Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09154


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Full Text
AHI8 XXXTI. NOIERO 254
Por tres mezes adianlados 5J000.
Por tres mezes vencidos 6JJ000.
SEXTA FEIRA 2 DE NOVEMBRO DE 1861.
Por anno adiantado 19$t)00
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGAD05 DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Aleandrino de Lima*.
Natal, o Sr. Antonio Marques da Sitra ; Atacaly, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr J. Jos de Ol-
reir; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei-
o Guimaraes ; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. llamos ;
Amazonas, o Sr. Jernimo da Costa.
PAKl'lUAs DS CUlttttlUS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba naa segundas
e sextas feiras.
S. Auto, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinho e
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Liraoeiro, Urejo, Pes-
queira, Ingazeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Sirinhem, Rio Formoso, Una, Barreiros,
Agua preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
EPIIEMERIDES DO HEZ DE NOVEMBRO
6 Quarlo minguante as 6 horas e 57 minutos
ua manhaa.
12 La nova as 10 horas e 16 minulus da tarde
20 Quarto cresceute as 6 horas e 33 minutos
da manhaa.
28 La cheia as 9 horas e 18 minutos da manhaa.
PREAMAR DE IIOJE.
Priraeiro as 7 horas e42 minutos da manha
(Todos os correios partem as 10 horas da manhaa | Segundo as 8 horas e 6 minutos da Urde!
a.
AUDINECIAS DOS THIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comroercio : segundas e quintas.
J.Relaco largas, feira e sabbados.
Fazonda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quartis ao meio dia.
Dito de orphaos : tercas e sextas as tO horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civel; quarlas e sabbados a urna
hora da tarde.
DAS DA semana.
29 Segunda. S. Feliciano m. ; S. Zenobio m.
30 Terca. S. Serapio b. c. ; S. Lurano m.
31 Quarta. s. Quintino m. s. Ltieilla v. m.
1 Quinta, cfc Peala de todos os Santos.
2 Sexta. Commemoracao de lodos os defunlos.
3 Sabbado. S. Malaquias b. primaz da Irlanda.
4 Domingo. S Carlos Borroraeu cardeal.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL
Alagws. o Sr. Claudino Falco Dias; Baha.
Sr, Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Percira Martins.
EM PERNAMBUCO.
proprielario do diario Manoel Figueiroa da
ivraria praga da Independencia ns.
Faria, na sua
6 e 8.
PARTE OFFICIAL.
Ministro do imperio.
Decreto n. 1.096 de 10 de Setembfo de 1860.
Regula os direilos civis o polticos dos filhos de
eslrangeiros nascidos no Brasil, cujos pas nao
estiverem em servico de sua nacao, e das es-
trangeiras que casaren) com brasileiros, c das
brasileiras que casarem comslrangeiros.
Hei por bem sanccionar e mandar que se exe-
cute a resolucao seguinto da assembla geral le-
gislativa.
Art. Io O direito que regula no Brasil o estado
civil dos eslrangeiros ah residentes, sem ser por
snico de sua naeo, podor ser tambem appl-
cado ao estado civil dos filhos desses mesmos
eslrangeiros nascidos no imperio, durante a mi-
noridade smente e sera prcjuizo da nacionali-
dade reconhecida pelo art. 6o da constltuicao.
Logo que estes filhns chegarem maioridade en-
traram no exercicio dos direilos de cidados bra-
sileiros, sujeitos s respectivas obrigaces, na
forma da constituico e das leis.
Art. 2o A eslrangeira, que casar com brasileiro,
seguir a condicao do marido; e semclhante-
rnenle a brasileira que casar com eslrangeiro,
seguir a condicao leste. Se a brasileira enviu-
var, recobrar sua condicao brasileira, urna vez
que declare que quer fixr domicilio no imperio.
Art. 3o Ficam revogadas as disposieoes em
contrario.
Joao de Alraeida Pereira Fillio, do meu con-
selho, ministro e aecrelario de estado dos neg- j
cios do imperio, assim o tcnha entendido e faca '
execular. Palacio do Rio de Janeiro, em 10 de !
setembro de 1860,39 da independencia e do im-
perio.Com a rubrica de Sua Mageslade o Ira- I
perador.Joao de Almeida Pereira Filho.Joao
Lustosa da Cunha Paranagu. Transitou na '
chancellara do imperio, em 14 de setembro de !
1860.Josino do Nascimento Silva.Publicada '
na secretaria de estado dos negocios do imperio.
ducto de cada lotera, ou parle delle, sem terem
aprcsentado no thesouro nacional a demonstra-
cao da applirarao das somraasque houverem an-
anteriormenle rocebido, devendo prestar Manca,
nos casos e pela forma determinada nos regua-
racnlos do governo.
8." A designacao da ordem segundo a qual
sero estrahidas as loteras em cada anno, de-
ver ser feita logo no principio delle, por meio
de decreto expedida pelo ministerio da fazenda,
a que fica sujeita a thesouraria das loteras.
Art. 3. Ficam revogadas as dispos'noes em
contrario.
Mandamos, porlanto. a todas autoridades a
quera o conhecimcnto da referida lei perteocer
que a cumpram c faca cumprlr c guardar lo in-
leiraraenle como nelia se contera. O secretario
de estado dos negocios do imperio a faca impri-
mir, publicar e correr.
Dada no palacio do Rio doanero, em 18 de
setembro de 1860. 39 da independencia e do
imperio Imperador com rubrica e guarda.
Joao de Almeida Pereira Filho. Carta de lei
pela qual Vossa Magestade Imperial manda exe-
cular o decreto da assembla geral legislativa,
que houvo por bem sanccionar, prohibindo as
loteras e rifas de qualquer especie nao autori-
sadas por lei, e dando faculdade ao governo para
conceder loteras.
Para Vossa Mageslade Imperial ver. Jos
Fihciano Franca, a fez. Joao Lustosa da Cu-
nha Paranagu. Sellada na chancellara do
imperio, em 22 de setembro d 1860. Josino
di Nascimento Silva.
Publicado na secretaria de estado dos negocios
do imperio, em o Io do oulubro de 1860. Jos
Bonifacio Nascenles de Azambuja.
DECRETO X. 1,102 DE 21 DB SETEMBRO DE 1860.
Autorisa o governo para mandar passar carta de
naturalisaco de cidado brasileira a Seram
Francisco de Carvalho e oulros.
Hei por bem sanccionar e mandar que se ex-e
Me a resolucao seguinte da assembla geral le- fe taetano Monleiro, J
slaliva : e urbino Jos Fe.-nandes
era 18 de setembro de 1860.Jos Bonifacio as- I ful? ,a .resoluca<> seguinte, da assemlila gera
cenes de Azambuja. legislativa :
------------ Atl. 1. E' o governo autorisado para mandar
Decreto n. 1,098 de 18 de setembro de 1860. i Passar carla de naturalisagao de cidado brasi-
Manda continuar em vigor, para a prxima le- Lel ">* porluguezes Serafim Francisco
gislatura, o decreto n. 672 de 13 de setora- Car.*'a,ht Antonio Francisco Pinto de Souza,
brode 1852, que marca o subsidio e a indem- Antonio Jos de Sa-npaio, Joo de Assis o Brito.
nisaeo para as despezas da viagera da viuda Manocl Juse *,elra Mourao Braga. los Joaquina
e volta dos deputa los. I Barl)osa Araujo, Antonio da Silva Ferreira e Jos
Hei por bem sanccionar e mandar ojie se exe- 9ar,.? de Me" Bsrreto, residentes nesta corle :
'os Coelho de Miranda
de Castro, residentes
na provincia do Piauhy ; Caetano Jos do Ama-,
ral, Antonio Augusto Bezerra Paes e Luiz An-
tonio de Moraes, residentes na provincia de S.
Paulo ; Jos Joaquim Fiusa da Rocha e Jos Ve-
nancio da Cisln, residemes na provincia de Mi-
nas-Genes ; Manoel Joaquim Moreira e Jos
Augusto de Abranchas, residentes na provincia
da II.iii i ; Jos Maria de Oliveira. Gervasio Jos
da Silva Bra.a e Jos Joaquim Rodrigues Cabral,
residentes na provincia do Rio de Janeiro ; Joa-
quim Jos Fernandes Pedrosa. Francisco Anto-
nio de Oliveira, padre Jos Antonio de Almeida
e Silva, Joaquim de Almeida Vidil c Salvador
Martins do Espirito-Santo, residentes na provin-
cia do Rio-Grando do Sul; Joao da Silva Sorra
padre Jos Godinho e Manoel da Silva Sardinha'
residentes na provincia do Maranhao ; Alexan-
dre Ferreira Guimaraes. residente na provincia
das Alagas; Jos Pimeniel Tavares, Jos Bar-
Iholomeu Correa o Joaquim Ribeiro dos Santos
Art. i.0 E' tambem o governo anlorisado para
mandar passar carla de natiiralsaco de cidado
brasileiro ao subdito priissiaun Augusto l.eidler
engajado no serxico do evorcilo ; ao subdito i-
namarquez Adolpho Jorge Guilherme Hamann
residente nesl* corle; ao subdito allemo Jo
Kallchaman, residente na provincia da Barra
ao go-| e ao subdito francez Andr Adolpe Daux.
Art. 3." Ficam revogadas as disposieoes em
e unnime! contrario.
cu
gi
Arl. Io Contina era vigor, durante a prxima
legislatura, o decreto u. 672 do 13 de setembro
de 1852, quo marca o subsidio e a indemnisa-
cao para as despezasda viagem da riada e volla
dos deputados.
Esta indemnisar.ao nao poder verificar-se se-
Do no caso de electuar-se a viagem.
Art. 2o Ficam revogadas as disposieoes em
contrario.
Joo de Almeida Porera Filho, do meu con-
selho, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios do imperio, assim o lenha entendido e
faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 18 de setembro
de 1860, 39" da independencia e do imperio
Cm a rubrica de Sua Magestade o Imperador.
Joo de Almeida Pereira Filho.Joo Lustosa
da Cunha Paranagu Transitou na chancella-
ra do imperio em 22 de setembro de 1860.Jo-
sino do Nascimento Silva.Publicado na secre-
taria de estado dos negocios do imperio, em 29
de setembro de 1860.Jos Bonifacio Nascenles
de Azambuja.
Lei n. 1.G99 de 18 de setembro de 1860.
Prohibe as loteras e rifas de qualquer especie,
nao auturisadas por le, o d faculdad
verno para conceder loteras.
D. Pedro II, por graca de Dos
acclamaoo dos
povos, imperador constitucional Joao de Almeida Pereira Filho do meu con
e- defensor perpetuo do Brasil, fazemos saber a selho, ministro e secretario de estado dos ne^n-
todos os nossos subditos que a assembla geral! cies do imperio, assim o tcnha entendido
legislativa decrelou, o nos queremos a lei se- executar.
guinlo:
Art. 1 Ficam prohibidas as loteras e rifas
e faca
por ou-
curso e
. de
qualquer especie nao autonsadas por lei, anda
que corram annoxas a qualquer outra autorsada,
sob pena do priso simples de dous a seis mezes,
perda de todos os bens e valores sobre que ver-
sarem, ou forem necossarios para seu curso, e
de multa igual raetade do valor dos bheles
destribudos
1 Ser reputado lotera ou rifa a venda do
bous, mercadorias ou objoctos de qualquer na-
tureza quo se promelter ou effectuar por meio
de sorte; toda e qualquer operacao era que hou-
ver promessa do premio ou de beneficio depen-
dente de sorte.
i" as penas deste artigo incorreram :
1, Os autores emprehendedores ou agentes de
loteras ou rifas;
2", Os que distribuirem, passarem ou vende-
re m bilhetes de loteras ou rifas;
3-", Os que por avisos, annuncios ou
tro qualquer meio promoverem o scu
extraccao.
3 O producto dos bens, valores e mullas de
que trata o presente artigo, deduzidos 50 % de
sua importancia a favor da pessoa ou empregado
que der noticia da infraeco ou promover sua
ropresso, ser applicado s despezas dos esta-
bclpcimentos pios que o governo designar.
4 Contra os infractores se proceder na for-
ma determinada pela legtslaco em vigor sobre
os delictoa policiaes.
Arl. 2 Fica competndo ao governo a ftcul-
dade do conceder loterias, e revogada a lei de 6
de junho de 1831; observando-se sobre este
objeclo as seguintes disposieoes:
l. Emquanto se nao exlrahirem todas as
loteras concedidas at hoje, nenhunta outra o
ser pelo governo, pdenlo este restringir o nu-
mero dellas, modificar as clausulas dd conces-
so, e a nnnulla-la, qumdo tenha cessado,
ou se tenha modificado o objeoto da mesma con-
cessao.
2. Verificar a hypothese do paragrapho an-
tecedente, nao poder o governo conceder rniis
de cincoenta e seis loteras annualmente.
3. Continuarao a ser exlrahidas em cada
anno, sem limitano de lempo, as loteras con-
cedidas com esta clausula pola legislado vigen-
te em beneficio de diversos estabel'ecimenios
pios e outros quo sao por esta forma auxiliados.
4 O governo smente poder conceder lo-
teras cm favor de eslabelecmcntos pos de uti-
lidade geral, o para coosirueco e reparos de
igrojas-raalrizes'
5.o A concesso das loterias ser feila por
via de decreto expedido pelo ministro da fazen -
da, competi lo quelle a cuja reparlico estiver
Bojeito o estabelecimenlo, em favor do qual fo-
rera concedidas, a fiscalisaco immediata do em
prego do producto dellas, e ao da fazenda a
guarda do dinheiro emquanto nao for empregado.
e bem asiim a tomada das respectivas contra,
tanto do thesoureiro das loteras, como dos agra-
ciados.
6." O governo nao poder conceder loterias
para a construego e reparo de obras sem que
Ihe sejam presentes e por elle approvados o pla-
no das mesmas obras e o orcimenlo da despeza
que devam custar.
7. Nao ser eutregue aos agraciados o pro-
Palacio do Rio de Janeiro, em 21 de setembro
de 1860, 39 da independencia e do imperio.-
Com a rubrica de Sua Mageslade o Imperador.
Joo de Almeida Pereira Filho.Joo Lustosa
da Cunha Paranagu. Transitou na chancel-
lara do imperio, em 28 de setembro de 1860.__
Josino do Nascimento Silva.
Publicado nesta secretaria de estado dos ne-
gocios do Imperio, em 1 de outubro 1860.Jos
Bonifacio Hascentes d'Azambuja.
DECRETO N. 1,106 DE 21 DE SETEMBRO DE 1860.
Approva a pensio innaal do 400 concedida por
decreto de 30 de junho deste anno a Pedro Jos
Cardoso.
Hei por bem sanccionar e mandar que se exe-
lute a resolucao seguinto da assembla geral le-
gislativa.
Art. 1. F.' approvada a pensao annual de 400$
concedida por decreto de 30 de junho do crtente
anno a Pedro Jos Cardoso. *
Art. 2. Ficam revogadas as disposieoes em con-
trario.
Joo de Almeida Pereira Filho, do meu conse-
Iho, ministro e secrelario do oslado dos negocios
do imperio, assim o tenha cnteudido e faca exe-
cutar.
Palacio do Rio de Janeiro, om 21 de setembro
de 1860, 39- da independencia e do imperio. Com
a rubrica de S. M. o Imperador. Joo de Almei-
da Pereira Filho.Joo Lustosa da Cunha Pa-
ranagu.
Transitou na chancellara do imperio em 28 de
setembro de 18S0. Josino do Nascimento e
Silva.
Publicado na secretaria de estado dos negocios
do imperio em o 1- de outubro de 1860. Jos
Bouifacio Nascenles de Azambuja.
Decreto n. 1,111 de 27 de setembro de 1860.
Aulorsa o governo a mandar salishzer ao padre
Guilhermo Paulo Tilbury, o ordenado corres-
pondente ao lempo em que esteve privado do
exercicio da cadeira da lngua ingleza do semi-
nario de S. Jos.
Hei por bem sanccionar e mandar que se exe-
cute a seguinte resolucao da assembla geral le-
gislativa.
Art. 1. E' o governo autorisado para mandar
satisfazer ao padre Guilherme Paulo Tilbury o or-
denado, razo de 4008 por anno, corresponden-
te ao tempo cm que estove privado do exercicio
da cadeira da lingua ingleza do seminario de S.
Jos desta corte, em virtude do aviso de 49 de
julho de 1831 al 27 de feverciro de 1848. em
que foi prvido na de professor publico da mesma
lingua nesta corte.
Art. 2. Ficam revogadas as disposieoes em con-
trario.
Joao de Almeida Pereira Filho, do roen conse-
Iho, ministro o secretario de estado dos negocios
do imperio, assim o tenha entendido e faca exe-
cutar.
a P4S o Rio de Jneir. em 27 de setembro
de 1860, 39- da independencia e do imperio. Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Joo de Almei-
da Pret'ra Filho Joo Lustosa da Cunha Para-
nagu.
Transitou na chancellara do imperio cm 3 de
de 1860. Josiuo do Nascimento e
oulubro
Silva.
Registrado.Publicado na secretaria de estado
ioe>nescios do imPer'. et> 6 to outubro de
1860. Jos Bonifacio Nascontes de Azam-
buja.
que, ficanrfb sem effeito o decreto n. 92 de 11 de
agosto de 1811, todas as loterias concedidas ou
queiO forem para o futuro sejam extrahidas na
conformidades do plano que com este baixa, as-
signado por Angelo Moniz da Silva Ferraz. do
meu cooselho, seuadoi do imperio, presidente
do conselho de ministros, ministro e secretario
de estado dos negocios da fazenda e presidente
- --.., do tribunal do thesouro nacional, que assim o
art I do deefeto SS*?mSFt*? a ; l"nha entendiJ<> ? faSa executar. Palacio do Rio
fm e agosl d0 I rte Jsneir. era 1.3 de outubro de 1860. 39 da
independencia e do impierio. Com a rubrica
de S. M. o Imperador. Angelo Moniz da Sil-
va Ferraz.
Decreto n. 1,112 de 27 de setembro de 1860.
Autorisa o governo a fazer extensiva ao bacharel
183*.
Hei por bem sanccionar e mandar que se exe-
cute a seguinto resolucao da assembla geral le-
gislativa.
Art. lu A disposico do arl. Io do decreto n.
23 de 30 do agosto de 1834 Oca extensiva ao ba-
charel formado pela uuiversidade de CoimbraJos
da Molla Azevedo Correa.
Art. 2. Ficam revogadas as disposieoes em con-
trario.
Joo de Alraeida Pereira Filho, do meu conse-
lho. ministro e secretario de estado dos negocios
do imperio, assim o tenha entendido e faca exe-
cutar.
. P/5^o? Ri0 de Jane'r. om 27 do setembro
de 1860, 39" da independencia e do imperio. Cora
a rubrica de S. M. o Imperador.Joo de Almei-
da Pereira FilhoJoo Lustosa da Cunha Para-
nagu.
Transitou na chancellara do imperio, cm 3 de
outubro do 1860. Josino do Nascimento e
Silva.
Registrado.Publicado na secretaria de estado
i S4oeng0cl0S do lmPeri. em 6 de outubro
de 1860. Jos Bonifacio Nascenles de Azam-
buja.
Ministerio da fazenda.
Decreto n. 2.664 de 10 de outubro de 1860.
Marca o prazo e regula o processo da subslitui-
gaoou resgdle das notas dos bancos menores
Plano para a extraccao di todas as loteras con-
cedidas, ou que o forem
se refere o decreto desh 'dala.
1 Premio do
1
1
1
6
I 20
40
130
11,800
I
2,000
4,000








para o futuro, a que
1:000000
aoosooo
1009000
4O&O0O
20&00p
Premios .
Brancos.
Imposto do 12
Beneficio, sello c despeza
6.000 Bilhetes a 20*000
Rio do Janeiro, em 13 de oulubro de 1860.
Angelo Moniz da Silva Ftrraz.
de 50a_na corte e provincia do Rio de Janeiro,
e de 25} as de mais provincias.
lei n. 1.083
anno, hei por por
2,549 de 14 de marco
feto n. 2,551 de 17 do
Decreto n. 2,666 de 13 de outubro de 1860.
Declara qual o modo por que se devem executar
os aris. 20 do decreto n.
de 1860, e 16 do decr
niesmo mez e anno.
Hei por bem declarar o
Art. 1," A obrigaco irrt
decreto n. 2,519 de 14 de
no e sua saneco pena
escriplurarios "actuaos do|
ieguinte :
posta pelo arl 20 drr|
(parco do corrente an-
uo comprehendem os
thesouro e thesoura-
rias de fazenda, a que se Pifare o art. Io do mes-
mo decreto, prvidos em c
Para a boa execuco do art. 1 2 da
de 22 de agosto do corronte
bara decretar o seguinte :
Art. Io Os bancos de circulaco creados por de-
cretos do poder execulivo, suascaixasfiliae.se
ageucias quo actualmente funecionam nesta cor-
le e ua provincia do Rio do Janeiro, sao obrga-
dos a retirar da circulaco, dentro do prazo de 4 t
mezes. as notas, bilhetes e em gerallescnptos i davia s pJdeTa^f ser r
que contenham promessa ou obrigaco de valor: rlVw
recebido em deposito, ou de pagamento ao por-
lador, de quantia inferior a 50, qualquer que se-1 crei,
ja a poca em que houverem sido emiltidos. ftfc esubeledda
5*. Para esto fim, oito dias depois da publi- *'Vi"2*Lw
cacao do presento decreto na "azeta nuo casto- ,-, disposic.
ma publicar os actos do governo as rectoras 2 ?ft ff ''"1
poderao ser
immediatamcute
toem as habilitacoes
anounciaro pelas fallas
20:0l)iig00U
10:000000
4.-0009000
2 OOOgOOO
6.-000&00
4:0005000
4:000|000
5:200:000
36:000*000
91:2003000
0(0
14.400000
1i.*009000
28:8009000
120.0003000
de orphaos de S. Joao de El-Rei, em que con-1 Estado-maior nnr
sulla-se pelo art. 19 do regiment do cusas os1 W"f'
juizes devern ler os emolumentos nolle designa-; Teente-coroiiel commandante.
dos pelos examos a que procedem fra de seus '' Major...........................
auditorios, principalmente sendo esses actos in- Ajudante......................'.',"
cidentes do causas que os mesmos juizos proces- Ouarlel-mestre..............
sarn fra de suas residencias; manda declarar a Secretario................'.'.'.'"
V. Exc, para que o faga constar ao referido juiz
que a solucao da duvida proposta acha-se as Sargonto-ajudaute
disposieoes claras do-, arls. 19. 24 e 25 do reg- Sargento quartcl-mestre........
ment citado, em virtuda dos quaes, se a dili- Meslre de tambores....
gencla a que o juiz sahe fra de seus auditorios Meslre de cornetas....,'.".'."""
designadamente o exame de que se trata, nao Mostr de msica.........."'
percebe por este o emolumento do art. 19, e sira C(>ronheiro..........
simplesmenle o do arl. 24 ; mas, se sali para Espingardeiro..............
algum outro acto, c por incidente e a requeri-
mento de parte procede a algum exame, percebe I nm ,
alera das custas do art. 24 os emolumentos mar- "lllc,aos
L'ma companhia.
cados no arl. 19 para o acto do exame, podendo Qas de Prel.................. 78
em qualquer dos casos vencer tambem as custas
de camiiflio estabelecidas no art. 25. se a distan- n*.
Officiaes
Recapitulaco.
ca exceder a duas leguas do lugar de sua~"resi- Ji!c!aes do estado-maior......
dencia. Dos guarde a V: ExcJoo Lustosa da ou,c,aes das companhias........
Cunha Paranagu.Sr. presidente da provincia
de Minas-Gerae3. iracas de pret do estado-menor
Pracas de pret das companhias.
5
24
7
468
475 504
2 secQo.Ministerio dos negocios da justiea
Rio de Janeiro, 6 de outubro de 1860.Illm." e rnrn j. j ...
Exm. Sr.-Submetli ao conhecimeoto de S M o ComZ i Uarm!atde Minat-Ceraa.
Imperador a duvida exposta por essa presiden- 6 mtSSSf. e um eslad-maior e menor e da
Ca em officio de 30 d. agosto ultimo, so a san-
)nformidade do decre-
de 1859, os quaes to-
pniraovidos a lugares da
superior provando quo
exigidas pelo referido de-
e concurso, na forma
extensiva obriga-
trala o arl. 16 do de-
que incorrerao os portadores re-
que
ou na povoacuo
a pena
missos.
2. Em caso de reconhecida urgencia o mi-
nistro da fazenda poder prorogar por sessenta
e P.razo aci,na etabelecido.
3. Findo o prazo fixado, as indicadas notas,
bilhetes ou escriplos s podero ser substituidas
ou resgatadas com o abatimento de 10 0|0 uo
mez immediato, e ouiro igual abatimento cm 1
cada mez quo se seguir, Qcaodo sera valor al-;
gura no lira de dez mezes. ( Art. 5. da lei n 53
de 6 de outubro de 1835 ).
Art 2. a importancia do abatimento, de que
trata o 3 do artigo antecedente, ser pelos ban-
cos esenpturada sob rubrica especial ; e tanto
esta como a dos bilhetes, que nao houveram sido
substituidos ou rosgatados, sero rocolhidos era
deposito ao thesouro nacional nos quinze das
seguimos expirado do prazo marcido no ar-
tigo antecedente.
nico. A importancia recolhida em deposito
ser applicada, sob designacao do ministro da
lazenda, ao capital aos montos de soccorro que
se crearera, em virtudc da disposico do ait. 2
19 da citada lei n. 1,083 na cidado em
tunecionar o respectivo banco
que Ihe (car mais prxima.
Arl. 3. As directoras ou adrainistracoes dos
bancos, suas caixas filiaes e agencias remolle-
ro uc ministro da fazenda no lira de cada mez
urna demonstiaco especial das operaces de
subslituico ou resgate. de que trata o presente
decreto, sob as penas do 3rt. 2. j 9. da citada
le n. 1,083.
Os fiacaes do governo, sob as mesmas penas,
vigiarao e fiscalisaro a execugao do presente
decreto, e daro conla raensalmenle do que for
occorrendo.
Arl. 4. As disposieoes dos artigos antecedentes
ficam extensivas aos bancos de circulaco crea-
Jos por decretos do poder executivo, que actu-
almente funecionam as provincias da Baha,
Pernambuco, Maranhao e Rio Grande do Sul,
pelo que respeiU ao resgate das notas, bilheles
e em geral dos escriplos, que se refere o art.
1. de quantia inferior a 29, devendo a impor-
tancia do abatimento, de que trata o 3. do art.
I. ser recolhida no prazo j marcado s respec-
tivas thosourarias do fazenda.
Art. 5. Us bancos de circulaco creados por
decretos do poder executivo quo ero contraven-
gao do present decreto, se recusarem 00 resga-
te ou subsliluico no prazo marcado das suas
notas, bilhetes ou escriplos. de que tratara os
arts. 1 e 4, ou deixarem de trocar e satisfazer a
sua importancia em moeda crtente vonlade
do portador, sero considerados fallidos ; c pelo
tempo da mora o portador ter direito ao juro
corrente (Art. 1. 5, da lei 11. 1,033 de 22 de
agosto de 1860).
Ari. 6. Sero isentos do pagamento do res-
pectivo sello os bilhetes, notas e escriplos do
que tratara os arts. 1 o 4, que forem resgalados
ou substituidos, desdo a data em que houverem
os bancos comecado semclhante operacao, an-
da que esta seja anterior do presente decreto,
ate a sua concluso.
Art. 7. As inultas comrninadas no presente de-
creto sero impostas administrativamente pelo
ministro da fazenda na corle e pelos presidentes
as provincias, com recurso cm todo o caso para
o ministro da fazenda, observando-se a disposi-
co do art. 6. da j citada lei n. 1,083 de 22 de
agosto deste anno.
Angelo Moniz da Silva Ferraz, do meu con-
selho, senador do imperio, presidente do conse-
lho de ministros, ministro e secretario de esta-
do dos negocios da fazenda, o presidente do tri-
bunal do thesouro nacional, as3im o tenha en-
tendido o faga execular. Palacio do Rio de Ja-
neiro, em 10 do outubro do 1860, 39 da inde-
pendencia e do Imperio. Gom a rubrica de S.
M o Imperador. Angelo Monis da Silva Fer-
raz.
Silva Ferraz, do meu conse-
perio, piesidente do conselho
s:relario de estado dos
e presidente do tribunal do
scional, assim o lenha entendido e fa-
ca executar.
Palacio do Rio de Janoico. em 13 de oulubro
de 1860, 39 da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. Imperador. -Angelo
Moniz da Silva Ferraz.
Ministerio da justiea.
Ministerio dos negocios da justiea.Ro de Ja-
neiro, em 27 de seiembro de 1860."Illm. e Exra.
senhor.S. M. o Imperador, quera foi presen-
te o olficio que me dirigi juiz municipal c de
orphaos do termo do C.ibo-I'rio, com dita de 27
de julho ultimo, consultandlo-se pela disposico
da segunda parte do art. |184 do regimento'de
custas os empregados do j
receber no3 inventarios cm
orphaos, as custas lgaos lo
cluidos os respectivos actos,"urna vez quo os in-
ventariantes ou as partes q|ue o requeren) quei-
ram paga-las, sera que Iho siejim exigidas, ou se
aquella disposico tem por fim smente prohibir
a exigencia do salario antesi de concluido o pro-
cesso ; ha por bem. confornando-so cora o pa-
recer do conselheiro ConsiMior dos negocios da
jjustiga, mandar declarar
faea constar ao referido ju
recebe cusas indevida3 e
a
com
negocios
que, sendo
. 3o do cdigo
corporaecs de mo
la casa de Misericordia de Porto-Alegre poJia
legalmente encarregar-se do fornecimenlo de
medicamentos enfermara regimenlal a cargo
do 3" batalho de infantaria por proposta acrit
pelo competente conselho econmico, em vista
do art. 4o do codito commercial e arl. 19 do res-
pectivo regulamento, ou so a esseacto obstam as
disposieoes do art. 2o 3o do mesrao cdigo.
I. o mesmo augusto senhor conformando-se
o parecer do conselheiro consultor dos
da justiea, manda declarar a V. Exc.
pela disposico citada do art. 2
commercial "prohibido s
morta commercial, c sendo o" fornecimenlo de
medicamentos de que se trata um aclo de com-
mercio segundo o arl. 19 Io do referido regu-
lamento, nao pode ser pralicado pela santa casa
da Misericordia, emboia nao faca de tal mercan-
ca a profisso habitual a quo s refero o arl. 4o
daquclla lei, pois que esta condicao nao essen-
cial para a prohibico decretada no art. 2." O
quecoiuraunco a V Exc para sua intellgoncia e
execuco.
Dos guarde a V. Exc Joo Lustosa da Cu-\
nha Paranagu.Sr. presidento da
de S. Pedro do Rio-Grande do Sul.
Ministerio
Estado-maior e menor.
Teuente-coronel commandante.
Major...........................
Ajudante......................,"
Quartel-mestre ................,
Secretario ............
Sargento ajudante........
Sargento qnarlel-meslre.
Espingardoiro............
Coronheiro.............
Corncta-mr............
Officiaes .
Praeas de
Urna companhia.
pret.
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
4
78
Recapitulaco.
Ofliciaes do eslado-maior. .* .
Officiaes das companhias ....
Pracas de pret do estado-menor.
Praeas de pret das companhias.
5
24
5
468
29
473 502
provincia
Corpos de guarnico do Amazonas, do Mara-
nhao, do Piauhy, do Cear e da Parahiba
Compoc-se cada um de um estado moior o
menor, ede 4 companhias.
Officiaes
Eslado-maior e menor.
78
5
16
tizo sao inhibidos de
que sao interesados
que estojara con-
DECRET0 N. 2,665 DE 13 DE OUTUBRO Dsl860.
Ettabelece novo plano para a extraccao das
loteras.
Para a boa execuco da lei r. 1,099 de 18 de
setembro-de 1860, e art. 45 e 46, da lei n.
1,114 de 27 do mesmo aez e anuo, hei por bem
V. Exc. para que o
i, que o empregado
no caso figurado
fica sujeito s penas
disciplinares do arl. 183 do vitado regiment, de-
vendo V. Exc, outrosim fazer sentir aquolle juiz a
irregularidade cora, que se d
rio, sera ser por iniermediil
Dous guarde V. ExcJoao Lustosa da Cuuha
Paranagu,Sr. presidente
de Janeiro.
rigi a este ministe-
dessa presidencia.
da provincia do Rio
Minfsteno dos negocios d justiea.Rio de Ja-
neiro, em 29 de setembro do 1860.Illm. e Exm.
senhor.Levei ao conhecimenlo de S. M. o Im-
perador o officio de V. Exc. datado de 21 de ju-
nho ultimo, cora que transmittio por copia o do
juiz municipal e de orphaos do termo de Maria-
na, consultando so os curadores dos herdeiros
ausentes, quando comparecen) aos procesaos dos
inventarios para que sao citados, teem direito s
custas de estada, designadas pira os curadores
geraes dosoiphaos em circumstaneia? idnticas ;
e o mesmo augusto senhor, conformando-se com
o parecer do conselheiro consultor dos negocios
da justiea, ha por bem declarar V. Exc. que os
referidos curadores nenhum direilo teem a qual-
quer outra remuneracode seu trabalho alm da
porcentagem que Ibes compolo polo que arreca-
dara : oqueV. Exc. far corisiar ao referido juiz.
Dos guarda V. Exc Joo Lustosa da Cunha
Paranagu.Sr. presidente da provincia de Mi-
nas-Geraes.
Ministerio dos negocios da justiea.Rio de Ja-
neiro, era 29 de setembro d 1860.- Illm. e Exm.
senhor.Tendo levado ao conhecimenlo de S. M.
o Imperador o officio de V. Exc, datado de 14
do_crreme, acompanhado do que Ihe dirigi o
juiz de direito de Cabo-FrioJ consultado se com-
petente para procossar, corno empregados publi-
eos nao privilegiados, os advogados que aconse-
Iham contra is ordonacoes e direito expresso, e
que por isso incorrem na pena de suspenso por
viitude das disposieoes da rd. Liv. Io Til. 48 8
7o Til. 5o 4." e ari. 160 do1 cdigo criminal, ha
por bem o mesmo augusto senhorconformando-se
com o parecer do conselheiro consultor dos ne-
gocios da justiea. mandar decltrar V. Exc,
para que e faga constar quelle magistrado, que
a primeira das ordenaQes citadas nao se refera
as penas crminaes em quj possom incorrer os
julgadores, mas sm s disciplinares, taes como
as de mulla e de condemnago as custas, etc..
nao dando lugar porlanlo ,'. duvida suscitada so-
bre a apphcago do art. 160 do referido cdigo,
em que alias nao pode incorrer o advogado, que,
exercendo a sua industria privada, nao pode ser
empregado publico. Dos guarde A V. Etc.Joo
Lustosa da Cunha Paranagu.Sr. presidente
da provincia do Rio do Janeiro.
Ministerio dos negocios da justiea.Rio de Ja-
neiro, era 3 do outubro de 1860 Illm e Exm.
Sr -S. M. o Imperador a quem foi prsenle o of-
ficio de V. Exc. datado- de 1 de setembro ultimo,
acompanhando po< copia o do juiz municipal e
dos negocios da justiea. Rio de Ja-
neiro em 8 de outubro de 1860.Illm. e Exm.
*>r.Expoe V. Exc. em seu officio do 1* de julh;
ultimo, n. 629, transmitido a este ministerio Jfe-i ..
lo do imperio, que. lendo sido mandado em r/m- vUlclacs ...........
missaopara a provincia das Alagas o 1- escrip- ?as d0 Pre'..........
lurano da thesouraria de fazenda dessa provin-
ca, Lmbellino Guedes de Mello, antes de entrar Uma companhia.
UO exercicio do cargo de 3- juiz de paz da fregu- OOiciaes......................... 4
nade Santo Antonio, fra substituido por lodo o Pracas de pret................... 73
lempo pelo i* juiz de paz, Caelano Pinto de Ve-
ras, o qual pretendendo o'epois exorcer as mes- Recapitulaco:
mas funeces durante o auno, cntendeu a Ca-- ome!aos 1,e estado-maior.......
mar municipal que nao a elle mas ao supplen- Officiaes das companhias........
te quo acabava de juramentar compela o exer-
cicio desse anno, por ter mudado de domicilio o Pra?as de prol do estado-menor
juiz do 3o, em cujo lugar flcou Veras collocado. l>raSas de prel das companhias..
Sua Magestade o Imperador, a quem foi pre-'
sent o seu dito officio, conformaudo-se cora o
parecer do conselheiro consultor dos negocios da
justiea, houvo por bem mandar declarar que bem
resolvou V. Exc. quando, eslranhando o proce-
dimenlo da cmara municipal, decidi que a Ve-
ras, embora lenha do servir dous annos conse-
cutivos, compete o exercicio do 4o anno ; vislo
como, nao tendo havido mudanca de domicilio Quartel-mestre
nao ficou o 3o jui?. de paz privado do cargo, mas Secretario.......................
smente do exercicio delle.
Dos guardo a V. ExcJoo Lustosa da Cu- Sargento ajudante...............
nha Paranagu.Sr. presidente da proviucia do Sargento quartel-mestre.........
Pernambuco.
5
312
21
317 338
Corpos de gnarnimo de S. Paulo, do Paran do
Espirito Santo e de Pernambuco.
Compe-se cada um de um eslado-maior e me-
nor, de duas companhias.
Estado maior e menor.
Major commandante.
Ajudante........................
Espingardeiro.
Coronheiro...
Corueta-mr.
Urna companhia.
Officiaes........................
Pracas de prel...................
Recapitulaco.
4
78
Ministerio da guerra,
DECHETO N. 2.662 0E 6 DE OUTUBRO DE 1860.
Approva o plano da organisar.ao dos corpos de
guarnico do exercito.
Usando da aulorisaco concedida pelo arl. 3o
da lei n. 1,101 de 20 de setembro do presente an-
uo : hei por bem approvar o plano da organsa- n
cao dos corpos de guarnico do exercito, que cora XiCaes do estado-maior........ 4
este abaixo assignado por Sebaslio do Rogo Bar- UUlclaes das companhias........ 8 12
ros, do meu conselho, ministro o secretario de'
estado dos negocios da guerra, que assim o te- racas prct do cs,a'1-n'enor 5
nha entendido e faea executar com os despachos Pracas de Prel das companhias.. 156 161 173
necessarios i -----___
Palacio do Rio do Janeiro, em 6 de outubro de ComPanhia de caradores do Rio Grande do Norte
1860, 39 da Independencia o do Imperio.Com e de 5erSVe-
a rubrica de Sua Mageslade o Imperador.__Se- -_CorriPoe-se cada umade
baslio do Reg Barros.
Plano da oi'ganisaco dos corpos de
guarnico do exercito a que se re-
fere o decreto desta data.
QUADRO DOS CORPOS DE GIARNMCO.
Batalhoes de caradores de Mato-Grosso, de
Goyaz e da Baha.
Compe-se cada um de um estado-maior e
menor, o de 8 companhias.
J?srado-niaior e menor.
Tenente-coronel commandante. 1
Major............................ l
Ajudante........................ \
Quartel-mestre.................. 1
Socretajio....................... l
Officiaes.
Pravas de pret
4
78
82
Corpo de cavallaria de Mato-Grosso.
Compe-se do um estado-maior e menor, e de
qualro companhia.
Es\ado-maior e menor.
Tenenle-coronel commandante.. 1
Major............................ i
Ajudante........................ j
Quartel mestre.................. \
Secrelario....................... j 5
Sargenlo-ajudanlo..............
Sargento quartel-mestre........
Espingardeiro...................
Coronheiro......................
Corneta-mor....................
Mestre de msica..............
M usicos.........................
Capito..
Tenenle.
Alferes..
Uma companhia.
Io sargento.........
20S sargentos.......
Furriel..............
Cabos de esquadra.
Anspejadas.
1
1
1
1
1
1
16
1
1
2
1
2
1
6
8
22
Soldados........................ 60
Cornetas
Recapitularn.
Officiaes do estdo-maior........
Officiaes das companhias........
Pragas de prel do estado-menor
Pravas de prot das companhias.
2
5
32
22
624
37
6i6 683
Balalho do deposito.
Comp5e-se de uro. estado-maior e menor, e de
6 companhias.
Sargento ajudante........
Sargento quartel-mestre.
Espingardeiro............
Coronheiro...............
Selleiro ..................
Clarim-mr.............
L'ma companhia.
Capito..........................
Tenenle.........................
Alferes..........................'
1
1
1
1
1
1
1
1
I
1 sargento.
2." sargentos.
Furriel......
Cabos de esquadra.............. 6
Anspecadas....................
Soldados ....................
Clarins........
Ferrador .......
6
5
2
1
Recapitulaco.
Officiaes do estado-maior. .
Officiaes das companhias ; .
Pragas de pret do estado-menor.
Pracas de pret das companhias .
5
16
6
284
21
290 311
Esquadro de cavallaria da Baha.
Compe-se do uro estado-maior e menor, e da
duas companhias.
Eslado-maior e menor.
Major commaudanle. .
Ajudante.......
Quartel-mestre.....
Secrelario *......
Sargento ajudante .
Sargento quartel-mestre
Espingardeiro .
Coronheiro.....
1
1
1
1
1
1
1
1
MUTILADO



