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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/09171
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Thursday, November 22, 1860
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:09171

Full Text
lili XXIYI. ROMERO 271
Por tres mezes adianlados 5$000.
Par tres mezes vencidos 6$000.
OOIHTA SEIBA 22 DE NQYEMBEO DE 1861.
Por anno adiantado 19$000
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaly, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos debli-
veta; Maranhao, oSr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Guimares ; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAKl'lDA DUS COKKEIO.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba Das segundas
e sextas Oirs.
S. Aoto, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinho e
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d" Alho, Nazareth, Liraoeiro, Brejo, Pes-
queira, Iogazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo.Sirinhem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua preta, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
o Quarto minguante as 6 horas e 57 minutos
da manha.
12 La nova as 10 horas e 16 minutus da tarde
20 Quarto cresceute as 6 horas e 33 minutos
da manha.
38 La cheia as 9 horas e 18 minutos da manhaa.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeiro aos54 minutos da manha.
Segundo aos 30 minutos da tarde.
AUDINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relago tercas, feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quartss ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao mcio dia
Segunda vara do civel; quarlas e sabbados a urna
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
19 Segunda. S. Isabel rainha da Hungra f.
20 Terca. S. Flix de Valois fundador.
21 Quarta. Apresenioro de Nossa Senhora.
22 Quinta. S. Cecilia v. m. ; S. Filemon m.
23 Sexta. S Clemente p. m. ; S. Felicidade m.
24 Sabbado. S. Joo da Cruz c. ; S. Estanislao.
25 Domingo. S. Catharina v ; S. Jocunda v.
ENCARREGADOS DA SL'BSCRIPQAO NO SUL
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahia,
Sr, Jos Martins Abes; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo l'ercira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do diario Manoel Figueiroa da
Faria, na sua livraria praga da Independencia ns.
6 e 8.
PARTE OFFICILA.
HECl l.Al.MO
Art. 532. A vista da informado dos peritos, e
de quaesquer outras diligencias a que se tiver
procedido, o chefe da reparligo decidir, reco-
nhecendo ou nao a mora.
nico. Quando, porm, do reconhecimento
das alfundesas e mesas de rendas.1 ?a avaria "sullar uir.a perda de direitos equiva-
lentes a 800COO na corle, a 600}OOO na Bahia,
TITULO VI.
CAPITULO III.
DO MODO l>E PEBCBPQO DOS DIREITOS DE CONSUMO.
Secco Ia.
Dos casos eni que se concede abalimenlo de
direito.
Arl. 519. A percepcao dos direitos de impor-
tago ou consumo ser regulada pela tarifa em
vigor, e nenhuma difierenra se far entro mer-
caderas e objeclos novos e usados, em pega e
Tetalho, avaria los, quebrados, em pedagos, por
acabar ou incompletos, e saos, inteiros,'acaba-
dos e promptos, com, ou sem enfeites; nem
tambera pela natureza de seus envoltorios, ou
cm virtude de qualquer oulra circumstancia, que doto da arrematarlo",
nao esteja exprussamente declarada na mesma
tarifa.
Nenhum artigo, ou objecto se reputar dille-
rente do classificodo, ou comprehendido na tari-
fa, pelo simples fado de conter algum enfeite,
ou modificaco que lhe Do aliere a essencia,
qualidade ou emprego, ainda que se lhe tenha i ment, e sobre o prego da venda ero eilaoco-
dado difieren te denominag... brar-se-ho os direitos respectivos.
Pernambuco, Rio Grande do Sul, e Maranho, e
fOOjjOOO as outras provincias martimas, os
chefes das repartieres recorrero ex-officio de
suas decises para o thesouro na corte, e para as
thesourarias as provincias.
Estes recursos nao tero effeito suspensivo.
Arl. 533. Reconhecida a avaria, seja de mar,
ou intrnseca, os donos, ou consignatarios das
mercaderas avariadas podero, com permissao
do respectivo inspector, ou administrador, ven-
de-las em leilo porta da alfandega, ou fra
della, ou despacha-las por factura, com tanto que
o fagam dentro de 10 dias, contados do reconhe-
cimento das raesmas raas, sob pena de serem
as merradorias batidas por abandonadas, e co-
mo taes arrematadas por conla da alfandega, ou
mesa de rendas, a cujo cofre pertencer a pro-
Excepluam-se destas disposicoes os casos pre-
vistos nos arls. 252 nico, 454 e 537, em que
se proceder ns forma por elles prescripla.
Art. 534. Quando se proceder a leo das
mercadorias avariadas se observarao as disposi-
coes do capitulo 7o do titulo 3o deste regula-
Art. 520. Nenhuma pessoa, qualquer que seja
oseu estado ou condigo, corporacao, ou compa-
nhia. pude ser iseula de cargo das aUandegas,
00 mesas de rendas, excepto nos casos marcados
na secco Ia do capitulo 2" do presente titulo.
Arl. 521. Na percepgo dos direitos nenhum ,.
oulro abalimenlo, ou deduegao se poder conce- repartigo ordenar que seja a dita mercadoria
respe
Arl. 533. Havcndo duvida sobre estar, ou nao
avariada a mercadoria, sobre ser, ou nao avaria
do mar, ou intrnseca, ser o dono, ou consig-
natario da mesma mercadoria obrigado a des-
pacha la, dentro do prazo marcado no art. 533,
como nao avariada ; e se au o fuer o chco da
der que nao seja :
Io Por tara;
2o Por avaria;
3o Por quebra ;
4. Por virtude do tratado
de commercio e na-
arreirntiada, e o seu producto, depois de dedu-
zidos os direitos e dispczas, recolhido em depo-
sito ao cofre da alfandega, para ser entregue a
quem direilo tiver.
Art. 536. Nao se conceder abalimenlo por
vcgar.io celebrado em 4 de selembrode 1857 en.! avaria ou perda de valor, que solfrerem as se-
tre este imperio o a repblica oriental do Uru- guiutes mercadorias: cha; drogas; medica -
! montos simplices, ou composlos ; vtho ; azeiie;
disposigo especial lquidos alcohlicos, e bebidas fermentados de
qualquer natureza ; cohre era follia, chapa,
5o Por virtude de le, ou
da tarifa em vigor.
Secro 2\
Das taras.
Art. 522. As mercadorias que nao forem, na
forma da taiifa em vigor, expressamente sujei-
. ou
em pregos ; ceblas e alhos, reas de cebo, de
cera, de espermacele, ou de massa stearica, ou
de composigao ; e (rucias seccas, ou passadas.
Ser, porm, permitldo parle separar a porco
tas a arenos pelo seu peso real, ou liquido, ve- que reputar de avaria. ou que houver perdido
nlicaio fra disJaras, ou pelo seu peso bruto, de valor, e abandonf-la pelos direitos.
Art. 537. Os gneros alimenticios, ou os to-
meslveis, as drogas, medicamentos simplices,
ou composlos. sejam lquidos ou solidos, cuja
arara do mar, ou intrnseca fr reconhecida nao
podero ser despachados, nem vendidos em lei-
i tero o abalimenlo marcado pela mesma tarifa.
Io. Fica todava livre ao dono, ou consigna-
tario da mercadoria requerer a verificaco, por
sua conla e risco, do peso real ou liquido, fra
das taras, e pagar os direitos pelo que for veri-
ficado,'com assistencla de um confcrenle, ou
ao para consumo, sem que proceda exame de
empregado da esculla c confianga do respectivo j pessoas idneas, e se verifique nao ser a dele-
inspector ou administrador.
2o. Para que lenha lugar a verillcaco de
que trata o antecedente misler: l,"que a
nota para o despacho conlenha a declarago do
peso liquido ; 2", que esta declaraco eslea de
accordo com -
riorago damnosa saude publica.
No caso contrario sero taes gneros, ou mer-
cadorias inutilisadas, lavrando-se do ludo o com-
petente termo.
Os cascos e outros envoltorios, porm, era que
>m a respectiva factura, que ser aprc-'vierem acondicionados, podero ser despachados
sentada ; 3 qu a difTerenga entre a tara exprs- como vazios, ou vendidos em leilo.
sa na factura, e a marcada pela tarifa seja de
dous, ou mais por ceuto.
Art. 523. Ser permitldo parte, para que o
peso liquido ou real se possa verificar com exac-
tido, separar das mercadorias os envoltorios,
tanto externos, como internos; cora excepgo,
porm, dos papis que cobnrem as mercadorias,
das fitas, ou alilhos q
tes que as adornaren!
coutiverem, edos lquidos e maleriaes necessa-
Secrao 4.
Do abalimenlo por virtude de quebras.
Art. 538. A porcellanna, ou louga de qualquer
especie, vidros, e objeclos de ferro'fundido, es-
o coonrem as mercaaonas, ianhld0i 0ll esraaltado, ou de barro, importados
ueasprenderem.dos enfei-.em caixas.barricas, gigos, ou qualquer oulro en-
. de letrciros ou roluks que vollorio 8eIneihante, pagaro os direitos respec-
pagarao os arenos respec
tivos.com oabatimente de tres porcento para ane-
| br.s ; e guando o dono.ou consignatario reclame
maior abalimenlo, o respectivo inspector, ou ad-
ministrador, precedendo exame t'cilo por perito
flzereni parte integrante da mercadoria.
Art. 524 A disposico do artigo 522, I
tica
concesso, ou salisfazer os direilos por cada pega
em separado, que se achar intacta, sem quebra,'
ou falla, c abandonar as restantes que sero ar- 1
remstadas na forma do arl. 301 1.
Arl. 539. Aos lquidos em geral, salvas quaes-'
, quer disposicoes especiaes da tarifa em vigor. I
volumes, e de lquidos e outros gneros cuja re-' sjeiio a difeilos
rtiicagao traga damno a mercadoria, reduzir a cascos
Art. 525. O numero dos volumes designados'
para se verificar o peso liquido nao ser menor i
de 1 em 20, de 2 em 50, de 3 em 100, e assira
perdante; podendo, porm, os inspectores e os '
administradores, nos despachos dem3sdulOO'
volumes,
proporco estabelecida; segundo as circumstan-
cias e a qualidade das mesmas.
Arl. 526. Fica igualmente livre ao dono, ou
consignatario da mercadoria salisfazer os direi-
na razao da capacidade dos
cascos, ou vasos que os couliverem, se conce-
der, a titulo de quebras, o seguinte abali-
menlo :
1 De 2 0|0 para os que nao sao Snietos
3Tni.*"-^I vti a..uiir o u.re.- evaporaco, e vierem em cascos, e de mais Ii2
tos pelo seu peso bruto, quando lhe for convo- 0|Oera cada mez que se seguir aos ous prime'-
' ros mezes de estada nos armazens e depsitos da
Art. 52. Os envoltorios, envoltas, ou taras alfandega, al o limito de seis mezes.
que consislirem ern vasos de louca, ou de por- g 2. De 3 i para os alcohlicos, ou sujeitos
colana, classilcadts na tarifa, aquella sob ns. 2; evaporaco, que tambera vierem em cascos, e
a 4, e estado sob ns. 1 a 3, de crystal, ou vdro, de mais l'0 em cada mez, e pelo lempo que
classificados na mesma tarifa sob ns. la 4, ou tica dito no ^ antecedente,
caixas de cobre, ou oulro metal semelhante, de 3. De 5 oO para os de qualquer natureza
madeira fina, ou d outra materia, que tenha va- i que vierem era vasilha de vdro ou de barro
ercial. ou de uso difireme do cm que | Arl. 540. Sao exceptuados da regra do artigo
| precedente
se acha empregadn, ou susceplivel disso, que
for applicado a esso misler, pagaro direilos em
separado, conforme sua qualidade e o artigo da
tarifa em que estiverem co aprehendidos.
1. Os envoltorios, envoltas ou taras, cuja
importancia ou somma de direilos nao exceder
de 200 ris em um mesmo despacho, sero livres.
S 2o. Quando a mercadoria tiver mais de um
iuvoltorio, a sua tara ser a somma dos abali-
rnenlos concedidos arada um delles, observadas
todava as disposicoes do artigo 523.
Secco 3".
Do abalimenlo por virtude da avaria.
Arl. 528. R*putr-se-ha avaria toda e qual-
quer deterioragosolTrida pela mercadoria:
1o. Por causa de successos do mar, occorri-
do, desde o seu embarque al a sua descarga na
alfandega e trapiches arfandegados.
2o. Por causa de vicio proprio ou intrnseco
da mesma mercadoria.
Art. 529. A avaria por successos de mar, at
a entrada da mercadoria na alfandega ou arma-
zens alfandegados, para ser attendida, devora
ser reclamada :
1o. Pelocapito, ou consignatario do navio,
no acto da desetrga do volunte, ou dentro de 24
horas depois, quando houverem indicios ex-
ternos.
2." Pelo dono, ou consignatario do volume,
cm qualquer lempo, nao havendo indicios exter-
nos de avaria c nao se podendo prevenir que
ella seja anterior ao embarque do mesmo vo-
lume.
3. Que a verdade da exposigo do coroman-
dante, o do allegado no requerimento do dono,
ou consignatario seja comprovada pelo exame
das mercadorias, feito por peritos nomeados pelo
inspector respectivo, ou administrador, e ainda
por outros meios, ou diligencias que este enle-
der necessarios.
Art. 530. Os peritos informaro sobre o estado
das mercadorias e realidado das avarias, sepa-
raodo, se estas forem parciaes, a parte das mes-
mas mercadorias que nao estiver deteriorada e
dever Dcar sujeita s regras do despacho das
mercadorias nao averiadas.
Art. 531. As mercadorias que nao perdem de
valor pelo contacto da agua nao sero considera-
das como avadadas por successo do mar; nem
to pouco sero consideradas como avariadas por
vicio intrnseco as que por sua inferior qualidade
nao tiverem prego uo mercado.
1." Os lquidos em geral, cuja quebra fr
reclamada na occasio da descarga pelos respec-
tivos donos, ou consignatarios, ou pelo capito
do navio que os importar, e verificada por meio
de vistoria.
2. Os lquidos cuja quebra tiver sido cau-
sada por meroaecideule, ou sem culpa, ou de-
lexo de nlguem, verificadas estas circumstan-
cias por meio de vistoria, e inquerito a que se
proceder por order" o respectivo inspector, ou
administrador, c < "vsistencia dos interessa-
dos, dentro do .os improrogaveis depois do
acontecmento ; (cando responsavel o adminis-
trador da capaiazia, seus prepostos, ou o Del res-
pectivo, pela perda que se der e nao fr verifica-
da no prBzo e pelo modo cima marcados.
3." s lquidos cuja medigao fr verificada
na occanao do despacho, se o nao tiver sido na
forma, do Io, o que o conferente declarar na
nota.
4. O inspector, ou admiislrador, so julgar
conveniente, poder mandar verificar por qual-
quer oulro meio a exactido da quebra achada na
vistoria a que se referem os $ 1 e 2.
Secgo 5,a
Do abalimenlo de direilos por virtnde do tratado
de 4 de selembro de 1857, celebrado entre este
imperio e a repblica oriental do Uruguay.
Arl. 54i. Emquanto estiver ora vigor o tratado
de commercio e navegac,o 'celebrado em 4 de
selembro de 1857. entre este Imperio e a rep-
blica oriental do Uruguay, os producios naturaes
e agrcolas da repblica oriental do Uruguay in-
troduzidos directamente nosportos alfandegadcs,
ou habilitados deste imperio, na forma dos res-
pectivos regulamcntos, gozarlo da seguinte re-
ducn de direitos de consumo, que pagavam em
virtude da tarifa em vigor na data do mesmo
tratado, a saber :
No primeiro anno decorrido da data da execu-
go do mesmo tratado, de.............. 3 oO
No segundo, de.................... 4 QlO
No terceiro, de.................... 5 0[Q
No quarto, de.................... 6 0|0
E assim por diante, diminuindo-se mais 1 Oin
logo que comece novo anno.
Arl. 542. A dedugo de que trata o artigo an-
tecedente ser feita sobre os direitos. e nao so-
bre importancia a que monte a liquidaco de
cada despacho.
Secro 6."
Das formalidades necessarias para o despacho
de consumo.
Art. 543. Para que possa ter lugar a entrega
ou sahida de quaesquer mercadorias dos depsi-
tos da alfandega, mesa de rendas, ou de suas de-
pendencias, misler previo pagamento dos di-
reitos da armazenagerc, ou de qualquer outra la-
xa, quedeverem, ou a que estiverem stijeilas,
mediante o competente despacho, que ser
processado conforme o disposto nos arligos se-
guintes.
Arl. 544. Todo o individuo, qualquer que seja
a sua condigao, que pretender despachar algum
genero ou mercadoria sujeita a direitos, obri-
gado a apresentar ao chefe da competente repar-
tigo :
1." O conheciroenTo, factura e mais ttulos
que provem a origem das mercadorias ou gene-
ros que pretende despachar, e o seu direito a
tomar delles conla, se j o nao houver feito nos
demais casos exigidos neste regulamento.
2o Urna nota em triplicado, que contera os
seguidles requesitos e solemnidades :
1. A dala desua apresentagao.
2. Nome do dono, ou cousigialario das mer-
cadorias ou gneros.
3." Nome do navio, ou vehculo, que os trans-
portou, sua narionalidade, procedencia e data
de sua entrada no respectivo porto.
4." O deposito, armazem, ou lugar em que se
adiar a mercadoria, data de sua descarga no Io
deposito, e no em que estiver no momento do
desparho.
5. Os volumes que quer despachar, suas qua-
lidades, nmeros, marcas, e contra-marcas.
6. A quanlidade, qualidade, peso ou medida
das mercadorias ou gneros que cada um volume
contiver, ou dos gneros e mercadorias a granel,
conforme a base adoptada pela tarifa cm vigor
para o calculo dos direitos ; e, quando as mer-
cadorias, ou gneros forem sujeitos a direitos ad
ralorem, alera dos referidos requisitos, o valor
deseada addigo ou artigo.
7." Assignatura do dono, ou consignatarios
das mercadorias ou gneros, se osle por si as
despachar, ou de seu prep slo devdamente ha-
bilitado na forma eo capitulo 7." do titulo 5.,
vista de auionsacao para esse fim dada por e's-
cripto, e assignada pelo mesmo dono, ou consig-
naiar.o.
3. A aulorisago de que trata o 2., n. 7
poder ser escripia na propria nota, nos seguiu-
les termos :antoriso ao despachante F___ ou
ao meu caixeiro despachante F....) para despa-
char as mercadorias constantes desta ola.__E
sendo dada em separado, dever conter as decla-
rares exigidas no mesmo 2 , n. 3, 4, 5 e 6.
4. A declarago do peso, modida, ou quan-
lidade da mercadoria ser escripia emalgarismo,
o repelida por extenso. Os pesos e medidas es-
trangeiros sero reduzidos aos nacionaes, confor-
me o padro que fr adoptado para todo o im-
perio. Em quanlo, porm, nao houver le que o
estabelega eo uniformiseem todas as provincias,
seguir-se-ha era todas as alfandegas. e mesas de'
rendas as adoptadas e usadas na alfandega da
corle, observando-se as tabellas annexas a esto
regulamenlo.
5. O valor das mercadorias e gneros, que,
na forma da tarifa em vigor, estiverem siijeilas a
direitos advalorem, ser declarado por extenso,
e repetido em algansmo.
6." A declaraco da entrada ser previamen-
te conferida, vista do seu assentameulo, lan-
gando no artigo o respectivo erapregado a com-
petente verba.
g 7. Se a nota versar sobre mercadorias a que
se refere o arl. 5." do tratado celebrado entre o
imperio e a repblica oriental do Uruguay em 4
de selembro de 1857, e tirerem estas sido direc-
tamente importadas dos porlos habilitado; da
mssma repblica, o dono, ou consignatario da
mercadoria ser obrigado, a tim de gozar da
reduegao de direilos estipulada no mesmo trata-
do, a apresentar os documentos necessarios, ou
que forem marcados nos regulamentos respecti-
vos, que provem a origem das mercadorias, os
quies sero authenlicados pelo competente cn-
sul, ou agente consular do imperio.
Art. 545. A presentada a nota ao inspector, ou
administrador, se elle achar que esl nos termos,
ou conim os requisitos e solemnidades exigidas
pelos arligos antecedentes, de modo que nenhu-
ma duyida oITcrega no processo do despacho, de-
signar o conferente que deve conferir suas de-
claragoes com o conledo do volume, ou com as
mercadorias nella mencionadas.
1." Se a parte nao provar com documentos
legtimos, na forma do artigo 544 1.",%eu direi-
lo, o inspector ou administrador nao aceitar a
nota, sob pena de responder por qualquer pre-
juizo que desso facto resultar a quem direito
for.
2." Se nao conther lodos, ou alguns requi-
sitos e solemnidades exigidas pelo referido arl.
544, o inspector, ou adminislador a mandar re-
formar, ou corrigir.
No caso, porm, da parte, ou seu preposlo nao
o querer fazer. ou se a falla nao poder ser preen-
chida seno depois do exame do volume, ou da
mercadoria, ou se finalmente a ola conliver de-
claragoes vagas, por exemplo : de ignorar-se o
conledo do volume, ou o seu peso, quanlidade,
qualidade, medida, o qualquer oulro requisito
que seja essencial, na forma da tarifa em vigor,
para base do calculo dos direilos devidos, o dono
ou consignatario da mercadoria Picar sujeto
mulla do 1 } por cento de seu valor, que ser
logo imposla pelo chefe da reparligSo ; sendo sua
decisao lancada no alto da nota, para que seja at-
tendida pelos calculistas, eaverbada era livro es-
pecial, para a todo lempo constar, e fazer-se ef-
fectiva sua cobranga no caso de descaminho da
referida nota.
3. as mercadorias de pouca importancia,
ou encommendas de pouco valor, quando a parle
afijrme que ignora alguns dos requisitos exigidos
pelo artigo 544, o inspector, ou administrador,
reconhecendo a boa f da aflirmativa, as manda-
r despachar, dispensando a mulla, e para cons-
tar lngara a sua decisao do mesmo modo que se
eslabelece a respeito da multa.
Art. 546. Apresentada a nota ao conferenle a
quem f' destribuida, exigir esie, por escriplo
do administrador da capatazia, a remessa e apre-
sentagao do volume para a sala, ou lugar da con-
ferencia, no dia e hora que designar, tendo em
attenco a sua dala, e os irabalhos que liver em
mao; e por sua vez o referido administrador da
capatazia o far ao fiel d respectivo armazem,
dando ao mesmo passo todas as providencias ne-
cessarias para seu prompto e seguro trasporte, e
guarda. r
nico. O fiel ao entregar o volume ou mer-
cadoria obngar a parte que o receber a que, para
sua descarga, assigne a competente verba no li-
vro a seu cargo.
Arl. 547 No caso da ola conler lodos os re-
quisitos exigidos pelo arligo 544, e nao offerecer
duyida alguma paro o calculo dos direitos, rubri-
cada pelo respectivo inspector, ou administrador,
sera logo presente ao chefe da competente seceso
para proceder na forma da secgo 12.a do presen-
te capitulo, sujeto nicamente o volume, ou
mercadoria conferencia da sahida.
Art. 548. Nosepermitiirodospachossepatados
de mercadorias pertencentes ao raosmo. volume,
para consumo e ao mesmo tempo para reexpoeta-
cao ou baldeagao.
( Art. 549 Os despachos de consumo de lqui-
dos e os das mercadorias constantes da tabella n.
7 sero feilosem separado
550. No mesmo despacho nao se po-
encerrar objeclos alheios ao commercio, ou de
nenhum uso, ou valor, ou residuos e fragmentos
inuteis, ou de pouca importancia, a parle ser
multada no triplo do valor provavel da mercado-
rao incluir mercadorias depositados nos armazens ra desencaminhada, que ser arbitrado por dous
internos da a.fandegs ou da mesa de rendas, com conferenles da escolha do chefe da repartico
as que estiverem eni qualquer deposito ou lugar, sendo adjudicados dous tercos desta multo a
ou ji bordo, ou sobre agua; e, sempre quo fr j conferente que descobrir a fraude,
poslvel, se dividirn os despachos conforme os Arl. 559. No caso do conferente reconhecer
armazens em que os mercadorias estiverem de- pelo exame quo izer, que o qualificaro da raer-
positadas.
| Seccao 7.a
Da conferencia das mercadorias postas em
despacho.
Arl. 551. Presentes os volumes, e no lugar
competente, na presenga da parte, ou seu legiti-
mo preposlo, sero por esta, ou por pessoa de sua
conlianca, por sua conta e risco, e sua cusa a-
bertos, e o coDferente proceder por si mesmo
conferencia, e verificogo de cada um, podendo
tirar as amostras que forem convenientes para
fundamentar seu juizo.
1. Neste servigo ao conferente sero forne-
cidos pelas capatazias os operarios necessarios
para a guarda e vigia das mercadorias.
2. Ao passo que o conferente fr conferindo
a nota com o conledo do volume cm despacho,
ir fazendo as necessarias notas sobre o que fr
encontrando ou verificando.
3. Se por esle exame e conferencia verificar-
se a exactido das declaracoes comidas em cada
addico ou arligo da nota, [anear o conferente a
par de cada urna, na columna "respectiva, a laxa
cadoria expressa na ola para o seu despacho
nao a legitima ou exacta, depois de ouvir a
parte, ou seu prepesto, e de proceder a quaes-
quer diligencias, que julgar necessarias para for-
mar seu juizo, declarar a esla qual no seu en-
tender qualifcaco que justamente cabe refe-
rida mercadoria,e em que artigo da tarifa a julgar
comprehendida, para o pagamento dos direitos1
de consumo.
Io. Sea.parle nao concordar com a opnio
do conferente poder reclamar contra ella aoche
fe da repartico, e este, depois de ourida a com- '
misso da tarifa, e de proceder a quaesquer ou- '
tras diligencias que forem convenientes, decidir
qual das duas qualiflcages dadas a legitima e
exacta.
2*. Se a parte nao concordar com a decisao '
do chefe da repartico, e a differenga de direilos'
entre urna e oulra qualiicago exceder da algada I
do inspector ou odrainistrodor, poder requerer
que o negocio seja decidido por arbitros e neste
caso seguir-se-ha o disposto na secgo 11a do pre-
sente_capitulo ; Picando suspenso o despacho. Se
a que estiver sujeita, mencionindo por extenso o a differenga de direitos, porm, estiver dentro
seu numero, peso, medida e tolas as mais cir- da referida algada, observar-se-ha o disposto no
art. 579.
3." Sea decisao arbitral far contraria, a par-
te pagar os direitos conforme a decisao. e mais
metade da importancia dos direitos da difTerenga !
pan o conferenle.
4o. Se a parle, porm, concordar cora a de-1
ciso do chefe da repartilo, e esta lhe fr faro-
ravel, de tal decisao haver recurso ex-officio,
sem suspenso do despacho, para a competente !
autoridade superior, se a importancia da dilTe-
reiica exceder n algada do mesmo chefe.
5o. As diversas quesles que se suscitaren]
no processo do despacho : primeiro, sobre intel-
ligenca da tarifa ou de. le, sua execugao e ap- '
plicago, percepcao de direitos, multas e proco-
dencla de apprehenses ; segundo, sobre a laxa
a que esl sujeita a mercadoria, o sua classiflca-
go em relago aos diversos artigosda larifa, pe-
SO, medida, tara3. e quaesquer outros objeclos
que nao imporlcm conhecimento professional so-1
bre a qualidade, prego das mercadorias, ou sobre '
avarias e dainos que estas soffrerem, a cujo res-
peito o presento regulamenlo particularmente
providencia, sero decididas pelo respectivo ins-
pector ou administrador, mediante reciaroacao
da parle olfendida, com recurso, na forma do'li-
lulo 9o. |
6U. Era todo e qualquer caso em que for in- I
terposto recurso com omito suspensivo, depois
de tirarem-se as amostras da mercadoria era
questo, que forem necessarias, e dos exames,
informages e diligencias que se julgar o bem da
justiga, ser permiltido parte proseguir e con-
cluir o despacho encelado, e dar sabida sua '
mercadoria ; pagando os direitos conforme a de- I
ciso dada em primeira instancia, depositando,
ou prestando caugao por qualquer differenga de '
direilos e multas, a que no caso de reformada a
referida decisao for obrigada.
Arl. 560. Quando se suscitar duvida acerca da
quaiiticago das mercadorias nos termos do arti-
go antecedente, poder o inspeclor ou adminis-
trador ordenar que o conferenle impugne por
conta da fazenda nacin! a mercadoria, cuja ,
qualificago for contestada, se houver insistencia
por escriplo da parle na qualificago por ella in-
dicada, e anles que naja a decisao de arbitros de
que tratara os 2 e seguintes do artigo antece-
dente.
Neste caso a parle ser indemnisada pelo cofre ;
da alfandega dentro de 2i horas, pelo valor cor- !
respndeme laxa que na tarifa esliver estabele-
cida para a qualidade da mercadoria em que hou-
rer insistido.
Arl. 561. Finda a conferencia, ou verificaco
do volume e do seu conteni, na forma dos arti- i
gos antecedentes, a parle por si-ou por pessoa de
sua confianga, e por sua conta e risco recolher
as mercadorias ao seu competente envoltorio, o
repregar e exigir que seja sellado, se o julgar
necessario.
cumstancias necessarias, na forma da tarifa cm
vigor, para o calculo dos direilos, e igualmente a
deduego da tara, ou de qualquer ou'.ra nalureza,
que tiver lugar; e por baixo das declaracoes es-
cripias lngara a verba da conferencia nos'seguin-
tes termos :Conferem as mercadorias, e eslo
sujeilas s laxas rima declaradas ; e depois de
dala-la a assignai.
E conferente era todos os casos em que se ve-
rificar o peso liquido, ou real da mercadoria fra
de seus envoltorios, exprcssamenle o declarar
na nota, pelo seguinte modo: Peso liquido veri-
ficadoe no caso contrario :Peso liquido nao
verificado.
Feito o que a prte, ou seu preposlo copiar
verbo ad verbum as declarages do conferenle
as duas outras ras da nota,"as quaes depois de
conferidas sero pelo mesmo conferente rubrica-
das.
4. As mercadorias a granel, ou objeclos de
dillicil conduego em virtude de seu grande vo-
lume, sero verileados ou conferidos no pro-
prio armazem em que estiverem depositados.
Art. 552. Na occasio da verificago o confe-
renle conferir igualmente o conledo do volume
com as declarages de que Irata o cap. 3o do til.
3o. e de toda e qualquer differenga dar parte em
separado io chefe da repartigo, para que possa
ter lugara disposigo penal do artigo 211.
Arl. 553. Achando-sc na conlagera, medico e
peso das mercadorias, para mais do aecusado na
ola, al tres objeclos, varas, libras, caados, ou
oulra qualquer medida, ou peso tomado poruni-
dade na tarifa, ou na ola, se na tarifa nao esti-
ver contemplada a mercadoria, nao excedendo o
seu valor de 1000 at 2ff000, o conferenle accres-
centar na nota o excesso verificado para se ha-
verem os direitus; mas se a differenga fr maior
que as tres unidades o parte pagar* os direilos
dessa difTerenga, e alm disto, corno pena pecu-
niaria, a importancia dos mesmos direitos para o
conferente ; desprezadas todava a favor da par-
le, em qualquer caso, as fraegoes das dilas uni-
dades.
1. Se a difTerenga, porm, f: para menos,
sorr.enle sero cobrados direitos do que realmen-
te se verificar; excepto se se derem circumstan-
cias que revelem fraude, ou sublracgo das merr
cadorias, ou se pelas declarages exigidas pelo
cap. 3o do til. 3o ou pelo theor do manifest se
reconhecer o seu descaminho, em cujo caso se
observar a disposigo da ultima parte do arligo
5o8.
2. A tolerancia de taes unidades deque tra-
ta este artigo ser relativa quanlidade de ca-
da objecto comido em um volume, ou sua to-
lalidade, conforme as declaroges coudas na
nota.
Art. 55. Para a verificago da quantidade,
medida, peso de muilos volumes, e pegas iguaes
o conferenle indicar os que julgar conveniente,
sem atlengoo ao seu numero, ou prioridade de
sua collocago, ou qualquer outra circumstancia,
e por esses volumes, ou pecas calcular os ou-
tros ; devendo porm em todo o caso verificar
se os diflerenles volumes postos em despacho
conten mercadorias ou pecas da mesraa natureza
e qualidade.
No caso de suspeita de fraude, ou do inexacti-
doda nota, a conferencia dever extender-se a
todos os volumes, ou pegas.
Arl. 555. Na verificaco e conferencia das mer-
cadorias applicar o conferenle o moior zelo e
cuidado possi/eis, afim de que as partes nao sof-
fram prejuizos cm virtude do seu mo tracto, ou
acondicionamento, e especialmente no que loca
s fazendas de soda e semolhantes, 4s joias de
ouro e pula, louca e vidros: Picando respon-
savel pelos dainos" que estes soffrerem por sua
cu'pa.
Arl. 536. Enrontrando-se entre as mercadorias
acondicionadas nos volumes algumas pecas con-
sideravelraenle superiores em qualidade' s que
estiverem mencionadas na nota, o conferente, de-
pois de o participar ao chefe da repartigo, que
mandar verificar a existencia do facto ou fraude,
mencionar na nota seu numero, quanlidade e
qualidade, para serem cobrados os direitos cor-
respondentes; pagando ao mesmo passo a parte,
em favor do respectivo conferente, urna pena pe-
cuniaria igual aos direitos da difTerenga verifica-
da ; se, porm, as mercadorias, ou pecas forem
de especie difTerente, e se anharem acondiciona-
das entre as outras como escondidas, para sosub-
trahirem aos direilos, o conferenle as apprehen-
der com toda as mais mercadorias comidas no
volume, dando logo desse facto conta ao chefe da
j repartigo para proceder nos termos do processo
respectivo ; sendo aPinal, no caso de sua proce-
dencia, o dono ou consignatario do volume ron-
;demnado perda de todas as referidas merca-
dorias, o a multa igual a dous lergos do seu va-
lor.
Art. 557. A disposico penal da ultima parte
do arligo antecedente fica extensiva ao caso de
serem encontradas em olgum volume em despa-
cho mercadorias em fundo falso ou dohrado, re-
partlmenlo ou diviso de qualquer modo occullo
nao tendo sido esla circumstancia manifestada
ou declarada pelo modo marcado no art. 212
Art. 558. As mercadorias que trouxerem rtu-
los ou lelreiros falsos ou falsificados, indicando
quanlidadesou qualidades inferiores soffectivas
ou verdadeiras ficarao sujeilas multa igual aos
direitos, em beneficio do conferente. Esta mul-
ta, porm, nao ter lugar se o despachante hou-
ver declarado a falsificago, mencionando as
notas as quantidades exactas.
A disposigo penal deste artigo fica extensiva
s drogase productoschimicos, n apparenciase-
roelhantes, mas de valores superiores, e do natu-
reza difTerente.
Art. 566. A' vista do relatorio do quo trata o
artigo antecedente o chefe da repartico mandar
examinar a raeredoria por dous peritos da sua
escolha ; e, conforme o parecer destes, decidir
(se a assemelhaco deve ou nao ler lugar, e, no
caso affiririalivo, em que arligo da larifa se acha
ou deve Picar a mercadoria comprehendida.
I Art. 567. De-t i- decises em toda e qualquer
instancia cabe parte recurso, que ser nter-
posto na forma e nos prazos marcados no titulo
9o. qualquer que seja o valor de seu objecto
para a competente autoridade superior. '
! 1 Das que forem fovoraveis parte, porm,
haver recurso necessario at o ministro da fa-
zenda; observando-se em todo o caso a disposi-
go do art. 27 do decreto n. 2,343 de 29 de ja-
t neiro de 1859.
2o O ministro da fazenda mandar, logo que
lhe forem presentes taes decises. examinar por
peritos de sua confianga sua justiga, vista das
informages e amostras que houverem ; e dada
a sua decisao ser esta publicada e communica-
da a todas as repartices a quem interessar, pira
a fazer executar em casos semelhantes.
Art. 568 Se a mercadoria nao poder ser asse-
melhada na forma dos arligos antecedentes, pa-
gar 30 % de direitos, e ser despachada na for-
ma da secgo seguinte.
Arl. 569. Em ludo o mais que fr relativo a
estes despachos, seguir-se-ha o disposto nos ar-
ligos antecedentes, na parte que lhe fr appli-
cavcl.
Secro 10.
Do despacho por factura.
Art. 570. No despacho das mercadorias sujei-
las a direilos ad valorm, alm do que se acha
estabelecido na secgo 6a, se observarao as se-
guintes disposige.
S Io O prego regulador para o despacho ad va-
loren ser o do mercado importador em grosso
ou atacado, deduzidos os competentes direitos,
e mais 10 % do mesmo prego. No acto do des-
pacho, os donos, ou consignatarios, das merca-
dorias devero tpresentar, se o inspector, ou ad-
ministrador o exigir, suas facturas originaes,
autenticadas por modo que faca f, e, na falta
dellas, os documentos particulares e authenliros
quo possuirem relativos s mercadorias subraelti-
das a despacho.
2o. O conferente verificar por todos os meios
a seu alcance se o preco declarado na ola o
do mrcalo, e do resultado de suas indagacoes
dar parte por escriptn ao chefe. da repartigo,
expondo em termos breves a sua opinio, e! as
razoes que a fundamentam ; e, no caso de nao
conformar-so com o referido prego, indicar o
que julgar justo.
3o. Se a pare nao se conformar com o prego
dado pelo conferente, o chefe da repariico, de-
pois ae proreder ou mandar proceder aosexames
e informages qie forem-necessarios, se concor-
dar com o valor expresso na nota, mandar pro-
seguir o despacho, se, porm, o reputar lesivo
fazenda publica ser este arbitrado por urna corn-
misso composla de tres conferenles ou de quaes-
quer outros empregados de sua escolha.
4o. Esta comnisso, procedando s precisas
averiguages, arbitrar dentro de 48 horas o pre-
go por que deve ser despachada a mercadoria. to-
Sobre o lugar mais saliente do envoltorio o !
conferente lngara, do modo que mais durago i
offereca, a nota do dia, mez e anno da conferen- i
cia, e a rubricar.
Art. 562. Durante as quesles de que trata o !
arl. 559, os volumes ou mercaduras sero acon-
dicionados, c guardados pela parte uo logar es-
pecial que para isso fr designado; ficando sob!
a-responsabilidade do adminislrador da capatazia,
ou do fiel respectivo, se o houver.
Art. 563. O despacho das mercadorias recolhi-
das aos armazens da alfandega da cidade do Rio
Grande do Sul, situados na villa do S. Jos do
Norte, po lera ser fetto, ou na referida alfandega,
sendo para esse fim previamente removidas, ou
nos proprios armazens em que estiverem depo-
sitadas, na forma do art. 29 do decreto n. 2,486
de 29 de selembro de 1859.
Secro 8.
Do despacho de consumo sobre agua, ou a bor-
do, de mercadorias depositadas em armazens I
externos da alfandega, mesa de rendas, ou en-1
trepostos, depsitos, ou trapiches alfandegados. ,
Art. 564. O despacho de consumo sobre agua,!
ou a bordo, s poder ler lugar a respeito das
mercadorias mencionadas ras tabellas nmeros!
6 e 7.
No seu processo observar-se-ho todas as re-
gras esiabelecidas as secges antecedentes, com !
as seguintes modificages":
1 A conferenciae verificaco dos volumes
que nao estiverem depositados ros armazens in-1
lernos da alfandega, ou mesa de rendas sero
igualmente feitas no lugar do deposito.
2o Para a conferencia das mercadorias que
se despacharera sobre agua, ou a bordo, o con-
ferente ir ao lugar em que se achar a embarca-
go, e as far vir sua presenga, sendo necessa-
rio, ou descarrega-las para lugar apropriado, a
fim de cora exactido proceder ao seu exame e
veriPicago.
Secco 9.a
Do despacho especial de mercadorias omissas na
tarifa, e da assemelhago.
Art. 565. Apresentadas a despacho, ou cncon-
trmdo-se na verificago de qualquer volume
mercadorias omissas na larifa, o respectivo con-
ferente, ouvindo a parte, pasear logo a inda-
gar a sua natureza, denominago, e uso a que
destinada, valor approximado que tiverem, ou
poderero ter no mercado; procurar alm disto
todo e qualquer oulro esclarec me oto, ou iniar-
magao quo julgar conveniente para batear seu
juizo sobre sua classificago, ou qualificago, e
de- ludo far um relatorio ao chefe da repartigo.
no qual motivar sua opinio, indicando a mer-
cadoria similar, ou com que os era questo tem
mais analoga, ou aQnidade, quer por sua na-
tureza e qualidade da materia de que forom com-
postas, quer pelo seu fabrico, tecido, lavor. ou
que trata o capitulo 3o do titulo 3o o conledo do
velume fr de certa qualidade. de mercadoria, e
za difTerente. rma, combinados com seu uso, ou emprego.
Se a vista do manifest, .o das declarages de % nico. Ao relatorio dever acompanhar a
. panhi
a mostra da mercadoria, e qualquer exposicio,
ou documento que a parte offerecer.
mando por base do arbitramento as disposicoes
doi.
8 5o. Quando o chefe da repartigo ou a parle
nao se conformar com a decisao da commisso,
poder aquelle ordenar e esta requerer novo ar-
bitramento; e neste caso seguir-se-ha o dispos-
to na secgo seguinte.
Art. 571. As informages, decises e amostras
das mercadorias sero archivadas para servirem
de base s decises que so houverem de tomar
era casos idnticos, e para o lira marcado no ar-
ligo seguinte.
Art. 572. Haver em cada alfandega urna com-
misso da tarifa nomeada na corto pelo ministro
da fazenda, e as provincias pelas thesourarias,
a qual, vista dos despachos feitos na forma des-
te regulamenlo, organisar annualmente, e re-
metiera ao thesouro urna relago das mercado-
rias que devara ser acresetntadas na tarifa, com
a quota fixa de direitos que deve pagar cada una
dellas.
Io. Estas commisses as alfandegas das pro-
vincias sero compostas do respectivo inspector,
que servir de presidente, e de mais dous em-
pregados idneos ; e na alfandega da crie, do
seu respectivo chefe, e de mais quatro empre-
gados.
2o. As commisses da larifa col'igiro lodas
as amostras das mercadorias sobre aue se derern
quesles, c as lera* era boa guarda, registrando
ao mesmo passo em livro especial o objecto das
decises, e o theo: destas.
Art. 573. as alfandegas do Rio de Janeiro,
Bahia e Pernambuco, poder o inspector, quando
entender que o prego dado pela parto lesivo
fazenda nacional, ordenar que o conferente do
despacho impugne a mercadoria por conla da
mesma fazenda. Esla impugnago poder sec
feita, a arbitrio do inspeclor, antes ou depois de
processo de que trata o 4o do art. 570.
No caso de impugnago, mandar o inspector,
dentro de rite quairo horas, indemnisar a parte,
pelo cofre da alfandega, a importancia das mer-
cadorias impugnadas, segundo o prego que a
parle Ihos houver dado em sua nota, acrescen-
tando mais cinco por cento da dita importancia.
Art. 574. As mercadorias impugnadas sero
arrematadas em hasta publica porta da alfan-
dega, segundo as regras prescriptas no capitulo
7o do tit. 3o deste regulamento.
Art. 575. Haver as alfandegas urna escrip-
lurago e conta especial para impugnagoes, a
cargo exclusivo do chefe da secgo de cantabili-
dade. Esta conta ser balanceada mcnsalmente,
e, deduzidos os direitos das mercadorias arrema-
tadas, que sero levados respectiva receita, e
bem assim lodas as despezasdo cofre, dividir-se-
ha em duas parles o producto liquido, sendo urna,
levada receita extraordinaria da alfandega sol>
a rubricaproducto de iropugruges, e a oulra
repartida em quotas "guaes pelos conferenps,
nao percebendo cousa alguma o que no decurso
do mez houver deixado de comparecer per oito
dias, qualquer que tenha sido a causa.
Art. 576. O despacho por factura comprehende
as mercadorias: V, que na forma da tarifa era,
vigor eslo sujeilas a direitos ad volaran ; 2o.
as amostras de mercadorias cujo valor nao exce-
der de tOOS, embora tenham laxa fixa na larifa ^
3, o apparelho, mcame e objeclos. usados do
servigo dos navios.
Secco 11a.
Do processo de arbitramento.
Art, 577. Q processo de arbitramento, nos ca-
sos marcados pelo presente regulamento, e sal-
vas as disposiges do cap. 5 do tit. 3o e cap.
3o do tit. 8o, se regular pelas seguintes :
Io. O ministro da fazenda na corte, e os ins-
pectores das thesourarias de fazeuda as provins
cas escolhero dentre as difterentcs classes dos
nogociantes, empregados e pessoas profissionaes
era cada um ramo de industria, domiciliadas no
lugar em que funeciooar a respectiva repartico
fiscal, que julgar mais idneos para servirem de
peritos ou pralicos na quesles a que se referem
os arls. 559 2, 566 o 570 5o. A relago destes
peritos assira escollados ser publicada, e revista
no fin da cada semestre, e na sua leilura sempre
franqueada s partes.
2." Verificado ocaso de arbitramento, apar-
te escollar d'eotre. u pessoas incluidas na lista
m .-
MUTILADO


