Ra do Queimado u. 19.
, Kecobou-ae e continua a receber-se poFfi
9 todos os vapores, vestimentas, calcado e
9 chapeos para meninos na i
Loja de marmore. I
s
ana
s;
Vinho genuino.
Anda ha urna pequea quantidade de ancore-
las deste vinho sem confeigo, e proprio de doen-
tes : na ra do Vigario n. 19, primeiro andar-
Vinlm do Porto, genuino.
Rico de 1820.
Storaacal de 1830.
i Precioso de 1847.
Vestidos de gaze e phaoiasia, muitos lindos, de As duzias, e em caixinhas dioheiro nor ba-
um corie. | escnptorlo. r '
DilTercnles qualidades
Na loja da aguia branca se acha um grande
sortimenlo de papel de difTerenles qualidades, al-
nia?o liso e paulado, de peso tambem liso e pau-
ifld0 PJoprio para se mxndar morcar a 3jr, 35500,
4ge -goOO a resma ; dito fantasa de bonilas co-
res e bons goslos a 1 e 1S200 a caixinha. dilo de
beira dourada a &500 a caixinha, envelopes de
corea, brancos, bordados a l#e 2 rs. a caixinha :
na dita loja da .i;uia branca, rta do Queima-
do n. 16.
Peinchas
TARA ALFAIATES.
Na ra Nova n. 47, junio a
Conceicao.
Boloes de cores de seda para paletots a 1J600
a groza.
Pilos preos finos a 1$400.
Hilos de ac brancos e preos a 400 rs.
Ditos de osso muc finos para caiga a 160 rs.
Marcas para cobrir a 80 rs.
Filas decores para debrum o 6$ a peca com
110 varas.
Foular de seda para forro de obras a 20 a pe-
ga com 36 covados. .
Gorguio de seda a 25500 o covado.
Plalia branca e Treta a &?800 a pega.
nJ,ludo de corcs Para 8Has e oulras obras a
35500 o covado.
Bombazina, chalim e sargelim para forro mui-
lo barato para se acabar com ludo, assim como
tambem se vende a armaeno com todos os snas
pertenec para quem quizer continuar com o
mesmo negocio, per a casa estar afreguezada.


DU1I0 J)E PERNAMBUCO. TERCA FE1IU 4 WB DEZEMBRO DE 1860.
f)
A.GEKC1\
DA
FINDICiO LOW-MOW,
Ra da Semalla Nava n. 42.
Neste eslabelecimenio contina ha ver un
completo sor lmenlo de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e laixas
de ierro batido e Coado, de todos os tamanhos
para dito.
Potassi da Russia e cal de
Lisboa.
No bem coofucido e acreditado deposito da
ra da GaJeia do llecife n. 12, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
'jui JaIj, assim como tambem cal virgem em
paira, ludo por preces ruis baratos do que em
outra qualiuer parte.
Vifilio de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmaps&C, ra da
Gru n. 10 .encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas rauca los Srs. Branqenburg Frres
e Jos Srs. Oldekop Jlareilhac JA C, cm Bor-
liaix Tera as seguales qualidades ;
De lirandeiiburgIfrres.
St. Estph.
St. Julien.
Margaux.
Lares*.
C'iaieau Loville.
Ciiiteau Margaux.
De Oldekop St. iulien
St. Julien Mdoc.
C'uteiu Loville.
Na
Vende-se
EM CASA DE
Adamson Howie & C.
Vinho do Porto de superior qualidade.
Tinta de todas as cores.
Lona e flele.
Fio devela.
Sellins, silhOes, arreios e chicotes.
Rolbas.
Ra do Trapiche n. 42.
casa
caesma
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris qualidade fina
Cognac em caixasiualidade inferior.
Cerveza branca.
As ra,:lhores machinas de eos
acamados autores de Ne
M. Singer & G. e Wheeler
ha
para
Imperalriz o. 10
Vista.
Neste eslabeleci-
mento vi ndem-se as
machinas desles dous
autores, nioslram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade lo seguranr-a :
no armazefc] defazendas
do Raynjundo Carlos
Leile 4 lmaos ra da
amigamente a/terro da Boa-
rs. o covado.
NA LOJA DE
Guimaraes Villar.]
Ruado Crespo n. 17.
Vende-se ricas sedinhas de quadri- \
nhos a 640 rs. o covado. fazenda de !
Porcao de pegas.
rogo admiravel, para acabar cora urna
fer dos mais
v-York, I.
&Wilson.
I\ua Ao Quimai\jo n. '
Lojade quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES t\VARES
DE MELLO.
Ha cortes de vestidos de seda de cores, fazenda
muito superior com pequeo loque de mofo a
603>l)00, diios sem deleito a 100*000, tem um
resto de chales de loquim que stac-se acabando
a 309000, ditos de mirin bordados com ponta
redonda a 89000, ditos sem ser Lie ponta redonda
a 33000, ditos eslanpados cora lislras de seda
em roda da barra a 9*000, dilps de ricas eslam-
pas a 75OOO, ditos de ganga fr^nceza com fran-
ja branca a 29000, ditos sem franja e muito
encorpudo a 29000, ricos niaritcleles de grosdi-
naples preto e de cores ricamente enfeilados a
239000, ditos muilo superiores a 303*000, en-
feiiesde vidrilbo preto a 39000, ditos de relroz
a 39500, organdis da mais fina que ha no mr-
calo a 19000 o covalo, cimbraias de cores
de padres muito delicados a 800 rs. a vara, ditas
de oulns qualidades a 600 rs. a vara, ricas chitas
farncezas de muito boas qualidades a 280, 300,
320, e 400 rs. ao covado, a raelhor que se pode
imaginar, paitos para camisa a 240 rs. cada urna,
corles de casemira de cores a 63000, ditas em
pesca de qiadrinhosa 43000 o covado, gollinhas
Jamuro bom goslo a 19000, ditos de outros
bardados ricos a 3-5000, manguitos de cambraia
bardados a 39000, tiras brdalos e enirimeios
ijuesevenJem por prego commodo, bombazil de
cores proprio para roupa de criangas, e capinhas
para sonhoras a 19400 rs. o covado, corles de
cambraias de salpicos a 53000, corles de cam-
braia enfeiladas com liras bordadas a 69000,
e outras muitas mais fazendas que ser difcil
j i pode-las mencionar todas.
Vendem-se 2 ricos carro, um grande e outro
pequeo, bem aparelhados e elegantemente pin-
tados : na largo de Corpo Sanio, escriplorio de
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho.
Pecbincha
Na ra do imperador, laberna n. 63, defronle
do retratista americano, tem para vender pesca-
da eruivoscm calda, chegados por esle ultimo
navio do Porlo, por preco muilo barato.
Roiipas fei tas.
Por piceos razoaveis para acabar.
Na ra Nova n. 47, junto a Conceie,ao.
Calcas fiuas de casemira para homem do 5g a
DyUUU*
Dias de brim para dito de 1S800 3 2S500,
Ditas brancfs a 3j*.
Collt-l- s de fu;iao de 1*500 a 29.
Ditos de gorgurao de seda de 2jj500 a 4$.
Ditos de velludo finos de 6g a 8j.
Casacas de panno uno para homem de 209 a
2)gOOO.
Paleluls do casemira para dilo de 129 a 16g.
Calcas de casemira para menino de 4*000 a
4500.
Paletots de brim pata dilo a 29.
Casacas-de panno fino para dito de 16j a 20S.
Paletuls de panno de 8 a 109.
Ditos de seda para homem a 6$-
Casemiras de duas larguras do 29500 a 39 o
covado.
Brim de linho muilo fino de 400 a 500 rs. o
Boa- covai^ lum comprar por atacado, ainda se
Vista n. 60, vendera para liquidar-se as fazendas! [ar a,3"m abalimenlo nos objeclos, assim como
seguintes, por menos de seu valor. tambem se vende a armaco com todos os seus
Corles de vestidos de 15a o sela a 139, pecas
de brelanha com 10 varas a 49, ditas de rolo com
10 varas a 23, chalys de cores muilo bonitos, co-
vaio a 800 rs., folar de seda lindos padres a 800
rs., laazinhas de quadrinhos e muilo linas a 400
rs. o covado. ditas bareges de quadros o covado
a 280. merino de urna s cor para vestido 9 320 o
covado, chitas franezas escuras o covado a 20,
260 o 280, riscados argos'Trancezes o covado
200 rs mussulinas matizadas o covado a 200 rs.,
cassas rancezas para vestidos o covado a 240,
ditos muito finos a 300 rs., corles de riscados
monslros para vestido a 39, cambraia de salpico
muito fina a vara a 800 rs. ditas brancas e do cor
a 100 rs., enfeites de vidrilbo pretos e de cores a
3$, gollinhas ie traspasso muito finas a 39, gros-
denaples muito eeorpados o covado a 29, de tu-
dosedo amostras, ficando penhor.
Vestidos broncos bor-
dados.
Vendera-se corles de vestidos brancos de cam-
braia com dous e tres tbidos ricamente borda-
dados, pelo baralissimo preco de 5^500 : na ra
do Qucimado n. 22, na leja da boa le.
Para vestidos.
Superiores grosdonaples de seda de quadri-
nhos, fazenda de muilo goslo e de lindos padres
pelo mdico preco de 1*500 rs. o covado : na ra
do Queimado n.22, na leja da boa f.
Loja das seis portas cm
frente do Livramento
Covado a 200 rs.
A mm. J Liquidarlo.
Chapeos de sol de seda para homem | Por barato prego, para acabar, na ra da Im-
a 5^ cada um e em porcao de urna du-.S??'?;": 0,uOUlr'..ra Blerro. da Bo-Vi. loa
,;.,.,., ; ,.!,: ia ; os zia para cima far se ha 10 por cento1 soriimento de fazendas para liquidar, a ser cam-
de abate : na ra Nova n. 23, etauina i braias brancas, o mais uno que possivel. a pe-
^1 ~ r a HSt. R*i^(in (< ma i. -. V. _r.-
da Gamboa do Carmo.
Ra do Queimado
n. 39.
NA
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Chegou ultimamenle a esle estabeleciment um
completo surtiincnlo de chapeos prelos francezs-
do melbor fabricante de Pars, os quaes se vene
dem a 7*000, ditos a 8*000, dilos a KT000,
ditos muilo superior a 10*000, ditos de castor
drelos e brancos* 1G900O, o melhorquese
podq desejar, chapeos de fellro a Garibaldi de
muilo superior massa a 7*000, dilos de copa
baixa para diversos presos, ditos de palha escura
de \ arias qualidades que se vendem por preco
barajo, bonets de veludo para meninos a 5*000,
ditos de palba escuras e claras & 49000, dilos
de panno muito bem arranjados a 3*500
chapos de seda para senboras a25*000 muilo,
ca a 3*. 3*500, 4, 4$500 e S, cortes d'e mei
casemira ebrim lavrsdos brancos a 1*600 e 2J,
toalhas para rosto de nova invengo a 640, cortea
; de nscado francez com 12 covados a 2*3C0' cha-
les estampados de merino a 2*500, e tudo o mais
se vende barato.
Chapeos deso
DE
Seda grandes para homem
A 5#000,
na ra Nova n. 36, defroute da igreja da Concei-
i.o dos Militares.
Vendem-se saceos com farelo de Lisboa,
chegado ltimamente: na travessa da Madre de
Dos n. 15.