DIARIO DE PERSAMBUCO. SEXTA FEIRA 2 DE NOVEMBRO DE 1860.
Selleiro .
CU;im-mr
1
1
Urna eampmnhia.
Officiaes......: 4
rracas de prel...... 71
Mecapilulaco.
Ottciaes do estado-mirar... 4
Officiaes das companhias 8
Pracas de prel do estado-menor 6
Jftagas de pret das companhia* 142
a efeito quanlo atai se providencia, leudo em vis-
ta o seguinle:
1*. que sendo extinctac as companhias de pe-
destres, as pravas de pret de cada una deltas se-

12
148 160
Companhias de cavallaria ie Pernambueo, de
Goyaz, dt UinasGeraes, de S. Paulo e do
Paran.
Compoe-se cada urna do
Officiaes.........4
Praras de pret .;.... 71 75
Corpo de artillan-ia de Mallo-Grosso.
Compoe-se de um estado-maior, e de quatro
companhias.
Estado-maior e menor.
Teen te-coronel commaadaute.
Major .
Ajudante .
Quarlel-rnestre
Secretario.. .
- Dito ao conselho administrativo. Promova o
couselho administrativo a compra de flanella e
fo'ha de Flandres, constantes do pedido junto,
visto serem taes Migos necessarios ao previ-
rao encoH>radas sos corpos organisados em cada ment do almoxarifado do arsenal de sierr
urna das nrnvtnpUe r.(,r,f ,. j.ni... ._____:_. >- ,
urna das provincias.
2. que quanto antes se devem fazer os pedi-
dos de tardamente, armamento, corrame, etc.,
segundo o padrao adoptado para os anligos cor-
pos de guarnicoem cada urna provincia ; e pro-
pondo V. Exc. o figutino para aquelles corpos de
conforme declara o respectivo director enfoftte
de 27 do corrente, sob numero 313.Communi-
cou-se thesooraria de fazenda:
Dito ao Dr. Henriqu* Pereira de Lucena.Con-
cedendo Ymc, por portara desla dala, a exo-
ncragao que pedio do cargo de delegado de po-
Sargento ajudante : 1
Sargento quartol-meslre ... 1
Espingardeiro .,:.... 1
Coronheiro r 1
Tamhor-mr....... 1
Meslre de msica...... 1
Msicos......... 12
Pifaros......... 2
Urna companhia.
Capillo......... 1
1 lente ;..... 1
2o lenles........ 2
Io sargento........ 1
2o sargentos....... 2
Furriel.....: 1
Cabos de esquadra : 6
Anspcgadas....... 6
Sida ios :....... 52
Tambores.....; 2
Recapitulado.
Officiaes do eslado-maior 5
Officiaes das companhias ... 16
Prngas de prel do estada-menor 20
Fragas de pret das companhias 280
20
70
21
300 321
Corpo de artilkaria do mozonas.
Corope-se de ura estado-maior e menor, e
de duas companhias,
Eslado-maior e menor.
Major commandantc.....1
Ajudante........1
Quartol-raestre......1
Secretario........1 4
Sargento ajudante..... 1
Sargenta quarlel-mestro ... 1
F.spingirdeiro....... 1
Coronheiro........ 1
Tamber-mr......'. |
Pifaro......... 1 6
Urna companhia.
Officiaes.........4
Pragas de pret 70
Recapitulando.
Officiaes do eslado-menor .' 4
Officiaes das companhias ... 8
Tracas de pret do estado-menor 6
Pravas de pret das companhies 140
12
116 158
Corpo de artfices da corte.
Compoe-se de um estado-maior e menor, e
de duas companhias.
Estado-maior e menor.
Major commandante.....1
Ajudante....... j
Cuartel -mestre...... \
Secretario........\ 4
Sargenlo-ajudante .
Sargenlo-quartel-me.-lro
Espingardeiro ....
Coronheiro .
. i
. 1
, 1
. 1
T.imbor-rur....... 1
Pifaro...... 1
Capillo. .
Io temate
2o leneules
Urna companhia.
Io sargento.....; ,
2o sargentos ...... ,
Artfices de fogo ......
Furriel ;........
Cabos do esquadra.....
Anspecadas.......
Soldados........
Tambores........
Recapilulnriio.
Officiaes do estado-maior. ". .
OHkiies das companhias
1
1
2
1
2
6
1
6
6
60
2
s
84
12
Pracas de pret do estado menor 6
Tracas de pret das companhias 186
174 186
Companhias, de artfices das provincias da Baha,
de Pernambueo, de ilalo-Grosso e da fabrica
da plvora.
Compoe-se cada urna de
Officiaes. .
Tracas de pret. .
4
84
"88
REC\P1TULAC.\0 DOS CORPOS DE GCARMCO.
Corpos.
Batalhao de caladores
de Mato-Grosso, de
Goyaz e da Bahia. .
Balalhlo do deposito. .
Corpo de guatniglo de
Minas-Geraes .
Corpos de guarniglo do
Amazonas, do Mara-
nho, do Piauhy, do
Cear o da Pirahiba.
Corpos de guarnido de
S. Paulo, do Paran,
do Espinto Saoto e de
Pernamauco. .
Compatiln.is de calado-
res do Fio Grande do
Noito e deSergipe. .
Corpo de cavallaria de
Malo-Crosso. .
Esquadro de cavallaria
da Baha.....
Companhia de cavalla-
ria de Goyaz, de Minas--
Geraes do S. Paulo o
do Paran. ....
Corpo do artilharia de
Mato-Grosso .
Corpo de irlilharia do
Amazonas. ....
Corpo de artfices da
corle......
Companhiat de artfices
da provincia daBahia,
de Pernambueo, de
Malo-Groiso e da
brica de plvora
Officiaes.
111
29
29
Pracas de
pret.
1,938
475
105
48
473
1,585
644
8 156
21 290
12 148
20 355
21 300
12 146
12 174
fa-
16
336
Som.na.
7,020
1."
Ires.
. 444
OBSERVAC.ES.
Ficam exlinctas as companhias de pedes-
2.* A forg eflecliva dos corpos ser augmen-
tada ou restringida a que fr decretada annual-
mente pelo corpo legislativo.
3.a As companhias de cavallaria que at agora
faziaro parle de alguns corpo3 de guornigao cam
delles indopendentes.
Palacio do (lio de Janeiro, em 6 de outubro de
1860.Sebaslio do Reg Barros.
Rio de Janeiro.Miuisterjo dos negocios da
tierra, 9 de outubro de 1860 Illnx e Exm. Sr.
Remello a V. Exc. a inclusa copia do decreto
n. 2,682 de 6 do corrente, que d nova organisa-
rao aos corpos de guarnicao, alira deque quanlo
antes expega as suas ordens para que seja levado
Pica entendido que nenhuma alterarlo se ba
de fazer nos acluaes uniformes se nao no que
respeitar a corpos totalmente noves, como os do
Maranho e Pernambueo.
3. Como pelo augmento de forga de corpos de
guarnicao existentes as provincias em que ha
pedestres, lilvez se deem difflculdades no servico
pela falla de officiaes effeclivos, fica V, Exc. a-
torisado a conservar os officiaes de pedestres al
quo em occasiao opportuna se preencham as va-
gas. Nos corpos novos como do Maranho, Per-
nambueo e Espirito Santo, o coramando ser lo-
mado provisoriamente por officiaes que V. Exc.
propor, lirados dos corpos existentes as mes-
mas provincias, ou as mais prximas, quanto
antes, afim de que o mais breve possivel se d
comeco a organisago desses corpos: o que ludo
declaro a V. Exc. para sua inlelligencia e execu-
go.
Deus guarde a V. ExcSebaslio do Reg Bar-
ros.Sr. bario de Suruhy.
Rio de JaneiroMinisterio dos negocios da
guerra, 9 do outubro de 1860.- lllm. e Exm. Sr.
Em additamenlo ao aviso que hoje lhe dirig
com copia do plano da organisago dos corpos de
guarnicao approvado pelo decreto n. 2,662 de 6
do correle mez, declaro a V Exc. que as pracas
de artfices destacadas na fabrica da plvora, de-
vem ser desligadas do corpo de artfices da corte,
para formaren! a companhia especial do que ira-
ta o referido decreto ; cumprindo que V. Exc.
faca completar aquolle corpo.
Dous Guardo a V. Exc. Sebaslio do Reg
Barros.--Sr. baro de Suruhy.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 29 DE OUTUBRO DE 18G0.
Offico ao Sr. Felippe Jos Pereira Leal, encar-
regado da legaglo imperial em Venezuela.Ac-
cusando recobido o officio que V. S. mo dirigi
com data de 8 de agoslo ultimo, icompanhado de
oulro com endereco ao Exm. presidente da pro-
vincia do Amazonas, cabe-rae dizer em resposta
que, depois de inleirado do quanlo V. S. com-
inunica aquella presidencia em o citado officio,
fj-lo seguir a seu destino, conforme o desejo
de V. S.
Aproveito a occasiao para apresentar a V. S. os
capillo Domingos Alvos
graneo Muniz Brrelo, concoirendo dess'arte
Vmc. para que a causa da Ici e da juslica obli-
vesse um assignalado triumpho.
Dito ao capilla do porto Paco apresenler
vmc. para ser inspeccionado o'recruta Jovino
Jos Francisco.Communicou-se ao chele de po-
lica.
Dito ao thesoureiro das loteras.Tendo nesta
data approvado o plano que Vmc. me enviou com
o seu officio de 23 do corrente, para a extracto
das loteras ; assim Ih'o communico para seu
conhecimento, remeUendo-lhe copia do referido
plano, afim de que tenha execugo.Remet-
leu-se copia ao inspector da thesouraria provin-
cial. v
Portara.O presidente da provincia, aiten-
dendo ao que representou a cmara municipal
do Cabo em offico de 23 do corrente, sobre a
insufficiencia quola votada na le do ornamento
municipal vigente, para o fornecimento 'agua e
luz cadea daquella villa, resolve autorisar a
mesma cmara a despender mai a quanlia de
705000 rs. at ultimar o corrente exercicio.Por
copia cmara do Cabo.
Dita.O presidente da provincia, conforraan-
do-se com o que expoz o chefe de polica em
afficio de 26 do correnle, sob numero 1411, re-
solve conceder ao bacharel Henrque Pereira de
Lucena a exonerago que podio do cargo de de-
legado de polica do termo de Ouricury, comarca
da Boa-Vista.Communicou-se ao chefe do po-
lica.
DESPACHOS DO DA 27 DE OUTUBRO.
/fegwerimenos.
17--~Bjcnarel AIbngo de Albuquerque Mel-
lo: Inrorme o Sr. juiz de direlo interino da co-
marca do Cabe.
2078.Camillo de Leus Peixoto.Dirija-se a
thesouraria de fazenda.
2079. -Fielden Brolhers. Informe oSr. enge-
uheiro fiscal da illuminago a gaz.
2080. O raesmo.Informe o Sr. inspector do
arsenal de marnha.
O niosmo.Informe o Sr. inspector da thesou-
raria provincial.
2081.Fraucisco Jos de Almcida.Informe o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
2082.Luiz de Souza.uforme o Sr.
das obras publicas.
director
S6.Vigario Agosiinho de Godoy Vasconcel-
eslrangeiros uuo viera ni para esta provincia na
barca Sympalhia, procedente da referida cidade.
Aproveito esla occasiao para reiterar ao mes-
mo Sr. vce-consul os protestos de tnnlia esiima
e considerago.
Dilo ao commaudante das armas. Altetidendo
ao que me requereu o recruta Manoel Gregorio
das Chagas, que, achando-so pronunciado o
aliangado, lera de ser subraettido a julgaraento iceoca com mi
do jury, recomraendo a V. S. que lhe facilito lo- | "C|gS2 L Iri Kr
dososmeios de defeza, f-ueido-o comparecer CornT^V"JSS }?' f AievedoT
perante aquelle tribunal, logo qoo para isso seja X aZISr ?f** desPho apresenlado
competentemente notificado. P J SL*lJ*&&. "eral do "iUucvio Publica nara o
Dilo ao mesraoSirva-se V. S. de ordenar ao ..qT, _,,, .,
director do hospital -'.....------------=------' JO-uracio Alves
los.Informe o Sr. inspeclorda thesouraria pro-
vincial.
2S7.l'edel Pinto & CVolte a thesouraria
de fazenda.
29
2088.Camillo de Lelis Fonseca. Passe-se
porlana concedaudo ao supplicaulo 3 mezes de
truegao publica para o
da Silva. Sendo de
reclamar tofrjjSffMB^ Correr I lES^Jffl W *?J NT
ao pagamento das despeas daquelle ett.belcci- I ft n, a""da ,W'?"? ,0 qU lhe
ment ajunte ao respectivo pedido umi demons- oris/.-lo P q g imperial possa au-
tracao succinta das despozas feilas pelo almoxa- I eng |r-.Hi a* ci i c n
rife, da q.ial nio se tenl.am ainda rora.tudo as d. dAs iTini, ., G,0n0S0 S" Be"ed1":l0
na uddde de unda.Dirijara-seao comniindan-
le superior da guarda nacional dos municipios de
Oluida e Iguarass a quom se expede a conve-
niente ordens.
2092.Jaciniho Jos de Mello.SolUdo o do-
cumento, volte.
2093. Luciano Magalhles Riueiro.Informe o
Sr.-inspector do arseual de ni.n.iih >.
conlas thesouraria de fezenda.
Dito ao conselheiro presidente da relacao.
Conslando-rae que a relaglo do disiriclo por oc-
sjao de mandar soltar por habeos Corpus o ca-
lcio Gregorio Francisco de Torres e Vasconcel-
os, signatario da queixa jonts, contra o juiz mu-
nicipal do termo de Caruat, bacharel Jos Mara
Freiuj Gameiro Jnior, determinara quj fosse
este responsabilisado, sirva-se V. S. de declarar-
me se isso so den, informando o que mais con-
vier : tendo V. S. alinelo aquella queixa. que
me ser devolvida.
Dilo ao raesmo.Era aditamento ao meu offi-
cio de 15 do Crrenle, e aitendendo ao que me
requereu Jlo Ferreira Vilella, transmiti a V. S.
o incluso termo de exame prestado pelo suppli-
canle afim de ser junio ao requerimento, que
acompanhou aquelle officio.
Dilo ao eommandante superior da guarda na-
cional do municipio do Olinda e Iguarass.Ex-
pera V. S. suas ordens para que una guarda de
honra lirada de um dos corpos da guarda nacio-
nal do municipio de Olinda, este 13 postada em
frente do comento de S. Francisco da mesma ci-
dade, no da 4 de novembro as 3 horas da larde,
afim de acompanhar procissao de S. Benedicto.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Remetiendo por copia a V. S. a informago mi-
nistrada pelo conselho adminisiralivo do arsenal
de guerra acerca da conla, que devolvo, e i que
se refere o officio de V. S de 18 do correnle, sob
n. 1,083, relativamente aos annuncios do rnesmo
conselho publicados no Diario de Pernambueo,
lenho a dizer que aitendendo s razoes expen li-
llas pelo referido coronel, e a que aquelle conse-
" se pode allribuir, sem grave injuslica,
2091.Joao Fernaudcs Vilella.Como pede.
2095.Manoel Gregorio das Chags*. Eslao
dadas as providencias para que sejain facultados
ao supplicanle, lodos os meos de defesa conferi-
dos por le.
2096.Rufino Manoel da Cruz Cosseiro.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria provincial.
297.Tiburcio Rayrauudo da Silva.Passe-
se porlaria, concodendo smenle 40 dias de li-
cenca cora vencimeuto na forma da le.
2U1H.Horacio Alves da Silva.Sendo de
exercicio lindo o pagamento que requer.Re-
queira a thesouraria de fazenda a liquidagao do
que lhe for divido para quo o governo imperial
possa aulorisar.
lho nao
Proclamafo aos cidadiios da fim-
bria.
Veuho em nome do re, que no meio da ale-
gra commun nao nos tinha esquecdo. Inflam-
mado pelo cinor da patria, e nao pela ambicio
de reinar, conserva, a sua mo paternal sobre
vos, e busca os ineios de aliviar as dores que ten
menos zelo pelos interesses da fazenda publica', e dps snlrido cm uorae da Italia dores gloriosas,
pelo servico a seu cargo, do que outra qualqu'er \ 1"e "ao sereo perdidas ; porque se os excerci-
reparlicao, cumpre V. S. mandar pagar a mencio-! los estrangeiros forara derrotados em Palermo e
nada conla na importancia de 60j.000 Commu- i Solferino, a aulhoridade temporal do pontfice
nicou-se ao conselho administrativo. !'' derribada em Perus, pelas violencias dos
Dilo ao mesrao.Auloriso a V. S., nos termos I seus sanguinarios, dos scus. soldados aventu-
de sua informago de 26 do correnle, sob n. 1.118. reros.
a mandar eniregar ao almoxarife do hospital ra- Renasca a confianca entre vos. Reunidos com
litar a quanlia de 3005000 para occorrer s des- unl mesmo sentiraeiito cheios de valor e confi-
pezas daquelle estabelecimenio na segunda quin- "" zena desie mez.
Dloao raesmo.Restituidlo V. 9. os papis
que acompanharara a sua informago ae 26 do
corrente, sob numero 1122, relativas ao paga-
mento que pede Hermenegildo Fernando de Sou-
za Lobo da quanlia de2;227$000 rs., provenien-
te de frete de ohjectos e passagens de individuos
vres do juizo estrangreiro, preparae-vos era pri-
meirojlugar para o exercicio do mais sagrado di-
relo de um povo ; o de tratar dos seus proprios
negocios. Guarda zelloso da vonlade nacional,
prolegerei a liberdadede todos.
Povos da Ombria.
Deliberae cora seguranga ; a lialdade do prin-
que seguram por conla do governo, para o pre- : Clpe' a csPada do soldado da independencia eslao
sidio de Fernando, no hiate Bom Amigo, o auto- a'ILJ1lli,ra Pr<'l0?er os votos de todos.
riso a mandar effectuar esse pagamento, visto
naohaver inconveniente, segundo consta da ci-
tada informago.
Dito ao mesmoDovolvendo V. S. a conta
em duplicata que acompanhou a sua informado
de 12 do correnle, sob numero 1069, e me'fui
remeltida pelo director do arsenal de guerra com
officio de 2i de agosto ultimo, numero 252, o
auloriso, vista do parecer junio por copiado
oirector das obras publicas, a mandar pagar
francisco Antonio Correa Cardoso, a quanlia de
860JJ ris, que segundo cousta da mencionada
conta, despendeu-se com as obras necessarias
para o encanamenlo d'agua potavel para o arse-
nal d6 guerra.Communicou-se ao director do
arsenal de guerra.
Selembro de 1860. O commissario extraord-
na pela provincia da Ombria.
Joaquim Napoleo Pepoli.
Parte do general Lainoricierc.
Monsenhor : Como houlcm receiava, as nossas
communicagoes lelegraphicas cora Folligno fo-
rara interrompidas, e julgo que o correio que ha
de passar esta noito ha de tambera ser detido e
lirada a correspondencia official na mesma cida-
de. Tomo pois o partido de mandar-vos a pre-
sente pelo meio que vadir o portador.
Por agora a nossa posicao a seguinle : os
piemontezes oceuparam esta manhaa Tesi, com
o fim de fazerem urna manifeslaglo ; ignoro a
forga que ali exisle.
Segundo despachos de Ancona. donde todava
t ?? lnsPecl0.rJ da thesouraria provincial. nos chegara as communicacoes lelegraphicas. pa-
rVrTnrd.. hrn w-8C0 q PXp0Z di": rece 1ue "leo os piemonlezes esl concen-
un\n ; publicas em officio numero 276, Irado era Singaglia. cora as avancadas em Fiu-
iu,, h/ C0P",., r,ecomm vista do compleme certificado, mande pagar am comboios. p
I?:." ._^h. R"P0S. T'anlia de l:5009000| O iniralgo espalha ojboato do que a cidade ser
_._ JW ..,,., .,.-. ui,ia |mili:h,i3. cjue a rranga nao ei
Dito ao mesmo.Em vista do competente cer-; impedir o bloqueio.
tincado, mande V. S. pagar a quanlia que li- Hootera chegarao's de Serravalle ; as tropas an-
ver dircilo o arremalante da conservaglo da es- daram quarenia milhas em vinto e duas horas,
irada de Pao d Aiho, por haver cumundo as con- A' raanha, ha-de-se-me reunir Pimodan. Nao
s de seu contrato durante os mezes de ju- | vos digo cousa alguma quanto aos meus porjec-
por ignorar a onde ir parar esta minha
dho a selembro desle anno, segundo me decla-
rou o director das obras publicas om officio de
26 do corrente, sob numero 278.Communicou-
se ao direclor dae obras publicas.
Dilo ao mesmo.Inleirado do conteudo de
sua informago de 26 do eorrenle, sob numero
494, lenho dizer que mande pagar em apolices
a quanlia de 3609000 ris que se esl dever
companhia Pernambucana, proveniente de tres
quarteis, vencidos em 15 de agoslo prximo pas-
sado, da conservago do rio Ariquind, segundo
consta do parecer da coniadoria dessa thesou-
raria.Communicou-se ao gerente da compa-
nhia Peroambucana,
ios,
carta.
Na montanha do Arcoli temos muitos volunta-
rios organisados. Chevegn, de quem hontem
a noite recebi um despacho, far quanlo for pos-
sivel para deffender a cidade contra as numero-
sas partidas que se formara no territorio napoli-
tano, e so for obrigido a retirar, ha de dirigir-so
para a montanha, cujos hablianles scdlzeminex-
pugnaveis, e eslo animadissimos pela causa
do Padre Santo.
No meio do quo se esl passando, ha ura fado
importante que deve notar-se, e que as roani-
festages nao se verificara emquanto nao marche
as *rP" piemontezas, sem a presenca das quaes
nada, absolutamente nada jcontecena.
i a no 8otici> 'uma do contecido para o
lado de Roma, nada vos digo, posto que podesse
f8zcr-vo1dicac6es nada conformes com o ver-
edWro estado das cousas.
Espero que o general Goyon. que s pode vir
munido com poderes e meios para obrar, nao
se hoular a deffender os muros de Roma e o
patrimonio de S Pedro, e que impedir, quando
raeoo^ a mvasio pelo lado de aples e do Val-
ide rnelo.
Tendo oa francezes oceupado aquella cidade
ha onze annos, nao tero difficuldade em tomar
noje a occup-la. e seria conveniente que qui-
yTetlm 8uarn'Sao em Vilerho, yilletri e Or-
O imperador acabar por incommodar-se ven-
do que os piemonlezes tcem em to pouca cousa
o seos avisos.
O general cm chefe.
Lamoricire.
O jornal Les Nacionatits, de Turin, publica o
egumte relalorio do general Cialdini, a respeilo
da balalhade Caslelfidand :
Para o general Cucchiari, em Bolonha.
Osino, 18 de selembro.
O general de Lamoricire atacou esta ma-
nhaa. s 10 horas, as rainnas posiges extremas
no contraforle que.i parndo de Caslelfidand e
passando a Crocelta.i vai na direcgao do mar. To-
dos os pnsoneiros allrmam que lioha 11.000 ho-
niens, el4 pegas de artilharia, reunido s tropas
do Foligno, ludo quanto havia em Terni, em Os-
cali, etc. Tarabem (ez concorrer ao alaque urna
columna forte do 4.000 homens sabidos de An-
cona.
Estas tropas alaclarara com verdadero furor.
O combate foi curto, mas violento e sanguino-
lento ; foi necessariol tomar de assallo os campos
um a ura e depois de se terem rendido simult-
neamente, os defensores assasinarara os nossos
soldados com punhacs ; muitos dos feridos da-
vam golpes de eslylete nos nossos que iam soc-
corre-los.
Os resultados da peleja sao os seguintes :
mpedio-se a reunio do corpo do Lamoricire
com a praga ; fizeram-se 600 prisioneiros entre
os quaes mais de 30 officiaes, sendo alguns supe-
riores ; lomaram-se seis pegas de artilharia, en-
tre outras as que foram dadas em 1848 por Car-
os Alberto a Po IX, muitos caixes e carros com
bagagens ; urna bandeira, urna infindade de ar-
mas e ou tros objectos. Todos os feridos do ini-
migo, no numero dos quaes entra o general Pi-
modan, que dirigi a columna de alaque eslo
era meu poder, alm de um consideravel numero
de morios.
A columna sahida de Ancona leve que retro-
ceder ; mas tinha esperanga de tomar urna boa
parlo esta-noite. A cada momento eslao chegan-
do numerosos prisioueiros e desertores.
Chegou a esquadra ; rompou j o fogo con-
tra a praga de Ancona,
O general commahdanle do quarlo corpo do
exercilo,
Cialdini.
parle dos estados em que se encootrem, serao
confiscados s por este facto, submetlidos a urna
hypolheca geral a favor do fisco, e secuestrados
provisoriamente para garanta da mulla marcada
nos arts, 5. e 6. da presente notiflcaco. O fis-
co poder. segundo os casos, lomar todas as dis-
posigoes que julgar opportunas, para impedir
quepouco ou muito, sejara defraudados os seus
direitos.
Serlo coroprehendidos em todas as prescrip-
goes desle arligo, os que liverem escapado pri-
sao ordenada contra elles pola auloridade mili-
tar, afim de evitar comparecer perante o conse-
lho de guerra.
Art. 9." As causas sero remeltldasao tribunal
ou pelo commandante das torcas militares ou
pelo auditor, assistido do seu secretario, de urna
maneira summaria e prompta.
Da sentenca do conselho de guerra nao se po-
der appellar, conforme o edite do 1. de abril de
1852, j mencionado.
Spoleto, 7 de selembro do 1860.O general em
chefe.
De Lamoricire.
SO-
BOS
Ordem do general Lamoricire.
Nos, general commandante em chefe do exer-
cilo pontificio, gr.io-cruz da ordem de Pi IX, e
da legilo de honra, commendador da ordem de
Leopoldo da Blgica, em virlude dos poderes que
nos foram conferidos or carta ministerial de 22
de maio de 1860, n. 3, ordenamos o seguinle no
momento em que se opera a invaslo dos estados
da igreja em plena paz>
Artigo 1." A cidade1 o a provincia de Perusa,
ficam declaradas em ejslado de sitio.
;oes do poder civil e a po-
>je confiadas auloridade
nomeados pelo genera!
divsao de Perusa O
r as funeces de aud
ca investido de lodos
Arl 2." As attribui
lela, ficam desde h
militar.
Arl. 3. Ha de esla|belccer-se um conselho de
guerra especial ordinario, cujos membros sero
Schmid, commandante da
capillo Seyesser preenche-
lor junto do conselho. e l-
os direilos e prerogatvas
dos auditores de divido em casos semelhanles.
Art. 4. O conselho de guerra especial ordina-
rio julgar os deudos do [esa-mage?tade, os de
violencias publicas, de conservac.ao e venda de
armas e munices, oslde alistamelos o recruta-
mentos militares, crimes previstos nos artigos 2o
edito promulgado era 20
sobre os delictos e penas
dos deliclos mencionados
e 34 do livro'20 d
de selembro do 1832
e especial mente cere
da juslic.a criminal, e
na ordenanga do Io d( abril de 1812, a respeilo
disciplina do exercilo.
Art. 5. Poderlo applicar-se, em qualquer es-
tado do processo, as i enas indicadas as disposi-
goes legislativas, salras outras disposicoes que
sejam estabelecidas, f. castigar cora pena'de mor-
le ou urna mulla de 1,000 a 30,000 escudos, quo
o tribunal fixar, segundo a gravidade do caso,
a qual ser sempre o dobro para os contu-
raazes.
t. Os que tomaren armas contra o soberano
e levaniarem a bandeira revolucionaria.
2. Os que suscilarem ou mantiverem a sedigao
oui insurreiglo contra o soberano e o governo. au-
xiliados por homens para esse lim rccrulodos ; os
que liverem reunido armas e munigoes de guer-
ra, o que independentemente desl provislo de
armas e munigdes. (enham dado impulso pela
dislribuicao de escrplos sediciosos ou por qual-
quer oulro meio, insurreiglo ou a rebellilo,
quer otenhamou nao conseguido*
3.- Os que rouiiuein, mandarcm ou guardarem
quaesqner quanlias destinada* para ajudar a fet
rnenlar a rebelliao nas povoagoes, e a sediglo das
tropas, para que prallquem qualquer aclo"contra
o governo. As quanlias mencionadas serlo con-
fiscadas em proveilo lio thesouro publico, qual-
quer que sej aquella que o conservar, ainda
me>mo quando alegle que ignora o emprego dos-
se diulieiro e a que desuado.
4. Os que incilarelm os militares deserco,
seja qual fdr, tenha ou nao consaguido o seu
proposito, assim como os que favorecerem essas
descrges, ou intentaren) favorece-las.
5." Os que liverem feito resistencia ou oppo-
sigao auloridade ou forga publica, de urna
maneira grave; os quo liverem maltratado, fe-
rido ou assassinado ou tentado assassinar um mi-
litar, ainda mesmo guando esteja fra do ser-
vico.
6. Aquelle que, acompanhado de um s in-
dividuo ou de muitos, intentar perturbar a or-
dem publica, ou o que mantiver correspondencia,
quer seja no interior quer no estrangeiro, tendo
por lim mudar a forma de governo.
7. Os que quebraren ou inlentarem quebrar
os tos elctricos.
Arl. 6." Serlo castigados cora trabalhos horca-
dos temporaria ou Perpetuamente, segundo "as
circumslancias; a uiba multa de 100 a 1:000 es-
cudos, segundo a gravidade do caso, o qual ser
o duplo para os conl^imazes :
1. O que espalha noticias assustadoras e fal-
sas, ou excitar a revoluco com escriptos impres-
sos ou gritos sediciosos.
2. O que dr auxilio a qualquer individuo que
souber, esl culpado 'e acusado de algum dos de-
liclos ccntido do art. 6.. assim como tambera
aquelle que der asyte ao desertor, ou facilitar a
deseigao dando noticias falsas forga publica que
perse^ue os desertores.
3. O que fabricar e distribuir clandeslinamen-
le em'.ilemas e signaos sediciosos, como bandei-
ras, cintas e quaesqubr divisas.
4. O que comprai) e"*eitus militares perlen-
cenles ao governo.
5. Qualquer collela ou ordem feila com fim
hostil ao governo, e i remessa para o inimigo do
producto das ditas ordens.
6. As reunios, assirn de da como de noito,
que tendam alterar a tranquilltdade publica.
7. O facto de perlencer a umi socie lade se-
creta, ou a comparencia em concilibulos sedi-
ciosos era lugares privados e porta fechada.
8. Oque der asylo a individuos suspeilos, ou
notoriamente roconhecidos hosts ao governo, e
nao tenha dado disso aviso a auloridade.
9. o que rasgar ou manchar os editos pbli-
cos, o o que quebrar ou desfigurar por odio ou
desprezo as jrmas do soberano, collocadas era al-
gum lugar publico.
10." O que, insultar grave o publicamente, sem
provocago, os militares revestidos cora os seus
uniformes.
Art. 7. Toda a vez que o tribunal admiltir em
favor do culpado o beneficio de circumslancias
atlenuanles, poder, na applicago ds pennas
ixadas nos arls. 5 e 6." da presente notificago,
separara pena pecuniaria da pena corporal; mas
se applacar a pena pecuniaria smenle, dever
neste caso applicar o mximo da somma deter-
minada nos ditos artigos.
Art. 8 Desde o momento em que um indivi-
duo for citado peranto o cocselho de guerra, todos
os seus bens, movis e Immoveis, seja qual fr a
Protesto do governo romano.
Vaticano 18 de selembro.
Causa pena ao abaixo assignado, cardeal
cretario do estado ter sempre de trausmillir .
representantes acreditados junto da santa s, tris-
tes e dolorosos argumentos ; mas as circumslan-
cias sao graves, e a violencia que se emprega
com o mais pacifico dos soberanos, cabeca au-
gusta da egreja, inaudita, que nao posso deixar
de dirigir-vos a prsenle communicagao, tanto
mais quanto que o dever do seu ministerio se
prende com o mandato expresso de sua santi-
dade.
Depois do que tive a honra de expr a V. S.
em nota de 12 do correnle, o governo piemonlez,
proseguindo na sua erapreza de hostilidade con-
tra o governo da santa s, sera que este o tenha
provocado de modo algum, accrescenlando alten-
lados sobre alternados, alarguu com o seu exer-
cilo a rebelliao contra a sua legtima auloridade
para arrebatar-lhe as provincias que desde a
usurpagao das Roraanias, ficaram suieitas ao go-
verno pontificio.
Forte a sania s nos seus dreitos, fez c fez es-
forgos, gragas so valor do pequeo numero das
suas tropas, para conter o ataque, mas lio des-
proporcionada a prepotencia das torcas inimigas,
que se torna de todo irapossivel probngar a de-
fensiva.
Occupada Pcsaro, ficzeram prisioneiro o dele-
gado pontificio, quo soffreu loda a classe de in-
sultos, assim como o commandante que suslen-
tou o ataque e a justa defeza.
Por oulro lado, nm corpo numeroso alacou Pe-
rusa, a qual depois de ter repellido um vigoroso
assallo, vio-se obrigada a ceder, ficando prisio-
neiro o general commandante, com a guarnido.
O inimigo seguio a sua marcha para Fuligu e
Spoleto. Orvieto foi invadida pelos voluntarios
que obrando por conta do Piemonie, ameagaram
atacar Viterbo. E esta a razio por que o padre
santo v desapparecer pouco a pouco todos os
seus dominios, que sao o patrimonio da egreja e
dos calholicos, nao obstante haver o imperador
dos Frar.cezes declarado ao Piemonie qu*e se op-
poria invaslo. e que inlerromperia as suas re-
lagoes com o governo piemonlez.
Nestas circumslancias, o cardeal secretario de
eslado, era norac de sua sanlidade, reclama e
protesta contra os actos deslruidores de lodo o di-
reilo sagrado e humano, como altentatorios da
independencia suprema e da integridude dos do-
miniostemporaes, de cuja soberana dispoza Pro-
videncia, para bera da religiao e da igreja, de
que se acha revestido, c da qual, ha muitos se-
cutes, tem eslado de legitima posse.
Rogo a V. S. se sirva levar ao conhecimento
do seu augusto soberano esla declaragio e pro-
testo. Os principios de juslica, de ordem e de
raoralidade, que aos principes incumben) susten-
tar n defender para seguranga dos thronos, fazera
esperar que se pora um dique ao espirite usur-
pador que, atropellando as ieis por meio de um
exercilo, leva a desorden) aos oulros estados, pa-
ra consumar um despojo em prejuizo da legitima
soberana. Nao menor confianca inspira aosan-
(lo padre a considerago de que'ser atlendido o
! grito dos rahoos de calholicos espalhados om
; lodos os reinos, que redamam coutra a angustia
e calamidade a que se v reduzido o pai com-
mura dos fiis.
O abaixo assignado aproveita esla opportuni-
dala para renovar a V. S. os protestos da sua
dislincta considerago.
G. Anlonelli.
Allocuco do Papa aos olciaes fran-
cezes.
Euvos dou gragas, senlior general, pelas ex-
pressoesqna me haveis dirigido, e pela visita que
me haveis feto, conjunctamente cora os bravos
officiaes pertenecidos ao regiment chegado a
Roma, lodo o mundo admira o valor e a disci-
plina que distinguen) o exercilo francez, e espe-
ro, ou para melhor dizer, estou convencido de
que este regiment ha de merecer a mesma adrai-
rago.
Agrada-me vr-me entre vos, filhos dessa na-
glo, que se loria com o titulo da melhor ilha
da igreja, e para serdes dignos dc3sc Ululo que
tendes vindo a Roma, secundando as ideas do
imperador, para sustentar e defender os dreitos
da igreja. A soberana espiritual da igreja. sen-
do protegida e Iluminada por Deus. longe de
carecer do apoio das potencias da ierra, ella
que sustenta as nages e os imperios. Mas ainda
que Deusquiz que para o mais lirre exercicio da
sua soberana espiritual fosse acnmpanhada de
um poder temporal, este ultimo poder, filhusque-
ridos, aquelle que sois chamados a defender
era loda a soainlegridade. urna misslo gran-
de e gloriosa Deus, que sustenta as suas inos
os direilos dos soberanos e dos povos, protge-
me, e estou certo de que a sua prolecgio rae nlo
fallar nunca. Vos rae defenderis, porque com
esse encargo tendes vindo a capital do orbe ca-
Iholco.
Nestas circumslancias, filhos queridos, elevo
ao co as minhas mos para benzer-vos, assim
como a vossa sfamilias em norae do Padre.doFi-
Iho e do Espirito Santo.
Ordem do dia do re de Capoles.
Soldados :
Ajudado por vos, e pelos bravos e valorosos
officiaes que vos commandam, sinto o mais vivo
desejo de vos manifestar loda a mlnha salisfagao
pelo vosso bom comporlaraento militar, e pelos
sentimentosque leudes mostrado as acluaes cir-
cumslancias.
Os soffrimenlos e as fadigas quo vos lem op-
pnmido e as que tendes de soffrer para o futu-
ro, augraenlam a vossa gloria e a reputagao das
tropas napolitanas.
Sede sempre obedientes para cora vossos supe-
riores ; na obediencia consisto o piimero ele-
mento da victoria. Lembrai-vos que sois solda-
do do rei. o que creado no meio de vos, o meu
coragao palpita de alegra quando se prende aos
vossos tnumphos. Lembrai-vos que sois chama-
dos a defender urna fortaleza histrica.
O meu pensamento tst seropte empregado em
v*. Baja valor, e o co abengoar as vossas
armas. Um dia chegar em que"cada ura do vos
possa dizer com orgulho : Era 1860 fazia par-
le dos deffensores da cidadella de Messina.
Gaela 14 do setembro de 1860.
Francisco,
Proclaraacao de Garibaldi ao povo
de Paleriuo.
O povo de Palermo, sem modo na frente d'a-
queles que o bombardearan), o mesrao que
nestes ltimos lempos tem estado em frente dos
homens corruptos que queran) ilislrahi-lo.
Fallaram-vos de annexaco, como se houvesse
quem fosse mais enthusiasla do que eu pela re-
generagao da Italia ; mas o seu fim era servir a
vis interesses pessoaes, e tendes respondido co-
mo convem a um povo que conhece a sua digni-
dad*, e que lera confianga no programma sa-
grado e nao violado que proclaraei :
Italia e Vctor Emn.anuel 1
Povo de Palermo, era Roma proclamaremos o
reino de Italia, e s all sancionaremos o gran-
de vinculo de familia entre homens livres que
anda sao escravos na su i propria patria. Em
1 alerrao queria-se a annexago para que eu nao
passasse o estreito e em aples quer-se a an-
nexago para que nao possa passar o Vulturno.
Mas omquanlo houver na Italia cadeias que que-
brar, continuare! no meu caminho, ou morrerei
na tarefa
Dei-vos Mordini como pro-diclador, e certa-
mente ser digno de vos e da Italia. Resta-me
agradecer-vos, assim como milicia nacional, a
confjaoga que tendes em mira e nos destinos de-
nosto paia.
Palermo 17 de setembro de 1860.
J. Garibaldi.
Proclamac&o do estatuto sardo.
Italia a Viciar Emmanuel.
Considerando que esta parte meridional da lla-
lla, como atteslam os desterres e prisdes, as in-(
cessanles perseguigoes a iusurreigo continua V
que por toda a parte rebenlava em todas as pro- ^~
vincias, proclamando estes principios, os applau-
sos unnimes com que fui receido, o rostabele-
cimento da tranquilidade publica em meu nome ;
Considerando que, para sanecionar os votos
pblicos e ligitimar as novas condicoes do esta-
do, julgo indispenaavel promulgar i le funda-
] mental da monarchia italiana, nestas regioes
i continenlaes, da mesma maneira que se praticou
' na ilha :
O dictador das duas Sicilias,
Decreto :
Art. 1. O estatuto constitucional de 4 de mar-
go de 1848, em vigor no reino da Italia, a lei
fundamental da Italia meridional.
Art. 2. Um decreto dictatorial ulterior deter-
minar a poca em que o dito estatuto ha de ser
posto em execugo.
Ari. 3." Junto com o presente decreto, ser o
ndicado estatuto publicado em cada districto o
no Diario Official de aples.
Arl. 4." Os secretarios de estado esto encar-
regados da execugo do presente decreto.
aples 14 de setembro de 1860.O dictador
Garibaldi.Os secretarios de estado.Antonio
Ciconi. Jos Dixanelli. Hcnrique Cosenc.
Raphael Conforli.March Rodolfo de Afflicto.
Antonio Scialvia.Liboro Romano.
A Gazeta Official de aples publica] os se-
guintes documentos :
Adheso ao bispo d'Ariano
Em nome de Dos eterno.
Nos, Frei Miguel, da ordem dos irmlos pre-
gadores, bispo d'Ariano, no pleno rozo da nossa
livro vonlade, e na mais v)va effuslo do dosso
coradlo ; movido pelo senliraento da juslica eter-
na, fundada na religiao de Jesus-Christo", nosso
divino raestre, que o rochedo inexpugnavel da
liberdade civil dos povos, fazemos o nosso aclo
de adhesao solemne ao rgimen do magnnimo
Viclor Emmanuel, rei da Italia, lio dignamente
apresenlado em aples pelo hroe de Galata-
fini o de Palermo, dictador da Italia meridional,
Queira o Senhor, na sua misericordia, conser-
va-te e protege-lo sempre para o bom da inde-
pendencia italiana ; ;e declaramos tarabem que
estamos prompios a prestar juramento de fideli-
da le, e de ohediencia ao joven monarcha.
< Naiioles, na sala dictaiorial, 18 de selembro
de 1860.
Frei Miguel,
Superior dos irmlos pregadores, bispo d'Ariano
Adhesao de Liborio Romano.
No anno de 1860, a 7 de setembro, apresen-
tou-seera aples, perante mira Jos Garibaldi,
dictador da Italia meridional, o Sr. Liborio Ro-
mano, ministro do interior, que me pedio rece-
besse o seu juramento de fidelidade ao rei da
Ralla, Vctor Emmanuel, que pronunciou da se-
guinle maneira :
Eu, Liborio Romano, ministro do interior,
juro fidelidade e obediencia a Vctor Emmanuel,
rei da Italia, e 3 spus successores. Juro obser-
var e fazer observar o Statito, e qualquer outra
lei do Estado, para o bem inseparavel do rei, e
da patria italiana-
Ao mesmo lempo dei ao referido ministro a
faculdade de receber o mesmo juramente dos
oulros ministros seus collegas e directores de
ministerios, ficando cada ministro e director en-
carrilados de receberem os d'aqueles que delles
dependem.
E nos expedmos, era triplicado, este pro-
cesso verbal, assignado por nos dous.
O ministro, O dictador,
L. Romano. J. Garibaldi.
Proclainacao dirigida commissiio
veneziaua.
Nobres cidadlos, a guerra actual, feita ni-
camente com o brago do povo. a nica verda-
deramente nacional que podia haver na palria !
As nossas batalhasso tantas quanlas slo as es-
tagoes. e as marchas para os Alpes, em que s
pararemos no cume.
Conlieceis bem, nobres renezianos, que che-
gou o momento de reunir os meios para a guer-
ra e de lancar no vosso jornal // Corriere di
Venetia um brado que possa chamar a Italia in-
leira a combater as Ierras venezianas. Louvo
pois a .vossa dedicagao patritica, e acompa-
nhar-vos na obra que vai tornar mais completa
e mais prompta a victoria de lodos. Autoriso-vos
por tanto, assim por escripto como de viva voz,
era constituir-vos em commisso patritica ve-
neciana, leudo por fim reunir os subsidios de to-
da a especie nesta parte meridional da Italia, em
proveilo da guerra insurreccional que fizemos
pata liberdade commura.
Nao carego fazer examinar as vossas obras
por homens de minha propria confianga, porque
sois dignos da empreza e do nome ilustre que
tendes collocado vossa frente. Aqu encontra-
reis cerlamenle urna sympathia semelhante
a vossa.
O dictador.
J. Garibaldi.
Ordem do lia do general Goyon:.
Officiaes e soldados !
O imperador dignou-se, por decisao impe-
rial, de 12 de setembro, ordenar-rao que assu-
misse o_meu amigo caminando ; cs-me, pois
entre vos, com una alegtia, pelo menos, igual
ao pesar que sent quando vos dexei.
Chamado de novo, e em circumslancias
aind mais graves do quo em oulro lempo, a
proteger os interesses do catholicismo na pessoa
do Snramo Pontfice, que a mais legitima e
elevada representagao delle, e a garantir a se-
guranga da cidade sania, que a sua sede, ele-
var-nos-hemos todos a altura desta bella misslo,
e estaremos promptos, se tanto fr necessario,
para fazermos lodos os sacrificios. E' cora este
pensamento que nos corresponderemos como sol-
dados francezes vonlade do nosso imperador,
assim que Sua Magesiade nos permitle que nao
invejemos a sorte de nossos irmos quo hoje es-
to na Cochichina e na Syria, em defeza de urna
grande e nobre causa.
Sei que posso conlar comvosco, assim como
vos podis contar comigo.
As nossas Coreas augmenam para occorrer
as necesssidades da nossa siluaco ; os novos cor-
pos, animados de ura excellenle espirito e com
razio orgulhosos pelo seu passado, servir-nos-
ho de valioso auxilio.
A 1.a brigada, commandada pelo general
Cundo de Noue, comprehender : 1. o 20. ba-
talhlo de cacadores a p; 2., o 7. de linha-
3.. o 25." de linha.
Bste official general exercer alm disto as
funeces de commandante da praga de Roma, e
ter as suas ordens um official' superior para
exercer as funegoes de major da praga.
A 2.a brigada, commandada pel general Ri-
douel, comprehender : 1., o -i0. de linha : 2 *
o 62. de linha.
Os oulros corpos das armas especiaos con-
conservar-se-hlosob as ordens do seu chefe par-
ticular e estarlo, como as brigadas, sob o meu
comraando suptrior.
Conde de Goyon.
OIARIO DE PERNAYIBUCO
Devenios urna explicagao ao publico, afim do
quo nao passem desapercebidas insinuages me-
nos cabiveiscom relaglo nos.
A redaegao desle Diario nlo recebe, nem em
terapo algum receben ordem de autoridad al-
guma, acerca de suas publicagoes ; e era lo
pouco tem contrate algum que isso a obrigue.
A redaegao deste Diario acceita ou regeita os
escriptos, que lhe sao remettidos, conforme en-
tende dever d-los publicidade : e por isto nao
admlte censura previa de quem quer que seja.
A redaegao desle Diario, finalmente, entende
que, para, advogar-se qualquer materia de tnte-
resse publico, nao ha necessidade de langar-se o
advogado na senda dos abusos ; e assim esl em
seu direito, exerceuma allribuiglo inconlestavcl-
menle propria. quando d por terminada esta ou
aquella discusso, urna vez que nessa susper.slo
ou cessaglo nio ha ja prejuizo de terceiro.
Quarla-feira s 6 e meia hora da larde Tundeou
cm nosso porto o vapor francez Bearn, proceden-
te do Rio o da Bahia, apenas adiaulando dous
dias do primeiro, e um da segunda.


