Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09176


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Full Text
UII HITI. HOMERO 276
P#r trei mezes adianlados 5$000.
Per tres mezes vencidos 6(000.
QDARTA FEIRA 2S BE NOTEIBRO DE 1861.
Por anno adiantado 19$000
Porte franco para o sobscritor.
ENCARRBGAD03 D4 SBSCRIPCAO DO .NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexaodrino de Lima :
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o
Sr. A de Lemos Braga ; Cear, o Sr. J. Jos de Oli-
vcira; Marmho, o Sr. Manoel Jos MartinsRibei-
ro Guimar5.es; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAKITUAa 5 CUHHK1U.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas
e sextas tairas.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinlio e
Garanhuns as tercas felras.
Pao d' Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iugaznira, Flores, Viila Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-fciras.
Cabo, Sirinhem, Bio Formoso, Una, Barreiros,
Agua prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partera as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
epuarto minguante as 6 horas e 57 minutos
ua manha.
12 La nova as 10 horas e 16 mioulus da tarde.
20 Quarto cresceute as 6 horas e 33 minutos
da manhaa.
38 La cheia as 9 horas e 18 minutos da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 5 horas e 18 minutos da manhSa.
Segundo as 5 horas e 42 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL
AUDINECIAS D03 TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comroercio : segundas e quintas.
Relacao tercas, feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do-coramercio: quartis ao meio dia.
Dito de orphaos : tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel ; quartas e sabbados a urna
hora da tarde.
Governo da provincin.
EDITA L.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda con-
vidar aos senhores chefes das repartices ci-
is, militares, empregados dos mesmas e aos de
mais cidadaos, para assislirem ao cortejo que se
tem de fazer efigie de S. M. o Imperador no
palacio do governo as 4 c meia horas da tarde
do dia 2 de dezembro vindouro, anniversario do
v, natalicio do mesmo Augusto Senhor.
Secretaria do governo do Ternanibuco, 26 de
Dovenjbro de 1860.O secretario do governo.
Joo Rodrigues Chaves.
Expediente do dia 21 de novembro de 1860.
Otlicio ao Exm. comniandante superior Jj
gualda nacional do municipio do Recite.Pelo
olliiio junto por copia do coronel commandante
das armas, ver V. Exc. que nao podem ser en-
tregue* ao commandante do segundo batalho de
infinitara da guarda nacional sob seu commando
superior, como requisitou V. Exc. em ofiielo de
11 do corrente, n. 197. o armamento e corrame
receidos pelo guarda Bibiano Ferreira da Costa,
porque o mesmo guarda embarcou pan a pro-
vincia da Baha com o oitavo batalho de infao-
tiria, no qual assentra pra^a.
Dito ao commindante das armas.Transmiti
por copia a V. S. para seu conhecimento o ofli-
cio que me dirigi a consellio administrativo,
declarando nao poder elTectuar a substituirlo por
outroi cheios de la do trecha dos 24 colches dos
que foram fornecidos ao hospital militar, visto
nao encontrar se venda aquella especie de
la.Communcou-so ao conselho administra-
tivo.
Dito ao mcsmo.-Haja V. S. do satisfazer a
exigencia da thesouraria de fazenda contida no
oQicio junto que me ser devolvido e que
acoropanham os prets em duplcala das diarias
abonadas a 4 desertores pelo delegado de Gara-
nhuns.
Dito aochefe de polica.Ao oQicio que V. S.
dirig o-me em 20 do correcto mez, sob numero
1512. solicitando o abono trimensal da quantia
do lOjOUU rs. para compra de roupa para o Afri-
cano livre, que se acha ao serrco da reparlico
da polica, declaro-Ihe, de conformidade coni o
que propuz o inspector da thesouraria de fazen-
da, que pode V. S. mandar fazer a roupa precisa
para o dilo Africano, apresentando depois a coo-
ta da despeza, afim de se mandar pagar.
#> Dito ao commandante superior da guarda na-
cional dos municipios de Villa-Bella, Ingazeira c
Tacarat.Nao hacend outro meio de salisa-
le r-se a requisieo doV.S. constante de seu
oflicio de 29 de outubro ultimo, seno o que in-
dica o inspector da thesouraria de fazenda no
trecho de sua informacao, que vai por copia,
;slo : de encarregar-sc V. S. de mandar pagar
por SI ou por algiiem quo para isso agenciar, os
prets do destacamento da guarda nacional exis-
r tente ora Ingazeira, remetiendo a esta presiden-
cia os ditos prets no principio de cada mez, afim
de ser a sua importancia indemnisada ; assim o
declaro a V. S. para sua intelgencia e em res-
posla ao supracilado oflicio.
Dito aij commandante do corpo de polica.__
Logo que tenhim cumprido as pe^as, que fo-
rain condemnados, o corneta Jos Antonio da !
Silva Bandeira c soldado Raymundo Jos dos
Santos, ambos do corpo sob seu commando,
Y. S. os ar apreseutar presos a esta presi-
dencia.
Dito ao inspector da thesooraria de fazenda.
. Expeca 1.8. as suas ordens para que pela
collcr.toria da comarca da Boa-Vista sej.im pa-
gos os vencimentos de 12 guardas nacionaes, que
se acham destacados no termo de Cabrob, bem
como o fornecimenio de luz para o quarlel do
mesmo destacamento, e no caso de nao ser islo
possivp.l, deelare-me com brevidade.
Dito ao mesmo.Minie V. S. pagar os ven-
cimentos que competirem ao Dr. Joo Mara Se-
ve, como cirurgiao designado para servir no sex-
to batalho de infantaria da guarda nacional
deste municipio, quandu aquarlelado, durante o
mez do seiembro ultuno, visto nao haver incon-
vcnicnle em semelhante pagamento, segundo
consta da informacao da coiiladoria dessa the-
souraria, queso refere a de V. S. de22 do cor-
rente, sob numero 1219.
Dilo ao mesmo.Nos termos de sua informa-
cao de 22 do corrate, sob numero 1218, mande
V. S. pagar oo atieres do oitavo batalho de in-
fantaria, Jos Joo de Carvalho. a quantia de
'ijsCDO ris correspondente forragem pra urna
besta de bag.igem no marcha que o mesmo alfe-
res fez de Ouncury para esta capital pelos ser-
toes do Cear e Parahiba, segundo allega no rc-
querimenlo que devnlvo.
Dito ao mesmo.Inteirado do conleudo de sua
informacao de 22 do corrente,saon. 1220,de22do
corrente,dada com referencia da contadoria des-
sai thesouraria,tenho a dizer que com effeito o juiz
de direito da comarca do Limoeiro Lourenco
francisco de Almeida Catanho, veio a esta capi-
tal a servico publico, e chamado da presidencia,
quo sedeuoo de comraunicar a essa reparlico
por inadvertencia, e por Uso deve V. S. mandar
pagar integralmente na forma das ordens em vi-
goros vencimentos daquelle juiz relativos ao mczl
de outubro ullioio. 1
Dito ao inspector d3 thesouraria provincial.
Era vista do que expoe o director das obras pu-
blicas na informigo junta por copia, mande V.
S. pagar os vencimentos que competirem a Can-
dido Emygdio Pereira Lobo, como administrador
das obra* da estrada do Pao d'Alho, a contar do
1" do junho prximo passado a'l hoj, corto de
que acabo de officiar ao mesmo director para o
dispensar daquelle lugar d-'sti data em diante.
Dito ao juiz de direito da comarca da Boa- Vis-
ta. Accuso recepcao do ofuVo que Vmc. diri-
gio-me em 30 de outubro ultimo, e ficando in-
teirado da sua materia, cabe-me declarar-lhc que
confio que com o interesso e zelo com que vai
pro:edendo, consiguir por os negocios pblicos
dessa comarca no p conveniente, bem como que
as aleicdes a quo se deve proceder em dezembro
prximo vindouro, se tacara com reguiaridade e
na molhorordem possivel, allendendo-se exclu-
sivamente a que venha ella a ser a expresso ge-
nuina do voto popular, mediante a observancia
stricta da lei, e a maior garanta Iratiquillida-
de publica, e seguranca individual.
Dito ao promolor publico dos termos de Olin-
da e Iguarass.Tendo-nie communicado o com-
mandante do corpo de polica, em 22 do corren-
te mez, que Vmc. Ihe participara que por doente
nao podia comparecer naquelie dia, para servir
como auditor nos conselhos que lera de julgar
tres sol lados do mesmo corpo, e que s o pode-
ra fazer a 27, cumpre dizer Ihe que, se Vmc. es-
t doente, como declarou juello commandante,
participe isso mesmo, logo que receber este offi-
. ci, ao respectiiojuiz do direito, afim de ser no-
meado ou.tro que'o subslitua interinamente.
Dito ao consclho administrativo.Auloriso ao
conselho administrativo a compra para o presi-
dio de Fernando 24 paos de jangada de 5 a 7 pal-
mas de roda, 2 pecas de cabo de llnlio de 3 a 4
poleadas do grossura, e urna pega de dilo pro-
prio para adricas.
Dito ao juiz de paz mais volado da freguezia de
Cimbres Constando do representado do juiz
municipal desse termo, bem como de varios ci-
d ados, que a lista dos votantes dessa freguezia
e stava falsificfda, remello a Vmc. una copia da
que foi enviada secretaria da presidencia, afim
de que se faja por ella a chamada dos votantes
n a eleico dos eleitores, que se tem de proceder
n a ultima dominga de dezembro desle anno.
Dilo ao director das obras publicas. Recom-
mendo Vmc. que tendo era allenco oque ex-
poz a cmara municipal de Serinhem em oTlcio
de 19 do corrente, junto por copia, determine a
um dos engenheiros dessa reparlico, que, enten-
dendo-se com o presidente daquclla cmara propo-
nha o quo melhor convier para a construeco do
respectivo cemiterio publico, escolhendo defini-
tivamenie o local, e indicando o meio de ha-
ve-lo.
Dito ao director goral da instrueco publica.
Pra poder satisfazer a requisico do Vmc. cons-
lanle de seu officio de 21 do corrente, se faz mis-
ler que Vmc. informe quacs as escolas em quo
faltara os livros de que trola, e a importancia
que montar a compra delles.
Dilo aos agentes da companhia brasiloira.Fi-
cando inte.rado do que Vmcs. me communicam
em seu oflicio de 22 do corrente, tenho dizer-
llie que era lempo opportuno me participein so
appareceu ou nao a caixa entre a carga do vapor
Oyapock, como dizem, para .que se possa proce-
der convenientemente, devendo Vmcs. recom-
mendar aos commandantes dos vapores mais zelo
no cumprimenlo das ordens da agencia para que
as do governo nao deixem de ser satisfeilas, co-
mo se deu com a que se refere ao recrula Joo
V Pereira.
Dito ao superintendente da estrada de forro.
DAS DA SEMANA.
26 Segunda. S. Pedro Alexandn'no b. m.
27 Terca. S.Margaridade Saboia v.; S. Jozaphal
28 Quarta. S. Gregorio III P. ; S. Jacob de M. f.
29 Quinta. S. Saturnino m. : S. Iluminada v.
30 Srxta. S. Andr ap. ; S. Trajano b.
1 Sabbado. S. Eloy B. Novienense ; S. Nahum.
2 Domingo. S. Balbina v. m. ; S. Adria m.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQO NO SUL
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha
Sr, Jos Martina Alves ; Rio de Janeiro, o Sr.'
Joao Pereira Marlins.
EM PERNAMBl'CO.
O propriet,ro do diario Manoel Figueiroa de
Fana, na sua livraria praca da Independencia ns.
espera que V. S. procedendo sempre de aecrdo
com o juiz de direito dessa comarca, que se acha
animado dos melhores desejos em pro dos inte-
resses della. prestar-lhe-ha importantes servicos.
DESPACHOS DO DA 24 DE NOVEMBnO.
Requerimenlos.
diatamente de urna sociedade tao mesclada. Eis
a que crumam hroe, ao passo que tratam de
.., B mercenarios s nobres existencias que, feridas
i^SBrfLi0!.2.l?^frelr*-~P*8?e>M>r- eP1.Lore!l. f"em hojea honra de Franca e da
rn concedendo 2 mezes de licenca para tratar- christandade.
la
se denlro da provincia.
Euzebio Jos de Oliveira.Nao
que requero supplicanto.
Cooego Francisco Rochael Pereira Brito de Me-
deiros Re
tem lugar o
Alcxandre Dunas foi nomeado director dos
seos de aples. Sua primeira medida foi
iDdomaveis. O voluntario faz um quadro pouco i vollar para sou paiz c ahi fa-lo-hei cahir sobre- ,- "----------------
animador de seos gritos de suas risas o de^suas o ferro. I.ai. c. 36 e 37 Todos s a bem q,e f/, 'ala n'Jnca Psleve ameacada de ura pe-
^!fl,^rn.,as; e es, volvido a soparar-se irnme- succedeu : osecito e oitonta m homenfcridoS rg ma'r- aderaos esperar que o revez de
o'uma noite, a fgida ao rei e sua triste morte. i-?,,$" **** Uma d,e3va"'Sem parcial ou
Mas so estas recordacoes parecem muito anti- i,it I. A, 1\n qU- ? Proc,araaco era que Cari-
gas ou muilo miraculosos; se o norae do prophe- ",',. Ve reun,r .as 'ropas sardas em Roma
ta Isaas commove pouco aos homens da nossa
poca, ha um fado notavel entre os mil f-.clos da
historia dos papas, um fado contado por Voltaire
e piulido pelo celebre Raphacl, o qual pode in- I
teressar aos leitores al do secuh. e obri-l. ''"'"5 1ue.ln?s cau mis cuidado.
para marchar ao depois contra Veneza.seja antes
dostinada a d.ssimular do que a dar a conhecec
pode taiaStii """ nP"h"ma de.Mas nolicias
do teressar "aos"Vitres" aloTecu'fo'Je',obr,i"a-'lo P"lS quc ^** causa'mroais 2-?- '
Sciente do que expoe o Sr. superindentento da ,
v.a frrea desta provincia em seu oflicio de 19 Sr. inspector da thesouraria da fazenda
deste mez, devo dizer-lhe em resposta que satis-
faz-me a certeza, quo me d das boas disposi-
ces, em que esto lodos os agentes da compa-
nhia da mesma estrada de sujeitarem-se restric-
tamente s leis do paiz, concernent-.'s ao as-
sumpto, e de satisf.izerem as vistas e vonladc de
governo, na conformidade das mpsmas leis, e
folgo de assegurar-lhe, que confio da esclarecida
inlelligencia e zelo do engenheiro fiscal do go-
ve-no para esperar que elle evitar sempre con-
EXTERIOR

I Hojo que o autono poz fira s feSts. campes-
tres dos arrabal des de Paris, verificamos com
prazer que as feiras de Loges, do Saint Cloud e
_ ,de Versaillcs, bem como em todas as mais reu-
flietos desagrardaveis com os "agen\"esV,'compa- ^lCrS o, me.sm? 8enero. O "orne e a personagem
nhia, desde que tem elle suas atlribuiC'oes clara- : .". i bllnaram Pe,.a sua ausencia no pro-
mente definidas no respectivo reguamento, e
desde que o cumprimenlo de cada uma d'aquel-
as obrigaces nao pode por em duvida as hdbi- '
litacoes psofessionacs do engenheiro em chefe
da companhia.
Resta-me 8ffirmar ainda ao Sr. superinten-
dente, quo era lo lo caso o governo ser solicito
em attender, e resolver qualquer duvida, quo se
suscite a semelhante respeiio, tendo era alten-
cao, a par da reguiaridade e boa di.recco dos
trabalhos da va frrea, os legtimos'int'eresses
do publico o da companhia. Remet'.eu-se copia
ao engenheiro Qscal.
Dito ao mesmo.Ficando inteirado de quanto
me commiinica o Sr. superintendente da estrada
de forro em seu oflicio de hontera datado, le-
nho a dizer que s 7 l/ horas da manha do
da 2 de dezembro prximo vindouro achar-me-
hei na estaco das Cinco Puntas para a solerani-
dade da abertura da 2*secc3o di va forrea, e
que concordo era voltar 1*3/1 horas da tarde,
camo indica o mesmo Sr. superintend. nle ; fi-
cando ludo isso dependente da aulorisaco defi-
nitiva desta presidencia, para a aberlura'd'aquel
la seceo da via frrea, se o engenheiro fiscal
informar que pode ella ter lugar com as necessa-
rias garantas depois do exame a quo se ha de
proceder.
Portara. O presidente da provincia, atlon-
dendo a que no municipio de Flores, creado
pela lei provincial, n. 437, de 26 de maio de
gramifla dos innumeraveis saltinbancos c nos
theatr da multido de pelotiqueiros. O mes
mo no4.u-se as barrocas quo se reuniram no3
Campos Elyseos e no Campo de Marte por occa-
sio das feslas nacionaes do vero. Entretanto;
o hroe ae Vrese 6 o objecto das mais vivas
sympalhias de todos os charlates; Garibaldi per-1
tonce-lhes por muitos ttulos, e o publico, enfa-
dado da representaco das facanhas deCarluxo e
de Mandrino, teria dado numerosos expectadores
s scenas da conquista da Sicilii, entremeadas
de alguns tiros de espingarda e principalmente
de pancadas de zabumbas. Se, pois, esse con-
quistador nao igurou as decoraces da fcira,
enlre a mulher gigante e.p bozerro *de duas ca-
becas, evidentemente foTor que a polica o pro-
hibi ; por que o governo pensou acertadamente
que se deixassn representar o triumpho da io-
surreico, podoria elle despertar no povo iustinc-
tos revolucionarios.
Nda de certo, mais razoavel; mas entao
por que se permitte quo o seculo e a opinio na-
cional exiltera contra toda a decencia o fogoso
inimigo da Franca, da religio o da sociedade ?
A imprensa diaria nao faz maior mal do que as
fargis burlescas de Bobehe, e os charlates litte-
ratos nao sao mais perigosos do que os seu3 col-
legas da fera?
Em o numero das fbulas que as fezes di li-
teratura alinhavam afim de compr a legenda de
Garibaldi para uso da credulidade publica, nota-
rar as portas desse musen, afim do vedar Ihe a
entrada ainda aos artistas. E nessa poca, os: cobardo'irorlia por YoTodV7eft"ndV"se
jornaes do liberalismo zombaram a porfa do rei!'
metlido ao Sr. director goral da ins- andga. Ilonve Disto uma reforma como gostam
ruccao publica para attender ao supplicanle nos os partidarios esclarecidos do progresso e da li-
lermos de sun informacao de 23 do corrente. berdade. fo
nedof aXL de AruJ?--lnre o ^. ios- O fallecido rei de aples afia mandado mu-
peotor da ihesourana provincial.
Joo Cancio da Silva.Passe portara conce-
dendo 3 mezes de licenca para tratar-se dentro
da provincia.
Dr. Joo Mara Seve.Dirija-so a thesouraria
de fazenda.
Joaquim Jos da Costa.-Uso o supplicante dos
meios que lhr facultara os arls. 5 e 6 do regu-
lamenlo de 23 de agosto do anno passado.
Jos Goncalvos Bellrao e Irmo, Flix da Cu-
nha Teixeira e seu irmo Bernardo da Cunha
Teixeira.J turara assignados os tlulos a que
alludem.
Leonhard Mitllen Kamp.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria provincial.
Juiz de direito Lourenco Francisco de Almeida
Catanho.Dirija-se a thesouraria da fazenda.
Manoel Ferreira Vianna Informe o Sr. Dr.
juiz de direito da comarca d% Goianna.
Maria Coelho da SilvaInforme o Sr. inspec-
tur da thesouraria provincial.
Maria Joaquina da Silva Manta.Informe o
secreto onde se achara as torpezas da estatuaria | talvez a reflectir um inslanle. Indignara'm-se
per causa da comparaco lo justa que"fez o ge-
neral Lamoricire do Islamismo de oulr'ora com
a revolucao que ataca presentemente a Sunta S
txprobarira amargamcuU a Pi IX o crear um
lo. depois de o teretn acensado com uma I
Eis '
como Voltaire, o grande'inimigo da igreja "refere !
a siluagao do Papa Sao Leao IV em presenca dos
sarracenos, sua energa infaligavel e sua niemo-
ravel victoria :
a ero os imperadores gregos, era os do Oc-
cidente, diz elle em seu Entaio sobre os Coslu-
mes.
governa-
Bomba feito pudibundo.
O rei teria feito melhor se houvesso mandado
fazer cal cora esses marmores impuros; porm a
ar(e tem laes exigencias I Alexandre Dumas nao
ter esses escrpulos; e emquanto o dictador
expelle os bispos e os jesutas, seu velho adula-
dor ha de saber convidar o publico para admirar! da Sicilia os Musulmanos. to mal
as obcenidades do paganismo. j dos ero o Oriente o o Occidente,
r^h?'"^;. recmP,'nsa a se" historio- Estes conquistadores tornar-se-hiam s-nhores
grapho, nao ser reservado nessa presa dos offi- da Italia se estivessem unidos. Psrtem da Sici-
n*\'l TF'C ,""'I(,,ier Pra a ama (a* lo*o j!. entrara pela embocadura do Tibre. o vo si-
lla bonne tant faire) que o romancista embar- t'ar a cidade de Roma Toraaram as forlificaroes
cara com sigo em Marselha ? Essa moca, desfar- | oxleriores, e tendo saquead
-ni grumete, depois em menino de coro no '
da campanha, chegou at o posto, ou
enos, ao uniforme de almirante, pelos ser-
>or ella prestados revolugao.
S-seria occasiao de propd-la para o comman-
esquadra napolitana, visto quo Garibaldi
relirou o almirant-i piemontoz Persano? Rigol-
becho, que negocia com a virtude, digna de
por-so a frente daquelles que trahiram a seu so-
bcrauo.
C. de la RocheIIerox.
Se as noticias quo receberroos, continuarem a
nh-e"ner_D0S de-*Ue a revoIuao e'""o' "'urna
phase nova e ma, entao mais quo provavel
que se re.lise o acoulecimento q.,o* os ioimizos
do Italianas esperara ha tanto lempo. Parece
que os che os la Italia ma|quistam-se entro si, a
IL JSI0?ar afnea,C'sahir da senda igualdade
e da ordem Com relacao ao direito das gentes
re -da;Se,Ganb,ld ? Psia0 irregular ,p0:
rom desculpavel e al santificada pela grandeza
de suas vs.as e deseo desprezo a'os Lores"
aos odios pessoies ; elle parece deixar este lu-
ir elevado e descer a ponto de inclinar-se pa-
. I., C. XXVIII, podero ento expulsar' f,? Tu'H t Ul,IIDOi aClos do 'Hustrcche-
I e ildiano foram rodear-so de homens que sao
munuos figadaes daquclla f.rma constitucional
do governo da qual foi Garibaldi : al l.oje o
apostlo armado, e destnbuir pelos partidarios
Um dia,ha mais de mil annosquando as
hordas sarracenas lancavam o terror no seio da
Italia, apresentaram-so embaixadares napolita-
nos no campo de ura emir para concluir um tra-
tado; mas ello era se dignou do dar-lhes
diencia
i------o a rica igreja de S.
rearo tura dos muros, levantrara o cerco para
ir corabater um exercito de francezos que vinha
soccorrer a cidade de Roma s ordens de um
general do imperador Lothario.
Foi desbaratado o xercilo frncez.-4 Voll-
rarn dentro em pouco com um exercito fotmida-
vel, que pareca dever destruir Itilra e onver-
ter u uma povoarao musulmana
CftrisIiI/liSHIO,
exltanos de uma forma republicana de governo
eJa,1?ifHtq"0 fe.e e suas eminen-
les qualidadJCpoz?ram- he a c:. rfo^>;;.
a capital do
au-
0 I apa Leo IV, lomanJo nesse perio uma
aulondade que osgeneraes do imperador (.otila-
rlo pareciam abandonar, moslrou-se dignp, do-
fendenlo Roma, do governa-la com soberano. El-
le havia erapregado as riquezas da igreja em re-
parar as muraihas, era levantar torres, em tan-
car corremos no Tibre. Armou as milicias a sua
CUS, convidou o habitantes de aples e Gaeta
ozeram-lhe a soa disposico.
oireufarn-S W"ben! '1"0 aPzar d0 desmentido
o Jicial. nao seja mais quo verdado que ello tem
levado suas pretenepes al a syndicancia das ac-
c^oe_ ao re. ao qualsompre proleslou fidelidade
nt? n0=i^r,n"laSSe essas Prc"-'ncoes por modo lo
nfn"uZcq." 2?" S" S("i"i'o republicano
ninguem sabe at que ponto o dictador da Sicilia
o de aples fi;a sublito de Vctor Emmanuel.
>tndo com pozar essa situago critica de uma
,-wgr.a eCaU-SJ',nao Pertence a E""?a nera a
nu> me.mos aquilatar o mrito dos dous partido*
e dizer quera lera razo e quera nao a tora'.
Sem duvida alguma Garibaldi Wwo seus dissabo-
res foi tratada nidocentemeute ; mas ninguem
lera razao quando procura vingar-so n'uma occi-
a viren defender as costas e o porto de Ostia,sem
esquecer a sabia precauco de tomar delles at-
iicpois de os ter conservado alguns dias n'uma guns refens, conhecendo que aquellos
incerteza cheia de angustias, mandou lancar-lhos ~
esta resposta insultante : aquelles homens reti-
Itj), qualificaram-se 125 jurados, conforme in- mos,ha Pouco a seguinte, que precisa ser des-
formou o juiz de direito da comarca em oflicio
de 19 do abril do corrente anno. resolvc decla-
i-lo em circunstancias de ter fc\ro civil para o
reunir-se all em conselho de jralos
i o de
mentida.
Segundo essa tabula, quando o inimigo da Fran-
ca foi expelhdo do Roma por nosso exercito, em
1S4U, refuciou-se elle na America, onde foi re-
cebido com enthusiasmo pela populacao inteira
de Nova-iorck.
Passou alguns annos nos arredores dessa cida-
de, cercado da admiraco e da veneraco publi-
cas e deixou-a levando as saudades e as sym-
palhias unnimes dos habitantes. Nada mais
falso, e podemos affirma-lo,
to em Nova-York.
O refugiado hngaro Kossut pode nessa poca
i alcancar uma popularidade extraordinaria nos
denominaco deDislricto de Papacaca": oqiial Eslad."S-Unidos, e foi obsequiado com uma enlra-
ler por limites os da mesma villa."Communi- ^.'numphal om_Nova-York, espectculo verda-
jeparado dos de Villa-Bolla c Ingazeira, de con-
formidade com o disposto no arl. 223 do regu-
amento n. 120, do 31 do Janeiro de 1812, e arl.
2 do decreto n.276, de 21 de marco do 1813.
llemetieram-se copias desla a quem compela.
Dita. O presidente da provincia, atlendendo
ao que Ihe representou o chefe de polica em
oflicio de 22 do corronte, sob n. 1521, resolve
crear na nova villa do Bom Conselho de Ppa-
la dislricto de delegada do polica com a
pois estavamos en-
cou-so ao chefe de polica.
Dita. O presidente da provincia, em virtude
do arl. 19 da lei de 3 de dezembro de 1841 e do
decreto n. 2012 de 4 de novembro de 1857. re-
solve nomear, por quatro annos, supplentes do
juiz municipal de orphos do termo de Flores,
EXtiSgTSSr;aos cidados co,,s,an- c-T*ua 5*K
deiramenle sublime e magestoso. Explica esse
enthusiasmo o grande numero de alterases esta-
belecidos na America, ao mesmo lempo que dei-
xa comprehender como Kossut pode ahi rece-
ber aviihadas subscripcoes para de novo suble-
var a Hungra. Garibaldi, chegando nesse c-
menos, capadlbu-se que havia do ser rebebido
e tambera afagava elle
Pedro Pessoa de Squelra
1." lonentc-coronel
Campos.
2. Manoel Ferreira Rabello Araujo.
3. Antonio Jos de Souza.
4. Jos Matheus Nunos da Silva.
."." lente Sebastio Gomes de Souza.
6. Antonio Francisco Xavier.
Dita.O presidente da provincia, tendo em vis-
la o que requeren o guarda addido a alfandega
desla capital Manoel Joaquim do Fisueiredo Sea-
de um modo singular a idea de urna subscripeo
patritica.
Nao quiz pois, desembarcar assim que chegou
a Nova-York. Foi para uma ilha da baha (Sta-
ton Island). afim de dar tempo a seus amigos de
prepararem a roanifestaco exponfanea cora que
havia resollido presentear-se. Por algumas se-
manas, andaram azafamados os refugiados italia-
nos da casa do maire para a milicia, dos bom-
beiros para os pedreiros livros, afim
r-----------..-.^, ....... de obterem
ura, e bem assim a informacao das reparticoos Pan o seu hroe as mesmas honras que haviara
competentes, resolve conceder-Ihe dous mzei prodigalisado a Kossut.
de licenca com vencimentos na forma da lei, para Mas seus esforeos desesperados, vieram naufra-
do termo de Santo Anto, bacharel Antonio Joa- ^rk ; estabelocou-se em Staten Iileid, onde fez
quim Buarque de Nazareth, resolve conceder-Ihe "ma f.ibrica de vellas, e ahi viveu aluns annos
60 dias de ticenqa com vencimentos para tratar n meio do sebo e na mais completa obscuridade
de sua saude onde Ihe convier. Entretanto os productos do sui industria deviam
Dita.U presidente da provincia atlendendo ao faze-lo sahir dahi.
que Ihe requeren o sargento quartl-mestre do
9'' batalho de infantaria Sccundino Ayres Vel-
loso de Mello, e tendo em vista o parecer da jun-
ta militar de saude, resolve conceder-Ihe 3 me-
zes de licenca com vencimentos para tratar-se no
termo do Serinhem.
DitaOs Srs. agentes da companhia brasilei-
ra de paquetes a vapor mandem dar transporte
para o Maranho, por coula do minisleiio da
E*ses mesmos italianos que vemos agora 1ra-
balharaTim de augraentarem a reputaco do ini-
migo da Franca e do papado, nos vimos dous
annos antes metlerem-se as filoiras dos catholi-
cos gntarem : Viva Po IX a arrebenlar os pul-
moes, e alinbuirem a democracia as manifesla-
Coes religiosas quo as maiores cidades da Ame-
rica organisanm em honra do summo Pontfice.
Executavau liUealmenle a senha
guerra, no vapor que se espera do sol, ao cap- ; porm o bom sonso popular nao se dciUou des'
tao do o" batalho da infantaria Jos Munz Ta- vairar. e os cidadaos dos Etados-Unido leste-
vares, que vai reunir-se ao respectivo corpo, e munhas da palinodia dos refugiados Sano- s
bom assim a familia deste. composta de mulher Ibes n.os.raram dosprezo em1819 '
e de uma Dlha de 12 annos.
Expediente do secretario do governo.
Oflicio ao commandante do corpo de polica.__
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, devolvoa V. S. os processos das pravas do
corpo sob seu commando, mencionadas na rela-
cao junta, afini de serem execuladas as senten-
cas proferidas pela junta de julgamento.
Relacao das pragas do corpo de polica a que se
refere o oflicio desla dala.
Soldado Joo Luiz da Silva.
Agoslinho Tinoco da Silva.
Raymundo Jos dos Santos.
Cornete Jos Antonio da Silva Bandeira.
Ditoao promolor publico da comaica da Boa-
\ isla.S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
manda declarar a V. S. que tica inteirado do con-
leudo do seu oQicio do 26 de outubro ultimo, e
sprezo era 18i9
Os jomaos de Londres, fazendo coro com a im-
prensa de Turin, esforcam-se por ailar os mer-
cenarios quo do nobremente a vida pela defensa
do papado. A dar-lhes crdito, o voluntario de
Garibaldi sao formados em comparaco, da flor
da sociedade ; porm uma carta que se 16 em
suas columnas, vem revelar o valor moral dos
flibusleiros inglezes.
E' escripia por um daquelles que foram alista-
dos sob o nome do exurcionistas atirn do ir en-
grossar os bandos da revolucao napolitana. Con-
la o correspondente que seuscompanheiros d'ar-
ma roubarara-lhena viagem todo o seu dinheiro
e at a moxilla. Tiraram-lh tambem o bonet
emquanto dorma, e alguns dos seus cantaradas
foram igualmente despojados de ludo quanto
possuian, sera haver a menor probablidade de
obier justica no meio de. uma turba de tratantes
rem-se para suas casas e digarn a seus misera-
veis amos que o cuidado da Hesperia diz-mc res-
peilo. Saberei regular, conforme me aprouver,
o destino de seus habitantes.... Prtame flquem
- que sao
assaz poderosos para nos soccorrer, o sao tam-
bem para nos prejudicar. Visitn pessoalmente
iodos os poslos, e recebeu os Sarracenos, quan-
do desciam, nao com apparato de guerra, mas
como um Pontfice que exhortava um povochris-
e como um rei quo velava pela seguranca
tao
- -- .--------... ......----- ...1..b..< -.--, ., wotis um
saotnuo que condenei ruina, nao s aples e de seus subditos
daaZJfrVZ'V**0"*' m3S **mh*m acidada avia nascido'romano: o valor dos priraeros
fPe'tni i ^n-mo a que chamam Pedros lempos da repblica revera nelle n'uma
iruli senis.) | ca de cobarJia e de
sua
rem longo de
seus triumphos
que
ano.
. houvesse concluid s
viii r,r ,'in,d? l.ds os fragmentes dispersos da
velha IlaOi. anda quo delles houvesse Vilo ura
serntlh^n!1""- P?deri^ mpor Vi'tor Emmanuel
nTr ,h 'SHeX!grnC1,1S S"m Prder racter do
palr.oti.mo destnleressado que tornara sou nome
tao querido a toda a Europa. Por
ter consolidado sua conquista
nao sao presentemente seno um incendio
se lauca devoraado um prado americano.
ao- n re?0,ui 1ue s tn destruir, mo faz se-
corrupeo... Foram auxilia- Srt^^Hff W. ^ W n5o
sous cuidados e seu valor. Recoberam-se durrvpi i L L ha deuaJo C,Jsa alguma
renentinamenteBroo -rosamente os Sarracenos quando descerara, "". "?": ,U?"I t,2.u.e lem destruido. As no-
reuSLveT umhomcm e uma parto desses conquistadoras foi posta
O emir fin inHnn,^n iv. i rr0!"' lfIlJo a lempestade destruido metade de
u emir nca indignado por Ihe virem assim seus navios
perturbar o somno, e deixa escapar violentas! O Papa anroveitou esta viclorii mm'in,tn ir
W^jatt^-T ba'har n3S CSSA'ttS "em s" a drl
por iim uoriao que o phanlasma tinha na mao moseameuto
inquieto e trmulo, elle desperla sobresaltado, trui-las.
chama seus guardas, manda ver so ha em seu
sia.i como esta
pros aggravos
a sorte de Seu paiz.
Anda quo Giribald
ou quando cuida era seus pro-
no momento em qua duvidosa
Ora, pouco tempo depois, diz um antigo cont, dos i
dormindo esse chefe de inflis n'uma capella, vio valor
as mesmas mos que deviam des-
ticias receidas da Sicilia nao cesssm de annun-
ciar q,,e rema ,a anarchia nessa ilha. Sabemos
irV" a ^"Pd^s.que a desorganisago adminis-
trativa la completa. Ha m exercito licencia-
do que esta espalhado por lodo o paiz. preci-
so vigia-lo, o entretanto nao parece que tenham
tomado medida alguma para a prolecco da to-
la c da propriedade contra
ra' romana- que prusertim urbis demolition'e.
A pud Mural. Ilerum script., t. I, par. II.
e pu. t os cuipaaos que nouverem mendin ni-irin
escapado naufragio, trabMharam sem querer sob Z\
poder de Deus. em fortificar
nos degros de S. Pedro. Nes-
raomontos de eulhusasrao, elle e ouiros exa-
bera, quaesquer que sejam as prvaces da San-
ta S opprtnnda, quaesquer quo sejam as cruel-
dades, as perflias ou os ataques quo conspirara
juntos para ultraja-la, despoja-la c atm-la,
ella quera domina realmente lodas as violencias
jissim corao todas tubulosas; o bordo do ve-
lho franzino que langa por Ierra os mais altivos
ggrossores; S. Pedro quem (ere morlalmenle
vs iiumigos.de Dos c da sociedade. i
Ora, nos folgamos de repeti-lo nestes dias de
inefaveis dores, quando parece anniqutllar-se to-
da c-speran;a humana, quando corre o sacrilegio
do inumpho em triumpho, e quando suecumbe
ao numero a phalango heroica dos defensores do
papado era presenca da Europa iraraovel: sim,
a resoluco com seus brados de victoria anteci-
padameute vencida pelo pontfice augusto, que
ve raorrer o seu exercito. Po IX pode sotlrer
uovas e lerriveis provacocs, pode andar errite
na ha secutes uma potoaco musulmana, Qcar me ro al, lq 1S f0,da.J08 roststiram ao pri-
seodo capital dos Estados da igreja e por. isso Tncei a er [ m e"re1* disciplinado, que:
mesmo capital do chrislianimo, capital do uni- Caribal^mVndm. .\'l' vle tMW,U" q"e
verso. u.iriuaioi mandou atravessar aples c.iusou uns
A Italia, cuja nica grandeza viva o papa- [eraos np1.h..m8ieSpi,*,t'i qUe admiraao- "So
do, segundo expresso de Rossi. reconhecer de- hw em luVi?,PmS?'0 lr,u,m,,h dL' g"erri-'
pois do crueis dilacerares o crime daquelles que as forana em ''P| aind7 1no as. ,r-
levavam-na ao parricidio. ?"/"me.m.'u.m?ro g,iasi W?*l-.. as qal de-
A revolucao que profana os templos e os po-
vos, c que na embriaguez de sua alegra impia
quor ir proclamar-se rainha no Quirinal ou no
Vaticano, sertir-so ha, como o feroz emir, mor-
talmenle ferida no pcoprio seio do seus sonhos
sanguinolentos ; e depois de haver procurado
abater, por meio de'uma forra esmagoadora, co-
mo ainda diz o Times, o generoso e pequeo
excrcilo que foi o nico que a atacou de frente,
ha da encontrar o homem rtspeitavcl que loma-
ra por um vao^fintasraa ; ha de reconhecer Si
de riiLnia nm n; i., < -Tif. ......-,iapui u ni i do.i i mas roa na ae reconnecer a.
vibrio aofn-nJ 6' Pra'a em Praia'.gemPre, Pedro, e por entre a ultima blasphemia confes-
! !.P.*-:0S- samPre. rel' semPre P: 90*9 sari sua derrota e sua ignominia^
cuorrer marlyr como outros muitos papas dos
quaes medita as infelicidades e a gloria. Porm,
os vencedores do um momento que ja hoje ori-
gam, bem mostrara por seu encarnecimeoto im-
placavel que all est realmente a vida, o poder,
a magostado soberana c mysteriosa que humilha
seu orgulho.
Contaram esta passagpm de Po IX, que no dia
mMr 5 C"'t''.re osc"lplor oceupava-se era bandos patriticos, e de cobardes que vo ao en-
zel .?"i a,cabeS"' temou Ihe da mo o cin- contro do capliveiro, afim de ertaran o comba-
riKdo SF/UJ! i"? Pal"raa dJ.s livrs sanlos- dl" lp- as por outro lado constante o loslemu
duriare fSSn '. dtix\ frnlem tuam "h" das discordias que reinara em grande escala
a moren fronnbus eorum ; fiz la fronte mais no meio dos triumphos.
te ie? d-elles.-* Seotem-no in*lincamen- Km balde procuramos um motivo que possa
eVnnrAhiy Hg*-8i erb-0a que lhe Prodigalisam dar-nos a liberdade de nao crer nessa na! noti-
calumnia, o opprobno doscon-, ca. Garibild, verdade, entregou a armada na-
as leis
pu-
Adrien ue Thi rf.t.
(Monde H Duperron.}
Ha uma desagradavel coincidencia as noticias
que nos chegam da Italia. Na verdado, recebe-
mos a noticia das vanlagons mais assignaladas,
de victorias alcanzadas no campo do batalha, de
nimigos atorrorisados que fogem a vista dos
harte, MtllIt1a'iteS'J "? mC*m lemp q"e 0S c0" I PoIi,ana a rei da Sardenha ;
l frni", .i08 a ?Ti'J !Cn,em q"e nacl"cl- sardas nos paizes conquistados e lavrou ac
la ironte toroada de tres diademas vai quebrar- blicos em nome de Vid
se toda a colera, lodas as mentiras, todas as es- I dos esses fados f ivora
.rnil .w.vo i..uraveis enfraquerem-se pelo
ih a q"e Se ap')la em C0,"Pacl0S ba- qe hojo se passa na Italia. O proprio Sr. James
nvenci'voi m' q"n constant.serenidade.q.io Edwin, que do certo nao quer depreciar o grau-
..nT-L.!i esper3na mistura-se as palavras do de homem que tomos considerado como um se-
disnuS! i 'i7n0m S asse"los da tristeza e da in- I gundo Washington, diz que os Napolitanos esto
umlni J fcllH,ora a O" conlinuadamenlo pela descontentes e que procurara reagr, que as es-
emenua aos cu pados. como ainda o lembra seu tradas esto cheias de salteadores, que as procla-
oreveadmiravel de lOde selembro, e annuncia o macos de Garibaldi causara o mais vivo espan-
casugo oo ceo aos nonos Sennacherib. lo aos amigos da Italia, e que o dictidor est ro-
a onae vira a salvacao no meio desses alienta- deado de influencias republicanas. Outras to-
aos violentos que so consummsm todos os dias | formacoes corroborara as revelacos um tanto
cora urna audacia nova? E os Assyrios de nos- indiscretas dq Sr. James Edwin acerca da lber-
sos lempos nao poderiam repetir a Pi IX o que
Rabsaccs, general de Sennacherib, mandava di-
zer a Ezequias : quo presurapeo a tua? Que
conselhos, que torcas le levam ao combate 1 Em
quera te lias para recusarobedecer-me? Isaas,
porm, dizia por sua vez fallando em nome de
Dos : ndo tunas [ne timeas) nao temas essas pa-
lavras que ouviste, e pelas quaes os subditos do
re do Assur blaspheaiaram contra mira. Eis que
eu ihe mandarn i>.u teato, ouvirfi uma nocia,
dade delinguagem que o dictador ousa ter a res-
peilo do imperador dos francezes, e os amigos da
monarchia couslilucional na Italia, dzcra cora
tristeza e consternado, quo o paiz conquistado
aos Bourboes dever ser conquistado oulra vez a
Garibaldi. Homens de todas as coros polticas,
porera favoraveis liberdade, deplorara que Ga-
ribaldi lenha caido em mos ruina.
Se assim c se temos esperado era balde a
ex.plicaQa.0 ou a refutado dessa ms nolicias,'j 25^0'corrente.
ver ser o resultado de uma'balalha entre
punhado de bravos guerrilhas e um exercito co-
mo o de Franca ou da Inglaterra ? Nao preciso
ser adiviuno para responder. Apenas Napoleao
procisou de tres semanas para annijuillar al o
menor vestgio da iosurreico hespanhola e
quando temos reanima-la, soubemos que alliado
intil e incommodo achamos nella. Foi preciso
o mesmo tempo a Radelzky para suffocar a in-
surreicao lombarda e acabar ludo em Novara
O que e pois que ludo isso poder exprimir ?
O que significa a presenca de Mazzu.i em ap-
los / o que querem dizer o estabelocimonto de
um collega de Mazzini em Sicilia e a expedico
de um eraissano dessa detestavel seta a Lon-
dres r e esse tora peremplorio para com o rei da
saraenlia e a proscrip^o do estadista que fez
realmente tudo quanto foi feito, inaugurar a mu-
dado italiana ? seremos obrigados a renunciar
lodas as nossas esperancas no proprio instante
em que lam realisar-se ? Ser preciso crer a nos-
so pezar que o arosto de escrardo que por lan-
o tempo pesou sobre esse bollo paiz, ainda nftd
foi anniquillado, e que ainda nao chegou o dia
em que a Ilali, possa crear homens quo tnham
baslinie virtude para reprimir suas piixoes suas
rivalidades, sua ambicao, ou pelo meuos cme-
los at depois do libortamento da patria ? Chegou
a eme ; uma grande crise para a Italia e para
Garibaldi. Esperamos ainda que elle nao so dei-
xar desvarar pelos quo o cercam Os Mazzini e
os Crisp nao teem raizes nem na Italia era na^
Europa seconseguirem persuadir o contrario
Garibaldi, causaro a ruina nao s de Gartoaldi
mas ainda da Italia. Longe do nos essas
ses falaes ; esperamos que Garibaldi ha
prm^
do es-
capar desses conselhoiros funestos. Da partido
que ello va. tomar depender a queslao de Babee
eas geracoes futirs da I^hJ ,-eneraro seu
nomo como o de seu 1
c
seu
'err-,e nacional, ou so nao
guardaran delle mais que a recordaco de um sol-
. Ii wu' Pre,raJaDatico. que rcusou a Italia
a mais bella probab\lldade de liberdade que ella
jamis leve.
Times.//. Duperron
DIAR'iO DE PERNAMBUCO
O vj
cana
Gn-
por Iguarass, da companhia pernambu-
vindo hontem dos portos do norte at a
nja, trouxe-nos jornaes do Cear al 20, do
1.10 Grande do Norte at 2i, e da Parahyba al
r-=T3=
-
ILEGVEL



