Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09160


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Full Text
Mlt IXXV1. NUMERO 260

Por tres mezes adianlados 5$000.
Por tres mezes vencidos 6$000.
. > .;. !.f,-.ii
SEXTA FEIHA 9 DE HOTEHBRO DE 18(1.
Por anuo ailiantado 19000
- Porte franco para o subscritor.
ENCRREGA.DOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da SiWa ; Aracaty, o
Sr. A de Lemos Braga; Cear.oSr J. JosedeOli-
veira; Mara.nb.ao, oSr. Manoel Jos Martins Ribei-
uimares ; Puhy, o
es Jnior ;yar, o
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
ro Guimares ; Puhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moraes Jnior ;Par. o Sr. Justino J. Ramos;
l'AKllUA UO CUrtKElUs.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianoa e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Aolo, Rezcrros, Bonito, Caruar, Alliuho e
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d' Alho, Nazareth, Liraoeiro. Brejo, Pcs-
queira, Ingazera, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury o Ex as quartas-feiras.
Cabo, Sirinhera, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua preta, Piraenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partera as 10 horas da manhaa
EPHEMEIUDES DO MEZ DE NOVEMRRO.
6 Quarto minguante as 6 horas e 57 minutos
da manhaa.
12 La nova as 10 horas e 16 minutus da tarde.
20 Quarto cresceule as 6 horas e 33 minutos
da manhaa.
28 La cheia as 9 horas e 18 minutos da manhaa.
PREAMAR DE IIOJE.
Primeiro s 1 hora e42 minutos da manhaa.
Segundo a 1 hora e 18 minutos da tarde.
|audinecias DOSTRIBUNAES DA CAPITAL
Tru una' do commercio : segundas e quiutas.
Kelacao tersas, feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas 6 sabbados as 10 horas,
j'.oizo do commercio: quart'is ao meio dia.
Di t de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira Tara do civel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel ; quartns e sabbados a urna
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
5 iiV 6 Terca. 5* Severo b-' s- Alhico b.; S. Leonardo.
7 Quarta. S. ."'venci b.; S. Tessalcniea m.
8 Quinta. S. Sever.7,no e seus companhciros.
9 Sexta. S. Theodoro m.,' s- Orales ra.
10 Sabbado. S. Andr Avclino bogado.
11 Domingo. O patrocinio de Nossa Penhora.
E.NCRKEGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagoas. o Sr. Clnudino Falcao Dias; Bahia,
Sr, Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao I'ereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de
Faria, na sua livraria praga da Independencia ns.
o e 8.
PARTE 0FFICIAL.
ministerio da fazenda,
HlXlI.ltlKMO
das alfandegas e mesas de rendas.
[Conlinnarao.)
Secro 18.
Do guarda-mr.
CAPITULO 4.
D03 KSTRErOSTOS.
Art. 215. Os armazens, trapiches, ou edificios
especiaes, destinados para depsitos de merendo-
nas importada* cora deslino a porto, on territo-
rio estrangeiro, denominar-se-ho : Entrepos-
tos.
Arl. 215. Os effeilos da entrada, ou importa-
rlo de mercadorias, sendo expressamente destiu
nadas para porto, ou territorio esslrangeiro, o-
pira transito ficam suspensos durante o seu de-
posito em algum ei\treposto, radiar.te as forma-
lidades estibelecidas no presente regulamento
nico O enireposto, quanto percepcao
dos direilos de consumo das mercadorias impor-
tadas em virlude desta faculdade, assemelhado
a territorio estrangeiro.
Art. 216. A entrada das mercadorias no entre-
posto peder ter lugar nos seguintes casos:
1." De importacao directa por mar, on pelos
ros, e aguas interiores das provincias do Ama-
zonas, e do Grao Para, na forma das eonvences,
ou tratados ecelebra los, e dos regulamenos" lis-
caes expediJos na frraa do arl. lu.
2.a De transferencia do um enlreposto para
outro.
Arl. 217. Os enlrepostos sao pblicos, ou
particulares.
1." Os antrepostos publicos sao armazens
internos, ou externos da alfandega, sujeilos sua
on todo o seu carregamento; 6., era geral |cripces relativas a mais de um deposito conce-
pessoas que inspiren) confianga, para simples dido ao mesmo depositante.
v'silJV Art. 239. Na guia deque trata o artigo ante-
nico. Exceptuam-se desta prohibiclo : 1., | cedeule so mencionar o theor dasdeelarages
os empregados das alfaodegas, e autoridades relativas morcadoria, nomo da erabarcaco que
judiciarias, ou administrativas, quando forem
em servico de seus empregos, ou cargos, preve-
nido o respectivo inspector da alfandega, ou ad-
ministrador da mesa de rendas ; 2., os indivi-
duos empregados no servico do enlreposto, nos
horas competentes, ou em que devo ter lugar o
mesmo servico.
a houver transportado, e o do seu depositante,
data do termo de deposito, numero do livro. e
di ful ha em que este termo for lavrado o assig-
nado.
Arl. 240. O depositario, ou administrador do
enlreposto obrigado a leraelter no inspector
da alfandega, no proprio dia em que se verificar,
Art. 226. Os enlrepostos nao poderao servir ou o mais lardar no seguinte, nao sendo feriado,
para embarques, desembarques e passagens do
mercadorias que nao sojo destinadas a sen de-
posito, ou estiverem tulles depositadas, na for-
ma dos arligos antecedentes.
Art. 227. As portas permanecerao sempro fe-
chadas, era quanto o expediente de entrada e sa-
bida, ou conferencia das mercadorias nao exigir
o contrario ; devendo o expediente da sahida ni-
camente ter lugar em horas certas.
l. Era quanto as portas se conservaren! a-
bcrlas para entrada e sahida das mercadorias,
conhecimento extrahido do livro de talo das
mercadorias que receber, o qual contera '
1." Todas as declaracoes constantes da guia
do que trata o art. 239.
2." A dala da entrada, e declaraco de se
acharem era bom estado, ou sem avaria.
3. A verba da conferencia das mercadorias,
lancada pelo empregado que a flzer.
nico. Por este conhecimento se formar
carga ao enlreposto no competente livro.
Art. 241. Os volumesj depositados tero um
haver pessoas de confianza, ou vigas as por- I rotulo em que se declare o seu nutrn
tas, nos armazens, cocinas e lugares de deposi- contramarca, embarcarlo a que perlencem e nu-
lo, que vclem sobre a guarda das raesmns mer-
cadorias. e especialmente de seus rtulos, ou
marcas.
2 Quando seja necessario abrir o enlrepos-
to para entrada e sabida de qualquer genero, pa-
ra beneficio das mercadorias, ou para qualquer
outro fim, a administrarlo confiar a chave do
armazem ao fiscal, ou algum outro empregado.
que ser obrigado a dar parte por escriplo do
movimento de fazendas que houver nesse dia, a
qual ser rerantlida seccao competente para asi
conferencias precisas com a escripturaco do de-
posito.
A't. 228. Era nenhnm enlreposto se poder
entrar de noite, seja qual fr o pretexto, salvo o
caso de que trata o arl. 177, procedendo-so na
forma do mesmo artigo.
Arl. 229. Para qualquer genero, ou mercado-
directa e mediata adminislraco e liscasacao, i na repjtar-se disliiwdo a enlreposto, e ser ahi
tnantidose cusleaios pela fazenda publica, e ex- I recebida em deposito, misler :
elusivamente applicados guarda, e deposito de
mercadorias cxpr?ssamrnle importadas com des-
tino a porto, ou territorio estrangeiro.
2. Os enlrepostos particulares sao arma-
zens, ou trapiches eslabelecidos com licenca e
approracio do ministro da fazenda, administra-
dos, mantillos o costeados por conta de particu-
lares, ou de associaedes commrrciaes, nos por-
tas, OH lugares para "esse fim habilitados, sob a
immediata directo e liscahsaco do inspector
d.i respectiva alfandega, e applicados ao mesmo
fin que os enlrepostos pblicos.
Art. 18. A concesso dos enlrepostos parti-
culares meramente pcssoal. nao pudendo ser
transferid sem autorisacS do ministro da fa-
zenda ; e cessar nos casos de ausencia, fuga,
fallencia, pronuncia, por crirae contra a proprie-
dade, e por qualquer fado, ou accidente, em
virlude dj qual o individuo fique por direito pri-
vado da ftdministraco de sua pesada e bens
Arl. 219. A' concesso de enlreposto parlcu-
ldi U^vm uroctfdr ;
1." Pedido per escriplo do dono do edificio
destinado pira esse fim ou do seu locatario, ou
usufrucluario, instruido com documentos que
provem n propriedade, ou o uso e gozo do mes-
mo edificio.
2. Exame do edificio sobre sua capacidade e
seguranca, feito por peritos da nomeaco do ins-^
peclor (la alfandega, e informaco desle, e das
thesourarias de [aseada as provincias, ouvida a
comraisso da praga do commercio respectiva,
onde a houver, e na sua Calta, a cmara muni-
cipal do lugar.
3." Plano, ou planta do edificio geral, e espe-
cial do seu interior, e de suas pontos de des-
carga.
4. Babilitaco do impetrante, por que conste
que pessoa abonada ; po^ndo este requisito
supprir-se com flanea idnea, ou cauro, cuja
importancia ser arbitrada na cooformidade das
leis de ftzenda.
5. Documentos que provem que o impetran-
te se acha livre do pena, ou culpa e no gozo e
livre administrado de sua pessoa e bens.
Art. 20. Na carta de concesso se menciona-
r : 1., e numero dos armazens, cocinas, ou
repartimenlos do que se torapozer o enlreposto
particular, e sua capacidade ; 2.", o numero de
suas portas, jauellas, oculos e aberturas de qual-
quer especie ; 3., a qualidade das mercadorias
que exclusivamente podem ser nelle deposita-
das, e a quantidade dos volumes, ou dos gne-
ros, o objectos a granel que pode receber.
Art. 221. Os entrepostos particulares tero o
menor numero possivelde portas, ou sbilas para
a trra, ou pora O mar; conservanlo-se abortos as
que frem destinadas pelo respectivo inspector
da alfandega, ou administrador da mesa de ren-
das, para o expediente diario, nicamente pelo
lempo que este durar. Cada urna das perlas de
sahida, pju entrada lera duns chaves deseneon-
tradas, que serio confiadas, urna ao competente
fiscal, que a depositar, no fim do expediente,
na mo do porleiro da alfandega, ou no lugar
que o inspelor designar, e a oulra ao dono, ou
administrador do enlreposto ; e somonte com o
concurso de ambos poderao ser, ou conservar-se
abortas as raesmas porlas.
nico. A9 chaves das domis portas, janel-
las, ou aberturas, que n.o forem de uso habitual,
estaro sempre encerradas em cofre especial,
das, e esiis tero o destino cima designado pa-
ra os das portas de entrad*, ou sahida
Arl. 222. Fica absolutamente prohibida a mo-
rada, ou residencia de qualquer pessoa dentro do
entrepnslo particular.
nico. Excepiuom-se a do administrador, e
do fiscal do enlreposto e a dos guardas, nu vi-
gas, para sua seguranc.a, que dever ler lugar
em repartimentos especiaes, separados, c sem
communicaeo com armazens, cochias ou luga-
res de deposito, e guarda de merca lorias.
Art. 223. A escolha de lodo o possoal dos en-
lrepostos parilculares, inclusive do administra-
dor, quando este nao fr o proprio concessiona-
rio, fica dependente da pprovaco do respecti-
vo inspector da alfandega, ou administrador da
mesa de rendas, que, sempre que o julgar con-
veniente aos inleresses licaes, poder suspen-
der por lempo certo, ou despedir o proprio ad-
ministrador, ou qual iuer dos seus empregades,
ou operarios.
Art. 224. O administrador, do enlreposto pu-
blico ser escolhido pelo ministro da fazenda
d'enlre os empregados mais idneos da alfandega,
ou mesa de rendas, ou de qualquer oulra repar-
tido de fazenda : todo o mais possivel ser li-
rado da alfandega, ou mesa de rendas, pelo seu
respectivo chefe.
Art. 225. Nenhuma pessoa poder, sob qual-
quer pretexto, ler entrada nos enlrepostos sem
licenca do inspector da alfmdega, ou adminis-
trador da meaa de rendas a qual pode ser geral
e sem limitiQo de vezas, ou especial para algu-
mas vezes, em cada mez, ou para urna s vez,
ou para cerlo da, ou hora, s seguintes classes
do pessoas: 1.. assignantes da alfandega ; 2.,
donos, ou consignatarios em deposito, e seus
caixeiros competentemente habilitados na forma
do capitulo 7. do titulo 5. ; 3.a, correlores, e
despachantes; 4., compradores; 5., capilaes
dos navios que nelles tiverera depositado parte.
1. Que no manifest da embarcarlo que a
Irn portar se fa$a expressa declaraco : 1., de
que se destina a enlreposto ; 2.", de sua qua-
lidade, quantidade, numero, medida, ou peso ;
3., da quahdade, quanlidade, numero, marca e
contramarca do volume era que vier acondicio-
nada.
2. Que o dono, ou o consignatario da mer-
esdona, dentro do prazo de doze dias, contados
da data do ntrala da referida embarcaro, ra-
tifique essa declaraco, em que mencionar lu-
do quanto se exige para os despachos para con-
sumo ; e que assigae o competente termo de de-
posito.
3." No termo de que trata o antecedente o
depositante se ebngar a salistazer lodas as des-
mero da guia da entrada e quaesquer oulras cir-
curoslancias que facililem a procura e inspeceo
dos mesmos volumes.
1 As mercadorias a granel sero separa-
das por meio de paredes de. taboas, na frente
das quaes se collocar o referido rotulo.
5 2 O depositario, o fiscal do enlreposto e os
encarregados da guarda e vigilancia do enlre-
posto velaro na conservaco dos referidos
lulos.
Art. 22. As mercadorias ou volumes serao
arrumados de modo que (orne primeira vista
fcil a sua nspeecao, exame e separarlo ; de-
vendo ser encanteirados em lugar sece, e so-
parado das paredes de alvenaria, a fim de evitar
que so avariem ; o nao poderao ser transferidos,
mudados ou removidos de uns para outros luga-
res do enlreposto sem sciencia do depositante, o
licenca da alfandega ou mesa do rendas.
Arl. 23. As mercadorias granel poderao
ser enfardadas ou acondicionadas era envoltorios
de qualquer especie, custa du depositante ou
dono da mercadoria, com licenca da alfandega
ou mesa de rendas, mediante as cautelas e con-
ferencias necessarias, e assslencia de um empic-
hado designado pelo chefe da competente repar-
lico fiscal ; fazendo-se os respectivos assenlos,
em que se devem notar: a quanlidade da mer-
cadoris que contiver cada volume, sua qualida-
de, marcas, contramareas e nmeros que se llios
tiver dado, lavrando-se de ludo termo era livro
especial.
1 Os volumes poderao ser divididos em
dous ou mais, composlos ou de qualquer forma
transformados, com as raesms* cautelas e de-
raro amostras de cada urna partida, ou marca,
ou forca alcohlica, que sero encerradas era
garrafas, ou vasos proprios, lacrados e sellados
com o sello da alfandega, ou mesa de rendas;
indicando-se em rotulo, que lhe ser posto, o
volume a que pertence. Estas amostras serao
depositadas, e postas era boa guarda em lugar
especial e fechado, cujas chaves sero entregues
ao fiscal da alfandega.
3 Nos casos do falta, descaminho de volu-
mes ou de mercadorias, daino, avaria, ou qual-
quer prejuizo que soffrerem as mercadorias des-
de o acto de sua descarga, ou desembarque as
puntes do enlreposto, al a effectiva retirada, ou
sahida, e, vico-versa, at o acto de seu embar-
que, se observar o capitulo 5 do prsenle titulo,
e mais disposicoes do presente regulamento.
Art. 250. Para a sahida, retirada, ou mudenca
de mercadorias do enlreposto mister ordem da
alfandega.
Esta ordem deve conler:
Io Todos os requisitos exigidos pelo art. 239
para as guias de entrada.
2 O numero e data do despacho de consumo.
quando tiver esse destino, e do transito, quando
seguir por mar, ou por trra para porlo, ou ter-
ritorio estrangeiro.
Art. 251 As mercadorias que esliverem com-
prehendidas na ultima parle do artigo anteceden-
te sero conferidas e acompanhadas ate o seu
embarque, como dispoc o presente regulamento
a respeilo dos despachos de reexporta .'o.
Arl. 252. Os depositantes sero obrigados a
velar na couservago das mercadorias, e no caso
ro- j de omisso de sua parte, o depositario os con vi-
dar por escriplo para cumpri-lo; e, sendo ne-
sesaario, a reparlicio fiscal, vista da paricipa-
bo do administra lor do enlreposto, o exigir
formalmente dos depositantes, marcando-lhes um
prazo razoavel para que prestem s suas merca-
dorias os cuidados necessarios.
nico. Se o depositante nao salisfizer a esta
equisic.io, as mercadorias sero consideradas
domo abandonadas, e vendidas era leilo por
mo. na forma do capitulo 6o do presente
rasua
tuto.
I Arl. 253. Para os gneros de produeco, ou
manufactura nacional, sujeilos a direitos ou im-
pbstos. ou fiscalisago, haver enlrepostos es-
peciaes, publicos, ou particulares
nico. Os entrepostos do mercadorias cs-
trangeiras pdem ter, mediante concesso na for-
ma regulada pelos aris. 217, 2". 218, 219 c
2 o, armazens subsidiarios para deposito dos
guneros du paiz, os quaes tero escripluraco
especial.
Art. 251. Par que um volume de gneros de
produeco e manufactura nacional possa ser ad-
mittido era algara enlreposto publico, ou parti-
cular necessario que preceda licenca do ins-
pector da alfandega, ou administrador da mesa
del rendas, concedida em virlude de requerimen-
rumaco, e beneficio qne receber a mercadura
durante a sua oslada, e direitos respectivos, no
caso de ser vendida para consumo logo que se
>'iioci o termo do dopoeto, quon.la n <,in prA-
ducto nao cubra a importancia de taes despezas,
e direilos.
i. As doclaraQes dos manifest? relativos s
mercaderas destinadas a enLepo3to se julgaro
de nenhum effeilo se nao forem ratificadas na
forma do i? 2.
Arl. 230. Sero excluidas do entreposlo :
1". As mercadorias arruinadas, ou averiadas.
2 Os animaes vivos.
3. As armas e municoes de guerra.
4. As mercaduras *de diminuto valor, ou
quantidade.
5." As joias de ouro e prala, e as pedras pre-
ciosas em bruto, lavradas, ou em obra?.
6." A bagagem dos pass3geiros.
7. Os gneros inflaminaveis e semelhanles.
Arl. 231. Nos entrepostos particulares pdem
ser nicamente depositados : t., as mercader-
as estrangeiras constantes da tabella n. 7 ; 2 a
agurdenlo, ou outro qualquer liquido alcohli-
co acondicionado em cascos, qualquer que seja
a sua origem, procedencia, ou destino ; 3., os
productos dos estados limitrophes, que liverem
convences especiaes cora o imperio, o que em
embarazos nacionaes, ou dos mesmos estados,
sejam transportados pelos ros, e aguas interio-
res das provincias do Amazonas, e Para, desti-
nados ao enlreposto que se establecer na capi-
tal do Para, provada a sua origem por documen-
te aothenticado por agente consular do imperio,
ou por qualquer autordade local, na forma do
art. 400.
$, nico. Para a plvora, municoes e arma-
mento de guerra, haver entrepostu publico, pa-
ra este fim especialmente dpstiondo, ou algum
edifflcio, fortaleza, ou armazem a cargo do mi-
nisterio da guerra, ou da marinha.
Io Noar
clarares cima exigidas, quando t->nham de ser
pozas de arraazenagem. embarque, desembir-' retirados do entreposlo para seguirem para por- toldo sea dono, ou consignatario, a qal dever
que, deposito, locaco. guarda, condueco, ar- tos estrangeiros, ou depois do despachados para conter. alm das declaracoes exigidas no art.
consumo. 22V
2o As mercadorias poderao ser trasfegadas e
beneficiadas, e mudar de envoltorios, mediante
" ?las cima exigidas, quando to-
iiham de ser retirados do enlreposto fiara segui-
rem para porlos esirangeiros, ou depois de des-
pichados para consumo.
S 2o As mercadorias poderao ser trasfegadas
e beueficiadas, e mudar de envoltorios, medi-
ante as mejmas cautelas cima exigidas.
3o As operares permitlidas pelo presente
artigo sero feilas custa das partes.
4o As marcas, contramarcas e nmeros pri-
mitivos sero transportadas para os novos en-
voltorios nos casos dos $3 Io e 2 deste ar-
tigo.
Arl. 241. Os lquidos alcohlicos deteriorados
ou enflaquecidos pela evaporaco abaixo de 45
graos do alcoometro centesimal, na temperatura
de 15 graos do (liermometro centgrado, poderao,
mediante previa autorisacio da administrarlo e
cauco dos direitos de consumo, ser retirados do
entreposlo para serem beneficiados sob a guarda
e vigilancia dos empregados.
Io A retirada se operar, feita a declaraco
e verificado, em virtude de seu despacho.
ns. 2 e 3, as seguintes:
me, domicilio, e profisso do que pro-
tende o deposito; origem da mercadura, ou lu-
gar da sua produecu ; modo e lugar por onde se
eii^i.iuou seu transpone.
2" Entreposlo para onde a'destina.
3o O lempo provavel de deposito.
Uoico. Esle requenmento deve ser instruido
com a guia da mercadoria, do lugar de sua pro-
cedencia, a respeilo dos gneros que nocessita-
rom desta formalidade, ou certido do manifest
dabmbarcaco que a transportou, com o conhe-
cimento ou ttulo do dominio, ou consignacu,
prolcuraco, ou poder que lem sobro ella ; guar-
dando-se em tudo o mais as disposicoes dos ar-
ligos antecedentes relativos s mercadorias es-
trangeiras, na parte que lhes forem applicaveis.
Art. 255. Todas as caixis com assucar que fu-
retri depositadas sero pesadas na occasio de
tie se acha na livre posse ii administrarlo 'des fiscaes, nao s no que loca sua adminis-
bens, e que nao esl fallido. trac.?" e fiscalisaco, como no que respeta res-
2 Que se
de seus
3. Que a mercadura do seu livre dominio,
para o que exhibir conhecimento de carga, ou
qualquer outro titulo, ou documento quo prove
a propriedade.
4. Qual e o valor da mercadoria, vista da
factura.
5. Que o frete se acha pago, ou nao devido.
l. Os conhecimentos do carga, facturas, e
outros documentos do que trata o n. 3." deste
!"'s' |flc!rl deposi!afS na aJdTlega e"! co,rei^. p"elo"queU" a"faada publica fr res-
espccial, sob um rotulo com declaraco do un- ponsavel. >i its
mero do tilulo, do livro de talo, e da'folha res-' s 1 \e nn0i;,a -i, .i a .
pectiva. at serem resgatados pelo litu.o ou bi- ; doiis .ffi^rillS
Ihete na eceasiao da entrega da mercadoria. .,> ,., c,, i:.,-.., 7 7. "
2.o Nao se entregar o? titulo, ou bilhete de ; ^oTX^^T "*"'"' adm""S-
deposito, ao fallido, ou pessoa que por qual-, despacho
polhoses ser passado ao administrador da rnasL S** 6ca ra* rcad^e^a'rii/."oK
a^uraCd0^^
pessoa que legtimamente o representar. 266 disposicao do artigo
no MSSSS^ PaSSa" reC,b d t,Ul A'f'-- 275" ,A gU"ia e '*'aBel- d0
Ar.. 26. O tilulode que trata o artigo antece- So d ..(""'*?.? T^'HL
dente poder comprehender os volumel depusi- : ^a?, .? i1 ^
..... a- I Ari. z/o. Arrecalar-se-ha nos enlrepostos urna
retribuico, na razoda dimenso, peso, ou qua-
ponsabiiiJade de qualquer origem, de seus do-
nos ou administradores, e liqafdacio de seos al-
cances, ou fallas, os quaes sero" para este fira
considerados eraprt\gadus fiscaes. e, como taes,
sujeilos a tudas as obrigacoes, indemnisages o
penas, a que ni forma do presante regulamen-
to, e mais disposicoes da legislaco de fazenda,
esto sujeilos os responsaveis p"or dinheiros e
valores do eslado, ou de particulares em sua
ou mesa de rundas, no seu
entrega ou saluda.
entrepos-
administra-
lados, ou mencionados nos conhecimentos de
carga, parcial ou integralmente ; fazendo-se as
precisas averbares nos referidos conhecimentos
e livro de doposito, e no talo ; mas nunca par-
te de um volume, ou algnmas mercadorias per-
lencenies um, ou outro envoltorio.
1. Dos volumes depositados, ou constantes
do um conhecimento, guardada a regra da ultima
parto deste artigo, poder a alfandega dar um. ou
mais ttulos.
2." O primeiro ttulo, depois de annullado,
poder ser substituido, pedido do depositante
por outros ttulos parciaes, observadas as dispo-
sicoes dos arligos antecedentes ; fazendo-se nos
respectivos conhecimentos e documentos as du- I
vidas notas.
Art. 265. Os depositantes, ou seus succossores
leem o direito de fazer verificar sua cusa a
late e qualidade da mercadura constante de seus '
quanlilitulos : e toda a vez que isto se realisar se
far eracada ora titulo especial mencu deste fnclo
Art. 266. Depois da expedigo dos bi I leles de
deposito de que tratara os arligos anlecedcn'.cs
nao se poder proceder mudan:a do envollo- j
nos, transferencia de deposito, despacho, sahi-
da, arresto, embargo, penhora 011 qualquer outro ;
aclo aleatorio, seno vista do respectivo titulo j
; 5 nico. Exceptuara-se os seguintes casos : !
1.", dosubstituico de envoltorios beneficio das I
mercadorias, sen lo necessaria, passando-se para \
os novos as marcas, contramarcas, nmeros o
rtulos dos antigos ; 2.". de consumo, nu abau-
dono, vencido o lempo marcado ; 3., de incen-|
dio, e oulros de forca maior; 4.u, de extneco, I
ou suspensa) do entrepos'to ; 5., de ruina ou
concert do edificio.
Art. 267. A transferencia de propriedade das'
mercaderas depositadas se opera na forma da
legislaco em vigor por forc do endosso dos bi-
llieos do deposito, os quaoj seru equiparadus
.... ,.u.,i.....;4.j. j~ o., oi uo cuuigo cora iner-
cia I, aos conhecimentos de carga.
nico. A transferencia dever ser averbada
nos assenlos respectivos.
Art. 268. No caso de ttulo, ou bilhete de de-
posito, nao poder ser fornccido outro, e era en-
tregue a mercadoria seno um mez depois de an-
nuncia Ja a referida perda nos peridicos de maior
circulaco, e por editaos aflixidos na praga do
commercio, ou nos lugares mais publico'-, nao
leudo comparecido alguem reclamar o seu di-
reito.
sua|enlrada em presenta do fiscal e antes qu
se lirein as amostras.
A|rl. i56. Ser tolerada a differenca de tara
para menos do verdadeiro peso da caita : at 16
libras, quando o seu peso nao exceder de 40 ar-
robas; al 24 libras, lendo de 41 a 48 arrobas;
e at 30 libras, lendo de 48 arrobas para cima
? 2o Dos lquidos nao restituidos ao. entrepos- Toda a caixa com o peso cima mencionado, ou
lo, lindo o lermo marcado para a referida li- superior, cuja differenca na tara fr menor que
cenca, cobrar-so-ho os respectivos direilos. a tolerancia permillida, no caso de niauifesta
3o O prazo da licenca ser precedentemente fraude, ser apprehendida, e em todos os mais
regulado pelo inspector da alfandega ou admi- caso^ ter lugar a multa equivalente a duas ter-
nislrador da mesa de rendas, nao pudendo lodo- cas partos do valor da differenca, em beneficio
via exceder do 8 at 15 das. 'do eoiprpgado que a verificar.
Arl. 245. A disposico do artigo antecedente Ar|. 257. Ser lambem apprehendida toda e
fica extensiva : j qualquer caixa que, com qoanto lenha a tara
Io A quaesquer objectos que lorem importa- exaclD, ou a differenca tolerada, fr encontrada,
dos com o fim de serem concertados ou melho- pelo xame feito, com qualquer vicio, como seja
rados as fabricas do paiz; i assucbr brinco as caberas, raascavo no centro,
2o As vestes, decorares e objectos perlencen-' corpok heterogneos, ele, na Corma do artigo
les compauhias lyricus, dramticas, equestres ( 612, j 7o.
lidade de cada volume, por cada mez, pelo'seu
deposito, guarda, ou armazenagem, alm das
despezas de embarque e desembarque, de con-
ducho o arrumaco, c as de beneficio, se esto
so realisar. Em tabella especial, organisada pelo
ministro da fazenda, se marcar o quantum da
retribuico de cada especie dcsles servicos.
nico. Esta retribuico e despeza sero pa-
; gas no fim de cada trimestre. O facto da falta
de seu pagamento nu fim de um semestre, im-
porta abandono di mercadoria, que ser arre-
matada por consumu por corita de quera per-
tencer, na formo do cap 6" do prsenle titulo.
Art. 277. O lempo de entreposlo para as mer-
cadorias suscepliveis de corrupeo ser de seis
mezes, e para as demais ser limitado ; guar-
dada todava a disposico do nico do artigo
antecedente, no caso de falla de pagamento nos
prazos devidos, dos despezas do seo deposito,
guarda, conservaco e beneficio e semelhanles,
I a que se refere o mesmo artigo, e quaesquer
oulras relativas ao abandono, ou consumo.
Arl. 278. Aos depositarios fica garantido o di-
reito de reicnco das mercadorias sob sua guarda
por todas as despesas de que traa o art. 276,
salvo o caso de consumo, no qual ter direito
de iudemusar-se por intermedio da alfandega,
pelos particulares, de seu costeio, seguranza,
aceio, guarda, condueco, bens do depositante,
ou de seus fiadores, quando o produelo das mer-
caduras vendidas por consumo, on abandona-
das, deduzdos os direitos que deverem, nao che-
gue parado pagamento das referidas despezas.
Arl. 279.Todo o dispendio cora o pessoal dos
enlrepostos particulares, de seu costeio, seguran-
za, asseio, guara, condueco, arrumaco, con-
servaco e beneficio das mercadorias, "deposita-
das correr por corita de seus donos, ou admi-
nUlrxtnroo. c.U. -, <>mnieaen nrevisla nelo
artigo 2i6.
Art. 280. Os administradores dos entrepostos
particulares sero obrigados a remelter no prin-
cipio de cada mez urna demonstrarlo dos volu-
| mes, ou mercadorias entradas e sabidas aurante
o mez antecedente, acumpanhada de urna rcla-
. Cao das que existirem, sob pena de multa de rs.
10000d al 1:0003000, e na reincidencia de sus-
pensao da admiuistracao, ou de. enlreposto.
Art. -281. As disposicoes dos arligos 262 a 268
licara extensivas s mercadorias depositadas em
i quaesquer armazens, e depasitos internos, ou ex-
' tornos das slfandegas, e mesas de rendas
Arl. 2s2 A autorisaco para abertura de ar-
mazens, trapiches, e depsitos alfandegodoi, po-
der ser dada em quaesjuer porlos alfandega-
dos, ou habilitados em que houver alfandega, ou
meza de rendas, e nis eslaces das estradas de
1 ferro, na furnia dos arls. 217, 2 218, 219
e 220.
8
j nico. Nos lugares prximos aos porlos ha-
g 1, A entrega da mercadoria, depois de
preencliidas as formalidades, o decorrido o pra-
zo desle artigo,desonnrao depositario de tola a
responsabilidade, salvo parte o recurso legal
contra a pessoa que a tiver recebidu, ou quera de
direito fr.
2 As despezas dos annuncios o diligencias
correro por conta do depositante.
Art. 269. O balanco dos entrepostos ter lu-
gar ao menos urna vez por anno ; excepto o dos bullados, ou situados as margens das enseadas,
que furem destinados aos lquidos sujeilos, ancoradouros, moles, ou surgidouros nao se po-
direitos, o qual lera lugarnofim de cada semestre. dero estabelecer ou abrir trapiches e armazens
as referidas pocas, o inspector da alfande- para guarda de mercaduras, e depsitos de qual-
ga, ou administrador da mesa de reodu3 nomea- quer especio, sem autorisaco ou licenca ; e to-
ra para esse fim dous, ou mais empregados!1'03 os que exislirem, ou funecionarem em taes
idneos, dandu-lhes as inslrucces que forem lugares licaro sujeitos fiscjlisaro e inspeceo
necessarias para o deserapenho do sua cora-! das alfandegas, ou mesas de rendas, como os ar-
missao. mazens, ou trapiches alf.ui.legados.
Arl. 270. O receuscamenlo a que se reTerc o, Arl. 283. Tolas as disposicoes relativas ao re-
artigo antecedente se vincar vista da cscrip-' gimen dos enlrepostos particulares, e raercadu-
e semelhautes, que vierem funmonar no impe-
rio ; nao pudendo, em um e outro caso, o prazo
da ultima parle du mesmo artigo exceder de 6
mezes:
ou artefactos quo
ou represeutoco
do bene-
Art. 232. A's mercadorias infl.immavcis c se-
melhanles, que nao podem ser recebidas nos ar-
mazens da3 alfandegas, ou n,io forem despacha-
das na forma do art. 453, ser facultado o depo-
sito em enlreposto especial, publico, ou particu-
lar, ( se o houver) no qual se nao poder ad-
mitlir oulra qualquer mercadoria.
Nos demais entrepostos observar-se-ho as
disposicoes do art. 201, a respeilo da recepQo
dos gneros infla mina veis c semelhanles mitlido ,irar amoslras com ,cenca do tnspeelor,
Art. 233. Podem ser admittidos era qualquer ( da a|f,nuef?(, 01l uo administrador da mesa de
enlreposto: rendas, e na presenca de um empregado espe-
1. AS provisoes e sobresalcnts dos navios. ; talmente designado para este fim : corren-
quo nao forem neccssjnos para o consumo de do por conla daquelles lodas as despezas de
abertura dos volumes, sua arrumaco e seme-
3o A quaesquer productos
forem destinados a exposico
publica ;
4o As mercadorias que precisaren)
Ocio.
Artl 258. Quando, leiios os necessarios exa-
mes para so verificar a fraude suspeilada, se
acharla caixa as circumstancias deque trata a
primeira parle do ait. 256. ser emendada a tara
que tiver, pnndo-se a verdadeira com a marca
forem necessarios
sua trpolo(;o duranle sua estada no porto.
2. Os objectos salvsdos dos navios naufra-
gados.
3. O carregamento total, ou parcial dos na-
vios arribados.
Art. 234. A designaco do entreposlo para de-
posito do mercadorias compete ao inspector da
alfandega, ou administrador da mesa de rendas ;
devendo todava ler em attenco o pedido, e in-
dicaco do depositante, sempre que fr possivel
nao offender os inleresses da
lhanlcs.
Art. 247. Do assucar nao ser permiltido tl-
rar-se amostra, alm do oilo libras de cada
caixa: toda a differenca que se encontrar para
mais ser indemnisada pelo vendedor ao com-
prador, e aquello pelo dono ou administra-
dordo enlreposto, deposito, armazem ou trapi-
che alfandegado, excepto :
Io Quando as caixas se demoraron) nos mes-
mos enlreposto, deposito, ele, por mais de seis
e nao ollender os inleresses da liscalisac).
Arl. 235. O deposito em enlreposto particular mezes ;
s poder ser permiltido aos negociantes que fo-! 2o Quando o assucar esliver hmido e melar,
rera assignantes das alfandegas ; licaudo todava I ou seja por se ter molhado antes de entrar para
excepluados desta disposico os donos, ou con- o referido entreposlo, deposito, etc., ou por m
signatarios das mercaderas do que tratara os '. qualidade de seu fabrico.
t'irac.io e documentos da alfandega, ou mesa de
rendas, do entreposlo, e lo inventario a que iin-
mediaiamcnte se dever preceder.
nico. No que toca aus lquidos sujeilos a
direitos, os empregados encarregados do recen-
seamento procedero com a mais rigorosa exac-
tido ; e sobre as
licaro :
a ils. 232, 233 e 253.
Art. 236 O inspector da alfandega, ou o ad-
ministrador da mesa de rendas poder conceder
transferencia de deposito de uns paia oulros en-
lrepostos, particulares ou publicos, situados no
raesme poilo.
Art. 237. Nenhuma mercadoria poder ser re-
cebida om um entreposlo seno avista da guia
da reparlico competente, e sem que seja confe-
rida c verificada por umeonferente para este lira
especialmente nomeado ; devendo os volumes
ser repregados, e sellados de modo que a lodo o
lempo se possa reconhecer sua abertura clan-
destina.
Art. 238 Era livros especiaes na alfandega se
abriio cuntas correles com cada um entrepos-
lo e depositante pelas mercadorias depositadas,
e sabidos; e nos entrepostos havei urna escrip-
tuco especial de entrada e sahida das mercado-
rias, e volumes depositados, com referencia ao
numero e data dasguias.de entrada, e as ordens
de saluda.
nico. Cada entrada ou deposito far o ob-
jecto de urna conta correte em separado ; nao
devendo confundir-se em urna s conla as ins-
de fogo por cima da antiga, e inulilisando-se
esta.
Art. 259. Nao ser purera apprehendida caixa
algum* sem que primeiro seja despejado o assu-
Arl. 26. Aos donos das mercadorias ser per-j car, e pesado esle e a caixa separadamente; sen-
- do esta operaran feita era presenca do fiscal, de
dous ehipregados da alfandega, ou di mesa de
rendasj dos quaes tira ser conferente, e do do-
no, ou (Consignatario, que ser para este fim in-
timado por ordem do chefe da repartic&o, ou
sua revelia, quando nao compareca no dia e ho-
ra que lhe fr marcada, por si, ou seus prepus-
tos. Se a caixa esliver hmida, por se ler mo-
lhado, ou por m qualidade du assucar, ser
pesada depuis de lavada e enxula, se assim o
exigir 0|dono, ou consignatario. A despeza com
os exames ser feita pela decima parte do valor
de lodosa? apprehenses, quesera deduzida e
depositada para esse fim era mo do thesoureiro.
Arl. 250. Quando o peso da caixa fr menor
do que o'designado na tara nao ter lugar a ap-
prehenso, e emendar-se-ha esta pela raaneira
prescrpl no arl. 258.
Arl. 261. Verificado o dominio da mercadoria
depositada era entreposlo. ou autorisaco para
dispr della, eotrogar-sa-ha ao depositanle, so o
requerer, o titulo de deposito, na frraa das dis-
posicoes dos seguintes arligos.
Arl. 262. As alfandegas, ou mesas de rendas
pedido, do depositante de mercadorias ou gene-
ros, uacionaesou estrangeiros, lhes entregar um
conhecimento ou bilhete de deposito, extrahido
de livro do talo, que contera o seguinte :
1." A dhla, lugar do entreposlo, ou deposito,
e nome do seu dono, administrador ou respon-
savel.
. As declaracoes de qne trato o art. 229, Io,
Tis. 2 o 3, e quaesquer outras que possam distin-
guir a mercadoria.
3. A clausula expressa da entrega da merca-
doria ao seu dono ou depositanle, ou sua ordem,
mediante as formalidades exigidas pela legislaco
fiscal
4." O valor das mercadorias.
5. Se as mercadorias esto sents de arresto,
embargo, ou penhora at a data do mesmo ti-
lulo.
Arl. 263. Os ttulos ou bilhetes de deposito
nao serao passados sem que o dooo, ou o depo-
sitanle da mercadoria lenha provado ;
1. Que assigoante da alfandega.
rias nelles depositadas licam em geral extensi-
vas aos trapiches, o depsitos alfandegados ex-
clusivamente destinados para mercadorias estran-
geiras, que nu lenham pago direilos de consu-
mo : e as dos arls. 219, 220, 221, 222, 223, 225,
228, 230, 231. 232, 23 216. 237, 23tJ, 239, 20,
quautidades depositadas veri- 1441. 22, 213. 446, 247. 249, 230. 251. 252, 2>3.
2i, 253, 256. 237, 259, 260. 261. 262, 263, 261,
Por meio de prova, a qualidade dos liqui-' 263, 266, 267. 26S, 26, 270. 271. 272. 273. 274.
275, 276, 277, 278, 279, e 280 a quaesquer ou-
lros trapiches, armazens, ou depsitos alfande-
gados.
(Juico. A' entrada ou deposito nestes arma-
zens, trapiches ou depsitos de gneros sujeitos
a direitos do impoitaco ou exporlaco, ou ja
despachados para consumu, preceder sempre li-
cenca, termo de obrigago, ou deposito, guia e
conferencia da esucao fiscal ; e sabida dos
que sao sujeitos a direilos, da mesia forma
despacho, conferencia e ordem da eslaco fiscal.
Art. 284. Os inspectores das allandegas, o ad-
ministradores das mesas de rendas, em qualquer
notando snmmariamenle a 'caso de negligencia, leu le, ou infraeco dos re-
mercadorias, e dando de tudo! gulamentos, e instruces fiscaes, poderao adrai-
1.
dos.
2. Por meio de instrumentos apropriados e
em uso, o coutedo dos seus cascos e a sua fur-
Ca alcohlica.
Arl. 271. Independento das pocas ordinarias
do recensevnento, os empregados das alfande-
gas, encarroados da fiscilisaco dos entrepos-
tos, os visitarao a miudo, e com especialidado
os que receberera lquidos sujeilos a direitos ;
e por occasio do cala visita verficaro o es-
tado das paredes do edificio de suas por-
tas, das fechaduras deslas e de tudo que dis-
ser respeilo sua seguranca, e a dos direitos da
fazenda publici
quantidade das
Arl. 28. O deposito em enlreposto cessar ou
ou deixar do produzir effeilo, em virlude de re-
nuncia feita em qualquer poca pelo depositante;
licando as mercadorias sujeitas, em consequen-
cia desta renuncia, e desde a data de sua entra-
da em deposito, se este se houver verificado,
aos direilos de consumo, armazenagem e a
quaesquer oulros onus a que esliverem obrigadas
as importadas para consumo do paiz.
Art. 219. O dono ou administrador do entre-
poslo responde pelas mercadorias que receber
era sua guarda, era numero, quantidade, peso,
medida e qualidade, e pelo contedo dos volu-
mes que forem encontrados com indicios do
abertura ou arrombamento ; devendo pura esle
Ora na occasio de seu recebimenio acondicina-
los, reprega-los e sella-los de modo qne previna
a apparico do taes indicios.
1 No acto da entrega dos lquidos e outras
mercadonas, nenhum outro batimento tere
direito o depositario ou administrador do enlre-
posto, alm dos marcados pela secQo 4a do ca-
pitulo 3o do titulo 5o do presente regula-
mento.
2o Na entrada dos lquidos em cascos se ti-
conla ao seu respectivo chefe.
Arl, 272 Os empregados enrarregados do re-
censeamento apresenlaroo em duplcala seu ro-
tatorio ; um delles ser remetlido ao thesou-
ro, o o outro ficar archivado, sendo ouvilos
previamente sobre a existencia de quaesquer
abusos e fallas o administrador o empregados
do entreposlo, e providenciando-se ulteriormen-
te como o caso exigir.
Art. 273. Se pelo resultado do recenseamento
se verificaren) differencas, observar-se-hao as
seguimos regras :
1.a as conias se debitaro os excedentes ve-
rificados.
2.a As faltas serao immedialamente liquidadas
na forma do capitulo 5o deste titulo.
3 A importancia dos direilos da alfandega,
ou impostos das mercadorias que fallaren), ser
immediatamente salisfeita sem deduco ou aba-
tmente algum, sob qunlquer pretexto.
4.a A respeilo dos da runos se proceder na
forma do citado capitulo 5 deste ttulo.
5." O excesso verificado em um deposilo nao
poder ser compensado com a falta verificada
em ouiro deposilo concedido ao mesmo deposi-
tanle.
6.a Do mesmo modo nao poder ter lugar a
compensaco entre o excesso e falta reconhecida
nos lquidos alcohlicos depositados no mesmo
enlreposto.
7.a Os volumes, ou mercadorias de qualquer
natureza, encontrados sem ordem, ou guia, se-
ro apprehendidos, e o administrador multado
na forma do artigo 281 1
Art. 274 Os entrepostos ficam exclusivamente
sujeitos jurisdicio administrativa das autorida-
nistratvamente impor aos donos, ou adminis-
tradores dos entrepostos, trapiches, e armazens
alfandegados, e a quaesquer pessoas nelles em-
pregadas mullas de IU9OOO at 2.00d{l000 ; alera
da resliluico dos direitos desencarainhados, e
de qualquer outro procedimeuto, ou peua, na
forma da legislaco era vigor.
1." No caso do entrada de mercadoria sera
guia, despacho, ou ordem. ser o administrador
multado de 20gu00 al 300&000, alm das mais
penas em quo incorrer. No caso de sahida sem
despacho ou ordem, a mulla ser igual ao tri-
plo dos direitos de consumo.
2. No caso de reincidencia, o inspector da
alfandega, ou o admiuislradur da mesa de ren-
das, poder, alm das penas desle arligo, mandar
fechar o eutraposto, arraa/em, deposito, ou tra-
piche allandegado, emquanlu for administrado
pelo douo, ou administrador que houver com-
metiido as faltas, abusos, ou crimes verificados.
Art. 285. Os fiscaes dos entrepostos, armazens,
depsitos, ou trapiches alfandegados sero esco-
Ihidos de qualquer classe de empregados da
alfandega, ou mesa de rendas, da inleira con-
lioneo doi respectivos inspectores, ou adminis-
tradoras. Os actuaes agentes de trapiches al-
fandegados sero conservados emquanto bein ser-
virem.
Art. 286. O fiscal de um enlreposto, armazem,
deposito, ou trapiche alfandegado poder ler a
seu cargo um ou mais ntrenoslos, armazens, de-
psitos, ou trapiches alfandegados, conforme sua
situaco; o uo caso de affluencit de servgo ao
mesmo lempo em diversos, poder ser substitui-
do por empregados da escoiha e confianga do res-
pectivo inspector, ou administrador,
ILEGVEL
;