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA fEIRA 2 DE NOVEMBRO DE 1860.
P>
)
Eis o que encontramos nos jumaos :
Rio de Jane tro.Foi nomeado official da ordera
da Rosa o Sr. teneole-coronel Joo Jos de Si-
queira, e carallciro da mesma ordera o Sr. Jooo
unes Martins.
Tivcram merc do raro de fidalgo cavaUeiro
da casa imperial os Sra. capio-lenonie Rodrigo
Antonio do Laraare e Rodrigo Jos de Lamarc.
Foram nomeados:
Secretario do governo da provincia do Piauhy
o Sr. Carlos de Souza Marlins.
Dito da provincia do Ro-Grando do Norte o
Sr. Adelino Autonio de Lira Freir.
Publicou-se, pelo ministerio da justica, o de-
creto n. 2,614 dando regulamento para a organi-
saeo eserigo dos telegraphos elctricos.
Por decretos de 16 do crrenle foram nomea-
dos para a alfandega do Rio de Janeiro :
<: Ajudante do inspector, o serventuario do ex-
tincto lugar dn escrivo da mesma alfandega An-
tonio Kulalio Monteiro;
Chefesde soccaoda Ia, o feitor conferente
da mesma alindega Manoel Hilario Pires Ferro;
da 2a, o escrivo da descarga da mesma alfande-
ga Luiz Cypriano Pinheiro de Andrade; da 3", o
.i!idmisird Jor da mesa do consulado da corle
Francisco Emygdio Soares da Cmara ;
Primeirosescripturarios, o ajudunle doguar-
da-mr da mesma alfandega Francisco Leao Coln,
o escrivo da mesa do consulado da corte Augus-
to llenrique Gunzaga, os ajuJantes do escrivo
\ idal e Carlos Thomaz Garcia de Almeida ;
Segundos escriplurarios, o inspector da al-
fandeira do Rio Grande do Norte Antonio Gerva-
sio da Costa Cabra', o ajudante-coferenle da do
Hio de Janeiro Mariano Jos Cuperlino do Ama-
ral : os primeiros escriplurajios da mesa do con-
suhdo da corle Manuel Paes Sardinha, Sabino da
Silva Njzarelh, Jos Pereira Leilo e Malhias An-
tonio Alves Rranco; os amanuenses da alfande-
ga do Rio de Janeiro Carlos Cesar Cardoso Ricar-
do Alves Vilella Jnior e Raldoino Muniz Freir ;
o ex-inspector da alfandega de Uruguayana An-
t mo Jos Caetano da Silva, o ajudante-confe-
renle da do Rio de Janeiro Relmiro Ar.lonio Bar-
reiros, o 2 ollicial do correio da corle Joaquim
1*i:111 iio de Andrade.
Terceiros escriplurarios, os amanuenses da
mesma alfandega Jos Caetano Quintal, Victori-
no de Quciroz Paira, JoaquiD Antonio Caminha
Jnior, Aloxandre Jos Pinheiro da Silva, Ernes-
to Jos Mara de Castro, Pedro Alejandrino de
Souza Portugal, Fortunato LeopolJo de Senna
Araujo, Felippe Paes Sardinha e o da Rahia, An-
tonio Vicente da Costa ; os segundos escriplnra-
rios da mesa do consulado da corle Jos Manoel
de Mascareulias, Luiz Gonzaga de Andrade e Al-
naria,Manoel Ferreira Bento Muniz, Pedro Men-
des Limoeiro, Jos Venceslao da Silva Lisboa,
-los Manonl da Silva Veiga e Candido Aiituncs
Castrioto; o amanuense da mesma repadicao
Francisco de Paula Pires Ferro e o escriptura-
rio dn casa da moeda Fredertco Januario da Silva;
2.0S conferentes, os feilors conferenles da
mesa do consulado da corle Bernardo Jos dos
Sanios Gomes, Raymundo Jos de Menezes Fres,
Jos Luiz Mendes, Joaquim Correa da 8ilva, Jos
Ribeiro Sarniento, c Fabaliano Jos da Fonseca ;
os ajiidantcs conferentes da alfandega do Riu de
Janeiro Mximo Ferreira do Albuquerque. Anto-
uio Joaquim de Oliveira Gomes, Candido Pereira
do Nascimenlo, Jos Luiz Pinto Monteiro, e Fran-
cisco Barbosa de S Freir ; o 2." escripturario
da mesa do consulado da corte Joo Francisco
Leal, o porteiro da aliandega da Bahi.i Jos Ma-
ra da Silva Maia, o inspector da de Paranagu
Joo do Espirilo-Santu Araujo, o guarda-mr da
de Santos Antonio Bernardes Pereira e Eslevo
Jos Pires Ferro.
Por ttulos da mesma dala foram tambera no-
meados ;
4." escriplurarios, os amanuenses da alfan-
dega do Rio de Janeiro Joo Ferreira Vianni,
M ai .el Rodrigues Pereira Cruz, Domingos Alves
Ribeiro Mendes, Francisco de Medina Coli de Ma-
riz Sarment, Jos Agoslinho Ges de Lacerda,
Ernesto de Albuquerque Lins. Carlos Augusto
Rodrigues Marlins, e Manoel de Oliveira Coelho ;
os da mesa do consulado da corte Jos Bento Al-
ves Ferreira da Rocha. Francisco Carlos Jacobi-
na, Antonio Jos Ribeiro Chiappo, llenrique da
Silva Nazareth, e Autonio Jos de Beui Jnior ;
os praticantes da mesma alfandega Joo Doroin-
gues Soares de Magalhes, o Joo de Souza Ro-
sa ; Ernesto Carvalho de Souza e Mello, Jos
Augusto Borges Monteiro, c Vctor Annibal de
Mallos.
c Ajudant-' do guarda-mor, o guardo-mrda
alfandega do Para Jos Joaquim da Gama e Silva.
Ajudantes do stereometra. os arqueadores
da mesa do consulado da corte llenrique Augus-
to de Manz Sarment e Luiz Jos Ribeiro ;
Ajuilauledo porteiro, o porteiro da mesa do
consolado da corta Luiz Joaqonn de Carvalho :
a Ulfioiaes de descarga, os guardas da mesma
alfandega Jos Gomes de Carvalho. Joo Luiz
Sumar, AWxandre Jos de Oliveira, Jos Sebas-
lio de Souza, Francisco Ferreira dos Santos
Varginha, Can lijo Jos de Almeida Vale, Clau-
dino Jos Barbosa, da Silva Fonlaine, Joo Car-
los Augusto Nabor, Jos Francisco de Souza e
Almeida, Jos Martiuianu Vi.mna, Antonio Li-
vio de Oliveira, Carlos Guilherme Uoonholz,
Joo Bernardino Neves Gonzaga. Joaquim de
Sant'Anna Cardoso, Candido Mauricio da S.lva,
Miguel Joajuim Pereira Campos, Jos Justino
da liunha Bueno, Luiz Jos de Almeida, Leopol-
do Francisco da Silva, Luiz Joaquim Ribeiro,
Manoel Antonio Ribiro, Manoel da Silva Brari-
co, Manoel Liuriii 1 i Femantes da Rocha, Sa-
bino Joaquim da Silva Corado, Jos Luiz Gui-
niaraes, Thomaz Luiz Gomes, Francisco Gomes
de Araujo, J<>ao Goncalves de Pinho, Profiri
Octaviano da Silva Gralha Jos Caetano Piulo,
Jos Comelio Martins Pereira, Joo Mauricio
Belm, Jos Francisco da Silva Braudao, Jos
Joaquim de Noronha, Joo Francisco de Souza
Punentel, Joo Francisco de Jess, Bento Jos
Alves de Oliveira, e Joao Jos 'i'avares ; ditos
da mesa do consulado da corte Joo JosA de Pa-
ria-, Joo Jos Claudio de Mello, e Cundido Justo
da Silva, Manoel Caetano do Mello, Augusto
Guilherme Colwill, Antonio Jos dos Santos Na-
ves, Candido Joaquim Campos, Francisco Anto-
nio Rodrigues Ayro, Mariano Antonio Sumar,
Antonio Jos Monteiro Torres, e Wenceslao Jos
de Siiueiri ;
Io commandanle da coropanha de guardas,
o capio reformado do exercito Jos Caetano de
Oliveira Bocha ;
2" dito, Jos Joaquim dos Santos.
Guardas, Alberto Jos da Cunha, Jos Asros-
tinho Marques, Joo Antonio Pienlzuauer, Carlus
Jos Alves Pereira, Exequial Gaspar'da Silva Lis-
boa, .lacinlho de Souza Ribeiro Guimares Jnior,
Antonio Ignacio Vas Pinto Jnior, Joao da Costa
Magalhes, Jos Pedro da Silva Guimaraes, An-
tonio Manoel Neves, Joo Baptista de Bulo Ma-
galhes Jos Luiz da Silva Nepomuceno, Manuel
Pereira de Veras, Joaquim Barroso da Costa Bra-
ga, Miguel Jo i'iuiui de Andrade, Jos Anlomo de
Brilo, Acacio Joaquim Correa, Claudino Paulo de
Lira Flores, Ricardo Corroa de Castro Lemos, e
Joaquim Leonardo Luciano Campos.
Por decreto de 22, 23 e 24 do correte :
Foi apresentado o padre Raymundo Telles
das Dores de Monlc-Alegre, da diocese e provin-
cia da Bahia ;
Foi aposentado o bacharel Domingos Jos
Nogueira Jaguaribe, juiz dedireilo da comarca de
Sobral, da provincia do Cear ;
Alvares Marrara Villa-Boim para servir na co-
marca do Rio de Cuntas, da provincia da Ba-
ha.
Foram removidos :
O juiz de direito Hermano Domingos do Cou-
to, da comarca de Valonea para a de Naza-
reth, ambas de terceira enlrancia, da dita pro-
vincia.
O juiz de direito Adriano Jos Loal, da co-
marca de Monte-Santo, de primeira enlrancia,
para a de Inhambupe, de segunda, da mesma pro-
vincia.
O juiz de direito Leovigildode Amorim Pil-
gueiras, da comarca de Inhambupe, de segunda
enlrancia, para a de Valenca.de terceira, da dita
provincia.
Foram Horneados .
O bacharel Caetano Vicente de Almeida Ga-
levn, juiz de direito da comarca de Monte-Santo,
da dita provincia.
O bacharel Carlos Esperidio de Mello Mal-
tos, jui/. municipal e de orphos do termo do Ro-
sario, da provincia de Sergipe.
v O bacharel Juvencio Jovita do Reg Rangel,
juiz municipal e de orphos do termo do Rio-
Grande, da provincia deS. Pedro do Rio-Grande,
do Sul.
Foi removido o juiz municipal e de orphos
Francisco Marques dos Santos, do lermo de Pa-
ral; para os da Estrella, da provincia do Rio de
Janeiro.
Acerca de noticias commerciaes, diz o Jornal
do Commercio :
RIO DE JANEIRO.
Praea, SS de outubro de 1860.
COTAf-OES 0FFICI1ES DI IUNT4 DOS C0RRET0RES.
Cambios.
Londres27 d. a 90 dias.
Paris, 333 rs. a 90 dias.
Apolices.
De 6 0;o, ao par.
Acedes.
Banco Rural e Hypothecario, a 32 de premio.
Benjamn* iloniz Brrelo,
Prcsidenle.
Diocleciano Bruce,
Secretario.
Ultima hora.
Cambio.
Incluindo as pequeas transacedes fechadas
hoje, sommam os saques pe/o paquete rancez
Barn.
Sobre Londres Sf 250.000 a 27 d. ;
Sobre Paris 1.800,000 francos, na maior parte
a 352 e 353 rs.. e o resto a 350, 351 o 354 rs.
Sobro Hamburgo 150,000 ni. b. a 670 e 672 rs.
Desconlot.
Conservam-se nos bancos a 9 01o, o na praea
de 9 1/2 a 10 % sera diBculdades para as letras
da primeira classe.
A procura de dinheiro lera sido regular*
Apoleces.
Negociarara-se hoje 27 das geraes de 6 por
cento ao par.
Acedes.
As ultimas rotacoes foram :
Banco do Brasil a 80* Banco Rural e Hypo-
tecario 32$ de premio. Banco Commercial e Agr-
cola a 12, e estrada de ferro de D. Pedro 11 4#
do descont.
Caf.Desde a pariida do paquete inglez Onei-
da at esta data verideram-se 143,000 saccas.cora
o destino soguinle :
Estados-Unidos 71,000 sacras.
Canale Norte da Europa 40.000
Mediterrneo 29,200
Cabo da Boa-Esperanca 2,800
Regularan! para os lotes redondos os preQOS
eeguintes:
Estados-Unidos 5S"00 a 5;700
Canal 533U0 a 5351)0
Norte da Europa 5800 a 6000
Mediterrneo 5J400 a 5j700
E para as qualidades separadas :
Lavado 6i300 a 7$100
Superior 5J800 a 65000
Ia boa 5j6D0 a 5700
Ia ordinaria 5$300 a 5JJ1O0
2* boa e 2a ordinaria 4?850 a 5J150
Apresenlam esses presos soDre os que vigora-
vam a sahida do paquete inglez urna alta de 100
a 200 rs. em arroba, obiida pelos possuidores
quando. em consequencia das ultimas chinas,
esrassearam as entradas do genero, e sustentada
posteriormente pela maior difficuldade jue ento
havia na escolha dos lotes.
Nos ltimos dias tem o bom lempo favorecido
a viuda do genero, como ja noticiamos em nosso
Bolelim Semanal do dia 21 do crreme, e lem
sido rnelhores as qualidades recebidas ; nota-sc
porm pouca animaban no mercado.
Ha em ser 50,000"saccas.
Cn/iia.--Nada occorreu aps a sahida do vapor
Oyapock, que ha dous dias aqu esteve. No dia
28 all chegra o Cruzeiro do Sul, procedente
dos porlos do norte.
em scu conceiluado Diario de hoje, que aquello
senhor continua a ser candidato pelo circulo do
norte desla provincia, sendo falso o boato de que
se apresentava pela Parahiba.
Pouco me importara com esta declaraco, se
ella nao contivesse urna proposito que a consi-
dero inexacta, a saber : que o Sr. Dr. Carvalho se
aprsenla candidato pelo mencionado circulo,
por contar nelle com a eslima, e syrnpathias dos
eleiiores.
Nao duvldo que o Sr Dr. Carvalho cont com
casas inculcadas syrnpathias ; mas o quo dlvi-
do que ellas sejam bastantes para o elegereyr,.
Corra a eleico por conta dos eleitores, e nao
se appelle para outros meios, alm das syrnpa-
thias do Sr. Carvalho, que posso desde j asso-
gurar que elle nao ser cleito.
E se ha quem duvide, experimente.
O eleitor do circulo do norte.
175
172
166
165
Communicados.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Hoje celebra a nossaigiej a conmemoraco
dos liis defontos.
Be este um dos actos solemnes, que consa-
gra arcligio de Christo; por que nello vo os
vivos orvalhar a lousa dos finados com lagrimas
de urna saudade, que so ach Unitivo nessa re-
signacao sublime, que ella cnsioa ao3 seus sec-
tarios.
Quem nao ter um affeclo perdido a chorar
na mudez do lumulo ?
Quera nao ter urna lagrima a verter ni con-
lemplaco mental de um p issado, em que a exis-
tencia de urna mae e de um pai respeitaveis,
de urna esposa idolatrada, de um lilho querido,
de um irmo estimado, dava um colorido o a-
preco inestimaveis propria vida?
Todos o teem ; c as lagrimas que nessa occa-
sio exprimem essi saudade, nao podem deixar
de ser ngradaveis iue'.le, que nos poz no cora-
co affectos, e n'alma sensibilidade.
O Sr. Dr. Aprigio Jiistiniano da Silva Gui-
mares, lenta da faeuldade, foi nomeado para
fazer |iarle da coinmisso julgadOra dos exames
preparatorios, eslabelecida no artigo 20 do re-
gulamenio anoexo ao decreto de 24 de feverei-
ro de 1355, n. 1568.
Acha-ae em pagamento, por meio de p-
lices- tola a divida liquidada de obras publicas.
As apolices sao consideradas como emitlidas
no 1 de selgmbro p. p., segundo delerminaco
do governo da provincia.
Informam-nos que anda por estas ras urna
posaoa, que offlcial reformado do exercito, uo
estado mais miseravel possivel. Ora, isto nao
precisa de commentos, para sobresahir a res-
pectiva desconveniencia; a qual nao pode deixar
de refletir sobre a classe, a que pertence de um
molo pouco iligno.
Era por lano para desejar que se lomasse urna
providencia, que obviasse semelhante estado,
rondando das vistas do publico um esp-ctaculo
io degradante, to deponente com relaco a
da pessoa
Pelo Oyapock seguio para o Maranho o Sr.
Dr. Abilio Jos Tavares da Silva, chefe de poli-
ca d'aquella proviucia, a tomar conla desse lu-
gar.
Passageiros do vipor Oyapock sabidos des-
la provincia para os portes do norte- Tenen-
te coronel Antonio Teixeira de Vasconcellos,
Guilherme A. de S, Jos Francisco Corroa Mon-
teiro, Candido Pereira de Lomos, Antonio Jos
Marques, Jos Mariano Ribeiro el escravo, Au-
gusto Olimpio Gomes de Castro e 1 criado, Jos
Francisco de Viveiros e l escravo, Dr. Antonio
Jos Pinh-iro, Joo, escravo de Francisco Anto-
nio Pinheiro, Joo Nicolao Jorge, lente do 2o
batalho de infantaria Joaquim Fabricio de Mal-
los, sua senhora e 3 filhos menores, Antonio C.
Nogueira Leile, John Olizer Suslees, Samuel F.
Evans, D. Mirian Donicls, Diogo Campbell, e 1
cralo, Dr. Abilio Jos. Tavares da Silva, sua
senhora, 2 (illios menores, 1 ama e 6 escravos,
Manoel Theotonio Ferreira Luslosa.Joo Jos de
Carvalho Moraes Filho, Francisco T. de Souza
Neves. Manoel Barbosa da Silva e 3 escravo?,
Joo Falque, Jua^uim Borges Carneiro o 1 es-
cravo.
Matadocro publico :
Maiaram-^e no dia 31 do correte para consu-
mo desta cidade 103 rezes
MORTALIDADF. DO DIA 31 i
Adelia, parda, 1 anno; gaslro entorile.
Jos, branco, 3 anuo; ascite.
Manoel Joaquim do Carvalho, branco, casado,
40 aanos; heptile.
Joanna Maria da Conceico, parda, viuva, 45
annos; lisica.
Luiza, parla, 4 mezas; losse.
Sophia de Oliveira, branca, solteira, 31 annos ;
tizico;
Vicencia, branca, 4 mezes; enterile.
Jos Gonqalves Silvinu; Dranco, casado, 45
annos; estupor.
Joo, brsnro, 3 mezes; colile.
Foram recolhidos cssa de detengo, nos
dias 29 e 30 desle mez, 15 homens e 2 mulhe-
res, sendo : 13 livres e 4 escravos, 5 a ordem do
Dr. chefe de polica, 2 a ordem do Dr. delegado
do Io districto, 1 a ordem do subdelegado de
Santo Antonio, 4 a ordem do de S. Jos, 1 a or-
dem de da Boa-visia, e 1 a ordem do dos Afo-
gados.
Hospital de caridade. Existem 60 ho-
mens e 54 mulheres nacionaes; 6 homens es-
taangeiros, total 118.
Na lotalidadedos doentes existem 39 aliena-
dos, sendo Mi) mulheres e 9 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo Dr. Sar-
ment Filho s 7 horas, pelo Dr. Dornellas s
7 e ineia, e pela Dr. Firmo, s 5 horas da tarde
de hnniem.
( J O Liberal Pernambucano, cuja deficiencia
deassumptos graves o fez andar apauhndo as
borboletas que lhe esvoac,am pelos olhos, julgou
proporcionar-se-lhe urna nova fonte que explo-
rar, em materia de alusoes insignificantes, em
alguna arligos communicados. quo nestes ltimos
dias foram insertos neste Diario, sob o titulo de
novos hoiisonies polticos.
Nao vemos ah cousa que possa deprimir seria-
mente a actualidade, nem nenhum daquellesque
a dirigem. Notara-se alguns ditos espirituosos,
que outros chamariam inconsiderados, que ne-
nhuma verdade poltica iocerram, no sentido de
aprnveilar aos intuitos do Liberal. cerlo que a
gente que o dirige nao das que se oceupam
muilo: cora a verdade o seu tilo velho, e sedico
innovellar o espirito publico as redes do enga-
o, do artificio e das falsas declamares ; e dahi
o gosto particular que essa gente m'anifesla por
ludo o que declamatorio, superficial e al in-
sidioso. Islo um protesto contra a sua lealdade
e bom senso. O juizo de um individuo, por mais
competente que o seja a outros respeilos, nao
pode ser considerado como regra iofallivel, no
locanie apreciado racional e verdica de alguus
homens ede alguns fados da poca.
E pois nao exulto o Liberal com triumphos
ephemeros, era to pouco se persuada de que
alluses sera mrito e justica. possam damnificar
a posico social de cerlos individuos de sua bir-
ra e odio. n'oulro campo que deve estabelecer
a discusso e nada de fazer do lobo, que lenta
malar aquillo que nao pode comer.
Cremos ler dito quauto basta para convencer
so Liberal do menhum efTeilo de seus comraen-
tarios, os quaes at nos quer pareor, que sao n-
fidelissimos. O que se escreveu naquelles arligos
que tanto lhe vieran] a sabor, nao passou de ge-
neralidades abstraas, etc., etc., ele.
D.
Publicaces a pedido.
ELEICAO
Dosjuizes, juizas,cscpives, e mais cm-
ppegados que lio de fazer a festa da
Gloriosa Senhora Santa Anna, no an-
uo de 1860.
Juizes por eleico.
Os III ms. Srs. :
Capito Manoel Francisco de Souza Leao ; enge-
nho Jaguaribe.
Bazilianu Paes Brrelo ; engenho Timb.
Marcelino Antonio Pereira Jnior; engenho Des-
terro.
Sebastio Antonio de Mello Reg ; Iguarass.
Jos Eduardo de Souza Landim ; Pao da Cuia.
Jos Hygino de Tal ; engenho Saguim.
Juizes dor devoco.
Os Illms. Srs. :
Teuente Francisco Cocklcs Teixeira de
SUPPLENTES.
1 Antonio Paz de Lira....................
Antonio l.ourenco de Mello............
3 Cap la o Manoel Alves Brrelo..........
4 Autonio da Silva Souto..................
JUIZ DE PAZ DO DISTRICTO DE COHRF.NTE.
1 Alferes Mauricio Lopes Lima........... 178
2 Joo de Barros Correa.................. 177
3 Jos Carlos de Albuquerque............ 168
4 Joao Alves Camello Pessoa.............. 167
JUIZ DE PAZ DEPALMEIRA.
1 Alferes Joaquina Jos do Veras.......... 151
2 Capito Miguel Reinaux Duarle.......... 152
3 Jos Antonio do Moraes................ 144
4 Capito Francisco Pereira de Carvalho.. 441
JUIZ DE PAZ DE POQO COMPKIDO.
1 Padre Manoel Emygdio de Oliveira...... 58
2 Jos Pereira da Silva.................... 42
3 Jos Correa Paz......................... 39
4 Manoel Jos de ois.................... 33
Consulado geral.
Rendimento do da 1 a 30. 14:317061
dem do dia 31.......1:234380
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 30. 806*312
dem do dia 31....... 9
Silva ; Iguarass.
Araujo
Jos Vicente da Silva ; engenho Saguim.
Jos Lopes ; idem.
Francisco Ambrozio ; engenho Timb.
Manoel Filippe ; engenho Pirajahy.
Camillo Pereira de Lira; Santa Rita.
Juizas por eleico.
As Illmas. Sras. ;
. Isabel Mara de Mello, mulher do Sr. Francis-
co Virissimo do Reg Barros ; engenho Novo.
D. Maria. mulher do Sr. Dr. Joo Francisco do
Amaral ; Santa *nna
D, Josepha Maria Teixeira de Araujo, mulher do
Sr. lenle Jos Filippe de Mello ; Campia da
Feira.
D. Guilhermina de Tal ; Melos.
D. Isabel 1) iniria Maciel ; muther do Sr. Fran-
cisco das Chagas Mendes ; Maria Farinha.
D. Caelana, mulher do Sr. lenle Antonio Joa-
quim da Ponseca Galvio ; i lera.
Juizas por devoco.
As Illmas. Sras :
D. Anna Joaquina Teixeira da Molta Cavalcanli;
engenho Novo.
D. Secundina Maria do Amaral, mulher do Sr.
Joo Dellino
D. Joaquina de MendonQa, mulher do Sr. Pedro
Velho Barreto.
D. Maria da ConceQao de Mello, mulher do Sr.
Joaquim Francisco de Mello.
D. nna, filha do Sr. capio Francisco Joaquim
Cavalcanti Calva 1.
D. Caelana, mulher do Sr. Francisco Jos Caval-
canli Galvo : Betanc.
Escrives.
Os Illms. Sr3. :
Jos de Castro ; Conceico.
Jos Joo Paulo Bezerra"; Ranialho.
Manoel Pires Chacn ; idem.
Marliuho Monteiro : Conceico.
Antonio Lula Ferreira ; Pirjuhy.
Antonio Jos Monte-Negro ; Sinta Rila.
Andr Avulino dos Santos ; Pilar.
Escrivas.
As Illmas. Sras. :
D. Paula da Silva, filha do Sr. Victorino Joaquim
da Silva ; Recite.
D. Isabel Dunina d'Amorim, mulher do Sr. Ursa-
lino Thomaz, Recife.
. Igaacia Maria da Conceico ; filha do Sr. Au-
tonio Ferreira de Castro ; Camboa.
D. Josepha Maria da S3nta Anna, mulher do Sr.
Jos Alves Camello : engenho Novo.
D. Francisca, mulher do Sr. Trajano Monteiro ;
Maria Farinha
D. Francisca, filha ddo Sr. L'rbauo Bezerra ;
idem.
Procuradores.
Os senhores :
Joaquim Jos de Santa Anna.
Jos Joaquim de Santa Anna.
Epiphanio Mendes Fereira.
Alexandre Jos da Silva.
Zelador.
0 Sr- Vicente Ferreira Muniz.
Thesoureiro.
Cezario Ferreira da Silva.
O vigario, Josi Joaquim Lobo Albertim.
Relacao dos ver adores e supplen-
tes da cmara municipal de Ga-
ranhuns e dos juizes de paz dos
listiictos de termo, eleitos para
o novo q 11a trienio, com deelara -
cao dos votos que otativeram.
VEUEADORES.
1 Capito Antonio Vctor Correa........... 651
2 Subdelegado, Tenente Antonio Baptsla
de Mello Peixoto......................... 649
3 Manoel Pereira dos Santos Rocha,...... 631
4 Alferes Mauricio Lopes Lima............ 626
5 Alferes Jos de Barros Silva Jnior____ 623
6 Antonio de Barros Correa............... 621
7 Antouio Cardeal de Azevedo............ 621
SUPPLENTES.
t Delegado Fio reniino Cypriano da Costa. 528
2 Subdelegado Joaquim Salgado do Vas-
concelloB)................................ 508
3 Coronel Antonio Teixeira deMacedo___ 505
4 Antonio Lourenco de Mello.............. 504
5 Capio Raymundo Candido dos Pasaos 501
6 Alferes Joaquim Jos de Veras.......... 501
7 Antonio Cesario da Silva Brasileiro___ 498
JUIZ DE PAZ OO DISTRICTO DA VILLA.
1 Capio Antonio Vctor Correa.......... 372
2 Professor Miguel Archanjo de Mendonca 360
3 Jos de Barros Silva..................... 38
4 Tenente Francisco Bezerra de Vascon-
conccl los................................ 3 >5
Sendo desonerado docomraando da companhia
deaprendizes menores do arsenal de mariuha,
no dia 23 do crrenle mez, o 2o tenente Manoel
Antonio Viegas Jnior, nsabaixo assignados fal-
laramos a um dever sagrado se deixassemos de
teslemunhar-lhe com publico agrsdecimento, to-
da a nossa atTeigo, reconhecimento e amizade.
Nenhum outro inleresse, pois, nos moveria a
lano.
Agralido urna virlude, e assim vientos tri-
butar ao mrito desse distinclo official d'armada
aquillo que de justica lhe compelo,sem usurpar-
lo os o direito de ninguem, e uoindo entretanto
ao nosso i ho o reconhecimento de que nos ve-
mos obrigados para com o raesmo senhor.
Animado o Sr lenlo Viegas pelo seu chefe o
digno inspector do arsenal do marinha, elle prin-
cipiou a servir interinamente como commandan-
le da companhia dos menores do raesmo arsenal,
na qual hbilmente servio duus anuos e meio, e
satisfazendo assim lodas as suas obrigaroes teve
em recompensa de seus servicos a efectividadn do
raesmo commandando, que lhe foi conferido por
decreto de 7 de feverciro de 1859, sorvindo mais
um anuo oito mezes e dezaseis dias.
Foi urna excellenlc aequisieau do Illra. Sr. ca-
pito do mar e guerra Elisisrio Anlonio do San-
ios para com essa companhia, que lhe tern servi-
do sempre de esmero, e cojo esperanzoso futuro
hoje como que infallivel : revela o zelo e boas
intenres que sempre o lem preoecupado bem
do importante cstubeleciincnlo que dirige, que
asss o honra.
Foi 11 ex-commandante Viegas. portanto, um
pai, a quem o Illra. Sr. inspector dolou para
crear, amestrar e educar esses meuores de que se
compe hojea companhia de artfices.
As suas virtuosas qualidades aziam-no respei-
tavel, o sea genio de excepcional bondade, o gos-
lo e a grande dedicaoo com que se alirou a essa
importante obra, de que resla-lhe hoje smenle
a gloria, devoin servir de modollo, sendo que o
su maior rnalo, ,1 sua mais saliente virlude,
fra o sabir to honrado e to pobre desse empre-
go como para elle entrn !
Servio romo leute de geometra do mesmo ar-
senal o espaco de tres annos e meio, mediante a
insignificante gratiflcacao de 20} mensaes. apo-
sentando desse ensino os rnelhores resultados.
Foi incumbido pelo espaco de tres annos do
observatorio, e sempre ncansavoi e desojse de
ver o adiantamento de um eslabelecimento, que
em sua direccao se guia a melhor marcha, nunca
exitou em prestar os relevantes servidos de que
nos pouparemos agora,em mencionar.
Servio lambern como ajudante desdo 11 de
agosto le 1856, tundo nessa mesma qoalidade
prestado iguaes servicos capitana do porto o
espaco de tres mezes, sem vencimento algum, e
accumulando todos estes empregos como un iu-
teressado servidor do estado, ordenava com o
sorriso nos labios, sem que nu'iea a menor dis-
Iraccao ou luviandade, o Uzease sabir de suas obri-
gaces.
E desla sorlo adquiri esse digno official as
maiores syrnpathias o confianca de seu chefe,
que alis apreciador de todo empregado que
assim procede.
Hoje simplesmenle o ex-commandante Vie-
gas professor de priiueiras leitras do mesmo ar-
senal, por decreto de 5 do crtenle.
Em vista do regulamento que creou as corapa-
nhias, nao pode elle, na qualiJade de 2.- lenle,
continuar a prestar os relevaues servicos que
acabamos de mencionar.
O governo em vista disso o nomeou para a ca-
deira de primeiras letirasde queja fallarnos, pelo
que anda continuar a ser preslavel o digno ex-
commandante Viegis.
Foi entretanto nomeado para esse commanJo,
em subsliluico, o 1. lente Jos Rodrigues de
Souza, que lambem virtuoso, justiceiro e de um
carcter sem mistura.
Dignem-se, Srs. redactores, de inserir em seo
muilo conceiluado jornal a presente publica-
co.
Recife 31 de outubro de 1SG0.
Calulino Gonealies Lessa.
Augusto Jos Gonealces Lessa.
RENDIMENTO DA MESA DO
PERNAMBUCO EM TODO O
BRO DE 1860.
Consulado de 15 por cen-
to do pao brasil. .
Dito de 5 por cento. .
Dito de 2 por cento. .
Ancoragcm.....
Direilos do 15 por cenlo
das embarcares 'es-
trangeiras que passam
a nacionaes.....
Direilos de 5 por cento
na compra e venda das
embarcares.
Expediente da capalazia.
Sello fixo......
Dito proporcional. .
Feitio de tilulos de cai-
xciros despachantes. 7J200
Emolumentos de certi-
des....... 25&200
CONSULADO DE
MEZ DE OUTU-
38523
12:4166903
17g0i9
1-2405500
123J750
63S800
570*225
669200
53ff380
Diversas provincias.
Dizimo do algodo, as-
sucar e couros da Pa-
rahyba......
Dilo de diversos gneros
da dita......
Dito de diversos g-
neros do Rio Grande
do Norte......
457f253
119J525
229*551
G2Si;7
50c0()0
67S350
Rendimento do dia
dem do dia 31.
Alfandega,
1 a 30. .
371:8728025
8:9259307
380:7975332
M'tviiiipiilo dalalfanilesra.
Volumes entrados com fazendas..
com gneros..
Volumes sabidos com fazendas..
com gneros..
161
123
------ 287
97
146
------2i3
Mesa do consulado de Pernambuco 31 de outu-
bro de 1860.O escrivo, Jacome Geraldo Ma-
ria Lumachi de Meilo
Bccebeiloria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 30. 49 6669286
dem do dia 31....... 1:499*399
51:1635685
RENDIMENTO DA RECEBEDORIA DF. RENDAS
INTERNAS GERAES DE PEkNAMBUCO DO
MEZ DE OUTUBRO, A SABER :
Poros do terrenos de marinha ..
I.audemios.......................
Siza dos bens de raiz.............
Decima addicional das corpora-
ces de mo mora.............
Direilos novos e vclhos e de
chancellara..................
Ditos de patontes dos officiacs da
guarda nacional................
Diurna de chancellara...........
.Matriculada Faeuldade de Direito.
Multa por infraeces do regula-
mento.........".................
Sello do pa^iel lixo................
Dito do proporcional.............
Premio de depsitos pblicos
Emolumentos .................
Imposto sobre lojas c casas de
desconlos............
Dilo sobre casas de movis, rou-
pas, ele. fabricados em paiz es-
trangulo ............
Dilo sobre barcos do interior. .
Taxa de escravos .........
Cobranca da divida activa
Extraordinario.
Indemnisaees...........
Receita eventual...................
dem salgados : j libra
jdem idem seceos espichados.
dem idem verdes .... >
15 571*411 Idem de cabra cortidos um
===== dem de onca......
Doce de calda...... ar
Idem deGoiaba .....
dem seceos ......
806J342 Espanadores grandes. um
dem pequeos.....
Esteiras de preperi .... urna
Estoupa nacional .... arroba
Farinha de aramia ....
dem de mandioca .... alqueire
Feijo........ alqueire
Fumo em folha bom. arroba
dem idem ordinario.....
dem idem restolho ....
dem em rolo bom ....
dem idem ordinario. ...
Gomma polvilho.....
Ipecacanhua...... arren-
lenha era achas grandes cento
Idemid^m pequeas. ...
dem em toros. ...
Madeiras cedro la-boas de forro urna
Louro pranches de 2 cuslados um
Cosladinho....... urna
Costado........
Forro......... >
Soalho........
Varas aguilhadas..... >
dem quiriz....... >
Virnhlico pranches de dous
custados.......
dem idem custadinho de dito >
dem laboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dito uzuaes >
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dilo
dem em obras eixos de secu-
pira para carros..... par 16g00O
dem idem rodas de dita para
ditas
Mel .
Milho........ alqueire
Pudras de amolar
dem de filtrar
dem rebolos .
Piassava em tnolhos
---------------15:571*141
80CS312
16:377^783
225
400
144
300
OSOOO
500
400
1*000
3$2O0
1JJ60O
300
geoo
3gOOO
2JJ50O
7|00O
15500O
950OO
7g000
165000
6;0C0
4*000
255OOO
255OO
15600
12*000
35OOO
95OOO
65000
8SG60
25500
45OOO
25240
lg600
20*C0O
I25OOO
45000
165OOO
65OOO
950CO
1813'JSO sabo.........libra
1:4450310 Salsa parrilha. .
Sebo em rama. .
Sola ou vaqueta (meio)
Tapioca.....
Unhas de boi .
Vinagre .....
Pao brasil .
522*000
1.208:922
20992^000
7-5290
3 '68*320
7 368*409
105*694
2955819
> 30S00O
caada 400
alqueire 3550O
urna 800
95OOO
15120
um 200
libra 120
arroba 25S00O
. 55000
urna 25800
arrba 3*500
cento J3C0
pipa 50*000
quintal 1O0OCO
4:005*812
NOVO BANCO
DE
PKiniMBICO.
EM 30 DE OUTUBRO DE 1800.
O Banco desconta na presenta semana a 10 0/(j
anno al o prazo de 4 mezes, e a 12 O/o at o
de 6 mezes, e loma diuheiro em conlas correles
j simples ou com juros pelo premio e prazo quo
4:12*914, se convencionar.
l:107*3il .i-i.-n -1
4SO.*000
28SS0O!
4t2gOO0
222j767 ;
Descarregam hoje 2 de noverabro
Barca inslezaImogenefjrro
Barca americanaJulia CobbIrilhos de ferro.
Brigue inglezRyron idem
Brigue inglezLumby mercadorias.
Brigue inglez Bedouintrilhos de ferro.
Brigue inglezSpytrilhos de ferro.
Brigue iiilez^Silsamidem.
Brigue inglez Vividmereadonas.
Brigue honoverianoAnnelt mercaderas.
RENDIMENTO DA ALFANDEGA DE PER-
NAMBUCO NO MEZ DE OUTUBRO DE
1860.
Imporlacao.
Direilos de importaco para con-
sumo ...............371:3895731
Ditos de baldearlo c reexportacao
para os porlos estrangeiros \ 73*641
Dit-ig de tMldeaco e reexporlnco
para os porlos do imperio '. 27*160
Expediente dos gneros estrangeiros
navegados por cabotagem livres de
direilos de consumo........ 9j9;621
Dito do paiz.............. 1:505*065
51165*685
Recebedoria de Pernambuco 31 de outubro de
1860.
O escrivo,
il'inoel Anlonio Simoes do Amaral.
Consulado provincial
Randimento do dia 1 a 30. 19:296*399
dem do da 31....... S3">616
20:1328045
RENDIMENTO DA MISA DO CONSULADO PRO-
VINCIAL UM O ME/. DE OUTUBUO DE 1800.
A SABER :
Direilos de 90 rs. por (iD do as-
sucar exportado......... 5:076!2
Dito de 20 rs. por caada d'aguar-
dente, alcool etc................. 9*S50
Dito de 7 01o do mel....... 11*968
Dito 2 01o idem do nlgodo expor-
tado ............... 509*107
Dilo de 7 rs. por libra de couros
seceos, verdes e espichados..... 6035823
dem idem de 5 idem dos mais
gneros exportados....... 3340045
Capalazia de 320 rs. por sacca de
algodo exportado ....... 84IJ280
Dcima dos predios urbanos .
i por cento de meia siza de es-
cravos..............
10 por cenlo de novos c vclhos di-
reilos dos enipregados provin-
ciaes...............
Escravos despachados............
Sello de Lerancas o legados. .
2 |0 das loteras extrahidas. .
Emolumentos de polica.....
Imposto de 3 e 4 por cenlo sobre
diversos estabelecimenlos. .
Dito idem idem de buhar.........
20 01o Jo consumo d'aguardenle .
Imposto de 12*80:)........
Mullas por intraccoes ......
distas............................
Juros da decima..........
Taxa da instruccao publica.......
Movimento do porto.
Navio sahid't no dia 31.
Porlos do nortevapor brazileiro Oyapock, com-
mandanlecapito lenle Antonio Joaquim de
Sania Barbara.
Edita es.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria pro-
vincial, em cumprimento das ordeus do Em.
Sr. presidente da provincia, manda fazer publi-
co, que com a data de Io de selernbro prximo
lindo, paga-se em apolices toda a divida liquida-
da de obras publicas ; perianto sao convidados os
respectivos credores para virem declarar nesta
thesooraria se querem ser a*sim pagos.
E para constarse mandn afixar o presente o
publicar pelo Diario. Secretaria da thesouraria
provincial de Pernambuco 31 de outubro de 1860.
O secretario, A. F da Annunciacan,
Deelarac
O-S.
Dito livres
Armazenagem das mercadorias .
Dita da plvora...........
Premio de assignadoi........
Interior.
Multas................
Sello do papelfixo.........
' Dito dito proporcional........
I Dito dos despachantes........
Imposto lio ijudantei do despa-
chante*..........
Emolumentos de certidOes......
Diio de (sitios de 1.lulos das despa-
chantes. .........
371*317
5:184*9 S7
4!i">00
382*766
61*781
129* i 80
7*500
187*500
5835191
l:6i.)j000
5 8S7*II5
560*000
8*100
12*810
20-?n00
125^00
22*1*8
16*01)0
277*280
3*291
26*600
20:132*015
provincial 31 de outubro
Mesa do consulado
de 1860.
O 2o escripturario,
Llisses Cokles Cavalcanli de Mello
Preces crvenles dos principacs gene-
* pos e ppoiluccocs nacionaes,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
de 29 de outubro a 3 de novembro de 1860.
Agurdente alcool ou espirito
de agurdente ..... caada
dem caxaca...... >
dem de cana......
dem genebea......
dem idem.......botija
dem licor.......caada
Correspondencias.
Srs redactores.Um amigo c-fieioso 'do Sr.
Dr. Antonio Alves de Souza Carvalho, declara
(*) Por ter sabido com algumas Inexalidoes,
devidas ao mo escripto do original, repetimos o
presente artigo.
A Rtiaefior
Recaita eventual.
Extraordinaria.
dem idem....... garrafa
dem reslilada e do reino caada
Algodao em pluma 1.a sorte. arroba
37*800 j dem idem 2.a dita ....
dem idem 3.a dita ....
dem em caroco .....
Arroz pilado...... arrba
dem com casca..... alqueire
81*2)0
IO5IOO
330:797*332 I
2*220'j
380:7995552
b'a* seguales especies:
Dinheiro 368:933*786
Assignados. 11:865*766
Depsitos.
Em balanco 110 ultimo de
setembro.-........13:873*948
Entrados no correte mez. 2:822*318
Sabidos
l6:69o*286
666*248
Exislentes......... 16:030*038
as seguintes especies :
Dinheiro .... 715*768
Letras......15:314*270
Contribuicao de caridade.
Rendimento neste mez......... 400*293
Alfandega de Pernambuco, 31 de outubro de
1860.
O escrivo,
Faustino Jos dos Santos.
Assucar branco novo arroba
dem raascavado idem ...
Azeile de mamona .... caada
dem de mendoim e de coco.
Borracha fina.....* arroba
dem grossa.....
Cafe em grao bom. _. .roba
dem idem restolho ....
dem idem com casca. ...
dem moide......
Carne secca ... >
Carvo de madeira .... >
Cera de carnauba em pao
dem idem em velas. ...
Charutos bons...... cento
dem ordinarios.....
dem regala......
Chifres........
Cocos secco#.......
O Illra. Sr. regedor do Gymnasio manda
8l542 declarar que no dia 3 de novembro prximo vin-
douro, principiam 05 exames neste estabeleci-
0 753MS0 raento. Secretaria do Gymnasio Provincial de
Pernambuco 29 de outubro de 1660.
Antonio d'AssumpQao Cabral
Secretario.
Consellio administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objectos
seguintes :
Para completar o fanlamento dos corpos de pri-
meira linha.
Panno mselo alvadio, covados 49 3/4
Tranca de reros, varas 71.
Fila de lia conforme, o ligurino, varas 37 1/2.
Para a cavallaria de primeira linha.
Luvas de algodao branco pares 66.
Para a companhia de artfices.
Caldeira de ferro fundido para 50 pravas 1.
T.illia de barro com pe de madeira 1.
Copo de cidro 1.
Prato de louca para o dito 1.
Para a casa de deten^o.
Camas de ferro com colches e travesseiros 15.
Para o laboratorio.
Papel earluchinho resmas 8.
Quem qiiizor vender taes objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria
do conselho, slO horas da manhaa do dia 7
de novembro prximo vindouro.
Sala das sessdes do conselho adminitrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 29 de
outubro de 1860.
Bento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Directora geral da instrnecao publica
de Pernambuco/
O director geral interino da instruccao publica,
ouvido o conselho director em sessio de 18 do
correle, de conformidade com o disposto na
lei regulamenlar n- 369 do 14 de maio de 18">5,
considera incurso no art. 99 da citada lei, o pro-
fessor particular de instrurcao primajia da cidade
do Rio Formoso, Jos Maria de Figueiredo, o
como tal sujeito pagar a mulla de cincuenta
mil res (505000) por se nao haver habilitado cora
o exame de veriliracao de capacidade profesio-
nal, e nem requerido a competente licenca ; de-
vendo o mencionado professor recolher Iheson-
raria da fazenda provincial a dila quantia decin-
coenta mil res dentro do prazo de irinta dias
contado da data desle ; findo o qual ser a mes-
ma mulla cobrada executivamenle, como se pra-
lica com a divida activa provincial, proveniente
dos impostos.Jos Soares de Azevedo, director
geral Interino.
Da ordem do Illra. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia sao convidados
o Sr. Amaro Francisco de Paula e D. Auna Joa-
quina dos Pruzeres, para recoiheiom iromediaU-
raenle aos cofres desta thesouraria, aquelle a
quaniia de 25* ris, e esta a de 225500 rs.. quo
se achara a dever do laudemio correspondente
aos valores das transferencias que fizeram do
terrena proprio nacional em que est edificada a
casa n. 125 da ra do Pilar desla cidade cm
Fra de Portas, sob pena de se proceder executi-
vanienle contrais meamas pessoa.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 31 de outubro de 1860.
O official maior interino,
Lnix Francisco de Sampaio t Silc.a
1*120
600
15000
1*0 00
320
1S280
320
15000
7g8n0
65800
55800
15950
25500
35600
4S5O0
2*400
19200
25000
75OOO
45 00
75500
45500
55000
95600
45500
15600
9SO00
I350OO
2*500
15000
3*000
55OOO
45000
MUTILADO