A
(t>
MARIO DE PERHAMBCO. QUINTA FEIA 22 DE NOVEMBRO DE 1WO.
Je que trata o antecedente doirs arbitros, e ma-
nifestar por escripto ao chefa sua definitiva esculla. Porsua vezo inspector
da alfandega, ou administrador da me* de ren-
das rseolher do mesmo 'modo os dous arbitros
Ja fa venda publica, e de accordo com a parte um
quinto, e se esta se recusar a isso sua revelia
sera o quinto arbitro designado pelo mesmo bs-
pcctor, ou administrador, que marcar o dio coi
que elles se devetn reunir ; no caso porrn de
olo liaver accordo obre o 5* arbitro ser este
designado pela sorte dVntie seia nomes escolhi-
dos da lista des arbitros, sendo tres pelo cnefe
da repartida*, e outros tantos pe* parte.
8. Reunidos os quatro arbitros sob a pre-
sidencia do cliefe da reparticao, feita por este a
exposico do (acto, o ouvida a parte, procedero
os examrs e indagaces que julgaiem conve-
niente?, e no mesmo acto daro seu parecer por
escripto, que ser por lodos asignado ; nao po-
dendo retirar-se antes de concluido o julgamen-
toe sua assignatura. E o que o contrario zer se-
r multado pelo chefe da reparticao em 50 at
1200$, lavrando-se disto um termo especial. Nao
comparecendo tod;>s os arbitros no dia e hora
marcados, o inspector designar ou tro dia e ho-
ra ; e se anda se veiificar nesle ultimo caso fal-
ta, os aibilros presentes, qualquer que seja o
seu numero, daio logo sua decisao; no caso,
porm, da falla ser proveniente de allecimcnto,
ou de mudanca de domicilio de algum dos arbi-
tros, se proceder substituicao deste na forma
do 2."
titulos ccrowerciaes da primeira ordem. as pro-
vincias, porm, ero que as alfandegas esliverem
situadas em lugares distantes do assento das the-
ooorna, o premio ser flxado no principio de
cada trimestre.
4. O primeiro de que trata este artigo co-
mtcar a yencer-se da data do bilhele, e a sua
importancia, accrescentada somma dos direito
dcvidos, constituir o valor do bilhele.
5- No falla de pagamento, o premio do bi-
lhele ser davido na raro dupla, a conta* da da-
ta do venclmenlo, (cando alm disso o assijr-
nante sujeito pena do arl. 737, e a proceder-se
contra elle o seua fiadores na forma da legislarlo
6. 0 bilhele ser firmado pelo assignante,
e, no caso de ausencia, por seu procurador es-
pecialmente constituido para este flm.
7. Os bilhotes nao podero ser recebidos
sem que tenham pago o sello rjue for devido.
8. U thesoureiro da alfandega responsa-
vel pela forma do bilhele, pela verneidade da fir-
ma do assignante, e pela falta do pagamento do
sello.
Art. 586. Aos donos, ou consignatarios das
mercaduras de que trata o n. 3. do art. 584 se-
ra permitlido passar bilheles, sendo assiguanles:
e, nao o sendo lettras mercanlis de qualro a sois
mezes de dala, pela importancia dos direilos a
que esliverein sujeilas as referidas mercadorias.
multa, e4 porcento da armazensgem que tire- parte relativa a elln r,ri,.i. A
rara vencido depois do despacho, Qcando o con- Ultimo portana do 18 de oulubro
ferenleresponsavel se as daixar sahir sem esse
pagamento, que ser averbado no meamo des-
pacho.
Art. 602. Os volumes sahldos, que ne
guinte anda se conservaren) defroule da
pagaro a multa de 2:000 cada um, alm da
despeza do remocao que ser feita pelas cspala-
zias.
Art. 603. Para conferencia e sahida dos g-
neros que esliverem despachos feitoa a bordo ou sobre agua, como
carne e outros, iro os respectivos conferenle,
e na falla destes os erapregados que o inspector
ou administrador nomear. dar sahida ao genero :
quando houver grande afluencia de trabalho es-
te servico ter lugar anda antes de alerta, e de-
pois de fechada a alfandega ou mesa de rendas,
mas serop e da sol a sol.
Art. 604. Tero lugar nos accrescimos edfle-
rencas que se encontrarcm neslas conferencias
as mesmas disposicoes dos artigos antece-
dentes.
Nos gneros, porm, sujeilos diminuico o
augmento de medida e peso, como carne secca,
carvao, sal e oulros, seobservarao as disposicoes
do artigo 424.
thesoureiru da reparticao, ou sua oidem, pelo
dono, on consignatario das mercadorias, e abo-
Art. 605, A' propore.o que forem sahindo os
s 1 o ir. --------;--------.- vlunies ou mercadorias, a parle passar em ua-
1. Estas letras serao panadas em favor do pe avulso recibo, ao administrador da capalazia
- de sua entrega, vista do qual no dia seguint
ser averbada a sahida no livro da entrada, fi-
cando o mesmo recibo em poder do adrainis'tra-
dor da capatazia para sua seguranza.
nico. Estes recibos sero simples e conte-
(rao o nome da embarcarlo a cuja carga perten-
cer a mercadorla, a data de sua entrada no por-
to, numero e dala do despacho, o numero, mar-
UaSl'Iuf. ores a8en'es da companhia bra-
oor cJil Sa di. M ELE ** T81*"0,0 8"erra, no vapor que
dia.se- seguir para o sul. o soldado Virginio Napoleo
i DH4rLqcortla!SflVmrmem Um d0S -.pos daPguaar-
te daa araM "^ " comniai>-
Expediente do secretario do governo.
OHtto inspector do arsenal de marrona
rUrf* v fires,denle da provincia manda de-
Tsenu a 'ai ?U Dao P0 isenta de diraitos, sem proceder autoris&cao do
Mm..tnm.slro da fazenda, a caixa, de-quo V.
Lu em Seu offilio de U d0 crreme, como
declarou o inspector da thesouraria do fzanda
dala emnli?a,0,JUOla P0rc-0pi8' solicita-se nesta
uaia 8emelhante autonsaco.
DESPACHOS UO DA 19 DE NOVEMBRO.
Requerimenlos.
di&7.Antonio Norberlo de Souza Lealdade.
iDiorme a cmara municipal de Olinda.
l a-?ao "yP01'10 de Meira Lima.Informe
l-o'recl0r das obras Publicas.
.I anano dos Reis Espindola.Nao ha
vaga.
3160.Manoel Cardozo de Souza.-Informe o
:>r. inspector da thesouraria de fazeuda.
4. A decisao se regular pela maiona dos nadas por dous assignante, ou pessoas de con-
votos ; quando porem houver empale decidi-lo- ceito e reconhecido crdito, na forma do arl 422
fia o quinto arbitro que houver sido nomeado a do cdigo do commercio ; e devero conler alm
aprazimento da parle e do chefe da repartirlo, ou das solemnidades do art. 354 do mesmo c'odieo
l'I iT re?eh94 a^l{ .. I especial declaratao da causa da obrigarao, do nV
5. No caso da parto se louvar nos arbitros mero e dala do despacho que a molivou e osiu-
nomeados pelo inspector da alfandega, ou adoii- ros marcados pelo arl. 585 5. pela 'falta de
nislrador da mesa de rendas, a decisao destes se-' pagamento dos bilheles da alfandega a que fica-
r reputada decisao arbitral para todos os effeitos rao sujeilos os respousaveis, no caso de talla de
marrados nesle rcgulamenlo. No caso de empa- seu pagamento no prazo devido
te entre estes se escolhei un terceiro arbitro, 2. O passador e seus abonadores serao ap-
na forma eslabelecida no 2o, para a iiomearjao provados pelo chefe da reparticao, e seu ajudao- partes
lo quinto. E5le qumlo arbmo ser scroprc obri- te, e pelo thesoureiro, e che(es de secces ; e sob auan'i
gado a concordar com um dos lados empatados, i sua abonacao e responsabilidade sero recebidas verem
Arl. 5i8. Os peritos ou praticos do commercio. as letras em pagamento de direilos.
ca e contramarca do volume, ou a quanlidade e
qualidade da mercadoria, a data da sahida, e a .
assignalura do seu dono, consignatario ou de sen I co par? ciencia da ginrnicao, que a presidencia
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel do coimuando das armas
em Peruambuco, na cidade do
Recife, 80 de novembro de 18GO.
ORDEM% DO DIA N. 45.
O coronel commandante das armas faz publi-
anles de procederem ao exan.e do objecto ques-
tionado, e de dareni o seu parecer, preslaiSo ju-
ramento as maos do chefe da repartigo, con-
forme a religtao que professarem, do o fazerem
segundo suas consciencias, sem dulo, nem ma-
licia.
Ait. 579 De taes dec.isoes nao haver recurso
algum, excepto o do art. 764, 2"; mas todos os
papis a ellas relativos serao guardados no ar-
chivo, e a parle podnr reexportar, no prazo que
o chefe da repartirlo marcar, suas mercadorias
para fra do imperio, pagos os respectivos direi-
los, se o julgar conveniente ; e nao o fazendo
sero postas em consumo, pagando os mesmos
direilos pelo arbitramento que se liver proce-
dido.
Arl. 580. Os peritos escolhidos na forma do
2o art 577 nao podero recusar-so a este servi-
co, sol) pena de seren riscados de atsigntnles,
ou de nao seren admittidos como taes, e da per-
da de quaesquer oulras vantagens e privilegios
que sao oulorgados aos commercianles pelo pre-
sente regulau.enlo ; salva todava a escusa por
ttolrstia provada, ou por suspeico na lrma de
direito.
Secco 12.a
Do modo de calcular "o despacho,
Arl. 587. Os bilheles a
se referem os arti-
preposlo devidamente autorisado.
Art. 606. Nao seadmittiro reclamacoes das
por engauo ou erro nos despachos sobre
idade de mercadorias, depois que eslas li-
m effectvamenle sahidoda alfandega ou me-
|sa de rendas, ou seus depsitos, ou trapiches al-
pesos o medidas, e outros semelhanies, cujis
de que traa o provas permaneceroin no despacho, lera locar a
Art. 588. As letras mercanlis
ari. 586 1 2fu-am equiparadas tos bilheles da reclamado pVra^a~recSaoTcToTndemoX
alfandega em ludo, e gozaro das mesmas rauta, ou restituidlo do que direito fo '""-minsacao
f!'!e.!aPSrqUVa0!nhTnles,a es,es-e Art. 607! Se depois do pag*os os direito e
bUc nP,fnr?n,8 I? IWo^lV' "' ^"* "" "**"***** ** haver-se dado sal ida
Publica, na forma da le de U de novembro de, mercadori, se reconhecer, em qualquer hypo-
a.'i seo r> r j [*n'*6, que houve erro no despacho, e for elle
Ar 589. O fiador do assignante. ou abonador contra a fuzenda nacional e a parle >e recusar a
ol n "..I1,6 JCaW > rU 586, U dC O^"" '"emnisa-lo, procedo?- -ha na oma STSSO
outios autonsados pelo prseme regulameulo,; 162 n 4
que saluslizer a importancia d.s bilheles. ou le- Se, porm, o erro for descoberto ou verificado
Lr!f-pa?sadi,s P^* Wr rcsponsavel. Ocar pelo | antes de sua sahida nao ter la lugai %m
(acto do seu pagamento subrogado desde logo em
todos os direilos, accoes e privelegios que com-
pelem azenda publica, ero virlude das leis e
regulamenlos (iscaes a respeilo de taes lilulos.
Art. 590. Smenle as aKandegas de Ia, 2a,
3a, 4a e 5a ordem ser permittido o pagamento
de direilos a prazo, na forma dos ai liaos antece-
dentes.
a azenda publica seja iiideronisaJa
for devido.
do que
(Continuar-se-ha.
que
lile
o do seu pa- Arl. 591. Salisfeila a importancia do despacho
rt, gameiito. o thesoureiro Ihe pora a verba do p(gamcnto. em
Art. obl. Conferidos os volumes das mercado- cada urna das vias da ola, do modo ecuinte
ras na forma des artigos anlecedenles. ou reali- pg. era moeda correute.... S
sada a hypolhese do artigo 547, sero as notas
remettidas, ou entregues pelo conferenle, para
que se proceda ao calculo dos respectivos direi-
to, arma2onagem, nu laxas, au chefe da seceso
competente, que as dislribui por dous empre-
gados encarregados deste servico, osquaesins-
iuiro um previo exame sobre os seguinles pon-
tos:
1." Se as olas se acham nos devidos termos,
ou contm as solemnidades exigidas por esle rc-
gulamenlo.
2." Se a redueco dos pesos e medidas se ocha
exacta.
3." Se os abalimenlos se acham conforme as
disposicoes do prsenle regulamcnto, procuran-
do veiifica-lo no coso de ataras e mullas vis-
ta dos aulos e termos que se liverem lavrado; e
se o peso foi ou nao verificado fura dos envolto-
Era bilhele (ou lelra)
Total............
O thesoureiro
F.
Art. 592. Avista da verba de pagamento, o em-
bregado encarregado da escriplunifo do livro
de receila, depois de fazer carga ao thesoureiro
de sua importancia, conforme a mesma verba, a
mencionar, com o numero da respectiva partida
de receila, e em lugar especial de cada ta da
nota, ou do despacho, mencionar a folha do
mesmo livro em que esliver lancada.
Art. 693. Concluindona forma dos artigos ante-
cedentes o despacho, ser urna das riaj das notas
entregue parte, ou seu preposlo, que passar a
sverbarno livro competente, e a oulra ser re-
metUda secco de reiso e eslalisca para pro-
coocedeu por portara de 19 do correle, sobre
parecer da junta militar de saude, nos termos
ww?g?"W8 que baixou cora decrelo n.
oo/, de 27 do outubro do correnle anno, dous
mezes do licenca com o sold simples para ira-
lar de sua saude dentro desla provincia, ao Sr
alteres do 8o batalhao do infantjria Manoel Joa-
qun) de Oliveira Curchaluz.
Faz igualmente publico, que hontero embarcou
para a proviucia da Baha* ala direita do dito
balaihao 8o, sob o commando do Sr. brigadeiro
graduado Manoel Muniz Tavares.
Assignado Jos Antonio da Fonceca Galvao.
Conforme. Antonio Eneas Gustavo
alferes ajudaule de ordens interino
mando.
21
OKDEM DO DIA N 46.
O coronel commandanledas armas faz publico
para conhecimento da guarnico e devido effei-
lo, que o Sr. Dr. Francisco Do'mingues da Silva
entrou no dia 19 do correte no exercicio das
funeces dejuizde direito da segunda vara desla
cidade; e por conseguinte nes de auditor de
guerra desla provincia.
Assignado. Jos Antonio da Fonseca Galvao.
Conforme.Antonio Eneas Gustavo Galvao,
alfeies ajudaule de ordens interino do com-
mando.
Galeno,
do com-
Anlonio Vctor lem nma cadeira ao Iada dos
adrogados da causa, D;-. Aprigio Justioiano da
silva GuimarSes e Dr. Francisco de Paula Bap-
0 reo veste-sede luto.
Procedendo-se ao sorleio do conselho de sen-
juMdosSa recusados * Dr- Promotor os Srs.
Feliz Joaquim Domingaea.
Dr. Luiz Bodrigues Villares.
Joaquim Jos Alves de Albuqueraue
Juveocio Athayde.
Hermenegildo Firmino de Lemos
Trajano Evaristo Caatello-Branco.
Jovino Epiphanio da Cunha.
h.10."rV0-gad0- drr0 Dr' Aprigio Jusniano
da ailva Guimaraes, foram recusados ossenhores
junes:
Jos Joaquim d'Almeida.
Manoel de Almeida Nobre.
Manoel Lopes Rodrigues Guimares.
Joaquim Candido Fcr.-eira.
Jos Paulino da Silva.
Joo da Silva Farias.
Antonio Jos de Castro
Jos Antonio Moreira Das.
Tcuente-coronel Sebaslio Lopes Guimares.
epois das preditas recusaces compoz-se o
conselho do juizo seguinlo ;
Jos Cavalcanti de Albuqerque.
Salvador de Souza Braga.
Antonio Rodrigues de Moraes.
Joaquim Galino Coelho.
Jos Francisco de Salles Baviers.
Manoel Jos Lopes Braga.
Apolinario Pereira Baduem.
Luiz Gomes Silverio.
Alteuso Peixoto da Silvcira Cavalcanli.
Jos BernordiDo Pereira de Brilo.
Jos Ferreira da Penha.
Frederico Augusto de Lemos.
Deferido ao conselho o juramente dos Santos
fcvangelhos, o Dr. juiz de direito procede ao in-
terrogatorio de Antonio Vctor, que responde
com voz calma e firme o 8nimo periurbavei
I erguntado se sabia a razo porque era trazi
barra do tribunal, respondeu Antonio
dem 51. O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 53. O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 55.-0 mesmo,casa terrea ar-
rendada por....................
dem 57.O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 59.Vtura Lasserr, sobrado
de um andar e urna teja arrenda-
do ludo por......................
dem 61.a mesma, sobrado co
urna loa e um andar arrendado
Por ..............................
dem 63.Manoel Goocalves da Sil-
va, casa terrea arreudada por___
dem 65.Jos Anlooio Pereira da
Rocha, casa terrea arrendada por.
300*000
40t$000
400*000
2009000
700f00O
60OS0O0
5009000-
A.
(Centxnu,ar-se-ha).
300*000
Communicados.
Nacei.
Acha-se absolrido pelo jury dessa capital o
negociante da mesma Manoel Joaquim da Silva
Leao, que victima da mais negra inveja fui le-
vado a esse tribunal por infames machinacoes de
seus patricios, que veero nelle urna sombia no-
civa a seus srdidos inleresses commerciaes, por
isso que e hoje naquclla cidade a casa de Silva
Leaodi C, urna das que mais conceilo goza en-
tre os aRncultores e senhores de engenho da
provincia de Alagoas. Desfechou afinal esse dra-
ma posto ero scena por um homem de malvadas
entranhas, de nome Jos Antonio de Almeida
Guimares. mancomunado com as lestemunhas,
que juraram no pracesso monstruoso que foi ins-
taurado, e as quaes na occasio da chamada dol-
as pelo ocial de juslica, porteiro do tribunal,
ero vez de compareccrero no jury para virem ra-
liucar e sustentar seus depoimenlos, alaparda-
ram-se no antro das suas torpezas, recelosos
Jal vez de que o eilico se revollasse contra os
leiticeiros... Exceptu as lestemunhas James
razidoi Jlunter e Guilherme Garrett, que comparece
. Vctor i francamente 110 tribunal, porque esses em
que sabia perfeilamenle, referindo-se ludo o mais depoimento '
ao que
culpa.
dissera no processo de inslrucco da
raro
. seu
deposeram a verdado; e nao se
prestando a ser ignobeis instrumentes de um
negro trama, de nada linham que se envergo-
- nc
...^^..-,H-|gociante acensado foi unnimemente absolvido
s re. d",p;.dojTeiSis.rEm,edie e!*^ ,odo iribu"91 cdda --
Instigado por novas pergunlas do juiz. Antonio "hr perante 1
Vctor responde que fra o autor desse tii
iro dispa-
Alvesporsen mandado,
fa c I o
O aecusado
Justino
attribue o
nocencia do mesmo aecusado. e da hediondez
da perseguirlo. Assim sahio a innocencia Irium-
REVISTA DIARIA-
A companhia da ta terrea coutrata o servico
do transporte das mercadorias, quer da eslaco
das Cinco Ponas para o Recife, quer deste ponto
para*aqucll'oulro ; serviro que a mesma compo-
na fizera at hoje por raeio de vehculos seus,
Governo da pruvincia.
Expediente do dia 19 de novembro de 1800.
Officio ao commandante das frmas.Sirva-so
v. S. de mandar receber dos agentes da compa-
nhia brasileira de paquetes a vapor, afim de ser
ahitado em um dos coraos em guarnico nesta
provincia, um recruta viodo do norte.Otlieioii-
se aos referidos agentes para efectuar a enlrega
do recrula, de que se trata.
Dilo ao chefe de policio.-Remello por copia a
v. is., em resposta ao officio iuo dirigi a esta
presidencia ero 22 de dezembro do anuo passado,
n!iD;,t.o mformacao ministrada pelo ins- redame a retribuico de 250 rs. por sacco d
pecor da thesouraria provmcul em 17 do cor- ; assucar. v F
a"LTVt '"a qUa' Se , zendi n'pnvf,* ,1 CaSa a 8,ua,a Wrlnceote fa- "heiro fiscal, c que mereceu a approvaco do
destirm-, . ! ?" .qual p0S.S,s eslabelecer-se o governo, como sempre ha acontecido com os seus
sl?nTa p,x,sl1en,e naquella f.eguezia. acertados alvitres, tende mjnifestamente a aei-
n'3rm subsiste anda a netessidade do des- '"ar mais a cundureo dos gneros viudos do in-
?M in rf .^i ^^Si0^q,", aclune>*eserve de quar- = erior ou .{uc seguerr. para esse lado, ao passo
foi". n o^lacamenlo. pode V. S. ahigar 1M? "gilmente deve trazer o resultado de dimi-
n"r, Jl S PreciSS eomniodos, afim do,ulao no quantum retribuido pelo servico do
ssar-se o destacamento com lano ransportc ; diminuirao lano mais certa q'uanlo
o contrato lem de ser submetlido concurren-
cia.
A demora que dava-se, seja dilo-sem intuito
de censura, na condueco dos gneros da estar-o '
para os ponlos em que devero cliegar deOinili-
legitimaa e conformes tarifa.
7." Seo valor da mercadoiia lancado pelo con-
ferenle (nos despachos por failura'j esl de ac-
t^ordo com o processo de arbitramento, se estes?
tire realisado, ou com os lemos do leilo, no
caso de sua venda por consumo, por impugna-
co, ou em vhlude de avaria, ou qualquer oulro
motivo, na forma do peseme regiilamerilo.
8. Sobre qualquer oulra circunstancia neces-
Arl. 594. No mesmo dia em que se concluir o
despacho e for este aveibado na (rma do artigo
5J3, o despachante o apresenlar ao inspector, ou '
administrador da mesa de rendas, que depois de
0 exominar, e o achar conforme, designan por
escriplo o conferenle que deve dar sahida s mer-
caderas, ou voluntas nelle mencionados. Em
acto successivo ser apresenlado o mesmo despa-
cho ao porteiro, que depois de registrar seu Su-
sana par., o calculo dos direilos o laxas, ou que | mero adate, o passar ou remetiera aocooferen-
lur conveniente para a boa Oscalisacao das reo- le designado, c avisar ao administrador da< ca-
1,P.U ^o?sV . r pataziai para que faca remover as mercadorias
Arl.,582. Feilo o exorne a que se refere o ar- despachados para a respectiva porta
de consentir que
sigam para a provincia do Maranho no vapor de
guerra Mag Jos Joaquim Tavares Belforl o Jos
Auloruo de Magalhaes Castro, expedindo V S
i para esse fim as convenientes ordens.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha -
Respondo ao ofTicio que V. S. me dirigi em H do
corrente, declarando-lhe que arista do aviso da
reparticao de marinha de 5 do corrente coas-
i lame da copia junta, deve o hiale Parahibano
ser vendido em hasta publica alenlo o seu
nao de ruina, ou entregue a esse
do possa ser aproveitado
para
es;
arsenal quan-
alsum servico
que
feito pela parte
o se
. c o calculo dos direilos se
am exactos, e se os direilos foram salisfeitos
proceder na forma dos arls. 551 c seguinles.
nico. No caso de encontrar qualquer dvi-
erro. ou vicio, dar disso inmediatamente
Co-
ac
Ja
as
verbas
passari
resultado do mesmo calculo, e estando cerlo da, o confereme, dopois de" vri(icar7e" o'seu'd
aneara lo6o cada um delles na va da nota que : pacho se acha revestido das forma
liver servido de base ao seu trabalho a verba da ; das pelo presente regulamenl
conferencia, na qual declarar em resumo a iro- pesos e medidas
porlancia total de cada laxa, mulla e armazena-
gem, trocando-as depois para que a nota da re-
i.sjo seja posla na primeira wa por aquello que
examinou a segunda, e vico-versa. O mesmo se
proceder com a lerceira va da ola.
8 1." As verbas do calculo sero daladas e as-
Bignadaa por ambos os calculistas.
2. So acharem os refeiidos erapregados du-
\iaa, omissoo, folla, ou suspeita de fraude pa-
raroo com os Irabalhos do calculo o daio logo
parte ao chefe da seec,o, para providenciar.
5 3. Nos lugares em que o pessoal (Or dimi-
nuto, o calculo feito por um empregado ser re-
vi.-lo pelo ajudante do inspector ou por qualquer
empregado idneo, que laucar a nota de revi-
no.
4. Se depois de feito o calculo as partes
demoraren! o pagamento dos direilos se far no-
ta supplemcntar do que dever de armazenagem
accrescida, ou multa que liver sido imposta. O
mesmo se praticar nos casos de difTerencas veri-
ficadas depois de feilo o calculo.
Secco 13.a
Do modo porque se deve-effectuar o pagamente
dos direilos.
Art. 583. Calculados os direilos, sero as no-
tas entregues s parles, que as apresenlaro ao
thesoureiro e faro o pagamento do que dc-
vercm.
Art. 584. O pagamento ser
vista, em moeda corrente.
Excepluam-se :
1. es assignanles.
2." Os que arrematarcm em leilao, na forma
do art. 313.
3. O dono, ou consignatario de gneros in-
Cammaveis e seaelhanles, e dos que se despa-
chara sobre agua, ou a bordo.
Art. 585. O assignante da alfandega, em pa-
gemento da melado da importancia dos despa-
chos que tiver de salisfazer e apresenlar ao the-
soureiro. poder passar bilheles a piazo de 4 al
b mezes.
ir se osen des | Dte ao commandante superior da guarda na-
alidades exig- 1 cion.il de Naaareth Em solucao consulta que
a reduccao dos " > S. na ultima parte do s'eu officio de l5 do
correnle, se aos guardas nacionaesero servico de
destacamento por mais de 31) diasse deve abonar
faldamento, cabe-ir.e dcclarar-lhe que a sua du-
viila se acha resohida pelo aviso n.194 de 31 de
parte ao chefe da repaiHco, suspeudendo a
hrenciae sabida da mercadoria.
An. 596. Adiando o conferenle, ludo exacto
dar sahida ao genero ou mercadorias, e lnnear"
no despacho a verbaConfere, e dei sahida "em
de de 186 Se a sahida fr dada por diver*
vezes, em diversos dios lanjai lanas
quamas forem as vezes e assignando-as ,.,
o despacho ao porteiro, que o remetiera 00 che-
S-? de rcvsao e eslatistica.
Art. o97. No caso do conferenle achar difTeren-
ca entre as mercadorias e o despacho, dar lo-*
parte disso ao inspector da alfandega. ou admi-
nistrador da mesa de rendas, o qual, ouvjdo o
coi.ftrente do despacho, se o houver, mandar
tazer novo exame por um terceiro conferenle ou
por um empregado de sua escolha na sua presen-
ca ou na de um ou'.ro empregado de sua confian-
5 am ^.refrva ^alfandega ou mesa do rendas
Art. o'JH. Verificada a dilTerenca, se e^ti fr
em prejuizo da fazeuda publica, s proceder nos
termos dos arls. 553 e seguinles.
Se o dono ou consignatario da mercadoria nao
liver lomado parte no processo do despacho c a
diTerenca for o effeilode fraude do seu caixeiro
ou despachante ser este multado pelo chefe da
reparticao de 30 al 50 por rento da importancia
da mesma difTerenca. o privado de sua patente
por seis mezes al dous annos. a juizo do mesmo
ios. rePart,Sao' alm as penas dos citados
Arl. 599. Nos casos dos dous artigos antece-
dentes, a pane nao poder tirar a mercadoria
fb1e houver duvida, sem pagar o que nel-
Z; a de,^mina ; e se denlr" de cito diss de-
pois da decisao a nao tirar, o inspector ou admi-
nistrador a far arrematar em leilo porta
alfandega ou mesa do rendas, por conta de
na conformidade do qual deve
oulubro de 185
V. S. proceder.
Dito ao inspector da thesouraria de fezendo
fnJ* SUa inrormaCao de 17 do correnle, s'ob
n. 1,190, o aulonso a mandar entregar ao almo-
xanfo do hospital militar a quanlia de 1:10031 00
para occorrer s despezas daquello estabeleri-
menlo na i'1 quinzena do presente mez.Com-
raunicou-se ao commandante das armas.
Dilo ao mesmo.Ao commandante
b8rca la mar ac ma
pedido junio, a qua
pagamente de prera
que se cuutrataram
-Communicou-se ao comraaudaule da estacao
deve resultar raaior celebridade no transporte e
decrescimenlo no cusi delle, para all lem por
cerlode alluir o carregamento dos assucares, e
assim augmentar esla verba de receila da com-
panhia coro proveilo dos agricultores.
A recepeo das propostas para o contrato fe-
cha-so no dia 29 do torrente.
r T 5e le'" '"8ar na 'Sr(,Ja do Livramentoa
esiiridade religiosa de Santa Cecilia, padroeira
dos msicos.
Ora na festa o padre Leonardo Joao Grego, e
no Teenm o pregador da capella imperial Fr.
Joaquim do Espirite Santo
j A orchestra regida pelo Sr. Smoltz, e canlam
na testa o lra. Beltraroiui, eos Srs. Marchcti, Ri-
, ghi e Barloloci.
i Acha-se n'uroa completa sordidez a entra-
da para a Ihesouraru provincial, e della exhala
uro ftido desagradabilissimo, em consequencia
ile mmundicia que all se consenle.
E' para notar que tal cousa appareca, quando
na senlinella pouco cima, e o coipo" da guarda
fique junto ; o que revela ou muilo deleixo, ou
que a mesma guarda que platica semelhantes
p arcanas.
Importa, poia, que se de una providencia que
livre tal espectculo o publico, que vai aquella
reparticao.
No dia 20 do corrente Toram recolhidos
casa de delenco 3 homens, sendo : 2 Iteres e 1
escravo. a saber: a ordem do Dr. chefe de poli-
! perpetrlo do enme por algum oulro agente
, que nao Manoel Justino Alves, respondeu o ac-
cusado que nao, visto quo coro Alves se enteude-
ra directamente.
i Sendo interrogado inmediatamente o soldado
Manoel Pereira Garcia, que fora guardada em
i urna sala contigua a do tribunal, durante o in-
, lerrogotorio de Antonio Vctor, respondeu Gar-
,cia que nao fra cmplice nesse trama horrivel
I eque a esse lempo cslivera s ordens do generoi
Pimentel.
O escrivo Oliveira procede leitura integral
do processo, que consta de mais de 100 po"ina
O genio indagador e minucioso do '
Dr. chefe de policio, revela-se
portante sumroario.
Deferida a palavra ao ministerio publico, o
Sr. Dr. Gusmo domina a tribuna por mais de 3
horas, orando cora calor, logiea e acento de con-
viccao.
Tomando a palavra, o Dr. Aprigio. faz em 40
minutos a defeza do r'
O pro
vibrando ua iriDuua urna palavra conve
forte.
O Dr. Francisco de Paula Baptista, oceupa a
tribuna pelas 7 horas da noita. At a hora em
que cscrevemos, [8 horas da aoito), uo termi-
nado o debate. O Dr Baptista ora com pasmosa
etequencia.
As 9 lp2 horas para s 10 da noite. o conselho
rccolhe-se sala das conferencias secreclas.
Contina.;
O advogado do reo Jos Nones do Rosario
pronunciado no arl. 204 do cdigo criminal
condiizido a barra do liibunal do jury em ses'o
O do corrente. fui o Sr. Dr. Americo Xelto
absolvicio de seu
contra elle a cir-
eso em flagrante rje.
integerrimo
nteiro ueste im-
rocidadc de
seus nimigos; e (que nessa provincia como
ferrete de vil denunciante o tal Jos Antonio de
Almeida Guim-iraes e de homens de rancorosss
paixoes os Maneis Joaiuim Duarte Guimares
os Antonio e Joaquim Maias, Caudido Viauua etc'.
Correspondencias.
-Ao commandante do brigue : ri il 2, n, Ti' i a CMle de no-
.nde V. S. adiantar. avistado suldett ,!lSSad?,.d? P1rimC,r0 d3,rido do
ma de 100 para occorrer ao t,,t i L* v Ua "V,8,a L
dos e gratificacocs s pracas Mar,r'J ^0 Nasc.menlo. pardo, solteiro, 30
Pona de Pedias.
Senhores redactores, O respeitavel publico j5
deve estar bem informado do brbaro e crmino-
So procedimentn, praticado por Jos de Mello \l-
buquerque Montenegro, que depois de haver pen-
durado de urna travo de sua casa o corpu do infe-
liz prelo Luiz, por alcunha folga semana
desapiedadamenle o surrou, ala! ponto, que o fi-
zera expirar no raeio dos lerriveis acoutes.
tsle facto, senhores redactores, assz horroro-
s a defeza do reo em termos eloquenles" finf^fi^T3"0' fn,tic1adi""> da tres denovem-
.motor publico faz de novo o seu dever"' riZTJ 0 da tribuna urna palavra coSvonrfS^ S"d^"^' ^SW *,, em o Diario de
1 ernambuco de 20 de outubro prximo passado,
b ate corre por certo, que urna alma bem fazeia
o denunciara verbalmente ; sendo de esperar se
a "la,s iron'P'a e enrgica providencia da parle
daquelle magistrado, que ao nosso entender, lal-
vez ju tenha dado suas ordens respeito bem
que al hoje nada tenha apparecido de n/>v.
Continuando a estar tranquillo em Ponto de
Podras o tal Montenegro, ou mata negro, o car-
rasco da vida de seu semelliante, ocorio de tili-
co procesos em Bar reros.
Z paro se presumir que elle, zombando da jus-
tica publica, so considere muito seguro, contan-
do em Goianna com a protecjo de um seu p-
rente, cujo nome nos licito occultar; e na pes-
soa do juiz de paz do lugar Domingos Martins Ri-
t-eiro, que 011 por medo, ou por inepcia, consenle
e approva ludo quanlo aquello malvado pra-
IC3.
Depois que se aprcsenlra em Pona de Pedras
esse novo cabelleira, o socego das familias no
todo desapparecou, porquanto lem entendido o
^r. Montenegro que deve tratar aos habitantes do
tugar, como se fossem seus escravos, e por con-
seguinte sugeilos mesma sorte que Uvera o pre-
lo Luiz folga-semana.
Hoje uinguem pode, nesta Ierra, possuir um
ravallo.sem que nao esteja sugeilo a urna paga
arbitrario, imposta vontade do suzerano Monte-
negro .mandada pagar por aquelle juiz de paz,
pretexte do ler ido o animal um seu terreno
em que lem urna pequea quanlidade de coquei-
ros velhos, e sera que o animal nada damnifique
porque nada ha que damnificar, pioccde-se urna
veslona, nao
t
cales as pracas
para o servico de marinha.
da
quera
1. Este bilhele ser escrip.urado ero forma 1 KXtePdennundn edil"8 d2-d,.,co diflS ; e
mercantil, segundo o modelo annexo esle regu-1 ,^ lr\ ,,XlJ?Ja3?L0S dlrcitos. e.n,ul"
lamento, e de ver declarar .
o em que
qual ser
a alfan-
1. O lugar em que for passado, e
8 ha de effectuar o pagamento, o
eempro a praca em que esliver situada
dega:
2. A data:
3." A somma quo se deve pagar, e em que es-
pecie de moeda.
'o A poc* Pf015" do pagamente.
5 A causa da obrigaco.
6. O nome do assignante da alfandega que
deve paga-lo, e que o pagamento ser feito ao
portador.
2." O premio do bilhele da alfandega se re-
gular pela laxa dos descontos no Banco do Bra-
sil e suas caixas filiaos, e onde nao as houver,
pela dos Bancos legalmeute rstahelecidos e suas
caixas filiaes, 011 agencias.
3. Nos logares onde nao existirem taes com-
panhias, suas caixas (lliaea. 00 agencias, o ins-
pector da thesouraria de fazenda, ouvidas as com-
missoes administradoras das respectivas pravas,
<>u negociantes dignos de conceito, fixar no prin-
cipio de cada semana a taxa do premio, que
sempre ser igual do* descont das leHrae e
tas, Arara em deposito. Mas se a mercadoria de-
mandar tratamenlo e for corruptivel, a arrema-
tagao ter lugar immediatamente, depois do ven-
cido o prazo de oito dios, precedendo comtudo
edital aOixado na porta da alfandega, ao menos
vinte e quatro horas antes da arrematarlo e pu-
blicado, se forpossivel, Das folhas peridicas que
as precedam. H
Art. 600. Quando no despacho j liver havido
o processo da nomeaco e decisao dos arbitros
por motivos ou dtividassobre que versou ames-
ms. dec,u,0> n poder o conferenle impugnar a
sahida da mercadoria, salvo se nao for
que foi despachada.
Arl. 601. Corrente
naval.
Dito ao commandante do corpo do polica
> endo se de sua informacao datada de 17 do cor-
rente sob n. 505, dada sobre o requerimento do
soldado do corpo sob seu commando. Manoel
Luiz Barbosa, o do allestado annexo ao mesmo
requenmenlo, que essa prar^a soffre de molestia
inciiravel, mande V. S. elimina-la do servico do
corpo a que perlence.
Dito ao mesmo leudo sido julgado apto para o
servico o paisano Jos Francisco da Costa, con-
lorme consta do allestado annexo ao seu ofTicio
desla dota, sob n. 509 pode V. S. mandar enga-
ja-Iono corpo sob seu commando como solicita.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Reslitumdo a V. S. os papis, que acompanharam
o seu ofTicio de 23 de oulubro ultimo, sob n.
4a, tenho a dizer em res
anuos, phlysic.
Manoel do Nascimento, branco, 9 annos, totano
taumatico.
Antonio, pardo, 4 mezes, bronchite.
Isabel, branca, 11 mezes, espasmo.
Urna prvula, exposla que foi deilada mora na
roda.
Passageira do brigue brasileiro Princeza
viudo do Rio Grande do Sul : Mara Luiza da
Silva e um filho menor.
Passageiros do hiate nacional lnvencivel
sabido para o Aracaly : Francisco F. da Silva'
Manoel Ignacio Bezerra e um criado, Dr. Arisli-
des Paulo Dias Martins, Lauriano do Oliveira Ca-
bral, Manoel Alexandre Lins, Jos Francisco de
Oliveira, Benjamn Theophilo Alves Ribeiro.
MaTADOI'UO Pl'BLICO :
Malaram-se no dia 21 do correnle para o con-
sumo desla cidade 106 rezos.
Mohtalidae do da 21 do corre.nte
1600
lGSgOOO
COOO
1685OOO
1689000
I685UOO
72^000
7'JOOO
CONSULADO PROVINCIAL.
AItci-aces feitas as casas abaivode-
clapadas, perleDcciilcs fpegnezia
de S. Fr. Pedro Goncalves, feita pe-
lo lancadop Joao Pedro de Jess da
Malla.
Travessa do Brum.
N. 1.Antonio Alves Barbosa, casa
terrea arrrendada por.............
Ldem 3.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por......................
dem 5.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por.....................
dem 7 O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 9. O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 11.O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 2.Joo Donclly, casa terrea
de madeira arrandada por........
dem 4.O mesmo, casa terrea de
madeira arrendada por...........
a mesma
) despacho para a confe-
rencia de sahida das mercadorias, no mesmo da
seter possivel. sero conferidas e sahiro ; e por
isso os confereotes nao admittiro para a confe-
rencia seoao aquellas que poderem aviar, sem
prenpitacao e confuo, al Andar o expediento
do da. guando, porm. ee nao poder ultimar a
conferencia serao guardadas coro cautela para o
da seguinte, e se nesse nao sahirem por seu
dono ou despachante cao comparecer a lira-las
serao recolhidasao armazem para isso destinado"
* njosahtrao sem pagar mais 1 Jj2 por centode'
Dita ao inspector da saude do porto.Respon-
do aoseu ofTicio datado de 16 do correnle decla-
rando que, avista do disposlo no aviso da repar-
ticao da juslica de 9 de selembro do inno passa-
do competo aos chefes das repaiticoes publicas
solicitar do presidente do jury despensa para os
empregados das mesmos repariices, que forera
sorteados pora servirem na qualid'ade de juiz de
fado. *
Portara O presidente da provincia, atienden-
do ao que lhe requoreu o alferes do 8.a batalhao
de inrantaria.Manoel Joaquim de Oliveira Curcha-
luz.e tendoem vista o parecer da junta militar de
saude.resolve.de conformidade com o reglamen-
to que baixou com o decreto, n. 2667 de 27 de
outubro ultimo, conceder-lhe 2 mezes de licen-
ca com sold simples para trotar de sua saude
dentro da provincia.
Dita.Os senhores agenles da companhia bra-
sileira de paquetes a vapor mandem recebera
Dordo do vapor Oyapock e transportar para a
provincia das Alagoas dua3 pragas do corpo po-
licial da mesma provincia, que vieram a esta es-
coltando um criminosoCoramuoicou-se ao che-
te de polica.
Dila.-Os senhores agentes da companhia bra-
siteira de paquetes a vapor mande dar passagem
de proa para a. corle, no vapor Oyapock em lu-
gar destinado para passageiros de estado, a Ma-
ra Pastora da Conseico, cando sem effeite na
nos, um ataque cerebral.
CHRONICAJUlCIARIA.
JURY DO RECIFE.
5a SESSAO.
DIA 21 DE NOVEMBRO DE 1860.
Presidencia do Sr. Dr. juiz de direito da primei-
ra vara criminal Bernardo Machado da Costa
Doria.
Promotor publico, o Sr. Dr. F. Leopoldino de
Gusmao Lobo.
Escrivo, o Sr. Antonio Joaquim Pereira de
Oliveira.
A's 10 horas da manhaa, o escrivo procede
chamada e venfica-se esterera presentes 46 ju-
rados : '
Entra em julgamento o processo era que sao
reos Antonio Vctor de S Barrette, Manoel Jusii-
no Alves (ausente) o Manoel Pereira Garcia, pro-
nunciados os dous pnmeiros no art. 192 do cdi-
go pnale o terceiro no art. 192 combinado com
o arl. da do mesmo cdigo.
O processo fflra instaurado perante o juizo do
Sr Dr. chefe de polica, constando de mais de
vinle autos de pergunlas alm de varios denoi-
mentos. r
Concorre uro numeroso auditorio ao tribunal
guardando-se inalteravel silencio,
Ra do Farol.
N. 8.Irmaudade de Santiago, so-
brado de um andar e urna bja ar-
rendado ludo por.............___
dem 18.Irmandade das Almas do
Recif-, casa terrea ai rendada por
dem 20.A mesma, casa terrea ar-
renda Ja por......................
dem 22.Antonio Henrique Mafra,
casa terrea arrendada por........
dem 28.Jos Pernandea da Silva,
casa terrea arrendada por........
dem 34. Herdeiros de Antonio
Joaquim Botelho, casa terrea ar-
rendada' por......................
dem 36. Hedeiros do Dr. padre
Antonio Jos Coelho, casa terrea
arrendada por................
dem 46.Irmandade de c-
diclo, casa terrea dividi
duas roeia-agoas arrendada por..
dem 48.Viuva de Domingos da
Silva Manta, casa terrea arrenda-
da por...........................
dem 50. Mara Jos dos Passos
Leal, rasa terrea arrendada por..
dem 58 Joaquim Lopes de Al-
meida, casi tenca arreudada por
dem 60.O mesmo, casa terrea
arrendada por....................
dem 62. O mesmo, um porlo
com qualro roeia-agoas arrenda-
do ludo por......................
dem 68.Vicente Ferreira da Cos-
a, casa terrea arrendada por....
dem 74 Herdeiros de Firmino Mar-
tius do Carmo, casa terrea arren-
dada por......%Hfe>............
dem 80.Francls^TTavier Pardi-
lhas casa terrea arrendada por...
dem 82.Jos Muniz Pinheiro, ca-
sa terrea arrendada por...........
Caes do Brum.
N.I.Jos da Silva Mendanha Vian-
na, casa terrea arrendada por___
dem 3.O mesmo, casa terrea ar-
rendada por......................
Caes do Apollo,
dem 41.Domingos Jos da Costa,
casa terrea arrendada por........
dem 45.Vicente Jos de Brito,
casa terrea arrendada por......
dem 47.Manoel Luiz Goncolvos,
caa terrea arrendada por........
dem 490 mesmo, casa terrea
arrendada por...................
1923000
HOjOOO
110S000
960C0
168-5000
144SOOO
S65OOO
\ 1925000
168-000
'-65000
84SO0O
8IJ&000
408S0O0
845000
I2O5OOO
108j!0o0
I205OOO
1449000
I445OOO
4005000
2005000
300564Q
em consa destruida, mas smente
por ler all sido encontrado o animal, e como nao
esiivesse de bocea presa, di/, elle, em alguroa
cousa deve ler pegado ; paga portante o pobre
dono vinte c vinle e tantos mil lis, para o que
ou vende o proprio animal, ou o ourinho da
mulher.
Peior ainda succede s pobres cabrinhas (bixo)
se por acaso vio ter aocastello feudal do malvado
Montenegro, porque leera a mesma sorte do fol-
gi semaua : islo , muirer, nao de acoules, mas
de chumbo, e seu dono nao se atreve a cobrar o
seu importe, por diz o cabelleira, que quero o
Chamar u Juizo para faze-lo pagar urna cabra, e
o juiz que o cundemnar, morrera ambos ; ao
passo que, antes quem matara urna cabra a pa-
ga va judicialmente, e desta forma uinguem pode
mais conservar una cabrinha de leitc para, em
falta de ama, nutrir seus filhos.
Que peste I oh I meu Deus nos mandasles
Tonta de Pedras ? I !
Antes o cholera-morbus, ou a febro amarella,
porque mala a gente sem pendurar e sem ju-
diara. '
Que nos Itere do peste, pediremos a Deus, o
que nos hvre do Sr. Monleuegro, pediremos ao
Sr. Dr. chefe de polica.
Fique todava certo o Sr. Montenegro, que con-
senle. mas nao para sempre, nos lhe pedimos
por alma de Luiz roiga semana, que procure sal-
var sua consciencia, porque quero assassino e
matieiior nao pode viv bem ueste mundo e
peior do oulro, onde ha justica lamo para os Mon-
tenegros, como para o (oiga semana.
O pescador dexira.
Sis. Redactores. Uouve um lempo, era que
toi muilo de roinha vontade ser poltico. Collo-
cado entre dous partidos, que aqui se achavara.
era campo ero 1845, ponderosas rasoes me fize-
ram decidir por um delles, e adher ao sysieraa
couservador, e commigo os roeus prenles, al-
guus dos quaes soffreram persiguicoes dos libe-
raes quo ento estavam senhores da arena, e
embebiam suas sellas envenenadas era peitos
innocentes. Com o auxilio de alguus amigos
que se linham reuuidocomoosco, proposemo-nos
a pleitear a eleico para senadores aqui em Ila-
roarac; sendo porm nossas forjas poltica ain-
da debis, perdemos a acro. Depois as cousas
raudaram de face ; j nosso partido havia toma-
do grande importancia, quando appareceu o Sr.
major Antonio Cordeiro Falco com parlo de sua
familha procurando unir-so comnosco pelos mes-
mos seittimentos polticos ; ao que de bom grado
accedemos, e depositamos nelle tanta conflanca,
que toleramos que se considerasse chefe do par-
tido. J enlo a parcialidade liberal se ochava
bem enfraquecida por que a ingralido de seus
chefes tinha feilo desertar grandj numero de des-
contentes pira o nossa lado ; cora to poderoso
reforco temos combaieuto sempre com Inumpho
o inimigo na campanha eleitoial al que o de-
creto n.842, de 19 de novembro do 1855 dividi
as proviocias em pequeos dislrictos eleitoraes
em virlude desla divisao Acarnos perlencendo ao
3 districto, o por elle se apresenlaram como
candidatos a assembla eral os Srs. Dr. Silvi-
no Cavalcanti de Albuqerque, Dr. Joo Auto-
nio Cavalcanti de Albuqerque e Dr. Manoel Joa-
I quira Carneiro da Cunha ; a candidatura do Sr.
Dr. Silvmo foi geralmente acolhida por nos, pois
300j0001 que desejavamos eleger urna pessoa que hon-
MUTILADO
:-