Cheguem ao barato
O P reguira esla queimando, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pegas de brelanha de rolo com 10 varas a
2, casemira escura infestada propria para cai-
ga, collete e palilots a 9f>0 rs. o covado. cam-
jttJ&^S^J^JSKS^l^"** e muito bom gesto a 480, rs.
mpba .29000 di os parmeoints..10*000 L di(a |M to muil0 fina &
ape.os de sol de seda .nglezes a 10 e a 12* 4f 55 e 65 -
iu, supenores, dlt francezes a JW 5 6 pe, chiu. largas de modernos e
- 'escolhidos padres a 240, 26Oe280 rs. o cova-
do, riquissimos chales de merino eslanpado a
7* e 8*, dilos bordados com duas palmas, fa-
EBLYuUSF" dC,CaS,;m,rf r'fCa,ne?,e I zend> muil delicada 9 "da um, ditos com
bordados a 125000. e oulras mulla fazendas, uraa so ,ma> muito finos a 8*500, ditos lisos
que a jvista dos freguezes nao deixaro de com- com fr3njas de seda 53J> ,enQ05 de cassas ^
p barra a 100, 120 e 160 cada um, meias muilo
l~,k**-rk-v/^ f I :.-i'wy iBnas pm sel,ll0ra a 4?? a duzia, ditas de boa
la (lili [JOS ViZ. LliliU !nualid6dea 3e 3&5C0 a duzia, chitas fran-
receberam umf factura de chapeos de sold se- Ce2M ric0* desenl'os. P"a coberla a 2S0 rs. |
da para homem, leudo enlre esles alguns peque-1 <^ covado,^ dulas escuras ingjezas a 5*900
Baratos calcados de Iranga de
Lisboa a 18#000 a duzia.
\ende-se na loja da rus nova n 1.
Baratos calcados de Mil-
lies a 13#
Vende-se na loja da ra nova n. 1-
Vendem-se 5 carros novos com lodos os ^
@ arreios : na ra Nova n. 21. o
A 9,000 a arroba.
Vndese cera de carnauba da vellia
e nova safra a pf%co de 9$ : no antigo
deposito do largo da Atst-mbla n. 9.
Relogios.
elogios
Suissos.
Em casade Schafleitlln & C, na da Cruz n.
38, vende-se um grande e v de relegios de algibeira horisonlaes, ptenles,
chronometros, meioschronnmetros de ouro. pra-
la dourada e foleados a ouro, sendo esles relo-
gios dos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vonderocor preces razoaveis.
FROCO.
Vende-se frco de lodas es cores e grossuras,
com rame e sem elle a 400, 500, OiO e 1 rs. a
peca; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
ca n. 16.
ua do Crespo
Vende-se em casa de Johnston Pater & C.
ra do Vigario n. 3, um bello soriimenio de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos n-ais
afamados fsbricanies de Liverpool ; itmLtm
urna vaiiedade de borjitos trancelins para es
mesmos
Para acabar.
Na ra da C/ideia do Recife n. 45, esquina da
Madre de Dos, vende-se para acabar, a diuheiro,
um resto de miudeze?, romo sejam : caixns de
obreas de cola a 80 rs pecas de fila n. 1 1|2 a
300 rs pecas de bico a 1 "com 20 vara, rolhc-
res de melal principe para sopa a 4OOO. facas c
g.'irfus a 3j> a duzia, lapis muilo bons a 29 a gro-
M, grampas a 4t0 rs. a libra, cordao para velli-
do a 1*280 r. o mago de 12 pecas, caribes de
clcheles a 640 r3. a duzia, papel de peso brm
a -2g50O a resma, torcidas para candieiro a Ct'O
rs. a grozn, e outros arligos que por se deseja-
rem acabar nao se olha a lucro. Na mesna rasa
lem um ptimo soriimento de calcado Hellil u
dcoulros fabrieantea.
Vende se a collerco do Diario de IYr-
nambucuj) dnanno de 1850, completa e encader-
nada : na ra da Cadeia do Recite n. 25.
Vende-se um mualo de idade de 17 a 18
anuos, bonita figura e sadio, com o difiri de re-
mador e eslivadur: riuem quizer, procure em"F-
ra de Ponas, ra do Pilar, casa n. 12.
Vende-se o diccionario da conrei-
sarao em rancez 52 voluntes: na ra
do Pilar n. i4t.
\ loja de mariLore
recebeu leques de madreperola para noi- %
^
i;

:ee@Se3;
Borne barato.
Vende-se alpifla e paireo a 200 rs. c libra,
gomma de aramia a 140 ra.. presunto muito nou
a 400 rs.. vinho do Porlo a l, dilo musca I el a
IJ; na taberna da ra das Ciuzes u. 24, esquina
da ra do Ouvidor.
Vende-se um casal de gallinhas da Caxin-
chinn, raca gmuiua ingleza, sendo o gilo ex-
Iraordiuarinmcute grande ; a trotar no l.rgj do
Paraizo n. 0.
Chitas largas de bonilos gostos a 200 rs. o co-
vado, dilas estrellas de cores escuras a ICO rs
pegas de brelanha de rolo com 10 varas a 2#'
ditas de esguia o de algodio muito fino a 3g, ris-
cadinho de linho a 160 o covado, longos brancos
nos que servem para as sonhoras que vao para o
campo lomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porrino seja grande se resolverao vender pelo
proco de C e 6S500, e alguns com pequeo de-
feilo i 58 : na ra do Crespo n. 16.
Ra da Senzaia Nova n.42
pega, e a 160 rs. o covado, brim branco de puro
linho a 1*5, 15200 e lfCOO a vara, dito preto
muilo encorpado a 15*500 a vara, biilhanlina
azul a dOO rs. o covado, alpacas de differenles
cores a.360 rs. o covado, casemiras pretas
finas a 2&5C0, 3?? e 3500 o covado, cambraia
preta e de salpiccs a 500 rs. a vara, e oulra
Veude-se em casa de S. P. Jonhsion & C
vaquetas de lustre para carros, sellins esilLoesj muitas fazendas que se far patale ao coropra-
inglees, candeeiros e castigaes bronzeados, lonas, dor, e de todas se daro amostras com penhor.
inglezes, fio de vela, chicle para carros, emon-'
com barra de cor i 120 rs dilos brancos com bi-i,ana* arre'os Para carro de um e dousc.avalos j
co~a*200 rs-< 'godo monslro com duas larguras ,e relogios de ouro paienle inglez.
a GfO a vara, lazinhasdc dos larguras fazpnil o -w
nova para veslidos a 500 rs. o covado, enfeiles del f ^@@ gfi @6eS eiTl treilte dO LlYrameiltO
tranga com lago de fita para cabega de senhoras ltccebeu-se recentemenle e continua a (g !
a 25500, cortes de riscado para vestidos a 23 pe- r.cceDer-se direclamente de Pars e Lon- @
gasde madapolao com4 1|2 palmos de largraa' ores por lodosos vapores, de encommen
4S00, chales de merino estampados muilo linos 2 t\ especial' arliSs do modas para se-
a 6?p. A loja est aberta al as 9 horas da noite.! H P'lros na j les de riscado francez para vestido
Loja de marmore. f

Carros.
Gama na ra da Imperalriz, oulr'ora aterro da
pertcnces, para quem quizer continuar com o
raesmo negocio por a casa esta' afreguezida.
Quando falla o di-
nheiro^ o bom vende-se
barato.
Duas escravas de 30 a 35 anuos de idade, co-
A
rs@
Machinas de costura
DE
Slvat & Companhia.
Estas machinas sao as mais perfeila*
no ramo de meetnismo, unindo a urna
simplicidade a maior gcireza e perf'ei-
co para toda e qualquer qualidade de
costura, do ponto mais fino ao mais
grosso. O vendedor se obriga a ensinar
o methodo aos compradores *t o sa-
berem bem, assim como a ter as machi-
cbinas em ordem. durante um anno.
Estas machinas cosem com 2 los nao
quebrara o lio como muitas outras o fa-
zem e sao as melhores e mais baratas
ate hoje conhecidas no mundo, ellas se
acliam expostas na galera do SH. OS-
BORN, RETRATISTA AMERICANO NA
RA DO IMPERADOR N. 58, onde
urna senhora competentemente habili-
tada as fara' ver e trabalhar. Igual-
mente se acham expostas no armazem
de MACHINAS AMERICANAS, RA DA
CRUZ N. 4 E 9.
4(lmiraveis remedios
americanos.
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele, devera estar prevenidos
cora estes remedios. Sao tres medicamentos
com os quaes se cura eficazmente as principaes
molestias.
Promptoalivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
zinham, engommam, livam e sao boas jitan-'e cura os peiores casos de reumatismo, dor de
deiras, ambas por 1:600*. 1 esbelta mulaiinha de \ cabega, nevralgia, diarrha cmaras, clica
SWiSSySS5Jlffi '^T-cu,p' "-"" --
vigo por 1250, 1 magnifico moleque de 20 an- 1s es' 1ueimadura. erupgoes cutneas, angina,
nos, ibom copeiro, 1 moleca recolhida de idade retengao de ourina, etc., ele.
20 annos, com boas ^habilidades por 1:350 ; na '
loja l. 25 de Joaquim Ferreira de S, vende-
e por pregos baiatissimcs iaraaralar; ves-
lidos de tarlauna bordados de seda a bvtOO.
organd de cores muito finas a 320 rs. o co-
vado .Cassas de cores a 240 rs., chita larga a
201), e 2-iO rs., capas de fustao enfeilailas a
5&0C0, casavequts de cambraia e filo a 5jf()00,
perneadores de cambraia bordados a
bab&dos a 320 rs. a vara, liras bordadas mui-
to finas a 195('0 a pega, riscado francez fino
a 16C rs. o covado, golinlas de ponas bor-
dadas a 2$50O, manguitos de cambraia e fil
a 2#C00, camisinbas bordadas muilo finas a
2#000, chita larga com lustro e muie fina
propria para cobeilae roupes a 320 rs., es-
guio de linho a l200 a vara, roupes de
Camisinhas muito bonitas com duas largaras! se''a feitos a 1255C00, veslidos de seda mofados
para vestidos de senhora a 500 rs. o covado,cor- a 8000, luvas arrendadasa 100 rs. o par,
a 2, sa-as veslidos de grosdenaple prelos com barra de
naiao parr menina a djDO, ditas para senhora a '
Loja tas 6 portas
Lazinhas a 500 rs.
fiscravos fgidos.
4J50Oe 5* ; d-sc amoslra com penhor
esl aberla at as 9 horas da noite.
Exposico
E' chegado ulliraamenle a esle eslabelecimcn-
to um riquisimo soriimento de melaes que mui-
to dever agradar aos compradores que preci-
sarem : da ra Nova n. 20, loja do Vianna
Liquidado
cor a 20000, palitos de pao preto e de cores
;de 16;>000a 05?00, sobrecasacas de panno
i muito fino a 25( 00, cal{!>s de casemira prea
e de cores de 60O0 a 11 OOO, ditas de brim
: branco e de cores de 2000 a 5*000 palitos
de brim branco e de cores de 5500 a 5*000,
(ditos de alpaca de 3(J00 a 8*000, brim
trancado de algodao com 9 palmos de largura
proprio p3ra loalhas a 900 rs. a vara, damas-
co de laa com 9 palmos de largura a 18600 o
covado, velbulina preta a 400 r?., brim de
linho de cores a 18500 o corle, rr.e'ias cruas
para homem a 18200 a duzia, camisas d>
linho inglezas a 323:000 a duzia, pegas de
fino a 4t?500, corles de lanzinha
madapolao
Do engenho Culigi, fiegue/ia da Escada,
fugio no dia 3 de novembro do coi rente anno o
estrato de nome Amonio, com os signaes se-
gui&les : esiaiuraiegular, cor mulato, rebello de
ii'gro, poura baiba, denles limedos, idade i5 ou
28nios, pesclo e ps gros.-os, Um pelo rosto,
65000, I l'i-scogo e peilos algumas marcas de pannos, e
algumaa cicatrzfs pelas tosas que pauten. er
sico de chicote ; nao levou tonisigo roupa algu-
nja, e consu haver fgido para o lado to seilo
a'mfle viera : quem o apprehendor, podeti el-
va-lo ao refirido engenho, ou no Recife, ra es-
trella do Rosario n. 29, ao Iilm. Sr- F orisaun-
do Marques Lins, que sei bem recompensado.