<*)
DIARIO DE PERNABMUCO. SEXTA FE! 2 IjE NOVEBRO DE 1860.
Conselho administrativo
0 conselho administrativo, para fornecimento
t)o arsenal de guerra, tom de comprar os objec-
tos seguintes :
Para supprimenlo dos arraazcns do arsenal
de guerra.
5 arrobas de oleo de linhaca.
5 duzias de taboas de amarello do assoalho.
lOduzias folhas de papel de lixa sorlidos.
4 duzias de ferro de plaica com capa de 1 1|2
pollegada.
5 duzias de limas muras triangulares de 6 pol-
legadas.
5 duzias de limas mucas triangulares de i pol-
legadas.
2 arrobas de estanho em verguinhas.
400meios desoa.
1 duzia pelles de lustre.
50 resmas do papel almajo.
50 garrafas de tinta preta para escrever.
85 covados fianella para forro de sellins.
1 baca de folha de Flandres dobrada.
Quem quizer vender lies objectos aprsente
as suas pmpostas em canta fechada na secretaria
do conselho, as 10 horas da manhaa no dia 5 do
novembro prximo futuro.
Sala das essoes de conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 26 de
outubro de 1860.
Denlo Js Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaqun Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
fe ordem do Iltm. Sr. Dr. procurador fiscal
da fa zonda provincial faz-ae publico, que a rela-
co dos devedores do imposto de decimas da col-
lectoria de Olinda. relativa ao auno flnanceiro
de 1859 a 1860, acha-so em juizo ; Os imeressa-
dos quo quizerem pagar com guias da mesma
procuradoria, podem solicita-los no escriptorio
da ra do Imperador n. 4!, das 9 1(2 da manhaa
s 3 da tarde, para o que se Ihos d o prazo de
15 das, contados de hoje. Recife 24 do outubro
de 1860.O solicitador da fazenda provincial,
Joao Firmino Corrcia de Araujo.
PI IX pontfice e re
PELO SENHOft
THEATRO DE S. ISABEL.
COMPAINHll LRICA DE OlRINAMELI
Sabbado 3 de novembro.
Recita a beneficio da mui distincla prima doua absoluta a senhora
GIULIA BELTRAMINI
Represenlar-se-ha abellissima e applaudida opera de Verdi em quatro actos :
ERNANI
Na enleryalo do segundo acto a beneficiada ir pelos camarotes agradecer as pessoas que
]be fizeram a distincla honra de abrillantar este espectculo com sua> presentas, durante o quaI
tempo tocar-se-ha a grande ouvertura (que tanto agradou e que foi to bellamente executada
peles professores da orchesta) da opera de Rossini
A beneficiada julga intil dizer qualquer cousa para animar a concurrencia, como ge-
ramente se costuma fazer em taes casos; ella tem tido tamas provas de estima e de unanimidade
nos applausos, quesera urna ingrata se duvidasse um s momento, que o mesmo Ilustrado pu-
blico desta cidade a desamparasse no dia de inais importancia para nm artista.
Os poucos bilheles que ainda exislem, tanto de camarotes come de cadeiras e plateas ven-
dem-se desde j em casa da beneficiada ra Nova n. 19, de manhaa das 10 horas ale ao meio cia,
o de tarde das 3 as 6.
D. Antonio de Macedo Costa,
Bispoeleito do Para.
Eloquente demonstrarlo do poder
tere pora I do Papa.
Vende se no bairro de Santo Antonio
as livrarias do$ Sr. GuimarSes & Oli-
veira e Nogueira de Souza & C. ; e ao
bairro do Recife na livraria do Sr. Jos
de Mello : preco 2$.
Antonio do Couto Vieira scienti(ja aosseus
numerosos amigos o freguezes que tronsferio a
sua olicina de mercineiro e carapina da ruado
Rangel n. 36 pars a mesma ra n. 0, aonde
continua a aceitar toda a sorte de encommendas
de obras e concertos de objectos. como arrancos
para quaesquer estabelecimentos, envernisadas e
em branco, concertos de sobrados tendentes a
sua arte.
Alugam-seo 2. e 3. andares da casa n.
do da ra da Imperalriz : a fallar na mesma.
Telegramas via Lisboa.
Joao Daniel Frick, tendo que retirar-so de Lis-
boa, annuncia que descontina a agencia thelo-
graphica, referida na sua circular do 1. de abril
passado, e pedo que se Ihe nao mandem mais
despachos. Lisboa 12 de outubro de 1860.
Candida Lucia de Cezar Baptista avisa ao
respeilavel publico que raudou o sou eslabeleci-
menlo de marcenara para a ra da Laranaeira,
onde o Sr. Francisco Rodrigues da Silva como
seu administrador continua com o mesmo trafico
de fabricar, comprar, vender e pagar. A mesma
senhora avisa igualmente que era sua cas na
ruada Paz, lava se, enoruma-se, o cose-so do
estufo qualquer obra, ludo isso alem de ser feito
por procos commodos. dosempenhado com to-
da a perfeicao e brevidade.
Vaccina publica.
Transmisstto do fluido de braco braco as
turnias e domingos, no torreao da alfandega, e
nos sibbados ateas 11 horas da manhaa, na re-
sidencia do commissario vaccinador segundo
aodar do sobrado da ra estreita do Rosario nu-
mero oU.
SO-
coracao e de
CASSINO POPILAR
ii-
MASCARAS EPHANTASIA
>0
MAGESTOSOSALAO
DO
Palacete da ra da Praia.
Sabbado. 3 de novembro.
A sociedade Cassino tem a honra de annunciar
ao respeilavel publico, que neste dia haver um
sumpluoso baile.
O Illm. Sr. Ur. delegadasdignou-so deconcedor
licenca para as damas e cavalheiros, que quize-
rem apresentarcm-se mascarados.
Sera, como serapro, observada a boa ordom e
harmona, que sempre reinou nos bailes do Cas-
sino.
F.ntrada para dimas gratis, para cavalheiros
2&000.
Principiar s 8 horas da noite.
CearJIaranliaoePar
Segu com brevidade o bem conhecido hiate
indo Paquete, capilao Jncintho.Nunes da Costa
por ler parte de seu carregamento promplo ; para
o resto e passageiros, trala-se com os consigna-
tarios Almeida Gomes, Alves & C, no seu es-
criptorio. ra da Cruz n. 27.
Baha.
A escuna nacional Carlota, segu em poucos
dias para a Baha, tem parte do sua carga en-
gajada ; para o rosto trata-so com o seu consig-
natario Francisco L. O. Azevedo, na ra da Ma-
dre de Deus n. 12.
Precisa-se de urna ama que saiba eogommare
coser, e quo seja muito fiel u capaz, para casa de
pouca familia; na ruado Amorim n. 44, primei-
ro andar. r
Pordeu-se no dia 27. no oitao do theatro de
sania Isabel, ao p do oscriploro. o 2. volume
da obra Isabel de Baviera : quem o achou. me-
rend reslitui-lo, leve-o ra da Guia, taberna
n. J, que ser recompensado.
Cem mil ris.
O Ur. Cosme de Sa' Pe eir da"
onsultas medicas em seu escrip-
torio, no bairro do Recie, ra
da Cruz n. 53, todos os dias.me-
|g nos nos domingos, desde as 6
horas ateas 10 da manhaa,
breos seguintes pontos !
i.' Molestias de olhos ;
H 2.- Molestias de
S peito ;
H 3.' Molestias dos orgaos da ge-
i racao e do anus ;
|| 4.- Praticara* toda e qualquer
operacao que julgar conve-
l niente para o restabelecimen-
Jg to dos seus doentes.
O examedaspessoasqueo con-
sultarem sera' feito indistincta-
3 mente, e na ordem de suas en-
jj tradas, fazendo excepcao os doen-
tes de olhos, ou aqueles que por
H motivo justo obtiverem hora
marcada para este fim.
CASA DE SAUDE
Sita em Sanio Amaro.
ment continua debaixoda admira
h% pnetanos a receber doentes de qualquer natureza ou cahegoria q
Este estabeleciment continua debaixoda administracao dos pro-
ftanoi a receber doentes de qualquer natureza ou hWJk h
sej
. aZZa{ e,cudadoIa,li empregados para oprompto retabelecii
to dos doentes egeralmente conhecido.
Quem se quizer utilisai podedirigir-se
as casas dos proprietarios 5
inen-
If
ara
Avisos martimos.
Para o Rio de Janeiro
segu em poneos dias o veleiro patacho nacional
Julio ; para o resto da carga que Ihe falta
trata-s cora os seus consignatarios Azevedo &
Mendes, no seu escriptorio ra da Cruz u. I.
Porto por Lisboa.
Vaisahir com brevidade para o Porto cora es-
cala por Lisboa, o brigue portuguez Promplidao
II, forrado e oncavilhado de cobre, de PRIME1-
RA MARCHA E CLaSSK : para carga e passagei-
ros, para os quaes tom oxcellentes commodos,
lrala-se com Elias Jos dos Santos Andrade &
C, na ra da Madre de Dos n. 32, ou com o ca-
pito.
Para Mace e Pilar de Alagoas, sogue com
brecidade a barcaca Firmeza de Jaragu por j
ter parte de seu carregamento prompto ; para o
resto e passageiros, lrala-se com o mestre Ma-
noel Candido de Olivoira, a bordo da mesma na
escadinha, onde se acba fundeads, promelle-se
hora traiamenlo ao passageiros e bora acondi-
cionamenlo na carga.
Rio de Janeiro.
O veleiro e bem conhecdo patacho Beberi-
be, pretende seguir com muita brevidade, tom
parle de seu carregamento prorapto : para o res-
to, trala-se cora os seus consignatarios Azevedo
& Mendes, no seu escrit.torio ra da Cruzo. 1.
C0MP.4MIIA PERYAMBICANA
DE
Navegaco costeira a vapor.
O vapor Iguarass, commandante Moreira se-
gu viagera para os portos do norte at o Aca-
rac no dia 7 de novembro s 5 horas da tarde.
Recebe carga para o Acarac, Cear e Ara-
caty nos dias 30 e 31, at 2 para o Macau do
Ass, Rio Grande do Norte e Tarahiba, nos dias
5 e 6 at ao meio dia.
O expediente na gerencia ser at ao meio dia
e depois de fechado nada ruis se admittir. Es-
criptorio no Forte do Matto n. 1.
C0MPAMI1A
PERMBICANA
DE
Segumla-feira 5 do corrente.
^1 ^Costa Carvalho autorisiido por urna po
NavpgacaotmleiraavipM1^
O vapor Persinunga, commandante Lobato,
segu viagem para os portos do sul de sua es-
cala no dia 5 de novembro s 6 horas da tarde.
Recebe carga para Hacei e outros portos t o
dia 3 ao meio dia.
O expediente na gerencia ser at s 2 hbas
e depois de fechado nada mals se admittir. '
*.-.
Rio de Janeiro.
A fretes baratos.
O patacho Anna. sogue para o Rio de Janei-
ro por estes dias, recebe carga por barato frele :
a tratar com Tasso Irmaos.
Pa ra o Aracaty e Assu',
o hiate Dous Irmaos j lem a maior parle da
carga ; para o resto trala-se com Marlins&Ir-
mao. ra da Madre de fieos n. 2.
Gralifica-se com lOnjja quem capturar o oscra-
vo Augusto, fgido do engenho Serra, freguezia
ue Santo Atilao. no dia 20 do corrente. cilios sig-
naes sao os seguimos : pardo claro, do idade 26
annos, com principio de b3rba, secco do corpo,
rosto descarnado, nariz chato, olhos amarellos,
cabellos ruivados, denlos limados, beicos finse
fisionoma agndavel, bastante ladino, sabe ler'e
escrever; levou comsigo um qnarto grande,
ru;o cardo. com urna cicatriz nova de sella no
espinhaco, inleiro. de ultima mua, passeiro e
Matante ardigo : quem o capturar poder entre-
gar oesla praca ao lenente-coronel Francisco de
Miranda Leal Seve. ou no engenho a seu senlior
o tenenle-coronel Francisco de Barros Correia de
tjueiroz.
Alugam-se dous armazens grandes, um na
ra da Moeda e oulro no largo da Assembla
quera pretender, dirija se a ra da Moeda n. '
primeiro andar. '
Quem quizer cncarregar-se do lavar o en-
gommar roupa para urna casa de familia, com
asseio o brevidade, aiancando, pode annunciar
para sor procurado.
Aluga-ae um sobrado de um andar o soto
na ra Uireita n 81 : a fallar na mosma n. 93.
Os abaixo cssinados pariicipam ao publico
que dissolveram amigavelmeule a sociedade que
linham era urna loja de ourives no paleo do Ter-
! ?o n. 10, que gyrava de baixo da firma social de
Baptista^t Ferreira, li,-ando a cargo do ex-socio
Manoel Ferreira dos Santos Jnior todo o activo
e passivo da mesma loja. Recife 31 de outubro
de 1860.Joao Baptista Raymundo dos Santos
Manoel Ferreira dos Santos Jnior.
Feitor para sitio.
Precisa-se de um feitor para sitio que saiba
tratar do gado e horta : na ra de Apollo, arma-
zem u. 38.
Ha para alugar um sota o cora janellas, ten-
do i quartos e cozinha ; na ra Nova n 16, se
dir quem nluga.
O abaixo assiaindo. secretario da irmanda-
de de S.Chnspim e S. Chrispiniano, erecta no
convento de N. S. do Carmo desta cidade, pelo
prsenlo declara a todos os seus charissimos ir-
railos que a fosla de nosso padroeiro no dia 11
do mez de novembro prximo futuro : portanto
couvida a todos os irmaos daquella irmandade
para que naquelle dia comparejam na respecti-
va igreja afim de nssislirem a mencionada festa.
Joao Jos do Espiro Santo.
Secretario.
O proprietano do terreno n. 182 sito na ra
da Concordia do bairro de S. Jos, contina a re-
talhar o mesmo terreno j beneficiado, com fron-
te para a travessa do Monteiro, dili do Caldei-
reiro e ra projectada : os pielendenles podem
dingir-se a ra larga do Rosario n. 18, perto do
quartel, que acharao com quem tratar, de ma-
nhaa at as 9 horas, e de tarde al as 3.
Manoel Antonio de Jess.
Pernambuco
British Clerks
Provident Association.
TABAC CAPORAL
\VI
Beposito das manuacUiras impcrias deFran^a
ihe r?Ply Ungo thes 80C iaMMir.Xtl^ 5ST.ZSSs^XS^a
.11 be held on Friday nov. 2 nd, at \^JSL^fr-f Porcento^; no JTVlZii^JC.'SLt
DA
m.
Manoel Novaes da Costa deixou
de ser caixeiro do ettabelecimento de
Carros fnebres do pateo do Paraizo n.
1,0, pertencente a Jos Pinto de Maga.
Hiaesdesde o ultimo de julho p. p.
O abaixo assignado previne as
pessoas que tem penhores de ouro em
mao do mesmo abaixo assignado de os
vir tirar da data deste a um mez. do
contrario serao vendidos
o verdadeiro papel de linho para cigarros.
mez,
para papa-
ment do pnnc.pal e juros, e para que
se noo chamcm a ignorancia faz
sent annuncio.
Romao Serapiao Gomes.
Na ra da Cadeia n. 24, deseja-so
com os senhores :
Baltazir Jos dos Reis.
Domingos Caldas Piros Ferreira
Firmino Antonio da Silva.
Joaquim Clemente de Lemos Duarle.
Josc Rodrigues Cordeiro.
Cielo da Costa Campello.
Antonio de Albuquerque Maranho.
o pre-
fallar
Leiles.
Transferencia
&MA
o
Cos'a Carvalho nao ten lo electuado
o leilo da taberna do pateo do Terco
n. 23, de ordem d<; Manoel da Silva &
C, o fara' no da 3 do corrente as 11
horas em ponto.
Precisa-se de urna ama para comprar e cozl-
nnarem casa de rapaz soltoiro : a tratar na ra
da Madre de Dos confronte ao consulado pro-
vincial n. 6.
Digo eu abaixo assignado, que no dio 30
de outubro dcixei de ser caixeiro do Sr. Jos
Luiz de Souza Ferreira, e agradeco ao raesmo se-
nlior o bom traiamento e delicadeza com que me
tralou durante o tempo que estivo em sua casa.
Domingos Nunes Beirao.
Fugio no dia 29 do corrente, do engenho
Gongacari, oesr-ravo Andr. mulato claro, cabel-
lo estirado, sem barba, altura regular, cheio do
corpo, representa ter 22 annos de idade, denles
alvos, andardescancado, pernas pouco arquea-
das, levou camisa e calca azul ; esle escravo
natural do Rio do Pcixe: toga-se as autoridades
policiaes ecapitaes decampo a approhensao do
COSIiPANHIA
ALL
stabeecid m Londres
lAsrjG) u mu.
CAPITAL
Ciaeo ulhocs de libras
ster\iuas.
Saunders Brothers & C. tem a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprietarios de
casas, e a quera mais convier, que estao plena-
mente autorisados pela dita companhia para ef-
fectuar seguros sobre edificios de lijlo e pedra
cobertos de telha, e igualmente sobre os objectos
que contiverem os mesmos edificios, quer con-
sista em mobilia ou em fazendas de qualquer
qualidade.