w
iS 1 i? AH31

MARIO DE PERHAMWJOO. QUARTA FEIRA 28 DE NOVEMBRO DE 1860.

Obtiverin
341
341
317
874
266
230
2U2
Ctar.No (lia 11 procedcir-se, Da Titta do | pela inrasao do reiDo de aples, (ella pelas tro-
Aquiraz, elei cao pata rmaooies o juizes de pas piemontezas. O Sr. cunde de Carcur, logo
paz, pur harer sido aonulada pelo presidente da que rerebeu esla commonkacao, enviou peto le-
1 legrapho elctrico ordem ao marquez de Sauli,
ministro da Ssrdenha tn S. Petersburgo para
quo exigisse logo os seus passaporles e se rcti-
rasse. Este 8Contecimenlo, posto que esperado,
causoo glande sensato. O principe de Gngarin
parte para Paria, O Se. GerebzofT, secretario da
legaco russa parte esta noile para Warsoria,
A Austria concentra na Italia um na moroso
exercilo. do qual commandante era chefe o fel-
dzugmestro bario Benedeck. Por ora o exercito
que se cha na Italia de 100,000 homens ; mas
o governo traa de elevar o numero 200 mil
O imperador Francisco Jos fez publicar cora a
dala de 20 de outubro um manifest, assignado
de scu punho, em que prometa organisar cous-
lilucionalmente o imperio da Austria. Este do-
cumeut e outro em que sao expostas as bases
da nova organisaco sero publicado1? em outro
numero desle Diario.
Sao estas as noticias mais Imporatanles quo
encontramos nos jornaes inglezes, nico que re-
rebemus pelo Jaguaribe.
provincia a que se ki otn setembro.
maioriade votos :
Paru vereaderes.
Simee Corito de Carvalho .
Joao da Costa More ira .
Manoel Jos de Freitas Ramos
Jos Antonio Viaona ,
Antonio Gomes Coi mora ,
Viconte Alvos da Silva ,
Hermino Gomes Pimeuta .
Para juizes depax.
Uanoel da Costa Gadelha.....297
Francisco Xavier Pereira.....25J
Manuel Jos de Frettas Ramos ... 253
Jos Antonio Vianna......225
JSio Grande do Norte.Escrcveni dePapariao
Dou de Dezembro, em 16 do correnle :
Chegou hoje aqui o nosso vigario, o Rvm.
Sr. Jos Alexandre Gomes de Mello, que leve
um brilhanle e numeroso acompanhamento da
gente mais importante desta freguezia Enlrou
lia villa ao sora de repiques dos sinos, c fuge-
les que subiara ao ar ; *chando-so as ras, por
onde passou, clieias de arcos ornados de ramos
e flores. O enthusiasmo foi goral, e acabou ludo
por orna coa lauta, onde recebeu o vigario rept-
tidos a eiilhusiasticos brindes.
listamos assiin satisfeitissimos, e o povo
Tapariense enche-se hoje de gloria por Ihe ser
restituido o seu digno pastor.
Parahyba.O nosso correspondente diz-nos o
seguinte :
facto mais importante deu-se na poltica
testa Ierra, houve reunio magna dos rasga-
dossob a presidencia do Dr. Victorino do Reg
e a que assu-tiu o Dr. I'elinto Henriques de Al-
meida, ambos debutados geraes, cujos mandatos
estiio a lindar. Ahi se resolveu quo o partido
rasgado desamparara a urna ras prximas elei-
ijos de dezembro, por que nenhura dos dous
Jouloies supra mencionados poderia romper
esparo para tornarem aos macios o commodos
assentos d3 temporaria, c pareca, pelo aspecto
poltico da provincia, que ncrihum dos candi-
datos rasgado* seria eleito, a excepto do Dr.
Aragao, que, dizem os rasgado?, nao liberal.
i. Se o fado de apoiar o governo que auto*
lisa semelhanlejuizo, acerca dos principios po-
lilicos do Dr. Aragao, qualquer dos duutores
Victorino e Felinlo, nao liberal, pois ambos
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Temos noticias da freguezia de Correnle.
comarca de Garanhuns, que chegam a 15 desle
res.
Por alli passara a 9 o presidente de Alagoas,
cora deslino villa da Im>erairiz, sondo rece-
bido por grande numero de cavalleiros, quo o
forao esperar no riacho da Palha
S. Exc. foi hospedado pelo subdelegado res-
pectivo, que nisto so houve com a decencia con-
veniente, e que os recursos da localidado per-
mitiera.
Tendci S. Eso. chegado pelas 2 horas da tar-
de do j indicado dia, ao manhecer de 11 con-
tinuou em sua digresso, sendo ainda acouipa-
nliado por militas pessoas.
Desde 12 que missiona na povoaco o Rvm.
fre Sebastio, subprefeito da l'enha, com a
anecio que caracterisa a palavra evanglica;
que ha treze anuos all nao era ouvida.
Com a infaligabilidade propria esses Rvms.
padres, e aproveitando o prestigio benfico que
exercem sobre o animo da populacao, o Rvm.
Sr. frei Sebasliao emprehende a edificaco do
Nuncsdo Valle Miguel Jos de Abreu, Bernar- os concertos necessarios em seu predio n. 16 da
limo lima fa Rilo VahinA Tlrii.n An n~..~;n ,.,.. JA r___i--:_ **^ i""'' iu ua
dio Maia da Silva, Sabino Bruno do Rosario,
Raymundo Carlos da Costa, Luiz Antonio Go-
mes Vianna. Joaqoim Ferreira de Araujo Gui-
mares, Jos Raymundo \\es Marava'lho, Jos
Garca da Silva, Antonio Joaqjiim da Fonseca,
Manoel Pereira Lamego, sua mulher. 2 lih
ra do Cordon.z. do bairro do Recife, visto nao
poder a cmara desapropria-lo desde j para dar
a ra a largura marcada pela planta ; dizendo o
engenheiro ser verdade dar a planta esse destino
ao referido predio, mas que o alargamenlo da
....as e ra depende nao smente da demolico delle
o. i Gomes, Candido! pao lamben de outro que Ihea fleam vUinhosf',,-
Bernardo da Costa, Severino Nunes Pacheco,
Amaro B. de A. Maranho, Candida Leopoldina e
1 flllio, Joaquim Ignacio de Mello, Antonio e-
cravo de Joaquim Condido Seixas. Candido Mar-
colino Monteiro, Jos Marques Pinheiro, Anna
Joaquina dos Prazeres, Luiza Mara da Concei-
co, Anna Josopha do Espirito Santo, Luiz Ma-
noel Moraea, Maoocl Jacinlho do Nascimento,
Vicente Pontos deOliveira, Domingos Joaquim
Salyto, Jos de Lima Penante. Manuel de Oli
veira Braga, Adna-o Jos Lucas, D. Isabel M.
Nunes de Oliveira, Manoel Gomes de Olveira, F. D
Loeudem a Francisco A da Costa Lima.
Passagciros da galera franceza Adle, en-
trado do Havre : Mana Zocher e sua filha Malhil-
de Zocher, e Kimonala, prcta livre.
Passageiros do hiato brasileiro Gralido
entrado do Ass : Francisco Antonio de Al-nei-
da, Jjao Alvos Fernandos, Francisco Jos de S.
Barboza, Pedro Anlouio Lino Percira. Bazilio
da Silva Caldas.
Mataoouro publico :
Mataram-se no dia 27 do correnle para o con-
sumo desta cidado 93 rezos. '
MoBTALIDAIlE DO 1A 27 DO CRREME .'
Domingas Mana das Virgens, parda, casada,
58 anuos, acite.
Maria, parda, 4 annos,' bexigas.
Belarmina, branca, 4 me/.os, bexigas.
Julia, branca, 8 annos, inflammaco.
Flora, branca, 1 auno, denticao.
CHRONICA JUUiCURIA.
TRIBUNAL DA RELAQAO.
SESSAO EM 27 DE NOVEMBRO DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. C0NSEL11E1R0 EIU1ELIN0
DE LEO.
As 10 horas da manhaa, achando-se presen-
tes ossenhores desembargadores Gitirana, Cae-
tano Santiago, Guerra, Silva Gomes c Villares,
procurador da corda, e os juiz3 de direito chda
Cavalcanl e Domingues da Silva, foi abcrla a
sesso.
Passados os feilos e entregues os distribui-
apoiaram o governo na adopcao das medidas,
i]ue sao hnjolei e contra algurnas das quaes gri- ; Ulu cemilerio no lugar em que forao sepultados \ do., procodeu-se aos seguintes
laram os liberaes do norte o sol, e o ultimo foi ; os cholencos daquelle povoado; c esse trabalho JUI.GAMENTOS.
Horneado juiz de direilo da comarca de Propri, can|lnha sob suas vistas perseverantes e ass.duas. Foi proposta a peticao de Ursulino
E' nconleslavelmenlc ete um servico de gran- \ da Cunha llego, pedindo urna ordem
de monta para aquella localidade corpus.Concedeu-se ordem para ser apresenta-
U vigario de. Garanhuns ha facilitado todos os do o paciente em sessao do Io de dezembro, ou-
na provincia de Sergipe. Sej, ou nao, liberal
o Dr. Aragao, o que corlo que cotila elle
afleices e simpalhiasno segundo disliicto e me
p rece a sua candidatura urna das mais pro va-
os, os conservadores o acceilam Lera o con-
siderara
Os cabalistas rasgados nao asliverrn por
ella, pela decisao dos chefe interinos, e resol-
vern! cabalar em sentido favoravel a actualida-
de, por que nao querem com o descanso per-
der a iiilluencij e prestigio que teem ellos sabi-
do adquirir e conservar em muitos combates,
nos quaes foram sempre vencedoras: acho-lhes
razao e s muito egosmo pode acousolhar um
passo t.io imprudente, Irabalhar e sempre devo
ser o santo e a senha do horaem poltico. Se
eu o fosse aseitno f^ria
Os cabalistas
uiiiinmeiite de dep
a corle c rotara com os governos conservadores;
queremos conservar o nusso'rraial, onde um
ou outro inimigoha peuetrado por confiarmos
muilo na forca e poder dos nossos amigos poli-
ticos, queremos urn nucho de eleitoros que nos
haiiililem s eleicoes de deputados provin.iaes,
cargos a que podemos aspirar e para os quaes
sao eleilos nossos filhos, nossos irmos, nossos
prenles e amigos que nos ajudam sao liis sol-
dados de no-so credo.
Se eu fosse cabalista e rasgado, a-sim falla-
ra, porque no vajo rantagera na retira la da
lucta, quando se tern certeza de quo, se o go-
verno nao deseja o iriumpho dos liberaos, nao
os noslilisa, caminhando segura na senda tri-
Ihada de administrar justa o imparcialmente a
provincia, espera tranquillo pelo Iriumpho de
oppioio.
Su o governo se quizesso involver n.is luc-
Usdos partidos, p.ua dar antes este do qut>,
I lelleladoo lrium'ho, nao procedera como o '. S'J,, ^l'l!r'' ha fv ilo o Sr. Silva Nunes, nao demitliria o de- j flcameuto junto a
legado conservador de Alagon-Nova, por haver I Jo laao da rua
Cavdcanti
de hilbeas-
meios para o Rvm. missionario bem cumplir a sua vido o Dr. hefe de polica.
erangetisacao. Igual decisao a Agnello Heraclo de
Na seguuda-fcra a cahin lo no comeco da Pernambuco. para o dia l
ponto da Magdalena urn omniius, que vinha do' a auloridade competente.
Cachanga, em consequencia de urna das rodas, dem a Manoel Antonio
enterrar-se na excavacao que alli tom Teito a mo dia.
companhia de Beberibe!
Ara ojo
de dezembro, tunda
nio de Moraes, para
0
mes-
Ainda deu-se a qai'da de urna pessoa, que
oceupava o tpjadilho, e que nao cantando corn a
commocao proveniente do terreno afrouxar-so de
um lado sob a roda, perdeu o equilibrio-, iucli-
nou-se c foi ao ch.io.
J nao 6 a primeirn vez que islo lem lugar.
Na estrada do Manguinho ha pouco deu-so um
laclo semelliante, e apezar de lermo-lo regis-
dizem, nao precisamos s e lr',Jo- ainda hoje c elle reprodu/.ido por nao tor-
putados geraes, que vao para SP removido a causa originaria I
E' isto certamenle mui ceasuravel, o carece
do nina providencia, tanto mais fcil quanto
bastar calcar a lena quo se deila nos regos
abortos, e nao all a-la gmente, doxando-.i L)da
frouxa, para aquillo fazer-so ao dopois por occa-
si5o do calcamenlo.
regulamenlo dos mnibus
o numero de passageiros exceda
marcado; mas ser elle observado nesla parte?
Quera observa o como alguns delles vem car-
regados, nao o dii, niu espotider pela aflir-
rnativa.
Cumprc que sobre islo se exerca urna fiscali-
saco mais exacta, pois que o liui que autorisou
essa reslriccao ; a preren^o que ella levou em
vista, nao pode ter cessado.
Remettem-Dos as seguintaa consideracoes
sobro o calcamenlo, de que houtem traa-
mos :

Igual concessao a Antonio Jos Pcreira, para o
dia Io de dezembro supra. J:_
Igual concessao a Jos Joaquim do Sania Asna
para o mencionado dia.
Concedeu-se igual ordem a Casemira Lucio
Crrela, para ser apresen'.ado no dia cima refe-
rido.
D1L1CENCUS CR1MES.
Com vista ao Sr. desombargador promotor da
justica, as appeHacoes crirnes :
Appellanto, Manoel Ferreira Vianna ; appella-
do. o juizo.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Car-
los Pessoa.
Appellante, o juizo; appellado, Francisco Ma-
nan no de Oliveira.
Appellante, Jos Percira Lima ; appellada.a
prohibo, que juslica.
ura limite I Appellanle, Jos Mauricio da Silva ; appellada
a justica.
DISTRIBOIGOBS.
Ao Sr. desembargador Cat-lano Santiago, os
recursos enmes :
Recrreme, Tnomaz Anlonio Tessoa de Andra-
de ; recorrido, o juizo.
O recurso do eleicoes :
Recrreme, Francisco Anlonio Pereira dos San-
tos ; recorrido, o conselho.
A nppellarao crime :
Appellante, o juizo ;
, appellado, Jos Severo
Sr. redactor.A reclamado que hoje faz na Granja e outros.
este concorrido para ser inulilisado o resultado
oblido pelos adversarios, na eloicao de selem-
bro, nao demitliria o delegado de'Souza, por ter
coriseniido no quebramenlu da urna, em pro-
veito dos conservadores, e nao demitliria ainda
o delegado de Bananeiras que oTereceu-se ao
goveroo, segundse diz, para fazer a elcicao,
romo t- para quem o governo quizesse pendesse
o iriumpho.
este o aspecto poltico da provincia, a
menornuvem nao obscurece o nosso horisonle
olritoral pelo lado dos rasgados (quanto a can-
didatos) e sim pelo dos conservadores, alguns
dos quaes se guerreara desapiedadamcnlo; sendo
certo que alguem ha que se inculca depulado
seguro, por que clieio de si, depois de ter \isto I
iiovos climas, se apregda tnfanl galec do go-!
verno.
l"m ou outro tacto contra a seguranca de
vida chega nosso cuiihecimenlo, succedid'o ras !
diversas localidades do centro, o que nao admi-
ra por que nem em todos os pontos existe
forc'i sufficienle, que garanta a prompla aceo
dj utoridade, quando esta activa, mas qu'asi
sempre o chavoorriminoso ponde evadir-
se e eu lico na diligencia de captura-lo
Antes de honlem os presos tentaran) evadir-
se por rneio de arrombamento
comparencia do Dr. chefe de
dencias lomadas deve-se
sado o intento.
a A cadeia es
para quo seja reparado o
ponte da Boa-Vista, tanto
Nova como do ta rua da Impo-
nas a prompla
polica e as provi-
no icrem elles reali-
literalmente cheia, nao ha
outra pnsao para onde baldear parle dos presos
ah existentes, e reccia-se a qualquer momento
seja realisada a fuga tantas vezes premeditada.
O Ur. Neiva, consla-me j levara esse tac-
to de agglomeraco de presos) ao conhecimen-
to do presidente, e que S. Exc. sollicitra do
Sr. ministro da justica permisso de manda-Ios
para a IIha de Fernando, e este responder que
o 'r. ministro da guerra lhc dissera que aquel-
la ha nao comporta mais criminosos ; assim
T:s muito de receiar pela fuga de presos da
cadeia desta capital.
As entradas dos assucares vao avultandoal-
ralriz, justo ; porque realmente esse calca-
menlo est muito arruinado, assim como o es-1
lo oulros de diversas ras, especialmente o da a
do Rangel.
Vine, sabe que por deliberadlo ultima da
assembla provincial esse servico", que nos ter-
mos da lei 350, eslava a cargo da ca.-nara rnuni-
sipal, passou para a provincia, por coula do cu-
jos cofres deveser executado.
ISinguern tambem mclhor do que Vmc. sabe
a que estado de penuria teem chegado esses co-
fres. A quebradeira tern sido tal, que liavendo a
presidencia ordenado thesouroriu no dia 3 do
correnle que entregasse ao lliesoureiro pagador
das ouras publicas a quantii necessana nao s
para diversas obras, romo especialmente para
reparos geraes. que servico que nao pode suf-
frer demora, at o present aquelie lliesoureiro
ainda no recebeu nem um viniera.
Assim a cousa c simples : point d'argent,
poinl de Suitse. Nao se fazem obras sem di
n herr.
< Entre as 99 razos que leve o soldado para
nao fazer fogo bastava mencionar a primeira
falla de plvora.
O calceteiro.
Acamara municipal acaba de proceder a
apuraban dos votos para vereadoresdo municipio
do Recite, segundo as authenticas dos diversos
coljegios eleiloraes, que deu o seguinte resultado :
Tenerite coronel Luiz Francisco do
Barros Reg............................
2 Tenenie coronel Manoel Joaquim do
Reg o Albuquerqiie.................
3 Jos Cosario do. Mello..................
4 Dr. Angelo Henriques da Silva......!!
5 Major Gustavo Jos do Reg..........!
6 Tcnente coronel Rodolpho Joao Barata
de Alraeida.............................
7 Tenenie coronel Francisco de Miranda
Leal Seve...........;.................
8 Professor Simplicio Jos de Mello!!.!!!
9 Capilao Jos Maria Freir Gameiro___
Supplentes.
1 Major Joao Francisco do Reg Maia___
guraa cousa. lendo-so vendido do branco, para '2 J^.j" "d" \t"riA,.Pii '"
consumo a -fOOO e -$500 rs. a arroba c do bru- l mSSS^S^lm^i^........
lo ou en. rama de lftSOO a 1900 rs a arroba o a rt i zSX- v '" Ju,,lor.....
algodio de 53U0O a7200 rs a roba i 5 Ig."8CI tlrm" Xav.er..............
Fundeou honlem em nosso porlo o vapor
Jaguaribe, procedenlo da Europa, que nos Irou-
xa dfilli noticias mais recentes do que as ltima-
mente recebidas.
O problema da reorganisagao da Italia conti-
na irresoluvel, posto que os ltimos acontec-
mritos se encamiohem a dar gauho de causa ao
partido unionista.
Garibaldi, reconhecendo talvcz os perigos do
um rompimento cora o rci do Plmenle, e a im-
pnssibilidade de suslentar-se com os seus pro-
prms e nicos recursos, resolveu reconhecer offi-
cialmente a supremaca do rei Viclor Emmaauel,
e a declarar a annexacao do reino das Duas Si-
cilias.
Urna commisso das cmaras napolitanas foi
enviada ao rei Viclor Emraanuel para lhc apren-
entar da parle da represenlaeo nacional do rei-
no das Duas Sicilias os protestos de adheso das
rnesinas cmaras e do povo, e congratular-secom
h. M. por achar-se quasi toda a Italia reduzida
a urn so estado sob scu sceptro e dynaslia.
Jlavia desembarcado em aples urna leaio
mgleza, que fra iecruiada para por-se ao ser-
vico de Garibaldi. Foi recebida pela populacao
e pelo propno Garibaldi com muilo enlhusiasmo-
flores "a SUa passagem- uSaram-lhes
Urna caria datada de Turra, do dia 21 do oulu-
bro o communicada a Weekli Mercury de LUer-
pol annuncia a retirada do ministro da Russia da
corte de Turin.
O prncipe Len de Gagarin, enearregado dos
npgocios da Russia na corte de Turin, diz a citada
carta, apresentou ao Sr. conde do Caroor urna
nota em que lhe participa offioiaimente a retirada
da legacao russa. Sua retirada foi motivada por
ter o governo piemontez deiado de explicar ao
gabinete de S. Pelersburgo o seu procedimemo
acerca dos negocios da Italia, e especialinenle
521
4314
3619
3314
3170
3162
2931
2893
243
2842
2114
2112
2085
2J78
2076
2057
2051
2024
1970
1880
1700
5 Teneule coronel Francisco Antonio Pe-
reira da Silva..........................
6 Tenenie coronel Justino Pereira de Pa-
ria.....................................
7 Major Antonio Jos de Oliveira........
8 Major Manoel do Nascimento da Costa
Monteiro................................
9 Dr. Antonio Vicente do Nasrimenlo Fei-
loza....................................
Commendador Thomaz do Aquino Fer-
reira...............................
Proprietario Francisco Accii"do* Gou-
veia Lins...............................
Proprietario Dr. Felippe Car'rieir'o "d
Olinda Campello ......................
Tenente coronel Fe iciano Joaquim dos
Santos.................................. 1629
Tenenie coronel Jos Carlos Teixeira.! 1572
Baro do Livramento.................... 156
16 Tenenie coronel Feruando Francisco
de Aguiar Montarroios____............ 1459
Tenenie coronel Joaquim Lucio Mon-
teiro da Franca......................... 451
Major Jos Joaquim Antunes............. 391
Negociante Anlonio Marques de Amo-
nm.....................................
Dr. Augusto Carneiro Monteiro da Sil-
va Sanios...............,..............
Capilao Manoel Joaquim Ferreira Es-
toves.......................,............
Baro de Muribeca...................
A revista crime :
Recurrente, Augusto Mximo Pimenta ; recor-
rida, a justica.
A carta testemunhavel :
Aggravanle, Luiza Francisca Cavalcunti Uche;
{gravados, 03 religiosos do Carmo.
Ao Sr. desombargador Gitirana, as cppellacoes
crimes :
Appellanle, Jos Severino da Silva ; appella-
do, o juizo.
Ao Sr. desembargado!- Silva Gomis, os re-
cursos crimes :
Recurrente, o juizo ; recorrido, Anlonio Jos
Duarle outros.
O recurso de eleicoes :
Recurrente, Luiz Paulino de Hollanda Valon-
ea ; recorrido, o conselho.
As nppellarjes crimes
ApDollanie, Carlos Jos Aslloy & C. ; appella-
do, Jos Alexandre Gubian.
Falln com parlicipaco o Sr. desombargador
Lourenco Santiago.
As 2J4 horas da larde encerrou-se a sesso.
305
236
218
208
Foram recolhidos casa de delenco no
dia 26 do correnle 12 homens e.2 muheres,
sendo 4 livres e 10 cscravos, a saber: ordem
do subdelegado da freguezia do Recifo 1, or-
dem do da freguezia de Sanio Antonio 7, or-
dem do da freguezia da Boa-Vista 5, e ordem
do da Capunga 1.
-- Passageiros do vapor 'Iguarast, entrado
do Acaracu e portos intermedios :Manoel Ca-
valcanl de Albuquerque, sua mulher e 1 escra-
vo, Dr. Emygdio Marques Santiago e 1 escravo
Benjjmim Franklio de S e 1 escraro, Joaquim
JURY DO RECIFE.
5a SESSAO.
DIA 27 DE *OVEMBRO DE 1863.
Presidencia doSr. Dr. juiz de direilo da pitmet-
ra vara criminal Bernardo Machado da Costa
Doria.
Promotor publico, o Sr. Dr. F. Leopoldino de
Gusmo Lobo.
Escrivo, o Sr. Anlouio Joaquim Pereira de
Oliveira.
A's 10 horas da manhaa, o escrivo procede
chamada e verifica cstarem presentes 41 juizes de
acto.
Declarada aberta a sessao, sao multados em
20;000 lodos os Srs. juizes que, sendo notifica-
dos na forma da le, teem deixado de compare-
cer aos trabalhosdo dia.
Proced.'ndo-se ao sorleio do jury de sentenca,
-lhe deferido o juramento dos santos Evan-
gelios.
Enlra em julgamento o processo em que sao
reos Ivo Antonio de Araujo Larangeira Leite e
Jos Gomes Pereira, pronunciados no arl. 261,
4.. combinado com o art 34, todos do cdigo'
criminal.
O juiz de direilo, presidente do jury, procede
ao interrogatorio dos reos, que procurara expli-
car o Tacto a seu modo.
Feila a leilura integral do processo; o ministe-
rio publico expende resumidamente a materia da
aecusacao.
O advogado dos ros extrahe dos autos a ma-
teria da defeza em urna syulhese bem acabada.
Resumido o debate, sao proposios ao jury os
quesitos da lei, o em vista das respostas do con-
selho, o Dr. juiz de direilo publica a senlenca
segrale :
Em vista das respostas do jury cada
una dos quesitos propostos sobre cada um dos
reos, resulta quo o reo Jos Gomes Pereira est
incurso no grao mnimo das penas do art. 26i
com relacao ao art. 34 do cdigo criminal, e o
reo Ivo Antonio do Araujo Larangeira Lcile no
grao mnimo do citado art. 264 combinado cora
os arts. 3i e 35 do mesmo cdigo, Assim con-
demno o primeiro reo a soffrer qualro mezes de
pnsao cora irobalho e a pagar a mulla de 5 por
cento do valor do cavallo sobre que versou o
eslellicfiaato, o o segundo a soffior dous mezes e
vinte dias do priso cora trabalho, e a pagar
cinco por cento do valor do cavallo sobre quo
versou o eslellionalo, sendo ambos igualmente
conderanados a pagar repartidamente as cusas
do prorasso.
Salla do jury 27 de novembro de 1860.
B. 1. C. Doria.
Leuanla-se a sessao s 5 horas da tarde.
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
7a SESSO ORDINARIA AOS 15 DE NOVEM-
BRO DE 1860.
Presidencia do Sr. Reg.
Presentes os Srs. Barata, Mello, Pinto e Gamei-
ro, abrio-se a sesso, e foi lida e approvada a
acta da antecedente.
Leram-se as iresseguintes informacoes do en-
genheiro cordeador;
Urna obre o requerimeolo de Candido Alberto desanime
Sodr da Atolla, em que pede Iicenja para fazer musi.
sim para o lado do sul, como para o do uorl, de
orle que o mesmo alargamenlo viria a custar a
cmara muitos coolos de ris, que ao seu ver po-
denam ser empregados com maior proveito da
ciuaoe em outros melhorameolos de que ella pre-
C1S3.
Oulra, informando sobre a peticao de Francis-
co Ferreira Borges, que pede para levantar um
uJ 'a acSU7 casa da ru* de Sanl Amaro,
no bairro de Santo Anlonio, que. essa casa do
peticionario nao tem a altura que marca as pos-
iums, pois em vez de vmie e dous palmos, tem
apenas vinle. sendo verdado que todas as oulras
casas que lhe flcam vizinhas teem tambem esta
mesma altura, bem que as que lhe ficam ao
poente sojara mais altas.
Outra, informando que a casa que pretende fa-
zer Francisco Alves Veiga na rua do Santo Ama-
ro, do bairro de Santo Antonio, transformando
0 quo ora existe em outra do um andar, nao tem
a largura das posturas, pois em vez de vinlo e
aoos palmos, lera apenas vinte ; sendo verdado
que as que Ibes flcam vizinhas pelo lado do sul,
lem todas tambera a mesma altura que ella, bem
que as da rua do Sol, que ihe flcam ao poente
sejam mais altas.
Todas estas informacoes Acarara addiidas rc-
querimento do Sr. Barata.
Despacharam-so as peiie-oes do Jos Alfonso
Ferreira. Jos Ribeiro Riba. Maria Rita da Con-
ceico, e nada mais liavendo o tratar, levaotou-
se a sesso.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretario a suhs-
crevi.Reg, pro-presidente. Barata do Almei-
da.MelloGameiro.Firmo.
CONSULADO PROVINCIAL.
Alteracdes feitas no lancamento das
dcimas que pagam as casas per-
tcncentes freguezia de S. Jos,
pelo escriturario V. M. F. P. da
Silva.
Rua Imperial.
[Continua rao.)
N. 23. Joaquim Bernardo* de Fi-
guoredo, casa terrea arrendada
por...............................
dem 25. Viuva e hordeiros de
Antonio Ignacio da Rosa, sobra-
do de 1 andar e loja, arrendado
ludo por..........................
dem 35 Viuva e herd ros de Sil-
vestre Joaquim do Nascimento,
sobrado de 1 andar e foja, arren-
dado tudo por....................
dem 43.Herdeiros de Bernardo
Duarte Brando, sobrado de 1 an-
dar e loja, arrendado tudo por..
dem 53.Joao Jos Fernandes de
Carvalho, casa terrea arrendada
por............................
dem 67. Manoel Cantillo Pires
Falro, casa terrea arrendada por
dem 75. Herdeiros de Jos da
Silva Saraiva, casa terrea arren-
dada por..........................
dem 99.Anlonio da Silva Gus-
rao Jnior, casa terrea arrenda-
dada por.........................
dem 115.Joao Paulo de Soza",
casa torrea arrendada por........
dem 119. Hilaria Maria de Car-
valho, casa torrea arrendada por.
dem 123. Francisco de Barros
Bogo, casa terrea arrendada por..
dem 125.-Manoel Albino Bezcr-
ra, casa terrea arrendada por...
dem 127.Joao Leite de Azevedo
Maia, casa terrea arrondada por.
dem 145 Jo.io Rodrigues Ban-
deira, casa terrea arrendada por..
Idom 153.Moiiorl Jos Carneiro e
Joaquim do Rosario, casa terrea
com sollo arrendada por........
dem 1.57. Vicente Thomaz dos
Sanios, casa lerrea arrrendada
por...............................
dem 159Joaquim Ferreira Va-
lenlo. casa lerrea com solao, ar-
rendada por......................
dem 163. Irmandade de Sania
Rila, casa terrea arrendada por
dem 165. Antonio Luiz Pereira
Bastos, casa terrea arrendada por
dem 171. Elias Baplista da Silva,
casa lerrea arrendada por......
dem 189. Isabel Ferreira de
Freilas, casa lerrea arrendada por
dem 199. -Narciso Jos da Costa
Pereira, casa torrea arrendada
por...............................
dem 201.Joaquim Luiz dos San-
tos Villa-Verde, casa terrea ar-
rendada por.....................
dem 203.Claudina Hartinha do
Sacramento, casa terrea arrenda-
da por........................
dem 209. Joanna Miluna d Je-
ss, rasa terrea ai rendada por..
dem 215. Joaquim Jos Tara-
res, casa lerrea oceupda pelo
mesmo, por......................
dem 217. Joaquim Anlonio da
Silva Linhos, casa terrea arren-
dada por..........................
dem 223.Jos Marques Vianna,
casa terrea arrendada por........
dem 2j7. O mesmo, casa lerrea
arrendada por....................
dem 2290 mesmo, casa terrea ar-
rendada por......................
dem 231. mesmo, casa lerrea
arrendada por....................
1 lem 235.Jos Moreira da Silva,
casa terrea arrendada por......
dem 253 Joaquim de Souza Leo,
casa terrea arrendada por......
dem 255O mesmo, casa terrea ar-
rendada por......................
dem 257 O mesmo, casa terrea
arrondada por....................
dem 259.O mesmo, casa terrea
arrendada por...................
dem 261.Jos Baplista Adaens,
casa tsrrea arrendada por........
dem 263.Manoel Gamillo Pires
Falco, casa terrea arrendada
por..............................
dem 269 Francisco Al'.'es"lel-
xo, casa terrea arrendada por....
dem 273. Herdeiros de Jos Maria
de Jess Muu, casa terrea ar-
rendada por......................
Rua do Nascente.
N. 10. Joaquim Jos Leito. so-
brado de 1 andar loja, arrenda-
do por............................
dem 28 Joanna Francisca de Me-
nozes. casa terrea arrendada por
dem 30. A mesma, casa terrea
arrendada por....................
dem 32.Francisco Jos de Cam-
pos, 1 porto cora 6 mea-aguas,
arrendado tudo por..............
dem 3i.Jos Francisco Fernan-
des, casa tarrea arrendada por..
dem 36.Manoel Guimares, ca-
sa lerrea de madeira, arrendada
por...............................
dem 38. O mesmo, casa lerrea
de madeira arrendada por......
dem 40 Francisao Jos de Cam-
pos, casa terrea de madeira ar-
rendarla por......................
dem 42. O mesmo, casa terrea
de madeira, arrendada por......
dem 44. O mesmo, casa lerrea
arrendada por....................
dem 46. Companhia da estrada
do ferro, um terreno oceupado
pela mesma, avaliado^or.
Nada de dar cavaco aos X. e Zuavos. nrBlonA .,
Tape com arabas as mos os ouvidos, e v su- l Tn 1, ? i a,xo os lemPlos e acabar-se
biodoa montanha at tocar o seu cume, aonde '. ?u i'?'?,0.- ollc?\."""do por exemplo
apanhar a cora de louros, que tem preparado *,/ "i... 1"' que < d,z-e > ser diriSlda con-
LContinuar-sc-ha.
2i0#C0O
56&&000
720;000
510*000'
1923J00
1I50Q0
300$000
360g000
96;00
7220GO
^000
168-5000
14iS0o0
C-5O0O
3245000
9C;OO0
330?000
2OJ00O
20SO0O
9Cj>0OO
360J00
1802000
180S003
200*000
216$O0O
60J(a00
360*000
120*000
1^0;00
120*000
120000
SOOgOOO
2i0*000
210*000
2f0*000
216J000
141*000
144*000
168*000
214*000
264*000
8*000
120fi0O0
516*000
144JO00
96JJOO0
96*000
144*000
120*000
120*000
800*000
para a sua mmensa cabeca.
Nao en fie com as consideracoes dos zoilos :
nem lenha mveja dos jantares, que os outros co-
mem era Camaraaibe.
Esmague sob o peso da sua lgica do ridiculo
as aecusaces provadas que lhe fazem os X e os
Zuavos.
Quem resistir ao peso da resposla cathegori-
ca, que a redaeco do tiierai deu ao nosso pe-
nltimo communicado ?
Os sons dos guizos. e do choealho que faz mo-
ver ao Liberal, nao abafaro a nossa voz na coo-
teslacc que lhe flzemos sua proposicomen-
tes descaradamente, quando a/firmas que nos
amemos, queavinganra do governo chegou at
as muheres dos soldados do 8." batalho, degra-
dado para a corle.
Na erdade que um excellenle modo do sa-
hir-se o hornera de algum apuro !
Quando alguem fr conlradiclado, e convenci-
do de ler fallada a verdade, subindo de ponto a
nogar no da segulnle o que disse na vespera,
nao lem mais nada fazer. do que pdr um cho-
ealho ao pescoco, e correr alraz do seu conlra-
dlt''i e gritando bbo bobo bobo I
Nos, porra, deixando passar a furia do nosso
en/iado. logo que o choealho tenha deixado de
soar, continuaremos na tarefa encelada, e iremos
pedindo sempre a redaccao do Liberal, que ao
menos lenha o mrito da coragem, susten e as
suas aecusaces, apresentando os fados em que
ellas se fundara.
Nao declame to smente, e nem recorra ao
choealho e bexiga dos ilatheus de bumba men
ooi, para ver se assim obliga aos seus contendo-
res ao silencio.
Quando so lem a coragem de aecusar um de-
legado do governo, de tentar contra a integrida-
ae do imperio, deve-so logo apresenlar os fados
em que se basea semelhante aecusaco, sob pena
de recetaer-se um diploma de calumniador mor,
ou correr-se o risco de vestir urna camisola no
Hospicio de Pedro II.
Portanto a redaego do Liberal Pema-nbueano
deve deixar de parle a inveja dos jantares de Ca-
maragibe, e por logo em pratos limpas esla his-
toria de fepararo do Norte.
Quem j aecusou e condemnou o Sr. Dr. Am-
brosio i 20 anuos de priso. pela supposta inter-
vengo na eloicao de setembro, nao deve recuar
ante considerarlo alguma, quando se Iratade um
crime anda mais grave.
Maos obra.
Quinze
vinte.
tra o poder do papa, omo'Vhefe "doYathob*-
cismo.
Bem vedes que esla arma poderosa para in-
sinuar recelos nos nimos incautos da populacao.
E nao serSo por ventura espalhados de propo-
sito semelnantes boatos com o fim maligno do
perlurbar-se a ordem publica?
, ^-3U!1 ? P,mciPio de8,e perverso desejo na ac-
lualidado? Nao ser com o Gm de indiapor o
povo contra o governo, encarando-o como op-
prossor ? E d'onde partira este anarchico pensa-
menlo? Seria por veutura dos amigos da actual
poltica ?
Estamos persuadidos que nao, porque cntao
coninbuiriam para desmoronar a sua mesma
obra, o que nao concebivel.
Porlanto, d'onde quer que parta este acto, os
seus autores serlo sempre reputados inimigos
da sociedade e do bem-eslar do seu paiz. cojo
progresso depende da soguranQa individual e da
prc-pnedade, e esta desappare"eer, logo que a
ordem publica seja de qualqaer modo perturba-
da porque a anarchia a nada respeita.
Se ao governo incumbe o dover de prever as
necessidades do paiz para remedia-las. e se estas
exigiram essas imposices sobro os governados
para azer face s despezas decretadas, deveis
esperar pelos regularaentos para a sua percep-
cao ; e se achardes que sao em extremo gravo-
sas, entao nao deveis recorrer desordem para o
remedio, e sim aos meios proscriptos pela cons-
liluicao poltica do estado, porque a desordem
em vez de minorar o mal. o aggravar anda
E' provavel que a opposicao. apezar da sua
derrota na eleicao de 7 de setembro, se apo-
sentar ; e nutrimos esta suspeila, fundados nos
estorcos e empenhos, que tem posto em accao
para obter dos eleitores o supplentes retacan fa-
voravel para a organisar-o da mesa na cleico
prxima futura dos eleiiores.
Peguntaremos, porm. opposiclo se os ac-
tuaos eleiiores e supplentes, cuja poltica a
conservadora, annuirao auin fado infamo, qual
o do atraicoar a sua poltica para dar gar.ho de
' aos seus adversarios ? De certo que nao
mais que contra a nalureza, que alguem
- nncitragr amigo OeOUlrO. ma tem aberrado dos s> us principios, por mesquinh;
v-ingancas, pedir a esse seu amigo o son voto par
annos de priso com trabalho sobre
equivale pona de morle ; e o Sr. Dr.
Ambrosio bem merece pena maior !
Depois de banhos de sangue, e bacamartadas,
o que teremos mais?
lio Sr. Dr. Thorn acreditar, que ha quem se
lembre de tentar contra a sua vida ? Se tal pen-
sar, aconselhamos-lh, que sendo homem de co-
ragem, como diz o Liberal, que elle faca oque
laz cerlo redactor em chefe, que traz corosigo
dous valemos guarda-cosas, armados de pu-
rihaes ; e que d'olles nao prescinde, nem mesmo
ao peda Sagrada Forma, como succedeu, quan-
do este redactor se dignou acompanhar urna
cissao do Senhor Bom Jess dos Passo=.
Recife 25 de novembro.
O Zuavo.
pro-
Tanto
preste auxilio a seu inimigo para o offende.
conservador amigo de outro. mas quo
has
favorecer a'opposicao, que'se aciagado ne-
vera ser allendido ?
Nao : porque o seu pedido vai de encontr &
noneslidade; e nem poderia ser contado como
amigo aqucllequequizessc que osen amiao pra-
Hcasse um ado, do qual smente lhe resultara
urna infamia ; visto como as acedes do homem
: na sociedade devera ser sempre b'asead3s no ius-
| to e honesto.
E ser honesto c justo atrahoar cada_um a
sua poltica ?
Certamenle que nao.
Porlanto, concluiremos, que nao se deve at-
lender, e nem annu-r ura pedido tSo extrava-
gante.
Aquellos, pois, que cahiram no erro, e conti-
nuara a persistir, sigim sua voutade : quere-
rem, porm, que outros os aeompanhem, e urna
cogueira proluzida pelo exces=o da paixao vil da
vinganca, que pri/anJo o hornera racional a rc-
nexao o leva a commetter loda a sorte de indig-
nidades, cora tanto que consiga o fina, a que se
tora proposio Cocus ceco ducalus, ambo in
toveum cadunt.
Como, porm, esses amigos, de quem a oppo-
sicao pretende eztorquii os rotos em seu favor,
naoseaoham felizmente alT-cta Jos dessa paixao
cega, nao se deixaro levar ao precipicio, bem
como o ceg guiado por outro cogo.
Se nos poder! ainda objedar
recompensado com o amor, e
favor.
Nolai, porm, que com quanto
urna virlude apreciare! : todava
que o amor
o favor com o
A minlia candidatura.
Como so vai sutilmente espalhando o boato do
pretender eu ser eleito depulado assembla ge-
ral por dous circuios, vejo-rae forgado dar cun-
ta de mira aos meus amigos e ao publico, pata
que fique bom definida a minha sit'iaco.
Tive a distincla honra de ser eleito quasi una-
nimorac-nle deputado goral polo circulo da Vi. le-
tona na actual legislatura. Nao me doe a cons-
ciencia de baver commetlido erro algum, como
representante da naco, que me alieaasse da af-
[eicao, que uve a fortuna de ganhar dos amigos
jeaese generosos, que lanto penhoraram o meu
intimo agradeciraeutocom os seus suffragios. Era 'decoros favores recebidos, nao praticando arces
pois naluial que me conservasse na expectativa 1" nos possam trazer dezar ; mas que lenham o
de ser rceleii pelo mesmo circulo mediante a cmiho da moralidad,
benevolencia dos meus protectores. Be qualquer forma que se queira encarar esto
A nova reforma eloitoral irouxe n alargamenlo neg.jeio, resulta a idea da subida ousadia da op-
dos circuios, ficando o do Cabo cilio Formoso posiefio, que nao se peija de chegar-sc aos con-
reunidos ao ala Victoria. Esla evcnlualidade nao senadores, o podir-lhes rotos para ganhar a mesa
poda alterar o meu animo ; porque calculava, na eloicao de eleiiores.
como anda calculo, com a boa ventado de ami- Chegou ao nosso conhecmonlo, que na folha
soja a gratiJc
devemos agra-
va amigos, que me poderiamdara man. Parece-!linn. aquellas mesraas mentiras, c inrectiras de
me por tanto que nao seria muita tomerida ie nu- 1"e ,<,n> "salo o supposto patriota, ou para me-
desde as elei-
trir a esperanza de conseguir a miuha reeleico
pelos eleitores das tres comarcas: c ento per-
sista na firme inlengo de apresenlar-me por alli,
tanto mais quanto era animado pelas faroraveis
disposicoes, que de taes localidades me manifes-
taran, apenas foi litio na cmara o projecto do
alargamenlo dos circuios.
Amigos, porm. de oulra ordem, depois desle
fado legislativo, conceboram a conveniencia do
lhor dizer o_Sr. Dr. Pedro tklirao,
ces de 1856 ; o ao que por mais de urna vez se
tem dado a devida resposla pelo vosso Dia-
rio.
Pelo que o Vicionense est aulorisado para de-
clarar, que o Sr. coronel Tiburlino, conscio dos
seos actos, e com a sua consciencia sem romor-
sos despresa soberanamente a essa reproduco
viciosa, o despoilosa, nao lhe dando outro apre'fo.
rao apresntar eu pelo cir-ulo de Garanhuns, lio- 1"e mesmo desproso, nao s pela razo j dita'
je do Bonito, desistindo do da Victoria, hoje do I con' porque tem objedos de maior monta qu
Cabo. Em verdade, se se IraXasse smente do an- se Ppque.
tigo circulo de Garanhuns, que alias se arha bem
oceupado por um desses amigos, nao havoria de
minha par" a menor hesitaco em comprazer
com elles, desde que a desistencia do circulo da
Victoria nao signuicasse a mais leve suspeila de
quebra de coulianca entro mim e os meus ami-
gos da Victoria o tambem
to cavalheiramente rae acolheram. Digo r
nao haveria a menor hesitado ; porque do an-
ligo circulo de Garanhuns tinha recebido as
mais evidentes provas do consideraco ; entre
oulras a de ler sido eleito deputado*provinci,,l
na rnesma occasio, era que o fui pelo do Rio
Formoso.
Mas a annexacao do circulo do Bonito ao de
Garanhuns, e a apresenlaco immcdiala de mais
de tres candidatos, suscilavam difficuldades, que
eu nao tinha a presumpea de poder logo remo-
ver, harcudo estado fora da provincia mais de
um anuo, c nao podendo determinar o gio do
sympalhias. que por ventura or.tria na comarca
do Bonito. Assim o declarei francamer.U aos
amigos quem Iludo, fazendo-os arbitros de
minha causa, na certeza de que, justos e be-
nvolos para comigo elles nao me deixariara era
falso.
Ora, desla especio de hesitaco ou rom lacen-
cia, fundada nicamente no desojo que tenho de
que
Se o improvisado patriota de 1824 quer mate-
ria para divertir os cuidados da futura eloicao :
applique se leitura das carias do compadre
y ictonenso ao compadre Olindense, publicadas
no jornal Ordem, onde ach3r materia joco-seria,
e on Je o Sr. Dr. nao deixa de ser alcunha lo de!
do itio Formoso, quo anarchista ; do que lambem se deve defender__
IIoc opus, hic laborest.
Tendo o Sr. Dr. Jos Filippe do Souza Leo
dosignado o da 5 para principio da 2a sesso do
jury, e nao reunindo-se nesse dia numero legal,
procedeu as deligoncias proscriptas na lei, e en-
tao no seguinle dia principiaran! os Irabalhos,
sendo apreseniados pelo Sr. Dr. Antonio Joaquim
Buarque Nezareth, juiz municipal desle termo 24
processos preparados, uestes entraran em jul-
gamento t.
Foram condemnados pena de 4 annos e 8
mezes 3 reos aecusados por crime de furto deca-
vallos ; 3 por olTensas physicas um mez de pri-
so ; 1 5 annos o ires "mezes ; 1 6 mezes e
meio, e 6 foram ausohidos, sendo 2 appellados,
e enlro esles dous eseravos conderanados mil
a en ules.
O Sr. Dr. juiz de direilo, Souza Leo, sempro
inransavel era manter a ordem, o o respeto de-
vido ao tribunal, so achou
. so achou na dura preciso do
fazer algurnas obsenacoes a alguns dos sonhores
nao desharmonisar cora pessoas, que me mere- I Jurados, que nao apreciara devidamente s alias
cera rauia consideraco. que lem nascido o j filles, que exercem naqulle tribunaj no acto
boato, que agora me conduz imprensa. do julgamento.
Nao desu'enho, por cerlo, a honra e gloria de Constando ao Sr. delegado supplente em exer-
urna eleico por dous e mais circuios : eslou po-! ,ic' *' /tloxandre Jos de Hollanda Caval-
rm convencidissimo de que a nao mereco, nem canii, que era trras da propriedade Palmeiras
tenho a loucura de pretende-la, principalmente c*isiia um coito de criminosos, para alli se di-
em urna provincia como a de Pernambuco, onde
regorgita grande numero de candidatos, ricos de
habiliaces e de influencia, para com mais rao-
tagem do que eu dispularem a honra de repre-
senlarem a nagao. Mal, e muilo mal poderei at-
lingr, cemo pretendo, as boas gracas deum cr-
culo ; e dar-me-hei por sobradamente feliz se o
conseguir. As probabilidades vejo-as por ora
mais pronunciadas no circulo do Cabo; e por isso
invoco e conlinuarei invocar o apoio e road-
juvacao de lodos os meus amigos, sem jamis
querer a/cancar dous circuios. Quem o contrario
pensa est inteiramenle Iludido ; e quera o pri-
cala, faz-me seguramente um mal tdvez sem o
querer ; mal o.ue devo afaslar dando esta noticia
ao publico, eaos que quzerem ler a longanimi-
dade de favoreccr-me.
Becife, 26 de novembro de 1860.
Jos liento da Cunha e Figueiredo.
O rival da Molliert brilhou no seu artigo edi-
torial do Liberal l'ernambucano de hoje 1
Continuo, continu, que vai muito bem. Nao
porque perto est
COMAHCA DE SANTO ANTAO.
Cidade da Victoria, 26 de novembro de 1860.
Meu caro amigo. Ha muilo que nao vos dou
noticia desla nossa trra ; e mesmo nao sabemos
explicar-vos, qual a razo de urna to prolonga-
da omissao. Qualquer porm quo lenha sidoL pa-
rece-nos agora, que deveriamos romper o silen-
cio, rossumindo o nosso anligo posto, e vos pon-
do ao alcance, do quanto por aqui se ra pas-
sando.
A disposico da lei do ornamento geral pira o
anno de 1861 a 1862 rclalires oras imposiges,
lem servido de jogo para incutir-se no animo do
povo as ideas de oppresso, partida do governo
talvez com o fim sinistro de achar-se ahi o ger-
men da desordem.
E nem se nos queira imputar, como nrencSo
esla suspeila: porque alguem do poro nos tem
a tena da pro- procurado, e tratado sobre esle assumpio e at
. accreiceciando que yaga pelo mallo o boato, que
rigi com alguma forea, e depois das dolgencias
a que procedeu, sraeute conseguio rolher dous,
que se acham recolhidos cadtia. Louvores se-
jam dados ao Sr delegado pela sua roconhecida
aclividade, nao se poupando a nenhuma sorle de
trabalho, quando se trata do perseguir crimi-
nosos.
Basta por agora.
O Yicloriense.
Publicaces a pedido.
/Yos ego versculos feci tulil alter honores.
V'irgilius.
Lendo no Diario de 13 do crreme, que foram
agraciados por S. M. o Imperador dos Francezes
os Srs. Jos Avelinoda Silva Jacques, e Joaquim
Jos Ferreira Penha, em consequencia da parle
dada pelo Exm. Sr. visconde de Leraont cnsul
de Franca, pelos servicos prestados barca fran-
ceza Alfred el Claire, e zeloso de minha repu-
lagao, pois fiz parle da commisso como empre-
gado publico, que ento era, forcoso rae nar-
rar o fado tal qual foi acontecido, e o publico quo
colloque a parle do Exm. Sr. visconde de Lemont
debaixo do poni de visla, que ella deve ser
apreciada.
No dia 3 de marco deste anno segu no vapor
de reboque cora o Exm. cnsul francez, o Sr.
Jacques e os guardas Penha e Jos Maria, para a
Ilha de Ilamarac, os quaes logo que o vapor
fundeou s 11 1|2 da noile, junto barca, passa-
ram-se para ella, aim de ver o estado do navio,
e foi declarado por todos^ que uidispensavel era
lirar-se melade da carga, para se salrar o na-
vio.
Ento disse o capilao queso nao livesse enca-
Ihado as aguas brasileiras, e j ter empregados
bordo, mandara rasar parte do carregamento,
com lano que se nao perdesso o nario. ao que se
oppuzeram o Sr. Jacques e o guarda Peuha, enis-
lo licaram.
"


