Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09155


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Full Text
lili IIXT1. HUMERO 255
i mi
Por tres mezes adiantados o$000.
Por tres mezes vencidos 6g000.
DIARIO

.
SiBBADO 3 BE HOYEMBRO BE 1861.
Por anao adianimio 19$000
Porte frasco para o subscritor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima '.
Nalal, o Sr. Antonio Marques da Silva ; Aracaly, o
Sr. A de Lemos Draga; Cear, o Sr J. JosedeOli-
veira; Mar^nhao, oSr. Manoel Jos MartinsRibei-
ro Guimaraes ; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAttllUs UUJ> i.oiikkius.
Olinda todos os dias as 9 12 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas
e sextas Teiras.
S. Auto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e
Garanhuns as tercas (elras.
Pao d' Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Viila Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Sirinhem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua preta, Pimenteiras e Natal quintas feras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha
EPHF.MERIDES DO MEZ DE NOVF.MBRO.
6 Quarto minguante as 6 horas e 57 minutos
da manha.
12 La nova as 10 horas e 16 minutus da larde.
20 Quarto cresceule as 6 horas e 33 minutos
da manha.
28 La cheia as 9 horas e 18 minutos da munlia
PREAMAR DE IIOJE.
Primeiro as 8 horas e30 minutos da manha.
Segundo as 8 horas o 54 minutos da tardo.
AUDINECIAS DOS TRIBUNAE DA CAPITAL.
Tribunal do coromercio : segundas o quintas.
Kelago tergas, feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commerciu: quartas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civel: tergas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel ; quarlas c sabbados a urna
hora da tarde.
DAS DA SEMANA.
29 Segunda. S. Feliciano m. ; S. Zenobio m.
30 Terca. S. Serapio b. c. ; S. Lurano ni.
31 Quarta. S. Quintno m. ; S. Lucilla v. m.
1 Quinta, e*a Fesla de todos os Sanios.
2 Sexta. Commemorago de todos os defunlos
3 Sabbado. S. Malaquias b. primaz da Irlanda.
4 Domingo. S Carlos Borromeu cardeal.
INCARREGADOS DA SL'BSCRIPQO NO SUL
Alagoas, o Sr. Claudino FalrSo Das; Bahia,
Sr, Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, o Si.
Jofto Pereira Mariius.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do diario Manoel Figueiroa da
Faria, na sua livraria Braca da Independencia ns.
6 e 8.
PARTE OFFICIAL.
materia, ou forem relativos ao rgimen, ou ser- 7.* Suspender, nos casos de omisso, crime,
vigo interno e externo das alfandegas, e das | abuso, ou erro de ofiicio, quaesquer e ni prega dos
mesas de rendas, ou ao seu pessoal: sujeitan- das referidas reparligoes; participando-o logo ao
do-as, com o respectivo relalorio e seu parecer, > ministro da fazenda, e mandando fazer effecliva
depois das diligencias e informages quo julgar; a responsabilidade dos mesmos empregados na
convenientes, e de ouvido o procurador fiscal; forma da lei.
do thesouro, quaodo exigir came de direito, i 8. Promover especialmente a execuco das
deciso do ministro da fazenda, em tribunal ou i leis e regularnentos concernenles aos descami-
fra delle, conforme a nalueza do assumpto, nos nhos e contrabandos, o polica fiscal dos mares
termos dosaits. 1 e 5. do decreto d.e 29 deja- terriloriaes, das costas, das balitas, das ensea-
neiro de 1859. I das, das lagas, dos rios, dos porlos o das fron-
3. O exarne e preparo dos recursos, proces- teiras terrestres ; ordenando que as autoridades
Ministerio da fazenda:
DECRETO N. 2.6i7 DE 19 DE SETEMBRO DE 1860.
Manda executar o rejulamento das alfandegas e
mesas de rendas.
Attendendo necessidade de reunir as diffe-
renlrs disposiges de leis, regulamcntos e outras
concerncntes s alfandegas, consulados e mesas
de rendas, nao s para dirigirem os exactores na
sua a^plicacao, como para instruccao das partes sos e quaesquer outros papis quo perlengam ao civis e militares prestem todo o auxilio aos em-
no que toca aos seus direitos e interesses ; e bem | contencioso administrativo, e sua apresentago, pregados liscaes, al com forga armada, nos ca-
iu dopois de ouvido o procurador fiscal, au ininis- sos em que a lei o permita e oa forma por ella
iro da fazenda, em tribunal do thesouro, ou ao i declarada.
mcsmo tribunal, conforme os regras de compe- | 9." Representare propr ao govcrno geral
i tencia dos arts. 1. e 3. i ludo quanto julgar conveueute para a boa arre-
tj 4. A inve.stigago do procedimento civil e cadago o Uscalisago das rendas publicas car-
moral de lodo o pessoal das alfandegas, e mesas go das referidas reparligoes, sobre o seu pessoal,
de rendas ; dando ao ministro da fazenda semes- e servigo interne e externo, e bem assim sobre
tralmenle as necessarias informages sobreest as- \ quanto tur bem do commercio e da industria
sumplo, e propondo poressa orcasio o que jul-! nacional.
gar conveniente ao servigo publico. 10. Conceder licenca aos ompregados das al-
Jj 5 Inspeccionar as alfandegas, mesas de ren- j fandegas o mesas de rendas, na forma da lei, pre-
das, o estagoes i estas subordinadas, existntes j cedendo informago dos chefes das repaitiges. e
no municipio da corle, e capital da provincia > ouvido o inspector da thesouraria.
do Rio de Janeiro ; e. preeedendo ordom do mi- 11. Commetler empregados das alfandegas
. nislro da fazenda, quaesquer outras existentes e mesas de rendas, negocios provinciaes, nos ler-
I as provincias. | mos prescriplos na lei de 3 outubro de 1834, e
assim de altera-las de um modo consentaneo
bem do commercio e uscalisago d;.s rendas
publicas ; e usando definitivamente da autorisa-
cio conferida pelo art. 30 da lei n. 369 de 18 de
selembro de 1845, art. 46 da lei n. 514 de 28 de
outubro de 188, e arl. 19 da lei n- 1,040 de 14
de setembro de 1859 :
Hei por bem que as alfandegas e mesas de
rendas do imperio se execule o regulamerito que
com osle baixa, nssignado por Angelo Moniz da
Silva Ferraz, do meu conselho, senador do im-
perio, presidente do conselho de ministros, mi-
nistro e secretario de estado dos negocios da fa-
zenda e presidente do tribunal do thesouro na-
cional, quo assim o tenha entendido e faca exe-
cutar.
Palacio do Rio de Janeiro em 19 de setembro
de 1860, trigsimo nono da independencia e do
imperio
Com a rubrica de S. M. o Imperador.
Angelo Moniz da Silga Ferras.
REGULANENTO.
das alfandegas e niesas de rendas.
iiiii.o I.
Da organisago c adminisirago das alfandegas c
mesas de rendas do imperio, e suas
allribuigoes.
CAPITULO I.
DA ADMINISTRADO E DIRBCCA SUPERIOR CENTRAL.
Secco i.*
Do ministro da fazenda e do tribunal do the-
souro nacional.
Art. 1. Ao ministro da fazenda, e ao tribunal
do thesouro nacional compelen] a suprema admi-
t 6. Representar, sobre ludo que for concer- ; mais disposiges em vigor, preeedendo todava
nenies boa direcgo do servigo e fiscalisago licenga do ministro da fazenda.
dos direitos : propondo quaesquer providencias,1 12. Decidir temporariamente os conflictos de
cuja adopgo exigir o bem do commercio eiu- junsdicgo entre os chefes das reparligoes de fa-
dustria nacional.
7. Representar ou informar sobro a neces-
sidade da creago ou extinrgo de alfandegas,
de mesas de rendas, 6 de porlos alfandegados,
ou habilitados.
8. Partecipjr c expr quanto occorrer sobre
a intelligencia e boa execugo das leis e regula-
mritos liscaes; indicando o que parecer conve-
zenda, nos termos do art. Io do decreto n. 2,343
de 29 de Janeiro de 1859.
Art. 9." A aliribuico que compete aos presi-
dentes de provincias/de inspeccionaras alfande-
gas e mesas de rendas, como delegados do go-
verno, nao importa, ou involve jurisdiego, ou
algada sobre quaesquer materias, ou negocios do
contencioso administrativo, ou ouira faculdade,
niente adopiar-se, nao s neste assumpto, como ou poder que nao seja a de simples investigaco,
nos casos omissos, ou imprevistos.
9. Apresentar as pocas competentes o or-
garnento da rc,jartigo edas que Uie forem subor-
dinadas.
10. Promover a execugo das ordens c ins-
ou inquento sobre o estado das reparligoes, para
servir de bise qualquer medida ou providencia
do poder execulivo, ou para o exercicio das que
lhes sao conferidas pelos 6o, 7o, 8o e 10 do
artigo antecedente,
nslrago. direcgo e inspeego das alfandegas e I irucges que receber do governo, velar sobre seu j Art. 10. A autoris3go conferida, de prover in-
mesasde rendas do imperio". uel cumprimento e boa execugo, expedindo pa- terinamente os lugares que nao forera de sua no-
Arl. 2. O ministro da azenda exercer a su- ra este fim as ordens a instruccoes convenientes j mearn, cessa desde que o lugar fr preenchido
prema administrago, direcgo e inspeego de lo-j aos chefes das respectivas reparligoes, e expli- | pela auloridade quem competir a nomeaco,
cando, sendo necessario, o seu fin, e o modo quer esta seja definitiva, quer interina.
dos os negocios concernonies s alfandegas e me-
sas de rendas do imperio:
Io Ordinariamente por intermedio da directora
geral das rendas publicas do thesouro nacional ;
2o Extraordinariamente pelo de inspectores,
ou delegados especiaes, singulares ou rollecliros,
como e quaodo o requerer o bem do servigo.
Art. 3. O tribunal do thesouro nacional exer-
cer as suas funeges respeito dos negocios con-
cernenles s alfandegas e mesas e rendas do
imperio, por meio de deliberaco e por meio de
consulta, segundo a nalureza dos mesmos nego-
cios.
Art. 4. Ao tribunal do thesouro nacional, co-
mo tribunal administrativo, por meio de delibe-
raco, compele :
1. Couhecer dos recursos inlerpostos das da-i
pratico de sua execugo.
11. Ordenar por intermedio das thesoura-
rias das provincias os exames e mnenlos que
julgar necessarios em quaesquer reparligoes su-
balternas
12. Fiscalisar : 1. o
pblicos cargo das reparligoes subalternas.
Art. 11. A correspondencia do ministro da fa-
zenda com as thesourarias. e a destas com o
mesmo ministro sobre negocios de alfandegas, e
mesas de rendas se far por intermedio dos pre-
sidentes de provincia ; podendo estes fazer as
emprego dos dinheiros observacoes quejulgarera convenientes, ou sira-
plcsmenle langar o seuvisto margem dos
promovendo o seu aproveilamento ; 2., lodos os j respectivos oflicios, ou representages.
objectos de contrabando e descaminho, propon- ; Art. 12. Os presidentes das provincias, sempre
do os meiosque julgar necessarios para que es- que liverera de dirigir ordem s alfandegas, o
les se previnam. ou repriman]. mesas de rendas, o faino por intermedio dasthe-
13. Tornar conhecimenlo do estado dos co- sourarias de fazenda, salva a disposigo do art.
fres das reparligoes subalternas, cujos balancos 113 da lei de 4 de outubro de 1831.
Ihe sero remetiidos pelas respectiva thesoura- j Art. 13. 03 inspectores das alfandegas, e adrai-
rias, e outras reparligoes, no principio de cada nistradores das mesas de rendas, e quaesquer
mez ; e vista delles organisar um quadro da j outras autoridades liscaes secorrespondero com
cscs do inspector da alfaudega da corte, dos j renda urrecadada pelas alfandegas para ser pro- ; o miuistro da fazenda, com o presidente da pro-
administradores das mesas de rendas da provio- j sent ao ministro da fazenda. vincia. e com os directores geraes do thesouro
cia do Rio de Janeiro e dos inspectores das llie-i 14. Dirigir a escripinrago desses rendimen- nacional por intermedio da thesouraria de fazen-
sourarias das provincias, em materia contenciosa i ls nos litros para scmelhante fim destinados, da, salva todava a excepgo do art. 7."
sobre a applicngo, isengo, arrecadago e resli-jcom as dislinccoes necessams do producto do'
tuigo de impostos, e mais rendas que se arrera-
dam pelas atfan legas e referidas mesas, ou sobre
quaesquer questoes da mesma nalureza, que se
levantaren) entre a administrago e os contribuin-
tes respeito das referidas irnposiges e rendas
(decreto de 20 de novembro de 1850, art. 2 2,
decreto de 29 de Janeiro do 1859, art. 3 1. n. 1
e art. 27.)
2. Conhecer do3 recursos inlerpostos das de-
cises das mesmns autoridades administrativas,
que versaren) sobre apprehenses, multas, ou pe
lias corporaes nos casos de fraude, descaminho e
contrabando, ou sobre infracegoes das leis
gula mentes fiscacs (decreto de 20 de
de 1850. art. 2 2.. decreto de 29
1859. art. 3 1 n. 2. o art. 27.)
3 Conhecer dos negocios cont
didos pelos chefes das reparligoes fiscaes da cor-I da industria nacional, ao
" aos inspectore
cada imposto, ou artigo da receita publica.
15. Parteeipar ao ministro da fazenda as va-
gas que ge forem dando, e informar sobre o pre-
encmenlo das mesmas.
16. Promover e activar os trabalhos da es-
tatistiea de importacao, exporlaco, reexporta- ;
cao, transito e navegaco do imperio, propondo [
ao ministro da fazenda
quo forem mais apropri
te e provincias, que Ihe forem devolvidos pelo
ministro da fazenda por bem dos interesses do
Ihesouro, nos casos em que as parles nao tiverem
inl*rpo*to recurso, deliberando sobre elles como
entender de justica (decreto de 29 de Janeiro de
1859, art. 30.)
4. Cassar as decisoes em materia contencio-
sa proferidas dentro da aleada pelos chefes das
repartigoes liscaes da corte e provincias, que Ihe
forem devolvidas pelo ministro da fazenda, ou
de que as parles liverera inlerposlo recurso, nos
casos de incompetencia, excesso de poder, vio-
lagu da lei, ou de formulas essenciies (decreto
de 29 de Janeiro de 1859, art. 30.)
Art. 5. Ao tribunal do thesouro nacional, co-
mo corpo meramente consultivo, respeilo dos
negocios concernenles as alfandegas e mesas de
rendas, incumbe emillir o seu parecer, quando
o ministro da f izenda o exigir, devendo porm
ser ouvido iiecessiriamente :
Io Sobre as quetloes de compelencia que se
moverom entre os empregados das reparligoes de
fazenda.
2. Sobre os recursos inlerpostos das decisoes
das autoridades administrativas e chefes das re-
partigoes fiscaes, quo nao compelirem ao mesmo
tribunal, nos termos d art. 27 do decreto n. 2,343
de 29 de Janeiro de 1859.
3 Sobre o estsbelecimento de regras para
O arbitramento das flaneas.
4. Sobre a imposigo de multas ou penas
corporaes, nos casos em que as leis conferirem
esta allribugo ao ministro da fazenda.
5. Sobre o que for relativo ordenados e
vencimenlos dos empregados, suas aposentado-
ras e rerouneraco de servigos, e sobre os con-
tratos com a fazenda publica.
6. Sobre a quanlidadc de mercadorias o ob-
jecios que hnuverern de ser despachados livres
de direitos para quaesquer pessoas singulares ou
collectivas. que gozarem de tal isengo, excepto
os rnembros do corpo diplomtico.
7. Sobre as condiges que convier eslabele-
cer para os contratos "com a fazenda publica, e
concluso dos que se celebraren) na corle e pro-
vincia do Rio de Janeiro; e sobre a 8pprovago
dos que forem celebrados as provincias.
8. Sobre a deciso de quaesquer duvidas,
que possam occorrer na intelligencia e execugo
das leis. regularnentos e instruccoes concernen-
tes administracao das alfandegas, o mesas de
rendas
9. Sobre as inslrucgoes que for conveniente
expedir para a boa intelligencia e execugo das
leis e regularnentos, e para extirpar os abusos
queSe tenhim introduzido no rgimen das al-
fandegas e mesas de rendas.
Secco 2a.
Da directora geral das rendas publicas.
Art. 6." A' directora ueral das rendas publi-
cas do thesouro nacional compete :
1 A direcgo. iuspecgo e Uscalisago, sob
as immediatas ordeus do ministro da tazenda,
de todos os negocios relativos ao rgimen o ser-
vigo interno e externo das alfandegas, e mesas
de rendas
2. O examede todas as reclamagoes, quei-
xas, denuncias e requermentos que conliverem
Secro 2.a
Das Ihesouririas de fazenda.
Art. 14. Os inspectores das thesourarias de fa-
zenda exercem as suas funegoes :
11 No carcter de jurisdiego administrativa.
2." No de delegados do governo nis pro-
vincias.
Art. 15. Aos inspectores das thesourarias de
. os modelos de mappas fazendaf no exercicio da jUrisUicgo administra-
ados e completos : e fa- tjva comp,.u, COnhecer dos recursos nterposios
ze-los execuiar em todas_ as reparligoes liscaes das decios proferidas pelos inspectores das al-
sob sua direcgo e inspe.gao. ] f,nn le ministradores das mesas de rendas
17. Reunir annualmenle em mappa geral os;soUro 0 contencioso administrativo concernent
idas pelas thesou-
tlidas ao conheci-
m dos rnembros da
mesmo ministro, e '.reto de 22' de noYembro~de'"85i!oun as partes"
iJ!.?.A 5. !ID0S ,razos le*aes nao interpozerem recurso.
Art. 16. Aos inspectores das thesourarias de
fazenda, como delegados do governo as respec-
tivas provincias, alm dis allribuigoes marcadas
neste regnlainento, compele :
1." Resolver quaesquer duvidas quo possam
occorrer nos negocios relativos s alfandegas, e
mesas de rendas sobre intellisencia e execucn
provisoriamente as resolugoes que tomar, e snb-
meltendo-asao conhecimenlo do ministro da fa-
zenda.
2." Estabelecer as condiges pa.-a os contra-
pesa, 'ou de qualquer oulra
verem 'de ser feitos pelas al-
de renda, se nao estiverem
reviamente em lei, ou ordem do
competentes thesourarias copias para seu gover-
no e. execuco ; 2o as communicagoes das meo-
em casos
que julgar conveniente.
4." Indicar ao ministro da fazenda os ponto,
lano das leis, regularnentos e inslrucgoes geraes,
coinmuuicando
a I le raga o que deva seguir-se em virlude da re-
solngo que essas observacoes merecerem.
18 Fiscalisar finalmente ludo quanto res-
peila arrecadago e contabilidade das alfande-
gas o mesas de rendas.
Art. 7. As commuiiicacoe3 das ordens da di-
rectora geral das rendas publicas s reparligo-s
subalternas existentes as provincias, sero diri-
gidas por inli
e vice-versa.
Exceptuam-se : Io asrdense communicagoes
que se expedirem para as alfandegas e mesas de
rendas, que demorarem em lugnres distantes da ,
sedo da respectiva thesouraria de fazenda, como I lossd roCeta I deSr
GradfTV6 Paranagn,' .*Kcidade *H2&m3
Grande de Urugn.yana, de Albuquerque e da ; fancle 4e
Parnabyba. as quaes poderao ser remetudas di- estabelecidasnr
reciamente s ditas estagoes, enviando-se s thesouro
3. Mandar proceder ao recenseamento e ba-
rionadas alfandegas e mesas de rendas, em caso i-,"5,"^.SuZ1!' cofros- armaz;ns e del'-
urgentes e quando a administrago central o de- I 8llo9.d.as >f'"egis. o mesas de rendas, sempre
terminar, as qines ser] directamente ferias ao
ministro da fazenda ou directora geral das ren-
das, devendo corniola as respectivas autoridades
remetler immediatamente copia de tudo s mes-
mas thesourarias.
CAPITULO II.
DA ADM1NISTAQAO E D1RECCA SUPERIOR AS PRO-
VINCIAS.
Secco 1.a
Dos presidentes das provincias.
em quo eucontrar defeilos, incoherencia, ou n-
siifflcteneia, como dos actos legislativos provin-
ciaes que offenderem os imoojtos geraes, ou os
interesses da fazenda, cora as ratesemque fun-
dar a sua opinio.
5." Informarse alguns dos impostos creados,
ou que se crearem, geraes, provinciaes, ou mu-
nicipaes sao nocivos riqueza da provincia, e
Art. Aos presidentes das provincias, alm embaragam o seu desenvolvimenlo e progresso
d".Al.'nb",s.oes..marca,las neste regulamento, ^6. Prop6r todas as medidas conducentes ao
melhoramento do servigo das alfandegas, e me-
sas de rendas, desenvolvimenlo do commercio e
induslri anacional, e augment Tas rendas publi-
compete. no territorio da respectiva provincia:
1. Executar e fazer execuiar as inslrucgoes
concernenles aos negocios das alfandegas e me-
Sa! "."o on,*"'j ,. css T,e se "recadam por essas repartigoes.
2. Ex.gir d03 empregados das alfandegas e 7. Expedir as inslrucgoes precisas para o re-
mesas de rendas quaesquer informages. esclare- {guiar andamento do servigo das alfandegas o
amentos e participagoes que julg.r convenientes i mesas do rendas, o melhor execuco das "leis e
para propr qualquer medida ou providencia | regularnentos.
medida ou
tendente boa execugo das leis e regularnentos
concernentes s referidas repartigoes.
3 Inspeccionar por si, por empregados ou
por pessoas de sua escolha. para este fim com-
rnissionadas, depois de ouvir os inspectores das
thesourarias, as alfandegj? e mesas de rendas da
respectiva provincia, providenciando logo sobre
o que esliver na sua algada, e representando
acerrado que depender da" administrago central.
4. Emillir o sen parecer, acompanhado de
todos os esclarecimentos precisos, sobre quaes-
quer negocios que pelas thesourarias de fazenda,
e estagoes fiscaes subordinadas, forem subraetti-
das ao conhecimenlo da administrago central.
5. Prover interinamente, sob informago
dos inspectores das thesourarias, os lugares va-
gos das alfandegas e mesas de rendas, que nao
8. A investigaco do procedimento civil e
moral de lodo o pessoal das alfandegas, e mesas
de rendas, dando semestralmente ao ministro da
fazenda as necessarias informages sobre este
assumpto, e propondo por essaoccasio o que
julgar conveniente ao servigo publico.
9. Inspeccionar por si mesmo, ou por em-
pregados de sua escolha, as alfandegas, e mesas
de rendas existentes as respectivas provincias,
quando o entender necessario ; dando immedia-
tamente ao ministro da fazenda conta do resulla-
do da inspeceo.
10. Representar, ou informar sobre a necessi-
dade da creaco, ou exlincgo de alfandegas, e
mesas do rendas, e de porlos alfandegados ou
habilitados.
II. Apresentar as pocas competentes o or-
tiveromi substitutos marcados por lei ou regula-j camehto das alfandegas, e mesas de rendas, que
lhes estiverem dependentes, e ordenaros exames
e inquerilos que julgar necessarios sobre a regu-
laridade e moralidade de seu servigo.
12. Fiscalisar : 1., o emprego dos dinheiros
pblicos A cargo das reparligoes subalternas,
promovendo o seu aproveilamento ; 2., todos
os objectos de contrabando, e descaminho pro-
mento .- submettenao as nomege3 ao conheci-
menlo e approvagao do governo.
6. Nomear ou approvar os empregados que
Ihe forem propostos na forma do presente regu-
lamento e demitli-los ; participando ao ministro
da fazenda a sua nomeagSo, approvagao ou de-
misso.
pondo os meios necessarios para que esles se
previnam ou repriman).
13. Parlecipar directora geral das rendas
publicas as vagas que se forem dando, eiuformar
sobre o preenchimento das mesmas.
8 14. Promover activar os trabalhos da esta-
tislca de imporlago, exportago, reexportago,
transito e navegago do imperio, propondo di-
rectora geral das rendas publicas os modelos de
mappas quo Ihe parecerem maiscomplelos, e faze-
los execuiar em todas as reparligoes fiscaes sob
sua direcgo e inspeego.
CAPITULO III
DA ADJtlSISTRACA LOCAL E INTERNA DAS ALFANDE-
CAS, E MESAS DE RENDAS.
Secco 1.a
Da organisago do servigo interno.
Arl. 17. llavera alfandegas e mesas de rendas
nos porlos, lugares e pontos em que o go-
verno Imperial julgar conveniente para a boa us-
calisago das rendas, ou para beneficio do com-
mercio.
Art. 18. As alfandeqas o mesas do renda, se-
ro classilicadas, na forma das tabellas ns. 1 e2,
segundo a sua sUuago, ou a importancia cora-
mercial do lugar em que se acharem enllo-
cadas
nico. Alm destas repartigoes, o governo
imperial poder crear registros, guardas, e poslos
encarregados da polica fiscal, sujeitos jurisdie-
go da3 alfandegas do respectivo districlo, nos
lugares em que o julgar necessario.
Art. 19. O governo, sempre que o servigo pu-
blico o os interesses da Uscalisago o exigirem,
poder sujelar, provisoria ou deiiniivaniento,
jurisdiego de urna alfaudega, as alfandegas, me-
sas de rendas, e outras estagoes fiscaes mais pr-
ximas; marcando neste caso as allribuigoes dos
respectivos chefes, o eslabelecendo a forma do
proeesso administrativo at deciso final, no qual
se observaran en geral as disposicoes dos aris.
10, 11 e 12 do decreto n. 2,486 de 29 do setem-
bro de 1859.
1. Os empregados das reparligoes reunidas
na forma deste artigo continuarn uo exercicio de
seus proprios empreo*, ou Dcaro addidos al-
fandega principal, e com os desta revezaro no
servigo, conforme sua idoneidade
2. Os lugares das mesas d rendas de Itaqui,!
e S. Borja sero exercidos, desde j, por empre-
gados da alfandega oe Uruguayana, O mesmo
ter lugar respeilo dos ernpregos das mesas de
rendas de Jaguaro c de Pelotas, que sero exer-
cidos por empregados da alfandega da cidade do
Rio Grande, como o sao os da mesa de rendas da
villa de S. Jos do Norte, e Santa Victoria do
Palmar, em virlude do citado decreto n. 2,486 de
29 de selembro de 1859.
Art. 20. Ficam subsisliudo as alfandegas e me-
sas de rendas actualmente existentes, classilica-
das na forma das tabellas ns. 1 e 2; mas o go-
veno imperial poder supprimi-las, crear outras
e alterar a sua classifkago, quaudo fr conve-
niente aos interesses fiscaes, ou aos do com-
mercio.
Art. 21. O numero e as classes dos emprega-
dos do servigo interno de cada alfandega, e me-
sas de rendas sero os marcados as referidas ta-
bellas ns. 1 e 2, as quaes s poderao ser altera-
das por disposigo legislativa.
1. as alfandegas cujo cargo esliver o hn-
camento, e arrecadigo de impostos, ou rendas
internas, pertencenie s recebedorias de rendas,
poder o ministro da fazenda, conforme as ne-
cessidades do servigo e da fiscalisago o indicaren)
nomear lanzadores, receoedores, ou cobradores
com os mesmos vencimenlos e incumbencias
marcados pelos regularnentos e disposiges por
que se regem as mesmas recebodorias.
2. Os administradores de mesas de rendas
do 2.a o 3.a ordem poderao 'er agentes, pagos
sua cusa, que os coadjuvurn, e os sustituam em
suas fallas, ou impedimentos repentinos, os quaes
sero oomeados, sob sua proposia e responsabili-
dade, na forma do art. 89, pelo ministro da fa-
zenda na corle e na provincia do Rio de Janeiro,
o pelas thesourarias as outras provincias.
Esta disposigo fica extensiva aosescrives das
mesmas mesas.
3. Ns reparligoes em que nao houver o em-
prego de guarda-mor, conferente, stereomelr.i,
ou oulros semelhantes, desempenharo as suas
funeg-s os empregados que o respectivo chele
designar (art. 36.)
Art. 22, Nenhum individuo, do qualquer clas-
se ou condigo que seja, poder ser adiniuido,
ou tolerado, ainda que provisoriamente, no exer-
cicio das funeges de qualquer lugar da alfande-
ga, se nao fr legtimamente prvido na forma
do captulo 4." do Ululo 1." do presente reguia-
meoio.
1. No caso do grande alluencia de trabalho,
os inspectores das thosouranas as provincias,
sobre proposla dos chefes dis repartigoes liscaes,
e preeedendo approvagao dos presidentes, pode-
rao admitlir supranumerarios as classes de olli-
ciaes de descarga, e praticantes, ou mandar co-
adjuvaro servigo com empregados de outras re-
partigoes ; devendo os mesmos presidentes sub-
roelter Imracdiaiamenle esta providencia ao co-
nhecimenlo do ministro da fazenda.
2. Na alfandega o mesas de rendas da corte
e provincia do Rio de Janeiro compete ao minis-
tro de fazenda providenciar como julgar mais
conveniente nos casos de que traa o antece-
dente.
3. Os supranumerarios que se referem os
1 e 2, devero pelo menos ter as^habitages
necessarias para o desempenho do servigo que
forera applicados.
Arl. 23. A administrago interna das alfande-
gas, a direcgo, inspeego e fiscalisago de sed
servigo, e o conhecimenlo e deciso dos negocios
que por ellas correm na forma estabelecida pelo
presente regulamenio, fiearo cargo de um
ernpregido superior sob a deuomiuagao de ins-
pector.
nico. as mesas de rendas as menciona-
das funeges, na parle que Ihe fr applicavel,
conforme o seu destino, sero exercidas por um
emprega.to superior sob a denominsco de admi-
nistrador.
Ar. 24. O servigo interno das alfandegas de 1.a
c 2.a ordem ser distribuido por 4 secces, pelo
modo seguinte:1.a, de entrada e sa'hida, en-
trepostos, arraazens, trapiches, depsitos e capa-
lazias; 2.a, de e3criplurago e conlabilidade ; 3.a,
de reviso o estalislica; 4.a, do expediente,
do archivo, das rendas internas, e do despacho
martimo.
1. A 1.a secgo se compor de qualro mesas,
a saber : 1.a, de entrada de mercadorias ; 2.a, das
capalazias o armazensinternos da alfandega ; 3.a,
dos enlrepostos de quabiuer classe, dos arma-
zens, depsitos e trapiches alfandegados; 4.a, de
exportago e reexportago.
2. A 2.a secgo ter duas mesas: 1.a, do
calculo e contabilidade ; 2.a, de arrecadago, ou de
Ihesouraria.
3. A 3.a lera igualmente duas: 1.a de revi-
so e balango ; 2.a, de eslatislic.
4. A 4.a ter tres mesas: 1.a, do expediente
o do archivo ; 2.a, das rendas iuternas ; 3.a, do
despacho martimo.
Arl. 25. A 1.a secgo compele todo o ser-
vigo :
1." Da verificago da entrada e sahida, ou em-
barque e desembarque das mercadorUs, sou as-
sentarncnto e escriplurac&o.
2. Do transporte,eoHducco, arrumago, guar-
da, beneficio e cooservago das mercadorias, des-
de a entrada nos armazens ou depsitos, at a
sahida em virtudes de ordens, ou despachos; e
b em assim durante a sua conferencia at a veri-
ft eago da entrega ao dono, ou consignatario, ou
pessoa que legtimamente as deva receber.
nico. A administrago das capatazias, e
lodo o respectivo pessoal licam subordinados
esta secgo. _
Art. 26. A 2.a secgo compete :
1. O calculo de todos os direitos e rendas
cargo da respectiva alfandega.
2. O exame : 1, de lodos e quaesquer re-
luerimentos de pagamento de despeza, ou pe-
didos de dinheiros para serem applicados
qualquer servigo ; 2o, de todos os papis c do-
cumentos relativos receila e despeza, que cor-
rerem pela alfandega ; 3., de tolas as reclama-
ces de resiituigo; 4., de todas as ferias, folhis
de pagamento, e sua organisago,
3." Passar revista de raoslra ojuipagem !
das embarcages, companhia, ou secces de com-
panhia dos guardas, e qualquer oulra forga
cargo da respectiv? alfandega. i
4o Bscripturartoda a receita o despeza.
5." Organisar os bataneles e balangos na
forma das ordens e inslrucgoes do ministro da
fazenda, o conforme os modelos approvados.
S 6. Organisar, e apresentar as devidas po-
cas ao inspecior, para serera romeltidos ao the-
souro nacional, lodos os dados e labella3 ne-
cessarias para a organisago do orgaraento.
5 7. Fiscalisar ludo o que fr relativo con-
labilidade, receila o despeza da repartigo,
Arl. 27. A' thesouraria, ou mesa de a"rrecada-
go compete :
1." A arrecadago, ou recebimento do pro-
ducto de quaesquer direitos, rendas, ou valo-
res, pertencenles s alfandegas, na forma da le-
gislaco em vigor.
2." O recebimento e guarda de todos os va-
lores, que se mandarem recolher, ou se deposi-
taren) para qualquer lira em virtude de lei, ou
ordem.
3. O langamento em carga ao thesoureiro de
todos os valores de qualquer origem quo elle
receber.
4." Numeragaode todos os despachos, o do-
cumentos de receita c despeza.
S 5." A remessa s reparligoes competentes,
as precisas pocas, dos dinheiros e valores re-
ce bi dos.
6." 0 pagamento, e entrega de dinheiros e
valores seu cargo, vista dos documentos e
despachos do pagamento, ou despeza regular-
| mente processada.
Art. 28. Ao pagamento do quaesquer despe-
zis, ou sihid i, ou entrega de qualquer quan-
lia, proceder sempre exame sobre os seguintes
pontos:
1." Veracidade, ou authenticidado das or-
dens, despachos, documentos, e papis respec-
tivos.
2. Se esto os mesmos papis revestidos
das formalidades exigidas pela legislago fiscal.
3. Legilimidade e idenlidade da pessoa
que exige o pagamento ; e, sendo procurador, se
e-i legtimamente nutorisado.
4." O exercicio quepertence,|ese ainda nao
esl (indo.
Arl. 29. Compete 3U secgo :
1.a Rever os clculos dos despachos e do-
cumentos de receita, e dar parte ao inspector do
quaesquer erros.omisses.e malversago, ou frau-
de, que descobrir ou suspeitar, para que sejara
punidos os seus autores, e se promova a com-
petente indemnisago na forma da legislago em
vigor.
2. Organisar a estalistica corarnercial, con-
forme os modelos approvados.
3. Dar balango aos armazens, depsitos in-
ternos c externos, aos entreposlos, o trapiches
alfandegados, as pocas marcadas no regula-
mento, e sempro que o servigo publico o exi-
gir, ou fr ordenado, dando immcdialamento
parte ao inspector de qualquer falla, extravio,
ou irregularidade que nelles encontrar.
4." A reviso de que trata o 1 comprc-
hende : 1, o exame de todas as operaces arith-
raelicas, e oem assim o da moralidade de cada
rubrica, ou parcella de receita, confrontada esta
com a legislago respectiva ; 2, a liquidago da
importancia da pe da da fazenda publica* pro-
veniente de erro de calculo, de fraude, ou de
ouira qualquer origem, cora declarago de seus
responsavets.
Art. 30. A' 4a secgo compete :
8 1. Todo o expediente cargo do inspector.
2." O asseatamento e matricula do pessoal
da rcparligo.
3." O inventario de todos os bons, utensi-
lios e mais objectos do servigo.
4. O preparo dos negocios e processos re-
lativos ao contencioso administrativo,
Jj 5. A guarda dos papis de naturezi confi-
dencial ou reservada, sua escripinrago e expe-
diente.
6. A direcgo do archivo da repartigo, ve-
lando sobre a conservago dos documentos o pa-
pis nelle existentes.
7. A matricula das embarcages e da gente
do mar, em porlos onde nao houver capitana
do porlo, ou seus delegados.
8. O langamento e escripturago dos impos-
tes internos, nos lugares em que esse encargo
nao pertencer algurna repartigo especial, ou
rollectoria.
9." A escripturago dos termos de respon-
sabilidade, fungas, contratos, c quaesquer outras
obngages.
10. O ponto dos empregados, e a remessa
repartigo competente dos documentos e escla-
recimentos necessarios para organisago da folha
dos seus vencimenlos, quando nao Ihe competir
organisa-la, conforme sua situaco, e as ordens
do ministro da fazenda.
11. O despacho maritimo.
Arl. 31. O ajudante do inspector servir de
chefe da 4a secco.
Art. 32. as" alfandegas de 3a ordem haver
tres secces, saber:
A Ia, que comprehender o servigo da 1sec-
go das alfandegas de Ia e 2a ordem.
A 2a, cojo cargo ficar todo o expediente e
trabalho da 2a secgo das alfandegas de Ia o 2a
ord^m.
A 3a, que desempenhar o servigo da 3a o 4a
sceges das alfandegas do Ia e 2a ordem, e ter
por chefe o ajudante do inspector.
l.e O servigo de cada urna destas secges ser
desiribuido por differenles mesas, observada a
ordem dos arligos precedentes.
2." O servigo as demais alfandegas Picar
sob a immediata direcgo, fiscalisago e respon-
sabilidade do ajudante do inspector, o ser dcs-
tribuido pelos respectivos empregados, guardada
em todo caso a ordem estabelecida nos artigos
precedentes.
3. A disposigo do 2 deste artigo fica ex-
tensiva s mesas de rendas ; cabendo ao res-
pectivo escrivo o exercicio das allribuigoes que
sao conferidas ao ajudante do inspector da al-
fandega.
Arl. 33. Ficam creados os lugares de ajudan-
te do inspector, de chefes de secgo, da tercei-
ros e quartus escriplurarios, de otciaes de des-
carga, de segundos conterentes, e, as alfande-
gas de Ia e 2a ordem, o de. ajudanto do por-
tel ro.
O emprego de ajudante do inspecior servir os
empregados de fazenda ou reparligoes e lugares
exmelos, que o governo designar! os quaes era
todo o caso conservarao os ernpregos do quo fo-
rem tirados.
Esta disposigo poder ser applicada as al-
fandegas e mesas de rendas, sempre que fdr
conveniente, aos ernpregos de inspector, chefes
do secgo, administradores, c escrives de mesas
de rendas.
Arl. 31. l'icaro extinctos os seguintes ernpre-
gos : Io de escrives das alfandegas edades-
carga; -2a de ajudantes dos conferentes; 3 de aju-
danles do escrivo da descarga; 4o de amanu-
enses; 5" de gnardas da 2a classe.
nico. Os empregados actuaes, cujos luga-
res, em virlude da presente organisago, forem
extinctos, e nao liverera i'estino. fiearo addi-
dos s respectivas alfandegas, ou oulras repar-
tigoes fiscaes, conforme o ministro da fazenda
julgar conveniente, com os vencimenlos fixos
qua ora perrebem, at serem prvidos definitiva-
mente, segundo suas habilitaces, em quaesquer
outros lugarea, ou aposentados na forma da lei.
Art. 35. O servigo dos primeiros e segundos
conferentes, do siereomelra e de seus ajudantes
c nnul.it.'. ci.
Art. 36. Os cmpregidos sero deslribuidos
pelo inspector pelas difl'arc ites secges, ou desti-
nados outro qualquer servigo interno, ou ex-
terno, segundo as suas habilitagoes, e como fr
mais culivt-iiilili; liscalissgo da renda, ou boa
ordem do servigo da repartigo, (arl. 21 3.)
nico. Exceptuam-sc :" o ajudante do ins-
pector, o guarda-mr, o thesouretro e seus
deis, os chefes de secgo, os conferentes, o sie-
reomelra c seus ajudantes, o administrador das
capata/.ias c seus ajudanios, e os fiis dos ar-
mazens, os quaes s poderao ser incumbidos
pelo ministro da fazenda, em casos urgentes,
de servigo extranho aos seus lugares.
Arl. 37. Os empregados sero revezados as
differenles secges, ou trabalhos de seus lugares
ou classes, nao pudendo de modo algura perma-
necer por mais do seis mezes no mesmo ser-
vigo.
3 nico. Excepluam-se os trabalhos estatisli-
cos, do inventario, balango, ou de tomada de
coritas e oulros senielhantes, cuja concluso de-
va ler lugar dentro de cerlo prazo, e que nao
possam, sem inconveniente do servigo publico,
ser interrompidos, ou passar outros empre-
gados.
Arl. 38. Todos os empregados das alfandegas
e niesas de rendas, qualquer que seja a sua
classe, usaro de um uniforme simples e aecom-
modado ao servigo, o qual ser marcado pelo
ministro da fazenda.
Secco 2a.
Da organisago do servigo extorno.
Art. 39. O servigo externo "das alfandegas e
mesas de rendas cumprehende :
j 1 A polica fiscal dos mares terrtoraes,
costas, enseadas, rios, lagas e agoas interiores
do imperio, bem corno de suas fronleiras ter-
restres.
2" A guarda e defeza dos edificios, que es-
tiverem sob a administrago, inspeego e fiscali-
sago das alfandegas e mesas de rendas.
3 A polica dos aocoradouros, porlos, caes,
docas, praias, e dos lugares prximos aos edifi-
cios das alfandegas ou mesas de rendas, pro-
movendo a inteira execugo dos seus regula-
rnentos.
4o A inspeego e Dscalisigo do trrico do
desembarque, e embarque das mercadorias im-
po'ladas, exportadas, boldeadas e reexportadas,
ou de descarga e carga dos navios.
5 A prevencao e represso do contrabando,
colhendo todos os indicios ou provas de sua
existencia, e dando parte de tudo verbalmente,
ou por cscripto auloridade competente.
6o exame e pesqui/.a das pessoas suspet-
tas de fraude ou conlraband.1, ou que se torna-
rem taes por qualquer rnolivo, conservando-as
sempre sob a sua vigilancia.
7 A indagago de quaesquer fartos defrau-
do ou contrabando, que forem denunciados, ou
de que houver conneeraeolo por qualquer oulra
forma.
} 8 A apprehensao :
1 Dos impressos que se refere o nico do
arl. 4 do decreto n 2,491 de 30 de selembro
de 18.9;
2o De quaesquer gneros e mercadorias sujei-
tas direitos que anda nao tiverem sido despa-
chadas, ou que nao forem acorapaiihadas de
gua da alfandega no acto de seu embarque ou
desembarque nos porlos, costas, praias, fronlei-
ras e lugares nao perraittidos, no que se achem
em saveiros, botes, lanchas, canoas, e em qua-
esquer oulras embarcages que salitrera ou esti-
verem forados 3ncoradouros respectivos, e forem
suspeilas do contrabando;
3 Em quaesquer outros casos em que, na
forma da legislago em vigor, tenha lugar este
procedimento.
9 A vuita, detengan. Lusca, captura, ou
apprehens.) das embarcagas e vehculos de
conduego, que forem encontrados em contra-
venco da legislago fiscal.
10. O emprego de forga nos casos necessa-
rios para a execugo das" leis e regularnentos
fiscaes.
II. A guarnico dos postos, registrse esta-
goes fiscaes, escolta e guarda de embarcages
ou de mercadorias.
12. A direcgo, racimento, applicago,
ou emprego da respectiva forga martima, pro-
movendo a sua disciplina e a regularidade do
servigo.
13. O comparecimento aos incendios, que
se derem bordo de qualquer navio, ou era
edificios da alfandega, enlrepostos, depsitos,
trapiches, ou em quaesquer outros elles conli-
I guos, empregando lodos os meios para a sua
i exlincgo e salvago de pessoas ou objectos.
14. A apprehensao das embarcages empre-
! gadas no trafico do Africanos ueste imperio, na
forma da lei n. 581 de 4 de setembro de 18>0 e
regulamento n. 708 de 14 de outubro do mesmo
anno.
15. A detenco dos infractores dos regula-
mritos fiscaes, nos casos nelle marcados.
Arl. 40. O servico interno ser desempenhado
na forma dos regulamenlos e inslrucgoes que es-
tiverem em vigor, sob a immediata direcgo e
inspeego do chefe da alfandega ou da mesa de
rendas :
1 Pelo guarda-mr e seus ajudantes, as al-
fandegas e mesas de rendas em que houver estes
empregados ; e, na sua falta, pelos empregados
designados pelo respectivo inspecior ou admi-
nistrador (artigo 21 3 o art. 36^.
2 Pela forga -d* guardas que for organi-
sada.
3 Pela forga de vigas, onde a houver.
4 Pelo pessoal martimo que demandarem as
embarcages e escaleres empregados no servigo
martimo das mesmas repartigoes, conforme
sus loiages.
nico. Alm do pessoal de que Irata esle
artigo, o inspector da alfandega, ou o administra-
dor da mesa de rendas designar os empregados
de escripturago que forem nei esserios para o
expediente cargo do guarda-mr.
Art. 41. A forga dos guardas ser organisada
cm companhias, ou secges do companhias, na
proporgo que lr marcada para cada urna al-