Os abaixo assignados declaram que
o Sr. Polycarpo Luiz da Paz deixou de
ser caixeiro de sua casa desde o dia 2
de outubro de 1860.J. Soum & C.
Hotel Trovador.
do Rosario n.
Ra larga
44.
As pessoas que rocorrerem a este hotel encon-
irarao boa commodidade para urna noite. dias e
rnezos, conforme Ihes convier, encontrarc tam-
bero a qualquer hora do dia o noite lanche e ca-
l. O dono do respectivo hotel se obriga a dar
comida para fra as pessoas, que quizerem. as-
segurando todo o asseio. Tudo por prero com- i
modo
Gravador e dou-
rador.
Grava-se e doura-se em marmore leltras pro-
prias para calacurnba ou tmulo a 100 rs cada
urna o annunciante aprsenla seus trabalhos
nos tmulos dos Illms. Srs. Viraes, Dr. Aguiar
Guerra. Tasso e em outros mais ra da Caixa'
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casade SamuelP.
oteaston & ra da Senzala Nova n. 52
W A loja do marmore acaba de receber no- '
*a vas e liodissimas collecQes de quadros 2
para decorac.io de salas do visita, jantar,
espera e quarto de dormida. m
Muiti se desoja fallar com os sennores aoai-
XOdeclarados, na ruado Queimado n. 39. loia
Antonio Jos de Amorim.
Antonio Francisco da Silva.
Manoel Jos Milele Meiriz.
Joaquim Jos Bolelho.
Alugam-se dous andares do sobrado da ra
ua Cadeia n. 24, tendo commodos para grande
familia ; a tratar na loja do mesmo.
Precisa-se de urna senhora com as habilita-
coes necessarias, que se queira encarregar da
educacao de meninas no engenho Tentugal da i
freguezia de Barreiros : a tratar na ra da Moeda '
n. 3, segundo andar.
Alugam-se cora toda mobilia, por seus pro-
pnetanos e moradores terem de se demorar por'
algura tempo nos seusengenhos do sul da pro-i
vincia. o sobrado d. 27 na ra Nova, de llm s |
andar e solao com 3 salas, 9 quartos, cozinha e
despensa, lerraco, e por baixo desle, cocheira e I
estribara, e cacimba com bomba que toda agua
para toda casa, e canno de despejo ; e o sitio na '
Passagem da Magdalena, penltimo antes de vi-
rar para 3 estrada do Remedio, murado, com por- '
lao e gradeamento de ferro,
DENTISTA
DE
PERNAMBIICO.
3--Rua estreita do Rosario-3
Francisco Pinto Ozorio continua a col-
locar denles artificiaes tanto por meio
de molas como pela pressao do ar. nao
recebe paga alguma sem que as obras
nao fiquem a vontade de seus dono?
lem pozeseoutras preparaces as mais
acreditadas para conserarao da bocea
ffi
n
i
sr
Importante
LEILAO
Dentista de Paris. m
15Ra Nova15
FredericoGaulier, cirurgiao dentista,?
faz todas as operarle da suaartee col-f
locadentes artificiaes, tudo com a upe-
rioridade e perfeicao queas pessoasen-1
tendidas Ihe reconhecem. S
Jera agua e pos dentifricios etc. !
,oa que
Wira para tora da provincia, far leilao de
os os porlences de urna casa de familia : se-
gunda-feira 5 do correnle as II horas em ponto.
Tambetn
vender urna esrrava de meia idade e um raole-
que bonita figura.
Avisos diversos.
COWPANHWBRASILEIRA
PAQUETES A VAPOR.
Espera-se dos portos do norte o vapor Tocan-
tins, at o dia 2 do novembro, commandante o
primeiro-tenente Pedro Hypolito Duarle, o qual
depois da demora do coslume seguir para os
portos do sul
Recebem-ae desde j passageiros e engaja-se
a caraa que o vapor poder conduzr, a qual de-
ver ser embarcada no dia de sua chegada ragen-
a*ua ,1a Cru? escriptorio de Azevedo
'Menaes.
^Issocmco vTtjpo gv\pi?ca
^crnamhucatiA.
Domingo. 4 de embro, haver sesso ordi-
naria do consol* ,-clor c extraordinaria da as*
semblageral. sK e^t s 11 horas da manhaa
e aquella s 10; estando em execuco as ultimas
deliberaces approvadas para a boa regularisaco
dos trabalhos da assembla geral.
Secretaria da Associaco Typographica Per-
nambucana, 30 de outob'ro de 1860.
J'vencio Cesar,
Io ecreorto.
Joaquina Lourenca da Cocceio Lima, pro-
lessora particular, aulorieada pela presidencia, e
r,Hi hd,rtctoria eral d iristrnccr publica dosta
ciuaae, tem a honra de participar h'o reapeitavel
PUOJico, que mudou a sha residencia oara o lar-
go da Penha, sobrado d'um 6 andar n. 6, onde
acharao prompta a receber alumnas
diio escravo. e leva-lo ao dito engenho ou a ra
da Imperalriz n. 36. segundo andar, que serao
gratilicados
Aluga-so urna excellente casa sita na po-
voacao do Monteiro, com bastantes commodos
para grande familia, na qual tem cocheira e es-
tribara para e.avallos ; a tratar com Manoel Al-
ves Guerra na ra do Trapicho n. li. prirae'iro
a nd 3 r.
Osdonos ou consignatarios de 28 barricas
comi lerragens, da marca FES vindas oe Liver-
pool no briguo inglez Cynthia (a ordem) hajam
de mandar ou vir pagar o frete das raesmas bar-
ricas, na ra dji Cadeia do Recite n 62. Recife
di de outubro de 1860.Por Mella Lathara & C.
Alexandre P. Borges.
Irmandade de Nossa Se-
nhora do Bom Parto
erecta na igreja de S. Jos de Riba-mar,
convida aos irmaos para no dia 5 de no-
vembro as 8 horas da manhaa en-
corporados assistiretn a missa com me-
mento por alma dos irmaos tallecidos,
esperamos que nao altem a um fim ta
justo tanto para os presentes como para
os tallecidos. Recite 28 de outubro de
1860.Claudino Jos Das, escrivao.
D-se dinheiro a juros sobre penhores de
ouro c prata, laoto era pequeo* como em gran-
des quantias: na ra larga do Rosario n. 5 de-
fronte do quarlel de polica se dir quera d.
Curso de geometra.
O abaixo assignado, professor de mathematica no
gymnasio provincial, pretende abrir, no dia 15
do correnle, um curso de geometra para os exa-
mes am marco do anno vindouro : os Srs. estu-
danles, que quizerem freiuonla-lo, dinjam-se
casa d sua residencia na ra Direita n. 74 para
serem matriculados.
Recife 2 de novembro do 1860.
Antonio Kgidio da Silva-
Precisa-se de 350)000 rs. sobre a hypolhe-
cj de um escravo moco : quem quizer dirija-se
ra da Imperalriz n. 88 taberna, qua sa dir
quera precisa.
Thiago da Costa Ferreira Estrella retira-se
para lora da provincia.
8*
Hotel Sebastopool.
Neste novo estabeleeimenlo, collocado em urna
das molhores lojas da ra do Imperador n. 16,
encontra-se a qualquer hora os bellos petiscos
papas, das 6 horas da manhaa em diante, forne-
ce-se comedorias para casas particulares com
asseio e barato, assim como mao de vacca todos
os domingos e dias santos.
= Aluga-se urna casa com urna baixa de ca-
pim, om Sant'Anna de dentro, propria para nas-
s*ra festi ou por anno ; quem a pretender di-
rija-se a Joao Venancio Machado da Paz. '
ATTENCIO.
Perdeu-se da ra da Palma at a praca da In-
dependencia a quanlia de 3005 em sedulas de
20g, I0J e 59, tendo sido perdido pelas ras da
Palma ou do Cano, camboa do Carmo, ra Nova
Cbuga, at a prar.a : quem achar e quizer resti-
tuir, dinja-se a praca da Independencia
que se gratifica generosamonle alem de
| gratido. pois quem os perdeu
de meios.
Prec;sa-s3dcuma ama qne entend doer-
viqo para urna casa de pouca familia : na ra da
Uao. penltima casa do lado esquerdo, defron-
te do porlao do collegio das orphaas.
Precisa-se do urna ama para cozinhar c en-
gommar : na ra das Auguas-Verdes n. 26.
Jos Luiz Areal, subdito hespanhol, retira-
se para o Rio de Janeiro.
Jos Francisco Bedrclos, retira-sai para o
Rio de Janeiro. ^
Os abaixo asssignados, encarregados nesta
praca, de consignsces de assucar decenos en-
genhos, fazem sciente, que mudaram a sua re-
sidencia da ra da Cadeia para a de Apollo n 43.
Os mesmos abaixo assinnados acham-se autori-
sados a contratarem um eslrangeiro que queira
se oceupar era felorisar um engenho perto dela
praca -Joaquim Cavalcanti de Albuquerque Mel-
lo J'ilho.Joao Jos Pereira de Lyra.
a T71 m5 ?.he!ado ha Pouco de fra, fallan-
do 4 difTerentes linguas, afferece-so para encar-
regar-se de qualquer servico martimo : quera
precisar da seus servicos, pode deisar carta fa-
enada com as iniciaos A. E., na livrarli jis. 6 e
OJ praca 4a Independencia.
n 17,
eterna
bastante fallo
Ama de leile.
Precisa-sc de urna ama de leite sem fiiho pro
fenndo-se captiva : na ra larga do Rosario n.
do, segundo andar.
Aluga-se a casa n. 84 da ra Augusta, que
esla com limpeza : quem a pretender dirlja-se
mesma ra n. 4. junto ao sobrado amarello ondo
esta a chave, ou ua ra das Cruzes, segundo an-
dar do sobrado n. 41.
|Licoes de piano"
i e can lo. 1
fs Tobas Pieri artista italiano da compa- |2e
jj, nbia lyrica tendo acabado ocontralo com
^ o Sr. Harinangeli, pretende dedicar-seao *
^ ensmo de piano e de canto, as pessoas e ff
m os pas do familias que quizerem utilisar- <*=
^ so com o seu preslimo podem procura-lo *
% na roa do S. Isabel n 9 para tratar com M
^ o mesmo, que ser mui razoavel nos seus S
solao, com 6 salas. 9 quartos. 7iSfX ^^-^^t^S-^^^^l
Empreza da illu-
minaco a gaze
Constando empreza da illuminaroo a gaz quo
jilgumas pessoas lem mandado augmentar ou col-
locar novos bicos e encanamonlos om suas casas
por machmislas alias avenlureiros) que nao sao
empregados seus. c com apparolhos nao orneci-
dos porella.tem resolvido, para acabar com os-
le abuso, por em rigorosa pralica o artigo 7o do-
seu regulamenio, o qual do Iheor segunte :
No escriptorio da empreza conceria-se e ros-
ponde-se pela rfcacia dosapparelhos
didos; porm de maneir.i alguma
zinha, grande senzala com muitos quartos, gali-
nheiro, estribara, cocheira, diversas fructeiras
cacimbas com banho o cannos que levara agua
dous jardins, 2 viveiros, baixas de capim e um
cerradinho para animaos : quera pretender, diri-
ja-se a ra do Cabug, loja n. 1 D. Na mesma
loja deseja-se tallar com o Sr. Innocencio da
Cunha Goianna Jnior, cuja morada se ignora,
a negocio de seu interesse.
^rTrTTTTTTTTTTrTTT-rTT-TTTTTA
3 DENTISTA FRANCEZ. S
* Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- ^
rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e -<
^ p dentifico. -H
Ensino de msica.
Offerece-se para leccionar o solfejo.como tam-
Deraa tocar varios instrumentos ; dando as li-
?oesdas7horass9 1i2danoile: a tratar na ru.i
da Roda n. 50.
Domingos da Silva Campos
dir aos seus devedores que Ihe venham
porque lem de concluir o inventario que
fazendo polo Illm. Sr. Dr. jniz de
talvez alguns dos senhores que Ihe devem nao
quciram que seu nome appareca.
Kilkmann Irmaos di C. avisam ao
respeitavel corpo do commercio que
forana nomeados agentes nesta praca das
companhias de seguros maritimos de
Ha m burgo.
Aluga-se um armazem na ra da Cruz n.
9. com sahida para a ra dos Tanoeiros : a tra-
tar uo Paleo de S. Pedro n. 6,
Attenco.
Faz-se lodo o negocio cora a cocheira da ra
da Florentina, de grande freguezia para o mato
contendo boas vaccas de leite, bois e carros da
allandega. a dinheiro ou a prazo : a tratar
mesma cocheira, a qualquer hora do da.
Aluga-se urna casa margem do Capibari-
be, com proporcoes para grande familia ; na ra
do Queimado n. 44.
"~ .F"'se sciente ao publico que o abaixo as-
signado comprou a seu sobrinio Manoel do Nas-
cimonlo de Siqueira Barbosa Cavalcanti a 20 de
foverelro do 1859. duas escravinhas, urna de no-
me^Luiza, de 15 annos, e oulra de nome Joanna
conlna a pe-
pagar,
se est
orplios.
aiii va-
se onrarrega
e pollocar, concortar, responsabilisar-se ou up-
pnr gaz pelos apparelhos alheios. '
E visto Olie Sendo a rmnrtii lanl .-1.____
C a
operarios de sua
na
ae o annos, ambas crioula npto nrorn 1 a nnr ., \r i ------- -*"- ""- <
800 e a 2. por 300S. as ,.Pe?,fo7%u"dVdePdo4'U- &1? a n?r,e ?" <*>"> *--
abaixo assignado Ocaram em poder da mulher do
dito Nascimento, por ser ella sua sobrinha, e
nao Ihe ficar outros csciavos para o servico
e constando ao abaixo assignado que elle Nasci-
menlo inculca-so de senhor das mesmas escra-
vas. provine por esle ao publico da capital e
mesmo do centro que nao se illudam. Olio d'-
gua dos Bredos6 de outubro de 1860.
n. k^-, J.a Sal8*do Cavalcanti.
Os subditos inglezes U. P. narrs 9 Charle.
Blasquea, retiram-se para a Europa.
visto que sondo a empreza, lauto pelo seu
contrato como pelo regulamenlo do governo res-
ponsavel pelos dainos esinislros occorridos no
servico o fornecimento do gaz aos pariiculare
essa responsabilidade nao poderia existir, desd
quoomaierial nao fosse fornecido por ella
collocaeao nao fosse eita por
confianca,
Assim a mesma empreza previne aos senhores
consummidores que d'ora avante nm minucioso
exame sera inmensalmente feilo por um de seus
machinlas, e arhando este apparelhos ou qual-
quer objectos que nao Iri.ham sido forne'idos
pela empreza, mandar esla immedaiamento
corlar o gaz.
Portanto para evitar duvidas e roclamacoos pe-
do-se quelles senhores que quizerem qualquer
alteraran na illuminacao desu cisas, queram
por cseriplo dar as suas ordena, en. um livro pa-
ra esse Ora guardado no armazem da ra do Im-
perador n. onde podero dirigir-se, sera o
nao serao allendidos.
Recife, 30 de outubro do 1860.
ftostron, Rooker~$ c.
que
,1:
typo-
Precisa-se alugar urna preta <
sirva para vender na ra : nesta
graphia se dir'.
-- O professor Miguel Jos dr Motta
mudou-se da ra do Livramento para
a travessa do Pocinho sobrado n. 26.
Anda est por alugar a casa da Una do Re-
do rTnfi.f Pm .annur,ciado, c que fiea I margem
do Capibanbe, junto a ponle da Passagem da
Magdalena, cum 5 quartos. cozinha fra, e o alu-
S baralo : a fallar com Luiz Manoel Rodri-
Os abaixo assignados fazem sciente ao pu-
blico e especialmente ao respeilavel corpo do
commercio. que dissolveram amigarelmenle a
sociedade que linham na laberna sila na ra da
Grn n. 59 que gyrava sob a firma de Campos A
ferreira hcando a cargo do socio Antonio Mar-
uns da Silva Campos a liquidacao do activo e pas-
aV?0lreferid" ?ocie<,,,de- Rec'fe 27 de outubro
de1860.-Antonio Martins da Silva Campos
Antonio Rodrigues Martins Ferreira.
- William Rulton, subdito ingles, retira-se
para a Europa.
MUTILADO


DIARIO DE PERNAMBCO. SEXTA PEIRA 2 DE NOVEMBRO DE 1860.
rs)
\
CASA DE BANHO
NO
meo.
Assignatura de banhos frios, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados era 30 das consecutivos. ,........... 109000
30 cartoes paraos ditos banhos tomados ero qualquer lempo...... 159000
15 Ditos dito dito dito ...... 89000
7 > ...;.. 4000
Banhos avulsos, aromticos, salgados esulphurososaosprecos annunciados.
Esta reJuccao de presos facilitar ao respeitavel publico ogozo das vaniagens que resultara
da frequenciadeum estabelecimento de urna ulilidadeincontestavel.mas que infelizmente nao
estando era nosso* hbitos, anda pouco conhecida e apreciada.
mmmmmm-M-mmmmmm
EAU MINERALE
NATURALLEDE VICHY
Deposito na botica franceza ra da Cruz n.22
3
APPiOVACiO E MJTORISA(JaO
DA
E JUNTA CENTRAL DE HIGIENE PUBLICA
Seda de quadrinhos muito fina covado
Enfeites de velludo cora froco pretos e
de cores paro caneca desenhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo seda la
e seda, cambraas e seda lapada e
transparenre, covedo
Luvas Je seda bordadas e lisas para
senhoras, homens e meninos
Lencos de seda rxos para senbora a
2J000 e
Mantas para grvalas e grvalas de
seda de todas as qualidades
Chapeo francs forma modrrna
Lencos de gurgurao prelos
Iicas capelias brancas para noivados
Saias balo para senhora e meninas
Tafeta rxo o covado
ieflta
ELECTRO-MAGNETITAS EPISFTICAS
De Kieardo
Para serem applicadas s partes affectadas
sem resguardo nem incomniodo.
AS CHAPAS MEDICINAOS sao muito eonhecdas no Rio de Janeiro -e era lodas as provincias
uuw imperio ha raais de 2 anuos, e sao afamadas, pelas boas curas que se tem oblido as enfer-
maras abaixo escripias, o que-se prova com innmeros allestados que existem de pessoas capa-
zes e de dtsi-incc^des.
Cora estas CiuPAS-ELi!CTno-MAGNETicA-EPisp.tSTic*s obtem-se uroa cura radical e infallivel
o-ia todos os casos de inflammacao [cansaco ou falla de respiraro), sejsm internas -ou externas,
cerno do ligado, bofes, estomago, bae,o, rins, ulero, peito, palpilaco de coraciio, garganta, olhos,
erisipelas, rheumatismo, paralysia e todas os affec^oes, -nervosas, etc., ele. Igualmente para as
dillercntes especies de tumores, como lobinhos, escrfulas etc.. soja qual r o seu tamanho epro-
fundeza, por meio da suppuraco sero radicalmente extirpados, sendo o seu uso acou3elhado por
habis e dislinclns facultativos.
As encomraendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo lodo o cuidado de
fazer M neoessarias explicaeees, se as chapas sao para hornera, senh molestia em que parte do corpo existe, sena cabeca, p do corpo, declarando a circumferencia : e 9endo incha^oes, feridasou ulceras, o mol Je do seu ta-
manh eiu.urripedacode papel e a declaracao onde existen), aiim de que os chapas possam ser
bem applicadas o seu, lugar.
Pode-se mandar Mf de qtalquer,pouto do imperio-d-o Brasil*
As chapas sero acompanhadas dasVo.mpetentescxplicae.oesc tamben de todos os accesso-
rios para.a lollocaco dcllas. "\.
Consultas todas as pessoas que a dignarem honrrvcom a sua confianoa, em s escriptorio,
que se a cha:-i aberto lotos os dias, sem excep^ao, das 9 horas da manhaa as '2 da ta
1(9 Rua do Parto ||J)
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CONSULTORIO _
JH Especial homeopathico, roa de Sanio Amaro S|
(Mundo Novo) n. 6.
m
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O Dr. Sabino O. L. PinJio, de volla de sua viagem a Europa, d consullas todos 's&k
<*s das uteis desde as 10 horas at meio dia. Visita aos doentes em seus domicilios de
meio dia em dianto. e em e*6o de necessidade a qualquer hora. A senhoras de parlo e
06doentos de molestia aguda, que Tino liverem anda laclado remedio algum ailopa-
thico ou homeopathico, serao altendidos de preferencia..
m
"3- ~
^
J. Falque tendo de fazer urna
viagem ao Pa-a' no vapor Oyapock,
deixa por seus procuradores durante a
sua ausencia em primeiro lugar sua
mulher V,1 Falque gerente de sua casa,
em segundo lugar os Srs. Flix Souvage
& C. e era terceiro o Sr. Antonio M.
G. da Silva.
Aluga-se urna excellenle e fresca sala, com
urna boa alcova, 3quartose cozinhs, tudo do la-
do do caes, o na ra do Imperador n. 75, pri-
meiro andar.
Quem precisar de um homem de meia ida-
de, nascido em Portugal, para caiiciro, cat mes-
mo se sujeila para criado de alguma casa parti-
cular, para compras, recados e cobranzas, queda
fiador a sua conducta: dirija-se ao beceo da
Doraba, no pateo do Carmo n. 5.
Joo Lowis, subdito britannico, retira-se
para a Europa.
Na ra Nova n. 7, deseja-se fallar com os
Srs. Jos dos Santos Moreira e Francisco de Oli-
veira Jnior.
Irmandade das almas do Re-
cife.
A mesa regedora da irmandade das almas,
erecta na matriz do Corpo Sanio, convida a seus
irmaosaeomparecerem no consistorio da irman-
dade as 10 horas da manhaa do dia 1. de no-
vembro, afim de eleger-so a nova mesa que tem
de reger a irmandade no seguinle anno de 1861.
Manoel Moreira Campos,
Escrivao
Ernesto de Meti Albuquerque S declara
ao respeitavel publico, que mandando tirar sua
certido de idade, vio que se chamava Emestino,
pelo que faz a presente declaracao ; o aprnveita
a orcasio para participar ao nesmo respeitavel
publico, que de hoje em liiante se assignar Er-
neslino Cavalranli de Albuquerque, como vero
a ceriidiio transcripta no Diario do Recie.
Quem tiver urna escrava que seja desem-
barazada, para o servico domeslico de urna casa,
dirija-se a ra das Aguas-Verdes n. 5.
O solicitador Manoel I.uiz da Veiga mudou- i -----------------------
se para e ra da Gloria n.94, onde pode ser pro- Chitas franceza a 260, 280, 300, e
curado das 6 horas s 9 da manhaa, todos os dias. Cassas francezas, a vara
ASSOCIAQAO
Soccorros Mutuos
E
Lenta Emancipadlo dos Captivos.
De ordem do Sr. presidente sao pelo presente
convidados todos os senhores socios effeclivos
para que se dignem de comparecer domingo 4 de
novembro, as 10 horas da manhaa, afim de func-
cionar a assembla geral, devendo er lugar a
eleico to novo conseluo, sendo que heja nume-
ro de secios quites com a sociedade, para sahi-
rem eleitos, na forma do arl. 37 dos estatutos.
Secrelaiia das Associaco de Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipaco dos Captivos 30 de outubro
de 1860.
Albino de Jess Baadeira,
1." sccielario
Troca-se por tenas e lijlos de ladrilho
hombreirns com as com ptenles vergas e solei-
ras para 2 portas ; a Tallar na fabrica Sebastopool
nolargodusCoelhos.com Antonio Carnciro da
Cunlia.
Vendo um annuncio no Diario de hontem
era que dizdesejar-sc fallar ao Sr. Jos dos San-
ios Moreira, na ra Nova n. 7, declara pelo pre-
sente e a quem cenvior, nue o dile annuncio nao
so enlende com o abaixo assignadft, estabelecido
com taberna na ra .do LaWeifeiro n. 60, e sim
ccii oniro de igual nome.
Jos dos Santos Moreira.
Na ra das Aguas-Verdes n. 23, d-se bo-
los de vendagem a 80 rs. a pataco, armam-se
bandejas com todo gost e perfeicao, fazem-se
pasleis de nata o pudins, e toda a qualidade de
sequilho por menos preco do que en outra parte
Roga-se pessoa quo achou em casa do Sr.
Mala Porcosou pelas suas fronleir-js, um
lenco com duas papeletas, um alleslado e urna
caria, tudo portugus, queira 1er a bondade de
as entregar na taberna do !>r. Luiz de Pinho Ta-
vaies, na ra do Codorniz n: 4, que ser bem
gratificado.
Precisa-se arrendar um engenhe que lenha
boas trras, e se for d'agua ser melfcor: quem
quizor arrendar, annuncie para se tratar.
Na ra da Cadeia do Recie,. toja n. 41,
existe urna caria para ser entregue pessoalmenlc
ao Sr. Joaquim Machado Vieira de Arago.
Manoel Joaquim Alvares de Oliveira vai ao
Rio de.faneiro.
Precisa-se de um sitio na Capuoga ou So-
ledade, ou suas proximidades, que lenta estri-
bara para 1 ou 2 cavallos; a Iratar na ra da
Cruz n. 54.
1OT i^lRTOMTO
DE
N\ 1u09Al JVKM\ZE,M
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
40 RA DO QUEMADO 40
Defronte do beceo da Congregado letreiro verde.
19000
lOTE
DA
23*500
8J500
2000
5500
9820
?t00
Selim preto azul e encarnado proprio
para forros com i palmos de largnra
o covado
Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de miron bordados, lisos ees-
lampados de todas as qualidades
Seda lisa pretac decores propria para
forros com i palmos de largura, o
covado
Ricos cortes de seda pretos e de coros
com 2 saias e debabados
Ditos de gaze e de seda phanlasia
Chalss de toquin muito finos
Grosdenaple preto e de cores de lodas
as qualidades
Seda lavrada preta e branca
Capas de fil e visitas de seda pela
com kcco
PROVINCIA.
O Sr. thesourciro das loteras manda declarar
que se acham exposlos a venda os bilhetes Ja
segunda parto da quinta loleria da irmandade
do Nossa Senhora do Guadalupe da cidade de
Olinda, cujas rodas devero andar imprelerivel-
racnte no da 10 de novembro prximo futuro de
conformidade cora o plano abaixo transcripto.
Thesouraria das loterias30de outubro de 1860.
0 escrivao, /. M. da Cruz.
PLANO.
2400 bilhetes a 5J0OO.......12:0005000
20 por cento.........2:4105000
1 Premio de .
1 Dito de .
1 Hito do .
3 Ditos de 200g
5 Ditos de 100$
7 Dilos de 50g
8 Ditos de 20g
24 Dilos de
2350 Ditos de
IOS
1$
4:0005000
900j0d0
50000O
6 0*000
5008000
3503000
1601000
240JJ000
2:3505.000
9:CCOS00O
1^600
2*000
19500
2400 Bilhetes.
9.eootooo
Thesouraria das lolerias23 de outubro del8G0.
O Ibesooreiro, Manuel Cimillo Pires Palro.
Approvo. Palacio do governo de Pernambu-
co 29 de outubro de l860.=Leitao da Cunha.
Conforme.Antonio Luto de Pinho.
Jlcnrique Jos Aires Ferrtira e Cldino An-
tonio Alves l'erreira pailicipam pelo prsenlo a.,
commertio, que desde odia 30 de (-timbro pr-
ximo passado doixou de fazer parte da soriejade
que gyrava nesti praca sobre a razao de Ferreira
Irinaos & C, estabelecidos com arrr.azem deas-
sucar, o socio Jos Francisco do Re^.< llcdr-irose
Mello, por ler lindado o prazo da duraban da mes-
ma, ficanJo esto livre e desembarrQado da liqui-
dando da exlincla firma, que licaraos encarrega-
dos, sujeitos despezas e pnjuizos que liajani.
C ompras.
Compra-s
a PRESSE, jornal irancez que st
r
blica em Paris, dos dias 8 e 9 de af'""
OJIO
inde-
de
Pkarrnacia especial homeepathica.
Os roedicaraeoloshomeopaihicos que se vendem nesta pharmacia sao preparados
por Gieio ce urna machina que o Dr. Sabino inventou e fee construir em Paris, e a
que deu o aome de AGITADOR OYNAMICO.
Estes medicamentos sao os nicos que desenvolvem pr-epriedades uniformes, f^'
capazes de curaras molestias com a nioior certeza posive. ,*'-''
Alem disso. desojando tirar de sua viagem a Europa lodfvs as vaniagens para o -
progresso da homeopalhia no Brasil, o Dr. Sabino nao poupou esforcos para obier as
substancias medicamentosas dos proprios lugares, onde ellas ns-turalmente nascem ; e
para isso entendeu-se com um dos mclhores herboristas d'Allemajiha, para Ihe man-
dar vir as plantas frescas alim de preparar elle mesmo ae tjnclufas. assici que o ,
conilo foi mandado vir doe Alpes, a rnica das monUnhas da Suissa, a belladona, gf-^, i despachos se podem procurar no escriptorio dos
bryonia, chamomilla, pulsatila, rhus, hyosciamus. foram eolhidos na Allemanha, na m ": Srs- Hostron, Booker (i C, ra do Trapiche nu-
P'Mnga e na Blgica, o veralrum no Monto Jura etc., etc. r*& niero 48.
Desta sorle provida a pharmacia do Dr. Sabino das substancias qe servirao para
as experiencias puras de Hahnemann, descriptas as palhogenesias, charo o medico
e os amigos da homeopalhia os meios seguros e verdadeiros de curam as enfer-
ti d^des.
Os precos sao os segnintes :
Botica de 24 tubos grandes................. 12a 16$0G0
Dita de 36 .................. 18S a 22g000
Dita de 48 .................. 23a29000
Dita do 60 .................. 305 a 35J00O
N. B. Existem carleiras ricas de velludo, para maior preco.
Cadi vidro anulso de lindura...................." 2*000 CJMg
Cada lubo avulso.................................. 1*000 (j*
Caixas com medicamentos em glbulos e linclurasde diversas dynamisar.cs mais fjg&
.usadas J : ?;?
De 21 ditos de dito e 48 lubos grandes............ 48^000
O 36 dilos de dilo e 56 tubos grandes.......... 64J0O0
De36 ditos de dito e 68 tubos grandes.......... 70s000
De 48 dilos de dilo e 88 tubds grandes............ 92J000
De 60 ditos de dito e 110 tubos grandes.......... llfOOO fSSfk
Estas caixas sao uieis aos mdicos, aos Srs. de engenho, fazendeiros, chotes de igjg*
familia, capites denario e em geral a todos que se quizerem dedicar a pratica da ho- )$s;-
meopalhia. .i
Desrachosthelegaaphicos por
via de Lisboa.
Ricardo Knorles, negociante da praca de Lis-
boa, previne aos seus correspondentes e mata
senhorea de Pernarabuco que liverem de mandar
despiches lliclegraphicos por sua inlcrvenc.no,
. que neceisarin para assegurar prompla Irans-
i ^5 missuo diruj los nos subsbriptos proprios. Esses
@#. : subscriptos coro as inslrucces e modelos; para os
Olinda.
Os senhores que eslSo devendo na taberna que
foi de Joao Simoes Pmenla. sita no Varadouro
de Olinda, lenham a bondade de viren pagar na
mesma, ouno Rerife, rua do Codorniz n. 10, islo
at o dia 15 de novembro. Oulro sim lambem se
fai scienle a alguns dos irmios da veneravel or-
dem lerceira que eslao devendo suas entradas e
profissao, e raesmo jotas e csmolas promettidas
para a fesla de S. Roque, c se assim o nao lize-
rem tero de ver os sensnomes por extenso [sem
reserva] nesle Diario.
mkm
(Ja
/
do corrente anno : na praca
pendencia, livraria n. 6 e 8.
Comprase um guindaste em seni
oslando em bom estado ; no caes c/e^nda niao.
mero 6. yfo Ramos nu-
Comprase una esdeiri^-
sahir na rua, que esleja era b/iha de brago para
larga do Rosario n. 34. yrom estado ; na rua
Compra-se ou alugaf
lhida. de bons costumes.^se urna escrava reco-
goramar, para urna casa c,e que saina coser e en-
da Imperatriz n. 9, pnmtJ0 trata bem : na rua
precisa. iro andar, se dir quera

P
iLices de piano
1 e canto.
Os proprietaros deste estabele-
cimento convidara ao respeitavel publico, principalmente aoe amigos Jo bom e barato, que se
acham era seu arumem de molhados de novamente sonido de gneros, os raelhores que tem
viudo a este mercada, por serem escolhidos por um dos socios na capital de Lisboa e por serem
a maior parte delles vindos por conta dos praprietarios.
CYnxio\ate
dos raelhores aflores de Europa a 900 rs. a libra em porco a 850 rs.
MarmeYada imperial
aiammnl0r^b!f"' e,de- ,UlrS m* fabricanles ^ Lisboa em latas de 1 a 2 libras a 800
rs., em porcao de se fara algum abatimento.
Ma^a de tomate
em latas de 1 libia por 900 rs., em por?5o veude-se a 8S0 rs.
l^atas com ervi\\\as
vende-se unicamenle no armazcm progresso a 640 rs. cada huma.
Conservas francezas e inglezas
as mais novas que ha no mercado a 700 rs. o frasco.
L,atas de nolachinna de soda
com diferentes qualidades a l600a lata
A.meixas l'vaucczas
is mais novas que tem vindo a este mercado em compoleiras, contando 3 libras por 33N)00 rs
eemiatasdel 1|2 libra por 1500 reis F
Yerdadeiros figos de comadre
em caixa com 16 libras por 3$000 rs. a retalho a 240 ieis a libra.
Cachinas com 8 libras de passas
a 35OOO rs. em poreao se far algum abalimento, vende-se tambera a retalho a libra a 500 rs.
Manteiga ingleza
1000 rs. a
Fazen*as finas e grossas
\ DE
Guimaraes Villar
RA DO CRESPN 17.
Grande sorlimento de fazendas proprias cara
homens e meninos
Sobrecasacas do panno fino, paletols de panno
fino a 20 e 22-?, pal os de brins a 5- o O
calcas de casera iras prelas, dilas de cores rol-
letes de diversas qoalldales pretos o decores,
msela
corles
de seda,
do -case-
casemiras pira palelols com
corles do casemira do cor a 5j>,
mira preta selim a 7$.
Camisas de linho inglezas. raeias. seroulas do
unho lencos, chapeos de castor branco e prlo
-tosdemassa pretos.
Calcado de Meli sendo de pelica, de bezerro
e cordavao.
Lencos de seda a l.
Ouardanapos de linho a ig a duzia.
Encyclopdica
DE
Fazendas finas e grossas
perfeilamenle flor a mais nova que ha no mercado a
gum abalimento.
libra, em barril se far al-
Vendem-se tambem machinas elctricas porlateis para Iralamento das molestias
nervozas. Estas machinas sao is mais modernas e as mais usadas actualmente em
toda a Europa, tanto pela commodidade de poderem ser trazidas Da algibeira, como
porque trabalham com preparaces que nao sao nocivas.
Cada urna......................................... MOOO
0 E.\TRE-ACTO,
Jornal Luterano Ilustrado.
Acha-se publicando no Rio de Janeiro um jornal, sb a direejao de jovens mporlanles
no munJo das lettras, que se oceupa especialmente de criticas e revistas mensaes acerca do
movimento tliealral do Brasil e Europa.
Junto cada numero vera serapre um Ggurino, ma caricatura, urna msica ou um re-
trato, representando parsonagens importantes dos ihealros, e das operas, dramas, comedias etc.,
que sbem scena no Rio de Janeiro, lujo indito, e do melhor gosto possivel.
O figurinos, mandados vir de Paris, s podero ser destribuidos no principio de Janeiro
prximo vindouro.
Publica-se tres vezas por mez, em formato in folio, cora oito paginas cada numero,
precos seguales:
Um trimestre......GOOO
Um semestre. ...... 10-000
Um anno. ....... 20*000
Aiiigna-se na livraria da praca da Independencia ni. 6 e 8.
Mademoselle de la Charie, discipula m
premeads doconservaiorio de msica de &
9 Paris, conliuua a ensinar a tocar piano e Z
^! cantar, conforme o gosto moderno e pode S
@ ser procurado om casa da rua residencia
rua Nova n. 23, regundo andar, por cima S
da loja de chapeos de sol esquina da rua .w
%t> da Gamboa do Carmo. g
Precisa-so de urna senhora de idade para
fazer companhia e tratar de urna senhora que se
acha doente : no paleo do Cormo n. l.fabrica de
charulos,
aos
para coznhar em
na rua do Cabu-
Precisa-sede urna ama
urna casa de pequea familia
g, loja n. U.
Aluga-se'uma casa terrea nova e pintada
de novo, com bons commodos para familia, e
em boa rua no bairro da Boa-Vista ; a Iratar na
rna do Queimado n. 43, loja do l.avra.
Precsa-se alugar um preto carregador, de
conduela afian5ada ; na rua do Imperador n. 55,
segundo andar.
Perdeu-se na sexla-fera a noite um lenco
de labynnlho cheio, guarnecido com bico da
Ierra, e com as letras M. A. S.. desde o pateo do
Carmo al a rua de Hortas; quem achoii, que-
rendo restituir, levo rua das Cruzes o. 30, pri-
meiro andar, que ser bem recompensado.
A!uga-se urna casa era Beberibe a Iralar
com J, I. de Medciros Reg, na rua do Trapiche
n. 34.
Cha perola
o melhor que ha nesle genero a 29500 rs. a libra dito hyson a 2J000 rs.
Palitos de dentes lidiados
a 200 rs. cem 20 macinhos.
peixe sarel em posta
o melhor peixe que exzisle em Portugal era latas grandes por 1*500 rs. cada urna e de
outras multas qualidades que se vendem pelo raesmo preco
Manteiga franceza
a 560 rs. a libra em barril se far abalimento.
Toucinuo de Lisboa
o mais novo que ha no mercado a 320 reis a libra.
Macas para sopa
era caxinhas de 8 libras cora deferentes qualidades por 4J000 rs. 4i +&
Tambera venoNm-seosseguintes gneros, tudo recentemenle chegado e de superiores qua-
lidades, presuntos a 48* rs. a libra, cbourica rauita nova, marmelada do mais afamado fabricante
de Lisboa, maca de tomate, pera secca, passas, fructas em calda, amendoas, nozes, frascos com
amendoas cobertas, confeites, pastilhas devanas qualidades, vinagre branco Bordeaux, proorio
para conservas charulos dos raelhores fabricantes de San Flix, raacas de todas as qualidade
goraraa muito Ana yvilhas francezas, champagne das raais acreditadas marcas. cervZde it '
spermacete barato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azeile doce pur ficado zei-
tonas muito novas, banha de porco refinada a outros rauos gneros que anconi tende'nesa
raolhados, por isso prometiera os proletarios venderera por muito menos do queoutro qualauer
prometiera raa.s tambera servirera aquellas pessoas que raandarera por outras pouco p^EZo
sevessem penalmente; rogara tambera a todos os senhores de engenho "senhora adoles
Guimares Villar
RUA DO CRESPO N\ 17.
Receberam de Pars o mais lindo e variad-,
sortiraento de cortes de vestidos de seda de co-
res e pretos bordados a velludo de duas eaias
chapelinas de seda e de palha do Italia ricamen-
te enlutados, corles de rambraia branco borda-
dos de 2 saias, manteletes e capas de gros bor-
dadas com vidnlhoe com bicos largos, saias bor-
dadas lia loes para senhora, cambraias do cores
organdys, chitas francezas, manteletes de fi''
seda de quadrinhos, gollinhas prelas de fil ;i
0?, ditas brancas rom manguitos a 5jf.
Cortes de vestidos de phanlasia a 15#O0O ca-
oa um.
Sabidas do bale ulti.no goslo de Par
Vestuarios para meniuos de lodas as'quati-
Vende-se por preros bavalissimos afim des.
razer muito negocio e manda-se as fazendas pa-
ra as senhoras escolherem.
Curada Gono.rhea.
,*^*H*fcJg < Oyapock una porcao do frascos
da preemsa^accao Broo. que se coniina a vtn-
aer a 5Jj : na praca da Independencia d. 22.
Rua do Queimado u. 1.
Tem para vender cassas francezas de cores a
bO rs. o covado, cortes de cassa de barra defei-
liMsosa1|cadaum, lade quadros a 400 r o
mo'ds0'**Ulr" mUaS fazenda8 Pr Preoscom-
: Vende-se urna cabra criadeira com doin
caDrilinhos, muito mansa e boa leiteira ; no pa-
leo da greja do Pilar n. 12.
Vende-se um cabriolet em bom estado e
arreiado4 por precio milito comraodo : na encruzi-
inada de Bellem, taberna do Andr.
~ veode-se urna casa terrea na rua do Pilar
S; h ?M P,ropr,os- com ra grandesolao, ten-
doemba.xo J quarios. cozi-ha fra, qin"J o
cimba, e no solio uma grande sala, 2 ouart
o coz.nha, ou perraula-se por outra de 5
valor em qualquer rua que convenha ao annun-
n VnSrPnrete,nder' d^'-so rnesma rua
n. i4d, primeiro andar.
bZ Vend.M* 9 bem conhecido hiale nacional
denominado N. S da Paz, o qual es. no caes do
^iilegio : quem o pretender, dirija-se a Iravessa
ao arsenal de guerra, armazem de carne secca
n. 5, de Francisco Campello Pires Ferreira.
Vende-se por necessidade uma raulati-
nha propria para ama de meninos ou para en-
carregar-se da aJniinisiracao de uma casa por
ser muito fiel ecuidadosa, engomma com wda a
perfeicao, cosinha e coze, roupa de senhora :
quem a pretender annuncie por este Diario
que ser procurado.
/
MUTILADO