DIARIO MS PERIfAMWCO. Ql'ARTA FEIRA 29 D* HOTEMBRO DE 1860.
m
A' uma hora da noile Tomos chamados da bar- j
ca pelo Exra. cnsul, aflra de tomar-se uma re-'
solu^o qualquer definitiva sobre o raelbor racio
que se deveria tomar, contanto que o navio se
saUasse : eoto o meu corapanhelro Jos Mara
de Castro Nunes, depois do ouvir todos, faren-
docada um suas observares dilTorentes, mandou
que o espillo ftisse Tasar as pipas e escotando
pcli bomba, at que o nano diminuindo o peso
do seu carregamonlo necessaria mente teria de
boiarpor isso que (Icaria nuis leve e o vaporo
puchara de cima da podra, observando em con-
cluso, que quem nao poda salvar ludo, salvando
parle, faia serrir-o, e nao se extraviaran) direi
tos; ao que eu tambem annui, e assim se fez,
salvsndo-se o navio ainJa com 300 pipas de
vinho
Nesla occasio o Exm. Sr. consal de Franca
muilo agradecen-nos, vendo o feliz resultado da
resolucao tomada.
O que levo dito tanto verdade, que quando
chezaroos alfandega, o Sr. guarda-rar t-xigio
em continente urna parlo circumstanciada sobre
o navio o seu carregamenlo, o que foi satisfeilo
pelo meu companheiro Jos Mara.
Pernambuco 27 de novembro de 1860.
Jos Candido de Souza Castro.
Illm. Sr. guarda-mr. Na tardo lo da 3 do
corrente segui com o meu companheiro Jos Can-
dido de Souza Castro no vapor de reboque de-
mandaros baixos de ltamaracS, aura de salvar a
barca franceza Alfrod et Clairo all cnca-
lliada.
As 11 1|2 horas da noile do mesmo da chega-
mos ao lugar om que se achava a referida birca,
a qual cstava com o leme quebrado, e atravcssa-
da as pedras, fomos 5 seu bordo, e all concor-
damos com o seu capilo, e com o cnsul do sua
naeo era mandar vasar parte das pipas de vnho
de que vinha carregada, c esgota-lo por raoio da
bomba, para verso conseguindo cora isso dimi-
nuir o peso de seu carregamenlo ella boiava, e
era possivel o seu salvamento, assim se fez. e as
4 horas do dia 4 podemos tira-la das pedras e
conduzi-la a este porlo.
O que commuoico a V. S. como me cumpre.
AKandega 5 do marco do 18G0.
O guarda.
Jos Maria de Castro Nunes.
Uueram, Srs. redactores, ler a bondade de dar
publicidade ao coramunicado abaixo, queja teve
publicidade as columnas desle jornal, e que
agora offerecemos a considerado do comrnui-
cante do Liberal Pernambucano de hoje.
Recifi', 27 do novembro.
X.
Diz Madama Stael, que se as balalhas se des-
sera do noite, nao haviam hroes. E' verdade,
qua o desojo do se fazer notavel, de chamar so-
bro, si a ltenlo de seus visinhos, de seus con-
cidados, do mundo em fim, leva o horaem a
praticar muila accao de que se absteria sem
aquelle inventivo, e a riscar fortuna, coramodos,
saudc e at a vida, que nao arriscara, se nao se
pronuzesse a ga-:har celebridade. a fazer-sa no-
ta* I.
Nos paiz*s em que o ser popular, que o mes-
mo que ser no'.avel entre os seusconcidados,
nao s um meio de satsfazer um nobre orgulho,
uma louvavel vaidade, mais tambem um meio de
ganhar poder, honras e at dinheiro, claro, que
o desojo dse fazer notavel dobradamenle ex-
citado.
Segundo porem os gestos, a educado e os ns-
tinctose sptidcjes, cada un prefere um ou oulro
genero de notabidade.
Ha homens notaveis pelas suas virtudes, por
seus feilos heroicos e at pela modestia e seus
serv;os uteis, mis pouco brilhantes.
Ha homens nolaveis pela elegancia de suas
formas, de seus trages, de suas alfaias, pela ame-
nidade de suas maneiras, pela graca de sua con-
versacao.
Emlim ha muilos modos de ser notivel. As
vezo* a nalureza dota o homom de um desojo
ordente do o ser, e Ihe nao d recursos propor-
cinalos para o conseguir.
As vezes a educagao destroe esses recursos
naturaes.
As vezes o ihealro era que o hornera se col-
locou, s Ihe d proporeoes para ser notavel no
mal.
D'aqui vera certas extravagancias que lodosos
diasestamos vend e de que falla a historia.
Eroslrc.to, para se fazer nolavel, incendiou o
templo de Diana, e um cortezo de Podro Gran-
de da Russia, declarou que tinha tido von-
lado do se atirar com ello da janella abaixo para
immortalisar seu nome.
Varaos desear a um excmplo bera humilde pa-
ra chegar applicaco que deixamos ao publico.
Por uma das ruajda cidade marcha descuida-
damente ura moleque, desarranjado om seu ira-
jar, desasado em seus modos ; ludo noile indi-
ca a fulla do ideas, a inaptido para qualiuer
emprega serio. Parece impossivel que elle se
possa fazer uotavel, que possa sobre si chamar a
Silencio dos passantes, e dos presentes. Assim
nao e=S'j mesmo deletalo e negligente mole-
que, anda devralo da arabb;o do ser nolavel,
e de atlrahir as vistas de todos o os applau*o di
seus companheiros na humildade di conlico,
na ignorancia e na insolente grosseria. V.ii pas-
sanl ao mesmo terapo un cilalao circunisaec-
to, cojo porte, traj.ir, maneiras o pbysionomia,
indican) uma rantajosa posicao social, alguma
travessura no moleqio o incormola, elle lli'ob-
sjrva com dignidade, arreda-o do carainho com
a raao, ou faz qualquer de-ses raovmenlos in-
dsponsaveis nesses casos. O mole jua sala para
o meio da ra, abre as goellas, o sola contra o
cidadao sizudo uma serie de ditos injuriosos e
inmundos. Nao sabe d'onle o hornera vera, qual
seu estado e coninjao, para onde vai, o que
faz, nada ; ao solteiro atira insultos, que s mo-
lestara ao casado ; ao velho injuria', que s se
applicam aos mocos ; ao magistrado injurias, que
so plom ferirao'capitalista ; nao importa a ap-
plicaco, o grande ca30* gritar muito, chamar
sobra si a altunr.no d s passantes, e rigosij ir-se
com a idea de que ello, moleque imrauodo e
desprezado, est torturando ura hornera respei-
tavel.
Sua primeira victima nao Ihe basta, qualquer
que por ella nioslra ulerease, leva descompostu-
ras, Leselos passantes que fajara geslos de rc-
provajao, tresenlos passintes levan descompos-
turas, o vocabulario dos insultos chega lodos,
e a insolencia acha a mesma impuuidade, ou
olTenda um ou liesentos o um.
Qual porm, o papel que pode competir
esso cidadao paciiico que so tornou o alvo de
tantos insultos.
Correr cora a bengala levaHlada atraz do mole-
que por cima de poe is de 1 una, por enlre as per-
nas dos civallo3 e as rolas dos carros? Seria
ridiculo e improficuo, porque nesle genero de
lula o moleque ganha sempre. Giitar-lho tam-
bem e atirar-lho os termos despreziveis que ca-
bera tal gente ? Sera, alim de ridiculo, lem-
po perdido e falta de dignilade. O cidadao sisu-
do ueste caso, nao lera oulro recurso, passa tran-
quillamcnle seu caminho, e o moleque que Pica
gritando ou o segu al divisar ao longealgum
soldado de pulida ou alguma patrulha.
Qual porm, o resultado deste incidente ?
O moleque fica sendo moleque, e se com o ser
repcliido aeslas scenas, adqutre certa celebrida-
de que o loma temivel no quarteiro, nem por
isso cessa de ser objeclo da indilTerenca, e do
despreso de todos. O que perde a sympalhia
que excita uma condi^ao humilde e desgranada,
quando supportada com a pojsivel diguidade e
re*ignarro. O que deve perder a esperanca de
achar quera jamis tenha a idea de o elevar." Ca-
da ura se convence ao presenciar d'aquellas sce-
nas, que o lal moleque s moleque pode ser.
esle, porm, fica ura certo desvanecmento e
gozo, que s elle, e os que com ello se parecem,
pode apreciar. Ao recordar a sua campknha, ao
narra-la ans outros moloques, ello se er t5o
grande como Alexandre, depois das balalhas de
Granico e de Arbellas ou como Napoleo reco-
bendo na sui tenda os imperadores e reis venci-
dos. Cubri de baldos o insultos, diz elle, um
hornera de caraca, quem lodos prestaro res-
peilo, iu&ullei quera quer que rae qniz ir rnao,
e aqu eslou sao e salvo, nao, nao sou to peque-
nino e humilde, sou um moleque de impor-
tancia.
Quanto ao homem sis.udo quera esta aventu-
ra occorrpu, naturalmente, releve a sua colera
vista do objecto que provocara, conlinuou sen
caminho impassivel, foi tratar de seus negocios,
c meia hoia depoi j era se lembrava que um
despresivel moleque Ihe diriga insultos e ex-
expresses imraundas. A insolencia do moleque
nao perlurbou a paz do seu espirito, o ninguem
que o conhecesse, ou que o tivesse visto, teve a
menor idea da que nelle se reuuiam os criraes,
vicios, defeitos e torpezas, que exprimiara os in-
sultos Ce moleque.
Na lberdade que as inslituces deram para
cada um concorrer com seus pensamentos mos-
trar sua capacidade, e para exprimir suas quei-
xis ou agravos, no desojo de qorerem eertos as-
pirantes a posices policiaes, ctamar sobra si a
Mieneao publica, se d o mesmo abuso quo da
lingna, o da goella que Dos Ihe deu, faria o fi-
gurado moleque. O homom dotado de nobre
ambic), dosfjoso de chamar sobre si satteocao
publica, de ser grande em alguma cousa. *de
conseguir na sociedade uma posicao superior se
lera talento e instruccSo conveniente para dis-
cutir os negocios pblicos, segu a marcha da
administragao, apreseula alguma idea til, enun-
cia projectos vaotajosos, procura sua realisago,
defenda os interesses das diversas classos da po-
pulagao, sobretudo dos menos favorecidos, e ob-
ler assim a popularidde que um dos mcios de
subir ao poder e ganhar vantajosa a posijo na
sociedade.
Aquelle, porem, que se reconhece iucapaz do
comprehender a marcha de sociedade, de discu-
tir a3 questoes que Interessara, o bem-estar da
populagao e o jogo das instituice3, esses, abu-
sando da insignificancia de suas pessoas, da sua
posico igual do figurado moleque que nada
pode perder de dignidade porque nao a tem, in-
comraolados por verera os outros em posices
que desesperam de chegar, ralados de invoja, hu-
milhados em seu orgulho, se apoderam do papel
e dos typos, abrem mercado de descomposturas,
e aliratn-se todos aquelle, cuja si3udex, cuja
elevada posicao, cujos servicos, cujas honras, os
irritara como ao moleque figurado irritarao os
Irajos decenios e o ar de dignidade do homem
de bem, com quem erabirrou. Como o mole-
que, nao se importaro da applicago que pos-
sara tor 03 epilhelos affronlosos que empregara,
aecusaro como dictados pela avidez de ganho
as decisoos que, ao contrario, provara desinte-
resso. Como o moleque atirara ao solteiro epi-
lhelos que s convm ao casado, tambem elles
accumularo aecusices que se contra lizeio.
Como o moleque, ellos insultaro classes iutei-
ras para alirarem ao seu alvo. Emfim, quebran-
do o corpo, unindo por cima de immundicias,
evtaro a responsabilidade legal como o mole-
que evitara a ponta da bengili.
Uia depois do oulro passaram por essas pos-
Ces quo os incommodara, os homens de maii
mrito, ura depois do outro elles os insullaro.
O actual ser sempre apuntado como o mais in-
digno de censura, que censura chamaro elles
sempre as suas descomposturas asquerosas. Co-
mo o moleque considerara justa destorra a in-
solencia de suas nauseabundas injurias. O resul-
lido, porm, o mesmo para todos. Como o fi-
gurado molejue ficou sendo moleque, c sobre
elle ficou firmada a opioio de que s moleque
polo ser. Esses nojenlos manejadores de ca-
iumniase descompostura* impressas licara sendo
sempre os ladradores roucos, os moloques emlim
da poltica. Como o cidadao honesto que suppo-
remos passou e foi tratar dos seus negocios com
animo sereno, orno os circnstinles tambem in-
juriados fi;arao tranquillos em suas casas, assim
tambemos homeus serio?, os funeciouarios dig-
nos da veneraco publica e das honras do gover-
no. contiru'n era sua marcha, tratara do desern-
penho ile seus deveres, e carainham seus des-
linos, sem quea menor irapres3o Iium fique aos
ditos injuriosos dos laes ladradores roucos, e mo-
leque d poltica.
Baixamar as 9 h. 41' da manfia, altura 0,7 p.
Observatorio do arsenal de marinha, 27 de no-
vembro de 1860.
ROANO STirPL.
Io tenento.
Edita es.
Caixa ilial do banco do
Brasil, o
EM 27 DE NOVEMBRO DE 1860.
A caixa desconla letras a 10 0/0, toma saques
sobre a praga do Rio de Janeiro, e recebe di-
nheiro ao premio do. 8 0[0-
A directora resolveu quo no'houvesse descon-
t no dia 30 do correle mez.
Alfandega,
Rendmcnto do dia 1 a 26. 295:8503162
dem do dia 27.......8:489^950
301,310-3112
_- Uuviniento la alfandegra.
V'oluraes entrados com fazondas..
com gneros.. 18
18
Volnmes sabidos com fazendas.. 28
com gneros.. 205
------233
Descarregara hoje 28Je novembro.
Bngue in?lez -Agesbacalho.
Brigue hespanhol Vigilante vuho e fruebs
seccas.
Barca americana Imperadorfarinha de trigo
bolachinhas e papel.
Brigue inglezLilian carvo.
Bcceberloria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Ilendimenlo do dia 1 a 26. 22:7550445
Idera do dia 27....... 396*750
23.152^195
Consulado provincial.
Ron di ment do dia 1 a 26. 15:0758023
Idora do dia 27.......2:390>6I6
17:465G39
m^.
Mo yimento do porto.
A'rrios entrados ni dia 27.
Acarace porlos euterineiios 6 dia3 el2 horas-
vapor nacional algnara?s,>, comraandanle 2o
lenle Joaquim Alvos Moreira.
Jersey 36 dasbarca ingleza Iris, de 286 to-
neladas, capilao John Le Couteur, equipagem
14, carga 300 barricas com bacalho: a James
Crabtree & C.
Terra-Nova 26 diasbriguo inglez Phantono,
de 201 loneladis, capilo John Harteny, e-
quipagera 10. carga 3000 barricas com baca-
lho; a James Crabtree & C.
Havre 36 dias galera franceza Adele, de
372 toneladas, capilao Gillier, equipagem 17,
carga fazendas e mais gneros; a Tisset Frer
& C.
Vatios sahidos no mesmo dia.
S. Thomazbarca ingleza Hersilia, capilao Ja-
mes Haverson ; era lastro.
Bahapatacho holandez Adrianus Johannes,
capilao W. Addens, carga parte da que Irouxe
de Antuerpia.
Phladelohia barca americana Azelia, capi-
lao John Power; carga assucar.
Rio de Jao-iro barca americana Grap Shorl,
capilo John Watson, carga parte da que trou-
xe de Nova Orleans.
Asshiato brasiloiro Gralido>, capilo Pedro
Jo3 Francisco, carga dilferenles gneros.
OT W a. 01 o OS a. 3 Borat 1 3 o o 3
C -i c n a 3 c s -i en o 3 c c tmotphera. o
i v a 5 M Direego. < n H O -
4 53 era w W o a a> a 1 Intensidade > r: c y
00 2S 00 141 00 1 Fahrenheit 1 M 3> S O S Pl -i a o 2 R = O
K9 O l-S 8 Centgrado.
4 o 1.* -1 OS -4 00 H'jgmmetro 2
o o O O O Cisterna hydr mtrica. 7- >
O GO O" . -4 ti' ;-4 -4 Francs. 9 > O P1 H n o
00 s 3 o CO ' Inglez.
A uote clara, vento E regular e assim ama-
nheceu.
OSCat.ACt.0 DA JUR.
1 reamar as d b. 54' da tarde, altura 6,6 p.
0 Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
em cumprimento *a resolucao da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, que a arremalaco
do costeio da illuminaco publica da cidadede
Goyanna vai novameoe a pra;a no dia 29 do
corrente.
E para constarse mandou afflxar o prezente a
publicar pelo Diario.
Secretaria da thezouraria provincial de Per-
nambuco. 26 de novembnade 1860.O secreta-
rio. A. F. da Annunciacb.
O Dr. Anselmo francisco Po'relti, commendador
da imperial ordera da Rosa i\ da do Chrslo, e
juiz de direito especial do comraercio desta ci-
dade do Recife de PornamburrJ-'e seu tormo,
por S. M. [. eC. o Sr. D. Pedafti, que Deus
guarde, etc
Fago saber aos que o presente edtal virem e
delle noticia tiverem, que no dia 19 de dezem-
bro prximo futuro, se ha de arrematar em pra$a
publica deste juizo, na sala dos auditorios finda
a audiencia, a casa terrea sita no largo do Parai-
zo o. 4, a qual tem 3 portas na frente, 2 salas, 4
quarlos, cozinha na sala de detraz, quintal mu-
rado, cacimba moeira o com sabida no fundo para
a ra de S. Francisco, avaliada em 30005 e vai
praca por execucao de Manos', Buarque de M i-
cedo Lima, contra seus dovedores Joaquim Flix
Machado e sua mulher do quem a mesma per-
tencente; e caso nao haja lanzador que cubra o
proQoda avaliaco, ser a arrematarlo feita polo
proco da adjudicaco cora o abate d Ici.
E'para que chegue ao conhecraento de todos
mafdei passar editaes. que serao publicados pela
imprensa e afTixa.los na forma do lei
Cidade Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimenlo, es-
crivo o subscrevi.
Anseino Francisco Peretti.
0 Dr. Anselmo Francisco Peretli, commendador
da imperial ordera da Rosa, da de Christo, e
juiz de direito especial do commercio desta ci-
dade do Recife e seu termo capital da provin-
cia de Pernambuco, por S. M. imperial e cons-
titucional o Sr. D. Podro II, que Deus guar-
de etc.
Faco saber aos que o presente edilal virem,
0 delle noticia liverem, que no dia 28 do corren-
te mez de novembro, se ha de arrematar em pra-
?a publica deste juizo, na salados auditorios, a
escrava Benedicta, prola, de naco Cacango, ida-
de 30 aonos, pouco maisou moos, avallada em
8093000, pertencente a Sebaslio Lua Ferreira,
e val praca por execucao, que conlra este e
Jos Joaquim Ferreira dfcSouza encaminha Joo
de Santa Rosa Muniz : o*no havendo lancador
que cubra o proco da fraacao, ser a arreniala-
go feita pelo preco da adjulicacao com o abati-
menlo da lei. ,
E para que chegue ao sonhecimenlo de lo los;
mandei passar edilae3, qu% serao publicados pela,
imprensa e afflxados nos fugares do costme.
Dado e passado nesia cidade do Recife do Per-
nambuco aos 13 de novembro de 1860, 39. da
independencia e do imperio do Brasil. Eu Ma-
noel do Carvalho Paes de. AndrMlk escrivao do
jtluo especial do commercio o I Hcrever.
Anselmo Francisco Peretli.
_____Declarares.
^Konselho de compras navaes
. Promove esle conselho, em se?sao de 5 de de-
zembro prximo, a compra do material da arma-
da, abaixo declarado, medanle propostns apre-
sentadas nesse dia at as 11 horas da manhaa,
acompauhadas das amostras dos respectivos ob-
jectos.
Para os novios.
10 barris de alcatrao, 6 bataneas romanas, 200
covsdos de baelilha, 100 croque"?, 20 cscarradei-
ras de metal, 10 arrobas de gaxeta do plente,
200 pecas de lona ingleza estrello, 100 lencos de
seda preta, 1 livro mappa de 12 folhas, 20 "pecas
de lnha de barca, 20 arrobas de mialhar branco,
7 arrobas de plvora grossa, 7 molhos de piassa-
va, 12 pedras de amolar, 400 remos de faa, de
14 a 18 ps, 12 pegas de sondareza, 300 sacros de
condueco, 200 lijlos inglezes e 40 libras de tai-
xas de cobre.
Para os navios e arsenal.
5arrobas de eslanho para sidas, 1 folo com-
pleto de 36 pollcaadas, 20 libras de linha crua,
60 pares de ferros, 60 meios de sola da ierra,
1.400 libras do tinta branca de zinco, 50 latas de
tinta prela e 6 arrobas de zarc.
Para o arsenal.
80 cadnhos de laps ns. 30, 40, 50 e 60.
Pira a enfermara de marinha.
1 apparelho do loura para cha, 2 colchos de
lnho cheios de pallia'c 12talheres.
Sao as condices para a effuctuaco da compra
ser paga logo no mez subsequonte do recebimen-
lo dos ohjec'os, e sujeilarom-se os vendedores
mulla de 50 % do valor dos mesmos objectos,
caso nao sojam entregues na porcao e da quali-
dades contratadas.
Sala do conselho de compras navaes, era 27 de
novembro de 1860.O secretario, Alexandre Ro-
drigues dos Anjos.
Deordem do Illm. Sr. Dr. procurador fiscal
da fazenda provincial se faz publico, que as re-
laces de decimas o outros imposto?, relativos
aoanno fiuancciro de 1859 a 60, se acham em
juizo : os nteressados podero solicitar as res-
pectivas guias, no oscriplorio da ra do Impera-
dor n. 41, das 9 }i da manhaa s 3 da tarde,
para c que se Ibes d o prazo de 30 dias, conta-
dos de hoje. Recife 28 de novembro do 1860.
O solicitador. JoSo Firmino Correia de Araujo.
Tribunal do commercio.
Pola secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz publico, que
nesta dala fica inscripto no registro publico o
distracto social feito por Marlinho de Oliveira
Borges e Aurcliano Augusto de Oliveira, leando
a cargo daqnolle o activo e passivo do estabele-
cimenlo social, e esle desonerado de toda res-
ponsabilidade.
Secrelaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 27 de novembro de 1860. O ofJlcial-
maiorJulio Guimaraes.
Arsenal de guerra^
O arsenal de guerra precisa mandar manufac-
turar as pocas de fardarnenlo seguinles :
Para o lObatalhao de infantacia.
Sobrecasacos de panno verde.....100
Para a msica do mesmo.
Calcas de panno mesclado......27
Para o 9.- batalho de infatuara.
Sobrecasacos de panno verde c 110
Calcas de panno verde.......89
Para o 4.- batalho de artilhaa, 9.- e 10 de
infanlaria, companhias do artfices e
careliana.
Calcas de brim........ \ 241
Camisas de algodaozinho ; 1*241
Quem pretender arrematar ditas pegas de far-
darnenlo nos termos do aviso circular do minis-
terio da guerra de 17 de margo do correnle anno,
no prazo de 24 dias, aprsente suas propostas na
diiecloria do mesmo arsenal em carta fechada
no da 30 do corrente, polas 11 horas da manhaa
com declaracao de fiador idneo, O que se an-
nunciade ordem do Illm. Sr. coronel director.
Arsenal de guerra de Pernambuco 27 de no-
rtmbro de 1860,
Conforme.
Francisco Seraphico do Asss Carvalho.
Conselho administrativo!
0 conselho administrativo, para fornecimento
Jo arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguinles :
Para o 2o batalho de infanlaria de linha.
61 pares de palatinas.
1 castiga! de lalo.
1 talha de barro.
1 prato de louga.
4 caldeiras de ferro para 50 pracas.
16 ps de ferro.
1 cnlher grande de forro.
1 garfo de ferro.
1 espumadeira.
4 caldeiras de ferro para 20O pragas.
1 carro com pipa.
1 copo de vdro.
Pa/a o presidio de Fernando.
2i paos de jangada de i a 7 palmos de roda.
2 pegas de cabo de liuho de 3 a 4 pollegadas de
groaran.
1 pega de cabo proprio para adrlgas.
Quera quizor vender taes objectos aprsente
1 ai suas" ptopoitas era carta fechada na secretaria
do conselho, as Id horas da uianha no dia 3 de
dezembro prximo futuro.
Sala das sessdes do eonsetho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 26 de no-
vembro de 1860.
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
A cmara municipal desta cidade faz publi-
co, que nesta data propz ao Exm. presdeme da
provincia a utilidade da desapropriago do terre-
no e muro, sitos na Iravessa do Quiabo. na po-
voagao dos Afogados, que devem ser desapropia-
das ao lenenle-corouel Manoel Joaquim do Bego e
Albuquerque, por assim o determinar a planta
respoctiv. r
j P.a camara municipal do Recife, em sesso
do t> de novembro de 1860 Gustavo Jos do
llego pro-presidente.Manoel Ferreira Accioli,
secretario.
NOVOBANCO
DE
Pernamhco.
O novo banc continua a substituir
jotra resgatar o resto das notas de 10$ e
20# que havia einittido e ainJa existe
em circulaco, declarando que, en
, cumprimento do decreto n. 2,66i de
10 de outubro do corrente anno, esta
substituicao ou rescate devera' efFec-
S tuar-se dentro de 4 mezes, e ijue indo
j este prazo $ podera' ter lugar rom o
disconto progressivo de 10 por cento ao
; mez, icando asnim na forma do art 5
I da lei n. 53 de 6 de outubrc.gr, ap o5
sem valor alguin no fim de lu mezes.
Recife 9 de novembro de 1860. Os
directores, Joo Ignacio de Medeiros
I Reg, Lulz Antonio Vieira.
Santa casa da misericor-
dia do Recife.
A junta administrativa da irmandade da santa
casa de misericordia do Recife manda fazer pu-
( blico que no da 29 do corrente, pelas 4 horus da
i tarde, na saja de suas sesses, no largo do Parai-
zo n. 49, iro praca as rendas das casas abaixo
declaradas, pertencentes ao patrimonio da mes-
ma sania casa, polo lempo que docorrer do dia da
arreraaticSo a 30 do junho de 1863.
CIDADE DE OLINBA.
Ra Novo.
Casas lerrcas ns, 1 e 2.
j Ra do otao da Amparo.
"Casa terrea n. 4.
Ra de S-. Joao.
Casa terrea n. 5.
Ra do Amparo.
Casas (erreos ns. 1 e 6.
Ra dos Qoatro Cantos.
Casa de sobrado n. 7, e casas terreas ns, 8 e 9.
Rna da ladeira da Misericordia.
Casa terrea n. 10.
Ra do Bomfim.
Casas terreas ns. 11 e 12.
Ra de Mathias Ferreira.
Casas terreas ns. 13,14 e 15.
Ra de S. Benlo.
Casas terreas ns. 16,18,19 e 20, e sobrado nu-
mero 17,
Ra do Aljube.
Casa terrean. 21. J& m
Arrombado.
Casa terrea n. 22. '
BAIRRO DO RECIFE.
Boceo do Abreu.
Casa de sobrado n. 2-
_Os prctendenles devem comparecer no lugar,
dia o horas aprazados, acompanhadosdc seus fia-
dores, ou munidos de cartas desles.
Secrelaria da sania casa da misericordia do Re-
cife 17 de novembro do 1860
Francisco Antonio Cavalcanti Cousseiro.
Escrivo.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico aos propietarios dos predios urbanos das
freguezias desta cidade e da dos Afogados, que os
30diasuleis para o pagamento bocea do cofre,
do 1.- semestre do anno Aapceiro do 1860 a 61
do imposto da decima. sBnnciptim a contar do
dia 1.- de. dezembro vindiio. ,arsa do consu-
lado pnmncial.de Pernamlfico 24 do novembro
del860# -.?
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguinles :
Para o1>alalhao n 43 da guarda nacional do mu-
nicipio de Serinhem.
1 livro meslre.
1 dito de registro de ordens expedidas.
I dilo de dito do correspondencia oQicial.
1 dito de dito de mappA > *
1 dilo de d.0 0^ armaWnLb e nia'is objectos
de propriedade da nacao.^-'
1 dilo de' dito de recibos.' *
Para fonslho de adThihistracn.
1 dito de trmoe de sua deliberae'cs.
1 dilo de reeeita e despezas.
6 canelas.
Para o hospital millar da guarnico de Per-
nambuco.
Extracto compnslo de salsa parrilha do Dr.
Townend, caixas 3.
Quera quizer vender taes objectos aprsente as
suas proposlas em carta feichada na secretaria
do conselho, as 10 horas do dia 30 do corrente
mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 23 de
novembro de-1860.
Benlo Jos Lamenha Litis,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino*
ra Nora n. 5, de 1 cabriole! prompto, 5s 11
horas em ponto.
DE
Uma casa terrea
EM
Motocolomb.
Quinta-feira 29 do corrente.
Anlunes far leilao om seu armazem na rna
do Imperador n. 73, da casa terrea n. 73. sita
na ra do Motocolomb freguezia dos Afogados.
a qual lem 2 salas, 2 quartos, cosinha fora,
quintal murado etc com 21 palmos de frente e
56 do fundo, e se vender sem reserva de preco,
s 11 horas em ponto.
DO
Sobrado de um andar
Na ra do Forjo.
Quinta-feira 29 do corrente.
Antunes far Icilo em seu armazem na ra do-
Imperador n. 73, do sobrado de um andar eso-
tao sito na ra do Fogo n. 35, que lem chaos
proprio?, 2 salas, 3 quartos, um solo com cosi-
nha, quintal, cacimba ele, tendo a loja cosioha
fura.
Principiar as II horas em poni.
OMPANHIi LYRICA DE G. H&RINANGELI
Para n apromplar com mais pompa o festejo nacional do dia 2 do dezembro, tica trans-
ferido o espectculo snnurtciado paia hoje.
Ensaia-se a grande opera em tres actos de Donizelli
Ayjsos marithuos
Para o Hio Grande do Sul
segu com brevidade a barca Mathilde por ter
a maior parte da carga prompla ; para o restante
rata-se cora Manoel Alves Guerra, no seu escrio-
ono da ra do Trapiche n. 14.
PARA O ARACATY E ASS'
sae o. Junte Sergipano: para carga, Irata-secom
Martius ti Irmo.
Porto por Lisboa.
Vai sabir para o Porto com escala por Lisboa
al o da 25 do correnle mez o brgue porluguer
Promptido II, forrado o encavhado de cobre
de PRIMEIRA MARCHA E CI.ASSE, por j ter
parte do seu carregamenlo; para o reslo e passa-
geiros, paraosauaes lera excellenles commndos
trala-se com Elias Jos dos Santos Andrale 6C.'
ra da Madre de Dos n. 32, ou cora o capillo.
Cear e Acarac.
No ci 30 do corrente, com a carga que tiver a
bordo.! segu o palhaboie Sobralense, capilo
francisco Jos da Silva Ralis ; recebe carga a
frote e passageiros : a tratar com Caelano Cyriaco
da C. M. 4 Irmo. no lado do Corpo Santo n. 25.
Babia,
A escuna nacional. Carlota, segu em poueos
das para a Baha, lem parto do sua carga en-
gajada ; para o resto trala-se com o seu consig-
natario^ Francisco L. O. Azevedo, na ra da Ma-
; dre de Deus n. 12.
Porto e Lisboa
A bem r.onhecida barca portugueza Sympa-
' tilia, capitaj Noguoira dos Santos, vai sabir bre-
, veraenle pira os portos cima indicados ; quera
na mesma trotee? carregar ou ir do passagem,
, poder enlender-se com os consignatarios Rallar
-Oliveira. roa da Cadeia do bairro do Recife nu-
mero n. 12.
Para o Aracaty
sahe al o dia 4 do me/ prximo o Vate Nico-
lao I, mestro Trajano Antunes da Costa : para
i carga e passigeiros, trala-se com Prente Vian-
j na C.
Porto por Lisboa.
A bares portugueza Silencio, capilo Fran-
| cisco Marlins de Carvalho, pretende sahir com
; toda a brevidade para os portos cima indicados :
quem na mesma quizer carregar ou ir de passa-
I gem, dirija-so ao consignatario Manoel Ferreira
da Silva Tarroso, na ra de Apollo n. 28, ou ao
referido capilo.
Para o Rio k Janeiro
O veteiro e bem conhecido brigue nacional
uemgo, pretende seguir nestes oito dias, lem
rueade de son carregamonlo a bordo, para o
resto que Ihe falla trata-so com os seus consig-
natarios Azevedo & Mendos, no seu escriplorio
ruada Cruz o. I.
Viga rio n. 9, primeiro andar, ou com 0 capilar
Borges Pestaa.
COMPINHIA BRAS1LEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Espera-se dos portos do sul at o dia 30 do
correnle o vapor Tocan'.ins, commandante o
primeiro-tcnenle Pedro Hypnlilo Duarle, o quel
depois da demora do cosiume seguir para os
porlos do norte
Recebem-se desde j passageiros c engaja-ss
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
vora sor embarcada no dia de sua chegada : agen-
cia ra da Cruz n. 1, escriplorio de Azevedo &
Mendos.
Para a Bahia.
A veloira sumaca nacional Ilorlencia, pre-
tende seguir com muila brevidade, tem parte de
seu carregamenlo promplo, para o reslo que Hio
falta trala-se com os seus consigna! trios Azeve-
do & Mendos, no seu escriptorio ruada Cruz n. 1.
DE
Vas
Quinta-feira 29 do corrente.
i
Costa Carvalho farleiloem seu armazem ni
ra Novu*. 65, por cnla de uma familia que se
relira para fora da provincia do lodos os prepa-
ras para uma rasa, os quaes serao entregues sera
reserva de proco.
Tambem
vender vari'is obras de direito. as 11 horas em
ponto e urna escrava bonita figura, sem limito.
DE
lina loja de calcado
Na ra da Penha.
Quarla-feira 28 do corrente.
Aniones far leilao autorisado pelos creores
de Pedro Jos Carlos da Silva, de sua bem ifre-
guezada loja de caleados sita na ra da Pentia
n.... a qual ser enirfgue sem reserva de prero.
Principiar as 11 horas em poni.
Sexta-feira 30 do corrente.
DE
DAS
Messagerics imperiales.
No dia Io de dezembro espora-se dos portos
do sul o vapor francez Navarre, commandante
Vedel, o qual depois da demora do costume se-
gui para Bordeaux. locando em Sao Vicente e
Lisboa, para passageiros, encommendas ele, a
tratar na agencia roa do Trapiche n. 9.
Leudes.
Sexta-feira 30 do corrente.
Costa Carvalho far leilao era seu armazem na
ra Nova n. 65, por conta de nina pessoa que se
relira para fora da provincia, dos seguintes es-
cravas : 1 negra de 40 annosde idade, 1 dila bo-
nita flgura e 1 moleque de 10 anuos, os quaes
serao entregues pelo maior preco que for encon-
trado, as 11 horas em ponto.
4
es vaccas uri
as cora crias.
Costa Carvalho far leilao em seu armazem no
da cima designado de 4 vaccas (orinas novas e.
bonitas com crias as quaes serao entregos sem
reserva de proco, a vontade dos compradora s
11 boras da miiha.
Avisos diversos.
_ Perdeu-so na noile de segunda fera. np.
poe-se que do pateo da Santa Cruz aos ijuatro
t.anto, um Irancelim de ouro : quem o achou n
quoira reslilui-lo, leve-o a ra da Gloria o. 17,
quo ser recompensado generosamente.
. O Sr. Jos Ribeiro Guimares (som ser o
ojudaole-slereometra da alfandega), iem uma
caria vinda do Ro de Janeiro : na loia da ra d.
Cadeia n. 53.
Precisa-se de urna ama para o servido in-
terno de uma casa de pouca familia : na ra IM-
reita n. 16, loja.
REAL COMPANIILV
DE
Paquetes inglezes a vapor.
At o dia 28 deste mez espera-se da Europa
um dos vapores desta companhia, o qual depois
da demora do costume seguir para o Rio de Ja-
neiro, tocando na Bahia: para passagens etc.,
trala-se com os agentes Adamson, Howie & C,
ra do Trapicho Novo n. 42.
Lisboa.
Vai sahir com muila brevidade a bem conhe-
cida
Barca Gratido
para carga e passageiros, trata-se com os con-
signatarios Carvalho, Nogueira & C, na ra do
Quinta-feira 29 do corrente.
Antunes em seu armazem far Icilo de uma
por^o de obras de marcineiria. sem reserva de
prego.
Principiar as 11 horas.
Im cabriotet.
Sexa-feira 30 do corrente.
Cosa Carralho far leilao em seu armazem na
O abaixo assignado offorece seus servicos a
todas as pessoas que precisarem de concertar
bombas de todas as qualidades, assim como rv-
lindros de padarias, por mdico preco, queira'm
ler a bondade de procura-lo na ra do Padre
Floriano n. j i.
Francisco Antonio de Miranda.
Alexandre Pradre, subdito francez, retira-
se pora a Parahiba.
Alugam-se dous armazens grandes, sendo
um na ra da Moeda e oulro rio largo da Assem-
bla, cora bom porto de embarque : a fallar na
ra da Mocda n. 5, primeiro andar.
Mudanca.
Carros fnebres.
O Agr, administrador deste estabelecimenlo,
faz ver ao publica e aos seus amigos, que no dia
30 do correnle [a* a sua mudanra para a ra No-
va, casa n. 63, cride tem o seu escriplorio de
enlerros ; o a entrada dos carros fnebres pela
ra das Flores, onde os lem patentes a toias as
pessoas que os queiram ver, pois espera ler osle
estabelecimenlo ainJa era maiores proporces do
queja tem, e conta que o publico e os seus ami-
gos o coadjuvaru neste empenho, cortos de que
para ludo quanto estiver ao seu alcance para bem
doseropenhar as suas obrigaces ; o encontraran
sempre nc eslabelecinwnlo a qualquer tinta do
da c da noile. Approvcita o eosejo para agrade-
car a conGanca que a publico e os seus amigos
Iheslem'prestaco, pelo que eternamente grato.
Francisco Mrtir Barbosa relr-se paca o
Rio Grande do S-ul,
ILEGVEL
- TI i l'IflIWliiiIM.lj^^hL.jLii.j


