Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09161


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Full Text
1HH8 IIITI. HUMERO 261
Por tres mezes adiaalados 5$000.
Por tres mezes vencidos 6$000.
SABBADO 10 DE BOYEMBRO DE 1861.
Por anoo adianado 19)000
Porte franco para o subscritor.
ENC.VR REGADOS DA SUBSCRIPCAO 00 NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima '.
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaly, o
Sr. A de Lemos Braga ; Cear, o Sr J. Jos de Oli-
veira; Maranho, oSr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Guimares ; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Juslino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
f AKlluAs DOS t,OttttEtOS>.
Olinda todus os das as9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas
e sextas feras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinho e
Garanhuns as lerdas tetras.
Pao d' Alho, Nazarelh, fcimoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Sirinhem, Rio Formoso, Uns, Barreiros,
Agua prea, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha
EPHEHEKIDES DO MEZ DE NOVEMBRO.
6 Quarto minguante as 6 horas e 57 minutos
da manha.
12 La nova as 10 horas e 16 roinutus da tarde
20 Quarto cresceule as 6 horas e 33 minutos
da manha.
28 La cheia as 9 horas e 18 minutos da manha.
PREAMAR DE HOJE.
Priraeiro ss 2 horas e30 minutos da manha.
Segundo as 2 horas e 6 minutos da tarde.
AD1NECIAS DOS TKIBUNAES DA CAPITAL,
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
RelaQo Ierras, feiras c sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quartss ao meio dia.
Dito de orphos: tergas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao mcio dia
Segunda vara do civel; quarlase sabbados a urna
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
5 Segunda. S. Zacaras e S. Isabel.
6 Terga. S. Severo b.; S. Athico b.; S. Leonardo
7 Quarla. S. Florencio b.; S. Tessalcnica m.
8 Quinta. S. Severiano e seus companheiros.
9 Sexta. S. Theodoro m.; S. Orstes ra.
10 Sabbado. S. Andr Avelino advogado.
11 Domingo. O patrocinio de Nossa Senhora.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SL
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Das; Bahia,
Sr, Jos Martins Abes; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario 4o diario Manoel Figueiroa da
Faria, na sua livraria prora da Independencia ns.
6 e 8.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio da fazenda,
in.i,i t.v>ii;\to
das alfandegas e mesas de rendas.
TITULO IV.
[Continuaco.]
CAPITULO 3o.
DOS NAUFRAGIOS, ARIIF.CADACAO E DESTINO DOS
SALVADOS :. E DAS MtRCADORIAS E OBJECTOS AR-
ROJADOS a's praias, ou que forem encontiia-!
DOS FLUCTUANDO NO MAR.
Art. 331. No caso do naufragio de alguma em-
barcago. as autoridades lcaos sao obrigadas a
participar tal successo alfandega ou autori- |
ade fiscal miis prxima.
Ait. 332. Os empregados fiscaes quo rosidi- |
rem nos lugares mais prximos do naufragio
acodiro immediataraente, e fardo todos os os- !
forcos possiveis para a salvaeo das vidas e mer-!
cadorias, procurando evitar os extravos e mal-
versarles, e dando logo parle as autoridades
comraerciaes competentes, e ao respectivo ins-
pector da alfandega ou administrador da mesa de
rendas, para proceder conforme for de le.
Art. 333. Logo que o sinistro conste na alfan-
dega ou mesa de rendas competente, o seu ins-
pector ou administrador nomear os empregados
que devem assislir e (iscalisar os salvados.
Art. 331. Os empregados que o inspector no-
mear para este servino, e o abandonarcm, seja de
noite ou de dia, ficam sujeitos suspenso por
espago de seis mezes, ou demisso, conforme
os prejuizos resultantes de seu abandono. No
caso de molestia repentina daro parle do lugar
do naufragio, e nao se retiraro sem serem subs-
tituidos.
Art. 335. A' nenhuma diligencia, no caso de
naufragio, se proceder para arrecadaco, inven-
tario e deposito dos salvados sem asistencia ou
consentimeuto do capilao ou raestio do navio,
ou de seu immedialo ou preposlo, consignatario
ou representante; e, estando prsenle, sendo
possivel, o empregado fiscal do districlo ou do
que ficar mais vizinho, emquaoto nao chegar os
que para este fim a repartico fiscal competente
der commisso.
Art. 336. A respeilo dos objeclos salvados se1
observarao as sesuiites disposiges :
Ia Sero depois do arrecadados c inventaria-
dos, provisoriamente depositados em lugar id-
neo, para serem depois transpoitados c deposi-'
lados nos armazens da alfandega compleme,
sendo immediatamente beneficiados os que fu-!
rem disso suscepiiveis.
2a l'icaruo sob a guarda do capilao do navio
naufragado, ou de quem suas vezes fizer, dos
agentes fiscaes e da forja publica que for para
esse lim reunida requisigo da alfandega ou da
competente autoridade local.
3 As mercaduras e ubjectos arruinados, ou ;
que nao forem suscepliveis de serem beneficia-,
dos. depois de reconhecido o seu estado ou ava-
ra, sero, a requerimento, ou com audiencia do
capilao ou de quem dircilo for, no mesmo lugar
vendidos em hasta publira, cora asistencia do
empregado fiscal o autorisacAo do juiz commcr-
cial respectivo ou na povoacao mais prxima, e
o seu producto posto em deposito.
4o Achando-se prsenle o capito ou dono, ou
consignatario das mercaduras, ou pessoa que
legitimamente os sobstilua ou os represente, lo-;
mar conia das mercaderas e as poder fazer'
transportar para seu deslino ou pata onde Ihc
r mais conveniente, precedendo os competentes
despachos, conferencias e cautelas fiscaes que o
caso exigir.
5a Na ausencia ou falla do r.apitaq, ou de pes-
soa que o reprsenle, ou de nao ser conhecido '
ou com presteza notificado ou avisado, se a sal-
vaco das mercaduras, sua conservarlo e inte- :
resse fiscal o exijiirero, serao feitas essas diligen- :
tias e actos, de que traiam as disposiges ante- !
cedentes, sua reveli, por coma de quera di-
reito for.
6a As despezas de salvamento, de beneficio,
conduego ou transporte das mercadorias e ob- I
jectos salvados, de seu deposito, acondiciona- j
ment, venda, ajuda de cusi dos empregados !
fiscaes, e sustenlaco da forga e dos operarios1
qie assislirem, ou "forem efectivamente empre-
ados na sua salvagiio, arresadago, seguranga, '
defea e guarda coriem por conta das mesmas
mercadorias e objeclos, ou do seu produelo rea-
lisado, na forma da respectiva legislago.
7a Apurado o producto das mercaduras silva-
das, e deduzidasas despezas do seu salvamento,
defensa, seguranca e guarda, flcar o saldo em ;
deposito para ser levantado por quem dueito!
fr, ou pelo cnsul respectivo, dando-se ao ca-
ptan ou consignatario do navio, o a quaesquer j
interesados neste e ni sua carga todos os escia-
recimentos, informaces e documentos que a bem
dos seus direilos requererem.
8 Os empregados, forga, operarios e pessoas
oa equipigera que assislirem ou forem cominis-
sumados tero direito urna ajuda de custo por
cada dia, que ser marcada ero tabella especial,'
approvada pelo ministro da fazenda, c paga na i
forma do 6o.
9a A venda dos salvados nao poder ser feita |
judicialmente sem assislencia de um empregado
fiscal.
10. As mercadorias vendidas pagaro os di-
reitos a que esliverem sujeitas, conforme a sua
origem e na forma dos regulamenlos fis-
eaes.
11. As disposiges dos nmeros antecedentes'
coroprehendem quaesquer objeclos ou fragmen-
los do navio naufragado.
12. Os empregados fiscaes sao obrigados a
prender e remeiter autoridade competente os
individuos que forem encontrados arrecadando
ou apropriando-se dos salvados ou de posse do
taes objeclos.
Ari. 337. A primeira pessoa que participar u !
qualquer repartico. posto ou regisUo fiscal a
exfsteacia de um navio varado sobre a cosa, te-
r direito urna gratificsco, que ser arbitrada
pelo ministro da fazenda ; e todas as autorida-
des que nao acodirem logo ao naufragio, ou nao
o parlicipaiem aos ditos postos, registros ou al-
fandega prxima, incorrero em urna mulla de
10090O at 1:0009, imposta pelo mesmo mi-
nistro.
Art, 338. As fszendas ou effeilos sujeitos a
direilos, que forem encontrados fluctuando no
mar ou em quaesquer aguas interiores do impe-
rio, ou que forem arrojados sobre as praias, ou
lirados do fundo do mar, ou dos ros e lagas,
ignorando-se o navio a que pertenceram, de-
pois de inventariados com minuciosa especifi-
caco da qualidade, marcas e nmeros de volu-
mes, sero vendidos, e do seu aroduefo, dedu-
cidos os direilos e despezas devidas, se dar lo-
go a metade ao achador, ficando o restante por
um anuo em deposito; no fim desle prazo, nao
apparecendo dono a reclamar, se considerar
prescripto todo o direito ao seu levanlameuto,
na forma do arligo 778.
CAPITULO IV.
DAS EMBARCACES EN FRANQUA.
Art. 339. Ser reputada ero franqua a embar-
carlo carrejada, em meio de carga ou em lastro,
que cora destino para oulro porto, nacional ou
estrangeiro, der entrada para alguns dus seguin-
tes flns :
1. Espreilar o mercado.
2." Descarregar parle de seu carregamento des-
tinada ao mesmo porto, ou a oulro, para enlre-
posio.
3." Fazer reparos em consequencia de avarias
que receber durante a viagem, ou evitar perdas
ou qualquer darano era virtude de forga maior.
4. Prover-se de vveres e provises, ou rece-
ber combuslivel.
5. Receber ordens.
6 Concluir seu carregamento.
Art. 310. Em qualquer das circunstancias do
artigo antecedente, vista da declararlo do res-
pectivo capilao ou meslre, se nao for de encontr
s declaraces do seu manifest e passaporte,
ser livrn embarcago permanecer no anco a-
douro competente por espado de seis das, que
podero ser pelo respectivo inspector ou admi-
nistrador prorogadas por mais quatrn, salva a
disposigo do arligo 345, sem obrigago de des-
carregar ; Picando ao mesmo passo, durante esse
lempo, isenlo o seu carregamento de quaesquer
direilos ou laxas, como se livesse fra do territo-
rio do imperio.
nico. Findo esse prazo, todos os privilegios
da estada por franqua cessaro, e a emearcago
ficar sujeila mulla de 200 rs. por tonelada por
cada dia, ou noite de demora ; e se logo nao
der entrada por inteiro, c a demora exceder de 8
das, ao mesmo rgimen das que sao destinadas
ao respectivo porto, e dao entrada por inteiro.
Art. 311. A's embarcages por franqua ser
permillido, com licenga do chele da compleme
repartirlo fiscal, medame as necessarias caute-
las fiscaes:
1. Descarregar : primeiro, amostras do seu
carregamento ; segundo, mercadorias ou volu-
mes destinados para consummo do porto de sua
entrada, ou para enlreposto. ou de que Ihes seja
conveniente dispr para qualquer lim ; e a baga-
gem dos passageiros.
2." Baldear paite de sua carga que se desti-
nar a algum oulro porlo.
3. Depositar, ou baldear parle, ou toda a
sua carga, quando precisarem de concertos, ou
forem condomnadas vista do sen estado.
4. Completar sua carga, 011 fazer provises
de qualquer nalurcza, ou receber combuslivel.
Ari. 342. As amostras descarregadas na forma
doij Io, n. I, serao reembarcadas, oa despacha-
das para coiisuuinio. quando o capilao, meslre,
ou consignatario o reautrer.
Art. 343. A baldeago nos casos previstos pe-
los 2o e 3o do arligo 341 nao sujeila a di-
reilos de exportarao, ou de qualquer outra nalu-
reza.
Art. 344 O deposilo de euro, ou prala em p,
barra, pinha, ou uioeda perlencenie carga do
navio, nos casos do 3., poder ser eilo em
qualquer Banco ou casa de negociante, que fr
indicado pelo capito, ou consisnalaiio do mes-
mo navio.
Ari 345. O praso para as embirgaces que en-
traron! em lastro, ou virem completar sua carga
poder serprorogado al 20 das; e para as que
necessilarem de entrar em fabrico, ou em concer-
tos, se estender por tanto lempo quauto r ne-
cessario para couciui-los (art. 340).
Ait. 346. A entrada por franqua ser permit-
ida: 1 pata descarga das mercadorias deslina-
das a ntrenoslos, e para as baldeaces de que
trata o n. 2., do art. 39. nicamente nos por-
los da Corte, e do Par; .a, pira os actos e 0-
peraces a que se refeie o arl. 339, ns. Io e 5",
Smente nos meamos poilos, e nos das cidades
do Maranhao, Rio Grande do Norte, Fortaleza,
Parahiba, Recife, Alagoas, Aracaj, Bahia, Vic-
toria, Santos, e Sania Calharina.
Art, 37. Os paqueies de vipor de linha regu-
lares sero considerados em franqua em todos
os portes de sua escala, ou destino.
CAPITULO V.
DA POLICA FISCAL DOS MARES TERRITORIaES, ENTRE
POKTOS, ANCOIUDOUROS, ROS E AGUAS INTERIO-
RES DO IMPERIO.
Secco 1.a
Dos porlos, ancoradouros, e seus registros.
Arl. 38. A Gscalisaco das alfandegas ou me-
sas de rendas comega "desie a entrada do navio
at sua eftVtiva saluda dos porlos do imperio, e
estende sua aeco sobro os mares lerriloriaes,
enseadas, bahas, porlos, ancoradouros, praias,
rios, aguas interiores, e fronletras lerr-stres;
comprehendendo todos os actos, diligencias e ser-
vidos mencionados no artigo 39. e regulamenlo
n. 2 486 de 29 de selembro de 1859, e quaesquer
outras disposices em vigor.
Arl 319. Os commandantes e empregados da
praticagern das barras, os capites dos porlos e
s>>us subordinados, e os commandantes etnpola-
cao dos vapores de reboque sero reputados
agentes fiscaes para a prevengo e represso do
contrabando, e descaminho das rendas publicas;
curaprindo observar e fazer observar os regula-
menlos das alfandegas relaivos polica dos por-
los e ancoradouros, e ficando responsaveis por
qualquer prejuizo da fazenda publica, para oqual
directa ou indirectamente concorrerem, prestan-
do seus .servidos ou consenlimenlo, ou deixando
de participar s autoridades competentes o que
chegar ao seu conhecimento, ou presenciaren! re-
lativo ao desvio de direitos ou qualquer fraude,
ou contraveneno da legislaco fiscal.
nico. Esta disposigo extensiva :
1. Ao cumniandantes das embarcaces de
guerra, seus officiaes e tripolaco.
2." Aos commandantes dos destacamentos, das
fortalezas 011 postes militares e sua guarmc,o.
3. A quaesquer autoridades ou empregados
policiaes. dentro dos limites de sua jurisdieco.
Arl. 350. Nos porlos alfindegados ou habilita-
dos haver, sendo possivel, alm dos de fabrico
e outrus que forem crea los pela respectiva capi-
tana, os seguintes ancoradouros:
1. De quarentena, destinado s embnrcages
que forem impedidas em virtude dos regulamen-
los de polica Sanitaria.
2. De descarga, que ao mesmo lempo servir
para as embarcaces em franqua.
3." De carga.
Arl. 351. Os barcos costeiroson de cabotsgem,
depois que liverem desembarcado as meicadorias
estrangeiras sujeitas fiscalisaco, lomaro o an-
coradouro que Ihes convier fra dos cima de-
signados, mas em distancia tal que os deixe li-
vres e desembarazados para a ronda o vigia delles,
e para o transito commum.
Art. 152. Era rada um porlo alfandegado ou
habilitado, haver regulamenlo especial, accom-
modado natureza do lugar, em que se deter-
minarn ou fixaro :
1." Os limites dos differentes ancoradouros.
2. As regr9 de polica, para serem observa-
das pelos commandantes que nelles entrarem e
se ronservarem.
3. As horas do dia em que tero lugar os dif-
ferentes trabalhos de carga, descarga ou bal-
dearlo.
4. Asobrigt^es dos commandantes dos pos-
tos ou registros e das rondas.
1. Este regulamenlo ser proposto pelo res-
pectivo inspector da alfandega ou administrador
da mesa de rendan, de acedrdo com o capito do
porto ou seu delegado, onde o houver, e se con-
formar o mais possivel com as presentes dispo-
sicoes; podendo uelle commioarem-ae multas de
IOS al 500J aos seus infractores. O presidente
da respectiva provincia instruir e mesmo regu-
lamenlo com as informaces que julgar conve-
niente fazer e o submetier approvaco do n,i-
nislerio da fazenda.
2." Emquanlo, porm, o mesmo regulamen-
lo se nao confeccionar, se observarao as disposi-
ces do prescute capitulo e o regulamenlo de cada
porto, quo estiver em vigor, na parle quo nao
(r opposta ao que neste se prescreve.
Art. 353. Os barcos que precisarem de fabrico
seguiro, depois de desembarazados pela repar-
tico fiscal, para o competente ancoradouro, na
forma do regulamenlo n. 447 de 19 do roaio de
1846; salvos todava os casos de ligeiros concer-
tos, em que, com licenga da capitana do porto e
da respectiva autoridade fiscal, poderao perma-
necer em algum oulro lugar ou ancoradouro.
Arl. 334. No lugar mais prximo barra ha-
vei um registro ou posto fiscal, com guarnirlo
sufciente para, nos casos de necessidade, des-
tacar fonja na embarcaces que entrarem, at
qne cheguem edecm fundo no ancoradouro com-
petente.
nico. Neste registro residir sempre um
dos ajudanles do guarda-mr. ou oulro empre-
gado que legtimamente o substitua, para que as
embarcarles sejara visitadas logo a sua entrada,
e, se possivel fr, sob vela esigara Imraediala-
mente para o ancoradouro competente.
Art. 355. Cada um dos ancoradouros ser guar-
dado por um ou mais postos ou registros, que le-
ro bandeira azul em quadro, com urna grande
estrella de panno do cor branca no centro, cujos
raios locerao nos lados do quadrado, c estar
incada no lugar mais elevado, para serem reconhe-
cidos e respeitados pelos barcos mercantes. Nest-s
p.ostos ou registros haver os escalares necessarios
para a ronda e polica dos ancoradouros.
Art. 356 Cada um dos postos ou registros dos
ancoradouros lera a gu3rnigo necessaria para o
seu servico, e licaro todos sobo commando de
um ofBcial para esse fim destacado, que perma-
necer dia e noite ero um dentro elies que fr
mais central, inspeccionar os mesmos posios,
registros e escaleres rondantes, e desempenhar
o servico que Ihe fr marcado em inslrucces es-
peciaes organsadas pelo respectivo inspector ou
administrador.
Art. 357. Nos porlos pouco frequcnlados de
embarcaces que vierem directamente de porlos
estrangeiros, poder-se-ha prescindir de postos
ou registros nos ancoradouros de descarga ou car-
ga, bastando as rondas no mar e praias, e os ca-
deados e sellos as escotilhas e anteparas, ou ou-
tras quaesquer providencias que mais acertadas
parecerem fiscalisaco.
Arl. 35(5. A principal obrigacao dos comman-
dantes dos referidos postos e" registros evitar
todo e qualquer extravio de direilos e rendas na-
cionaes, e por isso dever :
Io Vigiar escrupulosamente de dia c de noi-
te, e rondar o ancoradouro nos escaleres, ou bo-
tes para que nao desembarque volume algum
sem ordem por escripia do respectivo inspector,
ou administrador, ou embarque sem despacho,
ou guia da compleme repartido ; apprelienJen-
do os que forem encoulrados sem ordem 011 des-
pacho, e os desembarcados sem um otficial, ou
guarda que os acompauho, e reraettendo-os com
os exrlraviadores ao chele da competente repar-
tico, acompanhados do parto por esenpto, em
que declare o escaler, os nomes dos apprehenso-
res, e dos extraviadores, as mercadorias appre-
hendidas, a hora, e mais circunstancias da ap-
prehensao.
2o Cuidar em que as embarcaces mercantes
tomem os seus ancoradouros, e nelles se conser-
vero dentro dos respectivos limites.
3 Nao consentir, sem licenca do chefo da re-
partido, communiraco algumi entre as embar-
caces era quarentena, em franqua, ou descar-
ga ou sujeitas fiscalisaco, podendo chamar
falla, mandar arribar, e perseguir os escaleres,
lanchas, ou barcos quaesquer que passarem pelos
ancoradouros, e quo se Ihes fizerem suspeiios,
ou que os barcos de descarga alraquem, sem li-
cenca, a outros barcos.
4 Participar promptameate ao guarda mor,
ou ao chele da repartico ludo o que ceorrer de
extraordinario nos ancoradouros, e cumprirpon-
lualmenle as ordens de ambos ; requerer as pro-
videncias temientes boa ordem do servico, e
dar todo o auxilio aos empregados fiscaes", 'ou
autoridades que Ihe requisilarem.
5" Fiscalisar a execuco dos regulamenlos dos
porlos, e ancoradouros, procedendo na forma
por clles regulada contra os seus infractores, e
dando parte autoridade competente para pro-
videnciar o que fr conveniente.
6 Empregar a forja sua disposi;o para con-
seguir a plena execuco dos regulamentos dos
porlos, e dos ancoradouros, havendo-so toda-
va, no caso de evidente necessidade de seu em-
prego, cora circumspecco o prudencia; e, no
caso de ser accommettida a barca, escaleres de
ronda, e ancoradouro por forga maior. pedir au-
xilio s fortalezas, e barcos de guerra nacionaes.
nico O cummandaiitd do registro ou posto
de entrada ter um livro em que registrar as
embarcaces que entrarem. ou sahirem. na for-
ma do modelo que Iho fr fornerido e observar
as disposiyes do pres-nle capitulo relativas s
visilas dos navios entrados.
Art. 359. Alm das rondas e. visitas que ao
inspector, ou administrador cumpre fazer para
se inteirar da rogularidade cora que o servido
externo desempenhado, poder o mesmo ins-
pector, ou administrador extraordinariamente en-
earregar a qualquer empregado de sua confianca
das visitas e rondas, quando Ihe parecerem con-
venientes.
Arl. 360. Organisar-se-ha em cada porto al-
tandegado, ou habilitado um regimentolespecial,
de siguaes para o uso de seu pessoal, registros,
embarcaces, e escaleres.
Art. 361. os empregados, officiaes, e com-
mandantes dos registros das alfandegas pndero,
nos lugares, ou portos que o governo determi-
nar, ser incumbidos do servico : Io, a carodos
agentes de mar pertenrentes aos correio's; 2
da polica sanitaria ; 3o, da polica administra-
tiva, ou judiciaria.
Em lodo caso, porm, incumbn-lhes:
Io Exigir a entrega das malas, cu carias
avulsas. e unmediatamenle remell-las, ou en-
trega-las ao empregado, ou repartico compe-
tente. v
% i" Dar busca as embarcaces, quando sus-
peilar que se occullaram, ou rio se manifesta-
ra m cartas, ou papis sujeitos ao porte do cor-
reo.
3o Prender quaesquer individuos quo forem
encontrados em flagraole delicio, ou em fuga,
perseguidos peto clamor publico, ou em contra-
veneno ao regiment do porto, ou em virtude de
requisigodo autoridade competente.
8 i" Velar na exacta observancia dos regula-
mentos de polica sanitaria, e da capitana do
porlo, aiiioando e (telendo os infractores, e dan-
do inmediatamente parte s respectivas autori-
dades para prpeederera na forma da lei.
5o Velar na conservago de quaesquer obras,
ou edificios pblicos que estiverem sobre o mar.
e do telegrapho elctrico, nos lugares em que o
houver; dando parte de qualquer occrrencia i
respectiva repart>go.
6o No caso de presumpgo de que a bordo
de qualquer navio ha infer.go ou contagio, seja
pelo porlo de onde o navio rem, quer por do-
enga a bordo, on por morte de alguma pessoa,
poro logo o navio incommunicavel, e faro
signal, ou daro parte competente autoridade,
para que esta providencie na forma do seu regi-
ment.
Art. 362 Nos portos alfandegados, ou habili-
tado^, onde nao houver capito do porto, ou seu
delegado, ao respectivo inspector da alfandega,
ou administrador da mesa de rendas compete a
observancia do regulamenlo n. 447 de 19 de maio
de 1816, relativo polica dos porlos, sua con-
servago, ancoradouros, lastros, e matricula, ou
arrolamento das embarcaces e gente do mar.
Art. 363. As autoridades civis, judiciarias e
militares, os posiosde guarda, os destacamentos,
e qualquer forca acantonada, ou de guarnirlo em
qualquer lugar, ou fortaleza, e as embarcages
guerra sao obrigadas a prestar auxilio aos em-
pregados c guardas da alfandega e masas de ren-
das, sempre que estes, no exercicio de seus de-
veres, o exigirem, ou delles carecerem, ou live-
rem sido accnmmellidos, ou ameagados de o se-
Irem, ou no estado de nao poderem cumprir seus
deveres ; e ficam sujeitos s mesmas obrigages
i marcadas no art. 449, pelo que toca prevengo
(e repressio do contrabando ; sendo responsaveis
por qualquer descaminho das rendas publicas,
para que directa ou indirectamente concorrerem.
Art 364. As injurias proferidas contra os em-
pregados. officiaes, guardas e tripolago das em-
barcages das alfandegas e mesas de rendas que
estiverem em acto, diligencia, ou era exercicio
de suas funeces. sero ex-offlcio processadas e
punidas na forma da legislago penal do im-
perio.
Ait. 365. A resistencia ou desobediencia aos
officiaes e guardas da alfandega no desempenho
doseudever e officio, sujeila os perturbadores
s penas que as leis impe aos que resistem e
desobedecem s juslicas.
Art. 366 No caso de perspguigo de individuos
que furem encontrados em flagrante delicio, c
acossados pelos empregados fiscaes, ou pela for-
ga publica, se acoutarem em alguma casa, ser
esta incontinenti posta em cerco, c, com assis-
lencia e intervenco da competente autoridade
judiciaria, varejada na forma das leis criminaes
em vigor, a lim de serem apprehendidos os gene-
ros ou mercadorias e objecto de contrabando, e
preso o seu autor, ou cmplices.
Art 367. Os empregados das alfandegas ns
diligencias que fizerem, ou em acto de seu offi-
cio, podero usar de armamento igual ao qoe fr
marcado para os officiaes da forca dos guardas.
Arl. 368. A jurisdiego fiscal'das alfandegas e
mesas de rendas cumulativa nos mares lerri-
loriaes, costas on praias, rios, lagas o aguas in
teriores, e_ fronteiras terrestres do imperio para
a prevengan, represso do contrabando, e para
execugo dos regulamenlos fiscaes relativos s
embarcages, vehculos e pr-ssoas que nelles fo-
rem encontrados infringindosuas disposigoes.
Secco 2.
D as obrigages dos capites ou mestres do em-
barcaces, em relaco polica dos porlos e
ancoradouros.
Art. 369: No rgimen e polica dos portos e
ancoradouros observarao os capites ou meslres
das embarcaces a seguintes disposiges :
1. Nenhum escaler, fala, bote, canda, ou
outra embarcago de qualquer lolagao, qualidade
ou denoniiiiago, sob pena de apprehenso, e de
multa ae 20 at SMf por cada pessoa de sua
tripolago e que conduzir de passagem, poder
communicar, ou atracar a qualquer navio que
demandar algum dos portos do imperio, ou esti-
ver prximo de suas costas, praias, enseadas, rios
ou aguas interiores, entrar ou sahir dos porlos
do imperio antes da competente visita de entra-
da, ou depois da de sahiJa.
Exceptuam-se:
Io Os casos de forga maior, e de soccorro, em
virtude de iucendio.'agua abena, molim 011 de-
sordem da tripolago, c de qualquer outra neces-
sidade de navegago, ou 0e recouhecimento de
posico.
2 Os de visita dos cruzeiros da raarinha de
guerra do imperio, ou das embarcaces da alfan-
dega.
3o Os officiaes da visita da polica e saude, e
da capitana do porto, na forma dos respectivos
regulamenlos.
4o As embarcaces c empregados da pratica-
gern da barra, ou 03 pilotos, e suas embarcages,
na forma dos regulamenlos que dirigcm este"ser-
vico
5o As embarcages destiladas a dar reboque,
ou ajudar a amarrago, com tatito que nao alra-
quem em oulro lugar que nao seja o prtalo, e se
conservem amarradas pela popa era quanto o
servico a que forem destinadas nao comegar.
2. A embarcago que entrar a barra em
qualquer hora do dia, seguir em direilura ao pri-
meiio registro ou posto fiscal, onde, conforme
Ihe fr ahi determinad" ou aucorar, ou se con-
servar sob vela, at receber as visitas da poli-
ca e saude, e da respectiva alfandega ou mesa
de rendas ; lomando, logo que fique desembar-
gada, o ancoradouro que Ihe fr marcado, nao
podendo demorar-se por mais lempo que o nc-
cessario para as suas manobras, ou o que lh* fr
concedido, e incorrendo. se o contrario fizer, na
multa de 10;} al 200f por cada hora de demora.
Se por causa do mar, ou vento contrario, ou
outro qualquer justo motivo, a juizo do respecti-
vo inspector, ou administrador, a embarcago
fr obrigada a surgir em oulro qualquer lugar, ou
nao procurar o primeiro registro, ou o ancoradou-
ro que Ihe fr designado, ser intimada para im-
mediatamente o fazer, debaixo das mesmas pe-
nas, no prazo que lho fr marcado.
3. A disposigo do 2 tica extensiva em-
barcago que entrar de noite, com as seguintes
raodilicages : Ia, dever ancorar prximo ao re-
gistro ou posto fiscal; 2a, collocar, logo que
largar ancora, em lugar saliente, urna lanlerna
accesa a 18 ps, pouco mais ou menos, de altura
do convs, a qual ser conservada por toda a
oite.
4. Depois da visita da entrada, at o compl
to desembarado. s ser permillido atracar s
embarcages sujeilas fiscalisago, qualquer que
seja o ancoradouro ou siluago em que eslejam,
debaixo das mesmas penas do 1 : 1", os escalo-
res ou outra qualquer erobarcaco destinada a
receber passageiros ; 2". os e.-cVieres dos navios
de guerra da nagau a que pertcncer a embarca-
go ; 3", os que apresemarem permisso, ou li-
cenga do respectivo chefe da reparligo fiscal ;
4o, os dos navios de guerra brasileiro, na forma
da respectiva legislago ; 5o, os dos capites dos
portos e dos seus delegados, e os da polica de
sade dos portos.
5. A embarcago que sahir receber a com-
ptente visitado registro, ou posto ni entrada.
6 O capito, ou meslre que consentir atra-
car embarrago do seu commando qualquer
outra, ou permitlir a alguma oessoa entrar
seu bordo, salvas todava as excepces dos 8
precedentes, incorrer tambem na multa de 2
at 200$ por cada embarcago que atracar, ou por
cada pessoa que consentir entrar. as mesmas
penas, salas as referidas excepges, incorrero as
embarcages que atracaren) no navio que sahe, e
o commandanle que consentir que o fagam.
Art. 370. A Iteenga a qu se refere o 4 do
artigo antecedente nicamente ser concedida
nos casos : Io, de precisarem os compradores de
ira bordo examinar o carregamento,quando delle
nao possam vir trra amustias sufilcicntes,
para seu exame ; 2, de precisar a embarcago
do trabalhadores, ou operarios para qualquer
concert, ou obra, ou para beneficio da sua car-
ga; tomando-se nestes casos as cautelas neces-
sarias para que sejam examinados na ida e volla;
3, de terem os cnsules necessidade, era virtu-
de das leis e regulamenlos consulares e estylos
coramercies, de ir a bordo da embarcago de
sua nago pralicar quaesquer actos dn seu officio.
1. Aos ministros e agentes diplomticos,
acreditados ante o governo do Brasil, ser fran-
queada a visita das embarcages de sua nago,
sempre que, com a devida antecedencia, e pre-
vinam competente reparligo.
2. Em lodos os ca3os em que tiverem logar
taes licencas, poder. sendo necessario, o ins-
pector da alfandega. ou administrador da mesa
de rendas fazer acompanhar a pessoa, que a ob-
ttver, de empregados de sua confianga.
Art. 371. Os commandantes das embarcaces
que entrarem devero apresenlar ao guarda-mr
ou ao seu ajudanle, ou ao official que o substi-
tuir, no acto da visita, o seu passaporte, mani-
fest e papis de bordo, que Ihes forem exigidos,
e fazer as eclarages que julgarein necessarias
na forma do art. 410.
nico. Esta disposigo fira exleusiva aos
que, em virlude de forga maior. arribarem a
porlos nao alfandegados, ou habilitados; deven-
do a apresentago ser feita ante a autoridade
fiscal do lugar, ou, na sua falla, a qualquer ou-
tra civil ou militar.
Arl. 372. Dentro de tres das, depois da en-
tnda do navio, o respectivo capilao, ou meslre
apresenlar ao inspector, ou ao administrador
duas tradueces. ou copias fiis do manifest
em vulgar, conforme o modelo que Ihe fr mi-
nistrado.
nico. As tradueges sero feitas pelos cor-
retores de navios, na forma do art. 62 do cdigo
do commercio, e na sua falta por traductores,
ou interpretes nomeados pelo competente tri-
bunal do commercio, na forma da Ia parte do
art. 148 do regulamenlo n. 737 de 25 de co-
vembro do 1850; e, na ausencia ou impedimen-
to de uns e outros. por interprete pelo inspector
da alfandega, ou administrador da mesa de
renda.
Art. 373. Nenhuma embarcago se poder de-
morar em qualquer dos ancoradouros, caes,
ponles, trapiches, ou lugares em que receber
carga, ou em que descarregar, depois quo o seu
capilao, ou meslre fr intimado pelo guarda-
mr, ou por quem suas vezes fizer. paro que
saU delle, alm do lempo que Ihe (r marcado
na occasio da intimaco, sob as penas do S 2o
do artigo 369.
l. as mesmas penas incorrer o capilao.
ou meslre de qualquer embarcago, que depois
de intimado : Io, nao seguir, no prazo que Ihe
fr determinado, com a embarcago de seu com-
mando, para o ancoradouro, doca. ponte, caes,
trapiche, ou lugar que Ihe fr ordenado ; 2o.
nao alracar, ou principiar sua descarga, ou car-
ga, e conclui-la nu lempo que Ihe fr marcado
pelo respectivo inspector, ou admini.-trador ; 3o,
nao fundear, ou conservar o seu navio no sitio,
ou ancoradouro que Ihe fr designado.
2." Quindo, porm, era qualquer das hypo-
theses do antecedente, nao o fizer por motivo,
ou incidente de forga maior. ou por que a em-
barcago fosse a garra, neste caso o uavio. logo
que cessar o motivo que o obrigou, retomar a
sua primeira posico, e s incorrer as penas
do arligo, 369 2o quando, advertido de sua
obrigagao. nao ooedecer.
Arl. 374. Os capites, os mestres dos navios,
os officiaes e pessoas de sua tripolago quando se
dirigirem Ierra sero"obrig no posto, ou registro competente, tanto na ida
para a ierra, como na volla para bordo ; e por
cada nfracgo da presente disposico incorrer
cada um na mulla mulla de 10 al 200&.
nico. Semelliantemente, e sob as mesmas
penas, nao podero passar de seus navios para
outros que eslejam debaixo da inspeegao da al-
fandega. ou mesa de reodas sem licenca do res-
pectivo chefe.
Art. 375 Em quanto as embarcages estive-
rem nos ancoradouros de quarentena e descarga,
o inspector ou administrador poder mandar-lhes
fecharas escotilhas com cadeadus e sellos, ou lo-
mar quaesquer outras providencias que Ihe pare-
cam inelhores, quando as mercadorias pelo seu
valore fcil descaminho o meregam ; e s sero
aberlas presente o guarda mor, ou o commandan-
le do respectivo ancoradouro. Se no acto da aber-
tura das escotilhas, portas, ou anteparas forem
encontrados os cadeados quebrados os sellos di-
lacerados, ou indicios de abertura, o commandan-
le, ou meslre pagar urna mulla de lOO^at 500g,
segundo a.-, cirrumsiancias do caso, que Ihe sei
imposta pelo respectivo inspector ou administra-
dor, alm das em que incorrer pelo descaminho
das mercaduras que fr verilicsdo.
Art. 376. As embarcages fondeadas nos anco-
radouros se postaro em urna, ou mais liabas,
dentro dos limites que sero .assignalados por
boias, o por barcas de vigia ; "e nos de carga e
descarga se conservarn cora os paos de retran-
ca e bujarrona desarmados e metlidos dentro, sob
as penas do art. 369.
Art, 377. Os commandantes das embarcaces,
ou seus preposlos nao podero permiitir o'em-
bdrque, ou desembarque de sen bordo de qualquer
mercadoiia. ou obj-cio, sem ordem, despacho ou
licnoca por escriplo do chefe da compleme re-
parligo fiscal, sob pena de saiisfazer a multa Je
10# al 100$ por cada volume, ou igual impor-
tancia dos direitos respectivos das mercadorias
descarregadas, ou embarcadas, alm das de ap-
prehenso da morcadona, ou volume, se houver
lugar.
Arl. 378. Os capites, ou mestres devero dar
parte ao guarda-mr. por si, on por um seu pre-
posto, dentro do 24 horas depois de lindar a des-
carga, que est descarregada a sua embarcago
de todas mercadorias que trouxe, para se proce-
der logo competente visita.
Art. 379. A embarcago que precisar alliviar 3
carga para poder seguir at a alfandega do seu
deslino, quando na entrada da barra, ou prximo
della, ou em lugar por onde liver de passar hou-
ver outra alfandega, ou mesa de rendas, dar en-
trada nesla.apresentara va aberta do manifest,
e descarregar.ou alliviar passando parle da car-
ga para hiates, 011 outros barcos, com assislencia
do guarda more un conferenle, que lomar a rol
os voluntes ; e nao seguir sera as escotilhas fe-
ehidas e lacradas.e um guarda a bordo. Se na en-
trada da barra, ou prximo della, nao houver al-
fandega, ou mesa de rendas, o respectivo inspec-
tor, ou administrador marcaio ponto mais con-
veniente para taes baldeages, e ahi haver em-
pregados e guardas para assislirem a ellas, fe-
charem e lacraren] as escotilhas. e seguirem a
bordo.
nico. O rol de que trata esto artigo ser hi-
to em duplcala, e assignado pelo conferenle e
empregados que assislirem baldeago, e pelo
capilao, ou meslre da embarcago, e contera to-
das as deciaragos que por este regulamenlo se
requerero para o rol, ou olha de descarga.
Art. 380. As embarcages que demandarem o
porto da cidade do Rio Grande, e que pelo seu
calado nao poderem navegar pelo canal da barra,
ser igualmente permillido, na forma do artigo
antecedente, baldear parle, ou toda a carga para
outras embarcages, ou descarrega-la nos arma-
zens que a alfandega liver na Tilla deS. Jos do
1 Norte, na forma do art. 39 do docreto n. 2,486 de
, de 29 de selembro de 1859.
S nico. A disposigo da ultima parte deste
artigo tica extensiva : Io. s embarcaces que, ou
por affluencia de trabalho, ou por out'ro qualquer
I motivo, nao poderem ter prompta descarga na
referida alfandega ; 2o. as embarcages arribadas,
ou com destino ao porlo da cidade'de Porlo Ale-
grs ; 3o, s mercadorias destinadas reexporta-
1 cao
Art. 381. Ser facultada a qualquer embarca-
| Cad, antes da visita de descarga, hcenga para re-
! ceber alguma carga por motivo de seguranga, mo-
I dianie as cautelas fiscaes que a autoridade com-
1 ptente julgar nerpssarias.
Arl. 382. Os commandantes das embarcages
I mercantes, os seus preposlos. apenas receberem
I a bordo algum vulume, ou mercadura, langaro
j no despacho que o acompanhar a ola de__Re-
cebidoque assignaro ; e logo no mesmo dia,
ou ao mais tardar no seguale, sob pena de urna
j mulla de I0> at> 403, a arbitrio do respectivo
inspector ou administrador, remetlero o mesmo
despacho ao commandanle do ancoradouro, ees-
te Ihes pasear um recibo, e enviar o despacho
no dia seguinle cora o seuvisto competenle
reparligo qoe o liver expedido.
Art. 383. O capito, ou mostee da embarcago
que receber a seu bordo gneros destinados, 'ou
despachados para outra incorrer na mulla de
! 103 t 110 por cada volume, ou mercadura que
houver recolhido, alm da pena de salisfazer as
despezas da remogao, a que ser obrigado dentro
de um prazo que o respectivo inspector ou ad-
ministrador marcar.
Art. 384. Nenhum navio mercanle poder sa-
bir do porto antes do nascimento do sol ou depois
de sua entrada. _
Art 385. Os registros, ou fortalezas obstaro
a sahida da embarcago que nao estiver correte
e desembaracada pela competente eslaco fiscal
e pela capit.nia do porlo, onde a hou"ver, em-
; bora esleja em lastro, lenha dado entrada por
franqua, ou em riitude de forca maior.
Arl. 386. A embarcago que conduzir plvora
ser obrig.ioa a descarregar do proprio lugar em
: que estiver enllocado o registro da entrada. So
a plvora fr em pequea quanlidade poder lo-
go ser receida no registro para depois seguir
para o Competento deposito, e nicamente com
hcenga do capito do porto, na forma do arl. 24
do regulamenlo n. 447 de 19 de maio de 1846,
poder conservar a seu bordo a que fr precisa
para signaes.
Arl. 387. Todo o nnvio mercante nacional ou
I eslrangeiro. que esliver nos ancoradouros de car-
jga ou descarga ou as doras da alfandega. atra-
cados a puntes ou raes, dever ter os paos de
bujarrona e giba dentro ; o nos porlos em que
. pela sua pequea capacidde estiver pnr isso
amarrado a qualro cabos, ter alm disso a re-
j tranca dentro, e as vergas desamantUhad..s ; e
so em vespera de sahida, afim de envergar pan-
no, podet amantilhar vergas e deitar fra os
paos, menos o da giba, que s o pota depois de
; passar o registro de entrada. O contraventor ser
! multado de 10 t 5(5 por cada vez. alm das
mais em que incorrer em virtude do regulamen-
to da capitana do porto.
Ait. 388. E' prohibido a todo e qualquer navio
dar tiros, ou salvar sem licenga do capito do
porto, e anda oblida esla o nao' poder fazer le-
vando taco o tiro.
Aquelle quo transgredir esta dspnsieo ficar
sujeilo reparaco do daino, havendo"-o, alm
da multa de 10J al 50 por cada vez, e das pe-
nas em que incorrer por coniravenco do regu-
lamenlo da capitana do porto.
Art. 389. Nao ser permillido dentro dos an-
coradouros de carga e descarga conservar fogo i
bordo depois do toque de recolher, alm de urna
luz que poder haver em lanlerna techada na ca
mar de cada n3vio. O capito, ou meslre que
infringir a prsenle disposigo incorrer na mul-
la de 10 at 50j por cada vez, alm das penas
que por coniravengo do regulamenlo da capita-
na do porlo Ihe forem impostas.
nico. Esta disposigo (lea extensiva s em- *
barcagoes que, estando atracadas s ponles, caes
e dcas das alfandegas, depsitos e trapiches,
conservarem fogo das 6 horas da tarde em
fiante.
Arl. 390. Nenhum navio mercante poder ter
fra as suas embarcages miudas depois do tiro
de recolher, sal~o por algum motivo extraordi-
nario, jue justincar. O contraventor ser mul-
tado de IOjj at 100#.
Ait. 391. Os navios que esliverem debaixo da
inspecco da alfandega, lauto a earregar Como a
descariegar, conservaro icada urna bandeira
azul com urna grande estrella de panno branco
no centro, na forma do art. 59, para que se co-
nheca que nao se pode ir a seu bordo se nao
pelo modo que tica determinado nos artigos an-
tecedentes.
1. De noite conservaran urna lanlerna acce-
sa, na forma do art. 369. 3."
2. A infraeco do presente artigo dar lu-
gar imposigo da multa de 10 al 50 por
cada dia ou noite. que ser satisfeita pelo respec-
tivo capito ou meslre.
Art. 392. No caso de necessidade de conccrlos
ou fabrico, o capilao ou mestre da embarcago
sujeila fiscalisago dever participar alfande-
ga ou mesa de rendas odia em que deve ter lu-
gar o comego de taes obras, sob as peoas do ar-
tigo antecedente.
Arl. 393. Somento aos escaleres da alfandega,
capitana do porlo ou registros ser permillido
andar pelos ancoradouros de carga e descarga,
ou do quarentena, ou prximos do registro d
entrada depois do tiro de recolher. Qualquer
bote, ou escaler que r encontrado, a nao ser de
navio de guerra, ser apprehendido, e as pessoas
de sua tripolaco. e quaesquer outras que condu-
zir incorrero na multa do arl. 369, 6o alm das
que pela infraego do regulamenlo oa capitana
do porto Ihe forem impostas.
Art. 394. Nenhuma embarcago poder descar-
regar ou baldear seu lastro sem licenga da alfan-
dega, ou mesa de rendas, e sem que. no caso
em que este nao esl-ja sujeilo direitos, pela
capitania do porlo Ihe seja indicado o lugar em
que deve ser collocado; o o capito ou meslre
que o contrario luer ser pelo inspector da al-
fandega, ,ou administrador da mesa do rendas
multado de 10 at lOOcUO.
Art. 395. Todos os escaleres, falas, saveiros
ou quaesquer barcos miudos, e de descarga, qu
navegara dentro dos porlos, lero escripto, de
modo bem perceplivel, no lugar mais apparente
do seu casco, o norae poique forem conhecidos,
sendo os seus donos. ou paires multados de IOS
at 100J em caso de infraego.
Art. 396. 0 rgimen e polica particular das
dcas. puntes e caes das alfandegas oudosinter-
postos e trapiches alfandgados ser objecto de
um regulamenlo especial, drganisado pelos ins-
pectores das espectivas alfandegas, e approvado
pelo ministro da fazenda sobre iuformago dos
inspectores das thesourarias e|dos presidentes das
provincias.
3 nico. N<-ste regulamenlo : Io se fixar o lem-
po dentro do qual cada embaicago dever con-
cluir sua descarga,, ou carga, salvos os caso- im-
previstos, e de foiga maior ; 2o se marcaro as
penas que devero ser impostas aos seus infrac-
tores, as quaes nao podero exceder dos humes
de 5 at 500, conforme a natureza e grvida de ;