DIARIO DI PERRAMBUCO. QUISTA FEJRA 23 DE NOVEMBRO DE 1860.
m
rasse a elecjio, e soubesse coroprehender s mis-
sao re que e enearregava, achindo-se no Sr.
Dr. Silvino reunidos todas as qualidades e habe-
litaees que almejaraos, o contemplamos digno
de nossa escolha : at mesmo o Sr. major Anto-
nio Cordeiro linha compromettido sua palavra
de honra ao Sr. Dr. Silvino, sem esle exigir lo
valioso penhor, de condjuvar com ieu voto, e
seus esforcos, a su* candidatura.
Approiimando-ae a eleicao, remos eom sor-
presa, eadmirago o Sr. major Antonio Cordeiro,
nao obstante a sua palavra de honra, divirgir-sel
de nos, para trabalhar a ravor do Sr. Dr. Mlnoel |
Joaqun, porque este fazendo-lhe seoiir quedis-
punha de toda a influencia do governo, l he pro-
media satisfazer todas as suas ambiciosas opora-
eoes aos poslos officiaes e condeeoracoes. Nos
porm demos pouca importancia a esse proce-
dimiento, por que os nossos amigos, apesar de
nao terem dado palavra de honra, se tintura
conservado fiis em seu posto, e nao nos aban-
donaran).
No da apmado para a formarlo da mesa pa-
rochial, quando todos nos achavamos reunidos,
o Sr. major Anlouio Cordeiro achando-se entre
espada e a parede, por que de ura lado via a
nossa vanlsjosa posico annunhdoura de um
bello triumpho, e de outro a praia furiosa, quis
chegar a um accordo, propondo-nos a accoromo-
dago seguinte : de comporroos urna s chapa
contendo 8 eleitnres nossos, e 6 do lado delle,
o que fui levado a efTeito por condescendencia
nossa.
O resultado da elcicao foi o que se espera,-isto
. sahiram 8 eleitores de nosso lado, e 6 do
delle; 8 supplenles nossos, e 6 da praia. Do-
pois disso continuamos sempre em boa harmo-
na cora o Sr. major Antonio Cordeiro, toleran-
do-lhe algunas fallas.
Eslava prxima a cleirao Je setembro quando
appareceonos o Sr. Dr. Silvino indagando o que
. havia a respeilo della, sendo -Un; respondido que
estavaraos do milhor acord possivel com o Sr.
major Cordeiro de partilharmos a eleicao, como
d'antes ja o ha vi unos tallo ; o que o Sr. Dr.
Silvino muito approvou, adiando este nosso pro-
cediraenlo excellente, por que desta forma, dia
elle, se podiara evitar dissences desagrada-
veis.
Quando porra eslavamos na maior boa f
possivel para com o Sr. major Antonio Cordeiro ;
este, despeilado por ter perdido a pequea furga
moral, e a ponca influencia que tinha no partido
conservador, renegava de seus principios polillos,
c adhera de bragos crusados ao partido praieiro.
que o acolheu de bum grado para fazer delle o
instrumento do seus uefanlos planos.
Neslas disposicns de espanto estavamos,
quando chegou o ia designado pela lei para a
formacio da junta de qualftlcaoo do volantes,
nao leudo esta lugar por que o juiz de paz a
quem perteucia a presidencia da mesa, nao lhe
convinlo principiar naquelle lempo a qnaliflca-
ca, aprocrostinava, s com o fim de conhecer
das disposiQoes dos votantes ; e s depois de
adquirir esle conhecimento, que fez reunir a
junta qualificadra em 29 de abril !!!
Por infelicidade nossa achavamos-nos enlo
com a minora de eleitores, por que dous liuhain-
se mudado para fra da fregnezia, e um outro
que nao era so n.io o proprio juiz de paz, a quem
cima nos referimos, linha acompanhado seu
sogro o major Antonio Cordeiro para a fileira
liberal I Era consequencia disso perdemos a
mesa, o tanto bastou para vermos excluidos da
qualificagao raais de cem votantes nossos, sendo
esse vacuo prehenchido por mcfiores e nomcs
imaginarios l Avista de semelhanle abuso, pre-
paramos documentos para fazermos nossas re-
clamarles na seguinte reunio do conselho re-
visor, mas anda fomos illudidos por maneira
inqualilicavel. por qnanto apiesenlando-nos no
quarto dia de sessao, pelas 4 horas da tarde,
par3 submolter a consideraco do conselho as
nossas justas reclamarles, este sbitamente cn-
serrou seus Irabalhos," pretextando escandalosa-
mente ter-se lindado o praso de 5 dias. que a lei
exige Vendo-nos por esla forma lolhidos do di-
relo de interpor o recurso municipal, formula-
mos urna representado ao Exm. presidente da
provincia, oqual diriginlo-a ao governo impe-
rial, esle dignou-se dar-nos nina ravoravel de-
ciso.
Estando o campo eleltaral assim preparado, e
aplainado pela facco liberal, trataram de arre-
bauhar o povo com propositos fallazes ; o sub-
delegado LuizCordeiro por um lado araeacava com
recrulamenlo, processo etc. a aquelle3 que nao
vut issera era sua chapa (liberalj ; o capataz Ma-
nuel Vieira da Silva por piltro lado, prevale-
cend-sc do nomo do go'-Tno, promctlia mul-
tar, prender, carregar de ferros, botar nos pu-
res dos navios de guerra aos matriculados, que
nao aceilassem a chapa liberal ; Gnalmenle
outns potestades praieiras procuravam infundir
terror nos que nao depuzessem sua dignidad e
independencia sobre suas bandeiras ensanguen-
tadas. Nos porm s tinhamos a nosso favor a
razo e njusliga da causa, que defendamos; o
foi qnaulo baslou para que reunissimos superior
numero de votantes. Chegando em lim o dia da
eleicao para juizesdc paz. e cmara municipal,
a mesa foi composta pelo partido liberal, e na
occasio do rcccbmenlo das cdulas, a mesa
vendo que nao colina vanlagem alguma deixin-
do correr livremente a votaco, principiou a re-
cusar arbitrariamente as cdulas de nossos vo-
tantes, aps esse escandaloso procedimento suc-
cederam varias reclamaQes, mas com infruct-
fero resultado por que a mesa fazendo-se sur la
as nossas rases, continuava em toa marcha
radulenla E como havia ella ailender nossas
reclaraaces, como satisfara as disposices da
lei, quando s era um vil instrumento do Sr,
Dr. Serpa Branda o, que collocado ao lado delle,
com sua fantica voz grilava como louco, que
a mesa era suberaoa ; que proseguisse em seus
trabalhos fosso de que maneira fosse; que nao
se importasse com direito de ninguern, e que
em quanto o vissera vivo nada temessem ? 111
O subJelegado, que faza parte da mesa, em
vez de manter a ordem publica, e de procurar
acalmar os nimos agitados, anlos eslimulava
com suas maneiras achavascadas ao povo, que
vendo-se esbulhado de seu direito de votar, ar-
renessava-se impetuoso a urna para depositar
seu voto ; porm nos fazendo sentir ao povo que
nao queramos desordens ; quo nao desojamos
triumpho ensanguentadn, podemos conseguir a-
calmar o tumulto, e reliramo-nos da eleicao
para que se nao produzirem fataes conflictos.
E foi assim que o partido liberal daqui vencen
a eleijaj, que acaba de ser annullada pelo Exm.
presilenle da 'provincia em portara de 21 de
outubru p. p.
J principia o subdelegado Luiz Cordeiro a
exercer sua premiditada persignigo contra a-
qoelles que nao concorreram, como elle, para o
triumpho do partido liberal na elei(;o ; e haja
vista o Sr. Jos Pedro da Costa, de quem o diK>
subdelegado acaba de dar urna denuncia ao de-
legado de polica desle termo, eroputando-lhc
um crirae de morlc perpetrado na pessoa dcJa-
nuario de tal, a 1S annosnesta lina 111111IIIII I
O Sr. Jos Pedro natural e morador aqui at
o presente sem inlerrupco alguma, hornera de
Loa conducta, a quem o mesmo subdelegado e
seu pai o major Anlonlo Cordeiro, sempre !he
tribularam conlianga, lano assim, que o referi-
do Jos Pedro lera sempre oceupado o cargo de
iuspector de polica : se esse hornera assassi-
no, por que o subdelegado o nao responsabclis-
ra perante as les criminaes ? por que o tem
contemplado em sua chapa como oleilor ?
Admira o Sr. subdelegado a Untos annos nao
ter enxergado o crime do Sr. Jos Pedro, o ago-
ra s por que este na qualidado du suppleule,
nao volou com elle, e era volar, achou que
devia-lhe fazer lo cruel, e intempestiva accu-
sacio 11 Para quo o Sr subdelegado ha-de fa-
zer um papel Lio vergonhoso ? lo bem nao tem
S. S. crimes to recentes, e at de tentativa de
morte, com 4 testeraunlias de vista ? Ila-de
gjslar de ser denunciado?.... Mas para que fal-
lar em (actos do Sr. subdelegado, quando a nos-
sa cendescendencia tem envolvido Untos no es-
curo manto do silencio ?l -^
Avista disto conteste narrarlo, esperamos que
o muito digno Exm. administrador da provincia,
era quem depositamos plena confianza, saber
dar as necessarias providencias, afim de quo,
as prximas vindouras eleicoes primarias, o
povo desta Ilha, que adopta o syslema conser-
vador, nao se veja novamente esbulhado dodi-
reiio de votar, e possa livremente deitar seu
voto na urna eleiloral.
Pego aos Srs. Redactores que se digoem dar
publicidade em seu bem conceituado jornal, a
estas linhas, filhas da verJade, c produzidas pela
mais acauhada tntelligencia desle seu assgnanle
o constante leilor
Joo Henriqkes de Miranda.
Itamarac 15 de novembro de 1860.
COMllERCIO.
Praca do Recife 21 de no-
vembro de 1860.
iVs tres \\oras da tarAe.
CotacOes officiaes no dia 20 depois de tres
horas da larde.
Cambio sobre Londres26 1|2 d. 90 d[v.
Descont de letras10 OiOao anno.
George PatchettPresidente.
DabourcqSecretario.
Alfandega.
Rendimento do dia 1 a 20. 232.618269
dem do dia 21.......15:286S7i>3
247:905062
Movimento da nlfandosa.
Voluntes entrados com fazendas..
com gneros.
Volurnes

sahidos com fazendas..
com gneros..
16
221
:----- 237
56
308
------864
Descarregam hoje 22 de novembro.
Brigue portuguezS. Manoel Imercadorios.
Brigue inglezLilian carvo.
Brigue inglezWalter Bainebacalho.
Barca francezaRaoulcemento.
Barca portuguezaFlor de S. Simodiversos
gneros.
Barca mglezaSex Wavetrilhos de ferro.
Birca americanaGrape Soht farinha de trigo.
Barca americanaImperadordem.
Sumaca brasilairaHorteociadiversos gneros.
Patacho hollandez Adriano Johanes merca-
dorias.
Rccebedloria de rondas internas
geraes de Pernambuco.
llcndimento do dia la 20. 19:521*719
dem do dia 21....... 701*393
20:2269112
Consulado provincial.
Rondimento do dia 1
dem do dia 21. .
a 20.



arroba



>
arroba
11:269S879
510J452
11-780*331
Pauta dos precos correntes dos princi-
paes gneros e produccoes
nactonaes que se despacharam pela alfandcga
na semana de 14 a 19 de novembro
do corrente anno.
Agurdenle de cana. caada
dem restilada e do reino n
dem caxaca......
dem genebra......
dem alcool ou espirito de
agurdente......
Algodo em em carogo .
dem era rama ou era la. .
Arroz com casca.....
dem descascado ou pilado. .
Assucar branco.....
dem raascavado.....
dem refinado...... o
Azeite de amendoim ou mon-
dobm........ caada
dem de coco.....
dem de mamona . ,
Batatas alimenticias . .
Bolacha ordinaria propria para
embarque.......
dem fina........
Caf bom...... ;
dem escolha ou restolho
dem terrado...... libra
Cal.......... arroba
dem branca......
Carne secc* charque. ...
Carvo vegetal......
Cera de carnauba em bruto. libra
dem em velas (carnauba).
Charutos........ cento
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados libra
dem seceos.......
dem verdes......
dem de cabra cortidos um
dem de onca......
Caibros ;..... *
Doces seceus...... libra
dem em caldas. .....
dem em massa ou geleia
Bleiras proprias p ara forro de
navio........ cento
Estoupa nacional .... arroba
Espanadores grandes. um
dem pequeos.....
Farinha de mandioca. alqueire
dem de araruta..... arroba
Feijo de qualquer qualidade.
Fumo em folha bom. ...
dem ordinario ou restolho.
dem em rolo bom
dem ordinaro restolho ...
Frechaes........ um
Gomma........ arroba
Ipecacuanha (raz) ....
Lenha em achas.....cento
dem em toros. ...
Lenhas e esteios..... um
Mel de cauna...... caada
Milho........ arroba.
Puntas de vaccas e de aovilhos cenlo
Pedras de amolar urna
dem de filtrar ;
dem rebolo......
Montevideo pelo Rio de Janeiro49 das e do
ultimo porto 12 dias, brigue brasfleiro Mentor,
Ae 173 toneladas, capito Joaquim Francisco
da Silva Cruz, equipagem 12, carita sebo o fa-
rdo ; a Viuva de Amorim & Filhos.
Navios sahidos no mesmo dia.
Aracalihiate brasileiro Invencivel, caplu Jos
Joaquim Alves da Silva, carga varios gneros.
Baha-brigue inglez A/ertury, capito W. S.
agosto ultimo, trm escravo que diz chamar-se
Joo. andari fgido e perlencer a Joo Anlonio
Rodrigues d'essa provincia, assim ocommunlco
a V. S. para que se digna fazer constar no se-
nhor do dito escravo, afim de que o mande soli-
citar mediante documentos comprobatorios de
seu dominio.
Dos guarde a V. S.Illm. Sr. Dr. chefe de
polica da provincia de Pernambuco. O dele-
a u h
O. M
i
B
Eorat
Kinght, com a mesma carga quo trouxe de gado de polica encarregado do expediente, Um-
Tena Nova. Suspendeu do lamaro. belino Moreira de Oliveira Lima.
O official servindo de secretario,
Jos Xavier Faustino Ramos.
Consellio le compras navacs.
Promove este conselho em sesso do 22 do
corrente mez a compra dos seguintes objeclos
do material da armada.
Para os navios.
Caetas 6 groan, corapagos e tira-linhas 30,
cairo velho 16 arrobas, colheres de ferro 200, ca-
" *
Atmotphtra.
m
Direceo.
50
9
Intensidade
-i
00
to
00
O)
00
IO
-I
I Fahrenheit