()
DIARIO DI PBRNAMBTOO. 8AMVO 3 DE NOVEMBRO DI 1860.
andega, ou mesa de rendas, conforme os plaoos as embarcagoes sigan reu destino, alongando-se
anonas sob ns. 3 e dselas do imperio, ou entrando nos portos
S 1 Nos lugares em que 3o houver numero (rae se Uingireni; e, do caso do contrabando
su. cenle, ao menos para urna serebo de com- fiffeclMo. procurarao descoferir as mercaderas
panrue, serao todava incorporados sob o com- l extraviadas, entendendo-se com as autoridades
mando de um official inferior ou abo 4 -en- locaes, que Ibes preslaro todos os precisos au-
^ua(,"V. xios, e conduziro, ou rometterao com seguran-
2o Os acluaes guardas de primeira e segori- ca ao inspector da alfwidega do dislrklo a em-
4a classe das alfandegas, mesa do rendas oie- I barcagao ou embarcaces que apprehenderem
sat do consulado, que eativerem as cond)ges por terem praticado se contrabando,
exigidas pelo arl, 17, serio incorporados* forcaj Art. 5. As embarcucdes das alfandegas e
le que trata o presente artigo : os domis terao
o destino que fr conveniente ao servico pu-
blico.
Art. 42. A forca dos guardas tora quartel, e
no seu servigo, economa e disciplina observar-
se-hn as inslrueces especiaes do ministro da
fazenda, o podar ser dissolvida quando a or-
den), ou o servigo publico o exigir.
Art. 43. Os guardas, e os comraandantes e
officiaes terao o seguiuie uniforme :
Para os guardas: snbrccasaca de panno azul
ferrete com vivos de cor azul celeste, gola direi-
ta de panno da mesma cor dos vivos, botes de
mesas de rendas, alera da bandeira nacional e
fiammula, quanda o commandanle fr o lucia I de
marinha,iisaro,como distinctivo,de bandeira azul
quadrada, a qual tere no centro urna estrella de
cor branca, cujes raios tocara^ws linhas extre-
mas do scu quadro; e a trai/e ijada, ou nao,
conforme fr mais convctMnle ao servigo ou
diligencia em porm, por occasiao de caga, e appoxiniagSo
qualquer embaicagiio, quizercra fazer deter
do auloridade, icaro primeiro
distinclivo, firmando-a com ura
areomelria, e pralica dos roethodos e oso dos
instrumentos modernos de arqueago dos navios,
e pelo menos tros annos de r xeteicio ou praea
do lugar de conferente ; observano-ae em todo
o caso, a disposico da primeira parto do presen-
te artigo. r
Art. 70. No accesso poderlo ser promiscua-
mente considerados os empregados de urnas pa-
ra outras alfandegas. As vagas existentes em
urnas podero igualmente ser preenchidas eom
empregados de outras, por meio de remociro,
quando o servico publico o exigir.
Art 71. A disposico do artigo antecedente
flea extensiva aosempregados do thesouro e the-
sourarias, e aos de outras repartiedes do fazen-
da, que tenham as habilitages exigidas oelos
arts. 69 3 3., 74 e 76. V
Art. 7z Os lugares de sloreomelra o seus
ajudantes cessaro logo que houver conferentes
habilitados na forma do art. 9 3.
No scu provimenlo seguir-se-ha os tramites e
Secco 2.a
Ari na *-?88 ubsiuioes.
.'.? '" ""Pedimentos ou faltas repenti-
nas, a subslrtiiicio entre os empregados das al-
f? n T* ,Ugar d0 modo seg"'e :
-S. **/ de 1DSP*ctor em quanto de outro
modo o ministro da f.zenda nao resolver, ser
!" "!!??_,Ve?uPad.0 Pel 8eu ajudante : no
Nos casos dos nmeros 6o e 7o sao elTeitos da
suspensao : primeiro a perda da porcentagem e
gralificaco ; segundo a privago de metade do
ordenado at ser o empregado afinal corrdorana-
do ou absolvido, nos termos dos arts. 165 4o e
1/4 do cdigo do processo criminal.
ii,?.J!rdAnad,0 ?usPen* nas duas ultimas hypo-
'J168^ s poder ser restituido dada a improce-
visitar ou oxercor 4 rn7 h i i uc"" "u -ruvirnenio seguir-se-na os tramites e
de"Srtoridadel^rL ?ri^i"l qU,q!l*-'Ctof?gr21B^rea,,M P concurso, e nomeago
"" '"iiuiniiiue. icarao [irimeiro ana ham ir a Mn^ rnelat branco, grvala preta, bonete com galao fdreslrangeira a embarcacao vista
azul, calca azul ferrete ao invern e branca no ArL 60. No caan iln r*ZiZ.-.. "
na bandeira e
tiro de peca, se
azul, caica azul ferrete no invern e branca
erao, sapalos, ou botina de uso ordinario.
No servigo do quartel ou de bordo poderao
usar de blusa do linhu, ou de algodo, do cor
escura.
O uniforme dos ofBciaes e officiaes inferiores
seio mesmo dos guardas.com a nica differen-
ArU 60. No caso de resistencia, poderao cm-
pregar a forca para lornarem eiTecliva a diligen-
cia de que forem incumbidos, ou para o bom
diisempenho de sua commissao e do servico
scu cargo.
Art. 61. As embarcarles particulares, que se
arem era vigias da alfandega, usarem de
-----------_0_ -----,----'."""""......'"" ciu vigas ua auaiiiicga, usarem de
ta de que usarao no bonete de galao de prali, e seu distinclivo. ou como laes exercerem actos
as divisas serao de galao da mesma qualidade. | de junadieco fiscal, sero appreher.didas.e mul-
Art 44. Osobjectos de equipamenlo, arma-, lados o commandanle e pessoas de sua equipa-
tnenlo e corrame seu valor e lempo de dura.gem de 100 al 1:000 cada um, alm, da satis-
cao, serao regulados por urna tabella especial, e faSSo do daino causado, quo serao obligados
foroecidos cusa da fazenda publica. e da punicao dos crimes que por Ut occasiao
nico. As pecas que forera extraviadas ou orern commellidos
eteriuradas por incuria ou deleixo, juizo do | Arl. 62. Os commandantes das barcas de vi8ia
competente cnefe, serao substituidas ou concer- j e mais pessoas de sua tripolacao respendera
i respectivas pregas; as que o ; pelos abusos, umis.es e excesss. que coamel-
forein, porm, em acto de sorvico o serao cus-
a da fazenda nacional.
Art. ,5. as alfandegas e mesas de renda on-
de nao houver em numero sufeicnte officiaes
de descarga, os guardas que se deslinguircm pe-
lo seu Com comporlamenlo poderao ser interi-
namente incumbidos do servido daquclles ein-
pregos ; e em todas as dernais alfandegas, em
caso urgente, se poder provisoiiamente proce-
der do mesmo modo.
Art. 46. Os guardas, salvas as disposiges dos
arts. 41 2o e 84, podera ser alistados'ou con-
tratados por lempo cerlo; e tanto estes como os
seus oficiaos inferiores poderao ser deraittidos
ou despedidos pelo inspector da alfandega, ou
administrador da mesa de rendas, com approva-
co do miuislro da fazenda na corle e dos presi-
dentes as provincias.
1" Os contratos nao poderao ser celebrados
por lempo menor de seis annos.
Nao se contar como tempo do con-
trato :
Io O de cumprimento de senlenga;
2o O de suspensao ou prisao ;
3o O de deserco ;
5 O de licenca.
Art. 47. Para ser alistado ou contratado guar-
da, misler :
Io Ter de 18 at 40 annos de idade ;
21- Saber 1er e escrever ;
" Ter boa conducta, e nao haver commellido
crime peloqual lenlia solfiido pena infamante;
4o Ter vigorosa saude, o conformago phvsicu
robusta.
nico. Sero preferidos os individuos que
tiverem servido na marinlia ou no exercito.
Art. 48. O guarda-mr, seus ajudantes, guar-
das e seus officiaes, e ofiiciaes inferiores, e as
Siessoas da equipagem das embarcaces das al-
andogas serao dispensadas do servico da guarda
nacional, preceden lo a competente requisigo.
Arl. 19. Alm dos empregados, e guardas de
que ir.ilam as tabellas 3iinexas, haver. nos lu-
gares em que o ministro da fazenda julgar ne-
cessario, vigias encarregadus da prevencao, ou
repressao do contrabando, ou extravio do" di'rei-
los, sob asrdeos do respectivo guarda-mr, ou
do empregado que preencher suas vezos ras
alfandegas onde nao houver e-4fc lugar.
1." O seu numero ser marcado pelo minis-
tro da fazenda, sob informacio dos respectivos
inspectores, ou administradores; c poderao ser
organisados na forma eslabelecula para os
guardas.
terem no exercio de seus deveres, e serao julga-
dos railitarmeiile, segundo a gravidade do caso.
Picando n'este ponto assemelhadas estas barcas
s embarcagoes de guerra, e sujeilos os seus
commandantes, officiaes, e pessoas de sua tripo-
lacao mesma disciplina.
Art. 63. As embarcaces de guerra nao porao
embararo algurn s barcas de viga no desempe-
rno de suas commisses. sob responsabilidadc
dos commandantes ; e tanto estes, como as 911 -
toridides locaes Ihes preslaro todos os auxilios
que esliverein seu alcance. 011 Ihes forem re-
quisilados como necesarios ao servico das bar-
cas.
Art. 64. Na lolaco das embarcaces do ser-
vigo das alfandegas, scu armamento, economa
t e disciplina, e 110 alistaracnto 011 contratos de
suas pracas, ou equipagem, seobsorvaro as lea
e regulamentos da marinha de guerra.
Art. 65. O uniforme dos commandantes e offi-
ciaes das embarcaces das alfandegas, quando
nao forem officiaes do marinha, ser o mesmo
de que us.io os ofiiciaes da forca dos guardas. O
da equipagem consistir em camisa branca com
gola ou colarinho rahido, e peilo e punhos de
panno de cor azul ferrete, com a leltraA fei-
la de panno, ou de liona branca as extremida-
des da gola, ou vice-versa, camisa de panno azul
ferrete com gola ou collarinho cnido, e peilo e
punhos de cor branca, com a lelira Afeita do
panno, ou linha azul ferrete as extremidades da
gola, calca branca, ou azul com galao de panno
azul, ou branco, conforme a cor da caiga, aque-
ta de panno azul ferrete cora vivos do panno de
cor azul celeste, lenco preto ao pescoco, o cha-
peo de palha, ou de panno envernisado, com
urna lita onde se ioscrever em lettras brancas
o nome da embarcago o repartico que ocr-
lencer. r
CAPITULO IV
D\S H03UAQBS SUBST1TI H.rS, LICENCAS,
APOSENTAIlOllIVs" SLS-
PESSOES, DESISSES K VENOIMENTOS DOS EXPREGA-
DOS DAS ALFAIDEGAS E MESAS DE
RENDAS.
Seccao i."
Das nomeages.
Art. 66. O proviraento definitivo dos empre-
gos das alfandegas, mesas de rendas, guarda-
das as disposicos 10 art. 3:1, da exclusiva
competencia do governo imperial.
Exceptiiaiii-se :
dos demais empregados ; sendo necessario alm
disto a approvaco plena as materias que Ihes
sao especiaes.
Arl. 73. Os exames de que traa o artigo 68
sero presididos, no municipio da corte, por um
dos directores, ou contadores do thesouro nacio-
nal, que o ministro da fazenda designar, e as
provincias onde sua abertura fr ordenada, pelo
iiT,^ Velo emprende' fasen'da'! = ^^alff ^^^
I,?! f'P*10 "P^B-do da alfandega mais^erno imperial os de nomes-oet ^}?J'
S% O d^Vn"tragdrordUdas- H Pe' n8^? da "-" "omelcao ?e
s capatazias por as provincias pelos presidentes ou inspectores
quera, sob sua responsabilidade e proposta, fr
approvado pelo respectivo inspector, ou adminis-
trador, e, na falta desta, por pesada da escolha
do mesmo inspector, ou administrador, e appro-
vagao da tnesouraria respectiva as provincias e
Uo '"'^'stro da fazenda na corte.
8 3- O responsaiidade, com audiencia e expresso cou-
sentimento de seus fiadores. Na falta simulta-
nea de um e outro, e nao havendo pessoa afian-
gada para sublitui-los, o inspector nomear para
servir mleriamento de ihcsoureiro um dos era-
pregados que mais confianga Ihe merecer, com
approvagao do ministro da fazenda na corte, ou
uos presidentes as provincias ; podendo em esse
nspector da respec.iva thesouraria "u qem de uVgeTcFa "p,' /rapoTeW &"d a a
suas vezes (izer ; ese regularo pelas instruc- Oanca, ou oufr. qu*l!?,urfo ZalS,.
cues especiaes, que expedir o ministro da fazen- gas em que o aspecto or ao mesn. m *t~
;ia,E^qU"nl0,KP-0rai' CSl? nh forcm Pub,i- S0ureir0 "ira de thesoureiro e prendo que
cadas seguir-so-hao os reglamelos que estive- o substituir na inspectora ^pre^ao que
allSE? Para S COncursos d0 lhesouro e I, *" 0s ***<* lugares'sero substituidos pe-
8; iini'^ n 1 i S eraPre8aJos quo o inspector designar, da
"..".?. e:l a,eu'na provincia houver | mesma, ou differenle classe, segundo o seu me-
escassez do pessoal doeo para os exames, ou
sentir-se falta de pessoas habilitadas para o con-
curso, e sempre que o semgo publico o exigir,
poder o minist o da fazenda mandar abrir cou-
cursona corte, ou em qualquer outra proviocia,
precedendo os competentes annuncios.
Art. 7-1. As materias sobre que devem versar
os examos sao as seguinles :
Ia. (jrammatica da lingua verncula, leitura e
escripia correcta e corrente.
2a. Theoria da escripturago mercantil por
partidas simples e dobradas, e suas applicages
ao commcrcio, o administragao de fazenda.
3 Arithmelica, e suas app'licacoes ao com-
rito, prefenndo-so em lodo o caso o mais antio
da respectiva classe ; e. no caso de igualdad de
aniig.ndade nesta, o mais antigo em seivigo.
Art. 89. as mesas de rendas reunidas alen-
guma alfandega ser, as suas fallas ou impedi-
mentos repeulinos, o administrador substituido
pelo esenvao. este pelo empregado que fr mais
antigo da classe mais graduada, seguindo-se os
outros por ordena de classe e anliguidadr, haven-
do-os, em quanto do outro modo nao for provi-
denciado pelo respectivo chefe da estaro princi-
pal ou central, sas demais serao substituidos
os administradores e os esvrives pelos seus a ju-
meados sob sua responsabilidade, na
. .......... "- "u ppiiuacuB au tmii- -hm.-s, iiumcauos SOD sua resuonsah dailp na
mednVr1 es,ec,a,idade -S ^ PWW6 rra te arl. 21 | 2.'. em qu.nl do outro modo
medida, nac.onaes e estrangeiras, calculo de des-, nao resolver o ministro da fazenda, ou o presi-
tonlo e juros simples e compostos, '
, theorias de
cambios e suas applicages.
'. Noresde algebra.
5a. Tradcelo correcta das linguas ingleza e
franceza,_ ou pelo menos da ultima.
6a. Principios geraes de geographia, de histo-
ria do Brasil, de cstaiislica comniercial.
Art. 75. Para os lugares de guarda-mr eseus
ajudantes indispensavel traduzir e fallar cor-
renienienle, pelo menos as linguas ingleza e
franceza.
Art. 76. Nos primeiros qnatro annos depoisda
denle da respectivo provincia.
Secco 3.a
Das liconcas.
Art. JO. Aos empregados'das alfandegas, e mu-
sas de rendas, que oblivercra licengas, nao sendo
por motivo de molestia, far-se-ha um descorito
10 ordenado, o qual ser : da 5.a parte, al
res mezes do licenca ; da 3.a parle, por mais de
tres ate seis mezes ; e de mcUde, por mais de
seis mezes at um anuo ; cessando d'ahi por di -
ante todo o ordenado.
>e, porm, a licenca fr concedida por moles-
,i. ,i,..i us,,airo s ",!l""3ua .. oe- porem. a licenca fr concedida por moles
dala da pul, .cacao do prsenle reglamento po- Ha devidanienle justificada, terao direi o no orde
derao ser dispensados dos exames as materias nado nnr ,.;, .... ..:.' 1a_u_a'',0.ao ordt
derao ser dispensadas dos exarnes as materias
marcados pelo artigo 74 sob nmeros e 6, ex-
ceplo as do n" 4 par os lugares de stereometra e
seus ajudantes,equaesquer otitrasque furern es-|
peciaesi estes empregos.
lero, porm, preferencia em ignaldade decir-i
cu instancia aos empregos vagos: em 1 lugar os |
que anda durante ess periodo entrarem e livo-
rern sido approvados era concurso as materias
dos referidos nmeros 4 e6 do artigo 74; em 2o
lugar os quo tiverem sido plenamente approva-
dos as materias de que traa o artigo 69.
nico. as provineiasem que, por falta de es-
labelecimentos de inslruccao secundaria, nao for,
possivcl encontrar pessoas que tenham as habili-
tacoes exigidas por este regulamenlo, poder o
governo dispensar do exame urna ou mais das se-
nado por inleiro do seis mezes, e nicamente
a metade do ordenado de seis mezes al um an-
no ; cessando completamente d'ahi era diante.
descont assim feto reverter em beneficio
dos cofres do estado.
0 lempo das ltcencas concedidas, ou reforma-
das dentro de um anno, ser junto ao das ante-
cedentes para fazer-se o descont da 3.a parle
ou da melado do ordenado, desde o primeiro da
A "ni PraZU de > 0U de 6 mezes-
Arl. 91. As licengas por molestia conservarao
aos empregados das alfandegas e mesas de ren-
das a sua anliguidade de classes, por inleiro at
o mezes, e por melado passando dcslc prazo at
um anuo ; nao se levan io em corita todo o tem-
po que decorrer de enlao em diante.
Nenhurn empregado poder nbter li-
Os iodividuos, porm, que forem assim adrnil-
Os 111
gares de 1.a e
Art: (t. Os officiaes, officiaes inferiores, suar-
das, e vigas respndelo por qnaesquer faltas,
ou descamindos das mercadorias e objertos pos-
tos sob sua guarda, ou vigilancia ; e bem assim
polos damnos que causar->m na frtrma do artigo
162 ; ficando sujeilos todas as penas civis e
criniinaes pelas mesmas fallas, descaminhos e
damnos, e por qnaesquer abusos, exlurses e
delicies que corametierem no servico em que
estiverem empregados.
Art. 51. As fallas, omisses e delctos dos
ofiiciaes infprioie9. e guardas, e os dos vigas,
quando estiverem era elfectivo servico, sero
punidos com as seguinles penas disciplinares,
zenda.
2. Os de ties dos thesoureiros, os de aju-
dantes do administrador das capatezias, que o se-
rao, na corle por poilaria do ministro da fazen-
da e as provincias dos respectivos presidentes
mediante proposia. e sob a responsabilidade dos
thesoureiros, ou dus administradores das capa-
la/.ias e inforrnaeao dos respectivos inspectores
das allandegos, 011 administradores das mesas de
rendas.
3. Os de continuos, e correios, que S-rao
provid-is pelos respectivos inspectores ou admi-
nistradores, com approvaco, na corte do rainis-
tazenda, e as provincias do respectivo
V..Vi j. ,7 |U"' ,,teaa. e as provincias do respectivo
pelo inspector da alfandega, ou administrador ,la presidente, com informacio do inspector da ihe-
mesa de rendas, ale.m das mais em que incorre-1 sonraria.
rom conforme a legislago era vigor
1.a Reprehensao ;
2.a Snrvico dobrado al 20 dias ;
3.a Suspensao al 1 mez, com perda dos ven-
cimentos ;
4.a Prisao at 15 dias ;
5.a Demisso, rebaixamento doposto, 011 baixa
do servico, com approvagao do ministro da fa-
zenda na corle, c dos presidentes as provin-
cias.
Arl. 52. O guarda-mr poder impr aos
oflinacs inferiores, guardas e vigias as seguinles
penas nas primeiras fallas, omisses, ou quebra
de disciplina, com recurso ex-officio para o res-
pectivo inspector, ou administrador:
1.a Reprehensao ;
2.a Servigo dobrado at 10 dias ;
3.a Suspensao al 6 dias, cora perda dos
venciraentos ;
Art. 53. O commandanle do companhia, ou
secco de companhia, poder impr aos officiaes
inferiores, guardas, e vigias, nos C3Soj do arligo
antecedente, as segontes penas, com recurso
ex-oifirio para o respectivo inspector, ou admi-
nistrador :
1. Reprehensao ;
2.a Servico dobrado at 4 dias ;
Art. 51. Os commandantfs e ofiiciaes
? Os ttulos de quaesquer empregados de
nomeacao, ou approvagao dos presidentes de
provincias serao passados pela secretaria da res-
pectiva Ihesoraria, o por ella expedidos depois
de assignados pelo mesmo pro-ideute.
i^o'n''"' Sao '"o'fes de primeira eotrancia :
I. Os de praticantes, ou os da ultima classe
'e escriturarios em cada alfandega onde con-
forme, a sua organisacio, nao houver a classe de
pralicanlcs.
2." Os le officiaes de descarga.
3.# Os de ajudaules do guarda-mor, ou do
stereometra.
S 1." Sao empregos de segunda entrela :
pumeiro os da ultima classe de escriplurarios
emeada alfandega. onde, conforme sua organi-
sarao houver a classe de praticanles ; segundo
os da penltima classe do escriplurarios de ca-
da alfandega, onde nao fr creada a de nrali-
cantps.
2 Sao lugares de terceira entrancia todos
os empregos de accesso independenie de con-
Art. 68. O provimenlo dos empregos de 1.a o
segunda entrancia, e o dos segundos conferentes
so peder ter lugar mediante concurso, e exame
na forma eslabnlecida nos arts. 73. 74 e seguin-
: o dos mais empregos por accesso gradual.
sujeilos s mesmas disposicoes penaes que oeste h en den.? l S^0'
regulamenlo se estabelecem para os empregados' "ll %*?"
das alfandegas, alm das mais em que incerrerem dla ud ante .10 h.^, *P2f fd ,in8Pw,or.
em virtude da legislago penal do imperio. : j! ST''? Inffer,}nr' do. chcf,'s .
Arl. 55. Os commandantes eoffieiaes da forca S^SS^Zf'. L ,he0,.,re"r '"a eis. de
dos guardes revesaro com o guarda-mr e seos SlIES J 6 d,e escrivao de "",-ca o rendas,
ajudales no servico das visitas, da polica! u I iL'iT^A0.'^'?** c ." <>"-
ronda dos ancoradouros, e os poderao substituir
em casos nrsente9. auandn aim n nion.. 0
urgentes, quando assim o ordenar
chefe da reparticao.
Secco. 3.a
Das embarcag6e3 das alfandegas, c das barcas de
viga vela.
Art. 56. Nos portos c rios em que o governo
julgar conveniente haver as barcas, lanchas e
escaleres necessarios para policiar e rondar
vela os mares terriloriaes, costas, enseadas e
bahas, afim de prevenir, ou reprimir o contra-
bando; devendo as mesmas embarcaces ser
armadas e tripula 1,1- com o armamento e nume-
ro de pragas que fr fixado, segundo sua lotaco,
e sob a direcgo dos respectivos inspectores'das
alfandegas, ou dos adminiaradores das mesas
de rendas.
Arl. 57. Os commandantes das emharcaces e
escaleras das alfandegas, e mesas de rendas sao
amormados para chamar falla, fazer visitar,
x'Kiros manifeslos, passaporles e outros papis
de bordo ; dar busca, deler, escoltar as embarca-
do? narinnaes e eslrangeiras, que avistaren, nos
t.1'.< i ? rost*s do in,Pefi. ou forem sus-
pena, de lenlarem fazer o contrabando, ou de o
?. J ffectuado; e para apprehend-las
f.nm ,4erm,l"d0s pela >^slCao fiscal, com
tanto, porm. que a embarcagoes eslrangeiras
estejam denlro de 3 milhas das costas e as
nacionaes at 12, s flS e as
8 nic. Quando nao forero obedecidos pelas
embarcagoes, que chamaren) falla. 011 quize-
wm visitar o deler, podero os commandantes
das barcas de viga alirar sobre ellas, primeiro
com plvora secca, edepoiaeom bala; e nem o
commandanle, nem outra pessoa de bordo ser
responsavel pelos damnos causados. Nestes
rasos lavrar-se-ha a bordo termo circunstancia-
do de lodo o occorrido.
Arl. 58. No caso de simples suspeila de tenta-
tiva, 03 commandanles das barcas vigiaro que
tes, de fiis dos ar.r.azens, de porleiro e seu 1
fante, de continuo, do correios, de commandan-
le e ofiiciaes da forea martima ou dos guardas
os qnaes nao sao de accesso.
i. Ncnhum empregado poder entrar em
concurso sem que tenlia pelo menos dous annos
1 cuectivo exercicio, e pralica no lugar que
tldos nao poderao ter accesso para as outras re-
partices, em que se exigirem laes habilitacoes;
salvo mostrando-so primeiro habilitados nas re-
feridas materias.
Art 77. No concurso para os lugares de pra-
Ucaules poderao ser admittidos, independenie de
ex ame das Jnaterias exigidas: 1., os individuos
que liveren sido approvados nas materias que
lormam o elurso do instituto commercial da cor-
te ; 2., os hachareis em letras, do collegio de
s
s.
-eos p..
1.a enh-ancil (art. 67 1.)
2. Entre kis demais empregados do lugares de
1. entrela que se quizerem inscrever, tendo o
tempo de eiiercicio marcado no artigo 68.
3." Entrebs praticanles e outros empregados
do thesouro e ihesorarias, e de qnaesquer esta-
fos tiscaes, que tiverem sido Horneados em vir-
lude de approvagao obtil.i em concurso das ma-
terias presenptas 110 art. 7, salva a disposico
do arl. 76.
Art. 79. Nao havendo concurrentes, pelo mo-
nos era numero duplo, ao lugar de 2.a entrancia
era con corso, habilitados na forma dos arligos
antecedentes, ou nao se quereodo estes inscre-
ver, ou, leudo silo inscriptos, de por sen aban-
dono, ou ausencia nao se poder re alisar o nu-
mero marcado, sero admittidos qnaesquer indi-
viduos, que reunam as con licoes exigidas pelo
artigo seguidle.
Art. 80. Para ser inscripto, ou admillido
concurso dos logares de 1.a entrancia, misler
que o candidato prove : *
1. Que Um de idade 18 annos;
2." Oue est livre do pena e culpa ;
3." Oue tem bom comporlamenlo.
Art. 81. Para a inscripcao no concurso de 2.a
entrancia mister que o candidato prove :
t. Que lem 20 annos de idade ;
2. Que exerce algum dos lugares de eEtran-
cta inferior Das alfandegas ou mesas de rendas,
ou no thesouro, thesourarias, ou outra qualquer
em
eatacao de fazenda, por ter sido approvado
concurso na forma da legislago respectiva.
Arl. 82. A inscripgo do empregado no con-
curso a que tiver diretlo, na forma do art 68,
para preeucliimento dos lugares da classe su-
perior e obrigatoria, excepto : 1., em caso de
molestia r.conherida, e provada juizo do mi-
nistro da fazenda; 2., respetlo dos emprega-
dos a que se refere o 2 do art. 68 ; 3.. a res-
peiio dos acluaes amanuenses, escriplurarios
ajudantes dos conferentes, ajudantes do escrivo
da descarga, e dos que forem prvidos em vir-
tud e do arl. 81, os quaes todava, salvo o pre-
visto no mesmo art. 81, nao poderao ser promo-
vidos r-mprego de classe superior sem que se
habiliten) na forma dos arligos antecedentes.
nico. A falla de inscripcao, o abandono,
ausencia, ou fuga depois da inscripgo, ou a re-
provaco em dous concursos, importar neces-
sariarnente demisso.
Arl. 83. Os acluaes amanuenses, pralicaotes,
guardas, colaboradores e fiis de armazens po-
derao ser prvidos nos lugares de Ia ou de 2a
entrancia habiliiando-se por meio de concurso
Secco 4.a
"as aposentad'oras e reformas.
Art. J3. Os empregados das alfandegas s po-
derao ser aposentados no caso de se acharera in-
iiaDililados para o desempenho dos seus deveres
por avancada idade, 011 molestia, ou quando o
Den do servigo o exigir ; observando-se as se-
guinles regras :
1. Ser aposentado com ordenado por in-
leiro o empregado que contar 30, ou mais annos
ue servico, e cora o ordenado proporcional aos
annos o que tiver menos de 30 ; levando-se-lhes
em conta o tempo de servigo prestado em ouiros
empregos de nomeago do governo imperial, c
estipendiados n%lo thesouro nacional.
& 2." Nenhum empregado ser aposentado ten-
do menos de 10 annos de servigo.
3." O empregado ser aposentado no ultimo
lugar que servir, com lano que nelle toaba 3 an-
uos de cllc.ciivo exercicio. pelo menos ; e em
quanto us nao completar s o poder ser cora o
ordenado do lugar que tiver anteriormente oc-
cupado, conforme as disposicoes do 1.
Estas regras so.tambem ap'plicaveis aos actuac*
empregados das alfandegas. que continuaron! a
seg".roera virtuJe de nove nomeago.
9 4 Nao se contar para aposentadora o tem-
po excedente 60 dias em cada anno em o que
empregado faltar ao servigo por molestia, sem
mouvo justificado, ou em virlude de lietnga.
Arl. 9!. Nenhum empregado poder perreber
ordenados de duas aposenladorias. O aposenta-
do que servindo nas alfandegas ou mesas de ren-
das adquirir direilo nova aposentadora, pode-
ra optar entre os dous vcncimenlos aquello que
rrais Iho convicr.
Arl. 95. Aos empregados das alfandegas e me-
sas de rendas, que forem aposentados, o conta-
ren) 30 annos de bons servigos, poder o gover-
no imperial augmentar o orderiado que Ihes com-
petir pela aposentadora at mais 50porcenlodo
seu vencimonto lixo.
Arl. 96 Na 3posetiladorii dos empregados das
altandegas poJer o governo imperial levar em
cunta os servigos que os mesmos tenham presta-
do nas reparliges de fazenda provmciaes, com
tanto que o lempo de laes servcos nao exceda
de um lergo dos presladus na repa'rligo geral.
Para este fim o governo imperial exigir docu-
mentos aulhenlicos que provem :
Io. A eft'ectivdaae e qualidade desses ser-
vicos.
2. Que nao forana ainaa remunerados por apo-
sentadora, ou outro beneficio.
I Art. 97. Os officiaes e pragas de que se cora-
; pozer a forga dos guardase s officiaes e indivi-
; dos da equipagem. das embarcaces do seivco
; das alfandegas tenm direilo sua reforma pe'lo
; modo, e cora os mesmos vcncimenlos por que se
'regulara as aposenladorias dos empregados das
alfandegas nicamente nos seguinles ca-os :
1. Tendo 30 annos completos de elfectivo ser-
vigo. contados na forma dos 1 e 4o do arti-
go 93.
2. Em qualquer tempo, com seu so'do por in-
leiro, no caso de inutilisarera-so em virlude de
mutilacao, ou leso adquirida no servigo respec-
S
..._______.. J r,---- "" ""''', ')"-.'-""""-l naoiiiianao-se por meio
exereer excepto os praticanles, que poderao de-! na forma dos arligos antecedentes
pois de um anno de effeclivo exercicio ser >,! vn h J d,ueteui.nies.
ad- Ari. S. As primeiras nomeacoes de empre-
gados de qualquer classe ou codico, que se i-
mniidos concurso.
Arl. 69. No accesso sero sempre preferidos
os empregados da classe inferior de qualquer re-
partieao de fazenda, que se tiverem distinguido
zerem em execugo do presente regulamenlo
para reorganisaco das alfandegas e mesas d
rendas, poderao ser faltos pelo governo, ou p|0
..1.. ,,. ',..'. '--;..1 uisMuguiuo 1 cunas, puuerao ser lenas peo "overno ou
petos seguinles qual.dades : intelligencia, pro- ministro da fazenda. conforme dtoooTo arl "
SftlJKS:' ,ai"v"lade- z,,| assiduid'ade independenie de concur o o 'o o X
no cumpnmento de seus deveres, o servigos pres-lcepto as de praticanles proposta, e-
lnn,nH?l: e3S0 lCnham a0. P,en>monte | Art. 85. A respeilo'das mesas de rendas de
approvados em concurso nas materias marcadas, Ia e 2a ordem se observaro. semjre que [or
verem L.?\; "'^ *** 1ue esli- possivel. as disposicoes dos a ligos antecedentes
3r?m htf-SiClreUm8tanr."s: Pr,nic"0- os que relativamente ao provimenlo de seus lugares
tiverem obndo approvagao plena nas materias c-m excepeo dos de administrado"os u
do curso do nst.tu.o Commercial da corte, ou nao sao sujeilos s regras de concurs ou de ac
da escola militar: segundo, os que forem versa- cesso.
dos ros estudos de direilo administrativo, ou de
economa polilica ; torceiro, os que souberem
fallar correntemenle as linguas ingleza e france-
za ; quarto, os que tiverem o curso de algebra
al equaces do segundo grao; quinto, os que
forem approvados em stereometria, areomelria,
theoria e pralica dos methodos e uso dos instru-
mentos modernos de arqueago do navios.
1." A aniiguidade dar preferencia somente
em igualJade de circunstancias.
2. Serao reputados empregos de classes in-
feriores os que tiverem vencimentos immediata-
msnteomen0reS eo 1"e es,iver Tgo-
9 3. O accesso nos empregos de primeiros
conierenles, por excepgao da regra do art. 68 le-
ra lugar entre os segundos conferentes, e em-
pregados de qualquer outra classe, que liverem
pprovagao plena : primeiro, das materias exi-
gidas no art. 74 ; segundo, da stereometria e dente.
Art. 86. Os empregados das alfandegas e de
outras repartices tiscaes, que por commissao
torero nomeados inspectores de alfandegas aju-
dantes destes, chefes de secco. administradores
e escnwies de mesas de rendas, conservarao seu
ultimo lugar e o direilo ao accesso que Ihes com-
petir.
Art. 87. Os lugares de inspectores, de ajudan-
tes de inspectores, chefes de secgao e conferen-
tes das alfandegas e os de administradores e es-
crives de mesas de rendas, que no foluro se
crearem, sempre que fr possivel, sero preen-
chidus por empregados de outras alfandegas e
mesas de rendas, ou de quaesquer outras repar-
liges de fazenda, por accesso ou remoco, ou
por commissao ; conservando nesle ultimo caso
o lugar d'ondo sahirem, e guardando-so o seu
direilo ao accesso, na forma do arligo antece-
Unico. A disposigo do n. 2 deste artigo Pica
extensiva aos vigas, os quaes terao direilo rc-
lornia com o sold de guarda.
Secco 5*.
Das suspenses e demisses.
Art. 98. A suspensao dos empregados das al-
tandegas, e mesas de rendas ter lugar:
Io. Por negligencia, desobediencia, ou falta no
cumprimento de seus deveres.
2o. Por falta nao justificada por 8 dias uteis
consecutivos, 011 por 15 interpolados durante o
mesmo mez, 011 era dous seguidos.
3". Se forera condemnados, e estiverem cum-
prmdo pena de prisao, ou outra de diversa nalu-
reza, que os prive do desempenho das fuocces
do seu emprego.
4". Pelo exercicio de qualquer outro cargo ou
emprego, cujas funeges sejaro incornpaliveis 011
nao se possam accumular cora as do seu lugar ;
ou de alguma industria, ou oceupago que por
sua natureza os inhablle, ou distraa do exacto
cumprimento de seus deveres.
5o. Estando pronunciados por crime inafianga-
vel, ou de furto, e falsidade, ou presos por qual-
quer outro crime ou delicio.
6. Em qualquer caso em quo a suspensao se
torne necessaria como medida preventiva ou de
seguranga.
7o. Estando pronunciados por crime de respon-
sabilidade.
A suspensao nos caso3 dos nmeros Io, 2o, 3o
e 5o pode ter lugar por acto do chefe da reparli-
go competente ; nestes e nos demais casos, nas
provincias pelo inspector da thesouraria, ou pe-
los presidentes, e em lodo o imperio pelo minis-
tro da fazenda.
AiL 99. A suspensao nos casos" de que tratam
os nmeros Io, 2, 3, 4 e 5 do artigo antece-
dente importa a perda de lodos os vencimentos.
--- ------;- 1------^1----".>ra un IIISUBClureS
das thesourarias, ou das alfandegas. ou pelos ad-
ministradores da3 mesas de reas, aquelles cuja
nqmeaco ou approvagao Ihes competir.
Art. 101. Os empregados prvidos interina-
mente, e os que estiverem exercendo algum lu-
gar por commissao, poderao ser exonerados de
laes empregos, ou commisses pelas autoridades
que os houverem nomeado.
Secco 6*.
Dos vencimentos.
Art. 102. Os vencimentos dos empregados das
alfandegas e mesas de rondas so regularo pelas
tabellas ns. 1 e 2.
Art. 103. Alm das gratGcages marcadas nas
referidas tabellas, o governo poder conceder ao
empregado, que, completando 30 annos de servi-
go, naoesliver para elle inhabilitado, urna a-
tilicaco animal nao excdeme terca parte de
seus vencimentos.
nico. A parle desta gralificaco correspon-
dente porcentagem ser calculada em cada mez
pela quota quo couber ao empregado, conforme
o rendimento do mez.
Art. 104. As gratficagoes e porcenlagens, qual-
quer que seja sua nalureza. fundamento, ou ori-
gem, so sao devidas pelo effeclivo exercicio dos
empregos, salvos os casos de impedimento por
servico gratuito, qu os mesmos estejam obli-
gados portoi, ou ordem superior.
Art. 105 Os vencimentos dos commandantes,
ollioiaes, officiaes inferiores, e pragas da forca
dos guardas, serao regulados pela bella n. 5
A etapa dos officiaes inferiores, e guardas ser
arbitrada era cada semestre, na corte e provincia
do Rio de Janeiro pelo ministro da fazenda, e nas
demais provincias pelas respectivas thesourarias
de fazenda.
nico. Os vencimentos dos ofiiciaes, o da
equipagem das embarcagoes e escaleres, serio
abonados na contormidade das leis quo regulam
os vencimentos do pessoal da marinha de guerra,
consideradas para esse fim as mesmas embarca-
goes como transporte?.
Art. 106. A porcentagem, que, conforme as
tabellas ns. 1 e 2, compele aos empregados das
alfandegas, ou mesas de rendas, ser calculada
vista do producto da renda arrecadada, dedu-
zida a importancia dos seguinles arligos :
}' l. Restiloices dn direitos coMdos em qual-
quer poca pela respectiva alfandega, ou mesa de
rendas, que forem efectuadas no tempo corres-
pondente aos vencimentos.
i 2." Despeza do expediente.
S 3. Depsitos e caucos.
g 4." Receita exlraord'inaria, o o producto de
qualquer imposto, ou rendimento pertencetite
quaesquer outras repartiedes.
5.u Premios de assinados, ou bilhetes, e
letr-is.
6." Mullas de qualquer origem.
7." Indomnisaees e reposiges.
S 8." Cootribuicao das casas de caridade.
9." Depsitos e oaugoes prescriptos. ou ven-
cidos, o o producto de letras de reexportado e
sernelliantesem caugo do direilos de consumo.
_ 10. Qualquer imposto, ou cuulribuigo que
nao pertonca renda geral.
Art. 107. A porcentagem das alfandegas, e
mesas de rendas reunidas ser calculada pela im-
portancia total da renta arrecadada em todas el-
las, salvo todava a disposico do arl. 1li 3.
Art. IOS. A despeza com'a arrecadacao dos im-
postos, de que trata o art. 100 10, ser iudem-
nisada fazenda nacional em proporcao da que
esta lizer com a alfandega respectiva,doduzindo-
se do rendimento do imposto, ou contribuico do
mez segninle.
Arl. 109. Os empregados despachados, ou re-
movidos de urnas para outras provincias, ou man-
dados em commissao para qualquer lugar, per-
ceberao urna ajuda de custo calculada na con-
formidade das insirucces e tabellas que regerem
as ajudas de cusi dos empregados do thesouro,
o thesourarias.
nico. Os empregados despachados, ou re-
movidos seu pedido, nao lero direilo ajuda
de custo.
Art. 110. Nenhum empregado da alfandega,ou
mesa de rendas entrar no exercicio do lugar pa-
ra que l'r nomeado, sem prestar juramento de
bem servir, sob pena de nullidade dos actos que
pralicar, alm dos declarados no cdigo criminal.
I. Esta solemnidade constituir lambem o
acto de posso, da qual datar o direilo percep-
co do vencimenio que Ihe competir.
2 Evceptuam-se os empregados sojeitos a
liaoga, que s poderao entrar 110 exercicio de
seus empregos depois de prestaren) a competen-
te caucan (art. 121).
Art. 111. Os empregados, que forem promovi-
dos nas alfandegas, ou mesas de rendas em que
Servirem, ou removidos para outras existentes
nos lugares em que residirem, prestaran jura-
mento, tomaro posso, e entrarn em exercicio
no praso de 8 dias, contados da dataem que Ihes
for communicada a promogo, ou remoeo. Os
que residirem cni lugar differenle, 110 przo que
for marcado cada um pelo ministro da fazenda.
A falta de cumprimento deste preceito importar
renuncia da carreira que tiver seguido. Em am-
bos os casos, porm, nao ser incluido nos res-
pectivos prazos o tempo de molestia devidamen-
le justificada.
Art. 112. Os empregados que, sendo promovi-
dos na repartico em que servirem, ou removi-
dos para outras, nao poJerem por si prestar ju-
ramento, o tomar posse dos seus novos empre-
gos, por se acharera oceupados em commissao do
governo, ou com exercicio no corpo legislativo,
devero fa/.e-lo por seus procuradores nos pra-
zos marcados no artigo antecedente, e entrarse
em exercicio no prazo que, depois de cessar o
impedimento, Ihes fr marcado pelo miuislro da
fazenda ; enlendendo-se que renunciou a catrei-
ra so o nao (izer dentro do referido prazo.
Art. 113 Contar-so-ha a auliguidade dos em-
pregados promovidos nas proprias alfandegas, ou
mesas de rendas, ou removidos para outras, da
dala dos despachos, se lomaren) posse nos pra-
zos marcados.
Aos que o nao fizerem conlar-se-h3 nicamen-
te da dala da posse.
Ait. 114. Os empregados que forem nomeados
para commisses tiscaes coiitiuuarao a perceber
os vencimentos dos lugares que temporariamen-
te deixarem. at quo entrem no exercicio dos que
forem servir; e desde que cessar o exercicio al
voltarem seus lugares, com tanto que o fagam
nos prazos marcados pelo governo.
1. Os empregados de que trata este artigo,
que conservaren) durante o exercicio da com-
missao os seus lugares, na forma do presente re-
gulamenlo, poderao optar os ordenados destes, e
smenle ter direilo gralificaco e porcentagem
de seu novo emprego, se Ihes ennvier.
2. Se os referidos empregados forem pro-
movidos, e continuaren) na commissao em que
estiverem. abonar-se-lhes-ha, como gralificaco,
a dilferenca entre os vencimentos do novo lugar
e os que em tal commissao estiverem perceben-
do, se estes forem inferiores aquellos.
3. Ao empregado que servir de inspector
de alguma alfandega, ou de administrador, ou
esenvao de alguma mesa da rendas que esliver
reunida a outra, na forma do arligo 19. se abo-
nar, alm do ordenado e gralificaco do seu
emprego, a porcenlagem do lugar d inspector,
011 de administrador, ou de escrivo, e lera di-
reilo ajuda de cusi.
(Confinuar-se-fta.)
Governo da provincia
EXI-ED1ENTE DO DA 30 DE OUTUBRO DE 1860.
Officio ao commandanle das armas.Constan-
do-me de aviso da reparligo da guerra, de 19
do corrente, que, na mesma data, se expedir
ordem, por intermedio do ajudante general do
exercito, para que sigam. com toda brevidade
para a provincia do Rio Grande do Norte ura
capitaoe um subalterno, lenho por conveniente
declarar a V. S., que esses officiaes devem ir
no vapor guaran, que largar deste porto
para o norte, no da 7 de novembro prximo
vindouro.
u tt]A a in8Peclor, o sanal de marinha.
Mande V. S. recolher esse arsenal as duaa
africanas hvres Mara e Carlota, que se achara
i servico no collegio das orphas. visto se le-
,*rM ? a inro,rfiveis. segundo declarou o
presidente do conselho administrativo do patri-
monio dos orphos, em officio de 29 do correte
Communicou-se ao patrimonio dos orphos '
Dito ao inspector da ihesoraria de feaenda
Auloriso a V. S. a mandar pagar, nos termos de
sua informago, de 27 do corrente, sob n. 1127
a quaniia de 5:999*720 ris, em que, segundo as
contas. que devolvo, em duplcala, c me foram
remettidas pelo presidente do cunselho adminis-
trativo do arsenal de guerra, com officio de 17
deste mez. n. 60, importara diversos obiectos
comprados para o presidio de Fernando.
Dito ao mesmo. Nao abstante o quo V. S
pondera era sua informago. de 22 do correle,
sob u. 1100. dada acerca dos papis, que de-
volvo, relativos ao pagamento do alugnel da
casa que servio de quartel ao destacamento de
guardas nacionaes na villa de Pod'Alho. a con-
tar de julho do anuo prximo pasado at junho
ultimo, recomniendo-lhe que mande effectuar
esse pagamento integralmente a Claudio Dubeux
separa sso se mostrar habilitado, pois que
"|V,o-a r^p.arlied0 te guerra, de 18 de outubro
ue isay, interpretativo, e por isso compre-
nende as despezas anleriores, como j se ha de-
clarado.
Dito ao mesmo. Transmuto por copia a V
b., para seu couhecimento e afim de que o faca
contar a quera competir, o aviso de 22 do cor-
rente, era que o Exra. Sr. ministro da fazenda
declara que devem ser considerados los conie-
renles das alfandegas os acluaes tutores confe-
rentes, que, em virtude do novo regulamenlo
de 19 de setembro ultimo, nao tiverem outr
destino.
Dilo ao mesmo. Passo s mos de V. S
para os convenientes exames, em Ia e 2a vias*
as inclusas contas documentadas da despeza'
leila com o hospital militar desta'guarnigo. no
mez de setembro do corrente anuo, e cora ellas
o parecer da junta militar de saude. que as exa-
minou.
Dito ao raesrao.Respondendo ao officio. quo
V. S. me dirigi houlem. sob n. I12'.t, te'ho a
dizer que Pico uteirado de haver sido pa-o o
Ur. Jos Denla da Cunha Figueiredo doscej3
vencimentos do lente da faculdade de direilo
desta cidade, e que, visto nao haver quota para
paga nenio do que se esliver a dever ao mesmo
Ur. como delegado da repartico especial das
trras publicas, cumpre esperar "pelo respectivo
crdito para se eiTecluar esse pagamento.
Dito ao mesmo. Estando nos termos legaes
a folha jimia em duplcala, mande V. S. pa-ar
ao negocime Manoel Ribeiro de Carvalho os
vcnciuienlos,relativos ao mez de setembro ulliiro
do tenente Jecintho Teixeira de Macedo, corn-
maodante do destacamento de guardas naciooacs
da villa de Garanhuns, conforme requisitou o
respectivo cominaiido superior, em officio de 9
do corrente, sob n. 57. Commuuicou-se ao
comman lante superior respectivo.
Di lo ao commandanle do corpo de polica.
Defenndo nesta data o requenmento, em que
francisco Soler de Mondonga pede ser alistado
no corpo, sefb seu commando, recomrneudo a V.
S., que o mande inspeccionar de saude, com-
murncando-me o resultado, para se proceder ul-
teriormente.
Dito ao mesmo.Pode V. S. mandar engajar
no corpo, sob seu commando, o paisano Porfirio
luedes de Ouveira. 0 qual [ni julgado apto para
o servigo como consta do alicatado annexo aoseu
OlBrio, desta dala, sob n. 465.
pito ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. pagar ao alferes do 8U batalho
de Infantera, Semeo Corr-ia Lima, conformo
indica a contadura dessa thesouraria, r.o pare-
cer, a que se refere a sua informago, de -j7 do
corrente, sob n. 55, smente a quanlia de 30*
res, proveniente do aluguel de casas por elle
oceupadas, em differentes localidades, no centro
da provincia, visto como dos documentos, quo
devolvo, e quo vieram annexos a sua citada in-
formago acham-se alguns viciados.
Dito ao mesmo.Man le V. S. pagara Manoel
Ferreira Acioli. conforme requisita o chefe de
polica, era officio de 27 do correle, sob n. 13
a quanlia de ll-gOOO ris, despendida, como s
v da conta junta, com o sustento dus preses po-
bres da cadeia do Ouricury. no mez de setembro
ultimo.Cummiinicou se ao chefe de polica.
Dito ao mesmo.Devolvendo os papis, que
acompanharam sua informago de hontem. sob
n. 198, recomrneudo a V. S, que mande pagar
ao capnao do 8o batalho de intentara, Jos Ro-
drigues Soares, a quanlia de 18$0u0 ris, pro-
veniente do aluguel da casa, em que residi era
Garuara, quando all esleve em diligencias po-
liciaes, nos mezes de abril a junho deste anno.
Commuii'cou-se ao commandanle das armas.
Dito ao mesmo.Em vista das coritas junias,
mande V. S. pagar a C. Slarr t C, a quanlia do
uJttfl KM r?., e a Paulo Jos Gomes a de OOgOHO
rs, omque importan) urna grade de ferro, urna
fecnadura e quarenta travs, por elles iorneci-
das. para a obra da casa de detengan, devendo
essei pagamento ser feilo, quanto antes, e em
apolices.
Dito ao mesT.o.Era vista dos documentos
juntos, que me foram remellidos pelo comman-
UantadflS anuas, com officio de hontem. sub n.
H-iO, mande V. S. pagar a quanlia de l30UO j?.,
em que importa o aluguel das casas em que re-
sidi o lenle quartel mustio do 8o batalho do
infamara, Manuel Ferreira da Fonceca Lyra,
quando destocado com o seu batalho no centro
da provincia em dellgencias puliciaes.Comrau-
nicou-se ao commandanle das armas.
Dito ao juiz municipal do termo do Seri-
nbem.Respondo ao seu officio, de 23 do cr-
reme, em que Vruc. solicita, que se mande pro-
Ceder aos reparos, de que precisa a cadeia desse
lernio, declarando-lhe que, por ora, nao com-
portom os cofres provinciaes semelhante despe-
za, a qual se far, logo que fr possivel.
Portara.O presidente da provincia, atten-
dendo ao que requeren o professor publico de
nstrucgo elementar da povoaco de Pona do
l'edras, Jos Francisco de Souza, e leudo em vis-
ta a informarlo do director geral da inslruccao
publica, ouvidoo conselho director, resol ve co'n-
sidera-lo habilitado para perceber as vanlagens
da art. 26 da lei n. 3C9 de 14 de maiode 1835.
Communicou-se ao director geral du inslruccao
publica.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao director geral da secretaria de esta-
do dos negocios da justiga. Em cumprimento
de ordem de S. Exc, o Sr. presidente da pro-
vincia, aecuso a recepgo da communicaco.que
V. Exc. Ihe fez, em 22 do corrente, do que S. M.
o Imperador, por decreto da mesma data, houvo
por bem declarar de nenhum effeto o decreto,
de 11 de setembro ultimo, que remover o de-
sernbargador Jos Candido de Ponles Vergueiro
da relago do Maracho paras a desla provincia
Fizerara-se as necessarias communirages.
Dito Ao mesmo. De ordens de V. Exc. o Sr.
presidente da provincia aecuso recebida a corn-
municago, que V. Exc. Ihe fez era 12 do cor-
rente tic que S. M. o Imperador, houve por bem
por decreto de 9 do mesmo mez. exonerar o de-
sembargador desta provincia Caetano Jos da
Silva Santiago, do cargo de procurador da roda
e fazenda nacional da mesma relacao. Fize-
ram-se as convenientes communicai;es.
Dito ao mesmo. De ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, aecuso a recepgo da
comniunicago que V. Exc. Ihe f z em 22 reme, de haver S II. o Imperador por bem no-
meado por decreto de 20 do mesmo mez, o juiz
de direilo Jos Pereira da Cosa Molla, para ura
lugar de desembarg*dor da relago desta pro-
vincia, ficando sem effeito o decreto de 11 do
setembro ultimo que o nomeara para a do Mara-
nlio.Fizeram-seas communicages do estro.
Dito ao director geral da repartico de mari-
nha.OExm. Sr. presidente da provincia manda
aecusar o officio que Vmc. Ihe dirigi em 22 do
crrente, communicando que se offiriara ns mes-
ma dala, ao Exm. ministro da fazenda, afim de
que no crreme exercicio. e por meio da verba
obrasse continu a abonar ao inspertor.do
arsenal de marinha ElisiarioAntonio dos Sanios
a gratificago de l:200S.annues, que Ihe fi con-
cedida em aviso de 7 de dezembro de 1853, por
achar-so encarregado da administraeflo das obras
do raelhoramento do porto.Commnicou-se ao
inspector da thesouraria de fazenda e ao inspec-
tor do arsenal de marinha.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S. que. visia da informago do inspec-
tor da ttiesouraria de fazenda, de S9 do corren-
te. pode ser concedida a prorogago de prazo
peoido por Miguel Paulo do Souza Rangel, para
pagar os dinheiros inherentes ao titulo de es-
crevenle do palro mor, mas que nao licito pa-
garen-se ao mesmo escrevente vencimentos.