C*)

Mi .
.
DIARIO DE PERHAMBUCQ. SABBADO 10 DI NOVEMBRO DE 1860.

3. as laxas expeciaes q,ue se percebero das
doras.
Art. 397. Doregulmenlo dasaifandegas.'e ma-
sas de rendas, dos ancoradouros, dos por tos, e
dcas so extrahiro as disposicdes que forera s
relativas s obrigacoes oos commandanles das
erubefcaces, e pulicia dos portes, e dos aucora-
douros ; e sero traduiidos em inglez e francez,
e impressas as tres linguae, e seua exareplares
distribuidos entrada (Jo porto pelo guarda-mr,
en por qm suas veze Ozer, pelos commandaii-
tes dos navios entrados, que os restituro oa oc-
casio de saa sahida.
Art 398 A transgressao de algumas das dis-
poaicoes da presente seceo, a que nao estoja ap-
plicads pena especial, dar lugar imposico da
multa de 109 ate 5004, alera das em que se hou-
ver incorrido em virtude do regulrnoslo a. 447
de 19 de maio de 1846, que sero impostas, con-
forme a sua natureza e gravidade, aoscapitaes,
ou mestres de embarcacoes, e pessoas qne nellas
iocorreren.
[Conlinuar-seha.\
- fi(iverni) da provincia.
DESPACHOS DO DA 6 DE NOVEMBRO.
Rtqutrimenlot.
3052.Mara Isabel Lins.Informe o Sr, ins-
pector da Ihesourana provincial.
3053.Manoel Policarpo Moreira de Azevedo.
Informe o Sr. director do arsenal de guerra.
Foi-cem ama singular maHgnidade queogo- para exercer coro plena liberdade o seu mims-
verno piernn tez nao temen dar calumniosaraen- terio apostlico em toda a igreja. Esta liberda-
te aos nessos soldados o orne de mercenarios,
os nosso soldados, dos quaes um grande nume-
ro, oacionaes e eslrangeiros, Glbos de nobre taca
e brilhantes pelo seu neme illuslre, teero queri-
do servir as nossas tropas sem sold e nica-
mente por amor pela religio. O governo pie-
monlez nao ignora qual era a delidade incorrup-
livel 9o nosso exercito, elle qne lie berr sabe a
inuilidade dos manejos prfidos empreados pa-
ra corromper os nossos soldados. Neiihum* neces-
sidade ni pira que nos demoremos em refutar a
accusaco mentirosa de barbaria lanzada contra
as nossas tropas, por isso que os calumniadores
nao podem produzir prova alguma ; e mais anda,
poder-se-hia com bom direito voltar contra elles
esta accusacao, que plenamonte jusliQcariam as
atrozes pjoclaraaQoes publicadas pelos chefesdo
exercito piemontcz.
Convm fazer observar aqu que o nosso
governo nao poda ler a menor suspeila de
aquella invaso hostil, por isso que se Ihe asse-
gurava que as tropas piemontezas se approxiraa-
varn do nosso territorio, nunca para invadir,
mas para afastar os bandos desordeiros. U'esta
inaneira o general em chefe das nossas tropas
nao poda pensar que livesse a combaler con-
tra o exercito piemonlez. Temi as cousas mu-
dado, contra lodo o direito e contra toda a ex-
pectativa, logo que elle soube da invaso hostil
\ do um exercito evidentemente mais forte e mais
numeroso, resolveu sabiamnnle ielrar-sa para
3054.Manoel Jos de Castro Vianna.Passe- a cidlde fortificada de Ancona, para nao expr
se portara, cnucedendo 2 mezes de licenra
3055. Mara das Neves Carneiro da Cunha.
Nesta data seexpedio ordem a Ihesouraria pro-
vincial para pagar a supplicante logo quo for pos-
si vel
3056.Manoel Caetano Borges Ucha.Dirja-
se ao Sr. coramarfoanle superior da guarda na-
cional do municipio de Nazateth a quem se expe-
de ordems no entido em que requer.
3057.Joo Sergio de Andrade e Mello In-
formo a cmara municipal desla cidade.
3058.Joaquim Henriques de Messia.Infor-
| os nnssos soldados a urna inevitavel morte. Mas,
sorprehendido na sua marcha pelas tropas ini-
migas, leve de empenhar a luta para abrir canu-
tillo para s e para os seus soldados.
Ao mesmo lempo que despensamos to ore,
recidos e devidos elogios ao general em chefe
das nossas tropas, aos seus officiaes e soldados-
quo, atacados de impreviso pelo inimigo, com-
bateram corajosamente, anda que com forjas
desiguaes, pela causa de Dos, da igreja,
d'esla
S Apostlica e da justica. podemos apenas con-
. ler as nossas lagtimas sabendo quantos valorosos
rae o Sr. r. chefe de polica, ouvindo o admi- -soldados, principalmente mancebos de distinc-
iiisirador da casa de delencao. \o, que a sua f e o seu nobre valor tinham
59.-Fraucisco Joaquim deOIiveira Baducro. feii0 Correr defesa do poder lemporal da igreja
de deve excitar muilo o soberana- aoilicitude de
todos os principes, para que o profiri Pentiflee
nao obedece ao impulso de qualquer poder civil,
e para que a tranquillidade espiritual dos estTfo-
licos que habitam nos estados dos mesmos prin-
cipes, esieja ao abrigo de lodos perigoa.
Assim, os grandes principes devem ler a con-
viccao de que a nossa censa esta intimamente
unida sus, e que indo em nosso soccorro po-
dem salvar tanto os seus direitos como os nos-
sos.
E' por isso qne o exhortamos com a mais viva
confianca a conceder-nos a sua assistencia, ca-
da um segundo o seu poder, e nao duvidamos
que, particularmente os principes e os povos ca-
tholicos, cao ponham em obra todos os seus cui-
dados para ajudar, segundo o commura dever, o
pae e o pastor de todo o rebanho do senhor, e
que elles nao se apressem.de o deUeoder e de o
proteger contra o assalto com que o accomnu t-
lem as armas parricidas d'um filho ingrato.
E como vos sabis, venerareis irmaos, que
devemos por toda a nosa confianza em Deus, que
o nosso refugio e o nosso socorro as nossas
atlrlbulaces, que fere e cura, quo mortifica e
vivifica ; nao oesseroos, com toda a f e hurail-
dade do coraco elevar as mais fervorosas sup-
plicas do nosso curasao diante d'elle, imploran-
do sobretodo a protergo de Maa, a Santissi-
ma e Immaculada Virgem, Mo do Deus e inlcr-
cessao dos bema venturados Pedro o Paulo, aru
de que exerceudo o poder do seu braco, confun-
da a soberba dos sous inimigos, triumphe d'a-
quellos que nos attacam, humilhe e destrua to-
dos os inimigos da santa igreja, e que pela vir-
tude toda poderosa da sua grc.a, couduza ao ar-
rependimento o coraco de lodos os preverica-
dores, para que a santa igreja nossa m5e, possa
gosar prumpUmenle da sua converso lio viva-
mente desejada.
Arnanha recebereis a copia da proclamaco'do
estado de sitio em Ancona. Se quizerdes o mes-
mo per Macrala, nao leudes mais do que diz-
le; ludai bem com o delegado as condicoes do
na mi decreto.
0 geuertl em chefe,
a DeLamoricirt.
8.
O gentral em chife ao coronel nandanto da sub-diviso em Ancona.
7 de soterobro.
Maodai sem demora o 5etnc-et-/?noe para
Vencza onde se ha de dirigir o cnsul pontificio
para receber o regiment qne o espera.
.< No caso d'elle nao receber em Veneza todo o
carregamento que capaz de levar, ha de dirigir-
se para Trieste, onde o nosso cnsul o com-
pletar.
Daris parle pelo telegrapho do regresso e do
carregamento. %
c O general em chefe,
De Lamoricire.*
[Jornal do Commercio, de Lisboa.)
Junte-so.
3060.Joo Pedro de Magalhaes.Informe o
Sr. Ur. thefe de pulicia.
3061.Jos Joaquim de Sant'Anna.Iuforrae o
Sr. Dr. chefe de polica.
3062.Ilenrique Eduardo da Costa Gama.
Enlregue-se-lhe.
3063.Hermenegildo Severino Goncilves.
Informe o Sr iospeelor da Ihesouraria de s-
zenda.
3064.Francisco Beringuer Cesar de Menezcs.
Dirija-se a ihesouraria provincial
3065.Antonio da Cunha Brando.Passe-se
portara
3066--Francisco Pinto da Costa Lima.Infor-
me o Sr. inspector do arsenal de marinha.
3067.Antonio dos Santos Vital.Informe o
Sr. director geral da instruccjro publica.
3068.Augusto Leal Ferreira.Passe-se por-
romana, se acham morios em consequencia d'es-
sa injusta e cruel invaso.
Comove-nos dolorosamenle o luto que vai
cobrir as suas familias. Queira Dos que as nos-
sas palavras possam fazer sarar as foridas que
islo produz em suas familias.
Para ellas seri pelo menos, temos lodo s
confianca, um objeclo de consoUo a men^o
honrosa, tao merecida, que aqui fizemos de
seus ftlhos e de prenles morios, pelo brilhsnlo
exemplo de f, de dedicarlo e de amor para
comnosco e a -'anta S, que derara ao mundo
christo immortalisandoao seu nomo. Maulemos
alm disso a esperarla de que lodos os que glo-
riosamente succumbiram pela causa da igrja,
encontraro a paz e a beoco eterna, que pedi-
mos e que nao deixarcmos'de pedir a Dos, to
Loin e tao grande.
Devemos igualmente fazer aqu elogios aos
comando Has armas.
Qaartel do commando das armas
em Pernambueu), na cidade do
necife. 9 de novembro de 18 ORDEM DO DA N. 39.
O coronel coinmandanle das armas faz publico
para o lira convenieule, que de conformidade
loria concedendo a liccnca pedida para se tratar nosos charos lilhos os governadores das pro-
o supplicante dentro da provincia. vincias. de Dibine, Pesara e de Spoleto. que no
mcio d'esla Iristo vicissitude dos lempos, cum-
prirain constante e corojosameule com os seus
deveres.
Aagon, vencraveis irmaos, que poder sup-
pnrlar a impudencia e insigne hypocrisin, cora
que os nossos criminosos invasores nao recela-
ra m alirmar as suas proclamafts que vinham
oceupar as nossas provincias e outras da Italia,
para all restablecer o principio da ordem
moral,
com as ordens do governo corarauuicadas em Eaquellesque leem esta lingungera myste-
aviso do miuislerio da guerra d 19 de oulubro riasa, sao precisamente aquelles que, fazendo de
prximo fin Jo, seguiratn em diligencia para a pro- ha rauito lempo urna guerra encaminada e igre-
viucia do Rio Grande do Norte no dia 7 do cor- ja catliolica, aos seus ministros e aos seus inte-
renle, osSrs. capito do tO batalho de infan- resses, e despresando as leis e censuras ecclo-
laria Manoel Luciano da cmara Guaran, e te- sia>ticas, ousaram prenaer os mais illuslrcs car-
nelo do 9.* da mesina arma Antonio dos sanios j deaes, os bispos e os membros mais notaveis do
Caria. um e oulro clero, expulsar os religiosos dos
Faz igualmente publico, que nesta dala, nos | seus convenios, pilhar os bens da igreja, a c-
tennos do aviso do ministerio da guerra de 19 de mentar a raiva no dominio lemporal d'esta San-
A Opinione, de Turin, do dia 2i publica os se-
guirles despachos do general Lamoticire. Estes
despachos, segundo diz a Opinione, sao as mais
eloquenles justiUcaeoes da resoluco em que es-
lava o governo piemonlez de cecupar as Marcase
a Ombra, e da solicilude que para esse Um eni-
pregou:
Eis os despachos :
1.
O general em chefe ao delegado de acerata.
Macrala, 5 de selembro de 1850.
Quando a revoluto mostra a pona da ore-
Iha ou a pona do nariz, necessarin cahir-lhe
em cima como sobre um cao damnado ; se nao
tralaes de praticar isto, ella tomar por medo a
vossa urbanidade, e a sua orca augmenta me-
dida que diminue a confianca na vossa coragem.
Se se torna necessario mudar os vossos agentes
de polica, e desembarazar-vos de alguna traido-
res que causara receios vossa exctenle popu-
laso, dizei-m'oeu o evtarei, e, tendo s lega-
lizada pela nossa parte, nao recuaromos diante
da necessidade de derramar saugue. Sabis
como sao tratados os sicilianos que nao querem
ser piemootezes? Fuzilam-os sem os julgar. Nos
taremos julgar estes antes de os fuzilar ; mas, se I
lor preciso, nao nos oeixaremos levar s mos
lavadas.
O general em chefe,
De Lamoricire.
agosto de 1853 o reg. do T de maio de 1858, en-
engajou para servir por mais seis annos o Sr.
2- cadete i- sargento do 8.- batalho de infan-
tera Ernesto Josliuiaiio Chaves ; e conlratou na
forma da imperial pruviso de 11 de Janeiro do
la S.
Os principios da ordem moral vao sem du-
vida ser restabelecidos por aquelles que aorem
escolas polticas para todos os err<>s, mesmo das
casas d"e devassido, que por meio do escriptos
lito anuo de 1853, para servir por tres aiinos~no ou de pesas de theairo abominaveis, so asforgam
10.- batalho da inesma arm3 como tnbsico de ;
2a classe, o paisano Joo Antonio Rodrigues, que
j servio no exercito, percebendo alm dos ven-
cirnenlos quo por lei lhe competir em o premio de
2UU rs., pagos no sentido do regulamenlo ci-
tado.
Assignado Jos Antonio da Fonctca Calcan
Conforme.Antonio Eneas Gustavo Galvo,
alteres ajudaule de ordens interino do com-
mando.
EXTERIOR.
Alloeu^o proferida por Po IX no
consistorio que teve lugar em
Koma, uo dia S de seteihbro ul-
timo.
Veoeravois irraos.
i E' com extrema dr ecom urna profunda tris-
teza, que somos ubngados a lamentar e a repro-
t ir os iiovos attenlados commettidos contra nos
P''lo governo piemonlez, contra a Santa S, c
contra a igreja catholica. Sabis que aquelle go-
vorno, abusando da victoria que, com o auxilio
d'! urna bellicosa e grande nagao, alcancou ern
urna guerra funesta, alargou n Italia o su rei-
no contra todos os direitos divinos e humanos.
Depois de ler excitado os povos revolta, e, por
urna injusticia suprema, banido dos seus domi-
n.os principes legtimos, invadi e usurpu por
uai altetilado miquo o verdaderamente sacrilego,
algumas provincias da Emilia, sujeila nossa au-
toridad pontificia.
Ura, em quanlo que o universo catholico,
responaendo s nossas muilo justas e muilo gra-
ves queixas, nao cessa de fazer ouvir com furoa
por destruir lodo o poder, tod3 a castidade, toda
a virlode, por entregar irriso e ao desprezo
os myslerios sagrados-de-nossa divina religio,
>s seue preceiios, as suas instituices, os seus
ministros, o seu culto e as suas cerimonias, li-i O general
nalmente por abolir toda a nocko de Justina, e
iancar por ierra os fundamentos da sociedade
civil assim como da sociedade religiosa.
2.
0 general em chefe ao conde de Quatrebarbes em
Ancona.
7 de selembro.
Dizei ao coronel Gtdy que faja prender des-
de logo PaschoalTomnsini.
Quanto s lojas suspeilas, um mandado do
commandanle da sub diviso, coronel de Gady,
suliciente para as f^zer fechar.
O jornal Piceno, de Ancona, esl inteira-
menie vossa disposicio, esde a mauha de
manha.
O capito Esra, que torna a partir esta noi-
te, portador de um documento, que espero evi-
tar os desejos de manifesiaees para o futuro.
Se houver alguraa a manha* noile, depois da
prucissao, despersai-a pouta de bayoneta e a
Uro de fusil, para lhes tirar a idea de reco-
mesar.
O general em chefe,
De Lamoricire.
3.

em chefe ao coronel Gady em An-
cona.
7 de selembro.
Fazei desde logo sabor pelo correio para Ca-
Em presenen d'esla injusta e odiosa invisoj merano' 1ue auxiliar Caelani Pisi, que empre-
dos estados da Santa Spelo soberano do Pie- j ?ou as SUaS armas em reprimir crime3 sidiciosos,
monte e seu governo verificada contra todas as i "orneado sargento, ordens da legto das Mar-
leis da justica e contra o direito internacional C'1S. e que vai receber urna recompensa da 10.es-
levantamos de novo e com forgo a voz, como le- cudos.
mos direito, no seo u'esta augusta assembla e (< u general em chefe,
diante de todo o universo cathulico ; reprovamos Z>e Lamorieicre.o
o condemnamos cu ludo, os detestavets e sacri- "~------
legos attenlados d'aquelle re e do seu governo j 4. "
declaramos millos e de nenhum efTe.to os seus o general em chefe ao coronel Gady em An-
actos; protestamos com energa, e nao cessamos cona "
de protestar pela integral munulenco do poder i 7 .
civil, dc que gosa a igreja romana", e dos seus selembro.
direitos, que periencem a lodosos caiholicos. Consnllai o lente de Gendarmeria, cujo
Nao poderiamos dissimular, veneraveis ir- j noroe Quatrebarbes, prendei oscomprometlidos
inos, a protunda amargura que nos opprime,' polticos de Ancona, que elle vos indicar, princi-
vendo que, em consequencia de diversas diffi-
culdades, desejamos anda o apoio estrangeiro
contra essa invaso criminosa. Coodecamos
muito bem as declaraces reiteradas que no3 lera
sido fetas por um dos mais poderosos principes
da Europa Todava, emquanlo que ha muilo
lempo esperamos o etteiio, nao podemos deixar
de sefTrer agonas crueis, viudo os autores e fac-
tores d'essa usurpaco culposa, perseverar e
avancar audaciosa e insolentemente no seu de-
lesiavel projecto, como se tivessem a certeza de
que ninguem se oppunha a elle.
Esta perversidade ^hegou a ponto do que
londo as tropas do exercito piemonlez sido man-
a sua voz contra aquella usurpaco impa, esse dadas quasi al aos muros da nossa capital, fl-
nesmo governo, emprehende laucar mo d'ou-
lias provincias da Sania S situadas no Picenum,
a Ombris e o patrimonio de S. Pedro. Vendo o
povo d'aquellas pro'irn i as gozar da mais perfei-
la tranquillidade, e dcdirar-se fielmente a nos,
sem que o dinheirn espalhado com profusao, e
cutros manejos perversos, o podessem aftastar e
i '.'sligar-se do nosso legitimo governo.civil e do
da Sania S, ento l.ingou naquellas provincias
um bando de homens perdidos, para all excitar
aa desordens e as scdicc.c9 e depois um numero-
.so exercito armado para aitacar aquellas mesmas
provincias c subnietie-las pelas armas.
Cunheceis minio bem veneraveis irmaos, a
arta imprudente escripia ao nosso caroeal ini-
olslro dos negocios pblicos, pelo governo pie-
monlez, para justificar a sua usurpaco. Nao se
acnuliou de nos aununciar nlli que liuha dado or-
detis s suas tropas para oceuparem as nossas
provincias, se nao despedissemos os eslrangeiros
alistados no nosso pequeo exercito. tnicamente
levantado pira assegurar a tranquillidade do do-
minio pontificio e dos povos uesse dominio. L
cou intenompida tola a enmmunicacao. compro-
mettidos os interesses publicse particulares, in-
terceptados os combiiyos, o o que anda rnois
graves, O Pontifica supremo da igreja universal
redu/ido a nao poder se nao difficilmente prover
aos interesses da igreja, em consequencia do es-
lado das vas de.communicaco com o resto do
plmente os chefes.
Mandal urna companhia sem mochilas para
Carnerario, com os gendarmes para prender os
chefes do ultimo movimenio. Encerrai-me loda
essa gente as enchovias em Ancona, e nao per-
milli mais reunios de cem pessoas como a que
houve na notte de 3, na matgem do rio em fren-
te da casa Gozzi em Arch. Ao menor assobio
ou provocajo, fazei inmediatamente uso das
armas.
i O general em chefe.
De Lamoricire.
5.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Depois de muitos das de espera, fundeou hon-
tem s 6 e meia horas da larde, em nosso porto,
o vapor Milford Uaven, adianlando 3 dias do Rio
do Janeiro a 5 da Baha, sendo as suas dalas 28
do passado, o 5 do crranle
Rio de Janeiro.l-se no Jornal do Com-
mercio :
Temos datas do Paran al 20 do crrante.
Por acto da presidencia, de 4, foi a prozin-
cia dividida em cinco collegios eleitoraes, que
sao : capital Paranagn, Antonina, Castro o
Gnnrapuava, comprehendendo 20 parochias com
199 eleiiores.
Tinhara-se concluido os trabalhos dos coo-
selhos de investigaco e da guerra a que respon-
dern) o commandanle, major e mais officiaes do
corpo fixo, como consla da carta que em oulro
lugar publicamos.
a Pordecretos e ttulos de 16 do corrente, fo-
ram designados para a
ALFANOEG.V DO PARA.
< Ajudante do inspector, o serventuario do
exlinclo lugar de escrivo Anguslo Cezar Satn-
paio ;
, Chefe da 1.a seccao, o serventuario do ex-
linclo lugar de esccivo da descarga Jos Joaquim
Rodrigues Marlins;
Dito da 2.a, o 1. escripturaro Joo Jos llo-
rado da Silva ;
\." escripturaro, o 2. dito Camerico Fa-
cundo de Castro Menezes a o amanuense Fran-
cisco Ladislao Tocano de Alcntara ;
2ns escriturarios, os amanuenses Frederico
Julio Peltre e Felippe Joaquim de Souza.
3" escripturarios, os amanuenses Silvestre
Jos de Azevedo. Joo Saturnino de Moraes Bap-
lisla, e Pedro Henriques Cordeirn ; o guarda An-
gelo Jos da Silva, e Manuel Jos Candido.
405 escripturarios,Joo Benevenuto da SiWa
Leo, Antonio Pereira de Oliveira, Veras, Rai-
mundo Polycarpo Monteiro, Jos Alves Guerra e
AveMno Pereira da Cunha.
1 conferenle, o porteiro Antonio de Azevedo
Marques. <
os confrranles, os ajudantes-conferentes
Jos Ferreira Ribeiro Aranha, Joo Baptista do
Livramento Ferreira, Joo de Dos a Silva, e o
Ihesoureiro da allandegada Baha Manoel Janua-
rio do Oliveira.
Guarda-mr, o feilor-confereute Jos Luiz
da Gama e Silva.
'. Administrador das capalazias, Joaquim Mar-
celino da Rosa.
Porteiro, Antonio de Souza Azevedo o Mello.
ALFANIEGA 00 MAIIANHA.
Ajudante do inspector, o serventuario do
exlinclo lugar de escrivo Licinio Janeen Muller.
Chefe da Ia seceo, o serventuario do extine-
lo lugar de escrivo da descarga Francisco Xavier
de Miranda Machado.
< Dito da 2a, o guarda-mr Joao Juliano d
Moraes Reg.
a Io cscripiurario,o guarda-mr da slfandega da
Paralnba Joo Francisco Marlins de Almetda ;
2o esetipturario, o amanuense Mauoel Ricardo
Vier ;
30S escripturarios, os amanuenses Luiz Canuto
de Leinos, Fatiio Pereira de Faria, Joo Rnymun-
do de Souza, Izidro Juvencio da Silva Barreiros,
e o amanuense da alfandega de Paranagu Filip-
pe Amonio de S Caldas ;
403 escripturarios, os amanuenses Antonio
Pinto Braga, Raymuudo Nonato Nunos Belfort,
Jos Raymundo de Souza, Jos Francisco Gomes
Pereira, e Jos Joaquim de Miranda ;
1 conferenle, o inspector da alfandega da
Parahiba Joo Antonio Beckman ;
205 coiiferenies, os ajudantes conferentes
Raymundo Ferreira Barbosa, Jos Gregorio dos
Res, Antonio Cesar Canlanhede, e Tederclino
lenlas Pereira ;
Guarda-mr, Carlos Eduardo Riedel;
>.< Officiaes de descarga,os guardas, Ignacio Pe-
dro de Figueiiedo, Antonio Pedro Pereira da A-
breu, Joo Raymundo Mendes, Jos Pereira Lom-
ba, Joo Vianna de Agujar Torres, JosDuarte do
Valle, Luiz Raymundo Ewerton, Servulo Antonio
de Miranda, Raymundo Fortunato Coqueiro Leal,
e Joo Jos Alves Basolla.
ALFANDEGA DO CEAR.
Ajudante do inspector, o serventuario do ex-
linclo lugar de escrivo, Joo Antonio Machado ;
1" cscripiurario, o escrivo da descarga Joa-
quim Estanislao da Silva Gusrao ;
30i escripturarios. os amanuenses, Raymun-
do Theodorico de Caslro e Antonio Theodorico de
Castro ;
40s esciipturarios, o amanuense Francisco
Seralim de Miranda Moura, o Herminio Olympio
da Bocha.
C 20S conferentes, o Ihesoureiro Joo Franklim
de Lima e ajudaule conferenle Miguel Joaquim
Pereira.
Thesoureiro, Anlonio Domingues da Silva.
O general em chefe ao ministro da guerra em
liorna.
5 de setembro.
Respondo aos vossos tres despachos telegra-
phicos em cifra.
1. Nao necessario fazer avancar os espas
munoo, que cada vez mais seprendem. E' por ^^Km ''V1"U "rt'm "'
isso que, no meio d estas grandes angustias, em !
presensa de urna situaran lo pengosa, compre-
liendeis, veneraveis irmaos, quo nos vemos na 0
triste necessidade de nos oceupar. a nosso pesar,! rra
das medidas que ha a lomar para resalvar a nos-
ALF.OiLEGA DO RIO GRANDE DO NORTE.
as suas armas carregadas como
se fossem so encontr do lean. Einfim, nunca
preciso ir at onde o inimigo parece querer |
attrahir-vos. (Seguem algumas palavras etn ci-
sa dignidade.
No entretanto nao podemos abster-nos de la-
mentar, entre outras cousas, esse funesto e peri-
goso principio, chamado de nao intervenco, que
ha pouco lempo algnns governos proclamam a
poem em pratira, com a tolerancia dos oulros,
mesmo quando se traa da insjusta agrfsso de
um governo contra oulro, a ponto de parecer
assegurar urna especie de impunidade ou licen-