(*)
DIARIO DE PERNABMUCO. QUARTA FEIRA 28 DE NOVEMBRO DE 186fc
Gabinete portuguez de
Leitura.
Por ordem da directora, rogo sos senhores
associados que teem em seu poder obras do ga-
binete, cora 03 prazus j vencidos, o favor de
as mandar entregar com a malor brevidade.
Recife 2* de noverobrode 1840.
Antonio BaplysKa Nogueira,
Io secretario.
Fagiram
nc da sabJado 24 de novembro, os es-
cravos seguintes : Leon&rdo, pardo es-
curo, alto, bastante corpolento, falto
de dentesno queixo superior, com cica-
triz de um panarizo em um dedo gran-
de da mao esquerda, tem falla muito
mansa, e sempre! que falla rindo-se,
levou algutna roupa de seu uso, e tam-
bera ro upa engommada deseusenhor,
sendo camisas, leores, metas, etraves-
seiro ; Simao, pardo, baixo, cabellos
corridos, com todos os denles, marcado
de bexigas pelo corpo, com pouca bar-
ba, quando anda pu\a por um pe, na-
riz chato, pescoco bastante enterrado,
levou algutna roupa de seu uso, sendo
urna calca branca, sapatos de couro de
lustre, urna camisa branca, urna dita
de riscado de algodao trancado de qua-
dtos atnarellos, e urna calca de algodao
trancado de listas escuras, e chapeo do
Cbilv pintado cor de ganga, ambos es-
tes escravos sao filhos de sertoes do.Cea-
ra*: foratn calcados e intitula m se for-
ros, tendo sido vistos em seguimento d*j
estrada x\ova do Caxanga' na mesma
noile da fuga : sendo generosamente
gratificado quem os levar a ra do Des-
tino casa terrea de dous portoes nume-
ro 10.
Uoga-se ao Illrn. Sr. Dr. chefe de
polica, que sendo exarado no Diario de
Pernambncon de 21 do crrante um
oflicio que o llltn. Sr. chcfe de policia
do Piauby llie enderessou participando
adiar se preso na cadeia de Oeiras um
escravo pertencente a esta provincia,
S2m que no dito officio venba declarado
os signaes do dito escravo, o favor de
requisitar a remoeao do mesrndfecravo
para aqui, aim de os interessaqdis que
aqui tnoram e que tem naquella'pro-
vincia escravos fgidos possam conbe-
cer a quem elle pertencc e seu senhbr
pagar a despeza da remocho. Recife 26
de novembro de 1860.
PI IX pontfice e re
PELO SENHOR
&. Antonio de Macedo Costa,
Bispo eleito do Para.
Eloquente demonstrado do poder
ten:pora 1 do Papa.
Vende seno bairro de Santo Antonio
as livrrias dos Srs. Guimnraes & Oli-
veira e Nogueira de Souza & C. ; e no
bairro do Recite na lvraria do Sr. Jos
de Mello : precio 2$.
M O Dr. Cosme de Sa' Peteira da' &
* consultas medicas em seu escrip-
II da Cruz n. 53, todos os dias,me- *
y nos nos domingos, desde as6 |
2 horas ateas 10 da manhaa, so- X
g breos seguintes pontos 3rf
3 1.* Molestias de olhos ; l
2.' Molestias de coracao e de
peito ;
3.* Molestias dos orgaos da ge-
racao e do amias ;
i.- Praticara* bda e qualquer
operacao qpe julg>r conve-
niente para e restabeleciuktn-
to dosseus doentes.
O exame daspessoafquco con-
sultarem sera' feito indistincta-
menle, e na ordem de suas en-
tradas, fazendo exccpcao os doen-
tes de olhos, ou aquelles que por
motivo justo 'obtiverem hora
marcafla paroste fim
nm t
Acham-se venda na livraria da pra^a da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bem conhecidas folhinhas impressas nesta
typographia
Folhnha de porta ou KALENDARIO eeclesiaslico e civil para o
. bispado de Pernambuco........... iqq rs
Dita de algibeira contendo alm do kalendario eeclesiastico c civil,
explicado dos festas mudaveis, noticia dos planetas,
tabellas das maros e nasciraente e occafo do sol;
ditas dos emolumentos do tribunal do comtrercio':
ditas do sello; ditas do podidas cartas; ditas
dos mpo>tos geraes, provinotes e municipaes, ao
que se juntou urna collecjao de bellos e divertidos
jogos deprendas, para entretenimento da mocidade. 320 rs.
Esto no prelo oalmanak e outra folhinha contendo
todas as oraces para assistir semana santa, etc. Com-
prando-se em porces se daro por preco mais commodo.
raAt
M-4
A saboaria da ra Imporial precisa alug.ir
escravos para servido debaixo de coberla, e paga-
se 3O30OO roen33es e commida, devendo dormir
no estabelecimento : a tratar na mesma saboa-
ria, ou na ra da Cadeia do Recite n. 3i.
il
m
Boi
A quem lhe faltar um entenda-se no
Rosarinlio com Alexandre Amenco Cal-
das Brando, que dir'onde seacha. ."
DA
Aluga-se polo lempo da Cesta ou por inno orna
casa terrea na ladeira do Varadouro, em Olinda,
muito fresca por ser do lado da sombra: a tra-
tar na ra do Livramento, sobrado n. 8.
Aluga-se o segundo andar do so-
brado n. 15 da travessa do Veras bair-
ro da Boa-Vita, muito fresco e com
cuito bons comnvodos para familia :
tratase com Augusto C. de Abreu, no
ai mazem n. 36 da ra da Cadeia.
Precisa-se f.llar ao Sr. Jos Pires
de Carvallio, que morou em Apipucos
e tem all um hotel : na praca da Inde-
pendencia lvraria n. 6 e 8.
Na ra do Crospo n. 17 deseja-se fal- a lar cora os senhores : m
& Trajano Carneiro Leal.
iQ) Jos Rodrigues Ponlual. to
f$ Romualdo Alvcs deOliveira. f
ag Joo Filippe dos Santos,
ff Marcolino de Souza Pereira de Brilo
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda fszer pu-
blico que em consenuenela de nSo ter lido
prompta extraceo os bilheles das loteras ex-
trahidas pelo plano ltimamente era vigor, obte-
ve do Exin. Sr. presidente da provincia appro-
vacao do que abaixo vai transcripto e na confor-
middde lo mesmo se achara expost s a venda nos
lugares 1I0 coslume os bilheles e meios da segun-
da parte da segunda U-torU do theatro de Sania
Isabel, cujas rodas deverao andar impreterirel-
nienle no 1 de dezembro prximo fuluro as 10
horas do dia.
3000 bilhetes a 4$.
20 por cinto.......
PLANO.
120003000
2:400gOOO
9:6002000
1 Premio de............ 4:000j}
1 Dito de................ 800g
* D:to de................ 400g
2 Ditos
3 Ditos
4 Ditos
8 Ditos
10 Di'.os
810 Ditos
de 200$........ 4003
de 100S........ 300$
de
de
de
de
OJ.
203.
103.
-
840
2100
Premiados.
Brancos.
2003
lf03
1003
3.2103
--------- 9:6002000
3000 Bilheles.
Tliesouraria das loteras
1860.O thesoureiro-Manoe
cao..Vpprovo, Palacio do goveno de Pernam-
buco 20 do novembro de 1860.Leilao da Guuha.
O escrivao. J. M. da Cruz.
15 de novembro de
Carnillo Pires Fal-
O bacharel Amaro Joaquina Fonssca de
Albuqueriue, avisa aos seus amigos e p-
renles que no dia sexta -teira 30 do corren-
te ts 8 horas da manhaa, se ha de celebrar
a missa do stimo dia, pela alma ae sua
presad.ssiraa consoite D. Carolina de Si-
queira Cavalcanti de Albuquerque, na
igrej do cemiterio publico e desde j Ihes
agradece a s ja piedusa assitencia.
WT
I9!s3
DA
Na praja da Independencia n. 22 c as mais
lojas do costume. ainda resta por vender unvi
pequea [ori;ao dos bilheles e meio3 da segunda
parle da segunda lotera de Santa Isabel, garan-
tidos de 8 por cento por Sanios Vieira.
Bilhele ;000
Meio 23500
As rodas andam imprclerivelmenle sabbado Io
*]> dezembro.
<^3
Prerisa-se alugar urna escrava que saiba
cozinhare engoramir ; na ra larga do Rosario
n. 37, priraeiro andar.
Precisa-se do um perfeito feilor para tratar
de um pequeo sitio na ra da Cadeia n. 6.
Engomma-se
roupa com perfeico o brevidade : defronlo
matriz da Boa-Vista 11. 84.
Precisa-sede urna ama que saba cozinhar
e engoramar. para casa de pouca familia ; na ra
da Concordia n. 65.
Joao Chrysostomo Pacheco Soarcs deixou
de ser caixeiro e procurador de Barroca & Medei-
ros, e Barroca & Castro, em liquidacao desde o
dia 7 do correte.
da
Coxeira de carros e ca-
briole! de aluguel,
Ra do Imperador n. 25.
O abaixo assignado iz scienle aos seus amigos
e freguezes que de novo acha-se montada a sua
coxeira com ricos carros, cabriole!, bons farda-
mentos e excellentes parelhas de cavallos, tudo
cora aceio c a vontade por preeos razoaveis.
Jos Gongalves Malveira.
Attenco.
i
Alugam-se 3 casas era Santo Amaro ao p da
fondjcao sendo duas para grande familia : a fallar
all com JosGoucalves Ferreira Costa.
Precisa-se de urca mulher que saiba cozi-
nhar e engommar, para ir servir em urna casa
na villa da Escada ; d-se um bora ordenado,
preforindo-se, porm, so fr cstrangeira : a tra-
tar nesta lypographia..
Alugam-se duas casas terreas e silio, era
Sauto Amaro, por detraz da fundido: a tratar
na ra do Amorim n. 5.
Augusto da Silva Ribero e sua senhora vio
a Baha.
Jos Joaquina de Rocha faz scientc ao res-
peitavel publico que tendo enconlrado oulro de
igual nome nos Diarios de 23, 24, 25, 27, 28, 29
e 30 de agoslo passado, quo tem de mudar seu
nome. equa se assignar de boje em diante por
Jos Joaquira Fernandesda Rocha Vianna.
A ana.
Precisa se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : ni ra Nova n. 5, toja.
Aluga-se oprimeiro sudar da prnpriedade
no aterro da Boa-Visla n. 4 : quem o pretender,
e quetra examinar, procure as chaves na loja d
fazendas n. 40, quina do becco dos Ferreiros.
Ges & Bastos fazera scienle ao respeilavel
publico e com especialidade ao corpo de cora-
mercio que o socio Joao Baplista Gonralves
Bastos deixou de fazer parle da mesma socieda-
de desde o dia 19 do corrente, iicando todo o
activo epassivo a cargo dos socios Francisco de
Asis Ges e Jos Joaquim liongalves Bastos.
acha-se suprido o deposilodesa srrperior pitada em bolee efe libra e dilos de meia libra, garantin-
Jo-sc a superior qualidade : na ra da Cadeia do Recife n. 15, loja do
Centro commercial.
o deposito continua a receber o verdadeiro tabaco caporal, vendendo-se pelo prero do costume
fazendo-se o abatime&to do 25 por cento sobre a quanlia de 10J; assira como recebeu-se o superior
tabaco turco em magos de 1 libra e ditos de meia libra : na ra da Cadeia do Recifa n. 15, loja do
Centro commercial.
Borba, rap
fino, meio-grosso e grosso. Denosilo, ra ta Ca-
deia n. 17.
Os abaixo assignados administradores da
massados bens do casal do finado Joo lavares
Cordeiro, previnem a os devedores o do ailo casal,
por dividas vencidas, que no caso de nao virem
salda-las no praso de dous mezes, do presente
anuuncio, terao de ser accionadas, afim do ha-
ver-se os pagamentos referidos, visto corno o
praso marcado pelo Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos
do termo desta cidade, para a liquidacao do ac-
tivo e passivo do mesmo casal esl concluindo-se
e poucos tem sido os devedores que tenham pro-
curado saldar suas contas.
Recife, 12 do novembro de 1860.
Viuva Tavarcs Cordeiro.
Jos Teiieira Bastos.
Juan Anglada Hyjo.
Henrique Jos da Cunha.
Esteiras da India de 4, 5
e 6 pamos de largo.
No arraazem de lazendas da ra doQueimado
n. 19, propriameute para forro de salas e camas
por ser di melhor qualidade, e todas brancas.
Jos Dias, portuguez, vae a Macai
Ainda resta para alugar-se 2 ca$i
na Torre, com comnjodos para famil
assim como um sitio com toda propor-
cao para grande familia : a fallar no
Francisco Jos Arantes.
Ensillo llieorico pratico.
O abaixo assignado, professor de construeco
naval licencionado pelo governo da provincia,
tem aberlo em sua casa na ra do Nogueira n. 7,
urna aula de pilotagera, e ensina arythmetica,
geometra, geographia e trigonomelria plana
espherica para a mesma pilotagem.
Jos Jjas Machado Freir.
Curso partular de rhe-
torica.
O acadmico Manocl de Honorato, professor
particular, licenciado pelo governo, avisa aos se-
nhores estudantesde preparatorios que prelende
abrir no dia t de dezembro um curso particular
de oratoria e potica para hablilaQo dos que
quizerem prestar exame das ditas scicncias no
nez de marco de 1861. Aquelles que de seu
prestmo se quizerem utilisar, dirijam-s ra
Direila n. 88, priraeiro andar.
Quem precisar de urna ama de leite para
criar era sua casa, pode derigir-se ra da Sen-
sala nova n. 6, notando-se que o leite de qua-
torze dias.
Aluga-se urna casa terrea na ra da Trera-
pe n. 11 : a tratar na ra Direta n. 24.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia s para cozinhar : na ra do Trapiche
n. 26.
Do engenho Culigi, reguezia da Escada,
[ligio no dia 3 de novembro do corrente anno o
escravo de nome Antonio-, cora os signaes se-
guintes : estatura regular, cor mulato, cebello de
negro, pouca barba, dentes limados, idade 25 ou
28annos, pescoco e ps grossos, tem pelo rosto,
pescoco e petos algumas maroas de pannos, e
algumas cicatrizes pelas costas*>que parecem ler
sido de chicote ; nao levou comsigo roupa algu-
tna, e consta haver fgido para o lado do serlao
d'onde viera : quem o apprehender, poder el-
va-lo ao referido engenho, ou no Recife, ra es-
trella do Rosario n. 29, ao Illm. Sr- Florismun-
do Marques Lins, que ser bem recompensado.
CollegiodeBemfica.
No Io de dezembro prximo abre-se nesle es-
tabelecimento um novo curso para todas as dis-
ciplinas preparalorias para a faculdade de direito
e terminar no ultimo de fevereiro. Os alurtfnos
externos que se quizerem matricular, podera des-
de j apresentarjse para comejar o seu estudo no
mencionado dia Io de dezembro.
I Convidamos aos Srs. accionistas da compa-
nhia de seguros martimos, ulilidade publica, a
comparecerem no dia 30 do corrente ao meia
dia, no escriptorio na ra da cadeia do Recife,
de cnnfornidade com a parlo 2.a do art. 41 e
arl. 42 dos estatutos. Recife 26 de novembro de
1860.Os directores, Manoel Alves Guerra. Jos
Antonio de Carvalho.
Desapareceu na larde de 23 do corrente do
quintal do sobrado n. 36 da ra da Imperatriz
uracavallo alazo capado frente aberta com to-
dos os andares est carnudo e um pouco pesado,
pesclo fino, cauda grande quem o pegar ou der
noticia certa dirija-se ao mesmo sobrado cima
ou ao engenho Gangacri que ser recompen-
sado.
+ Madaraoiselle Leconte, estabelerida na ra
da Imperatriz n.l9,precisa de 15 costureiras boas:
as que quizerem, podejirjgirse loja cima.
m rapaz Brasileiro 39 oflerece para caixeiro
X "
obransas ou armazra do assucar, ou outro
qualquer eslabelcciraenTo, o qual d fiador a sua
conducta; quem de sea preslimo se quiser uti-
moemn 1../7___ lisar- deixe carUJechaua indicando o lugar que
mesmo lugar com o seu propnetano deye ser procJib, na fca do Vi-ario, agencia de
*
leiles n. 22,^Has infeiaes J. M. D.
Precisa-se de urna'ama para cozinhar, pa-
gando se bem agradando : na ra dos Pescadores
ns. 1 e 3.
Vidros.
Chegaram os tSo desejados vidros para vidrj^L
em caixa ; vieram tambera alguns vidros^o^
crystal, grandes, proprios para oratorios, tabole-
tas, armarios, etc., etc., ou oulra qualquer obra
em que seja preciso empregar vidro de boa qua-
lidade e grossura : ra larga do Rosario o. 34,
botica.
Alugam-se dous andares do sobrado da ra
da Cadeia n. 24, tendo commodos para grande
familia : a tratar na loja do mesmo.
SRVETE.
Hotel Trovador.
Ra Larga do Rosario numero 44.
O dono deste estabelecimento, nao poupando
exforsos para bem servij; aos seus freguezes, tem
determinado fazer sorvete tufes os dias, prepa-
rados com todo o aceio e por menos preso do
queem outra qualquer parte. Ser ocioso dizer
aos meus freguezes que a qualquer hora do dia
se encontram bons lanches, e furnece comida
para fura.
Attenco.
Acabamos de ler no Diario de hoje um an-
nuncio do Sr. Diogo Soares do Albuquerque, em
que previne o publico para que nao contrate
comnosco subre urna lettra por elle acceita, ro-
sultante da compra de urna machina de vapor
que lhe vendemos para o seu engenho, sob pre-
texto de defeito na mesma machina e pretender
o annuncianto levar o negocio a juizo. Para
tranquillisar o Sr. Soares de Albuquerque. de-
claramos que nao tenha S. S. cuidado sobre a
sorte de sua lettra, porque felizmente nao temos
necessidade de negocia-la e nosso costume
nunca transferir a oulros semelhantes dbitos.
Esperamos que se venca e eoto aceitaremos em
qualquer terreno que "seja a opposiso que ao
Sr. Soares do Albuquerque aprouver fazer. Re-
cife 22 de novembro de 1860.
C. Starr & C.
Aluga-se o sobrado e juntamente o arraa-
zem da ra dos Burgos n. 29, confronte a ra
da Moedr; quem pretender, dirija-se a ruada
Cruz n. 23, segundo andar, que achara com quem
tratar.
ATTENCO.
O abaixo assignado rog s pessas que teem
penhores em seu poder de os resgalar no prazo
de oito dias, a contar da publicacio deste era
diante ; do contrario sero vendidos para o pa-
gamento do principal e juros. Recife 24 de no-
vembro de 1860.
Jos Joaquim da Rocha.
Roga-se ao Sr. osludante do 5. anuo da
Faculdade de Direito do Recife, que deelarou, o
que bem sabe, ao portador que ltimamente foi
cobrar-lhe o dinheiro que ainda est a dever a
urna pobre e honesta mulher, que, a pedido seu,
lhe mandava lavar e engommar a roupa (e isto
ha mais de 18 mezes) quese nao quer enxova-
Ihar a classe que pertence, e a provincia do......
d'onde filho, mande quanto antes pagar o qu
ainda resta do seu antigo debito ; do contrario
nao se Alija Smc, se denlro de 3 dias, que ain-
da se lhe d de espera, tiver de ver o seu nome
estampado por extenso nesle Diario, e bem his-
toriada ossa vergonhosa divida, que tanlooirri-
U, e o leva a amear.ar aos porta lores que vao
procurar a justa paga do honesto trabalho alheio.
Aluga-se o armazem da ra da Madre de
Dos n. 2 ; a tratar com Marlins & Irmo.
Precisa-se de um menino de 10 a 12 annos
dos ltimos chegados para caixeiro: no pateo do
Terco n.2.
O abaixo assignado residente na colonia mi-
litar de Obidos, tem grande inleresse era saber
se o Sr. capito Manoel Thom Fialho de Albu-
querque assiste as provincias de Pernambuco
ou Bshia ou em que lugar para se lho poder di-
rigir; rnga portanto ao mesmo senhor ou algum
seu amigo se sirvam annunciar por este jornalo
pretendido.Theodoro Jos de Biilo.
Aviso.
urna
e
escrava
que
PrecSE-se alugar
tenha boa conducta e seja engomma-
deira e especialmente boa cosinheira,
para casa de familia: a tratar na ra
da Aurora n. 58.
Advertencia.
O abaixo as-ignado declara que o protesto eia-
rado no Diario de Pernambuco de 24 do corrente
que fez para interrupsao de prescripeo de divi-
das entre 33 quaes est a de Francisco Gomes de
Oliveira, nao se entende com o Sr. Francisco Go-
mes,(le O'iveira. agente de leiles nesta prasa.
Ilecife 24 de dezembro de 1860.Joaquim da
Silva Lopes.
Aluga-se urna sala com3janelIas e varan-
Cade ferro, urna alcova muilo grande, tudo mui-
to acetado, na ra da Cruz do Recife n. 40 se-
gundo andar, a tratar na ra da Cadeia n. 10
t r .3- a^a,xo ass'gnados declrara que o Sr.
Joao Luiz de Bastos Jnior deixou de ser seu cai-
xeiro. Recife 23 de novembro de 1860.
Sodr & C.
Precisa-se alugar urna preta que
sirva para vender na ra : nesta typo-
graphia se dir'.
GAZ.
Pede-se aos senhores consumidores de saz que
se dignen}, vir sortir-se delle, pois novameute
chegado em abundancia ao anlgo deposito, ra
Nova n. 20, loja do Vianna.
O pharmaceulico Antonio Jos d* Cunha
avisa aos Srs. Manoel Joaquira das Trevas Mari-
nho da Vicffl^ja, Antonio de Barros Pequeo
jda Granja, que venham pagar suas letras ven-
cidas ha bastante lempo.
Quem precisar de urna mulata boa eos- JS
lureira e que se aluga para casa de fanii- @
lia ou modista, por estar ausente a se- @
J2 nhora : pode dirigir-se a ra da Cadeia do @
Recife n. 52, segando andar, at as 10 @
horas da manhaa. 2
@, @@@@@Kg@@l@@
Aluga-se a casa n. 179 da ra Imperial,
COMPAMIIA Di VIA FRREA
DO
Recife ao rio Sao Francisco.
Com a autorisasao do governo a companhia
offerece a receber proposlas para a cooducco de
assucar:se mais mercaduras, desde a e'staco
das Cinco Ponas al o Recife e vice-versa das
mercadorias para o interior. A proposta dever
emprehender a boa guarda e entrega dos mes-
mos no Recife as partes contraanles, tomando
sobre si toda e qualquer responsabilidade, dando
a cornpanhia urna garanta suOtciente para o fiel
execucLodo contrato. Dever a proposta decla-
rar aonde se prope desembarcar e recolher as
mercadorias.
Recebera-se propostas at 29 do presente mez
dirigidas ao superintendente da va frrea. Es-
onde se
pre-
cisar.
criploriu da cornpanhia ra do Crespo,
dar tola a inf.irmaco em detalhe quet