3
o
IS.
-a
MI
Centgrado.
&
-)
o
2
| Rygrometro
| Cisterna hydro-
metrica.
-i lio de cooro para leme 30 bragas e 3 palmo-, for-
< i quetas de ferro para escaler 100, gomma graxa
2 P C
M ^ -1 -4 -4 1 a
tu O os en 1 1 Francez. i
00 te O o * .8 o 8 1 1 o
8 o Ingles. M H O |
p^ co to
A uoile nublada vento variavel de E: ESE fresco
e assim amanheceu.
0SCILLACO DA JUR.
Preamar ss 11 h. 6' da manha, altura 4,8 p.
Baixamar as 5 h. 18' da tarde, altura 1,6 p.
Observatorio do arsenal de mariuha, 21 de no-
vembro de 1860.
ROMANO STEPPLU.
Io lente.
dia e horas-abrazados, acompanhadosdeseus fta- pecial do commercio a requeriroenlo dos depo-
sitarios da massa fallida de Siqueira i Percra.
far leilo na sua loja da ra do Crespo das fa-
zendas, dividas e parle da referida loja.
O referido agente prestar toda e qualquer in-
i formac,a que os pretendentes a julgarem neces-
sari. frincpiar as II horas em ponto.
LEILO
Declaracoes.
1C00
igooo
600
1*000
igaoo
1JJ820
7g300
g900
2$500
40300
250
6^100
2*000
2*000
lgt20
I9OOO
4gOC0
7$000
7g000
5g000
S3C0
*3C0
8100
4g500
18600
280
Piassava........ molhos
Pao brasil ...... quintal
Pranclioes de araarello de
dous custados...... urna
dem louro. ......
Sabo......., libra
Salsa parrilha....... arroba
Sebo em rama......
Sola ou vaqu eta ..... urna
Tapioca........ arroba
Taboas de amarello .... duzias
dem dirersas.....:
Travs......... urna
Unhas de boi...... oento
Vinagre........ caada
2*100
4g000
*225
*400
150
gioo
ogooo
5400
1*000
&500
*i00
24*000
1600
3g20O
18600
2$000
33000
1S250
15g000
6g000
16g000
7g000
5gC00
3*100
25gO0O
2g000
12*000
50gOOO
*320
23000
5*000
#800
93000
lgl20
$200
10*OC0
raoo0
*120
25$000
53000
3*500
ISOfOOO
40*000
15*000
8300
*280
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou -
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
para conhecimento dos Interessados, a relaco
abaixo transcripta, dos credores de dividas de
exercicios (indos, na importancia total de ris
5:128*241, cujo pagamento foi autorisado pela |
ordem do Ihesouro nacional n. 173 de 26 de ou- ;
lubro ultimo.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-;
nambuco, 20 de novembro de 1860.O official-
maior interino, Luiz Francisco de S. Paio e
Silva.
Relaco dos credores de dividas de exercicios fin-!
dos, j liquidadas, que se raandam pagar pela
thesouraria de fazenda da provincia de Per-
nambuco, por conla do crdito do 4." du arl.
11 da lei 11. 608 de 11 de setembro de 1852, j
e com fundos do exercicio de 1859 a 1860.
Joo Ferreira da Silva 200*000
Jos Cardoso Ayres 13*340
Antonio Jos Victoriano 2l110
Antonio Teixeira de Borba 11)5*554
Flix Jos Ferreira 32*380
Jos Rodrigues dos Passos Jnior l:037g778
Pedro Jos dos Sanios 312200 |
Abraho Moreira Barbosa 9*525 j
Antonio Francisco Segundo 8*227
Antonio de llollanda Cavalcanli de Al-
bu querque 66*000'
Anlonio Joaquim de Frcitas 800 j
Antonio Jos do Espilo Santo 4*200 \
Anlonio Jos Machado 2!:1U0
Aristides Duarte Carneiro da Cunha
Gama 11*0i5'
Bernardo Pereira do Carmo Jnior 63*898:
Bernardo da Rocha Bastos 21*683
Carlos de Moraes Camiso 2*000 I
Coriolano de Castro e Silva 30;4CO
Flix Jos da Cmara Pimentel 39*0n0
Francisco Americo Pereira do Lago 37*120
Francisco Vctor de Mello Albuquerquo 1928000
Guilhcrme Jos 26*373
Hermenegildo Alves Candido OS525
Horacio de Gusmo Cociho 9(840
Jacinlho los de Mello 5*000
Joo Eugenio 52^023
Joo Evangelista Nery da Fonseca 86^750
Joo Francisco Segundo 9g'>25
Joo Jos de Sonta 7*740
Joaquim Alves de Freilas 33*138
Joaquim Jos da Costa 20*168
Joaquim Jos Morena de Meiidonga 445*060'
JosCaetano Feitusa
Jos das Chagas Accioli
Jos da Fonseca
Jos Francisco Alves de Lima
Jus Francisco de Souza
Jos Jernimo da Cunceic.o
Jos Joaquim Capittrano
Jos Joaquim de Mendonea e Mello
Jos Joaquim da Rocha
Jos Lasaro de Carvalho
Jos Manoel
Jos Pereira Santiago
Jos de S. Luiz Bimbert (Domingas
Mara da Conceigo, mi de)
Lino Gomes da Silva
Manoel de Campos Leite Ponteado
Manoel de Faria Lemos
Manoel Francisco Lopes
Manoel Francisco de Souza
Manoel Goncalves da Silva Queiroz
Manoel da Hora
Manoel lidro do Nascimenlo
Manoel Joaquim de Saul'Anna
Manoel Jos Vianna
Manoel Vaz
Marcos Evangelista Moniz
Mariano Ramos de Mendonea
Pedro Jos Montenegro
Porfirio dos Santos Lisboa
Sebastio Anlonio do Reg Cavalcanli
(herdeirosde)
S-bastio do Reg Barros
Theodora Maria da Exallaco, (utora
de seus filhos menores 65g000
Thiago Olympio de Paula Moreira 25O6I)
Vicente Izidoro do Rosario 1$002
Francisca do Reg Barreto Pereira 3C0;0OO
Francisco Anlonio da Silveira Caval-
canli de Albuquerque 54gl66
Joo Jos Ribeiro 173258
Josepha do Reg Brrelo 360SO0O
Manoel I.iberalino Freir de Carvalho 26*038
Manoel da Motta Silveira (herdei-
ros de) 578600
Os mesmos 7*200
Mara Francisco do Reg (herdei-
ros de)
Maria do Reg Brrelo
paes, oculosde alcance 6, papel hollanda 80 ca-
dernos, dito borrador 60 ditos, raspao de ferro 30,
cera prela 12 libras.
Para o arsenal.
Pregos de ferro de 4 pollegadas para costado 1
barril, erras de mo 2, limas chatas de rueia
cana e triangulas, sorlidas, de superior qualida-
de, de 16 a 24 pollegadas 100 duzias, talheres 12.
Alem disso contrata o mesmo conselho em di-
ta sessao a lavagem de roupa da cornpanhia de
aprendizes artfices, enfermara de marinha e do
arsenal, seno quo acerca deste contrato, bem
cmoda venda dos objeclos, devem os pretn-
dante* araseotac suas proposlas em cartas fe-
chadas, acompanhando os da venda as necessa-
rias amostras.
Sala do conselho de compras navaes em 15 de
novembro de 1860.
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Secretario.
Santa casa da misericor-
dia do Recife.
A junta administrativa da irmandade da santa
casa de misericordia do Recife manda fazer pu-
blico que no dia 29 do corrente, pelas 4 horus da
tarde, na sala de suas sessos, no largo do Parai-
zo n. 49, iro fi praca as rendas das casas abaixo
declaradas, pertencentes ao patrimonio da. mes-
ma santa casa, pelo lempo que decorrer do dia da
arreraataco a 30 de juih de 1863.
CIDADE DE OLINBA.
Kua Nova.
Casas terreas ns. 1 o 2.
Ra do oiio do Amparo.
Casa terrea n. 4.
Ra de S. Joo.
Casa terrea n. 5.
Ra do Amparo.
Casas terreas ns. 1 e 6.
Ra dos Quatro Cantos.
Casa de sobrado n. 7, e casas terreas ns, 8 e 9.
RHa da ladeira da Misericordia.
Casa terrea n. 10.
Ra do Bomfim.
Casas terreas ns. lie 12.
Ra de Mathias Ferreira.
Casas tarreas n?. 13,14 e 15.
Ra de S. Rento.
Casas terreas ns. 16,18,19 o 20, a sobrado nu-
mero 17,
Ra do Aljube.
Casa terrea n. 21.
Arrombado.
Casa terrea i\. 2z.
BAIRRO DO RECIFE.
Becco do Abreu.
Casa de sobrado n. 2.
Os pretendemos devem comparecer no lugar,
dores, ou mimiitos de cartas destes.
Secretaria da santa casa da miseiicordia do Re-
cife 17 de novembro de 1860
Francisco Anlonio Cavalcanli Cousseiro.
Escrivao.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objeclos
seguintes :
Para a botica do hospital militar.
32 libras de acido ctrico.
1 libra de avenca.
16 libras de agua destilada de Lisboa de flor de
laranjas.
16 libras de agua destilada franceza de rosa.
32 libras de carbonato de magnesia.
4 grosas de caixas francezas para pilulas.
1 Charnoviz ultima eoico de 1860.
16 vidros de confeitos de lclalo de ferro.
16 vidros de cytrato fluido de salsa parrilha de
Railus.
1 libra de espirito de milicia.
2 oncas de extracto de alfaca.
1 escrvania de lalo.
4 libras Je flor de rosas.
4 libras de flor rnica.
100 garrafas pequeas.
1 libra de herva cidreira.
8 oncas de kussot.
4 libras de suparo.
64 libras de mann commum.
8 oncas de oleo de alfazema.
14 libras de mann cscolhido.
32 libras de oleo (fe amendoas.
8 vidros de 4 oncas cada um de oleo volate de
mostarda.
4 libras de paslilhas de ipecacuanha e morlioa.
10 caixas de paslilhas de Vechy.
1 libra de puuimada de cacao.
30 vidros de pilulas de valel.
1 resma de papel alilo pautado.
8 ongas de raiz de cygnagluza.
30 vidros de salsa parrilha de Bristol.
4 arrobas de salsa parrilha.
25 grrrafas de sueco do grosellias.
16 libras de senne.
1 libra de sulfurito do calcio.
12 seringas de vidro.
20 vidros de 4 ongas.
30 dilos de 2 onQas.
30 ditos de I onga.
50 vidros de xarope de Naff.
30 garrafas de xaropo de ponas de espargo de
Lisboa.
Quem quizer vender taes objeclos aprsente as
suas propostas em carta fechada, 03 secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 23
do correle mez.
Sala das sesses do conselho adrainilrativo
para fornecimento do arsenal S guerra, 15 d(
novembro de 1860. Dent Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vo^al secretario interino,
No da 6 do corrente noite arranchara-se
no lugar Cicupira-torla em o rancho de Joo Paes
Barbosa, um crioulinho com um quariu casti-
11 ho dizend ser do engenho Onca e retrando-se
pela manha ce lo suppoe-se para o Recife dei-
xra o dito cavallo e como al o prsenle nao
lenha s lo procurado,o mesmo Barbosa entregara
a polica o qoal se acha depositado, quem se jul-
gar com direito compareca.
Sudelegacia du 1 districto da freguezia dos
Afogados 19 de novembro de 1860.Moraes.
Pelo Illm. Sr. juiz de paz do primeiro dis- ] d0 Bec'fe 3. pnmeiro andar,
trido da freguezia de Sinlo Antonio, tem de se- "~ Alu
rera arrematados no dia 23 do corrente,
horas da larde, 14 cascos de bahs fritos de pi-
nito, em bora estado, avallados por 14*000, o 31
dilos por 4*500, cojos objeclos foram penhora-
dos por execuco de Fonseca . Vianna, contra
Manoel Francisco Alves, por ser a ultima praea.
Quiita-feira 22 do corrente.
Anlunes autorisado pelo Exm. Sr, Dr. juiz es-
pecial do comrnereio, a requerimento dos depo-
sitarios damassa fallida de Jos Luiz Pereira Ju-
uior, far leilo em seu armazem na ra do Im-
perador n. 73, dos seguintes predios :
A tertja parte do sobrado n. 19 da ra do Vigare.
A ten.-a parte do sobrado de 1 andar e solo na
ra do Livrameuto n. 1.
A casa terrea n. 62 da ra de Aguas Verdes.
'Principiar as II horas ero ponto.
Quinta-feir.i 22 do correnle.
Aos pas de familia.
O agente Camargo fara' leilo em seu
armazem na ra do Vigario n. 19
DE
Diversos vestidos de seda, manteletes,
binculos, leques de madreperola.ca-
saveques, cobertores, capas de vellu-
do, pentes, pistolas, garios e faca
de cabo de marfra, lencos d>- Itnho,
livro demissa e outros objectos que
se tornam u'esnecessario mencionar,
os quaes serao vendidos ao bater do
marteilo, as 11 huras em ponto.
LEILO
Quinta-feira 22 do correnle.
DE
wm
agente Camargo fara
dia de uoa boi muito manso,
do marteilo.
Avisos diversos.
Precisa-se nlugar. urna mulher forra ou cap-
tiva para cozinharem urna rasa de pequea fa-
milia ; a quem conver, procure na ra da Cadea
Casa na
pelas 4 freguezia de S Jos, e mesmo a mobilia, sendo a
THEATRO DE S. ISABEL.
WINIIIl LVRICim fi. IIIIIIMNCELI
Sabbado 24 de novembro
Beneficio Jo primeiro tari tono absoluto
C.MULOS BAKTOL.LCCI.
Representar-se-ha a opera em tres actos de Beixni
O beneciado gralo ao lisongeiro acolhimeulo que tem recebido dt-sle Ilustrado e intel-
11*151; ligante publico, ludo confia na sua generosiJade.
28*986:
9*525
39902
16S3:13|
952
345941
9*525
1S0I7
41*992
208168
11*151
51*333
3g310
216*000
llgO
11*151
28S000
3S60O
9*525
6?980
7*198
110*166
14oll4
3O*O0
20*381
20t000
Os blhetes vendem se ja no escriptorio
Principiar s S horas em ponto.
Avisos maritimos.
Kio Grande do Norte e
Ass.
Vai sabir com muita brevidade abarcara No-
va Esperaca, recebe carga a fretes commodos :
a tr.it ir na ra da Madre de Dos n. 2.
Para o Cear
O veleiro o bem conhecido cter nacional 'm-
"iii segu para o Cear cura a carga que livor a
bordo no dia 23 do corrente mez impreterivel-
mente : para carga e passageros, irala-se com
Augusto Jos Ferreira & C, ra do i.abug n.7-
Para o Aracalj
seguir brevemente o hiate Exhalaco : para
o restante da carga e p&ssageiros, trala-se com
Gurgel Irmos, ra da Cadea do Recife n. 28,
4gO00! primeiro andar.
PARA O ARACATY E ASS'
3"i*167 | S3e o hiate Sergipano: para carga, trala-se com
80*000! Marlius & Irmao.
do iheatro.
Leiles.
LEILO
lima
DE
escrava.
Sabbado 24do corrente.
Costa Carvalho far leilo em seu armazem na
ra Nova n. 65, de urna escrava possante propria
para todo servico, as 11 horas em ponto.
LEILO
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 21.
Rio Grande do Sul 33 dias, brigue brasileiro
Preneeza, de 181 toneladas, capito Jesuino
Jos de Souza, equipagem 11, carga 10,000 ar-
robas de carne ; a Marques Barros & C.
Rio de Janeiro24a1ias brigue portuguez Flo-
rinda, de 33<"*1wiatdas, capito Joaquim Au-
gusto de Souza, oquipagem 11, carga lastro ; a
ordem.
Philadelphia 38 dias, barca americana Impera-
dor, do 378 toneladas, capilo Welliam Hub-
bard. equipagem t2, carga 3,000 barricas com
farinha de trigo e mais gneros; a Matheus
Austin & C.
Terra Nova29 das, brigue inglez Agnet, de 177
toneladas, capito Josoph Abb, equipagem 10,
carga 2,670 barricas com bacalho ; a Johnstoo
Pater & C.
Montevideo24 dias, brigue hespanhol Ignacita,
de 202 toneladas, capilo Matheo Fruch, equi-
pagem 12, carga 3,516 quinlaes de carne; a
Aranaga Hijo & C.
Rio de Janeirolidias, brigue hespanhol Pyrro,
de 319 toneladas, capito Paulo Guardeola
21*838
360*000
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
A junta administrativa da irmandade da Santa
Casa da Misericordia do Recife, manda fazer pu-
blico que no dia 22 do corrente, pelas 4 horas da
tarde, na sala de suas sessoes, ire praca as
rendas das casas abaixo declaradas, pelo lempo
que decorror do dia da arrematado at 30 de
juriho de 1863.
Bairro do Recife.
Ra do Pilar n. 74.
Bairro de Santo Antonio.
Ra Nova n. 55.
Dita do Padre Floriano n. 45.
Dita dos Fagiindes n. 32.
Dita de Santa Thereza n. 4.
Dita da Roda n. 3.
Os pretendentes devero comparecer acompa-
nhados de seus fiadores, ou munidos de cartas
destes, sem o que nao poderaoJangar.
Secretaria da Santa Casa U i Misericordia do Re-
cife, 12 de novembro de 1860.
O escrivao,
Francisco Antonio Cavalcanti Cousseiro.
1,' sec$o Secretaria da polica de Pernambu-
co, 15 de novembro de 1860.
O Illm. Sr. Dr. chefe de polica, manda fazer
publico o ofilcio que abaixo vi transcripto, afim
de que chegue o seu objecto ao conhecimenlo
de quem possa interessar :
Oficio.
Secretaria da polica de Piauhy, em 3 de ou-
1 tubro de 1860.Illm. Sr.Achando-se preso na
homem sollelro ; quem quizer procure no pateo
do Terco n. 24.
O abaixo assignado declara que tendo an-
nunciado por este Diario que seu filho Manoel
Teixeira Cavalcanli se achava alucinado dojnizo,
e como j se acha bom, e pm seu juta) perfeito,
polem fazer lodo e qualquer negocio como d'an-
tes o faziam.
Manoel Hihrio Teixeira Cavalcanli.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado n.
40 da ra da Imperatr z ; a tratar no m.smo.
Precisa-se de 3:000* a juros de 1 0|0 sobre
hypothecaem casas livrea e desembarazadas, Pi-
cando as casas em poder do hypoiheran'te, rece-
bendo os alaguis Dor couta do juro al real em-
bolco, pelo lempo rom endonado ; os pretenden-
tes annunciem ou fallera na ra Nova de Santa
Rila era frente da ribeira n. 11, que se dir quem
faz o negocio.
Dep gratias.
De ordem do Sr. irmao juiz da irmandade do
SS. Sacramento da matriz du Corpo Santo, con-
vido a lodos os irmos a coroparecerem no dia
25 do corrente, pelas -2 horas da tarde, na mes-
ma igreja matriz, afim de encorporado?, acompa-
nhar a procisso de Corpus Chnsti, que deve sa-
bir da igreja do Espirito Santo, pelas 4 horas da
larde desse da, como nos foi participado pelo
Exm. Prelado Diocesano. Recife 21 dt novem-
bro de 1860.O escrivao.
iniiaiiilaile do Divino Es-
pirito Sanio.
O escrivao actual, em nouie da mesa regedora
convida aos seus charos irmos para comparece-
rem no nosso consistorio no dia 2> do corrente,
s 3 horas da larde, afim de acompanharmos a
procisso de Corpus Christi que lera de sabir da
nossa igreja : e ruga aos irmos, que nao pole-
rem comparecer e liverem capas em seu poder,
que as mandem entregar ao Irmao lliesoureiro,
na ra Nova n. 3.
S. Jos da Agona,
A mesa regadora da irmandade de S. Jos da
Agona, convida a todos os seus irmos a coru-
parecerem domingo 25do correnle pelas 2 1(2
horas da larde no consistorio da irmandade pa-
ra incorporados arompanhar a procisso de Cor-
pus Christi, que tem de sabir da igreja do Espi-
rito Sanio.0 sccrelario, Manoel Francisco dos
Santos o Silva.
Escravo fgido do Rio de Ja-
Sexta-feira 23 d AS 11 HORAS EM PO *TO.
Cosa Carvalho far leilo em seu armazem na
ra Nova o. 65, de varias obras de marciaciria
de apurado gosto.
Tambeo
nender 1 cavallo com todos os andares.
Porto por Lisboa.
Vai sahir para o Porlo com escala por Lisboa
al o dia 25 do correnle mez o brigue portuguez
Promptidn II. forrado e encavilhado de cobre,
de PRIMEIRA MARCHA K CLASSE, por j ter
parte do seu carregamento; para o resto e passa-
geiros, para os auaes tem excellentes commodos,
trala-se com Elias Jos dos Santos Andrade & C,
ra da Madre de Dos n. 32, ou com o capito.
Maranliao e far,
Segu com brevidade o bem conhecido hiate
Lindo Paquete, capito Jacinlho Nunes da Costa
por ter parle de seu carregamento prompto ; para
o resto e passageiros, trata-se cora os consigna-
tarios Almeida Gomes, Alves & C, no seu es-
criplorio. ra da Cruz n. 27.
Cear e Acarac.
No dia 30 do corrente, com a carga que tiver a
bordo, segu o palhabole Sobralense, capito
Francisco Jos da Silva Ralis ; recebe carga a
frete e passageiros: a tratar com Caetano Cyriaco j
da C. M. & Irmao. no lado do Corpo Santo n. 25. i
Para o Rio Grande do Sul
segu com brevidade a barca Malhilde por ler)
a maior parte da carga prompla para o restante r\c\
1^Zt$^^*,w^\ (ia sexta-feira 23 do
corrente.
. capito
equipagem 12, carga lastro; a Viuva de Amo- cadeia de Oeiras d'esta provincia, segundo cora-
municou o respectivo delegado de polica, dosde
rira & Filhos.
Hoje, 22 do corrente.
O agente Camargo far leilo no seu armazem
da ra do Vigario n. 19, de uma pessoa que re-
lirou se para fura, do seguinte : commodas, mar-
quezas. sofs, candelabros, cadeiras de amarello
bancas, camas do forro, cabides e oulros objectos
que se vendero ao correr do martollo ; ao meto
dia em ponto.
LEILO
vapor Milford
Baha.
A escuna nacional Carlota, segu em poucoa
das para a Baha, tem parte de sua carga en-
gajada ; para o resto trala-se com o seu consig-
natario Francisco L. O. Azevedo, na ra da Ma-
dre de Deus n. 12.
Lisboa.
brevidade a bem conbe-
Vai sahir com muita
cida
Barca Gralido
para carga e passageiros, traW-se etntts con-
signatarios Carvalho, Nogueira & C, na ra do
Vigario n. 9, primeiro andar, ou com o capito
Borges Pestaa.
O agente Evaristo novamente levar a leilo a
taberna da la Direita n 93, no mencionado dia
23 do corrente s 10 horas em ponto.
LEILO
Gommcreial.
Sexta-feira 23 do corrente.
Anlunes atorlsflo pelo Exm. Sr. Dr. Juiz es-
neiro no
Ha ven.
Desappareceu no dia 28 de outubru do corren-
le anno, do poder de Joo Antonio de Miranda
Vasconcellos,do Rio do Janeiro, o escravo parlo
escuro de nome Honorato, que reprsenla ter de
25 a 30 annos, estatura ordinaria para baixo, cor-
po reforca lo, hombros largos, rosto pequeo,
testa baxa, pouca barba, cabello carapinho e
olhos pretos. sabe ler alguma cousa, tem officio
de cocheiro e tambera de pedreiro, natural do
Para mas tamben- diz ser do Marnnho, o qual
obteve passaporle na curie como ciOado Brasi-
leiro eom o nome de Jos do Porto, para Lisboa,
e segoio no mesmo da a bordo do vapor '.Mil-
ford Unen, porm nao obstante ler lomado e
pago passagera neste vapor para aquella cidade,
muilo du suppor lenha desembarcado nesl.i
provincia para daqui seguir ao Maranhao ou Pa-
ra d'onde foi para o Rio de Janeiro em 22 de
novembro de 1856 com o passaporle affiancado
por Jos Joaquim de Gouveia e Silva e remrtido
a Novaes A Passos, tendo jA anteriormente ido
a corle como criadode um Sr depulado : roga-se
porlanto as autoridades policiaes ou a qualquer
pessoa que delle di-r noticias de se entender
com Azevedo & Mendes ra da Cruz n. 1, que
se gralilicar generosamente.
Jos Jeronymo da Silva de novo repele o
prsenle annune.io j por raais de uma vez pu-
blicado, que nao paga objeclos vindos para amos-
tras ou dividas coulrahidas por seus escravos,
nao sendo esses dbjeelos ou dividas autorizadas
por un penhor ou bilhete.
O abaixo assignado residente na colonia mi-
litar de Obidos, (em grande inleresse em saber
se o Sr. capilo Manoel Thom Fialho de Albu-
querque assiste as provincias de Pernambuco
ou Baha ou em que lugar para se Iho poder di-
rigir : roga prtenlo ao mesmo senhor ou algom
seu amigo se sirvam annunciar por esle jorual u
pretendido.Theodoro Jos de Brito.
Laboratorio de
lavagem.
No sitio dos buritis no Arraial
No fim do corrento mez sero encerrados pro-
visoriamente os trabalhos destu eslabelecimtnio
por se rera incompativeis com oulros a que se
tem de proceder por sua completa orgaoisac.o.
i


(4)
1>1>lB10 DE RNABMUCO. LO I lili
DA
PROVINCIA.
Na loja da praga da Independencia d. 22, e
uas mais docoiuareracha-se venda os bilhe-
tos e meios da 2a parle da 2* lotera de Sania
Isabel, garantidos dos cuslumados8^ por Santos
Vieira.
Bilhete......5|000
Meio.......2500
Em poj^So de 50JJ00O rs. para cima.
- Bilheto......4J500
Meio-.....2250
Aluga-se urna casa que tem comraodos pa-
ra grande familia, com arvoredos do fructo, com
baixa decapim, no Poco da Panella, para se pas-
sar a esta, em frente a casa do Sr. Gibson : quem
a pretender, dirija-se Fra de Portas, a fallar
com Manoel da Silva Neves.
Aluga-se um segundo andar com grandes
commodos: quem o pretender, dirija-so a ra da
Praia, serrara n. 59.
Para quem se quizeres-
tabelecer.
Traspassa-se urna casa era bom local com oxcel-
lor:learmaco, propria para loja de fazendas,miu-
dezas, ferragens, on outro qualquer negocio: faz-
se negocio a dinheiro ou a praso. Para tratar,
na ra Nova, loja de ferragens de Antonio Duar-
te Carneiro Vianna.
OIYereee-se um moco chegado ltimamente
do Porto para caX''iro do qualquer casa e para
cobrancas nesta cidade: quem o pretender deixo
carta fexada nesta typographia, e dar bom fia-
dor.
Faz-se todo o negocio com um sobrado em
Ulinda na ra d* Mathias Ferreira n. 5, com urna
meia agoa no fundo, cujo aluguel rende men-
salmente desoilo mil reis : a tratar na ra Nova
n. 34.
Attenco.
Procisa-se de urna ama para coznhar o diario
de uma casa, preferindose escrava : na ra do
Amoi'im n. 40.
Antonio da Costa Monteiro, subdito portu-
guez, vai Portugal.
Curso particular de rhe-
torica.
O acadmico Manool de Honorato, professor
particular, licenciado pelo governo, avisa aossf-
nhores estudantesde preparatorios que pretende
abrir no da i" de dezembro um curso particular
de oratoria e potica para habilitaco dos que
quizerem prestar ame das ditas'sciencias no
mez de marco de 1861. Aquelles que de sen
presumo se quizerem utilisar, dirijam-s ra
Direila n. 88, priraeiro andar.
Irmandade acadmica de
Nossa Senhora do Bom
Conselho,
Por ordera do nosso Irmo juiz sao convidados
os nossos charissimos irmaos para comparecerem
ni consistorio da irmandade domingo 25 do cor-
rente, ,1s3 horas da tarde, adra de encorporados,
a'.'.ompanhar a procisso de Corpus Christi, pira o
que tomos convidados por S. Exc. Rvma.
Glorioso Espirito-
Santo de S- Fran-
cisco.
lendo nos sido convidados por S. Exc. Rvma.
para acompaoharroos a procisso de Corpus-
Chrisii que deve ter lugar no dia 25 do cor-
rente, oonvido a lodos os nossos charissimos ir-
maos, para que comparecam no nosso consisto-
rio no referido dia as 2 1|2 horas da tarde,
aim de satisfa/.ermos ao podido do nosso virtuo-
so prelado. Espero que os nossos irmaos nao
deixarao de concorrer para o bnlhantismo de
nossa irmandade ; priucipalraenle lendo de sa-
hir pela primaira vez a cruz, que ha pouco nos
chegou de Portugal. Consistorio 19 de novera-
bro de 1860.
O secretario,
Joaquim Guennes da Silve Mello.
Anlonio da Silva Barboza Ferro e Joo
Simoes Pimenta
fazem sciente a esta praca. que amigavelmenle
dissolveram a sociedade que tinham no arma-
zem de gneros de estiva na ra do Codorniz
n. 10, sob a firma de FerroA Pimenta, retiran-
do-se o socio Pimenta com seu capital e lucros
e icando a cargo de Ferro o activo e passivo
do raesmo estabelecimenlo. Recite 10 de
vembro de 1860.
Antonio da Silva Barboza Ferro
Joo Simos Pimenli.
Precisa-se de uma ama para cozinhar.
ra do Caldeireiro n. 60.
PI IX pontfice e re
PE10 SKNHOI1
D. Antonio de Macedo Coso,
Bispo elcito do Para.
Eloquente demonstrarlo do poder
terrporal do Papa.
Vende seno bairro de Santo Antonio
as livrarias dos Sis. Guim.-n aes & Oli-
veira e Nogueira de Souza & C. ; e no
bairro do Recife na livraria do Sr. Jos
de Mello : preco 2$.
I
O r. Cosme de Sa' Pe eir da
consultas medicas emseuescrip-
torio, no bairro do Recife, ra
da Cruz n. 53, todos os dias.me-
nos nos domingos, desde as 6
horas ateas 10 da manh5a, s-
breos seguintes pontos
1 .* Molestias de olhos ;
2.- Molestias de coracao e de
peito ;
3.- Molestias dos orgacs da ge-
racao e do anus ;
i.- Praticara' toda e qualquer
operacao que julgir conve-
niente para o restabelecimen-
to dosseus docntes.
O examedas pessoafquco con-
sultarem sera' feito indistincta-
tnenle, e na ordem de suas en-
tradas, fazondo excepcao os doen-
9 tes de olhos, ou aquelles que por
^ motivo justo obtiveiem hora
M marcada para este fim.
A saboaria da ra Imperial precisa aluga r
escravos para servigo debaixo de coberta, e paga-
se 30g000 menaes e commida, devendo dormir
no estabelecimento : a tratar na mesma saboa-
ria, ou na ra da Cadea do Recife n. 34.
Aluga-se uma baixa propria para plantar
capim e hostalicas, muilo boa por nao alagar nem
sersecca, na estrada de Joao de Barros: quem
pretender diaija-se ra Direila, loja de calca-
dos n. 7.
paulislanas
contra todas as molestias gra-
ves, e febres de-qualquer na-
tureza, scguuulo-se o que diz
a guia.
Tenho muilas provas contra as bexigas, nao
querendo deixar formar a pu.'lula, tomando com
exaclido os dses de 6 em 6 horas. A esperan-
za o bordo do bom medico.
Um senhor na ra da Imperatriz appareceu
cora o rosto c corpo crivados, e urna febre abra-
sadora, seguio este precelte, e sarou, ficando s
com uma bexiga n'um dos dedos rio p. Oulro
caso semelhante succedea com outra pessoa da
ra da Quitanda, Gcando-lhe tambem uma bexiga
no braco esquerdo. Na casa da Sra. D. Luiza Al-
Aebam-se venda na livraria da praca da Independen-
cia ns. 6 e 8, as bein conhecidas folhinhas impressas nesta
typograpnia
Folhinha
e civil
para o
, uispauo ae lercamDUCO..
Vita de algibeira contendo alm do kalendar
160 rs
de porta ou KALENDARIO eeclesiastico
bispado de Percambuco
lario ecclesiaslico e civil,
explicajao das fesias mudaveis, noiicia dos planetas,
tabellas das mares e nascimenlo e occaso do sol
ditas dos emolumentos do itibunal do commercio '
dilas do sello; ditas do porle das cartas; dilas
dos impostas geraes, provinciaes e municipaes, ao
que se juntou uma colleceao de bellos e divertidos
jogos de prendas, para entrelenimenlo da mocidade.
Esto no prelo o almanak e outra folhinha cootendo
todas as oracoes para assistir semana santa, etc. Com-
prndole em porces se daro por preco mais commodo.
320 rs.
fino,
deia
Borba, rap
Deposito, ra &a Ca-
mein-grosso e grosso.
n. 17.
L.,h kaixo agnados administradores da
massa dos bens do casal do finado Joao Tavares
, Cordero previnem a os devedores o do dito casal
por dividas vencidas que no caso de nao virem
| salda-las no praso de dous mezes, do presente
annuncio, terao de ser accionadas, afim de ha-
ver-se os pagamentos referidos, visto como o
praso marcado pelo Illm. Sr. Dr. juiz de orphos
do termo desla cidade, para a liquidarlo do ac-
tivo e passivo do mesmo casal est concluindo-se
e po.icos era sido os devedores que tenham pro-
curado saldar suas contas.
Hecie, 12 de novembro de 1860.
Viuva Tavares Cordeiro.
Jos Teixeira Bastos.
Juan Anglada Hyjo.
Henrique Jos da Cunha.
Esleirs da India de 4, 5
e 6 pamos de largo.
Noarmazemae tazendas da ra doQueimado
n. la, propnamente para forro de salas e camas
por ser di melhor qualidade, e todas brancas.
Jos Das, portuguez, vae a Macoi
Aluga-sefuma casa de pedra e cal com 33
palmos de Irente, 70 de fundo. 3 qnartos, 1 ga-
binete, 2 salas grandes, cozinha fra, com uma
pequea mobilia de arnarello, lendo o quintal 650
palmos de fundo, 85 de frente, porto ao lado,
todo cercado e alguns arvoredos que faz sombra
para se tornar mais fresco, e passa o rio Jaboalao
no fundo o qual tem excellenle banho, cuja cesa
se aluga por festa ou por anno, da forma que con-
vier : quem pretender pode dlrigir-se a ra Di-
reila n. 95 que achara com quem tratar.
Attenco ao negocio van-
tajoso.
Cede-se com o abate de 50 por cento a cochei-
ra da Horentina, bem afreguezada para o mato
contendo uma excellenle vacca louria com 6
bois experimentados no trrico, e 6 bons carros
da alfandega, e ludo a vootade do comprador
na mesma cocheira, das 9 horas da manhaa fS
da larde.
Avimo.
O abaixo assignado, comprador da massa fal-
lida de Jos Luiz Pereira Jnior, lem autorisado
ao Sr. Deraeleno Hirmilio da Costa para cobrar
as dividas da mesma massa, nica pessoa auto-
ruada para essa cobranca.
Joaquim Jos da Costa Fajozes Jnior.
Quem precisar de uma ama escrava com
leitepara criar, dirija-se a ra da Lingoeta n. 8
segundo andar.
Vidros.
Chegaram os 15o desejados vidros para vidraca,
em caixa ; vieram tambem alguns vidros d
cryslal. grandes, proprios para oratorios, tabole-
las, armarios, etc., etc., ou outra qualquer obra
em que seja preciso emprrgar vidro de boa qua-
lidade e grossura : ra larga do Rosario n. 34.
botica. '
Perda.
Perdeu-se do Recite t os Apipucos, no dia 18
do correte, uma carta com o subscripto Daniel
Eduardo de Figue.redo Mello, e como a carta se-
ja de importancia, pede-se a peS90a que a achou
gradeado" "^ d ReCf<5 D' 3' *"* ser
"oga-se a pessoa qu por engao levou de
bordo do vapor Oyapock, junio com sua basa-
gem, um caixote com direceo ao Exra. Sr pre-
sidente desla provincia, o obsequio de dar partu
no largo do Forte do Mallos n 1, ou faze-lo en-
tregar ao mesmo Exm. Sr.
Aluga-se a loja do paleo do Terco d. 10 ; a
tratar na ra Direila n. 85.
Pelo juizo dos fcilos da fazenda desla pro-
provincia se ha de arrematar em hasta publica a
quera mais dr os bens seguinles :
A renda annual da casa Ierra no Poco da Panella
n. 75, avaliada ero 72jJ rs.
A renda annual da casa terrea no
n. 76, avaliada em 48j> rs.
A renda annual da casa terrea
n. 77, avaliada em 48g rs.
A renda annual da casa na Casa Forte n. 4 em
mo estado, avallada em 36J rs.
A renda annual da casa lerrca no mesmo lugar
n. 5, em mo estado, avahada em 360 rs.
Cujas rendas foram penhoradas por execnco
da fazenda provincial conlra a viuva de Miguel
Francisco Gomes.
A renda annual da casa terrea na ra dos Passos
mesmos ;
sabo dos
mesmo lugar
no mesmo lugar
n. 39, freguezia dos Afogados com um peque-
no sitio, e commodos para pequea familia e
"- Alugam-sc dous andares do sobrado da roa
da Cadea n. 24, lendo commodos
familia : a tratar na loja do mesmo.
para grande
fJf UI?flPhet0 Min8' m.U" robust0' durou-lhe a da Magdalena : quem o achou querendo restitui-
Aluga-se uma loja com armaco propria
_ pBrrton co n At. ... Para q'ia|quer negocio : quem precisar, dirija-se
I erdeu-se no da 14 do correnle, um era- a ra do Queimado n. 55. v "
brulno contendo um palitol e uma collete de ca-
seraira, em viagom do Recife para a Passagem
no-
na
GAZ
Pede-se ao3 senhores consumidores degaz que
se diguem vir sorlir-se delle, poii novamente
chegado em abundancia ao anligo deposito ra
>ova n. 20, loja do Vianna.
O Sr. Virgilio da Cosa Pinto, queira ter a
bondade de vira cocheira de Juslino Francisco
do Assis & C, a negocio que Vmc. nao ignora.
O pharmaceutico Anlonio Jos di Cunha
avisa aos Srs. Manoel Joaquim das Trevas Mari-
nho da Victoria, Antonio de Barros Pequeo
da Granja, que venham pagar suas letras ven-
cidas ha Dastanle lempo.
Urna ptssoa que se acha arrumado deso-
jando aprove;tar suas horas vagas offerece-so pa-
ra lazer uma escripia : quera precisar annuncie
por este jornal para ser proeurado.
Precisa-se de dous copeiros no caf res-
tauran! do commercio ra do Trapiche n. 22
Ra da Cruz u. 13.
Enfeitam-se bandejas cora bolinhos e doces
seceos para casamentos, com muito gosto o o
mais delicado quo se poJe ver, fructas as me-
Inores que se pode encontrar, aproraptando-se
encommendas para fra da provincia, bem acon-
decionado, tarops de abacaxi, pitanga, tamarl-
nos e outras qu ilidades, doces de calda, jaleas
pitanga, goiaba earac, e outras peitoraes, vinh
de caj, ramalhetes, com lindas flores e cravos
flores soltas, e arvoredos de fructos, batatas d
dalia, smenles de pitanga e abacaxis, ao cento,
muito bonitos, tudo por prego commodo.
Aluga-se um bom sitio com boa casa para
familia e bastantes arvoredos de frueto, 2 cacim-
bas com boa agua para se beber, no caminho
novo da Soledade, hoje ra da 3oa Esperanca .-
a tratar no silio da esquina, ou ra da Crux n.
13, armazem.
Precisa-se de um cozinheiro para casa e-
trangeira. assim como um hornera para tratar de
cavallos ; na ra do Trapiche n. 8.
febre 48 horas, o qual pillando, quebrava tudo
quanto encontrava do quarto ; cobras e sapos
erao o entrelenimenlo do dito preto. As ululas
patilistanas foram-lhes dadas a tempo ; o prelo
sarou, c nao lhe appareceu uma s bexiga.
A um pardo da Sra. D. Maria Carlota, sobrinha
da Exraa. Sra. marqueza de Santos, o mesmo
aconleceu, e a muilas outras pessoas.
Contra a difflculdade das ourinas, as ditas p-
lula* sao verdadeiramente eflicazes, seguindo-se
o que diz a guia, molestias graves; e quanto s
chronicas, nunca haver perigo de ser sorpren-
dido. Qu3lro macos, tomando tres pilulas n 3
de noite, e tres ditas n. 1 de manhaa, e todas
sem dietas.
A relenro das ourinas nao tem oulro vicio
que os intestinos sujos, e a syphilis, e rauitas
vezes uma empingem se forma as vias ouri-
narias.
Para informacoes on encommendas, podem di-
rigir-se a meu correspondente no Rio de Janeiro
ra do Parto n. 119, ou ao abaixo assignado, em
S. paulo, ra do Carmo n. 3.C. P. Elchecoin.
Veneravel ordera lerceira
de S. Francisco do Recife
Sendo presente na sessao da mesa regedora do
dia 16 do correnle um oflcio de S. Exc. Rvma.,
convidando a mesma ordem a acompanhar a pro-
cisso de Corpus Christi, que lera lugar no do-
mingo 25 do mesmo, o abaixo assignado, secre-
tario da mesma, roga a todos os seus charissimos
irmaos a comparecerem no referido da, pelas 2
horas da tarde, na igreja da dita ordem, para-
mentados de seus habilospara o fim cima dito.
Secretaria 17 de novembro de 1860.O secre-
tario,
Francisco Lopes da Silva.
o dirija-se ao trapiche da Companhia, largo do
Corpo Santo, que ser recompensado.
Ainria resta para alugar-se 2 casas
na Torre, cora commodos para familia,
assim como um sitio com toda propor-
cao para grande familia : a fallar no
mesmo lugar com o seu
Francisco Jos Arantes.
proprietario;
S0RVETE.
De hoje era diante haver sorvele ao meio-
dia e a noite em casa de Sodr & f, na ra Es-
Ireita do Rosario n 11.
SORVETE.
Hotel Trovador.
em mo eslado, avaliada em 72 rs.
Cuja renda foi penhorada por execucao da fa-
zenda provincial contra os herdeiros de Joo
Baplisla de Sousa Lemos.
A casa terrea na ra do Bom-goslo n. 19", frp-
Sueziados Afogados, tendo 18 palmos de fren-
te e 50 de fundos, pequeo quintai em aberto,
e em chaos foreiros, avaliada em 505000 por
venda. r
Oulra casa na mesma ru n. 21, na mesma fre-
guezia, lendo 18 palmus de Trente e 50 de
lundos, quintal em aberto e chaos foreiros
avallada em OjfOGO por venda.
Cujas casas foram penhoradas por execucao
da fazenda provincial contra os hererdeiros de
Joaquim Caetano da Luz e
A casa terrea no lugar denominado Sanl'Anna
n. l, tendo 26 palmos de frente e 51 de fun-
dos, conlendo duas salas, dous quarlos, cosi-
nha na sala de delraz, quintal em aberto e um
leineiroe em mo estado, avaliada em 350SOO
por venda.
Outra casa terrea no mesmo lugar, n. 33, tendo
J palmos de frente e 51 de fundos, conlendo
duas Sdla? dous quarlos. cosinha fra e quin-
tal, loda delnorada, avaliada em 350S000 or
venda. '
Cujas casas foram penhoradas por execucao da
lazenda provincial coulra os herdeiros do"padre
anoel Themoleo. '
A casa terrea na ra do Nogueira n. 14. fregue-
zia de S. Jos a qual lem dous quarlos, duas
salas, cosinha e quintal e toda ella arruinada
avaliada em 4005000 por venda,
Cuja casa foi penhorada por execucao da fa-
zenda provincial contra os herdeiros* de Maria
Thercza de Jess.
Os pretendentes comparecam s 10 horas da
manhaa do da 22 do correte mez de novembro
na sala das audiencias.
Permuta-se
uma das primeiras casas na villa da Escada por
outra nesta praca, ou na cidade de Olinda : a
tratar com o professor de Beberibe, que lodo ne-
gocio se far. *
osr^aVa"8e 1 enSmm*-se com muila perfei-
cao toda e qualquer qualidade de roupa para ho-
rnera, por prego muilo razoavel : na ra da Pal-
ma n. 45.
Deseja-so fallar ao Sr. Jos Lourenco de
Brito. a negocio de seu enteresse: no largo do
Corpo Santo, armazem n. 6.
Aluga-se duas casas terreas na ra Impe-
rial, acabadas ltimamente, e proprias para na-
dara, refinagao, marcinaria, ou outro qualquer
estabelecimento fabril, pur serom espacosas e
terem camboa prxima ao fundo dos
tratar na mesma ra na fabrica de
ars. Rostrou Roker & C.
Precisa-se de uma ama para casa de pouca
lamilla, e urna escrava ou escravo para vender
fazendas : na ra do Hospicio n. 62.
Precisa-se de um caixeiro cora pralica de
commarciopara uma loja de cateados : a tratar
na ra Nova n. 1.
Aluga-se.
Na ra do Cabug n. 8, exisle um escravo que
aiuga-se para temeos domsticos.
Felo juizo dos foilos da fazenda nacional so
ha do arrematar no dia 22 do correnle mez, (inda
a audiencia do Dr. juiz dos feilos da fazenda
Lma escrava de nac.ao Angola cora 48
pouco mais ou menos", de
bstanle doente de aslhma, avaliada por 50g'
perlencenle a execulada Josepha Joaquina Rav-
munda de Mendonca. *
Uma casa lerrea"sita na ra da Boa-llora, em
Olinda con. as proporces seguintes : 20 palmes
de frents e 53 de fundo. 2 sa-as, quintal aberto
s!aBeneadiclo *" perlencenle a rmandade d
O solicitador iulerino,
Caelano Pereira de Brito.
Precisa-se de um caixeiro que tenha algu-
villa do Pihr, as Alagoas : trata-se na ruada
Cadea do Recife n. 56. loja de ferragens.
Precisase de uma mulher
diario de casa e levar 2
ra do Trapiche n 26.
cora 48 annos,
serviro de casa rica.
para comprar o
meninas a escola ; na
Attenco.
Na padaria nova
de Santo Amaro precisa da
uma ama forra ou escrava. que d Gador sua
conduela, para casa de pouca familia. '
Precisa-se de um peifeito feitor para tratar
pequeo.
de um sitio
Pede-se ao Sr. Joo Paulo Ferreira o obse-
d^d^ Sr^ na 'a n" 54 da rua da Ca-
Um moco portuguez, guarda-livros do uma
casa commerc.al, des.-ja desla se desarrumar paro
seempregar eni uma oulra : ,,em preciar dei-
xe carta fechada nesta lypographia sob as iniciis
T A'""a-se a ca-a n. 179 da rua Imperhl
contendo dousandares e sotao : quem a preten-
der, dirija-se rua da Aurora n. 36.
Quem precisar de urahomem de meia ida-
de, nascido em Portugal, para tomar conla de'al-
gum eslabeleciraenlo por balanco, sendo taberna
uu oulro qualquer negocio por t'er pralica, e dan-
do fiadora sua conducta, e isto uao achando se
sujeita a ser criado de alguma casa particular e
tambera ensina a fazer o delicioso vmho de c'aj
com muita facilidade, pagando-llie a receita, o
qual garante juntamente licores, jjenebra e agur-
denle do reino, concerta vinhos, a tudo se oTere-
ce o aflanga. e larabem eutende alguma cousa de
cozinha : a tratar no paleo do Carmo, becco da
uomba, n. 5.
T Precisa-se de 3:000$, hypothecando-se pa-
IaQ?. e8Cur.av08 : quem convier, dirija-se
a esta lypographia em caria, cora as iuiciaes J. R
ou annuncie sua morada para ser procurado.
Quem precisar de uma muala boa eos-
3 tureira e que se aluga para casa de fami- Z
@ lia ou modista, por estar ausente a se- m
I nhora : pode dirigir-se a rua da Cadeia do a
Recife n. 52, segundo andar, al as 10 A
horas da manhaa. Z
Parasepassara fesla.
Aloga-so uma casa no Caxaog, tendo bastan-
tes commodos fleando o rio na frente ; a fallar
rnj ua Nova n. 61.
COMPAMHA DA \IA FRREA
DO
Recife ao rio Sao Francisco
Com a autorsa$o do governo a companhia
oerece a receber prupostas para a condueco de
assucares e mais mercadorias, desde a estaco
das Cinco Ponas al o Recife e vice-versa das
mercadorias para o interior. A propoita dever
emprehender a boa guarda e entrega dos mes-
mos no Recife as partes contratantes, lomando
sobredi toda e qualquer responsabilidade, dando
a companhia urna garanta sufliciente para o fiel
execucao do contrato. Dever a proposla decla-
rar aonde se prope desembarcar e recolheras
mercadorias.
Recebem-se propostas at 29 do presente mez
dirigidas ao superintendente da via frrea Es
criptorio da companhia rua do Crespo onde se
dar loda a informaco em delalhe quem
cisar.
B. H. Bramah.
Ama de leite.
Precisa-se de uma ama de leite
Aurora n. 40, casa do Dr. Aguiar.
O abaixo assignado declara que Joo Fer-
reira de Carvalho deixou de ser seu caixeiro des-
de o dia 16 do correnle mez. Recife 20 de no-
vembro de 1860.Joao Duarle Maginario.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 annos
que tenha pralica de taberna ou sera ella : no'
becco do Monteiro n. 6.
Ensiuo Iheorico pralico.
O abaixo assijznado, professor de conslruccio
naval licencionado pelo governo da provincia
tem aberto em sua casa na rua do Nogueira n. 1,
urna aula de pilotagem, e ensina arythmetica'
geometra, geographia e trigonometra plana'
esphenca para a mesma pilotagem.
Jos Elias Machado Freir.
Aluga-se a casa da rua da Praia n. 44, oa-
ra armazem ou oulro qualquer estabelecimento :
a tratar com Eiras & Irmo, na travesa do Pa-
leo do Paraizo n. 16.
Fesla de Santa Cecilia.
A irmandade da Virgem Marlyr Santa Cecilia,
erecta na igreja de Nossa Senhora do Livramen-
lo, lendo de solemnisar no dia 22 do correnle a
sua excelsa padroeira, lem a honra de levar ao
conhecimento do respeitavel publico a descripgao
da mesma ; para o que convida a todos os devo-
tos que sedignem comparecer aflm de mais abri-
llantar o acto. Haver vnsperas no dia 21 as 6 i
horas da larde, festa iro fazer o obsequio do .
cantar um slo madama Beltramini, c os Srs. Ri-
ghi, Marchelti o Barloloi, a musir da missa ser
escolhida, ea irmandade envidar todos os meios
afim deque a solemnidade do acto soja comple-
ta ; ser o orador da festa o nosso digno irmo o
Rvm. padre-mestre Leonardo Joao Grego, e do
Te-deum o muito digno- pregador da capella im-
perial Fr. Joaquim do Espirito Sanio. A orchesta
ser dirigida pelo nosso irmu fnnocencio Smoblz
A' tarde haver concertos e variaces escolhidas,
fazendo a honra de nos obsequiar" uma nossa ir-
ma de menor idade : roga-se portanto a todos
os devotos que se dignem de comparecer.
Alugs-se um mulato de 18 annos de idade,
proprio para criado : quem pretender, dirija-se
ao oito da matriz de Santo Antonio n. 16.
Rua Larga do Rosario numero i i.
O dono deste eslabelecimento, nao poupando
exforcos para bem servir aos seus freguezes. lem
determinado farrsorvete todos os dias, prepa-
rados com lodo o aceio e por menos preco do
que em outra qualquer parte. Ser ocioso" dizer
aos raeus freguezes que a qualquer hora do dia
se encontrara bons lanches, e furnece comida
para fra.
' Na rua do Rangel n. 73 aluga-se carrocas
para carregar trastes mas barato do
oulra parte.
i Fazendas e de miudezas. 1