0 general em chefe,
De Lamoricire.
nao ignor.es que. uasi no momento em que es- ^f*"1". Id'' ?T f"\?'V hun,,nn8' ".0a
sacafiase raeebeu. foram aouellas orolincia. V'^T- 5. ^ C fedlre,lM' de propn^
dadas e dos propnos estados, com.' somos lesti-
munhas n'estes infelizes tempos.
se reeebeu, foram aquellas provincias
oceupadas pelas tropas piemontezas. Na verda-
de, nao pode deixar de se senlir profundamente
cornmovido e indignado en presensa das aecusa-
ces engaosas, das diversas calumnias c dos ul-
trajes com que aquelle governo nao tere vergooha
de cobrir a sua impia e hostil aggressao contra a
autoridade civil da igreja romana e de aitacar o
nosso proprio governo.
Ouem nao ficaria admirado de ver o nosso
governo reprehendido por ler alistado eslrangei-
ros no nosso exercito, quando todos sabem que
e nao pode recusar a m governo legitimo odi-
reiio de chamar eslrangeiros para as suas tropas.
Esse direilo peneoce seguramente, com um Ulu-
lo mais especial, ao nosso governo. e ao da San-
ta Se, por isso que o ponlifice romano, pni cora-
mum de lodos os fleia, nao pode deixar de acco-
lher de bom grado aquelles que, levados de um
zelo religiuso, querem servir no exercito pontifi-
cio e concorrer para a defeza da igreja. E ne-
cessario notar aqui que esta concurso de ctlholi-
cos eslrangeiros principalmente dovido per-
severancia d'aquelles que te^ra attacado o poder
civil da Santa S Ninguem efectivamente ig&o-
ra de que indigna^o, e deque lucio se cobrio o
mundo catholico noticia da aggressao to iu-
justa e to impia, feita contra o dominio da s
apostlica. Logo do diversos paizes do mundo
^hrislao, correu um grande numero de fiis, e
com a maior promplido, para o nosso dominio
pontifleiij, alislando-se na nossa milicia para all
defTemierem os nnggos direitos, os da Sania S o
ta igreja.
E seguranico-
| te extraordinario que se permita impunemente
I ao governo piemontcz despresar e violar um se-
j melhoiite (principio, quando o vemos, com um
excercilo rmalo, e a Europa o contempla, fazer
um irrupcao nos estados de outrem e banir prin-
cipes legtimos. A despeito d'esta pernicioso ab-
surdo, nao se permiti a iniervenco estrangeira
seno para provocar, e manter a rebellio.
E' isto que nos ofTerece urna nccasio favo-
ravel para instar com lodos os principes da Euro-
pa, afim deexaminarem seriamente, com todo a
maduresa c sabedoria dos seus conselhos, qnaes
sSo os grandes e immuneraveis meios que se a-
cumulam no detestavel acontecimcnlo que de-
ploramos. Trnta-se effectivamente da'msis mons-
truosa violaQo criminosamente consumada con-
tra o direito universal das gentes, e que, se nao
for completamente comprimida, nao restara mais
iorqn e seguranza a qualquer direito legitimo.
Trata-se d'um principio de retiellio que
vergouhosamente favorece o governo, e que f-
cilmente d a entender qual o perigoque todos
os dias ameaga qualquer goverrro, e qual o
flagello quo resulta para toda a sociedade civil,
por isso que d'esla maneira abre urna estrada
para o fatal cammunitmo. Trata-se do conveu-
Ges solemnes que exigam, nos estados pontifi-
cios, assim como nos demais estador europus,
o respeilo o a manutengan inviolavel do nosso
poder civil. Trata-se da violenta expolioslo d'es-
se poder quo por urna singular disposioo da
Providencia Dirioa, foi dado ao Pontfice romano.
O general em chefe ao carieal Antonelli.
8 de selembro.
O senhor Mazzio transmittio-me os condi-
coes impostas pelo noclabf dexustgrnogrkzertuxi
(Juque de Modenaj para o grkzlntgrya [enviado; I derico de Ameida'7buquerque"o Joao" d ssis
de seu: J:U0 homens o pede-aie as minhos ob- Pereira Rocha ;
203 conferentes, o ajudante confarenle An-
Inspector, o 2 escripturaro da alfandega da
Babia, Luiz Franciseo de Mello Cavalcanti;
'< Ajudante do dito (designado), o Io conferen-
le da de Uruguayaona Jos Antonio Seraphico
de AssisCarvalho;
Io escnplurario, Antonio Francisco Aras;
2 escripturaro, Francisco Bernardino Nu-
nes Monteiro;
Sergipe Joaquim Aurelio Wanderley ;
2 conferenle, Francisco Bezerra Cavalcanti
Maracaj.
ALF.VNDEGA DA PARAHYBA.
a Ajudante do inspector, o escrivo Joao Jos
Henriques;
Io escriplurario, o escrivo da descarga
Francisco das Chagas Galvo ;
3"s escripturarios os amanuenses Nuno de
Seixas e Joaquim Tertuliano de Medeiros;
4* escripturarios,o amanuense Belisario Pre-
da de Pernambuco Godofredo Heniique de Mi-
randa ;
4o* escripturarios, os amanuenses Joo Aeto-
nioda Silva Pereira, Antonio Luciano de Moraes
de Misquita P.mente], e Vicente Tiburcio Ferrei*
ra Malanguozo : os da extincta mesa do consu-
lado Frederico Carneiro Leo, Joo dos Santos
Porto, e Joo Bernardo Diniz Pessoa o guarda da
mesma mesa Basilio Baptisti Furtado, Pedro da
Rosa Maia, Joaquim Albino de Gusmao, e Luiz
Antonio Rodrigues de Almeida ;
2a conferentes, o ihesoureiro da extincta
mesa do consulado Marcelino Antonia Pereira,
osfeitores da mesma mesa Joaquim Ignacio de
Carvalho Mendonca, Jos Alfonso Ferreira, Jos
Mara Cesar do Araaral, e Jos Thomaz de Aguiar
Piros Ferreira ; os ajudantes conferantes da al-
fandega Jos Miguel de Lira, Joo do Frailas
Barbosa, Carlos Augusto Lins de Souza, Benja-
mn! Pires de Albuquerquo Marauliao, e Jos
Thomaz de Gampos Quaresma ;
Ajudante do porteiro, o porteiro da extinc-
ta mesa do consulado Manoel Simplicio Corcea
Leal ;
Ajudante do stereometra, o arqueador da
extincta mesa do consulado Joaquim Ignacio de
Barros Lima ;
Officiaes de descarga, o guarda da extincta
mesa do consulado Jos de Barros Lima, os da
alfandega Joaquim Jos Ferreira Penha, Jos
Francisco de Millos, Francisco Rodrigues Pinhei-
ro, Joo Eduardo Pereira Borges, Manoel Fclip-
pe do Carino Nunes. Alexandre Correa da Silva.
Joo Moreira de Mendonca, Jos dos Sanios La
ges, Jos de Saiti'Auua, Felippe A ntonio Teixeira
de Albuquerque, Manoel Joaquim Paes Brrelo,
Flix Paes da Silva Pereira, Joaquim Alves da
Silva, Francisco da S. Schefier, Anlonio Machado
Pereira Vianna, Silverio Joo Nepomuceoo Bar-
ros, Manoel Jos de Almeida Soares, Manoel
Joaquim de Souza Viegas, o Geraldo Correa
Lima ;
Commandante da companhia de guardas,
Joaquim da Cunha Figueiredo.
ALFANDEGA DAS ALAGOAS
Ajudante do inspector, a servoaluario da ex-
tncto lugar de escrivo Luiz Jos de Barros
Leite;
Io cscripiurario, o escrivo de descarga Fran-
cisco Anlonio dos Passos Saboia :
2 escripiurarie, Joo Candido Monteiro de
Lima ;
3US escripturarios, os amanuenses Francisco
Joaquim Telles o Agostinho da Silv Guimares
Jnior .
2US eonferentes, o ajudante do conferenle Ro-
salvo Medeiros da Rocha Lins a Jos da Silva
l'ravassos :
Quarda-mr, Reinaldo Odorico Mendes.
ALFANDEGA EA BAHA.
Para servir de ajudanlodo inspector, o guar-
da-mr Jos de Souza Nobre ;
dem de chefe de Ia seceo, o servenliiaro
do extinclo lugar de escrivo" da descarga Frau-
cisco Manoel Goncalves da Cunha :
dem idern de 2a, o serventuario tambem
do extinclo lugar de escrivo Antonio do Souza
Vieirra ;
Foram nomeados:
Chefe da 3a seceo, o feilor conferenle Jos
Pires de Carvalho Albuquerque :
los escripturarios, o escrivo da extincta
mesa do consulado Manoel Jos Freir do Car-
valho, oajidanto de escrivo da descarga Joa-
quim Olavo da Silva Rebello, e o ajudanle dos
conferentes Umbelino Rodrigues da Costa ;
20S escripturarios,os tos da extincta mesa do
consulado Ezequiel Anlouio de Mello Mallos e
Antonio Joaquim Peixolo, os 20S da mesma ex-
tincta repenico Lucio Jos Goncalves e Jos
Feliciano Castlho, o amanuense da ilia alfande-
ga Antonio Luiz de. Barros Paira e Joo Alves
da Silra ;
3o" escriplurario1, os amanuenses Manoel
Joaquim de Magalhaes, Francisco Luiz de Souza
Paraso, Salvador Ayres do Almeida Freitas,
Heunquo da Franca Pinto Garcez, Bemviodo
Moulinho, Augusto Candido Nobre Fgueira. e
Francisco da Silva Magalhas Cardoso; o 2
da exlincta mesa do consulado Joo da Silva Ro-
mo, e os amanuenses da dita mesa Sebastio
Jos da Cruz e Mello e Jos Ignacio Cardira ;
V" escripturarios, os amanuenses da extincta
mesa do consulado Manoel Ignacio Sampaio e
Constantino Placido da Assumpco, o llel do
ihesoureiro da mesma alfandega Luiz Joaquim
Maia, Argemiro do Souza Menezes. Manoel de
Azevedo Silva e Caslro, Joaquim de Cerqueira
Lima, Hermenegildo de Azevedo Monteiro, Ro-
gerio Guanaes de Mineiro, Joaquina Pereira Lis-
boa Pililo, e Anlonio Monteiro de Carvalho ;
l"s conferentes. -j ajudanle-conferente Ray-
mundo GoncMves Marlins o o 1 escripturario
Joo Jos da Rocha Vnnna ;
20S conferentes, os feitores-confereotes da
exlincta mes do consulado Vasco Carneiro de
Campos, Tiburcio de Andrade, Joo dos Santos
Sepulveda, e Malaquias Antonio Jos Colho;
os amanuenses da mesma alfandega Jos Manne!
Alpoim, Manoel Pereira Lesbio, e Claudio Jos
de Souza Vasconcellos; o ajudante-conferente
|*Joaquim Borges de Campos, Francisco da Cunha
Freir e Gustavo Adolpho de Menezes ;
Thesoureiro. oda extincta mesa do consula-
do Jos Augusto Pereira de Mallos ;
Porteiro, o ajudante conferenle Joaquim Jo-
s Bittencourt;
Ajudanle do dilo, o guarda Francisco Mar-
tina Das :
Ajudanle do stereomelra, o arqueador da
exlincta mesa do consulado Agostinho da Silva
Paranhos e Alexandre Hypolito Perrel ;
Officiaes de descarga, os guardas Joaquim
Pereira Tosta. Antonio Jos de Suiza Mallos,
(lermano Jos da Cunha, Joo Ncpomuceno do
Almeida, Manoel dos Sanios Sepulveda. Joaquim
Theodoro Pereira de Mello, Anlonio Jos Porfi-
rio, Tertuliano Jos Gesteira, Bernardino Gon-
calves de Sena, Anlonio Ferreira de Souza e Ig-
nacio Abreu Conlreiras ; Anlonio Jos Anlunes.
Pedro Antonio Galvo, los Joo de Perouse e
Mello, Pedro Alves da Silva, Olympio Manoel
de Castro Jnior, Manoel Firraino Lins, Leoncio
Zenon de Castro, Arnaldo Genl Ibirapitanga. e
Paulino Feliciano Casdlho ;
Commandanle da companhia dos guardas,
Pedro Pereira de Almeida ;
ALFANDEGA DE SERGIPE.
Inspector, o 1 escriplurario da alfandega
do Rio-Grande do Norte Joaqun Candido Pessoa
de Seixas;
Ajudanle do inspector, o serventuario do
exlinclo lugar de escrivo Jos Amancio do Ou-
teiro ; *
V escripiurarios, o amanuense da exlincta
mesa do consulado da Bahia Bnnventura Jos da
Silva, o Arnobio Afro de Alcntara; .
3ns escripturarios. Luiz da Silva Daltro, a o
amanuense da mesma alfandega Luiz Jos Dama-
sio :
conferenle, o feitor conferente da al-
do Maranho, Anlonio Jos de Almeida
Jos
Ajudante do inspector, o serventuario do
existinclo lugar de escrivo, Abel Piras de Oli-
veira.;
2.' escripturarios, os amanuenses
Manooi.de Freitas e Flix Bento Vianna ;
3.' escripturarios, o Oeldo armazero Carlos
Augusto Cesar Plaisant e Doaiingca Carneiro da
Silva Braga.
c 2. conferenle, Jos Antonio Pessoa de
Barros.
ALFANDEGA DE SANTA .ATIIAR1NA.
Ajudante do inspector, Joo Goncalves da
Silva Peixoto;
2." escripturario, Eliseu Antonio Pitan-
guaira ;
3." escripturarios, Vicente Lemos Feraandes
e o guarda da alfandega do Rio Grande do Sul
Francisco Jos Fialho Filho.
2. conferente, Jos Francisco Pacheco ;
a Porteiro, Jos Lino Goncalves Vilella ;
ALFANDEGA DO RIO GRANDE DO SLL.
Ajudante do inspector, o serventuario do ex-
linclo lugar de escrivo Fernando Ferreira da
Silva ;
Chefe da 1.a seceso, o serventuario do ex-
tinclo lugar de escrivo de descarga Milito Pei-
xoto de Miranda ;
Dilo da 2a, o serventuario do extinclo lugar
de escrivo da de Porto Alegre Joaquim Satur-
nino dos Santos Paiva ;
1." escriplurario, o amanuense Francisco An-
tonio de Azevedo ;
a 2.* escripturarios, Evaristo de Albuquerque
Gslvao, Anlonio Este vio da Bittencourt e Silva,
o ajudante do escrivo da descarga Antonio Pe-
reira de Almeida Jnior, o amanuenso Cantillo
Jo.- de Carvalho e o feitor conferenle da de Uiu-
guayana Jos Procopio Pereira;
3.0S escripiurarios, os amanuenses Carlos
Marlins do Freitas, Francisco Ignacio da Silva
Porto, Joo Alves Pereira da Silva o Antonio
Goacatves da Silveira ; o porteiro da de ru-
guayana Rivadavia Pereira de Alencar. o 2.e es-
cripturario da mesma repartirn Sebaslio Car-
los Navarro de Andrade, o administrador interino
da mesa de rendas de S. Jos do Norte Candido
Jos da Silva e Jesuino Pinto de Meirclles.
4.' escripturarios, o escrivo da mesa do
Jaguarao Thomaz Brum da Silveira, o escriptu-
rario da mesa de rendas de S. Jos do Norte Joo
Francisco Alves, o escrivo da mesa de rendas de
Pelotas Antonio Jos de Oliveira Paredes, os
amanuenses Candido Augusto Bordini e Joaquina
de Miranda Ribeiro, o guarda Francisco Hercu-
lano da Silva Chaves, Francisco de Paula Silvei-
ra e o praliconte da alfandega do Rio de Janeiro
Joaquim Gomes da Costa e Silva ;
1S conferentes, Bernardino JosCoelhoeo
administrador da mesa de rendas do Jaguarao
Jos Luiz Correia da Cmara ;
2o*conferentes, os ajudantes-conferentes Jcao
Bobalo Barcellos, Joo Luiz Valerio, o Fraucisco
Pereirt da Silva, e collector das rendas geraes
de Pelotas Vasco da Silva Feij ;
<.< Ajudanle do guarda-mr,'o ajudante-confe-
renta Joaquim Carlos Miller.
Olieiaes de descarga, os guardas Joaquim
francisco de Souza. Joo Luiz Gualberto. Joo
Alberto Teixeira Fres, Fortunato Joaquim da
Rocha, Solero Alberto Fres, Rodrigo Jos de
treilas. Francisco Joaquim do Alcntara, Apoli-
narto Francisco do Oliveira, Aurelio de Seixas,
Francisco Antonio Ferreira, Leonardo Alves Pi-
niieiro. Vicente Marianno da Bocha Jnior, Luiz
Manoel de Jess Andrade, Manoel Marlins Alves,
e Theodoro Francisco de Almeida.
a Commandanle da companhia dos guardas,
Joaquim Francisco da Cunha Menezes.
ALFANDRGA DE PORTO-ALEGRE.
Ajudante do iuspector, o serventuario do ex-
tinclo lugar de escrivo da de Uruaguayna Anto-
nio Maria Ulrich ;
2 escripturario, o amanuense Anlonio Eva-
risto da Costa e Silva :
30S escripturarios, os amanuenses Jos Can-
dido da Silva Jobe Joo Claudio da Silva ;
2* conferentes, o njudaole confcrenle Jos
Rodrigues Goncalves da Silva a o ex-fiel da Ihe-
souraria Eduardo de Azevedo e Souza ;
Officiaes de descarga, Ovidio Damasceno
terreira e Abel de Souza Leal ;
ALFANDEGA DE CRLGLAYANA-
Inspector, o inspector da alfandega de Ara-
caju Herculano Eugenio de Samuaio ;
Ajudante do inspector, o serventuario do ex-
melo lugar de administrador da mesa de rendas
de s. Jos do Norte, Joo Jos da Cosa e
Araujo.
2"5 escripturarios, o 2o escripturario da al-
landega do Rio Grande TheodolioJo Antonio da
llosa u o amanuense da mesma, Antonio Manuel
da Silva.
3.
d
lie
e o
Alegro
servacoos.
Ha mais de quinze dias que tinha conheci-
mento d'estas condicoes, e j cscrevi quatro ve-
zes a 26 (Roma) e Nyal9kzlztuxi que podiam
ser acceilas.
Tenho um profundo sentiraehto vendo que se
tem demorado quinze dias para acceitar esses
soccorros que a Providencia nos enva.
Luzzi, secretario de Mr. de Merode, lera as
palavras em cifra.
0 general em chefe,
De Lamoricire.
7.
O general em chefe ao general de Courten em Ma-
crala,
i 8 de setembro.
Agradeco haverdeg feilo reparar o telegra-
pho lo promptamenle. Fazei vigiara llnha pe-
los gendarmes, engenheiros e cantoneaos. a-
ples foi evacuada pelo rei depois de feila a con-
tonio Joaquim da Fonseca e Geraldo Bezerra Ca-
valcanti ;
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
Ajudante do inspector, o guarda mor Luiz de
Carvalho Paas de Andrade ;
Chefe da t" sorcao, o serventuario do ex-
linclo lugar de escrivo da descarga Francisco
Sergio e Mallos;
Dito da 2", o escrivo da exlincta mesa do
consulado Jacome Geraldo Maria Lumachi de
Mello;
Dito da 3*. o serventuario do extinclo lugar
de escrivo Faustino Jos dos Sanios.
1 escripiurarios, os segundos ditos Floren-
cio da Silva eJoo CarneirotinsSoriano;
2a escripiurarios, o ajudante do escrivo da
descarga Lucio da Vntga Pessoa, os ajudantes
conferenle Ilenrique Soares de Andrade Brede-
rodes e Manoel Caldas Brrelo, o guarda mor da
alfandega das Alagoas Julio da Silveira Lobo, os
primeiros escripturarios da extincta mesa do
venco. O exercito que permaneco fiel reu- consulado Joo Francis-o Regs Quinlella eFran-
ne-se pela parte de Iraz do Vulturno sobre Ca-
pua
llavera urna grande batalha entre Capua e
Gaela.
O partido piemonlez perdeu o terreno. Os
napolitanos antes querem Mural do que Victor
Emmanuel. A Franga desta opino. Um for*
le regiment francez chegou hontem a Roma ;
aniuincia-se a chegada de mais dons, 6:000 ho-
mens de trooas da Modeua, 2 baleras preparada!
e 2 esiiuadres de car aliara, esiao para cbfgar a
Aocona.
cisco de Paula Lupes neis, os amanuenses da
mesma afandega Maximiano Francisco Peixoto
Duarle h Tiburcio Valeriano dos Sanios;
30S escripiurarios, os 20S escripturarios da
exmela mesa do consulado Joaquim Pedro do
Santos Bezerra, Caetano Gomes do S, o Domin-
gos das Naves Teixeira Bastos; o amanuenses
da altandega Joao Duarle Carneiro Monteiro, Jos
Alfonso dos Santos Bastos, Manoel Gomes de S,
Joo Jos Ferreira de Faria, Joo Osorro de Cas-
tro Maciel Monteiro, e Jos Francisco dos Santos
Miranda, e o praticante da Ihesouraria de fazen-
1.
fandega
Gama ;
2.0S conferenles, o 4. escripturario do the-
souro nacional Antonio da Franca Alhayde Hos-
coso, o amanuense da exlincta mesa do consula-
do da Bahia .uslavo Feliciano de Castilho ;
Thesoureiro, Francisco Flix de Freitas
Brrelo ;
Guarda-mr, Emilio de Cerqueira Lima :
Administrador das capalazias, Antonio Bap-
tista de Bittencourt.
ALFANBEGA DO ESPIRITO-SANTO.
Ajudante do inspector, o serventuario do
extincto lugar do escrivo Emilio Joo Valde-
taro ;
2."escripturario, Coriolano Alberto de An-
drade e Oliveira ;
l. conferente,o amanuense da exlincta mesa
do consulado da Bahia Antonio Jos Mallos
Lucena ;
OQicial de descarga, o guarda da alfandega
do Rio de Janeiro,Isidoro Alves da Silva.
a ALFANDEGA DE SANTOS.
a Ajudante do inspector, o serventuario do
extincto lugar de escrivo Jos Antonio da Silva
Viveiros Costa ;
1. escripturario, o escrivo da descarga
Anlonio Justino de Assis ;
3.0S escripturarios, Jos Carlos da Cofia
Aguiar, os amanuenses Jos Anlunes Pimenlel e
Jos Francisco Dia*.
4.' escripturarios, o pralicanle da alfandega
do Rio de Janeiro Augusto Jos Freir Dur*al,
os amanuenses da de Aracnj, Antonio Marlins
Fontes a Jos Martins Ramos.
2.0S conferentes. Venancio Jos Pnheiro da
Silva i o ajudante-conferente Andrelino de Aze-
vedo Marques ;
Guarda-mr. Rodlpho Julio de Balbi.
AIlFANDECA DB PABANACLa".
a Inspector, o serventuario do extincto logar
de amanuense da atfandeg-v do Rio do Janeiro
Dometrio Acacio Fernandes da Cruz ;
. escripturarios. o amanuense da alfandesra
o Rio Grande Jos Alves de Oliveira Coelho e o
le do armazem da alfandega de Porto
Joao Carneiro da Fonloura ;
<< 1. conferenle, o 1. escriplurario da alfan-
dega das Alagos Jos Anlonio Serophico de Ar-
sis Carvalho;;
2" conferenle, o guarda Firmino Jos da
Silva Lima e o fiel do armazem da alfaudega de
Porto-Alegre Jos Silveira da Luz ;
Porteiro, o amanuense Leopoldo da Cmara
Lima ;
Commandante da companhia dos guardas o
guarda Joo Antonio de Lima.
Temos datas de S. Paulo at 25 do corrente.
O Sr. couselheiro Amoral Gurgel, director da
facnldade de direilo e I. rice-presidente, toraou
conta do governo da provincia no dia 22, icando
a direccao interina daquella faculdade a cargo do
Sr. Dr Brolero.
Teve merco do foro de fidalgo o Sr. Dmaso
de Souza Barriga.
Foram nomeados:
Official da ordem da Rosa, o Dr. Joaquim Go-
mes Vieira.
Cavalleiros da mesma ordem, os Srs. Pedro
Gomes Pereira de Moraes, Francisco Teixeira de
Faria e Jos Gnilhenno da Silveira Telles.
Praca, 37 le outubro de I8GO.
COTACOES OFFICIAES DA JUNTA DOS CORRETORES.
Acges.
Estrada de ferro de D. Pedro II, a 5a de des-
cont.
Benjamim Moniz Brrelo,
Presidente.
Diocleciano Bruce,
Secretario.
BOLETIM SEMANAL.
Rio de Janeiro, de 22 a 27 de oulubro de 1860.
O movjmento u0 nosso mercado monetario
durante a semana foi pouco mpnrtantej
No dia 25 de manha fecharam-se ds saques
pelo paqueta francez Barn a 27 d. sobre Lon-
dres, nao lendo alteraco nesse algaristno pelos
pou-os saccadores e lomadores que appbraceran
no mercado at essa data.
Limitaram-se pois as operaQoes realisodas s
sommas seguintes :
Sobra Londres, 260.000 a 27 d. |
Sobre Pars. 1,800,000 francos, |na maior
parle a 3a2 e3i3 rs. e o reslo a 3oU, 351 e 354
res.
Sobre Haraburgo, 150,000 ra. h.
672 rs.
a 670 o
Haraburgo, 150,000
Descont. Conservaram-se nos bancos
| para
as letras do
9 V e fru delles de 9', a 10
Ia classe.
A procura de dinheiro Toi regular.
a A plices.Das geraes de 6 % oegociaram-
se 28 no dia 22 a 202 hontem ao par.
Metaes. Venderam-se durante a semana
300 oncea da patria a 3U3200 c 1.000 a 30S500.
Bahia. Comecava animar-se a populacho
tanto da capital, como de quasi todo o reconca-
vo, e grande parle do interior, em consequencia
das abundantes chovas que cahiram sobre essas
localidades durante cinco dias consecutivos,
Os nos Sinunga, Cachoeinnha e oulros ha-
viam crescido, e impediam a travessia dos al-
mocreves do centro.
O cambio ragulou nos dias ltimos antes da
sahida deste vapor da forma seguinto :
Sobro Londre-i26 5/8 e 263/4 60 e90 d. v.
o Paria355 360 por fr.
LisboaUO 115 por cento.
Ha ni burgo 680 700 rs. por ra. b.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
O Novo Banco substitue as suas notas do valor
de 10)00'! e 2fl|000rs.
Em viitude do disposto no decreto de 10 de
outubro ultimo, esta subsiituicao deve ser rea-
lisarta dentro de quatro mezes; e depois desto
prazo. flcaro stigeitas as referidas nulas ao des-
colIo progressivo de dez por cento ao mez, al
ficarem sem valor algum; pois que ellas foi ex-
tensiva a oisposigo do artigo 5 da lei de 6 de
outubro de 1835.