Fugiram
nc dia sabdado 24 de ncvembio.os ts-
cravos seguintes : Leonardo, pardo es-
curo, alto, bastante corpulento, falto
de dentesno queixo superior, cem cicc-
triz de um penarro de da mo esqueida, tim alla muito
mansa, esempre que alla iindo-5e,
h-vou alguma roupa de seu uso, e tam-
bem roupa engommada deseusenhor,
sendocamisas, len(ats, meias, etrave s-
seiro ; Sin So, paido, baixo, cabellos
corridos, com todos os dentes, marcado
debexigas pelo corpo, com peuca bar-
ba, quando anda puxa por um j e, na-
riz chato, pescoco bastante enterrado,
levou alguma roupa de seu uso, sendo
urna calca branca, sapatos de como de
muito fina com 15 covados a 8nco rs., ca- Iugtre, uma camisa branca, urna dita
de *
misas
e outras m
valor para
cores e brancas de I5P0 a 38000, [de 1cado de a, do In,m.ado d(, u
SS1 Fr ^ d -i^-amarellos.euma calca de algcid.o
ra de Aguas-Verdes n. 46.
ARMAZEM DEROIPAFEITA
4 MAM WBBMM
Defronte do becco da Congregaciioletreiro verde.
roupas feitss com 50 por j
cento de abate, na ra
Nova numero 47, junto
a Conceicao dos Mili-
tares.^
Casacas de panno fino de 20S a 30g.
Dilas para menino de 16 a 20J.
Calcas de casemira de cor de 6 a 8>*.
Ditas de dita preta fina de 8 a 10.
Ditas de brim de linho de 18500 a 5J000.
Dilas de dilo para meninos de 1fl500 a 3.
Paletots de brim para homem de 3g a 5g:
Dilos de casemira de cor de 10 a 18g.
Ditos de dila prelos de 10 a 20$.
Colletes de velludo de 7 a 88.
Ditos de gorgurao de 4 a Gg
Ditos de fustao de. 18300 a 2J.
Camisas franceras a duzia 20$.
Corles de velludo de 5 a 6$.
Fardas para guardas de 8 a 10J.
Casemira lina enfeslada a 3$.
Brins em varas e covados, de diversos precos,
e oulras mais fazendas, tudo por barato pres.
mmm
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidades escropliulosas,
crnicas esyphiliiicas : resol ve os depsitos do
maos humores, puiifica o sangue, renova o
systeraa: promplo e radicalmente cura, escro- dos pelo ultimo paquete inglez
pliulas, venreo, minores granJulares, ictericia, 'Sonthall Mellor &C.
dores de ossos, tumores brancos, afecees do li-
gado o rins, erysipelas, abeessos e ulceras %
todos as clases, molestias d'olhos, difliculdade
das regras das mulheres hipocondra, venreo,
ele.
cobertos e descobertosr pequeos e grandes, de
ouro palenle inglez, para hornera e senhora de
ura dos melhores fabricantes de Liverpool, vin-
em casa de
Casacisde panno prelo a 30$, 35$ e 40000
Sobrecasacas de dito dito a 359000
Pale'.ots de panno prelos e de cores a
20, 259,309 e 358000
Ditos de casemira de cores a 15$ 229000
Dilos de casemiras de cores a 7J e 128000
Ditos de alpaca preta gola de velludo a 123000
Ditos de merino setira prelo e de cor
a 89 e 99000
Ditos de alpaca de cores a 3$5O0 e 59000
Dilos de alpaca preta a 39500, 59,
79e 99000
Ditos de brim de cores a 3)500,-
49500 e 58000
Ditos de bramante de linho brancos a
49500 e 68000
Calcas de casemira preta e de cores a
9, 109e 128000
Ditas de princeza e alpaca de cordao
pretos a 58000
Ditas de brim branco e de cores a
28500 49500 e 59000
Dilas de ganga de cores 38000
Ditas de casemira a 59500
Colletes de velludo decores muitofino a "109000
Ditos de casemira bordados e lisos
pretos e de cores a 58, 59500 e 69000
Ditos de setim prelo a 58000
Ditos de casemira a 39500
Ditos de seda branca a 59 e 69000
Ditos de gurgurSo de seda a 59 e 69000
Ditos de fuslao brancos e decores a
39e 39500
Dilos de brim branco e decores a 29 e 29500
Selouras de linho a 29500
Dilas de algodao a 19600 e 29000
Camisas de peilode fustao branco e
de cores a 28300 o 29500
Ditas de peiio e punhosde linho mui-
to finas inglezas a duzia 358000
Dilas de madapolao brancas e e cores
a 18800, 29e 28500
Ditas de meia a 18 e 19600
Relogios de ouro patente e orisonlaes 9
Dilos de prata galvanisados a 25 e 30060
Obras rosetas *
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o syslema, equilibrar a circu-
lado do S3ngue, inieiramenle vegetaes favora-
veis em lodos os casos nunca ocasiona .nau-
zeas nein dorres de venlre, dses de 1 a 3 re-
gularisara, de 4 a 8 purgam. Estas pilulas
sao efficazes as aflecsoes do figado, bilis, dor
de cabega, ictericia, indigeslao, e em todas as
enfermidades das mulheres, a saber: irregula-
ridades, fluxo, retencoes, flores brancas, obs-
trueges, histerismo, ele, sao do mais proropto
effeito na escarlatina, febre biliosa, febre ama-
rella, e em todas as febres malignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados de instruyes impressas que mos-
tram com a maior minuciosidade a maneira de
applica-los em qualquer enormidade. Estao ga-
rantidos de falcificago por s haver venda no
armazem de fazendas de Raimundo Carlos Lei-
le Irmao, na ra da Imperalriz o. 10J ni-
cos agentes era Pernambuco.
No escriptorlo deJ. P. R. Braga, ra do Vi-
gario d. 11, primeiro andar, vende-so cal de Lis-
boa a mais nova que ba no mercudo.
Era casa de N. O. Bieber & Successores, ra
da Cruz n. 4, vende-se :
Champanha marca Fajre & C uma das mais
acreditadas marcas, muiconhecidas no Riode Ja-
neiro.
Vinho xerez em barris, cognac em barris e
caixas.
Vinagre branco e tinto em barris.
Brilhantes de varias dimensoes.
Eiher sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brinzaos e brins.
Aro de Milo
Ferro da Suecia.
Algodao da Bahia.
Vende-se uma escrava moca, perfeita en-
gommadeira e cozinheira, e uma mulaiinha mui-
to bonila, com algumas habilidades, duas escra-
vas mogas para servigo do malo, tres negros para
enxada, e um mulalinho de 15 annos proprio pa-
ra pagem por ser bonito, uma negra com duas
crias : na ra larga do Rosario n. 20, segundo
andar.
Charutos finos da Bahia e do Rio de Janei-
ro : vendem-se no armazem de Augusto Ferrei-
ra & C ra da Moeda n. 41.
Vende-se por 200 uma negra que faz todo
servigo de uma casa, e paga 480 rs. por dia; ou-
tra dita perfeila cozinheira de um tudo, tambem
por preco commodo : na ra da Paz n. 36, ami-
gamente conhecida por a ra do Cano.
-- Vendem-se dous cabriolis descobertos, e
em muilo bom estado, por barato prego ; a tra-
tar oa ruada Imperalriz n. 55.
Vende-se uma preta moga que faz todo o
servigo de casa de familia : na ra de S>nla Rila
ora n, 65.
Admira-1
9
vel pechincha
Para acabar. S
NA LOJA DE M
Guimaraes Villar.%
A 4$500 rs. o corte. 8
Cortes de cambraia de cores com 2saias 8
e 20 a 22 covados de fazenda pelo preco ?
de 4&500 rs. o corle. W
A 2#500 rs.
Cortes do cambraia com 11 covados M
aquille a 2j5ii0 rs. ?v
A 240 rs. I
,. o covado de cambraia superior de lindos S|
-* padres. W
Grammalica in-
gleza de OllendorlT.
Novo methodrpara aprender a lr,
a escrever e a fallaringlezera 6 mezes,
obrainteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instruc-
cao, pblicos e prticulares. Vende-
se napraca de Pedro II (antigo largo
do Collegio) n. 37, segundo andar.
Vende-se a taberna sita na praga da Boa-
Vista o. 21, muito afreguezada, em bom lo-rat,
propria para um principiante, o motivo da venda
por seu dono se retirar: a pessoa que preten-
der, dinja-se mesma, que se far todo o ne-
gocio.
Relogios.
Vendem-se emeasa de Braga, Silva & C, re-
logios de ouro de diversos fabricantes inglezes
por prego commodo.
Vende-se um escravo mogo, bonila figura,
com officio decaripina : na ra larga do Rosario"
n. 20, segundo andar.
Luvas de pellica
de Jouvin brancas e pretas. chegadas ltimamen-
te ; veodem-se na ra ds Cruz do Recife n. 14
armazem de Thomaz Teixeira Bastos.
Vende-se uma preta moga, boa cozinheira
e engommadeira, sem vicios, rom nm filho de 6
a 7 annos (moleque) ; na ra das Cruzes r. 18.
Atten^o.
Na ra dos Prazeres nos Coelhos n. 26. ha para
vender dous carros usados, em bom estado, e uma
enroca de alfandega, nova, sor precos muito ra-
zoaveis.
trancado de listas escuras, e chopeo do
'ICkily pintado cor de ganga, ambos es-
j| j tes tscravos sao filhos de sertoes do Cea-
B.ra' : forara calcados e intitulara se for-
* ro, tendo sido vistos em seguimento da
5 estrada ova do Cexanga' na mesma
|'noite da fuga: sendo generosamente
lo' gratificado quem os levar a ra do Dcs-
|> tino casa terrea de dous pe toes munc-
|i Escravo fgido.
I L'm mulato claro, magro, com pannos prrtos
I I .ma5na do rosto, representando ter 5 annos
| | .te idade. natllra, do Rio (Jo PoXPi eUm
P i h n d^SaPPar,'e',u no dia 30 de outubro da rasa
| ao ur. Cosme de S Pereira, de quem escravo ;
I Mippoe-se ter levado um ravallo prelo do r!
p iiostron qiie SP havia sollado, p que elle
,cm busca do mesmo
oa
, suppoe-se mais que sua
muiiier de nome Mara lan.bem o acompanha,
levando um pequeo bah de (landres : roga-se
as autoridades policiaca e a oulras quaetquer
peaaoas que o prendam, e remellara ao seu se-
ulior, que pagar qualquer despeza.
Desappareceu desde
o dia 23 de selembro
prximo passado um escravo de nome Luiz, oi-
cial de ehapelleiro, idade de 23 annos. pouco
mus ou menos, estatura alia, roslo regular, cor
prea. Desde que largou a fabrica da ra da
Florentina (em fevereiro prximo passado), as-
sisiiojcomo ganhadrr na ra da Praia. Suppoe-
se que elle se diz livre. Roga-se os autoridades
policiaes e capitaes de campo de caplura-lo onue
quer que o enconlre o traze-lo & ra da Cruz n.
22, boliea franceza, onde ser generosamente re-
comx'ensado.