MARIO DE PEHNAIfBTJCO. SAURADO 3 DB NOTEMBRO DE IS60.
0)
cmquanlo nao sitisflzer o imposto dos referidos ; No mesmo dia iei encontrada, na ra Au-
direitos, o que V. S. Ihe far constar. gusta, urna mulata escrava enforcada em urna ca-
l)to an inspector da^lliesouraria de fazenda. marinha, onde fra recollaida amarrada par ter
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin- sido aprehendida de urna fgida em que an-
da, transmiti a V. S. o Incluso officio de secre-
, taria da fazenda,a qu acompanham alguns tem-
plares da circular n. 61, que nelle se aecusa.
DESPACHOS D0 DU 30 DE OUTUBRO.
Requenmentos.
1,099.Anglica Mara da Concoicao. Infor-
me o Sr. director do arsenal de guerra.
3,000.Antonio Jacinto > Borges.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
3,001Beato Joaquina Gomes.informe o Sr.
director das obras publicas declarando a razo
porque nao se pagou a quantia que o supplican-
te pede pela respectiva consistalo.
3,002 C Starr & CDirija-se ao Sr. inspec-
tor da thesouraria provincial.
3,003.Emilia Fausla Menna da Costa.Infor-
me o Sr. director geral da inslrueijo publica.
3,00i.Isidora da Costa Rocha. Informo o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
3,005.- -Jonh Donnely.Satisfaga o supplican-
te o que exige oconselho de campras navacs na
nformaco de 26 leste mez.
3,006.Jos Fernandes Monteiro.0 suppli-
cante ser altendido em poucos dias, para o qno
se deve entender com o Sr. inspector da thesou-
ria provincial.
3,007.Joo Tiburcio da Silva.Passe-se por-
tara.
3,008. Jos Francisco de Souza.Passe-se
porlaria na forma requerida.
3,009.Paulo Jos Gomes.Dirija-se ao Sr.
inspector de thesouraria provincial.
GOMANDO DAS ARMAS.
Quartel lo coininanilo das armas
ean Pernambuco, na eidade do
Reeife, 31 de outubro de IHtt).
ORDEM 00 DlA N. 35.
O coronel commagdante das armas determina
que amauha 1" d*tiovembio, tenham execucao
as seguintes disposicoes do governo, que Ihe o-
rom communicaJas em ofQcios do qoarlel gene-
ral do exercito, datados de 15, 20 e 23 desle
mez:
1.a Quo por aviso do ministerio da guerra de
12 do mez que hoje analiza, se encarregou ao
Sr. majordo 9o batallado-de infanlaria llercolano
Sancho da Salva Pedra, de organisar e comman-
dar interinamente o corpo de guarnicao desta
provincia, creado por decreto n. 2,662 de 6 do
dito mez.
2." Que por decreto de 17, oi transferido para
a 5.a compatahia do 8o batalhao de infanlaria o
Sr. capitao Benedicto Jos de Barros, do 5o da
inania arma e d.iqu-lle para a i." compatahia
deste o Sr. capitao Jos Muniz Tavares.
3.* Que por decreto de 20, foi transferido do
0 para a Ia companhia do corpo da Ruarnico
do Amazonas o Sr. capitao' Joo Manoel Fo-
. rindo.
4.a Quo por aviso do mesmo ministerio datado de
18, forana transferidos osSrs. teiiente Jos Ma-
M.moclda Silveira, alferes Candido Rodrigues de
Barros c qoariel-meslre Jos Caetano da Silva,
todos do 10" batalhao de infanta ra, o primeiro
para o 3o, o segundo para o 12, ambos ila mes-
nia arma, eo teroeiro para a lileira do corpo da
gtiaroic&o fixa de Minas Geraes.
5.a Finalmente, que por aviso de 18, ludo des-
le mez, foi transferido do 7 para o 9o balallaio
de infanlaria o Sr. alferes l'edro de Alcaulira
Tiberio Capislrano, e deste para aquello batalhao
o Sr. Alfredo Policarpo Jorge de Campos.
Os Srs* oOiciaes cima mencionados, que lena
de seguir com destino sos corpos que se acham
no sial da provincia, devem car desligados dos
corpos em que eslo servando, e promptos a par-
tir no primeiro vapor procedente do norte.
O mesmo coronel rotnmatiilante das armas de-
termina, qoe no dia 2 de noventbro praximo vin-
douro, se passe revista de naoslra aos corpos mo-
vis do exercito c companluas asoladas aqui
ex-tenles, pela ordem sog>aiule :
As 6 horas a companhia de artfices; as 61/2
ao batalhao de arlilharia a p ; as 7 ao S o as
7 1/2 ao 9o ; as 8 ao 10, lodos de infanlaria; e
as 8 1/2 a companhia laxa do ravallana.
AssignadoJos Antonio da Fonceca Galvo
Conforme.Antonio Eneas Gustavo [Galvo,
alferes ajudaule de ordens interino do cora-
mando.
2 de novenabro.
ORDEM DO DA N. 36.
O coronel commanJanle das armas determina,
que o Sr. lente Joaquina Fabricto de Mallos,
Oque deslgalo do 9 batalhao de infanlaria, a
contar do da 31 do mez prximo lindo, era que
dava.
Informam-nos que enforcara-se com as cordas
com qiae eslava amarrada 1
Qoarta-feira tarde, ne becco do Padre, foi
estaqueada urna mtalher pelo proprio marido, que
nusdizem ser desertor do exercito.
As faccadas nao forara morlies, lelizraenle,
sondo preso o delinquente.
Recebemos noticias do Ex Orinadas em 5
do mez passado.
A comarca, de que essa localidade aura termo,
continuara em tranquilldade.
A secca crescia de intensidade, trazendo aps
sia caresta dos gennrss alimenticios, e igual-
mente a retirada de grande numero de morado-
res daquellas paragens.
A 30 de setembro havia chegado ao Ex o Dr.
jitizdo dlreilo da comarca Antonio Buarque de
f.ima ; e no primeiro do seguinte mez enlrouem
exercicio.
O Sr. Dr. Buarle preteudendo fizar sua resi-
dencia em Uuricury, nao seguio com ludo logo
para ah por falla de cavallos para a sua condc-
elo o por acharem-se tarubem as estradas n'uma
quasi intanstabilidade.
Por decretos de 16 do crreme, foram no-
meados para a alfanlega desta eidade :
Ajudante do inspector, Luiz de Carvalho Paes
de Andrade.
Claefe de primeira seceo, Francisco Sergio de
Mallos.
Dito da segunda Jacome Geraldo Maria Loma-
da de Mello.
Dito da terceira Faustino Jos dos Santos
Primeiros escripturarios : Florencio Dorain-
gues da Silva e Joo Carnero Lins Sonano.
Segundos dilos : Luiz da Veaga Pesada, llenri-
qiin Soares de Andrade Brederodes, Julio da Sil-
veira Lobo, Manoel Caldas,Barretto, Joo Fran-
cisco Regis Quinlella, Francisco de Paula Lopes
Reis, Maximiano Frmeisco l'eixo'.o Duarte, Ti-
burcio Valeriano dos Santos.
Terceros ditos : Joaquim Podro dos Santos
Bezerra, Joo Duarte Carneiro Monteare, Jos
Alfonso dos Santos Basto, Manoel Gomes de S.
Joo Jos Ferreira de Fara, Joo Ozorio de Cas-
tro Macicl Monteiro, Jos Francisco dos Santos
Miranda, Caetano Gom-s de S, Domingos das
Neves Teixeira Bastos, Godofredo Henriques de
Miranda.
Segundos conferenle : Marcelino Antonio PeA
reir, Joaquim Ignacio do Camino Mendonca,
Jos Miguel de Lyra, Joo do Freitas Barboza,
Jos AITooso Ferreira, Jos Maria Cezar do Ama-
ral, Jos Taiomazd'Aguiar Pires Ferreira, Carlos
Augusto Lins do Souza, Benjamn Peres de Albu-
querque Maranho e Jos Thomiz de Campos
Qaaresma.
Ajudante do slereomelra, Joaquim Ignacio de
Barro; Lima.
Quarlos escripturarios : Joo Antonio da Silva
Pereira, Antonio Luciano de Moraes da Mesquita
Pintentel, Vicente Tiburcio Ferreira MalangUOZO,
Frederica Carneiro Leo, Joo dos Santos Porlo,
Joo Bernardo Diniz Pessoa, Bazilio Baptisla
Furtado, Pedro Jos do Reg Maia, Ioaqiaam Albi-
no de Gusmo, Luiz Antonio Rodrigues de Al-
na eid a,
Ajudante do porteiro, Manoel Simpltcio Correa
Leal.
Commandante da companhia de guardas, Joa-
quim da Cuoha Figueiredo
OfRciaes de descarga : Jos da Barros Lima'
Joaquim Jos Ferreira Penha. Jos Francisco de
Mallos, Francisco Rodrigues Pinheiro, Joo
Eduardo Pereira Bordes, Manoel Felippe do Car-
rao Nones, Alexandre Correa da Silva. Joo Mo-
rera de Mendonca. Jos dos Santos Liges, Jos
de Santa-Anua. Felippe Antonio Teixeira de Al-
buquerque, Flix '"aes da Silva Pereira, Manoel
Joaquina Paes Barretto. Joaquim Alves da Silva,
Manoel Francisco Schafler, Antonio Machado Pe-
reira Vianna, Silvero Joo Nepomuceno Bislos,
M>rioeI Jos do Aloinida Soares, Manoel Joaquina
de Souza Viegas. Geraldo C rrea Lima.
O nosso compatriota Joainim de Almeida Por-
tiagal. Io lenle da armada e director das oons-
trueces navaesdo arsenal da mariuha da Bahia,
que est actualmente com licenca em Londres,
fui encarroado pelo Sr. Esteves y Ramos de
tonio Raimundo de Lima, sua senhora e f ilho
menor, Maria Jacinlha de Campos
Passageiros do hiate brasileiro Sbrateme,
?indo do Acarecta : Antonio Xavier de Castro e
Silva e t criado, Casimiro Jos de Freitas.
Matadouro publico :
Matarara-se no dia Io do correte para consu-
mo desta eidade 55 rezeg.
No dia 2 do mesmo 78.
MoilTALlDAriE DO DIA 1 !
Joo Duarte do Reg, branco, solteiro, 38 annoi,
astrrma.
Josepha, prela, escrava, solteira, 50 annos, gas-
tro entrate.
Anna Bernardina de Sena, branca, solteira, 50
annos, hepatite complicada.
Inedina Mara Guimnrcs, parda, solteira, 18 an-
nos, tubrculo pulmonar,
Maria, parda, escrava, 20 dias, angina.
Flix Benigno, prelo, solteiro, 40 aunns, eodo-
cardito.
2-
Maximilla, branca, 3 annos, convolsoes.
Bernardo Jote Barrelto, branco, casado, 45 annos,
estupor.
Virginio Candida Figueiredo Camargo, branco,
solteira, 17 annos. Cubre intestinal.
Marta, parda, 2 annos, pneumona.
Jos, branco, 6 annos, sarampo.
Silvano, preto, escravo. solteiro, 22 annos, asplai-
xiado. .
Daogo, prelo, escravo, solteiro, 60 onnos, hepa-
tite chronica.
Servula Vic.orina do Naseimedto Guimares;
parda, casada, 20 annos, phlhisca.
Francicco Joaquina do Nascimento, branco, viu-
vo, 70 annos apoplexia cerebral.
Carlota Calharina de Mello, branca, viuva, 52
annos. intente.
Hospital de caridadk. Existem 56 ho-
inens o 51 mulheres nacionaes; 6 homens es-
trangeiros, total 113.
Na totaldade dos doentes existem 40 aliena-
dos, sendo 30 mulheres e 10 homens.
l'oram visitadas as enfermaras pelo Dr. Sar-
ment Fillto s 6 1/2 horas, pelo Dr. Dornellas
as 7 1/, e pelo Dr. Firmo, s 4 horas da tarde
de hontera.
Commimicados.
Constaitdo-me quo se lem propalado que es-
crevi cartas para Garanhuns solicitando volac.o
para um candidato que aprsenlo deputaco
geral, e guerreando cruatnenle oulros quo so diz
serem apresenlados pelo governo ; e sendo sso
urna falsidade revollante, porjuc a ninguem,
qur do Benito, qur de Garanhun--, lettho cs-
cripto nao s sobro os candidatos j condecidos,
mas tambem em relaco aos que por ventora pos-
s am ainda apresentar-se : provoco por este jor-
n al a exhibico dessas carias, ou menco das
p essoas a quena fotam ellas dirigidas.
S deste modo poleri ser averiguada essa
historia de crua guerra, oa desvanecida a im-
pressao que tal falsidade pode dexar em meu
desfavor, supponio se que me jtllgo lio relacio-
nado na provincia, que pretenda destruir candi-
daturas, bent apadrinhadas, para fazer vingar ou-
tras que me agradam.
Recife, 31 de outubro de 1860.
/. Pedro Barreio de Helio llego.
peraole administracao da provincia contra esse
digno ciladc, sendo, conforme charro, esse re-
curso empregalo pele juiz municipal ; mas o tc-
nente-eorcnel Bezerra superou todas as difBcul-
dades e venceo I
Preiextou-se que esse Tencmento provira da
conserwacao de um oolegado, que era amigo do
Sr. Bererra e elle foi demiltido I
Chamamos, porm, a aliengo do gorerno para
essa situacao deploravel, qiae se acham redu-
ztdos os conservadores de Grvala e Bonito, j
quo o governo conservador, e nao deve ter tu -
teresse em ergner os seus adversarios, com pre-
juizos dos amigos, que, confiados em sua gran I
maiora, s desejam neulralidada da polica,
cossago das violencias queso praticam.
O governo, conservador come nao pode ter
interesse om que seus amigos sejam comprimi-
dos, para predominar os adversarios. Se preci-
so eleicao de amigos do governo, cora seus ami-
gos que deve ella ser feita, -e nao com os ad-
versarios: se isto, por motivos de ordem parti-
cular, nllo desejam esses amigos, nao motivo
para que os conservadores da comarca do Bonito
sejam sacrificados motivos pessoacs empregan-
do-se meaos do dar ganho de causa aos lib^raes,
onde legalmente nao podem elles consegui-lo.
Rogamos de novo a allenco do Exm. Sr. pre-
sidente, e do Sr. Dr. chefe de polica para as fre-
gueziasde Bonito e Grvala.
O vencimento dos conservadores infallivel
nessas rreguezias porque lem a maioria da popu-
laco, e as mezas; mas, como homens de ordem
e do governo actual, no querem lulas com os
agentes do governo, nao querem arriscar a tran-
quilladado (intilica.
Liberte, pois, S. Exc. essas freguezias da com-
presso em que acham-se, embora mantenha
as posices dos liberaes, com tanto que a elei-
Co futura seja feita lvre e desalfombrada de
ameacas e oslenlaco do torca ; |>e s o que
desejnm os seus pacficos habituales.
23 de outubro de 1860.
Publicacea a pedido.
A associaco Po iu|r de Soccorros Mutuos,
tendo procedido no da" M do correaate a eleicao
para a nova admi'ii.*traco que lem de dirigir os
traballaos sociaes no anuo que lem de correr do
Io de novembro d'slo anno ao ultimo de ouln-
bro de 1861 : for.im eleilos :
Director.Angelo J-os Tlaenaoleo.
Vire-director. -Joo Xavier o Silva.
Primeiro secretario.-*Joao Franrico Marques.
Segundo dito --Francisco Manoel da Rosa.
Vice-secretario.--Manoe.l Marinlao de Souza P-
mentel.
Dlo.Alfeo O Ion da Conha Goianna.
Orador.--Joaquim BorgrS Carneiro.
Tliesonreiro.--Jos Francisco Brando.
Procurador do Rectfe.Paulino Jos de Saula
Anna.
Dito de Santo Antonio.- -Franciso Semeao Ri-
beira.
Dilo de S Jos Vctor Angelo Gregorio.
Dito da Roa-Vista.Manoel Benedicto do Espi-
to Santo.
Vogaes.
Barcellar Jos Teixeira.
Manoel Jos da Assumpeo.
Jernimo MelcU'ades Ferreira da Silva.
Aug'isto Jos Teixeira
Joo das Virginia Motta.
Manoel Gomjalves Guimares.
Jos Joaquim Ramos.
Olegario Francisco Mendes.
Manoel tfalarhiaa Luiz de Almeida.
Candido Jos/a de Goes Telles.
Jos Fernandes M areira.
Miguel Adrehanjo Fraterno.
Francisco de Paula e Silva Lins.
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A noite conservou-se clara al as 12 horas e
depois lornou-se nublada, o vento estove fresco
at as li horas e depois recular c assim ama-
nheceu.
0SC1LLACA0 OA MAR.
Preamar a 19 la 20' da raanhaa, altura 6.2 p.
Baixamar asi h 30' da tarde, altura 12. p
Observatorio do arsenal de marinha 2 de no-
vembro de 1860 romvvo stepple.
160 esleirs.
100 graratas de sola de lustre.
100 mantas de la.
4." batalhao de artilharia.
3128 bolees grandes de metal amare!! cora
on. 4.
2082 ditos pequeos de metal amarello com
o n. 4.
Companhia de artfices.
grandes de metal amarello com
metal amarello cora
Editaes.
Tem-se escriplo a sabor, e desde, muito sobre
os negocios eleiluraes de Goianna, sera que um
s amigo officioso, ou sincero, do Exm. Sr. Dr.
Antonio Alves de Souza Carvalho sahisse a cam-
po, defutidendo os seusinteresses
Enlo, como agora, havia conveniencias a guar-
dar acerca de ludo quanto relativo aquella lo-
calidade.
Essas conveniencias existem anda, mas nao
chegatn ao ponto do abrigar o autor do presente
communieado a dexar qoe se mystfique, e Cal- Agotlinho Ifermes de Santa Auna,
seie a opinio acerca da candidatura daquelleca- j Galino Joaquim Gomes,
valheiro. Francisco Jos de Almeida.
Um pseudo-eleilor do crculo do norte, encar- Jfs Nicolao Ferreira.
regado aqu de advogar a causa Alfredo, na au- Joaquim Gregorio dos Res,
seucia doste, declara quo as sympalhias, com Commisso de coiatas.
que se desvanece de contar o Sr. Dr. Souza Car-
valho, nao sao sufOcientes para elege-lo por
aquelle circulo.
Nao isto exacto. A provincii inleira sabe
Buenos-Arres, que obteve o privilegio da nave- 1"e se as cousas do referido circulo corressem
gaco vapor no rio Sala lo, de organizar na- i sornente por cotata das influencias loeaes, o Sr.
Dr. Souza Carvalho, forte pelos poderosos wnju.
sos dos seus prestrnosos amigos das camjrcpjSjge
Nazarelh, e Goiunna.oDn.iQ?pfcisa candidatura.
Demitlam-se as autoridades policiaes da co-
marca de Goianna. especialmente as da eidade
deste nome, as quaes esto tntearamenle devota-
das aos inlercsses do Sr. conamendador Joo
Joaquam : abranja a desttaco lodos os destric-
los, sem excepjau das autoridades nomeajas at
.esta data; mande sua Exc. para all autoridades
de 9 0,, e as pra'lMiM q*>essa navega, o (f terminantes para man-
interessa um. exleosa de *0.le<'; P"" C0J I ter a paz, somente a paz publica, contra' grecase
n.sacao e cultivo O mkf[M^ troyanno's que a quizosem perturbar, pol.tca
o se ico da coTnJa- & adoptavel em tama localidade. em que to-
quella capital urna companhia para realisar esta
importante empre/.a, que, gracas as rantagens
reaes concedidas pela Confederao Argentina, e
a juoi--n........ ...........
lo Sr. Portugal, que all lem vivado mullos an-
nos, caminlaa para um resultado mu satisfac-
torio.
O Ro Salado navegavel om urna extenso de
10U leguas at a provincia do Sarlo. O governo
seguio para a provincia do Par a-reunir-se ao.da Coo*;edWaeao "concedeu a empreza a garanta
batalhao IIo da mesma arma a que lacou perlen-j (1e (J 0 0- nravlll(.liVS 5 qi,ci0essa navega,;o :
cendo.
O mesuro coronel faz publico, que approvou o
engajamenlo qoe no dia 27 do mez uassado con-
trario para servir por naais seis annos, nos ter-
mos do decreto e regolamcnto do Io de naaio de
1858. o cabo de esquadra da Ia companhia do
4" batalhao de artilharia a p Manoel Francisco
Adrin.
Assignado.Jos Antonio da Fonteca Gilva':
Conforme..4nIonio Enea* Gustavo Galvo,
alteres ajudante de ordens interino do commando.
PERNAMBUCO.
.Antonio Macano de Assis.
Elizlnrio Gomes de Mello.
Theodoro Antonio de Jess Borges.
Commisso de beneficencia do Recife.
ZeCerino Jos de Santa Auna.
Joo Baptisla da Silva.
ttjfWUlJtJiWMa nla-SiUr^^ o0 ^.... ...._
Luiz Jos de Franca.
Manoel Antonio Pereira.
Pedro Justino da Fonseca Barroso.
Commisso de beneficene'-- ** *****
Luiz Gon/.aga de Menozee-
Francisco Xavier 'la Cruz.
Benjamn Cnraafissau de beneficencia da Boa-Vista.
Lino Viarra.
Januarijrj Pereira do Nascimento.
Jostj/Joaquim Ramose Silva.
S/ecretaria da Associaco Popular de Soccorros
Mu|uos 30 de outubro de 1860.
Bernardlno de Senta Ribeiro,
1. secretario.
REVISTA DIARIA-
No dia 31 de jullao ultimo leve luffar, na
Ctdade de Crac tas, entre a nossa legaco e a
; .-'taria das relaces exteriores da repblica de
Venezuela, a trocados instrumentos originaes da
ratificarn do tratado de limites e naveg-icao llu-
vial, qie fra celebrado em luaio do anno^ticoes, com
passado anire aqiella repblica e esle im-
perio.
Em face do disposto no art. 1 desse tratado, o
.raosilo commum dos habitantes e das embarca-
rles do ambas as nacos acia 1-se depan lente da
organis cao de reguiamentos Oseaes e policiaes.
que ellas" devem publicar ; mas o nosso encarre-
gado de negocios all, o Exm. Sr. Pilipe Jos Pe-
reira Leal, para obviar os inconvenientes da dNV
mora que'possa nisso ha ver, e quer-ndo alm
disto dar urna prova referida repblica o aquel-
la di Nova-Granada da poltica franca e genero-
sa da governo brasileiro para com as repblicas
vizinhas, lomou sobre si a responsabilidad.* do
principio de exntelo do indicado tratado, tole-
rando desde | 0 reciproco transito, pela fronte i -
ra do Cucuhv. das pessoas o pe juenas embarca-
urna e outra parle contra-
inelade dos que pagam actualmente.
Alm destes grandes favores o governo subscre-
veu 10.1,000 palaQoes para formac&O r'o capital da
companhia, e mandou Inglaterra o engenhoiro
que explorou o Rio em companhia do concessio
nario.
desta maneira que os paizes novos se podem
desenvolrer, e senlimos que esla lieco uos seja
dada por um fisiono que nao eslava no caso de
da-iaL
Poraue tambem aquelle nosso official nao e
aprove lado por nosso governo na inelle reino ?
A reparlico da marinha e da guerra poderiam
lucrar mullo se o conservasse alli como agente
para as compras necessarias essas duas repar-
o aove realisariam grandes ccono-
que
mtas,
Deve sahir da Baha para o Maranho no
dia 8 do correte o vapor de guerra Slag, que
rai alli tambem concertir o funio.
Toca neste p'prio para rceber praltco para so-
laveato.
DizoJoritai da Baha de 25 do passado
que a crvela oits deJallio, ha poucos das che
gada do Rio de Janeiro, fot considerada era pe3-
simo estado pela ccmmissode peritos do arse-
nal, porqu as cavernas eslo podres, e o seo fa-
btieo c avahado em 70 8') contos de ris.
de lastimar que os nossos melbores vasos de
guenaA vo assim acabando-se, sera serem subs-
tituidlas por oulros.
OtExrr.. Sr. ministro da marinha deve Hender
Goianna.
O esplendido triumplto alcancado era Ilambr
contra o apoio pronunciado di polica, a garan-
ta mais significativa do que acabamos de di/.er.
Montadas como as couas estn, contra os in-
lercsses dos amigos do Sr. Dr. Souza Carvalho,
elles, cidados pacficos, qoe teem horror ao san-
gue, s podero vencer com extraordinario es-
forc, como o que foi enrgicamente empregado
pelas influencias naturaes de Pedras de Fogo.
Se o falso eleitor do circulo do norie quer con-
vencerle disso. inlico-lhe um roeio seguro ;
peca a dftStituic&O das actuaes autoridades poli-
ciaes da comarca, e a sua substiluico por auto-
ridades independentes, c que nao estejam apai-
xonadas : consiga tambem a a6slenco da alta e
prestigiosa induoucia, que por motivos, cujo va-
lor nao posso apreciar por falla de informacoes
insuspeitas, goe.rreia com todas as forCM a can-
didatura do Sr. Dr. Carvalho, a quem intrigas
constantes e bem lecidas loruaro quasi impos-
svol perante aquella influencia : ponha as cou-
sas nesse estado, e saber enlo o contemporneo
de que lado est 3 verdade, qual o candidato
das* sympalhias populares.
Os amigos do Sr. Dr. Souza Carvalho nao dese-
jam mais.
Isto assegura o
Alfa 11 de;
RenJimento do dia 2 .
;a.
22:4183485
cues pertencentes
tanle.
Por sua parle o governo de Venezuela compro -
tnelte-se mesma tolerancia, como prova e co-
naeco das boas relac/acs, que tanto deseja cul-
tivar.
O Exm. Sr. Pereira Leal, ionio ltimamente
sido escolhdo para dirigir a leaco brasileirs
cm Mad'id, e dando-lhe o governo imperial por
uccessor o Exm. Sr. Antonio redro de Carvalho
jjoraes. de esperar que os mesmas boas reli-
<-5cs sejam por elle manlidas, e que a nnssa po-
ltica para com esses conterrneos conse-rve a
franqueza c lealdade, que a lem al hoje carac-
lensado. .
__Damos hoje no lugar proprio deste aario o
rculamento das alfandegas. publicado por occa-
sio da nova forma, que acaba de dar-lh.es o go-
verno imperial, fundiudo nallas os consulados
frpraes.
_ No dia 31 do passado, houve effectivamen-
4e lugar, na sala das sessoes do tribunal do jury.
1 audieracaa geral de. oncerranaento 00 correicao,
que abrir eesta comarca o Sr. Dr. juiz do dtrni-
0 da primeira vara c.iminal, Bernardo Machado
da Cosa Doria.
Esta audiencia foi assnz concorrida por empre-
ados de juztica. cuja assistencia era indeclina-
vel ; efoi encerrada por mero da lealura de um
imp'portarile provimento geral.
Foram nella publicadas algumas colas e
despachos, laucados nos ttulos com quesarvera
dilTerenles enapregdos le justic.a os seus offl-
cios : uan elle uso provimento lancado no lrvro
. receita e despajas da Ordem Terceara de
8 Francisco ; e algons oulros cora referencia a
bastante para esle estado da maior parto delles,
e providenciar com a refiexo quo o caraclcrisa.
Na nyunilia de guerra repousa a nossa forga e
uifliiftncia no Rio di Prala, e sem ella seremos
and-aNmais ludibrados pelos nossos inquietos vi-
si nhotaV^
no mesmo Jornal de 26 :
he presos. Ilontem pelas 4 l[2horas
ollaram-se os 56 presos que por nao-
va de fiaga foram transferidos da
do Barbalho paraagaldo arsenal
Alnavimento il alfandeara.
Volumes entrados com fazendas..
com gneros..
Volumes sabidos cora fazendas..
a com gneros..
326
484
------ 810
90
39
------129
Descarresam hoje 3 de novembro
Barca inglezaHerciliacarva.
Barca inglezaImogenemerca dorias.
Barca americanaJulia Cobbferro.
Brigue inglez -Vividcerveja.
(Irigue inglez Luna bymercaderas.
Brigue anglez Bedouinferro.
vigue inglezSpyferro.
Brigue inglezSilsam dem.
Brigue inglezByron dem
Brigue honoveriaiioAnneilmercadorias.
Consulado gerali
Rendimentodo dia 2.....1:202^879
esc
Uativ
L
UF.VOL
da tardo
tivo de le
prisao gra
le mariuha.
Felizmonte's acertadas providencias de promp
to lomadas peV) Sr inspector do arsenal coadju-
vadia pelos seu\)udanles e pelo Sr. patro mor
o gente do arserV'. deve-se o ter abortado a eva-
siva que lenlava
F.mquanlo noVinham (
genio armada doslavips
parle da guarda do
nal aoetier em ferros
lenciados, um dos q
no Sr patro-mr, q
se, foi ferido nesse mf
destacaraeolos de
do guerra, foi chamada
ercio, e poderara, (i-
tronco lodos essas sen-
es, correndo um* tacada
felizmente poude livrar-
ilo nem so pela espada
Dii-ersas provincias.
Reudimeaato do dia 2..... 1175*153
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprametilo das ordeus do Exm.
Sr. presidente da provincia, manda fazer publi-
co, que com a data de Io de setembro prximo
lindo, paga-se eaaa apolices toda a divida liquida-
da de obras publicas ; porlanlo sao convidados os
respectivos credores para virera declarar nesta
thesouraria se querem ser assim pagos.
E para constarse mandou afixar o presente e
publicar pelo Diario. Secretaria da thesouraria
provincial de Pernambuco 31 de outubro de 1860.
O secretario, A. F da Annurtciaco.
O Dr. Francisco de Araujo Barros, cavalleiro da
imperial ordem da Rosa c da de Christo, juiz
municipal da segunda vara do termo do Recife.
por Sua Uagestade o Imperador, que Dos
guarde, etc.
Fago saber que pelo Dr. Bernardo Machado da
Cosa Doria, juiz de direitaa da primeira vara cii-
minal da comarca, me foi communieado baver
designado o da 12 do novembro vindouro pelas
10 horas da manlia para abrir a quinta scsso do
jury, qoe Irabsthar em dias consecutivos : len-
do procedido ao soiteio dos 48 jurados que teem
da servir na mesma scsso, em conformidade do
aiugo 326 do regulamento n. 120 de 31 de Janeiro
de 1812, forana sorteados e designados os cidados '
seguintes :
Freguezia de S. Fr. Pedro Goncalvcs.
Flix Joaquim Domiugues.
Joo da Silva Parias.
Pedro Marianno das Mercez.
Joaquina Jos de Sanl'Anna.
Manoel Antonio Ribeiro.
Antonio Jos Carvalho Santiago.
Manoel Lopes l'.odrigues.
Domingos Antonio da Silva.
Freguezia da Boa-Vista.
Francisco Ferreira da Annunciaco.
Antonio Joaquim de Sanl'Anna.*
Joaquim Silvero de Sooza.
Manoel de Caldas Brrelo.
Manoel Ferreira Piulo de Araujo.
Salvador de Souza Braga.
Joo Vieira de Araujo.
Juvenci Augusto de Athayde.
Fregiiozia de Santo Antonio.
Dr. Manoel de Figueiro* Fara.
Domingos Dias dos Santos.
Joaquim Jos da Costa Tavares.
Antonio Augusto Handeira de
Manoel Jos de Ostro Oliveira
Jos de Carvalho da Costa.
Luiz Gomes Silvero.
Francisco Jos de Mello.
Aiilonip T. i v ttira_ilj;i i ya
Jos Antonio Moreira Das.
Teen te-coronel Scbastio Lopes Guimares.
teRu^awsluiftife"oiM"......._
Freguezia de S. Jos.
Antonio Jos Barrozo de Mello Jnior.
Joaquim Jos Tavares.
Jos Paulino da Silva
Freguezia do Poco da Panella.
Jos Bernardino Pora d'e Brito.
Freguezia dos Afogados.
Joaquina Candido Ferreira.
Jos Thomaz Cavalcant Pessoa.
Jos Alves de Souza Rangel.
Fregueria de s. Lourenco.
Dr. Vicente Jeronymo Wandarley.
Jos Francisco de Barros llego.
Luiz Francisco de Barros Reg. .
Urbano Jos1 de Mello.
Pedro Caldas da Silva.
Joo Carnern da Cunha.
Freguezia de Jaboalo.
: Dr. Domingos de Souza Leo.
\ Antonio Pereira da Camera Lima.
1 Pedio Jos Gomes.
Joaquim Corroa de Barros.
Freguezia da Varzea
Vicente Ferreira da Costa Miranda.
A todos os qoaes e a cada una de per sa, bem
como a todos os inleressados em geral, se convi-
da para comparecerem no primeiro andar da casa
que foi cadeia, na sala das sessoes do jury, lano
aao referido dia e hora, como nos mais das se-
guintes cm quanto durar a sesso, sob as penas
da Iei se faltaren!.
E para que chegue a noticia lodos, mandei
passar o presente, que ser lido e aflixado nos
lugares mais pblicos, e publicado pela impren-
sa, e tambem remellar uses aos subdelegados
do h'rmo, para publicaren) e mandarem fazer as
iiolificaejes necessarias aos jurados, aos culpa-
dos e as testemunhas que se acharem nos seus
distrh los.
Recife, 30 de outubro de 1SC0.
Francisco de Araujo Barros.
924 botaos
o n. 3.
588 boles pequeos de
O n. 3.
Quem qifizer vender taes objectos, aprsenle
as suas propostas em caria fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 9 do
correnle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 2 de
novembro de 1860.
z?e7io Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conselho^admlnistrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenlo
'do arsenal de guerra, lem de comprar os objectos
seguintes :
Para completar o fardamenlo dos corpos de pri-
meira linlaa.
Panno mselo alvadio, covados 49 3j4
Tranca de retroz, varas 71.
Fila de la conforme o figurino, varas 37 1/2.
Para a cavallaria de primeira linha.
Luvas de olgodo branco pares 66.
Para a companhia de arlilices.
Caldeara de ferro fundido para 50 pracasl.
Tallaa de barro com p de madeiral. *
Copo de vioro 1.
Prato de lonca para o dilo 1.
Para a casa de delencao.
Camas do ferro com colthoes e'lravesserosl5.
Para o laboratorio.
Papel carliarhinho resmas 8.
Quem quizer vender taes objectos aprsenle a*
suas proposlas em carta fechada, na secretaria
do consella o, slO horas da manha do dia 7
de novembro prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho adminitralivo
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 29 de
oulubro de 1860.
Dent Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Directora geral da instrueco publica
de Pernanibuee."
s.
! Mello
araos.
dosnnzento da g.il.coineAor urna furte cactalada
que Ihe deu urna praca doTrsenal.
Nenhum dos presos anti^Je arsenal leve par-
leve parle emaenaelhaute uHtira.
Parece que seria naais acertado rcmette-los
para Fernando do. Noronha.arfato serem to tur-
bulentos ; e agora que o vapet itag lera de se-
guir para o Maranho ver o'fundd, sala a
opporiutaidade, pois essa Ilha-fea-lhe em catni-
nho.
Por idntico motivo foram para,,alli remellados
ha torrrpos 3! dos mais turbulenta da cadeia do
Recife
Foram recothidos casa de detefclo nos daas
eS-"Na0auinta-eira l." do correte foi tirada da 191 do "pwsuoV 1 de novembru^coTroiale 12
- '-'-s. homens, sondo: livres 5, escravos 7,"i saber : a
ordem do Dr. chote de polica 4, s^prdem do
agua, as proximidades da ponte dos Afogados
urna prela escrava, que naquello poni se alara-
ra no dia anterior, aaegundo sesuppe, visto qoe
nelle so ausentara decasa.
Cre-se quo esse acto de desespero fra devtdo
5 mos tralos, qua Ihe infligiam os proprios se-
nhores.
Dr. delegado do l." districlo 4. a orda&do sub-
delegado do Recife 1, a ordem do I
Antonio 1, e a ordera do de S. Jos 2.
Passageiros do hiate brasileiro Gritido,
vindo *e Assft :Jos Francisco de Oliveira An-
Negodos de Grvala e Bonito.
O modo revollante por que se procede nessas
duas freguezias.com o (im de suplantar a maiora
ali predominante, d lugar que ergatnos um
hrado de queixa perante o Exra. Sr. presadenle
da provincia, solicitando providencias, que de
prorapto romovam as vezaedes e perseguices,
de que eslo sendo victimas os verdadeiros ami-
gos da aclualidadn.
fado conhecido, cousa que ninguera con-
testa, que o partido conservador conslitue i gran-
de maioria dessas frogoozias, e o resultado da
eleicao municipal a prora endent dessa as-
sergo.
Na freguezia de Grvala foi a polica confiada
aos liberaos em 1858 e o subelegado poz desde
enlo todo o sen cuidado em montar a sua genio
e preparar o campo para alcanzar um iriumpho,
que cogitou resultar da violencia e compressao.
Por motivos futeis prendiaiu-se os adversarios
da polica, o recrutantento sobre elles uriieamej-
le recahii, as portas da justnja Ihes forana fecha-
das, o assim eram considerados fra da Iei I as
proximidades da eleiQo as violencia redobraram,
as ameacas appareceram, e om armamento e os-
leniarn de forca foi poslo era accao I
O respeitavel capitao Ferreira, juiz de paz
do lugar, homem pacifico e amigo da ordem,
dirigio-se ao Bzm. Sr. presidente, reclamando
garantas : S. Exc, inleressado como se ha mos-
trado, pela tranqnillidade publica, ordenou ao
delegado do termo, que pozesse for;a da guarda
nacional disposaco do referido juiz do pai ;
mas s.endo isto feit, o subdelegado fez desarmar
essa forca ; no enirelanto que apresentou cerca
do duzenlas pessoas armadas e mesme no acto
da eleicao realisou prisoes !
Tudo. porm, foi baldado, perdeu a polica a
eleicao 1
Era Bonito, corren e negocio quasi que da mes-
ma forma, por parle da juiz municipal e de um
subdelegado nomeado as vesperas da eleicao.
Os conservadores venceram a eleicao, nao obs-
tante diversas demisses, com que so pretendnu
desmorallsar o dosltneto lenente-coronel Bezerra
de Mello 1 Todo o genero de intrigas se fazem
Despachos de expoartacao pela me-
sa lu.consulado desta eidade n
lia 3 de novembro de 180
ValparasoBrigue inglez Cyuthia, A. Irmos,
3 saceos assucar branco.
LiverpoolBrigue inglez Icene, James Crab-
tree & C, 1,000 saceos assucar naascavado ;
Southall Mellors& C, 264 saccas algodo
Bceebetloria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rcndmeulo do dia 2..... 57759(k
O Illtn. Sr. inspector da thesouraria provin-
I cial manda fazer publico que do dia 3 do corren-
; le por diaute pagam-se os ordenados dos empre-
Igados provinciaes, vencidos no mez de oulubro
prximo lindo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 2 do novembro de 1860. O secre-
tario,
Antonio Ferreira da Annunciaco.
Consulado provincial.
Rendimiento do dia 2..... 984JM82
O director geral interino da instruccao publica,
ouvido o conselho director em scsso de 18 do
correle, e de conformidade com o disposto na
le regulamenlar n- 369 de li de maio de 1855,
considera incurso no arl. 99 da citada le, o pro-
fessor particular de instruccao primajia da cadade
do Rio Formoso, Jos Maria de Figueiredo, e
como tal sujeito pagar a multa do rincoenta
mil ris (5OJO00) por se nao haver habilitado com
o exame de vcrilicaco de capacidad prolissio-
nal, e nena requerido a competente licenca ; de-
vendo o mencionado professor recolher thesou-
raria da fazenda provincial a dita quantia de cin-
cuenta mil ris dentro do prazo de trinia dias
contado da dala desle ; lindo o qual ser a mes-
aaaa multa cobrada execulivameale, como se pra-
licacom a divida a.-lava provincial, proveniente
dos impostos. Jos Soares de \zevedo, director
geral interino.
Ds ordem do lllm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia sao convidados
o Sr. Amaro Francisco de Paula c D Auna Joa-
quina dos Pnzeres, para recoiherom immediata-
mente aos cofres desla thesoaarar3, aquelle a
quantia de 253 roas, e esta a de 22$500 rs.. que
se acham a dever do lapdemio correspondente
aos valores das transferencias que fizeram do
terrena proprio nacional im que est edificada a
casa n. 125 da ra Jo Pilar desta eidade em
Fra de Portas, sob pena de se proceder executi-
"".S>-crisafaVAS"!hiSonw" p*mmm
namboco31 da oulubn^va de fazenda de Per-
i,m; t ranciscfd''SmW? ^C)()-
Conselho administrativo
O conselho adnainislralivo, para fornecimente
lo arsenal d,e guerra, tcm de comprar os objec-
tos seguintes :
Para supprimcnlo dos armazens do arsenal
de guerra.
5 arrobas de oleo de linhaca.
5 duzias de laboas de amarello de assoalho.
10 duzias folhas de papel de la seriados.
4 duzias de fearo de plaica com capa de 1 1(2
pollegada.
5 duzias de limas mucas triangulares de 6 pol-
legad is.
5 duzias de limas mucas triangulares de ." pol-
legadas.
2 arrobas de eslanho cm verguinlaas.
400 meios de sola.
1 duzia pelles de lustre.
50 resmas de papel almajo.
50 garrafas de tinta pela para escrever.
8i covados lianella para forro de sellins.
1 hacia de follaa de Flandres dobrada.
Quem quizer vender laes objectos aprsente
as suas paopostas em carta fechada na secretaria
do conselho, as 10 horas da manha no dia 5 de
novembro prximo futuro.
Sala das'sossoes do conselho administrativo,
para foruerimenlo do arsenal de guerra, 26 do
outubro de 1860.
Vento J.is Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel v0gal secretario interino.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas
de 1 o,ooo e 2o,ooo da
emisso do banco.
i iKr(vrrtrrirfi>ritTir
Declaracoes.
Mo vimento do porto.
Navios entrados no dia 2.
Cardiff39 dias, barca frauceza Sphere, de 325
toneladas, capitao Ribes equipagera 16, carga
carvo de podra, a Tissel Freres & C. '
Ass8 dias, hiate brazileiro Gratido, de 43
toneladas, capitao Pedro Jos Francisco, equi-
pagera 4, carga c ra de carnauba e naais gene
ros, a Firmiano Jos R. Jnior.
Terra-Nova43 dias, barca ingleza Prospero, de
308 toneladas, capitn Francia King, equipa-
pagem 15, carga 3,6t0 barricas com bacalhan,
a Johnslon Pater & C.
Ass10 dias, horca brazileira Bebedora, de 439
toneladas, capitao Joo Victoraano de Avellar,
equipagem 14, carga sal ; a Amoriru Irrao.
Veio largar o pralico e seguio para o Rao de
Janeiro.
Acarac13 dia3, hiate brazileiro So6ra/nse,
de 77 toneladas, capilo Francisco Jos da Sal-
va Rales, equipagem 8, carga Carinha de man-
dioca ; e mais gneros ; a C. C. da C. Moreira.
Newport43 das; barca ingleza llersxlxa, de 238
toneladas, capitao James Haverlon. equipagem
10 carga carvo de pedra; a Scolt Wilson
& C.
Marseille 33 das, galera franceza Raoul. de
368 toneladas, capito Gabriel Rodea, equipa-
gem 16. carga vinho o mais gneros ; aTisset
Freres 4 C.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, cunaprindo a ordera do
Exm. Sr. presilente da provincia de 29 de oulu-
bro prximo passado, lem do contratar a paabli-
ca?o dos annuncios para as compras c recolhi-
mentns dos gneros durante o prximo trimestre
de 15 de novembro a 15 de Janeiro de 1861.
Os concurrentes devero offorecor as suas pro-
poslas em carta fechada, na secretara do conse-
lho, s 10 horas da manha do da 12 do andan-
te mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimenlo do aisenal de guerra, 2 de no-
vembro de 1860.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Froiaca'sco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conseibo administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, lem de comprar os objec-
CASSINO POPULAR
D*
MASCARAS EPHAHTAS1J.
NO
MAGESTOSOSALO
tos seguimos: .
10. batalhao de infanlaria.
no
Palacete da na da Praia.
Sabbado. 3 de novembpo.
A sociedade Cassino tem a honra de annuncaar
ao rospoitavel publico, que neste da haver um
sumptuoso baile.
O lllm Sr. Dr. delegadas dignou-so de conceder
licenca para a damas e oavallieisoa, que qoue-
erandes de metal bronzeado cona rem a'presentarera-so rnascarados. ,,.,1,^. .
Ser, como sempr*, observada a boa orden)
harmona, que sompre reinou nos bailes a cas-
438 1/2 covados de panno verde.
50 varas de aniagem
401) varas de cordao preto de laa.
1400 botos
ra n. 10.
900 ditos pequeos de metal bronzeado com
o n. 10.
25 1/2 varas de tranca de la (conforme o figu-
rino
100 bonets.
Sino.
Entrada para dmas gratis
2*000.
para cavalheiros
Principiar s 8 horas da noile.