.-
DIARIO DE PERRAMB0GO. SAIBaDO 10 DE NOVEMBRO DE 1860.
No da 29 do correte, vai pract, peran-
te a junta da (izenda provincial, o cosleio da
iUuonnacSo publica da cidade de Olinda, que se
compoe de trinta lampees, sendo avallado cada
um por 260 rs. diarios.
A arrematado annua, e datar de 16 sembr dcste anno por diante.
Deremos algunas patarras ao coromuni-
cante da Ordem do honii'm, acerca da noticia j
sobre o baptisado de boneea, de que nos occu- I
paraos era nosso Revista de 7 do corrente.
O illustre communicante labora n'uma confu-
sode um brinquedo iunocenle entre enancas e
urna profanaco de um sacramento por pessoas
adultas, que porruaior irreverencia no s man-
daran armar a casa, como deram o baile, que
indicamos anteriormente. Nao tumos por tanto
illaqueado ero nossa boa f; o faci referido por
dos teve existencia com maiores formalidades
anda do que aquellas, que deixamos consigna-
das, tendo ofRciado de celebrante um individuo
bem alentado era annos, no que o acompanha-
vam os padrinhos.
Sirva isio pois de desfazer o quiproquo, em
que nos parece estar o communicanie, que, sem
duvida por nimia suscepbtlidade, descobrio urna
inerepajo si, onde havia urna censura
outrem, qne sem ter menino procurava brincar
religiosamente.
Informam-nos que d-se no cemiterio pu-
blico urna falta mui sensivel com relacoseus
effeitos; a qual por isso deve ser reparada, dada
a hypothese da respectiva existencia.
Consiste essa falta, de que somos informados,
em nao serera rebocadas todas as catacumbas
com cal fina, dando isto lugar ao terral em pou-
co lempo gastar cora sua aeco os lijlos, e ioar
assim e esqueleto vista.
Este Tacto produz-se em algoraas catacumbas
das irm males do Espirito Santo e Boa-vista,
segundo a info.mago ; e adraiilindo-o como
real, solicitamos o emprcgo dcmelhor cal no re-
boco d'ellas, para evitar semelhante clfeito, que
desconveniente por todos os principios, o raais
ainda por havcr a cmara, titulo de tapare
rebocar cada calacumba, a quantia de 7JO0 rs.,
alvo o erro ou iuexaclido relativamente esse
quantum,
Haver lugar no dia 22 deste mez a arre-
mataco dos imposlos da cmase da Boa-vista,
pernnte a junta da fazenda provincial ; e assim
como no mesmo dia proceder-se-ha Aquella do
cosieioda illuminaco publica da cidade de Gci-
anna, na razao de 20 res por cada um dos trin-
ta lempeoes, de que se ella compoe.
A arrematarlo pelo tempo de um anno, e o
seu cometo ser contado de 10 de dezembro p.
futuro perdanle.
Sob proposia do respectivo agente, foi no-
me.ido iiel da agencia dos lquidos espirituosos o
Sr. Alexandre da Silva Ferreira.
Sabio honiem para a ilha de Fernando o
vapor de guerra Yiamo, levando um destaca-
mento do 10 batalhao, e varios sentenciados
civis < militares.
Chegou hontem e fundeou no lamaro a fra-
gata ingleza hlice Curacoa, que sahio do Rio
de Janeiro no da 21 do mee passudo.
Salvou logo trra e foi correspondida esta
salva pela fortaleza do Brum.
Um ofiial do navio chefe da eslaco nacional
foi cumprimentar o commandanie da fragata, e
este pones depois veio abordo daquelle visilar
o Sr chefe da eslaco
A Curacoa demora-se pouco3 das e regressa
ao Itio de Janeiro.
Nos dias7 e 9 fizeram actos vinlo e seis
estudantes, e o resultado da votaco foi o se-
guinte :
No Io anno3 approvados plenamente, c 1
simplicilcr. 4?
No 2o anno3 idem idem, e 1 idem.
No 3o anno3 idem idem, 2 idem, e 1 repro-
vado.
No 4o anno8 idem idem.
No 5o anno4 dem idem.
Passageiros do biahe nacional Sanio Iit-
zia viudos fle Camaragibe para esta provincia:
Henriquc Rocha, Jos Lniz da Silva0 Joo Bap-
tista Rilioiro. Marcolino Gomes da Silva,
Passageiros do brigue brasileiro Euge-
nia sahidos para o Rio de Janeiro: Thomaz
Joaquim Barcelb, Vicente Ferreira, Manoel da
Boa Hora. Jos Joaquim Barcello, Antonio Alva-
res Tavires, Joaquim M. Machado Lacerda, e 7
escravos a entregar
MaTADOI'IKi publico :
Malaram-se no dia 9 do corrente para o con-
sumo desta cidade 97 rezes
Mon i ii ii' un: no oa 9 :
Antonio, branco, 7 mezes, irritajo de intes-
tinos.
Urcula Maris di Conceico, paria, solteira, 40
annos; ignora-se a molestia.
Manuel d" Assumpcao Costa, pardo, sollci-
ro. 12 annos ; febre maligna.
Antonio Innocencio do Nrscimento, preto, sol-
leiro. 4S annos: teano.
Joo Francisco das Chagas, proto, casado, 36
annos: apoplexia.
Foram recolhidos casa de delenco, no
dia 7 do corrente, 3 homens e 1 mulher, sendo
2 lbres o 2 escravos, todos a ordem do subde-
legado de S. Jos.
Azeredo, cata terrea con urna
mcia agua no fundo, arrendado
ludo por......................'.... 141*000
dem 52.Anna Benedila Gemes,
casa terrea arrendada por........ 240&OOO
dem 60.Manoel de Soma lava-
res, casa terrea arrendada por.. 240)000
dem 62.Antonio Luciano de Mo-
raes de Mesquita Pimentel, casa
terrea arrendada por............. 1S0JOOO
dem 64.Clara Ermenia da Silva
Cardpal, casa terrea arrendada por 240S000
dem 70. Irmandade de Santa Ri-
ta, casa terrea arrendada por..... 240g0o0
dem 74.-Jos Alves de Santiago,
casa terrea arrendada por........ 216J000
dem .78.Manoel do Nascimento
dos Santos, casa terrea arrenda-
da por............................. 96J000
dem 84.Bernardo Jos da Costa
Valente, casa terrea arrendada
por..................... 180*000
dem 92.Candida Rosa Paes Bar-
reto, casa terrea arrendada por. 150$000
dem 96. Joo Pedro da Rocha
Poreira, casa terrea arrendada
por............................. 965000
dem 1.Herdeiros de Manoel Go-
mes da Silva, sobrado de 1 andar.
solio c loja, arrendado ludo por 6605000
[ Contina )
Communicados.
Ao publico.
La raison fut donne
l'homme pour l'eclairer el
leconduire; mais com-
bien d'erreurs ne le livre
j>as trn souvent ce anide
infidle !
Se nao fra o rigoroso dever que temos como
apostlos da verdade em faze-la apparecer em
todo seu brilhantismo, se nao fora temermos
que pelo verto do quadro os homens sensatos
facam de nos um juizo pouco lisongeiro, ncm
mesmo appareceriamos as columnas deste jor-
nal, rectilicando os facios calumniosos, verda-
deras diatribes com que nos mimoseou o com-
muniado do jornal de 30 do passado assignado
por Manoel Elias de Moura ; tique pois esse sc-
nhor certo, que nao deve tomar estas nossas li-
nhas como resposia, porque nao deseemos a con-
descendencia de nivelar-nos com um persona-
geni, a quem s euchergamos com oculos mi-
croscpicos.
Prescindimos da parte descriptiva do commu-
nicado por versar sobre o fado da resistencia a
respeilo de cuja veracidade e exaclido nenhum
juizo avancamos. aguardando-nos para a occa-
sio em que fr elle esmenlhado pela autorida-
de competente, ante a qual esteja esse senhor
( eidadao comedido e respeilador da lei) sendo
qualilicado como reo ; a este respeilo apenas a-
Urmamospela f de catholicos, que nenhuma
parte liveraos na represenlacao que foi feita
presidencia a tal respeilo e q'ue ou o Sr. Manoel
Elias de Moura esi mal informado, tendo al-
guera zombado de sua credulidade ou mui de
proposito commelteu urna torpeza, dando-nos a
paternidade ao tacto e o desaliamos a que nos
paienleie dados de um procedimento que julga-
mos hediondo e vil, compatiel com os caracte-
res mal nascidos c educados.
Passando aos tpicos em que fomos acensados
como advogado, contentar-nos-hemos em fazef
urna ligeira exposico do que se passou entre
nos e esse senhor, verdadeira pcrola dos cons-
tuinles deste termo.
feito assim porque o: proprietario d'uma s ca-
sa (salvo a dilferenca dos valores") nao paga o
mesmo que o proprietario de 10, nem este o que
paga o prnprietario que posisir 190 cusas. E*
risto portanlo, quanto classe dos proprielarios
dos predios urbanos, que estes pagam o imposto
na razio de seus teres e haveres. E quem j se
lembrou de laxar d'injusto ura tal principio? e
com que razao se clama agora contra elle por-
que a lei o fez extensivo todas as outras clas-
sas de contribuimos'?
Ura capitalista que gira com grandes capilaes,
para o que basta-lhe urna pequea sala em que
tem o seo esciiptori e pelo qual podo pagar de
200* a 300J rs. d'aluguel, pagar do imposto
apenas 40* ou 6Q* rs; um joalheiro, que em
um pequeo espaco accommoda centenares de
coritos de ris, qirasi que, como o capitalista,
escapa ao imposto, em compaiaco do merca-
dor de lougas, que, nao obstante o diminuto ca-
pital com que gira, sendo obrigado a ter um
grande armazem pelo qual paga um forte alu?uel
de 600* a 8005 rs-> vir Pgnr de 120* a 160*
tres vezes mals do que aquelles, que talvez nao
teem nem um dcimo do capital delles.
Quem nao reconhecer, vista das considera-
coes ferias, o deficiencia da base cnlo eslabc-
lecida (o valor locativo) para deducrao do im-
posto f
Mas grita-se as arles e industrias rao ser
tributadas e de um modo irritante pela exorbi-
tancia do imposto. Onde a exorbitancia.se
ainda se nao pode saber qual a base da laxa,
nem croque proporco ser ella ?
E por que nao devem as arles e diversas pro-
fissoes concorrer para as rendas do estado, que
tanto cuida do bem-estar dus proprielarios, co-
mo dos artistas e prolissionaes ? Se porque es-
tes nao podem supportar impostos, contestamos
esta assercao em sua geueralidade : na raes-
ma lei est consignado o principio salutar de
que a reconhecida insufTiciencia o penuria de
recursos isenta da contribuigao.
Ser justo que, em quanto o advogado paga
o imposto do seu escriptorio, concorrendo para
as rendas do estado, o medico nada pague, e
como este, nutras profsses?
Parece-mo ter dito quanto basta para tran-
quilizar a classe artstica, cujos inleresses si-
mulara, advogar aquelles, que devera e podem
carregir com o imposto, mas que desejam fur-
tar-se a um dever que corre a todos.
Correspondencias.
CONSULADO PROVINCIAL.
Alleraccs fcilas no hncamcnlo das
decimas que pagam as casas da fre-
sruczia de S. Jos, pelo escripturario
Y. I. F. P. da Silva.
Rua de Santa Cecilia.
N. 2.Joaquim Francisco de Aze-
vedo, casa terrea arrendada por. 144*000
dem 4.Antonio Joaquina Alves
dos Sanios, casa terrea arrendada
por.............................. 192gO00
dem 6 Joaiuim Antonio Carnei-
ro, casa terrea arrendada por.... 1923000
dem 10. Viuva e herdeiros de
Joao Nepnmnceno Barroso, casa
terrea arrendada por............. 168J000
dem 18. -Jos Uartins Lopes, casa
I Trea arrendada por.............. 240JOOO
dem 1 Jos de Sanl'Anna Brilo,
Tendo sido constituido advogado do Sr. Ma-
noel Elias de Moura o meu distinti collega e
amigo Ur. Ayrcs de Albuquerque Gama, em urna
questao denullidade de testamento contra Joa-
quim Francisca Cavalcanti de Albuquerque e
seus ilhos, foi a mesraa proposta julgada nul-
la por falta decilaco de um herdeiro, cojo no-
me nao foi incluido na lisia ofereeida pelo mes-
mo senhor, quando expoz e contratou a causa,
segunda vez proposla, seria julgada milla se em
lempo o meu collga nao desislissc della, pro-
testando propo-!a novamenle por estar a procu-
racoillegal, tendo apenas urna lestemunha as-
siunada, peguntaremos! nao a parle que deve
haver do escrivao a procuraco legalmente pas-
sada e entrega-la a seu advoaado? ou a este 10-
cumbe esta obrigagao I respondam os horaens do
foro: ois porque foi julgada nulla a primeira
aeco e seria tambera a segunda, quera o cul-
pado responda-nos o mesmo autor do cominu-
nicado, cuja lavra conhecemos, mesmo urna
linguagem dos anjos terceira vez seria proposla
a accao se um motivo forte nao inhibisse ao meu
Collega de continuar como advogado, o aviso de
31 de outubro de 1859 fui expedido prohibindo
aos promotes pblicos advogar as causas das
quaes podossem resultar processos crimes, ha-
va ento em juizo urna queixa por crime de fal-
sidade, dada pelo herdeiro Jos Filippe Santiago
Ramos contra Joaquim Francisco Cavalcanti de
Albuquerque ; eis o resumo do que so deu quan-
to ao honorario tendo sido justa a causa por
8003 s 400$ foram recebtdos, aos quaes o mes-
mo senhor leve o descoco de se julgar com di-
reilo de rehave-los, a poni do procurar com lo-
do o cynismo advogado para accionar o meu col-
lega, quando a elle ineorria o dever de effei toar
o segundo pagamento ; ueste sentido, temos em
nosso poder opinies dos decanos do foro da ca-
pital ; do passagem diremos que o mesmo se-
nhor se eximio de pagar a segunda melade
200g00ao procurador da causa a quem se nao
pode aiinbuir culpabilidade.
Infelizmente foi tambera convidado pelo Sr.
Manoel Manoel Elias de Moura para seu advoga-
do era urna casi de embargo de obra nova contra
0 Sr. Joao Benlo de Gouva, da bem aziago em
que tal constituale empoeirou os dogros de
nossa casa, convidado ajuslei a causa por 200
ris, devendo receber melado anlesde a propdr;
nao obstante nada ter recebid.o, atlendendo
-turgencia do negocio que me foi recommenduda
pelo Sr. Moura, e a confianca que nelle deposi-
lava, requer o embargo, obtivo o despacho e
exped e oIBeial de Josiica ; no dia immedialo
ludo foi olTecluado favoravelmenle. 'sorprendido
Srs. Redactores.Deparando eu com urna cor-
respondencia no Diario de Pernambuco de hon-
tem 9 deste corrente mez, assignada pelo Sr.
Francelino Guilherme de A^evedo. aecusando
atrozmente a meu mano como mandante do 88-
sassinato de seu finado pai Joo Guilherme de
Azevedo ; porm appareceu a correspondencia do
Sr. Franceino cm urna occasio t.io opportuna,
que ns resposlas que de.i ao Sr. Joao Vieira no
Diario de 7 e 8 e boje 9 prova exuberantemente
a deslruic.io de ludo isto. Eu nao calumniei ao
Sr. Joao Vieira, visto corno disse e provo, que no
antigo processo do finado Joo Guilherme 3 a 4
testemunhas de prisao contra o Sr Joo Vieira
como mandante de tal assassinato, quem assim
falla nao calumnia. Entretanto nao loquei e era
referi-me a amizades, ou a inimizades do Sr. Joo
Vieira para prenlo nlgum do finado Guilherme ;
pois que a minha conlenda com o Sr. Joo Viei-
ra a quem pretendo acompanhnr pela imprensa
at um lugar murado; ahi supponho que tudo toV^i
nar-se-ha calmo. ^
Sobro o que diz o Sr. Francelino quequalqner
cotiza que Ihes suceda s qneixa-se dos assassi-
nos de seu pai, ento cu estou no mesmo caso
visto como nao tenho inimigos ; o sim hojo o que
cont por tal e figadal o poderoso Joo Vieira,
que mandn soltar criminosos do morte e roubo I
chibatar homem livre e proco 1 Dar tiros em
um juiz do dircito, que nao qualquer auto-
ridadell como nao mandar espingardiar a mim?
Entretanto qualquer sorle quo seja a minha no
punhal ou baeamarle do meu figadal inimgo I
a minha resignaco extrema.
Son Srs. redactores seu constante leitor.
Recife 7 de novembro de 1860.
Sebaslio Paes de Sonsa.
D. Ani Mara dos Prazeres Monteiro.
D. Emilia Adelaido Lssserre.
D. Antonia Lucia da Mlveira Guerra.
D. Alexandrina Rita do Amparo Costa.
D. Zenobia Sophia Monteiro.
D.lAnna da Silva' Moreira.
D. Waria das Neves, mulher do lira. Sr. Pedro
das- Neves.
D. Mathilde Ferreiro Clao.
D. Franklina Leopoldina Dulra.
D. Marianna Teixeira Baccllar Chaves;
D. Catharina do Reg Barros.
D. Mara Anglica da Cruz
D. Leodegaria, lha do Ulm. Sr. Joo Augusto.
Henriques.
D. Rosa Teixeira Bacellar O'ieiroga.
D Ignez, mulher do Illm. Sr. Manoel do Nasci-
mento da Ri|ra Bastos.
D. Clara Brekenield, mulher do Illm. Sr. Caeta-
no Vieira da Silva.
D. Mara Amelia da Silva Bastos.
D. Rosa Melania Eugenia deQueiroga.
D. Marianna Faria Botelho.
D. Mara Anglica d'Almeida.
D. Adelaide do Brito Barre iros.
D. Mara Rita de Queiroga.
D. CaeUna da Cosa e Silva.
D. Guilhermina da Costa Couceiro.
D. Joaquina Faria Teixeira. ,
D. Josepha Faria Raposo.
D- Carolina Julianna das Merces Fgueiredo.
D. Herculana da Silva Amnrm.
D. Ephigenia Marcionilla de Souza Lobo.
Cora a assgnalura do vgario da freguezia, em
31 de maio de t8fi0.
N. B. Nao foi publicada ha mais lempo, porque
o devoto que disso se cncarregou nao o fez.
NO LBUM DE l HA ROSA.
A FLOR AMIZADE.
Si dosjardins de Cylhera
Eu colhesse inda urna flor,
Si em meu peiio florecessem
Kebentos do murcho amor ;
Si a fonte de meus pezares
Fosse exhausta, e seca um dia.
Si em meus labios nao raorressem
Os sorrisos da alegra ;
Foras tu, virgen) dos campos,
Purpurea rosa de Abril,
Quem minh'alma embalsamara
Com leu aroma subttl.
Te dra pi.r luzmeus olhos,
Meus beijospor nutnco;
E os meus aisp'ra seren chos
Dos ais do leu corac.o.
Porm, eu, que amei outr'ora
T com ancia e frenen.
Que meus lacosv-os rotos,
Meus gozos desfeilos ri;
Que d'cimor. hojo s guardo
Os marlyrios da saudade,
Virgem, s posso offerlar-te
A casta flor d'amizado.
E' urna flor recendente.
Que lambem tem seus verdores,
Nao tendo os duros espinhos
Que tiveram meus amores.
Si exhalar-seo seu perfume,
Si mu re harem seus encantos,
Ve. que a flor, que l'ofl'reco.
Foi regada por meus praotos.
Prantos, que ahumedeceram
Sem Ih'as folhas esfolhar,
Que foram golas d'orvalho
Nos seus ramos a chorar.
Guarda, pois, virgem dos campos.
Casta flor da solidado,
Guarda, o cultiva cm leu seio,
A minha flor 'amizade.
metria do collegio das artes o inspec- freguezia dos Afogadossefaz publico que se acha
tor da tliesourai ja provincial.)
Ka*e funecionario, a despeito dos avi-
sos citados, foi nomeado inspecto1* da
thesouraria provincial de Pernambuco ;
e, em prejuizo do seu substituto, da
instrucQoe dos cofres pblicos, se acha
ora da sua cadeira, ha 15 annos!! !
(fazem boje 15 de setembro de 1860.)
COMMERCIO.
Alfaudega.
Rendimenlo do da 1 a 8 110:179^118
dem do dia 9.......46:4973568
156:6763686
Movimento da alfandesra.
Voluntes entrados com fazendas..
com gneros..
Volumes sabidos cora fazendas..
* com gneros..
42
2
315
318
------663
4f
Descarregam hoje 10 de novembro
Barca francezallaoulvinho e cemento.
Barca francezaSplieresarrio.
Barca inglezaImogeneferro.
Brigue ingle Lnmbyidem.
Brigue americanoA II. Roberlestri.
Barca inglezallercilia idem.
Brigue portuguezEsperanc.aceblas o fruclas.
Brigue oldemburguezAnuacarvo.
Brigue mglezBedouinIrilhos de ferro.
Brigue inglez-Silvamtrilitos de ferro.
Brigue inglezSpyidem.
Brigue iiigiezVivididem.
Consulado s^r-al.
Rendimenlo do dia i a 8 4 6l8j>866
dem do dia 9....... 508jl62
preso na casa de delenco um escravo de cor
prela, mojo, diz chamni-se Feliciano, e que fra
escravo do fallecido Fernando Selier e hoje dos
herdeiros, e que se ach ha vinte e tantos dias
fgido : quem direilo liver ao mesmo, apresen-
lo-se provgndo o seu dominio.
Subdelegara do primeiro districto dos Afoga-
dos 7 de novembro de 1860.O subdelegado,
Antonio Goncalves de loraes.
Conseibo administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenla
do arsenal de guerra, em cumprimenlo ao art.
22 do regulamenlo do 14 do dezembro de 1862,
faz publico, senhores abaixo declarados.
Para fornecimento do arsenal de guerra.
Jos Rodrigues da Silva Rocha :
400 vassouras de palha de carnauba com cabos
a 140 rs.
100 dilasde junco com cabos a 380 rs.
Para complelar-se o fardamento dos msicos dos
diffureates corpos.
Santos Coelho :
39 covados e 3|4 de panno fino msela a 6;20O
o covado.
Para a casa de delenco.
Joo Jos da Silva :
15 camas do ferro a K5f.
Carneiro & Irmo :
15 colches feitos de panno de linho cheios de
capim com 3 1|2 palmos de largura e 8 de com-
primen to a 3.561)0.
15 travesseiros tambem foitos de paDno de li-
nho cheios de capim a 65') rs.
O conselho avisa aos mesmos vendedores, que
devem recolher os objectos comprados no da 12
do correnic mez, na secretaria do mesmo conse-
lho, s 10 horas da manha.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 9 do
uovembro de 1860.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
5:1265028
Diversas provincias.
Rendimeuto do dia 1 a 8 .
dem do dia 9.......
691%78t
Recebnrlrtria do rendas internas
geraes de Pernnmbnco.
Ilendimento do dia 1 a 8
dem do dia 9
Consulado provincial
Randimento do dia 1 a 8 .
dem do dia 9...... .
casa terrea arrendada por...... 120J0O0 Snr;o_ule'! co.m;"1!fn.l'arg0' c.rr0 fPrsurado
dem 5.Variada Assumpcao, casa
terrea arrendada por___...b.... 180$000
dem 7.Filippe Nery, casa terrea
arrendada por....."............... 192J00O
dem 13 Manool de Souza Tava-
res, casa lerrea arrendada por.. 120JJ0OO
dem 15.Benedicto Jos Duarle
Cednm e- oulros, casa lerrea ar-
rendada por...................... 120JJ0OO
dem 17.Irmandade de Nossa Se-
nhora do Livramento, casa terrea
arrendad opor..................... 3t)0j000
dem 19.Irmandade de Nossa Se-
nhora do Rosario dn Sanio Anto-
nio, casa larrea arrendada por.. 1442000
Iiem 23. Francisco Jos Vinnna,
casa twrea arrendada por........ 240J000
dem 25.Vicente Ferreira Gomes,
casa terrea arrendada por........ 1449000
dem 31.Joo da Cruz de Mallos,
casa lerrea arrendada por........ 192{M)00
dem 33.Tiburcio Valeriano Bap-
lista. rasa terrea arrendada por.. 14&000
dem 37.Ordem Terceira de S.
Francisco, casa terrea arrendada
por............................... 14*5000
dem 43.Anna Ignacia dos San-
tos, casa terrea arrendada por.. 120#000
dem 45.Jeronyma Mara Ciernen- '
tina Senhnrinha e outros, casa .
terrea arrendada por.............. 192J00O
dem 53.Viuva de Antonio Fal-
can de Souza, cosa terrea arren-
dada por.......................... 960#00O
Rua de Santa Rita,
N. 2.Miguel Jos da Molla, casa
terrea arrendada por............ 120^000
dem 10.Jos Antonio Bastos, ca-
sa terrea arrendada por........... 300SDOO
dem 12.O mesuro, cosa terrea ar-
rendada por...................... 300*000
dem 14. Hordeiros de Sebaslio
Mauricio Wanderley, sobrado de
om ondar, soto e loja, aTrenda-
doudo por...................... 480*000
dem VK.Jos Alves de Souza Gui-
marea e outro, sobrado de I an-
dar e leja arrendado tudo por.... 780g00
dem 40. Domingos Fra-ncisc
Goncalves da Rocha, sobrado de
2 andares loja, arrendado tudo
por......................... 744&000
dem 42.Luiz Antonio de Freitas,
Casa terrea arrendada por. 300#000
dem 50. Joaquim Francisco de
nossa casa, e inteipe o valiiucnio do Dr.
Ayres Gama para com o Sr. Moura, aflu de ob-
ter urna accommodaco, este expediente do Sr.
Gouveia leve um bello resultado, accommoda-
dos : fui a parte litigiosa vendida pelo triplo do
seu valor, venda esta lucrativa oocasionada
pela medida por mira cfTecluada.
Quaes sao, Sr. Moura, os graves p'ejiiizos que
Ihe tenho causado ? Comal Com tanto desfaea-
menlo se desvia da verdade? Seriam, ,porven-
tura, os 40J000 que m'os rcmeileu para I cusas
quantia pur mira despendida com o oflicial de
juslica e portadores desla cidade ao engenho
Conreico: eis relatados com a verdade de que
sou capaz, o que ss den entre mim e esse se-
nhor, devendo accresceniar que at hojedesde
junho de 18>9esiou desembolcado do honora-
rio a que tinha dircito, o que no muito li-
songeiro ao Sr. Moura.
A linguagem de alguna pontos do communi-
cado to baixa e desprezivel, que a revertemos
ao seu signatario, quem aconselhamos que
talhe melhor as carapu^as para uso proprio, e
de viseira levantada o esperamos peranle a lei
ao ajuste de contas promellido, certo de que mui-
to estimaremos que nao saia tosqueado da
festa.
Finalsamos agradecendo ao nosso dilecto
amigo o meo porque nos proporcionou a acqni-
sico das sympaihias de lodos aquellos que se
deram ao trabalho 8e lr o seu chefe d'obra, o
qual .tendo sido assignado pora o nomoManoel
Elias de Moura,' basta, 'para sar considerado
pelos homens de senso e de honra,- como um
panegyrico.
Rio-Formoso Io de novembro de 1860.
Luiz Augusto Crespo.
O rumor contra a substituirn do imposto de 20
por cento sobre loja, casas de consignaban,
etc., de que trata o 10 do art. 11 da Jet do
orcamenlo n. 1,114 de 27 de ntembro ultimo.
Ser justa a grita qne s tem levantado contra
(al disposico? Entendemos que nao: p'imelro,
porque se clama contra medida, por vejatoria,
quando ainda se ignora qual a base da taxa Gxa,
e so esta asienta sobre os capilaes, ou sobre os
lucros das indifferentes industrias nirproflssSoes
segundo, porque, o principio capital do imposto
mais justo e equitativo.
Para provanns a nossa th*e, laucamos meo
do imposto da decima dos predios urbanos, por
ver aquel le em que asseuta o principio consti-
tucional de que todos devem concorrer para as
rendas do estado na razo de seus teres ; e 4
Publicaces a pedido.
ELEICO
dos juizes e juizas, escrivese mon!ti-
mos que ho de festejar o santo mez
de Nossa Ni Alaria Santissiraa na
igreja da Santa Cruz no anno de
4800 a 4861.
Juiz perpetuo.
O Exm. Rvm. Sr. D. Joo, hispo diocesano.
Juiz poreleico.
O Illm. Sr. commendador Manoel Luiz Vires.
Juizes por devoro.
Oslllms. Srs. :
Antonio Nones d'Oliveira.
Feliciano Jos Gomes.
Antonio Alves Vilella.
Joiza por eleico.
A lllma. e Exm. Sra. D. Josep'ha Pirell.
Juizas por devoro.
As Illmas. Exmas. Sras. :
D. Joaquina Vires de Lima Cavalcante.
I). Mathilde Lbania Monteiro Pereti.
D. Ignacia Corina dos Santos da Fonceca.
D. Zofurina Das Brrelo.
Escrivao por eleico.
O Illm e Bvm. Sr. padre RaphaeljAnlonio Coe-
lho.
Escrives por devoco.
Os lllms. Srs. :
Jos Gabriel Carneiro da Cunlia.
Bvm. padre Agostinho de Lima Cavalcante de
Lacerda.
Escrives por devoco.
As Illmas. o Exmas. Sras. :
D Candida Menezes de Vasconcellos Drummond
I). Firmina Sophia Monleiro.
U. Mara Gomes Leal.
Thesoureiro.
O Ulm. Sr. Zefirino de Lima Cavalcante.
Procuradores.
Os Illms. Srs. :
Manoel da Silva Baslos.
Eugenio Calisto de Queirgs.
Mordomos.
Os Illms Srs. :
Bejamin Vires Dulra.
Manuel Firrniho Monteiro.
Derio d'Aquioo Fonceca.
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina.
Padre Francisco Alves d'Abranles.
Dr. Francisco Borges Carneiro.
Joaqu Claudino Jos de Siqueira.
Joaquim de Paula Lopes.
Antonio Candido Guiuiarftes da Silva.
Symphronio Olimpio de Queiroga.
Joaquim Ignacio Blbeiro Jnior.
Francisco da Rocha Passos Lins.
Flavio Ferreira Catio.
Joo Francisco dos Santos.
Jos Luiz Gnyac".
Andr Xavier Vianna.
Thomaz Times.
Francisco Alvos de Carvalho.
trinco Rodrigues Campcllo
Delphiuo Miguel da Cosa.
Joo Baptista da Rocha Baixa Lins.
Hermenegildo Fernandes de Souza Ldbo.
Manoel Jacquesda Silva.
Manoel do Nascimento da Silva Bastos.
Armiuio Pessoa d'Albuquerqoe.
Joo Augusto Henriques da Silva.
Antonio Martins Saldanha.
Antonio Jos Dantas.
Joo Baptista Fragoso.
Ignacio Marques da Costa Sosrcs.
Luiz Alves da Porciuncula.
Francelino Isidro Leal.
Jos Bernardo Peninch.
Manoel Luiz Ribeiro.
Francisco de Paula Rnzendo.
Antonio Fernandes de Linfa.
Joio Jos da Coala Silva.
Antonio da Costa Ribeiro e Mello.
Joo Pereira Goncalves.
Lniz Moreira da Silva.
Francisco Ferreira da Silva.
#ao Menezes.
Bernardo Gamoso da Costa.
Antonio Joaquim Ferreira Porto.
Mordomas.
As Illmas. e Exmas. Sras.:
1854.
E.
D. Anna Joaquina de Miranda e Brillo, viuva
do negociante Francisco Barboza de Brilto, resi-
dente na cidade de Lisboa, ha mais de 30 an-
nos ; protesta pelo modo mais solemne que em
direilo pos-a haver, contra a nullidade do inven-
tario, e partilha a que procederam na cidade do
Recife de Pernambuco. imperio do Brasil, seus
irmos Joaquim Jos de Miranda Jnior, e Ber-
nardo Antonio de Miranda, quo figurou nelle
como invenlariante, dos bens, direilos, e arcos,
e escravos, que naquella provincia, pnssuia" seu
pai oSr. Joaquiui Jos do Miranda, fallecido com
testamento, o codicillos em 28 do mez de junho,
c anno de 1818; e protesta nao s pela occulta-
co do bens que nao se descreveram, nao s
pelas mntenles e decisivas avalacoes, que fi-
zeram dar aos bens que descreverani. como mais
particularmente, pela nullidade com que i/.e-
rara considerar a annuncianle daquelle inven-
tario como ausente em parle incerta, deligen-
C'ando e conseguindo que para a representar-I he
fosse nomeaoo curador ad buna ; ao mesmo tem-
po quo o invenlariante seu irmo, e o proprio
curador ad bona, cstavam em activa correspon-
dencia particular com a annuncw nte sobre as-
sumptos de inventario ; para o qual todava a
snnunciante, nunca cm tempo algum envin
procuraco sua. E como resultado deste pro-
testo a annuncianle previne ao publico, para
que mnguem possa contratar com qualquer dos
coherdeiros interessados naquelle fraudulento
inventario, ou com seos herdeiros, sobre bens
que pertenceram ao casal do tinado pai da an-
nuncianle o Sr. Joaquim Jos de Miranda, na
certeza de que qualquer que o f'Qa, tem de su-
jeiar-se aos resultados da aeco, "ou dos meios,
deque a annuncianle, ou seus herdeiros possam
usar para rescindir lo nefanda partilha, que
mais merece o nomo de expoliaco.
Lisboa, 6 de selembro de 1860.
D Anna Joaquina de Miranda Brillo.
(Eslava reeonhecido.)
Moyimento do porto
Navios entrados no dia 9.
Rio de Janeiro15 dias. fragata ingleza Cura-
coa, commandanie Phyllamora.
Camaragibe3 dias, hiate nacional Santa Luzia,
de 28 toneladas, capilao Jos Alves Pereira,
equipagem 5, carga madeira e mais genaros,
a Leite & Molt<.
Barcelona17 das, brizne hespanhol Romano,
de 123 toneladas, capilao Jos Corrers, equi-
pagem 13. carga vinho e mais genero, a N. O.
Bieber & C.
Ro de Janeiro e Baha9 dias, vapor portuguez
Mi I lord Ilaveu, commandanto Henrique A.
deBreon.
Navio sabido no mesmo dia.
Rio de JaneiroBrigue brasileiro Eugenio", ca-
pilao M. E. Miguis, carga varios goneros.
Ilha de Fernando Corveta vapor nacional
Viamo, commandanie o l.- lente Mame-
Simoes do Almeida.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, em cumprimenlo ao art.
22 do regulamenlo de 14 de dezembro de 1852,
roo-narJ faz Puu,ico> 1ue foram aceitas as propostas dos
-s/x senhrC3 "baixo declarados.
9i804, p,ira fornecimento do arsenal de guerra.
Joao Jos da Silva :
2 caixas de folhas de flandres dobrada a 25.
1 dita de dita fina por 23.5.
3 arrobas de estinhn em vergiiiuha a 800 rs.
Manoel Joaquim Rodrigues de Souza :
10 duzias de papel lita a 3G0 rs. a duzia.
4 (Jilas do ferro para plaiuas com capa de 1 1(2
pollegadas a 6-5100a duzia.
5 ditas de limas mocas triangulas de 5 polle-
gadas a 2400 a duzia."
5 dilas de ditas muc.as triangulas de 6 pollega-
das, pelo mesmo preco de 2(400.
Manoel Francisco de Mello :
400 meios de sola a 3;800.
1 duzia de couro de
Joo Deodato Roino
5 duzias de taboas de assoalho de
sendo regular e refurcado
8:7153673
1:3763219
10:09182
4 -.1005880
75IS7II
5:0583591
01 ce 0. O. 0 OS s-3 Horas
w B a 1 c en m s B 0 c P3 "~ Z Atmosphera C B cr. p: SE
W W Direccao. < m -i p > c
w v 0 ce O Intensidade
cu en OO ce 5" Centgrado. H H 51 '-O B m 4 BS O e > 0 a 0 0 -3 1 5
OO OO OO ^5 Fahrenheit 0 C
^ Cn -4 OS ^ Hygrometro c
Cd 3 0 ce 0 ce c; ce "8 ce ce j Inglez. >
~1 ^1 OO es -1 P O c 00 ce ^1 en _-4 < Franccz.
lustre de n. 1 por 55#.
A noite clara com alguns nevociros, vento ENE
fresco, e assim amanheceu.
OSCILLACAO DA HAR.
Preamar a 48' da tarde, altura 6.6 p.
Baixamar as 6 h 30'da manha, altura!, p
Observatorio do arsenal de marinha 9 de no-
vembro de 1860 B.OWAIIO stepple.
Io lenle.
Edita
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, era cumprimenlo da resolucao da junta
da fazenda, manda fazer publico, que no dia 22
do corrente vo novamenle praca, para seren
arrematadas a quem mais der, os impnstos da
comarca da Boa-Vista, pela quantia de 4:5005001),
no triennio, a conlar do 1 dejtilho do corrente
anno, ao fim de junho de 1863.
E para constar se mandou afSxar o presente e
publicar pelo nOiario.
thesouraria provincial de Per-
2.* seccao.Palacio do governo de
Pernambuco em 17 de setembro dei
1860. Em observancia do aviso do narabueo, 8 de novembro de 1860. O secre-
tario,
A. Ferreira da AnnunciacAo.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, era cumprimenlo da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico, que no dia 29
do corrente, perante a mesma junta, se ha de ar-
rematara quem por menos fizer, o cosleio da il-
luminaco publica da cidade de Ol ida, avahado
diariamente cada um lampeo em 260 rs.
A arrematarn ser feita per tempo de um an-
no, acontar do dia 15 de dezembro do corrente
anno.
As pessons que so propozerem a esla arrema-
tarlo romparecam nesta thesouraria, onde acha-
r as condices com que deve ser effectuada a
arremataco
E para constar se mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, cm 8 de novembro de 1860.O secre-
tario,
A. F. d'Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimeoto da resn|uc,o da junta
da fazenda, manda fazer publico, que 110 dia
22 do corrente, perante a mesma junta se ha
de arrematar a quem por menos lizer, o cosleio
da illuminaco publica da cidade de Gnianna,
avaliado diariamenle cada lampeo em 220 rs.
A arrematago ser foila por tempo de um an-
no a conlar do i.* de desembro do corrente
anno.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
taco comparecen) nesta thesouraria, onde acha-
ran as condices com que deve ser effectuada a
arremataco.
E para constar se nianaou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretsria da thesouraria provincial de Per-
minante disposiqao se acaba de ler : J*""' 8 ie novembro de 186 ~ secro"
fora de duvida que nao deve continuar Antonio Ferreira da Annunciaco.
a ser inspector
ministerio da Justina de 16 de agosto
ultimo, recommendo a Vmc. que com
todozeloe solicitude procure examinar
as correicdes, se o juiz deorphaos des-
ta comarca cumpre com exaccao o bu-
matutano dever de cuidar pilos meios
legaes ao sen alcance do futuro e bem
estar dos orphaos desvalidos, dando-os
a soldada com as precisas s^gurancas,
na forma era lei, devendo Vmc. infor-
mar me opportuna mente do resultado
desua* ind,igac/5esa esse respeito.
Dos guarde a Vmc. A. Let5o da
Cunha.Sr. Di", juiz de dircito da pri-
meira vara desta cidade.
Para o Sr. ministro do im-
perio ver.
Nenhum empregado geral pode
aceitar emprego algum provincial sem
que previamente solicite e obtenha a
sua demi$8So. Avisos de 10 de no-
vembro de 1837 e 7 de outubro de
1845.
Ora, nSo tendo sido derrogados 0$ ci-
tados avisos, cuja to sabia, quao ter-
da thesouraria provin-
cial o prolessor de eeometria do colle-
gio das artes (ou a ser professot degeo- Pela subdelegada do primeuo districto da
Declaraces.
amarello,
regular e refurcado de 26 a 28 palmos de
comprimento e 16 a a 20 pollegadas de largura a
85$ a duzia.
Joo Barbosa Lima :
50 resmas de papel almaco a 3$100.
Luiz Leopoldo dus Guimares Peixoto :
5 arrobas de oleo de lindara a 200 rs. a libra
Para os sirgentos ajudante equartel-meslre do
do corpo de polica.
Ramos & Lima :
2 espadas com bainhas de ac a 6JS00.
2 tellins com ferragens douradas a 3$.
Para difterenles corpos.
Ramos & Lima :
400 varas de cordo de la prcta a 80 rs a
vara.
63 varas de tranca de la conformo o fisuriao.
a 19280 a vara.
Para o 10." batalhao de infantina.
Ramos & Lima :
100 bon'. ts para soldados a 2J950, sob a condi-
cao de entrega-Ios promplos no dia 30 do cr-
reme mez.
O conselho avisa aos mais vendedores que de-
vem recolher os objectos comprados no da 12do
correle mu, na serreteri du mesmo conselho,
s 10 horas da manha.
Sala das sesses do conselho adminitrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 9 de
novembro de 1860.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Trilmiml do oonimcruio.
Pela secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz publico que nes-
la data foi inscripto no livro da matricula dos
commerciante, o Sr. Antonio Jos da Silva Lei-
te. cidado porluguei. domiciliado o eslabelecido
na cidade da Fortaleza, provincia do Cear, cora
sua casa de commercio de fazendas seccas e mo-
ldados, por grosso c a retalho.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 9 de novembro de 1860.
Julio Guimares, onVial-maior.
Tribunal do commercio
Tela secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pornambueo se faz publico que nes-
ta dala fica registrado o contrato de sociedade
celebrado por D. Margarida Rodrigues Pereira e
Francisco Jos Guimares. em 10 de outubro
prximo (indo, sob a firma Viuva Dias Pereira &
Guimares da qual s poder usar o socio
Guimares; devendo a mesma sociedade durar
por espaco de 3 annos. contados de 4 de setem-
bro p p., com o capital de 4?2396 reis, for-
necido pela socio Dias Pereira em armaco. cal-
cado, perfumaras e dividas activas da loja da
rua da Imperalriz n. 16.
Secretaria do t-ibunal do commercio de Per-
nambuco 9 de novembro de 1860.
Julio Guimares, otlicial-maior.
Acha-se depositado po: ordem deste juizo
ura cavallo ru;o sujo, que foi apprehendido no
poder de um tal Josa Aniero, que diz ser mo-
rador ao lado de Cuanta : qnem ao mesmo se
julgar com direilo, {compareca, que, provando,
Ihe ser entregue.
Delegacia de pjliria do primeiro districto do
termo do Recife 7 de novembro de 1860.O de-
legado supplente, Penna Jnior.
Directora gerai da instrueco
publica.
Faco saber a quem convicr, de ordem do Illm.
Sr. director geral interino, que continan) a estar
vagas por falta de concurrentes, as cideiras de
instruco elementar do primeiro grao para o sexo
masculino, do Pilar de Itamarac, Buique, fre-
guezia de Una, Abreu de Una, Taquaritinga,
Tirnbaba, Vicencia e S. Vicente ; pelo qne sao
de novo postas concurso, marcando-se o prazo
de 30 dias a conlar da dala deste, pata a inscrip-
co e processo de habilitaco dos opposilores, na
forma das inslrurcoes de 11 de junho de 18>9.
Secretaria da instrueco publica de Pernambu-
co, 3 de novembro de 1860.O secretario iote-
ino, Salvador Henrique de Albuquerque.
NOVO BANCO
DE
Pernambuco.
O novo banco continua a substituir
ou a resgalar o rosto das notas de 10$ e
0# que Itavia emittido e ainla existe
em circulacao, declarando que, em
cumpriraento do decreto n. 2,664 de
10 de oatnbro do corrente anno, esta
substituicao ou resgate devera' efiec-
tuar-se dentro de 4 mezes, e que ndo
leste prazo s podera* ter lugar romo
disconto progressivo de 10 por cento ao
mez, (cando as'.im na forma do art 5
da lei n. 53 de 6 de outubro de 1835
sem valor algum no im de 1" mezes.
Recife'9 de novembro de 1860. Os
directores, Joao Igoacio de Wedeiro
Reg, Luiz Antonio Vieira.


()
MARIO DE PBRHAMtlX. SABBADO 10 DE NOVEMBRO OE 1860.
Avisos martimos.
COMPANHIA
DAS
Messageries imperiales.
Al odia 14 do correnle, espera-so da Europa
O vapor france* Navarro*, enmmandante Vedel,
oqual depois da demora do cosiume sogulr pa-
ra o Rio do Janeiro, tocando oa Bshia, para pas-
sagens etc., a tratar na agencia ra do Lrapiche
n. 9.
PARA O ARACATY E ASSU'
sae o hiato Sergipano: para carga, Irata-se com
Marlius & Irmu.
PaTa Macei.
O veleiro e bem conhecido cter nacional m-
ma segu para Macei em poucos dias; para al-
guma carga que Iha falla, trata-se coro Francisco
L. 0. Azevedo na ra da Madre de Dos n. 12.
Para o Rio de Janeiro*
O patacho nacional Julio, pretende seguir nes-
tes dias. para o resto da carga que Ihe Taita tra-
ta-se com os seus consignatarios Azevedo &
Mendos, no seu "scriptorio ra da Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro,
O velheiro o bem conhecido patacho nacional
Beberibe, pretende seguir com muila brevidade,
lem a seu bordo parle de seu carregamento para
o resto que the falta trata-se com os seus con-
signatarios Azevedo & Mondes, no seu escripto-
rio ra da Cruz n. 1.
ara
Riode Janeiro,
O hiate Piedade recebo carga frete, e passa-
geiros : a tratar com Caetano C. da C. M & Ir-
mo, ao lado do Corpo Santo n. 23.
Acarac por Munda.
0 hiale Sobralense para cirga e passageiros
trata-se com Caetano C. da C. M. & Irmo, ao
lado Corpo Sanio n- 23.
Cear
Palhabote Santa Cruz, para carga e passagei-
ros irata-se com Ci.tano 6. da C. M. & Irmo,
ao lado do Corpo Santo n. 23.
O brigue portuguez C-raslanle vai sahir
para Lisboa cora a maipr presteza por j ter pir-
te da carga : quem no misino qmzer carregar,
trate cora o consignatario Thomaz de Aquino
Fonseca, ou com o capilao o Sr. Carlos Augusto
dos R is, na praca, ou na ra do Vigario n. 19,
primeiro andar.
PARA
Segu em poucos dias o em direilura parao
Para, o brigue escuna nacional Graciosa, capillo
e pratico Joo Jos de Souza, para a lO'ica car-
ga que Ihe fall trata-se com os consignatarios
Almeida Gomes. Alves & C, no seu escriplorio
ruada Cruzo. 17.
Maraiilio e Para,
Segu com brevidade o bem conhecido hiatt
Lindo Paquete, capitao Jacintho Nones da Costa
por ler parte de seu rarregamenlo promplo ; para
O resto e passageiros, trata-se com os consigna-
tarios Almeida Goms, Alves & C, no seu es-
criplorio. ra da Cruz n. 27.
Porto por Lisboa.
Vai sahir para o Porto com escala por Lisboa
al o da 25 do correnle mez o brigue poriuguez
PrompiidnoII*. forrado p encuvilhiido de cobre
de PRIMEIRa MARCHA E CLASSE, por j ler'
parte do 9eu carregamenlo; para o reslo e passa-
geiros, para os'i'iaes tem excelentes 'commodos
trata-se com Elias Jos dos Sanios Andrade A C
ra da Madre de Dos n. 32, ou com o capilao.
Aracaly e Ass.
Leiles.
LEIiO
Commercial.
Terca-feira 13 do corrate
Aniones autorisado polo Exm. Sr. Dr. jniz es-
pecial do commercio, a requerimenlo dos depo-
sitarios da ma*sa fallida de Firmo Candido da
Silveira far leil.io no dia cima declarado, de
todas as fazendas, dividas, movis e escravos
que compem a referida massa. cojo leilao ter;i
logar na ra da Cadeia do Recite loja n. 49, as
11 horas era ponto. __
No dia terca-feira 13 do
corrate.
Evaristo com aulorisaco do despacho do Illm.
Sr. Dr. juia municipal da segunda vara, far lei-
lao da rica rnobilia e mais objectos pertencenles
ao servico da casa do tinado Amonio Francisco
Pereira. na ra do Imperador n. 22, segundo
andar, as 11 horas em ponto do dia cima men-
cionado.
uni
DE
Chapeos de palha
de Panam.
QUARTA-FEIRA 14 DO COMIENTE.
PELO AGENTE
PESTAA.
Bran-ler Brindis faro leilao era seu arma-
zern da ra do Trapiche n. Is, no dia aciraa de-
signado o pelas 10 horas da manha
DE
L'ma caixa cora 600 chapeos de palha de Panam
de rauito boa qualidade e ptimo gosto.
PELO AGENTE
para
Segu por estes dias e hiale Gralido ;
O resto da c-irga e passageiros, trala-se na ra do
Codorniz n. 5 cara Perea & Valente, no Forte
do Mallos.
Lisboa.
Vai sahir com muila brevidade a bem conhe-
cida
Barca Gratdao
para carga e passageiros. trata-se com os con-
signatarios Carvalho, Nogueira & C. na ruado
Vigario n. 9, primeiro andar, ou com o capilao
Borges Pestaa.
Baha.
A escuna nacional Carlota, segu era poucos
oas para a B.ihu, tem parle de sua carga en-
gajada ; pira o resto traac com o seu consi"-
natario Francisco L. O. Azevedo, na ra da Ma-
dre da Deus n. 12.
Rio de Janeiro.
A fretes baratos.
O patacho Anna. s-gue parao Rio de Janei-
ro por estes das, recebe carga por barato Trete
a tratar com Tasso limaos.
Para o Aracaty com es-
calas.
Sahe at o dia 24, a barraga Maria
que j tem parte de sua carga prnmpla
Vianna & C.
resto trala-se com Prenle
Amelia,
; para o
Roga-se aos Sr. Joaquina Fran-
cisco de Souza LeSo rendeiro do enge-
nto Crauassu', e Maooei da Trindade
Camello Pessoa, morador em Alagoade
Pedras, o favor de se dirigirem a Fora
de Portas, pateo do Pilar n. 14, para
trataren! de negocio de interesse de
ambos.
Aluga-se o primeiro andar e a loja do so-
brado da ra Direita n. 121, reedificado o elegan-
temente pintado a fallar com Joaqun Jos Ra-
mos, no largo do Corpo Santo, escriplorio dos
Srs. Manuel I. de Oliveira & Filho.
Age acia de passaporte e folha
corrida.
Claudino do Reg Lima tira passaporte para
dentro e fra do imperio : na ra da Praia n. 47,
primeiro andar.
Antonio da Silva Santos, subdito poriuguez,
tendo de embarcar no vapor Paran com des-
lino ao Para, julgando nao haver erabaraco, por
isso faz esle, para no caso quo haja, se realise
at o dia 14 do correnle.
Aluga-se urna casa de 3 quartos na ra d6
S. Miguel dos Afogados : quem a pretender, di-
rija-se ao paleo do Terco n. 24, que achara cora
quem tratar.
Precisando o abaixo assiguado attestar sua
conducta moral e civil, ninguem melhor pode at-
testar que o publico, e para melhor ser conheci-
do morador em Olioda, sapaleiro, foi polica
da 1.a companhia, guarda de Santo Antonio da
3." o voluntario lambpra da 3.a companhia. Pe-
de-sea todas as autoridades, ou qualquer p'essoa
que souDer de alguma cousa a respeilo de sua
conduela, por diminua que seja, tenham a bon-
dade de publicar por esta folha.
Antonio Filippe Santiago.
Cypriauo Fenelon G. Alcoforado, advogado.
mudoui sua residencia para a ra da Aurora n. 24
Ennio Aureliano Cid, subdito poriuguez,
relira -se para o Rio de Janeiro.
Aviso aos senhores pedestres.
O moleque que anda fgido, por nome Floria-
no, que se aunoncia levar camisa de riscado de
algodo, foi visto no paleo do Carmo n da cinta
para cima, lem ido al o Monteiro o volta para o
Recife.
PI IX pontfice e re
LO SEHHOR
D. Antonio de Macedo Costa,
Bispoeleito do Para.
Eloqueate demonstrado do poder
temporal do Papa. I
Vende seno bairro de Santo Antonio
as hv-ranas dos Srs. Guimaraes & Oli-
veira e Nogueira de Souza & C. ; e no
bairro do Keciena livraria do Sr. Jos
de Mello : preco 24.
,.T ? en8enho Bonito da freguezia de Naza-
E:.?'ec,"',e Lde um feUor. Preferindo-se por-
TaurVI"C,len1hac ""hec.mento desse servico;
fhl A nCOm Leal & Irmao- na rua ^ Cadeia Ve-
Iha do Recita, escriplorio n 56.
a,7*."!Of Slteir. eslraogeiro, precisa alu-
n, 1 fesca denle. com alcova ou
quarto : quem tiver, dirija-so
do Recife n. 37.
com
casa
da Cadeia
so-
Vdros.
Chegarara oslSo desejados vidros para vidraca.
em caixa ; vieram tmbeos alguns vidros de
crystal, grandes, proprios para oratorios, tabole-
tas, armarios, etc., etc., ou outra qualquer obra
em que seja preciso empregar vidro de hoa qua-
dade e grossura : rua larga do Rosario n. 34,
botica.
Aluga-se
urna casa terrea com commodos para familia,
na roa do Nogueira ; a tratar na rua do Queima-
do n. 53.
MU,
O referido agente far letllo por conla c risco
de quem pert-ncer, "gnrua-feira 13 do corren-
te as 10 horas da nmnhfta no armazem do Sr.
Annes, defroole da ufaiidega
DE
7 caixas com mendoas de casca molle.
ditas cora latas do raarmelada o doces
calda.
15 dilas com cebla, ludo ser vendido
rer do marlello sera reserva de
para fechar contast
cm
ao cor-
preco, que
REAL COMPANHIA
DE
Paquetes ioglezes a vapor.
No dia 14 destn mez espera-so do sol o vapor
Tyne, commandante Jellicoc, o qual depois da
demora do costme seguir para Soulhampton
locando nos porlos de S. Vicente c Lisboa : par
passagens etc., trala-se com os agentes Adam-
son llowie &C, na rna do Trapiche Novo n. 42.
COMP.WBIA BRASILEA
DS
PAQUETES A VAPOR.
Espera-se dos poilns do su I al o dia 14 do
correnle, o vapor Paran, commandante o pri-
meiro teneute Pontes R.bnro. oqual depois da
demora do cosiume seguir para os porlos do
norte.
Recebem-se desde j passageiros e engja-sa
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
rer ser embarcada no dia de sua chegada agen-
cia rua da Cruz n. 1, escriplorio de Azevedo 4
Mendos.
Para Lisboa
Tai sahir imprelerivelmente no dia 80 do corren-
te o brigue poriuguez Relmpago : quem no
mesmoquizer ir de passagem, para o que ofTere-
ce rllenles commodos. dirija-se ao consigna-
tario Thomaz de Aquino Fonseca, na rua do Vi-
gano n. 19, primeiro andar.
LEILAO
Commercial.
Sabblo 10 do correnle
Antones autorisado pelo Exm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio, a requerimenlo dos depo-
posilarios da raassa fallida de Jos I.uiz Pereira
Jnior, far leilao rio dia cima designado de
lodos os predios, fazendas e dividas que conti-
tuem a referida massa, cujo leilao lera lugar na
loja da rua Nova n...
Principiar as 11 horas em ponto.
LE LlO
Terga-feira 13 do crrente.
DE
Lua loja de mimlczas.
NA
Rua Direita n 83
Por despacho do Exm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio e a requerimen
to de Antonio Fernandes de Castro, o
agente C-margo fara felao da loja de
miudezas da rua Direita n. 83 per
tencente a Jos Ramalho de Souza con
sistindo em aimacao e miudezas: no
mencionado da as 1 1 horas em ponto.
Avisos diversos.
de urna casa na rua do Pogo n.34, urna volta de
ouro, chala, do modelo do Irancelim de senho-
ra, com urna especie de medaiha no lim : ro-
ga se aos senhores negociantes com ouro, caso
appareca algum individuo com esta obra, igno-
rando seu valor, a lomem e levem casa cima
mencionada que se gratificar.
3to0octaco Evpographtca
fjernatabucana,
Domingo, 11 do correnle, haver sesso ex-
traordinaria do conselho director e da assembla
Retal, esta s 11 horas da manha o aquella s
10 ; estando em exeeoco as ultimas deliberacoes
approvadas.
Secretaria da Associajo Typographica Per-
nambucana, 7 de novembro de 1860.
JOVENCIO Cesar,
Io secretario.
Na travessa da rua das Cruzns n. 2, pri-
meiro andar, tinge-se cora perfeigo para qual-
quer ct, e o mais barato possieL
Precisa se de urna ama que saiba engommare
coser, que seja muilo fiel o capaz, para casa de
pouca familia ; na rua do Amorira n.44. primei-
ro andar. r
P. R. Bas, retira-se para o Rio de Ja-
neiro.
Aluga-se o primeiro andar da rua Nova n
21 : quem pretender, dirija-se a loja do mesmo!
No dia 9, depois da audiencia do Sr. Dr.
juiz de ausenles, se ha de arrematar as dividas
de conta de hvro, pertencenles a heranca de Fer-
nando Lucas.
= Conlina-se a fazer comida para fra, por
precos commodos, e muilo bem feila e c>m lodo
aceto, assira como o excellei.te doce, falias da
China : na rua da Cadeia uo Recife n. 11 secun-
do andar.
Quem pretender alugar urna sala mobiliada
e um quano na rua da Cadeia do Recife, annun-
Cie por esla folha pan ser procurado ; assim co-
mo d-se comida e loraa-se conla da roupa con-
vindo.
OSr. Francisco Jos Coelho queja leve ar-
mazem no ueco da Boia no Recife, nao se pode
retirar para fra da provincia sem que primeiro
dinia so a praga di Boa-vista n. 16 A, a nego-
cio que o mesmo nao ignora, e se fr preciso
pode-se declarar.
Quem tiver para vender candes proprios
par deposito de pao e assucar, dirija-ae a rua
da Linguela n. 6.
Precisa-so de urna ama, sendo escrava, para
comprar e cozinhar : na rua do Queimado
n. 6d.
Roga-se
ao Sr. Jos Fiel de Jess Leite que te-
nba a bondade de comparecer na ta-
berna da rua da Imperatriz n. 5i, a
negocio que o Sr. nao ignora,
| Ao commercio. i
@ Urna pessoa cora os conhecimentos pre- A
O cisos para exercer o cargo de guarda-li- S
@ vros, se encarrega deescripturar os livros fe
de qualquer casa commercial, quer seja &
@ por partidas dobradas ou simples e bem S
g assim de oulros quaesquer trabalhos que S
jife dtgirn resuello a sua prodsso : quem ^
@ precisar do seu prestirto dirija-se a rua
@ do Imperador n. 6. antlga ao Collegio. Z
@s@ @@ 99mmmmm9mm
Fugio da Passagcm da Magdalenr' a 8 dias,
um escravo crioulo de nome Ventura, que re-
presenta ler de 25 28 annos de idade, com orna
sicatriz no rosto, o qual j veio fgido do enge-
nno Casianhtnha, na provincia de Alagoas e
procurou nesta praca a casa de seu senhor A ti-
ionio Buarque de Gusmao d 'onde se auzentou
segunda vez. Roga-se as autoridades policiaes e
capiiaes de campo a captura do dito escravo. e
a sua enirega em qualquer dos lugares cima
mencionados, promeltendo-se generosamente gra-
O abaixo assignado deixou de ser caxeiro
de Amonio Muniz Machado, no trapiche do Bar-
noza, aproveila a occasio para agradecer cor-
diaiment? ao mesmo. o bom tralamento que re-
cebeu durante quatro annos. Recifo 10 de no-
vembro de 1860.
Maooel Jos Simoes.
Precisa-se do urna ama para andar com
urna menina: na rua Dirella. segundo andar n. 32.
A pessoa que an-mnciou querer vend-rpor
necessidade urna molalinha, dirija-se a rua das
Larangeiras n. 18.
cora cao e de
ge-
O Ur. Cosme de Sa' Pereira da'
consultas medicas em seu escrip-
tOrio.no bairro do Recife, rua
da Cruz n. 53, todos os dias.me-
nos nos domingos, desde as 6
horas ateas 10 da manha,
breos seguintes pontos
1.* Molestias de olhos ;
2.a Molestias de
peito ;
3.' Molestias dos orgaos di
racao e do anus ;
i.- Praticara' toda e qualquer
operacao que jalgor conve-
niente para o restabelecimen-
to dos seus doentes.
O exame das pessoa?queo con-
sultarem sera' feito indistincta-
menle, e na ordem de suas en-
tradas, fazendo excepcao os doen-
tes de olhos, ou aquelles que por
motivo justo obtiverem hora
marcada para este im.
mm mm
DE
Fazendas e de miudezas.
Em
sortimento
casa de Augusto C. de Abreu, ha para vender um completo &S
o de perfumaras, constando de leos, banhas, pos para S*|
tbao, extractos, aeuas dp. rhpirn o m.,;.. ~...___.-.:..ri fc^y
j^g) dentes, sabao, extractos, aguas de cheiro
H melbores perfumistas de Londres e Paris.
uwm
banhas, pos para ^^
muitos outros artigos dos ^*
P^ ^, W ^ <* ^ {^, <^ fc-S) i
Rua Direita n. 103.
Querendo-se acabar com esto eslabelecimento
anlesde lindar o atino, o encarregado do mesmo
se promptifica a vender o quo consta do seu va-
navcl sortimento por precos a animar aos com-
pradores, na certeza quo nada sahir para amos-
tra ;e oulro sim nao se vender a meninos e a
escravos para evitar duvidas.
i