Boa gralificacao
a quem apprehender o escravo Luiz, alio, perna-
lorias, maos grandes e com dedos bstanles coms
pndos e grossos, cosluma embreagar se muito c
8 em extremo preguigoso, demonstrando ter 50
anuos. Igualmpnle o escravo Izidro, idade 0
annos, cabega rapada, estatura regular, esperlo e
oem preto : ambos sao crioulos e marinheiros do
brijue Alpgrete : rpcommenda-se as autorida-
des policiaes e campillos de campo a sua appre-
hensao levando-os ao cscriptorio de Manoel
Gonralves da Silva, que recompensar genero-
samente.
Pu^io da cidade do Aracaly, no raez de se-
lembro prximo passado, um escravo do eom-
mandanie superior Manoel Jos Penna Pacheco,
que ha pouco o havia comprado ao Sr. Berilo
Lourengo Collares, de nome Joaquim, de idade
de rincoenta e lanos annos. fulo, alto, magro,
denles grandes, e com falta de alguns na frenlo,
queixo fino, ps grandes, e cora os dedos grandes
dos ps bem .bertos, multo palavriador, incul-
ca-se forro, e lem signaes de ter sido surrado.
Consta que este escravo apparecera no dia 6 do
correnle. vindo do lado das Cinco Ponas, e sen-
do enlerrogado por um parceiro seu conhecido,
disse que tiuha sido vendido por seu senhor para
Ooianninha : qualquer pessoa que o pegar o po-
der levar em Pernambuco aos Srs. Basto & Le-
mos, que gralificaro generosamente.
Fugio da ra da Cruz n. 62. segundo an-
dar, a escrava Benedicta que foi escrava do Sr.
Sdlustiann. culelisla : fula e levou vestido de
cassa desbotado de dous babados e ropinho de
chita escura ; tambem levou uma coberla. que
de suppor nao ande com ella : recomo)enda-se
as autoridades policiaes e capitaes de campo que
a pegar, leve -a casa cima, ou ra da Senzaia
Velha n. 94
Fugio no dia 21 de novembro prximo pas-
sado a prels escrava Mara, crioula, de bonita fi-
gura, sahio com vestido preta desbolado, e cha-
les azul com quadros encarnados ; quem a ap-
prehender, ronduza a ra Augusta, sobrado n.
63, que sera recompensado.


'>
Vari
Caracteres e
edades.
ontos do tempo.
AS PHISOES 1)1 U0UENSTAltfE>.
Assim,
llo c'ondt)
(Ccinli
dizia el
I.udini ir slallou-se
ca dos, lo turoultuosii
it n los, i a na | > a i x a o e t
zcn Familiarmente, Ihi
SOCO orltm, canlo que
grande prdaco que dec
de seus olhos que nic
tiles banham-se cora escando, elles fazer
que alumia sua re.
mente sua indolencia
nevos Rrinslds de ca
DOS collegios ou nos
Analmente quem -sao?
homens evidentemente
seisdores dos salces,
des orientaes quo ura
prefere ir procurar n
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 4 DE DEZEMBRO DE 1860.
IV
i mu.i gao
esle marquez d'Arezza,
allou-se era vossa casa
, rogularn e-Blri durante ; lguruas horas ; e esla pos-
;: que aprsenlo con sontinieiitos to Compli-
s, lio delicados, to vio-
tmlo respeiio, elles o tra-
i< fazem parle cgualmcnt
e despert seu coragao, ou
e:lame seu espirito ; a luz
transportara, elles gozam,
im o sol
|ou que refresca deliciosa -
Nao, e-is o que eu nao
sollreria E depois, ti do privilegio repousa era
una conquista, toda i onquista tom sua origeni.
Cumo, pois, chegou-lli! este direito vossa ami-
r.de .'
Nada lerrivel como
sao illas que esconce
dos os artificios em de
nizades que diverten
as questes da raocidade :
tara os,sabios e poein to-
rota. A essas numerosas
e que fnalisam por pre-
parar mullieres taes como Metella, nao pode ha-
ver deiiniiivamente seno duas origens: esses
de Clinine, tornam-sc
louvadas, anda que mui-
tlft vezes calvas ou encanecidas, em exeluso
i lecas louras, desterra-se
conventos; esses amigos
D'onde vni elles? So
escollados d*entre os pas-
uno os convivas dos con-
rico senhor preguieoso
ra; ou melhor, para
achar a palavra que ui acceitar ura dia un ho-
rnero era quem achavla-e espirito, os toucados
de madamoiseIN de Chevteuse, lendo subido a
seu destino una notajvel mooificaglo. D/ia
unn muito amavel pessoa o pobre homem mor-
tlfkado das afllictoes vivas, ardenles, c fortes
passalompoa, pelas aniizadcs antigs, cabezudas
e claudicantes que elle encontrara sempre," que
lornou-se o methodo i le madamoiselle do Che*
vreuse ? Vos sabis o que lepicsenlam, segun-
do o cardi'al de Rtz, esses batretos que ella pu-
nha principio era seu Icito, e lngara depois
30 fogo ; esses inaldi os bairetes, em lugar de
langa-los ao fogo, vos is deixaes eternamente ro-
jar sobre todas as vossis cadena.-.
O carainlio que tinlia comecado para Metella,
por esle entretenimen o emba'ragador, pareceu
tomar urna volia bem luvidosa. Ura s espirito
bom ou nio preside eki pens, cada um de
nrssos dias. Quando
confundido; desde a
di.ibrele de humor malo,
se confunda anianhaa.
poz um passeio Conraj
Vos sois meu pris
podis mullo bem, sobl
pouco dos muros de vessa cada cu quero vos
levar at a< ruinas do aDligo castello Gorgoni,
Oreio que nao ha ruins mais pitloreseas nesle
mundo. Serei vossa Corrana, accresccnlau ella,
rindo-se. Hohenstaufea tinha lido, durante o
descango toreado de sun ferida, esta obra que se
ochava cora alguns volt
theca de Mamerti. E v
. o homem do norte i
mes francezes, ni biblio-
fis seris meu Osw ald, islo
liciado s mararilhas do
i -.-os bellos paizes, por urna creatura penetrada
do mi.i luz e amante di
nina infeliz cilacj : Co
ra lo ; elle a tinha ach
pedante o ligeira ao
emfini de tolas as mull
tido at onlo. Era
pumas notas vibrante'
manee, que elle r<
urna suprema energa,
tre Metella e a herona
Como todos os
deira seduego, elle q
sera analoga cora alg
vida real, nein das Qccij
Rara.
Desde que Metella
lypo qualqucr, como!
guramcnle de todos os
unlia o costume de ama
os nossos deslinos sao
manha por qualquer
rolo, bem raro que elle
\ priuceza Mamerti pro-
do.
oneiro, Ihe diz ella, mas
uiiiiha guarda, sabir um
sua poesa. Era anda
rinna nao tinha visto Con-
ido fatigada, aftrunlada,
ir.esrao lempo, o opposio
eres cujo culto tinha elle
li demorada apparco da
loara 1.milla, que s tinha feilo resoar nele al
, cora a leitura deste ro-
pellia precisamente cora
udo era reconciliaco en-
mademoiselle de' Slael.
horneas presa de urna verda-
icria ver um ser S parte,
ira personagem, nem da
es, no ser que o subju-
se approximara de um
ella se afTastava se-
lypos feminnos que elle
Ir o de respeitar, ella des-
trua lo Jas as suas conjuracoes, ella o entregava
u espirito e de seu cora-
os luzes naluraes de s
cao.
ilohenstaufen linnn procurado outra roupa fra
do costume ; pode, pois, sentar-se sem ser repa-
rado pela princeza Mamerti, no fundo de urna
8ege que o conduzo este bello campo italiano,
onde elle nao tinha anda avanzado senao com
as armas na roao. Infelizmente, elle foi obrigado
passar peh villa que domina Mamerti Esta
v,lla, anda que muita i izinha de Bocchclto, nao
lem soflrido guerra. Nac seoccullaram em quar-
lo nigura de suas casa;, e nenhuma bala tinha
vindo correr s ras ; ora, esso dia, como tinha
siJo a mirihiia da passa;em das tropas francezas,
era completamente enleitado tom bandeiras e
cures biilhantes, e seu? habitantes, em lugar de
vagar com seus rebanlnb, (urmaram urna raulli-
dao ociosa, tumultuosa, agitada ainda pelos gri-
tos que a^ahava de da MelelU langava sobre
esta mulldao um olh ir enthusiasta, Conrado a
contemplara lambem ; urna cousa o opprimia,
quo ella encarara em gnnoe numero de homens
florcscentea de saJe e mocidade. com feices
regulares, largas espaduas semelhanles e'sses
bellos aldeies que o pincel de Leopoido Roberto
lnlo reproduzia.
Elles chegaram ambos ao p do cnstello Gor-
goni. Eate caslellu apenas so compe de um
immenso ralle solitario, triste e audaz, parecendo
olhar com desprezo. da montanha onde enllo-
cada, ludo o que agtta-se abaixo delle. Elles des-
ceran do carro para contempla-la. Este mo-
mento, que lhe recordara os destroc poticos
de que os ribeiros do Rheno sao coroados, tocou
profundamente Ccnrado, e lcvou mais alm das
j regios em que, desdo a carta de sua raae, elle
I se senta invcnsivelmentt) conduzido. Metella
1 tinha se apressado para ter noticias de urna cs-
I peciede personagem meio-plebeu, meio-cidado,
, que ella tinha encontrado no caminho.
Esle homem, subindo aocaslello Gorgoni, disse
i com emphase italiana : Eis um monumento das
j edades baj-ba as I Eu quereria saber melhor,
dase Conrado olhando para a princeza Mamerti,
o que este pobre diabo, sem duvida o mestre de
! una aldea vinnlia, enlendo palas edades barba-
ras. Eu n3o quero, finalmente. Ello repele, sem
I a comprohender, urna uessas formulas baaos quo
urna frivola e perversa crudirao livra urna gros-
seira ignorancia.
Eis um monumento dof lempos barbaros 1 me
diro mostrando as ruinas de um caslcllo, de una
abbadia, de uina egrfja, de urna dessas obras
dadas aa herosmo ou fe, que tem ornado a
i poca por excellcncia das virtudes religiosas e
guerreiras. Se o mesrao homem que designa
estas ruinas sagradas por esta exclamagao desde-
nhosa, rssa mostrar-rae o que abunda era nosso
p.uz, qualquer obra prima de arle antiga, urna
| estatua de Venus ou de Mercurio, o Antinous ou
o Herraaphrodte : eis. rae dizia elle, o que nos
lem legjdo as grandes pocas, os seculos da cri-
lisacio. As edades que elle designavn assim, sao
aquellas em que a torra estaba contaminada des-
ses crimes. dessas torpezas, dessas folias que nao
teem podido se apagar da alma humana, senao
i sob as lagrimas sanguinolentas do um Deus. E
ueste assoraplo, finalmente, rhega-me urna rc-
I flexao cstranha. Eu que pertenco, como o cas-
I tollo Gorgoni, aos tempos barbaros, rejo que te-
j uhu continuamente o ngenuidade de me dexar
desterrar entre os morios, c de crer a novidade,
a vida, no que eu mesrao chamo as jorens ideas.
Mas vossos dolos sao mais velhos, mais angos,
mais decrpitos que tojos os objeclos de meu'
cu'lo.
A armadura de meu avd Barboronsse menos
usada que o manteo do rossos sabios, nao so-
mente porque ella de ac, mas porque olla lem
mil annos de menos qo essc3 andrajos. Os
nicos pensamenlos que maniera ainda alguma
ordom e dignidade neste mundo, sao os pensa-
menlos direitos. altos esimples, que sustentaran)
aquelles que nos chamramos outr'ora nossos
paos, antes que o grande morimento revolucio-
nario do ultimo seculo tiresse riolentamenle ar-
ruinado a sociodade em toda a Europ e, sob o
pretexto de egualdade, estabelecido para todos
duas origens, duas racas.