Em casa de Augusto C. de Abreu, ha para vender um
sort.mento de perfumaras, constando de leos, banhas,
completo S|
pos para 2g
que em
| melbores perfumistas de Londres e Pars. b


mrn-mmmmmmmm
MELHORADO E
O EXTRACTO
COMPOSTO DE a
[PArmUKIA i@ Mt TOWBSMD
FABRICADO SOB ADIRECCAO' DO DR JAMES R. CHILTOV,
O chimico e medico celebre de Xew York:
GRANDE SUPERIORIDADE DO EX-
TRACTO FLUIDO COMPOSTO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seo extraordinario
e quasi miraculoso effeito
sangue.
no
- est avaliada pelas as primeiras
fe SRS fe KStofeSS1 que '-clarou 'T'Tf "* ^ \ 0, arra,eS' Em cada
o aue bem sabe ao portador que lllimamenle PW"" 0"5,S Sahem do coraSo " ^ta
foicobrar-lhe o dinheiro, que anda est a deverj8 dal1' lo'Jo singue passa alem no corpo huma-
a urna pobre e honesta mulher, quo, a pedido ] fe em menos de QATRO MINUTOS
eu.lli andava lavar e engommar a roupa (e
lST2PUi? 4 Conland. Street.
Cada um sabe que a sau.le ou a nfermidade, WiLTIR. B TOWNSEND d Co, 218 Pearl
depende directamente do eslado deste floido vi- t,treel-
tal. Isto ha de ser, visto o partido importante ?5& HAZaRD. 21 Maiden Lae,
que tem na economa animal. (JOHN CARLE & Co, 153 Water Street
A quautidade do sangue n'um hornera d'es- ^ WARD & Co, 53 Maiden Lae,
tatura mediana
New-York, bavemos vendiJo durante muitos an-, HaSKEI L d MFRRrriC in ru c, .
nos o extracto de salsa parrilha do Dr. Towa- B,TSSttmSlSel 2S'
send, considera rao lo ser o extracto original e L I *^*fIW A Co- 49 J"h" s"-eet.
ntnno de salsa parrilha do Dr. Townsend n COSHECEMOS A ARVORE E SUAS FRU-
TAS ,
E IGUALMENTE
um Medicamento nos seus Efeilos.
do Dr. Townsend.o C<>NHECBMOS A ARVORE
qual primeiramente sob este
ladoao publico.
nome foi apresen-
Urna dis-
mezes) que-re-nao"qTen^!POS,5a-eXenSra,eraSd0 Ormada e deslinada
xovalhar a classe a que pertence, e
I fea admiravel sabedoria a destribuir e fazer
pre-
a rua da
---------_ .,..,. K,wc, o a provincia i --------- *
d()........d onde lilho, mande quauto antes pa-c,rcular es,a CORRBNTE DB vida por (odas as
gar o que anda resta de seu anligo debito, do '
contrario, nao se Alija Smc. se dentro de ires
das, que ainda se lhe d de espera, liver de ver
o seu nome estampado por extenso neste Diario,
e bem historiada essa vergonhosa divida, que lan-
o o irrita, e o leva a araeacar aos portadores que
vao procurar a justa pag 'do honesto irabalho
alheio.
materias ftidas ou cjrrompidas, diflunde
com velocidadb elctrica a corrupcao as
Precisa-se alugar uma preta quel58^T?,a!..e mais pe^uenas Par,es docorP-
sirva para vender na rua : nesta typo-
graphia se dir'.
Por so nao ter reunido numero sufliciente pa-
ra mesa geral da irmandade do Senhor Bom
Jess da Via-Sacra da Santa Cruz no dia II do
correnle, portanto rogamos a todos os nossos
amados irmaos para que comparecam no dia 22
do mesmo correnle mezas 4 horas da tarde por
se ter de tratar de negocios urgentes.
Manoel da Silva Bastos,
Escrivio.
Jos Pereira da Costa Pacheco declara ao
publico que mudou seu nome para Jos Walfrido
Pereira Pacheco por encontrar outro de igual
nome. 6
rRVu.uIR,lPPE'92Mail,enLane-
GRAHAMdCo, 10 Od Llip.
056000 dJENNINGS, 168 Pearl Street.
R.B. HAVILAND d Co, Office 177 Broad-
way.
9S5=N' R0BIXS & Co' i34 Wer Sireel.
S2Ai2K5WEI*i 86 William Slreet.
-lmS5D?BH,LL' Junr' ,83 Water Street,
parles da organisa^ao. Desie modo corre sera-1 AV lD T* LANMAN, 69 Water Street,
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran MAR,,I & NORTHROP, 60 Pearl Slreet
fonle de nfermidade ou de saude. NORTOiN, BABCOCE & WOOD, 139 Mai-
Se o sangue por causa alguma se emprenha ^"L^one.
P^FOLD, CLAYd Co, 4 Fletcher Street.
OLCOrT, M KFSSOJ & CO, 127 Msiden
Lae.
A. B. d D. SANOS. 100 Fulton Slreet.
SCHIEFFELIN, BROTHER & Co, 104 d
!06JobnSL
ILEWIS&PRICE 55 Pearl Street.
HAVILAND, KEESE & CO, 80 Maiden La-
e.
de Salsa parrilha do
de
OLEADO PINTADO
veneno lanca-se para tras e para diante pelas
arterias, pelas veas, e pelos vasos capillarios,
at cada orgao e cada teagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desla msneira
a circulijo evidentemente se faz um engenho
poderoso de doenga. Nao obstante pode tam-
bem obrar com igual poder na cri^o de saude.
Eslivesse o corpo infecionado da doenga maligna,
ou local ou geral, e situada no systema nervoso
ou glanduloso, ou muscular, se smenle o san-
gue pode fazer-se puro e saudavel finar superior
a doenca e ineviiavelraente a expellir da cons-
lituicao.
^ O grande manancial de doenca enlao como
d' aqu consta no fluido ciRcuLANTE.e nenhum
medicamento que nao obra directamente sobreel-
le para puriGcar'e renova-lo.possue algum direi-
to ao cuidado do publico.
O sangue I O sangub o poni no qual
se ba mysler fixar a atten^ao.
O ORIGINAL E O GINUINO !
AO PUBLICO.
Nos, os Assignanies, Droguisla na cidade de
Cada garrafa do original e
exterior de papel verde
RUSHTON, CLARK d CO, 110 Broadwav,
lOAslor. "
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
PHILIP SCHIEFFELIN & CO, 107 Water
Street.
U PALANCA. 96 Johq Street.
|?HWO0D C0FFIN. 64 Pearl Street.
?lSSnH0DGeT0N'M John Sir<'-
I. MINOR d CO. 214 Futon Street.
mcSnLL & BR0THER, 230 Pearl Street.
JOSPHE TRIppi> l28MaidenLane.
GREENLEAF d KIJNSLEY, 45 Corllandt
Street.
HAYDOCK, COBLlESd CLAY, 218 Pear
Slreet.
CUMMING d VANDSER, 178 Greenwch
Street.
Conhecemos
O extracto composto
Dr. Townsend est
0 MEDICAMENTO DO POVO'!
Adata-so ao maravilhosamente a constituicSo
que pode ser utilisado em quasi todas as enferme-
dades.
ONDE E DEBILIDADE,
fortalf.ce;
ONDE E' C U R R U P g A O,
purifica;
ONDE HE PODR DO,
ALIMPA.
Este medicamento celebrado que tao grandes
servicos presta a humanidade, prepara-se agor
na nova fabrica, na esquina das ras Fronte
Washington, Brooklyn, sob a inspeccio directa
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da Cidade de New-York, cuja cer-
tidao e assignatura se acha na capa exterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE SALSAPARRILHA
DO DR. JW\St\>.
O grande purlcador do sangue
CURANDO
O Herpes
A Hertsipela,
A Adstricaodovn-
TRE,
As Alporcas
Os Effeitos do azoc-
GUE,
Dispepsia,
AS OoEM.AS.DEFIGA-
DO,
A Hydiopesu.
A Impingk
As Ulceras,
O Rheumatismo,
As Chacas
A DF.D1LIDADE GERAL'
AS DOENCASDE PELLE
AS BORBULHAS FA CA-
RA,
As Tossbsi,
Os Catarrhos, As Tsicas, btc.
OExtracto aeha-secontidoemgarrafas quadra-
das e garntese ser mais forie e melhor em to-
do o respeito a algum oulro purifleador do san-
gue., conserva-se em todos os climas por cor-
to sspaco de tempo.
genuino exractu do Dr. Townsend toro a assignatura e a certido do Dr. J. R. Chlition, na
capa
f_^
h.. bS H.XI l'ZZt: tSJS^-New ,0^k, e p,n,,mb"M ra> J-& "" -* *.

,-^~-,.,.
-


Di ARIO DE PR>AMBlCO. *- QUINTA fEIRA 21 DE NOVEMBRO DE 1860.
r)
Aluga-se urna casa na Passagem
da Magdalena eom excellentes comino-
dos para urna grande familia passar a
festa, junto a ponte grande, com pti-
mo banlio no fundo: as pessoas que
prttenderem dirijam-se a ra Direita
numero 3.
A mesa regedora da irmandade
do Santissimo Sacramento da Boa-Vista,
convida a todos os seus irmos para
comparecarem no dis 25 do corrente
as 5 horas da tarde no consistorio da
mesma irmandade, aiui de acompanlia-
rem a procissao de Corpus Christi, por
convite de S Exca.Rvmda. Recife 19
de novembro de 1860.O escrivao, G.
A. Martins Pereira.
O Dr. Maooel Morcira Guerra contina a
prcstai-so aossenhores estudanles de Faculdade
de Direitocomo explicadorpara aoccasio de
seu estudo dos pontos para os actos; pode ser
encontrado na na da Matriz da Boa-Vista n. 24,
pela manha al as 10 horas, o a tarde das 4 em
diaute.
Precisa-se alugar urna prata que engomme
e cosa, sendo soliciente paga-se bem : procure
na ra da Cruz n. 42. escriptorio, das 7 horas da
manha al as 4 da tarde.
| Dentista de Paris.
9 15Ra Nova15
S| FredericoGaulier, cirurgiao dentista.
9 az todas as operacoe da suaarte e col-
je loca denles arliiciaes. ludo com o upe-
^ rioridade e perfeico que as pessoasen-
tendidas lhe recohecem.
Ten agua e pos denlifricios ele
CASA DE BANHOS
Na ra das Cruzes n. 35, preci
sa-se de um ofiicial de baibeiro.
so
C2
Assignatura de banhos frios, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 das consecutivos............. 109000
30 cartes paraos ditosbauhos tomados em qualquer lempo...... I53JOOO
15'Ditos dito dito dito ...... 8000
7 ...;.. 4000
Banhosivulsos, aromticos, salgados esulphurososaosprecos annuociados.
Estareduccao de precos facilitar ao respeilavel publico ogozo das vaniagens que resultara
da frequenciadeum esiabelecimento de urna utilidade ncontestavel,mas que infelizmente nao
estando em nosso* hbitos, anda pouco conhecida eapreciada:
Estando a confeccionar-se o almanak
civil, administrativo, comraercial, agri-
co a e industrial da provincia, roga-se
aos Srs. que lem de ser nelle incluidos
de mandaren) suas declaracoes de mo-
radia e estabelecimentos a'' livraria n.
6 e 8 da praca da Independercia e o
mesmo se pede aos Srs. de engtnho e
rendeiros.
Mf
m
m
EAU MINERALE
NATURAI1E DE VICHY.
Deposito na boticafranceza ra da Cruz n.22
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker
Machinas de coser: em casade SamuelP.
b.oi?ton& ra da Senzala Nova n. 52
Preparara-se bandejas enfeitadas com di-
versos modelos de bolinhos dos mais perfoilos
que ha em nosso mercado, para bailes, casamen-
to?, testas de igrejas e solemnisar as formaturas
dos senhores acadmicos; ludo da forma que
forero as encornraoudos: dirijim-se a ra da Pe-
nha o. 25.
Por certo.
O Sr. Jos Antonio Rodrigues Canuto (Cazuqu)
queira ira fabrica Sebaslopool pagir os maleriaes
que deve ha mais de 2 annos.
ALLIft
stabcecida m Londres
CAPITAL
Cinco anlUxues de \i\sias
slevVinas.
Saun-iers Brolhers& C. tem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprielarios de
casas, e a quera mais convier, que esto plena-
monte autorisados pela dita companhia para ef-
fectuar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de telha, e igualmente sobre osobjectos
que contiverem os mesraos edificios, quer con-
sista era mobilia ou em fazendas de qualquer
qualidade.
S*TrrrSTTTTTTTrTTTTT'rT'*T7TT<>
DENTISTA FRANCEZ. 2
U Piulo Gaignoux, dentista, ra das La- ^
* rangeiraa 15. Na mesma casa tem agua e *i
*T p dentifico.
^Ltt.ki.i.i.i.i.i.XlLXJL.Xi.zXi.XXX
50$ de grutificaco.
Purlaram boje (16) do lugar do Giqui, 2 ca-
vallos com os signaes seguintes : um alasao ro-
silbo, em grao, de segunda muda, com duas mar-
cas de feridas sobre os ria, ferrado em cima da
anca e do lado direito, bom andador ; outro car-
dao verrcelho, novo, grande, bom passeiro, lara-
bem ferrado : quem os apprehender, pode en-
trega-Ios nesta prai;a ao Sr. Ignacio Ferreira da
Costa, as Cinco Ponas, e no Allinho ao reve-
rendo vigario, ou ao abaixo assignado na povoa-
oao da Jurema, que recebera 50$ de gratificarlo.
Diogo Henriques de Souza.
Alugam-se
na povoaco de Beberibe 3 casas para passar a
fesla, todas caiadis e pintadas, com banho alraz,
do excellente e encantador rio do mesmo nome,
sendo urna para grande familia, ou casa de hotel,
com 7 qnarlos, 2 salas, cozinha fra, estribaria
para 10 a 12 cavallos, urna grande planta de ca-
pira e cercado para vacca de leile ; outra com
quartos, cozinha e quintal murado ; e a ultima
com 3 quartos, 2 salas e cozinha fra : quem as
pretender falle com o professor publico do lugar,
que dir quem as olTcrece por precos mui razoa-
Teis.
Precisa-se de um caixeiro para taberna : na
ra do Livramento n. 2.
Hermenegildo da Costa Gomes segu para
fora da provincia.
Precisa-se de um caixeiro de 25 a 30 annos
de idade, para taberna, que lenha pralica da mes-
ma, dando fiador de sua conducta, o que se dar
bom ordenado : quem neslas circunstancias es-
liver dirija-se ra Imperial n. 33, ifts 6 horas
da manha s 9, e a tarde das 4 em diante.
Miliar do commercio.
Rairro do Recife.
Ra do Torres n. 12.
Este esiabelecimento eslar aberlo todos os
dias das 9 horas da manha em diante.
Kalkmann Irmaos <5 C. avisara ao
respeitavel corpo do commercio que
foratn nomeados agentes nesta praqadas
eompanhias de seguros martimos de
Hainburgo-
Ensino de msica.
Offerece-separa leccionar o solfejo,como tam-
bera a tocar varios instrumentos; dando as l-
coes das7horas.s9 1i2danoile:atratarnarus
da Roda o. 50.
Muit > ge deseja fallar com os sennores abai-
xo declarados, na ra do Queimado n. 39, loja.
Antonio Jos de Amorim.
Antonio Francisco da Silva. v
Maooel Jos Milete Meiriz.
Joaquim Jos Botelho.
O abaixo assignado, arrcmalanto da massa
fallida de Tarrido & Veiga, faz sciente aos deve-
dores da mesma massa, que venham pagar suas
contas na ra do Imperador n 17, segundo an-
dar, defronte de S. Francisco ; e aquello que nao
cumprir este dever, ser chamado pelo nome por
esle jornal. Outro sim declara mais que (em en-
carregado o Sr. Jos Bcnto de Souza para rece-
ber dividas da dita massa.
Jos Joaquim Torres de Abreu.
O photographo F. Vilella mudou o seu s-
ttbeleciracnto de retratos da ra Nova n. 18 para
a ra do Cabug n. 18, aonde contina.
Precisa-ie de urna ama forra ou
captiva para casa de familia: na ra da
Cadeia do Recife n. 53, terceiro andar.
INJECTION BROU

r. i
Remedio ofallirel contra as agnorrhas antigs e recentes,
nico deposito na botica franceza, ra da Cruz n. 22.
Proco do frasco 3{000.
TABAC CAPORAL
Deposito das man u facturas mperiaes de Franca.
Este excelente fumo acha-se depositado, diretamente na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
CAMBO A DOCARMO, o qual se ven.le pf mseos de 2 heciogramos a lOOOeem porjode
10 masaos para cima com descomo de 25 porcenlo ; no mesmo estabeleciment acha-se tambem
o verdadeiro papel fe linho para cigarros.
3Unaestreita do Rosaiio-3 8
H Francisco Pinto Ozorio continua a col- j8|
g locar denles artificiaos lauto por nieio *
II de molas como pela presso do ar, nao ||
\ recebe paga alguroa som que as obras "2
^ nao Oquem a vontade do seus donos, W;
lem pozos c ouiras preparacoes^as mais ^
acreditadas para conserk-aeo da bocea |fi
^is^8^ &&em tmmmmm
.Nao podendo ler lu^ar o leilao dos predios
da massa fallida de Jos Luiz Pereira Jnior, se-
r novamente annunciajo odia croque deve ser
effectuado.
Aluga-se a loja do oitao do Livramento n,
12: a tratar no mesmo. n. 16.
^Collegio de Nossa Senhorag
do Bom Conselho ra do
j Aurora n 26. |
3 O director tendo designado o dia 29 do t?>
correnle, s 10 horas da mauliaa, para os %
@ exames geraos dos alumnos internos pe- 3$
ranle o conselho deliberativo do mesmo ;
@ collcgio, comida aos pais e corresponden- &
tes de seus alumnos para que se dignem B
comparecer nesse dia, aflm de conhece- @
it rom do aproveitamento de seus fillios e 3
S correspondidos. $.'
COMPANHIA
CASA DE SALDE
*4

Sita em Santo Amaro.
Esteestabelecimentocontinua debaixoda administracao dos pro- ara
prieta ros a receber doenles de qualquer natureza ou catliegoria que
seta.
O zelo e cuidado alli empregados para oprompto restabelecimen- itty.
to dos doente geralmente conhecido. j^
Quem sequizerutilisai podedirigir-se as casas dos propietarios ^^
ambos moradores na ra Nova, ou entender-secom o regente no esta- fe
tabelecimento.
Reforma de precos.
Escravos. -..... 2^000
Marojos e criados, .... 2sb00
Primeira classe 5j e. 3^500
As operac/ies serao previamente ajustadas.
Calcado barato.
JooJos Pereira, com loja e fabrica de calcado na larga do Rosario n. 12, tem a honra
jf.!vJf"A/!Lpei^^lPubhc0-^<;otneS[,eciali.dade a ?eus freguezes que ha chegado poucos
Iho, promp .dao, delicadeza e seguranca. O aununcianle dase por muilo satisfeiro a
mostrar sua fazenda e fazpr a capacitar mais de corto rr^m.o^erf. ,.-:.!.a.
CONSULTORIO
DO
lla F>a A, Mi D!(0
MEDICO PARTEIRO E OPERADOR.
3 RA DA QLOIA, CASA DO I IJHDAO 3
Clnica por ambos os svsVenias.
O Dr. Lobo Moscoso d consullas todos os dias pela manha, e de tarde depois de 4
horas. Contrata partidos para curar annualmente, nao s para acidade, como para os engenhos
ou ouiras propriedades ruraes.
O chamados devem ser dirigidos sua casa al s 10 horas da raanhaa e em caso
de urgencia outra qualquer hora do dia ou da noile, sendo por escriptoem que se declare
o nome da pessoa, o da ra e o numero da casa.
Nos casos que nao orem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife po-
dero remetter seus bilhetes bolic do Sr. J. Sounn & C. na ra da Cruz, ou loja de
livros do Sr. Jos Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annunciante achar-se-ha constantemente os melhcres medica-
mentos homeoralhicos j bem conbecidos e pelos precos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes...........10#000
Dita de 24 ditos.................15J&O00
Dila de 36 ditos.................2OO0O
Dita de 48 ditos.................259000
Dita de 60 ditos................ 50*000
Tubos avulsos cada um............. ijkioo
Frascos de tinturas................-29000
Manual de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr, tra-
dozidoem portuguez, com o diccionario dos termos
de medicina, cirurgia etc.. ele........209000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 103000
Repertorio do Dr. Mello Morees. ,...... 6000
O Sr. cai\a da companhia (commen-
dadorManoel Goncalves da Silva) esta'
antotisadoa pagar desde lioje o 25- di-
videndo a razo de 3#200 por a<*cao.
Escriptorio da companhia do Bebe-
ribe 21 de novembro de 1800.
O secretario,
Manoel Gentil da Costa Alves.
Precisa-se fillar ao Sr. Jos Pires
deCarvalho, que morou em Apipucos
e tem alli Uin hotel : na praca da Inde-
pendencia livraria n. 6 e 8.
irmandade de Nossa Se-
nhora da Conceicao
dos Militares.
Tendo de proeeder-se a eleicao de
presidente desta irmandade para o fu-
turo anno de 61, no dia 25 do corren
te (domingo) em virtudc docompromis-
o que a rege, convidase por meio des-
te a todos os Srs. irmaos para que com-
parecam no da cima aprazado as 8
ioras da manha no respectivo consis-
torio. Manoel Jos Victorianno de
Borba, secretario.
Roga-se ao Sr. acad-
mico Joo Jos deMoura Ma-
galhaes, queira apparecer a'
esta typogmphia, afim de se
lhe fallar acerca da obra que
mandou imprimir, visto nao
se poder saber qual a sua mo-
rada.
Precisa-se de um menor para ciixeiro de
urna tabetna : do pateo do Terco n. 28.
Fugio o negro Bonifacio, olchoeiro, que j
por vezes lem feito iguaes fgidas, lendo desla
vez levado um ferro no pescaco, que talvez o te-
nha tirado, baixo, j idoso, lem as pernas en-
chadas, levou camisa azul e calca de algodao de
lisira: quem aouber nolicia delle, leve-o ra
da Cruz d. 64.
O abaixo assignndo previne ao respeilavel
publico quo nao (;a lransaci;o alguma com a
fundicao do Siarr sobre urna letra de 5.500$, Fir-
mada pelo abaixo assignado, proveniente da
compra de urna machina de vapor para o seu en-
genho Paco, visto como dita machiua sahio im-
perfeita, nao podendo al hoje trabalhar regular-
mente apezar de todos csconcertos c reparos por
que a tem feilo passar os respectivos engerhei-
ros, e ler por esta razo de entrar em litigio com
a dila casa. Recife SO do novembro de 1860.
Diogo Soarcs de Albuquerque.
Desappareceu hontem da casa do abaixo
assignado, indo a um mandado na ra, a sua es-
crava crioulade nome Luiz, de idade de 11 a 12
anuos, muilo ladina e esperta, e com os signaes
seguinles : altura regular, corpo reforjado, ps
grandes, cor bem preta, e lem uiB signal na ca-
peta de urna queda ; quem a pegar, dirija-so
ra da matriz da Boa-Vista, primeiro andar por
cima da padaria, que ser recompensado.
Ignacio Pinto dos Santos Sazes.
Aluga-se pelo lempo da fesla una casa sita
na povoaco de Beberibe ao lado do norle da
greja ; a tratar em Fra de Portas, ra do Pilar
sobrado d. 63.
O Sr. Eduardo Jos de Souza, padeiro, quei-
ra annunciar a sua morada, ou dirija-se 4 fabrica
do Franca, na ra nova de Santa Rita.
Quem precisar de urna cabra (bicho) que d
urna garrafa de leite todos os dias, pode dirigir-
se a ra da Viracao n. 29, que vende-se por pre-
go commodo.
L. Joo Ouarte Maginario faz publico, que
lendo despedido o seu caixeiro Joao Ferreira de
Carvalho no dia 16 do corrente mez, e nao tendo
declarado, o que agora faz, nao se responsabilisa
por debito algum.
Engomma-se roupa para homem o senhora
com perfeico e promj'tido por preco commodo:
na ra Augusta, laberna n. 31, ae dir quem .
ASSOCIACO POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
O conselho administrativo, conheceodo o de-
masiado atraso em que eslo os aenhores socios
para com a cala social, adverte aos mesmos se-
nhores que tenham em vista o art. 75 dos estatu-
tos, que ser executado infalivelmente al o flm
deste corrente mez.
Secretaria da Associago Popular de Soccorros
Mutuos 21 de novembrode 1860. '
Joao Francisco Marques.
1." secretario.
Compras.
Compra-se urna escrava moca, robusta e
sadia que saiba cosinhar para urna "cssa eslran-
geira : quem tiver dirija-se ao escriptorio n. 18
da ra do Trapiche Novo primeiro andar.
Compram-se 40 a 50 travs de 30 palmos
decomprimcnlo.de boas qualidades ; a tratar
na ra da Imperalriz n. 66, padaria.
Compram-se duas casas terreas, quem as
liver dirija-se ra da Cadeia do Recife o. 52,
segundo andar, al as 10 horas da manha.
Compram-se al 130 travs de 30 a 35 pal-
mos e que sejam de qualidade: a tratar no es-
criptorio de Manoel Goncalves da Silva, na ra
da Cadeia do Recife.
Compram-se
escravos de ambos os sexos para fra da provin-
cia, leudo boas figuras e sendo sadias, paga-se
bem : no escriptorio de Francisco Mathias Pe-
reira da Cosa na ra Direita n. 66.
Na ra da Cruz n. 33, compram-se escravos
de ambos os sexos, e agradando, n3o se duvida
pagar bem.
Vendas.
ntremelos e liras
bordadas.
Vende se mui bonitos enlremoios c liras bor-
dadas em fina cambraia, obras mui bem acaba-
das, os ntremelos pelos baratsimos procos de
18600, 2 e 2JJI0O a prca e as tiras bordadas por
23, ^'8500, 3, 4#, 5 e 6-}. Avista da superio-
ridad! da fazenda ninguem deixar de comprar e
para 3so dirijam-se a ra do Jueiraado loja da
agiiia branca n. 16.
E' o ultimo gosto.
Superiores guigures do'seda de quaJrinhos,
de lindos padres, pelo baralissimo prer;o de 1
o covado, grosdenaples liso de lindas cores a 2-J
o covado, cortos de loa muilo fina com 15 cova-
dos, padres rnuito bonitos a 8#, ffilas de quadros
padrees larabcm muilo bonitos a 480 r?. o cova-
do, chales do cure.", padijcs iuteiramente novos
a 1? rs. o covado ; aproveilem em quanto se nao
acaba : na ra do Queimado n. 22, leja de
boa-f.
E' baralissimo.
Palitos de brim branco muilo bem feitos e pro-
piios para a presente estaco, pelo baralissimo
proco de 53 cada um : na" ra do Queimado n.
22, loja da boa-.
Chales.
Ricos chales de merino estampados, de cores
muito bonitas a "8, ditos muilo finos a 8-3500,
ditos lisos a 53, ditos bordados a matiz a 83O0,
na ra do Queimado n. 22, loja da boa-f.
Labyrinlos e biccos das
libas.
A loja d'aguia branca acaba de receber urna no-
vo e bouito sortiracnto de labyrinlos e biccos das
libas, obras j bem conhecidis por suas boas
qualidades e duracao. Os labyrinlos por suas
mui diversas larguras regulam de 20 a l?200 a
vara, e os biccos de 200 a I5OO. Uns e oulros
sodesumma ulilidade, e por isso se lornarn
necessarios para as familias. Vondem-se em dita
loja d'aguia braca, ra do Queimado n. 16.
Franjas de seda
de laa e algodao.
Mui bonitas franjas de seda de diversas largu-
ras e cores a 500, 610 e 800 rs. a vara, ditas de
laa a 240 e 320, ditas de algodao brancas e pin-
tadas a 160 e 200 rs. a vara, todas proprias para
enfeitos de vestidos e C48avpqu.es, ditas com bor-
llas e lisas, com mui bonitos lavrores, proprias
para cortinados, toalhas. coberlas, etc., tanto
brancas como pintadas a 3J, 3;>00, 4c, 5$ o 6.3
a peca : na loja d'aguia branca, ra do Queima-
do n. 16.
Bonecas cliinczas.
Mui bonitas bonecas de choro vestidas a chi-
neza alJ500cad.i urna, assim como outras tara-
bem elegantemente vestidas e de saias balo a
I30OO : na lija da aguia branca ra do Queima-
do n. 16
Brreles de seda
para padres
Finos barretes pretos de seda para padres a gg
cada um : na loja da aguia branca, ra do Quei-
mado n. 16.
Bramante
bretanbaseatoalbado
Na loja da boa f, na ra do Queimado n. 22,
vende-se bramante de linho muito fino com duas
varas de largura, pelo baralissimo prego de 2$400
a vara, brelanha de linho muito fina e muito
larga a 20, 22g e 24 a peca com 30 jardas,
atoalhadq de algodao c.m duas larguras a 1JS400
a vara, dilo de linho muito superior, tambem
com duas larguras a 3J a vara, ; na ra do Quei-
mado n. 22, na loja da boa f.
Algodao monstro.
Vende-se algodao monstro com duas larguras,
muito proprio para loalhas c lences por dispen-
sar loda c qualquer costura, pelo baralissimo
prego de 600rs. a vara ; na ra do Queimado n.
22, na loja da boa f.
No armazn] de farioha do trigo no caes do
Ramos u. 18, vende-se oleo proprio para can-
dieiros americanos, a lata de 5 galles por 16,
sendo o proco augmentado em consequencia de
ler pago na alfandega desta vez o duplo dos di-
reiios qne tem pago d'antes.
Ruada Senzala antigo depo-
sito do gelo.
Vendem se barricas com macaes de
muito boa qualidade vindas no gelo a
6$ a barrica, assim como o gelo a 4$ a
arroba, o deposito estar' aberto todos
os das das 9 boras da manha as 5 da
tarde.
Aos senhores proprietarios de
egenhos.
Vende-se um vapor com lodos os seus compe-
tentes, tendo a forca de 8 cavallos, prego razoa-
vel; os senhores que prctenderem, dirijam se a
ra da Aurora n. 32, em casa do Sr. Robert Ruk-
patrick.
Macase peras
de todas as qualidades que existera em Portugal
tanto em porco como a retalho, sem lemile d
preco : vende-se nicamente no armazem Pro-
gresso do Duarte & Irmo, no largo da Penha
numero 8.
Vende-se um prelo de meia idade, ptimo
coznheiro : na ra Direita n. 123.
Vende-se urna linda vacca turina
pacida de primeira barriga com um
formoziuimo bezerro de raca pura:a
quem pretender dirija-se a esta typo-
graphia.
Annuncio.
Vendem-se dous e-cravos de 18 a 25 anus
bonitas figuras, furles o robustos, proprios par
todo e qualquer servjco, e tambera urna presa
boa enguniruadeira c cozinhoira, urna mulata
com um filhode 8 annos, perfeila engommadeira
e cozinheira, e umeabrinha de 5 annos : na ra
da Cadeia do Recife n. 10, segundo andar.
Na loja da boa f, na ra
do Queimado n. 22,
vende-se muito barato.
Cambraia lisa fina com 8 1|2 varas cada peca a
4&500, dila muilo fina com salpicos a 5, dil de
cores de padres muilo bonitos a 320 o covado,
cortes de cissa pintada cora 7 varas a 2240. fil
de lir.ho liso muilo fino a 800 rs. a vara, tarlala-
na muilo fina branca c de cores com 1 1i2 vara
de largura a 800 rs. a vara, guarnicoes de cam-
braia (manguitos e golla) bordadas 'muito finas a
09, gollmhas bordadas de cambraia muito fina i
1, espartilhos muito superiores pelo baralissimo
preco de 6.J, penles de tartaruga a imperalriz
muito superioros a 9, bonets do velludo para
meninos a 5J, ditos de panno prelo a 3g, sapa'.i-
nhos de merino muilo enfeitados a 2J o par, chi-
tas francezas finss escuras e claras a 280 o cova-
do, corles de cambraia de cores com 3 babadas
com 11 e 12 varas cada corte a 4c500, superiores
lencos de cambraia de linho muiti fina e rica-
mente bordados a 9S, ditos de cambraia de algo-
dao com bico de linho a 1*280, ditos de cam-
braia de linho proprios para atgibeira a 6, 7 o
8Sia duzia, ditos de cambraia de algodao a 2?(400
e 3 a duzia, tiras bordadas largas e finas com 3
1|2 varas cada peca a 2g00. e assim outras mul-
tas fazendas que vendem-se por precos mu!3
baratus : na ra do Queimado n. 22, n'a bem co-
Dbecida loja da boa f.
Toalhas.
Vrndem-sc toalhas de linho para naos pelo
baralissimo prego de 93 a du/ia, ditas de pello
muilo superiores a 12j> a duzia : na ra do Qui-
mado n. 22, na loja da boa f.
Nova loja
de miudezas na ra do Quei-
mado n. 59, onde tem o lam-
pea o do gaz na porta, ven-
dem-se as seguintes miu-
dezas :
Faccas e garfos muito fino3 de dous botos 3
6$ a duzia.
Dilas e ditos ditos cravadas a 3jJ a duzia.
Ditas e ditos ditos oitavadas a 2g800 a duzia.
Dilas flamengas para cozinha a 80 rs. caJa
urna.
Pacotes com 6 sabonetes mnilo finos a i200 3
pacote.
Cr.ixinhas cotn 6 saboneles mui delicadas a
19500 e 2j} a caixinha.
Ditas cora 12 saboneles a 6$ i caixinha.
Caixinhas com cheiros para dadivas a lj. lr 0
C $000.
Ricos chapeozinhos de seda para baptisadoa, o
que ha de mais moderno e ultimo gosto a 8-5 ca-
da um.
Ricos toucados de laa para meninos e meni-
nas, obra de apurado gosto para passeios, e pel
baralissimo preco de 3g.
Sapaiiuhos d seda rioamenle cnfeilados o que
na de bom a 3f.
Ditos de merino porra mui bonitos a lj59Q
o par.
Camisas de meia para meninos a 500 rs. ca-
da urna.
Cailesdclcheles cora duas carreiras a J)
rs. o cartao.
Caixinhas de alfinetes com diversos lmannos
a 160 rs. a caixinha.
Caixinhas com mobilias para bonecas a ijOOO
cada urna.
Apparelhosde porcellana para bonecas a 3- o
4$00. E o jiras muitissimas miudezas que vis-
la dos compradores nao se engeila dinheiro : na
ra do Queimado n. 59, loja de miudezas onde
lera o larapeao do gaz na porta.
Vende-se um par de adragonas, urna ban-
da, una espada, um fiel e urna barretina, tudD
novo e por preco muilo commodo: na ra Au-
gusta n. 66.
Vende-se
EM CASA DE
Adauison Nonio k G.
V'inho do Porto de superior qualidade.
Tinta de todas as cores.
Lona e flele.
Fio de vela.
Sellins, silhOes, arreios e chicotes.
Rolhas.
Ra do Trapiche n. 42.
Na ra do Livramento, loja de calcado
n 19, vende-se calcado francez mais
barato do que em outra parte, pelos
precos seguintes:
Para homem.
Borzoguins Meliis de lustre e bezerro a 8*500.
Ditos inglozes de lustro a 5$.
Ditos ditos de bezerro a 6#.
Ditos franoezes de lustre a 6$.
Ditos de bezerro, sola dupla a 7J.
Ditos de dito, vaqueta de lustre, a 7#.
Sapates de Nanles, sola fina, a 4*300.
Ditos, sola dupla, taxiado, a 5*.
Para senhora.
Rorzeguins de lustre a 4$ (Jolli.)
Menino e meninas.
Borzeguins para menina a 3500 e 4fi.
Ditos para menino, sola e vira, a 5*500.
Vende-se urna armacao de urna laberna ca
Iravessa do Vigario n. 3,.propria para o mesmo
que era, ou para outro qualquer esiabelecimen-
to ; quem pretender, annuncie.
Vende-se um cavallo preto, grande, bonita
figura e muilo gordo, anda baixo at meio, e
tambem serve para carro por ser bom trotador ;
vende-se por nao se precisar delle, a prazo ou a
dinheiro ; para ver tratar, na ra Direita nu-
mero 66.
. de graca.
Cortes de calcas de meia casemira de cores es-
curas a 1J600, dilos de brim de linho de cores a
2g, riscadinhos de linho proprios para obras da
meninos a 200 rs o covado, grvalas de seda do
cores a 640, ditas pretas eslreitinhas e largas a
18, ealem disto outras fazendas que se vendem
muilo em conta ; na loja da boa f, na ra da
Queimado n. 22.
Balesde 30 arcos.
Vendem-se superiores bales com 30 arcos,
sendo muito recommendaveis poi poderem ficar
do tamanho que se precisar, pelo baralissimo
preco oe 6* ; na ra do Queimado n. 22, na loja
da boa .
Atteiico.
Vende-se na ra Direita n. 14, arroz do Mara-
nhao a 100 rs. a libra, toucinho de Lisboa a 320
azcile de peixe a 400 rs. a gatrafa, chouricas as
mais novas nesto mercado a 560.
Ceblas e velas.
Vendem-se ceblas novas a 800 rs. o cento.
espermacete a 680 a libra ; na Iravessa do palo
do Parauo n.16, casa pintada de amarello.
Attenco.
Vende se um terreno na freguezia
da Boa-Vista em frente do becco dos
Ferreiros, com duas frentes urna para
o mesmo becco e outra para a nova ra
projectada, tendo 100 palmos de frente
e 220 de fundo, solo foreiro : os preten-
dentes dirijam sea ra do Yigario n. 1.