1
i
i
a

Lices de piano ecantoj
onca.^fSl^prf!,!?
aos seus devedores em geral que I no ser o an-
nunciante. as nicas pessoas habilit3das para re-
ceberem seus dbitos, sao os Srs. Americo & Ir-
mao, rua Direita n. 63. loja de ourive
1-tf frtTft >t#HlE#f
*
6
f
Mademoiselle de la Gharie, discipula
premeada doconserv3torio de msica de
laris, continua a ensinar e tocar piano o
cantar, conforme o gosto moderno e podo #>
ser procurada em casa da sua residencia
rua Nova n. 23. segundo andar, por cima
da loja de chapeos de sol, esquina da rua &
da Cambi.a dn Carmo. *a
5tt8SSSa^iif.f*****tl
- photographo F. Villela mudou o seu es-
labelecimento de retratos da rua Nova n l
ra a rua do Cabug, n 18 aonde contina.
Aos pais de familia.
O bacharel formado Americo Fernandes Trian
do Loureiro tem iberio um curso de aluras
m-ler.as preparatorias para a Faculdade Se"
1 !!!:v?..??aad?Vru;1ilrrtesidHeQCia-1rua da s--S.
ado d.reilo. das 9 horas da manha
esquina do
ao meto dia ; e propde-se igualmente aioraVr"]!:
c.oes das raosmas materias Dor ca, n.Hi.".".
e collegios, das 4 s
o oras da tarde, promet-
es
pa-
. ~ Os directores da companhia de seguros ma-
nt.mos iiiidado Publica, convidara aos stsac-
cionistas para comparecerem no escriptorio da
raesma companhia, rua da Cadeia do Recife no
da 15 do crreme, de conrormidade com o'art
1860 S cslalutos- Reciffl. 10 Jo
Na ruado Crespn 17, dcseja'-'sc"fallar
enm os senhores :
Bernardo Jos Correa de S.
Joao Filippe dos Sanios.
| Maooel do Nascimento da Silva Baslos.
B Vicente Licino da Cosa Campello.
qg Antonio do Reg Pacheco Jnior.
Juaquim Claudio Monteiro
M \,a,|oel Leo de Castro.
B i'rajaoo Caioeiro Leal.
Irmandade de 8. Crispim
eS Grispiniano.
O abaixo assignado secretario da irmandade de
, XInsP"n e s- Grispiniano erecla no convento
de lf. S. do Carmo esta cidade, declara a lodos
os lies que a festa do pidroeiro por motivos
imprevistos deixa de fazer-se no da ti desie mez
como j annunciu. Picando iransferidajpara o dia
M de dezembro deste mesmo anuo Recife 8 de
noverabro de 1860 Secretario, Joo Jos do Es-
pirito Santo.
00 seu methodo de ensinn nv i
zoes fundadas
Jtic-la i.is
ifem sido
^

a
** Q
ce a
4m
C" o
8 ' > r
cp rs>

O
O
8 Jo
00
o
Fugio do engenho Malemba, no dia 23 de
oulubro prximo pausado, um escravo de nome
Jos, de nacao Angola, alto, magro, peiludo,
pernas linas, andar apressado, tem no alio da
caheca urna retadora de carregar peso, est ama-
relio, e bem relo, desconfiase e^r na cida-
de do Recite por ser eanoeiro : quem pegar dilo
ascravo leve-o ao dito eugenho, a sen senhor
ou cidade do Recife, sos Srs. Jos l'eireira da'
Cunha o Antonio Carduzo de Queiroz Fonseca
que recompeusaro generosamente.
i
F. VILLELA, ambrotypista da augusta casa
| imperial e estabelecido na ruado Caiiug n. 18
j sobrado com entrada pelo pateo da matriz, con-
tinua a lirar retratos por arnbrotypo, melayno-
lypo e ambrochromolypo. Este ultimo syslema
muilo apreciado hoje no Rio do Janeiro, o
mais perfeilo ramo d:i arle pholographica' pois
rene ao desenlio dn sol um especnl Irabalho a
oleo, que conservando lielmenle al os mais de-
licados trac..*, d ao retrato a qualidade de um
quadro a oleo.
9 Bouruiis de seda otomana de cores ff
@ proprios para passeio e sahid de baile, fe
& ultimo gosto, ni
Loja de
marmore.
i
i
&&99&%W1S
,Ll t TL10Jo dfl ,,,,sino- Pr lor Para issora-
"idaa na experiencia de dous annos o
por pessoas fidedignas, cojos filhos
por elle leccionados : quem de seus
se icossequizeraproveilar.dirija'-se a mesraa
casa, s mesmas horas da manha. As mensa-
dades sao as seguimos, pagas ad.antadas.
Em sua casa.
Cada materia .... 58000
Em casas particulares.
Cada materia .... 10000.
Uuas materias .... 153*000.
tm coliegios, conforme oeconvfncionar Una
ou prora.a ; lices diarias, excep.o os SSm
das santos, e quinlas-feiras das semanas era au'e*
nao houver algura dia santo. q
Deseja-se saber se exisle actualmente na-
V*?*& Pe,rnambuco a "arda de nome Vi?!
CfiL^1 Leg,,in,a ds pnrda Maria '^""nda
t tZ ,aoe de SrU rrido crioul Case"^o
LnilJi' os,"aos hatrnla annos raais ou
ddoV.lT rares? Drovincia. lo RioGran-
l^1, l'-ndVficaiJo e Pemambuco, e era
poder de seus senhores aquella sua filha.
A parda Mana Laurinda da Couceico, seu ma-
rido o crioulo Casemiro. e sua filha paroa Vic-
onanna. erara escravos do Sr. Jeronyme Ignacio
de Albuq .erque M.ranho, e sua mulner U. An-
reiS!?\ "er0. a Cu"ha' Pfopnetarios e
JS*! nuerigenhodoJardim, situado para
os I...Jos da villa de Iguarass. perto de Goianna.
WO".Para que se quer saber da existencia da
parda Vicionanna, porque sua mai a parda Ma-
na Laurinda da Conceicn vive nesta cidade o
sendo hojeiivre, e possuindo urna pequea or-
lons, a desoja empregar na liberdade de sua niha
n i\,\-\! "" "" dc srus nelos. see" ''ver
aeixado filhos, nu fioalmente para poder dispr
.vremenle de seus bens, senao exitirem esses
seus herdetros legtimos.
Roga-se, pois, o candoso favor
formacoes que. se pedem
Cao de urna pobre mal, e
dade de urna desgragada crealura que geme no
eaphyeira, podeudo e devendo ser livre. As pes-
soas nteresaadas dlrijam-se ao carlorio do label-
liao Almeida. na rua du Imperador o. 75.
c ~ \ ,rmi"'d"l" da gloriosa virgera martvr
Santa Cecilia, leudo de festejar sua padroeira o
*"? dn Curri''"P. vai dar principio as novenas
no oa 12, e espera que todos os irmos professo-
res concorra o alomar esses actos brilhantes
coadjuvandoa mesma irmandade no desempeho
rJossa laosubliTie quao honrosa misaao. A ban-
deira sera aorada no dia 11, s8 horas
le. locando nesse aclo urna banda
litar.
Adverle-
de obter as in-
para alivio e consola-
e em beneficio da liber-
da noi-
de msica mi-
ao Sr. Ihesoureiro das loteras
que nao pague o que por sorle sahir no meio bi-
Iheteii 12,9 da lotera que ha de correr ama-
nhaa 10 do correte,
rer una.
, son.io aos abaixo assigna-
dnVfiJ"-b"l,"ln f"' nerdi,l h"e9 ue noverabro
de \m>, juniametite com 7iOOO.-Angelo Sabino
Ooilon Rodrigues Selle. Jos Joaquira da
Costa. ^
Roga-se ao Sr. Jansen e ao seu primo Pe-
dnr.ho, estudanles do primeiro anno de direilo
o obsequile dirigirem-se nesles Ires dias rua'
oa tonceicao, afim de concluircm o
ss. ss. nao ignorara.
negocio que-
MELIORADO E
EXTRACTO
COMFCSTO DE
IFAKKdLKl^ D M. T0W8S
FABRICADO SOB ADIRECCA' LO DR. JAMES R. CHlLTOl,
O chiniico e medico celebre de \ew York:
i GRANDE SUPERIOaiDADE DO EX-
TRACTO FLUIDO C0MP05TO
DE
SALSA PARRILHA
Explica se pelo seo extraord'mario
e quasi miracaloso effeito no
sangue.
40 Conlandt Street.
Carla um sabe que a saud"e ou a infermi.Jade ^ALTER. B TOW-NSENO Co, 218 Peat
depende directamente do estado d6ste floioo vi- T ^Uee.1-
T L. Islo ha de ser, visto o partido importante i V55 & HaZaRD. m Maiden Lae,
que tem na economa animal. john 1arle Co l5^ Water S
novembro de
Os directores,
Manoel Alves Guerra.
Jos Anlonio de Carvalho.
tlOM
Na rua Direita loja n. 104.
O arremtame desla loja lera resolvido vender
por lodo preco. dinheiro avista.
Corles de la para vestido, fzenda fina a 5000
aS4<000eda Pre,a' e d" C0^eS fi'Zenda Qnas
Ditos de cambraia de seda 5$000.
Chilas escuras, covado a 160.
Dilas Unas a 240.
Dilas francesas a 200.
Ditas dilas 240.
Corles de coleles de gorguro 2$000.
Ditos de ditos de vellido 4JJ000.
Camisas francesas finas a 1>b"00.
Chapeos franceses a 59000,
Dits do chile a 3)000.
Cortes de brim de linho branco c de cores nara
calca a 1$600.
Riscadinhos de linho fino e fu&tes de cores co-
vado a 400.
Corles de casimira de cores a 4)000 o 5)000.
E outras muitas fazendas que se vendem pelo
barato.
Aluga-se a casa da rua Imperial n. 213,
com 2 salas, 6 quartos e cozinha fra : a ira lar
na casa contigua ou na padaria da rua Direita,
n. 84.
ANIMAL
A quaulidade do sangue n'um homem d'es-
tatura mediana est avallada pelas as primeiras
autoridades em vinle e oilo arralis. Em cada
pulsacao duas ongas sahem do coracao nos bofes
e dalli iodo o sangue pa no em menos de quatro minutos. Urna dis-
posicao extensiva tem sido formada o destinada
com admiravel sabedoria a destribuir e fazer
Circular esta CORRRHTI db vida por tolas sa
parles da organisaco. Deste molo corre sem-
pre pelo corpo em torrente, o qual a gran
fonlede inferraidade ou de saude.
Se o sangue por causa alguma se emprenha
de materias ftidas ou corrompidas, diflunda
com vblocidaiib klectrica a c rnipc.o as
mais remotas e mais pequeas partes do corpo.
O veneno lanca-?e para tras e para diante pelas
arterias, pelas v^ias. e pelos vasos capllanos,
at cada orgo e cada leagem se faz completa-
mente saturado e desordenado. Desta maneira
a circulagao evi ternemente se fnz um engenho
PODEROSO de doenca. Nao obstante p le tam-
bem obrar com igual poder na cri gao le saude.
Eslivosse o corpo inficionado da doenQ* maligna,
ou local ou geral, e situada no sysiema n-rvoso
ou glan luloso, ou muscular, sa somante o san-
gue pote fazer-se puro e saudavel Gcar superior
a doenca e inevitavelmeute a expellii da cons-
liluigo.
O grande raanancisl de doenra entao como
d' aqu consta no fluioo ciRCDLANTe.e nenhum
medicamento que nao obra directamente sobreel-
le para purificar e renova-lo.possue algum direi-
lo ao cuidado do publico.
O sangue 1 O sangb o ponto no qual
se ba mysler fixar a attencao.
O ORIGINAL E O GINUINO !
AO PUBLICO.
Nos, os Assignantes, Droguiste na cidade de
ireei.
M VVARD & Co, 53 Maiden Lae.
3.& J F. TRIl'PE, 92 Maiden Lae.
GRAHaMA Co. 10 Od Llip.
OSG 1O11& JENNINGS, 188 Pea-I Street.
R. B. HvVILAJN & Co, Office 177 Broad-
way.
JACKSON, R0BIXS& Co. 134 Water Street.
THOWAS & \I\XWELL. 86 William Street.
WV1 UNDERHILL. Junr, 183 Water Street.
DAVID T. LA.NMuV, 69 .Water Street.
MAR H & NOltTIIR-tP, 60 Pearl Street
NORrON, RABCUCK & WOOO, 139 Mai-
den I.oiie.
PENFOL, CLAY& Co, 4 Flelcher Street.
OLCOTT, M KFSSON & CO, 127 Msiden
Lae.
A. B. SCHIEFFELIN, BROTHER & Co, 104 &
H'GJobn Si
LKWIS PRICE 55 Pearl Street.
HAVILAND, KEESE & C'J, 80 Maiden La-
e.
RUSHTON, CLARK & CO, 110 Broadway,
10A>tor.
House, and 273 Broadway, cor. of Chambers
Street.
PHILIP SCUIEFFELIN cV-CO, 107 Water
Slreot.
POU & PALANCA. 96 John Street.
SHKRWOOD & COFFIN. 64 Pearl Slreat.
RUST & HOUGHTON. 8 l John Street.
I. MINORA CO. 214 Futen Street.
INGERSOLL& BROTHER, 230 Pearl Street.
JOSEPH E TBIPPI. ij8 Maiden Lae.
GRKENLEAF & KINSLEY, 45 Conlandt
Street.
HAYOCK, C0BLIES& CLAY, 218 Pear
Slretit.
CUMMING & VANDUSER, 178 Greenwch
Street.
10 Gold Street.
B. A.FAHNESTOCK & Co. 49 John Street.
New-York, bavemos vendido durante muitos an- .HASKELL & MERRICK
nos o extracto de salsa parrilhi do Dr. Towo-''
send, consideramo lo ser o extracte original e ge-
nuino da salsa panilha do Dr. Townsend. o
qual primeiramente sob esle nome foi apreson-
lado ao publico.
BOYD A PAUL.
CONHECEMOS A ARVORE
TAS,
E SUASFRU-
E IGUALMENTE
um Medicamento nos seus Effeitos.
com posto de Salsa parrrlha do
Coii/iecemos
O extracto
Dr. Townsend esta
OMEDICUIEYTODO POYO!!
Adata-so io maravilhosamente a constituicao
que pode ser uiilisado em quasi todas as enfermi-
dades.
ONDE E DEBILIDADE,
fortalece;
ONDE E CURRUPCO,
purifica;
ONDE HE PODR DAO,
ALIMPA.
Este medicamento celbralo que tao grandes
ser vicos presta a humanidade, prepara-se agor
na nova fabrica, na esquas das ras Fronte
Washington, lirooklyn, sob a nspecrao directa
do muito conhecido chimico e medico Dr. James
R. Chilln, da Cidade de New-York, cuja cer-
tido e assignatura se acha na capa exterior da
cada garrrfa de
ORIGINAL E GENUINO
EXTRACTO COMPOSTO DE S.VLS A PARRILHA
DO DR. TOWNSEND.
O grande purifictdor do sangue
CURANDO
O Herpes
A Hervsipela,
A Adstriccodoven-
TRE,
As Alporcas
Os Effeitos do azou-
gub,
A Dispepsia,
AS DoENCAS.DE FIGA-
DO,
A Hyoropesia.
A Impingk
As Ulceras,
O Rheumatismo,
As Cuagas
A DF.DIL1DADE GERAL'
AS DOENCASDE PELLE
AS BORBULHAS MA CA-
RA,
As ToSSBSt,
Cd
exterior de papel verde
hemna wwi T'^? d, PwPri?,r ?12 B'oadway, New York, e em Pern.mbuco na rua da Cru* o
bem na blica da rua Direita n. 88 do Sr. Paranhos.
Os Catarrhos, As Tsicas, etc.
O Extracto acha-seconlidoeragarrafas quadra-
das e gsrante-se ser mais forte e melhor em to-
do o respeilo a algum outro purificador do san-
gue-, conserva se em lodos os climas por cer-
to sspago de lempo.
original e genuino exfractu do Dr. Townsend tem a assignatura e a certidio do Dr. J. R. Chlillon, na capa
21 escriptoric 1. andar, um-
i


D1A1U0 DE PERNAMBUCO. SABBADO 10 DE NOVEMBRO DE 1160.
fS)
Na padaria
de Antonio Fernandesda Silva Boiriz ra do Pi-
res n. 36, da-se pao de vendagem a pretas tor-
ras ou escravas, dando Dador, e vende-so farinha
do reino propria para pao de 16 por ser muito
uova de 160 a 200 por libra : na mesma padaria
vende-se trmas para fazer velas a 18 a duna de
todos os lmannos, laios grandes e pequeos, e
caixoes para as formas, todos os pertences de fa-
brica de velas, vende-se barato para acabar.
Manoel Buarque Macado Lima mudou seu
escriplorio para a ra do Eucanlamento n. 12.
Na ra Nova n. 7, deseja-se fallar com os
Srs. Jos dos Santos Morein e Francisco de Oli-
veira Jnior.
lusiriKtlo.
CASA DE B&HOS
NO
:ra
mi
Urna senhora Brasileira, do boa conducta, e
competentemente habilitada, se o (Tereco para en-
slnar as primeiras letras, grammalicas nacional e
franceza, as quaes falla e escrevo regularmente,
offereco seu limitado prest'imo aos seuhores pas
de familia que Ihe quitereni dar a honra de (he
confiar suas meninas, aliancando-lhe que empe-
nh.ir lodos os esforcns em qualquer destas ma-
terias, para que suas alumnas obteuhara o deso-
jado aperfeigoamento: na ra da Iroporatru n.
81, se dir quem .
DA
PROVINCIA.
Assignatura de banhos frios, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos............. 108000
30 cartoes para o ditos banhos tomados em qualquer.tempo...... 1550^
15 Ditos dito dito dito ...... 8O00
7 ...... 4000
Banhosivulsos, aromticos, s&lgados esulphurososaosprec,06 annunciados.
Estareduccao de presos facilitar ao respeitavel publico oxoz'o das vantagens que resultara
da frequenciadeum estabeleciment de urna utHidadeincontestavel.mas que infelizmente nao
estando em nosso* hbitos, ainda pouco conhecida e apreciada:
Estando a confeccionar-se o almanak
civil, administrativo, commercial, agr-
cola e industrial da provincia, roga-se
aos Srs. que tein de ser nelle incluidos
de mandaren) suas declarac/es de mo-
radia e estabelecimentos a' livraria n.
6 e 8 da praca da Independ^rcia e o
mesmo se pede aos Srs. de engenho e
rendeiros.
iLOTillM
Altenco.
PROVINCIA.
NATURAILEDE VICHY.
Deposito na botica franceza na jla^Cruz nj&2__
"I
O Sr. thesoureiro das loteras manda declarar
que so achara expostos a venda os bilheles Ja !
segunda parte da quinta lotera da irmandade
do Nossa Senhora do Guadalupe da cidade de
Olinda, cujas rodas devcrao andar impreterivel-
menle no dia 10 de novembro prximo futuro de
conformidade com o plano abaixo transcripto
Theaouraria dasloterias30deuutubro de 1660.
0 escrivo. /. U. da Cruz.
0 ENTRE-ACTO,
Jornal Li iterar io lllustrado.
PLANO.
200bilhetes a SfOOO.......12:000500(1
20 por cento.........2:4u0U0U
de
1 Premio
1 Dito de .
1 Dito do .
3 Ditos de 200g
5 Ditos da 100
7 Ditos de 50g
8 Ditas de
24 Ditos de
2350 Ditos de
203
10
I)
4:000,C!000
900s000
500*000
6'iO*000
50ng000
350000
16080(10
24O80OO
2:3508000
9:6C000U
Acha-se publicando no Rio de Janeiro um jornal, sb a directo de jovens importantes
*no mundo das lettras, que se occupa especialmente de criticas e revistas mensaes acercado
movimento ilieatral do Brasil e Europa.
Junto cada numero vera serapre um figurino, urna caricatura, urna msica ou ura re-
trato, representando personagens importantes dos ihealros, c das operas, dramas, comedias etc.,
que sbem scena no Rio de Janeiro, ludo inodilo, e do mellior gosto possivel.
Os igurinos, mandados vir de Pars, so poJerao ser deslnbuidos no principio de Janeiro
prximo vindouro.
Publicase tres vezes por mez, em frmalo in folio, cora oito paginas cada numero, aos
presos seguinles:
Um trimestre......6S0OO
Um semestre......1 O000
Um anno. ....... 2O000
Assigna-se na livraria da praga da Independencia ns. 6 e 8.
9.60O-JOOO
2100 Bilhetes.
Thesouraria das lolerias23 deoutubro de 1860.
O ihesoureiro, Manoel Camllo Pires Falco.
Approvo.Palacio do governo de Pernambu-
co 29 .le oulubro do l860.=LetSo da Cunha.
Conforme.--Antonio Leile de Pinho.
Precisa-se de 6 0008 a premio, dando-se
por garanta uma propredade nesta cidade : a
qjcm convier, pode deixar aviso nesta lypogra-
>hia com diroccao a A. S., qu* sera, procuradol
A quem convier.
Tjm empregado publico, pai de familia ; bem
conhecido, e que offecece as necessarias garan-
tas, pedido de alguns amigos, se prope e re-
ceber emsua casa, do Io de Janeiro em diante,
e agora mesmo durante, as ferias, alguna eslu-
dantes de preparatorios para a faculdado de di- 3
reito. nao tendo seus pas ou correspondentes o
menor cuidado com ellos tal respeilo.
Urna casa commoda. boui tralamento constan-
te solicilude para a sua applie.ac.io, para que te-
nham boni resultado nosPxames;e finalmente j ?
urna graiiticago a mais mdica e razoavel : taes '$9
Gao as vantaicens que enconlraro. Aquelles, fe
pois. quem lal offerecimenlo inieressar, (Icario gg
salisfeilos, se se informarcra dos Illms. Srs. com-
Remcdo infallivel contra as agnorrhas antigs c rcenles.
nico deposito na botica franceza, ra da Cruz n. 22.
Preco do frasco 3:000
@@&#^3@<
&
mm

W
&
m
A mesa regedora da irmandade do Senhor Bom
Jess da Via-Sacra na sua igreja de Santa Cruz,
convida a lodosos seus irmftos para mesa geral
no dia 11 do correnle pelas 9 horas da manha
para iralar-se de negocios de urgencia tendente
a mesma irmandade. Consistorio na igreja de
Santa Cruz 4 de novembro de 1860.Manoel da
Silva Bastos, escrivo.
Muga-seo segundo andar da casa n. 19 na
ra das Trincheiras : a tratar no caitorio da
mesma casa, ou na ra nova de Santa Rila, casa
n. 5.
I Dentista de Pars, i
15 Ra Nova15 j
S FredericoGautier, cirurgio dentista,SE
55 faz todas as operac.de da suaartee C0'~fK
|n locadentes ariifici'aes, tudo com a upe *
,t, riordade e perfeicao queas pessoaten-Jg
H tendidas Ihe recohecero. 3*
Ten agua e pos dentifricios etc. $
- Precisa se alagar um primeiro andar ou um
sobrado de um andar, que seu alugucl nao exce-
da de25ga308 mensaes, sendo no bairro de S.
Jos ; a tratar na ra dos Pescadores ns. 1 e 3.
Prccisa-se de urna ama para cozmhar : na
rna dos Pescadores ns. 1 e 3.
Urgencia.
Mediante as mais solidas garantas, e offere-
cendo-se em hypolheca diversas casas terreas,
sitas nesta cidade. precisa-so com luda e urgen-
cia da quanlia de 8:0008 a juros pelo lempo que
se convencionar : a pessoa a quem interessar,
queira declarar por este jornal para ser procu-
rada.
A Primavera.
Pnblicaco semanal de litte-
ralura, modas, industria,
artes, etc.
Esla revista, cuju primeiro numero devora sa-
; hir no comeco do mez de novembro, contera uun-
j camenos de 12 paginas de impressiio em 8.
I rancez, e ser redigida por grande numero de
jovens dados s letras o as arles. O prego da as-
| signatura para as provincias 128 por anuo, 78
| por 6 mezes, e 48 por trimestre, Assigna-sc na
ivraria da orara da Independencia ns. 6e8.
Joao Silvestre Francisco de Mello, escrivo in-
terino da irmandade de N S. do Rosario da G a-
Vista, em noiiifi da mesa regedora, convida a lo-
dos os seus ruinosa comparecerem no da 11 do
correlo pelas 10 horas da manha, nu consisto-
rio dd dita grej, nflm de proceder se a eleicio
dos novos administradores, que espera no cora-
e..io religioso dos seos irnios nao fallarem a lal
i convite.
O Sr. thesoureiro das loteras da pro- o abaixo assignado, residente no termo da
vincia manda azer publico para co- v>l}da Imperatrz da provincia do Cear, se-
j j -.,u. ,..,o SulniJo em agosto do coirente anno para Per-
nhecimento de todos osmteressados quej nanbllCu C0mcavaiu. leve de vender a prozo
tera'
esta'
*" Lima, morador no termo do Apody, assig-
nou nraa letra de 5"8 ; Manoel Jos Oe Mello,
morador em Porinhos, assignou duas letras, sen-
do urna de 6308, e outra de 1428, sendo seu fia-
dor Antonio Grego de Araujo, e urna letra do so-
hredito Antonio Grego de Araujo da quauta de
2158. Aconteco que embarcando o abaixo as-
signado em l'ernambuco no hiale Santo Ama-
ro, que sabio para o porto do Acarac no dia 12
do correnle rnez, na altura da ponte do Mello,
esteve o mesmo hiato assossobrar, e o r.pitao
ii,.iii.ii) i alijar parle da carga que vinha no con-
vs, sendo na mesma occaiio (angada ao mar
orna n.a a do annuncianle, conlFndo dinheiro,
julgaei conveniente mandar fazer o presente an-
nuncio. Olhos d'Agua do Pag 22 de oulubro
de 1860.Vicente da Costa Figucra.
' lugar a extracco da lotera 'juei a diversas ppssoas que Ihe passaram leiras a ven-
' a venda, as 10 horas do dia 10 do rem agosto de 1861. A saber Vicente Ferrei-
' ra de Lima, morador no termo do Apody, nssig-
corrente no lugar do estylo. O Sr.
thesoureiro convida a concurrencia pu-
blica, prometiendo sitisazer a vontade
dos espectadores, tanto quanto for com-
pativel com as leis que regem a mate-
ria. Desejando fazer Cular no espirito
publico a convicco de que o processo
da extraccao das lotcrias e o mais so
lemne e regular, espera o Sr. thesou-
reiro que concorram a esse acto todos
Pesia de Sania Mia le
seu trabalho diario,O escrivo,
Jos Mara da Cruz.
Roga-se ao Sr. acadmico JoSo
Jos de Moura MagalhSes, queira appa-l
recer a'esta typographia, alim dse
Ihe tallar acerca da obra que mandou
imprimir, visto nao se poder saber qual
a sua morada, nestes tres dias sem fulla.
Roga-se ao senhor que lumou a chave do
primeiro andar da casa da ra daGuz n. 15, ha-
ja de apparecer no prazo de 6 dias a fallar com scus chanssimos irmaos para que hajam de como
Joao Jus da Cunha Lages, no segundo and3r da parecer no dia 10 para as.-islir as v.-speras, e no
mesma casa, do contrario se proieder a abertu- ; domingo, pelas 11 horas do dia, (era logara fes-
rada porla do dilo andar, peanle a autondade 'a, sendo o orador della o Rvm. padre n.cslro
A mesa regedora da coufrnria de San'.i Rila de
Cassia, tendo de solemnisar a fesla de sua excel-
sa padioeira no dia 11 do conente, avisa nos
compleme.
pregador da capella imperial Lino do Monte Car-
mello, e a noito Te-Ueum sendo o orador -
Precisa-se de um caixeiro que tenha prati- : Rvm. padre mestre Fr. Joaquim do Espirito San-
ca de taberna, para a cidade da Victoria, paga-so lo A msica da orchesira ser dirigid, pelo
bom ordenado
reita n. 8i.
a tratar na padaria da ra Di-
inui disiincio mestre Ilermogenes Nnrberto de
Cusmao. A menina mesa pede aos moradoics
quo iilumiuem a freote de suas cas*s p^r.i que se
Precisa-se alurar urna preta que lornem osados mais brilhantes.O escrivo,
__ | Antonio Rodrigues Piuheiro.
sirva para vender na ra : nesta typo- DoDlingos da Sllva CafI1(roSi de noTO ,rDa
graphia se dir'. la pedir aos seus doedorss que venhain pager.
Muit i se deseju fallar com os sennores abal-I porque tem de concluir o inventario que est
xo declarados, na ra do (Jueimado n. 39, loja. procedendo por o Illm Sr. Dr. juiz de orphos, o
alguns dos seus dwedoies que nao quizerem que
seus nomes apparecam no carloo dos orphaos,
venham realisar seus pagamentos por esles dios.
3
m
Tem estabeleci do un rico sortnento de joias
m RA XOVA N, 18 ,/ AiNDAR
No qual se encontrarlo obras de brilhantes e ouro caramidas pelos anunciantes cora
18 quilates, sera balume ou qualquer oulro vicio. Vendem aderecos e pulceiras de
todos os (istos exentadas pelos inelhoros artistas, conteni algumas balalhas da actual
guerra da Italia, pinturas de Vaiellu e lavas do Vesuvio. e urna infimdade de objectos ^
raendadorManoei Fiiiueira do Faria, major An-i ^ .Mosaico, de Roma, Florenca, etc etc. Os annunciantes encarregam-se de a-andar ^
tunes, Agosnho E. Pina, Uis. Sabino e l.uiz Fe- HppedeSouzaLeao, senhordoengenhoS Igna-| d podendo garantir a pronplidao e boa trxcucao. m
co; devendo dirigir suas cartas ao primeiro des-i tessenhores na praca da Independencia, para #^ff@9^tt$^^-^-^^S69
que sejam procurados pessoalmente : onde de-
terminarem.
Anlunio Jos de Aniiii im.
Antonio Francisco da Silva.
Manoel Jos Milete Meiriz.
Joaquim Jos Boielho.
Alogam-sc doos andares .lo soluado da ra
da Cadeia n. 24, leudo commodos para grande;
familia : a tralar na luja do i -mo.
Precisa-se de urna senhofa com as habilita-
coes necessarias, que se queira encarregar da
educaco de meninas no engenho Ttntogal da
' freguezia de Barreirus : a Iralar na ra da Moeda
i n. 3, segundo andar,
Alua-se urna exced nlo casa sita na povoa-
cao do Monteiro, com bstanles commodos para
grande familia, na qual lem cocheira e e-tribaria
pata cavallos ; a iralar rom Manoel Alves Guer-
ra, na ra do Trapiche n. 14, primeiro andar.
rrrrrrn rnr stj?"?"??? m?
^ DENTISTA FRANCEZ. I
+> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- <*
> rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e *<
*f p dentico. ~
Jos Ribeiro Guimaiiies declara ao respei-
tavel publico, que, por haver pessoa deigual
nome, o'ora em diante, para evitar equvocos,
asMgnar-se-ha Jos Ribeiro da Cunha Goi-
maiaes.
Prccisa-se de urna ama que cozinhe e
engomme com perfeicao : na ra do Vigario
n. 6.
Na roa da Cruz n. 13. enfeitam-se bandei-
jas com bolinhos, e doce seco com muito goslo
eo mais delicado que se pode vr ; flores em
ramalheles e solas arvoredos de fruta* e de
flores, batatas e adalias do diferentes qualida-
d
c

oiupras.
Compra-se um cavallo que eslejn gorJo,
ainda mesmo sem andares : na ra Uircita
n. 84.
Compram-se travesses para andaime de
obras : a iralar na roa da Imperatrz n. 66.
Vendas.
Alten cao
roa, em
ireco ; e
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casade SamuelP.
o1} i-ron .Si ra da Senzala Nova n. 52
Na ra da Praia n. 41. ha urna cocheira de
aluguel, c.ouj carro*, arreios c fardamenlos no-
vos, muito bous cavallos, e lambem se iratam de
cavallos por precos muio razoaveis.
O bacharef Pedro Gauuiano de Rales e Sil-
va, lem eslabelecido seu escriplorio de advoca-
Cabo, ondo pode ser procurado
H 3Ra estrella do Resario--3
^ Francisco Pinlo Ozono continua a col- !&
<5 locar denles artiQciaes tanto por meio So
% de molas como pela presao du ar, nao ;V
^ recebe paga alguma sem que as obras g
ss nao fiquem a vuniade d-e seus dorios, |k
^ tem pozes e cairas preparaces as mais S
^ acreditadas para conservacao da bocea m
Seismisaie &&%& msmwesmm
Sahio de rasa no dia 2 de novembro desle
correle anno um riiulalinho de nome Eduardo,
o qual tem 12 anuos de idade, e os signaes se-
guinles tamanho e corpo conforme a idade, cor
clara, eabeca e cara achatadas, cabed) crescido e
sollo, nariz pequea, pescoco curio, os hombros
Este excelente fumo acha-se depositado, dtretamenle na ra Nova n. 23, ESQUINA DA um pouco levantados, orelhaa graades, e na es-
C AMBO A DOCARMO, o qual se venie por mseos de 2 hectogramos a l?500Oeem por?aode querda lem urna pequea cicatriz junto a fonle.
TABAC
Deposito das nvanniveluras mpeTia^s t\eFranca.
Ss'oVdfas'das^Tt ho. ttZTElfii I l0 m13S?0S Para cima com descont dt 25 Pornl n0 m* beleein.enio acl,a-se tambera
ja tlirjP_ jo verdadeiro papel de linho para cigarros.
(Veparam-se bandejas enfeiladas rom di-
versos modelos de bolmlios dos mais per-Hos
que ha em nosso mercado, para bailes, casamen-
to?, restas de grej.is e solemnisar as formaturas
dos senhores acadmicos; ludo da forma que
forero as encoinincudos: dirijim-se a rus da Pe-
nda n. 25.
Luiz Gomes Dourado faz publico que desde
o dia 6 do correnle deixou do ser caixeiro do Sr.
Manoel Ribeiro da Silva com padaria na ra Im-
perial n. 187. bem como que nenhuma respor.sa-
failidado individual e propria conlrahira por s
dou-anle o lempo em que foi caixeiro do dilo se-
nhor. sendo que exisiem ainda duas letras por
ffim endossadss, em nome e por ordem do dito
meu patr.ioda quanlia de 4 S400 por nao saber
lcr Bi'oi escrever o dte meu pairan, o que por
outras vezes pralicra pelo mesmo motivo, estan-
do j pagas pelos seus aceitantes esles oulros
dbitos. Becifrt 7 de novembro de 1860.
Joao Vicente Franco relira-se para o Para.
Em Santo Amaro, casi do ultimo lampeao
de gaz, ha urna parda para alugar-se.
CASA DE SALDE
DOS
Collegio bom con-
selho.
No da 15 do correnle abre-se um novo cur30
dos preparatorios.
Attenco.
o
No hotel de Sebastopol precisa-se alugar um
moleque de 2 1- anuos de idade, ou um prelo
idoso : na ra do Imperador n. 16.
ATTEN(iO.
Quem quizer comprar urna cocheira e hospe-
dara, mullo afreguezada, na cidade de Goianna,
dirija-se a esla cidade na ra da Iraperatriz n.
47, terceiro andar e naquella, ao mesmo esla-
bele.cimenlo. ra do Amparo n. 59. Igualmente
se negocia urna taberna em bom lugar naquella
cidade rom alguns fundos e aluguel barato, {que
se garante pelo lempo que se convencionar :
tarabem nos lugares cima.
Bilhar do commercio.
Bairro do Recife
Ra do Torres n. 12.
Este esiabelecimento estar aberto todos
dias das 9 horas da manha em diante.
Na rus das Cruzes n. 35, precisa-se de
olicia' de barheiro.
Precisa-se alugar na Estrada Nova um sitio
ou terreno com casa de vivenda : quem o tiver,
queira annunciar para ser procurado.
Precisa-se de dous conloa de ris i juros, com
garanta era um predio de valor: quem quizer
anuncie para ser procurado.