<*)
____________
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 9 DE HOVEMBRO DE 1860.
.

Arl. 287. Nos entrepostos particulares, aTma-
zens, e trapiches alfandegados liavei. cusa de
seus administradores, o numero suficiente de
balances, pesos e medidas para os trabalbos de
conferencia e despacho, os quaes sero aferidos
pelo competente empregado da cmara munici-
pal, na forma das disposigoes concernentes a eslo
ramo de servigo.
Arl. 301. Reputar-s ho abandonadas as mer-
caduras :
1. Que por escripto forem declaradas como
taes por saus respectivos donos.
i Que posias em despacho nao forera despa-
chadas, ou que o lendo sido, nao forem tiradas da
alfandega ou mesa de rendas dentro dos prazos
marcados ueste regulamento, ou que forem abau-
Art. 288. O inspector da alfandega ou admi-, donadas rus ponles na occasio de seu embar-
nistrador da mesn de rendas mandar, por turno que
aoj entrepostos, depsitos, armazeos, e trapi-
ches alfandegados, todas as semanas, conferenles
eojlms cmpregados da sua reparligao para ins-
peccionaren! o assucar, escolhenilo urna ou mais
caisas.fechqs e volutnes de diversas marcas, afim
3. As que estirerem as circunstancias dos
artigos 210, g 3, 252 nico, e em quaesquer
oulros era que pelo prsenle regulamculo forem
como taes reputadas.
4. As inflamraaveis e semelhanles, dos ler-
do conhecer se o geuerq, peso e taras eslo fal- mos do art. 204, 2 e 4.
ficado3, em cujo caso scrao apprehendidas, pro- Arl. 302. As murcadorascomprehendidas oos
eedando-se contra o falsibcador para ser punido I, 3. 3, 4 o 6 do art. 299. e nos 1 e 2 do
coto as penas da |e ; e os fisoaes o officaes eje rl. 300 e 8 2 e 3, do art. 301, precedendo edi-
do^iitaa*"3^~T':,^- "Uaa..na occasiaQ do taes de IriuU das, ara. arrein3ud*s em hasta
voesembarque das caixas
fazer a-
e volumes, em
paitar aquelles que Ihes forem suspeilos da frau-
de, c darern parte ao chefe da reparligao para
mandar fazer o exame pelo modo sobredito.
Art. 289. O ministro da fazenda expedir as
inslrucgcs necessarias sobre a polica, escriptu-
rago, e servico dos entrepostos, armazens, de
psitos e trapiches alfandegados.
CAPITULO V.
DOS DAJ1SOS. x
Art. 90. Repular-se-ha daino : primeiro,
todo e qualquer estrago, prejuizo, ou avaria que
soffrer algum objecto ou mercadoria, ou o seu io-
voltorio, por culpa ou negligencia dos emprega-
dos, guardas, vigas, operarios, ou serventes da
alfandega ou mesa de rendas, e de seus enirepo^.
tos, depsitos, armazens e trapiches alfandegados
desde a sua descarga ou desembarque at a sua
entrada no deposito a que for desuado, c da sua
sahida deste al a sua conferencia final, e duran-
te o servico de seu embarque ; provando-se que
foi occasiouado por sua culpa, ou negligencia, ou
por causa que poderiara ter evitado ; segundo,
todo e qualquer descaminho, falta, ou nao entre-
ga de gneros e mercaduras depositadas, a cargo
ou sob guarda dos mestnos empregados, guardas,
-vigas, operarios, ou srvenles da alfandega, ou
mesa de rendas, ou dos administradores dos en-
trepostos, armazens, e trapiches alfandegados,
que for verificado no balsneo, recenseamento, ou
tomada decontas, ou em qualquer poca, em
\irii Je de denuncia ou queixa, ou por outro qual
quer motivo, provando-se que foi devida frau-
de, malversacao, omisso, negligencia, culpa, ou
outra qualquer causa que o responsavel poderia
ter prevenido ou evitado.
nico. Os donos ou administradores dos en-
trepostos, armazens, e Irapiches alfandegados sao
alein disto responsaveis pelas malversaces e
omisses de seus felores, caixeiros, e outros
quaesquer agentes, e dos operarios e serventes,
ou quaesquer preposlos, e pelos furtos aconteci-
dos dentro dos mesmos eslabclecimenlos, salvo
Sjudo commellidos por forca maior, devidameu-
te provada.
Art. 291. Para o reconhecimcDto do damno,
logo que requeriJo seja pelo dono, ou consigna-
tario da mercadoria, ou logo que o chefe da re-
qariigo tiver noticia de sua existencia, proceder-
ge-ha a examc o vistora per peritos Horneados
pelo rnesmo chefe, os quaes, depois de juramen-
tados, passaro a averiguar o sinistro que produ-
zio o damno, e informarn, respondendo aos se-
guidles pontos equisitos, e a quaesquer outros
donos, s
as despa-
publica, por conta e cusa de seus
estes, ou os seusconsignaiatarios nao
charcm dentro do referido prazo.
O mesmo se observar a respeilo dasmercad0_
ras comprehendidas nos oulros dos cita j0ar_
tigos, s com a differenc.a de que o prSI0 dos
edilaes ser: para as do i 5 doaf on hp vinte
das ; para as do 3 do arl 30;^ JJ'dL it
va todava a disposieao do ,_ iU ,,
| 4 do art. 300 e & 1 4 j0 u 30 *lm
mente para a importado de certas e determina-
das mercaduras, ou para a exportaco, ou sahi-
da de generse ubjeelos de producto e manu-
factura nacional, ou de mercaduras estrangeiras
j despachadas para consumo, conforme o go-
verno imperial julgar mais acertado.
2." Em circunstancias extraordidarias, e no
interesse da segurauga, ou da sade publica, o
goveiuo imperial podar temporariamente prohi-
bir a iniportaco ou entrada, descarga, deposi-
to, ou transito, e a exporlaclo, carga ou sahida
do todas, ou de certas mercaderas estrangeiras,
ou gneros de produeco e manufactura nacio-
nal, em um ou mais portos, ou lugares, e a sua
circulacao dentro de cena e determinada zona
das frooteiras do imperio.
3. A iufracco de qualquer das disposices
ser punida com a apprebensao das merendonas,
perda das embarca6es, vehculos, o animaes
que us ltanspottarem. e mulla, igual a 2i3 do va--
lor das mesmas Mercadorias.
tot abandonado nos termos de dreito, requerer Dita.Os Srs. agentes .. L. v -
deposito de sua carga, baldeaco, ou transferen- ra de paquetes va- da companhia brasilei-
cia desta para outro navio, na forma do art. 614 sagem de prd., d* '<" mandara dar urna pas-
do cdigo do commercio : 2o, da necessdade da dos vapores <-'"* provincia do Para, em ura
"fj' haldeagao para alliviar o navio que Marques K> *** Psarem do sul, Theedoro
encalnar em algum baixio, ou banco dentro dos geirod<> -*0* m lugar destinado para passa-
mares territoriaes do imperio, 'lado.
Art. 327, as hypotheses dos artigos anlece- C ^xPe^\nf!f do secretario do governo.
denles, aeodo neceasario, para pagamento das ao r- chcfe de polica. O Exm. Sr.
despexasde concertos, descarga, depsitos reerr **>"lrt da provineia, ficando inteirado de ha-
barque e semelhantes, a venda de mercad- .**" *wVS.. por portara dehontem, nomoado a Af-
pertenceotes carga do navio arribado, -*.* fonso Honorato Bastos para o eropiego de guarda
compra de objoctos para seu concert- para i .a casa de deteuco; assim Ih'o manda declarar,
ro para sua uavegagao, o juiz c prepa* era resposta ao eu ofilcio de 5 do corrente, sob n.
havendo estacao fiscal no lug- ^flitttercial, nao 1439.Coramunicou-se ihesonraria provincial.
ceder na coo'formidade rl- -'f\ no poleS pro-
comraercial sera exigir -* _*vt. 615 do cdigo
direllos respectiyo- caucao no pagamento dos
mente resp-' -* > communicando immedaia-
e dando rt -ctlV alfandega on mesa de rondas,
corte -* *l<1*0 conta ao ministro da fazenda na
Al>- Sitj. As disposices" penses do 3. do .j ^s P^sidenles as provincias,
artigo antecedente ficam sujeitas : 'Op* i .rtlsPs,?ao do arl'g antecedente
61. As einbarcaces estrangeiras de qoal-!dnri. T-I! a car8a. ou embarque de merca-
quer nalureza, loiago, nacional.dade, ou proce- i e ,nA.. a0"6' nac,onaes Para os PrnPafos
dencia : U>'que forera Qconiraa.i ancoradas. TendnT^I mercader!'
atracadas em acto de descarga, ou de bal-
exceplo para as 5, lra(a 0 d's arls m
' Os ediloes para consumo
..o.
serao affi-
"do- nos lugares do coslume, e publicados nos
-irradeos de inaior circulacao ; e deverao men-
cionar a qualidade.quantidadee estado das uier-
cadlirias, s marcas e nmeros dos voluraes, o
navio a cujo carregaraelo perlencerem, a dala da
sua descarga, o os nomes de seus dorios, se fo-
rem Sabidos.
Art. 304. Para que haja toda a exactidio nos
editaes, do que traa o artigo precedente, sero
as mercadorias previamente examinadas, confo-
ou
deacao; recebendo carga, ou depois de haver des-,
carregado, ou baldeado parte, ou lodo o seu tf.i-
regamento, ou recebido carga em qualquec por-
to nao habilitado, ou meramente habilitado para
a navegacao de cabotagem, ou praliccndo laes
actos em euseadas, ou era outras parles dos ma-
res territoriaes do imperio ; 2.; que navegarem,
ou forem encontradas com carga, ou sem ella,
ora rios, lagas, e quaesquer aguas interiores do
imperio.
2. As embarcarles nacionaes do qualquer
nalureza, lotacao ou procedencia : 1., que fo-
rera encontradas em actos de descarga, ou de bal-
deaco de mercadorias estrangeiras, recebendo
ou baldeando carga de mercadorias de qualquer
origem para porto eslrangeiro, em portos no
ridas e classilicadas por dous coufereules desig- habilitadas, ou meramente habilitados para a
nados pelo inspector; deven lo 03 respectivos
liis apreseotar as listas das mesmas mercado-
rias, com todas as declarares que dos seus livros
constarem.sob pena de mulla de 2fl at 5jf por
cada vclume, e de detcissiio as reincidencias.
Art. 303. Feita a arrematadlo das mercado-
rias, na forma do captulo 7. do presente titulo,
sero deduzidos do proJuclo delta os direilos,
que, segundo a tarifa, deverem pagar as mesmas
mercadorias, assim como as despezas da arma-
zonagem, do beneficio, de leiles, e o expediente
de I 1/2 D ; sendo o restante depositado para ser
entregue a quera de direito for, vista do titulo
legitimo que dever apresenlar.
Exceplua-se o producto da arrematago das
mercadorias comprehendidas no 2 do arl. 300,
e 1 do arl. 301, o qual entrar como renda
traordiuaria para os cofres da alfandega.
CAPITULO?.
oo modo roKQUE se naocBDBnio aos leiloes .
i'OKT.v da alfandega, ou mesa de rendas.
Arl. 3U6. Todas as vezos que se bou ver de ven-
der mercadorias ou gneros em leilo, em virlu-
de deste regulamenio, sero annunciadas por
edilaes publicados as folnas peridicas, e affixa-
dos na porta da alfandega, e na praga do coin-
niercio, onde a houvcr, nos quaes so descreverao
as mercadorias ou gneros, sua qualidade e quan-
iidade, raines que motivam sua arremataban, pro-
co da avaliaco, quando o houver, se estao sujei-
ex-
uavega^ao de cabolagem, ou pralicando taes ac-
tos clandestinamente em euseadas e mares terri-
toriaes do imperio; 2. qno transportarem mer-
cadorias nao perraitlidas pelos ros, lagas e
aguas interiores do imperio.
3. Os vehculos e animaes de transporte que
forem encontrados em lugares, poutos ou posios
nao habilitados das frooteiras terresires do impe-
rio, carregaudo, ou descarrilando, ou conduzin-
do mercadorias nao permiltidas, ou em contra-
veugo dos regulamcntos especiaes era vigor.
Art 317. Das disposiqos dos 55 1,, 2. e 3
do aitijjo antecedente llcam exceptuadas :
1. Os casos de arribada Toreada, vararo, ou
forrea maior.
2," Os de licencia da autoridade compelentc.
3. As embarci.coes estrangeiras perlencenies
aos estados rbeiri'uhos, que lendo tratado e con-
vencao especiaes com o imperio, em virlude de
suas estipulaces navegarem, ou forera encon-
tradas nos rios o aguas interiores nos termos e
coudicoes nelles eslabelecidas e reguladas.
4," As embarcares esirangeiras que se dest-
narem algum pollo interior ondo huuver alfan-
dega, na forma prescrpla pelos regulamentos em
vigor.
Ari. 318. A licenca de que trata o art. 317
ou par* seu rancho, e a
as avariadas, quenaopole-
rcm ser beneficiadas, na forma do art. 747 do
cdigo coramercial.
Art. 329. Nos portos alfandegados, ou habilita-
dos, os adosa que se referem os artigos antece-
dentes podero ier lugar precedendo licenca, ou
autonsago do chefe da reparlicao fiscal compe-
tente, e independente da intcrvcuco de qualquer
autoridade judiciaria.
Arl. 330. Em todos os caso previstos pelos
artigos antecedentes se observar o dsposto no
capitulo 6o a respeito dos manifestos.
[Continuar-se-ha.
Dito ao inspector do arsenal de raarinha.S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, manda decla-
rar a V. S.,em resposla ao seu officio de 2 do
corrente, sob n. 443, que flca sciente de haver-
se despedido do lugar do escrevenle das obras
do melhorameulo do porto Jos Narciso lavares
dos Santos, e ter V. S., bera do semco, no-
meado para o referido lugar ao cdado Antonio
Conrado Sabino, como mesmo venciraenio, que
aquello percebia.Communicou-se thesourana
do fazenda.
Dilo ao delegado das trras publicas.O Exra.
Sr. presidente da provincia, manda coramunic.ir
a V-..!'- 1,le 2.' lenle do corpo de engenhei-
Taes considerarles nos parece m dignas de
toda a allenco do overno sardo.
Podis lr a presente nota ao conde de Ca-
vour, e deixar-lhe copia.
Sou, etc.
(Assignado) J. RuueL
< A Sir James Hudson, em Turin. a
De urna correspondencia de Turra eitrahmos o
seguinle :
A noticia do cheque das tropas de Garibaldi
est completamente confirmada. Eis os detalhes
quo pude alcancar.
O general Ebor, que pertence a dviso
Turr, oceupa Cajazzo, cidade situada na mar-
gm direita do Voliurno ao nordeste de Copua.
Foi as iramediages desta cidade que elle sof-
freu o primeiro cheque no da 19 Sendo at-
tacado por Torgas superiores, foi desalojado da
posigo de Cajazzo e forgado a repassar o Vol-
luno.
Disse-se aqui que elle linha perdido 300 a
400 homeus. Houve quem se divertisse a dzer
que as tropas realistas linhara massacrado 03
prisioneiros. Devo dizer-vos que este boato dove
ser considerado como improviso, ou como urna
invencao.
a Eber hngaro. Era correspondente do Ti-
ros Henriquo Jos da Silva Quinianilha^ que se me na Crimea. Garibaldi fe-lo'ftriraeiro coro-
achava empregado na medlc.ao das trras publi- nel e depois general. E', segundo se diz, ura ho-
rnera de espirito e corajoso,, mas naturalmente
cas, seguio para acorte, era virlude do aviso da
reparligao da guerra, de 15 de outubro ultimo,
no da 4 do correte, alim do fazer exame em
urna das escolas militares.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 6 DE NOYKMBIIO DE 1860.
Carta convocatoria lo parlamento
sardo.
Honrado denotado ;
Por decreto real de 15 do corrate foi convoca-
Offlcip ao cnsul de Portugal.Respondendo ao do parlamento para 2 de outubro prximo. O j
officio que dingio-mo o Sr. Dr. Jos Henrique governo de el-rei resolveu esta cunvocaco ex-|
Ferreira, cnsul do Portugal, em data do hontera, traordinaria das cmaras para submolter-iho os
tenho a dizer quo acabo de determinar que pela graves e urgentes negocios que so presentara em \
secretaria do governo so exoeca a portara, que I presenga dos assumplos importantes que se es-1
o mesmo Sr. cnsul solcita em dito officio para Ila0 verificando na Italia. Importa por conse- \
a sahida do subdito portuguez Henrique Guilher- quenca que os representantes da nac.io, se reu-
me Arbus Moreira, o qual segu para a illia de "am no dia indicado, em nuraoro sulliciente. O
i." poder ser concedida, mediante as garantas o municipio do Uecife.
S. Vicente.
Renov ao Sr cnsul de Portugal a sejuranga
de minha subida estima e considorago.
Dito ao coronel commaadinte das armas.
Remello a V. S. o incluso documento para que
se sirva de mandar fazer as convenientes deca*
rages no assentamcuto de praga Rodolpho Anto-
nio Vieira, =i lim de que conste ser elle volunta-
rio, visto tr sido offerecido para o servigo do
exercilo por seu pal Bernardino Antonio Vieira,
que rae apresentou o referido documento.
Dito ao commandjito superior de Na/.areth
Deferindo o reiuerimento do alferes do batalh >
n. 20 de infantaria da guarda nacional desso mu-
nicipio Manuel Cactano Barges Uclvn sobro que
V. S. inforraoue.n 26 de outubro ultimo, o au-
torisoja mandar passar-lho a guia Je que traa o
art. 5 do docrolo n. 1130 de 12 do margo de
1853, vislo tero mesmo alferes mudado-so" para
que Ihe furctn proposlos pelo mesmo chefe, e a los ou isentos dos direitos, e quaesquer oulros
pedido da parte, se por aquelle lhe forem acei- esclarecimenlos que parecam convenientes,
tos primeiro, qual o estado da mercadoria, e se | nico. O praso dos edilaes, nos casos nao
ha daino, avaria ou prejuizo ; segundo, qual o previstos-pelo presente regulamenlo, ser de 5
fado e causas que delerminaram o sinistro, ou
damno ; terceiro, quaes os seus autoreS"ouTres-
ponsaveis ; quarlo, em quauto moma
ou prejuizo.
Art. 292. A' vista da inforraago dos. peritos
e de quaesquer outas diligencias a quo o chefe
da reparlicao julgar conveniente proceder, ser
por esle reconhecido o damno, o descaminho,
falla ou nao entrega da mercadoria, e declarado
o seu autor, causador ou responsavel.
das.
Art. 307 O leilo ser publico, e feilo no da e
a perdayt lugar annunciados, sendo para esle lim previa-
mente exposlos ao exame dos concurrentes os
objeclOS que lenham de ser arrematados, ou suas
amostras, e presidido pelo chefe da reparligao,
ou por algum empregado para este lim especial-
mente delegado ; servmdo de esenvo o empre-
gado que for designado na forma do art. 131 2.
Art. 308 Ser idinitlido a lancar todo o iiidi-
Arl. 293. Se o damno limitat-se nicamente viduo que estiver na livre admiuislraco de seus
ao envoltorio, far-se-ha immediatainenlo a con- bens.
e cautelas necessarias paia a boa liscalisago das
rendas de imporlacoe exportaco, pelo minis-
terio da fazenda a quaesquer emarcagoes :
l. Para carga o descarga das segumtes mer-
cadoiias, no caso de lerem pago os direitos
que estiverem sujeitas :
1." De animaes vivos.
2." De pcixes, e carnes frescas ou verdes, sec-
cas, ou salgadas, ou de qualquer modo prepara-
das, ou em conserva, e de quaesquer despojos de
animaos, necessarios para a Industria, ou para
alimenlago publica.
3. De carvo de pedra ou vegetal.
4. Do familia de trigo ou de milho.
." De fructas verdes ou seccas.
6. De gelo
7. Do machinas de vapor e suasperlencas ede
utensilios
veniente reparcao e cusa do seu causador ; e
se compreheuder o seu cometido, ou mercadoria
havendo conleslago sobre o seu valor, proce-
der -se-ha da maneira seguinle:
l. Sea mercadoria damnificada for das que
lem avaliago na tarifa, ser posta em leilo, e a
indemuisago a dono, ou consignatario consistir
em se lhe preheucher a differenca que houver
entro o prego da arremalaco, e o da avaliago
da tarifa.
2o. Se a mercadoria for das que se despa-
chara por factura ser o damno estimado por
j.,.,., uiuiuus, uni uonieado pelo responsavel, e
o outro pelo dono on cousignataiio da mercado-
ria, e rerelia desles, pelo chefe da reparligao e
anda por lerciro arbitro cscolhido a aprazimen-
to desles, se os dous primeiros nao concorda em ;
c ueste caso consistir a iuderanisago em pagar-
se o que e.-timado lor.
S 3. Se porm a estimaco arbitral parecer
excessiva ao chefe da reparligao, poder esle
mandar arrematar a mercadoria, e ntste casse
indemnisar a differenga, que houver entre o pre-
go da arrematagao e o da estimaco da mercado-
ria antes de damnificada.
Arl. 29. Quando o responsavel nao poder sa-
tisfi/.er logo a importancia dj damno causado,
ser este sajdsfeto cusa do oifre da alfande-
ga ou mesa de rendas ; dando o cliefa respectivo
nesle caso, as necessarias providencias para que
e iiitrumenlos proprios pon lavoura,
nico. Exceptuam-se : para vas forreas, ou para quaesquer obras pu-
1." Os empregados da alfandega, ou de qual- blicas.
quer outra reparligao do ministerio da fazenda. 8." De pedra de conslrucgo era bruto, ou la-
2. Us individuos que forem privados pelo res- i vradas, calcrea ou de cal.
peclivo chefe da renarco de concorrerem nos i '*" De sal coramum.
leiloes a que por sua ordem su houverem de pro- .10. Da arroz, fejo, milho, farnha de man-
dioca, e quaesquer oulros coreaos.
ceder
3." As pessoas a quem for prohibida a entrada
nasvnesmns es.lagoes.
Art 309 O inspector da alfandega, ou admi-
nistrador da mesa de rendas nao admiliir laugo
i'l-jL"" '1,,s 1"Q se conliiiam para oblereui por
naxo prego as mereaoorias eiA isuau c V;uvi-
Ihes-hs prohibir por semellianle faci a entrada
da reparligao o suas dependencias. de quaesquer outros gneros de
Arl. 310. Quando o'presidenle do leilo enlen-1 Pa'-. nao mencionados no 1.
i.'' Para o desembarque de colonos, ou de
11. De madeiras e leulia.
12. De telha e lijlos.
13. Do mel, melago, agurdente e assucar em
bruto.
2. Para carga e descarga de mercadorias e
vIljBvtj |t.,4via.VMt>w.j uU.uiulsUuyOU ^MUlllu.
5 3." Para receber carga para (ora do imperio
produeco do
der que o maior laen offerecido anda nao e o
que corresponde ao valor da mercadoria, poder
Suspender sua arremalaco, e submetler a merca-
dona a segunda, e terceira praga, era um s Inte,
ou dividida era pequeos lotes, como parecer
mais conveniente ; e ueste caso a neva praga ser
feita com iolervallo do tres das, precedendo
Sempro editaos, ou annuncios.
Arl. 311. Entregue o ramo a quera maior lau-
co houver' offerecido, lavrar-sc-na disso termo,
que ser assignado pelo inspector, escrivo, arre-
matante c leiloeiro.
Art. 312. O inspector poder admittire aceitar |
novo lauco, nao so depois de concluido o leilo
o dilo cofre seja indemnisado,ou'por va execu- regiment do 17 de outubro de 1516, cap. I6),
liva contra o responsavel, ou seus fiadores, se on
tiver, ou pela reteogo de seus ordenados e sa-
larios.
Ar. 295. Ao responsavel pelo damno ser per-
miltido, na falla de licitantes, ou em qualquer
poca, com assentimenlo do dono da mercadoria,
receber esta, satisfazendo logo o seu valor por
inteiro, e bem assim os direilos de armazenagem
e despezas a que estiver sujeiti, ou obrigando-so
por meio de anca idnea a faz-lo denlro de
um prazo que nao exceder de qualro mezes, sob
as penas do artigo seguinte.
Art. 296. Se por nenhum dos meios indicados
ro artigo precedente, nem por outro qualquer,
se poder verincar a indemnisigo do cofre da al-
fandega, o causador do damno ser demiltido ou
despedido do era prego que tiver ; e, alem disto,
soffrer a pena de priso at que a realse da ca-
da, conforme o dsposto no art. 313 1, a res-
peito do arrematante que nao salistizer s multa
em que incorrer por ter delxado de pagar o pre-
go da arreraago.
Art. 297. No caso de falta de prompla e fiel
entrega das mercadorias ou effeitos que liverem
em sua guarda, ou a seu cargo, ou liverem rece-
bido, ou deseo descaminho verificado e reconhe-
cido na forma dos artigos 291 e 292, ser intimido
o responsavel para o fazer no prazo de 24 horas,
sob pena de priso ; e nao o fazendo ser reco-
lhido cada, e nella conservado al indemni-
sar parte o que justamente fr dovido, e arbi-
trado na forma estabelecida no art. 293. 2.
Art. 298. Das decises sobre o reconhecimen-
to do damno e do seu causador, ou do responsa-
vel polas faltas e extravos das mercadorias ha-
ver recurso na forma do titulo IX.
CAPITULO VI.
nos CONSUMOS.
Ar.l. 299. Ficam sujeitas a consumo as mer-
cadorias existentes nos armazens e depsitos da
alfandega ou mesa de rendas, entrepost03, ou
trapiches alfandegados, depois de permanecerem
nelles o lempo marcado nos paragraphos seguin-
tes ; a saber :
g I. As mercadorias destinadas a entrepostos
ou ao transito, na forma do art. 277.
5 2 As destinadas ao consumo interno, depois
de dous annos.
3. Os sobresalentes dos navios, depois de
um auno.
4. As constantes da tabella n. 7, depois de
seis mezes.
5 5 As sujeitas corrupgo, qualquer que se-
ja o seu deslino, ou nalureza, depois de seis
mesu,
6. As depositadas
depois de Irinta dias.
Ait. 300 Sao igualmente sujeitas a consumo
as mercadorias que exislirera nos ditos armazens
depositse trapichea, e se acharara as circuns-
tancias dosj seguinles :
I. Aquellas a que nao fr ochado st'nhor
cedo.
2. As que consistirem em sobras de peso, ou
medida, ou conltgom.
5 3. As avariadas, ou damnificadas, logo que a
avaria, ou damno seja conhecido.
4. As quo, era qualquer poca, a reqneri-
roeulo de seus donos, 011 consignatarios, forem
destinadas a serem vendidas por consumo.
5. As abandonadas,
como anda depois de effectuada a arrematagao,
quando se derem as seguinles circumslmcias :
1. De haver quem offerecalingo que cubra o
ultimo recebido e mais urna terca parte de sua
importancia.
2. De nao estar consuminada a arremalaco
com a entrega do preeo, e posso da cousa arre-
matada.
Art. 313. Feita a arremalaco ser o arrema-
tante obrigado, denlro de. 18 horas, a entrar com
o prego dola para o cofre da alfandega, sob pena,
se o nao fi/.er, de incorrer na multa de 20 por
cenlo do mesmo prego, a favor do referido cofre,
e de ser recolhido cadeia, onde permanecer
quaesquer outros passageiros, e sua bagag.-m.
5." Era casos extraordinarios, como de fome,
peste, guerra, ou bloqueio e semelhantes, era
que alguina povoaco uierior oocessile de soc-
corros.
6." as provincias, os respectivos presiden-
tes, ouvidos os inspectores das thesouraria de fa-
zenda, e parlicipando-o logo ao ministro da fi-
zeuda, podero conceder, nos casos dos ante-
cedentes, taes licencas, mediante as garantas e
cautelas que os int'eiesses da fazenda o exigi-
r ra.
Art. 319. Ficam subsistndo os portos alfande-
gados e habilitados aclnalinento existentes; mas
o governo imperial poder suppiimi-los, remov-
Los, e crear oulros; augmentar, ou diminuir o
circulo de suas funecoes, e dar-lhes nova classi-
llcago, quando e loufurme julgar conveniente
aos inleresses liscaes e do commercio.
Art. 320. Ficam creados dous portos de entre-
postos, e traiisito, a saber: o da corte do imperio
paia todas as rarreadorias que se destinarem a
quaesquer portos; o o do Para para as que se
deslinarem aos portos dos estados ribeinuhos,
que liverem convences especiaos sobre navega-
gao dos ros da mesina provincia.
Art. 321. Os portos de Huqui. e S. Botjs, fi
cara habilitados para a iniportaco de sal e her-
Dilo ao inspector do arsenal do marinha.Em
vista da sua inforraago de 31 do outubro ulti-
mo sob n. 437, podo V. S. mandar admitlir in-
terinamente na qualidade de meslre carp na des-
se arsenal a Luciano Magalhes llibeiro, ficando
dependendo do governo imperial a nomeago ef-
feclivs.
Dito ao mesmo.Para se poder resolver acer-
ca da ioderonUacio solicitada no ollici junto faz-
se necessario que V. S. mande sa'.isfazer o que
exige o inspector da thesouraria de fazenda na
informaco por copia inclusa.
Dito an coramandante de polica.Hija V. S.
de providenciar para que no dia 8 do correle so
aprsente ao Dr. chefe de polica urna escolla de
cinco praras do corpo sob seu enramando, a fim
de conduzirem at o termo de Barreiros o preso
Joaquina da Cunha Pimpira, iniciado em crime
de homicidioCoramunicou-se ao chefe de po-
lica.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Expega V. S. as suas orleus para que a contar do
1" do corrente em dianto se abone a Bernardo
Jos da Silva Guimaraes a preslago mensal de
2 9000 rs., quo do seu sold Uie con V. S. melhor ver do requer monto junto, o l-
ente do 8" batalbao de Infantaria Nicacio Alva-
res de Souzi, que seguio para a Baha no dia i
dcslo mez.
DilO 30 IJiesmo Knmri p"' oopiu 1
seu cnnhecimenlo e execucao o aviso
abaixo assignado confia que, comaenetraJos da
gravidade das circtimslancias em que se acha a
patria, nao faltareis com a vossa presenga, e se
por ventura houver alguma causa que o'ombara-
ce, peco-vos que avisis a presidencia para seu
governo.
O presidente da cmara dos depulidos.
G. Lanza.
Manifest do general Ilosc-o.
Capua, 11 de setembro.
Soube que os jornaes da revolugao, depois do
rae colirirem de infamia a seu mudo, calumnian-
do lodos os 'lias o mei norne e as miuhas obras,
tratara do me arrancar o mais precioso bera do
um sida Jo, a honra, dizenlo quo me passei para
fallo da experiencia militar.
Disse-se aqui que Garibaldi ia marchar sobre
Capua com todas as suas forgas e numerosa arti-
llara. Em aples acha-se imrr.onso material.
Espera-se que Francisco II, receioso, nao quere-
r soffrer um sitio, que partir e quo e seu exer-
cilo dbandai.
Se o rei de pales mostrar a fraqueza que
03 seus iniraigos lhe allnbuem, torna-se digno da
sua sorte. At agora parece-me que elle lem
mostrado mais inexperiencia do que fraqueza e
que a sua grauJe desgraga foi nao conhecer 'os
homens.
Se o primeiro cheque de Garibaldi linha
aqui sido visto sem grande desfavor, como de na-
lureza a rebaixar um pouco as suas pretencoes
nao acontece o mesmo cora o segundo. Era pri-
meiro lugar quer-se aples, e a idea de ver es-
capar esla conquista nao admittida por pessoa
alguma.
A.iouncia-se a prxima chegada de urna de-
pulagao de sicilianos nolaveis que vcem aqu pe-
dir a anin'xago inmediata. Ha sedo de anne-
xago. A Sicilia e aples fazem sollrer ao Pie-
monte o sopplicio do Tntalo ; mas desla vez es-
| ta-se resolvido a por tormo a isio, e, aconteca o
que acontecer, haver annexago.
As vistas polticas do Piemonle sao secunda-
das por todas as pessoas cordatas da Italia ine-
' ridional, que eslo "mpacienles de fugir ao do-
. minio de accao, o qual, nu verdade. n&o tran-
; quillisador, debaixo de qualquer aspecto.
El-rei ha de partir depois de amauHa para a
Italia central. Ir acompanhailo pelo ministro
do interior Mr. Farini, um dos homens polticos
do gabinete, mas mais nolavel as negociagoes
0 na direcgo dos negocios da nalureza daquel-
o servico do usurpador Victor Emraanucl. -
Declaro que estou com el rei. raeu senl.or, dis- '.f J\ "p 'ralar- do ?.u na lbo"- Je
posto a derramar lodo o mcu saigtte pela sua r!^/...'.'"^.?"? SSf.J?. P'!**. no
nobre causa.
Busco nao transige nern so rende, mas .
e combate. Os piemontezes s me lero, se a fitiiiTS?- rfJFl KS
surte roe [dr contraria, quando en:ontrarcm o 'la ',oI,llw lla egocios.
?o ti
nneci
outubro ultimo,
marinl
v. 3. para
de 23 de
110 qual o Exm. Sr. ministro da
a declara que a quantia de 152$120 rs..
importancia de despesas feilas no exorcicio de
1S59 a 1860 pelo agente comprador do arsenal
de marinha deve ser paga pela quota marcada
para a verbadespesas extraordinarias e even-
tuaesdesta provincia, no referido exercicio, a ,
qual anda nao se a;ha esgolada, conforme do- de apresentar-lhe, nao conlinha urna declaraco
raen cadver eslendido no campo da baUtha com
a espada na ino.
O marechal de campo
Dosco.
Alguns jornaes estrangeiros repiolu/.em uraa
ola publicada pelo Nord, de Druxellas, dirigi-
da por lord John Itussell ao representante bri-
tauuico em Turin Lord Julio inauifesta a espe-
ranga de que o conde de Cavour nao aitacar Ve-
neza, nem alienar era caso algum era favor de
urna potencia estrancira qualquer parte do ter-
ritorio cstrangeiro.
Cavour, segundo aquella pega diplomtica, nao
deve limitar-se a nao invadir Veneza ; e neces-
sario que tambera se opponlia a quo se preparo
qualquer ag^resso contra aquella provincia, nos
estados de Vctor Emmauue.
No caso contrario, a Inglaterra faz notar que se
vei obrigaua a considerar como justas as repre-
salias da Austria, por isso que aquella potencia
corabater pela iniegridade do seu territorio, e
pela rehabililaco da sua honra militar; que
alin disso a Inglaterra lera inleresses no Adri-
tico, e que finalmente as potencias eslo resol-
vidas a raanier a paz.
Allda UUO A<|JI (Inmna jn O ovtr.lrfn /laclo do-
cuinnlo, julga-nos que elle de todo o interes-
se na actualidade.o por isso o publicamos na sua
integra.
Eis a nota :
V Mr. Hudson cin Turin,
Foreiiig-ollke, 31 de agosto.
Senhor, anda que a nota do conde do Ca-
vour, escripia em resposla que tinheis ordem
ual exerce grando e legitima nffueoeta ; por-
resisle I (,u0, alnJa qiu'."a" seJa "ra oistincto orador, nin-
fallar a liuguagem
Nao tem mesmo ri-
vaes.
O rei dirigir-se-ha primeiro a Bolonha, de-
pois a Rimini. O lim desta viagera approximar
Vctor Emmanuel de Roma, e principalmente do
aples, e de o collocar as circum-tancias do
usar da sua iuD tencia pessoal sobre Garibaldi, e
sobre o sen exercito.se o ditador presistirna sua
poltica. Esta viagem pois um acto poltico
muilo hbil, e Mr. Farini o hornera que melhor
se poda escolher para aconselhar Victor Erama-
nnel em circumsloncias como aquellas em que se
vai achar.
As noticias recebidas de Roma sao conlra-
ditorias. Unspeusam que o Papa vai realmente
mente abandonar a Italia ; oulros considerara
este projecto de partida como um manejo diplo-
mtico. Nao se sabe porlanlo cousa alguma de
positivo. Mas agora o partido dominante veria
partir o Papa cora a mais viva salisfacao. A no-
ticia da sua sabida c esperada com grande impa-
ciencia.
A esle respeito eslo do aecrdo com o par-
tido opposlo jue tambera quer que o Papa saia
de Roma.
Nao ouvi dizer cousa alguma do sitio de An-
cana. Julga-se que a praga ser reduzida daqui
a dous ou ires dias. P-trece-me uue agora j se
nao trata senao de urna questo do honrj militar
para o general Lamoncire. >
Devemos advertir que esta correspondencia
anterior 'errla do general commandanie das
tropas pontificias. Esla circumstancia nao Iho
fez diminuir a importancia dos difierenles pontos
de que elle trata.
preso ordem do respectivo inspector, ou admi-, va mate, alera dos mais gneros mencionados na
nistrador, al que satisfaga o prego da arremata-! tabella n. 1, annexa ao decreto n. 2186 de 29 de
gao. e a mulla correspondente. setembro de 1859.
1 Se nos dez primeiros dias de priso oar-l Art- 322. Os productos naluraes e agrcolas da
rematante nao entrar com a importancia do pre- Repblica Oriental, a que se refere o arl. 5. do
go, sero as mercadorias de novo postas em praga, tratado celebrado entre o imperio o a raesma re-
e continuar elle na cadeia al que pague" a [ publica, podero ser directamente introduzidos,
era pateos ou lelhciros,
mulla.
2. Quando o prego da arrematagao exceder
de 4003. o inspector da alfandega, "ou adminis-
trador da mesa de rendas pe mitlir ao arrema-
tante, se o requerer, assignar letra pela impor-
tancia devida, pelo praso e cora as garantas exi-
gidas pelos arls. 586, 588 e 589, a qual vencer o
premio marcado para os bilhetes da alfandega
pelo art. 585.
3. Nenhuma das mercadorias arrematadas,
ou parte dellas, excepto as suas amostras, poder
011 importados pelos rios e lagas interiores da
provincia do Rio Grande do Sul, era embarcages
do Rio Grando,
brasileiras nos porlis da cidade
vehculos no porto da villa' de Uruguayanna, na
forma do citado decreto n, 2186 de 29 do setem-
bro de 1859.
CAPITULO II.
DOS NAVIOS ARBIBADOS.
Arl. 323. Os casos de forga maior sero justi-
ficados na forma dos arls. 510, 526, 740, 741,
clara a contadura de marinha.
Dilo ao mesmo. Parlicipando-me o coronel
commandanie das armas em officio de 5 do cor-
rente que o major Herculann Sancho da Silva
Pedra deixou de exercer as funecoes de fiscal do
9o batalho de infantaria no dia Io do corrente
para entrar as do commando interino do corpo
de guarnico desta provincia, cuja organisago
lhe foi confiada por ordens do governo impe-
rial ; assim o declaro a V. S. para seu cuuhe-
ciraento.
Dito ao rnesmo.Ao negociante Antonio Alvos
deC.irvalho Veras mande V. 5. paar os venci-
menios, relativos ao mez de setembro ultimo, do
destacamento de guardas nacionaes da Villa de
Flores, urna vez que estejam nos termos legaes os
documentos junios, que me forara reraellidos
pelo respectivo coramandante superior, cora olfi-
do 13 de oulubro prximo lido.Comraunicou-
se ao respectivo coramandante superior.
Dilo ao mesmo. Restiiuindo a V.S. os papis,
que acompanharara a sua inforraago de hontera,
sob n. lili, relativos ao pagamento, que pede
Miguel dos Anios Monteiro, do oluguel de sete
cavallos que forneceu ao major Joo do Reg
Barros Falco, para conduego de pracas len-
les, o da bagagera de ura olficial de Villa Bella
para Ouricury, tenho a dizer que mando V. S.
efectuar esso paragamento, de conformlade
com a tabella do 1 de maio de 185S, visto hiver
credilo para essa despoza, e ter o mesrao major
explicado, como so v do officio junto, a razo
puriue o nao realisou.
Dito ao mesmo.Mande V. S. adiantar o sold
c Porto Alegre, e em quaesquer eraban agss, o un do corrente mez. ao capto Manoel Luciano da
Cmara Guaran, e ao tenente Anlonio dos Santos
Caria, bem como passar-lhes guia de soccorri-
mento, visto quo na formadas ordens imperiaes.
seguem para a provincia 00 Rio Grande do Norte.
Communicou-so ao commandanie das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Annuindo ao que me requisitou o director das
sahir da alfandega sem quo o arrematante Laja 1 < e \A do codito coramercial, e arts. 36", 366, obras publicas, era offi do do 3 do crreme sob
pago o respectivo prego, ou assignado letra, na
forma do 2.
Art. 314. Os leiloes da alfandega, ou mesa de
rendas podero ser teilos poila da reparligao,
servinde de leiloeiro um dos continuos, ou cor-
reos, ou por agente do leiles prvido na forma
da legislaco era vigor ; e em qualquer outro lu-
acao
tur j
367 e 368 do regulamento n. 737 de 25 de no-
vembro de 1850, peranie a autoridade coramer-
cial competente.
Art. 324. Se o navio arribar a porlo nao alfan-
degado ou nao habilitado, precisando de obras
para continuar a sua navegago, e o seu ufreta-
dor, carregador, ou consignatario, nao querendo
gar que for annunciado, cora assistenca do res- j attender, ou esperar pelo seu concert, preien-
peclivo inspector, ou administrador, 011 de ura ; 1er retirar suas mercadorias, s o poder fazer
empregado da saa escolha. devendo o produelo i medanlo licenga, ou ordem da alfandega, ou
ser, na forma do prsenle regulamento, recolhido | '"esa de rendas compe.enle, ou da mais vizba,
aos respectivos cofres, sob as penas do artigo an- .cora assistenca dos erupregados que esta desi"-
tecedente. nar, depois de preenchidas as formalraades do
nico. O agente de leiles tem direito de ha- re3peclivo despacho; correndo todas as despe-
ver unicaraento do arrematante a commisso que zas deste servigo por sua conta, na forma do art.! das eleices, que se proc.edeu ltimamente nes-
poMei lheicompetir, e ser responsavel pelo pre- 613 do cdigo do commercio. Sa freguezia. afim do eifectuar-se a apurago dos
Art. 325. Se o navio arribado em porto nao al- votos para vereadores da mesraa cmara. Cora-
fandegado, ou nao habilitado requerer concert1 mmiicou-se cmara do Brejo.
para continuar sua navegago, o o nao poder ef-
n. 2i9, recoramendo a V. S. quo mando entregar
ao Ihesoureiro pagador daquella reparligao a
quantia de 381i}000. para as compras de diversos
objoctos, que mandei fornecer para uso dos pre-
sos da casa de detengo. Coramuncou-so a di-
rector as obras publicas.
Dito ao mosmoLogo quo for possivel. man-
do V. S. pagar o que se estiver devera Ma-
ra das Noves Carneiroda Cunha, proveniente do
aluguel do sua pnpriedade, onde se acha esla-
belecdo o hospital de candade.
Dilo ao juiz de paz mais volado da freguezia I integridado Jo seu
de Taquaritinga. Remella Vm. quanlo antes, sua honra militar,
cmara municipal do Brejo, as copias das actas
to explcita o precisa das suas intences, como
o governo de S. M. desojara e esperara, nao jul-
go, comtudo, necessario continuar a negociaco.
O governo do S. M. julgiva, em resumo, que
essa nota desapprovava loda a intenc&o de atia-
car us estados do imperador da Austria tu do rei
de Nipoks, e obrigava o rei da Sardeoha a re-
nunciar a tuda a cesso de qualquer territorio,
o nesle compromisso publico se compreheudia,
naturalmente, a 1II11 da Saruenlia.
.< E digo compromisso publico, porque o con-
de de Cavour se referiu na sua nota ao discurso
que no da 26 de maio pronunciou na cmara dos
depuladosem rime do governo.