MUTILADO


TT
(>
kJKlrRIO DE PERNABMUCO. SABBA0O 3 DE NOVEMBRO DE 1860.
TIIEATRO DE S. ISABEL.
COUPiNllli LYMCiDEG.MINANGELl
Sabbado 3 de novembro.
Recita a beneBcio da mui dislincla prima doua absoluta a senbora
GIULIA IBIL B 3C t HIM
Representar-se-ha abellissima e applaudida opera de Verdi em quatro actos :
ERNANI
No entervalo do segundo acto a beneficiada ir pelos camarotes agradecer as pessoas que
lhe fizeram u distincla honra de abnlhantar este espectculo com suai presentas, durante o qual
lempo tocar-se-ha a grande ouvertura (que lano agradou e que foi to bellamente executada
pelos professores da orchesla) da opera de Rossini
iMIMMflDll.
A beneficiada julga intil dizer qualquer cousa para animar a concurrencia, como ge-
ralmente se cosiuma fazer em taes casos; ella lem lido tamas provas de estima e de unanimidade
nos applausos, quesera urna ingrata se duvidasse um s momento, que o mesmo Ilustrado pu-
blico desla ciJade a desamparssse no dia de mais importancia para nm artista.
Os poneos bilheles que nimia existem, tanto de camarotes como de cadoiras e plateas ven-
dem-se desde j em casa da beneficiada ra Nova n. 19, de manhaa das 10 horas al ao meio dia,
e de tarde das 3 as 6.
PIOIXPOeNTIkICEEREI
PELO SENH011
D. Antonio de Macedo Costa,
Bispoeleito do Para.
Bloquate demonstrado do poder
ten:pora 1 do Papa.
Vende seno bairro de Santo Antonio
oas livraria* dos Srs. GuimarSe* & Oli-
veira e Nogueira de Souza & C. ; e no
bairro do Recite na livraria do Sr. Jos
de Mello : preco 2$.

MUID,
Avisos martimos.
PARA
Segu cm poneos das e em dircil-ira parao
Para, o brigue escuna nacional Graciosa, capitao
e pratico Joao Jos de Souza, para a pouca car-
ga que lhe f.ilta trata-se com os consignatarios
Almeida Gomes, Alves & C, no seu escriptorio
ra da Cruz n. 17.
Maranlio e Para,
Segu com brevidade o bem conhecido hiate
Lindo Paquete, capitao Jacinlho Nunes da Costa
por ler paite de sen ca.regamenlo proroplo ; para
O resto e passageiros, trata-se cora os consiana-
larios Almeida Gomes, Alves & C, no seu es-
criptorio. ra da Cruzn. 27.
Para em direitura
O hiale Cora Amigo tom metade do carrega-
mento. e segu em poneos dias ; trata-se com
Margues Barros & C, no Corpo Santo n. 6, ou
cora o capilao Pereira Marinho.
Para o Rio de Janeiro
segu em poneos dias o veleiro patacho nacional
Julio ; para o resto da cara que lhe falla
trata-s cora os seus consignatarios Azevedo &
Mendes, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Porto p>rLisboa.
Vaisahir cora brevidade para o Porto cora es-
cala por Lisboa, o briiue portnguez Promplidao
II, frralo e encavilhado de cobre, de PRIMEI-
RA MARCHA ECLaSSE: para carga e passagei-
ros, para os quaes tem excellenles eoramodos,
Irata-se com Elias Jos dos Santos Andrade &
C, na ra da Madre de Dos n. 32, ou com o ca-
pitao.
aparadores, candelabros, lanternas, obras
prata o muitos nrtigos de luxo o precisao.
Principiar as II horas em ponto.
de
LEILAO
phosplioros
o
gue
COflPAMIA PK V4JlullAAA
vapor Ig'uarassl'c'omtk'it'drtw muren,! '*-
viagero para osportos do norte at o Ara-
ran, no da 7 de novemhro s 5 horas da tarde.
Recebo carga para o Acarac, Cear e Ara-
caty nos to 30 al 2, para o M,cau do
Assu Rio Grande do Norte e Parahiba, nos dias
De o ate ao meio dia.
O expediente na gerencia ser al ao meio dia
e depois de fechado nada niais se admiltir Es-
criptorio no Forte do Mallo n. 1.
ae
PELO AGENTE
PESTAA.
O referido agente far leilo por conta e risco
de qnem pertencer. terca-f-ira 6 do eorrenle s
1 lloras da manhaa, no armazem do Sr. Anncs
defronte da alfaudega
DE
10 cnixas de phosphoros em caixinhas pequeas.
10 ditas com garrafas com champanha a nielhor
que vem a este mercado.
Transferencia
Prccisa-se do urna ama que saiba eugommare
coser, e que seja nluilo fiel e capaz, para casa de
pouca familia ; na ra do Aroorim n. 44, primei-
ro andar.
Digo eu abaixo assignado, que no dio 30
de outubro deixei de ser caixeiro do Sr. Jos
Luiz de Souza Ferreira. e agradeco ao mesmo se-
nhor o bom tralamento e delicadeza com que me
tratou durante o lempo que estive em sua casa.
Domingos Nuncs Ieirao.
HEUTE
BOCKBIER
bei Giislav Bousset & C
Ra da Cruz n. 5.
OITerece-se ura moco para qualquer estabe-
lecimenlo ; e assim como d pessoa de capacidade que infor-
mar a sua conduela : quera precisar dinia-se a
ra Vclna n. 1/.
OfTerece-se urna ama para. servic.o de casa
e compras, a qual eosinha, mas nao
na praia do Calderciro n. 33.
Antonio Francisco Areias,
Vaccina publica.
Transmisso do fluido de brac.o braco as
quintas e dominaos, no trrelo da alfandega, e
nos sobados aleas 11 horas da manhaa, na re-
sidencia do cummissario vaccinador segundo
andar do sobrado da ra eslreila do Rosario nu-
mero 30.
i
coracao e
engomma
vai a Macei.
VlSO
Cosa Carvaiiio nao
o leilo da taberna do
n. 23, deordem de Manoel da Silva i
C, o fara' no da 5 do corrente as 11
ten Jo electuado
pateo do Terco
em ponto.
liante
COMPAMIIA PER\AjIBIJCA\A
DE
Navegaco costeira a vapor
O vapor Persinunga, eoramandante Lobalo
segu v.agera para os portos do sul de sua es-
cala nod.a 5 de novembro s 6 horas da larde
Recebe carga para Macei e outros portos at o
da 3 ao meio da.
O expediente na gerencia ser al s 2 horas
C depois de fechado nada mais so admitfira.
Scgunda-feira 5 do corrente
autorishdo por urna pessoa que
da provincia, far leilo de
Os abaixo assignalos fazem scienle ao co'm-
mercio desla praga e a quiem mais inleressar pos-
sa, que lendo-se terminado o praso de seu con-
trato social, do mutuo aecrdo dissolveram a so-
iedade al agora representada sob a firma de
Braga & Antunes, (cando 3 cargo do pnmeiro
abaixo assignado a liquidhcao do activo e passivo
da dita firma exlinela, e por sua coula soinenta
as transacoes comrnerciaes. moviilas depois de
31 de agoslo prximo passado, dala do bnlaneo,
que servio de base ao divdanlo dos inleress'es
sociaes.
Rccife, 31 de outubro de 1S60.
Joo Pereira Rebello Rraga.
Thomaz de Almeida Antunes.
Aluga-sc
o priraeiro andar da casa 11. 69 da ra Nova, com
exceden lea rommodos para familia e muito aceia-
do : os pretenderte* podem iralarna ra da Cruz
n. 45, escnplorio.
Prerisa-se alugar urna escrava pa.ra o ser-
vico de casa de familia; na ra da Cruz n. 33 se-
gundo andar.
V r. Cosme de Sa Feeira da'
consultas medicas em seu escrip-
torio, no bairro do Recile, iua
da Cruz n. 53, todos os dias,me-
nos nos domingos, desde as 6
lioras ateas 10 da manhaa, s-
breos seguintes pontos*
i.- Molestias de olhos ;
2.- Molestias de
peito ;
3.* Molestias dos orgaos da
racao e do anus ;
\-- Praticara' toda e qualquer
operacao que julgur conve-
niente para o restabelecimen-
to dos seus doentes.
O exame daspessoafqueo con-
sultarem sera' feito indUtincta-
menlc e na ordem de suas en-
tradas, fazendo excepcao os doen-
tes de olhos, 011 aquelles que por
motivo justo obtiverem hora
marcada para este im.
Sita em Santo Amaro.
mentj continua debaixo da admin...
pnetarios a receber doentes de qualquer natureza ou cathegoria q
Pernambuco British Clerks
Provident Associatiou.
The quaterly meeting ot thes society
will be held on Friday nov. 2 nd, at 40
p. m.
O abaixo assignado previne as
pessoas que tem penhores de ouro em
mao do mesmo abatxo assignado de os
vir tirar da data deste a um mez, do
contrario serao vendidos
CASA DE SAUDE
Este estabelecimenU continua debaixo da administrarlo dos pro-
ue C
O zelo e cuidado alli empregados para o pi ompto restabelecimen-
to dos doente*egeralmente conhecido.
Quem saquizerutilisat podedirigir-se as casas dos proprietarios
os moradores na ra Nova. rn entenrlr.c.^n, ~J
tabelecimenlo.
ambos moradores na ra Nova, ou entender-se com o regente no7st-
Reforma de precos.
Escravos. .....
Marujos e criados.....
Primeira classe 3 e. ,
As operacoes serao previamente ajustadas.
2s500
o.'joCO