Sita em Santo Amaro.
Este estabelecimentj continua debaixo da administracao dos pro-
pnetarios a recebar doenles de qualquer natureza ou cathegoria que
seja.
O zelo e cuidado alli emrjregados para o prompto restabeleciinen-
to dos doentef geralmente conhecido.
Quem se quizer utilUai pode dirigir-te as casas dos proprietarios
ambos moradores na ra Nova, ou entender-secom o regente no esta-
tahelecimento.
Reforma deprecas.
Escravos. -.....
Marujose criados.....
Primeira classe 5$ e. ,
As operac/ies sero previamente ajustadas.
d^l
2jnoo
200
3^500
os
um
Carvaliio Vogueira & G.
sacam para Lisboa e Porto : na ra do Vigario n.
9, primeiro andar.
Os abaixo assignndos fazem sciente ao res-
peitavel publico, e ao corpo do commercio desta
cidade que ^issolveram araigavelmente a socie-
dad que linham em um armazem de asmirar,
sito ra ra do Apollo, sob a (Irma de Mello & Ir-
mn, flc.ando a liquidacao do aelivo e passivo a
cargo da firma social de Mello Irmo, cojos so-
cios sao Jariniho Jos de Mello, e Jos Francis-
co do Reg Med''iros e Mello, nao sendo respon-
savel pela liqiidaQo da extinets (Irma o socio
Francisco Antonio do Reg Helio. Bccife 6 de
novembro de 1860.
Francisco Antonio do Reg Mello,
iacinlho Jos de Mello.
Ensillo de msica.
Offerece-separa Ieccionar o solfejo,como tam-
bera a tocar varios instrumentos ; dando as li-
Qoes das7norasas9 liSdanoite: a tratar na rus
da Roda n. 50
Domingos da Silva Campos conlina a pe-
dir aos seus devedotes que Ihe venham pagar,
porque tem de concluir o inventario que se esl
fa/.endo pelo Illm. Sr. Dr. juiz de orphos, e
Ulvez alguns dos senbores que Ihe devem nao
queiram anf seu nome apparega.
K lkmann limaos i C. avisam ao
respeitavel corpo do commercio que
foram nomeados agentes nesta praqadas
companluas de seguros matitimos de
Hain burgo.
maos e ps oireilos, c no dedo grande de um
p lem a unha radiada ; o mesmo levou a
roupa segninte : paleto! de brim riscado de
azul j deshelado, calca de casemira verde escu-
ra, sapntoes do couro de lustre, camisa de algo-
diio/inho azul j deshotada e chapeo pr pa baixa ; e como nao lenha apparerido, receja-
se ter sido seduzido, e sssim reconunenda-se e
pede.-se corn toda instancia a todas as autorida-
des policiaes, e a qualquer particular que vir ou
souberdelle, de o Irazcr praca da lloa-Visla u.
12, que se gratificar.
Precisa-se alugar urna os-rava para lodo o
servico de una casa de puuca familia : na praca
da Independencia n. 38.
Empreza da illu-
minaco a gaz.
Constando empreza da illuminaco a gaz qiie
algumns pessoaslom mandado augmentar ou col-
locar novos bicos e encanamenlos em suas casas
por machinislas (alias arentureiros) que nao sao
eropregados seus, o com apparelhos nao forneci-
dos por ella, lem resolvido, para acabar com es-
te abuso, pOr em rigurosa pratica oaitigo7do
seu regulamenlo, o qual do Iheor seguinte :
o No escriplorio da empreza concerla-se e. res-
ponde-se pela ficacia dos apparelhos alli ven-
didos; porm de maneira alguma se emarrega
de collocar, concertar, responsnbilisar-se ou sup-
prir gaz pelos apparelhos alhcios.
E visto que sendo a empreza, lano pelo seu
contrato como pelo regulamenlo do governo res-
ponsavel pelos damnos esinistros occorridosno
servico o fornecimenlo do gaz aos particulares,
essa responsabilidad!, nao poderia existir, desde
que.o material nao fosse fornecido por ella, ca
collocacao nao fosse feila por operaiios de sua
confianza
Assim a mesma empreza previne aos senhores
consummidores que d'ora avante um minucioso
exaroe ser trimensalmenle feilo por ura de seus
machinislas, e achando esle apparelhos ou qual-
quer objectos que niio lenham sido fornecidos
pela empreza, mandar esla immedialamente
corlar o gaz.
Portanto para evitar duviJas e reclamares pe-
de-se aquelles senhores que quizerera qualquer
alteraban na illuminaco de suas cisas, queiram
por escripto dar as anas ordena, em um lvro pa-
ra esse fim guardado no armazem da ra do Im-
perador n. onde poderlo dirigir-se, sem o que
nao serao atlendidos.
Recife. 30 de oulubro do 1860.
Rostron, Rooker & C.
Vende-se urna cadeirinha de sn.lar di
bom eslado de apparecer e commodo
lambeni tem para vender latas de duas libras le
boa jalea de pilanca e arar, vendem so doces
de varias qualidades, tanto secco como de calda,
fazem-se bandejas de bolinhos, lano rasas cuino 9
de bonitas arrniccs p' r commodo proco, fa/. m-
se pastis de nata, arroz de leite, pasteloes, do-
ces d'ovos, papos de aojos, jaleas de substancia ;
na ra limita, sobrado de um andar n. 33, de-
fronte do Sr. Jos l.uiz. No mesmo sobradse
precisa de pretas para vender duets, paga-sc a
vendagem
Na ra da Cruz n. 13, vepde-se enj seo
e outras qualidades de doces enfeiladus para
mimo, doce de calda, c frutas as nielliures que
| se pode in encontrar, tanto para a protimia
es. semenlcs de abacachis e tulanga, e viiihu de f nni Pra 'ora, avooude do comprador; bonitos
aj em garrafas. abacerhis, sapotise laranjas de umbigo, ele-,
Vende-se na ra Velha B. 49, urna cama
Atteiico.
franceza, um sot.li6. seiseadeiras, um lavatorio o
duas mesas pequeas ludo de aroarello e tn
bom estado, assim como duas bandejas nov^s e
urna mesa grande de pinho, e um aparelho t!o
porcelana douradi, que ainda nao lem servido
Yinho do Porto, genuino,
Rico de 1820.
Slomacal de 1830.
Precioso de 18 i7.
As nuzias, e em catxinhas, a dinheiro, por ba-
rato preco : vende-se na ra do Trapiche n. A'\
escriplorio.
Joaquim Amaro da Silva Passos, lendo o an-;
nuncio oo Sr. Joao Antonio Carpiuleiro da Silva,
no <>Diaro de Pernambuco1 de 9 do correnle,
moito agradece a boa ^llencao c proposta, em- '
hora nao seja ella justa, pois -i considero como
agua fria em fervura, mas como j linha a cal-
deira liansbordado e me posto de cama, cheio de
doengas e raiva, resta-me o cousolo, que Dos
me ajudar em ludo, alenlo ao direito que me
assisle. Olanlo ao pagamento das minhas velas,
era do dever do Sr. Jlo Anlonio Carpiuleiro '
ahater o importe na bella conta correnle, apre-I
sentando o legitimo saldo ao Sr. Manoel Alexan- Vendc-sc um excellente carro todo envidrala-
dre, aulorisido a paga-lo; mas emlim mandarei o< zotu uma t,,n parelha do cavallos. por prego
a sua casa receber, e espero trate bem a pessoa, commodo. prozo ou vista : na ra larga de
e nao como seu mano traa ao meu velho raixei-J Rosario n 24, loja de ouro, se dn quem tem.
ro, com pilherias. para que elle measvenha con- Vende-se um grande sitio na Soledad?, na
tarj e islo ajndado de um espoleta valentan. estrada de Joao Fe.snanOes Vieira, prto do Han-
Carro.
(Meu3 valenies, longe de Joao Pinto, mestre do
lerno de cmelas deS. Lourencn da Malla.) Lem
bra-me agora fazer uma pergunta ao Sr. Berilo
Antonio Carpinteiro, a razio porque passou um
recibo de 250J> em seu nome? qmes os negocios
guinho, conlendo mu los arvoredos dt fructu do
diversas qualidades, um grande viveiro de peixe,
um cercado para anlmaeg com uma "siribarii no
mesmo, uma grande planta de eapim, muilos
mangues para lenha, um pomar de larangeiraa
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
ra Imperial defronte do viveiro do Muniz. com
duas excfillenles salas, com ospacosas alcovas e
quarios, soto com cozinha e 6 quarlos, quintal
murado, com galinheiro, estribara e sahda para
a mat, a margem da estrada* do ferro ; a tralar
na ra da Cadeia do Recife n. 36, loja.
* Aluga-so um escravo. indo as 8 horas e
meia da manha e voltando a noiiinha: na ra
Formosj, casa do lenenle-coronel Vilella ; ltatn-
bem mora uma pessoa que engomma muito bem
para fra roupa de homem e senhora.
que tivemos : justo queme venha ri stilui-Ios. j novas, duas plaulas derann, duas grandes plan-
Deseja-se fallar mm os Srs. Bernardo Jos as de ba'aneiras de diversas qualidades. du s
Correia de S, Vicente Nunes de Magilh.ies o An- P'anlas de mandiocas, macaiheiras e ltalas,
innio Silverio Barbosa da Silva : na pra^a da muilos coqueiros de frurlo, e uma porciiu novos,
Independencia, loja ii. 13 e 15, a negocio de rum as extremas lodas leilas do cerca nativa,
inleresse. com bom banho d'agua salgada c temperada, lem
i a i uma casa de vivenda solTrivel, com cocheira e
^OOylflirlf* eslribaria para,3 cavallos. e quarlos para prelo,
tudo de pedra e cal. urna boa cacimba rom ana
de beber, e tanque para lavagero ; Cujo sitio offe-
rece minias vaulagens por ser milito perlo do
praca e ter todas as commodiiades precisas ;
quem qui/er ver o comprar, dirija-seno seu pro-
prietario Antonio Leal de Barras no mesmo sitio.
VtaMtoHenetieeiite dos Co-
cheiros em Pernambuco.
De ordem do Sr. presidente scieniilico pelo
prsenle a lodos os senhores socios elTectivos,
qoe sabbado 10 do correnle, as 8 horas da noite,
haver stssao da asscmbla geral na casa do
costme.
Coke
ou combustvel para cozinhas, caldeiras, etc.,
muito econmico pa/.a as casas particulares : ven-
Secretria da socedade Uniao Beneficenle dos de-se na fabrica do gaz em porcoes de um quin-
Cocheirosem Pernambuco 9 de norumbro de IbCO 'al para cima a JS o quintal.
Wenceslao de C. Madureira.
2 o secretario.
- Brrnardino Jos Leilao, subdito porluguez,
vai a Parahiba do Norte.
D-se a quanlia de 500-3 a juros sob pr-nho-
res de ouro c prala : na praca da Boa-Vista n. i
9, loja, se dir quem d.
Vende-se uma cirroea para boi, novo, e
de boa conslruco: na ra'da Imperutriz i. G
2o andar.
Vende-se
na ra nova de Santa Rila,
Jockey-club.
A commisso directora convida os respectivos
socios a reunirem-se em assembla geral no dia
10 do correnle, ao meio da, no salo do hotel
ingiez, afim de tratar-so de negocios concernen-
les mesma sociedade.
Novembro 8 de 18G0.
Sanios Jnior,
Secretario.
Precisa-se de um menino de 12 a 14 an-
uos para caixeiro de taberna, que d6 conheeimen-
to de sua conducta : a Iralar na taberna da tra-
vesea do Marisco n. 7.
Prccisa-se drf uma ama para casa de pouca
familia: a tratar na ra da Aurora, taberna nu-
mero 82.
Santa casa da misericordia do
Recife.
A junta administrativa da irmandade da sania
casa da misericordia do Recife manda fazer pu-
blico que no dia 14 do correnle, pelas 10 horas
da mmhaa, na casa dos expostos, se far paga
menlo das mensatidades venridas al 30 de ju-
nho do correnle anno, aquellas amas que forem
acompanhadas dos respectivos pxposlos.
S- cretaria de santa casa de misericordia do Re
cife 9 de novembro de 1860.O escrivo,
Francisco Antonio Cavalcanti Cousseiro.
! espirito de vinho
restilacao.
vende-se carvao para ferreiro^^aarua o
Brum n. 61.
Na ra do Arago n. 37, vende-se um f.x-
collente eabriolel de duas rodas, e lainbcm um
carro de 4 rodas por precio commodo.
Vende-se i armaco da loja n. 9, sita na
ra Direita, a dinheiro, por diminuto preijo : a
tratar na roa da Imperatrz n. 58.
Armacao de loja.
Vende-se una armaco de uma loja que serve
para qualquer esiabcl. cimento lia ra Dlreila n.
(87, e garanle-ae pelo vempo que convencionar-
se; quem preUuder dirija-se a ra do Qucima-
do n. 40, loja.
A.9,U00 a arroba.
Vende-se cera de carnauba da velha
e nova safra a pieco de 9,$ : lio antigo
deposito do largo da Assembla n. i).
Vende se um sitio com lji de le-
gua quadrada, e un.a planta de coquei-
ros de mil e tantos ps, tem duas gran-
des camboasqueda' dous bons vvenos,
na Pontezinha freguezia de Munbeca :
a tratar na ra doQueimado n, 48.
Vende-se um excellente guarda
roupa ainda em mnito bom estado : na
ra de Santo Amaro (Mundo Novo) nu-
mero 26.


(*)
DIARIO DE PCK1U1IBUCO. SAMADO 10 DE H0VEMBBO DE 1860.
43--Rua Direita--45
ESC0LHID0 SORTIMENTO
DE
Aproximando-se o lempo festivo, e sendo in-
dispensavel^jue as lindas e amaveia (Unas da
opulenta e potica Mauricea se previnan do qne
necessario para o reaguardo dos seus mimosos
e pequeotnos pos: altendendo tambem a que
urna crinolina empavesada nao pode estar de
rcordo com urna botina acalcanhada ou desco-
sida, assim como un cavalheiro de calca balao,
com un borzeguim estragado, far urna triste
figura vis-a-visde urna bella; considerages tao
acertadas actuaran do espirito do propietario do
cslabeleeimento, j tao conhecido pela modici-
de dos precos do seu calcado, para reduzi-los
p.ioda mais, munindo-se do um abundante sor-
limento e sem defeilo, que aprsenla aos seus
benignus freguezes (moeda em punho) pelos
pregos abaiio:
Senhoras
Borzeguins 52 a 39. .
Ditos ditos. .....
Ditos ditos......
Meninas
Boizeguins 29 a 51. .
Ditos 25 a 28. .
Dllos 18 a 24. .
FUNDIQAO D AURORA.
Seus proplanos otferecera a seus numerosos Tregueze3 e o pubbico ero geni, toda equal-
quer odm aunuraturada ero seu reeonhocido eslabelicimeoto a saber: machinas de vapor de lodos
os lmannos rodas d'agua para eegee bes, todas de ferro ou para cubos de madeira, moendas e
meias moendas, tachas de ferro balido e fundido -de todos os taraanhos, guindastes, guinchos e
bombas, rodas, rodetes aguilhoas e boceas para fornalha, machinas para amassar mandioca e nara
descarocar algodao. pree para mandioca e oleo de ricial, porloes gradara, columnas e moi-
nhos de vento, arados, cultivadores, pontes, cadeiras e tanques; boias, alvorengas, botes e todas
as obras e ni.ehin.sroo Execu.a-se qualquer obra seja qual for sua naturez. pelos dasenhos ou
Z IVSn ST aP?So,!udos- ***** encommendas neste ,stabeleciraento na
ra do Bruro n. 28 A e na ra do Cotlegio baje do Imperador n. 65 moradia do caxeiro do es-
S'rirJ0" J0af,U,m da Cost ***** q- os pretendernos se podem entender paa
qualquer obra.
Homem
4800
4500
40000
5'800
5#600
o#200
Borzeguins. ...... 9$500
Ditos.
Dito pro va da fogo e
Ditos......
d':
gua.
Meios borzeguins de luttre. .
Sapa toes com elstico e lustre.
D tos arranca pelle, bezerro. .
Ditos de bezerro.....
Meninos
8800
8$500
60000
6$000
50000
50600
5^000
SipatOas......
Dito.......
Ht tambera nai variado sorlimento de todas as
Masses e precos nfimos, sondo os annunciados
smente de irimeira classe.
30600
50000
ELOGIOS.
_ Vande-se emeasa de Saunders Brothers
Coreen do Corpo Santo, relogios do afama
do. abrigante Roskell, por precos commodos
e timhem -ancollins e cadeias paraos mesmos
deeic.eellnta Kosto.
.^epro contra Fogo
coaiPAimi
LONDRES
AGENTES
i
J. Astley & Companhia.g
Vende-se
Formas de ferro para
purgar assucar.
Cuchadas de ferro.
Ferro sueco.
F ingardas.
veo | Pregos de cobre de com- '
posi$o.
I Rarrilha e cabos.
I Brim de vela. I
Couro de lustre. g
I Palhinha para marcinei- I
q ro : no arinazem de C. I
J Astley & C.
- "> *r3 "* -m T -T 50 f9 ES Cfe T* Na rua da Cadeia n. 24, veDdem-se as se-
guinles f tzendas, pormelade de sen valor, para
li [uidaco.
Btcos de seda brancos e prelos, de todas as
arguras, rara a 100. 240,400,800 o lJfOOC.
Un completo sortimento de franjas de sedae
i algo io.
Chal-s de touquim a 10, 15, 20 e 35$.
Boles de seda, velludo, de louca e de fuslo
de qnalidades finas, duzia a 200, 400 o 600 rs.
Collnriohns bordados de 500 rs.,2g, 3 e 4.
Entren "is finos, pe?as com 12 vsras a 1J.
Folhns bordado* tiras a 5 Cami.set com manguitos a 3{>, 4, 5 e 6j.
Enfeites de fiures a 6g.
Chapuce de seda para senhora a 10$.
CasavH'iues de velludo a 40 e 60$.
Ditos do seda a 25?.
Ditos de fusiao a 8'e 12jJ
Pitas 1r seda e de todas aa qualidaJes de 160
rs. a IjOO
Ditas le velludo de 240 rs. a 15.
FABRICA
DE
twmmm i nwmm si mnu.
Sita na roa Imperial n. lis e lio junto a fabrica de sabao.
DE
Sebastio J. da Silva dirigidaporoFrancisc Belmiro da Costa.
ces de SH Tnnnment ,ha ^T" ;PromPtos alambiques de cobr de diflerenles dimen-
tOZ1 H ? j T^* -bradS' P"a diSlUar a8"dente, aparelhos destilatorios
Car L Z JA ald,,-r.P"" g"^85oate 40 graos (pela graduado de Sellen
hlTJ a ? ?'SU,m,! hJ9 8PProvaJos e conhecidos nesla e nutras provincias do iroperi-
mrS a l as,diraeJn?5e3' pirantes e de repucl,o, tanto de cobre como de bronze e ferro
brnn, fm a a- ** di,nen559s e feiti"s Pa" alambiques, tanques etc., parafusos de
bronzee ferro p,ra rodas d agua, portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e
chumbo de todas as dtmencoes para encamelos camas de ferro com armacao e sem elle,
fuRoes de ferro potavets e econmicos, tachas e tachos de cobre, fundos de alambique, nada-
deras, espumaderas, coccos para engenho, folha de flandes, chumbo om lenCol e barra zinco
em lencol e barra, Jences e arroellas de cobre, lences de ferro e lato, ferro suecia inglez
de todas as d.mencoes, safras, lomos e folies para ferreiros etc.,e outros muitos artigos poj
menos preco do que em ouira qualquer parte, desempernando se loda e qualquer encomien-
da ce m prestesa e perfeicao ja conhecida e para eomnodidade dos fregueses que se dignarem
honrarem-nos cora a sua conr.anSa, acho na rua Nova n. 37, loja de ferragens, pessoa habi-
litada para tomar notadas encommendas. '

PROGRESSO
de
Os proprietarios deste estabele-
7T2n"ldam a re5PeIlavel11Pujbli/ principalmente aoe amigos do bom e barato, que se
vini?... 73Zem d6 mli,aS ******* "'"o degenerlos melhores que tem
indo a este mercado por serem escolh.dos por um dos socios na capital de Lisboa e por seren
a raaior parte delles viudos por conla dos proprietarios. V
C\\oeo\ate
dos melhores autores de Europa a 900 rs. a libra em porcao a 850 ;v.
MarmeVada imperial
em latas de 1 a 2 libras a 800
do afamado Abreu, e de outros mais fabricantes de Lisboa
rs., era porcao de se far algum abaiimenlo.
\>,n&e-se barato.
Fila; lavradas de sarja, dilas de velludo es-
>*, (rentes de tartaruga a imperalriz, luvas
de f rrnl com vidrilhos, frocos sem rame, en-
f11. s de vidrilhos para cabe;., e outros mais ob-
jectos : na loja do vapor narua Nova n. 7.
Vende-se
urna mulata com varias habilidades, sendo espe-
ci.ilmaniH ptima cozinheira : na casa de banhos
no pateo do Carmo.
Matja de tomate
em latas de 1 libra por 900 rs., em porcao vende-se a 850 rs.
luatfcs ccMii er\i\\ias
vende-se nicamente no armazem progresso a 640 rs. cada huma.
Conservas francezas e inglezas
as mais novas que ha no mercado a 70o rs. o frasco.
L,atas de bo\ac\\in\\a de soda
com diferentes qualidades a ljJ600a lata
A.meixas rancezas
ss mais novas que tem vindo a este mercado em compoteiras, contendo 3 libras por 39000 rs
e em iotas de 1 112 libra por 1&500 reis P
Verdadeiros figos de comadre
em caixa com 16 libras por 39000 rs. a retalho a 240 reis a libra.
Caixinuas com 8 libras de passas
a 39000 rs. em porcao se far algum abaiimenlo, vende-se tambem a retalho a libra a 500 rs.
Manteiga ingleza
perfeitamenle flor a mais nova que ha no mercado a 1000 rs. a libra, era barril se far al
gum abaiimenlo.
Armacao de loja.
Vende-se a armacao de urna loja para qualquer
estabelecimento : na rua Direita n. 87, garnte-
te a cusa pelo lempo que se convencionar : os
pretendentes dirijam-se rua do Queimado n.
46, loja.
Batatas em gigos.
Vende-se na rua da Madre de Dos n. 18, ba-
t.tas,.o raelhor deste genero que tem vindo ao
mercado.
Vende-se uma casa no becco dos Acougui-
nbos n. 17 ; a tratar com Joo Ferreira da Silva,
rua da Guia n. 7.
LOJA DO VAPOR-
Grande e variado sortimento de calcado fran-
cez, roupa feua, miudezas finas e perfumaras,
ludo por menos do que em ontras partes: na Io-
ta do vapor ua rua Nova n. 7.
Cheguem ao barato
O Pregula est queimando, em sua loja na
rua do Queimado n. 2.
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas a
29, caseraira escura infestada propria para cal-
ca, eollete e paliiois a 960 rs. o eovado, cambraia
organdy de -nuio bom gosto a 480 rs. a vara,
ditaliza transparente muito fina a 39, 49, 55,
# a pega, dita tapada, com 10 varas a 59 e
69 a pac*, chitas largas de mo lernos e escolhidos
padrees a 240. 160 e 280 rs. o eovado, riquis-
simos chales de merino estampado a 78 e 89,
ditos borda los cora duas palmas, fazenda rauilo
delicada a 9> cali um. ditos cora uma s pal-
ma, muito finos a 83500, ditos lizos com fran-
|ude seda a 5$, lencos de cassa com barra a
100, 1-20 e 160 c ida um, meias rauilo finas pa-'
ra senhora a 49 a duzia, ditas de boa qualidade
a 39e 39500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenhos, para coberl a 280 rs. o eovado, chi-1
tas escuras malezas a 5900 a poca, e a 160 rs. I
o eovado, brim branco de puro linho a t#,|
1200 e 19600 a vara, dito proto muito encor-!
padoa 19500 a vara brilhantina azula 400, rs. i
ocovado, alpacas de I i eferentes cores a 360 rs. o
eovado, cesemiras pretasfinas a 2*500, 39e;
39500ocovado, carabria preta e desalpicos a
oOOrs. a vara, e omrasuuias fazondas que se
farapatenleao comprador, e de todas se darao
amostras com penhr.
Apechiucha, antes que se
acabe.
Na loja do Preguica, na rus do Queimado n.
2, tem saias baldes aberlas, do ultimo gosto, pe-
lo diminuto preco de 5J.
Pianos
Saunders Brothers & c. tem para Tender em
eu armazem, na praga do Corpo Santo n. 11
Mguos planos do ultimo goste, recentimente"
cnegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes i. Broadwood 4Sons de Londres
muito orooriosoara este clima.
mXmvlm VJPCeT SS5^|56*
i
RAMIE SOTUIBM'I)
Fazendase obras feilasJ
liO|a e armazem
DE
IGes&BastoJ
" ^ _v""
"*. ' :T? ~
GiUHDE SORTIMENTO
DE
e roupa feita
NA. LOJA E ARMAZEM
DE
ao p do arco d Sonto
Antonio
vemlem-se loalhasde linho para mesa a MOO e
2^300.
Era casa de N. 0. Bieber & Successores, rua
da Cruz n. 4, vende-se :
ClKimpanha marca Farre & C., uma das mais
acolitadas marcas, muiconhecidas no Rio de Ja-
neiro.
Vinho xerez em barris, cognac em barris e
caixas.
Virngre branco e tinto em barris.
Brilhantes de varias dimensoes.
Ei her sulfurico.
Gurnma lacre clara.
Lorias, brinzaos e brins.
Ac le Miln
Ferro da Suecia.
AUorio da Bahia.
Um rasal de escravos de idade 30 annos,
pouro maig uu menos, ptimos para todo servi-
do, vende-se por prego commodo, a dinheiro ou
o prazo: na rua Direita n 3.
CVi perola
o mellior que ha neste genero a 29500 rs. a libra dito hyson a 29000 rs.
Palitos de lentes lidiados
a 200 rs. cem 20 macinhos.
pelxe sarel em posta
LS-S"! <|"e4exzisle era I>or1tu8l era *" grandes por 1*500 rs. cada uma e de
outras multas qualidades que se vendem pelo raesmo preSo
Manteiga fraueeza
a 560 rs. a libra em barril se far abalimeoto.
Toucinlio lel/islioa
o mais novo qua ha no mercado a 320 reis a libra.
Macas para sopa
em caxinhas de 8 libras com deferentes qualidades por 49000 rs.
Tambera vend>m-seosseguintes gneros, ludo recentemente chegado e de superiores aua-
lidddes, presuntos a 48fc rs. a libra, chourica muila nova, marmelada do mais afamado fabricante
de Lisboa, maca de tomate, pera secca, passas, fructas em calda, amendoas, nozes, frascos com
amendoas cobertas, confeites. pastilhas de varias iualidades, vinagre branco Bordeaux proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de San Flix, macas de todas as qualidades
gomma muito fina ervilbas francezas, ebampagne das mais acreditadas marcas, eervejas de ditas'
spermacete barato, licores francotes murto .ros, marrasquino de zara, azeite doce purificado azei-
tonas muito novas, banha de porco refinada e outros muitos gneros que eneontmro tendentes,
moihados, por isso prometiera os proprieUrios venderem por muito menos do que outro qualquer
promettem mais tambero servirera aquellas nessoas que roandarera por outras poueo praticas eom
se viessem pessoalroente; rogam tambero todos os senhores de engenho e senhores lavradores
^^umaT enCmmendas no ma*m V*"*80' ^ue M ,hes ffin?a qualidade e
Joaquira Rodrigues Tarares de Helio
RUA DO QUEIMADO N. 39
EM SLA LOJ. DE QCYTRO POR1AS.
Tem um corapletosoriimento da roupa feila,
ton vida a tolos os seus freguezes e a todos
quedesejarem ter um uniforme feito com todo o
goslo dirijam-se a este e>labelicimenlo que em-
jcontraro um babel artista chegado ltimamen-
te de Lisbi para desempenhar as obras a von-
tade dos freguezes, j tem um complelo sorti-
menlo de pilitots de fina ca*emira nodello im-
glez, e muilo bem acabados a 16*300, ditos
de merino selira a 129000, ditos de alpaca
prelos a 59000, ditos de alpaca sobre casacas
a 89000. ditos com golla de vellido a 9*000,
dilos de fustao, ditos de ganga, ditos de fcrira,
ludo a 590 0, ditos de brim de linho tranca-
do a 6#0t0, caiga de brim de linho muito su-
perior a 5000, dilas de caseraira de cor a
99000 ea 109.(00, ditas da caseraira pre-
ta superior fazenda a 12*000, palitots fran
cezes de panno fino fazenda muito fina a 259
sobre casacas de panno muito superiores a 359
ea 4OJJ000, um completo sortimento de cami-
sas fracezas, tanto de linho como de algodao
e fuslo vende-se rauilo era conta, afim do que-
rer-se liqiudar com as camisas,
E pechincha.
Na loja do Prejzuica, na na do Queimado n.2,
lera cobertores de algodflo do cores bastante
grandes, proprios para escravos, pelo baratissi-
mo preco de 18-
Carros.
Vendem-se dous ricos carros mui bem appa-
relhidos e elegintcmnle pintados : no largo do
Corpo Santo, escriptono de Manoel Ignacio de
Olivuira & Filho.
Vende-se na rua do Livrameuto
n. 19, borzeguins francezes a 6$, dito
de bezerro a G$. dito de vaqueta a 7$.
Vende-se um bolo com 24 palmos de com-
primento, 7 de bocea, bem construido; sendo
rodas do sieupira e vistas do amirello. bonita
forma, proprio para navio, por ser linda forma :
quem pretender dirija-se rua do Nogueira n.
7, ou ao estaleiro de Machado Freir.
Em casa de J. PraescrS
Na rua do Queimad) n.
46,frente amarella.
Sortimento complelo do sobrecasaca de 1
panno prelo e de cor a 25, 28a, 30> e 5
3a*. casacas a 283. 30$ e 35. palitots dos H
mesmos pannos 20. 22 e 253, ditos de -s
casemira de cor a 16J e 18. ditos sac- fj
eos das mesmas casemiras modelo inglez *
casemira una a 109, 12^ 14 e \5$, dilos |j
saceos de alpaca preto a 4g, dilos sobre gj
fino de alpaca a 7. 8 e 9, dilos de me-
ri selim a 10$, dilos de merino cordSo S
a 10$ e 125, ditos de sarja preta trancada O
saceos a 6$, ditos sobrecasacos da mes- ||
raa fazenda a 8, ditos de fuslo de cor e fj
branco a 43. 4500 e 5$. colletes de ca- M
semira de cor e preto a 5 e 6, ditos de 5
merino preto para luto a 4 e 5, dilos
de velludo prelo de cor a 9 e 10, ditos I
de gorgurao de seda a5 e 6, ditos de 3
briai branco e de cor a 2#5Ht e 3, calcas
de casomira de cor e preto a 7g. 8g, *9 M
e 10, dilas para menino a 6 e 7, dilas f|
de merino de cordao para nomem a 5J e ||
6, ditas de brim branco a 5 e 6, ditas
ditd de cor a 3, 3500, 4 e 5. e de ||
todas estas obras temos um grande sor-
timento para menino de todos os tama- B
nhos ; camisas inglezas a 36 a duzia. Na |>
mesma loja ha paletols de pnno preto 9
para menino a t4j!, 15J o 16. ditos de ef
casemira para os mesmos pelo mesrao f|
preco, ditos do alpaca saceos a I); c 3
3g500, ditos sobrecasacos a 5 e 6g para IB
j os mesmos, calcas de brim a 2500, 3 o B
9 350O, paletots saceos de caseraira de cor Q
a 6 e 7, toalhas de linho a 800 e 1 ca- S
9 da uma. ^
M No raesmo estabelecimento manda-se
* aproraptar todas as qualidades de obras 9
tendentes a roupasfeitas.era poneos das, Se
y que para esse fira temos numero suf-
3| ficienle de peritos offlciaes de alfaiates a|
> rgidos por um hbil musir de seme- 3
ff Ihante arle, fleando os donos do eslabe- ig
lecimeoto responsareis pelas mesmas gr
Ob obras ate a sua entrega. *|
Sebo e graixa.
Se' o coado e graixa em bexigas: no armazem
u Tasso Irraos, no caes de Apollo.
a 3$ a sacca.
Arroz com casca lendo a raaior parle pilado
proprio para galinhas e cavallos ; no Caes do Ra-
mos n. 6.
Expsito de metaes.
E' chegado a esta loja do Vianna, um riqusi-
mo sortimento de melaes de todos os gneros do
mais bonito que se pode encontrar, ludo a emita-
cao de prata ; na rua Nova n. 20, loja do Vianna.
Caf a \apor.
Riquissimo sortimento de machinas de fazer ca-
fe a vapor, approvudos na ultima exposio de
l'aris ; na rua Nova n. 20 loja do Vianna.
Bombas de Japy.
Riquissimo sortimento de bombas de japy" de
lodos ostamanhos, as melhores quose tem appro-
vadoem todo o mundo, pela facilidada que d a
Urar-se agua ; na rua Nova n. 20, loja do Vian-
na.
oja esperauca.
^endo^Lborracna de seda prela para borzo-
boa a 640 rs. est acabando se, (lautas de cb^no
Z ?z Z\\8a* *0. boceletes de mozaico l
6 Aa para bordar a 6S100 a libra, trancas de li-
!SS tJfS. % PeQa' ,sftel.P;,dfes diiTerentes
colheies finas, facas, inachantes. ele: narua
do Queimado n. 33 A, Guimaraes & Rocha.
Vende-se uma negra de naco por pouco
dmhe.ro. a qual d diariamente 1 na rua do
Rangct n. 11, ou troca-se por um moleque ou
Pormetade do seu
valor.
Rua do Queimado n. 19.
Vestidos de gaze e ph.niasia, muilos lindos, de
corte!* P* baralissimo Prc da 10 cada
Vende-se a laberna da rua dos Copisres n
- Vende-se uma casa terrea de pedra e cal
com commodos para uma familia, quintal mura-
do, cacimba boa. sita na rua de S. Miguel n. 28
tiTlmTtt"** 8 Ua,ar D '>
remedios
americanos.
Camas de ferro.
Riquixssimo sorlimento de camas de ferro cora
onas, e para colxao por preco commodo ; na rua
Nova n. 20, loja do Vianna.
Na fabrica de caldeireiro da rua Imperial
junto a fabrica de sabao, e na rua Nova, loja de
ferragens n. 37, ha urna grande porcao de folhas
de zinco, j preparada para telhados, e pelo di-
minuto oreco de 140ts. a libr
-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosoaracamisas.
Riscoutos
Em casa de Arkwighi & C., ruada
Cruz n. 61.

nhn ?" "C?SM >e familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele. devem estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos coro
OMuaes se cura eficazmente as principaes LT-
Prompto alivio deRadway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dore.
rahPr. ^'T5 "?" de ^"matismo. dor de
?A indi. J-ral8ia'd'aTrha' camaras. co1 i". W-
lE50' cmp.dores nos ossos, contusoes.
netaura' erupcoes cutneas, angina, reten-
gao de ourina, etc.. etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as eufermidadesescrophulosas.chro-
nicas esyp hliticas; resolve os depsitos de mos
aumores, purifica e sangue, renova o syslema
prompto e radicalmente cura, escrophulas.veiie-
reo. tumores glandulares, ictericia, dores de o<=-
sos, tumores brancos, afecroes do ficaoo e rin'
erysipelas.abcessose ulceras de todas as classe'
molestias d'olhos. difliculdade das regras das
mulneies hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
K!,"'arSar- 3yslema. equilibrar a circula-
Sm fri gUe> lnteiramenlc vegetaes favoraveis
em lodosos casos nunca occasiona nauzeas ntm
dores do ventre. dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a.opurgam. Estas pilulas sao eflicazes as afTec-
soes do gado, bilis, dor de cabeca, ictericia in-
dtgeslao, e era todas as enfnrmid'ades das mu-
lleres a saber : irregularidades, fluxo, reteo-
goes, llores brancas, obsirucces, histerismo, etc.
.ao do mais prompto efTeilo a escarlatina, febr
biliosa, fubre amarella. e em todas as febres ma-
tgnas.
Estes tres importantes medicamenlos vem a-
companhados de instruccoes impressas que n,os-
tram com a maior minuciosidade a maneira de
apphca los em qualquer enfermidade. Esiao ea-
rantidos de falsificaco por s haver veDda no
armazem defazei.das de Raymundo Carlos Leile
Strmao, na ruada Imperalriz n. 10, nicos
agentes em Pernambuco.
Rival sera segundo.
rtJSavnUaid-o0.uaimado n- 55- dpfronle do sobra-
ffi. -i J" ide n"ude"s de Jos de Azevedo
abafxo eceVdoS"" ""'" S SegUn,eS ar,gS
Botica.
para vender-se:
Agua minerale de Seltero em meias bo-
tijas.
Salame de Hamburgo.
Chocolate francez chegado pelo ultimo
nano.
-a
- Vende-so uma olaria bem montada, que
trabalha em toda qualilade de lijlo e telha.com
terreno foreiro. plantado de capim, tendo'pro-
porgoes para se edificar c te na eelroda perto de 200 palmos, e o fundo vai
al o rie ; lambem se vender 500 e tantos car-
ros de pedras e uma porcao de madeiras de mui-
to boas qualidades que d para fazer nma grande
ras8, e todos os arr.njo. necesaarios, 2 prrocas
uma dellas para S boia. que so vender com os
mesmos, e 1 cavallo ; tendo mais outras madei-
ras, e tudo mais que existir, 1 cssinha em otiiro
terreno separado, timbero foreiro, tuno em San-
to Amiro de Jaboatao : quem pretender, dirja-
se a rua da Praia n. 34. ou no sitio em Parna-
roeirim, cora Amaro Gongalves dos Santas.
Rartholomeu Francisco de Souza, rua larga do
Rosario n. 36, vende-se os segointes medica-
menlos :
Robl'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brlstol.
Dila Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
e lbra bCCa ^^ Cm rlhaS' de S on5as
Assim como tem um grande sorlimento de pa-
pel para forro de sala, o qual rende .mdico
Vendem-se libras sterlinas, em
casa de N. O. Bieber & C. : ruadaCru
n. 4.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. rua da Senzala n.12.
2$*S3 *# ##
9 Kecebnu-se e continua a receber-se por &
9 todos os vapores arlgos de modas para
9 bomens, incluindo calcado de tfcls na f$
% Lojade mrmore.
Vinho genuino.
Anda ha nma pequea quanlidade de ancore-
tas deste vinho sem confeicao, e proprio de doen-
les : na rua do Vigario n."l9, primeiroandar-
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
ppalos de tranca de algooo a 1.
Canas de alfinetes finos a 100 rs
^Espelhos de columnas madeira branca, a
Phosphoroscom caixa de folha a 120 rs.
rrascosdemacass perula a 200 rs.
Uuza de facas e garios muito finos a 3&500.
Clcheles em carlao de boa qualidade a 40 r?.
Cauas de clcheles batidos a 60 rs.
Canas de obreias muilo novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosa a 500 rs
Dilo dilo para fazer cabello corredio a 800 r.
hapaiosdelaa pan enancas e 200 r
Pares de meias para meninas a 240.
I ares de luvas de fio de Escocia a 320
Mesaos de gran pea muilo boas a 40 rs.'
Agulheiros de marfim a 160 rs.
Caivetes de aparar penas a 100 rs.
Gravatasde seda muito fin?s a600 rs.
Tesouras para costura muilo finas a 500 rs
Dilas para unhas a 500 rs.
Pecas de franja de 15a com 10 varas a Ifi
Pegas de tranca de la com 10 varas a 500 r*
Fetilho para enfeilar vestido (peca) 1$
Linhas Pedro V.cartaoci.m 200 jardas.'a 60 rs.
Dilas dito com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muilo finos a 200 rs.
Pares de meias decores para homem muilo fi-
nas a 140.
Cordao imperial (pegas) 40 rs.
Grammaticaingle-
za de Ollendorff.
Novo methodepara aprender a lr,
a escrevere a fallar inglez em 6 mezes',
obrainteiramente nova, para uso de
todosos estabelecimentos de mstruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na'
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 57, segundo andar.
eobertosedescobertos, pequeos egrandes.de
ouro patente inglez, para homem a senhora
de um dos melhores fabricantes de Liverpool'
vndospeloiiltimo paquete inglez : em casad'
oSuthall Mellor 4 c.
Loja das seis porlas em
frente do LivrameDfo.
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
vad. ditas estrellas a ioiitaco de lazmhas a
*nr>rS"' cassn9 de salpicos brancas e Oc cores a
200 rs. o eovado, pegas de esguao de algodao
muito fino a 3J a peca, ditas de bretanha de rolo
com 10 vaias a 2j>. riscadinho de linho a 160 rs.
o eovado, chales de merm eslampados a 2$.
lengos brancos com barra de cor a 120 rs., ditos
coai bico a 200rs., algodao monstro de duas lar-
guras o meihor que ponsivel a 640 rs. a vara,
niussulina encarnada a 240 o eovado, fil de li-
nho preto bastante largo. A loja est aberta al as
9 horas da no.le.
A