E. II. Bramah.
COMPAiNHIA
DO
O Sr. caixa da cornpanhia (commen-
dador Mancel Goncalves da Silva) esta'
antorisadoa pagar desde hoje o 25* di-
videndo a raz.o de o#200 por aocao.
Escriptorio da cornpanhia do Bebe-
ribe 21 de novembro de 1860.
O secretario,
. Manoel Gentil da Costa Alves.
Um eslrangeiro se offerece para jardineiro
de qualquer sitio ou engenho, dundo fiador a sua
conducta; a procurar na ra das Cruzes n. 11,
loja.
Precisa-se de 3.0005 a juros de i 0(0 sobre
hypotheca em casas livres e desembarasadas, Ii-
cando as casas era poder do hypothecanle, rece-
bendo os alugueis por corita do juro at real em-
bolco, pelo lempo convencionado ; os pretenden-
. tes annunciem ou fallem na ra Nova de Santa
andares e sotao : quem a preten- j Rila em frente da ribeira n. 11, que se du qnem
der, dirijti-se ra da Aurora n. 36.
faz o negocio.
OLEADO PINTADO
de excellente qualidade proprio para mesas, consolos, bancas etc., etc. a 3"
simo por sua excessiva largura: na parga da Independencia ns. 2i 30.'
000 o covado, baralis-
O EXTRACTO
COMPOSTO DE
3A&JA IP^ISBLKIA @ D!. TOWH8IHB
MELHORADO E FABRICADO SOB ADIRECQAO' EO DR JAMES R. CHILTON,
O chimico e medico celebre de Xew York:
MRIk*
interno
na ra
Precisa-se de urna ama para o servio
e externo de urna casa de pouca familia
do Cabug n. 3, segundo andar.
Fuitaram na noite de 2t par 26 do corre-
le um cavallo alasao tostado (caxito) com os sig-
naes seguintes : frente aberta, altura regular, sel-
lado, est gordo por ser muilo manledo e man-
so, andador de baixo a meio, lem differenles mar-
cas : roga-se porlanlo a qualquer pessoa que o
pegar, leve-o a ra da Soledade n. 68, que re-
ceber pelo seu trabalho 30# ; e se prender o la-
dro, enlregando-o a qualquer autoridade poli-
cial, receber mais 20j).
Em testemunho de gratido.
I lluminar o na bocea do estomago.
Declaro publicamente que padecendo, ha mais
de 20 annos, de inflammaco na bocea do esto-
mago, em razo da qual senta rauito cansaco e
nao era possivel deilar-me do lado esquerdo,
ltimamente live a felicidade de ficar perfeita-
raente bom cora a applicaso das chapas media-
niles do Sr. Ricardo Kirk, escriptorio ra do Par-
lo n. 119, no curio espaso de 37 dias.
Por isso recebendo en lano beneficio de to
til remedio, faso esta declarasao, nao s por
gr.itidao ao dito senher, mas tambera para ser
conhecido do publico o mereciraento das ditas
chapas, das quaes se podero approveilar muitas
pessoas que solTrem igual molestia. Largo de
S. Francisco da Pralnha n. 21, Rio de Janeiro.
Jos Lopes de Azevedo Cunha.
Reconhecida verdadeira aassignatura supra pe-
lo tabelliao Francisco de Paula FernandesThiago.
Sorvete.
Na taberna da on ra do Padre Flotiano n. 74, haver sorvete todos
os dias, das 6 horas da tarde em diante.
Offerece-se urna ama de bons costumes pa-
ra o serviso interno de urna casa de familia : na
ra do Hospicio n. 55.
Aluga-se o primeiro andar na ra do En-
cantamento n. 12, proprio para pequea f.imilia
ou escriptorio : a tratar no armazem do mesmo
sobrado.
A assistenle examinada Firmina Eraeren-
ciana Carneiro acha-se morando no becco tapa-
do, reguezia de Santo Antonio n. I, onde offe-
rece seus servcos piofessionaes.
Joo Luiz reliri-se pata a Baha.
Attenco.
Precisa-je de5-000| a premio cora hypotheca
sobre predio, ou predios a escolher, por um an-
no, pagando-sd os juros de 3 em 3 mezes: a
quem conviereste* negocio,"dirija-se a Santo A-
maro a fallar coro Jo- Goncalves Feneira Cosa,
que dir quem pretende-.
.4 GRANDE SUPERIORIDADE DO EX-
TRACTO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seo extraordinario
e quasi miraculoso effeito no
sangue
New-York, haremos vendido durante rauitos an-. IIASKELL & MERRICK, 10 Gold Slreet.
nos o extracto de salsa parrtlha do Dr. Town- B. A.FAHNESTOCK & Co.49 John Street,
send, consiJeraraolo ser o extracto original e Ge-
nuino de salsa parrilha do Dr. Townsend. o
qual primeramente sob este nome foi apresen.-
I tadoao publico,
| B0YD & PAUL. 40 Cortlandt Street.
Cada um sabe que a saude ou a infermidadej WALTER. B TOWNSEND A- Co, 218 Pearl
depende directamente do estado desterLOIDOth|Lgg& ^^ m
T*L. Isto ha de ser, visto o partido importante
que tem na economa animal.
A quautidade do sangue n'um homem d'e3-
tatura mediana est avaliada pelas as primeiras
autoridades era vinte e oito arralis. Em cada
pulsasao duas onsas sahem do coragao nos bofes
e dalli lodo o sangue passa alem no corpo huma-
no em menos de qutro minutos. Urna dis-
posijao extensiva tem sido formada e destinada
com admiravel sabedoria a deslribuir e fazer
circular esta corrente db vida por todas as
parles da organisago. Deste modo corre sem-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
fonte de infermidade ou de saude.
Maulen Lae.
JOHN CARLEA Co, 153 Water Slreet.
M WARD & Co, 53 Maulen Lae.
J. J. F. TRIPPE, 92 MaMen Lae.
GRAHA.VI & Co, 10 Od Llip.
OSGOOD i JENNINGS, 188 Peail Street.
R. B. HAV1LAND & Co, Office 177 Broad-
way.
JACK.S0N, R0BINS& Co, 134 Water Street.
THOMAS & MAXWELL, 86 William Street.
WM. UNDERH1LL, Junr, 183 Water Street.
DAVIDT. LAN.VUN, 69 Water Slreet.
I MARofl & NORTHROP, 60 Pearl Street.
| NORTON, BABCOCK & WO0D, 139 Mai-
den Lone.
Se o sangue por causa alguma se emprenha I ni,U\pm rl^ri .v*r tn.a c. .
de materias ftidas ou corrompidas, diffunde KE2?' S J4Si \ cn^T\
com velocidaue elctrica a corrupcao as 0IfOTr M kFas>ON & CO, 127 MsiJen
Lae.
a corrupsao as
mais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno lanca-?e para tras e para diente pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
at cada orgao e cada teagera se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneira
a circulac,o evidentemente se faz um engenho
poderoso de doenga. Nao obstanie pie tam-
bem obrar com igual poder na cri:c,ao de saude.
Eslivesse o corpo infecionado da doenga maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se smenle o san-
gue pie fazer-se puro e saudavel flear superior
a doenja e inevitavelmente a expellir da cons-
lituigo.
O grande manancial de doenga entao como
d' atiui consta no fluido circulante^ nenhum
medicamento que nao obra directamente sobreel-
lepara purificar e renova-lo.possue algum direi-
to ao cuidado do publico.
O sangue 1 O sangue o pomo no qual
se ha mysler fxar a attenco.
O ORIGINAL E O GINUINO !
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguista na cidade de
Cada garrafa
A. B. & D. SANDS. 100 Fulton Slreet.
SCHIEFFELIN, BROTHER & Co, 104 &
I06Jobn St.
LEWIS & PRICE. 55 Pearl Street.
HAVILAND, kEESE & CO, 80 Maiden La-
e.
RUSHT0N, CLARK & CO, 110 Broadway,
lOAslor.
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
PHILIP SCHIEFFELIN & CO, 107 Water
Streat.
POU & PALANCA, 96 John Street.
SIIERWOOD & COFFIN, 64 Pearl Streat.
RUST & HOUGHTON, 83 John Street.
I. MINOR & CO. 214 Futon Street.
INGERSOLL & BROTHER, 230 Pearl Street.
JOSEPH E TRIPI'I. 128 Maiden Lae.
GREENLEAF & kINSLEY, 45 Cortlandt
Street.
HAYDOCK, C0BLIES& CLAY, 218 Pear
Street.
CUMMING & VANDUSER, l78Greenwch
Slreet.
CONHECEMOS AARVORE E SUASFRU-
TAS ,
E IGAEMENTE
Conhecemos um Medicamento nos seus Effeitos.
O extracto composto de Salsa parrilha do
Dr. Townsend esl
OuEDIC\ME\T0DO POVO
Ailala-:? iao maravilhosamente a consl(uig*o
que pode ser utilisado em quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E DEBILIDADE,
fortalfce;
ONDE E' CURRUPCO,
purifica;
ONDE HE PODRIDA O,
ALIMPA.
Este medicamento celebrado que tao grandes
servigos presta a humanidade, prepara-se agor
. na nova fabrica, na esquina das mas Fronte
Washington, Brooklyn, stb a inspergac directa
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Guitn, da Cidade de New-York, cuja cer-
tido e asignatura se acha na capa exterior da
cada garirfa de
ORIGINAL E GENUINO
EXTRACrO COMPOSTO DE SALSAPARRILHA
DO DR. T0iV.\SE\D.
O grande purificados do sangue
CURANDO
O Herpes
A Hertsipkla,
A An.sTRice,AODO vtN-
TRE,
As ALroRCAS
Os Effeitos do azou-
gub,
Dispepsia,
AS DoE.\r.AS,DEFIGA-
DO,
A Hydbopesu.
A Impingb
As Ulceras,
O Riieumatismo,
As Chagas
A Df.dilidade geral*
AsDoENfASDE PELLE
AS BORBULUAS t A CA-
RA,
As Tossesi,
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
OExlracto acha-secontidoemgairs'as padra-
das e garntese ser mais forie e melhor em to-
do o respeilo a algum oulro purificador do san-
gue-, conserva se em todos os climas por cer-
lo sspago de lempo.
do original e genuino exractu do Dr. Townsend tem a assigaatura e a certido do Dr. J. R. Chlitton, na cara
exterior de papel verde
No esariptorio do propietario, 212 Broadway, New York, e em Pernambuco na ra da Cruz n. 21 esciiitonc 1. aedar, um-
bem na blica da roa Direita n. 88 do Sr. Paranbos,
ILEGfVEL
"* "-


DIARIO DE PERXAMBUC. QlURTA fERA 28 DE NOVEMBRO DE 1860.
r*>
*s
Estando a confeccionarse o almanak
civil, administrativo, commercial, agr-
cola e industrial da provincia, roga-se
aos Srs. que tem de ser nelle incluidos
de mandarem suas declarares de mo-
radia e estabelecimentos a' livrai ia n.
6 e 8 da praca da Independercia e o
mesmo se pede aos Srs. de engenho e
rendeiros.
Caixeiro.
Qucm precisar de urna pessoa paca caixeiro de
escripia e cobranzas, para o que lera os habilita-
res necessarias e d fianza idnea sua con-
ducta : dcixe carta fechada ncsta lypograhia com
as iuiciaes F. G. W. J. para ser procurado.
Da-se 1 a 2 con tos de reis a juros
de um e meio sobre hypotheca em bens
de raz : a pessoa a quem convier pro-
cure o solicitador o Sr. Cato na ra da
Conoeicao da Boa-Vista-a primeira casa
do lado direito contiguo ao sobrado do
Dr. Brito, que ah se lhe dir' quem
os da'.
Precisa-so alugar urna escrava que sirva
para quitandeia : na ra estreita do Rosario,
n. 27.
O Dr. Manoel Moreira Guerra contina a
preslar-se aossenhores estudariles de Paculdade
Je Direitocomo explicadorpara a occasiao de
sea rsiudo dos pontos para os actos: pode ser
encontrado na ra da Matriz da Boa-Vista n. 2 !,
peta mauhaa at as 10 horas, e a tarde das 4 ern
diaute.
Precisa-se alagar urna prata que engomme
e cosa, sendo solciente paga-se bem : procure
na ra da Cruz n. 42, escritorio, das 7 horas da
manhaa at as 4 da larde.
CASA
3 2}3S&W8
DE BANHOS
NO
Assignatura de banhos fros, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,........... 10$000
30 carlees paraos ditosbanhos tomados em qualquer teropo.....'. 15000
1S Ditos dito dito dito .:.... 8000
7 > ...:.. 4000
Banhosivulsos, aromticos, salgados esulphurososaospreros annunciados.
Estareduccjio de presos facilitar ao respeitavel publico ogozo das vantagens que resultara
da frequerida de um estabelecimenlo de urna ulilidadeincontestavel,raas que infelizmente nao
estando em nosse* hbitos, anda pouco conhecida e apreciada:
Sorvete.
Dentista de Pars.
15^lua Nova15 g
FredericoGautier, cirurgio dentista,*
faz todas as operarle da suaartee col-i
locadentes artificiaes, ludo com a upe-9
pessoasen-J
tgp lioxidadee perfeico que as \
^g lendiaWMiereconhjecem.
r> Tem igoa e^rs dentifricio
s ele
8
aseacls-d^s fabricantes america-
nos Grouver & Baker*
Machinas de coser: em casade SamuelP.
fcocston& ra da Senzala Nova n. 52
Bolinhos.
Preparam-se bandejas enfeitadas cora di-
versos modelos de bolinhos dos mais"~fJerfeitos
que ha era nosso mercado, para bailes, casamen-
tos, Cestas de igrejas e solemnisar as formaturas
dos senhores acadmicos: ludo da forma que
forero as encoramcudos: airijam-se a roa da Pe-
a ha d. 25.
Por certo.
O Sr. Jos Antonio Rodrigues Canuto Cazuqu)
queira ir a fabrica Sebaslopool pagaros maleriaes
que deve ha mais de 2 annos.
COMPAN1IIA
ALLIANC .
stabeecida m Londres
CAPITAL .
Cinco millioes de Vibras
sierUnas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprietarios de
cajas, e a quera mais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para ef-
fectuar seguros sobre edificios de lijlo e pedva,
cobertos de telha, e igualmente sobre osobjectos
que contiverera os mesmos edificios, quer con-
sista era mobilia ou em fareudas de qualquer
qualidade.
KTf rTTTTTTTTTTrTTTTTT-7TTT<>
i DENTISTA-FRANCEZ. 2
Paulo Caignoux, dentista, ra das La- <
* rangi'iras 15. Na mesma casa tem agua c *
p deutifico. ^
Buhar do commercio.
Bairro do Recife.
Ra do Torres n. 12.
Este estabelecimenlo estar abrrio todos
dias das 9 horas da manha em dianle.
M
K ilkmmn Irrnaos & C. avisam ao
respeitavel corpo do commercio que
f3rara nomeados agentes nesta praca das
campanillas de seguros maitimos de
llainburgo-
Ensino de msica.
OHerece-separa leccio soUejo.comolam-
bem a tocar varios instrumentos; dando as li-
ces das7horass9 1\2 da uoilera tratar na rus
da Roda n. 50.
Vluit > se deseja fallar rom os senhores abai-
xo declarados, na ra do Queimado n. 39, loja.
Antonio Jos deAmorim.
Antonio Francisco da Silva.
Manuel Jos Muele Meiriz.
Joaquim Jos Botelho.
O abaixo assignado, arrematanto da massa
fallida de Garrido & Veiga, faz sciente aos deve-
dores da mesma massa, que venham pagar suas
contas na ra do Imperador n 17, segundo an-
dar, defronte de S. Francisco ; e acuelle que nao
;umprir esla dever, ser chamado pelo nome por
esle jornal. Outrosira declara mais que lem en-
catregado o Sr. Jos Bcnto de Souza para rece-
uer dividas da dita massa.
Jos Joaquim Gomes de Abreu.
O pholographo F. Vilella mudou o seu s-
tibelecimento de retratos da ra Nova n. 18 para
a ra do Cabug n. 18, aonde continua
Precisa-se de urna ama
fo Terco n. 26.
de leite : no paleo
Osenhor da ra dos Pires n. 2,-que lem
urna escrava de nac.ao, de 24 a 26 annos, que
cosluuia a ganharna la e pagar semana ; que-
rendo-a ilugar para se ver os servidos della.pode
mandar na travessa do Queimado, loja n. 5, onde
ge vpnde comer cosido, ou na ra do Range'
n. 17.
Aluga-se o andar do sobrado da ra da
Cadeia do Recife n. 7, que serve boro para es-
criptorio ou moradia de pessoa solteira: quem o
pretender dirija-se a mesma casa, que achara
com quem tratar.
lia para se alugar uro segundo andar de
um sobrado na ra das Agoas Verdes : quem o
pretender, falle na ra das Cruzes, sobrado de
dous andares n. 9, penltimo, hind da ra do
Queimado para S. Francisco, lado direito.
0(Terece-se urna senhoracora sua escrava ;
a senhora para reger a casa, e a escrava para co-
zinhar, para casa de hornera solteiro, ou de duas
pessoas: na ra do Padre Plorianno n. 9.
- Precisa-se de urna ama para cozinhar. na
ra do Caldeireiro u. 60.
EAU MINERALE
NATURA I LE DE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22
INJECTION BROU

.'-i:' -- .
Remedio infallivel conlra as agnorrhas antigs e rcenles.
nico deposito na botica franceza, ra da Cruz n. 22.
Proco do frasco 3j000.
TABAC CAPORAL
Deposito das manufacturas \mpeviaes deFranca.
Esteexcelenie fumo acha-se depositado, diretamenle na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
GAMBOA DO CARMO, o qual se vende por mseos de 2 hectogramos a 13000 e em porgao de
10 moscos para cima com descomo de 25 porcenlo ; no mesmo estabelecimenlo acha-se tambem
o verdadeiro papel de linho para cigarros.
CASA DE SAUDE
Sila em Santo Amaro.
Esteestabelecimcntocontinua debaixo da administracao dos pro-
prietarios a receber doenles de qualqucr natureza ou cathegoria que
seja.
O zelo e cuidado all empregados para o prompto restabelecimen- s*>
to dos doente geralmente conliecido. ?ej
Quem se quizerutilisai pode dirigir-se as casas dos proprietarios
ambos moradores na ra Nova, ou entender-secom o regente no esta-
tabelecimento.
Reforma de precos.
Escravos. -..... 2$0OO .
Marujos e criados, .... 2a"500
Primeira classe 3^ e. 3$500
As operac,0es serao previamente ajustadas.
De hoje em diante haver sorvete ao meio dia
e a nolle. em casa de Sodr & C., ua ra eslreila
do Rosario n. 11.
Precisa-se de escravo para copeiro de urna
casa estrangeira ; a tratir no largo do Corpo San-
to n. 27, arraazem de Linden Wild & U.
7 O abaixo assignado, dono das carrocas e
animaes que foram da corapajihia da via-frrea.
empregadas na condueco de assucar para os ar-
mazens, avisa a lodos o's freguozes, quo nao tem
mais gerencia neste negocio o Sr. Demetiio, por
ter deixado de ser caixeiro desde o dia 27 do cor-
rente : portauto espera que os mesmos freguezes
conlinuf m, porque o abaixo assignado promeite
ter lodo cuidado e promplido ; podendo ser pro-
curado na eslaQo a qualquer hora.
Precisase de um caixeiro para taberna, de
idade de 10 a 12 annos, chrgado agora : on ra
Direilan.39.
Jos Ferreira Lopes Reis e Francisco de
Paula Lopes Reis, muito sgradecem a todas as
pessoas que se dignaram assistir as exequias que
se fizeram na ordem lerceira do Carino do Reci-
fe, por orcasio do fullecimento de sua muito
prezada mai e irmaa Marianna Ferreira Duarle
Reis ; e por esse motivo vera tambem agradecer
a todos aquelles que acompanharam da mesma
ordem ao cemterio publico o corpo da mesma
finada, pelo que sempre penhorado lhes licarao,
nSo obstante fazerem o presente na mais acerba
dor, w
Precisa-se alugar urna escrava que lave e
engomme, pi'ga-se bem bem ; e quem a liver,
dirija-se a livraria da ra do Imperador n. 73.
Sabbado, !. de dezembro. depois da au-
diencia do Sr. Dr. juiz municipal da segunda va-
ra, lem de ser arrematada a requerimento do
teslameuleiro de Bento Fernandos de Passo. a
casa Ierres n. 9 sila na travessa da Senzala Nova,
em c\^s propros, avali.da em 70#, para paga-
mento de sello nacional.
Tem de ser arrematado petante o juizo mu-
nicipal da !.' vara um sobrado de um andar n.
6 na ra da Senzala Nova, avaliado em 5:000$.
Lsirivao Molla.
Na ra Direita n. 120 aluga-se urna negri-
nha de 11 annos.
Precisa-se de um boleeiro : na ra Direita
p. 66.
Aluga-se por mez e tambem se vende, se
se chegar ao prego, urna boa escrava moca,-^^-
feila engommadeira de toda e qualquer rupa de
senhora ou homem, sabe coser, lava do sabiin,
e costaba muito bem qualquer jantar, sendo todo
esle servico feilo com muita perfeico e ligeirc-
za ; a quem precisar, d-se alguns dias para ex-
perimentar suas habilidades, alim de queso ron-
vencione o aluguel : nesta lypographia se dir a
casa
Precisa-sede um quarlo mobilh'do em una
casa particular, para pessoa deceme ; a quem is-
to convier, dirija-se a esla lypographia.
Aluga-se.
para se ppassar a festa urna casa no CachangS,
fom bastante! commodos, defronte do iio : a
fallar na ra Nova n. 61.
Augusto Labille, subdito fraocez, vai fazer
urna vihgem ao Cear.
Precisa-se alugar urna preta que saiba co-
zinhar e t-.ngommar : na ra da Aurora, nas^ca-
sas terreas do Sr. Tiburcio n. 1.
Arrenda-se, hypotheca-se ou vende-se um
engenlio bem montado de obras e maisaviameu-
tos, com extensao do Ierras para mais de tres
mil paes de assucar, grandes matas, etc., distan-
te roeia legoa da nova estaco da estrada de fer-
ro. Para informa^5es e inlervengo de qualquer
conlralo de negocio, os prelendentes podera en-
tender-se com J0S0 Pereira Rebtllo Braga, no
seu escriplorio da ra do Vigario u. 11, priraeiro
andar.
Aluga-se urna boa casa pintada e concerta-
da de novo, no aprazivel arraial dos Arrombados,
em Olinda, com banho no ameno rio Bcberibe
muito perto, pelo lempo da fesla ou poranno : a
pessoa que prelonder, dirija-se ao pateo do Ter-
co, segundo andar, na casa do coronel Salgueiro,
I para ajustar-se.
Precisase alugar um molerjue de lia 16
annos, para servir em urna casa estrangeira : a
tratar na ra da Cruz n. 5.
A pessoa que for dono de um cachorro d'a-
gua, bastante grande, sem cauda, e branco com
malhas pretas, dirija-se a ra Nova de Santa Rila
n. 42, que lhe ser entregue.
Bonets para meninos.
O lempo proprio para se comprar os bonitos
bonels de panno fino enfeitados com fila de cha-
malote e borlla, outros enfeitados com tila de
velludo e pluma, e outros com galozinho dou-
rado. todos pelos baralissimos precos de 3#500,
40 e 59, ditos de palha escura, mui bonitos e
fortes a 33, gorras de palha branca enfeitadas a
15500, e outros mu dilTerentes bonets de panno
enfeitados a 1 e 1 #280 : na ra do Queirrado,
loja da aguia branca n. 16.
(apellas e llores.
Mui bonitas capillas para noivas a af, 6 e 7J,
ditas para meninas a 2$, bonitos e delicados cai-
xos de flores finas a 1$500, 2g e 3* : .na ra do
Queimado, loja da aguia branca n. 16.
Vendem-se saceos com feijo mulatinho.
larinha, milho, por piegos commodos : na ra
da Cadeia do Recife n. 55, junto ao armazem dos
Srs. Prenle Vianna <& C.
?y! Receberam pelo vapor francez, superio-
(ft) res vestidos de blonde dcduas-saias.baba-
^ dinhos e arregaco com manta, capella o
* mais perlences : na ra da Cadeia loja n.
|g 23 de Gurgel & Perdigao.
cS* Kiceberam superiores vestidos de seda
5 de cores, dilos de phantnsia, ambos de
U) duassaias ou babadinhos, grosJenaples
<<5 dequadriuhos para covado, seda de qua-
Q driuhos, moreanlique e grosdenaples cs-
3| Cadeia loja n. 23 de Gurgel & Perdigao.
Receberam chapeos de palha para se-
nhora arma los a moderna e enfeitados de
plumas ou flores, completo sorlimcnto de
pulseiras, eslratos e essencia de sndalo.
Illas adamascadas e a rhamaloladas pa-
ra cinlos, luvas do pellica branca e do
cores: na na da Cadeia loja n. 23 de
Gurgel A P^rdiso.
Ruccbrum ..., arrediladas suas baliio w
de musselina e setim de algodao muilo
commodas para as senhoras e criancas |i
pelo prego de 4$ e 5#, bolinas moderis Jf
para senhora gaspeado alto, capas bran- ^
cas e de cores de croxo de seda, taima, j
polonczas de gorgurao, manteletes e ca- J^
pinhas de grosJenaples bordadas e com co
bico : na loja da ra da Cadeia n. 23 de jgs
Gurgel i Perdlgio. &
Keceberam chapos do cittor pretoa e ^
brancos, ditos de seda forma iuteiramen- 9K
to moderna na ra da Cadeia loja n. 23 5|
de Gurgel & PerJigo. jg
Vende-se urna pnia perfeita engommadei-
ra e eoziuheira, lava de saliao, cose e faz laby-
rintho, sadia e sem vicio algum ; urna dita que
engomma bem, cozinha e faz o mais servico de
urna casa ; e urna mulata com urna filha de 8
annos, boa engommadeira e cozinheira, sera vi-
cio algum, sabeudo a lilha coser, alinhuvando-se
qualquer costura ; na ra das Cruzes n. 18.
Attencao
C oopras.
CONSULTORIO
MEDICO PARTEIRO E OPEBADOR. |
3 RA DA GLOIilA, ASA DO FUDO 3
Clnica por an\!os os systenvas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas lodos os dias pela manilla, e de larde depois de 4
iioras. Contrata partidos para curar annualmente, nao s para acidarle, como para os engenhos
cu outras propriedaJes ruraes.
Os chamados devem ser dirig Jos sua casa al as 10 horas da manhaa e em caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noile, sendo por escriptoem ijue se declare
o nome da pe-soa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao orem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
derao remetler seus bilhetes botica do Sr. J. Souna & G. na ra da Cruz, ou loja de
lvros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annunciante achar-se-ha constantemente os melhcres medica-
mentos homeo[alliicos ji bem conhecidos e pelos presos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes...........109000
Dita de 24 dilos.................llj-rooo
Dita de 36 ditos. :..............2050G0
Dita de 48 dilos.................25?000
Dita de 60 dilos............... 30$000
Tubos avulsos cada um............. 15(00
Frasees de tinturas............... 29000
Manual de medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr, tra-
duzidoem porluguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia ele. etc........2f$C00
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario, lt TOCO
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6900O
Compra-se pao de tata juba em
toros, todo do cerne, proprio para tin-
ta : naproca da Independencia n. 2i a
30, loja do Maia.
Compr-so urna escrava crioula de
idade de 20 a 30 annos, que seja bonita
e de boa figura e que saiba engommar
e cosinliar perfeitaraente : no largo da
Assenble'a n. 11, primeira andar.
Compra-se urna escrava de meia idade,
com hibilidades nao sendo achacada, nem vicio-
sa : na ra da Cruz n. 33, segundo andar.
Compra-se urna vates boa leileira: na ra
Real, sitio n. 71.
Compram-se duas casas terreas, quem as
tiver dirija-se a ra da Cadeia do Recife n. 52,
segundo andar, al as 10 horas da manhaa.
Compram-se
escravos de ambos os sexos para fra da provin-
cia, tendo boas figuras e sendo sadias, paga-se
bem : no escriptorio de Francisco Malhias Pe-
reira da Cola na ra Direita n. 66.
i.orapram-se moedaa de curo de 20$: na
ra Nova n. 36-
AO BARATO.
Vende-se um sitio no lugar Peres com duas
casas, sendo urna do pedra e cal, na qual tem
urna padaria e outra para qualquer familia mo-
rar, lera banho do rio Tigipi, e bstanles fruc-
teiras : na ra do Queimado n. 69.
Msicas por metade do seu valor para
liquidar.
Msicas do Trovador, Traviata, Puritanos. Lu-
cia, Lucrecia Borgia e outras, pela metade do
prego marcado e que cusan) no Rio de Janeiro :
na livraria acadmica, ra do Imperador n. 79.
Vende-se urna escrava de uaco Angola e
de boa conducta, c o motivo da venda se dir ao
comprador: em Fra de Portas, ra do Pilar nu-
mero 102.
Para uta principiante.
Ni ra Imperial n. 128, vende-se urna arma-
c,5o nova de taberna ; quem a pretender, dirija-
se a mesma casa, que achara com quem tratar
Na ra da Imperatriz n: 2, junio a loja de
flandres, vende-se superior vinho bordeaux a
900 rs. a garrafa, dito xerez a I56O1, dito duque
do Porlo fino a 1^500, thapanha das melhores
marcas a 2$ a garrafa, doce em latas de urna li-
bra a 900 rs., bolacliiuhas em latas de tuja* as
qualidades mnito novas a lj6O, figos de coma-
dre em eaixinha de 4 libras a 2, peras seccas a
2J> a caixinha, fumo de Garanhuns 3 800 rs. a
libra, barato que admira : nesta casa acha-se
um compl to sorlimcnto de bons gneros e pre-
sos commodos.
V'ende-se um escravo ptimo sapaleiro, e
tambem urna preta do mato para todo o seivico :
na ra das Cruzes n. 18.
Na loja da boa f, na roa
do Queimado n. 22,
vende-se muito barato.
Cambraia Usa fina com 8 1|2 varas cada pe\i a
49500, dita muito fina com salpicos a 5#, dita o
cores de padroes muilo bonitos a 320 o covado,
cortes de cassa pintada com 7 varas a 2g240, fil
de lirho liso muito fino a 800 rs. a vara, larlala-
na muilo fina branca e do cores com 1 12 ttia
de largura a 800 rs a vara, guarnicoes de cam-
braia (manguitos e golla] bordadas muilo finas a
o, gollinhas bordadas de cambraia muilo fina a
1J>, espartilhos muito superiores pelo barallssirao
prego de 6j, pintes de tailaruga a imperatriz
muito superiores a 9$, bonets de velludo para
meninos a 5J. ditos de panno prelo a 3g, sapt-
nhos de merino muito enfeitados a2J o par, chi-
tas francezas fins escuras e claras a 280 o cova-
do, cortes de cambraia de cores com 3 babados
com 11 e 12 varas cada corte a lengos de cambraia de linho muito fina e rica-
mente bordados 1 9j, ditos de cambraia de also-
dao com bico de linho a I?j280, dilos de cam-
braia de linho pioprios para algibeia a Gc\ 7 o
83 a duzia, ditos de cambraia de algodao a 2jj 00
e 3jJ a duzia, liras bordadas largas e finas com 3
1|2 varas cada peca a 2jS">00, e assira outras mui-
las fazendas que vendem-se por pregos muito
baratos na ra do Queimado n. 22, ni bem co-
nhecida loja da boa f.
Toalhas.
Vendem-se toalhas de linho pora maos p^Io
baratissimo prego de 9# a duzia, ditas de pello
muilo superiores a 12# a duzia : na ra do Quei-
mado n. -22, na luja da boa f.
Barrles de seda
para padres
Finos barretes prelos de seda para padres a 2
cada um : na loja da aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Bramante
bretanhas e atoa 1 ha do
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
vende-se bramante de linho muito fino com duas
varas de largura, i-elo baralissimo prego de 2$4<.'0
a vara, brelanha de linho muilo fina e :i
larga a 20, 22g o 24# a pega com 30 jard -,
atoalhado de algodao com duas larguras a !.; 0
a vara, dito de linho muito superior, tambem
com duas larguras a 3j| a vara, ; na ra do Qui
mado n. 22, na luja da boa f.
Franjas de seda
dela e algodao.
Mui bonitos franjas de seda de diversas larga-
ras e cores a 500, 610 e 800 rs. a vara, ditas de
j laa a 240 e 320, ditas de algodao brancas e [ri-
ladas a 160 e 200 rs. a vara, todas propria-
onfeites de vestidos e casaveques, ditas ci m bor-
, lolase lisas, com mui bonitos lavrores, propriaa
para cortinados, toalhas. cobertas, etc., tat,:o
brancas como pintadas a 35. 3^500, 4, 5$ e fj
a pega : na loja d'oguia branca, ra do Queiau-
| do d. 16.
Bonecas chinezas.
^ ^:^^;va^;:.;)>v- /'^^m^mm^ ^uw^^mm^
mm kmmfc*A4 kmkkm^ kMmfem.
n
J'*r

DE
m
i Fazendas e de miudezas.
Em casa de Augusto C. de Abreu, ha para vender um completo ggp
sot tmenlo de perfumarlas, constando de leos, banhas, pos para /|ip
dentes, sabSo, extractos, aguas de cheiro e muitos outros artigos dos f^S
melhores perfumistas de Londres e Pars. Sr
.*>5?
Vendas.
Vende-se urna padaria muito afreguezada
era pao o bolacha, sila na Estrada Nova, periodo
Cachang : qucm a pretender, i' i rijo -so mesma.
Attencao.
Vende-se urna preta de meia idade, bastante
robusta, com urna linda lilha de 6 annos, a preta
lava, engomma, cozinha, e muito fiel, c sem
vicios, o que se afianga : a Ira lar na ra do Quei-
rado, loja n. 28.
Espirilo de vinho.
Vende-se barato : na travessa do palco do Pa-
raizo ns. 16 e 18, casa pintada de amarello.
No escriiitjr'o deJ. P. R. Braga, ra do Vi-
gario n. 11, primeiro andar, vende-se cal de Lis-
boa a mais nova que ha no raeicudo.
Vende-se urna armaeao de taberna, sita no
becco Largo n. 1 ; a tratar nu mesma.
Vende-se urna porgao de tijolos j servidos
em bom estado, em conta : quem quizer appare-
ga na ra das Flores n. 25 ; nn mirria e vende
urna casa terrea no bairro da Boa-Vista, muito
boa, e com commodos para familia.
Vcndem-se duas casas acabadas ha pouco :
a tratar nos Quatro (huios n. 3.
Vende-se um lindo moleque com idade de
12 annos : na ra do Hospicio n. 23.
Carro e boi.
Vende-se um boi e um carro de 4 rodas, ludo
em bom estado, e vende-se em conta por ser to- !
mado por divida : ua taberna grande da Sole-
dade.
SORVETE
do meio dia s 3 horas e das 0 1 [ i- 9 horas da noite : na ra da Cadeia do Recife o. 15, loja.
Brito & C. prelendem vender sua loja de louga
da ra Nova n. 52: quem a pretender, dirija-se
aos mesmos na dila loja,
Attencao.
Vende-se na ra Direila d. 14, arroz do Mara-
nhao a 100 rs. a libra, loucinho de Lisboa a 320,
azeitede peine a iOrs. a garrafa, chourigas as
mais aovas nestg mercado a 560.
| rs. o covado. |
NA LOJA DE 1
%Gimaraes VillarM
Ruado Crespo n. 17.
Vende-se ricas sedinhas de quadri- R
nbos a 6 O rs. o covado, fazenda de 2ft>
prego admiravel, para acabar cora urna a?5
^ porgao de pe;as. <&
mmmmm m mmm^mmm
Vestidos brancos bor-
dados.
Vendem-se cortes de vestidos brancos de cam-
braia com dous e tres Lobados ricamente buHa-
dados, pelo baratissimo prego de 58500 : na ra
do Queimado n. 22, na luja da boa T.
Para vestidos.
Superiores grosdenaples de seda de quadri-
nhos, fazenda de muito gnslo e de lindos padrdee,
pelo mdico prego de 15500 rs. o covado : ua ra
do Queimado n.22, na luja da boa f.
aCMSMCM 8WMB MMQMMBMMI
| Vestidos de blonde
NA LOJA DE
P.uimarAps fe Villar.
ARua do Crespo numero 17.1
jj Vende-se ricos curies le vestidos de
* blonde ltimamente chegados de Paris.
Attencao.
Vendem-se duasescravas perfeitas engomma-
deiras e peiitas cozinheiras. fazem ludo tendente
a cozinha, boas lavadeiras de sabio o barrella,
refinam assucar e fazenrdoce, Oe todas s quali-
dades, e d-se a contento para ver o que ellas
sabem : na ra do Queimado n. 69.
Attencao
Vende-se urna famosa taberna as Cinco Ton-
tas n. 82, junto as casas Cahidas, possuindo de
fundos oitocentos e tanlos mil ris, propria para
qnalquer principiante que queira eslauelecer-se
e ganbar dinheiro ; o local era que est enlloca-
do a dita taberna, a bonita vista que tem, e o
comroodo, lorna-se bastante recommendavel por-
que tem um grande solao todo corrido, arranjo
que se loma muito apreciavel para os freguezes
do mto que gostam de se ?rrancharem onde
compram. Approveilem, que o terapo proprio
de se fazer muilo negocio, que a fesla est na
pprta ; vende-se por o dono ser doente, e nao
poder continuar.
Mui bonitas bonecas de choro vestidas a chi-
neza a l$500cada urna, assim como outras tam-
bem elegantemente vestidas e de saias balao a
lJoOO : na lija da aguia branca, ra do Queima-
do n. 16
' o ultimo gesto.
Superiores gurgurSes de'seda de quadriuho",
de lindos padroes, pelo baralissimo preeo de 1$
o covado, grosdenaples liso de lindas cores a 2-J
jo covado. cortes de laa muito fina coml5cov--
I dos, padroes muito bonitos a 8j?, ditas de quadros
padroes tambera muito bonitos a 480 rs. o cova-
| do, chales de cores, padroes inti-iramenle novis
a ljj rs. o covado; aproveitem em qiiaulo se uo
acaba : na ra do Queimado n. 22, loja Je
boa-f.
Ba Direita n. 10?.
1 grande realejo com tambor e pratos.
3 ditos com macacos mgicos.
4 menores<'ota mu s nuraco.
Caixas com msica para costura.
Ditas com esleirs e estojas sara viagem.
Cairas e palelols de casemiras.
Ditase dilos de brira branco, riscado e g n:
amarella.
Corles de eolleles de velludo e sarja.
Mangas com nichos e flore?.
Jarros sorlidos de porcelana.
Pomadas e cheiro?.
Armnicas sorlida?.
Bicos e rendas.
Caixas com perfumaras.
Calcado de tranca, bezerro e lustro, e oulras
muitas miudezas, que ludo se vende para liqui-
dar contas al o flro de dezembro do crreme
anno.
Vende-se urna negra muilo em conta : -a
ra do Rangel n. 11, loja.
Vendc-se formas ferradas para calfado tai
do, porprecos muito commodos: defronte da ma-
triz da Boa-Vista n. 84.
Vende-se urna casa terrea sila em urna das
melhores ras do bairro da Boa-Vista : na r.ia
Velha do mesmo bairro n. 55'se dir quem vende.
A Imperatriz Fugenie.
Admirado .
iV. 19 Ra do Queimado N. 19
Modernsimos chales de novo modelo, in.itan-
do sabidas de baile, muito propri.is para qucm
passa a festa, pelo baralissimo prec,o de 5$CO0
cada um.
Aova loja de miudezas
na ra do Queimado n. 59, on-
de tena o lampio do gaz na
porta, vendem-se as seguin-
tes miudezas por baratos
pregos, como sejam :
Lia para Dordar a melhor que ha no mercado a
7g50 a libra.
Seda froxa de todas as cores para bordar a 1~0
rs a miadinha.
Luvas de fio de Cscocia para montana a 5C0
rs. o par.
Ditas de algodao de cores a 240 rs. o par.
r.Kpclhos de moldura dourados a 35 cada um.
Capachos compridos para porta a SCO rs. ca-
da um.
Rieospenles de tartaruga virados muilo forni-
dos c bonitos desenhos a 10#.
Ditos sem serera virados proprios para andar
em casa a 3$.
Ditos de iranga todos lomeados para fraressa
a 1j500 cada um.
Ditos lisos mui fornidos a 610 rada um.
Camnhas de maJeira com espelhos para cjs-
tura a 2j500e :1S cada um.
Agulhas inglezas em caixiuhas, o melhor q e
lem vindo a este mercado, tanto em pualidade
como grossura a 400 rs. a caixinha: na la Jo
Queimado n. 59. luja de miudezas de Maia & Bar-
ros, onde tem o lampiao do goz na porta. >'a
mesma loja chegou um variavel sortimen'.o Je
meias de cores para meninas, as melhcres que
tem appareciijo neste mercado, lano pela sua
delicadeza como econmicas, as quaes tem u:a
boccal lingindo calclas, e ao mesmo tempo lor-
nam se muilo desnecessarias as caigas; es
meias s se encontrara na ra do Queimado.,! ja
de miudezas de Maia & Barros, onde jeui o Iai-
pio do gaz na porta.
Vende-se por necessidade una excellen'.e
escrava de nngo, idade 24 a 25 amos, costurta
ganhar na "ra e pagar semanas: qucm a pre-
tender, dirija-se a ra dos Pires n. 2, que acha:.';
com quem tralar.