ra se abstivessem de loda a intervengan ua Sici-
lia, ou no reino de aples, tanto era Pars co-
mo era Yienna existe o receio de quo annexa-
go d is estados napolitano c romano ao reino da
Sardenha sobrovenha um ataque das torcas ila-
L-se no Moniteur:
Argel, 19 de selembro de 1S60, s 10 e 10
minutos da noile.
Reproduziraos a resposla do imperador ao
discurso que lhe foi dirigido pelo presidente do
conselho geral de Argel no banquete ofierecido
pela cidade :
O raeu primeiro pensamento, pondo o p no
solo africano, dirig-se para o exercilo cuja co-
ragem e persoveranca tem levado a elfeilo a con-
quista deste vasto territorio.
Mas o Dos dos excrcilos nao manda aos po-
vos o lia,;.'lio da guerra se nao como castigo ou
como redempgo. as nossas raaos a conquista
nao pode ser mus do quo a redempgo, e o nos-
so primeiro devor occopar-nos d'a felicidade
A!''J.a: qU0-a. \us\ria.\ a ?f??H? ea In8la,,er- do tres milhes de rabes que 3 sorle das armas
collocou debaixo do nosso dominio.
A pro-idencia chamou-nos para derramar so-
bre esla ierra os beneficios da civilisago. Ora,
o que a civiligao ? contar o bem estar por al-
guma cousa, a vida do homem por muilo, o seu
j impera- spereicoamenlo moral pelo maior dos bens. Des-
ta maneira elevar os rabes a dignidade de ho-
dor da Austria.
E' evidente que seoielhanle ataque por um
exercilo regular nao poder fazer-se sera o con-
sentimenlo do rei da Sardenha. E nao menos
evidente que, debaixo do ponto de vista do di-
reiio, o rei da Sardenha nao tem razo era pre-
texto aigum para infringir o tratado de Zurich,
recentemeuie assignado e ratificado por elle. O
rei da Sirdenha podia nao acceiiar os prelimina-
res de Vil 1 a tranca e a paz de Zurich; porm ten-
do renunciado conlinuago da guerra, e erape-
nhando a sua real palavra de conservar a paz e
de vi ver em amisade com a Austria, nao pode
agora desconhecer essas obrigages e tenjaruma
agsresso sera pretexto contra ura soberano vi-
siuho.
Alm disso, claro que, neste caso os moti-
vos de interesse coinciden cora as prescripges
do dever. Ura ataque contra o exercilo aus-
traco abrigado por importantes fortalezas, nao
empreza de que possa esperar-se bom exilo ;
e o seu rao resultado dara opporlunidade
Austria de, talvez, restaurar as legages para o
papa, e a Toscana para o grao duque.
Ha moiivos para julgar que nenliura destes
actos seria considerado pela Franca corno ncom-
pativel com o tratado de Zurich .mas. em lodo
o caso, exporia s mais apuradas contingencias a
liberdade da llalla e a sua paz {usura. O rei da
Sardenha, corlo, ganhou a Lombardia, Parma
e Modena ; mas perdendo a Saboya, Nizza e Tos-
cana, nao poder entrar em lula cora a Austria,
que combate por urna boa causa, pela defesa da
territorio o rehabililaco da
go da venda.
TITULO IV.
Da importa^o e exportaco : e da
polica fiscal em relacao s em-
liarcacies que deinandarem, ou
estiverem anconadas nos mares
territoriaes, rios, lagoas e portos
do imperio,
CAPITULO l.
DOS PORTOS ALFANDEGADOS, OL HABILITADOS.
Arl. 315. iniportaco ou entrada do merca-
dorias estrangeiras, ou procedentes de portos es-
trangeiros, sua descarga, deposito e transito
fectuar sem descarregar parte, ou loda a sua car-
ga, ou quaula fr indispensavel para reparar as
avarias da mesraa carga, poder ser logo, por
mandado do juiz cornmercl competente, effec-
tuada a referida descarga, costa da pessoa in-
teressada qne a requerer, em lugar idneo, com
assislencia do empregado, ou aulondade fiscal
do distrelo; communicando o mesrao juiz al-
indola, ou mesa de rendas mais vizinha o oc-
corrdu para que sta de prompto faga verificar e
fiscalisar seu desembarque, deposito, ou reem-
ei
a exportagao, ou sahida para portos eslrangeiro3, [ barque pelos complenles olTiciaeg, ou emprega-
dos gneros e objectosde produeco o manufac- dos de sua inleira confanga : devendo fazer con-
lura nacional, ou de mercadorias estrangeiras em duzir a mesma carga, se assim o exigrem os n-
deposito, ou j despachadas para consumo pode-, teresses da fazenda nacional, ou dos interessados
rao elfecluar-se nicamente nos portos, pontos I e a cusa destes, para deposito regular, e proce-
ou lugares que forem designados pelo governo. I dendo contra os extraviadores, se os houverem,
1.' Os portos. ponto ou lugares de que Ira- conforme as leis liscaes.
ta este arligo podero ser habilitados para todo An. 326. As providencias do artigo anteceden-
0 commercio, qualquer que seja a sua nalureza, te ficam extensivas aos casos : Io, do capito do
ou para um, ou mais de seus ramos, ou simples- navio arribado, que fr julgado innavegavel, ou
Portara.O presidente da provincia, confor-
raando-se com o que propoz o Dr. chefe de po-
lica, em olficio n. 1438, de 5 do correnle, resol-
ve nomear o cdado Benlo Jos Alvos de Olivei-
ra, para o cargo de delegado do tormo de S.
Berilo, creado pela le provincial n. 476, de 30 de
abril deste anuo. Coramunicou-se ao Dr. chefe
de polica.
Dita. O presidente da provincia, tendo era
vista o que requeren o guarda do consulado Joo
Valentina Dias Vilella, e bem assim as ioorraagos
das ropartiges competentes, resolve conceder-
Ihe dous mozes de licenga com vencimentos, na
forma da lei, para tratar de sua saude.
Dita.. O presidente da provincia, attendendo
ao que lherequereuo S.-sargento do4.- batalho
do ariilharia p, Manuel Jos de Castro Vanna,
e lendo era vista o parecer da junta militar de
saude, datado de 27 de outubro ultimo, resolve
conceder-lhe dous mezes de licenga com venci-
mentos, para tratar do sua saude fra do hospital
militar.
A nica proDabilidede com que poderia con-
tar a Sardenha, era somelhante confn to, seria
levar de novo a Franga ao campo da natalha e
aceoder urna guerra europea. O conde de Ca-
vour nao deve, pois, entregar-se a to perigo-
sas illuses. As gran les potencias eslo resol-
vidas a conservar a paz. e a Graa-Brelanha lem
no mar Adritico inleresses pelos quaes vela com
grande zelo o governo de Sua Magestado.
Os ministros do rei da Sardenha pode'm li-
brar a Europa de tal perigo, observando religio-
samente a poltica exposta em a nota do conde
de Cavour, com data de 30 de maio. O governo
de S. M. s requer o liel cumprimenlo das pro-
mes-as que a dita nota coilm. O governo bri-
tannico est disposto a tomar em considerago os
senlimentos e as demonstrages a que alinde o
cunde de Cavour como violando o direito das
gentes, e contra as quaes impotente o poder
repressivo das autoridades locaes, posto que, no
conceito de militas corles europeas, parega ex-
cessiva a indulgencia da Graa-Brelanha.
Anda que organisem expedices martimas,
proparadas no silencio da noile e auxiliadas pelas
povoagosdo lilloral, cerlo que nenhum exer-
cilo pode alravessar a fronteira austraca sem or-
dem expressa do rei.
raens livres, derramar eutre elles a instrueco,
respailando a sua reltgiao, melhorar lodi a "sua
existencia, fazendo sahir desta ierra lodos os
lliesouros que a providencia alli reuni, e que
ura rao governo deixava estril, a nussa mis-
so : nao fallarei a ella.
Quanlo a esses corajosos colonos que vieram
plantar em Argel a bandeira da Franca, e com
ella todas as arles de 11 ra povo civilisado, terei
necessdade de dizer que a prolecco da raelro-
pole nunca Ihes faltar '? As inslituiges que en
lies dei fizem cura que elles encuntrem j aqui
a sua patria, c preseverando nesle caramho, de-
vemos esperar que o exempio seja seguido, c
que os novos povos virio lixar-se nesle solo fran-
cez para sempro.
A paz europea ha de permiltir Franga mos-
trar-se mais generosa anda para com as colo-
nias ; e se eu atravesset os mares para perma-
necer por alguns instantes entre vos. foi para dei-
, xar aqui como vestigio da minha passagem a
cooflanca no fuluro, e urna inteira nos desii-
nos da Franga, cojos esforgos para o bem da hu-
raanidade sao sem pre abeugoados pela Providen-
I ca. Faga um brinde a prosperidade da frica.
.Jornal do Commercio. do Lisboa.
PEKNAMBUCQ.
f REVISTA DIARIA-
Informara-nos que o largo do Hospicio e a
ra do Cimaro acham-se convertidos em poni
de despejo publico, onde vo laucar quania 1111-
mnniicia ha cora incoraraodo rea'l de quem por
alli mora.
Ora, alem de nao serem aquellas locallidades
marcadas para o despejo publico, accresce quo
a accumulacao de materias era putrefaeco no
ceniro da cidade nao pode deixar de ser nociva
saude publica ; e pois, importa que, mandan-
do-se limpa-las, providencie-se no sentido da
nao conlinuago do estado actual.
Bem pedia-se collocar por alli algum pedestre,
que com ura junco espavoriss1 os autores de so-
melhante estado, para a qual deve o Sr. fiscal
volver suas vislas providentes.
Remetiera-nos as seguinles lnhas, quo re-
clamara a leilura do respectivo fiscal :
Consla-nos que se quer tirar o transito pu-
blico de urna anliga estrada, que j exista an-
tes da conslrucgo da nova do Caxang.
Islo so avisa ao Sr. fiscal da freguezia da
Verzea, a quem compele velar pelos inleresses
pblicos.
Apezar do que por vezes temos escripto
acerca do estado era aberto de rauilos terrenos,
nada ou quasi nada se lem feito no s-niido de
ser cumprda a poslura addicional de 40 de no-
vembro de 1855.
ILEGVEL


MARIO DE rafUIAMWQO. 8BKT-A IRA 9 DE: NOVEMBRO MS 9CO.
W
O art. 2. desta dispoe, que os propriotarios I
dos a lelos murado, e dos seus suburbios a pe-
lo renos cerca-Ios, sob a coraininacao pela res-
pectiva inobservancia de 30J0IM) de multa.
Era face deste esUtuido, podero os Qscaes
consentir ou continuar na tolerancia de nao serem
murados ou cercados os terrenos a que nos re-
ferimos ?
Forramo-nos urna rcsposla, visto que esta
obvia.
Todava, anda mais esta vez, instamos pela
execuco da precitada postura ; e os fiscies co-
mo aquelles a quem isto incumbe, devem-na
promover sem contemplado alguma, visto que
iodos sao iguaes para com a lei.
Solicitamos as vistas da anloridade compe-
tente para o que descriplo na noticia, que se-
gu a estas palabras.
Sao destituidas de vcracid.ide as noticias
espalliadas estes Jous ltimos das nesta cidade,
acerca de urna revolugo em a provincia de Ala-
fiis. Nenhuma coiunuunicaco oflcial chegou
presidencia da provincia al o momento de ir
para o prelo o presente numero.
Foi liont-Tii julgado em conselho o soldado da
quarta companhia do corpo de polica Joo Luiz
da Silva, aecusado pelo crime de primeira de-
serco simples. Foi o reo condemnado 6 me-
zes de prisao, e perder o lempo que anterior-
mente tinha servido, como incurso no grao ni-
co do art 102, Io, do reg. de 2 de dezembro
de 1853.O conselho do julgaraento foi compos-
to Jo segnnte modo :
Presidentekfajor Alcxandrc de Barros Albu-
qo erque.
AuditorDr. promotor publico F. L. de Gusmao
Lobo
VogacsSegundo lente de artilharia Manoel
Gon<;alves Rodrigues Franca.
Segundo dito de dito Jos Antonio Ri-
beiro de Freitas.
Segundo dito de dito Fclippc Marques
dos Santos.
Alfens.de polica Minoel Germano de
Miranda.
Dito de dita Joaquim Barbosa dos Reis.
O Exm. Sr. Dr. chele de polica tari hoje
a visita raensal casa de detencao, aconipanha-
do do Sr. Dr. promotor publico Gusmao Lobo e
do escrivo do juizo I). Correa.
Foram recolhidos casa de detencao, nos
das 5 e 6 do correte, 20 homens e 2 mulheres,
sendo 15 livres e 7 escravos, a saber : a ordem
do Dr. chefrt de polica, 5 ; a ordem do Dr. de-
legado do primciio dislrieto, 3 ; a ordem do sub-
delegado do R'-cife, 4 ; a ordem do do Santo An-
tonio, 2 ; a ordem do de S. Jos, 7 ; e a ordem
do dos A togados, 1.
Sr redactor da Revista Diaria.Conven-
cidos de que a publicidad*: dos artos injustos
sempre um bem para a sociedade, mormcre
quando a anloridade quem compele a corree-
cao desses actos, nao se descuida de seus deve-
ri's, recorremos a VV. SS., afira de darem um
espa;o na sua bem acre lita 1a Revista pa-
ra o que se letn passa lo no lugar do Cajueiro,
prximo povoaco de Beberibe, e que vem a
ser : que ha all um humera que leudo por cos-
tme embriagar-se aos domingos, nao deixa pa-
rar a vizinhanca e uem aquellos que Ihe passam
ao alcance, porque, armado de bacaraarle e fa-
ca de pona a lodos accoinmele indistintamente,
Com o quo ja bstanle suslo tem causado, e nao
pnocas carreiras ha feito dar a muilos que por
all transitam.
Era um dos ltimos domingos correa alnz
de um Irabalhador do Sr..... e alropellou a um
vi: i lio que por all mora, o qual a nao vir a ca-
vallo, soria tal vez victima ; e das antes, dispa-
rara o seu favorito contra um seu vizinho de no-
me Santa Auna, quo por felicidide nao o olTen-
deu, e por nao ler podido pegar a um pobre ma-
tulo, atra7 de quera correr, cj'Iocou-so na es-
trada a sua espera por rauto lempo, dizendo
que ensillara o cabra em sua volta....
E que tal u brincadeira ? A graca que o
inspector, segundo voz publica, ludo islo sabe,
bem como toda aquella visinlianea, mas por cau-
sa do seu nervoso, anda nada tum feilo, cum-
prinilo por tanto que o respectivo subdelegado,
em que milito confiamos, lance suas vistas para
csse lugar, atim do evitar-se alguma desgrana
O Curinga.
Foi nomeado Antonio Paes de S Brrelo
para escrivo d3 collecloria do Cabo, por porta-
ra do inspector da thesuuraria provincial de
honlem.
O brigue porlugucz E*peranca, vindo do
Porto, trouxe a eeu bordo os seguintes passa-
gi-iros :
Germano M. Pedra, Hara M. Pedra, Olimpia.
Antonio Francisco da Vinlia, Manoel arvalho de
Moura, Antonio de Souza, Joao Antonio Bastos,
Joaquim Jos Tavares, Jos da Silva Lourenco,
Manoel Francisco Cardozo, Joaquim M. Maga*
Ihes, Jusiino Texeira de Moura, Antonio Cer-
qui-ira, Manoel G irnos Ferreira, Jos Anionio,
Antonio Joaquim Galiosa, Antonio Jos Pereira,
padre Bonifacio Antonio Pereira Lomos, Antonio
Monteiro Rabello Jnior Joaquim do Almeida,
Francisco Pires, Ayres Jos iniz, Manoel de j
Oliveira Jnior, Fortunata Joaquina Pereira Pin-
(o de Quoiroz, Manoel Joaquim Augusto Caval-
canti.
Matadoi'ro publico :
Wataram-se no dia 8 do correte para o con-
sumo desta cidade 59 rezes
MoHTALlPAPF. DO DIA 8 t
Jos Severino de Souza, pardo, solleiro, 26 an-
uos ; tsico.
Marcelina de tal, parda, solteira, 18 anuos, t-
sica.
Vctor de Barros Galvo, pardo, solleiro, 29 an-
uos ; hydruthoras.
Mara Francisca da Conceico, parda, viuva, 81
annos ; ulero.
Josepha Candida de Oliveira Cirvalho, branca viu-
va, 45 anuos, congoslo cerebral.
Mara Robera da ConceiQJo, parda, solteira, 55
annos ; anazarca.
Commimicados.
Vimos hoje pela imprensa pateotearao publico
e ao nosso amigo a saudade que tiosopprime pe-
la sua partida. E quando a amisade serevella
com mais intensdade, no momento de urna se-
paracao. O carcter nobre e distincto do Sr. Ju-
viniano da Cosa Monteiro lhe lem grangeado por
toda aparte a estima de militas pessoas; um nu-
mero bem distincto de amigos se interessam pela
sua felicidade. Como estudante sempre foi ama-
do dos aeus collegas, nao ao pelo seu comporta-
ment como pela sua distincla intclligencia. Mor-
reado o sea honrado e virtuoso pai (con elle en-
carregado de velar sobre urna numerosa familia.
Abandonou a carreira dslettras onde tantos lou-
ros houvera colindo, somonte para escodar e pro-
teger os seus irmos e a sua cariuli ..sa mai.
Propondo-se a um concurso foi plenamente pa-
provado (como j o tinha sido n'alguns prepara-
torios) c nomeado professorda cidade do Rio For-
moso para onde acaba de parlir.
Quem nao conhecer nesta cidade o nomo de
Juviniaoo da Costa Monteiro?
Quem tora dexado de lr as suas mimosas com-
posiedes poelicas.
Queira o nosso amigo acceilar um abraco dos
abaixo assignados e um voto pela sua felicidade.
J. Bessoni de Almeida.
Hilario d'Aihayde Vasconccllos L. A.
Miguel Muniz Tavares.
M. C. P. A.
M. S, V. Leitao de Albuquerque.
Francisco da Silva Miranda.
Francisco Marlius Duarle.
Joaquim Benevides Rapozo.
Jos Francisco de Paula e Costa.
nho a salisfaco d ver que no da 29 de agosto
prximo passado.foi pronunciado o monstro Pedro
Paes de Souza. no ort 192 do cdigo criminal.
como mandante do assassinalo do meu pai raajor
Joao Gnilherme d'Azevedo, e em igual artigo pro-
nunciados os mandatarios.
Peco por tanto ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia e ao dignnissimo Sr. Dr. chefe de polica a
captura dos reos, sendo que o mandante conser-
va-se com um sequilo de assassinos armados, sen-
do os mandatarios e reo Jos Constantino Leite,
e mais muilos dentro dos termos de Caruaj, e
outras vezes no termo do Brejo.
Dou (ira presente senhores redactores,fazendo
sciente ao publico a e todos os meus prenles e
amigos, que nenhuma dcsaftVicAo nem intriga
tenho cora alguem, e que lodo o mal que por ven-
!ura me acontoca s os assassinos de meu pai
sao os responsaveis.
Francelino Guilherme de Azevedo.
Riacho da Lagea, 20 de outubro do 1860.
CHR0N1CA JUU1CUH1A.
TRIBUNAL DO COftlInERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 8 DENOVEM-
BRO DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADO
F. A. DE SOUZA.
As 10 horas da m minia, reunidos os Srs. depu-
tados Basto, Silveira e l.emos, o senhor presi-
dente declarou aberla a sesso ; tendu sido li Ja
c appruvada a acta da uliima.
DESPACHOS.
Um requprimenlo de Jos Luiz Gonoalves Pi-
na, pe lindo o registro da procurando de seu cons-
tituinte Joaquim Francisco de Almeida. Regis-
tre-se
Oulro de Mills Lntham & Companhia, pedindo
que pela junta dos corretores se Ihe atieste qual
o cosiume desta praca at hoje seguido, sobre
quem recahem as despezas de embarque de g-
neros exportados desta cidade para paiz estran-
geiro, o se anda est em platica o referido cos-
to rp.Atiesten
Oniro dos mesmos, pedindo igual attestado pela
Associaijao Commercial Bonellconle.
Oulro de Bailar & Olireira, pedindo o registro
da nrocuragio que ajuntam. Registre-se.
Vistos pelo Sr. desembargador scal, os seguin-
tes :
Um roq'ierimonjo de Margarida Rodrigues Pe-
rer e Francisco Jos Guiraares. pedindo o re-
gistro do seu contrito social. Registre-se.
Oulro de Antonio Jos da Silva Leite, pedindo
matricular-se.Como requer.
Nada mais houve.
SESSAO JUDICIAR1A EM 8 DE NOVEMBRO.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
SOLZA.
Secretario, Julio Guimares.
A meia hora depois do meio-da, o Sr. presi-
dente declarou aborta a sessao, achando-se pre-
sentes os Srs. desembargadores Villares, Silva
Guimares. e Guerra, e os Srs. deputados Le-
nios. Basto e Silveira.
Foi lida e approvada a acta da anterior.
JU.GAMENTOS.
Appellantes, Francisco Brasileirode Albuquer-
que e outros herdeiros de Francisco do Reao Al-
buquerque ; appcllado, Mximo Jos dos Santos
Andrade.
Confirmada a senlenca.
PASSAGENS.
Appellanle, Manoel Jos Ferreira de Gusmao :
appellados, os administradores da massa fallida
de Novaes & C.
Ao Sr. desembargador Silva Guimares.
Nada mais houve a iritar-se, e encerrou-se a
sesso.
Temos presenciado o modo pouco convenien-
te porque lem sido aecusados algnns directores
di caixa filial do banco do Brasil pela redacc&o
do Liberal Pernambucano, como compressores
do crdito e destnbuidores de favores a uns o
repulsara a outrns. Taes aecusacoes se bem que
entendamos serem injustas e Ulnas desse ou da-
quelle desoeito, nao qnizemos com ludo sabir do
nosso proposito de meros espectadores do que se
passava entre uns e outros, e (azermos o nosso
juiu acerca de queixas tao graves.
Nao podemos, porm comer a noissa exaltarlo
quando vimos ainda ser acensado pela redaccau
d'aquella folha em artigo de 7, ura uome que por
si s Castaria para arrefecer qualquer impeluo-
sidade desses genios arrebatados e precipitados ;
nao porque esse r.ome seja o de um alto perso-
nagem que possa revolver o mundo poltico e
commercial Nao ; mas por ser o de urna pessoa
reconhecidamente benigna e incapaz de acedes
que Ihe emprestam.
Oiem nao reconhece na pessoa do Sr. Francis-
co Joao de Barros ura director accessivcl c at-
leudivel ao mesmo lempo, tanto ao grande como
ao pequeo? Quera se nao elle e mais outros
ex-direclores, de eterna gratido, foram os que
nos salvaram de anda mais eminentes perigos ?
Quem se nao ellos os que se extorcaran cora os
meiose o prestigio de que dispuniam para nos
salvar de roaior barrasca commercial? e como
pois tao depressa esquecor-se de taes servigos,
para aggredir-se do um modo tao injusto e des-
, commuoal ?
Asseguramos a"illuslre relaccao do Liberal
I Pernambucano que as informaces fomocidas
I acerca do Sr. Francisco Joo de Barros, sao in-
justas e mal cabidas e que se se der au Irabalho
de cora mais prudencia e reflexao explorar a rea-
' lidade, ha de convencer-sa comnosco queaquel-
le senhor n.io merece a censura atirada por al-
guem despeitado. Estamos mesmo capacilados
que esse mesmo alguem talvez seja dos que nao
tenha razao de queixas tao acres; por quanto
asss lem ellos e uniros sido peculiarmcnte al-
lendidos our aquello estabeleciment.
Desde que temos tido a iofelicidade de lular-
mos com essa crise de que ranos vemos a bra-
cos, todos leen visto o modo conveniente porque
se lem portado o Sr. Barros, como director da
caixa filial. De accordo cora os seus collegas de
semana, elle tein sabido conciliar c altendor as
parles da raelhor mancira possivel c de harmo-
na com as instrueces da caixa matriz. E como
pois escrever-se o contrario disto. E' que nem
sempre ou nunca achamo-nos satisfeitos.
N.io sabemos que os directores lenham func-
cionado mais das, do que aquelles que Ibes
permilldo pelo regulamnnto da casa, tanto mais
quanto ha outros que por certo nao recusariam
a entrar no oxercicio do tios funo^ocs ; saWo ou
tao quando ha motivos imperiosos pelos quaes
seja misier chamar-se aquello que mais prxi-
mo se achar etc.
Conscio do que vimos de dizer pouco nos ni-
pona que queiram aquilatar o nosso proceder
oor um prisma diverso ao nosso carcter Digara
porm oque entenierem e o despeito permiitir,
que jamis nos demovero do irme proposito
de sustentarnos as nossas assergoes aqu apo-
sentadas.
Ao Sr. Barros pedimos desculpa se nao accor-
darcoma oossa exigua defeza, pois nao esl em
nosso genio ver-so desvirtuar as aeces de cada
um.
Recife, 8 de novembro de 1860.
Cora quanto nao possa dcxar de confessar-me
grato ao comraunicanle do Liberal Pernambuca-
no del do crreme, pela voz que ergue em fa-i
vor de meu nome, que suppoe esquecdo por to- ,
dos os ra us amigos polticos, na prxima lula!
eleitoral; devo, todava, declarar-lhe que, nem
exacta, nem justa a sua supposic,o. E' possi-
vel que motivos, para os quaes nao concorri, le- I
nham podido alterar alguraas relajos que pre-
zava ; mas nem por issu me julgo abandonado de
amigos sinceros e dedicados que, atlendendo
inuiio ao presente c futuro, nao despresara, nem i
esquecem o passado.
A justica e a lealdade obrigara-me ainda a as-
severar que uenhoma queixa tenho formar con-
tra o ex-coramandanlo do corpo de voluntarios,
de que fui praca. As nossas relaces sao, ac-
tualmente, as inesmas que foram no lempo em
que a defeza de um principio poltico nosconser-
vava ligados; na questao do dia nao possivel
que nada me tenha negado, porque tarabem na-
da llie ped ; porm nutro a tirme crenca de que
se chegasse u momento de me ser preciso invo-
car asna amizade,-csla me au faltara.
Recito, 8 de novembro de 1860.
/. J. Ferreira de Aguiar.
Srs. redactores.O modo porque esclarec na
duas correspondencias anteriores asoecurrencias
dos negocios de Caruar, supponho ser sufficien-
te para arrancar as cataratas do Sr. Joo Vieira
de Mello e Silva, que deve lerabrar-sc de que
aqu nao Caruar, anude S. S. pz em pralica
felos tao maravilhosos !.. e ainda se conserva
sem recompensa 1 No, aqu temos urna polica,
que avssa do modo a que procedeu ura dele-
gado qu houve em Caruar, que sullou por sua
conta e risco, criminosos do morios e roubos, j
pronunciados 1
O Sr. Joo Vieira deveria estar convicto de que
qualquer perseguido que S. S. urdlsse contra
raeu mano, como de faci urdi, ter-me-hia pela
proa indispensavelraente lomar Ihe conta pelos
meios competentes, nao com instrumentos mate-
riaes, nem recorrendo forja bruta, porq le as-
sira procedem os tyrannos, queperseguem e nao
discutem, pela certeza da derrota que sempre
tiios est preparada as discussoes, mas pela im-
prensa, que para mim urna arma poderosa, o
um poder, que se reconhece como ura correctivo
moral, que as justas e graves aecusaqes, que
se fazem aos tyrannos olles ticam de tal surte
abalados, que perdem o equilibrio, e sepultara -se
iuevitavelmenle na cva que Ihes hava prepara-
do as suas mal fundadas e torpes perseguijoes.
O tyranno persegudu pelos remorsos at nos
grandes e faustosos deverlimenlos : por toda par-
te por onde passa v e ouve a vso do perse-
guido innocente bradar-lhe ao ouvidomalvado,
o teu lugar est preparado no inferno, ests ex-
comraungado e amaldiajoaio pela nata da socie-
dade. Entretanto que as horas era que os homens
pacficos passam ueste mundo sao recamadas
, do descanso, tranquillidade e quielago, suc-
cedeudo > contrario cura os tyrannos quo o
| [ieior lugar que encontrara no mundo o leto.
I aonde logo sao acommetlidos dos remorsos dos
; seus bellos actos.
Um tyranno como o Sr. Joo Vieira que man-
dn dar tiros era um magisrrado pacifico, intel-
lg-'iito e honrado ; um lyranoo que marida chi-
batear ura pobre preso coberto de trapos e que
esmola o pao da candado, que se jacta de bora,
honrado, probo e limpo de pena e culpa Oh tm-
pora, oh mures I
O Sr. Joo Vieira nao lem p'eno conheciraento
o conscicncia que meu mano nao leve parte no
assassinalo do infeliz Joo Guilherme? nao sabe
S. S. que meu raanu sempre foi amigo do finado
Guilherme? nao sabe mais que meu mano sem-
pre nutri intimas rolacoes do amtzade e estima
com toda familia dJ finado, o com especialidade
| a ura preslimoso e distincto membro desta fami-
; lia, o dgno coramandarite superior Francisco
Xavier de Lima : cujas relaces eram as mais
| firmes, que urna estima reciproca polo adquirir?
; o no caso de terem apparecido precedentes de
i offensas do finado Guilherme para raeu mano, o
j que nunca apparcceu ; este nao desculara e
. perdoria ludo a aquello era virludc do eslreito
! laco que prenda o ligava Pedro Paes de Souza a
I Francisco Xavier de Lina?!., nao sabe S. S.
que estes raesmos lacos liguvarn meu mano com
Sr. Mauoel Francisco de Lyra, mano do finado?
\ e como se atrevero cortos individuos, iuimigos
| polticos de meu mano a inlroduzirera misera-
, velmento a discordia entre ntimos amigos de
i tio longa data ? Senhores, eu fallo com lana '
consciencta o conhecinento de causa, que lati-
guera me pJe refular, appello para o grande
numero de disiiuctos caracteres daquella comar-
ca e mullos desta capital que bem o sabem desta
incunlestavel verdade.
Com eRelio ha homens que com a mo occul-
la manejara a intriga com tanta subtileza que
preciso inulto tino e tatica para so penetrar no
animo da maledicencia isto nao deixo de
fazer justija ao Sr. Joo Vieira, que para certas
subtilisas, ha gonle muiln superiur a S. S. Deixo
do entrar aqu era cenas appreciaQes, porque
nao quero locar em cerlos diques que veem a
tornarse ura Mare magnum !.. ecom clavinutes,
pistolas o punhaes nao quero brinquedo !....
pois q.nndo oueo fallar nestes preparativos, tico
igual a ura pavuo quando ollu para os pos.
Agora runipre tratar acerca do Sr. Manoel da
Paixo Regs apresenlado como co-ro do assas-
sinalo do infeliz Guilherme.
O Sr. Paixo Regis, agricultor e morador ha
muitos anuos em sua fazenda Ming ; foi sempre
tido e havido como pacifico o ordeiro, e de qual-
quer raodu que se tratasse de seu norac, era para
fazer-se-lhe justija relativamente ao seu procedi-
mento para com seus deveres.
Achando-se urna occasio em Raposa, por oc-
casio da testa que faziana do S. Caelano. succe-
deu, que era una das reunios naquella igreja,
algumas familias quizeraui subir para o coro da
igreja, o finado Joao Guilherme oppoz-se e en-
tre outras familias acliava-se a familia de Paixo
Regs, dingio-se este a ter com o finado Guilher-
me, e entre elles houveram alguraas razos ; mas
sob un termo, que o finado cedeu, entretanto
que ao fim de 3 ou 5 annus foi assassioado o fi-
nado Guilherme, esta a causa que do a ser
Paixo Regs co-ro era tal assa-sinato.
Agora adrnire-se o q taiilo pode e quanto val
a prevencao. Alguem sera ser da familia du finado
Guilherme entendeu que devera subordinar Pai-
xo Regis, politicamente fallandu-se e com sua
firmeza de carcter repellia tal pretenjo, ei-lo
feito co-ro em tal assassinalo. Aqu termino e
fleo como seriipre s urdens do Sr. Joo Vieira,
para acorapanlia-lo na iraprensa e qualquer ter-
reno que se collocar.
Sou, Srs. redactores, seu constante leitor
Sebastin Paes de Souza.
Recife 8 de novembro de 1860.
ciando e censeguindo que para a representar Ihe
fosse nomeado curador adkona; ao mesmo'lem-
po que o inventarame seu irmo, e o proprio
curador a bona, estavam cm arilva Correspon-
dencia particular com a annunciante sobre os-
sumptos de inventario ; para o qual todava a
annunciante, nunca em lempo algum envioa
procuraoo sua. E como resultado deste pro-
testo a annunciante previne ao publico, para
que ninguera possa contratar com qualquer dos
eoherdeiros inleressados n'aqnelle fraudulento
inventario, ou com seos herdeiros, sobre bens
quo pertencerara ao casal do finado pai da an-
nunciante o Sr. Joaquim Jos de Miranda, na
certeza de que qualquer que o faca, lem desu-
geilar-se aos resultados da acjo, ou dos meios,
de que a annunrianlo, ou seus herdeiros possam
usar para rescindir lo nefanda parlilha, que
mais merece o nome de expoliaeo. Lisboa 6
de selombro de t860.
D. Atina Joaquina de Miranda Brito.
(Eslava recuuheciio.)
Para o Sr. ministro do im-
perio ver.
Nenhum empregado geral pode
aceitar em prego algum provincial sem
que previamente solicite e obtenha a
sua detnissao. Avisos de 10 de po-
vembro de 1837 e 7 de outubro de
184o.
Ora, nao tendo sido dervogados os ci-
tados avisos, cuja tao sabia, quao ter-
minante disposicao se acaba de ler :
bra de duvida que nao deve continuar
a ser inspector da thesouraria provin-
cial o prolessor de geometra do col le-
gio das artes (ou a ser professo de geo-
metra do collegio das artes u inspec-
tor da thesouraria provincial )
lisse funccioncirio, a despeito dos avi-
sos citados, foi nomeado nspecto-- da
thesouraria provincial de Pernatnbuco :
e, em prejuizo do seu substituto, da
instruccaoe dos cofres pblicos, se acha
lora da sua cadeira, ha 15annns!
(fazem hoje 15 de setembro de 18G0.)
Praca do Recife 8 de no-
vembro de 1860.
\s ives \uiv.is da tnrde.
CotacTtes oTiicaa's.
Cambio sobre Londres- 26 l|i 26 3i8 e 26 Ii2 d.
9d div.
Descont de letras10, 12. 13 e 15 0|0 ao anuo.
George PalcliettPresidente.
UubourcqSecretario.
Sr. presidenle da provincia, manda fazer publi-
co, que com a data de l10 de setembro prximo
lindo, paga-se pm apolrces- toda a divida liquida-
da de obras publicas ; perianto sao convidados os
respectivos credores para virem declarar nesta
thesouraria se querem ser aasim pagos.
E para constarse mando afixar o presente e
publicf r pelo Diario. Secretaria da thesouraria
provincial de Pernambuco31 de outubro de 1860.
O secretario. A. P da Annuneiacao. ______
Oeeiaracoes.
A cmara municipal desta cidade faz sesso
ordinaria no da 12 do frrenle e seguintes.
Pela subdelegara do prmeiro districto da
fregueza dos Afogadus se faz publico que se arha
preso na casa do detengo um rsrravo de cor
preta, mojo, diz chamai-se Feliciano, e que fra
cscravo do fallecido Fernando Sclier e hoje dos
herdeiros, e que se acha ha vinte o tantos dios
fgido : quem direito livor ao mesmo, apresen-
le-se provando o seu dominio.
Subdelegacia do prmeiro districto dos Afoga-
dos 7 de novembro de 1860.O subdeleuado,
Antonio Goncahes de Moraes.
Ach-se depositado por ordem deste juizo
um cavallo ruco sujo, que foi apprehendido no
poder de um lal Jos Amero, quo diz ser mo-
rador ao lado de Goianna : quem ao mesmo se
julgar cora direito, Jcompare^a, que, provando,
Ihe ser entregue.
Delegara de polica do prmeiro districto do
termo do itecife 7 de novembro de 1860.O de-
legado supplente, Penna Jnior.
Directora eral da iiislruccao publica
de Pernambuco
31 de outubro del 860.
O director geral interino da nstrurcao publica,
ouvido o conselho director em sess.io de 18 do
correte, e de conformidade tom o disposto nn
lei rcRulamenlar ir 361) de 14 de maio de 1855,
considera incurso no art. 99 da citada lei, o pro-
fessor particular de inslruceao primajia da cilade
do Rio Formoso, Jos Mari de Fi como lal sujeilo pagar a mulla de cincoenta
mil ris (5OJO00) por se nao haver habilitado com
o exame de verificando de capacidade prolissio-
nal. e nem requerido a competente licenea ; de-
vendo o mencionado professor rocollier thesou-
raria da fazenda provincial a dita quantta de cin-
coenta mil ris dentro do prazo de trinta dias
contado da data deste ; lindo o qual ser a mes-
ma mulla cobrada executivamente, corno se pra-
lica com a divida activa provincial, proveniente
dos impostos.JosSoars de Azevedo, director
geral interino.
NOVO BANCO
DE
VI f u doga.
Rendimento do dia 1 a 7 .
llera do dia 8......
95:558397
14:630*721
110:1795118
aMovimenio da alfanilcs-a.
j Volumes entrados