Tende, esta pobre cruz de rossos caminhos, de
rossos beccos, de vossos trilhos, eis ainda rossa
nica prolecco, rosso nico apoio, o nico obs-
tculo que pode fatalmente demorar todas aschi-
meras perniciosas, lodos os destructivos e mons-
truosos caprichos. Assim, vos fallis do despo-
! lismo as phantasias imprevistas, atrozes, sobre-
humanas, lao horrivelmentecrueis. tao dolorosa-
mento grotescas como os prnsamenlos infernaes
que o lera demorado, se nao o signal de que a
1 edrtde media, cora um sentido profundo da vida
! intima e da idea religiosa, se servia para demo-
I rar em seu lo as molestias mysttriosas e desor-
denadas d'alma enlre aquollosque se diziam pos-
| suidos? Nos dias em que a cruz nao existia en-
I tre os poros mais esclarecidos da Ierra, levara-sa
I comtudo estes golpes Criminaos moralidade hu-
I mana i|ue arrancavam do lar a esposa e a rirgeni,
comtudo estes golpes bizarros digndad das
naedes que transformavam um carallo em ma-
gistrado ; esses rerdideiroi atlentados contra a
; lberdade nao lera jamis foito modo de reappa-
rocer senao enlre os povos em que um momeuto
este sgnal tutelar so tern abysmado e em que a
I sociodade nao tern mais lido p>ra guarda senao a
i razao.
I Nao se espantem muito cora essas dissertacoes,
fetas por um joven ao lado de urna bella, atra-
, vez de urna paisag.-m. Conrado era um Allemao
educado na solido e virendo alguns me/es na
i familiariddde das grandes cousas. Elle deva
sua patria este gosto das viageos sbitas e pro-
bragadas no carro que Joao Paulo chamara o car-
; ro mgico da idea. Talvcz devesse elle tambera
essas oxpiusOos do pensamento, essas prodiga-
lidades de pilavras perturba,o introduzid
mesrao em sua vida pelos acontecraentos novos
esobreludo por seriliiiienlos desconhecidos. E'
raro que o sopro de urna paixo n3o faca resdar
seniio urna s corda de nossa alma.
Quando as borrascas mysteriosas que arrancam
i este divino instrumento suas mais poderosas
harmonas reem logo levantar-se, nao um cla-
ro e dislinclo que elles tirara de nossos poitos, 6
ura concert todo inteiro, em que cada emocao
de nosso espirito se traduz por um acecnto apa-
xonado. Assim o que era fcil eu prever che-
gou ; sem transieco alguma apparente, Conrado
passou logo regio em que um bater de azas de
seu espirito o tinha levado aquellas onde jizia seu
coracao. Metella lanzando suas vistas ao radio-
so que a cercava, perdou entre a dupla magia
de urna natureza potica c de urna mulher amo-
rosa, elle arhou nella o homem retirado e estre-
pitoso da vg a. Quando o Italiano conduzo
seu priaioneiro a Mamerti, era quas noite. Esla
admiravel paisagem rodeada de um co onde co-
mecam brilhar algunas eslr-llas, ja e3trerao-
cendo cora as brisas, penetrado de theros vo-
luptuosos da noite, pareca com cssa Judith de um
grande mestre que se prepara para sua obra de
carmes. Vos recordaos bem da pintura que que-
ro fallar ? Certamenle a vistes. A belleza ma-
FOLUETIU
"i -4J'
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
SENHA MARTIMA,
XLV
n mjiario.Scenas coDl.'iiiporaneas da vida ma-
rilima.Um homem iio mar!Breve resposla
ao Sr.Dr. inspector de saudedo porto.Sah'da
do Sr. chefe de esqun ra Joaquim Jos Ignacio |
do quarlel general de mariuha.Nomeacao do'
Sr. bario de Tamandarc.
VI
Eisnos cm leira, no meio de urna mullidao
de curiosos, variadamen.e vestida, em que todas
as gradares da cir da especie humana, se divi-
sa desde o branco coioriio de um bello e delica-
do rosado do europeo, da puro sangue, al o ne-
gro azevithado e lustroso do africano genuino.
E' com effelo um espqc'.acuio que logoimpres-
Sioua o estrang' iro que salla na cidade do Cabo
da Boa Esperanca, o ver crusar-se cm suas ras
representantes de todas as raigas humanas, sera
oscreparem do lypo pri nitiro que perlencem,
como se tivesscm estabelecido naquelle ponto um
lugar de reuniao universal.
Esti circurostancia ndtarel, constilue aquella
cidade um mundo em miniatura, onde o obser-
vador cuidadoso e inlelligenle pode reunir um
ihosouio de conhecimejilos. Assim que, ao
lado do alegre e espiritoso Francez, que de vez
em quando para afim de conrersar um pouco,
passa o Inglez posiliro c apressado, que peremp-
loriainento desfaz-se de qualqucr estorvo, o Alle-
mao fleugmalico e sentimental, o Ilespanhol exa-
geradj e galholeiro, o l'orluguez dissimulado e
ututo, o Mussulmano alalsta, enroupado em
suas vestes piltorescas, fazendo sua saudagao
usual, de bracos cruzados, e inclinando a cabera
para a frente,a" qual aconipanha melade do corpo.
Accrescenle-se estes, Malaios, Cafres e Hot-
tentotes domesticados, alguns outros emigrados
das diversas lhas da Ubeania, e o resultado do
cruzamento de todas ejtas ragas, e tem-se urna
idea do quadro acimadissimo que apresentam as
referidas ras.
Mais tarde tiremos a sxplicacao desta curiosi-
dade, quasi insultante com que e'ramos recebidos ;
pois que a populacao reunida no caes de desem-
barque s procurara approximar-se de nos para
nos verde mais perlo, como quo duridando dos
olhos.
Sabia-so ali que existia urna naco na Ameri-
ca, denominada imperiodo Brasil ;' mascuidara-
se que seus hatilantes erara negros, porque todos
os annos, das proximidades da colonia, partiara
para mais de cem mil Africanos para nossos por-
tos, arrancados violentamente de seus lares.
Erara apenas estes os conherimentos que tinha-se
do Brasil, e cerijuient nao nos erarx, mu lison-
geirof.
Ora, em lugar disto, o imperio se rerellara por
urna forma inesperada, fazendo-se representar
por meio de um formoso vaso de guerra, que hon-
rara qualqucr potencia martima, por ter sido
construido aebaixo dos mais sccnlflcos adopta-
dos pelos povos civilizados, e por possuir urna
guarnicaoescolhida, quasi toda clara ao menos a
dos escaleres que trabarnos ldo o cuidado de
escolhor) 5 frente da qual brilhara urna officiali-
dade joven, cheia de garbo, e bem fardada, nao
inferiora da marinha de qualquer nacau da Eu-
ropa das que costumavam frequentar aquello
porto.
DuviJava ella, portanto, do que via.ese que-
ra convencer de que nao era myslicada por al-
guma illusSo ptica.
As perguntas i que nos vimos forgados res-
ponder, geralmento em francez, que todos falla-
vamos regularmente, nos deram a chave do enig-
ma, que nos ia j incommodando.
Tambera a rearcio nosso favor foi to ?romp-
ta, cerno era forte a prevencao, e cntao nao du-
vidou-se crer em ludo que firmavamos, inclu-
sivamente o possurmos urna forte esquadra, e
eslarmos n'um grao de civilisacao, c progresso
admiravel.
Alguns aspranles hllavam o inglez correnle-
mente, e estes coube, por tanto, a tarefa de
sustentar a conversarlo com mais frequencia, e
de salisfazer as noticias que lhoexigiam.
De sorte que poucas horas depois do termos
saltado, j se fozla naquclla torra justica ao Bra-
sil,6 se lhe dar considerarlo e apreco, substi-
tuido lao de prompto ao desprezo, que "por largos
annos su lhe rolara.
Grande vanlagera dessa viagem de instruccao ;
admiravel translormacao de valiosa utilidade !
Nossa entrada, pois, fez poca na cidade do Cabo,
que ha mis de dpz annos nao v novamente a'
bandeira auri-verde. cuja dignidade temos cons-
ciencia de haver ali sustentado naquella occa-
siao
Nao nos faltaram riceronis dedicados, que ten-
do na menle s a intenco de desfructar-nos. pre-
textavan nos labios urna grande vontadede nos
ser uleis, smenle pelo interesse quo lhes dis-
pertramos.
Mas nsj sabamos com antecedencia o hotel
que deva merecer nossa preferencia ; porque ti-
nhamos tido infurmages dos ofJiciaes do brigue
escuna Andorrana, mui lisonaeiros ao de mis-
tress Iludson, urna senhora viuva, bastante ama-
vel, que tratara os seus hospedes com distiuccao
e zelo.
Alm disso, logo que fundamos, recebemos
bordo a visita de lodos os propiietarios de idn-
ticos estabelecimentos, quo nos apresentaram
seus carles, convidando-nos para honrar suas
casas ; mas a nossa escolha, como j dissemos.
estiva feta.
Assim, pois, nesta parte escapamos da roraci-
dade dos oQkiosos ciceronis, entre os quaes so-
resahia um goidanchudo Portuguez, cujo nome
nao podemos agora recordar, mas que, em algu-
mas commisses de que o encarregamos, nos
ladora que oceulta urna espada cm seu resudo se
conserva em p, paluda o seria em seus atavos.
Veem-a com urna admirago que n&o desnu-
dada de assorobro, e enriain-a entretanto Ho-
lopherncs adormecido, que vae receberao mesrao
lempo a volupia e a morle desta viso seduc-
tora.
V
A viagem do marquz de Arezza estava dilata-
da, c Hohcnslaufen pareca inteiramente entregue
aos encantos da mulher estrangera. Conrado
lem um desses espritus que acham nu retiro suas
mais poderosas aceilages. Jamis elle amar
rerdadeiramento urna dessas mullieres de manei-
ra que seja preciso disputar muit.is pessoas e
rautas cousas: ao mundo, um marido, ami-
gos, amantes, sombra da vrtude, realidado
do riciQ. O que as conquistas encaram como um
estimulo, e o que com effeilu para una elasse
de homens bem numerosa, paralysa de repente
lodo lo nesta altiva e generosa natureza ; mas
nada poda maisleva-lo um supremo abandono
senao urna creatura sabia, como Metella, se fazer
para elle a alma de urna solido encantada. Du-
rante tres das a lembranga da pobre Ottllia foi
senao aniquillada. ao menos desterrada nestes
limbos de nosso coracao onde nos tememos dos-
cer. Conrado, retirando-so para o seu quarto,
nao tasara mais olhar o retrato de Carlota Au-
gusta.
Emlm, ello tinha vindo passciarcom delicias a
quasi sem reraorsos nos jardins de Armda.
quando cm claro da, elle vio dianlo delles
duas pessoas que nu erara cavalleiros, nem
phantasmas, que uenhuma poesa, grave ou tor-
rirel, nao cercava seguramente, o que portanto
Deus destinara acabar o seu encanto.
Elle encontrn, na rolla de umjirdimonde
errara com Metila, dous porsonagens chegados
an.bos esse grao da rida era que as mullieres
teem a iutelligente afTecttco do nao querer ja-
mis pousar, esobre a qual os homens so enca-
rapitara, ao contrario, com a fatuidade de corvo
sobre a sua arvure, persuadidos de que nao
acharo jamis seductores. Estes dous recem-
chegados podam ter quarenta a quarenla e cinco
annos. Um era alto e delicado, tinha um sorriso
pretencioso e seis transportes pareciam fa-
tigados por urna especie de melancola melindru-
sa, como a das conquistas seu decresciinento ;
mas seu olhar nao deixava sgnal de bondade, e
hava em toda sua pessoa o que se tem combinado
em chamar dsliuego.