{)
MAMO DE laWattttPCO. QUAITA FEIRA DE NOTKMBRO DE i80.
E' baratissimo.
Palitos de brim branco muito bem feitos e pro-
prios para a prsenle estacao, pelo baratissirao
preco de 5J cada um : m ra do Queisaado a.
i, loja da boa-f.
de graca.
Corles de caigas de raeia casemira de cores os-
curas a 1J600, dilos de brim de linho de cores a
2, riscadinhos de linho proprios para obras de -------- r- .-..
ra.sninos^200 rs o corado, grvalas de seda de descarocar algodao. prencas para mandioca e oleo de ricim,
nhos de vento, arados, cultivadores, pontes, cadeiras e tanques, boias, alvorengas, botes e todas
as obras de rnaehin.smo Executa-se qualquer obra seja qual for sua natureza pelos desenhos ou
moldesque para tal fim forera aprestados. Recabera-se encommendas neste estabelecimenlo na
XS.!! S" i 6-na ;U^ Crllegie "* *lP*>r *<* rada do caxeiro do es-
tebe ecmento Jos Joaqu.m da Costa Pereira, cora quera .os prelendentes se podem entender para
co-es a 610, ditas prela3 estreilinhas e largas a
1>, e alera disio outras fazendas que se vender
milito ni conta; na loja da boa t, na ra do
Queimado n. 22.
Baloes de 30 arcos.
Vendem-se superiores bales com 30 arcos,
sendo muito recommendaveis por poderem ficar
do toraanho que se precisar, pelo baratissirao
preQo de O5 ; na ra do Queimado o. 22. na loia
da boi f.
Entremeios e tiras
bordadas.
Vandese raui bonitos entremeios e liras bor-
dadas em fina cambraia, obras mui bem acaba-
da* os ntremelos pelos baralissimos presos de
ljCJO, 2-3 ii2J>{00 a pena o as tiras t'ordadas por
i, -25500, 33, 4, 5.?e"6. Avista da supcrio-
riJade da fazenda ninguem deixar do comprar e
para uso dirijam-se a ra do Queimado loja da
aguia branca n. 16.
FUNDICAO D AURORA.
Seusproprietanosoffereceraasens numerosos fregueses e o pubbico em geral, toda equal-
quer obra raanufaturaja em seureconhecido esiabelicimento a saber: machinas de vapor de todos
os lmannos, vrodas d'agua para engenhos, todas de ferro ou para cubos de maderra, moendas e
metas moendas, tachas de ferro batido e fundido de lodosos tamanhos, guindastes, guinchse
bombas, rodas, rodetes aguilhdes e boceas para fornalha, machinas para amassar mandioca e para
portos gradarla, columnas e moi-
45-RuaDireita--45
ESCOMIDO SORTIMENTO
DE
Chales,
Ricos chales de merino estampados, de cores
mnilo bonitas a 7JJ, ditos muito finos a 8J500,
ditos lisos a 5$, ditos bordados a matiza 8350,
na ra do Queimado n. 22, loja da boa-f.
Aigoihlo monslro.
V:nde-se algodao raonslro com duas larguras,
muito proprio para toalhas o lenges por dispen-
sar (oda c qualquer costura, pelo baralissimo
preco de 600 rs. a vara ; na ra do Queimado n.
1, 3 loja da boa f.
Pianos
qualquer obra.
DE
mmmm& i mmm m mtm.
Sita na ra Imperial n. 118 e 1IO junto a fabrica de sabo.
DE
Scbastio J. da Silva dirigidaporoFranciscBelmiro da Cosa.
Neste estabelecimenlo ha serapre promplos alambiques de cobre de differenles dimen-
coes de 300 a 3:O00$) simples e dobralos, para distilar agurdente, aparolhos desllaVios
continuos para resillar e dastilar espiritos cora graJuagao at 40 graos (pela gradua5ao de Sellen
Lamer., dos melhores systeraas hoja approvados e conhecidos nesta e outras provincias do iniperi-
borabas de tolas as dirnences, aspirante e de rapuctu, tanto de cobre como de bronze e ferro
torneiras de bronz.i de todas as dirnences e feitios para alambiques, imanas etc., parafusos de
bronzeo ferro para rodas d'aSu, p.rtas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e
chumbo de todas as dinenc-jj para encammmtos camas de ferro com armacao e sem elle
fugos de ferro potave.s b econmicos, lachas e lachos de cobre, fundos da alambique, passa-
de.ras, espumade.ras, coccos para engenho, folha da llandes, chumbo ora lencol e barra zinco
era lencol '---- '-------- -
Labyr
e barra, Jenges e" arroallas da cobre, fances de ferro e lato, ferro suecia inglez
O PPHC WJ JI"n3n09S'safras' ''o e follas para ferreiros etc.e oulros muitos artigos poj
, menos preco do que era outra qualquer parte, dascrapenhan lose toda e qualquer encoraraen-
prestesa e perfeicao ja conhecila e para camuodidaJe dos freguezes que se dinarem
1 sua confianga, aclio na ra Nova n. 37, loja de ferragens, pessoa hab-
llhas.
A loja d'aguia branca acaba de recelier umi no-
vo o bonilo soriimcnlo dolabyrinlos e biccos das
, obras j bem conhecidis por suas boas
qualidades e durado. Os labyrinlos por suas
mui diversas larguras re^ulam de 2i() a l;200 a
vara, o 03 biccos de 200 a 1^000. Uns e oulros
sodcsumma utilidade, o por isso se tornam
1: essarios para as familias. Vendera-se em dita
loja 'aguia br3;a, ra do Qaeunado n. 16.
E fco barato que admira.
Cassas de cores de padroes rauil) bonitos que
parecer organlys, pelo baratissirao preco de 240
:. o covaJo : na ra do Qoeimado o. 22, na loja
da boa ,
HEL0GI0S.
Ysnie-se em;ass de Saunders Brothers $
'.. pracadoGorpo Santo, relogios do afama
-rioante loslvell, porpregos commolos
'.' a ji' n uicoilins e cadeiasparaos mesmos
''". ; -Unta oslo
;; J 1_J j J :J i :1J OS Z9 rj C3 CS C9 512) :
Ja cem
honrarem-nos com
litada para tomar nota das
encommendas.
3;jar coaira logo
OMJPAlSMI/l.
mmm

Os proprietarios deste estabele-
I cimento convidara ao respeitavel publico, principalmente aoe amigos do bom e barato, que se
achara em seu arraazera de molhados de novamente sonido de gneros,-os melhores que lera
. viudo a este uercado, por seren escolhidos por ura dos socios na capital de Lisboa e por serem
laraaior parte delles viudos por conta dos proprietarios.
-
L1M0BES
A.GENTES
,J. Vstley <% Gompanhia.|
leaJe-se
P >rmas de ferro
purgar assucar.
Ench vas de ferro.
Ferro sueco.
para
Clio colate
dos melhores autores de Europa a 900 rs. a libra em porgao a 850 .
Mari&eAa&a imperial
em latas de 1 a 2 libras a 800
afamado Abren, e do

Fsringardas.
-
i
D
1
-
Ac de Trieste.
Pregos de cobre de com-
posico. f
Barriiha e cabos,
irim de vela. I
Couro de lustre.
inha para marcinei- 2
: ao ariaazem de G.
J. Astley G.
Na ra da Cadeia n. 2i, vendern-se as se-
g-iinlesftzendas, pormetade de seu valor, para
i; lidagao.
Ricos Jo seda brancos o prclos, de todas as
.i:;ins. vara a 1*5). 210,400, 800 e 1)000.
lin completo sorlimonto de franjas de sedae
do alipi.io.
Chales de lodqaiin a 10, 15, 20 e 35jS
Roldes losla, velludo, de louga e de fusto
de 'mli liles finas, duzia a 200, 400 o 600 rs.
G illarinhos birdadosde 500 rs., 2J, 3 e 43
Enlrerreios (inos, pegas com 12 varas a 1 j.
Folh is borlados tiras'a 500, 19, 2-3, 3500.
i itas :om m.iii^uilo3 a 3ji, 4, 5 e 6j.
Eof siles lo flores a G.J.
Chapeos de soda para sonhora a 10$.
C isaveques de velludo a 40 e 60$.
DitH de sola a 25}.
Dil is lo fusilo a 8 e 12-J
': h les:. la e de todas as uualidaJes do 160
a 1)500.
Ditas lo velludo do 210 rs. a 1J.
Em casa de N. O. Bieber c Successores, ra
de Cruz n. -, vende-se :
apanha marca Parre & C urna das mais
.i- litadas marcas, muiconhecidas no Rio de Ja-
m .10.
Vioho xere em barris, cagnac em barris e
caias.
Vinagre branco e tinto em barris.
(tullanlos de varias dimensoes.
Ei her sulfrico.
Gomraa lacro clara.
Lonas, brindaos e brins.
A50 le Milao
Ferro da Suecia.
Algodao da Bahia.
Vende-se um cavallo prclo. grande, bonita
figura o muito gordo, anda baixo ot meio, e
tambera serve para carro por ser bom trotador ;
vrndo-se por nao se precisar delle. a prazo ou a
dinheiro ; para vere tratar, na ra Direita nu-
mero 66.
Vende-se u.ti sitio cora li- de le-
gua qaadrada, e urna planta decoquei-
roi le rail e tantos p, tern duas gran-
Vende-se a prazo
a loja de roiudezas da ra Direili n. 83, cora pon-
ras m:uieza9 : quera a pretender, dirija-se
mesma, que achara com quem tratar.
do owmduo ADreii, edo oulros mais fabricantes de Lisboa
rs., em porreo de so far algum abatimento.
Ma^a de tomate
ero latas de 1 libra por 900 rs., em por?5o vende-se a 850 rs.
L*at3s c?m erofUtas
vende-se nicamente no armazcm progresso a 640 rs. cada huma.
Conservas traneezas e inglezas
as mais novas que ha no mercado a 70 rs. o frasco.
Latas de boiacuiuia de soda
com diferentes qualidades a 1S600 a lata
A.meixas fraueezas

js mais novas que lera vindo a este mercado era compoleiras, contendo 3 libras por 33>00 rs.
e em tatas de 1 1 [2 libra por 1 500 res
Vevdadciros gos de comadre
em caixa com 16 libras por 33000 rs. a retalho a 240 teis a libra.
CaixAnn&s com S libras de passas
a 3#000 rs. em porcao se far algum abatimento, vende-se tambem a realho a libra a 500 rs.
Manteiga ingleza
perfeitamenle flor a mais nova que ha no mercado a 18000 rs. a libra, era barril se far ai-
gura abatimento.
Cha perola
o raehor que ha neste genero a 29500 rs. a libra dito hyson a 235000 rs.
Palitos de denles lidiados
a 200 rs. cera 20 macinhos.
peixe sarci em posta
o raelhor peixe que oxzisle em Portugal era latas grandes por 1&500 rs. cada urna e de
outras multas qualidades que se renden pelo raesmo prego
Manteiga tranceza
a 7-20 rs. a libra em barril se far abatimento.
T oncinho de Lisboa
o mais novo que ha no mercado a 320 reis a libra.
Macas para sopa
era caxinhas de 8 libras com deferentes qualidades por 43OOO rs.
Tambem vend*ra-seosseguintes gneros, ludo recentemente chegado e de superiores qua-
lidades, presuntos a 48fc rs. a libra, chourja muita nova, marmelada do mais afamado fabricante
de Lisboa, maca de tomate, pera secca, passas, fructas em calda, araendoas, nozes, frascos cora
amendoas cobertas, confeites, pastilhas devanas qualidades, vinagre branco Bordeaux, proprio
d::s caraboisque da' doas bons viveiros, Para conservas, charutos dos melhores fabricantes de San Flix, magas de odas as qualidades,
n;i Po'Weaialn freguezia de Muribeca : &omma rauit0 fina ervilhas francezas, champagne cftis mais acreditadas marcas, cervejaa de dita?',
a tratar na ra do Queimado n, 48. i sPercele barato, licores francezes muito finos, marrasquino do zara, azeile doce purificado, azei-
lon.a,s.mu,to nov.as' banha de porco refinada e outros muitos gneros que encontrarlo tendentes a
raolhdos, por isso proraetlem os proprietarios venderera por muito menos do que outro qualquer,
proraettem mais tambera servirera aquellas pessoas que mandarera por outras pouco praticas como
se Tiessem pessoalmente j rogam tambem a lodos os senhores de engenho e senhores lavradores
queirara mandar suas encommendas no armazem Progresso, que se lhes aflianca a boa qualidad* e
o acondiciona menlo,
Saunders Brothers & C. tem para Tender em
eu armazem, na praga do Corpo Santo n. 11.
algns pianos do ultimo gosto.recentimente
chegados.dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres
muito Dropriosoara este clima.
Aproximando-se o tempe festivo, e sendo in-
dlspensavcl que as lindas e amaveis fiihas da
opulenta e potica Mauricea se previnsm do que
aecessano para o resguardo dos seus mimosos
e pequenlnos ps; allendendo tambera a que
una crinolina empavesada nao pode estar de
acord cora urna bolina acalcanhada ou desco-
sida, assim como um cavalheiro de calca balao
com um borzegnim estragado, far urna triste
figura vis-a-vis de urna bella; considerares tao
acertadas actuaram no espirito do propietario do
estabelecimenlo, j lo conhecido pela modici-
de dos pregos do seu calgado, para reduzi-los
anda mais, raunindo-se de um abundante sor-
limento e sera defeilo, que aprsenla aos seus
benignos freguezes (moeda em punho) pelos
pregos abaixo :
Senhoras
Borzeguins 32 a 59. 4.800
Ditos ditos.......4300
Ditos ditos.......4#000
Meninas
Borzeguins 29 a 31. .
Ditos 25 a 28.....
Ditos 18 a 2-......3^200
Homem
Borzeguins. ...... 9^300
itos.........8,S'800
nmm^n^n &z& emsM m^m
3^800
5#S00
GRANDE SORTIMENTO
IFazeadas e obras leitasJ
l*oja
[es&Basto
KA
e armazem
DE
Ditos prova de fogo e d'agua.
Ditos.........
Sfeios barzegutot de lustre. .
SapatOes com elstico e lustre.
Dtos arranca pelL', b^zerro. .
Ditos Je bezerro. ....
9a patita
Ditos. .
Meninos
8>'500
6-000
6>{000
5.$000
5'600
5^1)00
......3i'600
...... 3^000
Ha tambem n.n variado sorlimonto de todas as
classes e pregos nfimos, Sendo os annunciados
somente do primeira classe.
Gallados baratos.
Vendem-se os segwRtes calcados : borzeguins
de couro de lustro de Nantes a' 9-3. de bezerro a
8J0TO, de lustre do Paris a 8} o a 7;J, borzeguins
para senhora a 4*500, para meninas a 33500. sa- I
patao de couro de becerro de Naoles t 4g70, I
laxiados de sola dupla a 5>700 ; tambem se ven- I
dern chapeos de fellro finos a 3;83t), camisas de
fusto a -2> ca Ja urna, e chapeos de seda pretus
finos a ~$ e G$ na loja da ra Nova n. 1.
Cera de carnauba nova
por diversos pregos, de 8y><\0. 95300 e 103, qn- I !
Iidadeespeeial : no largo da Assembla, arma-'*
zem Je'Antunes Guimaraes & C. \mt
Mitho a 3,500 rs. osacco, |
em muito bom oslado, o pira acabar : no largo ^
da Assembla, armazem de Antuncs Guimaraes1'
(\ Companhia.
I Na ra do Queimado n.
46, frente amarella.
K Sortimento completo de sobrecasaca de
:A panno preto e de cor a 255}, 285, 305 e
$ 335, casacas a 285, 305 e 355, palilots dos
t mesmos pannos 205, 225 e25S, dilos de
casemira de cor a 16ge 185, ditos sac-
eos das mesraas casemiras modelo inglcz
D casemira fina a 105, 12^145 e lg, ditos
H saceos de alpaca preto a 4g, dilos sobre
3> fino de alpaca a 75, 85 e O5, dilos de me-
H ri setim a 10g, ditos de merino cordo
V atOSe 125, ditos de sarja prcta trancada
l saccos a ^S. ditos sobrecasacos da rc3- S
^ ma fazcnda a 85, ditos de fusto de cor e g
^ branco a 45. 4g30O e 5$, colleles de ca- m
*P semira de cor e preto a 5 c 65, ditos de 5
16 merino preto para luto a 45 e 55, dilos 35
0 de velludo preto de cor a 95 o 105, dilos
j de gorgurao de seda a55 e 65, dilos de |j
9 brim branco e de cor a 25500 e 35, cairas *>
|| de casemira do cor e preto a 7g, 8f, 9$ $
X e 105, ditas para menino a 65 e "5, ditas &
m de merino de cordo para nomem a 5g o |e
<| 65, ditas de brim branco a 5} c 6$, ditas |
j| ditd de cor a 35, 35500, 4} e 55, e de ||
^ todas estas obras temos um grande sor- v
fg tiraento para menino de todos os tama- *
y nhos ; camisas inglezas a 365 1 duzia. Na gg
(f mesma loja ha paletots de panno preto fj
O para menino a 14g, 15So I65. ditos de g>
fS casemira para os mesmos pelo mesmo ^_
D preco, ditos de alpaca saccos a 89 e S
" 33060, ditos sobrecasacos a 55 e 6g para ^
K os mesmos, caigas de brim a 2J50O, 35 c fft
35500, paletots saccos de casemira de cor
B a 65 e 75, toalhas de linho "800 e 13 ca- |
L~ da urna. i
Ib No mesmo estabelecimento manda-se |
r apromptar todas as qualidades de obras *
B tendentes a roupasfeitas.em poucos dias, g
r* quo para esse fim temos numero suf- *
1 (ciento de peritos officiaes de alfaiales ?
rgidos por ura hbil raeslre de seme-
Ihante arte, flcando os donos do estabe- 5
lecimento responsaveis pelas mesmus e
Rival sem segundo.
pelos diminutos pregos os seguintes artigos :
Dtmi de sabonetes muito unos a 60 rs
Cartoes de clcheles com duas ordens a20 rs.
Canas de clcheles batidos a 60 rs.
Duzia de mcias cruas para homem a 3
Dita de ditas para senhora a 3?500.
Pares de meias para senhora a 300 rs
Latas com banha muito fina a 500 rs.
Iseas para acender charutos, caixa a 60 rs
Phosphoros em caixa de folha a 120 rs.
Cartas de alfinetes muilo finos a 100 rs.
Caxas de agulhas francezas a 120 r..
Tares de sapatos de tranca de algodao a 15
Frascos de macass pernfa a 200 rs.
Dilos de dito oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garfos, cabo preto, a 3J
I ares de sapatos dlas para meninos a 200 rs.
Jilos de Iuvas de cor lio de Escocia a 320.
Massos de grampas muito finas a 40 rs
Caivetes de aparar penna a 80 r?.
Tesouras muilo finas para roslura a 500 rs.
Uilas ditas para unhas a 500 rs.
Pecas de franja de la cora 10 varas a 800 rs.
Uilas de tranga coro 10 varas a 320
L.nha Pedro V cartao com 2C0 jardas a 60 rs.
Dita com 100 jardas a 20 rs. .
Escoyas para denles mtitta finss a 200 rs
Cordo imperial lino e grosso a 40 rs.
Oleo de babosa muito fino (frasco) 400 rs.
nimbas estreitas para enfeitar vestidos a 800
rs. a pega.
Labyriuthos de muito bonitos gostos por todo
o prero. *
a fos" P"a eDfiar esPar,iIho muil grandes
Dito para dito pequeos a 80 rs.
Peras de tranca de linho com 10 varas a 200 rs.
mas de Irania de seda
H Vara de dita a 160 r=
O Pares de meias de cores para meninos 1
B i Lnuas para rape muito finas a 19.
g I UDftfl cara marcar (caixa de 16 nvelos) a 320.
Liquidado de roupas l'eitas
11 com 50 0|0 de abate, na ra
Novan. 47, junto a Goncei-
cao dos Militares.
Casacas de panno tino de 20 a 303
unas para menino de 16 a 205
Calcas de casemira de cor de 6 a 8?
Di as de dita prela finas de 8 a 103.
Uitas de brim ce linhf) a 1550O e 5.
ilas de dito para menos a 1g500 e 3.
a elols de brim para homem a 3 e5S.
irnos de casemira de cor a 1o e IS5
Ditos de dila pitius a 10 e 20
Colletes de velludo a 7 e8
Dilos de gorgurao a 4 e 65.
Ditos de fusiaual5500e25-
Camisas france/.as, duzia a 205
Cortes de velludo a 5 c 6?.
Fardas para guardas a 8 e IOS.
Casemira lina ci.feslada a 35.
Brins em varas c covados, de diversos preco*
, eoutras mais fazendas, ludo por barato preco '
[ Roupafeha para liquidar
na ra da Imperatriz n. 60,
11 loja de Gama fe Silva.
11 CalC de rasemira de cor muilo finas a 7, di-
. as de brim de linho branros muilo fino a 4S, di-
r.l l0gl-!.0 ocuro a 3;5' di,as dc br>ns de co-
res a 2S, 2:o00 e 35. colletes de velludo, ditos de
preta com 10 varas a
160.
obras at a sua entrega.
G1UDE SORTORTTO
DE
Fazeidis e roupa feila
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaquim Rodrigues Tavares de Helio
RA DO QUEIMADO N. 39
EM SUA tOJ DE QUATRO PORTAS.
Tem um completosoriimento de roupa feila
convida a tolos os seus freguezes e a todos
quedesejarem ter um uniforme feito com todo o
gasto dinjam-se a esta estabslicimento r
contraro um habel artista chegado ulii
te de Lisboa para desempenhar as ob
tade dos freguezes,
Sebo e graixa.
Se'^u coadoe graixa em bexigas: no armazem
ue Tasso Irmos, no caes de Apollo
$ Machinas de vapor. %
5 Rodas d'agua. (g.
^ Moendas decanna. ig
Taixas. @
J Rodas dentadas. @
P.ronzes e aguilhes. @
^ Alambiques de ferro. @
^ Crivos, padroes etc., etc. n
fli Ifa funiliQo de ferro de D W. Bowman, fe
^ ra do Brum passando o chafariz. e
Carro.
Vende-se um excellenl* carro todo envidraca-
do, com urna boa parelha de cavallos, por prro
com modo, prazo ou vista : na ra larga do
Rosario n. 24, loja de ouro, se dir quem tem.
P; seda e outras qualidades, paletots de alpaca preta
I "'u'l''oa f"rta 55, ditos de princeza preta
que era-
raamen-
ras a vort-
tera um comnluio sorti-
menlo dj palilots de fina casemira ruodello im-
glez, e muito bem acabados a 105300, ditos
de merm selira a 125000, ditos de alpaca
Pro^SA5!000' dUos de a,PJca sobre casacas
awooo, ditos com gclla de veludo a 99000
ditos de fusto, Jilos de ganga, ditos de Lrim,
ludo t 550 0, ditos de brim de linho tranca-
do a 65000, calca de brim de linho muito su-
gfc 500(>. Jas de casemira de cor a
95000 e a 105000, ditas de casemira pre-
ta suoenor fazenda a 12000, palitots fran-
cezes Je panno fino fazenda muilo fina a 255
sobre casacas de panno muilo superiores a 355
ea 405000, um completo sortimento de cami-
sas fracezas, tanto de linho como Je algodao
efusiao vende-se muito em conta, afira de aue-
rer-se lqiuJar com as camisas,
pechincha.
i,mai! ? Prefua: na rua d0 O^imado n.2
tem cobertores de algodao de cores bstanle
8mTprCoPdePff3 P"" eSCray8' ba"'^!
-- Vende-se na rua do Livrameuto
a. 1J, borzeguins francezes a 6, dito
de bezerro a G$. dito de vaqueta a 7$.
Aos senhores armadores e
proprietarios de carros fn-
n:bres.
Vendem-se velbulina preta superior a 400 rs
o covjdo ; na rua do Crespo n. 25.
Lojtx esperanca.
Vende-se borracha de seda prela'para borze-
guins a 292OO o covado, graixa em barris muilo
boa a 610 rs., est arabando-se, nautas do ebino
de autrot a 18 e 20. braceletes de mozaico a
63 laa para bordar a 6^400 a libra, trancas do li-
nho brincas para as roupas da fesla a 800 1
18200 o 18000 a pega, seto padroes dificrentes!
colherea finas, facas, Iriachantes, etc. : na ru
do Queimado n. 33 A, Guimaraes & Rocha.
Pormetade do seu
valor.
Rua do Queimado n. 19.
Ves'ldos de gaze e phantasia, muitoslindos.de
duas suas, pelo baratissirao preco da 1.0 cada
um cotle. r *
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos par a camisas,
Biscoutos
Emcasade Arkwight 4 C,
Cruz n. 61.
m-m-m
Botica.
nr6Jndr lS e;metJn- PV 7g^ aiVos'^Tpano
preto lino, ditos de nscadinho levizinhos B2J5C0
Coke (carvao),
ou combustirel para cozinhas, caldeira ele
muito econmico para as casas particulares': ven-
rte-ee na fabrica dogaz, em porroes de um quin-
tal para cima a la o quinta!.
Pechincha para os fabri-
cantes de velas.
Na rua Imperial, taberna n. 37, vende-se fio
tS?JW?B.pavios de ve,as' pelbarato
Na rua do Ltvramento, loja de calcado
u. 19, vende-se calcado francez nais
barato do que era outra parte, peles
precos seguintes :
Para homem.
ltorzeguins Melles de lustre e bezerro
Ditos inglezes de lustre a 5<.
Dilos dilos dc bezerro a 6-J.''
Dilos franrezes de lustre a 6.
Ditos de bezerro, sola dupla n 7*.
Ditos do dito, vaqueta de lustre, "a 7b.
Sapatoes de Nantes, sola fina, a'4t30
Ditos, sola dupla, taxiaUo, a 5.
Para senhora.
Borzeguins de lustre a -5 (Jol.J
Menino e meninas.
Borzeguins para menina a 3?500 c 4jJ.
Ditos rara menino, sola e vira, a 5t5C0.
_ (?&
Ql*
a 8500.
Bartholomeu Francisco de Souza, rua larga do
Rosario n. 36, vende-se os segointes medica-
mentos :
Rpbt'Affeetenr.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dila Sands.
Vermfugo inglez.
Xirupe do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres)
Uiguenlo Ilolloway.
Pilulas do dilo.
BUisir anti-asmathico
e llibr'ai! bCCa larga COm rolhas' de 2 0DCas
A. fCOm lJem um grand0 sortiraento de pa-
pel para forro de sala, oqual rende a mdico
Ven Jem-se libras sterlinas, em
casa de N. O. Bieber & C. : rua da Cru^
n. 4.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
bastn & C. rua da Senzala n.i2.
*?* ? @^@ mmmm
lodosos611"86 e Cminua a "ceber-se
^^"Para acabar.^
Guimaraes & Villar.
f-fiua do Crespo numero 7.
A 20,$000.
Cortes de cambraia brancos ricamente
bordados cora duas saiae.

A ^,$'000.
9S
Pecas de cambraia cora salpicos com
9 varas.
A 5000.
Peras de cambraia cora salpicos 5 bor-
a> dadas com S varas.
A 6^500.
Cambraia da China bordadas o melhor
possivel pec;as com 9 varas.
A18000.
Coites de cambraia ticamente borda-
das com 2 saias.
23
je por
vapores artigos do modas para
nomens, incluiudo calcado de Melis na
Loja de marraore.
m
Ceblas e velas.
Vendem-se ceblas novas a 800 rs. o cento
espermacete a 630 a libra ; na travessa do pateo
do Parauo n. 16, casa pintada de amarello.
lodos os vapores, vestimentas, calcado
& chapeos para meninos na
| Loja de marmore.
Vinbo genuino.
Ainda ha urna pequea quanlidade de ancore-
tas deste vinho sem confeieo, e proprio de doen-
les : na rua do Vigario n. 19, primeiro andar-
Vinho do Porto, genuino,
Rico de 1880.
Storaacal de 1830.
Precioso de 1847.
As duzias, e em caivinhas, a dinheiro, por ba-
rato preco : vende-se na rua do Trapiche n. 40,
escriptorio.
Allenco.
Vende se um terreno na freguezia
da Boa-Vista em frente do beceo dos
Ferreiros, cora duas fi rutes urna para
o mesmo beceo e outra para a nova rua
projectada, tendo 100 palmos de trente
e 220 de fundo, solo foreiro : os preten-
dentes dirijam-se a rua do Vigario n. 1.
Vende-se um cabriole! com um bom cabal-
lo ou esle somenie : na rua do Queimado, loja
numero 36.
PAKL
DE
Differentes qualidades
Na loja da aguia branca se arha um grande
sortimento de papel de differenles qualidades, al-
maco liso e paulado, de peso tambem liso e pau-
tado proprio para se mandar marcar a 3#, 3$5C0,
4ge 4Jfi00 a resma ; dito fantasa de bonitas co-
res e bons gostos a 1 e 1J>200 a caixinha. dito do
beira dourada a 2J500 a caixinha, envelopes dc
cores, brancos, bordados a lj>e 2# rs. a caixinha :
na dita loja da aguia branca, rua do Queima-
do n. 16.
y*
Vende-se a
ria com pe
Praia d. 47.
dinheiro ou a praso urna sor-
mia comjiorcso de madeira : a tratar na rua da


DIARIO DE PBKSAMBUCO. QUARTA FEIRA 28 DI NOVEMBRO DE 1860.
P)
VA
FTOICiO LOYV-MOVV,
Roa da Sen zalla Nova n. 42.
Neste estabeleciment contina a haver ura
completo sorti ment de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixis
dejerro balido e coado, de todos os tmannos
para dito.
Potassi da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conlucido e acreditado deposito da
ra da Gadeia do Recife n. 12, ha para vender
verdaJeira polassa da Russia nova e de superior
quili lada, assim como lambem cal virgeni em
p9lra, tcJo por presos mais baratos do que em
oulra qualijuer parle.
Yinho de Bordeaux.
Km casa de Kalkraann Irmos&C, ra da
Cruz a. 10 .encoatra-se o deposito das bem co-
nh*cidis rairca dos Srs. Brandenburg Frres
e dos Srs. Oldekop Mareilhae & C, em Bor-
deaux lera as seguintes qualidades :
De Bratideaburg frres.
St. Estph.
Si. Julien.
Margaux.
Larose.
Gh&leau LoviUe.
Chutean Uargaux.
De Oldekop & Mareilhae.
St, Julien
St. Julien Mdoc.
Gtiateau Loville.
Na mesraa casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madoira em barris.
Cognac om barris qualidade fina
Cognac era caixasqualidade inferior.
Cerveia branca.
As melhores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, I.
M. Singer & C e Wbeeler &Wilson.
Neste eslabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
I autores, mostrnm-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
quadade e seguranca :
no armazem defazendas
do Rayraundo Carlos,
Loite & Irroos ra da '
Inperatriz n. 10 amigamente aterro da Boa-
^ isla.
T\na do Queimado n. 39
Lojade quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAYARES
DE MELLO.
Ha cortes de vestidos de seda de cores, azenda
muito superior com pequeo toque de mofo a
603000, ditos sem defeito a 100&000, tem um
reslo de chales de loquim que estac-se acabando
a 309000, ditos de mirin* bordados com ponta
redonda a 83000, ditos sem ser de ponta redonda
a SS'OOO, ditos estanpados cora listras de seda
em roda da barra a DtfOOO, ditos de ricas estam-
pas a 73000, ditos de ganga franceza com fran-
ja branca a 2J000, ditos sem franja e muito
encorpado a 2J000, ricos manteletes de grosdi-
naples preto e de cores ricamente enfullados a
255000, ditos muito superiores a 303000, en-
feites e vidrilho preto a 35000, ditos de relroz
a 3*510, organlisda mais fina que ha no mer-
cado a 15000 o covalo, cambraias de cores
de padioes muito delicados a 800 rs. a vara, ditas
de oulris qualidades a 600 rs. a vara, ricas chitas
farncezis de muito boas qualidades a 280, 300,
320, e 400 rs. ao covado, a melhor que se pode
imaginar, peilos para camisa a 240 rs. cada urna,
cortes de casemira de cores a 63000, ditas em
pesca de quadiinhos a -13000 o covado, gollinhas
de muito bom goslo a 15000, ditos de outros
bordados ricos a 3:>000, manguitos de cambraia
bordados a 3#000, tiras bordados e entrimeios
quesevenlem por prego commodo, bombazil de
cores proprio para roupa de criangas, e capinhas
para senhoras a 15400 rs. o covado, cortes de
cambraia* de salpicos a 53000, cortes de cam-
braia enfeitadas com liras bordadas a 65OOO,
e outra3 muitas mais fazendas que sera difcil
aqui pode -las mencionar todas.
Vinagre branco,
Vende-se
EM CASA DE -
Adamson Howie k G.
Vinho do Porto de superior quadade.
Tinta de todas as cores.
Lona e flele.
Fio de vela.
Sellins, silhOes, arreios e chicotes.
Rolbas.
Ra do Trapiche n. 42.
wotwvWwbOTw' WKjvHPvWo wSWWw5VH
{Calcado barato*
para acabar
gi Ven 9| Nova n. 2, ossi-guintes calcados baratos
a para homem, senhoras e meninos a di-
^ nheiro a vista :
Borzrguins de duraque gaspeados para
homcm a 7g.
Ditos ditos para senhora e meninos a 25.
Ditos todos de duraque preto e de cores
pora senhora a 45.
Ditos dilos sem salto a 35.
Ditos de pellica com salto o sem sallo
a 53.
Ditos do setim preto gaspeado e com sal-
to a 65.
Ditos todos de setim sera salto a 55.
Sapatos rasos de lustre para homem a 35.
Sapatos de lustre e bezerro para meni-
nos a 25
Borzrguins lodos de bezerro para meni-
p nos a 55.
A 5^000. Liquidado.
Chapeos de sol de seda para homem
Por batato prego, para acabar, na ra da Im-
-. a ~aj ,.. At*3 Pra|riz n. 40, outr'ora aterro da Boa-Vista, toja
a 50 cada um e em porqao de urna du* da egquina do'be(co do8 mlI0S< vende.se noTJ0
zia para cima lar se-ha 10 por cento j sorlimenlo de fazendas para liquidar,
de abate : na ra Nova n. 23, esquina
da Camboa do Carmo.
Ra do Queimado
n. 39.
NA
cobertos e descobertosr pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem e senhora de
um dos meiores fabricantes de Liverpool, viu-
dos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Sonthall Mellor A-C.
nmmmm ^^-^m^^m
^Eincrivel a 228.
Chapeos para senhoras, de seda branca
ricamente enfeitados e com veos : na lo-
ja de Guimares & Villar.
4 43,060.
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Gbegou ltimamente a esle estabeleci ment um
completo surtimento de chapeos prelos francezs-
do melhor fabricante de Paris, os quaes se vene
dem a 75000, dilos a 85000, dilos a 93000,
dilos muito superior a 105000, dilos de castor
(1 retos e broncos a 1C500O, o melhor que se
pode desejar, chapeos de fellro a Garibaldi de
muito superior massa a 75000, dilos de copa
baixa para diversos precos, dilos de palha escura
de varias qualidades que se vendem por prego
barato, bonels de veludo para meninos a 55000,
ditos de palha escuras e claras a 43000, ditos
de panno muito bem arranjados a 35500
chapeos de seda para senhoras a255000 muito,
superiores, ditos de palha escuras propios para
campo a 123000, dilos para meninasa 105000,
chapeos de sol de seda inglezesa 105 e a 125
muito superiores, dilos francezes a 85000,
ditos de panno muito grandes e bons a 43000.
sapatos de volvido a 23000. dilos de tranca a
15600, sin los de grugurao para senhoras e me-
ninas a 25000, coeiros de casemira ricamente
j bordados a 123000, e outras muita fozendas
que a vista dos freguezes nao deixaro de cora-
l prar.
i
I Campos ( Lima
; receberam urna factura de chapeos de sold sc-
j da para homem, leudo entre estes alguns peque-
I nos que srrveru para os senhoras que vo para o
I campo lomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porgo seja grande se resolverlo vender pelo
prego de 65 e 6)5500, c alguns com pequeo de-
feito a 55 : na ra do Crespo n. 16.
Ra da Senzala Nova n.42
, a ser cam-
braias brancas, o mais fino que possivel, a pe-
ga a 3, 35500, 4, 4J500 e 55, cortes de meia
casemira ebrim lavrados brancos a I56OO e 2g,
loalhas para rosto de nova invengaoa 640, cortes
de iiscado francez com 12 covados a 2}3C0' cha-
les estampados de merino a 25500, e ludo o mais
se vende barato.
* Vende-te urna bella placa ou in-
signia de official da ordem da Rosa : na
ra do Ccbuga' loja de ourives de Se-
rafim & Irmao, n. 9.
Vende-ie um casal de escravos
por preco commodo : na ra Direita
n. 3.
Chapeos de sol
DE
Seda grandes para hornera
A 5$000,
Terrenos pertoda
pra Caminho dos mnibus.