cura fazendas..
cora gneros.
Volumes sabidos enm [azendas..
com gneros..
12
1i3
173
179
------352
155
Descarregara hoje 9 de novembro
Barca (raneenliaonlvinho.
Bsra inglezaProspera bacalho.
B.irca francezaSpherecarvao.
Barca inglezaHerciliadem.
Barca inglezalioogeneferro.
Brigue oldemburguezAnnacarvao.
Brigue porluguez Relmpagodiversos gneros
Brigue americanoA M. Roberlcarvao.
Brigue inalezSilvamtrilhos de ferro.
Briguo ingle/.Bedouin trilhos de ferro.
Brigue ingle/. Vividdem.
Brigue inglezSpydem.
Brigue inglesLumbyidem.
Ilate brasileiroInvencivel diversos gneros.
Consulado feral.
Rendimento do dala". 4:365j961
dem do dia 8....... 252>905
O novo banco continua a substituir
ou a resgalar o resto das notas de 10$ e
20j) rjue havia emittido e ainda existe
em circulacao, declarando quf\ em
cumprimento do decreto n. 2,6(i't de
10 de outubro do corren te anno, esta
substituicao ou resgate devera' efFec
tnar-se dentro de i mezes, e tiue (indo
este prazo s podera' ter lugar romo
disconto progressivo de 10 por cenlo ao
mez, icando assim na lorma do art 5
da lei n. 53 de 6 de outubro de 183
sem valor algum no im de 1" mezes.
Uecife 0 de novembro de 1860. Os
ti i rector es, Joo Ignacio de Medeiros
Reg, Luiz Antonio Vieira.
luspeceao do arsenal (lema-
rinha.
Faz-se publico que a cnmmisso de peritos,
examinando, na forma determinada no regnla-
mentn baixado rom o decreto numero 1324 de 5
de feverelro de 1851, o casco, machina,caldeira,
apparelho, mastrearo, veame, amarras e anco-
ras do vapor Iguarass, da companhia Pernam-
bucana de navegcao cosleira, achou ludo em
estado regular.
Inspecfao do arsenal de marinha de Pernam-
bucq, em 7 de novembro de 1860, O ins-
pector,
Eliziario Anlonio dos Santos.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas
de 1 o,ooo e 2o,ooo da
emisso do banco.
Directora geral da instruceo
publica.
Paco saber a quem convier, de ordem do film.
Sr. director gera-l interino, que conlinuam a estar
vagas por falla de concurrentes, as cadeiras de
instruyo elementar do prmeiro gro para o sexo
masculino, do Pilar de Itamarac, Buique, fre-
gueza de Una, Abreu de Una, Taquarilinjta,
Timbaba, Vicencia e S. Vicente ; pelo que sao
de novo postas concurso, marcando se o prazo
de 30 dias a contar da data deste, paia a insrrip-
cao e processo de habilitaron dos opposilore, na
lrma das inslrnrcoe de II de jambe de 18'.9.
Secreiaria da inslruceao publica de Pernambo-
co, 3 de novembro de 1860.O secretario inte-
rino, Salvador lleorique de Albuquerque.
Cnnselliod aministrativo.
O conselho administrativo, para forneeimento
do arsenal de guerra, cumprindo a ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 29 de outu-
bro prximo passado, lem de contratar a publi-
cacao dos annunrios para as compras e reeolhi-
menlos dos gneros durante o prximo trimestre
de 15 do novembro a 15 de fevereiro de 1861.
Os concurrentes devero otferecer as suas pro-
postas em carta fechada, na secreiaria do conse-
lho, s 10 horas da manh&a do dia 12 do andan-
te mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para furneciniento do arsenal de guerra, 2 de no-
vembro de 1860.
liento Jos Lamcnha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secrelaric interino.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para forneeimento
do arsenal do guerra, icm de comprar os obiec-
los seguintes :
1U. balalho de infamara.
38 l/2covados de panno verde.
50 varas de aniagem
400 varas de coidio preto de lia.
141)0 botes grandes de metal bronzeado com
o n. 10.
900 dilos pequeos de metal bronzeado com
o n. 10.
25 1/2 varas de tranca de 15a (conforme o figu-
rino
100 bonets.
100 esleirs.
100 grvalas de sola de lustre.
100 mantas de la.
4. balalhao
botoes grandes
de artilharia.
de metal amarello com
3128
o n. 4.
2082 ditos pequeos de metal amarello com
o n. 4.
Companhia de artfices.
92 botes grandes de metal amarello com
o n. 3.
588 botes pequeos de metal amarello com
o n. 3.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente
as suas proposlas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 9 do
correle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecirnenio do arsenal de guerra, 2 de
novembro de 1860.
Dent Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario inlerino.
f
4-618866j
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 7 412-815
dem do dia 8....... 181^135
B93|980
OMPANHIi LRICA DE G. H4RINANGELI
Sabbado 10 de novembro.
Primeira represenlago da opera de Belline em tres actos :
Despachos de exportans\o pela me- i
sa do consulado desta cidade n
dia S de novembro de 18iO
Rio ila PrataBrigue nacional Veloz-, A. Ir- |
maos, 96 barricas assucar branco.
LiverpoolBarca ingleza John Martin)', S. Bro-
Ihers & C 70 saceos assucar mascavado.
Rccebeiioria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Kondmenlo do dial a 7 6:240*162
dem do dia 8 2:475*511
8:715&673
Consulado provincial
Randimentb do dia 1 a 7 3:929461
dem do dia 8....... 37IJ19
Principiar s 8 horas em ponto.
frisos martimos.
,\ li
&er&*
4 3005880
Publicacoes a pedido.
2." seccao.Palacio do governo de
Pernambuco era 17 de setembro de
1860. Em observancia do aviso do
ministerio da justicia de 16 de agosto
ultimo, recorainendo a Vmc. que cora
todozeloe solicttude procure examinar
i as correicoes, se o juiz deorphaos des-
ta comarca cumpre com exaccao o hu-
manitario dever de cuidar ptlos meios
legaes ao seu alcance do futuro e bem
estar dos orphios desvalidos, dando-os
a soldada com as precisas segu-ancas,
na orma d lei, devendo Vmc. infor-
mar me opportunamente do resultado
de suas ind igac5es a esse respeito.
Dos guarde a Vmc. A. Leitao da
Cunha.Sr. Dr. juiz de direito da pri-
meira vara desta cidade.
ERRATA.
Na correspondencia assignada por Sebastio
Paes de Soiua, Diario de Pernambuco du len-
le m 8 do crreme, era lugar de lr-se Manuel dos
Santos Cariasla-seAntonio dos Santos Ca-
rias ; em seguidala-seo corpo da guarda c
nao a guarda nacional.
Correspondencias*
Srs. redactores.Moro distante dessa cidade,
e s tarde posso lr os jornaes que ahi se impri-
mera ; por tanto s agora pude ler o Diario de
39 de agosto passado, no qual depirei com urna
correspondencia assignada pelo Sr. Sebastao Paes
de Souza, denominando innocente o seu irmao o
Tigre de Taciit Pedro Paes de Souza, ass.s ca-
luniando ao milito probo e digno Sr. lenle co-
ronel Joo Vieira du Mello e Silva.
Os fictos que o Sr. Sebastao se atreve a publi-
car, carecem de cmplela prova. O meu querido
pai assassinado por ordem do monslro Pedro
Paes, foi sempte intimo amigo do Sr. lenle
coronel Vi.-ira, e eu multo me houro nlreler la-
cos de araisade com esne senhor, tanto porque
conheci-o sempre amigo do meu pai como mui
principalmente pelos excessos quo fez, e servico,
que a polica presin j capturando Jos Joaquim
d'Azevedo Capucho, um dos assassinos e diligen-
ciando a capturas de uniros que se evadirom no
acto da captura. O Sr. Sebasliiio atlreveu-se a
injuriui-mo. repulando-me incapaz de promover
a punifo dos assassinos do meu sempre querido
e nunca esquecido pai, nao tendo o Sr. Sebastao
o que dizer culpa alinal o honrado Sr. lente
coronel Vieira, commandante da denuncia. Esta-
r esquecido o Sr. Sebastao que quando se deu
o horroroso facto do assassinalo do meu pal, eu
enio ora quatorze annos de idado. Uve forras
para apreseniar-me em palacio e dizer ao presi-
dente da provincia, entao o Exm Sr. Dr Jos e escravos, que naquella provincia, possuia seu
liento com lagrimas nos olhos que exiga justici; pai o Sr. Joaquim Jos de Miranda, fallecido com
mostrando nessa occaaio is bailas com que mor- i testamento, o codicillos em 28 do mez de junho,
reu o infeliz meu querido pai? Siria o Sr. teen- e anno de 1848; o protesta nao s pela occulta-
te coronel Vieira quera me guiou para lal lm.? gau de bens que nao se descreveram, nao s
Afllrmo ao Sr. SobastiSo que. ainda nuiro os mes- pelas morientes e decisivas avaliaces, que fi-
mos seiitimeulos e que o Huapo nao me podor. zeram dar aos bens qne descreveram, como mais
riscar dalembranca que mo homicida me roubou particularmente, pela nullidade com que Qze-
para sempre o autor de meus das. Quando pu- rara considerar a annunciante d'aquelle inven-
de obter provas apresentei a denuncia e hoje te- tao como auzente em parte incerta,
D! Anna Joaquina de Miranda e Brllo. viuva
do negociante Francisco Barboza de Brito, resi-
dente na cidade de Lisboa, ha mais de 30 an-
nos ; protesta pelo modo mais solemne que em
direito possa haver, cunta a nullidade do in-
ventario, e partilha a que procederam na cidade
do Becifc de Pernambuco, imperio do Brasil,
seus irmos Joaquim Jos do Miranda Jnior, o
Bernardo Antonio de Miranda, que figurou nelle
como inventarame, dos bens, direitos, e aeces,
Movimiento do porto
Navios entrados no dia 8.
Araraty8 dias, hiate brasileiro Invencivel, de
35 toneladas, capitn Jos Joaquim Alves da
Silva, carga cera de carnauba e mais gneros ;
ao mesmo rapito.
Porto--36 dias, brigue porlugucz fisperanra, de
180 toneladas, capilao Jos Peraandea do ar-
mo, cquipagera 13, carga vinho e mais gene-
ros ; a Barroca Medeiros.
Navio sabido no mesmo dia.
MontevideoPolaca franceza Fameux, capilao
E. Boire, em lastro.
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tCOMPANlIIA
V DAS
Messagcries imperiales.
At o da 14 do corrente, espera-so da Europa
o vapor francez cNavarre, commandante Vedel,
o qual depuis da demora do costume sogulr pa-
ra o Rio de Janeiro, tocando na Baha, para pas-
sa geoa etc., a tratar na agencia ra do Lrapiche
n. 9.
PARA O ARACATV E ASS'
sae o hiate Sergipano: para carga, trata-se com
Marlius & Irmo.
?3~
rara
A noite conservou-se clara e reinou o mesmo
ve nto e com a mesma intensidade.
OSCILLAQAO DA HAR.
Preamar a 11 h 58' da manhaa, altura 5 3Jp.
Bainamar as 6 h 10' da tarde, altura 1.85 p
Observatorio do arsenal de marinha 7 de no-
vembro de t860 iiomaio stepple.
Riode Janeiro,
O hiate Piedade recebe carga frete, e passa-
geiros : a tratar com Caetano C. da C. M Ir-
mo, ao lado do Corpo Sanio n. 23.
Acarac porMunda.
O hiate Sobralense, para carga e passageiros
trata-se com Caetano C. da C. M. & Irmao, ao
lado Corpo Sanio n- 23.
Cear
Palhabole Santa Cruz, para carga epass.igei-
ros trata-so com Caetano C. da C. M. & Irmo,
ao lado do Corpo Santo n. 23-
O brigue portugus Constante vai sahir
para Lisboa com a maior presteza por j ter par-
le da carga : quem no mesmo quizer carregar,
trate com o consignatario Tlmmaz de Aquino
Fonseca, ou com o capiSo o Sr. Carlos Augusto
Jos Reis, na praca, ou na ra do Vigario n. 19,
prmeiro andar.
Maraiihao e Para,
Segu com brevidade o bem conhecido hiale
Lindo Paquete, capilao Jaciutho Nones da Costa
por ter parte de seu rarregamenld promplo; para
o resto e passageiros, trata-se com os consiana-
larios Almeida Gomes, Alves & C, no seu es-
cripiorio. ra da Cruz n. 27.
Porto por Lisboa.
Vai sahir para o Porto com escala por Lisboa
at o dia 25 do crtente mez o brigue portusuez
Promptido II. forrado e encavilhado de cubre,
de PRIMEIRA MARCHA E CLASSE, por j ler
parte do seu carregamento; para o resto e passa-
geiros, para os trata-se com Elias Jos dos Santos Andrade C,
ra da Madre de Dos n. 32, ou com o capilao.
Para em direitura
O hiate Rom Amigo tem metade do carrega-
menlo. e segu em poneos dias ; trata-se com
Marques Barros & C, no Corpo Sanio n. 6, ou
com o capitn Pereira Marioho.
Araealy e Ass.
Segu por estes dias e hiate Gratido ; para
o resto da carga e passageiros, trata-se na ra do
Codorniz n. 5 com Ferea & Valenle, no Forle
do Mallos.
Lisboa.
Vai saliit com muita brevidade a bem cor.he-
cida
Barca Gratido
para carga e passageiros. trata-se com os con-
signatarios Carvalho, Nogueira & C, na ra do
Vigario n. 9, prmeiro andar, ou com o C3pi.'ao
Borges Pestaa.
Baha.
A escuna nacional Carlota, segu em poucos
dias para a Sahia, lem parle de sua carga en-
gajada ; para o reslo iraia-se com o seu consig-
natario Francisco L. O. Azevedo, na ra da Ma-
dre de eus n. 12.
Editaes.
O Ulna. Sr. inspector da thesouraria pro-
deligen-| vincial, em cumprimento das ordeus do Exm.
PARA
Segu em poucos dias c em direitura parao
Para, n brigue escuna nacional Graciosa, capito
e pratico Joao Jos de Souza, para a pouca car-
ga que Ihe falta trata-se com os consignatarios
Almeida Gomes. Alves & C, no seu escriptorio
ruada Cruz n, 17.
Rio de Janeiro.
A fretes baratos.
O patacho Anna, segu parao Bio de Janei-
ro poresle8 dias, recebe carga por barato frete :
a tratar com Tasso Irmos.
Para o Aracaty e Assu,
o hiale -Dous Irmos j* lem a maior parte da
carga ; para o reslo iraia-se cora Martins & lr-
' mo, ra da Madre de Dos n. 2.


f
<)
MARIO DE PERNAbMUCO. SEXTA FEIRA 9 DE NOVEMBRO DE 1860.
Para Macei.
O veleiro e bem conhecido cter nacional Em-
tno segu para Macei em poucos dias ; para al-
guma carga que Iha falta, Irata-se com Francisco
L. O. Azevedo na ra da Madre de Dos n. 12.
Para o Rio de Janeiro*
O patacho nacional Julio, pretende seguir nes-
tes dias. para o resto da carga que Ihe Falta tra-
ta-se com os seus consignatarios Azevedo &
Mendos, no seu scriptorio ra da Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro.
D? T?'neir0 bem conhecido patacho nacional
Beberibe, pretende seguir com milita brevidade,
tem a seu bordo parte de seu carregamento para
o_ resto que Ihe falla Irata-se com os seus con-
signatarios jtaevedo & Mendes, no seu escriplo-
rio ra da Cruz n. 1.
COMHMIIA BKASILEIIU
DE
PAOUETES A VAPOR.
Espera-se dos porlos do sul at o dia 14 do
corrcnte, o vapor Paran, commandante o pri-
meiro tenenie Pontes Ribeiro, o qual depoisda
demora do costume seguir para os portos do
Dord.
Recebem-se desde j passageiros e engaja-sa
a carga que o vapor poder conduzir a qual de-
vora ser embarcada no dia de sua chegada : agen-
cia ra da Cruz n. 1, escriptorio de Azevedo &
Mendes-
Para Lisboa
vai sahir impretorivelmente no dia 20 do corren-
te o brigue portuguez Relmpago : quem no
mesmo uuizer ir de passagem, para o que offere-
ce escoltantes conunodos. dirija-se ao consigna-
tario Thomaz de Aquino Fonseca, na ra do Vi-
gario n. 19, primeiro andar.
Leiies.
LEILO
Sexta-feira 9 do corrente.
O agento Tinto far leilao em seu arraazcm na
ra da Cruzo. 51, de urna rnottilia de Jacaranda,
duas de amarello e muitss outras pecas avulsas
que estaro vista dos compradores
Principiar 33 11 hords.
LEILAO
Na ra to Fogo.
Sexta-feira 9 do corrente.
Anluo.es far.'i loilo em seu armazom na ra
do Imperadorn. 73, de um sobrado de um an-
dar o soio, silo na ruado Fogo n. 35, o qual
tem chaos propno., 2 salas, (res quartos, um so-
to com cosinha, quintal, cacimba etc., tendo a
loja cosinlia fora.
Na mesma occasiao
vender uo cxcellente cavallo com lodos os ar-
rojos novos.
Comraercial.
Sabbado 10 do corrente.
Antones autorisado pelo Exm. Sr. Dr. juiz es-
pecial do commercio, a requerimento dos depo-
posilarios da massa fallida de Jos I.uiz Pereira
Jnior, far leilao no dia cima designado de
lodos os predios, fazendas e dividas que consti-
tuema referida massa, cujo leilao lera logar na
loja da ra Nova n...
Principiara as 11 horas em ponto.
LEILlO
Terca-feira 13
DE
do corrente.
loja de miudezas.
NA
Ra Direita n 83.
Por despacho do Exm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio e a requerimen-
to de Antonio Fernandes de Castro, o
agente C tuiudeza da ra Direita n. 83. per
tencente a Jos Ramalho de Souza con
sistindo em armacao e miudezas: no
mencionado da as 11 horas era ponto.
Avisos diversos.
3000CIACA0 EpO0VApUCA
Pevtumltucatta.
Domingo, 11 do corrente, haver sessao ex-
traordinaria do conselho director e da assombla
geral.esta s 11 horas da manhaa e aquella s
10; estando em execueo as ultimas delibcracoes
approvadas.
Secretaria da Associaco Typographica Per-
nambucana, 7 de novem'bro de 1860.
Juvencio Cesr,
Io secretario.
Precisa-so de urna ama que cozinhe e
engomme com perfeicao : na ra do Vigario
Na ra da Cruz n. 13. enfeilam-se bandei-
jas com bolinhos, e doce seco com rauio gosio
eo mais delicado que se pode ver ; flores em
ramalheles e solas arvoredos de fruas e de
flores, batatas e adalias de dilTereriles qualida-
des. semenles de abacachise pitanga, o vinho de
cajo, em garrafas.
Pechincha sem par.
Vendem-se paletots saceos de casemi-
ra de cor pelo barato preco de 16$: na
ra da Madre de Dos n. 36, primeiro
andar : na mesma casa vndese um re-
logio de ouro patente inglez e um cor-
rentio pelo preco de 300#.
Attenco.
Observa-se que o odilo publicado
hoje na segunda pagina do Diario de
Pernambuco, dirigido ao juiz de curato
da pnmeira vara criminal desta eidade,
e' urna circular que foi dirigida a todos
os juizes de direito da provincia, como
se pode ver do mesmo Diario de 19 de
setembro de 18G0, pagina primeira, co-
lumna quarta.
Recie, 8 de novembro de 1860.
Hoga-se aos Sis. Joaquim Fran-
cisco de Souza Leao rendeiro do enge-
nho Crauassu', e Manoel da Trindade
Camello Petsoa, morador em Alago* de
Pedras, o favor de se dirigirera a Fora
de Portas, psteo do Pilar n. li, para
tratarem de negocio de interesse de
ambos. *
No dia 5 do corrento fugio um pardo aea-
bocolado, de 22 limos, rosto largo, bonito, baixo,
olhos grandes, cabello corrido grande, ps gran-
des, grossi do corpo, al'o, de nomo Cissianu
lilho do Rio Grande do Norte ou Parahiba ; foi
Cicravo do Sr. Joaquim 4a Silva Pessoa, e ven-
dido pelo Sr. francisco Tibiircio Silva Nevos: ro
ga-se as autoridades de o appreheuder e leva-lo
a ra Direita n. 66, cseriplorio do Sr. francisco
Maihias Pereira da Cosa.
Aluga-se o primeiro andar e a loja do so-
brado da roa Direita n. 121, reedificado olegan-
temenle pintado a fallar com Joaquim Jos Ra-
mos, no largo do Corpo Sanio, escriplorio dos
Srs. Manoel I. de Oliveira & Filho.
Age acia de passaporte e folha
corrida.
Claudino do Reg Lima tira passaporte para
dentro e fra do imperio : na ra da Praia n. 47
primeiro andar.
Antonio da Silva Santos, subdito portuguez,
tendo de embarcar no vapor Paran com des-
tino ao Par, jolgando nao haver embanco, por
isso faz este, para no caso que haja, so realise
at4 o dia 1 do correle.
Fugio no dia 22 de nulubro do 1860, do en-
geran Triumpho da freguezia de Serinhem, o
ocscravo crioulo. do norae Vicente, com os sig-
naos seguimos : bonita figura, alio bstanle, cor-
po proporcionado, cor prea, pouca barba na
pona do queixo, lem urna marca delalho no bei-
co de cima encostado ao naiiz do lado esquerdo.
procurando para o canto da bocea marca peque-
a ; foi comprado ncsla praca ao Sr. Silvino
Guilherme de Barros, viudo do serto, o dito es-
cravo representa ler 21 a ;25 anuos de idado .
quem o pegar o trouxor ao referido engenlio. se-
r gonerosamente recompensado por seu senhor
Francisco de Paula Cavalcanli Wanderluy, ou
nesia praca aos Srs. Manoel Airea Ferreir'a &
Lima, ra da MoeJa n. 3.
Aluga-se urna casa de 3 quarlos na ra d6
S. Miguel dos A togados : quem a pretender, di-
rija-sc ao paleo do Terco n. 2i, que achara com
quem tratar.
Roga-se ao Sr. Jansen e ao seu primo Pe-
drinho, esludantes do primeiro anno de direito,
o obsequio de dirigirem-se oestes tres dias roa
da Conceicao, am de concluirem o negocio que
Ss. Ss. nao ignoram.
Cypriano Fenclon G. Alcofora lo. a Ivogado,
mudou sua residencia para a na da Aurora n. 2t
Eonio Aureliano Cid, subdito portuguez,
relira-se para o Rio de Janeiro.
Aviso aos senhores pedestres.
O raoleque que anda fgido, por nomo Floria-
no, que se aununcia levar camisa do riscado de
PI IX pontfice e re
PELO SE.MIOIl
D. Antonio de Macedo Costa,
Bispo cleilo do Para.
Eloquente demonstrado do poder
temporal do Papa.
Vende-se no bairro de Santo Antonio
as livrarias dos Srs. GuimarSes & Oli-
veira e Nogueira de Souza & C. ; e no
bairro do Recie na livraria do Sr. Jos
de Mello : preco 2$.
Vaccina publica.
Transmissao do fluido de braco braco as
quintas e domingos, no trrelo da alfandga, o
nos sibbados ateas 11 horas da manhaa, na re-
sidencia do commissario vaccinador segunda
andar do sobrado da ra eslreita do Rosario nu-
mero 30.
O engenho Bonito da freguezia de Naza-
relh, precisa-se do um feilor, preferindo-se por-
luguei e que tenha conheciraento desso servico :
a, tratar com Leal & Irmao, na ra da Cadeia Ve-
Iha do Recita, escriptorio n 56.
Um moco solteiro,esirangoiro, precisa alu-
gar urna sala fresca e decente, com alcova ou
quarlo : quem tiver, dirija-so casa da Cadeia
do Recife n. 37.
CASA DE SALDE
consultas medicas em seuesenp-
g torio, no bairro do Recife, ra
| da Cruz n. 53, todos os dias.me-
nos nos domingos, desde as 6
X lioras ateas 10 da manhaa, s-
breos seguintes pontos
Molestias de olhos :
coracao e de
rgaos da ge-
1.
2.- Molestias de
peito :
5." Molestias dos or
racao e do anus ,
-." Praticara' toda e qualquer
operacao que julg.u- conve- H
niente para o restabelecimen- U
to dos seus doentes. S
O examedaspessoaqueo con-
sultarem sera' feito indistincta- ^
mente, e na ordera de suas en-
tradas, fazendo excepcao os doen- M
tes de olhos, ou aqueles que por 1
motivo justo obtiverem hora %
marcada para este fim. S
Sita em Santo Amaro.
Este estabelecimento continua debaixo da administracao dos pro- ^y^.
pnetarios a receber doentes de qualquer natureza ou cathegoria que f$
eja. ^ 9M
O zelo e cuidado all empregados para oprompto restabelecimen- ^|
to dos doentes geralmente conhecido. **?
Quem sequizerutilisat podedirigir-se as casas dos proprietarios s
ambos moradores na ra Nova, ou entender-secom o regente no esta- SKs
tabelecimento.
Reforma deprecos.
Escravos. -..... 2^000
Marujos e criados, .... 2,s'o00
Primeira classe 3^ e. 3,500
As operaQOes serao previamente ajustadas.
&
TABAC CAPORAL
Deposito das manufacturas muevaes AeFrauja.
r*\iREsl6eXCelenle f"m0 acha'se dePositaJo, direamente na ra Nova n. 23, ESQUINA DA
CAMBO A DOC ARMO, o qual se vende por mseos de 2 hectogramos a lJOOOe em porcaode
IO mseos para cima com descomo de 25 porcenio ; no mesmo estabelecimento acha-se lambem
o veraadeiro papel de linho para cigarros.
COMPMHIA
S
stabeecida m Londres
CAPITAL
Ciuco mUuoes de Vibra
sterliuas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de infor-
mar aos seuhores negociantes, proprietarios de
casas, e a quero maisconvior, que eslao plena-
mente autonsados pela dita companhia para ef-
fectuar seguros sobre edificios de lijlo e pedra.
cobertos de tellia, e igualmente sobre osobieclos
que conliverem os mesmos edificios, quercon*
sista em mobilia ou em fazendas de aualauer
qualidade.
Muiti se deseia fallar com ossennores abai-
xo declarados, na ra do Queimado n. 39, loja.
Antonio Jos de Amorim.
Antonio Francisco da Silva.
Manoel Jos Milete Meiriz.
Joaquim Jos Bolelho.
Alugam-se dous andares do sobrado da ra
da Cadeia n. 24, tendo commodos para grande
fnniillfl : a tratar na loja do mesmo.
Precisa-se de urna senhora cora ashabilila-
coes necessarias, que se queira encarregar da
educarlo de meninas no engenho Tentugal da
freguezia de Barreiros : a tratar na ra da Moeda
n. 3, segundo andar.
_ Aluga-se urna excellento casa sita na povoa-
cao do Monteiro, com bastantes commodos para
grande familia, na qual lem cocheira o estribara
para cavallos ; a iratar com Manoel Alves Guer-
ra, na ra do Trapiche n. 11, primeiro andar.
Muita attenco.
Trecisa-se de 300$ a juros com hvpolheca em
urna escrava, e pelo lempo que se cnvencionar-
quem quizer fazer esle negocio, annuncie por
este Diario nestes poucos dias.
^rfnrirrrrs ttttttt-s t?tt-o<.
DENTISTA FRANCEZ.
Empreza da illu-
minaco a gaz.
Constando empreza da illuminacao a gaz que
aIgtimas pessoaslcm mandado augneiilar ou col-
locar novos bicos e encanamcnlos em su.'-s casas
por machinislas (alias aventnreiros] que nao sao
empregados seus. e com apparelhos nao forncci-
ds por ella, tem resolvido, para acabar com es-
le abuso, por em rigorosa pratica o artigo 7o o
seu regularnenlo, o qual do theor seguinte :
a No escriplorio da empreza concerla-se e res-
ponde-se pela tlTicacia dos apparelhos all ven-
didos ; porra de rnaneira algunia se encarrega
de enllocar, concertar, responsabilisar-se ou sup-
prir gaz pelos apparelhos allieios.
E visto que sendo a empreza, tanlo pelo seu
contrato como pelo regularnenlo do govenio res-
I ponsavel pelos damnos esinislros occorridosno
( servico e fornecimenlo do gaz aos parliculares,
i essa responsabilidade nao poderia existir, desd
i que o material nao fosse fornecido por ella, ea
collocacao nao fosse feita por operarios de sua
;confianca
, mf aeBeod0ra da irmundado do Senhor Bom
Jess da Va-Sacra na sua igreja de Santa Cruz,
convida a lodosos seus irmaos para mesa geral
no da 11 do corrente pelas 9 horas da manhaa
para tralar-se de negocios de urgencia tendente
a mesma irmandade. Consistorio na igreja do
Santa Cruz 4 de novembro de 1860.Manoel da
Silva Bastos, escrivo.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 19 na
ra das Trmcheiras : a tratar no csrtorio da
mesma casa, ou na ra nova de Santa Rila, casa
n. 5.
Aluga-se
o primeiro andar da casa n. 69 da ra Nova, com
excellenles commodos para familia e m uilo aceia
do : os pretenderes podem tratar na ra da Cruz
n. 15, escriptorio.
A Primavera.
Pnblicacao semanal de litte-
ratura, modas, industria,
artes, etc.
Esta revista, cujo primeiro numero devora sa-
bir no comeco do mez de novembro, contera uun-
a menos de \1 paginas de impressao em 8."
francez e ser red.gida por grande numero de
jovens dados s letras e fia arlis. O prendaYs-
..gnaiura e para as provlnrias l$ por anno 7
por 6 mezes. e ij> por irimesire Assigna-se a
livrar.a da prara da Independencia ns 6e 8
ln7,rrf?Sa q"e 8nou"ciou P^o '.Diarioo'de 3
do crreme mez querer arrendar um engenho
a\T,ut iU\0 Livr'n,en, 20, segundo anl
ftida a proPnolaria de "m que se ar-
Gravador e
rador.
Grava-sc ndoura-se era marmore letras pro-
prias para catacumba ou tmulo a 100 rs cada
urna, o annunciante aprsenla seus trabalh'os nos
tmulos dos Illms. Srs Vires, Dr. Aguiar Guer-
ra. Tasso, eeni oulros mais ; na ra da Caixa
d agua n. 52
l'recisa-se alugar urna escrava para o ser-
dou-
vico interno e exlerno de urna casa de pouca fa-
milia : na_rua de S. Goncalo, primeira casa ter-
rea desolao, indo para a igreji.
enlisla de Faris.
15 Ra >*ova15 i
FredericoGautier, cirurgiao dentista H
>z todas asoperaroe da suaartee col-^
m
Paulo Gaignoux. dentista, ra das La- M
algudao, foi visto no paleo do Carmo n da cinta @.^@Slg @jf@: i@-3)@^aa ,avel P"llco. 1"e. por haver pessoa deieuai
para cima, tem ido al o Monteiro o volU para o! | i .^ I nornp. Recfe. isLicOes de piano e eanto.l skt-* jos R,beiro da c *:
Vldros' Ensino de mosica.
Aluga-se a loja do sobrado da ra da au-
rora n. 66. decenio e muilo fresca ; a Iratar no
niesmo sobrad.
Izidoro Pellet, subdito sardo, relira-se para
o Rio de Janeiro. r
Attenco.
Aluga-se urna casa no CachangA, com 3 salas
d quarlos. despensa e rozinha fra ; a tralar n
mesmo logar com Joaquina Marques da C.unha
O haixo assignado. em razio de sua mo-
leslia, pretende fazer urna viagem a Europa tra-
tar de sua saude, para cujo fim se Ihe faz preciso
_ vender as suas duas casas da l.aponga ; quem as
H machinislas, e adiando este apparelhos ou qual- Pre,e,Jderi dirija-se a na das I.arangeiras n. 12.
l'recisa-se alugar urna escrava para lodo o
Bervjco de umi casa rio pouca familia : na praca
da Independencia n. 38.
^ ] Assim a mesma empreza previne aos senhores
^ consummidores que d'ora avante um minucioso
i
'T p dentilico.
^l rH n^^e Ui i.iiAi iAAiis vs1",er obJects que nao tenham sido fornecidos
~i ,,'. mi." nia,aes declara ao respei- Pela empreza, mandar esla immedialameiite
corlar o gaz.
rangeiraa lo. Na mesma casa tem agua e [ examo ser Ir.mensalmente feilo por um de seus