O outro era bailo, um tanto gordo ; seus olhos
pardos, abrindo-se em seu rosto colorido, aspi-
ravam evidentemente representar a malicia
humana ; nao eram de urna certeza estupida,
mas scntia-so que elles nao tinham jamis bri-
Ihado com esta chamma descida do co ou ar-
rancada dos abysmos profundos d'alma, necessa-
ria para amar nesle mundo ludo quaoto dura-
rcl, a irona de Aristophanes assim como o entliu-
sasmo de Danle O segundo personagem passa-
va entretanto por um grande homem, porque era
o conde Ludini.
O companheiro de Ludini era o marquez d'A-
rezza, um desses personagens polticos, amigo
da llteralura ligeira, que lem com as musas um
commerco em quo ellas chocam-se de ter urna
graciosa condescendencia. Aiezza, era sua rao-
cidade era amante de Petrarca e tinha imitado
Alfieri. Ello tinha composto alguns sonetos de
um eslylosubtil e doce, tempo evaparado, e
de urna dessas grandes tragedias classicas, cou-
sas pesadas e informes, quo sao os monslros pe-
los quaes cortos espiritos so ensaiam para cria-
goes mais delicadas e mais acabadas. Para elle,
essas crages tinham chegado, a tragedia tinha
felizmente flcado na sombra. Alguns malfeito-
res s tinham servido para encontrar no leito do
esquucimcnlo q cadver deste mastodonte, e toda
a Italia Conhccia alguns romances de costuraos
em que urna pintura fcil do mundo se confunde
com urna sciencia amavel do coracao. Arezza
tinha se apaixonado com um vivo enthusiasmo
de Ludini. que fioalraonte, como pens, lhe
bem inferior, porque, tora do tempo de sua jo-
ventode em que elle quiz compar tragedias, Arez-
za tere o bom espirito de achar serapre pessoa
adaptada seu genio ; elle atravessa o mundo
com um borzeguim ligeiro que deixa apenas al-
guns traeos fugitivos sobre a areia fina de jardins
escollados : einquanto Ludini, pelo contrario,
um Petil-Poucel que se lem amparado das bolas
de Ogre, que nao quer deixa-las, e quo, corren-
do s cegas alravez rom esla comedia mortfera,
colhc toda especie de flores bellas e honestas cul-
turas. Mas dotado de todas as paixoes que por
mal animara a loucura, no salo como na ra,
turbulento, loquaz, ambicioso, possuiudo todas as
vulgaridades, a falsa modestia, a falsa sciencia,
elle conquistou em seu paz e era seu tempo um
poder singular. E' o here do conde d'Hoflraann,
tao philosqpho e to profundo: o Pequeo Zacha-
rias, diz Cinabre. Zacharias nao era senao urna
raiz animada, urna mandragoa feita homem pe-
la vontade de urna mgica ; somonte todas as tra-
vessuras da humanidado se tinham to bem amon-
tido era redor desta planta turluosa, que a obra
contrafeita da feiticeira pareca o que o co tinha
creado do mais perfeilol Os poros lomaram Za-
charias por favorecido, os rcis o tomavam por
ministro, e finalmente adoraveis creaturas sen-
taran! o pequeo monstro sobre seus joelhos.
Isso nos recarda naturalmente a princeza Metella
Mamerti.
Conrado a vio transformar-se logo com o as-
pecto destes dous Tintantes. Estas especies de
transfiguracoes, s quaes o pobro Allemao nao
estava acostumado, sempre rae pareceram, na
historia das licoes mundanas oceupar un logar
impoilanlo enlre os fados mais penves e mais
irritantes. Em um s instante tinheis vosso
lado urna mulher emudecida e alienta, possuda,
em ura recolhimenlo profundo, por todos os po-
deres de vosso coragao, parcceaido perdida em
comeu boas libras esterlinas. Elles tinham bom
taro, e conheceram logo que a rapaziada ia pre-
venida com boa somnia dellas.
No estabelecimento de mistresslludson encon-
tramos o to aprecavel confortable inglez, par
de ura aceio recommendavel. Mediante o paga-
mento diario de sete schllings. cerca de 3j()00,
que so fazia todas as monliaas. linhamos cada um
excediente quarto, mobili ido com gosto, e almo-
co, jantar e ceia, profusamente, servidos.
Nesta despeza se inclua o vinho, mas nao o
cafo, que era o magnifico de Moka, e polo qual
daranios meioschilling por taca.
Quasi tolos osofficiaese aspirantes ah so hos-
pedaran), porm, alguns preferiram urna casa de
penso, onde apenas pagaran, cinco schilliogs, e
foram egualmentc raui bem servidos.
A nosea hospedeira procurou sempre agradar-
nos, lendo urna mesa redonda especial para nos,
c dando-nos at ura concert em nosso obsequio,
em urna das noiles, no qual ella e sua mana to-
maram parle.
Podamos agora por nossa vez tomar urna jus-
tificada ringanc de alguns viajantes europeus
que ho frito do nosso paiz urna falsa descripcao,
em quevergonhosamente nos oxpeaoriso e cscar
neo de seuscompalrialas; para isso seria ne-
cessario, porm, mentir como elles, e por este
prego nada queremos. Preferimos, pois, des-
crever exactamente o que observamos bom ou
mo, nesta cidado. ^
A cidide do Cabo da Boa Esperanca c cons-
truida com muita regularidade e ordem.
As ras sao direilas e largas, e se Cortan em
ngulos rectos. A edificaco rcvclla gosto apu-
rado, c que se leve em ruta o clima da locali-
dade, que secco, mui sadio, e farorarel lodos
os dqeules queda Europa ali aportam. Assim,
quas todas as casas ou sao de um andar, ou cs-
sobradadas. com urna escadaria na frente, e pin-
tadas exteriormente de branco.
As ras nao sao calgadas, mas constanlemen-
tceslo lirapas, e sao regadas duas rezes por
da. urna pela manbaa, outra pela tarde, por
carrogas d'agus, puchadas por tois ou carallos,
que teem na parte posterior urna peneira ou
grade de ferro, pela qual passa a agua que sae
da lorneira do tonel, que se conserva aberta
durante o tempo da irrigago.
Esta proridencia utissiraa, por que o slo
de um barro arermelhado, extremamente fino,
que os fortes rentos que sopram na cidade em
todas as estaces, levantara, com facilidad?, com
grande incommodo das pessoas que aodara as
ras.
Para erilar o effeito prejudicial destes rede-
moinhos de barro usara os homens por sobre o
chapeo de ura cylindro de escomilha rerde ou
asul, quodescem em occasio opportuna para
proteger os olhos.
Erguidos estes rus, fazem o effeiio do fumo
que empregamos quando estamos de luto.
Primitivamente tinham os liollandezcs aberlo
canars parallelos s ras, dando expanso ao seu
carcter natural, que os inclina para isso, porm
rossa ternura como urna flor as profundezas
embalsamadas de um ralle solitario : a porta
ore-se e deixa apparecer um louco, um enfa-
donho, ura importuno, urna dessas moscas in-
tupportarei* para quem todos os nossos gozos e
odas as nossas dores sao tractos para contaminar,
e feridas para envenenar; eis vossa dama logo
tomando um sorriso em que se fundara harrao-
niosamente o prazer e a araonidade, que parece
sob a feliz impressao de uina sorpresa encanta-
dora, que ros langa apenas um olhar imperioso
destinado indicar o nicho para onde vosso amor
deve ir encolher-.e, raaneira de um cao obe-
diente. Ilohenstauen subi ao suplicio. Metel-
la tomou ura semblante bello desde que vio Arez- i
za e Ludini ; ella eslenlj urna m3u cala um
delles e lhes desojou a boa rhegada com todas'
as gracas expansivas da lingua italiana, depois
ella lhes apresentou Hohcnslaufen. Ura e outro
pareceram egualraenle comprchender o genero
de interesse que o jo/en Allemao poda iuspirar
f sua hospede ; sraente Arezza olhou Conrado '
cora a expresso borafazeja quo lhe era habitual
e urna especie de curiosidade melanclica; ello
va evidentemente nesle etrangeiro um hornera
de estudos philosophicos e Iliterario*, um perso-
nagem que o acaso lhe ofTereca para figurar ua
obra sceplica c risonhaem que elle tinha empre-
henddu pintar todas as vicissiludes do coracao
Ludir, pelo contrario, tomou para encarar
Hohenstaufen o olhar que tem a pretengo do
responder s patarras breves e decisivas, sera
que se tenha jamis podido ajivinhar porque eslo
homem poltico tinha ura gosto particular para a
vista de grande capillo, durante o momento de
urna batalha fazendo um julgaraenlo rpido sobre
cada ura de seus soldados. Este julgaraenlo sum-
mario deste langar de olhos ambicioso nofoifivo-
ravel Hohenstaufen Ludini adivinhou immedia-
lamcnlc um hornera cujas deas nao podam lhe
ser senao indfferentos, exlranhas ou hostis ;
e nisto, filialmente, elle nao se tinha engaado.
Eram onze horas da manh : servia-se o al-
raogo na grande sala onde coraia Mamerti, de
un fspecto to bello cemo fresco mas esla co-
mida foi para Conralo chea de ura desses mor-
aos aborreciraentos que abalem, por dias
intoiros, ludo o que animado de urna vida ama-
vel e feliz era nosso coracao. Metella leve com
seus novos hospedes urna" conrersago da qual
0 joren ofcial era forlemente excluido. Ella
indagou, com urna curiosidade apaixonada, uiui-
tas cousss e de rautas pessoas egualmentc desco-
nhecdas Hohenstaufen. Todos esses interes-
ses mesquinhos, todas essas raidades privadas,
todas essas intrigas obscuras que se descobre lo-
go agitando-se, apertando-se e arrastando-se co-
j rao reptis sobre ura solo arruinado pela tempes-
tado, nos paizes onde acaba de cahir una chora
de sangue, quer da veia ardente das revolujoes,
quer da veia generosa das guerras, eis o mundo
que Arezza e Ludini encontravam na prinoeza
Mamerti. Elles contralaram-o para vir antes
Milo para dirigir tal eleigo, para examinar so-
bre tal companhia. Conrado tinha escutado si-
lenciosamente o que se dizia em redor delle,
quando, no instaute em que acabava-se a mesa,
apparecerara algumas palacras logo que demo-
rarara-no na solido interior da qual elle se es
forcava para se ausentar.
Ludini, cujos amigos mesmo nao saberiam ga-
nar nem a reserva, nem o tacto, poz-se exago-
rar era seus propsitos os mais bellicosos concer-
tos. Elle nada encarara menos que a extiucgo
completa de todos os oppressoros de sua patria.
Nenhum esforco lhe costara para chegar este
flm. Elle armara todos os povos uns contra os
oulros.
Certamenle, dizia elle comtudo, dando s-
bitamente sua patarra toda a graridade crassa
de que se deve acompanhar a eraisso do um lu-
I gar commum plulosopliico, certamenle cu deplo-
ro os sacrificios que em certas occisioes pro-
I ciso exigir das naces ; mas que sao esses sacri-
! finios para...