/
()
DI1RIO DE PERRA1IBUCO. SEXTA EIIU i DE WVEMN0 D* 1860.
FABRICA
DE
gaucoumnia e mmtm se mmm.
Sita na ra Imperial n.USellO junto a fabrica de sabao.
DE
Sebastio J. da Silva dirigida porFrancjsco Belmiro da Costa.
Nesle eslabelecimenlo ha sempre promptos alambiques de cobre de diferenies dimen-
coas de 300 a 3:0008) simples e dobrados, para disiilar agurdente, aparelhos destilatorios
continuos para resillar e destilar espiritos com graduado at 40 graos (pela graduarlo de Sellen
Ca lier, dos melhores sjslemas hoje approvados e conhecidos nesla e outras provincias do imperio,
bimbas da Jolas as dimenges, aspirantes e de repucho, tanto de cobre como de bronze e ferro'
torneiras de bronze de todas as dimences e feilios para alambiques, tanques etc., parafusos d
bronze e ferro para rodas d'agua, pirlas para fornalhas e crivos da ferro, tubos de cobre e
ychumbo Ja todas $.dimences para encaniraintos camas de ferro com arraacao e scm ella,
\i,;js da ferro potaveis e econmicos, lachas e tachos de cobre, fundos de alambique, passa-
diiras, espumaderas, coccos para engenho, folha de llandas, chumbo em lencol e barra, zinco
lencol e barra, lences e arroellas de cobre, lances de ferro a latao, ferro suecia'ingle?
em
da todas as dimancoes, safras, tornos e folies para ferreiros etc., a outros muitos artigos por
minos preco do que era outra qualquer parle, desempenhando-se toda e qualquer encoramen-
da com prestttM e perfeicao J3 conhecila a para ciirmodidade dos freguezes que se digoarem
han-arena-nos com a sua confianza, acho na ra JNova n. 37, loja de ferragens, pessoa hab-
lila Ja para lomar nota das encommendas.
Seus proprielarios offerecem aseus numerosos freguozes e ao pubbico em geral, toda equalquer
ob' m3iuifaturada em seu reconhecido estabelicimenlo a saber: machinas de vapor de todos os ta-
manhos, rodas d'agua para engenhos, lodas de ferro ou para cubas de madeira, moendas e meias
moendas, tachas de ferro balido e fundido de tolos os tamaitos, guindastes, guinchos chombas,
rolas, roJles aguilhjs o boceas para fornalha, machinas para amassar mandioca e para descarocar
algodo. pren.jas para man lioca a oleo de ricini, porloes gradara, columnas e moinhos de vento
\ arados, cultivadores, pontea, cadeiras e tanques, boias, alvorengas, botes e todas as obras de ma-
Ijhinlsmo. E laPifin fjre-u a presentados. Recjbem-se encommendas neste 28 ^ o na na do Collegio hoje do Imperador n.65 moradia docaxeiro do estabelecimenlo Jos
Joaqun Ja Costa Pereira, com quera os pretndanles se podem entender para qualquer obra.
LOJA DO VAPOR-
Grande e variado sorlimento de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas finas e perfumarias,
ludo por menos do que em outras partes: na lo-
a do vapor na ra Nova n. 7.
Tachas para engento
Fundico de ferro e bronze
Pianos
em
11,
Di
GRANDE SORTIMENTO
DE
Ha
e armazem
DE
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Cheguem ao barato
O Preguijaest queimando, em sua loja na
ruado Queiraado n. 2.
Pegas de bretanha da rolo com 10 varas a
2?>, casemira escura infestada propria paracal-
?a, collete e palitots a 960 rs. o covado, carabraia
organdy Je rauilo bom gosto a 480 rs. a vara,
dita liza transparente muito fina a 35>, 4$, 53?,
a 65 a pega, dita lapada, com 10 varas a 55 a
65 a peca, chitas largas da mo lernas a escolhidos
adroes a 240, 260 e 280 rs. o covado, riqu-
simos chales do merino estampado a ?J> e 85,
ditos bordados com duas palmas, fazenda muilo
delicada a 95 cadi um, ditos com umas pal-j
ma, muito finos a 85500, ditos tizos com fran-
ja* de seda a 5, lencos de cassa com barra a
100, 120 e 160 cida.um, maias muito finas pi-
ra senbora a i5 a duzia, ditas de boa qualidade
a 35 o 3J500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenhos, para coberla a 280 rs. o covado, chi-'
tas escuras inglezas a 5900 a poSa, e a 160 rs. \ o covado, bnm branco de puro linho a 1,* braUco a 4#, 4$500 e 5$, colletes de ca-
Saunders Brothers & c. tem para vender
eu armazem, na praca do Corpo Santo n
!&Sf%if" ulli.mo 8sto.recentimente'
SHS*!*.*^ conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons do Londres a
muito Dronnospara este clima.
SS303 eiesgfisegig!
Vinho genuino.
Anda ha urna pequea quantidade de ancore-
las deste vinho sem confeic.o, e proprlo de doen-
tea : na ra do Vigario n. 19, primeiro andar-
(apellas
para tmulos e catacumbas tanto de
aljfar e imortaile com inscripcoes : na
ra do Imperatriz n. 7, loja do Le-
conte.
4o--"RuaDireila45
ESC0LH1D0 SORTIMENTO
jFazendaseobrasfeias,
Ges&BastoJ
1 Ka ra do Queimad) n.
46, frente araarella.
Sorlimento complelo dn sobrecasaca de
panno prelo e de cor a 25. 28. 30 e
lo, casacas a 28. 30 o 35. palilols dos
mesmos pannos 20. 22 e 253, ditos de
casemira de cor a 16j e 18, ditos sac-
eos das mesmas caseroiras modelo inglez
casemira Qna a 10, 12/11 e 15J, dilos
saceos de alpaca prelo a 4g, ditos sobro
fino de alpaca a 7, 8 e 9, dilos de me-
rino selim a 10. dilos de merino cordao
a lOge 12, ditos de sarja prela trancada
saceos a 6$. ditos sobrocasacos da mes- !
ditos do gaz
a 2,**00.
Ferreira & Martny nicos deposita-
nos 35 palitos do ga;z, fazein p iblico
que ten lo recebido i/nstrucQes do fa-
bricante estabeleceraa de hojeem cuan-
ta o pretjo de 2$ por gVoza. Achando-
se o deposito supprido^e espaiando-se
remasas por todo? os navios e desejan-
ili o fabricante elevar o consumo a al-
tura que Ihe compete resoMveu azer es-
ta rao I I_mq5o e a manera que o con-
sumo for augmentando, iqa' declinan-
do o preco, portanto sao c\j>nv dados os
comp : iores a vireui a traressa da Ma-
'!'?:'.' Doi atmaiioiujns. 9 Je 10.
9 : N ; I -^St &@ j^-g.-igig)
(*. R.ceb-ii-se e conlinua a reafeber-se por @
Oij lodos os vapores arligos do/modas pira g
ni mis, iocluindo calgadoyflL' Melis na
Loja de mar more.
Para principia ule,
Vendc-se a loja de tunileiro da ruaeslreita do
rio n. 10, com poui-os fundos, ou s a ar-
rr.v. i, e 0 motivo se dir ao comprador ; a Ira-
lar na ii isma, ou no pateo do Trro n. l\
5: -J3 iS>.S.?33S
Gurgel & Pordigo.
je [i beram pela barca Bernia, chega-
> 11 ullim imenie do Havre as seguinics fa- !
<<. ''<' de soa pedido, ra da Cadea do &,
Jt n. 23: }%
Sup ires cortes de vestidos br.inco de tJ
seda ditos de ulond rom manta, ca- S
pella, florea solas e saia de setim. S
Superiores e modernos chapeos de palha a
eiifi-itados para senhora. ?
Superiores cortas de vestidos de phantasia '%
C'j'ii 5 babidinhos c do duas sai.ts. J|
Superiores taimas de seda froxa felo de
crotfl brincos e do cores, pelonezis etc.
Superjor cessa de cor do apurado
orgn lys. obras de san talo,
estratos etc.
Para marinha o verdadeiro panno azul es-
curo o,ue s vera a esta orara por en-
commenda.
Uhapoosde castor prelose brancos forma
ni ideroa.
Vende-se um terreno com 105 palmos de
frente e 3J0 de fundo, ludo aterrado o com 50
palmos de caes ji feitos, muito proprio para nelle
se eslabelecer refinagos, padarias ou fabrica de
qualquer natureza, a ra do Brum, bairro do
Benife. junto a fabrica di funlicSo de ferro, lugar
designado para laes estabelecimentos, cujo ter-
reno se vende por junto ou em lotes de 30 pal-
mos cada um : na ra de Apollo, armazem nu-
mero 38.
Aos senhores armadores e
proprietarios de carros
fnebres.
Vende-se verbulina prela superior a 100 rs.
o covado : na ra do Crespo n. 25.
Atlencao.
Miudezas porjoetftdref
su valor.
O arrematante da loja de miudezas da Iravessa
do Livramenlo n. 2, lendo de entregar a chave
da loja, vende sem limites todas as nuudczas
existentes, entre etlas um grande sorlimento de
trancas e franjas de sed i, lila de velludo o ver-
bniina. liuhas de cirrinh >s de cores a 20 rs. o
rarrinho, carices de c debeles a 40 rs., dedaes a
10 rs.. ditos de metal prateados a 40 rs.. botes
de a;o finos para calca a 20 rs. a duzia. dilos de
louen bran os e pinta loa n 20 r3. a duzia, bicos
dsela perf-ilos a 200, 20e320 rs. avara
phosphoros bons a 20 rs. a ciixinha, Irancinlias
do linlia lisas decores a 10 rs. a peca, dilas de
ciracol a 60 rs., estampas de cantos a 100 r?.
cada urna, meias para liomem a 80 rs. o par, di-
las pintadas finas muito encornadas a 2S0 'lin-
dsimas trancas de seda a 80. 100, 120, 180*. 200
20 e 32) a vara, franja muito rnud-rna de sed;
15200 e 19600 a vara, dito proto muito encor-
padoa tJSOO a vara, brilhanlina azula 400, rs.
o covado, alpacas de lifferentes cores a 360 rs. o
covado, cesemras pretas finas a 2#500, 3# e
38500 o covado, carabria prela e desalpicos a
500 rs. a vara, e oulras nu'uas fazendas que se
far patente ao comprador, e de todas se daro
amostras com penhr.
Para acabar.
Pecas de carabraM de flores a 3*200. muito
bonita, ditas de salpico muito fina a 3>800 ; na
loja da ra do Passeio Publico n. 11.
Cambraia organ-
dys a 360 o covado.
Vendo-se na ra do Crespo, loja n. 8. de qna-
tro portas, cembraia franceza organdys a 360 o
covado, para acabar urna factura / assim como
boas chitas francezas a 240 e 300 rs, fazenda de
lindos cadrdes e cores fixas : do- se maostra.
\ pechincba, antes que se
acabe.
Na loja__d_j_ Pretiljc,a---n ra do Queimado o.
nrraal baloes a bertas, do ultimo gosto, pe-
lo diminuto prego do 58.
MJ ; -;-:i "
semira de cor e prelo a 58 e 6$, ditos de ?
merino prelo para luto a 4 e 58, ditos M
de velludo preto de cor a 98 e 108, dilos *f>
de gorguro de seda a58 e 68, ditos de J
brira branco e de cor a 2*500 e 38, cairas de casemira de cor e prelo a 7g. 8g. *98 M
e 109, ditas para menino a 6j e 78, ditas <
de merino de cordo para nomcra a 5J o 3g
Ca, ditas de brira branco a 5 e 68, ditas l
dild de cor a 3>, 3^500, 4J e 5.* e de M
todas estas obras temos um grande sor- j
lmenlo para menino de lodos os lama- w
nhos; camisas inglezas a 368 a duzia. Na *S
mesma loja ha palelots de panno preto ff
para menino a \4, 15J o 16. ditos de a>
casemira para os mesmos pelo mesmo a|
preco, ditos do alpaca sacco3 a 3j e 5g
33o00, ditos sobrecasacos a 5 e 6| para %
osmesmos, caigas de bnm a 24500, 3j c jft
3*500, palelots saceos de casemira de cor II
M a 6* e 78, toalhas de linho a 800 e If ca- 3j
* da urna. ?R
|s No mesmo estabelecimenlo manda-se 3
X apromptar todas as cualidades de obras 9
ai ledenles a roupas feitas.em poneos dias, M
'tp que para esse fim temos numero suf- ^
H ficiente de peritos officiaes de alfaiates M
rgidos por um hbil meslre de seme- S
f| Ihante arle, flcando os donos do eslabe- M
3> lecimeoto responsaveis pelas mesmas <
g obras at a sua entrega. JH
Sebo e graixa.
Se'j coado'c gr*tsa_em bexgas: no armazem
<* Tasso Irmos, no ca"eT3~pollc, _
a
a sacca.
i

Rosto,
pulceiras,
9
m

Guiaares Villlar
Hua do Crespo n 17.
Vendem-se, para liquidar, cassas de cores e or-
gandizes a 360 ris o covado.
Lencos de seda a 450 rs. cada um.
Lencos do seda a I.3OOO cada um
Chitas irancezas escuras; bonitos padroes a
28) rs. o ovado.
U >Mn!,hs e manguitos, a 5*000, muito boa fa-
zenda:
Ci-sis francezas milito finas a 660 rs. ,1 vara.
\ siidos de phaulasia de 258 e 308 rs. por 158
cada um.
Gollinhas e manguitos pretos a 58 rs. cada um.
Roupas da brim para crianzas a 38500 rs.
Jaiucos e calcas para eriancaa a 88 rs.
Vestuarios do seda para eriancaa a 38 rs. para
amvm5 os sexos.
Bicas cinpelinas de seda e de palha de Italia
do mellioi' gosto possivel.
Cortes de seda prel3. bordados e avelludados
de duas saias do mclhor possivel.
Cortes de cambraia branca bordada de duas
saias a 20; e 358 rs. rada um.
Superiores manteletes com dous bicos largos
e o aros coiapridos, de ultima moda de Paris.
Saias bordadas as melhores que leera vindo,
de quatro pannos.
Ruujies de chita e de cambraia bordados a
88 e 308 rs.
Camisas para senhora ricamente bordadas.
Espartilhos muilo superiores a 78 e 108 rs.
Vinagre branco,
superior.
Vcnde-sa vinagre branco superior em barrisde
auinlo, por preco commodo ; na ra da Cadeia
do Recite n. 12, escriplorio de Bailar & Oli-
veira.
Pechincha.
Ra do Crespo n. 8, loja de
qiiaro portas.
Chitas francezas matisadas muito Anas com pe-
queo toque de avaria a 200 e 210 rs. o covado,
m'issulina azul perfeilamenle limpa, a 200 rs. o
covado.
a 120,100. 2)0, 240, 320, 400 e 500 rs. a vara, e i
todas as raais miudezas em pro;iorco ; chegue'm '
cora os cobres, que o freguez nao 'saho sen
zenda.
pechincha.
Na lojfao Preguina, na roa do Queimado n. 2
tem cobertores de algodao de cores bstanle
grandes, proprios para escravos, pelo baratissi-
mo preco delg.
GMXDE SORTIBNTfl
DE
Fazendas e roupa feita
NA LOJA E ARMAZEM
DE
RA DO QUEIMADO N. 39
EM SLA LOJ DE QT.VTUO PORTAS.
- vendem-se capea, de ior. de .a o. ^i* *M** Tavares de Mello
lomlos por ser a flor suspiro, pelo diminuto
preco de 58 a 58500 ; no armazem de louca da, t,
ra larga do Rosario n. 28. I Aera um completosorlimento de roupa feita,
Vn, r m, ., jconvida a lodos os seus freguezes e a todos'unl0 a fabrica de sabao, e na ra ^va"k>a de
lar n. 5i.
"a
Arroz cora casca lendo a maior parte pilado
proprlo para galinlns e cavallos ; no Caes do Ra-
mos n. 6.
Ex|iosico de melaes.
E' chegado a esla loja do Vianna, um riqaissi-
mo sortimento do metaes de todos os gneros do
mais bonito que s-3 pode encontrar, ludo a emita-
cao de prata ; na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
Caf a vapor.
Riquissimo sorlimento de marhinasdefazer ca-
fe a vapor, approvados na ultima exposigo de
Pars ; na ra Nova n. 20 loja do Vianna.
Bombas de Japy.
Riquissimo sortimento de bombas de japy' de
lodosostaminhos, as melhores quose lera appro-
vadoem lodo o mundo, pela facilidada que d a
lirar-se agua ; na ra Nova n. 20, loja do Vian-
na.
Camas de ferro.
Riquisssimo sorlimento do camas de ferro cora
ooas, e para colxao por preco commodo ; na ra
Nova n. 20, loja do Vianna.
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial
Vende-se na loja de
Nabuco & C. na ra Nova |f
n. 2, fitas para cartas I
de hachareis a 5$ rs. a S
fita. I
Vende -se
EM CASA DE
Adamson Hotvie&C.
Vinho do Porto de superior qualidade em bar-
nse engarrafado.
Biscoulos.
Tinta de todas as couros.
Lona e flele.
Fio.
Sellins, sellioes, arreios c chicles.
Rol has.
Ra do Trapiche n. 42.
4dmiraveis remedios
americanos.
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele, devem estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias
Prompto alivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor de
cabeja, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, uidigestao, crup, dores uos ossos, contuses,
queiraadura, erupces cutneas, angina, reteD-
Cao de ourina. etc.. ele
Solutivo renovador.
Cura lodasas enfermidadesescrophulosas.chro-
nicas esyp hlilicas; resolve os depsitos de raaos
humores, purifica o sangue, renova o systema;
prorapto e radicalmente cura, escropbulas,vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afeccoes do figado e rins,
[ erysipelas.abcessose ulceras de lodasas classe
, molestias d'olhos, diliculdade das regras das
mulheies hipocondra, venreo, ele
Pilulas reguladoras de Rad-
way
] pararegulan'sar o 3ystema, equilibrar a circula-
| cao do sangue, inteiramenle vegetaes favoraveis
em lodosos casos nunca occasiona nauzeas neni
dores do ventre, dses del a 3 regularisam, de 4
a 8 purgara. Estas pilulas sao efficazes as affec-
oes do gado, bilis, dor de cabeca, icterici
digestao, e era lodas as enferraidades das-mu-
Jh_eres, a. saber:, irregularidades. fl*6, reten-
coes, flores brancas, obsrucf'oes, histerismo, ele.
Sr ma'S prompto effeilo na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella. e em lodas as febres ma-
ignas.
Eslestres importantes medicamenlos vem a-
companhados de instrucroes irapressas que mos-
trara com a maior minuciosuiade a maneira d^
applica ios em qualquer enfermidade. Estao ga-
rantidos de falsificarse- por s haver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leite
slrmao, na ruada Imperatriz n. 10, nico*
agentes em Pernambuco-
Aproximando-se o lempo festivo, o sendo in-
Olspensavel que as lindas e amaveis filhas da
opulenta e potica Mauricea se previnam do que
e necessano para o resguardo dos seus mimosos
opequenlnos ps; altcndendo tambera a que
urna crinolina empavesada nao pode estar d*
acord com urna botina acalcanhnda ou desco-
sida, assim como um cavalheiro de calca balo
cora un borzeguim estragado, far urna lrisl
figura vis-a-vis de urna bella ; considerarles (ao
acertadas actuaram noespirilo do proprie'tario do
eslabelec.menlo, ja lo ronhecido pela modici-
de dos precos do seu calcado, para rrduzi-los
anda mais, munmdo-se de um abundanle sor-
imento e sera defeiio. que aprsenla aos seus
benignos freguezes (moeda em punho) pelos
precos abaixo : F
Senhoras
Borzeguins 52 a 59. .
Dito ditos......[
Ditos ditos.....
Meninas
Borzeguins 29 ,a 51. .
Ditos 25 a 28. .
Dilos 18 a 24. \ '
Iomem
Borzeguins. .
Ditos......
Ditos prova de fogo e d'agua!
Ditos.....
Meios borzeguins de lustre. .
Sapatoes com elstico e lustre.
Ditos arranca pelle, bezerro.
Ditos de bezerro.
Meninos
4.s80O
4jj500
4000
5a800
5{600
5^200
96-500
8rs800
8-500
fi.S'000
06000
5.V0CO
56000
5000
D; f: .......5*000
clisselT^ "m r"18"0 Or'""enlo de lodasas
ciassese precos nfimos, sendo os annunciados
souienle de primeira classe. """unc.auos
BELOGIOS.
Vende-se
C.pracado Corpo Santo,
dOi abncante Roskell. no
emeass de Saunders Brothprs
. relogios do afama
iskell, por presos con m d .a
e t3mben,rancellins e cadeias
deexceellnte sosto.
paraos mesaos
i JSeguro contra Fogo i
COMFAHHIA
j
9
MTTG1M
LONDRES
AGENTES
9
ajo- |^ Astley & CompaDhia. 6
i
I
I
para I
* F
4llenjo.
\ende-se urna taberna com poucos fundos, pro-
pria para qualqner principiante por ser situada
no melhor local que se pode desejar por Gcar em
esquina, e a amoninidade do lugar convida aos
freguezes a fazerem pousada na casa, pois tem
grandescommodos para esse fim, como seja, um
gosto d.rijam-se a e,e e.aLehcimento que o*. iUridco".?40^r:iib,,adM" ^ "-
conlrarao um babel artista chegado ultimamen
le de Lisboa para desempenhar'as obras a von-
tade dos freguezes, j tem um completo sorli-
mento de pahtots de fina ca-emira modello im-
g'ez, e muilo bem acabados a 16&300, dilos
de merino selim a 129000, ditos de alpaca
pretos a 59000, ditos de alpaca sobre casacas
a 857000, dilos com golla de veludo a 9&000
dilos de fusilo, dilos de ganga, ditos de brim
se
grande solio corrido, emflm basta dizer que o! ludo a 590 0. ditos de hri
lugar as Cinco Ponas junto as casas cnidas I Hn 9 Lnnk Lilfl t
- -- ^..m de linho tranja-
para Gcar n'uma posirao 'de abranger"lodas as' 6*0n' C8,5a de brim de linho muito su-
visjas porlanlo quena quizer ganhar diuheiro Perior a S^0, dilas de casemira de cor a
fXTSkii3!?21 I"',r "fasCinco Puntas ns. I 9^000 ea 109..00, dit.s de casemira nre-
80 e 82 que lodo negocio se far. | wperlw fazen Js ^^ j-JJ ^
Nende-se um casal de escravos, sendo um'cezes Je Panno fi' fazenda muito flna a 259
ulatmhodeidadel3annos e urna negra com sobre casacas de panno muilo superiores a 1iD
) bPCCO do P.ml>.-.l pnnrrnnlo o.l~ i .n.nnn UfUS 8 J3JI
de cami-
a algodo
mulalinhodeidade 13 annos e urna negra com sobre casacas de panno muilo lunario
28 annos : no boceo do Pombal confronte o sitio e a 40SO0O m .-.u. IL.i-T .
doviscondedc Suassuna, casa pintada de encar- !" Z7' "micomPl0I80"nenio
nado. "s rracezas, tanto de linho como L
e fusio vende-se muilo em conta, afim d0que-
rer-se qiudar com as camisas.
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisas,
Biscoutos
Emcasa de Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
Botica.
CAL DE LISnOA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Reciten. 38, primeiro andar.
Pateo de S. Pedro u. 6, arma-
zem de gneros seceos e
molhados.
Vende-sejneste novo eslaheleciment saceos
com farelo de Lisboa, farinha de mandioca, rr.i-
lho, feijao mulatinho e preto, gomma de mandio-
ca, arroz de casca edilo do Maranho de su-
perior qualidade, doce da casca da goiaba, vinho
do Porto em garrafa do melhor que pode haver
no mercado, manleiga ingleza e franceza, banha
de porco em latas, bolachinhas de soda de todas
as qualidades, cerveja prela e branca da melhor
marca, queijos flamengos frescaes, conservas in-
glezas e os mais gneros que se vendem por me-
nos brego do que se vende em oulra qualquer
parte.
Por metade do seu
valor.
RnadoQjftimadon. 19.
Vestidos do gare e phaniasta, mullos liodos, de
dos saias, pelo baralisaimo preco del(l(l-cada
um corle.
Vende-se urna rica raobilia deja-
corand-i'cora pedras brancas a moda
de Luiz XV: a tratar na ra Oireita n.
(38, primeiro andar-
rflZnIe",Je"S? uma duzia de cadeiras. 1 mesa
redonda de columna e 2 consolos, todo do E
ni; 2,CamaS de "mS3o. de condur. ludo
rrA^rno8oecmmuiiobomesiaio:-
VENDEM-SE
DeoaVYo0 ^ S3Ca '' ** '"" da Madre do
Pechincha
sem igual
NA LOJA DE
Guinares & Villar.
Cassa? maleadas a MO rs. o covado.
Lenc.cs de seda a 1$ cada um.
Bartholomou Francisco de Souza, ra larga do
Rosario n. 36, vende-se os segnintes medica-
mentos :
Robl'Affocleur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brlstol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarupedo Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
Vidrosde bocea larga com rolhas, de 2 oncas
e 12 libras. *
Assim como tem um grande sorlimento de na-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Vendem-se libras sterlinas, era
casa de N. O. Bieber & C. : ra da Cru*
n. 4.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: era casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n.42.
_. Vende-se ou arrenda se o sitio denominado
do Reduto. muilo perto da praga, em chaos pro-
prios. em Santo Amaro junto a ponte do Madu-
ro, do lado de Belem.com boa casa de vlvenda
muilo freses, boa vista, e expeliente agua para
(?Mlo, grande baixa de capim para 4 cavados e
urna planta com 10,000 cavas de mandioca, oran-
de pnrgo de arvoros de fructo de todas as qua-
lidades, boa horta, etc. : na ra de Apollo ar-
1 mazcm n. 3.
Rival sem segundo.
Na ra do Quaimado n. 55, defronle do sobra-
dono vo loja do miudezas de Jos de Azevedo
Man e sura, ha para vender os seguinjes artigos
abaixo declarados : oro
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
^apatos de tranca de algodao a 1
Carlas de alftneti's fluos a 100 rs
lS440elllS d C0lumnas raadeira branca, a
Phosphoros com caixa de folha a 120 rs.
frascos de macassa perula a 200 rs.
Uuza de facas e garfos muilo finos-a 33500.
Clchelos em carlao de boa qualidade a 40 rs.
Caixas de clcheles batidos a 60 rs.
Caixas de obrejas muito novas a 40 rs.
Frasco de oleo de babosa a 500 rs.
Dito dito para fazer cabello corredio a 800 rs.
bapalos de laa para enancas e 200 rs.
Pares de meias para meninas a 240.
Pares de luvas de fio de Escocia a 320
Massos de grampas muilo boas a 40 rs.'
Agulheiros de marlim a 160 rs.
Caivetes de aparar penas a 100 rs.
Gravatasde seda muito fin.-'s a600 rs.
Tesouras para costura muito finas a 500 rs.
Ditas para unhas a 500 rs.
Pecas de franja de laa com 10 varas a 1S.
Pegas de tranca de la com 10 varas a 500 rs
Fetilho para enfeitar vestido (pera) lj).
Linhas Pedro V, carlaocom 200 jardas, a 60 rs.
Ditas dito com 100 jardas a 20 rs.
Escovas para denles muilo linas a 200 rs.
Pares oe meias decores para hornera muilo fi-
nas a 140.
Cordao imperial [pegas] 40 rs.
Grammaticaingle-
za de Oliendorff.
Novo methodopara aprender a lr,
a escrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obrainteiramente nova, para uso de
todosos estabelecimentos de instruccao,
publicse particulares. Vende-sena'
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 57, segundo andar.
eobertosedescobertos, pequeos e grandes de
ouro patente inglez, para homem e senhora
de um dos melhores fabricantes de Liverpool'
oYuKffH.ior"* erte ing,ez: em casa d
Loja das seis portas em
frente do Livramenlo.
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs o co-
vado. ditas estreitas a imitaco de lazinhasa
Ib rs., cassas de salpicos brancas e de core s
WO rs. O COVado, pegas de esguiao de algodao
. ?rifin" 3,i.pe5"' dil" de brPl"nha rolo
com 10 vil as a 2. riscadinho de linho a 160 rs
p covado. chales de merm estampados a 2'
lengos brancos com barra de cor a 120 rs diio
co.n bico a 200 rs., algodao monstro de ds !
guras o moihor que possivel a 640 rs. a vara
mussulina encarnada a 140 o covado. 816 de 1U
S t? S Te larg0-- A la el aberla at as
V oras da noite.
MUTILADO
Formas de ferro
purgar assucar,
Buchadas de ferro.
Ferro sueco. i
Espingardas.
Aqo de Trieste.
Pregos de cobre de com- I
posic.no. i
I Barrilha e cabos.
Brim de vela. !
* Couro de lustre.
I Palhinha para marciuei- |
^ ro : no armazem de C. I
| J. Astley C.
- Kai roa da CaxJeia n. 24, vcr.dcm-se as e-
gu.ntes fazendas, pormclade de seu valer, Vara
liquidacao. v
Bicos de seda brancos e prelo, de todac as
arguras. vara a 160, 240,400, 8(0 e lOCfc
Um completo scrlimcnlo de franjas de seda e
de algodao. ""
Cbalps de louquim a 10, 15. 20 e 35
a?vX0\K1***' filudo, de louca e de fusloo
de qralidadcs finas, duzia a 2C0, 400 o 600 r.
Collannhos bordados de 500 rs 2C 3 e 4
Entren eios Bnos. pocas rom 12 varas a 1p'
olhos bordados tiras a 5< 0, I, 2?. 3?500.
Lainiselas com manguitos a 3?, 4, 5 e 62
Entones deflorpsa 6$.
Chapeos de seda para senhora a 10?.
Casaveques de velludo a 40 c 60]?
Ditos de seda a 25?.
Ditos de fusio a 8 e 12
Filas df seda e de todas as qualidades de ICO
rs. a ljfoOO.
Ditas de velludo de 240 rs. a 1J.
Ra da Cadeia do Rccifc
numero \\,
loja de miudezas, contina a vender-ge relo La-
ob>Jios-0" eD,re ldaS S f8ZeDdas- os P8"Des
Capachos para entrada de porta com pequeo
defpito a 120 rs. H
2*500nJaS P"ra corlDados e toalhas. PpCa a
Du?ias de lalheres a 2$900.
Duas de ditos finos, cabo de baleia, a 5J-500.
Baralhos de cariasde apreciacao a 2{}.
*Jb}"'has de vidril,1. 6"s'os modernos, a
Carlas de alinetes a ICO rs,
Massos de grampas a 40 rs.
Molduras douradas de todas as larguras a B
Franjas de seda, laa, algodao e linho, gostos
modernos.
Enfeilps para raboca, de froco, medernoe
ManlHS para grvala a Bpltramini g
Charutos de economa, caixa com 100 a 2500
[ E muitos oulros objectos que s a Tista dos com-
pradores.
r :F.Ve.Ddem-8e saceos com farello de Lisboa,
larinha de mandioca e milho, por preco muito
em conta : no pateo de S. Pedro n. 6.
j"^. Em casa de N. O. Bieber & Successores, ra
jda Cruz n. 4. vende-se :
Champanha marca Farre & C uma das mais
acreditadas marcas, muiconhecidas no Bio de Ja-
neiro.
Vinho xerez em barris, cognac em barris e
caixas.
Vinagre branco e tinto em barris.
Brilhantes de varias dimensoes.
Eiher sulfrico.
Gomma lacre clara.
Lonas, brinzaos e Irins.
Ac de Milo
. Ferro da Suecia.
Algodo da Bahia.