mez,
para paga
Deposito las manufacturas imperiaes AeF
ranea.
ment do principal e juros, e Mirlquel^ ""*" PM1 *"*""* deSCn, de 2
]s.i^lceJen}6Jxlmo acha-se depositado, diretamente na ra Nova n. 23, ESQUINA
Je 2 heciogramos a 13000 e em orcaode
Cosa Carvalho
se retira para lora ua
lodos os pertences de oma casa de familia se-
gunda-feira a do corrente as II horas
Tambe ai
vender urna escrava de meia idade e
que bonita figura.
em ponto.
um mole-
Avisos diversos.
ilcvnamuuratift.
Baha.
A escuna
nacional Carlota, segu em pouco
d s uara a Dahia, lem parte de sua carga en
gajada ;; para o resto trata-se com o seu consi-
ssranstf- Azevcd-na rus da 5-
Amnnhaa 4. abre-se o novo estabelecimenlo
photographieo de F. Villela. silo na ra do Ca-
Constando ao nl>.;^. '.:0_J/v
que o Sr. Augusto Rfuntz Machado tem
procurado assenhorear-se de contas,
que VcVeuuerfpspezas feitas com a
escuna Duas Luu, da qHl e proprie-
tar.o o mesmo ahaixo assignarJo, que
[nenhuma desoeza autorisou e a' n.
ffuem incumbi dos negocios tendente
a dita escuna Duas Luizas, como ja urna
vez tez sciente, e os quaes se acliavan>
todos a cargo do s gnatano do presen-
te, vem o abaixo assignado declarar
que, nada tendo ajustado ou enom-
mendadoa dito Sr. Augusto Muniz Ma-
chado ou a outro
se noo chamcm a ignorancia faz o pre-
sente annuncio.
Romiio Serapio Gomes.
COHIM1III1A
SK2SI? D0CARM0. oql se ven.ie por d "
porcento ; no mesmo estabelecimenlo acha-se tambeni
verdadeiro papel de linho para cigarros.
la asseinbla ger
a Associacao Typographica Per-
30 de outubro de 18C0.
Juvencio Cesar,
Io secretario.
Para
Rio de Janeiro.
O veleiro e bem conhecido palacho Beben-
te pretende seguir cora muita brevidade, tem
parte deseu carregamenlo prompto : para o res-
*\Ha"Se COm SSeuS c"n'gntarios Azevedo
A Mendes, no seu escriptorio ra da Cruzn 1
Pede se ao
Joao Paulo Ferreii
gocios particulares o ob.ir
pcrmnitos dia.e por muifa Ve
da freguez.a do Poco da Paneli
actualmente exerce o
Rio de Janeiro.
A fretes baratos.
Opatacfco Ann*, Sege para o Rio de Janei-
ro por este* das, recebe carga por barato frete-
a tratar com Tasso limaos.
Para o Aracaty e Assu'
o hiale Ooiis nnaos j tem a maior parte da
carga ; para o resto trata-se com Marlins Ir-
mao. ra da Madro de Oeos n 2
Sr. tenente-coronel
ra, que, se os seus ne-
a estar
vezes ora
a, onde
, por ter sido juramenrad,comopri<:
me.ro supplente dos quatro elJos e
nais votados, proceda como a lei deter-
mina, visto como as partes nao poden
erprej-up.cada.eai seus direitos ZZ
espectivas ausencas do uiz. aJZ
t'-te as .mposs.bilita de teator S
quer qu,s,ao cve| e alguma, vezes com
preju.zos incalculaveis.
Um dos prejudicados.
Quem precisar de urna ama de
leite d.nja se ao Afoga ios ra de S
Miguel n. 13, que achara' rom (,ue,n
-- com
tratar, todo negocio se faz.
on.rern em ^Z^k&^T"^ Vr
1860-Jayme EnmCoel '* ^ oulubro de
da
O ahaixo
da Silva.
1 hiago
Leiies.
Terca
LEILO
-feira
5 do correute.
DE
UOVS3IS
Antunes far leilo m eu
do Imperador n. 73. de ricos
casa de familia consistbdo
armazem na ra
movois para urna
etn guarda-loucaa,
assignado faz ver que o Sr
(.osla Ferrara Estrella nio pode
mercio. 9m&A!^gg ^'
Antonio Jos Vidal.
A pessoa que annunciou unr osle n.:
querer vender urna mulatinha p p, a 1 '"m!
demen.no*. etc., annuncie asamori.,,
n.TU.PrdeoC,H;sp3ic1'oenUm9Crad0 Orr0 U U>ti" '
e e7g?mmmar''diriinCO,,-',U0rfir dar r0"t>* '""
dar nw ''^ n,a ,)a ^aia. ferceiroan-
_. PreriA 5 Sr J,'s Hyino de Miranda.
v[fo nS:\t T ?.dor para pou-
do norte.
ualquer, por ne-
nliuma conta se responsabilisa, protes-
tando mostrar pelos meios compe-
tentes que somenie sao pagos os ser-
maos encommendados e por quem os
eneommenda. O abaixo assignado de-
clarando igualmente que por mandado
doDr.jiiizde orphaos foi secuestrada
'lita escuna Duas Luizas como bem per-
tencenteao espolio do finado Manoel
Jos Soares, e pelo que da maneira le-
glo abaixo assignado buscara' garan-
tas para seus direitos, lamenta que
pessoas. que por nenhum titulo a elle
se achara ligadas se intromettam sera
autonsacao alguma em seus negocios.
Kecife, 2 de novembro de 18G0,
Andr de Abreu Porto.
Escravo fgido.
Te idd'e nr"S'.^ "P^n'andn ter 25
oe laue. natural do Rio do Peke rhimirt,,
I-u.z desapparece.. no dia 30 de outubro da cas
pB^TT.V1? SjlPereir'. "e quem esc a"
evando um _
stabeecida m Londres
iMrjrj m mu.
CAPITAL
Cinco milhoes de libras
sicvWnas.
Saunders Brothers & C. lem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprietarios de
casas, e a quera mais convier, que estao plena-
mente autorisados pela dita companhia para ef-
fecluar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de telha, e igualmente sobre osobjectos
que contiverera os mesmos edificios, quer con-
sista em mobilia ou em fazendas de qualquer
qualidade.
encia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casade SamuelP.
-* r ja Senzala Nova n. 52
I enisla (je rans.
I 15Ra Nova15 1
I fF^ericoGa"l'er. cirurgiao dentista,^
j, tai todas as operace da suaarte e col-
f locadentes artificiaes, ludo com a upe-
% LITr ?perflSs iweas pessoasn-
J| tendidas lhe reconhecem.
Tem asina e pos dentifrieios etc.
Hotel Sebastopool.
5!
V
i
l'
Gravador e dou-
rador.
a#
IISTA i
Os abaixo assignados declarara que
O Sr. Polycarpo Luiz da Paz deixou de Orava-se e doura-se em marmore i
ser caixeiro de sua casa desde o dia 24 pr,M Paracaiaeumbaou tmulo a 100 rs. ada
de outubro de 18G0.-J. Soum & C. | ^SSm^VSyA^S,^aT*
#####;# 9#&##t JS.0e em ou,ros ffiais 'da 8Caixa
W A loja de marmore acaba de receber no- |
* vas e Utidissiraas colleccoes de quadros @
para decoracao de silas do visita, iantar @
@ espera e quarlo oe dormida. S
Muit i se deseja fallar com os sennores ahai-
xo declarados, na ruado Oueimado n. 39,
Antonio Jos deAmorim.
Anlonio francisco da Silva.
Manoel Jos Milele Meiriz.
Joaquim Jos Botelho.
Alugam-se dous andares Jo sobrado da ra
da Cadea n. 4, tendo commodos para grande
lamilla : a tratar na loja do mesmo.
Precisa-se de tima senhora com as habilita-
coes necessarias, que se qneira encarregar da
no engenho Tenlugal da
a Iralar na ra da Moeda
DE
loja.
:/S>
PEIUVAMBIICO.
3Raaestreia do Hosaiio-3
educacao de meninas ..
freguezia de Barreiros :
n. 3, segundo andar.
Alugam-se com toda mobilia. por seus pro-
prietarios e moradores terem de se demorar por
algn, lempo nos seusengenhos do sul da pro-
aWar e'i-'o'com-a I.V, ''quar.os.-'cozmhol
desp-nsa, lerraco, e por bailo deste coXira e
tabana, e cacimba com bomba aue ZZ"
H Francisco Pinto .Ozono continua a col- S|
^ locar denles artificiaes tamo por meio m
m de molas como pela pressio do ar, nao f
y, recebe paga alguma sem que as obras S
Jg nao fiquem a vontade de seus dono l
^ lem pozese nutras preparaeoes as mais ^
flfc acreditadas para eonserrarao da bocea ?
Ama de lei te.
Prccisa-se de urna ama de
ferindo-se captiva : na ra
qe- w<5'nlfl andar.
leite sem filho, pre
larga do Rosario n.
para toda casa, e carino de despejo'; e
penltimo' antes de vi- 1"e ser recompensado:
assagem da Magda
sama isahe po p do escnplorio, o 2 volnr
de
me
e-
taberna
Nesd
mpreza da illu-
minacao a gaz.
? novo cslabelecimenlo.collocadoem oma
das melhores lujas da ra
encontra-se a
do Imperador n 16.
qualquer hora os bellos petiscos
papa, das 6 horas da manhaa era diantef forne!
ip? rraPd1"M Pnra ca93S Pancula es com
asse.o e barato, assim como mao de
os domingos e dias santos.

va'cca lodos
n~ A,,,S"-se wna casa com urna baixa de ca-
,T. tZhlAnn' ',ede"lro- PfPria P P -
"." f,slJ.0I1 Pnr anno ; quem a pretender
r.ja-se a Joao Venancio Machado da Pa
di-
DENTISTA FRANCE2.
Panlo Gaignoux, dentista, ra d
rangeiras lo. Na mesen casa tem
A po denlifico.
por em n
gurosa pratica o artigo 7o do
9Z.
ATTE\'(]iO.
2"S. 10 e 5$. leudo sido perdido pelas ras (Ia
Pa raa u doC,no, carabea do Carrao roa Novi
C-bugS.alapraea : quera aehar e }o"", rsiu
luir, dmja-se a praca da Independencia n 17
q;seigraliliea generosamente alen, de elem
gralulao. po.s quem os perdeu
de meios.
as La- 2 nn 03rr,;"or' da mpreza concerta-se e 'res
Ensino de msica.
*-Jii.&
Orerece-separaleccionarusolfejo.como.am-
fn,.t0?' vari"s instrumentos
coesdas7horass9 1,2daooile:
Domingos
de collocar, toncoH^^^mU^ZZ^
i Pnr gaz pelos apparelhos alheioa. M U 8P'
e-ssa respoDS.bi.id.de nao JStK^A
foasc fornecido por ella, G a
Teila por operarios de sua
bastante fallo,
vic7nPCSa"S3deuma ama 1ne entend doser-
Umao on".','1 C8,a d P"ca farailia: na ruada
Ulao, pcnuliima casa do lado esqoerdo, defron-
le do por.ao do collegio das orphaas.
e en-
suppoe-se mais
Mana tambera o acompanha,
pequeo bahu de (landres ro
ai autond.de. policiae e a ""maoalq,
PMSoas que o prendara, e remeitam ao seo m-
"hor, que pagar qualquer despeza
PfllT. m! c,Pdor,'SU0 h'lido Pedro Jos de Mello
r,ZePrP(',Sa"Sfi dfi '"" ""'"no dos uliirnos che-
gados para caue.ro de taberna ; na roaTan r
dorniz n. 6, Forte do at.os.
O abaixo assignado
dido urna letra
por Francisco
Precisa-se de oma ama para co'zinhar i
ommar : na ra das Auguas-Verdes n. 26.
' fftafre'..bto hep.nhol, relira-
o lito de Janeiro.

queiram
ao
sahir desla Jos Joaquim Ferreira de
assignado previne, que tendo per-
i da ,,,,anlia d 42bSm, sacada
JosP.ntodeOlivei.a.eacei.apor
para
an-
recom-
lelra foi
5 rvico : n. rua do f^ivS^Sff'AfZ
Desencaminhou-so
'ra sacc.dV"DeTii'a'ir.'rr d? mPU pnder uma Io-
i em data de 11
,M.?e_,:.,a.v"ri d.qanliad
- por
*soa ,eha achado "SS^'SaSFS
pensara com <|uillo que for justo A
sacada era 31 de outubro do correle
qualouer pessoa que por examplo tenha ft!
"egoe.ocom ella. Oc.r de nenhum efMto d u
cransaccao. Recife 2 de novembro de 1860
Francisco Jos Piulo de Olueira
17.A,,,8"-81eoMB'n'o andar do sobrado o
13 da roa Oh l.,pa a ,, na |oj d >^
~ 0"*erece-se nma pessoa capaz e dllfttni
para Irabalharera fabrica de velas 222?
do que lera muita pral.c. por ler sabido de i
mPi^TV6 V*.0* -nnuncianle nrT.
mette rou.ias freguezias : quem pretender .
nuncio para procurar.se su. morada '
- Na rua do Queimadu n. 2, Jerceiro aud.r
preparara-se band.j.s de bolos de todo oreen,
gosio. assim como pudins. bolos do todas as qua-
se d bolos J
Jos Luiz
se para o Rio ae Janeiro.
Jos Francisco Bedrc-Ios,
Rio de Janeiro.
Quem
retira-se para o
de vendagem.
os receber, diri-
lidades, e larabem
Quem tiver alguma rela par.
ja-se a mesma casa,
Emilio Kohler relira-se da provincia
- Carlos Eduardo Borel vai I Europa,'
->0^wjjM'jvaruf'
Os abaixo BSSgaados participara ao publico
ES*?!! migavelmeu.e .Pscied.de que
Unham era urna loja de ourives no paleo do Ter-
co n 10, que gyava de baixo da firma social de
Bap.i.s a Ferreira. gcandu a cargo do ex-sorio
Manoel Ferreira dos Santos Jnior lodo o activo
SPSirdam^malja RPC,fe 31 de 0lub
de 1860 Joao Baptista Raymundo dos Sanios
Manoel Ferreira dos santos Jnior.
Feitor para sitio.
Precisa-se de ura feitor para litio que saiba
zeral 3V? 6 hr,a : T. fUa ^ AP0"' a-
- H. para .lug.r um soto cora janellas, ten-
do 4 quarlus e c.uinha ; na rua Novan 16 se
dir quem aluga. se
. ~a V'X0 ,9,n;o<. secretario da irraanda-
dedeS.Chriapi.ne S. Chrispini.no, erecta no
convento de N. S. do Carmo dota cid.de, pelo
presente declara a todos os seus chariaaimos1 i -
naos que a fesia de nosso padroeiro no dia 11
^o mez de novembro prximo futuro: portan
couv.da. lodos os irmSoa daquolla irmandade
para que naquelle da comparecen, na respecta
va igreja aflu de assislirem a mencionada est"
Joao Jos do Espirito Sanio.
Secretario.
que llu
appareca.
K.lkmana limaos & C. aviam
respe.tavel corpo do commeroio que
toram nomeados agentesnesta prata Jas
companhias de seguros maiitimos.de
Hamburgo. V
29 cnm'ThiT "m armazPm '
. com sahida para
a rua dos Tanoeiros : a
do-
familia
rua
apibari-
; na rua
MBJL
taruo Paleo de S. Pedro n. 6,
Attenco.
Il,5** ? ni,Socio enmacocheirad.-
'la Florentina, de grande freguezia para oAal
eomendo boas vac,as de leile. boi:L capto d
alfandega. a d.nheiro ou a prazo : SC f
mesma cocheira, a qualquer hora do dia
Aluga-se uma casa margem
be, com proporees para grande
do Oueimado n. 4-1.
sa7adInV^nre"le a publico <>ue f abaixo as-
c men.n ^T" "f sb"< "artoel do Nas-
evre ro de 1OTQ "T B"rb" (:a'alc'""i ^ de
l i me Luiz.. de 15 anuos, e ou.ra do norae Joan
de 6 annos arabas crionlas.nelo preco, a 1
800 e a 2/ por 300g. as qaes. ,,or "
abaixo assignado liearam em poder
naolheUSneT,'0,.POr Sr e,la ua sobrinha. e
nao lhe fiear oulros oseravbs par. o servic
e constando o abaixo assignado que elle N.sc,'
memo inculea-se de sena? das rasra SSl
vas previne por esle ao'publico da capital -
mesmo do centro que M se illudam. Olho 'A-
gua dos Bredos 6 de o|bbro de 1860.
Jo. Salgado Cavlcanti.
dando as li- que o material i
a tratar na rus eollocaco nao fosse
confianza,
^Ss^v^ssraos son,,nres
exame ser trime sa Ir, Z. t ", '"" n,,nuti^'>
-Chinis.as. Si:' ef"nXo^
quer objoctOS que nao .enham s d orne? d( I
Forlanlo para evitar duvidas e reclam.ri. no
perador n. onde poderao diriir Jl Im"
nao serao Hendidos. ai"8,r-c. scn> o que
Recife, 30 de outubro de 1860.
fostron, Itookerl c.
Precisa-se aligar uma prefa que
sirva para vender na rua : usta
graplna se dir'.
r
typo-
LH PIft's,or Miguel Jos da Motf
mudou-se da rua do Livramento
a travesa do Pocinlio sobrado
a
para
26.
ina,
a 1.a por
equidade do
da mulher do
. ao norle da fabrica do gaz.
Alugam-se dousarmazens grandes fu
ia da Moeda e n..n .... i____' ". ''I
blico eSe?naB^,1i!,SSgn;"0S fazem scicn,<> o p-
soc.edade que iinhm
Cruz n. 59,
Ferreira,
amigavelmenle a
na taberna sita na rua At
que Pyrava sob a firma de cmpos &
hcando a cargo do socio '

m na
rua da Moeda e ouio no largo da Asseml
quem pretender, di6-se a
primeiro andar. /
William Ruiton,
para a Europa.
ira.
subdito inglez,
relira-se
ru. da Moeda n. ,
i Cbut
Precisarse de uma ama para comprar e cozl-
a i? c}s'Ja raPaz o'teiro : tr.tar na rua
n M f 6 confronte ao consulado pro-
n..m.An,oniodo *"1 veira scienlilica aos se
numerosos amigei e freguezes que trensferio ,
suaolicinadeoercineiroe carabina d. ruad,,
Hangel n. 36 pin a mesma ruaP n. 60. aonae
continua a .C*.r toda a sorle de encomraend s
de obras e corenos de objeetns, como armares
P.ra quaesqir est.belecimentos. envernisadas
em branco.eoncerto. de mh^. _.." _.oas
sua arte. /
Alu^m-se o 2.
certo. de sobrados lendenies
i/da
e 3." andares da
^daru/dalmperatri^aSTamesraV:
esa n.
o .b.ixn Ul so de ?cmelPia.
eymnasfoTf "d0,i prfHS"r de "hemalics no
do wrrenli 'nC,al- Prelfinde abrir. "0 da 15
n s am J,.' TT"" de Kp<""'ria para os exa-
dantes Z 9 d anuo vindouro : Srs.
casa V ,",zere"' requenla-lo. d.r.jam-se
seren m".arefdencia "* rua ila o. 7 "" *
seren matriculados. ". para
Recife 2 de novembro de 1860.
. Antonio Hgidio da 72X2J*J**~ bSfh'yPOthe-
quem quizer dirij.-se
laberna, que se dir
es de um
escravo moco
ru. da Impera tris n.
J quera precisa.
MUTILADO

ILEGVEL


DIARIO DE PERNAMBCG. SABBADO 3 DE NOVEMBR DE 1860.
r)
CASA DE BANHOS
NO
TT
Assignatura de banhos fros, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados era 30 das consecutivos............. 105000
30 cartoes paraos ditos banhos tomados em qualquer lempo...... 159000
15 Ditos dito dito dito .;.... 8*000
7 > ...... 4000
Banhos avulsos, aromticos, salgados esulphurososaosprecos annunciados.
Esia redcelo de pre da frequenciadeura estabelecimento de urna utilidadeincontestavel.mas que infeluraente nao
estando em nosso* hbitos, anda pouco conhecida e apreciada;
EAU MINERALE
5
NA.TURALLEDE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n.22
A luga-so una excelkule e frasca sala, com
urna boa nlcova, 3quartuse cozinha, ludo do la-
do do caes, c na ra do Imperador u. 75, pri-
rnciro andar.
Quem precisar de um hornero de meia ida-
de, nascido em Porlugal.para caiieiro, e al mes-
rno se sujeita para ciiado de alguma casa paili-
cular, para compras, recados e cobranzas, qued
fiador a sua conducta: diiija-se ao becco da
Bomba, no palco do Carino n. 5.
Joo Lowis, subdito brilannico, relira-se
para a Europa.
Na ra Nova n. 7, deseja-se fallar com os
Srs. Jos dos Santos Moreira e Francisco de Oli-
veira Jnior.
O solicitador Manoel Luiz da Veiga mudou-
se para a ra da Gloria n. 94, onde pode ser pro-
curado das G horas s 9 da manhaa, todos os das.
nasra
DE
ASSOCjAQAQ
UE
APPIOVAJaO E AlTORISACiO
DA
mmmm tiif istm m t ebogoia
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
N\ l^OJ \ \KBILj\HEM
DE
ELECTRO-MAGNTICAS EfSPTICAS
Para seren applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem Incommodo.
AS CHAPAS MEMCINAES sao muilo conhecidas no nio de Janeiro e em todas as provif.cias
deste imperio ha mais de 22 annos, c sao afamadas, peas boas curas que se lern oblido uas enfer-
maras abaixo escripias, o que se prova com innmeros alleslados que cxislem de pessoas capa-
zos e de disiinccoes.
Gom estas CiiAPAS-'BLECTHo-MAGKmcAS-EPisrASriCAS obtem-se urna cura radical e infallivel
era todos os casos de inflammacao (canelo ou falla de respiraco), sejam internas ou externas,
cerno de ligado, bofes, estomago, baco, rins, ulero, peito, palpitacao de corarao, garganta, olhos,
erysipelas, rheumalismo, paralysia e todas as affecces, nervosas, etc., etc. Igualmente para as
dilTerenles especies de luaiurcs, como tobinhos, escrfulas etc.. seja qual for o seu tananho c pro-
fundeza, por mcio da suppuraco serio radicalmente extirpados, sendo o seu uso acon3ihado por
habis c alelos facultativos.
As encommeiidos das provincias devem ser dirigidas por escripto, leudo lodo o cuidado de
fazer as rvecessarias explicares, se. as chapas sao para homcm, senhora ou enanca, declarando a
nsole?iij-ora que parte do corpo existe, se na caboga, pescoco, braco, coxa, perua, p, ou tronco
do corpe, declarando circunferencia e sendo inchacoes, feridas nu ulceras, o molJe do seu ta-
manho em um pedacode papel e a declararlo onde existen), otim de que as chapas poesam ser
bem appicadas no seu lugar.
Pode-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil-
As chapas sero arompanhadas das competentes explicaoesc lambem de todos os accesso-
rios para a i ollocacac deltas.
Consultas todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, em-s escriplorio,
que se achara aberto ledos os dias.-sem excepeo. das 9 horas manhaa as 2 da t
(O R do Parto ||J)
PERTO >0 LARGO DA CARIOCA

> ,j, Qj f &$ (>Q.

fe
mi
CONSULTORIO _
||| Especial -bomeopaihLco, ra de Santo Amaro |
(Munido Novo) n. 6. m
O De Sabino 0_ J.. Tinho, de volla de sua viagem a Europa, d consultas lodos 5 .
os dtas uleis aesde as 10 horas al meio dia. Visita aos doenles em seus domicilios de WiS.*
meio dia om diante, e m caso de-necessidade a qualquer horo, A senhoras de parlo-e
Soccorros Mutuos
E
Lenta Eniancipacao dos Captivos.
De ordem do Sr- presidente sao pelo prsenle
convidados lodos os senhores socios effeclivos
para que se dignem de comparecer domingo 4 de
novembr, as 10 horas da manhaa, afim de func-
cionnr a assemblca geral, devendo ter lugar a
eleico do novo conselho, sendo que haja nume-
ro de socios quites com a sociedade, para shi-
rem eleilos, na forma doarl. 37 dos estatuios.
Secretaria das Associago de Soccorros Mutuos
e Lenta Emaucipa^ao dos Captivos 30 de oulubro
de 1860.
Albino de Jess Randeira,
1." secretario
Troca-sc por tclhas o lijlos de ladrilho 4
hombreir.vs cotu as competentes vergas e Solei-
ras para 2 portas ; a fallar na fabrica Sebaslopool
iiolargodosCoelhos.com Antonio Carneiro da
Cunha.
Vc-no um annunc.io no Diario de honlem
era que diz desijar-se fallar ao Sr. Jos dos San-
tos Moreira, na ra Nova n. 7, declara pelo pre-
sente c a quem convir, une o dito aununcio nao
se enleridc com o abaixo assignado, cstnbelecido
com taberna na ra do (.aldeuciro n. 60, e sim
com oulro de igual mime.
Jos dos Santos Moreira.
Na ra das Aguas-Vcrdos n. 2>, d-S9 bo-
los de vendagem a 80 rs. a pataca, armam-se
bandejas com todo gosio e perfeigao, fazem-se
pastis de -nata o podios, c toda a qualidade de
sequilho por menos prego do que ero oulra parle
Roga-se pessoa que achou em casa do Sr.
Mala Ptfrcocou pelas suas fronicir-ts, um
longo com duas papeletas, um allesiado e urna
carta, ludo pertuguez, qm-ira ter a bondade de
as entregar na taberna do .r. Luiz de Pinho Ta-
vaies, Ra ra do Codorniz n: 4, que seT bem
gratificado.
Precisa-se arrendar un engenho que lenha
boas ierras, e se for d'agua ser melhor : quem
quizet arrendar, annuncie para se tratar.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 41,
existe urna caria para ser entregue pessoalmcnlc
ao Sr. Joaquim alachado Vieira de Arago.
Manoel JoiKiuim Alvares de Oliveira vai ao
Rio de Janeiro.
Precisa-se de nm sitio na Capurga ou So-
Icdade, ou suas proximidades, que lenha estri-
bara p^ra 1 ou 2 cavallos ; a tratar na ra da
Cruz n. 54.
Despachos thelegaaphieos por
iria de Lisboa.
Ricardo Knorles, negociaule da prnca de Lis-
boa, previne aos seus correspondentes e mala
senhores de Pcrnaiubuco que liverem de mandar
despachos Ihelegraphiccs por sua inlervengao,
yve necessario para assegurar pron'pla Irans-
vtisso dirig lus nos-suisbriptos proprios. Esses
subscriptos-cera as inslrucgoes e modelos; para os
despachos se jiodem procurar no escripiori dut
Srs. Roslron, Rooker &C, ra do Trapiche nu-
mero 48.
Telegramas va Lisboa.
Joo Daniel Friek, tendo que retirar-so de Lis-
boa, anrnmcia que descontina a asencia thele-
grapbica, referida na sua circular do 1. de abril
passado, e pede que-se Ihc nao mandem mals
despachos. Lisboa 12 de oulubro de lt>60.
Aluga-se urna exeetlenle casa sjta na po-
vcagao do Itonleiro, com bstanles eonimodos
Joaquim Francisco dos Santos.
40 MA DO QUEMADO 40
Defronte do becco da Congregaco letreiro verde.
1000
IdsIpiicco.
Seda de quadrinhos muito Fina covado
Enfeiles de velludo com froco prelos e
de cores para cabera desenhora da
ultima moda
Fazendas para vesiidos, sendo seda la
e seda, cambraias e seda lapada e
transparenre, covedo
Luvas de seda bordadas e lisas para
senhoras, homens e meninos
Lenros de seda rxos para seniora a
2000e
.Manas para grvalas e grvalas de
seda de todas as quadades
Chapeo francef forma modrma
Lengosde gurgurao prelos
lucas capellas brancas para noivados
Saias balo para senhora e meninas
Tafeta roxo o covado
Chitas franceza a 260, 280, 300, e
Cassas francezas, a vara
23?>500
8*500
2*000
500
3:-f0
500
Selim prelo azul e encarnado proprio
para forros com A palmos delargnra
o covado
Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de miron bordados, lisos ees-
lampados de todas as qualidaJes
Seda lisa pretac de cores propria para
forros com 4 palmos de largura, o
covado
Ricos corles de seda prelos e de coros
com 2 saias e de balados
Ditos de gaze e de seda phanlasia
Chales de loquim muito finos
Grosdenaple prelo e de cores de todas
as qualidades
Seda lavrada preta e branca
Capas de fil e visitas de seda preta
cora froco
1*600
2*000
15500
fflil
Urna senhora Brasile.ira, de boa conduela, o
Competentemente'habilitada, se offerece para en-
tinar as primeiras letras, grammaiicas nacional o
franceza, asquaes falla e escreve regularmente,
offerece seu limitado preslmo aos tenhorea pas
de familia que Ihe quizerem dar a honra de Iho
confiar suas meninas, aliancando-lhe que empe-
nhar lodos os esfotcos em qualquer destas ma-
terias, para que suas alumnas oblenham o dese-
jao aperfeigoamenlo: na ra da Impcralrz n.
84, se dir quem .
O baixo assignado, pelo prsenle convida
aos irroajsda irmandade de N. S. da Soledado.
erecta na igreja deN. S. do Livramento, para no
domingo 4 do corrente se acharem no consistorio
daquella irmandade pelas 8 horas da manhSa,
aQm de proceder-sa a eleicao da nova mesa geral
que lera de reger a mesma irmandade no futuro
auno de 1861.O secretario.
Joo Bernardo N de Figueiredo.
Aluga-se urna sala com urna camarlnha,
propria para um mogo solleiro ou escriplorio : na
ra do Cueimado n. 30.
Os bilheles da 47 lotera das obras df casa
de correcgan do Ro de Janeiro, perlencentes a
sociedade Feliz, sao os seguinles: Ircs me>os bi-
Iheie n?. 3750, 4051 c 5239, dous quil'i3 ns.
1745 e 4788.Alcntara, 1. procurador.
Precisa-se de um criado que saiba rojinhar
para o servico de uaa casa de pequea familia :
na Puiilede LVhoa, silio com poitao de ferro de-
fronle do Sr. Rento Jos da Costa.
Aluga-se a loja da roa Direita n. 2 confron-
te ao oitaodo Livramento, a qual tem una !>oa
armaco envernisada, mallo propria para fazen-
das ou calcado, e lem mais dous candieiros do
gaz e bom arrnazdin com quintal ; a quem ron-
*ier, procure tratar na ra do Queimado u. 29.
Altencao.
Perdru-se ante hnntem do Recife at a ra do
Imperador um embmlhoznho lacrado mm a
subscripta Hessieurs s. Blum Lehmann i C, 26
roe Heslay Pars : quem o livor achado e quizi i
entregar, pude levar a ra do Cuspo <. 10, i ;i-
mciro andar, qiir sera gcDcrosamenle gratifica I>
Aluga-se o sobrada cmn frento para u caes
do Capib.iribc n. 1G, e lem sabida para a ra da
Imperalriz n. 29, c vende-se a serrara que exis-
te na mesma casa : quem ptelender, dirija se .
mesn a caso.
Desapparecea uo dia 31 de oulubro prji-
mo pfssado, 6s 4 horas da tarde, d'i porta do
Sr. vigario Camillo, na ra )''ormosa, um cavaltc
mellarjo foveiro, sellado e enfreiado, leudo am-
bos os lados feridos de espora por ser bastante
icsndo : quem o levara ra do Livramento :i.
38, ou dellc der noticia certa ser gratificado.
Aluga-se pelo lempo da fesia una casa sil i
na povoacao de P.ebenbe, ao lado do norte r! i
igreja : a tratar ern Fura de Portas, roa uu Pilar,
sobrado ti. 63.
Pela subdelegada da fregnezia dos A Toga-
dos se faz publico que se acha guardado um ta-
boleiro com urna porr&o de millo, arr.>z com
cn=ca, umbilaiocom um pouco de feijao usula-
lnho, e um pralo com banha de porco, que se
julga pertencer ao cadver de urna preta que i e-
recera afogada : quem se julgar com direilo,
comparece.
Subdelegacia da fregnezia dos Afogados 1 de
novembr de 1860.0 subdelegado,
Antonio Gongalves de Morar?.
Depois da audiencia do lllm. Sr l)r. j'ilz
de orphios, findo os Oas da le, tem de.-er arre-
matida a escrava Rosa, pcitenceute aus bens do
fallecido Beriiardino Jos Itibeiro a requlerimento
do itivenlariante Domingos Jos Ribeiroi
iij< miip
Os proprietarios deste cstabele-
C ompraSr
Compra-sc um guindaste em segunpa mao,
estando em bom estado ; no caes do Ramos hu-
mero 6.
Compra-se ou aluga-se urna escrava reco-
Ihida. de bons costumes, : que sail ai spi p tn-
gommar, para urna casa que trata bem na ra
cimento convidam ao respeitavel publico, principalmente aoe amigos do bom e barato, que se
acham em seu armazem de molhados de novamente sorlido de gneros, os mellores que lem
viudo a esle mercado, por serem escomidos por um dos socios na capital de Lisboa c por serem da Imperalriz n. 9, primiro andar, se dita quem
e raaior parte delles viudos por conla dos pmprielarios. precisa
Chocolate
dos melhorac autores de Europa a 900 rs. a libra em porcao a 850 rs.
Marmelada imperial
Lisboa em latas de 1 a 2 libras a 800
? i -.tagao oo m-oriieiro, com uasiantes conimoaos
iln i pera grande familia, na qual tem cocheira e es-
p=y- trillara para cavallos ; a'tratar com Manoel Al-
afa made Abretl, e de oulros mais fabricantes de
i em porgao de se far algum abatimento.
Vendas.
ves Guerra.ue ra do Trapiche n. 14,
andar.
pnmeiro
+ :
.'..<.^ osdoentes de molestia aguda, que cao livorem anda lomado remedio algum allopa- y*^"'
^'2) thico ou horaeopathicc^ serao allendidos de preferencia.
Pharmacia especial honieopalhica.
Os aiudicamentoshomeopathicos que se vendem nesta pharmacia sao preparados
por mein de uaia machina que o Dr. Sabino inventou c fez construir em Taris, o a
g) que deu o ii o roe de AGUADOR DYNA^ICO.
=-V) Enies medica memos sao os nicos que desenvolvem propriedades uniformes, e
/i capazes de curaras molestias com a ma>or certeza possivel.
Alem disso. desejando tirar de sua ^iagom j Europa todas as vanlagens para o
progresso da liomeopalhia no Brasil, o Di. Sabino nao poupou estreos para otiter as
subslaucias medicamentosas dos proprios ligares, onde ellas naturalmente nascem ; e
'?:-
Si ?:,-
Ihe man- W^Tj
para issu eniendeu-e com um dos melhoies herborislas d'Allemnnha, para II
Jar vir as plantas frescas am de prepararelle ruesmo as linduras. E' assimqueo
acnito oi mandado vir dos Alpes, a aroicsdas roonianhas da Suissa, a belladona. ^r^J.
bryunia, ehamomilla, pulsatila, rhilis, hyoscimusv'foram colhidos na Allemanha, na ^* .;'*
Franga e na Blgica, o veratrum no\ Monte Jura etc., etc. 5>,
Um moco chegado ha pouco de fra, fallan-
do 4 di (Te rentes linguas, aflerece-se pare encar-
regar-si) de qualquer servigo martimo : quem
precisar da seus servicos, podo deixar carta fe-
chada com as iniciaos A. E., na linaria ns. 6 e
8 s pracj da Ir.dependencic.
D-se dinheiro a juros-sobre penheres de
ouro e prala, lano era pequeo- como em gran-
des qusnlias: na ra larga de Rosario n. 5, de-
fronlo do quartel de polica se dir quera da.
'Eccisa-se de urna ama .para cuzinhar em
urna casa de pequeoa familia ; na ra dO'Cabu-
g, loja ii.ll.
Atuga-se urna casa era Beberibc : a tratar
cmn J. I. de Medciros Reg, na ra do Trapiche
n. 3i.


* '?::-

Desta sorle provida a pharmaci* do Dr Sabino das substancias que servirn para
as experieucias puras de HahnemannA descripias as pelhogenesias, acharas o medico
e os amigos da homeopatbia os meios\scguros e verdadeiros de curarem as enfer-
dm dados.
Osprecossio os seguintes :
Botica de 24 tubos grans.................. 12 16000
Dita de 36 >\............... 18g a 2S0OO
Dita de 48 .A............... 2ia-9000
Dita do 60 a .A.............. 303 a 35J000
N. B. Exisiem carleiras ricas de veHsjJo, para maior prego.
Cadi vidro avulso de linclur\...................' 2*000
Cada tubo avulso.............Mk.................. IJiiOO'
Caitas com medicamentos em glbulos ftinclurasde diversas dynamisaces (mais ;
usadas J :
De 21 ditos de dito e 48 tubos graWs............ 48J000
Da 86 dilosde dito e 56 tubos gfcdes.......... 64*000
De 36 ditos de dito e 68 tubos grtdes.......... 70t(>00
De 48 ditos de dito e 88 lubds grandes,........... 92g000
De 60 ditos dediloe 110 tubos grande.......... 1159000
Estas caixas sao uieis aos mdicos, aos Srs. d^engenho, fazendeiros, chotes de
familia, capiles de navio e em geral a todos que se q^izerem dedicar a pralica da ho-
meopathia.
. ^^
ra tratamento das molestias &j%s
js usadas actualmente em
izidjH na algibeira, como
DA
Vendem-se lambem machinas elctricas porlateis.]
nervozas. Eslas machinas sao is mais modernas c as
(oda a Europa, tanto pela commodidadede poderem ser^
porque trabalham com preparaces que nao sao nocivas.
Cada urna.........,........................
f
5OO0O
0 EMRE-4CT0,
Jornal Litterario IHustradfA
Acha-se publicando no Rio de Janeiro om jornal, sb a dircegao 14 joveos importantes
aes acerca do
usrd ou um re-
,' comedias etc.,
no nvn lo das Ultras, que se oceupa especialmente de criticas e revisus
movimento iheatral do Brasil e Europa. \
Junto cada numero vera sempra um figurino, urna caricatura, urna
trato, representando parsonagens importantes dos iheatros, e das operas, dra
que sbem scena no Rio de Janeiro, ludo indito, e do melhor gosto possivel
Os gurinos, mandados vir de Paris, s podero ser deslribuidos no principio de Janeiro
prximo vindouro.
Publica-se tres vezas por mez, em frmalo in folio, com oi'.o paginas cada numero, aos
precos seguinles: y
Um trimestre......6*000
Um semestre......10-000
Um anoo. ....... 20*000
Assigna-se na livraria da pra;a da Independencia ni. 6 e 8.
PROVINCIA.
O Sr. Ihesoureiro ^as loteras manda declarar
que se nchain exposlos a venda os bilhele6 da
segunda parte da quinta lotera da irmandade
de Nussa Senhora do Guadalupe da cidade de
Olinda, cujas rodas derero andar impreierivel-
menle no dia 10 de novembr prximo futuro de
conformidad?, com o plano abaixo transcripto.
Thesouraria dasloterias30duutubro de 1860.
O escrivao, J. M. da Cruz.
PLANO.
2400 bilheles a 5J>000.......12.0O0S0O0
20 por cenlo. ........ 2:4' OJOO
1 Premio de 4:000fi00
1 Dilode .... OOOcOOO
9:6C0000
1 Dilo de
3 Dilos de 200g
5 Ditos de 100$
7 Diios de
8 Dilos de
24 Dilos de
2350 Dilos de
2400 Bilheles.
50g
20g
10
5001000
6i.0*000
50HS00O
350*000
160*000
240*000
2:350*000
9.600JOOO
Thesouraria das loteras23 derjilubro de 1860.
O Ihesoureiro, Manoel Camillo Pires Falco.
Approvo.Palacio do governo do Pernambu-
co 29 de oulubro de 1860 Leito da Cunha.
Conforme.Antonio Lf ile de Pinho.
llenrique Jos Alvos Ferrt-ira e Galdino An-
tonio Ales Ferreira pailicipam pelo prsenle ao
commercio, que desde o da 30 de setembrn pr-
ximo passado deixou de fazer parle da sociedade
quegyrava nesta praga sobre a razo de Ferreira
Irmos & C., estabelecidos com armazem de as-
suear, o socio Jos Frincisco do Reg Mcdeiros e
Mello, por ler Andado o prazo da durago d mes-
ma, fleando esle livre e desembargado da liqol-
dagao da extincia firma, que firams encarrega-
dos, sujeilos despezas e prejuizos que hajam.
Thiago da Cosa Ferreira Estrella retira-se
phra fra da provincia.
Joaquina Lourenca da Conceico Lima, pro-
fessora particular, autorizada pela presiiienca, e
pela directora geral da instruego publica desta
cidade, lem a honra de participar ao respeitavel
publico, que mudou a sua residencia para o lar-
go da Penha, sobrado d'um s andar n. 6, onde
3 acharao prompta a receber alumnas*
Ma?a de tomate
em latas de I libra por 900 rs., em porcao vende-se a 8S0 rs.
L*at%s com eT\i\Yias
veude-se unicemenle no armazem progreeso a 640 rs. cada huma.
Conservas francezas e u&gYezas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs. o frasco.
Latas de bolacninna de soda
com diferentes quadades a 1*600 a la la
A.meixas francezas
is mais novas que lem vindo a esle mercado em compoleiras, conlendo 3 libras por 3500O rs.
e em alas de 1 1|2 libra por 1*500 reis
Verdaderos ngos de comadre
era caixa com 6 libras por 3000 rs. a relalho a 240 reis a libra.
Caixnnas com 8 Muras de nassas
a 39000 rs. em poreio se far algum abaiimento, vende-se tambem a relalho a libra a 500 rs.
Manteiga ingleza
perfeitmenle flor a mais nova que ha no mercado a 1*000 rs. a libra, em barril se far al-
gum abaiimento.
Cha perola
o melhor que ha neste genero a 2$50O rs. a libra dilo hyson a 2$000 rs.
PaMtos de dentes Mehados
a 200 rs. cem 20 macinhos.
peixe sare\ em posta
o melhor peixe que exziste em Portugal era latas grandes por 1*500 rs. cada urna e de
outras muitas qualidades que se vendem pelo mesmo prego
Mantciga tranceza
a 560 rs. a libra era barril se far abaiimento.
Toncnho de "Lisboa
o mais novo qua ha no mercado a 320 reis a libra.
Macas para sopa
em caxinhas de 8 libras com deferentes qualidades por 4J000 rs.
Tambera vendnwe os seguinles gneros, ludo recentemente chegado e de superiores qua-
lidades, presuntos a 48fc rs. a libra, chourirja muila nova, marmelada do mais afamado fabrcame
de Lisboa, m$a de tomate, pera secca, passas, frucias em calda, amendoas, nozes, frascos com
amendoas cuberas, confeilas, pastilhas do varias qualidades, vinagre branco Bordeaux, proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de San Flix, macas de todas u qualidades,
gomma muito fina, emitas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cenejas de ditas,
spermacete barato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azeile doce purificado, azei-
tonas muio novas, banha de porco refinada** otaros muitos gneros que enconlraro tendentes a
moldados, por isso prometiera os proprietarios venderem por muito menos do que outro qualquer
promettem mais lambem servirera aquellas pessoas que mandarem por outras pouco praticas eomo
sovie queiram mandar suas eocommenias no rmazern Progrewo, que se Ibes affianca a boa qualidade e
0 acondicionamemo,
m
Vende-se o bem conhecido hale nacional
denominado N. S da Paz, o qual esi no ia> I
Collc;;io : quem o pretender, dirija-se a liavessa
do ar.-enal de guerra, armazem de carne secca
n. 5, de Francisco Campello Pires Ferreira.
\\\\a A o Queimado n. 39
Loja de qua tro portas
DE
J0AQIJIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Ha corles de vestidos de seda de cores, fazenda
muito superior' com pequeo toque de mofo a
609000, ditos sem defeito a 100*000. lem un>
resto de. chales de loquim que eslac-se araban lo
a 30*000, ditos de mirin bordados com pona
redonda a 8000, dilos sera ser de pona redonda
a 89000, ditos esianpados con) listras de seda
em roda da barra a 9*0110, ditos de ricas estam-
pas a 79000, ditos de ganga franceza com fran-
ja branca a 2000, dilos sem franja e muito
encorpado a 2*000, ricos manteletes de grosdi-
najiles preto e de cores ricamente enfeitalosa
258000, ditos muilo superiores a 309(>00, en-
feiles de vidrilho preio a 3*000, ditos de relroi
a 3*500, organdis da mais fina que lia no mer-
cado a 18000 o covado, cimbraias de cores
de padroes muito delicados a 800 rs. a vara, ,liias
de oulras qualidades a 600 rs. a vara, rifas chitas
farncezas de muilo boas qualidades a 2 80, 300,
320, e 400 rs. ao covado, a melhor que ^e pode
imaginar, peitos para camisa a 240 rs. cada ama,
corles ile casemira decores a 69000, ditas em
pesca de quadrinhos a 49000 o covado, go!linl);.s
de muito bom goslo a 19000, ditos do oulros
bordados ricos a 3->000, manguitos de Cambraia
brdalos a 3*000, tiras bordados e entrimeios
que se vendem por preco commodo, bombazil do
cores proprio para roupa de crianzas, e oapinhas
para senhoras a 1400 rs. o covado, corles de
cambraias de salpicas a 59000, cunes de cam-
braia enfeiladas com tiras bordadas a 6*000,
e ouiras muilas mais fazendas que ser difcil
aqui pode las mencionar lodas.
Na ra do jasmm, por delraz a igr*ja de
S. Goncalo n. 16, vende-se urna mobilia de ama-
relio, d-se barato visto que seu dono rstim-so
para fra da provincia ; a tratar na mesma rasa,
das 7 horas s 9 da manhaa, e das 3 da (arde eni
dianle.
Vendem-se duas cas3s em Olinda, a pn_
meira na ra de Malinas Ferreira, na esquina <
hecco que volta para o Bomfuu ; o se^unua do
lado opposio, na esquina do becco, a esqu ida
de quem vem de S. Pedro Velho, por precos
commodos ; a tratar na ra Nova de Olinda, m
casa do Sr. padre Assumpcao.
' Vendem-se 10 libras de prala em obras e
70 oitavas de ouro em obras r na ra do Raugel
numero 30.
Escrava.
Vende-se urna escrava de idade de 30 annos,
pouco mais ou menos, boa quitandeira ; na oa
de livros ao p do arco de Santo Antonio.
Cavallo para carro
Vende-se um cavallo muilo bom para carro ou
cabriole! por serensinado para ambas as ronsas:
e-m Sanio Amaro; ao p da fundicao, taberna de
Jos Jacintho de Canalho.
Vende-se urna linda mulalinha com 12 an-
nos, cose muilo bem, faz renda, muilo aceito-
sa para todo o servico de casa na ra do Hos-
picio n. 15.
Aiteneo.
Na ra do Imperador n. 67, vendem-se chapeos
de palha de carnauba a 12* o cenlo.
Vendeoi-se 5 quartaos novos : na
ra do Sol defronte do porto da ra No-
va, ao lado da ponte da Boa-Vista.
MUTILADO