m
do mttm
BRO
1M0.
m
jvgilncw
M
IINWC0 LOW-MW
Uua da Seuzalla Nova a. 42.
Neta eslabelecimenio conlina a baver um
complet sorment de moendas e meias moen-
das pira engenho, machinas de vapor e tsixas
de ierro batido e coado, de todos os tamanuos
para dito.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhscido e acreditado deposit da
ra da Cadeia do Reeife n. 12, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assira corno tambem cal virgeni em
pedra, udo por procos raais baratos do que em
outra qualquer parte.
Vinlio de Bordeaux.
Em casa de Kaltmann Irmos&C, ra da
Cruz u. lO.eucontra-se o deposito das bem co-
uheolas marca dos Srs. Braodenburg Prres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac di C, em Bor-
deaut Tem as seguinles qualidades :
De Braadenburg frres.
St. Estph.
St. Julien.
Margnux.
Larose.
Chloau Loville.
Chateau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Julien
St. Julien Mdoc.
Chateau Loville.
Na mesma casa ha para
vender:
Sherry um barris.
Madeira em barris.
Cognac ;m barris qualidade fin*
Cognac um caixasqualidade inferior.
Cervea branca.
A.S melhores machinas de coser dos mais
ata raudos autores de New-York, I.
M. Singer & G. e Wheeler &Wilson.
Ne9te estabeleci-
mento vendem-se as
machinas destcs dous
autores, moslram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e rcsponsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade e segranos:
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leite & Irmos ra da
amigamente aterro da Boa-
SYSTEMA EB1C0 DfiHOLLOWAY.
PILLAS HOLLWOTA-
Este inestiaiavel especifico, compcslo inleira-
mente de hervas medicina*, nfio conim mercu-
rio nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno raais tenra infancia, e a compleicao mata
delicada igualmente promplo e seguro para
desarraigar o mal na compltelo mais robusta ;
entecamente innocente em suas operaces e ef-
feilos ; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e lenazes
que sejam.
Entre milbaros de pessoas curadas com este
remedio, multas que j estavamas perlas da
morie, preservando em seu uso : eonseguiram
recobrar a saude e torces, depois de haver tenta-
do inuliimente lodos osoutros remedios.
As mais afilelas nao devora entregar-se a des-
esperado ; fac,am um ooroplente ensaio dos
eflicazes effeitos desia assorabrosa medicina, e
pre.les recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguiotes enfermidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias (mal de).
Asiii m a.
Clicas.
Convulses.
Debilidadeou extena-
cao.
Oebilidade ou falla de
torcas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta.
de barriga..
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfermidades no venlre.
Ditas no flgado.
Ditas venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febrelo da especie.
Goita.
Hemorrhoidas.
Uydropesia.
Ictericia.
Indigesides.
Inflammaces.
Irregularidades
menstruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Abslrucsao de ventre.
Phiysica ou consump-
pulmonar.
Retengo de ourina.
Rbeumaiismo.
Symplorot/s secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Imperatriz n. 10
Vista.
l\.ua do Queimado n. 39
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Ha corles de vestidos de seda de cores, fazenda
milite- superior com pequeo toque de mofo a
605000, ditos sem defeito a 1009000, tem um
resto de chales de toquim que esic-se acabando
a 303000, ditos de mirin bordados com punta
redonda a 89000, ditos som ser de pona redonda
a 85000, ditos esianpados com lislras de seda
em roda da barra a 9*000, ditos de ricas eslam-
pas a 75*000, dilos de ganga franceza com fran-
ja branca a 2JJ000, dilos sem franja e muilo
encorpado a 29000, ricos manteletes de grosdi-
naples preto e de cores ricamente enfeitados a
2oa00(), ditos muilo superiores a 305000, en-
feiiesde vidrilho preto a 3000, dilos de retroz
a 3*500, organdis da mais fina que ha no mer-
cado a l000 o covalo, cambraias de cores
de padies muilo delicados a 800 rs. a vara, ditas
de oulras qualidades a G00 rs. a vara, ricas chitas
farnce/as de muilo boas qualidades a 280, 300,
320, e 400 rs. ao covado, a melhor que se pode
imaginar, peitos para camisa a 240 rs. cada urna,
corles de casemira de cores a 65000, dilas em
pesca de quadrinhosa 45000 o covado, gollinhas
de muilo bom goslo a 19000, ditos de outros
bordados ricos a 3-S000, manguito de cambraia
bordado; a 3*000, liras bordados e entrimeios
que se vendera por prego commodo, bombazil de
cores proprio para roupa de enancas, e capinhas
para senhoras a 19400 rs. o covado, corles de
cambraias de sslpicos a 55000, corles de cam-
braia enfettadas com liras bordadas a 69000,
e ouiras muitas mais fazendas que ser difcil
aqui podo-las mencionar todas.
9 Recebeu-se um completo sorlimenlo de @
@ lindos vestidos de seda c de phanlasia.com $$
$ 10 babadinhos ou saiote : na ra da Cadeia f
Q loja n.23, de Gurgel & Perdigao. @
Febrelo intermiiente.
Vende-se estas pillas no eslabelecimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguista e outras pessoas en-
carregsdas de sua venda em toda a America do
fcul, Havana e Hspanha.
Vendem-se as boceiinhas a 800 rs. cada
urna deltas, corgem ama instrurcio em portu-
Ra do Queimado
i*. 39.
NA
Loja de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DB MELLO.
Oiegou ltimamente a este estabelecimenlo um
completo sur timen lo de chapeos prelos francezs-
do melhor fabricante de Pars, os quaes se vene
dem a 79000, ditos a 89000, dilos a 95000,
dilos muilo superior a 19000, ditos de castor
drelos e breos a 169000, o melhor que se
pode desejar, chapeos de feltro a Garibaldi de
muilo superior massa a 79000, ditos de copa
baixa para diversos precos, dilos de palha escura
de varias qualidades que se vendem por preco
barato, bonels de vellido para meninos a 5900",
ditos de palha escuras e claras t 45000, dilos
de panno muito bem arranjados a 39500
chapeos de seda para senhoras a259000 muilo,
su pe u res, dilos do palha escuras proprios para
campo a 125000, ditos para meninas a 109000,
chapeos de sol de seda inglezesa 109 e a 129
muito superiores, ditos francezes a 89000,
ditos de panno muito grandes e bons a 45000.
cpalos de vellido a 25000. dilos de tranca a
19600, sintos de grugurao para senhoras e me-
ninas a 9000, coeiros de casemira ricamente
bordados a 125000, e outras muita fazendas
que a vista dos freguezes nao deixaro de com-
piar.
Cerveja branca su-
perior.
Vende-se cerveja branca superior, em barris de
lerco, por prego mdico : na ra da Cadeia do
Reeife n. 12, escriplorio de Bailar 4 Oliveira.
Campos <& Lima
receberam urna factura de chapeos de sold se-
da para hornero, leudo entre esles alguna peque-
nos que servem para as senhoras que vao para o
campo tomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porco seja grande se resolvero vender pelo
preco de 6$ e 6$50O, e alguns com pequeo de-
feito a 59 : na ra do Crespo n. 16.
iMMifl HtcraruB/titL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Millares de individuos de toda as nafdes
peden leleraunhac as virtudes deite remedio
incomparavele provar em caso neceStario-, que,
pelo uso que delle izeram tem seu corpo e
membros intei rameo te saos depois de haver em-
preado inuliimente outros tratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravillosas pela leitura dos peiiodigos, que lh'as
relatan) todos os dias ha mu i tos annos ; e a
maior parle deltas sao lo sor prndenles que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobra rara com este soberano remedio
o uso de seus bragos e pernas, depois de ter
permanecido longo lempo nos hospiues, onde
deviam softrer a amputarlo Dellas ha mui-
cas quehavendo deixado esses. asylos de pade-
timentos, para se nao submeterem a essa ope-
jracao dolorosa foram euradas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gunas das taes pessea na enfusao de seu reco-
nbeciroento declararam esles resultados benfi-
cos diente do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais aulenticarem sua a firma-
lva.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivesse bastante confianca para encinar este re-
medio coustaoieraente seguindo algum lempo o
irataraento que necessiasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelruenle.
Que ludo cura.
O ungento he til, mafs particu
lamiente nos seguinles casos
Alporcas
Gaimbras
Callos.
Ancores.
Corladuras.
Dores de cabeea.
das costas.
dos meabros.
Emfermidades da culis
em geral.
Dilas do anus.
Erupcoes escorbticas.
Fstulas no abdomen.
Fialdads ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Ra da Senzala Nova n.42 Geniva escaldadas*.
Inchacdes.
Inlbmarao do ligado.
Vende-se era casa de S. P. Jonhsion & C
guez para explicar o modo de se usar deslas p- j vaquetas de lustre para carros, sellins e sill,e
r\*j inglezes, cmdeeiros e castigaes bronzeados, lenas
U deposito geral e em casa do Sr. Soura ; inglezes, fio de vela, chicle para carros, e mon-
pharmaceutico, na ra da Cruzn. 22, em Per-liarla, arreios para carro de um e dous cvalos
nambuco.
A 2S400 o corte.
NO
ra
"
Para marinha. '
O verdadeiro panno francez azul escuro (de
que usa a marinha franceza) recebeu-se lti-
mamente do Havre pela barca Bertha e vende-se
em coma na ra da Cadeia loja n. 23, de Gurgel
& Perdigao.
Recebeu-se ricas taimas de seda lel-
32 naples e manteletes, fit*3 para sinlo e tt
> ?Q)i ra covidos na ra da Cadeia loja n. 23, gi>
|g de Gurgel 4 Perdigao. |g
Vende-se cal de Lisboa e potassa america-
na por precos mais commodos do que em qual-
quer nutro deposito: na ra do Brum, armazem
de Jos da Suva Loyo & C.
^ Becebeu-seum co/nplelu soitimeniode 9UK
Ja pulceiras de sndalo, but.io para colele, 3f>
18 exlratos. essencia e banha fina : na ra ^
S da Cadeia loja n. 23, de Gurgel & Per- |p
Vinagre branco,
superior.
Vende-ae vinagre branco superior em barris de
auinlo. por prego commodo ; na ra da Cadeia
da Reeife n. 12, escriplorio de Bailar & Oli-
veira.
aMB MM BB MMB FWM MUM UBQ Mi&4MIAJMBaMF
Rerebee-ae oa mais modernoa cha-
pos de palha enfeiUdoa com plumas ou
Aeres ; na ra da Cadeia leja n. 23, de
Gurgel & Pordigo,
Armazem de fazendas da
do Queimado n. 19.
Cortes de chita franceza pelo baratissimo proco
de 28400. antes que se acabem.
Phosphoros
do gaz.
Constando que o nico deposito de phosphoros
do gaz, na Iravessa da Madre de Dos n 16,
acha-se desprivido, os consumidores desse ge-
nero slo convidados a ir ra do mesmo nome,
armazem u. 28. onde podem supprir-se a.von-
tade.
Vendem se duas moradas de casas terrase
em Olinda, sendo urna na ra do Ampiro com
bastantes commodos, quintal murado, e estriba-
ra para 2 cavados ; e a outra na ra de S. Fran-
cisco coro bom quintal e cacimba propria para
quero precisar lomar banhos salgados por ser
muito perlo, ambas por prpeo commodo ; a tra-
tar na ra do Amparo, casa" contigua a oseada
que sobe para a igrefa do N. S. do Amparo.
para carro
e relogios de curo paienle inglez.
Recebeu-se recenlemeiite e continua a
@ receber-se directamente de Pars e Lon-
t$ dres por lodosos vapores, de cncommen
da especial, artigos de modas para se-
nhoras na
Loja de marmore.
Vendem-se saceos com farelo de Lisboa
com 4 arrobas e alguns lem mais, por preco com-
modo, era grandes s pequeas porgues :*na ra
da Praia n. 53.
Loja lia seis portas era
frente do Lirramonio. '
Roupa feita barata.
Palitotsde casimira escuras a 45JOOO, dilas de
alpaca prela 43OOO e 53>i 00, camisas brancas
ede cores a 2fOOO, ditas de fusiao a 29500
serolas muilas finas a 15600 e 2*000, paluols
debrim pardo a 3000 calcas de casemira pre-
ta e de cores, palilotsde panno prelo sobre casa-
cas, colleles de casemira preta ede cores, ditos
de vellido preto e de cores ; um completo sorli-
menlode roupas feilas
InflainmaQo da bexga.
da matriz
Lepra,
Males das pernas.
dos peitos.
deolhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos
Pulmoes.
Queiroadelas.
Sarna
Supurages ptridas
Tinta, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulages.
Veias torcidas ou no-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabelecimenlo
geral de Londres n. 2-H, Sirand, e na loja
de todos os boticarios droguistas e outras pes-
t soas encarregadas de sua venda em toda a
: America do sul, Havana e Hesparha.
Vende-se a 800 rs., cada bocelinha contera
urna nslrucgao em portufjuez para explicar o
modo de fazer uso deslo ungento.
O deposito geral em cssa do Sr. Soura,
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22. era
Pernambuco.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C,
ra do Vigario n. 3, um bello sorlimenlo de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ; tambem
urna variedade de bonitos trancelins para os
mesmos. I
Terrenos pertoda
pra$a.
Caminho dos mnibus.
Os herdeiros do commendador Antonio da Sil-
va vendem sua propriedade, no lugar da Casa
Forie, em sones de ierra a voniade dos compra-
dores com a nica reslricgo de nao terem menos i
de 30 palmos de frente, e fnndo designado pela |
respectiva planta approvada pelas autoridades j
competentes, o engenheiro Antonio Feliciano j
Rodrigues Selle o encarregaoo das medigesj
prensas, e pode ser procurado no mesmo sitio,
ou na ra estreita do Rosario n. 30, lerceiro an-
dar, oa na praga da Boa-Vista, botica de Joaquim
Ignacio Ribeito Jnior : os prelendentes podem
dirigir-se igualmente para qualquer proposta ou
esclarecimenlo ao herdeiro L. A. Dubourcq, no
seu ailio na Capunga.
Rap nacional D.
Pedro II da imperial fabri-
ca de Joao Candido de Mi-
randa, Rio de Janeiro.
Este rap sera duvida o de melhor qualidade
fabricado neste imperio, acaba de chegar e ven-
de-se no deposito, ra do Vigario n. 23, escrip-
lorio.
$ee$@(*$ @@-&@'@@ s
dacao,
Tor Barato preco. para acabar, na ra da Im-
ueratriz n 40. outi'ora aterro da Boa-Vista, loja
da esquina do becco dos Ferreiros, vendern-se
fazendas muilo baratas a saber: pegas de cam-
balas brancas lisas e finas i 3} e 3$fi00, e 43
muilo Anas, ditas de crenolins brancas, lazenda
muito enrorpada, propria para saias de Inlo, a
pega 2$500. e lem 10 1|2 varas, coiles de riscado
rsncez para vestidos a 2jJ. coiles de meia rase-
mira Pra/n cala 1600 e 2* la"has n.uito fi-
nas a 560 o covado, e outras muilas bwcdaa que
se torna enfadonho mencionar, que vista do
fregus se dir.
Vendem-se tres molecaa de 12 a 13 annos,
urna negra cero duas crias, uro mulatirho de 11
annos, um dito de 17 annos, boro boleoiro, do
boa conducta, e sem vicios, urna negra de rnria
idade, lavadeira e cozinheira, por 6IO&, urna di-
ta por l:2(.(ig, urna mulata com as mesmas bebi-
lidades por 11009, urna negra de 30 annos, ro-
busta e boa ganhadeira por 1:000$, euro mulato
bom cozinlieiro ; lodos se vendem a prazo ou
a dinheiro, na ra Direita n. 66, escriftoiio o
Praucisco Malhias Pereira da Costa.
Vende-se urna morada de casa Icrrea nsui-
to boa na ra do Pires : a Iralar na ra do Pa-
dre Flonaoo n. 34. Na mesma vende-se un.a
porcao de lijlos servidos em bom estado.
Abacaxis.
Vendem-se 5 carros nu?os com todos os 5j
arreios : na ruu Nova t. 21. a$
Vende-se por necessidade urna raulali-
nha propria pars ama de meninos ou para en-
carregar-se da adminislragao de urna casa por
ser muilo fiel e cuidadosa, engomma com luda a
perfeicao, cosinha e coze, roupa de senhora :
quem a pretender annuncie por esle Diario
que sei procurado.
Vendem-se por todo o prego os melliorfs quo
apparecein no mercado, por serem colindo* n.a-
duro, assim como se apromplam remesaaa para
fra da provincia: na ra estieila do Rosario nu-
mero 11.
Vende-se a tachaba de carros e cavallcsde
aluguel do largo do arsenal de roarinha n. 1 A :
vista se far o negocio mais conveninle.
Cerveja.
& C., ra da
vender as se-
Em casa de J. Praeger
Cruz o. 17, tem para
guintes marcas :
Diamante X (Tcnnent).
Bass
Cavallinho.
Cobrinha.
Soitimento preto e branco, garrafas in-
teiras e meiss.
Suissos.
Em casade Schafleitlin i C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e v-riado sorlimenlo
de relogios de aluib< ira borisontaes, ptenles,
chronometros, meioschronometros de ouro, pra-
ia dourada e foleados a ouro, sendo esles relo-
gios dos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vonderopor precos razoaveis.
&.WB"Ceflfe v^i vnh wSv w?i&Giv ^r^t^mk tJ?e^^
| Cimento inglez. |
p Vende-se o muilo conhecido e acredi- K
^ lado cimento para colar louca, vidros, ^
jrfj das da ra do Gabug n. 2, a 20 cada um fg
gjr vidro dinheiro a vista.
Ra do Crespo
Loja das seis portas cm
frente do Livramcmo
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs. o lo-
vado, dilas eslreitas de (ores escuras a 160 r* ,
pegas de brelanha de rolo com 10 varas a 29,
dilas de esguiao de algodao muito fino a 3J, ris-
cadinho de linho a 160 o covado, lenco.' brancas
com barra de cor a 120 rs dilos braceos com li-
en a 200 rs., algodo monslro com duas larguras
a 640 a vara, laazinhnsde duas larguras, Inenda
nova p(ia veslides a 5C0 rs. o covado, enfeiles de
Irnnga con> lago de fila para rabega de seiihi raa
a 2^00, corles de risrado para vi stid s a 2J, j e-
gas de madapoao com 4 1[2 palnos de l.iiiiia a
48-t'O, chales de merino estarepados n oo 11 nos
a fj>- A loja est alerta at as 9 horas da noile.
Escrayos fgidos.
loja n. 25 de Joaquim Ferreira de S, vende-
se por precos baratissimos para acabar : ves-
tidos de tarlalana bordados de seda a 8?000,
organd de cores muito finas a 320
Moleque fgido.
Desappareceu do abaixo assignado, no dia 1.*
do correte, um moleque de nome Floriano,
crioulo, idade de 12 a 13 annos, pouco mais ou
rs. O co- menos, ja foi visto no paleo do Carmo, e lem es
Joaquim Bernardo dos Reis establecido com loja de calcado francez na ru larga do
Rosario n. 32, tendo em vista acabar cora esle eslabellecimenlo o mais breve possivel, resolveu-
se a vender todo o calcado que lera pelos pregos abaixo mencionados, a saber:
Vzegtiins de becerro com durarjue. 6!00
Dilos dilos com pellica. 78000
Ditos de dilos com panno. 7j>000
Duos de vaqueta sola patele. 7&500
Ditos de caraurca. 75JDOO
Ditos de Nantes sola palenle. 9000
Diios dedito sola tina. 85000
Ditos Pradelle. 8000
Ditos todo de duraque, 7#500
Dilos de dilos dilo. 7000
Hitos de Nantes. 9$0i>0
Ditos tolo de pellica. 108000
Dilos de cordavao. llffOOO
Ditos de lustre de Meli. 12^000
Bolas de bezerro. 88000
N.I9.
Sapatesde lustre de Nantes. 69000
Dilos Fanien. 4?.M 0
Dilos de ditos. 39500
Dilos de bezerro. 3950(1
Dilos de ditos com panno. 39000
Dilos dedito para menino. 29500
Sapatos de Iranca francez. 18280
Ditos de tapete. 19000
Ditos de maroquim para Snra. 1900
Ditos de bezerros duas selas. 49500
Dilos dilo de urna sola com sllo 38500
Ditos dilo de urna sola sem dilo 28800
Ditos de lustre com duas solas 59000
Ditos dito cora urna sola e salto 49000
Dilos dilo com urna sola sem dito 39200
O annuncianteroga as pessoas que Ihe devein o favor devirem saldar seus dbitos, vislo
ter de salisfazer a quem deve.
ARMAZEM DE ROUPA FEITA
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
Ctsacasde panno preto a 309, 359 e 40$00O
Sobreeasacas de dilo oiio a 359000
Pale'ots de panno prelos e de cores a
208. 259*. 309 e 35*000
Ditos de casemira decorosa 158 e 229000
Dilos de casemiras do cores a 78 e 128000
Ditos de alpaca preta gola de velludo a 128000
Ditos de merino selim prelo e de cor
a 89 e 99000
Ditos de alpaca de cores a 38500 e 58000
Dilos de alpaca prela a 39500, 59,
79e 99000
Dilos de brim de cores a 3)500,
49500e 58000
Ditos de bramante de linho brancos a
49500 e 68000
Caigas de casemira prela e de cores a
98, I09e 128000
Dilas de princeza e alpaca de cordo
pretos a 58000
Ditas de brim branco e de cores a
28500 49500 e 59000
Dilas de ganga de cores a 38000
Dilas de casemira a 59500
Colleles de velludo decores muiofino a
Dilos da casemira bordados e lisos
prelos e de cores a 58, 59500 e
Dilos de -etini prelo a
Ditos de casemira a
Kilos de seda branca s 59 e
Ditos de gurgurao de seda a 59 e
Ditos de fusio brancos e decores a
39e
Ditos de brim branco e decores a 29 e
Selouras de linho a
Ditas de algodao a 19600 e
Camisas de peitode fusio branco e
de cores a 28300 e
Ditas de peilo e punhosde linho mui-
to finas inglezas a duzia
Dilas de madapolo brancas e de cores
a 18800, 29e
Dilas de meia a 18 e
Relogios de ouro palenle eorisonlaes
Ditos de prata galvanisados a 258 e
Obras de o uro, aderemos, pulseiras e
rosetas
109000
69000
58000
39500
69000
69000
39500
29500
29500
29000
29500
358000
28500
19600
9
308000
Armazem de fazendas ba-
ratas, na ra do Quei-
mado.
Ricos cortes de gaze de seda e phanlazia com
duas saias, pela lerga parle do seu valor) a 108
cada corte.
Lences e cobertas.
Lengoes.de bramante, dito de panno de linho,
coberls a chineza pelo baralo prego de lgsOo.
Vestidos de seda.
Ricos vestidos de seda para meninos e meni-
nas, fazenda superior, feitns no Rio de Janeiro
oor urna das melhores modistas, o pelo baralo
prego de 8$.
Chitas franceza*.
Chitas francezas proprias para casa por serem
escuras, e dilas claras a 2-0 rs. o covado.
Colchas de fusto.
Grandes colchas de fusio com ricos lavores a
5)500.
Chales de merino.
Chales de merino bordados, franja de seda, a
58500, dilos eslampados a 3tE00.
Paletots escuros.
Paletots esenros a 2*600 cada um, cambraia
organdys a 500 rs. a vara, ditas muilo finas a
640 rs., bales de malha a 5J. ditos tapados a 4J,
lengos brancos a 1J800 e 2J, algodao com 8 pal-
mos de largo a 60U rs. a vara.
Ricos manteletes.
Os mais modernos manteletes pelo preco de
308000
Loja das 6 portas
em frente do Livramento
Lazinhas a 500 rs.
Camisiohas muilo bonitas com duas larguras
para vestidos de senhora a 500 rs. o covado, cor-
les de riscado francez para vestido a 28, sa'as
balan parr menina a 39500. di>as para senhora a
4$5O0b58 ; d-se amostra com penhor A loja
est aberta at as 9 horas da noite.
gasa?
Ra do Hngel
numero 28.
Delicadas resfriadeiras para a praga e senhores
de engenho, obras que podem estar patentes em
qualquer sala ornada, do melhor goslo pela sua
delicadeza, como sejam : as bonitas bilhas ham-
burguezas, tanto em porgo como a retalhn, e as
exrellenles jarras Anas e entre-finas, proprias
paraos lugares mencionados, de lodos os tama-
nhos que o fregu/, queira, e depsitos para com-
modidade, jarras e potes, ludo marcas reforgadas,
e outros muito objerlos.
Com toque de avara,
Pegas de madapolo de 28 a 4*000, vendem-se
na ra do Crespo, loja de quaffb portas n. 8.
Resumo de ooetica.
Indispensavel para os prximos exames de rhe-
lorira ; est venda na livrria classica, na pra-
ga de Pedro II n. 2, a 500 rs. cada exemplar.
vado ,cassas de cores a 240 rs., chita larga a
200, e 240 rs., capas de fuslao enfeiladas a
58000, easaveques de cambiaia e fil a 58000,
perneadores de cambraia lordados a 6JO0O,
babados a 3v0 rs a vara, tias bordadas mui-
to finas a 195(0 a pega, ri.'cado francez fino
a 16(i rs. o covado, golinlas de ponas bor-
darlas a 28500, manguitos de cambraia e fil
a 28000, caroisinhas bordadas muilo finas a
28000, chita larga com lustro e muilo fina
propria para cuerta e roupes a 320 rs., es-
guiao de linho a 1:5200 a vara, roupes de
seda feilos a 129000, vestidos de seda mofados '(6{ f're,i>' c falla bastante descansada'
a 88000, luvasarrendadasalOOrs. o t*^tTtf\r*9*mm*M~
do Rrum, aimaztin di
signaos seguinles : peitos grandes, cabera com-
prida, ollios grandes, candas muilo linas, falla
baixo, qnando anda bula a cabera de um lado.le-
vou vestido urna calca de algodao azul j velha e
remisa de riscado be algudo com um papel
amarello as costas por ser resto de pega : roga-
se a quem o pegar de levar a seu seithor na ra
das Tiincheiras n 8, loja de tartarugueiro, quo
sei recompensado ; e o njesmo abaixo issigna-
do protesta contra quem o tiver aeoutado.
Jos Joaquim da Cunba Gurmares.
Fugio do poder do abaixo assignsdos um
seu escravo crioulo de non e Manoel, oe idafle do
vinle e cinco annis pouco mais cu menos, rrm
os siunaes seguintcs: cheio do c< rpo, baixo,
presu-
- da rida-
o |8r |de por j ter issode cpslun.e : quem o apinhi u-
veslidos de grosdenaple prelos com barra de \ der se dirigir ra do Brum, armazem de as-
cor a 20f>000, palitos de pao prelo e de cores
de 16#000 a 209000, sobreeasacas de panno
muito fino a 258' 00, caigas de casemira prela
e decores de 68000 a 1(9000, ditas de brim
branco e de cores de 2#000 a 59C00, palitos
debrim branco e de cores de 9500 a 58000,
dilos de alpaca de 38000 a 88000, brim
trangado de algodao com 9 palmos de largura
proprio para loalhas a 900 rs. a vara, damas-
co de laa com 9 palmos de largura a 18600 o
covado, velbutina preta a 400 rs., brim de
linho de cores a 18500 o cirle, meias cruas
psra homem a 18200 a
linho ingieras a 329000 a duzia, pegas de
madaielao fino a 49500, corles de lanzinha
muilo fina com 15covados a 8;>O00 rs., ca-
misas de cores e brancas de 19500 a 3800O,
e outras muitas fazendas por menos do sen
valor para fechar conlas-
Na Lingoeta n. 5, vndese :
Qneijos novos a 38.
Manieiea ingle7a flor a 1jj280 8 libra.
Vinho engarrafado duque a 1*500.
Presuntos novos a 500 rs. a libra.
Cha hysson fino a 28400.
9 Becebeu-se e continua a receber-se por @
todos os vapores, vestimentas, calgado e
chapeos para meninos na j
a de marmore.
Loj
Vende-se um escravo com 18 annos de
idade, bonita figura, r ibuslo o sadio, assegura-
se que nao tem vicio de qualidade alguma, e an-
tes muito boa conducta, e muito esperto para
qualquer serigo ; para ver c Iralar, na loja da
ra do Queimado n. 41.
### @@s 3,@@&
Machinas de vapor.
Rodas d'agua.
Moendasde canna.
Taixas. j
Rodas dentadas. ^
Brnnzes e agnilhoes. ^
$$ Alambiques de ferro. $
Crivos, padres etc., ele; ^
Na fnndico de ferro de D W. Bowman, .j^
@ ra do Brum passando o chafariz. ~-t
@@@@@@@8g@
Pechincha sem par.
Vendem-se paletots saceos de casemi-
ra de cor pelo barato prego de 16$: na
ra da Madre de Dos n. 36, primen o
andar : na mesma casa vende-se um re-
logio de ouro patente inglez e um cor-
rentao pelo preco de 3O0|f.
Ainda continua a eslar para se vender, per-
mutar, e em ultimo caso arrendar-se a quem fi-
zer lodos os concertos que a casa precisar, o si-
lio da iravessa do Remedio na fregnezia dos Afo-
gados n 21. quem pretender entenda-se com
seu proprietario na mi de S. Francisco como
quem val para a ra Bella sobrado n. 10 ou na
alfandega,aonde empregado.
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Reeife n. 38, primeiro andar.
sucar, n. 28, que ser generosamenle reccn.ien-
sado. Reeife, 5 de novembro de 180O.
Jos da Silva Lcyo & C.
No dia 5 do corrente [agio um pardo aea-
bocolado, de 22 annos, rosto largo, bonito, baixo,
olhos graudes, cabello corrido grande, pes gran-
des, gross<> do corpo, alvo, de nome Cas-iano
filho do Rio Grande do Norte ou Paralaba f.
escravo do Sr. Joaquim da Silva Pessoa, e ven-
dido lelo Sr. Francisco Tiburcio Silva Neves: ro-
ga-se as autoridades de o apprehcnder e leva-lo
a ra Direita n. 06, escriplorio do Sr. Francisco
Malhias Pereira da Costa.
Fugio no dia 22 do nutubro de 18fi0, do en-
genho Triumpho da freguezia de Seriniaem, o
duzia, camisas de !" escravo ciioulo. do nomo Vicente, cora os sig-
a duzia ecas de naes seguinles: bonita figura, alto bstanle, cor-
po proporcionado, cor prela, pouca barba na
pona do queixo, lem una marca de talho no bei-
co oe cima encestado ao natiz do lado esquerdo,
procurando para o canlo da bocea marca peque-
a ; foi comprado nesla praga ao Sr. Silvino
Guilhrrme de Barros, vindo do sertao, o di'o es-
cravo representa ter 24 a 125 anuos de idade .
quem o pegar e trouxcr ao referido engenho. se-
r generosamente recompensado por sen senhor
Francisco de Paula Cavalcanli Wanderlcy, ou
nesla praca aos Srs. Manoel Alves Fencira Si
Lima, ra da Moeda n. 3.
Escravo fgido.
Um mualo claro, magio, com pannos prelos
na maca do rosto, representando ter 55 anuos
de idade, natural do Rio do Teixo, chaado
Luiz, desappareceu no dia 30 de outubro i cata
do Dr. Cosme de S Pereira, de quem escravo ;
suipe-se ter levado um cavallo prelo do Sr.
Rostron que se havia sollado, e que elle fra
ero busca do mesmo ; suppe-se mais quo sua
roulher de nome Mara tambem o acnnipanha,
levando nm pequeo bah de liendres : roga-so
as autoridades policiaca e a entras quae.-quer
pessoas que o prendara, e remellara ao seu se-
nhor, que pagar qualquer despeza.
Conlina fgido desde 29 de julho desle an-
no o escravo pardo acaboclado de nono Joao,
com os signaos seguinles : corpo o esiMura re-
gulares, cor plida por ter sotTrido de seses, de
idade 25 a 30 annos. falla descaucada, mansa e
sempre conirafeila, mostrando fingimento, na-
tural de Inharoum. foi propriedade do um vrlho
por nome Joio Secundo do mesmo serian, o por
morte desle vendido pelos herdeiron, sendo um
dos ltimos possuidores Ignacio Ferreira Timo-
do, senhor de engenho do Sul, que larobem o
vendeu ; julga-se ter seguido para o I nli. ou oulro qualquer serto : roga-se aos cnpiles
de campo ou qualquer pessoa que delle souher,
o apprehendam e levem Apipucos a seu urinal
senhor, o major JoSo Francisco do Reg Maia,
ou no Reeife a Symphrooio Olympio de Queiruga,
quo se recompensar generosamente.
>0!degralilicacii,
a quem prender e levar ra cstreila do Rosario
n. 10, segundo andar, ao Sr. Julio Cesar Pereira
di Rocha, a escrava Antonia, cabra, estatura re-
gular, nariz muilo chato, cara muilo ea e ^ra-
da a"e bexigas, peilos cabidos, ps apapagniadns,
traja saia e camisa a moda da Rahia, d'mi.le fl-
Iha, lem falta de todos os denles da frente, onde
apenas tem as duas prezas, cheia do imro,
tendo osbriQos bastantes desenvolvidos n clieios
de veias, costunava lavar roupa no Poco da Pa-
nella : fugio di Parahiba e veio para e,-ta ri.lado
em urna barcaca cam o nome de Mana Juanna,
reprsenla ter 40 annos, o (em bom cabello :
quo a prender e leva-la 4 casa cima, ou reco-
lhe-la a cadeia, receber 50# de gralicago.
'J,
^^^;
* vv- ***'