locadenlesartificiaes, ludo com a upe-
noridado e perfeirao que as pessoas en-
tendidas Ihe reconhecem. ,
Ternagua e pos dentifricios ele.
--ja
Chegaram os lo desojados vidros para vidraija,
em caixa ; vieiam tambera alguna vidros de
crystal, grandes, proprios para oratorios, tabole-
las, armarios, ele, etc., ou outra qualquer obra
era que seja preciso empregar vidro de boa qua-
lidade e grossura : ra larga do Rosario n. 3,
botica.
Por cerlo.
O Sr. Jos Antonio Rodrigues Canuto (Cazuqu]
queira ira fabrica Sebaslopool pagar os malerises
que deve ha mais de annos.
Aluga-se
urna casa terrea com commodos para familia,
na ra do Nogueira ; a tralar na ra do Queima-
do n. 53.
iWP
I S Mademoiselle de la Ghare, discipula
g premeada do conservatorio de msica de 9
2 Pars, continua a ensinar c tocar piano e
cantar, conforme o gosto moderno e pode i
9 ser procurada em casa da sua residencia 9
O ra Nova n. 23, segundo andar, por cima 9
3 da loja de chapeos de sol, esquina da ra @
^ da Caniboa do Carmo. *a
Roga-se
ao Sr. Jos Fiel de Jess Leite que te-
nba a bondade de comparecer na ta-
berna da ra da Imperatriz n. 51, a
negocio que o Sr. nao ignora,
1 Ao commercio. I
Joao Antonio Carpinleiro da Silva, responden-
do ao nnuncio do Sr. Joaquim Amaro da Silva
lassos. publicado no Diario de Pernambuco de
8 do corrento mez. declara que na occasiao que
receben a conla que o mesmo Sr. Passos devia
firma de Garpinteiro & Prado, cujo pasamento
lu feilo por m.io do Sr. Manoel Alves Perreira
era virtude do annuno.io que o Sr. Passos fez pe.)
Diario de 5 do presente, o sbaixo assignado
quiz pagar ao dilo Sr. Alves Perreira as 6 arro-
bas do velas que havia comprado ao mencionado
sr. lassos, ao que responden o Sr. Alves Ferrei-
ra que liona ordem para pagar, e nao para rece-
ber, do que o d.to Sr Alves Perreira oslar bem
ceno ; avista do que quando o Sr. Passos quizer
receher o importe ue duas velas polo mandar
receb..r em minlia casa, que achara o dinheiro
prompto, e tenha o trap,.iho que cu Uve.
5OS de gratificado,
a quem prender e levar ra eslreita do Rosario
n. IO, segundo andar, ao Sr. Julio Cesar Pereira
di Rucha, a escrava Antonia, cabra, estatura re-
gular, nariz muito chato, cara muilo teta e pica-
da de bexigas, peitos cabidos, ps apapagayados
traja sata e camisa a moda da llahia, o'onde li-
ma, le n falla de todos os denles da frente onde
apenas lem as duas prezas, cheia do corpo
leudo os bracos bstanles desenvolvidos e cheios
ue veas, coslu nava lavar roupa no Po<-o da Pa-
nella ; fugio da Parahiba evuo para esla eidade
em urna barcaca cora o nome de Mana Juanita
reprsenla ler 40 annos. e tem bum cabello "
jue a ptender e leva-la casa cima, ou reco-
Ihe-la a cadeia, receber 50 de graiiuVaeao,
Cumpra-se um cavallo qu>; esleja'gordo
anda mesmo sem andares : na ra Oircil
n. ol.
@M-@f'@@@^
m
NORAT IRMAOS
JFlDJULlllIIllIffiDS UBMCIOS
Tem estabelecido um rico sortimento de joias
M Rl\ N0V4 N. 18 1 ANDAR
B^
B
18 mZ?,' S,lenCK0",r,r50 obras ,de br"tai e ouro garantidas pelos anunciantes com
18 quilates, sera belume ou qualquer outro vicio. Vende
todos
;-) lima pessoa com os conhecimentos pro- <*
Jjp cisos para exercer o cargo de guarda-li- S
SJ vro?, se eocarrega de escripturar os livros
de qualquer casa commercial, quer seja
OTerece-separaleccionarosolfejo.comotam-
bematocar varios instrumentos ; dando as li-
coesdas7norass9 l(2danoile: atralarna ra
da Roda n. 50.
Domingos da Silva Campos conlina a pe-
dir aos seus doradores que Ihe venham pagar,
porque tem de concluir o inveniario que se esl
fazendo pelo Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos, e
Ulvez alguns dos senhores que Ihe devem nao
queiram o.ue seu nome apparega.
Klkmann Irmaos & C. avisara ao
respeitavel corpo do commercio que
forana nomeados agentes nesta praca das
companlnas de seguros maiitimos de
Hamburgo.
&ms&mmmmm*emmii
Portanio para evitar duvidas e reclamaees pe-
dc-se dquelles senhores que quizerem qualquer
altoracn na iliuminaco desuna casas, queiram
por escriplo dar as suas ordena, cni um livro pa- i
ra esse lim guardado no armazern da ra do Im-
perador n. onde podero dirigir-se, sem o que
nao sero altendidos.
Recife. 30 de oulubro de 1860.
fostron, Rooker & C.
P
recisa-se alugar urna preta que
praca
Jos Dias Vileila vai a Macei a negoi io de
ou nlercsse.
Caivallio Nogueira iC.
sacara para Lisboa e Porto
), primeiro andar.
na ra do Vigario n.
lem adereeps e pulceiras de
, os gosios executadas pelos raelhoros ariis.as contendo algutnas ba.alhas da actual
D..a da llalli, pinturas de Vatellu e lavas do Vesuvio. e urna infimdade de objecios
| Mosaico de Roma, Florenca etc., ele. Os annunciante, enearregatn-se de lindar
g v,r de Pars qualquer encommenda, para o que conservara naqulla capital uma pessoa
81^"-63" P9dennMir a pfonptido e boa execu^o
mmm-
. i"
;. por partidas dobraJas ou simples e bem S
% assim de oulros quaesquer trabalhos que *
;g) digarn resuello a sua proflssao : quem S
:ig prensar do seu presumo dirija-so a ra 5
}$ do Imperadur n. 6, anllga do Collegio. S
Jockey-club.
A commisao directora convida os respectivo
socios a reuriircm-se em assembla geral no dia
10 do corrente, ao meio dia, no salo do hotel
mgiez, a tira de iralar-se de negocios concernen-
les a mesma sociedado.
Novembro S de 1860.
Santos Jnior,
Secretario.
No da 9, depois da audiencia do Sr. r.
juiz de ausentes, se ha de arrematar as dividas
de conta de livro, perlencentes a heranca de Fer-
nando Lucas.
Hoje, depois da audiencia do Illm. Sr. r.
juiz de orphaos. se ha de arremaiar a e>crava
Ilusa, periencentc aos hers do fallecido Rernar-
dino Jos Ribeiro, a requerimento do inventarian-
to Domingos Jos Ribeiro.
= Conlina-so a fazer comida para fra, por
precos commodos, e muito bem feita o com lodo
aceio, assim como o excellei.le doce, falias da
China : na ra da Cadeia uo Recife n. II, segun-
do andar.
Quem pretender alugar uma sala mobiliada
e um quarlo na ra da Cadeia do Recife, annun-
cie por esta folha pan ser procurado ; assim co-
mo du-se comida e lomase coma da roupa, con-
vindo.
Ordem terceirado Carmo
Constando-nos que o nosso charo irmo o
Sr. Flix Francisco do Souza Magalhaes, por
occas'o de dar conlas de sua administracao
como prior da veneravel Ordem tercera do Car-
mo, o flzera por modo levar evidentemente
a convicio a conviegao do que por ali havia as
adniiiislracoes transadas, animamo-nos a Ihe
rogar, do ler a bondade era fazer imprimir o seu
escriplo, para que em folhetos deslrlbuidos en-
Ire todos os irmaos da Ordem. possam elles com
criterio ejusiica ajuizarem de ludo quanto nelle
com esmero e Irabalho oizem haver exposlo.
Um irmao.
OSr. Francisco Jos Coelho queja teve ar-
mazern no peco da Boia no Recife, nao se pode
retirar para fra da provincia sem que primeiro
diriia.se a praca da Boa-visla n. 16 A, a nego-
cio que o mesmo au ignora, e se fdr preciso
pode-so declarar.
Quem liver para vender caixes proprios
par deposito de pao e assucar, dirija-so a ra
da Lingueta n. 6.
Precisa-so do uma ama, sendo escrava, para
comprar e coziohar : na ra do Quoimado
n.t.
Aluga-se uma casa ra Passagem da Magda-
ena junio 3 pnie grande, com excellenles com-
sirva para vender na ra : nesta typo- **. ">ndo 0 quartos. cozinha fra opmolZ-
graphia Se dir'. nh" no fundo : as Pessoas que pretenderem di-
- Aluga-se o segundo andar do sobrado da ^-cZZ" E2!* A 'r0 .- ,
ra Imperial defruule do viveiro do Muiz, com resoeitavel nnhipl Cesar Baplisla av.sa ao
uuasexcelleuiessalas.com esnacosas lcvas ISSS i lu? -1"e mudou o sen estabele-
3Roa eslreita do Itosario-3
Francisco Pinto Ozono continua a col-
locar denles artideiaes tanto por meio
de molas como pela pressao do ar, nao
recebe paga alguroa sem que as obras
nao fiquem a vonlade de seus donos,
tem pozes e outras preparacoes asmis
acreditadas para conservacao da bocea
mi
Na ra do Queimado n. 2, tereciro audar
preparam-se handejas de bulos de lodo preco e
oslo, assim como pudins, bulos do todas as quai-
lidades e tambera se d bulos de vendagem
Quem livor alguma prela para os receber, dir-
ja-se a mesma casa.
Aluga-se o primeiro andar da ra Nova n.
21 : quem pretender, dirija-se a loja do mesmo.
Precisa-se fallar ao Sr. Joo Rodrigues
Vianna Biyama : em Sanio Amaro, taberna de
Jos Jacintho de Carvalho.
Attenco.
Na ra da Praia n. 32, fazom-se foles grandes
e pequeos para ferreiro e engommadeiras, e pa-
ra qualquer oulra arte, e lambem concerlam se
os ditos velhos, faz-se bah a vonlade do dono,
ludu com perfeicao.
Precisa-se arrendar um enganh que lenha
boas Ierras, e se for d'agua ser melhor: quem
quizer arrendar, annuncie para se Iratar.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Goncalves da
Cruz a negocio de seu inleresse : na ra do Cres-
po n. 7. esquina da ra do Imperador,- loja de
Guiraaraes & Lima.
MU,
Precisa-se de urna ama que saiba engommare
coser, que seja muito Del o capaz, para casa de
pouca familia ; na ra do Amorim n. 44, primei-
ro andar.
P. R Bs, retira-se para o Rio de Ja-
neiro.
A pessoa que annunciou querer vender uma
mulata por preclso, dirija-se a ra da Cruz n.
26, na primeiro andar.
bem mora uma pessoa que engomo muilo bem
para fra ruupa de honit-m e Senhura.
Otlerece-se um moco para qualquer estabe-
lecirnenlo ; escreve bum e conla, multo activo,
assim como d pessoa de capaciUade que infor-
mar a sua conduela : quera precisar inja-su a
ra Velha d. 17.
Roga-se ao Sr. acadmico Joao
Jos de Moura Magalhaes, queira appa-
recer a' esta typograpbia, ahm de se-
Ihe fallar acerca da obra que mandou
imprimir, visto nao se poder saber qual
a sua morada, uestes tres dias sera alta.
*- Precisa-se de um caixeiro que
nao precise levar ferruada e que nao i-
que redondo, para a taberna da ra de
Hurtas n. 59.
Roga-se ao senhor que lomou a chave do
primeiro andar da casa da ra da Cruz n. 15, na-
ja de apparecer no prazo de 6 dias a fallar com
Joo Jus da Cunta Lagos, no segundo andar da
mesma casa, do contrario se proceder a abertu-
ra da portado dilo andar, perante a auloridade
competente.
Precisa-se de um caixeiro que lenha praii-
ca de taberna, para a eidade da Victoria, paga-se
bum ordenado : a tratar na padaria da rua U-
reila n. 81.
do ser feita por precos commodos, de-
sempenhado rom toda perfeie.io e brevidade.
Os abaixo assignados fazem scienle ao res-
peitavel publico, c ao corpo do commercio desla
eidade que dissolreram amigavelmente a socie-
dade que Unham ern um armazern de assucar
silo ta rua d Vpnllu. sol, a firma de Mello mao, fleando a liquidacio do activo e passivo a
cargo da lirma social de Helio Irmao, fujos so-
cios sao Jacintho Jos de Mello, e Jos Francis-
co do liego Medeiros e Mello, nao sendo respon-
Bavel pela liquidado da exiincta lirma o socio
Francisco Antonio do Reg Mello. Itecife 6 de
novembro de ISl).
Francisco Antonio do Reg Mello.
Jacinlho Jos de Mello.
PROV!
O Sr. thesoureiro das loteras da pro-
vincia manda fazer publico para co-
nbecimento de todos osinteressados t|ue
tera' lugar a extraccao da loteria que
esta' a venda, as 10 horas do dia 10 do
corrente no lugar do estylo. O Sr.
thesoureiro convida a concurrencia pu-
blica, promettendo satisazer a vontade
dos espectadores, tanto quanto for com-
pativel com as leis que regem a mate-
ria. Desejando fazer calar no espirito
publico a conviccao de que o processo
da extracto das loteras o mais so-
lemne e regular, espera o Sr. thesou-
reiro que concorra m a esse acto todos
quantos poderem furtar uma hora ao
seu trabalho diario,O escrivo,
Jos Maria da Cruz.
Unio Beneficente
DOS
MARTIMOS.
De ordem do Sr. presidente s.-ionlifico pelo
prsenle a todos os senhores socios efleclivos
iue domingo. 11 do corrente, s 4 horas da larde"
havera sessao da assembla geral no palacete do
caes de Apollo.
Secretaria da sociedade Uniio Beneficente dos
.Martimos, i de novembro de 1800.
Jos. Sabino Lisboa,
1 secrelario.
Sabio de casa no dia 2 de novembro desle
correle anno um niulalinho de nome Eduardo,
o qual lem 12 annos de idade, e os signaes se-
guinles tamaito e corpo conforme a idade, cor
clara, cabeca e cara achatadas, cabe? crescido e
sollo, nariz pequeo, pescoco curio, os hombros
um pouco levantados, orelha3.grandes, e na es-
querda tem uma pequea cicatriz junto a fonte,
mos o ps uireilos, o no dedo grande do un
pe tem a unha radiada ; o mesmo levou a
roupa seguinie : paletut do brim riscado de
azul ja desbotado. caifa de casemira verde escu-
ra, sapntes do couro de lustie, camisa de al"o-
dozinho azul j desbolada e chapeo preto de co-
pa beua ; ecomo n.io tenha apparerido receja-
se ter sido seduzido, e assim recommenda-se e
pede-se cora toda instancia a todas as autorida-
des polic.aes, e a qualquer patlicular que vir ou
souberdelle, do o irazer praca da Boa-Vista r>.
12, que se gratificar.
Estando a corfeccionar-se o almanak
civil, administrativo, commercial, agr-
cola e industrial da provincia, roga-se
aos Srs. que tem de ser nelle, incluidos
de mandaren! suas declarac<5es de mo-
radia e estabelecimentos a' livraria n.
6 e 8 da praca da Independercia e o
mesmo se pede aos Srs. de engenho e
rendeiros.


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FE1RA 9 DE NOVEMBRO DE 1860.
f5)
Na padaria
de Antonio Fernandesda Silva Bciriz ra do Pi-
res d. 36, da-so pao de vendagem a pretas for-
ras ou escravas, dando fiador, e vende-sa farinha
do reino propria para pao de l por ser inulto
nova de 160 a 500 por libra : na mesma padaria
vende-se formas para fazer velas a 1( a duna de
todos 08 lmannos, laxos grandes e pequeos, e
caiides para as furnias, todos os pertences de fa-
brica de velas, vcnde-se barato para acabar.
Manoel Buarque Macedo Lima mudou seu
escriptc rio para a ra do Encantamento n. 12.
Na ra Nova n. 7, deseja-se fallar com os
Srs. Jos dos Santos Morein e Francisco de Oli-
veira Jnior.
O solicitador Manoel Luiz da Veiga mudou-
se para a ra da Gloria n. 94, onde pode ser pro-
curado das 6 horas s 9 da manhaa, todos os dias.
Iuslnicfao.
Urna senhora Brasileira, de boa conducta, e
competentemente habilitada, se offorece para en-
sillar as primeiras letras, grammalicas nacional c
franceza, as quaes falla e escreve regularmente,
offereco seu limitado preslimo aos senhores pais
de familia que Ihe quizerem dar a honra de Ihe
confiar suas meninas, allancando-lhe que empe-
nhar lodos os estorbos emqualquer destas ma-
terias, para que suas alumnas obtenhara o deso-
jado aperfeigoamento: na ra da Imporatriz n.
84, se dir quera
Aluga-se urna sala cora urna camartnha,
propria para um mocosolleiro ou escriptorio : na
ra doQueirnado n. 36.
DA
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda declarar
que se achira exposlos a venda os bilhetes Ja
segunda parle da quinta lolcria da irmandade
do Nossn Senhora do Guadalupe da cidade de
Olinda, cujas rodas devero andar impreterivcl-
mente nodia lOdenovembro prximo futuro de
conforraidade com o planu abaixo transcripto.
Thesouraria das loteras 30de uutubro de 1S60.
O escrivao. /. il. da Cruz.
*&
CASA DE BANH6S
50
I? ]RTOraTO
DE
Assignatura Je banhos fros, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,...........
30 candes paraos ditos banhos tomados era qualquer tempo......
15 Ditos dito dito dito ......
7 ..... .
Banhosavulsos, aromticos, salgados esulphurososaosprecos annunciados.
Eslareduccao de precos facilitar ao respeilavel publico ogozo das vantagens que resultara
da frequenciadeum esiabelecimento. de urna utilidadeincontestavel.mas que infelizmente nao
estando em nosso hbitos, ainda pouco conhecida e apreciada:
109000
15000
8*000
4*000
N\ L>OS\ AK&IlMftEM
DE
EAU miNERALE
NATRALLE DE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22
APPK0VA(1\0 E AlT0RISA(\0
DA
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
PLANO.
2100 bilhetes a 5J>000. . m
20 por cento.
1 Premio le . 4:000$000
1 Dito de 900a000
1 Dito de , , 50000
3 Ditos de 200g 600*000
5 Ditos de 1 i;i,i . 500$000
7 Dilos de 50g ... 3509000
8 Ditos de 20g /. 1600(I0
24 Ditos de 10 . 2i0000
2350 Ditos de \% j . 2:350000
200 Bilhetes.
12:0003000
2:4uO000
9:6C03000
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RIJA DO QUINADO 40
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
19000
Seda de quadrinhos muito Gna covado
Enfeites de velludo cora froco prelos e
de cores para cabera de senhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo seda la
e seda, cambraias e seda lapada e
transparenre, covedo
Luvas de seda bordadas e lisas para
senhoras, homens e meninos
Lencos de seda rxos para senbora a
29000e
Mantas para grvalas e grvalas de
seda de todas as qualidades
Chapeo francez forma modrrna
Lencos de gurgurao prelos
Nicas capellas brancas para noivados
Saias balo para senhora e meninas
Tafeta rxo o covado
Chitas franceza a 260, 280, 300, e
Cassas franceza?, a vara
29500
89500
2*00(,
ELECTRO MAGNTICAS EPISPTICAS
35500
93:0
95001
Selim preto azul e encarnado proprio
para forros com 4 palmos de largnra
o covado
Casemiralisa decores 2 larguras, o co-
vado
Chales de miron bordados, lisos ees-
lampados de todas as qualidades
Seda lisa prela e de cores propria para
forros com 4 palmos de largura, o
covado
Ricos corles de seda prelos e de coros
com 2 saias e de babados
Dilos de gaze e de seda phanlasia
Ch;>lss de loquim muilo finos
Crosdenaple preto e de cores de lodas
as qualidades
Seda lavrada prela e branca
Opas de fil e visitas de seda prela
com froco
19600
29000
15500
os
um
Buhar do commercio.
Bairro do Recife
Ra do Torres n. 12.
Esto estabelecimenlo estar aberto lodos
Oas das 9 horas da manha cm diante.
Na rus dasCruzes n. 35, precisa-se de
officia1 de barbeiro.
Precsa-se alugar na Estrada Nova um sitio
ou terreno com casa de vivenda : quera o ti ver,
queira annunciar para ser procurado.
Prerisa se alugar um primeiro andar ou um
sobrado de um andar, quo seu aluguel nao exce-
da de25ga309 mensaes, sendo no bairro de S.
Jos ; a tratar na ra dos Pescadores ns. 1 e 3.
Precisa-se de urna ama para cuznhar : na
CM dos Pescadores ns. 1 e 3.
Urgencia.
Medante as raais solidas garantas, c otfcre-
condo-se em hypoineca diversas rasas terreas,
silas nesta cidade, precisa-se com toda e urgen-
cia da quantia de 8:0009 a juros pelo lempo que
se convoncionar: a pessoa a quem interessar,
queira declarar por este jornal para ser procu-
rada.
Precisa-se de dous conlos do ris juros, com
garanta em um predio de valor : quem quzer
annuncie para ser procurado.
C ompras.
9.6003000
Thesouraria das loterias23 deoutubro de 1860.
O theaoureiro, Manoel Camillo Pires Falco.
Approvo.Palacio do governo de Pornatnbu-
co 29 de outubro de 1860.=Leitao da Cunha.
Conforme.--Antonio Leito de Pinho.
Precisa-se de 6 0003 a premio, dando-so
por garantia uraa propriedado nesta cdado : a
quera convier, pode deixar aviso nesta typogra-
phia cora diroccao a .V. S., que ser procuradol
A quem convier.
Um empregado publico, pai de familia; bem
conhecido, o que olTerecc as necessarias garan-
tas, pedido de alguna amigos, se propde e re-
ceber em sua casa, do Io do Janeiro em diante,
e agora mesmo duranlo as ferias, alguna estu-
fantes de preparatorios para a faeuldade de di-
reito, nao tendo seus pais ou correspondentes o
menor cuidado com elles a tal respeilo.
Uina casi cornmoda, bora tratamento constan-
te solicitudo para a sua applicac.ao, para que te-
nham bora resultado nosexnrnes;e finalmente
urna gratilicaco a mais mdica o razoavel: taes
sao as vinlagHns que enconlrarao. Aquellas,
poi-, quera tal oHerecimento interessar, flearo
salisfetos, se se informaren) dos Illms.Srs. com-
raendaior Manoel Pigueira do Paria, major An-
tones, Agostinho E. Pina. Drs. Sabino e Luis l'e-
lippcde Souza Leao, senhor do engenhoS Igna-
cio ; devendo dirigir suas cartas ao primeiro des-
tes senhores na praca da Independencia, para
que sejara procurados pessoalmentc : onde, de-
terminaren}.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Balter.
Machinas de coser: em casado SamuelP.
o\ moa i ca da Senzala Nova n. 52
Aluga-se urna sala cora urna alcova om um
primeiro andar, propria para escnplorio, na ra
do Encantamento n. 13 : a tralar na taberna da
mesma casa.
Manuel Jos da Silva Oliveira comprou por
coi,la da criada (cor preta] de Jos Jacintho lia-
poso, assislen'e na ilha de S. Miguel, reino de
Portugal, ura bilhete inteiro da segunda parte da
quinta lotera da irmandade de N. S. do Guada-
lupe da cidade de Olinda de n "89.
Na ra da Praia n. 11, ha urna cocheira de
aluguel, cora carro, arreios c fardaraentos no-
ves, muito bons cavallos, e tambera se tratara de
cavallos por precos muilo razoaveis.
Obacliarel Pedro Gaudiann do Rates e Sil-
rn, tem estabelecido seu escriptorio deadvoo-
Cia na v i! I a do Cabo, onde pode ser procurado
todos os dias das 9 li/2 horas da manh.i s 3 Ij2
da larde.
Preparam-se bandejas enfeiladas cora di-
versos modelos de bolinlios dos mais perfeitos
que ha era nosso mercado, para bailes, casamen-
to., fesias de igrejas o solemnisar as forraaturas
dos senhores acadmicos; ludo da forma que
forero as encommcudos: dirijun-se a ra da l'e-
nha n. 25.
Lu/. Coraos ourado faz publico que desde
o da 6 do correte deixou de ser caxeiro do Sr.
Manoel Ribeiro da Silva cora padaria na ra Im-
perial n. 187, bem como quo uenhuma responsa-
blidade individual e propria conlrahira par si
durante o lempo era que foi caxeiro do dito se-
nhor, sendo que existura ainda dnas letras por
mim endossadas, em nome e por ordem do dito
meu palro da quantia de 4183400 por nao saber
ler era escrever o dito raeu patro, o que por
oulras vezes pralicra pelu mesmo motivo, estan-
do j pagas pelos seus aceitantes estes outros
dbitos. Recife 7 de novembro de 1860.
Joo Vicente Franco relira-se para o Para.
Era Sauto A* aro, casi do ultimo larapeao
de gaz, ha urna parJa para alugar-se.
Collesio bom con-
w mil*.
Para serem applicadas s partes affeciadas
sem resguardo nem incommodo.
AS CHAPAS MEDICINAES sao muilo conhecidas no Rio de Janeiro e era todas as provincias
deste imperio ha mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que se lem obtido as enfer-
maras abaixo escripias, o que se prova cora innmeros allestados que existem de pessoas capa-
zes de distineces.
Cora estas CiiAPAS-ELECTRo-MAGSF.TiCAS-EnsrASTiCAS obtem-se urna cura radical e infallivel
em todos os casos de inflamniacao [cansaco ou falta de respiraco), sejam internas ou externas,
como do ligado, bofes, estomago, baco, rins, ulero, peito, palpitado de coraco, garganta, olhos,
erysipelas, rheumaiismo, paralysia e todas as affeccoes. nervosas, ele, etc. Igualmente para as_
dilferentes especies de tumores, como lobinhos, escrfulas etc.. seja qual fr o seu lan.anliu e pro
fundeza, por meio da suppuracao serao radicalmente extirpados, sendo o seu uso aconsclhadu por
habis e distinct^s facultativos.
As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado de
fazer as necessarias explicacdes, se as chapas sao para hornem, senhora ou crianza, declarando a
molestia em que parte do corpo existe, se na rabera, pescoco, braco, coxa. pertia, p, ou tronco
do corpo, declarando a circunferencia e sendo inchagoes, feridas ou ulceras, o mol le do seu ta-
raanho era um pedaco de papel e a declaracao onde existem, alim de que as chapas possam ser
bem applicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do B rasil*
As chapas serao acompanhadas das competentes explicacesc tambera de todos os accesso-
ros para aiollocagao dellas.
Consultas lodas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianza, em s escriptorio,
que se achara aberto todos os dia3, sem excepcao, das 9 horas da manha s 2 da la
19 Ru
iRTO ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
Os proprietarios deste estabele-
_Compra-se papel de Diario para embrulho
a 3j520a arroba, o a 120 rs. a libra ; na rna da
Senzala Velha n. 50.
Compram-se travesses para andaimo do
obras : a tratar na ra da Imperalriz u. Gti.
Vendas.
Vcnde-se urna carroca para boi, nova, o
de boa conslrucSo: na ra da Imperalriz 26
2" andar.
CAL DE LISBOA,
nova e muilo bem acondicionada : na ra da Ca-
dea do Recife n. 38, primeiro andar.
IVua do Qucimado n. ftO
Loj de quatro portas
DE
JOAQUIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Ha corles de vestidos de seda de cores, lazemla
muilo superior com pequeo loque de mofo a
C05000, ditos sera defeilo a 1009000, lera um
reslo de chales de loquim que esiac-se acabando
a 30*000, dilos de miiin bordados com pi tita
redonda a 88000, dilos sem ser de pona redonda
a 85000, ditos estanp;,dos com lislras do seda
era roda da barra a 9*000, dilos de ricas eslam-
pas a 75000, dilos de ganga franceza com fran-
ja branca a 2*000, dilos sem franja e muito
encorpado a 2*000, ricos mmeteles de giosdi-
naples preto e de cores ricamente enleitadosa
25*000, ditos muito saperioies a 305000, en-
feites de vidrilho preto a 3*000, dilos de relroz
a 3*500, organdis da mais fina que lia no mer-
cado a 1*000 o covado, cambraias de cores
de padioes muito delicados a 800 rs. a vara, ditas
de cairas qualidades a 6C0 rs. a vara, ricas chilas
farnce/as de muilo boas qualidades a 280, 3C0,
320, e 400 rs. ao covado, a melhor que se pode
imaginar, peitos para camisa a 240 rs. cada urna,
cortes de casemira de cores a 65010, Jilas em
pesca de quadrinhosa 45000 o covado, gollinbas
de muilo bom goslo a 1*000, ditos de cutres
cimenlo convidam ao respeilavel publico, principalmente aoe amigos do bom e barato, que se .
acham era seu armazem de motilados de novamenle sonido de gneros, os melhores que lera STf ne0i T000, ""tos de cambra.
viudo a este mercado, por serem escomidos por um dos socios na capital de Lisboa e por seren S f llras borda,,os e ""innieos
a raaior parte delles viudos por coma dos proprietarios quesevendera por prec,o commodo, bon.ba/.il de
por coma dos propr
CAioeoYate
dos melhores amores de Europa a 900 rs. a libra em porfi a 8C ...
Marmelada Vn\|tev'iix\
do afamado Abreu, e de outros mais fabricantes de Lisboa
rs., em porreo de se far algum abatimento.
em latas de 1 a 2 libras a 800
i|| Especial homeopathico, ra de Santo Amaro fu
HS (Mundo Novo) n. G. |
Wju\ O Dr. Sabino O. L. Pinho, de volta de sua viagem a Europa, d consultas lodos %+.
^5^ os das utes desde as 10 horas at meio dia. Visita aos doenles em seus domicilios de &.-'.'*
i+M nieio dia em dianlo, e em caso de necessidade a qualquer hora. A senhoras de parto e ()^
Jb osdoentesde moleslia aguda, que nao tiverem ainda tomado remedio algum ailopa- r*)^'
'^ ihico ou homeopalhico.sero attendidos de preferencia. ^-U:
w Il
i Pharmacia especial homeopathica.
Os medicaraentoshomeopathicos que se venden nesta pharn.aria sao preparados *^';
s*^S Pr me,' ^e "nia machina que o Dr. Sabino inventou e fez construir em Pans, e a S<
-;r>W que deu o nome de AGITADOR DYNAMICO. ^.'
*) Estes medicamentos sao os nicos que desenvohem propriedades uniformes, e Sj%
^S9 capazes de curaras molestias com a maiur certeza possivel. S>5^
,.^) Alem disso, desojando tirar de sua viagem a Europa lodas as vanlagens para o f^
' [7pr^ substancias medicamentosas dos proprius lugares, onde ellas naturalmente nascem ; e jKpt
!>,;|< para isso eutendeu-se com um dos melhores herboristas d'Allenianha, para Ihe man- W&
%S ^ar Vlr as plaas frescas alim de preparar elle mesmo as linduras. E' assim que o lS^J
:,'W acnito foi mandado vir dos Alpes, a rnica das monUnhas da Suissa, a belladona, SSr
?sl bryonia, chamuniilla, pulsatila, rhus, hyosciamus, foram culhidos na Allemanha, na '.*'
:W I?ranca e na Blgica, o veratrum no Monte Jura etc., etc.
Desla sorle provida a pharmacia do Dr. Sabino das substancias que servro para
^fS "* exPer'euc'as puras de Hahnemann, descrl|>t.is as pathogenesias. acharo o
^ e os amigos da homeopathia os meios seguros e verdadeiros de curarem as
midades.
Os precos sao os seguiites :
Botica de 2i tubos grandes.................. 12*a 16J0OO
Dila de 36 .................. 18g a 2$()00
Dila do 48 .................. 2* a 29*000
Dilado 60 .................. 30* a 35$000
N. B. Exislera carteiras ricas de velludo, para maior preco.
Cada vidro avulso de lindura...................." 2*000
Cada lubo avulso.................................. 1*1100
medico
ffia>
^
m
f
enfer- ;-
m

::* l
usadas J
Caitas com medicamentos em glbulos e lncturasde diversas dynamisages [mais %$$%
;*
De 21 ditos de dito e 18 tubos grandes............ 48*000
De 36 ditos de dito e 56 tubos grandes.......... 64J000
De36 ditos de dito e 68 tubos grandes.......... "OaOOO
De 48 ditos de dito e 88 lubds grandes............ 92000
Do 60 ditos de dito e 110 tubos grandes..........115*000