DUBM> DI PSfiliAMBUCQ. SEXTA. FEIRA % DI NOVHMBl DE 1890.
W
FlNWCie LftW-MOW,
Ra da Scnzalla Nova n. 42,
Neste esiabelecimenlo conlioa a haver um
completo sor ti ment de moendas e msias moen-
das para engenho, machinas de vapor e laixas
de ierro batido e coado, de todos os tamaitos
para dito.
Potassa da Russia e cal de
Lisboa.
No bem eonhseido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recita n. 12, ha para vender
verdadeira potassa da Russia nova e de superior
qualidade, assim como tambem cal virgen era
pedra, lude por presos mais baratos do que era
outra qualquer parte.
Yinho de Bordeaox.
Em casa de Kalkmann lrmaos & C, ra da
Cruz n. lO.encontra-se o deposito das bemco-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux Tem as seguintes qualidades :
De Brandenburg frres.
St. Estph.
St. Julieu.
Margaux.
Larose.
Chieau Loville.
Chteau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
st, Julien
St. Julieii Mdoc.
Cnateau Loville.
Na mesma casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madoira era barris.
Cogaac em barris qualidade fina
Cognac em caixasqualidade inferior.
Cerveia branca.
As m'elhores machinas de coser dos mais
afamados autores de New York, I.
M. Singer & G. e Wheeler &Wilson.
Neste esiabeleci-
menlo vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade esegranos:
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leite 4 Irmos ra da
Imperaliiz n. 10, amigamente aterro da Boa-
Vista.
Becebcu-se recenlemenle e continua a fr;-
@ receber-se directamente de Pars e Lon- g
@ dres por lodosos vapores, de cncommen m
da especial, artigos de modas para se- nhoras na &
Lojade marmore.
mt
@
r
Gorgel k Perdigao
Vendem na sua loja n. 23 da ra da Cadeia do
Recite, as seguintes fazendas :
Saias b.ilode nova invengo e muito commodo
para senhoras e criancis a 4*. 5*e 8*.
Visitas de fil prelo e maoleleles da mesma fa-
zenda por 25$.
Chapeos de palha tinos enfeilidos de flores e
pennas para as seohoras por 35$.
Enfeitese turbantes os mais modernos e perfcl-
los a 8 e IOS.
Corles de vestidos degrinadime de seda com 9 e
10 b badinhos a 255 e 3U*.
Capinhrs do seda de croxe branca e de cor bor-
dadas de ricas franjas a 359 o 40$.
Grosdenaples de quadrinhos carmesim e oulras
cores, covado 2*.
Sedas de quadnuho de cor, o covado 1*100.
Ricas Olas em varas para sinto de senhoras.
Luvas de Jouvin de lodas as cores a 2$.
Completo sorlimenlo de roupa feita, caiga, pa-
letols, sobrecasaca, collete. seroulas, camisas de
linho c algodao.
Com toque de
avaria.
PecM de madapolo a 1*600, 2$, 2*500, 3* e
3*500, vende-se na loja da esquina da ra do
Crespo que volta para a ra do Imperador.
Borzeguins de Melis.
SISTEMA MEDICO DE HOLLWAY.
MLTJLA.S HOL1WOYA'
Este iuesliniavel especifico, compesto inteira-
meule de kervas medicinaes, nao contera mercu-
rio era alguma ovtra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia e a compietejio mais
delicada igualmente prompio e seguro para
desarraigar o mal na completgo mais robusta ;
entecamente innocente em suas opersces eef-
feilos ; pois busca e remOve as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs o lenazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, multas que j estavam as portas da
morie, prestrvando em sen uso : conseguiram
recobrar a saude e torgas, depois de haver leu la-
do inullimente todos osoulros remedios.
As mais afllictas nao devem entregar-se a des-
esperarlo ; fagam um competente ensaio dos
efficazes effeilos desta assomlrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneGcio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qualquer das seguintes enfermidades:
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A m polas.
Areias (mal de).
Asihma.
Clicas.
Convulsdes.
Debilidadeou exlenua-
gao.
Debilidade ou falta de
forras pata qualquer
cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga..
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidadesno ventre.
Hilas no figado.
Ditas venreas.
Enchaqtteca
Herysipela,
Febre biliosa.
Febreto intermitente,
Vende-se estas pilulas no esiabelecimenlo ge-
ral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguista e oulras pessoas en-
carregadas de sua venda em toda a America do
bul, llavana e Hspanha.
Vendem-se as bocelinhas a 800 rs.
urna delta?, contera
guez para explicar o
lulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum j
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em L'er-1
nambuco.
Febreto da especie.
Golta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigesles.
Inflaramages.
Irregularidades
menslruago.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Monchas na cutis.
Abslrucgao do ventre.
Phlysica ou consump-
pulmonar.
Retengo de ourna.
Rbeumatismo.
Symploross secundarios
Tumores.
Tico doloroso,
Ulceras.
Venereo(mal).
Rap nacional D.
Pedro II da imperial fabri-
ca de Joo Candido de Mi-
randa, Rio de Janeiro.
Este rap sem duvida o de melhor qualidade
fabricado neale imperio, acaba de chegar e ven-
de-se no deposito, ra do Vigario n. 23. escrip-
torio.
Barato para acabar.
Na loja da Ra do Passeio Pu-
blico 11.11.
Chita francezi fina a 220 19. o covado. corles
de cassa a 2*200. dito de cambraia a 2*800, cha-
peos de fellro a 2*800 e 4*000, cortes de casemi-
ra a 3$000, chales de laa escurosa 1*800, ditos
de merino bordados a 5*50o, meios cruas a 1*800
a duzia, brins miudos a 160. ditos grossos a 260,
pecas de cambraia lisa Dna com 12 jardas a 6 a
pega, ditas muito fina a 9, camisas francezns de
cores e brancas a ljJ60O, casemira preta fina a
I975O o covado, panno prcto fino a 3$, sargelim
de duas larguras para forro a 200 rs. o covado,
ganga amarella a 260 rs. o covado. brim besuco
de linho puro a 1J100 a vara, cambraia de cores
mutio fina a 600 rs. a vara, lengos brancos finos o
2j800a duzia, ditos pequeos a 2*600, chila pa-
ra cobertas a 240 rs. o covado, dita a 160, panno
da costa a 340 rs. o covado, pegas de cambraia
branca de quadro muito finas a 4* com 10 varas
cada pego, ditas rendadas com 13 a 14 varas, lar-
gora de 4 palmos e meio a 4$500.
Borba.
Ofsbricantedeste rap nao faltando a sua pro-
mega de o melhorar o quanto lhe fosse possivel
urna remega vinda do Para por este ultimo va-
por, j muito maisaperfeigoado, e a sahida que
elle de prompto tem lido p'rova sua cxcellenle
qualidade ; deixando ao gosio dos senhores lo-
mantes a escolha de fino, raelogrosso e grosso
deposito na ra da Cadeia n. 17.
Ceneja branca su-
perior.
Vende-se cerveja branca superior, em barris de
lergo, por prego mdico : na ra da Cadeia do
Recite n. 12, escriptorio de Bailar & Oliveira.
REMEDIO INCOIYIPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as nagoes
poden teslemunhar as virtudes deste remed*
incomparavele provar em easo necessario, que,
pelo uso que delle fizeram lem seu corpo e
memhros inieiramente saos depois de haver em-
pregado utilmente outros tralamenlos. Cada
pessoa poder-se-ha convencer dessas curas ma-
ravilhosas pela leitura dos peridicos, que lh'a*
relatam todos os das ha muitos annos ; e a
maior parto deltas sao lao sor prndenles que
admirara os mdicos mais celebres. Quantas
pessoas recobraram com este soberano remedio
o uso de seus bracos e pernas, depois de ler
permanecido longo lempo nos hospiues, onde
deviam soffrer a amputado 1 Dellas ha mu-
cas quehavendodeixado esses. asylos de pade-
limenios, para se nao subraeterera a essa ope-
ragao dolorosa foram curadas completamente,
mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoa na enfuso de seu reco-
nhecimenlo declararam estes resultados benfi-
cos diante do lord corregidor
irados, afim de mais
ti va.
JNinguem desesperara do estado de saude se
tivesse bastante confianja para encinar esle re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
tralamento que necesstasse a natureza do mal,
cujo resultado seria provar incontestavelroenle.
Que ludo cura.
O ungento he til, mais particu
lamiente nos seguintes casos.
Inflainmagao da bexiga.
e outros magis-
aulenlicarem sua a firma-
JOIAS.
Seraphim & Irmo, com tojas de ourives na
ra do Cabug ns. 9e 11, sortdar das mais
Alporcas
Caimbras
Callos.
Aliceres.
Cortaduns.
Dores de cabera.
das costas.
dos merrbros.
Emfermidades da culis
em geral.
Ditas do anus.
Erupc,Ses escorbticas.
I Fstulas no abdomen.
Fialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Fri
I bellas e delxcadas obras de ouro, p'ata. epedras J,"818* ,, ,
^preciosas ; vendem barato, trocam e recebem pa- en8,vs escaldadass.
raJazer-se quaesquer joias com presteza, a von- Inchagoes.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos
Pulraoes.
Queiroadelas.
Sarna
Supurares ptridas
Tinka, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulaQoes.
Veias torcidas ou
Terrenos pertO da I Cera de carnauba
pra^a.
Caminho dos mnibus.
Os herdeiros do commendador Antonio da Sil-
va vendem sua propriedade, no lugar da Casa
Forte, ensartes de Ierra a voniado dos compra-
dores com a nica reslriccao de nao lerem menos
de 30 palmos de frente, e fnndo designado pela
respectiva planta approvada pelas autoridades
competentes, o engenheiro Antonio Feliiiaoo
Rodrigues Selte o encarregaao das roediges
precisas, e pode ser procurado no mesmo sitio,
ou na ra estreila do Roserio n. 30, lerceiro an-
dar, ou na praga da Boa-Vista, botica de Joaqun
Ignacio Ribeiro Jnior : os prelpndenles podem
dirigir-se igualmente para qualquer proposla ou
esclarecimenlo ao herdeiro L. A. Dubourcq, no
seu sitio na Capunga.
Vende-se na loja de Antonio Augusto dosSan-
los Porto na loja ns. 37 e 39 na praga da Inde-
pendencia, capellasdealjoar eimortale para ca-
tacumbas, tmulos etc., etc., da forma sesuinle
e pregos razoaveis :
Capellas dealjofe com ESCripcoes, grandes a
Ditas ditas por
Ditas ditas por
Ditas ditas por
Ditas de imoitaile por
Quadros com a imagem do Senhor Cruxifi-
cadocominscripges por baixo a 12 e a
10
3$
<29
10*
Suissos.
, >ende-se esle ungento no estabelcct
Campos <& Lim^
Dournus de seda otomana de cores proprios r1ereberam uma factura de chapeos de soTcV'se- America do sul, Havana e Hespanha.
para passeio, e sabida de baile, ultimo (tost- na para hon,pm. 'endo rtitre estes alguns peque- '
l:_ J- ..__~^_~ tifie mo rnrvnm ri r., -..!... _..^ _i* .
no-
as.
guenlo no esiabelecimenlo
geral de Londres n. 244, Slrand, e na loja
de todos os boticarios droguistas e oulras pes-
soas encarregadas de sua venda era toda a
loja de marmore.
A 2400 o corte.
NO
Armazem de fazendas da ra
do Queimado n. 19.
Corles de chila franceza pelo baratissimo prego
de 2$00, antes que se acabem.
Vendem-se 2carros, cada um com arreios
para 2 cavallos, e ambos para 6 pessoas ; um
mais ptqueno e mais usado, oulro maior. do vi-
dragss e com muilo pouco oso : na ra das Flo-
res n. 6.
nos que servem para as senhoras que Vao para o
campo lomar banhos se cobrirem do sol, e como
a porgo seja grande se resolvero vender pelo
prego de 6 e 6S500, e alguns com pequeo de-
feto a 5?> : na ra do Crispo n. 16.
Vende-se barato, a prazo ou a dinheiro, um
bom plano com pouco uso : na ra Nova n. 7.
Ra da Senzala Nova n.42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C.
vaquetas de lustre para carros, sellins e silhoes
inglezes, candeeiros e castigaes bronzeados, lonas
inglezes, fio de vela, chicote para carros, e mon-
tana, arreios para carro de um e dous cvalos
e relogios de ouro paienle inglez.
oaqum Bernardo dos Reis estabelecido com loja de calcado francez na ru larga do
Rosario n. 32, tendo era vkta acabar com esle estahelleciracnto o mais breve possivel, resolveu-
se a vender todo o calgado que tem pelos pregos abaixo mencionados, a saber:
par desto magnifico cal-
do Recife loja n. (I de
Vende-so a 12g rs. o
gado na ra da Cadeia
Guimares& Reg.
Ra do Queimado
n. 39.
NA
Loja de quatro portas
DE
JOAQUN RODRIGUES TAVARES
DE MELLO.
Chegou ltimamente a esle esiabelecimenlo um
coraple'.o suriimenio de chapeos prelos francezs-
do melhor fabricante de Pars, os quaes se vene
dera a 7&000, ditos a 8*000, ditos a 9??000,
ditos muilo superior a 10#0(JO, ditos de castor
dretos e brancos a 1 C$000, o melhor que se
Rorzeguins de hezerro com duraque. 0000
Diios ditos com pellici. 7$000
Ditos de ditos com panno. 7J000
Ditos de vaqueta sola patente. 75500
Ditos de carturga. 75JOOO
Ditos de iNanies sola patente. 9000
Ditos de Jito sola fina, 85000
Ditos Pwdeile. 8000
Ditos todo* de duraque, 7550O
Dilos de ditos dilo. 7&000
Ditos de JNantes. 9500
Ditos lodo Je pellica. 109000
Dilos de cordavao. lt??000
Dilos de lustre de Me. 12^000
Botas de bezerro. 89000
Sapalesde lustre de Nantes. 65000
Ditos Fanien. 49500
Ditcsde d'uos. 33580
Ditos de bezerro. 35?500
Dilos de ditos com panno. 39000
Ditos de dito para menino. 29500
Sapatos de Iranga francez. 1280
Ditos de tapete. 19000
Dilos de maroquim para Snra. 19000
Ditos de bezerros duas selas. 49500
Ditos dito de uma sola cora sllo 3*500
Ditos dito de uma sola sem dilo 2*800
Diios de lustre com duas solas 53000
Ditos dito com uma sola e salto 49000
Ditos dilo cora uma sola sem dito 39200
Vende-se a 800 rs., cada bocelinha conim
uma instruegao em porluguez para explicar o
modo de fazer uso desto ungento.
O deposito geral e em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22. em
Pernambuco.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C,
ra do Vigario n. 3, um bello sorlimenlo de
relogios de ouro, patente inglez, de um dos mais
afamados fabricantes de Liverpool ,
uma variedade de bonitos trancens
mesmos.
tambem
para os
1
Em casa de Scliafleitlln & C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sorlimenlo
de relogios de algibeira liorisonlaes, patentes,
chronomelros, meioschronomrtros de ouro, pra-
ta dourada e foleados a ouro, sendo esles relo-
gios dos primeiros fabricantes da Suissa, que se
vonderofor precos razoaveis.
Ra do Crespo n. 4, loja
de quatro portas.
Pec\iAnc\\a,
Pegas de madapolo fino avadada ae 1*200 at
4*000.
Cimento inglez.
*gm
Vende-se o muilo conhecido e acredi-
tado cimento para colar loura, vidros,
tartaruga, marfim etc. : na loja" de fazen-
das da ra do Gabug n. 2, a 2* cada um
vidro dinheiro a vista.
da nova safra, qualidade especial : no largo da
AsaernMa n. 19, armazem de Antunes Guima-
taes & C.
Resumo de potica.
Indispensavel para os prximos exames de the-
torica ; est venda na Imana classica, na pra-
ga de Pedro II n. 2, a 500 rs. cada exempler.
Potassa nacional,
jehegada estes das do Rio de Janeiro, vende-se
j por prego muito commodo : no escriptorio de
j Carvalho, Nogueira & C, tua do Vigatio n 9
I primeiro andar.
Tachase moendas
Loja da seis portas em
frente do Livramenlo.
Roupa feita barata.
Paliloisde casimira escuras a 49C00, ditas de
alpaca prela 49000 e 59' 00, caminas brancas
ede cores a 2*000, ditas de fuslao a 29500
serolas muitas finas a 19600 e 2*000, palilots
de brim pardo a 3*000 cal?as de c&semira pre-
ta e de cores, palitols de panno prelo sobre casa-
cas, colletes de casemira preta ede c-es, ditos
de veludopreto e de cores ; um compiti sorli-
menlode roupas feitas
Burros baratos
de 70$ para cima per todo puco a ru-
ta para acabar, a tratar com Anche de
Abreu Porto na ra do Trapiche aovo
d. 14 ou dehonte do arsenal de mari-
na cara amarella.
Carros.
Vendem-se dous ricos carros mui bem appa-
re'.hados e elegantemente pintados : no largo do
Corpo Santo, escriptorio de Manoel Ignacio dt
Oliveira & Filho.
Escrava.
Vende-se uma muala, mo^a, que engomtra.
cose e cozinha : na ra do Queimado n. 46, loja,
Vende-se na ra do Livrameuto
n. 19, borzeftuins 'rancezes a 6$, dito
de bezerro a 6|, tiito de vaqueta a 7$,
i-, Machinas de vapor.
$; Rodas d'agua.
$ Moendas de canna.
m sesees Tmtmmm i ndaV dentadas.
Bronzes e aguilhes.
Alambiques de ferro.
@, Crivos, padres etc., etc.
J9 Na fundicao de ferro de D W. Bowman,
A ra do Brum passando o Tnafariz.
"i
IUS.
O annunciante roga as pessoas que lhe devem o favor de virem saldar seus dbitos, visto
ter de satisfazer a quem deve.
A 4,000 rs.
pode desejar, chapeos de fellro a Garibaldi de ; ..
muilo superior massa a 7*000, ditos de copa ; Corteens Se sitaos de phanlasa.
baixa para diversos precos, dilos de palha escura Cortes de vestidos de seda de cor.
de varias qualidades que se vendem por prejo
barato, bonets de veludo para meninos a 5*000,
ditos de palha escuras e claras a 49000, dilos
de panno muilo bem arranjados a 3*500
chapeos de seda para senhoras a25*000 muito,
superiores, ditos de palha escuras proprios para
campo a 123000, ditos para meninas a 10*000,
chapeos de sol de seda inglezes a 10 e a 12*
muito superiores, ditos francezes a 8*000,
ditos de panno muito grandes e bons a 49000.
sapatos de voludo a 29000. ditos de tranca a
1*600, sintos de grugurao para senhoras e me-
nina? a 2*000, cieiros de casemira ricamente
bordados a 129000, e oulras rauita fazendas
que a vista dos freguezes nao deixaro de com-
prar.
Com toque de avaria,
Pegas de madapolo de 2* a 4*000, vendem-se
na ra do Crespo, loja de quatro portas n. 8.
Vende-se por lodo o prego a srmacao da
loja da ra da Praia n. 27, propria para qualquer
negocio que se queira botar e paga apenas 15*
de aluguel por mez : a Iralar ns praga da Inde-
penda ns. 19 e 21.
Ditos de dilos de seda preta bordado a velludo e
a seda.
Ditos de ditos de tarlatana brancos.
Ditos de ditos de cambraia bordado.
Ricos manteletes e taimas de grado a imitagao
decrochit, peuteadores de cambraia branca
bordado
Ricos vestuarios de cambraia eneilados para
baplisado.
Chapeos para senhora e cranos.
Completo sorlimenlo de obras francezas de pan-
no, casemira, brins. merino, tanto para homens
como para meninos.
Lencos de Isbyrinlho do Cear o francezes.
Assim como outras muitas fazendas de gosto
moderno que se deixa de mencionar as quaes se
mostraro aos compradores.
f #88@@@ @ 8@w@
Prepnragcs tnglezas que asseguram
4* morir infallivel a ratos e moscas e toda a f$
casta de insectos : na ru da Cadeia do
Recife n. 1.
Vendem-se saceos com farelo de Lisboa
com 4 arrobas e alguns tem mais, por prego com-
modo, em grandes e pequeas porces: na ra
da Praia n. 53
VeBde-se a casa terrea n. 21, da ra do P-
rea : a tratar na ru Nova n. 51.
Loja de calcado.
Papel proprio para for-
rar salas com lindo desenho,
pol' todo preCO : na loja de *a"nha de mandioca em saceos grandes: ven-
ii, Alt~ius j de-se no Forte do Mallos, armazem n. 18, con-
Alvaro & Magalnaes na ra da fronte ao trapicho do aigodao.
Cadeia do Recife n. 53.
A 2$o00 a sacca.
Farinha de mandiora com toque de mofo em
saceos grandes, no largo da Assembla n. 19,
armazem de Anlunes Guimares & C.
Vende-se ou permula-se por casas aqu na
cidade um grande sitio perto da cidade, com
grandes baixas de capim, pasto para vaccas de
leite, tem seu coqueiral, algumas fructeiras, ter-
reno para verduras, com bom poco d'agua de
beber e tanque para banho ; quetn pretender,
dirija-se a ra de Praia, marcineiria n.59.
Loja de fazendas finas
fl.ua do Cabug n. 2.
Armazem de fazendas lia-
ralas, na ra do Quei-
mado.
I
Ricos cortes de gazc de seda e phantazia com '
duas saias, (pela lerga parle do seu valor) a 10*
cada corle.
Lences e cobertas.
I.encoes de bramante, dito de panno de linho,
cobertas a chineza pelo barato prego de 1$S00.
Vestidos de seda.
Ricos vestidos de seda para meninos e meni-
as, fazenda superior, feitos no Rio de Janeiro,
por uma das melhores modistas, o pelo barato i
prego de 8.
Chitas francezas.
Chitas francezas proprias para casa por serem
escuras, e ditas claras a 220 rs. o covado.
Colchas de fustao.
Grandes colchas de fuslo com ricos lavores a
5J500.
Chales de merino.
Chales de merino bordados, franja de seda, a
5*500, dilos eslampados a 3E0O.
Paletots escuros.
Palelots escuros a 2S600 cada um, cambraia
orgondys a 500 rs. a vara, ditas muito finas a
; 640 rs., balees de malha a 5g, ditos tapados a 4g,
, lengos brancos a lg800 e 2jj, algodo com 8 pal-
mos de largo a 60U rs. a vara.
Ricos manteletes.
Os mais modernos manteletes pelo preco de
Ra do Crespo
loja n. 25 de Joaquim Ferreira de S, vende-.
se por pregos baratissimos para acabar : ves-
tidos de tarlatana bordados de seda a 89000, !
organd de cores muilo Unas a 320 rs. o co- '
vado .cassas de cores a 240 rs., chita larga a I
20", e 240 rs., capas de fustao enfeiladas a
50f 0, casaveques de cambraia e fil a 5*000, !
perneadores de cambraia Lordados a GC000, j
Labados a 3'0 rs. a vara, liras bordadas mui-
to finas a 195('0 a pega, riscado francez fino
a 16;. rs. o covado, golnbas de ponas bor-
dadas a 2*500, manguitos de cambraia e fil
a 2*000, camisinhas bordadas muilo finas a
2*000, chita larga com lustro e muito fina
propria para coberla e roupes a 320 rs., es- j
guio de linho a 1;)200 a vara, roupes de
seda feitos a 12900C, vestidos de seda mofados
a'8*000, luvas arrendadas a ICO rs. o par,1
vestidos de grosdenapla prelos com barra de |
cor a 20;$000, palitos de pao preto e de cores i
de 16(000a "09000, sobrecsacas de panno!
muilo fino a 25*C00, caigas de casemira prela
8 de cores de 6*000 a lt'9000, ditas de brim
branco e de cores de 2-5000 a 59000, palitos
de brim branco e de cores de 29500 a 5*000,
ditos de alpaca de 3*000 a 8*000, brim
trangado de algodao com 0 palmos de largura
proprio para loalhas a 900 rs. a vara, damas-
co de laa com 9 palmos de latgura a 1*600 o
covado, velbutina preta a 400 rs., brim de
linho de cores a 1*500 o orle, meias cruas
para homem a 1*200 a duzia, camisas di;
i
i
i
m
Loja das seis porlas m
frente do Livramenlo
Covado a 200 rs.
Chitas largas de bonitos goslos a 200 rs. o co-
vado, ditas estrenas d.- cores escuras a 160 rs ,
pecas de bretanha de rolo com 10 varas a2*,
ditas de esguiaa de algodao muito fino a 3S, ris-
cadinho de linho a 160 o covado. lencos brancos
com barra de cor a 120 rs ditos brancos com lu-
co a 200 rs., algodao monslro com duas larguras
a 6-10 a vara, lazinhasde duas larguras, fazenda
nova para vestidos a 500 rs. o covado, onfeiles de
tranca com laco de fita para rabeca de senhoras
a 25500, cortes de risrado para vestidos i 2$, pe-
cas de madapolo com 4 1|2 palmos de largura a
4*100, (hales de merir estampados muito linos
a 6*. A loja est aborta aleas 9 horas da naite.
Escravos fgidos.
No dia 28 de agosto do correnle anno fugio
a escrava Mura, de me3 idade, com os signaea
seguintes : baixa, grossa e j tem alguns cabel-
los brancos, bem failanie e intitula-se forra,
dizenJoque sua senhora lhe dera a caria de li-
berdade, c consta andar pelos Afogados e Api-
pucos ; rogase as autoridades policiaes e oti-
lis de campo que a apprehcudam e levem-na
lraves?a da ra Bella n. 12, que serio bem gra-
tificados.
linho inglezas a 325000 a duzia, pegas de wa /\/-v/\ /~
madapolo fino a 49500, corles de lanzinha DU.UvU C1C fiT&ll 1"
muilo fina com 15covados a 8:>O00 rs., ca-
misas de cores e brancas de 19500 a 3*000,
e outras muitas fazendas por menos do sen
valor para fechar con tas.
cacao.
Vende-se urna loja de calgado, muilo propria
para qualquer principiante, e por ter poucos fun-
dos, e mesmo para qualquer oulro negocio por
ser em bom local: tu praga da Independencia n. 30^000
39, se dirqual.
1 Vendem-se conservas de hortalice (Mixed
Piekles) em caixas de duas duzias de frascos, e
caixas com latas de bolachinha surtidas chegadas
ltimamente, e der prego commodo : em casa de
Southall Mellors & C, ra do Torres o. 38.
Na ra da Florentina n. 32, ha para ven-
der-se uma porgo de ferrnmenta tendente a
profisso de torneiro, bem como machinas de fa-
j zer parafusosj; a tratar na mesma casa a qual-
quer hora do dia.
JOALIIEIROS FRANCEZES
Tem estabelecido um rico sorti-
mento de joias
NA
RIA NOVAN, 18
primeiro andar.
No qual se encontrarao obras do brillantes e
ouro garantidas pelos annunciantes cora 18 qui-
lates, sem betume ou qualquer oulro vicio. Ven-
dem aderecos e pulceiras de lodos os goslos exe-
Na Lingoeta n. 5, vende-se :
Queijos novos a 3*.
Manleiga ingleza flor a 1*280 a libra.
V'inho engarrafado duque a la500.
Presuntos novos a 500 rs. a libra.
Cha hysson lino a 2*100.
@@@@^:@@^@@
Heccbeu-se e continua a receber-se por ;
todos os vapores, vestimentas, calcado e @
@ chapeos para meninos na @
Lojade marmore.
N. 9.
Loja das 6 portas
em frente do Livramenlo
Lazinhas a 500 rs.
Camisinhas muito bonitas rom duas larguras
para vestidos de senhora a 500 rs. o covado, cor-
les de riscado francez para vestido a 2*. sa-as
,l pa.r! racn'a a 3*500, ditas para senhora a
A loja
cutadas pelos melhores artistas, contendo algu- 4J500 e 5* ; d-se amostra com penhor
mas batnlhas da actual guerra da Italia, pinturas est aberta al as 9 horas da noite.
de Valellu e lavas do Vesuvio, e uma iufiuidade
gasa?
do objeclos Mosaico, do Roma, Florenga ele,
etc. Os annunciantes encarregam-se de mandar
vir do Paris qualquer encommenda, o que con-
servam naquella capital uma pessoa de sua casa,
podendo garantir a promptidao e boa execugo.
Lo'yd esperanca.
Vende-se borracha de seda preta para borze-
guins a 2*200 o covado, graixa em barris muito
boa a 640 rs., est acabando se, flautas de ebno
de Gautrot a 18 e 20*. braceletes de mozaico a
6*. laa para bordar a 640 a libra, trangas do li-
nho brancas para as roupas da fesla a 800, 1*,
18200 e 1*600 a pega, sete padrOes differentes,
colheres finas, facas, trinchantes, etc.: na ra
do Queimado n. 33 A. Guimares & Rocha
. Vende-se por 15* a collecgao da Legislagao
Brasileira de 1855, bem encadernada : na loja da
ra do Cabug n. 18.
Ra do Rangel
numero 28.
Delicadas resfriaderas para a praga e senhores
de engenho, obras que podem estar patentes em
qualquer sala ornada, do melhor gosto pela sua
delicadeza, como sejam : as bonitas bilhas ham-
burguezas, lano em porgao como a retalho, e as
excellentes jarras finas e entre-finas, proprias
para os lugares mencionados, de todos os lma-
nnos que o freguez queira, o depsitos para com-
modidade, jarras e potes, tudo marcas reforcadas,
e outros muitos objectos.
Ra do Queimado n. 9, loja de Francisco Pe-
reira da Silva, vendem-se lenges de brim de
linho a 1*800 cada um.
Aviso para o publico.
Vende-se leite liquido de vacca a 320 rs., e
de cabra a 400 rs. : na casa de banhos no pateo
do Carmo.
Pechineha.
Na ra da Cadoia n. 24, vendem-se pegas de
algodao com 17 varas, lendo 4 palmos de largu-
ra, pelo barato prego de 4*.
CasaemOlinda
Vende-se uma casa terrea sita na ra dos Qua
tro Cantos em Olinda ; a tratar na ra do Livra-
menlo, sobrado n. 8.
Bom e barato.
Manleiga ingleza a lj, dita franceza a 600 rs.,
espermaceti a 680. doce de goiaba a 1* o caixo,
cha hysson a 1*920, dito perola a 2*560, vinho
do Porlo fino a 1* e 800 rs. a garrafa, figos de
commadre a 240 a libra, paingo a 160, loucinho
a 360 : na travessa do paleo do Paraizo n. 16,
casa pintada de amarello.
Azeite de carra-
Contina a andar fgido desde o dia 15 do cr-
tenle mez, oescravo crioulo de nome Feliciano,
enjo estravo fui comprado aos herdeiros da se-
nhora do engenho S. Paulo, na freguezia dos Afo-
sados, c pertence hoje aos herdeiros do finado
Fernando Subila, e desronlin-sa que ande por
aquelies lugares donde natural e tem prenles
o qual tem os signaos soguinles : altura regular)
sem barba, tem grande falla de cabellos no alto
de cab-ga, proveniente de carregsr peso, alguns
eraros nos ps que o inipossitdlilam denudar
apressado, e gosla muilo de batuques : roga-o
as autoridades policiaes, capila.es do raupo, pe-
destres ou qualque*r pessoa do povo, que o appre-
hendam e leem ao betequim da ra larga Rosario n. 25. ou travessa do Queimado n. 3
que se gratificar com a quantia cima.
Fugio no dia 29 de outubro do correte
anno o escravo Torquato.com os signaos seguin-
tes : cor cabra, estatura regular, cabellos um
pouco compridos, levou camisa azul, calcas de
I castor, representa 26 annos de idade, pouco mais
i ou menos: quera o pegar lere-o ao largo do
Corpo Sanio n. 13, aonde ser recompensado.
Contina fgido desde 29 de julho deste an-
no o escravo pardo acaboclado de nonio Joao,
cora os signaes seguintes : corpo e estatura re-
gulares, cor plida por ter soffrido de sesoes, de
idade 25 a 30 annos. falla descaneada, mansa e
sempre conlrafeila, mostrando fingimento, na-
tural de Inhamura. foi propriedade de um vtlho
por nome Joao Secundo do mesmo serlo, e por
morte deste vendido pelos herdeiros, sendo um
dos ltimos possuidores Ignacio Ferreira Timu-
do, senlior oe engenho do Sul, que tambem o
vendeu ; julga-se ter seguido para o Inhamura
ou oulro qualquer serto : roga-se aos capilaes
de campo ou qualquer pessoa que delle souber,
o opprehendam e levem Apipucos a seu actual
senhor, o major Joo Francisco do Reg Maia,
ou no Recife a Symphronio Olympio de Queiroga,
que se recompensar generosamente.
pato.
Vende-se a 440 rs. ; na travessa do pateo do
Paraso n. 16, casa pintada de amarello.
3O0SO0O.
Contina a ester fgida a escrava Paula, que
diz chamar-se Paulina, lem os signaes seguintes :
fula, alta e muilo magra, representa ter 25 an-
nos de idado; descona-se estar occulla em al-
guna casa nosarrabaldes desla cidade ; veio do
sertao do Cear, d'onde natural : quem a pe-
gar, recebera a qnanlia cima, na ra da Cadeia
n. 35, loja.