Para vos, inlerrompcu logo Hohenstaufen,
com urna auloridade singular; para vos e para
I todos aquelles que, semelliantes vos, tomam
! em nossas lulas modernas a figura imponente e
, branda dos deuses das lulas antigs. Sabri, se-
nhores, os povos de vossa escola lora militas re-
zes declamado contra esses soberanos absolutos,
; que, no grao de seu capricho, decretara a morle
paia milhares de homens : mas esses soberanos,
mais de urna vez, lm gloriosamente parlilhadoa
sorte d'aquelles, cuja vida elles oxpunham. Era
1 todo caso, so nao este o mesmo destino de seu
corpo, o deslino do seu imperio e de seu no-
i me, que elles tem sempre alistado as republi-
canas emprezas da espada. Ao passo quo so tem
formado urna raca de gente, cujo nomo nao
, se sabe bem designar, nascida na mullidao, nao
tendo direilo algura governar, e erigindo-se
arbitros irresponsaveis e absolutos do destino dos
povos. Estes homens sabera se submelter todas
as funeces humllese nteis, que trazcm os votos
: ignorados e infinitos. Elles se persuaden) asi
i mesmos, e leutam persuadir todos aquellos que
i sao de urna especie muito preciosa para ser lan-
cadosao acaso dos cuidados perigosos. Elles lem
sempre nos labios as grandes patarras de niel-
ligencia e de pensamento: pretenden) nao reco-
nhecer no mundo senao o poder das cousas ira-
raateriaes, e esta forma de cousas immaleraes
que elles tomam, sem se recordar que o ser di-
vino que veio fundar o reino espiritual sobre a
trra noenvergonliou-se de encerrar-se em um
corpo offorecido todos os instrumentos de mor-
le e de tortura. Pois bem I por urna contradigan
singular, estes homens cheios de um desprezo
13o soberbo para ludo o que nao o mundo das
ideas, fazem infelizmente de ura outro mun-
do, objeclo constante de sua raalfazeja actiridade.
Do seio desta inviolabilidade cstranha que elles
tem criado em seu fa.or, para o humera de san-
gue c de carne, elles dtspera com urna prodiga-
os Inglezes os fecharan) logo que se apodera-
ram da colouia, no que obrarara bera, porque
algumas rezes elles icarara secco, o exhala-
vara um ftido desagradare!. Em rez delles re-
s em frente do maior parte das casas urna tala-
da do uras. e bellos carvalhos copados, que do
uma sombra agradavel, o urna apparencia se-
ductora acidule, que muito ganhou com esta
substituirlo judiciosa era afjrmoseamento e em
sanidade.
A pintura interna das casas uma imilago
do papel, que se faz cora rapidez e economa ;
este systema j temos visto muito empregado na
Baha. Depois de pintadas as paredes, com o
fundo que se quer, ordinariamente cinzen'o ou
cor de perola, sobre elle se applica moldes de
papelo cora debuxos e flores corladas, de mais
ou menos gosto ; e por cima se passa o pincel,
que reproduz n'aqnellc fundo o desenlio do mol-
de cora muita facilidade e peifeico. Concebe-
ss quanto esle processo prompto, e o elTeilo
que pro-luz nada deixa desojar.
Quando chegarnos ao Cabo o Governador es-
lava na fronleira, em frento da tropa que comba-
lia contra os Cafres, que frequenlemente amea-
caram a colonia, nao obstante serera sempre
desbaratados polos Inglezes. Esla circunstancia
obriga o governo raanlcr constantemente ali
uma forca rcspoitavel, do que uao haeria ne-
cessidade so ella nao existisse ; porque os ha-
bitantes vivem contentes com a liberdade e pre-
rogalivas de que gozsm, ainda depuis amplia-
das com a creaco de uma asscmb a local, e
outros favores ultimancnlc concedidos pela Me-
trpoli.
Um dos primeiros pontos que frequentamos
logo foi o antgo jardira da Companhia das In-
dias, em quenada vimos do nolarel nao ser
as extensase largas alamedas de carvalhos que
possue, cuja sombra estavam sentadas ranas
senhoras de todas as classes. quo brincavara cora
seus fillios. [Conlinar-se-haJ
Na terca-feira da semana passada fez o Sr. Dr.
inspector da saude do porto publicar neste Diario
uma correspondencia,que lem referencia ao que
propozemos na ultima llcscnha sobre a mudanga
da Capitana do Porto do torreo que ora oceu-
pa, 9 installago nelle da repartidlo de que o
mesmo Sr. ch fe.e da Visita do Porto.
Aquelle Senhor approra completamente a nossa
idea, que entretanto diz nao ser nova ; mas re-
para que lenhamosachado digno de sua repar-
tigo um lugar quo reputamos indigno da capi-
tana, que elevamos uma calhegoria, talvez
superior s de mais reparlces, c principalmen-
te o seu chefe.
Eslimamos saber que aquella nossa idea tinha
lambem occorrido muilas outras pessoas desde
a edificaco do torreo, por que isto prova a sua
bondade, mas asseguraraos ao Sr. inspector da
saude do porto quo a nao conheciamos ; que
nunca a rimes manifestada por pessoa alguma.
Poim isto nao vem nada ao caso, uma vez que
ella se realise : por que ha utilidade publica.
O que reparamos no reparo singular do
lidade maravilhosa do sangue e da carne de ou-
tro. Nunca os reis, de quem elles tem maldito
com mais colora e desgosto, entregaran)
morle vidas humanas com sua frivolidade, sua
ignorancia e sua dureza. Nan conheco como vos
as repblicas dos lempos antigos, sobretudo
nao a p'oponho admirago de pessoa alguma,
pois que eu mesmo nlo as tenho nunca admira-
do ; e entretanto, as cidades gregas e romanas
ha uma lei que lamento, a quo forcava o ho-
mem politico por s costas o arnez do soldado.
Ha, eu sei, oradores celebres, cojo escudo lem
cahdo vergonhosamcnle no meio dos cmbalos ;
mas meu pensar, apezar de toda sua relebri la-
de, esses homens nao erara granies homens, o
sua palavra eahio mais misoravelmente que suas
armas ; cabio no p das escolas, em que nao fez
germinar sono patarras notis, ras perodos. |
Nao quero pensar n'aquelles, cuja eloquenciaej
coragem eram revestidas da mesma forca. liuhara
sido ensopados as mesmas funtes. esses eu
reconheceria o direito de louvar a guerra e de
imp-la. Ento, depois de se ler demorado al-
guns instantes, accrescentou : Eu posso tomar a
Deus por testemunha quo amo a guerra. Desde a
minha infancia, esta eslranha paixo em meu
coragao, ura tacho que si ato cada dia mais ar-
denti*. Ella governa todos os actos de minha vi-
da e meus mais secretos pensamenlos Eu devo
ludo o que tenho de bom, mesmo os sentimentos
de caridade apaixonada e de respeilo sagrado pa-
ra com meus semelhanles, que'accusara-o de oc-
culto algumas vozes ; porque pens amar os sol-
dados com a ternara que Santa Isabel do Hun-
gra, que era uma de minhas las, araava os pj-
bres. Pois bem, esla paixo, qup minha vrtu-
de, minha dignidade e minha forca, estou certo
que a teria arrancado de meu pcito, se o prmei-
ro de minha geracao, eu tiresse sido obrigado
me divorciar do perigo. E' a hita de minha in-
telligencia germnica? mas nao comprehendo
senao duas especies de homens neste mundo:
homens de guerra, vivos para a guerra, ou ho-
mens de paz, vivos para a paz.
Vos sabis o que se diz muitas vezes nos ro-
mances quando se tem posto aigum discurso nos
labios de algura de seus porsonagens com estas
expresses : ueste momento estava sublime; o
que eu nao drei certamenle de meu pobre Allo-
mo, e o que podero dizer com modestia, porque
estes discursos sao dignos delle ; mas cada um
juigue seu gosto. Entretanto seu olhar tinha
lomado urna expressao que nao deixava brilho
nem magostado, o Metella experimentou uma r-
pida emogo. Se ella nao tivtsse pertencido in-
felizmente esta sociodade nova em que o pas-
sado nao se pode mostrar, menos que elle se
nao despoje de todas as suas energas e grande-
zas, para n3o se veslir senao de suas frivolida-
des ; se livessc Picado nella alguma cousada
mulher horoca de outr'ora, ella teria langado os
bragos Hohenstaufen, e o antgo mundo con-
quistara sua alma. Nao foi assim : ella langou
fra bem depressa a emogo que a tinha sorpren-
dido, e, em lugar de exprimir uma approvago,
nao mostrou era seu semblante seno uma tris-
teza embaragada. Arezza tinha-se refugiado em
um sorriso distrahilo que ello tinha o costume
de oppor tudo o que oHendia neste mundo seu
espirito gracioso e delicado. Ludini tinha toma-
do um ar carrancudo e altivo. Elle senta vir
seus labios palavras amargas.
Cessou a conversagao. Conrado tinha-se de-
morado vista do immenso desgasto e as fadgas
de uma dscusso. Quando elle fallara, estara de
alguma sorte ignorante. Se mesrao cscutasse
fallar, dizia elle alguma3 rezes, me aborrecera
como devo aborrecer os outros. Smenle, o pen-
samento tinha nelle essas grandes e promptas ef-
fuses que exige a alma germnica. Urna pata-
rra n i colorido da emogo e do sonho escapara-
se com emanacesda idea que traspassava o ce-
rebro, pois turnara lugar muitas vezes em longos
silencios. Hohonslaufen appareceu elevado to-
da preoecupago poltica ; o que o agitara visi-
velmente, era a penivcl leilura que elle se es-
S forgaya por fazer na alma e na rida de Metella.
Evidentemente os dous homens enlre quem el-
la eslava tinham lido cora olla outras relages
sera quo fossem as de uma amizade philosopica
j o mundana. Apezar do que elle tinha de ex-
perimentado, Conrado nao podia enganar-se com
, cortos signaos. Os homens arrogam-se vs--vis
I das mu'hcres, sobre as quaes elles se imaginara
j ter reinado, ura certo direito de odiares sulla-
i nescos ; esses olhares, seguindo o humor daquei-
j la que elles vo attender, sobretudo seguindo a
i occasio em que ellas se avenluram. trazera ora
a viva resposta de ura langar de olhos mofador,
! ora a aggresso triste de ura ar melanclico ; em
lodo caso, ellos fazem nascer uma dessas rail
ennversacoes mudas, que sao para o observador
exercilado dos sales a fnte do descobertas quo-
tidianas nos annaes do galaulcio. Conrado sor-
prendeu Metella, tendo dous drerlimentos deste
genero, um com Arezza, outro com Ludini. O al-
raogo tinha-se acabado muito lempo; estavam
no sallo. Conrado tinha sentado-sc sobre um ca-
nap, e pareca arrebatado em um de seus pro-
fundos sonhos; Ludini, era uma poltrona, me-
ditara sobre um artigo de jornal. Metella tinha-
se posto em seu piano. Logo Arezza, que tinha
licado em p junto de uma mesa, oceupado em
desfolhar as paginas de um lbum, dirigise pa-
ra a princeza Mamerti; elle descancou indolen-
temente suas mossobre o instrumento que ella
fazia resoar, nesta atilude descuidosa elle poz-se
olhar para a bella locadora. Cortamente o
amavel marquez nao obedeca & ura ni rmenlo
apaixonado ; elle nao se tinha langado para o ob-
jeclo do uma perlurbago sbita e de um ira-
menso despjo, aliento ao mesrao lempo, na mes-
ma regio de seu coragao, pelos tragos'mysterio-
sos de um pensamento amoroso e de uma emo-
go musical ; nao, ello ceda eridentemente, cora
uma indifferenga cheia de eucanlo, ura anligo
habito, de ordinario docemente suarisado, que
acabara de ter um despertar agradavel e pas-
sageiro. Uma phantasia delirante, nascida entre
as vagas asniranoes s quaes se abandona o espi-
rito em certas horas, o tinha muito simplesraen-
le irapellido rir respirar junto de Metella o
cheiro remoto de uma ternura apaixonada. A
princeza Mamerti tornou-se um motivo exacto
desto fugitivo lo de uma alma ociosa. Sua res-
posta foi um olhar em que o sentimento tinha a
mesma medida e a mesma comprehensao que no
olhar de Arezza.