Eslas caixas sao uicis aos mdicos, aos Srs. de engenho, f.izendeiros, chefes de $si[
familia, capillea de navio e em geral a todos que se quizerem dedicar a pratica da ho- /sas*
meooalhia. 15*4
'*& meopathia.
selho.
No da 15 do correnle abro-se ura novo curso
dos preparatorios.
Attenco.
No hotel de Sebastopol precisa-se alugar ura
mleque de 12 14 anuos de idade, ou ura preto
idosD : na ra do Imperador n. 16.
ATTENCiO.
Quem quzer comprar urna cocheira e hospe-
dara, muito afreguezada, na cidado de Goianns,
dirija-se a esta cidade na ra da Imperalriz n.
47, lercciro andar e naquella, ao rae9mo esta-
beleomcnto, ra do Amparo n. 59. Igualmente
se negocia urna Ubnrna em bom lugar naquella
cidade cora alguna fundos e aluguel barato, que
se garante polo tempo que se couvencionar :
tambora nos lugares cima.
v41
Venlem-se tambera machinas elctricas porlalcis para tratamento das molestias
nervozas. Estas machinas sao is mais modernas cas mais usadas actualmente em
toda a Europa, tanto pela commodidade de poderpm ser trazidas na algibeira, corno
porque Irabalham com preparaces que nao sao nocivas.
Cada urna......................................... 50*000
0 ENTRE-ACTO,
Jornal Litterario lllustrado.
Acha-se publicando no Rio de Janeiro um jornal, sb a direccao de jovens importantes
no mundo das Ultras, que se oceupa especialmente de criticas e revistas mensaes acerca do
moviraento tlieatral do Brasil e Europa.
Junto cada numero vera sempre um figurino, urna caricatura, urna msica ou um re-
trato, representando personagens importantes dos ihealros, o das operas, dramas, comedias etc.,
que sbem scena no Rio de Janeiro, ludo indito, e do melhor gosto possivel.
Os figurinos, mandados vir de Paris, s poJerao ser deslribuidos no principio de Janeiro
prximo vindouro.
Publica-se tres vezes por mez, era formato infolio, com oito paginas cada numero, aos
precos seguinles:
Um trimestre......6*000
Um semestre......10*000
Um anno. ....... 20*000
Assigoa-se na limita, da praca da Independencia ns. 6 e 8.
Maca de lmale
em latas de 1 libra por 900 rs., em porcao vende-se a 850 rs.
L.atas com ervillias
vende-se nicamente no armazem progresso a 640 rs. cada huma.
Conservas trancezas e inglexas
as mais novas que ha no mercado a 70o rs. o frasco.
lalas ae bolacuintia de soda
com diferentes qualidades a 1*600 a lata
\mei\as francesas
s raais novas que tem vindo a este mercado em compoteiras, contendo 3 libras por 39000 rs.
eemialasdel 112 libra por 1*500 reis
Verdadeiros figos de comadre
em caixa com 16 libras por 3*000 rs. a retalho a 240 reis a libra.
Caixinuas com $ libras de passas
a 3#000 rs. em porcao se far algum abalimenlo, vende-se lambem a retalho a libra a 500 rs.
Manleiga \ng\eza
perfeilamenleflor a mais nova que ha no mercado a 1*000 rs. a libra, em barril se far al-
gum abatimento.
C\i pevola
o mellior que ha neste genero a 23?50O rs. a libra dito hyson a 29000 rs.
Palitos de denles licuados
a 200 rs. cem 20 macinhos.
neixe sarel em posla
o melhor peixe que exzisle em Portugal era latas grandes por 1*300 rs. cada urna e de
outra8 muitas qualidades que se vendem pelo mesmo preco
Manleiga franceza
a 560 rs. a libra em barril se far abalimento.
Toncinlio deliisboa
o mais novo que ha no mercado a 320 reis a libra.
Macas para sopa
era caxinhas de 8 libras cora deferentes qualidades por 49000 rs.
Tambera vendm-seosseguintes gneros, ludo recentemenie chegado e de superiores qua-
lidades, presuntos a 48fc rs. a libra, chourica muila nova, marmelada do mais afamado fabricante
de Lisboa, maca de tomate, pera secca, passas, ructas em calda, araendoas, nozes, frascos com
amendoas cobertas, confeites, pastilhas devanas qualidades, vinagre branco Bordeaux, proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de San Flix, macas de todas as qualidades
gorama muilo Gna, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas'
spermacete barato, licores francezos muilo fiaos, marrasquino de zara, azeite doce purificado, azei-
lonas muito novas, banha de porco refinada e outros muilos gneros que enconlrarao tendentes a
molnados, por isso prometiera os proprietarios venderem por muito menos do que outro qualquer
prometiera mais lambem servirem aquellas pessoas que mandarem por oulras pouco orticas orn
seviessera pessoalraentej rogara lambem a todos os senhores de engenho e senhores lavradores
queiram mandar suas encommendas no armazem Progresso, que se lhes aflianca a boa qualidade e
o acondicionamento, *
cores proprio para roupa de enancas, e capinliss
para senhoras a 1*400 rs. o covado, corles de
cambraias de salpicas a 59000, corles de cam-
braia enfeiladas com liras bordadas a 6*000,
e outras muitas mais fazendas que ser difcil
aqui pode-las mencionar lodas.
Armneao de luja.
Vende-se a aimaco de uraa loja para qual
esiabelecimento :" na ra Direita n. 87, garnta-
se a casa pelo lempo que se convencionar : os
pnlendenles di-ijam-se ra do Queimado u.
16, loja.
Na ra da Cruz n. 13, verde-se cuj seco
e entras qualidades de doces enfeitados para
mimo, doce de calda, e frutas as melhores quo
so podem enconlrar, lauto para a provincia
como para fra, avontade do comprador; bonitos
abacachis, sapolise laranjas de nmbigo, eles
Vende-se na ra Velha a. 19, uina cama
franceza, ura souha, seis'-aderas, um lavatorio e
duas mesas pequeuas ludo de amarello e em
bora estado, assim como dnas bandejas novas e.
uina mesa grande de pinho, e um aparelho ile
porcelana duuiadi, que ainda nao lem servido.
Vinho do Porto, genuino,
Rico de 1820.
Slomacal de 1830.
Precioso de 1847.
As duzias, e era caixinhas, a dinheiro, por b.i-
raio preco : vende-se na ra do Trapiche n. 40,
escriptorio.
Carro.
Vende-se um cxcellente carro todo envidraca-
do, com urna boa parelha de cavallos, por preco
commodo, prazo ou vista : na ra larga do
Rosario n 24, loja de ouro, se dir quem lem.
Vende-so um grande sitio na Soedado, na
estrada de Joiio Fesnandes Viera, porto do Mao-
guinho, conlendn muitos anoredos de fructo dr
diversas qualidades, um grande viveiro do peixe
um cercado para animaos com una "siribaria no
mesmo, una grande planta de capim, muilos
mangnos para le.'iha, um pomar de larangeiras
novas, dnas plantas de canna, dua. grandes plan-
as de baraneiras de diversas qualidades, dus
plaas do mandiocas, roacacheiras e btalas,
muilos coqueiros de fruclo, e urna porc.o novos
cum as extremas todas feitas de carda nativa
com bora banho d'agua salgada e temperada, ten
una casa de vivenda soifrivel, com cocheira o
estribara para 3 cavallos. e quailos para pretos,
ludo de podra e cal, urna boa cacimba com agua'
de beber, e tanque para lavagera ; cojo sitio offe-
rece muitas vantagens por ser muito perto da
praca e ter todas as commodidades precisas :
quera qu/er ver e comprar, drija-se ao seu pro-
pietario Antonio Leal de Barros no mesmo sitio.
Um casal de escravos do idade 30 annos,
pouco mais uu menos, ptimos para tojo ser vi-
co, vende-se por preco commodo, a dinheiro ou
a prazo : na ra Direita n 3.
Coke
ou combustivcl para cozinhas, caldeiiv.s, ele,
muilo econmico pa/.a as casas particulares': ven-
de-se na fabrica do gaz em porcoes de ura quin-
tal para cima a 1* o quintal.
Vende-se barato.
Fitas lavradas de sarja, ditas de velludo es-
Ireitas, pentes de tartaruga a imperalriz, luvas
de torzal com ndrlhos, froeos sem rame en-
feites de vidrilhos para cabeca, e outros mais oh-
jeclos : na loja do vapor na ra Nova n 7.
Vende
se
urna mulata com varias habilidades, sendo espe-
cialmanteopttma cozinheira : na casa de barirn s
no pateo do Carmo.
HA JKDJJSl
ao p do arco de Sonto
Antonio
r
vendem-se loalhasde linho rara mesa a 2*200 o
2|500.


(*)
DIARIO DB PERRAMBUCO. SEXTA FE1RA 9 DE NOYEMBRO Dg 1860.
45~RuaDimla--45
ESC0LHID0 S0RTIMEKT0
DE
Aproximando-se o lempo festivo, e sendo in-
dispensavel que as lindas e amaveis fllhas da
opulenta e potica Mauricea se provinam do que
e nceessario para o resguardo dos seus mimosos
o pequenlnos ps; altendendo lanibem a que
una crinolina empavesada nao pode estar de
acord com urna bolina acalcanhada ou desco-
sida, assim como um cavalheiro de caiga balo,
rom um borzeguim estragado, far urna triste
figura vis-a-vis de urna bella; consideracoes leo
acertadas actuaran) no espirito do proprietario do
eslabelecimenlo, j tao conhecido pela modici-
dc dos precos do seu calcado, para reduzi-los
anda mais', munindo-se de um abundante sor-
timento e som defcilo, que aprsenla aos seus
benignos freguezes (moeda em punhoj pelos
precos abaixo:
Senhoras
Borzeguins 32 a 59. 4800
Ditos ditos.......4#500
Ditos ditos.......4$000
Meninas
Bo.zeguins 29 a 31.
5^800
5#600
o$200
9*f500
8$800
UNDIQAO DAURORA.
Seus propietarios oftarecera a seus numerosos freguezes e ao pubbico em geral, toda equal-
quer obra manufalurada em seu reconhocido eslabelicimenio a saber: machinas de vapor de ludes
os lmannos, rodas d'agua para engaitos, todas de forro ou para cubos de madeira, moendas e
metas moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamanhos, guindastes, guinchos e
bombas, rodas, rodetes aguilhoas e boceas para fornalha, machinas para amassar mandioca e para
descarocar algodao. prendas para mandioca e oleo de ricini, portos gradara, columnas e raoi-
nhos de vento, arados, cultivadores, ponies/eadeiras e tanques, boias, alvorengas, botes e todas
as obras de machinismo. Etecuta-se qual
moldes que para tal (ira forem aprescnlados
ra do Brum n. 28 A e na ra do Collegio boje do Imperador n. 65 moradia do caxeiro do es-
tabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira, com quera os prelendentes se podem entender para
qualquer obra.
LO JA DO VAPOR-
Grande e variado sorlimento de calcado fran"
cez, roupa feita, miudezas finas e perfumaras'
tudo por menos do que em outras partes: na lo -
la do vapor na ra Nova o. 7.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DB
DE
Sita na ra Imperial n.USeHO junto a fabrica de sabao.
DE
Sebastio J. da Siha din$idaporoFrancisc Belmiro da Costa.
Nesle eslabelecimenlo ha sempre "promptos alambiques de cobre da diferentes dimen-
coes de 300 a 3:000$) simples e dobrados, para distilar agurdenle, aparolhos destilatorios
continuos para rcslilar e destilar espirilos com graduaco al 40 graos (pela graduacao de Sellan
Cariier dos melhores sjsteraas hoja approvados e condecidos nesla e oulras provincias do imperi-
bo robas da tolas as dimenees, aspirantes e de repucho, lano de cobre como de bronza e forro
lorneiras de bronze de todas as dimenees e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de
Dito 25 a 28.....
Ditos 18 a 24.....
Homero
Borzeguins......
1) tos........
Ditos prova de fogo e d'agua. 8$5001br0ll7e e ferro Para rodas d'asu, parlas para fornalhas e crivos da ferro, tubo'""de cobre e
Ditos.........5gQQQJchumbo da lodas as dimeiigoes para enea ni minios camas de ferro com armacio e sem elle,
Meios bjrzeguins de lustre.
Sapa toes com elstico e lustre.
D'tos arranca pelle, bezerro. .
Ditos de bezerro. f ,
Meninos
Sipatos.......
Ditos......
5000
......3t600
...... 5jJ000
Ha tambera nm variado sorlimento de todas as
Ctassea e oreos nfimos, sendo os aonunciados
sanente de primeira classe.
ELOGIOS.
Vende-se encasa de Saunders Brothers 4
C. rara do Corpo Santo, relogios do afama
do: abricante Roskell, por precos commodos
e tmbom-ancellins e cadeias paraos meamos
deexceellnte Kosto.
* io0iciiia>6DJE9ttja esnuj.^
Seguro contra Foge {
i
o
V
c
s
r^nrkl
BTSJ]
qualquer obra seja qual for sua natureza pelos desanima Au francisco Antonio Correia Cardozo,
aaos. Kecabera-se encoramendas nestet-stabelecimento na i
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concer ta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Cheguem ao barato
O Pregui.ja est quoiraando, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pe?as debrelanha de rolo com 10 varas a
2$, cSsemira escura infestada propria para cai-
ga, cllete e nlitols a 9o0 rs. o covado, carabraia
organdy de multo boa gosto a 480 rs. a vara,
ditaliza transparente muilo fina a 35, 45, 53>,
e 69 a paja, dita lapada, com 10 varas a 5$ e
65>a pac, chitas largas da rao lernos e escomidos
padresa 240, 360 a 280 rs. o covado, riquis-
simoschales do merino estampado a 7* e 8t>,
ditosborda loseom duas palmas, fazenda muilo ]
delicada a 95 ca 11 um, ditos cora una s pal- | j
ma, rauito finos a 89500, ditos lizos cora fran-j 3
jas de seda a 5$, lencos de cassa com barra a'a
100, 120 e 1150 c Ja um, maias rauito finas pa-j ,
ra senhoraa 49 a iuzia, ditas de boa qualidade /
a 39o 3^500 aduztt, chitas francezas de ricos l
desenhos, paracolierU a 280 rs. o covado, ehi-l i
tas escuras inglezas a5900 a poc,a,e a lliO rs. j i
o covado, brim branca de puro linho a. 19c I
19200 e 19600 a vara, dito prolo rauito encor-1 j
padoa 19500 a vara, hrilhantina azula 400, rs. ]
ocovado, alpacas de lifferenles cores a3GOrs. o 3
covado, casemiras pretasfinas a 28500, 39e 1
39500ocovado, cambria prela e desalpicos a|
500 rs. a vara, e oulras nuitas fazendas que se
far patente ao comprador, e da todas se darao
amostras com penhr.
66*000' fuBes de ferro Polaveis e econmicos, lachas e lachos de cobre, fundos de alambique, passa-
5s000de'raS' esPumadeiras> coccos Para engenho, folha de landes, chumbo om lencol e barra zinco
W)00'em 'en?01 8 barra* lenses e arroellas do cure, lancees de ferro e lato, ferro suecia inglez
'| de todas as dimenees, safras, lomos e folies para ferreiros etc.,e outros muilos artigos poj
menos preco do que em outra qualquer parte, desempenhando se toda e qualquer encommen-
da cem prestesa e perforo ja conhecida e para comnodidade dos freguezes que se dignarem
honrarem-nos com a sua confianga. achao na ra Nova n. 37, loja de ferragens, pessoa habi-
litada para tomar nota das encoraraendas.
INJECTION BROU
Remedio nfallivel contra as agnorrhas antigs e rcenles.
nico deposito na botica fronceza, ra da Cruz n. 22.
Preco do frasco :l;OO0.
;^- Vi?:
otm't&mm^
\^^.>&y^>&i$%.
LIQUIDAQAO
Sem limites de loja de miudezas, W
AGENTES
I
i
J. Astley & Companhia.* S
Veoile-se
de ferro
para
V onuas
purgar assucar
Euchadas de ferro. |
Ferro sueco. j
F-~ingardas. t
Ac de Trieste. |
6 Pregos de cobre de com- |
posigo. |
Barrilha e cabos.
Brim de vela. c
Gouro de lustre.
Palhinha para marcinei- I
ro : no armazem de C. I
J. Astley & C.
!? f'l?3lf1i3CT5rBS3a f

s
I

>":
Na roa da Cadeia n. 24, vendem-se as se-
guintcs fiz^ndas, pormetade de sen valor, para
li'iuidacao.
Ilicos do seda brancos e pretos, de todas as
arguras. vara a 160, 240, 400, 800 e lfcOOO.
L'm completo sorlimento de franjas de sedae
de ilgodao.
Chaina de tuuquim a 10, 15, 20 e 35J.
BoIdea de seda, velludo, de louc;n e de fnslao
de qnalidadps finas, duzia a 200, 400 o 600 rs.
Cnllarinhos bordados de 500 rs., 2g, 3 e 4^.
Futren eios finos, pecas com 12 caras a lg.
tullios bordados tiras'o 5"0, 1j5, 2#, 3j>500. |
Camisetas com manguitos a 3$, 4, 5 e 65.
Eifeitfs de flores a 6J.
Chapeos de seda para senhora a lOg.
Casaveqnes de velludo a 40 e 60#.
Ditos de seda a 25#.
Ditos de fnsto a 8 e 12J
l'itas de seda e de todas as qualidaJes de 160
rs. a 13500.
Ditas de velludo de 2i0 rs. a 1J.
Hua da Cadeia do Recilc
numero II, j
loja de miudezas, continua ,1 vender-se pelo ba-
ral7> preco, entre todas as fazendas, os seguintes
objpctos:
Capachos para entrada de porta com pequeo
def.ilo Franjas para cortinados e loalhas, peca a
2500.
Duziasde talheres a 2J900.
Dhas de dilos finos, cabo de baleia, a 5^500.
llaralhos de cartasde apreciadlo a 2j>-
Gollinlias de vidrilho. goslos modernos, a
2-V10.
Carlas de alfinetes a 100 rs,
M isaos de grampas a 40 rs.
Molduras douradas de lodas as larguras a 8
Franjas de seda, laa, algodao e linho, goslos
modernos.
Erifeils pir8 cabeca, de froco, modernos J>
Manl.s para grvala a Beltramini g
Charutos de economa, caia com 100, a 2*500.
E muilos ouirosobjeclos que s 7sU dos com-
pradores.
Em nasa de N. O. Bieber & Successores, ra
la Cruz n. 4, vende-se :
Champanha marca Farre & C, urna das mais
acreditadas marcas, muiconhecidas no Rio de Ja-
neiro.
Vin'no j:erez em barris, cognac em barris e
caixas.
\ inagre branco e tinto em barris.
Brilhantes de varias dimenses.
Eiher sulfrico.
Gomraa lacre clara.
Lonas, brinz5os e brins.
Ar;o de Milao
Ferro da Sucia.
AlgoJao da B&hia.
O arremtame da bja de miudezns da trave9sa do Livramento, tenJo da en-
tregar a chave da dila loja transferio lodas as miudezis para a loja da ra da Im-
paratriz n. 82, e ahi continua na quidagao por presos qua admirara a saber, para
os freguezes nao se enganarem a loja tara na porta um retabillo cora o norae de
LJQUDaCAO :
Linda de carrinhos de cores a 20 rs.
Cartoe- de colxetes de 1 carreira a 40 rs.
Ditos com paM rs.
Carlas de alfineles de farro e lato a 100 rs.
Linha de miada de roriz a 120 rs.
Pegas de trancinhas de laa lisas de cores a 40 rs.
JJuzias de hotoes de vidro para casavequos de cores a 320 rs.
Lindas abotuaduras para collete a 320 rs.
lletroz de cores muilo fino a oitava a 160 rs.
Rluito lindos chapozinlios a meninas a 49.
Um grande sorlimento le frai. de seda preasc dacoresa 120, 160, 2i0 3'0
400. 500, 640, 800 e U vara,
Trongas de seda em grande quanl. 'alargas o estreitas de 80 a 64-0 rs a vara.
Boloes de louga para camisa e rou| brancos e de cores a 20 rs. a duzia.
Manguitos de fil enfeilados par 29500.
Laa para bordar muilo fina a libra 69,
Muilo Loas fitas de velludo de cores e prelas de 160 a 800 rs. a vara.
Enfeites de vidrilho pretos muilo lindos a 3?.
I.eneinhos de retroz matisados a 29500.
Enfia loras para esparlilhos de linho a KO rs.
Ficas e garfos cravados muito bjas.duz^ 3*500.
Baralhos da cartas finas a 320 e 400 rsfT baralho.
IMeias para meninos o par 140 rs.
Ditas para meninas o par 240 rs.
Enfeites da flores de Constantino a 59500.
Muilos ricos bonets para meninos a 45?.
Ricas charuteiras douradas a 49.
Boloes de osso fino para caiga duzie a 20 rs.
Ditos de ago e de metal a 40 rs.
Gravatinhbsde seda pira homem a 720 rs.
Meias pretas para homem o par 200 rs.
Ditas piuladas muito encorpa las a 280 rs.
Ditas cruas muilo linas a 240 rs.
Luvasde seda de cores para seniora o par a 400 rs.
Franjas de algodao para loalhas a vara a 80 rs.
Galloes brancos e de cores de algodao para enfeite de casaveques e roupas de menino
a vara 80 rs.
Muilo ricos abafadorasabarloa mostrando ramos de diversas cores para candieiro de
globo um 19
Sapatinho dla para menino o par 200 rs.
Caivetes de 2 folhas a 240 rs.
Agulhas curtas francezas o papel a 40 rs.
E outras muilas cousas que nao se podem aqui mencionar como luvas de pellica
e camurga para homem e senhora, um grande sorlimento do filas de seda lisas e lavra-
das, grande so

Pianos
Saunders Brothers & C. tem para. Tender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto. recentimente
chegados.dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Lond
muito Dropriosoara este clima.
res,
msmmzif}&} &amz ^^s^^s
fiRAINDE SORTIUENTO
DE
lazendase obras feitasj
Na
Loja e arinaiem
DE
A pchincha, antes que se
acabe.
Na loja do Preguica, na ra do Queimado n.
2, lom saia? baldea abarlas, do ultimo gosto, pe-
lo diminuto prego de 59.
GRANDE SORTIMENTO
DE
Fazanas e roupa feita
NA LOJA E ARMAZEM
r.
jj^jj Iheresde metal
urna seraphina e 2 realejos bon3.
Minenlo de perfumaras, extratos, pomadas, agua de colonia ele, co- '-W,
, papel, escovas etc. na mesma loja vende-se um rico piano novo, ?&*
DE
Joaquim Rodrigues Tavares de Mello
RA 00 QUEIMADO N. 39
EM SL"A LOJ' DE QtMTRO PORTAS.
Tem um completosortimento da roupa feila,
convida a tolos os saus freguezes e a tolos
quedesejarera lar um uniforme feilo com todo o
gosto dirijam-se a e-te e-Uabelicimenlo que em-
conlrarao um babel artista chegado ltimamen-
te da Lisboa para dasempenhar as obras a von-
I tade dos freguezes, j lem um completo sorli-
mento do pahtots de fina casemira raodello im-
glaz, e muito bem acabados a 169^00, dilos
de merino selim a 129000, ditos do alpaca
j pretos a 59000, ditos de alpaca sobre casacas
j a 83000. dilos com gdla de veludo a 99000,
daos de fusto, ditos de ganga, ditos de brim,
r^Sl'udoa 530 0, ditos de brim de linho tranga-
Vm do a 69000, caiga de brim de linho muito su-
perior a 69000, ditas do casemira de cor a
j 99000 ea 109 00, dit.s de casemira pre-
la superior fazenda a 129000, palilots fran
icezes de panno fino fazenda muito fina a 253
j sobre casacas de panno muito superiores a 353
lea 408000, um completo sortimenlo da carai-
Isas fracezas, tanto de linho como Je algodao
jefustao vende-se rauito em conta, afim de que-
rer-se liqiudar com as camisas.
pchincha.
Na loja do Preguica, na rna do Queimado n 2
lem cobertores de algodao de cores bastante
grandes, proprios para escravos, pelo baratsi-
mo preco de lg.
Potassa nacional,
jg| chegada estes dias do Rio da Janeiro, vende-se
por prego muito commodo: no escriptorio de
Carralho, Nogueira & C., ra do Vigario n. 9,
primeiro andar.
Na ra do Queimado n.
46, frente amarella.
Sorlimento completo do sobrecasuca de |
panno prelo e de cor a 259, 283, 30;* e
359, casacas a 289. 30^ e359. plitolsdos m
mesmos pannos 209. 229 e 25jl, dilos de g>
casemira de cor a 16S e I89, ditos sac- ff
eos das mtismas casemiras modelo inglez s
casemira fina a 109, 12/ 1 i* e 15g, ditos 8
saceos de alpaca preto a 4jJ, ditos sobre
fino de alpaca a 79, 89 e 99, ditos de me- G>
ri setim a OJ, dilos de merino cordao 3|
a lOg e 129, ditos de sarja preta trancada |b
saceos a 6g. ditos sobrecasacos da mes- |f
raa fazenda a 89, ditos de Casino de cor e <
branco a 49. 4g500 e 53. colleles da ca- M
semira de cor e preto a 59 e C9, ditos de *P
merino preto para lulo a 49 e 59, dilos |K
de velludo preto de cor a 93 o 109, dilos P
do gorgurao de seda a53 e 69, dilos de $.
brim branco e de cor a 295IH e 39, calcas <||
de casemira do cor e preto a 7g, 8g, '93
e IO9, ditas para meniuo a 63 e "3, ditas !?
de mi>rin de cordao p*ra nomem a 5g o j
63, ditis de brim branco a 5j c 63, ditas 5
ditd de cor a 33, 33500, 4 e 59. e de m
todas estas obras temos um grande sor- ,y
I tmenlo para menino de todos os taran- 'j
nhos; camisas inglezas a 363 1 du/.ia. Na
mesma loja ha paletols de panno prelo Jg
9 para menino a 14g. 15J o 16>. dilos de g
?5> casemira pira os raosmos pelo mesmo ^
preco, ditos de alpaca saceos a 3j e $
3g50, ditos sobrecasacos a 53 e 63 para f)
3 osmesraos, calcas de brim a 2350'), 33 o ^
S 33500, paletots saceos de casemira de cor 8
II a 6J e 73, loalhas de linho a 800 e 13 ca- |g
9 da nma. J)
Jk No mesmo estabelccimento manda-se 32
S apromptar todas as qualidadcs de obras ^
* tendentes a roupas feilas,era poucos dias, Sfc
S que para esse fim temos numero suf- ^
3s li"iente de peritos officiaes de alfaiates s
* rgidos por um hbil m-'slre de scrac- ^
ff Ihante arte, Ocando os donos do eslabe- ^
g lecimeiito r^spousaveis pelas mesmas tf>
^ obras at a sua entrega. 2
mmmmm smm mmmmv
Sebo e graixa.
Se' o coado o graixa em bexigas: no armazem
u" Tasso Irraaos, no caes de Apollo .
a 3$ a sacca.
Arroz cora casca lendo a maior parte pilado
proprlo para galinhss e cavallos ; no Caes do Ra-
mos n. 6.
Exposifo de melaes.
E' chegado a esta loja do Vianna, um riqnissi-
mo sorlimento do metaes de todos os gneros do
mais bonito que se p te encontrar, tudo a emita-
cao do prata ; na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
:h *
Vende-so um olaria Dem montada, que
Irabalha em toda quali lade de lijlo e telha, com
terreno foreiro, plantado de capira, lendo pro-
porcoes para se edificar cisas, pots tem de fren-
te na eMrada perlo de 200 palmos, c o fundo vai
al o rio ; tambera se vender 200 e tantos car-
roa de pedras e urna porc.io de madeiras de mui-
lo boas qualidades que d para faZer urna grande
rasa, e lodos os arranjos necessarios, 2 carrosas,
urna dellas para 2 bois, que se vender com os
rnesmos, e 1 cavallo ; tendo mais oulras madei-
ras, e tudo mais que existir, 1 casinha em outro
terreno separado, lmbem foreiro. tudo em San-
to Amaro de Jaboatao ; quera pretender, dirja-
se a ra da Traa n. 34. ou no sitio em Parna-
raeirim, com Amaro Gongalvcs dos Santos.
Attenco
i
Vende-so nma cadeirinha de andar na na, em
_ bom eslado de apparecer e commodo prego ; r
tambem tem para vender latas de duas libras de
boa jalea de pitanga e rac,, vendem se doces
de varias qualidades, lanto secco como de cald3,
fazero-fie bandejas de bolinhns, tanto rasas como
de bonitas armaces por commodo pre^o, fazem-
se pastis de nata, arroz de leite, pasleles, do-
ces d'ovos. papos de anjos, jaleas de substancia ;
na rna Direita, sobrado de um andar n. 33. de-
fronte do Sr, Josa Luiz. No mesroo sobradse
precisa de prelas para vender doces, paaa-se a
vendagem..
Para um principiante.
Carros.
Vendem-se dous ricos carros mu bem appa-
relhados e eleg intrnente pintados : no largo do
Corpo Santo, escriptorio de Manocl Ignacio de
Oliveira & Filho.
Vende-se na ra do Livrameuto
anSiSsa a (,t
1 de bezerro a G$. dito de vaqueta a 7|.
Vende-se um bote com 24 palmos de com-
primenlo, 7 de bocea, bem construido ; sendo
rodas do sicupira e vistas de amarello, bonita
forma, proprio para navio, por ser linda forma :
quem pretender dirija-se ra do Nogueira n.
7, ou ao estaleiro de Machado Freir.
Em casa de J. Praeger
&C, na da Cruz 17, ha
Vende-se sem reserva de pre^o urna importan-
te armacao cora gaz,
quer negocio, em un
fronte ao oilo do Livramento n. 12; a tratar
na mesma com o proprietario Jos Pedro Fer-
nanJes.
Batatas em gigos.
Vende-se na ra da Madre de Dos n. 18. ba-
tatas, o melhor desle genero que lem viudo ao
mercado.
Vende-se a taberna da ra dos Copiares n.
12. com poucos fundos, propria para principian-
te : a tratar na mesma.
Vendo-se una casa lerrea de pedra e cal
com commodos para urna familia, quintal mura-
do, cacimba boa, sita na ra de S Miguel n. 28,
da povoacao dos Afogaoos : a tratar no largo da
Paz na padaria.
Vende-se
espirito de vinho : na ra nova de Santa Rita,
reslilacao.
Vende-se carvao para ferreiro : na ra do
Brum n. 61.
Vende-se urna casa no becco dos AQongui-
nbos n. 17 ; 6 tratar com Joao Ferreira da Silva,
ra da Guia n. 7.
bo-
para vender-se:
Agua mineral.; de Seltero em meias
tijas.
Salame de Hamburgn.
Chocolate francez chegado pelo ultimo
Caf a vapor.
Rtquissimo sortimenlo de machinas de fazer ca-
f a vapor, approvados na ultima expsito de
Pars ; na ra Nova n. 20 loja do Vianna.
Bombas de Japy.
Riquissimo sorlimento de bombas de japy' de
lodos ostammhos, as melhores que se temappro-
vadoeru lodo o inundo, pela facilidada que d a
lirar-se agua ; na ra Nova n. 20, loja do Vian-
na.
Camas ie ferro.
Riquisssimo sorlimento de camas de ferro com
mas, e para cotxao por preco commodo ; na ra
Nova n. 20, loja do Vianna.
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial
junto a fabrica de sabao, e na ra Nova, loja de
ferragens n. 37, ha urna grande porc.io de folhas
de zinco, j preparada para telhados, e pelo di-
minuto xtreco de 140rs. a libra
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisa3,
Riscoutos
Em casa de Arkwight & C., ruada
Cruz n. 61.
Botica.
navio.
Barato para acabar.
Vendem-se camas de ierro rauito boas a 15
cada urna : na ra Nova n. 19.
Birtholomeu Francisco de Souza, ra larga do
Rosario n. 36, vende-se os segnintes medica-
mentos :
Robl'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Unguanto Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
Vidrosde bocea larga com rolhas, de 2 oncas
e 12 libras.
Assim como tem um grande sortimenlo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Venlern-se libras sterllna*, em
casa de N. O. Bieber & C. : ra da Cru-
n. 4.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnstnn & C. ra daSenzala n.i2.
Rpcebeii-se e continua a receber-se por
lodos os vapores artigos de modas para $
homens, ineluindo calcado de Melis na f$
Loja de mrmore.
9*99999931-999 @139
Vinho genuino.
Anda ha urna pequea quanlidade de ancore-
tas deste vinho sem confeieo, e proprio de doen-
- na ra do Vicario n. 19, primeiro andar-
oja esperanca.
Vende-se borracha de seda preta para borze-
guins alHlllO o covado, graixa em barris muito
boa a 640 rs., est acabndose, flautas do abasto
de Cautrot a 18 e 20. braceletes de mozaico a
63 laa para bordar a 6S400 a libra, trancas do li-
nho brancas para as roupas da festa a 800 1
18200 e 1600 a peca, sete padrOes difireme
colheres linas, facas, trinchantes, etc. : na ra"
do Queimado n. 33 A, Guimares & Rocha.
.. T Vende-se urna negra de nacao por pouco
dinhPiro. a qual d diariamente 1 ; na ra do
ngel n. 11, ou troca-se por um moleque ou
moleca. '
Por metade do seu
valor.
Rna do Queimado n. 19.
Vestidos de gaze e phantasia, muilos lindos, de
duas saias, pelo _baratissimo preco da 10 cada
um corte. *
Vende-se um cabrlolet de 4 rodas, moder-
no, que trabalh a 1 e 2 cavallos. com todos os
se is per'.ences e arreios, bem como 2 cavallos
castanhos e 1 ac, todos bons de carro e cabrio-
| 'el, bonitas figuras e gordos; qupm os pretender
pode dingir-se ao sitio do Sr. Braga, defronle da
igreja da Estancia, que achara com quem tratar
a qualquer hora do da.
tes
americanos.
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, etc., devem estar prevenidos
craosles remedios. Sao tres medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias
Prorupto alivio de Radway.
instantneamente alivia as mais acerbas dore
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor de
cabeca, nevralgia.diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigesto, crup, dores nos ossos, contuses,
queimadura, erupcoes cutneas, angina, reten-
ao de ourina, etc.. etc.
Solutivo renovador.
Cura todasas eufermidadesescrophnlosas.chro-
nicas esyp hliticas; resolve os depsitos de mos
humores, purifica o sangue, renova o systema;
prompto e radicalmente cura, escrophulas,vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afecces do figaoo c rins,
erysipelas, abeessose ulceras de todasas classes,
molestias d'olhos, diflculdade das regras das
mulheres hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
pararegularisar o 3ystema, equilibrar a circula-
cao do sangue, inicuamente vegelaes favoraveis
em lodosos casos nunca occasiona nauzeas nm
dores de veotre, dses de 1 a 3 regularisaro, de 4
a 8 purgara. Estas pilulas sao efllcazes as ailec-
5oes do ligado, bilis, dor de cabeca, ictericia, in-
digesto, e em todas as enfermidades das mu-
lheres, a saber : irregularidades, fluxo, retun-
Qes, fl ores brancas, obslrucces, histerismo, etc.,
sao do mais promp'.o effeilo'na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella, e em todas as febres ma-
ignas.
Esteslres importantes medicamentos vem a-
companhados de instrueces impressas que mos-
trara com a maior minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Estao ga-
rantidos de falsificacao por s haver venda no
armazem defazeuda's de Raymundo Carlos Leite
4 Irmo, na ra da Iraperatriz n. 10, nicos
agentes em Pernambuco.
Rival sem segundo.
Na ra do Quaimado n. 55, defronte do sobra-
dono vo, loja de miudezas de Jos de Azevedo
Hau e Silva, ha para vender os seguinies artigos
abaixo declarados :
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Sapatos de tranca de algouao a ljf.
Cartasde alfineles finos a 100 rs.
Espelhos de columnas madeira branca, a
1440.
Phosphoroscom caixa de folha a 120 rs.
Irascos de macass perula a 200 rs.
Duzia de facas e garfos muilo finos a 3&500.
Clcheles em cariao de boa qualidade a 40 rs.
Caixas de clcheles batidos a 60 rs.
Caixas de obteias muito novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosa a 5f>0 rs.
Dito dito para fazer cabello corredio a 800 rs.
Sapatos de laa para enancas e 200 rs.
Pares de meias para meninas a 240.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320,
Massos de grampas muilo boas a 40 rs.
Agulheiros de marfim a 160 rs.
Caivetes de aparar penas a 100 rs.
Gravatasde seda muito finfs a600 rs.
Tesouras para costura muilo finas a 500 rs.
Ditas para unhas a 500 rs.
Pecas de franja de laa com 10 varas a lg.
Pegas de tranca de laa com 10 varas a 500 rs.
Petilho para enfeilar vestido (pega) 1J>.
Liabas Pedro V.cartaoc^m 20ja'rdas, a 60 rs.
Ditas dito com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muito finas a 200 rs.
Pares de meias de cores para homem muito fi-
nas a 140.
Cordao imperial (pecas) 40 rs.
Grammaticaingle-
za de Ollendorff.
Novo metliodrpara aprender a lr,
a escrever e a fallaringlez em 6 mezes,
obra nteirament nova, para uso de
todosos estabelecimentos de instruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro 11 (antigo largo do Col-
legio) n. 57, segundo andar.
BELlUfi
eobertos e descobertos, pequeos e grandes de
ouro patente inglez, para homem 9 senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
ivndospelo iltimo paquete inglez :em casad'
oSuthall Mellor 4 C.
Loja das seis portas em
frentedo Livramento.
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
vado. ditas eslreitas a imaco de lazinhasa
160 rs., cassas de salpicos brancas e e cores a
200 rs. o covado, pe$as de esguiSo de algodao
muito tino a 3jJ a pega, ditas Oe brrtanha de rolo
com 10 vaias a 2. riscadinho de linho a 160 rs.
o covido, chales de merm estampados a 8$.
lencos brancos cora barra de cor a 120 rs., ditos
co ji biro a 200 rs algodao monstrn de duas lar-
guras o meihor rue possivel a 640 rs. a vara,
mussi lina encarnada a 240 o covado, fil de li-
nho preto bastante largo. A loja est aberta at as
9 horas da noite.