()
DIARIO DE PfiRJSAMBUCO. SABADO 3 DE KOVEMBRO DE
1860.
Sita na ra Imperial n. 118 e lio junto a fabrica de sabao.
DE
Sebastiao J. da Silva dirigida porFrancisco Bclmiro da Costa.
Nesle estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de di fie re tiles dimen-
cjs di 3J08 a 3:(>00$J simples e dobrados, para dislilar agurdente, aparelhos deslilalorios
Continuos para rcstilar e destilar espiritos con) graduaco at 4>0 graos (pela graduaco de Sellen
LOJA DO VAPOR.
Grande e variado sorlimento de calcado fran-
cez. roupa feta, miudezas finas e perfumaras,
tiwo por menos do que em outras partes : na lo-
a do vapor na ra Nova n. 7.
Tachas para engento
Fundico de ferro e bronze
DI
chambo de UIm as di ivmsojs para eaciniraintos camas de ferro com armacao e
fajasda farro potareis e econmicos, tachase tachos Je cabra, fundos de alambique, passa-
dsiras, epumadairas, coccos para engenho, folha de flandes. chumbo em lencol e barra zinco
em UikjoI e barra, lences e arroallas de cobre, lancea de ferro e lalo, ferro suecia'inglez.
,] todas as dimincas, safras, tornos e folies para ferreiros etc., o outros muitos artigos par
maoos preso do que em outra qualquer parle, desempenhandose toda e qualquer encommen-
dacom p"^ljsa e perfeico ja conhecila e para ormiadidade dos fregueses que se di^narem
boimram-nos cora a sua confiaba, acho na ra Nova n. 37, loja de ferragens, pessoa habi-
lita Ja para tomar nota das encommendas.
moendas, tachas de ferro balido e fundido de lodosos lamanhos, guindastes, guinchos e bombas,
rol i-, rod les igttilhoase boceas para fornalha, machinas para amassar mandioca e para desea roja r
algoso, prendas para man lioca e oleo de rietni, portier gradara, columnas e moinhos de vento,
a-3>. cultivadores, ponte*, cadeiras e tanques, buias, alvorengas, botes e todas as obras de ma-
chima no. E\cuta-se qualquer obra seja qual for sua natureza pelos desenlias ou molJes que para
tal i n fura o aprestados. Recibem-se encommendas neste-slabelecimenlo na na do Brum n.
28 \ e na ruado Gollegio boje do Imperador n.6o moradia docaxeiro do estabolecimenlo Jos
Jaaquira da Costa Pereira, com quoraos pretndanles se podem entender para qualquer obra.
itos do gaz
a 2,000.
Frreira & Martina nicos deposita-
ri3 dos palitos do gaz, fazem publico
'I i tenia recibido instrucQes do f; -
bricmta stabelecerSo de hojeem dian
t: o i ;) 1; 2# por groza. Achando-
se o (osito suppndo e esperando-se
i u !$*aj por todo> os navios e deseian-
I) b .cuite elevar o consumo a al-
tura Ihe compete resol ven lazeres-
ti rao I ieacaio ea maaeira ftue o con-
tu 11 ). augmentan io, ira' declinan-
do o .>;.:. i, >ortauto sao convidados os
ca n i i res a viren a travessa da Ma-
dre i i).o; armaren, ns. 9 e 1G
'' li "i mi ge e roniin ta a receber-se por @
fi lotos 03 vapores artigos do moflas para j
} hom"ii, inmundo caicairu ut- mts u* ;?,
Loja de tnrmore.
Para principiante.
Ven je *a a loja de funileirn da rua eslreila do
; i n. 10, ora poucos fuios, ou s a or-
l i, c o Diotiro se dir't au comprador ; a tra-
la: ii i mesma, ou no paleo do Trco n. 16.
3 .'. ;~"'99 *$$**$
Gurgei & Perdiga o
^ R b .-n pela barra cBertba. rliega- 5
ii i-nenie lo Havre as segnintes b- %.

i i ulii
/I"! I IS
% ipiiJis di sea pedido, rua da Cadea do
n. 23 :
3 i "r nrs cortes de vestidos branco
jy> sii, li ns de Idond com manta,
de
ca-
9
p da, fioies solas e saia dp setim.
S S'ipnriores e modernos chapeos de palha
eiif-'iadus para aenhora.
S i .,>ri res corlas >1 vestidos de phantasia
"i babadinhos n do duaa sai.is.
S i i -riores Ulmas de soda frota foito de
i n brincos e do coros, pelonezas etc.
Soprior i'essa de cor do apurado
o ',{i i lys, obras do sndalo
' ': 'I 13 etc.
i i'iha o rerdadeiro pinnoazu! es-
'ir i rj.m so vem a esta praca por en- **
ii meada. i. h
i

$
.:
:

Venie-se um terreno com 105 palmos de
frente e330 de fundo, tuio aterrada e com 50
oalmosde caesjfi feitos, muito nruprio para nello
se eslabeiecer reflna^des, padirlas ou fabrica de
qual'iuer nalureza, na rua do Brum, bairro do
Recite, junto a fabrica di funiicao de ferro, lugar
designado para taes estabeleciin"ntos, cujo ter-
reno se ven ie por junto ou em lotes de '0 pal-
mos cada um : na rua do Apollo, armazem nu-
mero 33.
Aos senhores armadores e
proprietarios de carros
fnebres.
Vende-se verbutina prela superior a 400 rs
o covado : na rua do Crespo n. 25.
Attenco.
Miudezas por metade de
se u valor.
O arramaUte da loja de miudezas da travessa
do Ltvramento n. 2, lendo do entregar a n<>'">
jo i..jf>. tfo,,j., oon, rimitea unas as miudezas
enstenles, entre ellas um grande sorlimento de
trancas e franjas de seda, fita de velludo e ver-
hiiiim. liulias de carrinhos de cores a 20 rs. o
carriiiho, cariOes de clchetos a 10 rs., dednos a
10 rs.. ditos do metal pratnados a 40 rs., boles
de a.-o fios para calca a 20 r*. a duzia. ditos de
louca bran-os e pntalos a 20 rs. a duzia, bicos
dsela perfeiins a OO, 2i0e320 rs.
phogphoros bons a 20 rs. a ctixinha
do luiba liiis decores a O rs. a
caracol a 60 rs., eslampas de
ca la ama, mojas para homem a 80 rs. o par di-
tas pintadas finas muito ei.....rpadas a 20 'lin-
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sorlimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Cheguem ao barato
O Preguijaest queimando, em sua loja na
rua do Queimado n. 2.
Tegas de bretanha de rolo cora 10 varas a
29, cas8mira escura infestada propria para cal-
a, collete e palitots a 9S0 rs. o covado, carabraia
organdy de muio bum gosto a 480 rs. a vara,
dita liza Transparente muito fina a 39, 4U, Bf,
e6#a pega, dita lapada, cora 10 varas a 59 e
6? a pega, chitas largas da rao lernos e escolhidos
Jiadresa 210, 360 o 280 rs. o covado, riquis-
simos chales de merino estampado a 7e 83?,
ditos bordados cora duas palmas, fazenda muito
delicada a 93 cali um. ditos com urna s pal-
ma, muito finos a 8950(1, ditos lizos com fran-
jas de seda a 5J, leos de cassa com barra a
100, 120 e 160 cida um, raeias muito finas pa-
ra senhora a 49 a duzia, ditas de boa qualidado
a 39 e 3&500 a duzia. chitas francezas de ricos
desenhos, para coberU a 280 rs. o covado, chi-
Ul escuras inglezas a 5900 a po5a, e a ltO rs.
oeovado, brim branco de puro linho a 18,1
19200 e 19600 a vara, dito preto muito encor-!
padoa 19500 a vara brillantina azula 400, rs. |
o covado, alpacas del i Eferentes cores a360rs. o
covado, cesemiras pretas finas a 2*500, 39 e
39500 o covado, carabria preta e desalp'icos a
oOOrs. a vara, e ouiras nuitas fazendas que se
fara patente ao comprador, e de todas se darao
amostras cora penhr.
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n \\
alguna pianos do ultimo gosto. recentimente"
chegadoa.doii bem conhecidos e acredU.dofa!
bncantes J. Broawood ASons de Londres,
muo Droonosara este clima ^onar".
9K3s m2gzmj&m
a vara.
Irancinbas
peca, dilas de
rantos a 100 r?.
Para acallar.
Pecas de cambraia de flores a 3J200. muito
bonita, ditas de salpico muito fina a 3S300 ; na
loja da rua do Passeio Publico n. 11.
Cambraia organ-
dysa3G0o covado.
Vende-se na rua do Crespo, loja n. 8, de qna- '
tro portas, cemhraia franceza organdys a 360 o i
covado, para acabar urna factura ; assim como'
boas dulas francezas a 240 e 300 rs, fazenda do
lindos padroes c cores fixas : dao- se maoslra. \
Apechincha, antes que se
acabe.
Na loja do PreguiCa, na rua do Queimado n.
Z, tem satas balos .iberias, do ultimo gosto, po-
lo diminuto preco do jp.
GRANDE SQRTMENTO
e obras feitas.
HA
Loja earmaxem
DE
Ges&BastoJ
Narui do Queimad) n.
46, frente amarella.
Sorlimento completo de sobrecasaca de
panno preto e de cor a 253, 28s 30i e i
35, casacas a 28S. 30-J e3a-i. pali'tols'dos
y mesmos pannos 20. 22 e 253, ditos de I
| casemira de cor a 163 e 18. ditos sac-
K eos das mesraas easemiras modelo inglez %
m casemira fina a 10, 12^11 e 153, ditos
H saceos de alpaca prolo a 4g, ditos sobre
fino de alpaca a 7. 8 e 9, ditos de me- j
K ri setim a 103, ditos de merino cordao S
a tOJ e 12, ditos de sarja preta trancada *
saceos a 63, ditos sobrecasacos da me3- I
raa 'azonda a 8, ditos de fuslao de cor e
I branco a 4. 43500 o 53. colleles de ca- 3
J semira de cor e preto a 5 e 6, ditos de
merino preto para luto a 4 e 5, ditos S
de velludo preto de cor a 9 e 10, ditos ?
I do gorgurao de soda a 5 e 6,' ditos de 3
bnrn branco e de cor a 25i e 3, calcas *
I de casemira de cor e preto a 7g, 83, *9 ^
, e 10, dilas para menino a 6 e 7. ditas afl
de merino de cordao para nomera a 53 o U
, o, ditas de brim branco a 5 e 6, ditas
\ ditd de cor a 3. 3500, 4 e 5, e de M
> todas oslas obras lomos um grande sor- 5!
5 tmenlo para menino de lodos os tama- 1
1 nhos; camisas inglezas a 36 a duzia. Na S
! mesma loja ha palelots de panno preto iS
para menino a 143. lj c I65. ditos do S
1 casemira pira os mesmos pelo mesmo M
preo, ditos de alpaca saceos a 3-3 e &
33oOO, ditos sobrecasacos a 5 e 63 para %
osmesmos, calcas de brim a 2500, 3 e
3o00, pajetots saceos de casemira de eOr IS
a 6 e 7, loalbas de linho a 800 e 1 ca- S
da urna. 35
No mesmo estabolecimento manda-se 5&
apromplar todas as qualidades de obras ^
tendentes a roupas feitas,em poucos das, m
quo para esse fim temos numero suf- B
ifi- ficiente de peritos ofTiciaes do alfaiales M
^ rgidos por um hbil mostr de serae- to
H Ihanle arte, flcando os donos do eslabe- m
("cimento responsaveis pelas mesmas S
1% obras at a sua entregi. M
wLmmwsm mm W2%a%amt
Sebo e graixa.
se' o coadoo graixa em bexigas: no armazem
a 3$ a sacca.
Arroz cora casca tendo a maior parle pilado
I proprlo para galinhas e cavallos ; no Caes do Ra-
"* U3 II, CJ *
Exposicao de raelaes.
E' chocado a esta loja do Vianna, um riqusi-
mo sorlimento do meiaes de todos os gneros do
mais bonito que se p le encontrar, ludo a emita-
cao de prata ; na rua Nova n. 20, loja do Vianna.
Vinho genuino.
Ainda ha urna pequea quanlidade de ancore-
tas deste vinho sem confeicao, e proprio de doen-
les : na rua do Vigario n.19, primeiro andar-
Ca pellas
para tmulos e catacumbas tanto de
aljfar e imortaile com inscriprfles : na
rua do Imperatriz n. 7, loja'do Le-
conte.
Vende-se na loja tle
NabucoAC. na rua Nova
n. % tas para cartas
debachareis a 5$ rs. a
fita
45Rua Direi(a--4S
ESCOMIDO SORTIMEMO
Aproximando-se o lempo festivo, e sendo in
dispensare! que as lindas e amaveis ninas d
opulenta e potica Mauricea se previnam do qe
A llurnEfinrin na. _____ UU M'l
necessano par. o resguardo dos seus mimosos
opequentnos ps; attendendo tambera T que
&
,*v
Vende -se
EM CASA DE
Ailamson Hovie & C.
GlttXDE SORTIMEMO
irnos cobres, quo o freguez
senda.
nao sahe sem fa-
DE
pechincha.
gosto,
pulceiras,
9
m
-
ido castor pretose brancos forma
ni il Tiia. 9
Guicuaraes Vttllar
Rua do Crespo n 17.
V. n i ,r. ?' para liquidar, cassas de cores e or-
lol) res o covado.
L-ncos de seda a 4">0 rs. cada um.
I da seda a 1>000 cada um
Chitas francezas escuras; bonitos padroes o
55 ) r-. a covado.
G Ulinhas e manguitos, a 55000, muito ba fa-
zo;! I
rancezas muito finas a 660 rs. i vara.
\ "idos le phantasia de 25> e 30S rs. por IOS
ca la um.
G-illinhaa o manguitos pretos a 5& rs. cada um
II tupas d^ brim para crianzas a 33500 rs.
la | rs.
Veslu rios de seda para enancas a 33 rs. para
ani.ms os sexos.
I! cas chapellnas de seda e de palha de Italia
dj melhor gusto possivel.
Cortos de seda prela, borlados e avelludados
t duas siias do melhor possivel,
Cortra de cimbraia branca bordada de dua=
sai.is a 263 35 rs. cada um.
Superiores manteletes com dous bicos largos
o o iins compridos, de ultima moda de Paris.
Saias bordadas as melhores que teem vindo
00 ''i >tro pannos.
R,ii:...s de chita c de cambija bordados a
Hi o 30-3 rs. "
Camisas para senhora ricamente bordadas.
1.-; rlilhos muito superiores a e 10 rs.
Na loja do Preguica, na roa do Queimado n. 2
tem cobertores de algod.io de cores bastante
grandes, propnos pan escraos, pelo baratissi-
rao proco de 13.
Vendera-se capellas de flor, de laa para
tomillos por ser a n-r suspiro, pelo diminuto
preco de 5 ao500 ; no armazem de louca da
arga do Rosario n. 28.
talas e roupa feila
Caf
a vapor.
NA LOJA E ARMAZEM
DE
rua
Atiendo.
Vinagre branco,
superior.
Vende-se vinagre brando superior em barriede
auinio. por prego commodo ; na rua da Cadeia
o Recifa n. 12, escriptorio de Bailar & Oli-
veira. ^*
Pechincha.
Rua do Crespo n. 8, loja de
quat.ro portas.
Chitas tranceos matisadas mullo finas com pe-
jueno loque. de a varia a 200 o 226 rs. o covado
mussiihna azul pereitamente limpa, a 200 rs. e
Vende-se una taberna com poucos fundos, pro-
pria para qualqner principiante por ser situada
no melhor local que se pode desojar por fiear om
esquina, eaameninidade do lugar convida aos
uoroin pousada na casa, pois tem
para car n'uma posic.io de abranger todas i
mas ponanto quom quizer ganhar diuheiro
d.rigir-se ao mesmo lugar as Cinco Ponas ns.
o'J c oz uue todo negocio se far.
Vende-s
m
>>
do
nado.
Joaqaim Roilrigucs Tarares de Mello
RUA DOUEIMADO N. 39
EM SIA LOJ. I.E QCATRO P0R1AS.
iem um completosortimento de roupa feila
convida a lolos os seus freguezes e a lodos
quedesejarem lar um uniforme feito co
gosto dirijam-fe a este estabelicimento qu
contrario nm babel artista chegado ultiman
te de Lisboa para desempenhar as obras a von-'
tade dos freguezes, ji tem um completo sorti-
ment de palitots de fina casemira modello im- I
glez, e muito bem acabados a ltAino logue as Cinco Ponas junto as casas cabidas P "^ 5W00' dllos de alpaca sobre casacas
a 85000, ditos com gMla de velado a 90()0
ditos dei fustao. ditos de ganga, ditos de brim,
ludo a 530 0, ditos de brim Je linho tranca-
do a 6 00, calca de brim de linho muito su-
de casemira de cor a
ditis da casemira pre-
I2S00O, palitots fran
cezes de panno fio fa?enda muito fina a 255
sobre casacas de panno muito superiores a 355
ea 40*000, um completo sorlimento de cami-
sas fracezas, tanto de linho como de algodao
e fuslao vende-se muito em conta, afim do que-
rer-se liqiudar com as camisas.
Riiiuissimo sorlimento de machinas de fazer ca-
te a vapor, approvados na ultima exposicao de
taris ; na rua Nova n. 20 loja do Vianna.
Bombas de Japy.
Hiquissimo sorlimento de bombas de japy' de
lodos ostaminhos, as melhores que se tem appro-
vadoeni tolo o mundo, pela facidada que d a
llrar-se agua ; na rua Nova n. 20. loja do Van-
113.
Vinho do Porto de superior qualidade em bar-
rise engarrafado.
Biscoulos.
Tima do todas as couros.
Lona e filule.
Fio.
Sellins, sclhoes, arreios c chicotes.
Kolhas.
Rua do Trapiche n. 42.
remedios
aaiericanos,
Todas.as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, etc. devem eslar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
Prompto alivio de Radway.
Instantaiiearaeiite alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumatismo. dor de
cabeca nevralgia. diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis indigostao, crup, dores nos ossos, conluses,
queimadura, erupcoes cutneas, angina, rcteD-
cao de ourina. etc.. etc
Solutivo renovador.
Cura todasas enfermidadesescrophulosas.chro-
nicas esyp hliticag; resolve os depsitos de toaos
humores, purifica o sangue, renova o systema-
prompto e radicalmente cura, escropbulas vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos. tumores brancos, afocS6es do figado o rins
erysipelas.abcessose ulceras de todasas classes'
molnslia d'olhos, difficuldade das regras das
mulheies hipocondra, venreo, etc
Pilulas reguladoras de Rad-
way
pararegularisar o systema, equilibrar a circula-
cao do sangue, nleiramente vegelaes favoraveis
em lodosos casos nunca occasiona r'.a.izeas nfm
dores de ventre. dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a.spurgam. Lstas pilulas sao eficazes as allec-
goes do gado, bilis, dor de cabeca, ictericia in-
d'gestao, e em lodas as enfermid'ades das mu-
iheres, a saber : irregularidades, fluxo, reton-
?oes.flores brancas, obstrueces, histerismo, etc.
sao do mais prompto elToito "na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella. e em lodas as febres ma-
ignas.
Esteslres importantes medicamentos vem a-
companhados de instruccoes impressas que mos-
tram com a maior minuciosidade a maneira d^
nXtuxV0,*'m i;.,r,l'l"erenfermidade. Estao ga-
ranuuos Ou raisiHca?a pur so haver a venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leite
i trmao, na ruada Imperatriz n. 10,
agentes em Ternambuco-
empavesada nao pode ,
acord com urna botina acalcanhada ou desen
sida, assim como um cavalheiro de calca bala o
com um borzegnim estragado, far urna tristo
figura vis-a-visde um. bella; consideracoes lo
acertada, actueram no espirito do propietario do
eslabcleciinento, j lao conhecido pela modici-
de dos precos do seu calcado, para roduzi-los
aindamis, rouriindo-se de um abundante sor-
imentoesem defeilo. que aprsenla aos seus
benignos freguezes [moeda em punho) pelos
precos abaixo :
Senhoras
Borzeguins 52 a 59.
Ditos ditos.
Ditos ditos.....
Meninas
Boizcguins 29 a 31. .
Ditos 25 a 28.
Ditos 18 a 24. \
Homeni
Borzeguins. ;.-... 0,500
Ditos prova de fogo e d'aiV.
Ditos.
4.S800
4$500
400O
5,800
5-600
5,200
i tos.
Meios borzeguins de luttre!
Sapatoes com elstico e lustre!
Ditos arranca pelle, bezerro. .
Ditos de bezerro.
Meninos
Sapatoes. .
Ditos. .
800
8,500
G000
Ca-000
5,000
5,000
5,000
oi-GOO
3i'000
somente de primeira classe.
os annunciados
iELOGOS.
^ouoooooo mmm ms g
^egnro coolra Fcm ?
i
COJUPAIVH1A
8
para 1
F
nico?
Camas de ferro.
RtquUssimo snrtimento de camas de ferro com
as, e para colxao por preco commodo ; na rua
Nova n. 2J, loja do Vianna.
Na fabrica de caldeirciro da rua Imperial
a wuus unl a fabrlc0a de sat,a. c na rua Nova, loja de
m todo o '' ""*ens.n/ 3l ha u"> grande por^ao defolhas
luuo o de Z1IIC0| |lrepara(la par tfihajo' e ,:_
que em- minuto ureco de 140ts. a libra P
M
^J?'^'^''^ V,^ d(: escrayos' senda umPerior a 5000, ditas
ulatioho do idade 13 annos e urna negra com 93500') o a 109 '00
l anuos ; no boceo do l'ombil confronte o sitio ,itw-U
. viseando de Suassuna, casa pintada di enfa-1' uper|0r fazenda a
a
m
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosoaracamisas,
Biscoulos
Em casa de Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
CAL DE LISBOA.,
nova e muito bem acondicionada : narua da Ca-
deia do Bccifen.38, primeiro andar
Por metade do seu
valor.
Rua do Queimado n. 19.
Vestidos de gaze e phamasia, muitos lindos de
duas saias, pelo baratissimo prejo da 10 cada
VENDEM-SE
DeosnnnTo. ^ "^ '' "8 '"" da Madre de
um corle.
Z/Oj'a esperanca.
m
corado.
Vende-se borracha de seda prela para borze-
guins a a200 o covado. graixa em barris muito
boa a 610 rs., est acabando se, flautas de bano
deCaoirot al8e20, braceletes de mozaico a j
o3, laa para bordar a 610 a libra, trancas do li-
nho brancas para as roupas da festa a 800, t&, !
1821)0 e l|600 a peca, seto padrOes differentes' i
eolheies (mas. furas, trinchantes, etc. : na rua
do Queimado n. 33 A. G ni maraes & Rocha
Vende-sa t>or 15 a colleccao da Legisl^cao
Brasileira de 1855. bem encadernada : no loja da
rua do Cabug n 18
Curad* GonOirtiea.
Chegcrn pelo Oyapock urna percao de frascos
da precb.sa injecC6o Brou, que se contina a ven-
aer a oj> : na pra;a da Independencia n. 22.
Uim do Queimado n. 1.
Tem para vender rassa.s francezas de cores a
ZoU rs. o covado, cortes de cassa de barra deei-
luosos a 19cada um, l de ftnitnn a 400 rs. o
covado, e nutras moitas fazendas por precos eom-
modos. r *
Botica.
JOALIIEIROS FRAXCEZES
Tem estabelecido um rico sorti-
mento de joias
NA
RUA NOVA N. 18
Bartholomeu Francisco de Souza, rua lar^a do
Rosario n. 36, vende-se os segninles medica-
mentos :
llobl'Afrecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brlstol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres)
Ungento Ilolloway.
Pillas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
s 12librad bCCa '"^ Cm rlhaSl de 2 one
Assim como tem um grande sortimento de
pe para forro de sala, o qual vende a
prego.
e pa-
na odien
VenJem-se libras sterlinas, em
casa de N. O. Bieber & C. : rua da Cru*
n. 4,
Dr;n ap -Arados americanos e machinas
aqualseeESZfde brhanles e l^XSTSTSS^t^
ouro garantidas pelos annuncianlos com 18 qoi- nimon ** rua d* Senzala n.i2.
lates, sem betume ou qualTner oulro vicio. Ven- v.^ =
dem adereces e pulceiras de todos os gostos ene- Hn~nl arrenda se o sitio denominado
culadas pelos melhores artista., rontende af- Jri, l\ Y**" P pr"'' ef" chaos pro-
mas batalUss da actual guerra da llalla, pintoras lP i h i o^"1" ,UnL p0nto do Mad,J-
JV.ieHa.hr.. do VH.:i....m. innni: SAIfL^JSS^SlSffl ^ viv.nda.
*o objeclus Mosaico, de Rom., Ftorenca ele
Rival sem segundo.
d1,!SnV,UaId0Qliaimadr' 55- afronte dosobra-
\l,??> <" i J,,de miudezss de Jos de Azevedo
abauo decUradM"" Ve"der S SegUn,eS arli6s
Caixas de agulhas francezas a 120 rs
Sapatos de tranca de algodao a ls.
Cartas de alQnetes Anos a 100 rs
1S10 3 dG Coluoinas madc'ira branca, o
l'liosphoroscom caiza de folha a 120 rs.
frascos de macassi perola a 2U0 rs.
Uuza do facas e garfos muito finos a 3^500.
Clcheles em carlio de boa qualidade a 40 rs.
Cauas de clcheles balidos a 60 rs
Caitas de obrejas muito novas a 40 rs
Frasco de oleo de babosa a 500 rs.
I)iio d,to para fazer cabello corredio a 800 rs.
sapatosdelaa para enancas e 200 rs
Pares de meias para meninas a 240.'
Pares de^ latas de fio de Escocia a 320
NSSSOS de grampas rnuilo boas a 40 rs.
Agulheiros de marfim a 160 rs.
Caivetes de aparar penas a 100 rs.
Cravalasde seda muito linas a 600 rs.
Tesouras para costura muito finas a 500 rs.
Ditas para unhas a 5u0 rs.
Pecas de franja de laa com 10 varas a 1g
Pegas de tranca de la com 1!) varas a 500 rs.
tetilho para enfeilar vestido (peca' M
Linhas Peiro V, cartaocom 200 jardas, a 60 rs.
Ditas dito com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles mallo finas a 200 rs.
Pares de meias decores para homem muito fi-
nas a 140.
Cordao imDerial (pecas) 40 rs.
Grammalicaingle-
za de Ollendorff.
Novo methodopara aprender a I|
a escrever e a fallar inglez em 6 me
obra inteiramente nova, para use
todososestabelecimentosde instru
pblicos e particulares. Vend
praca de Pedro II (antigo largo
legio) n. 57, segundo andar.
LONDRES
AGENTES
CJ. Astley & CompaDhia.
1 'Vende-se
j Formas de ferro
I purgar assucar.
I Buchadas de ferro.
| Ferro sueco.
Espingardas.
9 Ac de Trieste.
8 Pregos de cobre de com- I
posicao. g
Barrilha e cabos.
Brim de vela.
Couro de lustre.
Palhinha para marcinei-
ro : no armazem de C. $
| J. Astley A c. I
Na n.a da Cadeia n. 24 v*n gi.in.esf.zeodas.porme.ade'de 'eu^'fc'r0
liquidado. 'lu ''cr,
Bicco de seda brancos e bmIm de ,rf
argoras. vara a 160. 240,400, %(o vurit" "
sst y****d ?V. Jssc:d. e
Cnales de t^im a 10 15 2fl 35
2S&]*?. ellodo, de'loucaTde fus,o
^
ns se-
para
Chap
Casa
os de seda para senhora a O.
Lasarpqnes de velludo a 40 e COP.
Uiio/; de seda a 25?.
)r*a de fuslao a 8 e 12$.
!s de seda e de todas as qualidades de ICO
Fi
rs. ifl500.
las de velludo de 240 rs. a if.
!ua da Cadeia do fiedle
numero II,
loja de miudezas, continua a vender-se pelo ,,-
oeclw?-0' eD're ldaS f8zeDdas- os eguinies
Capachos para entrada de porla com pequeo
fetoa 120 rs. H
para cortinados e toslhas.
peca a
mm
etc. Os annunciantes encarregam-se de mandar
vir do Paris qualquer encommenda, o que con-
servam naquoll* capital urna pessoa de sua casa
muito Tresca, boa vista, e excellente agu
(fasto, erande baixa de capim para 4 cavallos e
urna planta com 10.000 cavas de mandioca, eran-
a
.----------------- 11W
da porgao de arvores de frueto de todas asqua-
podendo ga'raalir a promptidao Vi^V^":da'JJnbrt3;ort e,c- : na rus de Apollo, ar-
eobertos edescobertos, pequen
ouro patente inglez, para hojge*
de uta dos melhores fabcantdf^e
SSafitelor CP5^"
Loja das seis
frenlede
Coyado 200 rs.
Chilas largande bornes gastos a 200 rs. o co-
ico es,rp,as inailaco de lazmhasa
onn rs cas9 de salgeos brancas e oe cores a
00 rs. o covado, pK de esguiao de algodao
muito fino a 3J a p^a, ditas de bretanha de rolo
com 10 vibs a t).^scadinho de linho a 160 rs.
p covado, chales/e merm estampados a 2s
lengos brancos cf barra de cor a 120 rs., ditos
coji bico a SOOrf. algodao monstro de duas lar-
guras o meihorfue possivel a 640 rs. a vara
mus8ulina encanada a 240 o covado, fil de li-
nho prelo baste largo.; A loja est aborta al as
9 horas da ootle.
de
Franjas
2500.
Duzias de fallieres a 25900.
Dilas de ditos finos, cabo de baleia, a 5S50O.
Karalhos de carias de apreciacao a 2.
2So!'",,aS de Tidrilh0- 6slS nodernos. a
Carlas de alfinetes a 100 rs.
Masaos de grampas a 40 rs.
Molduras douradas de lodas as larguras a f
Franjas de seda, laa, algodao e linho, gAslos
modernos. "*u
Ei.feiles para cabeca, de froco, modernos
ManUs para grvala a Bellramini g
Charutos de economa, caixa com 100 a MHA
E muitos outros objectos que s vista dos com-
pradores. '""'
r^r,hyeAdem'at Socos com 'relio de Lisbea,
farinhade mandioca e milho, Por preco muito
em conta : no pateo de S. Pedro n. 6;
Ufw nCaV de ^ Beber & Successorcs, rua
job Lruz n. 4, vende-se :
..CfHm5anha marca Ferre c uma mais
acreuMadas marcas, muiconhecidas no Rio de Ja-
neiro.
Vinho xerez em barris, cognac em barris e
Co1X8S.
Vinagre branco e linio em barris.
Brilhantes de varias dimenses.
Eiher sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brinzaos e brins.
Ac de Milao
Ferro da Suecia.
' Algodao da Baha.
MUTILADO