()
MARIO DE PERRAMBUCO. Ql 1NTA MIRA 2i DE K0VEMBR0 DE 1860.
lS-naDipeila--45
ESC0LHID0 SORTIMENTO
DE
LfAM.
Aproximando-se o lempo festivo, e sendo in-
dispensavel que as Iradas e amaveis ilhas da
Opulenta e potica Hauricea se previnsm do qne
necessario para o resguardo dos seus mimosos
o pequentno3 ps; altend6ndo tambera a que
urna crinolina empavesada nao podo estar de
acord com urna bolina acalcanhada ou desco-
sida, assim como um cavalheiro de caiga balo,
cora um borzeguim estragado, far una triste
figur.i vis-a-vis de urna bella; considerarles lo
acertada-, actuarara no espirito do proprietario do
eslabelecimeuto, j to conhecido pela modici-
do dos precos do seu calcado, para rcduzi-los
aioda mais, mumndo-sc d um abundante sor-
liraeuio e sera defeito, que aprsenla aos seus
benignos freguezes [nioeda em punho) pelos
precus abaixo :
Senhoras
Borzeguins 32 a 59. 4$800
Ditos ditos.......4#500
Ditos ditos.......4#000
Meninas
Bozeguins 29
Ditos 25 a 28.
Ditos 18 a2V.
a 51.
Homem
3$800
3$600
5$200
Bjrzeguins....... 9$500
Ditos......... 8#800
Ditos prova de fogo e d'agua. 8$500
Ditos......... 6#000
Meioj bjrzeguins de lustre. 6>000
Sapatoes coin elstico e lustre. 5#000
Ditos arranca pijlle, bezerro. 5#600
Ditos de bezerro..... 5/jfOOO
Meninos
Sapat5-i........ 5S600
Ditos. ........ 3$000
Ha tambero nm variado sorlirnenlo de todas as
classes o precos nfimos, sendo os Denunciados
sooienle de primeira classe.
FUNDIQAO D AURORA.
Seas proprielarios offerecem a seus numerosos fregueies e ao pubbico em geral, toda equal-
quer obra uunufaturada em seu reconhociJo eslabelicimento a saber: machinas de vapor de lodos
os tatnanhos, rodas d'agua para engenhos, todas de ferro ou para cubos de madeira, moendas e
metas moendas, tachas de ferro batidoe fundido de todos os tarnanhos, guindastes, guinchse
bombas, rodas, rodetes aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassar mandioca e para
desearocar algodo. prencas para mandioca e oleo de ricini, portos gradarla, columnas e moi-
nhos de vento, arados, cultivadores, ponles, cadeiras e tanques, boias, alvorengas, botes e todas
as obras ie machinismo. Executa-se qualquer obra seja qual for sua natureza pelos desenhos ou
moldes que para tal im forem apresdntados. Recsbera-se encommendas nesterstabelecimento na
ra do Bromo. 28 A e na ruado Collegio hoja do Imperador n.65 moradis do caxeiro do es-
tabelecimenlo Jos Joaquira da Costa Pereira, cora quera os pretendentes se podem entender para
qualquer obra.
Pianos
Roupa feita para liquidar
na ra da Imperatriz d. 60,
loja de Gama & Silva.
Caigas de casemira de cor muito finas a 71 di-
tas de.bnm delraho brancos muito Uno a 4, di-
tas de gorgurao escuro a 3, ditas de Lrins de co-
J^lfas^?^iTCritt!SS bncnleJ- .^oadwood ASons de Londres. .
" dilos de merino preto a M *T ."! muil uronnosoara este clima.
Saunders Brothers & C. tem para Tender em
eu armazem, na praqa do Corpo Santo n. 11,
alguna: pianos do ultimo gosto, recentimente
DE
Sita na ra Imperial n. 118 ello junto a fabrica de sabo.
DE
Sebastio J. da Silva dirigidaporoFrancisc Bel miro da Cosa.
Neste estabelecimenlo ha serapre promptos alambiques de cobre de difiranles dimen-
coes de 300 a 3:O009J simples e dobrados, para disiilar'aguardenle, aparolhos destilatorios
continuos para resillar e destilar espiritos cora graduacao at iO graos (pela graduado de Sellen
Cartier, dos melhoressyslemas hoja approvados e conhecidos nesta eoutras provincias do iraperi-
bo, rabas de todas asdiraenges, aspirantes e de repudio, tanta de cobre como de bronzs e ferro
torneiras de bronze de todas as dimencoes e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de
bronzee ferro para rodas d'agua, pinas para fornalhas e crivos da forro, tubos de cobre e
chumbo de todas as dimencoes para encantmratos camas de ferro com armario e sem elle,
fuges de ferro polaveis e econmicos, tachas e lachos de cobre, fundos de alambique, pa3sa-
deiras, espumadeiras, coccos para engenho, folha de (landos, chumbo om lancol e barra zinco
em lencol e barra, Jences e arroellas de cobre, lences de ferro e lalo, ferro suecia inglez
de todas as dimencoes, safras, tornos e folies para ferreiros etc.,e outros rauitos artigos poj
menos prego foque em outra qualquer parte, desempenhandose toda e qualquer cncommen-
da com prestesa e perfeicao ja conhecida e para comnodidade dos freguezes que se dignarem
honrarem-nos cora a sua confianca. achao na ra Nova n. 37, loja de ferragens, pessoa habi-
litada para tomar nota das encommendas.
ELOGIOS.
Vsnd"-se emeasa de Saunders Brothers 4
C. pracado Corpo Santo, relogios do afama
dof abric&nte Roskell, por presos commodos
c t mbem-ancrtUins e cadeias paraos meamos
daexceellote aosto.
'*' 5> O i.jo TB .'lB 3 ?> Z3 ' OC3OO>. g
t egirro contra Fogo
LONDRES l
AGENTES |
C J. A.stley A Companhia.f
pnnceza preta
a bg. ditos de merm preto a 7g, ditos de panno
prelo lino, dilos de riscadinho levizinhos a 2^500
Vinho do Porto, genuino,
Rico de 1820.
Sloraacal de 1830.
Precioso de 1847.
As duzias, e em caixinlias, a dinheiro, por ba-
rato preco : vende-se na ra do Trapiche n. 40.
escriptorio.
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recifen. 38, priraeiro andar.
LOJA DO VAPOR-
Grande e variado sortimento de calcado fran-
cez, roupa foita, miudezas finas e perfumaras,
do por menos do que em outras partes : na lo-
do vapor na ra Nova n. 7.
Chegiem ao barato
O Pregaifa est fueiraanJo, em sua loja na
ruado Quairaado n. 2.
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas a
25?, casemira aseara infestada propria para cal- 1|
5a, eolletee^ilitotsa 960 rs. oeovado, cambraia1
organdy de nuito boro gosto a 480 rs. a vara,
ditaza transparente muito 6na a 3, 4*. B,
e 6!J a pega, dita lapada, com 10 varas a&$e
63? i pac?, chitas largas de rao lernas e escomidos i
padrees* 240, 360 e 280 rs. o covado, riquis- I
simos chales de merino estampado a 7 e 8>,
ditos borda los rtom iuas palmas, fazenda muito [
delicada a 93 eadi um. ditos com umas pal-
ma, muito finos a 83500, dilos tizos com fran- '
jas de seda a 5-5, Uncos de cassa com barra a
t3K3i33!3dl9 5S toe'mmitmm
GRANDE SORTIMENTO
DE
StA
e armazem
DE'
PROGRESSO
de
iiare
Vende
se
Formas de ferro para
purgar assucar.
Buchadas de ferro.
Ferro sueco.
} cr-mgardas.
i ac de Trieste.
I Pregos de cobre de com- ,
fi posigao. |
Barrilha e cabos. {
Brim de vela. j
I Gouro de lustre.
I Palhinha para marcinei- |
ro : uo armazem de C. :
J. AstleyA C.
H B 1> "1 ^ "* ." "* "3 B 9 T
_ Na na da Cadeia n. 24, vendem-se as se-
g.intes fuendas, por melade de seu valor, para
iqiiida;o.
Bicosdeseda brancos e prelos, de todas as
argaraa, vara a 160. 20, 400, 800 e 1JJO00.
Un completo sortimenlo de franjas de sedae
de alrn lo.
Chales Je tuuquim a 10, 15. 20 e 35
Botosa de seda, velludo, de Iouqd e de fustao
da qnalidades finas, duzia a 200, 400 o 600 rs.
Coll.irinhns bordados de 500 rs., 2g, 3 e 4
Enlrerreios Qnos. peQas com 12 varas a 1J.
Tullios bordados tiras a 500, 1, 2, 33500.
Camisetas oom manguilos a 3, 4, 5 e 6j.
Bnfeitaa de flores a 6j.
Chapeos de seda para senhora a lOg.
CssnTe>|aes de velludo a 40 e 60$.
Ditos de sed3 a 253.
Dilos de fuslo a 8 e 12
Fitas de seda e de todas as qualida Jes de 160
rs. a 19500.
Dita Em casa de N. O. Bieber & Successores, ra
da Cruz n. 4, vende-se :
Champanha marca Farre & C urna das mais
aire litadas marcas, muiconhecidas no Rio de Ja-
neiro.
Vinho xerez era barris, cognac em barris e
oaixas.
Vinagre branco e tinto em barris.
Brilhantes de varias dimensoes.
E'her sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, briiuaos e brins.
Ac ao Milo.
Ferro da Suecia.
Algodo da Bahia.
Fructas em caldas
recentimente chegados de Lisboa, taes como pe-
ras, ameixas, alpelches, morangos ginjas a 500
iis a lata : na praca da Independencia n. 22.
Vende-se um sitio com 1(4 de le-
gua q;jadrada, e urna planta decoquei-
ros ele mil e tantos ps, tem duas gran^
des cambias que da' dous bons viveiros,
na Pontezinba freguezia de Munbeca :
a tratar na ra doQueimaJo n, 48.
Vendem-se tres molecas de 12 a 13 annos.
urna negra cem duas crias, um mulatinho de 11
annos. um dito de 17 annos, bom boleeiro. de
boa conducta, e sera vicios, urna nejrra de meia
idade, I n-.iileira e cozinheira, por 600S, urna di-
ti cor 1:200$. urna mulata com as mesmas habi-
lidades por 1:1009, urna negra de 30 annos, ro-
busli o boa janhadeira porl:O00J, e um mulato
bom ro/.inheiro ; tolos se vendem a prazo ou
a dinheiro, na ra Direila n. 66, escriptorio de
Francisco Malinas Pereira da Cosa.
Aos fabricantes de velas.
Vende-se o verdadeiro fio inglez, proprio para
cavos de volas de carnauba, tanto em porgos
domo a retalho : na ra Imperial, taberna n. 37.
1
Os proprielarios deste estabele-
cimento convidara ao respeitavel publico, principalmente aoe amigos do bom e barato, que se
achara em seu armazem de rnolhados de novamenle sorlido de gneros, os melhores que tem
vindo a esle mercado, por serem escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa e por serem
a raaior parte delles vindos por conta dos propietarios.
CAiocoYate
dos melhores autores de Europa a 900 rs. a libra era porro a 850 ..
Marmelada imperial
do afamado Abreu, e de outros mais fabricantes de Lisboa em latas de
rs., em porreo de se far algum abatiracnlo.
Fazcndase obras fei las.i
LiO}a
Ges k Basto j
Na ra do Queimado n.
46, frente amarella.
Sortimento completo de sobrecasaca de
panno preto e de cor a 25, 28$, 30 e
359, casacas a 289. 30 e 359. palitots dos
mesmos pannos20, 22 c 25g, ditos de
casemira de edr a 16$ e 18, ditos sac-
eos das mesmas casemiras modelo inglez
casemira fina a 10, \iff\\z e 15$, dilos
saceos de alpaca preto a 4$, ditos sobre
fino de alpaca a 79, 89 e 99, dilos de me-
rino selim a lOg, dilos de merino cordo
a 10$ e 12-3, ditos de sarja preta trancada
saceos a 6J, ditos sobrecasacos da lies-
,, ..,.., w. Uv. -.,. 9 ma 'azendaa 89, ditos de fuslo de cr e
100, 120 e I 60 c.da ura, meias muito finas pa- branco a 49. 4g500 e 5$, colletes de ca-
ra senhora a i a duzia, ditas de boa qualidade
a 3$e 39500 a tafia, chitas francezas de ricos
desenhos, para coberU a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5$900 a pora, e a 160 rs.
oeovado, b'ira branco de puro linho a 1$,
10200 e l 3600 a vara, dito preto muito encor-
padoa 19500 a vara, brilhantina azula 400, rs.
oeovado, alpacas del i itrenles cores a 360 rs. o
covado, casemiras prelas finas a 29500, 3# e
329500 oeovado, carabria preta e desalpicos a
500 rs. a vara, e outras Quitas fazendas que se
far patente ao comprador, e da todas se darao
amostras cora penhr.
Alpechinera, antes que se
acabe.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.'
2, tem salas bales abenas, do ultimo gosto, pe-
o diminuto prer;o do 59.
1 a 2 libras a 800
M*$a de tonriale
em latas de 1 libra por 900 rs., em porreo vende-se a 850 rs.
lalas cm er\i\\ias
vende-se nicamente no armazem progresso a 640 rs. cada huma.
Conservas francezas e inglezas
as mais novas que ha no mercado a 70 rs. o frasco.
lalas de bolaeninna de soda
com diferentes qualidades a 19600 a lata
\ineixas francezas
GI.WDE SORTIMENTO
DE
e roupa feita
NA LOJA E ARMAZEM
DE
S
eem
Joaquira Rodrigues Tarares de Mello
RA DO QUEIMADO N. 39
EM SL"A LOJ DE QI'-VTRO PORTAS.
Tem ura eompleto^orlimento de roupa feila,
convida a lodos os seus freguezes e a lodos
quedesejarem ler ura uniforme feito cora lodo o
gosto dirijam-se a e;le e^tabelicimenlo que era-
conlrarao um babel artista chegado uliimamen-
te de Lisboa para desempenhar as obras a von-
lade dos freguezes, j tem um complelo sorli-
menlo de palitots de fina casemira raodello im-
glez, e muito bem acabados a 169300, dilos
de merino selim a 129000, ditos de alpaca
prelos a 59000, ditos de alpaca sobre casacas
semira de cor e preto a 59 e 69, dilos de *f
merino preto para luto a 49 e 59, ditos 3
de velludo preto de cor a 99 e 109, ditos *
de gorgurao de seda a59 e 69, ditos de S
brim branco e de cor a 2950 e39, calcas jj
de casemira de cor e prelo a 7$, 88, 99 m
e IO9, ditas para menino a 69 e 79, ditas 9
de merino de cordo para nomem a 5J o
69, ditas de brim branco a 59 e 69, ditas !
ditd de cor a 39, 3500, 4) e 59, o di- je
todas estas obras temos um grande sor- g*
tiraento para menino de todos os tama- jt
nhos ; camisas inglezas a 369 a duzia. Na rj
mesma loja ha paletots de panno preto J|
para menino a 1 -g, 15g o I69. ditos de qj
casemira pira os mesmos pelo mesrao preco, ditos de alpaca saceos a 3? e :J
33560, ditos sobrecasacos a 59 e 6jJ para a?|
os mesmos, calcas de brim a 29500, 8|el
39500, paletots saceos de casemira decdr Ix
a 69 e 79, loalhas de linho a 800 e 19 ca- 32
da urna. 9
No mesrao estabelecimento manda-se 3
apromptar todas as qualidades de obras **
tendentes a roupas feitas.em poneos dias, j*
que para esse fim temos numero suf- 5,
| liciento de peritos ofliciaes de alfaiales a|
(St rgidos por ura hbil meslre de seme- ^
H Ihante arte, flcando os donos do estabe- j|
ffl lecimento responsaveis pelas mesmas d
j% obras at a sua entrega. ft
Sebo e graixa.
Se' o coado e graixa em bexigas: no armazem
up Tasso Irmaos, no caes de Apollo .
quem convier vende-se urna porco de
cocos com casca para embarque : na ra da Im-
peratriz n 47, terceiro andar.
$ -*i,@@@K>
S Machinas de vapor.
9 Rodas d'agua. (@
@ Moendas de canna. @
@ Taixas.
^ Rodas dentadas. @
@ Rronzes e aguilhoes. q
9 Alambiques de ferro. ja
^ Criaos, padroes etc., etc. a
Q Na fundico do ferro de D W. Bowman, a
Q ra do Brum passando o chafariz. @

Na fabrica de caldeireirola ra Imperial
junio a fabrica de sabo, e na ra Nova, loja de
ferragens n. 37, ha urna grande porcao de folhas
de zinco, j preparada para telhados, e pelo di-
minuto nreco de 140is. a libra-
4
-se
mais novas que tem nodo a esle mercado em compotetras, contendo 3 libras por 39000 rs.! a 89000, ditos com "lia develado a 93000
n iatas de 1 l. libra por 1500 reis dilos de fustao, dito3de ganga, ditos de Lrim!
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos paraca misas,
Riscoutos
Emcasa de Arkwight & C, ra da
Cruz n. 61.
w
VerAadeiros gos de comadre
era caixa com 16 libras por 39000 rs. a retalho a 240 reis a libra.
Cai\Ai\nas com 8 libras de passas
a 39000 rs. era porcao se far algum abamenio, vende-se tambera a retalho a libra a 500 rs.
Manleiga inglcza
perfeitaraente flor a mais nova que ha no mercado a 19000 rs. a libra, em barril se far al-
gum abaiimento.
Cha nerola
o meluor que ha nesle genero a 29500 rs. a libra dito hyson a S9000 rs.
PaVilos de denles \ichados
a 200 rs. cem 20 macinhos.
ncixe sarel em posla
o melhor peixe que exzisle em Portugal era latas grandes por 18500 rs. cada urna e de
outras rauias qualidades que se vendera pelo mesrao prero
Manleiga franceza
a 720 rs. a libra em barril se far abaiimento.
Toncinho de Lisboa
o mais novo que ha no mercado a 320 reis a libra.
Macas para sopa
era caxinhas de 8 libras com deferentes qualidades por 49000 rs.
ludo a 590 O, ditos de brim de linho transa-
do a 68000, caiga .le brim de linho muito su-
perior a 58000, .lilas de casemira de cor a
99000 e a 109000, ditas de casemira pre-
ta superior fazenda a 128000, palitots fran-
cezes de panno fino fazenda muito fina a 259
sobre casacas de panno muito superiores a 35*
ea 408000, um completo sortimenlo de cami-
sas fracezas, tamo de linho como Je algodo
efuslao vende-se muilo em conta, afira de que-
rer-se liqiudar cora as camisas,
E pechincha.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.2,
tem cobertores de algodo de cores bastante
grandes, proprios para escravos, pelo baratissi-
mo preco delS-
Vende-se na ra do Livrmeuto
n. 19, borzeguins francezes a 6$, dito
de bezerro a 6$. dito de vaqueta a 7#.
Aos senhores armadores e
proprielarios de carros fn-
mibres.
Vendem-se velbulina prela superior a 400 rs.
o covado : na ra do Crespo n 25.
oja esperanca.
Vendc-so borracha de seda preta para borze-
guins a 28200 o covado, graixu em barris muito
boa a 640 rs., est acabando-se, flautas do ebino
de Caulrot a 18 e 208, braceletes de mozaico a
69 la para bordar a 6g00 a libra, trancas do li-
nho brancas para as roupas da festa a 800, 18
1J200 o 18600 a peca, sete padr5es dilTerentesl
colheres finas, facas, triochautes, etc.: na ra
do Queimado n. 33 A, Guiniares & Rocha.
Botica.
Bartholomcu Francisco de Souza, ra larga do|
Rosario n. 36, vende-se os segointes medica-
mentos :
Robl'Affecteur.
Pilulas contra sezSes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brlstol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
farope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asraalhico.
Vidrosde bocea larga com rolhas, de 2 oncas
e 12 libras.
Assim como tem um grande sorlimento de pa-
pel para forro de sala, oqual vende a mdico
preco.
Vendem-se libras sterlnas, em
casa de N. O. Bieber &C. : ra da Cru-
n. 4.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P Jo-
hnst'in S C. ra da Senzala n.i2.
> 1 f IM @
Recebeu-se e continua a receber-so por @
$J tolos os vapores artigos de modas para @
@ homens, incluindo calcado do Melis na
Lojade mrmore. i
Vende-se umi escrava crioula muito moca,
sabe coser aerfeitamenle, cozinhar e engomraar :
no largo da sembles n. 12, primeiro andar.
Por metade do seu
valor.
Ra do Queimado n. 19.
Vestidos de gaze e phantasia,muiloslindos.de
Tambem vendm-se osseguinles gneros, ludo recenlemenle chegado e de superiores qua-
lidades, presuntos a 48fc rs. a libra, chourica muita nova, marmelada do mais afamado fabricante
de Lisboa, maca de tomate, pera secca, passas, fructas em calda, amandoas, nozas, frascos com
araendoas cobertas, confeiles, pastilhas devanas qualidades, vinagre branco Bordea ux, proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de San Flix, macas de todas as qualidades,
gomma muito fina, ervilbas franeezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
sperraacele barato, licores francezesmuito finos, marrasquino de zara, azeile doce purificado, azei-
tonas muito novas, banha de porco refinada e outros muitos gneros queencontrario tendentes a duasVaTsY, "peb'baratis^im^^
rnolhados, por isso promettem os proprielarios venderem por muilo menos do que outro qualquer,' um corte,
promettem mais tambem servirem aquellas pessoas que mandarera por outras pouco praticas como, T _
se viessem pessoalmente; rogam tambem a lodos os senhores de engenho e senhores lavradores ; l Ql OSCBICI*
queirara mandar suas encommendas no armazem Progresso. que se lhee affianra a boa qualidade e Vende-se tira escaler r.nro por commodo pre-
o acondicionamenlo, '(o ; a tratar na ra do Vigario n.27.
Kecobou-se e continua a receber-se por
todos os vapores, vestimentas, calcado e
9 chapeos para meninos na
Lojade marmore.
>?>?
e
!g
Vinbo genuino.
Ainda ha urna pequea quantidade de ancore-
tas deste vinho sem confeieo, e proprio de doen-
les : na ra do Vigario n/19, primeiro andar-
BorzeguinsaGaribaldi
para senhoras.
chegado loja do vapor na ra Nova n 7,
borzeguins pretos e decores aGaribaldi para se-
Inhoras, do ultimo gosto.
Rival sem segundo.
^a^' ,ejniud" ^i i-e.d0 80brad0 novo ha para vender
pelos diniDDlos prefos os seguinles artigos :
UasM de sabonetes muito finos a 600 rs.
Carjoes de clcheles com duas ordens a 20 r
Caixas de clcheles balidos a 60 rs.
Duzia de mcias cruas para homem a 3
DUa de ditas para senhora a 3jj500.
Pares de meias para senhora a 300 rs
Latas com banha muito fina a 500 rs.
lacas para acender charutos, caixa a 60 rs.
I nosphoros cm caixa de folha a 120 rs
Carlas de alfineles muito finos a 100 r"s
Caixis de agulhas francezas a 120 r?
Pares de sapatos de tranca de algodo a lo
frascos de macass pernfa a 200 rs
Dilos de dito oleo a 120 rs.
Duzia de facas e garios, cabo prelo. a 3
Dilos de luvas de cor fio de Escocia a 320.
Hassos de grampas muito finas a 40 rs
Caivetes de aparar penna a 80 rs.
Tesouras muito finas para costura a 500 rs.
Ditas dilas para unhas a 500 rs
Pecas de franja de lia com 10 varas a 800 rs
Ditas de tranca rom 10 varas a 320.
I.inha Pedro V carlao com 200 jardas a 60 rs
Dita com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muito finus a 200 rs
Cordao imperial lino e grosso a 40 rs.
Oleo de babosa muilo fino (frasco) 400 rs.
tilinhs eslreitas para enfeilar vestidos a 800
rs. a pega.
Labyrinthos de muito bonitos gostos por lodo
o preco. *
a oo'd6ae" rara eDDar esParli,ho mulo grandes
Dito para dito pequeos a 80 rs.
Pecas de tranca de linho com 10 varas a 200 rs.
mSS" wde Stda prcla com 10 a3 a
Vara de dita a 160 rs.
Pares de meias de cores para meninos a 160
taixas para rap muilo finas a 1.
Linhapara marcar (caixa de 16 nvelos) a 320.
Liquidaco de roupas ieitas
com 50 0|0 de abate, na ra
Novan. 47, junto a Concei-
codosMilitarPs.
Casacas de panno fino de 20 a 30g
Ditas para menino de 16 a 20
Calcas de casemira de cor de 6 a 8g
Jilas de dila preta finas de 8 a IOS
Ditas de brim oe linho a 15500 o 5.
Hilas de dito para meninos a 1S500 e 3.
alelots de brim P,ra homem a 3 e 5R.
Jilos de casemira de cor a 1o e 18.
Dilos de dita prelos a 10 e 20*
Colletes de velludo a 7 e 8$.
Dilos de gorgurao a i e 6JJ.
Dilos de fuslo a 13500 e 2j>-
Camisas francesas, duzia a 205
Cortes de velludo a 5 e 6j>.
Fardas para guardas a 8 e 10$.
Casemira fina entestada a 3j.
Brins em varas e covados. de diversos preco
e oulras mais fazendas, ludo por barato preco. '
Carro.
Vende-se um excedente carro todo envidran-
do, com urna boa parelha de cavallos, por prco
commodo, prazo ou a vista : na ra larga do
itosano n. 24, loja de ouro, se dir quem tem.
Admirareis remedios
americanos.
Todas as casas de familia, senhores de ene-
nho.fazendeiros, etc., devem eslar prerenido
com estes remedios. Sao tres medicamentos coa
os quaes se cura eficazmente as principaes c o-
lestias. *
Prompto alivio deBadnay.
Instantneamente alivia as mais acerbas dore
e cura os peiores casos de rhcun alifn o c*or c>
cabeQa. nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lla, mdigeslo, crup, dores nos ossos, CODtusccs
queimadura, erup^oes cutaLcas. angina, retfi-
?ao de ounna. etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidadesescrophuloFas rrre-
nicas esyp l.lilicas; resolve os depsitos de n < i
humores, purifica o songue, renova o systtc t
prompto e radicalmente cura, esrropl.ulas T(iel
reo, tumores glandulares, irlericia, dores d( (>.-
sos, tumores bramos, afercoes do figndo e ril
erysipelas.abcessose ulceras de todas as ra**'
molestias d'olhos, difticuldade das repr.s dfs
mulheies hii>ocoDdria, venreo, ele.
Pilulas reguladoras de Psd-
vv a y
pararegularisar o 3ystema, equilibiar a circula-
Qaodosangue, inteiramenle vegetis favoraveis
em lodosos casos nunca oecasioos nauseas Dim
dores de venlre. dses de 1 a 3 regularisan ~ de 4
a8purgam. Estas pilulas tao eflicozes as fiec-
coes do gedo, bilis, dor de cabeca, ictericia ii -
digestao, e em todas as enftimidodes das n u-
Iheres, a saber : irregularidades, fluxo, reltL-
coes, flores brancas, obstruct oes, histt id o etc
sao do mais prompto eireitoa escarlatii/a 'ttU
biliosa, febre amarella. e em todas as ebrc-& n a-
gnas.
Estestres importantes meditan enlcs ven. a-
companhados de instruccocs irrpressas que n (_--
tram com a maior minuciosidode a irar:eir de
applica-los em qualquer enfermidade. Esto ga-
rantidos defalsificarao por s havtr vei.da i.o
armazem^le fazendas de rtayniundo Caries Lfjte
tlrraao, na ruada Imperalriz n. 10. unicu
agentes em Pernambuco.
Grammaticaingle-
za de Olleiidorff.
Novo metliodr para aprender a lr
a escrever e a fallar inglez ero 6 nezes
obra inteirament nova, para uso de
todos os estabelecimentos de nstiuccac,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (autigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
mmm
eobertos edescoberlos, pequeros e grandes,de
ouropatente inglez, para homem o senhora
de um dos melhores fabricarles de Liverpool,
ivndospelo ultimo paquete inglez : em casa de
oSuthall MeJlor & C.
Loja das seis parlas em
frente do Livramenlo.
Covado a 200 rs.

Chilas largas de bonilos goslos a 200 rs. o co-
vado, ditas estreitas a imilaqao de lazinhasa
160 rs., cassas de salpicos brancas e de cores a
200 rs. o covado, pecas de esguiao de algodo
muito fino a 3J a pega, ditas de brelarha de rolo
com 10 vai as a 29. riscadinho de linho a 160 rs.
o covado, chales de merm estampados a 2?.
lencos brancos com barra de cor a 120 rs., dilos
coai bico a 200 rs., algodo monslro de duas lar-
guras o melhor que possivel a 640 rs. a vara,
mussulina encarnada a 240 o covado, filo de li-
nho preto bastante largo. A loja esta aberla at as
9 horas da noite.