Os herdelros do commendador Antonio da Sil-
va vendem sua propriedade, no lugar da Casa
Forte, em sorles de Ierra a vonlade dos compra-
dores com a nica restriego denlo terem menos
de 30 palmos de frente, e fnndo designado pela
respectiva plaa approvsda pelas autoridades
competentes, o enfenheiro Antonio Feliciano
Rodrigues Selle
precisas, e pode se
ou na ra estreita d
dar, ou na praga da Boa-Vista, botica de Joaquim
Ignacio Ribeiro Jnior : os pretenflentes podem
dirigir-se igualmente para qualquer proposta ou
esclarecimenlo ao herdeiro L. A. Dubourcq, no
seu sitio na Capunga.
Rap nacional D.
Gama < Silva,
na ra da Imperatriz, outr'ora aterro da Boa-
Vista n. 60, vendem para liquidar-se as fazendas
seguintes, por menos de sea valor.
Corles de vestidos de laa c seda a 13;}, peras
de brelanha com 10 varas a 45. ditas de rolo cm
10 varas a 2{, chalys de cores muito bonitos, co-
vado a 600 rs., folar de seda lindos padioes a bO
rs., laazinhas de quadrinhos e muito finas a 400
rs. o covado, ditas barrpes de quedros o coTado
a 260, merino de una so cor para vestido a 3S0o
covado, (bitas raneczas escuras o covado a 240,
;v ^....w ....... ,^ e 280, riscados largos francezes o covado a
o encarregaoo das medices :zuu mussulinas matizadas o covado a 2C0 rs.,
r procurado no mesmo sitio, "ssas francezfs para vestidos o rovado a 40, e
loRostrion. 30, lerceiro an- dIls Dlull c"os a 300 rs., corles de nscaaos
'monstros para vestido a 35, cambraia de saltico
muito fina a vara t fcOO is. ditas brancas e de cor
a 400 rs., enfeiles de vidrilho pretos e de cores a
3g, gollinhas de trasp-sso muito finas a 85, gros-
cenaples muito encorpdos o covado a 25, Ce tu-
dosedo amostras, ficando penbor.
Vende-se um preto de meia idade, ptimo
cozinheiro : na ra Direita n. 123.
Pedro 11 da imperial fabri- No armazemde F. A. Bur-
ea de Joo Candido de Mi-
randa, Rio de Janeiro.
Este rap sera duvida o de melhor qualidade
melhor
fabricado neste imperio, acaba de chegar e ven-
de-se no deposito, ra do Vigario n. 23, escrip-
torio.
na ra Novan. 36, defronte da igreja da Concei-
?ao dos Militares.
@ Vende-se luvas de camorra branca e
3$ amarella para os oCQciaes d caladores, @
@ infantaria c cavallaria, ditas prcts para A
arlilharia : na loja de Nabuco & C, na S
@ ra Nova n. 2. @
t0ttMtM @@@ S@@
Vendem-se saceos com farelo de Lisboa,
chegado llimamenle : na travessa ds Madre de
Dos n.15.
Aos fabricantes de velas
Vende-se una grande porcao de caixoes pe-
queos proprios para se encaixolni velas de car-
nauba por terem sido do velas de sebo do Porlo :
na ra de Dorias taberna n. 15.
mmm mmmmmmimm}*

leC-, ra da Cruz nu=
mero 48,
Vendem-se 5 carros novos
arreios : na ra Nova n. 21.
@5
g-
vende-se champanha das melbores marcas que
vera ao mercado, mais barato que em qualquer
outra parle ; cofres de ferro (burras) das que cos-
tuma receber, do melhor fabricante que ha nesto
genero, sortimentos de todos os tamanhos. c lo-
dosos precos ; novo sorlimenlo de pianos, de
^ um exccllente labricante, que se vendero por
com lodos os e conla do mesmo, deduziudo-e a commisso c o
^; descont que os tornesse baratissimos.
Pao de Senteio novo.
Acha-se todas as quarlas e sabbados, das 11
horas do dia em diante : em Sanio Amaro, .pa-
daria allemo, e na ra da Jmperatiiz n. 2, ta-
berna.
Vende-se um escravo de 34 annos, gil, es-
perto para todo o servico, bom comprador, en-
tende de cozinha e ganha na ra, rom boa suude .
na ra das Trincheiras n. 19, segundo andar.
Admira-
Suissos.
vel peehin'cha
NA LOJA DE
Era casa de Scbafteitlfn & C, na da Cruz n.
38, vende-se um grande e v.riado sorlimenlo
de relogios de algibeira horisontacs, polcntes,
chronometros, mcioscbronomelros de curo, pra-
la dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
gios dos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vanderopor precos razoaveis.
1
|
Manteletes de Ci prelos a 15, para
acabar.
A 15$000.
Vestidos de phantasia de 30S, vende-se
por 13 para acabar.
A 5J000.
Manguitos de fil prelo com golle o me-
lhor possivel a 5| para acabar '. na loja
de Guiraaraes & Villar.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston &C
vaquelas de lustre para carros, sellinseiilhesj %(j 1117)1 TCS GZ. I lllCU',
inglezes, esndeeiros e casli^aes bronzeados,lonas' #p [>., ift p.-.j. n -I 7
inglezes, fio de vela, chicote para carros, emon-| Vendem-se cortes de cambraia'n quilla
tana, arreios para carro de um e dous cvalos ^ || com muita azenda pelo preco de 2J500 e
e relogios de ouro paienle inglez.
jr 3, pechincha admiravel s vista
Tg acreditar emandamse amostras.
M
superior.
Vende-se vinagre branco superior era barris de
quinto, por prego commodo ; na ra da Cadeia
do Recife n. 12, escriplorio de Bailar & Oli-
veira.
Julio (fe Conrado
querendo acabar um resto de camas de ferro, tem
resolfido a venderera por 15$, 20 e 25.#
Ultimo tom.
Alpaca de seda de qnadros a chineza, vindasa
primeira vez ao mercado : em casa de Julio &
Conrado.
Loja das seis porlas em
frente do Livramcnlo.
Covado a 200.
Chitas largas de benitos goslos a 200 rs. o
covado, ditas estrenas a imitacao de laazinhas a
160 rs., cassas de salpicos brancas e de cores a
200 rs. o covado, pegas de esguiao de algodo
muito fino a 3# a pega, ditas de brelanha de rolo
eom 10 varas a 2, riscadinho de linho a 160
rs. o covado, chales de merino estanpados a 2$,
lengos brancos com barra de cor a 120 rs. dilos
com bico a 200 rs. algodao monstro de duas lar-
guras o melhor que possivel a 640 rs. a vara,
mussulina encarnada a 240 o covalo, fil de li-
nho preto bastante largo. A loja est aberla at
as 9 horas da noite.
Grammatica in-
gleza de Ollendorff.
Novo metbodopara aprender a lr,
a escrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra i a t eir mente nova, para uto de
toJos os estabelecimentos de instruc-
e,o, pblicos e prticulares. Vende-
e napraqa de Pedro II (antigo largo
do Collegio) n. 37, segundo andar.
Macas e peras
de todas as qualidades que exislem era Portugal,
tanto em poreo como a rolalho, sera lemile de
pre^o : vende-so nicamente no armazem Pro-
gresso do Duarte & Irmo, no largo da Penha
numero 8.
A 2S400 o corte.
NO
Armazem de fazendas da ra
do Queimado n. 19.
Cortes de chita franceza pelo baratissimo. prego
e 200, antes uuc se acabem.
Vendem-se duas moradas de casas terraso
em Olinda, sendo urna na ra do Amparo com
bastantes commodos, quintal murado, c estriba-
ra para 2 cavados ; e a outra na ra de S. Fran-
cisco com bom quintal e cacimba propria para
quera precisar tomar banhos salgados por ser
muito perto, ambas por prego commodo ; a tra-
lir na ra do Amparo, casa" contigua a escada
que sube para a greta do N. S. do Amparo.
Loja das seis porlas en
frente do Livramenlo
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos gostos a 200 rs. o co-
vado, ditas estreitas de cores escuras a 160 rs ,
pegas de brelanha de rolo com 10 varas a 2$,
dilas de esguiaa de algodao muito fino a 3g, ris-
cadinho do linho a 160 o covado, lencos brancos
com barra de cor 120 rs ditos brancos com bi-
co a 200 rs., algodao monstro com duas larguras
a 640 a vara, laazinhas de duas larguras, azenda
nova para vestidos a 500 rs. o covado, enfeites de
tranca com lago de fita para cabega de senhoras
a 2500, cortes de riscado para vestidos a 2g, pe-
gas de madapo!o com 4 1|2 palmos de largura a
4JM00, chales de merino estampados muito finos
a 6?J. A loja est aberla al as 9 horas da noite.
Carros.
Vendem-se 2 ricos carros, um grande e outro
pequeo, bem aparelhados e elegantemente pin-
tados : na largo do Corpo Santo, escriplorio de
Manool Ignacio de Oliveira & Filhg.
# Recebeu-se recenlemenle e continua a (J$
@- receber-se directamente de Paris e Lon- $C
dres por lodosos vapores, de encommen
da especial, arligos de modas para se- $*
,"-*. nhoras na ^
Loja de marmore. 1
m
Loja da seis portas em
rene do Livramcnlo.
Roupa feita barata.
Palilotsde casimira escuras a 45OOO, ditasde
alpaca prela 43?000 e 55X00, camisas brancas
ede cores a 2^000, ditas de fusto a 2&500
serolas muitas finas a 15600 e 2&000, palilols
debrim pardo a 38000 caigas de casemira pre-
la e de cores, palilols de panno preto sobre casa-
cas, colleles de casemira prela ede cores, dilos
de veludo preto e de cores ; um completo sorti-
menlode roupas feitas
Chapeos amazonas
de palha escura e cinzenta, guarnecidos de vel-
ludo e filas, tanto para senboras como para me-
ninas, ultimo gosto em Paris : vendem-se em
ca:a de J. Falque, ra do Crespo n. 4.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu depo-
sito da ra da Moeda n. 3 A, um grande sorli-
menlo de tachas e moendas para engenho, do
muito acreJitado fabricante Edwin Maw a tra-
tar no mesmo deposito ou na ra do Trapi-
che n.4.
Ra da Senzala
s!to do
antigo
gelo.
depo-
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C,
ra do \igario n. 3, um bello sorlimenlo de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
urna variedade de bonitos irancelins para es
mesmos
N.19.
Armazem de fazendas ba-
ratas, na ra do Quei-
mado.
Ricos cortes de gazc de seda e phantazia com
duas saias, (pela lerga parte do seu valor) a 10J)
cada corte.
Lences e cobertas.
I.encoes de bramante, dito de panno de linho,
cobertas a c-hineza pelo barato prego de lg800.
Vestidos de seda.
Ricos vestidos de seda para meninos e meni-
nas, azenda superior, fdtos no Rio de Janeiro
por urna das rrelhores modistas, o pelo barato
prego de B9<
Chitas francezas.
Chitas francezas propras para casa por serem
escuras, e ditas claras a 20 rs. o covado.
Colchas de fusto.
Grandes colchas de fuslao com ricos lavores a
5J500.
Chales de merio.
Chales de merino bordados, franja de seda, a
5g00, dilos estampados a 3{E0O.
Paletots escuros.
A 9,000 a arroba.
Vende-se cera de carnauba da vellia
e nova safra a pi eco de 9$ : no antirjo
deposito do largo da Asstmbla n. 9.
A loja de inarmore
recebeu vestidos de blonde bordado para 5
casamento. g;
A loja de marmore
Sx recebeu vestidos de seda de cores do ul- %
|g timo gnsto. <.'
A lojade marmore
recebeu \cstidos de phantasia do ultimo
m A loja de marmore
. recebeu vestidos brancos de cambraia
ge Lordada do iillin.o goslo.
A loja de marmsre
^ recebeu manteletes, rond?, taima?, pe-
^ regrinas e mantas do ultimo gogto.
Aloja de marmore
^ recebeu novo sortimenlo de bournus Le-
p douine para sabida de baile. br
Vende-se um fardamonlo rico para guarda M^M?*5 ^f&;tS3 '^v^v-;
recebeu novo sorlimenlo de enf. ites pa- W
ra veslidos, incluindo bicos de blond. S
A Joja de marmore
recebeu novo sorlimenlo do chapeos o
enfeites para senhoras.
Vende-se frco de todas as cores o grossuras,
com rame c. sem elle a 400, 500, 650 c 1?} rs. a'
peca ; na ra do Queimado, loja da aguia bran-
can. 16.
si
i,:
I
2K
nacional, sendo de cacador : na ra estreita do
Rosario n. 12.
2>
loja n. 25 de Joaquim Ferreira de S, vende-,
e por pregos baratissimos para acalar : ves-
lidos de tailatana bordados de seda a 8?00O,
organd de cores muilo finas a 320 rs. o co-
vado ,cassas de cores a 240 rs., cbila larga a
Vende-se um terreno r,a ra Imperial, pro-
prio, com 110 pairees de fenle, com urna casi-
nha de lijlos, com muilo bella vista, desembar-
que atm, grandes futidos at o no, aterrado e
prompto o edificar um grande esUbelecimenlo.
200, e 240 rs., capas de ustao enfeiladas a ou propiedades, que se vendtry com lodo o fun-
50C0, casaveques de cambraia e fil a 5$0C0, ido ou parles.assim romo laosesde 20 (.In i? co-
penteadoies de cambiaia lordades a OICCO, D ,onver,ba-a,s ("ni'rsl1l;l,,h; no mesmo lo-
mo ion ven l a ar s
par, rasa n. 222, atrstai cim o proprielario Vic-
babados a 3'0 rs. a vara, tiras bordadas mu- | |orir.o Francisco dos Santos,
finas a lrM
Paletots escuros a 2j600 cada um, cambraia
Vendem-se bairicas com macaes de
j rmeiuis escurus a juuu caaa um, camora
multo boa qualidade vindas no gelo a tgandys a 500 rs. a vara, ditas muilo Coas a
6$ a barrica, assim como o gelo a 44 a : 640 rs., baloes demalhaa5$, ditos tapados a 4R,
lencos brancos a lg800 e 2g, a'
mos de largo a 60U rs. a vara.
to unas a ifico pega riscaflo francez fino jBaratos calcados de tranca de
a 16G rs. o covado, golmbas de ponas Lor- ,. ,. 0cVnnn
dados a 25C0, manguitos de cambraia e fil' -LlSDoa a UUU a UZa.
a 2*000, carnisinlias bordadas muilo finas a
2&0OO, chita Isrga com lustro e muitc fin
propria para cobetla e roupees a 320 rs., es-
guiao de linho a 1200 a vara, roupoes de
seda feitos a 125C0C, veslidos de seda mofados
a 88000, luvas arrendadas a 100 rs. o par,
vestidos de grosdenaple prelos com barra de
cor a 20000, palitos de pao preto e de corea
de 160C0 a 205000, soLrccasacas de panno
muilo fino a 25JK00, caigas de casemira prela
e decores de C000 a 1(?000, ditas de brim
branco e de cores de 2>0CO a 5*C00, palitos
debrim branco ede cores de W5G0 a 5S00,
dilos de alpaca de 3*G00 a 8*000, trim
trangado de algodao com 9 palmes du largura
proprio para loalhas a 900 rs. a vara, damas-
co de laa com 9 palmos de largura a ljf600o
covado, velbulina prela a 400 rs., brim de
linho de cores a 1*500 o corle, rr.eias cruas
para homem a 1*200 a duzia, camiai de
linho inglezas a 32f000 a duzia, pegas de
madopolao fino a 45500, cortes-de lanzinba
muito fina com 15 covados a 8f>000 rs., ca-
misas de cores e brancas de 15C0 a 3*000,
e outras muilas fazendas por menos do sen
valor para fechar con las.
arroba, o deposito estara' aberto todos len? b.rancos "-l?800 e 2S.'algodao com 8 pal-
os das
tarde.
das 9 lioras da manbSa as 5 da
MAZEH DE ROUPA FEITA
s mkm tiraiMii m
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Casacas de panno preto a 30$, 35$ e 40*000
Sobrecasacas de dito dito a 35$000
Paletots de panno pretos e de cores a
20*. 25$, 30$ e 35*000
Ditos de casemira de cores a 15* e 22$000
Ditos de casemiras de cores a 7* e 12*000
Dilos de alpaca prela gola de velludo a 12*000
Ditos de merino setim prelo e de cor
a 8$ e 9$000
Ditos de alpaca de cores a 3*300 e 5*000
Dilos de alpaca prela a 3$500, 5$,
7$e 9$000
Dilos de brim de cores a 3*500,
45500e 5*000
Ditos de bramante de linho brancos a
4$500 e 6*000
Caigas de casemira prela e de cores a
9*. 10$e 12*000
Ditas de princeza e alpaca de cordo
prelos a 5*000
Ditas de brim branco e de cores a
2*500 45500 e 5$000
Ditas de ganga de cores a 3*000
Ditas de casemira a 5$50O
Colleles de velludo decores muitofino a 10$00
Dilos de casemira bordados e lisos
pretos e de cores a 5*, 5$500 e 6$000
Ditos de setim preto a 5*000
Ditos de casemira a 3$500
Ditos de seda branca s 5$ e 6$000
Ditos de gurgurao de seda a 5$ e 65000
Ditos de fusto brancos e decores a
3$e 3$500
Ditos de brim branco e decores a 2$ e 2$500
Selouras do linho a 25500
Ditas de algodao a 15600 e 2$000
Camisas de peitode fusto branco e
de cores a 2*300 e 25500
Ditas de peiio e punhosde linho mui- .
to finas inglezas a duzia 35*000
Dilas de madapolo brancas e de cores
a 1*800, 2$ e 2*500
Ditas de meia a 1* e 15600
Relogios de ouro patente eorisontses $
Dilos de prata galvanisados a 25* e 30*000
Obras de o uro, adereces, pulseiras e
rosetas *
Ricos manteletes.
Os mais modernos manteletes pelo preco de
30*000.
Loja das 6 portas
em frente do Livramento
Laazinhas a 500 rs.
Camisinhas muito bonitas com duas larguras
para veslidos de senhora a 500 rs. o covado, cor-
tes de riscado francez para vestido a 2*. sa'as
balao parr menina a 3*500, ditas para senhora a
4jJ500e 5* ; d-se amostra com penhor A loja
est aberla at as 9 horas da noite.
Vende-se na loja da ra nova u 1.
Baratos calcados de Mil-
lies a 18#
Vcnde-se ra loja da ra nova n. 1-
Para quem quiser eslabcle-
cer-se.
Transpassase una casa em bom local com unir,
e logante armugao, iue serve para fazendas ou ou-
iro qualquer negocio, vende-se adinbeiro on
aprazo i tratar com Antonio Carnciro Viauna lojs
de ferragem, ra nova.
Escravos fueitfo

Exposico
DE
Vende-se
casa de familia
de ferragens.
urna escrava propria para urna
: na ra do Queimado n. 37, loja
OTA
Vende-se uvas da ilba de Ilamarac muilo
boas, e por prego commodo : na ra estreita do
Rosario n. 11.
Armador*
Massos de alflneites proprios para armador a
1J600 rs.: na ra Direila n. 7.
Vende-se um cabriolet de 4 rodas, 4 as-
seutos. com um bom cavallo, pelo prego de 400*:
na ra Nova n. 22,
Ainda contina a estar para se vender,
permutar por casa nesta cidade, e em ultimo ca-
so, arrenda-se a quem flzer as abras e eoncertos
que a casa precisar, sendo descontada a quantia
gasta do aluguel que tiver de pagar, o sitio da
travessa do Remedio ns fregueiia dos Afogados
n. 21 ; quem o pretender, entenda-se com seu
proprictario na ra de S. Francisco, como quem
vai para a ra Bella, sobrado n. 10, ou na alfan-
dega, aonde empregado.
E' chegado ultimamenle a este estabelccimen-
to um riquissimo sorlimenlo de melaes que mui-
to devera agradar aos compradores que preci-
sarem : da ra Nova n. 20, loja do Vianna
A loja de marmore 8
recebeu enfeites de plumas brancas e de g
cores para cabega de senhoras. fv
Farelo a 3#500,
em porgo se far abalimeulo : na taberna da
estrella no largo do Paraizo n. 14.
Aliento. -
Na ra do Imperador n 63, defronte do retra-
tista americano, vende-se manteiga ingleza mui-
lo superior a 800 rs. a libra,1 dita francea a 760
rs. a libra, cha muilo superior a 2*240 a libra,
presuntos de Lamego a 480, chourigas muito su-
periores a 560 a libra, banha de porco a 540,
toucinho de Lisboa a 360, arroz a 100 rs. a libra,
queijos do reino muito novos a 2500, velas de
espermacete a 720, ditas de carnauba a 480, ma-
gaes muilo novas e boas a 100 rs. cada urna do-
ce degoiaba muilo bom a 1*000 o caixao, vinho
engarrafado de todas as qualidades, como seja
Duque do Porto. Chamigo, Madeira Secca. Chery.
Bordeaux Moscatel, vinho de pipa de Figueira e
Lisboa, branco e tinto, licores finos, e outros
mullos gneros que se deixam de mencionar, lu-
do muito superior e mais barato que em outra
qualquer part.
Escravo fgido.
Um mujaio claro, magio, com pannos prelos
na -raaSaa do r(,sl "presentando ter 55 ai nos
de idade, Daiurai do Rio do reixe, chamado
Luiz, desapparcecu no dia 30 de outul-ro da casa
do Dr. Cosme de S Pereira, de quem escravo ;
fuj roe-se ter levado um cavallo preto do ?ri
nostren que se bavia soltado, o que elle fflra
ero busca do mesmo ; suppe-se mais que sua
mulher de nome Alaria tambem o acompanha,
levando um pequeo lah de flandrcs : roga-se
as auloiidades policiaca c a outras quacquer
possoas que o prendam, c remetlam ao seu se-
nlior, que pagar qualquer despeza.
Fugio nc dia 17 do correla a prela Caco-
na, de nafo Cosa, idade de 40 annos, pouco
m.ais ou menos, eslalura alta, secca do corpo c
bem espigada ; levou vcslido de algodo azul,
camisa de algodao branco e panno da Costa azul,
costuma 8ndar com um panno amarrado na tes-
ta, tem cabelles brancos na frente da cabeca :
quem a pegar, leve a ra das Larangeirss n. "lS,
que ser recompensado ; assim como protesta-
se com o rigor da lei contra quem a tiver ocou-
tado.
Escravo fgido do Rio de Ja-
neiro no vapor Milford
Haven
Desappareceu no dia 28 de outubro do corren-
te. anno, do poder de Joao Antonio de Miranda
Vasconcellos, do Rio de Janeiro, o escravo pardo
escuro de npme Honorato, que representa ter de
25 a 30 annos, estatura ordinaria para baixo. cor-
po reforcajo, hombros largos, rosto pequeo,
testa baixa, pouca barba, cabello carapinlio c
olhos prelos, sabe leralguma cousa, Ura officio
de cocheiro e tambem de pedreiro, natural do
Para mas tambem diz ser do Maranhao, o qual
obteve passaporte na corte como cidadao Brasi-
leirocom o nome de Jos do Porto, para Lisboa,
e seguio no mesmo dia a bordo do vapor Mil-
ford Haven, porm nao obstante ter lomado e
pago passagem neste vapor para aquella cidade,
jnuito de suppor tenha desembarcado nesta
provincia para daqui seguir ao Maranhao ou Pa-
ra d onde foi para o Rio de Janeiro cm 22 do
novembro de 1856 com o passaporte efiangado
por Jos Joaquim de Gouveia c Silva e remettido
a Novaes & Passos, tendo j anteriormente ido
a corte como criado de um Sr deputedo : roga-se
portanto as autoridades policiae ou a qualquer
pessoa que drlle der noticias de se entender
com Azevedo & Mendes ra da Cruz n. 1, que
se gratificar generosamente.
Fugio de bordo do brigue brasileiro Cama-
cuarna o prelo marinheiro de nome Pedro, de
Benguella, dado de 40 aonos, estatura regnlar,
com os ps lachados ; levou camisa branca com
polla azul e caca de algodo riscado, booel de
p.anno preto com filas atraz de amarrar : quem o
prender e o cooduzir bordo do mesmo navio,
on rua da Cruz n. 3, ser recompensado.