DIARIO DE PBHNAMBUCO. SEXTA FEIRA 0 DE KOVEMBRO DE 1860.
(7;
\gej\ci\
DA
FUNDIDO lomow,
Ra 4a Somalia Nova n. 42,
Neste estabelecimenlo contina a haver um
complet soriirnento de rooendas e meias moen-
das para engenho machinas de vapor e laixas
dejerro balido e coado, de todos os lamanhos
p ara dito.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bom eonhacido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 15, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como lambem cal virgen) em
pedra, tcdo por presos mais baratos do que era
outra qualquer parle.
Vinlio de Bordeaux.
Em casa de Kalkraann lrmios&C, ra da
Cruz n. lO.eucontra-se o deposito das bem co-
ohecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac 4 C, tm Bor-
deaux Tera as seguintes qualidades :
De Braudeuburg frres.
St. Estph.
St. I alien.
Hargaax.
Larose.
Chleau Loville.
Chteau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Julien
St. Julien Mdoc.
Chateau Loville.
Na mesraa casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madoira em barris.
Cognac em barris qualidade fina
Cognac em caixasqualidade inferior.
Cerveia branca.
As melliores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, I.
VI. Singer & G. e Wheeler & Wilson.
Neste estabeleci-
mento vcndem-se as
machinas destes dous
autores, moslram-se a
qualquer hora do da ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade eseguranca:
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leite & Irraos ra da
amigamente aterro da Boa-
SYSTEMA MEDICO DEHOLLOAVAY.
PILULAS HOLLWOTA-
Este inesliraavel especifico, compcslo inteira-
rnente de hervas medicinaes, n5o comm mercu-
rio nem alguma outra substancia deleeteria. Be-
nigno mais lenra infancia, e a eompleicao mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compltelo mais robusta ;
enteiamente innocente em suas operares e ef-
feilos ; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especib e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Enire mimares de pessoas curadas com este
remedio, rauitas que j esiavam as portas da
morie, preservando em seu uso : conseguirn!
recobrar a saude e Torcas, depois de haver tenta-
do inultimenle lodos osoulros remedios.
As mais afDictas nodevem entregar-se a des-
espera^ao ; facam um competente ensaio dos
efficazes effeilos desla assoniLrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
Accidentes epilpticos. febrelo da especie.
Alporcas. Golla.
Ampolas. Heraorrhoidas.
Areias (mal de). Hydropesia. Ictericia.
A si! 111, a.
Colieas. Indigesles.
Ccnvulsoes. Inflammac,es.
Debilidadeou extena- Irregularidades
Sao. menstruaco.
Debilidade ou falla de Lombrigas de toda es-
forcas para qualquer pecie.
cousa. Mal do peJra.
Desinteria. Manchas na cutis.
Dor de garganta. Abslrucc,ao de ventre.
de barriga.. Phlysica ou consump-
nos nns. pulmonar.
Dureza no ventre. Retencao de ourina.
Enfermidades no venlre. Rheuraatismo.
Ditas no figado. Symptom&s secundario?
Ditas venreas. Tumores.
Rnchaqueca Tico doloroso,
Herysipela, Ulceras.
Febre biliosa. Venereo(mal).
Febreto intermitente.
Vende-se estas pilula s no ostabelecimenlo ge-
ral de Londres n. 224 Strand, e na loja de
Ra do Queimado
n. 39.
NA
Loja de qualro portas
DE
JOAQIM rodrigues tavares
DE MELLO.
Chegou ltimamente a este ostabelecimenlo um
completo surtitnento de chapeos prelos francezs-
do melhor fabricante de Pars, os quaes se vene
dem a 7*000, ditos a 83000, ditos a 9?N)00,
ditos muito superior a 109000, ditos de castor
dretos e breos a 169000, o melhor que se
pode desejar, chapeos de fellro a Garibaldi de
muito superior massa a 79000, ditos de copa
baixa para diversos precos, ditos de palha escura
de varias qualidades que se vendem por preco
barato, Loriis de veludo para meninos a 59000,
ditos de palha escuras e claras a 49000, ditos
de panno muito bem arranjados a 39500
chapeos de seda para senhoras a25*000 muito,
superares, ditos de palha escuras proprios para
campo a 125000, ditos para meninas 109000,
chapeos de sol de seda inglezesa 109 e a 129
muilo superiores, ditos francezes a 89000,
ditos de panno muilo grandes e bons a 49000.
sapaios de veludo a 29000. ditos de tranca a
19600, sintos de gruguro para senhoras e me-
ninas a 9000, coeiros de casemira ricamente
bordados a 125000, e oulras muila fazendas
que a vista dos freguezes nao deixarao de com-
piar.
Cerveja branca su-
perior.
Vende-se cerveja branca superior, era barris de
terco, por preco mdico : na ra da Cadeia do
Recife n. 12, e'scriplorio de Dallar & Oliveira.
Campos ( Lima
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOM.OWAY.
Milhares de individuos de todas as nacoes
podem testemunhar as virtudes desle remedio
incomparavele provar em caso necessario, que,
pelo uso que del le fizeram tem seu corpo e
membros iuteiramenle saos depois de haver em-
pregado intilmente outros traUmentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leilura dos peridicos, que lh'as
relatara todos os das ha muitos annos; e a
maior parle dellas sao lao sor prendentes que
admiram os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernaa, depois de ler
permanecido longo tempo nos hospitaes, onde
deviara soffrer a amputarlo Deltas ha mui-
cas que havendo deixado esses. asylos de pade-
timenlos, para se nao submeterem a essa ope-
raejio dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das laes pessoa na enfusao de seu reco-
nhecimenlo declararam estes resultados benfi-
cos dianle do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais auteniicarem sua a firma-
uva.
Ninguem desesperara do estado de saude se
livesse bastante confianza para encinar este re-
medio constanlemenle seguindo algum tempo o
tralamenlo que necesslasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar inconlestavelroente.
Que tudo cura.
mil, mais particu
seguintes cases.
Ilnffoinmacao da bexiga.
Terrenos pertoda
pra$a.
Caminho dos mnibus.
Os herdclros do commendador Antonio da Sil-
va vendem sua propriedade, no lugar da Casa
Porte, em sortes de ierra a voniade dos compra-
Por barato preco. para acbar, na ra da Im-
ueralriz n 40. outi'ora aterro da Boa-Vista, loja
da esquina do becco dos Ferreiros, vendem-se
fszondas muito baratas a saber: pecas de carn-
braias brancas lisas e finas a 3{ o 39500, e 4*
dores com a nica restriego de nao tercm menos! m"i,o unas, ditas de crenoline brancas, fszenda
de 30 palmos de frente, e fnndo designado pela ( muito iworpada, propria para saias de balao, a
respectiva plaa approvada pelas autoridades peca 2(500, e tero 10 1|2 varas, coiles de riscado
competentes, o engenheiro Antonio Feliiiano '. frinrez para vestidos o 2J. coiles de meia cate-
Rodrigues Selle o cncarregaoo das medigoes i m' para calca a 1f 600 e 29, lazinhas muilo i-
precisas, e pode ser procurado no mesmo sitio,: as a .j60 o corado, e outras nimias fazetdas que
ou na ra eslreita do Rosario n. 30, terceiro an-| J" torna enfadonho mencionar, que vista do
dar, ou na pra^a da Boa-Vista, botica de Joaquim 1 're6utz se dir.
Ignacio Ribeiio Jnior : os pretendentes podem |
dirigir-se igualmente para qualquer proposta ou ; vendem-se tres molccas de 12 a 13 anuos,
esclarecimento ao herdeiro L. A. Dubourcq, no uma np6ra rpm duas crias, um mulatiuho de 11
'annos, um dito de 17 minos, bom bolepuo. de
boa conducta, c sem vicios, uma negra de mtia
idade, lavndeira e cozinheira, por 600*, uma di-
ta por l:2(!0g, una mulata com as mesmas habi-
lidades por 1:1009, uma negra de 30 annos, ro-
busta e boa ganhadeira por 1.000$, e um mulato
bom cozinheiro ; todos se vendem a prazo ou
a dinheiro, na ra Dircila n. 66, escriptorio de
Francisco Malhias Pereira da Costa.
seu sitio na Capunga.
Rap nacional D.
Pedro II da imperial fabri-
ca de Joo Candido de Mi-
randa, Rio de Janeiro.
Este rap sera duvida o de melhor qualidade
fabricado neste imperio, acaba de chegar e vrn-
de-se no deposito, ra do Vigario n. 23, escrip-
lorio.
@@@ -@&
t?5M U
0 ungento lie
lamiente nos
Alporcas
Caimbras
Callos.
Ancores.
Corladurts.
Dores de cabee_a.
das costas.
dos mea bros.
Emfermidades da culis
em geral.
1 Ditas do anus.
Eru pedes escorbticas,
receberam urna factura de chapeos de sold se- | r*
da para honiem, lendo entre estes alguns peque-
os que servem para as senhoras que vo para o
campo tomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porcio seja grande se resolverlo vender pelo
todos os boticarios droguista e outras pessoas en- preco'de G a 63500, o alguns com pequeo de-
carregadas de sua vendaem toda a America do feilo a 5# : na ra do Crtspo n. 16.
f-ul, Havana e Hspanha.
Fstulas no abdomen.
Fialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Imperatriz n. 10
Vala
Recebeu-se recenlemenle e continua a @,-
@ receber-se directamente de Paris e Lon- @
l dre3 por ludos os vapores, de encommen @
da especial, arligos de modas para se- ^
^ nhoras na ^
Loja de marmore.
.@@@@@ s@@ @
Vendem-se
fazendas e roupa feita por
menos do seu valor, na
rua Direita n. G8, loja
de Braga (fe Lima
Riqusimo cortes de vestidos de pupu-
lina da china -2051)00
Dito dito de dito de phantasia imperial lOaO^O
Dito dito de dito de chaly de seda 169000
VestiJos de grosjinaples preto a moja
franceza 4-iJpOOO
Palilotsde panno muito fino e Je gaze-
mira de 16000 223S000
Ditod'alpaca prela e de cores 2&00 e 5000
Espariilhos francez
Corles de colletes do fustao
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. cada
uma dllas, conlem uma inslruccao em portu-
guez para explicar o modo de se usar deslas pi-
lulas.
O deposito geral em casa do Sr Soum
i Frieiras.
RuadaSenzala Nova n.42 ?en8ivsescaldadass-
Jncnacoes.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C
vaquetas de lustre para carros, sellinse silhes
nglezes, cndeeiros e castifaes bronzeados, lonas
inglezes, fio de vtla, chicote para carros, e mon-
InflamsQao do figado.
Vonde-se uma morada de casa terrea rr.ui-
lo boa na rua do Pires : a tratar na ron do Pa-
dre Flonano n. 3-1. Na mesma vende-se uma
porcao de lijlos servidos era bom estado.
Aba faxis.
Vendem-se por tudo o preco os melhorrs que
apiarecem no mercado, por serem colhidos ma-
Vendem-se 5 carros nuvos com lodosos (g duros, asaim como se apromplam remrssas para
arreios : na rua Nova n. 21. $% 1 fra da provincia : na rua estreita do Rosario nu-
&S&#j|-@&@4t mero 11.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas
Tinr.a, em" qualquerJ
parle que seja.
Tremor de ervos
Ulceras na bocea.
do figado.
das arliculagoes.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Uvas.
Vende-se a bella uva ferrale, chrgada ullima-
Vende-se por necessidade uma raulaii-
nha propria para ama de rreninos cu para en-
carregar-se da adminitlrar^o de uma casa por mente da Europa : na rua estreita do Rosa
ser muito fiel e cuidadosa, engomma com toda a '
perfeigao, cosinlia e coze, roupa r!e senhora :
quem a pretender annuncie por este Diario
que sei procurado.
no nu-
Relogios
Suissos.
Queijosdos nif lhores a
2,500 is.
i 2$400 o corle.
NO
pharmaceuiico, na rua da Cruzn. 22, era Per-jlaria, arreos paia carro de um e dous cvalos
nambuco. e re|0gjos e ouro paiente inglez.
a. Vende-se um escravo moco e muito sadio,
bonita figura, sendo para engenho 011 para fra
1 da provincia ; a fallar na rua do Queimado n.
i 65, loja.
Urna cabra bicho, mansa, que d garrafa de
I leite, propria para triar meninos: em Ulinda,
por Iraz do palacio do Sr. Rispo, no sitio onde
mora o capilao Francisco do liego Barros, a tra-
tar com o mesmo.
Vendem-se saceos com farelo de Lisboa
com 4 arrubas e alguns tem mais, por pre^o com-
modo, em grandes e pequeuas porces: na rua
da l'raia n. 53.
Luja da seis portas cid
frente do Livramento.
Roupa feita barata.
Palilotsde casimira escuras a i~000, ditas de
alpaca prela 49OOO e B5>' 00, camisas brancas
ede cores a 29000, ditas de fustao a 23P500
serolas muilas finas a 13600 e 29000, palilots
de brira pardo a 35000 calcas de casemira pre-
ta e de cores, palilots de panno prelo sobre casa-
cas, colleles de casemira preta ede c*es, ditos
de veludo prelo e de cores ; um completo sorti-
mentode roupas feitas
Armazem de fazendas da rua
do Queimado n. 19.
Cortos de chita franceza pelo baralissimo preco
de SjiO, antes que se acaben.
Pliosphoros
do gaz.
Constando que o nico depnsito de phosphoms
do gaz, na travessa da Madije de Dos n 16,
acha-se dfsprjvido, os consumidores desse ge-
nero sflo convidados a ir a rua do mesmo nome,
itnozem u. 28. onde podem : supprir-se a von-
tade.
Vendem se duas moradas de casas lerrase
em Olinda, sendo urna na rua do Ampiro com
bastantes commodos, quintal ;murado, e estriba-
rla para 2 cavados ; e a outri na rua de S. Fran-
cisco cora bom quintal e cacimba propria para
quera precisar tomar banhos salgados por ser
muito perto, ambas por preco commodo ; a tra-
tar na rua do Amparo, casa" contigua a escada
que sube para a greta do N. S. do Amparo.
Vende-se este ungento no eslabelecimento
geral de Londres n. 244, Slrand, e na loja
de todos os boticarios droguistas e oulras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
; America do sul, Havana e Ilespai lia.
Vende-se a 800 rs., cada bocelinha conim
uma inslruccao em portufjuez para explicar o
modo de fazer uso desio ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceuiico, na rua da Cruz n. 22. em
Pernambuco.
I Relogios.
Vende-se em casa de Johnslon Pater & C,
rua do Vigario n. 3, um bello sortimento de
Em casa de Schafieitlin & C, rua da Cruz n.
38, vende-se um grande e v. liado sortimento
de relogios de algibeira horisonlaes, patentes,
chronomelros, meioschronomelrcs de ouro. pra-
la dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
gios dos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vanderaoror precos razoaveis.
Se afianca a boa qualidade, coce de goiaba a
19 : na taberna da estrella, largo do Taraizo nu-
mero 1 .
Vende-se a co heira de carros e cavallesde
alugnel do largo do arsenal de marinha n. 1 A
vista se fara o negocio mais conveniente.
Cerveja. |
da *f&
i Err, casa de J. Praegir & C, rua
* Cruz n. 17, tem para vender as se- S
5 guinies marcas :
l Diamante X [Tcnnenl).
i Bass
MraieaBSMEflH-sMS sfaiiwtiiiriw 11 Cavallinho.
*-sWwtWTfc W.V MnVaKt^nVaMVBCMt fe Cobrinha.
!^ Sortimento prelo e branco, garrafas in-
$ leiraa e meias.
ff." CT! Bfa VS^S Wt WS?' 2ST
Cimento ioglez.
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool
uma varedade de bonitos tranceln.*
mesmos.
lambem
para Os
Vende-se o muilo conhecido e acredi-
tado cimento para cular louca, vidros,
tartaruga, maifim etc. : na loja de.fazfn-
das da rua do Gabug n. 2, a 29 cada um
vidro dinheiro a vista.
imemsm mm mmmmm
i Loja das seis portas era
frente do Livramenlo
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos gostos a 200 rs. o in-
vado, ditas streilas de cores escuras a ICO rs ,
pecas de brelanba de rolo rom 10 varas 8 5;,
ditas de esguilo de algodao muito fino a 3J. ris-
cadinho de Iinho a 160 o covado. Irnns branros
com barra de cor t 150 rs ditos branros com bi-
loja n. 25 de Joaquini Ferreira de ba, vende- co a 200 rs., algodo monsiro com do*S larguras
se por precos baratissmos para acabar : ves- a 6(0 a vara, larinhasdc duas larguras, fazenda
tidos de larlauna boidados de seda a 800O, : ",,va Pra vp,s,i,p? a5f0 rs- cpv,,do-rrif,'il'--5 de
____i. c Tin trinca rom laco de fila para rabeen de m i-l.eras
organd de cores mu.lo finas a 320 rs. o co- i a nQQ rorlc dp nS(ad, fm v^tioa a 2c, e.
l vado .cassas de cores a 24()rs., chita larga a cas dr madapo o ce n 4 1|2 paln es de l.Mgi ra a
ua do Crespo
Joaquim Bernardo dos Res estabelecido com loja de calcado francez na ru larga do
33P500 Ix0?ar' 32, tendo em vista acabar com este eslahellecmenlo o mais breve possivel, resolveu-
#400 se a ven<'er 'd o calcado que lera pelos precos abaxo mencionados, a saber:
[\. 19.
Armazem de fazendas ba
ralas, na rua do Quei
mu!.
Ricos cortes de gazc de seda
duas saias, (pela tere,
cada corle.
Lences e cobertas.
20(1, e 240 rs., capas de fustao enfeitadas a
! 50f 0, casaveques He cambraia e fil a 5$O00,
' penleadores de rambiaia lordadcs a OOOO,
1 babados a 3v0 rs a vara, tiros bordadas mui-
lo finas a 1$5< 0 a rec,, riscado francez fino
i a 16i rs. o covado, golinl as de ponas bor-
, darlas a 2I&50O, manguitos de cambraia e fil
' a 2$000, camsinltas bordadas "mulo finas a
28000, chita larga com lustro e muito fina
i propria para cobeila e roupes a 320 rs., es-
guio de linlio a lr>200 a vara, roupes de
seda feilos a 125000, vestidos de seda mofados
,a 8000, luvas arrendadas a 100 rs. o pr,
: vestidos de grosdcnaple pretos com baria de
JMAO, < hfiles de n^crin estn padis muilo linca
a >. A lij esli atera aleas 9 leras ra noite.
E sera vos fue Ainda continua a estar para se vender, per-
mular, e cm ultimo caso arrendar-se a quem i-
zer lodos os ronerrtos que a rasa precisar, o i-
lio da iravissa do Remedio na fregnezia dos Afo-
gados n 21, qurm pretender enlenda-se com
seu proprieta rio na roa de S. Francisco como
qurm ?ai para a rua Bella sobrado n. 10 ou na
alfandega.aonde em pregado.
Moleque fgido
a pdaertSee do 12 vlolf*.? ?' tlSK"' ?'"S ^ F Prt, 6 d6 Cf'rei I Desaparecen do sbi
a parte do seu valor] iWj, I6|000 a KfOO, sobrecasacas de panno do correnle. um mol
abaixo assignado, no da 1.-
teque de non.e Flq'riano,
i muilo Gno a 25l&r00, calg?s de casemira prela crioulo, idade de 12 a 13 annos, pouco mais i
!e decores de 68000 a ltSOOO, ditas de brim "lpnp-e.J>' foi visto no pateo doCarmo, c tem os
Lencoes de bramante, oilo de panno de linho, ,.. ... aw ,, ,- signaes seguintes : peitos grandes, cabeca cnni-
cobertas a chineza pelo baralo preco de 1 $600. bJa"c. { de cores de 2^000 a 5* C00, palitos prida, olhos grandes, canetlaa muito finas, falla
VVstiliOS (1p SPla braiieo O de corea oe 29500 5>00, baixo, qnando anda bota a cabeca de um lado,le-
ditos de alpaca de 33000 a 8000, brim voo vestido uma ralbado algodo azul j velha e
Ricos vestidos de soda para meninos e meni-
nas, fazenda superior, feilos no Rio de Janeiro
trancado de algodo com 9 palmos de laigura
camisa do rscado de
lu'iao rom um
el
Alparca de seda para vestidos de senlior as ^orzeguins de bezerro com durarjue.
covado SioOO I D!los d,,os com Pellics-
Bonets para meninos $500 ,)itos de dilos com panno.
Ctales de de mrin ponta redonda bor- i D'tosde vaqueta sola patente.
dado a froco lo lo era roda, e oulras mui.j Jilos de amurca,
as fazendas que se torna enfadonho mencio- j D,los de -Nan,es fola patente^
nalas afiancando-sequenaose enjeila dinheiro i Ditos de dito sola fina,
Ditos Piadelle.
>. I Ditos todo de duraque,
Ditos de ditos dito.
@ Recebeu-se um completo soriimenlo de @
lindos vestidos de seda edephantasia.com f
g 10 babadinhos ou saiote : na rua da Cadeia ?:;
loja n.23, de Gurgel & Perdigao. @
S@S@ # @t@@'
C=^~
Para marinha.
O verdadeiro panno francez azul escuro (de
que usa a marinha franceza) recebeu-se lti-
mamente do Havre pela barca Berlha e vende-se
cm conia na rua da Cadeia loja n. 23, de Gurgel
& Perdigao.
Recebeu-se ricas taimas de seda fei- J*
atS tas de croxe, capinhas, capas de grosde- tS>
naples e manteletes, Blas para sin lo e ^
t grusdenaples de quadrinhos em peca pa- 5>
i ti covados na rua da Cadeia loja 23, *t
||| de Gurgel & Perdigao. 'y.
Vende-se cal de Lisboa e potassa america-
na por precos mais commodos do que em qual-
quer oulro deposito: na rua do Crum, armazem
de Jos da Silva I.oyo & C.
9S Recebeu-se um completo sortimento de yt
O pulceiras de sndalo, botiio para colele, W
WB da Cadeia loja n. 23, de Gurgel & Per- rus
SK digno. ^|
Vinagre branco,
superior.
Vende-se vinagre branco superior em barris de
auinto, por prego commodo ; na na da Cadeia
do Recife n. 12, escriplorio de Bailar i Oli-
veira.
Recebeu-se os mais modernos cha- S*
pos do palha enditados com plumas ou 2f
flores ; na rua da Cadeia loja n. 23, de
Gurgel & Perdigao.
Ditos de Cantes.
Ditos lodo de pellica.
Ditos de cordavao.
Ditos de lustre de Meli.
Bolas de bezerro.
O annuncianie roga as pessoas
ler de salisfazer a quem deve.
6f)00
7000
7000
7JJ500
75OOO
9000
85?000
8000
75500
7000
9501)0
10000
115000
125000
8000
Sapatesde lustre de Nantes. 65000
Ditos Fanien. 455('0
Dilos de ditos. 35500
Ditos Dilos de ditos com panno. 35000
Dilos de dito para menino. 25500
Sapatos de tranca francez. 1*280
Ditos de tapete. 1*000
Ditos de maroquim para Snra. 15c00
Ditos de bezerros duas solas. 45500
Dilos dito de uma sola com sllo 39500
Ditos dito de uma sola sera dilo 2*800
Ditos de lustre com duas solas 5*000
Dilos dilo com uma sola esalto 45000
Diios dito com uma sola sera dito 35200
..-~,---------- ,.----, ,. ....^ .. ,.. .. ,,,,,,, .i, r>^r, i iiuarriio uas cusas por ser
oor uma das melhores modistas, o pelo baralo proprio para loalhas a l0O rs. a vara, damas- ge a qUOm 0 prg,ir de levar
proco de 8?. (C0 de laa com 9 palmos de laigura a 1^600 o das Trincheiraa n. 8, loja i
Chitas francezas.
que lhe devetn o favor de virem saldar seus dbitos, vislo !
4RIH4ZEM DE ROUPA FEITA
Chitas francezas proprias para casa por screm
escuras, e ditas claras a 2;0 rs. o covado.
Colchas de fustao.
Grandes colchas de fustao com ricos lavores a
5J500.
Chales de merino.
Chales de merino bordados, franja de seda, a
5?J00, ditos eslampados a 3{E0O.
Paletots escuros.
Paletots escuros a 2J600 cada um, cambraia
orgnndys a 500 rs. a vara, ditas muito Cnas a
640 rs., baloes de malha a ig, ditos tapados a 4$,
lencos brancos a 1g800 e 2g, algodo com 8 pal-
mos de largo a 60(1 rs. a vara.
Ricos manteletes.
Os mais modernos manteletes pelo preco de
, 30-5000
Loja das 6 portas
em frente do Livramento
LazinliasaoOO rs.
Camisinhas muilo bonitas cora duas larguras
para vestidos de senhora a 500 rs. o covado, cor-
I tes de riscado francez para vestido a 2*, sa'as
covado, velbulna prela a 400 rs., brim de
linho de cores a 1*500 o corte, meias cruas
para homem a 1*200 a duzia, camisas de
linho ingle7as a 32*000 a duzis, pegas de
madajolo fino a 45500, cortes de lanzinlia
muilo fina com 15 covados a 8->O00 rs., ca-
misas de cores e brancas de 15500 a 3000,
e oulras muilos fazendas por menos do sen
valor para fechar con las.
Na Lingoeta n. 5, vende se :
Queijos nnvos a 3*.
Manieiga ingleza flor a 1*280 a libra.
V'inho engarrafado duque a 1*500.
Presuntos nnvos a 500 rs. a libra.
Cha hysson tino a 2J400.
Hecebeu-se e continua a receber-se por
$$ lodos os vapores, vestimentas, calcado e
chancos para meninos na
Loja de marmore.
Vende-se um escravo com 18 annos de
idade, bonita figura, r >buslo e sadio. assegura-
se que nao lera vicio de qualidade alguma, e an-
tes muilo boa conducta, e muito esperto para
qualquer semc,o ; para ver e tratar, na loja da
rua do Queimado n. 41.
bala. parr menina a 3500. duas para senhora a @$
Defronte do becco da Congregado letreiro verde.
Casacas de panno prelo a 305, 355 e 40*000
Sobrecasacas de dilo dito a 355000
Pale'ots de panno pretos e de cores a
20*. 255, 305 e 35*000
Dilos de casemira de cores a 15* e 225000
Dilos de caseiniras de cores a 7* e 12*000
Dilos de alpaca preta gola de velludo a 12*000
Ditos de merino selioi preto e de cor
a 85 e 95000
Ditos de alpaca da cores a 3*300 e 5*000
Dilos de alpaca preta a 35500, 55,
75e 95000
Dilos de brim de cores a 3*500,
45500 e 5*000
Dilos de bramante de linho brancos a
45500 e 6*000
Caigas de casemira prela e de cores a
99, 105 e 12*000
Ditas de princeza e alpaca de cordao
pretos a 5*000
Ditas de brira branco e de cores a
2*500 45500 e 55000
Ditas de ganga de cores a 3*000
Ditas de casemira a 55500
Colleles de velludo decores muilo fino a
Dilos de casemira bordados e lisos
pretos e de cores a 5*, 55500 e
Dilos de selim prelo a
Ditos de casemira a
Hilos de seda branca s 55 e
Ditos de gurgurao de seda a 55 e
Ditos de fustao brancose decores a
35 e
Ditos de brim branco e decores o 25 e
Selouras de linho a
Ditas de algodo a 15600 e
Camisas de peitode fustao branco e
de cores a 2*300 e
Ditas de peilo e punhosde linho mui-
lo finas inglf/ns a duzia
Ditas de madspolao brancas e de cores
a 1*800, 25e
Ditas de meia a 1* e
Relogios de ouro patente e orisontaes
Ditos de prata galvanisados a 25* e
Obras de ouro, aderecos, pulseiras e
rosetas
105000
(jvOOO
5*000
35500
65000
65000
35500
25500
25500
25000
25500
35*000
2*500
15600
5
30*000
4$500e 5* ; d-se amostra com penhor A loja
est aberta al as 9 horas da noite.
Rua do Rangel
numero 28.
Delicadas resfriaderas para a pracae senhores
de engenho, obras que podem estar patentes em
qualquer sala ornada, do melhor gosio pela sua
delicadeza, como sejam : as bonitas bilhas ham-
burguezas. Unto em porgo como a retalho, e as
ex'-ellentes jarras Qnas e entre-linas, proprias
para os lugares mencionados, de lodos os lama-
nhos que o fregu/, qneira, e depsitos para com-
modidade, jarras e potes, tudo marcas reforjadas,
e outros muitos objeclos.
Com toque de avaria,
Pecas de madapolo de 2* a 48000, vendem-se
na rua do Crespo, loja de quatro portas n. 8.
Resumo de potica.
Indispensavel para os prximos exames de rhe-
lorica ; est a venda na livr- ;a de Pedro II n. 2, a 500 rs. cada exemplar.
amarillo as costas por ser resto de peca : roga-
a seu senhor na rua
de tartarugueiro, quo
ser recompensado ; e mesmo abaixo assigna-
do protesta contra quem o tiver acontado.
Jos Joaquim da Cunha Guimares.
Ausentou-se no da i do correnle a escrava
Hara, de nacao Angola, j velha o erm cabellos
brancos. bstenle fula, lem as cosas signaes
de sua trra ; esta escrava j foi de Jos Luiz
Pereira, e ha pouco arrematada : qm-m a apprc-
henderdirja-se ruaNoia, loja n. 10.
Fusio do poder dos abaixo assignados um
seu ( scravo ciioulo de neme Manoel, fie idade do
! vinte e cinco annos pouco mais ou menos, cot
os sianaes seguintes : chrio do c< roo, boixn,
' cor prela, e falla bastante descansada : presu-
me-se andar refugiado pelos arrebaldes da cida-
de por j ler isso de cosime : quem o api n h< l-
der se dirigir rua do Rrum, anr.azem de as-
sucar, n. 28. que ser generosamente recompen-
sado. Recife, 5 denoveoibro de 1860.
Jos da Silva Levo i^ ('..
Do engenho Jussaral, termo de Sirinbem,
: ugio nodia1.de novembro o escravo Francis-
co, Com os sign.ies seguintes- mulato acabocola-
do, de 23 a 24 annos de idade cabellos corre-
dios, rosto descarnado, macas levantadas, olhos
esverdiados, nariz quasi chalo, o beir;o inferior
bolado tiara fra, e o de cin'a baixo por ler falla
de denles na frente, lem o rosto panenlo, e lera
| um dos dedos grandes dos ps levantados ; le calca ile algodo azul, camisa de madapoln, cha-
peo de baria e mais roupa que condozio i m uma
1 trouxa : foga-ee a qualquer pessoa que o baja de
encontrar, o conduza a este engenho a enlregar
! ao sen senhor Joo Florentino Cavalcnnli de Al-
\ buquerque, que sat'sfar o seu trabalho,
Escravo fgido.
Um mualo claro, magro, com pannos prelos
na niacaa do rosto, representando ler 25 annos
de idadp, natural do Rio do Peire, chamado
Luiz, desapparecen no da 30 de outubro da rasa
do Dr. Cosme de S Pereira, de quem eacrav ;
suppe-se ler levado um cavallo prelo do Sr.
Itostron que se havia sollado, e que ello fura
em busca do mesmo ; suppe-se mais que sua
mulher de nome Mara lambem o acompanha,
levando um pequeo bah de flandres : roga-so
as autoridades policiaes e a outras quaesquer
pessoas que o prendam, e remetan! ao seu se-
nhor, que pagar qualquer despeza.
Contina fgido desde 29 de julbo desle an-
no o escravo pardo araboclado de nono Joo,
com os signaes seguintes : corpo e estatura re-
gulares, edr plida por ter soitrido de sesoes, do
esperm.-icete a 680, doce de goiaba a 1* o caixo, i idadp 25 a 30 annos, falla descanenda, mansa e
sempre conirafeila, mostrando fingimenlo, na-
tural de Inhamum. foi propriedade de nm vrlho
por nome Joo Secundo do mesmo serian, e por
morle desle vendido pelos herdeiros, sendo um
dos ltimos possuidores Ignacio Ferreira Timu-
do, senhor ae engenho do Sul, que ismbpm o
vendeu ; julga-se ler spguido para o Inhamum
ou outro qualquer serlo : roga-se aos capilaes
de campo ou qualquer pessoa que dellc souber,
o apprehendam e levem Apipucos a seu actual
senhor, o major Joo Francisco do Reg Maia,
|ou no Recife a Symphronio Olympio de Queiroga,
que se recompensar generosamente.
*.
Machinas de vapor.
r Rodas d'agua.
@ Moendasdecanna.
,'; Taixas.
Rodas dentadas.
-i;>. Rronzes e aguilhoes.
@ Alambiques de ferro.
@ Crivos, padroes etc., ele.
Na fnndico de ferro de D W. Rowman,
rua do Rrum passando o chafarla.

Pechincha.
Na rua da Cad'-ia n. 24, vendem-se pe^as de
algodo com 17 varas, tendo 4 palmos de largu-
ra, pelo baralo preco de 4*.
Bom e baralo.
Manteiga ingleza a 1$, dita franceza a 600 rs.,
cha hysson a 1*920, dilo perola a 2560, vinlio
do Porto fino a 1* e 800 rs. a garrafa, ligos de
rommadm a 240 a libra, painco a 160, loucinhn
a 360 : na travessn do paleo do Paraizo n. 16,
casa pintada de amarello.
Azeitedecarra-
pato.
Vende-se a 440 rs. ; na Iravessa do paleo do
Paraizo n. 16, casa pintada de amarello.