DIARIO DI PERIUMBUCO. QUINTA FE1RA 22 D6 iOYEMBRO DE 1860.
C0
\GEKC1\
DA
FUNDIC^O LOW-MOYY,
Roa da Scnzalla Nova n. 42,
Neste eslabeleci manto coniina a baver um
completo sorlimenlo de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e laixas
de jerro balido e coado, de lodos os lamanhw
para dito.
Potassida Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhacido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite o. 12, ha para vender
verdadeira poiassa da Russia nova e de superior |
qualidade, assim como tambem cal virgem era
pedra, tudo por precos mais baratos do que em
oulra qualquer parte.
Yiiilio de Bordeaux.
Em casa de Kalkraann Irmos&C, ra da
Cruz n. 10 .euconlra-se o deposito das bem co-
ndecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux Tem as seguintes qualidades :
De Braadeuburg frres.
St. Esiph.
Si. Julien.
Hargaax.
Larose.
Cliileau Lovle.
Gliateau Margaux.
De Oldekop St. Julien
St. Julien Mdoc.
Cliateau Loville.
Na mesma casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madcira em barris.
Cogaac em barris qualidade fina
Cognac em caixasqualidade inferior.
Cerveia branca.
As melhores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, I.
M. Singer & G. e Wiieeler t&Wilson.
Neste estabeleci-
menlo vendem-se as
machinas destes dous
autores, moslram-sp a
qualquer hora do di ou
da noiie, c responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade e seguranca
no arraazem de fazendas
do n jv inundo Carlos
Leite & Irraos ra da
inligamente aterro da Boa-
SYSTEMA MEDICO DEHOLLOWAY.
P1LULAS HOLLWOYA-
Este ineslimavel especifico, con pesio inleira
meule de hervas medicinaes, nao comis mercu-
rio nem alguma oulra substancia deleeleria. Be-
nigno mais lenra infancia, e a compleic,o mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarraigar o mal na compleic,o mais robusta ;
entecamente innocente em suas operaces e ef-
feilos ; pois busca eremove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais amigas e lenazes
que sejam.
Entre mimares de pessoas curadas com este
remedio, mullas que j estavamas portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forjas, depois dehaver tenta-
do inullimenle lodos osoulros remedios.
As mais allictas nao devem entregar-se a des-
esperando ; facam um competente eosaio dos
efficazes effeilos desla assorabrosa medicina, e
pie-tes recuperaro o beneficio da saude.
Na-o se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
A 5$000.
Chapeos de sol de seda para homem
a 5# cada um e em porco do urna du
Por barato prego, para acabar, na ra da Im-
perairiz n. 40, outr'ora aterro da Boa-Vista, loja
da esquina do becro dos Ferrpiros, vende-se/ovo
j k* ...... Nnii n 9% ntrniim braias brancas, o mais fino que posaivel, a pe-
de abate : na ra Nova n. 2o, esquina. ^ ^ ^ ^^ 4 ^ ^^ ^ ^
zia para cima lar-se-ha 10 por cento sorlimenlo de fazendas para liquidar, a ser cam-
ele abate : na ra Nova
da Camboa do Ca ido.
Ra do Queimado
casemira e brim lavrados brancos a 19600 e 2$,
loalhas para rosto de nova iovencao a 6-10, corles
de aseado francez com 12 covodos a 2930' cra-
les estampados de merino a 20500, e ludo o mair>
se vende barato.
n. 39
Terrenos pertoda
pra Caminho dos mnibus.
Os herdeiros do commendador Antonio da Sil-
va vendem sua propriedade, no lugar da Casa
Forte, em sorles de Ierra avontade dos compra-
dores com a nica reslriccoo de nao tercm menos
Gama < Silva,
na ra da Imperalriz, outt'ora aterro da Boa-
Vista n. 60, venden para liquidar-se as fazendas
seguinle, por menos de seu valor.
Corles de vesiidos de 13a e seda a 139, prers
de bretanha com 10 varas a -itf, dilas de rolo cm
10 varas a 2$, clialys de cores muilo bonitos, co-
vado a 800 r?., folar de seda lindos padioes a E(0
I., lazinhss de quadriuhos e muito finas a 4C6
rs. o covado, ditas bareges de quadros o rovado
ectiva planta approvada pelas auloridades covado, chitas roncozas escuras o covade a 2-50,
plenles, o engeuheiro Anlonio Feliiiano f&O e 280, nscados largos francezes o covado a
rigues Selle o eucarregaao das medites zuo rs mussulinas matizadas o covado a 'CU rs,,
Accidentes epilpticos
Alporcas.
A raplas.
Areias (mal de).
Aslhma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidadeou extenua-
rlo.
Debilidade ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta.
de barriga..
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidadesno ventre.
Dilas no ligado.
Dilas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febrelo da especie.
Golla.
Heraorrhoidas.
Uydropesia.
Ictericia.
Indigesles.
luflanimacoes.
Irregularidades
menslruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Abslrucgao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengo de ourina.
Rheumaiismo.
Symplomis secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Imperalriz n. 10
''isla.
Wua i\o Queimado n. 39
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Ha cortes de vestidos de seda de cores, fazemla
muilo superior com pequeo toque de mofo a
605JOOO, ditos sem defeito a 1009000, tem um
resto de chales de loquim que estac-se acabando
a 309000, dilos de mirin bordados com pona
redonda a 82000, dilos sem ser de pona redonda
a 87000, dilos estanpados com lislras de seda
era roda da barra a 99000, ditos de ricas estam-
pas a 75000, ditos de ganga franceza com fran-
ja branca a 29000, dilos sem franja e muito
encorpado a 29000, ricos manteletes de grosdi-
naples prelo e de cores ricamente enfeiladosa
259000, dilos muilo superiores a 30&O00, en-
feitesde vidrilho preto a 39000, dilos de relroz
a
cajo
Febrelo intermitente,
Vende-se estas pilulas no cslabclecimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
lodos os boticarios droguista e outras pessoas en-
carregadas de sua venda em loda a America do
Sol, Havana e Hspanha.
Yendem-se as bocelinhas a 800 rs. cada
urna dsllas, conlem urna instrueco em portu-
guez para explicar o modo de se usar destas, pi-
lulas.
O deposito geral era casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em l'er-
nambuco.
a 2 $400 o corle.
NO
Armazem de fazendas da ra
do Queimado n. 19.
Corles de chita franceza pelo baralissimo prego
e 29O0, antes que se acabem.
Vendero-sc duas moradas de casos lerrase
em Olinda, sendo urna na ra do Amparo com
bstanles commodos, quintal murado, e estriba-
ra para 2 cavallos ; e a outra na ra de S. Fran-
cisco com bom quintal e cacimba proprfa para
quero precisar turnar banhos salgados por ser
muito perlo, ambas por prego commodo ; a Ira-
lar na ra do Amparo, casa" contigua a escada
que sobe para a greta de N. S. do Amparo.
Loja das seis portas cid
frente do Livramento
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos gostos o 200 rs. o co-
vado, dilas estrellas d^ cores escuras a 160 rs
NA
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Chegou ltimamente a este estabelecimenlo um
completo sunimcnlo de chapeos prelos francezs-
do melhor fabricante de Paris, os quaes so vene
dem a 79000, dilos a 89000, dilos a vOOO,
dilos muito superior a 109000, dilos de castor
dretos e brancos a 1G9000, o melhor que se
pode desejar, chapeos de fellio a Gaiibaldi de
muilo superior massa a 79000, dilos de copa
baixa para diversos preeos, dilos de palha escura
de varias qualidades que se vendem por preco
barato, bonels de veludo para meninos a 59000,
ditos de palha escuras e claras a 45000, ditos
de panno muilo bem arranjados a 39500
chapeos de seda para senhoras a259000 muilo,
superares, dilos de palha escuras proprios para
campo a 125000, dilos para raeninasB 109000,
chapeos de sol de seda inglezesa 10? e a 129
muilo superiores, ditos francezes a 89000,
ditos de panno muilo grandes e bous a 45POOO.
sapalos de veludo a 29000. dilos de tranca a
19600, sinlos de grugurao para senhoras o me-
ninas a 29000, coeiros de casemira ricamente
bordados a 129000, e oulras muita fazendas
que a visia dos freguezes nao deixaro de com-
piar.
Campos receberam urna factura de chapeos de sold se-
da para homem, tendo entre estes alguDS peque-
nos que serveni para as senhoras que vo para o
campo lomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porgao seja grande se resolvero vender pelo
prego de 69 e S500, e alguns com pequeo de-
leito a 59 : na ra do Cuspo n. 16.
Ra da Seazala Nova n.42
Vende-se em casa de S. P. Jonbsion & C
vaquetas de lustre para carros, sellinse silhes
inglezes, ondeeiros e casticaes bronzeados, lonas
inglezes, fio de vela, chicote para carros, e mon-
tara, arreios para carro de um e dous cvalos
e relogios de ouro paienlu inglez.
' f
i ltecebeu-se recentcmenle e continua a @
@ receber-se direclamenle de Paris c Lon- fe-
rtdresporlodososvapores.de cncommen @
@ da especial, arligos de modas para se- 5^-
*-; nhoras na
Lojade marmore.
Calcado para senhoras e
meninas chegado no
ultimo vapor francez.
Vendem-se borzrguiris de senhora com laco a
sem elle a 5|, ditos para meninas do lo Jas as
idades de cores e pretns com lago e sem elles a
3-;jOO e 49 : na esquina da ra das Cruzes o. 2.
Chapeos de sol
de 30 palmos de frente, e fnndo designado pela ?_^J^m*rV, ^e_um8 6_Cr P,ra veslid,u D 3
respec
compeler
Rodrig
precisas, e pode ser procurado no mesmo sitio,
ou na ra estreita do Rosario n. 30, terceiro an-
dar, ou na prara da Doa-Vista, botica de Joaquim
losado Bibeiro Jnior : os pretendenles podem
dirigir-se igualmente para qualquer proposta ou
esclarecimenlo ao herdeiro L. A. Dubourcq, no
seu sitio na Capunga.
cassas francezts para vesiidos o rovado a 240, o
dilos muilo Gnos a 300 rs., corles de nscados
monslros para vestido a 39, cambiaia de salpico
muilo fina a vara a 800 rs. dilas brancas e de cor
a 400 rs., etifeites de vidrilho prctos e de cores a
3g, gollinhas de traspaso muito finas a 39, cros-
dcnaples muilo eccorpados o covado a Sf, de tu-
do se do amostras, litando penhor.
Rap nacional D. falcados baratos, na loja
Pedro 11 da imperial fabri-1 do Arantes, Praca da
ca de Joo Candido de m- Independencia ns. 13 e
15.
Seda grandes para homem
A 5$000,
na ra Nova n. 36, defronle da igreja da Concei-
c;io dos Militares.
lt;@ @@@@
Vende-se luvas de camurra branca e @
v amanilla para os oCficiaes de caradores, f<{
t} infantaria c cavallaria, ditas prelss para f
g arliiharia : na loja de Nabuco & C, na &
J ra Nova n. 2. $$
y3$a!a @s @@
Vendem-se saceos com farelo de Lisboa,
chegado ltimamente : na travessa da Madre de
Dos n. 15.
Aos fabricantes de velas
Veode-se urna grande porco de caixoes pe-
queos proprios para se encaixotai velas de car-
nauba por lerem sido de velas de sebo do Porto : 1
na ra de Horlas taberna n. 15.
$^3 &&%& &se^wi%mmw&m.
randa, Rio de Janeiro.
Este rap sem duvida o de melhor qualidade
fabricado neste imperio, acaba de chegar e ven-
de-se no deposito, ra do Vigario n. 23, escrip-
torio.
Calcados para homem.
Borseguins elsticos gaspeadosverniz. a "9CCO
Borseguins elsticos gaspeados bezerro
@@g@@@@if-@@Lsend01 solpateme.................. 7*0C0
' Bolina de bezerro Ironcez.............. 5g(!00
fe
Vendem-se 5 curros nuvos com lodos os Q5
@ arreios : na ra Nova n. 2t.
e@^@@fi@ &-;@ A 9,000 a arroba.
Vndese cera de carnauba da vellia
e nova safra a pi eco de 9# : no antigo
deposito do largo da Assembla n. 9.
Relogios
Suissos
Admira-
#S@@ @@@ S @@ relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; t8mbem
Loja da seis portas em
frente do Livramento.
Era casa de Schafleillin & C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e vtriado sorlimenlo
i de relogios de algibeira liorisonlaes, patenles,
I chronomelros, meioschronometros de ouro. pra-
I la dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
1 giosdos primeiros fabricantes da Suissa, que se
I voudero i'or precos razoaveis.
; @@@v @@@ g@@@
1 Vestidos de blonde. |
! Na loja de Gulmaraes & Villar na ra
do Crespo n. 17, vendem-se ricos corles
f* de vestidos de blond ultimameiite chega-
tt dos de Paris. fct
@@@@- @@ @1
Vende-se um f^rdamenlo rico para guarda
nacional, sendo de carador : na ra cstreila do
Rosario n. 12.
11a do Crespo
loja n. 25 de Joaquim Ferreira de S, vende-
se por presos baiatissimos para acabar: ves-
tidos de tailauna beldados de seda a 8?000,
urna varUdade de bonitos trancelins para es 1 organd de cores muito finas a 320 rs. o co-
1 vel pecbincha
S NA LOJA DE j
%Giiimares Villar.!
$g Roa do Crespo n. 17.
Vendem-se coi tes de cambraia a quilla
com muita fazenda pelo iircgo de 2500 e
3#, pechincha admiravel s vista se 1
35 acreditar e mandam-se amostras.
BMIS
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C,
ra do Vigario n. 3, umbello sorlimento de
mesmos
3*500. organdis da mais fina que ha no mer-1 fifJSSSZZSJZ SJtTSt-
Jo a 19000 o covalo, cambraias de cores cadinho de lindo a ICO o covado. lencos brancos
de padrees muilo delicados a 800 rs. a vara, ditas com barra de cor i 120 rs dilos brancos com 1
de oulras qualidades a 6C0 rs. a vara, ricas chitas co'l,?00 rs- a'godo monstro com duas largur
t_____ L ...i,.. ...i;,i.iac oA qnn a 60 a va,a- laazinhaaoe duas larguras, fazen
bi-
ras
zeoda
farncezas de muilo boas qualidades a 280, 300, nova p(lia rUdolaM0 rs. covado, onfeiles dn
320, e 400 rs. ao covado, a melhor que se pode tranca corn laco de fila para cabera de senhoras
imaginar, peilos para camisa a 2-O rs. cada una, a 25500, cortes de riscado para vestidos a 2g, pe-
corles de casemira de cores a 6S00, dilas em ' fJ msdapolao con. 4 l| palmos de largura a
j i 1 , mnnn i >rnii;..i..<. 1 4!f'00, chales de merino estampados muilo tinos
pesca de quadnnhos a 49000lo covado, gollinhas ^ A ,uja cs, aberU a(6 M 9 horQS Ja nojle
de muito bom goslo a 1$000, ditos de outros
bardados ricos a 3;>000, manguitos de cambraia
bordados a 38000, liras bordados e enirimeios
quesevendera por pre^o commodo, bombazil de
Carros.
Vendem-se 2 ricos carros, um grande e outro
o.ubsoui.uo.u ! r.^w w......^, ------- , ptqueno, bem aparelhados e elegantemente pin-
cores propno para roupa de crianc.as, e capinhasi tadoa lia Iarg0 do Curpo s,nl0 ecrip,or0 de
Manocl Ignacio de Oliveira & Filho.
Venda de predios
Metade do sobrado na ra Imperial n. 79, e
urna parle do sobrado na ra do Amorim, bairro
do Rucifen.37 : a Iratar na ra Direila n. 103,
das 8 da mauha as 6 da larde,
para senhoras a 19400 rs. o covado, corles de
cambraias de salpicos a 55000, cortes de cam-
braia enfeitadas com liras bordadas a 6*000,
e oulras muitas mais fazendas que ser difcil
aqui poje-las mencionar lodas.
8@S @@
Rcebeu-se um completo sorlimenlo de @
@ lindos vesiidos de seda edephantr.sia.com
10 babadinhos ou saiolo : na ra da Cadeia @
loja n.23, de Gurgel & Perdigao.
g@@ @^e@@
Mtanaa
Recebeu-se ricas taimas de seda fei-
W> las de croxe, capinhas, capas de grosde-
3| naples e manteletes, Otas para sinto e Sg
grosdenaplos de quadriuhos em pega pa- *>>
m> ri covados na ra da Cadeia loja u. 23, 3g>
^ de Gurgel & Perdigao. ft
Asnoivas.
Ueccbeu-se pelo vapor francez os mais moder-
nos corles de vestido do blonde, mantas, touca-
dos, luvas de pellica de todas as cores ; e ven
dem-se tambem as mais commodas saias balao
de nova invenco ; na rus da Cadeia, loja n. 23,
de Gurgel & Perdigao.
Roupa feita barata.
Paliioude casimira escuras a 45000, ditas de
alpaca prela 435000 e 59*.00, camisas brancas
ede cores a 2*000, ditas de fuslaoa 29500
serolas muilos finas a 19600 e 2000, palitots
de brim pardo a 3S000 caigas de casemira pre-
ta e de cores, palitots de panno prelo sobre casa-
cas, colleles de casemira prela ede cores, dilos
de veludo peto e de cores ; um completo sorli-
menlode roupas feitas
Viuho Bordeaux,
Palmer Margau'x, em caixas de lima duia, aulor
Jales Ilue (J C, na ra do Vig'ario n. 19, pri-
meiro andar.
Carvao animal
de superior qualidade, vindo de Lisboa ; na ra
do Vigario 11. 19, primeiro andar.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu depo-
sito da ru3 da Moeda n. 3 A, um grande sorli-
mento de tachas e moendas para engenho, do
muito acreditado fabricante Edwin Maw a ira-
lar no mesmo deposito ou na ra do Trapi-
che n.4.
N. 19.
Armazem de azendas ba-
ratas, amado Quei-
mado.
Sapaloes de cou 10 de lustre............ ti{ 00
Sapatoes para menino................. 2;CC0
Sapalos'de tranca...................... > ]g280
Sapatos de couro de lustro e enlrada
baixa................................. 45CCO
Sapalos de ouro do luslro e enlrada
baixa para baile...................... 3-|CC0
Calcados para senhora.
Borsifjuius elsticos gaspeados de ver-
niz com salto e fazenda de cores___ a f-fHo
Spalos de couro de luslro............ IjofO
Spalos de marroquiro................. IjlOO
Sapalos de duraque.................... 5(.o
Vende-se ouiros muilos calcados baratos com
dinheiro vista.
Ainda coniina a estar para se vender,
permutar por casa nesla cidade, e em uliiu^o ca-
so, arrenda-sc a quem lizer 3S obras c eoncertos
! que acaso precisar, sendo descontada a quanlia
gastado aluguel que tiver de pagar, o sitio da
I travessa do Koruedio na freguezia dos Afogado?
D. 21 ; quem o pretender, entenda-se com seu
proprietario na ra de S. Francisco, como quera
vai para a ra Bella, sobrado n. 10, ou na alfan-
dega, aonde empregado.
Vende-se urna mulata perfeita engoniira-
deira o perita cozioheira e lavadeira, de idade
pouco mais ou menos, de 25 annos ; quem a pre-
leudcr, dirija-se a ra do Queimado n. 51, ojo.
Venda de predios.
Melado do sobrado da ra Imperial n. 79, t
urna parle no sobrado da ra do Amorim n. 37 :
a tratar na ra Direila n, f03, das 8 da manhfl s
1 6 da tai de.
120|0(H>.
I Damasco.
Vende-se urna colcha de damasco carmizim,
i com rica franja e borlas de seda, proprio at ; ara
I ornar janellaa, val 2C0| e vende-ce por 120j a
tratar na ra da Imperalriz n. 12.
Pao de Senteio novo.
Acha-se todas os quoitas r sobbados, das 11
horas do dia em dianlc : em Santo Amaro, po-
dara allemaa, e na ra da Imperalriz n. 2, ta-
berna.
Coke (carvao.)
ou combustivcl para cozindas, caldeiras, etc.,
muilo econmico p.va as casas particulares : ven-
de-se na fabrica do gaz em oorees un, quin-
tal para cima a 1? o uuinlal.
3*0 rs a vaia, liras bordadas mui-
19500 a |ero, riscado francez fino
o covado, golnlas de ponas bor-
Ricos corles de gazc de seda e phantazia com '
duas saias, (pela lerca parte do seu valor
cada corte.
Lences e coLertas.
vado ,cassas de cores a 240 rs., chita larga a
200, e 240 rs., capas de fuslSo enfeiladas a
590C0, casaveques de can.briiia e fil a 5&000,
perneadores de cambraia Lordados a lWooo, MG&&&&$&S jKfiS' ftl''
A loja de marmore
recebeu vestidos de blonde bordado para Sg
casamento. _,
X loja de marmore
1 receben vestidos de seda de cores do ul- c:
propria para cobeilae roopoes a 320 rs., es- S' limo gnsio. |
guiaode linbo a 1:>200 a vara, roupea de %9&& OKS 9KiKSK G&tK$
seda feilos a 129C0O, vestidos de seda mofados II A loja (te man. 010 II
a 8J>000, luvas arrendadas a ICO rs. o par, |? recebeu vestidos de phantasia do ullin
vesiidos de grosdenaple prelos com barra de ^ osto. ^
A loja de marmore
babados a
; to finas a
,a 16( rs.
dadas a 250O, manguitos de cambraia e fil
a 29000, camisinlias bordadas muilo finas a
12000, chila larga com lustro e milite fina
cor a 20;>000, palitos de pao prtto e de ce res
de 16^000 a 20I0U0, sobrecasacas de panno
1 muilo fino a 25JJ000, caigas de castn ira prela
le decore= de 6j>0()0 a 109000, dilas de biim
I.encoes de bramante, aito de panno de linho, 1, .. n r-inn i-
cobertasa chineza pelo ba.alo preco de lgSOO. franco e de cores de 2-CC0 a ovCO, pal.tos
Vestidos de seda. debrira bram:0 ede C,esde *5C0 '6*000
2K recebeu vesiidos bramos
gf bordada do ullirxo goslo.
cambraia $i
m
DE
N\ I.OJA. , HMAZmil
DE
Rocebeu-se uin completo sortiraenio de
pulceiras de sndalo, boto pora colele,
extralos, essencia e banha fina : na ra
da Cadeia loja n. 23, de Gurgel & Per-
digao.
S
Vinagre braneo,
superior.
Vende-se vinagre branco superior em barris de
quinto, por prego commodo ; na ra da Cadeia
do Recite n. 12, escriplorio de Bailar & Oli-
veira.
Recebeu-se os mais moderos cha-
peos de palha enfeitados corn plumas ou
flores ; na ra da Cadeia loja n. 23, de
. Gurgel 4 Perdigao.
Julio & Conrado
querendo acabar um resto de camas de ferro, tem
resolvido a venderem por 15$, 20 e 25$.
Ultimo tom.
Alpaca de seda de quadros a chineza, rindas a
primeira vez ao mercado : em cisa de Julio &
Conrado.
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RA DO QUEIMADO 40
Defroute do becco da Congregacao letreiro verde.
19000
Ricos vesiidos de seda para meninos e meni-
nas, fazenda superior, fetos no Rio de Janeiro
por urna das melhores
preto de 8?.
Chitas francezas.
Chitas francezas proprias para casa por
escuras, e dilas claros a 20 rs. o covado.
Colchas de fusto.
Grandes colchas de luslo com ricos lavores a
5500.
Chales de merino.
Chales de merino bordados, franja de seda, a
5#00, ditos estampados a 3?L0O.
Paletots escuros.
Paletots escuros a 2J600 cada um, cambraia
organdys a 500 rs. o vara, ditas muito tinas a
640 rs., baloes de malha a 5g, ditos tapados a i$,
lencos brancos a 1J800 e 2g, algodrio com 8 pal-
mos de largo a 600 rs. a vara. .
Ricos manteletes.
Os mais modernos manteletes pelo preco de
30S00O.
ditos de alpaca de 3C'C0 a 8$000, ,m
trancado de algedao com 9 palmos de largura
modistas, e pelo barato j proprio para loalhas a 900 rs. a vara, damas
.co de laa com 9 palmos de largura a IjOOOo
i covado, velbutina prela a 400 rs., brim de
i linho de cores a IJrSOO o curte, rr.eias cruas
para homem a 1$200 a duzia, camisas de
Loja das 6 portas
linho inglesas a 32?000 a duziat pecas de
madai'olo fino a 49500, corles je lanzinlia
muito fina rcm 15 covados a 8C00 rs., ca-
misas de cores e brancas de 195C0 a 38000,
e outras muitas fazendas por menos do sen
valor para fechar conlas.
5)

Compendios
A loja de marmsre
g| recebeu manteletes, ronds, taimas, re-
n^ regrinas e mantas do ultimo goslo.
. ate m m, m, m m m m m m |
"l Aloja de marmore
* receben novo sorlimenlo de bouinus be- S$
E douine para sabida de baile. Se
: k k: wf ess. k ^ && m a^ m 1
A loja de marmore
I recebeu novo sorlimenlo de enfeitrs po- ^
, 10 vesiidos, induindo bicos de blond.
A loja de marmore
> recebeu novo soilmenlo de chapeos e sv
| enfeilfs para senhoras. jfc
PARA
Instrucgao primaria.
Grommalico porluguezo, ullima edico, pelo
professor Castro Nunes, encadernada.carlanada e
brochurada, arithmelica pelo mesmo carlonada,
corlas de Abe, laboada?, calhecismos de doulrina
christaa, paulas, Simo de Nanlua, Economa da
n t ; Vida Humana, ludo por mui acommodado preco :
em frente do Livramento na rua do imperador n. 15.
LaZnliaS a 500 rs. I. Vende-se ama boa t-scrara ainda moga e de
Camisinhas muito bonitas com duas larguras^08 conducta, que sabe perfe.lamente coser cor-
para vestidos de senhora a 500 rs. o covado, cor- ,ar vestidos e rour-oes. trabalha em labyr.uthos,
les de riscado francez para vestido o 2. oooo Penteio quolquer senhora com delicadeza, e en-
baloo parr menina a 39500. das para senhora a i gon)ma alguma cousa : quem a quizer comprar,
jnnk ^ H.cn mT.dr,. mm npnhn- k Ini < dirija-se loja de Joao da Cunha Magalhaes, na
rua da Cadeia do bairro do Recite, que dir quem
a vende.
4g500e 5 ; d-sc amostra com penhor
est aberla al as 9 horas da noite.
A loja
Seda de quadriuhos muilo fina covado
Enfeiles de velludo com froco prelos e
de cores para cabera de senhora da
ultima moda
Fazendas para vesiidos, sendo seda la
e seda, cambraias e seda lapaa e
Iransparenre, covedo
Luvas de seda bordadas e lisas para
senhoras, homens e meninos
Lencos de seda rxos para senbora a
29000 e
Mantas para grvalas e gravatas de
seda de todas as qualidades
Chapeo francez forma moJrrna
Lencos de gurguro prelos
Hicas capellas brancas para noivados
Saias balo para senhora e meninas
Tafeta rxo o covado
Chitas franceza a 260, 280, 300, e
Cassas francezas, a vara
2550O
89500
2*000
#500
#3*0
#600
Selim prelo azul e encarnado proprio
para forros com 4 palmos delargnra
o covado
Casemira usa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de miron bordados, lisos ees-
lampados de todas as qualidades
Seda lisa preta e de cores propria para
forros com 4 palmos de largura, o
covado
Ricos corles de seda prelos e de coros
com 2 saias e de babados
Ditos de gaze e de seda phanlasia
Chales de loquim muilo finos
Crosdenaple prelo ede cores de lodas
as qualidades
Seda lavradapreta e branca
Capas de fil e visitas deseda prela
com froco
19600
29000
l#500
Resumo de potica.
Indispensavcl para os prximos examesderhe-
torica ; esl venda na livr.Tia classica, n pra-
ca de Pedro II n. 2, a 500 rs. cada exemplar.
Attenco.
Milho, farinha e farello.
Vende-se continuamente saceos grandes com
farello de Lisboa, milho em saccas, feijoo mu-
latinho e omarello, arroz deMaranhao e do cas-
ca, courinhos de cabra cortidos, e ludo se ven-
de por menos do quo em oulra qualquer parle;
no pateo de S. redro n. 6.
Vende-se um cabriolet de 4 rodos, 4 as-
seutos, com um bom cavallo, pelo preco de iOOj:
na rua Nova n. 22,
Cera e sebo.
Vende-se cera de carnauba a 99 a arroba, sebo
retinado do Porto, em caixoes e em barricas a
109 e 109500, velas de composico simples a
US na rua da Cruz, armazem n. 33.
Vendem-se dous escravos chegados ha pou-
ca do serlao, sendo um delles sapaleiro: na rua
da Cadeia doRecife, loja n. 35.
Calcado de Melis.
Na loja do Arantes vendem-se a dinheiro
vista borzeguins de Melis de cordavo, bezerro
verniz, e pellica a 13J, sapaloes de bezerro, dito
de cordav jo a 8jJ.
Vende-se um escravo crioulo de
idade de 21 annos, muito sadio, bonita
figura e bom olicial de carapina, tam-
bem sabe bolear : a Iratar na rua Real
do Mondego sobrado n. 6.
Vende-se urna podara bem afregnezda,
com 2 cavallos, 1 moinho com torrador para caf,
em Olinda, rua de Malinas Ferreira: a tratar na
mesma.
Vende-se urna carroga nova para cavallo :
na rua da Concordia, tenda de ferreiro defronte
do armazem do sol.
Novas peinchas.
Cassa Gna franceza o covado a 2t0 rs., chitas
francezas coloridas, lindissimos padres o covado 30, em caa de Joao da Silva Faria, sera genc-
a 240, MO a 200 rs.: na rua do Queimado n, 44. rosamente recompensado.
Penciras de rame a
Peneiras deararre proprias para padaiia o re-
fiooc.io, pelo barolissimo preco de Co : na loja de
ferragens de Vidal & Bastos", rua da Cadeia do
Recite n. 56 A.
Vendem-se 2 burros de roca heapanh la
legitima : a tralor no rua do Vigario n. 10, pri-
meiro andar, onde tambem tem farelo de Lisboa
superior.
Escrayos fgidos.
Escravo fgido.
Um muiato claro, magro, com pannos prelos
na maca do rosto, representando ter 2o annos
e idade, natural do Rio do Peixe, chamado
Luiz, desappareceu no dia 30 de oulubro da casa
do Dr. Cosme de S Pereira, de quem esciavn ;
suppe-se ter levado um cavallo prelo do Sr.
Roslron que se havia sollado, 8 que elle fura
ero busca do mesmo ; suppe-se mais que sua
roulher de nome Maria tambem o acompanha,
levando um pequeo bah de flandres : roga-so
as auloridades policiae e a outras quae.-qutr
pessoas que o prendara, e remellara ao seu se-
nhor, que pagar qualquer despeza.
Pugio no dia 17 do correla a prela Caela-
na, de na^o Costa, idade de 40 annos, pouco
mais ou menos, estatura alia, secca do rorpo o
bem espigada ; levou vestido, de alg..doo azul,
camisa de algodao branco e panno da Coso azul,
costuma andar com um panno amarrado na tes-
ta, lera cabellos brancos na frente da eabeca :
quera a pegar, leve a rua das Larangeiras n. '18,
que ser recompensado ; assim como proleila-
se cora o rigor da lei conlra quem a liver ocou-
tado.
Fugio no dia 12 do correte, do engenho
Mega de baixo, o cabra de nome Jos, seiro,
cabellos caxiados porm curios, raaos e ps bem
feilos, tem lodos os denles, e reprsenla ler '0
annos de idade, levou vestido urna camisa de al-
godao azul de listras c aberla na frente, e urna
ceroula de algodao da Baha, comprida, que pa-
rece caiga ; quem o levar ao dito engenho, m-
tregando-o a seu senhor Jeronymo Carnelro do
Albuquerque Maranhoo, ou na rua da Cruz n.