)
.^v>
DIARIO DE PERfUMBUCO. QARTA FEIRA 48 DE NOVEMRRO DE 1880.
Litteratura.
.lacques Dobois, appCllidadoSilvio.
(CDclusu.)
Dubois era gordo e pequeno ; linha. o ar aus-
tero e grave, mas placido e affavel ; sua voz, ura
0inc, era forte o insinuante ; trazia a
barba cerrada, e os cabellos crescidos ; todava
i" odia ver nos oulros essa especie do luxo.
;Se ejeontrava qualquer mendiga rom osobel-
Ios da barlia e da cabega grandes, mandava-o
Jogo ler casa de um barbeiro, que tinha dispos-
! .'.- sus#rdons. e d'ahi oeDviava urn padei-
ii-, que egualinenlo se achava por elleconlra-
[) ibois possuia um espirito ardenle, e memo-
r:a feliz: eram puros os scus costumes, e elle
dotado de- urna leo dadu e probidade sem man-
cha. A ignorancia audaciosa dos charlales lho
>'ra particularmente odiosa. Gozava no seu lempo
d- una brilhante reputago de orador cloqoenle,
p eta destinelo, graniroetlco perfeito, medico sa-
bio, m; ihematico sera egual. Todos os autores
antigos, quer em verso, qner era proz, lhe eram
familiares, e elle fallar* rauitas lioguas. Fui o
primeira que iutroduzio no eosino as lcoes de
Hypoccalos e de Galeno, e retirou da escola o en-
ino dos empyricos rabes, dos qnaes apenas ad-
niiuia dous ou tres. A' excepgo dos erros astro-
lgicos, acceilou todas as mais doutrinas de Ga-
] no : e foi milito censurado po/ essa especie de
fanatismo por seu mesire.
Dubois nunca se cisou : viva solitario, evi-
tando lodo o commcrcio com os seus vizinlios,
es "po rom um sapaleiro, cuja conversaco o
dislrahia, sem demandar de sua parte grande es
forc de espirito. No numero dos seus mestres
C';la-se Tagaul, Vatable, Lascaris, llermonymo ;
; numero dos seus discpulos Nicolao Riehelet,
G"lillirrme christo. Andr Veale, Conrado Gress-
ner, Lourengo Joubert ; e no numero dos seus
amigos Eslevo Fonchcr, bispo de Bayona, Gui-
l'..'rme Poycl, clianceller de Franca, Pedro Chas-
l laio, bispo de Tulle, depois de Macn, padre I.i-
S:{, presdeme do parlamento, la Barre, gover-
rtadi r de Paria, Turuebe. Ramos, Robcrlo Esle-
vo, Rondel, Cardan. Francisco Bossuet, medico,
.'. Fernel, e o poela Nicolao Bourbon.
Seria Iwuo se quizessemns enumerar oselo-
gl ig que lhe foram prodigalisados por todos
a [uelle dos seus contemporneos que tiveram
O' casiSo de citar o seu nome : nao teamos mes-
Dio tocado nesses louvores, se sua unanimidado
i:'.) nos parecesse um desmentido solemne aos
ataques que nao lhe pouparam Gouj.'l e outros,
o.- quaes final de cuntas se liraitaram copia-
I a* novas particularidades que narramos so-
l a vida e algumas das suas obras, fnlheando
o.- seus propnos escriptos, c de acedrdo com o
biographo Rene Moreau, podero contribuir para
q .o se ojulgue com eonhecmenlo de causa. Nao
foi uto son lio vao de rehabililago que nos guin ;
pireceu-me porm que um hornera do mrito de
. L- era digno deque se indagasse, e se pro-
c'.amasse toda a verdade seu respeilo.
Ch. L. Livet.
}Moniteur universal. Siheira.)
balho e para as artes puramente economica ; lu-
do no exterior levava as poieocias s concepgoes
e aos clculos compromettedores da paz e uniao
do mundo. Era urna dessas situacoes em que o
governo, so o quizosse, leria podido ensaiar,
pouco mais ou menos, o despotismo no interior,
e a perturbacao no exterior.
Sem chegar esse ponto, era todava iticvitt-
vel qloessa dupla possibilidnde, quo essa ten-
dencia dupla, proveniente do estado geral das
consas, se manifcsl isso nos actos at um certo
grao. Nao pretendemos aqu caiaclerisar o go-
Terno, e menos anda julga-lo ; apresenlamos
apenas os fados nao os qualificamos ; mostra-
mos, sem fazer a mais perwna obsnrvacao res-
peto, que o governo se estabeleceu fura dos
principios da liberdade polilica, e as suas rela-
cassidade de retirar o seu apoio Italia, e sacri-
fica-la ao successo de urna causa que ioleres-
sava mais direclamenta ao equilibrio euro-
peu.
Esse inconveniente foi felizmente remediado
pelo, governo sardo. Urna delberago lomada
mullo propoaito. e antes que a Austria vacil-
ante se pronunciasse, fez" entrar o Piemoote na
allianc anglo-franceza. e reunir o seu contin-
gente aos nossos doua exercitos.
Tolos dovem estar anda lembrados deque
essa deliberago mnito sorprendeu o publico, e
que principio fra pouco comprehendida. Foi
um dos actos de polilica mais nolaveis que temos
lestemunliado Cum esse posso o gabinete de
Turim angariava a benevolencia necessaria da
Franja e da Inglaterra ; cullocava-se no mesmo
,: r------- -------- ,...,.,,., ^ ,,-,.,,,,.-. ,, ,,i- i, ,ui_,, e u.i iiiyi.iu'rra ; cuiiocava-se no mesmo
cues com o estrang.-iro foi alm da immobilidade' plano de interesse que animava a empre/a com-
emqueconliava a opunao publica. I mum ; e sustava esse abandono absoluto da
L senao, que o digam aquelles que se lembram causa italiana que a Austria poderia exigir c-
ter visto a sorpreza anoderar-.p anda ria mn nmi-n H ,<> ,..,.,.;, n .i .,..___..
Polilica exterior da Franca,
i
A Franca, quando cabio sob o jugo do governo
actual, achava-se n'uma situago em ludo mu
deferente d'aquclla em que a linham encontra-
da os governospretedeules. No interior domina-
va um sentimenlo tal de fadiga e desanimo que
a impeda de aspirar outra cousa que nao fosse
0 repouso; a ordem material c o desenvolvimen-
U' enrgico da autoridade pareciam os nicos ob-
ji-cius de seus volos; ludo o mais demonstrava
i;:n luxo perigoso para as naees : disposices
- seguramente mui novas para a nossa patria,
leriaro cusado espanto aos homens de
1S3M, mesmo aos de 1815.
No exterior a secua era outra, posto que a mu-
d.iiira fosse menos appareute. Os successos de
1848 haviim despedarjado os ltimos vnculos da
. i lebie allianc.i sob o titulo de sania. Ululo suave
e pacifico da antiga colligacao a Europa come-
i se decompr; as dissensoes sobre a uni-
3a le e independencia germnicas plantaram um
en do discordia persistente entre a Austria
e a Prussia ; urna dessas duas naces contratara
a Russia obrigacoes de que s lhe ficaram
ressenlimentose eiumes ; o imperador Nicolao.
Da sua quah'iade de absolutista, era mais favo-
ravel aos governos revolucionarios do que s mo-
carebias conslitucionaes; e pois pcrdora
ja di 1848 ; a Inglaterra, mais que nunca
separada do resto do continente, s julgava pos-
Bvcl urna iutelligencia com o gabinete de Paris,
qualquer que este fosse, porque ahi ao menos
r.o enconlrava ella anligo rgimen ; finalmente
a Franca, depois de abalo causado na Europa pe-
a sua ultima revolucSo, alravessava essa quadra
t'um sentido absolutamente opposlo ; a repbli-
ca que cm Rima operava por si Biesma a contra
revolugo, ira de novo lugar a essa forma do
archia admioistraliva sonho querido e in-
- ssante de lodos os res da poca moderna; j
se receiava que de nos partisse o exemplo
ntagioso da democracia triumphante, e cada
1 ido, livre da apparicao da revoluQjo franceza
. ija forma popular corno de um pesadelo,
;ava entrar na plenlude de sua liberdade de
ic.ao, s'ippunha reassumir ao direiio de entre-
gir-se ;> inctinaedea naturaes fructos de suas
adico !S e de seus interesses, e s ambicoes ira-
diciona.es de sua poltica.
Assim, pois. ao passo que a situaco interior
- pareca exigir o repouso e a prosperidade, -
siluacio exterior comporlava, se que nao an-
; inciava, o renascimenlo das dissensoes diplos
Di&ticas, e o jogo de urna polilica europea menor
uniforme, menos Comprimida que no passado
pela preoecupago nica do stalu quo de 1815.
ludo no interior impellia a sociedade para o tn
i ,.uU, HuC u uig-.ui aqueuesqucse lemDram ; causa italiana que a Austria poderia exigir cu-
Idowr visto asorpreza apoderar-se ainda dos mo prego de sua cooperagao. Pelo menos esta-
mais previdentes. quando a experiencia mostrou belecia desl'arlo a egualdade entre essa potencia
quenao era impossivel urna administrarlo sera e ol'iemonte. Ambo dtviam enlnr sob o mes-
( censuras, e que a Franca era muilo mais gover- rao p uo congresso que se seguisse as hoslili-
navel do que so persuadan) os espirilos exclusi- dades. e ninguem ignora como em presenca mes-
I vamentc conservadores, dominados pelo medo ou mo do ministro de Vienna o plenipotenciario pie-
fraqueza. monlez conseguio que fosse oflicialmenle pro-
Une o digam aquelles que viram augmentar- nuniiado no congresso esse nome de Italia, que
se-lnc essa sorpreza, quando entre as grandes se achava riscado da caris poltica, e so consig-
. potencias nppareceram serias comraocoes, segu- nasse n'um processo verbalque essa naci ti-
das logo depois desses rompimentos que occa- nha queixas e olTensas apresentar. Foi esse
sionaram a guerra ; quando entre os signatarios para o Piemonte um lance decisivo ; e salla s
uo iraiado do Vienna retumbou o primeiro echo vistas de lodo o mundo que uesse da foi depo'ta
ido canhao, de tao longo lempo annunciado como em ierra fecunda a sement, que mais tarde de-
I hm!.en0il{Scim .nnaln,10^1 aquelles que virara A'partir desse momento aquillo que al enlao
homens Mostrados, estadistas consumados cahi- furnecia simplesmente motivo para suspeilas e
remdasnuvcDsfeumose esluma di/.er) quando !duvidas lornou -se claro e manifest e se os
J^u?? l,e,"er'1r, e Prematuro do gabi- aconlecimenlos iu.porl.nles que tiveram lugar
, fn T arU10U a.al.l-'"? da Fri,n- no coraf du a"" ^ 1859 vierara ainda sSr-
S ,;S "eH ,"w,*l". *<> Pender alguem porque de proposito se quiz
de um orgnlho desprezador, que sinislras previ- fechar os olhos e cerrar os ouvidos. A polilica
lnoiaoLPrCCeMrav 6 a,-10P*nharam a nossa do Piemonle era clara como a luz do dia :
l^l-, "ar-Ne8r? >' nccessar.o nada seu plano geral nada linha de myslerioso.
rfe^fi0,'1"0 a VZ "-11 podorosa dos t^o* P- P"Jia-se, verdade, duvidar que a execuciio
d," i, 1 eS[".r S sc.ePt,cuLs da Possibili- desse plano eslivesso lo prxima, que devesse
dado da guerra, o de um desembarque c feliz ella tomar laes proporres. e encontrar lauta fa-
extto em suramada possibihdade da paz sem cilidade; sobretudo quo a nova ordem de cou-
21 rfe preciso recorrfir $* ullimas extremida- sasse t.vesse esse ponto inoculado nos nimos,
?2h.?a? % h,.,ropa fuSie .emergida n'uma e fosse lo g-ralraento acolhido pelas class-ssu-
frT,i prime!ra exper.enc.a provou en- [ periores da pennsula ; de ludo isto se^odia du-
nnim1 r'J \S aChaVa mudada a i-So yidar. diremos nos, e at mesmo era para dese-
r m,,, m i i"' Jar quC lemP ama^recesse mais urna empre-
ra d rf T "f.m",,ae'. eomqnaoto agucr- .ia. que pareca precipitada, quo urna prudencia
ra oa trimea excitasse inquielacoes, r.omquanto mais clrcumspecta imilasse o campo quer da
parecesse que ia trans..mar a tranquilldade de emaucipago, quer da conquista
auftra Viahf SC ^ T'gC qu,e ui uma T-Hes ue,6e "ada vee.n ao nosso assumplo.
51J 2 q Se P0,'!1'1 d,,r ll1"10 de CO- 8 nos eoncebemos todas as duvidas e inquiela-
rt?^[",rq"3,nl, f,M emprehendida por ces. e mesmo todas as criticas e votes de que
parte da Franca c da Inglaterra para a salvado nao parlilhamos.
\Z^J,VTa%eX,\l-enU'- Pretendemos aqu mostrar nicamente qne
liv, 1 Z 1 ,r "l' a" 1"let01ma.r 'mea- desde 1856 nao ficou a menor duvidade que.ap-
Lu. -.?? mi ,langa, foi o absolutismo mosco- parecendo uma occasio propicia, se nao desen-
O I.U .. volvesse, passando do projecto tentativa, o pen-
U que as armas dos allialos sustentavam era smenlo da expulsao da Austria, e de uma con-
a nianulencao do imperio ollomaoo, ou a des- centr.eo dos estados italianos era prol do en-
irouiraoe equilibrio das Turras nao s nos ler- grandecimenlo do Piemonte.
rilnos da Europa, como lamucm nessa parte da Nos Francezes, j muito experimentados, e
AMatao ligada a mesma Europa. A victoria que ainda lembrados dos transes por que passamos,
aicaneamos nao deixou de ser por conseguint- desconfiamos de ludo aquillo que lera o carcter
em lavor do sau 9110.
Eis por que podemos contar com a neulrali-
dade, e mesmo cora o apoio at certo ponto de
um dos governos nwis conservadores; quere-
mos fallar da Austria.Xque tendo perder pos-
sesses ainda mui precarias, nao obstante qua-
renla anno? de dominio sobre ellas, se linha
mostrado sempre a maift tmida cm seguir as as-
pirarlos de sui propria ambicio. Os seus receios
quauo s margens do P$ haviara modificado as
FOi,nETlH
n
Gl\ LEVI\GSTO^E
ou
A'TODO TRANSE
POR
florgc Alfredu Lawrenco
de audacloso, extemporneo, innovador e syste-
matico : pie ser que nao tenhamos razo ; o
certo, porm, aue ncm todos teem soffrido os
revezas que nos remos soffrido ; e agora tambera
ebegado o lempo de conceberem os outros
as illuses que nos perdemos, as esperanzas
que abaudouamos, a ambico que dopose-
QlOS.
Por oulro lado era notoriamente conhecido que
, no seio do governo francez reinava um peusa-
auas ambicoes sobro as rr^argens do Danubio ; e ] ment favoravel ao que se cnnveioem chamar -
e rMn^C I" ^1"^ ?'^m ** "^ a emancipado da Italia. Muilas circumslaucias
rim.ii e tarda, foi preciso que lhe'so haviam reunido para tornar evidente que ali
promettessem assegurar as suas fronteras do se achava a queslao que melhor poda, emisse-
rUmfnr.' "f"* e'flm que 6^ primcira-guer-, nuramciile duvia provocar uma resolucao de in-
ra importante depois de 1815 se urasse cuidado- terveneo em materia do polilica esiran-ira
smenle loda a apparen-ia de um alcance revo-
lucionario.
Descansada sobre esse ponto, a Austria pode
intervir indirecta, mas efflcazmente, e assim mes-
mo a sua accao mais decisiva se manifeslou na
occasio da paz ; porquanlo contribuio para que
esta fosse ventajosa aos alliados. Era lempo ;
porque a guerra nao poda prolongar-se per mais
um anno sem excitar, quer na Finlandia, quer
na Polonia, movimentos ou pelo menos tentili-
vas de movimentos que viessem alterar o seu ca-
rcter.
Os appellos a o senlimerito nacional estavara
prestes se fizerem ouvir.
Dessa necessidade de ligar conducta hostil
um carcter de regulandade que petrailiisse con-
tar com a tolerancia, e al mesmo com o con-
curso moral ou maierial dos governos conserva-
Essa intervcncao podia ser antes diplomtica do
queguerreira, poda ser mais defensiva que og-
gressiva : os accontecimentos podiam addia-la,
limita-la, enfraquec-la ; e o direilo publico,
bem como a razo de estado, reduzi-la urna
simples resistencia contra uma intervenco op-
posta. Al quo ponto, c em que caso a jiisliga e
a prudencia aconselhavam accao da Franca
alm dos Alpes?
Eis uma'queslo baslanle grave, que j hoje
seria ocioso discutir para conhocer-lhe as conse-
qneinias ; e bera assim, desnecessario resolv-U
theorica como praticamente o fez o governo frau-
cez E' de todo indiflerente que approvemos ou
nao aquillo que se prctendeu fazer, uma vez que
j se acha feilo. Repelimos s que o acto nao
podia ser inteiraraont-^ imprevisto e causa-nos
. admirado que houvesse, quer na Prangs, quer
dores, resulta va um dos inconvenientes da guer- etn tod3 a Europa, quem a'olhesse com sorpreza,
ra de 185 pelo menos aos olhos daquelles que i 1"e a'" ,a dura, as palavras decisivas pronuncia-
teem em alguma couta os direitus e os votos das l,ils o Io de Janeiro de 1859 ; aquelles quem
nacoes. Essa guerra nao podia ser sabiamente sorpreinleram essas palavras, deveriam ler-se
emprehendida sem que se procurasse dispor a admirado meuos.
Auslria para ella ; e nesse intuito o meio mais
seguro adoplar-se e que mais convinha era as-
segurar-lhe as suas pos.-essoes italianas. As duas
poieocias alliadas deviam nao s comprornclter-
se nao levarem a perturbacio essas posses-
ses, compromeltimento que Ibes seria fcil ob-
servar, como tainbem garanti-las raoralmente,
por assim dizer, seus senliores j entao des-
conliaJos, e renunciar ao exercicio do carcter
protector, de que se haviam revestido, para com
os eslados situados ao sul dos Alpes.
Ora, como sabido, a Inglaterra, e mesmo a
Franca, apoiavam ento com a sua influencia as
reclamacoes do Piemonle, e os queixumes da
Lombardia e da Venecia: ambas ellas, sobretudo
a primeira, haviam j comec.ado chamar a at-
teiiQao da Europa para a Italia central, e para o
governo do reino das Duas Sicilias.
Podia, pois. acontecer que pelo inleresie da
guerr.a projeclada se vissem reduzidas dura re-
Como quer que seja o acaso decidi, e nos
pouco cusa accommodarrao-nos essa deciso ;
porquanlo decidi elle de uma mancira mais fa-
voravej do que se poderia esperar das conjecluras
da prudencia a mais experimentada.
Ouando seconhecia o rumo que levavam s |
cousas do mundo ha uns cincuenta anuos pouco
mais ou menos, e justamente porque se o conhe-
cia, era permillido conje.turar-se para a Franca
obsta :ulos, derrotas, complicagoes que, gragas
Deus, se nao realisaram. Talvez foi porisso pre-
ciso restringir o programma da guerra de uma
maneira inesperada ; porm mais inexperado
ainda era o abandono com que, depois de dous
raezes de lula, um joven imperador inaugurava o
seu reinado, cedenJo a sua mais bella provincia.
Esse indicio de descorc,oamento e impotencia
realmente nao era de esperar, quando as appa-
rencias da Austria nao denunciavam tanta fra-
queza.
XIX
(Continuago.)
N io gostei nada de ver Levingslone parar junto
' Flora e menos ainda quando approximou-se
d 'la c por um resto de habito anligo o circulo,
que a rodcava.deu lugar elle deixaado-o pas-
sir. Com ludo nao ficou muito lempo junto del-
!., c sim lo smente, supponho eu, quanlo bas-
tava para concordarem era algum fuluro arranjo.
Depois dalo perdi-o de visla por algum lempo.
Eu acabava de agilar-me trabalhosameole era
urna quadrilha que dansei com uma joven vir-
gem pouco intelligente, cojas ideas sobre o pas-
s'ido, presente e futuro, pareciam encerrar-se aa
ultima opera, que ella conhecia, e que eu nunca
tinba visto, lima lerrivel nuvem de enfado me
envolva, e sahi da sala do baile para dar um
pouco de tom meu espirito abatido median-
te uma libacao generosa. Ao beber, dei s di-
vindades infernaes o meu bom par; quando voltei
tjca"a-sn o Olga, c Flora walsava em roda da
s.ila com Levingslone.
No numero de tantos perigosos encantos, cora
que ella fascinava.j fallei al aqui de seu aduii-
ravel tlenlo pela walsa ? Ella era infatigavel
como uma bailarina da India, c sempre se en-
c mlrava cora um cavalleiro de forja para susten-
ta-la, ella volteava, para servir-me de uma com
paracao yaoko, como um clippcr rodar com o
vcnl.
Vendo-a quasi toda debrugada sobre o braco
robusto de seu cavalleiro, com os labios em cons-
tante movimenlo, bem que s elle podesse ouvir
suas palavras, com a cabeca inclinada sobre sua
espadoa, pensei as amigas legendas dos Willis
das margens do Rheno ; depois ainda voltou-me
ao espirito a filha de Herodes.
Se o diabo, no assalto que deu Sanio Anto-
nio, nao fez intervir as seduccOes de Terpsycore
s suas outtas tentacoes, Gcae cerlo de que foi
nicamente por que o velho anachorcla nao linha
ouvido musical.
*) Vide Diario n. 273.
Termina va a wilsa.
Vi Cuy e Flora surairem-se por detrazdo3 cor-
tinados, que lapavam a entrada da estufa. Se!
alguma cousa havia, de quo mi>lrcss Wallace
principalmente se orgulhasse, era o arranjo desle
sanctuario. E ella linha muita rizo. Elle linha
sido leslemunha do nascimento e da conclusao de
mais intrigas de amor, do que metade das salas
de baile de Londres reuida.
Quando se enlrava em um dos seus recanlos,
dispostos com arle, sombreados pelas m gnoliasj
camelias, e pelas largas e espessas ramagens das
plantas iropicaes, apenas Iluminadas por vidros
de cores variadas, sentia-se como que a necessi-
da de repetir algum capitulo do bem velho cont
de amor ; nao era um negocio de gusto, mas uma
necessidade absoluta da posicao. Estava-se muito
bem garantido contra os olhos, senao contra os
ouvidos ; mas isto de uma importancia muito
secundaria. Aquelle que nao sabeajudar uma
mullier embarazada,como diz o marinheiro em
scenaaccommodando-se linguagem em voz
baixa, que convra entre duas pessoas, quedese-
jam fazer-se coramunicares iuieressantes, me-
receser oavido.
Flora, levemente agitada, deixou-se cahir na
primeira poltrona, nao por que eslivesse suffoca-
da, mas em consequencia de sua grande agitadlo.
O encapellamento do mar depois da lempes-
lade.
Ah I que walsa 1 diz ella com um suspiro,
e que pena que seja a ultima I Nunca mais
acharei quem comprclieuda lano meu geilo c
meu passo.
E porque esta walsa seria a ultima? per-
guntou Cuy contemplando a mudanza expressiva
do semblante de Flora, e a posicao um tanto
abandonada de toda sua arrebatadora pessoa,
com uns olhos, onde certamente havia mais do
que adoraco.
Os pares se formam ; respondeu Flora com
gravidade.; e o primeiro passo dar no bom ca-
rainho renunciar seus pares favoritos.
Elle sentou-se seu lado com ura riso tremido
e um pouco toreado.
Ora crod'es vos que, por que nos lomamos
virtuosos, uao baja mais no mundo bolos nem
cerveja ?
Sem duvida. Ser-me-hia fcil esboear-vos
um quadro de vos3o fuluro. Seris ura marido
em extremo conveniente, e tornar-vos.heis o mo-
delo dos gentilhomens camponezes ; lalvez ainda
cacareis, mas nao correris mais ; ser necessa-
riu vender Axeine ; assislireis regularmente s
assemblas dos magistrados ; creareis soberbos
rebanhos; e nada mais taris do que engordar, o
que o peior de ludo. Nao gosto de vos ver,
nem em pensamenlo, gordo, redondo e pesado,
romo Athelstan de Coningsburgo.
Ella ficou pensativa ao larminar : a languidez
da reac^o pareca invadi-la, mas islo s6 fazia
torna-la mais encantadora ainda. Ella recliaou-
se mais um pouco sobre os macios cochins,
olhan Jo para a pona de seu p pequeniao, que
segua os dezenhos do tapete.
Que brilhante horscopo! diz Guy, e com
que boodade ei-lo tragado 1 Agora, o vosso, bella
improvisadora I
Eu, mo casarei larabem, respondeu ella se-
riamente ; o que devia ler feito ha muilo lem-
po, e lalvez que cedo me decida isso. O mo
exemplo contagioso.
E quem ganhar essa grande victoria ?
Nao sei; mas presumo que ser algum ve-
lho gentilhomem inglez, que possua vaslas pro-
priedades I
Espero ao menos que essas propriedades se-
jam viziuhas de Kerton, acrescenlou Guy appro-
ximando-se de sua companheira.
Ah 1 essa aniiga habitaco de Kerton I diz
ella suspirando de novo : nunca mais me veris
ahi.
Por que ?
Talvez por que meu marido, quem quer que
seja, nao gusto muito de me levar ah.
Ora 1 respondeu Guy mordendo forlemente
o labio.Como se esse charo marido podesse ler
uma vontade o sua. Queris excitar-me ao jugo,
bera o vejo.
A resposta que ella lhe deu foi murmurada em
voz tao baixa, que lhe foi quasi preciso adevinha-
la, ainda que prestasse ltenlos ouvidos
Nao, nunca tire essa iolencao, ainta mes-
mo durante estes ltimos mezes. Nao tenho co-
rago assaz forle para isso. Talvez que eu nao vi.
mais Kerton, porque.... nunca poderia suppor-
lar esse tormento.
' Elles guardaran! silencio. Flora estava entao
lo perto delle, que seu hlito rpido levantava-
Ilie os cabellos, c elle poda sentir as pulsares
de sen coraco, que balia contra seu proprio pei-
to. O sangue ardenle de Levingslone, esquenta-
do e agitado pela paixao e pelo vinho, borbutha-
va lhe as veas como a lava eiu fuso. Lem-
bianga c previdencia foram varridas como foihas
soccas pelo venlo violento dessa terrivel ten-
tac&o.
Seu brao escorregou em lorno da cintura da
joven donzella, e a allrahio si___mais perto...
mais peito ainda.
Ento ella levantou levemente a cabeca o olhou
de frente para elle. Sua pbysioiiomia se havia
despido de sua mascara de gravidade pensativa,
e as seduceoes de uma myriade de coquettes c
corlezas estavara concentradas em seus olhos
adoraveis.
Guy inclinou a cabega, e logo seus labios se en-
contraran) e uniram-se em um ardenle e rpido
beijo.
Um beijo Tibullo, Joo Segundo, Moore e mil
oulros poetas e rimadores cantaram com esta pa-
lavra duranie seculos, adornando-a das mais ex-
quisitas e graciosas imaginaces. H :s nao o es-
queci I fci tambem com um beijo que o major
nm i 2 C"u' M esse Pr'me>ro desfecho por
.!J"f(iC0.?,tHcaT- os negocios da Italia, por
Rr.ne. -70,aro de desembaragar a
fl-C5 ma'8 ,fl"8 o'T'culdades em quo ella
V?VT"0'- l!Jo 8Cr fl"'6 o embaracos
aue anda boje se agitam na Pennsula, dos quaes
liar i*1*0* o mais grave o mjic-
Wlo.1 0e/aKD'a Pn"ncal cni a independencia
nacional, se houvessem modificado nolavelmente
n!ra i"6"1" "V0530 ceisad0 de ser austraca : o
h!11 q',',e- a.F'',Dca apressando o f.m que
d sejava atlingir, simplillcou a sua misso. e com
?odavhaCrr^ "T -,ola,men'e livre dos bices,
.1, 1 ." d" 8'' ou Pelu nienos addiou to-
hi* S f,aib"!da1? de ura Per,KO imrainente. De
daJItalU oZ e"a cmPen''ar-se-ha nos negocios
l1,''r e- q"ant0 q"i,or Ouando nada,
Plh" peuiD?ao. parn a'<"el'es que queriam que
ella se nao empanhasse de forma alguma.
auenci^ WE? a n,ais fe,iz 1"ra s,,a3 co-
sa l u,lllB3' t oles Tn-n?? nosdeixou ''U|na uacao sim-
51 li.ii. riv da V Preciso "olar qoe a guerra
mea allad'IIre1 Profundamente da guerra da Cri-
beieeid, 1 "".,a P. um raanler a "tiem csta-
mererfna iT la ",udar a mesma o'dem. Se uma
mereca o titulo de conservadora, a outra nao po-
rn qull0.cada da niesma sorle ; porquanlo
co responda outras opinies. satisfaga oulros
.votos, excitava outras esperangas. Nao somos da-
quel es, que teem em m conta esta palavra
revolugao : quinto nos nao desacreditar a
guerra da Italia o dizer-se que ella foi concebida
oo espirito de revolugo. Temos lido em diver-
sos lugares a assergao contraria ; porm antes
da guerra era isto uma puerilidado ou mesmo
uma falsidade : depois da gueira controverter
a propria evidencia dizer-se que ella conduzia
resultados pouco agradaveis ao espirito puramen-
te conservador
Como este poni mui delicado, insistiremos
oelle. As cousas diOiceis de dlzer-se devem ser
explicadas com lealdade, afim de que se arre-
fe toda a suspeita, evitndose qualquer equi-
voco. *
i Acabamos de atravessar um armo rico de acon-
teciraentos extraordinarios, que teem lancado a
duvida e aperlurbaco at mesmo entre as opi-
ilioesiudependenles. Os espiritos os mais livres
teem encontrado diliculdades em deslinguir, e
qoohecer o carcter e as consequencias da guerra
inopinada de que a Italia acaba de ser iheatro.
Aquelles mesmos que em outros lempos hypo-
theticamentedeejavam, e evcntualmenleadmit-
tiam uma guerra anloga, como que hesitaran)
em reconhec-la logo que ella se apresenlou aos
sftus olhos : posto que ha longo lempo prevista
ii,um fuluro indeterminado, todava apparecen
cprno urna sorpreza as circumstancias em que
se achava a Europa collocada, como urna anoma-
la no meio das opinies al enlio nicamente
protegidas, emlim como um effoito era conlradic-
cocora a sua causa. Eenlretanto, por mais que
se quizesse duvidar, ella representava perfeita-
meute soluco por meio das armas de uma
queslao de independencia nacional e de liberdade
poltica.
Aquelle que nao aconselhou uma empreza nao
est por este fado isenlo de apreciar-lhe os re-
sultados : porquanlo se smente prestassemos
altencao s cousas que approvmos, se smente!
fosseraos justos com aquillo que nos agrada, ar-
riscar-nos-iamos serestranhos muilas vezes ao
que se passasse no nosso paiz, em nosso lempo,
e acabaramos n'uma indillerenca palradora que
s assenta bem aos pailidos sem futuro. Deve-
se, pois, considerar as consequencias naturaes
desse primeiro passo da Franca no camlnho das
novidades europeas : quem nao desejou que ella
prosegeisse, nao deve por isso fingir que igno-
ra, c desconhece o alcance q-ie lem o fado con-
sumado ; quera al mesmo appressou-se em re-
cejar ou anathematisar o deseuvolvimenlo do pa-
triotismo ou do liberalismo em Florenga e na
Bolonha, seria melhor que afiual se accomrao-
dasse com o successtf como cousa certa e quasi
necessaria.
A ordem establecida na Pennsula devia ser
toda ao mesmo lempo abalada. O estandarte de
Arcle, uma vez apparecendo, nao podia ter mais
que uma significaco : um talismn, cujo po-
der torna-se independente da vontade mesmo da-
quelles, que o empregim.
O futuro ODscuro : o que 'novo parece sem-
pre aventurse. Pde-se conceber incerteza so-
bre o effoito final do que se ha tentado, sobre a
duraqo do que se ha eslabeleciao. Nos que
desejamos uma sorte feliz e duradoura aos pa-'
patriotas que, duranie quasi um anno. teem '
causado -aduiiracao Europa por sua moderacao j
e perseverancia nessa patria, que se diz "da '
exagoraeao e da mobililade, nos somos seus!
juizes assim como somos sua garanta, e quere-
mos segui-los em todas as suas esperanQas : mas
cumpre confessar, elles tiveram muita razo em
pensar que o velho estandarte di revolucio
fiauceza, atravessando os Alpes, iria despertar
todas as suas aspiraces de independencia o de
liberdade. Sua causa tao decantada cahira no
dcmi'nio das chiraeras e das bravatas, so elles
se nao aproveilassem dessa occasio prospera,
extranha ao primeiro aspecto, para lentarem a
grande restauragao nacional, cora que enlreti-
nhan o mundo haviam j quarenta aunos.
Por mais quo haj quem se admire de ludo
isto, por mais que se esforcera os conservadores
de dezembro em dar uma outra cor aos aconte- !
cimentos, em negar-Ibes a evidencia ; a estn-
sao da trplice liberdade das elei^es, das tribu-
nas,^ da imprensa, era, com o despertar das
paixoes patriticas, o fim para o qual maicha-
vamlas nossas legioes: ellas combateram para
servir na Italia aos principios era nome dos
quaes se fazera todas as revolucos
Ser talvez aqui o lugar prorio para dirigir-
Dios uma pergunta aos nossos aiWrsarios: Aca-
so diris vos dos Alpes o mesmo que Pascal di-!
zia dos Pyreneos Alm existe a verdade, |
*-*
| quem existe o erro? Porque razaj recaais na
, rranea aquillo que suscitaes na Italia?
II
, O estado das cousas na Italia deixa ncertas
duas grandes questoes, que s o lempo pode
resolver. r v
j Em primeiro lugar a concepeo dos homens
polticos desse paiz, essa concepto nascida mais
da razao de eslado do que do instincto das po-
! pulacoes, isto a reunio de tolas as partes da '
, Haba septentrional sob urna mesma monarchia t
acaso destinada ser bera succeiida?
Em segundo lugar dado que assim seja,
conseguiro definitivamente completar essa u-
nio, ou vii alguma forja estrangeira vedar-lbe '
os passos, provocando local ou geralmenle uma !
roaeco em contrario ?
A Franca nao p le fazer grande cousa pela '
soluco favoravel da primeira queslao ; mas
p lo muito quanto segunda : e se ella chegar
impedir a ingerencia por meio da diplomacia
ou por meio das armas de qualquer outra naco,
ingerencia quo venha repetir na pennsula algu-
ma cousa que faca lembrar o precelente sempre
invocado de 18, com isto ter ftilo muito
mus conlra os principios e tratados de 1815, do
que com as suas proprias victimas da Crimea e
da Lombardia.
Feliz o dia em que as n3c5es entregues si
mesraas poderem por st dispr dos seus desti-
nos Se ellas se perderem a culpa ser smente
sua !
Mas, qualquer que venha ser o destino da
Italia, qualquer que venha ser a influcqcia das
nossas victimas sobre a constitoicao interior da
Franga, nao sao essas as nicas'consequencias
que devem preoecupar os espiritos. nao sao ellas
as nicas que excitara maior solcilude, e que
aglomerara no fuluro as mais sombras nuvens. '
A mudanca occasionada pela ultima guerra,
qner na deslribuico dos territorios e das popo-1
iacoes decretada em Vienna ha quarenta e cinco1
annos, quer as eleices das potencias signata-
rias desses tratados entre si, uma novdade
mais pasmosa, e mais consideravel do que mes-
mo a revoliigo I
Uma revolucao cousa commum : j ninguem
se admira quando l nos jornaes que uma sedi-
cio popular ou Ic/antamcnio militar decidi um
rei absoluto mudar de ministros ou conceder
uma constituico: porm ha muito lempo que
se eslava persuadido de que o u possiielis en-
ropeo era uma arca tanta, em que ninguem po-
dia tocar sera altrah'r sobre si a sentenga de ura
areopago de rcis. Nem mesmo cora o pensa-
menlo ousavam tocar n'uma s das suas extre-
midades : e quanlo o estadista que tratou essas
questoes com mais congna e sagacidade disse
estas memorandas palavras: Cumpre detestar
os tratados de 1813 e examina-los fez ouvir a
palivra da sabedoria e o brado do patriotismo.
O lempo passou ; o que era prohibido parceu
depois que se devia permittir ; o clumerico
lornou-se provavel : a novdade allrahio os es-
pirilos para o incgnito ; a Italia animada e sus-
tntala pela Franca pode abolir Ihronos, reunir
estados, transferir coras, mudar capitaes. tudo
isto era nome da nacionalidade e oa indepen-l
dencia; a Franca augmeniou suas fronleiras '
readquiro o que a-Europa lhe havia lira lo, mo- I
diicou seu territorio poltico estratgicamente '
sem que essa queslao se tornasse uma queslao '
europea, sem que o mundo fosse abalado. Foi
esta sem duvida alguma uma mudanca as dis-
posigoes dos gabinetes e no espirito do' continen- i
te; foi uma mudanga que, comquanlo natural- '
mente explicada pelas circumstancias, nem por
isso muito predicta ; e cuja importancia uao po-
da ser desconhecida.
Essa nova situaco e seus efTeitos nao affectam
uniformemente todos os espiritos: os mais des-1
comentes anegara, ou delta se espantam ; a-'
quelles que a negam sao desses renles em pe- i
queno numero, para quem a ierra nao gyra, e :
que sonham sempre com uma Europa coroada, I
como uma sania inquisicio de res armadas con-1
ira a revolugo, Que Deus lhcs d o prazer de
sonbarem em paz, e nunca os disperte dos seus'
sonhosl Os mais habis e expertos, que lemem
o que aquell'outros desej mi, cusi se persua-
den) de quo o perigo por elles temido nao bate
ainda nossas portas ; repugnam em acreditar
que possa sr impunemente alterado a situaco
era que as circumstancias nos ha collecdo ;
oppostis ludo o que vao de encontr justic
e prudencia, de ambas lhes parecem regras
eternas al mesmo as proprias necessidades pas-
sageiras ; e por que n'um ou n'outro caso a boa
poliiica prescreveu esta ou aquella medida, que-
rem que'a mesma le determine sempre a mesma
medida, qualquer quo seja a siluaro, como se o
empoiiuuca mu Jassc I
Sim, a juslica immulavel, nao resla duvida ;
o a jiitica a le da poltica como o de tudo o
mais; porm factos novos engendrara sempre
no vos direitos. Quem sabe se a Franca so achava
rigorosamente fundada em direilo, quanlo con-
quistou a Algera ? Mas boje quem llio nega o
direilo de defender essas possessoes, e que, se
qualquer potencia da Europa torga lh'as tomas-
s, roubaria um bem quo perlence mesma
Franca ?
Os limites da prudencia sao mais mu lavis
ainda. O que hoje uma lemeridade, amaoha po-
der deixar de o ser : o que hoje parece um pro-
jecto insensato, amanha parecer uma cousa
pralcavel. Os meios de accao desenvolvem-se no
nosso lempo era proporchs inconcebiveis. Os
exercitos, asesquadrasi as Guangas ofierecera re-
cursos em que se nao linha pensado; sobre tudo
os interesses e os sentimenlos se modificara con-
forme as circumstincias ; e o estadista deve le-
var em conta todas essas mudangas. Seguramen-
te louvamos mais aquelles que nao exagerara
o alcance das cousas, do que aquelles que julgam
ludo possivel smente porque a idea do impossi-
vel se acha um pouco modificada. A sabedoria
quo fien quem dos limites do verdadeiro cem
vezes pieferirel era materia de governo pre-
sura pc.ao que vae muito alm desses limites, da
mesma aorle que a profissao mais nociva do
quo a parcimonia. Entretanto cumpre confessar
que a poca actual comporta facilidades polti-
cas que nunca exislitam, e seria muita falla de
sagacidade e de patriotismo negar-se a situaco
toda nova, que a dissolugao da allianca europea
e a condiccao particular de cada uma das poten-
cias, que acompanham, occasonaram para o nos-
so paiz.
Islo posl), devenios reconhecer que, logo que
sahimos do circulo de vordadeiros polticos, o
enihusiasrao mais para receiar-sedo que a des-
conflanea. A situaco dos negocios mais pro-
pria para a'entar as indignaces do que para ar-
rehecer os nimos : e bem que mal comprehen-
dida, os successos que a crearam teem pfoduzldo
o seu eiTeito natural, o transportado pouco pou-
co a opnio publica do campo limitado das con-
vencoes estabelecidas para os das especulaces
arbitrarias, o publico er menos em certas*re-
gras, em certos pontos fixos, que duranie os a-1-
limos annos continham os clculos da diploma-
cia c as fantasas dos publicistos. At mesmo no
circulo olTicial se trata de todos os assumptos,
a conversaco admilte todas as hypotheses, nao
respeita mesmo as quesles prohibidas. A opinio
tudo permillido; a conjectura loca lodos os
pontos, eslende-se todas as partes. Os proprios
indiferentes, os circumspeclos o os sabios adrait-
lem como suppo9icoes ou como.probabilidades
cousas que em oulro lempo lhes leriam parecido
enormes extravagancias ; e elles se fjmiliarisara
assim com as eventualidades que mais lhes as-
sustam, sm approva-las, e sem desoja-las A
conversago protongando-se muda e insensivel-
rnenle o primeiro aspecto das consas, e sera di-
minuir as dilficuldades reaes molifica as apparen-
tes. Aquillo sobre que mais se falla acaba por
tornar-so menos nverosivel.
Portento nada mais perigoso do que uma tal
disposigao dos espiritos, que lodo o governo pru-
dente esclarecido deve ler muito cuidado em evi-
tar, por isso que lhe tirara ella esse freo da ra-
zao publica de que lano elle necessi'la : tratando
de vencer as suas proprias exigerages. deve re-
ceiar-se dajuclles cuja opiuio lhe poder servir
de incentivo: proe-iraodo nao emprehender se-
nao aquillo que est em suas forcas, deve fugir
daquelles que lhe dizem qne lujo pode fazer.
Ora, o numero destes ullimos nao dos meno-
res. Se o publico um pouco prompto em acei-
tar ludo como pralcavel, tambem nao faltara ao
poder conselheiros que lhe digam que tudo no
mundo o mais fcil possivel ; e os folhetos o
brochuras dos nossos lempos mostram sa-fficien-
lemente em que carreiras illimiladas de projeclos
e hypotheses se interna o espirito por syslema e
combinagao. E' muito duvidoso que um congresso
de brocharas, do qual seguramente se valessem
as suas palavras, nunca salaria para o mundo a
paz tao desojada.
Tratemos de apresentar as circumstancias reacs
que, exageradas por espiritos chimericos ou com-
placen les, so podero prestar tantas especula-
ces sobre possibili lades no futuro; e encaremos
as cousas pelo seu lado melhor.
A respeilo da Franca est dito e sabido tuJo
quanto se podia dizer ou saber. A sua forga mi-
litir o fiianceira j hoje nao um segrelo para
ninguem. partido queso pode tirar dessa forca
consideravel. Entretanto nada ha que seja in-
finito ; e po.s de nada se deve abusar. A polili-
ca, que se suppe mui poderosa e segura, bem
depressa chega ao seu termo, e caho de frica
quando menos o espera. Na Europa nao exista
actualmente uma naga que se ju'guo superior
Franca ; sobro isto nao resta a menor duvida :
por essa mesma razo que tirabem nao existe
umi s que com ella nao queira entreter rela-
goes amigaveis, e que para censurar essas rela-
edes nao esteja al dsposta & fazer-lhe certas
concesses. Eis aqu uma situugao de que con-
vem aproveitar-se com muita prudencia, afim de
que Seja ella prolngala o mais possivel; por
quanlo cessaria com o isolamenlo das potencias
entre si, eo meio mais seguro de evitar esse iso-
lamenlo seria exigir muilo de cada uma deltas e
a todas ameocar.
A Inglaterra deixou pouco peuco cahir lodas
as suas alliancas : al mesmo a allianca coma
Franca so lera enfraquecido : era ella certamente
a mais til, a mais natural, e por muito lempo
foi a mais popular entre os nossos vizinhos. Nin-
guem ignora as desconliaocas que vieran) arrefe-
cer os senlimentos de benevolencia polilica, e
communidade d-i interesses, que uniam as duas
nages. Algo mas nuvens appareceram que lau-
caran) alguma obscuridale sobre a? inteuces da
Franga : olham-nos com inquietacao, verdade :
mas um prejnuo tao ceg quanto'invelerado po-
de i sustentar que os senlimentos de cordeal
utelligencia tenham dalo lugar una inimizade
aurda e resoluta, e qua a opinio ingleza se arma
sysiematicamente contra nos esperando ser imi-
tada por seu governo.
Certas paixoes histricas na Inglaterra esto
longe de se reanimaren). Esse paiz lornou-se
esencialmente pacifico. Pode quem quizer nao
o acreditar; pode mesmo fazer d'isto um objec-
to de epgrarnmas ; porm o fado cerlo, e nao
deixa de ser ura dos menores indicios do grande
progresso que a civilisaco tem feilo as ilhas
bnlannicas. A ambigao de intervir em qualquer
occasio nos negocios do continente se ha modi-
ficado grandemente, e subordinado ao calculo dos
interesses positivos da sociedade: ao mesmo
passo que uma sympathia mais intelligente se
lem desenvolvido em prol da sorte das nacoes :
os volos c os direitos destas enconlram na Ingla-
terra uma solcilude mais generosa. A liberda-
de j nao c ali monopolisada pelo patriotismo :
no mundo nio existe uma s causa liberal que
nao encontr em Londres numerosos defensores.
( Co;i/inar-se-/ia. ]
culpado scellou o peccado imperdoavcl ; foi ura
beijo que allrahio sobre Francesco de Rimini es-
se castigo to lamentavel, que o proprio Dame,
que linha podido supportir todos os outros es-
pantos dos nove circuios do iuferuo, desmaiou
sua visla.
XX
Ento Deus te proteja Nao
rerei meis leu ruslo. Como a
agua derramada sobre a Ierra,
e que nao possivel mais jun-
tar, todo o meu amor esl per-
dido.
A embriaguez de ambos durava ainda, quando
dous passos por detraz dell-.-s fez-se ouvir um
grito queixoso e abafado, bem orno a dor a mais
pungente p le arrancar mais forle d'onlre as
mulhercs delicadas, quando batida por uma
ino pesada e brutal.
O sangue de Guy Levingslone parou e conge-
lou-se-lhe as veas : ja comegava seu castigo,
Antes de ler vislo alravez da folhagem verle
sombra das camelias o rosto de sua noiva, alvj
como o vestido que ella trazia ento, elle compVe-
hendiu que linha jugado loucamenle a Micidade
de su i vida, e quo perder Constancia Brando
para sempre.
E.l adiantou-se lentamente ; fiezera um cora-
joso isforgo por perder a primeira sensago de
frajueza, que accoraraettera de improviso, e qua-
si nao restava mais trago algum de emoco sobro
suas paludas fegdes, calmas como as do anjo da
port.
Guy linha so levantado e conservava-se immo-
vel, com a cabeca pendida sobre o peito. Pela
primeira vez em sua vida, era para elle impos-
sivel levantar os olhos ;seu olhar conservava-
se fixo para o chao sob o peso de um senlimcnto
novo,o de uraa vergonha chca de amarg ira.
O brilho animado das faces de Flora, annuncia-
vi nella mais alegra do que confuso ; c o ra-
malliete que ella linha na bocea, aervii muito bem
para oceultar um riso de triumpho.
Ella fasis ondear seu esbelto pescogo de uma
maneira altiva, alTrontando impvidamente o
olhar de sua rival ; e pensava-se que ella havia
obrado mal, nada menos que comprometien-
do sua rcpulago desta vez ao menos ella linha
ganhu a aartida.
Constancia rorapeu o silencio com uma voz per-
feiamente tranquilla e cempassada. Nao houvo
| uma nota falsa nos lons harmoniosos e ternus de
seu orgao.
Uma vez dominada sua emoga, ella antes leria
cahido mora aos ps de Flora, do que deixaria
vera profuudeza de sua terida.
Quando livor les deixado miss Bellassys, po-
dereis vir fallar-rae ura momelo, Sr. Levings-
lone? Aguardar -vos-hei aqui.
Flora levanlou-se sen dar lempo Guy de res-
ponder.
Eis aqu meu cavalleiro para a polka, o qual
me procura com um ar inquieto. Eslou s vossas
ordens, capilo Ravcnswuol.
Ella vollou-se antes de sahir da estufa para dar
um ultimo golpe :
E' o prximo galope, que vos devo reservar,
nao ?
Estas palavras eram dirigidas Guy, mas elle
nao respondeu.
Elle eslava petrificado, c conservava a mesma
allilude, sem que um s msculo se agitasse em
eu semblante, sera que uma s pestaa lhe Ic-
mosse sobre os olhos.
Nao havia em toda a brigada dos carabineiro3
um seductor mais descuidado do que Ilarry Ra-
venswood, nem um alepta raais ardenle da com-
moda mxima : Tudo bom em amor como
na guerra. -
Elle vio entretanto qu se tnha passado algu-
ma cousa do extraordinario, e nao arriscou allu-
sao alguma este respeilo, conluzin.lo seu para
sala do baile, ainda que seu rosto lo alegre li-
vesse tomado uma expresso embaraada, que
muito lisongeou Flora, apenas tiolou"nisso.
Q landa depois tiveram de conversar este res-
pcito na sala de fumar de seu club, elle se ex-
primi assim em uma linguagem cheia de urba-
nidade, e nao menos elegante que allego-
rica :
Bem sabis, Levingslone um athlela de
primeira forga. Quando vi que elle eslava aba-
do por um momento, e que nao podia respon-
der ao appello, adevinhei que redes golpes
linham sido dados, e conserve-me prudeulemen-
tu de parte.
Guye Constancia Brandan, sozinhos na oslufa,
guardarara silencio duranie alguns minutes',
depois dos quaes Levingslone pareceu dispertar!
e offereceu o brago Constancia com uma corte-
zia puramenle maquinal.
Ella aceilou-o sem fazer observaco alguma, e
ambos sahiram pela porta, que conduzia ao
jardn
Constancia cessou de caminhar aolado de Guy,
e pela primeira vez seus olhos se encontraran)
sob um raio de la.
Guy leu logo seu areslo, areslo sem appel-
lago.
Entao, o proprio sentimento desta situago de
sesperada, restituio todo o vigor ao oigulho in-
tratavel, que forcava a essencia de seu carcter ;
parou esperando que ella fallassc, e seus olhos,
deixando de olhar para o chao, pregaran) se atre-
vidamente sobre o semblante de Constincia com
uma sombra expresso de desconfianga.
Espero que creiaes, diz miss Brando, que
se rae succedea espiar vossas aeges, foi isto in-
voluntariamente de roinha parte. Nao ouvi se
quer uraa palavra, porquanlo, mal meu cavalle'ro
me tiulia delxadu quando vi...
A'pezar do seu imperio sobre si propria, ella
nao pude impedir que um tremor percorcesse-lhe
o corpo, e a voz ficou presa extingui io -so na
garganta.
Poucas palavras acrescent3rei, proseguio
ella. Depois do que fui testemuuha nao preciso
drzer-vos que nao devenios nos lomar ver raais,
e que somos completamente estranlus um ao
oulro. Farie.S certamente um trislejuizo meu
respeilo, se vossos labiasdevessera ainda alguma
vez locar minha mo. Recordae-vos que desde o
primeiro dia, que nos vimos, eu disse-vos que nos
nao nos convinbamos um ao oulro? Talvez que
eu lenha merecido o que me succede, deixindo-
rae dominar assim. Nao poieiseontnder uma
palavra do quo vos digo, ou pretender que sou
injusta ou muito severa.
Ella pnrou. Porventura com esperancas de
uraa palavra de desculpa, ou de supplica da par-
le de seu amante ?
Apeuas recebeu esta resposta um tanto secca,
disse :
Perd o direilo de defender-mc ou de vos
conlradizer.
Isto vos seria difficil, retorqnio Constancia,
com um pouc-j mais de altivez. A nda uma pa-
lavra : se alguma vez minha reputago for ataca-
da, estou certa que ninguem a defender mais de
bom grado do quo vos; minhas palavras nunca
se faro ouvir contra vos, o se mais logo desejar-
des o meu perlo, mais do quo o desejaes neste
momento, leir.biae vos quo o dei sem ser pedida
e de livre vontade.
Foi com um tom de uma fra e cruel ironia qia
Guy lhe respondeu :
Agradego vossa generosidade, miss Braadao
vossa situago inteiramenie inalacavel, e sem-
pre, como agora, lereis razo ; tinheis razo dt-
conceder-mo apenas affectos de amor, que vosso
orgulho e vossos directores de consciencu per-
mittam ; esses santos personagens deveriam ca-
nonisar-vos I Eu duvido que elles tenham ou-
lro discpulo to superior lodas as fraquezas hu-
manas. Deve ser muito agradavel uma perfei-
ta christa como nos, ter de perdoar plenamente,
sem temer ter de um dia reclamar egual indu
gencia. Nada teuho oppor vossa deciso :
devemos para sempre separar-nos Nenhuma dif-
ficuldale lereis em esquecer-me, mim, quem
nunca vos deverieis ler abaixado ; entreunto
preciso dar-vos um conselho. Nao sou romn-
tico, bem o sabis, c geralmenle pens no que
digo: se alguma vez, para o fuluro, tiverdes a
idea de dar vossa mo um mais digno, hesitae
um pouco em seu interesse, ou esperae que eu
lenha morrido ; alias, o dia, em que assegurar-
des sua felicidade, poderia tambem approxima-lo
do tmulo,
(ConflMar-se-na].
PERN. -TYP. DEU. P. DE FARIA.-1860.
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