m
PIARI DK WHAIWGO. SEXTA FEIRA 9 DE NOVKMBRO DE 1860.
Litteratura.
0 mestre-escla de Contaron.
[Concluso.)
Foram visitar os jardins, mas n5o pareccram
muilo enrantados das ues lembrangas gregas
quo Maihias oinndou construir rom graados dcs-
przas ; e quando prnpoz a companhia parajo-
gar no resto, luta e imitar os jogos olmpicos,
ficou muilo mortificado por ouvir um exclamar :
Preferimos urna quadrllha de Thalberg
ou de Muzard.
I corno Mathias nao linha cuidado em ter
una orchpslas que soubesse locar conlradangas,
a compaohia se relirou cedo, deixando Sachoe
Curti passeiando maiitalmente no valle de Tem-
pe e livres para darem saltos se isso fosse de
sous gostos.
Os Parizienses sao bem ligeiros, diz Mathias
sua mulher. F.' preciso forca-los instruejao ;
apocar disso, estou certo que se fallar da nos-
sa [esta e que a accademia me mandar compri-
mentar.
Fallou-se com cfieilo de ludo quaolo se linha
visto em casa de Maihias, mas elle nao recebeu os
comprimentos de ninguem ; ento disse mu-
llier :
Devenios dar urna outra fesla d'um genero
muilo difTercnle.
Appareceremos em usos da edade media Vos,
minha chara mulher, estaris em Agns-Sorel e
ou em Dunois; nossos jardins sero dispostos
para torneios e cavalhadas. Aao de quebrar, em
vossa honra, muias lancasv; daris o premio ao
vencedor e eu farei um discurso sobre a origem
da cavallaria. Provarei que, os torneios foram
inventados na Italia pelos reis lombardos e que
se chnciiavam batagliole.
A Sra Malinas achou muilo interessante vestir-
se de Agns-Sorel; seu marido fez de novo vir
os artistas ; as lembrangas gregas foram demoli-
das e substituidas por monumentos imitados da
edade media. Ossales, sala dejantar, ludo foi
de novo pintado.
O ex-meslre-escola eslava encntalo de poder,
pnr planos seus, fazer reviver a poca que quera
celebrar.
De todos os lados viam-sc trophos, armadu-
ras, divisas cavalleirescas ; os criados foram ves-
t J.- de pagens e lacaios; eram Mathias loniou
as armaduras de Dunois.
A multdo correu essa fesla. Um joven e
lindo par, representando Agns-Sorel e Dunois,
u ra podido encantar a assembla, mas o Sr. Ma-
thias e a senhora sua mulher eram demasiada-
mente taios, para nao parecerem ridiculos, de-
bauo dos vestuarios que haviam tomado. Nin-
guem qoix quebrar urna laura por Agn3-Sorel, e
lugo que Maihias coroejou seu discurso sobre a
origem da cavallaria, a companhia se poz a dan-
sar o galope
Maihias nao desaniraou ; a fesla da edade me-
dia foi seguida de urna fesla asitica, depois chi-
neza e finalmente de muilas oulras ainda.
E' preciso perseverar sempre, dia Mathias
sua mulher ; o governo tem os olhos sobre raim :
quer se certificar de ludo quanto estou em estado
de fazer, aules de me chamar para um poslo im-
purtaule.
Vamos sempre I responda a Sra. Mathias,
ano anda nao so hava zangado de vestr-sc ora i
groga, ora chinoza. Mas o anligo mestre-es- I
cola, que sabia Unta cousa, linha provavelmenle
esquecdo sen Barerae. Seria preciso urna im-
mensa fortuna para continuar a especie de ins-
trueco que Mathias quera dar seus concida-
daos.
reis pedir esmollas ou guardar porcos na espe-
ranga de tornar-vos Papa?
Nao, senhora, isso prora que preciso nao
desesperar com as cousas, eque o morito alcance
ludo cedo ou tarde. Oanlo nossa fortuna,
Deus dederat, Deus abstulit I
Senhor, eu nao sci latim...
_ Tanto peior para vos. senhora, mas eu pos-
so anda vo-lo ecsinar. Catao aprendeu o reco
cora mienta anuos. B
Oh I senhor, tratai antes de ak3Dcarutnem
prego e gauhar dinheiro.
Mathias levautou os hombros, sahio e foi andar
ao longo dos caes. A mulher, Vodo quo elle nao
altendia. tratou ella mesma de procurar um em-
prego para seu marido.
Quando se Ihe porguntava o quo o marido sa-
bia Tazer, ella responda com firmeza :
Elle sabe ludo.
Esta resposta inspirava ponca confanos, por-
que as pessoas que sabem ludo nao sao em eral
aptas para nada.
Entretanto a Sra. Mathias, conseguio echar um
lugar de guarda-livros em urna casa de commer-
no, e Maihias consemio em torna-lo, esperando
que o nomeassera director da inslruccao publica.
Mas, cntreguo escripturaco do livro grande
Mathias se oceupava sempre era indagaces scicn'
lincas.
Um bello dia, querendo saber o que devia d'um
dos sous correspondentes, o commerctanle abri
o competente livro, e, deparando com a conta
leu : '
o Os Carthaginezes deram Hespanha o nomo
de Hspanla, derivado de Spaoiam. que, na liu-
gua dos Phemcios, dos quaes descendiam os Car-
desgosloso do acolhimento que se Ihe (azis, des-
contente dos outros e talvez de si mesmo, lem-
brou-se daaldeia, aondetinhasido por tanto lem-
po mestre-escla e disse:
Vale mais mostrar o a-b-e aldeies,
que nos escuiam com respeilo, do que fallar em
litteratura e historia pessoas que nao nos ou-
vem. Voltemos para Couberon.e
Mathias poz-se caminho, com sua pequea
Irouxa s costas. Havia cinco annos que deura
a aldeia.
Depois dessa poca um outro mestre-escla o
hav,a substituido, mas, simples e sem pretengo,
elle sefazia ouvir dos aldeies, dos quaes tam-
bera sabia se fazer comprehender, porquanlo nao
rallara essa boa gente senao do cousas que es-
lircssem na rbita de suas intelligonras-con-
versava acerca do que Ihe podesso interessar.
E' assim que Ihe tinha dado novos conheci-
mentos em agricultura, mechanica e historia na-
tural, porque linha sabido por-lhes a sciencia ao
alcance e evitara empregar patarras technicas,
que nao comprehenderam.
EmOm, em vez de os desgostar do estudo. o
novo mestre-escla tinha desenvolvido o oslo
aos> habitantes de CouDeron. dos quaes alguns j
se tinhaoi inscripto no Musen das Familias de-
pois que lhes flzera comprehender ulili'dade
foi proposta na cmara
lei aulorisando adianta-
no valor de mais de 89
mslruem, divertiodo
- srM,alhlaS mor(!ia os Ubios: va thaginezcs, significa/x/i; dos coelhos, porque ha- i or "^ha seguido urna marcha melhor que a sua,
viam achado urna enorme multdo delles nesse n,as' dula> parase consolar:
paiz. as raedalhas romanas, a Hespanha re-
presentada sob a flgura de urna mulher, que tem
nos pes um coelho.
O commerctanle se poz n'uma riolenta chole-
ra ; chamou o guarda-livros e disse-lhe :
Que signitica esta mixordia, seuhor? quero
saber o estado da situaco de um dos meus cor-
respondentes, quem lenho feito remessas de
sedas e pannos de algod.io, e acho na sua conta
Larlhagioezes e coelhos I...
Senhor, respondeu Mathias, o que vos cha-
mis mixordu, nao senao urna cousequencia
natural da minha orudirao : fizendo essa conta
eu reflexionara no commcrcio ; lembrei-mo que
foram os Phenicios os primeiros commercianies ;
os Fhenicios me lembraram os Carthaginezes e es-
tes me fizeram lembrar....
Basta; iris escrever em'.outra parle vossas
notas e reflexos; j tenho descoberlo muilas
oulras fallas nos meus registras ; vos sois muilo
destrahido, podis ser sabio, roa,s, nao podis ser
guarda-lirros; se vos conservaste um mez ainda,
sena-me impossivel tirar urna' conta corrente,
segundo o mcu livro grande. \
Maihias compriinentou e sen^ou-se murmu-
rando :numerus sluliorum cst infmilus\
Sabendo que o marido acabava de perder o
emprego a Senhora Mathias poz-se chorare
disse :
Em que nos tornaremos agora?
"Senhora, responMuu Maihias, preciso pou-
existir o plulOsopho. Dio-
em ter um tonel por ha-
ca cousa para poder
genes contenlava-se
bilaco.
Senhor, se me
essa a sorle que me r<
Era bem pouco lempo ello consumi todos os
leus da mulher, e, em um bello dia ficou muilo
admirado de ver-se cercado de gente, que Ihe
aprosrniaya suas contas e exiga o pagamento.
Senhor, dizia um tapeceiro, vos me deveis
dous contos de reis pelas arraaces e mobilias de
um salo chinez.
Sr. tapeceiro, tenho de que zangar me de
vos I responde o sabio, eu vos tinha ordenado
que me pozesseis todo o meu salan amarello e vos
nao o (Uestes. Ignoris que na China a cor ama-
relia esl sempre em moda? Que a predilecta ?
As rooslras dadesiiuccao sao os coletos amarellos
e as peonas do pavo ; em compensago, as pen-
as de corvo anrTunciam a dcsgiac.a. Vos me ta-
ris o favor de me por era amarello, Sr. tape-
ceiro.
Senhor, eu sorei obrgado antes meter-vos
ni cadeii, se nao me pagis.
Os commerciantes sao pouco sansiveis scien-
cia. E' preciso satisfazer os credores, e para isso
vt-ndeu-se ludo quaulo se possuia anda, e, quan-
do se pagararn os fornecedores, foi preciso aban-
donar o palacete para ir morar no quarto andar
de una modesta casa do Marais.
Esta mdanos de situaco tinha muito contris-
ta o a Sra. Mathias. Para consola-la, seu esposo
dizia :
Projecfo urna festa nutica, sobre o canal da
Villele, vos iris vestida de Naiadc o eu d.> Tri-
tao ; cmquanlo se execularem os desafos, eu
pronunciarei um discurso sobre a origem da na-
vegaco. Mas desta vez Maihias nao executou
seu projecto; nao havia era caixa nem mesmo
cora que fazer urna festa em um restauran! de
Varis, e a senhora via com terror se aproximar o
momento em que nada Ihe restara absoluta-
mente.
Ella perda todas as suas illusoes e coraecava
chorar o defunclo marido negociante, que nao
sabia fazer cilacoes, mas comprava-lhc cachemi-
ras e diamantes.
JJm dia a Sra. Maihias se alreveu dizer a seu
esposo :
Senhor, quando vos despose linha seis con-
tos de res de rendas, j nada mais resta que
meus diamantes; vos deveis ser ministro do es-
ta !'> e nao sois nem caixeiro de algum escripto-
rio Que operis vos fazer emim ?
Senhora, respondeu o sabio, antes de ser
Tapa, Sixto V, que se chimara Flix Perreli,
guardara porcos; Urbano IV foi remendao em
Troves e Adriano IV mendignu o pao.
O que que isso significa, senhor !... que-
minhas relexoes ante > de casar.
Mathias fui buscar o
despreso das riquezas.
Iher.
Ella lancou Sneca
Apezar de ludo isso eu sou muito mais sa-
bio do quo elle.
Elle se julgou feliz por entrar, como ajudante
do mestre-escla nessa em que elle tinha sido
director.
Passeara raras rezos na aldeia, porque a filha
do Joao Gordo eslava casada e com tres Olhos, e
ludo havia prosperado em quanto elle derorava
em Pansa fortuna de sua raulher.
Mas, Joannita fallara sempre da raesma ma-
neira, posto que fosse me de familia. Isto con-
solou Maihias, que repela :
Eu nao poderi nunca viver com uraa mu-
lher que diz : venham, c minhas amigas.
PAULO DE KOCK.
[f. de Sousa.)
Agricultura.
PREPARACES MECHANICAS DO SOLO.
Drainage das Ierras araveis
acreditan dever animar a applicacSo e e desen-
rolnrnentj agrcola, fazendo adiaolameolosaos
proprietanos e rendeiros, pagaveis em annui-
oices*
n,Ai i1nicaUr" ^edida> de8l 8ener comecau
na irianaa era 1832, e urna lei complmentar rela-
tiva este objecto, appareceu em 1842.
Era 18f9, smente a Irlanda havia recebido
por emprosttmo urna somma superior ura mi-
Ihao e meio do libras sterlinas, e a Inglaterra
mais de dous milhes. independentemento dos
adiantamentos feilos em virlude da lei de 1812.
Finalmente em 1850.
dos communs urna nova
mentas aos agricultores
milhes de cruzados.
A Blgica foi o primeiro estado do conlinente
que introduzo a drainage na sua agricultura,
pnmeiraracnta por iniciativa dos particulares e
depois por meio de inlervengo do governo. Bem
depressa csse exemplo foi seguido na Allemanha
e em Franca.
Nesle ultimo paiz.as cmaras legislativas vota-
ram, em 18a2, 100 milhes de francos para em-
prestar aos agricultores que quizessem emprehen-
der Irabalhos de drainage e d'irrigacao.
Diromos succintamente quaes foram os meios
de que lancou mao o governo belga para intro-
duzr e vulgarisar o uso da drainige.
As medidas de que esse governo esclarecido
lancou mo sao dignas do imiaco.
Foi em 1819 que o gorerno belga animado da
mais viva soliciludo para com os inleresses da
agricultura, comprehendeu dota-la com esse
i mporlanlissimo melhoramento.
Urn engenheiro foi enviado Inglaterra para
esludar os diversos melhodos de dessecamenlo
das Ierras e d'invesligar
aporfeicoados.
Em geral, os melhoramentos agrcolas nao se ra alimentario do hom.m h.
sao adoptados pela massa dos cultiradores quan-
do seu mrito j est sauccionado por u
animaes f
determinacao fcil.
Fe-
os processos os mais
ivesseis prevenido que era
serrareis, ou teria feito as
volume de Scnerasobre o
e o apresenlou sua rau-
Tera muila importancia a rulgarisaco do co-
niiecimenlo do processo modernamente empresa-
do para molificar as propriedades physicas da
trra, o considerado um dos maiores progressos
! da agricultura oestes ltimos tompos. e que im-
porta habilitar o agricultor dominar os ele-
mentos.
Havia
remedio contra as seccas por meio da
irrigacao, mas nao havia contra o exces30 de hu-
ao chao, e desdo enlo fi- '. m""de em corlas Ierras, e especialmente pela su-
u rota a uniio conj.gal. [ perabundanna das aguas pliv.aes. A draina"e
ninas se^t^cupou.ajnda era arranjar rcl?l^.u..e.s,:e/ dnicil problema era agricultura
A Sr.
eraprego para seu maHdo.
"'""^elo quarteirao, siube
iua
labelecido na mesma
caixeiro. Ella apressi
uma vela, e nesse acto
cieiro. Esta, que era ii.
do, perguntou se Mathias conheci
mercio.
Elle sabe ludo,
Iher.
Neste caso nao lh
Mathias se revoltoi
f"z o seu pedido ao espe-
ra homem gordo e redon-
o seu cora-
kvspondeu a pobre mu-
bera penive para urc
vender queijos ; mas, a
lava a memoria, Ihe n
silo :
Vos me lendes por
Perao, reda Macedoni
ma ; que Pedro o Gran
como um simples servente,
guardado porcos.
E'justo, responde
trabalhar na especiara.
A forja de se infor-
que o especieiro es-
E porque j se agita entre nos a idea de dar
premios aos agnculiores. que ensaiarem a drai-
ua acabava de despedir o P.*?6 c.m s"as torras, curapre que lodos lenham
u-se em ir comprar l "ea clara de semelhanle processo, e para isso
publicamos o seguinte artigo da redaccao do A-
xthador, que satisfaz perfeilaraente.
! pergunlo mais nada,
o principio com a propo-
sito de entrar para casa de um especieiro. Era
sabio ir pesar pimenta e
mulher, quem nao fal-
spoudeu muito propo-
vezes dita que o ilho de
, era marcinero em Ro-
e trabalhou na Hollanda
e que Sixto V tinha
i ell
e, e resignou-se ir
GUY LEVIMSTONE
O
A'TODO TRANSE
POR
Jorge Alfredo Lawrenee,
X
E agora conheces a vonlade
de leu pae, e tudo que leu sexo
carree saber; caba mim en-
sinr-le a obediencia : quanfo
maneira de amar, leu senhor
pode explicar-'-'a.
Dessc canto sombro e retirado ouvi um sus-
piro suffocado, e dopois alguraa cousa; que asse-
tnelhava-se um pouco uma jura, ao lempo que.
Forrester punha-se de p.
Leringstone levantou-se lentamente.- Vou ro-
eebe-lo.Wise, diz elle ao criado, previne Mr.
Jfaymond. Pens que Mr. Bruce nao querer
ver ninguem anlesde restir-se.
Passando diante da prima, disse Ihe em voz
baixa algumas palavras, que nao podemos ouvir,
e vi sua mao robusta apoiar-se sobre aespadua
de Charley e faze-lo curvar como um menino.
Enlao Flora approximou-so do miss Raymond,
e pedio-lhecom mais benevolencia que de cos-
tume, que viesse tomar ura pouco de cha em
sai quarto.
Isabel estava desanimada havia dous das mas
nunca pensara eu que eslivesse tao abatida como
o vi nesse momento, quando trarou do braco de
sua companheira para sahir.
Charley dosapparecera primeiro que as duas
donzellas ; e depois deslc morimento involunta-
rio tornra-se elle distrahido como sempre, de
sorte que liquei s reflectir. Confesso que'de-
pois de ter meditado um pouco, liquei ainda ta
incerteza, nao pudendo prever qual seria o des-
fecho de ludas estas intrigas amorosas.
Todos estavam reunidos, e quando desc para
janlar, Bruce eslava sentado em um canap junto
do misa Raymond.
Porque razao ura homem era uma tal posico
(*) Vide Diario o. 58.
Mas, no fim de algurrj lempo, o especieiro per-
cebe que seu novo caixeiro misturava pimenta
com arroz, as frustas seccas com a potassa, o as-
sucar com o sabau ; qub pesara uma libra, quan-
do se Ihe pedia uma qjuarla, que dava massa do
tomates por gorama branca, e que fazia ura dis-
curso cada pessoa quo o quizesse-ouvir.
Meu charo amigo, Ihe disse o especieiro
vossa mulher rae disse que samis ludo, e eu
provo que nao sabis senao tagarellar corro um
demonio, dizeuJu seippre cousas das quaes nao
pelisco nada ; queris que eu lenha vasos ctrus-
cos para por o mel!.... perfumadores para a pi-
menta e Iripecas para as ameixas!.... amphoras
para agurdente I Vos me fazeis vallar a ca-
beea ; lenaes poslo ludo em desordem
casa ; fazei-me o obsequio de ficar
casa.
Mathias sorrio-se com um ar desdenhoso, lan-
;ou sobre o mostrador o barrete que se Ihe ha-
via dado e lornou para sue casa murmurando :
plus negare potesl asinus qum probarephiloso-
pltus.
Sabendo que seu marido acabava de per-
der anda o emprego, a Sr.a Mathias cahio em um
accesso Je afllicrao que Ihe tacou o peilo, o no
um da algumas semanis o sabio estava viuvo
Perdendo a mulher, Malinas disse coms'igo
como j o havia frito ao perder a sua fortuna
Deus m a tinha dado, Deus acaba de m'a tomar'
tilo licou anda muitos mezes em Pars ; mas
na minha
em vossa
O que tem feito as naces cultas para vulgarisar o
drainage. Elhymologia deste termo.Incon-
venientes que resultara do excesso d'humidado
para a vegeiacao e a animaliJade. Em que
consista a drainage moderna. Recapitula -
cao das rantagens que a drainage presta agri-
cultura. Emprego das aguas (Te drainaseDna
trrigacao.Applcacao da drainage ao sana-
mento dos edificios, etc.
O Qm desta artigo excitar a atiendo dos nos-
sos layradores que pela matar parte ignoram al
a existencia de ura progresso agrcola que o illu-
Ire Payen assigna-la como um dos maiores me-
lhoramentos contemporneos, e lalvez uma das
mais importantes invonces da agricultura.
Quanto ao modo pralico de pr era execucao a
drainage, isso formar o assurapto de um Ma-
nual especial.
Se a importancia de um raelhorarnenlo qualquer
se mede pelo succosso que se oblm, para por
em evidencia agrando ulilidade daquelle que nos
oceupa, basta di/ero que al aqu se tem feito em
diversos paizes relativamente drainage, onde os
lrabalho3desanamenlodai trras hmidas toma-
ram em poucos annos uraa extenco extremamen-
te vasta.
Ni Inglaterra, os horaens os mais eminentes
por sua posicao social ou or seus conhecimenlos
nvalisam i'esforgos para vulgarisar a drainage e
para (iperfeieoar as antigs pralicas ; os grandes
proprielanos erapregam aunualmcnte avullados
sommas uo dessecamenlo de suas trras ; e sim-
ples rendeiros daquelles mesmos que arrendara
a curtos prazos, uo hesitara em fazer sua cus-
a as maiores operaos de drainage. to corto" e
elevados sao os lucros que esperara d'ellas.
Porm o que falla mais alto do que ludo quan-
do se acaba de dizer, o que mosira de uma ma-
neira mais sahenle a incontestavel utilidade e im-
portancia da drainage, sao as medidas especiaos
por meio das quaes o governo britannieo, de or-
dinario tao reservado em ludo quanto diz respei-
lo tnlervencao do estado nos negocios privados
No fim de cinco mezes, esse engenheiro roltou
para a Blgica, e foi posto disposico dos pro-
prietarios e dos cultivadores, para dirigir as ope-
rarles de drainage que elles quizessem fazer.
Ao mesmo lempo o governo fez publicar um
Manuel de Drainage e o fez vender poi proco tal
que todos o podessem comprar ; fez tambera fa-
bricar as_ tarramentas especiaos necessarias para
a execucao dos sangradores de dessecamenlo,
assim como as machinas proprias para a fabrica-
cao dos tubos de louga cora que se guarnecem
a fundos desses sangradores ; elle dislrbuio
gratuitamente muilas machinas desta genero,
impondo aos oleiros que as recebiam a obri-
gajgao de vender os tubos por precos mui mode-
rados.
Alguns proprietarios esclarecidos pozeram maos
J obra, fazendo executar durante a primavera de
1850 algumas operaces de drainage com o fim
de mostrar aos cultivadores os felices resultados
deste melhoramento.
IDemais, no comeco do mesmo anno, as socie-
dades e os comicios agrcolas foram couvtaados
restarcm o seu concurso obra que o gover-
nojhavia emprehendido, fazendo de sua parte o
ensato do novo syslema de sanamonto das
ierras.
Gerlas vantagens foram offerecdas aos mem-
bro|s dessas associaces, afim de os decidir se-
cundar as vistas do governo ; o estado so cora-
promelteu fornecer-lhes os tubos necessarios
para os cnsaios de drainage, e conce leu-lhes o
Consono gratuita dos agentes encarregados da di-
recgaodos Irabalhos, e o uso dos instrumentos
indispensaveis para elles.
D-sta maneira. nu fim de 1852 j tinham feito
62 ensatas, destri buidos por 49 distrctos agrco-
las estes ensaios coutribuiram poderosamente
para popularisar a drainage.
O perneo de drainage foi organisado por decre-
tos datados de. II do outubro de 1849, 25 de
abrill de 1850, 16 de marco de 1852, 29 e 30 de
_ma tan-
g oxpenencia ; todava a drainage fez uma feliz
excepcao esta regra, pois que em menos de 3
annos, ella leve un extraordinario desonvolri-
roento. Em 1851, 0 numero de pessoas que com-
praran tubos de drainage nao excedeu 250 ; es-
se numero se elerou 599 em 1852. Em 1850
apenas exisliam 9 otarias onde se construiam es-'
ses tubos; em 1852. o numero dessos estabeleci-
mentos se elevara 33, e neltas se conslruiram
4,58i,565 tubos ; finalmente, em 1856 e 1857
conlaram-sc 110 fabricas as quaes fabrcaram'
nesle ultimo anno, 41,517,580 tubos.
Todos estes progressos se manifestaram de uraa
maneira lio rpida porque, como se exprime um
autor belga todos os agricultores recouhe-
ciara que a drainage era o mais importante, o
mais ull, o mais necessario de todos os aperfei-
coamentos agrcolas ; porque ella melhora de
um modo permanente as boas e ms Ierras, pon-
do-as em condices mais rantajosas para a cul-
tura, augmentando e mesmo dobrando a sua fer-
tilidade.e tornando melhor a qualidade das co-
Ihelas ; porque era fim ella constitue em muilas
localidades, a base fundamental de todos os ou-
tros melhoramentos territoraes. Calcula se
que, era quasi todas as circurastancias, a drainage
s por si produz annualmentc uraa renda de 12
Ipporcenlo. Procuremos agora dar uraa idea
clara, porm brere da drainage.
Ethymohgia do ermo.-O termo drainage, as-
sim como as palavras drainar, drain, etc. deri-
vara do verbo inglez lodrain, que significa esgolar,
oudessecar por meio de canos subterraneos.Estas
expresses estao hoje ulroduzidas em todas as | formara, lomadas soladamenle 'tenan
mguas que nao tem termos que possam exprimir POIOS cheios d'agua.
exactamente os sentidos que derem ter. sem I .
Nestas cood.coes. a trra se divide fcilmente
Na composisSo das trras entram rauitas subs-
tancias differentes. entre as quaes a argila, o cal-
careo e o humus tem a faculdade de absorrer e
de retar em seus poros uma quanlidade d'aeua
mais ou menos forte, conforma a sua natureza
Deoulro lado, quando se examina a trra no pon-
to de vista de sua consttuico mechanica. acha-
so que ella formada de um numero infinito de
partculas de formas e dtraenses muilo variaveis
desde os graos de areia grosseira que se destn-
guem fcilmente simples vista, at as partes
tenues e impalpaveis que corapera as argilas ou
barros, os calcreos ou humus, etc. Estas part-
culas elementares, agglomeradas como se achara
na trra, deixam entre si vasios que se podem
chamar intersticios, para os deslinguir daquelles
que ex.stem as proprias partculas, e que po-
den, ser considerados como os poros dessas par-
tculas. Assim a trra podo ser assemelhada a
vdsPTaPrS'1,a,raVeSSada por ">u*era-
vus e pequen.ss.raos cannaes sinuosos, formados
pe .reunan;dos intars.icos. que separara as
partculas elementares.
isuas
Quando a chura cahe sobre um terreno consti-
ludo do modo que acabamos de dizer. ella pe-
netra primeramente nos inlerslicios, e ra pro-
corar os pontos mais baixos. se as carnadas Infe-
riores se nao appouserem a infiltragao como
con.ece geralmente nos terrenos brrenlos; par
o d agua 6 absorvida poIos ^^ P
obstante a queda de uma grande quanlidade
i agua da chura, a Ierra nao perca a sua porosi-
"e. a lotalidade das partculas que a
os seus
subsliluir-lhe perphrases raaisou menos tangas.
O
i mao sem molha-la. mas fazendo-lhe experi-
luraTrfr? '"'y" Pr tura a drainage uma operacao cujo fim aug- '
mentar de uma maneira permanente a fertilidade
fias trras humd
as.
hmida. Se esta trra fraquecida na tempera-
tura exigida para a fervora d'agua (100 cent-
grados) ellas perdem uma quanlidade d'agua que
vana do 15 25 por cento Este estado da tr-
ra, que se pode caraclerisar com o nome de /.-
mxdade normal, o que melhor conrm
tacao.
a vege-
agos o de 1851.
Os engenheiros desuados para esse servico
ostu disposico de todos aquellos quedesejara
emprchender os Irabalhos de drainage.
As pes?oas que confiara o estudo ou a direcco
de suas operaces de dreinage aos agentes do es-
tado nada lhes pagam : estes engenheiros s re-
cebejm uma indemnisaQao das despezas de trans-
porte, calculada razo de ura franco por legua
cm caminho de ferro, 2 francos por legua as es-
tradas ordinarias, e 6 francos por dia do viagem
ou de demora.
Os ajudanles sao pagos razao de franco e
meto por dia, e este salario sededuz do seu or-
deilado.
as aguas
Quando o Imador dispe a superficie do seu
campo emeanteiros separados por meio de regos
ou quando elle abre vallas para esgoto, as opera-
drTinZl TnTC}U\ COnS,l" rPalmen,e ""
drainage. Todava da-se esto termo uma sig-
mficacao mais restricta. Em linguagem ordina-
ria, cornprehende-se smente na palavra draina-
ge o complexo dos processos que servem pan sub-
trahir da trra as aguas nocivas por meio de ca-
no subterrneo.
Isto posto, examinemos como que a draina-
ge pode evitaros inconvenientes que resultara :
1 da exessiva humidade da trra ; 2 do bai-
xamento de temperatura que resulla da erapora-
cao e da influencia que ella exerce sobre as reac-
coes ch.micas indtspensavcis propriedade das
plantas ; 3 da sua influencia sobre a divisao me-
chanica dos terrenos cullivaveis. etc.
Destino da agua da vcgetarao.-Kos phenome-
nos da vegetarlo, a agua representa um papel
actinssirao. Para que a vegelacao prospere PeraottndM d humidade, assim como da qua-
preciso. alm das substancias mineraes ou ora- lldade da a""a' mas vatiani sobr ludo
Se cahiruma nova quanlidade d'agua era um
terreno j saturado de humidade, a consttuico
mechanica desse terreno ficar profndamele
alterada, o a trra peder toda a sua porosidade.
Deveremos por tanto entender por trra hmida
aquella cujos inlerslicios eslvercm cheios d'agua,
e por consequencia incapaz de receber ar. Se
este estado durar por um certo terapo, o cresci-
monto e o desenrolvimento do todas as plantas
ulets licara gravemente comprometidos.
Inconveniente que resultan do excesso de hu-
m.da/e._Os defeilos nocivos que o excesso de
humidade otcasiona na cultora e na vegetacao
se manifestara claramente, mesmo ao observador
o menos atiento. Esses defe.tos dependem era
parte das circurastancias quo deram origem su-
parece estar iovariavlnaente sobre o escab.-lio do
arrependimenlo, espitando a rcrgonha de alguui
crime? Entretanto ellej sentou-se muitasro-
zes junto da mesma mulher, quando anda Ihe
fazia apenas corlo assidua, e um grande nu-
mero de olhos curiosos ou hostisse iixavam so-
bre elle ; mis elle os sustenlava entao rom um
perfeilo sangue fri. Hoje que est em seu di-
reito, porque razao cora, c nao est com modo
como so quuosse'cobrir-se com um veo espesso
ou occullar-se alraz de um niovel?
Existirn] em lempo algum mortaes'assaz bons.
assaz grandes, ou sssaz sabios, para sublrahir-se
do ridiculo, desde o momento emque foi seu ca-
samento anounciado al que saliera da egreja
com titulo de esposos?E' um terrivel imposta
moral, percebido sobre lodo o noive desprovido
do privilegio de fazer corle por procuraco. Eu
desejana ver Burke, Herschell, u duque de Per,
ou nao importa que arcebispo de Canlerbury'
atravessando as proancas de uma corle reco-
nhecida:poderia susleniar-se era egual caso a
dignidade do homem de estado, do sabio, do sol-
dado, ou do homem santo?
Nao creio.
E' na verdade um espectculo cheio de tristes
lices, o tao frequento de um futuro no meio de
uma numerosa sociedade. A joven noiva est
sempre ulirajosaminte seu cotemodo; eos
amigos do futuro afTaslam-se delta com compai-
xo e caridade. Asjovpns, que elle deveria ter
pedo em casamento,o que uo fezolham-o
trocando sorrissos com suas maes: uma hora
em quo ellas triumpharn sem piedade alguma.
Os Prancezes arranjam as cousas do um modo
mais conveniente, creio eu. Ospremi sisponsi
se reunem to poucas vezes antes da assignatu-
ra do contrato, que entre a senlenca e a execu-
cao o lempo muilo curio, e pouco espaco res-
ta para os terrores intermediarios.
A natureza nao tinha sido prodiga de vanta-
gens exteriores para com Mr. Bruce. Elle era
muito alta e linha espaduas arqueadas, pomas
compridas c finas, ps e raaos enormes e articu-
lages prodigiosas : gosava de vigor apparenle-
iiente completo, mas tudo isto careca de equi-
librio e symetria. Seus traeos eram um lano
salientes e duros em seus contornos, e offe-
reciam essas msgas proeminenles. tao com-
muns ao norte do Tweed ; os cabellos eram des-
sa cor infeliz e incerta. .que faz lodos os es-
torcos por parecer vermelha ; e os olhos, que
raras vezes vos olhavara, eram deum pardo cla-
ro e fro. Em torno da bocea principalmente
errara uma expressao desagradare!, allernatira-
meute malvada o astuta.
Nao creio que os mais ntimos amigos de Mr.
Bruce, se por ventura os tinha, alguma vez ojte-
iiham chamado Jack cm seu momentos da mais
tanca alegra, nem que sua me, em sua mais
terna aeicao, o lenha alguma vez tratado por
Jonnoie :John Bruce seccamenta eslava es-
cripta em rada iraco de sua | hysionomia. ao con-
trario de Forrester, quem as velhas lias da
mais rigida virlude eram irresislivelmente obri-
gadas baplisar por Charley, depois de o lerem
visto duas vezes.
Muito desejaria eu que um profundo psydiolo-
gista nos explanisse sua Iheoria sobre a queslo
da influencia dos nomes sobre o carader c o des-
tino
Nao justa perguntar : O que ha em um
nome ?
Oeio eu que ura nome contera uma multdo
de cousas, e que nossos palrinhos e madrinhas
muito teio de responder por suas phanlasias
baptisraaes.
Sem 11 ni os ao fundo do assuraplo,o que min-
ios tem f ito sem exauri-Io, nao lendes por aca-
so notado que Ceorgina sempre alegre e leve-
mente mofadora ? que Isabel tem olhos grandes,
temos e brihiiiies, os quaes sao geralmenie ne-
gros? que Fanny invariavelmente coquette, e
Kile de um carcter decidido, para nao dizer
altivo?
A tragedia e a comedia nao sao ambas obri-
gadas a obedecer estas conveniencias de nomes?
Nunca leramos acceilado as Iroices de Thia-
Ko, se elle se tiresse apresentado anta nos sob
o simples nome de Thiago I
A chegada de Mr. Bruce pareca ter condensa-
dona eslupidez nos lodos. O janlar foi triste ;
e Guy, depois de ler principio fe.to esforcos
de pallidez em vo,onde claramente se via o
senlimenlo do dever, cahio em um silencioso
humor, fszendo circular o Bordeaux mais depres-
sa que de ordinario Chegou ponto de Mr.
Raymond, com grande pesar seu, ter de fazer
um esforgo afim de reanimar a conversa.
Quando vollamos ao salo, Isabel estava encu-
berta como um passarinho debaixo da aza de miss
Bellassys, abrigo, qoe Ihe foi preciso dcxar pe-
dido de "Bruce, que rogou-lhe tocasse um pou-
co de msica. Ella sentou-se ao piano, e to-
cousem parar niuilos pedacos que elle tiuha
indicado.
Quanto elle, conservava-se gravemente por
delraz della, com o ar satisfeilo de um proprie-
tarta, ar mais desagradare! do que poder:se-hia
dizer.
Concluida sua larefa, Izabel voitou ao canap,
onde estava em seguranca, porque lodo o empe-
ca lei de 10 de junho do 1851, lodo o pro-
pr^larodo um campo hmido osla autorisado
fazer passar pelos terrenos inferiores
provenientes da drainage.
$ob a influencia de todas eslas medidas, a pra-
UCB do sanatnento das trras hmidas se espa-
Ihou rpidamente em luda a Blgica, e o gover-
no: julgou necessario crear um servico especial
paira drainage, e instituir ura curso publico des-
ta arle destnala formar homens capazos de di-
rigir esses irabalhos.
Foi deste modo que o governo belga conse-
guio vulgarisar em-pouco lempo, e ero todos os
oonlos do paiz, um melhoramente eminentemen-
te til, e Irumphar dos prejuizos dos agriculto-
res e da ndifferenca que moslram habtualmente
paira innovaces que os progressos lhes
velam.
re-
nho
raio em
nomear o objecto de
de Bruce para com a dama de seus pensa-
menlos, toda a pertinacia de seu carcter, nao
teriam podida dar-lhe bastante coragera para
iffrontar de peilo o humo, desdenhoso e rristu-
rano de antipathia, que rocava pelos labios de
Flora e brilhava-the nos olb'os como um
uma terapeslade de esto.
Elle rclirau-so para junto de lady Catharina,
a qual, intendendo que a maltratavam, esfor-
cou-se em sua caridade sem limites por conver-
sar cora elle.
Eicamos todos encantados quando passou-se
este primeiro serio ; e fornos para a sala de fu-
mar sem pedir Mr. Bruce que nos acompa-
nhisse. Era sempre um presagio de tempestado
no espirita de Leringstone, quando
respeitavel charuto da larde, c
curto brule gueule negro.
Elle licoii sentado durante alguns n utos
lancando tempestuosas baforadas iravez de seu
espesso bigole. e depois exelamou :
4 Nao sei de que maneira deva portar-me
para com elle.
Nao ha necessidade de
seu pensamento
Eu estava decidido arriscir ura cavallo
ouidous; porque naturalmente elle lo-los-hia
cotoado ; mas quando ihe offereci que monlasse,
agr Jeceu-me e disse-me que nao ia caja!
Em lodo o caso, isto te-Io-hia affastado da casa
durante algumas horas do dia.
Ah elle lindera encontrar seu fim muito
proposito sallando uma barreira ; a Provi-
dencia inlervm algumas vezes de um modo to
benvolo !
Islo era uma piedosa reHexo de Forrester.
i- Vamos, est acabado, conlnuou Guy ; elle
dore cacar; entretanto, iodos dao urn tiro, ou
creem ser disso capazes. Temos tantos phaises
malar. A' proposito : Fallonvlleld deve vir
quinta-feira para a batida, oque oceupar ain-
da nosso homem durante algum lempo, porm
nada mais do que retardar o dia fatal. Pobre
casamenteira que era minha lia 1 berndta soja
sua memorial que pesida responsabilidade as-
sumiu ella sobre si 1 Revolto-me com a idea de
ver o pequeo rosto de Bella junio do desse Es-
cossez de duras m.iQas.
i- Nao ros incomraodeis Guy, insinuou Char-
lek cora alguma hcsitago ; roas pensis, se por
rentara a queslo anda a mesma, que elle
procura abragar rossa prima?
Nunca pensei nisso, respondeu Leringstone
con. uma jura terrirel, desejai-me pensaraen-
'"" mais ogndaveis. Nao, isso nao pode ser,
e muilo cheio de ceremonias : prec3o fa-
ou org-
nicas que a nutrem, urna certa dse d'agua. A !
agua o desolvente e o reactivo das mataras
nutritivas ; serve para huraidecer e intumecer os
tecidosdosvegetaes predispon io-os para receber !
essas malcras, e ella mesmo se decompondo e i
servindo de alimento. Devo ainda observar-se I
que as aguas que provm da chura trazem com
sigo uma certa quantidade de ar e outros gazes,
animlculos o regetaes microscopios, que aug-
mentara a fecundidade nalural da Ierra. Resul-
ta disto que uro terreno perfeilaraente secco em
todas as pocas do anno totalmente improprio
para a cultura dos regetaes que alimeulam os ho-
mens e os animaes.
Da dse de humidade que a Ierra deve canter.
A quanlidade d'agua quo as plantas exigem pa
ra prosperar nao sempre a mesma: ella varia
contarme a natureza da planta, do terreno o do
clima
Nao por tanto possivel determina-la de uma
maneira exacta ; felizmente isso nao necessaric
para o nosso assumpto. Observaremos smente
que so de um lado a agua indispensavel ve-
getacao, de outro lado, o grao da humidade nao
pode exceder certas limites sem que as plaas
soffram. Quando este limite excedido, isto ,
quando a Ierra encerra, seja continuamente, seja
smente duranle uma parle do anno, um excesso
d'agua, manifesta-se uma serie de phenomenos
que contribuem para diminuir as colheilas, tor-
nar os fructos de ra qualidade. ou para destruir
;.s plantas.
na razao
de espa-o do lempo era que essa humidade se
conserva estacionaria.
Os terrenos pantanosos pormittera observar
esses elTeitas nocivos em toda a sua intensidade.
Em geral, os terrenos desle genero, antes da
invaso da drainage, erara justamente consi-
derados, como improprios para a cultura ; im-
possivel larra-Ios, e a experiencia demonstra
que a maior parte dis plantas cultivadas nao
pdem prosperar. Sabe-ae que esses pantanos
se cobrem cora uma vegetacn especial, po-
rm totalmente impropria para a alimentario
dos aniones. A relva que cresce nos lugares
baixose que pode semr-lhes de sustento, tor-
na-se dura, azeda e
renos se inundam,
inuleis abafam
pouco succulenla, se 03 ter-
e bem depressa as plantas
as plantas uteis. A maior parte
das vezes os carros e os animaes nao podem cir-
cular por esses terrenos, sem qua seja ni valla-
dos, porm sempre a sua superficie tica lodosa
o molle, de sorle que dilDculta o (ransito, e faz
desapparecer as berras de pasto.
possivel determinar o ponto preciso partir
do qual a trra so torna muito hmida para a cul-
tura da maior parte dos vegetaes que servem pa-
zer juslica at ao dlabo. Finalmente saberei o
que hei de fazer amanha, e sera fazer Bolla
corar. Miss Bellassys deve certaraente saber de
ludo ; vi-as trocarem confidencias durante lodo
o sero. e esiou certo que ella Ihe sugeriu ideas'
de rebeliio.
Flora de certa seria feliz cora uma revolucao.
A opfTosigao parece organisar-se, i eu
observar; temo que 03 ministros nao se vejara
era breve sem uma siifciente matara.
Nao inverosmil, diz Guy enchendo um
outro cachimbo; mas elles nao querero dar
sua demisso. Ha pessoas que nunca querem
reconhect-r que esto batidas. Vamos, quem
viver veri. :c este renlo continuar leremos
Estes inconrenientes, que sao apenas os prin-
cpaes c causara summo damno aos lavradores,
nao se limitam aos terrenos pantanosos. Existe'
um grande numero de terrenos que, por sua na-
tureza ou por sua posico, absorvera e retra
com tenacidade as aguas de chava, converlen-
do-se em verdadeiros reserralorios d'agua esta"-
nada cm certas pocas do anno, e em oulras re-
duzido mais completa seceura. Nesle numero,
por exemplo, entram as trras argilosas e fortes',
que geralmente se d o nome de trras friaj
ou cruas.
(CoH tos
cll
ndo em vez do amanha urna famosa caca do lado de Lilbourne.
lie fumara seu Vos montis no cavallo novo, nao Charley ?
Dina existencia devastada...
que esmagava as flores que
encontrava sob seus passos,
zombando com arte e segundo
seu costume do eoracao huma-
no, essa triste innocencia.
A manhaa est brilhantc o fresca. Uma socie-
dade numerosa cerca a escada de pedra do cas-
talio de Kerton.
A' direita est sir Henry Fallowfield j mon-
tado em seu poney de raga, animal inexma-
vel, que pode nlruduzir-se ou passar por toda
a parle por onde um homem pue passar e se
conserva firme debaixo do fogo como um ulico
cavallo do balalha.
O baronete c muilo gotloso- E' um azorra-
gue, que o aconta vigorosamente de lempos
lempos, formado de todos os seus vicios favo-
nios, e ao qual elle nao gosta que se faca al-
luso.............................. _
Naturalmente sir Henry no'pde'camihar
is uma vez insultado em seu cavallo ou uni
de um bosque elle desencova as tabres e abate
os phusoes lao seguramente como em sui m-
ndale. Approximai-vos delta, e eucontra-lo-heis
cercado de um semi-circulo do victimas, das
quaes nenhuma se mexe.
O combate da vida deixou seus tragos sobre
o rosto dessa justador, sempre na priraeira II-
leira com o protagonista. Suas feiges. outr'-
ora desenliadas com tanta finura, sao agora um
tanto cheias e ochadas ; uraa ruina magni-
fica, onde se encontrara tragos do homem mais
lindo de seu lempo. Ha sempre muita vvaci-
dade em sen olhar. um pouco de mais. segundo
o parecer de certas pessoas, quando lhes crtica
os semblantes e o corpo. Mas, para fazer-lhe
justica, a glotonera actualmente seu peccado
mas
predilecto, pescado relativamente inoffensivo ;
e um prato-travessa delicado desperta-lhe nos
olhos uma chamma, que a guerra ou o amor s-
mente podiam accender-lhe em seus jovens
annos.
Junto de sir Henry, e animando-o por bons
presagios de caga, ra Mallelt, o guarda era
chati. Que contrasta entre sua fresca e honrada
ptiysionomia e a do relho acabado I Ello mais
velho pelo menos de/, annos seguros; entretan-
to diflicilmenle se nota uma ruga em suas faces
rubicundas e sobre a fronte sempre lisa. Os re-
ios e as intemperies tem adocado para elle sua
aspereza, e seu p c quasi sempre tao ag!, sua
maoquasi lao vigorosa, como quando eulrou no
servico do vo de Guy. ha meio secuta.
Sua familia empreada desde muilas gera-
coes na conservando da caga do dominio de
Kerton ; tem seis filhos, seis grandes rapa-
gaos, todos experimentados na mesma arle ; e
a raga dos guardas de Kerton celebre era lo-
dos os condados do Midland. E' o grande favo-
rito dos meninos da aldeia e de suas mes ; o
sob loda< as geraces excepto uma. seu corceo
e lao temo como o de uma mulher; quanto aos
ladros de caga, elle com elles to duro como
um rochedo.
As raaos deste velho trazem a mancha de ura
homicidio justificare! perante as leis: o
sangue de um adversario morlo por forca, nes-
ses tempes selvagens, em que exislem ainda
florestas, e em que os ladres ahi vinham em
osudos para malar os gamos. Nao creio que esta
aeco jamis Ihe lenha pesado sobre aconscieu-
eta, on perturbado seu puro e honrado somno,
bem que disso nunca depois tenha fallado.
A esquerda Guy repelle as caricias de quatro
parellias de caes brancos e cor de fogo, mas nao
as amabilidades de miss Bellassys.que. debrugada
na janella da biblolheca, lem a complacencia de
amarrar-lho o cordo desatado do gorro. Incli-
nando ligeiramenle a cabega para Flora ella
murmura as ultimas palavras de rigor Sir Hen-
ry, que toma o maior prazer em contemplar esta
quadro. pe-se assobiar e disperta nossa
lerobranga Omphale I
O ultimo de lodos, Mr. Raymond, desee doco-
mentc a escada, seguido daquelle que deve ser
seu genro
Forrester e eu eslavamos promptos desde ha
muilo. EmOrn. partimos.
(Cenriniiar-se-Aa.)
PERN. TYP. DEM. F. DE FARIA.1860.


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