fS)
DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FEIRA 22 DE NOVEMBRO DE 1860.
Litteratura.
O casamento considerado debaixo do
poni de \ista de sna natureza.
O casamento om o novo prisma porque o vamos
considerar, apreseula-se-nos indubiiavclmenle
cumo um coniraio lodo particular, santificado
em sua aesraa instituicao. Difireme de qual-
quer oulro contrato, elle se reveste de urna tri-
plico forma que o torna bello o magesleso ; elle
ao mesmo lempo um contrato natural, civil o
religioso.
Quando consideramos no casamento como sen-
do a baso de loda a sociedade, como dando ori-
pem s familias, que sao os elementos constitu-
tivos do estado, nao podemos deixar de reconhe-
ce-lo como um contrato civil; porquanlo a so-
ciedade, leodo o maior interesse era nao deixa-
k entregue ao dominio das paixoes. e aQm de
roder garantir os direilos e obrigacoes recipro-
cas que elle faz ntscer, sempre o sujeitou & cer-
tas formalidades. (Dr. Braz.) Todava nao
a sociedade que tira a sua forca, porque se as-
sim fosse elle seria urna instituicao da socieda-
de, o que contestamos ; a sus forca vm de mais
longe, e a sociedade nao faz mais do que abra-
cado como urna cndilo necessaria para a sua
existencia.
Como qualquer outro contrato, elle funda-se
no consenso das partes, que se unem estreita-
cenie pelo laco das obrigacoes, e tem flns que
es contrllenles procuram alcancar, e por isso
timbera elle um contrato civil. Mas d'aln nao
se segu, como pretende Burlamaqui, seguindo
c seu descarnado racionalismo, que considerado
em si mesmo elle seja um contrato civil, que
r.ao tem urna relacao directa cora a religiao. e
que soja por principios tirados de sua relacao
coni a sociedade humana que se deva decidir
a_ quostoes particulares que lho dizem re3peito.
Nao ; repelamos esta extravagancia de Burla-
maqui, quo nos conduzria s mais desanimado-
ras consnqnencias. O casamento s se nos re-
vena como uro contrato civil quando o conside-
ramos debaixo de um ponto de vista secundario;
encarado em sua essencia elle summamente
religioso. Tudo quanlo respeita ao carcter do
casamento, diz Monlesquieu, sua forma, roa-
neira do o contrahir, fecundidade que procura,
a qual fez comprehender todos os povos qu
elle era objecto de urna benco particular, que
cao lhe sendo sompre inherente, dependa de
cortas grecas superiores, tudo isto da aleada
da rejigio. As consequencias dc^ta uniao em
relacao aos bens, s vaulagens reciprocas, tudo
quanto respeila familia nova, aquella de
quem ella sanio, A aquella que deve nascer : tu-
c i feto pertence s leis civis.
, pois, fra de duvida que o casamento con-
siderado em si mesmo e independenle de seus
e'.eilos, quer naturaes, quer civis, 6 um contra-
to sumroamento religioso, por isso que, como
oiz Portalis, a essencia deste contrato a unio
das pessoas e os bens se entram nelle por ac-
cidente. Alm disto a origera divina do casa-
mento concone para provar que primeramente
elle e um contrato religioso, para depois ser um
contrato civil. Se o casamento anterior so-
ciedade, porquanlo delle quo resultara as suas
partos componentes, se em vez d'o casamento
Siippor a sociedade, esta que o suppe, e se
elle tem, como j provmos. urna origem divina,
a lgica nosautonsa concluir que mais fcil
e- verdadeiro analysa-lo, abslrahindo do seu laco
civil, do que do seu lado religioso.
Ao mesmo lempo, porm, que elle se nos
aprsenla como um facto civil e religioso, nao
possivel deixar de loma-lo lambem como um
laclo natural. Se nttendermos que a natureza
do homem o leva instinclivameute para a socie-'
ciado, fra de cujo gremio elle nao pode existir
c que este espirito de sociabilidade urna ne' i
CeSSldade para elle, porque desde o principio foi '
assim. e que jpelo casamento quo isto comeca
i. ter lugar, seremos levados concluir que "o
casamento 6 um contrato natural em tudo con-
forme natureza do homem, o qual foi creado
macho e femea. Todava nao devemos conside-
rar o casamento smenlc como um contrato na-
tural o quesera, na phrase do visconde de
iiunald, avancar queo estado civil e religioso
cao est era a natureza do hornera.
Ocasamonln. oc-is. como contrato, acompa-
Lhado de tres atlnbutos nseparavei, de sua na-,
liirezacivil, natural e religioso; considera-lo
debaixo de um s aspecto desconhecer a ver-
dado quo vislumbra com lano esplendor. E
isto mesmo nos ensinado por S. Thomaz de''
Aquino, quando nos diz : malrimonium, in1
quantum esl oflicium natura, slaluilur jure]
nalurali; in quantum est oflicium communila-
lia, slatuurjure civili; in quantum esl sacra-
menlum statuitur jure divino,
II
Nao como contrato que o casamento mostra
toda a sua belleza e sanlidade, nao 6 como tal
que elle conserva a primazia no espirito des hu-
manos, elle anda se cobre com vestes mais su-
blimes e mais puras, alera de ser um contrato
Mil genens, tambera um sacramento grande:
sacramenlum hoc magnvm est.
Nem pode ser de oulra maneira avista do raa-
gestoso espectculo que nos ofeiece o casa-
mento.
Vede esta virgem chrisla, encerrada at
enlao na casa em que nascra, fiando-se por si'
mesma em um homem que nunca vira, e aman-
FOLIIETIJI
GUY LEVINGSTONE
ou
A'TODO TRANSE
POR
Jorge Alfredo Lawrence
XVI
[Conlinuarao.)
Connell, conlinuou Ralph, ide serrar as
oseadas, quo deitim para o lerrciro. Liles nao
attaearao provavelmeule as janellas degrade, mas
convm tomar todas as prerauces : depois vol-
tae, e ajudao Fritz eulrincheirar cora as ca-
deras e os movis a escada e a sala visinha,
Ouarnecei as grades ao comprido com os colches.
que poreisde dous em dous, tendo o cuidado de
deixar espaco para que so possa alirar. Acrendei
tojas as alampadas e ide procurar oulras luzes ;
nao veremos rauito s claras depois das doze
pnnicirss descargas. Quanto tverdes acabado
yoltae fallar-me. Agora se descessemos
janlar ?...
Nao coro de confessar que eu tinha pouco
appetite ; entretanto senlei-rae mesa. Kate ti-
uha-se relirado seu quarto. Se lhe fallava co-
lagem, elia nao o queria deixar ver.
De repente nosso hospede levantou-se e foi
janella. Suas oucas exerciladas linham ouvi-
do o passo do cavallo, que Moddox montava fra
fazendo o menor barulho possivel. Vimo-lo pas-
sar furto por debaixo das arvores, al que fal-
tou-lhe a sombra deltas. Euto, elle poz Sun-
leam & galope e atrevidamente o fez sallar a
grade.
Um grito rouco levanlou-se da estrada, e
vimos correr sombras figuras, e partir um tiro
justamente no memento em que o cavallo saltava
para passar a grade. Ello deu urna rude panca-
da de encontr barreira e fez voar estilhacos de
pao, que alvejaram ao clarao da la ; mas j
eslava do outro lado.
Retivemos o hlito, era quanto muitos tiros
ensinavam-oos que tinham feiu fogo sobre o fu-
gitivo, o qual entretnto nao parou a carreira e
com grande allivio nosso ouvimos succeder 'ao
arranco desordenado de seu cavallo um gallope
mais moderado. '
<' Ao mesmo lempo o vento trazia-nos um gri-
to alegre de :
Avante 1 avante I
mi *."" A, aqui lufl0 Tae bem> diz enlSo RalPh
Mohun, tornando sentar-se mesa para atacar
imperturbavelmente urna gallinhola magnica :
nao vos apresseis, senhores, anda tendes tres
{*) Vide Diario n. 267.
do-o desde o primoiro da como seu proprio
ser 1 Vede este mancebo, do seu lado, unndo-se
a ella que lhe era ealranha, e preferindo-a logo
todos os seus amigos, todos os seus familia-
res, e at aos seus proprios paes. Eis que es-
ses mesmos paes, quem se nao tira impune-
mente a mais pequea parte de seus bens, dei-
xam sem pesar e al com prazer que se Ibes lire
sua fillia e seus thesouros. (S. Joo Chrysos-
i lomo.)
i Maravilhoso espectculo o amor mais casto,
o amor mais puro e acrisolado, acompanha toda
esta scena grandiosa ; e elle que fundamenta es-
ta unio to magnifica aos olhos de Deus e dos
homens; esto amor, oriundo de Deus, que faz
o homem desprender-se dos bracos dos autores
do seu ser. para se tancar nos de urna mulher
porm de urna mulher que tem do comparli'har
com elle a vida, que o lem de acompanhsr em
iodos os amargurados transes de sua peregri-
nagao.
Nao urna mulher como qualquer oulra,
urna esposa, o este rime encerra o que de mais
importante existe sobre a trra : elle o oasis
no deserto da vida. Esle amor em virlude do
qual dous extrauhos se entregara obstinadamente
nao pode ser obra senao de Deus, que originan-
do todas as cousas, creou lambem urna mulher
para completar a personalidide do homem. Ento
nos nao vemos mais dous seres que se olhara
cora tal ou qual indifTerenca, que se tornara ex-
tranhos sorte um do oulro, vemos dous entes
que se querem extremadamente ponto desacri-
Iicar-se um pelo outro. O amor conjugal, diz
um escriplor do nota, que a alma dos bons
costumes, nasce da conveniente unio dos es-
posos, da inclinado e estima que se professam
e larrbem do senlimenlo profundo que elles lm
de seus deveres. E' esle amor sem egual que
sustenta o equilibrio na ordem familiar, e faz
cora qne reine nella urna ordem perfeita; elle
que marca a distancia entre o amor do marido e
o temor da mulher, entre o poder dos paes e a
obediencia dos filhos.
E'considerando em toda esta sublmidade do
matrimonio ; considerando no magesloso acto
do dous entes, que cheios de dedicago ura pelo
oulro abandonara a casa paterna, na qual eram
cercados de lodo o calicho sob os vistas de seus
proprios paes, e passadosdo mais vivo amor se
enlregam nos bracos um do outro; conside-
rando que um amortao intenso, que transforma
, duas carnes e dous espiriios em urna s carne e
em um s espirito, nao pode ser obra do mesmo
homem, que S. Paulo diz ser o matrimonio um
grande sacramento sacramenlum hoc man-
man est.
Mas islo anda nao ludo; depois de haver
elevado o sacramento do matrimonio como que
; cima dos outros sacramentos, S. Paulo contina
i ego anlem dico in Chrislo el in Ecclesia. E
e ahi, debaixo do grandioso manto de um mys-
lerio quo o casamento se revesle da mais eleva-
da santidade, 6 sob este veo inysterioso que elle
se nos offeroce verdaderamente grande. Da
mesraa maneira que o hornera deixa a habita-
cao de seus paes, as alegras e os transportes da
casa paterna para se procurar una esposa ; da
mesraa maneira Deus humanisado na pessoa de
Jess Chrislo deixa os esplendores da sua celes-
tial morada, e representando o Filho deixa seu
pae no co e desee sobre a ierra, alim de contra-
hir urna formosn unio, cheia de lo benficas
consequencias com a egroj sua esposa bem-
amadu. E vista de um espectculo to ma-
gesloso, do urna scena lo raaravlhosa, nao
possivel deixar de exclamir com S. Paulo
sacramenlum hoc magnum est in Chrislo et
in Ecclesia,
Sim ; , na verdade, urna unio prodigiosa,
esla que lende nos leuibrar cada passo os I
eslreitos lagos polos quacs o mesmo Deus so acha '
ligado sua esreja, c por conseguinle nos; '
urna sublime unio esta que nos representa um i
to inefavcl mysterio, que desde o principio do
mundo entrounas vistas da Providencia ; porque
nao a unio do hornera e da mulher que foi
o typo original, o modelo da unio de Jess Chris-
lo com a egreja, mas a unio de Jess Chrislo
com a egreja que devia consumar-so na plenitu- '
de dos lempos, que foi o typo original, o modelo'
da unio do homem e da mulher no principio do
mundo ; (Vcotura)); assim as coudices do es-1
ponsalicio de Jess Chrislo e da egreja nao foiam '
estabelecidas sobre as condices que Deus tlxra !
ao casamento do homem e da mulher, mas as
condices do casamento do homem e da mulher
s foram estabelecidas sobre as condices que
que Deusfixraiao espousaliciode Jess e'da esro-'
ja. [Ventura.! >
O casamento, pois, alm de ser um laco que
prende o homem mulher para a propaga'co do
gen ro humano, educaeo dos filhos, e feliz au-
xilio que mutua e reciprocamente se prestara os
consortes, alm de ser a base da feliciitade do
corpo, tambem um sa:ramento que achando I
sua inslituicao em Jess Chrislo, coufere a graca !
aos que o recebera com as devidas disposires';!
e urna unio que serve de preludio mais per- i
feila educaeo, que por sua vez o mais forte ba-'
luarto que sustm o fortifica os principios rcli- '
giosos em urna sociedade ; o por isto que o ca- '
smenlo dore ser dominado pela religiao, visto
como sem urna regra religiosa, o casamento nao I
smente urna allianca de desordens, de immo-
ralidades, urna dissolucio da familia, anda
urna causa permanente de tristezas, de perturba-'
ges, de suplicios raoraes; (como nos diz Seguier
em sua obra Grandeurs du Catholicisme.) a
base da felicidade d'alma : tn ecclesia, nuptiarum '
non solum vinculum, sed etiain sacramentum
commandelur. (S. Agostinho.)
Todos os povo3 do universo, diz o novo apos-
tlo das gentes, anda os povos pago, inda os
povos selvagens, anda os poros que tem mais
degradado o casamento, sempre Azorara delle
um acto religioso, um sacramento seu modo
urna sagrada allianga, da algada osoba tutela da
religiao ; e os herticos antigos e modernos, que
tem ousado riscar o casamento do numero dos
sacramentos eslo em opposicao, em rebellio fla-
grante em face nao s da egreja universal, como
lambem das doulrinas primitivas e da f de loda
a humanidade. O casamento, com effeito nun-
ca deixou de ser. um sacramento, antes
mesmo da magnifica ceremonia das bodas de Ca-
na ; Jess Chrislo nojfez mais do que oulhorgar
, ao casamento, que al ento signifkava um mys-
: teo futuro, a graca de significar um mysterio
presente, de sorte que elle flcou por si mesmo e
pela acro que orealisa conferindo a graca san-
lilicante de que signal, como nos ensina a Iheo-
logia. E lano verdade que o casamento sem-
i pre e em lotos os lempos foi um sacramento que
,S. Leo diz-nos que a sociedade das nupcias foi
d.e.sde Pringo constituida de tal sorte que
alm da unio dos sexos tivesso om si o sacra-
mento de Chris'o e da egreja-soct'ea nuptia-
rum, ab inilio Ha fuit constitua, ut prmpter se-
a-uum conjunctionem haberil in se Chrisliet ec-
clesia sacramenlum. (1)
De ludo quanto havemos dito at aqui v-se
claramente que o casamento nao soraente ura
contrato, mais alguma cousa, ura dos
sete sacramentos da egreja, forma esta que lhe
confere loda a grandeza e importancia de que elle
se revesle no seio da christandade d'onde po-
demos dizer com sua santidade Po IX que o
i sacramento nao urna qualidade accidental su-
perposta ao contrato, mas quo da propria es-
I sencia do matrimonio, de tal sorte que a unio
j conjugal enlre os christos nao legitima se nao
no matrimoniosacramento, fra do qual nao ha
mais do quo um concubinato.
Nem se queira por em duvida que o casamento
seja um sacramento, pois que a egreja se apr-
senla para sustentar a inviolabilidade dos seus
dogmas, e fulminar penas contra aquelle que
ousar por raaos sacrilegas era suas sacrosantas de-
cises : se alguem disser que o matrimonio nao
verdadeira e propriamenie ura dos sete sacra-
montos da lei evanglica instituido por Nosso Sel-
nhor Jess Chrislo, mas introduzido na egreja
pelos homens e que nao confere a graca, incor-
ret em excommunho ; si quis dixerit matri-
momumnon esse ver el proprie unum ex sen-
ten legis evangehea sacramenlis Chrislo do-
mino xnstuutum sed ab hominibus in ecclesiam
inventum eque graliam conferre anal he ma
s. [i]
O matrimonio chrislo urna verdadeira
unio enlre os esposos, unio que Deus elevou
pelo sacramento al si mesmo, e que sob sua po-
derosa mo se tornou nao smenle sublime, mas
tambem inleira e perfeila, como lodas as grandes
unioes que o Todo Poderoso operoutal como a
unio da alma cora o corpo,a unio do verbo
divino com a humanidade. Cousa admiravel I
eotas tres especies de unioes repousam rm ura
principio de semelhanca absoluta, e manifestara
claramente o plano primitivo e glorioso da Pro-
videncia. Na unio da alma com o corpo nao ha
senao urna s personalidade a personalidade
humanae a unio das duas substancias du-
rante a vida indissoluvel. Na unio do verbo
com a humanidade nao ha lambem senao urna s
pessoaa do Jess Chrislo ; e a unio das
duas naturezas para sempre inseparavel. No
matrimonio o esposo e a esposa nao forraam se-
nao urna s carne, e sua unio durante a vida nao
pode ser quebrada por nenhum poder humano
[Prislr.lnfluence du chrislianisme sur le droil.)
III
Destas palavras de ristre que deixamos trans-
criptas temos duas grandes consequencias de-
duzir; a primeira que o casamento urna so-
ciedade indissoluvel por sua propria natureza ; a
segunda que elle urna sociedade mongama.
Tudo concorre para nos provar a verdade da
primeira consequencia ; c urna verdado que a
razo nos aprsenla, fundada era dados inconens-
sos, e que a religiao confirma com sua autorida-
de inconteslavel.
Plantar a doutrina da dissolubilidade do laco
matrimonial pretender arra3ar o edificio social,
diluindo o seu alicoree ; querer que este edifi-
cio contine em p aps a destruico da sua ba-
se ; querer que subsista a sociedade, aniquillada
a familia, querer um absurdo, pretender mes-
mo ura impossivel: tirae a base e o corpo dcsa-
bara itremissivclmenle.
E, com effeito, deixae os santos lacos do ma-
trimonio entregues s paixoes dos homens e i
traqueza das mulheres; consent que por si elles
possam desligar-se do grandioso compromisso,
que se impozeraro, e rede quaes sera os funes-
tos resultados de vossa obra de destruico: a
nimu.ade dos paes, a dissidencia dos Olhos, a
morto da familia, o o baqueamento da socieda-
de ; e tudo isto em razao de pr-se era pratica
a Ihcoria de urna palavra, por admittir-se o di-
vorcio ; que esta palavra o cancro que cor-
roe a unidade, que o divorcio a cbaga que
gangrenando a sociedade condu-la ao sorvedouro
do abysmo.
Apezar da fealdade que acompanha o divorcio
alguns escriptores tem tentado justilica-lo:
seus esforcos, porm, lera sido baldados, por-
quanlo, a egreja com autordade competente j
proraulgou sua deciso, e quando a egreja tero
fallado, est acabada a questao; (3) enlretan-
to. apreciemos alguns destes escriptores.
[11 Epist. ad Ruste. Narb.
(2) Conc. Trid. soss. 24 de roformat.
3] Mgr. Itendu Des e/forts du protstan-
osme en liurope.
E para nos singular a opiniao de De Real so-
bre o divorcio ; elle diz-nos que em face do di-
reilo natural nlo parece que baja cousa alguma
nem na natureza, nem no fio, do matrimonio
q.Uxe*exiJ'1 .que mar' at roorte, e que, alcaocado o flm, a procrea-
l\rlulS P,d,e,n 8e,8eDarar '' ro" 1ue- Pente
o d.reito c vil e as leis da egreja. um contrato
indissoluvel; de sorte que esle cscriplor acha-sc
em a mais polpavel conlradiccSo ; para elle exis-
te a niais perfeita antinomia enlre as prescrip-
goes do direito natural, do direito civil e da
egreja ; como se o direito civil nao fosse a con-
sagrado do direito natural, como se o direito
natural nao fosse urna parto da moral, e por
conseguinle do ensino da egreja (4).
L celebre que em urna obra cscrpta para o Del-
pnim de lranca.se nos aprsenle o direito natu-
ral, como urna expresso vasia de signihcico
e sem connexao alguma com a lei natural; mas
deixeraos De Real em seu isolaraento, e conti-
nuemos. '
Todas as sociedades tm isto de commum,
aiz liurlamaqui, que sao fundadas era certas con-
dices essonciaes. e que a obrigaco de urna das
parles relalira s da oulra, de tal sorte que, se
urna talla s obrigacoes essenciaes do contrato
a oulra livre cm dissolv-lo. E' forcar a natu-
reza das cousas querer applicar um contrato
odo especial, todo revestido de caracteres singu-
lares como o casamento, as mesmis leis e as
mesraas regras quo regulara os outros contratos ;
assim, e desnaturar a essencia do casamento,
rebaixa-lo de sua primeira grandeza, sujelta-lo
s mosmas condices de que dopende um con-
trato de venda, por exeraplo.
E' bstanle iutulivo que eulre o matrimonio e
qualquer outro contrato ha urna diferenca ex-
trema, e por isto que o contrato do matrimo-
nio nao pode estar sujeito s regras da resciso.
Se cm qualquer outro contrato a falta de cum-
pnmento do suas obrigacoes da parte de um dos
contrahenles podo dar lugar que o contrato
seja rescindido, o mesmo nao acontece com re-
lacao ao casamento, porque a sua resciso traria
mais inconvenientes do que a violaco do urna
das obrigacoes por um dos consortes."
Alera disto, que desvantagens nao resultariam
para a familia e para a sociedade desta theo-
na que nos ensinada dor Burlamaqui, o que
irrefleclidamente seguida por Felice, Belime,
Thiercelin, Ahrens e outros? O esposo que se
quizesse descarregar do onus do casamento, nao
i teria mais do que violar urna obrigaco, e vena-
mos ento o vicio recompensado ; alm de pos-
terga um dever, elle se separara e (icaria cs-
carnocendo do outro conjugo. E' verdade que
lelice diz que, para obstar aos abusos, seria de
mister alguma precauco; mas esta precauco
de nada servira, seria inteiramentc desnecessa-
na, porquanlo, depois de transgredido o dever,;
era inemissivel a dissoluco, e antes desta irans-
grenao o outro conjugo nao a poderia prever.
F.sta theoria tem anda o inconveniente de ful-
minar ura mal menor para acorocoar um mal
maior: dando o casamento como dissolvido, no'
caso de ser violada urna de uas obrigacoes, ella
vao incitar, rae ordenar mesmo o rompimento da
mais importante obrigaco do casamento, islo ,
a unio udivisivel do vida que os conjuges
se lem promeltido, celebrando o matrimonio.
Devemos considerar os estados; certamente ho-
mem, mulher e menino nao sao ideas to corre-
lativas que nao possamos, considerando urna, fa-
zer abstraeco das outras ; ellas podem existir se-
paradas : o homem vivo sem a mulher e existe
som o menino;' mas quando este homem, esta
mulher e esle menino compem urna familia,
mudam-se as significaces, e euto apparecem
novos lermos, que, ntrindo se da grande con-
nexidade quo reina entre elles, tornam as suas
deas inseparaveis. Nao raais ura homem, urna
mulher e ura menino, nao sao mais tres seres
diversos, ou, para raethor dizer, extrauhos uns
aos outros, sao entes que se acham ligados en-
tro si por meio de relaces to estreitas, que re-
presentara urna s pessoa moral. Sao ideas quo J
nao podem existir soladas; emloda a parte onde
se aprsenla um esposo, suggere-se-uos logo a
ida de urna esposa ; tambem a idea de Qlho
suppe s di ura^pae e urna me ; o ento eslas
entidades j nao podem existir separadas: ellas
se suppem reciprocamente como os elementos
coustituitivos da personalidade. Por isto que
Santo Agostinho. diz-nos que sendo a indissolubi-
lidade do matrimonio fundada na autoridade e
mysterios de Deus, o divorcio proclamado pelos
herticos nao seno urna inspiraco de Satn.
Com effeito, a indissolubilidade do matrimonio
parte de urna fonle loda celeste, ella acha seu
assento neslas palavras inspiradas por Deus
AdoI erunt do in carne una ; a forca que
acompanha eslas palavras bein demonstra qual
foi a intenoo do Creador, unindo no principio do
mundo ura homem urna mulher; e lano
verdade que a indissolubilidade do matrimonio
obra de Deus, quo Jess Chrislo, fallando com re
ferencia esla materia, ordena com toda a sua
competenciaquod ergo Deus conjun.iit, homo
non separet.
E' com bstanle pezar que vemos ura Ilustrado
escriptor, cujas opinies respeitamos, mas que
agora nao podemos deixar de combaler, se apre-
sentar para sustentar o divorcio. Thiercelin, com
elleilo, exclama : o divorcio incompativel
cora o dogma catholico Que impjrta se nao o
cora os principios do direito ? O dogma catholico
nao o direito ; a moral mesraa nao o direito,
se bcra que o direito derive do dever (5).
Certamente uinguem diz que o dogma catholi-
i co e a moni sejam o direito, mas o que se diz
I e o que todo o christao devo dizer, queko direil
i lo nao pode de maneira alguma ser contrario
moral, e muito menos ao dogma catholico. Mas
deixando de parte esta questao, ramos procurar
, provar que o divorcio oleode directamente os
! principios de direito, destruindo a familia e ar-
ruinando o estado, e que por consequencia deve
ser bamdo em vista mesmo das razes jurdicas.
Uesde que o casamento regulado pelas leis
da egreja e pelas do estado, estas leis nao oo-
dem deixar de marchar coherentes para o mes-
mo flmo progresso moral e. material da socie-
dade. Mas postas estas duas legislages vis--vis
urna da oulra segue-se que lei da religiao
que compele decidirse a laco ser indissoluvel
porque se as leis da religiao o houves-
quartos d'hora, lempo, quo Ibes ser necessario
para se reunirem. Clnntarf, vamos 1 um pouco
de vinho do Bheno ?
O mancebo, quem elle fallava, estendeu n
corpo sorrindo-se alegremente. A proximidade
do perigo nao tinha mudado a cor de suas faces
frescas e imberbes, rosease animadas como as de
um pagem em urna tela de Boucher.
Elle formava un brilhanle contrasto cora o
miseravel atlorney. que nos tinha seguido me-
sa sem ser convidado ; por quanto s se jul-
gava em seguranc.i no meio de nos. Ello se havia
agachado em um canto, com os cabellos escor-
rendo, e pregados do suor de um espanto mortal
em torno de sua face lvida .e agitada de con-
vulsoes.
Isto locou Mohur, supponho eu, o qual
poz a mo sobre o hombro de Clontarf, Ihe com urna docura de voz e de continencia pou-
co habituaes :
Nous dompterons le farouche montagnard
Come leur Tinchelldompie le gihier,
Qu'ils viennenl avec Tetan d'une bte fauvo
Nou les renverrons aussi douxqu'uu diiu apprivoit.
Apezar da anxiedade de um tal momento
nao pude deixar de rir-me com a idea de Ralph
fazer cilaces poticas, desse terrivel Sal
entre os prophetas
Entrei no quarto para animar a coragem de
Kate. Ella, cuitada, resignou-se, edeixei-a mili-
to calma : tinha em mira, e ma3 ainda em Mo-
hun, urna confianca Ilimitada.
Quando vollei, meus companheiros eslavam
na galena, a qual vollava em torno do vestbulo
que se ergua al o tocto. Nao havia accesso para
a parte superior da casa nao ser por urna esca-
da nlenca de podra. A cosinha, dispensa, etc.
achavam-se no andar terreo, o resto do qual era
deshabitado.
Ralph trazia comsigo as pistolas, e seu sabr
de cavallana, comprido, pesado, e adrairavel-
menie aOado, eslava suspenso ao alcance de sua
mo.
Eis aqui o que lenho rcsoUido, diz elle.
Vos e Connell lomareis as espingardas. As nao
rayadas carregam-se mais depressa, e convm
para esta curta distancia.
Clontarf, que nao conta tanlo cora sua infa*
libilidade, lera o poslo d'honra e guardar a es-
cada com seu sabr. Lanjae anda um balde de
agua l em cima, Connell. Est bem molhado ?...
Levantae as janellas.
Estas apenas tinham dez ps de altura do
soalho.
Alias sufocaremos ; mas haver urna boa
corrente de ar quando derrubarem a porta ;
um consol. Carew desejava dizer-ros urna pa-
lavra.
Enlo levou-me um cauto, e dsse-me em
voz baixa, mas com um semblante grave e
serio:
a Vos far-rae-heis a justica, succela o que
succeder, de que se eu nao fosse obrigado, nao
arriscara um s cabello da cabeca de vossa mu-
lher para salvar todos os atlorney, patronados
pelo pai das monliras ; mas, crede-me, se as cou-
sas forera mal succelidas, guardae urna baila
para ella. Nao a deixeis merce desses demo-
nios, eu os cauheco. Melhor seria para ella mor-
rerdezvezes, do que cahir em suas mos bru-
tees. Entreunto fareis o que quizerdes ; neste
momento certamente nao seria eu capaz de acon-
selhar-vos. Nesla galera nao entrar um ho-
mem antes que eu seja um cadver ; no enlariio
espero ccreio que ludo ir bem. Nao peicaes
lempo em carregar vossa espingarda, Fritz far
isso por vos, dei-lhe minhas nstruccoes. Apon-
tai friamente, e nao devemos perder urna baila
PoJeis escoiher a espada que melhor vos convier
tendes muilas vossa retaguarda. Ah ouco-os
approxiraarcm-se. Vamos, meus amigos, vossos
posto I
Ouvio-se um barulho de passos numeroso*
e oempurrao de urna multido contra a porta da'
sala ; urna voz forte e dura soou :
9 Cma vez por todas, queris no-lo dar?
Se nao queris, ramos toma-lo, o soffreres a
mesraa sorte que elle. Tendes lambem mulhe-
res ah, e...
Nao Iranscreverei por pudor o resto daamea-
?a. Sei aproas que essa ameaca deu-mo urna
terocidadede lobo, da qual nao te'rme-hia julga-
do capaz, porque por fim de contas eu sou um
hora hornom.
Mohun. que nao o era tanto, morda furiosa-
mente os bigodes, e a voz Iremia lhe um pouco
quando elle respondeu :
Alguma vez fizestes alguma supplic, Pierce
Delaney ? Tendes agora necessidade de alguma ?
se amanha virdes o nascer do sol, quero que se
me seque a mo no puuho.
lira grito agudo rornpeu da mullido dos as-
sa tuntes, e aopois a solida porta de carvalho es-
lalou, e geraeu sob os golpes de um pesado ma-
detro ; era alguns segundos os gonzoscederam, o
ella cabio dentro com um eslrondo. Tres usu-
ras selvagens, Irazendo ardiles e estileles.saUa-
ram por cima ; porm nao vimos apparecer o
Chele, Pierce Delaney.
O homem, que est vossa esquerda
perlence-vos, Carew ; Connell. lomae odo meio
diz Ralph framente, como so houvessemos le-
vantado um bando de perdues.
Emquanlo fallava, disparou a pistola eo io-
vasor da direila cabio por Ierra, sem um grito
nem movimento, morto redondamente, com o
crneo traspassado de parle parle. O guarda e
eu fomos quasi tao felizes. Houve urna pausa
depois urna invaso da parte de fra, urna des-
carga irregular de mosquetaria, e a parle aban-
donada da sala foi cercada de iuimigos.
Nao posso dizer exactamente o que passou-
se. Sei que elles retiraram-se muilas vezes por-
que a barricada era impenetravel, e que, emquan-
lo suas balas vinham morrer inoffensivas contra
os colches, cada urna-das nossas tinha seu effei-
to, porque nada faz alirar certo como ter pouca
plvora ; porm de todas as vezes que avanqa-
vam vinham cora urna ferocidade crescente.
Ouvi Mohun murmurar algumas vezes com
um tom de dc-scontentamento :
< Porque esle palife nao so mostra ? Nao
posso descubrir Delaney ? I....
Do repente ouvi um grito abafado minha
(4) De Real Lascience du gouvernemenl.
(5) Principes du droitpag. 106.
direita, o vi, tremendo, Clontarf levado cima
da balaustrada pela mo de um gigante, que eu
suspeitava ser o homem, quem procuravamos
desde ha muito. Com o favor da escurido pro-
duzida pela fumaca, elle sallara por cima da ba-
laustrada da escada, e agarrando pela gola ao
pobre rapaz, em um momento em que eslava
sera desconfianca alguma, cabio na sala, arras-
laudo sua victima comsigo. Como verdadeiros
sehag.'ns, os assaltanles reuniam-se era roda de
sua presa com ura grito de triumpho.
Antes que eu tivesso lempo de pensar no
que devia fazer, ouvi relinir-me nos ouvidos
urna blasphemia to terrivel. que roe fez estre-
mecer, mesmo nesse critico momento. Era a voz
do Ralph, a qual apenas reconheci, tanlo o
furor e a excilaro a tinham tornado rouca c aul-
tural.
Sem hesitar um momento elle lancou-se por
cima da balaustrada e cabio em p n meio da
mullido.
Os assallantes eslavam semi-bebados de
Wiskey e exasperados pelo cheiro do sangue ;
entretanto to grande era o terror inspirado pelo
nome de Mohun, que recuaram quando viram-o
assim, face ' face, com a espada na, com os
olhos chammejanles. Este terror pnico momen-
tneo sahou Clontarf.
Era ura instante Ralph o lancou para de-
baixo da abobada de urna grande port, e collo-
cou-se entro seu hospede e amigo e os seus ad-
versarios. Dous outros tiros oram disparados so-
bre elle sem resultado ; era dillicil opontar certo
em ura tal cahos : depois ura homem, Delaney,
lancou-se elle armado cora urna espingarda de
enorme coronha.
Finalmente diz Mohun, dando-lhe na
barba ura riso surdo eselvagem.e adlanlando um
passo ao encontr de seu inimigo.
Um golpe, quo loria sido c*paz de assom-
brar Behemoth foi com rapidez desviado pelo
sabr de Mohun ; e porum rpido movimento a
arma mortfera cabio sobre o rost > do bandido e
o fendeu com um s golpe, desde a sobrancclha
at a barba.
Seus camarades se precipitaram por cima de
seu corpo, furiosos, ainda que um tanto desani-
mados com a perda de seu mais formidavel cam-
peo ; mas elles linham de tratar com um pu-
nhal, que outr'ora coolivera respeitosos meia
duzia de hussares hngaros ao mesmo lempo, e
que tanlo com o gume como com a pona attin-
gia os inimigos como por encanto. Os bandidos
recuavam quando Delaney, tornado si de sua
terrivel ferida, exhalando blasphemias, que pa-
reciam correr com seu sangue, que sabia em
trrenles, chegouse arrastando-se Mohun,
cujos joelhos tenlou apenar para faze-lo ca-
hir.
Ah I houve um espectculo, que nos deve
perseguir ossonhos ! Eochei meu copo quando
o virdes vazio.
Ralph olhou seus ps c rio-se de novo com
esse riso feroz, seu sabr gyrou descrevendo um
largo circulo, e, forjando o fendo estender-se
por Ierra, dirigi a ponta do sabr sobre a gar-
ganta de sua victima epregou Delaney no pavi-
mento.
ou nao ,
sem estabelecido, e as leis civis regulassem que
elle se podo romper, seriam duas cousas contra-
ditonas. (6) E desde que reconhecerraos na re-
ligiao o verdadeiro fundamento da sociedade. se-
r forca concluir que as leis do direito que re-
gulam-a nao podem ser de urna natureza con-
j trria a das da religiao, e que por consequencia
o divorcio summamente infenso justica, ex-
presso do direito.
A sociedade domestica nao urna sociedade da
qual os socios se possam retirar no mesmo esta-
do em que para ella entraram ; nella a mulher
perde sua belleza, sua mocidado, sua virgnda-
de, e torna-se inapta para contrahir urna oulra
sociedade da mesma natureza. E nao sobe-
ranamente injusto, peguntaremos com o viscon-
de de Bonald, que a mulher, entrada para a fa-
milia com a mocidade e fecundidade, possa sahir
della com a esterilidado e a velhice. e que nao
pertencendo seno ao estado domestico, seja hin-
cada foca da familia, S qual ella deu a existencia,
em urna edade em que a natureza lho recusa a
tacuidade de formar urna oulra ? j
Alm d'isso na formaco da sociedade conju-
gal nao se atiende somenle para os interessesMos
contrarenles, lem-se em vista tambem os inte-
resses da nova sociedade, que tem de resultar
desta sociedade eventual com a apparic.o dos fi-
tnos, de sorte que quando se trata da dissoluco
da sociedade conjugal, apresonta-se a sociedade
acciamando com razo os seus direilos, e pug-
nando pelos seus inleresses que se achara ahi
seriamente comprometidos. Pelo que se v que
a sua dissoluco torna-sc impossivel ; e a lei que
a ravorece nao pode deixar de ser adversa aos
verdadeiros principios do direito. o qual nao pode
consentir que sejam menoscabados e desprezados
os direilos de pessoas que nao lem em si a fnrea
necessaria para fazer valer os direilos que Ihs
Ora, porque algumas leis humanas tem admit-
lido o divorcio, nao se segu que elle se ache de
cot.formidade com o direito : Deus nao podia Pro-
h.bi-lo pela religiao, e permitti-lo pe|0 direito ;
tanto mais quanlo Jesus-Christo, declarando que
o divorcio fra concedido entre os Hebreus por
causa da dureza dos seus corceos, accrescenta I
que no principio nao fra assim ai inilio non
fut sic.
Nao oslamos mais nos lempos da bella cmlisa-
cao da Grecia, segundo a qual o marido podia fa-
zer do sua mulher objecto de um legado : j e
passaram os calamitosos dias de Roma,era que o
mando,tendo todo direito sobro sua mulher, tinha
tambera o de repudia-la, porquanlo ella era con-:
siderada como sua propriedade, e como tal snieiti :
as regras da alionaco ; j se foi esla poca de-
gradante era que as desgracadas mulheres conta-
vara seus annos pelo numero de maridos, em uue '
vendo as mulheres que nem suas virtudes uero
i ;sua affeico as protegan., entrega va m-se sem
Cntela s mais espantosas devassides (7) es-
tamos em outro lempo ; estamos na poca dos !
tolgores da cruz, em que ella, espargindo seus
dardejantosluzeiros pelo universo, lem aborto as
portas d uraa civilisaQo toda superior, toda di-
manada daquelle cuja morada i.o co e a trra o
seu escabello (8) ; e ento uraa gloria mais res-
plandecenle comeca nascer para a mulher, ella
principia adquirir o direito augusto e sagrado
que se nao pode mais roubar-lhe o de perma-
necer ate a morto na dignidade do me e de es-
posa digni lade to veneravel e to grande
apos tolas as humilhaces do passado [91.
A uruao matrimonial, p&is, urna unio indis-
sol arel, urna unio que devo ser contrahida '
por toda a vida (10) e cujos lacos nao podem sor
quebrados pelas forcas humanas
O amor que deve unir os dous conjuges torna i
eata sociedade indissoluvel por sua mesma naiu- i
reza. Lom efTeito, disse tima de nossas glorias!
pa ras, se podsse entrar na intenco do hornera \
e da mulher que se casara, que um dia deriara
separcr-se, que havia de acontecer umrompi-l
ment entre elles, poder-se-hia desde logo con- I
Cluir que nao havia verdadeiro amor entro elles
porque o amor nao nos oflerece previos limites
era sua duracao, porquanlo aquelle que ama nao
pode encarar o momento em que se sumir este
doce alimento de sua alma ; elle nao pode mes-:
rao deixar de banir de sou pensaraenlo esta idea ;
mar yrisadora que lende deitar por Ierra todas'
as alegras de sua vida ; com razo, pois. dissra
um amigo amicilia pares invenit re facit.
(6) Monlesquieu-Esprit des /os.
(/) Troplong Influencia do christianismo so-
,o? ,?"? civii dos romanos pag. 93.
(o) Isai. 66.
(9) Pistrs Influence du chrislianisme sur le
droil.
(10) E' na verdade urna nodoa bem negra para
"i S" da Fran-a fac, acontecido no anno
ue i'j, em Armagnac, de dous nobres qu con-
trahirarn matrimonio por sete anuos, como nos
atiesta Ihiercelin.
Nao possivel, pois, a adraisso do divorcio ;
o casamento por toda a vida , como nos diz
ueniham, mais adaptado s necessidades, s cir-
cumstancias das familias, mais farorarel aos in-
dividuos para a generalidade da especie. E
concluindo esla parte o fazeraos com esta grande
verdade enunciada pelo erudito Taparelli que
o direito do individuo, o da familia c o da socie-
dade repellem unnimemente a dissolubilidade da
uniao conjugal.
Regeit indo a Ihcoria do divorcio, nos todava
reconheeemos que pode haver um tempo em que
aquellos quo se achavara abrigados sob o mesmo
teclo, que rppartiam entre si as delicias da vida
frumdo em doce paz os segredos do matrimonio,
nao o podem mais fazer.
i- ,,llora''D suei, s consequencias da fragi-
lidad^ do sua natureza, e a mulher multo sus-
ceptivel de variaces em seus senlimenlos ; por
isso que vemos sizania penetrar em tantas fa-
milias lanzando-as de um monte de alegras em
ura vale de infortunios ; mas todos estes infortu-
nios, todos os opprobrios que a mulher pode
estar submetlida nesla desinlolligencia.nSo soffrera
coraparacao cora os males resultantes do divor-
cio
Logo que desapparece este amor santo, que faz
que dous coracoes se transformem em um s,
representados por urna s carne, risca-se esta vi-
va rraandade sellada com os rises dos prazeres
e os dous conjuges tornam-se dous inimigos, em
contraposico aos bons oUicios de amizado que
conservavam anteriormente.
Bem ; islo reconhecc-so e nem se quer coagir
viver unidos aquelles que devem viver separados,
nos reconheeemos a necessidade da separacao
qnoad Ihorum et habilationem ; sabemos que
ella til, e que aprsenla grandes conveniencias
para a sociedade. Ella lora porllra procurar recon-
ciliar os dous dissidentes, e esle um benfico re-
sultado que provm da bella doutrina do chris
tianismo que reslabelecendo a verdade plantou a
indissolubilidade do matrimonio.
IV.
As palavras de Ado Eva, quando esta lhe foi
apresentada, nos j o dissemos em outra par-
le cora Lacordaire, exprimero que o casamento
e urna uniao entre duas pessoas smenlo. A na-
tureza do casamento tal que excle toda idea
de pluralidade : um homem nao se une duas
mulheres. nem urna mulher dous homens,
porque isto seria contrario natureza, quer era
lace do direito, quer em face da religiao.
A idea de polygamia nao se podo ajustar com
a idea de matrimonio : porque as obrigages des-
te nao deixam vigorar aquella : no casamento as
bngaces devem ser egualmenle repartidas en-
tre os conjuges, um nao deve carregar com mais
pezo ; ora na polygamia d-se justamente o con-
trario ; a mulher enlrega-se inteiramenle ao ho-
mem, mas este reparte-se entre varias mulheres.
Predominar ahi a justeza malriraoninal ? Con-
solar a mulher sobre o corpo de seu marido o
mesmo poder que este conserva sobro o della
para cumprir-se o preceito do direito c da mo-
ral mulier sui corporis potestatem non habet
sed vir ; simililer aulem et vir sui corporis po-
testatem nou habet sed mulier ? (11) Ningu.'ra
conscienciosamente o dir; entretanto no ca-
samento a alienai-o nao pode ser seno recipro-
ca e completa. (Thiercolin)
Portanlo a polygamia inteiramenlo oppo:-ti
ao estado matrimonial.
Admetti por um momento a polvgamia era urna
familia, se que pode dar o nor'ne de familia
urna sociedade de polygamos. quesserj as con-
sequencias ? A discordia entre as mulheres, o des-
potismo no hornera, a rivalidade entre lodos e
por fim a desgrana dos (llhos. Eis o paradeir
que vai chegar esta perniciosa instituicao.
A fidelidado do matrimonio desapparece para
dar lugar ao hediondo espectro da indillerenca ;
a un dade do leito maculada, o pudor do sexo
e substituido pela mais desenfreiada devassido
de um harem ; emfira a santificada socie-
dade Iransfornia-se na mais horrenda orgia, de-
negrida scena das maiores depravares. Enem
podo ser de outra maneira; quebrada a unidado do
casamento, some-se toda a sua belleza santa que
o ornamentara, nao se r mais o carcter de in-
dissolubilidade que o acompanha, e elle'torna-se
mais prejudicial do que o mesmo concubinato :
a polygamia a servido para a mulher,
Mas nos diro : como assira se a polygamia
loi usada e estimada pela antiguidade, e permit-
tida pela lei de Deus ?A' isto responderemos, com
o visconde de Bonald cm seu opsculo sobre o
diiorcto : a pluralidade de unioes, ou a po-
lygamia, quer eventual pela faculdade do repu-
diaco, como entre os Jadeos, quer aclual pela
cohabitado, como entre os Turcos, pode ser to-
lerada para as familias n'esle estado puramente
domestico de sociedade que precede lodo es-
labelecimento publico, c que tem-se chamado
estado patriarchal, ou quando rccentemenle
sabidos deste estado ellas lm conservado os
hbitos d'elle, porque a mulliplicaco da espe-
cie, que a polygamia favoiece, smenle n'esta
edade da sociedade pode convir urna povoaco
que tende se elevar forca e dignidade'de
urna naio.
[Conlinuar-se-ha.)
(II) S. Paulo aos Corinth. VII, 4.
Garanto-vos que ouvi distinctamente o ac
Unir Contra a pedra.
Urna terrivel convulsflo agilou todos os mem-
, nros ao miseravel, depois do que essa immensa
( massa de carne tornou-se para sempre inerte.
Houve durante alguns instantes como urna pros-
| tracao enlre os Irlandezes, os quaes recuaram
para a porta como cameiros metlido3 em redis.
j>uas raunices estavara acabadas e nenhum del-1
los ousava passar a horrivel barreira, que os se-
parara agora do lemivelcouraceiro.
Todos estes acontecimentos se cffectuaram '
em menos tempo do que eu emprego para con- '
1 ta-los. Eu nao sabia se devia descer, ou antes !
se devia hcar ahi, onde o dever me chamara para I
o lado de minha mulher. Fritz eslava de joelhos
ante mim, mmovel e silencioso ; elle recebera
ordem de ficar meu lado at o fim ; mas o ro-
, busto couteiro. nao podendo ahi ficar por mais
i lempo, levanlou-se.
Na verdade, diz elle, cu sou um desgra-
sado para a espada ; comtudo tentare! ajudar
meu amo de qualquer maneira.
E comecou escalar a barreira. O rpido
oihar do coronel sorprendeu esle movimenlo, o
sua voz sonora elevou-se severa e clara cima
do tumulto :
Socegae, Cooriellfcficae onde eslaveis. Eu s
dareiconla destes caes !
A' estas palavras. lancou-se elles com a
espada levantada e a cabeca baixa.
Nao me admiro de que el'cs recuassem ;
toda sua pessoa soffrera urna transformado ter-
rivel ; enao havia um s cabello de sua' barba
que nao eslivesse irricado de raiva, e o demonio
da morte eslendia sobre seus olhos seu olhar
llammejante.
Neste momento veto al nos um clamor da
parto de fra, clamor, que respondeu um grito
de nunha mulher. A' principio pensei que alguns'
desses oatifes houvessem escalado a janella ; :
mas em breve destingui que esse grito linha o '
acceolo da alegra. Pobru Kate ella tinha vi-
vidoi muito tempo perto dos quarteis para nao
conhecer o Unir das bainhas das espadas de
ac.o.
QMndO os dragos chegaram todo o galo-
pe so haviam no terroiro morios e moribundos.
Mohun tinha perseguido os fugitivos forteroente.
Deseemos sala, e quando chegamos porta
vimos um pobre diabo mutilado, arrastando-s
de joelhos e pedindo perdo. Infelizes I era o
mesmo que fazer supplicas tigres. O braco, que
laoUs vezes ferira nessa noite e nunca em rio,
abateu-so ainda uraa vez ; o sppello piedade
acabou por um estertor de morte; e quando che-
gamos junto dello, Mohun enxugava friamenle
seu sabr ensanguentado. Nada mais lhe restara
fazer.
Nao pude deixar de estremecer quando a-
porle a mo que elle me estendeu, o vi Con-
nell tremer pela primeira vez, fazendo o signal!
da cruz.
Os drages vollaram de perseguir os fugiti-
vos, e apenas poderam fazer dous prisioneiros
as trevas e as desegualdsdes do terreno os impe-
dirn) de fazer mais. Ralph avancou para1 o offi-
cial que os commandava,
Como sois araavel, Harding, de terdes
vindo vos mesmo, quando eu apenas tinha pe-
dido um destacamento de vossos homens I Eu-
trae, nos celaremos dentro em meia hora, e Fritz
cuidar de vossos cavalleiros. Jogae lodos estes
coraos para fra,ncrescenlou elle quando en-
tramos na sala loda allastrada de cadveres ;__
conceder-lhes-hemos uraa tregua para sepulta-
rom seus morios.
Clontarf reto ter comnosco. Elle apenas ti-
nha sido atordoado e perder os sentidos cora a
queda : seu paludo rosto colorio-se vivamente
quando elle disse:
Nunca me esquecerei que vos devo a vida !
" - Nao vale a pena fallar nisso, respondeu
Mohun cora indilferenca. E-spero que nao Uves-
seis soll'rido muilo, rolando pela escada. Os bra-
cos do cavouqueiro formavam era torno do vosso
pescoco ura rude collar.
Sedo momento traziam os restos desfigu-
rados do gigante. Mohun fez parar os que os car-
regavam, e inclinou-se sobre essa horrivel mas-
sa cora uraa sombra satisfaco.
Meu bora amigo Delaney, murmurou el-
le, confessareis que eu curapr minha palavra.
Se alguma vez nos tornarmos encontrar-nos
pens que me reconhecereis Al primeira
vista.
E affaslou-se.
Nao necessilo insistir sobre a scena de feli-
cilaces reciprocas, nem contar como Kate co-
rou quando acomprimentaratu sobro sua coragera.
Felizmente para si, ella nada tinha visto, ainda
que houvesse ouvido ludo.
Como fossomos abancar-nos para a ceia,
que Fritz tinha preparado cora a raaravlhosa
tranquillidade, que lhe era habitual, e indo Kate
despedir-se de nos, porque necessitava de re-
pouso, notamos o attorney, quegyrava em tomo
de nos com urna pliysionoinia iriumphanle, mais
servil anda, mais repulsiva, do que a tornara
seu abjecto terror.
Mislres3 Carew, diz Mohun, se est con-
cluida a proteceo que daes ao vosso protegido,
creio que taremos bem em raanda-lo para seu
oflicio. Dae-lhe de comer, Fritz ; comanlo que
nao seja com os soldados. Amanha pela ma-
uha, quando romper o da, alguem o acom-
panhe sua casa. Se dizeis urna s palavra, se-
nhor, faco-vos por ra neste instante.
Mr. Kelly sahio do quarto quasi to espantado
como entrara duas horas antes.
A ceia foi mais divertida do que o aotar,
ainda que reinasse um certo constrangimenlo en-
tre os convivas, que Dio erara lo aguerridos co-
mo seu hospede.
Quanlo esle, elle senta um prazer fra do
coslume ponto que Clontart disse um corneta
meu intimo amigo .
E' para sentr-se que o coronel nlo te-
nha lodos os quinze dias urna batalha to rude
como esta, tanto feto o pe de um humor que
encanta.
(Confintiar-se-Acr.)
PERN. -TYP. DEM. F. DE FA.R.lV-1860,