(8;
Litteratufa.
MAMO DE PERKAMBUCO. SEXTA FBRA 2 DE NOVIMBIO DE 1860.
0 soldad* de i 709.Noves documen-
tos sobre a batalba de Malplaquet.
No mesmo instante om que conrenlrava n
nhas lembrancas sobre as duas grandes guerras
quo fizoran a Franca apresentar-se de novo em
lodo o brilhantismo de suas virtudes militares,
una deicobcrta feliz causou-mc urna emooa
profonda. Como una voz, que do tmulo boa-
vcsse respondido minha voz, o leslcmunho de
um dos meus, combatenle esquecido de um ou-
tro secuto, ensinava-me por que tacos eslreitos
eslao utidas urnas s outras as geracoes guer-
reiras de nosso paiz.
Achei em meus annaes domsticos urna carta
escripta 13 de selembro de 17C9, alguns pas-
S03 do campo de balalha de Malplaquet. Esta
immensa accao, em que pela priraeira vez mos-
trara-se essas massas chamadas figurar hoje
om -todos os dramas do canho, narrada em sua
expresso e cstylo com um patriotismo ardente
e simples, que parece datar de honlem.
Ainda que o autor da carta de que tratamos
perlenca classo, que vai cedo achar to cruel
o solo, onde o melhor sanguo de suas veias cor-
ro lia tantos annos, nem urna s palavra desle
documento indica que membrn da familia so-
cial elle devido. a carta de um soldado fran-
co/. O senlimento militar, tal como existe em
nossos das, repellindo, ou para melhor dizerpa-
recendo ignorar com urna sorte de altiva candura
todas as prooecupacoes mesquinhas. que pertur-
baram e dividiram tantas almas, eis o que res-
pira este escripto.
deixar sahir urna nova raga. Esse coro inmen-
so, que brevemente representare a tragedia de
urna poca ardente um papel to grande, que
por instantes afogara em sua sombra e suffocar
com seus acconlos a figura e a voz dos mais il-
lustres personagens, fez sua appariclo em Mal-
. plaquet aos olhos da Europa espantada. Vede
essas massas profundas de infantaria, onde vo
quarenta coronis, oilo teoentes generaes, vinte
marechaes de campo ou brigadeiros: mas no. deseu. invasores: eis sen dire'ito
contamos que isso dore ir nlm
Ci-so que vamos marchar seu encaslo em
dous ou tres dias, e julgo que nao terminar a
campanha sem que vejamos linda alguma cou-
au sa. E' bem sorprendedor que um exercito
dentro em pouco enterrar-se as balas de Halbo- j accusado de procurar seu inimigo, que foram tomadas
sessenla e sele bandeiras ou estandartes. De
rough e do principe Eugenio ; ellas encerrara j
a alma e o sangue, que dere pralicar tantas ma-
ravilhas nessa serie de campos de batalhd, al-
guns dos quaes esto momos ainda.
Assim.segundo o voto de lodos os conlemporanos
e mesmo de Saint Simn, que julgava de longe
os feilos da guerra e com sua habitual amargura,
o dia 11 de selembro de1709deixou entre nossos
mimigos urna impresso profunda. Elles com-
prehenderam que declarando-se contra um so-
berano, acabavam do lular contra um poro.
El les altamente confessaram ( Saint-Simn
que filia] quanto tinham ficado sorprendidos
do valor da mor parle de nossas tropas........e
seus principaes chefesnao dissimularam que le-
ara sido balidos se ellas tivessem sido bem
capitaneadas.
Assim, pensei dever colher com piedade este
adiado de um lempo ido, e procurar da-lo pu-
blicidade. Domis, este combatenle de Malpla-
quet afirma, apoinndo-so em fados ao mesmo
lempo gloriosos e ignorados, que esse dia, habi-
lualmenle considerado por nos como de luto, es-
clarecer o triumpho e nao o revez de nossas
armas.
una opiniao quo certamente merece ser dis-
: e ainda que rejeilada soja, ninguem po-
0 mesmo escriptor diz tarabem que miseria
aflligia esses soldados que acabavam de condu-
zir-se com tanto valor. Eis, pois, grupados j
esses dous nomes, que tantas vezesse ter occa-
sio de reunir :o soldado e a miseria. A mise-
ria nao demorou o passo, nao gelou o corceo
d'aquelle, que fa-la-ha alegre e resolutamente
sua companheira;umj companheira ao mesmo
lempo dcil e melga. Sim, o exercilo francez
moslrou-se em Malplaquet sob seus traeos hoje
conhecidos de todos. Ahi apparece pela priraei-
ra vez nessa gloria tocante e familiar, que lngara
seus inimigos brilhos tao terriveis, esse grande
ser colleclivo chamado soldado. O senso bri-
nossa inranlafia sei apenas de tres bandeiras
Perdidas...... A esquarda relirou-se comanla
ordem, que o inimigo nao arriscou um passo a
persegui-la.
Quanto nos, desfilamos diante de trinta es-
quadres, no3 quaes estava em pessda o Sr. prin-
cipe Eugenio, sem que ousasse tentar atacar-
nos.
Conhece-se agora a balalha de Malplaquet, tal
como a vio, tal como a senlio um dos seus ado-
res, senfto dos mais illustres, ao menos dos mais
apaixonados.
palria, e abri para sepultar a mullido armada
ser altiva.
Paulo de Molenes.
( Vonitcur L'niversel. S. Filho. )
tnico bem comprehendeu com que lerrivel po- a verdade, segundo me
Malpla-
em que
der lulariam de futuro nossos inimigos.
quet a ullima das grandes aeges,
Malborough figurara.
E' finalmente agora que quero citar e commen-
tar a carta de 1709. Quero a escrevla nao occu-
pou-se de defender um systema histrico ou
social. Se faz o elogio da infantaria, nao cer-
deria anniquilar os fados que sao seus funda- I.
memos. Estes fados deven, pesLTrVnfe ^- *^* P^ *
insuma ; e eu desejo ttixoZ^w^W'"'' 7" '" *" """": "" 8'ma
jora sentidos o comprendidos por lodos como ?. T V "C"b"m "* *""* Sb
os comprehendi e sen.i. achando no ol! % ^T T*" hmfcnaCm a >*.-*
0 lu- essa sanguinolenta c santa verdade do campo de
gar, oude os conservou urna vontado do deslino,
os documentos que quero aqu commentar.
No anno de 1709, no qual a Franca fez conlra
a Europa conjurada um esforgo tao heroico.nosso
exercito possuia em suas fileiras quatro Molenes,
perlencentes urna anliga familia do Perigord,"
quo se crusou com S. Luiz, acompanhou Carlos
d'Anjou em sua aventurosa expedicao da Sicilia,
balalha muitas vezes trahida, ainda que toda a
Inicio para com ella seja um sacrilegio.
Nunca, diz elle, nossa infantaria moslrou
irmea, nem um egual valor; se cu nao tivosse
sido testemunha do que passou-se, leria diffcul-
dade em acredita-lo.
Entao conla elle o trace que pertcnce ao pa-
Todas as particularidades, que acabara de ser
lidas, estao accordes com fados j estableci-
dos; mas seu todo d um aspecto novo grande
aegao, do que sao parte.
a O exercito, depois deste combale, diz Saiot-
Simon, conservou um ar de audacia e um dese-
jo de tornar s mos, que pensou ser seguido de
efioito. Eis urna conGrmacao bem clara da car-
ta que acabo do citar. Mas o que Saint-Simn
nao pode affirmar, porque isto s pertencia aos
corabatentes desse dia, a origem ardeole, a
excitante enobre causa do ar audacioso, que elle
diz A bocea, da qual acabo de transcrever estas
palavras : hora em que fallo est ainda
trmula do sopro ardente doscampos de balalha
estou persuadido que ella falla a verdade, porqu
a verdade, segundo me parece, ordinariamente
urna forra viva, que as poderosas emocoes fazem
nascer.
Creio, porlanto, com aquelle quera acabo
Zarcas e tnslxluices productoras da Franca
o titulo de urna obra, que acabamos de 1er'
com atlencao seria. Ululo que promette rouilo,
mas digamo-Io de passagero, promelle mais do
lU?.v.r r Sle Uvro' Mr- Lehir' Propoz-se es-
lnr'1 0rs v,vas da *nca. as quaes elle
m.n no n?elhor*me"to e melhor funeciona-
tnento do crdito territorial, creaco do crdito
agrcola, reformas radicaes nos caminhos de fer-
ro, desenvolvanlo da agricultura, da industria
e do commercio transatlntico. Assumplos sem
duvida interessantes, mas que muilo se pres-
ta s formulas vagas e aos desvarios des-
Taeio bri|h"nle, chsmada imagi-
FpriniipBlmente dos problemas do crdito
m.i.1 ecupado em nossos dias os espiritos
mais ou menos temerarios. Ludibrios de falsas
...."i. 6" elles crid0 1ue P"ra crear ri-
quezas baslava multiplicar as insliluices de
crdito, concedendo-lhes a regala detonar
m!i i maneira para a expanso do com-
mercio transatlntico parece que bastara esco-
mer em nossas costas um porto vasto o com-
modo e construir ahi navios, era cujas vergas
tremulassem bandeiras annunciando que es-
bouro P8llr P"a New'York' CalcuUa ou Mel-
.'h Sr.V^ i ? rani0,s s0 l5 s|mples como o
ovo de Christovao Colombo ficando em p em
presenta dos cortezos admirados Tememos, po-
rra, que nao sejam to cficazes, e que Mr.
Lehir tenha-se deludo levar algum tanto essas
perigons regies, onde se v surgir projedos,
semelhantess rosase aos ephemeros, que veem
apenas duas auroras.
Mr. Lehir deu-se ao trabalho do sondar o va-
lore o futuro daquellas de nossas insliluices,
espenialmenlc consagradas ao desenvolvimenlo
oas forgas da Franca, e chega de um pulo ao
crdito territorial, passando em silencio o banco
oe tranca, nem ao menos mencionando nosso
systema finaneciro, cuja reorganisacao era re-
Cre-ae triumphar, verdade, oppondo que o rece muito pu nM>.. ~~.
banco de Franca. graCM an seu privilegio de LuT .preteDfiio' ma8 Juiz tere urna
emitlir bilheles de circulado, pode emprestar i ";e um am,80- e casa de quem esleve es-
STaSLi"'* ** -**
Um lente (em no seu curso um estudante que
vai perder o anno por urna falta. A le clara
mas o estudante remeche co e trra, e ao cabo'
de ludo pedem por elle as pessoas mais nolaveis
da corle e o proprio ministro que pode mandar.
O lente nao resiste, e 0 rapaz oproveila o anno.
o banco nao empresta ; disconta, o que muito
itrerente. Apresentam-lhe ou antes fazem-Ihe
aposentaras mais das vezes por um intermedia-
rio um valor negociavel, elle d o valor em es-
cudos. Deve-3e dizer por isso que o coramer-
ciante supporta um juro egual laxa do descon-
i lo l Por modo nenhum, por que foi preciso pa-
gar para ter esto papel Ires assignaluras. sem o
qual elle nao leria ohtido o crdito ; foi-lhe ne-
cessario dar urna commissao de banco e consen-
tir muitas vezes em urna diminuico de sua mer-
cadona em considerado da solva'bilidade notoria
do comprador.
Oto. feto todo o calculo, affirmamos que o ju-
ro pago ao crdito territorial nao superior ao
pago aos eslabelecimentos financeiros, ainda mes-
rao de pnmeira ordem, pelo commercio.
Tanto isto verdade. que o aluguel do capilal
semelhante aos lquidos, readquire sempro seu
nivel, o o mantm nao s na mesma praca, como
anda no exterior, o cedo lalvez o mantera era
toda a trra civilisada, quando a sciencia e a in-
dustria tiverem posto em communicaco ntanla-
nea os dous mundos.
. *""" 4"cnc a .juem acaoo; j>*>ua uuaiiceiro, cuja reorganisacao era re-
ue cuar, cora seu irmao ferido. e persuadido que I centemente o texto dos miiores elogios da parle
seu sangue corre por urna causa victoriosa coro r "m Jrnal nRlez (o Times'' 'inariainente
. us seus companheiros d armas, cujas im- *
vos invejam-nos.
Entrando com Mr. Lehir no vivo do debate
pelo estudo dos estatutos de nosso banco terri-
bros sob os estandartes. Tros desies Molenes
tomavam parle na balalha de Malplaquet, onde
um delles foi ferido com urna culilada de sabr
e o quarto, lente do regiment da Fre, com
hcenca entao em seu paiz, recebia de um de spus
iroiios a caria, (Ttft achei, c que vai sem duvida
larer-rae levar urna nova luz um dos maiores
indos da nossa lustoria.
Ha no reinado de Luiz XIV um instante em
j .... UU1 msiae em parle do nosso exercito tinha lido durante oito
que o hornera sente-se agitado e como que sus- horas continuos successos. Assim, a direila es-
penso pelas influencias, que se encontrara no fin : lava ainda sobre o campo de balalha, senhora
do um reinado mais recente. Essa poderosa erao- orgulhosa e respeilada do terreno que oceupava
cao. misturada di> nmnilm >q i-:,i___- j. I____j- i__:. i___ ..- r..
cular. A' oulros cumpre apreciar o valo destes
novos elementos de nossa historia.
O faci inconlestavel, quo eslabelece, ou para
melhor dizer, quo esta carta achada confirma,
que o espirito militar, tal como reina nos exer-
c.tos dos nossos dias, de anliga origem em
nosso paiz. Applique-se sem cessar a palavra
cavalleiresca alma dos seculos passados; gsto
desla expressio ; acho qe ella sa bem e que
d nobres ideas. Mas applique-se somente uraa
ordem de pensamentos, que. sem ser ceilamenle
o privilegio exclusivo de urna casta, pode so-
menle pertencer. todava, um numero restricto
obedeca Boufflers. Conduzida por um hornera. ZXTS'SlSl^Z Pf halS ad1uiridos.
quenolinha seguramente o genio dos Conde, de vida Lv u rP ^ T V"
nem dos Turenas. animado de um espirito e-tto.t JSZt271 ??** *"'
Por um leal valor, esta ,oda .^5^1^:^-^
que sempre at hoje conlou um dos seus mera- lrmonio de nossa historia, caracterstico dos
bravos, cojo perigo elle acaba de partilhar.
Sabe-se que em Malplaquet, em quanto a es-
querda eslava sob as ordens de Villars, ferido
infelizmente no commando da accao, a direila
pressoes Iraduz, creio quo Malplaquet nao urna
suia Fnlr^t- Eml0d "S0 dC q"e P0S" .-o, esiaiutos de nbsso b
auia. Entreguei ao thesouro publico o que nao '""al. confessareoios sinceramente desde
aevia ncar guardado no patrimonio de um part- |Sue' .'jando vmos um escrpior, um publicista
ular. A' oulros i>nmn ...:______... .... I"e um mrito real e de um espirito pratico es-
crever era um livro, cujo titulo altrahe e seduz
palavras como estas : O crdito territorial,
(festinado favorecer a agricultura.Resul-
tados millos, sentimos um verdadeiro pezar.
Mr. Lehir lembra que o pensamento capital do
decreto de 10 de Janeiro de 1852 fra reduzir a
laxa, do juro do dinheiro. e p-lo progressiva-
menlo em relaco com a renda da Ierra, e
julga que o crdito territorial nao tena rea-
lisado esta esperanca, nem cumprido sua mis-
sao.
E fechar os olhos luz ; felizmente, porm,
a luz entra pelos olhos conlra sua vontade. Quiz
Mr. Lehir pretender que o crdito territorial de-
#Vla ?-t8Xa do Juro ao nirel da renda da
trra ? Nao, sem duvida, porque seria de ua
Sentimos urna repugnancia inslinctiva por to-
dos os reraeaios empricos, que s fariara coin-
promeltero crdito publico em vez de melhora-
lo. O crdito e as insiitituiges de crdito sao
duas cousas completamente disiinctas. Poder-
sc-niam comparar as instituices de credilo aos
canaes, que ajudam a circulacao das riquezas
mas que nao]* creara ; que servem para facilitar
as trocas, mas que nao produzem. Os bilhelcs
de banco sao nicamente o signal da riqueza.-
nao sao porm a riqueza.
eSSJ.*llSrf Vm da obra de Mr- Lehir.
s^fK,vel abranger esse grande e interes-
a lwhD da actao das instituices sociaes
(ore, *"'?*" Credit0 Pilleo, que urna
noTr aQOes' e q"e os avernos devem eco-
LaT m -m Pderegal o menos, quando
wXrnSa"0' d CUlha0 P^VamOS
bfpm. Tr eS5 grande e n'eressante pro-
tenHa' ISfe **?* Su" S6>I de exis-
tencia, suas exigencias, entre as quaes deve-se
nmnr'0mT '"".""car a inviolabilidi.de da
faCJp S" publl^dade d09 negocios, urna con-
labihdade bem verificada e registrada, a liberda-
pnrto d'SCUSSao das cousas flnanceiras do paiz,
of/lrn, pJ,TPdrfrarc CredUo da Fra"a ao -"i
1. OlUnd d? ^rPa- a R"S8a- A,,8,ri. a
Amlr?d I"?la,erra e os Estados-Unidos da
m?n ?,V"ra .deduzirf d'ahi as li'ferencas, de
der pmn.rS,raJ5 n-tot**s de Cada um ao P"
?,.,.. f,"llV0 das'nslituices productoras da
rranca. mas, repetimos, este livro nao iuatificou
a ambicio de seu titulo. .
!..& ?a.r br5 consa8rad ao exame das insli-
, deS-l,ndas t f"cer o crdito puWico e
h ,a1; nao 8f Pd:a deixar de tratar a queslo
..T'08, Mf- feWr emilli0 este speito
deas pratiras excellutcs. Sentimos que os imi-
fpSrm!WM .-ma uraP'es aPPr<"=aao nao nos
Kri iB,I8,ir Sbre CSSas ,das cmo ellas
2T2S? u ln$0B.,.e>nente a melhor parte
Mi.?uLJ?L LehIr Prour":ia-se aberlameate
renPl J Zt 6 3 'he dam0S l0uv'res ""e
lorfl lIT Tg,a ^'ema do seguro obriga-
SatoVprados.1'6 a '"'"-nco do estado nos
ind,.!,i0rf,qpP10!iS qoUCrnPr' h elle- otr->melter na.
nduslria o estado ? por ventura j nao lera fei-
esf.lt1S: em Fraa e Produ^d0 immenso
resultados o seguro conlra o incendio ? Por veo-
quaa|anuPrCUf, e"e ah mut0 ^^ o que em
tSLJSt****"** Motaae Pel dennos
:ca,lri3e,recllvs seu"vets contra o incen-
00, misturada de orgulho, de tristeza o de urna
aniiedade estranha (visto como liga-se aosacon-
tecimcnlos do passado ] que se apodera do nos
lias narraces de Montereau e Monlmirail expe-
rimer:ta-se na narrajo de Malplaquet.
Evidentemente a Franra de 1709 est separada
por un profundo e lemivel al.ysmo da Franca de
18!'i; masera um seculo de distancia um mes-
mo espectculo se ofTerece aos nossos olhos :
o de um grande monarcha e de um grande povo
omndo-se no mesmo pensamento conlra urna
mesma especie lerrivel e afflicliva do peri-os
A Franca de Luiz XIV como a de Napoleao offe-
rece a imagem de urna figura coroada e esplendi-
da ue temo corceo traspalado por urna espa-
da. \endo-a assim em sua mageslade e era
sua pall.dez.os uliimos hos dessa midolorosa
scnlem por ella um duplo amor e lhe estendera
os bracos alravez dos lempos. D,hi proveo, to-
dos esses generosos movmentos da alma, que
sentimos om certas leiluras ; essas paginas, s
quaes se prenden, noSsos olhos. o que voliam,
no lugar en, que ellas nos suspenden, alguma
sanguinolenta peripecia de urna accao irrepara-
Wl Somos levados a crer era algum milagre.
Se Gruchy t.vesse apparecido ? So Blucher nao
cliegasse ?
quando havia hora e meia que a esquerda j se
havia retirado.
Persuadidos que avietoria eslava de seu lado,
os soldados nao queran, absolutamente deixar
seu posto, e para obriga-los nao foi preciso me-
nos de seis ofliciaes generaes, quo dissessem s
tropas que era necessario combalter era oulra
parle.
Taes sao as palavras de que se serve raeu guia
nesia inconlestavel narracao. Os Molenes quem
acabamos de ouvir eslava na direila. Foi, pois,
de mister dizer-lhe quo era necessario ir com-
balter em oulra parle.
Quando nos associaroos com transporte nar-
rado solemne, ao cont severo o gelado da his-
toria, o que experimentaremos cora a Icitura de
urna narrar.o parcial, familiar, nascida dos acn-
tecimenios que elle reproduz, animada de sua
vi di, ardendo ainda de seu calor ? E com que
alegra reconhecedora, com que credulidade en-
thusiaala seremos dispostos acolher urna tal
narracao, se correspondendo ao que pareca-nos
os mais ostravaganles dos nossos desojos, vem
dar A [.icios, reputados nfiexiveis por nos
zao, urna volla que nosso coracao lhes desejava !
Aquelle cuja carta tenho avista, eslava conven-
cido que tiohamos ganh*, a balalha de Malpla-
quet. r
Confesso que estas pala vras parecem-me radi-
antes despeilo da accao destruidora do lempo
sobre o papol araarellecido em que aseucoulrei;
pareceram-me ter esse hmido brilho. que o
enthusiasmo d s vezes aos nossos olhos. Os
livros teem seus destinos, dsse oulr'ora um an-
I ligo poeta. Por desgraca os destinos, isto ,
| esses poderes caprichosos que parece s vezes
Isujeita urna porcao das cousas terrenas se do
em regioes mais alias e mais puras quo as pro-
prias regies do espirito. Ha alguma cousa me-
lhor e mais digna que um traco de genio, a qual
no caminho da posteridade muilas vezes varri-
da de repente por um sopro bizarro e malfi-
co: um trago de virtude.
Eis um fado heroico, do qual um acaso fez-me
achar o traco : mas que honlem nao exista para
alguem que hoje apenas ouso predizer essa
vida da historia, da qual no entanto o julgo
digno.
Esses soldados de Malplaquet, nao querendo
abandonar seu posto, fazindo sua essa vicolria
que se lhes rouba, obstinando-se em sua ceguei-
ra reler urna gloria, quo nao raiava sobro o
nome de algum delles: esses soldados de Mal-
plaquet merecem um lugar junto dos soldadas
de Waterloo. Quanto mira, pago com alegra
o tributo, quo mo parece devido esses humil-
des e generosos defensores da patria.
mais humildes lares
Um poeta pode sem emphase chamar corajo-
sos os soldado do Cairo edo Kremlin. O espirito
cavalleiresco esse enthusiasmo da aventura,
essa religio do perigo, que a guerra desenvolve'
n aquelle, que Deus creou para ella, e quem
ella amoldou seus mais imperiosos caprichos
Mas o espirito militar a virludo de que sao pos-
suidas essas grandes massas, ue constiluem
nossos exercilos modernos, mesmo no da em
que o paiz as chama, em que pela vez priraeira
marchara ao som do tambor, e senlem ondular
os estandartes por cima de suas cabegas.
pirilo militar esse aecurdo subilo.'nascido de
um milagre particular ao nosso solo, entre o
amor do paiz, o gosto da armas e a intelligen-
ca dos combates. Essa infamara de Malplaquet
composta de soldados criados om todas as chou-
panas da Franca, pondo para defend-la, com
urna indOBMvel energa, o p sobre a ierra, que
ella anda honlem arava ; obslinando-s com-
bater, cahir, morrer no reg cavado no meio
parte um erro crasso seria 'querer que duas I dio est seguro
cousas jieseguaes entre si produzissem urna podem S2ilgS& taTJBT
ao x,!i,r.n,/d'a,inia,aao"; mas com a cndi-
nom f. de q.U0 nao serao emprehendidos.
--- ---- F w&t-Jjv t unid
egual. Lom elfeito, quando um avanca, o oulro
recua : por conseguinto o encontr impossi-
vel. A medida que o preco do dinheiro baixo, o
prego da ierra augmeula.
Porlanto, ba, devo haver, e sempro haver*
urna dilfereaca entre o juro o a renda territo-
ridi.
Ha tres modos de fazer que capilaes- produzam
urna renda, e esta varia conforme os riscos. Que-
ris entregar industria vosso capital e fortu-
na dos negoeos ? Fazei como Clao, que sabio
corno era, no- dizer de Plutarco, amava o dinhei-
ro ; empresta*- risco martimo-. Queris o
mais solido dos penhores ? Ahi lendes a hypo-
theca, fortificada pela rcsponsabilidade do oi-
cial publico qu a conslilue. Ella dar-vos-ha um
juro moderado ; porm maior quo o do solo
porque ah mesmo. nesse terreno real e appe-
reniemente to firme, ha ainda naufragios pos-
srveis. So nao conlate com essa garanti que
U es- fosulta da cousa e da pessoa, temis anda, en-
tao eis ahi o solo, d'onde nasco a renda territo-
rial, isto o valor mais invariavel de lodos, rae-
nos sujeila s oscillaccs do mercada, e que in-
dependeute em maior numero de casos dos acon-
teciraentos e do homem. est subraeuido apenas
s influencias da chuva e do sol ; compra!, fa-
zei-vos proprietario dessa Ierra, campo, ou
easa p '
Urna cmara municipal obriga lodos os nego-
ciantes tiraren, lcenca, e impe multa aos que
a nao teom. O irmao do presidente negociante
e nao tem licenga. O fiscal nao falla nelle, e vai
avisa-lo para que a tire, e nao soffra a multa.
Sancho I
Da delegado zeloso pilha em marotelra de
grande calibre o administrador de conselho.
Quer instaurar processo. O governo recusa a
lcenca, e o delegado o que cou sendo? San-
CI10 I
La esl na redaegao daquclle jornal um folhe-
mista de carcter independente escrever o seu
follietim. Vamos ali buscar a consolaco que
eslas miserias humanas necesslam. Este nao
precisa de ser Sancho. Vejemos. Sao 11 da
no.le. W um sete quar.os de papel escrip.os.
faltam-lhe cinco para completar aquelle primor
que amanhaa nos ha-de alegrar todos. Entra
um amigo intimo.
Entao que fazes ?
O mou folhetira, e olha que esle ha-de dar
que fallar. Desenganei-me. Isto de andar sem-
pro com o hyssope da agua benta na raao ins-
pido. Arranjei quatro ou cinco tundas der deilar
abaixo.
Isso vai-le dar um par de inimigos. V l
o que fazes. Por dous gracejos nao vale a pena
crear odios que s vezes ficam para toda a vida-.
Bem me iraportam os odios! Que me de-
mittam I Essa nao est m t Hei-de estar serapre
a acariciar o publico. Nao estou para isso. Ago-
ra lambada que to parto. Pancada de tres em
pipa. Olha, a priraeira a fulano. Embirro cora
elle. E' um impostor.
Entao desmanchou-se o-leu casamento? J
nao ests noivo ?
Estou, sin, I Porque ? At est posto o da
do casamento para 14 do mez que vem, dia dos
annos de mrnha futura sogra.
En digo isto porque esse rapaz filho do mi-
nistro, que despachou o pai da iua noiva, e que
raelteu leu condado mais velho no thesouro. Teu
sogro pe netle a esperanga de despachar ou-
Iro filho, e sei que j andam u'isso.
Ora essa r la faze-Ia bonita No fim de-to-
do como esta severidade do folhetira nao obri-
gatoria, posso risca-la sem faltar ao raeu dever.
E at te fico obrigado pelo aviso. Ahi est como
um homem vezes se melle en,' caigas pardao.
Bem ; o mesmo ; ficam-me os oulros.
Quem sao ?'
O segundo aqudle pateta desicrano. Vio-
te j um animal assim 7 Mandou Ibzer urna ca-
Mas urna vez que queris sublrahir-vos lo-
< dos os riscos, nao prelendei o premio de seguro
della pelas-bailas : essa infantaria precede diana ,Mf sdevido aos risc3- Assim, frgoso dei-
m en te essa nutra inf-,.,.,,.;,. i i "r de-acariciar essa chimera. que consistira em
7m n1 infantaria popular, que vive eslabelecer un, equilibrio permito. en*re o juro
em nossos campos como o trigo, e qua a mais do dinheiro e a renda da Ierra. No dia em ouc
preciosa das riquezas-annuaes do eosso paiz : al"8uel do capital fosse tres por ceuto, a
i renda do solo descea dous etalvez menos.
Um acao dP minh, n | Porconseguinte nao se pode censurar o crdito
ura aca.o de minha vida perraittio-me visitar territorial por nao ter realisado iuna.egoei.lade
na a guns das um campo de balalha, que lomou contra a qjuat se insurtrem as ls econmicas as
agora para mim alguma cousa de lar domestico. '
Aom ..i.. V """> emprenunaiaos.
lo Tstado! CW"ad0S'nem me9m Pa"r>ados Pe:
Estas ideas sao conformes 5s saas noces da
economa poltica. Turgnt, Bastiat. Passy e
imi0.! Phy|09Ph0S economistas professara esta
socieaadr:ttetjo'qudoUataca STJ f'm da mSt Cm pr?gaS env". Porque lhe repa-
que seja o r.loVe o!. Sr to&S&Z iM tarem "ella n0 bai,e em CQlra- aS" "a Wi-
I em oulra cousa. Anda apregoar a novidade da
camisa, como so livesse inventado a-bussola. Po-
nho-o em cisco.
Fazes mai. E' um pobre rapaz, que lu devias-
respeitar.
Aposto que tambera prente de minha
noiva ? Nesse andar tenho de engolir. o folhetim
Nao prente della, mas casado com
urna filha daquelle horaom quem teu pai deve
a vida.
De voras ? Pois nao sabia. Nesee nao posse
eu locar. L se me vai o folhetira Diz l de-
pressa. E o tercero que fulano ?' T.ambem i
'nvulneraval ?
Nao. Esse merece ludo-o que disaeres So-
- -- v^.u. uu iiiuiv.yuo. ata-
ca.nevHavelmentc no mesmo grao-a grandeza, o !
poder e a prosper.dade da sociedade. '
Assim, o pa-pel do governo deve consistir em
deixar que se desenvolvara as forcea privadas
era sua plena actividade, axegurand-lhes o
eommum beneficio da seguranca e da justica se-
guranca para a qual o estado percebe um premio
sob o nome de imposto. Tudo quaolo embaraoa
pSwi dcsenvolvimenlo um erro do poder
Assim. lem-sc dito com rasao o governo
mais fortes o mais feliz nao aquelle que faz lu-
do, mas aquelle que deixar fazer ludo, que nf.o
comprometi justica e a ordem publica. Es-
tos palavras sao o padro Ventase,
II
Proventos antes de tudo que as va.' Arreas sao
consideradas no escriptor.de quo nos oceuparoos.
no ponto de vista puramente commercial, e da
------ .-----------.... Wuniiri(,iai| c uo-t ..w. -. -. ,,,*. t ,-u.- nniu u UtlC OI4*erCS OO
mais elemantares O juro do dinitairo ser sempre
maior que-a renda da trra.
Negar oa serviros feilos pelo crdito territorial
Adiantei-me com urna especio de piedade nesses
lugares, vistos por tres dos meus atravez do urna
fumaga, no-scio de um movmento.o de uro ba- ProPredade, agiiculira o- iodwstria ; ne
rulho hoje esapparecidos como- seus ollmcea :8"i qU.0 e", f" b^H d Urn- ""* sens'-
Anfzr rfla Bn.r a ,r oinasea. re a taota do juro dos empsesUmos feilos ao
Apezar das apparonc.as do ind;ffere.iga, ojue os solo, negar a sxperiencia, 6 aeg<,r o poder dos
poetas sem cessac dirigen, natureza, os lugares fact*-
parecem-me guaedar, com mais- Adeudada ainda
que nossas almas, o trago das-emoges por que
a Sei pela unio que ha entre vos e eu, que
nao vos enfadareis de saber, meu charo irmao,
Tuc sahi felizmente da balalba que acaba de sor
dada. La Costa ( nome disiinctivo de um dos
Molenos ) nao foi to feliz, tendo receido urna
culilada de sabr na cabega ; o pequeo de Me-
lenos passa bem. Nosso regiment deslinguio-se
nesta occasiSo ; os soldados dizem que elles sao
senhores do campo e que ganharam a balalha.
Assim se exprime em suas eTuses com sua fa-
milia, ao sahir de urna acgo, em que elle e os
seus fizeram seu dever, um homem que segura-
mente saberia olhar a verdade de face, to bem
como ouimigo. Pergunlai ao loslemunha des-
ta lula, em que basa a opiniao que avanga, :------ ........-".....'
elle vo-lo dir; mas antes de interroga-Io. evo- D,ao .de mu,|as S. commandadas por dous
queraos o fado que elle vai contar seu modo Ca,i"aes Seirv,ndo dous Sfinhores <""eronle: -
Malborough o o principe Eugenio.
Se fomos vencidos, quem cabe
Considerando finalmente a acgo inleirasO ofli-
cial, cujo testemuhoie levanta hojo, mostra uraa
lula encarnizada, sustentada em lodosos pontos
do campo de balalha pelos nossos, alias to infe-
riores era numero seus adversarios. Qjni-
migo, diz olio, tinha quarenta batalhoes e trinta
esquadres de mais que nos. A historia con-
firma esta asserco: ainda que considere-se
Malplaquet como um revez, seria um revez glo-
rioso para nossas armas, dando ao mundo um
heroico espectculo. Ahi lutava nosso paiz sozi-
nho conlra um desses leroiveis Irogos de povos,
cujo choque -elle tem mais do urna vez experi-
mentado. Havia as fileiras inmigas urna rou-
de muitas ragas, commandadas por dous
passaram. Para mim este fado seria de fcil
esplicagao. No drama, que ton, esle ta-undo por
theatro, um autor divino, pos sempre 3m harmo-
na, segundo pens, os acw,lecirae*hts, os per-
sonagens e as decoraces.
Como o dzia eu recenleraeato. esie pensa-
mento que ha muilo lempo mou. dominou oom
Entretanto, segundo Mr. Lehir. haveria um
meio poderoso do fecundar o germen de vida
depositado n seio do crdito territorial, e de la-
zer-lhe produzir- fructos mais abundantes. Esse
meio seria este: enllocar essa instiluicao em
um p de egualdada pouco mais ou* menos
cora o banco de Franca, e aulorisa-la emit-
lir sciscenlos milhes de bilhetes ao por-
tador.
Sim, a moeda-papel o remedio, a panacea.
.,_, f., ~r; '------1 iiiiuo wm Masque fazeisvs dessa massa de milhes de
urna torca nova o meu espirito sobro o campo de !"*. 'ngados assim ao mercado? Crodes que
batalha de Solferino. Parecia-me devida k.i>n b,is1,1 dcrcla-los para garanlir-lho-s oomprego? tmretanto poder-se-ha dizer que nada ha
binages do urna arte maravtlhosa os,-, r,u, ?or f,ra de con,;is ,,a0 ^"0 mais que um i i"1er' q"f. os **&*" .as economas j reali-
vast e poderosa -"r->'haa_y >f<""em 1 lamaaaWo.ai cambio anamonlMio eflet. no-1 ** aiungiram limites .n.uperaves ? Certa-
sa. ada por essas colimas es- rom. os valores permulaveis ? Evidentemente,
auxiliares pacficos'de civisag.io, esiinados -
muluplisar as fonles do trabalho. e nao corao.
instritmenlos estratgicos de guerra.
Mr. Lehir comega pelo que podemos chamar um
axioma :
A queslo dos caminhos-de ferro, di: ella -
intimamente ligad* prosporidade commercial
industrial e agrcola da Franca.
Nada ha mais verdadeiro, os axiomas rao se
demonstran, ; mas lamben ser verdade que a
palavra de ordera de todos, proprietarios.com-
roerc.antes,. industriosos, deve ser esta : Guer-
ra, tarifas.?
Tal parece ser o seolimenlo de Mr. Lehir. Sao
por ventura as companhias to florescenies ? Nao
teem muilas d'onlre ellas damnificado o presen-
te em prejuizo do futuro? Nao tem o servico dos-
empreslimos feto aos beneficios futuros larcas,
brechas ? **
Enriquecendo-se com o pagamento de suas. di-
vidas, nao se empobrecem ellas contratando sem
cossar outras novas e maiores ?
Questes todos os dias levantadas o todos os
dias resolridas, pela aflirmativa ante o tribunal
da opiniao publica.
fundos para a empreza.. Pode-se-diz\
realidaJe elle que o dono d'bto.
isso pouco te deve importar. Se se
tu despedes-te, e elles que perdem.
contraa oulro como lu
r que na
Todava
inga re ra,
ao eo-
cabrosas pelo valor emprehendedor do nossos na0-
soldados; e essa torre, de physionomia de esnee- rnm i h, n
onde bnlhavara as vivas e mulliplas cores das' men,o.do mercadorias. qoo se eleva mais de
novas bandeiras ; essa torre, d'onde o imperador r nlrAUnia Ds ^.Q. ------------
queraos o fado que elle vai contar seu modo
tal como os documentos conhecidos no-lo apre-
sentam. O acenrdo desla nova peca com o que
de mais aulhenlco e de mais certo teem as pe-
cas j publicadas, provar, eu o espero, toda a
sua validado.
A Franga'mostrou-se sob um aspecto al entao
desconhecido seus inimigos no campo da bala-
lha de Malplaquet, onde duzenlas boceas de fogo
fallaran, ao mesmo tempo.
Nao era mais somente urna parle de sua no-
broza, a flor sempre renascente de suas familias
guerreiras, que a represenlava nesses lugares,
onde ella i tentar um supremo exforgo.
Sou solo invadiio pareca ter-se aberto para
a honra da
victoria? Eis o que nunca poder dicidir-se Mas
repilo ainda que aquello, do quem sem querer
lalvez sinlo oespirilo invadir-me os pensamentos,
nao quer que tenhamos sido vencidos.
Na hora em que fallo, escreve ello (nosen-
le-se como urna sorte de calafrio esta phrase
que faz erguer ante nos o espectro de urna hora
esperada hr tanto lempo!), na hora em que fallo
nossos soldados, lo persuadidos esto que esta
victoria nao deve ser attribuida aos inimigos,
que por toda a parle ouve-se fallar do desejo
que ha de tornaren, s mos. Os inimigos nu-
merara vinte e tres mil honiens fra de combale .
a os progressos de nossa victoria.
3so um accidenta
e nao um effolo sabio ?
Vollando d'ahi Malplaquet, este um lugar
mil milhes. e entretanto nao podem empregar
os quinhentos milhes.rte bilhetes emiilidcs pe-
lo banco de Franca, apezar de sua commodidade
., f ----"* credes vos quo fosse isso um accideute fortuito mawvilhow. e seo crXo iSSmSSSTSli
rais que os blheloa ao portador do crdito ter-
ritorial. cm sua escala complicada de jros e
recahindo sobro um penhor, cuja circulacao o
divisao sao felizmente difficeis, entrena nos" ha-
ntciramente proprio para a solemnisacao nue h i.! ..*,?;.]'.
ahi leve Iuvm P'Z. i,;;0 5 b,l" Pu,bllc?s E engao singular 1 Dizeis
ni teve lug,-.r. E urna planicie, que poder- que o valor desse novo papel repousar sobre o
se-nia chamar um immenso descampado, porque piis solido penhor,o solo mas trata se desa-
quas de todas as partes cercada de grande
bosques. A funesta floresta, quo cobrio os mo-
vmentos do inimigo sobre nossa esquerda, traga
anda no horizonte uraa linha negra. Os bos-
ques, ondo poslourse nossa dreita, sao allos e
copados: sua folhagem se expande no parda-
cenlo co de Flaridres com uraa aroplitude ma-
gestosa.
Esta paisagem em seu todo lem urna graco en-
tristecida e altiva Ella (era razo era sua tris-
teza e altivez. Essa parle do solo francez, que
calcaran, ps inimigos, vio urna dessas lulas de-
siguaes, que sao a gloria fatal de nossa nagao.
Os prodigios que ah se deram, ficaram sob um
veo sanguinolento e fnebre: eis seu dircito
ser triste. Ella, porm, tremeu com q abalo,'que
fez mais tarde estreroe$er todo o lo de hqsb
ber so o solo vos pede urna tal divisao. Quanto
nos, eremos o conlrarin. A extrema mobilisaclo
da propriedade, sua divisao em papel circulante
seria a ruina da propriedade.
Mas, objecta Mr. Lehir, a omisso dos bilhetes,
que proponho, loria porefTeilo reduzir o juro dos
emprestimos feilos polo endito territorial. Isto
urna illuso, segundo nos parece. Entretanto
se assim fosse, o oonmereianla por sua vez vria
edina: Olferego um penhor mais fcilmente rea-
lisa-el do que a ierra, minha morcadorin. Of-
ferego anda uma garanta mais cITicaz, minha
pessoa ; olleregolinalraenlo vasdoexeeugao mais
promptas, a quebra ; justo quo eu pegue o
dinheiro mais barato que o propriedade ; quero-
o, po.s, I prego mais baixo.
Ao commercio succederia o estado. E eu di-
zia este, arrisco seguranga do meus ompr'es-
mostoda a fortunada Franga, e entao., E de
reducno em reduegao, chegar-se-hia utopia do
crdito gratuito, "-i""""
mente que nao ; por osomplo. nao pdo-se re-
ver uma por uma as difirenos catliegorias de
mercadorias, dislrbui-las com mais verdade, jus-
tica ealgumas vezos hora senso ; por om princi-
pio que em caso deno especiticacao, ser segui-
da a mais baixa laxa ; diminuir certos ortigos,
auantenlar outros de maneira consorvar-se no
circulo compensador tragados pelos livros de
cargas, e conciliar assim lodos os inleresses
egualmente respeilaves quo lutam ? As tarifas
eonleem muitas vezos classificages incompletas
obscuras e equivocas. Citemos um fado, quorum
pars magna fui.
[Continuar-se-ha.)
Variedades.
SANCHO PANCA NA ILHA BARATARA.
[Concluido.)
Aquelle administrador que senta do recrula-
mento o filho de um proprietario do conselho
apesar do ter todas as condiges para soldado,
oulro Sancho. Quem lhe retira o prato um ir-
mao do tal proprietario, que fiador delle por
qualro conloa de res misericordia da trra, e
que pode de um dia para o outro pr-lhe os bens
na praga.
Aquolle juiz homem redo e bom juriscon-
sulto. Tem diante de si un autos criraes. Tra-
la-se de dar fiapja i um preso. A lei nao favo*
lsosm, mas eu lalvez quo nao encoadre
logo oulros como elles. Que necessidade tenho
eu de ir de caso pensado e de rixa vclha iodis-
por-me com os dones do jornal, quo nunca me
fizeram senao bem i Al grosseria..
E estes pobres diabos que tu tinhas em
parto e quinto lugar ? Que mal le fizeram?
Nenhum. Sao gentes de quesilia, e proprios.
para divertir o publico. Eu nao hei-de es*ir
sempre fallar da chuva e do bom lempo, ou.
contar aos assignanles a historia das sezes son,
que trem ha quatro annos.
N'isso tens razao. mas esses dous rapazes
sao sobrinhos de um dos contratadore.v O lio
nao v oulra cousa. Deslina-os para easarem
com as duas filhas que lem. E se elle por vin-
ganca tirar teu to do Alomlejo a adramislrago
que Iu pai lhe obteve com tanta difficuldade ?
l'ica teu lo, e tua ta e leus cinco primos em ms
circumslancias por qualro gracas de um folhelim.
Nao vale a pena. Repara que o verdadeiro es-i
pirilo consisto em divertir o publico sem ser
cusa alhea. Fazer rr pondo os oulros no se-
lourinho, qualjuor parvo sabe fazer.
. Tu pode ser que tenhas razo, me* assim
nao se pode escrever. Leve a breca os los o os
primos que estragam os folhelins.
E rasgando quanto tinha escripto, mandou
buscar casa um artigo acerca do algodao ama-
relio, c dos pos do Dr. Gravelle, quo servio de
folhelim nessa semana, muito aprasimento de
um ofiicial de frica, e de dous ou tres burenes
zes, victimas dos ltimos inseclos.
Sancho
Sancho !
Uma, duas, tres, quatro, cinco veres
Estao convencidos os leitores? Basta de exem-
plos 1 A ilha Baratara o universo. Sanchos so-
mos nos todos, por mais independencia que arro-
temos. Agora os mdicos quo nos mandam tirar
os pratos da mesa, esses que so revesan, com
os lempos, conformo os lugares, o segundo as
circumslancias. A historia do banquete do escu-
dero manchego sempre contempornea. E' im-
mortal como Cervantes.
(Commercio do Porto.)
PEBN, -TYP, DE M F. DE FARIA.- 18,


Full Text
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