rs)
MAMO DE PEBNAMBUCO. SAMADO 10 DE NOVlMM DE 1860.
Agricultura.
PREPARARES MECHANICAS DO SOLO.
Drainag das trras araveit.
(Continuaran.)
grande parle das materias fertilisantes que con-
ervs eta dissotuglo a arrssla alea disto aquel-
las que conten a trra.
Influencia da humidade sobre a divisan me-
chanica das Ierras.Ums outra causa que itiflue
sobre a fecundidade das trras hmidas, a qua-
si impossibilidade de dar-lhes mobilidade. Ne-
nhum agricultor ignora que os amnhos annuaes
contribuem muilo para as tornar fecundas ; ne-
Estss ierras sao de tima cultura difficil e dis- nhum ignora que essas opcragesso lano mais
pendiusa : nos lempo seceos, a torra, dura e eflieazes quanto mais pulvonsada lica a trra
compacta, resiste a cea o dos inslrumenlos de *
cavar: nos lempos chuvosos ella oppe anda
maior resistencia, porque1 lica pastosa e tenaz.
Conseqnetitemente ostMbalhos das trras hmi-
das e forles exigem mais lempo e mainres des-
pozas do que as seccas e leves : de mais a rotea-
rao ilas pnmeiras nunca se faz com perfeieo,
porque, rnesmo com os mclhures instrumentos,
nunca se consegue dividir convenientemente a
carnada de ierra cultivavel, que, muilo adheren-
l ou muilo hmida, nao pode reduzir-se p,
ficando sempre em torros mui volumosos e dif-
fleeis de partir. Nesta sorle de terr, as ms her- |
vas pollulsm, e nao possirel fazer desappare-
cor senao por meio de repetidas capinas O la-
vrador que fiado no lempo, semeia urna Ierra
scmelhante, a maior parte das vozes perde o
fructo do seu trabalno. Se chove, a vegelago
cess ou clanguesse, e as colheitas que davam
as mais bellas esperangas perecem pela funesta
influoncia da humidade. Se, pelo contrario,
segue-se um longo periodo de serca, as colhei-
tas solTrem do raesmo modo: a trra eslquei-
mada, como de ordinario se exprime o misero
lavra lor.
A hervas dos pastos, naturaes ou artificiaos
q'ie vegetan em semelhantes terrenosso sempre
grosspiras, iracas e doentias. Raras vezes se p -
deobter era tacs terrenos plantas cujas raz *s
pdote servir de sustento aos homeos e aos ani-
maes.
As arvoresou arbustos que crescem as Ier-
ras hmidas, sao quasi sempre doentias: asar-
voresque do essencias quasi nao pdem vege-
tar em laes terrenos; as arvores fructferas sao
semiire curtas, rachtlicas, improductivas, ou do
pessimot frnctos.
Observa-so ainda que toda a sorle de estro
mes, nat'iraes ou artiliciaes, perdem nestas Ier-
ras urna grande parle de sua forga ferlilisadora.
Assim, nos paizos onde so nao esiruma, a lora
lira bom depressa calcada [estril) e naquellos
em que se empresa ni eslruraes, osses terrenos
etigem eslrumagoes continuas e copiosas. Est
inconveniente resulta sem duvida de que as
aguas da chova declavam e carr>'gam as mais ri-
cas da carnada cultivavel, e as transporlam para
as vnlas e regalos.
Influencia perniciosa das aguas estagnadas
S'ibre os homense os animaes. A influencia que
resulla da estegnac&o di agua, e consequeme-
niente da excossiva humidade, nao se limita cul
tura c vegetarlo : a sua perniciosa aeco intlue
sobre o homem c os animaes.
(1 gado que vivo n-is pontos hmidos ti cons
tantenienle atormentado pelos insectos de toda
a cusa, e est sujeilo afieegos pulmonares e
otitras molestias destruidoras; finalmente as
cmanagoes da Ierra, composta de humidade e de
gazes nocivos, ocrasionam febres indemicas o
outras onfermidades que desimam a populago.
De sorle que a drainage nao deve ser considera-
da smente como um melhorani-iito agrcola,
potm como nm poderoso meio de lomar salu-
bres as cidades e os campos
Influencia que exerce a humidade sobre as
reacrOe* chimicas da trra, favoraveis vegela-
cS.A Ierra o laboratorio onde a natureza
prepara o sustento das plantas, onde as miterias
orgnicas e salinas se decomue eseselrans-
forrnam em substancias soluveis e assimildceis
Esl pi-rfoitamente provado que essas iransfur-
mages necessarias nao podem ter lugar som o
concurso simultaneo do calor, do are da agua.
Toda a cireumslancia cu jo effeito for excluir
qualquer destes agentps, ou diminuir a sua ac-
go, deve inevitavelmente impedir ou modificar
os rearres chimicas, das quaes depende a ali-
mentarn das plaa. Ora, evidente que o in-
terior de um terreno hmido lorni-se inaccessi-
vel ao ar athmospherico, e que este nao poden-
do circular era todas as raizes das plantas, retar-
s necssariamenle seu crescimenlo. Explica-sel
deste mudo a diminuieo da possanca feriilisan-
le dos pstrumes applicados aos terrenos hmi-
dos. Tomemos por exemplo o estreo do gado.
As materias vegelaes o animares que ellecontin
Do pode sprvir para a nuinco dos vegelaes, so-
nrio depois de terem soffrido na Ierra cenas
transformarles chimicas : quando estas se fazem
em contacto com o ar alhmospheriro ella so ef-
ferla de urna maneira rpida o comploia, dando
nascimenlo Dovos composlos propnos p3ra
estacio chuvosa, devem ser rai iras na ealaco I priedades nutritivas do non ,Hi.,.
seguate, sobretodo no TerSo em qne a evapora- oorone BSi!.?-8,-? 11?. L**?l ?*l_B?!!
A razo disto porque a diviso mochanica da
trra proporciona s raizes dos vegelaes o meio
de penetrar nella com facilidade, e ir buscar os
alimentos que lhe convra; resulta mais desta
diviso, que ella pe as diversas parles do terre-
no em contacto cora o ar. favorecendo a condn-
salo e a absorpeo dos gazes espalhados na alh-
mosphera e facilitando a desagregacao. e a de-
composigao d.s mal-rias mineraes quo concor-
rem para a nulrigo da planta ; finalmente ella
produz entro os elementos orgnicos e os ele-
mentos mineraes da trra urna mistura intima,
essertcialmente avoravd s reaegoes chimicas.
bstes preciosos resultados nao so alcaucam ou
sao alcanzados de urna maneira muilo imperfec-
ta as Ierras hmidas, fortes e compactas, as
quaes a adherencia entre as molculas tal que
os instrumentos de lavoura nao conseguem nun-
ca produzir sufficiente mobilidade.
Influencia da humidade sobre a temperatu-
ra das carnadas cullivaveis.K ultima causa
que influe sobre a fecundidade dos terrenos h-
midos, o absixaraonto do temperatura que elles
experimentara em consequancia da estagnaco
da agua urna fracs distancia de sua superficie,
fisto ponto tem murecidj urna altenco mui par-
licular, eas considerarles que se tem feto so-
bre oste assumpto forecem argumentos em fa
vor da drainage subterrnea, quando mesmo nao
existissem os oulros reconvenientes anterior-
mente enumerados.
As Ierras cultivadas devem aeco dos raios
solares a maior parte do calor que rcebem ; sua
temperatura poda variar por rauitas circunstan-
cias, entre as quaes as principaes sao : a situa-
cao em rel*go ao Ejuador [a laltitude), a eleva-
cao cima do nivel do mar (a altitude), e expo-
sigao ao norte ou sul, a composigo e mesra a
cor das trras. Suppondo que duas trras este-
jara em con lices idnticas, mas que tenham
constante ou habitualmonte um grao de hu-
midade dilforente, a mais hmida ser mais
fria do "que a outra. As causas que produzem
osto resfriamenlo sao em numero de 5: Io res-
frumanio produzido pela evaporaco da agua;
2 resfriamenlo devido uo couductibilidade da
agua ; 3o resfriam-nto devidu ao radiamento ;
4o aeco refrigerante das churas; 5o aeco dos
orvalhos.
Examinemos succiotamente estas causas. I Em certas circunstancias esta aeco pode con-
(nL l't tnU' .' S 8 que p0nd a ?" ao "nu,""-s,! a' que a ierra e-a agua que ella con-
kuJl. a1(lel)ls st converle em vapor ; ; lera cheguera urna temperaturi do 4o, 1 centi-
a io l que se chama evaporaco. Mas. para | grados, poni que corresponde mxima densi-
qiie a eraporac&o tenha lugar, nao preciso por 'dado d'agua.
a agua em contacto com o fugo, pois que, como I Todos os terrenos que contera um excesso de
odem observar, pondo agua ao ar livre humidade eslo sujeitos um resfriamenlo pro-
pio mais activa.
V-se bem disto, que os larradores se servem
de uros expresso mui justa quando qualifleam os
terrenos hmidos com o nome de Ierras fras.
2 Se aquentarmos urna barra de ferro por
urna das extremidades, outra fkar em pouco
lempo egualmeole aquecida : se porra flzrrmos
o mesmo urna acha de lenhi, urna das exire-
raidade estar ora braza, entretanto que podero-
mos impunemente ter a outra na mo.
O ferro 6 por tanto 6om conductor de calor, e
a madeira mo conductor do calor.
A agua, assim como todos os oulros lquidos,
se comporta do mesmo modo que a madeira quan-
to i transmisso do calor.
Aqnecendo-se a agua pola sua parto superior,
a carnada immediatamente em contado com a
fonle de calor aquece s, e por ventura toda a
raassa adquire, no fim de um certo lempo, urna
temperatura mais elevada do que aquella que ti-
nha no principio.
Este fado defido urna causa differente da
conductibilidade do liquido.
Como aterra lira principalmente o seu calor da
acgo exercida sobro a sua superficie pelo sol,
seguo-se que as Ierras saturadas de humidade
urna boa parte do calor solar.nao pode transmit-
tir-se s carnadas inferiores com a mesraa facili-
dade, com que issj se faz nos terrenos seceos,
porque as materias constituintes destes ltimos
sao melhores conductoras do que a agua.
E' por isso que nos terrenos compactos a tem-
peratura, alguns palmos de profundidades
sempre inforior da carnada superficial ; tam-
bera por esta razo que a temperatura dos terre-
nos pantanosos, augmenta mu pouco durante os
mais forles calores do vero.
3." Se a agua m conductora de calor, em
compensado ella tem urna possanca radiante mui
consideravel.
Todo mundo sabe quo a agua quenle, posta
era um meio de iraca temperatura, osfra prorap-
tamenle.
Resultam desta faculdade radiante nos terrenos
hmidos, phenoinenos cujo effeito lendc dimi-
nuir a sua temperatura, salvo em urna nica cir-
eumslancia em que adiante fallaremos.
Quando, durante a noite, a temperatura das
carnadas inferiores da aihmosphera fdrabaixo da
que lem a ierra, a agua que esta contera, projec-
la rpidamente o calor para o espago ; as por-
gos em contacto iramediato com o ar, esfriara
era primeiro lugar, augmentara de donsidado, des-
cero e sao substituidas por outras porces mais
quenles, e assim por dtante.
Nestecaso a agua um vehculo que transpor-
ta e dispersa na superficie da Ierra o calor in-
terior.
ella se evapora qualquer que soja a temperatura.
Neste ultimo caso, a agua rouba o calor de que
necessita para evaporarse, aos corpos com os
quaes se acha em contado, e por conseqnencia
esfria estes ltimos.
Estes fados quasi que nao precisara de provas
mat"iiaes : mulliai as mos, exponde-as ao ar ;
era breve Picareis com ellas enchutas, mas senti-
ris urna sensagau de fri : a agua roubuu urna
parle do vosso calor animal, e fez abaixar a tem-
peratura das vossas mos.
Agora podo perceber-se porque a agua que es-
t na torra peno da superficie, aprsenla neces-
eanamente o mesmo phenomeno: ella so dissipa
pouc pouco por evaporaco, roubaodo ao ter-
reno todo o calor que lhe e necessario para pas-
sar do estado de liquido ao estado g isoso.
Adraitlio-sp, depois de militas experiencias cui-
dadosamente feitas, que a evaporaco de urna ri-
brj d'.i.-n.-i obaix o.lo 1.- cpDlngndo" y lomperalu-
ra de 550 libras de torra.
Por pstps nmeros se pode avaliar a enorme
depressu que o calor lorreslre experimenta em
conseqnencia da evaporaco da agua.
Esta causa de resfri.unento affecta lodos os ter-
renos, mas a soa influencia varia coma quanli-
dade de humidade que elles conlm, alera da hu-
midade que chamamos norma/.
Ora, a physiCd nos ensilla que a quanlidad de
dundo por esta causa ; nos terreos seceos, as
parlicuhr solidas nao possuindo a mobilidade de
que gozara as molculas fluidas, o radiamento
nao pode occasionar urna crrenle ascencional,
de sorle que a carnada resfriada sempre pouco
espessa.
4." A chuva que cahe nos mezes quentes do
armo, lem geralmenle urna temperatura inferior
da superficie da trra ; cahindo sobre ella, rou-
ba-lhe necessariamente urna parle de seu calor,
e este calor totalmente perdido pela Ierra quan-
do as aguas quo ella recebe ficam estagnadas
urna pequea profundidade, ou quando ellas cor-
rera em vallas abertus na superficie.
A aeco das chovas deixa de ser prejudicial
quando o terreno naturalmente poroso, ou
quando ella corre por esgolo sufficientemente
, profundos ; porque, em um e outro caso, as
| aguas do chuva sao obrigadas filtrar pelas ca-
marfaa maie fritada parto inferior, e lh.es resti-
tueni urna parle do calor uue ellas roubara ssu-
perflciaes.
Sobesle ponto de vista, aaegao das chuvas se
torna ulilissima durante o vero. pois que nessa
estagao ollas levam o calor, quasi sempre mui
forte da superficie, para as carnadas mais baixas,
e porque lendem tornar mais uniforme a tem-
peratura da carnada activa do terreno.
Alera disto, a agua desboca em sua descida o
calrico que entra na composieo de cada alomo ar que encontra no terreno ; quando pode esuo-
de vapor pude ser avaha la em 550 centgrados, tar-so livremente, ella substituida pelo ar era
e as oxper encas nos demonstrara que o calor
latente que encerra a agua reduzida vapor,
sempre urna quantidade constante, qualqucr que
sejam a temperatura e a presso, sob a qual se
formou o vapor.
Resulta disto, que, qualquor que sej a tem-
aiantera vida das plantas; quando pelo contra- peratura de urna Ierra hmida ou a do ar ambi-
rio. a li rrra fria, hmida e compacta, quando o
estreo se acha cercado d'agua, as materias org-
nicas que ocompom nao expenmontam seno urna
d" mpnsico lenla e iraperfeita : as rpaeces
cbimpas queeno se fazem era urna carnada ve-
getal, gprara substancias acidas nocivas s plan-
tas, e que pdem mesmo reagir de urna maneira
prejudicial sobro as substancias mineraes que a
trra contera.
A humidade eslagnada na trra nao se limita
5 impedir circularn do ar em lomo das raizes
das plantas, ella tarnb-m forma um obsta, ulo
renovnro d'agua, renovago nao menos til aos
regotaes dj qup a do ar. A agua da chuva nao
6 nunca pprfHilampnte pura: alravessando a ath-
m substancias, tacs como o azolo, o acido carbni-
co, o ammoniaeo. o acido aritrico, etc e quando
ella pode penetrar livremenle nateira, transpor-
ta ale as raizes das plantas pssas malPrias que
representaos um lo grande pappl na alimenta-
(So doa vogetaes. Nestas circumslancias, cada
nova chuva eniiqueco a torra; mas quando o
terreno hmido, a agua pluvial sendo obrigada
correr na superficie da Ierra, leva comsigo urna
FOiLlIETI.U '
m LBVWfiSTONBn
O -
A' TODO TRANSE (
Jorge Alfredo Lawrence,
XI
Bruce cagou cerlanipnle, se se pode chamar
cacar dosrarregar a espingarda menor apparpn-
cia de algum animal; mas elle fui do urna inepcia
Singular. Na verdada. elle podoria comparar-sp
ft csse Nopibrod, cheio de humanidade, que, se
tondo posto ft perseguir no campo a caca sero
sed serio, dizia em urna edade muilo avangada
que para si era urna grande salisfago po qu nao tinha censurar-se ter sido, com conhe-
Cimento, o assassino de mais de urna duzia de
SOiis -oinolhanti'S.
Foi um problema, sobre o qual muilo lempo
depois Mallett refiei ta ainda seriamente, sabpr
Onde paravam os tiros de Mr. Bruce. Elle nao
poda conceber que se perdis* tanto chumbo
na thmosphera, sem produzir um resultad.,
mais satisfaiorio. Finlmpnt-, essa falla de gei-
to fui posta pm revelo nesse mesmo da, porque
todos osoutros convidados,excepto eu que nao
entrei na sucia, eram excpllentes cagadorps.
Lpvin,';slone la na frente, bem que Fallowfield
O sognia de perto. Foi elle de corlo que mais
caca mates: seu ennhecimento dos bosques e
vigor extremo o punhatn em PSUdo de acompa-
rthar sempre aos caes. Admirara ve-lo atra-
ressar os espinhos e escabrosidades com o mes-
mo passo gil, como se atravessasse um verde
prado.
No lim do da estavamos lodos reunidos en.
um lugar de-coberlo, onle contavamos as pegas
abaMas, exeppco de Bruce que ainda eslav-
Do busque. Um Uro dado do lempos lempos
avisava-nos de sua approximago.
Ounmos ao longo retumbar no nevoeiro.
O fugo do inimigii disparando ao acaso.
Foi Guy que nos fez rindo esta citagso.
Ao acaso! siru, podis aize-lo, observou
Followtleld ; esto hompm devtria ser posto em
una gaioia de vidro, e mostrado rumo urna cu-
riosidaile de historia natural: sua bagngem com-
poe-se hojp de urna lebre, nma mariras e de um
Suimal do sexo desconherido, porque ningtipm o
vio nein tentn apanha-lo Evaporoti-se em urna
(") Vide Diario n. 260.
ente, a agua que se evapora, rouba sempre ao ter-
reno una mestna porgo de calor, representada
por 32j calnos por cada libra d'agua.
Tentuu-se depois indagar qual seria a quanti-
dade de um cotnbustivel, o carvo de pedra por
exemplo, necessaria para proluzir urna evapora-
co equivalente aquella que a agua soffre an-
nualmenle, e chegou-se um resultado extre-
mamente curioso, mas que serve para provar as
vantagens da drainage, smenle no caso q,uo nos
oceupa agora.
Resultou destas ndagagops que o calor perdido
por urna superficie de 1W) geiras, no espago de
365 dias, quando o terreno reim as aguas da
chuva, equivale perda de calor pela con.busto
completa de 16,638 arrobas de carvo de podra, e
que, para por um terreno hmido as mesmas
condigesque um terreno naturalmente poroso,
e tornado penciravel polos meios artificiaes, se-'
ria necessario queimar pouco mais ou menos 46
arrobas por dia.
I)eve-se concluir do que so acaba de dizor, a
extrema importancia de nao deixar estsgnar a
agua porto da superficie as trras forles ; por-
que estas tprras accumulando a agua durante a
nuvem de ppnnas srs ps apenas do cano de
sua espingarda. Ei-lo que vem; nao lhe per-
gunleis o que maiou,isso seria cruel.
Bruce chegouonde estavjmoseom O semblante
um lano mai3 pnrogado que de ordinario, n as
nao com lo mo humor como o guarda/^Jue se'
IIip reunir durante todo o da, e que retirou-se
inmediatamente para o meio deaeus carntradas
para alhviar-sp. praguejando de cornean, do
desprezn e desgosto, que elle devia sentir. Offe-
receram-lhe cervoja :elle rerusou e ouvi-o
rosmungar que linha visto errar-se tanta Caga
Drs adoecer durante quinze dias.
Era-. 8 hora em que os podabas bravos veem
empnllrar-se, e muitos volleavam em torno de
nossis cabegas, oro urna altura consideravel.
Bruce, eis urna occasio de desearregar
vossa espingarda, diz Mr. Raymond, designando
um desses passaros, que se approximdfa um
pouco mais que os oulros. \.
Ello ia fazer poetara, quando Forrester
exclamou : ^rj
Aposto vnto e cinco libras contra cinco
polo combo | A ,. f
Est feito responden Bjuce, aperlaudo o
gatilho. w
Era um tiro de grande distancia, muto difficil
mesmo ; entretanto o pombo desee",! eorrupiando
travs dos ramos, com urna aza quebrada.
Nao sois feliz em vossas apostas,' capito
Porrester. observou o atirador feliz; jderes ter
muitos bnns lucros, fa/endo a mesma aposta
desigual durante todo o dia.
Ah mo fallar urn homem no momento
em qup faz pnniaria, iulerroinpeu Guy:Lem-
brais-vos, Charley, que livestes outro dia urna
queslo comigu. por vos ler feito o mesmo?
A physionoraia de Charley exprima o despeilo
e o em barago.
Poznmo-nos todos a rr.
Sempre tenliazatl diz elle.Mr.Raymond,
creio que eris dessa conspirago.
Eu, nao. respondeu este; fiquei lo admi-
aado como qualquer outro : ercio, acresrenlou
elle, abaixando a vozque Guy tem razo: elle
mudou involuntariamente de puntara no mo-
mento em que lhe fallaste* : de outro modo leiia
errado o pombo.
Vallamos ao castello no meio da sombras do
crepsculo.
Nao soi se a recente lombranga da aposta
perdida entristeca o espirito de Forrester, ou se
somonte sobre elle influa a presenga de sirHenry
Failonfield,psse immorial Upas, cuja sombra
tu,ha o fatal poder de anniquilar as melhores
resolngoes tomadas ; mas depois do jantar rom-
ppu pile a prudente reserva, que depois da che-
gada de Bruce sempic guardara em publico para
com miss Raymond. Nao s nao cessou de
fallar-lhe, mas ainda pedio-lhe quecanlasse com
elle; e duranlo esse duetio smbos tomar?m
pele
contacto com a superficie, e este ar durante os
dous tercos do anno.mais quente do quo o interiot
do terreno.
5. Resta-nos considerar um ultimo phenome-
no, que prova ainda a conveniencia dos esgotos
subterrneos: a acgo dosorvallios sobte a tem-
peratura das Ierras. /"
Durante as noiles serenas, os differenles cor-
I pos poslos na superficio da trra resfriam-se
promplamenle e irradiam urna grande quantida-
de de calor, quo prendem totalmente se a alh-
mosphera est calma c sem nuvens.
A carnada de ar em contacto com esses corpDs
lanibem esfria e precipita, debaixo da forma de
orvalho, urna parle do vapor d'agua que linha
em suspensa').
No momento em quo se forma, o orvalho
porlanto mais quente do que as substancias, so-
*re as quaes se deposita ; de sorte que superficie
dos terrenos tornom a ganhar turante a nuile
urna parle do calor perdido pela evaporaco e ra-
diamento, pelo fado da condensaeo do vapor
aquoso.
Disto resulta urna nava vantagem em favor dos
terrenos penptraveis; porquanto, ainda que urna
Ierra hmida irradio muilo calor, nao se formara
todava orvalhos, seja pur causa das correntes
quo o resfriamenlo nocturno nellas produz, ou
seja porque a agua encerrada em um terreno se-
melhante, nao ienha para a humidade do ar ne-
nhuma aflinidade.
Aitribue-se agua dos orvalhos maiores pro-
rapidamcnle suas antigs maoeiras de intimi-
dado.
Bruce eslava sentado parte ; os tragos de seu
semblante impertinente passavam gradualmente
da malvadeza ferucidade ; e elle acabou por
ter a cara de um lobo, por quanto costumava
mais depressa mostrar os alvos denles quan lo
eslava encolerisado.do que quando ria-so A mu-
sica continuava alegro :
Ignorantes de sua desgraga
As jovens'vidmas brincavam.
Isabel era muito feliz e Charley muto descui-
dado, para sorera prudentes. Era um momento
vi oolhar deste oltimo criisar-secom um frangir
de sobrancellas de Bruce. Havia em seu rosto
urna expresso. que bem poueas pessnas nunca
virara nelln;ella frisava de muilo perto a
insolencia e o desafio.
Um menino olhando para cses dous homens
sdivinhari] que entre elles exista um odio
mortal.
Mas que imporla? As leis do mundo e as
amenidades da vid civilisada nosuperam todas
83 pequonezps das animosidades pessoaes? Quan
tas mulheres oxstem. que nao se enconlrm sem
so aperlar em um estrello abracA quando no
fundo do corago sao vordadeiriBc Brinvilliers
urnas para com as outras ?
Minha bellissima prima Kate, nao mais tarde
qie hontem noite vi-vos saudar vossa intima
/niniiga. Ero a effuso a mais terna que pos-
sivol imaginar. Fazia goslo vpr os numerosos
beijos que Irocaveis, e entretanto tenho idea
que, se a niengo podesse matar, o pescogo
dessa pobre Emina estara mais seguro entre as
garras de ura urso da Noruega, do quo cm vossos
bragos lo flexiveis e to alvos.
Nao ha homens, que se sentam constantemente
mesa uns ds outros. c que, na edado de ouro,
quando fallava cada um e obrava segundo sua
opinio, s se leriam encontrado na pona de
suas espadas ?
Quando sabemos que nosse mais cruel inimigo
est totalmente arruinado, nao trahimos urna
alegra Inconveniente, mas sorrimos com um ar
satisfeilo, p dizemos que isso nao iinssorprehen-
de; ou antes se temos occasio, damos-lhe o
ultimo goipe, que o faz rolar ao fundo do prece-
picto, cuja borda elle vatillava. Mas quanto
dar urna deraonsirago violeutahol a vendetta
est quazi a passar da mod. e s se d nos palcos
melodramticos do Princess's Theatre.
E melhor gue assim seja. Nu muito mais
honroso e menos ridiculo que dous ve.los res-
peiiaveis, entre os quaes existe um odio mortal,
se portem um para cum o outro cora urna reserva
ebeia de benevolencia, em vez de se fazerem de
fpnfarres, de se arraslarem sobro suas muletas;
e de baler coip os ps no ch,So quom qap gn{-
porqsje pretende-se que ella conlm urna mais
forte proporgo de oxiegenio.
o*w Jdemais acrcdilarque no smento na
superucn da trra que a accao benfica do orva-
lho se faz sentir.
Quando um terreno naturalmente poroso, ou
quando artificialmente o tornaram poroso, acon-
tece multas vezes, durante o vero, que as cama-
das inferiores tenham durante odia urna tempe-
ratura sufflcientemento baixa para produzir a
condensago da humidade do ar, com quera ellas
se acnam ora contado ; odeposilu do orvalho se
laz enlao no interior, e emquanlo superficie
desprendo a sua humidade e o seu calor, as ca-
rnadas interiores reparara as suas perdas e se
mantem as condiecs favoraveis vegetaco.
tm que consiste a drainage moderna. Ouso das
sangras ou esgotos subterrneos para dessec*>r
as trras hmidas, muto amigo. Pallandes di
a desenpeo dos processos que pralicavam os
rnanos; mas osse raethodo s tinha lugar em
circunstancias particulares, islo quando a su-
perabundancia da humidade era devida presen
ga de rontes ou de aguas impantanadas. Pelo
contrario a drainage moderna nao se limita a des-
secar os terrenos pantanosos e fazer esgotar a
aguas subterrneas ; o que a carederisa, o que a
consltlue ura raelhoramento inteiramenle novo,
a applicagao das sangras subterrneas para a
dessecagao completa dos terrenos argilosos. das
ierras fras e cruas, que suffrem muilo pela es-
tagnaco das aguas de chuva que se aecuraulara
na estagao propria e ah ficam retidas pela irn-
penetrabilidado das carnadas superiores ou info-
riores. Demais, a drainage moderna est sugei-
ta a regras e processos absolutamente novos, quo
constituem urna verdadeira arle.
At agora os meos empregados para evitar as
accumulages das aguas nos terrenos planos e
hmidos, consista em dividir os terrenos em can-
tetros e em deixar rogos entre elles, ou em abrir
vallas. Esles nxpios nao servem seno facilitar a
evacuaco das aguas de chuva que cunera na su-
perficie, mas sao incapazes de fazer desapparecer
aquellas que penetram na trra e nella se aecu-
mulara al que a evaporarlo a3 tenha dissipado.
A humidade interior d ento lugar todos os
inconvenientes que acabamos de mencionar. Os
regos e as vallas superficiaes s do saludas s
aguis, quando as ierras j se achara saturadas.
as chuvas fortes, as aguas carregam as partes
as mais finas do terreno, dissolvem as materias
fertilisantes o as transportan! para longo ; de sor-
te que, longe de enriquecerom as trras, as chu-
vas empobreccm os terrenos. A cultura era ta-
boleiros abahulados e o emprego das vailas a co
aberlo, fazem perder urna consideravel porgo de
terreno, e exigem um trabalho dispendioso de
conservagoannual.O primeiro syslema sobre ludo
e particularmente dcfeiluaso. Basta urna obser-
vagao ordinaria para conliecer que, durante a es-
tagao chuvosa, a cultura em taouleiros abahula-
dos desseca as partes elevadas cusa das partes
baixas, que quasi sempro ficam fugadas. As val-
las nao produzem geralmenle melhores resul-
tados.
Estes dous modos de dessecamento os quaes
eonstituem o que se p le chamardrainage su-
perficial, eslo em opposigo directa cora os prin-
cipios precedentemente exposto*. Demonstrou-se
a extrema conveniencia do Itvre penetraraenlo das
aguas de Chuvas pelas carnadas do terreno, nao
smente p3ra deposilarera nessas carnadas as. ma-
terias fertiltsanles que ellas trazem cora sigo em
soluco, como tamtiera para lhe restiluiretu o ca-
lor roubado superficie.
Um syslema de drains cobertos e profundos
cora capacidade sufficiente para receber e eva-
cuar as aguas, produz pelo contrario ura desse-
camento lo perfeito e io completo como se po-
de desejar. Conservando ao terreno urna super-
ficie continua, sera abahularaenlos, sem regos e
sem vallas, os drains subirahem era lodo u lempo
o excesso de humidade, nao deixando subsistir
senao aquella que f ivoravel vegelago. Con-
servando a trra constantemente em um estado
de porosidade que lhe permiti absorver e rece-
ber novas dOses de cliua, danuo ura aceesso
fcil ao ar.
Antes de chegar aos canaos formados pelos
drains, as aguas da chuva humidecem uniforme-
mente a Ierra; destribuem s raizes das plantas as
materias fertilisantes que trouxeram da alhrnus-
phera e s carnadas inferiores do lerrcno, o calor
que adquirir na superficie. Depois de cada chu-
va a trra recebe novoar que augmenta a fertili-
dade e ao mesmo lempo a temperatura media.
Os drains cobertos podem ser collocados em una
profundidade sufiicienie par quo as diversa
causas que tendera fazer abaixar a temperatu-
ra da carnada activa du icrreuo nao possara exer-
cer a sua funesti acgo. Finalmente a drainage
subterrnea nao exige despeza de conservago, e
apenas exige accidentalmente insiguilicantes cot-
cenos. Vejamos agora os diversos sysleraas do
drainage. e era que consiste oesgoto su'.derraneo.
As tlifflerencaa no estado dos terrenos determi-
nira a niaueua de os dessecar. Existen! dous
raelhodos de drainage bem dislinctos ; um con-
siste em dar esgotos fortes quantidades d'agua
de algumas parles isoladas de um campo por
meio de urna drunago profunda ; o outru consis-
te em fazer numerusas sangras parallelas, que
recbeme esgolam, em toda a extenso de um
campo, as aguas estagnadas na parte superficial
do campo ; esta a drainage superficial un pou-
co profunda.
Estes dous melhodos encerram todas as varie-
dades do drainage ; entre ellas existe a seguinte
difTerenca : a drainage profunda nao admita
nenhuma modilicago na maneira com que [Vi-
la era qualquer terreno que seja, oniretanlo p-
de-so mudilicar a drainage superficial do manei-
ra a appropria-la natureza de cada terreno.
4 drainage pouco profunda ou superficial se
s'ibdivido e se executa de dous modos di&erenles:
1. cava-se com a p. na superucio do campo, e
em differenles direrces, vallas abortas que re-
cebera as aguas; 2abrem-se em diflcrentes pro-
loso, blasphemando com urna voz de falsete
radiado, como os Capulets e Monlaigus ?
Todos estes peusamentos constantes e muitos
oulros anda airavessaram-me n espirito nesta
noite; todava nao pude desembaragtr-me da
improssa eslranha, mal definida, de "que havia
grande perigo omnenle sobre Furresler e
Bolla.perigo que s a presenca de Levingstone
affaslava.
XII
E' ludo quanto colhemos da
sabedoria e dos progressos das
edades. Os primeiros filhos do
lempo de nada duvidavarn.no
enlanto que nos, os fillms do
secuto, nao eremos em cousa
alguma.
Estamos separados na sala de fumar por volta
de mcia noite, em diSreutes altitudes deleixa-
das. Bruce eslava comnosro, mais tnteiramento
fra de seu elemento. Elle nao gustara muito
do fumo, e s acceilou um charuto para sacrifi-
car s exigencias da occasio; elle o chupata
com exforgo, com grande damno de seus pul-
mes, e lodas as vezes que o tirava dos labios,
linha o cuidado de conserva-Io distante aocum-
prirnento do braco, enmo urna vbora ou algum
oulro animal venenoso.
[ Charley. pprguntou Fallowlield depois de
um longo silencio sera se mecher das profun-
"lezas de seu divn,que feito do regiineo-
tp ? Insoluvel como sempre ?
i Mais ainda,respondeu Charley.Quando
deixei-o. osses senhores desejavam enquadrar
um bilhete de cinco libras, e suspende-lo na
antecmara para prova de que ainda linharoos
algum dinhoiro, como esses sitiados que arre-
messaram piel por cima dos muros da cidadeila
no momento em que morriam afume; mas, onde
adiar esse blheln de banco? Entretanto pro-
metteram-nos o filho de nm rico fabricante de
Cerveja, ou dislillador,esquego qua dos dous;
mas sei que fabrica alguma cousa potavel.
qual deve entrar no regiment antes do Pas-
Choa. Quem sabe nao nos rpduzir onda ?
i Sim, observou uy; muilo felizmente para
vos espalha se um espritu marcial no lercoiro
istado.Walbrook (1) desapparece na guerra!
Juando algum na sociedade tem um pouco de
imheiro, isto parece bastante para fazer cora
que os outros caminhem. Pergunto muilas ve-
sos mim mesmo como que vos arranjaes,
porque, para fazer-vos justiga, sou toreado a
recooh-cer que vos nao pon les em saqu vosso
Creso. Vos mereeerieis, como diria Sydney-
Sraith, estatuas mris alieni.
[t) Parle da cidade, onde murara os uogoi.ii.ules
de grosso tracto.
fundida,ese com intervallos msis ou menos pr-
ximos, sangras ou velletas cobertas as queas en
tram as aguas de chuva que se infiltra atravs da
carnada vegetal e as partes penetrareis da carna-
da inferior, e sahem deltas por um desaguadouro
teilo em lugar conveniente-
Este ultimo methodo tem sido designado com
dilereoles nomes. Chama-so drainage de re-
gos, quando ura campo disposlo era caneiros
ou taboleiros abahulados, reg3s cobertos oceu-
pam o lugar dos regos abarlos que dividem os
caneiros. Tambem se tem servido da denomi-
nagao de drainage frequente, quando se facilila
ocorrimento das aguas por meio de numerusas
ou frequontes vllelas. Ainda quo este seja o
nome primitivo, nao todava exacto, pois que
elle implica a idea de que o terreno deve ser fre-
quentemenle sangrado o quo certamenlese nao
quer exprimir. Por alluso ao paralelismo das
linhas dos sangradouros subterrneos, emprega-
se egualmenle o tormo drainage parallela, que
tambem nao exacta, porque nao rigorosamen-
te preciso que todas as sangras de um campo se-
jam collocadas parallelameute urnas s outras.
Se a drainage nao parallela, toma enio o no-
rae de drainago ramificada.
Como o terreno fica perfeitamenle saneado por
esle genero de drainage de sangras subterrneas,
mais acertadamente foi denominada drainage com-
pleta, quo uo implica a idea da adopcao de urna
orraa particular para essas sangras ou urna ma-
neira especial decollocar os drains, mas a admis-
so de toda a forma ou disposigo que possa pro-
duzir um saneamento perfeito e completo do
terreno.
As outras denominaces dadas esse genero de
drainage indieam somente a maneira com que os
malenaes sao poslos nos drains : assim a sangra
em espalda, oulras feitas com a charra loupeira
ou cega, etc.
Teodo-se geralmente reconhecido que o syste-
ma de drainage subterrnea, cubera e profunda,
e o mais perfeito, diremos somente alguma cousa
que possa dar urna idea do modo pratico de o
executar. Depois do reconhecimento da natureza
do terreno, do nivellamonlo. etc., trata-se pri-
raeiramentn de abrir vallas, mais ou menos pro-
fundas, e de inlroduzir nessas vallas os drains
que devem formar os acqueductos para o esgotal
memo das aguas. Diremos cm primeirolugar.que
essas vallas podem ser aberlas com os instrumen-
tos ordinarios, ou por meio de machinas, entre
as quaes mencionaremos a chama loupeira e a
charra esqueleto, etc.
Quanto profundidade que devem chegar as
vallas, rogamos ao leitor que leia os ortigos so-
bre drainage, que vera transcriptos no Auxi-
liador de julhu e agosto de 1858.
Imaginem-se vallas cobertas, collocadas paral-
lelamente ou corlando-so entro si, mais ou me-
nos prximas urna das outras, mais ou menos
inclinadas no sentido o mais conveniente, e ler-
se-ha a idea de ora syslema de drainage com-
pleta.
Urna valla coberta consta de um fundo ou so-
loiras, do duas paredes lateraes, e de um co, lee-
to ou co&erurcr.
Concebe-se, que submetlida presses late-
raes, o urna mais forte presto que resulta do
peso das carnadas de Ierra que a cobre, essa valla
estara sugeita dcsuioronamenlo seno fossn so-
lidificada por todas as qualro faces. Para conse-
guir essa solidez, tem-se empregado um grande
numero de materias, laes como rolvas. fragmen-
tos de turba ; enehimentos das vallas com palhas,
achas de lenha ou varas, e tubos de madeira ;
com podras soltas brutas ou lagos ; finalmente
guarnecendo as paredes, co e soleira, com mu-
ros de pedra secci ou cora lijollos. Finalmente
sentindo-se a insufficiencia do lodos esles meios.
recorrereu-se ao usu doseVies de barro, sssen-
tado sobre urna soleira ou apoio construido com
grandes e solidos lijollos do ladrilho. Mas, anda
assim, esse meio nao satisazendo, recorreu-se
ao uso dos tubos.
Priucipiou-se por tubos de ferro fundido; po-
rm, o alto proco desses tubos, a diltic.uldade de
us manejar, c a sua pouca durago relativa, os
tez substituir por tubos de louga ou de barro co-
sido. No principio deram-se diversas formas,
mais ou menos defeituosas, esses tubos, al que!
em 1843, Joahn Read provou a conveniencia da
forma cylindrica. Os tubos de louga de seceo
Circular devem ser preferidos lodos os oulros
maleriaes para guarnecer o fundo dos drains.
porque elles constituem os aqueductos os
mais duraveis, 03 mais econmicos, cm urna pa-
lavra, os mais perfeitos sob todos os pontos de
vista
Algun3 agricultores que perserveram no era-
prego dos lelhes apropriados em soleiras de'li-
jollos, fazem duas objeeges contra o oso dos tu-
bos.
E' difficil. dizem elles, dar aos tubos eylindri-
cos uroa posico eslavel sobre o fundo plano das
sangras ou vallas, e de impedir que ellos se des-
arrajem quandu se delta a Ierra sobre elles ; de
mais, tln.em esses praticos, quandu esses tubos
sao juntos pelas extremidades, a agua nao pode
inlroduzir se nos aqueductos se nao pelus inter-
vallos que separara os tubos sucresstvos, e essas
juncturas su evidentemente muilo exiguas. E'
fecil demonstrar que estas objecces nao lem fun-
damento.
Em primeiro lugar, se houvesse algum temor
acerca da e lar, serla mui fcil arranjar-lhe urna base conve-
niente, gnarnecendo-se exteriorraente com cavi-
Ihas ou calgos, ou fazendo em sua superficie qua-
lro nervuras que. mpedindo o tubo de desarran-
jar-se, dara moo de o (azor voltar em diversas
posigoes. Nao felisnipnte necessario recorrer
estas complicagoes, porque a objeceo que nos
oceupa ropous inteiramento na supposico de
quo o fundo do drain plano e mais largo do
que os tubos. Esta hy pul hese toda gratuita.
O tempo necessario para que um terreno fique
secco nao depende somenie da facilidade com
que a agua recebida nos tubos ou, em geral,
nos aqueductos de esgoto, mas sim da resistencia'
~ ......................... Quando chega ora
subalterno rarrogado de ouro, respondeu senten-
ciosamente Forrester, o torreiro do quarlel tor-
na-se um verdadeiro jardim de Bendemcer para
os fornecedorps.
Creio quo justamente esses rgimen -
tos, nolou Bruce,que os economistas polticos
teem em vista quando altaoam o Budgel das
despezas do exercito.
Havia alguma cousa de aggressivo na obser-
vaban de Bruce. Todava a physionoraia de
Charley (ICou to calma como a superficie do
mar Morto.
Alluso pessoal, mas exacta, responden
pIIp. Tendes unio com Jos Hume, sem duivi-
da ?Di-lo-hiam, positivamente.
Estas ultimas palavras, pronunciadas em
parle, foram todava ouvidas mais distinctamente
do que poder-se-hia desojar.
Entretanto creio que nos baleriamos, se
tivossemos occasio.
Elle linha nos labios um sorriso bizarro, levan-
lando-se sobro os cotovellos para olliar seu
iiil-rlo'-iitor de face.
Cortamente que vos bateriei*, exclamou
sir Henry; mas isso nao monopolio smentp
dos regiment d'elile ou dos cadetes das gran-
des casas. S no baplismo do fogo que so v
Iremore recelar oswvena militares; alcm disso
os homens mais tmidos desenvolvem-se mniUs
vezes de ura modo maravilhoso. Eu ouvia ha
algum tempo ura velho soldado do exercito das
indias contar um fado deste genero.
i Havia em sou servico um official de urna
digura o mgomidade sera exemolo. Esto man-
c'bo tinha servido de alvo de motejo toda sua
v.da. e linha sido ridicularisado na escola, em
I ddiscombe. e em seu corpo anda mais que cm
qualquer outra parlo. Um dia atucava-se um
f.rto sobre urna collina, c o fogo dos canhes
as trincheiras c a fusilada eram lo fortes que
i sitiantes nao ousavam mais lhe* fazer face.
otre osrugitivos achavam-se dous officiacs su-
enores, que justamente erara d'aquoHes que
nais o atormentavam. 0 joven lenlo s vio
gacharera se recelando para procurar um abn-
f o. pz-se a rir com lo las as suas forcas, depois
j igando seu shako no forte, fez com que os
typayos carregassem em linha recta sobre o
arapoilo, com a cabera descoberta e sorrin-
( o. Cahio dentro da muralha, ferido por um
ro, e apenas sobreviveu algumas horas, soffron-
' o atruzes dures.Western diz-nos que nem
ayard nem Sydney poderiam ter um fim mais
alenie e mais digno.
Tendes razo, diz Levingstone, os cabecas-
edondas baliam-so du mesmo modo que os'ca-
alleiros. Conhego apenas duas occasioes. em
ue as pessoas de bum nascimentu liveram a
autagem do contraste. A prmeira vez foi
uaodJ o regiment escossez apoderou-59 da
?..i..!.Xpe.nraen,a M aa desc,da Por entre as
carnadas dos terrenos e era seu movimento late-
ral para os drains Tem-se observado que a agua
que cahe sobre o terreno leva 24 48 horas para
esgntar-se. conforme a ntensidade das chuvas e
independentemente das dimensoes dos tubos e
provou-se por experiencias repetidas, que os tu-
bos de 25 milmetros de dimetro sao sufTJcientes
nao s para darem vaso toda a agua de chuva
mas lamhem s aguas subterrneas que possarn
existir no lugar. H '
Os tubos sao poslos no fundo do drain tocndo-
se pelas extremidades. Todava tem-se imagi-
nado diversos meios de os tornar mais solidos. O
mais simples, e o nico, que esl actualmente em
uso para unir os tubos, urna manilha ou pe-
queo tubo de algumas pollegadas de compri-
mento e de maior dimetro do quo elles, dentro
do qual se encaixam as extremidades dos tubos,
bstas manlhasso indispensaveis quando a Ierra
do fundo das vallas mulle, sujeila diluir-se e
ser levad 1 pela agua ; nos terrenos argilosos, for-
tes e resistentes, o seu emprego meuos neces-
sario ; mas sempre til ernprega-los, sobre ludo
quando os tubos tora pequeo dimetro ; porque
qua quer desarranjo.no sentido hurisontal ou ver-
lical, pode ter graves consequencias, exigindo
porlanto. algumas vezes despezas cinco ou seis
vezes maiores do quo o cusi das manilhas De-
mais, alm de muita solidez, ellas formam um
obstculo entrada das materias terrosas, sem
todava embaragarem a entrada da agua.
Em algumas circunstancias este meio nao
sulTiciente, por exemplo naquellas em que o ter-
reno nao ofTerece consistencia como nas areias
movidigas. Becorreu-se ento um outro expe-
diente que consiste em meter os tubos pequeos
dentro do outros tubos de maior grandeza, tendo
u cuidado de alternar as juncturas.
Recentemcnte se fez na Blgica urna feliz mo-
dificaco na forma dos tubos. Para bem compre-
hender toda a sua importancia, convm observar
que as machinas por meio das quaes se construem
os tubos, nao podem produzir seno pecas de sec-
eo uniforme em todo o seu comprimeto e por
este motivo que as manilhas sao feitas separa-
damente urnas dos outros. rde-se, porm, por
meio de urna machina novamente inventada na
Blgica, obtor sera augmento de despeza? tubos
de seccao circular tendo em urna de suas extre-
midades urna silencia de maior calibre, destinada
a preencher as vezes da manilha ordinaria.
Estes tubos tem grandes vantagens sobre os
antigos para o fabricante, elles custam menos
fazer do que os tubos ordinarios com manilhas
dependentes ; para o cultivador, elles sao de
mais fcil transporte c sobre tudo menos caro ;
iinalmonte, eslo menos snjeitos quebrar-se na
occasio de seu assentamer.lo. E' quasi escusado
dizer que se pe estes tubos de modo que a ex-
ircmidade saliente serve para introduzir a extre-
midade cylindrica, e assim pur diante.
A agua que entra nos tubos que formara o sys-
lema da drainage, recebida por tubos do maior
calibre ; destes grandes tubos, denominados col-
lectores, que a agua subterrnea corre para fra
do terreno drainado. Os aqueductos formados
pelos drains collectores formam-se do mesmo
modo que os drains de dessecamento. Quando
um s tubo colleclor nao sufiicienie para dar
sahida s aguas, pe se ao lado ura do oulro,
dous ou mais tubos de menores dimensoes. Os
tubos dos drains collectores podem ser poslos no
fundo das vallas sem manilhas, quando o terreno
for firme e compacto : quando, porm, elle for
pouco solido, convra sempre pr-lhes manilhas.
O maior comprimeto quewe d aos aqueduc-
tos, formados pelos drains collectores nao exce-
de de 90 100 bragas, porque certas causas po-
dem occasionar perturbaces profundas no corri-
menio das aguas. Quando, porm, as circuns-
tancias obrigam prolongar os drains collecto-
res alera deste limite, abrem-se, de distancia em
distancia, especies de pogos ou chamins de ob-
servagao, guarnecidos cora urna lampa de ma-
deira ou de pedra, que, tirandu-a, deixa ver se
us canae* funcrionam bem. Convem egual-
menle abrir semelhantes pogos nos lugares onde
muitos collectores se reunera. Esles pocos sao
construidos cora pedras ou com lijollos, u an-
da melhor com tubos de grande diamelro, sobre-
poslos uns aos otitros o slidamente apoiados em
sapatas de pedra ou do iijolio. Os tubos que
trazem agua para a chamin ou pogo devem es-
tar em pra nivel um pouco mais elevado do que
o dos tubos do descarga, afim de que a crreme
seja muito visivel nos diversos canaes.
O emprego destes pogos lem mais a vantagem
de facilitar a limpeza dos drains. Pura isso bas-
ta abrir nas paredes opposias. perlo dos tubos
de descarga, dous encatxes verlicaes correspon-
dentes, destinados receberem una pequea
sania de madeira. Quandu se desee esta aufa
al ao fundo, ella reim a agua ; levantando-a
no fim de algum tompo. as aguas corren com
violencia e arrastam comsigo os depsitos, quaes-
quer que elles sejam. Em cerlos terrenos, pos-
sivnl que as aguas de drainage possam servir pa-
ra as irrigages por meio de pogos ou reseivalo-
nos convenientemente dispostus. Esto emprego
das agas de drainage j comega ser poslo em
pratica. como diremos depois.
A durago da drainage de alguma sorte inde-
finida, com tanto que os tubos sejam de boa qua-
lidad- e que o trabalho seja cuidadosamente fei-
to. Excepto em circunstancias excepcionaes,
lelizmente mui raras, d'obstrucces nos aque-
ductos, a drainage funcriouar. "em quanto os
tubos conservaren! a sua consistencia e n sua
forma
( Agricultor Paulistano.
ilha do Rheno: a outra, foi a faganha dos luvas
encerada?. Por ventura nao a conhscets '? Ouvi
enio; isso vale a pena que se 0115a.
Era no attaque de urna cidade nas guerras
da Fronda. A brecha era apenas prattcavel, e o
melhor exercito de cerco d'ahi tinha silo re-
chassado com urna perda enorme. Os mosque-
teiro negro.* ahi eslavam em toda a coquoUria
de seu uuif, rmo, bandas, penachos, luvas per-
fumadas; o riain-so bandeiras despregadas
cada choquu dos soldados .la linha. Estes sol-
dadus os ouviam e rsngiam os denles. Por fim
liouve um murmurio e depois um grito :
Avaucem os Luvas Enceradas.
* Ellos qupri.ira ver esses risonhos balidos por
sua vez. Ento a brigada dos mosquoteiros avan-
ga e leva a brecha de assalto, deixando nella um
terco de sous homens. O general em chefe fez
desfilar diante deseu estandarte o exercito intei-
ro, o qual sa.idou-o iuclinando seus estandar-
tes.
Nao 1 muito pouca gente, continuou Guv,
qualquer que seja sua natureza, sujeita o
medo phvstco no campo de batalha. Nao creio
que Paria fosse um cobarde quando fuga diante
de Menelo ; Helena nao menos o pensava. aiu-
da que muilas vezes o atormentasso esle res-
peiio ; se assim ose, ella nunca mais ter-lhe-
hia fallado. Julgo antes que este senilmente era
o de ura certa guarda do curpo de nosso eonhe-
ciraento. que disse. recusando a prova de um en-
contr, que elle se devia suas dancarinas, e
que isto 11,10 lhe permiltia expr-'se le um olho
estragado.
Quem sabe, perguntou Bruce, nao era o re-
morso que o fazia fugir dianle d'aquelle. quem
elle oflendra ?
Esle homem era cheio de sentmentos moraes ;
entretanto examinando-o bem. cava-se couven-
cido que esles sentmentos tinham antes sua ori-
gem em urna propenso natural para a contradi-
gao, e no desojo de lornar-se desagradavel, do
que naflneza de seus principios.
E' absurdo, replicou Levingstone, nao era
elle pago, pago assaz inmoral ainda ? E' a
proposito de debochados, mais desenvolvidos
pola educago, que alguem dlsso : O remorso
nasce do abandono, e nao di falla. Nesse mo-
mento, os muros do Tioya anda eslavam soli-
dos. A Sra. Ruina, poudo-se cm grande toilette
liara acolho-lu em sua volta. eslava em seguran-
(a atrs driles. Nao ha admiraeo alguma que
Menelo desejasse te srdcntemante esse duel-
lo ; elle tinha apenas de arriscar seu abandono
contra as felicidades do triumphanle Pars.
(Canlinuar-se-ha.)
PERN. -TYP. DEM. P. DE FARIA.-t880


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