DIABIO DB PBmmmJOO. SAMADO M NOVEMBRO DE 1860.
(7)
iVGENCIX
DA
IlIVDICiO LOW-MOW,
Ra da Scnzalla Nova n. 42.
Neste eslabelecimento contina a baver um
completo sortimento de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas
dejerro balido e coado, de todos os lamanhos
para dito.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem conhscido e acreditado deposito da
ra d.i Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
rerdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgem em
pedra, tudo por precos raais baratos do que era
outra qualquer parte.
Vinlio de Bordeaux.
Em casa de Kalkrnann Irmos&C, ra da
Cruz n. lO.encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux Tem as seguintes qualidades :
De Brandenburg frres.
St. E&tph.
St. Julien.
Margaux.
Laroso.
Chdtcau Lovle.
Chaleau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
^t. Julien
^t. Julien Mdoc.
Cliateau Loville.
I\a mesraa casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madera em barris.
Cognac em barris qualidade fina
Cognac em caixasqualidade inferior.
Gerreia branca.
As melliores machinas de coser dos raais
afamados autores de New-York, I.
M. Singer & G. e Wheeler & Wilson-
Neste estabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
, nitores, mostram-se a
qualquer hora do din ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade eseguranca:
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leite & Irraaos ra da
Imperatriz n. 10, amigamente aterro da Boa-
Yists.
$ nQ twtmi
<$ Recebeu-se recentemente e continua a Q
@ receber-so directamente de Paris e Lon- @
@ dres por todos os vapores, de enrommen @
da especial, arligos de modas para se- @
nhoras na fg
Lojade marmore.
@@@ g@g @ S
r.@*
-Gurgel & Ferdigo
Vendem na sua loja n. 23 da ra da Cadeia do
Recife, as seguintes fazendas :
Saias biilao de nova inveneao e muito commodo
para senhoras e criaiiQts a 4#, 5>e 89.
Visitas de fil preto e manteletes da mesma fa-
zenda |>oi 2&g.
Chapeos de palha finos enfullados do flores e
pennas para as senhoras por 35g.
Enfeilese turbantes os mais modernos e perfcl
los a 8 e 10-J.
Cortes ile vertidos de grinndime de seda com 9 e
1(1 b badinhos a 25 e 3o.
Caiiiiili.is do seda de croxe branca e de cor bor-
dtidasde ricas franjas a 35J o 40.?.
Grosdenaples de quadrinhos carmesim e oulras
cores, covado 2-$.
Sedas de quadrinho de cor, o covado 1#100.
Ricss fitas em varas para sinlo de senhoras.
Luvis de Jonvin de todas 33 cores a 2$.
Completo sorlimenlo de roupa feita, calca, pa-
letols, sobrecasaca, collete. seroulas, camisas de
linho e algodo.
Encyclo pedica
SYSTEBA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA-
Este inestimavel especifico, cmpcslo inleira-
mente de bervas medicinaos, nao conim mercu-
rio era algnma onlra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compltelo mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compltelo mais robusta ;
enteiramente innocente em suas opersces e ef-
feitos ; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especib e grao por mais antigs e tenazes
que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j eslavara as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn!
recobrar a saude e Torcas, depois dehaver tenta-
do inullimente lodos osoulros remedios.
As mais siluetas nao devem entregar-se a des-
esperaeo ; facam um competente ensaio dos
elicazes eiTeitos desla assombrosa medicina, e
preMes recupera rao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes en fertilidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A m polas.
A reas (mal de).
Asih ti, a.
Clicas.
Convulses.
Oebilidadeou extena-
co.
Deblidade ou falla de
forjas para qualquer
cousa.
Desinleria.
Dor de garganta.
de barriga..
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidadesno venire.
Ditas no ligado.
Di las venreas.
Enchaqueca
Herysipela,
Febre biliosa.
Ptbrelo da especie.
Golta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigesies.
Infiammaroes.
Irregularidades
menstrua(o.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Abstrucc.o de ventre.
Phtysira cu consump-
pulinonar.
Retenc,o de ourina.
Rbeumatismo.
Symptoro.s secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Fazendas finas c grossas
DE
Guimaraes Villar
RA DO CRESPN. 17.
Grande sortimento de fazendas proprias para
homens e meninos.
Sobrecasncas de panno fino, paletots de panno
fino a 20}>e 22$, paletots de brins a 4, 5j> e 6,
calcas de casimiras pretas, ditas de cores, col-
letes de diversas qualidaJes pretos e de cores,
casemiras para paletots com msela de seda,
cortes de casemira do cor a 5#, cortes de case-
mira prela setim a 7$.
Ca nisas de linho inglezas, meias, seroulas de
linho, lencos, chapeos de castor branco e preto,
-itos de massa pretos.
Calcado de Meli sendo de pelica, de bezerro
e cordavo.
Lencos de seda a 18.
Qunrdanapos do linho a 4j$ a duzia.
Febreto intermitente.
Vcnde-se estas [ululas no eslabelecimento ge-
ral de Londres n. 224, Strand. e na loja de
lodos os boticarios droguista e outras pessoas en-
carregadas de sua venda em toda a America do
fcul, Havana e Hspanha.
Vendem-se as bocetinhas a 800 rs. cada
urna dsllas, contera urna inslrucc.ao em portu-
guez para explicar o modo de se usar deslas pi-
lulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
nambuco.
Bournus de seda otomana de cores proprios
para passeio, c sabida de baile, ultimo gosto: na
loja de maimore.
A 21400 o corte.
NO
Armazem de fazendas da ra
do Queimado n. 19.
Cortes de chita franceza pelo baratissimo preco I
de 2500, antes que se acabem.
Vendem-se 2 carros, ca Ja um com arreios
para 2 cavallos, e ambos para 6 pessoas ; um
mais pqueno e mais usado, outro maior. de vi-
dracs e cora muito pouco oso : na ra d3S Flo-
res n. 6.
Vende-se urna cabra criadeira cora dous
eabrinhos, muito mansa e boa leiteira ; no pa-
teo da igreja do Pilar n. 12.
Vende-se um raiiriuiet em born oslado o
arreiado, por prefo muito commodo : uu cucroxl-
lhada do Bellem, taberna do Andr.
_ Vende-so urna casa torrea na ra do Pilar
n. 37, chaos proprios, com um grande sotao, ten-
do em baixu 3 quarlas, cozkha fon, quin'al e
cacimba, c no sotao urna grande sala, 2 quartos
e cozinba, ou permuta-se por outra de monos
valor em qualquer na que ronvenba ao annun-
eiaiito : quem pretender, dirija-se a mesma ra
n. 143, piimeiro andar.
Vndem-se saceos com fatelo de Lisboa
com 4 arrobas e alguns tem mais, por preco com-
modo, em grandes e pequeuss porcots : na ra
da Praia n. 53.
. Veade-se a casa terrea n. 21, da ra do Pi-
res : a tratar na ra Nova n. 51.
A2$500asacca.
Farinha de mandioca com toque de mofo em
saceos grande, no largo da Assenibla n. 19,
rmazem de Antunei Guimaraes & C.
Ra do Queimado
n. 39,
NA
Loja de quatro portas
DE
JOAQIM RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Cbegou u'timamenie a este eslabelecimento um
completo suriimcnio de chapeos prelos rancezs-
do melhor fabricante de Paris, os quaes se vene
dem a 7000, dilos a 8000, ditos a 9??0O,
dilGS mtiilo superior a 109000, ditos de castor
dretos e breos a 168000, o melhor que se
pode desejar, chapeos de fellro a Garibaldi de
muito superior massa a 7$C00, dilos de copa
baixa para diversos precos, dilos de palha escura
do varias qualidades que se vendem por prero
barato, bonets de veludo para meninos a 5&00<>,
ditos de palha escuras e claras s 435000, dilos
de panno muito bem arranjados a 39500
chapeos de seda para senhoras a-25;G00 muilo,
superiires, dilos de palha escuras proprios para
campo a 125000, ditos para meninas 10000,
chapeos de sol de seda inglezesa 1C9 e a 12
muito superiores, ditos francezes a 8*000,
ditos de panno muilo grandes e bons a 49000.
sapatos de veludo a 225000. dilos de tronca a
19600, sinlos de giugurao para senhoras e me-
ninas a 29000, cebos de casemira ricamente
bordados a 125000, e outras muita fazendas
que a vista dos freguezes nao deixarao de com-
piar.
Borzeguins de Melis.
Vende-se a 12g rs. o par desto magnifico cal- :
cado na roa da Cadeia do llecife loja n. 41 de ;
Guimaraes & Reg.
Cerveja branca su-
perior.
Vende-se cerveja branca superior, era barris de '
terco, por preco mdico : na ra da Cadeia do
Recife n 12, escriptorio de Bailar & Olivtira.
Campos ( Lima
rereberam urna factura de chapeos de sol de se-
da para hornera, tendo entre estes alguns peque-
os que sorvem para as senhoras que vao para o
campo lomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porco seja grando se rosolvero vender pelo
prr-Qo de 69 e 6S500, e alguns com pequeo de-
feilo a 5$ : na ra do Crispo n. 16.
RnadaSenzalaNovan.42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C.
vaquetas de lustre para carros, sellins e silhes
inglezes, c^ndeeiros e casticaes bronzeados, lonas
inglezes, fio de vela, chicle para carros, e mon-
tara, arreios para carro de um e dous cvalos
e relogios de ouro .patente inglez.
A 1,000 rs.
Farinha do mandioca em sancos grandes : ven-
de-so no Porte do Mallos, .>ruj->Ecm d. iq, con-
fronte ao trapiche do alpodao.
Loja de calcado.
Vende-se urna loja de calcado, muito propria
para qualquer piincipinte, e por ter poucos fun-
dos, e mesmo para qualquer outro negocio por
sorem bom local: na praca da Independencia d.
39, se dir qual-.
rebudio iicoipmvEL. Jjerrenos perto da
6NGENT0 HOLLOWAT. *
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as nar6es
podem lestemunhar as virtudes es remedio
ineomparavel e provar em caso necessorio, que,
pelo uso que delle izeram lera seu corpo e
membros inleiraraente saos depois de haver em-
preado intilmente outros tratamentos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravillosas pela leilura dos peridicos, que lh'as
relatam todos os dias ha rauitos annos; e a
maior parte dellas sao lao sor prndenles que
admirara" os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraran) com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois de ter
permanecido longo lempo nos hosnitaes, onde
deviam soffrer a ampulafo 1 Dellas ha mui-
oas que havendo deixado esses, asylos de pade-
timentos, para se nao submeterem a essa ope-
rajao dolorosa forara curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das laes pessoa na enfuso de seu reco-
nhecimento declararan! estes resultados benfi-
cos diante do lord corregedor e outros magis-
trados, afim de mais autenticaren) sua afirma-
tiva.
Ninguem desesperara do estado de saude se
tivesse bastante confianza para encinar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
tratamento que necesslasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar inconlestavelraente.
Que ludo cura.
O ungento he til, mais particu
lamiente nos seguintes casos.
Infiainma^ao da bexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos
Pulmoes.
Quemadelas.
Sarna
Supurares ptridas
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos
Ulceras na bocea.
do ligado.
das atliculac,5es.
Veas torcidas ou no-
das as pernas.
Alporcas
Caimbras
Callos.
Anee res.
Cortadurrs.
Dores de cabera.
das costas.
dos men bros.
Emfermidades da culis
em geral.
Ditas do anus.
Erupe.es escorbticas.
Fstulas no abJomen.
Fialdade ou falta de
calor as exlremida-
dcs.
Freiras.
Gengiva esealdadass.
Inchaces.
lllamarao do figado.
Vende-se esle ungento no eslabelecimento
geral de Londres n. 244, Strand, e na loja
de todos os boticarios droguistas e outras pes-
soas encarregadas de sua venda em toda a
America do sul, Havana e Hesparha.
Vende-se a 800 rs., cada bocelinha contera
urna instrucQao em portuguez para explicar o
modo de fazer uso deslo ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceulico, na ra da Cruz n. 22. era
l'ernambuco.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnslon Paler & C,
ra do Yigario n. 3, um bello soriimenlo de
relogios de curo, patente inglez, de um dos mais
afamados fabiicanies do Liverpool ; tambem
urna vaiiedade de bonitos irancelins para os
mesmos. 1
praca.
Caminhodos mnibus.
Os herdclros do commendador Antonio da Sil-
va vendem sua propriedade, no lugar da Casa
Forte, em sorles de ierra a vontado dos compra-
dores com a nica estricgo de nao tercio menos
de 30 palmos de frente, e fnndo designado pela
respectiva planta .approvada pelas autoridades
competentes, o engenheiro Antonio Feliiimo
Rodrigues Selle o eocarregaoo das medicos
precisas, e pode ser procurado no mesmo sitio,
ou na ra estreita do Ros; rio n. 30, lerceiro an- ,
dar, ou na praca da Roa-Vista, botica de Joaquim
Ignacio Ribeiro Jnior : os prelendontes podem I
dirigir-se igualmente para qualquer proposla ou .
esclarecimenlo ao herdeiro L. A. Dubourcq, no
seu sitio na Capunga.
Rap nacional D.
Pedro II da imperial fabri-
ca de Joo Candido de Mi-
randa, Rio de Janeiro.
Este rap sem duvida o de melhor qualidade
fabricado neste imperio, acaba de chegar e ven-
de-se no deposito, ra do Vigario n. 23, escrip-
torio.
Vende-se "por necesijado urna raulali-
nha propria para ama de meninos ou paia en-
carregar-se da adminitlrac.o de urna casa por
ser muilo fiel e cuidadosa, engomma com toda a
perfeQo, cosinha e coze, roupa de senhora :
quem a pretender annuncie por esle Diario
que ser procurado.
lelogios
Suissos.
Era casa de Schafleitlln & C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e v. riado sortimento
de relogios de alRibclra boriaontaea, pntonies,
chronomelros, roeioschronometros de ouro. pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo estes relo-
gios dos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vanderao ror precos razoaveis.
Ra do Crespo n. 4, loja
de quatro partas.
PeehncUa.
Pocas de madapolao fino avariada ae 1200 at
43000.
i Cimento inulez.
^b Vende-se o muilo conhecido e acredi-
jg lado cimento para colar lonja, vidros,
^ tartaruga, maifim etc. : na loja' de fazen-
j^ das da ra do Gabug n. 2, a 2; cada um
vidro dinheiro a vista.
I
I

Joaquim Bernardo dos Res estabelecido com loja de calcado francez na ru larga do
Rosario n. 32, temi emvi-ta acabar com esle estabellec'nnento o mais breve possivel, resolveu-
se a vender todo o calcado que lera ptlos pregos abaixo mencionados, a saber:
Borzegnins de bezerro com durae-ue. 6(00
Dilos dilos com pellici. 7000
Ditos de dilos com panno. 7000
Dilos de vaqueta sola patente. 7500
Ditos de carnuda. 7JJ000
Ditos de Nanies sola patente. 9000
Ditos de dito sola fina, 85000
Ditos Pradelle. 8000
Dilos todo de duraque, 750o
Ditos de ditos dito. 7&000
Ditos de Cantes. 9?J0iiO
Ditos lodo de pellica. 10P00
Ditos de cordavo. 119000
Diios de lustre de Meli. 129000
Bolas de bezerro. 8$000
Sapaloesde lustre de INanles.
Dilos Fanien.
Ditos da ditos.
Dilos de bezerro.
Dilos de ditos com panno.
Ditos de dito para menino.
Sapa los de Iranca francez.
Hilos de tapete.
Ditos de maroquim para Snra.
Ditos de bezerros duas setas.
Dilos dito de urna sola com s'llo
Dilos dilo de urna sola sem dito
Dilos de lustre com duas solas
Ditos dito com urna sola e sallo
Ditos dito cora urna sola sem dito
65000
435I 0
35500
35500
35000
29500
19280
15000
19u00
49500
39500
2800
59000
49000
39200
N. 19.
O annuncianteroga as pessoas que lhe devem o favor devirem saldar seus dbitos, visto
ter de satisfazer a quem rJeve.
ARMAZEM DERODPAFEITA
Encyclo pedica
DE
Fazendas finas e grossas
DE
Guimaraes & Villar
RA DO CRESPN. 17.
Receberam de Paris o mais lindo e variado
sortimento de cortes de vestidos de seda de co-
res e prelos bordados a velludo de duas saias,
chapelinas de seda e de palha do Italia ricamen'
te enfeitados, cortes de rambraia branco borda-
dos do 2 saias, manteletes e capas de groa bor-
dadas cora vijnlho o com bicos largos, saias bor-
dadas, baldes para senhora, cambraias de cores,
organdys. chitas francezas, manteletes de fil,
seda de quadrinhos, golliohas pretas de (li n
5$. ditas brancas com manguitos a 59.
Corles de vestidos de phantasia a 159000 ca-
da um.
Sahidas do bale ulti.no goslo de Paris.
Vestuarios para meninos de toda as quali-
dades.
Vende-se por precos bacatigsimos afim dse
fazer muito negocio e roanda-se as fazendas pa-
ra as scohorsa escolherem.
Defronte do becco da Congregacaoletreiro verde.
Casacas de panno preto a 309, 359 e 409000
Sohrecasacas de dito dito a 359000
Paletots de panno pretos e de cores a
209, 259,309 e 359000
Ditos de casemira de cores a 159 e 329000
Dilos de casemiras de cores a 79 e 129000
Ditos de alpaca prela gola de velludo a 129000
Dilos de merino setim preto e de cor
a 89 e 99000
Ditos de alpaca de cores a 39300 e 59000
Ditos de alpaca preta a 39500, 59,
79 e 99000
Dilos de brim de cores a 3950O,
49500 e 59000
Ditos de bramanta de linho brancos a
49500 e 6#0C0
Caifas de casemira prela e de cores a
99, I09e 129000
Ditas de princeza e alpaca de cordao
pretos a 59000
Dilas de brim branco e de cores" a
29500 49500 e 59000
Ditas de ganga de cores a 39000
Dilas de casemira a 59500
Colletes de velludo decores muilofino a
Ditos de casemira bordados e lisos
pretos e de cores a 59, 59500 e
Ditos de setim preto a
Dilos de casemira a
Otos de seda branca a 59 e
Ditos de gurgurao de seda a 59 e
Ditos de fustao brancos e de cores a
39 e
Dilos de brim branco e decores a 29 e
Selouras de linho a
Dilas de algodo a 19600 e
Camisas de petode fuslo branco e
de cores a 29300 e
Ditas de peilo e punhos de linho mui-
lo finas inglezas a duzia
Dilas de madapolao brancas e de cores
a 19800, 29e
Dilas de meia a 19 e
Relogios de ouro patente e orisonlaes
Ditos de prata galvanisados a 259 e
Obras de ouro, aderecos, pulseiras e
rosetas
109000
69000
59000
39500
6900
69000
39500
29500
29500
29000
29500
359000
29500
19600
9
309000
Armazem de fazendas ba-
ratas, na ruado Quei-
mado.
1
Micos corles de gaze de seda e phantazia com |
duas saias, (pela terca parle do seu valor) a 109
cada corle. .
Lences e cobertas.
I.encoes de bramante, dilo de panno de linho,;
coberlas a chineza pelo barato pre^o de 1800.
Vestidos de seda.
Ricos vestidos de seda para meninos e meni-1
as, fazenda superior, fotos no Rio de Janeiro |
oor urna das melhorcs modistas, o pelo barato :
prcc,o de S.
Chitas francezas.
Chitas francezas proprias para casa por serem
escuras, e dilas claras a 2:0 is. o covado.
Colchas de fustao.
Grandes colchas de fuslo com ricos lavores a
5J500.
Chales de merino.
Chales de merino bordados, franja de seda, a
5S500, dilos eslampados a 3$00.
Paletots escuros.
Paletots escuros 3 2i600 cada um, cambraia
organdys a 500 rs. a vara, ditas muito Cnas a
640 rs., bales de malha a 5g. dilos tapados a A%,
lencos brancos a IjJSOO e 2g, algodo com 8 pal-
mos de largo a 60U rs. a vara.
Ricos manteletes.
Os mais modernos manteletes pelo preco de
30000 v
Loja das 6 portas
em frente do Livramento
Lazinhas a oOO rs.
Camisinhas muito bonitas com duas larguras
para vestidos de senhora a 500 rs. o covado, cor-
lesde riscado francez para vestido a 29, sa;as
balao parr menina a 3}500, das para senhora a
4g5Oe 59 ; d-se amostra com penhor A. loja
est aberta al as 9 horas da noite.
Ra do Rangel
numero 28.
Delicadas resfriadeiras para a pra^a e senhores
de engenho, obras que podem estar patentes em
qualquer sala ornada, do melhor goslo pela sua
delicadeza, como sejam : as bonitas bilhas ham-
burguezas, tanto em por^ao como a retalho, e as
exi-ellentes jarras finas e entrefina?, proprias
para os lugares mencionados, de todos os lama-
nhos que o fregu/, queira, e deposito.* para com-
modidade, jarras e potes, tudo marcas reforjadas,
e outros muitos objectos.
Com toque de avaria,
Pejas de madapolao de 29 a 4000. vendem-se
na ra do Crespo, loja de quatro portas n. 8.
Vende-se por todo o prego a trmagao da
loja da ra da Praia n. 27, propria para qualquer
negocio que se queira botar e paga 8penas 159
de aluguel por mez : a tratar na praca da Inde-
penda ns. 19 e 21.
Ra do Cres
loja n. 25 de Joaquim Ferreira de S. vende-
se por presos baraiissimos para acabar : ves- j
ldos de tarlaUna bordados de seda a 89(00.
organd de cores muilo finas a 320 rs. o co-I
vado .cassas de cores a 240 rs., chita larga a
200, e 240 rs., capas de uslSo enfeitarlas a
590f 0, easaveques de cambraia e fil a o9"00,
penleadorcs de cambraia bordados a OOO,
babados a 3'0 rs a vara, tias buriladas mu- .
lo finas a 195( 0 a peqa, rucado francez fino
a 16 rs. o covado, polinbas de ponas bor-
dadas a 28500, manguitos de cambraia efil,
a 28000, camisinhas bordadas muilo finas a,
29000, chita larga com lu.-tro e muito fina
propria para cobaita e roupdes a 30 rs es-
guio de linho a l,->200 a \ara, roupes de
seda feilos a 12*5000, vestidos de seda mofados
a 88C0O, luvas arrendadas a 1(0 rs. o psr,
vestidos de grosdenaple pretos com barra de
cor a 20000, palitos de pao preto e de ares
de 16^000 a 205000, sohrecasacas de panno
muilo fino a 259' 00, calcas de casemira prela
e decores de GSOi'O a HfOOO, dilas de biim
branco e de cores de 2#000 a 5C0OO, palitos
de brim branco e de cores de ^STiGO a 59000,
ditos de alpaca de 39OOO a 89000, brim
trancado de algodo com 9 palmos de largura
propro para toalhas a 900 rs. a vara, damas-
co de laa com 9 palmos de largura a IjGOfl o
covado, velbulina prela a 400 rs., brim de
linho de cores a 19800 o corte, meias croas
para homem a 19200 a duzia, camisas de
linho inglezas a 32S00O a duzia, pegas de
madapolao fino a 4?OO, corles de lanzinha
muito fina com 15covados a 8;>000 rs ca-
misas de cores e brancas de i 9500 a 39000,
e outras muitas fazendas por menos do sen
valor para fechar con las.
Na Lingoeta 11. 5, vcnde-se : 1
1
Queijos novos a 39.
Manleiga ingleza flor a ljj280 a libra.
Vinho engarrafado duque a ljOO.
Presuntos novos a !>00 rs. a libra.
Cha hysson lino a 2*400.
Hecebeu-se e continua a receber-se por @
}$ todos os vapores, vestimentas, calcado e @
@ chapeos para meninos na g :
Lojade marmore.
Cera de carnauba
da nova safra, qualidade especial : no largo da
Assembla n. 19, armazem de Ar.tui.ts Uimd-
tes & C.
Resumo de oetica.
Indispensavel para os prximos exames de ihe-
lrica ; est a venda nn livr.'ria cl8sica, na pit-
ea de Pedro II n. 2, a 500 rs. cada exeroplar.
Potassa nacional,
chegada estes dias do Rio do Janeiro, vcnde-se
por pre^o muito commodo: no eteriptorio do
Carvalho, Nngueiro & C, "fu do Vigario n. ')
primeiro andar.
Loja da seisporlas en
frente do Livranenlo.
Roupa feita barata.
Palilotsde casimira escuras a 49000, dilas de
alpaca prela 49000 e SJJt 00, camisas bronces
ede cores a 29000, dilas de fuslao 3 2~C0
serolas muilas finas a 15600 e 28000, [aliict-?
de brim pardo a 38000 caigas de casemira f re-
ta e de cores, palilols de f anno preto sobre etsa-
cas, coileles de casemira preta ede cores, ditcs
de veludo preto e de cores ; um cemplito settt-
menlode roupas feilas
Burros baratos
de 70# para clraa per tocio pnco a 1
fa paia acabar, a tratar com Andn tic
Abren Foito na ra do TraprcJ 1 ovo
n. liou de fronte do arstnal de mali-
na ca";a arriarella.
Carros.
VrnJem-sc dous ricos carros mui bem
relhados e elt-ganlcmi ule pintados : no lorg I
Corpo Santo, escriptono de Manael Igi acio t!i
Olireira & Filbo.
Escrava.
Vende-se urna muale, moca, que engomma.
ccie e roziuha : na ra do Queimado 11 i, l.ja,
Vende-se na ra do Liy.rameu
n. 19, borzeguins francezes a 0^. eii
de bezerro a G. tiito de vaqueta a 7
sss^s.a^
@ Machinas de vapor.
@ Rodas d'agua.
M Moendas deconna.
@ Taixas.
:-,? Modas dentadas.
J;J. Brnnzes e aguilhcs.
55 Alambiques de ferro.
f Crivos, padrees etc., ele.
** Na fnndicod ferro de D W. Bovman,
roa do Rrum pSssando o chafariz.
Loja das seis portes
frente do Livramento
Covado a 200 rs.
Chilas largas de bonitos gostoa a 200 rs. o co-
vado, ditas estn itas de ci res escurase 160 rs ,
pecas ce brelanha de rolo rom 10 varas
ditas de PSgoil de algodo muilo Uno a ;!-, ris-
eadinho de linho a ICO o covado. lencos brancos
com b*rra de eflr i 120 rs dilos branros com bt-
co a 200 rs., algodo rronstro com duas larguras
a 010 a vara, laarnhasde duas larguras, f. u nda
i ova |>Ara veslid s a 500 rs. o covado, enfeites de
Irania com laco de fila para cabeca de < i I, ras
a 29L0O, curies de tiscado para vestid, s i M, -
tas de m^dapo ao com 1|2 palmos de larg
49i0, chales de merir.6 eslampados rr.ui'i tic
a f%. A loja est atera al as 9 horas da noile.
to
fo
y-

! -

9
H
8
cw.: -
Escravos fue;Hos.
N. 9.
Ra do Queimado n. 9, loja de Francisco Pe-
reira da Silva, vendem-se lences de brim de
linho a 1$800 cada um
Aviso para o publico.
Vende-se leite liquido de vacca a 320 rs., e
de cabra a 40U rs. : na casa de banhos no paleo
do Carmo.
Pochincha.
Na ra da Cadeia n. 24, vendem-se pegas de
algodo com 17 varas, ipndo 4 palmos de largu-
ra, pelo baralo prego de 4.
CasafmOlinda
Vende-se urna casa terrea sita na ra dos Qua-
tro Cantos era Olinda ; a tratar na ra do Livra-
mento, sobrado n. 8.
Bom e baralo.
Manleiga ingleza a 1J, dita franceza a 600 rs.,
espermacete a 680, doce de gniaba a 18 o caixao,
cha hysson a 19920. dito perola a 2}5C0, viuho
do Porlo fino a 18 c 800 rs. a garrafa, figos de
comraadre a 240 a libra. painc,o a 160, toucinho
a 360 : na Iravessa do paleo do Paraizo n. 16,
casa pintada de amarello.
Azeite de cara-
pato.
Vende-se a 140 rs. ; na travessa do pateo do
Paraizo n. 16, caaa^intada de amarello.
_ Fugio no dia 29 do corrente, do engenho
Gongacari, o oseravo Andr, mulato claro, cabel-
lo estirado, sem barba, altura regular, cheio do
corro, reprsenla ter 22 anuos de idade, denles
alvos, andar dorar :>io, pernas pouco arquea-
das, levou camisa e talca azul ; esle escrai 1 '
natural do Rio do Peixe : roga-se asautuiid
puliciaes ecapitaes de campo 3 apprchens 1 I
dilo escravo. e leva-lo ao dito engenho ou > ru 1
da Imperaliiz n. 30, segundo andar, que serao
gratiGcados
50,000 de gralifl-
eaco.
Contina a andn- fugi.Jo desde o dia 15 do cor-
rete mez, oescravo erioolo denoroe Feliciano,
enjo esiravo fui comprado aos herdeiros da se-
nhora do engenho S. Paulo, na freguezia di s Alo-
gados, e perlence boje aos herdeiros do finado
Fernando Subida, edesronlla-se que ande por
aqi.eHes lugaris donde naitiral e tem prenles,
o qual tem os signaes seguintes : altura regular,
sem barba, tem grande falla de cabillos lu alto
d^ caite;*, proveniente do carregar pe so, alguna
eraros nos ps que o impossihihlan de andar
apressado, e gusta muilo de b.loques : roga-se
as autoridades policiaes, capilaes do can po, pe-
destres ou qualquer pessoa do povo, que o appre-
hendam e levem ao botequim di rua larga do
Rosario n. 25. ou travossa do Queimado n. 3,
que se gratificar com a quaotia cima.
Fugio no dia 29 de outubro do correrle
anno o escravo Torquato, com os signaos seguin-
tes : cor cabra, estatura regular, cabellos ora.
pouco comprlos, levou canosa azul, calcas do
castor, representa 26 annos de idade, pouco n : s
ou menos: quem o pegar leve-O ao largo do
Corpo Santo n. 13, aonde ser tecompenssdo.
Contina fgido desde -29 de julho deste an-
no o escravo pardo -araboclado de non.o Joo,
com os signaes aeguiot s : corpo e cstMura re-
gulares, edr plida por ter soffridn de sesea, do
idade 25 a 30 annos. falla descancada, mansa e
semrre conlrafeita, mostrando fingimenlo, na-
tural de Inlian um. foi propriedade de um velho
por nome Joao Secundo do mesmo serian, e por
morle deste vendido pelos herdeiros, sendo uru
dos ltimos possuidoies Ignacio Ferreira Timo-
do, senhor oe engenho do Sul, que lambem o
vendeu ; julga-se ter seguido para o Inhann.m
ou oulro qualquer serlao : roga-se aos capiles
de campo ou qualquer pessoa que delle soober,
o apprehendam e levem Apipucos a seu actual
senhor, o majnr Joao Francisco do Bego Maia,
011 no Recife a Syrnphronio Olymiio de Queiroga,
que se recompensar generosamente.
Cem mil ris,
Gratifica-se rom 100$ a quera capturar o escra-
vo Augusto, fgido do engenho Serra. freguezia
de Santo Anto, no dia 20 do correnle, cojos sig-
naes sao os seguintes : pardo claro, de idade 26
annos, com principio de barba, secco do corpo,
rosto descarnado, nariz chato, olhos amareHos,
cabellos ruivados, denles limados, belcos tinos e
fisionoma agradavel, bastante ladino, sabe ter o
escrever ; levou comsigo um qnarto grande,
rujo rardao. com urna cicatriz nova de sella no
espitihaco, inteiro. de ultima muda, passeiro o
bastante ardtgo : quem o capturar podet entre-
gar nesta pra^a ao tenente-coronel Francisco do
Miranda Leal Seve, ou no engenho a seu senhor
o tenente-coronel Francisco de Barros Correia de
' Queiroz.