Chara princeza, acabo de ver passar o ama-
vel espectro deum anniquilado amor I
Pois bem, charo marquez, paz esta som-
bragraciosa, que nao nos assustar jamis.
Eis o que dizia em linguagem muda em um
canto do sal.io, junto ao piano. Mas Conrado nao
eslava to perdido como lhe pareca no la-
byrintho de suas dstraegoes. Elle sentio entre
esse homem e a mulher que elle amara, uma tro-
ca de pensamenlos,cuja natureza o perlurbava e o
offendia justo titulo, ludo lhe ficando desconhe-
cido. Elle se levanlou titubiando, e Metella,
que langou logo os olhos sobre elle, vio quo elle
eslava com uma pallidez extrema.
Que tendes vos, lhe disse ella, meu charo
principe? soffreis alguma cousa em vossas te-
nias?
Que feridas ? respondeu elle coro um ar per-
turbado.
O pobre rapaz, cora efTeilo, nao sabia mais o
que se passava nelle, o tinha esquecido os glorio-
sos soffrimentos de sua carne, pelas teiris do-
res de sua alma.
A' tarde, Metella tere com Ludini outra en-
treruta com Arezza. O jantar se tinha passado
mais alegremente do que 6e poderia suppr. Ti-
nha-se (eilo tregua, de um commum accordo, s
disseitages polticas, c a conrersago so tinha
encaminliaio por caminhos, na rerdade facis,
sem muitos embaragos, delongas, nem acciden-
I ,,,s\ Todos saborearm uma enarena de caf, Lu-
dini pz-se fallar em amor, que se prezara de
! discutir multo bem. Escarneca docemente A-
tetra sobre o tempo que elle perda em suspiros,
\ e sustentara, com mais enthusiasmo que novi-
dade, esta opinlo, quo ha no drama de amor
mil comprimentos imitis.
Para mira, exclamou elle logo tomando
um tom de desatino ufano, bem pouco em har-
mona com as duas mochas argnteas que se di-
rigiara, como as duas orelhas agudas do fauno,
du ambos os lados de sua fronte desguarnecida ;
para mim, neste drama eterno, tenho sempre
supprimidoo prologo. Mas, acrescentou elle cora
uma roz que passava de tons alegres modula-
edes sabiamente moderadas, para produzr urna
harmona affavel, nao tenho jamis supprimido
o epilogo.
E elle reclou toda a tirada banal que ros sa-
bis sobre os amores que converlem em amiza-
de, sobro tudo o que ha de tocante e de profun-
damente respeitavel nestas especies de transfor-
mages. Dizendo isto, elle langou sobre a prin-
ceza Mamerti um olhar que lhe applicava da
maneira raais discreta esta edificante homelia.
Este olhar, era preciso poder enlrega-lo como
Metella o sentio. Era eridentemente a raais
grave, a mais clara, e a mais completa loucura
que um homem de espirito podia coraraetler.
Hara nos olhos de Ludini una faludale grare,
crassa e Iriuraphal de que as naturezas menos
finas e menos altivas, entre as naturezas femi-
ninas, se teria necessariamente offendido. Euto
MotelU lhe respondeu com um desses olhares
que as mullieres teem era reserva sob as palpe-
bras as mais delirantes, e que tornara bem intil
o punhal das ligas andaluzas por um olhar ri-
vo, agudo, e lo cruelmente mofador, que o po-
bre hornera de estado sentio um momento o que
nao tinha talrez experimentado nunca, sua rai-
dade dissipar-se, e seu equilibrio abandona-lo.
Evidentemente Metella tinha-se ringado do gol-
pe sbito pelos mais delicados propsitos de seu
orgulho. Mas este golpe tinha perlurbado outro
coragao muito mais profundamente que o seu.
Ponto de durida, diz Hohcnslaufen, esta
mulher leve ura genero de affeico, no qual nao
posso considerar sem tremer, para com estes
dous homens de uma natureza to differeute da
minha. Ella me apparecer de boje em dianle
enlre Arezza e Ludini, como essas figuras suares
que os grandes mestres rereslem de semblantes
espantosos. Anda eu amara mais semblantes
rerdadeiramente espantosos em roda da mulher
bem amada como essas physonomias rulgares.
Eu teria preferido alguraa paixo funesta para
urna cortesa, ao amor que se hara apoderado
de seu coragao. Se nao me posso demorar, serei
intruduzido era um mundo onde nao experimen-
tare! mesmo esses desgoslos supremos, esjes ter-
| riveis abalos d'alma d'onde saem curas repenti-
I as; eu beberei lentamente um plnllru que tornar
| semelhante tudo o que odio e expillo. Carlota
Augusta, minha chara lia, santa protectora de
minha mulher OUilia, salrai-me !
VI
Ludini veio Mamerti, porque elle pensara
que sua ausencia seria de um bora effeito cm
Milo. Saber-se occultar proposito para reap-
parecer em lempo opportuno, est ahi tarabem
um dos pontos importantes da sciencia poltica,
que o disputa sciencia do thealro na arte das
entradas o das sahidas. Depois Ludini tinha
ainpa obedecido um outro calculo,fazendo uma
visita Metella : elle quera, como tinha dito na
chegada, determinar sua hospede rir durante
alguns das, no meio do foco da agtago publica,
lhe prestar o.apoio dessas gracas conquistadoras
de que as mulheres sao dotadas to ricamente,
Arezza tinha seguido seu amigo muito simples-
mente para obedecer este morimento regular
de planeta secundario que elle tinha adoptado
ris--ris deste pequeo astro rutilante.
( Conlinuar-se-ha. ]
digno Sr. inspector de saude de uma cousa que
realmente nao existe em nossa Itesenlia. O Sr.
inspector elevou um castello em sua imaginacao
s para ter o gosto de derruba- lo. Relemos cm
alinelo o periodu que mereceu este reparo, e
nao nos foi pnssirel achar urna s ponta para elle.
Por ventura rebaixamos as deraais reparlgoes
publicas desta provincia, dizendo que a sua ca-
pitana do porlo ura estabelecimento de Ia or-
dem? Nao esta a cathegoria que lhe compete,
j pela importancia e riqueza da provincia, j pe-
la posigo de seu "chefe, que quasi sempre ex-
trahido de uma das irais elevadas patentes dos
officiaes superiores da armada?
Nao certamenle inconveniente que o digno
capillo do porto, official general da armada, es-
teja sentado era uma mesa ao lado de escreven-
tes assalariados por seu secretario?
Creraos que vivemos em um paiz onde se res-
peilam as hyerarchias sociaes estabelecidas para
sua melhor adminislrago; que ellas nao sao
uma mentira, e quo a lei, quando as inslituio,
nao suppoz por isso derogar a dignidade huma-
na, que cada um conserva conforme as suas ac-
eces. Se assim nossas consideragoes teem toda
a applicag.io e peso.
Dando Cesar o que de Cesar, parece-nos
que nenhuma injuria fizemos ao Sr. inspector de
saude, era que o confundimos com estes empre-
gados subalternos, intenco que nunca lvemos,
e cuja supposigo foi nicamente o quo desper-
tou a susceptbilidade do Sr. Dr. Ferrcira da Sil-
va. as linhas qu6 escrevemos s pretendemos
obler uma mudanga rantajosa ao serv go publico,
collocando a Capitana em um edificio vasto,
coro os coramodos appropriados extenso de
seus trabalhos ; os empregados de Saudo e da Vi-
sita do porto era outro em que ficariam muito
melhor, do que as calcadas da ra do Trapiche,
e nos Shipchandler, o que S. S. cora pesar to-
lera, como declarou.
Se nossas palavras exprimirn cousa diver-
sa que nella nao divisamos, sej.a-nos esta culpa
perdoada, porque nao peccamos com consciencia
de faz-lo.
? *
O vapor Tocantins foi portador de uma noticia
mu importante para o nosso pequt-no mundo
martimo, qual a de ter pedido e obtido demis-
so de vice-presidente do conselho naval, e do
cncarrogado do quartel-general de marinha no
dia 21 do roez findo, o distincto Sr. chefe de es-
quadra Joaquim Jos Ignaato, un) dos mais no-
bres caracteres de nossa armada ; e de ler sido
nomeado para o substituir, nesta ultima com-
misso, o eminente Sr. vice-almirante, bario de
Tamandar.
A retirada daquelle chefe do quartel-general
de marinha, onde prestou numerosos e impor-
lanli-simos servigos, que o encheram de gloria?
e robustecern) a sua repulccao, j to Invejavel,"
formada no mar e nos combals, foi mui sentida
por toda a corporaglo, que (icaria inconsolavel
se nao visse um grande vulto rende-lo nesta ele-
rada ^ommisso, qual a do Eira, Sr. bario de
Tamandar, que urna das nossas glorias, um
dos nossos almirantes mais ostmados e respeita-
do polas bnlhaulcs qualidades civis e militares
i que ha revelado, e que lhe ho conquistado um
lugar destnelo entre os contemporneos illustres
I de lodo o mundo.
Se foramos enumerar os actos recomraenda-
ves praticidos pelo Sr. general Joaquim Jos
i Ignacio durante, o lempo quo dirigi a primeira
; repartirlo militar da marinha, encheriamos um
1 longo artigo, que agora nao podemos escrover,
na hora adiantaJa era que tiremos esta noticia,
i quando araos remcltcr para o prlo a presente
I Uesenha.
I Podemos porm resumi-los, dizendo que regu-
j larisuu o serrigo da marinha de guerra, fortale-
ce!) a disciplina, aniraou a joven e brilhante of-
I ficialidade que ora est era scena, era quem de-
poslava as mais lsongeiras esperangas de en-
grandecimento da patria; promoveu, emfira,
I com incangavcl sollicitude, o bem da corpora-
: cao, o augmento do material,a reforma do moral.
Nao sabemos os motivos que o induzirara esta
resolugo, que nos veio sorprender, e que lasti-
mamos; mas parece-nos descobrir um fio delles
i na seguinle circular que dirige aos eieitorcs do
Alio-Amazonas, sollioitando a honra do ser eleito
, deputado asscmbla geral por aquella prorn-
cia, e que vem impressa no Jornal do Com-
mercio da corte de 23.
Se esta candidatura triumpha, pode a marinha,
que a tem abragado cora euthusiasmo, esperar
ainda dias mais felizes ao que os que tero atra-
vess.ado com difculdade. Todos os nossos ro-
tos slo faror della, porque muito confiamos
na illustrago, expereucia e probidade do dito
candidato.
Aos honrados eleilores da provincia do Alto-
Amazonas : Senhorea Lirre dos compremis-
sos oUiciaes que me irapunha o eraprogo militar
de que, pedido meu, acabo de ser exonerado,
declaro que persisto no desojo do representar
essa Ilustre provincia na futura reunio do par-
lamento.
Meus principios polticos, em quanto algiim
firman nao corla de lodos os direitos garantidos
pela constiluigo ao grande e ao pequeo, ao ri-
co e ao pobre, e al mesmo aos militaros do
exercito e armada, sao conservadores, o resu-
niem-se era tres patarras, dirisa da bella fragata
Consiiuico, no tempo em que na Europa dar
olla gloria ao parilho auri-rerde, e n'aquelle,
de bem triste retordago para mim e de ira menso
proreilo para oulros, em que, debaixo das or-
dens de ura magistrado, typo da honra, da leal-
dade e da energa, sustentaran), eu t os meus
bravos companheiros de mar e trra, a integri-
dade do imperio o o throuo do melhor dos mo-
narchas.
Essas palavras, que ainda repito com enthu-
siasmo, erara patria, lei, Imperador.
O chefe de esquadra, Joaquim Jos Ignacio >.
E. A.
PERN, -TiT. DEM. F. DE FARIA.?86.\


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