(8;
Litteratura.
DIARIO DE PERNAMBUCO. W SABBADO 3 DE NOVEMBRO DE 180.
FoRCAS PRODUCTIVAS DA FRANCA.
II
(Concluido.)
Urna pessa, amiga do progresso agrcola,
mandoo vir de Bourgogne, no rigor do invern
c di-slino ao departamento da Charcnle, sar-
menlos ou rebenlos para planto de vitiha. As
duas companbias encarregadas do transporte ta-
xam wV-s pcdncos de pao na primeira ctasse
como arbustos vivos. O transporte excede o du-
plo di i-ousa transportada: Urna rechinarlo con-
ira a t.vi feita e rejeitada ; e quasi 'tratada
igeuuidade. Era urna queslao de seiva ; ha
oiiTetenga entre as cousas da mesma especie.
Nada mais justo do que pedir urna garanta,
uin remedio contra cssas exlenses abusivas de
analogas. Esse remedio deve encontrar-se na
revino -Jas classificaces das mercadorias t'ans-
portaveis. Mas d'ahi pronunciar um anathema
em masa, urna sorte de delenda Carlhago con-
tia as tarifas das vias frreas ha urna distancia
iucommensurarel.
Nem o estado, nem o publico lem algum inte-
resse em por as companhias em urna posieo tal,
quee las nao fagam seus negocios. Com effeito,
se no cu.tu intcrvallo de alguns anuos a Franca
acnou-ae corlada por csminhos de ferro, o deve
i- n gran-le parto linha do Orleans, que, sendo a
primeira tnha commercal construida, deu mag-
nilnas rendas. Supponde ao contrario um xa-
qu; a neago da primeira industria do pau re-
;:nii, talvez, raeio seculo.
Desconfiemos dos senlimentos e dos zelos
ivsifiinhns. Sigamos os conselhos que nos da-
va, om i8i:t, um escriptor especial que era tam-
bem um homem de estado:
Na.i queremos, dfzia elle, que as companhias
enriquegara. Parece que seus ganhos teem lu-
gar A nossas cusas, e que aproveitamos do que
( Has perdein. O bem que lhes chega produz em
rada um de nos o effeito de urna inuemnisaco,
por 8si s.i s"mellnnte esta disposico penetra rouitas
v.'/.'s, contra nossa vonlade, em nossas relaces
com as sociedades, e ellas nao se enganam com
i>sj ; ellas se inquietan!. Ainda nao podemos
. isembaragar-nos dessa desconlianca geral e tra
di-i mal, que nos inspira a industria. Era vez
de npplaudirmos seus SOCeessos, quando ella
prospi ra, somos quasi levados entristecer-nos
com sso, censurarmos o dom de urna conces-
Sn fructuosa, como prova de que nao temos zo-
lado e cuidado bastante na defeza do inleresse
fieral, em face de um inleresse privado. Sobpos-
los i essa impresso, nos collocamos de modo
que obrignmos fazer mos mercados s pes-
soas pouco habis para acceita-los, e oblermos
^ no urna conquista as condiees mais favora-
ao publico.
t L -'' le,ldel,cia funesta ; ella nao reverte
aiBicam "nte.con,ro 3 concessionarios asaz tra-
eos ass.i ? 'mPrtviJentes para soffrerera condi-
Cdefl desle oen<"ro ; ella reverte lambem o prio-
Cipalraenle. "on,ra ProPrio trabalho, que cnto
nao pode toi nar um. I,vrc e raPido desenvolvi-
menlo. Os de screJ.'l0S. que recahera sobre um
camioho de .'erro "ao leem somenle Pr conse-
Nesla Franga tao rica em bahas, lo banhada
pelo explendido ocano, s ha salvago em .real 1
Lomo discutir? como contradizer ? InclinaiSnol 1
nao podemos porque nao estamos convencidos.
Eugenio Paignon.
(Presst.S. Filho)
S. Luiz e o papado.
i
S. Luiz appareceu sobre o throno da Franca
como um dos mais bellos e dos mais completos
ornamentos da monarchia franceza; foi elle urna
gloria para aquelle pas da mesma sorte que foi'
um triumpho para a egreja ; e a honra do tao
grande re um deposito sagrado que todo o
calhollco, e todo o Francez especialmente deve
ter muito peito defender.
Entretanto j l vao passados cinco seculos,
em que se ha inventado as calumnias mais vis
o degradantes, que podem ter sabido luz do
da, com o flm nicamente de alterar, digamos
melhor, com o ra de deshonrar a memoria
desse Ilustre e sublimo personagom ; e desgra-
?adamente laes calumnias leem echo I Contos
apocryphos o mentirosos, pecas adrede fabrica-
das, nada se tem poupado de ludo se ha lan-
gado mo para illudir-se nossos paes ; e nos,
seus filhos, repetimos dcilmente a ligio que
elles nos transmitliram, sem ao menos duvidar-
mos de que somos o ludibrio de urna odiosa
mystificago I
A' lodos licito em qualquer tempo esludar a
historia do seu paiz, e transmillir ao conhec-
raento dos outroso resultado do esludo que hou-
ver feito ; vamos, pois, nos encelar a analyse de
um dos episodios do seculo 13; nulo s temos
que haver-nos com a crtica histrica, e com a
critica Iliteraria.
As indagacoes sobro a historia sao o apanagio
do uosso seculo, ao qual daro ellas no futuro
urna seria cocsiJeracao; o que todava nao im-
pede que nos vejamos rodeados de escriptores
periodistas e outros, que failam dos fados his-
toreos com tal ignoraucia a fatuidade, como
nao houve ainda exemplo no passado. Ora, um
faci cousa inalacavel, e por sso apoiados
nicamente nos fados emprehendemos este
trabalho e exposigao dos actos do grande rei:
atienda-nos quem quizer.
O nosso dever de catholico nos leva demons-
trar que S. Luiz nuuca fallou ao que deve
santa s apostlica um principe christo, e de
mais mais canonisado : o nosso dever de Fran-
cez nos leva j..stfica-lo da aecusago, que
vez por conseguiote, a nago leve motivo para
inquiptar-se ; porque amava Roma com amor fi-
Jial, ao passoque honra va S. Luiz como o typo
dos seus res.' Foi urna habilidade, e ao mesmo
tempo urna necessidade, o crear-se um S. Luiz,
cujos hbitos para com o papado n&o fossem mo-
lestos.
verno de Franca e;o da Santa S; mais do urna,segunda por Guilherme de Nangia. Essas duas
abreviaturas apresentam a analyse do testamento,
e trazem inserido no lugar compctenlo o artigo
que se refere ao Papa. GeoTroi de Beaulieu as-
sira se exprime no cabegalho do seu resumo :
Depoisda morte do re (S. Luiz) obtive Copia
desso documento escrpto de seu proprio punho,
a o traduzi da lingua franceza para a latina com
Conseguio-se esle proposito, e com tal succes- ,oJa a fldeli|hde,abreviando-o o mais que rae
foi possivel.-Horum docuraentorum manu sua
escriptorum, post morlem ipsius ego copiam ha-
bui, el sicut melius el brevus potui Iranstuli de
gallico in latinum. (Daunon e Naudet, ibid.
pag- 8.)
Todos sabem que GeofTroi de Baulieu escrevia
no tempo de Felippe Il, lho de S. Luiz. Ora,
ahi va o resumo que lhe fez dos tres artigos, que
acabamos de 1er por extenso em francez e em la-
tm :
temsic sollicitus, quod habeas fidelis pro-
psitos et baillvos, et inquire deligenler quomo-
do se gerant. Similter de illis de hospito loo.
temsis devotuset obediens matrinoslrw roma-
na ecclesiw, el summo pontifici lanquam patri
spirituali. temlabora quod omne peccaturo
de trra la removeatur, mxime autem blasphe-
raia? et hmreses.
Conhece-se d'aquiquo, com quanto resumidos
os artigos nem por isso deixaram de conservar o
sentido primitivo, e a mesma ordem. O prirae-
ro recommenda a escolha acertada de prevostes e
baillios ; o segundo se refere aos deveres para
quena depieciar ',w ,cerl nuiner de valores, o Iguem se julgou com o dreito do impular-lhe
que j um mal, re, "1 'e la'nib"m f,0Dre fulur. de ""ver elle trahido a egreja.que seus juraraen-
0 'loe um mal mu. ,0. ,a'r- l'f -samos que, ,os obrigavam-o defender J""""
'"""> mais as com. a.,,hias 8"liarem, tanto 6 oeienaer.
lo como esses lucros le-
Esperamos, e nisto se cifra lodo a nossa am-
bigao, que nos saturemos bem da dupla tarefa
que voluntariamente nos impozemos.
Ouemse Uve dado ao trabalho do esludar o
nosso espirito de nacionalidade, por corto nao
as conij
mais gaiihar o paiz, vi
gimos determinaro de le 3S parles a frma-
cao de especulacoes semelb. '"}S-
Todo islo tao bem pem d como escr,pto :
era .,, olher profundo langa*. aonmfsmo empo
ao eoracSo humano e ao futuro. e lodus os la-
do. reclama-se caminhos de fem >: ,q"era pede i .,
Ser ouv.do. Nao ha povoagao r, 10ta- 1U0 nao I e ha de ad,nira'- ^ que S. Luiz. como Francez,
enve d-putaces ao poder, que nao '"^"""odc devesse conservar-se fiel e dedicado santa s
do lias mais largas pruporede, s "e pode I'semP^e PaP,sla. e anda hoje o e ; oslo con-
Condozir realisaeao de lanos votos arai 'nles o mo um dos lra?os mdcleveis do seu carader.con-
apaixonados; mas esse espirito s se desen vo're | Ira o qual nao teem podido
o:i>ie Ib- apparecem perspectivas de beneQc'os '
8o que os prejuizos, de3sa poca era diante toma-
rara tanto incremento ponto do suppor-se im-
possivel desafraiga-los cora facilidade, e de urna
s vez.
Naosei se existe algum livro francez em que o
erro neste ponto tenha sido combatido ; pelo me-
nos nao ten lio encontrado um escripto ou livro
dessa ordem. Isto faz que so torne iuteressante e
curioso erapreheuder-se sobre talassurapto um
esludo rpido, mas completo.
Que tem herido conspirago para tirar-so S.
Luiz, aos olhos da posteridade, o carcter de
principo inleiramente dedicado ao pontifico ro-
mano, sobro o que nao resta duvida, e a prova
incontestavel est na falsiflcagao evidente do tes-
tamento do rei santo, falsiflcagao que remonta,
como veremos d'aqui pouco, ao reinado de F-
lippe o Bello. Chamo Testamento de S. Luiz
essa admiravel serie de conselhos que o here
christo escrevera de seu proprio punho, e dei-
xra em sua morte seu lho, conforme o attes-
tam os diversos historiadores contemporneos,
nosquaes encontramos o texto desse testamento,
que uns do por extenso, outros em resumo ;
que nao obstante v-se claramente que em todos
elles a pega a mesma, porque todos elles repro-
duzem os mesmos artigos.
Varaos aqui apresentar o conteiJo original
dessa pega admiravel no ponto que no3 inle-
ressa."
Transcreveremos o artigo que precede passa-
gem relativa ao Papa, assira como o que se lhe
segu, aim de que o leitor possa adquirir um
conhecimento mais preciso da m f do falsifi-
cado^
Reproduzamoj em primeiro lugar o texto fran-
cez exlrahido da vida de S. Luiz, escripia pelo
confessor da*ainha Margarida : (Tratado dos
hsloriadores das Gallias e da Franca, tora. XX.
publicado por Daunon e Naudet,membros do Ins-
tituto, em 180. Eis-aqui as palavras do santo
justo, e verdico, S. Luiz foi escolhido pela mais
infame das traicoos para servir de typo desse rei
christo, horoico as suas virtudes, mas orgulho-
so e arrogante as suas relaces com asede ro-
mana.
Fijippe o Bello e os seus juristas, para torua-
narem 0 argumento ainda mais forte, espera-
ram que a santa s fizesse sagrad* a memoria
de S. Luiz, collocando-o sobro os aliares. O des-
venturado Bonifacio VIII celebrou a canonisag-io
do sanio rei em 1298, e lodo o coracao catholico
deve recordar-so com prazer dessa poca, porque
rm da parte de um rei santo elles embaciariam
a aurola que deve circundar a sua fronte. A
egreja levou Luiz IX s paginas da sua historia e
o collocou sobre os seos altares, proclamando-o
digno de tudo isto. Veremos que os fados cor-
responden) esse juizo catholico.
II
Mostramos j com factos positivos a exoressa
.ntencao que houve. de se transfigurar aosSs
dos Francezes os verdadeiros senlimeolos de que
pa?acom.l's'eSaU,o00ma3Sanl0 S 8,'ua rei
nunca as honras da apothese chrisla forara mais l,Jo sobre o selMtam" nloVese'ol0 p^meiros
bera merecidas. O Pontifico porm nao tardou a,'nos <'o seculo XIV lo manifest quanto
reconhecer que Luiz IX nao sobrevivera era seu $gTfSOf BST
neto, e que a Franga la precipitar-se n'uma ve- anuos depois da mort* d s
r6dd em que perdera sua antiga dedicago f
de Clovis e de Carlos-Magno, se Deus nao velas-
sa sobre os seus destinos.
Foi portanto quando se deu o rompimento en-
tre Filippe o Bello e Bonifacio VIII, isto nos
primeiros annos do seculo XIV, que a nova poli-
lica tratou de falsificar as inlengoes e o carcter
eguirmos com toda a
ga encelada poucos
epois da morte de S. Luiz.
Tal ousadia prova o empenho que havia em
comprometter-se o santo rei. A veneraco que
elle inspirara 4 nago era um senlimento que
poderla servir para os clculos da intriga, e pois
aproveitaram-se delle falsificando-o. Ora, a clau-
sula comida no testamento de S. Luiz relativa-
mente aos deveres do rei de Franga para com o
papado era urna clausula muilo innocente; o por
de S. Luiz em relagao corte de Roma. O testa- ^Ks^- E2 'V" aS P-
as quaes procuravam Drooalar na
ment, que por assira dizer revelara toda a alma rranQa reinado de Filippe o Bello
No comeco do seclo XVIII Fleury publicou
do santo rei. era um obstculo por causa do ar-
tigo, era que elle recommendava ao rei da Fran-
ga que fosse fiel ao Papa
seguinte contra esse artigo, e nao recuaram pe-
ranle urna vergonhosa e desleal sublrago. Nao
quoriam que os Francezes conhecessem os verda-
deiros senlimentos do santo rei osse respeilo,
o dcimo o.tavo volume da sua historia eclesis-
tica ; no livro octagesimo sexto, paragrapho oi-
conspiraram por con- i la_vo, cniendeu que devia reproduzir as inslruc-
por i-oiiseguinle, adiar essas perspectivas, .
quietar as companhias formadas, ou em vias d
I'iiroianm-se, nao s fazer pengosu desenvol-
vimeiito di riqueza publica, seno lambem sec-
car lhe as fontes.
Quiz algueo comparar os caminhos de ferro
com as esirados ordinarias, e sonhou a gratuida-
d" de seu uso, admiltindo as larifas o paga-
mento das ilespezas de conduego. Esta nm-
bigo a de urna poca, em qu a necessidade
d..s usos mmediatos oceupa profundamente os
espiritos Mas a realisaco da graluidade conduz
neressariameute compra das vias forreas pelo
esiado : ora, os umi grande e formidjvel ques-
lao. que Mr. Lehir Do teme resolver afflrmati-
(Amenlf, propondo o embolso das aeges e obri-
gages das companhias em rendas sobre o esta-
do. Nao seria isto, porm, fazer lodos pagar
o uso dessis caminhos aperfeicoados, postos pe-
las i'oii'ligesgeographicas ao alcance de alguns?
Nao seria, por exemplo, fazer que os departa-
meolos d^sherdados sup;iorlassem nao s encir-
g<>8 sciu compi'nsaro, mas ainda o encargo das
Vantagens, que, adquiridas em outros lugares,
Coliocar.io os que dellas sao privados em um es-
tado de niferioridae relativa ? E' isto conforme
aos prin>i;ios de justiga deslributiva ?
Sobre tolos estes pontos por lauto muilo ha-
ver que dizer. J sentimos diffieuldade em ex-
p'i.ar-nos curao Mr. Lahir pode conciliar esta opi-
Diu cora a u_ue elle emitlio precedentemente
q i an lo exclamou : Por-]ue querer intromet-
ter sempre o estado com a industria?* Dese-
janaroos ver Mr. Lahir mais firme nos principios
V >r elle estabeleci'los ; e nos comprehendemos
como o que bom em um panto, pode ser mo Boma
talvez em um outro, como a verdade e o erro
plem marchar em lio prxima companhia. L'bi-
eadem ralio, ibi el idem jus.
Ooanio n.s, persistimos em dizer que urna
Clisa dilestavel substituir o estado ao indivi-
duo ; u,ue nao ha melhor processo do que a fran-
queza do trabalho, que d a aptiilo industrial, o
espirito dos negocios, a pralica inlelitgeiite dos
direilus; quo n&o ha mais enrgico csiimulante
do i|ue a r<'Spon3abilidade privada, que deixa os
actos aos riscos e perigos de cada um, excita o
Baovimento das inlelligencias e dos cora<;es, e
as emulages generosas.
A lormaco das companhias de caminhos de
ferro soba influencia do principio iivre, reuDio
fra da ri'iiiralisa:_:o governamenlal homens de
todas as opinioes, que enconlraram-se em urna
Bomraunidadede interesses patriticos, compro-
melleram scu< uomes ao cumprimento das gran-
fles obras de ulilidade publica, e crearam assim
novas carreiras honrosas e uleis, o urna classede
lunccionarlos dedicados ao bera do estado, mas
independentes do estado.
S"ria injusto apresentar as companhias como
inini'gas das economas e do progresso, mos lam-
b'iii seria cegucira nao reconheeer, como lemos
(Jilo, que ha em sua adminislrago, melhuramen-
los inai.'iines q ie esto por fazer-se. Assim
Sobre esie ponto diremos loe as tarifas compen-
sadoras que ellas lem oblido, imi>6em-lhes obri-
gnres no que resucita ao bern-esiar das pessoas,
c nao hesitaremos por este molivo recommen-
d ir sua sena attengo o trecho seguinlo do
fraoelho de Mr. Lahir.
la companhias de caminhos de ferro le
iulg.iia que augmentaro sua recela, fazendo
in. ommooos os lugares de terceira e segunda
class.'s, e forgando desl'arte os viajores toma-
rem a primeira. Nunca houve urn calculo mais
talan, o raminho de Ierro aitrahe o viajor; elle
provoca a locomoQo; mas para que essa atlri-
an teuia toda a s la forca, de mister que nao
Si'j.i contrariada pelos encoinmo.los da viagem.
Se em vez desses encommodos rncontrassem os
vwjiirns nos wagons onecessano ronfortavel, nao
esse cooforiavel de luxo, que s perlence s pri-
maras claeso, mas um conforlavel modesto o
sufirii'tiie, cr-se que o numero de lies nao aug-
mentara em urna proporgo considerau-l ?
Inio verdade, e sob esto ponto de vista as ad-
n.ioi-iiaeOfs dos caminhos de ferro esto quem
das ndmiinsirai;es das diligencias. Neslas oes-
tofo orna todos os compartimentos, e nao se est
Fedusido nos ltimos lugares assenios de pao
como no t>>mpo de nossos paes. Tem-se corti-
nas poia defender dos raios do sol, e bolsas para
pendurar os objeclos que encommodam as raaos
C a ca'.n-ca.
Resta-nos pouro espago para fallarmos das
ideas emittidas por Mr. Lahir sobre o eslabeleci-
jBPAtu do comraercio transatlntico. Pelo que
dir-n. is smente urna palavra.
Mr. i.ahii tira assim sua concluso :
Liiitu, rom um grande porto de commerco
na l' .loa de Brest, com um bom systema de tran-
eal!htiroB,tudo : sera esse grande poito, sem
transatlrtiiiicos,hada.
Que dizer do tao absolutas conviecos ? Que !
nem as revoluges,
nem as vicissiludes de partidos, por BVoi nume-
rosas que ellas tejan ; nem mesmo as intitula-
das idat
moderna hao conseguido extinguir
esse mysti;o preconcrito. Roma de hoje mais
q uerida dos Francezes do que o era ha trifila
annos; e ha Moto anuas o enthusiasrao nacw-
nat francez maoiestado por ella era mais arde-
te ainda do que o-era nos seculos- precedentes.
Napolco I eompTohonrlia cala verdade, pois
em 1801 erdenra ao seu cmbaixador que ira-
lasse o Papa, cou.io ae sto podsse dispr de
duzentos mil homens; e mais larde em 1802
vio perfeitamente que hivia tocado na fibra sen-
sivel do seu povo, quando foi elle proprio les-
temunha do enthusiasrao de Pars inteiro no da
de Paschoa desso anno por occasio do T'e-Deorc
em Notre-Dame pela publinaco da concrdala.
A sagraco effectuada por Po VII, o qt:c vmha
serse nao urna homenagem esse poder moral
que se recotiheca ainda capaz de fundar orna
dynastia, apezar das modificoces porquapas-
sra, em virtude das funestas doutrnas do secu-
lo XVII e do altivo desprezo do seculo XVni?
Cher fiuz.pourvoi bien dliganraent que tu des
bons prvoz et bon bailiis en ta ierre, et fai so-
vent pourveor quo ils facent bien justise et que
ils ne faceute njure a nului, ne nule chose que
il nedoienl; et fai ans pourveor do cels mees-
mes de ton hostel, que ilne facent que chose il ne
doient ; que ja soit ce que tu doies hair tout mal
en autre, non pourquant tu doies plus hair lo mal
qui vendrol de ceus qu ootvpooir de toi, que le
mal des aulres persooes ; et plus doir garder el
dfendre que ce n'aviegne que ta gent facent
mal. Cher fiuz, je lenseir/ne qne tu soie touriors
devot a leglise de /tome l au souverain evesque
notre pre, dest le pape, et li port reverence et
onneur, si comme tu doies (ere a Ion pre espiri-
luel. Cher fiuz, donne volonliers pooir as genz
de bonne volonfe et qui bien en sachent user.
el pensent par grant diligence que pecher soient
osrer de ta ierre, c'est dir, vilainsseremena et
toute chose qu est fete el dte en despit de Deu,
ou do .Nostre-Dame, ou des sainz ; el fai cesser
le gieedesdez. et pechier de cors, et les taver-
nes. et les aulres pechiez a ton poor en ta ierre :
el en bonne maniere a ton pooir de ta Ierre, et
aulres malvaises genz, si que ta ierre soit de ce
bien purgie, si comme tu entendras que ce doie
esire le par lo consoil Jc koooaa h"-- (i)
Vejamos agora a contra-prova deste texto im-
portante na vida de S. Luiz escripia em ltiro
pelo monge anonymo de S. Diniz, e lambem re-
produzida por Daunon e Naudet. O biegrapho
conlemporaneo Iraduz da seguinte maneira as pa-
lavras de S. Luiz, que acabamos de 1er era fran-
cez do seculo Xni :
com o rapa ; e o terceiro insiste na expu lso dos : e conseguirara o seu fim ; porque todos os nossos
nerel.cos e blasphemadores. Outro tanto se ob-1 hsloriadores at a poca presente parece terem
ll".n r_e8.Um d lestaraent0 Jad Por Guilher- combinado para omitli rem esse artigo to impor-
tante no testamento: ainda quo nao se deve ne-
nie
garque a raiior parte delles, illudidos pelas co-
pias falsificadas, leem obrado de boa f. Confes-
samosquensmosmos, crendo em Joinville
bastante lempo partilhamos do erro
por
com mu m.
me de Nangis ; quanto aos tres artigos elle est
inteiraraenle de accordo com Goolroi de Beau-
lieu (Oaunou e Naudet, pag. 458 )
De tudo quanto fica dito se conclue que S. Luiz
Julgou necessario recommendar seu filho a re-
verencia e a fidelidade ao Pontifico romano
como lina dos deveres princpaes de um soberano
cewollco. Como, pois. aconlece. que as palavras
que consignara esse dever. e cuja authentieid ade
repousa sobre qualro monumentos contempor-
neos de S. Luiz, tenham desapparecido das co-
pias extrahidas do testamento do santo rei. e islo
datar dos primeiros annos do seculo XIV ? Nes-
sas copias se l todo o comeado do documento
em queslao ; mas quando se chega ao artigo re-
lativo aos prevostes e baillios, aps elle depara-
se immediatamente com o artigo que trata da
perseguigo dos blasphemadores e dos herticos
A. subtraego lao evidente quanto ella signi-
ficativa. Joinville o primeiro historiador era
quera se nota essa sublracco. Ora. elle proprio la esperando, co
!btoh!3 'mnMe'Dl""": Deformo-I. em sua egide. quejornalistas
rrn !l {01 e8c."pl0 ann0 da Sraa de improvisados dos nossos lempos tenham querido
t.esse as suas nogesde um exemplar falsificad
u texto de sua obra protesta contra semelhai...
desculpa : porque margem cita elle um bO?ra-
pno de S. Luiz, que lhe furneceu o texto por in-
leiroDuchesne. pag. 391. Infelizmente Fleury
coramelleu outras faltas na sua qualidade de his-
toriador ; o se desde o seculo passado multas
criticas estrangeiras lem procurado apresentar
um calhalogo das ironas, voluntarias ou invo-
luntarias, de que abunda a sua historia, nos Fran-
cezes do seculo XIX que temos lido o cuidado
de confrontar as narrages modernas, com as pe-
ar que a analyse dos documeutos publicados por I ^as ur'Sinaes- com mais razo ainda podemos
Daunou e Naudel no vigsimo volume dos histo-1 S*i.^ Caa,' e, uerro-, -
'uiume aos nmo- s. Luiz subi ao throno da Franca em 12^6
nadores da Franca nos revelou afinal essa mi- e para melhor apreciar-se as suas relaces com
seravel manobra, que foi o ponto do parlida do 'a corte do Roma em todo o decurso do*seu rei-
habilidoso systema, era virtude do qual se con- "ad-.' S?.*e,Atoo,U P/ocurar-se saber o qoe at
coes de S. Luiz seu filho ; e sem
leiior saltou por sobre a clausula em questo.
i ouer-se-ha acaso dizer que este historiador be-
o
seguio inventar um S. Luiz de conveneo, que se
podesse allegar contra os escrpulos dos France-
zes nlciramente dedicados ao Papa ; e, eumpre
confessar, que a manobra faz honra aquelles que
a tentaram e levaram^a S edeito.
Nao tocaremos por ora nessa chamada pragm-
tica ; seu lempo l havemos de chegar. Que,
sob o antigo rgimen, os protectores do re a te-
nham sustentado como arma sagrada; que os
membros da egreja tenham pensado em defeode-
m razo ou sem ella, que pode-
0 infortunio desse pontfice ainda mais torta-'
leceu a antiga fidelidade sania s. Durante a
longa paz que se seguio i poca brlhante e agi
Care fili, provide dligenter quod srnfboni
bailliv et prcepositi in trra tua; et foc frequen-
ter provder quod ps facanfbenejuslitam. et
f quod non faciant inriaro alii, nec aliquid quod non
debeant ; etquam vis tu debeaa-odire omnema-
lum, in alio plus debes odire malura quod-veni-
ret ab illis qui a le potestatem haberent, quam
alioruro, el plus debes custodire et defender si
conlingat. Cari fui, dnceo te quod sir semper
devolus eccksice romanas el summo Pontifici, pa-
tri nosiro, el ei e.vhibeas revarentiam et hono-
tada de conquistas e revezes, o amor para com
, \-a a i i rem. gisut debes Iko patrt sptrituali. Care fili
se fortificou no estudo o mais minucioso i y """*" ,
, ... concede potestatem gentibus bonre voluctatis
da historia e da constituirlo da egreja. A <>. "?-
egreja. \ con
cordata de 1801 parecen, como realmente era,
a mais solemne manifeslaco do poder apost-
lico, ao mesmo tempo que a mais fecunda em
consequencias; Jos de Maistre dotou a nossa
lin ua com o sen livro immorlol do Papa, e o
desenvolvimento das sciencias histricas, theo-
queo scioiit beneuti oa, el adhibes magnam di-
ligenliam ul peccata removeantur in Ierra tua,
hoc est dicere, villana sacramenta et omne quod
fil vel dcitur ad despectum Dei,. vel Domines
iiostrce, vel sandorum, peceata corporis, ludum
taxillorum. tabernas, et alia peccata (ac eessaro
.n trra tua. Sapienter et bono modo hrcretieos
bgu-as, cannicas e lilhurgicas veto de todos os r._ M DOQ f
a i .--J-iIj. mii a tac pro posse fugara trra tua, et
lados em ajuda do sentimento de fidelidade para
cora o vigario de Jess Christo. As peregrina-
ges Roma, to raras pelo grande jubileo de
1825, tomarara tal incremento que bem depressa
nao houve mais sobre o solo da Franga urna
familia, que nao tivessa torneado o seu pere-
grino.
Quem, pois, se pJe admirar de que o senli-
mento nacional tenha prorompido na assembla
cooslituinte de 1819, e que a expedico de Ro-
ma fosse saudada com acclamages em lodo o
paiz? A' quera poderOsorprender o fado de
lornar-se um general francez o campeo decla-
rado do pai da grande familia calholiea, de se
offerecerem tantos e tao vlenles soldados a de-
feza dos direilos da santa s ? Diro talvez que
um senlimento poltico anima lodos esses actos?
Engao manifest I Nao um senlimento po-
ltico, mas sim um senlimento catholico, que
francez ao mesmo tempo. As opintes polticas
mais contradictorias e diversas nelle. retiera,
e ahi se fundem: nao preciso ter-se a cabeca
de um estadista para comprehender se, que a
queda ainda que temporaria do throno erguido
ao vigario de Jess Christo pela Franga do se-
culo XVIII repercutira em toda a Europa.
S. Luiz nunca se mostrou alhoio esse sen-
limento inleiramente francez ninguera o creia ;
e nem to pouco elle fornecou armas ao seu in-
digno neto Felippe o Bello.
Convenho, e mesmo j o dsse em outra parte'
que o o seu reinado fechara para a Franca a
grande era da poltica calholiea; mas nao se
queira por isso transfigurar tao nobre e sanio
personagem, impulando-se-lhe senlimentos es-
Iranhos aquelles que lhe inspiravam os inte-
resses do paiz, o'uma poca em que a historia se
achava condemnada nao iralm do thema que
lhe era imposto. Digamos ainda urna vez, cada
qual 6 hoje livre para investigar o vasto campo
dos fsclosp^'sua propria conta e rs'co ; o pu-
blico compleme e imparcial ahi esl afim de
pronuuciaa o seu juizo*
Mais de urna vez em lempos do S. Luiz a si-
luac.no acbou-se bastante complicaba enlreogo-
alias malas
Rentes ita quod trra tua sit inde bene prgala
stcui de consilio sopiento bonatun genlium esse
iololliges.
i compl
Como s v, a identidade -perfeila entre o orir
ginal francez e a traduego lalina ; e ninguea
pois, poder. duvidur de que S. Luiz na occasio
de sua mor tivesse recoxnmondado seu lUJio
a reverencia e fidelidad que lodo o principe
christo deie ao soberano Pontfice.
Temos ainda outros rucios para certificar-nos
da verdad*. O testamento de S. Luiz, que cons-
ta das diversas recommendaces por elle feitas
seu filho sobre os deveres da realeza, fojjma. una
pega muilo extensa, e por isso foi submeltida, j
no soculo XIU, d um trabalho do abreviatura,
que o reduzio metade. Examinamos deque
maneira se procedeu reduego quanto ao acligo!
relativo ao Pontifico romano.
Temos duas abreviaturas do testamento de S.
Luiz, ambas do seculo XIII; a primeira te-ita por
GeofTroi de Beaulieu, confessor do santo re; a
(1) Querido filho, providencia com ludo o cui-
dado afim de que tenhas em tua Ierra bons pre-
vostes e bailios, ese constante em velar para que
elles fagara jnstiga todos, e ninuuem dirij*m
injurias ou offeosa de qualquer genero, nem fa-
gam cousa que nao devam fazer ; e posto eja
condemnavel todo o mal, todava mais deves
condemoar o mal pralicado por aquelles que- de
(i recebem o poder, do que por ouiras pessoas,
sendo qne elles deves mais que aos ouiros pro-
hibir que praliquem o mal. Querido filho, acon-
selho-le que le conserves dedicado egreja roma-
na, e ao soberano bispo, nossopae, isto, a Papa,
a quem prestars reverencia e homenagem, como
a leu pae espiritual. Querido lllho, confia o po-
der smente daquelles que tiverem boas inlen-
goes, e que delle souberem fazer um uso provei-
loso ; emprega toda a diligencia em remover de
tua ierra os peccados, islo falsos sacramentos,
e tudo quanto se fizer ou se disser em ofTensa
Deus, Nossa Senhora, e aos snis santos ; fazen-
do ci>-sar as lioeriinagens, as tabernas, os pecca-
dos sensuaes, e outros ; outro sim expeli egual-
mente de tua trra com, toda a prudencia e bons
modos teu alcance, os herticos e outras pes-
soas pervertidas, de quem a expurgars tnnio
quanto julgares sufiicicnte pelo conselho dag pos*
soas de bern.
CCC e IX no mez de outnbro. o
Temos uma outra copia desse precioso docu-
mento das mais antigs, escripia em francez do
seculo XlIlXIV. que foi communicada por
Lo.sel Claudio Alenurd, e por este publicada no
m de sua edico de Joinville em 1&17. Nesse
exemplar foi egoelmento suppranido o artigo re-
lativo ao Papa.
Tambera vraos outro exempiar escripto em
francez daquefla mesma poca, o qual vero era
seguimemo do ultime capitulo da vida de 9
I por Geollroi de Beaulieu. Nelle se nota a
mesma suppresso ; e fl muilo curioso que o tex-
to concebido n'um francez todo truncado venn*
fazendo parte de u-n mamiscripto que no capitu-
lo XV contera o lestamento por inteiro o em l-
tiro, como mais cima mostramos, segundo o
proprio GeofTroi de Beaulieu. Isto prova ainda
mais claramente a intenco que houve, de fazer
tosapparecer todo o vestigio da clausula em
questao.
Mas nA f toA, nosto pon,,, que ap9iBll)OS a
nossa opiniao : um outro indicio mais forte, e
mais sensivel se aprsenla que mostra a inte'r-
vengao activa, e vigilancia exorcido para abolir-
sea lembranga da passagem relativa aos doveres
do rei de Franca para com o Papa.
Sernos a vida de S. Luiz escripia por Guilher-
me de Nangis as linguas franceza e latina. E'
opinio dos dous sabios membros do Instituto,
sobre cujos textos se acha baseada a nossa these]
que se pode altribair cora toda a verosimilhanga'
Guilherme de Nangis a troduegao franceza em
eslylo do seculo Xlll, que se lem frente do tex-
to latina. Ora, eis-aqui o que se nota paginas
458 e 459 : o traductor, como acabo de dijer, re-
produzio o texto om laliru do testamento de S.
Luiz, e em frente collocou alraducgo franceza.
Tudo va bem e d accordo com o original ; mas
qiwndo se acaba de ler a passagem relativa aos
prevostes o bailns passa-se immediatamente
para a que du respeilo er.pulso dos herticos
e blasphemadores; o artigo que consigna os de-
vetos para com o soberano Pontfice nj sem na
versao franceza, muilo embira o tex.to latino,
que se l ao lado, o reproduza. Guilher-
me de Nangis nao ousou traduzir para, a lingua
silgar o que ello dra na lingua latina. *Em
simma, mais-adianto se ver outros indicios de
preeauces, a que esso autor foi obligado, sub-
metter-se na tradueco da sua propoia obra para
"francez do seu tempo.
Vejamos agora as concluses
tudo quanto viemos de expor.
Era primeiro lugar inconteslaveJ, i vista das
monumentos contemporneos os mais authenti-
cos. quo o testamento de S. Luiz conlinha a re-
commendaco relativa ao Papa. Xs a descobr-
mos nao. s no anonymo do S. Luiz, em GeofTroi
do Beaulieu. como tambera no texto latino de Gui-
lherma de Nangis. e na exoosico do confessoa
da rainha Margarida,; destes autores dous do o
testamento por inteiro, o outros dous o resu-
mem; entretanto lodos elles se acham de acord
quanto ao artigo em quosto. Logo, concluiremos
nos, o testamento original de S. Luiz coatinha a
recommendaco relativa ao Papa.
Em segundo lugar qualro textos, quo so refe-
ren! aos primeiros annos do seculo XIV. sabor
o de Joinville. o que foi publicado por Menard, o
que foi enxertado na oala de S. Luis escripia por
GeofTroi de Beaulieu, n finalmente o que consta
da verso franceza do Guilherme de Nans es-
ses quatro textos, dizamos nos, omitiera o artigo
da maneira a mais significativa ; logo, conclui-
remos anda, o testamento de S. Luiz fai falsifi-
cado mediante uma suppresso.
Alm de que. quando se trata da authencidade
do um docu memo qualquer, nao so deve crr no
testemunho mais recento de preferencia ao mais
antigo, especialmente n'um caso em que o mais
antigo se firma em quatro manuscriptos contem-
porneos. E ninguem assira ousaria proceder,
ainda mesmo nao tendo em suas mos a chave
desse mysterio.
Essa chave possumos nos. .4 ninguem es-
Iranha a conduda de Filippe o Bello para com o
papado, e a raaaeira porque, datar do reinado
sustentar o seu ditonada mais natural
do isto fica critica histrica salvo oseudireto ;
e fallando com toda a verdade a peca em questo
se acha tanto a quem dos factos e das enndieces
requeridas n'um documento dessa ordem, que se
por uma parte S. Luiz ahi nao Ogwa, por outra
njustiea attrbuir-se esse fado a Filippe o Bel-
lo e a seos sectarios. Porm, digamos mais uma
vez, ainda tocaremos netto ponto.
Por em quanto o nosso progrararra consiste
mu simplesraente em mostrar cora os fados a
verdade da assergo de Guilherme dcCharlres.
Diz este historiador:
Todos aquelles, que tivsram relaces intimas
cora o santo rei, sablara cem que reverencia e
humildade se portou elle sempre para com a san-
ta egreja romana ; com quedevoco o obedien-
cia coslumava receber os cscriptos o mandatos a-
enlao linha sido a nago franceza. o que at en-
tao imham sida os seus principes, era relacso
sede de S. Pedro. Luiz IX, lodos eslao concor-
des nesle ponto, comprehendeu perfeitamente a
arte de governar ; alero disio foi um santa rei :
duas razos de mais que autonsam pensnr-se
que, se elle encoutrou na Franca dedicagao
santa s. devera ter necesariamente governado-
no sentido e seguindo o impulso de sua nagjo. e
nao escandalisa-la com um procedimenio pouco
respeitoso para com urna autoridade pela qual o
seu povo professava religioso acalamento. Ora,
so o leilor quizer dar-se ao trabalho de langar
uma vista retrospectiva sobre os annaes france-
zes daiar do anno em que S. Luiz tomn o
sceptro em suas mos. conhecer r.ue nunca hou-
ve naco que lesiemunhasse aos pontfices ro-
era tu- manos tanta defferencia, o to filial e coostante,
como a Franca.
Clovis, apenas sahido do baptisterio de Reims,
firmara a allianca entre Roma e a naco franca.
O real neophyto recebeu logo do Papa' Anastacio
II urna caria concebida nos seguinles termos:
Glorioso filho, eliclamo-nos por ver-vos
entrar na f chrisla coacorrer cora o nosso
pontificado. Poderia acaso a sede de S. Pedro,
em lo grande e solemne occasio, nao se rego-
sijar vendo a plenitude das nanoes correr para
ella, e a rede do pescador de hornons, do oha-
veiro da celeste Jerusalem, essa rede que elle
recebeu ordem de lancar no alto mar, enchrr-so
no andar dos seculos? Foi isto que vos quize-
inos lesiemunhar enviando vossa pessoa o iicjso
padre Eumeno, afim de q,ue conhecendo veso
nosso jubilo paternal, o procuris augmentar com
boas obras da vossa parle, aim de que sejaes a
nossa cora, e finalmente tenha a egreja me mo-
tivos de alegrar-se com o progresso de lo gran-
de re, que ella acaba de chamar ao gremio de
us. Regosijao-vos com vossa me, glorioso o
postolicos ; e com que submisso e pontuolidade | Ilustre lho, e sede para sustenta-la' u
_ma co-
lumna de ferro. Acardadedeoo pequeo nu-
roer.j so lera arrefecdo, e pela astucia dos ho-
mens mos a nossa barca-se lera visto em lula
com urna furiosa tempestade, o grandemente
agitada sobre as vagas encapelndoo. rurem es-
peramos nn So>ihur, e o glorificamos, porque
acaoa de arrancar-vos ao poder das irevas
para dar a sua egreja. na pessoa de to poderoso
principe, um protector oapaz de defend-la e
prestesa empunhar espada e cingir o capacete
nara nurr-iur .,.,,1.. ..___u___ *>
O
e
det nnsdizem que Guilherme de Qhartres foi ca- I "ra a sua Pf'ecco celeste a vossa "pessoa," e' o
vosso reino I Que elle ordene i seus anjos que
lardera o araparem no caminho da vida.
lhes dava cumprimento como verdadero filho
obediente. Os interesses da egreja me linha elle
e'i maior conu Jo .tuo oo couo-proproe, e punh1*
em promove-los- todo o seu cuidado e aTei-
go. (2)
Eis aqui o que era S. Luiz respeilo de Ro
ma, 3-. Luiz julgado sob esse ponto de vista, nao]
atravez do prima dterodo dos seculos, mas por ara marelvJrTltr C'"?ir c,Pacele
um seu conlemporaneo e amigo, tes.emunha io- c^to^eTo.to?' ^H^^^iZ
lima dos seus actos ; por quanto Daunou e au-! S'enoso lilho,. e que Deus Todo Poderoso cubr
re-
pellao do santo rei, e gozava do seu favor e
sorra, que o acompanhou ao Oriente, e ahi par- ;e que vos d a victoria sobro Vodos'os toimiaog
tilhou do seu captiveiro ; que na wlta da viagem | qu T0S cercara! (3J 6
gao tranca, na pessoa do seu rei.acceitou o
A na
nece3sarias de
Agora, perguntamos nos, por vonlura esta a
i lea que de S. Luiz nos dio os nossos historia-
dores francezes? Verdade seja que Guilherme
de Chadres escrevoo era 1276, a que deixra Je
existir era 1280, de sorle que nao alcangou a po-
ca em que Filipoe o Bello subi so Uir'nno ; e-fo
muito.feliz em nao ter sido lestemunha das vio-
lencias praticadas contra a egreja !
Vamos aaora com o auxilio dos docum&atosdo
seclo XIII mostrar os vestigios da conducta de
S Luiz para com o papado, o assim pesar as
palavras de Guilherme de Chartres ; os leitores
da boa f que julguem e pronuncien) o seu juizo.
Poderiaraos tambera em abono da aossa these
apresentar uma colleccao do numerosas cartas
dos Papas dirigidas S. Luiz. durante o seu rei-
nado (como Gregorio IX, Innocencia IV, Alejan-
dre IV, Urbano IV). que testemunbam a estima
e confianca que elles depositavam nesse prnci-
pe, sem quo ahi so depare com uma s palavra
que alteste, ja nao digo descontentamente, mas o
menor vislumbre de constrangimento ou emba-
rago. Ora, se fosse verdade o que affirmam, nao
deveria assim succeder ; loriamos que ler nessas
carias, quando nao reprehenses, pelo menos
queixas e lastimas ; e as cartas dos pontfices
romanos aos principes forara sempre lo nume-
rosas em qualquer poca, que nao se pode admil-
tir a hypothose doquo elles deixassem alguma
vez de lembrar o seu dever aos soberanos que
julgassem delle affastado.
Acrescenlaremos mais urna palavra para os ca-
thocos que lercm estas linhas. I.uz \\ f0 um
santo; a egreja assim o pioclamou, depois do
exame jurdico de suas heroicas virtudes. Ora
elle nao teria sido canonisado, se elle tivesso li-
do para com a santa s a conduca que se lhe
altribue. E', pois, do nosso maior inleresse dssi-
par as nuvens com que se pretende acoberlar a
reputago do lo augusta personagem. Era ri-
gor, podemos admitir que najara prejuizos e
erros da parte do um rei christo, a fragilidade
humana, os clculos da poltica podem, se nao
justificar, pelo menos desculpar esses erros ; po-
la) Sane, quam reverente? et humiliter .erga
desse indigno neto do S. Luiz, a magistratura : S8SroS0nclam romanara ecclesiam semper se ha-
franceza, dcil instrumento da carta, coraegou
langar as bazo3 de- um dtreito christo novo e at
entu inaudito, e coja mxima fundamental con-
sista em diminuir por todas as formas a idea o a
acgo do papado. Para esse fim havia necessi-
dade de um typo real j contra tudo quanto ha de
buii, quam devoto el obedienter rescripta et mn-
dala apostlica eonsuetus eral suscipere, quam
obedienter et efficactler sicut verus filius obe-
dieniice adimptere. norunt all q.,i s larailiarius
adheerebant. Ipse entra negolia matris ecclesice
plusquam propria ror,lllaDSi ea totis afrec,ul|S
KST.e!te c'rnba,{naunou e Naudel-hislo-
rtadoree da Frar.ca, I. 20, p. 33.)
a columna de
s apostlica.
de alm-maro proprio S. Luiz lhe confero um
rico beaefico mas Guilherme, habituado ao des-! par'lUo 1u(e L\e "fferecia Roma christ'a, e a per-
prezo das cousas do mundo pelos Mimes exer^ yZL%STl^L TSTLZU!1*
pos do seu antigo meslre, e'las renunciara ; A"* sobre
abracando a vida religiosa na ordem de S. Do-
mingos ; finalmente que nesta suaullima voca-
Co conservou as mesmas relaces cora S. Luiz,
cujo ultimo suspiro recolheu era Tunis. E', pois,
esle um homem, em cujas palavras podemos
crer.
a
ita
hoflra em ser
que so apoiaria a .
Q'iererosabar a razaa dessa superioridade que a"
Manga iiunoa deixou.de exercer sobre as outras
nacoes do cccideule? Ella ah.est nesse pacto
solemne. E' ja muilo para uraa. naco o ver-so
apod.radade alguma iniluencia ohns'ta ; mais
anda o ler lixado essa iniluencia na plena orlho-
doxia; porm receber e acceilar a misso de pro-
teger com a sua espada o centro visivo! da reli-
giao divina, uma primazia eniro os poros
christaos, primaria somenle concedida aquelles
de entro elles quem a Divina Providencia tem
escolhtdo para gozar dessa. honra.
MuilM outros.iro procurar em outra parle as
causas da grandeza da tunea, e nao sei em que
apreciagoes naturalistas pens*arara elles descobri-
las, ponjuanto nada explicara: basta-nos uua
esses deem a razo da misso de Joanna d'Arc,
nao lhe perguntaremos mais que isso. Quanto i
nos persistiremos era. pensar que, se a Franga
lem uma grande misso. na Kuropa, porque
Deus lhe permillio a boma de coolar com ella
para a defeza do seu, repres*Milantc sobre a Ierra.
A raga merovingiana se mostrou dedicada aos
sentiinenlos que professra o seu fundador e
betigo oo Pontilice fruilcou nella com mui
abundancia; porquanto um outro Papa em ns
do seculo VI leve occasio de dirigir um rei
franco as palavrasanimadoras, que vamos traos-
crever:
Quanto aas, escrevia S. Gregorio o grande
ao re Childeberto, quanto mais a di^nidade real
se ele-va cima da condico do eomraum dos
homens, Ionio mais a raagesiade de reino ex-
cede dos outros estados; nao raridade o ter-
se a fortuna de ser um rei, porque reis ha mili-
tes na ierra; sira grande vautagem o ser-so
citholico, porque lodos conseguem essa ventura.
Assira como o pharol que esparge a sua luz na
obscura noite, seja lambem a vossa f radiante no
meio das trevas das outras nacftes, quera a pr-
fida heresia lem seduzdo. Tudo aquillo que os
demais res se ufanara de possuir, vos o possuis.
eguaUnente; mas todos elles excedis por
quanto possuis um bem, o primeiro entre os
bons, que elles nao possuora (4)
A Franga merovingiana nesse lempo apenas
apresentava um pequeo espectculo do que vi-
na ser no futuro; ea dynistia carlov,u<>iaoa
leve bera depressa do abrir-lho a porta a, o vos
destinos. Carlos Marlel nao gozava das honras
nem do titulo de rei, e j Roma conuva cora a
sua ralele espada, e hoje ainda possuimos car-
las pelas quaes S. Gregorio II e S. Gregorio III
conflavam delle a defeza da santa s. ameacada
ao mesmo tempo pelos Gregos e pelos Lombar-
dos. Seu filho Pepino deveu ao Soberano Pon-
tfice a cora real; e nenhum outro fado prova
mais a allianca estreita que reinara desde a ori-
gera da monarchia entro a naco dos francos e o
successor de S. Pedro, do quo essa embaixada
que foi de Franga Roma para consumar, sem
revolugo o sem olTensa ao diretid nacional, a
6levago ao ihiono de uma nova e gloriosa dy-
nastia. E realmente nao podia deixar do ser
uma lilha muito obediente e dedicada s aoos-
lolic,essa nago que assim deixava ao arbitrio
do Papa S. Zacaras o juizo e a deciso de uma
queslao lo importante ao seu repouso, o ao
seu fuloro. (Coniinuar-e-/ia.)
13) Lab., lora. IV, pag. 1282. """""
(4) Regest., hv. II, epist. VI.
PERN. -TYP.DEM.F, DE FARU.-lb'."
ILEGVFI


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